Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12290


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Full Text
i
w



hHHO ILV. NUMERO 286
PARA A CAPITAL E LOGASES OJDE IAO SE PAGA POBTE.
<*or tres mezes adiantados .-...............
Hor seis ditos dem.............
Por iim anno dem...........
iaiu uiumero feutsa.......
65000
ljJOOO
54OOO
320
SABRAOO 17 OE OEZEMBRO DE 1870.
-----------------------_
PARA DEITRO E FORA DA PROVDTCIA.
Por tres mezes adiaoUdos............... .
Por seis ditos idem....................
Por nove ditos idem.......fc............
Por am anno idem........*.............
6*760
134500
20425
27400
Fropriedade de Manoel Rg-uefra de Faria & Filhos.
-r*-
_
AO AOB.VTBII:
Os Sra. Gerardo Antonio Al ves d Filhos, no Para Gon?aIves A Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o iMaria Julio Chaves, do Ass ; Antonio Marques da Silva, do Natal; Jos Jurn*
Percira d'Aimeida, era Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Bplarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Bibeiro Gasparnhono Bio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL.
Governo la proriaela.
KXPKDin.NTr do da 13 bk Dczsinso n:: 1870.
Actos:
Para o eon.elh) Ja^j il im^nti. a que leona
Antonio Apolinario e'Jii) G>em> do Sello, pilos
nmos de injuria o ameagas, desigoo :
Presdeme,
o mnjor Jola Francisco la Cutiha.
Aulitor.
" Dr. promotor puolico da capital.
Vogaos.
- tenentes Miguel Nunes de Frea*, Francisco
de Si qu oir C avaleanti.
Alfares Francisco lgna;io de Mmra Giu-lin.
Alteres Witix .ViDniod Alcntara.
Alfares Pergntino de M.nuda Pimeotl.
C-mmuuienu-se ao cunnanduntc di eorpo.
O presid 'Dio da provincia atlcndendo ao que
requere o alferes dj corpo de polica, Felipps
.Vigustt de Fras Vnlar, e a vista 4a iniormag i
(i do correite, resoive conceder a dito alferes a
laeraaao que pedio do re:erido po Expadiram-se as necessaria* c immunieacoes.
O pre-idente da pr ivnci i, attendeno ao ano
i '.|uer'U o soldado do c irpo de polica, Jos Pe-
reir d* Lucera, e vista do que infonnoa o re<-
peclivo cora nan Unte, revive conceder-Ib irinta
lias de liceng co:n o sold na forma da lei, para
ir buscar sua familia em Buiquc.
U premiante di provincia, acendendo ao que
i iquerea Felippe d.e Figueiri Faria, ajudanle d
npenh 'iro fiscal da 'airada do turro do Hecife a
S. Franei-co, resolve cou'edar-ltH trila das di
liceaca comordenad), na f ruada lei, para ira-
ir di sua .-aula, onde Ihe eoovier.
Ao general commandante das arma?, dizen-
'! que pola consentir que o soldado invalido do
-..' corpa de voluntario* da patria, Canuto Soares
d<) Lima, v esperar na freguesa de S. Lourenc >
da Malta, a dacuao lo governo imperial sobre sua
baiIAM reforma.
Ao Dr. ebefe de polica, para informar se
>?lo juiz municipal de Iguarass fui-lhe requisi-
lado o reo Manoel P,lar de Vera-Crol, preso na
i de deteneio, e que allega estar corn o respec-
uva processe "preparado para ser subimitido ao
rirv d'aqucllo termo.
Ao mesm, recommendando, que para satis
. r a reqaMcSo do conmanJante das armas,de
rmiae ao delegado do termo de Garanhuns, que.
depoii de proceder as necessarias averiguagoe-,
informe sobre o daatino q'ie tuve o cavallo n. 41
' deposito especial de in illa delegada r. > anno de 1163 pelo alferes da
vallina, Joaqun) Velloso da Sdveira, quando
regressiia da referido termo, onde cstivera e:n di-
ligeneia.
Ao mesmo, para que, era satisfara a raqui
do general eommandante das armas, mande
proceJor a^ neif^saria arerigiaijoej, alinj de re
.nhecer-se o de-lino que levo o cavallo n. 00,
p Tintente ao esiado, oqaal foi posto a disposi
o i ax-tlente i( corpo de polica, Francisco
\ ivier K tingues de Miran la, em i de selembm
I I8*S. ill o de seguir em diligencia para o ter-
mo de S. II rato.
Ao ce n oaiida'H; Jo corpo de polica ofBciou-
>e no mesan sentido.
Ao iaspaelor da ihesoarara de fazenda
ti-ansmitlinJ i, para os fias convenientes a indu-a
'"ii do ministerio guerra datada de 6 do
me.
A i roecno, communicando haver sido ap
provada p>r aviao do ministerio da guerra de 26
1 nove nbro ullim >, a deliberadlo que l mou a
presidencia de raaolar ahmarp r adiamntenlo
tres mezes de sido aosofllnies le oomraissao ma-
Severiann de Corqaeira Diliro e alferes Flix
Karreto Muniz T il-s e Augusto Fortaoato da Cos-
Camp II >.
A metra o, ni mndo-o de haver o juiz de
riireJto, ba hirel J'.io Franciseo.da Silva Braga,
id ai do e rr rale, e exerccio do sea cargo,
pa! reatsnmi > a 7 de A > mesnfo, refenindo-o do que o joii mu-
nicipal lo lermo n Caoi, baeharel Joic Oooiagt
Bacellai, reamaratra a o do corrale, o exercieio
' u.ii fo i 11 r-'-peeiivo ca
A i raasaa >, nun l.mdo pagar empresi irada le ferro d i Recito a S. Francisco, a quan
liada liJUK), proveuente de transportes effec-
tnados nos trens da mesma estrada por conta dos
miaiatanos da aoerra e marraba, darn o o mez
de nove nbro ulun:o.
Ai mesmo, para qus ri;a entregar M capi-
tio quirlel-oie-tre do corrimando superior da
guarda nacional do municipio do Caroar, a quan-
t,a de 1204OOO. era que ealeoloo a contadoria im
poftanm os livres pedidos pelo respectivo cora-
mandante sunerior.
Communicnu-sp a e?!e.
Ao mesmo inleirando-o de que o Exm. Sr.
miiistro da marinha declarara em aviso de 26 do
uvombru ultimo, >e se dirigir ao da fazenda
para habilitar otsa ihes mrara cma quantia de
6:4094, para pagaiiim'o do cavao da pedra f-r-
MOidoaoa Iran-porle- lt pirar, Isopoldint, Ma-
'i' e brigue baria Uamtrae, nos meies de mar-
eo e maio do crreme anno, sendo 26:3254 por
cinta du ministerio da guerra e 845 pelo da ma-
rinha, e recoinmendando que envi com urgencia,
para o fi n n lie a lo no dit > avi cumstanciada do dilo carvao fomecido ao trans-
porte Ilapicur.
Ao inspector do arsenal d marinha, aulori
ando-o de eonfurmidade com o aviso do ministe-
rio da ma'inba d 30 da nnvembro ultimo, a n an-
dar por em concurso o fornecimenlo por uin aom
de carvao de pedra ao arsenal de marinha e aos
navios da armada, devondo porcm subsistir o con-
trato ltimamente celebrado com J i- M- n le; de
Freilas, at que o governo imperial delib re sobre
-obre a propostas que apparecerem.
Communicou-se ao inspector da Ihesooraria de
fazenda,
Ao inspector da thesouraria provincial man-
dando pagar a empreza da e>trada de ferro doRe-
ci/e a 9. Francisco a quantia de 1834130, de trans-
PDftes dados nos trens da mesma e.'irada por con-
n da provincia, durante o mez de novembro al
limo.
Ao inspector do arsenal de marinha, autori-
-flde a mandar fornecer ao empreiteiro da ponte
de Caxang as eontoneiras de ferro, que existem
caquelM ncsenal o tornam-se necessarias as obra-
da meneiiioada ponto, uma vez que o referido em-
preiteiro se obrigae a apreseniar igaaes, para a
competente iadomnisaco, no praso que llie for
marcado.
C ran unieou- se ao ebefe da reparticao das
o'oras pallucas.
Ao mesmn, dizendo qne para se poder resol-
ver acerca da matria do seu oflleio de 2S de no-
vtuabro ultimo, re itivamente a casa oara a futu-
ra residen -ia dessa inspeeloria, compre que in-
forme em quanto di orc/tda af *SJ6| com a
ostrui-cJ) da referida casa, qnanlo j sedes-
pradea e nm qoanto monurao as obras necessa-
rias a saa eonclo>o.
Ao enminandant" superior da guarda nacio-
nal do raunieipio de Iguarsss, para qae remella
i pres deoria a representacjl > que contra o leen
te coronel Ji* Cardiiso de Queiror. PoMeea apre-
-ratoo o maj-T Francisco Laii Vrriet ; cam lo-
dos os papis c documentos que Ihe forem rela-
tivos.
Ao do municipio de Garanhuns, para infor-
mar com urgencia sobre a necessidado e conve-
niencia da Jiviso daquelle commano superior, e
enviar um quadro geral da Torca ao mesmo snjei-
la, c im declaraba dos enrpos existentes, armas,
servicose Incalida les a que perlencem, e numero
de pragas 11 cada um, segundo a ultima qualiQ-
cagao fetia.
_ Ao c.-pitao do porto, lecommendando que
nao leceba recruia' para armada, sem aprescnla-
eo de orden do ebefe. de polica >u da presi-
dencia.
Ao juiz de direilo da comarca de raimares,
irausmittiudo para os fin* cooveaienles, copia do
de:reto, pelo qual Sua Mage>lade o Imperador,
houve por bom commutar na pena de gales per
pelOM a de naorte, que pelo jury do termo de
Agua Preta ful Imposta ao reo Luiz,escravo do ba-
eiarel Pedro Gaudiaao de RalM e Silva.
Ao de Tacaral, dizen lo era resposla ao seu
offieo de 2j de oovembro ultimo, que aprecia os
seus servidos era bem da ordem e seguranca pu
blica ; e espera que continuar a ptesla-los com
o mesmo zelo c dedicarn.
Ao promotor publico da cmara de Olinda,
reconirnedanJo-llieo faca, que participou o Dr.
ehefe de polica, de ter u alferes da guarda nacio-
nal Joo Cavalcante le Albuquerque ferido grave-
mente s 8 horas da noito de lo do crreme, na
praia do S Franico. a "Antonio Joo Ferreira ;
alim de que empregue os meios legaes para a pu-
meao do delinquenic, trazando o resultado ao
conhecmento da presilencia.
Ao de Caruai. para que.em vista das pecas
que rematte p ir copia, proceda as avenguacoes
necessarias e mf irme cora brevidade e circums-
laneadamenle subre o faci das palraatoad^s infli-
gidas em Bellariuino Rozoado do Barros, eumpriudo
que desde logo, em obiervencia da lei, pronawva a
qii'ixa ou denuncia, se ooftenddo fr pessoa mi-
seravcl, o requisito as providencias que entemer
convenientes s autoridades locaes, ou se lanto
for preciso esta presidencia, que liga todo inte-
rese a repressao de abusos e violencias, e a quem
deve dar conta do resultido.
Ao comnianlano do cor3a de polica, auto
risando o engajmenlo n'aquelie corpo do< paisa-
nos Manoel Antonio de Araujo, Maaoel Francisco
da Silva, Jos Rullno de Oliveira Santos e Luiz Pe-
dro Teixeira, >e furem apto3.
Portaras:
A cmara municipal da villa de Flores, de-
clarando que approva a arremataban dos impos-
to-;, conformo os autos que reraetieu por copia e
obrigando-se, porm, 0$ arrematantes por lermo
especial a renunciar todos os casos fortuitos, ordi-
narios ou extraordinarios, solitos ou inslitos, co
giiados ou nao c igitados, dos quaes nao se podero
valer para allegar prejuizo ou pedirem abalimen-
lo, clausula que deve ser inserida em todos os
contratos de rendas publicas; bem como que a
autorisa a mandar arrecadar directamente os im-
P i-tos, que por filia de solicitantes deixaram de
ser arrematada.
No mesmo sentido expediram-se portaras >
cmaras monicpaes da cidade de Nazareth, Villa
Bella e cidade da Victoria.
Ao gerente da companhia Pernambucana,
mandando dar passagens de estado a r, ao vapor
de 13 do correte :
A Francisco Marques dos Sanlosr al o Ara-
caj.
Ao Io cadete Xabuco Ottcni de Alencar para o
Pinedo.
Ao ex-sargento de voluntarios Manoel Barnardo
do Narcareuhas a: Macei. -
Despachos:
Barbare! A erico Fernandes Trigo de Lonrei-
ro.Informe o Sr. regedor do Gyiooaio.
Ant mo Leito Cavalcante.Ao Sr. Dr. chefe de
polica para informar, e log provideuca"r come
entender conveniente.
Abaixo a signado dos enearregados do ajardina-
ment da praca do conde d'Eu da fr< guezia da
Boa-Visla.--Infirme o Sr. inspector da thesouraria
de fazenla.
Camilla do Carmo T-.rros.Indefendo, a vista
la mf -rinacas.
Felippe Augusto de Frias Villar.Concedo.
Capilo llerculano Geral lo de Sou'.a Maga
Ihes. Por oraao ha que defer*.
Irmandade de N issa Senhora do Rosario da villa
de Pi d'Alho.-Indeferido.
Joan Francisco Antones. Informe com urgencia
o Sr. inspector da theouraria provincial.
Joaquim Xavier Cuello de Bitteucourl.Indefe-
rilo, vista da infonnacao.
Jo.iqu m Pereira de Lucena.- Concedo.
Joaquim Llte Cavalcanle.Informe o Sr. Dr.
chefe de p dicia. e logo providencie como couber
em sn s attnbuicde.
IjUiza Clementina Vieira da Mello.Nao exi-te
a cadera para onde pede remoijao.
ManoM Thomaz de Smiza.Opporlunamenie
ser atendido
Thomaz Antonio Maciel Moateiro.Entre-ae-se
em termos.
Moradores e propietarios da ra Imperial.In-
forme o Sr. engenbeiro chefe da repartirn das
obras publicas.
esse escropuloso empenbo, por quanto vindo o re-
ferido preso acompauhado por um lal Dr. Jacintho
Pereira do Reg Filho este preten lia, levantando
vozes altanadas, que a taes 10 horas eu delerm-
nasse que o respectivo escrivio )b passasse certi--
tao do corpo de delicio qae j eslava confecciona-
do e do mandado de pruno que havia sido-expe-
dido. To inslito procedimento, qne nao 9ervia,
cerlo a abonar nem a illustracao, era a boa edu-
cacao, neni'mBsmo o bom seoso feHor rmm m >-
deraraeote reprimida, naoconsentindo fosse menos-
cabada a autoridade, e nem vilipendiada a rainha
dignidade pessoal.
Dou conta a V. S., de-te incidente, perqne pode
chegar adulterado a presenes de V. S., ou sei es-
tampado as columnas do Liberal (jornal) para ai
quaes fui an:ear.ado.
Sobre este assampto nada raais tenho a levar ao
conhecmento de V. S. se nao que vou seguir no
processo que se acha instaurado conlra o referido
Manoel Francisco Coelho Jnior indiciado em cr-
me de tentativa de morte.
Deo< guarde V S. Illra. Sr. Dr. Lniz Anto-
nio Fernandes Pinheiro, diguinissimo chefe de p>-
lica da provincia. O subdelgalo era exercieio
Manoel Jos de Paiva Pinto.Conforme na ausen-
cia do secretario o olDcial da I." seccao, Francisco
Geraldo d'i Silva Barroso.
Hepar?3o da polica.
2.* seccan.Secretara da polica da provincia
de Pernambuco, 16 de dezembro de 1870.
N. 1634.Illra. e Exra. Sr.Levo ao conbeci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das parti-
cipacoes receidas hojo u'esta repartijao, foram
hontem recolhidos casa de detengan os seguin-
les individuos:
A' minhi ordem, Joaquim Ferreira de Santa
Anea o Manoel Gouva de Souza, vndos do termo
de Iguarassd como criminoso?, Francisco Luiz da
Silva, come pronunciado no ai t. 193 combinado
com o ari. 3V do cdigo criminal, Cosme los de
mirado, Pairicii Mendos de Oliveira, Manoel
Caboclo, para recrutas, e Jos Patricio da Silva,
como desertor.
A' ordem do Dr. juiz municipal da prmeira
vara, Antonio Centeio de Aguiar, at qae jague a
quantia a^qne se obrigoa como depositario.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Vi-
cente G01r.es Mtrioho, como indiciado em crime
de furto de cavallo.
A' ordem do de S. Jos, Joo Francisco Gomes,
por disturbios e ameagas.
A' ordem do da Capunga, Jovino Jos de Mello
por crime de forimemos leves.
Deus guarde V. Exc.
III n. e Exm. Sr conselheiro Digo Yeldo Cava!-
cante de Albuquerque, presideate da provincia.
U chefe de polica, Luiz Antonio Fernandts Pi-
nheiro.
CONCEICO DOS MILITARE3.-Amanha s 8
hora silo da procede a irmaidade da Conceiija)
dos Balitares eleigo da mesa administrativa no
aaao de 1871, d vendo o acto ser celebrado de
accordo com o ivo compromissso, ltimamente
approado.
VILLA DO CABO -Foi transferida para o !
de jagefo prximo a fe- o qu se veae ,oa igreja matriz da villa do
Liiio, e que os devotos oslunuvam festejar no
da 8 de dezembro.
WARASSL".A Exma. Sra. D. Maria da; No-
ves Carneiro da Cunta deu uma esmola de 2:3004
para as oeras da mairiz da villa de lguarass, e
nao de 3004 como dissemos, por engao de nosso
informante.
PA DO BISPO SAIIDINHA.Anda nos pe-
dem para lerabrar ao Sr. lineal da freguezia de S.
Hre Pedro Gmcalves, que ios seas subalternos s
mantam proceder i limpeza das aguas esiagnadas
ni roa do Bispo Sardinha do raeio da I hora da
tard, com grave incommode publico.
TRAVESSA DO C\RCEREIRO.Pedem-nos que
chamemos a alinelo doSr. fnblelegado respec-
tivo para a casa de uma* lilhas de Jerusalem, que
mirara na travessa do Carcoreiro. onde sempre
ha disturbios que pertnrbam a tranquilidade pu-
blica e incommodam os visnhos.
Copia n. 1631Secretaria da polica de Per-
nambuco, em 13 de dezembro de 1870. Illm. e
Exm. Sr.Transmiti por copia a V. Exc. o ofi-
cio junto do subdelegado da freguezia do Por. da
Panella, em .jue me communica a priaao de Mi-
noel Francisco Coelho Jinior, afim de que V. Exc.
(eolia conhecmento do modo porque foi feita a
referida prisa ),c do quanto injusta e improce-
dente a aecusacao faila ao mesmo subdelegado na
noticiario do Liberal de hoje sob a epigraphe -
lileg.didade, sendo para notar que o Liberal de
13 do cortvnte ; contando seu modo e infielmen-
te o facto que deu lugar a prislo do mencionado
ndviduo, cen-;urasse o subdelegado cima dito,
Pir nao ter effecloado logo aquella prisa.
E' cerlo que os ferimeotos feitos pelo dilo indi-
viduo em "lento Jo- Domingues, de que tratei no
meu offieio de hontem, sob n. 1641, foram classi-
lleados leves, mas altendendo s circunstancias,
naiureza, c lugar dos ferimeotos entend que se
dava o crime de tentativa de morte, e nesse sent
do .Hiena ao referido subdelegado declarando-lho
que deva prender o offensor e inslaurar-lhe o
competeate proa so, e assim procedeu aquella an-
loridadn.
Deus guarde V. Exc. Illm. e Exm. Sr. conse-
lheiro Diogo Velho Cavalcan'e de Albuqnerque,
presidente da provincia.O chefe de polica Luiz
Antonio Fernandes Pinheiro.
Copia.Subdelegada de polica da freguezia do
Poco da Panella, 14 ae dezembro de 1870. Illm.
Sr. Apresso-me em dar coramunieaeio V. S.
de qae havendo hontem pelas 8 horas da n ene,
feiio por era cerco a casa de Manoel Francisco
C 'lh.i Jnior, indiciado em crime de tentativa de
morte succedeu que depois de realizado o dito cer-
co qae foi feilo com todas as camellas para que
nao lograsse evadir se o cnmmo cenca ao inspector e que dirigi a dehgencia, q,se
rae veio apresenlar-se acompanhado da competen-
te escolla, eem consecuencia incontinente o fu re-
Mlher a casa de d'ieu(i> c fezendo que huje llie
fosse expedida a nota constitucional da culpa.
Devo igualmente levar ao conhecimeum de V.
S., que nao flt proceder ao referido cerco* de que
don conta e a prislo que ordenei se bao guardar
todas as formalidades legaes, mas nada me valen
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
CREDITO IIYPOniECARIO DE PERNAMBUCO.
Realis 11 se ante hontem a reunilo convocada
pelo Sr. Dr. Nabur Carneiro Bezerra Cavalcanle,
n'ura dos saloes do palacio da presidencia da pro-
vineia, para se tratar da installacao da sociedado
Crdito Hipotkecano de Pernambuco.
Em seguida danus acia da -esso :
Aos (odias do mez de dezembro de 1870, era
uma das salas do palacio da presidencia, acban-
do-se reunidos o; cid,ida is abaixo assigoado>,
convite do Sr. Dr. Nabor Carneiro Bezerra Caval-
canle, o prseme tambera o Exm. Sr presidente
da provincia con-elheiro Diogo Velho Cavalcanle'
de Albuquerque, o mesmo Sr Dr. Nabor, em bre-
ve discurso, expoz qual o lira para que convocara
a reunio, que era a fuHda$o de um estabelec-
ment de crdito hypoihecano, aiim de soecorrer
e ajudar a agricultura. En seguida propoz que,
parase regularizar o trabalho da presente .-esso,
apreseotava o Exm. Sr. coBselheiro e senador
Jos Bentuda Caoba e Figueiredo para presidente,
e o Exm. Sr. Dr. Francisco do Reg Barras Brre-
lo, para secretario, os quaes f iram unnimemente
approvados. O Exra. Sr. pre-idente nnmeou para
membros da commissn que tem de rever e dar
parecer sobre o ptejocto do estatutos, redigidos e
apresentados pelo Sr. Dr. Nabor, as Srs. Drs. Ig-
nacio de Barros Barrel., Manuel Nato Carnei-
ro de Souza llano n:i, u Luiz Enyglio Rodrigues
V.anna. E nada nuil baveadu a traiar, o Exm.
Sr. presdanle levaulou a ses-ao, declara ado que
convocara outra renuiao, logo que a commisso
Ihe comraunicar ter ci ncluido seas trabalhos.
( Seguera-se as as-.igualuras, sendo era priineiro
lugar os Exms. Srs. presidente da provincia, pre-
sidente da sociedade e atis membros, em sua
quasi (oUlidade composta da proprietarios e hu-
inens da letlras.}
Encerrada a reaniao, manifeslou-se a opinio
geral, em conversaejio, nao so que a instituir)
