Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12293


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Full Text
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ANNO XtVI. NUMERO 289
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$\ir tres mezes aisnfados .
i*or seis ditos itero .
Vi* iim anuo Weii.....
Cada mueco avuio .
tiOOO
amo
320


OUARTA FEIRA 21 DE DEZEMBRO DE 1870.

PASA DEITRO l TO1A, DA P107HCIA.
Por tres ames adiantadoa
l*or seis ditos idera. .
for nove ditos idem .
Por am anno idem .
20125
wjoo
Propriedade de Manoel Kgaeira de Faria & Filhos.

jl-
AO ASBilES :
Qs Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Gon$alves 4 Pinto, no Maraoso ; Joaqmm Jos de O'veira, oo Cewi ; Atooo de Lemoa Braga, no Aracaty ; Joao Mara Jolio Chaves, no Asan ; Antonio Marques da Silva, no Natal;
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Antonio Alexandrino de Lima, nf Parahyba ; Antonio Jos Comes, na Villa da Penha^ Belarmino dos Santos Baleao, em Santo Antlo; Domingos Jos da CosU Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Uves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
Jos Justino
PARTE OFFICIAL
o*cruo la provincia.
F.TPEUIENTE DO OU 10 BE DE*: UBItO M 1870.
Acto :
O prndenle da provincia, att requeren o pr fessur publico da eadeira do imroa-
do de Gormioha Aquilino Jus Guimares Ferrei-
ra, e tendo un vi.-ia a iiformaeao d" director geral
da instruc a publica de 13 il > eorren-.e, resolve.
d-.> eooformitad* com o arl. 23 da tei n. f>08 Je 13
de siaio de 1864, remove lo da iu. lia esleir para
, da povo;.oo do Pasmado.
O presdeme da provincia, sllendendo ao que
requereu o professor publico da eadeira de ins-
truecn primaria da povoaeo do Barro, freguena
ilm Alegados, o Luiz da Silva Lera, e em vista
la informacio ministrada pefn director geral da
uistruccio publica de 17 de novembro nliunn. re-
-Iva nomea lo para reger a esrola nocturna da
misma povoacao, en ada pelo I" do arl. I* da
lt i o. 915 de JH iie maio d'esle Mino.
O presiente da provincia, tendo em vista o
resoltado do BUTKWSO, que ltimamente se pro-
eiden. e a informacao do director eral da ins-
nueco pnblici de ts de uovembro uliimo, resolve
Hornear Tertuliano Ernesto de Moraes Carvalho
professor publico de nstrucco primaria de Pedra
rapada.
Idntico, mmtatii mntnn Carlos de Carvalho Paes de Audrade para a da
ireguezia de T.iquaretinga.
IJem a Antonio Victoriano de Almeida A-
il; ade pira a de lluique.
dem a Baitluu.ir Augusto ue Oliveira Cista
para a da povoaeo do Poco Fundo.
Mcui a Francisco Amancio da Silva para a da
povoacao da Lapa em tambe.
dem a Henriquo de Miranda Henriqaes para
.i } da cidade de Go'anna.
Idem a Benjaumn Ernesto Pereira da Silva
pan r gtr interinamente a a povoaejio de Goi..n-
moka.
Idem l'baldiua Alia da C)ncec-io Vieira de Mello
para a da villa de Granito.
dem de Jost phma Amalia de Albuquerque
\l icbado para a do Cabrcb.
dem a Amelia Deolinda Guedes Alcoforado
para a de Santa Mara da Boavi&ta.
Kxpediram se as neeessarias commanieacoes.
Offlcioi :
Ao excellentissimo senhor mini-tro da agricul-
tura, commerrio e obras publicas, solicitando a
expedieao de tus croen, para que seja remettida
:. relacao, que deixou de acompanhar o aviso de
;.'"> de novembro u:timo, dos objectos neeessarios
-trada de ferro ito Rceife S. Francisco, e que
' em (te w dcsparhidus livres de direitos ua al-
t.mdea desta eapital.
Ao do itor chafe de polica, dizeodo qne, por
i ii stpiu inteiramente satbfanlorias 33 explica-
4iu todas pela subdelegado do distrieto de Afo
gados no termo de Ingazeira, quanto s aeensagSes
llis foraiu Pellas en urna pub|i.:,eio a podido,
i-.Tta o) i'ino iie l'-riuimbueo de *> da setem
ndo, iiiliiMsin otserramlo Iho une de ve
proceder oom o n\wr escrpulo na escoma e io-
ineaeao dos. fwpectiv s inspectores de quarleirao
a aiwtr-so de ordenar prbSes sem a> formalidades
li^aes.
Ao njesmo, a.t arando que jlinlia conheci-
i.-nto dis tactos pfiminoos commettldosnelas
pncaa do de>tameoto de polica existente em
Facaralti, por partecipaco do respectivo juiz de
liieito, c que orlenou j cominandaute do corp-i
d poli ;la i puoicao^essas pra;a< o a subsdtuicSo
.Coilas por outras.
Ao msalo, dizendo iiue aguarda o resultado
las dsgendas por parte das aut^ ridad39 pojiciaes
d Ignaras*!) para o descobrimento e puuigao dos
tutores dos disturbios u qBomm physicas, havidas
p r cccasiiii de loia'r a msica marcial ua noute
de i do corrente.
Ao inspeel >r .la luesonraria de hzenda, man
daudj pagar a JerottTmo Pereira Maras ou a Eva-
risto M. ndi s da Cunna Azevedo os vencimeutos re-
! lvos nc lo novembro ultimo di olicial e
pracas da guarda nacional destac.tJoj na villa do
jo.
rJovmaneou se ao respectivo r^mmamlante su
perfor.
Ao inspertor da thesoararii provincial, prc-
vioindo-o de joe, em vi,la do dispuste no art. 41
da jfi 'I i orean nM vigente, os termos de con
tractos d- arr'iia'.*eK; e emprezas devem ser la-
vrados nos*a the.our.iria c ceaseguinteroente a^-
ligas les p i memhroa da respectiva junta, partes
. iestemnnh.,s umprindo apenas fazer nos mes-
m ferm s meoc i ou :raii3crip(iJo dos actos de
approvafa i mi das ordens para etiecinarem-se
lies condados p r parle da presidencia, e nao
sobmetl is .i assignatura da mesma presidencia
is de lavradas, como se lia praticado, e re-
Conoeodanto que fa^a a-ignar pelos empregados
pare competentes diversos termos, laucados no
hvre, e ja em execUcSo, sera esta formalidad es-
sen -ial
-o inspector do arsenal de marinha, diz
|A ', em vista de sna informarn, o professor de
praaeiras letras da juello arsenal proeedeu de mu
do reprehen-ivel, e por sso eonvm qae S. S trate
de averguar a verdrle de sua aegacao, qnando
diz ter pirtecipalo j sen impedimento, e envi o
resoltado da inspeojao d sade, que deve ter
sido subinettiilo.
Ao coinmandanie superior da guarda naco-
uil do municipio do ftecife, para mandrfr despeo
- .r do >ervico activo, at que e rena o coneiho
de qualnVacao a pra?a do Ia balalho e artilba-
ria, Joaquio Jo- d Almeida Oliveira. visto ter a
,eu favor os arts. 15 5o da lei n 602 de 19 de
si lerubro, e 23 d dtereto n. 7 de 5 do ou-
: ibro de I8.'i0
Ao do municipio de Olinda, recommendando
que marque uto praso rasoavel para o aleres An-
tonio Jo c Omrado requerer a sua passagem para
a reserva, visto haver sido julgado incapaz do ser-
vico activo, declirandj ao mesmo alfares, que se
itio o fizer ser chamado ao mesmo servico o pu-
nido do conformidade com a lei, pelas faltas que
rommelter.
Ao promotor publico da comarca da Cabro-
Ih), recommen lando o processo que vai ser instau-
rado a Antonio Francisco, coohecido por Anloaio
i' .bocio por baver, segundo partteipou o Dr. cho-
te de polica, ferido gravemente com dua9 facaJas
a Mana Je, e que emprpgao as deligencias le
gaes afimde ter elle a devida puni^ao.
Ao commissari i vaccinador provincial, para
quo remella algumas laminas o tobes cipillares
com pus vaccinieo, sflm do serf m enviados ao
termo de Agua Preta, aonde e>t grassando a pes-
te da virio com intenodale.
Ao coinmandanie do oatalhao n 33, Lourenco
de Vasconcelo Mlaco Bnto, determmandi que
inforn^ i im brevi la lo sobre o q'ie expoe o com-
mandad., suoeri r di suarda nacional do r
cipto d V r^ggto eftliTi junto por copia
vmient-i sos pTs d i io'Z da tutubro
dercatameiiio de Ingszeira.
Pedarfl :
A aman I di cilvle.l.Cliivb, ap-
provaud i a arrendainentos dos
buco da eadeira da villa do Santa Mara da Boa-
Vsla.
Aquilino Jos do Guimares Ferreira. Passe
portara remorenJ-i o supplieaote para a eadeira
lo povoaJo de Pasmado.
Aotooio Jos Rodrigues dos Cotias.S ha a pro
curaco, quo se entregar mediante recibo, o mais
por cernida, se quizer.
Antonio Victoriano de Almeida Andrado.Pas-
se portara Horneando o supplicaote professor pu-
blico da eadeira do Buque.
Benjamn Ernesto Pereira.Passe portara de-
signando o supplicanie para reger interinamante a
eadeira do paveado de Goyannioba.
Balthasar Augusto do Oliveira Cosa.Passe por-
tara nuineando o supplicaute professor publico da
caleira do Poco Fuudo.
Basilio Luiz da Silva.Informe o Sr. Dr. juiz
municipal do termo do Ouricury.
Christovo da Barros Gomes Porto Nao tero
lugar o que requer.
Eduardo Claudioo Crrela Cabral.Habilite-se
no concurso.
Francisco Amancio da Silva. Passe portara
torneando o suppiicante professor publico do po-
voado da Lapa em Itambe.
Joao Luiz da Silva Leira.Pas e portarii no-
meando o supplicanie.
Josephina Amalia de Albuquerque Machado.
Passe portara nomean lo a iupplieanto prefessora
publica da villa de Cabrubo.
Jeronymo Cesar de Mello. Concsdo 30 dias
com crdenado.
Coronel Jos Cavalcsnte Ferraz do Azevedo.In-
forme o Sr. engenheiro chefo da reparti5.n0 das
obras publicas.
Jo Joaquim Borges Cchda. Prejodcado.
Jos Belisario Mannho Falco.Informe o Sr.
iuspeet >r do arsenal de marinha.
Jos Ignacio de A villa.Informe o Sr. inspecter
da thesonraria provincial.
" Lourenco de Menezes fysneiro Bandeira de
Mello.Por ora nao tem lugar o que requer.
Luiz Carlos de Carvalho Paes de Audrade.
Passe portiria nomeando o suppiicante professor
publico da eadeira de Taqnaritioga.
Mana de Sant'Anna dos Prazeres.J foi alten-
difia.
Manoel Rodrigues Machado Lima. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de faienda.
Manoel Bodrignes Machado Lima.Diga o Sr.
Dr. director geral da rostruccio publica.
Manoel de Siqueira Cavalcante. Como re-
quer.
Octavio AMmso de Mello. Informe o Sr. en-
genheiro chefe da reparticSo das obras pribli-
cas.
Senhornha Emilia Jorge. Junte o titub de
;.!' ir amento e a planta do terreno, como exige o
decreto 4103 de ti de fevereiro de 1868.
Tertuliano Ernesto de Moraes Carvalho.Passe
portara nomeando o suppiicante professor publico
da eadeira de Pedia Tapada.
baldina Afra da Gonce-cao Vieira de Mello.
Passe portara uomeanJo a suppiicante professora
publica da eadeira da vita de (ranilo.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Ollkio:
Ao general commandante das armas, partid
pando liaver a presidencia mndalo satUfazer o
pedido do com man da ule do deposito especial de
instruccao.
Montrouge apoiaram-o com grande eficacia. O
forte de Vanves nio cessou de atirar sobre a posl-
cao de Chatilhon. > I,
1 15 de novembro. Um reconheclmenw con-
duzdo hontem om habilidade pelo coinmandanie
Poulzae, do regiment dos exploradores, repeJiio
o inimigo das suas posiedes avanzadas do lado de
Drancy. O eapiio de Kergalec carregou o Sr. de
Versonville, frente dos exploraderes a cavallo e
fez muitos prisioneiros. O Monte Valeriano *s-
parou duramente parte da noute sobre- S. CiiMpJ,
Montretont e Reveil. >
16 de novembro.O inimigo appareceu nOVa
mente em Champiguy, desemboscado pelo fogodas
metraihadoras, refngiou-se nos entrincheiramen-
tis, no meio dos qnaes foram eahir balas do forte
de Nngent, obrigando-o a relirar-se. Os canhoes
da Fasanderie dispersaram um destacamento de
30 prussianos reunidos por traz da barricada de
Charapigny. Urna bomba atirada sobre a easa
Carenave, por baixo e a direita de Cbennevres,
designada sobre o nomo de collegio dos ofBmes
prussianos, foi eahir no meio do pateo, entre doos
cornos do edificio, quando alli estavam reunidos
muitos daquelles offleiaes.
Em Pars a populaco, longe do se desanimar
com as privacSes e monotona do cerco esl cada
vez mais resolvida a resistir e a vencer oo
morrer.
Os meios de defeza augmentam diariamente, ri-
valisando a guarda nacional com o exercib1, cuja
serte quer seguir, secundando todos os moviesen-
ros ordenados pelo general Trochu, que parece re-
nhor da situara 1 da Franca, peda conflanca que
n'elle se tem. Trochu dispde do 400,000 horaens
perfeitamente armados.
Em data de li de novembro o general Tro-
chu dirigi a segainle proclamago aos cidadaos
de Pars, a guarda nacional, ao exereito e a guar-
da movel:
t Emquanto longe de nos se consumavam o<
dolorosos destinos do nosso paiz, (hemos juntos,
em Pars, esforcos que honraram as nossas tfes-
graras aos olbos do mundo.
< A Europa espantou se do espectculo impre-
visto qne Ihe oflerecemos, da estreita unio do ri-
co com o poire na dedieacao o no sacrificio, da
nossa firme vontade na resistencia, e emflm nos
inmensos trabalhos que esta vontade creoo.
O inimigo, admirado por ter sido demorado
perto de dous mezes diante de Pars, da populaco
da qual (jan esperara esta viril attitude, prejudi
cado rojito mais do que nos mesroos o julgamos
em intesesses considerave, ceda a atlractivo
gtral.
Pareca renunciar a sna implacavel resotuca
do desorganisar, com grande pergo da Europa e
da civilisacao, a nacao franceza, a qual nao se deve
sem grave injustica, tornar responsavel desta
guerra e dos males que ella tem produzdo. E'
hije notorio que a Prussia havia aceitado as con-^
di^oes do gorerno da defeza nacional para o an-
iji-cio proposto pelas potencias neutrae., quando
o fat.l dia 31 de outabro reio compromelter ums
situaco honrosa e digna, tornando a dar a polti-
ca pras-iana aa saas esoorancas o as suas oxlgca
Cas.
Agora que, desde longos dias, as nossas rea-
DIARIO DE PERNAMBUC
BECIFE, 21 DE DEZEMBRO DE 1870.
\otk-l s da l'uropa
Pelo vapor inglez Amnzon, chegado hontem pe-
la manhaa. de Liverpool e Lishoa, recebemos jor-
naes deste porto al 2 do coi reme :
Giirrrn franco prussinna.
0 Jornal do Commercio, de Lisboa, do 2 do cr-
reme, diz o segrate :
c Dos tetegrainnas receblos luje, o mais im-
portante o da ageneia Havas, a ultima Inra, di-
zendo que os prussinnos evacuaran sbitamente
Amiens. retiraudo-se toda pressa para Pars, e
que se julga estar Iravada urna graude batalhaj
i roda de Pars.
Assim deve ser. E eta retirada dos prussia-
nos, execuladi assim repenlinanieute. deixa en-
trever que a luta se ira lalvez tornando contra
elles, e que exereito sitiador, sorprehendido por
vig rosa sortida de Trochu, leve quo pedir soecur-
ro gente que eslava em Araiens.
Todos os peridicos e tedas as noticias recebi-
i
A
se
relali-
altimo, do
ierren qo*
remet
1)8i"e i .3 ;
Ai1 1 t Irmie.IndeforiA'.
Ameia D.-oluiu Guedes Ale.l'oraib. Passe
[nrtarianom;anib a upplicantc pfi'feso:a pil-
as augurav.iin j essa batalha lerrivel e deci>iva.
i' mais de meio milho de homens asceodein sem
duvida essas {formidaveis phalanges, que estas
hiiras esto decdindo os destinos da Europa, e
submettendo ao horrirel jury da ore,a a sorte dos
poros e a causa da justicia.
Em Pars formou-se um corpo chamado
guarda cvica, composla de esirangeiros e homens
de muita idada ou de rauilo pouca, para (aierem
parte da guarda nicionnl. Esse corpo tem diver-
sos encargos : cuida da nscrpcao de todo* os
habitantes nos qoadros do exereito, da exacta
exerue) das ordens dadas pela commissu de de-
fensa para occorrer s eventualidades de um bom
bardeamento, e divide as raefles da carne. Quan-
do se decidi esta ultima providencia, os guardas
cvicos fizeram o censo por si mesmos, casa por
casa, andar por andar, e sobre o resultado do seu
trabalho baseou-9e a juantidade de carne que li-
nha de se destribuir por disiricto. Assim pode-
ram tambem averiguar quaes sao ausentes, que
ehegaram a 15,000 entende-se parisienses e nao
rsirangeiros, aes quaes nao se poda prohibir a sa-
bida. Cada habitante receben um biltwe de des-
tribnijo com o numero de ra^oes que lera direito
a comprar no seu talho, de tres em tres dias. Os
guardas cvicos regularisara a deslribnicao, e cui-
dam era que nao haja abuso nella.
- O correspondente da Gazrtta de Colonia, em
Versailles, escrere o segrate :
c Acabo de saber que o bispo de Orleans, Mr Du-
panloup, fez com granpe.myslerio, omavagemdi-
plomatica Versailles. Diz-se que foi recebido pelo
re, e que procurou captar o aviso deste monarcha
sobre uina combinaco poltica baseada na fuso
dos ramo, de Bourbon e Orleans, sunindo llenri-
que V, conde de Cbambord, ao throoo de Franca,
e, como nio tem Albos, teodo por socoessor o on-
de de Pars. Nao sei se isto agradar ao re Gui
Inerme, mas quem conhece o conde de Cbambord
assegura que Mr. Dupanloup nenhuma aulordade
tem sobre elle, e que a menos compente para o
levar a consentir na fnso.i
O Siecle publica os segrales relatnos acer-
ca das ultimas operacoes militares
13 de novembro.Esta manhaa. na praja do
Hospicio, e n S. Cloud, o captao d Neverle, offl-
cial de ordenancas do general Ducrat, cercmi ci m
os seus voluntarios urna palruJha iniut^a. Os no-
raens quo a compunliain, opposeraili viva resis-
tencia, ficando 5 morios, eum ferido gr.ivein.Mte.
E at audaciosa expedita..) taz a mai.T bonra u
capito e aos sens anda -ios is vo unlarios.
ti de nivmbro.N'um reconhecimento l< va-
le at Chamr-iguy, o capit 11, irigrte, a rrea'adot
atiradores pansiensi-, f, 7. rc iar us pii
sianos, destru.> as auas pos to. e causou ao iui-
migo pjrdas considn.ivei. e crueis. Houv f/oje
um forte caohtneio e o t.ib a liiila dos ddjsos
fortes em obras avangalas; foi vvisaimo do re-H
duelo de Min-Saqaet, e das obras das Hanies-
lortes de Cbarenton,*, c5es com os departamentos esto interroropidas, o
inimigo procura enfraquecer o nosso valor e se-
mear adiviso entre nos por meio de noticias ex-
clusivamente originarias dos postos avanzados
prussianos e dos Joroaes allemaes, que se trecam
em diversos pontos.
Saberemos subtrahir-nos ao3 effeilos desta
propaganda dissolvente, que seria a ruina dos cha-
ros interesses de que temos a tutella. Os nossos
joraedes srao firmes, e fiearao unidos no espiri-
to que foi durante dousf'mezes o carcter d defe-
za de Pars.
Emquanto os nossos trabalhos fechavam a c\-
dade, cootbemoso pensamento na ncerleza era
que estavamos do apoioque poderiam fornecer-nos
os exereitos formados fora, do formar oulro no in-
terior. Nao tendo que enumerar aqu os elemen-
tos constitutivos que nos faltavam para resolver
este novo problema, mais difDcil talvez do que o
[inineiro. N'algumas semanas reunimos em gru
posregulares, vestidos, oquipados,armados, exer-
cia lo tanto quanto pode ser, e conduzida algumas
vezes ao inimigo massas cheias de patriotismo,
mas confusas e me.xperimentadas, das quaes ds-
punhamos.
t Temos procurado, com o concurso dedicado e
desiniere parisiense, e dos caunnhos de ferro, completar com
o fabrico de canhoes modernos, dos quaes os ri
milos nos vo ser entregues, a artilahria de bata
Iha, que o ^'ervQO especial da artilharia do exereito
formava cora a mais louvarel actridade. A guar-
da nacional, pelo seu lado, depois de ter augmen
tado mais de cinco vezes os seuseffectiro*, e ainda
absorvida pelos trablhosepela guarda das mura-
ihae, organisavase, exerilava-se todos os das, e
com lodo o lempo, as nossas pracas publicas,
mostrando um zelo imcomparavel, ao qual deve
r o estar em breve prompta para entrar em linha
com os seus batalhSes de guerra.
Paro, nao pudendo dizertudo, mas durado qu
em te npo algura e na historia de nenhum poro in-
ra dido, depois da destruicao dos exereitos, ne-
nhuma grande cidado inrestida e privada de com-
municades eora o do territorio, tenha oppcs-
to a um desastre na apparencia irrepararel esfor-
loreos mais rigorosos de resistencia material e mo-
ral.
t A honra deste facto nao me pertenee, e
ennumerei a serie dos acontecimentos para escla-
recer os que, c ra inleira boa f, estou persuad
do, acreditam que depois da preparacao da defeza
offeosira cempleta era possirel com-massas cuja
organisaco o armamento erara insn(B:ientes.
t Nao heir.ts oque qnizemos, (Izemos o que
podemos, u'imii- serie de irapn visos cujos objecti s
imham propurcoes enormes, no meio de un.res-
ses as mais dolorosas que possam afligir o pi
tnotismo de urna grande naci. Pois bem I o fu-
turo exige ainda de nos esforco maior, porque o
lempo urge. Mas o lempo preciso tambem para
o inimigo ; e os interesses delle, e o sentimento
publico da All inanha, e a conscienca publica eu-
ropea apertara e ainda mais.
c Nao seria digno da Franca e o mondo nao 1
eomprehendera que a populaco e o exerciio de
l' para todos os sacrificios, nio snubessem ir mais
longe, quer dizer, soffrer e combater at que nio
possam nem soffrer nem combater. Aportemos
pois, ai nossas lileiras roda da repblica, e ele-
vemos os nossos coraedes para o co.
Disse-lhes a r-rdaJe, tal qual a vejo,
c Quiz moslrar-lhee que o nosso deverera oiar
desaffroniadamenle para as n asas dfflculdades e
para es nossos perigos, affrnnta-los sem tem -r,
recorremos toda e qualquer forma da re-ij'eu-
cia e da luta. Se triumpharroo', leremos bem
merecido bem da patria dando am grande exem-
p|o. Se suecumbrmos, legaremos Pru-sia, igne
vira substituir o primeiro ra.perio nos fstus an-
gumiH. ir. is da conquista e da vkdencia, rom 11 na
obra impossivel de reaiis,r, urna heranca da 10 ii
dicSes e de odios, debaixo da qal sucennilHiM
quando vier sua vez.Trochu
O Siecle da as seguales ioformacQea s br -
situado militar da Frailea :
A- nformacoes ainla sao minio coifu>as
a marclia dos exereitos prussi mo*. C dno
souipre o inimigo esconle os seas m ivim. ni>*
e corda guarnecidas de campainhas que nio
)di*m atravessar sem dar signal.
c Hontem urna columna eslava- nos arredores
e Vendme ; Vebraye, Mondennleau e Savigny
Iram inra liaos ; talvez elles vio oceupar urna
is estacos da linha frrea" de Tours ao Mans
ir* cortar as coratnunicaedes entre estas duas
edades.
! Bastante oncontros se lem dado no norte
na proximidades de Amiens.
-a tfontera de manhaa (21 de novembro) um des-
Hminenfc sanido de Cheleaudon dirigio-se para
Br i, Nice te assignalava a presenca deforcas
inimigas ocupando urna fiM'te posi^o sobre as
airaras de Svres. Depois de um combate, qne
durou das 2 toras da tarde at s 5, esta posi-
cao foi toma* pelas nossas tropas, que |persegu-
ram o nimifl at tres kilmetros de Bron.
o Segundo m telegramma de Bruxellss houve
um combate, e,tre Demun e Merires. em que os
Prussianos forai repelli los com granles perdas,
deixando duas >e$as e tres metraihadoras.
s Deu-se onti cmbale, de que nio ha porme-
nores, prximo Villers-Br t.rmenx
De Corbies ovio- e tiros de artilheria duran-
te todo o da 2V,
U n grande rimero do prisioneiros allemaes,
ehegaram Amien.
t E' provavei, n entretanto, que o corpo de
ManteufTel recebes ordem do se dirigir sobre
Pars, e nao deixase seno algumas tropas no
norte, para disfarcr o sen mov ment.
a O inimigo parececoncentrar se por todos os
lados; um despachi de Chartevtle annuncia
nesle momelo que dt mil Prussianos deixaram
Sedan, na quarta-feirl dirigindo-se sobre a ca-
pital.!
Bis os ltimos tejgrammas recebdos em
Lisboa :
Em Lisboa recebeam-se os seguintes telo
grammas ultima hora .
Londres, SO s 10 lnai da manhaa.O ge-
neral Keratry era Tonrs miltio-s sob a ameaca
de Gambeita de o snbmetkr conseiho de guer-
ra. Durante as nontes desabbado, e de segunda-
feira, e hontem pela manlu tzeram sortdas de
Pars eom o flm de fazer "econhecimentos, mas
foram repellidas do lado doiul do Monte Vale-
riano, cora grandes perdas d> lado dos fra-.cezes.
As esperaocas de urna solnc>) pacifica da qoesi)
do oriente sao mais pnrauncidas.
L ndres, 30 < 6 horas da larde. -Um tele-
gramma diz que o eorpo prinipal do exereito do
Loire tentn segundafeira forar urna passagem,
atacando poderosamente na dineci de Foutone-
bleau ; foi, porem, repellido, om grandes perdas
entre morios, ferdos e prisloieiros. as sor
lidas de Pars na segunda e teicafeira os Fran
sezes perdersm mais de 1,600 prbioneiros.
V.-.drid, 30 s 4 horas e 5 minutos da tarde.
O exereito do Loire e o de Caribaldi foram ha
tidos. Os receios da guerra provocada peta Bus-
sa dcsappareceram.
(i Londres, l es 2 h&ras da manhia. O total
das perdas francezas na batalha de sgunda-feira
i foi de e\000 homens e 4 pecas. Corre que o gene-
! ral Paladino foi ferido. Os iraneeies f.iram oom-
pleainenie derrotados eretiraram-seem desordem
na direee,ao do norte. Hoovo nm eanhoneio furio-
so em Pars toda a noote de lerca-'eira.
t Trarou se urna terrirel batalha durante o da
de hontem ao norte de Pars. Corre de Vienna
que a Austria, a Italia e a Inglaterra acceitaram
a proposta da conferencia : essa mesma propi-ta
foi bem recebida em S. Peter-burgo.i
t Toars, 30 s 3 horas e 30 minutos da tarde.
Nao temos nenhuma communicacao offlcial do
exereito de Loire ; mas assegura-se que ha noti-
cias faror8veis para os francezes. Lord Lyons
communicou hontem ao governo frasicez as pro-
postas prussianas para conferea-ia, aura de tratar
1a queslao do Oriente.
1 Ainda nao ha nenhuma resposta preparada.
Oespachos de S. Petenburgo dizem que se llzerara
as eommuncac5es.
t Tour?, I, s 8 horas e la minutos da manhaa.
-(Offlcial).Os corpos de franco-atiradores dos
Vosges e os guardas movis de Beaume, empe
nharam-se em combate em Nmts no da 30, e al
cancaram urna retoria completa. O campo ticou
coherto de cadareres prussianos.
Os prussianos eracuaram o distrteo Vendme.
Assegurajeque evecnaram Cloyes, Chateaudun e
Chateanneuf sobre o Loire. No da 30 o inimigo ala-
eou dus rezes Mezires, e em ambos ellas foi re-
pellido, deixando em nosso poder um efucial e
34 prisioneiros. A luta durou 9 horas.
t Tours, s 12 horas e 15 minutos da tarde.
Lille 30.Os prussianos evacuaran! subilanvn
lo Amiens, retirando-se toda pres-a sobre Pa-
rs. (]re-se que se travou urna batalha a roda de
Park ,. ..
A Coreespondencia provincial de Herlim a\i
qne prussana para urna conferencia reunida era Lon-
dres, para tratar da pendencia oriental. A mes-
ma folha aciedita n'uma s^lueo pacilica.n
OUTRAS POTENCIAS.
Os ornaos de Madrid publicara urna carta, que
o duque de Victoria dirigi aes deputados hespa-
nhoes qne rotarara a candidatura do duque de
Aosta, em resposta a que elles ihe haviam dirigi-
do explicando o seu roto. A earta a que nos refe-
rimos a segunte:
a Srs. depuiados. 3eguem-se os nomes de
todos os representantes quo Ihe haviam dirigido,
eram 27.)
t Meus .sharos amigis: recebt a sua muito gra-
ta carta de 20 deste raer., na qual rae declarara,
que vista a rainha inabalavel resolucio de nao
admiitir a elerada inves'idura de mouarcba, ara-
da quanJo rae fossa conferida peas cortes, e a
minha snpplica de que approvassem cora o sen
rolo o candidato que julgassem mais digno de
oceupar o ihronu, prescindindo da minha pessoa
se deciJiram Vv. aemiltros seus suTTi agios era
favor do principe AmaJeu duque de Aosu.
Sendo opimio minha, que era lodos os as-
sumptos concernente3 i patria s derera guiar o
deputado sua conscienca e o seu patriotismo,
sao estes tambera os nicos juizes dignos de apre-
ciar un* artos que julgo encaroohdos ao nm de
fazer a felieidade do paiz, o que e foi sempre o
meo nico e constante desejo.
, Dou a Vv. os raas expressivos agradecimen-
ios pelas demoostraedes de carioho e considera-
gao q ie continuara a dar-me, reterando-lhes os
Com a malor brevidade possivel far V. S
com que a presente circular na forma do cosa-
me, remetiendo-a depois a nossa secretaria.
a Deus guarde a V. S. muitos annos.Almera
em 16 do seterabro de 1870. knr, arcebispo
de A1 raera.
Ao partir para a Italia o Sr. Ruiz Zurilla,
presidente das constituintes,' que fazia parte da
commisso. profero um discurso, que nao pnbli-
ex-depuiado Vieira de Castro, acensado de ter as -
sassinado sna esposa. ..
PEMAMBUCO.
camos hoje pela sua extensao, mas que promelle-
mos faze-Io n'um dos prximos nmeros. Eslava
ento j o Sr. Zurilla a bordo da fragata Villa U
Madrid. O presdeme da cmara qui responder
assim as aecusaces de toda a imprensa da oppo-
sicao e por isso exaltou noramente o escolliido
dos homens da revoluco de setembro. Os jornaes
ministeriaes felicitara o Sr. Buiz Zurilla.
A hnguagem bellicosa d imprensa ingleza e
hngara contrasta com a do jornaes da enofede-
co do norte, a proposita da qnesto do Oriente.
Alguns chegam a apoiar a Russia pelas suas
prelencoes; outros pronunciara-?e pela mais es-
tricta nectralidade ou mo-tram-se indifferentes da
possbi!id3do de um conflicto colossal; e poutos
ha que combatem o procedimento aggressor do
governo moscov la.
Entre estas altimos figura a Gaseta Spenctr, a
qual afflrma que, attendendo attitude era qae se
colloeou a chancellara rnssa, todas as naces que
assignaram o tratado de 1856, se deven unir para
oiistar sua ambicio. Mas aeerescenla aquella
folha, esa uniao nio se ha de realisar, e o as-
sumpio poder regular se amigavelnjente. Fun-
dando-se para sustentar esta opiniao em que a
Austria nao se comprometter em cousa alguma,
por isso que o conde de Beust se acha material-
mente de acerado com principe de Gortschakoff;
a Franc porque se acha na impossibilidade de
inmrvir na centenda, dado o caso que esta sobre-
venha : a Prussia pelo interesse qne tem em con-
servar as boas relaces que guarda, desde a Cri-
mea, com a corle da S. Petersburgo e a luir por
que as suas proprias interinidades alvoram a at-
tencio dos homens polticos quo dirigere aquelle
paiz.
Ficou, pois, segando estas indicaedes, nica-
mente a Inglaterra e a Turqua e estas, julga a
Gaitta Spenctr que nao lem elementos bastantes
para empenbar ama lula com o grande imperio e
lalvez com a confederacao americana, inimigo na-
tural do pavilhio britannico. Devemos observar
que este jornal allemio, alm de sustentar viva-
mente a paz, moslra conflar mnto no poder da
Bussia.
Ha ainda outras pnblicacss em Berlina qae as-
segurara ser a nota de Gortschakoff, obra do pro
prio conde de Beust, que por meio de concessSes
no Oriente, quer eongrar-se com os rseos e ob-
ter o seu concurso para restituir a Austria sua
amiga posicio na Allemanha.
E" tudo sempre e em toda a pane a grande po-
ltica I Haja ou nio rerdade 00 que esereve a
folha adema a que nos temos referido, inquestio
navel que imprensa offlciosa de Vienna da Aus-
tria lera deixado de repetir os sens senlraentos ge-
mimos, que mostrara no da era que se pablicoo a
Sota rnssa, dizendo r.gora qae- ua patria carece
e paz e qne S deven lomar pnrU ua lula lio
c so dos sigoataries de convenio de Paris determi-
naren! proceder cora vigor contra a Russia.
Em snmma a imprensa austraca pronunciare
pela reuinao de ura congresso, se o gabinete de S.
Petersburgo limitar isto as suas exigencias.
Concluiremos esta parte de nossa revista dizendo
que ao governo inglez j consta offlfialmente que
a Bussia aceita o congresso, e que se presia a
subinetter-se s suas decisoes; este ponto offl-
cial.
Temos ainda outras nformaedes, embora
anteriores as que acabamos de esrever, que nos
dio a entender o que sao as relaces entre as duas
potencias do norte. O que se passa na Bussia
est sendo singular. Emquanlo o governo masco-
vita afagava a Pru-sia para conseguir os seus buns
offlcios na qnesto do Oriente, os jornaes daquelle
paiz, enjo inspirador a commisso p*ansilavisia,
a que preside o gra que Constantino, imio do
czar Alexandre, atacavara Mr. de Bismaik, o re
Guilhermr e luda a raea germnica, pratando-os
como inimigos irreconcihaveis dos povos slaros.
A prova do que acabamos do dizer. deve ler-se
n'um jornal daquelle paiz, que org.o do pans-
lavismo ; jornal quo se publica em S. Peters-
burgo :
t Pretendemos convencer os Polacos de que a
Rusia oo inimiga da sua nacionalidade, diz o
jornal que citamos. Nao ple outro tanto dzer-se
da Prussia. Os Allemaes sao indubitavelmente os
maiores inimigos da Polonia e de todos os slavris.
O nos-o lira de que contra aquellas se ronde todo
o odio dos Polacos, e que por nos se vollam todas
as sympathias e amisade. >
Sempra a entriga ou a dissimulacio para nao
fallarmos da diplomacia que as grandes questoes
est sempre em aceao.
Na cmara dos depnlados da monsrehia
austro nungara comecou a discusso da mensa
da
,.ne Ihe professa o seu affecluosissimo amigo.
Hulttomero -partero.Logroo. 21 de novembro
eo 1870 "-. .' .-'.
Os jornaes louvam a abnegacao do duque de
Victoria, considerando esta carta cuino mais urna,
prova do seu elevado e recto criterio, assim como
do seo bom seoso pratieo.
O bispo de Almena dirigi a segunte circu-
lar sua diocese :
Com muito sentimento chegou ao nosso co-
nhocmento, que se recela em algumas localida-
|ue alguns ecclesasticos fossem fomentar ira-
pi udenteiiieiue a discordia e o escndalo, desvi-
an lo-so do sen m nisterio,
Esperamos do zelo de V. S. que pr.virara
mostrar do n >vo aos seus subordinados a obriga-
n que esto, sibreiudo, de serem ministrot
,li p- ; di clarando-Utes alm diseo,-qne terem^
1 N.aior pesar em qOe nao ciresj-ondam a lio
Bnbre roissao; e qtm nos v.-re nos ha sensirel no
i ble de nupender des 1 log 1 do ofliciv e be-
se des-
s telegrpbicos, o de noute ee'sous aewr^fc-1 ru dos proetpios evanglicos c he-coa
gem.
Sio grandes os esfircos que emprega a opposi-
cao autora daquelle documento. Parece que trata
os indifferentes, mas pelo que vemos, o governo
lera encontrado auxiliares aonde menes o espe-
rava. ;
O chefe dos Polacos, Grochoiskl deelaron que
estes vutaro contra a measagem por isso que esta
condemna todas ai tentativas de eoociliaco da
parte do governo Potoeki, e por que aquellas enon-
eiam a necessidade de chegar a um aecord, evi-
tando loda a classe de scise?, que poderiam ser a
ruma da monarchia. Os Tyrolezes e os chamdos
uacionaes tambera adheriram essa manifestacao.
O grande ehanceller conde de Beust, acaba de
apresentar as delegaces do imperio o livro encar-
uado ; c'esse se as-enta de urna maneira corrente
a posico d'Anstna a respeito da Russia, por isso
que diz nio peder haver duvida a respeito lo sen-
tido das obngaces que nascem do tratado ds
1856, que nao poje ser anuullado, era modifica
do, nem no todo, nem parcialmente e rauilo me-
nos ainda or um nico dos sous signatarios.
Esta deciaracao, a par que refula os argumen-1
tos coudos na nota do Sr. Gortschakoff, dera ras-
tra tambem as contradiedes por parte da Bussia,
se tem urdido contra os raioistros do rei Francis-
co Jos. .
A causa mos.-ovta esl sendo vivamente aDra-
cada pela imprensa ichequia. m d'esses jornaes
diz que 1 nota do principe de GortschakoB envot-
ve uina grande victoria. Oulra folha declara que
a questio do Oriente a base/de am futuro ven
turoso par loias os slavos. A primeira folha pro-
testa cuuira a atiiiude anle-russa dos polacos da
Galitzia. __ '
Sao estas as nmiciasquese enconSMm soDre a
atutude das potencias e dos povos do norte, se por
ventura as exigencias moscovita progredssem.
Huj, qne, parece assentada a reunio do congres-
so, podemos acre liiar que todos os amigos plano.-
,sii mar ;!: lo*, e .'.uginenta deste modo as es-
pera ncas da paz. Oxtl nes*a reunio de dipln-
mai is,' os riMti-.-cniames da Bussia *niio insistam
an saaa preteni^des.
P.IRTUC.M..
EEV1STA DIAEIA.
PBOFE5SOBES PUBLICO^. Por portaras
pre-idencia da provincia, de 16 do correle.
Foram noraeados profoMorea panucos fie ins-
truccao primaria : da eadeira da Pedra Tapada,
Tertuliano Ernesto de Moraes Carv.ilho ; da eadei-
ra de Taquaretmga, Luiz Carlos de Carvalho Paes
de Andrade ; da eadeira de Boiqne, Antonio Vic-
toriano de Almeida Audrade ; da eadeira do Poco
Fundo, Balihazar Augusto de Oliveira Costa ; da
eadeira de Itanib, Francisco Amancio da Silva :
da segunda eadeira de Govaana, Hennque de Mi-
randa Henriques ; da eadeira do Granito, D. bal-
dina Afra da Conceicao Vieira de Mello; da ea-
deira de Cabrob, D. Josaplna Amalia de Albu-
ttaerque Machado ; da eadeira de Santa Mara da
Boa-vista, D. Amelia Deolinda Guedes Alcoforado.
Foi removido o professor publico: Aquilino Jos
dos Guimares Ferreira, da eadeira do Goyanni-
nha para a de Pasmado.
Foram neraeados : o professor da eadeira do
Barro, Joio Luiz da Silva Leiria, para reger a es-
cola nocturna desse local, creada pela lei provin-
cial n. 923 de 28 de mato ultimo ; e Beojamim Er-
nesto Pereira da Silva, para reger interinamente
a eadeira da povoacio de Goyanninba.
IRMANDADE DA SOLEDADE.-N0 dia 8 do
corrente procedra-se eleicao desta contraria, fi
cando assim orrganisada a mesa administrativa
para o anno do 1871 : Joio Valenlim Vilella ; es-
crivo, Dr. Manoel Barbosa de Araujo ; thesourei-
ro, Guilherme Joaquun da Silva Braga ; procura
dores, Joio Goncalves Torres e Thoraaz Antonio
Maciel Monteiro; mesariosDr. Silvio Tarquinio
Villas-Boa}, Dr. Ayres da_ Albuquerque Gama,
Jos Annes Jacome' Pires, Manoel Lucio de Cas-
tro, Jos Leocadio Viegas e Luiz Pereira Baposo.
ALMANAK DA PROVINCIA. Achando-se a
concluir a impressao do almaoak da provincia, o
encarregado desse trabalho pede s pessoas qae
desejarem nelle puDlbar anouueics, na seccao
para isso destinada, os qaeram enviar qnanto an
tes roa do Imperador n. 54, loja de livros.
LOTERA.A qae se acha veoda a 176% a
beneficio da irmandade do Senhor Bom Jess da.
Via-Sacra, qne corre no da 24 do corrale.
PASSAGE1ROS. Sahido3 no lugar portugiu-z
Mentor para o Ri Grande do bul :
Arthor Aareliano Ferreira Braga, sua senhor-
e 3 filhos menores, Manoel Gomes Bra.-ilciro 4c
Amorim.
CEMITERIO POBLICO.-Obiturio do dia 18 de
dezen bro de t870.
Olympio, branca, Pernambuco, 3 mezes, S. los;
espasmo. .
Arthfr, branco, Pernambnco, 3 mezo-, ? J^-sc ;
espasmo.
Isidorio, escravo, preto, frica, 40 anr. s, s Jo-
s ; hvdropesia.
Minoel oares Ravmundo, branco, Portugal, 3i
annos, casado, Boa-Vi. ta ; febra amarell..
Jos Francisco Pereira, pardo, Pernaiiibuco, Zo
annos, eolteiro, crpo de polica, Boa-Vista ; febre
auiarella.
Amelia, branca, Pernambuo, 6 mezes, S. Jos :
dartha.
Margarita, parda, Pernambuco, 1 m?z, Santo
Antonio ; convulsoes.
Manoel, brauco, PernambuM, 3 annos, Recite ?_
anazarea.
Urabelina Laura de Va-concellos Antnnrs, bran-
ca, Pernambuco, 34 anuos, casada, S. Ju- ; -neu-
risma.
Mara Joaquina do Sacramento Cunha, I rauc 1,
Marauho, 85 annos, viuva, Becife ; afftccao do
cora^io. .
Valina, parda, Pernambuco, 23 annos, solleira,
S. Jos ; gita.
Ura hoinem, branco, Portugal, 30 aiino3, Capun-
ga ; aphyxiado por subiwrso.
Mara da Paz da Xaiiviladi. parda, Pernambuco,
43 annr.s, casada, S. Jos ; pneumona.
Paulino, branco, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos;
espasmo.
Adelaida, branca, Peruarobuco, 3 anoos, Re.*ife;
febre.
Julio, branco, Pernambuco, 5 anos, Recite; pe-
ritonite.
Manuela do Nascimento Jess, branca, Pernam-
buco, 70 anuos, solteia, Santo Antonio ; febre
perniciosa.
Francisco Hvppolita Bandeira de Mello, branco,
Pernambuco, Sanio Antonio, 22 aunos, soRero,
pleuris.
Marcelino, escravo, pretc, Pernambuco, aO an-
nos, dteiro, Graca ; maligna.
Lucio Joaquim de Santa Anua, pardo, Pernam-
buco, 42 airaos, viuvo, Boa-Vista ; t- tao trauma -
tico, hospital Pedro IL
Joo Fraocisco Ferreira, branco; Portugal, l-
annos, solteiro, Reelfe ; tomor.
Marcelina Mana de Morae-, preta, Pernambuco.
60 annos, casada, S. Jos ; eiysipella.
Manoel,-pardo, Pernambuco, i airaos, Iloa-Vis-
la ; espasmo.

