Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12284


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Full Text
^M
AMO XLN. JUMERO 280 0TSI L OT<
4 - -
PA1A A CAPITAL E L06A1EJ OIBE IAO tt PAGA Mili.
r\>r Irtt unes adintados ...... 7.......
**w m Uto* idem...............
Por na um den.................
tata mmmo ruteo. ,...........
10 DE DEZEMBftfl DE 1870.
PA1A DSHTRO TOSA DA PBOTOCIA.
Por tres mezas dianUdos .
Por mm ditos tdem. .
Por nove ditos idem
Por am tono idem ....
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taiwo
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*7#QO
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fl

MAMBCO.

TwmhMt ilii
leira de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhoi, do Par; QoBfalree A Pialo, lo IMMtNb ; JoafaisJtti OUtln, ai
Pereira d'Almeids, em Mamangoap; Antonio AlMandrioo db Lima, a Pjrihf^ ; Aoioaio JW
em Naiareta ; Praociatt) Tavam da Costa, m kktjtm; DK
itonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joto Mara Julio Chavea, no Am ; Antonio Marques da Silva* no Nalai; Jos Jnstmo
na Villa da Penba; Belarmino dos Santo* Bulcao, em Sanio Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
s, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
.
PABTEQFnCIAL
Carera Siccio 3.'Palacio da presidencia, le Pernara-
bueo, em 3 de dezerabrs de 1870. ()
O presidente da provincia, de conforraidale cora
o* arto. M e 49 da rei provincial n. 961 de 15 de
iulh i do corrate amo, resolve abrir ara crdito
extraordinario de 1,200 0!)J em apatices, as quaes
fieario em d-'pasito na theseuraria provincial para
surera emitirlas proporclo das exigencias do
S9rvija a qm o mesmo crdito 6 destinado, obsar-
' vando-se n regulamento desta data.Diogo Vellio
ICavalcanti de Albnquerque.
H'gnlantento a # ue se rtfere a parlara desta data.
Art. !. O eredKo extraordinario de 1,200:000*
ootoftMili Mo art W \ I* do orcamenio vigen-
te, *erirealisad) em apo'iees de 1001. eraittidas ao
par, vencen do o juro do 8/ anno.
D emissao das apolices.
Art. V As apohees serio dadas em pagamento
aos empreileiros oucontratadores de qualquordas
obras decretadas pelo referido artigo od veudas
quando s*ja nece-sarij^pagar em dinhere.
Art. 3 Verificada a necassidade da venda, a
thesoararia provincial, precodando ordem da pre-
i Jaocia anonnciar petos felbas mais lidas da pro-
vincia quaulas apolices vio ser vendidas e quando
terminara a venda.
Art. &.* As apolices serio numeradas e assigna-
das pelos membrus da jauta da thesouraria, acn-
terao, alm da data de saa emissao, o nome do
possaidor, o sea val r capital, o jaro semestral, o
lugar do pagamento desie e do st u resgate.
S I.* As apolicos por series de oem, serlo enea
dernada- em livros especiaes d'onde irlo sendo
cortadas a proporcaj da respectiva emissao. O
corte dividir a tarja da cada apolice, e escre-
ver-se-ba no tallo o numero desta, a data da
emissao e do resgate, quando se fizer, o noine do
primitivo o dos snbsequentes possuideres.
1* Estes livros serao entregues ao-tbesoareiro
. da thesouraria, o quat em outro especial, que se
denominar caixa, ser debitado, tanto pelas apoli-
ces que receber, como pelo producto das qae se
venderem, e creditado pelas que der em pagamento
ou forem vendidas, e bem assim pelas despezas
resoltantes desies actos.
Da transferencia das apolices.
Art. 5* A transferencia de am a oatro posara-
dor ser faite por meio da segninte declara-
?in : Pica perteneendo ao Sr. F. escripia no
verso da ap'lice, datada e assignada pelo transfe
rente.
nico. as apolices adquir las por herenca
ou por arrematada judicial, a nota de transferen-
cia ser feita pela junta da tbesoararia em sesso
' a requisito do possaidor, qae provar o direito
que tem a ellas.
Do pagamento do jaro e resgate das apolices.
Art. 6.* A quantia qae na conformidade do
art. 49 da le do orcamento, for destinada para o
pagamento do jaro e resgate das apolices, passa-
r, a proporgao qae o exigem as necessidades do
servido, da caixa da receita geral para ama espe-
cial, debitando se u thesoureiro pela sua importan-
cia era outre livro caixa, e creditando-se pela
despeza mensal que se Iher.
Art 7.* Os juros serao pagos por semestres, sera
dependencia de exercicio, na segunda quinzena
dos mezes de julho e Janeiro, por meio de fohas
organizadas na contadoria era numero correspon-
i mi' ; aos livros das apolices.
$ I. Verificada a authenticidade de cada apoli-
ce que for ^presentada, e a identidade do possui-
dor ou do seu procurador devidameote habilitado,
ser feito o pagamento do juro mediante recibo
passado m- ditas forlias, que assignaro o possui-
dor da apolice, ou seu procurador, e o escrivao
da receita.
i.' D3p>i de e'tampar-se cora carimbo, na
fronte da apolice, abaixo da parte escripia, o se
raest-e e anno a que pertcncer o pagamento,
ser restituida ao portador.
Si 3.* Nao ser devido o juro qae vencer a apoliie
no ssmestre em que deva ser re-gatada.
Art. 8. O resgate das apolices ser feito.annnal-
m ote, sem dependencia de exercicio, na segund i
qumzena do mez de jaoeir*, por meio de folhas
>rgani adas m c raformidade da priraejra parte do
arlig) antecedente e preceiendo aun nuci da
ihesouraria, no #qual se deve declarar quanias
apolices em nmeros seguidos tem de ser resca-
tadas, era vista da consigoacao annua e da im-
portancia dos juros disponiveis pelos resgates
anteriores.
S i.' as apolices resgatadas tambem se ^estam-
par com carimbo en frente e na parte nao es:
i ripia a notaPagae neste mesmo lugar passar
recibo o portador.
2." As apolices assim resgatadas flearo em
poder do thesoureiro al o balando annual da cai-
xa de araortiaco e juro, que se dar em julho, e
e.HJo serao golpeadas e archivadas.
Disposicdes gera s.
Art. 9. Os portad jres de apolices em que en-
contrarera-se signaos ou palavras escripias contra
o qae prescreve, oa alm do que faculta o presente
regulameolo, suffrero urna multa de 10 %de seu
valor. As apolices assim alteradas serao substitu
das por outras de iguaes nmeros.
Art. 10. Perdendo-se alguma apolice poder o
seu possuidor ha ver nutra de igual numero, jasli-
caado antes a perda, e observando-se neste caso
o que dispe a orden do tribunal do thesouro de
9 de novembro de 1346.
Art. 11. Nao se aimittir opposigao pagamen-
to do jaro e do capital das apolices, nem saa
transferencia senao pele possuidor.
Art. 12. O saldo da caixa de amoriisaco e juro,
verificado pelo bala-ico annual, car sempre dis-
ponivel, independente de nova aulorisaco, para
pagamento dos juros e araortisaco nao exigidos
uo lempo competente. Passado, porm, um anno
depoi do ultimo resgate reverter o que existir
para a caixa da receita geral, e desde enlao s se
resgataro as apolu;es que restarem em circuladlo
o se pagaro os jaros devidos, quando o requere-
rem os credores, e a assembla provincial votar o
preciso crdito.
Art. 13. Alm dos livros indispensaveis para a
eseripturacao conforme prescreve este regolaraen-
to, haver os que a thesouraria provincial entender
pracisos para raaior clareza.
Palacio da presidencia de Pernambneo, 3 de
1870. Diogo Velho Cavalcant i de Albuquer-
fW.
EIPRDIEKTB DO tA 6 Dt DEZBMBRO DE 1870.
Actos : .
O prasidente da praviocia, jalgando actaal-
menle desnecessarios os servicos d > roordoiuo do
Lazareto do Puta, o tendo eco consideracao o que
expz o inspector da aade do pon enl offleo de
m de novembro cillimo, resolve despernar da-
(inelle cargo a Francisco Jos Vieira Maehado.
r-ommanicou-se ao mesmo inspector, aquem aa-
torisou-se a eoatratar, mediante ama reiribuicao
raaoavdl, peasa apU para vigiar aquelle edificio,
e celar os poneos movis nelle existentes
O prtsldente da provincia, atleodendo ao que
raqoereu Jos Falippe de Toledo, praticante da
tesouraria do overno, resolve conceder-lhe
iras mezes de liee ca com a respectiva gratifica-
ro, aara tratar Para o coaseibo de Jnlgamento, que vai ser
submettiJo o oldado da 9" compaabia do corpo
de polica, Manoel Telles Barbosa de Vascon"-
cellos, nomeio :
Presidente
O major Joao Francisco da Cnnha.
Auditor
O Dr. promotor da capital. -
Vogaes
Ttente Felicissimo de Azevede e Mello.
IJem, Francisco de Siqueira Ca valuante.
Alferes Felippe Augusta da Fras Villar.
dem, Jos Pereira di Silva Gaimarles.
Mem, Joao Ribeiro Montarroyos.
Para o coosetho de julgamento. a que vai
ser submettido o soldado da 0' compaohia do
corpo de polica Flaviano Machado de Lima, nc-
racio :
Presidente
O major Joao Francisco da Cunlia.
Auditor
O Dr. promotor publico da capital.
Vogaes
Tenente-ajulaote Miguel Nunes de Freitas.
Dito cirurgio Joaquim Jos Alves de Albu-
qu erque.
Alferes Numeriano Jos de Barros Jnior.
dem Flix Antonio d'Alcntara.
dem Joao Ribeiro Montarroyos.
Remmetteu-se ao commandante do corpo, para
os dividos fias, nao s as duas portaras supra,
mas lamben os processos do conselho do invest-
gacio.
Offlcios:
Ao Exm. Sr. ministro da marinha, irans-
millindo para os fias convenientes, o mappa de es-
tado actual da companhia de aprendizes artfices
do arsenal de marinha desta provincia, bem como
a nota dos dinheiros depositados no banco ingloz,
que formam o peculio dos mencionados apren-
dizes, al novembro ultimo.
.. Ao mesmo, remetiendo, para os devidos fias,
o mippa do raovimento da enfermara de marinha
durante o mez de novembro fiado.
Ao general commandante das arma?, para
informar sobre a materia do offlclo do Dr. ebefe
de polica, relativamente ao transito de msicas
militares polas ras depois do toque do recolher.
dem ao commandante do cerpo de polica.
Ao Dr. chefe de polica, dizendo que para
poder resolver sobre a materia do seu (ffleio de
30 do mez fiado, sob n. 1477, informe, ou viudo o
delegado do termo de Cimbrea, quem autonsoa os
concertos na respectiva cadeia, na importancia de
1621800, e qual a razao porque nao foi incluida
esta despeza na de 1:110*620, cujo pagamento
mandou-se effectuar era 14 de novembro ultimo,
sua requisiclo.
Ao mesmo, acensando a reeepco do seu of-
flcio, relajamente a Belhrmioo Kaymuodo de
Barros, que se diz ter sido castigado com palma-
toadas pelo subdelegado de S. Rento, e declarando
que aguarda as inforrnacoes, qae a esse res-
pailo exigi do delegado respectivo.
Ao inspector da thesouraria de faienda, para
qae mande ajustar conta e passar guia de soceor-
riraento, aos majores de commissao loio Gontjal-
ves Baptista de Moura e Severiano de Cerqueira
Daltro e ao capitao Jos Pedro de Alcntara, que
seguera ; o para o Para, e os daus ltimos para
a corte, a lira de reunirem-se as corpos, em que
forana classificados.
Expediram so portarlas aos agente da compa-
nhia Brasileira de paquetes para o transporte des-
ses oflciaes, e eoramuaiconse ao commandante
das armas.
Ao mesmo, dizendo que a interpretoslo por
S. S. dada duvida da contadoria dessa thesoura-
ria, acerca dos vencmentos que se devam abonar
aos offlciaes de commissao empregados nos cor-
pos do exereilo, est de accordo com as disposi-
coes citadas era seu offlcio de hontera, sob n. 762,
e por isso deve proceder de conformidade com
ella, at ulterior decso do gaverno imperial.
Ao mesmo, recommendando a expedico* de
suas ordens, para que, de conformidade com a re-
quisicao do Exm. presidente da Parahyba, seja en-
tregue ao commandante ou immediato do primeiro
vapor da companhia Brasileira, que seguir para o
norte, o saldo provenienie da arrecadaco dos di-
reitos daquella provincia ; effectuada at o ultimo
de novembro lindo.
Coramunicouse aos agentes da mesma compa-
nhia e ao mesmo presidente.
Ao inspector da thesouraria provincial, man-
dando por em hasta publica a cooslru'cao do urna
bomba na estrada de Caxang, servindo de base
as clausulas e orcamento juntos por copia.
Communicou-se ao chefe da reparlicao das obras
publicas.
Ao mesmo, transmltindo para os devidos
flus, copias da portara e regulameuto de 3 de cor-
rente, abrindo um crdito extraordinario de....
1,20:000I em apelices de conformidade com os
aris. 48 e 49 da le do orcamento vigente.
Ao mesmo, para mandar entregar ao thesou-
reiro da reoartico das obras publicas a quantia
de 3:000*000, a lina de ir occorrendo as despezas
com os reparos de que neeessita a casa de deten-
cao, atienta a urgencia destes.
Inteirou-se ao chefe daqnella repartirlo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo, devolvendo. para que
seja novamente organisada, a proposti para offl-
ciaes da seccao n. 8 da reserva, vistb nao estar
ella datada e assignada pelo respectivo eoraman-
dante, e nao se observar a ordem gradual de ac-
cesso, recommendada pelo art. 48 da lei n. 602 de
19 de setembro de 1850.
Ao commandante superior da guarda nacional
domunicipio do Limoeiro, declarando quedeixade
ser approvada a proposta, que devolve, nao so por
dar-.e como vago o posto de tenente quartel-mes-
tre do baulho n. 21 em consequencia dejiaver
Manoel Pereira de Moraos passado a capitao do
servlco de reserva, quando da secretaria da presi-
dencia consta que fra para aquelle posto Hornea-
do a 15 de junho de 1868, Jos Francisco do
Amaral, mas tambera por nao mencionar se a fi-
liacao, estado, profisso e renda dos propostos, e
advertindo-o de apenas fallecer qualquer offlclal,
deve ser isso cornmunicado presidencia, com de-
claracao da data do falllecimento.
Ao commandante do corpo de polica, auto-
risando-o a engajar no corpo sab seu comman-
do, se forem idneos os paisanos Francisco Sergio
Florencio da Cunha, Ezequiel Andrade de Lima,
Antonio Francisco Jos de Lima, Jos remandes
de Albnquerque, Isidro Lucio dos Santos, Gadino
Pereira de Castro, Manoel Paulo de Lemos, Jos
Mara dos Ar,joste Jos dos Anjos das Neves.
Ao procurador fiscal d> thesouraria provin-
cial, remetiendo todos os papis relativos ao asseo-
tamento dos carris de ferro, destinados a ligar
esta ciiade aos seus suburbios, de que empre
teiro Jos Heorique Trindade, aflm de que emita
o sea parecer acerca dos respectivos planos
Ao ebefe da reparticao das obras publicas,
para que, em cumpriraento do aviso do nai-
nisterio da fazenda de 12 de novembro ultimo,
preste, at o da 15 de Janeiro vindouro, informa-
coes circamslanciadas acerca do estado de cada
urna, das emprezas Recife Drainage Company Ia
..,.]. -------------------
de iseqces 4f 4traaato, eaoeedidae *s
empreas.
Ao promotor poMieo d'ests
meidakie qw, m vb** Mari
juntos por eta, Mpm aja av
lavar de Padre SK Tarara* ajM a
na casa de detencao, trateado aaaaaM ..
presidencia o resultado de sua dWitaawia.
Ao director pMeW dt Mm ao trepi
Padres em Tacaraui, de armaanaW qae, aara
primanto do aviso do taaiaiatatlo da agyieaiM
20 de outub.ro ultimo, informe at o da 31 de j
neiro Tihdduro Impreterivelroeute, qual a. data
fundacao dessa aldeia, numero de Imas V qa
compe, fttnccionarios neila emareajaaoa, auiasio-
narios nos trabalhos durante o anno, metas a
pregar para formular este servico ; inekaafees,
cosftimes o caracteres de cada tribu ; relacCe do
aldeiamenao com as povoaedes e mertade-s rM>
nhos ; se os indios pdera despeasar a taaetla dos
directores para se Ibes distribuir lates de ierras,
e vender as restantes, despeza e orcamento, qnr
pelo provincial, qur pelo gera'.
Iguaes aos directores narciaes dae aldeas de
Santa Marn da Baa-vista, e de Biixa-verte esa
Flores.
Portara :
Ao gerente da Companhia Pernarobaeana,
allm de que mande receber e transportar para 0
presidio de Fernando de Norooha, por coala do
ministerio da guerra ao vapor Mandah os tajee-
tos constantes da relaedo junti, os quaes (orara
comprados pelo corrector geral Francisco de Mi-
randa Leal Seve, por conta da fazenda.
Despachos :
Betnardino de Spnna da Silva Guimaraes In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Continuos e offlciaes de justca do tribunal do
cominercio.In'orme p Sr. deaaubargador presi-
dente do tribunal do conamercio.
Jos Caetano de Albaquerqoe.Informe o Sr
engenheiro fiscal da estrada de ferro do Becife a
S. Francisco, ouviodo o respectivo superinten-
dente.
Luiz de Carvaiho Paes de Andrade.D-se.
lUymundo Felippe de Santiago Braganca.Con-
cedo o prazo requerido.
Bacharel Virgilio de Gusmo Cclho.Informe
o Sr. insaaajsi da thesouraria de fazenda.
-SJfCDlRNI-K DO SECRETARIO.
Offlcio i,^.'
Ao eapnaVdo porto, participando, de ordena
da presidencia, qae, por despacho d'esta data,
coocedea-se 23 das de prazo ao recruta Haymun-
do Felippe de Santiago Braganca, para provar
isencao legal.
Repartirulo da polica.
2.' seccao. Secretaria da polica da provincia
de Pernambneo, 9 de dezenabro de 1870.
N. 1602. ^Illm. e Exm. Sr.Levo ao eoaheci-
ment de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pandes recebidas hoje nesta reparticao, forain re-
colhidos casa de detencao os seguintes indivi-
duos : **
No da 7 do correte, a ordem do subdelegado
do Rcife, Rita Mara, por uiTeosas moral pu-
blica, e o subdito inglez John Bill, requiscao do
respectivo cnsul.
A' ordem do de S. Antonio, Salvador, escravo do
lenente-coronel Antonio Marques de Hollanda Ca-
vbanle, por fgido.
A' ordem Jo da Boa-vista. Luiz Fraocisco de mele observar, e oao teodo os pequeoos vapores
Lyra, Maria Francisca da Conceicao e Angela Ma- do governo que navegara dalli para esta cidade
ria da Conreiean. nnr rti Estradas. A lei proviocial o. 1 de 18 de oata-
ro de 1869 censigrr a quantia de 8-000* para
falura de orna nova estrada em Iraha recta desta
idade ponte do Coxip: Mea antecessor raan-
ouorca la, o que feito, e avahadas as obra em
:000, mandan so-la em srreotataeao, e como
appareeess arreniataaia, maaadau aze-la por
dminisiracao, sendo o encarregado da obra o
ajor de commissao Jos Eduardo Barbosa.
Entrando es para a administracao, e iado ver a
bra, conbeci que poaco oa nada se liaba feito
ralacao aos dinheiros despendidos, ao que esta-
feto e ao qe restara a fazer. Fa pois su-
dar as obras e recolher contador pro vin-
al os poucos materiaes e utensilios que havia,
a a verba de tOOOJ eslava esgotada eu quasi
gotada.
[ Recoflbecendo, purrn, a urgencia de lazer-se j
ponte sobre o Kbeirao Barbados, ordeaet ao
ntador provincial que oontratasse a sua cons-
uelo com Vicente Antonio da Silva al a quao-
i de 1:500*.
Crrelos. A esnduccao das malas do correio
corte para esta protincia era feita pela va tlu-
I do paraguay por iaiermedio da esquadra es-
ionada em Assampcao ; agora, porm teta de
r feita por Conceicao & C, vista do contrato
lebrado cara o governo imperial, tendo no mez
oximo passado chegado a primeira mala.
Os correios desta cap tal para Pocon, Villa-Ma-
fia, Mallo- Grosso, Diamantino, Goyaz e Sani'Aaoa
do Paranahyba sahiam dnai vezes por mez e erara
abnduzidas as malas por pracas de lnha ou da
garda nacional destacadas : cora a dssolucao do
Spo detac?do o dispensa dps voluntarios da pa
, tornou-sc impossivei a partida dos correirs
duas vezes no mez por falla je pracas para con-
dazilas, e por isso ordenei que o correjo para os
indicados pontos, sahisse ama so vez per mez, e
ida assim era muito difflcil cooseguir-se isto, e
terminei oatro sim que se sazesse em praea a
mduccao das malas, visto que nS"temos solda-
s que sirvarn de estafetas.
Da corte foi enviada para esla provincia peto
ministerio do imperio em outabro do anno proxi-
S passado urna grande porcao de vveres para
viar a caresta quo se seutia. Esses vveres
aqu chegarara com extraordinaria demora e com
grandes faltas e a varias. A presidencia incum-
bi a saa venda ao novo por precos rasoaveis ao
hnralo e prestmoso cidado Henrique Jos Viei-
ra, que vai fazendo recolher thesouraria de ta-
zar* o produelo dos ditos gneros.
De Corumb foram enviados para esta capital
na vapor Jaurfi lo pecas de artilharia, 6 reparos
das ditas, 6 varaes, 144 cai.roes de cartuchos a
Mini,. 100 caixes eom cal moido, 8 prancboes,
e i rolos de tubos de chumbo. Chegado ao lugar
do Cassange, oao pode o vapor sabir dalli por falta
d*agaa ; baldearam-se para urna chala de ferro to-
dos aquelles objeclos, e seguio rio cima, mas
chegando ao lugar de Santo Antonio da Barra foi
a pique. Dei as providencias ao raeu alcance pa-
ra se retirar do fundo do ro ao menos a artilha-
ria, e segando a participaec- que aae fot feita,
salvaram^w as 15 pecas, 6 reparos das ditas e
caixSes com caf moido e cartuchame seguramen-
te deteriorados.
Existiudo em Corumb, com deslino ao arsenal
de guerra, ama immensa quantdade de artigos
bellicos mal acondecionados e cora grande perige
de perderem se, como V. Exc. havia de occular-
dos attentados, evadindo se os mais em diverjas
direcce. Villas-Boas e mais sete dos seas asse-
das dirigiram-se para esla capital. -*
Oemiw chefe de polica tomou algumas disposi-
cees, qae oram mallogradas, para a captara dos
reos qae se refugiaran) nesta capital ou as sais
imnsea+iice.
Era Villav Mara instaurou se o processo, que
melhor faz cmiheccr as circomstaucias de taes
sueceaso?. Foram pronanciado Jolqaim Jos
Villas-Boas, Pedro Torquato Leite da Racha, Joa-
nm Vieente r.es de Barros, Antonio Vieira de
vedo, e nc- sei qoem mais, porujae nSo vi os
autos, qae deven ernr ne respectivo juizo; A
pronuncia foi smieutada, e os reos acham-sc ho-
raados, tendo es- dotrs ltimos se evadido da
prisao.
Villas-Boas apreseotoo, por procurodor, qaeixa
contra o joir municipal .i assembla provincial
que atropelraudo o direito do mesmo jiz munici-
pal pelo acodameoto com- qae procedeu, pois, nem
esperoa pela sua resposia, deeretou em 18 de no-
vembro do amo prximo passado a demisso do
juiz.
Desta decreto, que foi mandado publicar pela
presidencia, embargou era lempo o advogado do
juiz demittido, e a nova assembla que substituio
a que terminou o seu mandato em 1869, tomando
conhecimento dos embargos, declarou sem vigor
aquelle decreto por outro de 3-1 de maio deste an-
no que mandei pnblicar.
Methoramento da navegando do rio Cuayb__
Rppresentando-me um dos commandantf s dos va
pores do governo, que navegam enirb esta capital
e o porto do Curumhs que eletto do baixo Cuya
b seaehava muito obstruido por paos snbmergi
dos que diffleultavame torna vam perigosa a nave-
gaco, mandei um destacamento de trinla pracas
de Imba fazer a possivel limpeza e cortar ou ar-
rastar os paos que trancam o rio, approvetando
a mxima vasante deste anno. Nao tenho anda
participarlo do resoltado,
No mesmo rio Cuayb, ao ponto denomiaado
Caeboeirinha, que na tempe da sueca torna se um
passo difflcil, mandei oatro destacamento remo-
ver as podras que havia no canal, e segundo in-
formou me pessoa entendida na materia, fleou o
dito passo muito melhorado.
ra da Conceicao, por disturbios.
A' ordem do juiz de paz do 2" districto da mes-
raa frnguezia, Antonio Rodrigues Nogueira, por
falla de cumprimento de deveres.
No dia 8, a ordem do subdelegado do Recite,
Caris Hanein, alinalo, requiscao do respectivo
cnsul.
A' ordem do de S. Antonio, Maria da Paixlo,
por disturbios, e Jlo, escravo de Livio de Souza
e Silv3, per fgido.
A' urdem do da Capunga, Jacintho do tal, por
disturbios.
O delegado do termo do Ex, por offlcio de 22
do mez Ando, communicon-me que no dia 11, o
soldado do destacamento da guarda nacional Jos
Ferreira, disparen um tiro de granadeiro sobre o
peito de Josepha Maria da Conceizlo, sua amasia,
que morreu immediatamente ; o que o sargenta
do mesmo destcame oto Salviano Pereira da
Souza, prendera o assassino contra o qual fora
instaurado o competente processo.
O delegado do termo de S. liento por offlcio de
29 do dito mez, commuaicou-me que na mesma
dala pronunciara as penas do artigo 266 do c-
digo penal, a Severino Cordeiro Reg, Custodio
Teixeira de Macedo, Jos Maximiano Cordeiro
Lima, Delmiro Alexandre Ribeiro e Jacinto Cor-
deiro Reg.
Deus guarde V. Exc.
Ulna, e Exm. Sr. conselhero Diogo Velho Caval-
canti de Albnquerque, dignssimo presidente da
proviocia.O chefe de polica, Luiz Antonio Fer-
naudes Pihheiro,
INTERIOR.
iiMalto-Cirosso.
() For ter sabido eom alguns erres aeneiae,
repetimos o presente acto.
Extractos no relatorio da presidencia da pro-
vincia em 15 de outubro ultimo.
Tranquillidade, publica.Felizmente a provincia
goza de socego. e nao ha apparenciade que ve-
nda a ser perturbada a sua tranquilhdade.
Seguranca individual e de propriedade. Os in-
dios Paricis continan) accomraetter depredares
no mui decadente municipio de Mallo-Grosso. A
cmara municipal daquella cidade e o comman-
dante militar do districto representaram-me sobre
essas tropelas, mas sao qasi invenciveis as cir-
cumslancias que se oppoera a que se possa pro-
videnciar em ordem a fazer cessar essas hostilida-
des.
A distancia de mais de cem leguas era que se
acha aquella cidade, a falta de gente, de arma-
mento e al de vveres, e a difflculdade de re-
meltcr-e para aqu o que precise, lodo emba-
raza a que se allendam essas reclamacoes.
Forca publica. Exislem na provincia 03 ba-
l'tlhor de infamara de liona ns. 19, 20 e 21, os
de artilharia a p 2* e 5* e o 1 corpo de cacado-
res a cavallo.
O batalhao 19, qae est em Villa Maria, ter
menos de metade de suas pracas, o 20 est intei-
ramente em casco e o 21, que faz a guarnicao des-
la capital, est quasi completo ; o 2* de artilharia
est inleiramente era casco, e o 5* da mesma ar-
ma, qae est em Corumb, acha-se completo com
pracas viadas do Paraguay ; o 1* corpo de cava
dores a cavallo tem da se completar com pracas
qae teem vindo e hlo de vir do Paraguay. Nesta
provincia absotularaentte impossivei comple-
tarera-se os batalhes 20 de infamara e o 2 de
artilharia.
Em vrrtude de ordens do governo imperial, fli
despedir os voluntarios da patria que anda exis-
tan), e disaolver o corpo- destacado de guardas ua
ugens que teem feito nennura aesses
anigos, a nao serem os que foram ltimamente
ao fundo do rio com a chata, ordenei a thesoura-
ria .de fazenda, em offlcio n. 174 de 12 de agosto,
que conlratasse cora o dono e commandante do
vapor mercante Visconde de tapanca a condc-
elo daquelle porto ao desta cidade de 6.000 arro-
bas dessas cargas ao preco de 2J por arroba, e
adiantando-lhe urna terca parte da importancia do
frete, o que se efl'ecluou.
E>ta providencia se trnava tanto mais urgente,
que chegando ao conhecimento do Sr. ministro da
guerra o estado em que se achavam em Corum-
b aquelles artigos bellicos, ordenou a esta presi-
dencia, em aviso de 14 de julho ultimo, que pro-
videnciasse com urgencia a semelhante respeito.
Nao havendo, como j disse, magistrados for-
mados, alm do juiz municipal desta cidade, or-
denei ao Dr. Fernando Maranhense da Cunha,
em 9 do mez prximo passado, que cootnuasse
no exercicio de chefe de pelicia al qae che-
gasse seo successor oa al nova ordem da pre-
sidencia.
Commissao de limites.Acha-se nomeado para
servir na commissao de demarcarlo entre o impe-
rio e a repblica da Bolvia o capitao de mar e
guerra Antonio Claudio Sido, como comraissario
brasileiro. e o major Joaquim da Gama Lobo
d'Eca e o lente da armada Pedro David Du-
rocher para auxiliarem nos traba'nos. Alm dis-
so, podem ser poslos disposicao do capillo de
mar e guerra Sido 30 pracas commandadas por
um alferes, as quaes devem aguardar em Corum-
b a chegada do mesmo capitao de mar e guerra,
como V. Exc. ver do aviso do ministerio de 27
de junho ultimo.
A respeito dos negocios de Villa Maria, dire
perfunctoriaroente a V. Exc. o que houve e cons-
ta de documentos.
Informada esta presidencia de que as matas
devolutas de Villa Mara exisliam grupos de ho-
mens, que a pretexto de extrahirem poaia, devas-
tavam as nusmas matas fazendo rocas e derra-
badas, queimando-as fabricando canoas e serran
do maderas sem autonsacao, ordenon ao juiz mu-
nicipal do termo que procedesse na forma do art.
88 do regulanaento de 30 de Janeiro de 1854 con-
tratos que assim procedan).'
O juiz municipal em cumprimento daquella or-
dem expedio urna escolta de 9 pracas comman-
dadas por um inferior, a quem dea iuslruccoes,
attm de tazer os iotrosos cessar os seus trabalhos
elretirar-se no praso de oito dias. e anda man de
prender desertores e criminosos que por all en-
ccnlrasse. Esto escolto chegaodo ao lugar dos
Bu eres, em matas devolotas do rio Sepotuba, en-
controu a Joaquim Jos Villas-Boas situado com
grado roca, manjolo etc., o qual dizendo estar en>
trras suas mandn intimar a mesma escolta que
se retirasse. O commandante participou o occor-
rido ao,iuiz municipal, que fez seguir outra es-
colta de 11 pracas e um inferior para reforcw a
primeira, dando-lhe lostruesSes.
A escolta assim reforcada encontrou e preadeu
um reo pronunciado, e o conduzia para a cabeca
do termo quando foi atacada por urna forca de
mais de cem homens, composta de desertores,
guardas nacicaaas remissos e escravos, capitonea-
da por Joaquim Jos Villns-Bas, qaa tomou o
preso, prendeu o commandante e pracas da escol-
ta, e luetteu-os em tronco onde os conservou par
mais de vnte horas. _
Alm de ontros documentos que existem na se-
cretaria, veja V. Exc. a est-* respeito o offlcio a
presidencia, dirigido por Villaa-Boas em 27 da
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ELBICO SENATORIAL.Recebemos hontera o
resultaco dos segrales collegios :
Cabrob.
Monsenhor P. de Campos 40
Dr. Augusto d'Oliveira 36
Dr. Ignacio Joaquim 36
Desembargador Alvaro 35
Dr. Aguiar 35
Dr. Barros Brrelo 35
4.,.^ Boa-Wia.
Mon.'enhor P. de Campos 37
Dr. Augusto do Oliveira 34
Dr. Ignacio Joaquim 34
Dr. Aguiar 34
Dr. Barros Brrelo 21
Dr. Joaquim Portella. 21
Conselhero Baptista 21
Desembargador Alvaro 20 u
Tacarat,
Monsenhor P. de Caropr s 39
Dr. Augusto d'Oliveira 39
Dr. Ignacio Joaquim 39
Dr. Aguiar 38
Desembargador Alvaro 36
Dr. Joaquim Portella. 5
Gronifo.
Monsenhor P. de Campos 27
Dr. Barros Barreto 25
Dr. Augusto de Oliveira 25
Desembargador Alvaro 24
Dr. Aguiar 24
Dr. Ignacio Joaquim 24
Dr. Joaquim Portella. 13
Resume dos collegios do Rerie, Pao d'Alho,
Para
Maranhlo
Otara
Natal
Parahvba
114:000*
3:5401
30:780*
60:500*
36:000*
nited, Trilhos urba.nos do Recife a Apipacos e
Estrada de ferr uo Recife a Jaboatao, bem como
sobre a ullidade das metmaa, eom referencia ao
flm a qae se propdem.
A tuesnararia de fazenda, para remetler
urna nota da sommt em que importaran) no anno
financeiro de 1869 a 1870 os direitot, que os eo-
trea geraes teem detxado de perceber em virtade
cionaes. Destes anda exislem os destacados em
Matto-Grosso e nos destacamentos do sertao.
Administracao da ysstica.A' excepcao do cha
fe de polica, que ha puuco aqu chegon, e j se
acha demittido e do jniz municipal do tormo des*
la eapiul, que est exereendo as funeedes de jobt
de direito, neuh'um utro magistrado formado
exilie na prowJia.
Olinda, Iguarass, Gyanna, Nasarelh, Limoeiro,
Cabo, Escada, Victoria, Agua-Preta, Uarreiros,
Mo-Formoso, Serinhlem, Bonito, Caruai, Bom-
Conselho, Buique, Garanhnus, S. Sent, Cimbres,
Brejo, Ingazeira, Cabrob, Boa-Vista, Tacarat.
Granito.
Desembargador Alvaro 1390 votos.
Dr. F. de Barros Barreto 1343
Monsenhor P. de Campos 1342
Dr. Ferreira de Aguiar 1341
- Dr. Ignacio Joaqnim 1308
Dr. Augusto de Oliveira 1294
ASSASSINATO.No da 11 do passado, o sol-
dado da guarda nacional, Jos Ferreira, assassinou,
no termo do Ex, su amasia Josepha Maria da
Conceicao, com um tiro de granideira. O crimi-
noso foi preso em flagrante.
PRONUNCIA. Reto delegado do termo de S.
Benlo foram pronunciados, como incursos as pe-
nas do art. 266 do cod-go criminal, Severina
Cordeiro Reg, Custodio Teixeira de Macedo, Jos
Maximiano Cordeiro Lima, Delmiro Alexandre Ri-
beiro e Jacnlho Cordeiro Reg.
FESTA DA SEXHORA DO MONTE EM OLIN-
DA.Somos informados por pessoa competente,
que o Exm. e Rvm. Sr. D. abbade de S. Bento, de
accor Jo com o Sr. commendador Manoel Luiz Vi-
raes, juiz perpetuo da testa de Nossa Senhora do
Monte, em Olinda, resoiveu celebrar dita festo no
dia 8 de Janeiro prximo, aperar de ainda se acha-
ren) em atraxo os concertos que se execulam n a-
quella igreja; os quaes vio tur grande impulso
pelo offerecimento espontaneo foilo pelo Sr. supe
rintendento da estrada de ferro do Recife Olinda,
de ajuda-los quanto em suas torcas coubr.
PRESIDENTE DO> PIAUHY.Seguio hontem,
bordo do Arino, para o Pauhy pelo Maranhlo, o
Exm. Sr. Dr. Manoel do Regp Barros Souza Lelo,
presidente 'aquella provincia. S. Exc. foi acorn-
panhado at bordo por crescido numero de arm-
gos; proatando-tha as honras militares ama guar-
da do 9" batal hlo de infantaria de linba.
DESASTRE E MORTE. Ante-hontem, pelas 4
horSs d-a tarde, estovara dous individuos a brincar
em ama taberna n'uua lagar do Montoiro, e entre
os differentos brinquedoe laia dos dos capoeiras,
e sem s? lembrarem, lalvez, de que o tren da va
frrea se aproximava. um delles, fjgindo do com-
panhefro, correu em direeclo ao trilbo, ao mesmo
instante em que o vapor chegava sua frente, ra
do por esta modo esbarrar-se de encontr sua
machina.
Observado pelo machinista, este o pode agarrar
pela camisa suspendendo-o quaato pode, sem po-
der eom todo p6-lo em lagar seguro ; nesta vicis-
siiude de salva-lo e no eafraquecimente das forcas
oaturatw, entondeu que o devia impedir para a es-
trada. .
E de feito, ao ser o infeliz impe'rido, veto elle,
com a altraccjua do ar proveniente da velocidade
*
coja eneorporacio ptomove o 3r. Dr. Nabor ear-
neiro Bezerra Caraleaato. ,
Bis a circular de convite para essa renniao;
Na situsco penosa em qae se acha a nossa
agrieul'nra, neonama outra neressidade se apr-
senla mata imponente, que a da hbarta-la da usu-
ra do agiota, sob cuja presea? se entorte.
_ Nesse intnito estou promijvenoo a organisa-
co, e j pubfiquei, com parte dos estatutos, aa ba-
ses de urna soeiedade, com a denomvafaV) de Cr-
dito ffypotbeeario de Pernamhaeo, que tem por flm
(raaquear aa af eull -r, por meio de operaoCes
hypettaecartae, a obten cao de caprtaes, a juro m-
dico, Ion jo praso, pagamento por amoriisaco :
meio nico, em o raen fraco entender, mas seguro
e eficaz de produzir aquella emancipaco, e dar
ao agr i cultor ama espbera larga de a cele-, a ama
vida verdaderramente prospera eindependeate.
< Para o da 15 d correte, pelas 5-horas da
tarde, est mareada a primeira reoniao da dita
soeiedade, que ter logar em urna das salas do pa-
lacio da presidencia, por concesso e com asis-
tencia do Exm. Sr. presidente da provincia, que se
ach possuido dos reelbores scotiuaeotos de ani-
raacao, em prol da soeiedade,
Cerlo de que V. S. alo dexar de iratnr o
mesmo pensameoto, tenho a henra de o convidar
particularmente para comparecer dita renatlo,
qae em saa raaior parte ser composta- de honra-
dos proprietari as; e de assim coacorrer, como
moral apoto de sua presenes, para o vigorameat
da idea, e effiectiva fun laclo de to til e esperan-
cosa instiiuieio,
O sacrificio, que por ventara baja V. S. da
fazer para nao faltar ao convite, ser por todos os
comparecenles devidaraeBle lomado era considera-
cao ; e taive um da compensado pela salisfaeao
intima de ver prosperar a classe, de que 4 mem-
bro, e solidario era sorto, e florescer a provincia
de que fitho.
Son, com todo o respeito e consideracao, de
V. S. muito afleicoado patricio, obrigado a cria-
do. Nabor Cameiro B. Cavalcanle. >
TRILHOS URBANOS DO RECIFE A" APIPU-
COS.O Sr. superintendente pede nos a segaBto
publicaclo :
Pede-se por favor aos Srs. passageiros, qua-
jalgam ter alguma razio de queixa do procedi-
mento dos empregados desta empreza, queirai se
dirigir ao abaixo assignado, qae serlo immediata-
mente attendidos.Wm. Rawlinson, gerente.
DINHEIROS.O vapor Arinos conduzio para as
segaintes provincias estas quantias.
FE3TIVIDADE.Amanhaa celebra-se com toda
a pompa a festividade de Nossa Senhora da Sol-
dade na igreja do Livramento; preando ao Evan-
gelho o padre Antonio d'Albuqoerqne Mello, e no
Te Deum o padre Jos Esteves Vianna.
SURDOS-MUDOS. Segondoas notas organisa-
das pelos vigarios das fregnezias das provincias
segrales existen nellas 1,183 surdos-mndos, a
saber ;
S. Paulo130 mafores de 14 annos e402 meno-
res dessa idade.
Minas76 naaiores e 82 menores.
Pirana57 maiores e 58 menores.
Rio Grande do Norte55 maiores e 64 me-
nores.
Pernambuco27 maiores e 50 menores.
Rio Grande do Sol25 maiores e 34 menotes.
Parahyba- 9 maiores e 34 menores.
Rio de Janeiro9 maiores e 31 menores.
Alagas9 maiores e 12 menores.
Espirito Santo8 maiores e 11 menores.
CAXANG.Remellen) -nos o segninte, pedindo
sua publicaclo :
Estando florescente o Caxang, torna-se ne-
cessario qne a cmara municipal lance para ahi
suas vistas, aflm de qne a edificarlo que so fr
fazendo, fique de maneira que, para o futuro seja
todo elle arruado. Convm que ella cuide ni ra
que passa pelo3 sitios dos Srs. Batios, Jlo Perei
ra, e vuva de Jos Rodrigues al o rio ; e mand>
limpar o antigo corredor que da Varzea vai at a
Estrada Nova junto porteira do engenho Poeta,
pois, esl inlransitavel todo elle. E' preciso tam-
bera que a cmara desaproprie algum lugar di-
reito do povoado, aflm le dar sahida para o rio
aos moradores que fleain no alinharaento da igre-
ja. A' esquerda do povoado junto a agua frrea,
e ao enlrtr do sitio Ambol existem saludas para
o rio, entretanto direita nenhnma sahida exist
porque a ediOcaclo qae se est fazendo vai tiran-
do a passage n que existia em terrenos particula-
res. E' bom aprovetar-se emquanto existe terre-
no nao edificado, aira de ser pequea a indemni-
saclo. E' justo que se melhore tambem e?te arra-
balde que tem vivido esquecido.
LOTERA.A que se acha venda a 171a, a
beneficio da igreja de Nossa Sanhora da Boavia-
gem, a qual corre no dia 13 do crreme.
PASSAGEIROS. O vapor nacional Cururip*
trouxe os seguales:
Bento Canrio Ferreira Maciel, Jos Lopes Penna
de Macedo, Joaquim Lyra de Oliveira, Andr Ma-
ria Pinheiro, Manoel Ribeiro Ba*los, Francisco
Athanasio,- Jos Hrancisco e 1 escravo a entre-
gar.
CEMITERIO PUBLICOObituario do dia C do
corrente. '
Um prvulo encontrado na porta da matriz.de-
Santo Antonio, branco, Pernambuco, 3 airaos,
Santo Antonio ; espasmo.
Manoel, branco, Pernambuco, 5 annos, S Jos ;
inte rite. [ _
Antonio Jacintho de Mello, branco, Portugal, 8.
annos, casado, Boa-vista ; diarrhea.
Manoel Joaquim Machado Guimarles, braaoo.
Portugal, 40 annos, casado, S.,Jos ; hepatite.
Pedro Affonso Ribeiro de Andrade, braaco,
Pernambuco, 10 auaos, Reeife; apoplexia cere-
bral. to ,.
Joaquim Gento de Angola, arelo, frica, W an-
nos, soltero, Capunga, amolacimenlo cerebral.
Recemnasciau Matoel, branco, Pernambneo
Santo Antonio ; ao nascer.
Manoel, branco, Pernambuco, 7 horas, Saot
Antonio ; pasano.
Mariana Maria do Livramento, preto, Pernun
buco,. 31 anuos, solteira, Santo Antonio erisi-
pela. .,
Silviaa, parda. Pernambuco, 2 rneaes, Recife-
tosse eu convulodes.
Urna mulher encoacontrada ao- arco de Sata'
Antonio, preta, Santo Antonio ; repentinamente.
Manoel Lua do Nascimealo, pardo, Peroaabu
co, 10 auaos. Boa-vista ; gastra intente.
Anna, branca, Pernambuco, 1 mez, Boa-visto :
agosto do anno findo. Igoal trato deram-os desor- 'd,, vapor, cahir. junto no trera la lo.coraoliva, que
deiros a uro sargento, um cabo e um guarda que
subiara o rio era servico. Honre vas de facto e
relmenlos.
Taes procedimeotos flaeram indispeosavel a ex-
pedieao de nova escolta, desta vez comxnandada
por um offlcial a acompauhada de um offloial da
joaca.
Chegando esto ao sitio do Barraaao-Alto, pro-
prkada vinte e cinco dos autoras ou cmplices dos reeri-
agarrando-o pela roupa o partir pelo meio.
DIARIO DE PERNAMBUCO. -Se chegar hoje o
vapor francez fiiroadc, da Europa, destnbuiremos
amanhaa nos-o numero de segunda-feira.
CRKDITO HYPOTHECARIO DK PERNAMBU
CO.No dia 15 do correato deve ter logar, n'um
doa saldes do palacio da presidencia da provincia,
a ruufiao daa passoas que quiaerem tan* parte da.
soctertade de CrtdUQHgpolkecaria^e Pernambuco, \ annos, casado^ c0jl.vista asette,
pneumona,
Faustino Jos de Souza, pardo Pernambuco, J"
annos, casado, S. Jos ; tubrculos pulmonares.
Joaquim Teixeira Bastos, brance, Portugal,- z.
anoos, soltoiro, Boavuto ; larengite.
Adetioo, branco, Peraambuco, 8 aanos, Kecite,
beRe^emaascid. M.r;^ pret, Pernambuco, S.
Jos; neommodos do paru
Joao. branco, Pernarnbuw, 5 mezes, Boa-tfsta .
Qtoiqaim Jos d* Co.*.^ oranco, Pernambuco, 6