111 iicada de uma utilidade e importancia incal-
culaveis, como de fcil execucAo, segundo as pro-
videncias eon-ignadas nos estatutos, precisando
apenas de persistencia e cooperacao decidida da
parle d is socios.
COLLEGIO DE S. PEDRO DE ALCANTARA.-
Encerrarara-se hontem as aulas primarias docolle-
gio de S. Pedro de Alcntara, de propriedade e
direcc do Sr. Joaquim Teixeira PexoliFimo,
sito a ra do Mrquez de Oliada n. 24, senda ap-
orovados plenamente os alumnos Americo Anlu-
nes Dantas, Jajinlho de Arruda Machado, Miguel
Archaojo dos liis, Benjamn Bradley.
Este uilimo alumno recitou a seguale poeia,
de sua compoico, que foi phreneticamente ap-
plaudida.
Ao nosso porctr.
Meus ternos collegas,
A festa que vemos
Formosa o singela
Nesi'hor. a surgir,
Sao visos apenas
Dos candidos sonbos,
Felizes, 1 isouhos,
Do nosso porvir ;
Slo sombras perdidas
Que passara ligeiras,
Medrosas, fagueiras,
De leve a sornr ;
Sao meigiis suspiro,
Febris, anhelante-,
Dos sonhos brdhantes
Do nosso porvir.
Cantemos, collegas.
Era oossi memoria :
E' nossa victoria
Q te vemos huir ;
Cessaram por boje
As lata pesadas
Das ouveus rosadas
Do nosso porvir I...
Ergamos glora
Em lucidos hymoos
Preludi divinos
Que a Deas vio ferir
Que Elle quem guarda
Zaloso e constante
A aurora brilhante
D.ao-issQ porylr.
GUERRA FRANCO-PRU5SIANA. De um jor-
oal francez transcreveraos a ssjuinlo-conversa ha-
vida entre o imperador dos Francezeseuinescrip-
tor americano, que vinha de Berlina ;
O imperador.Qual a opinio publica nessa
eidade ?
O correspondente.Toda a Allemanha nulrc
grandes de.-ejos de paz.
O imperador. A Franca tambera precisa
della ; mas as condigoes que o conde de Bismark
Ihe impoe sao exageradas. A Franca nao poder
supporur nunca lo tcrrivel humilhacao, e o go-
verno que asaignass uma paz assim nao leriafor-
ca para se sustentar ante a nac.ao.
O correspondente.O povo allemo exige a
Alsacia e a Lorena como garanta contra novas
aggressSes, e o conde de Bismark nao poder do-
minar este sentimento.
t O imperador, oomniovido. A Franca na:
consentir n inca n'isso em quanto poder lutar.
t 6 correspnndente.=-Se vossa magesta le sabir
ao throno, em breve compensar a Franra cora ura
bom governo a perda do territorio.
imperador.Tal vez tenha razio, mas para
mira impossivel tal sacrificio.
E as lagrimas ebegarara aos dhos de apo-
lelo.
c O imperador disse depois que ni sea enten-
der o governo da defensa nacional fra que lutar
Unto cintra os vermellios como contra os allema-s.
Os elementos descordante! do socialismo, do com-
munismo e da anarchia espalharam o terror por
luda a parle, e difflcil -lutar conlra ideas qne
perveiem o espirito publico.
O correspondente.Acha-se V. M. com bas-
tante coorgia d'animo e vifr de int dligen -ia para
tomar de novo as redaas do governo, se o giro do-
r.cooteeimentos, com > provavel, o repuzorem 00
throno ?
< O imperador. Ante o espectacalo das imman
sas diilinidadas do presenta e do futuro, sinlo
bam limitada ambicio. De;pjo viver retirado e
indapendanle, e creio qae lermmarei os meus das
ou prisionelio ou sem pisar oovamente o lerrlorio
da minlia infeliz patria.
t O correspon lente.Mas tomo poder abando-
nar "Vo-sa M igestade os nleresses da dyninastia
do seu filho ?
O imperadocNIo, nao de*eo para o infeliz
os perigos de um fiinro lio bscuro como lernvel.
Ser mil veies mais feliz na sua vida privada, sem
uS re-ponsabilidade; terrive* do poder e entre um
povo que nunca snpp rt ir a humilhacao. A Pru-
Ma d^via mo'trar-sa manos severa, e nao se e< iuh-
cer de que pude impedir que fizesse a guerra a
Austria.
Tal foi e;ta ioteressantissma conversa-
gio.
De Slrasbargo, escrevem en> II de nivem
bro ultimo:
t Esiou habilitado para Ihe fornecer algu-
mas inforraaoes inditas a respeito de Siras-
burgo.
A Prassia continua npsta grande e degrada-
da cidade a sua obra de violencia e de mentira.
Como prevso da um voio a pronunciar sobre a
e n'ella uma grande qantidade de prussianos e de
badaasea.
Comprehende se fcilmente o qoc succeder
quando o* estrangeiriw forera mais numerosos que
os fraacezes.
t E este dia l; I vez na i esteja mmto longe.
Muit isstrasburguezes emigrara para|oo serem
ou para nao chegarem a ser prus A' vi-ilas dimiciharias estoem m>da.
E' preciso dizer que o patriotismo francez se
robustece ainda com niuila forija; cala mmilla
encontram-se cadveres de soldados badenses ou
prassianos as ras affasladas e prximo das for-
tiflca^Ses.
Patruihas percorrem continuamente a ci-
dade. ^
Mr. Silbprmam, amigo proprietarrdo Conr-
nor da Bas-Rhin, ful obrigado, por ordem, a ven-
der o sea pirnal e a sua imprensa a um allemo,
Mr. Schawuenburg de Lahr. Todos os anligos re-
dactores se despedirn.
Os empregadis do tforreio e do telegrapho in
limados para escolhar entr um cntralo prusiano
para continuar no exercieio do seu emprego e a
sua demissio, preferiram deixar o seujiosto; fo-
ram ab'iituido por empregados allene*.
Na pequea o heroiea cidade da Phalsburgo
nao Beoo urna parede era p, os habitantes morara
as casamatas cora a guarnicio e nao qaarem 011-
vir fallar de se renter, apesar da gaarnicao nao
ser c imposta seno deretis de tropas reunidas
lepois de Wocilb e Richnffeo, formando am con-
jancto bastante heterognea
c Trnpa/le liuha, eavallaria, zuavos, tarcos, ca-
cadores, arliiheria, ha de todo em Phalsburgo;
junte-se a islo a guarda movel e a guarda nacio-
nal, que fazem o seu devar Cono asTialras tropas
e lereis uma justa idea da guarnico desla forta-
leza, que anda so defende e anda Se defender
por mui|i lempo posso a segura-lo
O conde de Bismark publicou o seguate :
Vorsailles, 29 do outubro.Ajuda-te a li mes-
mo, que o cu te ajudar.
< As ultimas proelamaedes do governo da de-
fensa nacional, que pronunciaran! o addiamento
das eleicojs para a constituate, poem a Franca
n'ora circulo vicioso e o seo nuior interresse
poder sahir d'elle.
A Prussia s qner tratar da pai cora ura go-
verno reconhecido pela naci ; e em auanto a paz
nao estver assignada, os exercitos prussianos nio
sahirio da Franca, a menos que d'ah nao >ejam
ex pulsos.
O governo da defensa nacional diz lambem.
pela sua parte, qae os entures nio serio chama-
dos a dizerera a sua opinio ieerca da p >i, em
qnanto se nio forem as tn pas aileoias.
t Erla contradici'i faria '~
po a guerra do mudo mais
iP,r consegnlnta, prete para
homens corapetentes, Ues como
sa de um do; seus, e apresentren *aos meraliros
do governo da defensa nacional uma peticio, ou
anviar-lhes uma depala^ao para Ihes dl'er quanto
importante para a najao.
< Exprimir a saa opinio, sem adiamento, acer-
ca da conclusao da paz ou da continuadlo da
guerra.
B examinar-se as condic/ias da |.ru;;ia devem
ser consideradas, com innaceitaveis 1Bismark.
Damos em seguida ama caria, em que Bazaine
lenta jastiltear-sedas aecusagoes que Ihe teem si-
do feitas. E' dirigida ao Nord, peridica de Bra-
xellas; diz assim :
Cassel. 2 de novembro de 1870.Sr. director
de Le Nord. Ao chegar a Cassel, ondeos hio
internado p r ordem das autoridades |irus vo^so Boletim (parte poltica) do Io de novembro,
relativo ao convpnio militar de Melz, e a proclama-
gao aos francezes de Mr. Gambetta.
Tan les razio : o exerco nio teria seguido um
traidor, e por loda a resposla a essa lucubrarlo
mentirosa, que tem por (im contribuir para
traexvar a opiniio publica, envi vos a nrdam
geral do exereito, dada depois da res<'lucoes
que se tomaram por unammidade nos cowelhos
de guerra de 26 e 8 de outubro, pela manha.
f O delegado do governo da defesa nacional
nao parece ter a consciencia das suas palavras,
nem da situaclo do exereito de Metz ao eshgmi-
tisar o proceder do chefe d'esta exarcilo, que, du-
rante perla de tres mezes, ha laclado contra for-
5as qua-d duplic da?, cajos contingentes estavam
sempre ciimpletos, emqnanio que o exereito fran-
cezaz do recebeu nem uma commanieacao se-
quer d'esse governo, apezar das leutalivas feitas
para se por com elle em relacio.
t Durante esta campanha do tres mezes, o exer
cito de Metz leve 1 inarecnal, 24 generae* 2;140
dfficUes e 42:330 soldados feridos pelas balas ini-
niigas.
t Fazendo-se respailar em todos os combates
que ha pelejado, um exereito tal ni) poda com-
por-se nem de traidores nem de cobardes.
t A fome, as ioteperies s fizerim cahir as ar
mas das mos de 6S:000 combatentes que rosia-
vam.
< A arliiheria nao tinha petrechos, a eavallaria
eslava sem cavados; ludo uto dep is de se terem
comido a maior parle dos cavados, ler re-
volvido a trra pm todos as direccoes para encon-
trar algum dbil allivo s suas privagoes.
a Sem a sua energa e o sea patriotismo tena
soecamhido na prmeira qurazena de outubro,
poca em que os soldados estavam reduzdos a
300 e 2o0 gramraas diarias {de rao pao. Aceres-
cemae a es e qua Iro sombro mais de 20:000 en-
fermos e feridos, prximos a Gearam sem curativo
e uma chuva torrencial de 13 das que, inundan-
de os campos, nio permillia ao< soldados desean-
car; porque nio tinham outro abrigo do quo as
suas peq lenas tendas.
< A Franca foi sempre engala acerca da nos-
sa sitiaclo, que era con-tauementa critiea. P r-
que .' Igaoroo, e a verdade vira a fazer-se. Nos
porem teams a concienciaTle ter cumprdo o nos
so dever como sollados e como patrila?,
a Reeebei, etc.Bazaine.
E.WENENAMENTO.A' urde de ante-hontem.
foi victima uma pobre crianca escrava do Sr. Gus-
tavo Leziazeno Furtado do Memlonra, que tend
nina dessas bolas com que se exterminan* os caes
por sobre a masa foi desapercebi lamento colhida
por aquella, que horas dep os fallecer.
LARAPOS.Hontem deu esi9 engenhosa com-
nanhia sobre o predio sito ma da C'inboa do
Carme, cujo morador se acha fra, e rraba'am
lud quinto poderara eoconirar7oella, deixando a
completa raenle roubada.
LOTERIA.A que se acha venda a 175', a
bedeficio da matriz de Barreiros, a qual corre no
dia 19.
PASSAGEIROS.Sabidos para o norte no vapor
P'ijnca :
Antonio B Vaz de Carvalho, M. de Azevedo Sil-
va, M Filicio dos Sintos, Dr. F. B. Cavalcanle de
Alou jnerqne, Sabino B. S. L. Castello-Branco e I
criada, Dr. J Carvalho de R. Barros, J de Amo-
limGircia e 1 criado, \, Carlos de A. Garca, sua
senh ira, uma til ha menor e8 escravis, Lenca dio
J. rhemphilo. J. C. Carrlho da Vasconiello-, Vi-
cente A., Jaco Cortes, Izidio R merlo, Anua Sera
phina II. Dantas, Jo-epha S. R. Danta*, padre J.
S It.beiro Dantas, J. S. R. Dintas. M. P. Birges, D.
Hennques de Oliveira, Gaspar Orvalh, Fraaci<-
co, G. Monteiro Mello, Jo- Mana do Rosario Pi-
bneiro e Th >m Jacintnodc Gouveia.
Sabidos para o sul no vapor brasileiro .W dnh :
Jos Maria Garca, Francisco Xavier 9. Mar-
ques, Jo Francisco Silva Luca, paira Vrissimo
Silva Pinheiro, padre Belmiro C, Francisc Mar-
ques Santos. Francisco Branco Lago, Franci-co
Melquades Siqueira, Casimiro Germano Silva Ma
ria Eduviges de Mello, cadete Nabuco 0. Alencar
e Man ral B. Mascarenhas.
CEMITERIO PUBLICO.Obituario do dia 14 do
cirr-nte.
Manoel, branco, Pernambuco, 9 mezes Boavista ;
espasmo.
Luiz Antonio de Me=quita Falcio, branco, Portu-
gal, 40 annos, csalo, S. Jas ; congeslao cere-
bral.
Lacia Clara da Fonceca Nobre, branca, Rio-Gran
de do Norte, 67 annos, viuva, Sanio Antonio;
para!y Josepha Eielvna Duarte, branca, Alagas, 21 an-
nos solteira, Recife; febre continua.
Argemiro, branco, Alagas, 4 mezes Recife ; con-
vulgoes.
Eduviges, parda, Pernambuco, 2 mezes, Santo An-
tonio, rasa dos expostos; convulcoes.
Antonio Francisco da Silva Praciro, pardo, Baha,
62 annos, viuvo, Santo Antonio, casa de deten-
gao ; fenraento.
Bibiana Thereza deJens, parda, Pernambuco, 60
annos, viuva, Beavista ; phthysica.
Fran-isca, branca, Pernambuco, 2 mezes S. Jo^ ;
espamo.
Lulza Maria de Barros, branca, Pernambuco, 84
annos, viuva, Boavisu ; dyarrhea chronica.
De Freir & Almeida, subraettendo para igual
Sm a que dra ao seu caixeiro Antonio Lei't da
Costa.Regstre-se.
D Joa-j Barbosa de Lima, no mesmo sentid >
quanto qne conferir ao seu caixeiro Felizardo
da Silva Fraga.Registrase.
De Manoel Cunea I ves Ferreira Silva Jnior,
tambem no mesmo sentido qaanto a de seu caixei
ro Pedro Goncalvos Feneira Regstre-se.
De Maraes & Lobo, submettendo igualmente i
registro a que dra ao seu caixeiro Joaquim Vital
da Silva.Registre-se
lio Dr. Felippe Nery Collaga, mastranto com o
conhecmento que junta, haver satisfeito o impos-
to de sua profissio, como interprete do commer-
co.Seja devolvido dopois de registrado.
Da Jos do Oliveira Mello, pedindo a expedcao
do complenle registro para poder navegar o sen
hiate nacional D. Luzia.Vista 'ao Sr. de?einbar-
gador fiscal.
Da Francisco Jos ilveira, corrector-geral.
airesentando o lermo de substluigio da 2' te-=te-
raunha abonadora de sua fianga, o finado Jos M
reir Lopes, por Joi>Monleiro deSiqaeira.Exp<-
gam-se as convenientes partecipage?.
De Francisco Joaqnira Rinero de Brito e Cor-
beniamv d Aquioo Fonceca, de terem procedido
inventario balaneo da sociedade extincia de Tho-
maz de Aquino Fonceca A C, vindo com informa-
gao da secretaria ordenada por despach 1 de 9 do-
crrante. A' vista da informagio nada ha qae
deferir.
Dos Drs. Joaquim de Aquino Fonceca, Ernesto
de Aquino Fonctca.tenenle-cor rael Decio de Aqui-
no Pooaeca e Antonio Augusto da Fonceca, con-
tradiclando a declaragio feita por Francisco Joa-
quim Ribero de Brito e Corbinian de Aquino
Fonceca, de terem procedd 1 inventario o balan-
ce da sociedade extincia de Thomaz de Aquino
ronceca & C, vi?to como tal balang nii fu an-
da procedido, como determina o art. 333 do cdigo
commercial. Atiento o despacho proferido na
petigio dos supplicido?, qaal se referem es sup
plicantes. nada ha que def-nr.
Ds Minoel Polycarpn Moreira da Azevedo. pe-
dindo o registro da seu contracto de sociedade
cora o c.iF-'titi' iro Gervasio R idrigues Campello.
Viia ao Sr. desembargador fiscal.
Informagio da secretaria exigida por despacho
de 12 do corrente sobre a pretenc do Dr. Luiz
Rodrigues Vihares, amanuense interprete da mes-
ma secretaria. Consulte-se o governo imperial,
juntando-se os documentos annrxes.
Memorial de Carpinteiro. Filho i Sobrinho.
Nio ha que deferir, pois que a ellas compete saber
so Ihes couvem requerer ou nao de novo a sua
matricula.
Duvida do Sr. Dr. offlcial maior sobre a delibr
ragio que mandn fose guardado no archivo o of-
icio do Dr. juiz municipal e do commircio de Ma-
manguape, informando a preienga de moratoria
de Joo Nepomuren Pereira dos Smos.Jnte-
se o parecer alludlo ao processo para ter o con-
veniente destino.
COM INTORMACAO 00 SB. DESEMBABGAUOB FISCAL.
Petigoes adiadas da srsio da 12.
De Severiano d9 Sfqeira Cavalcan'e, pediod.-
maincula de commereiante Como requer.
Da Maoeel Pereira da Cunha, idem. Camo re-
quer.
De Jos D.mingues du Carmo e Silva, idem.
Como requer.
De Jon Lail de Mello, dem.Como reqjer.
De Antonio Alves da Silva Jnior e Manuel Vic-
iar de Jess da Malta, registro de contracto.Re-
gistre se.
Summano c-x-nflcio instaurado contra o agenb.
de leiles da Parahyba, Felippe Carneiro E-trel-
la.A' vista do parecer fiscal e donnruentos que
se refere, resolve o trbunal qua nio cvniuie o
summario, e, destituido o .-u.omariado, o roedem-
n"a as cusas ex-oaasa, subsidiado, p^rm, ;i
lianga prestada na forma da le.
Contracto social da firmaFelippe Estrella &
C Trado crssano os motivos pelos quaes dexou
de ler andamento a pre ente peiicAo, sej regn-
irado n contracto dos suppcanies nos termos do
decreto n. |3M.
R 'habilitagao commercial de Lourengo Pereira
Mandes Guimaries. De accordo rom o parecer
fi.-cal mostr, o supplicame ter curaprili a inncor-
data que Ihe foi outorgada pelos seu; rrednres.
Nada mais havanlo a deraaclnr, o Exm. Sr. pre-
sidente encenou a sissao s 11 1/2 horas do dia.
durar muitissimo tem-
funesio.
deiejar que os
os conselheiros
gerae?, busqnem todos os molos do reslitair na-
ga\> i suri liherdade.
Na) noderiara em pouooe M*s, reanir-se era ca-
CHRONICA Jl W \ARIA.
ntlltl \AI. DO coiHEncn
VCIA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 13 DE
DEZEMB K) DE 187a
rassmuiciA no kxsi. sr. dkskmb.abgador Anselmo
FRANCISCO PERBTT1.
As 10 horas da manha, presentes os Srs.
deputados Resa, Basto, Miranda Leal, e snpplente
S Leitio, i Exc. o Sr. presidente declarou aber
la a aessio.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 12.
KXPKDIKNTB. ,
OliVo do secretario do tribunal do commercio
da r te, cobrndo uma relami de comraerciaoles
que se matricularan em dito tribunal no mez ae
novembro ultim Archive-se e aecuse se.
Jornal 0/ficial de ns. 280, 281, -82, 283 e
184. -Para o archivo.
Foram i rubrica os livros segniotes:
Copiador da Manoel Fernandos da Costa C,
Dao dp Julo Antonio de Araujo C, dito de
Silva A Alves.
BtSPACHOS,
Requerimentos :
De Eluardo Firmmo da Silva Filho, subraetten-
do regi-tro a oomeacio de caixeiro qae Ihe con
f-rra seu pairlolavine Enfes Gomes 4a. Silva.
Registre-se,
SESSAO JITDICIARIA, EM 15 DE DEZEMBRO
DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. OKsEMBARGADOR A. E. Pt-
RKTTI.
SecretaiHo, Julio Guimaraes.
Ao meio da declamare abena a sessao, eslan-
lo reunidos os Srs. de;eit*bargadore3 Silv- Gui-
raaiaes, Reis e Silva, Accioli, deputados Rosa, 15 --
lo, Miranda Leal e suppleute S Leiiao.
Lida foi approvada a acia da sessao pas-
tada.
ACCORDAO A8SI6NADO.
Appellante Antonio de Azevedo Neves, appelUdo
Boato Jos de Macedo Pdgas.
JULUAWKNTOS.
Juizo especial do commercio : embrgame ap-
pellante reo Joaquim Fiancuco do Espirito San-
to, liquidatario da-extiocta firma de Maia A Es
pirito Santo, enibargado appellaito autor loso
Feliciano de Nazareth; jaizes os Srs. Reis o Silva.
Accioli, Rosa e Sa Leno. Foram despresad-j-
os embargos, sendo vol vencido o Sr. Rosa.
Juizo especial do cunraeicio*: embarguite ap
pellante reo Joaquim Franci;co do Espirito Santo,
embargados appellados autores Leainan Frres ;
juzes os Srs. Silva Guimare;, Rea e Silva. Rosa
e S Leii). Foram despre>ados os embargos,
sendo vol vencido o Sr. Rosa.
Juizo especial do commercio : appellante reo Joa
quira Francisco do Espirito Santo, appellado autor
Ji* de Oliveira Leile e Souza; iuizes os Srs. Silva
Guimaries, Accioli, R isa e S Leitio. F.i confir-
mada a senlenga appellada, sendo voto vencido o
Sr. Rosa.
Juio especial do commercio : embargante ap-
pellante autor Jola Francisco de Carvalho, embar-
gados appellados r>< Manoel Francisco da Silva a
Manoel Jos Gnnes Lina; juilas os Sr> Re-9_ e
Silva, Silva Guimariae, Miranda Leal e Sa Lntao.
Foram recebidos os embargos cora o voto do Exm.
Sr. presidente, sendo votos vencidos os Sr*. Mi-
randa Leal o S Leitio.
A' pedido dos seohore dpputados adiarara-sc us
julgmentos dos s*guintes leitos : appellante Mi-
guel Archaojo de Figueiredo, appellado o Julur
das menores Manoella e Ignez ; appellante o ad-
ministrador da mas>a fall la de Manoel do Amparo
Caj, appellado Miguel Archanjo de Fipueiredo ^
appellante Antonio Joaquim de Vas&racellns, ap-
pellados os adminisiradi.res da massa foilida de
Joao Ferreira da Cisla Soares; appellanle Jeiqumi
Antonio Pereira. appellado Vicenta J." da Bnto
appellante Jos Joaquim da Silva Barrete, pp.maao
Ivo Antonio de Andrade Luna; aPP"""1'' 'f*"
Francisco do Regn Mello, api^ilafc Simpsin
Broad & C; embargan.e Jn-osario de Mallo.
embarga io J io da Cuni' Rw'- .,;..-
0 Sr desembargador Itei o Silva l"ol.v,,>
supervenientes juma WM Pw^'l"B %
nova diKtribuica.' o feilo que etftva sibre a meN
SrpwSSi na pre-eote *i* entre par-
tes7aw.ellanto Jos B-.rt..a de Caivalh, sppeilad >
Antonio de Soat Braz.
O Sr desembargador Rs e Silva, por mol-
supervooientes, jurou suspeiro f passuua.) i



