Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12285


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Full Text
mm.
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UNO XLVI. NUMERO 281
PABA AUPITAL E LCAEIS ODE IO SE PAGA POBTE.
Por tres mex0S aJiantados ....'.............
l\tr seis ditos" idem...................
rV rim afino dem...........,..........
*4i numero avulao...................
M
000
126000
910
. DOMINGO II DE DEZEHIBBQ DE 1870,
.....!! I .H.f ^ !.! | i ..^,. ...,., .,.......II I X i ^Ml I I llM^^
PAIA DXITB0 E TOBA DA PROYUCIA.
Por tres mezes adiaatado ............. # o#7C#
Por seia ditos idem................... 13*600
Por nove ditos idea..................* *0#25;
Por um auno idem................... *7#00
MAMBIM
Figueir
I
_
NAO AGKWTEJ:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no MaranhSo ; Joaqoim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; JoSo Mara Jai Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Buleao, em Santo AnUfo; Domingos Jos da Cost Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Ala, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
BE BKSKMBnO DE 1870.
HKCIFE, 1
Noticias da Europa.
H mlora pouco depois de 11 horas da manhaa
funleou no lamarSio v.ipor francez Gironde, tra-
zado dat i de B >rde o nove.nbro. Eis as n iticias que colhsmos de
i irnaes e carta.
A Franca e a Allcmanlia.
Alrancaram os francezes a sua prinra victo-
ria ; dous corpos do exereito de L>ire, atacaram
allemes acampados em Orieans, e depois de
reohido cmbale, tizeram com que os prussianos
evacuassom Orieans. Os francezos calculam as
perdas dos prnssianos em 5 mil homons ineluindo
1.500 prus-ianos prisioneiros. E' o primeira com-
Imiv de prisioneiros, que os frane;zes vi1 n inter-
nar oo tea paiz.
Os allemes dizem porem, que os ataques dos
rancezss em Orlean? f mu Dios repellidos, e
lira depois de terem repelido grande numero de
ataques o exercito allemao conseguio retirar na
melbor ordein.
O eftoito ni>ral que esta victoria prodnzio no
exercito francez fui muito grande. O eftoito porem
na sitoacu da guerra pode-se considerar millo e
j-iiv.il e quasi a urna derrota devida a constante
eliddade que lena acompanhado as armas prus-
dianas.
O ataque de Orieans pelo exercito francez de
l.oire era um plano estratgico cajo tim era en-
volver o exereito inimigo em Orieans, e blo-
juea-lo, pao que como vemos falhou.
O Loire corre diante de Orieans, na extremi la-
de da eidade e p;rpendieulirmmle ao rio fi;i a
;strada de Paris. Seis legoas cima do Orle ins,
rh cima, lica a povoacio de Saint Henil sur
1,'ire, e a cioco ou seis leguas da eidade rio
ibnxo (lea Beauzes:y. De Boauzency sabio um
'orpo di exercito que ap iaoao-se na estrada de
Paris e desdobrandose em meio ciraulo devia ir
reaorr-se em Clevilly ou em Cercottes, ao corpo
iue parli.ido de Santo Benoit, e f.izendo simult-
neamente idetico movimento, bloqueasse o ex-
'Tcito allemao cortando-lhe a retirada.
O general Royan que operava no ponto extre-
mo deste segundo corpo foi demorado na sua
marcha pelo man lempo, e pelo man estado das
fstradas que linda de Mravessar, e pelas ierras
euchargadas do Bana sobre S. Pravy e Boulay ;
alem disso a marcha deste corpo de exercito tam-
bero foi iolerromuda por varias escaramuzas que
teve de sustentar com destacamentos allemes,
que o detinham em quanto o general prnssiano
Vontaan consegua evitar o bloqueio retirando
entre as duas dorias do circulo por fechar.
O exercito do oeste do comraando do conde de
Keratry opera de cotnmnm accordo com o exer-
cito do Loire, commandado pelo general Aavellcs
de Paladine, para coorergirem sobre Paris, ex-
pulsar os allemes do caminho de Paris, e facilitar
;m movimento vigoroso de sortida oas torcas si-
tiadas em Paris, combinada com o auxilio possi-
vd das forjas que sa acham forade Paris.
Os allemes mandam 30 mil homens para deter
os movimentos do exercito de oeste sobre Paris.
ihuvejum serio combate em Breloncelles ao
norte d'e Nagent le Ilotrio entre estas torgas sendo
o combate desfavoravel ao* francezes.
O general Bourbaki com 20 rail homens parti
I-ara reforjar o exercito do Loire.
hatretauto os exercitos allemes do principe
l'rederico Carlos e do general ManteulTel operam
O general Manteuffel marcha pelo norte apoian-
do a sua ala esquerda na fortaleza de Laon, e gi-
rando nesse lado de modo que faca nma curva
ao longo da fronteira da Blgica, levando diante
de si todos os corpos francezes entre o Escault e
ras do calis. O principe l'rederico Carlos mar-
cha directamente para o sul lendo por ponto cen-
tral Troves e parece querer ir proteger o exercito
-lo general Von der Tann, que acaba de evacuar
orieans, e as cclumnas do exercito do general
VVerder cujas testas j pas?aram para diante de
llijon, emquanto pane das suas torcas conten
.leili o exercito francez de i'-ste, e cobre Bel-
lori c Besancon.
>endo eala marcha coroada de bom exiio por-
mittirm aos allemes reunirem no centro da
Tranca um novj exercito de 200 mil homens,
iue oppiriam urna barreira insupperavel a todas
^ tentativas que podessem ser feitas na direccao
do raeio-dia para soccorrer Paris ; fuaria sendo
verdadeiramente forraidavel o bloqueio de Paris,
por dois circuios de immigos.
O olijecliva mais immediato deste forraidavel
exareito, seriam provavelmente as cidades de
Bourges e de Lyon. A primeira c?m a sua po-
ii^io central, cm os seus vastos depsitos milita-
res, cITectivamenie nm ponto e-trategico impor-
tante. A oceupago de LjOB, que se pode consi-
'lrar como a segunda capital da Franga teria
per eiloilo paralysar a deffeza e corlar a Franca
en dous corpos absolutamente separados um do
tntro, na impossibilidade de se entenderem para
inalqaer ac^o commum.
Este plano bem visivel deve porem encontrar
ciiradicro; pois alguma cousa se deve esperar
ij genio infatigave de Gambeita, que na actuali-
.artio para Orieans oode f-i passar revista ao
iercito de Loire e combinar o meios de se oppor
ios planos immigos e salvar a Franca.
Os ltimos telegrammas do thcatro da guerra
dizem que os prussianos avancaram sobre Dreux
e atacaram Evreux no da 19, mas a resistencia
103 guardas nacionaes obrigou-os a retroceder
)ira as immediacoes A guarda nacional de"
Kvrcux conservava as suas posicoes ; o? campo-
n UA auxiliavam-na cortando os prnssianos.
As tropas francezas retomaram a ollensiva,
*prisionaram um comboy peno de Mants, e pondo
em fuga a escolla que se compunh de 1,500
prQSSiano?, depois de nm combate pouco impor-
tante.
No dia 21 comecou o bombardeamento de
rbionville.
Em Paris ha completo socego; a carne de ca-
vallo e os legnmes e hortalicas ainda nao come-
9 a linha do cerco. Os francezes estabelecem
adiante de Moulin Jacquet nma linha elTensiva.
Oesde o norte do Sena at as obrss adiante de
VilleJuifos trablbos de deftosa lornam-se tor-
nndaveis e offereeem tanta facilidade para o ata-
,iue como para a deltoza. Antes do fim de no-
vem'bro derem terminar os trabalhos da commis-
>ode barricadas presidida por Rochefort. Os
franco atradoree fazem qnotidianas expedmoes.
No dia 19 os fortes de Romaravilie e de Yovy
ianas cansando-Ibes grandes estragos. O im-
migo fagio apressadarnente.
as torcas que gnaroecem Pars estao divididas
.la seouinte forma : Commando em chefe o ge-
neral Trocha ; chefe do estado-maior general, o
eneral Schmits, 2o chefe do estado-maior o ge-
neral Foyt. ,
Commandante superior de artilhena o general
fiv)t. commandante saperior de engenheir.-s o ge-
neral Ghabaud la Toar. Inliodente geral Wolf.
i* exercito 66 battltades, gualda sedentaria ;
commandante em chefe Clement Thomaz.
2'exercito, commandante em chefe, general
Dueret; corpa, general Vinoy, tres divisos;
2* corpo geaeral Renul, tres divisdes; 3* corpo
g^tartt Exea, daas divisSas e urna de cavallaria
com
3o exercito ;ao mando espeeial do governador
de Paris, sie diviso :s entre as quaes estao com-
prehendidos os marinneiros.
Urna casa de Lisboa receben a ultima li >ra
am tolegramma no.iciaodo urna sortida do Paris
de todo o exercito francez no dia 23, que a bata
llu era terrivel e ainda continuava ; que este
movimento dos sitiados nao era comainado com o
exercito ae Loire.
Esta noticia, porem nao era ainda confirmada,
e espera va-so com avez noticias offlciaes, e o
oonhecimenlo da tremenda lucia tnica Deste ge-
nero, pois devem ter tomado parte na tremenda
balalha mais de 700 mil homens.
Esta batalhi decisiva, em que se empmhassem
todas as forjas disponiveis da Franca, era ji es-
perada, em vista dos rr.cvimentos combinados dos
exercitos de ste e de Loire, e da infatigavel per-
severanga com que Gambetta prosegua as ins-
trnecoes que recebera do govrno provisorio de
deflesa na ional. Os horneas que so acham res-
p nsaveis pelos destinos da Franca Dio recusa-
vara as condicoes bastante onerosas e humilia'i-
vas do armsticio, se nao tivessem firmado um
plano, bem combinado, para sahirem com honra,
senao com vida, e com [elidale da knprensa
grandiosa a qae melteram hombros.
Deas salve a Franca I
A RUSSIA E A EUROPA.
O principe de GortschakolT ministro dos es-
irangeiros do imperador da Rosta, dirigi s po-
tencias signatarias do tratado de 1856 nma circo-
lar declaraodo que a Ru>sia nao podia por mais
lempo achar-se ligada ao tratado de 1856, no que
diz respeito s restriegues das suas torcas navaes
no Mar Negro ; que sendo a Turqui informada
desta sua daclaracao poderia usar dos seas dire-
tos, e que o nico fim da Russta era a seguranga
e dignidade do imperio ; qoe esta questa> se po-
der dessolver por um accordo pacifico, e que a
Russia coasidera e surama importancia aqoelle
resultado como a melhor garanta para a manu-
tenco da paz e equilibrio da Eoropa, amea?ado3
pelos perigos qoe podem provr das complicacoes
do Oriento. Que a Russta nao pretende rasuscitar
a que?t5o do Oriente, nem denunciar as restantes
disposicoas do tratado de 1856 mas que_a Russia
esta prmpia a negociar a sna annullaco, modi-
fica^ao ou conlirmago com as demais potencias
signatarias se estas o entenderem.
A parte do tratado a que o principe Gortscha-
koff se refere, e qoe foi assignada em Paris em
1856 era consequencia da campanha da Crimea,
em que tomaram parle a Franca, a Inglaterra, a
Italia e a Tnrquia, o annexo n. 3, tratado entre
o imperador da Russia c o Sullao da Turqua, para
regulamentarera o principio da neutralisagao do
Mar Negro, principio consignado nos preliminares
da paz comidos no protocollo n 1, assignado em
Paris em 25 de fevereiro de 1856.
O annexo n. 3 concebido nos cguintes ter-
mos :
Art. 1." As altas partes contratantes obngam-
se mutuamente a conservar nicamente no Mar
Negro os navios de guerra, cu jo numero torea e
dimensoes va i estipuladas
i Art. 2 o As alta? partes contratante? reservam
manter cada urna nerte mar ; seis emhareacoes
vapor de 50 metros de comprimento linha d'agua
de 800 toneladas o mximo, c \ navios ligeiros
a vapor ou de vela, de tonelagem que nao exceda
200 toneladas cada um.
t Art. 3. A presente convenco annexa ao tra-
tado gcral, assignado em Paris hoje, ser ratifica-
do, e as ralifica^oes trocadas no espaco de quatro
semanas, ou mais breve, se fr possivel. *
A Russia pois pretende approveitar-se da sita-
gao critica em qoe se acha a Europa, para fazer
as suas reclamares.
Lord Giandille, ministro dos estrangeiros de
Inglaterra, enviou ao embaixador inglez em S. Pe-
tersburgo a seguinle nota em resposta an? despa-
chos do principe de GortsehakofT que Ihe haviam
ido commoDicados pelo embaixaor da liussia em
Londres:
t Sr. embaixador Clarao de Brnnnon deu-me
hontem communica^ao da circular relativa ao tra-
tado entre o imperador da Russia. e o Snltao limi-
ta as suas torcas navaes no mar Negro, assignado
era Pars a 30"de mam de 18,%, a qoe alludieis
no vosso telegramma de hontem a larde.
i No mea despacho de hontem dava-vos noticia
do qne se passon entre nos. e hoje proponlio-me a
fazer observacSes a respeito das notas do principe
Gartschakoff de 19 e 20 do mez passado, que me
commonicou o embaixador rns.-o ne?ta occasio.
t O principe GortschakolT declara da parte de
sua magestade imperador que o tratado de 1856,
tem sido infringido seb differentes aspectos em pre-
jnizo da Rossia e particularmente no relativo aos
principados, apesar de explcitos protestos dos seus
representantes, e que, por causa de?;as infrac-
(om. a Russia esta autorizada a denunciar as es-
tipulares desse tratado, no que directamente res-
peita aos seos interesses.
i O imperador annucia perianto que nao se con-
sidera ligados pelas convencoes que limitam os
seus direitos de soberana no Mar Negro.
i Allega-se por consegointe qoe teem o:corrdo
fados, qoe, segoodo o parecer da Russia, nao es-
tao accordes com algomas eslipulac5es do tratad*,
pelo qne, apreciando a seu modo a uatoreza desses
fados preleode achar-se aulorisada para se sub-
irahir a vanas estipulaeo^s do mesmo tratado.
t Por agora, a Russia limita as suas pretencoes
denuncia de alguns artigos do tratado; mas
preteBdc que tem direito a furtar-se a urna parte
qualquer das condicoes estipuladas, leva evidente-
mente comsigo o direito de denunciar todo o tra-
tado.
i Pouco importa saber se a Rossia tem qo nao
razo em desejar que a eximam do cumprimenio
das estipulares do tratado, no que respoiu ao Mar
Negro ; a questi est em saber a quem pertence
o direito de annullar urna ou vanas partes da:.
obrigacoes do tratado, on de qualquer dellas.
t Ora bem ; sempre se tem condecido que esse
direito pertence s aos governos qne foram partes
contratantes no instrumento original. -
t O principe GortsehakofT, nos seus despachos,
parece qoe quer assentir o principio de que cada
urna das potencias signatarias do tratado pode al-
legar que se produziram circunstancias qoe, na
sua opinio, estao em desaceordo com o_disposto
no tratado, e com qnanto desta opinio nao parti-
cipen! as potencia co-signatarias, pretende ter di-
reito. nao para pedir a esses governoi qoe estadera
a questo, mas para Ibes annnnciar que se exi-
mio, on se considera eximido de quantas disposi-
r*9 julgar conveniente desapprovar E evidente,
nao obstante, que os afeita dessa doutrina e de
qualquer medida fundada na mesma. serao pora
e simplesmente por o valor e aotoridade dos tra-
tados descrpcao das potencias que os assigna-
rara ; com o qne so destruiriam o tratados pela
sna esseneia.
c Efl'ectivamente, o nico objedo dos tratados
consiste em eslabelccer vnculos de reciprqca obri-
gacao entre as potencias, e para este tlm cada nma
das partes sacrifica ama porcao do seu livre alve-
drio : em qnanto que na doutrina hoje exposta
urna das parles, obrando separada e indvidual-
mente/colloca de novo o assorapto rob a sua pro-
nri inrknieeo. e. nao se.considera lgala com
potencia, que pode, a cada instante, mudar on re-
tirar a citada deciso, e este ponto levanta as mes-
mas objecr^s Que as demais partes da sui com-
municacao, urna vez que implica para a Russia o
direito de annullar o tratado fundaudo-se em obri-
gacSes das quaes se conslituo nico juiz.
A questo nao est, portanto, em averiguar-
se am desejo manifestado pela Russia, de veris ser
examinado cuidadosamente e com benevolencia
pelos governos que devem acceitar da Russia a
declaracao de se ter eximido a nm fhttado solem-
ne pelo sea proprio arbitrio, e sem assentimento
de ninguem.
< E' qaas esensado dizer que o gorerno de sua
mages'ade receben a citada communicaco com
profundo sentimento, pois inicia elle ama discassao
que pode perturbar a cordeal intelligencia que
o seu mais rdeme desejo conservar com o im-
perio russo ; e pelas razSes citadas nao possivel
ao goyerno de sua magestade dar a menor sanelo
pela sua parte resoluco annunciada pelo prin-'
cipa de GortschakolT.
t Se em vez des a declaracao, so tiv?sse dirig-
do o governo russo ao de sua mageslade e as on-
tras potencias que sao parle no tratado de 1856, e
hruvesse subme.tido sua consideracao, se occor- j
rera coma que podesse ser ama iafraccao do tra-1
tado, ou se alguma cousa era de notar nos termos
desse, qne pela variaco de circumstancias pe-
sasse com indevidade sobre a Russia, oa que no j
deccorrer dos aconte'imentos livesse chegado a
ser necessarie para a devida proteccao da Tur-
qua, o governo de sua mageslade nm se negara
a examinar a qnesto justamente com os co-sig-
natarios do tratado.
sado com a princeza Maria Victoria Carlota Hen-
riqaeta Joanna del Pozzo da Cisterna.
A eleiclo leve lugar no dia 16, terminando s 7
o meia horas da tarde. O numero legal dos repre
eetaetes de 345, a raaioria absolnu era de 173
volea. Corrido o escrutinio contaram-se 311 listas,
dasqoae 19 brancas ; o principe Amadeo obteve
191 votos; a repnblica 63, o duque de Monlpen-
sier 27 ; Espartara 8 ; o nrncipo Alfonso 2 ; a
dnquez de Monlpensier 1.
O presidente das constituimos proclamoo conse-
fuinlemeole o duque de Aosle rei de Hespaaha,
neto qne foi annunciado com orna salva de 101
tiros a capital.
Foi nomeada a commisso que devia ir Italia
apre-entar ao novo rei a acta daeleicao. A' frente
da commisso va > o presidente e os quatro secre-
tarios. I'artiram em urna esquadrilha formada
pelas fragatas Villa de ladria Viclortn e pelo va-
por Blasco Garay.
A nova raoba de llespanha, princeza do la Cis-
terna, deu 'luz emTurim no dia 2o nm tiln.
A mocidade hespanhola e os esladantes sao
contrarios eleica de nm rei eslrangeiro e tem
feito ruidosas manifestares contra a eleicao, in-
sultando os lentes que, como depntados, votaram
no dnque do Aosta.
O novo rei e.icunlra um paiz extremamente
dividido ; urna pequea raaioria a quem o indiffe-
renle a escolha Co soberana, on ainda msate a
forma do governo, maioria quasi sempre Hacinan-
te e que pie ser guiada a bel prazer do qualquer
candiiho, hoje o seu partido.
Cintra si ter* os amigos favorecidos pela de-
posladynasla, e qoe em-consequencia da abdica-
Qualquer que tivesse sido o resoltis de taes 5u de D. Isabel, desejam ver no tbrono dos seus
mmuoicares, ter-se-hia evidenciado o risco de ; maiores o principe Alonso ; tem contra si os par
lidarios do duqoe de Montpensier boje em minora,
mas partido iniporiante, e cemposto dos principies
factores di revolo(io d selembro ; tem contra si
complicares futuras, e um precedente maito pe
rigoso quanto a validez das obrigacoe3 interna-
conaes.
A Independencia Belna assevera qoe a Rnssia
os partidarios do antigo rgimen, partido carlista
linha confidencialmente de :larado por varias vezes forte, resoluto e prompto a atear a guerra civil ;
curte de B-rlin que a neutralisacao do Mar Ne-: te ontra si o partid catholico, e as pessoas re-
gro era insnstenlavel. ligiosas de convier's, que hio de sempre ver no
Toda a imprensa ingleza applande a lirmesa do aovo rei de Hespanha, o lllho do rei excommunga-
despacho de Grandville. O Times diz que a nica do, do soberano que usurpon a capital do mundo
resposta possivel da Inglaterra protestar contra catholico; lem contra si os liboraes de convicoes
a insolencia da denaoci dos tratados. 111 na preferindo nenhnra dos candidatos que
O Morning-Port suppoa qoe a Rossia e a Prus-1 prasenuvam, nao qoerem condado nm rei e-
sia estavam de accordo antes da guerra, e deplora iraogeiro ; tem contra si os partidarios da omo
a perda de um alliado to poderoso como a Fran-1 ibrica, oa da conquista de Portugal, que nao vem
ea, e diz que as potencias naotraes devera auxiliar \ oo candidato condicoes e ailiancas que salisfa^am
a Franca e assigr.ar a paz deixando a intacta. seas desejos ; tem finalmente contra si os repu-
O jornal austraco correspondencia Warrens diz blieano federars on unitarios que por difiranles
que a nota de GortsehakofT creou nma situacao
extremamente dilli:i\ e grave, e convida as poten-
cias signatarias a ajustareis a defeza commum.
O governo austraco declara que os desejos da
Rnssia podiam ter sido attendidos, se tivessem si-
do propostos pelas vias diplomticas, mas o proce-
dar arbitrario que empregoc a Russta reclama a
mais grave resistencia.
O governo turco tambera responden circular
de GottschackolT nma nota idntica da Inglaterra
e da Austria.
A Gazela de S. Petersburgo diz, qne, era qnanto
o conde Grandville admitlir a parte essenclal dos
vezes tem mostrado como surge urna revdlucao, e
que deram todo o sen concurso a que derruboo o
irono da familia Bonrbon.
A srie de duqoe de Aosta nao iovejavel.
Qoe influencia ter na sorte de Portugal a elei-
cao do cunbadi d'ei-rei D. I.uiz:
Os lacos de parentesco que unem as dnas fami-
lias parecem por um lado desviaren! ama soluc)
f jreada da questo ibrica ; por entro lado po-
t vemos n3, que os exemplos de sen pie o le-
a desejar as annexares coin a casa de Sar-
deaha ahsorven e annexau a si todos os eslados
em que-a Italia se acnava dividida.
pedidos da Russia, \inotil ter qnestao sobre a i
manelra por qne elles foram expressado?.
A opinio geral em S. Petersburgo qne a ques-
to do Mar Negro ha de ter nma soluco paci-
ca, ma que a Ru>sia est prompta para a guerra,
sendo necessiria.
As noticias de Berln dizem que, nos circnlos
offlciaes se espera umi so'ucao pacifica, mas ad-
mittem que existe am accordo eutre a Prussia e a
Rossia, e que no caso de guerra ho de fazer al-
lianca.
Qjandooioteresse determina urna soluco qual-
ij^er, os lacos de familia nao sao suficientemente
enrgicos para deterem a marcha dos acontec-
tenlos.
Nada receamos da nova dyna^ta italiana, a
questo ibrica nao ser talvez decedida se-
nao nm congresso europeu em que dominarem
os principios de Guilherrae da Prossia, do Victor
Emmanuel da Italia.
A sorte de Portugal est intimamente ligada
com a da Blgica oo de Loxemburgo. O desenlio
2 semestre. O povo deve pagar mais embora
a base do impo>to soja desigual.
semestre. O imposto de consamo ini -
qno.
2" semestre. O imposto 4e consarao neces-
sario.
t Io semestre. A extinego do monopolio do
tabaco organisa as iaancas.
semestre. O resla'belecimento do monopo-
lio do tabaco reaHsa nm sooho donrado.
1* semestre. Resistir ao pagamento d'um tri-
buto lancade em dictadora urna aeco de he-
rosmo.
2* semestre. Obrigar ao pagamento do im-
posto decretado em dictadura digno de louvor
quando o seu producto 6 olhido ponos.
t Com semolhantes principios devenios ter boas
(naneas porque lemos boa poltica.
t Mulato nomine de le fabuta narralnr.
As facetes sao assim e o partido regenerador,
metiendo bem a mo na sna consciencia (-e que
os partidos lem dlsso ainda) nao eslariam inas ha-
bilitados para adrar a primeira pedra aos refor-
mistas do qoe os histricos.
E mesmo onde esto os regeneradores exire-
mos ? Onde os historiadores puros ? Onde os
ctHservadorcs legitimos de que j mesmo nin-
guem se canga a fallar?
Qoe foi por muitissimos anuos uteis o actual
presidente do conselho marquez d'Avila e Boloma
( Antonio Jos d'Avila ) Censerrador impenitente,
depois histrico, hoje reformista, c araanhf
Carcter probo, laboriosissimo e d gno da esti-
ma de todas as facgSes o seu nome respeitado o
respcitavel, mas coherencia poltica
Onde fez as suas primeiras armas o actual mi*
u tro da fazenda, Carlos liento senao as filenas
do pan ido cabealisla) ( ultra-conservador)de
pois toi histrico com o marquez ( duquo) de
Loul, depois reformista com o gabinete S-Vizeu
e hoje pela segunda vez.. .reformista ?
E o proprio prelado de VizeuT histrico, da
gemma em 59, 60, e 61, e tao histrico que tra
jornalista e deputado daquella prcialidade boje
um dos patriarchas do partido inaugurado em Ja-
neiro de 68 na ciiade do Porto, e rebatisado em
1870 com o titulo de reformista I
t A. R. Sampaio, o regenerador dos regenera-
dores, nao foi ministro com o duque de Saldaoha,
aposar de o ter sido apenas alguns dias 7
Anda.n aqu baralbados os hornease raaia ba
ralhados ainda os partidos, ou para melbor dizer,
o que ba com o nome de partidos tao apenas
urnas aggregaroes fortuitas de homens que se in-
teressam pela consa publica, oa a quem a cousa
publica, da mais interesse qno a cousa particular,
e quefazom vidadislo:
Salvam a patria por empreitad e no acto so-
lemne de acceitarem a investidura consular, e de
pois de um mez, de 6 mezes, ou de um anno, se
t ebegam a deilar, poem escriptos ; a patria ah
Sea sempre generoea o risonha deixando o oufro
Srupo e a outros estadistas encartados, o praser
c salvai-a de novo, e em todas estas salvas gas-
ta-se a plvora da ssnlribuintes, o detlcii engor-
da, a serviros pblicos desorganisam-se urnas ve-
zes pelo excesso e abundancia de empreg^dos, e
oatros pela mana das suppressoes e reformas
que Ih'os tirara.
Digamos a verdade : pareca natural que um
hornera tosse elevado ao poder sobre um pedestal
de ideas ( permittima-se-me a hberdade da frase)
e que ames de ser ministro, toda a gente Ihe co-
nhecesse o nome como hornera de ciencia ecoao-
mica, administrativa ou financeira, on era qual-
quer especialidade de governacao. Ma3 qual f
Diz a Independencia Belga que brevemente se diplomtico do novo mappa da Europa ha de ser
apreseniar nos Dardanellos nma grande esqua-1 feito depois de assignada a paz com a tranca, e
dra couracada; lendo alguns d'este* navios sido talvez depois de assignada a paz com a Russia
comprados em Nova-York. Noticias fidedignas. je por ventura chegue a romper-se !
dizem que a Rnssia tem 50 monitores couragados j Preparam-se grandes festejos para a entra-
em Nikolawieff sobre o rio Diepper, o tarabem;4a do re Amadeu I em Hespanha, juramento e
kale tem sido in- proclamado-
pria juri3diccao,
alguem.
i Como consequencia desta doutrina o principe
de GortsehakofT annunciou as suas notas a ios
tencao que a Russia lem.de observar certao dispo-
sicoes do tratado. Por muito satisfaloria qac pos-
sa parecer esta decisao em si raesrr.a. na reahda-
de apenas expresso i) ''<
que os portos de Kertch e Xen
expugnavelmente fortificados.
Dizem de Barlin que a Russia lem grandes ma3-
sas de tropas sobre o rio Vstula. Um decreto
imperial ordena que o exercito seja recrutado pelo
systema prussiano.
Afflanga-se que o governo inglez deu ordem
orna esquadra ingleza para partir para Darda-
nellos, segundo se siippoe, pois o commandante
recebeu instrucres fechadas, que s poder 1er,
no alto mar.
A Russia conla com a allianca da Prussia, dos
Estados Unidos e do sullao do Egypto, para le-
vantar o conflicto com a Turqua, e eotreter as
tropas d'esta potencia, e conta alm disso com o
levanlamento de todos os Savos, terreno que de
ha muito se acha preparado pela idea de urna
umo panslavista ; esta insurreicao ser mais
que suflkiuute para desviar a Austria de urna ac-
i;."n activa contra a Russia.
A Inglaterra vi- se, portanto, quasi solada a
sua natural alliada, a Franca, desejaria que a
guerra rebentasse em qualquer ponto da Europa,
nao para mostrar os 3ens bros guerreiros, mas
para ver se parte do exercito allemao chamado
a corabater n'outros climas, e asjm poder lber-
tar-.-e da invaso ; a Italia lem em sua casa bas-
tantes dfflculdades quo resolver, para se aventu-
rar fra de casa a lutar por um principio que nao
seja a unidade monarchica italiana.
Resta, pois, s nma soluc'' qac a reunio de
um congresso europeu. As potencias nao vo lon-
ge desse principio, e logo que o principe de Gorts-
chako modifique os termos das suas reclamares,
provavel que a elle se recorra, adiando anda
mais urna vez a soIuqo da questo do Orieole.
ITALIA.
O re Victor Emmanuel tendona visitar Roma, e
all residir algum tempo. O sacro collegio, po
rem, de opinio que S. Santdade deve sahir do
Vaticano, e escolher residencia em trra estranha.
A sade, porm, do Summo Pontfice nao permitte
que laca viagem, e por isso cedendo aos desejos
manifestados pelos cardeaes, ir residir na sua
villa de Porto (TAnzio. Parece qne serao dadas
as convenientes ordens para que as igrejas sejam
cerradas e baslica de S. Pedro forrada de pre-
to, como amigamente se fazia para as excommu-
nhSes maiores.
Diz-se que Sua Santidade em Porto d'Anzio em-
barcar em urna fragata injlezaque o transportar
para o Ingar que escolher para residencia. E
offerecida urna residencia na Blgica, pedindo-se
que ahi se rena o concilio ecumnico, interrum-
pido pelos acomecimenios.
HESPANHA.
Finalmente Diogenes encontrou o seu homtm. A
Hespanha achou um rei.
Depois de longa peregrinacao" por todas as cor-
tes Ja Europa, depois de repetidas instancias, aos
principes de diffarenles casas, depois de terem to-
ldado tantos planos de salvaterio, depois da des-
granada candidntura qne servio de pretexto lata
entre a Prossia e a Franca, o general Prim apre-
entou o seu candidato, inteirarnc-nte desconhecido
ne paiz, volado e proclamado petas constituales.
O candida :o escolhido (oi o prncipe Amadeu,
duque de Aoste, filtra de el-rei Vctor Emmanuel
de Italia, e irmo da Sra. D. Maria Pa de aboya,
esposa de el-rei D. Luiz >ie Pertngal. O principe
Amadeu m mancebo sympathico, que em Italia
tem servido as differentes armas do exercito e
na marmita, sendo fendo levemente, quando na
ultima campanha contra a Austria carregou
frente da diviso de cajo commando eslava encar-
regado.
Conta viole e cinco a viole e eis annas e oa-
ALI.E.MAN1IA.
t A sexta para qne o imposto chamado real
d'agua seja elevado a 20 res por litro de bebidas
lcoolcas, 10 res por litro de bebidas fermen-
tadas e 10 ris por kilo de carne, excepto em
Lisboa.
< A soiima tem por fim determinar qne a tou-
lidade do preco da venda dos betrs nacionaes seja
paga a dinheiro.
< Finalmente a oilava proposta pretende fixar
o pagamento dos aretos sanitarios de entrada u
sabida das embarcar.-* da longo enrso on de ca-
botagem, e os impostes de quarentena (liados nci
decreto de 3 de dezercbro de 1868. Esta proposta
perfeitamanle aceitavel.
t No discurso que S. Exc. pronunciou hontem
deixon entrever a probabilidade de apreseotar bre
vemente mais algumas propostas de farenda. O
Sr. ministro da fazenda entende qne o dficit deste
anno econmico nao ha de exceder a 4,500 contos,
e qne para o anno futuro ser maito menos, prin-
cipalmente se passarem as suas propostas.
A discusso do bul de indemnizada promet?
ser muito agitada. Abi qua lero de viras re'a-
Ihare?.
c O Sr. Das Ferreira, que toi ministro eom o
marechat Saldanha, j manifestou na cmara que
lenciona defender os seus actos e aqnelles em qne
foi solidario com o nobre duque. O Sr. Dias Per-
reir acaba de publicar o seu primeira voramede .
commenlarios ao Cdigo Civil Portugtiez, obra
jnstamenie apretada nao s pelos qoe se dedi-
can) ao foro, mas por todos a quem possam inleres-
sar as mil queslas de que o cdigo civil se oe-
cupa.
< Amanhaa romera o jolgamemo no primeira
distri lo criminal de Vieira de Castro, o qnal
aecusado de ter assassinado sua esposa. E' juiz o
Dr. Aragao Mascarenhas. Advogado do ro-o Sr.
Jayrae Moniz, lente do curso saperior das lettras,
0 orador mais eloqnante que baera Portugal. E
advogado da parte (a sogra do reo) o Dr. Ernesto
de Freilas. Ha mais de sessenta lugares pedidos
para senhoras; haver ta:hygrapbos para steno-
grapharem os debates. Por muito empenho se tem
dado bilhetes de admUso ao tribunal. Alguma*
pegas do processo andam ja publicadis nos peri-
dicos. Para a mala seguinte Ihes remetterei tndo
que se publicar, que deve ser horrosamenle inie-
ressante.
Ha dias foram julgados e condemnados os
filos do vi-conde de Sonto de El-Rei, assassinos
do infeliz Augusto Cesar Po dos Sanios, era a
nonte de 6 de dezembro de 1869. Os reos con-
demnados foram D. Miguel d'Almadae Leneastre,
em oito anno de priso celular seguida de quie-
ta annos de degredo, eu degredo perpetuo r in
trabalhos pblicos, e seu irmo D. Rodrigo na pe-
na de tres annos de priso celular seguida de dez
de degredo ou na dequjnze annos de degredo.
t Na mesma audiencia e tambem como compi-
la neste attentado foi jolgado o reo Manuel Rodri-
gues, o Artilheiro, que foi condemnado a mesm i
pena que o D. Rodrigo. Tanto o ministerio publi-
co, como os condemnados app?ilaram di sen-
tenca.
t Fez maito bom effeito este.rigAr e inteir.za dt>
tribunal de 1" instancia, porqnanto o? ro- -V> li
dalgos e nao Ihes valeu o parentesco esdaei'?'
com tuda a nona aristocracia para ser: r g fem-
nados como quaesquer assassinos vnlgari". Da
cadeia-do Limoeiro para o tribunal linh im id > do
trem. Mas quando vollaram para a prisa i ram
a pe entre urna escolta de soldados c.'in grande
1 acompanhamenlo de curiosos.
c Tem circulado ha 3 dias boatos sobre gr^v, s
i machinares contra a ordem publica na BTuvi
Um pamphleto (islo os que escrevem ) serve | do Algavre para o que marchou para all ratOili'
O ministro da fazenda austa hngara apresen-
Ion na cmara dos depntados daquelle imperio
um projecio de le tendente a ser antorisado a
continuar a cobrar as contribuir^ at o ultimo
de marco do prximo anno de 1871.
O mini-tro da insiruccao publica furmulou ou-
tro projacto para augmentar os vencimentos dos
professures, mantidos pelo estado, e para organi-
sar o collegi! polytechnico de Vienna.
No parlamento reiua grande opposicaoao mi-
n'sterio o que est demonstrado com 63 votos af-
firraativos contra 70 negativos que obteve urna
proposla da esquerda para que todos os raembros
da camera podessem assistir s sessoes da grande
commisso nomeada para dar o seu parecer so-
bre as propostas do governo; commisso que con-
la no sen gremio os chefes reconhecdos de quasi
todas as traeros do parlamento.
INGLATERRA.
Num banquete dado no dia 9 em Londres pelo
lord governador Mr. Gladstone e o chanceller do
thesouro delenderam enrgicamente o proced-
ment da Inglaterra na questo da neutralidade.
O conde de Grandville narrou os esforcos da In-
glaterra em lavor da paz e disse que linha ra-
zoes para crer que a Prussia a desejava ; quo a
Inglaterra s por si havia tomado a iniciativa pa-
ra propar um arrarticio que a Franca se negava
a pedir directamente
O orador alludio a que a Inglaterra deseja ver a
Allemanha forte e unida, mas que se opporia a
hamilliago demasiado grande da Franca, accres-
centando'que o governo inglez far o possivel pa-
ra eslabelecer a paz.
Lord Montaigne acaba le declarar aos seus
constitunles de que era representante na cmara
dos com ninas que se havia convertido a f catira-
lica, e qne nao podia continuar a servir 03 inte-
resses protestantes do circulo.
A attitnde da Irlanda e do partido catholico em
Inglaterra tal que o governo, convencido de
quanto Ihe serve o seu apoio j se entendeu com
o bspo de Westminster, alim de ser lord Howardos
Glossops nomeado embaixador ao "congresso que
provavelmente se reunir para exanimar a ques-
to romana.
PORTUGAL
Era 27 do passado escreve nosso correspon-
dente de Lisboa.
c CoDtinnam as sessoes da corte, e ja se falla
em nova proragaco. O ministerio apresentou ja
nra poucas propostas de fazenda que, se nao pri-
raam pela origalidade, trazem em si o gerraem da
ruina da situaejio, ao mesmo tempo que levadas
pralica podero contribuir para talvez attenuar o
deficil. As medidas tributarias em Portugal, seja
qual tor o systema adoptado, irazam sempre gran-
des provectos de salvateria para o thesouro, e de
sombras negras para a situacao que as propam.
Se as medidas passam, sao sempre os successorej
da situaca propooenlo oa iniciadora quem as le-
va execaco om taes ou quaes alterares, mi-
gando de nao carregar cora o odioso do vexame.
Esta a historia de muitos annos esta
parte.
t Hoje a Recoluro de Setembro chistosamente
define as reformares fazendarias do pariido re-
formista nos seeuintes termos :
I. semere. O povo nao pode nem deve pagar
mais.
2 semestre. O povo deve pagar mais quer pos-
sa quer nao possa.
1 semestre. O pavo nao deve pagar porque a
base do imposto designa!.
s vezes de titulo a urna primeira candidatura
as influencias de campanario fazem o resto, quan-
do nao snpprem o pamphleto, os discursos, e a
papularidade de nome. Chegada a essa tal can-
didatura a porto e salvamento, escolhe-se alguma
peripeda parlamentar para pulzar ; falla-se urnas
vezes com talento, e outras... como Dos 6 ser-
vido. E qoe julgam t
Que o recipiendario tem paciencia bastante
para Tazer na politica um longo tirocinio ? Ja nao
ha noviciados em cousa alguma o muito menos
empilitica; alcanzase o ser zelador de urna
qualquer commisso das mais importanta1 da c-
mara, e na primeira data vem o uome do nvalo
entre os indigilados para entrar n'uma rr.odifica-1
cao ministerial, ou para facer parte denin novo ga-
binete. E como o systema o dos velocipedes, e o
caso c o edegar depressa, fez-se urna coniposici
com apropria coheren:ia, e surge alm o mergu-
Idador ousado n'oolra onda partidaria, quando
menos se esperava. Com esta educac3 n;* na
partido ; ba uns cerdos ranchinhos ou cterie-
oecasionaes que tra por timbre e brazo destruir
o que lizeram os seus antecessores, reproduzindo
o quo tinham feito os antecessores dos seus ante-
cessores, e assim por diante, do que resulta nao
saber ninguem s quantas anda, e parecer-se mui-
to o estudo da legislado portugueza com a apren-
dizagem do alphabeto chnez, que consom a vida
de um mandarim, e aflnal nuuca chega a Oca-lo
sabendo todo.
t Assim vai succeder agora com as leis da dicta-
dura, inciuindo as da insiruccao pablica, pois j
se enumeram as que a commisso dos Ib deputa
dos propoz (de accordo com o governo) para ser
abolidas. As mais ftcaram porque estivam era
execuco j, mas sero alteradas furet me-
sure. 'A QueanaSo do bil deindemnidade comee
para a semana.
E' para legaluar pelasanccao legislativa essas
medidas diclatoriaes que j estavam sendo execu-
ladas para regularidade de admraisiracao- Depois,
machaco com ellas, e vrao outras alterf coes, mo-
dificares ou reprcdiccoes de outras leis mais es
.mecidas e assim se vai entrelendo os parlamentos
a fibricar e de3manchar lela sobre leis, algumas
das quaes se nao pdem mesmo executar, porque
mais fcil legislar do que regulamentar urna le
gislagao.
As propoUas apresenladas a 22 do crrante pe-
lo Sr. Carlos Bento da Silva (ministro da fizanda)
sao as seguiotes que vo em resumo, segundo o
extracto do primoiro jornal do dia 23 que me ca-
bio mo :
A primeira tem por fim abolir o quinto di-
ferencial de baudeira para os navios das nar!3
que usarem de reciprocidade coranosco.
' A segunda fixa a coniribuico predial para
1871 m 1,649:200*000 no continente,......
179:721 440, nos Acores e 38:6391500 na Ma-
deira. Estas duas certamente nao encontrarao di-
ficuldade as cmaras. .
t A lerceira proposta para que a contribu-
cao predial extraordinaria votada para o anno de
1869 seja elevada a 50 0/f> Com sabido
contribuicao soffreu um augmento de 20 O/o
annos de 1869 e 1870.
O Sr. Carlos Bento pede agora outro agjjmen-
lo de 30 O/o, que na verdade nos pamce exces-
sivo. Para aiiertuar o peso a este excesso propde
S. Exc. qoe elle possa ser distribuido aos con-
tribuinies por meio de gremios. Esta propo3ta ha
de encontrar serias resistencias. ,
i A quana-propoe qoe a porcentagem comple-
mentar da conlribuicao pessoal recaia sobre a ren-
da ou,valor locativo das casas de habitacao, cuio
rendimento nao tor menor da 10*000 as ierras de
primeira e segnnda ordem, do 2000 as de ler-
ceira ordem e U000 as de quarta, quinta e sex-
ta ordem.
Na qeinta pede que o arrox |troduzido no
continente do reino e ilhas adjaceotes fique sngel-
lo aohnposto de 400 ris por hectolitro de arroz
com cosca.
de torra de sueste cora urna respeilavel I >rei
cavallaria, o general Jernimo Maldonadn. S t
pe-se qne urna guerrilha que se esi orv iri-
sando do gente dos partidos antynastius de 1
panha e de Portugal.
t O.itros dizem que o supposto movimetM p"
movido pela aco combioada dos dous periiJj'.
nao mais do que um artificio em grando escala
de contrabaadistas das duas raias. Soja o q. e
fr; bem fez o coverno em dar providenci;- ;
lempo, porque mais larde seriam tardas e talvez
infructferas. Na primeira hypelhese, nma con.
plicaclo de relasoes com a vsinha Hespanha podi >
serraos fatal.
As nossas reiaees actaaes com aqu.'l-
osta
nes
le........... reino (reino ficou sendo) sao boas
e pareie que bem garantidas pela eleicao do prin-
cipe Amadeu, irmo da rainda de Portugal.
Dz-5c que o regente de Hespanha, logo que
o rei D. Amadeo I subir ao throno hespanhol, vira
a Portugal, onde conta demorar-se algum tem-
po. O rei de Portugal manda o Ilustro veterano
marquez de S da Baolora represeutad-lo a Ma-
drid no aclo da coroaco do ovo monareba hes-
panhol. Todos applaudiram a escolha do repre-
sente, porque o velho marquoz um dos beroes
da independencia portugueza nal campanhas do
principio deste secnlo, e to um do3 mais valente*
sustentculos da liberdade de 1832 a 1834. Desde
ento o marqnez de Si di Bandeira (Bernardo de
S Nogueira) tem pugodo sempre pela defen e
e independencia da patria, j no parlamento, ja na
rapren-a, j na gabinete como ministro Ah o.
que tem feito menos, como todos os mais com as
melhores intemjoes, porque nao se que lera por
l aquelles ares, mas todos prometiera, mudo e
pouco3 sao os que nao faltam.
c O go- enn porlugnez j tomou pacifua possa
da ilha de Bolama, aquella possejsao que toi re-
vindicada Gra-Bretanha em consequencia do
estudo escrupuloso dos nossos direitos feito pen
conde d'Avila (e depois desse, servigo notavel mar^.
quez d'Avila c Bolama) sendo como sabido, sub-
mettda es^a allegarlo a sabia arbitrage.Ti oo
Grant presidente dos Estados-Unidos da Ame-
rica
t O bravo oficial da armada portugueza go-
vernador geral de Cabo-Verde, Caetano de Almei
da e Albuquerqne que toi em nome do rei do
Portugal, tomar posse de Bolama. A bandeira in-
gleza toi arreada de um fortim all erigido pelos
inglezes, e no mesmo momento ic^ada no tope do
mastro grande de um vaso de guerra portuguez
surto em frente da ilha. O navio porluguez san-
doa com 21 tiros a bandeira ingleza, para adcar
a pillla, e tudo se passoo na melhor ordem pe
las acertadas disposicoes que o Sr. Albuquerqoe
tomara em ordem a nao estimular o amor proprio
de John-Ball. A Inglaterra honvese em toda es-
ta questo com a mxima candnra e bom senso,
conservando lealmente para coranosco o carcter
de amiga alliada de urna nacao, pequea sim,
mas grande pelo sea passado, grande pela ex-
tenso do seu territorio e magnitude das suas tra -
dicijSes nessas remotas paragens, e maior aiod
pelo futuro que attingir essa outra nacao- ameri -
cana poderosa, loresceote e sinceramente liberal,
que leve as tradicces gloriosas de Portugal por
berco, em que lanos ouiras glorias oas lem ja
implantado.
i Devia-lhes ter dito mais cima que o general
Moraes Reg (ministro da guerra interino) e lao
interino que ainda nao sahio de casa desde qno
foi nomeado por eslar doente n'uma perna em quo
toi torido em campanha, sahir do ministerio, rai-
lando-se em qne ser substituido pelo coronel w.
Antonio de Mello Brevoer, empregado superior oo
minislerio da guerra, homem nonradissimo o an-
tigo deputado da naci.- ._# nn
% O deputado Eduardo Tavares Penttra na
cmara electiva um PWJf1 ^^.^Vdvidi
l* spmestre de 1871 em diante os juros da divina
onSda atena u'cripceos) (iquom suieitos
a dSctao 03 |cr c -ato para consUiiw un
4
V
a /
im
.- .*