V
orsi UHM3M03Q - .... .....'
Pernambco
Sabbado
10 de Dezembro
Josefa, parda. Pernambuco, 4 m
convolsdes.
Jos Jjtuil Lopes, braceo, Portugal, *4 unos,
solieiro, Bol4isia ; febre amarella.
Miguel annos a|ejgqgReci[e ; apoplexia fulminante.
Joaquina, aeravo, reto, Africa, UO anhos,' soT-
teiro, Capilr; bepaiite. *
Mauricio, braneo, Pernmbuco, o mezes, Boa-
vista ; eoagaslao cerebral. ,:""\ "~"
CAMAW MWlOPArV
SESSAOEXTRAORDINARIA AOS 23:UUOVEM-
BRODE1879.
premdknou t>o sr. d souza. lio.
Presentes os Srs. Dr. Meseuso, Gajeiro, Pe ssa
da Silva, e Dr. Pitanga, abri-se a salo e fui
Jida e approvada a acta da antecedente.
Leu-se o segrate
RIHCDlRlfTE.
m offleio do Exm. presiden da prcvhKia,
exigindo da cmara copia do termo de contracto
da arrematadlo do imposto de aflrieSes dos pe-os
e medida? desie municipio.Uteirada, e quo se
Temetta as bases do contracto da mesma arrema-
lado.
Outro do mesmo, devohendo cmara o reque-
rimento da companhia dos trilhos urbwos do Re-
cite 'Otlnda. o. qual pede designarlo de logar
ara construya > da estadio central no bajrro -do
auto Antonio, e determinando que seja conservado
provisoriamente a referida estacao da ra da An
rora.Inteirada.
Ontro dr mesmo, jteclarando cmara, que,
segundo consta de offleio do engenheiro fiscal do
govorno, firam dadas as precisas ordens ao so-
peintente da companhia dos trilhos nrbanos do
Recife i Olinda, para cor urgencia mandar repa-
rar as ruinas causadas na estrada de Belm pelas
obras da mesma companhia.Inteirada.
Outro do rnesmo, aulori-ando a cmara des-
pender a quantia de 1:800*000 pela verba even-
tuaes dos cemiterjos, visto nao ter a lei do orc/i
meato mnnidpal vigente consignado semelhante
verba.Inteirada e que se eomruumque ao procu-
rador.
Otro do mesmo, exigiodo da cmara o offico
do desembargador provedor da Santa Casa da Mi-
sericordia, que deixou de acompanhar a informa-
rn desta cmara de 26 de oulubro ultimo, sob n.
100.inteiFada por ja se ter satisfeito.
Oairo do mesmo, devolvendo cmara o reque-
rmt-nto do Dr. Antonio de Vasconcellos Menexes
de Drummond, afim de que a mesma cmara cum-
prsse o despacho exarado em dita peticao.In-
teirada, e oeste sentido se expedio ordem ao pro-
curador e o administrador do cemiterio da ci-
dade.
Outro do engenheiro cordsador, informando fa-
voravelmente o requerimento de Hermelinda Fio-
riana Mara do Carmo.-Concedeu-se.
Ontro do mesmo, informando favoravelraente o
requerimento de Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Concedeu-se.
Ontro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Jos Jjaquim da Costa Moura.
Concede u-se. ^
Outro do mesmo, informando favoraveimenle o
requerimento deLauriano Jos de Medeiros.Man-
dou-se cordear.
Oatro do mesmo, informando favoravelmente
o requerimento de Jos Jeronymo Mooteiro.Con-
c'deu-se.
Outro do mesmo, informando o requerimento
de Andr de Abreu Porto.Mandju-se juntar titulo
de posse.
O Sr vereador Dr. Pitanga apresentou o se-
guinte requerimento que, posto votos, foi appro-
vado:
Reoueiro que se peca as cmaras raunicipaos
e commissoes nomeadas, para agenciarem quan-
lias para preparaco do monumento commemo-
rativo dos triumphos alcancados na guerra do
Paraguay, darem soluco de taes encargos al
o ultimo de dezembro vindouro.
Paco da cmara municipal do Recife, 23 de
noveinbrode 1870.r. Prxedes Pitanga.
Prestou juramento o juiz municipal da i" vara,
recondnzido, o bacbarel Paulino Rodrigues Fernan-
dez Chaves.
Despacharam-se as peticss de Antonio Goncal-
ves de Azevedo (22), Audr de Abreu Porto, Anto-
nio Francisco de Suuza de Oliveira e Mello, Anna
Maria de Couto Cyrne, Antonio Fernandes Mendes,
Antonio Jos Ferreira, Antinio Carneiro da Costa,
liacharel Aureliano Augusto Pereira de Carvalho,
companhia dos trilhos urbanos do Recife Olinda,
Felicidad* Perpetua Maria da Coneeicn, Francisco
de Paula Cabral, Francisca Rosa Pereira dos San-
tos, Heii r & Sampaio, Juo Rodrigues Lima, Joan
Anglad Hyjo, Dr. Jo; Suriano d i Souza, Joaquim
Bernardino de S?na, Joa> Pereira Franco, Joo
Riheiro Pe "a de Licerda Jnior, J'o Goroucio
S res ae Carvalho, Jos Jeronymo Montiro. Jos
ioaquim de Castro Monra, Joao Caetano Farges,
Lourenco Pereira Mendes Guimaraes, Luiz Manoel
Hodrigues Valeo^a, Lauriano Jos de Medeiros, Ma-
noel de S >nza Tavan-s & C. e nutros, Manoel Be-
BNicto lo E-pirito Santo (i), Manoel lavares da
Casta Ribeiro, Marcelino de Souza Lima, Manoel
ijs Morara, Manoel Batem Cavaleanle de Albn-
naerque. Manoel Pedro, Manoel Antunes Correa,
Miguel Candido de-Medeiro* Pinto, Dr. Nabor Car
lo-iro Bezerra Cavalcante, Pedro lexandrirw Ro-
drigues Lima, Manoel Ferrara, e levanton-sp a ses-
sao.
Eu, Augusto Genuino do Figueiredo, offlcial-
maior serv lulo de secretario, a eferevi.
Ignicio Ju-aquimde Souza Lio, pro^presidente.
-Ur. Pedro de A/iay' Lobo Hoscoso.Jos Mana
Frene Gpmeiro.l>r. Prxedes Gomes de Souza Pi-
langa.Bento Jos da Cos Jnior.
___COMMUNICADOS.
Ao* .-*. redactores do Liberal
No Noticiario do jirnal de hoje W. SS. publi-
i>aram a'gurnas linhas, com 'referencia^ estrada
Je ferro de Olinda o sobre os passes concedido-
po'a secretaria do governo para os trens da refe-
rida estrada, as quaes se menciona o meu noine
como sendo possuidor de um desses passes.
Devo declarar VV. SS. que nunca solicitc-i,
nunca p>s ui e nem desejo ter passes da secreta-
ria do governo para ne'nhuma das nossas estradas
de ferro.
'i informante de VV. SS. fallou pois 'verdade
osean lalosamente; e se se po le, eomo creio, jul-
lar do valor desse escripto pela mensao |ue
ni ile se faz do meu nome, nenhuma f de.ve elle
meeecer, e pois nao pode incomraodar pesaos
algurna.
Pens que a secretaria do governo pode dar os
passes estipulados no contrato feito com a compa-
nhia da estrada de Olindi quem muito b-m Ihe
aprnuwr, sem que isso d direito aos accionistas
dessa companhia para so oceupar. m com o modo
pratico do usufructo dessa regalia, que se reer-
vou o governo. .
Estou longe de censnrar aquelle3 que gosam
es-tes passes, porque nunca oensci nem papso
r;n e*nierilh este cu aquello individuo est ao caso de merecer
um puje, visto nao poder satisfazer o importe da
pasagem nos trens com os recursos da sua bolsa
O que gar> nto esso* Srs. accionistas que nun-
ca fu uo desses passts em neuhuina estrada de
forro e que nunca me occorreu ffs-To.
E' vorda le que tenho um puse; mas esse me foi
i.l reriio e.-poptaneamente pelo aupecintendente
da estrada efe f-rro de Olinda. A esse raes^
renuncio da melb'jr vooladee boje mesmo devul-
vo-o ao Sr. Abreu Porto, vijiocomo nao quero de
mol algum ser onneroso aos Srs accionistas que
mandaram aos Srs. redactores do Liberal, o ese-
ripto qne me reflro.
Rocife, 9 da dezembro de 1870.
Ib 4a1tM las' Swlp ofMMiaVs; uro pes-
soal zeloso, os Romens de arte, Ihe presUm um se-1
wraso concarsoj aceit donativas mjmMiro era
especie, .finir estas ultimas, recomraaddaalia
os seguiqMs;
Asamsar, agurdente, caf, algodio em -arto,
roupa brue* velha* e 'nova, jrodoetos ifliartna-
ceuticos, panno de todo o genero, enxergoes, col-
coas etc. eto. "~~^Bi *
Mcdrba Vez pratiquei easa rntelligente caridad')
de donaw* em specie e dellft flfei provrik.,
(tracas i urna fraoceza, madaoe Laboriaa, i
quem me apraz, neata airen m stand a, agradecer
publicamente. Un sacco de ronpa branca osada
e mls 200 libras de doces me foram por ella of
feriadas e nviadas. para Europa no ultimo pa
queta fraacez.
Importa gene ralis a r esta especie de donatlvas e
dirijo-ine para.esaem, nao somcuie a colonia
francesa, mas tambem aos estaangeiros aqui resi
denles, e aos proprios brasileiros. Tendeaban*
dade, Sr. redactor em chefe, de prestar-mi o au-
xilio de vessa foiba, am de bem rompeerrar as
.pe-soas geiicroaas que, por ventura, q|""<*m
coadjovar essa obra de bumaoidade, da natureza
eimp irlanda do beneficio qne piden fazer.
Os donativos em especie, assucar braneo, algo
dio, caf, curtos producios pharraacenticos, as
agurdenles de canna,sa-> productos proprios des-
te parz. As auociteoes candosas ^ue debes are-
cem em Europa, nao los alcanzara senaosobre-carre
gados das despezas de transportes, das direilos de
alandeja e dos lucros reahsados_pelos comprado
re- no mercado, pelo negociante importador, pelo
coiunterciante a retaliio. A bbra de assucar, pur
exemplo1, cusa n > Brasil, de 20, a 25 ceojessimos
de franco e vende-se a retalho, em Franca, de 70
a 80 centesimos. Ora, todos esses. direilos, lucros
e despezas diversas, nao teudo de ser paga pelos
gneros que me foram doados, por quanto serao
transportados gratis pelas Messagerias Mariti
mas isentos de direitos de alfandega e chegarao
aos cuasuinmadores sem intermediarios, e claro
que cada deador, dando m dar na realiJade tres
e, d'e.si'arte. o beneficio ser tres vezes maior do
que o sacrificio feito.
Dirijo-me pois aos Brasileiros e Ihes digo :
E' chegado o averno na Europa.' Nao Sabis,
pela mor parte, seno de ouvir, n'esie clima be-
u;gno, o que seja o invern e ignoris, por tanto,
a verdideira miseria. Quando o friflagicia essas
terra< que a guerra acaba de ruinar, penetra as
chupanas mal fechadas dos puvoadus e as man-
sardas das cidades, os velbos tremein debaixo de
e&casso agasalho, e as mosiolias das creanQas se
erguem engeladas para o ceu; ha entao soflrimeo-
tos e desesperos que recuso pintar e que myster
ter visto para avalia-los e comprehende-lo-.
Senhores de eogenbos que fabricis oeste mo-
mento assucar e agurdente, lirai de vessos pro
duelos um dizimo de beneficencia; at a frecha
da canoa pode ser aproveitada para camas quen-
lesi e saas enviai-m'a t Plantadores de algodo,
dai-me aigumas saccas i servlro para preparar
pasta e recebereis as bemeoes daqoelles que ella
acquecer I Pharmaceuticos, que conbeceis e em-
pregais diariamente as plantas medicinaos desle
rico solo, extrah de vossos alambiques a saude
para os nosses enfermos I mulheres brasileiras da
cidade e seus arrabal des, revelvei os vossos vesti-
dos desbalados, e principalmente vossa roupa
branca usada, do corpo, da mesa ou da cama, e
tossaa irmas da Franca orarlo por vos I
E_ na verdade as vossas irmas e aos vossos
irmios que ides a soccorrer I nossas origens sen-
do communs, somos, como v*, urna naco calho-
lica ; fallamos dialectos da ursina lingua ; o mes-
mu Uireito, o velbo direito romano, formou a nossa
iegislaco e os nossos usos ; se o mahometismo
que os vossos pais expelliram da Pennsula Ib-
rica, nao se apoderou da Europa e do mundo, lem-
brai-vos que foi Carlos Martel, a frente tos seus
francos, que estacou, em Poiliers, a invaso mu-
sulmana. Ha seis annos quj habito vosso paiz e
ainda nao converse com urna s possoa que nao
reconhecesse altamente os seric-?s que Franga
ha sempre prestado a itJmanidade e, em particu-
lar, aos povos da raca latina. Os seus grandes es
criptores, vos os sabis de cor tapio quaoto os
vossos ; suas academias e institutos teieatdeos,
-uas escolas teem formado e formam todos os das
vossos mdicos, os vossos engenhosos e os juris-
consultos ; sob essa leviandade mas apparente do
que real, sob os mos costumes na supericia, por
traz dessa vida desordenada de prazer que nos
tem sido exprobada e que expiamos to cruelmen-
te, existe o fundo serio das virtudes da familia e
o um irabalha intelectual e material qne inunda
o mundo de producios valiosos ou encantadores,
que todos cobicam, e lera constituido a melhor
parte da vida civilizada.
Viode, pois, vinde pressurosos em auxilio das
miserias da Franca ; mitigando-as, apressareis a
eicatrisacio das chagas que llie abre assa guerra
h-irrivel e, melhorada por que muito soffrer, ella
reassuimr enrgicamente, e coma razao mais ro-
busta, es3e papel de iniciadora.Rel vean-me ues-
tes momentos dolorosos, esle assomo de orgulho
para o qual ainda della precisa o mundo I
Agradeco-vos, senhores 'redactores, ajiospitali-
dade com que generosamente acolbisles esta carta
em vosso jornal. Permiili que accrescente que os
gneros em especie sero resebidos todos os dia,
das 9 horas da manhaa at as 3 da tarde, no ar
mazem do Sr. Baro do Livramento, o caes do
Apollo. Rogo aos doadores de enviar-me urna no-
ta de suas offertas a Pmca do Cnmmereio n. 14,
quaoto aos donativos em dinheiro, peco que me
escrevam eeu me ensarregarei de mandar rece
ber na propria residencia dessa3 nessoas as quan-
tias "designadas.
Aeccitai, senhores redactores, a srguranija de
meus sentimeutos de estima e gratido.
' Osmin Importe.
s quelcoiijues
s, Fr
^v-------------------
imagnar fados que nunca se passaraa, pode
^a que enconirar sempre da lance em
a.
Puisque j'ai t oblig a men grand
A partff de moi i vos lacleurs, per
mot> l'adratse des genfqai V
IffgSdoi,' eit/angers, ils fltmaetaienl
y* i doflneraient a sftre d'homroes.4'al>of "'<*]
.n^keia pas i aieater : titre e Francaai .
elsuleT pa/ceaue jane confiis pas de pSy? Qaatro de dezembro que
qui, plus que He mien, ait prainles princi IOSte
pes de la solidarite iwrveraette. felrsqas e fOJ(nua falalctrreiraqoe perd 0 me-
calantils aaifcnnques ont nlppllles MBfles |r J
m mmt.mi w&
#
*}(;
1 E' morlo o ndsso amigo Ismael Amavel Gomes
da Silva, carcter firmado, sincero amigo, desve-
lado esposo, e funecionario publico intelligente e
honesto.
Foi accommettido bo dia 39-de novembro pair-
sado, pelas dei horas da noute de ama indigesto
forpssima, que zombando de todos os recursos
mdicos e reerodecendo-se de minuto- a minuto
apagou-lhe a vida pelas 8 1/2 hras da noute do
dia 30 I I t... Em derredor de sen cadver so-
ln?ava suffocante de dr sua fiel esposa abracada
com seus tres filhinhos. Foi asuena mais compn-
geme e horrivel, que imagiaar se pJe.
Soffren mnito : e nlo pode por mais tempo ca-
lar tantas Hficcdes, tanta agona : o peso da ter-
rivel necessidade fez-lhe curvar bem cedo : as
privaedes que nutria ralavam -Ihe o cpra;ao e de-
premido j pela pobreza extrema, j pelas obriga-
?5es a comprir, como empregado subalterno, ludo
sigmfijou uu: acabamento :ao breve.
Servia ao :stado dezoito annos e morreu pela
farda da neeesidade I I
A viuva e filhinhos estso exposlos aos enmates
da pobreza extrema e go.pes de lao amargurada
sor te.
Rognemos a Daus o seu repouso na bemaventu-
rada eternidade..............................
___________ M. P. M
HWfilBCHBSiHHanaa>aK9**^M--MH
Pao i Allio. 5 de dezembro
de 1HSO
Felippe de Figneiroa Paria.
?BCACOES A PEDIDO.
Peroambato 20 de.novefbhro de 870.
.. Sr, redactor.
Urna carta ch^gada da Franca pelo ultimo pa-
para urna obra de beneficencia, dirigida por no
-brea senhoras, que aca^a de fundar se em Fran-
g, afim de acudir as victimas da guerra
Infelizmente, ah se me diz. difflci obterdi-
i nheiro na Bos*a Franca arruinada, s o pen-
saoi n da miseria que reinar* e,:e lnTerno em
Paris e nos 23 departamentos invadidos, nos
faz estremecer. Vou pois pedir dinheiro emLpri-
meiro logar, e em segundo, gneros allmenti-
' co, ou ronpa branca velhae nova. Pod>r-e-
1 *ii* fabricar camisas p'rj mulheres e para niC-
- xovaes para creangas dessas rotipas
nios t .
velhis? ..i gratas pof aso,
Ficariamoi verdadeiramen^ onjaca vi-
pois que veremot miserias coniv
mosi....
6o de DecemlT.e Monsieur le rJacteur.
Veuillez, en doonant place dans votre estimable
feule, a la tradudion de tna letlre aux habitants
de Pe (ambnco, me permettre d'y aj -uter les lig-
ues suivantes:
II y a loag-lemps que j'ai renonc a esprer pour
mes actes une approbation unnime. Je n'^e pa>
dir que je regietterais de l'obtenir, qnoiqu'il y
ait souvent, de par le monde, des blmes que
l'ou est heurenx de mriter, tant on les seut ds-
av.us par sa conscience.
Mon appel a l'humanit de ^os conciteyens
et des membres des diverses colonies tranr-
res.-en faveur de mes nationaux.' t, comme
cela arrive pour toutes dioses, lou par les uns
et blm par Is apires.
Je ne me serais pas occiip de celte tres natu-
relle diversil d'apprciations, si, parmi cellesqui
m'ont i rapportes, il n'y en avait uno qui me
touche beaucoup et qne je mo dois raoi-mme de
repousser.
Est il bien convenable, dans un moment o la
France est frappe de rvers, inesprs par eeux
mmes qui les lui infligent, de lui faire jouer ainei
un role de mendianie ? La legitime saseeptibilit
de ce grabd piys n'est elle pas atteinte par une d
marche 'tont le bu', lonable, d'aiileurs, blesse
profonlmeui sa dignit I
Voil l'objection tres respectable qui m'a t
faite et volei ma rponse; -
La France a un pass de gloire mllitaire si con-
siderable, si eomplet, qu'elle pourrait ire batlue
pendant plosieurs sieles, sans quo silgende d
:ombats 'effacat do la mmoiro des peuples.
Ses ebees actuis me tonchent profondment,
oais, dns aux causes diverses que chacun eoo-
nit ils ne la dirainuent nollement mes yeux,
el je n'protive aucun sentiment d'Uumiliation pa-
triotique. Voil piurquoi ii m'est possible de
m'adrosser sans arrire pense, la gnrosit
erangre.
Les mallieureux qui souffrent ea France sont
victimes d'un faii de guerre, comme ils le sera-
ient d un vaste irsendie, d'un grand tremblement
de ierre. Ils souffrent, done il faat les soulager,
non pas litro de vaincus, mais celui d'bim
mes souffrantsi et tont coeur d'homme, od qu'il
an com menee* batir, en Europe, en Aiurique,
en Australie, doit comptir une soufTrance nu-
maiue.
La France mendiante I I .' Cenx qui ont ya
cela dans ma lettre, y odt ils sien pens 1 -Ce ae-
ran une siogulire niendiaole que celte qui, par-
lan! par ma bouebe, ee dclarerait ncessaire au
Sonde et revendiquerait, dans le&lermes o je le
is, ce role iinitiatrice dans iequel elle ne sau
rail tre remplace.l que mes censeurs le a-
chent bien, quaad je me fais modeste ea parlaptde
(da grande, Musir, el chre cliente,c'est aveu ou
effort qui est iralp', jo l'espi'-re. par les mots m-
mes dont je me serar Nui n'ast plus er que moi
de ses gloires; mais, jen depiande pardun
ceux qut raelient au dessus des aulras celle de la
guerre; beauepup |ttns qu'ellp, les glpires des
arts, de sciences, ds'lettres, me naraissent don-
nr anx naiions eur vritable hisire; V n'y a as
,5 baiallle perdne qui pnisse nous enapiHer
d tre i? patrie de Laplace, dn Ponssin et de Cor-
heilje, de tiu"der et de Geoffroy St Hilaire, dio-
gres et de Dela^"*>lJ, de Lamartine, el de fletar
Hugo I
Responder ao mssivista d'esta comarca para
o Liberal perder tempo e trabalho : o publico
j a conhece bastante, e da o devido apreco as
suas noticias.
Tal vez que fosse melhor entregar ao mais com-
pleto despreso ente abjecto a pequenino, do que
prestar aitenco sua clera. ilha smente do des-
peito o mais rancoroso, consorciado com a inveja
a mais delestavel.
Para quedar ouvidos aos uivos deseiperadosde
um cao hydrophobico, que eslorcendo-se de raiva,
procara morder aquel les que o nao offendem, s
com o fim de traosmiilir-lhes a furia de que se
acha pjssuido ?
Entretanto no possivel, que o Liberal, diario
poltico, nolicioso e commercial como se anouncia,
o que cerUmenle lido por um crescido numero
de pessoas, continu a franquear suas columnas
aos communicados desse billioso despeilado, qae
cora todo o descaro calumnia e irroga injurias
seu3 moderuos adversarios, e nioguem venha tam
bem pela imprensa protestar contra esse abuso,
porque lodos despresam o cao daajnado, e a ne-
nbum aitinge a venenosa e peconhsnla baba di
que elle se serve para manchar as reptateles as
mais iliihadas
Apezar do despreso qne nos merece a pessoa
d'esse corresoondente, e do,nojo que nos causa a
leilurauu lecifracao da seus escriptos, nao pode-
mos guardar silencio por mais lempo ; e como o
Despertador em seu ultime artigo disse que nao
mais se oceuparia em mostrar as inexadides e
falsidades coudas nos commqnicados desse co-
nhecido liberal, tomamos d'ora em diante o mas-
sante encargo de responder-lne. E posto que nos
falle o habito de cscrever para o publico, espera-
mos satisfaze lo; seno de um modo completo,
ao menos .como o permitarem nossas forcas.
Em os ns. 297 e 314 do supradito jornal foram
publicadas duas correspondencias d'esla comarca,
as qiiae* bem analysada3 e reduzidas expresso
majs simples, do.em resultado : zro.
Na primeira, excepto do ultimo periodo, que
olfensivo dignidade e illustrac,o d) Dr. Vicente
Ferreira Gomes, magistrado de principios seve-
ros e digno a todos os respeitos dos maiore3 enco-
mios, ludo o mais se rssume em ebservacoes que-
ris, que carecum de importancia para merecer
urna reosla.
O periodo que alludiraos concebido nos se-
gralos termos : t A sentenca do Sr. juiz de di-
reito despresando o recurso (que interpoz o anciao
Ignacio dos Sanios) sorprendeu nao s a liberaes
como a conservadores ; excepto os que j o espe-
ravam.
O Dr. Ferreira Gomes, confirmando a sentenca
do subdelegado Flix de Oliveira. que condemnou
o insolente Ignacio a dous mezes de priso, dea
mais urna prova solemne de quanlo imparcial e
justiceiro, quando lemdeexercer as alta-.ailr
buigos, que a lei Ihe confere. Verdadeiro libe-
ral, nao se dnixou levar pela idea de perseguicao
poltica, que dixiam seus correligionarios d'aqui
ser o movel do processo, e despresan Jo essas vis
insinuadles, profera seu julgamento eomo devia,
em vista das provas irrecusaveis que instruiam o
summario.