amaJlil


*v
"'.'""?--*

II
Duno dt Pernambuco Sabbado 17 de Dezembro de 1870
dB5pmr>argsdor Accioli o feito que eslava tabre
mesa para ser proposto na presente setso, enlre
Krtes, appetlante Jos AlvwBarboa, appellado
luengo Puggl, .
O Sr. desembargador Res e Silva jorou suspei-
o, apresenlou mesa pedindo providencias para
o andamento legal, e o Sr. desembargad >r Silva
Guiraaraes offlcinu ao Exm. Sr. conselheiro presi-
dente da relacao, requisitando a designaos> de um
juiz revisor para qua possa ler lugar o julgauteiite
do feito, no qual tambem jurou suspei^o o Exm.
Sr. presidente, entre partes, appellanle D. Mira
Felismina do Reg Costa, appellado Manoel Pereira
fganles.
PASSAGRNS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaries ao Sr.
desembargador Res e Silva : appellanle Joo de
Azevedo Pereira, appellado Antonio Gmies Pire
apnellanle J >* do Reg Mello, appellado Antonio
Baptiza Ni'gueira.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. dos-
embargader Acciol : appellanle Jos Joaqun) de
Castro Moura, appellado Galdino Francisco de Ma-
ced'i.
Do Sr. deemhrsidor Accnli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares : appellanle 1). J anna
Francisca Cavaleanle Los, appellado o Dr. Bernar-
do Antonio de Miudonga Casteilo Brauco.
DKSTRIBUICBes.
Ao Sr. desembargador Silva Gnasries: appel-
lanle Joifl do Kcgo Lima, appellado BeinarJiuo
Alves Barbosa.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva : appellante
Leandro Idoade* Ferreira, appellado Epaimuondas
Jos da Sj i.
Ao Srrddsembxrgadnr ccioli : apnellanle Tu-
so lidiaos, appellado Seraflu Ignacio Paes Bar-
reto.
AGCRAVO.
Juiz especial do commercio : agravante Ale-
xanire Lemerle, capito do brigne francez Luna,
aggravado o juizn.
O Sr. desembargidor Silva Guimaries negou
provimento.
EneerrL-u-se a sesso ama hora e meia d
tarde
PUBLICACOES A PEDIDO.
n.ra !a de ferro de Ollnda
A face nova que vo tomando a ciJ.ide de Olio-
da, > as estradas percorridas pilos tren da com-
panliia dos tullios urr.anos do Recife Olinda nao
pode passar desapercibida, nem deixar de susci
lar muilo serias reflexSes por parte de_ todos os
que. verdadi res amigos de sea paiz, nao se po-
dein conservar unidos axpecladores de um pro-
gresso tao decidido.
A decadencia e quasi menosprezo que eslava
lito injustamente condemnada a vestnsla cidade
de Oiind e o estado desanimador a qae eslava
reduzda, pela difucaldade dos transportes, toda a
importantissima zona percorrida peles trilitos ur-
bauo9 do Itecife Olinda, um fado que, axis-
lindo embora na consciencia ds lodos, torna-se
agora n-ais sen-ivel a vista da transformaci que
ja vao ci.uioeando s- ffrer todos tsses lugares,
alias dignos, pela ubisrdale de seus terreos, e
pelas suas proporcSes hyenicas de seren a mais
lempo arrancados do abandono que os cen-
damnava a dliiculdade, senao impossibilidade de
communienro rom o grande centro c romera, i
da capit. I.
Aproximando, portanto, o mais possive! a cida-
de de Ollnda do Recita, e fazendo como que por
encanto des ippare-cer as distan ;ias que tornavam
inhabilitav s as importantes estradas de Belem e
de Joo de Bjrros tem raqueslumaveimente pres-
tado a compauhia dos trilhoa urbanos de Oliuda
um servico real esla provincia.
O mciecimcnto consideravel do valor predial
de Olinda > o rendimento mais qae triplo qae
vio leudo as cazas daquella cidade, e pontos in-
termeili ros, assim como o espantoso impulso dado
a- ediuVaco-'S novas de todo o espago percorrido
pela liaba ja prompta de Olinda e ainda em pro-
jecio para Bsberibe, consliluem um nao insiguifl
cante augmeulo na receita provincial, e eonse-
guintemente um servido real e reveanle pro-
vincia ; a qual. s ja dito em abono da verdade,
quasi tica privada de tao importante melhora
mete, pacas ao mal entenJid telo ou capricho
dos que justamente deviam, tinham por missa j
curar dos seus mais viiaes interesses.
A verdado. porem, nao poda deixar do trium-
pii3r sobre o erro, e a experiencia, verdadeiro ca
dDho em que se purificara e reconhecem as idea?
mus sias, em justificado senao galardodo com
t-.i-i.imili:--, ao* propugnad-3res de scinclhaote pro-
jecto, confundindo inteirameato aos opiniaticos
adversarios de lio nobre idea.
Autopia t irnou-so realidade, o impossivel o
ab-orlo cono tiles chama vam ao eslabelecimento
de una linh.i terrea crai tal direccao, boje
acto conson ido o -ie veracidade axiomtica.
Esta int. '.i verdade e seus ellicazes resulta-
dos rao fez i- iintcdio arrefeeer os syrtemuticos op-
po-i:.!- da i l, mas apenas obrigou os mudar
de tai tica p que cao pudendo mais contestar a
realidade dos (aclo, e de .-uas eonsequencias, tem
reerri i aos subierugios e intriga para desar-
eocoar >u ante desmoronar acorporaao que to
miti sobre seai liombros a realisa^o de uin me
llu anifRiodc tanla magniude.
O fa -to de i ercorrerem mensalmente a liaba de
Oliiioa mais '> 30 mil passageiros, assim como o
incentivo q e estes achato na larateza dos presos
0 do i rov itu dos passeios urna ciuade eom pro-
1 redm tao vantajosos, para a saude e para os
rte qne lano carecen) os batiitantos da
i | I, oo podern ser contestados. Oieud ment
p.'od p' si e mil vezes superior a especiativa dos
mais dedica ios defensores da empreza, a preste,
s ilidez e i-e ui-niia do scivioo nao menos admira-
vei>, e ;ii.is que todo a ba untada dos Reren
I | empreza, em servir do melh >r modo possi-
vel :> exigencias do publico, tem collorado a rom-
: i m>a trilhes uiban>> do Recife Olinda em
i-.ii i .1 ao de prospero! de, e de futuro tao li-
s Dgejiti que nao poderlo prevalecer contra (lia
qa -q ei inflMroipndas, ndUposicoes ou aova
\e< un-' i inviji c o deapeUo procuren) cn-ar.
O poblteo >en-m i o nnico irihunal unte tem
de iwafragar todas as sugg -.- ose ioiri gas que
por ventura leni de levantar ns giaiuilos e divarr.-.-
Boadus inimigne da eompaoWa.
Nati pe'. M... cwBjetoir nu$ poucas linhas sem
ti i Mt-io entra a L.< f tu irg nuidade do an-
i i de una pi-l.oc, cao nliinianie'ite impressa no
Liierai b ti uw udonvmo de Alguns aectontatas,
proronodo em urna lisia fala e toda im.guiara
ni'iivnii ihema para sy-lemaiicammte accu-ai
no Exm. presidente da n'rovineia, atlribnindo-tbe
c o -e-.-ao de passes pessoas que ntinca obli
v i ni ne ii pediram ( rs pases, aomocatre onlros
nm iiiiprc7ario e mais cinco cmicos que nunca
oediiam nem pediriam ao governo provincial.
i i irtni represen'ar piii Onda.
N ni sr diga que o aut-T de lemelhant pnbli-
, proetiriiu o bem da companh-a, cenuran-
do ns i x- --ims partes ro ceilidos pelo Exm. pre-
-i'l. ne. : i- um servio- muilo mesquinim e que
.. -i v. i -. i ineiil:' compensado pela inli-isi
t;a i q i a i'oiiipanliia grangeau da paite, nao s
de ". Ex'-., f nm de outros dlslinctes cavatueirn
a |Q i an u o f.tlso teslenninh i de gozarem
de pa-ses dn governo, qnando la] nao ha.
Com a pubii.'scao de.-sas poucas palavras fari
Vv. Ss., S.'s. rddacmres, etpfci.il m-rc.
V A. A.
Despachos de evportafOo no dia 16 de
deiera&ro
Nobriguenglex Mary Jahtulon, para o Ca
nal carreganim : Riba Schatmnettan 4 C, 189
saceas com 14,090 kilos de algodao.
Na galera ingiera Jnrmion, para Liverpool
carregaram j Saunders Broihers & C, 337 sacca
com 16,571 tilos Je algodao.
Na-barca portugueza S. Manuel l, par o
Porto carregzram : Bailar Oliveira A (1, 400 sac-
eos com 30,000 kilos de as-ucar mascavado. I
No patacho pertuguez Restauras ao I, para
Li boa carregaram : Oliveira Filhos A C, 500
saceos com 37,500 kilos de assucar branco.
No brigae portrguet Lata I, para Lisboa,
carregaram: Oliveira Filho* 4 C, SOs.cawcom
1,500 kilos de a>sucar branco, e 83 siccos com
0,225 kilos de a-sucar mascavado
RECEBEDORI\ DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a lo. 31:333*089
dem do da 16 l:26i02l
3i:598i010
CONSULADO PROVINCIAL"
Rendimento d# dia i a 15. 73.26&,
dem do dia 16 ... 6:M3*WJ7
79:677f72
MOVIMENTO DO PORTO.
Ai fM entrado no dia 16.
New York3!> das, patacho iuglez Sea Bird, ca-
pillo Ji-hn M Can, equigagem 8, carga 1001
barricas, eom lafi >iia de irigo e ouiros genero-;
a Joaquim i >-e Ra nos.
Navio ahilo no mamo dia.
LisboaBrigue p rtuzoez Serano, capillo Bu-
nuegan/a. carga as ucar e outros gneros.
ECTAES.
0 Dr. Joao Gonzaga B; cellar juiz municipal e de
orplilos da villa e termo da comarca do Cao i
da provincia de Pernambuco, por Sua Magesla-
de o Imperador o Constitucional o Sr. D. Pedro
II, a quem Deus guaide, ele
Faco saber que leodo so .'(Dxado o edilrl para
no dia 6 de fevereiro do prximo futuro anno, se
rem arremata ios em praca pubfica, e por quem
maior prego offerecer, na caa de vivenda do eoge-
nho Garap.os bens dotados pela Qoada Anua
Do.fu Paes Brrelo, j avahadas e consta lo do
mismo edital a reqaeriiiiento dos herdeirose pa-
receres do Dr. curador gcral dos orphaos e do
lii rdeiro auzente ; alien h-n lo o que novamente
representaram os herdeiros, e sendo do dever des
le juizo acautellar o* inleresses dosorpais por
mea despacho proferido em dita representadlo,
Jiandei passar o presente edital para somente cor-
rerem is tros pra,cas, afim de serem ditos bens
arrematados em ultiini prag publica no dia 20
do crreme mez as 10 heras do da, presidida por
e e constinle do ed.tal j afiliado e do scriplo em
poder do porteiro ckste juizo.
E para que chegue a noticia de lodos mando que
este soja aCBxado no lugar publico e do co-lum
e se passe tcripl ao porleiro para apngoar as
tres pravas.
Dado e passado tiesta villa e termo da comarca
do Cabo aos la de dezembro do anuo do Nasci-
ment da Nosso Senhor Jess Christo de 1870.
_Eu Mandel Jos de Sant'Anua e Aranjo, escri-
vao o escrevi.
Joao Gonzaga Bacellar.
Ao sello 300 rs. Valha sem sello ex-causa.
Bacellar.
SCRIPTO.
O porleiro de5te j jzo o cflcial de jastifa
Jos Ferreira Quintiuo, traga a preglo para se-
ren arrematados em praca publica e por quem
maior prego offerr-eer no dia 6 de fevereiro do
prximo futuro auno, pelas dez horas do da na
casa de viveuda do engenho Gara; conforme o
edital affixado na porta da Lm eja matriz desia vil-
la os bens deixados pela tinada D. Anna Dellina
Brrelo, e sao os seguintes :
Gadjvaccum.
=
Eu, Manoel Jos da Molla, escrivio, o ubs-
brevi.
Recife, 16 de outubro de 1870.
Aieofarado Jnior.
0 Dr. Jos Bernardo Gal^M,lcofjrado Jnior,
s da'l* van
juiz municipal suppleme da 1* vara nesla Idade
do Recife da Peruambaco e sea lermo, em vir-
tnde da lei, ele.
Faco aaber pelo prsenle qae nos termos do
art l-do dec. n. 1695 de 15 de eetembr do anno
prximo passado, dentro do praso de 30 das con-
tados da publieacio desse edital recehera este
juizo proponas por carias fexadas para arremt-
elo por venda do escravo seguiote :
Um escravo de nom* Jos, preto, de idade 22
anuos, de servido de campo, natural d'o.-ta provin-
cia avahado em 1:0001000, o qual (ni penborado
por execuclo de Rodrigues Almeida & C. contra
Franiisco Thomaz de Baros Campello e sua nm
Iher, e se acha dito "escravo depositado em poder
do depositario o raesmo executado Francisco Tho-
mz de Barros Campello.
E pora que consto mandei passar o prsenle
que serl publicado pela imprensa e afixado no
lugar > eostume.
Dado e passado nesla cidade do Recife aos 16
ile novembro de 1870.
Eu Manoel Jos da Molla, escrivio do chrel, o
subsrrevi.
Recife j6 de novembro de 1870.
Alcoforado Juxior.
COMPASIIA BRASILES!
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sal e esperado
ateo dia 82 de dezembro o vapor
Tocantim, commandante Jos Ma-
ra Ferreira Franco, o qual de-
pois da demora do eostume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebein-se passageiros e engaja-se a
jarga eme o vapor poder couduzlr, a qual dever
ler embarcada no dia de suachegada. Encommeu
"' las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su.
tbida.
Nao se recebem como encommendas seno ob
jeetos de pequeo valor e que nao excedam a daa
trrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medica.
rudo que passar destes limites dever ser embV
ado como carga.
Previne-se aos senhoros passageiros que sua
jassagens s se recebem na agencia, ra da Cru;
i. 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Lu;
le Oliveira Azevedo A C.
tL'OLARACOES
Os abaixo assignados, fiscaes das freguezias
desta cidade declaran) a (odas as pessoa- que tem
morada as mesmasfieguezias, que do da 13 d<
correte um dianlo sahiao a cobranza do imposto
do 300 rs. por cada casa ou aadar. "loja ou qual-
quer outro eslabelcciraeuto que pagar do 300*
para cima.
Recife 14 de dezembro de 1870.
Os liscaes,
Joaquim Francisco de Torres Gallindo.
Joao Marques Correia.
Erneslino Cavalcanti de Aluquerque
________Jeronymo Josf Ferreira.
Conselho de compras
navaes.
O conselh3 faz publico que recebe era 17 do
crrente mez, as 11 horas da manhaa, proposias
para fornecimento de carvSo de podra ao arsenal
de man ol.i o navios da armada em todo o aono
prximo futuro de 1871, t as seguintes condicoes
de qutlidade e quanlidade, por trimestre, Cadiff
at 30U toneladas e New-ijaslte at 180, segundo
as necesidades do ssrvijo ; assim como do ser o
carvao posto as carvoeiras dos navios ou nos de-
psitos do arsenal de marraba, cusa do forne-
cedor.
Sala das sessdes do conselho do compras navaes
14 de djzerabro de 1870.
O secretario.
________ Alexandre Rolrigues dos Aujoss.
CSMMERCIO,
ALFANDEGA-
P.budiraento dj dia I a 13. .
Ideo do dia 16 ... .
M2:07i#508
27:308<8li
469 38l3*
^oviieuio da alfaudesra.
38i .
Volunies entrados com fazendas
com gneros
Vo'umes sabidos com fazendas
cora gneros
478
45
393
-----438
D rregam h ij i 17 de dezembro.
Va ,in;l.'zifl". PiA^rrobacaiiiMB.
o i can)-Uerrel Bresetle varios ge-
-Ottpliin -diversos genjrog.
tOtaithuvtiioi gneros.
'Inglez -Mhrrm-dm.
Do ing'-z /.sm/rrarvao.
Miguel -ferros e longas.
Uarc.i mgleza Kakinoor ferroecarvao.
Paiacbo inglez-Sa Bird-varios generds.
Boi Maifim 80000
Pinlacilvo 70i000
Cabo Verde 80*000
Brilhante 70O0O
Memoria 50000
Menino 8(l|()00
Boa Sorte 80*000
Mangaba 30000
Regalo 70*000
D jurado 80*000
Desejado 73*000
Valente 70*000
Lavrtdor 80*000
Marianto 60*000
Surubim 80*000
Carioiro 80*000
Alegre ,73*000
Mi.ror 70*000
Traquino 80*000
Deregoro 80*000
Estrilo 75*000
Briora 70*000
Cnilo 73*000
Generoso 80*000
Faceiro 63*010
G.-.lante 75*000
Fe^lj 50*000
Cupido 50*000
lia Forma 60*000
Molahnho 70*000
Valeroso 70*000
B-.im Succet=o 60*000
Nanurado 80*000
Canario 75*000
Treloso 70*000
Primor 70*000
Pnlgoaio 75*000
Foi laleza 80*000
(xrrpte cn-uilo canto 60*0(0
ijino'.e crioulo raascaiado 5'. 0-O
Vrfrca B mfeila 70*TO0
Varea Piniaiqha 60*000
Vacca Bella 60*000
Vacea Wolatinha K.i''WO
Vitello pequeo 13*000
Vitello maior 20*0fO
On tro di lo 20*000
Vacca Nubreza 43*000
V leliu castanho 16*000
Vacca Azeilona 80*000
Vacca Uib.ici la 40*000
Cavalios.
Cavallo rugo, velbo 60*000
Cavallo alazlo, velbo 2o*i 00
Aluveis.
11 i-ie s usadas 20*000
2 pe-sas de algodao da Babia 20*000
1 dita americana 3*0(0
l-W saceos novosa i 105*000
102 saceos velbo* a 500 33*000
24 ca-cos do barucas a 320 8*960
7 carrus, 1 novo, 2 rodas e
5 em eao arlad > 280*0^0
4 arrobas assucar br.'-.nco 16*000
4 ditas de masra'ado 12*000
10.000 covas de rocas de
8 mezes 400*000
10 000 covas de rocas de
2 raezos 2^0*000
Safra de canas do engenho
e lavradi-res 9 Si*000
Villa do Cabo, 13 de dezembro d j 1870.
0 esenvac .
Manoel Jos de S. A. Araujo. -------------------------^-----------------^_
Arremaacao.
A arremataeao de um sitio cora casa depedra e
cal nos Afegado-, e que dciia ler lugar na audien-
cia do juiz dos feitiH da fazenda do quinta-feira
13 do corrente, ficou adiada para a audiencia do
sabbado 17.
poneos das visto que j tem a maior parte enga-
jada : para o pouco que Ihe falta trata-se com o
capit>na praca ou na ra do Vigario n. 1, 1'
andar. ,.
X
Paquetes a Vapor
Dos portos do norte esperado
at o da 26 do corrente o vapor
Arinas, commandante J. de P.
Guedes Alcoforado, o qual depois
da demora do eos turne, seguir
para os portos do sul.
Desde j recebem se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua ebegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
le sua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
ertos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
irrobas de peso ou oilo palmos cbicos de medi-
cao. Tudo que passar desles limites dever ser
ambareado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas pas-
tagens s se recebem na agencia, ra da Cruz n.
57, primeiro andar, escriptoiio de Antonio Lui/
Je Oliveira Azevedo & C.
PORTO
Ama
Precisa-se para o servico interna de caa de
pejuena farailr. : na ra do Vigario n. 5, secun-
do andar. "
Lndovina Emilia do Sacramento Cabral, cura-
dora de sea marido, Interdicto, Jaeintho Jos Ca
bral, e administradora dos bens de seu casal, te-
an noticia qua dito sea marido pretende vender a
retalhj o sitio, on parte dolfe, que pnente ao
easal, na estrada de Jlo de Barros, avi.a a to
dos, que esliverem de boa f, que a elle nada
compren), nem contralera acerca dos bens do e
sal, seb pena de serem annullados todos os seus
contrato.
Precisa-se de ama ama para coziobar :
tratar na rna da Senzala-velha n 48.
mENCilO
Furtarara na larde do dia 12 do corrente, do
primeiro andar do sobrado sito a ra da Impera
triz n. 16, na occasiloem que eram co'nlnzidos di
versos obJHetos do mesnio sobrado para as car o
cas que e-iavam paradas a pona da ra, um bah
de (landres qualrad >, de tamanho regalar, con-
leudo urna salva grande do prata, nxoval para
menino, diversas pecas d) roupa, vario pares de
sapatos novos para senhora e menino e outros ob
jeitos de valor. Pede se a quem guardn tal ba
bu, talvez sem snber que era fortado, que o vi
entregar na loja n. 10 da mesma ra, onde se dar
urna graliticacao pessoa qae flter a entrega. As
autoridades policises j liveram conheciment) do
fact), e ha desronfianca de qaem sejam os auto-
res do farlo. Pede-se tambem aos senhores ou-
rives que apprehendam a dita salva, no caso de
Ihes ser offerecida.
Sociedade Liberal Uniao Be-
neficente
De ordem do conselho administrativo ao con-
vidados todos os lenoottes socios a renntrem-se
em assembla peral no dia 18 do corrente, as li
Doras da manhaa, na casa da mesma sociedade,
para assisiirem o impoisamanto do novo conselho
administrativo que tem de funecionar durante o
anno prximo futuro.
Secretaria da sociedade Liberal Unilo Baoefl-
cente em 16 de dezembro de 1870
Innocencio Xavier Vianoa Sobrinho,
___________________1* secretario.________
O abaixo assignaao na qnalMade de procu-
rador que fei do fallecido Viscoade de Loares de-
clara, que enlregon netla dau aos Srs. Amorim
Irraaos & C, a procuraclo em que a Vise ndeca de
Loure?, como nica hordeira do sen tinaOo mari-
do os constitue sens segundos proturadores nesla
cidade.
Pernambuco 14 de dezeinbn* de 1870..
P. P. de m^u marido Elias Bapn-ia da Silva,
Genoveva Rosa da Silva.
Aluga-se o segundo andar da Cisa n. 2 na
ra Bario da Victoria, amiga ra Nova : tratar
na loja da mesma
Precisa se de nina ama para servico intem
e externo de casa de pon-a familia : na rna do
Duque de Caxias, outr'ora ra do Queimado nu-
mero 22.
Pretende seguir, com muila brevidade, a barca
portugueza Social, por ter a maior parte de seu
cirregamento engajado ; e para o pouco que lhe
falta, trata-se com o seu consignatario Joaqoim
Jos Goncalves Beltrlo, rna do Commercio.
Pela recebedona de rendas iutetnas geraes,
se faz publico que neste mez de dezembro que
as irmandades raligio?as, os bancos, companbias e
sociedades anonymas e quaesquer associasOes
pia*, beneficentes on religiosas teem de pagar a
dcima de rclo "mora, livre de multa, relativa ao
1* semestre d>exerci<-io corrente de 1870 71, e
qne, Iludo o referido praso, ser paga cora a mul-
ta de 6 0)0.
Recebedaria de Pernambuco 1 de dezembro de
1870.
O administrador,
Mtnoel Carneiro de Sonza LacerJa.
Consulado provincial.
Xa forma do art. 50 1 da le provincial n
963, avia se por esta repartico, a quem interes-
ar possa, que com o mez de dezembro prximo
abre so o praso de 30 dias alli marcados para o
pagamento voluntario dos imposio3 da decima
urbana e de5 0|0 sobre a rend dos bens de rai?
le eorporaedes de ma-j morta, relativos ao 1 se
mestre do corrente anno fmanceirp de 1870-71.-
incorrendo os contrlbnintes que nao reabsarem o
mesnio paramento no referido praso, ne commi-
naco do 3 do citado artigo.
Consulado provincia! 21 de novemmbro de
1870.
Se-vinde de administrador.
A. Witrnvio P. B. e Acciuli do Vaseoncellos
JUIZO DUS FEI10S DA FAZENDA NACIONAL.
Nojabbado 17 do crrante perante o Illm. Dr.
juiz dos feitos da fazenda nacional, na sala d3s
aodienciii?, pelas 11 horas io dia, se vender era
nraca publica urna casa terrea sia na villa do
Cabo, perieucente aos herdeiros do finado ex-col-
leior Julin Pereira Mattosn, avahada por 1:200*,
cuja casa foi peuhorada para pagamento da mes
ma fazenda.
Recife, 12 de dezembro de 1870.
O Fscri>-ao
Lniz Francisco Brrelo de Almeida.
O conse lio econmico do bitaiho de raan-
Jaria n. 9, conUati no da 20 do corrente mez, os
gneros alimenticios abaixo mencionados, e para
o que convida aos senh ros negociantes a apresen
tarem sins propostas na secretaria do mismo ba
tt'hlo Dlas 9 h iras da m.rahla do mencionado
dia, preventorio que os geners devem ser de pri-
meira qualidarie e que o contrato vigorar do !
de Jan-iro a 30 de junho do anno vmdouro :
Arroz, .-Bsuear ma-cavado e refinado, azeite do
e baalho. eaf, carne verde, carne secca, fa-
rinha de mandioca, foi lo, lenha, maoteiga, paes
de 6 oncas, ditns de 4 ongas, traoinbo, e vinagre
Qoartl no Hospicio, em Pernambuco, 15 de
dezembro de 1870.
Fmucisco Antonio de S Barrete
Tenenle secretario.
Bio de Janeiro.
Segu para o porto cima em poucos dias o bri-
gue brasileiro Manu Verginia : para carga trata-
se ra do Mrquez de Olinda, outr'ora Cada o.
:>2, escriptorio de Jos Victorino de Resende
&C. I
PARA'
Pegue para esse porto com a possivel brevidade
o hiate novo, bem construido D. Luiza, para car-
ga e passageiros : a tratar-se cora Gomes de Mal-
los Irmos ra do Vigario n. 26.
AHIA
Parae referido porto segu dentro de seis dias
a polaca italiana Sra, e por isso quem quizer
aproveitar carregar a frete commo^o, dirija se ao
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrlo a
ra do Commercio n. 17.
Para Lisboa
Segu em poucos dias com a carga qae tiver o
patacho portuguez Reslauracao I: quem no mes-
nio qujzer carregar ou ir de passagem, dirija-se
aos consipnatarios Oliveira Filhos & C, largo do
Corno Santo n. 19,,! andar,
RIO DE JANEIRO
Para o rferHo porto pretende seguir com mui-
la brevidade a barca brasileira Santa Mara por
ter a maior parte do carregamenla engajado, e
para o resto qne lhe falta e escravos a frete, tra-
ta-se com o consignatario Joaquim Jos Goncalves
: elirao a ra do Cramereio o. 17.
f'ara o Po-o
sano impreterivelraente at o dia 23 deste mez de
dezembro eorrente o brigue portugoez Judtth :
para o re-toda carga e p.ssageiro trata-se com
os consicnatarros Thomaz d* Aquino Fonseca &
C Successores ra do Vigario n. 19.
m-M#K*ir>f*?!r*-:
'^-aa-> m iiim i y-v
LEILOES.
R4MDE
LEILO
DE
0 Dr. Jos Bernardo Galvlo Alcoforado Jnior,
juiz municipal suoplenie da pnmeirj varad'esia
cidade do Recife, em virtnde da lei, ele. :
Faco saber celo presente, que nos termos di
art. !. do decreto n. 1695 de 15 de setembro .o
anno proximo^)ass. d as, contados da pabliCojlo d'e.-ie edital, reeeber
-ste juizo prcp islas por carias fechadas para arre-
maisiopor veifda doses-cravos segrales: *
iu escravo de nome J >s. preto, crionlo, natu-
ral d'e-u provincia, Hade 22 ranos, servico de
campo, avalia::opur l:00>i*0O0.
Urna eserava ris nome Joaquina, preM',de rra
tao Anguila, idado 48 anuos, soltcir.i, servico de
campo, avahada em 400*600.
Os quaes forampenhoraOosDorexecnclode lio
iingues Almeida & C. contra J,s Florencio de
Oliveira e Silva, e ditos escravos se acham dep. ri-
lados em poder de Francisco Thomaz de Barros
Campello.
E para que conste l todo?, fnanda nasar o ore
sent, paa ser afflxado no luagr do contorne m
Ducado pela imprewa. -
Dado e pafsado aoi 16 de cuiubro de 4870.
TUEiTUO
ZARZUELA IIFJPIJOH
NO
CAMPO DAS PBINCEZAS
1IOJTE2
Subir a scena a applaqdi la z muela em 3 actos
intitulada
Pruripiar s 8 l|t horas.
Um quart-i de hora dspois no espectculo ha
vera um irem expresso do Recite para Apipacos.
THETRO
EMPREZA -COIMBBA
Em consequeBcia de cachar enriando as mni-
to lindas maretas tra um acto LE 66, 31MONE
e BOQUILLO.V a? quaea a empreza quer que su-,
hara a s.-eua com t ido o capricb). reaolven oa<>
dar e.-pectaculo sabbado 17 do correle havend .
no;
'Domingo 18 do corrente
AS 5 ir HORAS DV TARDE
LINDO E VAHIADJ ESPECTCULO
Dividid una tres partes.
O programan cornjleamenie variado.
Entrada-----1*000.
AVISOS MAGUIMOS.
fara o Porto
est receliendo carga a frete medico a terca bor-
lugueca & Manoel li, deveoie Hdijr dentro em
Urna rica victoria, movis,
chi ystaes e loug.
No sitio do lioad.i Sr. Jos Moreira Lopes.
Una rica mohilia de jicaranri com marmore,
4 grandes espelbos, figuras do porcelana, janli-
oeiras, mesa de, marmore, mesas para jogo, qua-
dros com gravuras, secretarias, toilels de Jacaran-
da e mogiio, lavatorios cmn marmore, mesa els-
tica para janlais mesas redondas com marmore,
cad-iras di1 guarnica i de raogno apparadoresde
mogni e amarello. guarda lour^i, relogio 'de pire-
de, garrafeira de ferro, nwsas iie praho, quariiuhei-
ras, cabidos, mesas e cadeiras d ferro, jugos de
mesas rie charo, mesas de chara i, cadeiras de
gtico, vasos de Inca e tidro, estantes para cauto
le sala, camas ue JaVaraBdi. amarello e I na, ca-
deiras de Jacaranda (bra-*) b fet, 1 grande guar-
da-vestidos, meza do ui.igno c un abas, 1 -iiho,
armario-, 1 rica viciona com lodos os axreos
para um on dous cavalios, appirelhos de porce-
lana para jantar e cha, garrafas, canto neiras, co-
pos, clices e galheiteiio de ehry-tsl, O garrafas
Je vinho do porto antiguissirao, 93 dilas com
agurdente de cana superior.
O agento Puutual, vender em letla os ohjecto*
cima meneionadus por aul Tisacao do Illm. Sr.
Dr. juii de urphos requerimento do inventaran
te (i is bens deixados pelu fluado Sr. Jos Moreira
Lopes.
Terpa-feira
20 do rorrelo.
No sitio de Ponte d'Uchoa n. 27 as 10 e mera
horas. "
AVISOS DIVERSOS.
Prgramuia da feativldade de
MI. wenhnra da Concelcao na
matriz do povoado de Ciante-
lera.
S gunda feira 19 do correte div-rsas gyran-
dolas de fugeles suhirao ao ar, annaociand> sei
o da seguinia o da fe*tividade da exc,ela Virgem.
Na lerca-foira s 10 horas principiar a festa.
famando uessa occasii a sua pruneira missa, i
nosso distincto comprovinciano o Rvm. Joao Au-
gusto do Naswmentu Pereira, tendo por parmym
phos seculares os Illm*. Srs. coronel driolaoo
Veloso da Silveira, 1,-neole oorobel Cincmato Ve
loso da Silveira e o imtor Js Pedro Veloso da
Silveira Jnior e por a-si*lenie- do aliar o* Uvnu.
viganos Hercalano M rques da Silva e Fl ir ano
de Queiroz Ceutinho. Oceuoar a cadeira sagra-
da o mui dwtncio prega*ir Rvd. Jo-* E-teve
Viaona, que por Untas vetes te lera feuo apreciar
pebaea talento.
A orchesira ser dirigid por nm dos melhores
professores, Picando vespera e dia urna haada
de msica eecoltiidus peca*.
Para maior brilbaotumo pede-se a todos os ha-
bitantes qae uluminera a frente de atea habito-
5*ea.
Perante admieistragio da propriedado Api-
pucos, arrenda-se a mala da mesma propriedaJe
nos dias 15, 16 e 17 do corrente pelas 4 horas
Ja tarde. As condiecoes do arrendaraento sero
patentes aos pretndeme-; a quakpier hora do da
em casa do respectivo administrador.
Apipucos, 13 de dezembro de 1870.
O administrador,
___________Joo Francisco do llego Maia.
Funditjao de Ierro, bronze e fa-
brica de machinas, na ra do
Brum ns. 100, 102 e 104.
Gardoso & Irmos.
Avisam a seus freguezes e amigos que recebe
ram da Europa, nova remessa de vapores de fer-
(a de 4 e 6 cavalios, formas para paes d assucar
pintadas e estanbadas.
Os vapores sao da melhor qualidade e ignaes
aos que vendemos para os engenhos, Mallo-Gros-
so, Bom Successo e Sip, que podem ser exami-
nados : teem completo sortimento de todas as fer-
ragens para engenhos, e o estabelecimento per-
feitamente mentado para apromptar qualquer obra
com promptido e perfeico.
Agua para Olindo,
O preto Feliciano, encarrega-se de levar diaria-
mente para Olinda, agua era caneos, por barato
preep : iratar com o Sr. Jos Coelho, m Vara-
douro.
Prjcisa-se alngar um menino de 10 a 15 an-
nos, para criado : nesta typographia se eir quem
precisa.________
Precisa-se de um m deque, que leona 10 a
13 annos, ou inesrao de um negro de meia idade:
tratar na ra di Iraperatriz, reflaacao de assu-
car n. 46.
Precisase de um serveute e de uma ama
que seja forra ou captiva : na ra das Larangei-
ras n. 10, hotel francez. ________
Precisase de uro himem livre ou escravo,
que d fiador a sua conducta, para o servico ex-
terno da padaria da ra do Rangel n. 9,
Jos Duarte Pereira, subdito portueuez es-
tabelecido com uma coxeira a ra da Roda n. 45,
declara que a exeenjao que move Francisco Pe-
reira Raposo pelo juizo de paz do t disiricto
da freguezia da Do vista contra Jos Duarte Pe-
reira, como se tem annunciado, nao se entende
com o abaixo assigndo e sim com um mitro indi
vidao de igual nome e morador na Soledade.
Reeife, 16 de dezembro de 1870.
Jos Duarte Pereira._______
Gompanhia dos tri-
lhos urbanos do Re-
cife Olinda e Bs-
beribe.
Levo ao conhcimento dos Srs. accionis
tas desta (.'ompaohia que, em con.sequvDC*
do efficio de contas de bnnlem datado, no
quil declara a mesma commi$s3o ser-lhr
necessario para terminar os seos trabalhos.
um espafo maior de tempo, at o dia 19
do corrente, lem o Iiim. Sr. presidente da
assembla geral resollido espacar o addia-
mento da sesso para o referida dia 19
hora, e no luffar j annunciado.
Recfe, 2 dezembro de 1870.
No impedim'tito du Io secretario
Antonio A. dos Sontos Portt.
2o s crelano.
LUIZ ANTONIO MESQl.ITA FALCO.
Thereza de Jess Pestaa Falcie, vinva de Luiz
Antonio Mesquita Falcao, os filhos, filhas, ora,
genros e neto do mesmo fluado, agr^decem eor-
dialmente s pe-soas que se diguaram aeempa-
ubar o cadver ao cemiterio publico, < de novo
os convidan) para asislir missa do 7" dia, que
deve ler luear no lia 19 do ctrn rte pelas 7 ho-
ras da manhaa na igreja matriz de S Jos, e anto-
c i para por esse novo obsequio 09 seus agradeci-
mentos.
AMA
Precisa-se de uma, preferindose eserava, para
eoinbar' tratar na ra da Palma u. 34.
Precisa-se de urna ama
sario n. 28.
AMA
na roa estreita do Ko-
Precisa-se de uma ama para easa de bomem
solteiro : na ra da Praia n. 42.
Precisa se de um caixeiro de li a 14 an-
uos de idade que lenha pratica de taberna : na
ru do Rangel n. 8.
Precisa se de urna de leito sem filbe e qne
seja sadia, paga-se bem : na ra dos Quarteis n_
SS
18, 3 andar.
CASA
Aluga-se o 2* an lar da casa n. 36 da roa Di-
reiia, eom eommodos para grande familia, a cha-
ve est defronte na loja n. 29.
Ama
Prccisalse de uraa ama para cosiohar : tra-
tar na ra da Alegra n. 5.
Priado;
Na roa do Duque de Caxias, outr'ora do Qaei-
tnado, n. 14, andar, precisa se de um criado
forro on captivo, de idade de 12 a 16 annos.
Precisa se de tima ama forra on captiva para
ozinhar desempeuhar esta missae, querendo tratar, dirja-
le ra do Du ue de Caxias, loja n. 1.
Precisa-se de uma eserava para o servico do-
mestico de casa de familia, e que ngorome : oa
ruado- Viseando de Pelotas (Arago) n. 37.
Irmandade
de Nossa Senuora da Conceigao dos
Mi itares.
Domingo 18 do correle depois da missa votiva
proceder se-ha a eleiQo dos funecionatios que no
vindouro anno de 1871 lera de administrar a ir-
mandade de Nossa Senhora da Conceicao dos Mi-
litares, e para esse flra sao convidados todos os
irmos a reunirem-se m-ste consistorio no referido
dia, as 8 horas da manhaa.
Consistorio da mesma irmandade 14 de dezem-
bro de 1870.
O secretario,
Emiliano Tamborito.
Attenpao
Precisa-se ai gar uma casa pa"ta ponca
familia, em qalqner das fregbalase San-
to \nto:io ou'S. J.s desia cida ie ; ou
tambem perflHita>s< uma casa muita boa di
ra Augusta cum urna outra em ditas fre-
guezias : ti atar nesta lypugrapbia.
-ggBzxm,
CASA EM OLINDA-
Aluga se uma casa de sobrado em Olinda,
muito fresca e perto do mar, com muitos
cjmmodos para grande familia. A tratar
no Recife, roa Bella n. 37. As chaves
achara-se em Olinda, defronte do convento
do Carmo, em casa do Sr. capilao Francisco
Xavier de Moraes.
ON-v
Muiiiit
publicado
peridico illuitrado mensal,
York.
Assignatura por seis metes.
. P.s.-.'OiO.
LIVRARIA FRANCEZA.
em New-
Ao passageiro do vapor Gironde que lhe tiver
faltado um hahd grande, pode procura-lo na rna
da Cruz, armazem n. 4.
O administrador da casa de Ion -h era Olinda
convida sens amigos para irem satmrial a boa
[.o de vacea feita por um hbil eo-inheiro chi-
nee, no domingo | roiini" as 6 betras da manhaa.
6 rr)
Joo Antonio de Siqueira, manda celebrar um1.
missa no da 19 do c irrtntc s 7 horas da manhaa
a igreja da Madre Deu-, por alma da sua ch ra-
da ma--. f llecida na cidade do Porto em 18 de ju-
nho do correne asno; convida, pus, a todos os
sena parantes e amigos que se dignen) a->istir
este cuidoso co, peh que desJe j se cinfessa
eiernainente grato.
Irmandade
do Senhor Bom Jezus das Dores em S.
Gongalo.
A mesa regedora lenlo mareado o dia 18 de
dezembro para celebrar a festa da imagen) do Se-
nhor Bom Jezus dos Pobres Aflictos, e nao Ih
sendo possivel por ihe faltar os inei vera decla-
rar ao publico que tica transferida para o dia 1*
de Janeiro de 1871.
Manoel Joaquim das Chagas,
Escrivio.
Precisase de um hornera e.'trangeiro para o
trabalho de a sucar na casa de porgar de um en
genho perto da va forrea : a tratar na ra do
Apollo n. 8.
CRIADO
Ojferece-se am rapaz para criado on copeiro de
alguma pessoa que se retire para a mato ou para
fra desta provincia : a tratar ao beico dos Fer-
reiro- n. 8. ffl.-ina de torneirn.
ITecisa-se de uiu caixeiro que -eja brasileuo
on p >nuguez para o Restaurant de Pars i ra
las Laraugeiras n 4.
Pree*ta-si de nina criada que saiba bem tn-
g mimar : a tratar na ra de Apollo n. 4, das 9
da manhaa as 3 di tarde.
Precisa -re Ue um liioieio, rendo poriugnez
ranlhir, para encarregar-sa de nm pequeo jar-
dia : a tratar na Boa-vista, ra do Visconde de
Goyaona n. 51, outr'ora roa do Mondejo.
PAUlh.
Aluga-se a padaria alhmaa em Santo Amaree
as con lices sao favoraveis : a tratar cm (endo-
no na rna da Guia n. 56.
Agencia em renmuibuoo
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do pello.
Maesa parrllha
Cura ulceras e chagas amigas, impigens e dar-
roa.
Tnico
Coeserva e limpa os cabellos.
PIIhIsm cat -.arllcas.
Puramente vegetaes sem mercurio ; enra ae-
ides, (iurgao e purificara todo o system* humane.
MHllLlO
PergunU-se ao bichare! Joa Gmz.ga BaaeHar,
juiz municipal do C-bo, a qoe horas e a nde deve
s*r procurad para despachar as partes, visto-
coroo de maiha esta dormindo at as 10 horas,
as II est nobanho, ao raen da est jantaadv,
sabe rna, nio despacha, volta as 3 horas da
tarde diz toe nio despacha aquellas horas. Re-
cor la-me agoradas pergunus innocentes felias
oo Comi Pemawtoucano 17 de n-ivemhre de
1869. Pedimos ao govern > pr.ivi le icia a reanae
pui* a coulas. Cabe 13 de deew ro 1870
Jote Panto do fl. t B .rreto.
lor para ennenho, prefc-
Precisa se de nm f
rindo^se portugoez, dando se b ni urd. nado o b-
nendo se vaniagans : a traiax n. eng-nno Bonit,
freguezia de Nasarelh, ou i ra do \Urqeaz de
Ollnda (atr'ora Cadew) n 56, andar. ^
Precisa-ae de an feitor para nm iilo, nre-
fere-se casado: a tratar na ra da Senzalla-nova
numero 30.
1



Diario de Pernambuco Sabbftdo 17 de B^zembro de 1070.