'Ifcno d Pemambiico Donngo 11 de Dezembro
d 1870



Tundo especial de amortisagio para lirida ex-
terna. '
As drgohkdes e conego da S patriarohal -de
Lisboa protestar ain contra a"occupacio de Roma
petes tropaJuHnasi ^
A .Yapo outros iornaes tem falto o seus
protestos.
Parece que o episcopado portuguez vai pro
testar conectivamente.
O conde de Thojjrir, eua espesa, a wa anra
'vio partir para Rola O *eu alacie em que
habitara na calgada da estrella vem hoja anonn
ciado para arrendar-se. O 3r. conde homo mi-
nistro junto a soa eanddade.
< Diz-se que vio reunirse as legagoe de Por-
tugal em Italia e Boa, -visto passar a capital e
corle italiana para Roma.
Ha noticia offlciae de tor chegido a Bru-
xellas o marqoM i Publica-se em Lisboa um novo peridico Ilite-
rario a Bevista Semanal. Proprielario e redactor
o Sr. Mariano Jo? Cabral. O corresponden^ da
empreza no Rio de Janeiro e Sr. Antonio Cli-
nuco dos Res, rna.de Goncaives Das n. 60, e
ejn Pernambucj o Sr. D. Jos de Larlillyer. Es-
to pubjicados tres nuraaros que tem merecido
accetago, ja pelo bem escribido dos assumptos,
ji cela eircuniiancia de se nao afastar do seu
programa*.
No 1 de dezcrabro a commissSo central 1'
de dezembro de 161 >, celebra o anuiversarlo da
restauracio de Portugal na forma do costuran
cora T-Dum na Patriarchal e sarau patri-
tico oas salas do palacio dos condes d'Almada no
largo de S. Doajiigos, o qual largo desda ejse
da, com a devida autorisacao offlcial se ficara cha-
mando *larae dos restauradores de Portugal em
1640. Esli j inscriptos os Srs. Pinheiro Cha-
gas, Ozono de Vasconcello?, Mello e Paro, e ou-
tros para discussarem aquella noule.
Em Alcaotara, urna soeiudaJe com o titulo de
Primet) de Dezembro festeja o aooiversario d'esse
glorioso foito naciunal com todo aos pobres, dis-
cursos.
Na cidade do Porto acaba de constituir-se
urna commissao promotora de o/Jertas e dons ao so
berano pontfice Po IX, com o flm de promover
entre os deis o oftirecimenlo da donativo) quer
em numerario, quer era especie, era favor do clie-
fe da igivja, diz o Commercio do Porto de hontem
que aoabo de receber u'e^ie momento.
No mesmo jornal vem o appello que a com-
missao dirigo ao publico, e as m-lrucgoes forma
Jadas pela mesma commissao respeito do mesmo
assumpto.
< Contina com fervor a subscripgio para os fe-
ridos na guerra, seja qual fr a nacionalidade.
De Lisboa e Porto j foram muitos soccorros em
dinheiro e emgeneros, vioho?, fio, linho, compres-
sa?, doce, caf ele etc. etc.
Houtem appareceu um appello de varios mili-
tares (esiudaotes) pediudo donativos para os sol-
dados portuguezes que foram na expediegao
Zarabezia por estarem desprovidos e raiseraveis.
Gausou sensagoaste appello, pois parece que o
governo que tem olirigago de fornecer tropa
ludo de que carece. Hoje o Jornal do Commercio
descrey algumas linhas esle respeito que em
nada dimiuuem o merecimento da boa accao a'a-
quelles mocos, mas em que para crdito do paiz
se declara que o goveroo ni) h' inuilo lempo
enviou para Mogarabiqua muitos arligos de vestua-
rio, calcado e vitualbas por couta do ministerio da
marinha, o que preciso 6 Picarse sabendo com
o proposito muito deliberado, de que os naci
naes e os eslrangeiros quo o iguorera, pelo faci
da promogo d'aquellas soccorros se capaciten!
de que o Estado oio abandonou completamente
as forcas expedicionarias.
E' tambera cerlo quo a barca de estado Alar-
finho de Mello recebeu ordera para aproraplar, e
deve par ir era breve para Moganibi que com diffe-
- remes arligos o material de guerra.
Era 10 de dezembro este navio dever estar
prorapto para levantar ferro.
Nao te creia,diz o mesmo jornal, que aquelles
uossos compatriotas, qae lidam alm mar pela
honra da banJeira nacional o pela iutegridade
do territorio portuguez, jazem era completo
abaodooo da inelropole, julgando-nos um paiz
de barbaros.
Realmente a subscripcao tem sua novidade ;
foi feita, creio, as melhores iniengdes, mas sem
esta reclificago deve produzir pessimo effeito o
> mesmo liesdooro para o governo de Portugal.
A folha olfleial publicar urna relaco dos forucci-
menlos e vveres qae se t n mandado pelo res-
metivn ministerio cjn destino aos expedi:ionarios
da 7. imb -zin.
A I giao do ultramar creada no papel) pela
dictadora, urna ila* incdi.hu cuja aboliro
proi i :, :oinmiss parlamentar.
' J.i iinncipioa ioveroar devoras. O Tejo e o
Doori vi Altos e aoborhos. Alguns prejuizos
teas I> i nos terreno mar^inaes. As linhas
famas Je riu e Ii->m achan-ss em estado de-
pors eq enca das coBteraporisscdes cora
asiir. Ja a i.ninislrago Praoeois e Ladame, espe-
ci d<: IIirp..gos acair.ttcai.is que o capitalista
c: ra ;,) '.lio para Portugal, e de que tem re-
-:i.ii ...meraveis desatlres e bastantes victi-
i (ai no e.-tio, o que ser agora no ri-
gir 11 iverno I Pes>ae bou inspecoia fiscal por
1 g'ivera, mas as reparaces a fazer sao
laauj lino s o goveruo iuterrompendo o transito
limnos de ferro por "1 ou 3 mesas se consj-
gniria por o caminho em bom estado Algumas
ni rru,.5ocs j exialem de facto, como hontem e
antes de bornean e nao sei se por mais alguns dias
iro Ciixarias e Soure. A dictadura tem grandes
:ulpas no cartorio a e3le respeito, porque deixou
pausar a occasio do mandar fazer as reparaces
durante o lempo proprio.
Sepuliua-se hootem urna dama dignissima, e
cuja morte caujou dobrosa impresso era muilas
familias :aSra. haronea de Ferreira dos Santos,
esposa do baro da Ferreira dos Santos, Dr. Ge-
ra. 11 Ferreira do3 Santos Silva, inr.ao do birpo
eieto do Porto e vigario capitular (sede vacante)
do patriarchado. o Dr. Americo Fereira Jos San-
ios Silva. O convite fnebre felo tambem em
BOOM dos outros candados da Ilustre finada, os
Srs. Carios Ferreira dos Santos (socio da firma
hincara Fonceca Santos 4 Vianua ) o bario d.>
Santos.
Falleceu a Ilustre dama de ama febre puer-
peral. O lerem-nascido existe.
O viuvo aidido legacao de Portugal em
Para, mis achava-se era LLbu'a ha tompo?.
A c imn Issao parlamentar, que deu o parecer
- I,; o o bil de ndemiiididi, lieou dividida. Sete
'U- teas tneiBbros assignaram o parecer sem de-
clarares, e os oulros sele assignaram vencidos,
os quics sao os Srs. Anselmo Braancamp, Rodri-
gues de Kreitas Santos e Silva, Adriano Machado;
vencido era parle o Sr. Birjona da Freia^, e com
leclaracoes os Srs, Antonio Rodrigues Sampaio e
Pequito de Seixas.
Segundo uro olllcio que foi remettido cma-
ra dos deputado, a pedido dos Srs. Mello e Faro &
Osorio de Vasconeellos, as quaniias remanidas d i
Brasil, provenientes do urna subscripcao publija
ara a compra de imaraanlo, importara em___
i i:yf).'JilS2. Esta .omina osla nos cof/es do mi-
nisterio da fazenda, excepto urna parte della que
es! na agencia linancial de Londres o de.n do
ministerio da guerra. E' dj crer que este negocio
se liquide agora, e qun o dinheiro dos nossos be-
nemritos cmipatriota tenlia a divida applicacao.
81-rei I). Liiz ofereceu ao archivo da Torre
do Tombo urna caria anlographa, escripia pelo
carteal rei D. HenrltMe, ni qual se denvoistra
I le o prior do Grato, 1). Antonio, foi legitimado
. ir nma bulla do papa.
Os principes 1). Garlos e D. AfTonso principia-
rain j a esiudar a kutruefao primaria regular-
mente.
O governo portnguez foi convidado para to-
mar parte na exposicao universal que se ba de ve-
ntlcar em Vienna d'Austria em 1873. Parece que
o governo resolven nao dar por em quanlo res-
i pj-iliv-3 este respeito.
Par'e para o Uto 4 de dezembro o Sr. Fer-
nando Cstico, geuro do filustre conde de S. Ma-
FMe cavalheiro, qua ge aclis va em Braga,
lera ccnpto no Commercio do Porto ernlilos
addiumentos e rectuicacSes ao Diccionario Biblo-
ijiapktco do laborioso investigador e acadmico
p >rtugn z innocenoio Francisco da Silva. Seria
i aesejar que esses artigos fugitivos aimareeei-
em em Mli-to, do mesmo formato do Dicciona
na para ser ora elle eucadernido pelos estudi i-
sos. Melhor seria ainda se f.iuera despidos da lir-
na ingrata de polmica que, embora liileraria,
serapre dcs.igradavel que fique perpetuada, quan
do se Irat.i de pessoas do merecimento dq Sr. Inno
m a do Sr. Femandi Castina, como para la-
inentar que na obra monumenial do Sr. Inuocen-
' i luja algumas rabecadas e critica menos ben-
vola.
< Tornaran) assento na cmara dos pares, par
direito de suecessio, os Srs. Franzini e Gamboa e
L.z. O primeiro liiho do Sr. Marino Miguel Fra
z.ni, que foi por algumas vezes ministro de estad\
e o iegundo rilho da fallecido bario- da Arroda.
a f? A,*1"1110 Colho, irmio do proprielario
do D.arw de Noticias, conttntia a receber donaii-
vos para *sar do bosefta4 da soeiedade porta
gueca de beneficencia da cidade de Campos, pro-
vincia do Rio de hmeiro. No Diarto tV-Walicio,
lera, vindo mencionados com agradecioiento do Sr.
A. Colho todos os donativos que lem.rec.ebteV.
ro nomeada urna commissao pata miniaierio
tias'obras pfnbricar, para presidir ao cbncarso para
aao^ndicacJM) da erapreza do cabo lelegraphico
inbaaarino eatre Pwrtnaai os siOm Uoids,- passoapara* ssa deste, e aibn'or
qoe se ha de verifleai a 29 do, corran le mea, Jlar^ AnjiSflibeire e VwoAuiVrab>
O Sr. Tcente Parrer Natto Pana, ex reitor "
da universidade, rolnislro de estado honorario, au-
tor de miiiee escriptos e alguns compendios de
direito, foi ^lavado >sconde. De que nao me
lembro. 5efa de qae fr, nada Ihe (icaria ti)
bom, como e continuar a chamar se Vicente Per
rer, como flaeram Rodrigo da Puttie, Jos* da
Mlva Carvalho, Maaoel Pasaos, e fazem Alexandre
Hercnlano, Rabello da Silva, Meudes Leal, Latino
Colho, ele. ele. Estes noT.es que o povo sabe de
core salteados, que a geraco nova tem em vane-
racjto porque se creou eora elles, nao se trocara
impunemente por um nome postico que qnalquer
ricaQo poda ouier sem graud.fadgas, leudo bons
amigos juntos do inexaurivel cofre das grabas.
Soja islo dito fem > ffensa para ninguem, porque
s vezes a offerta di titulo nio se pJe resistir,
como succedeu por axeraplo co.n os Srs. A. P. de
Cashlho, A. Antonio Luiz de Seabra, 1.' interprete
de Ovidio, e Jantor do cdigo civil porluguez.
Eutretauto semjre direi que nao preciso
muita coragem para fazer nm nome, maior cora-
gem precisa para uo o doixar trocar, qu al-
borear. ^
< Eis os ltimos despachas telegrsphicos rece
bidos aqui :
< l.iiie, io.Houve combato perio de Villers
Bretonneux. Ouvio-se o canboneio era Corbi* todo
o da 24. Faltara pormenores. Um grande nu-
mero de prisioneifos allemaes foram conduzidos
para A mieos.
< (Olucial). Um destacamento parti de Cha-
tea uou ti e diriglo-se para Brou, onde o ioimigo
oceupava (orles posifots na altura de Vevres.
Dopois de tres bonas de combate, as nossas tropas
desalojaram o ioimigo per-eguindo-o at 3 kilo-
meiris de Brou. A nossa arlilheria fez prodigios.
As nossas perdas foram Jnsiginlicaiiies.
Tours, 6.Despachos oleiaes de Chaleau-
dun annunciam que um destacamento prussiaoo
j atacado a 24 em Saint-Ag.le e suffreu grandes
perdas.
< O inimigo marcha sobre Montdoubleau. A ca
vallara prussiana pede 2,000 rages era Gaulet.
Os uhlanos ameaQara o caminho de ferro em Fret-
levral ao noroejto de Vendme. Os prussianos
que anda honlem estavam nos arredorus de
Evreux, enconlram resistencia consideravcl nos
campos. Os garibaldinos serprenderam lira
tem os prussiauos em Anxerre o pozeram-n os em
fuga ; perdas prussianas 30 niorlo- e feridos e 9
pnsioneir js. Um decreto de 25 ordena a creacao
imraediata de 10 grandes campos para insiruera >
econcentracao dos guardas nacionaes moDilisados
chamados por decreto do 2 de novembro.
< Bruxellas 23.A Estrella Belga publica urna
carta em que diz que houve combate a 23 de no-
vembro enire Cerniera e Mezires. Os prussianos
foram atacados e repeliidos com grandes perdas.
Os fraucezes tomaram 2 canhoes e 3 meiralbado-
ras e tiveram 15 morios e 8 feridos.
t Madrid, 27.A Gazeta publica um decreto
resiituindo Cheste dignidade de capno general
e Calonge a de lenent-general ; ambos aceilaram
a amnislia e juraram a con-tiiu c,io.
a ess assaiaato, e que se vio descobrindo hio
de por a luz, que tanto se precisa, para desajflV
n da le. ^^T
' Tnaido sido D Senborinha assassioada aqi
aora da* ooutt, ao araanhecer o escravo L.
4eu cato a cartas de liberdade, que exisiiaS
nmbanu, mandn l-las por Antonio Jos RibeiroT
e nao encontrando a de sua parceira Bernarda,
\oiic3as do oorte do iniperlo.
Amanheceu honlem era nosso porto o vapor
Paran, irazendo datas : do Amazonas 26 do no-
vembro, do Pai 1, do Maranhao 4, do Cear 7,
do Rio Graude 8 e da Pirahyba 9 do crreme.
AMAZONAS.
Por acto da presidencia da provincia foi exone-
rado do cargo de procurador fiscal da lliesoura ria
provincial, o Dr. Manuel Pendra da Silva Bram-
billa.
No dia 8 de novembro entrn no exercicio
de primeiro cirurgiao da enfermara militar o Dr.
Joo Pedro Maduro da Fonseca.
Lomos no Correio de Manos :
< Os indios da tribn Parioliniins anda era suas
currerias acabara de fazer duas victimas.
No dia 23 de oulubro do correte anno ataca-
ram a barraca de Manoel do Nascimento, situada
na foz do Ro Machado, no Madeira, e a3assina-
ram a flexadas o nwsmo Nascimento e a mulher
Jacntba, que Ihe suavisava os trabav s domsti-
cos ; corlaram-lhes as canecas e as lovaram para
presidirera a celabraco dos seus folguedos, que
tero lugar no -goso pleno do roubo do cerca de
cincoeota contos de ris em mercadorias que con-
duzram por essa occasiio, cuja importancia havia
sido confiada ao infehz assasnnado pelo laborioso
sommerciante portuguez Jos Francisco Monteirai
PARA.
O vapor inglez Jerume, da linha de Liverpool,
nao tendo encontrado as Salinas o pratieo para
ihe dar entrada no rio Amazonas, proseguio na
navegacio com bailante infelicidide que encalhm,
no dia 19 de novembro, nos baixos da Taluoca,
onde esteve seie dias, sendo d'ahi tirado a esforcos
da crvela Maq.
Lemos no Diarto do GramPar :
0 irem da estrada de ferro que hontem (24
de novembro) a 8 e meia horas da manlia 3ahio
de Nazareth, esmagou no declive da calcada do
theatro o Sr. Joo Paulo Hamos Chaves, que mor-
reu cerca de urna hora depois, presa do mais es-
cruciaote soffrer, nd hospital da Santa Casa da
Misericordia.
Julias pessoas, lestemunhas de lio desgraca
do su:cesso, narram-no loassm :
Vraha o rn-rn a descer a lideira do theatro
com a torga j diminuida como se faze lo em se
inelhaules circum3tancia', quando o machinUta a
vio a tres ou quatro bragas de distancia o Sr. Ra-
mos Chaves, que se propunha a alravessar a cal-
cada. O Machinla fez os. signaos convencionados,
o era gritos era sibillos do vapor induzirara o
desafortunado a abandonar o leilo da estrada, em
que a pareca reter a fataldade ou urna resoluco
desesperada. A locomotiva que resvalava no de-
clive npezar dos eaforeM do machinista para la-
zo I a parar, arremessou o misero velho sobre um
dos -irilhos, era que ficou triturado sob os wagons.
O trem parou quand) havia passado ji cerca d <
urna bracapor sobre o infeliz.
Foi Jo Paulo llamos Chave?, que nos conta
rara ter 97 anuos de ida le, .ser casado e natural
de Lisboa, condnzido para o hospital da Santa
Casa da Misericordia, oade prestou Ihe os primei-
ros soccorros o Sr. Dr. Catio, mas que foram in-
elllc&gej porque era chegda a hora do pobre
velho.
t O machinista da locomotiva foi preso ordem
uo Sr. Dr. delegado de pohcia, que compareceu no
lugar do sioisir anda que nos parcoa oscoiuraJo
de culpa, porqno Tez o que podia o devia para pa-
rar o trem. C>jmprehendee que nao fcil'sus-
ler immediatamente a marcha de um carro movido
pelo vapor quando j aneciada a descila de um
declive bem acentuado, bem como se comprehende
que pdese fcilmente alravessar o leilo a'esta
nissa estrada de ferro, quando se est a tres ou
quatro bracas de distancia da trem. Agora, se o
ufeliz eslava mais prximo, comraetleu grande
imprudencia tentando a travessia, imprudencia
lio para sentirse, que custa a vida a um pa de
-familia, cuja morle desastrosa derrama abundante-
dores na vida das pessoas que Ihe chorara a falta.
Lemos no Diario de lielm:
Com data de 18 de novembro commnni
cam-uos da cidade de Braoganca os seguimos por-
menores sobre o assassinato de D. Seahorraha, do
qual j demos noticia.
Um assassinato foi e tempre ser um facto
horrorosi no- annaes do crime.e perpoctrado con
Ira urna mulher inolTonsiva, sobe de ponto a sa
gravidade.
' Eis o facto :
f Foi brbaramente assassioada na noule do
dia 27 do passado em seu sitio no rio Aturiahv, 6
leguas arredado desta cidade, D. Senhoriuha Mara
de Souza, disparando-se-lhe um tiro, que sendo
certeiro produzio-lhe ama morle sbita, e tao sn-
bita, quanto corlelro foi o tiro, que o eorpo toi
varadowa altura do peito, tendo penetrado peas
costas em occasio que ia ella agasalhar-se.
t Este ficto lio'grave foi conheoido nesta
cidade no dia seguale pelas 4 horas da Urde,
chegando o eorpo pelas 9 da noule, 24 depois do
assassinato, quando, entretanto, poda e devia ter
chegado s 9 da maaha, se me se diepozessom
os scoi escravos, e nao se detivesiem uo larroeioio
los heos da victimar
Mulher iuolTeoiiva, e rodeada pelos seos es-
cravos qae se diziam livres-por uu fallciinento,
fz logo conhecer-se apereheasdes d que este
assassinato tora perpetrado por seus proprtos es-
cravos, apprebensoes que nconselliaran, a priso
dos escravoa Francisco, Ftorind. Manoel e Sa-
bino.
Das indagacOes at eno procedidas, nada de
positivo se tem descoberto com relaco ao verda-
deiro assassino; as questes, porm, que e Hgam
I
gilva, p^aram a. caru de Bernarda, quo manes
lotes tmiuaiau queiraada por sua senhora, cwno
se tem dodarado e jurado em jeuae, e tarabea um
papel em qa os escravos ae conitituiam hardeiros
da todos oa seus benr, figurando uestes paitis
como factores Antonio Jote Ribeiro o Marco An-
tonio Ribeiro, e como tesiemunba Venancio Anto-
nio da Silva. *
i Estes declavsag4|a>rae toem si Jo taitas em
juizo da delegaeia pelos proprios reos, e confirma-
4as petos escravo?, fio a ponte da meada que
conduzra ao descobrimenlo da verdade. >
A liandega rendeu no mez de uoverabro
337:7CU10.
Estavam carga os navios: Jerome (vaoor)
para Liverpo 1; Adelaide para Lsboi e Porto F.
G. Lae, e F. G. Davis para New-York: Bertha
Retnttarffe Rato para o Havre.
MABANHAO.
A presidencia da provincia toodo em vista a
excassez de carne-verde que exista oo mercado
da capital, nomeu urna commissao eomposta dos
Srs. Luiz Carjos Pereira de Castro, Joaquim Anto-
nio da Silva Ferreira, e Malaquias AntoDio Goo-
calves, .para ncuinbir-se de examinar as causas
que para isso contribuem, e prupor as medidas
efficazes, que possam ser tomadas pela prcsideucia,
em ordera a remover semel liante mal.
O raajor Itaymoodj Antonio Salazar, larra-
dor do Altomearim, libertou gratutamenia duas
escravas suas ; outro tanto (ez o aJferes^)lyrapio
Jos Baldez, lavrador dj Bacanga, sua tscrava
Quiteria.
Em Guimaries e Pericuman exisiem 47 en-
genhus de assucar, sendo 16 movidos a vapor, 11
por agua e 20 por auimaes
Failiiceu o antiuo coramerciaule Joaquim Jo-
s Alves, cnsul de Haspanha.
No dia 25 de novembro leve logar, oa praga
da commercio, urna reunio do eorpo do com-
mercio. Acerca della diz o Paiz o segiote :
t S h ije podemos obter urna oopia da acta da
ultima reunao do eorpo do commercio, no qual
tomaram-se estas deliberagoes :
Tendo o_ Sr. presidente (Vrahae.-) exposto o
Hm da reunio, ijue era a proposU e discussao
de medidas quo uieJhor regularisassem as trans-
acgjs commerciaes, o Sr. Serra Pinto perguotou
que medidas^haviam indicado os commercianles
que linhara pedido aquella reuniio.
Emao envin a mesa o Sr. Jos Ferreira a
seuinte proposta :
Propouho que as vendas que se fizerem des-
de Io de Janeiro prximo, sejam por meio de le-
tras a estes prasos : azendas, 10 mezes,; esliva
4 mezes.
' Era disenssao fallaram quasi todos apoiando
c- poucos combatemdo esta medida, sendo al-
aljuus apenas contrarios a estipulado dos prasos
os Srs. : J. Fragoso, J. Moreira, S. Pinto, R. Hall,
C Belchior, Prazeres e outros.
O Siv I. Nina mandou esta propasta em subs-
tituido do Sr. Jos Ferreira
Deja
Janeiro de 1871 em dianle sejam adoptadas
letras em substituirn das contas assiguadas para
todas as vendas ferias praso.
Foi approvado sem dbale, tendo 5 votos
contra.
O Sr. J. Moreira apresentou tambera esta
proposla :
As vendas feitas em eilio sejam dinheiro
al 100501:0 e dessa mporianca para cima a le-
tras, obrigaudo-e o agento de leudes 'a obler os
documentos legalisados para emroga-los ao ven-
dedor.
Posta em discusso, foi approvada, tendo-a
impugnada o Sr. Costa Bastos.
Lida a represen lacia em que 19 lavradore
peJi.-.m ao commercio que pozesse em praticapro-
videncia) que uviussem a eootinuagao do uso de
tirar o comprad ir amostras das saccas de algodo,
hcaodo de posse deltas, foi de parecer o Sr. Mo-
reira que aquella represen agio nao devia ser dis
cutida por csLr concebida em tormos cffensivo
dignidade do commercio.
< Mas nao entendenJo assim o Sr. presidente,
cootinuou a discusso e resolveu-se que se res-
ponderseque sendo a compra e a venda snje-
ta4 s condiges estipuladas pelos ooatratantes,
podam os lavradores qu.in.to livessem de vonder
os seus productos estabelcar essa que peJiarri,
qual cortamente neuhum commarijiante se op-
poria. 1
Finalmente propoz o Sr. presidente e foi ap-
provado que o carrupato, gergelim, gomma, fari-
nliii e ootros productos agrcolas .sejam compra-
dos a peso e assim que o cif pilado ou era casca
tenha um s peso, de xaudo-se de usar da ar-
roba de qaarenta libras para a ultima qnalida-
de.
Lemos anda no Paiz :
O Kxm. Sr. presidente da provincia visitn
as ubras abandonada do canal do Ararapay.
S. Exc. acba -as muito adiaotadas, e como to-
dos lamenta o desanimo que fez nao se as ceo-
clur.
O canal est foilo, por assira dlzer, faltando
apeuas aprofuuda-lo.
S. Exc. v ii tentar levar ao cabo esta obraa
importaulissima, rgDsando para esse fim urna
?i: JNTn,n" Barros, Joaquim Gnilberrae e Elpi-
|jp fwtado dirigid ao Exm. presidente a seguinte
eH;itaie:
Ilion e Exm. Sr.-E'pela sesanda vez, que a
sssanabla legislativa provincial raaoita manifes-
tar a V. Exc. um voto de lonvor e de ahesiO pela
acertada e conveoeote direcgo qu ha feilo V.
Exc. imprimir aos negocios pblicos da oro-
viaeia. v v
Cabe-no, Exm.Sr., a viva saiisfaoio de por
esia occaalio, traduzirrais dianle de VVjSxe. o
sentrmenlo que animara a mesma assembla, e
de que oeste momento somos liis Interpretes.
.A observancia dos principios de raoderago e
jutiga, que nao obstante exigencias partidarias,
ha feto V. Exc. manter na adnainistracao di pro-
vincia, confiada tao acertadamente aos cuidados,
zeio e illustragao de V. Exc, a flsealisacao, par
de sevejra economa dos dinbeiros pblicos que
tem sido desenvolvida por V. Exc, no nobre e
louvavel eropenho de conjurar a crise ftnaoceira,
porque atravessa a provioca, era face da escassez
dos cereaes e da baixa dos generoi de exporta-
gao ; o aproveilamento de suas rendas nos rae-
Ihoramentos maltraes de que lauto se resente a
provincia para seu engrandecimento e prosperida-
de, e a mais perfeita harmona que tem reinado
entre V. Exc. e a mesma assembla, sao os ttulos
em que assentam os votoi de adhesio que ora ex-
pres8amoi a V. Exc.
Congratulndonos, poi.com V. Exc. a quem
em norae da raesraa assembla renovamos os seus
proteste de particular estima, subida considera-
gao e respeito, e-peramos que V. Exc. aceite o
voto de felicita gao como fiel e sincera expressao da
mesma assembla.
Pago da assembla legislativa provincial do
Rio Grande do Norte. 3 de dezembro de 1870.
Jeronymo Cabral Raposo da Cmara.Francisco
Amyntbas da Costa Barros,Joaquim Guilherme
de Souza Caldas.Francisco Gomes da Silva Ju-
ai(>~y*idio Curiado de Mondonga e Menezes.
E S. Exc dignou-se de responder :
< Srs. membros da commissao.Ara Ja nma vez
agradego assembla provincial do Rio Grande do
Norte a honra e benevolencia, que tao generosa-
mente me tem dispensado, felicitando-me pela ob-
servancia em mioha admnistragio dos principios
de jusliga, raoderago e economa dos dinheiros
pblicos e bem assim pela eonformidade de vistas
o harmona, que felizmente com ella hei mantido.
t E' rainba intima eonviecio, desde muito, que
s pela mais severa observancia daqueiles prin-
cipios no goveno que podaremos attingir aos
altos destinos sociaes, que nos estio reservados no
futuro.
1 Se no espago em que rae acho coilocado pela