y
ora o maior cuidado. Por onde passa darSa I iir/fru, qualquef que do-gracadainente
te os seas aoaainA- va dos principios evanglicos c mane
ment 'o cercados de nm sardio do arane^ on I sua conducta e exemplo o seu sagrado ramislerlO.
foram proroftdns
E 11 Lis! oa foi muitn fostejado o anniversari
Jl ri do remo.
\s ca naras portuguezas
I do corrente.
IMijury de Lisboa foi condemnado a 10
annos de degredo para urna das possesses portu-
guez?.s m Anoa ou a 5 n'uma prisao celular, o
CHROMI'.l JIDM.'MRM.
I Itlltl MI. Dt iti:i. %. AO.
SESSO EM ODE DEZEMBRO DE 1870
"RESIDBNCIA DO EXJ*. SR CONSKLHKmo C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Vvnilio Cotho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem
argadoros Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Assis, Doria, Doiuingues da
Silva, Souza Leio e Uchoa C.valeante, aliand.
com causa o Sr. desembargad ir Guerra procura-
dor da corta, abro-se a sessao.
Passados os fetos, derara-se os seguintes julga-
nentos :
AGORA VOS DE PITICAO.
Do jnizo municipal do Recite.Aggravante, Joa
Munz Ponte; afgravado, o juno.Jnizes os Srs.
desembargadores-G:tiran, Uchoa Cavalcante e
Domiogues da Silva.
Aggravante, Jostlno Pereira e Fana ; aggrava-
do, o raizo.Juizesrfs Srs. desembarcaJores Loa-
renco Santiago, Dominguos da Silva e Souza
Leio.Deram provimenw.
Aggravante. bacharal Antonio Joaquim Buarque
de Njurelb; aggraraio, o juiu.Juizes os Srs.
deserobargadores Assis, Almeida Albuquerqu* o
Molla.Nao tomaram conhecimeoto. ^
Dg juizo daorphfcs. do Recite. Aggravante,
Claudio Dubeaux ; a?gravado, o juiz>.Juizes os
Srs. desembargadores Souza Lei-, Lourenco San-
tiago e Gitirana Negaran pn viraento.
P.F.CUBSO* CBIMIS.
D.ijniz.1 de direiio Punco.Recurrente, o
juizn; recorrido, DeifljioCoaia de J.-os.Jnizes
os Ss. d.seiirairgaiio es Asis, Duna, oitirana
o M ti*.Improcedente. .;
ln iuizo de direilo do Bonito.Reeorr3rte, o
iuizo; roe mo Man rl "aTS"
SvaS-
qaerque, Domingaej i.. Suva e uuia uavaican
te.ImproceJejite.
AGfiBAVO. -
Aiuravantes. Antonio Duarte de F.goeiredo *
C. i agravado, o jizo.-Juizes os Srs. deserabui-
*
LiL]


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HH




.OfSl 3fl.Cfl8M3tid M
gr=5~ i1 :,';, ,, ., s
adores Ucboa Cavalcanle, Domingues o> Btj/m ogdp /y-ryUry, e 911;"
Oria.Negaran) provmfnto. competep^ troja irre!'"**?
wriin
itiftAidd Pernifefc Quari felfa 21 d* Dezcmbro de 1870
HABBAS CORPUS.
Maadaram aoJuf a J vino Jos de Helio, que
podio orden de habeas farpas.
M'PHAAgOM cwms.
Do jury AmLtr-AppcIJanle, o, juizo; .appeiia-
do, Jos Cosido da Silva A' novo Jury.
DojurydoTrapd.-Anopllanlefcoi^io; appal r=R -V"
lado, Joaqun Nunes j5sJ|anlos,-A twvo .jr ^
Do jury do Pao i'Alo.-App'e^jn^ joio;
appellado, Severno fiMne* r;iaUobo.-'fBigtfo*e-
donte.
Do jury do Pillar. Ajpelaj.w, q Julo j appeRa-
4a, Camlida Mna,joEspirito-atoo.-.Viartarani
0 procedo.
Do jury de Mamaiiguap,*.Apfre|lanlt, o juiso;
appellado, Florencio Mouii dos Aojos.Improce-
denle.
Do jury do Reeife.Appellate, Joao Antonio
Margues do Espirito-Santo; appellada, a jusli-
ea.Improcedente,
Appellante, o iiio; appellado, Eraygdo Jos
Pedro Hondos -A* novo Jury.
, APPLLAgAO CIVEL.
Do juizo municipal do Reeife.Appellante, Anto-
nio Peregrino Cavbanla e Alunaueroue: appeU*.
do, Joao Pinto de Leaos Jnior,Despre-arain os
embargo.
Assgnou-se dia para julgaraeate dos seguinte?
APPKLLAgAO CIVEL.
Do juizo municipal de Mamaugoape.Appellan-
le, Manoel da Costa Lima; appellados, Saunders
Brothers e 4 C.
PASSAGKNS.
Do Sr. do.-euibajgaUor (iuraua aw Sr. das limitar
tador Guerra:
Do juizo muoicipal de Caseavel.Appellante,
Joao Wturianj) Parara; appellados. Joo Fran-
cisco de Miranda e sa molher. Do juno mnniei-
Barde Macei.Appellante, Antonio Pedro do IV -
san I, 8PPeltodo, Joaquim Beoto de Mello.
Do Sr. desembargador Almeiia Albuquerque ao
J)T. do-e nbargadyr Soan Leao:
Di juwo municipal do Reeife. ApneH-inte, Emi
lia Rusa Garcaj appellada, Josepha Leopoldina de
Mello Marinho.
D<> Sr. desenfbargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Dra :
Do juizo municipal do Reeife.Appellante, Ignez
por mb curador; appejlada, D. Joanoa Mara das
Dore?. *
D. Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador A sis:
lo juizo munic pal de Penedo.Appellante, Jos
Ludoyico Soares e outros; appellados, Manoel ,!','
Forreira Loyo e sua rrralher.
DEUGEIfCIA CIVEL.
Ao Sr. desembargador procurador da eoroa :
AppelhcSo civel do juizo municipal de Campi-
a-Grande.Appellante?, JoSo do Cont Silva e
sua itiulher; appellados, JeroDyrao Jos Barbesa e
outros.
tas di** pregados
[omentos; o*' -*',s* bTTWadacio do sello e
Atado dn ni -**?*, w lie peMionirin Mnt
desda quer f*erregadQ de dita acrecedatio e
felta r ,*,i so A eacripluracao est era da, e
ser *J" tagalaa-idade.Perfnitiind-se-lhe que
.- -iftmi terndao se^unte -consulla rae i sen
rito vat ser' ncaminhada ao governo impag
w a ""'tjto ragiinilii.
H o serrioo do registro t lanamente
trata o supplicaiite, em quaj* elle asiera
liceadJedo a fe! ton secrKaHa : depois do ene
junavae consulta.
De Anwrim kcoei & C pedindo se admitu i
reS?' fodUia que jueta, na qual a is-
eundessa ds iourns <>? da podares para ropre-
?.'na*4a reala ei lade.Hr.plalro-so.
De Jos Donsinguee d. Carn e SiW, :omo ad-
miBlsMador a-.su^aiulher, pediudo o registro da
escrlptura anti-aupclal que eulre si celebraram.
Registre-se. .
De Joo Martins Rodrigues de Mattos e Antonio
Goncalves Colho, pedindo o registre de sea ort
tracto do ;Qciedade cjiamanditaria.Vista ao Sr,
desembarga lor seal.
De Silva & Noves, suhmettendo registro a no-
meaco de seus caixeiros Joao Noberto da Fon-
coca e Fiancisco Cavalcanle de Aodrade.Regis-
tre ?e.
De Baninlomen tt C, o mesnio sentido qnan
to de seu eaixeiro Augusto Francisco dos San
tos.Regi-tre-se.
Do Carpinleiro, Filho A Sobrinho, novjmente
lidiado a tnalrienia eominerei! que Mies fra ne-
gada em --'.-o de 24 de outubro ultimo. Vista
>r l-cal.
(res senhore se apressaasem a provar flm
co sua asser-^o de desappropricSo, ou
oafetrarJds '% sem ratio do Sr. Aalunes
'A*C laehraisem lamnem solidatios-coni
consocio iio-^ae elle tera feito no supraditS|
do je frustrar o fiel curopriraento-de um
pw 8S-. 9$. firmado
Se assim tlzessem, bem mereceran) do pnblieo,
ando- que a tai resa*** MajgiplaMaaigjfc||ajI
^am se ao sawlo, sem ^iiiwMinaljSe, qam
bala consento.- JPois bera, ticamos setantes d so-
Hdariedade da Trindmk ios maiei qne pelasn-
preza dos Wtrhos urbanas do Racie a Apipueos
se tem raosado aquella pobre gante s(oleara do
ref.'rilo sitia Olho de Vidro.
II 11
IUII