IIPdSIQlO DIUYEltSAL 01 ilSI
cdalha i- ciassc
1LP. LABARRAQE & F

LABARRAQE
APPROVADO CELA ACADEMIA OE MEDICINA DE PARIZ
0 Qnlnfiitn LaftarracpiC; um
?inho eitiinenlemente tnico e febrfugo que deve
ser preferido todas as oulras preparacoes de
quina.
Os vinhos % quina ordinariamente emprega*
dos na medicina preparam-se. com cascas de
quina cuja riqueza em principios activos extre-
mamente variavel; parte disso, em razao de seu
modo de preparacao, estes vinhos contem ape-
nas vestigios de principios activos, e em propor-
cdes sempre variaveis.
0 Qulnlum Labarraquc, approvado
pela Academia de medicina, constitue pelo con-
trario um medicamento de composicao deter-
minada, rica em principios activos, e com o
1 qual os mdicos e os doentes podem sempre
s
contar. *
0 Qulnlum Labarraque prescripto
cora grande xito s pessols iracas, delibitadas,
seja por diversas causas d'esgotamento, seja por
antigs molestias; aos adultos fatigados por urna
rpida crescenca, s meninas qui tera difficuldade
em se formar e desenvolver; s mulheres depois
dos partos; aos velhos enfraquecidos pela idade
ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas,
este vinho um poderoso auxiliar dos ferrugi-
nosos. Tomado junto, por exemplo, com as pil-
las de Vallet, produz effeitos maravilhosos, pelt
sua rpida acc2o.
Deposito em Pars, L. FUERE, ru Jacob, 19

Rio Janeiro, Duponchellet Chcvolot.
Pernambuco, P. Maorer y C".
Bahia, Hmm y C*.
OufO-Preto, Candido Welleroon.
Mnranhao, Ferreira y C*\
Pelotas, Aateiro Ldvaa.
Maceio, Falo Mm.
Porte Alegre, Francisco Va
Bello.
III
" FALQUE
Q
iVESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
DI
EM'.OSIKi II G6KSTAHTEIINTI Bill C0HPLET6 SOITIIIRTO DI
CHAPEOS DE SOItt
De todas as qtialidades I
De todos os fcitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N* 4
PARS

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Urln^ "" ,ec"0 ** o ela..i>., Heoni.io lo tarop Uroze de
uni*r r1""8*1 '"* "*** ,t*tatn s fnu v&e do ntomago c inteiuos,
auaudo^ff^lT 5w^!?,'i0- Stm rw'i0 '-'nie f* ,.ode dar as peuoas adultas.
ym que par, mmmt m^t ,A prenhM ^ ^ ^^ ,^ J
Tfo, "-., iaM, har^t. r denoto.
.J i***'* "' ,flM> Jttm, Ct..olot; em Pernambuco, 9. H.m, ;
o .. i/w' "^ "'; tm p^^11- "> l..; em Uania, D. h*j em
*;mfiaMMho:r~^.*LemtoPreu>.JHL?.
PARS
I
i
E'sobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o enrvavo efe iteii.e deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as afTecces seguintes i
GASTRALPIAS
DYSPEPSIA
PYROSI5
AZIA
DIGESTES DIFFICEIS
06RES OE ESTOMAGO
CONSTIPACAO
CLICAS
OIARRHEA
DYSMtNTERIA
CHOLERINA
MODO DE EfflFRFGO. -OtoA.de eiio* CoarboistfcM
toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P* ou de
rulilbM..Geralinente o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiras doses. Uma informado entensa acompanha cada vidro
dr p e cada caixa de pastilhas.
Dpooito em Parlo, L. FREEE, t, rao Jacbb.
VeDde-se Da pharmaia e dpgaria de P. Maorer ci C,
PARS
i
BRANCO l? ESCFRO **
Oeiinfeciando o Oleo de Pwa,|0 de Bneeltie,
o Senbor Caevner >.. est, precinae pr-par-
Vo thenftutira um eheirr, e hftr ag.da,ri,
qnenenhuina deauasvirtudealhe tiran"
Eata importante de%roherta. que granMM
sen auto,-urna lledalhe de honra, volr.riim
uso de Ohso de Fiado deBac.lho de.i,ifeeta>lo.
O me,liec*s o receilam preferiveleMea4eiloa
oa oalrej, era lort, a. ol^ties Mlf|e a a-
ptrn n Oleo de Figado de Ba. alho
\erpor Rala pnrm.-nore relir;o. nedi-
eaea qi|eontem a nolieia que accomi,anha cada
tryeo.
n.,r?y)thr,',''.M",,rb*n-M,,1NH OGB.AMU1 nq^ifr*-w-n AR,,CA l""
o UKAMULOS de BlamU i H ron,,.Usie.eooiri. u li ,ri v.H.dvtenteriM.ddree dentumege, ^
DroarURio, en. m Je Ja fyha, Mounu Iftiuo etC"
r^namlmn, P. \\MUm ,.t r*. ,/W ,//,,., fumciu C". Porto 4kgre,
FERflUGISMI DE fjRETRIER L
O Senhor Cherrier eorqpleou a aua de'.ce-
Bert ijuntsa-de a iodurt de ferro to Oleo de
tade E?tc Olee de Rwde .!
Bac^hio i.'rru^ineo lem teija s propridadts
do oleo e ,lo Ierro, ili^.re-s faeiln-.enu e i
luhsou N-
a_ as doen^as qnte .>'
eaeffOjo i HmcTpulino:i:ir, hroioii^'.ct,
sias.

Olinda.
Ani|ri-=e om goflrado na rita do Ampar imme-
dia a iprfja : a tratar na menma raa n. 68 com
C.w li^frre Jorge da Mntta.
Na raa Direita n. 53 precisa-e de nma ama
para o serpeo de casa.______________________
Alugam-se doas prandes cafas terreas para
rinde familia, sondo nma na raa da Concordia n.
107 e ontra na raa Auru-u d. 68, est diada
e pintadas : a tratar na roa do Apollo n. 81, ar-
maietn. ________________
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000|i
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (outr'ora roa d
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, teodo vendido nos sens fe-
lites bilhetes um*meio de n. 217 com 900*(X0
dons quartos n. 46 com i00000, e outras sortes
de 100* e 46 da lotera qoe se acabon de ex-
trabir (174"), convida aos possuidores a virem re-
ceber na conformidade do cosame sem descont
argum.
Acliim-se venda os bilhetes garantidos da
5' parto dss loteras, a beneficio da matriz de
Barrelr s (178*), qne se manir seguada-feira
19 do crreme mez.
PREQOS.
Bilbete inteiro 6J000
Meio bilhete 3*000
Quarlo 1*900
Em poccao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meto bilhete 2*700
Quarlo 1*350
__________________Manoel Martins Finta.
m i o
Ra do Ba o da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantidos da pro-
?tocia.
Esta feliz casa acaba de vender entre os seas
mnito felizer bilbetes a sorte de 900*000 em um
meio de n. 217,e dotis quartosden. 46 com a sor-
te de 400*. e um bilbeie inteiro de n 1777 com a
sorle de OO*, alem de ootros premios menores,
podendo os seus possuidores virem reeeber, qut
prumptamente sero pagos.
O abaixo assignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no seu e3tabelecimento comprai
os felizes bilhetes garantidos, qoe nao deixarao de
tirar qualqner premio como prova pelos mesma
iUDuncios.
Arham-se venda os mnito felizes bilbetes ga
rantidos em beneficio da igreja matriz de Barrei-
ros que ser extrabida segunda-feira 19 do-cor-
rente mez.
JPIlEgOS.
Inteiro 6*000
Mein 3*000
Quatto 1*500
De IOOiJOOO para cima.
Inteiro 5*400
, Meio 2*700
Quarto 1*350
Joao Joaqnim da Costa Leite.
Fot|ripha opril
E

VICTORIANO PALIIA ES.
o Ull i iiiuiyi
INTERE8SANTE COMPOSHJAO LiTTERMUA.
CONTENDO
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do as sombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com uma carta critica dirigida ao autor pe Ir
r. T. B. Rigueira Costa.
i volme brochado 5*000.
AS CENTELflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay
. volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
zima
Precisa-se de uma ama livre
*oa conducta, para casa de mui
na rea de Santa Thernza n. 11.
de meia idade e
pouca familia
Julio Isnae, encarregado por procuracao bas-
tante de N Danheis-er da casa de penhores tra-
vesea das Croles n. 2, avisa a qnem tiver joias
era sea poder, que far leilao por intervencao do
agente Martins, no dia 15 de Janeiro prximo. As
pessoas que desejirem gaardar por mais tempo
em mos do annnnciante seus penhores, venhara
pagar os premios que esiao a dever at o dia do
leilao, depois do qual nao terao dimlo a recia-.
maedes.
PAR
i A VKHTA
NA LOJA
E
Pa-u'o Guinurfles
branco biazas,
de
Palitnts de brim
4. 5, e 6*000.
Dito-i de alpaca branca de 3, a 4*.
Dit>s de dita de cor, de 3 a 3*300.
Calsas branets debrim.de 2 a 8*.
Cohetes branco*, de 2 a 3*500.
Grande sortimenio de ealsasde cashnl-
hra preta e de cor, palitots de casimira
| do i,i,1 is as core*, obras todas cortadas
por um perito mesrre.
Na mesma luja se mana fazer obras
por medida e por, menos iO p->r cento
qne em outro qtialquer etabolecimento,
pois para i*so acham-se munidns d'am
| perito mnstre e ofB'-ia^s.
2 A RA Da IMPRRVTRIZ N. 48.
Junio a. pa lana franceza.
Ol d&potf
NOVA AGOA
para o Tonoador
POR RIOAD B C"|
lojiomiM
tu vivtoaaM,
PARIZ
SsuAgoaextra-
hi Ja d*e flotea do
PiruaJjponioa.pell
- sua euavidada
^iua propnede-
"' des banefioaa.
exoedeoe ooe-
meUnornais oelabres; tendo sido a-
doptada por todaisooiedade elefante
Deitada nos benho,e d'um pprfbme
dolioeoeo oonaolids u carnea u de-
pwooar ao eapinha, oomiohoa e as effloreaoen-
otoidk peta.
i it'oxa Njva.
tKAMNGA
M
lAFlO
AGOA
ruu
ICllItC.
C3ALERIA DB PIWTPURA
DE
/. Ferretra Vittea
Desde o dia 7 de abril passado acba-se aberto o
tovo estabeleeimento photographieo sito ra do
^abng n. 18, esquina do pateo hos qne dosde entio, tem sahid de nossa offlein
'.em feralmente agradado, sendo recebidos por
ilgnns com adrairacia pelo extraordlaari) pro*
jjesso qne nltimamente tem tido a phott grapnia,
a por ootros com alegra, por ferem a provincia
lotada com nm estabeloelmento digno d ella, e in-
sont'stavelmente o primeiro que nesse genero
loje pessoe : tambem nao nos poupamos em cousa
ilgama para monta-lo no p em que se acha, es-
perando que o publico de Pernambuco saberi
ipreciar nossos esforcose recompensar nossos sa-
riflcio.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naetonaes
* estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
lecessidade de trabahos de photographta a visi-
:arem o nosso estabeleeimento, que estar* sempre
iberto e i ana disposico todos os as desde as 7
oras da manhaa al as 6 da t-rAe.
Para os trabahos de j hotopraphia possuimos di-
versas machinas dosmelhores autofes francezee,
nglezes e allraemes, como sejam : Lerebeors et
decretan, HermagU, Thamaz Kos, Voigtlander et
ionh e Wnlf. ltimamente recebemos tres novas
nachinasi sendo uma dellas propria para tomar
wbre o mesmo vidro' 4 ou 8 imagens diversas a
soladas, e ontra de 6 a 12 imagens diversas o
Igualmente isoladas, de sorte que no caso do
arando concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
las para candes de visita, e assim em menas de
ira quarto de hora despacharmos 8 differemes
pessoas que pecam cada uma, ama duzia de cartes
nais oa menos, com os seas retratos sement, on
tn grupo com outras.
Encaregamos-nos exclusivamente da direccao
) feilara dos trabahos de photographia d'ei-
tando pericia e talentos do distincto pintor
llemo, o Sr.
Jorge A. Roth
is trabahos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O 8r. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama esenptura pobtica, e at o presente tem-se
lerretlado na execncie de seus trabahos.
No nesso estabeleeimento acham-se expostos ou-
tros trabahos importanti s do Sr. Roth, tanto em
niniaturas aquarella como oleo, reir-atos
'leo, qnadros sacros e diyersos ootros trabahos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
'.amnho natural, assim como de qnadros sacros
jara ornamentadlo de Igrefas ou capellas. Tam-
bem aceitamos eneommendas de qoadros histor-
aos.
Assegoramos que os precos dos diversos tra-
talhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
oartSes de visita nao coloridos A 40|00 a
DOTIA
gartSes de visita com o colordo ao nato-
ral AI 60000 A DUZIA
Retrates em miniatora oleo oa aquarella da
16 20*000 cada om, indo convenientemente en-
.aixilhado em moldura doorada e regalando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas a
iodo o qnadro palmo e meio de tamanho.
Jalgamos qne bastarlo os precos cima para
iarmos idea da barates a dos trabahos do nosso
stableeimento, quanto sua perteicao cada nm
'enha jnlgar por seas proprios olbos.
As melbores horas para se tirarem retratos no
xrsso estabeleeimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de orna hora s 5 da tarde
>m casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
uer pessoa.
Nos das de chnva, on por tempo sombro po-
tamos retratar, e assegoramos que esses das sao
>s mais favoraveis aos trabahos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e pt r termos o
aosso tarrago constrnido com taes proporcSes o
nelboramentus, qoe arada chovendo orros ne-
aham inconveniente ha para fazer-se bellos re-
Tatos.
______________ J. Freir VilUla
Precha-se de orna ama que l.ve e engommo
oom perfeieo : na rna do Barl da Victoria a.
61, segundo anJar.
AVISO.
Na agencia consular de Po'togal do termo
de Serinhlem em Gamelleira ; precisa-se
allar com urgencia aosSrs. ahiixo mencio-
nados sobre negocio qoe lfae diz respeito,
isto no praso de 15 das a contar da pre-
sente data.
A viuva on berdeiros de Frati'-isco da
Chagas Cavalcante e Luciano Aff>n*o de
Mel o, morador em Barraros.
Gjmelleira 13 de dezembro di 1^70.
Jacintho Soares de Menezrs.
"Tafe purgativo ~
A* S8GAMaNi\
De B!N Burra
Piarimcetlco-C ntico
A utildade des purgante* nao s,,ffro l^mons-
traao algumi ;. a pre*cripg> diaru qie talles
fazem o* m*licjs o o n*o ainrfa mus freqiinnta
feito p--l) publico slo privas irrefrajiv*is tanto
orno a iiuaatidade innmeravel d^*t- genero. S
falta aperfeicoar ca la ve! mais o m "lo da alrai-
instracao, ^le maneira que consorvando a sui ac-
eii, elles p-m.im ser Uimadus se n rentignancia
aern a-co e sobretodo sem reeeio neo png,K
Milito* pargaites alunados s devem a*ta iiira
exila ao s-u effvni ioteo*o e exce**ivo. D'ahi o
peng i, porq ie irritacSos de slo-nigo, infl.unna-
e,(e* le entranhts sao inovitav ,1 > do seo eraprego. Nada dis-o te.n-se de recear
com o cate purgativo.
TjJas connecera por experiencia o aroma aoa-
ve e o efljito ligeiramonte tnico e ex'atante,do
cat Ule o melhor auxiliar dos porgantes dos
,|ue* dfarga o cheiro o sab >r e ajada a accao
s.>llicitanlo vagirosamente o m>mnenlo* iieris-
talticos de ioteslino, a preveoin Li i sen effeito
muito intenso sobro o estoma.. MNturado com
osea minea, facilita as evacuafVs c m promptidao
e sem cilica. e torna se um puiimte braolo,
ceno, fcil a tomar e prefenvel a iodos os uniros
salvo uma Inticacio especial da q tal o medico
o nico juiz.
A inniC/Uidade do caf purgativo permitte da
c.inpr-ga-l i em todos es easos aiiupta-*. Ltaoeer-
tan lo a atona do intestino e activan lo a secre-
ci dasle, destre a darexa de venir a venlo-
idata*, as flatnosidades e excita o ap letile^ Em-v
pregado mais a miad, conveniente para eva-
cuar com vagar a bilis e os humores viseosoa e
e faz dessa rasneira desapparectT a nnxaqueca,
as dores de cabeca e prev os ata jtiw de sangue
as pessoas que a estes si nred> postas.
MODO DE EMPREGO.
E' tio simples como fcil. O cat purgativo
leve ser tomado fri, puro oa misturado com um
puuco de leite fro a-suearado, ou atma a*soca-
rda. O vidro inteiro a do-e or linaria para
um adulto ; duai colhsres de caf bastara para
as senil iras e para toda e qaalquer pessoa quo se
par fcilmente.
. ara as enancas de 8 10 anuos,- a metade do
vidro suftViente ; de t a 8 anuo*, orna clher
de caf, e a qnarta parta d wlro s neute abai-
xo desia idade contra a gosma.
K por isso d'araa adraimstracao muilo mais
fcil do que es bismutos, chocolates oa bolos
purgativos.
Dase inmediatamente epiis leite quente as-
suegra lo ou callo leve, a doas ou tro* cha venas
le cha preto oa de tilia.
Unte deposito na pharraaoa e drogar a de
Barra ilomea A C. : ra lirga do-R ,san > o. 34.
km.
Preeia-se de orna
I ie lave, oit
i\, i* -in I ir rmtiea.
- frailea se li un
xrahar e fazer o ruin servio
teira : na ra dj kaaerador a >,
i de hornero s,
ra i



7

mm

Diario de Prnambuo- Sabbado 17 de Dezembro de 1870


Estas preciosas aguas mineraes aporoxiroam-se quantoaa saa cempasicXo chimica, das bem
ooohecidas afias de Vuhy em Franca de Neuenahe, de Bilin, em Bohei ia, de Fachmgem e Gelnaa,
no grao ducado de Naa-au, de Rodera, em Moldavia, Clopatak, na vizinhanca da Kronstadle podem
ser em pregadas com omito melhor vaotagem do que estas as molestias scguiates :
1.a Diverjas Turmas de dispepsias.
! Ob9lencoes do ligado o das visceras abdoralnaes.
3. Em diversas aficcoes crnicas da membrana no caso do systema digestivo on respiratorio.
. Em alguns casos de gota e de tithiasis.
5.* Nos catarrhos vezieaes etc.
Segundo a analyse feita pelo distincto analysador o Dr. Ago?lioho Vicente Mareoso, estas
preciofas aguas conlm
Clorrelo de potassio.
lli-carbonato de soda.
< de polaca.
< de cal.
t de magnczia.
de ferro.
Acido silcico,
i carbnico livre.
sulfrico....)
Alumina..........) vestigios.
Materias orgnicas.)
Estando hoje na pratica da medicina, tanto em uso esta9 aguas alca.mas gasosas, c como
seiam pouco conhecidas nesta provincia as aonunciamos para conhecimcnto de publica.
Deposito em Pernambuce, pharmacia americana de Ferreira, Maia & C, ra Doqne a>
Caxias d. 37.
FUMO DE GARAHRURS
Sao con dados, mediante preeo razo*-
vel, os apreciadores da boa pitada a hz-
rem provimenlo do verdadeiro fumo de
Garanhuns. o qoal aoha-se exposto venda,
oJo s no estabelecimento de molhados da
ra das Cruzes n. 42, mas tambem ra
da Soledade, c*sa terrea n. 47.____
BOTICA.
Precisa-se de um caixeiro com alguma
de pharmacia : a tratrr na roa do Duque
xias n B7. ____________________
pratica
de a-
BERTHOLINI <5c C.
^^ ANTIGA, E BEM, CONHECIDA FABRICA.
CHAPEOS" DE SOL
DA
__Precisa-se alugar nm escravo para conduzir
fazendas : trata se no largo do S. Pedro n. 3.
fSh*
Ainda est para ser vendida a armacao e per
; tences da taberna do psteo do Terco n. 11, muito
! propria para qualquer principiante e tambem
paraquem quizercollocsr um eslaheleeimento bem
; montado por ter a casa commodidades para isso.
a qual lera quintal e cacimba, e o seu alnguel 6
1 raz'iavel, cedendo-so ao~comprador a residencia do
' sobrado de um andar por cima da mesma, urna
vez que precise delle para sua habitacao : a tra-
tar no mesmo smrado.
m
PRIMEIRO E ANT1GO CONSULTORIO
HOMEOPATHLX)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripo, no que serao sa-
tisfeitos com promptidao.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a prego mdico.
Consullas, no consultorio das 10 horas
o meio dia.
Chamados, a qnalquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Barao da Victoria43
(Antiga ra Nova).
i
Em tempos modernos nenhum descubr-
ment operou maior revoluto no modo di
curar anteriormente em voga do que o
PEITORVL DE ANACA10ITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROPO,
ASTIIMA, THISICA,
BOUQl'IDO, RESFRIAMENTOS.
BRO.N CHITES ,-
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PEITO,
EXPFCTURACAO DE SANfiUE.
Como em toda a grande serie de enfermi
dades da gauc.anta. do peito e dos orgao
da respiraco, que tanto atormentam e fa-
zemsoTrera humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente na appli-
cac5o de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap
plicarexteiiormente ungentos fortissimo
compostos de substancias vesicantes, alen:
de produzir empolhas: cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam seno enfraque-
cer e diminuir as forcas do pobre doente
contribuindo por esta forma d'uma maneirc
mais fcil c certa para a enfermidade a des-
tiuit;oinevilave! de sua victima f Quem dif
jerente poisto o effei admiravel do
PEiTORAL DE ANAGAHUITA !
VM E E7. DE inRITAR, MORTIFICAR E CADZAI
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACO
DF.SEMVOI.VE F.NTEND1MENTO,
FORTIFICA O CORPO
c faz com que o systema -
Desaloja d'uma maneira prompta e rapid;
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegiosde Medicina de Berlim
testifican) se rem exactas e verdadeiras esta?
Ieac5es analgicas, ou ni m dissoja experi-
i de milliares de pessoas da Americf
Bepaobola, as quaes foram curadas cono
este maraviihoso remedio, sao mais qu<
sufflcientes para sustentarema opinio do
PEITORAL DE ANAGAHUITA I
Deve-se notar que este remedio se ach
inteiramentc izenlode venenos, tanto mine
raes, como vegetacs, em quanto que porm
alguns (lestes ltimos, e particularmentt
aquellos que sao dados sob a forma de Opic
e Acido Hydrocianico, formam a base di
maior parte dos Xaropes, com os quaes t?i<
fcilmente se engaa a credulidade do pu
Mico. A ComposicSo de Anacaliuita Peito
a arha-se linda e curiosamente engarrafada:-
m frascos da medida de cerca de meio
qtiirtiilio cada um,e como a dose que se to-
ma so duma collier pequea: basta ge
ramente a applicacao d'um ou dous frasco?
para ;i elle, uaco de qualquer cura.
s
o
Ra do -Bario da Victoria, esquina da Camba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Nova^
Temos honra de participar a nossos numerosos fregoezes que com a chegada de um dos socios da Europa, suprio-s a
casa com um completo sortimento de chapeos de sor de todas as qualidades como tambem, de iodos os materiaes para os memos
fabrico, como sejam armacoes de todas as qualidades. sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cothil.ria, armas
para caca,chombeiros e polvarinhos. Os chapeos de sol tero abatimento de 12, i5 e 25 por cento, comprando i dinhero.
Progrmala da festa do reco-
lliiuieuto das freirs de Olla-
da
Festa de N. S. da Conceico do recolhimcnto
da mella cidade.
No dia 18 do corrente tem de ser celebrada
com toda a pompa e magnificencia a festa de N.
5. da Conceico excelsa padroeira do recolhimen-
to das freirs de Ohnda.
NeSM dia cantara sua primeira missa o Rvd. Sr.
Francisco .Raymundo da Cunta Pedrosa, sedo
orador no eva'ngelho o Te eum o Rvm. Sr. padre
Jos Releves Vianna cuja palavra autorizada e cs-
tylo sublime sao bem conhecido na tribooa sa-
grada.
A msica da orchesta ser dirigida peo insigne
professor Porciuncula.
Urna das melhores llandas de msica executar
tanto de dia como de noule as melhores sympho-
niasj de seu repertorio.
A tarde sublrao deferentes baloes di gosto ex-
quisitos e Do, e Hndo o Te Deum ser desarvo-
rado o estandarte d* excelsa padroeira e conduzi-
do por meninas candidamente trajadas de branc >,
conrluindo o feslejo com nutros tantos balSes, do-
po'is dos quaes liaver Irem para o Recife, to-
cando em lodas as estacSes Intermediarias.
Recife, 12 de dwmbro de 1870.
Os devclos etican egados da festa.
Aluga-se um sitio na Capunga ra das
Pernombuana n. 2.", cuja casa tem mnilos com-
modos e muito fresca : tratar na ra Nova
n 13, o tambem se aforam terrenos que foram
do mesmo sitio.
(Mdela
Prograauua da fesa de !VT. do
Houtc.
F.'-ta d N. S. do Monte.
Xo dia 7 de Janeiro prximo vindouro ser bas-
tea la c>m toda a pompa e magnificencia o estn
darte da Excelsa Koobora do Monte, e a< 7 bo
ras da ncuto entrarlo as vesperas com todo o
brUhaoUstno.
No dia S'-guinle ser solemnizada a festa de I5-.
Excelsa Padroeira, com a pompa e magnificencia,
iiue postuma acnmpanhar a essafests. a mais con-
ctirrida da provincia, e cortamente a de maior de-
votan pelos innmeros e portentosos mihgres
com que tem sido protegidos os li-is develos de
la > antiga e popular devocao. A fesia era o-
lemoisada com pontifical pregando no Evangelho o
Rv,n. padre Antoni i de Albuquerfju Mello, e sen
do a orchesta dirigida pelo bem conhecido pnfes-
sor Trajano Felippe Nery de Barcellos.
T.inio na vespera como em todo dia da festa se
far constantemente onvir as mais bellas sympho-
nas, ejecutadas n) s em frente a ermida, como
na e>taco dos irilhos urbanos do Recife a esta
cidade, pnis cjssa companhiacoadjuva com todas as
veras para o brilhansmo de to antiga e respei-
lavel devocao.
A' urde e a noule, subirio ao ar os mais bellos
e bem construidos balde?.
Depois do Te Deum com qoe deve ser rematada
essa graBde solemnidade ser qoeimado nm lindo
fogo de artificio, ao qnal preceder o arrear-se o
estandane da excelsa Virgem.
Pele-so a concurrencia da todos os fiis devotos,
iii n de te tornar ainda mais brilhanio essa to
3olemne como desejada festividade.
Os donus de casas de molhados que amigamen-
te eirliavam ose*tabelicimentos, para irem render
grabas e almiraremosinnumeros magresda virgem
esperamos que renovem o< antigns ostumps, p"is
a cowpanhia dos irilho* urbanos do Recife Olin-
trem todas as h>ras nesde a vespera, alim de
jue nao falto condunflo aos innmeros devotos
dsaemtnaSos por todas as ras da cidade e eslra
dan dos arrebaldes.
R-cif1, 12 do deiembro de 1870.
Grande novidade.
BUSTOS DE HOMENS CELEBRES, trabathe
mui'.o esmerado em diversos unannos : no salai
de pianos e de msicas, ra di Imperatriz n. 14,
loa, onde se r cebem encommendas.
0 salo de pianos e de
msicas
nudou-se da raa Nova n. 58, andar,, para a
ua da
Imperatriz n. 44, loja,
jndo contina recommendando-se ao lllm. pu-
blico.
6. Wertheimer.________
Precisa se de urna ama que lave e engomme
com perfeiclo : na ra do Barao dn Victoria n. 61,
2* andar.
AOS 5:000^000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera da
Bahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ouriyes no Recife. ________________
Na praja da Independencia n. 33 se da di.
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra
ireciosas, seja qual for a quantia; e na mesm;
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
f igualmente se fai toda e qualquer obra de ec
:ommenda, e todo e qualquer concert lendent-
i mesma arte
Em c>saeTHh;t>UOR.O CHKISTlAN
SEN, ra di Cruz n. 18, encontram-se
effectiv9mintc lojlaa as qualidades de vinho
Bnnleaux, Bourg'gae e do Rhenr.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajesamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
UffOREIllA HARTE .