eonfianga do goveroo imperial, nao tenho corres-
pondido lio elevados senliraeulos como sao os
raeus mais sinceros e ardeutes desejos, ao menos
dou publico totemunho, de que sao estes os di-
rectores de minba conducta na adminislragio, su-
blime iraosumpto do pensameolo civilizador, pa-
tritico e magnnimo do goveroo de Sua Magesla-
de o Imperador.
Observaodo-08 cora a iidelidade, que tora
direito o govenoo imperial, alm do cumprimenlo
sagrado de um grande dever, obdego aos dictamos
de minha consciencia.
Sendo indbpensavel boa marcha dos nego-
cios pblicos na confeegio das leis, que os dous
poderes, que para ella concorrem, mautenham em
suas vistes e aspirages a melhor possivel harmo-
na, cumpro apenas um grato dever na satisfagio
desta necessidade de ordem publica, alm de que
correspondo aos mais ntimos sentimentos de mi-
nha alma.
Dignem-se, Ilustres Srs. membros da corarais
sao, de colher benvolamente e levar ao seio da
assembla provincial do Ro Grande do Norte, as
proleslagoes de meu profundo recounecimento, e
as securangas de meu alto apreco e veneragio.
t Palacio do governo do Rio Grande do Norte,
3 de dezembro e 1870.Siloino Elvidio Carneiro
da Cunha.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ELEICO SENATORIAL-Chegaram honlem os
resultados dos collegios eleiloraes de Flores eOu-
ricury, fallando apenas o de Villa Bella. Com
cse resultado Oca assim organisada a liste sx-
tupla :
Desembargador Alvaro C1
Dr. Barros Barreto 1441
Monsenuor P. de Campos i 28
Dr. Aguiar 1411
Dr. Ignaeio Joaquim 1391
Dr. Augusto d'Oliveira 1381
CONSULADO PROVINCIAL.-Por portara da
presidencia da provincia, de 7 do corrente, foi ex-
nerado a seu pedido de feitor conferente do con-
sulado provincial o Sr. Antonio Feitosa de Mello, e
nomeado para o substituir o Sr. Francisco Borges
Leal.
GYMNASIO PROVINCIAL.Per portara da pre-
sidencia da provincia, de 7 do corrente foram ex-
enerados, seu pedido, de repetidores interinos do
gymnasio provincial es Srs. Joaquim Borges Car-
neiro e bacharel Feliciano Placido Puntual.
DISTURBIO E ESPANCAMENTO.-Xa nome
de 4 do corrente, na occasiio em que urna banda
de msica militar tocava no largo da matriz de
SS. Cosme e Damin, ra villa de Iguarass, alguns
msicos, aconselhados pelo alferes Jos- Martina de
r---------- --------,..-,.*.. 1. i. c j j,(.| ^77.-0 lili Ullld /!- "--------------------------- -----------------------------
compauhia com o capital de 100:0005000 me- 0l,ve,ra. reagiram contra as pessuos do povo que
convite para
ianie garanta de juros pelas provincia e peda-
tiente sentido fez S. Exc. um
urna reuniio no palacio do goveruo.
Os actos do Exm. Sr. Dr. Castro pelos melho-
lamentos da provincia vo confirmando o nossa
juno a respailo dn administracio de S. Exc. Della
osperamos ludo quanto for corapatvel com os re-
cursos da provincia.
Nao ser por falla de trabalho. boa vonla-
do e -superior dedicago da parto do governo,
que o Maranhao dexar agora de ver "realisado
muito do que precisa para o seu engrandeci-
mento.
E' esta a nossa eonviecio que os Cactos mos-
trarao nao ser errada.
O Sr. Batin, que foi empreiteiro da compa-
nina de luminagao a gaz, e oulro vio eslabele-
cer conducgoe3 em carris de ferro, levados desia
cidade a distancia de duas leguas.
Para so lizeram una proposta ao governo
central, que nos consta tor vindo para ser infor-
mada pelo oresider.te da provincia.
A alfandega arrecadou no mez de novembro
178:544*780.
No mez de novembro veram ao mercado da
capital : 7261 saccis com algodo, 156 pipas com
agurdente, 7127 alqueires de arroz com casca,
*644 mccos com assucar, 1606 couros de bo,
II124 alqueires de larinha de mandioca.
P1AUHY.
No da 2 do novembro foi assassinado, II
kguas distante de Marvo, 0 lente Mariano Alves
bachee que regressava da perseguico celebre
qnadrilha de ladres Macambira. Para o lugar
trato, por ordem da preridencia, o Dr. chafe de
polica, afim de promover a prisao dos autores
ues8e cnine.
-A directoria da sociedade Emancipadora
Ptauliyense, fundada pelo Dr. Antonio Colho Ro-
drigues, na cidade de Therezina, ficou assim eom-
posta : presidente vigario Mamede Antonio de
Lima ; vice-presidente Dr. Simplicio de Souza Meu-
des ; secretarios Dr. Manoel Pinheiro de Miranda
sor.o e Ji.) Mendos da Silva; thesoureiros A.
Jos de Araujo Bacilar e Joio Gongalves de Ma-
^diiidS.
CEAn.
nuT ,a dl.triet0 e'8'toral da provincia foi
nr JnK.10! VMe-B,b, gera' le^' o Sr.
Dr. Jo.- Antonio Moreira da Rocha
1 r r\rVH norae09 promotores pblicos
Ico, Dr. Jbimoteo Ferreira Lima do Jard
Joso Goedes Alcoforado.
A alfandega rendeu
252:68#038.
Tendo obtido ua exomrago o Dr. Augusto
Barbosa de Castro e Silva, fo, nomeado para pro-
curador flseal da theouraria provincial o Dr. Ma-
noel Soaies da Silva Bezerra.
Poi designado o 1 domingo de fevereiro pr-
ximo para nelle se proceder i eleieio de nm de-
putado a assembla geral, pelo 3 diairicto, em
subtiiuigao do sr. eonselheiro Raymundo Fer-
reira de Araujo Lima, nomeado
guerra.
MO MANDE DO NORTE.
E pondente do Natal :
1 No dia 4 deviarse encerrar a assembla oro-
vtncial, mas nao se tendo concluido a voiacio da
le do pramento, que te achava em tereeira dis-
cussa foram prurogados os seos trabalbos uor
Cinco dias.
censuravam dita msica, espancando gravemente
ao escravo Januario, c pondo-se ao depois em
fuga
MORTES CASUAES.-N0 porlio do cerailericr
publico foi encontrado, oa manhaa do dia 7 do
correte, o cadver de um individuo de cor pela,
de II para 12 annos de idade, declarando os pe-
ritos ter sido a morte produzida por padecimentos
amigos.
Na calgada do arsenal de marinha foi tambera
encontrado, na maohia do dia 8 do coi renta, o
cadver de Miguel de Jess Leal, casado e mira-
dor na ra de Santa Rila. Segundo declararan)
os peritos morle foi produzida por apoplexia ful-
minante.
PASSAMENTO.-Deu hontem alma ao Creador
o Sr. Aotonio Botelho Pinto de Mesquia, na idade
de 70 aunos, victima de ora terrivel aothrax.
DINHEIRO.-O vapor Paran trouxe .para os
Srs. :
Jos Duarte das.Neves 7:0001(00
foaqura Jos Gongalves Bellrao 4:08i0i.'0
A. L. de Olvcira Azevedo 4 C. 4:0005000
Gomes de Mallos & Irraos 2:8005000
MoraesA Irmio 1:509 JO 10
Domingos Teixeira Mayer l:360fl0
J. Machado i Souza Pimentel 1:2003000
Silva 4 Alves 1:200300)
Jos dos Santos Neves 1:000*000
Jos F. dos Santos Bastos 879/000
A. Caors 812*000
Luiz Goncalve3 da Silva A Pinto 722*000
Joo Walfredo de Medeiros 612*980
D..P. Wild 4 C. 597*00)
Joao Francisco de Sonza 312*00)
Raymundo Remigio de Mello 500*000
Jos da C. de Oliveira Figueiredo 420*000
Jos Bento Antunes 213*690
Cunha 4 Manta 213*170
Dr Tarquraio B. de Souza Amarantho 200*000
Pedro Manoel da Trindade 200*000
mais esse vapor as seguiutes som-
Jim,
do
Dr.
no mez de novembro
ministro da
nosao corres-
No dia 3 urna commissao composte dos deou-
lado Dr. JeroDymo Cmara, pr. Gomes da Sifra,
U Trouxe
mas:
Para a Baha 4:378*640
* .'o de Janeiro 619:969*320
sendo desia parcella 600:000* para o the'souro na-
cional.
CONDECORACAO.-ma carta da corte, de pes-
soa que tem razoes para saber, afflrma que est
coudecorado cora a commenda da imperial ordem
da Rosa o Sr. Albino Jos da Silva, negociante e
propietario d'esta cidade.
Foi um justo premio concedido aoSr. Albino da
Silva pelos importantes servicos prosudos por S.
b. a Sania Casa de Misericordia do Rocife, de que
mordomo j activando, quando lhe..Qureiro, a
cobranga das e proraovendo vanlagens aquella
njliluigao, j emprestando do seu bolso quanta
nao pequea, sem tempo e sera juros, para pagar
e saldar dividas da mesma Santa Casa
VISITA PRESIDENCIAL.-Hoje s 7 horas da
inaahaa o- Exc. o Sr. presidente da provincia deva
seguir ate Una n'om trem especial, nao s em vi-
site aliaba torrea do eul, mas tambem com o fim
de determinar no povoado de Una o lugar onde
deve ser colloeada a nova ponte autorisada esta
anno pela asamblea provincial, sobre o rio do no-
me do povoado referido.
EM TRANS1TO.-A' bordo do Gironda.vieram da
Europa ,com destino ao sul o imperio, 248 pas-
sageiros. "
. -^V'OS GHEGADOS.-A- Lisboa-a 15 La Pa-
ta (vapon) do Uara, a 23 Anglica dj Maranhao,
o a 26 Venus dem.
(vapor) para o Para ; do Porto a 10 Seixas I
p ara Peroambuco.
ieuIIGh'AS COMMERCIAES. Pelos despachos
telegraphieos dos Srs. Knowles V Fonter, e Pinto
Leite 4 Sobrinhos, da praca de Loidres, de 26 do
passado a 1 hora e 11 miputos daiRte? os gne-
ros de produegao do Brasil erara asan colados:
Algodo.Calmo aos preoos de 87i8 Peroambuco e do Qnar, 8 M o dtMb^fjMade
do Norte, 8 5(8 o da Parahyba e VafeSa-
nho.
Assucar.-Uoito firme aos prego fi K/ /
o de Pernamboco, 23/ a 24/ o somnaoe, o 20/ a
23/ o masovado.
Caf.-Firme de 45/ a 49/6.
PROTESTO DE LETRAS.-O escrivo dos pro-
testos Jos Mariano, est de semana ; cartorio
roa Duque de Caxias, amiga ra dasCruzes, n. 39
1* andar.
HOSPITAL PORTUGDEZ.-Est de semana oes-
te eitabeleeimento o Sr. mordomo Jos Correa
Braga.
O SR. VISCONDE DE 1TABORAHY.Na de-
monsirago das mudangas do ministros que tem
ndo o imperio desde 1822, que orgam por 153,
encontramos o seguinte acerca do Sr. visconde de
itaboraby, que acaba de deixar a presidencia do
pretrito gabinete : Occupou tres pastas durante
4:274 das, a saber : a da fazenda 2:601, dte in-
terinamente 83; marinha 1:484, dita interinamen-
rii.?V werr* raterinamente 42. Dedusndo os
189 das d i interino, ficara 4:083 dias, ou 11 annos,
z mezes e 10 das de servigo effectivo prestados
sua patria por esle Ilustrado e probo eidadio.
RECTIFICACAO.-Por erro da afornaci que
recebemos, e da qual demos ooticia oa Bevuta de
hoatem. dissemos que o Sr. superintendente da
compaahia dos trullos urbanos do Recife Olinda
se havia encarregado de apressar a concluso dos
reparo que se estao azendo na capella de N. Sra.
do Monte em Olinda, ao passoqua sahornos agora
que o dito Sr. superintendente coadjuva apenasr'a
fesla, e nada tem com as obras oem concertos.
SITUACCDA FRANCA__Tem a Franga anda
quatro pracas ou fortalezas de 1' ordem ; Toulon
sobre o Mediterrneo cora 40:000 habitantes. Bresl
sobre o ocano com 34:000, Lille sobre o rio Deu-
e com 80:000, Graveloes, sobre o mar do norte
cora 5:000 ; 10 de 2' orden : Mezires sobre o
euse com i5:000, Givet com Charlemont com
5:000, Besangon sobre o Doubs cora 33:000, Per-
?mhmA ora 20:000 Bayona sobre o Adur com
18:000, Rochefort sobre o Charonte com 15:001
Cherburgo cora 20:000, Valencieones sobre o L
S*2L*om 23:000, Calais sobro o Mancha cora
12:000. Possue mais 24 fortalezas de 3* ordem ;
toes como Besangou, Grenoble, Antibes; e 75 de
4" ordem : entro as quaes Conde, Belgarde, ele
As fortalezas sitiadas tomadas pelos prussianos fo-
ram Strasburgo, Toul, Echlestadt e Wissemborgo,
Capitularan! : Marsal. Sedan, Laon. Vitry le Fran
cais, Soissons, Meu, Verdun e Nenf Brisac Eslo
arada .liadas Pars, Phalshurgo, Mezires, Tbion-
ville. Ritche e Montmedy. Estao cercadas Lougwy,
Carinhan o Langres. Nazona invadida, ou as mais
prximas estio liyres Belforl, Lille, Givel, Besan-
gon, Grenoble, Maubeug, ele. Seguodo as ultimas
noticias os bavaros pareciam ter renunciado a to-
mar Buche forga e os prussianos pareciam ler
feilo igual renuncia a respeilo de Phalsburgo, que
resisto desde os primeiros das da caupanha. Tbi-
onvie e Mezires porm nao toen igual fortuna,
e recaa-se que eo resistam por mudos dis.
FEBPE AMARELLA.Felizmente desappareceu
completamente de Valencia e Barcelona.
RIQUEZAS ESPANTOSAS.as dedaragSes de
lucros feitas em.julho d'este anno aos fiscaes da
fazenda pelos negociantes de Nsva York, segundo
a le do imposto industrial, encontram-se as se-
guintes:
A. P. Slewart, pelos seus lucros de julho 1869 a
junho de 1870............... 1,400:000 dollars
Wiliam B. Astor idera...... 1,273:000
Os impnstos pagos por estes dos negociantes so-
bem a 3)0 contos I
EMPRESTIMO ARGENTINO.-Olempreslimo ar-
gentino de 30 mili53 de pesos for.es que o con-
Sresso d'aquella repablica aotorisou per lei de 5
e agosto de 1870, negociado em Londres pela
respeitavel casa Tompson, Bonar C. O encar-
regado especial da operagio por parle do governo
argentino o Sr. D. Marianoo Varella, qae ha
pouco deixou a pasta dos negocios eslrangeiros no
ministerio argentino. O Sr. Varella est era Lon-
dres.
O euiprestimo destinado a importantes obras
pblicos n'aquella repblica.
CIRCULAR DIPLOMTICA.Damos em seguida
a circular que o conde de Bismark dirigi ao mi-
nistro da Prussia em Florenga:
Sonhor : sua magestade o nosso amadissmo
amo deseja fazer conhecer aogoverno do rei Vctor
Manuel as suas intengoes relativamente varanles
occorridas as relagoes que por raulo tempo teem
correspondido perfeiteioeiite boa e intima intel-
ligencia entre as dias cortes.
Nao sera sorpreza v sua magestade descui-
dada a applicacao d'aquellas leis quo os cdigos
de todas as potencias civis consignara para cora os
subditos que, apezarde clandestinamente, procura
armas e soldadas, levam a guerra contra urna po-
tencia eslrangeira. Cra procedimenlo tao inqoali-
licavel, quasi leva a crr que o governo de Fio-,
reaga pretendo sahir da neutralidade que nos pro-
raettia quando princpiou a guerra era que eslava-
mos empenhados.
E alera d'isso, considerando bem que depois
de nos ler dado as mais ampias .promessas, deu
asylo e auxilio a um priucipe da casa bellgerante
e continua apoiando o na vida diplomtica em to-
dos os esforgos que taz as. suas excurses junto
de vario; gabinetes europeus para nos suscitar
difliculdades, semilhante procedimenlo nio pode de
cerlo deixar-nos tranquillos e inspirar-nos con-
uanga no fuluro proceder do ganiuete de Florenga.
A Prussia tem sustentado com lealdade as
promessas de 1861, epor isso e somente por isso
o rei Vctor Manuel pode estender os limittes do
seu reino.
* *?1e Da presente conducta para com o estado
poniilici nos nao oudeaioa participar de todos os
sentimentos que lia tempo afimeutera os demago-
gos italiano?, e que agora pareca participar tam-
bera o gafeioete de Forepcs, foi no ioteresse da
prcpria Italia e do rei Vctor Manuel.
a Muitos subditos prussianos perteneem igre-
ja caihohca. Sua magestade deve velar pelos
seus rateresses onde quer qujj se enconlrem e de-
fender os seus direitos, porque se dever de todo
o governo civil proteger esses subditos, quando se
tem constituido espontneamente em associago em
paiz estrangeiro com emiratos especiaos feilos se-
gundo as leis e cojtumes do governo que aatorisa-
va esses contratos, oio v motivo pelo qual se de-
vam descoohecer aquelles fados pela iotroduegao
de novasteis d'um goveruo n> legitimado arada
na sua real posse.
< Emissarios activos da peniosula ibrica estao
procurando partidarios da candidatura de Saboia.
Sua magestade nao pode ser iodifferente ao con-
senlimento que se julga concedido pelo gabinete
de Florenga acceitacao d'aquello principe, por-
que se a ufluencia prussaona em Hespanha podia
ser suspeitosa n'outro lempo para o equilibrio eu-
r. pea, igual perigo pode surgir da iolluencia ita-
liana, lamo mais quanto que esta pode eontar
com o auxilio de Portugal o Franga, acojas fami
lias reinantes est ligada a casa de Saboia por la-
gos de parentesco.
t Cbanue, Sr, conde, aattencio do governo de
Vctor Manuel para a presente ci-mmunicacao, que
le eis e da qual deixares copia ao ministro dos
negocios eslrangeiros.Bimark.
LOTERA.A que se acba venda a 174*, a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Boavia-
gem, a qual corre no dia 13 do crrenle.
PASSAGEIROiVindos do norte no vapor Pa-
ran :
Dr. Constantino Jos de S. Braga e seu filho, C.
J. da S. Braga e 1 escravo, Magdalena ao Sr. Cons-
tantino, M. da S. Marques, 1 escravo, A. J. Ramos
Villar, Cassimira Joaquina, padre J. A. do N. Pe-
reira, padre M. J. M. Alves de Carvalho, A. S. da
Cruz Deniz seu filho, 1 escrava, G Alliday, Fran-
cisco Rosca, J. Bapista Mara, D. Marte J. Kraus-
se, 1 preto e 2 pragas, Manoel Mosquita Bastos.
Silguera para o sul :
Dr. Antooj J. Lopes Filho, D. Rodrigues de
Smza. J. it., Tris tao F. de Aleucar, alferes M J. do
Niscnonlo Machado, Pedro I., llosa, Antonio L.
D. Gaixiares, I. F. Mondes, Antonio C Augusto,
i cadete, 4 pragas e 6 escravos.
Vindos da Granja o portes intermedios no
vapor Ijtnjia :
J. Ferreira CavalcanU, Joaquim J. Rodrigues
Jnior, **J. Teizoira Leite, padre Fleriano B. C*
Siuza, padro V. da S. Pinheiro, padre Francisco
R. C. Ptdrosa, Antonio P. Machado, Manoel Al-
ves, P. A. Martios de Miranda, Jos I. da Carva-
lho, Raymundo F. C. Mouleiro, Vicente Argeto,
Jaccd) Cosa, Jcaquim L. G. Pona, Synphreuio C.
Brrelo, Dr. Tertuliano de Anuda e sua se-
nhora, D. Jeronymo D. Arruda, M. Cacmeiio
B., J. F. Ja Silva, S.N. de Araujo Costa, padre
da Silva, F. Leonardo, Antonio Villela de Moraee,
J. Joaquim de Carralho/F. T. da Rocha, padre B.
T. B. Lustosa, J. & de Pioho, ana senhora, 3 ti-
raos e aQlhado, Josepha, M. do Nascimento Ribei-
ro, 1 escrava e 2 crias a entregar.
Vindos da Europa no vaporfranceiGro4> :
M. da S. Borges, soa senhora; e 1 fllb. Jote P.
BarlMif, 1. GiiinjwntyT. (iaaerda, A. Vincenzo e i
filho, 1 J. dair, B. ijVro**tFeij, 1. de Sou-
za Lalo, e sua atahora, J. Luiz G. Pereira. A. de
S. Albuquerque, sa senbora e lbo, B. F. de S
e Albaqoerque, e sua Bohora, Mara C. Lopes,
J. Pereira de Mondones, /. Lopes C, Bernardino
da S. C. Campos. M. Jos dos Santos, Jos A. do
Como, J. Pereira de Araojo Guinnfies, J. Pereira
Reg, F. Blanco Lago, J. Alves da Silva, Guima-
raes e sua senbora, Rosa M. Antunes Dantas e
seu filho, Leopoldina C. de Mendonga Scares da
Silveira.
Saludos para os portos do sul no vapor Gi-
ronde :
Dr. Joaquim A. Nabneo de Araujo e 1 criado,
Elisa Bickel, Dr. Jos Ctelaao Meteiio Filho, Joio
D., Emilio Constantino F, Duguerre.
(HROICA JI Dlf URU,
TRIIKJMAL DA RELACO.
SESSAO EM 10 DE DEZEMBRO DE 1870
RKSIDE.NCU DO EXM. SR. CONSELHEIB0 C. SANTIAGO. .
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da marrliia, presentes os Srs. deaem-
aargadores Gitirana, Guerra procarador da eorOa,
Lourengo Sanago, Almeda A4buquerquc, Motia,
Assis, Doria e Domingues da Silva, faltaodooeSrs.
deseinbargadores Regueira Coste, Souza Leio e
Uchoa Cavateanle, sbno-se a sessao.
Pssados os feitos, doraia-se os seguimos iulea-
raentos :
RECURSOS CR1MIS.
Do juizo de direo da Imperairiz.Recurrente,
ojuizij; socorrido, Pautaleio Bezerra de Sequei-
ra. Juizes os Srs. desembargaacres Cliraoa,
Assis, Lourengo Samiago e Almeda Albuqner-
que.Improcedente.
Do Limoeiro.Recrreme, o juizo; recorrido,
Firmmo Alves dos Sanios.Jmzes os Srs. desem-
bargadores Motta, Dumingues da Silva, Gitirana e
Loureogo Saotiago.Improcedente.
D'agoa-Prea.RecorreDte, o juizo; recorrido,
caeiauo Akes da Siiva.-Juizes os Srs. desembar-
gadoros Doria, Lourengo Santiago, Multe o Domin-
gues da silva.Improcedente.
Do juizo de direito do Cabo.Recrreme, Miguel
jiquiin do Espirito-Santo Moraes; recorrido, o
J.u c 1 uiZ8s os Srs- desembargadore-. Domingues
da Silva, Doria, Motta e Almeida Ibuquer-
que.Deu-se provmento, para reformar a pro-
nuncia para a 2a parte do art. 167.
RECURSO DE FALLENCIA.
Do juizo especial do commercio.Recurrente, o
juizo; recorrido, Cypriauo Alves de Sojua.Jui-
zes os Sis. desembar^adoros Dumingues uYSil-
va, Doria, Almeida Albuquerque e GuiraDa.Nio
tomaram couhecimenlo por nao estar o reo pre-
so.
APPKLLACOKS CIVE1S.
Do juizo municipal de Pao dos Ferros.Appel-
lantes. Silvano JJs de Carvalho e outros ; appel-
lada, D. Ilacbel de Souza Carvalho.Desprtsaram
os embargos.
Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Appel-
inti', Joaquim Monleiro Guedes Gondim ; appelte-
do, Virginio Horacio de Fre las.DespresaUo3 os
NAVIOS SABB)OS.De Luba-a 18 Cearense Joaquinas. Ribeiro Dantas, j. Alies ta "Silva,_F.
do,
embargos.
Do juizo municipal do Cralo.Appellante, Fran
cisco Xavier dos Santos; appellado, Manoel Fer-
reira Callado.Despresados 03 embargos.
Do juizo municipal do Penedo.Apnellanto, Jos
Jjaquira Pitombo; appellados, Jos Muniz Ferreira
e outro.Nullo o processo.
ERABGOS.
Embargos do juizo municipal do Recite.Em-
bargante, Joaquim Frencisco d'Albuquorque San-
tiago embargada, D. Francisca Thouiasia da Con-
ceigio.Despre3ados.
APPELLAgKS CHIMES.
Do jury de Camaragibe.Appellante, o juizo ;
appeiiados, Paulino Francisco Cavalcaule e ou-
tro.A' novo jury.
Da villa de S. Francisco.Appellante, o juizo;
appeliado, Jos Barbosa de OliveiraA tova
jury.
Do jury da Imperatriz. Appellanie, Joaqiim
AIIoo Chaves de Mello; appellada, a ju.-n-
ga.Improcedente.
AGORAVO DE PSTIQAO.
Aggravante, Joio Francisco de Almeido Bas-
to ; aggravado, o juizo.Juizes os Srs. Oeswn-
bargadores Domiogues da Silva, Doria Gitira-
na.Deram provmento.
PASSAOENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra:
Do juizo municipal d Agua-Preta.Appellantes,
Jos Alfonso Ferreira e sua mulher; appelados,
Amonio Gomes de Macedo e sua mulher.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do jury da villa do Pillar.Appeanie, o juizo;
appcllido, Manoel Correia Uenidicto. Do jury da
villa do Pereira.Appellante, o juizo ; appellado,
Leandro Marinho Falco de Mello. Do jojz de di-
reito de Campia. Appellante, Francisco Jo:
de Oliveira ; appellada a jusliga. Do jury de Ca-
ruar.Appellante, o promotor ; appellado Joo
de Paras Lelo. Appelago civil. Do juiz mu-
nicipal de Camaragibe.Appellante, Antonia Joa-
quim Luiz Pirana; appellado, Francisco Amonio
Buzerra. Do juiz municipal de Penedo.Appel-
lante, Jos Ludovco Soares ; appellado, Manoel
Jos Ferreira Loy.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Embargos remettidos do juiz municipal do Re-
cife.Embargante, Joo Ribeiro Pessoa de Lacr-
ela; embargada, D. Joaquina Benedicta Vieirada
Silva. Appfdago crime do jury do Assii.Ap-
peUente, Fchciaua Mara da Trindade ; appellado,
Joo Bapista Carjauoa.Appellante, o jniz ; ap-
pellado, Miguel Jos Jtiboiro. Appellante. Fran-
cisco Josi de Oliveira ; appellada, a jusliga. Ao-
pellante, o juizo; appeliado, Joo de Farias Leiteo.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembar-
gador Doria :
Do juiz municipal do Passo de Camaragibe.Ap-
pellante, Silva Leao & C ; appelados, a viuva e
herdeiros de Alexandre Jos Rodrigues.
t Ao .Sr. desembargador Domiogues da Silva:
Do juizo municipal de Macei.Appellante. An-
tonio Pedro do Rosario; appellado, Joaquim Bento
de Mello.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarge-
dor Doria:
Do jury da Areia.Appellaote, o juiz ; appel-
lado, Jos Correia da Silva. Do jury do Prasse.
Appellaoie, o juiz; appellado Joaquim Nunes
dos Santos., Do jun rauocipal do Recife.Ap-
pellante, Bazihaqode Magalhes Caslro; appeada
D. Joanoa Mara das Dores. Appellante, Joaonim
Salvador Pessoa de Siqueira Cavakanto ; appella-
do, Salvador de Siqueira Cavalcanle. Appellante.
Jaciuiho Placido da Roza ; appellado, Manoel Jos
de Barros Viega. Do juiz rauoieipal de Batum.'
AppciUntes, herdeiros de Alexandre Francisco
Ferreira ; appellado, Francisco Antonio de Ma-
cedo.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
. ^J^ UQ,(5'i>al de Cajazeira.Appellante,
Jos Ribeiro Campos e Peres ; appellado, Aotonio
Jos deoouza.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Dumingues da Silva :
Do jury da cidade do Naial.=Appellante. o mi-
zo ; appellado Manoel de Mello Cavalcanle.
Do juizo municipal da VictoriaAppellante,
Joao de Moura Florencio; appelados, Antonio
Ferrer Peixoto Rosal e outros.
^ D> Sr. desembargador Domingues da Silva ao
ar. desembargador Rflfueira Costo:
Do jury de TambereL-Appellante, o juizo ;
appellado, Durniogos Jote de Souza.
AssiQu-se dia para julgameato dos segrate
laitos:
. APELUAOaS CIVEIS.
Do juizo de orphaos de.Goyanoa.Aopll3nte, o
ajudante do procurador lineal; appeliado Joaquim
Raphael de Mello.
Do juizo muBiipal do Sobral. Appellante,
Isaas Jos Rodrigues Braga; apoetlado, Mimoel
do Nascimento Rodrigues Braga.
Do juizo municipal do Recite.AppeuaWe, Sal-
vador de Siqueira Cavalcanle; appthado, Joaquim
Salvador de Siqueira Cavalcanle.
Appellante, Jos Antonio das Neves ,jppelUdo,
Jos Gomes da Silva.
Apnellanto, Jos Amonio de a"t Pule; ap-
peliado, Maocel Joaquina do llego _
Do juizo municipal de Goyanna. -
Joaquim Moni Gwdes Gteadtm
nio Horacio aa>Praitsa.
Emaargos lametltidos ao juuo. n
Recife.
Embargante Joaquim Fraociaco
Samiago;.embargada, D. Francisca
Conceigao Cunha.
Appellante, Felippe da Cunha Lima de Aranjo
ue.
wte,
Xirgi-
i -do
-
Ni
J