S=
. do o Sr. engenheiro Rawlinsen a tal
respeito,' responde eom a iogenuidade que lho
|M||rta : Tenio oriem pttra'vrdaro transito pu-
Up, assim o julguei q oem fazer ptr nr este o
Wi mms econmico para a tmvreta.
*eslaTIIII
Corre o tempo emai^tempo, e o Sr. Antunes
[empre na esprranca. nao te enganou, porque em
i as previparsabnido qMoJi
srasiim atn trras >016 de
s mi 'S o eo Ihe rende nacas, sem se Jnibar
a alegra em casa de pobre dora pouco.
*aim ncoateceti ; visto qoe rapidaioeote soube
oe oom taes matsriaes se estava levanUn^casa
n sea' torreaos, em ao menos Ihe darem a me-
'e*attanao liaello, nao
Nao coabaaendi i.j nesta cidada ouiros sodosoor satisfacao. Km oes casos, qoe'fazer eom so-
activos qne nao sejam as tres pessaas diitinctao,emelhante gente ? Entregar-Ibes o Uio e encruzar
sao'e la os rs. Alcoforado Santos e Livramenn,os bracos I -
daqdo se Bies pateroidada da puLlicaeio teiu Que n o, (aria ? Ningunos. Assim
no Diario de Pernambuco de 2 do crrente sob a Antunes Guimares
que recorrendo
o fes o Sr.
a advogado
asignatura de vm acsiwaista, permutara es*es iU pmaafou os recursos na tai erabareando aibraf
lustres asohi re* lhei caraos ttarrafio Msiortal defcaada). era^ranao a'Dri'
dos factos-a ver se, desperundo-lhes a memoria ; f>effeuota.?e agora : Quem procuro ou oca-
ao Sr, desembjrgad
Nada inais havendo a despachar, o Exm. Sr.
presidente eneenba a stssao s 11 1/2 horas do
dia.
eonfest) arrependidos.
Nao pretendemos eom
fallos molestar a quem
prevenir julgadores, visto que gracas as gracas
habili.lade de algui-m as qutstoes anda qt o, qua
tro e a dous ou tres anuos principiadas est) loa
ge e fiera longe de enciu-rgarem a luz do dia.
Exposicao histrica.
G'>me$ados es irabalhos da empresa, e chegadoi
_ procuro
sionou a pninoira quesio ? S^ra o Sr. Aalunes
a expoucao histrica dolGnimaraes ? Ninguem de bol t o \rt.
qner que seja o ssasmi Corre tempe e raais tempo, e o Sr. Antunes
(iinmaraes na expectativa, at que seu patrono
juica a bem tentar pnr aocommodacao os pleitos
eutregues a seu patrocinio, do que se incumbe eom
especial agrado do Sr Guimaraes, e dirigrao-se
pira esse lim ao chefe da empresa, d'elle obim
I tatisfaco da annneocia. ontorgaado-lue
DELIGENCIA CHIME.
Ao Sr. desembargador procurador da jnsliea :
lury da Vietora.Appellante, o jnizo; ap
Do
pellado, Gailherroo Francisco Antonio. "Appellan
te, Pedr<. Vicente Ferreira Lima; appelradi. a ju>-
tica. Do jury de Porto de Pedras. Appellante,
Her.-ulao. Amonio de Jess; appellado, o juizo. Do
jury da Imperatm.Appellante?, Antonio de Jess
Fonstca eoutro; at>p>-llada, a justija.
bistribuicOks.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Appeilaco mine di jury da Imperatriz.Apsel-
lanos, Antonio Mara du Jess e outros; appella-
da, a jusiica. f
Ao Sr. de^ombargidor Loorenoo Santiago :
Appeilaco erirae do inry da Vicioria.Appel-
lante, o juizo; appellado. Guilberme Francisco An-
tunes.
Ao Sr. desembargador Uehoa Cavalcanle :
Do jury d* Goyaona.Appellante, ojuizj; ap-
pellad-, li.i.hao Henrqiie Pereira deLucna.
Ao Sr. desembargador Soma Leao:
.Caru testemnnna'el do juizo municipal do Re
cife.-.\,(gravaiiie, Fabricio Gome Podrosa : ag
gravado, o Jnino.
Deran.-se ferias do natal eencerrou-se a sessa.
as 2 oras ua tarde.
TRcatwii. do con ni: ii (K'
ACTA DA SEbSAO ADMINISTRATIVA DE 19 f
DEZEMR O DE 1870.
fHESrDEKCIA Do EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhaa, presentes os', Srs.
depuudos Rt.ii, Basto, Miranda Leal, e sa|ilrentp
>a Leiiao, s Kxc. o Sr. presideate declarou aber
ta a sessao.
Fui li'la o approTwaa a acta da sessao de
EXPEDIENTE.
Offleios :
i)o pr- si h ... o secretario da junta dos corree
lores, tnviaadj o uloio boletim ccmmercial.
Ao archivo.
Do pr lio da c mpaoMl Rairway, Limitd,
dando satisiacao a pedido que se Ihe llzera por of-
Icio di- l i d noveiLiY) niiirno. A' secretan i
pjra o (loi qoe so sollicitou,
Dos agentes nesta cidade da companhia Fiieli-
dade de Lisboa, dando igualmente satisfacao a
pedido q > tmbem lhei fura feito por )fBcio da-
qnella dat .\' secretaria para o fim que se srl-
bciton.
Furam rabnca os eguintes livros :
Danos () de Jo Ricardo de Faria, diario e
copiador te Mondes & C. dem de Luis Anionm
Gonfjalves P.-^na ^ c., diario de Joo da Silva Fa
ria A Ir-nao. co|iiador de Jos Victorino de Re*en>
de A C, dito de Cardoso A Irnso, dito de Joa-
quim Bezerra Prsaca A C.
DESPACHOS
Peluca) de Ji'o Gomas de Mello, continuo deste
Irilmiial, poln tu dous meze* de licecca afitn de
poder tratar de sua saude.Como reqner.
Replica do mismo continuo, dizendo que a li-
ceng* >ue impetra deseja obter eom o ordenado,
nrcnmstancia esta que_por inadvertencia deixou
de declarar em -ua petiqao.Na forma requerida.
Petioai de Miguel Ferreira Pinto, para se Ihe
dar eertl lao de se achar inscripto como sen ra
zeiro o ddadin brasileiro Miguel Pereira de Mi-
randa. Ctllilique-se.
D^ Antonio los Pearo Goncalves, no mesmo
sent Jo quanto ao seu eaixeiro Joao Jos Pedro
Goiicalves.Como requer.
Dn Alfr do Cardo*) Pereira, de idade de 30 au-
no?, natural de Portugal e domiciliado nesta cida-
de. rom escript rio de commerco, sito ao caes da
alfandega reina, impetrando matricula de com-
mercianie. Exhbe altestado de abonado, firma-
do por J> Ferreira Rallar, Joaquim Rodrigues
lavares de Mello e Antonio Jos Dantas. Vista
ao Sr. desfml.:irgador fiscal.
D-; Sehafheitlia A C, snbmetlendo reaietro a
nomeaco de seu eaixeiro Jovino de Souza Reis.
Registro-se.
Do har i di Liramento, tambom submettendo
reg-tro a de sen eaixeiro Manjei do Nascimeuto
Ara ujo.Registre-se.
De Silva Muta, para que so Ihss conslnta da-
rcm principio :i escriptnrar5o de seu esiabeleci-
meato de chapeo ra do sarao da Victoria n. 3i,
no livro-diarii, qoo se- acta em braneo, o que
prrlenceu a mn dos ssociados. Sim, portan da
data d is termes .i abertura e e.icerramento.
De Manoel Rodrigues de Almoida, para ser an-
cotado o compeienlo regsiro no sentido de nao
ser mais seu cuixeiro, desde o dia 5 do crreme.
Felfearlo da viva Fraga.Como reqner.
D- li.ido A M.ilios, para se Ihes registrar a no
ni .ao do seus caixeiros Jos Inopes de Olivmra e
Jos Lipes do 0,v.-.ra Filho.Hepistre-se.
d J.iy.ues Ryder A (1, no mramo sentid (u.in
to de .-eu caiXeiro Francisco Hodfiguf-s dos Sao-
tos. Regi-tcf-se.
De Antonio J^r do Azevedoj timbera no mes-
mo s-niido respectivaioriite de sea eaixeiro ioo
Jos Rodrigues Vieira.Kegistrense.
De Jos da Conceigao Oliveira Figuyiredo, sub
"i
3ESS0 JDC1AR1A, EM 19 DE DEZEMBRO
,DE 1870.
PRESn>8IVCIA DO EXM. s*. DESBMBARGADOB A. r. PB-
RETW.
Secretario, Julio Guimarats.
Ao mel dia declan o-se aberta a sesslo, asan-
lo reunides os Srs. e.-embargadores Silva Gui-
g atoes, Res e Silva, Accioli e Dommgues da Sil-
va, e os Srs. diputados Rosa, Basto, Miranda Leal
e H.sa, o upplente Si Leuao.
Lila fui approvada a acta da sessao pas-
cada.
O escrivao Albuquerque, registrn o ultimo pro-
testo de lettra a 16 Jo orreote sobo n. MU ; e o
sscnvo Alves de Brko a 13 do dilo z, sob u
n. 2151.
Foi li Jo pelo Sr. desembargador Silva Guima-
o oiBeio de 17 do presente raez, que ihe diri-
gi o Ex.m Sr. conselbeiro presidente da relacen,
commnnicando haver designado o Sr desembar
kiador .Francisco Doinnigaes da^Silva para rever o
feito qne pende da deeisao d'este tribunal, no
qual juraram sospeicao o Ex.m. Sr. presidente o o
Sr. desembarga lor Heis a Silva, entre parle?, ap-
p- llanto D. Mara Feiismina do Reg Costa, appel-
iado Maeoet Pereira Magalhaes.
[O proposia do Sr. desembargador Silva Gui-
maiaes, nnanimesseote approvada pelo tribunal,
ex pedio este a segninte portara ao eservao Jo.-
Mariano de AUmquerque o Antonio Alves de Brit
para i|ue cumpram e facam enmprir oque abaixo
se declara :
Que a-)* embargos oppostos ao aceordo, sao
oorigadas as partes a artioularem argumentos
positivos e declarado?, para, eontra elles, poder
a unir p re firmar sua impngnaco, jo send i
admis-ivel que ditos embargo sejam smenie
consi?tentes em wtgos vagos sem a menor es-
perifljacao ennlra os fundamentos do accerdo
ou da seotetiea por este confirmada.
Que qjalquer membro d'este tribunal que
tenha ja visto e julgado o feito tratado por ad-
yoKado que nao Mr sen prente m grao que o
< inhiba de lomar parte no mesmo julgmento,
nao se poiiera recusar de eoutiouar a s?.r juiz
peto facti de apresentar-se novo advogado que
for sea parete, na f)rma dita, visto este nao
poler procurar e nem Jvogar perante o juiz
da cansa, om o qual se vsnli iue que dito pa-
reates :o, como expresto na Ordenacao livro
1." titulo 48 29.
O Sr. desembargador Domingues da Silva, veri
ficando dos autos entre parte?, appellante D Mara
Felismina d Reg Costa, appellad i Manoel Pe-
reira Magilhe?, que seu genro advogado de
um dos litigantes, jnrou suspeieao ; e o Sr. des-
eo bargador Silva Guiantes oIBciou de novoao
Kx i. Sr. conselhe.iru presidente da relaca re-
iui-iiaudo a designado de oulro Sr. desembar-
gaug,
ACCORDAOS ASSIONADOS.
Embargante Jj^iim rr.owa 4* B^rtmo
I Santo, embrganos Lehmann Frres; embar-
gante Joaquim Francisco do Espirito Santo, em
baegada Jof Feliciaa i Nazaretb ; embrgame
Joo Praiwisco de Carvalho, embargado Manoel
Francisco da Silva NVaes; cppeilantc Joaquim
Krancico do Espirito Santo, appellado Jos de Oli-
veira Leite e Souza.
Jl'LGAMSNTO?.
Jeizo ospecial do co/nmerco : embargos de
nullidade e infriegentes do julgado d'este tribu
nal ; embargante execulado Jos Cesario de Mello,
embargado exequente J'.'o daCunha Reis juizes
os Srs. SilCa Guimarae Aecioii, Rosa .- Basto.
Nao so admiltiram os embargos, devulvendo-so d
conhecimeato dos mesmos ao juizo qu.
Juizo esjecal do commerco : appullanta autr
Antonio Joaquim de Vasconcellos, liquidatarlo da
extincu Urina Vasooeeilos A Malta, appellados
roe os adininislradores Ua massa f.llida de Joai
Ferreira da Costa Snarea ; juizes os Srs. Silva Gui-
mores, Aecioii, Baslo p Mu anda Leal. Julgou se
improcedente a accao cum o vol do Exm. Sr, pre-
sidente, sendo votos vencidos os Srs. Acciol e
Basto.
J.nzo especial do commerco : appellante autor
Jos Francisco do Reg M<-ll->, appellado reos
Simpsou Broad A C. ; juizes os Srs. tieis e Silva,
Acciol, S Leilo e K isa. Ordenou-so urna den-
gencia a peoido do Sr. Rosa.
Sob a presidencia do Sr. desembargador Silva
Guimaraes : juizo especial do commerco ; appel-
lante i xequenie Miguel Arclraujo de Figueiredo,
appellado execulado o tutor das menores Ma-
no-Ha e Iguz : juizes os Srs. Res c Silva, Acciol,
S Leilo e Rosa. Foi julgada a desistencia por
aceordo ; votando pela componsacao das cusas
nica nenio o Sr. S Leilo.
A pedido de um dos Srs. dtputados adou-se o
juramento do ieilo eolre parles, embargante Ale
xandre dos Santos Barro?, embargado Manoel Jos
de Miranda.
O Sr. Rosa nao pode examiner os yeguinles
leilos, e por isso ficaru sobro a mesa para seren
colloe-icao dos trHbos e simples passagem do
ireus, eom a condico expressa e reduzida a es-
criptnra por uns e ouiros a .signada em duplicata
de que, .,s emprei eirps licavara obrigadoa a cor?
servar o sitio fachado, 'e por conseguate vedadi
ao transito publico, para o jue, c^ltcariam at
porlao na frente conservando-lhe vigia conslant,
lim de o abrir e feichar as ntralas e sahnas
de cada trem.
Obtido o consenso pera forma dita par' a paisa 4
gem dos trens, entendern) e entender? nem at
a que o* senhores da emprezs, nao rl0C'P'aren'
a gosar de taes vaotsgeas sera o conaaso des do-
mis conseuhores, que sendo tres, as dalles se
achavam na Europa.
Para esse fio, apreseotaram-se t> procurador
de um dos ausen.es que maii prohyliiado havia
em aqu se achar breve e exigiodo-e Ihe o assen-
tiraenlo por seu conttunta, aver.n em resposta
a negativa, pela plsusivel razio d falla de po-
deres.
Nao disstiram os senhores daampreza de sua
tentativa, ndependonte do inuit/bera saberera o
oenhum valor de consenso sem oderes, mas nao
Ihe fazendo conla parar coin a ora at que por
meio de uma^procatoria os contnbores ausentes
os-eni citados para accao di desappropriacao,
e receando-se de eamargos, cpenharam-se cm
pesaos da alta considerarn e stima do dito pro-
curador, e de tal maneira se ouve osse persona-
gem, que roi'ter foi ao procusdor cedor.
Sanada assim a maior das fficuldades apresen-
taramse os senhores emprefeiros ao oulro conse-
nhor aqui residente; esle vado a vuva meeira,
sua filha e o procurador d seu cimbado ausente
assignalos nn consenso, na* deixando do se admi-
rar de tanta facilidade, naedisse que nao, mas ad-
diou sua decso para ati segninte e informan-
do-se do preeurador de su cunhado, este Ihe fez
ver, qne bem sabia nao *r pudores para em tal
aro consentir, mas queambem sabia qoe, ama
vez que o tiiia sem podres, cru nada obrigara
seu con-lituinte
Que nina vez que os mpreiteiros so obngaram
por cntrate firmado pr sen pnnho a conserva-
ren) o mu i fechado, e r conseguate vedado ao
transito publico, a lloondo-lue portao na frente
eom vqia constante pasa o abrir e fechar toda a
vez que sainase ou cursase irem, e que lendo de
ni,.i? a mais ellos se abrigado a endemnisarem os
senhores do lerrenode um quanttativo arbitrado
aniigavelmento, queintendia om nada ter proja.li-
cado seu onstiiumfe, visto que, conhecia o dire-
lo qne a companhia tinha para a desappropriacao,
e finalmente que, pr todas e-sas razos e pela ple-
na coufianca, que lepo>itava no cava leirismo dos
:i iros pessoae do qae se compunha a empreza.
julgava bem" ter feito i.ara assim livrar nnse ou-
lro? de qaesldes iudiciaes.
A vi.-ta de lio pondtrosas razoes o coosenhor
presento de boui grado anauio. Esle coos-nhor
presente- o Sr. Manoel Ferreira Ramos, ninguem
de boa l contestara ser elle incapai de faltar ?
venlade.
Pois bern, elle ah est, su duvidarom da veraci-
dade do biitorco, consultom-no, e vorao se elle
nos er ntesia.
Com o consenso do Sr. Ramos, vuva meeira,
su filha, i o procurador de Jos Antones Guima-
raen, joJgAraBj-sa despensa Jos os senhorfes da em-
preza de ouvi em aa ultimo consenhw ausente
para dararu pniicipio a urvaso do sitio ssm se
importare na acceilacao do favor, cotn formulas
nem solemnidades. ute se bem isto, para que
depois bem se avalie o contraste no cumpnmento
de MBdiaSea a qoe voluntariamente se iitpuzeraiu
metiendo igualmentn registro a que dra J-.
Jos Augusto Pereira da Costa para eaixeiro de
sua loja de joias ra estreUa do Rosario n.
10.Registre se.
Dj lys-cs A Irmao. tambera tubmeltendo
registro a que dra Jo- Jauuario da Silva para
c.-uxeire de sna loja de eh.xrntos :i ra da Impe-
ratriz n. 13.-Registre-ce.
De Rila de Ca-sia Cavalcaute, submetlondo h re
gisiio a que dra ao seu eaixeiro Manoel Toimi
Cavalcanle.Registre-se.
Dj Manoel Rodrigues de Almeda, no mesmr
sendo quanlo de seu caixViro Francisco Vielm
da Luz Freres.Registre-sOj
D.> Antonio DKiiingoes d Lima, Dedindo per-
rnisa.. ,ara se servir na escripturaco de suas
iransacQoes eommereiaes dos livros que perlence-
IitU ?wfln!iedar,e de F* Lima <* C.. extin.tla
em 1889, e de que fiwra jarlo elle peticionario.
tiomo reqiu-r.
,,}l ,rl Luiz Rodrigues Villares, amanuense n
t rprete da lecretaria dente tribunal, pedindo qae
. u .'. l maior ltt8 certifique se ou nio
imbuido com igaaldae por todos os eroprega-
pruposlus na primeira sesao, entre parles, appcl-
lanto Jos Joaquim da Silva Brrelo, appedadj
Ivo Aqtino de Andride Limn ; appellante o ad-
ministrador da massa lallida do Manoel do Am-
paro Caj, appeilad Miguel Arehaiqo de Figuei
redo appellante Joaquim Antonio Pereira, appel-
lado Viceute Jos de Hrilo
'Q Sr. desembarpalor Accoli apreseotou mesa
pedindo providencia para o andamento legal, o
[tilo entre parles, appellaBte D. C-saria Caudida
Nobre de Gusmao, appellado Manoel Pires Ferrei-
ra : e o Sr. desembargador Ro o Silva, avisia
das suspecdes juradas pelo Exm. Sr. presidente e
d.'jsembargador Silva Guimaraes, ilucion ao Exm
Sr. conseiheiro pro.-ideoie da relaco, pedindo a
nomeaco de um juiz revisor para 'o ciuao feito.
PASSAGEM.
Do Sr. desembargidor Aecioii ao Sr. de.-erobar
g>lor Si iva Guimaraes ; appellanles Goncalves
l'aia A (1, appellados Tiaset Frres.
DESTBlRl'ICAO.
Ao Sr. desembargador Acciol : appeilante Jos
Barbosa de Carvalho, appellado Aulonio de Boaas
Braz.
AGCHAVO.
Juizo especial do commereio : agravante Sil-
va Maja A C. ; agravados Chave. A Vianna. O
Exm Sr. pr4dente den provjmento.
ocerrou-se a sessao as duas horas, de-tarde
ii.irando-se dadas as ferias.
5-
PUBLICMOES A PEDIDO.
----------------------;--------Kj
Em das te mez passado os Sr^. Antonio Luiz
dos Sanios, e liarlo do Lvrameno na qualidade
de empreitoiros dos trilhos urbanos do R eile a
Apipncof, declararam-se solidarios em qaesldes dii
desappropriacdes'ero torras de olho de Vidro
com seu consocio o lllm. Sr. Dr. Ale..tirado.
Nem nutra cousa ora de esperar de lao llustrs
cavalheiros, se da desapprjpriacoe,s se irataase em
lal terreno. Mas appaieceu o Sr. Jos Antnno.-
Guimaraes coasenhor do mesmo terreno tu
ver aqueiles illuslres cavalheiros, que de tan
quiisSes se nao iratava, e ssim p..r meio da cbi
cana de que se tem servid i em quajro demm
a administrago daquo ia empresa, se quena
quivar ao cumprimento da um contrato por S.
SS. firmados.
Com tal declaracao esperavamos que lao illas-
1f LZTrJeSP'rCZZ^ V 8,liodenora'D,""es poderes para a redaeco das bases de ac-
h0T1^\ S.ZF1 -? fmPr"te'" eu-eemmodecao, de maaeira qne, a expensasdaKom-
ErSS? ?rahfdi v?m S'# 6m ^"'l3 Pa0hia dS l""10s>fjsse fecbado e vedado ao Irn-
denominado Ojhe de V.dro e assim o fazeaJ^ sito publico o sitio Olho de Vidro.. Com tal des-
Ss 2 m'iu mae'ra 8 de UQW 8Ua filha "l:8Dgaao u,d,H ficaram >*'< > con-
liLSS. C *aJi!*-t c:?ai0- umco Pr 1 lD<10 Tem feiio um bello acijado.
O patrooo do Sr. Antunes Guimaraes, organisa-
das que teva as bases em que se ffnha ssentad ,
as (ez eutregues a seo consumite, este as apr-
senla ao respectivo clWe da empreza, o qual sem
ceremonia e sob o pretexto de que os artistas em
ge ral para com a empreza sao exigentes por do-
mis, o incumbe da empreitada, concloado por
Ihe dizer que reduzindo os termos desse contrato
em duplcala, o fisesse assignar pelos consenhores,
para elle e seus corapauliero assim o fazerem
lamDem.
O Sr. Antunes Goimares com razio peranaso-
ria corre, procura artistas, e passando a orear a
obra de um -tf ellos, a obim na razo favora vel de
IS/, por braca, viudo a importar toda ella em
4:100*000.
Com o orcamento, e com as bases do segundo
coolralo ass^nado pela vuva meeira, sua filha, o
Sr. Ramos, e elle em separado apreeentando res-
ponsavel pelo que dizia respeito ao nico coose-
nhor ausente, assim se apresentoo a:> Sr. Dr. Jos
Bernardo Galvo Alcoforado, o qual Ihe responde
crua nuamnite, pois bem, m-is obra, e come
que a empreza dos trilhes urbanos concorre para
esta despeza com a qnanita de 1:000| lili
O Sr. Jo.- Aninnee Guimaraes, como que ca-
bio lo das auvens, diz Ihe... con...cor. ..re...
eom... aa... con...to... de-ris...
Pois foi isso o que te acaboa de tratar, Sr. Dr.
Jos Bernardo i\......
Ao que o mesmo acode : Pois o Sr. Antunes
acha que a empreza ha de dar per urna pequea
nesga de terreno quatro conloa de ris ?
Nao sei, Irte diz o Sr. Aniones, o que sei que
a empreza obrigada a lechar o sitio, vedando
m'o ao transito publico, pouco me importando qne
ella cora islo gaste um ou dnz cantos de ris.
Baldadas as illussoes, perdidas as esperanea-
em que por algum tempo mihiou o Sr. Antunes
no senlido de velir de novas galas seu filho que-
rido, como que allonilo poe a bocea no mundo.
Os senhores da empreza propalan) qoe nada
era possivel fazer-se, porque os eonsenhores do
referido sitio queram por urna insigui:anle nesga
de Ierra quatro contos de ris.
O Sr. Auluues Guimaraes, contestando publica-
mente lao inexacta aseercao, fd-lo exJioberante-
mente de forma que os Srs. da companhia dos tri
Ihos urbanas, veodo-se sin talas, sahtram se enio
com a coareada de nada poderem fazer, por es-
lar ausente um dos eonsenhores. Eis aqu o com-
pleto contraste de procedimento, oara o qnal cha-
mamos a alteocao em principio de aosso histrico.J
Para a invasao e destruicao prescndem de au-
loridade legal, sem mesmo ouvirem esse ausent*.
Para o cumprirnenlo de um dever, a que, por
grande interesse se impozeram, esquivara-se ver-
goobosameote com iojustiga manifesla lili
Nao importa.....,.........................
E o Sr. Autuoes Guimaraes contina na es pee
ta*i va.
O lempo corree a final eis que apparece o Sr.
engenheiro Rawlinson propondo-se a compra do
terreno, que fie* ao poeule da liaha frrea, pelo
qual loado de mil e quinhenlos a mil e sei-ceut <
palmos, ede fundo, de qualrocealos a quinhentos,
"fferece sete contos de ris com a condico dos se-
nhores do terreno darera tudo por acabado.
Esle?, porm, vendo que desees sele contos, ti-
nham de iudemnisarem alguem de ora conlo e
tanto, gasto com as quatro Jemaodes, vendo dr
mais a mais qoe tinham de gasi.-r dous ou tr.--
cm fecharem o sitio do lado do nascente, viudo
por conseguinte a ficar para cada palmo de ierre
oo pouco mais dd dous rail ris, uo aceitaran);
oo s pelo exposto, como mesmo porquo anda a
bem pouco so veuden terreno mui prximo por
dezesete mil ris o palm>>, tendo se veudido all
mesmo a companhia da Beberibo a vinte o cinco
snnos quarenta palmas por um coutoe quinhenlos
rail ris.
Como se nao effocluasse o negocio por venda de
urna grande parte do sitio, anda alguem se julgou
eom direilo de propolar em publico, que a empre-
za dos trilhos ja dava seto ralos, de ris ao* se-
nhores do suiu para acabarem con as queslSes.
Boin m do de iliudir.
Corre o lempo, e o Sr. Aotunes dando anda-
.ment a primeira demmda (obra nova) espera
empre que os bomens so cheguem a razo. E
com effeito chegarai* I Mas-Hfuer o publico saber
para o que ? >s Jbe'os dizemos. Para novas ex-
torsl i I
Explica cao.
Tendo a companhia de Beberbe ordenado a do
trilhos urbanos, o levaotamento dos trilhos, visto
qoe necessario se tornava o assenlamenlo da se-
gunda liuha de canalisac das aguas para o Re-
cite, o vendo esta que com aquella nao cnicana-
ria com a facidade com que o tem feito com os
eonsenhores do terreno, e vendo mesmo o prejui-
o que eslava suffroBdo oo desbastameoto de ro-
dagetn na curva que exjste na sahda do dito ter
reno para a estrada publica, assentou a seu bel
prazer mudar o curso dos trilhos, passando-os
desde a bomba, que por algum tempo servio de
ratoeira, em lnlia recta por entro o terreno, que o
Sr. engenheiro Rawhnson quiz comprar, a sabir
ua frente do sitio do Sr Salustiaoo ; e sem cere-
monia ou ecu.-a qua duvida faca, laucando mo
do faci fazem tal oVrrubada era ierras Olho, de
Vidro, que nem Prussian s em territorio francez.
E nao era isto muito justo e razoavel, visto quo
o terreno lao grande nada Ihe custou ? Mis o im
pertinente do Antunes sahio-lhe de frente com a
espada da justica, e io bem se houva quo seu
i di migo se recolheu as rauralhas do intrincheia-
m nto anteriormente con (aislado. (Segunda de-
manda:) Ser esta aquella pela qual o Sr. Antu-
as laxado de demandla i Se assim quem
quer que seja o qualificador, lm de injusto
deshumano. Corremos das, e o lempo cada ves
se toma mais nebuloso para os tristes mizer s
eonsenhores do sitio Olho de Vidro at que chega
o dia, em quo enllocando a companhia de Beben-
be a segunda lioha do encsnhamenio das ;guas,
eis que he levantan) os iriUios ferreos o Sr. Jos
Aniones entendeu e e teinleu bem, que uina-ves,
que a empresa nao quera eumprir o cocnpri
paseo a que se tinha imposte para o consenso da
assentaco, urna vea levantados eses trilhos, j
mais deveria eooeentir om nova eollocajao. Para
sse lim moni o se das 'ojenlas prescriplas por
le, e coaliando em seo direilo e aguardando oe
casiao propria o poe em execocao env da s;)niifi
cado, para cujolim, e de proposito se aguarda
ram os Srs. daeiupreea, quo prioeipiaedo a nova
assentacao em a madrugada de nm domingo, as-
sim pensaran) iliudir uo s os eoosenhores como
umbein a propria lei. O oerto que o consegu
ram ? I Porquaoio apresentando se os offleise?
Win embargos pelas nove horas da manhaa desse
domingo, om oooasiae etn-quo os trilhos de novo
seesuvam wseruandq, o Sr. engenheiro Rawlm.
s o, come. que. esqueceiido-sa do idioma porto
^i?' 'f*"Pni1** idioma britanBoo um pauto
Won.J*n0V,ijBeBaN>i>ohecia jolz, nem lei nesta
lo-i ierra, que oo efljoiaas se fossem com esen
eu-, senao queram sabir um pouco apressados.
K o mais e^quo eHe leve razo ; porque suas pa-
lavras forafn ouvidas e seus artos ilgaos s.-Be-
clonados por aquellas meemos a quem descon
ceilOM.
O Sr. Ilavrlinsea abe bem a trra em que piza,
e os suarda,-costas que im ; mas remoramos- Ihe
que airas de tempo tempo vem.....
Foi esta a tercetra demanda, e anda que se
soubesse aue se Sr. Anlanes GuiraarSs se con-
servaste de bracos cruzados, ella se nao sussila-
Eis alo aqu narrad fiel nenie a Insto! ia do oc-
corrido sem flores de rhetorica, que Ihe deem mais
ou menor importancia.
Vejamos agora- as peripecias que se teem dado
sem que os Srs. empreiteir, s se teoham resolvaos
lar cumprimenlo ao que Iralarara, e qual o mo-
Uvo e razo para quatro demandas.
ChegaJo que foi da Europa a Sr. Antunes Gui-
maraes seu procurador Ihe fez ver o que havia
re*tito ao sitio tOlho de Vidro, quaes as razoes
porque conseolio ni passagem da va frrea, e -
nalmeuto qual o estado em qne se achavam essas
causas. O Sr. Antunes Guimaraes lirailou-se era
responder qoe indo r.pprovava eom que se ludo es
tives-e feito por aulorisacao previa ou firmada por
seu proprio punlio.
De corto, Je aclo lio cavalbelro ? duvidarid
que de perlo nao conhecesse o Sr. Antunes Goi-
marae.
Passados das depois do descanco preciso a qnsm
ciega de urna longa viageni com urm senhora
enferma, dirgese o Sr. Antunes Guimaraes ao n
no c Oibo de Vidro o o encarando com seu la-
mentavci estado, amarra as mos na caneca, e diz-
Ihe pjbre misero, om que triste elamenlavel o-
ia mii para lo eobrir de nudez em que te acho I Ai
de num. que nao tonho sanios para te vestir das
ruupagns, que tanto precisas I.....
Mas de-canso ao menos por algum tempo, qae
na falla ds sufllcieocia d aquellos que Unto e emi-
mavam, recorrerei a philantropia d.is padra?los
que le deram. ^
Triste illuso I
Fatal desengao.
Persuadido o Sr. Anluno, Guimaraes do cava-
'^rf?"IdaS "lQslre; P-aeom quem se tinha
iraado, ilirige-so ao Sr. Dr. Alcoforado, na quali-
dade do chefo e principal director dos irilhos ur-
^tiJ, ,Dl1rroBaadJ0:? re dascondico;s com
'.rr,! Aif,d^C,i?cBd,a P"n dos irens em
Lrras 01 lio de Vidro, conclue por Ihe perguolar
qiiand,, tjnba tencSes de as por em execuco.
i illustre Dr. chefe respoodelhc que, quanto
inoemnis .ao por arbitragera qun e||P, p!)r parte
pa empreza nomeava o S.r. Mano d Jos Dantas,
que tratas* ell i Guimaraes e os dentis eonsenho-
res de, nomuarom par sua parte oulro ariiro.
o >r. Autnnts Guimaraes fez vr-lhe em termos
M.laans, quo isnio elle como os demais crase-
on.ies, uao faziam qnesuio o que qu, nain era o seu sitio fschado e vedado
ao iraasilo publico. A' ratoes lo vlausivcs, p
w p laeodo esquivar o illustre. chofo, limito* se a
proraester que em breve o satisfara.
Nova esperaacas.
Decorrendo ba>unte tempo sem que nada se fi-
zosso, e aggravaodo-se.os padecimenlos da cpn-
rio do Sr. Aalunes Guimaraes, foi ello residir
con ella para o lugar de Santa Apna, e em nma
bella mauha, em que descansado elle vi riba paia
seus srmeos quoli ;ian sno Reeife,eis queehegan-
io a .a'co d^ J) lueira, onv como qoe vozena, e
s litando do vaga em que vjnha, de momento se v
aipr-aca 11 per grande Kruuo de povo ^ue, iodiat-
liiido-.i como autor de urna celebre ratoeira ha-
mona, o queram-fazer responsavel por males de
qne nao bata culpa I!...
O sr. Aniones Guimaraes espantado, e como
qae atumiio pe le Soeeorro, e cereando-se de aluns
smig .-, Inl rroga-AS di que se paarom
Bta o elain .i- publico koduiic ando se contra o
A l ie na madrugad ,teitJ jja ,IIini etndu em 8(
de ro alaia do ratoeira armada pila empreza no
B ito esenganou-se o Sr. Antunes Guimaraes
odo a rondo os homens com quem ira'
Uv.1, declarou h mu eir pela qual a empreza dos
Mus urbano? qui-'a satof.zer para com elle
seus couiproBMsajs, vwiaodo o transito publico
em trras Olho de Vidro com ponas de oreaos I
Tal era a ratoeira armada II
>". Ser* eom lado elle digno de censura attento
o procedimento dos impreileiros dos Irilhos urba-
nos do Reeife a Apipucos?
De ceno que nio.
Vendo o 8r. Antunes Guimaraes o desfeixo da
lerceira queslo, e conhecendo que cada vez s
iam complicando nuis os negocios do ralfadado
''U^Oibo de Vidro teolou accao, afim de obrigar
as*Tp5t^c^Sff^lWtK
,1o publico, como bem assim a ind-imuasr os era
senhores do pnjuito*, ,\frr tal aictive Ibo
tem causado. Para tal im foram nomeados arbi-
tros, endo por parte da empreza o lllm. Sr. Dr.
Rufino de Armeida e -Manoel Jos Dantas, por par
te dos consenores foib lllm. Sr. Manoel Gomes
Viegas, estes senhores sao bem coohecido, por-
tento julgamea. poder drzer sem c.inteaiacio, que
m elles mcapazes de parcialidade. Poi* bem, sens
trabalbo foram conclu los sem cousa que duvi
da f gi, mas uo satisfeitos os Sr?. da empreza,
como bem le ver o accionista em nome da Trm-
dod>m o Diario de S do correte, laes cousas fl
zeram qua alcaocaram aova vistura, novo exame,
e por conseguinie novas e exhuberanles despezas
para aquellos abastaditsimos donos do sili .
Com o lempo ludo cansa, assim o esperara os
srs. da empreza dos trilhos urbanos; mas adver-
t mo Ihes que os eonsenhores do sitio Olho deVi-
dro e o pcblico eonfiim e esperam anda haver
nesta Ierra juiz ou tribunal, que Ihes fa^a sentir
oo ser licite faltar assim a f dos contratos, e dis-
par como seu do que Ihe uo pertence. Assim o
espera tambera o
Indignado.
N. 387.-OI.EO PURO MEDICINAL DE FIGAD
DE BACALHAODE LANMAN KEMP.-Os don-
lores de medicina reeoohecero, faz alguns annos,
sem occollar o ?en assombro, qae as molestias pul-
monares e hepalicas, com nenhnma outra consa
se pediam curar, mas sim podiam sr complett-
mente extirpadas com o oleo de ligada de ba-
cal bao.
Apenas se annnnclon um tal snecesso, qaando
para logo mercado se vk inundapo de toda a
casta de cotnpoicoes de szeile debalela, de phoca,
de mos de vaca, de toucinho, e nm sem nnmero
de outras aos quaes se ajnnlon o nome de especi-
fico legiiimo, purera sem po-soirem nenhumis de
suas reaes vfrtoce. Porm agora temos no oleo
puro medicinal de figado de bacal bao de Lanman
A Kemp, nm artigo cuja perfeila legitmrdade de
excellencia, se acha comprovada pela facullade
medica.
Nos hospit es militares, navaes e e cvis dos Es-
tados Unidos da America, elle to bem eonheci-
domo na pratiea particular dos principaes medi-
co?. Nenhnma elasse de tose, resfriamento, af-
feccao dos brnnchios, molestia dos polmes e do fi-
gado ou affeesoes escrofulosas, podem resi-tir a
sua maravrlrr.sa aecio medicinal. Sem robaixar
o mcreeimenlo de outras preparares legtimos da
mesma naiurea, pdese afllancar que aquelle
snperlaiivameBte excellerrte.
Garntese a sua boa conservacao em todos os
clima?.
MOVIMENTO DO PORTO.
-------------------------------------------------------
Xaviot entrado* n di JM.
Liverpool por Lisboa24 dia* do erizpeiro pene
e 17 do ultimo, vapor fei*z Amazone, de X
toneladas, commandante G. Abram, equipagesa
S4gjtrga diHeraajoa genapes ;* Thomaz JeftV
ndW C.
Tern-Hova-3 dia. escala iagtexa Jek, de lie
Hartadas, capitiallegrfiPeieraea, equtpagem 7.
carga 2630 barricas eraebatalbo ; a Johnstea
Pator k C.
Natos taludes m metnt* din.
Porto Seguro Palhabote miclonal Porto Seguro,
eapttao Jos Monteiro da Pnrifleaco, carga tal
e outras gneros.
IMo Grande do SalPalbaaotc nacional Ja gue) *
capito Domingos Antonio Pire?, carga assncar
- e eulros genero?.
Rio Grande do SulLngar portugoez Mentor, ca-
pillo Luiz Olvera da Velha, carga assui-ar.
LiverpoolGalera ingieza ermione, capitiu Joba
Gregory, carga as.sucar e alg .do.
RabiaPatacho norte allemo Otio. capillo Heysa-
ga, carga parte da que irouxa de Anta rpia.
EDITAES.
N. 388.-SANGUE DOS PULMES.- As quali-
dades stypticas e salutferas do oleo de figado de
bacalbo, o tornara perfeitamenle inapreciavel nos
casos de hemorrhagia dos pulmSes. Nao ha na
materia medica crasa alguma que o possa sul--
lilur; porque ao par que estanca a hemorrhagia
e cura a ruptura dos vasos sanguneos, fortifica ao
mesmo lempo os orgaos da respiraco o o sy-lema
emgeral. Com ludo, ludo depende da legil mida
de e pureza do remedio, e por eta raz3>, os m-
dicos mais eminentes recommendam o oleo puro
medicinal de finado de baclbao de Lanman &
Kemp, como um artigo garantido, qae leva a mar-
ca commerciai de urna casa respeilavel o digna de
loda a conflauca.
Os benficos e Helios desse remedio sobre os
deentes tsica e as possoa- que padecem le affec-
r5es escrofulosas o do ligado, complioades com
oniros males, sao tdos eniro os resultados mais
extraordinarios desse trataraento moderno.
PRACA DO RECIFE ?0 DE DEZEMBRO
l)K 11)70.
AS 3 t/i HORAS DA TARDR.
Gotaes officiaes.
Assucar mascavado purgado24300 por 13 kl.
(honlem).
Assucar bruto americano 2200 por 13 kils.
(honlem).
Assucar Canal-2100 a 2<130 pjr if kil. hon-
tem).
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 3|. por l000
Cambio eobre Portugal pagavel em Londres 90
d|v24 d. por 1*.
Goucalo Jos Alfonso,
Presidente.
P3J0 secretario,
A. P. de Lomos.
ALFANDEGA-
Rendmento do dia 1 a 19. .
dem do dia 20 .
511:6151700
23:174*950
634:810*650
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, offlcal da or-
dena da rosa e juiz privativo dos feito da f-
renda nacional el:.
Faco ssber quo em vista da exeroeso qne a fa-
zenli nacin."I encomiaba contra os herdeirne de
Julin Pereira Matt'so, ex-eoPeetor do Cano, fe-
s:e penhora em urna escr..va de uome Monca, ava-
hada por 600*. em con-equenna do que e em
face do dee-eto n. I69T do |5 de seiernbro de
1869, sao convidados pelo presente quaesqaer li-
citantes para apresenlar as proponas dentro de
pra90 de 30 dias, ahano-se a mesma e-crava ne
deposito geral nesta cidade. K para qne cliegne a
noticia de todos mandei passar o presente qne
ser publicado pela imprensa e afflxado n do entume.
Dadoe passado nesta cidade do R rifo aos (6
de dezembro de 1870. K eu Lnis Francisco Bar-
reto de Almeiia, escrivao qn-( snb-icr. vi.
Abilio JiitHtrtJ Vi Silva
O inspector ielerino da alfaodege- faz publict
quo existindo na gaardamor a dosla repartieao nm
jacis com qaeijos a* Minas, sem marca nem di-
recr,io, descarregalo em 12 do co-rento do vapor
francez Stndh vindo dos portos do sul.e ignorndo-
se qaem seja o sea dono ca consignatario, pelo
presente convidado a vir derpaeba-lo dentro ds
praso de 39 dias, sob pena de fiado elle, ser ven-
dido por sea conla sem qoe Iba fique competindi
allegar contra os efieiios desia ven la.
Alfandega de Pernambuco 17 de dezembro d
18/d.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho P.tes de Arale.
EDITAL.
O Dr. Vicente Ferreira Gomes joiz > direilo nesl*
villa, comarca de Pao d'Alho por S. M. o 1 tripe
radar aquera Deas guarde, eU.
Faz saber aos que o presente edital vrem qne.
se acha vago o lugar de escrivao do jury e exe-
cueSe9 crimes desta coeaerca, pelo que eoovida
aos pretendentes do Hito lugar a presentaren
seas reqtierimenlos dentro do prazo de 60 dias a
contar da data desto e na ferina da lei. Pe
d'Alho 12 de desembro de 1870.
Bu. Francisco Antonio Brayner de Sonza Rao
gr, escrivao interino do jury e-crevi, Ferreira
Gomes. Rvmais se nao continua em dito edltr.l
aipii fielmente copiado aos 12 de lezembro de
1870.
lu, Francisco Antonio Rreyner dn Soafla Ran-
gel. eservao interino do jury o naM e asignei
O escrivao interino do jury, Francisco Antonio
Brayner de Souza Rangel. Anion'o Annes Jaeonv-
Pires, official-maior servindo le secretario.
2* secr.Secretaria da presiduncia de Pernam-
buco 19 de d'zembro de 1870.
Por esta secretaria se faz publico para o coabt
cimento de quera possa mteie.-sar o edital abis..
transcripto do juiz de direilo da eomarea de Pa.
d'Alho, pondo ero coocurso a serventa vilalacia
do offlco de escrivao do jury e execuces crimi
naes do t3rmo d'aquele neme, creado pela arl.
103 da lei do 3 de dezembro de 1841. Os preten-
dentes dnvero apresinlar a= suas petigoes nesa
secretaria, iastrtndas de coiif.rmi lade cmale.,
no praso de 60 dias a contar desla Jala.
uECLARACOES
XovSmeoto Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumos
sabidos com fazendas
com gneros
384
------384
90
280
------370
Descarregam hoja 21 de dezembro.
Barca inglezaG/odio/usvarios gneros.
Barca inglezaDelphin -carvao.
Paiacho norie-allemoSoc/rtaivarios genero?.
Barca ingleza Kahinoor ferro e carvao.
Patacho inglezSei Bird varios gneros.
Brgue inglezCourenaybacalbo.
Brigue inglez Jehu -dem.
Barca inglezaRosamondferros.
Burea inglezaParajeracarvao depedra.
Patacho americanoHerriet Bresetle varios g-
neros.
Patacho inglezJsmircarvao.
Barca portuguezaS. Miguellouca o carvao.
Delejaeia de polica do termo de Cabo 14 de
dezembro de 1870.
Foi apprebenoido por esta delegara e recolhd'
ao depot-ito nm cavallo ruco pe 'rez,ea irado, cau-
da p dinas compridas e com varios ferros : qne
sejnlgarcom direito ao mesmo aprsente justifi-
ca cao legal que ser-lhe-ha entgeaue.
O delgalo snpplente,
__________Luiz Franci-co de P. C. A. Lacerda.
SANTA CASA D MISBKiOiMUlM)
RECIFE,
A Rima, junta administrarla da Santa casa de
Misero rdia do Reeife manda fazer publico que
na sala de. saas sessoes, no dia 22do dezembro, pe-
las 3 horas da tarde, letfi de ser arrematadas a
quem mais vanlagens offerecer pelo lemim de nm,
a tres anuos, as rendas dos predios em seguida
declarados:
F-STABELEC1ME.VT0S DR GARDADB.
Ra de Santa Rita.
Gasa terrea n. 32.......I6lj0oe
llua da Matriz da Boa-Vista.
Cara terrea n. 5G..... 202l#0ft
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de S. Jorge (outr'ofa Pilar)
Gasa terrea n. 105................. 15! jOOf
dem dem n. 99................... 365*00
Os pretendentes deverao apresenlar no acto da
orromatacao as snss flaneas, cu comparecer
acempsnbados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 30 de novembro de 1870.
O' escrivao,
_________ Pedro Rodrigues rtf Souza.
Despachos de exportacao no dia 19 de
dezembro
No brign inglez Mary Johmlm, para o Ca-
nal carrtgaram : Rabo Schammeltan saccas cora 7,794 kilos dn algodo.
i\a barca ingleza Delplum, para Liverpool
earregaram Joo Pinto de Mallos Lomos 82 sae-
ea*coin 7,189 kilos de algodo.
No paiaeln inglez Bmprey, para o Canal
earregaram : Saunders Broters & C. 700 saeos
com 82,500 kilos de assncar mascavado.
Nn brrea inelezi flosamond, para Liverpool
earreftaram : Johns'on Pater 4 C. 900 sucos com
07,600 kilos de assucar mascavado.
S briguo porloguez Lata I, para Lisbea,
earregaram : Miguel Jos da Molla 5 BBtrrets com
318 kilos de as-uear braneo i Thomaz <'e Aqsrino
Fodseci Saoeessores 450 saceos com 33,300 kilo-
de assuear mascavado e 450 ditos com igual peso
de Jilo braneo ; Miguel Jos da Motta 1 barrica
oom 60 kilos de caf.
Si brigoo p^ringnez Juditk, para o Porto
earregaram : Thomaz de Aqnine Fonseca 4 C.
500 sacos com 37,500-kilos de assncar mascava-
do e 300 ditos com 22,500 kil s de dito braneo.
Na escuna hollandeza Ifi/dMcanA:, para o
Rio da L'rala carreftaram -. Pereira Carneiru Se C.
170 barricas eom 18,713 kilos de assncar braneo.
: -*- No patacho rparlugue* Rettauraco, para
Lisboa earregaram : Oiiveira Filhos G. 100 m
cas com 7.500 kilos de assucar mascavado, e 81
coaros secess salgados com 97J kilos
-*- No brigoe portogaez Invensteil, para o Por-
to earregaram : Antonio Luiz de Olvera Azevedo
4 C. 80 couro3 9eccos espichados com 566 kilos.
Na barca portuguesa S. Mvniel II, para o
Porto earregaram : Henriqne Periera de Oiiveira
100 oo uros s-ecos salgados com 1,200 kilos ; Mi-
guel Jos da Malta I eaixoie com fi kilos de doce
RECEBEOORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimonlo do dia 1 a 19. 45:387*933
lifem do dia 20 1:142*006
Santa Cusa Misericordia
do Reeife.
Dltrtelro vista.
A lilma. junta administrativa da -anta casa de
misericordia do Hecife contina a rtceber propos-
las para o forneoimenlo de medicament 9, cana-
verde e gneros que tivercm de consumir os esla-
belecimcnios sea cargo no trimestre tle Janeiro
a margo vindouro, na sala de suas sesses, pelas
i horas da tarde do dia 22 do correle, aa sala dr
suas sessdes.
Secretaria da Santa -Casa de Misericordia de
Recifs, 17 de dezembro de 1870.
O escrivio.
_^_^^^_^^_ Pedro Rodrignes de S.mza.
-* De ordem do lllm. Sr. conseiheiro inspector
da taesouraria do fazenda desti provim-ia se 1*7
publico qne no da 28 do correrte mez, pelas 2
horas da urde, ir praca para ser arrematada
em hasta pnnliea perante a juata da mesma thi
souraria, a quem mais der, a cxn terr*a n. 11
sita a rus de 8. Sebasiio da villa dj rguarassrt.
avahada em 200,!.
Os pretendentes deverao diriirir snas prnposta*
em cartas fechadas ao mesmo lllm. Sr. cmadhei-
ro inspeetor at-as H horas do referido da cima
indicado.
Secretaria da thesonmia de fazenda de Per-
nambuco 19 de dozembro de 1870.
Servindo de oftVal maior,
_____________________Manoel J"S> Pinioy
Deporto espe ai ae in-
46:529*959
CONSUUDO PROVINCIAL.
Reodimento ddia la 19. 87:487*406
dem do dia 20'. ajp:iG2Ol2
93.649*418
traecfl
Teado de contratar-se o firnerimentn de capia,
farelo, mel o milho para a cavalhada do roeeme
deposito na 1 semestre de )atetro a junbo do as-
no vindouro, convido aos saibores que qnizerem
se propor a foracer os genems cima indicados,
a compartcerem na secretaria tu reJaJiBo deposite
no dia 24 as 10 horas com so is pr 'rfHaWfecbadaa.
Quartel no Campo das Pnnr z>- 20 de dezem-
bro de 1870.
Jos Joaquim O.clho,
_______________Capi'ai i'onnn.. ndante.
O cooselho econmico do dep.siio de rera-
las, contrata para fornecimento das 1 .ratas do
nesnio deposito, o para os doenies da enfcrraerla
iluar os gneros segninte: airz. a>sncar re-
liiiado-braneo e aumeao, bolah... b-c alo, -eafc
m grao o nsuido, cha, carne-verde, diia de enar-
que, dita do porco, doce de guiaba, farinba do
mandioca, dita de araruta, dita do Maranbo, dila
>,