Honra essa digno magistrado, que sempre tem
sabido manter-se na altura do cargo queexerce,
pautanao todos os seus actos pelas sagradas nor-
mas do dever e da ju>ti$a.
S pidiaui flear sorprehendidos cora a decisao
do Dr. juiz de direito, aquellos, que desconhecen-
do a inteireza e honradez que d'stmguem seu ca-
rcter nao Ibe sabe n prestar a homenagem devi-
da : os que esto acostumado a nao observar os
mais santos principios do direito e da moral ficam
sempre sorprehendidos qnaodo vam praliC3r-se
o contrario.
'A segunda correspondencia, publicada no n.
314, e escripia pelo mesmo autor da primeira
usan 'o de pseudonyrao differenle, um mistifono
de palavras injuriosas, um immuude araozel, ero
que bem mosira o correspondente todo seu des-
peno e rancor para com as autoridados policiaes
e os iHouVosivos cidados Ponciano Pereira Lete
e Jesuino Domingues Carneiro.
Ainda que tnhamos pouc,empo de residencia
n esta comarca, conhecemos perfeiume.nle as pe
soas aecusado, e podamos confundir esse misera-
vel detractor; mas isso j tera sido feito tainas
vezes, e.tao cabalmente qU9 lrnar-se-hia muta o
d? ,r*balno- **el nendax, semper m:n-
Antes de concluimos eata primeira resp sta
deyemos dizer ao nosso anlaconista que os voca-
jxrseguico, tmquidide, arbitrio, manejo
azigo que
onl
etraogers, lf Fra'ofle a toj
mem repondu aux apfels qui lur\6ot t tai
ts ea lenr nom. Toas mes rontemporains se
snuvienoeat des innombrables acrlflces fue
nous nafeoniines imposs en faveur des GAcs
pendaat ff guerre de feur indpendance; L'ar
gent de la France abond en Irlande pendapt
rhorriblefaimne qui devasta,n y a Joaus, cama
ihuureux pays el la Tille de Hambourg, aujourd-
hui Prussienne, a f.iit reconstruir, avec l'argent
-fraiigais, une j^rand* parlie, de ses maisons d
vorees par ai tornease incendie. Le Btsil, Pir-
oarrroneo au moras, puisf)iie c'est Pernambn>
co seuleraent que je-m'adrasse, voudra cerUine-
mentmeltreen pratiqoe cette soldaril qui relie i r ufA.
les naons entre elle* et c'est avee maVfaWBMfc ^"W^T0 |jue
conliance qne j'atlends son conaors et que je l'en SSDDOr, StDuor,
jenoercie.
Veuillez agrer Mr. le rdacteur, l'assurance de
mes sentimen dvuas.
Osmin Laporte.
migosSamuelflalliday I
MoHe,
MeoDeus, elle era alma elevada, alma
Werasa; elle era o modelo do pais, dos
esposos, dos ulpos; elle eitendia a mao ao
mendiBO,.dava a vida a moito infeliz, cha-
mava-Voa seu Deus, oh!, Divino Mesare,
oh CortJeiro Imraacoiado I
Senhor, Senuor. Dprqaa o levaste ? Elle
ffifo jp da guarda da ma coaftirle,
seus innocentes nhiobos, era homem 1ra-
balbador. qoe-cea seo *eer aaparava esse
vos a sociedade nos d.
porque o levaste?
Vede I... Chora i catea.esposa, choram
os innocejitmbos sem pai.
Nao, 'tiS dado ao homem interrogar o
infinito, olpar o livro tremendo de suas
verdades, de seus designios I
Pstrese o creado em face do increado l
Mas que ? Sim, vos o dissestes, Senhor :
lo justo nao morre.
Sim, raorre o homem sem honra, sem
conscieocia, sem dignidade, morre o mal-
vado que esbofda as lagrimas, a afflicc3o,
a fome, morre e lonco queensanguenta suas
mos no sanguedo tioinem, do sen seme-
Ibante. morre o monstro que a virgindade,
a innocencia pisa, morre o homem, devia
dizer o irracional que desconhece te, nltraja-
te, oh Oeus, cb Supremo Arcbitecto I
Esses morrem Sim, morrer a morte
eterna }
Hallidayo juston3o morreu, batea as
azas e remontou-se morada de Deus.
E entretanto?
Sim, eu vejo, eu sinto tuda isto e eu cho-
ro, aTo?o-me em prahlos, volvo vistas que
se nao deffinem, para o tmulo de meu
amigo I
Quao frgil que es, humanidade I
E vos, consor^ de to recto varo, orva-
Ihai, nao o tumuio do esposo, mas o do
justo, apontai-o vossos lilhinbos e dizei-
Ihes: alcai as mos para os cos meas fi-
laos!
Um amigo.
Devendo ter lugar no dia 11 a grande (esta do
orago na igraia de N. S. do Amparo, assim como
em quast Ipos os domingos deste a do segainte
mez fetas eu> Olinda, as quaes sempre foram con-
corridas antes da va frrea, e hoje naturalmente
se-lo-bo mil vezes mais attenta a facilidade ex-
traordinaria da condcelo, e commodidade que a
de JioM frrea offerece aos habitntes da capital,
baldos como sabido de passeios e entcetenimen-
tos nos diase horas de lescanso, pede se ao su.
perlntendente dos" trilhos "urbanos do Recife a
Olinda qae faca partir a todas as horas que for
possivel o numero tambem maior pessivel de wa-
gn.
Os Olindenses.
Em homenagem ao genio extrahimos da Vid i
Fluminense que se publica no Rio de Janeiro, o
que a respailo do baryt no Vieira, que j aqui
esteve eBtre nos, e que j nos deu o prazer de
o ouvir o seguiote: Tratando da estra do ba-
rytono Vieira, foi mais expassivo o auditorio, quo
victoriou 4 cada passo o artista portuguez, do
que a imprensa diaria, mais preocupada da com-
moco inherente a todos os eslreaotes do que da
execuco de alguns trechos onde o Sr, Vieira re-
ve I ou do es artsticos, que provam vocaco pela
arle, e o esludo a que submelteu o seu orgo
simpalhico e verdadeiramente barylonal.
Na anrecjaco do cantor guio-me antes pelo
modo porque dito um adagio, do que pelos ber-
ros desordenados de urna caballeta estrepitosa
Para esia basta ter forca nos pulmoes: para
aquelles s ha recursos na arle tal qual nol-a en-
sioo os grandes ineslres
-Quanto a mm, tanto o andante do Baile de Mas-
cara cemo a romanza de Mari de Rohan foram
ditas com methodo, e coloridas com arte, e se isso
pouco aosiolhosdecenos crticos que se metiera a
fallar de msica sem saberem onde mora o sol...
da clave muito aos olhos dos que entendem do
riscado.
Mas alto do que tuh isto falla o brilhante ac-
Huiliento feito ao barytono Vieira que appiaudido
a cada trecho, mereceu as honras de urna chama-
da 'pecii no lira do espetacuio que Ihe servir
de ;stra.
Thomaz de Aquino F. de Farta.
ii '"" Perabuco. pelo meaos, ^)ois qne a
elle smente a quem rae dirijo, qnerer certa-
mente por em ortica esta solidariedade, qne liga
as naedas, e- cora a mais absoluta cooflanca que
espero o sen soccorro e p qual desde i me aere-i
co em agradecer.
Queira, sr. Rodador, acceitar os protestos de
miuha dedicatao.
Qsmin LaporU.
Olinda
JJP w
, Humilde atteneno.
Srs. Redactores. A condiccao de ter sido es-
crava nao faz perder os sentimentos de gratido,
que todo9 devem ter para com seos bemfeilores.
A liberu Thereza dezejando provar, nao s part
cnlarmente como publicamente o mnito que deve
a seus ex Srs. Jos Jcaquim Barbosa e D. Catba-
rina Cavalcanti Barhosa, por Ihes terem concedi-
do sua liberdade, da qual ja gosa a tempo e a
seus dous fllhos Rufino e Manoel, vem pedir a V.
S. a pu'ilicaco destas linhas por meo dos quaes
protesta acompantar a seus ditos ex Srs. em
quanto viverem por ser este e meio de agradecer
a e-molla recebida, e de Vs. Ss. fazerem a publi-
carlo pedida muito obrigada flear a humilde li-
berta.
COMMERCIO.
PRAQA DO RECIFE 9 DE DEZEMBRO
DE 1870.
AS 3 i/2 HORAS 0A TABDR.
Gotaces officiaes.
Assucar americano dom 2*300 por 15 kils.
Assucar Canal 2*150 por iS kil.
Algodo 1* sorte358 rs. por kil.
Algodo de Macei 1" sorte653 rs. por kil. posto
a bordo frete de 5|8 e 5 0(0
Algodo da Parahyba i* sorte 633 rs. por kil.
posto a bordo frete de 5|8 e 5 0|0
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 7|8 e 24 d., e
do banco 23 3|4 por 1*000.
lionero Jos Affonso,
Presidente.
Pelo secretario,
A. P. de Leraos.
ALFANDEGA-
Rendmento de dia 1 a 7 .
dem do dia 9 .
2ol:8o2<38o
38:1651212
290:017*627
\oTluieuio da alfaadega.
Volames entrados com fazendas
com gneros
Voluraes .'sabidos com fazendas
com gneros
policial com o fim de pgrugutr os oprimidos libe-
raes. barbaridade, servilismo e outros, nao produ
zem eireilo, 9eno quando sao empregados pro-
pnanaente: de nada vale dizer-se. por exemplo: as
perse^utedee contiHuam em grande ekala, e ni
citar um faci, qae sirva de prova a proposicao
que se avanca. r v K^v
Quaes sao os factos praticado? pelas autoridades
policiaesi que mdicam perseguicde aos membros
do partido liberal ? Quaes sio os ltenlados, os
erimes Horrorosos que ficam impunes, porque
seus autores partencem *o lado conservador ?
Isso que deve ser provado por aquelles que
pretenden) fater seria opposicao ao procedinwflfo
das antor^dades. E urna *ez, que impossivel
mostrar eom faetos verdadairas a exaelido do que
se allega, coorem muito mais nao- phantatiar
cousa alguma.
Venbam os faltos; e se ellassendo narrados
taes eomo s verem dado-desabooarem o Cjo-
ceilo, que nos merecem os conservadores d'aqoi,
promettemos so emnemente deixar de mio*a are-1
N.que nosimpulemos; mas seo seu prooedf-
mento for o mesitoo que at hoje tem lido ; se sera
atteuder a coosideraco de ordem alguma conti-
nuar no passifflo eostnme da Inlnriar os mais dig-
nos cidados smente porqua sao conservadores, a
neis de dezembro de i h JO
Sr. Redactor.Concedendo um lugar em sua
eslimavel gazeta tradueco da carta que dirig
aos habitantes de Pernambuco, queira perraillir-
me que accrescente ainda as linhas segratej:
Ha muito lempo que renunciei esperanca de
oblar approvacii plena dos meus actos.
Nao quero dizer com isto que nao sentisse esta
falta, mas censuras existem, que urna filicida
de merece-las, tanto esto ellas em desaccordo
com a propria eonsciencia.
Meu appello aos sentimentos humanitarios de
seus enneidados e dos membros das diversas co-
lonias esirangeiras em favor de meus compatriotas,
tera sido como acontece era todas as cousas, lou-
vado por uns e estigmatisad por outros.
Nao me oceuparia de.-ta muito natural dversU-
dade de apreciacoes se entre ,.s que me teem sido
communicadas, nao bouvesse ama que muito me
magoa, e que nao devo deixar passar sem refuta-
cao.
Sr conveniente, n'este momento em que a
Franca victima dos revezes inexperados por qne
a fazem passar, fazel-a representar assim um pa-
pel da mendigante I A legitima susceptibilidade
de-'te grande paiz ferida por um pedido cujo fim
erabora louvavel, fere profundamente sua digni-
dade.
Eis a objeccap mu respeitavel que me fizeram,
e eis a miuha resposta :
A Franca tem um passado de gloria militar to
consideravel, to completo, que podero ser batida
durante muitos seculos, sem que seus legendarios
combates seapagassem da memoria dos povos. Seus
revezes acluaes inagoam-me profundamente, mas,
de.vidos s causas diversas, que todos sabem^ elles
nao a tornam menor aos meus olhos e nao me
inspirara seutimeoto algum de hutnilhacco pa-
tritica. Eis aqu por que posso dirigir me, sera
pensamento algum ocenlto generosidade estran-
geira.
Os desgranados qae soffrem em Franga sao vic-
timas das cjiis-fluencias da guerra, como seriam
de um vasto incendio ou de um grande tremor de
trra. Elles soffrem, e necessarin soccurre-lcs,
nao a titulo de ven -idos, mas como victima da
desgrana, e todo o corar > de homem, onde quer
que elle palpite, seja na Europa, na Amrica ou
Australia, deve coinpadecer-se do sonraento hu-
mano.
A Franca mendigando ?! Aquelles que encher-
garara isto em minna carta,.reflectiram bem?
"Seria urna singular mendgame aquella que, fal-
lando pela miaba bocta, se declirasse nece sana
ao mundo e reivindicaste, nos termos em que o
liz o sea papel de iniciadora no qiul ella nao
serla substituida. Que os meus censores o com-
prebendara bem : quando eu me torno modesto,
fallando da rainha grande e illustre cliente po-
rra esforco que trahe, eu o espero, as mesraas
palavras da< quaes me sirvo.
Ninguem mais altivo do que eu por suas glo-
rias, mas peco perdo aos que oollocam cima de
todas, as glonas da guerra : muito mais do qne
ellas, a das artes, a das scisncias e a das letras
me parecem dar s naedes seu verdadeiro bri-
Iho. ^
Nao baver batalha perdida qae nos empeca de
ser a patria de Laplace, de Ponssin, de Corneille,
de Cuvier e de Geoffroy St Hilaire; de Ingres e
de pSIacroy; de Lamartine a de Vctor Hugo.
J que fui qbrgado, bem apezar mea, de fallar
de mira > seas leitores, permita me que dirija
ainda aigumas palavras aos qae se pergonlam
como sendo esirangeiros, porquo motivo darlo
soccorro a Franja.
Do, era pnmeiro lugar eomo horaens, e nao
besito em di ter mesmo cunso francezes em segun-
do, porquanio nSo conheco poto nenhum que
uiais do que o meu tenha praticado os principios
da solidanedade universal.
Sempre qae calaraidaBes de qualquer genero
tem fendo os povos eslrangeiros, a Franca tem
sempre generosamente correspondido ao auoello
que se Ihe fez w
Todos os ootemporaneos a recordara dos in-
imnwraveis sacrificios que no; impuxemos por
causa dos Ofegos, durante a guerra da sua inde-
pendencia. O dinheiro da Franca abundoa na
Irlanda quando, ha IS annos, uina horrivel fome
esolou esta desgrasado paix, e a cidade de Ham-
borfo, poje prossiapa, fez reeonstrair coro o di-
21
578
-----599
132
109
-----241
Descarregam hoje 10 de dezemro.
Patacho inglez/smiVvarios gneros.
Escuna inglezPerseverancefarinha de trigo.
Brigue inglez Miserincarvao.
Barca ingleza Kahi-noor ferro e carvao.
Barca inglezaDelphin diversos genaros.
Barca inglezaRusamonddiversos gneros.
Patacho americanoAmerican Unan idera.
Despachos de exportacao no dia 9 de
dezembro
Na barca inglezaDreadnaught, para o Ca-
nal carregaram : Keller & C, 224 saccas com
15,974 kilos de algodo.
No brigue orluguez Umao, para o Porto,
carregaram : Carvalho & Nogueira, 100 saccas
cora 1,500 kilos de assucar braneo.
No palhabote portugaez Novo Protegido, pa-
ra o Rio da Prata earregou : Joaquim Jos Ramos,
378 barricas e 100 raeias ditas com 47,59o kilos
de assucar braneo.
No brigue inglez Ment, para Liverpool car-
regaram : Johnston Pater & C, 800 saceos com
60,000 kilos de assucar mascavado. .
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 7 13:977^064
dem do dia 9
. CONSULADO
Rendimento da dia 1 a 7
dem do dia 9 .
1:543*199
15:520/263
Airetaaa da theaoraria de fazenda de Per-
nambuco 7 de dezembro de 1170.
Servindode offlcial-maior,
Maboel Joa Pinto.
De ordem do lllm. Sr. cowelbeiro inspector
da thesouraria de fueada eata^Mariacia te faz
pblico que no dia 7do correnrmex, pelas 2 ho-
ras da tarde, iro nraca para Mfen arrematados (
peflj|e a jonl|pae8jgril| Iraria, por quem
ra^Pr lanco afbrecer, "arras Mos do deposito
espacial da instrocco :.a peufc a quem eon-
vler devero comparecer na rilbrida thesouraria
no dia e hora cima indicados.
Secretaria da thesouraria da fazenda de Per-
nambucc 3 de dezembro de 1870
Servindo de 4|cial maior,
__.________Manoel J3|i Pinto._______
Pela recebedoria de renda*'internas geraes
se faz publico qae oeste mez de dezembro qne
as irmandades religiosas, os bancos, companbias e
sociedades anonymas e quaesquer associacSes
pas, beneficentes ou religiosas teem de pagar a
decima de mo morta, livre de malta, relativa ae
! semestre do exerelcio corrente da 1870-7i7 e
que, Ando o referido praso, ser paga eom a mul-
la de60|0.
Recebedoria de Pernambuco 1* de deambro de
O administrador,
_______Manoel Carneiro de Souza Laeerda.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Santa easa de
Miser cordia do Recita manda azer publico que
na sala de saas sessoes, d* dia 8 de deiembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARJDADK.'
Ra de Hortas.
Sobrado n. 41. ..%.... 903*000
Ra de Santa Rita.
Casa terrea n. 32.......161*000
Roa do Nogueira.
Casa terrea n. 17.....-, 303*000
Travesa de S. Jos.
Casa terrea n. 11. ...... 169*000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar)
Casa terrean. 105................. 151*00i
Idemidemn. 99................... 365*009
Os prelendentes devero apresentar no acto da
orrematacao as suas flaneas, ou comparecer
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 30 de novembro de 1870.
O escrivo,
______ Pedro Rodrigues de Souza.
Consolado provincial.
Na forma do art 50 1 da lei provincial n.
963, avisase por esta reparticao, a quem nter es-
sar possa, que com o mez de dezembro prximo
abre-se o praso de 30 dias all marcados para o
pagamento voluntario dos impostos da dcima
urbana c de 5 OO sobre a renda dos bens de raz
de cor pora coes ae mo morta, relativos ao se-
mestre do corrente anno financeiro de 1870-71,
incorrendo os contribuinles que nao realisarem o
mesmo pagamento no referido praso, nv commi-
aacao do 3 do citado artigo.
Consulado provincial 21 de novemmbro de
1870.
Servindo de administrador.
A. Witruvio P. B. e Accioli de Vasconcellos
De ordem do lllm. Sr. subdelegado da fre-
guezia de Nossa Senhora do Poco da Panella, faz,
saber a quem possa interessar, que existe depo-
ziudo para ser entregue a quem legtimamente
reclamar um certo b'imero de pecas de roupa
branca e de cores, que foram encontradas no es-
polio da lavadeira Joaana, que morreu a (Topada
no Rio Capibaribe.
Monteiro, Io de dezembro de 1870.
, O escrivo do subdelegado,
Francisco de Hollanda Chacn.
THEATRO
PROVINCIAL.
. 27:501*565
. 4:688*198
32:193*063
MOVIMENTO DD PORTO.
Navto entrado no dia 9.
Mamanguape=-12 hora, vapor brasieiro Coruripe,
de 222 toneladas, commandante J. H. da Silva,
equipagem 17, carga 120 fardos de algodo ;
Companhia Pernambucana;
Navios sahidos no'mesmo dia.
Portos do norteVapor b.-asileiro Arinos, com-
mandante J. de P. G. Alcoforado, carga difieren-
tes gneros.
Lirerpool pela ParahybaBrigue inglez Wild
Ware, capilo Sralh, era lastro de ara.
Liverpool peto Rio rende do NorteEscuna in-
gloza Serit, capito Cmnter, em lastro de as-
sucar.
ECITAES.
F culdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. visconde director e de
conformidade com o aviso do ministerio do impe-
rio de 4 do novembro pr ximo findo, fajo publico
que esio expostos a venda os livros truncados o
e tragados da lvraria da extracia eongregaclo do
oratorio, que foram transferidos pelo governo para
a btbliotheea desta faculdade, os quaes consistem
em obras de theologia, sermonarles latinos e hes-
panhoes e tratados msticos etc.
Os que pretenderen) compra los podem remelter
ao Exm. Sr. visconde director, as saas propostas
em carias fechadas al o dia 12 do corrente, em
qne ser effeetuada a arrematacao dos referidos
livros.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 6
de dezembro de 1870.
O secretario interino,
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior.
Lilil I lt.1.1
RECITA DA ASSIGNATURA.
HOJE
Grande e variado espectculo
DIVIDIDO EM TRES PARTES
Primeira parle.
A mnito linda e appiaudida opereta eas nm ac
msica de Offemback
To Braz
LE VIOLIXEX.
Personagens.
Remelle.............. Mlle. Rrescia.
Mathieu.............. Mr. Maris.
Pierre................ Mr, Raynand.
SEGUNDA PARTE.
A nova e muita linda opera em um acto, m-
sica de Offemback-
TROMB AL CASAR
na qual tomam parte Mine. Valmonca e Mr. Ma-
ris, Carn e Raynaud.
O emprezario Bao tem poupado a despezas, afim
de que esta opera suba a scena erm todo o see-
narlo e vestuario .que requer o seu autor, assim
como a msica acha-se ensaiada a goslo e capri-
cho do actual regente da orchestra o Sr. J. C.
Darbosa.
TERCEIRA PARTE.
Subir scena a muilo linda e appiaudida ope-
reta em um acto
Le grand papa de la chanson.
na qual tomam parte Mme. Valmonca e Mrs. Ma-
ris.
Termina o grande canean inf rnal da opera
d'Orpbe anx enfers dansado por Mr. Marz, Mr.
Raynaud, Mme. de Valmonca, e Mlle. Mariette.
Os bilbetes acham se a venda do escriptorio do
theatro.
Principiar s 8 1(4 oras.
Domingo 11 do corrente
AS 5 i|2 HORAS DA TARDE
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Dividid em tres partes.
O programma completamente variado.
Entrada-----1*000.
AVISOS MARTIMOS.
O inspector interino da alfandega faz publice
que terc-feira 13 do corrente, depois do meio dia,
a parla da raespu reparticao, sorao levados has-
ta publica, livres de direit is ao arrematante, 500
resteas de ceblas a granel, pesando 1,500 kilo
graramas, avalladas em 2494, as quaes vieram de
Porto na barca po/lugaeza Social entrada em 26
do mez findo, e furam abandonadas aos direilos
por Soares Primos.
Allega de Penwmbaeo 9 de dezembro de
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
OECLABACOES.
- De ordem do lllm. 8r. cenelheiro inspector
da tbesoararia de fazenda o>stt provincia faz
publico que no da 17 do arrele maz, palas i
bajas da tarde, ira a praca ,pra ser arrematada
sourarla a qnem raafs der a casa terrea n. 11 siu
COMPASfilA B&ASJLEiRi
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperada
al o da 10 do corrente o vanor
Paran, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qual depois da de-
mora do costume seguir para o?
portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
Jarga qne o vapor poder connzir, a qal >er embarcada no diada suacliegada. Encanlen-
las e jaheiro* frete at as 2 toras do da da sua
tahida.
Nlo se recebem como eBCommendas sonio ob-
iectos de pequeo valor eqge nao excedan] a
Tobas de peso oaB palnift cbicos de j-
rttdo que passar destes lunltes devera ser
ado como carga- _^_
Previne-ae aos senhores passageiros
oassagens 80 ae receteal na *g0<%
a.J;>'-jmeiroafldar,e-'
escriptoiip de
Alt
PORTO
Pretend seguir, com mnia hrevldade.a brea
portugueza Social, por ter a maior parla i*
_ eirregamento engajado ; e pra o poucoj
roin8Pect0''t as 11 horas do referido dia cima falta, trau-se com o seajwnslgns
> /
<>