^
\
&


mm

N
;?-*-------------------,-------------------------------
q2fjuVaPP aWStMOAO UME.
Apjellante, o juizj; appellado, Leandro Mari-
nbnRdrf^fc Mallo.
AppdUMt, o tizo; appellado, Francisco Pau-
lino Cavalcante e outro.
Appaltant, o juico; appeHado Jaao Soares da
Sil*.
DEUGKNCIA IRIM1.
Ao Sr. desembargador procurador da justica :
ApteUaote, Fausta Mari* Ma ; appellado,
Francisco Mariano d* Aracjo.
Do jury de Aranrty. apellante, o jaiio: ap-
IMUado, Jaao Vicente da Silva.
Do jtry de Nataretb.Appellaote, Emiliano
Pereira de Lyra; appellado o juizo.
BtUGBftCIA CIVBL.
Ao Dr. cuiador ral:
Do juizo de orphaos do Rrrio da Madre de Deni
Appellante, Francisco Xavier da Fooseea e ou-
lro ; appellado, Antonio Gonsalves Oliveira Ga-
WSTRlBUigSlS.
Ao Sr. desembargador Gitirana:
i *I*}1* d law, Aleandre. Do jais municipal do Cseavel.
-Mienante, Joao Victoriano Pereira: appellado,
Jeea Fraomoo de Miranda.
AoSr. desembargador Loorencn Santiago :
Do jory do Araeaty.Appellante, Francisco
f*9? <|velra; appellada, a jaslica.
Ao w. desembargador MoUa :
.J*/.0 mWpt de Areii.-Appellante, Anto-
wio4e Fanaa Sonto ; appellado, Jos Beierra Ca-
vsioante.
Ao Sr. desembargador Aisis:
Dj jal: municipal da Parta'eza.Appeliante,
nm Anglica da Silva ; appel ado, Jacob Che-
Hdf.
Ao Sn desembargador Doria :
Do jais municipal da Fortaleza.Appellaite,
na Anglica da Silva ; appellado, Antonio Pe-
reira de Brito Paiva.
A o Sr. desembargador Doraingues da Silva :
Do juiz municipal do Bonito.Appellante, Joa-
quim Cavalcante de Albuqoerqae; appellado, M i-
noel Pereira Quaresma.
Ao Sr. desembargador Hegueira Costa :
Dj juiz municipal da Areia.Appellante, Joo
Josa de Ol.vaira e sua muliier; appellado, Joa-
quioi Jos Pereira da Caoha. Dj jury do Araca-
t>.Appellante, Candido Pareira de Oliveira ; ap-
peilada, a jastioa.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do jan: uiuoicipal de Baturit.Appellanto, Jo-
s" Paulino M.; appellado, Francisco Alvss Barrei-
ra Do jury do I nperatm.Appellante, Antonio
Albino de Sonza; appellada, a jaslica.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcante :
Do juiz municipal do Recife.Appsllaote, Fran-
cisco Antonio Alves Mascarenhas; appallado, Joao
Atlianazio Botelho. Do jury de Maraaoguape.
Appellante, Domingos Pires R. Alves; appellado,
Jos Gonralves Forreira.
!.evantou-se a sessao a raaia hora da tarde.
Diario de fernaajbuco Domingo 11 de Dezembro de 1870.
j-----
ai.

tus qaeMmico sernos^ notou qi-\\
hxc. efe como setena
mr qojmlo se ddffendi a uro amigo
jpitoa-se com me patbtMco
E nao deve esqucer que ser bom, por,
odm nomeclaturazinha, so quer de um dos
amigos que distem o tal major na regaezia
de S. Loorenneo, assim como: responder,
exhibindo o titulo porque proprietario o
Sr. major no Santa Luzia ; pois que, muito
bem tirar assim, & catarata dos olhos de
varios, e inda mais, do Sr. Manoe! J. da
Rocbi Falc3o que no mesmo Otario de 7
e v logo apir do Sr. Jnm, desafiando
nesse sentido ao me9mo major (que agora
o Justos nos impem assim a tratado). A
final tambem o Justus maito ganharia espli-
cando a catm (que dh) existir em barer
t5o crescido, numero du ladres de caval-
los .... Ent5o sim, que o Sr. Justus ti-
nha, para nos, algumas das inspirarlas de
aquellos que recorrem ao S. de ftdaa.
* eaiTgarwi
jfc Hfca ingle Hmimt, para iflil
Ribo Sehamroeltoi C, 511 em raras, fachadas at o dia 12
j$*0*r electoada a arrematado dos
Alerta, passag-eiroa!!
O Sr. superintendente dos trilho urbanas, do
ReciTe Olinda mandou substitu-ir os 3; queom.
algarismo trouxerim os carros que chegaram da
Europa, por 2, de fprma que a tereeira classe que
se lia flcou transformada em segunda.
Esses wigges sao em tudo iguaes aos da ter-
eeira classe. que o povj denominareoaridade,
e tem a coberta peior por ser de lona.
Quando o artigo do regulamento da Companhia
determina tres classe em cada trem, para ha-
ver distinecao entre a 1" e 2', e entre a 2* e 3';
mas o Sr. superintendente s conhece a sua venta-
do ; deterrainou que a tereeira classe vinda da Bu
ropa fosse segunda, por ter atravessado o ocano,
e pretende oxpr ao publico e cobrar de cadapae-
sageiro 300 rs., e por as'ignitura mensal IJUOOO.
E isso para arredar a concurrencia da sagunda
classe ?
Chamamos a attencio da direccao, afim de qoe,
examinando o que flea dito, providencie no sent-*
do de nao flear sujeito as artimanhas do Paiante.
Se nio forraos atlenlidos, voltareraos ao mesmo
assumpto.
O passageiro curioso.
PUBLICACOES A PEDIDO.
O abaixo assigoado declara aos Srs. ac
cionistas da companhia de Trunos Urbanos
do Recife Olinda, que n5o tem mais passe
do governo e sim assignatora da companhia
a qual cnstou 19j(000 por om mez. E'
verdjda que um passe Ihefoi dado por um
amigo a quem confesso-me muito grato, po-
rm quando foi apresental-o so Sr. supre-
intendente pnra substitui-lo por um impres-
so que praxe darem, este regeitou o di
zendo que leve ordem do Sr. secretario
para substituir o raeu norae pelo o do irmlo
do dito Sr. secretario, e que o numero de
passes estavam esgotados e jaexceiia tres:
Isso me foi dito em presenta de pessoa de
creterio.
Admiro, por tanto, estar o met nome na
caderneta da companhia e nao o do mano
do Sr. secretario. Estou em Olinda por
encommodos de sande.
Vrente Fer reir da Por cinc lila. -
Ao meu amigo Trinca.
Meu amigo, que isto ?
Trincas hoje ou amanhaa t
V que a rapaziada nao d
Com tua social posicao.
Trinca
Toaos de ti tem Inveja,
Por serem bom camarada ;
Em ti s acho um defeito,
Que de bom tu nao tens l
Acabou
Aprecien), meus amigos,
Se haver quem se nao sinta :
Chamaram-lhe posicao,
Passoa se logo para trinca.
Bem
Assigna sen norae s vezes,
Passando do sul ao norte;
Elle jurn aos seas amigos
De ser burro at a morte.
Trincou.
Os matulos de Cabril na ra da Cadea.
armara: Sauntan topinera & C, W sacca
cooi l,"akil.js doaigodfo.
~*fcirea, rawazv F,oat% pan Umpool
Sr."- LBarfa,4G, 1-Psacai.com
8,770 B loa de atiidlo.
No brfpue portnguez Judith, para o Porto
car reg u : Domingos Alves Matbeos, 10 saceos
com 790 kilos de assucar braooo.
No patacho hespanhol nvenciiel, para o,Rio
da Prata carrtgaram: Pereira Caraeiro &C, 400
barricas com 43,545 klfos de assuear brlneo.
No brlgue portuguez Soberano, para Lisboa
carregou : E. A. Rabelle 500 saceos com 37,500
kilo de assucar branco, e 500 ditos com 37,500
kilos de dito mascavado.
No lugar portuguez Julio, para Lisboa car-
retn : Jos A. da Silva Aranjo, 75 faccos com
3,616 kilas de assucar branco, e 215 ditos com
16,875 kilos de assucar mascavado.
Inporta^o.
Vapor francex gironde, tmio de Br-
deos e Lisboa manfestou;
Queijrw:SOcixas a Jof* Fernandea
Lopes, 40 a Joaquim Jos Gongalves Bel
tro, 1(6 a Joao Ignacioda Costa, 124 a Cor-
ga Irmaos, 30 a Souza Bastos & C, 60 a
Manoel Fernandes da Coala & C, 17 a Bar
bosa C 33 a Joao Martins de Barros,
K2 a SiNa & Joaqrjim Felippe, 42 a Croav
Nogoeira dr C, 55 a Carvalbo Zenha A C,
105 a Jos Correa Braga d C; 164 a or-
idem.
^ Vinho :7 barra a Rhigas, 1 a Cramer-
Frey A C, 1 a Lehman frrea, 70 caixaaa
Th.Chrijtiansen.
Cognac:3*> caixas a ordem, 4 barris a
Cramer Frey & C.
Cal gado:catas, a Carlos P. deLamos
dr C,
Papel para cigujos:II caixas a Joa-
quim Bernardo doa-Beis.
Machinismo:t caixa a Cbait A Gaa-
si#r.
Objectos de uso:5 caixas a Manoel
Cardoso Ayres.
Relogios .i caixa a Aescbiiman.
Joias:1 caixa a A. ITyvernat & C.
Objectos de religi5o|:icaixr a Fr. Fi-
delis.
_
3
O foretario interino,
------Jf^oaj Aiwomo dos Pam jiiva Jnior.
nnr, ,aawr mteftao da alRRUl1 faz pubbce
2 n J, 1a"e,ra !3 do ct'r"-ente, depois do mel dia,
ii ,i. mesra* reP""'?4o, erao IdVadus hBs-
u publica, liyres de direitos ao arrematante, 500
fresieas de ceblas a granel, pesando 1,500 Vo-
r*P>a, avahada? em 2495, as quaes vieram.do
Hn m na0rca Portugneza Social entrada em 26
uo mez nodo, e foram abandonadas aos direitos
por Soares Primos.
1870 ga ^ REni*'l*BC0 dedw*B)bro de
0 inspector interino,
Luiz de Carvalbo Paes de Andrsde
correRtem|exibtdo par Mb. Samries.
- referidos] Caocao da opera
- LA PERICrJOLE
cantada por Mme Valmonra.
A mato linda e mirao-a ofloreti ern um acto,
Chionfd et Bp5
na qual lomsm parta Mrr. Mara; Rayaaad, Ca-
rn e Hile. Brescia e a beneflciadf.
. 0in*lh*8 podeo ser proc'oralos em mao da
beneflciada no hotel da Europa e nCi dia do espec-
tculo no esenptorio do theatro. .
Principiar, s 8 i|4 horas.
Ama
PrceHa-se de nraa ama-somenle para cozioliar
para.fcma peqoeaa familia : oa ra Novas. JO.
kgj de farragenv.______ '
Precisa-sede ama ama paraeoctnbar eoom-
prir : a traar na reflnacio da, ra de Hortas.
AVISOS MARITIMOST
Manteiga:2 barris e 24 meios a Ti-
noco & Vilella, 70 barris e 40 meios a Ma-
galhSes A Corval, 15 barris e 30 meios a
Bernardo J. de Araujo, 25 barris e 25
meios a J. M. Palmeira, 20 barris e 20
meios a F. A. Monteiro Jnior, 60 barris e
80 meios a Souza Bastos A C, 75 barris e
100 meios a Tisset frres.
RECEBEDORIA DEPRENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 9 15:520*263
do dia 10 S:013*251
Dr-.?e^as,,a,>! ae aireo especial do commercio ottta eid;tde
ao itecife capital da provincia da Pernarabuco,
5* ^ Imperial a quem Deus guarde, etc.
0rirv.Js~r>'P0i0 Prea, que nos termos do
lnnn!*" atmt B- ** de *5 de ctembro do
auno prximo passado, dentro do praso de 30
nas, coudos da publicacao desse edittl, recebe-
m este juuo propostaspor cars fechadas para
QRmataca) pir venda de quatro escravos a s-
ltala escrava de nome Miria, crionla, cor prata.
2*EfnIa *r auno? de idade sem achaq*
ti Q.l domes,i>. *aliada por 900*.
i.wLHlno,da mesma escrava com o nome de
Sfr* ?r,)re,a' "1 qnes, avahado em 300*.
una fllha da mesma escrava por nome Adelai-
ae, caort, idade de 3 annos pouco maios oa me-
aos, sem achaques, avaliado em 200*.
urna fllha da mesma escrava por nome Rita,
caora, idade de 2 annos ponco mais ou menos,
om achaques, avahada por 150*.
As quaes foram pennoradas por execu^ao do
tenonte-coronel Alexandriao Martins Correia de
Barros contra Francisco Thomaz de Barros Cam-
Eallo e Jos Perreira d Oliveira e Silva como
Brdeiro de sua lha e. se achara ditas escravas
depositadas era poder do execulado Francisco
Thomaz de Barros Caatpello, morador na fregu-
ala de Santo Amaro Jaboato.
E para constar mandei passar o presente que
sera publicado pela iraprensa e afllxados nos la-
gares do costurae.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, 16 de novembro de W70.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nasciraento, es-
crlvao o subscrevi.
Recife 16 denovembro de 1870.
Sebasliilo do Reqo Barros de Lacerda.
SlSS
Companhia americana e brasilei -
ra de paquetes a vapor.
Al o dia 15 do correte esperado de New-
York por S. Thomaz e Para, o vapor americano
South America, o qual depois da demora do eos-
turne seguir para os portos do sal.
Para fretes e passagens, trata-se cora os agen-
tes Henry Forster & C, rea do Commercio n. 8.
PORTO
Pretende seguir, com muita brevidade, a barca
portugueza Social, por ter a maior parte de sea
cirregamento engajado ; e para o pouco que Ihe
falta, trata-se com o sea consignatario Joaquim
Jos Goncalves BeitrSo, rna do Commercio.
Maranho
A escuna Georgiana segae breve por ter a
maior parte da carregamento engajado : a tratar
com Tasso Irmaos BAHA
dem
17:533*514
Olinda
Despedida
O Dr. Manoel do Reg Barros Souza Leao
nao podendo despedir-se pessoalmente to-
ta os seus amigos, em consequoncia da
brevidade de sua viagem, o faz por meio
deste jornal, offereesndo todos elles o seu
diminuto preatimo na provincia do Piauhy,
para onde parte hoje.
Recife,'0 de dezembro de 1870.
Devendo ter lugar no dia 11 a grande festa do
orago na igreja de N. S. do Amparo, assim como
em quasi todos os domingos deste e do seguinte
mez fetas em Olinda. as quaes sempre foram con-
corndas antes da via frrea, e hoje naturalmente
*e-lo-hao mil vezes mais attenta a facilidade ex-
traordinaria da conduccao, e commodidade que a
Imha frrea offerece ais habitantes da capital,
Daldos como sabido de passoios e enlreteniraen-
tos nos das e horas de descanso, pede-se ao su-
perintendente dos trilho urbanos do Recife a
Olinda que faca partir todas as horas que for
possivel o numero tambem maior possivel de wa-
gn?.
Os Olindenses.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dt da 1 a 9 31:193*063
dem do dia 10 .' 4:890*017
37:083*080
%. Louren^o da Hait.
Nao deis a de ser inleressonte, acerca do
que o respeitavel publico, j leu ;,no Diario
de 15 do correte, mais a seguinte anedocta
aiuda era relajo a questo de cavtllos,
que parece ora estar em dia com o pobre
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira, do Santa
Luzia, que j loe foi de novo a porta Fir-
raioo de tal, por ordem da deli'gacia da
freguezia cima indicada, escolherse eftre
os cavallos de Firmiano, existia o furtado a
Firmino.
Esse desembarazo, de, afim all se pro-
curar cavallos, nlo estar bonito ; mas, teem
sua raz3o de ser, e nao t5o bem porque,
a autoridade nao se compadeca do pobre
bomem, mas porque onde j se nao at
entregue outro3 cavallos, pode, ipso-facto
ir continuando em taes n3o pouco louva-
veis entregas.
Com quanto nao nos inclinamos a crer
queja seja l isso assim um viveiro, oa de-
posito dos animaos desgarrador.. Mas,
que quer que se Ihe faca ? Apparece uahi
om outro queixoso.
Seraphim Bispo Ramos, morador junto a
engenhoca S. Luzia, e diz, que desappare-
cendo-lhe um seu cavallo em principio de
outobro prximo passado, e que acontecen-
do virem de Pao d'Alho os seus conhecidos
Paula Maringo, e Paulo Ferreira, encontra-
ram-se, como diz os raatutos, cara a cara
com Francinha, tilho de Fermiano, que com
mais dous ompanhetros, conduziam o mi-
nero animal, que podia estar commendo na
doce paz do seu dono... e ia coitado, nao
sei se embusca do Pilar, segundo urna his-
toria de um sugeito, escravo ou oae, que
estando com Fermiano ambos j ora se
acbam em lidas com o digno Dr. chefe de
poiicia.
Sabendo porm Seraphim do encontr do
Francinha, filho, em seu cavallo, corre pres-
suroso ao Fermiano, pai, e este depois de
o ouvir, pede-lhe, que, espere, que nada
falle, que seo cavallo bavia apparecer. at
mesmo por entercepeo do gr mde milagroso
padre Santo Antonio, a cojos ps, deveria
logo o mesmo Seraphim depositar urna moe-
dinlia de prata... Urna joia, eremos, que
para enfeiticar o Santo.
Segundo, tudo diz o Seraphim. Mas ah I
nem Sao Seraphim. Sao Firmiano, nem o
mesmo Santo Antonio, inda podero desco-
lorir o cavallo. que, lalvez s o milagre de
S. Franca (vaina a verdade dos taes Pau-
lo 3.) como tica indicada, far surgir o aai-
malsinho em qnet3o... E narem, como j um prognostico d) milagre,
alguma conftssao do inculcado escravo, de
que cima fallamos, que dizem ter dito es-
tar esse bacephalo l para o Pilar inda
mais auxtUariam ao santo.
N. 361 A BATALIIA DA VIDA.-E' mxima
na guerra o assaltar o amigo, antes que este tenha
lempo de concentrar a; suas torgas para o ata-
que. O mesmo appiicavel na lucta diaria com
as enferraidades. Se bem que a Salsaparrilha de
Bristol, antagonista, poueas molestias mortaes
podem resister,leva cabo a sua obra curativa
e regeneradora, muito mais depressa quando ella
uada logo nocomeco da molestia, do que quan-
do esta j se acha entranhada no systema. As
escrfulas que nao se teem arraigada profunda-
mente as carnes, ou a acado os ossos, se desva-
ncelo como por um encanto seb a sua mgica
influencia; succedendo o mesmo com as molestias
cutneas, afTecsSo do figado, e dos intestinos e
rins, dyspepsia, neuralgia e rheumatisrao. Porm
teuha se entendido, jue, qoando a lucta entre as
faculdades physicas e a enferraidade, ebega pon-
to de se tornar urna batalha entre a vida e a rnor-
te, to horrivel quao duvidosa ao parecer,a Sal-
saparrilha de Bristol, pode ainda assim mesmo
prender a balanca em favor do doente. O nau-
fragio da humanidade encontra serapre urna anco-
ra de salvamento nesto hygienico auxilio.
N. 362.- ATAQESE A ORIGBH E NAO OS
SYMPTOMAS. Devemos nos lembrar que os
symptomas sao as provas la lucta da natureza
cora a molestia. Disse-nos que as torgas aniraaes
esto laclando com o veneno occullo. Aaxiliera-
se com esse restaurativo natural e soberano cha-
mado Salsaparrilha de Bristol, e o resultad > nao
ser duvidoso. Nenhuma doenca pode resistir a
essa poderosa allianca. Se o inimigo se acha der-
ramado pelas veias, este grande detergente o bus-
ca e o desaloja dellas. Concluido isto, a tosse
que indica a tisica; as chagas que denotao a pre-
senta das escrfulas, oj terriveis padecimentos
do corpo e do espirito inherentes a nra estomago
ichado; e o estado preternaiural do ventre, de-
sapparacem para logo e logo. Este pnroe | pode
roso tnico e altoravel vegetal e antyseptico; lim-
pa. regula, fortalece e vigorisa toda a organisacao
interior, e a cara completa.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPE 10 DE DEZEMBRO
DE 187a
AS 3 1/2 HORAS* DA TARDB.
Cotacoes officiaes.
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 3il 23 7i8 e 24
d. por 1*000 hoatem).
Cambio sobre Lisooa 3 d[v 132 OjO de premio.
Goucalo Jos ArTooso,
Presidente.
Pelo secretario,
A. P. de Leraos.
ALFANDEGA-
Rendimento do dia 1 a 9 .
dem do dia 10 .
290:017*627
25:748*i03
315:766*030
Vovlmrtito da alfandega
Volamos entrados com fasendas 36
< cora gneros 365
Voluntes "sahidos com fazendas 67
< > eom gneros 127
421
194
Tem hus, no que ah fica dito, o Sf.
Jistut, que no Diario de 7 do correte
a lornoo o majozado do seu amigo pro-
pietario da freguezia de S. Lourenco, ma-
Descarregam hoje 12 de dezemro.
Barca inglezaWpin diversos gensros.
Patacho ingleIsmirvarios gneros.
Patacho americanoAmerican Unianidom.
Escuna InglesPerstverancefariBha de trigo.
Patacho americano Johu Chrestal farinha de
trigo.
Patacho norte-alleojaoSociWa/varios gneros.
Galera inglezazYrniowfarinha de trigo.
Barca portuguezaS. Migueldiversos gneros.
Barca inglezaUojomomldiversos gneros.
Barca ingleza Kahi-noor ferro e carvao.
Brigue inglez Uistrincarvao e ferro.
PRAGA DO RECIFE
BM 10 DE DEZBMBnO DK 1870, AS 3 HORAS DA TARDE
REVISTA S! TI \\ II
Cambios.As transacg533 que se flzeram duran-
te a semana, regularara a 23 1/2, 23 5/8 23 3/i e
total i 000' Sbr3 Londre3' PrefiieDao m
a.An^DXo0;,^ VeDdea-se o de Pernambaco de
*W t 8*300 a arroba, o de Macei po3to a bor-
do a 9*600 e o da Parahvba a 9*500.
Asscab.Vendeu-se brancj de 4*600 a 5*
a arroba, o somenos de 4*200 a 4*i00, o masca-
vado purgado ue 3W) a 2*900, o masavado
2""o d 2*350 a 2*400 e o canal do 2*150 a
Arroz.O pilado da India vendea-se a 2*700
a arroba.
Azeite-doceO de Lisboa vndense a 3*100
o galao.
Bacalho.Retalhou se de 14* a 15* por bar-
rica.
Batatas.Vendeu-se a 6* a arroba.
Bolachinhas.dem a 6* a barriquinha.
Caf.dem de 5*500 a 6*300 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*800 a libra.
Carvao de pedra.dem de 16*500 184 por
tonelada.
Ckrveja.dem de 5*000 a 9*000 a duzia de
botijas ou garrafas.
LouCA Vendeu-se a ingleza ordinaria a 320
por cento de premio sobre a factura.
Manteiga.A ingleza vendeu-se a 980 rs. a
libra, e a franceza al*.
Massas.Venderam-se a 9*500 a caixa.
Passas.dem a 9* a caixa.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Qdbijos.Os flaraengos venderam-se a 2*400
cada um e o prato a 860 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Toucinho.Vendeu-se o do Rio-Grande do Sul,
de 8* a 9* a (|), e o de Lisboa a 11*500.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se a 1405 a
pipa.
varaosOs de Portugal venderam-se de 200*
a 220* c os de outros paizes do 200* a 210* por
pipa.
Velas.As de composicao venderam-se a 580
rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regaln de 8 a
10 por cento ao anno.
Fretes.Do algodaocarregando em nosso porto
para o de Liverpool 5/8 d. por libra 5 /., no do
Rio-Grande do Norte Cear, e Parahyba a 3/i d.
por libra e 5 % Do lastro do assucar. para Li-
verpool 12/0 a 15 por tonelada e 5 /.. para o
canal 32/6 S /. nominal.
O Doutor Sebaslio do Reg Barros de La-
cerda, juiz "de direito e especial do com-
mercio n'esta ridade do Reeife de Per-
nambuco por S. M. I. etc.
Fa?o saber aos que o presente edital virem
e delle noticia tiverem que a requerimento
do negociante Jos Maria Palmeira, se acha
aberta sua fallencia pela sentenca do theor
seguinte :
A' vista de peticSo de folbas duas, de
negociante, Jos Ma la Palmeira, declaro
aberta a sua fallencia, a datar de 28 de no-
vembro prximo findo, em que assignou
dita petiejo. Nomei) curador flscM o barSo
da Soledade, e no acto do inventario a que
immedialamente e dispensada a opposicio
dos sellos se proceder, nomearei deposita-
rio que servir at que seja nomeado pelos
credores outro que provisoriamente receba
a casa solida, para o que devem compare-
cer na sala das audiencias, a 15 do correte
ao meio dia.
Por editas publique-se esta declaracSo e
fac>se a convocado ordenada. Pagou as
cusas pela massa. Recife 9 de dezembro
de 1870. Seba tiao do Reg Barros de La-
cerda.
E para que Cliegue ao rnnhecment do
lodos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e aflixado nos lu-
gares do costme.
Recife, 9 de dezembro de 1870.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimen-
to, escnvlo o subsirevi.
Recife- 9 de dezembro de 1870.
Sebaslio do liego Barros de Lacerda.
Para e referido porto segu dentro de seis das
a polaca italiana Sira, e por isso quem quizer
aproveitar carregar a frete eoramoo, dirija se ao
consignatario Joaquim Jos Goncalves Belyao
ra do Commercio n. 17.
(MDAfWTfiilA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ootr'ora'ra do
Crespo) o. 23 e casas- do costume.
. O abaixo assigoado, tendo vendido nos Mas fe-
tutea bilhetes dous meios de d. 1860 eom wOOO
dous meios n. 980 com 2O0*Q00, e outra/ sortes
de 100* e 40* da lotoria que se acabou de ex-
trabir (1731), convida aos possmdores a virem re-
ceber na conformidad^ do costurae sem descont
algara.
Acbam-so a venda os bilhetes garantidos da
5- parte da lotera, a baneflcio da Igreja de Nos-
sa Senbora da BvViagem (174'), qae se eitra-
lerga-feira 13 do correte mez.
PRECOS.
Bilbete inteiro 6/000
Meio bilhete 3*000
Qnarto ijtSOO
Em porcao de 100*900 para cima.
Bilhete iatairo 5*400
Meio bilhete 700
Quarto 1*350
_________Manoel Martins Pinza.
tura
Afferipo
O abaixi assignado, arremMante a aflericao
aos pesos e medidas d'eite municipio, parteetM aoe
Srs. negociantes dos estabelesimento; quo estao
sujeitos a este maostp, Jjfe do da 12 do corrate
em diante principia dita anVifio, em to-
dos o das otis, das 9 l^ras da manhaa as 4
da tarde, ra estreita do Rosario n. 31, junto ao
armazem do Sr. Moreira.
Recife; 9 de dezembro de 1870.
__________Migoel dos Santos Costa Jnior.
Cozinheiro
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Vavegapo costeara por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 12
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encommeadas, e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida, no escriptorlo do Forte
do Matt4s n. 12.
Precisa-se de um perfeito cozioheiro forro oa
captivo, quo faga as compras e d fiador a sua
conducta : a tratar na ra do Mrquez de Olinda
armazem n. 35. '
A' ra do Brnm n. 92, prensase fallar com
os Srs. capites de campo, a negocio de sen rate-
ro sse.
CONFEITARIA
COMPAimiA
DAS
Mesegeries maritemss.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Sindh commandante
Giost, o qual depois da demora do co3tume
epuir para Brdeos, tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condicSes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
Para Lisboa
U bngae portuguez Soberano, capitao bugigan-
ga ; para carga e passageiros trata-se cora E. R.
Rabello & C, ra do commercio n. 48, ou com o
capitao.
DECLARACOES.
MOVIMENTO DO PORTO.
Despachos de etportac&o no dia 9 de-
dezemfcro
No palhabote portugaez Novo Prole/ido, pa-
ra o Rio da Prata carregou : Joaquim Jos Goncal-
ves Boltrao, 10 pipas com 4,800 litros de agur-
dente.
No brigae inglez Mc.ry Johnston, para o Ca'
Navto entrado no dia 10.
Portos do norte 8 dias e 16 horas, vapor nacio-
nal Paran de 840 tonelada?, commandante Mo-
res, equipagem 63, carga differentes gneros :
A. L de O. Azevelo .( C.
Bordeaux e portos intermedios 16 dias, vapor
francez Oinmde, de 1797 toneladas, comman-
dante H. deSomer, equipagem 173, carga de dif-
ferentes mercadonas ; Tesset frere.
Aracaty 16 dias, hiato brasileiro Maria Amelia
de 55 toneladas, capillo Francisco Thomaz de
Assiz, equipagem 5, carga 238 fardos de algo-
dao e outros gneros; a Antonio Alberto de S
A guiar.
Rio-Grande do Sul 26 dias, patacho nacional
Principe, de 216 toneladas capitao Roberto Pin-
to Migalbaes, equipagem 9, carga graixa e las-
tro; a ordem.
Cardiff 55 dias, brigue inglez Cantos, de 380
tonelada?, capitao H. Dandson, equioaaem 9
carga carvao ; Eduardo Feotn. '
Navios sakidos no mesmo dia.
S. MathensPatacho nacnnal Rios Pereira cani-
tao Manoel Duarte Moreira, carga varios generes
Rio da Prata-Vapor francez Girond, commandan-
te Heary de Somer, carga parte da que trouie
dos portos da Europa.
NewYork Barca ingleza Slella, capitao Irvine
carga assucar. viue,
Philadelphia Patacho inglez Shepherdess, capillo
Penwell, carga assucar. >^\uu
Aracaj por Macei Hiate brasileiro Rosa, capi-
llo Manoel Flix Pereira, carga carne e outros
gneros. r's
Fago saber que em meu cartorio existe uraa
letra da qnantia de 16:000j, valor recebido sobre
ltalos depositados como da caucao n. 160, da qual
portador o English Bank Qf Rio de Janeiro, Li-
mited, e aceita por Francisco Jca) de Barros. E
tendo-se ausentado para lugar incerto o dito acei-
tante, pelo presente o nniili > para pagvla ou dar
a razio por que o nao faz, ticando desde j inti-
mado do competente protesto se a Do pagar.
Recife 10 de dezembro de 1870.
O eserivaodos protestos.
Arrematapo.
Quinta-feira 15 do corrente ir praga perante
o juizo dos feilos da fazenda um sitio com casa de
vivenda de petra e cal, chaos proprio?, na povoa-
cao dos Afogado, ra do Gamboa, tendo a casa
24 palmos de frente e 32 de fundo, com 2 salas, 2
quartos, cozinh\ fra e copiar, tendo o sitio alga-
mas arvores fructferas e ara viveiro com parte
d'agua, ludo avaliado em 1:600*; o qual sitio e
casa vio praca por despacho do Illra. Sr. Dr.
juiz dos feitos da fazenda e a requerimento de Ig-
nacio Jos da Luz. como inventarame do? bens de
seu casal por fallecimento de sua mulher D. Ger-
trudes Maria do Tnurapho, para pagamento das
despezas do inventario.
Para Lisboa
Segu em poucos dias com a carga que tiver o
patacho porlaguez Restaurando I: quem no mes-
rao quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
aos consignatarios Oliveira Filhos A C, largo do
Corpo Santo n. 19, andar,
Rio de Janeiro.
O patacho nacional Esfrega a sahir at o fim do
mez, ainda recebe alguma carga : a tratar no es-
criptorio de Jos Maria Palmeira, largo do Corpo
Santo n. 4. Io andar
RA DO IMPERADOR N. J6.
O proprietario deste eslabelecimento avisa ao3
seus numerosos e bons fregaezos, qae acaba de
preparar um grande sortimento des melhores g-
neros do mercado para rechear ae despensas da-
quelles que tiverem bom paladar e dispisicao pa-
ra gastar os cobres, no tempo da festa do Natal.
Ahi eneontraro ex :ellentes presentes de fiambre,
vinhos, licores e cognac de todos os fabricantes,
boa cerveja, marraelada portugueza, ameixas em
caixinha?, conservas francezas e portuguezaa, do-
ces de todas as qualidades seceos e em calda.
Tambem encontraro boliohos para cb de toda-
as qualidades, bolos francezes e inglezes, p3c-de-l,
pudn?, tortas, amendoas confeitadas, e quantidade
do outros objectos que seria enfadonho enumerar.
Aluga se a casa terrea n. 66 ra nova de
Santa Rita : trata-se na mesma ra n. 55.
THEATRO
SANTO AMO.
HOJE
AS 5 Ir2 HORAS DA TARDE
LINDO E VARIAD3 ESPECTCULO
Dividido em tres partes.
O prograrama completamente variado.
Entrada-----1*000.
THEATRO
Para Lisboa
Sabe com a possivel brevidade o lugre portu-
guez /tifio por ter a maior parte da carga compra-
da : para o resto e passageiros trata-se com os
consignatario* Thomaz de Aquino Fonseca A C.
Successores, ^rna do Vigario n. 19, 1 andar.
RIO DE JANEIRO
Para o referio porto pretende seguir com mui-
ta brevidade a barca brasileira Santa Maria por
ter a maior parte do carrosamente engajado, e
para o resto que ihe falla e escravos a frete, tra-
ta-se com o consignatario Joaquim Jos Goncalves
Beltro a ra do Commercio n. 17.
MARA BRGIDA DA SILVA DUBOUflCC.
Fernando Stepple da Silva, Virginia Dubourcq
da Silva, Luiz Amavel Dubourcq, Maria Josephina
da Silva Dubourcq, e Antonio Dubourcq (ausente),
Jos Alfonso Bandoux, genros filhas a ora agra-
decem cordialmente ? pessoas que se dgnaram
assistir as exequias e acompanbarem ao ceraiterio
publico os restos mortaes de sua prezada jegra e
mai; convidara novamente aos seus pareates o
amigos asistirem a missa do stimo da, que pelo
eterno repouso da (loada inaudam "celebrar ouar-
ta-feira 14 do correte, pelas 7 hjras da mahaa,
na natriz do Corpo Santo. Por esse a:to de reli-
gio e caridad. Hcaro reconbecdof.