A uga se a ca>a da ra Imperial n. 250 com
acommodac5e.s para familia : para ver na casa
junta, e tratar na praga da Independencia nu-
mero 2.
To nomine
Urna pessoa plenamente habilitada offereco-st
para administrar qualquer esiabelecimento de mo-
lhados, armazem de estiva, algoilao ou. assucar
anda mesmo como caixeiro ; ainda para liquida-
Co de qualquer negocio na cabial da Parah)ba
do Norte, onde estn 32 aunos ; ain.ia me3mo na
referida cidade para fiscalisacho dos pesos de jl-
godao o assucar, embarcados para fra della, e da
fiador idneo : a tratar na ra da Senzala-velha.
e.-enpt to n 138.
Amas a copeiro
Para casa de pequea familia, precisa se
de duas amas urna fiara engommar e on-
ii a para algum emsaboada e servico de
casa, e um copeiro de 12 a 14 annos, ga
rante-se bom duguel o tratamenlo: em S
Jos do Manguind antes da igreja casa n. 2.
Aluga-se
3* andar do sobrado n. 8 da ra da Imperatriz
i tratar com J. J. de M. Bego ra do Comrnercir
CONFITARI
Venda de predios i a villa da
Escada.
O liquidante da caixa filial do banco do Brasil
nesu provincia, vende separado ou juntamenle
ouze casa sitas na estaco da villa da Encada,
que perii-iiceram a Joaquim Salvador Pessoa de
Siquaira f^avalcanti ; assim como vende o sitio
denominado da Olaria, e a parte do sitio da Ca
chnein.
A' ra do Bram n. 92, precisa-ae fallar con,
os Srs. captes de campo, a negocio o seu inte-
Aluga-se
A casa da rea do Progrem do Forte dos Mt-
05 Q. 21
RA DO IMPERADOR N. 2G.
O proprietario deste estabdecimenti avisa aos
seus numerosos ebons freguezes, que acaba di-
preparar um grande sortimenti des melhores ge
eros do merend para rechear ae despensas da-
quelles que tiverem bom paladar e disp'Sigo pa
ra gastar os cobres, no lempo da festa do Natal.
Al ennntraro ex clientes presentes de fiambre,
vinhos, licores e eopnac d l dos os fabricantes,
boa cerveja, marmelada portugueza, ameixas em
eaixinhas, conservas francezas e porluguezas, do-
ces de todas as qualidades seceos e em calda
Tambem encontraro bolinhos para cha do t(da^
as qualidades, bolos francezes e inglezes, pas-de-l.
pudins, tortas, amendoas Confeiudas, e quantidade
do ouiros ohjeclos que seria enfadonho enumerar
Orauibus pHra trausporte da es-
(a^o de Belni Beberlbe.
Nos das semanarios as 8 horas e um quarto
da manila;
A' tarde, s S e meia horas;
Nos domingos s 7 horas da manhaa, e larde
as 6 e meia.
Antonio Jos da Silva e Antonio Luiz Mar-
lins, ahaixo assignados, fazem scienle ao respeila -
re publico, e especialmente ao corpo do commer-
vio, que na presente dala dissolveram amigavel-
mentea sociedade que tinham no estabelecimento
de taberna sito ra da< Ny iphas n. 18, sob a
firma social deMarlins & Silvapor terem ven-
dido dilo estabelecimento ao Sr. Affonso Honorato
Basios com todo o activo e passivo existente, ti-
ca odo o mesmo Sr. responsavel pela iiquidaco
constante do balanco que fleou em *eu poder, fir-
mado por elle e pelos abaixo assignados.
Heife, 14 de dezembro de 1870.
Antonio Luiz Marlins.
Por raeu pai o Sr.
Antonio Jos da Silva,
Francisco Jos da S. Braga.
Precisa-se de uma^mulhcr idosa e de boa
conducta, para oreada de um homem soltelro, exi-
ginoo-se que saiba engommar e tenha habilita^oes
para bem administrar o servico de urna casa :
na ra do Imperador, armazem n. 36.
CADENAS
Um ^elegante sortimento de cadeiras de faia a
imi'acao de mogno, e outras de Jacaranda, e bem
assim prelas douraias. obra de gosto : vende-se
as duzias no armazem de-Tasso limaos & C, no
Caes de Apnllo. _
Criada,
Prccisa-se de urna criada para o servico interno
da rasa de nina pequea familia strangeira : a
tratar na ra de Commereio q. jo.
Companhia Al tianpa
DE
seguros martimos esabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
.le 1870.
CAPITAL..Bs. .000 O?OOOO.
Toma seguro da mercaderas o din eiro a risco
martimo em navios de vella e < aores para den^
iro e fra do imperio. Agencii ra do Com-
mereio n 17, escriplorh do Joaquim Jos Gon-
Calves Beltrao. ____________
Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Celte Creme daliciense, nniversellement rpan-
Jue en Angleterre, o les tomines sert si ren n;-
ir.es par la beau et la transparence de leur
teint, doit s< rputation aux lments balsamiqoes
et onctneux qui la composent, ains qu' sa cons-
lanie eflicacii pour ad ucir la peau, la rendre
plus blanche, et contribuer ains la sanie et a la
beaut, qui, touj-urs, sont inseparables.
On la recommaBde cintre [es irriiation de
I piderme, tcles qoe Boutons, rn:i 'oes, Ta-
CHKS DE BoUSSFl'R, BoUCKL'BS DE LA PlOOM, Cl
wnlre les tuches Epatriques el les Eftlobeboeh-
ces Cetto Crfme convienl speciai rr; :! aux fem-
mesencointes peur prevenir LF MASQUE, auquel
elles soni suj-tles.On >'en sen encor p- ur ein-
pcher la ti mi re de se liler par !': froid ou la trop
grasde chaleur.
Prix 1:500 rea
Sel dept au magasin l! sar de la ModeO
(tue do Barao da Victoria.
CGMPANriiA
nos
TEILHOS URBi
ai
DO
RECBFE A9 Olil^BA,
AVISO
Nos dominaos e dia sanctifleados, parti-
rao de Olinda trens noiie emquanto Louve-
rem passa^eires sofficienies embora j se
tenha escolado o numero de viagens marca-
do as tabellas.
Na vespera e dia de Natal partirlo quer
do Recife quer de Olinda trens todas as
horas do dia e da noiie desde o meio dia
de 24 al 40 horas da noite de 25 para 26
do correte aez. Os tren* expressos nao
condozir passageiros de 3* classe, mas
nio param em estarlo alguma nem tnterrom-
perao as viagens designadas as tabellas, e
no progenie annuncio.
fteclara-se mais que os relogios das es-
taches ser5o regulados pelo do observatorio
do arsenal de marinhs, para o qae est nm
empregado especialmente encarregado desse
servico.
Na* stacoes-do Recife e Olinda trocam-se
constantemente por moeda legal os bilhetes
qae por ventura houverem recebido os
passageiros por falta de cobre para troco.
Recife, 6 de dttembro.de f870.
0 superintendente,
A. de Abreu Porto.
Pede-se aos Srs. assignantes que tragam
os seus bilhetes de assignaturas para apre-
sentarem, sempre que transitarem nos trens
sem o que terSo de T>agar soas passagens,
igual pedido se faz aos Srs. que tem passe
do governo e desde j apresso-me em agra-
decer aos mesmos Srs.
Recife, 9 de dezembro de 1870.
O supreintendente.
A. de Abreu Porto.
de ser-Ibes mais cpmmodo, tem
t, bi je ra do Mrquez de Olinda,

Tem a sansfaco de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista
estabelerido utua nova fabrica de chapeo* de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9.
33 nnde acbaro os pretendentes, muito avallado sortimento de chapeos de sol de todos os piecos, qualidades e p. r pre-
?>S rns mas'commodi>s do que comporla o nosso mercado : cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pola poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- ggg
l macoes as tazendas que a demora da fabricacSo bem diminuta,

i^etA',*


m*
lf v t">*'- ''5 ) *; S'> |SW '',


V
0VB\0 M \ICT0BI\ \\
Nesle novo armazem tem um
vanado sortimento de fazendas
fran.ezas, inglezas, allem5as e to-
das todas se vender por Drecrs
mudicos, afim de aci editar a esta
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
fraucezas, de todas as
cualidades, brins de
i!res e brancos, colei-
ri boa modernos, cha-
peos de sol de seda,
tinos.
DE
ARRIM IRMOS
RA
htaro da Victoria
antiga na
T
N
K 41.
Assim como tem urna grande
oficina de alfaiate, montada com
lodos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua prompiidSo e perfeicaa
nada deixam a desejaf.
Roupa de todos os
amanbos para homen ;
meninos.
Por todos os paque-
tes recehem-se as# me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Enropa.
RA
Barao da^vicier la
antiga roa
NOVA
H. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em araio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
iendas, lin-lmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as tazendas, para
oo se tornar massante __________^_________ _______._________-___--------------------------
Na travessa da roa
das Cruzes n, % pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Ama de ieit^
Precisa-se de urna
Queimado n. 30.
ama de leite : na ra do
ferro
RA DA CRUZ M, 1
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de m5o.
Venezianas para j mellas. v
Machinas de descarocar algod5o.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover' machinas de algodao.
Raanos, prencas, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofra, [salitre [timalha de
muitos outros arligos.
IZ'VJI
AMA
Preeisa-ie de nina ama para tralar de crian'
?as : na rna drr Crespo n. 7, loja de miudems.
Alupa-^e para pausar a festa tima casa pe-
.nena na Varzea, ra do Fugo : a fallar B ra
"eHortas D. % Io andar.
Prevengo
O abaixo assignado previne a quera Interessar,
que a escrava Benedicta, pertencenle ao Dr. Can-
dido Jos Casado L/ma, Ihe esl empenhada por
esoriptura publica passa a em notas do tabellio '
\lmeida ; asgim c uno que pelrrjnizo mtinicipal j
da 1" vara da capital se promove a di vida exeeu-
qS". Njngnem, portanto, poder legalmente fazer '
iransaccn alguma com a precitada es-rava, pro- I
testando-se proceder criminanente contra rfnem I
a occnltar. Reerfe 25 de rwembrt de i'.
Amaro Joa'iuim dj Fooseea o Afbaqnerque.
Previne-se a quem imoressar [ro-a qui to- '
dos os bem po-suidos pelo Sr. I*" Luiz Inno- '
ceoeio Pogge, se achim h ipothecadns o dado em
penh >r para garanta de debo superior ao valor
doe mesmos ben, por escriptar**^m nota do Sr. I
UbelliSi Porto Oarreiro.

jo J tU3 'invdvnoq on i 'omMJOia.r^if P apcpi^Joui -e a ai|qnd aprres s aioeuinua
OBi BSS3J0HH anb gtnsanb un.n anb jnpi.vnp
sp 9 on>^ soaiinaDCWUBqd so 's*88||O0 sosson
sop'aj noq |ad 'soariaiud soiaui soJino Jina
'opuB||nddn'8iuon essou o uiazB.ii anbsvimid
sep uia9uo v) ajduias as-JiunSassB ap saino
-op sob 'o sobipam sos Biaueisui uioa mb
souiu3oj 'nujii bssoo cp omsoui a aauqcj ap
SB3JBU1 SBBSOnSBp XWIOP JOd B.H8UBU1 BSS3,p
ss-iuapnooso onb 'snsMued sonaui uo siBia
snoisoiliuoo sbiso b.ijuoo at-jijmuM bjcj
. pmi'wi) top^fOJAtomm sop tt.% styio.n/wvj
abajnaniinii! puup op own ;s.>z,*ix>
bnoesop wJtiiiijucj i'p soiii~ii|i ma.!|soiims obq los-OBipn zind aiso.p seojit sb anb jkjcs
seuPii'i'iiJ^Tii sopciuiq sor* ni? laiuuioo | zi:j son ||ZBJfj opBijaapno^ssjJOa. 888011 y
oa 3AVO)
ztiiil as op ne
89UBJJ vy- si.M'|iuoui
-UIO00J S1BIU SB SVSBO S^
oeina no 'soioapnodsai.'eo s.tialiaujdsossou
soe ajnomniao.npui janb 'svibj uia soiusam
-sgn b .onb 'os-opuiiia.iopiia-"si;j.iaj sua.luo
oa au^o^Jv^^| hu gYTru.i sviiaavaiHA sb
gilj jemoo.id op oi'iBip m.i -mo.o ja^-uih oy
na
lo.i
^ -ejas bu sona S; ,>i;ilmi:j snos so 9'sa.iopu
-juip-j so moa apipi.utos vpoi opucipnua

V
ritf


adsnmidw
--
--


Diario de Pernambuco Sabbado 17 de Dezembro de 1870.
j


ROVOS S0RTIMEHT0S
cinin. rin i viiti.
A armazem do Vst-
Kr Prauccz. ras
Ka rao m victo-
ria (ant.'ora rua
*o?j) o. .
.4o armaieo do Va-
por Fraacez, rua
do Bar&o da victo-
ria (ontr'o'ra rua
.\ova) i. J.
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Este estabelecimento acaba de receber pelos ltimos vapores e navios de vella chegados da
Europa todas as suas eneommeodas do grande sorlimento de festa, offerece ao publico em geral, por
precos resumidos o mais possivel, os artigos seguintes :
Bolinas para seohorasduraque braoco, preto
e de outras murtas cores escolbidas do ultimo gos-
lo da moda.
Botinas para meninas igual sortiroeato.
Sapatinbs de salto para senhoraduraque pre-
to, braoco e de cores e de couro de lustro.
Bolinhas para enancas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas de diversas qualidades para bornea).
Bolas russianas para montara, tanto inglezas
de couro da Russia para viagem, como francezas
de Melier, bezerro fino, para passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 au-
nos.
Sapatos de brim branco para bomens.
Sapalos de vaqueta de lustro com sola de ma-
deira, proprios para banbos.
Sapatos de borracha para homens e seohoras.
Sapalos abotinados, de differenles modelos, mu-
to bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Cbarlot, casi-
mira preta, de trauea portugnezes, para iiomens,
^euboras e meninas.
Perfumaras.
Extractos Anos, banbas, cosmticos, leos, opia-
'tas, aguas de Cologne em garrafas decrystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada li ngroise para bigodes, pos de arroz
i sabonetes, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
I,uvas de pellica brancasJouvin.
Espellius grandes dourados para salas, quarlos
e gabinetes.
Leques para senboras e meninas.
Joias de ouro, brincos, transelins, pulseiras,
botdes de punlios, de abertura, c rrentes e chaves
de relogio, ludo de ouro bom de le.
Brincos de plaqu imitaclo de ouro.
Correles para relogio.
Abctoaduras para rolletes e para punbos.
Albuns de velludo e marroqu para retratos.
Mammadeiras de Caixinh.s de costura, novos modelos com mn-
sica, proprias para presentes.
Quadnnbos dourados para retratos.
Toucas e sapatinhos de lia para crianzas.
Capellas para nuivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augraeito para ver-
se em ponto grande a photographia dos retratos.
Pos de vidro para pianos.
Thesourinbas para eos ura e unhas.
Bolcinbas de seda e de veludo.
Ceslinhas para bra;o de meninas.
Balaios para costura.
Cesos d'arame pratiado pura frutas c pao a
mesa.
Ricos artigos de phanrasia necessarlos para toi-
Ibetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fin mui Ic-lieados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qua iros.
Estampas de bellas paysagcns de cidade?, de
figuras e de santos.
Espanadore- de penas e de pal lia.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Calxmha de msica de dar se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e .de cores.
Bengalas de cana com castes de marm.
Ditas de baleia, junco e de muitas qualidades.
Penles finos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para dente?.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prata dourada e de aro.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cerdas para violao.
Porl-pralos para mesa.
Caixinhas de diversos modelo; e preco?.
bjeclos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para vi3gens.
Esiojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Cbkotrs fortes com martello para vigem.
Ditos de muilos modelos, do junco e de baleias.
Luvas de fio d* EscoGia brancas, c de cores.
Ditas de eamurca amarella?.
Michinas para lazer caf.
Globos de papel de cores para luminagoes de
festas campestres.
Baloes de cores, de subir ao ar fcilmente. .
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros j gos allemaes.
E^terioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordi >ns de todos os taannos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramai de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapi filias.
Presepios completo com todas as pecas e sorli-
mentos avulsos de igurinhas, animaes, casas, jar-
din?, etc.
Atenpo
Todos os artigos mencionados ne.'to annuncio
vendem-se muito baratos, na > so pelos abatimen-
tos oblidos dos fabricantes em ntten(a i as gran-
des e repelidas compra?, como Relo bura systema
de vender muito ainda mesmo com diminutsimo
lucro.
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MO DE OURO
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Nova loja de joias
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RUA DOiCABUGA* N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Salcfatiha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande snrli-
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vendei o mais barato pos-'5
aivel. *
Todas as joias sero garantidas onrodelei, pois os seas donos tendo em )E
vista so adquirir freguezia nao olvkktrao, vender bom e por preij >s os mais
razoaveis possiveis.
CoDvida-se q. publico a \ir a este 6Btabelecimento, certo de qse ficar
satiseito. 2f
A* M DE OUORRUA DO CABUG N. 9 A-
m
NOVIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Rua doQneimado 7
DE
U0REIR4 &
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sorlimento de fazendas
inai, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgnro de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id-m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricanvnte bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeirar e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
LSas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b -urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito tinas para bomens.
s D tas inglezas para homens e meninos. .
Seroulas de linho, e um grande sorlimento de roupas feitas e de fazendas que
enfadonbo mencionar.
Luvas frescas dt Jouvin
Sortimento de tapetes para guamic5es de salas, alcatifas para forro de tala, e o
frande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India

S
JOS ALVES TENORIO & C.
RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 5
Jos Alves Tenorio, professor em bomeopalhia, tendo-se retirado do laboratorio
homeopalhico e consultorio de seu lutre e finado amigo o Dr. Sabino O., L. Pinno,
que por mnitos annos estiveram sob sna direccao, lera se estabeiecido, sob a firma
Jos Alves Tenorio & C, rua esireia do Id sano n 3, onde animado pela confianca
com que honraram-na os amigos da bomeopalhia Ibes offYrece c ao respeilavel publico
um completo sorlimento de t< das as preparnedes homeopticas conhecidas, recebidas
das mais acreditadas casas de Londres e Pariz, e indiginas, bom como ludo quanto diz
respeito a homeopathia e sua pratica, esperando que continen) a honra-lo com a mes-
ma cunfianca. para o que nao se poupar tsforgos.
trucos das boticas
SI
^
m
- -
GLBULOS. TINTURAS.
i botica de J2 medicamentos. 10*000 1 botica de 12 medicamentos. 13*000
1 24 t 20*000 1 t 24 1 25*000
1 36 c ' 30*000 1 c 36 C 40*000
1 48 c 33*000 1 48 c 50*000
i 60 40*000 1 60 0 60*000
1 120 a 70*000 1 120 I 110*000


senhores de engenho, fasend iros, che-
todos quantos quizerem dedicar se a
Sao uteis essas boticas aos Srs. mdicos,
ios de familias, capules de navius, e em geral
pralica da homeopathia.
Medicamentos avulsos pelos procos das outras drogaras, bem cono chocolate de
Londres e do Maracbo para uso dos doenles em tralamenlo pelo syatema homeopalhico.

CONFEITARlA
m
DOS
ANANAZES
Eua da Cruz n. 16
Encontra-se sempre : AMENDOAS confeitadas: xaropes refri-
BOLINHS para cha; pao de l ; bollo gerantes; vintao Bucellas, branco e tinto,
inglez; pastis de differents quaiidsdes ; propno para mesa; vermootb ; absyntio;
doces de frnctas,- em calda e secco, em cognac; vinbos finos, champagne.
barrilinh s em latas.
CAIXINHAS com amendoas e pastiihas,: PAPIS para sortcs," ditos vendados
proprias para presentes ; cha preto, miudo, para cobrir bolos.
de superior qualidade ; iatas com pewgos
a 1^000. i PRESUNTOS e fiambres.
RECEREM-SE oncommendas de bandejas com hoiinbos. com armac3o de assu-
car e sem olla ; de p5o de l e bolos enfeilados com disticos e sem elles ; e de oulros
muilos objecios proprios para grandes jamans, bailes, etc., etc.
Hoces, FRijTAS i flores.
13Rua da Cruz13.
DOCES SECCOS
CAJ'
LI.MA0
ARACAXI
LARANJA
CfDRA, ETC.
ERUCTAS
ARACAXIS
SAI'OTIS
UVAS
LARANJAS
MELOES, ETC.
FLORES
ROUOUETS
PARA NOIVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
Nesle estabelecimenlo encontrar o reguez lodos
os das presuntos em 6ambre, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qualidades, sec-
eos e em caldas, podins, o tudo quanto se possa de-
sejar no coifortavel um excellente LUNCH ; fortifi-
cand.o, aquecendo, e refrescando o estomago com os
melhores vinhos do Rheno e Bordeaux ; xaropes de
todas as qualidades para capils ; sorvetes de todos
os fructos, com especialidade as tercas-feiras, qnin-
tas e sabbados o excellente sorvete de eme.
Tudo com muito a^seio.
IVOMTlllJlirJSICAS
_ NO
SALAO DE PIANOS E DE MSICAS
Rua da Imperatriz-n. J4 loja
conlem :
MSICAS PARA PIANO das mais facis at s mais difficeis, toda dos autores m;
,_' modernos as melhores edicSes da Europa e do "Rio.
NOVIDADES quadrilhas, polkas, balsas.
TANGOS, Habaneros, modinhas, cancoes brasileiras e hespanhola, romances francezes,
arias e cavatinas. _
Operas inteiras proprias para presentes
tudo para piano e para canto da opera
mais
GUARANY
_ Em. breve se principiar a dar um catalogo do grandissimo sortimenlo deste es-
labelecitnenlo. Encarrega-se de encaflcmacns etc.
GRANDE SORTlENTO DE MSICAS
NO
SiililO JDK PIAMUS E DE MSICAS
Rua da Imperatriz n. 14 loja
Para finita, clafiuetta, rabeca de pequea e grande orchostra, para banda
mititaf e h rmonio, t3o proprio para este lempo de festas e para augmentar a solemni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedido das provincias ou do interior erJo promptameate altendidos.
A higa se
Para pascar a fe.-u tio e (rocleira, na Varzca, por |iro;o comraodo
tratar no rncamo logar cm a casa* contigua.
am.
Vendes* nra piaao em perfeilo eftado, do fa-
bricante Traiimann por prCo razo.ivel : na rua
do Livramento n. 38, armaztn do Balif*.
Precisa se de um menino ilo 12 a li anno,
para caixelro : na padaria da rua do Hangel nu-
mero 9.
Dividendo
Paga-se o 6 dividendo da ma?sa Mlida de A
morim Fragosa 4 C, razao'de 3 0,0, ledas as
-exias-feiras s II horas da manlia a 1 datar-
de, uo escriptorio da rua do Vigario a. 13, pri
mairo andar.
Massa fallida de An-
tonio Pedro de
Mello.
Os administradores da n assa fallida de Antonio
Pedro de Mtllo vem de nevo convidar aos credo
res da mesma roas^a para entro do praso impro-
rogavel de oit i dias, a cot ar desta data, apre>en-
tarem seus ttulos de cred lo, completamente sel-
lados, afli] de se fazera classidcacSo dos rhe?mos,
na roa"do Vigari > n. 25, Io andar. Recrfe 12 de
dezembro de 1870.
____AC
DYVETOT
14-Roa Estreita do Rosario-M
Compra e vende roupa feita
nova e i elha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Frederico Maya
CirurgiSo demisia
Acha-se em seu consultorio para os trabalho-
de sua arle nos das uteis das 8 oras da manhSa
as 3 da tarde, e aquelles que p..r suas oceupa-
QSes nao poderem comparecer nesse= dias o aca
rao das 9 horas da manhaa as 2 da tai de nos do
mingos c dias MlKificados. Tamhem continua a
prestar se a qualqu-r chamado, tanto na cidadf
como para fra delta, sendo procurado em seu
consnlturlo a rua do Duque de Casias, sobrado
amarello com entrada pela prac.a de Pedro.
Lom muito p.iaior vantagem compram-st
ouro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: n
loja de joias do Co.-acao e nro n. 2 D, rua d'.
Cabug.
Comprase urna mijbslia de amarello c ou-
tros arranjo* para casa, sendo com pouco uso :
a Miar na I ja de miudezas na rua Duque de Ca-
xias n 53.
Na rua do L'vranuuto n. 3 compra se .s
de laranpeiras de umbig, cravo e relteto.
Chumbo e estanho
velho.
Compra se em grandes e peqoeuas porcoes ; na
rua Nova n. 11.
Compra-se urna victoria nova iu era b-:m
estado, com os c mpetmies arreins : a tratar na
rua do Cabng n. 18, armaz^m Flor do Prcgn^so
VIDAS.
Ricos espelhos de Veneza.
Vende-se na lija de Brrnarilino Ducrle Cam-
pos & C, slia rna Primeirn'de mareo n. 16, os
mais eleganlrs espelhos de dinstal.
Caniieiros e gaz eco-
nmico
Acaba de ebegar nova rr-messa dos tao despja-
dos candi- iros tudo de p> rcolana 61 qnae- muitj
se acommidam pela reguranc, acc io e econonda,
e ainda pela exilenle luz pnferivel mil ve?es ar
kerosene: venham antes que se acaben), nico
deposito da rua larga do Rosario n. 85, botica.
AttenpaS
Vende-so urna arniatao p ir barat' precj e em
boa loralidade para qualquer nrg rio : .a tratar
nos Affogados, rna de S. M .'u.'l n. .')i.
CAVALLO
Vende-se um cavallo, rudado anatacado, bom
andador de baixo, nieio, e e>qnipadnr ; tudc ibtn
com ^erfeicao. sendo ir.uito novo e inteiro, sem
achaqu-s encoberbie de?enic ra os amantes dis bellos passeios da festa : tra-
tar no patio da Ribeira n. 25.
UQUIOAGO
calpados.
Santos Falclo & C. com arnuzem de fazendas
rua do Mrquez de Olinda n 15. tend* recebidu
pelo uliimo vapor prcceilente da Earopa 500 pa-
res de bolinas de bezerro e cordavo por sua cunta
propria, e desejando dar-lhes prompta sabida, re*
8/lveu v^nda-las pelo mdico preco de J o par,
preco este que em parte alguma por elle se vende
43Rua do "Mrquez de Olinda-45
mmmmmmmmmm mmmw
B Acabara de the'gar pasa a loja de |
fazendas de Antonio de Mnora g|
Rohm A C, roa do Duque de i
Caxias n. 31, os seguin es ar-
ligos.
Lindas sedas de cores,fazend superior
a popeln?, pelo baralissimo prego" de K
2*500 o covado.
Chapeos de fcltro brancos c prctos pa i
ra homem a 5*.
Ditos do castor broncos a 8.
Cassas francezas pintadas ile delicas i
padrSes o superior qualidade a 500 rs. o
m tro.
Cortes de casemira du cores, fazenda
que todos vendem a l, a 7J.
Alpacas lavradas jUo corad \
Cortes de la com o eo id^)s, fazenda
superior a 5/1300.
Ditos de mim a Amelle a 5#.
C.ami-ai de linhi npleza a 3|.
Alcatifa com 4 palmos du largura a
500 rs. a covadv.
Liqudi(jao d fazendas, na roa
do Bi ao d;i Victoria n. 12,
antijra rua Nova.
Vend> i, i.lgod cambriias.
ClK
bal
do
sor
t-e
me
par
:o de slgodao,
tu dos inenin s
grande
hdada-
NOVIDADE.
O Costa, prpprloUrio do armazcm da Tera
Maamorj roa darCrnzes n. 42, nffrrece por o"-
nleiro cuniado o que de melhor ha no merrado,
por ter recibido maitos dos gneros descriplos
pelo ulim^ vapor..
Queijo flameogos do ultimo vapnr.a ?#E0O.
Biscoi;Ijs em caixinhas de cinflguragOcs diver-
sas proprias para fifi* as cnaiifas.
Velas stearinas a 640 rs. a libra.
Chocolate de ti a 1*800 a libra". _
Especial o anieisa inglez e franceza.
Hnrtalices para sopas denominadas Julienne, que
snbstitue perfeitimente as mais fresca era/.
A verdadeira farinba amer;rana vinda de coma
propria a 320 rs. o mago de nma libra.
Bolarbinhas de todas as qualidades e dos me
Ihores fabricantes.
Ervilhas francezas e portngnnjas.
Vinho de todas as qualidades.
Especial c aromtico sallo de familia a 500 2
o kilo.
Mulho inglez.
Animas e uiarmeladts dt>s melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
Todos
Aquelles que qnizerem btm salisfzer as
exigen.ias eslomacbicas, nao tiro roais que
azer urna vizila ao sempre b m surtido
rmazem de vveres do Campos, da roa do
Imperador n.- 28, pois ah se acharo em
Grande rcunio nm etcofhldo e variadissi-
mo torlimenio de generes jrtprios destes
lempos do Rega bofes.
Limita-se a fazer merno dos seguintes g-
neros que ser5o re cbidos con
AGRADO
a saber :
Presnnlos inglezes e de lamego.
Salames de Ufa.
Conservas inglezas e francezas.
Queijos Londrinos, Flamrnpos e Pratos.
Toucinlio inglez para lunch.
Champanhe, superiores marcas.
Biscouto, bobxinla e bolillas em lal?s.
Chouricas, linguieas e salchichas em ditas.
corts csiemacaes, cumiullo, curaco e
aya-pana.
Bilter Petynees e oulras marcas.
.Cognac mattell e outras eliia?.
Charutos do Corta, por diversos preje.s.
Vinhos de diversas qualidides preces.
Cerveja (B3ss) ao lorno e 320 rs. o cepo.
Adobo a 200 rs. a Hfer
Lingtias tercas a 240 rs
Cuncervas francezi cm. tobaras.
Vende se nm excellenie piano orsunul pn
prio para principiante, por preco muito c. mmodo:
na rua do Li Tramonto n. 't.
urna canoa de amarello toda pregada a eornv, a
iual carrag 10 ptssoas: para v. r no porto das
canoas, e a tratar na rua do Apollo n. S8.
Yend^-se
na riheira da R avista n 43 faiinha de Mnr i
ea a 720 r.-., da E-cada a 6' 0 r?. e di- & yanna a
*,00 rs., com a vista dos compradoras conoecoro
da verdade. .
______ __^_______________,_____
Labyintho
Chegaiam rua do Crespo n. 10 tupen M
lencos e toninas de h.bynnllm do Cnri, que .8
vehdom mnilo em eonla para acabar.
MI
S na loja do baraleiro rua Io de Mareo r I
antiga na do Crespo).
UadapolSo fr^ncez com 2 jardas a 8&'V.O.
Cassa> francesas cores Dzas, wdo a 280 rs.
i bitas rxis e rlaras, co ado a ttOrs.
Dtas ; ',' i 'loa 500 rs. -
Pecas de algotSo curii (palmos de ir
4*000.
Diins de cambraias brancas Cvm 5<*
1*500.
Dnzias de loalhas itcot)oadas s 7.
Ditas de 'lilas felpudas finas a 9*51 0.
Pecas de brilhr.oiias brancas com 18 eovw l
pelo barato preco de 5*400.
Ditas ditas jssttinadas ?. 8*500. Isto s i lo.a
do barateiro rna d- Maico n. 1
nm fegao americano novo praprlo para esa de
grande familia: a Hilar ia roa do.Apollo nn-
o i ro 2S'.
I/ili con i ior dra
l'LTiMA V.KN'CAO.
Quem comprar do gaz n.> -..- atti nai precisa
pa>sa-lo para garrafas oo deposit pi is qie pi e
tirar para os candieiros t nas zes que preci-
sar sem derramar ou perder urna gota : vnide-se
no armazem do Joao Rosa, Iravassa da Madre de
Dcos n. 8.
Vende-se sement de co. n_ e alfjce n
novas : na rua da Guia n 7, la tierna.
OQUE!!
rame a 40 rs. per libra ? tarda te ; ningcun
per certo deixsra de compra lo por este preco.
tendo de cercar cilios, binas, janiiss, ele. i .-
tal pre^o serve at para corraniaeh.is e galinliei-
ros : vndese no armazem di b >la amarella no
oiiao da secretaria a polica.
INDEMlMSADOliA
Fui cnmprmeuto do d>spoto dh art. 19 si
e-taiut 's da mesma ciir.p.-nbia serio vendidas 7'_i
do sua secos em seis lotes, srndo :
1 lote de 20 ac;5es de ns. 181 a 200.
1 dito de o ilnas de ns. 271 a 27".
i dito de 0 dita* de ns. 376 a 3li5'.
1 drto do Kd'inprtf ns. fi(6 fi?0.
1 dilo de ,"i iitas de ns. 6>1 C55.
1 (to de 20 rWas de ns. 97 n 99ft
' 1 di'.' de 8 di a* .'e ns. W6j 1000
Os pr-lfdeiites deverao dlrivir sua- ;
por interv tieao de corretores geraes at o da -6
do crrame ,v esrr:ptorio dad5 cimpaiilua, rua
do Vigario n-. 4.
Recifo 13 de dezembro aV 1870.
Os dirertures,
Anlinin Jos Leal R
Joao .la Suva Reg I
Jos d\ Silva Lijro.
Mppas burle se1 I Kuropa.
A 1* enra um : na ra Nova o. 11, arroaiem
de pianos Jo Azevedo,
Fan
bom i
precos rai
& C. na rom da
e HalnetH Ao?i:p
a n. 106.
itrt
v,n.
na do Mal
I
n.