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m
iJtkW 1


BBBBBBBI bbb1
*m
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II llMUl

n quaj tomara parte
ns.
Mme. Valmonea e JbY. ifa-
-andada* r*s, 0, goa*^ iXi*f
jdes aooo^as qausejNr netociagoas
> tBOalicentea ou retigiesa m fe Baar a
-* mi Moni;- Hre d Beata*. iAn ao
^IJJ*e*n|orfa a> Pfnwi&oeo i d i t e
'> administrador,
, Maane 6raair*de aouzai^eerJn,
Oonsel o de compras
navaesu
O eonselho no da Si do torrente mee. > oanuata
vista de propasas receidas at as II horas da
aana* o forBeeiutento por Ires mezes lindos no
animo de marae prximo yindonro, de cobertores
de lia e colchas de algodia para apreadizes ar
tiriee.
Tambem o ro*Wio per igual forma promoTe
o mencionado dia 21 de carrete mez a compra
?los objeclos di raiterial da armada seguietes :
iO baldeadairas de folha, 10 duiias de chicaras
* pires de folia, M funiz de folha, 6 toles inglezes
ae 8 p* rfo emprmenlo e 6 de largo, 100 lapis
cores, 200 lapes preton, 3 ocu os de alcance, 8
daas ae tigelas de tolha dobrada, 6 varoes de
ferr de 4 p> de-radas en aoadro 6 vergonleas de
mho para mastres le caler* de 15 ps de cora
Brimeoto e gretfnra no nHo 6 l|2 polegad* e 6
vergonleas de pioho pira paos de eoteMode35
p da comprimento e grossura no meio 7 pole-
fadas.
Sala das sessoet do eonselho de compras navaes
19 de dezembro do 1*7.
O secretario.
_ Alexandre Rodrigues dos Abjoss.
Consrilado provincial.
3a forma do art. 30 J I da le provincial n
*63, avi'a se por isla reparticao, a qnem interes-
ar possa. que cuai mae de dezembro proxiim
brese o. praso de 30 das aHi marcados para <
pagamento voluntario dos imposto* da derima
rbaoa e de5 0)0 sobre a rend dos bens de rail
de corporac5-;s de w.io rrorta, relaiivoa ao se
estro do irreule auno financeiro de 1870 71.
ucorreuJo o contribaintcs que nao realisarem o
mesmo pagamento no referido praso, m commi-
aacao do 3 di citado artigo.
Consulado pr vineial 21 de noverambro de
IH7Q.
3"vindo de administrador.
- A. Witruvio P. B. e Accioli de Vasconcollo,-
Corrcio geral,
Relaro das can s registradas, procedentes
do sul e Darle d perio, existentes na
repsrticau do carreio em 19 de dezembro
de 1870.
Auna Olymaia Campos, Osario Manoel Fran-
Meo dos Prarerev Ernesto de Aquino Fouseoa,
Fraons'.a Mariade latas, los Jeronymo Monlei-
ni (). foe Itn-io de Aranjo, Lourcnro Justinisno
HMisada o Soma, hV. Manoel Francisco Ttixeir-,
Mana Aveli-n M.mtetro, Nila Gallo (italiano).
Tcente de Paul* de Oliveira Vi las Boas.
rmcarregadn do registro,
Maneel dos Pa>sos Miranda
^^?ina P"amie pmc,B 'bfarnal' di ow*a
d Orphe auz enfers dansado por Mr. Marte, r
Uroo, Mme de Valmpaca, a afile. Mariott
O emprezano detta tbaalro qoerendo eoncorrar
IB tia |slo uanto o da libeadade, hhm.|.
veanader asi espeetaeota, cnio pr dan.. ** ap
S,CJ ""ooipaio daaU infeliz, a sed a to
tas as pesnas amantes d nramrmiKsin m* ma-
corram com o sea bolo appellando igualmente
para o povo pernambucano em geral de unem a
raesraa creanca espera iodo o apoio e anxilio atiin
de se v ir livre da naenvidio.
Os bhetes acharase a, venda no eterlptorio db
theatro.
oslajauria
[cem os consl
*C Suco
irios Tbomaz da qnfco Ponseca [
ra do IMbYio n. 10.
Brlnclpia st 1)4 horas.
AVISOS MAfatltts^
GQMPANH1A BRASJLBffil
DE
Paquetes a vapor.
Dos portes do sul esperado
at o dia 9? de dezembro a vapor
Tbcantnu, commandatrte Jos4 Ma-
rta Ferreira Franco, o qjnal de-
pois da demora do eoatume se-
guir para os portas do norte.
Desde j recebem-se passafdros e engaja-e a
sarga qne o vapor poder eonduzir, a qnal derer
wr embarcada no dia de snachegada. Eneommen
las e diaheiro a freta at as S horas do dia d sa.
labida.
Nao se recebem como eneommendas senio ob
;ectosde pequeo valor e que nao excedam a dua-
irrobas de pese oa 8 palmos eobicos de medical
Pudo quepassar des tes limites dever ser embar
;ado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros qne sua
jassagens s se recebem na agencia, rea da Crn
i 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Lul>
le Oliveira Azevedo A C.
de 18.barricas com perfeitos nozes novo*,
160 caixas com figos em canaaesjoartos,
HOJE.
O agente Pestaa fara leilao per eonta e rtsc de
de quem pertencer, i 18 barricas eom perfeitos
nozes e fijos, 16 caixas em quarto a inteiras, as
qu,ne sarao vendidas ara am oa mais tetes von-
tade, qoam-Wra li dj corrate, as II horai da
ntterhiak.no anaaaaa o Aonaa, dafreaMe da al-
faodn.______________^^_________________
52 apolices do theatro de Apollo e ditas
da companhia Vigilante de vapora* Ae re-
boque d'esta cidade, a 22 do co
Por despacho do film. Sr. Dr. juiz
commercio, datado em I7d'este mez,
rimento dos administradores da mass* inrtava
Amorim & Filhos o agente Oiiveira fajhjaTW na
apolicea snpra-menf&Badas
fninia-feira
ao meio dia em ponte, no seu escrinnnriu a.tua> da
ruz n. 53, primeiro-andar.
kps ftiirhtiUfF,
A rnt#r . Crespb>iT. Kl e'ensn do frjstnme.
O abano assigoada, tendo v^ndiaV nos seos le
es bilheta. un quintan iwwsr
re quarto n. 1341 eom "**),
com OOfOflDa outras sorfejde l
da lotera qne se acaboa tte trWfTi787i con-
vida aos possuidores a virem receber na eodfor-
raiaane do costume sem descont algum.
Acham-sa venda, es biluetas artnlKios da
o parte das loteras, a beneflcio d irraantaedo
trahir sabbado 14 do crreme man. -
FUSCOS.
KJbetemlairo 64000
Meio bilhete 34000
^ 14500
jmO par* in
onrmeie 5#7W
Quarto i 350
Manoel Martins Pinza.
RANfiE ARMM
CHRVSTAES
tBpor
DE
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
at o da 26 do corrate o vapor
Arinat, commandante J. de P.
Guedes Alen forado, o quai depois
da demora do costume, seguir
para os portos do sal.
Desde j recebem se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder eonduzir, a qual dever
ler embarcada no alia de sua ebegada, eneom-
nendas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
le sua sahida.
Nao se recebem como eneomraendas senio ob-
lectos de peijneno valor, e que nai excedam a 2
arrobas de peso ou o (o palmos cbicos de medi-
c.;o. Tudo irae passar destes limites dever ser
imbarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sua pas-
-agens s se recebem na agencia, ra da Croz n.
57, primeiro andar, escripto.io de Antonio Lui/
le Oliveira Azevedo & C.
madapoloes abanados, quinta-
Lira 22 de dezembro ao
meio dia.
No eseriptorio do agente Pinio, ra da Cruz o.
38, era centinuaco, vender o mesmo agente am
fardo_de algodao azul, 1 caixa eom castores e ma-
dapoln francez.
41
LEILAO
M
PORTO
Pretende seguir, com mnita brevidade, a barca
portuguesa Social, por ter a raaior parte de seu
c irregxmwito engajado ; e para o pouco que Ihe
falla trata-se c->m o seu consignatario Joaaniro
Jos Goncnlves Beltraf>, rna d.i Cimm. rcio.
PAR'
Pegue para esse porto enm a possivel brevidad.
o hiate novo, bem constrnido D. Uim, para car-
ga e passageiros
los Irmos ra
a tratar-se com Gomes de Ma-
do Vigario n. 20.
TilEATRO
DA
lMmiL\ H8Sr\iBfll,\
NO
CA1P0 DAS PRIJCEZ4S
(Narla f. ira 21 de dnembro
A pedido do variar familias, subir a s.-ena pela
ultima vpz a noolaudida zarzuela em 3 actos
y
Principiar s 8 l|2 horas.
Un quarto de hora depois do epectaculo ha
ver am trem expresso do Recife para Apipucos.
Oainl-feira 22 de dezembro
Recita ex:ra irdinaria em beneficio de um per-
kiaatbacano.
Subir a scena a apnaratosa a mnito app'andi-
(la zarzuela em 3 artos
?Pi.t11.11ua i.inucM cill o aci
IP4i\0\K
BAHA
Para e referido porto segu dentro de seis dia*
a polaca' italiana Sra, e por isso quem quizer
aproveitar enrregar a frete commo-'o, dirija se a
consignatario Joaquim Jos Gon^alves Beltrao
ra rto Coramercio n. 17.
canas com massas, quinta-feira 2 do
eerreehB, s II e meia horas em
ponto.
O agente Pinto levar a leilao, por sonta e risco
de qnem pertencer, 41 caixas com massas l-
timamente despachadas. O leilao ter lugir s
11 e rajia horas do da cima dito, no escriptorio
do referido agente
Ra dr Cruz n. 38.
Na zntmunttKrt^itml do termo
Senoklaai a CnmiWra; ^recisa-se
wr con argencto km Si*, naako mencio-
Mos sobre tjio qoe tos da respeitv
teto no praso 4* tSm *eam4ar da pre>
*nte data. r
A viuv oa berdeiro de Francisco
Chagas. Cvalcante e Lem Alfonso
Melio, norador em Barrtiri*.
Gamereira 13 d deceonro de 1870.
Jacintho Star* de Memos.
-----.____._________ Agtate.
tapPERElB| IRMftOs
Hua Primeiro de marejo n. 15, outrora rna do Orear*, n. .
artusJlT P1 a*t*lco em geral e particularmente aos neos naanronm amaans
t^SEZ imm Pereira e ma^1 Jos da Coi a Pe^ia nJ ^aaK
!K ma ores ESS? *** ^T e 8uas >><****> ofcreclDdo aos consu-
^reso tav,?^,l T ^"'^Iro estibeMment##Bslf fnnero.
L____,u re?Peiiavei publico, dignando se de visitar eale iov ^stnbaii^aivMniA
nurcntl, vencar por si mesmo % que os .nnonciSto?Zf de df. m"

da
de
LEILAO
para sapateiro, 1
DE
duas barricas com io
caixa com I nha em nove I los, 1 dita com
frascos de tinta, quiaU-feira 22 do cr-
reme, s 11 horas.
O agente Pinto levar leilao, a requerimento
de Samuel de Paiva Johnston de C., por autoria-
aao do cnsul de Franca, em preseoca de seu
cbanceller^ por eonu e risco de quem pertencer,
os quatro v.lumes cima deiignados, avariadus
bordo da barca franceza Luna. O leilao sera
efiecluado no dia e h-jra cima ditos, no escriplo
"Q do referido agente, roa da Cruz n. 38.
p RIO DE JANEIRO
Para o refer lo porto pretenda seguir com mni-
ta brevidade a barca bra-ileira Santa Mina por
ter a maior parte do carregamenta engajado,
para o resto qne Ihe falta e escravo3 a fr.'te, tra-
ta-se com o consignatario Joaquim Jo3 Goncalves
eltrao aTuado Commercio n. 17
que taii s applans^s mereceu dorespeitavel pn-
Wieo as vezes que tom sido representada.
Per.-enaceas.
ttaqueza de Ma Jioa Sra. Rivera Lartler.
Condeasa gra. Garca Granados.
Duque de Aibuqnrfne Sr. Garca.
Mrquez de Caravaca 8r. Uiosa.
Kalii (fldaigo da menUnhak Sr. Castillo.
Antonin, sea piiao Sr. Granados,
'".aarda leaaa* Sr. Correa.
Ceros de aafa* asesas, cavalleiros, damas,
pagens, ulgieras e rasa de toncos.
E.iiro o 2* a a'
lilo represemar a alsa
aeto a Sra. Rivera Cas-
Haliana denominada
Vals de Vensano.
PREC-OS
Camarotf. de frente
Dito do 2' orden
Din de ordem
Cideiras
Plasta
Frhtc.lpiar s 8 l|2 horas.
Depon do espertacaJo haver irem especial pa-
ra Apipucos, na forma to costume.
Io4000
124000
10*000
2*000
IMOO
THEATRO
COMPANHIA PEBNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor.
Parahyba, Natal., Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama commandan
te Aseyedo, seguir para os por-
tos cima no da 31 do correntt
na 5 horas da tarde. Recebe car-
ga al o dia 30, encommenda-
lassageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte dt
dallos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Vavegaeo eostelra por vapor.
Mamvingaape.
O vapor nacional Cc-unpe
commandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 28
do corrente as seis horas da
Urde.
Recebe earga passageiros,
ncom mendas, e dinheiro a froto at as 2 horas da
larde do dia, da sahida, nj aseripiorio do Porte
do MattMS n. 12.
um piano de Jacaranda de 3 cordis, 1 mobilia de
Jacaranda a Lua XV, I dita de amareilo com
pedra, I mesa elstica, 1 dita com 9 palmos, I
guarda-lauca. 1 aommoda de. Jacaranda, ni
guarda-roupa de mogo*, I espelho grande, f
cbmmoda de amarello, 1 machina para costura,
lcamarpara casal, cadeiras de amarello avul
sas, das de Jacaranda, marques, con.'otos,
eadeira de balance, ditas d bracos, marque-
xas, mesas redundas, marquezos para solleiro,
1 burra de ferro, meeas de pmho, lavatorios
seMs de amarello, dil > da Jacaranda, 1 alcatifa,
.louca para alimg.), candieiros a gaz, relagios e
muitos oniros bj^ctos
Quinta-feira 22 do corrente
pelo agente Pontual
00 armazem 'da rna do Imperador n. 16, s II
horas em ponto, ao correr do martello.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\'avegn?5o costeira por vapor.
Macei, escalas e Penedo.
*J|y O vapor Jatuarite commandante
^J4 Gailhenne, seguir para os por tos aci
'4BBBBBBS ma no dia 31 do corrente as 5 horas
da tanto.
R cebe carga at o da 30, encommeodas, passa-
geiros e dinheiro a freto at as % horas da tar-
de do dia deaua sahida : no esertptoTio do-Forte
d j Mattos n. 12.
LEILAO
DE MOVIS
SENDO :
Urna mobilia de Jacaranda qoasi nova com 18
cadeiras de euarnicao, 2 dius de bracos, I sof
2 consolos e jardineira c;m pedra, 1 mesa elstica
amarello. 2 anaradore, I guarda louga, I
CAFE PBRGAtTTO
A' ESCAMONEA
D B Barrat
hnrniceulrr 4 Imlt-o
A ntilidade dos purgantes nao soffre demons-
tra .ao alguraa ; ajirescripcio diaria qna delles
fazem os mdicos o o nso anda oais froquente
feio pelo publico slo provas irrefragaveU lano
como a qnantidade innnmeravel dest genero. S
ralla aperfeifoar cada vei mais o modo de admi
mstracno, de maneira que conservando a sua ac
cao, tiles possam ser tomados sem repugnancia
uem a>co e sobrando em receio nem pergo.
Muitos purgantes afanados s devera este bom
xito ao seu effclo nteaso e excessivo. D'ahi o
pango porque irriiagoes e estomago, inflamma-
coes de eniranhas sao inevjiavelmente o resulta-
do do sea em prega Nada,disso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Todos conhecem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiraroente tnico e excitante do
care. Elle o mentor auxiliar dos purgantes dos
quaes disaica o chiro o sabor e aiuda a aecio
sollicitanlo vagarosamente os mov|antos paris-
toics de intestino, e prevenmdo o seu effeito
muuo intenso sabr o estomago. Misturado eom
escamonea, facilita as evacuares com proraptdo
e sem clicas, e torna se um purgante brando,
certo, fcil a tomar o preforivel a todes os outros
salvo urna indicacao especial da qnal o medreo
o nico juiz.
A innocuidade do caf purgativo permitte de
emprega-Io em todos es-casos simples. Desper-
tando a atona uo intestino e activando a secre-
ta) de3to, dcstre a dureaa de ventr^, as vento-
sidades, as flataosid.tdes e excita o appetite. Em-
pregado mais miudo, 6 conveniente para eva
cu:'r con vagar a bilis e os humores viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de caneca e prev os ataques de sangu^
nls pessoas que a estes o nr^di-postas.
MODO DE EMPltFGO.
E' to simples como fcil. O cal purgativo
deve ser tomado fri, puro ou misturado com nm
pouco de leite fri assucarado. ou agua assuca
rada. O vidro intelro a dos ordinaria para
nm adulio ; duas coVnes de caf baetam para
s senhoras e para toda a qualauer pessoa qna se
pur fcilmente.
. ara as criangas de 8 10 annos, a metade dr
vidro sufflciente ; de 5 a 8 annos, urna colher
de caf, e a quarta parte da vidro smenle abai-
xo destaidade contra a gosma.
E' por isso (fama admini-trago muito raaif
fcil do que ps bi.-couios, ebocolaies ou bolos
purgativos.
Dase immediataraenle dea.s leite quente as
sncarado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Banholomeil > C. : ra larga do Rosario n. 34.
ACTAS MI1MEX BE VIMCB
e Dr. Agotioho Vieenle Lonrenco, estas
! Obstencd's (toflgado e das visceras abdominaes.
I Ira KBTri^rfS IB*"- 00 ** oratorio.
5." Nos catarrhos vezicaes etc.
Segnn*i*janalyse faita pelo distincto analvsadar
preciosas agnas contein
Clornrelo de potassio.
Bi-carboaato de soda.
de BOaassa.
< de cal.
de magnezia.
de ferro.
Acido silicieo.
carboflieo livre.
sulfuric ___)
Alamina..........) vestigios.
Materias orgnicas.)
sejam iJrSJSi"-!?^^ < <
Deposito
Caxias d. 57.
em
n Desla. Prov,nc'a annunciamos para conhecimeni. de publica
Fernambuce, pharraacia americana de Ferreira, Maia & C, rn
ra Duque de
VTenda de predios ta villa da
Escada.
O liquidante da caix 1 filial do banco do Brasil
nest provincia, venie sepralo ou jnnlamentH
onze casas sitas na estaca j da villa da Encada,
jue pertenceram a Jjaquim Salvador Pessoa d
iqueira Cavalcanti ; assiin como vende o sitio
denominado da Olaria, e a oarte do sitio da Ca
choeira.
A' ruado Brum n. 92, precisase fallar con.
os Srs. captaes de campo, a negocio du seu nte-
res se.
Attenpao
Precisa-se alugar uma casa para pouc?
familia, em qualquer dasfregueziasde San-
to Anto do ou S. Jos desta cida te ; ou
tambera permuta-e urna cata muita boa na
ra Augusta com urna oufra em ditas fre-
guezias : tratar nesta tyoographia.
V!I4
Prt-cisa-se dt urna, escrava ou li-
vre : na rna do aMeireira n. 68.
Precisa-se de urna ao que cozinhe, engm-
ale e compre : na ra das Trinchetras n. 14.
de
guarda roupa, meias commodas, r
detrs de amarello para sata de jantar, s.,f de
amarello, candelabro e serpentinas de crysul
jarros e muitos outros obiectos que ostaro are-
sentes no acto do laili r
Quinta-feira
22 do corrente.
O agente Martins far leilao por ordem de ama
familia que mudou de residencia, dos onjectos
cima, na ra Augusta n 100, primeiro andar, s
11 boras do dia.
Mi mw\
EMPrlBZ.\-COlMBA
HeeU.i eitraordloarla
KM PAVOK DA UrtERDAOR D UM A MENINA
DE 9 ANNOS DE IDADK
Stxfca-feira 23 de dezembo.
UNDO B VARIADO ESPECTCULO
IMVIOIOO KM TKS PAHTES
Ovvertura pala orckestra.
PrliMBfHA PARTE.
Representar se-ha a muito linda e applandida
opereta em nm acto
U BKWCHE D'FORTUNIO
Na qual toman parte MHe. Brescia e Mr.Bay-
SFOHNIM PARTE.
Representar se-i p*\* segunda vez a muito
linda opereta em nat aeto, mnsiaa de Offemback
TROMBA! CASAR
a qual tom.m .riH Mua. Vaimonea e Mr. Ma-
rn. Carn e Bavnand.
tERCBBRA PARTE
Representar se-hia oaisios opereta en 1 acto,
ainsica de Off-Tnriaen:
f> gracid papa de la chanson.
O0MWNB1A PEKiAIBCANA
DK
.%avegafio costeira por vapor.
Goyanoa.
O vapor Poroajioa seguir pa
ra os portos cima no dia 26 de
corrente as 9 horas da noute.
Recebe carga, encommenda-.
passageiros e diBtieiro a frete nr
iscnptorio do Forte do Matto n. 12.
a,no
COMPANHIA Pli1tNA,MBUCAN/
a
VaTegaeXo eostelra por vapor
Porto de Calimbas, Rio Pormoso e
Tama rular.
O vapor Paralaba seguir para os
portos cima no dia 20 do corrente a
meia noito.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
eiro a frete: bo eseriptorio do Parte do Mattos
o. 12.
2L
Para o Porto
pst reeebendo carga a ffet? mdico a barca por-
lugueza 8. Manoel 11, devendo sahir dentro em
poucos da? visto quo j irm a maior parle anga-
|ada: para o pouco que Ihe falta trata-se coro o
capita>na praga ou na roa do Vigario n. 1, !
andar.
DE
83 saceos com farinha de
mandioca com toque de ava-
ria, quinta-feira 22 do cor-
rente.
0 agente Pestaa fari leillo, por eont 9 risco
de quem periencer, de 83 saceos com farinaa'de
mandioca com toque de avaria, vindas no patacho
Eteihtmte, que indo para Cabo Verde, entreu
ne-te porto arribad.), e sero vendidas quinta-
reir 22 do corrente, jelas 11 horas da manha
trapiche do Cunha.
LEILAO "
Franc seo de Salles Silv;
faz leilao de
Martins, na
n. 1, primeiro andar, constando
zas, lufas, marquezas, consolos, mesas de~meo"de
sala, cadeiras de guarnido e banca, marouezas
de quatro, cinco e seis palmos de largur,. relo
ros de lou?a, sexta-feira. Principiar s ti
horas..
Precisa-se de um caixeiro para taberna de
1! a 18 annos de idade, e que d flador a sna
conducta, paga-se bom ordenado: a tratar na ra
da Santa Crnzn. 3. padaria.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Roa do Trapicbe n, 17, 1' andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco d<
Urano, em Braga, e sobre os seguintes lagares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimarej.
Gbbbbbb*.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos do Val de Ves.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Pamelleo.
Lacaego.
Lanos.
Covilhfia.
Vaacal (Valpasso).
Mieandella.
Beja.
Barcellos-.
CASA DO OUKO
Ra do Ba o da
Victoria n. 63
( Outrora ra Nova. )
ll i I leles garant dos da pro-
T.neia.
Esta feliz casa acaba de vender entre os seus
maito felizc' bilhetes a sorte de 400*000 am um
meio de n. 913, a sorte 200* em mnele inleiro de
n 1113, a dous meios de n. 3272 com a sorte de
100*, alem de outros premios menores, podendo o,
>eus possuidores-virem receber, qne promptamen-
te sero pagos.
O abaixo assignado convida ao respetavel pu-
blico para virem no seu estabelecimento comprai
o felizes bimetes garantidos, que nao deixarao dt
tirar qualquer premio como prova pelos mesmo;
ann uncios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos em beneficio de S. Bom Jezus da Va-Sa-
cra, que ser eitrabida sabbado 24 do corrente
raet.
PREgos.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De lOUAOOOpara orna.
. Inteiro 8*100
Meio 1*700
Quarto 1*350
____ Joo Joaquim da Costa Leite.
Anda esi para ser vendida a armara > e per-
lences da taberna do pate.. do Terco n. II, muito
propna para qualqaer principiante e tambem
para quem quizer conocer um estabelecimento bem
inuntado p>T ter a casa commodidades para isso,
a qual tem quintal e cacimba, e o sen alaguel e
raz >avi;|, cedendo-se ao comprador a residencia da
-obrado de um andar por cima da mma, nma
vez que precise delle para >ua habitacao : a tra-
lar no mesmo sjbrad,o.
(iranfle novidade.
BUSTOS DE HOME.NS CELEBRES, trabalho
niuiio esmerado eu diversos tamaunos : no sala
de pianos ede msicas, roa da Imperatriz n. 14,
loja, onde se r-cebem eno-unmendas.
Aluga-se
o 3* andar do sobral > n. 8 da ra da Imppratriz :
itratar com l. da M. Rogo rna do Commercio
CONFEITABIA
Precisa-se de urna ama para casa de
familia : a tratar oa ra das Cruzes n. 14.
pouea
Frecisa-se
de nm rapaz qne salba trabalbar em velas de
i carnauba, que tenha boa eonducta : na ra do
Vigario n. 26. fabrica.
Bartholomeu & C,
Precisa-aa de nma mulajr
goramar em casado familia das
nha as 6 da tarde; na na
brado.
trastes por intervandb do agente
ssa do Sarapatel, no mhrado
de camas france-
p*ra
peino
Vaisegnirem pnaco tempo o brigue portoguez
Sensivel por ler a mator partn da carga engajada :
quem no mesmo quizar earregar oh ir de passa-
gem, para oque tem oxee lentes comraodos, trate
AVISOS DIVERSOS.
ATTENCAO
Previne-se a quem interes-
sar poss t qup todos os bens pos
suidas pelo Sr. Jos Luiz Inno-
cen'io rogge, se achara hypo-
4hecados e dados pid penhor pa-
ra g raotia Je debito superior
no valor dos memos bens, por
cscriptura em nota do**, tabel-
liao i orto Carreiro.
Official de barbeiro
Paecisa-sede um runr efliciai de barbeiro :
rna da Cruz n. 2, aaktar.
na
(ra lavftr e en-
6 horas da ma-
do Cang n 16, so
RA DO IMPERADOR N. 26.
O propnetario deste esiab*lecimento avisa aos
seus numerosos e bons areguezes, que acaba de
preparar um grande sortimenso das melhores g-
neros do mere ido para Manear ae despensas da-
qnelles que tiverem bom paladar e disp-isicao pa-
ra gastar os cobres, bo tempo da festa do Natal.
Ain encontrarlo a ellenats presentes de fiambre,
vinhos, licores eoogaic de todas os fabricantes,
boa cervejn, marmelada nortugueza, ameijets em
caixinhas, conservas francezas e portuguezas, do-
ces de todas as qual i iades seceos e em calda,
Tambem encooturao bolmbos para eh de todas
as qualidades, bolos franceses e inglezes, pa.- de-l,
pudins, tortas, amendoas c nfeiadss, c quantidada
do uuiros bjectea que seria enfadonho esmerar.
Omaibus para trausporle da es-
lae.i do Keloi Beberlbe.
Nos das semanarios as 8 horas e um quarto
da manila;
A' tarde, s 5 e meia horas;
Nos domingos a 7 horas da manha, e tarde
s 6 e meia.
Qnem quizer se encartegar do lavad i e en
gommauo de nma casa de f.mia, mande tratar
na rna do Ohugn. 18. serrado.
'
VlNHO, PlLULAS, XAROPK K TlNTiIU
JDB JuRUHSn*. 8IMPLR8 B FERRUO1N0P1;
Oleo, Pomadas Emplastro da mesm*
planta preparados por
BARTHOLOMEO A C*
Pharmaceuticos-Droouist*
*EIIl'.%Min;ro
Estrada du CancMi p..ra o- Pot".
Aluga-se nma mei-agna com quintal, tanque
para temar banbo, ccimba cora boa agna, muito
propria para passar se o vwo, e atemdi-to fi-'a
muito parto da estatao Chacn ou Ca--a Forte :
auera a pretender dinja-e ao sobrado no Caldei
reiro'em frente a ra. da Hangueira, que achara
eom quem tratar.
LJpseja- e filiar com oa seaborntf oa-
pitSes de ewopos, i neg io de seus in -
leresses, oa Boa-Vista ra do Praaares
n. 22.
Caixeiro
PreeM-se de um caixeiro de idade de 12 a 14
annos, prefrre-se portoguez : a trataren) Santo
Amaro das Salinas n. .W
A Junibebi : eiu pliou
como o mais pederoso tnico,
boj* reeonheciii.
como o mlhc-
'eeinmut'
lam*re> Inttr
desobstruente.acomo U|.ipp|ie>iji nrp*di
do tigidoe baco, btpaiitu, durosas, tome
no e especialmeate do otero, hfdrupeies, arvM-
otilas, itc; tieeciida to ferro mil as ual!it<
ore, cbleroeee e falta de metuiraiceo, dejarrat
o do Macete, ele., om diaeaios etleaU<
innmera cerca lataerUBiea oindea eoei aoeeei
preparado j be* coeaeeieoe e aeedot pelee mm
di Mine lo mediee do pan Penecal Em lodbt o.
BMiot depoenee diunbeieiot aretia feieete a,
aelbor faaea eaabeeer a HrubeU atoa reealiteV
aeplietata.
mnibus para transporte da estagao de Be-
lm a Bntmribe : nos diss -emanaries as 8 ifi da
manha e as 5 l|2 da tai de. e aos domingos as 7
horas da manha e as 0 l|lda tarde.
Ama.
Precisase de ama ama para o servico le nma
eaea de pouoa [fiiUa : ra de. Vigariob. 1, 3.
andar.
_ Precisa se de urna ama para comprar, eo-
ziohar a fater o mus asrvirjo de. urna pesioa sol
tetra fnalma do knoerador n. 7o, 2' andar.
Preoisa-aa de um i preta de meia idade para
a. aervJco interno e ex'oroo da ama casa de farai-
lia ; na roa Bella n. llti.
Praota se Jo uoi am* para casa de urna
pessoa a para todo e atrvico ; na raa da S. Fran
cisco n. M.
IIADEIIUS
Um elegante sonimento decad'iras do faia a
iiniacao de mogno, e outras de Jacaranda, e bem
assira pretas douradas. obra de gnsto : vende-se
as duzas no arroazera de Tasso Irmos & C, no
caes de Apollo.
Precisase de um fettor para nm sitio, pre-
fere-s| casado : a tratar na- ra da Senulla-nova
llanero 30.__________
Agencia em Pernambco
Do I>r. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phtbysiea e todas as molestias do paito.
Matlao p arrufen
Cora ulceras e chagas antigs, impigeus e dar-
ros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
PHirtas eatbartleas.
Puramente vegetaes sem mercurio ; cura se-
ide, purgao e purilicam todo o systema humano.
Vendn-se eft'divamente em asa de Samuel P.
lohnston A C ra da Sanzaila Nova n. f/l.
Ahiyn se
Para passar a fe-ta orna casa pequea, com'si-
l*o e fructeiras, na Varza, por prego rommodo :
tratar no mesmo tugar am n naga contigua.
v Amgav-se nm preao maito bom c zmheiro,
prefere-se aluga-lo para casa estrangeira : na roa
do Amorim n 45 para tratar.
D se 2o rawwaes pelos servico* de um
preto de meia idacta, ipe jeja fll: na ra do
Kangel n. 9.
ATTENCAO
5
Tendo-se precanio pela resiVn-ia da Sra. Di
Adelaide L'-ipoldina Carneiro Chaves para" Ihe ser
entregue urna carta viada rio Ro de Jaoeiro, a
nao se tendo encontrado, pede se a mesma senho-
ra a Ixindade Francisco n. W. _________
O Sr. r. W-nfbain queira ter a bondade de
concir o negocio que tem eom os proprietarios
a lypographn Mercantil, o qual de mteresse
para o me-mo Sr. Dr.
Mainel Alvos Ferreira A C mujaram osea
escritorio da ra da Monda n. 6 Dar, a raa do
Vigario n. 3, 2* andar.