LEILOES.
HB' J.i>
EDITAES.
F culdade de Direito.
De ordem do xm. Sr. visconde director' e de
conformidade com o aviso do ministerio do im
no de 4 do novembro prximo findo, faco onhlL
que estao expostos a venda os livros truncadosu,
atracados da livrara da extracta congreaacao n
0r?^rioVqae,i)"ra.tran8feriaos Pe' governo oara
a bibliotheca desta faculdade, os quals coStSS
emobraidetheologia, sermonarles latinos e hes
panhoes e tratados msticos etc.
Os que pretenderen) compra los podem remellar
ao Exra. Sr. visconde direetor, as suas proJSSs
EMPREZACOIMflRA
Recita extraordinaria.
BENEFICIO DA ACTRIZ
LLE. MRIETTE THVERRI.
TerQa-feira 13 do corrente.
Iraode e variado espectacilo
DmDIDO EM TRES PARTES
Oavertura pola orchestra.
Primeira parte.
Amollo linda e applaudida opereta em um ac".o,
msica de Olfemback
Les niariaje ai\ Lanlernes.
Na qual tomam parto Mme. Walmonca, Hile.
Brescia e Marette e Mrs. Ravnand e Carn.
SEGUNDA PAUTE.
Daetto da opera
PREOCLER
cantado por Mlle. H. Sangles e Mrs. Maris.
Cangoneta
J'AYME GA
desempenliada pela beneficiada.
Romance '
LES MOSQUETEIRES DE LA REINE.
LBILAO
DE
dividas da mas;a fallida de Antonio Pedro
de Mello na importancia
total de 31:137,5368 ris.
A 15 do corrente.
Por mandado do fllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio d'esta cidde, e a requerimento dos ad-
ministradores da dita massa fallida, o agente OU
veira far lelao de dividas da mesma massa na
importancia supra, em quatro lotes, que serao de-
signados de conformioade com o mandado, e as
relacoes dellas, as qnaes previamente e no acto
serio exhibidas aos pretendemos :
Quint feira
ao meio dia em ponto, no eseriptoro do referido
agente, rna da Cruz n. 53, primeiro andar.
D. Luiza Fraacelioa de Slqaeim Cavalcanti, D.
Hermelinda de Carvalbo Moreira, B. Maria I.ns da
Costa Wanderley, Joaquim Lins da Costa Wander-
ley, Antonio Lins da Costa Wandexiej, D. Guilher-
mina Amelia Cwreia Waaderky, pungidos pela
mais acerba dor, convidam aos seas parentes e ao?
amigos de aeu fallecido marida, pai e sopro Joa-
quim Jos da Costa, a assistirem as missas do s-
timo dia que se tem de celebrar no da li do cor-
rente, na igreja da Santa Cruz, pelas 7 horas da
manhaa ; pelo que lhes anleclpa seus eteanos re-
conhecimentos.
nnat jimiT*"'"i ~m
Jos Affonso Baudoux e seus irmios convidam a
seus prenles e amigos para assistirem a ama
missa que raandam dizer no dia 14 do correte,
as 7 horas da manhaa, na matriz da Boa-vista,
por alma de sna sogra a tia D. Maria Brgida da
Silva Dubourcq ; e desde j agradecem a todas as
pessoas que se dignarera concorrer a esta acto da
caridade.
AVISOS DIVERSOS.
Na rna dos Acouguinhos n. 8, deseja-se fal
lar ao Sr. \V. de Mello Lins.
MISSA FNEBRE.
Secunda-fera 12 do corrente, trigsimo dia do
fallecimento de Antonio Jos Pinto, celebrar-so-ha
urna missa de rquiem na matriz de S. Jos, as 6
1|2 horas da manhaa : sao convidados para este
fin a todos os parentes e amigos do fallecido.
Aliento,
Aluga-se a sala do 1 andar propria para es-
criptorio, na ra larga do Rosario n. 21 : a tratar
na lo/a do mesa o.
Moleque.
Precisa-so de um moleque para o servico de
casa : tu raa do Barao da Victoria n. 36, outr'or
rna Nova.
Eu abaixo assigoado declaro ao corpo do
commarcio qu vend a mioba taberna sita ao lar-
go do Cansan. 13, livree desembarazada de qual-
quer onusao 8r. Jlo Goacalves Ferreira. Reci-
fe 8 de dewmbro de 1970.
Antonio Leal d* Barros.

:;>.'
PEDRO JOS' DA COSTA CASTELLO
BtfXNc-
A sociedade comraercial manda rear urna mis.
sa amanhaa segunda feira 12 do corrente, as 6
horas da manhaa, na igreja d Espirito Santo, pe-
lo repouso eterno de sea conoci Pedro Jos da
Costa Castello Branco, fallecido em Lisboa ; para
cajo acto coovida aos senhores associados, pren-
les e amigos do fallecido.
O secretario,
Jenuino Jos da Bosa.
Urna pessoa plenamente habilitada offerecese
mra administrar qualquer estabelecimento de mo-
lhados, armazem de estiva, algodao ou assncar
ainda mesmo como caixeiro ; ainda para liquida-
Sio de qualquer negocio na capital da Parahyba
o Norte, onde esteve 32 anoos; ainda mesmo na
referida cidade para fiscalisaco dos posos de al-
Sodao e assucar, embarcados para fra delta, e d
ador idneo : a tratar na raa da Senzila-velha,
escrtptorio n 138. ._______________________
Irmandade
das almas da matriz do Corpo Santo.
Em nomo da mesa regelora convido a lodos os
nossos irmaos para terca-feira 13 do correle, as
5 horas da tarde, reuairem-se, para em mesa ge-
ral, tratar-se de negecios da irmandade.
Jos Monteiro Siqueira,
Escrivo.
Ama.
Precisa so de urna ama para casa de pooca fa-
milia : na ra Direita n. 55. toja.


j
Aluga se ama escrava para casa de familia,
para servico interno e extorno : na rna da Matriz
n. 26, primeiro andar.


\

-
'
Dividendo
!
|i|-se o 9* dividendo da massa fallid de ^.
morim Fragoso 4 d. a razio de 3 0,0, 10%, as
seitM-feiras da 11 oras da manhia a t ja ur-
de, no escriptorio d roa do Vigario n 13> p^.
meiro andar.
Em um eogenho ires ''^goas desta cidade,
moendo d'agoa, dase dous,%t0s para lavradoresi
de 300 para 800 paes ^ issucar a cada um, e se
lhe fai vanugem, f.'jfljo mor parte dos partidos de
mata virgen ^ capoeir grossa : quera preten-
der tal nego^jo, emendase na ra do Queiaado
n.... i- vji%i, entrada pelo largo do Collegio. __
Massa fallida de An-
* tonio Pedro de
Mello.
Os administradores da massa fallida de Antonio
Pedro de Helio vem de novo convidar aos credo-
res da mesma massa para dentro do praso impro-
rugavel de oito das, a contar de9ta data, apresen-
tarem seus ttulos de crdito, completamente sel-
lados, afn de se faier a classificacao dos mesmos,
na ra 4o Yigarii n. *5, i andar. Recife 12 de
deiembru de 1870. _^__^__
Ba do Barao da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
Precisa-se do
Ho-ari* n 14.
Costureiras
costareiras
nilhetes
na ra estreita do
Ainda se nao alugou a casa da ra Augusta
n. 95 com commodos para ama granee familia:
quera a pretender dirija-se roa do Vigario nu-
mero 12.
garantidos da pro-
vincia.
Esta feliz casa acaba de vender entre os sen
mullo felizct bilhetes a sort de 3:000*000 em um
bilhele inteiro de n. 2469. outra de 900*000 ero
bilhete inteiro de n. 31023, e tres quartos de n.
2636 com a sorte de 100*, alem de outros pre-
mios meaores; podendo o seus possuidores virem
receber, que promplamenle serao pagos.
O abaixo assignado convida ao respeiUvel pu-
blico para virem no sen estebelecimento comprar
os falizes bilhetes garantidos, que nao deixarao de
tirar qualqoer premio como prow pelos mesmos
aonuncios. .... ,
Acbam-s venda os moito felizes bilhetes ga-
rantidos em beneflcio da Igreja da Boa \ ligero,
que ser extrabida terca-feira 13 do conente mez.
H IPllECOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Qnerto 1*500
De 100(5000 para cima. .
Inteiro o*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joo Joaquim da Costa Leite.
Diario de Peniaiiabuco Domingo 11 de Dezembro de 18*0
ANTIGA,
CONHECIDA FABBIC.
DE
CHABEOS DE SOL
DA
Ra do Sarao da Victoria, esquina da Camba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Nova)
Temos honra de participar a nossos numerosos freguezes que com a chegada de um des socios da Europa, suprio-se a
casa com um completo sortimenlo de chapeos de sol de todas as qualidades como tambem, de todos os malenaes para os mesmos
fabrico como seiamarmacSes de todas as qualidades, sedas. mirinos, alpacas e pannos, assim como de especial cotbihna, armas
Pa ca'ca cbnmbeiroe e polvarinhos. Os chapeos de sol terao abaaento de 12, 15 e 25 por cinto, comprando
AlniasTum casa com 8 alas, 1 gran*t*to-
neteega!naSo\, por preco mdico: a tratan
ra do Vigario n. 19.
Ama
Precisa-se de urna ama de leite sem
ra do Sebo n. 20.
I
fllho: na
Ni casa n. 7 no largo do Hospital Pedro II
(nos Coelhos), precisa se fallar com os senhores
capitaesde campo a negocio* de seus inleresses.
~B0TTCa7~
Precisa-se de um caixeiro com alguma pratica
de pharmacia: a tratrr na ra do Duque de Ca-
xias n. 57.
Ao armazem de fazendas de Santo* talcao A
C ra do Mrquez de Olinda n. 45. acaba de
chegar da Europa pelo vapor fraeez Girn* um
completo e variado sorlimenlo de botinas inglezas
para horaens e senheras, que se estao vendendo
por precos limitadissiraos: na ra do Mrquez de
Olinda n. 45. _____________ __________
CAIIEIHA*
AMERITAS.
Era ca*a de J. O. C. Doyle ra ) Cammercio
n 48 vendem-se excellentes cadeiras americanas
de difireme- feilios, entre ellas lera algumas cora
parafuso, proprias para escriptorio, lambem tem
pequeas para meoinns.
Presentes parafestas
Precisa-se para o ervieo Interno da eaa de
peiuena familia: na ra do Vigario n. 5, sefnt-
do andar. ________.
Gratifica-se bem a quena liver acbado nma
bomba pequea de pao, que foi perdida indo en
um carro do Recife para a Caponga : quero a u-
ver pode levar ra doCommeicio n. 48, 1 an-
dar, escriptorio de E. R. Rabello & G.__________
Prevengo
O abaixo asignado previne a quera inuressar,
que a escrava Benedicta, pertencente ao Dr. Can-
dido Jos Casado Lima, Ibe est empentad wr
escriptura publica passada tm nota do taMliao
Almeida ; assim como que pelo jmzo mamcinai
da 1* vara da eapital se promove a devtda execu-
co. Ninguem, portaoto, poder legalmente lazer
transaeco alguma com a precitada escrava, pro-
testando-so proceder criminalmente eontra nem
a occoltar. Recife *5 de novembro de 1870.
Amaro Joaquim da Ponseca e Albnqnerqne.
VICTORIANO PALHARES.
Na livraria franceza existe um sortimento de
alguns objeetos de gosto, proprios para presentes.
Aluga-se para passar a fesla urna casa pe
quena na Varzea, ra do Pogo : a fallar na ra de
Hortas n. 2, 1 andar.
Na ca?a de banhos do Recife quer-se fallar
aos senhores:
Jos Coe lio Barbosa.
JosO Luiz (guarda do consulado).
Manoel lympio Ja Silva._________________
Alug-se
o 2* andar do sobrado n. 11 da ra do Vigario :
a tratar no armazem da mesma casa.
FAMA
Vende-se (arinba de mandioca em saceos
muito Dova e bem torrada, chegada ltima-
mente, sendo propria para mezas e menos
em conta de que em outra qualquer parte,
para prompta liquidarlo ; na ra Duque
de .Caxias (antiga ra das Cruze.-) armazem
de Marmore, n. 42. _______________
Casa em Olinda.
Aluga-se em Olinda urna boa casa de so-
brado, muito fresca, perto do mar, e com
muitos commodos, para passar a festa.
Dirija-se no Recife ra Bella, n. 37,
sobrado de 2 andares._________________
Paga-se bem.
A urna ama que cosinhe e compre p^ra tres
pessoas : a ratar na ra Nova n. 10._________
Ensillo de preparatorios, segun-
do o novo p/og* amina, para
c xana es.
O professor Tonos Bandeiralem resolvi.io abrir,
para os mogos que se preparara para a ficuldadc
de direito, alem dos cursos de phi'.osoplua, de rhe-
tortea e potica, e de geographia e historia, um
curso especial de lingua portugueza ; e em rea
cao s senhoras, a cujo ensino tambem se dedica,
igualmente se propoe dar licites de lingua porlu
gueza, de lingna franceza e de geog'ovhia._____
Precisa-se alugar um escravo para conduzir
fazendas : trata se no largo de S. Pedro n. 3.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
S escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JflOREIRA DCARTE .
KTERESSANTE C0MP0SIQ0 LITTERJRI.
CO.MENDO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mvsleno.
Com urna caru critica dirigida ao antor pele
Or. T. B. Rigueira Cesta.
1 volme brochado 2*000.
AS CENTELEAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paragoa}.
i volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Ama
Precisa-se de urna ama livre de meia idade e
boa conducta, para casa de mui pouca familia :
na ra de Santa Thereza n. 11._______
Qriado.
Na ra do Duque de Caxias, outr'ora do Quei-
mado, n. 14,1 andar, precisas;; do ara criado
forro ou captivo, de idade de 12 a !G annos.
PRUIEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHIOO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do inlerior podem-no
consultar por escrip'.o, no que serao fa-
tisfeit03 com promptido.
Presla-se lamlem a chamados para o
inlerior, a preco mdico.
Consullas, no consultorio das 10 horas
ao meio da.
Chamado?, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bar5o da Victoria43
(Antiga ra Nova).
0 salao de pianos e de
msicas
uudou-se da ra-\ova n. 38, anJar, para a
ua da
Imperalriz n. \i loja,
recommendando-se ao Illm. pu-
jnde conlina
buco.
G. Wertheimer.
Preci.-ase de urna ama que lave e engomme
cora perfeicao : na ra do Barao di Victoria n. 61,
2o andar.
Botica.
Precisa-se de um caixeiro con a'guma pratica
oque conheca todas as ras desra cidade para ser
ancarregado da cobranza : ra da Imperatriz nu-
mero 77.
Precisase de um servente que seja livre ou
escravo : no hotel francez, ra das Larangeiras
D. 10.______________________________
Precisa se de urna ama forra ou capliva para
.ozinhar un casa de familia : quera bem poder
desempenhar esta missas.quercndo tratar, t
se ra do Duque de Caxias, loja n. 1.
Ama
Paerisa-se de urna araa d loite
na do Commercio n. 8, armazem.
dirija
a tratar na
AOS 5:000^000
Esto venda os felizes bilhetes da lotera da
Bahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourives no Recife._____________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prata e p8drai
oreciosas, seja qual for a quauia; e na mesm!
asa se compra e vende objeetos de ouro e prata.
(igualmente se faz toda e qualquer obra de en
sommenda, e todo e qualquer concert tendent
mesma arte
MANUEL &G.
Tem a sa"aT "tic" aos^s Serosos freguezes, que em vista de .ser-Ibes mcn'^d: "?
estabeSo urxa nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Rece n. 9, be je ra do lrarade OUttto.
nSar r3o es pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qnahdades e ir pre-
osmasiC mmod^s do que mporla o nosso mercado: cenvidam especia!mente ^^Zf^TLS^t
darem sendo possivel suas encommendas, pois podero assim seren ma.s bem servidos, visto poderem escolher as ar

PAD4RIA.
Aluga-se a padaria allemaa em Santo Amaro e
as condc5es sao favoraveis : a tratar csin sen do-
no na ra da Guia n. 56.___________
Engommadeira.
No collegio de S. Pedro de Alcntara precisa-se
de urna mulher para lavar e engoramar, o paga-
se bem.__________________________.______.
Precisa-se de urna preta escrava que saiba
cozinuar e engoramar, para servir em urna casa
de pequea familia : na ra i'.os Guararapes n
em Fra de Porlas.
m
41 RIJA 00 BMO DI \1CT0RI\ 41
Neste novo armazem tem um
variado 6ortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riuhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
Qnos.
DE
/VRRUDA IRMilOS.
Em casa de THEODORO CHBIST IAN
SEN, roa da Cruz n. 18, encontram-se
effectivamente todas as qoalidades Bordeaux, Bourgogae e do Bheao.
Ama
Precisalse de urna ama para
lar na roa da Alegra n. 5.
cosiohar : tra-
AMA
Precisase de urna ama, preferndo-se scrava :
na ra da Cadeia do Recife n. i. _______
AMA
Precisa-se de urna ama livre, de meia idade
e boa conducta, para casa de muito pouca fami-
lia : na ra de Santa Thereza n. 11.
ASSOOACaO :ommercial agrcola.
De ordem do Sr. presidente da directora sao
convidados os senhores associados coraparecerem
no dia 12 do corrente, pelas 10 horas da manhia,
no salao da nossa associacao, para em asserabla
eral, ouvrem ler o parecer da coraroissao de
exam'e de contas eempossar a nova directora.
Secretaria da Associacao Comraercial Agrcola
10 de dezembro de 1870.
Joao Mara dos Santos Almeida,
Secretario.___________
__Precisa-se de urna ama que lave e engom-
me, paga-se bem : na ra de Horta n. 1
A arrematabas da pequea parle do sobrado
da ra de Hortas n. 110, pertencente as menores
Mara e Joaquina, annunciada para o dia 5 do
correte, flcou transferida para o dia 12, depois
da audiencia do Sr. Dr. juiz de orphSos l*tup-
plente.
flypotbeca
Vai ser hypothecada a casa n. 2o da rna dos
Pescadores, freguezia de S. Jos : quem tiver al
suma duvida que oppor a esse negocio, dirija-so
.i ra da Cruz n. 17, no praso de tres dias.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro para padaria, que
d fiador a sua
relia n. 24.
conducta, na padaria da ra
Precisa se de urna ama para o servico de in-
terno na rna de Santa Isabel n. 7, para urna
familia pequea de estrangelros.
Sementes
Sementes novas de hortaca : na ra do Mr-
quez de Olinda, outr'ora Cadeia n. *)_________
AMA
Na rna do Mrquez de Ond.i, outr'ora Cadena
h. 50, precisa-sc de um ama pra comb-tr.
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro da mercadonas u dinbeiro a risco
martimo em navios de veila e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agenci i ra do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaqnim Jos Gon-
calves Bcltrao._____________
Au belsexe
COLD CBEAM OF BOSES.
Cette Creme dolicieuse, nniversellement rpan-
dae en Angleterre, o les femnies sent s renom-
mes par la beaul et la transparence de leur
teint, doit sa rnutalioo aux lments balsamiques
el onctneux qui la composent, ainsi qu' sa cons-
tante elBcacit pour adeucir la peau, la rendre
plus blanche, et centribuer ainsi Ja sanie et a la
beaut, qui, toujours, sont inseparables.
On la recommaede eonlre les .irritations de
I pidernle, lelles que Routons, phlide<, Ta-
ches DE ROCSSEUR, ROUGECnS DE LA FlUUBE, el
eonlre les taches patrioues et les JJfflorescen-
ces. Cette Crme convient spcialement aux fem-
mes enceintea pour prevenir LE MASQUE, auquel
elles sont sujettes.On s'en sert encor pour em-
pcber la figure do se bler par le froid ou la trop
graade cbaleur. :
Prix 1:600 reis
Sel dept au roagasin Rasar de la Mode30
Ru do Raro da Victoria.
Agencia em Pernambueo
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do psfto
Balsa parrllha
Cura ulceras e cnagas antigs, impigens e dar
bello?.
.ros.
Ton
Conserva e limpa os ca_
Plala cathrticas.
Puramente vegetaes sem mercurio; cara se-
joes, purgao e purifican) todo o systema humano.
Vende-se efttclivamente em casa de Samuel P.
lohnston A C. tua da Senzalla Nova n. &2. :
Aluga-se
; 3* andaedo sobrado n. 8 da ra da Imperalriz;
a iratar om i i. de M. Reg ra do Commercio
D.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
lodos os preparas que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido-e perfeicSo
nada deixam a desejar.
Boupa de todos os
amarillos para homens
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras quo ha
na Europa.
BA
BA
Sarao da Victoria
antiga roa
NOVA
- N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em aecuo, artistas ^^^SffTtS^
mendas, finalmente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as lazenaas, para
nao se tornar massante
BarSo dajvlctorla
antiga rna
NOVA
N. 41.
Na Iravessa da rna
das Crozes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal foraqnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
oobrado para alugar
OPe* andar e sollo n. 6 da xua do Duque
de Caxias : a tratar no Coracro de Ouro.
Ama de leite.
Precisase de urna ama de loite sem Olio : na
rna de Horas n. 30, sobrado.__________-
PERDEU-SE d
da Praoa da Boa-vista at o Recife um maco de
papis : quera os acbou querendo, pode levar a
rna da Aurora n. oi, que se agradecer o recom-
pensar.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBAR0S
DO
RECIFE) A9 OMXDl.
AVISO
Nos domingos e dias sanctilioados, part-
ro de Olinda trens noile emquanto houye-
rem passageiros sufficienles embora j se
tenha esgotado o numero de viagens marca-
do as t bellas.
Na vespera e dia de Mutal partirao quer
do Recife quer de Olinda trens todas'as
horas do dia e da noile desde o meio dia
do 24 at 10 horas da noile de 25 para 26
do corrente nez. Os trens expressos nao
conduzirSo passageiros de 3a classe, mas
nao param em estacSo alguma nem interrum-
pe rao as viagens designadas as tabella?, e
no presente annuncio.
Declare-se mais que os relogios das es-
tafes serao regulados pelo do observatorio
do arsenal de marinba, para o qoe eslum
empregado especialmente encarregado desse
servico.
as eacoes do Recife e Olinda trocanvse
constantemente per moeda legal os bilhetes
que por ventura houverem recebido os
passageiros por falta de cobre para troco.
Recife, G de dezembro de 1870.
O superintendente,
A. de Abren Porto.
Pede-se aos Srs. assignantes que tragam
os seus bilhetes de assignaturas para apre-
sentarcm, sempre que transitarem nos irens
sem o que lero de pagar suas passagens,
igual pedido se faz aos .Srs. que tem passe
do governo e desde j apresso-me em agra-
decer aos mesmos Srs.
Recife, 9 de dezembro de 1870.
O supreintendento.
_____________A. de Abren Porto.
Costureira.
Precisa-se de urna costureira que saiba trabalbar
era chapeos : na ra Direita b. 13.
se de urna
o- imarto n.30.
Ama de-'leit'
ama de leite
na ra do
Miguel Ferreira Pinto faz ocente ao publico
3be o r. Delminio Gaudencio Ribeiro Pessoa,
eixou de ser empregaao de sua casa desde o dia
1 de d?7mbro\tfrrenie.
ferro
RIJA DA CRUZ *
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m3o.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algod3o.
Machina de cortar fomo.
Mchica de cortar papel.
Motores para doos cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Baiancas, prencas, cofres de ferro, fog5es de ferro, enxofre, {salitre [ltmalha de
muitos ontros artigos.
Manoel Fernandes de Souza liego previne ao
respeitavel publico e cora especialidade ao rorpq
do commercio, que nesta data deixou de ser cai-
xeiro dos Srs. Peixoto A Irmao ; e p wtanto exo-
nerado de sua cobranca. Recife 7 de dezembro
de 1870.
OS AMERICANOS
CMNDROS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poucos dias .completo sortimenlo dos memores e mais
conhecidos cylindros americanos para padarias, roga-sels pessoas Jque d'elles precisa-
rem de virem vel-os ao grande deposito do______
BASTOS
OUTR'ORA RA DA CADEIA
Julio Isaac, encarregado por procuracao bas-
tante de N Danheisser da casa de penhores ira-
vessa das Cruzes n. 2, avisa a quem tiver joias
em seu poder, que far leilio por inlervencao do
agente Martins, no dia 18 de Janeiro prxima. As
pessoas que desejarem guardar por mais tempe-
eti raaos do annunciante seus penhores, venbam
pagar os premios que eslao a dever at o dia d
Feilao, depois do qual nao terao direito a recla-
maeges.________________________________
Jos Joaquim Peixoto e seu irmao Leandro
Jos Joaquim Peixoto fazera scienle ao respeitavel
publico e com especialidade a corpo do ccmmer-
cio, que na presente data dissolveram amigave-
raente a sociedade |ue tinham no es abeleemiento
de molhados sito na traressa da Jdre^e <*osn
2, sob a firma social de Peixoto A Irmao, icando o
ex-socio Jo Joaquim Peixoto na posse exclusiva
de Sto e tabaSnlo com ledo o adl.vo e pass,-
2& ^T AS*-?- SS5
S?niS Jo^rS^o desonerado ^
e qualquer responsabilidade, Reare 7 de dezem-
bro de 1870. jM JoaqQJffl peix0,0
Leandro Jos Joaquim Peixoto-
lili NI
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de homem so,
aue lave engomme e cozinra: na ra da Cmz n.
24 |. an'aivpor cima da botica.
Perda
Perdeu-se na noite d 8 do corrente ao sahir do
nectacnlo no pavilhao de Santo habel ato obt-
urado da ra do Imperador u- JS, nma pulsara
de pedras azues: quem a tiver achado e queira
restitu-la, pode dirigir-se ao dito sobrado, quo
ser generosamente recompensado.
I


*3!
-l




Diario de Pernambuco Domingo 11 de Dezembro de 1870.
<*
NOVEDADES
DO
TRIUMPHO
T Ba doQueimado 7
DE
MEIR4 & BASTOS ,
E' cbgado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
loas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desenhos.
Ditas de lia e seda, idem dem.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b jurnus para passeio, com listras de setim.
. Sabidas de baile o qne ba de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas mnito finas para bomens.
Ditas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas qne
i eoadoatao mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
crande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
n
JOS ALVES TENORIO & G.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 5
Jos Alves Tenorio, professor em homeopathia, tendo-se retirado.do laboratorio
homeopathico c consultlo de seu illustre e finado amigo o Dr. Sabino O., L. Pinbo,
que por muitos annos estiveram sob sua direccao, lem se estabelecido, sob a Arma
Jos Alves Tenorio & C, ra eslrela do Rosario n 3, onde animado pela confianza
com que honraram-no os amigos da homeopathia lhes offi-rece e ao respeilavel poblico ,
em completo sortimento de ledas as preparares homeopticas conhecidas, recebidas ;Y/i
das mais acreditadas casas de Londres e l'ariz, e indigiaas, bein como tudo quanlo diz ]*'<
respeito a homeopathia o sua pratiea, esperando que contlnuem a honra-lo com a mes
ma C'jnflan^a, para o que nao se poupar esforros.
frenos das boticas
TINTURAS,
bulica de 12 raedicarneulo?.
GLOBOLOS.
i botica de 12 medicamentos. lO000 1
i 2i 20*000 1 2t
1 36 30*000 1 t 36
1 i 48 35*000 1 '18
1 60 a 40*000 1 60
1 a 120 a 70*000 1 120
ID'000
SajOOO
i0.o0
50*000
60*000
110*CO0
&
Sao atis es?as boticas aos Srs. mdicos, senhores de ecgcnho, fasend iros, che-
fes de familias, capilaes de navios, e em gcral todos qnanlos quzerem dedicar se a
pratica da homeopathia.
Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogaras, bem como chocolate de
Londres e do Maranhao para uso dos doentes em tratamento pelo systema homeopathico.
NOVOS SORTIMERTOS
%
Ao armazetu do Va-
por Francez. ra
do Baro da Victo-
ria (ontr'ora na
.lova) u. 9.
DOCES, FRUTAS E
13Ra da Cruz-
PLORES.
13.
COMPRAS.
FRUCTAS
ABACAXIS
SAPOTIS
UVAS
LARANJAS
MELOES, ETC.
DOCES SECCOS
CAJ*
LIMO
ABACAXI
LARANJA
CIDRA, ETC.
Nesle estabelecimento encontrar o freguez todos
os das presuntos em fiambre, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qualidades, sec-
eos e em caldas, podios, e tudo quanto se possa de-
sojar no corforlavel um excellente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, e refrescando o estomago com os
melbores vinbos do Rbeno e Bordeaux; xaropes de
todas as qualidades para capils; sorvetes de todos
os fructos, com especialidade as tercas-feiras, quin-
tas e sabbados o excellente sorvete de creme.
FLORES
BOUQUETS
PARA NOTVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
Tado cora muilo asseio.
IWO DE ORO
Nova loja de joias
RA DO|CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qaal tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as joias ser3o garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir freguezia nao olvidarlo, vender bom e por precos os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de qee ficar
satisfeito.
A' MO DE OUORRUA DO CABUC N. 9 A
iomj ruilo raic r"/vantagcm coflDratn-l
ouro, prata e pedras preciosas o n obras veinas: ua
loja de joias do Coracio de Ouro n. D, ra do
Cabug.
V1NDAS.
NOVtDADE.
O Coila, proprielario do aimazem da Podra
Maamore a ra das Crtizes d. 12, offrreee por di-
nlieiro contado o que de ruelhur ha no mercado,
por ler recebido muitos des gneros descriptor
pelo ultimo vapor.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 2*800.
Biscoutos em caixinhas de cotiliguracoes diver-
sas proprias para festa- as enancas.
Velas steannas a OiO rs. a libra*.
Chocolate de I* a 1*800 a libra.
Especial oanteipa in^leza e francesa.
Hortalices para sopas denominadas Jnlienne, que
substitue perfeilamenie as mais frescas ervas.
A verdadeira farinha americana viuda de conta
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
Ihores fabricantes.
Ervilbas francezas e portuguezas.
Vinho de todas as qualidades.
Especial e aromtico sabo de familia a 300 3
o kilo.
Mulho inglez.
Ameixas e raarmcladas dos melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
A' 500 rs.
NA
Todos
Pratos.
Fl r da Boa-Vista,
AqueHes que quizeum btm satisfozer as
exigencias esUtoarhicas. nao teto mu qoe
fazer urna vizita ao setnpre bem sertio
armazem de vveres do Campos da ra do
Imperador n. 8, pois abi se acham em
Grande reuniao um e comido o variadissi-
rmo ^orlimento de seeros jreprio deties
lempos do Rerja Ufes.
i cata ios
Limila-se a fawr meinau dos seguiutes g-
neros que serSo n cbidos com
AGRADO
a saber:
Presuntos nglezes e de lamego.
Salames de U> n.
Conservas inglezas e francezas.
Queijos Londrino?, Flamengos e
Toucinbo ioglez para lunch.
Cluropanhe, superiores marcas.
Biscouto, bolaxint a e bolu-hos em latas.
Chouricas, linguicas e salclticbas em ditas.
Licores estemacaes, cuminillo, cura(o o
aya-pana.
Biiter Peiynees e oulras marcas.
Cognac martell e outras ditas.
Charutos do Costa, por diversos precos.
Vinlios de diversas qualidadt-s e precos.
Cerveja (Bass) ao torno a 0 rs. o copo.
Adobo a 200 rs a libra.
Linguas seccas a 240 rs ,
Concervas francez" s cotn. tobaras.
mmm'Wmm
PAR 1 A FE NT A
NA LOJA
ATTEFCA
Jos Joaquim da Costa Maia, tem venda no seu atmazem, sito no largo do
Pelourinho n. 5, os objectos segointes, e que vende por precos mais commodos do
que em outra qualquer parte :
Oleo de iinbaca.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinho Bordeaux em caixas.
Feltro em peca para forrar embarcacBes.
Encerados.
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamanhos, para cobrir casas.
Perro liso galvanisado para forrar embarcacoes.
Pregos galvaoisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmore.
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilhos de marmore de differentes cores e tamanhos.
Ditos de pedra de Ansam, pretos e brancos.
Tmulos de pedra fina de differentes tamanhos.
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pas de louza para cosinha.