I Jos Goncalves Reltro, i ma do
^


*v

- -- I
Itigrjp Je Pernambuc "*~ Sabbado 10 de Dezembro de
1870.
iimit
-Bisco martimo.
O capWw Isaac N. Ruapa da barca americana
Nmtt T. Bet, de 34 6Jrl00 toneladas de regis-
tro p. m. o. m. 6raeise Row a risco martimo so-
bre o casoe odile a. vio e sobre o (rale Pranm
porto dosjBWfoiUiclsr a qaaMrt de 20.000*
>. m. o. m: pan ocew rer as deepexa* fetas com
eeneertos do dte aavie em orjor^eticiadaava-
ria sofrifh na sol xesceote vafe* de New-
York para este porto. Propoetts em sartas fecun-
das dirigidas ao capitao, bao de ser entregue no
consulado dos Estedes-Uaido at meio dia de 10
d*4exM>bfd 1870.
Maranhao
A escuna Gtorqiaim sef ue breve por ter a
maior parte de carrefameoto engajado : a tratar
oo fassa lrJu A G.
BAHA
Para t referido porto segne dentro de seis dias
a petaca italiana S-tra, e por isso quem qatier
a prove tarc.rrcgr a frete commo''o, dirija se as
ceneignatario Joaquina Jes Goncalves Beltrlo i
roa de Commercio n. iT.____________________
COMPAShlA PERNAMBUCANA
ni
Navegafle costeira por vapor.
Maaanguape.
O vapor nacional Coruript,
eommandanle Silva, seguir
psrae porto cima no da 12
do corrente as seis eras da
tarde.
Recebe carga passageiros,
ancora meadas, e dinheiro a frete at as J horas da
tarde do dia da sahida, no esdriplori do Forte
do Maltes n. 11_____________________
CORIPANHIA PERNAMBUCANA
DE
*avega?o costelra por vapor.
Goyaona.
i-ii O vapor Parakyba seguir para o
~MXL porto cima no dia 16 do correte as
aaMeaf 9 h"ra'i da noite.
Recebe carga, enoommeadae, pasageiros e di-
narro a frote, escriptorio no Forte do, Mattos
i 11
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
Navegaco costeara por vapor.
Porto de Galliuhas, Rio Formoso e Taman-
dar.
O vapor Parahyba seguir pa
ra os portos. cima no dia 10 de
corrente a meia noute.
Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete nr
escr>Btero~oo" Forte do Mattos n. 11 ______.
commwdo, irlo > *- a-leilio as dmao-,
fazem parte da-aava 'aluda do^jtoniq Gendolj
na importan** eaafcrmO a
ris, as quaos se i \endw
agente Pestaa, saado 10"
do Corpa, Sania, juato ao arn
i "
AVISOS DIVERSOS.
Na ra dos Acouguinhos
lar ao Sr. W. de Mello Lins.
n. 9, deeeja-se fal-
Club no Monteiro
Sabbado 10 de corrate haver reuniao fami-
liar.
O eosaceario,
P. J. Layme.
^^
MISSA FNEBRE.
Segunda-feira 12 de corrente, trigsima do do
fallecimento de Antonio Jos Pinto, celbramela
nma missa de rquiem na matrii de S. Joe.a*
1|2 horas da manha : sao convidados pafa> est*
flm a todos os parenlea-e amigos do Me
os eus bilheles de assgnatura>**aaPra*
sentarem, semprerjie transitaren! nos trena
sem o que terao de pagar sua passageos,
igual pedo se faz aos Srs. que tem pasee
do governo e deade japresso-rae-em agra-
decer aos mesmos Srs.
Recife, 9 de dezembro de 1870.
O supreintendenta.
A. de Abreu Porto.
ltenlo,

Alnga-se a sala de Io andar propria para es-
criptorio, na ra larga do Rosario n. 21 : a indar
na loja do mesno.
Moleque.
Precisa-so de um moleque para o servico de
casa : na ruadj Bario da Victoria n. 36, outr'ora
rna Nova.
RA DO IMPERADO N. t.
O propaetarie deste esubflecimento awn* ao*
seus nutaaroaos e bons freguezes, quo acata da
preparar-ara grande sortrraenlo das malhore g-
neros do mercado para reehoar ae despensa <*
qnelles qne tiverem bom paladar e diseosicao pa-
ra gastar os cobres, no lempo da festa do Natal.
Alii ensootraro ei .olientes presentes de- hambre,
vlnhos, licores e cognac de todos os fabricantes,
boa eemja, marmelada portngnea, ataeisas em
caiiinha*, conservas francezas e portugaezas, do-
ces de toda* as qualidades seceos e era ealda.
Tambem encontrarlo bolinbos para cha de toda-
as qualidades, bolos fraocezes e ingleze, pc-de-U>,
pudins, tortas, amendoas confeitadas, e quanudaae
do ouiros objeaioi que seria eaCwl|pnas>- eouaMrar,
O major Jas* Paar* VHasa dar SUveira Janior
manda celebrar n* da. 13 do corrente algumas
Pede-se aos"Srs. issignantes.qj tugara mismas nvraatriz dpowado. de Oaelletra por
..... .-jyrr.___i!. Una a san nriwaA wiffrn 4ntnaui JiWR PlfltO IAI-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costea por vapor,
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor IpojHca commandan-
te Moura, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 20, encommendas
pasaageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte
Mattos o. 12.
de
Muga se a casa terrea n. 66 rna nova de
Santa Rita : tratarse na mesma ra n. 55.
alna de seu presada sogro Antonio Jos. Pinto
luido na provincia de Cear, e para eote flm con?
vida aos .'eu* amigos e aos de fallecido residentes
nemejmo p ivnade assistirem a esse acto da
reigio e caridade, pelo que Ibes antecipa seOj
eterno reconhecimeott,
Manoel Fernanea de SeaJ5ego previne ao
respeitavel publico e coa esppcialidade ao orpo
uo^commercio, que nasU data deixou de ser cai-
xeirttjdos Srs. Peixnto t-Irroao; e pjrianlo. exo-
oaradjb de sua cobraiMU Recife 7 de deiembro
de 1^0.___________________________
tlio Isaac, encatregado por procureajo, bs-
tanta4e N Danheisser da casa de penheree tra*
vaesa das Cruies n. 2, avisa a quem tlver jo***
era sea poder, que far leilo por intervenca do
agente Martins, no dia 15 de Janeiro prximo. As
pessoas qae desejarem guardar por mais lempo
em mos do anuunciante seus penoores, venham
pagar os premios que eslo a dever at o dia do
leilao, depois do qual nao terao dlreito a recia-
macoes
En abaixe assignado declaro ao eorpo do
eoiiimeicio que vend a minba taberna sita ao lar
go do Carmo n. 13, livre e desembarazada de qual-
iueronusao Sr. Joao Gnn^alves Fereira. Reci-
s 8 de dezembro de 1*70.
Antonio Leal do Barros.
Ama
Precisa-se de urna ama somonte para cozinhar
para urna pequea familia : na ra Nova n. 20,
loja de ferrageo?. ___________^_______
COIIP
DAS
Mes^eg^ries m;iritem3s.
At o dia 11 do corrente raez esperase da Eu-
ropa e vapor francez Girrmde o qual depois da
demora d costurae seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para couducSes, fretes e pas-agena, trata-se
na agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
los do sul o vapor francez SindA commandante
Giost, o qual depois da demora do costura e
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condic/es, fretes e pa>sagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9. ___________
Para Lisboa
- O brigue porluguez Soberano, capito Bugigan-
ga ; para carga e passageiros trata-se com E. R.
Rafcello 4 G, ra do commercio n. 48, ou com e
capita._____________ ___________
Para Lisboa
Segu em poucos dias com a carga que tiver o
patacho portugus Restaurado 1: qum no mes-
aso qnizor carregar ou ir d pas^agem, dirija se
aos consignatarios Oliveira Filhos & C., largo do
Gorpo Santo n. 19, 1* andar,__________________
Rio de Janeiro.
9 patacho nacional Etfrega a sahir at o flm do
raez, ainda recebe alguina carga : a tratar no es-
criptorio de Jos Maria Palmeira, largo do Corpo
Sante n. 4. 1* andar________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar : a tratar na refloai-ao da ra de Hortas.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Margo (outr'ora ra d(
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
lizes bilhetos dons meios. de n. 1860 cora 400000
dous meios n. 980 com 200JOOO, e outris sones
de 100 e i6 da luteria que se acabou de ex-
trahir (173*), convida aos possuidores a virem re-
ceber na conforraidade do costume sem descont
algara,
Acbam-se a venda os bilhetes garantidos da
5' parte da lotera, a beneficio, da igreja de Nos-
sa Senhora da Ba-Viagem (174*), qu se extra-
riir teica-feira 13 do corrente raez.
PREgOS.
Bilhete inteiro 6#000
Meio bilhete 3/000
Quarto 1*500
Era porco de 100*900 para cima.
Bilhete int iro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quario 1*350
Manoel Martins Fiuz.
Jos Joaquim Peixoto e seu irraao Leandro
Jos Joaquim Peixoto fazem sciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo do commer-
cio, que na presente data dissolverara amigavel-
mente a sociedade que tinham no estabelecimento
de molhados sito na tcavessa da Madre de Dos n.
2, sob a firma social de Peixoto & Irmao, fleando o
ex-socio Jos Joaquim Peixoto na pusse exclusiva
de dito estabelecimento com todo o activo e passi-
vo existente, e a seu cargo a liquidacao do mesmo
como nnico responuvel, retirndose o ex-socio
Lean iro Jos Joaquim Peixoto desonerado de toda
e qualquer responsabilidade, Recife 7 de dezem-
bro de 1870. "
Jos Joaquim Peixoto.
Leandro Jos Joaquim PeixotQ-
do Bai*ao da
( Outr'ora ra Nova. )
Bllhees garantidos da pro-
vincia.
Esta felit casa acaba de vender entre os. seo
rauito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em na
bilhete inteiro de n. 2469. oatra de 900*000 em
bilhete inteiro de n 31023, e tres qoarta dea.
2636 com a sorte de 100*. alem d oulro* pre-
mios menores; podeodo os seu possuidores virem
receber, qu* prompumsote sero pagos.
O abaixe assignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no sen estabelecimemo- eoasprar
os fehzes bilhetes garantido*, qo nao deixaro de
tirar qualquer premio como prora pelos mesrnot
annunaios.
Acham-se randa os moito felizes bilhetes ga-
rantidos en> beneicio da igreja da Boa-Viagem,
que ser eilrahida terca-feira 13 do corrente mea
jPRECOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joo Joaejoim da Costa Leh>.
rFALQUE
WiSTO MTIGA E GRED1TATA
ITJUaRICA
De todas as qualidades I
Da. todos os fcitioe I
De toda os presos I
Algum senhor sacerdote que queira por ei
paco da quatro ou cinco metes desta data diier
missa aos domingos e dias sanios ero um dos ar-
rasialdee mais perto desta eidade, dndose caa-
dncao, dirij se rua do Imperador n. 28, que se
dir a.pejsoa com quem deve tratar.
. Na casa n. 7 no largo do Hospital Pedro II
(nos Goelhos), precisa se fallar com os senhores
capitaesde campo a negocios de seus interesses.
Engomraa-se cora todo o asseio e perfeigao
por. preco oommodo : na rna de Santa Thereza
n* 2|.
BOTICA.
Precisa-se de uro caix ir> com aignma pratica
de pharmacia: a tratrr na ra do Duque de Ca-
xias n. 57. ___________________^__
Pjecisa-se d? urna mnlher idosa e de boa
conducta, nicamente para cozinhar ero casado
nm hornera solteiroe fazer compauhia a Urna me-
nina de 6 annos : a tratar na ra da Penha, loja
numero 17.
Bartholomeu & C,
Para Lisboa
Sabe com a maior pre-teza o brigue porluguez
,aia 7, capitao Antonio Prancisco Vieira : para o
resto da carga e passageiros trasa-se eom o mes-
ato capitao, on enm os con-ignalarios Thoroaz de
AquiQJ Ponsecai C. Successores, a ra do Viga-
rio n. 19. ..__________
Presentes para festas
Na livraria franceza existe ura sortimeato de
alguns objectos de gosto, proprios para presentes
Precisa se de urna una nue lave e engom-
me, paga-se bem : na ra de Horta n. 1_______
Alqga-se para passar a festa nma casa pe
quena na Varzea, ra do Fogo : a fallar na ra de
Hortas n. 2, 1 andar._______________________
Na caa de banhos do Recife qaer-se fallar
aos senhores:
Jos Coe ho Barbosa.
Jos Luiz (guarda do consolado).
Manoel Olympio da.Silva.
DE
CRESPO N 4
-
DI iYOT
LIC! C0.1CEHTRHDO C TITHIAOO
0 Sur Guyot ebegou a tirar.ao alealrao a
sua icrirnuniaeoseu amargor Bsupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveilando essa
feii| datejobcra, elle prepara am Ircr con-
milisdo <].'..i;ciiri(),8 qual, sob um pequeo
volunte, conten urna grande propo*vo de
priucipjos activos.
O a.rmuw Ouyoi) po^Miu por consequeiicia todas asvan-
iat:iia da ajiua de aitaUao ordinaria, sein ter
os inconvenientes. Casta deilar d'elle urna
collier de caf n'uro copo d'ague para obter
logo um copo de exceUente agua de alcatrio
sem gosto desagradavei. Cada qual pode
d'ossa maneira preparar a sua agua de al-
catrfio quando d'ella precisa, o qu* oflerece
economa de lempo, facilidade de transpone
e evita o uuikjoSo desagradavei doalcalro.
0 Ali-utrA* de .ny subbtitae com
vanlagem murtas tisanas mais ou menos
inerte*, nos casos de defluxos, broiwhites,
toases, caLaiTtwe-.
Aluga-
-se
o 2* andar do sobrado n. 11 da ra do Vigario
a tratar no armazem da mesma casa.
i sala
Aluga-se urna sala para escriptorio ou morada
de rapizsolteiro, na ra do Duqae de Gaxlas n.
12, Io andar : a tratar no mesmo sobrado na sala
da frente.
Afferiqo
O abaixi assignado, arremitante da allerigao
dos pesos e medidas d'o-te municipio, participa aos
Srs. negociantes dos estabelecimento; quo estao
sujeitos este imposto, que do da 12 do corrente
em diante principia a dita afferigo, em to-
dos os dias uteis, das 9 horas da manha as 4
da tarde, ra estrena do Rosario "n. 31, junto ao
armazem do Sr. Moreira.
Recife; 9 de dezembro de 1870.
Miguel do-i Santos Costa Jnior.
Engommadeira
No BOllefjo de S. Pedro de Alcntara precisa-se
de ama mulher para lavar e engomtnar, e paga-
-e bem.___________________________________,
Miguel Ferreira Pinto faz sciente ao publico
que o Sr. Delminio Gaudenrio Ribeiro Pessoa,
xleixou de ser eropregado de sua casa desde o dia
3 de dezembro oerrente.
VlNHO, PlLULA3,XAROPE E TlNTfti
OB JlIRUEfcBA SIMPLUS E KEnilLQlNOSO
Oleo, Pomadas Emplastro da mbhmj
^7.anta preparados por
uARTHOLOiHEO & C
PHARMACEUTICOS-DftOatHTAI
PERHAMBUCei
. Jarubeb : esta plaoia e boje recocha; i
oi.io o mais pederoso tnico, como o meih.
esobstruente, e como ul applicaJa nos padeciin?nm
do ligados baco, hepatitis, duresas, tumete ui:
aos e especialmente do otero, hydropeaias, eryai-
pellas, ele.; e associada ao ferro mil as palhal-
cores, chloroscs e-falta de menstrna9o, deaarraa,-
jos do estomago, ate, e o qne diaemoa altestii
innmeras caras importante* obtides eom aosaoi
preparados j hetn coubecidos e i.ssdos pelas ssau
Jistinctos mdicos do paii e Portngal. Em todoi m
SOMOS depsitos distribuimos grslis folbetos as
inelhor fssem conhecer a Jnrmlxiba saos resltaa
ipclicacio.
XAR0P5
Precisa-se de urna mulher idosa e da boa
conductvpara criada de am hornera snlteiro, exi-
gindo-se que saiba eDgorrmar e tenha habilitaces
para bem administrar o seivico de urna ca=a : na
ra do Imperador, armazem n 36. ________
Costureiras
Precisa-se de
Rosario n 14.
costureiras: na ra estreita do
U irc.tr.> de timjot empregado eom o tuaior xito as molestias segundes :
BLBJA. l" colher de eaj para um copo d'njua ou dua* coilum de
topa para urna garufa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITAgAO OE PEITO
TOSSE CONVULSA
EBT FaETACsJES. i**" /*o awa^amjaaiati AFFECC-3 DA PELLE
CO.TilCHES
MOLESTIAS OO CC-UrtO CABELLUDO'
31 LiUluC~"3. Una parle di licor etufUro,l'vytm (rncacUlnianssaisi sjcaa>l.)
FLUXOS ANTISOS OU RECENTES
CATARRKO DA BEXIGA
O Al<-tk-Ao do (iuyttt foi tr'rirne})ttii'o row ""i rertl.rirro xito not
ftrinrifae Aosritaet de tranca, da lie' :' e da !'^\rt>>a. h> re-arfando
que, i'ra os tempos de ecloi; .-lie c-r.s:. -i hjfe u ;r.:iu l^ieliisa, e so-
orettnli durante es terapos de qdemv.:. Una timcfiio accortnanlia cada vidro.
Vend -se na pharmacia e dvogar'a de F Mau-
ief&comp.,ruaBarao da Victoria n, n

Caixeiros
Precisase de um caixeiro para padaria, que
d Bador a sua conducta, na padaria da rua.Di-
reita n. M.___________
Resposta ^ hoium dos Clis.
O Sr. disse roe que sou ludo menos cozinheiro,
digo eu que tudO insana hotnom brioso porque
se fosse nao pratirava como pratica.
Tudo menos cozinheiro.
Precisa se de urna ama para o servico de in-
terno : na ra de Santa Isabel n. 7, para nma
familia pequea de estrangelros._______________
S mentes
Sementes novas de hortalica : na ra do Mar
quez de Olinda, outr'ora Cadeia n. 50._________
CASA CAUVIN 'JK
Pharmaecutie privilegia'**
successor
Sebastopol, 56..- PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A, lYIARINIEB
Apresentadas a Academia de Silencias e ao kslitulo de franca.
I ai IF O il Sob i forma it Pastilla, devedida e iloseida parai /.ser de
IN J tCC AO n,,..ntn ..n,. MiinfcaO FREVETTITA E OOHA'fiVA <\-s
ifOLESTIAS CONTAGIOSAS
1MCT0R-PB11TR0
do volume de um relozio, servindo
de Piiiltro eSRiNGA sem os
Gravea inconvenientes de frag-ihdade.
AMA
VENDE-SE
ps de alecrira em latas
ra Pormosa n. 7.
quem quizer dirija-se
BAUIA.
O patacho americano Leomnd Megers segu
para a Baha nesles dias ; recebe carga a fretes
inuita commodos: a tratar com Tasio Irmos &
Companaia.___________|____________________,
Para Lisboa
Sahe com nossivel brevidade o lugre pertu
Suez /f*lio por ter a maior parte da carga compra-
a: para o resto e pa^sageiro* trau-se com os
coasigoatartos Thomaz de Aquino Ponseca & C.
guc^ssores. rna do Vigarn n. 19. 1 andar.
NO DE JANEIRO
Para o referilo porto preienie seguir com mni-
U. brevidade a barca bra>ileira Santa Mana por
ter a maior parte do carregament engajado, e
para o resto que Ihe falta e ecravos a frete, tra-
u-se cem o consignatario Joaquim Jos Goncalves
PeHrao a rna do Commercio n. 17.
Doces, f uctas e flo es
Na ra da Cruz n. 13 vende-se fiambre s
libras.
Doces, fructas e flores
Sorvetes todos o^ dias das i 1 horas em diante.
mm
LEILOES.
FPURATI
oD^GIBErVr
IMEMBRO da ACADEMLAdkMEDICINA
PREPARAOO POR DESIAURIERS.PH.
Suc* DE BOUTIGNY-DUHAMEL
31 Ra de Clpy Papis
Na rna do Mrquez de Olinda, outr'ora Cadeia
n. 50. precisase de nm.i ama para cozinhar.
A arrematacao da pequea parte do sobrado
da ra de Hortas n. 110, pertencente as menores
Maria e Joaquina, annunciada para o da 5 do
corrente, flcou transferida para o da 12. depois
da audiencia do Sr. Dr. juiz de orphoos 1- sup-
plente.________________________.____________
COIXYJHO
tARTRAUV fEOiC
CASA CAUV
..y*, iaa Com a forma, e do voluon de m Porte-Moeda eonlee
ESTO JOS TOBO TRATAMESTO.
Contra as afVccois da palpebras, preparado sob a mesma forma.
" i ios gempara o IkS3AMl,L a POISTUfiAls
rna larga do Ro*ario. i'i-iiNAMBUCO.
Prpos
1!
LEIU
DE
na cavado gordo com andares de baixo
a meio
HOJE.
Oagoate Pestaaa (ir leilao de ura cavallo gor-
da proprio para patear a festa, sabbado 10 do car-
rete, s 11 horas da manha, ao largo do Corpo
aut.
D. Joanna da NativiJade Cruz Mes juila convida
aos amigos de seu fallecido marido Antonio Bote-
Iho Pinto de Mosquita, para que se dignem assis-
lir as exequias que pelo mesmo se ho de fazer
hoje as 4 hoias da tarde, na igreja matriz do Cor-
oo Santo.
ASSOCIAQaO .ommercial agrcola
De ordem do Sr. presidente da directora sao
convidarlos os seohires associados com pare cerem
no dia 12 do torrente, pelas 10 horas da raanhaa,
no salo da nossa as-ociacao, para em assembla
geral, ouvirem 1er o parecer da commisso de
rame de cuntas e arapossar a nova directora.
Secretaria da A-snciacao Coramercial Agricola
10 de dezembro de 1R7Q.
Joo Mara dos Santos Almeida,
Secretario.
O Xarope depurativo iotlu rado do Dou-
tor Gibert olTerece, no seu emprego, um
resultado bom, certo e constante na cura
das mpigensj escrfulas, molestiasdapelle,
vicio do sangue, obstr ucc6e* lymphatica;,
molestias contagiosos (syphiltticas), leves
o'/ inveteradas, ede todos os accedentes que
d'ellas depender.
A. receita deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmacias do
Brasil.
em Pernambuco: Maubeb e C; Joaqtjm
Martinho da Cruz Corbeia ; Joo da Coa-
ceicao Bravo e C*,; Augusto Caors ;
Bartdolomeo e C; Alexaudre Ribeiro;
Abreu Ribeiro ; Joo de S* Fama e Irmao.
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de hornera so,
que lave, engomme e cozinhe : na ra da Cruz n.
2i, 1* andar, por cima da botica.______________i
Perda
DR
DIVIDAS
afae faaaai parte da raassa fallida de Antonio Gon-
dolpk, aa imixiruncia de 873J6J0 ris
HOJE
Bar despacho do Ilion, Sr. Dr. juiz especial 4o
Perdeu-se na noite de 8 do correte ao sabir do
espectculo no naahao de Santa Isabel at o so-
brado da rna do Imperador n. 5, urna pulsejra
de pedras azues : quem a tiver echado e queira
restitui-la, pode dirigir-se ao dito sobrado, que
ser generosamente recompensado._____ t
VERDADE1R0 LE RO
d isasaav, DocUvr Ra de. Seino, 5i, 4 PARS.
Hypotheca
Vai ser hypoiheeada a casa n. 25 da ra dos
Pescadores, freguezia de S. Jos : quem tiver al-
guma duviJa que oppr a esse negocio, dirija-se
a ra da Cruz n 17, no praso de tres das.
Alnga se urna escrava para casa de familia,
para servico interno e externo : na rna da Matriz
n. 26, primeiro andar._________________ .
A. MIlilfiBR, p"a,rna^^S:ivi,e-a,,0
S Betalevtkrd HbsMAopoI. 5*5 I^ATtie.
KOVAS ESPECIALIDADES A. WARiNIER
Apresentadas a Au.cuu do BsiNcia* c ao iii&tit^lu de Franja,
i ir finen sob a <<*ml J'' |,J*' IHJt* '-U l..scr a. ^. < -olu-cao
Proventira e coratiw das KCLEST1AS CONTA610SA8
WJtaOR-PiilLTRO:
ESTCJOS Com
um
n. < -pind da
Mlll.lllO SI.UIM.A scia uf
aves lEenvanisniss ds fragilidaie.
a forma, e rtf volume de um Porte-Moda
COTEDO TODO /JtXTAMBNTQ.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesaa forma.
Frederico Maya
Cirurgiao'dentista
Acha-se em seu consultorio para os trabalhos
je sua arte nos dias utis das 8 horas da manha '
as 3 da tarde, e aqnelles que por suas oceupa-
coes nao poderem compirecer nesses dias o acha ,
rao das 9 horas da manha as 2 da urde nos do
mingos e dias santificados. Tambem continua a
prestar se a qualquer chamado, tanto na cldade
jomo para tora delta, sendo procurado em seu '
consultorio a ra do Duque de Caxias, sobrado
amarellu cora entrada pla praga de Pedro II. __
Joaquim Jos Goiw?a-
ves Beltro
Ra do Trapica* n, 47, Ia andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
Uinho, em Braga, e sobro os seguintes- lugares en
Portugal: _____
BARTHOLOMEO C
DeposiUrios geral para e BRASIL e POOTlieSAIa
34, ra larga do Boaario. PERNAMBUCO.
VERDADEIRAS
^SsV