v
V


/
-
%.
*
da lm4ur l- QaarU fe.. 21 Dro de TO
BOTICA.
Precisasen* um caixtiro cora alguna Rrat'c
de poartnaci: a tratrr na ra do Duque de Ca-
lias g. 67.________.____________________i
- Precisa-se alugar um escravo para Graduar
: miiSiiilt
JMEIRO E AXTIGO CONSULTOIUO
Dirigid* pele Dr.
SANTOS MELLO
(^ habitantes do Ulterior podero-no I
consuliar por eseripto, no que sero sa-
tisfeitos eom protnptidao.
Presia-se tambera a chamados para o
interior, preeo* modte.
Consultas, do consultorio das 10 horas
ao meio da.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobre gratis.
43Ra do Bario da Victoria43
Amiga roa Nova).
Precisa-se de nm menino de i! a li anuos,
para caixelro : na nadara da ra do Raogel nu-
mero 9. _______________________- ,.
ATIGA, E BEM, CONHEC
DE
mi ,fi. CHAPOS M SOL
3 V T ^\ na
Ra do Barao da Victoria, esquina da Camba, do.Carmo, n. 23 (Autiga Ra Nova^l
Temosa honra de participar a nossos numerosos freguezes ouecom a cuerda de um des socos da Europa, suprio-se a
casa eom um mE so.limeolo de chapos de sol de lodas as qualidades como tainbem. de iodos es mater.aes para os mesmos
abric^ coi^rarmacoes de todas as qualidades, sedas, mlrins, alpacas e pannos assim como de especial.coU.il. na, armas
pm ca'ca SumSf p,.L*h^_Oj^apos de s<\ terao abatimento de i, 15 e 25 por cento, comprando a dmbe.ro.
lJino.
Vende-se nm piano em perfeito estado, do fa-
bricante Trtma#i por preco raioavel : na ra
do Livramenlo o. 38, armaicm do Balisa.______
O salo de pianos e de
msicas
udon-se da roa Nova n. 58, andar, para a
ra da
Imperalriz n. .1 loja,
onde contina recommendando-se ao Illm. pu-
Wico. 1, .'.
G Werthdmer.
Precisase de una ama que laxe e engomme
com perfeico : na ra do Barao di Victoria n. 61,
2 andar.___________________________
AOS 5:000^000
Estao venda os felizes bilhries da lotera da
Babia, na casa felii do arco da Conceicao, toja de
ourives no Recife._____________________^_
Na praca da Independencia n. 33 se da d'-
nheiro sobre penhores de ouro, prata e pedra:
oreciosas, eeja qaal (or a quantia ; e na mesm;
asa >e compra e vende objectos de ouro e prata
.igualmente se faz toda o qualquer obra de ei>
eommenda, e todo e qualquer concert tendente
*roeMiia art ____
Em c sa .! THtUliKO CHMSTI N
SEN, ra da i rn o. 18, eucMtiam-se
effecliTame.i'.e toda* rs q. al-l>des de vinht.
Bordeaux, Ho."g"giP d<> Klitn-.
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecida
'na Baha em 15 de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 (K'OOOO.
Toma seguro d? mercaoonas o din eiro a risco
martimo en navios de vella c 'apures para den-
lio e fra do Impprio. Agencii roa do Com-
mereio n 17, cscriptorio de Joaquim Jos Gon
calves Bel t rao._____________________
u belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Cn-me d-dirieu-p, universelli-ment rpan-
due en Anfetrrre, o les femn* sefli si ren ra-
mees pjr'la beaul et la ir.insparence de leur
teint. doit s rpulation aux lments balsamiques
et onctueux qui la eomposenl, ains qu' sa cons-
tante effirat poiir ad ueir la oeau, la rendre
plus blandir-, el cmtribuer ains la sant et a la
beaut, qui, loo] urs, sont in*eparablPc.
On la recommaBY ntre les rriwtion* de
1 piderme, teile- que Boutons, Lmilides, Ta-
ches DE HbOSSROB, RoUGKURS DE LA FldUIIE, el
contre les laches Epatmo.ues et les fflorescen-
ces. Cette Crme conveent spcialement aux fem-
mes eneeiDti s p' ur prevenir LE .MASQUE, auquel
elles son i sujetles.Oo 'et sert encor pnr em-
pcber la fl(ure do se bler par le froid ou la trop
graede cbaleur.
Prix 1:500 reis
Sel depl au roagann Basar de la Mode50
Bue do Barao da Vid- ra.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje monta,do n'uma
asala de poder servir vantaj osa mente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de jcias d'ouro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes, fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
i?IOKEIHA OIJARTE _
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A* (1M\I)A.
AVISO
Noi r>rr.ir.;:cs c dias sanctificados, parti-
rlo de Olinda trens nuiie t-mqnanto bouve-
rem passa^eiros sufficientes embora j se
teoba (.solado o numero de viagens marca-
do as t'bellas.
Na ve.spera e dia de Natal parliro quer
do Rtdfe qoer de Olinda treos to-ias as
horas do dia e da noite desde o meio dia
de 2i at 10 horas da no te de o para 2ti
do corrento iuez. Os tren* expressos nSo
comluzrSo passageiros de 3* c'asse, mas
nao param em estar;5o atguma nem inlerrom-
praii as viagens designadas as tabellas, e
qo prsenle anouncio.
Declara-se mais que os relogios das es-
tacoes sero regalados pelo do observatorio
do arsenal de marinba, para o que est um
empregado especialmente encarrilado desse
servico.
as e constantemente por moeda legal os bilhetes
que por ventura houverem recebido os
passageiros por falta de cobre para troco.
Recife, 6 de dezembro de 1870.
0 superintendente,
A. de Abreu Porto.
Pede-se aos Srs. assignantes que tragam
-os seus bilhetes de assignaturas para apre-
sentarem, sempre que iransitarem nos trens
sem o que terio de pagar suas passagens,
igual pedido se faz aos Srs. que tem passe
do governo e desde j apresso-m em agra-
decer aos mesmos Srs.
Recife, 9 de dezembro de 1870.
0 supreintpndenta.
A. de Abreu Porto.

m
f^ Tem a saTsflo ae participar aos seus numerosa freguezes, que em vista de ser-ie:
?? eslabelerido una nova fabrica de chapeo'de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, h(je i
es mais commodo, tem ^>.
do Mrquez de Ulinaa, ^^
^ onde ach?rao os pretendentes, muito avallado sortimento ce chapeos de sol de todos es piecos, qualidades e por pre- -^
wsmas commod.s do que comporla o nosso mercado: renvidam esreciaimente aos Srs. compradores por atacado |g
35 SeS; sendo pota suas encomiendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
% macSes as lazendas que a demora da fabricac5o bem diminuta, UMuM^^^iWHmMWimlMlMV\
l^:-
41 RIJA DO BARAO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem ura
variado sortimento de f-zendas
fran.ezas, iogiezas, allemlas e to-
das todas se venden por preces
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
franetzas, de todas as
jualidales, bros de
ores e brancos, colei-
rii hos modernos, cha-
peos de sol de seda]
finos.
RA
aro da Victoria
DE
ARRUDA IRMlOS.
autiga ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
ofl&VJna de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfei5o
nada deisam a desejar.
Roupa de todos os
imanbospara hornen;
meninos.
Por todos os peqi:f
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras qne ha
na Europa.
RA
fc.
Barao dajvlctor ta
autiga roa
NOVA
H. 41.
Fotograpbia imperial
E
t; i 1.1:RA DE PIMTOtA
de n
J. Ferretra Vlela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se abertoi
iovo esubelecimento iihoto(raphieo sito roa di
abuR n. 18, etquma do pateo hos que desde entao, tem sabido de nossa officiu;
.em cerataoente agradado, sendo recebidos poi
ilguns com admiracao pelo extraordinar) pro
zresso que ltimamente tem tido a phou grapbia
i por outros com alegra, por verem a provincif
lutada com um estabelocmenlo digno d ella, e in
cootesuvelmente o primeiro que nesse genen
boje pcssue : tambeni nao nos poupamos em cous*
ilguma para monta-Io no p em que se achs, es
perando que o publico de Pernambuco saber;
apreciar nossos esfor^os e recompensar nossos sa
orificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae;
i estrangeiras que gostam das artes, ou tiveren
aecessidade de traBaibos de photographia a vsi
an m o nosso eslabelecimento, que estar semprt
iberio e sua dijposicao todos os dias desde as '
doras da manhaa at as 6 da Urde.
Para os trabalbos de ibotographia possuimos di
versas machinas dosroelhores autores franeczes.
ragleies e allmemae*, cmdo sejam : Lerebeurs el
Secretan, Hermagis, Thnmaz Rosa, Voigtlander ei
ionh eWulf. Ullmaraenle recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para tomai
robre o mesmo vidro 4 ou 8 itnagens diversas t
isoladas, e ontra de 6 a 12 imagens diversas t
igualmente isoladas, de sorle que no caso d(
grande concurrencia poderemos retratar sobn
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
las para cario? de visita, e assim em menss di
jm quarlo de hora despacharmos 8 differenies
pessoas qne pecam cada urna, umaduzia de cartoe;
nais ou menos, com os seus retratos smente, ot
ira grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direcca
a feitura dos trabalbos de photographia dei-
xando pericia e talentos do distinelo piatoi
illerao, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabalbos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Both acha-se ligado a nossa empresa poi
ama cscriptura publica, e at o-presente tem st
lesvellado na execucao de seus trabalhos.
No nossoestabelecimerto acham-se exposlos ou
tros trabalhos im|>ortanti s do Sr. Roth, tanto err
niniaturas aquarella como oleo, reir-atos i
leo, quadros sacros e diversos oolroi trabalhos.
T( mamus encnmmendas de retratos a oleo at c
tamnho natural, assim como de quadros sacros
oara oroamentaco de igrejas ou capellas. Tam-
3em aceitamos c-ncommendas de quadros histri-
cos.
A?segoramos que os precos dos diversos ira-
aalhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10)500 t
DCZIA
:artes de visrrA com o colordo ao natu-
ral A 16,5000 A Dl'ZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella dt
16 20*000 cada uu., indo convenientemente en
iixilhado em moldura dourada e regulando (
lusto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas f
odo o quadro palmo e meio de tamanho.
Juleamos que bastarlo es precos cima par
larmos idea da baratea dos trabalhos do nossi
stablecinii'nto, quanlo su.i perfeicao cada un
'enha julgar por seos proprio* olhos.
As melhores horas para se tiraren) retratos^ n<
losso eslabelecimento sao das 8 horas da manhaa i
\ da tarde; entretanto de urna hora as 5 da tarde
sm casos especiaos pde-se tambem retratar qual
juer pessoa. .
Nos das de chuva, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses dias sa.
h mais favoraveis aos trabalhos de photographia
sela docora e persistencia da luz, e p< r termos e
aosso terrac> consiruilo com taes proporcoes e
lelhoramenliis, que arada chovendo .oros ne
ihum inconveniente ha para fazer-se bellos re
ratos.
/. F-r reir Vil lela
BsuAgotextra-
hidt das flores i
Piru Japnica, t
sua suaridade e
fsuas proprieda-
des beneflow.
exoede os co-
metioosmsi* oelbree; tando sido a-
doptada por toda a ao Deitadanoe banhoe.d'um porfume
delicioso, oonaolida as oarnes e fe* de-
saparecer as espinhu, oomlobSes aa effloreioen-
cias da palla.
RrX/) 44500.
Udco deposito no Bazar da Moda n. BO,
roa do Bailo da Victoria o-'tr'ora N"Va.
Precisa se de U'ii servente e de una ama,
que seja forra ou captiva : na roa das Larangei-
rasn. tQ. h tl franez.__________________
Precisa-se de um hornera livre ou cscravo,
que d fiador a sua conducta, para o fervico ex-
terno da padiria da na do Rangn. 9.______
CASA
Aluga se o 2* anJar da casa n. 36 da roa l)i-
reila, com commolos para graude familia, a cha-
ve est defronte na loja n 20.
Este eslabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em aectio, artistas ecorrmodos, e m ponloaJdajJ n*f f "JJ*
mendas, finamente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deaa-se de annuncur locas as nzetwa, p
lio se tornar massante
na m mmm ^
s
Na Iravessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-sc di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
les, seja qual for a quan-
tia. Na fflesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
AMA
Precisa-se de urna ama para tratar de crian-
zas : na roa do Crespo n. 7, loja de miudezas.
^Fredrico Maya
CirurgiSo dentista
Acha-se em seu consultorio para os trabalho-
de soa arte nos dias uteis das 8 hora* da manhaa
as 3 da tarde, e aqnelles que por suas oceupa-
^oes nio poderem comparecer nesse dias o acha
rao das 9 horas da manhaa as 2 da tarde nos do
mingos e dias santificados. Tambem continua a
prestar se a qualqner chamado, tanto na cidade
como para fra della, sendo procurado em seo
consultorio a ra do Duque de Caxias, sobrado
anarellii com entrada pela imoa A- P*drn II.
Ama.
Precisa se de urna ama de leite sera fiibo ne,que
seja sadia
o. 35.
a tratar na ra do Mrquez de Olinda
Precisa-se de urna mulhvr idosa o de boa
conducta, pira creada de um hometn soltelro, exi-
ginoo-se qne saiba eRgommar e lenha habilitar;5es
para bem administrar o servico de urna casa :
na roa do Imperador, armazem n. 36. ^^^^
Aluga-se
A casa da roa do Progrewo, no Forte Mal-
los n. 23. ___.
ferro
RA DA CRUZ *
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mao. /
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo.
Machinado cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavados.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Balances, prencas, cofres de ferro, fogoes de ferro, eniofre, {saliire (limaJba de
muitos outros arligos.
Agua para Olindo,
O preto Feliciano, encarrega-se de lear diaria-
ment para Olinda, agua em emwcn*. par *rato
preco : tratar oorn o Sr. Jos Coelho, tf> Vara-
donro_______________\_____
Ni roa di Cadeia n. 1 aluga-se nina esora-
va para lodo swvico de urna casa no familia.
FALSIFICARES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE DOLM)
A nossa correspondencia do Brazil nos faz
saber que as piacas d'este paiz acho-se
actualmente inundadas por urna multido de
falei/icaces tis dos nossos productos (textual.
Para garantr-se contra estas composicos
mais on menos perigosas, que escondem-se
d'essa maneira por detraz das nossas marcas
e fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqu com instancia aos mediros e aos do-
entes de assegurar-se sempre a origem das
Pilulas que traiem o nosso nome, appdlando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos coUegas, os pharmaceutices. Na de
duvidar que n'uma questad queiiiliessa taft
seriainecteasaude publica e a moralidade do
commercie, estes honrados intermediarios
nao se inostrem dignos da confianca dos seus
freguezes; nao de duvidar igualmente que
repudiando toda solaridade cora os falcifi-
cadores e os seus cmplices, elles nao sefa-
co um dever d'oru co diantc de procurar
as vehpadeiras Pii.clas de 11l\nc\rd em
origens certas, enderecondo-so, quer a ns-
mesmos em Paris, quer indirectamente aos
nossos principis correspondente*, cu cnlao
as cases as mais ni .ni- ^*s
mendaveis da Tranca /ffr\i
ou do scu paii. /ta-7?
Phurmace*ttko, ra Bouapaite, em Paris.
A&io-se ai auas Filulai as principaes Pbarfaiacias.
MOFINA
Rogase ao I'lm.Sr. Ignacio V.eira de Mello,
orivao na cidade deNazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a oncluir
aquella negooio que V. S. se comprometleu reali-
zar, pila tiro ira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depuis para ja
neiro, passi>o a (:-vereiroe abril, enala cninprio.
e por esle motivo de novo chamado para dte
fim ; pois V ?. se ieve lerabrar que este negocu
de mais de oit-- annos, e quando o senhor son
fllhn se aehava no -Mudo nesta cidade.
Ama
Procisa-se para o servico interno de casa de
peiuena familia : na roa do Vigario n. 5, segun-
do an'3r. ____^______________
Fuiicliqko de Ierro, bronze e fa-
briejt le machinas, na ra do
Brum ns. 100, 102 e 104.
Gardoso & Irmaos.
Avisara a seus freguezes e amigos que recebe
ram da Europa, nova remessa de vapores de for
ca de 4 e 6 cavallos, formas para paes de assucar
pintadas e estanhadas.
Os vapores sao da melhor qualidade e igoaes
aos que vendemos para os engenhos, Mallo-Gros-
so, Boru Successo e Sap, que podem ser exami-
nados : teem completo sortimento de" todas as fer
ragens para engenhos, e o eslabelecimento per-
feilameote montado para aprompur qualquer obra
com promptido e perfeigao.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
eozinhar era casa de familia : quera bem poder
desempenhar esta missao, querendo tratar, i
se roa do Duque de Caxias, loja n. 1.
dirija
Furtaram na Urde do dia 2 do correle, do
primeiro andar do sobrado sito a roa da Impera-
triz n. 16, na occasiao em que eram conduiidos di-
versos objectos do m>mo obrado para as caro-
cas que e-taram paradas a porta da roa, um bah
de flandres quadrado, de tamanho regular, con-
tendo ama salva grande de prata, enxoval para
menino, diversas-pecas d* roupa, varios pares de
sapaios novos para senhora e menino e outros ob-
je-tos de valor. Pede se a quera guardn tal ba-
h, talvet sem saber que. era furtado, que a vi
entregar na loja n. 10 da mesma roa, onde se dar
urna gratilicacao a pessoa que fuer a entrega. As
autoridades policiaes j tiveram conhecimento do
facto, e ha desronfiaBca de quera sejam os auto-
res do furto. Pede-se tambera aos sonhores ou-
rives que apprehendan a dita salva no caso de
Ibes srr ofVrecida.
CASA EM OLINDA
Muya se urna casa de sobrado em Olinda,
muito fresca e perto do mar, com muilos
commodos para grande familia. A tratar
no Recife, ra Bella n. 37. As chaves
arham-se em Olinda, defronte do convento
do Carm em casa do Sr. capitao Francisco
Xavi
vier de Moraes.
0 N'vo Mundo
peridico Ilustrado mensal, publicado
York.
Asignatura \> v mee?.
its-siDoo.
LlVHARIA FRANCKZA.
em New-
AlMl
Precisa-se do urna ama livre de raeia idade e
boa conducta, para caa de mui poaca familia :
na roa d" Santa Th:reza n Ifr
Nutrimento
MEDICINA!
Pieparadospor
Linm.;n d-Kemp
para liMcae toda
qtialidantadcdo-
cncas, quer sija
na gartanla, pei-
to ou bofes.
Exp re ssa-
Dente dos melhores t-
gados dos quaes
se extra lie o
leo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, cm todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tein
sido submetlido
a nm exame
muitosevero, pelos chimicos de n-.ais tale-n
ot, do governo liespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e contem
maiou pongAo diodina
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
exam-aado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Era todo o oleo de ligado de bacalho,
e naquelle no qual contm a maior porco
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doenras de
GARGANTA, PEITO, BOFES.F1GADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse.
resfr i amentos,etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista.e d;i vigor a
todo o corpo. Nenhum oulro artigo co-
nliecido na medicina ou sciencia. d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruirla pelas aleccoes das
ESCIIOFI'LAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se achacom-
plelaiaente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALVO
DE
1.anman A Kenip,
Acha-se a venda nos estabclecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, A C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholometi. 4 C.
DYVETOT
I4l.ua Estrcila do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e v elha, objectos de
cosinha e Je mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOCO.
A companhia lodemnisadora, estabelecida
nesta prata, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregameslos e contra fogo
em-ediflcios, mercadorias e mobihas : na
ra do Vigario n_ 4, pavimenio terreo.
Precisa-se de orna criada que saina bem tn-
g.immjir: a tratar na ra de Apollo n. 4, das l
da manhaa as 3 da Urdo.
PrecWa-se de um humera, sendo porluguez
melh)r, para encarrear-se de nm pequeo jar-
dim : a tratar na Ba-vista, ra do Visconde de
G ivanni n. SI. on'.r'ora ra d Mondego._______
AMA
Precisa-se de urna, preferindose eserava, para
eozinhar- traiar na ra da Palma n. 3i.
Precisa-se de um ofltea! de alfaiate : na rna
estrenado osario n. 14.^____________ _
"TMfiTi
Alupa-sfi a padaria allema em fiado Amari e
as condicfr-s sa i favor.ivefi : a tratar m seu d -
no na ru* da Guia n. {16.'

J
i



s
Diario de Pernambuco Quarta feira
21 de Dezembro de 1870.
JIM PAR 1fifi,
armen do Va-
por Frasees, raa
da y ario da Victo-
ria (ootr ora roa
Nova), ff.

ari
aieai do Va-
por Frasees, raa
do Ba^o da Victo-
ria (emtr'ora rHa
Nova)*, f.
-
Perfumaras, quinquilharias e
para meninos.
Este eslabelecimento acaba do receber pelos nltimos vapores e navios de velU chegados da
Europa todas as saas encommendas do grande sortimento de festa, offerece ao publico em geral, por
presos resumidos o raais possivel, os anigos seguintes:
4 IM %l>0
Colinas para senhoras duraque braoco, prelo
e de ostras muitas cores escolhidas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas ignal sortimento.
Sapatinhos de salto para senhoraduraque pre-
to, braoco e de core, e de couro de lustro.
Botinhan para criangas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas di diversas qaalidades para hometn.
U ita- rubianas para montara, tanto inglezas
de couro da Russia para vi.-.g"ro, como francezas
de Meher, becerro fino, para passeios.
Me as perneiras para meninos de 10 a 16 au-
no?.
Spatos de brim branco para horneas.
Sapatos de vaqueta de lustro cm sola de ma-
dcira. proprios para banbos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapatos abotinadas, de difff rentes modelos, limi-
to bous e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, aveiludadt% Charlot, casi-
mira preta, de tranca portugsezes, para homens,
senioras e menraas.
Pn-fumnrias.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia
tas, aguas de Cologne em garrafas decryrtal para
presentes, agua divina, agua fi trida, dentrice la
vande, agua de loilet, tintura para barba e cabel-
los, poma-Ja h ragroise para bigodes, pos de arroz
- sabonetas, tudo isto de priroeira qualidade, dos
fabricastes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Ce. va* de pellica brancasJouvio.
Espelhos grandes dourados para salas, quartos
e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de ouro, brincos, tran3elins, puisriras,
toolOes de punhos, de abertura, c rrentes e chaves
do relogia, tudo de ouro bom de lei_
nucos df plaqu imitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abetoaduras para colleles e para punhos.
AlbBs de vi Iludo e marroqafra para retratos.
Mammadt'iras de /idro para crianzas.
Caixinhas de costura, novos modelos com mn
iea, proprias para presentes.
Quadrinhos dourados para retratos.
Toucas e sapatinhos de la para enancas.
Capellas para noivas e para pastoras de pre-
papos
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
H em ponto grande a photographia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ura e minas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
:>estinbas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Oes os d'arame pratiado para frutas e pao a
ojdsa.
Bicos anigos de pbantasia necessarios para tei-
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros e bonquels de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel lio raui Jelcado?.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para quairos.
E-lampas de bellas paysagens de cidadas, de
figuras o de santos.
Espanadore de penas e de palha.
Carteirii para notas e para dinheiro.
Caixinba de msica de dar se corda.
Poateiras de espuma para cigarros e charutos
Gnvatas de s Bengalas de cana com castoes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de muitas qualidades.
Pintes finos de marflm para caspas.
Escovas para ficto, para caballo e para denles.
Lunetas ou pencinez de prala dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prala dourada e de ai; >.
Beverbero transparente para candieiros.
Dito; pura laatemas de piauos.
O,tos econmicos para vellas de sperraacete.
Gordas para violao.
Port-pratos para mesa.
Ciixinhas de diversos modelo; e precos.
Obj-etos novos de magi.-as o mellor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojo* de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de truitos mjelo*, de junco e de baleias.
Lavas de lio d- Escocia brancas, o de cores.
Ditas de camurga amarellas.
M .chinas para faier caf.
Globos du papel de cores para llumiflagoes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, vispora-, rodetes,
bagatela e outros j go allemaes.
E-i(>rio-co|)(is coin as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordi ms de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamauhps, com difieren
tes vistas mui piterescas.
Para lapiuhas.
Presepios completo com todas as pecas e sorli-
memos avulsos de figurinhas, aniraaes, casas, jar
dins, etc.
Attenpo
Todos os artigos mencionados nesle annuncio
vendem-so muito baratos, nao s pelos abatimen-
los oblidos dos fabncautes em atiengo as gran-
des e repetidas compras, como pelo li ni systema
de vender muito anda mesmo com diminntissimo
lucro.
30
JO
d
f
Cu
P
1
t
P
P
Cu
O
o
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*
O

MAO DE OURO
Nova loja de joias
RA DOJCABUGA' N.9 A.
DE
Bfanoel da Cunha Saldanha & C,
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qnal tem grande sorti-,;
ment de todas as jotas de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as joias serlo garantidas ouro de lci, pois os seos donos tendo cm l
vista so adquirir freguezia u8o olvidarao, vender bom e por p^ec >s os mais >,
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este eslabeleciraento, certo de qee ficar
sattefeiio.
A" MAO DE OUORUA DO CABUCA N. 9 A
^mmmmmmm
TRIUMPHO
7 Rna doQueimado 7
DE
MOREIRV 4 I\ST0S
de fazendas
E" chegado a estayiovo estabelecimento o mais bello sortimento
Inai, sendo sua especialirlade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurlo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desenos.
Ditas de 18a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticam-nte bordados para camae janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos. m
L5as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b.urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ba de mais rico.
Cretones para vestidos cem lindos desenhos. M
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para horneas.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento de roupas eitas e de fazendas que
t eufadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala, e o
fraude 60rtimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India