DE
Paulo Guimares.
Camlsinhas bordadas para scnhrra a ,"00 rs.
Gollinha?, idem dem a 44.0 e 500 rs.
Mantas de vareja para sc'nhnra, proprias paraba-
nho, a 800 r?.
Chias escuras e claras, o covado de 280 a 3C0 rs.
Musulina* de cor, padroes novos, covado de 280
a 440 r?.
Lias Amelia para veMido, o covado a 500 rs.
Ditas, padroes miudinhos, n covado de 400 e>08 rs
Pecas de algodo, madapolao, ca:nbraias brancas :
vndese mais barato du que em qualquer ou-
tra parte.
A' ra da Imperatriz, 48,
junto padaria franetza.
Libras sterlinas
Vende-?e no escripiorio de loaqoia Rodrigue>
Tavares de Mello, largo do Corpa Sanio n. 17. !
andar.


DE
Pau'o Guinvraes
branco bluzas,
do
t
9
Carrinho americano
g,Vendese um excellente carrinho americano
novo, com asientos para du.- e quairo pessoas :
quemquizer ve lo e eximina-lo dirija-se ao caes
do Apollo, cocheira conlronle ao porto das canoas,
e para tratar no largo do Corpo Santo n. 6, se-
gundo andar.__________________^__
Cvalos venda
Vende-se qua'ro cavallos proprios para ea^a-
Iba ou sella : para vtr e tratar na cocheira da ra
da Cruz defronte do chafariz.
Vender-se um cama nova de amarello pro
pria para noivos. na loja de marcineiro ra das
Larao^eiras n. '3.____________
Palilols de brim
3 4. 5, e GOOO.
Ditos de alpaca iranca do 3, .i 'ti.
Ditos de dila de rr, de 3 a 3*500.
Cairas brancas do brim, de 4 a 8.
ColMfea branco?, de 2 a 350O.
Grande sorimnla o cabs de casia i-
ra prea e de cor, palilols do casimira
de tudas ascore, obras t>.dis cuitadas
por um perito mesire.
Na mesma l"ja ^e manda fazer obras
por medida e por ur nos ;0 pr cenU
que em oolro qualquer -inbelceiminio,
pois para i^so acham-e ;nuDds d'um
perito mestie e oflieiaps.
A hUA DA LMPEUATRIZ N. 48.
Junto a padaria fian
&

CONFEITARIA
lo ariuazeiu do Va-
por Francez. ra
do Baro da victo-
ria (ontr'ora ra
\ova) n. 9.
DOS
NANAZE
Perfumaras, quinquilharias e ??rinquedos
para meninos.
Este estabelecimento acaba de receber pelos ltimos vapores e navios de vella chegados da
Europa todas as suas encommendas do grande sortimento de.festa, offerece ao publico om geral, por
pregos resumidos o mais possivel, os artigos seguintes:
AIiA0
Bolinas para senhorasduraque branco, prelo
e de outras muitas cores escolbidas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas igual gortimenlo.
Sapatinhos de salto para senboraduraque pre-
to, branco e de cores, e de couro de lustro.
Bolinhas para crianzas, proprias do baptisa-
dos.
Botinas de diversas qualidades para homem.
Batas russianas para montara, tanto inglezas
de couro da Russia para viagem, como francezas
de Melier, bezerro tino, para passeios. .
Meias perneira3 para meninos de 10 a 1G an-
nos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaquela de lustro com sola de ma-
deira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos, mui-
lo bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapet?, avel luda dos, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para homens,
senhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de teilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
e sabonetes, tudo isto d prmeira qualidade, dos
iabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes dourados para salas, quartos
Ra da Cruz n. 16
Econlra-se senipre : { AMENDOAS confeiadas:
liLINHOS para cha; pao de lo ; bollo gerantes
Dglc-z; pastis de differentes quaiidades;
doces do fructas, em calda e secco, em
barrilinhos em latas.
CA1XINHAS com amendoas e pastilhas,
proprias para prsenles; cha preto, miudo,
de soperior qualidade ; iatas com pecegos
a 1^000.
xaropes refri-
vinho Bocel las, branco e Unto,
proprio" para mesa; vermonth; absyntio;
cogDac; vinhos finos, champagne.
PAPIS para 'sorles,| ditos
para cobrir bolos.
vendados
PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE oocommendas de bandejas com bolinhos, com armaco de assu-
car e sem ella ; de pao de l e bolos eafeitados com disticos e sem elles ; e de outros
muitos objectos proprios para grandes jantares, bailes, etc., ele.
VenJerr.-io sellms com arrecs p sem elle?, e
tudo quanto objectos perteocenlea a sclleiro?,
por menor prejo que em ou ra qualquer patte
para liquidar.
27Ra da Caii.-ia27.
um fo{;ao americano novo proprio para easa de
grande familia: a tratar ba ra do Apello no*
mero i8.___________________________________
Vende-e urna cania do amarello com :0
palmos de comprimen.') e 3 de largura, em bom
estado : a tratar na ra da Seuzala Dova n. 1-i,
2 andar.
e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de ouro, brinco?, transelins, pulseiras,
botoes de punhos, de abertura, correntes e chaves
de relogio, tudo de ouro bom de lei.
Briucos di plaqu iraitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abttoaduras para colletes e para punhos.
\lbuns de velludo e marroquin para retratos.
Mammaderas de /idro para enanca?.
Caixinhas de costara, novos modelos com m-
sica, proprias para presentes.
Quadrinbos dourados para retratos.
Toncas e sapatinhos de la para enancas.
Capellas para noiva e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augme to para ver-
se em ponto grande a photographia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ura e unhas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costara.
Cosos d'ararae pratiado para fruas e ,j>ao a
^nesa.
Ricos arlgos de phauUsia uecessarlos para to-
lhetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mui lelicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para quairos:
Eslampas de bellas pay*ugens de cidadis, de
figuras e de santos.
Espanadore; de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de dar se corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas do cana com castoes de marfim.
Ditas de baleia, junco o de muitas qualidades.
Penles finos de marfim para caspas.
Escoras para fado, para cabello e para deates.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas do sperraacete.
Cerdas para viola).
Porl-pratos para mesa.
Caixinbas de diversos modelo: e preco;.
Objectos novos de mgicas o melh'or possivet,
para divertir meninos.
Malas, saceos e bolea para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com marteflo para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para i!lumna$des de
fstas campestres.
Baloes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos allemae?.
Esierioscopos com as mais bonitas vista?, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com differen-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapiahas.
Presepios completo com todas as ffceas e sorti-
mento avulsoj de gurinhas, inimaes, casas, jar-
dn?, etc.
Attenpaa.
Tolos 03 artigos mencionados ncHe annunco
vendom-?e muito baratos, nao s pelos abatimen-
los obtidos dos fabricantes- em attenrao as gran-
des e repetidas compras, como pelo bom systema
defender muilo anda mesmo com diminutissmo
lacro.
VENSI-S:
urna canoa de amarello toda pregada a cobre, a
qual carrag 10 pessoas: para wr no turto
canoas, e a tratar na ra do Apollo n. 28.
*
'^$0$m
0 Bazar da Muda ivcbeu novp sortimen-
to de fazendas do ultimo jioslo para vesfi-
dos. a&siin como chapoosiivo.*, casacos,
bornes, c C< niinoa si npre o grada e afamado
timeiii. i.l. i; i ti zas d pettbmariajj \erda-
i]eira?,qoe tudo se v-nde por bariMtmos
procos .
Dain-sa amostras e manda-se e\\ cas-j i
Kxnas familias o que deseare2, ra o
Biao da Victoria, outrora Nova.
Vende-sc renwnta de eortitr-* klbee a
novas : na ra da Gola n. 7,lal
Attenpo
Chegou ra Direila n. 29 o desejado sorlimen-
to de balaios de todas as qualidades como sejam :
condecas, bcrco?, roupeiro?, cesta?, acafates de
todas as qualidades, que se veude mais barato de
que era ouira qualquer parle.
GAZ DEVOES.
Latas com torneira
ULTIMA INVEXgO,
Quem comprar do gaz nessas latas nao precisa
passa-lo para garrafas ou deposito, pois que pode
tirar para os candieiros todas as vezes que preci-
sar sem derramar ou perder urna gota : vende-se
no armazem do Joao Rosa, travessa da Madre de
Dcos n. 8.
Vende-se ou arrenda se a meiac.o do sitio
do Burgos, distante da villa de Garanhuns quatro
legoas, com casa de vivenda, engenhoca, de Uzex
rapadura, com bons bnjos e trras proprias para
plantar algodao, mandioca, milho e feijio os pre
tendentes podem informar se de Trajano de Ma-
raes Campello, em S. Joo, junto a Queimada da
Ooca, e para tratar em Cuyambuca, na casa caa
da, junto a estacao.__________________________
Aos senhores fuman-
tes.
Charutos finos da Babia, do^famado fabricante
Joaquim Jos dos Res, muito superiores, por pro
eos mdicos : na fabrica a vapor de cigarros na
antiga rea do Quarlel de polica n. 21.________
ementes de hort iQas
A'ra da Cadeian. 53, armazem Uniao Mer-
cantil.
Veode-se oorcos
nove arrobas de peso
72, Camuho Novo.
bem sevades, de cinco a
: ua ra da E-peranca n.
VENDE-SE
A JUtO
Espanador de alba o; mais bem f.o. possi
,\;is : na prt. ja da l-irirpemlrneia o. 39________
cafeteo
\- ESCAMONEA
I.':r;!i-ia3Jtceuie-C saco-
A atiiidaJd dos pargnles rii> solTre d-itu.as-
traaalguma; a prescriptio diana qne d(
fazc:n os mdicos e o uso ain.ta mais frequente
fec pelo publico sSo pravas irrtts*ve!s. tanto
como ;. qnantidade inntimeravtl dos*" genere. So
falla an'TlVici.ar cada vet niis o modo de admi-
nstraeao, do mmeira que eonsertaado a soa ac-
c;a.', tiles possaaaser tomados sem repognancia
iiem a-co e sotMudo sem rectio nem perigo.
Muitos purgantes afmnados s devem este born
xito o seo eifi-ito intenso e excessivo. D'ob.i o
perigo. porque irrilac.os de estomago, inflamma-
ces de eniranhas sao inevitavelmente o resulta-
do do seu emprego. Nada diss tem-se de recear
com o cat purgativo.
Todos conhecem por experiencia o aroma sui-
ve e- o efleito lgeiramenle tnico e excitante d.
caf Elle o melhor auxiliar dos purgautes dos
quaes disfarca o chtiro o sabor e ajuda a ac?ao
solicitando vagarosamente os movimeulos pens-
laliicos de intestino, c prevenindo o seu efeiio
muilo intenso sobre o estomago. lislurado com
escamonea, facilita as evacuacoe* com proropLidao
e sem clicas, e tornase um purgante brando,
certa, fcil a lomar e preferivel a todos os outros
salvo urna indicacao especial da qual o medico
o poico juiz. m ....
A innocuidade do caf purgativo permute de
emprfga-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a atonia do intestino e activando a secre-
ea> deste, destre a dureza de venlre, as vento-
sidades, as flatuosidades e excita o appetile. Em-
pregado mais a miudo, csnvenienlc para eva
cuar com vagar a bilis e os humores viscosos <
o faz dessa maneira desapparerer a cnxaqueca,
:is dores de caneca e prev os ataques de sangue
uas uessoas que a estes sao predi-postas.
MODO DE EHPREGO.
E' tio simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, puro ou misturado com um
oouco do leile fri assucarado, ou agua assuca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto; duas Clhire? de caf bastara para
as senhoras e para toda u qualquer pessoa que se
pur fcilmente. ...
ara as crianca3 de 8 a 10 aunos, a metade do
vidro niffleientt ; de ) a 8 annos, urna comer
de caf, e a quarta parle do vidro smente abai-
xo desia idade contra a gosma.
E? p< r isso d'nma admnistracao muito mais
fcil du que os biscoutos, chocolates ou bolos
purgavos. ,
Das- itnmediatamenlc depois leste quenle as-
sucarado ou caldo leve, e duas ou Ircs chavenas
de cha prtto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara
Barlholomeu 4 0. : ra-larga do Rosario n
34.
de
ps de liecrin em latas
ra Formosa n. 7.
quera quizer dirija-se
Doces, f uctas e fio es
N iua da Cruz n. 13 vndese Hambrea;
libriu".
Doces, fructas e flores
Sorvetis todos os dias das 11 horas efn diante
Pe
B)R,eguins laxiados de cot>re a i/,
'>i, e :'rar.cczt.s a 1} : na rna DirtUa i
de rsljado.
uouiipo
" DE
Calpados.
Suntoa Fulci) & <- com armazem de fa
n lo ulli
pi.r su;1
S.sahida, re-
de 7

'


parte algo Ite se vende.
doMarqucz de Oania-4i>-



Diario de Fet-nambuco Domingo 11
le Dezembro de 1870


GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
ob
. PEREIRA DA SILVA I &
^^ Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, rnn gi-andeevariado sortimento de fazendas do mais
aparado gosto e todas de primeira neeessidade, que se vendem miis baratas do que em outra qualquer part, visto que osno-
oe socios destai Arma, adoptaram o systema de s veoderem DLNHEIRO ; para poerem vendar pelo costo, limitando-se apenas
ajjnoarem o descont ; as pes?oas que negotam em pequea esca'a nesta loja e armazem poderlo fazer 01 mus sortimeatos
pelos meamos presos qoe compran as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. famlUs se dar3o
amostras de todas as fazendas, oa Ibes levam em snas'cass para escolherem.
TAPETES* GROSDENAPLES PRETOS
Cbegou para o Bazar do PavSo o mais Cbegoa para o Bazar do Pavo um grao-
alegante sorment* de tapetes grandes, pa- de sortimento dos melhores grosdeoiples
nsofs, com 4 cadeir?s, ditos mais peque-
eos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
leaos to que em nutra qualquer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditadi Batar do Pav3o encontra-
r o respeitavel pabco um grande sorti- res espartilhos, que
nenio de roupas para bomens tanto bran- moiio em conta.
cas eomo de cores, a saber :
Camisas com peitos d'algodao e de linho,
oara todos os procos e qua'idades.
Cero.das de linbo e algodSo.
Meias cortas fraocezas e inglezas.
Palitos sobreeasacos de paono preto e
easemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
rolletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
procos e qualidades, e tem de mais mais
om perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qualqoer peci de obra a capricho
oa go-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
PECHINCHAS
DO
pretos qoe tm vindo ao mercado, qoe se
veodem de 4)9600 at 5;>u00 o covado ;
sao todoa mnito em conta.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeo-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
se vendem por preco
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do. PavSo recebeu nm grande
sortimento dos melhores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco solas,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do qne em qualqoer parte.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavao vende-se sojerior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2(5800 cada metro, pannos
Ra da Imperatriz 60.
Para vender denressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS AJ
A 500 RS.
Chegou nm elegante sortimento de I9as
inhas do Japao, com padroes de seda e de
muito boa qualidade.. que se vendem a
500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pavao, ra da Imperairiz n. 60.
POUPEUNAS DO JAPO A 10600 O COVADO.
Cegou om elegante sortimento de lin-
dsimas poupelinas Japonezas, com os
mais delicadas gostos, tendo mu'to lastro
e com lisirinhas do-seda, sendo esta nova
fazenda quasi da largara da chita rance
ds linhodo"portocom 3 1/2 palmos d largura'" e vende-se pelo barato preco de 106CO
oascasetniras, assim como os melhores brins,
qnr branco.% qnr de cor; e'quando qual-
qoer obra nao flcar ioteirameote ao gosto
os fregnezes flca por conta do estabeleci-
ento
FUSTvH DE COR E BRANCOS
Veudem-se bunitos fustes brancas e de
sores, i.roprios para vestidos e roupas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
efcmclia, no Bazar do PavJo ra da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 rew.
Vendcm-se chitas largas com moito bons
pannos e cores fizas, pelo barato preco de
200 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 cuidos a 2)5000, pecbincha, no Bazar
do Pavao.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 res,
a 200 ris,
Vendem-se bunias cassas de cores miu-
dfnha- pelo barato preco de 200 ris oci-
vado, no armaz8m do Pdo ; roa da Im-
peratriz o 60.
PANNOS PARA SAI AS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavao vende-se bonita la-
nula braca encornada para saias, sendo
com babados e pregas le no lado, daodo
a largor i da fazenda o compri nento da
saia. qaal se ple fazer coto 3 ou 3 \\i
etroi e ven1e-se a 10, 15280 e 1)5500;
as-iin crao tambem no mesmo estabeleci-
meni se ven le bonius sai is brancas bor-
$adaw, i ule qaairo pannos c^da urna, litas
!e I3a de cores j promntas, uma.s com
barras dffereoiea da mesma fazenda 45000,
eoo'ras com barras borda tas 00 e 70UO.1,
wd. isto c moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se caroaoba em saceos, na roa da
mneratriz n. 60. Bazar d> Pavo.
TARL\TANA< LISTRADA5 CORTE A 6-5500
Cfceg u para o Bazar do t'avlo um bonito
aoriimento de tarlatanas Bstradae, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fa/enda muita phantasia. e liquida-se
cada corte a 6,5500, pechincha ; na roa
da Im eratriz o. 60.
CASAQINHOS DE GFURE A 100, 120,
16*. E 20,5.
Cbegaram para o Bazar do PavSo oa
sais mo lernos casaqoinhos ou basquinas de
gnipnre com cintora, ricamente enfeitdos
com Uqos, e vendem se oeln barato preco
ie 104, 1*0, 165, e 200, pechina*,
roa da 1 npeatriz n. 60.
LENCOS DE MORIM A 30500 A DUZIA
Veadem-se duzias de lenc>s finissimos,
branc a de morim, sendo fazenda muito
encorpada, a 3*5500 a dazia. Ditos de
cambraias finisim's, fazenda que snuiire
se ven leu a 55000 e liquida-se a 3051)0 a
dnzn por baver muita porgan, do Bizando
Pava 1 a ra da Imperatriz n. 60.
CORTINADOS DO BAZAR DO PAVAO A
80 100 120 E 160
Chegou orna grande ramessa dos me-
ibores cortinales loriados, proprios para
camas e jaoellas, qne se vendem pelo ba-
rato prego de 80, 100, 120, e 160, o par :
roa da Imperatriz n. 60.
MADAPOLOy ENFESTADO PECA A
30200
Vendem-se pegas do madapolo francez
infestado, tendo H metros cada pega a
30200 : pechincha no Bazar do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60.
DAMASCOS PARA COLCHAS
No Bazar do PnSo, vende-se damasco
enfestado com bonitos dezenhos, tendo 6
palmos de largura, proprios para colchas,
pelo barato prego de 10280 cada covado,
dito, dito, com 8 pal .,os muito fino a
40000, assim como moito bonitas colchas
de damasco de li que se vende na loja do
Pavao ra da Imperairiz n. 60.
RETALHO DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
No Baz*r do Pavo vende-se porco de
retalhos de chitas e eaasas gretas sem li-
mite no pre?o : a roa da Imperatriz n. 6j.
de 720 at 10 a vara, assim como um grande
sortimento de Hdinburgo ou creguellas de
>odos os nmeros, pregos ou qualidades,
qoe se vendem mais barato do que em ou-
tra qmlqoer parid ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavao vende-se superior
atoalhado trangado, com 8 palmos de larga-
ra a 10600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavao vende-se constante-
mente o melbor sortimeoto de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinbas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas a: qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, canteas, bombazinas, qoe so
vendem mais barat j do que em outra qual-
qoer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to prego de 66UO0 cada, om
PEUICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80OCO.
Vende-se um expleudiJo sortimento de
fim'ssimas cambraias victorias, por pregos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, tendo cada pega 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70000, flnis3imas a 80500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinbeiro
e Hquidam-se por este prego em relagSo a
urna grande compra qoe se fez no Bazar
do Pav3o.
BABAD1NH )S
No Bazar do Pavao vende-se om grande
sortimeoto dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgo de envnnios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em ontra
qualquer parte.
SET1NS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se um sortimec-
to completo dos melhcre3 setins e grosde-
laples de todas as cores, que se vendem
araito em conta.
Colchas brancas 302JO, 30500 e 70000.
Para o Bazar do Pav3o chegou um grande
sortimento das melhores colchas pretas,
sendo das melhores e .uais encorpadas que
tem vindo 70000, ditas um pouco mais
baixa 30500 e ditas 30200; tambem eo
mesmo estabelecimento, se ven le um grande
sortimento de crtones e chitas proprias
para colchas que se vendem mnito em conta.
Sedas de quadrinhos a 10280 ao corado
Vende-se um elegante sortimento de sedas
de quadrinhos, com lind ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
10280 cada covado; pechincha no
Bazar do Pavao.
CHALES DE RENDA.
Chales 200 K
Chales 2000.
Chales i 2000.
Vende-se orna grande porgo de chales
pretos de renda ou croch, sendo pretos
coja 4 ponas, fazenda que sempre se ven-
deu 50000 e liqaid i-se a 20000 cada um,
pechincha no B.zar do PavJo, a ra da
imperatriz n. 60
LINDAS BAREGES A 320 RS. O COVADO
No Bazar do Pavao vende-se o mais bo-
nito sort ment de fioissimas bareges trans-
parentes com as mais bonitas listas de cores
proprias para vestido, e liqaida-se a pataca
o covado por estarmos muito prximos da
feua ; ditas mescladas, fazenda moito lus-
trosa e com lindas corea a 400 ris o covado,
pe chincha a ra da Imperatriz n. 60.
LENCOS DE CASSA DUZIA 30OJO
Vendeua-se finissimos leogos de cassa
com delicadas cercaiuras, de cors fixas
j embaohadis, sendo proprio para bomens
e senboras pelo baratissimo prego de 30OC O
a duzia, oo Bazar do Pavao a roa da Impe-
ratriz o. 60.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavlo fez-se urna grande
amura de toalbas alcocboadas, proprias
jara rosto, bastante encorpadaa e grandes,
jue sempre se venderam aJl 20000, e li-
juidam-se a 70500 a duzfaon a 640 rs.
;ada urna, boa pechincha.
cada covado, no Bazar do Pa AS POUPELINAS DO PAVO A 20000, O COVADO.
Cheg)u para o Bazar do Pav5o um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linbo e seda, que se
vendem pelo baratissimo paego de 20000
cada um covado, assim como ditas com
gostos escossezes a 20400, pechiucha no
Bazrr do Pav5o.
SEDAS a 20000
Chegou un elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vin Jo ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na roa da Imperatriz
Bazar do Pav3o.
CRETONE FORTE A 20000 O&ETRO
S no Bazar do Pavao.
Cbegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lengoes tendo 10 pa'mos de lar-
gura, e muito encorpado, sendo preciso ape-
nas para cada leegol 1 '/i ou 1'/metros, alm
d'esta applicagao tambem esta larga e en-
corpada fazenda propriapara toalbas, saias,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
go de 20000 cada metro.
CASEMIRAS A 20500 CADA COVADO
No Bazar do PavSo vende-se um grande
sortimanto de bonitas casemiras de urna
cor, acodo asul, lirio, mssclada, sen lo o
duas larguras, proprias para caigas, palitos,
e roupas para menino, e vendem se pelo,
barato prego de 20500 o covado, roa da
Imperatriz n. 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com diffe-
rentes gosto pelo barato prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavin.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de Sais-
simas alpacas brancas lavradas, imitago
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bazar do Pavao.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E GiO RS.
Vende-se om grande sortimento de lin-
das alpacas lavraaas de todas a cores para
vestidos e vendem-so a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavao.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais lidas e moderdas la-
sinbas ou bareges de quadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largora de chita
frsnceza. e liquidase a 640 ra. o covado,
no Bazar do Pavao.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de nma s
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas para creangas por ser urna fazen-
da de pora I3a e moito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavao.
GLACES A 10000 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegante sortimeoto desta
nova fazenda denominada glacs seado urna
fazenda de la muito larga e com delica-
dsimas cores, tendo tanto brilho edmo a
seda e vende-se pelo barato prego de 10,
2 cavado, no Bazar do Pavao.
CASEMIRAS A 70000 R
Vendem-se cortee de casemira ingleza de
cores para caigas sendo fazenda qoe vale
muito mais diaheiro e liquida-se a 70000
o corte de calca, no Bazar do Pavlo a ra
da Imperatriz n. 60.
que < Cailu m. 93
A NoT MS"*0*0 qnerendo deixar de leu-
brur ftlfeaM geratanai, o eora eepecialidad
aaa constante rregnez'4,,0 que ella val reeebendo,
tanto mais quanto a jroxima-e o tempo era qne
lodos parecen mais dijpostoi pira misar as
Migas passada, iste aproxima-so o lempo cha-
mad) a fefla; ella apresa-se em nencionar o que
Jem recebido ltimamente, poi orno sabem, os
seus objeetjs primam sempre eny gwto e superh-
rtdade, assim pois os apreciadora do boro drri-
jara-se A Nova Esperanza afim do compraren o
que de melhor exlie no mercado, como seja :
Mudemos aderemos de tartaruga e madreperola.
Agulbas para bordar em (3a.
Linda* caixas d> conrd da Itussia propriH pa-
ra presentes, contunde tres frascos de crvstal com
flus extractos.
Boas agulbas camotas.
l'm variadsimo soitrmento de moderns enfei-
tea para vestidos.
Esparilios de mu i tas qualidades-.
Bonitas e elegantes exixas para costura.
Torzal de seda para crochet, de bonitas core?.
Liudissimas nonecas vestidas e despidas con que
so agrada pcrfeiiarneute aos menino-.
Delicados ramos de dores de laranja com 1 1 2
metro de cpmprimento para regaro de vestido de
noivas.
Bonitos vasos cora banba com dsticos do appe-
lidos brasileiros proprios para presentes.
Modernos pontos donraos para senboras.
^Bons telescopios cora bonitos e iuteressantes car-
tSes de vistas.
Finas cadeias de cabellos e plaqu para relogios.
Perfumaras
As melhores, e do mais oonbcido fabricante,
tanto francs como inglez, eolio expostas veoda
na roa- Duqus de Caxias n. 63, na Nova Espo-
ra oca.
Extraotos, tnstha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, da laranjn, florida e de lavande, ele., etc.,
tudo de superior qualid.-de : vende-se na Nova
E Agora sim !
A Nova E*peranca, a ra Dutjae de Caxias n.
63, recebeu um lindo sortimento de la para bor
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre
ta, escarate etc. ele. a ella ante.- que se acabe
Aos cigarreiros.
A Nova E*peranea vende papel para cigarros
(Mais) a 4*100 a caixinba barato I
GBM DVIMDE
Quando a AGIA BRHNCA, mais precisa scieoiificar ao respeitavel publico *
geral, e em particnlar a ana boa freguea, da> immensidade de objectoe qne ultimamen
te tem recebido, joatamentelquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo
lunllrft Ha rafia o espera na benevolencia de todot qnr lh'a atttodMIb e relevarlo
contiDuando portante a dirigirem-ae a bem conhecidaJcja da AGUIA BRAKA i rol d
Qowiade n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de supirioridade e
qualidadea, modicidade em procos e o sen nunca deamenttido AGRADO E SBJCERJDADbV
Do que cima flca dito se conhece que o tempo d qne a AGUIA WlANCi pdi
dispr, empregado apelar de seus costos no desempenho de bem servir a aqnelles qne
bopram procurando prover-se em dita loja do que necesilam, entretanto sem ennnme-
rar os objectos que por ana natureza sao mais conbecidoa ali, ella resumidamente indi-
car aquellea cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveii com
bem seja :
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de florea finia.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melbor qnalidado.
Lindos vasos com pos dfi arroz e pinael
Caixinhas com dito aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados p
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderemos e brincos de madrepero
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhoa.
Aspaa para baiao.
Novos stereoscopos com 48 vistaa, a
quaes alo movidas por nm micniniamt
urnas substitcem as ontras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitadoa eo
pedras.
Ditas de madeira envernisada com viapo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqoedo <
CHEGARAM
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do : na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preco, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joo Martina de
Barros
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova n. 22-carnbwo
viahmaum completo sortimeoto de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes estao em exposicao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeicao
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao do 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeifao tal
como da melbor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalbos execotados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten
dentes.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos oa tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas corea e qua-
lidades para ciutos.
Leques uesse objecto mnito se podera
dizer qnerendo descreve-los minuciosamente
por anas qualidades, coree e desenhos, tal
e o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dere 8e lhe apresentar o qne poder de
melhor.
Entremeios em pecaa de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidadea e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
. Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completoa para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. Diverso* objectos de porcelana, proprio*
Camisinhas bordadas para ditos. 'para enfeites de mesa e de lapinhas.
1
i
0 COLLAS DE 011
K3AH4MC.4KC4K.3A.
AGOSTMO i IRIDIOS
g
o-
o
I
0
co
Com este titulo acha-se aberto inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrado todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precns.
Espera qne o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderemos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e ootros muitos objectos qne seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, xpormaior preco do
qnfi em outra qualquer parte, troca-se e concerta-so todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
ATTENCAO
CAL IVA DG UM
Vende Joaquim Jos Ramos :
a. 8, i andar
na roa da Gnu
Cervej i branc i e preta
DA
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 4,5, 50,60, 80, e 100000
Veode-se finissimas cambraias suiasas, de
muita phantasia. tendo 9 varas a 80500 e
100000. Ditas biapo com 10 jardas fazen-
da muito fina a 60, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azuladinhaa, que valem muKo mais
dmheiro, a 80 e 100300: todas estas cam-
braas, em relacSo a qualidade, pelos pro-
cos cima alo mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bazr do Pavio.
CAMBRAIA ALLEMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
m a GURA A 10600, H E 1*800.
Veode-se finissima cambraia branca tran-
pa-ente com 8 palmos de largura, qoe faci-
lita azer-se um vestido apenas com 4
varas e liquida-se a 10600, 10 e 30300 a
vara, fazenda que vale muito mais dinheiro.
E pechincha oo Bazar do PavSo.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Peca a 40000
Vende-se moito finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 1|2 Tarasca-
da peca e com om vara de largura a 40
E pechincha, no Bazar do Pav3o
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C.(
especialmente para o Brasil
NICOS AGENTES EM PERNAMBUCO.
J. Jefertes C.
Looreoco Pereira Mends Guimaraes, participa a todos oa seas devedore
tanto da praca como do mato, que estando 1 qoidando suas casas commerciaes. o qu
deve fazer at o fim do correte anno, por laso roga a todos os seos devedores a viren
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seus devedores, qw
os qu8 nao estiverem na loja tem de pagar todos oa seas dbitos, provando isto se far
o abatimento que for preciso para a liquidaco de suas dividas, para isto poderto di
rigir-sa roa da Imperatriz o, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinehas
Vende-se cortes de castores para calcas,] bal5es de arcos a 10000.
]*n- Cortes de brins de cores al Vende-sebalas de 15 a 30arcos a 1|
10500; cortes de gangas para calcas a 10,' e 105OO cada um. Cortea de cassas em
Ci/-nl de- ca8emiras Preta para calcas a papel a 20500 cada um, para liquidar.
30500, 40, 50 e 6$000. Bramante de linho e algodao cem 10 pal-
Crtea de chitas a 2:500. mos. de largura o 10800 o metro.
Vende-se cortes de chitas para vestipes: Panno de linho a 760.
Ditos de cassa para vestidos a| Vende-se bramante de 10 palmos de lar-
a 20500.
20500.
Pecbincha a 40000.
Vende-se pecaslde algodao a"40, 50,
e 70OOO.
Para liquidar a. 30500.^
Pecas de madapolo com 12 jardas
8ura proprio para lencesa 20800 o metro.
Lencos de seda a 800 rs.
60 Vende-se urna porcao de lencos de seda
a 800 rs. cada um,
Chales de cassa a 10000.
Vende-se urna granbe porcjto de chalet
30500. Ditas de dito com 24 jardas a 50, ;de cassa a 10000 cada um, para liquidar.
00, 60500, 70, 80 e 90000.
LIQUIDACAO.
Pecas de algodaosioho de listra
proprio
4fi Piin \ 'ATnmiTPA M\ Pa roaP de escravos con? 42 jardas
*0, Klld QQ ljOmmerC>O^D.|605OO e covado 160 rs. p.7a liquidar.
a*- AZULEJOS
AZULEJOS.
AZULEJOS
Ha para vender alguna milheiro3 do mais lin-
ios azulejos, vindos por encommenda de alguem
pe por circumstancia os dispensa. No armazem
le Tasso Irmao & C., pra?a do caes de Apelo
m pe da ponte pro?iaona.
Lona de algodao para velas de
embarcarles.
Vende-se :em caja de T. Jefferies A C
46=Rua do Oommercio 46
A' ra da Imperatriz
n. 60.
Bazar do Paraa sito a ra da Imperatriz n. 0, esta' constantemente aberto
das 6 horas da-man'iii as 9 i\ nonte.
\ '
8REU
Vende;8l f l*500 a arpoba en barr' = no ar-
muem da bola amarella no oitao da sejreuria da
polica.
DAS
FONTES
Hauterive & Celestina
Vende-se mais barato
do; que em ontra
gario n. 11.
pira liquidar
Chitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
[Para acabar.
Vende-se pegas de cmbralas victoria, fi-
as a 60, 60500 e 70000.
I' omite barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. a duzia.
. Cortinados para janellas a 50000.
Vende-se cortinados para janellas a 50
o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 60000.
Veode-se cortes de percales de duas
saias de bonitas barras a 60000.
Cobertas de chita.
Vende-se a 10500, ditas finas a 20500,
ditas encarnadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50000.
Gangas para caifas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 400
ra. o covado.
Lencos brancos a 20000 a dazia, para li-
quidar ; grande porcao de mantas para
gravatas a 200 rs. cada orna para liquidar.
Cassas francesas a 280 rs.
Vende-se cassas fraosezas 'para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdya de cores para vestidos a 400
e 640 ) covado.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o covado.
Lasinbas para vestidos a 320, 400 e 510
rs.#ocflvado. ,
O proprietario da loja denominado Arara, declara ao respeitavel pa
seus fregnezos qoe est cooclaiodo soa liqoidacao, por isso quem qalzer
Fusta a 360 rs.
Vende-se fusiao de cores para vestido
360 rs. o covado.
Algodao enfastado a 900 ra.
Vend-se algodao enfestado para lencei
e toalbas a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 10200 o metro.
Chales de merino estampados a 80000.
Vende-se cuales de merino estampado!
edm barras a 20,20500 e 30 para acabar
Grande porcao di retalhos.
Vende-se grande porcao de realhos di
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est na porta
Roupa eita encontrarlo
Por precinho razoavel
Todos se enrouparto.
A SABER :
LiquidacSo de ronpa eita.
Vende-ae pallitots de brinsinho da linho
proptio para andar em casa a 10500 ; di*
tos de ganga a 20000 ; ditos de meia ca^
semira a 30000 ; ditos de alpaca de cor
a 30500 e 40000; ditos de panno fino
preto a 60, 80 e 100000 ; ditos de can-
miras de cores, a 60 e 80000; colletea
de cassinetas de cores, a 10500 ? ditos de
brins de qaadrinhos a 10OOO; ditosde-
sentirs de cores, a 20500, 30 e WOOO.
Calcas zoes pira escravos a 500 n., aiwa
de algodaosinbo de listra a 0 f* mt'"
de brim parlo a 10600. tf e*g0 j*;
tas de dito branco de linbo a 30500 e 40 ,
ditas de casemiras de corea a 50.W, 9
e 80000 ; camisas de chita a 10000 di-
tas de algodaosinbo proprias para o ser-
vico por ser fazenda forte, a 180; ditas
de noso'ina a 10600 rs. ?*rnl*jai* r
aot
de
qualquer parte no armazem' da ra do Vi- noas fazendas por pouco dinheiro tenha a bondad'e de dirigir-se ra da lmperatrij B
72, desde as 6 horas da maohaa as. 0 da nonte.
Vn