Cozinheiro
Precisa-se de uro perfeito cocinheiro forro ou \
captivo, que faca aa compras e d fiador a sua
conducta : a tratar na ra do Marque de Olinda,
armazem n. 3*.
la cada garrafa, tai. eitra a rolha e o papel azul
qae lea o mea siaeU, nm rotule- ifonrruo eaa ssu-
rello coas o Stti* biriaiAL M oy,no r.ascfi
K.B.- HaoKt-
ten4o-seumiMtra
dr IM frapros >-
brt Parts, aeefU'al
60 das de vista,
a* mximo jtois-t*
is abatanen w e d*
PILULftSDEBLaNCftRD
COM IODURCTO 00 FMHO latTMaMt
APPROVADAS PBLA ACADEMIA DE MEDICINA DB PARS, ETC.
tScaoniLOSAS, a Tsica no Pnn"P^"_(J^Jr^ ui a SAifcua taja, pan restituir
KVaSSSffll^
j
1
winVc^rp^a"i. pnre-a-.-d. anlhencdad.^s^
tala- d. Blaisra, dev^s. xipr osso arH ****
i *"_-_- .,,! nrorfnriHa. cree sa cha na par 11
trata reaaMva a
parta intsriot de aa
rZSTZA Di* confiar te. Wflc*Ce..
roiat
ROB LAFFECTEUR
Anorovado em wrmm^m* Baa*. Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteur sa ntio-
S, Si^m?i su^oVaV. xarope, de cuisinier, de Mrrev e de salseparnlha. De fac
testao adVaved ao paladar, e ao aliato, elle un nmcatmeate aerai ftarrrua-l*, as
aecAes daple .pa*. Ipor*.. ...more !>:. **-
erada, eacorbno. e oe accidentes provedos dos partea, da idale cnca, e da acn-
m0a^rn8e?pWmrterr^aien^ cent udeeaca.syphilitica.rteenles, invete-
^itotraiXvS^ -a d^oat GIBADEAU UE
SA1PT-GEBVA1S, na Bicher, lt, i Paria.
XAROPE SEDATIVO
fe eascas de Laranjas amargas to
BRQMDRETE DB JP0TA3S10*
aja, T. 11 rLAHOZE, na dea Idam-#lBit-Fal, FeaHa.
Todo. o. Mdicos coneordlo a qae o Bromarit* de rotassirjm paro terittbr
sisteTntrvoio, um. Kio ^t.T. -1-.. Rearado So ^W^"
Larania amaren cw accao regenen a. rao .dea do esiomaaa e do. intestino, e
nniveriaCT;^^. Sem6 receio dV ..dente se pode d.r P^'^"^'
qu.Ddo soffrem de u4aatas a. afee. *i- *9^n*^H^rT/^^l
aseim quTpan u -^.U. rrean /- ppk*a. Para u crean^ p~- eal-ar .
aiilaa.a iassf las Un* daraata i dentleo. .
^S&d *m Rio de lanexr; C...oUt; en, P*^"*"^ 'J^TT*. T.
era iew, rm> W..; em faUea, aatar. i-i*~; Bahw, a ^e
HmAktn, SaMlo; em araado. *. C; era Para Pnto, Waaa




>v
"V
I
I '
xl
Diario de ernamboco Sabbado l de
imperial.
Poiographia
CALBfUA DB PINTURA
wm-J" DE
J. Fcrretra Vhla
Desde o dia 7 de biit pastado aeha-se aberto c
-nvo eattbelecjmeoto photcfrapbieo sito a ru di
Cabua n. 18, quina do pateo .la matrii. Osluba
Ihos que dwde ento, tera sabido de nossa offlcini
temgeralmenle agradado, sendo recebido por
alguna com admirarlo pelo extraordinario pro
cresso que ltimamente tem lido a phott graphia
por outros com alegra, por verem a provincia
dotada eom ura estabeleeimento digno d ella, e in-
contestavelmente o primeiro que nesse genere
hoiepossue : tambemnao nos poupamos em cousa
alguma para monta-lo no p cm que s acbs, es
neraado que o publico de Pernambuco saben
preciar noasos esforcose recompensar nossos sa
orificios. ~~
Convidamos a todas aquellas pessoas, naciona*
e estrangeira que gostara das artes, ou uveren
oecessidade de trabalhos de pbotograpbia a visi-
tarem o nosso estabeleeimento, que estara semprt
iberio e i sua disposico todos os das desde es 7
horas da manhia at as 6 da urde.
Para os trabalhos de botographia possulmos di
tersas machinas dosmelhores autores franccies:
iniieies e allmeme*, como sejam : Lerebours el
Secreun, Hermagis, Thomaz Ross, VoigUander ei
Sonh eWutf. ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas t
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso d<
ande concurrencia pederemos retratar sobre
ama nnica rhapa'at 8 pessoas diversas e sola-
das para cart5es de viita, eassim em menas de
um quarto de hora despacharmos 8 differeme
pessoas que pecam cada urna, urna duiia de cartSe-
mais ou menos, com os seus retratos smente, oo
em grupo com outras.
Encamgaraos-nos exclusivamente da directa*
e feitura dos trabalhos de pbotographia dei
xando pericia e talentos do disiincto pintoi
allemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
astel.
Sr. Ro'.b acha-se ligado a nossa empresa poi
urna escriptura publica, e at o presente tem-se
desvellado na execucao de seus trabalhos.
No nessoeslabelecimerto acham-se exposlos ou-
tros trabamos imiwrtanu s do Sr. Roth, Unto en;
miniaturas aquarella como oleo, retratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Trnanos encommendas de retratos i oleo at c
lamnbo natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igreias ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Aseguramos que os procos dos diversos tra
balboa da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10#00 A
DZIA
ABTES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATU-
RAL A 16(5000 A DUZIA.
Retrates era miniatura oleo ou aquarella de
16 a 204000 cada ura, indo convenientemente en-
caixilbado em moldura dourada e regulando c
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
lodo o quaJro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os preces cima para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nosse
estableciraento, quanlo sua perfeicao cada utr
venba julgar por seus propines olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos nc
nosc estabeleeimento sao das 8 horas da manha
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
era Casos especiaos pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos iias de chova, ou por tempo sombro po-
danos retratar, c assegurmo9 que esses dias sao
s mais favuraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e p< r termos o
ruosso terraco construido com taes proporcSes e
roelboramentos, que arada chovendo ,orros ne-
ahnm inconveniente ha para faier-se bellos re-
tratos.
J. F-rreira Villela
KAWANG
OtT JAPom
NOVA AGO
para o roncador
MMU
POR RIOAUD E 0|
rtiraaicTA*
S, BM VlrteuM,
PARIZ
Esta Ago extri-
hid da* floree do
Piru*Jponioa,f
- sus suavidade
mas propnedi-
des benefioM,
exoede os oos-
metiaosmsii celebres; tendo sido a-
doptada por toda a sociedade elegante.
Deitadanoe banho.dumperfume
delioioso, consolida as carnes e fas de-
saparecer as espinbu, oomioboes e as eflorescen-
cias da pelle,
PRECO 4(51500.
nico deposito no Bazar da Moda n. 50,
roa do BarSo da Victoria outr'ora Nova.
trio
AGOa
TOICADO*
S1C.C.
o
tu lilittM
rint
CHAPEOS DE SOL
Aluga-se urna easa com i sala,, i grttde fabi-
nete e 1 qoartos, por preco mdico ; a tratar sa
ra do Vlgario n. 19. ._________,
DA
Ra do Barao da Vctofd, esquina da Gamboa, do Carmo, iu *23 (Antigft Ra Nova*
Temos honra de participar a nossos numerosos fregueses que com a cltegatla. de um de* socios da Europa, suprio-se a
casa com um completo sortimento de chapeos de sol de todas as quadades como tambem, de todos os materiaes para os mesmos
fabrico, como sejam armacBes de todas as quadades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cotbilma, armas
para caca, chumbeiros e polvarinhos. 03 chapeos da sol tero abatimento de 12, 15 e 25 por cento, comprando dinheiro.
SEGUROS
MARTIMOS
E
COSTRA FOCO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carrcgameDtos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias : na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
MOFINA
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, .
crivo na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqoelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada desle jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
(im ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor seo
filho se acbava no estudo nesta cidade.
*o
t3
60-
3
LO
Bolieiro
Na ra do Imperador, tenda de ferreiro, junte
ae Gabinete Portuguez, se dir quem precisa de
um bom bolieiro.
Ama
Precisa- se para o servico interno de caa de
pequea familia: na ra do Vigario n. 5, segun-
do andar.______________________________
Gratilica-Sfi bem a quem ti ver aebado urna
bomba pequea de pao, que foi perdida indo em
um carro do Recife para a Capunga : quera a ti-
ver pode levar ra doCorametclo n. W, an-
dar, escriptorio de B. R. Rabello & C.__________
4MA
Preeisa-se de urna ama para engommar : na
ra dos Pires n. 64, venda.
Prevengo
O abaixo assignado previne a qnem Interessar,
que a escrava Benedicta, perteneente ao Dr^Can-
dido Jos Casado Lima, Ibe est empenhada or
escriptura publica passada em notas do tabelfio
\lmeida ; assim como que pelo juixo municipal
da 1* varada capital se promove a devida execu-
?ao. Ninguem, portanto, peder legalmente" faier
transaccao alguma com a precitada escrava, pro-
testando-9e proceder criminalmente contra quem
a occnltar. Recife 23 de novembro de 1870.
Amaro Joaquim da Foraeca e Albuqoerqne.
VICTORIANO PALHAHES.
8
Paga-se bem.
A urca ama que cosinhe e compre para tres
oessoaa : a tratar na ra Nova n. 10.
ilosino de preparatorios, segun-
do o novo programla, para
exames.
O proie'-sor Torres Bandeira tem resolvido abrir,
para os mocos que se preparara para a faculdade
de difeito, alera dos cursos de phtlosophia, derhe-
torna e potica, e de geograph.ia- historia, um
curso especial d- lingun porlugueza ; e em rea
ci s senli iras, a rujo ensino tambem se dedica,
igualmente se propoe dar licSes de lingua portu
giuza, de lingna franena e de gecg'ophta.
Qiiado.
Xa ra do Duque de Caxias, outr'ora do Quei-
mado, n. 14, Io andar, precisa se de um criado
forro ou captivo, de idade de 12 a 16 annos.
AMA
SiSSiHtiS
PRIMEIRO E AMIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHr.O
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podera-no
consultar por escriptn, no que serlo sa-
tisfeitos com promptido.
Presla-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio da.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Rua do Baro da Victoria43
(Antiga ra Nova).
m :-. insr
Este antigo estabeleeimento, acha-se hoje montado n'uma
dscala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
HOltEIUi 11UARTK .
W
MANUEL C.
0 salao de pianos e de
msicas
nudou-se da ra Nova n. 58, andar, para a
ruada
mperalriz n. i i luja,
rade contina recomraendando-se ao lllm. pu-
blico.
G. Wertheimer.______
Precisa se de urna ama que lave e engomme
com perfeicao : na ra de Barao da Victoria n, 6!,
2o andar.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
ozinbar : na fabrica a vapor de cigarros, ra
larga do Ro Botica.
Precisa-?e de um caixeiro com alguma pratica
" que cjuli -ra todas as ras desta cidade para ser
racarregadu da cobranza : rna da Imperatriz nu-
mero 77.
Precisa se de ura criado para casa da pouca
familia : na ra Nova n. 50, primeiro andar.
no
Precisa-se do um menino para caeiro:
I'ngresso do Pateo do Carmo n. 9.____________
Anda esta por^aiogar o segunaoanaar e
tratar ne ra do Quemado D. 2.
u
ras
Precisase de ura servente gue seja livre
cravo : no hotel franca, ra das Larangei
escravo
n. 10
Precisa se de urna ama forra ou-captiva para
cozinbar ta casa de-familia : quem bem poder
desempeshar esta misse.querendo tratar, dirija-
.(, raa do Duque de-Caxias, leja o. 1.
AOS 5:000^000
Estao venda os felizes bilhetes da lotera di
Baha, na casa felit do arco da. Conceco, loja de
onrives no Recife.________________________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penbores de ouro, prata e pedrai
ireciosas, seja qual for a quantia; e na mesmi
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer concert tendente
i mesma arte
Em Cisa de THEODORO CHHIST 1AN
SEN, ra da Cruz n. 18, encontram-se
effeclivam^nte todas as qqaliriades de Tinbo
Bordean. Bourgr gae e do Bheno.
i
Tem a sausacao de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estebelerio urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, heje ra do Mrquez de Olinda,
onde acharlo os pretendente*. muilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os prefos, quadades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
fe darem, sendo possivel suas encomcoendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- fig
8 macoes as tazendas que a demora da fabricac3o bem diminuta, 2fe?
ma^oes
que
m
41 RIJA DO BAR II) DA VICTORIA 41
N'fiste novo armazem tera um
variado sortimento da fazendas
francezas, ioglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Gasemiras inglesas,
francezas, de todas as
quadades, brins de
cores e brancos, colei-
ritihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
AC
M-ltaa Eslreila do Rosario.!
Compra e vende roupa feita
no va e elha, objectos de
cosinha e de mesa, e
ludo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Ama
PaecisS-se de urna aa de laite
ra do Commercio n. 8, armaiem.
a Valar na
Ama
.Precisalse de urna ama para cosinhar
tar na ra i* Alegra n. 5.
tra-
m
Precisase do urna ama, preferinda-se eicrava
na ra da Cadeia do Recife n. 34.
AMA
Prcoisa-so-de urna* ama livre, de rneia idade
e boa conducta, para asa de ranito pouca fami-
lia : na ra de Sania Thereza d. H.-
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL. .Rs. t.000 000*000.
Toma seguro da mercadorias e din eiro a risoo
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fura do Imperio. Agenci i rna do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jos Gen-
calves Beltro.
Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Creme dsliciense, uaiversellement rpan-
dne en Angleterre, o les fnnraes sent ai renom-
mes par Ja beaot et la transparenee de leur
teint, dot si rputation aux elementa balsamiques
el onctueux qui la composent, ainsi qu' sa cons-
tante efflcaeii pour ad.ucir la pean, la rendre
plus blanche, et conlribuer ainsi la santo et a la
beaut, qui, toujnurs, sont inseparables.
On la recommaBde contre les irrilations del
I piderme, telles que Boutons, prlides, Ta- i
CHES DE ROUSSEUB, ROUGEUBS Dr LA FlUUBB, et
conlre les taches Epatriques el les AVflorescen-
ces Cette Crme convient spcialement aux fem-
mes enceintes pour prevenir LE MASQUE, auquel
elles sent sujeues.Oo s'en sert encor pour em-
pcber la figure de se hler par le Croid ou la trop
grande cbaleur.
PrK 1:500 res
Sel depot au magasin Basar de la Mode50
Ru. do Bario da Victoria.
Agencia em. Pernambuco
Do Dr. Ayer
Patoral de Cereja
Cura a phtbysiea e todas as molestias do peito
wafsa parrllha
Cura uleeraa e ehagas antigs, impigens e dar
JOS.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
i Plalas catharticas.
Paramente vegetaes sem mercurio ; cura se-
sees, porgan e purifican) todo e syslema humano.
Vende-se eftYdivamente em casa de Samuel P.
lohnston & C ra da Senzalla Nova o. 41
RA
Sarao da Victoria
antiga raa
NOVA
N. 4L -
Assim como tem orna grande
officina de^lfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeicao
nada dcixam a desojar.
Roupa de todos os
amanos para bomens
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Baro da?victoria
antiga ra
NOVA
N. 41.
INTERSAME COMPOSIQAO L1TTERAR.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O myateno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pele
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 2*000.
AS CENTELHAS .
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
: volume brochado 2*000
NA
________LIVRARIA FRANCEZA_________
Ama
Precisa-se de urna ama livre de meia idade e
boa conducta, para casa de mui pouca familia :
na ra de Santa Thereza n. 11.______________
PMRIA.
Aluga-se a padaria alleraa em Santo Amaro e
as condicoes sao favoraveis : a tratar eem seu do-
no na ra da Guia n. 56.___________________
A' ra do Brura n. 92, precisa-se fallar com
os Srs. capites de campo, a negocio de seu inle-
resse._________________________________
Precisa se de urna pre'.a escrava que saiba
cozinuar e engommar, para servir em urna casa
de pequea familia : na ra dos Guararapes n
88, em Fra de Portas.
SANTA CASA BA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A junta administrativa da santa. casa da mise-
ricordia do Recife. tendo de mandar celebrar na
igreja de Nossa Senhora do Pa raizo urna mLsa de
rquiem por alma de seu fallecido irmj o Barao
de Gruaosy, convida a Exma. familia, prenles e
amigos do mesmo para assistirem a esse a.-ti>, que
deve ter lugar no dia 10 do con ente pelas 8 horas
da manha.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife 5 de dezembro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Casa no Montero
Aluga-se p r festa urna casa acabada e pintada
de novo, na estrada do Montero, contendo duas
boas salas, qoatro quartos, coziaha fra, grande
sitio cheio de arvoredos de fructo, perto do banho
e da estacao do Caldeireiro : a tratar na mesma
junto a era que mora o Sr. Dr. Rufino
Este estabeleeimento acaba de soffrer urna reforma radical- em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de mejbor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
uSo se tornar massante ____

Na Iravessa da rna
Ciras n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma easa eom- H
pram-se os mesmos me- S
taes e pedras.
uiiiiiiiihih
oobradopara alugar
O i e 1 andar e solio n. 6 da rea do Duque
de Casias : a traUr no Corac'n de Ouro.
f
rro
RA MA CHUZ W, \
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de mi.
Venecianas para janellas.
Machinas de descansar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous mallos.
Machia a vapor para mover machinas de algodSo.
Baiancas, prendas, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofre, [salitre limalha de
muites outros artigos.
A-m;
a de ltite.
Precisa-se de urna ama de leite sem
ra de Hortas n. 30, obrado.
filho : na
Aluga-se

o 3 andar do sobrado n. 8 da raa da Imperatriz :
a tratar com J. J. de M. Reg ra do Comraereio
a. 31.
PERDEU-SE
da Praca da Boa vista at o Recife-um maco de
papis : quem os aehou quereodo, pae levar a
roa da Aurora n. 54, que se agradecer e recom-
pensara.
OS AMERICANOS
CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poucos dias jcompleto sortimento dos melhores e mais
conbecidos cylindros americanos para padarias, roga-se s pessoas {que dalles precia-
rem de virem vel-os ao grande deposito do
BASTOS
COMPANHIA
nos
TB1LH0S DBBAROS
DO
RECIFE A' OI.IVDA.
AVISO
Nos domingos e dias sanctificados, parti-
rlo de Olinda trens noite emquanto bouve-
rem passageiros sofficientes embora j se
tenba esgolado o numero de viagens marca-
do as tabelles.
Na vespera e dia de Natal partir quer
do Recife quer de Olinda trens t todas as
horas do dia e da noite desde o meio dia
de 24 at 10 horas da noite de 25 para 26
do correte niez. Os trens expressos nao
condozirao passageiros de 3a classe, mas
nao param em estarlo alguma nem mterrom-
perao as viagens designadas as tabellas, e
no presente annuncio.
Declan-se mais que os relogios das es-
tates ser5o regulados pelo do observatorio
do arsenal de matinba, para o que estum
empregado especialmente encarregado desse
servico.
as e-tagoes do Recife e Olinda trocam-se
constantemente por moeda legal os bilhetes
que por ventura hooverem recebido os
passageiros por falta de cobre para troco.
Recife, 6 de dezembro de 1870.
O superintendente,
A. de Abrett Porto. "
Ama
Precisa-'se de urna
Quemado o. 30
de leit
ama de leite
I/O.JA! as machimas
na rus
Offerecese um m
te pratica de casa
dor oo
xias
ro moco brasleiro com bastan''
damolhadoa, para administra-1
)0 caixeiro : a fallac na ra Duque de "Ca-
o. SU, loja de miudezas. I
OUTR'ORA RA DA CADEIA
Samuel alday.
D. Mara Emilia da Cunha Halliday, sea p*\ (au-
seute) irmios e cunhados, agradecem cordialmeu
le as pessoas que se dgnaram assistir as exe-
quias e acompanhar ao cemiterio publico os res-
tos mortaes do seu presado esposo, genro, cunh3-
do e irraao, e convidam novamente aos seus p-
renles e amigos a assistirem missa do stimo
da que, pe" repouso do finado, aandam cele-
brar sttbado 10 do correte pelasv 7 horas da
manha na matriz do Corno Sanio, por eaie acto
de caridad* ajfUgiao.flcario reconocidos.
Ccrstureira.
Precisa-se de urna eostnreiri que atiba irabalhar
em chapeos: na raa Direitt a 13.
-i



X
i.
Diario de Peruamfcuco Sobbado 10 de Dezembro de 1(70.
5


NOYIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
M0BE1RA & BASTOS
E' cbegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
tnas, sendo sua especialidade enxovaes para ooivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenhos.
Ditas de lia e seda, id-m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxes para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Lias de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b yurnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile p que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas mnito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento de roupas fe.'*as e de fazendas qne
I enadonho mencionar.
Luvas frescas do Jouvia
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
JOS ALVES TENORIO & G.
f RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 5
Jos Alves Tenorio, proessor em homeopalhia, tendo-se retirado do laboratorio
homeoptico e consultorio de seo lluslre e finado amigo o Dr. Sabino O., L. Pinho,
que por muitos annos estiveram sob sua direccao, tem se estabelecido, sob a firma
Jos Alves Tenorio & C, ra esireita do Rosario n 3, onde animado pela confianza
com que honraram-ne os amigos da homeopalhia lhes (.florece e ao respeilavel publico
om completo sortimento de todas as preparaySes homeopticas conhecidas, recebidas
das mais acreditadas casas de Londres e Pariz, e indigonas, bnm como tndo quanto diz
respeito a homeopathia e sna pratiea, esperando que contienen a houra-lo com a mes-
ma conansa, para o que cao se poupara esforcos.
GLOBOS.
1 botica de 42 medicamentos.
Tecos das boticas
A
5k
lOCOO
20*000
301000
35*000
40*000
700000
i botica de
i c
54
36 30*000 i
< 48 < 35*000 i
60 a 40*000 1
120 70*000 1
Sao uleis essas boticas aos Srs. mdicos,
fes de familias, capitaes de navios, e em geral
pratica da homeopathia.
Medicamentos avulsos pelos precos das outras drogarias, bem como chocolate de
Londres e do Maranho para uso dos doentes em tratamento pelo systema homeopalbico.
TINTURAS.
12 medicamento?.
24 .
36
48 <
60
120
senhores de engenho, fas.end iros, che
todos quantos quizerem dedicar se a
13*000
25*000
40*000
OOOO
60*000
110*000

*
5x2
DOCES,
E FLORES.
13Ena da Cruz13.
DOCES SECCOS ERUCTAS
CAJ' ABACAXIS.
L1MAO SAPOTIS
ABACAXI UVAS
LARANJA LARANJAS
CIDRA, ETC. MELES, ETC.
Neste estabelecimento encontrar o freguez todos
os diaa presuntos em fiambre, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qualidades, sec-
eos e em caldas, podios, e tudo quanto se possa de-
sojar no corfortavel um excellente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, e refrescando o estomago com os
melbores vinhos do Rbeoo e Bordeaux; xaropes de
todas as qualidades para capils; sorvetes de todos
os frctos, com especialidade as tercas-feiras, quin-
tas e sabbados. o excellente sorvete de creme.
Tudo fcom muito asseio. 1UIM'
FLORES
BOUQUETS
PARA N01VAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
o.> H
5?2 2
o "a
a i 3 o a
ggi
HPIB
mil
MAO DE OURO
Nova loja de joias
RUA DOICABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldauha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
si ve I.
Todas as joias sero garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir freguezia nao olvida rao, vender bom 6 por precos os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de que ficar J^,
satisfeito.
COMPRAS.
Lo0 mmto miior .^tagtm cfcpram
idras preciosas e u obras velhas:
ouro, prata e
loja de joias do
Cairas*.
Coracao de Omro
;-se
na
o. i 1), ra do
V1NDAS.
NOVfDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa das Crozes n. 42, offerece por di-
oheiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter receido umitas dos- gneros descriptor
pelo ultimo tapor.
Queljos flaoieogos do ultimo vapor a 2*800.
Biseoutos em caixinhas de eonQgura$des diver-
sas proprias para testas as enancas.
Vetas suannas a 640 rs. a libra. .
, Chocolate de 1* a 1*800 a libra.
Especial rranteiga ingleza e franceza.
Hortalices para sopas denominadas Julienne, qne
substue perfeiiamente as mais frescas ervas.
A verdadeira farinha americana vmda de conta
prepria a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
Inores fabricantes.
Ervilhas trncelas e portuguesas.
Vicho de todas as qualidades.
Especial e aromtico sabo de familia a 500 2
o kilo.
Molho inglez.
Amelxas e marmeladas dos melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
Todos
Aquel les qoe quizerem btro satisfazer as
exigencias eslomacbicas. nao tem mais qne
fazer urna vizita ao &f mpre bem sonido
armazem de vveres do Campos da roa do
Imperador n. 8, pob ab se acham em
Grande reunido um comido e variadissi-
mo foriimento de teneros preprios des'.es
tempos do Rega bofcs.
i, c> O (ampo
Lirarta-se a fazer meMo dos seguintes g-
neros que serlo recebidos com
AGRADO
a saber :
Presuntos jnglezes e de lamego.
Salames de Li- n.
Conservas inglezas e francezas.
Queijos Londrinos, Flamengos e Pratos.
Toucinbo inglez para lonch.
Cbampanhe, superiores marcas.
Riscouto, bolaxinr.a e bolinbos em latas.
Cbooricas, linguifas e salchichas em ditas.
Licores esiomacaes, cuminillo, coragSo. e
aya-pana.
Rilter Perynees e outras marcas.
Cognac martell e outras ditas.
Charutos do Cotta, por diversos precos.
Vinhos de diversas qualidades precos.
Cerveja (Bass) ao torno a 320 rs. o copo.
Adobo a 200 rs. a libra.
Lingoas seccas a 240 rs t
Concervas francez-is coro, tunaras.
A' 500 rs.
NA
MO DE OUORRUA DO CABUCA
K& C&\s) ivsHM2 $
TTEFCAO