Boa-VentOTa Jo.- Coelbo, i.-ai contratado cun
prar aos Srs. Ferreira & Lmao a Utifroa cia
ra do Hangel n. 3, livre e deseinbaracaia de
qualquer onos, com a clausula, de ficar o produc-
to do dito eslsltelecimenlo em fea poder para pa-
gamento do pas"ivo dos nie-mos Sr. at onde
ebegar dito producto. Se algu^m, se julgar c >m
lir'ito a qoalquer reclamadlo, teuha a hoadade
de dirigir if ao annunciante, na mesma ra n. 48,
no praso de 3 das, nudo os quaes nenhuma re
clamaco poder admittir.
Recite, 19 de dezembro de 1870.
VI'-TORIANU
LT
Competencia
---------------'-----------:-------'
HOS URBANOS DO RECIFE A
OLIND,
Hao id lendrconojuido m lrab.>llidJpin#Udos
naseso da assembta geral d33 accTonlsUs da
companhiados tnlhos urbanos do llecif- O'inda
lie l'J do correte, o lilni. jr. presidente olvida
os' Srs accionistas a rsunirem se novamente no
lugardo costume no da ti do pres.nie me/,
ttm de qne ditos trabdlhos sej im concluidos.
Recife 19 deBeiembro de 1870.
Ilatioel Bmeiro B.'.os.
m-
m
1
;:
JOS ALVES TENORIO & G.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 5
Jus Alves Tenorio, proessor em homeopathia, tendo-se retirado do laboratorio
homeopalhico c consultorio de feu illustrc e finado amigo o Dr. Sabigo O* L. Pinho,
que por muitos annos cstiveram sob sua direccao, tem se eslabeleciio, sob a firma
Jos Alves Tenorio & C, ra estreita do Rosario n 3, onde animado pela confianca
com que honraram-na os amigos da homeopathia lhes offerece e ao respeitavel publico
um completo sortimento de k das as preparares homeopticas conheciias, reeebidas
das mais acreditadas casas de Londres e Pariz, e indiginas, bem como talo quanto diz ".f^t
respeito a homeopalhia e sua pratica, esperando que continuem a honra-t com a mes- ^^
ma cunflanca, para o que nao se ponpar esforcos.
Trecos das boticas
l'ALHA ES.
rJ
INTERESSAME COMPOSigiO LITTERiRII.
CONTE.NDO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima.
A ooute do delirio.
O mysteno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pele
Dr. T. B. Rigueira Cosa.
i volume brochado 25000.
AS CENTKLHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguaj
. volume brochado 2/000
NA
LfVRARlA, KR^NCEZA
A' maigem do rio du Poco da
Panclla.
Aluga-se por festa on pr anno orna casa cem
soffiiveis accommodacoes, tendo um jardn ao
lado, arvores fructferas e dando (rucio, como sa-
poliziros, mangueiras, laraBgenas, g.iabeitas, pi
nhas, figueiras e frnctaiao, etc., cacimba de agua
de beber, pcrtai e grade de Ierro na fiento da
mesma c.i-a, e um dito no fundo do mesmo filio,
cojo olha para a igreja de X. S. da Saude : qutm
pretender dirija-se ao Itecife na alfaudesa a Ira
tar com o despachante Jezuino F. da Silva, du no
lugar do i'.aldcireiro onde re-ide._____________
Impeiia)
Senhora viuva cuidado, a Lairiga gorda quer
mamar, coilado, sua pr>fi?sao, o noivo nao vat
nada, tem urna eharn-'ca e quatro tilhcs_ de boa
mai ; cuidado, senhora viuva, d-pois nlo chore
sua desgraea uo palacio da raposa.
Ompanlieins do silencia.
Precisa-se de nin caixeir. d <2 a 14 anuos
de idade para taberna : no pateo da ribeira c 23.
Preferese destes ltimos chegad i de Lisboa.
Ejpimcs na semana em que se dove rfrbe,;r
as dispensas (tanto em grande como rm pequea
escala) de bons e escolhidos gneros proprio- para
os gran Jes dias de festa. Por es-e motivo o CA
POS da ra do Imperador n. 2J, tem por mcio
de?ie annunci*isar n2o.; a s iinaterns s fn-
gueres e amigos, como lmbem ao poblico em ge-
dal que entra e eotnprteocia com os eus ce-
gi,x\u f. rnccimenio do*.gcnne atiiienlkios pn-
rrios a taes dispensas.
O CAMPOS espera qne seu arma7.em soja prefe-
rid o para POR QUE SELLE
Enconlrar-:5e-l)a conlinnadamente tim escolto-
dosortinenio de garantidos alimentse diversos
scipines tanto para mesa como para brindes.
POR QUE SELLE
Encontrar-se-ha mata* sisndez nos tratos.
POR QUE SELLE
rTa sempre a rtisposioo d>-s ei mi redores, nm
portadjr seguro para conducao dos generosa
seu destipi. dentro da edaie e estacos dus ca-
minhos de ferio.
Seste estabelecimento encarrrga-se de mandar
apronfetar presunto e onlro (|0etqner manjaree.
Comproo-se um novo sortimento de laas tran-
cadas com lista de seda, faz-nda de 850 rs ven-
ne-se para acabar a 400 rs. o covado : na rna do
Qneiraado n. I, loja de Gaspar Antotu V. Guim;.-
res.________________________________
Ptchi cha sem igual.
Vende-se um fxeellente borro n< v decftr ro.;i,
com crinas amarelladas. muito ar.dador, chegado
ha ponco do sertao, jela insi^nfu-ante qnantia
de 7.*i#0CO. Sua dona desfaz-se d.i me>mo poner
de seguir no pnxiim vapor ara a Europa e por se
achar o mesmo animal achacado dos p3: na ra
Duque de Casias n.9. I'andar._______ ______
53
GLBULOS.
i bolica de 12 medicamentos. 10*000
1 24 t 20*000
1 36 30*000
i i 48 i 35*000
1 60 40*000
la 120 70*000
TINTUBAS.
1 botica de 12 medicamentos. 15*000
1 24 25*000
1 t 36 40*000
1 f 48 50*000
I i 60 60*000
i t 120 110*000
Sao uteis essas boticas aos Srs. mdicos, senhores de engenho, fasend..iros, che-
fes de familias, capites de navios, e em geral todos quanlos quizerem dedicar se a
pratica da homeopalhia.
Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogaras, bem como chocolate de
Londres e do Maranhao para uso dos doentes cm tralamento pelo systema homeopalhico.
B
&
r*
,M:&
CONFEITARIA
DOCES. FRUCTAS E FLORES.
Sa ra da 3ruz n. 13, vende-e manease met-
lo de ltamarac.
mmmmmm m*s:$
Acabam de ebegar pasa a lija de &
fazendas de Antonio de Moura fj
Rolim A- C. ra do Duquo de fig
Casias D. 31, os seguir es ar- ^
lieos. B
Lin Jas se Jas de eor%fo>eod suncri'T Jh.1
a popelioe, pelo baratsimo prego de gj
2*500 o covado.
Chapeos de Miro brancr.s o pretos ^a S
ra Ivmem a a*. fei
Dilesde castor trancos a 8*. ,
Caneas francezas pintadas de decad'-s W
padioes e superior qualidade a 500 r;.
metro. B
Corles de casemira decores, lateoda. So
que todos vendt m a 10, a 7. B
Alpacas lavradas a 1* o evado. v-'
Cortes de 15a rom 15 co ados, fazeo'ja
snpeiior a 5*500. fci
Ditos de eassa a Amelie a o*. &
c.aroi-a> de Kobo inglezas a 3*. j.-c-j
Alcatifa com 4 palmos do largura a ^
: 500 rs. o covado. m
DOS
ANANAZES
Ba da Cruz n. 16
Encorrtra-se setnpre : i AMENDOAS confeitadas: xaropes rfri-
BOL1.NHOS para cha ; pao de l ; bollo geraotes; vinho Bocellas, branco e tinto,
inglez; pasleis de differeales quahdades ; propno para mesa; vermonth ; absynlio;
doces de fruclas, em calda e secco, em cogDac; vinbos finos, champague.
barrinbos em latas.
CAIXINHAS com amendoas e pastilbas, PAPIS para sortes, ditos vendados
proprias para presentes; cha preto, miudo, para cobrir bolos.
de superior qualidade ; latas com pecegos
a l(5000; PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE cncomroendas de bandejas com honhos. com armac3o de assu-
car e sem ella; de pao de l e bolos enfeitados c mnitn nbjertns proprios .para grandes jantan s, bailes, etc., etc.
Manoel Arcbaoj) da Cunha, Joaquim Jos da
Cunha, Fraociscj Jos oa Cunha, Gandid > M ^reira
da Cofa eMiguel Arehanio da Cimha (instnte).
lilhos e genro d Gnada Mara Joaquina do Sacra-
mento da Cunha, convidam aos prenles e amigos
da mesma tallecida assislirem no da 23 do cor
rente, sexta-foira, a mista e memento que se tem
de fazer por alma da mesma faiteada ; e desde j
se reconliecem gratos por este acto de religiio.
Gabinete Portuguez tie Leitura
em Pernambuco
CoBselho deliberativo.
De ordem do Illm. Sr. piesime convidos
senhores cunselheir-js a se reunirerr. para sessftn
extraordinaria sesta leira 23 do correte, as 7 l|2
horas da noite, na sala das respectiva! testos.
Secretaria do conseibo deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura tm IVmambuco 20 de de-
zembro de 1870.
A. J. Borgv Costa,
2 Secretario.
de Margo
DOCES, HHJCT4S E FLORES.
13Ra da Cruz13.
DOCES SECCOS
CAJ'
LttlAO
ABAC XI
LARANJA
CIDRA, ETC.
FRUCTAS
ARACAXIS
SAPOTIS
UVAS
LARAKJAS
MELES, ETC.
Nesle estabeiecimento encontrar o fre^uez todos
os dias presuntos em fiambra, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qaalidades, sec-
eos e em caldas, ptidins, e tudo quanto se possa de-
sejar no corfortavel um excellente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, refrescando o estomago com os
melhores vinbos o Rheoo e Bordeaax ; xaropes de
todas as qualidades para caps; sorvetes de todos
os fructos, com especialidade na tergas-feiras, quin-
tas e sabbados o excedente sorvete de creme.
Tudo com muito atweio.
FLORES
ROUOUETS
PARA NOIVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
Ama.
Offerece-se urna ama pnrtugceza boa eozinheira
e engommadeira para casa de hornern solteiro :
pode ser procurada na ra do Amorim n. 36/ 2
andar.
S na loja do baraleiro
(antipa roa do Crespo).
Kadapolo frnr.ftz com 2i jardas a bf'0O.
Cansas franeczis eore fixas, euvado a 280 rs.
Chitas lxr.s e claras, c vado a 2^0 rs.
D tas peicales, Covado a 400 rs.
Pecas de algodo com 4 pala os de largura a
4*000.
Ditas de camlraias brancas com 10 jarda; a
4*5(10.
Duzas de loalhts lcochoadas a 7*.
Ditas de ditas felpudas finas a 9*500-
Pec,as do brithaotinas brancas com l cotai -
pelo barato preco de 5*400
Ditas ditas .ssilinadas a 8*500. Isto se n:> I '.
do4>arateiro ra de Maieon. 1.
Peras d fil bordado a 7*.
Camisas bordadas, duzia a ('05
Chapeos de fl ingl es a 13*.
Alp.'o-as modernas muito flna^, ultimo soslo, de
8C0 a tftOOT. ocovido.
Algodii traocado infestado prop'io para t la!
vara a 1*100 : ao baiateiro. ra | de Marco i..
I, loja de AgoMinho Fcneira da S iva Leal A C.
Urna senhora p.ilugufza ncernemente che-
gada nesta provincia, deseja so arrumar em algu
ma casa de familia para o serv Q) domestico do
portas dentro menos cozinha : as pessoas que
de sen presumo se quera ntilisar, devs procura
U na ra da Impera'riz n. 4, ou na ra ao Lima,
em Santo Amaro a. 32, onde el a esi provisoria-
mente residindo.______________
- Na ra da Can>ia u. 7, preeisa-se fallar yjm
o Sr. Jos Izidoro MaiUns, agente i leilfoi.
COMPRAS.
VOVO SORTIMENTO W MSICAS
StLlO DE PIDOS E DE MSICAS
Ra du Imperatriz n. 14 ja
conlem :
MSICAS PAflA PIANO ds mais facis at s mais difficeis, toda dos autores mais
modernos as melbores edic5es da Europa e de Rio.
NOVIDADES qaadrilbas, polkas, walsas.
TANGOS, Habaaeros, modiobas, cancSes brasileiras e hespanhola, romances francezes,
arias e cavatinas.
Operas inleiraa proprias para, presentes
tudo para piano e para canto da opera
GUARANY
Em breve se principiar a dar non catalogo do grandissimo sortimento dese es-
labelecimeBlo. Encarrea-se de encadernaf5us etc.
1tM\WS0RT13ENT0 de msicas
NO
-SAIiIO DR PI 4%(S E DE JUITS1C AS
Ra da Imperatriz n. 14 loja
Para llanta, rlarinetta. rabeca de pequea e grande orcbeslra, para banda
militar e b-rmonio, lao proprio para este lempo de festas e para augmentar a solemni-
daoe dos artos religiosos.
Todo pedido das provincias oj djinterior serSo promptamenie atieodidos.
ComJ muito Eiaior vantagem comnram-si
mro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Co a^ao de Ouro n. 2 ra t
Cabug.__________________________
Chumbo e estanho
velho.
Compra se em grandes e pequeas porgues; na
ra Nova n. 11.
Compra-se urna victoria, nova ou em b m
estado, com os c mpeuntes arrejos: a tratar na
ra do Cabng n. 18, armazem Flor do Progre-so.
V'NDAS.
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa (Jas Crnzes n. 48, offerece por di-
nheiro contado o que de roelbor ha no mercado,
por ter recebido mnttos dos gneros descriptor
pelo nllimo vapor.
Queljos flamengos do ultimo vapor a 2*800.
Biscoutbs em caixinhas de configurares diver-
sas proprias para festas as cnangas.
Velas stearmas a 640 rs. a iibra.
Chocolate de 14 a 1*800 a libra.
Especial n anieiga ingleza e franceza.
Hortalices para sopas denominadas Jullese. que
snbsiitue peritamente as ruis frescas erras.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
prepria a 310 rs. o mago de urna iibra.
- BoJachinhas de todas as qualidade e dos me-
lbores fabricantes.
Ervilhas francezas e portauelas.
Vinho de todas as qualidades.
Especial c aromtico sabao de familia a 500 3
o kilo.
Holho inglez.
Ameixas e marmeladas dos melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
Banhos de Olinda
Acaba de sahir luz esta muito linda qu lan-
illa para piano, prego IJJCOO na ra No a n. II,
armarem de pianos e musins d) Azi-.vedo.
\ende-se rt-ment.- de co. nir> e alface muito
novas : na rna da Guia n 7. larwrna
lo
fazendas, i\a ra o
da Vicioria n. 12, an
Nova.
Vende-se obitas, 'godos
Baifio
ra
'
bros, cambraias,
chales, basostnas prfla, damasco, d- HgniSo,
barragama propiia i ata fardamento d ,r- Benincs
do arsenal de guerra e marinha, e um grande
sorlimonto derenpas bitas de ttdas as qualidade?
o mnitas outras fazendas que seria entadcnbo
mencionar, e que se vende por baratis-imo prr i
para acbar.
Luvas deJouvm
A Lpaldade ra da Imperatriz n 70 rccelu
pelo ultimo vapoi um cmpltlo soriimciilo de !;
vas brancas e de cores para bomeus, senhoras
meninos.
Ricos cspelhos de Veneza.
?ende-se na k>ja de Bernardno Durle Can.-
pos A C., sita'a ra Primeiro de margo D. 16: os
mais elegantes espelhos de rhristal.
Candieiros e gazeco-
nomico
Acaba de chegar nova rempssa dos lao desfj-
dos candieiros lodo de p< rcolana <-s qnae* mniio
se acommi dam pela segnranga, acc io e economa,
e anda pela excellente luz prfferivcl mil ve/es ao
kerosene: venham anles que se acabem, nico
deposito da roa larga.de Ros-rlo n. 84. bolica
Vende se um excellenje piano orisontal pro
prio para-principiante, por prego muito cemmodo:
na rna do Livramonto n 31
Vende-se um terreno com 41 palmos de
frente o 200 de fundo, na ra das Nymphas, fre-
guesa di Boa vista a uatar aa rua'ireita nu-
roero 79.__________
Vende-se Ir portada* de pedra de Lisboa,
tendo as h-.mbrtiras e sileras qualrd e meio pal-
mos de largura, colisa rspeciai para quem quker
taier algnma obra de gosto: a v< r e tratar no caes
do Ramos n. 4.
AtteiicAo
Vtal-se urna taberna muito afreguezida no
pateo da Peni -n. l i a tratar ra mesma.
ESTKIIl \8UO AR\CVIY.
Gra: I i 240 rs.
se na ra Aa S!
vende-
fjliXlJUJU ^*-
Farelt multo &ovo, saccas grandes, e gaa mnt
bom em grandes e pequeas prrgdes : tudo ioni
pregos razoaves, no armazem de Matbeus Aostip
A C na rna da Senzala Velha n. IQg.
Aieiifo,
Vndese duas casas na cidade de Oliuda, send-.
urna casa terrea grande na ra da Misericordia e
um sebrado na ra de M.ihas Ferreira: Iralrar
na roa de Horias n. 96.
na ra do Amorim n. 4* barrizmhos ejm azeitooM
muito boas a 600 rs para acabar.
Attenoo.
Vende-se borracha para limas de prmeira qua-
lidude e chegada ultimament-', por prego coromo-
do : s no largo do Cirro" n 4._______
- dementes A' ra da CaJeia n. 53 armaiera Uniao Mer-
cantil.
Ven'ie se latas para doce a
no pateo d^ Sania Cruz n. 24.
'JSSoO o ceaw:
uniese on;e casas em ponto p-qu-n i
povoagio dos AtT'cido? : iril.U qa roa Itto-
ri! B. 573.
r*


y
T.
V
Diario de Peraambuco Quarta feira 21 Je Dezembro de 1870.
8I v''m'vU &:.^ ..____^____ .Vi 1/ ci'^ifli
-
Ij


au
BAZAR DO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
l SHA
DE
PEREIR4 DA SILVA
PECHINCHAS
IX>
PAVA O
Neste imDrrtsnte estabelecimeato encontrar o respeitavel publico, nm grande e variado sorlment de fazendas do osis
ipurado gosto e todas de primeira necasidade, que se vendem mais baratas da que em ontra qualquer parts vate qoe oe no-
tes socios dssta firma, adoptaram o systema de s veederem i D1NHEIR0 ; par poderm vender pelo costo, limitando-se apeDas
i oharem o descont ; as pessoas qoe negocian em neqaena esca'a, neste laja earmazem poderao fazer os seos sortimeatos
pels mesmos. precos qaooampram as casas inglezas, (importadoras) e para maror oommodidade das Exmas. aailts se darao
jostras de todas as facetase, ou Ibes levam em snas casas para escolberem.
TAPETES i GROSDENAPLES PRETOS
Cheuoa para o Bazar do Pavao o mais Chegou para o Bazar do Pava ata gran-
elegant* sortimento de tapetes grandes, pa- de sortimento dos melbores grosdeoaples
ra s fas, com 4 cadeiras, ditos mais peque- pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se
k. para doas cadeiras, ditos para veodem de 10600 at 50000 o covado ;
p'ao T amas, portas ; etc. venderse por sao todoa muito em conta.
eos di. qoe em nutra qnalquer parte. ESPARTILHO.
ROUPAS PARA HOMENS No Bazar do PavSo rocebeo-se um elegao-
N. a.xrtdtado Ba;ar do PavSo encontr- te sort ment dos mais modernos e meltao-
r o respeitavel publico nm grande sorti- res espartilbos, qoe e vendem por preco
m-""' 'le roupas para bomens tanto bran- moiio em conta.
jas rumo de cores, a saber:
Oouai com peitos d'algodao e de linbo,
x0cira ionios os precos e qua'idades.
Cert las de linbo e algndSo.
y-i<< cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e brir almofadas e pratos; %eodeodo^8e~por ^ Pavs. ro- da Imperairk n. 60.
-.admira. menos do qoe em qualquer parte. ipopeunas do mpAo a 10600 o covado.
PARA LENCOES Giegou nm elegante .sortiniento de bn-
No Bazar do Pav3o vende-se superior dissmas ponpelmas Japonesas, cornos
bramante d'algodao com 10 palmos de lar- ma,s delicados gostos/tendo muito lostro
gora a 10800 o metro, dito de liobo cora a e com lfo'rihas de svda, senio esta nova
mesma larguras 2,5800 cada metro, pannos Prenda cuasi da larjora da chita france-
ds linhodo portocom 3 1/2 palmos de largara za e vende-so pelo barato preco de li$6GO
i-'c-s de brim braoco e de cores
(>na de casemiras pretas e de cores, com
ce'intrts nuaes
im iotas estas ronpas ba para todos os
p'eos h qaalidades, e tem de mais mais
am ieriio
ALFAIATE
Por -juera se manda fazer com prestesa
e 'i i qaa ou t?n 11 do freguez, teodo n'este importan-
te esuh-lecimento tidas as qualidades oe
pan'io lino, as melbores e mais moder-
an -aseuiras, assimcomo os melbores brins,
qnr brincos, qur de edr; qoanio qoal-
b'H nao ficar inteirame ite ao gosto
Siter
s i'reKnezes m por conta do estabeleoi-
aiHii
FUOV/ES DE COR E BRANCOS
Ve ide o-se bonitos fastSes brancas e de
cores, r.iprios pira vestidos e rcapas de
meninos, seado de cores a 800 ris o cova-
do brincos, a 400 e 640 ris, pe-
crinc'ia, no Bazar do PavSo ra da Impe-
rtira u. 00
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 rers.
Vend-m-se chitas largas com muito bons
pannos e cores fisas, pelo baratt preco de
joo >is o covado ; cortes das mesnas com
?i .ovlos a250i>0, pechincha, no Bazar
AS CASS.\S DO PAVAO
Oivado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vend i o-se baoias cissas da cores miu-
iin a pelo barato preco de 200 ris o ci-
?.d no armazera do PavSo ,' ra da Ln-
p-v-n: PANNOS PARA SAI AS A l000, O METRO.
-i Katar do Pav5o veode-se bonita a-
h ..' >ranci encorpada para saias, sendo
Cuno haiados e pregas de oo lado, dando
i mr/uri da fazeuda o compriuento da
i \ ijual se pJe fazer com 3 ou 3 l|2
etros h venie-se a l&, 15280 e 1<5<00;
ih mo tambem no mesmo estabeleci-
se ven le bonitis sai js brancas bor-
ta las. -i lo qaatro pannos cada ama, litas
)> lrf ih cores j promotas, urnas com
&..:t- Eferentes damesma fazenda i 4WiK),
i no r s .:om barras brdalas 65 e 7(>00l',
. ; i.sio moderno e barato.
CARNAUBA.
v '.ri-se carnauba em saceos, na roa da
m erati-it n. 60 Bazar do PavSo.
TaRLATANASLISTRADAS CORTE A 65500
C mtt a para o Bazar do Pav Jo um bonito
S'-ni nenio de larlatanas listradis, sanio
veeden. <-dr de rosa, lirio, |endo esta bo-
niti fa en la muita phantasia. e liquida-se
el curte a 65500, pecbincba ; na roa
la hi -"-ariz n. 60.
CAS QUfNHOSDEGUIlIREA 05, 125,
165, E 205.
i:hp:raram para o Bazar do PavJa os
Biai-mo 'eros casaqoinbos ou basquinas db
goipnre cora cintura, ricamente eofditidos
c 'ii "c .s e vendem se pelo barato preco
de ">. 5, 165, e 205, pechinca,
n i la I apeatriz n. 60.
LEN? k DE MORIM A 35500 A DZIA
V' de b'w. s te morim, sendo fazenda muito
e n o'da, a 35500 a duzia. Ditos de
ca'hraMS Boisimis, fazenia que semore
se vnni-u a'55000 o liquida-se a 35500 a
d izi< Pava i a roa da ImperMriz o. 60.
COU1N *D05 DO BAZAR DO PAVAO A
SU 105 125 E 165
Oitt'ou urna grande remessa dos me-
lbores ortina os torJados, proprios para
i.-1 s c lancllas, qae se vendem pelo ba-
m i o. d.i Imperarii n. 60.
M\0\'LA0 ENFESTADO PEQA A
35200
ve i tam-se pecas de malapolo francez
ti fe 11,1 tendo 11 metros cada peca a
3 -i 'ii: pecbincba no Bazar do Pavio,
roa O\MASCOS PARA COLCHAS
Ni Ri/ar do P ente tolo com bonitos dezenhos, teodo 6
p i-oo le largan, proprios para colchas,
pe I)-'ato preco da 15280 cala covado,
dito. oit'i, com 8 pal nos muito fino a
i-s i. i, issim como muito b mitas colchas
d* i m< co de 13 qae se vende pa luja do
P ii r ii da Imoerairiz n. 60.
RETALIIOS DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAi,
N. I) a.r do Pavo vende-ai poreo da
reu bo- ie caitas e cassas pretas sena li-
miii .o preoe : ra da Imperatriz n. 6-.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do, PavJo receben um grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de batanen sofas, .
pianos, tamboretes e at proprios paraca- j 8-s covadO- Epeciincha, no Bazar
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
Ra da Imperatriz 60.
Para vender depressa
UNDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Chegou um elegante sortimento de 13as-
inbas do Japo, com padroes de seda e de
muilo boa qnalidade. que se vendem a
erilpr* !VTa Esperanza!!
AO BELLO SEXO.
Esta toja bero contaccida pela sua elegancia e
jupt-iiuniiadt; i!''seus ubjal>. acaba de receber
niios ar'.igos para o qae rwpeiiot*mente eonvida
io bsit seao i virila-la, afiiidecorrprarpm aijutl-
lo que iT.-carem par prepini" d JMlido.4 loi-
aer^pecto par
nawra Epe
.iliifWe e pre-
^os ranavi, e ncmo por'qae Nova E^peran-
a nfana-5eem nio ?e impacientar era dar a ea-
colher oa objecto, preslando-se cora o agrado
can q* oowmiia rwteacr a todo?, aflm de que
sajfeaa e,o Urmc pro^osiio de voltarem oa
iiundarem a mwna laft, logo qae precisem de
qaljier arQ.(MrVlM que reja.
LUXAftJDE ELLICA.
Recebeu ag Xibija a Nova Esueraoca para
horoens, sentiora e meninos, sendo braneaj e de1
eores.
WVfBADE.
Bko de quipwre pnato coro branco, a Nova R-
peranja a quem tem II I
Caixas para joias.
Nava EUperatic.a recebeu boas caixas do sn-
dalo para guardar joa.
Fitas largae para ointes.
Receboa as de mullas qaahdades a Nova Espe-
rau;a.
Para extinguir panos ou sardas.
A Nova Esperanca tem leite de rosas brancas.
Para tingir cabellos.
Tero a Nova Esperanca a verdadaira tinta in-
giera.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
A Nova Esperanca roa Duque de Gaxias n. 63,
vt'ude verdadeira albina branca de Lai>.
Perfumaras
As raelhore, e db mais ennhecido fabricante,
tanto ffancez como Inglez, etao expostas venda
na raa Duque de Caxiai n. 63, na Nova E>pe-
ranea.
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas de eo
loma de larauja, florida e de lavande, etc., etc.,
tndo de superior qualid>*de : vende-se na Nova
Esperanca ra Duque do Gaxias n. 63.
f f ?
t
gersl,*
teten]
(untara
i'OBtiauan
Queimado
1UIA ^WQA, mais precisa scientificar ao reapeiuvel
lar a sua boa fftgttga, (latfemeradatk dn obtoctit ijoamealelqna^loHa meVo o<^liBX39fi
lade
e spert na beevdencia de todos n*
te-; a drflgirenvae a bera contecids k ja da ^
8, eBde sempre achrJo abundancia em sortimento de^up'rion?...
qualidades, modicidado em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E S1NCERIDADI
a- a l D**?0 dito se connecequao lempo da auAGila 9MHCK f*
dtspor, t empregado apaxar de seas custos no detwnpenho d* tm rtr*^ aouerlM-frne
onraat pmcarando piaver-se em dita leja do que necessHa. ntralanl sa aaanm>
rar os ebjncWt qae por sua nataraza sao mais eoabecidos aK.elai asvasHitoetla indi-
car aquellos coja importancia, elegancia e novidade os tornam reooaniaiaidawia, com
bem seja -
de 720 at 15 a vara, assim como umg ande
sortimento de H mborgo ou cregaeilas le
todos os nmeros, precos ou qnalidaes,
que se vendem mais barato do qae em ou-
ta qnalqoer pirt >; aproveitem-
ATOALHAOOS
No Bazar do PavJo vende-se snperior
atoalbad trancado, com 8 palmos de largu-
ra a lfJ6oO o metro, dito de linbo adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; ludo isto muito barato.
FAZENUAS PARA LUTO
No Bazar do PavJo vende-se constante-
mente o meliior sortimento de fazeadas
pretas para luto, como sejam :
LJasinhas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qoalidades.
Alpacas pretas lisas.
itis lavradas com branco.
Merinos, canto 's, bombazinas, que se
vendem mais barat do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do "avJo vendem se bonitos p
grandes cacbi-nez de pura laa, pelo bara-
to preco de 6 5000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80OUO.
Vende-se um explendMo sortimento de
flrjissimas cambraias victorias, por preco-
mais baratas do que em ontra qualquer
parte, teodo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70OJO, floissiraas a 80500 ; toda.
estas cambraias valem muito mais diobeiro
e l ni'iaro-se por este preco em relagao a
urna grande coiopra qae se fez no Baza-
do PavJo.
BABAD1NH)S
No Bazar do PavJo vende-se um grande
sortimento dosaais Goos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porcJo de entr^meios largos e
estreitos, que para acabar se vende omito
em conta e mais barato do que em ontra
Qualquer parte.
SET1NSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavJo vende-se um sortimeo-
io completo dos meloores 6etns e grosde-
oaples de todas as cores, que se vendem
muito em coma.
Calchas brancas i 35200, 30500 e 70000.
Para o Bazar do PavJo ebegou um grande
sortimento das melbores colchas pretas,
sendo das melbores e mais encordadas qne
tem vindo 70000, ditas um pouco ais
baisa 30500 e ditas 30200; tambem no
mesmo estabelecimento, se s&aie um grande
sortimento de ertones e chitas proprias
para colchas qoe se vendem amito em conta.
Sedas de quadrinh&s a 10280 as cavado
Vende-se um elegante sortimento de sedas
de qna lriobos, cota lind ssimaa tres, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
i 10:280 cada covado i pecbincba no
Bazar do PavJo.
CHALES DE RENDA.
Cuales 200J. -
Chales 2000.
Cbales 2000.
Vend -se orna grande poreo de chales
pretos de rend ou croch, seqdo preto
con 4 pontas, fazenda que sempre se ven-
derla 50000 e li uiid i-se a 20000 cada um,
pecbincba no B>zar do Pavio, a ra da
imperatriz n. 60
LINDAS BAREGES A 320 R3. 0 COVADO
No Bazar do PavJ) vende-se o nnis bo-
nito sort ment de flaissimas bareges trans-
parentes ci>m as mais bonitas listas de cre-
proprias para vestido, e liqn da-se a oataca
o covado por estarmos mmto prximos da
fesia ; ditas mescladas, fazenda muito lus-
trosa e com lindas edreg a 400 ris o covado,
peminch a ra Ja Imperatriz n. 60.
LENCOS DE CASSA DUZIA 30OOS
Vendem-se flai>sinbs len?os de cassa
com delicadas cerca turas, de cora fizas
j embajhad. s, s-mlo pruprio para bomen-
e senhoras pelo baraiissimo pre^o de 300 0
a duzia, no Bazar do PavJo a ra da Impe-
ratriz o. 60.
TOALHAS A 70500
No Bazar d PdvJo fez-se urna grande
x)iu..ra de toalbas alcocboadas, proprias
para rosto, bastante encurpadas e grandes,
pie sempre se venderam a 120000, e li-
juidam-se a 7A500 a daza,nu a 640 rs.
;ada urna, boa pecbincba.
cada covado, no Bazir do Pa* Jo.
AS POOTEUNAS DO PiVAO A 20000, O COVADO.
Ctftg u pa a o Bazar do PavJo um bo-
nito sortimento dis mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linbo e seda, qne se
vendem pelo baratsimo preco de 20000
cada um covaio, assim como dita? com
go-tos escossezes a 20400, pecbiucha no
Bazrr do Pavio.
SEDAS A 20000
Chegou nnidegaote sortimento de boni-
tas sedas delistrinhas, com as cores mais do
vas qua t^ra vin 'o ao mercado e vetidem-se
a 20000 o covado, na*roa da Imperatriz
Bazar do PavJo.
CRETONE FORTE A 20000 O METRO
S no Bazar do PavJo.
Cbegoo o ve dadeirocretons francez pro-
priopara leocnest'ndo 10 pa'mos de lar-
gura, e muitoencorpado, sendo preiso ape-
nas para cada le col < 'A o V metros, alm
d'esu appliiac^o tambem esta larga e eo-
corpada fazenda propriapara toalhas, saias
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
go de 20000 cada metro.
CASEMHUS A 20500 CADA COV\DO
No Bazar do Pavao vesde-se nm grarde
sortimento le benitas casemiras de urna
cor, sendo a duas largura?, proprias para calcas, palito*.
e rou.as para me-nino, c vend m se pelo
bSrato prego de 08OO o cavado, roa da
Impentriz n 60.
BONITAS LAASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas eom diffe-
rentes gosto pelo barate pr>co de 500 rs.
o covado, no tazar do Pavio.
ALPACAS BRANCAS.
Venie-se um bonito sortimento de fins-
simas alpacas brancas iavradat, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
'-smenlos no B.-izar do PavJo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 50 E 640 RS.
Vende-se um grande sortimento de lin-
das alpacas lavradas de todas s.cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do PavJo.
BARE6BS DB QDADWNHOS A 600 RS. O COVADO
Vei.de-SB as mais lindas e moderaas laa-
sinbas oa biwges de quadriabos, proprios
para vestidos, tendo qoa*i largura de chita
frsrjceza. e I qoida-se a 640 ra. o covado,
no B^zar do Pav Jo.
MERINOS BE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna so
cor com cores mni>o proprios para vestido
e roupas para creancas por ser ama fazen-
da de pora lia e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Baiardo Pa*Jo.
GLACS A 10OO PARA VESTIDOS.
Veade-se um eleg-nte sortimento d%ta
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazenda de lia turnio larga e com debea-
dissimas cores, tendo tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato preco de 10,
covado, no Bar do PavJo.
CASEMIRAS A 70000
Vendem,-se c rtes oe caemira ingleza de
corea para calcas sendo fazenda que vale
muito mais di iheiro e liquida-se a 70000
o corte de calca, no Bazar do PavJo a ra
da Imperatriz n. 60.
GRANBK PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTE* A 40, 50,60, 80, E 100000
Vecdo-se finissimascamb-aia* suwsas, d*
muita pbantasia tendo 9 varas a 80500
1O0OOJ. Ditas taVpo com 10 jarda fazen-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Ditas 6
nissimas azuladinhas, que v, lera muito mais
dioheiro, a 80 e 100)00: tidas-estas cam-
briias, em rela?Jo a qualidaJe, pelos pre-
sos cima sJ > mais baratas do qae em on-
tra qualquer parte, no Br do PavJ?.
CAMBRAJA ALLEAa COM 8 PALMOS DB LAR-
GURA A 11600, U E X300*
Veole-s fini.sim< cambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largura, que faci-
lita fazer-se um vestido apeuas com 4
varas e liquidarse a 10600, z0 e 20500 a
vara, faienda que vale muito mais diobeiro.
pechincha no Bazar do PavJo.
CAMBRMA TRANSPARENTE
Peca a 40000
Vende-se muito finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 l|2 varas ca-
da peca e com nm vara de largara a 40.
E pechincha, no Bazar do PavJo
A* ra da Imperatriz
n. 60.
Agora sim
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de sekm airas esaas
coja novidade de mol|e psreicJo dtador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de drversas cores e rea-
lidades para cintos.
LMjtNlr nesse ebjecto muito so poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamante-
por snas qualidades, coree e deseirbos, rat
o grande e variado sortimento qne acaba
de'chegar, mas para nSo massar o preten-
dente se rhe apresentar o qne poder da
melbor.
ntremelos em pocas de 12 tiras.
Gnpure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodio com Sores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Capeltas brancas para meninas.
Grande sortananla de flores finas.
Filo He da petk
PBRtMARIA
Grande consttDte sortimento de dita.
seaapaeiBaUor qualidaltk .
thTdos-rsos rMr ^>g He arroz ephrtel
Caizintaa com ditos aromticos.
Bonlros-e modernos pentes dourados pa
ra circular o coque.
Bon i tos brinco* d* plaqueo.
Aderecoa e brinco de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Thesoms fiara frisar bafcacbahos.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 8 viitu,
quaes sao movidas por nm WK^iniasi*
i urnas snbstitnem as ontrat.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caizinbas davidro enfeitadoa co
podras.
Dras de madofra envoraisada con vfepo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brraquedo i-
A Nova B 63, receben um liado sortimento de l para bor-
dar, Tinrto as cores mais piocuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a da antes que se acabe I
Aos cigarreiros.
A Nova Esperanca vene papel para cigarros
(Mais) a 4X400 a caixinha barato !
CHEGAR4M
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoare9.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma cas;t.
E
O verdadeiro portland. S se venda na ra* da
Madre de Dos v. 2i, arroazem de Joao M irtins d'
tUrro
\M\Wm PARA
COSTURA
Acabam do chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rea Nova n. 22-carneibo
vunnaum completo sorbmento de ma-
chinas para costura, dos autores "mais co-
nliccidos, as quaes eslao era exposico no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qu -
lidade, e tambem eusna-se com perfeifio
a todos os compradores. Estas machinas
s5 i iguaes no sen traballio ao de 30 custu-
reiras diariamente, e a sua perfeicio tal
como da -methor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalbos executados pelas mes-
mas, qoe muito'devem agradar aos preten
dentes
Enxovaes completos para baptisados.
Tooquinhas de fil, sapatinbos bordados '< enancas
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprio
Camisinbas bordadas para ditos. 'para enfeites de mesa e de lapinhas.
mmmmwmwmwsmm mmmmmmmmmmmmmmm*
0 COLIAR
% 5 A IDl DOCAIDfiAN. A.
n
Com este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaha, o Collar de Curo
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos procos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meos aderecos, pcl-
ceiras, hrincos, alfnetes e anneis de todas as qualidades, prafa de le f&qaei-
ros, colheres, paliteiros salvas e oatros muitos objectos qne seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo o qualquer objecto
pertencente a esta arte.
ARARA
tervuj i branc i e preta
DA
izar, do Pavao sit> a ra da Imperatriz n. 60, esta1 constaatemente abertn,
das 6 horas d;t maaaa as 9 da aote. |
mete iz
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C;
especialmente i>ara o Brasil
NICJS AGENTES EM PERNAMBUCO.
J. Jefcries $ C.
46# Ra do Uommercio 46.
*** ***&& 0
*Aos Srs. fumante3.f
Charutos finos da Baha, de afamado ~
9 fabricante Jjaqoim Jos dos Reia, muno W
Q superiores, por precos mdicos : na fa- a
5 brica a np >r de cigarros na amiga ra S
^B> do Qiianet de pelicia n. ti. Cr
A OK)
Espanadores de palha os mais bem feo. possi
Afiis : na praga da Independencia n, 39
ATTENCO
Lourenco Pereira Mendes GuimarSes, participa a todos os seos devedor
tanto da pmca como do mato, que estando I qoidando suas casas commerciaes. o qu
dive fazer at o fim do correte annn, por Uso roga a todos os seos devedores a vire
.-aldar seus dbitos o mais breve possivel; ontro sim, declara aos seas devedores, qns
os que "3o estiverem na loja tem de pagar todos os sens dbitos, provando isto se fan
o abatimento que for preciso para a liquidaran de suas dividas, para isto poderlo di
rigir-se roa da Imperatriz n. 72, leja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas. bales m abcos a J000.
a 800 rs. Cortes de brins de cores a: Vende-se bai&es de 15 a Sarcoa a 4*
15300; cortes de gangas para caifas a tiS, e 455 '0 cada am. Cortes de cassas era
de trigo a 5*000 a oarrica : no armazem Ba-
liza, rna do Llvramento o. 38.
INDEMMSADORA
Em eumprimeito do diapo-to no art. 19 do
estatutos da mesma companhia serao vendidas 80
de suas aeo5es em seis lotes, sendo :
I lote de 20 acefles de os. 181 a OO.
1 dito de 5 ditas de ns. 271 a 275.
, 1 dito de 20 dita* de ns. 876 a 395.
1 dito de 5 ditas de ns. 616 a 6.
1 dito de 5 ditas de ns. 151, a 655.
1 dito de 20 ditas de na. 71 a 90.
1 dito de 5 ditas .le ns. 916 a 1000
Os pretndenos d*verao dirigir suas propostas
por otervenco de correteros geraes al o dia 27
do correte ao egcriptorfj da dita companhia, ra
d<> vigano o. 4.
Reclfc 18 de dezembro de 1170.
Os directores,
Antonio Jos Leal Reis.
Joo da Iva Kegadas.
Jos 4a Silva Luyo.
cortes de casemiras preta para calcas a
3.J500, 4, 54 e 65000.
Cortes 4e caitas a 2:S0O.
Vende-se cortos de chitas para vestipas
a 2500. Ditos de cassa para vestidos a
20500.
. Pechincha a 44000.
Vndese pecasSde algodio a'40, H, U
e 7#)O0.
Para lisaidar a 3 5.'i00.|
Pecas de madapuio com 12 jardas a
o3500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
00, 60500, 70, 80 e >0O >0.
LIQUIDACO.
Pecas de algod3usiobo de listra proprio
para roupas de e^cravos com 42 jardas a
00500 e covado lt>0 rs. pira liquidar.
Chitas escuras para vestidos a 280-, 320
e 360 es. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de- cambraias victoria, fi-
nas a 0. 00500 e 70000. -
' uiU.barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. a dnzia.
Cirttaiao pira jaaellas a 50000.
Veade-sa cortina; os para janelLas a 50
o par. Brtm pardo liso para alca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortas de percales a 60000.
Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonitas- barras a 60000.
C iberias de chita.
Vende-se a l0."iOO, ditas fiaas a 20500.
ditas encarnadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50O3O.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 400
rs. o covado.
Lencos brancos fl 20000 a dotia, para li-
quidar j grande porfo de mantas para
gravatas a 200 rs. cada urna para liquidar.
Cassas francesas a 280 rs.
Vende-sa cassas fraouizas para vestidos
a 281 e 320 rs. o covado.
Organdys e 6f0 o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o coado.
Liasinhas para vestidos a 328, 400 e 520
rs. o covado.
papel a 20500 cada um, para liqnidai.
Bramante de liobo e algidio cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
Panno de linbo a 760.
Vende-se bramante de 10 palm.s de lar-
Sara proprio para lencea a 20800 o metro.
Lenca de seda a O rs.
Vende-se urna por|2o de lencos de sed
a 800 rs. cada am.
Cbales de eassa a 10600.
Vende-se urna granbe lorgio de chale
de cassa a 10000 cada um, para liquidar.
Fustao a 360 rs.
Vende-se fusiSo de cores para vestido
a 360 rs o covado.
Algodao tnfestado a 900 rs.
Vendi-se ab^odao entestado para lencos*
e toalbas a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 10200 o metro
Cbales de merini Mtaatsados a 20000.
Vnnde se cnales de merm estampado
com narras a 20, 0^00 e 3-3 para acaba)
Grande porcae d* rct-lhos.
Vende-se grande por?o-de retaibos da
cassas e chitas 4trs. o' covado.
A festa est na porta
Houpa tota eocflDtrario
Por precinto racoavel
Todoa se aoronparSo.
ASteER:
Liq.iidacio da' mpa fciU.
Vende-se pal ilota deOnnsinbo de Unha
proprio para andar en nasa a 10500 ; di
to< de ganga a 20000 ; ditos de meia ca-
semira a 3^000 ; ditos de alpaca de cor
a 30500 e 4#000; ditos de panno fino
vrwo i 60, 80 e 100000 ditos de case-
miras de -jures, > 60 e 80ocO ; colletei
de cassioeta^ de enres, a 10600-^ aitosds
bros de qnadrinhos a 10OnO ; ditos de ca-
simiras do cores, a 20500, 30 e 40000.
Calcas azuqs para escravoa a 500 rs.; ditas
de aigodo-inlio de listra a8u0 rs. ; ditas
do brim parlo a 11600, 10 e 20500 ; di-
Us de dito branco de nbo a 30500 e 40 ;
ditas de casemiras de cores a 55, 60, 70 -
e 80 00 ; camisas de chita a 10000; di-
tas de .Ikdaosiho, proprias para o ser-
viv.i por btr fazenda tora, a 10280 ; dJtai
de musa i na a 10600 rs. P\ra liquidar.