l'ehumbnco Jloniiiigo 11 de D
ezembro de 1870.
Vraham, fregnezes,
WM6 roa Duque de Caxias (amiga-
mente roa das Croaas), sobrado das pe.
m de arUteri o. .
Naste novo wlwJcimeiHo encontrarao os tet-
is de agua-/rosca e gaborosa os intlhores obi
Ws de barro, frois ?e acha prvido'de torto o
aorjflMMo ewno pjam : tuarlinhas de* rnethores
unricanies deMa proviocn, jarras, raorintiw-
retrUdore, b-kLs garrafa pW0 ,eS;'
tudo do melhor barro e gortn ; a*im como jarriV
potesl qaarflnhas, bilkv, jarres o Wsrs nanfl,
j, touca adrada 4a toda* as ffoalidadm e rr i
lidada para as casas de familia*.
----------
=
aporta* n. 53, ra jDV
Vildlem^s"rI^m de
outros
*^WySSS5Sr
l qaaluuer parto
PARp??nde l'inht) l>nofadadas.
GIlAnS a!? MeCM randos a*500-
r* W5 i Ka ^ aia e forrar sala*.
rpcS de barro *> para cigoto.
re? de lodas laalidadoi baiios
Rarrk ^ deprecar algodao.
nvac /rand? eom pmfi da *0Ma-
w.\A> e brinzoes Ja I!nss:n
VWH^|aK"nU' "JU,l- Ljns e econmicos.
r-n^v; A Bonle!lu* Pm caixas.
S5 fnperior de Gaulier Preres.
AGUA florida;
BABMS de carne salgada de prco e de vacca
LOJA DA AURORA
n Larga do Rosario n. 38.
ni:
lanoel Jos Lopes $ Irmdo.
Esto resolviJos a vender barato todas as miii-
dezas existentes cm sea estabeleciraento, a saber
ITm lindo sortHDento de riquissimas fitas escobe-
ta* de sarji ou e!e selim d>> tids ns larguras do
que tem amostras, e se encarregaui de mandar
levar em qualquer parte.
Espartilhos de linho, fazenda boa
Capachos cempridos a 700 rs. j
Ditos redondos a
Pecas de tila de lia de cores a
Ditas da seda preta crin pnspentos mui-
toboa a
Latas com pos de arroz
Caixas com 100-envel pes nuadrados
proprias para rarts a
Caixas coni 100 ditos do porcelana a
Botes de iso brancos para calca, giss.a
Ditos de dito preto,-, gtosa, a
Caixas cotii eekketve a
Ditas com colehetes pretos a
(hartas com alfinelesa
Pecas do bjbadir.he t>tr0. i a
Caixas c,m agullus francczis a
Pentes volteados para minina a
Espelbos do ouiuna de Jacaranda a
Botoes de punho pr.rair.ccina a
abados do Porto, largo, vara a 200 r? o
Normas para escripia a
Macos de palitos de denles a
Assim como recelme- pelo vapor viudo do Rio
de Janeiro p rape Paulo f. rdeiro amarelir.no : na
rna larga do Rosara n. :t8.
hreita, 3 p rtas n. 53, anliya
hja d, Braga
\ cmjsi^^jt^s $&*?dsRtendo av,su a"r^ar tnij
diversos pontos da Europa o meZre nh,L, l0r". PJ01?10 ",aad;ir buMar em
nsais conhecidos ; pelocne convida s L, ?,Si de .5fU **e*ciroenlo dos fabricantes
virem se lervir dos ffltoTdiVni L el fnL,,C0 '***"* Wt6tn> freguezes,
em entra qualquer pan? UU1 rtiSini c^'J^a eDCon'rara *" "'enes 0 0,0 do que
do bemconhe^ofabriai?ten.ff^ de raachD,s I"" descarecar algodo,
ditos para fego, molK-r? caf 1 *,,,, """k a ura' molore3 W 8I"tae
dons canos e de. mn tanto toSSa S LlTh,' da ^^^ do ,aP. epingardas do
do diversas (,.im,TL L" JD.gl?uA_ barbante, enxore, papel e
como enconlrarao constanta-
rae.-.ie da
esta novo
Rna da Imperatriz n. 2
Imialha
iv^nn.te'"10 DBl"s como 'raneen louca d
alhTdeW .^8 pre5s-ll,baDdea8 cbiaezas, salitre, reu,
. d!Ztrro' e agulha para fugueteiro ; mm Z
nde.po^de^doar^^,
Lonreiro, antiga foja
i MiT? de Jbje!,os' <0.M orna
| 63' l0Ja de LeortK
in
enfadoubo nurara-in*
do braga.
venhara ra Direila o.
PRECIOSA
BERTA
B UiDptoosoj.staeleam oto <|. (azulas acba de chegar directa
lrowifci*, B,coinrem.t c n, SeliLiV vie sin isaar- '*"*,,,ri'-nov'-
sedas lisas, lavadas, fretag e decores.
Jt-Mone par;, vestidos, noderocs gius.
K'TeTr^ es,rvVr' ;'J8Cre,e!;a Varedaie d***,M P^roes.
eos de velluda, paita1 merm, fliro, o
o*ida Je.
Sitas b
DO
GALLO VIGILANTE
Rea do Crespo n. 9
_ Os propneterios (Jesie bem conhecido estahei*.
cimente, alen dos nitritos objettos <;ue tinham a-
postos a apreciaco do respeitavcl publico, m-
daram vir e acaham de receber pelo n.'timo vapw
da Europa um compelo o vanado sortiuiento *
finas e mui delicadas especialidades, as quaes e-
tao resolvidos a vender, como d u costam*.
por precos muito baratinhes e eommodoe psra te-
dfts, com tanto qno o Gallo.-.
Muito superiores luvas do pellica, pretas, bra
cas e de mui lindas.cres.
Mui boas e bonitas- golchas e pUnhos pgra -
nhora, neste genero o ce ha de mais moderad
Superiores pentes de tartaruga para cciinea.
Lindos e riquissimos eufeites para calaca* da
Exmas. senhoras. ^
Superiores trancas pretas e de cores com vMh-
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode nave?
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques
marfim, sndalo e osso, sendo
exame
incontestavel a todas a
por sua bundade.
*3500
800
800
500
13000
13000
600
13000
80
too
40
100
80
100
240
310
23000
too
280
200
120
lV:!'Tsd:S,eftXi;erieCas' tendo .'cenezk de que possue
^as as outras preparaces. que al hoje temanpare
Esta agua compoe-se de substancias
?5EE5?5??.!^?W^ ao publico, depois, porm, de m severo
leza de r
al hoje
emente em casa do autor, Andr DebafffieiLro de M.
Kua 1 de .Vartjo (antiga Crepo) n. 7 A 1" andar
orna aeco
modo
purificadas, e
lal a dar-lhe
ostos^' ^ u ,D"uua> piU 3> mer:D' f6* v-"e de mais moderno e lindissimes
Bjreges de phantasta, fazen!.. ptopria cara ba.;e.
J anuarias de corps com palmas lindissimes os'o.
nroaj de urut pau senbon.s.
Grvalas [ara hinoom, gran:le sorlimenlo em feifios < c
BraUDiM, espuiH;. fi bramante de todas aslarRur
- Laaunbas m.m da inta fazenda liseiraoenifl nova para vesliJo*
res.
quaes tem um completo sor-
levemente; mmediaUmeale Ocam
AOS (JA VALHEIkOS
0te^^S"'^.;:?;s^rMUM'"&Wsia*-"ut:
NOTICIA
do
a-eo- tas preUs fios.enctsgorgoroes par., collete
Ditas de sotes, de qnadro?, lisos e ti? fo'rvs, comple
finns brancos .l Iu,l0 da l-.das ;s floalidades
Djtos d cores, lieos e trancados, grsn c Eottiaeitto.
Um bibil ailhta para cortar e diri'ii
freguez.
Una modula igualnvnl-:
mpleto srrtimenlo.
q -alq.e: or;', quo s se entrega a contento
e madreperoia.
- aquellas brancw
com lindos desenbqs, e estes prelos.
Muito superioree ines fio de Eseossia para *t-
nnoras, es quaes sempro se vendrram por 3030
a anzia, oninlanto ue us as vememoH por HU
aim destas, lemoa'tanibem grande sortiirento a*
outras qnaJidados, entre as quaes algamas mui*
Roas bengalas de superior canna da Irda.
castao de iiirim com lindas e encantadoras fl
ras flo mesmo, no&c gtuoro o quu de tr.elhor%?
fijaii; Mm.ileaias ipmoi aaibem crsad*
quantidade do outras quaii.ad. -, cono tata,Ctt
deira, balea, osso, borrai-ii.-i, etc. etc. etc
Finos, bonitos e airosos el cotinhos de cadeia ?
de outras qualidades.
Lindas e supericros li^s de se,ia e bonwfe*
para segurar as meias.
Roas meias de sed.; para senhera e para rneni
as do I a 12 annos do id.-..V
Navalhas cabo de narni e uriarnga .ara fs^f
narua ; sao ;nmto Loas, a do mais a ras 'o
ranlulas pelo fabricante, o nos por nos^a vez tas-
bem a^ssefcuram.s sua qnadado e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas paia machina para crsxt
l2lL_'nua niuilobua de peso, frouxa, para eaie,
Rons baralhos de cartas para voHanto, asc-u
coir.o os tontos para o mesmo fim.
Grande e variado sorliuiento das melhi-res r.<*
uos ruclhores c mais conheciJo.-, per
fumarias
fumistas.
Elctricos
COI.AHES DE ROER.
tos.
McirnTE
eio ope.-aru.tta contpleT^o'l~oTo"aT?i,
Tinta para escrever.
rn-ta a mais completa perfeicao'noVseus trab
Em resumo concluimos
casa M.ZLfeTm^S" "'^ "** 3S
quer ^r ~aP|6to sor,imeI,0 de ^ india, por menos pre^o q em outra qnal-
Aberta das 6 horas da ma.iha s 9 horas da noute.
igo
novas mus: as
ka
para piano.
gDanse des negre3 do, maestro Cazalbore.
gi-wargarida, linda schoiiiscii.
Urna folia a.Roma, qnadrilba.
LUiNDS
Dansas paraguayas.
Ia Habanera.
2a Los negros.
3a Noites de Luque.
4a Palomita paraguaya.
Tambem recebeti as seguintes :
A opera Guara/i//, o os melbjres pedacos
da mesma para piano c piano e canlo'.
Quadrilhas
Walsas
E polkas
Quadrilhas:
Kiselie.
Sitan.
Jardirn das Fadas.
Heroica.
Gapenga, Careca C.
Homens do mar.
Juventude Commercial.
Kocambole.
Ponte do Diabo.
Teneule do Diabo.
Imperial marinheiro.
A sultana como linda.
Independencia das senhoras.
O Club X.
Uegresso do conde d'Ej.
Caminho do frr.
Juarany.
Walsas:
Sonbo da virgem.
Voluvel.
Dansa d'amor.
Ultimas walsas de um doido.
Anjo da meia noite.
Carn3valesc3.
Gtiarany.
Polkas :
Cabri5o.
(orgeio do sabia.
IUC033.
Capenga nao forma.
Querida por todos.
A rival.
Por todos querida.
Za Trz.
falomita paraguaya.
Hi-raark.
-Moreninlia.
Surprtza.
Wora pitanga.
tiloria.
Guarany.
A.ye"da co awnazem de pianos e mus
cas 6o Azevedo, roa NoVa n< ,,, boje
do_Bar3o_da Victoria.
Vend
Rival
RA Ui; sem segundo, Rival sem secundo
;i fiiK tAXU X. 49 A DO DUQUE DE CAXUS tf iQ
muito bom e
120
500
CO
13000
80O0
100
500
GO
600
240
Nunca se
exigencias mais se
ZFEXXZg"****,,nj'" ^to'mirlll^ttlti^ Sff'S a,gUm 'iara ^conservar 00
las inherentes t %, T^.n.J SCm borra> a6sl3' bo!r ^ sem todas essas mazel-
est angeirs ^ "nta8 atea8OI^ODoecidas, ainda mesmo dos melhores amores

Sobretudo, esto estimavel producto nao
i penna adqnire m iSSSSo flo^wodo'- ^ 3-tCS pe, Con"
Bf XSK
Esta tinta; nao"elto^tdE"^iS?JSK? 'SWS' Ss Proveitoso.
copias
sem o enxrgar com o maborr36,
mais de urna copia, i"
mss vae-se com o ori
original fique prejudicio"peas extraccoes
urna copia, nao se agglomeram hntas YolbVqanU.^ o wn
PPa tan; s gaas se dese/am3, semqe'
;m tirar,
Contina a vender tudo
muito barato a. saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras unas para unbas e lu tu-
ra a. ........
Papis de agurhas francezas a'ba-
lao a. _.......
Caixas cora seis saboneles de fruta
Libras de 'la para bordar de todas
as cores a .....
Carriteis de nba Alexandre a. .
frascos com azeite para machinas
Grvalas de core^mnifo finas a .
Grozas de botoes madepersla fi-
nissimos a .- .
Novdllo de linlia de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a .
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tmla prela a80rs. e
Pecas de flta elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Phocomo muito
fino.a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonees muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pivera
Dito de oleo babaza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Urtilhas da doulrina fazenda nova a
Libras de Iinha sortidas de todos os
nmeros a.......
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis da retroz preto, com 2
oitavas a. ...... .
Aguiheiros de osso enfeitados a, .
Libra de Iinha franceza superior
qualidade a.......2#420
Caixas de palito do gaz a. 00
Anltea na do (hcipado Est0l disposla **w a vender toda
. as miudezas pelos baralissimos precos abai-
o declarados, garantindo tudo bom e pre-
Cos admirados.
Dnzias de palitos seguranca a___
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a.........*.........
Frascos com < kobaboza muito fino.
Pacotc com pos de arroz o me-
lhor que ha a...............
N'avalhas muilo finas para fazer
baria a....................
Ca,xi de Iinha bram do gaz a..
jOO vara de franjas de lidho para toa-
out) Ibas.........
320
320
320
5000
500
magnticos contra ? convulsa*. ?
acilitam a denU?au asiniWMCUu criancas/ Sa-
nios desde muito recebedores desles wlOigmoi
collares, o continuamos a recebe-los uor toc*s
vapores aOm de que nnnea falte-a no mettade
K ,aJef1 acMi,pc'*i. assim pote ncdor'.i aqa.-
les que delle., prettsatum, vir ao deposito oaik
vigilante, aoude serapre eucontrarao destes ySS-
deiros collares, e os quaca attendendo-st. ao eb
quatoucroPP,,fadCS' 7ender5 Cm
""UOj. aos nessos treguezes e amibos a vire.
TES r-P'C- muil mtaveis "i ^ ^
com
vigi
ra o Civ-ii, n. 7.
Caitas com pennas d'aco de I-erry
superiores................
Lec;os dj cassa brancos e pinta-
osa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 7Q(.
300
i 00
cruas superior
quem menos culpa ttm.
} dupla qualidade desia
em qnalquer escriptorio baja mais do que 1 tS
Emquanto sua dnribilidade, n3o ha d"e"os m,sleres-
evita que
d cm*ni0as e9peios e WAPW de
ui m
; outr qnal'
Hpu,, ,g0 q rai^J^ZZEfe" ,SL?!?.1
extrema para a

m~ J%fflRWitB&Sa'53"M
sium
66
que pos, ja a VJOLE-
*^*~'^*m*
TAEXTItAFINADEMONTfRO.
Obwrro^a.
A. (7. Monteiro,
ATTENfJAG
. Vende se urna canoa de carregar 1,200 a 1,300
t'JQlos : a tratar ns ra Direita n. 101,
ATTENfjAT
Checelale nacional.
Duas medalbas de prata e urna menco ho-
n orifica.
Jvilla Irmdo & C,
Una nova de anta Rila n. 40
Eiitem poucos alimentos simples e subsun-
ciaes como o chocolate, estimnlatdo suavemente
os ervos, da ao corpo a mais puro elemento de
nniri^ao, e ao mesmo lempo forlilica os oraos di-
gesuvos. Tudw o. mdicos sao unaoimls r-
coramefldar este alimento cerno o mais proprio e
substancial para as pessoas de complexao frca e
debilitada,
Vende-se
Primeira qualidade lr> kil. 800 rs.
Homeopata l\i kil. UOOO
Hespanhoi l|i kil. 80b rs.
Yanuille !|2 kil. 1/000.
At meia arroba ar-so-ha abatimento de 10 OO
e d arroba para cima 50 0|0
Caf muido a' vapor
garantido sem roifturaa800 rs. o kil., em maiorl
qnaiMMule ter abatimento de 12 0.0. *
pgitel*l!*ajgLM 0-">iervar serapre frese.
100 Caixas com 50 novellos de Iinha
do gaz a.
Duz'.s de metas
qualidade a.
Pecas debabadinhos com 10"va-"
ras a.........
Pegas de tiras bordadascom 42
metros cada peca a l 500 e.
Pecas de fitas para eos de qnal-
quer largura com 10 varas a.
Escoras para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e.....
Pecas de tranca lisas, brancas
de cores a.......
Duzia de Iinha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para m '
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de pete a.' .'
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabanos porluguezes a. .
Carloes com colxetes carreras a
Atotoaaras para collete diversas
qualidades.......
Caixas coin penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos rancezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos...........
Resma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
- riora......
20a
200
500
240
500
720
14200
500
500
40
240
400
1^800
700
640
-240
500
500
500
500
320
4,5500
2)J000
moc
30000
400
20
400
50C
40
2^000
240
400
4,J00O
30600
^Spoffi*s7
do .a tinta que eu fabrico
Na roa nova de 8nta Rita r
CordSo grosso
w^jrassr- -* wat
FARINHA
de trigoaSOOOa oarrica : no armazem Ba-
uza, ra do Livramento n. 38.
Kot-rnte-rJieamMtico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rhenma-
ticas at hoje o mai* conheeido pelos sens mara-
vilhosos resultados.
XAROI'E DE AGRIAO.- um dos medicamKi-
^iUfl ? efllcacia as enfermidades, tosse e
angoa pela bocea, bronebites, dores e fraquea
"hnTu S5erobni e moleslias de flad". Pe me-
lhor tm aprovado. *
TINrUA DE MARAPUAMA.- A celebre ral,
de marapuama, cuja energa e efflcacia as para-
nienda Cimenl' etC" etC' muit0 r**m-
Todos osses preparados se encontrara na pbar-
^ peUo tu ra larga do Rosario n. 34.
Calcados francezes
Gr.-indiii sorUmento de cacados franceies nara
homens, stnhorase criancas, botinas de seflm e
w" ,M?1 b"BOo.dito dedoraqoe de coras oara
senbra,|lo prepo mais commodo da que ^
irannalqaer parte : na loja de eateadaidatouK
ooroaruaaCm n. ti aoteadoamuiij
J eoraeiro previentt
Rea do Queia.do a. 1Q.
Novo e vanado sorraento de petfamarw
finas, e outros objecmV
Alm do completo sorlimenlo de perf
manas, de que effeclivaroonie ezz provfoi
loja do Cordeiro Providente, ella acata i
receber um outro sortimento q;e s-r rr
QOtavel pela variedade de objectos.
aade, qualidades e commodidades
eos; awim.noj o Cordeiro Pj-evitentf i
9 espera contmuar a sierecer a api
do respeitavel publico em geral < ;-
boa freguezia em particHiai, alo si af*;
lando elle de sua bem c6nbectd;
e barateza. Em dita !o.i? eao i
apreciadores do boa:
Agua divina de E. Coudrav
1601 Xa J6^?6 de M,frra"v iato.
Dita de Cologne ingleza, americana (m
ceza, toda3 dos melhores e aisacre Ju.
fabricantes.
Dita de flor de larangeL-aa.
Dita dos Alpes, o vilete para toitet.
Elixir odontalgico ^para conservia*o ,
issetoda bocea.
400 CosmcJiqucs de superior qualidade e ciu
*w rosagiadavets.
30600 CTS / Iatas maicre8 8 Bfinorcs, cor
*0Ul pomada fina para cabello'.
Frascos com dita japoaeza, transpareni
UU e outras qualidades.
2000 Fin08 extra.cto inglezes, amei-
francezes em frascos simples e eneiu'.
Essencia imperial do fino eagradzvel ca*
ro de violeta.
Ontras concentradas e de cheiros ni
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qaidl**
- cem escolhidos cheiros, em frasees do difr v
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, majares mecer
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em fot
ras de meninos.
Ditos muito finos m caizicha para barn*
Caixinhas com bonitos sabonetes ictaa
netas.
Ditas.de madeira iuvernisada conlendo {
as perfumaras, muito proprias nara o*
lentes. F p"
Ditas de papero igualmento bonitas, i
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e <
moldes novos e elegantes, coa p de arn
e boneca. *
Opiata ingleza e franeeza para dentes.
Pos de camphora e outras differeafc
qualidades tambem para dimtes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mala coliseo.
m outro sortimento de coques e a
vos e bonitos moldes com filets de vdrillt
e alguns d'elles ornados de flores e fik,
sstao todos expostos i aprecelo de cuc
os pretenda comprar.
GOLUNHAS E PUNHOS BORDADOS -
Obras de muito gosto e perfeicao.
Flvellaa e imm pan tAmi.
Bello e vanado sortaBaato de taes^b,
toe, fleando a boa escalba ao goeto do cop
orador.
Joaquim Rodrigues Ta- J
vares de Mello,
TEMPARA VENDER "
em eu escriptorio, praca do Cofpo Santo
Pnmo em folba
de i- e qualidade, e vende um ou mais
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa*
ultima chegada.
Potassa daEusak
Farlaha ai Mura.
Vinho Bordeauz.
de Ia qualidade. Tudo de rende raafet
barato do fM en outra qoelqMr pane. ^
de primeira
Vinho itrez.
em caixas: vende-se eat