m
ROVOS SOKTIMEKTOS
nu \
\o armazem do Va-
par Francez. ru
do Barao da Victo-
ria (oiixr'ora ra
\ova) n. 9.
Ao arniazeiu do Va-
por Francez, ra
do Bar So da Victo-
ria (ontr'ora rna
IV'OTa) n. J.
Jos Joaquim da Costa Maia, tem venda no seu a mazem, sito no largo do
Pelourinho n. 5, os objectos seguintes, e que vende por precos mais commodos do
que em outra qualquer parte :
Oleo de linbaca.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinho Bordeaux em caixas.
Feltro em peca para forrar embarcac5es.
Encerado^.
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamanhos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcacSes.
Pregos galvaoisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmore.
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilhos de marmore de differentes cores e tamanhos.
Ditos de pedra de Ansam, pretos e brancos.
Tmulos de pedra tina de differentes tamanhos.
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pas de louza para cosinha.
Fl r da Boa-Vista,
DE
Paulo Guimares.
Camlsinbas bordadas para senhora a 500 rs.
Gollinhas, idem dem a 440 e 500 rs.
Mantas de vareja para senhora, proprias para ba
nho, a 800 rs.
Chias escuras e claras, o sovado de 280 a 360 rs.
Muselina* de cor, padroes novos, covado de 280
a 440 r?.
LSas Amelia para vestido, e covado a 500 rs.
Ditas, padroes miudinbos, o covado de 400 e 506 rs
Pecas de algodao, madapolao, cambraias brancas:
vndese mais barato do que em qualquer ou-
tra parte.
A' ra da Imperatriz, n. 48,
junto padaria francfza.
Libras sterlinas
Vende-se no escriplorio de Joaqun Rodrigues
Tavares de Mello, largo do Corpo Santo n. 17. 1
andar. .___
PAR 1 A FESTA
NA LOJA
DE
Paulo iuimriles
branco bluus,
de
MPalitols de brira
3 4. o, e 6*000.
B Ditos de alpaca branca de 3, a 4*.
Ditos de dita de cor, d 3 a 3|8M. j
mi. Calsas brancas de brim, de 2 a 81.
M Colietes brances, de i a 350O. ]
Grande sortimento de calsas de casimi- |
B ra prela e de cor, palots dfr casimira j
| do tudas as cores, obras tedas cortadas j
b por nm peto merire. ;
Wk Na mesma 1.^ *e manda, tier obras ]
fSjt por medida e por menos ?0 pr cento
que em outro qualquer elahelecinwnto, i
pois para i>so acham-se manidos d'um ;
H perito mestre oCOriaes.
A ROA DA 1MPERATB1Z N. 48.
Justo a padaria traucea.
Carrinho americano
Vendese nm excellente carrinho americano
novo, com.as:entos para dua< e guatro pessoas :
quem qaizer ve lo e examina-lo dirja-se ao :aes
do Apollo, cocheira confronte ao porto das canoas,
e para tratar no largo do Corpo Santo n. 6, se-
gundo andar.
Cvalos venda
Vende-se qua'ro cavallos proprios para canga-
Iha ou sella : para ver e tratar na cocheira da ra
da Cruz defronto do ehaferiz. ^^^^
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Estt; estabelecimento-caba de receber pelos ltimos vapores e navios de vella checados da
Europa lodas as suas-encommendas de grande sortimento de testa, offerece ao publico em (eral or
precos resumidos o mais possiveJ, os artigos seguintes : *
CJlLCAJIO
Bolinas para senhorasduraque branco, preto
e de outras muitas cores escolhidas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapaitanos de salto para senhoraduraque pre-
to, branco e de cores, e de couro de lustra
Bolinhas para criancas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas de diversas qaalidades para homem.
1! ita- rassianas para montara, tanta inglezas
de couro da ftussia para viagem, como francezas
de Melter, bezerro fino, para passeios.
Meias peneiras para meninos de 10 a 16 an-
nos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com scla de ma-
deira, proprios para'banbos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos, mui-
to bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para homens,
senhoras e meninas.
Perfumnrias.
Extractos Unos, banhas, cosmticos, leos, opia
us, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua flxida, dentfrico la
vande, agua de (oilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
e tabonetes, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes dourados para salas, quartos
e gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de ouro, brincos, transelins, pulseiras,
botoes de pannos, de abertura, e rrenles e ebavs
de relogio, tudo de ouro bom de lei. .
Brineos de plaqu a iraitaejio de ouro.
Correntes para relogio.
Abrtoaduras para cohetes e para punbos.
Albuns de velludo e marroquin para retratos.
Mammaderas de /idro para enancas.
Caixinhas de costura, novos modelos eom ron-
Mn' pro.Pr'a8 Para presentes.
vlaadrinhos dourados para retratos.
Trucas e sapatinbos de lia para criancas.
Capillas para noivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinha-: eom vidros de angme ito para ver-
se em ponto grande a photofiTpni* dos retratos.
Pe de vidro para pianos.
Thesonrinhas p.ua eos ura e unidas.
Boleinhas de seda e de velado.
Cestinhas para brafo de meninos.
Ijalaios para costura.
Ces os d'arame pratiado para frats e p^o a
jnesar
Ricos artigos de pliantasia necessarlos para to-
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros e bouqaets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel Sao mui Meados.
Quadros proraptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qua iros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadore- de penas e da palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Ponleiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castoes de marOm.
Ditas de baleia, junco e de muitas qualidades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para acto, para cabello e para dentes.
Lunetas ou pencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Ocalos de prata dourada e de ac. .
. Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de sp-rmacete.
Cordas nara vido.
Porl-pratos vara mesa.
Caixinhas de diversos modelos e pregoi.
bjetos' novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Esiojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martelo para viagem.
Ditos de mnitos modelos, de junco e de baleias.
Lnvas de fio d* Escocia brencas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para illumioaijoes de
fastas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e oulros jogos allemaes.
K-terioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou aceordi >ns de todos os tamanhos
e novo* modelos com trmulos.
Realejos pequeos eom novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren
tes vistas mui pitoreseas.
Para lapiuhas.
Presepios completo cora todas as pecas e sorti-
meatos avulsos de flgurinhas, animaos, gasas, jar-
dins, etc.
Attenpao
Todos os artigos mencionados ne,-le amranCio
vendem-se muito baratos, nl> s pelos anatimsn-
to oblidos dos fabricantes em alinelo as gran-
des' e repelidas, ooaipras, como pelo bam systema
de fondor multo anda rnesmo com diminutsimo |
lacro.
CONFEiTARIA
DOS
ANANAZES
Ra da Cruz n. 16
Eocontra-se sempre : ( AMENDOAS confeitadas: xarop-as rfri-
BOLINHOS para cb ; pao de l; bollo gerantes; vinho Bucellas, branco e tinto,
inglez; pastis de differentes quadades; proprio para mesa ; vermouth ; absynlio ;
doces de fructas, em calda e secco, em cognac; vinhos finos, champagne.
barrilinhos em latas.
CAIXINHAS com amendoas pastilhas, PAPIS para sortes.Jj ditos vendados
proprias para presentes ; cha preto, miado,' para cobrir bolos.
de superior qualidade ; iatas com pecegos i
a \W0O. i PRESUNTOS e fiambres.
REGESEM-SE cncommendas de bandejas com bolinhos. com armario de asso-
car e sem ella ; de pao de l e bolos enfeitados com dsticos e sem elles ; e da outro:..
muitos objectos proprios para grandes jantares, bailes, etc., etc.
CADEIRAS
me i en u s
Em casa de J. O. C. D y le, ra do Commercio
n. 48 vendem-se excelentes cadeiras americanas
de differentes feitios, entre ellas tem atgumas com
parafuso proprias para cscriptorio, tambera teni
pequeas para meninos
ATTENCAO
o.
Vende-so urna casa de pedra cal em chaos
proprios e com Jjcas comniodidades : ua ra de
S. Miguel, nos Afogado?, por pieco cjmmodo :
quera pretender dirija se ao pateo de N. S. da Pa?.
n. 15, qne ah achara com quem tratar.________
Vende-so urna
Eria para noivos. na
arai>teiras n. 13.
cama nova de aman-I lo pro
loja de marcineiro ra das
SELLEIRO.
elle?,
Vendem-se sellins com arreios e sera
tudo quanto objectos t^ftencentes a selleiro?,
por menor preco que em ouira qualquer parte
para liquidar.
27~Rua da Cadeia27.
um fogao americano novo proprio para casa de
grande familia: a tratar na ra do Apollo nu-
mero 28.
Vndese nma canoa do amarello com 30
palmos de comprimento e 3 de largura, em bom
estado: a tratar na ra da Senzala nova n. lo,
2 andar.
VENDE-SE
urna canoa de amarello toda pregada a cobre, a
qual carrag 10 pessoas: para ver no pjrto das
canoas, e a tratar na ra do Apollo n. 28.
Attenpo
Cnegou rna Direita n. 29 o desejado sortimen-
to de btalos de todas as qualidades como sejam :
condenas, bercos, roupeiros, cestas, azafates de
todas as qualidades, qu se vende mais barato do
que era oatra qualquer parte.
GAlEVES.
Latas com torneira
ULTIMA INVENCAO,
Quem comprar do gaz oessas .latas nao precisa
.pnssa-lo para garrafas ou deposito, po s que pode
tirar para os candieiros todas as vezes que preci-
sar sem derramaron perder urna gota : vende-se
no armazem do Joao Rosa, travessa da Madre de
Deo3 n. 8.
O Bazar di Mo'b recbeii novo sor lamen-
to de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, assim como chapeosiuhos, sacos,
borns, coques, camisiiihas, etc. etc
Continua stropre o grande e afamado sor
limento de miisdezas e pti femaras verda-
deiras, que tudo su vende puf baratsimos
precos.
Dam-sn smoMras e manda-sc em casa das
Exmas. familias o que distj.rem, roa do
Baro da Victoria, oitr'ora Nova.
Vende-se sement de corntro e alface mnito
uovas : na ra da Guia n. /.taberna.
A ljSUCO
Espansdores de pr.lha os raaia bejnWto. possi
Aeis : na praca Tto Iid'pgndeiici.i n. 30_________
Vende-se ou arrendase a meii;ao do sitio
do Burgos, distante da villa de Granbiins qnatro
legoas, com casa 4e vivenda, engenhoca de fazer,
rapadura, eom bons brejos e ierras proprias para
plantar algodo, mandioca, roilho e feijio os pre
tendentes podem informar se de Trujano de Mo-
rae* Campello, em S. Joo, junto a Queimada da
Onca, e para tratar em" Cuyanibnca, na casa caa
da, jauto a estacio.______
Aos senhores fuman-
tes.
Charutos finos da Bahia do afamado fabricante
Joaqnim Jos dos Res, muito superiores, por pre
eos mdicos : na fabrica a vapor do cigarros na
antiga rna do Quartel de policie n. II.
dementes de hortt i^as
A' rna da Cadeia d. 83, armazeci niao Mer-
I cah'il.
Vende se orcos
I nove arrobas de peso
171, Gamicho Nove.
bem evados, de cinco a
; n;t ra da Esperanca o.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De BIV Barra!
iV;ii'ro2ceuf*!i>0 i' laiico
A ulilidade dts puiginte- rao soffre demons-
tra 70 algain.iij a preseriygao diarii que delles
fazem os medios e^ o uso anda mais frequente
feiio p.lo publico ao pro vas iirefragaveis tann
como a qnantidade mnnmi ravtl desl- genero. Si-
falta apcifeiwar cala ve: imis modo de admi-
mstrecio, de aoera que coi.servando a sua ac-
i;ao, tiles possam -er turnados sem repugnancia
uem a'co e sobretodo sem receio neni pergo.
Muitos purganles afamados s devem este bom
SXilo ao seu effeito intenso e excessivo. D'ahi o
pengo, porque irritac.oes de estomago, inflamraa-
coes de entranhas 3o inevitavelmente o resolta-
do do seu emprego. Ni da disso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Todos conheeein por experiencia o aroma sua-
ve e o efleilo ligeiramente tnico e excitante do
caf Elle o nielh .r auxiliar dos porgantes dos
quaes disfarca o choro o sabor e ajuda a accao
sollcando vagarosamente os roovimentos peris-
tlticos de intenino, e prevenindo o seu effeito
muilo intenso sebre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evaenacoe- com promptido
o sem clicas, e torna se nm purgante brando,
certo, fcil a tomar e prefenvel a todos os ontros
salvo nma indicarlo especial da qual o medico
o nico juz.
A innocuidade do caf purgativo permiti de
emprega-lo em lodos es casos simples. Desper-
tando a atona do intestino e activando a secre-
cao desle, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as Oatoosidades e excita o appelite. Em-
pregado mais a miudo, conveniente para eva-
cuar com vagar a bilis e os bnmores visctsjs e
e faz dessa maneira desappareeer a enxaqueca,
as dores de cabeca e prev os auques de sangue
as pessoas que a estes sao predi-postas.
MODO Dl EMPREGO.
E' to simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, pare oa misturado com nm
pouco de leite fri assuearado, ou agua assaca-
rada. O vidro nteiro a dos ordinaria para
um adulto ; duas eolh.'res de caf bastara para
as senhoras e para toda e qualquer ptssoa que se
pur fcilmente.
. ara as criancas de 8 i 10 annos, a metade do
vidro suficiente ; de S a 8 annos, nma colber
do caf, e a quaria parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gosma.
' por isso d'uma administra ci muito mais
fcil do que es bisconios, chocla les oa bolos
purgativos.
Dase immediatamenle depois leite queme as-
suearado oa caldo leve, e duas oa tres chavenas
de cha preto oa de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bariholomeu 4 C. : roa larga do Rosario o. 34.
LIQUIOACfiQ
DE
Calpados.
Sanios Falcaj & C. com armazem de fazendas
a rea do Mrquez de Olinda n. 45, leado rerebido
pelo liimo vapor procedente da Europa 510 pa-
res d bolinas de bezt-rro e eordav por sua tonta
pr. pria, desejando dar lhes prorapta sabida, re-
solvem vende las pe) medico preco de 7f o par ;
preco este que em parte alguma por elle se vende.
45-Rua do Mrquez de OiiQda-45.
.



..,;.,.' ff*-
BAZAR DO
60-RUA DA IMPERATRI-89
DE
Fiw-------------m
Mau fc A IhvJTyrmri 1*0 perendo deixar de lenv
sTri
PEREIRA Di
Exiras, familia se darlo
PECHINCHAS
DO
Ueste imptrtaote estabeledmento encontrar o iwpettavel pobco; am grandee*iadowtimentode fazendas domis
ipwado gosto e todas de primeira necessidade, que se venden mais baratts do que em outra. ojilqner part, viste-que ouc-
n socios desta ftraa, adoptaram o systema de s ?enderem a DINHEIRO ; para poderem venderpeio costo; limitaneo-se apenas
a ganbarem o descont ; as pescas qae negocia em oequena esea'a, nesta loja e armazem pod*T5o I
fwos mesmos pregos qne compram as casas inglezas, (importadoras) e parar maior commodidade das
amostras de todas aa fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escelberem.
TAPETES 1 GROSDENAPLES PRETOS
Chegoo oara o Bazar do PavSo o mais Chegoo para o Bazar do PavSo um gran*
elegante soTtimeBtn de tapetes grandes, pa- de sortimento dos melliores grosdeoaples
re sos, com 4 cadeir, ditos mais peque- pretos qae tem vindo ao mercado, qoe se
aos, para daas cadeiras, ditos para ^vendem de 1(91600 at $000 o covado ;
pianos, camas, portas ; etc. veo le-se por sao todoa muito em conta.
aseos do que em ontra qualquer parte. ESPARTILIIO.
ROUPAS PARA HOMENS I No Bazar do PavSo reeebeu-se omelegan-
No accreditadn Bazar do Pavio eneootra- te sortimento dos mais modernos e memo-
ra o respeit*vel publico um grande sorti- res espartilbos, qne se vendem por prego
sent de roupas para homens tanto oran- moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavio receben nm grande
cas como de cores, a saber
Camisas com peitos d'algodo e delinbo,
yn todos os pregas e qna'idades.
Cero-las de linho e algodSo.
Meias cartas francesas e ingtezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
asemira.
Calcas de brim braoco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
Golletes ijuaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qaalidades, e tem de mais mais
am perito
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
8 aceio qualqn?r peca de obra a capricho
en goto do fregaez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fin, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores bros,
qnr brancos, qur de cor; e qaando qual-
qner obra nao flcar inleiramente ao gosto
dos freguezes fica por conta do estabeleci-
caento.
FUSTA/ES DE COR E RRANCOS
Vende^a-se bonitos fustSes brancos e de
sores, 1 roprios para vestidos e ronpas de
meninos, sendo-de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavio roa da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 reis.
Venbm-se chitas largas com muito bons
pannos e cores Asas, pelo barato preco de
200 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 eovadoa a 20000, pechincha, no Bazar
4o PavSo.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vend*. r.-se bunias cassas de cores miu-
din^ palo barato preco de 200 ris no-
vado, no armazem do PavSo a roa da Im-
peratriz n 60.
PANNOS PARA SA1AS A 1*000, O METRO.
No Bazar do PavSo vende-se bonita la-
ma branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de om lado, dando
a lar Jim da fazenda o compri nento da
sai, a qual se ple fazer com 3 ou 3 4r2
metros e vende-se a 10,15280 e 1*600;
aspira como tambem no mesmo estabeleci-
oaot. se vende bonitis saias brancas bor-
dadas, taado qnairo pannos cada urna, utas
do 13a de cores j prometas, urnas com
barras dTereotes da mesma fazenda a 4*000,
o ou'ras coin barras brdalas 65 e 70COu,
icd isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnanba em saceos, na roa da
'mperatriz n. 60. Bazar do PavSo.
TARLATANAS LISTRADAS CORTE A 6 5500
Cneg u para o Bazar do. PavSo um bonito
sorti'ner'ti de tarlatanas Rstradat, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia. e liquida-se
cada corte a 60500, pechincha ; na ra
da Im'>eratrz n. 60.
CASAQUINIOS DE GUIURE A 100, 120,
160, E 200.
Chegaram para o Bazar do PavSo os
man roo ler ios casaqninho* on ba^qninasd*
gnipure cora ciotora, ricamente enfeitados
com lagos e vendem se pelo barato preco
de NM, 1 t, 160, e 200, pechiocia,
roa da Hipe atriz n. 60.
LENCOS DE MORIM A 30500 A DUZIA
Ve.'dem-se duzias de lene s floissimos,
braoo >s de morm, sendo fazenda muito
encorpada, a 30500 a dnzia. Ditos de
cambraias finisim>s, fazenda que sprnore
se ven leu a 50000 e liqmda-se a 305 JO a
duzia por tuv. r muita por^o, no Bjzar.do
PavSo a ro^ da Imperatriz o. 60.
C0RIINABO3 DO BAZAR DO PAVAO A
80 100 120 E 160
C,begou urna grande ramessa dos me-
lhores cortinales r orlados, proprios para
camas e janellar, que se vendem pelo ba-
rato preco d* 80, 100, 120, e 160,0 par :
i roa da imperatriz n. 60.
MADAPOLAO ENFESTADO PECA A
30200
Veadem-se pecas le madapolo francez
ene.-tado, tendo 11 metros cada peca a
302'JO: pechincha 00 Bazar do PavSo,
a ra da Irnperatriz n. 60.
D\M\SCoS PARA COLCHAS
No Bazar do PivSo, vende-se damasco
afeitado com bonitos dezenhos, tendo 6
palmos de largar/, proprios para coLibas,
pelo barato preco de U80 cada covado,
dito, dito, com 8 pal )i0s maito fino a
40000, assim como moi'.o bonitas colchas
de damasco-de l qae se vende~na loja do
PavSo roa da fmoerairia n. 60.
RETALHOS E CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
No Bazir do PavSo vende-sa poroso de
retalhos de ciitas e eassas pretas sem li-
Bite 00 preco : ama da Imperatriz n. 6.'.
ftua da ImpemtHz 60
Pura- rendor- deprema-
LINDAS JAPONEZAS PARA, VESHDOS A
A 500 RS.
Chegoo um elegante sortimento de ISas-
sorttaMBto dos melbores pannos de croch, lioh J Jap5o, com padrees-de seda e de
proprios para cadeiras de balanco lofs,
pianos, tamboretes e al proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do qne em qnalqoer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do PavSo vende-se sojerior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linbo com a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
muito boa qnaiidade.
se vendeos, a
u qpe o 'wju
500 rs. o covado. E pechincha, no Bazar
do PavSo, roa da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS DO JAP0 A 10800 0 COVADO.
Cbegoa um elegante sortimeato de lin-
dissimas ponpelinas Japonezas, com os
mais delicados gostos, tendo muito lustro
e com listrinhas de seda, sendo esta nova
fazenda qnasi da largara da chita france-
brar a todo' f ertdBf,.e eom especialidade
sua constante fregaeiia, o que ella val reeebeodo,
UBM mais qaaoto a jroxia-se o lempo a que
to4M parecern mais dispostos pan suivisar as
(fiaa passadas, isto aproxima** 'O lempo cha-
iHid i a fesia; ella apressase eia'toencionar o que
tem recebdo ltimamente, pora como sabera, os
seaa>objectos primara sempre ?ai gusto e supero-
ridie, assim pois os ppreciadores do bom diri-l
iam se Nova Esperanza aflm de- compraren o''
iiue de melAor existe do mercado, ooano seja,:
Mudemos adereco? de tariaruga e madreperota-
Agothas para bordar em lia.
Lindas caiws de coura da Ruasia proprias pa-
ra presentes, conlefle tres frascos de crystal con
QBos eilracM.
Bos agolhas cantofas.
m vallaifsshno sortimento dmoderae enM-
tea tara ve***.
Espartilhoa de muitas quahdae.
Bailaa eelagwile eaixea.para eostrt.
Torzal deaeda para crochet, detonitn eoreu
Liadfsslmas nonecas vestidas e despidas com qo
a agrada BcrfeiaaaeoW aosmenaos.
Delicados ramos de flores de lranja-com i i|J
metro -te comprhMeDe paTegaoa (te vestido d
noivas. __'
, BoBitos vasos com banha eom d^licos oe^ppe-
liffos braslIeiroS proprios para prerente.
Modernos penles douraos para teoooras.
Boos telescopios eom bonitos e interessantes car-
loes de vistas.
Finas cadeias de cabellos e plaqu para rologios.
Perfamarias
As melbores,' e de mais conhacido fabricante,
tanto francez como taglez, estao expostas venda
na ra Duque Caxias n. 63, m Nova Espe-
ra nea.
Extractos, Mane, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
ludo de superior qnalidde : yeode-se na Nova
EsDeranca ra Duque de Caxias n. 63.
t! !
Qaando a AGUlA BaRNGA, mais precisa acienUOear ao respei.avel fubco ea
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qne oltimamen
te tem recebdo, jnstamentef qaando ella menos o pode fazer e porque essa falta i invO'
luntarje ettt confia e espera na benevolencia de todos qae lh'a attenderSo e relevarlo
contiipando portanto a d'irigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i roa d'
Qneiindo n. 8, onde sempre acbarao abundancia em sortimento de apperMjjdade ea
qualidades, modicidade em precoa e o sea nunca desmenttido AGRADOS SlNtftUDADB.
Do que cima fica dito se conbeee qoe o tempo de que a AGWA BfflfllCt poda
dispflr, empregado apezar de seas castos no deeempenno de bem servir a aqoelle qne
honram procurando prover-se em dita loja do qae necessitam, entretanto sem ennume*
rar os objectos qne por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi
cara aquellos coja importancia, elegancia e noviciado os tornan reeommendaveia, come
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720at 10 a vara, assim como umgrande
sortimento de H.mburgo ou creguellas le
todos os nmeros, precos ou qualidades,
qae se vendem mais barato do que em oo-
tra qoalqner parta ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se snperior
atoalhadn trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 10600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tndo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo vende-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
LSasinbas i retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com braoco.
Merinos, canto-s, bombazinas, qae S9
vendem mais barat i do que em oatra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do PavSo vendem.s bonitos e
grande* cachi-nez de pura la, pelo bara-
to prec'i de 6500(1 cada nm
PEUICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80010.
Vende-se um es.dendi lo sortimento de
finissimas cambraias victorias, por precoN
mais baratas do que em ontra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70000, finissimas a 80500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dioheiro
e liquidam-se por este preco em relacao a
orna grande compra qae se fez no Bazar
do PavSo.
BABADINH)S
No Bazar do PavSo vende-se am grande
sortimento dos mais tinos babadinbos borda-
dos tapados e transpirantes, assim como
urna grande porco de entramaos largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em conta e mais barato do que em oatra
qualquer parte.
SE1INSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se am sortime>-
to completo dos meheres setios e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
nuito em conta.
Colchas brancas i 352.10, 3:>00e 70000.
Para o Bazar do PavSo chegou um grande
sortimento das melbores colchas pretas,
sendo das melhores e oais encordadas que
tam vindo a 70000, ditas um pouco mais
baixa 30500 e ditas 3020o; tambem no
me^mo estabelecimeato, se ven le am grande
sortimento de ertooes e chitas proprias
[uva caleras que se vendem mnito em conta.
Sedas de amadrinaos a 10280 ao carado
Y.;ndrt-se ton elefante sortimento de sedas
de quadrinhos coui lio 1 ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
10280 cada covado; pechincha no
Bazar do PavSo.
CHALES Dff RENDA.
Chales 2<00).
Chales 2000.
Chales 2000.
Veod'-se orna grande porco de chales
pretos de rend ou croch, sendo pretos
con 4 pontas, fazenla qae senpre se ven-
den a 500)0 e liquidi-se a 20000 cada am,
pechincia no B zar do Pavio, a ra da
iuijer..triz n. 60
LINDAS 8AREGES A 320 R3. O COVADO
No Bizar do PavS i ven'le-se o mais bo-
li sort melo de ftoissimas bareges trans-
parentes c m as mais booitas listas de cores
proprias para vest lo, e liqa'da-se a oatac
o covado por estarmos mnito prximos da
festa ; ditas mescladas, favenda moito las*
trosa e com lindas coras a 400 ris o covado,
pe;biocha a tua da Imparatriz o. 60.
LENCOS DE TASSA DUZIA 30030
Veodem-se fio i si .nos lencos de cassa
com delicadas cerca loras, de edr s flxas
j eqabarth-id', sen lo proprio para bomen-
e senhuras pelo birattsstmo preco de 300,0
a duzia, no Bazar do PavSo a roa da Im'pe-
ratriz n. 60.
TOALHAS A 70500
No Bazar do PavSo fez-se urna grande
:ompra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante enc rpadas e graDdes,'
loe sempre se venderam alli0OOO, e Ii-
jaidam-M a 76500 a dnttaTjOa a 640 ra.
jada ama, bojr pechincha.
Agora aun
A Nova Eiperanca, a ra Duque de Caxias n.
63, receben ora lindo sortimento de l para bor-
dar, vindo as cores mais procuradas, branea* pre-
U, escarate etc. etc. a lia antes oun-se acaba!
Aos cigarreiros.
A Nova Eiperanca^ vende papel para cigarros
(Mais) a 4f4G0 a oaixinha barato I
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja no vi da de de molde e perfei?So de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas corea e qaa-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto maito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qaalidades, coree e desenbos, tal
e o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nSo massar o preten-
dente se lhe apresentar o qae poder de
melhor.
ntremelos em pegas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenbos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costamos oa uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisadoa.
Tonqninhas de fil, aapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
za e vende-se pelo barato preco de 106CO
cada covado, no Bazar do Ca^So.
AS POUPELINAS 00 PATO A20000, O COVADO.
Cheg.u para o Bazar do PavSo um bo-
nito sortimento das,mais- mo lernas e ele-
gantes ponpelinas de lioho e seda, qoe so
vendem pelo baratis.'imo proco de 20000
cada um covado, assim como ditas com
gof tos escossezes a 20400, pecbiucha no
Bazrr do PavSo.
SEDAS A 20000
Chegoo rnx elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, eom as cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bazar do PavSo.
CRETONE FORTE A 20000 O METRO
S do Bazar do PavSo.
Cbegoa o verdadeiro reteme francez pro-
prio para lencoes tendo 10 pa'moa ds lar-
gura, e mijito encorpado, sendo preciso ape-
nas para cada lei,?ol 1 '/toa 1 Vi metros, alm
d'esta applicacSo tambem esta larga e en-
corpada fazenda propriapara i albas, saias,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
go de 20000 cada metro.
CASEMIRAS A 20500 CADA COV*DO
No Bazar do Pavao vende-se um graode
sortimento de bonitas casemiras de orna '
cor, sendo asul, lii o, mesclada, semio de
doas largaras, proprias para calcas, palito,
e roncas para menino, e vendem se pelo
barato prego de 0500 o cavado, ra da
Imperatriz n. 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas llasinbas com -i ino-
rantes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, do Kazar do Pavio.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de Sois-
simas alpacis brancas lavradas, imitacDo
de seda, proprias para vestidos de baile ou
smenlos no Bazar do PavSo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 64 RS.
Veode-se um graode sortimento de bo-
das alpacas lavradas de todas ss cores para
vestidos e veodem-se a 400, 550 e 610
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do PavSo.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais lindas e moderdas 18a-
siohas i'ii baragos de quadriaoos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de cbita
frsncpza. e lqnida-se a 640 ra. o covado,
no B .zar do PavSo.
MERINOS DE CORES BABA VESTIDOS.
Vende-.se bonitos merinos de ama so
cor com cores raui-o proprios para vestido
e reupas para creancas por ser orna fazen-
da de pora 13a e moito leve, vende-se a 10
o covado, oo Bazar do PavSo.
GLACS A 10UOO PARA VESTIDOS.
Vende-se am elegante sortimeoto desta
nova fazenda denominada glacs sendo ama
fazeoda de ISa maito larga e com del ca-
itissimas cures, tendo tanto brlbo como a
seda e vende-se pelo barato prego de 10,
cavado, no Bazar do PavSo.
CASEMIRAS A 76000
Vendem-se c rtes cores para caigas sendo fazenda qae vale
mano mais di mero e liquida-se a 70000
o corte de caiga, no Bazar do Pavio a roa
da Imperatnz n. 60.
CHEGARAM
Foqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na rna Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro-de SouzaSoares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
Capellas brancas para meninas.
Graode sortimento de florea finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Graode 6 constante sortimento de dita,
sempre melhorqoaWade.
Lindos vasos com pos de aruoz e pinsel.
Cxinba-s com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados pa-
ra circnlar o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderegos e briocoa de madrepero
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhoi.
Aspas para balSo.
No vos stereoscopos com 4ff vistas, a*
rraaes alo movidas por am macbiniam*
ornas substitnem aa ontra*.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados co
pedras.
Ditas de madeira enverniaada com viipo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo i
crangas.
Diversos objectos de porcelana, p'ropriot
para enfeites de mesa e de lapinhas.