O proprietario da loja denominad* Arara, dedaa ao raspettaveLpubiico e aoie
seos fresfnezes qae ost coocloindo sos liqMaoio. por is*o quem qulier munir-se de
hoab fazeudas por pouco linneiro techa a honda le de kigir- dr ';roa da lmperatrii n4
72, desde as 6 horts da maoha as 9 da noute.


mpp

uTftl
Diario
i

de Pemainbuco Quarla

21 de Dezembro
de 1870.
Venham, freguezes,
tunir-se ra Duque de Caxia* (obga
mete ra las Cruzes), sobrado das p^
W8 da arujlwria n. .
"^wfe nov:i estar. i encontrramos aroa
a&re o> ym fren lsjMtm o mrffiireyb-
Jodias dobmo, fute ae-acl enwftfr- *** a
sor JaeDto cufno sjam : quartiota* ds melhores
fabricantes de.-u provincia, jarra*, moringue^
resfriad.r?, hilh.v, p.Tr.-fas jnln c Brneadas
hMlo do mWb r bfM p po!o; asim como jarrad
9***, quarnhw^baija.. jarrt-s e raaos mira fl>
ra, louea vi Irada do todas aj quadades, e mu-
los ootros hjeiuo* -era serem pitidos, ludo de iu-
hdade para as rasas de familia*
]|
.riT^?' LVenda *2 ^lls arrazn Tm de ootros
SS^^nafl-10 reSahr' <"**. que
tti|W5*^B HffiK8^Begpm-ni^
3>feu n.53, ra Direita, ytas n. 52,anlyat
hja aV Braga
par
PORTAS do prono almfad4ar
"*cW ^ rr" l'31'1 cer-'ai!us.
pVT'S *a ,nd,a I'ara e,ni" e ,orrr sala-.
a? e b;irr" fl*ance' para esgnto.
ffijFf arrien e a arroba*.
t*,*lb.\TO da lujas a jua!idado3 baixo
reco?.
MACHINAS n> descalcar nlgoflao.
HAIUIj rnmdM iw*u peixp da Snccia.
LONAS e briazoes da liuss a.
mr/v^1!03 |ara f"rl' *WI%
vVvnn ,anerianos ,"u,l buM econmicos.
VTI\HO 'lo Bord.>anx em caixas.
CO.NAC superior de Gamier Frere?.
Mll.HO de Fernando a 3 osacco.
AGUA florida;
S de carne salgada de poreo e de vacca
m mata?cLh$L nTi P os I**01 objeto de sen estabelecimento dos fahricanles a
porcelana, raas e partos )J
mele
A'
da
deas ctnos e de ora, tanto nflelas
como francetas, looca de
Eua da Imperatriz n. 2
Me novo* wriptaoso estabeleinro'o d-. fawndas acaba de cbepar direc'o
Europa o man txplesdido sorimtn!o de fa:rndas propr.as para a Hta, tanto
apuiaiio nohto nelln ?e ncoDlra seria injprssive'; m is
apnximada id>, metitionatemiM cc.m esntcitii^de
"'C--s corles .1 vpsti
para que se possa fazer urna
OJ, loja de Lenidas Tito Loureiro, amiga loj da Braga.
roa Direita d.
II)
PRECIOSA DSCOBERTA
ios para casamento, chegado; no oliimo vapor,
"nos ditos de ditos de sena-(!e. nos fes de dibs do la-cor barras, fazenda inttiramente nova,
vesudos de ciabraia pra baptizado.
L..:^!?8*^:.8?1 catsas o cores, 1 n.1us e mt dernos desenhos. ",
oedas lisas, larndas, [retas e decores.
^eidiie para vestidos, modernos g. sus.
Alpacas d e res, iapossive des-re er a variedade de gestos I padrees
-i'iias hn s, caras, eso ras, preta. indescri,lir;l o variadissimo s^rtiment"
oesd toa s as quaiidide, cores e lamanhos, entre os quaes uns s5o inteiramente
li
9*las 1) riadas
para senhoras, grande quan.idade re r-stos.
novas musirs para piano.
Danse des ne^res do maestro Cazalbore.
Margal irla, linda schottisetr.
L'ina folia a Roma, tfoadrima
LUNDS
Dansaspar3goaya?.
Ia Habanera.
2a Los negros.
3a Noites de Lnqne.
4' Palomita paraguaya.
Tambem re.ebeu'as segointes :
A opera Quanutg, a os melhores pedacos
da mema p^ra piano e piano o canto.
Quadnlhs
Wnlas j "
______ E polkas
Qofidnllias :
Risette.
Satn.
Jardim da3 redas.
Heroica. ,
Capenga, Careca & C.
Horoens do mar.
Juventud.'; Commercia!.
Rocambole.
Ponte dn Diaho.
Tenente do Diabo.
Imperial marinheiro. .
A sultana como linda.
Independencia das senhoras.
O Club X.
Regresso do conde d'Ea.
Caminho de furo.
Guarany.
Walsas :
Sonho da virgem.
Vol ve I.
Dansa d'amor.
Ultimas walsas de utn duido.
Anjo da meia noite.
Carnavalesca, i
Guarruv.
Polkas :
Cabrio.
Gorgeio do saba.
Bulfcosa.
Capenga n3o forma.
Querida por todos.
A rival.
Por todos querida.
Zas Trz.
Palomita paraguaya.
Bismatk.
Moreninha.
Surpnza.
Chora pitanga.
Gloria.
Guarany.
venda no armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, ra Nova n. II, boje ra
do Rarao da Victoria
t9MA ? i???0 ?ElS[:c 9oe !10Je "Presenta ao publico, depois, porm. de um severo
te"todas as Sfna\Vrtp.a f 1 q"e PruduznS cabe'Ios li>do imm dia.amen-
toayf casPas coceiras, fa/endo com que apparega em bom estar imp gavel.
,nnr.on a 8 comPe"se de substancias cuidadosamente escolhidas nurifleadas e
S T^?-0 mair Ci?idad0' e aimdisl combinadas de So u dar he
nma accio verdade.ramenteeflicaz. consoladora, e benigna
os c.^^ le ****** fcam
Deposito
somenteem casa do autor, Andr DeL-acabeileireirodeJ-aris.
Kua 1 de Afotrqo (antiga Crepo) n. 7 A 1' andar
CauiamlSB boniadaa para senhiras moitomdriTas,''grande Variedade
tnirtmeos e it>aa bordadas em todas as lar^nra'
itllMl" ("De', 50?adaf' l,fas> e foilerinhos, compleUo sortimento,
Leocs de cambraia bordados, lisos e to barras.
os tos. de Ve"Ud0' P3lha' *****<*** q0 i;* demais moderno e liodissimcs
Cortinai'os bordados, e ricas colches de soda, e de crochet
Iwregfs ('epliantasia. faenda projiria para baile.
Tari;tanas decores com palmas lind'ssiTEos gos;o3.
Borns de ctws para senboras.
Grvalas vm'a b<.rue::i, grandd sortimento em Teitios ecfres.
Bretan.as, esfotSo e bramaob de tudas as larguras.
La/inbas dt modernos jadreese iodos gestos.
afaienda inteirarnete nota para vestidos e de lindo effeito.
aetto iodo que de-melhor e mais moderno se pode
das quaes tem um completo sor-
Fin.ils>eu:e rene
encontrar em fazeodas como em perfumaras
timento.
L3S,
NOTICIA
TIIT1 VIlilTl IITIHIH
-____ DE
AOSOAVALJHEIi.OS
Blerece igualcoDie a vautagem deencoDtrarem ueste estabelrcimeuto
Pannos linos, pfetos e d- cores.
Casemiras pretas finas, e ricos gorgorees para collete.
Ditas le coes, de qnadrus, lisos e de lisins. completo sertimoto.
lrins braceos de lini o de tedas as qualidades.
tit-.s de cores, lisos e trancados, gran e sortimento.
Um babil artista para cortar e dirigir q ,alqoer obr*, que s se entrega a contento
Uu.a modista igualmente
do
ecupada nos irabalhosdoPAVILHO DA AURORA, di-
rige os que lhe sao concerne ni es, apromptaodo a caprico qualqcer T0ILET, garanti-
dc-se a mais completa perfeicio nos seus trahalbos. ~ ,;">
Era resumo concluimos
Por chamar artenco do respeitavel publico para o uosso estobelecimento, qoe alm
Tn,^tll,0,lu^,R.le^?liircm f3zeu Mandam-se as fazendas em
HOMTEIRO
Veto operar^ uuta completa rovolug: o no artigo^
Tinta para escrever.
TIMENTO D ROUPA FE1TA, pa -a bomens e meninos,
casa dafi Exmas. familias, edam-se amostras.
Um completo sortimento de esleirs da India, por menos preco aae
quer parle. H
Aberta das 6 horas da
em outra qual-
raanhaa s 9 horas da noute.
O Bazar da Moda rewbtW novo sortimen-
to de fazeBdas do ultimo gosto paratvesll-
dos, assim como chapeosiobos, casacos,
borm'is. coqoes, camisihas, etc, etc.
Continua s mpre o grande e afamado sor
timento d. mindezas o perfurtafias verda-
deras, que tudo se vende pdr baratsimos
precos.
Dam-so amostras e manda-so em easa1 das
"mas..familia* o que dej?rc, i roa do
Barao da Victoria, outr'ora Nova.
---------u_*
^ iSL,, rTftdor m ""eamento de ga;
mJ!2Z*^'e; qn w vende em partid*
120
500
60
iooo
85OO0
100
Rival sem segundo,
ra n'Qii:u; OUm \. 4
(Aniip ra do Oueifliado)
Contina a vender tudo. muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesoaras finas para unhas e costu-
ra a......., .
Papis de agolhas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todas
as ores a........
Carriteis de iieba -Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Grvalas de cnresjtnuito moas a .
Grozas de boleaf madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentcs volteados para meninas a.
Tinleiros com tinta preta a80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Laia com superior banba a 100 e.
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a. /. .' .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de -xlracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco cora agua de colonia Pivera
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Lartilbas da doatr'ma fazenda nova a
Libr;s de liaba sortidas de todos os
nmeros a.......i #800
Rival sem segundo
IlUA DO DUQUE DE GAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai
so declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com oleo baboza muito fino.
Pacote* com p.'.s de arroz o me-
lbor que ba a...............
Navalhas muito linas para fazer
barba a....................
Caixi de linha braoi do gaz a..
500" vara de franjas de lidho para toa-
500 ibas .......................
Caixas com peonas d'aco de Ferry
500 superiores .-...............
60 Lencos do cassa braucos e pinta-
dosa......................
600 Caixas com 20 quadernos de papel
240 pautado ...
) Caixas com 50 novellos de linha
120
320
320
320
dooo
500
160
S00
100
70C.
DO
GALLO VIGILANTE
Una da Crespo n. s
Os propnctaxio dste bom couheci.l > ebe*-
cimento, alm dos mitos obj'dos qne tiubam ea-
postos a aprecitgao do rcspeitavel pnh'ico, ma-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vaji
da Europa um corapieto e vanado sorimiento d
Unas S mu delicadas especialidades, as ijaaes e>
to resolvidos a vender, como de seu costu.*
por'precos muito baratinhos e eommodns para >
dos, com tanto que o Gajk>....
Muito superiores luvas de aelliea, preta. brab
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas go^Iinhas e punbo- para *-
nbora, neste genero o que ha da mais moaVino.
Superiores pentes de tartaroga para c'.fjees.
Lindos e riqusimos enfeiea para cabecat iv
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pratas e de cores c.m vidn-
Ihos e sem elles; esta Caeuda o que pode haver
de melhor e mai* bonito.
Superiores e benitos leques de nt id ipar ota
martim, sndalo e osso, sendo aqucllea bratten
com lindos deseuhoSj e estes pretos:
Muito superiores meias (lo de Escos la para r
ahoras, as quaes semnre se venderam per JOJW
a duzia, entretanto que nos as vendem.:- por te.
atem destas, temos tambem prande sortiir.reu. o
outras qualidades, entre as quaes aigomac mutu
finas.
Boas bengalas de superior canna da Inoia
castao de marflm com lindas c cnraniart<-r.tt f:n
ras do mesmo, nesxe genero o (ue de nu'lb-r s.
pode desejar ; alm deslas temos tambem .g.ind*
quantidade de outras qualidades, como sejam, ta
deira, baleia, osso, bcrraelia, etc. ote. .
Finns, bonitos e airosos cbicotinhos de od ira
de Miras qualidades.
Liadas e superiores ligas de seda o burrada
para segurar as meias. ,
Boas meias de seda para scoora e para ovpi
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marim e tartaruga pira laaai
barba; sao muito boas.e de ma3 a mais sio ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nos^a vez tap-
bem asseguraniKS sua qualidade e delicadfta
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para macbina e p;vra crox
Linha muito boa de peso, frouxa, para eochc
labyrintho.
Bons baralho? de cartas para voitarets, assit
como os tentos para o mesmo flm.
Grande e variado sortimenla das melhores per
fumarias e dos melhores e mais cubwidos por
fumistas.
COLABES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as con <. .
fa<*ilitam a denticao das innocentes cria.. So-
mos desd8 muito recebedores destcs|i .o
collares, e continuamos a recebe-los p<.; oUwj.
vapores, afirn de quo nunca falteta no mercad,
como ja tem acontecido, assim pois poderao aque-
les que delles precisarem, vir ao deposito dn pal.'
vigilante, aoude sempre encontraro deste* vero*
deiros collares, o os quaes attendendo-se ao da
para que sao applicados, s Tenderlo com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois. avista dosobjectos que Mam*
declarados, aos nossos fregueses e amigos a viren
comprar por precos muito razoaveis loia do tai
vigilante, roa do Crespo n. 7.
200
200
500
240
500
720
li$206
500
500
40
240
400
40(
P,iffPnrima,t!e V nmProcessma'S perfeitoe-quoitinja de tal 0
exigencias mais severas da escripiararo.
A sna c6r lindissima c n5c precisa de cuidado
rma a satisfazer as
timeiro sempre ,o,n ^*Tf Kl SoSs^T^W WS
est: angeiros lCdaS aS ,!Dt3S ^ "^ C0!,hecidas' ainda > eleres autores
las inherentes ledas as tintas at se
piros
iL ^^^^k^^^^'a copiar, SSS6 dVas m'aUm'
copias
sem
mais
m s vaese com o original tirando urna uma""tai
original fiqne prejudicado pelas extraccBes
700
640
240
200
24500
240
r J VIU "lu,
qoantas e desfjam, sem que o
vezes qoem menos culpa tem.
A dopla qrjalidade desta tinta
sempre sotre a tinta, que muilas
Emcuanto, d ^ V- ""'- ^ "*" -^ <^<
ft: "O"****-A \W a or dovida.
em qualquerescrip tono haja.matado que urna Unta paraos diversos mistere"s
sua durabil.dade, n5o ba acpfora menor duvida.
sofjreo chbqne de cidos foriissimos,,tm se decompfir; ora e7s
depois d_e escripia ogVchoe*de"cVo; B5KS "ST^t^oT ^
nao tem acc.o sobre ella, mui.e menos a accSo 'A?o 'TOilSf:'^
aprowitado esta tmta, que com razSo a acharm ^nSu^^a
odmandos em consequercia da vileza da cor hiuSiJSMnrnS^fAp
Jiqorfrt. Ha exemrlrs d crianCas qne ha^ muito tcmPo tirb m\1J%*?
' extrema para a escripia, logo qoe folndmiliidiesls tinta n.. collegio .-podert .V T u"
_ .a cw0,^de e o gosto, e pocCo lempo, depois o sen idintoatcjS elitSSS "aS
aT Venl;-s,'i unrcaaMo casUnho' urtno cr-
vSdea"emrrch^^^o. mnS bBlS"
SSlnreln!. Mr>^ ^ commodo seguro:
no largo da Penha- n. 12 ; iratorVSSm?^ '
E ta tinta a par de tantas vantagns, tem um.nico inconveniente, Sinra
%TJ\Ta qoa",Ufr; convm pcis ,6',a fm ******* ffffSSt
Ore de outra tinta e evitar es, rever com a penoa suja de oma piepararo dir,rM
bserya*?a.
Diversas falsificacf>es e sernelhancas tem arparecido. cuia ilissMiaa i" ^
A. O. Montero.
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis da retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......2^420
Ricas touquinl as de fil para me-
ninos a
Bolinas de couro para meninos a
Caixas com agulhas de fundo
dourado a
Pecas de liras bordadas muito li-
a 500, 600, 800 e 1^000
ATTENCAO
Chocelatc nacional.
Duas medalbas de prata e urna menc3o ho-
n*>rifica.
Avilla Irtrdo $ C,
Ra aova de Santa RUa u. 4.
Existem poneos alimentos simples e substan-
cies como o chocolate, estimulando soavemnte
os ervos, d ao c.-rpo o mais poro elemento do
nutricao, e ao u e.-nio lempo fortificaos orgos di-
gestivos Todoj os iredicos sao unnimes re-
cuinmendar este alimento como o mais proprio e
substancial para as pessoas de coaplexo fraca e
dobilitada,
Vende-se
l'rimeira qualidade l|2 kil. 800 rs.
Homeopalfla i|2 kil. U000
He^panhol t|2 kil. 800 rs.
VanniHe t|2 kil. tOOO. -
Al meia- arreba far-se-ha abatimento de 10 OtO
a de arroba para cima JO 0|0 '
Caf muido aJ vapor
garantido sem mi-tura a 800 rs. o Mil., om maior
-jii.'nMidP lera abatimMto de tS'OJO.
Tajnbem ha paootes d (2 kil.' epaeoUdo ea
papel d.-e-t.nh.) pin.se c r.sr.rnr..sempre frese.
_ Vnue-se b.m fumo de Garanbuos ; cara,
ver a musir na na do Rosario da Boa .vista ao
CTte.0? scbrad -s3> m *n
^aT^
do gaz a. .
Duzias de meias croas superior
quadadea.......3,9600
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1(5500 e.
Pecas de fitas para cs de qoal-
quer largura com 10 varas a.
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e. .
Pares de meias croas para me,*
nos diversos tcmanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do'
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralbos para vltarete
Sylabarios portugueses a. .
Cartoes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de acn muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para maedina a.
Libras de pregos franeezes todos
os tamanbos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Resma de papel pautado soper'or.
Reama de papel liso muito supe-
riora ..........
2)5000
500
40
500
320
4,5500
2,5000
10500
3,5000
400
20
40(
50C
40
2000
240
400
40008
3^600
Rob-8nte-rheum}< tico..
Remedio efflcacissimo contra as dores rhenma-
Itea at boje o mai? conhecido peloa seus mara-
villosos resultados.
XAltOPE BE AGUiAO.- um dos medicamen-
tos que sua eBcacia as enfermidalos,-losse e
sangue pela bocea, bronchltes, dore,s e fraqueza
no peno, e.-crsibuto e molestias de Agudo, que me-
lhor tem oprovado.
TIMBRA DE MARAPUAMA.- A oelebro'raii
ae marapuama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, intorpecimenio, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontram na pbar-
macia e drogara da Bartholomeu A C, nico de-
pesito na roa larga do Rosario n. 34.
Prensa de lithoKraphia.
Vend se oras on mais de orna : quem precisar
annunete para ser procurado.
Vecde-se gaz ,1o antir fabricante Deves, em
latas ciim torneira a 7|j* o, a girrai a 400 rs
mr,e,gnra trmPer*a6;li5ra- noats novai
a 280 a libra : no patea *j CuMqtlna-da ra
de Hortas, armazem a. t >h-
GAZDEVOES.
Latas com torneifa
ULTIMA INVENCO,
QneiB comprar do gaz nessas latas oio precisa
passa-lo para garrafas ou deposito, pois qne poda
tirar para os candfeiros todas as vezes que preci
sar sen derramar ou perder orna gota : vende-se
no armazem d Jtao Rosa, travessa da Madre de
Dds n. 8.
' .
Jcorteiro previmu
Ruar do fne'mao u. C -,
Movo e variado sor'imeno de perfomi/.
finas, e uiros objeclos.
Alm do completo sortioier lo .
marias, de que eflectivarente estaprovjd
loja do Cordeiro Prevideate, ella .
receber um oulro sortimento qi. m ... =
ootavel pela variedade deobjec'.os, m., .;
dade, quaUdades ecommudiiafii
eos; assim, pois, o Cordel:
e espera continuar amereci n\
do respeitavel publico em gerai e :.. .
boa freguezia em participar, nlfl o '
tando elle de sua b'.-m coi I c-ckl
e barateza. Em dita loji epcop i
preciadores do bom: '
Agua divina de E. Cpadray.
Dita verdadeira de Murray & Lnn
Dita de Cologne ingleza, americana fr;
ceza, todas dos melhores o mais.-!.. 'tad'
(aoricanle3.
Dita de flor delarangeiras.
Dita dos Alpes, e vilete para toUet.
Elixir odontalgico para contei vaco t
tsseio da bocea.
Cosmetiqpes de sinporior quiids !s
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores SflMaores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza; traospanft
a ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, sHihiilu
franeezes em frascos simples e onfeiiatoa
Essencia imperial do fino e agradavel s
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igna
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnajfalM*
com e8colhidos cheiros, em frascos df d
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiorea e menm
para mos.
Ditos transparentes, redondea e m a
*as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bar..
Caixinhas com bonitos aabonates mitsB'i
fractas. >
Ditas de madeira inveraisatU cor teBlo
aas perfumaras, muito proprias para m.
lentes.
Ditas de pape43o igualmente bonilis, n*
bem de perfumarias finas.
Bonitos vaso de metal colorido* i
moldes novo* e elegantes, com p dp m
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras differeai
qxialidades tambem para denes.
Tnico oriental de Keap.
Aluda mais cocaos.
Um outro sortimento do coqnsa do ;
vos e bonitos moldes com flets de vidrh.
e algons d'eilos ornados de iora e Si?
esto todos expostos apreciacae da qw
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORB \ i
Obras de mm'kvgesto e perfeicao.
FlTellaa e Mas para elwiwf.
Bello e variado sortimeato d tavs ob'a
tos, fleando a boa escolha ao goat^ t>c
pr4or.
AttenpaS
Venda-se ua armacao p>r barato preco a ea
boa loealidade para qualnner negocio ; a Ultsr
nos Afielados, roa de S. MJf oot a. 3i
JoaquimHodrigusTa- f
vares de Mello, I
TEMPAHA VENDER 5
em sen esenptorie, praja doCorpo Santo W
Fnmo era folha
de f e 2-, quaUdade, c vende um oU maia Z
fardos a vontade dos coaapraores.
Cal de Lisboa
ultima, ebegada.
FotassadaRussia.
Pariat de siaadloea
Vinho Bordeaux.
de l'qnalidadfi. Tildo de vende
barato do que-om ontra qnafqipr parte
Mappas buileaoos da E .roj.*.
A-l* cada um : na raa Novan. 11, aruiaian
de pianos do Azevedo,
mai-
lis L