t
I
L

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MMaMiflBg
ma^n

6
liario de Pewiarabuco Sabbado 17 d> 5)ezcmbro de. 1870
> :
r

'--
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPEMTRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA k f,
PECHINCHAS
Neste imor rante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, nm rande e variado sortimento de fazendas do osis
tporado gosto e todas de primera necessidade, que se vendara mais baratas do que era outra qualquer parh, visto qoe os no-
'08 socios dnsta firma, adoptaram o systema de s veoderem DINHEIRO ; para poderera vender pelo custo, limitando-te apenas
i ganharem o descont ; as pesvoas que neeociam em pequea esca'a nesta loja e armazem podero fazer os seos sortimentns
pelos mesnios presos que c< mpram na* casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. familas se dar5"
imostras de todas as fazendas, ou Ibes levara em saas casa* para escolbe' em.
TAPETES GR08DENAPLES PRETOS
Cbeflon para o Bazar do PavSo o mais Chegoo p;ra o Bazar do PavSo nm grao-
alegante sortiment- de tapetes grandes, pa- de sort miento dos melbores grosdeoapies
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos maispeqoe- pretos qoe Um vindo ao mercado, que se
nos, para duas cadeiras, ditos para vendem de 4(600 at 55000 o covado ;
pianos, ramas, portas ; etc. ven 'e-se por sSo todoa muito ero tonta,
menos do que em nutra qiialqaer parte. ESPARTILHO.
ROUP AS PARA HOMENS No Bazar do-Pav5o recebeo-se um elegao-
No accrtdiiado Ba ar do Pavao encontra- te sort ment dos mais modernos e meho-
r o iwpeit ve] publico om grande sorti- res espartilbos, que te veodem por preco
ment de roupas para bomens tanto bran- mnio em conta.
as como de core*, a saber : PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
DO
Canimsor peitos d'algodSo edelinbo,
para todos os precos e qua'idades.
Cent las de linho e algodSo.
Jleias cortas francezas e inglezas.
Palitos subrBcasacos de panno preto e
isemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita- 'e casemiras pretas e de cores, com
colletos goati
De to *a$ estas roupas ha para todos os
precos e ualidades, e tem de mais mais
ara perito
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
e aceio g^alquor peca de obra a capricho
ou nh do freguez, tendo n'este importan-
te esiab.'lecimento todas as qualidades de
panno iin i, as melbores e mais moder-
nas C3sei'J:ras,assim como os melbores brins,
qur hrancos, qor de cor ; e qoando qual-
quer bra nao Mear ioteiramente ao gosto
dos fregueses fica por conta do estabeleci-
meot"
FlHTvES DE COR E BRANCOS
Vende a-se bunit >s fustes brancas e de
cores, nnrios para vestidos e rcupas de
meninos, sendo de cores a 800 res o cova-
do e hr.mcos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo roa da Irape-
ralriz d. 60
CHITAS BARATAS
a 00 ris.
a 200 reis.
a 200 rers.
Vend- m-ae chitas largas com muito bons
pannos e cores fizas, pelo barato preco de
200 i ii* o covado ; cortes das mesmas com
10 cov?dos a 2H)i>0, pechincha, no Bazar
do Pa*8o.
AS CASSAS DO PAVAO
Cora-lo 200 ris.
a 00 reis.
a 200 ris,
Vend'V-se bonitas cassas de cores miu-
din^a p"!'i barato preco de 200 ris o o-
vad'i. no aroman do PavSo | ra da Im-
pera!, ix n 60.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do PavSo vende-se bonita fa-
jen ta '>* .ca ancorpada para saias, sendo
com i nados e jregas de um lado, dando
ilarrr da faze'ida o compri nento da
sai*, i|Jil se pode fazer com 3 ou 3 1|2
metroa a vende-se a 10, 10280 e 40600;
?s-i i ata tambera no mesmo estabeleci-
ms t se venlebonitis saias brancas bor-
dn la n !o quairo pannos cada orna, litas
J<> I aa de cores j promotas, urnas com
fv.ms diferentes damesroa fazenda 44000,
o ou i' O' barras brdalas 60 e 70OOi,
todo isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Veode-se caroaoba em saceos, na roa da
'mperairiz o. 60. Bazar d PavSo.
TARLATANAS LISTRADA3 CORTE A 6.5500
C'teg u para o Bazar do Pa> 5o um bonito
sorti ne iu de larlataoas listndis, senlo
verde, cor de rosa, lino, tendo esta bo-
nita id en la muita phantasia. e liqaida-se
cid* coi le a 60500, pechincha ; ua ra
da Ira wnlrta n. 60.
CAS iQUIXHOS DEGUPURF A 10,5, 120,
164, E 200.
Chosaram p*ra o Bazar do PavS* os
maUmoer jos casaqniohos on ba^uioasda
goipure evo cintnn, ricamente ndilndos
com lacos e v.-ndem se nelo baiaio preco
de Vi I S, 165, e 2t0, pechinca,
ra da I upe atriz n. 60.
LEN? H DE MdRIM A 30500 A DUZIA
Ve dera .-e divias de lenes 6nissimu<,
brar.c s e morira, sendo fazenda muito
ncorpda, a 30500 a dazia. Dit >s ,ie
cambraias rjiii^jmm, fazen a que s-ra -re
se ven lea a 5$0 e liiu da-se a ^05 K) a
dnzn por h Pava i a ra da Imp-rat'iz n. 60.
COlUlNiDO-i DO B\Z\R D ) PAVO A
85 00 125 E 10
Chegou urna grande remeda do< v*-
lhores cor.ioa i.s or lados,j)r ipnos para
cmas o janellH. que *e vendem pie- ba-
rato p-ec d> 85, 100, 120, e ft>4,ojj> ra da nperairii n. 60.
MADAPOLAO ENFfcSTAOO PEQA A
30*)O
pianos, tamboretes e ai proprios para cu-
brir almcfadas e pratcs; vendendo-se por
aeno3 do que em quaiquer parte.
PARA LENQOES
No Bazar do Pa\5o veode-se suierior
bramante d'algodjo com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de lioho cora a
mesma largura a 20800 cala metro, pannos
O Bazar do Pavao receben um grande
sortiojehto dos me'bores pannos de croch,
PAVAO
Ra da Imperatriz 60,
Para Tender depressa
LINDAS JAPONIZAS PABA VESTIDOS A
A 500 RS.
Chegoo om elegante sortimento de tas-
inhas do Jap5o, com padr5es de seda e de
a m wnm
Senpre a \ova l:speraaca! ?
AOBELIOSEXO.
Esta loja bera cooheeida pelt sha elegancia e
luperiorldade de seas object is, acaba de recetor
rauitoa artigos para o qoe respeitosamente convida*
ao bello sexo a vitita-la, aflra de compraren) aquil
lo qoe precisaren para preparo de veslidos toi
lele ou locadores, e mesmo qualqoer objeclo para
fazer alguna pretentc.'pois que si na Jova E$pe-
ranca flearao sali-feitos, j pela qiialidaae e pre-
ces raioaveis, e irtesmo por que a Nova Esperan-
za ufana-se em nao se impaeieBlar era dar a es-
colher os object, prestando-se com o agrado
cam que cotituma receber a todos, aBm de que
sibara' com o firme proposito de voltarem ou
matidarem a mesma loja, logo que preeisera de
qualqaer artigo por prqaeno que seja.
LVAS ;DE PELLICA.
Recebeu as* de Li-boa a Nova Esperanza para
bomens, senaora e menino1, sendo birancai e de
cores.
NOVIDADE.
Bico de qutpnre preto com branco, a Nova Rs-
peraDca i ijoem lem I I
Caixas para joias.
Nova Esperanza receben boas caixas de sn-
dalo para guardar joias.
Filas largas para cintos.
Recebeu-as de umitas qualidades a Nova Espe-
ranza.
Para-extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanca tem leiie de rosas brancas.
Para tingtr cabellos.
Tem a Nova Esperanca a verdadeira tinta in-
gleza.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperanca rna Duque de Caxia3 n. 63,
vende verdaleira albina branca de Lais.
Qoando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scieutificar ao respeitavel poblico *
geral, e em particular a sin boa fregnezia, da immensidade de objectos que artimaBeii
te tem recebido, jastamentef qnando ella menos o pode fazer e porqueesw falta invo
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todoa que lb'a attendrlo e relevarlo
continoando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA & rna di
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade eaV'
qualidades, modicidade em precos e o seonnnea desmenUido AGRADO E SINCERIDADI
Do que aeima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA^d
dispdr, empregado apezar de seas costos no desempenbo de bem servir a aquellas que
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sea ennum*<
rar os objectos que por sna natureza sao mais conhecidos ali, ella resmnidamente indi-
car aquellos caja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveii, cem
bem seja
proprios para cadeiras de bataneo tos, "to' b03 qnalidade.' que se vendem
500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pavao, ra da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS DO JAPA0 A 10600 O COVADO.
Cbegou um elegante sortimento de lin-
diss mas poupelinas Japonezas^ com os
mais delicados gostos, tendo muito lustro
e com lisirinhas de seda, sen lo esta nova
fazenda quasi da largora da chita france-
4i hnhodoportocom 3 1/2 palmos d largura z e vende-se pelo barato preco de 106CO
de 720at 10 a vara, assim como nmg ande
sortimento de H mburgo ou cregueil;i. le
todos os nmeros, precos ou qualidades^
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqner parte; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavao vende-se snperior
atoalhado trancado, com 8 palmos de largo-
ra a 10600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o uuelhor que tem viodo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavio veode-se constante-
mente o melhor sortnjento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Uasinhas retas lisas.
Cassas pretas de laa.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico*.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavraias com branco.
Merinos, cantos, bombazinas, qoe se
vendem mais barat i do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do aav5o vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura Ha, pelo bara-
to preco de 65000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 800* 0.
Vende-se um ex^lendi to soriimento de
fioissimas cambraia^ victorias, por precos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, lendo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 701)0, fioissimas a 80500 ; todas
estas carabeas valem muito mais dinheiro
e liquidam-se por este preco em relacSo a
orna grande compra qoe se fez no Bazar
do Pavao.
BABADiNH )S
No Bazar do P<*v3o veude-se nm grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transronles, assim como
urna grande porcao de entr mcios largos e
estreitos, qoe para acabar te vende mnitn
em coma e mais barato do que em outra
qoalqner parte.
SEIINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavJo veode-se um sortimei -
io coojpieto ilos meliores setios e grosle-
aapies de lodaa as cr;s, que se vendem
nuito em cima.
Colchas brancas i 332 'O, 35500 e 70000.
Pava o Ba/,ar do Phv3 chegou um grande
sortroento das melbores colchas pretas,
sendo das melbores e nais ancor jadas que
tein vindo 70JJ, dita*- um pouco mais
baila 34500 e -litas 3020o; tambera no
mosmo esiabeieciii e no, se ven le um gran te
ortiiuento de crtones e chitas prnprias
p^ra colcnas que se vendem maito em coala.
Sedas de quadrinhos a 102DO ao cavado
Vend^-se um ele^mle sortimento de sedas
de q ta Iriobos, com lio i ssimas cores, para
vestidos e roupas d meninos, e vendase
i 10280 cala covado; pechincha o
Bazar do Pavo.
CHALES DE RENDA.
Chales 2.00.
- Cbales 2000.
Chales i 2000.
Vend '-se orna grtnde porcio de chales
relos de rend* ou croch, seado preto
con 4 ponas, fazenla que senpre se ven-
den 500 J) n Irruid -se a 20>XX) cada um.
pecntncrrt no B z ir do t'avao, a ra da
impertida n. %<}
L\S>H$ riUtEGES A.320 R. O COVADO
No BueV di l'a a i v-nie se o mais bo-
rito^rlnwoto de fi lissimas bareges trans-
(larhts c m as iu4is benitas listas de com-
pro trias pa^a ve-tilo, e ii.juda-sea oitac-
-, 'o colado por eslarmos muito prximos da
1 eo1m;se P^;1" nalapoll" francezfena ^ a9K*An. fiaeoda muito lu -
enfeudo, tendo 11 metros cada peca a lr0a e^ |il)dascrsa400 risocovado.
S SS n am rt P-v3o'pe;b.och.a.ua lalop.mm n. 60.
LEXCOS DE ASS\ DUZIA 30030
32 tt: o
ra ita I npe ntnz n. 60.
DAMXSCUS PARA COLCHAS
No Bitar do P v51, vende-se damasco Vendem-se lloi^si una lencos de cassa
enfe-tado com bonitos dfzeuhos. temi 6 com dencadts fe cajoras, de cor s Ota
palmos le l-rgur., p opiios-paractajchas, j emha .hicfi s, sinlo'pr .prio para tiouen
pelo barato preco de 10280 cala covado, e senhoras i dito, dfto, com 8 pal .os motto uno a
40300, as-im como muito bmitis okhas
de 't ro^co de l que se vende na luja do
PavSo rna da !m lera'fiz n. 60.
RETALHOS UE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
a dozia, no ffazar do Pavao a ruada Impe-
rati iz n. 60.
rOALHAS A 70500
No Bazar do Pavao fez se urna grande
.oraiTa de tnalhas aicocaoadas, propriis
jara rosto, bistante ene ruadas e grandes,
No Bizir do Pavo vende-si por o dn! loe sempre se vinieran a. 120000, e li-
retaibos de cutas e cassas relas sem li-' jU'dam-se a 7 500 a duzia/ta a 640 rs.
mite uo preco : ra da Imperatru D. 6 J ^da aa>a, boa pocbiucua.
cada covado, no Bazar do Pa>3o.
as poupelinas do pavAo a 20000, o COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavao um bo-
nito sortiirento das mais mo lernas e ele-
gantes pODpelinas de lioho e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco da 20000
cada um covado, assim como ditas com
go-tos escossezes a 20400, pecbiucba no
Bazrr do Pavao.
SEDAS a 20000
Chagou u ;t elefante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qoa tem vin lo ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na roa da Imperatriz
Bazar do Pa^So
CRETONE FORTE A 20000 O METRO
-So no Bazar do Pavo.
Chegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lentes leudo 10 pa'mos de lar-
gura, e m' itoencorpado, sendo preciso ape-
nas para cada le. col 14/*ou 1 '/j metros, alm
d'esti apphcaclo tambem esta larga e en-
corpaia fa/enda propriapara toalhas, saias
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
CO de 20000 carta rtietro.
CASEMIRVSA 20500 CADA COWDO
No Bazar do PavSo vende-se om grmde
soriim oto Je bonitas casemiras de urna
cor, sendo asul, li' o, mesclada, sendo d^
duas l.trgura?, proprias para calcas, palito-,
e rou as para m-nino, e vendem s- pelo
barato p-eco >ie .'0500 o covado, roa da
Imp^rtriz n 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO.
Ven ie-v delicadas l,istnhas com 'iiff
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Kazar do Pav3o.
ALPAGAS BRANCAS.
Venle-se um botuto sortimento de flnis-
simas alpacas orancas lavradn ,' imitacSo
de seda, proprias para vestidos de baile un
-.acmenlos no Bizar do Pava.
ALPAGAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Venrte-se um grande soriimento de Lu-
das alpacas labradas de todas m cotes para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e a mil e tantos res o covado, no Bazar
lo Pav3o.
BAREGES DE QDADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veode-se as mais li idas e modenia> la-
siooas "U bar g-s de quadiinhos, proprios
para vestidos, tendo qua-i largura de chita
rsneza. e I qoida-se a 640 ra. o covado,
no B MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-ae bonitos meru.s ue urna s
cor com cores mu o proprios para vestido
e roupas pa creancas por ser urna fazen-
da de pora laa e mimo leve, vende-te a 10
o covarto, no Bazar d" Pa-3o.
GLACS A 10.JOO PARA VESTIDOS.
Vend-se um eleg ote sortiuteoti de-t
nova fazenda d> norai arta glacs sendo utn
fazenda de la muito larga e com del c.i-
tissimis Ciros, tendo tanto bhlho como a
seda e vende-se pelo barato preco de 10,
* cevado, no Bazar do Pavao.
CASEMIRAS A 74000
Vendem-se c rtes oe ca-emira ingleza de-
cores para calcas sendo f .zend que vale
mu.ui mais dijhemt e limida-se a 70OU"
o coi te de calca, no Bazar do Pava j a ra
la Imperatriz n. 60.
:<
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS, TRANSPA-
RENTES A 40, 50,60, 80, E 100000
Veude-se fioissimas camb aia* suss< mmta phantasia lendo 9 varas a 800 -
10000o. Unas bifwo x.m 10 jardas fazen-
da muito ria a 0, 60 e 7^000. Dit js fi-
oissimas azulidinbas, que v-Jem muito mais
iitiheiro, a fs0 e 100 o : t -das esus caa-
orgias, em relacao a qualidate, pelos pre-
cos acma sa mais baratas do qrjM em ou-
tra qualquer parte, no Bizr do Pava-.
CAMBRAIA ALLEMAA (X) 8 PALMOS B LAR-
GURA A 11600, U E U30.
Ven le-se finisim< cambraia brauca tran
pa ente com 8 palmos de largura, que fac
lia fazer-se ,m vestido apenas c-m 4
varas e bmida-se a IA6U0, z0 e 20500 -
vara, fabada que vle muito mais dmbeiro.
E pecbincha no Bazar do Pava-.
CAMBRilA TRANSPARENrE
Peca a 40000
Vende-se muito finas pecas de carabraias
brancas transparentes, tendo8 li varas ca-
da pt-ca e com om vara de largara a 40.
E pechmcha, no Bazar do Pava> !
' ra da Imperatriz
n. 60.
Perfumaras
As meltiore?, e do mais conhecido fabricante,
tanta-fraucez como ioglcz, estao expostas venda
oa ra Duqae de Caxias n. 63, na Nova E?pe-
ranea.
Extracto?, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo de superior qualidrde : vende-se na Nova
Esperanca rna Duque de Caxias n. 63.
f f

A Nova Esperanca, a rna Daque de Caxias n.
63, recebeu uro lindo soriimento do laa para bor-
dar, vindo a9 cores mais procuradas, branca, pre-
ta, escarate etc. etc. a ella antes que se acabe I
Aos cigarreiros.
A Nova Eperanca vende papel para cigarros
(Mais) a 44400 a caixinha barato !
Agora sim
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se poderla
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de ebegar, mas para nio massar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipnre branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos d afgodSo com flores e lisos.
Yos de seda para ebapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonqninbas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capeas brancas para meninas.
Grande sortimerrto de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande consmte sortimento de dita,
sempre melhor qnalidade.
Lindos vasos em pos d arroz e pinsel.
Caixfnhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados pa
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Adrelos e brincos de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balao.
Notos stereoscopos com 48 vistas, ai
quaes s5o movidas por um machima
urnas substituem as oirtras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caisinhas de vidro enfeitados co
pedras.
Ditas de madeira envernisada com viipo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo >
criancas.
Diversos objectos de porcelana,, proprloi
para enfeites de mesa e de lapinhas.
CHEGARAM
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preco, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro' portland. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armaiern de Joao Martina de
Karro
ILtOHLVlS PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rna Nova n. 22-carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chi las para costura, dos aotores mais co-
nhecidos, as quaes esta~o em exppsicao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qu-
lidade, e tambera ensina-se com perfeic-t
a todo os compradores. Estas macbioas
3'i iguaes no seo trabalbo ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfeicao tal
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentara-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devera agradar aos preten
denles.
tei-v^j i braao. e preta
HA
JfllHClZ
engarrafada por
Blo ulo Woife & C.^
espe.cialm n'e ara o Brasil
UNICjS agentfs em pebnambuco.
J. Jefenes C.
46. viia- do tJonwi'WoB.
Uin
a economa
Bwir. lo Pavlo siti i ,:ii U [apwtiz i. 60, esta' constantemente abert
~ is& 6 horas ix miail as )- i\ nmfce,
que nao lleve-
mos exp rdic.tr.
Balsas de mad^poli que q'iu ^uer seohora eco-
nmica, de um pude aer duu*, tf. Girte* d^
vestidos

nha1o8r dutia 330n. Simes pret-w com velnlh i*
l. Inf.itHs inudernus a 4^. (-'bji-rto d 61
8f) GiurJanapos pir.i meza, a duzi i .'il. T'>a'li <-
n ra ro-to, duna a 43 o ditas fnlpudaa a IfijOOO.
C't'xas tiara nm a 2800. Chalet de merino i izo
i 24400. Grvalas de se.ia pruta e de cures a
500 rs Cintas roxas m.ifaJas, ptnon bom a tinii.-
9). Camhrai.is de enreda
480 rs. a vara. B iivg's para vestidos 200rs.
o c v do. Peca tu ca'iihraias brancas tapada e
transparente a ( baraiis-nn>)). Pepas de cun-
t raas branca- de liIas cjin o >ueu def-iti a 2J500.
Alpacas liza- n de cores a 300 rs. o ovado. Pe-
cas 'e organ lyz branca e com listas a 6200. e um
'omplet i sortun 'nto de saias brandas e de cores,
lia-p brdala-, con habadose sem siles a 31,
:(4>00 41, 41500 e ft|
A' ra di Q i-imado n. 17. loja de Carlos Jos
le Meleires & C.
|Aos Srs. fumantes.;
Charutos finos da Bdhia, do afama lo '
9 fabricante J.,a |uim Jos d >s Reis, muito 9t
C superiores, por prjc>s mdicos : na fa- a
2 bnca a vapor de cigarros na aotlga rna 2
w do Qianel de pol>cia n. 31. Q
09009 00090 0000
A 1U00
Bspanadnres de oalha o- mais bem feito. poss
\p- : na pn.Q da l dependencia n. 39
FRINHA
i
O
N. 3 \ HIA NGAHiiN. U
I
l\\
os
>>
Com este titnlo acha-se aberto e ioteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrvesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qoe o respeitavel publico venba ver o qoe existe de melbor em
aderemos de brlhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqnei-
ros, colberes, paliteiros salvas e ontros mnitos objectos qne sera enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, brlhantes e pedras finas, pormaior preco do
qne em outra qnalqner parte, troca-se e concerta-se todo e qoalqner objecto
pertencente a esta arte.
A ARAR
3
ATTENCAO
Lonrenco Pereira Mends Gniraar3es, participa a todos os sen devedor
tanto da pra$a como do mato, que estamio i quinando suas casas comn rciaes. o qoa
deve fazer at o flm do correte armo, por U-o mea a todos os seos deved( saldar seus dbitos o mais breve po^sivel; nutro sim, declara aos seos devedoret, que
os que n2o estiverem na loja lem <*e oaar todos os seos dbitos, provando isto se art
o aba ti ment qoe f ir preciso para a Iiqmdac9<> de suas dividas, para isto poderlo di
rigir-se roa da Imperatrizju 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para
le trigo h 51000 a ji rica : ao
|liu, ra do Livrameolo a. 38.
aruiait-m ti-
caigas,
a 500 ra. Cortes de brins de cores a
15500; cortes de gangas para calcas a 10,
cortes de casemiras preta para calcas a
35500, 44. 50 e 65000.
Crtos de caitas a 2:500.
Vende-se cortes de chita para vestipes
a 2a500. Ditos de cassa para vestidos a
46500.
Pechincha a 4iJ000.
Vende-se pecesSde algodo a 4, 50, 60
e 70Ou.
Para liquidar a 35300.1
Pecas de madap nio com 12 jardas a
5500. Ditas de dito corn 24 ardas a 50,
M, 60500, 70, 86 e 90OO.
LIQIDACAO.
Pecas de algod si ibo de listra proprio
para roapas oe e-cravos ora 42 jardas a"1
65500 e covado 160 rs. p>ra liquidar.
Cintas escaras para vestidos a 280,' 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Veode-se pecas de cimbra as victoria, fi-
nas a 6 i, 60^00 e 70000.
B' nuil barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. i duiia.
(artinaJos para janollas a 50000.
Vende-se cortina os para j mellas a 50
t uar. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs a metro.
Cortes de percales a 60000.
Veo'ie-se cortes de percales d dnas
saias de bonitas barras a 60000.
Ciertas de cbita.
Vende-se a 10500, ditas lioai a 205'.
ditas e (cunadas e adamascadas a 30500,
litas forradas 50000.
Caneas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcu a 40
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a dozia, para li-
quidar ; grande porcio de mantas para
raiatas a 200 rs. cada ama para'-dqaidar.
Cassas francezas a 280 rs.
"Vende-se cassas fraocezas para vestidos
28) e 320 rs. o covado.
Oreandys >ie cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o covado.
Uasinhas para vestidos a 320, 400 e 5*0
rs. o covado.
O propietario da loja denomina!'
...s fregnezen qae esti concluindo sua liqi l-So. n naa fazendas p.tr pooct liooeiro teoha a nnoda le de irigir- dr k roa da imperaUT o,
72, desde as 6 oras da maoha as 0 da noute.
\
BALOES DE ARCOS A 10000.
Vcde-st baioes de 15 a 3>> arcos a 1#
e 1>5 o cada um. Cortes de cassas en
papel a 20500 cada um, para liquidar.
Bramante de liobo e aig> dio cem 10 pal-
mos de largara o 10800 o metro.
Can-o de linbo a 760.
Vende-se bra ante de 10 palm s de lar-
Sara propno para lences a 208uO o metro.
LcnfM de fctda a SO' ra.
Vende-se ama pi>rc>j de lencos de seda
a 800 rs. cada am,
Chales de nasa a 10000.
Venle-se urna granoe torci de chale
de cassa a 10000 cada om, para liquidar.
Fusto a 360 rs.
Vende-se fosiio de cores para vestido
a 360 rs o covado.
Aigod3o tnfestado a 900 rs.
Vendi-se ;l.ido enfestado para lencea
e ti albas a 900 rs. o metro, oito transa-
do a 10 00 o mire.
Chales de aieriu esUmpados a 20000.
V -n ie se cuales de menu estam adoa
cm barras a 20, 20500 e 3 s para acaba)
Grande porco &t ret-lbos.
Vtnde-se grande porche de relalhos da
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est ua porta
Houpa te>U e'00lr Por preciobo ran>avel
Todos se enriMiiiarao.
A SABER :
LiqtiidatiQ da Wp MU-
Vende-se pal itots de iriosmito de linbe
prop io para andar em oai*a a 1^500 ;
to- de ganga a 20000 ; dito de meta ct-
semira a 3*000 ; ditos de alpaca de coi
a 30500 e 40"OO; ditos de pahoo fino
pre o i 60, 80 e 10AO00 ; dit.* de eaM-
mir.sderres, a 60 e tf* i codett
d cassiaetas de Tes. a l|5oO ; ditos de
bri'.s de qnadrinbosa H"-,0;^.*^
8en,iras de cores, a !*." 4*^0*
Calcas zoes pira ejcravo> a lOO.rs itas
de algodaosinbo de Wi a a. 4) is. ; dit*
de br.m parlo a 10600. t e 20500 ; di-
tas de dtto branco de Imbe a -M oo e 4# ,
dita* de casemiras de cores a 54, O* /#
e 80 oo ; camisas de hita a 00<; ai-
Las de aluMiosinh-i. pnpraa para o ser-
v, r por ser fazenda tora, a 108o ; WM.
deinmiiioa a 10600 rs. P ra bquukr.
\r*n, dectaa ao respeitavel publico n aor