CEMETNTO
O verdadeiro portland. S se vende na roa-da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joo Martins de
Barro______________

i
IKDUM !fi 0DB1 11

N. 3 A Rl t DO CABUtlA N. 3.A.
mmk m

0
os
Com este titulo acha-se abertp e ioteirameote transformado este anttgo
e8tabelecimento de joias, onde oa regnezes e amigos encontrarSo todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderegos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros moitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior prego do
que em oatra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
iiiiiiimisraii
A ARARA
MACHIWS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAB
UNIVERSAL, raa Nova n. 22garnihio
viahnaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nbecidos, as quaes estilo em exposigSo no
mesmo Bazar, g..rantindos-e a sua boa qua-
lidade, e tambem c usina-se com perfeigSa
a todos os compradoras. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
reiras diariamente, e a sua perfeicSo tal
como da melhor eostureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
deres.
CAL 1WTAI LISBOA
Vende Joaqaim Jos Ramos :
q. 8, 1* andar
na raa da Gru
tervpj \ branc e preta
DA
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Vende-se finissimas camb aias saissas, de
muita phantasia tendo 9 varas a 80800 e
100000. Ditas hispo com 10 jirdas fazen-
da maito fina a 60, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azuladinbas, que valem maito mais
dinheiro, a 80 e 100 K)o: todas estas cam-
braias, em relagio a qualidaie, pelos pro-
cos acma sao mais baratas do que em oa-
tra qualquer parte, oo Bazr do PavSo.
CAMBRAIA ALL^tA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1*600, U E 2*500.
Veode-se fin^sian cambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largara, qae fac
lita fazer-se vm vestido apenas com 4
varas e liquida-se a 1S600, 20 e 20500 a
vara, fazenda qae vale moito mais dioheiro.
pechincha oo Ba'ar do PavSo.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Pega a 40000
Vende-se moito finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo 8 l| varas ca-
lla pega e com am vara de largara a 40.
E pecbBcea, oo Bazar do PavS)
A' ra da Imperatriz
n. 60.
Bazar do Pavao sito a raa da mporatriz n. 60, esta' constantemente abert o
das 6 horas da inanla as 9 da non te,
jfItttCl.%
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C.|l
espectalm"nte ara o Brasil
UNICuS AGENTES EM PERNAMBUCO.
/. Jefe rtes C.
46. Hua do i 'omm^rcio 46.
8^ AZULEJOS
AZULEJOS.
AZULEJOS
Ha para vender alguna milheiros dos mais Ho-
tos azulejos, rilos por encommenda de alguera
|oe por circnmstancla os dispensa. No armarem
le Tasso Irroio & C, pra^a do caes de Apollo
*Q P da p.nte provmona.
Lona de algo lao para velas de
embarc q59s.
Vende-se em casa ae T. Jeffenes & C.
46=Rua do Coramercio 46
ATTENCAO
Loareogo Pereira Meods GaimarSes, participa a lodos os seos devedora
tanto da praga como do mato, que estando I qoidaodo suas casas commerciaes. o qne
deve fazer at o fiordo correte aooo, por Uso roa a todos os seas devedorea a virea
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seas devedores, qat
os qae dSo estiverem na loja tem de pagar todos os seos dbitos, provando isto se fart
o abatimeoto que for preciso para a liqaidagSo de suas dividas, para isto poderlo di-
rigir-se roa da Imperatriz n, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
A 10000.
a 30 arcos
3REU
Vende-se a 1*500 a arruba em barril : no ar-
mazem da bola amarella do oitao da secretara da
polica.
DAS
, FONTES .-
Hauterive & Celestins
Vende-se mais barato do qae em ontra
qualquer parle do armazem da roa do Vi-
gaiio n. 11.
Vende-se cortes de. castores para caigas,
a 500 rs. Cortes de brios de cores a
10500; cortes de gaogas para calcas a 10,
cortes de casemiras preta para calcas a
30500, 40, 50 e 6SO0O.
Cartea de chitas a 2:500.
Vende-se cortes de chita* para vestipes
a 2-:50J. Ditos de cassa para vestidos a
20500.
Pechincha a 40000.
Vende-se pegas Me algodo a 40, 50, 60
e 70000.
Para liquidar a 30500.1
Pecas de madapolSo com 12 jardas a
30500. Ditas de dito eom 24 jardas a 50,
60, 60500, 70, 85 e 900)0.
LIQUIDACO.
Pegas de algodS siubo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
6^500 e covado 100 rs. pira liquidar.
Cbitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
, Para acabar.
Vende-se pecas de cambraias victoria, fi-
nas a 00, 60500 e 70000.
kV aaito Barato.
Colarnhos de papel a 210rs. a duzia.
Carnados Pra jauallas a 50000.
Veode-se cortina os para janellas a 50
o par. Brim pardo liso para caiga de aer-
vigo a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 60000.
Veode-se cortes de percales d daas
saias de bonitas barraa a 60000.
Cibertas de chita.
Vende-se a 10)00, ditas oai a 25500,
ditas encarnadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 400
ra. o covado.
Lencos Brancos a 20000 a duzia, para li-
quidar ; graode porgSo de mantas para
bravatas a 200 rs. cada ama para liquidar.
Cassas francezas a 280 rs.
Vende-se cassas francezas ,para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdya de. cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Alpacas de corea para vestidos a 500 e
640 rs. o corado.
' LSasinhae para vestido a 320, 400 e 5 JO
Va0 proprietario da loja denomioadoTra7devara ao respei^vel pa
seus fregnezes que est conchando aa liquidado, por ja quem qoinr PWJWJ
boa fazendas por pon dioheiro tonha a booiale, de rimM i m da.lmperatri o,
72, desde as 6 opras da maobia as 9 da oou'.e.
BALES DE ARCOS
Vende-se bales de t5 a 30 ara a 10
e 10500 cada um. Corte d cassaa em
papel a 2(5*0" cada um, para liqaid.r.
Bramaote de liobo e algudSo cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
Caooo de linbo a 760.
Vende-se branante de lOpalmrs de lar-
gara proprio para lenges a 208uO o metro.
Lencos ie seda a 80o rs.
Veode-se uina porcSo de lengos de sed
a 800 rs. cada am.
Cbales de cassa a 10000.
Vende-se urna graobe uorgao de chale
de cassa a 10000 cada um, para liquidar.
Kusiao a 360 rs.
Vende-se fosiSo de cores para vestido
a 360 rs o covado.
AlgodSo tnfestado a 900 r.
Vendase dxodo enfeatadopara lengoea
e toalba a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 10200 o m tro.
Ckaks de merino estampadas a 20400.
Vende se cuales de merino estampado
con barras a 0,40500 e 3d para acaba
Gran le pnrgao d) retalhos.
Vende-se grande porga i de re albos de
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est oa porta
Roupa feta eocootrarSo
Por preciono razoavel
Todo se enronparSo.
A SABER :
U^aidaci* da rapa feHa.
Venderse pal.itots de brtnsinho de unne
prop io para andar em casa a 10500 ; ai-
tos de ganga a 20000 ; dito de meia <..
semira l sjooo ; ditos de alpaca de cor
a 30500 e 40"OOj ditos .t"P2 JJ0
pre o 60, 80 e 100000 ; Jto de case-
miras de cores, a 60 e 8**r
do cassiaeta> de eres, a 105
cotletea
t ditos de
uo Cdssi lea- uo ." -~- j- .
brios de q,adriooos.a lJuO ;***
semiras de cofts, a W500, 30 e 40000.
Caigas aiues p*ra e^ravos BJ}*-"-.-*J
de algodaosiobo d listra fVian^'
de brim parlo a 43600, lft igfO i**
tas de dito branco de bobo a 305W e 4*
dita* de casemiras de cores a Mt& (
e 80 tas de ilHodSosiDh^, proprias parra o aer-
vico por ser z-nda fore, a .0i^O ; diU
de musa ioa a 10600 ra. Para ImjimU t
**
. :i .33


../'
w
Diario de Periiamb

ir
i
r
uco
Venham, freguezes,
ranfr-se i ra Duque d Caxias (anti
"Wfttft rt daS ru2cs), sobrado
fasftoartHpem n. 6.
WiftH frtabfleiment eneonlrarao oe ama-
dora* .d^aas^ fresca a/NUwrosA os albores-ob-
S?S!ife*f* p(!'* M Mha Previa (Je todo o
MrjfllWrtoeoniusejim : qaarUul.as dos melaores
ficantes dosta provincia, jarras, mortuKs
f*W|doree, Mpas, garrafas p,HMs'e turnada?
ludo do oeHior ba.ro e.go>lo; as-im conrn iirrt'
S^nW bJ'h4!J J*rr e 8M para fli-'
^'ntel'K- a-detod as qualidades, e rao"
kJ.S?8 obiee,0**'nerem polido?, tud de ni -
li-tade para as casas de familia*
~ Tille,
arti tf/l em 0S arraaren?- Wm de ontros
SS^a^ D9B l0 Tf,*ahri <* ^guiles, qae
estao vendando a precos mais baratos que em ou-
aqoalquer parte :
pdLi? de ,'inlin al|nofadadas.
ffl0 > grandes a 3J500.
5?HBAS da-india para cama e forrar sala*,
rpccX' barro france Para esgoto.
^n43Pecir em barrleas o as arrobas,
LB.Mh.vro df todas as qualidades baixos
precos.
ACHINAS de desearocar algedo.
rrtt5 Praniles com peixe da Suecia.-'
t.NAS e briozCes da Rpssia.
c^a S americanos para forro de carros.
vi^Jn ,**22*5a-os muil bons e econmicos.
rnr- 'Je-a*Meaux ero caixas.
*frC suP8riorde GautierFreres.
MILHO de Parnaudo a 3/ o sacco.
AGUA florida;
BARRIS de carne salgada de porco e de vacca
LO JA DA AURORA
aLarga do Rosario n. 38.
DE
Manoei Jos Lopes fy Trmdo.
Estao resolviJos a vender barato todas as roiu-
dezas existentes em sen estabelecimento, a saber :
Um lindo sormento de riqusimas Atas escosse-
zas de sarja ou da selim do todas as larguras, do
que tem amostras, e se encarregam de mandar
levar em qualquer parte.
EspartilhC"! de linho, fazenda boa 4*500
Capachos compridos a 700 rs. a 800
Ditos redondos a 800
Pecas de fita de laa de cores a 500
Ditas de seda prea com pospontos mui-
toboaa jjooO
Latas com pos de arroz 1*000
Caixas com 100 envelopes quadrados
proprias para cartdss a 600
Caixas com 100 ditns de porcelana a 1*000
BoiSes de sso brancos para caiga, glosa,a 80
Ditos de dito pretos, glosa, a ioo
Caixas com debeles a 40
Ditas com clcheles pretos a 100
Cartas com alQoetesa go
Pecas de bibadinho bordado a 400
Caixas com aojllias fraueczas a 240
Pentes volteados para menina a 320
Espelhos de colana de Jacaranda a 2*000
Botoes de punho para menina a 100
Babados do Porto, largo, vara a 200 rs. e 280
Normas para escripia a 200
Macos de palitos de dentes a 120
Asslro como recehemo* pelo vapor vindo do Rio
de Janeiro o rap Paulo Cirdeiro amarclinho: na
roa larga do Rosario n. 38.
Saibado
BJ!
10 de Dezeinbro de 1870.
tyortasn. 58, ra pireita, 3 p Has n. 53,antiya
foja d
O abaixo asignado, da.o deste antigo
Braga
em orara qualquer parte, un snrtimento completo de machinas
10 t^2&%* rr 5 J^^JS^S^Tw^
--------9 mpn*ao I/UIIJV IlOUtOld?, lOUCcl
limalhT^tt *!"* ?r*5?^Jiaf*'* cbinezas, salitre, breu, barbante, enxore, papel e
rins or. f "~""w--------....>,,, ,u u *,., uurts |iara cusiura, remores para anlmae*,
don, 5. ^ Wnb? P/' Cf de ,odos os tama"os, da fabrica do Jipi, espingardas de
n i?' tnl in,?lMa8 c.omo .,rance"9.. iouca de porcelana, facas e garfos
apresenlar
dar buscar era
os fabricantes
numerosos freguezes,'
por menea 10 0)0 do qae
para descarocar algodao,
cambrdias,
i
I pit^i^ 6f g!l1,U Para ki9'MlIOi
APmnnEnf Tu.dfl f"g0 do ar' e recebepe encounnejtda de /og*s de vista, alem de di
imamm wmmmwmm mmmmmf mmuwm
PRECIOSA DESCOBERTA
TNICO BEL
Eua da Imperatriz n. 2
A' ale nov e sumptuo.o estabrtecim'Dio de fazenlas acaba de obecar direc'4-
eme da Europa o mais expleDdido aortinv nlo de fnmfoi proprias para i fasta, tanto
n?r(,ID^l' toa^^n ^^ras; dfserever e espacificar o que de moderno e detr-ais
apuran gostn nelle se encoolra jiena itfpoeuvel; mus para quo se possa fazer urna
apruimada rar jneocionaremos com especia' lade :
Ric.'.s cortes d?. vejtiios para casamento, cbeg,tdo3 no uliimo vapor.
irnos djtos.dftdiio de seda de*euhos inu;iramente nevos.
Jilos 4 tos de dik.ft.de lacam narras, faeoda.nieii ament nova.
vestirlos'tre cambraia para baptisado.
Po^ws d' seda dos gisto mais moderos, vejado sortimeot de
cassa de cores. Indos e modernos escobos.
Sedas lisas, labradas, trotas e de cores.
Lrelone para vestidos, modernos gastes.
Alpacas deares, impossivel descrevera \ariedaJe degostos t padree*.
wi finas, c!aras, escuras, pretas. indescriuliMd o vanadissimo aortinent->
opvia le ldS 8S qualidade3' ^^ e l'nwnlos, entre o, quaes uns sio inteiramente
Saus b --riadas para senboras, grande quamidade t'e gestos.
tauisinlias bordadas para senboras muito modernas, giande ?
tntrtmeios e ti-as bordadas em .todas as larguras.
Camisas para homem. hordadns, lisas, e collerinhos, completo sortimento
Lencos de cambraia bordados, lisos e de barras,
^peos de velludo, palba, merino,eliro, o que Da de mais moderno e lindissimc
vatiedade.
ostos.
,mn ? J0N!f DELSC qoehoje aprsenla ao publico, denois, porm, de am severo
exame e de reiteradas experiencias, tendoa certeza de que possue tima uoerioK
te odas SSL J!9! iUSlr qe Prodoznos C8beil0S. ">ando inmediatamen-
te todasi as^caspas e toce.ras fazendo com que appareca em.bom estar impagave!.
,r.fa* .Lsla.agua comP5e-8e de substancias cuidadosamente eseolhidas nurificadas e
nf^^T0 mai0r c"idad0' e a'^ disto combinadas de mod'o Z1 dar-he
nma accao verdadeiramente efficaz. consoladora, e benigna
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfreca-se levemente :
os cabellos limpos e com um brilho magnifico. Ievememe -
Deposito
somente em casa d autor, Andr Delsue cabeeireiro de Paria
Ra Io de Mar mmediattmenle ficam
CorUrjados bordados, e ricas colchas de seda, e de crochet.
Iiaftges de pliaotasia, fazenda propria para baile.
NOTICIA
MOJOTEnno
"io operar urna completa revoluto no aitgo
Tinta para escrever.
TarltUnas de cores cem palmas lidissimos gosios.
Bi.rns de a rs [iara senboras.
Gravatas para bomem, grande sortimento em eitios e cores.
Bretanbas, esguiao e brair.znt^ de todas as larguras.
L5aziabas de modernos padroes e iiodos gostos.
Metim da Jnlia fazeuda inteiramente nova para vestios e de odo effeito ?
FiDalmeote reare ral* estabeloiimento tuduque de rr.elhore mais moderno se pode
encontrar emfazendaicomoemperfumarias finas, das quaes tem um completo sor-
AOS CAVALHEIiOS
Offerece igualmente a vantigem deencontrarem riesteestabelecimeuto :
Pannos finos, pretos e de cores.
Casemiras pretas fioas, e ricos gorgor5es para collele.
Ditas de cores, de quadros, lisos e de lbtr-s, completo sortimento.
Biitis brancos de linto de todas as qoalidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, gran 'e sortimento.
Um babil artista para cortar e dirigir qoalqoer obra, que s se eoirega a contento
freuufiz.
Urna modula igualmente i ecupaia as trab dhos do PAVILHO DA AURORA di-
rige os que lbe s2o concementes, apromptaodo a capricho qualquer TOILET, garsntin-
dc-se a mais completa perfeicSo nos seus trabalbos.
Em -resumo concluimos
Por cbamar altencao do respeitavel publico para o nnsso estabelecimento, qoe alm
t? iortu f]ue se pode desejarem fazeodas e perfumaras tem o mais COMPLFTO SOR-
TIUENTO DE ROUPA FE1TA, pa'a bomeus e meniaos. Mandamse as fazeudas em
casa das Exmas. familias, e dam-se amostras.
Um completo sortimento do esteiras da India, por menos preco que em outra qnal-
quer part. i
Aberta das 6 hora? da manhfta s 9 horas da noute.
do
Ia
3
4a
novas musitas para piano.
sDanse des negres do maestro Cazaibore.
gMargarida, liqda schottisch.
Urna folia a Roma, qaadrilba.
LUNDS
Dnsas paraguayas.
Habanera. .
Los negros.
Nuiles oe Luqoe.
Palomi a paraguaya.
Tambem recebeu as seguintes :
A opera Guarany, e os melb >res pedacos
da mesma para piano e piano e canto.
Quadrilbas
Walsas
E polkas
Quridrilbas:
Risellc.
Salan.
Jardim das Fadas.
Heroica.
Capeng;i Careca A C.
Homr-ns do mar. ^
Juventud Commercial.
Rocambol .
Ponte do Uiabo.
Tenante do Diabo.
Imperial marinbeiro.
A soltana como linda.
Independencia das senboras.
O Club X.
Regresso do conde d'Ea.
Caminbo de ferro.
Guarany.
Walsas :
Sonbo da virgem.
Vo'uvel.
Dansa d'amr.
Ultimas walsas de um doido.
Anjo da meia noite.
Camivalesca.
Guarsny.
Polkas :
Cabrito.
Gorgeio do sabia. x
Bulicosa.
CapeBga n3o forma.
Qoerida por todos.
A rival.
Por todos querida.
Zis Tr.
Palomita paraguaya.
I>nwk.
Moreninha.
SurprBz.
Chora pitanga.
(Uofia.
Guarany.
A venda no armazem de pianos e mnsi
caadoAzevedo, rea Nova n. II, hojera
o BarSo da Victoria.
Rival sem segundo,
WUJ* Dl'OUEDE CAlLl.fa X. 4O
(Antiga roa do Queimado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unbas e cof tu-
ra a......., .
Papis de agulbas francezas a ba-
I5o a.........
Caixas coc seis sabonetes de fruta
Libras de 15a para bordar de todas
as coree a....... 8)J000
100
attinja de tal forma a satisrazer as
Nunca se vio um processo mais perfeito e qu
exigencias taais severas da escripturaco.
A sua cor lindissim e n5o precisa de cuidado algum para se conservar nn
inle.ro sempre cor a mesma cor. sem borra, crs.a, bolr ou sem todas e^sasmazeT
K..SSE8 a tjdaS aSt'ntaS ala8^a cocheadas, aioda me5mo dos me.horesautores
est angeiros
i.u ?obr,lud0' esle estimavel producto nSo ata.a as pennas de ac, antes neln ron
trino, apenna adqojre um esmake dourado que, sendo interessante, ^tZ
ntoH.? SeHd0 e?Pec,lD?en,e P^ copiar, di cotudo duas, irffo Zl
niez depois de escripia ; preciso, porm, deixar-lhe o papel bem
Esta
copias um
sem o enxrgar cem o malta-borfo,
porque n5o ha o risco de
pape
borrar.
bem molhado
Para se tirar
maS T* Cp'a' S ,se a88lomera"n tartas foloas quanus copias te mtw
riini Cm Tg>?il tiraDd0 l,maa om ,aD,as Joaniaa se.diriam TmJS? n
original fique prejudicado pelas extraeces. "otfjam, sem que o
Occorie aqu dizer que, para copiar importa muia inldlicencia p hihniia o que a n.elbor tinta nao sati>f8z, e o deleito recae sempr! ecSf a Unta S! t T
vezes quera menos culpa tem. ^ mt8'qoe mltas
A dupla qualidade desia
em qualqoer esc ipiori
^Si^lM d0U8 egi*|tos e P3 mohifia de
j caranda com pnBM om e ^ pre50 eomm d
Ckegou ao a#gfp4ejoiik) i Haarv Wmiur t
< primeiraq
^^m^^r^se
Unta extremamenie apreciavel, pois que evita me
Lajamais do qoe urna tinta para os diversos misteres WqTO
. Emquanto sua durabi.idade, nlo haTop^r^nor du ida nofs nU
depois de eaenpta soffre o choque^e cidos for ikeimos sm se dw'oS? ,
acwos oto 4om accao sobre ella, muito menos a arcSn dn 1 722 'J
esta tinti
sobre ella-, moito menosTa arcto"do"tmpo 7^ deftSr '
isto
plausivel.
Icn^i m- %6.i0 ^romerc'o qe te meo producto veio ser til- os nrofr*r*. j
educandos, em consequercia da belleza da cor e fac idade ? 808t0 D08
imdejt. Ha exemphs de criaRfas que havia
Carriteis de linba Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de coresttnuito finas a .
Grozas de botesf madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de liona de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tntenos com tinta preta a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muilo
fino a.......'. 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extract muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 24G
cartilbas da doctrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a. 1^800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba fraoceza superior
qualidade a.......2420
Caixas de palito do gaz a. 00
ATTENCO
Vende se urna canoa de carregar 1,200 a 1,300
lijlos : a tratar na ra Direita n. 101,
ATTENCO
thoeelale nacional.
Duas medalaa de praia e urna raencJo ho-
norfica.
Avla Irmdo Sf C,
nua aava de Saata ll lia 4a.
Exitem poneos alimentos simples e substan-
cian romo o chocolale, estimnlando snavemente
os Dervoa, i ao eorpo o mais poh> elemroto de
nuiricao, e au mesmo lempo fortilca a orgos di-
gpsvo. Todos oe mdicos sao unnime* re-
commeadaraste alimento como o mais pronrio e
subslanclal para a? pessoas de coroplexSo frica e
debilitada,
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as mindezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranza a___
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a...................
Frascos com < Icobaboza muito fino.
Pacote* com pAs de arroz o m-
lhor que ba a...............
Xavalhas muito finas para fazer
barba a....................
Caix 1 de linha bran do gaz a..
500 Vara de franjas de lidho para toa-
500 Ibas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
500 superiores................
60 Lencos di cassa brancos e pinta-
dosa....................;.
000 Caixas com 20 quadernos de papel
240 pautado...... .
100 Caixas com 50 novellos de linha
120
500
60
1,5000
120
320
320
320
0000
500
160
300
100
700
400
500
2^000
500
500
500
40
500
320
Vende-se
extrema pira a eirripia, logo qoe"feiSdmiitfd^ repgnatela
a curiado e o goslo, ^ ,f.po dept^Sfiu^^f^ *""
ao co.r dettit 5ft5?!355S s r EtiESStF&fo
bre de ootra Una, eeviJr es rw e?m a ni. !S. x SK'nl0S do men rvslom-
incrmpativel ; verifleand!T.^o tf b InzSoK s T,a?edPrtTlPnPara,f, -di,Terente e
TA EXTRA-FINA DE MONTEIRO naoPn !C Uar & toma que nSp soja a VIOLE-
Observa(?.
o a tinta que eu fabrigo JT'glRflQ-ee casas circnmpeqtaS( 0 padio.
C, Monftro.
Primeira qualidade l|f kil. 800 r.
Homenpaiha 1(2 kil. 1*300
He Vannille 1(1 kil. 1/000.
Al meli srreba hr-se-ha abatlmeoto de 10 OO
e de arrota par plaa 20 Ofi
Caf muido a%vpor
garantido sem mistura a 800 rs. e kil. em maior
|0niidde lera atetimeato de 12 0*0
Tambera ba pacotas de kiL empacoudo em
y*je.?8te^i-P*ia ae C^*arvar aomare reic.
Apolices.
Na raa nova de Sania Rite n. 4 e 81, aerra-
L\ $ i\i :. tratar aom Jo j b^n Awila
Corttto grosao
CbjgwaiB do Pon* eordda gnmm fe un da
W, que w soaim (apta en vm cea ero oe-
' do gaz a. .
Duzias de maias cruas superior
qualidade a.......3^600
Pecas de babadinbos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1^500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas pa/a dentes a 240, 320,
400 rs. e.......
Pecas de tranca Usas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha fcxa para borda-
dos a 400 rs. e......
Pares de meias cruas para m#.'
nos diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas muito
finas parasenhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarele
Sylabarios portuguezes a. .
Cartes com colxetes i carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com peona de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos...........
Re;-ma de papel pautado super'or
Resma de papel liso muito supe-
rior a......: .
450>
20000
105OC
30000
400
20
400
50C
40
2,JOO0
240
400
40000
GALLO VIGILANTE
KiadaOiaifai,)
Oa prupnelari*<<5s(e ajiK^ofc.)f i*.,
tintina.
. jbliw, DU-
reopber pelo mtuno vaar
da Europa um completo .vanado aoitmento
Anas e mui delicadas espeeiaMadea, as qnaM**-
tao resolvidos a vender, como e de sea costa*
Sor precos muito baratinlies e coaunodos para u>
os, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas 4e pellica, pretas, brav-
eas e de mui lindas cores."
Mui boas e bonitas goliinbaa e fonhoa para aa-
nhora, neste geaero o pue, ha de ,mais njoderno.
Superiores pentes de tartaruga-para roques.
Lindos e riqnissimos eofeites para t*!ecas asi
Exmas. senboras.
Superiores tran<;aa prcu* e de ca^aaconi vidrV
ihos e sem elles; esl,a fenSa. o que pode tuve
de methor ejnais bonito.'
Superiores e boalw. teques de madrepewlB.
inarfni, sndalo e osso, seiMo a/ncJles bnaeo
com lidos desesboa, e et#a j)rto8.
Muito superiores meias no ae Escossia para se-
nhoras, as qnaes sempre se ven a duzia, entretanto qoe-hs- as vendernos por Ma
alm dess, temos tambem rrauA sertiMnte i.
outras qualidades, entre as quaes algtyuas tmt
finas.
Boag bengalas de superior cnna da India #
castao de martlm com lindas e encantadoras g
ras do mesmo, noste genero o que de methor re
pode desejar ; alm dess temos tambe) graa*
ouantidade de outras qualidades, como sejam, mu
deira, baleia, osso, bprracha, ric. ele. etc.
Pinosjonitos e airosos chicot*nms de cade
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de soda aorrarta
para segurar as meias.
fioas meias de seda para senhora e para aem
as de 1 a 12 anuos de idade.
Navalhaa cabo de marfim e urtarnga para hms
barba ; sao moito boas, e de mais a ais aaa f>
rantidas pelo fabricante,.e nos por noasa vexta
bem asseguramea sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlhas para machina e para ero
Linha muito boa de peso, frouxa, para. 1
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete,
como os temos para o mesmo flm.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos memores e mais condecidos per
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, *
facilitam a dentleao das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores dostes prodifioaa
collares, e continuamos a recebe-Jos por toda*
vapores, aflin de que nunca faltcm no mercad*,
tomo j tem acontecido, assira pois podero aqoef-
les que delles precisarem, vir ao deporto do gal)'
vigilante, aonde aempre encentrara!, destes verfc-
deiros collares, e os qnaes attendeado-ae ao i
Sara que sao applicaos, se venderao eem om m
minuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos qr.e deixanw
declarados, aos nossos fregnexes e amigo* a vkm,
comprar por precos muilo razoaveis toja do |Sk
Tigiante, ra do Crespo c. 7.
Jeordeiro pmridents
Raa do QneiBi1o n. f tt.
Xovo e variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pert..
Diarias, de que effectivamente st prvida
loja do Cordeiro Previdente. ella acaba i
receber um uutro sortimento que se tort
ootavel pela variedade de objectos, sjoerks'
dade, qualidades e comroodidad s da pr
fos; assim, pois, o Cordeiro Prevadle pe
e espera continuar a merecer a spaesia0
do respeiavel publico em m e da 6,
boa freguezia em particular, na'i se af;
tando elle de sua bem conhecMamaiifi?''
e barateza. Em dita loja enoatiOftn
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudraj.
Dka verdadeira de Murray Lamraan
Dita de Cologne inglesa, americana, fea
ceza, todas dos melhores e mais acreditad?
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacio .
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che
ros agradaveis.
Copos e tatas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparem
9 outras qualidadea. -
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e onfekados.
Essencia imperial do fino e agradavel eb#
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiroi igoai
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escomidos cheiroa,em irascos dedil*
entes tamanhos.
Sabonetes em barras, aaiorea a meaora
para maos.
Ditos transparentes, redondo* e em Igt
as de meninos.
30600
FARINHA
oe trigo a 5/000 a oarrica : no armazem Ba-
liza, roa do Livramento n. 38.
Suh-Mite-rheumatico
Remeio eflcScissime contra as dores rhenma-
ticas al baje o mai* coonecido pelos saos mara-
villosos resultados.
XAROPE OE AGRIAO. um dos medicamen-
tos qu ana efOcacia as enJermidadea, tosse e
tangue pela bocea, bronebites, oreg,e fraqueza
uo paito, escrobuto e molestias de flgatto, que me-
lbor tem aprovado.
TiyrOBA DE WARAPUAMA.- A celebre raz
* narapoimi, coja eaergfa e efflcacie as para-
lysiaa, mterpeciaieuto, etc. etc. muito se recom-
metida.
Todos estes preparados se encon-am na pbar-
macia e dmgaria de Bartholomeu A C., nico de-
pasito na ra larga do Rosario n. 31.
Gallados nmm
Grande sortimento de calcados' franceses para
bomeus, smhoras e criaDjas,-bolinas de stima-
ara neanmep, dita de cores, sapatinhos borda'
dos de seaiB brant,iKs e nraqne de cores pare
aenbof afiele preco maia commodo da que em oa-
traqualquer parte: na loja de calcado da bota de
ooro roa da Cruz n. Si, sobrado amarello
Ditos muito finos em caixinha para bara>
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan^
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo
as perfumaras, muito propriaa para ore
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas. .
Bonitos vasos de metal colorido*, a i
moldes novos a elegantes, com p de am
s boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente*.
Pos de camphora a outras derwt-t
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Allala mala eo*.
Um outro sortimeatoTle coins de ta
vos e bonitos moldes com fitets da vidrili^
e alguns d'ellea ornados de ores e fifc*
sstio todos expoatos i apreciacio de que?
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNH06 BOHBAD08
Obras de muito gosto a perfeclo.
Fi vel lana e nta* para Hnt. -
Bello e variado sortimento de taes obi*;
toa, ficando a bea aecoiha ao gesto do coi
prador.
Joaquim Eodtr i^es 1^
Tares de Heo}
TEM PARA VKNOER
em sen escriptorio, praca, doCorpo Santo
Pumo em forfea
de e 1 qualidade, e veno> trm on maia '
fardos a vontade dos compradores.
Gal de Uf*K*
nltima ebegaea.*
Potassa daRussia.
Parlaba ala aaaaidaMML
Vinho Bordeavx.
deatfMNdee. wade ama
beraa do qu* em orara qaafcroer pajea, i
nio XBrez .
de primeira qualidade, em caixas : vende se em
casa de T, Jefferiea & a