II
/*v
V
Diario de Penjambuco Domingo 11 de Dezembro de
1870

~
LITTERATURA.
DEMTINO
May
O DUDO DO
fm
yne Red
(Continuaco)
Agr lecido. siqnorina disse o jo-
ven artista, arrin-w Onso crer ,>ca
ser exceptuad > da seradliancyi o falo.
uoanto minha denNdide, wfmva i ir-
reani, bem podetia en es:abelec la, a nao
ser a b nevolencis to aeu amigo Cocrin>,
que, nao Mtisfeitoea me expoliar de lodo
o dnheiro que po.soia, m roubra a crta
de ;ipr?se!il;ico de seo Gibo, e que fui ni
pedido dcentrogar-lln pessoalraenle pelos
motivos qiirt j conhece.
E porque nao se dea a conhecer quan-
do aqui passou em poder d)S salta*
dores ?
Ignorava o oome da localidade anude
cues m-i haviam conduzido, e nSo suppo
iiia estar lo prximo do pai e da irmia
do meu querido amigo Luigi.
Rutas palavras, pro-ridas *om certa era-
phase, fizerara colorir as faces ue Lucelia.
qoe por certo n'aquelle momento lew al-
^iiiiias recordantes da sceua presenciada
da janelfa.
Que penaexe'amon o syndicoq ox-
eo r.3u soubesse is.-o I Tena feiio tu loa
os esforCOS para Ibe obter a Iiberdade!
Mil graras, signare Torreani, mas
i.-su cSttr-lhe-bia caro ; era negocio p-ra
irinta mil escudos.
Trinta ral escudos!excamaram os
circunstantes em efiro.
Kstima-se em subido valor I disse
Guardioli irnicamente.
NI) fui en que marquei a laxa do
rescata mas sim o capitn Corvino.
.Naturalmente jolgou ter appreherdo
algum mdord, proseguio o militar e,
lobeeeado o contrario, por isso Iba deu
a iiberdade.
Sim,rrdarguio o fugitivo, aposen-
tando p>m indifferenca a mao mutilada
mas primeramente foise apropriando de
um dos meus dedos, como rafeas.
Lucelia soltou um aflictiva grito, 10
raesrao lempo que sen pai observava en-
ternecido a mi mutilada do mancebo.
E' v;rdade,disse o syndico 6 urna
prora rrefragavel de que a minha interven
co de poaco loria servido. Mas diga-n s:
cono po lo tivrar-se do poder de taes per-
\. sos ?
Amarilla aremos tempo para essas
narrac&esacodio o capith Goardio.i, des
paitado corr o iatersse que o prisin dro
comecava a dispertar. Ordenanca,pro-
segoiu, voltande-se para o cabo cumpra o
sea dever : leve o prisioneiro, encerre-o
do corpo 'Ja guarda ede maub3a inlerroga-
lo-!iei mais minuciosamente.
Aintla prisioneiro I disseram eco
voz balxa o synd'co e a fillra.
PermittVmedisse o inglez, dr?:-
do-se ao oficial que Ibe observe que
grave a responsa (alidada qae assume. O
seo propiio governo nao poder salvado
da correo, a i a que o sujeita o ultrage que
pratica com um subdito britannico I
E seu amo GiuseppeMazzini, signare
inglee, tambera o n5o poderi Jivrar do
castigo em que incorrem os espios repu-,
blicaoos I
O signare esl divagando de um mo-
do para mim incomprehenshel redar-
i Henrique Harding.
_ Vacos, cxcellenza, acudi o syndco,
dirigindO-86 O capito est engaado a
espeito d'este s'.gnore : bem longedo ser
espiao, 6 um disUclo cavalbeiro inglez.
amigo de meu fibo Luigi. Eu tico por seu
fiador,
E inadmissivel a flanea n'estas cir-
r-umstancias replicn o conde. T'iiho
qae cumprir as aossas instrucr'S. Orde-
naaca, faga o seu dever ; conduza o prisio-
neiro fo corpo da guarda e apresenteni-m'o
amanase.
Nao bavia alli outro recurso seno a obe-
diencia.
A porta estava defendida por soidados;
toda a rcislencia era in.til. Henrique nao
a olerecea : submetteu-se silencbso as or-
dens dadas, mas nao sem trocar'um relance
de olbos com a Joven Lucelia, que o arn-
mou peraateesta nova hurailharSo, lancan-
ilo por ultimo ao.capito Guardioli oua
oihaY qae iacomm dou durante o resio da
noute o espirito do nobre conde.
\LV
KXI'I ltjACI'.
Ni m nlia que se segnio vio-se o cap'
lio uanioli forcado a por tregoas sua
arrogancia. Depois de l< nge interrogatorio
leve nao somente.que renunciar esperan-
ce de lescobrfr n'm espilo, mas al do se-, mancebos e dar os pormenores da sna vida
Estas p Tguntas e aoit%s miix no meemo
genero forana rpidamente feitas por ella,
e soecessivamente respondidas por Hen-
nqae.
Tevc este qae narrar pelo miado o epi-
sodio de qae resaltara a gacao dos doas
convencer di sincaridide da sua narraco.
Os ii tbitanls da localidade testemunha-
vjnii ;i vissfgt-m ti,lie alli como prisioneiro
ios 'sa'teadow; a*sua nacionalidade era
ttnda qnta prova em favor de H^nriqoe.
o .:':,) Tes.-' pndiater um inglez era
[io?ocio polticos-do j)aiz?
o .., U5-1 cjnvencou so de qoe, detendo
an.s/i. s-3 mropromettia a si propro pe-
rfile o g .vern i da I ie.laic.ra, e por isso do
liberoa dar Ibe a iiberdade, disbreando a
sua previdencia fg.tUti com as apparencias
de ciyii'scendencia para com o syudico.
Temos, portan'o, Henriqoe Harding in-
da ana vez eso hberdad*.
Com grande desprazer o vio o capito
GuardiuU estabelecer-se em casa lo syndico,
mas como nao podia oppor-se a isso sen3o
por um acto da mais arbitraria autondade.
de q :o pojeria ser Iho pedida e-trerta con-
ta, de.vjro'1 o sen despeilo com toda a
pliilosopliia qoe p6do chamar em seu au-
xilio.
Uuia casualmente era casa de Torream
um rata compilo que Luigi deixra por
impr piio para usar Mn Londres.
Para a aldea de Vdle do Oruo era de-
ptisimo e servia pe,ifoil?.menb a lljari-
ipie llnliitg.
atunera Torreani instou para que elle
o acces< ; o mm ebo nao podia con o-
lieo emento recusar, visto o estado lastimoso
di que possuia e a consideroslo devida ao
sen ho.pede.
Urna bora depois da sua hospedagem em
casa do svu lico appare.ia ello com um filo
de reliado e caicOes de larga abloidara,
irrz'n lo cabido sobre um la.io da cabeca o
chapeo calabrez emplumado; em summa.
era um perfeilo salteador, abstrahindo da
physionomia e dos sentimento-.
Lucetta Bcoa naravitbada vendo-a na-
quelle no o cosime, que Ibe Casia realce*
a elegancia, ass m dhando o muito a Luigi.
Iliirique leve de airar a sna odyss
desde o moruen'.o da captara pelos saltea-
dores ;.t ao regrewo a Valle de Orno. Na-
turalmente sopprimio os promenores que
pol9nam ser inconvenientes para serem
narrados a orna menina e insisti principal-
mente nas p::ipecias da fuga.
Pasean em si.encio certos pontos tocados
na carta que engolira, contando dar delles
oonb-ciment.i ao syndico mais tarde, bem
como o motivo especial que Ibe inspirara o
vivo desejo de se libertar.
Osotivintes redobraram de enriosidade
qaaodo elle fal ou da coadjuvaco mysteriosa
que recote.a. (Juem ibe leria fornecido a
faca e escripto a caria ? Naquella o:casio
em na la os esclarecen sobre taes conjecln-
ras, deixando mesmo de fallar em Tomasso
explicafoes que reserv u para quando esti-
vos-e s com Torreani.
ContenlOH-sje em contar a raptara feta
no tocto, a queda na ra e o alarme das
eonellas. Disse como ebegra a evitar a
primeira vdela, estacionada ni garganta do
monte, cioiinhanlo de rojo. Ao chegar
jiuito a segunda, comprebenden que n3o
podia usar do mesmo processo ; de f^.caem
Ipunho, hesitara por um instante em jogar a
I vida contra a de uai salteador. Repugnar.-
do-lbe dHrr;:marang':e,occultra-sa no mato
al haiar a aurora. 'Felizmente, a esse lem-
po o espesso nevoi-lro que cobria o valle fa-
voroceo Ihe a fuga, roubando-a a qualquer
vigia. Ignorava se fra perseguido : devia
lelo sido, mas nao logo. A sua ausencia
.- seria notada a Lora em que elle so achas-
se longe. camiobo que seguir para
di fui ao arrai I dos salteadores havia-lhe,
felizmente*, liado iibgreaaO n? memoria, e
,or is o p I fcilmente vencer as distan-
('-'. animado ao mesmo tempo pelo pergo
da sua si nac3o a pela dos proprios que o
oaviaro. Assira hegra a Valle de Orno
ao cabir da noit para alli s?r novamente
aprisionado.
A conversa cabio depois sobre Luigi e
dentro cm |WOC0 o dialogo era apenas de
duas pessoas, porquaoto o syodico lora obri-
na retage*rda, amaldicoando intimamente o
joven ioglez e ambicionando um pretexto
para o precipitar no fondo-'do valle on tres-
passa-lnfiTa espada qne c'ngja ao lado.
sua vo!, e, logo que elle deitoopa^a iraz
O capuz, deixon ver se bem patente o chefe
dos salteadores, Cervino, cujo nome Heori-
qiH pronaa^i estapefacto.
fOLHETIM
WIWOWIS DIMIT
POH
Xavier de Montpn.
gado 3 sabir para ne
socios ofliciaes.
L-icstta adorava
E intil dizer se qoe
Luigi, seo uw,'" rrma.
la elle bem ? Viva saisfeito em Ingla-
terra I Progreda na sua carreira ariis-
lica ?
em commum. Lucelia pergunton a Henri
qoe se sabia qual era a opiniSo de Luigi a
respeito das louras inglezas, t3o differentes
das morenas ita'ianas, e de passagem fez
aliusao a ama joven romana prenla dos
Torreaoi, a quem Luigi devia ser fiel, e
pergunion a Henriqne, o qual sgppunba
protestante, se, no sen parecer, haveria
peccado em se realisar o casamento entre
pessoas da sua communb3o e a da santa
igroja romana.
Estes assumpto e ontros anda menos
importantes oceuparam o comeen desla en-
trevista, perguntando e por sua vez respon-
dendo a interesante Lucetta com urna
franqueza que arrebatava o espirito de Hen-
rique, e tal era o encanto sob que se achava,
qu3 pouco fultava para de urna vez se es-
juecer do condato de Iiackingbam e de
Bella Mainwaring.
Nessa mesma noile fez elle ao syndico a
confidencia do que soubera sobre os desig-
ni is de Corvino quanto ao rapto de Lucelia,
doclarando-lhe qae bavia escripto a Luigi
para que viesse de prompto a Valle de
Orno.
Torreani nao occnltoa o cuidado qne Ibe
causava tal commnoicacao, qae o n3o sor-
prenden ponpianto j bavia sido prevenido
por outra v;a, como sabemo?, pnrm a no-
ticia da caria escripia a seu Hlho em taes
circumstancias de perigo para Henrique era
objecto para o mais profondo reconheci-
menlo, e elle n3o deixou de torx-ar nos bra-
cos o joven inglez c aperU-l estreitamente
contra o corac3o.
Dcsta entrevista resolOfl para Henrique
X) esclarecimento sobro o ponto, ati alli
misterioso, de quem era o seu oceulta pro-
tector.
Qaando o syndico novio o nome de To-
masso, estremeceu, como qiiem tinha urna
iuspiraco, e logo que Ilennque Ihe deu os
sigoaes dello; nao Ihe reslou Uuvula de que
era um antigo inquilino de urna sua fazen-
da, qne, dpois de ser nbrigado a alistar-se
nas tropas pon'.ificaes, fura implicado n'um
crate e lancado n'um carcere, d'onle tai-
vez se evadi, fazendo hoje parte da qia-
drilha de salteadores. A recordaco de be-
neficios recebidos do syndico tinham Ihe tai-
vez prescripto o seu bora procediraento.
O syndico reconheceu, pois, a necessida-
de de tomar precauces contra qualquer
tentitiva de Corvino.
J ha lempos bavia deliberado sabir de
Valle de Orno. Nesse mesmo dia conclua
a venda das suas propriedades, achando-se
livre para procurar nova trra de residencia.
Cora tudo a crise nao Iho pareca imminente.
Os soldados d) Papa devita occopar anda
por algum tempo aquella aldeia, e por isso
poderia o syndico esperar o regresso de
seu ilho, qiic n3o devia demorar-se muito.
suppondo a regalaridade dos correios, para
a recepeo da carta de Henrique.
Lucetta, constando-lbe a prxima chegada
de sea irmSo, n3o podia deixar de admirar-
se, parquanto sabia qne seu pai njio havia
recebido carta alguma d'e'le annunciando-a.
Assm decorria o tempo. passado em in-
nocentes convers'-s, que, quasi sem modifi-
cac3o, versavara sobre a vida de Lm'gi pas-
sada em Londres e as aventaras de Henri-
que. Mas estas conversas eram por vezes
interrompidas com a presenca do conde
Guardioli.
Henrique, sob a impresso do que sof-
frera dos salteadores, offereceu ao conde
os seus servcos para servir do guia tropa
na perseguirlo da quadrlha. o que este rc-
gei:ou de um modo que fez augmentar a
aotipalhia j existente entre o joven inglez
e o titular italiano. Desde essa occasiao
nunca mais os dous trocaram urna palavra.
Um d3, porm, aconteceu que ambos
acompanbarara Lucelli a um passeio cam-
pestre a um monte onde havia certa gruta,
oulr'orav habitada por um anachoreta. Era
esta urna das curiosidades do lugar, e I/i-
celta, por indicaco de sea pai, convidou
Henrique para a ir ver.
Se bem que o conde Guardioli n3o hou-
vosse sido convidado, elle mesmo se offere-
ceu a acompanhar, sob pretexto de guardar
a joven, cassim todos tres se dirigiram
montanha.
Guardioli, devorado de ciume, caminhava
LOBOS C0MTE1.LE C.VRNEIHO
A caravana acabara de chegar ao cume do
monte, e, visitada qoe foi a grata, encarre-
gouse Lncelta de narrar a legenda,
O ermita vivera largos annos ni gruta
sem nunca apparecer ni aldeia. A sat fru-
gal alimentaco provinha-lh; de escolas de
pastores e alguraas pes;oai c ri losas. N' im
bello da desapparecera som que alguem
soubesse do sou desuno Correr o boato
de qoe os salteadores se Inviara apossado
d'elle, mas n3o faltava quem alfirmasse que
elle era um dos da quadrill e que enver-
gara o burel de ermila para melbor espi-
nar em proveilo dos companbeiros.
E os pastores o qoe dizem? pergun
toa o conde, como qjem quera dar prova
de mais atiladoElles, que o sustentara,
bem devam de saber o seu destino.
P le perguntar-lhes. //ore capita >
respondeu Lucelia \lli esto alguns.
A joven, fallando assm, indicava um
valle por onde caminhavam cinco pastore
guiando rebmhos de carneiros o que nlo
lardaram em se aproximar do monta da
gruta.
Estes horain?, vestidos de cspsssas pe-
es de carneiros. traziam na cihecj o ird^1'
cional chap) de pilrn e calcitran sandi-
Ihs; < costi3 sguravam largas varas
Apesar do calor q e fizi. u n d'elles cobria
a cabeca com grande capuz.
Ooflhial compromMtera-se om Lucelia
a interrogir minaciosameat) os pastles lo
go que se aproximissam deles, o que n>
podia tardar.
Hmr]ae, dirigin-lo-se a joven italiana,
disse-lhc :
Hj costnmes no seu paz, $ que me s3o de tod j eitraahos. Cre i que os
s'us prtricios n3) comprehendem b;m a
economa na distribuido do trabalbo. Por
exemplo: na Inglaterra bastara um s ho-
mempara guardar ura rebanho de quinhen-
tas caberas de gado e aq li vejo cinco pas-
tores para um pequeo rebanho. e anda
assim, n3o prestam grande cuidado a 03se
servicn; ao que parece.
Muitobem!acuda Lncotta. um pou-
co melodrada no sen or^alho nacional -
Mas os pastores no meu paiz costuroan ser
encarregados de rebanbos di g-do incom-
paravelraente marores do qne eise qae te
mos vista. E' de crer que aquellos ho-
mens dexas-em alm do monte a maior
parte dos rebanbos, e isto porque d'este la-
do ba Douca abundancia de pastos.
A inda Lucelia n3o terminara a phrase, e
j os pastores e o rebanho seibos acerca-
vam, o, antes que o capito tomisse a pa-
lavra. um dos pastores entabolou a conver-
sa d'este modo:
Buono giorno, signori; mullo buono
giorno, signara bella.
Bom dia, senhores; muito bom da,
formosa dama.
E>tas palavras poderam tomarse per
um cumprimento respeitoso. se nao fossem
pronunciadas em tom de diversa significa-
cao, que logo desagradou muito aosorg3os
auditivos do joven inglez.
S3o nm pouco confiados os pastores
italianos!disse comsigo Henrique.
Procuramos um de nossos carneiros
proseguio o mesmo individuo.E' de
crer que esteja por aqui. Dar-se-ba caso
que o vissem ?
Na), meus amigosresponden o ca
pit), sorrindosecom ar conciliador, como
quem n5o duvidava da brutdidade dos in-
terlocutores.
E est bem certo disso, capito ?
Sem davida, e crea que teamos
mnito gosto em Ib'o ajodar a desobr'r.
Henrique, n5o poden!) por mais tempo
supportar tal insolenc a.exclamou arreba-
tadamente :
O seu carneiro nao est aqai, bem
ve. Escasado insistir !
Mmte Ibradou o individuo do ca-
puz, at all caladi-Sst aqui. Ofug.tivo
que buscamos o signore inglese, que en-
contramos agora em t) boa companhia!..
Gracas a Deus! Vamos ter ni nosso reba-
nho fres cabec-as mais, em vez de urna que
nos faltava, e entre estas urna ovelha mag-
nifica, pfopria para a> pas'.agens di nossa
montanha l
Desde que o novo interlocutor tomara
palavra, recortbecera Henrique o som
I.* srCa TE uc f:11 \.
A COSDESSA DE RAflON
(Conlinnac3o do n. C1#)
XXV
A enfermarla.
O medico de servico estava na diviso
immediata e nao se fez esperar.
Mandou-me chamar, meu charo direc-
tor ? disse elle ao entrar no pateo. Que
ordena ?
O director adicou com a mo o corpo
da condessa. qae jazia immovel, e respon-
deu :
Veja essa infeliz, doutor, e rogo-Ihe
que me diga a soaopio3o respeito d'ella.
A mmba opiniio que me raandou
chamar tarde de mais, volveu o doutor ao
cabo de um instante ; o que alli est um
cadver ou poaco meaos.
De modo qae a pobre malber est
perdida ?
E' isso pelo menos o qae me parece.
Sem remedio ?
Oreio que sim ; mesmo agora, con-
sidero-a mais morta qae viva.
Devo advertir Ihe, doutor, que esta
doudame foi particularmente recommen-
dada.
O medico dea aos hombros, murmu-
rando :
Pois enlo, preciso confessar que
r;3o se fez mnito caso da recommeudacSo.
__Este tratante quem tem a colpa de
tudol bradoo o director, ameacando Madou
com o ponho cerrado. Ha de levar o cas-
tigo qae merece. Mas nao poderiamos ten-
tar alguna* cousa em favor d'esta infeliz,
qae paga ao hospital seiseentas ? aonuaes?
Vou manda-la para a enfermara, onde
Ihe sero dispensados os maores cuidados ;
nao Ihe dissimolarei, porm, que nao espe-
ro conseguir nada.
Experimente, nao obstante, doutor, e
ao menos restar-me-ba a coos-olacjb de di-
zer que. nao tero nada a lancar-me em ros-
to. E' i3o bora estar em paz com a cons-
ciencia !
Depois, em quanto o medico crdeaava
aoe seus ajiidantes qoe fossem sem demora
em basca da maca, o director, voltando
para Maclou, accresceutou :
Bem pode encommenda-la ao santo
da sua ievneo, prque se morre, ponbo-o
na na.
Poneos minutos depoU a condessa Mara
de Uabon, a morta viva, a que bavia de ser
viva depois de morta, repousava n'uma boa
cama da enfermara, sem qne, segundo pa-
reca, houvesse notado a mndanca de si-
tuafo que se operara.
Drigindo a enfermara eslavam alguraas
religiosas d'essa ordem que, ent3o como
agora, se eacontrava sempre onde bavia
enfermos a cuidar e infortunios a soccorrer.
Com isto fica dilo qae a feroz brutalidade
que renava no i deparlamentos dj hospital
era substituida oa enfermara pela mais ter-
na caridade e pela mais commovedora ab-
negac5o.
Durante mezes inleiros nJo se revelou
melhora alguma sensivel to eslado da des-
As religiosas lioham leito am milagro que
os mdicos j coosideravam impossivel.
Nao tardou em manifestar-se na ordem
moral mudanca nao menos maravilhosa. J
disseraos que, desde a sua chegada ao hos-
pital dos doudos, a supposta Simoa Ray-
mundo nao bavia pronunciado nem urna
palavra, cousa que fcilmente se explica,
porque a desordem produzida no seu cere
bro era mais idiotismo que loucura.
Cerlo dia, era presenca de orna das ir-
mSasqae nunca desamparavam a sala com-
mum, balbuciou a condessa algumas pala-
vras e parecen sorprendida e alegre por
ter ouvdo o som da sua voz.
Aquellas palavras, reunidas ao acaso, nao
linbam sentido algum, mas emfim. j falla-
va, e este facto s por si, constitua ura
grande adiantamento.
NSo pararam aqui as melhoras da senhora
de Rahoo. Assuas frcas augmentaram
ponto de ser possivel ergoe-la da cama,
vestida, e, amparada por duas religiosas,
experimenloo dar alguns passos, qne va-
rillantes principio, se foram depois fir-
mando pouco pouco.
Ao mesmo tempo artculou phrases mais
compridas; a sua voz era segara, e prin-
cipou a designar, dando-Ibes os nomes,
muitos dos objectos que a rodeiavam.
As religiosas, sorprendidas, perguotavam
urnas s outras se iria recuperar o juizo
aquella pobre douda, sempre tao suave e
Antes qae1* jovea inglez tvesse lempo
de fazer qualqaer raovimento, foi agarra lo
por doos dos salteadores disfarcados; os
dons restantes agarraram-se ao capillo e
C irvino apoderou se de Lucetta.
Henrique,-p)r om esorco desesperado,
desenvencilhou-se delles; infelizmente, po-
rm, estava .desarmado e tinlia a .lutar com
os salteadores de punba?sdesembainhados.
A joven debalia-s nos bracos de Corvino,
soltando aflliclivos gritos.
Quanto a Guardioli. immovel entre as
m5os dos salteadores, nem ousava puxar
p fa espada, qno, como arma puramente
de vista, penda vrgemao fUnco do militar.
Hmrique. laneando-lho um relaocear de
olbos, apoierou-se della e de um pulo a
brandio contra os assaltantes.
Os covardes recuaram, puxando logo- pe-
las pistolas, qoe dispararan ao acaso.
As balas passaram por cima da cabeca
de Henrique, qio se prac-Uioa sobre Cor-
vino.
O salteador, soltando um grito de raiva,
largou a prea e preparoa-se p3ra recebar
o ataque. Des^mbaracando-se o albor-
noz, fez us) do rew>lver, que, felizmente,
falhou na primeira capsula, e antes qae po-
desse armar o gatilbo para o segundo tiro,
foi-lhe descarregada por Henrique lio cer-
-teira cuiada no braco, que o rewolver ca
hio por trra.
Henrique ia a renovar o golpe e por sem
davida termo expo.dic3o de Corvino, qnan-
do foi agarrado p>r oito vigorosos bracos.
Os saltead iros que soguravam Guardioli.
vendo em perigo o seu chefe, trataram de
o socorrer, e aquelle, aprovetando o en-
sij >, desceu o monte 13orpidamente quinto
Ib'o permittia o susio.
Quantia) joven inglez, era agora urna
lula de ura contra quatro. Corvino, logo
que se vio desembaracado delle, lancou um
bra;o em vdta da cintura de Lucelia, e, so-
braran io-a como ama pluma, foi correndo
pelo valle fra.
XLVII
UM CONTRA QUATRO.
Quasi louco de dftr e de raiva em pre-
senca do rapto de Lu-etta. Henrique leria
querido laccar-se immedatamente na pista
do raptador, porm os salteadores rede*.
vam-o e urga primeiro salvar-se a si pro-
prio. S por meio do destreza adquirida
nos exercicios gymnasticos de Eton o Oxford
que el'e podia conseguir fazer face a qua-
tro inmigos ao mesmo tempo.
Felizmente, as pistolas dos salteadores
achavam-se dcscarregadas e s o chefe pos-
suia rewolver. Agora apenas dispnnham
elles de punhaes, e. se n3o fosse o numero
t3o superior, bem se livraria delle3 Henri-
que. Anda assm, fez toda a diligencia
para redazi-los, mas elles, tambera bomens
desembarcados, evitavam-llie bem os botes
de espada.
Esta luta raivosa durou alguns minutos.
O joven inglez, sentindo enfraquer-lhe as
lorcas, volvea os olbos para a gruta, e,
chamando o combate quelle ponto, collo-
con-se entrada della.
Os salteadores, vendo a vantajosa posic3o
que elle adquirir, ebegaram a davidar da
sua victoria. A extenslo da lamina da
espada dava-lhe defeza contra viole pu-
nhaes.
03 salteadores, embaraando os ferros,
tratavam de carregar as pistolas. A sitna-
f.3o tornava-sc xiraar-se Ihe o momento extremo. Os qua
iro salteadores interceptaram-lhe a lnha de
passagem. Julgando-se perdido, dispanha-
se a descarregar furioso o resto das suas
forcas sobre os inmigos. quando oovio ti-
ros na encosta e sento as balas baterem
contra a parede da gruta.
No mesmo momento os salteadores fu-
giam a bom fogir. O joven inglez correo
aps elles, e, a distancia, vio anda Corvino
om Lucetta -sobracada. A joven pareca
morta ou pelo menos desfallecida. Logo
ehegarara os soldados, com o capito Guar-
dioli frente, mas nao nostravam a menor
disposco de avancarem, como o caso re-
clama va.
Henrique, estupefacto, pergunton-lhes se
elles nao tencionavam perseguir os salteado-
res e arrancar-lhes a raptada. Cimono
recebesse resposta, renovou a pergnnta ao
capito, o qual disse que a prudencia aeon-
selhava n3o expor elle os seus soldados a
urna emboifIBa em qne todos podan ser
victimas, porqaanto aqollo pedia ser estra-
tegia de Corvino para os attnhir a ama ci-
lada, e que por isso eonvinba esperar
maior reforco de gente.
Nesle momento chegav o syndico, qne,
felizmente, j nio pode passar pelo golpe
de ver sua fllha em poder de Corvino, qae
acabava de desapparecer na crisis do mon-
te visinho.
Cheio da mais afflictiva impaciencia de
saber do succeddo, reonio os seos aos vo-
tos de Henrique, afim de que os soldados
eersegu.ssem os fugitivos. Todo, porem.
foi intil. O covarde oflicial pensava mais
na sua propria seguranca do qae na da jo-
ven italiana, que anda ha poaco era objecio
dos seus maores cuidados.
Ta pusilanimidade irritou o syndico ao
ultimo extremo, e, dirigindo-se a Henrique.
appellaram para o apoio dos aldeSos, e, en-
caminhando se para a povoac3o, deixaram
Guardioli e os soldados vigiando os roebe-
dos e as arvores, que bem poderiam occo!-
tar algum inmigo, temivel mesmo em
quanto fuga.
XLVIII
da
EWIVA BA BEPUBMCAl
Ao entrarem na aldeia, o syndico e os
seus amigos assisliram a um estranho es-
pec'acolo.
Percorria a ra ama multido affadigada,
as creanfas cnoravam, os bomens e as ma-
nieres davam gritos estrepitosos.
Os rocem-cnegados, ao entrarem na pi-
azza, virara ura ajuntamento defronle da
ha o laclo do syndico e outro em frente do
albergo. Estes grupos compunham se de
gente armada, toda eslranba aldeia de
Val e de Orne, e, posto que nSo fossem sal-
teadores, tinliaui aprisionado os poneos sol-
dados pontificaes dentados pelo capito na
aldeia.
Que gente era aquella ?
O syndico e os seus amigos logo o sup-
pozeram, quando, aproximndose, Ibes on-
viram bradar:
Evviva ella repablica Abasso il lf-
ranna !
De mais a mais, a handeira tricolor ar-
vorada no meie d'elles moslrava claramente
estar a aldeia oceupada pelas forcas repu-
blicanas.
Ao mesmo tempo succedia Outro tanto
em Roma : o Papa eslava em fuga ; a cdado
eterna era governada pelo triumvirato de
Mazzo, Safo e Armell.
Estava reservada nesse d(a para o syndi-
co outra grande surpreza. Quando se di-
riga para o grupo que Ihe cercava a casa,
do centro do anal sabia o grito regenerador
de Iiberdade, deparou com seu fibo
Luigi. Este, depois que abracou o pai e
ootou a tristeza da soa physionomia, per-
gontou-lhe :
Que ba de novo, meu pai ? Disseram-
nos que os salteadores appareceram na mon-
tanha ... Onde est Lucetta ?
A nica resposta de Francisco Torreani
foi um profundo gemido, apontando ao mes-
mo tempo para os monles.
Santo Deus exclamou Luigi
Entocheguei tarde ?.. Falle; meo pai, fal-
le Onde est minha irma ?
Povera, mia povera figlia Perdida,
Luigi, roubada pelos salteadores, por Cor-
vino I
' N3o pode continuar. Embargou-se-lbe a
voz na garganta e cabio nos bracos de seu
filho.
Meus amigos, bradou o mancebo,
di-grado se aos que o rodeavam meus
camaradas direi antes, pas qoe, se a sorte
me n3o houvera arrastado para trra estra-
nha, de cerlo me leria filiado sob a vossa
gloriosa bandeira: de hoje para sempre son
vosso Este anciSo e meu pai. Francisco
Torreani, o syjidico da aldeia; bem o oe-
vistes Sua fllha e minha irmaa acaba de
ser raptada pelos salteadores e isto A vista
de om cento de s ddados que para aqui
vieran sob pretexto de defeza dos povos.
Pergunto agora : posso contar com o vosso
auxi'io para o fim de arrancar minha irma
das garras dos malvados ?
Sim, sim bradarara muitas raes
ao mesmo lempo.
<
(Cottimtar-sc-ha.).
gracada victima do unrquez de Sarat-Mai- l5o gyoipathica, cujos rasgados olbos linham
xent.
A supposta Simoa continuava vivendo, ou
para melhor dizer nS* morria, e j isto era
omito, porque at as proprias religiosas
n3o cotnprohendiam como aquelle corpo
anniquillado, exbaasto de sangoe e de vita-
ldade, podia oppr morte urna resisten-
cia 13o prolongada.
Afinal, sob o benfico influxo de um bom
tralamento, de constantes cuidados e de
um alimento escolbido e substancioso;
enferma priaripiou a recobrar pooco a
pouco as forcas, e continuando nos seus
progressos foi perdendo aquella transpa-
rencia cadavrica e aquelle semblante de
phantasma que inspirava medo i quantos
a vam-
as vezes urna irregular expresso de intel-
ligencia.
N'esses momentos ter-se-ha dito qae am
vivissimo relmpago brilbava nos nebulo-
sos borisontes d'aquella alma ; depois apa-
gava se a luz, os oibos tornavam-se opacos
e pareca que nao viam.
Decorreram algumas semanas mais, qae
prodoziram urna madanra notavel na acti-
vidale e aspecto da condessa.
" Cessou ent3o completamente de fallar ;
todos diriam que pensava.
Horas inteiras estava sentada borda da
cama, em absoluta immobilidade, descan-
cando a cabeca entre as mos.
Cerlo dia em que d'esse modo eslava
absorta, dirgio-lhe orna religiosa a palavra
ao psssar por diante d'ella ; mas como nao
obtivesse a menor mostra de attenc3o, ti-
rou-lhe brandamete as m3os do semblante
e n'elle vio urna grande alteraco. como se
Ihe fra no espirito a mais desfeita tempes-
tade. ,
Aquella tempestade era a luta suprema^
entre o juizo e a demenc a.
A ex-bruxa da ra da Lanterna, a ex-
pareirada aldeia da Ghamblas, enganra-se
quando tinha affirmado ao marquez de
Saint-Maixeot que os effeilos da beberagem
por ella preparada durariam tanto como a
vida da condessa.
Maria de Rabn poda vivar muito tem-
po anda, e a intelligenca a Iriumphar da
loucura.
Entre as religiosas que desempenbavam
incessantemente e com infatigavel paciencia
a sua obra de caridade na enfermara, ha-
va orna donzella de seus viole cinco anoos,
13o linda, 13o rsonha, 13o aiTectnosa, que
as loucas, at nos seus momentos de furia,
pareciam ceder ao encanto que emanava
de toda asaa pessoa e aquietavarase mal
qne a van.
Essa donzella e a supposta Simoa son-
tiramse para logo attrahidas por mutua
sympalhia. .
A religiosa comprazia-se em fallar a
douda n'nma linguagem consoladora que
procarava por ao alcance d'ella. A dooda
ouvia sem a comprehender, mas aquella
voz harraoniosa soava-lhe aos onvidos como
agradavel msica, e divisava-se-lhe no ros-
to urna expressSo radiante.
Certa noute, tudo estava silencioso na
sala commam, dbilmente aduanada por
lampadas suspensas do teclo. Badalara
urna hora no relogio do hospital. A joven
religiosa fazia lentamente a sua ronda, pas-
sando por entre os dedos alvos e finos as
contas do rosario, e rogando Deus por
todas aquejlas pobres molheres, das quaes
se fizera m5i adoptiva ao renunciar, com
sablime abnegaco, aos gosos da verdadei,-
ra maternidade.
Parava diante de cada leito, debrucava-
se para escutar a respiraco tranquilla oo
agitada das looca. e continuava sea can-
oho.
Quando chegou cama da senhora de
Rahon, vio, nao sem estranheza. que esta
se ergua sobre o travesseiro e estendia
para ella os dous bracos com a cara muito
vermelha e os olhos brilhantes.
Que tem, minha pobre Simoa ? per-
guntou em voz baixa a religiosa. Sente-se
mais iDCommodada ?
En n3o me chamo Simoa, redarguio
a condessa.
Era a primeira vez que a pobre reclusa
responda urna pergunta ; por consegran-
te tinha comprehendido, e ia talvez reben-
tar-lbe na mente a mais completa lucidez,
A religiosa estremeceu de jubilo e per-
gunton com' viveza :
Entao como se chama ?
Maria.
Nao tem outro nome ?
Tenho, tenho outro.
Diga-m'o.
Logo... em eu sabendo oque pre-
ciso saber. A senhora sempre se tem mos-
trado bondosa para consigo, por isso Ihe
tenho carinho e s a senhjra desejo inter-
rogar.
Esleja certa de que Ihe respondere
com moito gosto, porque osea carinho n3o
faz mais do que responder ao meo. Falle,
Mara.
Onde estoa ? pergnntoa a condessa.
NSo desconfia ?
Nao ; parece-me que despert agora
de nm comprdo sonho, cheio de horriveis
pbanlasmas. No meu pensamenlo ba como
que urna navem e de nada me record dis
tinctamente, seno do muito que tenho pa-
decido. Faca, pois, o que Ihe peco r di-
ga-me onde estou.
Est, balbuciou a donzella, na enfer-
mara de orna casa onde se tem buscado
prodigalisar-lho os cuidados que a sua si-
tuacSo exiga, porque a senhora esteve mui-
to (lente.
Mas. disse a condessa com insisten-
cia, estou em Paria ?
Est.
E coma se chama esta casa onde me
trataram coi tanto esmero sern qae conbe-
ceren ?
-sr Qae importa, ? \
Porque motivo se empenha em me
oceultar esse nome ? Desde que me sioto
desperta d'esse comprdo sonho de que j
ihe fallei, olho, vejo e comprebendo tudo
o que me rodeia : a senhora urna d'essas
santas mulberes que a caridade arrebata
ao mondo, e eu nao sou a nica de quem
se cuida aqui. Esta casa am hospital.
E' verdade.
E' o Hotel Meu ?
religiosa abanou a cabeca.
Entao, proseguio Mara, diga-me por
favor onde estou.
-J n3o era possivel fallar por mais tem-
po, sob pena de se reproduzir a desordem
n'aquelle cerebro, qae de certo estava an-
da muito fraco. E d'atai, a religiosa n3o
quera nem devia mentir.
__Pois bem, querida enferma, a senho-
ra est na Salpetrire.
A senhora de Rahon soltou um grito
surdo, desenliando se-lhe ao mesmo tempo
nas feices um espanto indisivel; depois
balbuciou :
Na Salpetrire '... Mas isso mais
urna pris3o que um hospital / Aqoi onde
se encerrara as dondas Ah I compre-
hendo agora porque motivo nao qoeria qae
eu o soubesse I... tinha compaix3o de mim!
Estivo douda, n3o verdade ?
N3o me atrevere a affirma-lo, volveu
a religiosa ; mas passou de certo una na-
vem pela sua intelligencia. Lembre-se
d'esse comprido sonho cheio de horriveis
phantasmas de que ha poaco me fallou.
Sim... sim. estive douda... Bem
o conheco, repeli a condessa com enlu-
ci, a senhora ha de acreditar de certo qae
anda o estoa .. .
Tremola, agitada, com os olhos arrasados
de lagrimas, e as mos convulsas, assimi a
condessa de Rahon espern a resoosta da
resposta
r6 No, replicn esta ultima sem vacil-
lar; n3)r'ffia0f*lDe 1m nSo acredil() se*
mel'bante coosa.
Mara exbalou um suspiro de satistacao.
(CotUinuar-se-ka.)
\ fmDO DIARIO -RIJA O WJQK 0B C* JUAS
lairi


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