Diario d> I'eruambuco Sahbado 17 de Dezeiubro de 1870.
i.
I
Venham, fregueses,
munir-so roa Duque do Casias (antiga-
mente ra d ,, sobrado das pe-
tas de ai
le ate novo eslabeincnto rneontraraoos ama-
dores de agua os melbngM ob
pWos.de .vido mho o
sor misal Jjj mellores
aoritMiu nnritiaaes,
resrfjdorss, bilh.v, Rarnhs p>liJas e torneada
ludo do m.-Hinr bai ro o gosto ; ag-hn ouio jarras'
pote?, quarnn.;,*, buha?, jarres o vaaaa para fl j-
re, louca v.irada de toda as qualidades, e trul-
los outros objectos sem serem pedos, tudo do uti-
lidadepmas rasas d familia*.
]]
K
Tea a venda em seos arriaren?, alm de outns
mimos de seu riego io regalar, os aaajintM, que
tsiau vendando a prerjs maig baratos que em ou-
ira qtial.juer parte ;
PORTAS de pinito aluWaAda?.
FAREl.Lt) em saca s raode! a 35500.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEfWAS da India para cama e forrar sala*.
GANOS de barro france* para esgota.
ppSl1 v";1,|"'r "" barritas e as arrobas.
LEMh.NT de toda* as qualidades baixoj
Mecos
II ACH XAS de desean car algsdj,
BAlfils prandesMm p ixe da Soecia
LONAS e arjuafo da 1! ,->;,.
OLKaS amerwaaoa para Cirro de carros.
FO.OES americanos milito bous e econmicos.
"IMiO le ivirdcaux mi caixas.
COGNAC sopc-rior de Gatttier Freres.
MILHO de Fernando a i o sacco.
AGUA florida'.
BARR* de carne salgada de porco e de vacca
imi
aportas n. 53, ra Lkreita, 3 p rtas n. 53, rtnlig*.
loja dj Braga ':
cr-SnlP^^HiniS' V de?le ""'T s'^ecimento, tendo em vista aprestar
Km. n,entordc ferraec8> mradeas e colileria, tem resolvido mandar btissar era
mKnK! i pa os ,"e,hores obJecl<* de sen estabelecimento dos fabricantes g
T'tL ,i ?:Pe,"."lue con)',d respeilavel publico rain numerosos fre-guezes, E3
m ^ F1T dos obJec,os d0 w rencia, asndo coGontrarao por n.enes 10 0i0 do que JS
I em outra qoalquer pane, um snrtimeoto completo de machinas para descarocar aleodo, H
*I rtina n, Cr' ec'do-fi"'ncanla CoJJrr Gin & T' dta Par* coslura> motora Pa animaev $H
2!! P*a.go. moiohos p;ra cafe du todos es tamanbos, da fabrica do Japi, espingardas de
5 ?I^ frando porfo do fogo do ar, e recebe se encomtaenda de fogos de vista, alera de um
s cera numero de objectos, quo se tornarla enfadonho numora-ln : venham ra Direita n.
^ od, iojb de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
mumm
PRECIOSA DESGQBERTA
FA7IIHA01A AlflBA
Ra da Imperatriz n. 2
.' este novo c fumptooso estabelerimnio d' laaenda* aciba de chepar directa
ler.io da Eoropa o nuis txplendido sonim?nto de (tandas p: opeas para a fla, tanlt
ara h< men, como para senioras; descreer e espacicar u que de moderno e d mai
nlo
s
una
taml ? J?N? DLSC^uehojfl.apresebta aoprjbhco. depoi?, potm, de cm severo
xame e. de^reinadas expeneaciM, tendo a certeza do que possoe tima soperioridade
ncontestavelatodas as o.-tras preparaces. que at boje tem aparecido, recommenda-se
i)^UAb<,.nda.dy^e.Pe,0 brilb^* iIW QM prodaxni cabellos, toandoZSl
te todas as caspas e coce.ras, (azendo com quo appareca em bom esl np: Esu agua compo>se de substancias cuidadosamente esc("
confeccionadas com o maior cuidado, o aimdisio combinadas de
2a
3
4*
AII
novas mus a* para piano.
Danse des negres do maetro Cazalbore.
Mirg?rida, linda sclioitisch.
Um3 folia a Huma, quadrilba.
LUND5
Dansas paraguayas.
Habanep.
Lo* negros.
Noites de Luque.
Palorr.i.a paraguaya.
Tactbem re. ebeu as seguintes :
.opera Guaran/, o os melbores pedacos
da me.ciiia para piano e piano e canto.
Qaadrbas
, Walsss
E polkas
Quadnlbaa:
Risetie.
Salan.
Jardim das Fadas.
Heroica.
Capeoga, 'Caraca & C.
Homt'ns do mar.
Juventude Commercial.
Rocantbole.
Ponto d i iabo.
Tenante do Diabo.
Imperial mafinbeiro.
A sultana como linda.
Independencia das scnlioia?.
O Club X.
Regisso .) conde u'Ei.
CaoQiobo d-.1 f ro.
Guaraoy.
Wjsas:
Sonlio da virgem.
Votavel.
Daia d'amor.
Ultimas M';is:s de u.t doido.
Anjo da un.a Boile.
Caro iva c-sca.
Goar i.v.
Polk
Cal.
Gorgei i do sabia.
Buli.
Capeoga nao forma.
Qaerida poi iodos.
A rival.
Por l id querida.
ZaaTriz.
PalomUa paraguaya.
BUmaik.
Horeninha.
Surpr. z-i.
Chora pilaoga.
Gloiiw.
Guarany.
vi n la t o armezem de pianos e mus
cas do Azi'ved, roa Nova n. II, boje ra
do Baran lia victoria
i ?aaUa coniP>8e de substancias cuidadosamente escolhidas, purifn-adas, e
JS !rtCT ma'r Cidad0' c a," disto combinadas de modo tal a dar be
nma acelo verdaderamente eflkaz.consoladora, e benigna.
oscabeItoeTmnVr/c?mSahna,hMb,?a' .eBes^ga^ levemente ; immediatamente ficam
os (.anetios nmpos e com um brdhosmagnifico.
Deposito
smente emcsa do autor, Andr Debas cabellcireiro de Paris
Ra lMe Margo (antiga Crepo) n. 7 A andar
NOTICIA
IIOHTE.
Veio operar urna completa revoluto
Tinta para escrever.
artigo
apralo gosto nelle se t-ncontra seria aBgraeKe ; m.is para que se possa luer
apn.snaada il>, mencionaremos c-jm especian u.dje:
Re s cortes d vrsti los para casamento, cb^gado; no ul.imo vapor.
Hos ditos de ditos de seda deseubos iteirameate novog.
Jiios dbs de dibs de 13a com barias, fazenda Inieiiament neva.
Vestidos de cambraia pwa biplisado.
Foebnasd' seda d.-s gostoi mais moderno.;, vj.iidj sortipeoto de caojlr. ias f
cansas ae cores, Uidme mi dernos desenos.
Sodas lisas lavr?das, {.retas e de cores.
Uauv.e para vestidos, modernos g- stos. d
Apatas decres, iinpossivtl descreyera vaiiedade d- gosios t padroes.
n 'i85 5n:*'C8,as- escuras, pretas, e iodescri.. tircl o vanadissiam sortimenR
o iJa i'' lt S aS qu*lidade' corcs e MMnbos, entre os i^uaes uns sao inteiramenle
S'Hs b riadas para senboas, grande quan idade de gosios.
Lauasmas borladas para senhoias muiomoltrLas, g ai.de variedade.
tn;ri.meios e tiras bo dadas em to.las as larcra,.
Camisas para brimem. bordad*, lisas, e coli.iin'ios, completo sortimenlo,"
Lene s de cambraia bordados, lisos f- de barras.
Cb eos de velludo, pabia, merino. Win, o que ha de rniis moderno e lindissims
Oh IOS.
Cortinados bardados, e ricas colchas de seda, e.de croebet.
Baregg .le pbamasia. fazenda propria para baile.
- Tari, tina*, detores cm palmas" lindissimo gosto3.
Bi^rn-t ara para senioras.
Grvalas [.ara bomem, prande sortimenlo em feilios e erres.
Breaniias, eSguiao e brar^ant-i de todas as larguras.
Laazinba^ df modernos padrees e .iodos gustos.
Wetim da In'ia fazenda imeiraomit dov pata vesti losede lindo effeito.
Fin Imente rene se estabele iraento tudu qo^ de melbor e mais moderno se pode
tncnr.irr em fazendascomo em perfumarias finas, dos quaes tem um comn'eto sor-
timento. '
AOSCAVLHEI-OS
Offerace iaj^alacte a vantagem (ieencontraem ueste estabekcimeuto:
Pannos finos, pelos e d. cores.
pa eteiras pretas fios, e ricos gorgores para collete.
Ditas ue coros, de qoadros, lisus e d; listr-s, completo STlimento.
B_ins brancos de ImiiO de kidai ts qualidades
Ditos rt cores, lisos e-trancados, gran 'e sortimento.
Um bgbil ariht-i paia cortar e dirigir q lalqaer obo, que s se entrega a contento
do fre.uei.
Urna modista igualmente < ccopala nos trabalbos do PAVILHO DA AURORA, di-
rige os que4be sao umcei-oenits, apromptndo a capricho qoalquer TOILET, gar:ntin-
dc-se a mais completa perfuieao nos seus trabslnos.
Em resumo concluimos
Por chamar attenc5o do respeitavel publico para o nosso estabelecimento, que alm
de tertu o que se pode destrjarem fazendas c perfumarias tem o mais COMPLETO SOR-
TIMENT DE ROUPA FEITA, pa a bomens e meninos. Mandam-se as fazendas em
-asa df-s Exmas. familias, edam-se amosiras.
Um completo sortimento de esteiras da India, por menos preco'que em outra qnal-
quer paite.
Aberta das 6 horas da manhaa s 9 horas da noute.
Rival sem segundo,
RA DUQUE UE CMXI.1K \. 48
(Antiga roa do Qoeimado)
120
500
60
40000
8000
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a sabor:
Libras de areia prela muito bo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lad a.........
Caixas com seis sabonotes de fruta
Libras de laa para bordar de todas
as cores a.......
Carriteis de liuba Alexandre a. .
Frascos com azeile para machinas
Grvalas de coresMnuito finas a .
Grozas de boloea madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Peales volteados para meninas a.
Tntenos com tola preta a 80rs. e
Rival sem segundo
, RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai
so declarados, garanlindo tudo bom e pro-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a----- 120
Duzia de-palitos seguranza caixa
grande a.......'............ 320
Frascos com clcobaboza muito fino. 320
Pacotes com p >s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Navalhas muito finas para fazer
barl-a a.................... ^000
Pecas de fita elstica muito fina a
200
O Bazar da Moda rec ben novo sortimen-
to de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, as.-diu como chapeosinoos, casacos,
bornN coques, camisinhas, etc, etc.
Continua st-mpre o grande e afamado sor
tinento << iwodeza3 e perfmirias verdt
deiras, q,,e ludo se vende por baratissimos
precos
Dam-s amostras e manda-so em casa das
Btuuas. fmila-; o que desejarom, ra do
Bario da Vitoria, outr'ora Nova.
wa m m
Cttegou ao utigu deposito de HearjJoiiltM
O, ro* i -i;Jrt nm carreganino.dei;
,;, NuDca.se vi" uoi processo mais perfeitoe que attioia de tal forma a satisfaz"r as
exigencias mais severas da fscrijiti racao. ; >araaer as
Asna cor lindsima o na. precisa de cuidado algum- para se conservar no
inte.ro sempre coni a mesma cor, sem bom. cresta, bolr tu sem todas essTmaz
1% iteifoT a td3S 3S llDtaS at>g0ra C"becida* ai0da nmo"dtlSI autores
Sobretodo, esle estimavel producto na ata a as nennasdearn sniMn-in^
afKdq,e uaiesiDa,ie ,oMd ^> se"d ^^uicftiZ
Esla lima nao sendo espn: lm me pa.a cpiar, ri cmdt.do dnas.
m o ., ,----- K "^'"u'ci-ui. i ias itm.as Guantas con as se ouenm ti.9.-
m_svae.se com o or.gmal ti.ando urna utna tantas quanlas e deiejam sema n
original 6qu, prejadicaio pelas extracees. e.ejom, sem que o
rtQ PCC(f'e e'jtl dizerqoe, para ct-piar importa mnila intelligmcia e habilidade
A dupb: miMidade des'a unta extiemamcnlo aprec'avej, noia nne t, .
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a. .'.......
Frascos de macaca perola a., .
Frascos de extracto muito b nilos a
Duzia de sabonotes muito finos a.
Sabonetes nglezes e 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pivera
.Dito deoleo baltitza a.....
Caisas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a. ..... .
Lartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de liona surtidas de todos os
nmeros a.......
r.aparhos-muito bonitos e grandes a
Carriteis de rotror preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de os6o enfeitados a, .
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......2Ji20
Caixas de paulo do gaz a. 00
ATTGNCAO
Vende seumacaDoa de carregar 1,200 a 1,300
tijoloa : a tratan ra Direita n. 101,
240
500
720
10200
500
500
40
240
400
10800
700
640
24(1
Emqoantn sua durabiu'dade, nSo ha a r-pi ora menor duvida '-u ,
d.pois de escripia solfre o choque de a.idos forliss-mJ"Sii deK?- oS ^
rPus?..lCm aCC3 Sb'e e"'"' m' *S > d W a SStr':'12
**0\\li a ^D,n,erc0 9oe es,e npo producto veio ser ulil; os profescr dn
LOlleg.os, mvesi gando todos e mi-ios jara adtantameuto os stos mscimdn,
aproveado u tiot, que com lailo aarhanm apTa m onZte TS
i duendos, tm ronsenrif i c\u At, \sa\\D-,* h. ,.a- ^: H fi"sl" nos
liquidez,
extrema
a cuno?
Existen pouwm aton*nlo* simples e obstan-
ciac como o crujeolate, estimulando suavemetiie
n." nervog, dirao corpo o mais puro elemento de
nuirigan, e ao'mesmo lempo fortifica os nrgng di-
gpgtivu-. To(J> os rredicos sao unnimes re
cnmmendar e^te alimento como o mais proprio e
-ubst;.iicial pera as peta-as de complexio iraca e
debilitada,
ntgeift, lem ton
4a pr
a r
ur pa*-
f; oquai se Teoie em p*jli.
oano praco do traa em ontri ij?
Z V7 "', "" *'av'"" 'sla"ln ainM,fri-
>V" tonovo, mao boi
V*"10 fc'-eoantod -ron
jo p-inlai da Cal.
I" retid
qoem
ui d
T V,u?* te urna Ubwoa muito aXregtMada
oo largo da Penba n. H: tratar na maam ]
oolra tinta, e evitar efrreurci.m a p^nna tuja de orna Dienaracan i\i J
ff^l^ffiS/^ ^ "*V SC L ^Sa%uT^Jfvi01LEfi
Observapa.
Oa Srfi'^nPa,s/aUfi'"S*58 e fasneas tero apparecidQr-cpja durabilidade duvido&a
d !%^ti^"T tnga inv*~ ^^^camspectas.eptrn;
A. O. Montciro.
Clflcelalc nacional.
Duas medab as de pi ata e urna mencao Lo-
D'irifica.
4vtlla I'ndotyC,
Ra nova de Santa Rila a. 49.
100 Caixi de linha bram do gaz-a.. 500
500 Vara de franjas de lidho para toa-
500 lhas....................... 160
Caixas com pennas d'aco de i'erry
500 superiores................ 800
60 Lencos dj cassa brancos e pinta-
dosa...................... ioo
600 Caixas com 20 quadernos de papel
240 pautado ....... 701
180 Caixas eom 50 novellos de linha
01 do gaz a....., 400
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......30600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a......... gol
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p. ca a 10500 e. 20000
Pecas de fitas para eos de qnal-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbas fazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs-. e....., 50
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a. ,. 40
Duzia de linba froxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias crua* para ma,'
dos diversos tamanhos a. \ 32f
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 40500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........200
Pares de sapatos de tapete a. 10501
Duzias de baralhos para vultarete 30OO<
Sylabarios portuguezes a. 400
Ctoes com colxetes carreras a 20
Ahotoaduras para collete diversas
qualidades.....> 400
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50(
Caixas com superiores obrejas a. 40
Duaia de agulha para macnina a. 20000
Libras de p< egos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
aos ........... 4oc
Rema de papel pautado saperor 40000
fUsma de papel liso muito supe-
rior a........... 30600
Vndense
Primeira qnalidade i|S kil. 800 rs.
Homenpatna 1|2 kil Uuno
Hri-pantMl 02 kil. 80o rs.
Vanoille i|5 kil. liOOO.
At meia armba f-r-se-ha abatimento de 10 0,0
e de arroba para cima 20 0,0
Caf muido a' vapor
garantido wra matara a 800 rs. o k., em maor
o,nantidde lera abalimealo de ItOi
Tambem ha pacota de 1,2 kil. empacoUdo em
papel de e*MnlM pira ge e*mr etapw frese.
i Cha'utos de flavana
Chf jarsm pelo vapor araerieaDo : roa
da &m if. na.
Ro-aute-rheum tico.
Remedio efflcacissin contra aa dores rheuma-
ticas at boje o mai conheeido pelos seas mara-
villosos resultados.
XAROP DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua ffllcacia as enennida es, tos^e e
sangue pala bocea, bronchttes, dores e fraqueza
bo peito, eierobuto e molestias de figado, que me-
Ihor lemaprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre rali
de raarapoama. coja energa e efflcaeia as para1,
ly-stas, intorpecimenlo, etc etc. muito se recom-
merida.
Todos esses preparados se encontrara na phar-
naca e dmgaria de Bartbqlomeo 4 C., nnico de-
posito na rna larga do Rosario n. 34.
DO
GALLO VIGILANTE
Roa do Crespo u. 9
Os propnetarios desie bem oohacido estabel-
cimente< alm dos mnitos objectos que tinham i-
Sostos a apreciaco do respritavel ppb ico, maii-
aram vir e acabam de reeeber pelo u.iovapo
da Europa um completo e vanado frumento d
.finas e mni delicadas especa!idai8s_ as guaes t*-
tlo resolvidos a ventar, como de seu eo:>tnm*
por precos muito baratinhes e commodoj para to-
dos, oom tanto que o OaHo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas,Tras-
cas o de mni lindas oren.
Mui boas e bonitaa^HinlMs e puulu : para s-
nbora, nesle g<>ncro o quo ha de mai-'moderno.
Superiores penie de t.-.rtar;iga para coques.
Lindos e riqolssmo? en fules rara caberas da
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas de cores rom vidr -
Ihos e sem ellos; esta fazenda o que ^ode haver
de melbor e mais bonito.
Suijej/ores e bonitos leqnes d; nadreperola.
marfim^sscdalo e osso, sendo sincl!c'3 braneo?
com lindos desenlio?, e este* pretos.
Mui'o tiUpUriores ni-ias fio d< la para e-
nhoras, as qaaes sempre se veederam po 30|0Q< '
a duzia, entretanto que nos a? venderrj por S0.
aim destas, temos tambem grande -..:.ment d
mitras qualidades, entre as qxac!< aigumJS a'jiu
linas.
Boas bengolas de>sn|iorinr cansa d ludia i
casta-i de rnarira corn lindas e eiirant: i m Sgn '
ras do mosrao, ueste genero o qu hor '
pode desojar ; alm destas ter. 1 1 n em ran
JoantiJadc de o-tras('i;Ji-..':-J' jam, m
eir, baleia, osao, borracha,' e.-.eic."
Finos, bonitc/ e airosos chicotinhos do cadeia
de outras qualidades.
Lindas c soporiore- ligas de seca e borrach;
para segurar as meia/.
Boas moias de seda para seniora e para mem
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlini e tartn.-?.% para fazer
barba; sao muito boas.e de mais a mafi sao ga-
rantidas pelo fabricante, e ns por Bu :. vez tam-
ban asscguratnss sua qualidade o delicadeza.
Linda? e bellas capcllas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croxt
Linha muito boa de peso, frouxa, para encbfi-
labyrinlbo.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assio
como os tentos para o mesmo m. -
Grande e vanado sortimer.io das KcHioresper-
fumarias e dos melhores e rnais conhecdos par
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonvtefes,
filitam a denticao das innoceutes crianzas. Se-
rnos desde muito recebedores testes prodigioso
collares, e continuamos a rccebe-los por todos m
vapores, afim de que nanea faltem no mercado
tomo j tem acontecido, assini pois podero aquel-
los que dellcs precisarem, vir ao deposita do galk
vigilante, aonde sempre encontrarao desles verda-
deiros collares, e os qaaes attendendo-fe ao-fii
para que &ao appcados, se -renderao cola um mn .
diminuto lycro.
Rogamos,pois, avista dosil-jeeios qsi deixanv,
declarados, aos nossos fregneze e amigos a vi. n
comprar por procos muito razoavais lua do gaii^
vigilante, ra o Crespo p. 7.
3 cordeiro previdentt
Roa do <|nc!madc> c. 13.
Moyo e variado Bonnento d perfumar;
finas, e outros objeetts.
Alm do completo sortienta, :: pe;,
marias, deque nfeetivameato est pro-vi
loja do Cordeiro Pre. hiente. ella acato
reeeber um outro lortiaMacu qi:
aotave'peia variedade de 9he< los, si ;
dade, qualidades ecoir;i:
vos; assim, pois, o Cordeiw Prfl^i c. pw
e espera continuar a merecer a ;..
do respeitavel publico em- gerai
boa freguezia em pwb'c :. bi
lando elle de sua bcn .-r,r-eci,
a barateza. Em dita loja 1
apreciadores do bom:
Agua divina, de E. C'ui.
Dita verdadeira de Aimray batttstaii
Dita de Cologne ingleza^anMricana, ir.
jeza, todas dos melhores o mais acreditad;
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toe;.
Elixir odontalgico para eoBsaniflo i .
isseio da bocea.
Cosmotiques de superior qualidade e cb;
ros agradaveis.
Copos e latas, maioreSi e menores, c
pernada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, taraaspiN&U
outras qualidades.
Finos extractos inglezcs, an.
francezes em frascos simples ec;;:oUauo.
Essencia imperial do fino e agradas-e! cbi-
o de violeta.
Outras concentradas e de cLciros iga
nente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qua^ik;:.-
;om escolhidos cheiros, em irascos dftdW ,
-entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maicres o kod-:
para maos.
Ditos transparentes, niondoj e em j
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha pan bstr!
Caixinhas eom bonitos sal^cetea imitan
fructas.
Ditas de madeira invernisada ooateade
das perfiimaria8, muito proprias para 1
lentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, ti
i6tt de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coIe#Idoa, a i
moldes novo* eieganis, coa po de sr?t
boneca.
Opiata ingleza e franco/a para dente*.
Pos de camphora e outras niffereat
cualidades tambem para denles.
Torneo oriental de Kemp.
Aiada esaf e<
Um outro sortimeno a vos e bonitos moldes osi
i algunsd'erlrs ornados 5,. c
isto todos expostos apr. de qua
') pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNOS BORDADOR
Obras de muito gosto e perfeiclo,
aTivclIafi e lias para clsoa.
Bello e variado sortiment- ob
tos, ficando a boa escolha ao gosto do eos
Drador.

MILHO
Ka roaMarqoez de Olinda b. 01, venle-
se wrcas com superior milho.
W1
para a tarraj
tar urna
afrcgueada
ate: a tra-
Prensa rte lithoi aubia. -
Vende se urna ou mais *e urna : quem orecijar
annnoete para er Bfocorado.
Banhos de Olinda
Aca*a sabir luz esta muito linda aoadri-
a pira plano, prqco liOOO na rna Nova n. i I.
annaaaao de pianos a msicas do Aievedo,
JoaquimEodr^ues la-
vares de MH'o,
TEM PARA VENDER
em sen esenptorio, praca do Corpo Santo
Fiimoem fol
0 de I**** qualidade, e vend<- um u mais
g fardos a vontade flus comprares. '
Cal de Li boa
' nhima chegada.
TotasaadaRu^sia,
t, Farlaha de man Hoea.
5 Vinho Bonle.aix.
W de qnalidade. Todo de v.
Q barato do que-em outra q
eR8wm8i
-^"Vndem-sado
des : para ver e
Bxafrde. 10.
iorcos muit 1 gordos egraa-
i na Capunga, travesa da