v

-
i
Femambuco Quarla eira 21 de Dezembro de 1870
SCBBNCIAS E ABTE8.
iNTHmiNTaS SERVINDO PANA MEDIR AtKHU
RKZA DAS PEHSHPCE3 E DO l'BNSAMENIO.
Por esludos exclusivamente especiaes o
instrumentos novos, chego-se medir a
ligeireza lo pensament Toda< h os nemes
lestes instrumentos sao verdajdetrameote
barbaros. E' melhor julgar : um chama se
voemalachographo, o ou'ro nofmtacknm-
tro ; esta mede, aquello escnw. .Mis Fl! i
desanimemos com e-tes vocabulos, e coin--
csmos a dacripcio Uestes instrumentos,
inventad s p< r M. .Donders.
0 nomataehographo, am apparelho or-
dinario de marcarv composlo e um nmvi-
mento do reloj -aria que d um cyliudro
c,ma ronceo rpida. A superficie dos rv-
lindro entomacada e recebe os Irados Ha
pluma de jima pena, fixada#em orna dupa-
sao vibrante, que nella Uesnha urna linda
siourosa. Conhecida a nota dada pelo dia-
pasao, conhecemos o numero correspon 1 fi-
la de vibrafOdS em uro seguido, numero
que igual ao das ondulares da inh i si-
nuosa. Lq^o cada oudulacio representa una
fraccSo de segundo extremamente pequea
e que pote attingT cincoenta milhes-irnos
Jo seguiio.
E' com o i.ixilio de>teapparelho que va-
mos s-ber o lempo empregado pelo cer. bro
pai a pera ber a impressao prodozda s..bre
ura dos nijssos sentidos, ouviio, vista >u
Meta. Disporemos o instrumento de m
nena que o phen meno que impress: na.
isto urn signal vsivel, urna expo-ao,
etc., se escrev por um traco, sobro o ey
hndro enfomacario ao lado da linba, no mo-
mean mesmo em que elle se produz. Por
na parte, o agente suomettido experien-
cia, logo qoe sentir a impressio, toca com
cm ligeiro mcvimenlo do dedo n'uina mola,
que as.-ignala um novo traco sobre o cylin-
dro eiraiite.
Estes dous traeos tio separados por on-
duhces, cuj numero iodica, em franjos
de segundo, u lempo decorrido desde o phc-
nomeno al a impressao, que o lempo,
durante o qual, tiveram lugar os trez actos
quinte : trancmisso da impressao ao ce-
rebro, reaccao do cerebro, transmissio da
tontade aos musenras.
Oestes tres actos, o acto vnlunt.ro
.icnnanece sempre similhante si roesm >.
Donde podemos ver que, variando a ex
perieada, possivel acbar a relaci' das
igeirezai de transmissio de sensacoes lu-
minosas, langi-eis e acsticas.
A soio$ i de um delenma, no genero
i aunle que vamos expor exige mais lem-
po do que a siuples reaccao para urna exci-
tado simules : a luz cujo brilbo deve-im-
_re branea. ve melha ou verde, a mi deve dar
jm sigaal ue resposta ; a duracio necessa-
ja par o oto t urna distmecao fazer
c iU dada pela differenca as duas experien-
cias.
O noematathometro, serve, segundo a
-xpres^aide M. Donders, para medir o
lempo do um pensamento simples, um
pensamento de anterioridade, cono este :
um i MOSacin luminosa e urna sensacSo acus-
1 ca toen lu.-ar qnasi ao mesmo lempo .no
bro ; nal precedeu a outra ? Estas
du s sens com sao produzidas por um pe o
que, cdwido bate u'nmacampanhiaedeter
oii.,a qoasi ao mesmo lempo urna falsea.
Fazeado variar i vonVade o intervatto
entre o sum da cimpanhia e o appareci-
ment da faisca, M. Donders chega appro
limada neite, i aenar o espaco noeessano
ara q>e o eapi ito dicida a anteiioridade
de urna impressao -obre outra. O inven-
tor ii2 t : chegado assim conhecer o
.mpo exig do para um pensamento simples.
( Annc scienlifique 'jU Fiquier.)
VARIEDADE
I i
REINO 'E PORTUGAL.
Cont.nuagSo.
Em 18 de novembroda 1721 houve urna
i: iv tormenta e alluvio na. ilha d- Ma
dril -, qui fez randcs estrados na eidad*
do Fimchil c lestruio qnasi inteiramente as
vidas de M chico e Santa Cruz.
Em 1 de novembro de I80U NapoleSo
I decreta e n Iturhm o bloqueio de todos as
portria da Europa.
Em 2 de n)vembro de 1812 leve lugas
a passagem do Beresina, em quo mnilo-
uilliarcs di francez-s raonvram afogiios
ou por eff it> da artilbaria dos ru Em 27 de novembro de 1813 foram os
francotes abrigados a entregaj por capilu-
: mii a cidade de Dantzik.
Em 20 de novembro de 1830 rebenta
en Virsovia o primeiro grito da revoluto
da Polonia.
Em (7 de novembro de 1796 perderam
os au-triacos a celcare batalha da ponte do
Arcle,
En 13 de novembro de I79i Brnxellas
tomada p-dos francezes. v
Em I i le novembro de 1807 NapoleSo 1
por um decreto declara que a casa de Bra-
gjnca cessara de reinar.
E.o 14 le novembro de 1808 reb3nta
em Oonslantioopla a revoluto dos janisa
ros.
En 26 de novembro de 1759 leve lugar
urna espantosa erupelo do Vesavio, por
cino differentes crteras.
Bm 10 de no embro de 710 e em igual
lia do nno 1183, nasceram os dons gran
des iniroigos do chrislianismo, Mahomet e
l.ulbero.
GUERRA FRANOO-PRSSIANA.
L'ma foiha hespanb la publica a seguinte
ht-res-aote carta O'um voluntario do regi-
ment prussiano da guarda, chamado Ko-
nighn Elisabetb, que esteve no sangrento
combate do Bourget, diante de Pars :
Ji as oito da manb3a nos encontramos
|.erto de P<>u*-lblon eouvimos o estampido
de muita artilbaria. Meia hora depois che-
uou a ordeiu de : < Avante em sece^s.
Atravez do fumo dos canhoes, avamjamo^
contra Bourget. A ons 1500 passos das
mura'h8 lo n)u a approximar-se de nos
o nossOTcororjoandante a cavallo, gritando :
Granadeiro*! h je anda temos que en-
:rar alli ; rtilHcit, mas mostrai de que sois
capazo/ Avante! Hurahl
Rop. timos todos t hurral > As cor
netas t icaram.
Formem as fileiras d'ataqiw!
ioucis momentos verificou-se a hova
fonniin a Foi e.tSo que nos aln;aiam
tambt'ui s primearas balas de espingai i.i
do in mig >. Alguna dos mees camarada
cabiram ; anda araos, porm, a passo.
A urna disuncia de 80u paseos, quando
j cabiam raoitis do; nossos, ouvimis gri-
tar a muil u o'Vi;ia-s :
- Avarde avante! hurrah!
E a passo dobrado continuamosavaneando.
Ji a i'liuva das b.das era mais expeesa ;
a lama era tal, que mal po liamos avancar,
e as ininhaa bolas Qcavam orno qaepega-
das a > solo.
Anda nao vamos nenhum inimigo, e sem
disparar unj s tiro, ism-n'os acercando de
Bourget.
Toda a pjvoaco eslava cercada por urna
moralha, com infinida-le de buracos para as
|^8p ngirdas inimigas. Tambem todas as
casas linbam defensores. Sem sor vistos
podiam os francezes lirar sobre nos com
lOdO 0 S0C g).
O nosso capiln dizia :
c Nunca vi os francezes apontarem
13o bem como boje.
Quanto mais nos amos approximando,
:ant) mais tiemos de saltar por cima de
morios e ferido-.
Um pobre soldado, que linda cabido a
meu lado, grit vaine para qua Ihe acudase.
Qaanloteu quiz levantal o do chSo, passoo
nina bala illiarga da rainha cabera e aira-
vessou-lbe o pito.
Cansados de tanto correr, ebegamos final-
mente mixdlia e nvemos no-sas espin-
ya;das pelas aoertor; disparando-as ao
mesmo tmpo.
Volt i os o!l is- Que aspecto 1 Em roda
de" mim todo o terreno estiva coberto de
cadveres.
Agora era necessario derribar a ranralha
para entrar. Em poucos minutos abrimos
uns buracos bastante graaln para poer-
mos passar.
Eu fui um dos primeiros. A nossa msi-
ca do rgimen!o Urda enloado acancao ptus-
siann :Son um pr/issiano, etc.
Cimesta me.odia avancemos pela cidae.
Os msicos tmr.am licado ra de Bourget.
Os fpncozes linliam-se retirado para as ca-
sas, dj un J coatinuavam a tazer fogo con-
tra nos.
Diaute de cada casa bevia um pequeo
jardim. Entrei n'um-Jos primeiro -a m5*)
diraita, jnlgndo que o> meus camaradas me
seguinam; mas ao voltar a cibeca vi que
s eramos cinco. Nio sei como sub a es-
cada, porque osinirnigis atiravam de cima
sobre nos. Oe repente vejo-me diante d'um
olcial francez q'ie ijoer atravessar me com
o sabr.
isparei a espingarda, roa o tiro nao par-
lio ; quiz airavessal o com a bayoneta, mas
no mesmo instante escoreguei e cabi no
chao : parece que a Providencia queda
sah;r aquelle francea.
Por traz de mim ouvi a detonado das es-
pingardas dos meuj camarlidas e vi cabir
tres francezes. Poneos instantes depois
renderam os franceses as -armas, iolg-ando
provavelmente que outro prussianos nos
seguiran.
S tres linbam subido a escada efizemos
iez prisioneros. O official aifula linba que-
rido defenderse, mas com orna pancada da
colatra da arm dei-lhe a entender {ueti-
olia de se render tambem, Eutregon me c
sabr.
Ao sabir di cisa cvim 03 nosso prisio-
neros, fomos recebidSis por urna chi>a de
balas qne vinbam do telhado da raesma
casa.
Um dos meas camarad.s licou m-irio ;
mas tinlia apona lo tai mal os atiradore-
francezes, pie oat'e unto succedeu a dol
dos no-sos prisioiieir s.
O oflicial receben orna bala franceza na
perna lireita. Mal n pido arrasiar corneo
al i sexta oomefnbia. que traba ordem de
transportar e vigiar os piisioneiros.
Volle outra vez para a povoaco. Novos
hurrahs novos tiri s.
Tiiib'am ti.i ado eitrelar-to os regmentos
Alexaridre e Francisco. Casa por casa foi
assallad i. Os defensores mostravam o mes-
mo valor que nos macando.
Nao m) leuiro de l idos os pormenores
d'aqueih terrivel bit-, porque eslava como
lora de inun, citcio de furor e agitaoao ner-
vosa.
A um oflicial francez, qoe aeabava de ma-
lar com um UTO de rewolver um dos nos-
sos fflciaes, atrave.sei-bvo a garganta com
a b yuneta. .
Esto ludo o qoe tetrao presenta d'aquel-
les momentos.
Quiz apo lerar-mo do rewolver do gene
ral, mas um da meus camaradas era mais
leve do que cu e a^arrou-o.
Em ires horas tmham os desalojado da
povoavSo t idos os framezes.
O nosso regmiento tomn a re.mir-se
enloda d> povoado.
Qoaotos d8s meus camaradas nao pude-
raro obedecer ao som das cmelas que os
chimav.nn! QuanUs faliavam'l
Nos, os vivos, tambem ja rilo parecamos
entes humanos, tDCbtios eslavau^os desde
os ps ai a CibfC* de sangue, de lama e
de cal da moraltu derribada.
N5o acredit.i q;ie begasse ao dia 13 de
oululirot Nunca esquecert- aquella bo
rorosas tres horas, que me linbam parecido
um seculo.
Acompanhado do urna chuva de granadas
da artimaa franceza que se ia retirando,
sahiio nosso cegimeato de Bourget.
A nossa fortuna foi que a maior parte das
grana las nao rebentavam. As balas entra
vara no chao e faz un saUar a lama ro la
das nossas caberas.
Urna bala de una peca do 72 dos fortes
Hinha aberto um tal bnraco na trra, que
muiobem pidiacabernelleurna carroagem
com dois cavallos.
A's tres e meia, esta vamos em Arnoville.
Para a nlreja da povoac5i
os cadveres dos nossos
sete, entre elles o nosso
o mesmo que tinha dito
ze< apontavam bem.
E bem Ib acertaram I
Ihe entrado no corceo e
A'3 cinco horas anda n3o houvera tempo
dd fazer r mc'ao ; tivemos outra vez de mar-
char contra Stains. Jl nos linharaos pre
uarad > para outro combate ; m>s, gracas ao
co, poJemci voltar aos nossos acampa-
mentos.
Os francoios linbam evacuadj todas as
su as posees
Estmmos todos mel mortos de can
saco. .
A's seis da scglinte maonaa, teve de ir
a minha rom ian ii, om uniforme de gala,
ao enterro dos nossos ofiiciaes.
diffewntes membros do governo
nacional.
Por ordem do.re consent em recbelo.
Em 30 do uliioio mez, antea da nossa en-
Jrevista, aBtori?oa-se o Sr. Tbiers a ir a
Par, deod* volven ao qaertl general em
31.
O tacto de que om homem de estado
de orna posicao e de orna experiencia laes
como as do Sr. Tbiers ra aceito pelo go-
verno de Paris. fazia nos esperar que se
nos fariam propostas que podessem aceitar
e igualmente conduzir-nos a paz deflni
Uva.
Recebi o S*. Tbiers com a cortezia qoe,
parte as nossas anteriores relacoes, elle
merece por seos distinctos antecedentes.
O Sr. Tbiers diiia qoe conforme o de-
sojo exprimido pelas potencias neulrae3 a
Franca eslava disposta a aceitar om armis-
ticio.
Depois de considerar devidamenle estas
propostas S. M. resolveu que neohom ar-
misticio podia ajuslar-se que tora preju-
dicial Alleroanha, se que deile resolta^
va a prolongacio de urna guerra para a
qual liuba qoe sustentar um grande exer-
cito, cojas provisoes teriam de vir de om
grande distancia. De mais om armisticio
obrigava-eos a deter a marcha do jrrande
corpo do tropas qne sravam Melz e a aban
linbam-se levado
ofciaes Eram
valeote caplt5o,
que os france-
Urna bala tinba-
na cabe;a.
lar i'r. Ihsiiuirli sobre o armsimo.
V s^id.'s, 8 t" novembroFsl V. Ex-;.
) Sr. Tniers pedio permissSo
para visitar o qoartel general com o lim de
oceupar-se das uegociacSes que desejava
entabolar depois do ter consonado com os
tonar a oecnp'acao de um vasto territorio
que poierrainos realzar sem encontrar se-
quer rrsistenca. Afero disto os exerciftes
allemes no-podiam Feceber consideravris
reforcos as semana que durasse o wsiicio em ffWMrto qie o de Franca podra
dMenvolver os seus recurso.*, completar a-
organisavo das suas trepas- e do caso em
que as hostilidades comecassero ao espirar
a tpegua oppr s nossas torgas entras ca-
pases de- resistir-ibes, o rje agora nio po-
dem fazer.
Aperar destas censideraces S-. M. man -
resta lesejos de receber amigavelniente as
(impostas da Franca e de tratar dt? restau-
rac5o da paz.
Fi.d autwisadoparareceberO'Sr. Tbiers
e oDerecer-lbe um armisticio de 25 a 8
das, segundo elle desejava, como bese do
atatu quo militar.
Propu Usar com oran linha de demarca-
cao a posco dos dous exerclos- oonorme
as qie oceupaasem no dia- da tregua-.
Ptopuz em seguidn qpe as Iwstlidades
se sospendesstm por^oatroseraaMS-e qe
duranioee praso se procedera -eieieo
e in8taHai.no de urna assembla nacional.
Por parle da Franca a onica coBseqj*ee-
ia rio armisticio seria a renncia ao inex-
pugnavel cnhoneio dirigido dos seu for-
tes e em que gastara inuiikaento as mimi-
Coes.
A respailo das- eleicoes da Alsacia, d-
clarei ao Sr. Tbiers que antes da paz-no
insistia-em estipulaco alguaa qne podesse
dar lugar a que.-tCes sobre a possesso da
provincia allemaa,.e que nSo censuraramos
em nenbum dos habitantes da Alsacia o fc-
11 de Mr sido depetado na asaemblca nacio-
nal.
Admiro-me que & negociador francez- re-
pellisse estas condicoes tao vantajtjsas para
el'es, e declarasse que n5o poda acede*
conclosao de nenbom armisticio a menos
que dorante elle nao podesse aprovisionar-
le Pars
Respond que perrallir islo seria urna
cnndicSo- militar e-essiva para- um salu
quo. que esta nao linba compensaco para
nos, e perguntei Ibe se tinha poderes pura
f;iz--r-nos concessws- militares equivaleirtea
s que pedia, e quo se assim era m'as iodi-
casse.
Responden o Sr. Tbiers que nio troba
autor dado alguma para conceder equiva-
lencias militaras, e que insista no-abaste-
c ment de Paris sem offerecer cousa algu-
ma em troca desta eoncesso, sen5o a be-
nevolencia do governo de P naeo franceza qoe elegesse os seos re-
presentantes que provavelmente contitui-
riao um governo ssilucientemente autori-a-
do com o qoal poderiamos entrar em ne-
gtcias5js de paz.
O assumpto chagra a este estado quan-
do comprimi com o meu deve* o puz no
conhociraento do re e dos seo3 conselhei-
ros militares.
O re licou justamente sorprendido por
urna pretendo militar lo extravagante e
perdeu as esperaocss que concebera as
negn iacoes com o Sr. Toiers.
O incrivel pedido de sa- rificarmos os
fructos de todos os nossos estoicos de dous
mezes e as vantagens qut< obtiveramo3 col-
locando a luti no ponto ero qoeestava an-
tes do cerco de Paris, prova, urna vez mais
que se procuram na capital franceza pre
t-xlos para denegar uejo o beneficio
que Ihe resultara desde que elegesse seus
reiresentante*. e que nao eslava em seu
animo apr vedar as opportundadesque se
apresentassera para realis^r as sleices.
Cumprindo com o meu desejo de fazer
uro estoico pa a chegar a um convenio so-
bre oulras bases antes de continuar as
hostilidades, o Sr. Toiers teve urna entre-
vista em 5 do correte com os membros
do govorno provisorio na frente das nossas
linhas avancadas para pro or-lhes urna
curta tregoa, ou tambem que tivessem lo-
gar as e'eces sem que se (irmassa uro
convenio regular para a suspeasSo das hos-
pitalidades,
NfSte ultimo caso proraelti qoe se ion-
cederiam a maior I berdade a as facilida-
des compativeis com a^seguranca doexer-
C lo allainSo.
O que se passou nest entrevista com os
Srs. Favre e Trocho n3o ra'o communicou
o Sr. Tbers. Smente roe dis-e que oao
se teodo podido obler um armisticio du-
rante o qual podesse abastecerse Paris se
va obrigado a romper as negociares e a
abandonar Versailles.
Effectivamente no dia 7 pela manbaa
sabio para Tours.
Estas negociares convenceram-me que
os qoe d rigem aofualmente os negocios da-
Franca nio esto na idea de dsixar que
esta nacSo expr m os seas desejos por meo
de ama assembla era qne se reunissero
os represeniinles dos departamentos, e qae
nio desejavain que se rolisasse o armisti-
cio e assiro fui, que pozessem condicoes,
que nunca pod>r;am ser aceitas: de modo
qne o passo iado para Iratar deste assnmp-
to foi c-'mo qne urna especie de satisfacSa
para cora as potencias muirnos com o au-
xilio das qua-'S ro taro.
Autorso V. Ex:, para ler esse despacho
o mii'tro de neciosjaslrangeims 8 snp-
plico-vos que fi;ats notar os fados que
contm. Bismark.
da defeza coeiosissimos artigos, cuja publicac^o en-
cet a Libert, sob o tito o dei* causas
qut nioticarama fapitiilacd) de Seden.--
Sio escriptos ptr um nmi*\ do estado
awior general, e conteem iuteressaolei r-
Ylacbes.
I-
Quando se declarou'a guerra e o impe-
rador tomou o commaodo em ebefe dos
exercitos francezes, exprimi cilo .muitas
^K o pensamento.que se leflecte na sua
proclamac-ao, de que n enmpaona que ia
encotar-se apresentaria as raaToros dirllcul-
dades. No meio do contentamento quehavia
de Ihe fazer sentir o enlhusiasmo a reben-
lar por lodosas lados debajxo dos seus
passos, notava-se as suas fec^es urna im-
pressao de tristfti quando obvia os mais
exaltados gritar : A B ;rlin a Berlin como
se s so#tratasfl de um simples pisseio
militar, e que bastisse marchar para danle
para ven-er a afio da Europa mais sabi-
da no offic das armas e melhor prepara-
da uara a guerra.
O impe:ador sabia pie a Rrussia podi
levantar om poueo lempo 903:000' bomens,
e com o auxilio drt Estados do Sul.. -..
1.100:000 ; a Franca s Ihe pedia o?p r
600:000. E, como o numero los comba-
lentes sempre melado do ejfectivos reaes,
a Allemanha poda levar ao campo de ba
taba 530:003 homens. eiwjwnto nos so*
batamos 300:000, p-raco waw ou meo s
pan por em linlii l"iante doratmigo
Pr*a compensar esea inf.'ri ridade num-
rica, era preciso, po* um'movhaento rapi-
,do, pssaro Rheuu, separar a AHemaoha
do Sel da Confederado do Norte, cora o
esplendbr de um prrmero esto-, chamar
para a nossa allianca a Austria e a Italia
Se se ivesse consegaido impedir que os
ejrcitos ia Allommha do Sul se jiotassem
aos do norte, o etectiv>do exercilo prus-
siano flcaria redozido a 00;000 Homens,
e a desproporco entre o-numero des com-
batenl s diwiooia. Se a Austria e Italia
fizesm-a Franca,
superioridad;} do numero voltava paravan-
tagern nossa.
O plano de caropanha iimperador,-t|o
elle do confie a Pars, us s6 aos mtre-
chaes Mic-Mbboo e Leboeuf, consista em
reunir lt):0OO bomens ero-.Mlz 100 000
em Strasborgo, e 5O:OO0o campo de
Chaln*;
A coacentrafo dos dons-primeiros o^er-
citos, iim-no Sxirre, o oiHre-ae Rheootc5o
desvendava-os seos projectos, porque o
inimigo eslava m incerteza de saber se 8
ataque se dirig contra as provincias rbe-
nanas ooo*tra o gr-ducado de Badn.
Mal que essa tropis fossem concentra-
das nos pontos mdieados, o imperador ten
cionava reoeir exercito de lKx ao di
Slrasburgo, e frente de 0?600 homeos,
Frnpa ou mesmo ni Aigera. e obrigados
depois a voltarem a Alsacia, para serem in-
corporados nos seus regmentos.
d^mprehende-se qnauto urna organisacae
destas baria de demorar a ciugada tk^ye"
serva.
Succedeu o mesmo com as bagagens de
acampamento, carrocas d'ambulancia, sellas
dos olQciaeS'; em vez de estarem distribui-
das nos depsitos do centro de cada depar-
tamento; |jstavam ..amontoadas n'uns pou-
co3 de armazens, de modo que raudos
homens da reserva s poderam junlar-se
ao seu corpo muito imperf-Uamente equipa-
dos, sera bonwes, sem tenda, sem.marm
tas. ludo objectos de primeira nece-s;dade.
A estes Hconvenienlos do ve a :c*rescenlar-se
a pouca iniciativa deixada aos generaos com-
mndantes dos departamentos e aos inten-
dentes. Para a mais pequea coas era pre-
ciso urna ordera ministerial- Era impossivel,
por esemp'o, dar 9 qoe se torna va incrspen-
d'anuas aos soldados, sem ordem de Pa-
ria.
Esta rolina administrativa trava aosgewe-
raes a aetividade e a previdencia, que sup-
prem a(Firraaj vezes a falta de erganisa^
Cao.
sada pela gnoranci em qoe eslavamos sem-
pre da coHocaclo e da fof$a dos exer inimigos.
Os prossianos escondram t2o bem o sea
movimento por Iraz da formidavel cortina
de avallara qoe estendiam diante de si m
todas as dreeoes, qne anexar das mais per-
severantes pesquizas, nunca se soobe real-
mente onde estiva o grosso das" suas tro-
pas, e por consegoiote onde deveria lazar-
se o esforco mais consideravel; em 14 de
agosto, como em 16, nngoem acreditava
por modo a'gnm que o exeredo prossiano
estivesse em cima de nos : ningnem davi-
dava em Gravelolte da faclidade de chegar
no dia seguinte a Verdun ; em Pari saba-
se tanto como nos sabamos.
Estas tristes estreias da campanha baviaai
de affectar naturalmente a opraio poMrca
de om modo bofi penoso. O imperador ta
qu o tornavam responiavel da m stUrtcao
do exercilo, emqnanto que este accosava o
marecbal Lebmof das lentirJoes e da insotS'
ciencia da organisa?3o Decidio-se enllo *
dar f commando ao marecbal Bazaine, de
quem apreeiava toda a gente a eapacidade,
e supprimr as funecors de roapir-general.
Emquaoo- estes acontecimento davam,
moitos generaes rogara ao impefador qne
Todava, demo-nos presemdizel-o, para j^j,, dexasse e exercito, ebservapdo-lbe que
se compor ira etercito, o\?ve contar-se m -
nos crai a inieiligencia dis individuos, e
mais oro ama wganisaco movida por sim-
ples engrenageo, capazes de- wnceionar bem
pigolarmenteduraoie a guerra-, porqiue foram
oabitnadas a tonecronar regularmente duran-
te a paz.
Apezar de tcds-as decepce> qno se de-
rara\ deve-se baer jostica aos hormos, que
no ministerio dguerra, foram enoarregados,
no meio d'uma pac profonna, ab-prem de
repente em mownento todj a potencia mi-
litar de Franca. lievando em conta o* vi-
cios de admioistrji;o, f i um verladeiro
prodigtii. por em Imba, em to pouto-tempo,
exercitee incompietmeote formados-, qao
do nerAoma providencia preparatoria-bavia
sido tomada para esse fim.
De certo se b t de ponderar quo algn,
pelo meso, dos vicios; da admioistracao
fraawza qwe acabamos- de apuntar, evia
ser corrigidos de antemo: Mas esquece-se
quanto costa vencer batirlos e precoocoitos
nivelerados. E demaie, as cmaras recosa-
vam o auxilio neces-ar 1 para acudir e- re-
firmas roaie importairte*. Quem n3o se
lembrar db dilBculdad&s o das reclwaa-
t^es a queden lugar o projeeto ue lei acer-
ca da organwacao milita^? A oppos>${8
agarrava-se >ua v theeria dos recrutamen-
tos em roassa, e a sua m vontade noiava-
se por todcs- oe lados. Por olra parter oj
imperador, oonfiando nos esercilos que t-
iiiiam obdo-^loriosos irkisiphos na Crimea
e na Italia, nao eslava looxe de pensar qe
poderia succetfer cortareaj-se as communi-
c*c5es com Paris, e que ento, bloqueado
e Metz. seoarado do resto da Frbn?a, o
cheto do estado Icava na irmpossibilidade de
gerir os negocios do paiz, e Ihe dar rnna
direrco til, e que alguraae agitacoes re-
volucionaras podferam advir dessa sitescao-
Taes considerasoes trahara 11000198141561
valor p reparn nella* o imperador, qu to-
dava? s qoeria demr o exercito depois de
ter tornado a passar a margem do Mos^lla.
Apressou o mais possivelesse roovimento,
cuja imp'-rtaocia o raarecbal Bsame apre-
eiava muito; ims o :4 tempo, a accomu-
laco dos bagagens deraoraram easa rtpida-
(riecopb.
O imperador, chegado a Oravelote, sem
prever abatalha geraf 9 acreditando s em
recontres- prciaes que demorariaro a mar-
cha do eaercito, reson prerede-la era
Chalos. Panio na manbaa de 16 de agosto
o passo por Cooflans e Etaini sem encon-
trar um siS-ioimigo no seo camraho.
passar o ftbenoe Maxau, deixaodo di- como sen ^v''P^r"e''j!
. .----- _-._t. supprir maita rasuQcierxHa e assegorare
a victoria.' As soas illusSas 5o foram e
CAPITULACQ &e SEDAN
reita a fo#lateza de Rastadt 3 esquerda a
de Germersben.. Chegado ao- ontro- lade.
lo Rhencv obrigjawa os estades- do sul a-
observar a neutralidade, e dirigiase depois
ao euccotro dos prnssianos.
Emqnaato se operasse esso mov ment,
os cincoenta m bomens rendentes no
campo de Chalos sob as ordens lo mare-
chal Canrobert deviam dirigir-se sobre Metz,
para ahi protegers retaguardas do exerci-j
to c vigiar aifrooteira nordestea Ao mesmo
terapo a essa. firola, cruzajy.lo-no Bltico,
teria detidoo immobilisado no norte di
Prussia, tima parte das torcas- flimigas par
a defensa das costas amtja-adas de urn^
desembarque.
Este p+ano si> tinha probabilidades de
xito vens-railo o inimigo eratligeireza. EraJ
preciso, n,'6se ietoito. reunir em pouco
dias nos pBtos determinados, nio s o
numero te borneas requerido, mas tamoem-
os jccessorios essenci^cs, ttes como as-
carrocasvo tre, os parques, as equipa-
uens de pontes, as chalupas canhoneiras,
para proiegere a passagem do Rueo ;
aro surrma. oforneciinenio de bolacha in
pispensavel-pai a sustentar am exercito qoe
marcha reunido.
O imperador lisongeava-se de poder oblar
esse restilUklo, e nissoerrou, assim como a
illuso do toda agei.te foi acreditar que por
meio de caminh03 de ferro, a conceutraco
de tantos bomens, cavados e material, pode-
ria faz-r-se com a ordem e a preciso indis-
pensavul- quando as cousa-s nao estavara
d'antemo dispostas para urna adnrostra-
Cli iglanle.
As demoras fazem -.r-ande pirte dos vicios
da nossa orga ni sacio milUar, lalcomo existe
ha cincoenia annos, e que se revelaram
de*de os primeiros instantes.
E-u vez de termos como na Prussia cor-
pos do exercito sempre organisldos, rscruta-
dos, na provincia e cora o seu maierial e
accessorios no mesmo sitio onde estiverem.
em Franca as tropas chamadas a compor
uro exercilo andana, dispersas ero iodo o ter-
r torio, e o material est reo ddo n'algumas
cidades. no fundo, de armazens onde tudo
seamonta. .
Quando se trata do foxmar urna .flhisao
atv n'um ponto qualquer da fronteira, a
artilbaria ebega gera'.mente d'Om sitio afas-
ia lo, e as carrocas de trem o de ambulancia
de Puns e de Ye non; quasi todos ostaper-
cebimentos sio lirados da capital; quanloaos
soldados da reserva, veem para os seus
corpos de todos os lados da Franca. De
modo, que nio podendo os camiouos de
forra bastar para o transporte dos homens,
dos cavados e do mat rial, Introduz-se em
ludo a conlusSo, e muitas vezes as eslacaes
esto cheias de objeelos cuj 1 natureza se
ignora, assim jomo o sen destino.
Ero 1860, o imperador linha decidido que
os recruas da segunda pane do contingente
se exercitassem nos depsitos dos seus de-
partamentos, para em tempo de guerra sereln
incluidos nos regimentos destinados cam-
pSnha.
Esta disposico alliviava as vantagens do
systema prossiano com as do systema fran
cez. Os homens da reserva, tendo s de so
dirigir a capitaldo departamento, ah se
reuniam, eqnpavam-se em pouco tempo, a
erara repartidos pelos diftorentosregmentos.
Todava, esses regimentos, rapidame,oe com-
pletados, nio ficavam, como na Prussia,
cranoslos da populacho de loda tuna pro-,
viacia. ^ .. -
Infelizmente modificaram e-la combinaQao
no ministerio da guerra, em ISGG, e desli-
nou se logolesde as primeiras oporaeos do
rac-otamento, cai s .Idado pa.a^nn wg
ment. De modo que era I-70, quando se
chamou a re-erva, os homens que dola fa-
zi>m parte, para se reiinuem ao sea corpo,
tiveram de seguir os mais c mpriadoi iIb-
ni.rarios. Assim, por ex-rapio, ero vez Je
de serem reunidos imAedi damento no de-
posito de Strasborgo, foram enviados aos
longa duraeaov
Chegado a llstz no dia 4-de jolho priR'
cipiou a recelar que nao vissea aignns obs-
Todavia/.-essa continoidade n3o interrom-
pida de desgranados acontecimentos, tinha
produzido em Paris urna viva impressio, e
os ministros, inquietos per esse estado de
cousas, jnlgaram poder, ate certo ponto,
tnao fazer caso da accio conetitocional que o
emperador devia exercer, urna vez que srV
tinba dado- regente estrictos poderes.
Convocaram pois as cmaras, sem mesmo
darem parte ao imperador, e mal que ellas
se reuniraraf foi a opposicao, como sempre
as desgraeas publicas, qoe vio augmentar
a sna influencia e que paalisou o patrio-
tbmo da raaioria e a marcha do governo.
Desde essa poca, os ministros parecam
tor medo de-pronnnciar o neme do impera-
dor, e este, que dexara o exercito e que
lcelos nsopperaveis fczer abortar os aens-L |ar!?ara o commando para temar as r-
projectos. x iSrtr^]flas do estado, vio-se na impossibilidade
O exercito de Metz, era vez de 150:000
Principiarnos dar boje urna serte do '-seus respectivos depsitos, tajvez QQ sul 4a
bomens, s6eontava 100:OS0 homens; o do
Strasburgo, iOKXK) em vea de 100:000;
e o corpo de-marecbal Canrobert tinha anda
urna devisio ero Paris e oetra em Soissons;
asna artilbaria. e a cavallaria oo estvam
promptas. Anda mais : ninhom c roo de
exercito esta* anda completamente muni-
do dos accessorios exigido* para entrar em
campanha.
t O imperador deu a3 ordene necessarta
para que se activ?sse a ebeguda dos "regi-
mentos que wda faltavaro;; ma obedece-
ram-lhe lentamente, alegandoqoe se podw
deixar a Algalia, Pars e Lyi n sera guarnt-
Co.
Todava a-esperanga de- realsar o pla.io
de campanha nio eslava pei&lida. Acredita-
va-se qoe inimigo n o se apr tes do nos ::ignoravam-se os seus m;vi-
menlos, para que lado reaata as suas tor-
cas, e para.se esclarecer que Toi toda
em 2 de agesto a tentativa- de Saarbriuk:
mas no dia,4, o ataque da divido Dtmay
em Wissemburgo pcfr lonjas imponenies, e
dois das mais tarde a gloriosa e funesta
batalha da Feichwiller, vieram acabar todas
as nertozas. '
No ra^mo dia, 6 d'igoato, o corpo d'exer-
cito do general Frossard- travava lula, as
altura de Spiekeren, co Iropas nimias
numerosas. comquanio o resultado dessa
lula nio. tosse favoravel, pode airmar se
que, se as das dvisoesqoe parecam sus-
tentar o geneial Frossard, tivessem execu
lado mais promptameale as ordens que li-
nbam recebido do marechal Bazaine, nos
leamos nesse da obtid 1 victoria.
Fosse como fosse, a nossa posico era
critica. Pela ousada iniciativa das tropas
aUemis, que deserabocavam ao mesmo tem-
po peloSarre e pelo Rheno, eramos apan
b idos em flagrante delicto de formaci
O c rpo do general de Fai ly nio livera
tempo de. retorne o corpo do marechal Ma;-
Manon, e achavarse separado lo exercito de
delz, o corpo do general Bttuay. me se
reunia lentamente em Belf 1 t^acliava-se afre-
tado do theatco da opeacbes militares, e
o exercito do marechal Canrobert nio eslava
ainda coraptetamente formado no campo de
Chalons.
Nestas circunstancias, profundamente
contrista to por ver todas as suas eombina-
Ces destruidas e rediaido em poucos das
a s ter de tomar urna dosc-5 .oefensiva ;
o imperador resolveu Iraaer imnediataen-
te o exercito para o campo de Ctwlons, ond
poderia juntar a si as ruinas do cvrcilo do
marechal Mac-Mabon, ocorpode Fil'y e o
de Douay. Esse plano commonicado para
Paris. foi logo approvado pelo conselho dos
ratoislros, mas dons dias depois, urna carta
do Sr. E. Oliver participou ao imperador,
que depois de madura reflexio, o conseje
tinha pensado que approva.ra p-ecipiuda-
mente a retirada do exercilo para Chalons,
porque o abandono da Lorrarae proiluzina
um effeito deploravet no espirito do publico,
por consequencia, convdava o impera or a
renunciar ao seu prejecio. Esto^edeu por
enlio ao seu conselho.
O effectivo do exercito de Melz foi elevado
a 140:000 homons pela diegtda domarechil
C.tnrobert cora duas d.vises e alguna ho-
meus da reserva, e receben ortorad-.se
concentrar roda de Met, na-esperi i(ja I
quo elle poderia cabir sobro um des w tr
citos prusstaflos antes iVIles lex
ra lo a sua junecao.
*lnfeiumente, cora-) se ne i 1 c
iodos os elementos du xito devessen^ faltar-
nos, nio s.a concenlraco fl exercito foi
demorada- pero combate de pikor.'u o pulo
rao tempo, mas ale a sy icfio foi paraly-
de desempeahar o papel que Ibe pertencia.
f hegando o imperador ao campo de Cha-
los, encontrou ahi o duque de Magenta e
o general Trochu; este ultimo tora nomeado
pelo ministro- da guerra commandante das
tropas reunidas no campo. Esses dous of-
fkiaes generaes foram chamados pelo im-
perador n'um conselho, a qoe assisliram o
principe Napoleao. o general Scbmitz, chefe
Pesiado maior do general Trocha, e o ge-
neral Denhant, commandast* da guarda na-
ional mov9l.
c
Decidio-se que o imperador nomearia o
general Tro- bu para o commando do exer-
cio de Paris. que as tropas reunidas em
Chalons Sti dirigiriam para a capital s or-
dens do maree al Mac-Mabon, que a guarda
nacional novel ira para o acampamento de
Saint-Maar, em Vincennes e que o impe-
rador parUrie para Paris, onde o seu dever
o ch.tma.va*
Quando essa decisio toi sabida pelo go-
verno, suscitou *'iva opposicao. Apresenta-
ram-se muitas objeccoes : Paris, diziam,
est em perfeito esado de defensa ; a.sua
guarnicao numerosa ; o exercito de Cba-
lons deve ser empregacto em d--sbioquear
Metz; aguarda nacional movel s-ria um
perigo. para a tranquidade da capital; o
carcter, do general Trocho nio inspira
nrnbuma- confisca ; era omina, a volta do
imperador a Paris seria muito mal interpre-
tada pela opiniio publica.
Nio obstante, decidiram-se a ejecutar as
oideifs do imperador, insistindo sempre na
oppoitonidade de aecndir ao marechal Ba-
zaine. O duque de Magenta porra, parte-
cipou ao ministro de- guerra que Ihe pare-
c-a qoe a marcha para Metz seria da maior
imprudencia, e indicou lodos os perigos
que apresentava similhante oper-ac>-
1 Effeclivamente os exereitos prossianos
orcopavam a esse tempo ohh lados d'um
triangulo, cujo terreiro la*to devia o nosso
percorrer. O principe Frederico Carlos
bloqneava AkU com J*:00< bomens : o
principo real da Saxooia occiipava cora
100:000 nomecs o ton dorio qo se estende-
desdo a fronteira belea at Verdn: e ura
a sua esqperda ao exencito do principe ber-
deiro da Prussia quK a freale de 15":30O
homens, linba estabelecido o seu qoartel
general em Bar-le-Dnc.
Declarou, pois (o doque de Magenta), qoe
nio quera expor tropas lio iraperfei amen-
to organsadas a fazer diante de um inimigo
mu to snperior em numero, orna marcha
de flanco summameote perigosa, e annunci-
ouqoe iadirigir-separa Reims, donde pode-
ria marchar, ora para Soi*sons ora para Pa-
re. Someota debaixo dos maros da capital,
dizia peder o mea exercito, descansado e
reconstituido, "offerecer ao inimigo nma re-
si>tencia sria. Por consequencia, o exer-
cilo emprehendeu no da 21 o aeu mov-
ment para Reims, a tomou powca n re-
taguarda dessa cidade. Mas em Pars nio
se entenda a 1 guagem da rozio ; quena-
se a todo o custo dar a opmiii publica a
via esperanza deque o marecbal Bzarae
podesse ser soccorrido. e o duque d Ma-
gent receben do consetho le mm^troa, ao
qual se linbam aggregado os membros do
conselho privado e os presidentes as c*
ruaras, a- ordens mais instantes para am-
para Metz.
(CotAinuar se-hu).
FVFJTteiUO--lttJA Bv PQUB B VV*'*
\
^
-4
5


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