*

Diario de Pernamboco Sabba lo 17 d# Detemhro de 1870
T:Jit--o.j
->**
I

I
in-
da
UffERATOBA,
DI!O DO OBSTINO
POR
Ma^ue Red
(Continuar ao)
Ouanloao i.hj ctj da sna missa, o ava-
te londrino d3u consegu) nera se q
mais simples resultado.
LV
INl'TElS PKSQl'l/AS.
A fie expelante deeri i laoc >rvr so -:'
i]is .i intorrogacaa i| ie a si prop.io Un
joven li ws>a etn caminlta para a sua Su-
Ditaco.
Deveria reqressar a Londres, lavando
tacto o saco *j guineos eo.n a aova
i tiiidade da sua di^ressSo ?
Isso pideria lar cun-se|uencias fuoa4is.
A orla do chafa da saltead aras era ex,) i-
;i< : a del di is da data deveria ser ex e-
dida a) general a rn5> de seu lilao, do
mesmo modo q.te o (ora o dedo.
tfjviim decorrida nove, reslava apciis
ca, e agota, que se acbava morto o nter-
aediari* Jic.ipi, como ha va de p6r-se era
anUote com os malvado2 que tintura eifi
jen ptder o 11 h> do general ?
Urna, quadr.lha de salteadores oslaba-
la nas ir intuirs napolitanas a 5U taimas
rica de Roma'.
E>le excerpto da prirajira carta do II ra-
ngua era o uuico indicio da q;je Lanwou
il.spuuia cara allegar al aos salteadores,
mas e*les Mgnaes iradiara applicar se a toda
; ronleira desde Terracina, al ao ang do
joroesti dos Aruzzos, que, de nolorio-
dada publica, cooiinha quasi taas qua-
i'rhas como leguas.
Percorrer toda a fronteira, reconh-'cer
, locaiiMfiio de cada nraa das quadrilhas
i- Llenriqn era empreza que elle poderia tal-
ez levar ao cabo, mas cora todas a pro la-
bilidades do perder a sua propria liber-
tada.
Suapondo que consegua o resoltado ap-
-do, caeguia elle a lempo ? De cario
que nao.
Era, pois, inexeqdivel aqueHa idea e
' v-vjon jnior achavj.se sob a pressao de
un horrivel dilerama.
lmala, na sua longa pralica, a respei-
ivel casa de que elle era socio tijera ; rn-
:.ijlvt r tim negocio 13o complicado ou antes
iaposMvei.
Que fazer ? Que decidir ? era o
. i orneo fallar.
I.> mbrou-se do apello feito ao ministro
1 ? negocias cstr ageiroa e a promessa
Veste de se enteuder com o goveino pooli
icn. Ter se-liia cumprido tal promessa ?
Cbegarse-|jiaa] a eniabolar negociarles ?
Sol esta idea di/igio-se apressa.lo ao
'/.aun, mas o governo d'alli peitencia
aiStoria : (toma eslava sob a repablic* e a
odaa as p, mutilas s ihe respondan) que
1 nada disso se sabia. Alera do que, os
.ovos goveraaates estavamde sobra inquie-
a para se oceuparem dos negocios d > le-
i. Que falla a hberdade do um indi-
iduo compaaiivaiuente com a de urna na-
.'3o iriteir.i, araada agora por djus exer-
citos, o napolitano c o francez ?
v eoosiraccao das barricadas toniava te-
d 08 (nacos ; nao podia dispor-se da
m ai .mal lo nnic i para o empregar na
'orreefio dos salteadores O paseo que
"Cabava de d.irpoiiha cumulo s perpexi-
lades do representante da casa Ltwsoo &
i Los.
Escrever para Londres era intil; < sua
ra nao 'higaria a lempo para solidar
Iruccdes. T.dvez o paquete que a trans-
itassa (evasse ao me-mo lempo a/nm
icote ciiendo a mo do Heur.qie Hir-
-. Era cosa horrivel, mas inevitavil.
se llie deparava a iraaginago expe-
l; Mgaro : esperar pela resposta da
i e |Qivalia a abandonar o prisionero
:j sorl.
e-.'i-g idamente, nao havia meios d|
. i r a td d'sOita e resolveu escrever,
rqne ao menos evitara a m^rte completa
do marlyr.
Aules de acabar de escrever, sobreveio-
e urna idea que o fez parar de subil".
3e a carta se extraviasse ? Em pocas *
leriiubacS.s polticas nao poda contar8-*
com a regularida le do correio. Porfe
jao ira elle proprio ? Ch-garia a L m-
dres lo depressa como eha, e um neg-ielu
le .tal maguitude no devia assim sugeiiar-
ge .10 acaso.
A r^fl^xo conirmou-o n'esia idea, e,
rasgando a escripia comecada, ocoupou-se
i di partida
Ao at-avvs ament guardadas, enconlrou grandes diili-
o'.ilades, que os guiuos e ara bel o
siporte inglez aplanaram. Cbegade a
i C:vita-Ve>:cnia, parti logo no paquete
para Marsetha.
No regresso a Londres, nada aproveitot
para a s,oluc3o -o negocio. Em resoltada
das Inor.i:ac533 obtidas na casa onde os
irstas italianos haviara resrdMo, decid o-
se queLawson voltasse Italia. Pdrtio,
pois, para Boma, mas d'esta vez nao coq-
seguio l enirar. Acidada santa eslava en-
tao cercada pelo exercito francez sob o
eommando do general Odioot, e o legista,
retido aqu-ra das suas portas, n5o pode
...roseguir nas investigaces.
Por duas vetes. foram repel.lidos os as.
atlantes: as roas de Roma^estavam in
andadas de sangoe dos audaciosos defen-
sores da repblica, coramandados por Ga-
ribaldi, que desde ento occapa um lugar
ios annas da historia. A lula, porm
era desigual e,os republicanos suecumw-
taro. Quando alfira os francezes se apos-
iram de R.ma, pode o joven legista reco-
raecar as suas pesquizas.
i /insegura afinal saber que nm joven
A partir .lo dia era que o infeliz psfre-
?eli-M a total caria porta lora do edo de
llemiqe, cora cou a minado urna saudade
pungente, que se converleo em afflictiva
tr.sieza com a noticia traaida por Lawson
Jnior. Desde entfi> o general viveu n'uma
soIreexcitafSo muito seraelhante I ocura.
Cada chegada di correspondencia Ihe occa-
iiofiva bovos transes, como quem espera-
va orna carta Com horriveis pormenores oo
ama recKtsa mais horrivel ainda. Lem-
br;ra-.;e mesran que, podend-j ter-se ex-
Ir-viado a segunda carta, pid'ria vir anda
n U3 t rceira, qu :he coraraunicasse a re-
Dessa da propria cabrea do tilho.
Estas appre'iens ;s perminentes, actuan-
do sobre urna imaginar.) sobreexcitada de-
ram Ihe era resultado um ataque beraiple-
glco, de que n) nuis se restabeleceu,
terminando por se defiuhar n'um estado de
prostra^So physica, araaldicoando-se-' al
aos diurnos momentos como tendo sido o
sssassioo de seu tilho.
E, todava, a morte de Henrique n3o
passiva de hypoihese, mesmo na opinio
do moribundo.
Na derradein entrevista que leve com o
seu procurador Lawjon, houve Ihe por
muilo reommendadas as mais rigorosas
pesqnizai. a costa de todo o preco, adra
d obter-sc a certeza relativameote ao des-
uno d-: seu lilao, e qijo, se elle fosse mor-
lo, o cilla ver liria a ser collocado junto do
seu em Inglatera. (j.i-pto s suas disoo-
sic5es lestamentarlaSj na hypoihese de que
llennqoe viessa a apparecer vivo, ninguera
d'ella,s leve contiecraenlo, a nio ser Law-
sii pai.
u procurador curapro fielmente as olti-
raas vontades do veterano, e consagrou
(Juanitas considaraveis em pesqn zas e an-
imieios pe i imprensa de todo o mundo.
Fot tudo intil. Alm do que ja se ob-
litera saber era Rom i, nao navio mais fallar
de Uvffhqtie Harding, nem vivo era mor-
io, e, terminado certo p' aso de lempo ra-
soavel, deo por fio la a coramssSo aos pes-
quizadores, cs?and) tambem de annunciar
[lelos jornaes.
1.VI
O DlSTINCro UEHDEinO DE BGKCHWOOD
D'pois da fallpcimento do general Hir-
ding, seu l'ho Nig/1 e:itrou na posse de
Uechwood, e pouco tempo depois, sera
resp. ito pelo luto patern >, eff-xtava o seu
casamento com Bella Malnw ring.
Ninguem p;nsou era conlestar-lhe os di-
reitoS sobro a sua propriedade. Era elle o
tilho primognito, e. na opino geral, o
nico actualmente. A noticia da morte do
mais novo, durante o cerco de Roma, cs-
pdhoo se no condado e fui considerada au-
theniica, c, quando mesmo restasse dovida
sobr isso. dizia-se que o beas eslavam
doadod a Nigel, e, poriatito, era elle o sen
nico senhor. Os mais curiosos levavara a
minucii a indagar [erante o Sr. Woilet,
procurador da casa, do qual recobiara a as-
seeracao da solidez dos direilos do seu
constitointe.
r*ailava e le empliaticararate de certo do-
cumento, reservado sob certo involucro cora
pomposo rotulo, e que oceupava ugar dis-
tinelo nas estantes do seu gabinete, de
forma que ninguem alli ia consulia-lo sem-
ter eoihecimenl de que tinlta a huma d*
o-tar fallando com o procurador tncarrega-
do da guarda e coiservaco dos t tolos de
propriedade, e outru documentos impor-
tantes o Nigel Harding. Esq.. de Betco-
wood-Park, Bucks Era assim o rotulo
do famoso pacole.
A lerabranca d Her.rique quasi se extin-
guir. Havia mais de Offl nao qie elle se
ausentara e para a so iedade que frequen-
lavaJonge da vista ^gnideava longo do co
raco. Generoso, mas de carcter descui-
dado, consideravam-o como pouco capa de
(azer caminhd pelo mundo, lantn sob o
ponto de vista do ad juinr reputado, como
para i.rater bcras de fortuna.
Estav*. pois. mort Ninguem pansou
mais n.lle, e seu i mo Nigel pa-sava por
ti n dos homeus mais felizes da Inglaterra
dos raais ros cavaiheiros do condado de
Backingbam.
Ineontestavelmenls era um do> mais no-
ta \cis, p .rquanlo o marido de Bella Vlain-
waring nao podia vi ver naobscuridade. Se
por acaso Ihe viesse idea passar urna ex-
istencia retirada, nio ora Bella mulher que
se consagrass solidlo, e Nigel nao tardou
a apei\tber-so disso.
A tranquilidad-' que reinara ontr'ora em
Beechwood-Park desappar^ccu coran por
encanto, desde o da em qne Mss Bella pas-
sou a ser sua proprietaria. O mageswso
silencio das faiis, outr'ora interrompido
apenaj pelo melanclico canto da rola sil-
vestre, era agora substituido sem intermi-
tencia pelas sonoras modularles da voz hu-
mana.
Sob o sceptro desta nova senltora abso-
luta, Beechmntl-Park tornou-.-o o foco de
todos os praceres. A lite da so-.k-dade ctr-
cumvisinha ah corroTia, satisfoila de re-
ceber urna hosptalidade exerctda nas mais
largas e brilbaofes proporces. Na prima-
vera eram cavall s e passeios, no esli jo
gos do flecha, no invern cacada, e em todo
o an o jamares e bades..
Bella Jlaiowaring colbia os louros da sua
excepcional formosura e sua m3 o premio
da sua consummada habilidade.
A viuva do corone' anglo-indhno tinha,
com effeit", encontrado no palacio um lugar
que de certo nao gozara, se alli eslivesse
ainda a irma do defunto general. A boa
solteirona subir das antes do casamento
do sobrinho, transportando-se com o sen
iramorial tear a urna humilde residencia em
relacao mdica fortuna legada por seu
irm3o. A viuva Mainwaring oceupava hoj
a poltrona da velha donzella, tendo-a pre-
vi .mente feito sabir do lugar onde modesta-
mente aquella a conservara tanto lempo.
Assim decorreram alguns aun n em fes-
tejos e regozijos continuados, offe ecidos a
a a visinhanca opulenta. Convidados e
occasilo de certificarme de que era Qeinm
a causa qne occullamenle obscurerjia"~ o lio
risonte do venturas reservado a NigjUlar
dinp>
O meu ultimo encontr com Mil
Mainwarlng ou antes com Mad. N
ding leve lugar em circuratmeias
diaras.
Sahira-se da um banquete dado por um
fidalgo provinciano nos confins de Ba/ks.
Embudado no meu alburnoz, Jgtftrdava
a modesta carruagem que havia de*trans-
port-r me gare do caminho de ferro*o que
o escudeiro do dilo fllalgo man lava sabir,
znnnnciandn pomposamente : A carroagem
do capiao Meyoe'Beid.
Era fren'e de mim estava um ftlegan'o
trem, atrelado a dous migrdfkos cavados.
Um magestoso cocheiro oceupava f >lmo-
fada,. tendo o chicote ao lado ; um no
menos ostentoso hcaio estacionava junto ao
estribo. O ouro brilhava sobre a libr dos
criados a um largo brazSo cobria -quasi
completamente a face da portinhola. Era
um iodo a contrastar com o pobre trem que
se Ihe aproximara.
quem pertence esta eqoipagem ?
pe-guntei eu baixinho ao'criado que me
fazia as honras da sahida.
E de Mr. Nigel Harding respondeu
ella com voz de slenlor.
No mesmo momento apparecit Nigel
acom -anJiado da esposa.
Affastei-me am pouco para os deixir
passar.
Elle enlroii primeiro na carroagatn. como
que eafadado ; a d una, resplande''ente
atravez do seu involucro fe noH>isf.r.-as
oelles, porquanlo era no invern, dispona-
se a seguid o.
Estava com nm p sobre o estribo, quan-
do os cavaos, relinchando imponentes, de-
ram ao trem nm impulso intempestivo, 'fe
partida, rigoroso-, mas instantneamente re-
primido pelo cocheiro, porm a dama per-
deu o equilibrio, e, sa eu op a vanen e a ^ alli me fevara.
amparo, de certo cahiria por trra* Poi
um instincto mechinal auxilialorio estendi
para a frente os brac s, nos quaes m veio
cabir Mtd Nigel .Harding.
Ah o senhor ? Iwlbuciou ella em
lom que rae smprehenlew e qne deno&v
da sua parla mais contrariedade do que re-
conhecimento,
E, dirgindo ao cocheiro a mais severa
advertencia pelo sen desokibj precipitou-se
dentro da carroagem, qse desapparecea
como por encant9-.
Eslc- modo de proceder chocoa-me om-
preta. olho de lince, dqfta brancos e n>
r bstanle aquilino, perfeit lypo italiano.
Conheci-lhe a n/onadtde anles mesmo
d'clle me d rigT'a pilavra u'estes termos :
- Che ignor ?
Eu mostran lo Ihe o avallo n'aquelle las-
timoso estado, pedi-lhe que me Uzease o fa-
vor de o deixar alli recolher at que o man
dasse buscar, porquanto eslava talvez ape-
nas distante qaarenlt milhas do asa de um
amigo que me deslio va a v sitar.
O hornera oltma admirad); para mim e
para o meu cavallo, voltandu-se depois para
as janellas da casa, como que esperava
d'alli a resposta ao meu pedido,
Nunca vistas humanas provoaram mais
sublime apparica. porque ai mesmo tempo
so ab'rio a porta da casa, apparecendo urna
seniora na varanda, a qual, dan lo alguns
passos. pergunton :
Che Tomam ?
A resposta da Toro ia$o foi a del repro-
dcelo do que eu dissera, depois do que
Ikon esperando rcipeitosamenie urna de-
cis3o.
Diz ao estrangeiro proseguio ella
com melodiosa vozque p-lc aqui deixar
o seu cavallo e que so lb emprestar outro
para terminar a viagem. >.va, Timasso :
e que, se ello quizar ler o incommodo de
esp-rar pelo regresso de met marido, qne
pode contar com o seu born acollnmemo.
Inmil drw de quo b m grado recebi
o craviie.
Towasso tomo as redeas dw cavallo,
condtn n o o cavaHariga, e eu, transpond>
o hospitaleiro I i minar d'aquella casa, achei-
rae dentro era pooe'O' confortavelnwnta sen i
lado e a conversar eom a mais encantado-
ra mulher que eu atfreniSn ti vera a1 fortuna
de ver.
LVMf
MOSI'rAI IDADE N''wva INDO NOWt
Senua-mc- maravilha lo cora to encanta-
d^ra hospeda e bem dizra-agora o incidente
Juera era lia ? Urna- Galiana, segiwido
m-> di-sera no principio, e or lal motivo-se
entsboJou urna 'sooversa no i^oma da Dante
e de Petrarcha poin ella fallara o inglez
to bem como en o italiano, afeando me de-
pois o>)a seu marido era um inglese
tsiou certa1dizia eha-que meo ma*
rilo folgar muito de o ver. por isso que
raras vozes enconm por aqu1 patricios. Os-
eo ono hglezes, por va de regfa, n5o veem
tanto atirao interior. Elle nao'po-ie derao-
rar-se ; fbi d'aqui 4-estancia do pap-a creio
que depois l.nha combinado cotivmen irmao
ponen, porm o procedimento do marido Lnigi Uira cacada acs be>trozes-,-aquil de
i5o foi menos sarpr.diendente. No mo-
mento em pie etr amparava Mad. Harding,
t*e occasia i do observar a fJiyoionouiia de
Nigel. naqnal reverbera va a!nz que o cria-
do da casa tinha namao, e reparei qti' ella,
era vez de procurar ver e reprehender o
cocheiro author d) incident,- flxava cora
0 har carregado a m nha humilde passoa,
como que tesentida da mintia acc5o pnra-
raento aiienciosa.
Tambem nao tornei a ve lossenao sioco
anns mais tard, l os hawa esqu'eido,
quando um facto, eccasionado a muitca mi-
1 ares de legu..s da Inglaterra, troupe a
rainha lembranca o joven cavalheirv de
Bech\vood-Park, a, como ia assos^ada,
sua interassante esposa:
O successo a que me refiro por s: bas-
tante extraordinario, e, da mais a taais,
dalle resaltarara sartas consequencias para
liversos personag^ns desta historia e par-
ticularmente para Nigel Harding.
Mais valera pa."-a elles talvez que Lal se
nao dsse, mas nao antecipamos. sigamos
a narracSo.
LVIL
NA AUERICA DO SUL.
Depois de urna viagem de cinco annos
motivada exclusivamente pelo desejo de co-
nbecer o novo mundo, aeaava-me eu na
oarto meri tional do contioenle ainsncano.
nas margens do rio da Prata.
Dar gia me estancia de om colono inglez,
vello amigo de collegio. que alli se esuabe-
lecara como creador de gados e productor
de ta.
Ia s, a cavallo, nao tendo obdo guia
algara, esperan lo todava, obt :-;o por va
do meu amigo.
Ao longo da estada encontr vam*se va-
rias estancias, e, alera d'ks i, eu ao me af-
f.siava das margens do Pa.an.
drillia de salteadores, de qne era commin^pecladores delies partecipavam todos coa
Jante Corvino; qae o mesmo inglez ebegra admirago e grande parte com oveja. Nem
poda ser de outro modo n'uma roda em
que diras^ovens do physionomia attrahente
se emregavam sem reserva ao inebriamento
resuliani. da elevada fortuna e poscao so-
cial, no q ie se resume tudo qoaoto ha da
invejavel na vida.
Com um punco da perspicacia pndia, to-
dava, notar-so que sob aquella satisfacao
apparentH havia um sentimento mudo pare-
cido com b desgosto.
(tu proprio tivi occastio deo notar, se
bem que, -depois do icidente do biie, ma
sobrava raiSo para n o djver lembrar-ma
de f' e mentar os aovos pro rietartos de
Bechwood-Park, p>m ootras casas rae
estavan patentes, o*. gra(as a Isso, achei-rae
por vezas em contacto coto ^snoi os, lando
a livrar-so do podar d'elles ; que a qoadri
loa-fura destrocada e o chele morto por
urna forca de volon*arios repblica os ; a
qoe o risioneiro, tomando depois parlo no
movimento revolucionario, regressra a R i
ma, em enj def>-za se disiogu.ra.
Teria -lle soffrido a srte d oatros mu
tos bravos m'trtos o'aqaella homrica lula?
: o que se ignorava. mas o que Unha
iodos os >isis de prpbabilidade, p rquani..
nao se enronirava vestigio algom do seu
ulterior destino.
Foram est*s os nicos esclarecimasto>
qoe Mr. L wson Jnior trooxe da sua se-
gunda vugem a. Ruma e o general Harding
ralo pode nunca saber coosa alguraa con-
cernen te ao destino de sea Albo,
O meu cavallo era am excelloote anima
cora que en contava para faz-r boas cia-
coeota milhas al ao>pr do sol, o qoe para
ura cav lio americano doSul era uua baa-
lella. Etti-lo-liu eonsegoido.se a fatalida
deo d3o Bzesse metier urna mi n'um bo-
raco que havia rwt estrada. De forma que,
chindo commigo, tiquei eu levem ule con-
tusa e e le no mais lastimoso estado, ten lo
de seguir a p, levando-o pela reda* e co
xeando.
Achava-mo, pois, em perspectiva de ter-
minar a viagera assim, com esparancas de
a prolongar mais vinie e quatro dioras do
que o tempo previsto. Oimeava a maldi-
zer a m h t sorte, qoindo deparei a peque-
a distancia com indicios certos de povo^-
co ou pelo menos de urna estancia.
Era ama natta de oece-iwiros, o que
por si s nio conslituia verdadeiro indicio,
visto que fes arvores all cresenm espan-
tosamente, mas air .vez da folhagem divisei
am muro branco e em volla um cercado de
palissada.
A' medida que me approximava da haib-
taco fa-me convencend de que ella me
promettia pelo menos um abrigo _para o
quadrnpedd enfermo, e talvez mesmo a for-
tuna dexobter all outro em sea lugar.
Depois de traospor a co tina de arvoredo
que abrigava a casa, ch^fuei e final de-
fronte d'ella De mediocres dimenses,
construida no estylo de ama quinta italiana
com sua varanda na fachada, tinha urna ap-
parencia de garridica a confor'o seductores.
Nas trazairas vam-se os estabaiecimentos
de explorac3o no melbor estado de dosen-
volv ment,
Nao duvidei acreditar que alli existsse
lambem algum cavallo de reserva, de que
eu podesseaproveitar ra. Dirigi-mo, pois.
porta do cer ado e bali com o grosso pd-
nho do mea chicote.
Esperando pela resposta, fui observando
o estabelecimento Nio me pareca com-
pletamente residencia de cr oul.s: o jar lira
indicaa cuidadoso trata tiento ; a varanda,
toda tapetada, denuociava os osos europeus.
Podia, porianto, o propri- tono ser ing ez
francez, alleml ou iia'iano, por isso que
entre os colonos d'aqaelia parte da Ameri-
ca sa encontrava todas es*as nacionalidades
A minha cunostdade, excitada ao mator
potito, oso tardou em ser saUtfoita. Ap?a-
receu-me logo am hornera, d* eapessa barba
ve ter terminado, pc* nio pratica persa
goir estacaba depon>d> meio da-: masera
llanto ello n) vem. so quizar istrahir-se
vtnlo a oo8*3 galera, en entretantovou fa-
zar-lhe preparar aigua refeic/o,- Todos
esses quattra) sao paisagens d'este territo-
rio, urnas liradas por BM marida o nutras
pac Luigi.
Por quem micho senhora, nao se
UMoaamado ; en niocireco da cotoar.
Nodwvrd-, W/cnmas os eacadores
dsvrtut traza* votttade. En vou tratar do
seO'jantar.
Dtzendo isn>, rctirava^e, deixar>iO me na
maior desconso'acSo.
Para entieier o tempo-, passei-o >eami-
osr o q tadre* talvez en*-numero dadoze.
so^ponsos nas-paredes. C"mo d:ss ra a
joven, eram scaaas d) pai, e p ir isso mes-
mo. dianas de-atlenfi. Hvia alli a caca ia
Obaslruz e ao jaguar, a montaria-aos ca
vellos e ootras quadrupades por moio do
lazo>e e das bolas.
O mais notanel nos qfatros crafideli-
dado dos pormenores ; as arvor-S-osabas. os
os irainensoopampas, os abestruzeo os ani-
maos biroze*, os gauchos.- com seo pittores-
co eo4ume, todo par-cia animad eo que.
d pois .le nm deudo exarae, desoobri, fot
rpio havia all obra de arie dignas de figu
rarem era qtjalqier museu distiucto da Eu-
ropa.
J ni < ora pequeo motivo de admraca
encontrar lal galera nos lonaiaqios plai-
B do Paran, mas o que sobpetura ra-
manvilhava era a noticia de haverem elle*
3do pintados n'aqu-'tes proprioi-lugares.
Quando-ma achava drado largas minto
ladtniraciot fui obrig-do a' interromper o
exame e attrabido jraoila por ura ruido
de voz s l de fura Vi entio- urna scena
pou o mais ou menos o pese achava re pro
diizido n'um dos qnadros. A' sombra de
ura g gralesco omba, fronteire casa, apea-
vara-se de seus cavlos algias cavalleiros.
Dous 'ellas tr.ziara cida u.apendarailo ao
arco da sella ora ab^slruz, e um terceiro.
que se conservaba a cavado, tinha suspen-
sa lambem urna soberba pella de jaguar.
pouca distancia dalli n'uma estancia, onde
lambem enecntre orna doria de casa exce?.-
sivamente bella, raas esla naijjf.il dj paiz.
Tomasso dedicava-se ao tratam-nto do
meu cavallo com o maior de3Vj!o. Ni poy-
sionomia deste hornera d visava eu o quer
que fosse de singular, e com effeito, se o
houvera encontrado na3 montanhas da Ita-
lia e nio na3 margens do Pama, tamal-o-ia
por nm salteador, porm a verdade que
o seu carcter era irreprehensivel, o (\w
evidenciava o desvellado amor qua nairia
pelo signor e pela tigmra a cojo- sarvic i
so achava ligado.
Cora grande p'sar rae foi noticiado por
elle o restabelecim nto do raen cavallo. No
tira de tres iba? preparava-me para seguir
viagemv bem contra a vonttde do meras hos-
pedes, que s ma dixtrara ral rar depois
de formal promessa dalii voltar no rara re-
gresso
E' intil dizer que a esperanza do reno-
var tio atnaveis relace* mo servio d rtte-
nuamente aos rigoro* da ausencia.
LIX
UM HOSPEDE DKSCOWCCIDO.
Al a hora da minha retirada nio oovira
pronimejar o upallido do dono da casa que
rae" acoibera ; apenas por afumas vazes
repetir i o' do sogro. signor Francisco Tor-
reara, que ha annos viera da st ierra ita-
liana cstabeiecer-sa na repbli> Argentina,
cono imites onlros comp.triotas*.
Eis o que pader saber relatrwmen'e
pialidade d'aquella familia e as variadas
distraeces com q;ie me entretive c tetnoo
da minha estada all mal me derarar iempo
para me ofeupar do p'esente, (joaot* mais
para indagar dopassado.
E qoem havnr que. ao respirar a plenos
pumes a livreevMfieaneatmopherados
Pampas, p^rcorrendo aqoeSasi coramen*
ravos planicies sobre nm cavallo meiosel-
vagera, se possa lembrar oas miseras (As-
traccSes e4nsigniantes ccplados de tiraa
80ciedada imperf jila?
O fbais natural asquecel-a*.
Esta disposigio rtsespirito parecia do*
minar-nw do mesmo- modo que aos Torre-
ara.
Nio rae importoo, piis, saber a vid
passada aellas, a-sim como I he*-nao inspi-
da repente me Iderrompeu, pergantando :
Conhecesta ara tal general Harding,
do contado da Bucls 1
E porque perguntas -isso ?
Porque sei que tu freqaeatava'0 con-
dado, e por esse motivo deves ter canhe- -
cido o general, fallecidSla cinco ou seis
annos.'**
Conheci om general Harding, de Bee-
cbwood-Park, mas nao live com ello gran-
des relacas. Sei qae morrea In annos,
porm ignoro se esse de que falla*.
Do certo que acudi o meu amigo
e e:n breva nos cerlJbcaremos. E' sin -
guiar,prosegoio ella, erguendo-se e dv
gindo-se para urna secretaria singular '
J live idea de ir a essa estancia, onde ta>
bem recaaido foite, e agora resolvo-me a
nio adiar a visita. Durante estes dias em
jue te esp?rei 6z urna descober. Poucas
rclacoas tenho com o meu vizioRo- itiglez ;
elle apenas so d* com italianos argenti-
nos, cora quem nos os inglezes pooeo tra-
tamos, mas passa p.r om hornera t* m-
rito.
Folgo de te onvir fallar bssim a* seo
respailo, pois que eesse ojuizo tjee forme;
d'ela durante o pouco tempo que o trafei.
Mas o que ha de cororatMB entre esse rapas
a o general do condadb de Bucks 7
E ao mesmo tempo firava da rarteira?
aprsenla va ao meu amigo o eirlao de vi-
sita.
GH-a poisacndio eVte Voltando ao
comeco da conversa : etn raianto esperava
por lie nio lando outra cooa qua fazer,
entrelrve-me aa leitura de alanos jornaes
inglezes antigo. Convra dzvr-te qne aqu
nao os ha recentes, mas .-quelies eram real-
mente bem antijpos. Daparek o-ra am nu-
mero do Hies. Ora, se tu vive.es nos
Pampas tamo lempo como en-, has de ler
o Times eom' avidez, seja qud tr a sua
data, desie'a primoira linha at a u I lima,
sem exceptxiar os annocios. Poi- percor-
rendokestes-oltimos.que encontrei1 amaviso,
o qual voamo>irar-se.
Pegnei no jornal ipaa o meu amigo me
apreseajou e li o anoencio indicado, qae
era concebido nos segtiimes lermos:-
Henriqae Hrdingr.Se Mr. flanrique
Harding, fllho do fallesido general Rrdmg,
rava intapesse n3rrare?nra'a, e p>r isso os- ^ Bechwood-Park, do- condado de Bck-
poucos pormenores qae a esse respeito ob-! jsgbam, quiaer ter a r.rmdade dediuigirse
live vieranraomeuconbscimenioaomopuroi:a,ajade Lawson-df Filtras, proco aflores
incidente da conversa. em Lioaolns'un Feides, abi poder saber
Talvez partea pouco-natural isto, mas nvidade qoe muito K interessa. Mr.
oos paizas mcridionaes da^Europa, assim
eomo entre os seus naeionaes e^tabaleci los
na Americ*hejpanhQla.-raras vetes- as fa
muas se canaacem paisa appellidos here-
dtlarios, maa sir se designara os individuos
pelo nome d baptismo.-
Kste babrto s poda competir an meu
eom patrila, era razio de--se acharolado a
itaaooa.
Por mot'vc qae eu na- tinha o- dsVeito
da iivestigar, ruttei no meo hospede eerta
reserva seropse que >e relava da G*a*Bre-
taaha, qua.parecia DieHaf a malaraffei
..i.'.
Momentos antes da popri-la resol vi escla-
reser-rae sobpo a sua origera e dissHto :
Ha-de desctalpar, se-, depois o baver
neebido urna bospitaiidad tio benvola
qiisnio irarne+eeida, raso raandestar o de-
sjio de conhacer o nome do raen beataede.
Creia que nt nomove a isso a curiosidade,
mas sim o daver-de Mirar sabendo quem
d-t futuro lerei de dirigir tributo do meu
reeonh 'cimento.
Semduvila, capitn,acud ella,
riado-se que fot gran3 a minha alta de
o ter por meo hospede ires dias se the di-
zar o meu-aopellido, oque, de mais-a mais.
va to de ene)niro ao uso inglesa raas,
para merecer alguraa "(esculpa, -jou, em
Gompensae^o, cingir-rae agora psatica da
oos-.a trra, offerecnto-lbe orneo antlereeo.
Petmitta-me que eu v-i-procurar na minha
rfrdiog foi pela, ultima vez visto em Um
durante a revolueo a drc-se que tomaa
parta na defeza da cidade. Dase magnif:-'
ea recompensa i'quem diseer a morad
ii?elle actualmente, a, no caso de morte, >
qem indicar a- poca e ra- eircumst)ocias
que a preceder
Que dizea isto ?pergonton o meo
amigo, quanlo vio que eu traba acabado de
Ion
Parece-ma qne j vi em lempo esta
aanuneio,redarg eua>qaal foi publi-
cado successivameoie e desp^rtou cnti
c-rande cur isidade. Sabase que o man-
cebo deixra a Inglaterra, mas ignorava-so
qae destino segua ; diza-se qoe lora re
podiado por ama joven c< m- qoem quera
casar, e essa malher conhe?o-a eu. Depois
coa (ora para a H*lia. e ahi- agarrado por
urna quadrilba do salteadores, alistando-se
posteriormente sob as bandearas de Mazini
e Gartbaldi. Ningoam s-oibe do que real-
aetttahavia a 8sse respeilo. cor is-o que
o general era homem esservcialmente ra-
svrvado era negocio de familia. Depois da
sua mor io que apparecerao* laes ar.nnn
cios; dizia-se que legara ao ftlho orna for-
laoa considera val, 3 qual o probarador an
rwnciante estava eocarregado de Ihe entre-
jar.
E' rsso-o joizo que lambem fiz. Mas
eres, que \s leona descoberto o filbs do
genera i ?
caneira-algum bilhete, reatos dos te outras Ni0 j^ roesmo p0rqoe a esse tem
Havia alli dous gnuclos ^ou campillos,
mas os dous cavalleiros poTtadores- dos abes-
truzes tomei eu logo pelo marido e irmo
da joven italiana. Raconheci Luigi na sua
pbysionomjafranca: parecia indeciso sabr
se deveria icar ou seguir caminhn, om qmn-
to que o kaglez, fallando tambem italiano,
insista por que elle tlcasse.
Na mesraa oxasiio^pparaceu jaaella a
joven, addtcionando os" swis rogas. ao do
marido para que Luigi ficasse, noUciaodo-lhe
a presanca alli de u u estrangeiro. Luigi,
condascendendoT entregoo as redeas do ca-
vallo a Toma-iso, que, acompaobado dos
gauchos, seguio para a cavallarica.
Os dous mancebos entraram logo na
sala.
Meu marido Henriqae e meu irmao
Luigi,disse a famosa mestra de ceremo-
nias, dirigindo-sa mira.
E, em me dar lempo a tomar a patavra,
comecou a explicar o motivo da minha pre
senca a o pedido que eo fizera.
Oh! sem ouvida 1exclamou o inglez
Tam ura cavalio s suasordens, de muito
bom grado. Mas porque nao dea comoos
co um oo doas dias ? Talvpz n^sse mera
tempo o seo cavallo so ponha em estado
de seguir vagem.
Mil agradecimentoi Ireplquei-lbe
eu.
E comqaanto tivesse o maior desejo de
acceder ao delicado convite, lembrou me, to-
dava, q je aqolio nio passava de uraa for-
malidade muito particular as habitantes
da America do Sal, que consiste nas sagran-
tes phnses : c Mia casa a su disposicin,
seor. Dispunha-me, pois. a regeitar
sob quaquar pretexto, quando novas
instancias do inglez, sua esposa e ir-
mi me levarara a acreditar na sincerdade
da offarecimento.
Agraden reconbecido e prometti facar um
ou dous das. Demoreime tras, os mais
agradareis da minha vida, os quaes me
paree -rara viote e quatro horas, passada-.
ora a cacar, ora am visitas de casa de Han
rique para casa de Luigi. qu resida a
pocas.
Mo passa'a-se a jai'fca na oeeasiao de
despe'kla. Hanriqu entrou emeasa, dei-
xando eos a todos i; maior hilartdade, mo-
tivada pelo incidente.
Nao tardou era estar de volta. trazeniha
na mo a earteira refaritla, donde tirou a4-
guns bilhetes de visita, amareUados paras
aun w, e, escolheado um, aproseotou-ra'o.
Nao oasando por delicadeza lel-o na sua
presenta, limitoi-ina a tancar>lba "S oihos,
mattendo-o (d>,'3 na aigib-ira, e, dirigindo
a to<103 os ciroumstanles o ab.imo adeus,
montei a cavajlo-e puz rae acaminho.
A cnriosidade nio me p.^rmitliu por muito
lempo conse?var reserva no caso, e, tirando
o cariio do bolso, li: t Hen.iqiaa Har-
ding.
Bello.appald) inglez.disse-comni-
go -a, de raais a mais, ligado a certas re-
cordaeesda minha vi.la passada.
Coratudo Dio ma pasaou pela idea que
o estanciero des Pampas tivesse relaCio de
parentesco com os H trdiogs de Beechwood
Pak, no condado de Bucks, e por isso,
sem raais reflexao, cooquei o blheite na
cariara e prosegu a minha derrota da vi>
genx
LX
V.M I.I'.r.ATMMO nECUPERADO.
6 leitor d^vf tsr-se admirado da rainha
falta de reminiscencia em nio reconhecer
em Henrique Harding uraa pessoa donos aotrgo conhecsaenlo, mas a fallar a verda-
de eu nio tiveta com elle relaces. Vira-o
aponas orna vez ainda imberbe por occaso
de ferias, e, encontrando-o agora da faces
crestadas e espessa barba, mais parecendo
italiano do qoe inglez, at no idioma, diffi-
cil seria conheci, a m^nos qoe antecipa-
damente elle mn nio declarasse qoem era.
Aclualmrata prosegua ornea caminho,
lembrando-me apenas de que o colono meo
patricio era nm sympathico mancebo, mmTo
feliz por certo. como quem possuia por
esposa tio formosa creatura. Quanto aos
demais hospedes, sabe o leitor quo sio
mais seus condecidos do qoe meas. Tudo
quanto eu sabia d'aqoella familia era o que
ja disse ter divido naquellas tres dias de
permanencia alli, e oadapoderi, por qnal-
quer associaco de id >s, esubelecer a me
or reUcio eatra aquella e os meas amagos
conhecitoentos do condado de Buckslr
, Creio que flea bem explicad t a iadiffe-
renca com qae ee li e guardei na cartiira
o biloele de visita que ma fora.dado.
Quando chegaei a estancia do merMtni-
g?a, encontrei-o b -stanle inquieto pala mi-
nha demora. Havia ires da- o,ue elle m^
-tsperava, recetando j quo en me houvesse
perdido no caminho ou sido, roubado pelos
salteadores.
Contal-Iba a cansa da demora e*a amavel
hospialida la reeebida. Prosegua gosto-
sameqta 'assea poratenonis, qoaodo elle
iao sahi eu e Inglaterra, onde nio volte
mais.
E nao te parece q a o leu hospedo
saja o proprio Henrique Harding, filfeo dd
general ?
E' possivel e at provavel. O an-
nuncio d o desapparecido de B iraa a eu
soube am. casa d'elle que a procedencia de
sua familia era d'aq teha larra. Lembra-me
odvir dizer que o general legua seus bens
ao lha mais velho, dei:wndo ao naiis novo
urnas mil libras apenas. Se, cora effeito.
o proprio, talvez quaelle com esse capi-
tal qua se tenha estitbelecido na Ame-
rica.
Isso nio. Tenho a certeza, de que a
sua viuda para aqu muito anterior
poca dos annuncios -e nio rae consta que
elle se haja ausentado para poder ter ido
i Inglaterra receber esse dinhero.
E quepreci>o havia de e.upfehonder
ama viagera para to Insigniikanta objac-
lo ? Pois nao era negocio qua se effec-
luassa por cartas ?
E' possivel, mas ota. tenho algamas.
rajes para crer que a estancia onda elle te
receben arread .da e que s o sogro
proprielai io. Quanto aaim, nem elle vio
nunca taes annuncios, e, se o proprio
Harding, conviria dar-lbe d'elles conheci-
ment. Como te disse, fazia tencio de o
procurar para esse tira ; se be raque pouco
o con haca, tenho a seu respeilo as. media-
res informaeoes.
E' verdade qne mil libras pouco avultara
em Inglaterra, mas nos Pampas b ama for-
tuna.
Tens razio redarg machinalmen-
te, pensando ao mesmo tempo como seria
possivel qae o amante repudiado de Bella
Marawaring fosse o mesmo individuo que eu
acaba va da ver esposo de ama mulhar que
vaha dez mil vezas mas do que aquella
preci'osa-rdicida.
Nio me disseste,acadio o meu ami-
goque ost* convidado a visitar aquella
estancia no leu regresso d'aqrii ?
Comprometime a isso religiosa-
mente.
'* Fe'iz creatura I Entabolar assim
Ion-i dos mais interessanies coobecimentos I
A formosa argentina pode competir em at-
traiivos com a italiana, sua encantadora ca-
lillada I E ist a todo devida a um p mal
posto do cavallo I Invrjo-ia a fo tana u'essa
parte, porquanto am taes co.tdices nio ma
iranoruva quebrar al a canaca todos os
dias. ,
O e dhiisasmo cota qua o mea amigo sa
exprima foi o objecto para meo grande
.egosij), porq-ae elle um celibaUio tenaz
por oropeo I(a a qne eu nio sppuoha sos
ceptivel de-arrear bandeiras nem mesmo
peraole os atiractivos da nedoet"i a italiana.
(Qmtinuar-te-hi
TYP 00 6lAHK>-RUa DJ DCQtJlTbTCi^H
v-
r
------------
i
i

-
4


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