I
%



"tMWM*!! i.~~


S
Ni


I
"*



8
Diario
de Pefnambuco
- Sabbado 10 de Dezembro d 1870
=x=z:
n.^..
hu-
AGBICLTiniA.
ele*4ia 4a eaaaa de
PARECeHM A COMMISSO ESWCIAL.
(Concias*).)
Os agentes eateriores, o terreno, a
midade, o calor a loe, q *5o indispen-
meis pin o do germinativo da sement,
e para as subsequentes evoloces da nlanla,
actam diversamente5 conforme os graos,que
esses agente aprsentam em relami ve.
get-cio. Dabi provm as ligeras variaces
fugazes e transitoria cora as influencias qu*
as motivaran, e os prineiros elementos
para a'fundacic de certas variedades (xas
oa racas, quando se consegae, por metli i
dos especia** de cultura, maniere lixar as
variaces. verdadeiros desvos da especi-*
em relacao ao sea typo orgnico. Ora,
meio de fixir ou ante-las, a essas vari.i-
ciies. ou os muertos ou o planto por
estaca, mergulho ou qualquer oolro anlo-
go, e nunca asmente, cuja missao pro-
duzir, sempre e variavelmente, a especie
normal, con lodos os seus caracteres, de
que ella a sement, fiel depositara; res-
titue ella a ptanta, era cada serasnteira,
virgem qual era ao sabir pela vez primeira
da face ca trra.
A multiplicacio poc sement desfaz, na-
ga, por assim dizer, todos os desvos que a
especie tenba por ventura soffrido, qner
accidentalmente, gur pelos cuidados do
hornera ; teode a fazer reentrar o vegetal
variado no plano de orgasacio que Ibe foi
proscripto; a procurar o seu alinhameolo e
lugar (entro do genero, que pertence : e
a essa reversio forma e attributos, tae*
como Ibe f rara transmitidos em sua cria-
cao, que errneamente seappellida degene-
rado.
A vista destas ideas, parece-me evidente
que o planto da canna de assucar por meio
de estaca, como se pratica, tende a desvia-
la cada vez mais do typo da sua especie,
originando, como o fez, as diversas varieda-
des condecidas de canna, prodnctos da di
versa combraacio dos processos de cultura
e das condicoes climticas. Ora, quando
esses processos si) perfeitos, o trabalbo
que o hornera se dou, e que asss o honra,
tendo por fim mrater certos desvos da es-
pecie, pelos quaes ella se torna mais apre-
ciada em face dos seus interesses, por tira
justificado peto bom xito dos resultados ob-
tidos se, porra, os meios de cultura sao de-
feituosos, quer por causa da falta deelemen
tos nutritivos, a planta, j enfraquecida pela
replantacao p r estaca que falsea sempre,
mais ou menos, algumas de suas propie-
dades, perde ento o equilibrio que existe
entre os seus orgos e fuocces, resente-se
profundamente, estremece at o mais pro-
fundo do >eu organismo, e debilitada, em
um estado vizinho ao estado mrbido, ad-
quire profundamente todo o germen de en-
fermidades (vegetacoes cryptogamicas, ou
lavras de insectos que se apascenlam sobre
o corpo, quasi cadver j, do misero vege
tal, conduzido por fatal ignorancia do cul-
tivador tal grao de aniquilameoto). Gis a
p'ntura que me parece exacta da canna de
assucar (variedade cayenna, e a imperial ou
fita) nos cannaviaes afectados do mal, que
se procura debellar. Talvez erre pensando
assim ; porm, creio firmemente que nSo
pode ser oulra a causa, menos que rao-
loor demonstrarlo nao me venha iluminar
nesta materia.
A 3.1 quesi3 o : A especie pode dege-
nerar pelo facto de nSo vingarem mui'os
individuos em um terreno onde outr'ora a
cul.ura lora bnlbante ?
Nao piule, por maior esforc que fizesse,
penetrar o sentido desta questao ; ou ella
est mal f.i-mulada, ou defeito do meu
espirito, no que o3o posso ser uiz compe-
tente. Por isso deixo de considera la, sen-
tndo nao ler podido faze lo para cumprir
inteira a Itrefa de que me incumbi o Im-
perial Instituto Fluminense, quem rendo
preito e homenagem.
Rio de Janeiro, 4 de agosto de 1870.
Miguel Antonio da Silva.
Em sesso ordinaria do Imperial Instituto
Fluminense d'Agricultura, celebrada no dia
6 de outubro do corrente anno, foi discuti-
do o parecer supra-mencionado da comrais-
sao especial, relativamente s causas prova-
veis da enfermidade da canna de assucar
Depois de algumas observaces, feitas pelos
Srs. visconde de Barbacena, Drs. Gordilho
Paes Leme, Nicolao Moreira, Miguel da
silva. Gabaglia, e baioes de S. Lourenco e
Cotegipe, foi acceito o dito parecer.
proposito da discussb do parecer
apresenta lo pela commisso incumbida de
estudar as causas que teem cooperado para
o definhamento da cultura da canna de as
socar entre nos, o Sr. Dr Capanema dirigi
a seguinte carta ao.Ex.ra. Sr. presidente do
Imperial Instituto Fluminense de Agricul-
tura.
Mm. e Exm. Sr. conselheiro de Estado,
baro do Bom Retiro. Teodo V. Exc. se
dignado convidarme para a sessSo, que
hontem celebrou o Imperial Instituto Flu-
minense de Agricultura, para tratar da qae-
tio da molestia da canna de assucar, tomo
a liberdade de apresentar algumas ideas que
me occorrem.
Pela discussio n3o se pode conhecer
qual a molestia da canna de assucar, nem
eua origera, nem o meio de a combater ;
uas proposices foram enunciadas, urna
pelo Sr. visconde de Barbacena dizendo que,
como lavrador pedia um remedio para o
mal, n5o curando do que possa motiva-lo ;
e a oulra pelo Sr. Dr. Pes Leme, affir-
mando que procedendo-se analyse cbymica
das trras, cbega-se resaltados sati>facto-
rios, como prova com as suas proprias
plantaces, de onde cbegoo a bannir a mo-
lestia.
A primeira frisa a exigencia do lavrador ;
a segunda indica, parcialmente, o meio de
a satisfazer.
Fra disso, a discusslo revelou falla de
dados pratcos, e de estudos de averiguado
de factos. Todas as considerarles sobre
alimentago vegetal, especie oa variedades,
alternativas de variaces atmosphencas, sao
proposices que de per si nada provam ;
dependem da exhibirlo dos factos, e podem
mesmo contradizer-se nos resultados pra-
tcos.
Assim, por exemp o, diz-se que indis-
peosavel a analyse do terreno. Concordo,
no caso de um terreno exhausto, em que a
planta que se quer cultivar nSo produza;
porm, dos casos, em qoe a planta vem
adoecer, a analyse pooco ou nada nos en-
sinart, tanto mais que algumas das parles
componentes iodisoeasaveia do terreno nio
figoram entre os elemento assimilados pela
planta, emquaoto recebe e secreta outros,
que se associam aos lamentos necessarios.
Ptss*rei ealgtms tactos. Corra anno
do I8.V, e is-caoua' iaes de Campos.-des-
nppareciam Tarridos pela molestia; desde
longos a n nos que se cultiva va naquelle mu-
nicipio a canoa cayenna; era, pois, lgico
concluir que o terreno- estar exhausto, e
que seria, precisfeMltoma-le, para que hou-
vesse nova*provn5o *de alimento para a
planta.
Entretanto, nao
apenas de vegetal*
da canna caroina
qual vegSjtou por
se fez isso ; mudeu-se
fiuostituio-se o cultivo
pela da canna rxa, a
longo tempo e vegeta
De que nos ser-
ainda as mesra-s Ierras,
wria aqu a analyse ?
Deu-se urna especie de cretinismo vegetal
(p rmitla-se-me a expresslo), e para o fa-
zer desttpparecer basta a mudanca de indi-
viduos com natureza um pouco-diversa.
O que convida, neste caso, era a analyse
Je derivados orgnicos, por meio da qual
poder se-hia conhecer a presenca do princi-
pio immediato qoe os produz, e o meio de
destruido; talvez, acal, que o Sr. Dr Paes
Leme appllcou com reconbecida vantagem.
Ser, porm. este, o nico meio, suscepti-
vel de produzir "bom resoltado ?
Vou citar mais um facto, para provar
que esses principios exislem realmente no
solo. Em Sania Calharina, a mandioca
affeciada oe urna molestia a que chamara
siporema ; a raiz desta planta apodrece em
consequencia da invaso de um cryptfgamo,
partindo de agglomeraces que o povo co-
nhece cora o nome de mi da siporema. O
meio de destruir este nial consiste nica-
mente em plantar manlimentos e mesmo
canoas no lugar assolado ; depois de urna
ou duas colheitas pode-se cultivar impune-
mente mandioca, em terrenos onde ella
era irremissivelmente perdida. Em vez da
pratica da rotacao da cultura, n8o se pode-
ria malar a mi da siporema por meio de
um acali, ou de trra alcaiina, on de algum
acido ? questao qoe demanda estudo.e
convm indagar se a canna de assucar nao
soffro tambora por alguma causa idntica.
Para discutir a questao da molestia da
canna, sobre base segura, indispensavel
proceder a estudos phybiolgicos, e flxai
bem o modas operandi da aliraentaco.
Esta faz-se indub>avelme::te pela dialyse.
A raiz fibrosa da canna revestida na
sua extremidade por urna membrana muito
hygmscopica, qoe, debaixo de cerlas cir-
cunstancias, inlumesce indefinidamente for-
mando urna massa gelatinosa.
E' essa gelatina que constitue o corpo
dialysador, qne opera urna seieccSo dos
prinoipi js nutritivos, regeilando outros.
Esta massa gelatinosa-vegetal, formando
um orgo com faculdade do estomago,
mu freqnente as plantas rudimentar^s,
oas algas uni ceilulares, taes como as Pal
mellas, Palmuglocas, Glococapsas, e na-
quellas cujas cellulas se concatenara, como
as Nostochineas, todas assaz communs en-
tre ni; onde, porm, este org3o se mani-
festa com carcter mais notavel as diver-
sas especies dos gneros Pelrospora, Dra-
parnoldia e n'algumas Batrachospermum,
que nos nossosrios d'agua correle formara
festSes verdes ou negrejantes; esses vege-
taes representan) urna massa gelatinosa te-
nue, envolvendo completamente a planta e
suas ramifbages: es^e envoltorio qaasi
liquido, que serve de nutridor da planta.
No reino anima! do-se factos anlogos ;
entre os RJiizopodos existera alguns, que
sao fo;mados por urna massa gelatinosa in-
forme, porm animada, que ora sa contra-
llen) lomando a forma espherica, ora se es-
tendem como nm disco, ontras vezes se
fendem em numerosos filamentos.
Essa~gela rola, e envolve algum corpo
de.que possa sugar alimento, e, quando
saciada, litteralmente escorre para um lado,
deixando exhausto o bagaco.
Resta saber quaes sao as condicoes que
faorecem a acco desse dialysador, eqoes
as que a paralysam ?
Cornos ha, que por sua presenta des-
trejen) a viscosidade que a agua adquire cm
certas circninstancias, ou os corpos que ella
contera ; lembro somente a agua branca em
consequencia d'argila suspensa, ella conser
vava a cor at por annos inteiros, mas a
presenca de um acido, ou mesmo de alguns
saes sem entraren) em combinacio ctiimic
promovera logo o sedimento.
Nao poder3o elles modificar tambera a
natureza da getalina liquida poni de nao
permiitir mais a absorpt5o dos principios
necessarios planta ?
Esse corpo gelatinoso tem propriedades
especificas diversas, e por isso pode o en-
voltorio gelatinoso de urna variedade de
planta exercer as suas fnnecoes em lugares,
onde o de ou'.ra se torne inerte.
A proposito apresentada de que um ter-
reno, no qual abundara principios nutriti-
vos, nocivo pelo excesso, n3o prevalece ;
porque, a propria experiencia contesta-a.
SSo frecuentes os partidos em que durante
urna longa seie de annos se cultivara can
na com vantagem ; claro que ao principio
ha.via una quaritidade consideravcl de ali-
mento accumulada, e apezar disso a pri-
meira co'heia n3o o consummio todo, s
urou quanto careca. Nao se pode argu-
mentar com reproducen) successiva, pois^
que decorrido periodo maior ou menor o
terreno fica esgotado.
Sendo bem conhecida a construego desse
apparelho digestivo, suas funecSes, e os
agentes que as perturbara, pde-se caracte-
risar a doen?a ta canna pelas suas causas,
e indicar ao lavrador os meios de as re-
mover.
O estudo dos principaes phenomenos da
molestia foi feito pelo Sr. A. Krass; lasti
mo que na discus*3o nao fosse tomado na
considerado que merece, porque se n5o re-
solve completamente a questao, muito a
adianta, e esclarece.
A molestia mostra-se sob dous aspectos
diversos: n'um dos cas^s, apresenta-se
seiva em tal estado de alteraco, que, sem
prejudicar a vegelaco, torna entretanto as
cannas sujeitas a serem fcilmente atacadas
por um insecto do genero Peltigonia, cujas
larvas se nutrera deste liquido ; n'uulros
casos, a alteraco da selva lo profunda,
qoe decompSe completamente o principio
8 ecbanno, como demonstrara com toda a
evidencia os trabalhos do dito Sr. Kraass.
A lagarta de urna mar posa, que devasta
s vezes o< cannaviaes, pertence inciden-
tes de outra ordena; ella affecta, tambem,
as cannas perfeitaraente s3as.
Todo quanto acabo de enunciar resul-
tado de obserjacao, e nio estado de livro,
que nestas questes tende mais a atrasar do
qoe a elucidar. (
Exige-se para a^blucJo^ dallas o conbe-
clmento profundo dos principios da scieacia
habito oe manejo do microscopio e dos
reactivos, assim como methodo de observar.
Euabandonei esses estados, ba annos, por
alguns terreos do Brasil ?-AjMpecie pod
loe fossem poflicados on
i interessantes, apezar mes-
mo do pedido espontaneo do professor
Agaasiz.
Tomo, pois, a liberdade de'lembrar i V.
Exc. a conveniencia de Bcombir dessas in-
dgac6es alguns di membrosdo institu-
to que estivererh mais habilitados.
Rio de Janeiro, 7 de outubro de 1870.
G. S- de Capanema.
LITTERATURA.
DESTIMO
O DEDO DO
POB
Mayne Red
(Continuaco)
Nio era, porm, lao largo o sea rtmera*
rio. Nem aquello lempo elle se (embrava
j do per go era que eslava seu irmao, mais
antes levava o espirito preoecupado por
ideiss bem mais egostas. Em concluso.
dirigia-se a casa da viava Xfdnvranng, onde,
por mterdiccio paternal, poncas visitas fa-
za, e e9as mesmas clandestinas.
D3poia da atroz craeldada que o privara
de um dedo, Henriqae passou ainda dous
dias de Iri9le redus3o no sea cave/e. O
nauseabundo alimento que Ibe era fo'rneci-
do, a dura cama que Ihe davam e at as
dores resultantes da mutilado nada erara
comparativamenle com as saas agonas
monee
A recosa d i general em pagarle o res-
gate a tormenta va o tanto mais quanto seu
irm3o, na carta qoe Ihe dirigi, Ih'a des-
crevia com as mais sombras cores. Consi-
derava-se, pois, sem amigos e sem pai.
Urna ideia, porem, mais pongeate anda
Ihe torturava o* espirito: era o receio pela
sorte da irm do seu amigo.
Haviara-lhe Picado bem im>ressas no ani-
mo as palavras que Corvino he dissera ao
ouvido durante a scena terrivel em que
elle foi o principal actor e presenta que
aquello drama selvagem n3j fora mais do
que o : rologo de actos mais selvagens
anda.
Conser va va-se, pois, como collado ao
v o da janella, escutando attentamente, re-
celoso a todos os momentos de ouvir ao-
nunciar a presenta all de Lucelia Tor-
reara.
No seu estado de prisioneiro, n3o s6
nao poda protege-la, mas nem se quer ao
menos dirigir-lhe urna palavra de pre-
vencSo.
De boa vontsde sacrificara outro dedo
oa a mo inteira para que Ibe concedessem
o escrever-!he urna linha era que a preve-
oi-se do perigo qne corra.
Arga-se tambem a si proprio por 3o
ler escriplo ao syndico ao mesmo teropo
que a Luigi. perdendo assim urna occa-
sio que 13o cedo se Ibe nao proporcio-
nara.
Kestava-lhe nicamente a e-peranca de-
chegar a tempo a carta escripia a Luigi.
Se oodesse ter-se escapado da pristo, to-
do eslava remediado. Desde o primeiro dia
de seu captveiro n3o cessara de pensar no
meio de evadir-se, mas sempre infructuo-
samente.
Examinara attentamente a construcclo da
prisao : as paredes eram espessas, o slo
de grossas ages, a janelfa orna fresta im-
praticavel e a porta assaz solida para ceder
a qualquer impulso. Alera d'isso, durante a
noute dorma fra da porla urna sentioella.
Um passaro que valia mil escudos n3o era
para assim se deixar fugr da gaiola.
Muitis vezes fixara os othps no tecto,
nico ponto por onde va possibilidade de
evadir-se, se possuisse um banco e orna
faca As travs do tecto seguravam um ferro
mal aplainado e apodrecido, em virtude da
infiltracao das aguas, o que Ihe fazia sup*
por a existencia de um pavimento supue-
rior. Com qualquer ferro seria fcil levanr
tar o forro, e, se podesse electuar-se urna
evasSo, s por aquelle lalo seria prati*-
cavel.
Na segunda noute po?tenor perda do
dedo j Henriqae se n3o lembrava de fu-
gr. Cora n m3o mutilada envolvida n'om
trapo, nico tratamento que Ihe fra con-
cedido, estendera se no seu leito de folhas
seccas, buscando no somno o esquecimento
da de-graca. Comccava a conciliar o sorano
quando Ihe bateu no rosto um corpo estra-
nho. Despertando em sobresali, apoiou se
sobre o cotovello e espern a repetc3o do
choque ou ao menos a sua explicado.
Nao tardou que o ruido de nm objecto
introduzido pela janella e cabrado lho aos
ps, Kie viesse ferir o ouvido atiento.
A' claridade baca da luz pod distingan-
no chao um objecto de forma oblonga, que
Ihe pareceu ser um papel dobrado em for-
ma de carta. ^.
Henrique apoderou-se d'elle e. naespec-
tativa de mais algum. signa), conservou-se
assim cerca do meia hora. Nao apparecen-
do mais nada, tratou de procurar o objecto
que Ihe botera anteriormente no rost) e en-
controu urna facca mettida em baioba de
pelle desabra, como vira algumas cinta
dos salteadores. '
Cora que fim Ihe seria feita urna remessa
d'aqujllas ? S.a leitura da carta IhO'pode-
ria dar a explicado, mas juolla hora era
impossivel le-la. Pode ajazar-se a impacien-
cia com quo o joven toglez aguardava o
dia.
Logo que raiou a aurora, correo ja[
nella e abri o papel. Eslava escripia era
(italiano, em caracteres tracadoa por mito
firme e adestrada, posto que fetos i pressa.
Eis o conthedo:
< A saa evasSo deve eflectuar-se pelo te-
cto ; a faca ser o instrumento intermedia-
rio. Faca por se escapar pelas trazeiras
da casa, quando a sennella esliver do lado
do frootespicio. Tanto qee se achar do lado
de fra, eocaminhese pana a garganta por
onde o inlroduziram oestes lagares, a qual,
como develembrar-se, fica mesmo ao norte.
Para nao se transviar, tensa em vista a es-
trella polar. A' entrada da gargana ha urna
sentinella: trete de a evitar; em ultimo
caso, soccorra-se faca. A sentinella nao
se oceupa principalmente a vigiar de noute;
o seu fim especial observar os signaos
que o posto avanzado loe possa fazer. Nio
Ihe ser difficil illudir-lbe a vigilancia, atra-
vesando a passagem de rojo. O qoe
mais para recetar a sentinella de junto da
montanha, que vela sempre, pois tem a cer-
teza de ser condemnada 4 morie, se for en-
contrada dormindo. Con vem, pois, que se
occulta na ribanceira at qoe amanbeca,
porque o romper da aurora a sentioella
deixa 9 posto para veltax ao acampameato.
eme ella se aftwte o mata possivel
ntao faja o mais qoe poder, porque, se
la o presentsse, seria pertegaida. Diri-
e logo casa defronte de qual esta-
ou quando se eocjminhava fin estes
sitios. Salve a saa vraa e a de Locetl Tor-
reani! >
t P. S.Se quzer evitar a raorte de
oem Ihe escreve, engola estancarla logo
tte a ler. *
Depois de ler lido segunda vez a carta
par se certificar bem das instrucc5es quo
ella encerrava, Henrique obedeceu litteral-
mente ao Post scriptum.
Quando o carcereiro Ihe trouxe o alraoco
costuraado de maccarroni frvido, nao pod-j
ver alli o menor dicio de suspeila.
X'.II
O fez
FUGA
Tanto qne o prisloneiro se vio s. com-
coo de refleclir sobre p'ano de evasSo
que inopinadamente Ihe fra proposto.
Tratoa de descobrir em. primeiro lagar
quena seria o correspondente aoonymo. A
escripta indicava de pessoa intelligente e o
pensamento tio bem deduzido, qoe de certo
se poda attribuir a espirito superior.
Lerabru-se de que haveria alli nm con
luio de Corvino para o surpreheoder em
tentativa de evasSo. Mas que precisan) li-
nha ehede pr textos para o matar ? Pelo
contrario, en interessado em ihe conse var
a vida at a solucso do resgale.
Seria obra do seu pttricto ? De certo
que n3o, pois se manifestara elle como nm
d seus mais crois iuimigos. De todos
os salteedores o nico era que divisara me-
noi perversidade era Tomasso, roas este
tambera todo o que fez foi por ordem da
signora. Ppetta j nao exista, e, portanto
tambem Tomasso nenhom rateresse deveria
ler pelo prisioneiro, quando, de mais a mais,
isso Ihe poderia custar caro.
De repente veraoa-lbe memoria as ul
limas pbrases da carta relativas a Lucetta
Torreani A ideia do perigo que araeacava
nunco o abanlonra, e agora, que a asso-
ciacio de pensamientos Ihe deparava a si-
tuaco della, deixou o campo das bypotbe-
ses para s se oceupar do facto, que con
sistia no plano de eva3o indicado.
Todo O trabalbo era intil antes de vir
o guarda com a ceia, o qual podia descobrir
alguma cooea. Tratou, portanto, de apro-
veitar o tempo na revista do interior da
pris3o. Examioou principalmente o tecto,
eujo estado de vetustez o tornava praticavel
faca. A difficoldade consista em poder
chegar-lhe. Prolongou o brago na sua maor
extensao, porm faltava-lhe ainda cerca de
um p de cumpriraenlo. Percorreu o re-
cinto desvair lamente, mas nao encontrn
banco 00 pedra a que podesse subir. Falta-
va-lhe, pois, o essencial para realisar o pla-
no, qwquasi se resorveu a abandonar.
Mas a necessidade a m3i da industria
e o prisioneiro te ve o ensejo de por o ada-
gio em aceio. Examinando novanoente o
seu carcere, deparan casualmente com o
mont3o de tolhagem que Ihe servia de cama;
lembrou-se de que, fazendo um feixe deKa,
obteria o ponto de apoio que Ihe faltava:
fcalculou mentalmente a quantidade da fb-
Ihagera para isso necessarra, porm n3o fea
a'experencia pratica, com receio de desper-
tar suspeitas, e como o trabalbo era fcil
deexecutar e podia adiar-se para o dia im-
mediato, espern al l.
Logo que o moroso carcereiro o deixou,
sem mesmo Ihe dar a buona nolte, tratoa
de untan a f'Ibagem, erapilbando-a de fr
ma que obtevum volme solido e compac-
to. Tomoa tambera a precauco deformar
esta especie banco debaixo de ora ponto
que Ibe pareceu o mais adeqaado eva
s3o.
Submdo de faca- em pnnho, tocava exac-
tamente no ponto premiditado e comecou a
sua obra. Segundo caleula'ra, a madeira,
meia podre pela humidade, fcilmente se
deixou fender pela folha de ferro bem agu-
jada.
Nao tardnu, porm, que ello sentrsse o
pedestal diminuir gradualmente de consis-
tencia, e antes de ebter a dcima parte da
empreaa, j n3o estova altura necessaria.
Deseen', pois, renovou o montculo e re-
come?ou a perfuracao o mais precavidamen-
te possivel, como quem sabia que eslava
alli na ante-camara urna sentinella de ouvi-
do fino e outra do lado de fra di janella.
Pela segunda ves abateu o montculo. O
prisioneiro teve ent3o a idea, para o conso-
lidar, de Ibe sobrepr toda a roupa enrola-
da, e assim obteve um apoio solido, que
Ihe peruittio terminar a ruptura de um
mbito capaz de Ihe dar passagem.
At alli os clamores dos salteadores ha-
viam favorecido o seo trabalho e distrahido
a attenco das ser.tinetlas, mas por volta da
meia noute cessou todo o ruido. Urga o
tempo de proseguir na tentativa comeeada
com lao bom xito. Dapois de ter despido
o casaco, agarrnu-se a urna das travs, sus-
pjneu-se as m3os com todo o vigor e
por meio de estorbos superiores conseguio
penetrar na abertura que fizera.
Como imaginara, encontrou-3e ahi n'uma
especie de sotao e tratou logo de procurar
sabida. Ao principio nSo acbou neabuma.
Dando com a cabera no le;to, reconheceu
ser elle de colmo ou palba, e como tratasse
de descobrir algum ponto* praticavel de sa-
bida, diviso um raio de luz, que ponetrava
por urna especie de trapeira. Metleu a ca-
bega com todo o cuidado para observar e
reconheceu que ella dava para as trazeiras
da. casa.
Em frente nao se via cousa alguma:
nem luz que indicasse habitado nem o me-
nor annuncio da existencia d seres huma-
nos. A certa distancia descobriam-se ar-
vores, Calculou que, se podesse chegar a
ganhar o arvoredo sem que os guardas da-
prisao se apercebessem, teria conseguido
vencer a primeira dfficuldade. Quanto s
sentinella que deviam. rondar ao largo, isso
fica va para depois. O qu>. importava era
tratar do presente. A primeira idea foi eva-
dir-se p la trapeira e deixar-se cabir na roa.
A noute eslava escura, se bem que o co
parecesse estrellado. Henrique nao divi-
sava o slo, mas, a ajoixar pela altura da
prisSo, nio devia alie estar muito longe, a
menos que a casa nSo fosse construida sobre
a aresta de um monte.
Perant esta reflexio besitou, e, tornando
a metter a cabeca atravez da trapeira, es-
forcou-se por descobrir alguma cousa no
espaco O slo connuava-lhe mpercepti-
vel, mas urna demora mais longa podia
comprometter o successo do seu piano.
Introduzio-se, pois, peia goteira, que era
atravessada por orna travessa de madeira,
suspenden as pernas para o lado da roa,
Qrmon-se na travessa, tomou o balanco e
dispaaha-se a Hitar a baixo, qaaado a trai-
dora peta de madeira, quebrando,
cahir redondamente no cbio.
Atordoado com o choque, ficou por al-
gum tempo prostrado n'um sitio qae Ihe
pareceu valla ou fosso, e esta imraobilidade
forcada foi o que o salvou. O estalido re-
sultante da fratura do pao atlrahio a alten-
cao das sentinellas, as quaes, cercando a casa
tratarara de des cobrir a causa do ruido*.
Tenho a certeza que ouvi alguma
cousa dizia am dos salteadores.
Engaaste le acuda outro.
Pois olha que ia jurar ter ouvido como
que urna bastonada ou a queda de urna
braca de arvore.
Entao nio onviste mais nada ? Pois
aqui teas a causa : a rotula d'esta janella
que fica aberta a bater contra a parede por
causa do vento.
Pois ser isso. Leve o diabo a tal
laboa velha, que nio sei de que sirva I
E o salteador, convencido com as rvfle-
xoes do jodicioso companneiro, voltou ao
seu posto, seguido delle, e ambjs tran-
quillos.
Ainda bem elles nao baviam entrado no
exercicio das suas funecoes e j o prisionei-
ro. sabido da sua excavarao, caminhava de
rojo para o lado do arvoredo, onde ebegou
sem embaraco.
XLIII
UM CONDF. EM GUARNICO
Haviara decorrido quinze dia- depois que
as tropas pontificias tinbara estanceado na
aldeia de Valle de Orno.
Acibara o sol de se mergulhar imponen-
te as aguas do mar thyrreno e os morado
res da aldeia de se recolherem s pousadas.
Tinbam pouca vontade de encontrar de nou-
te as ras os seus hospedes militares, re-
celosos de que, confundindo-se com os sal
teadores, Ibes esvasiassera as algibeiras do
pouco dmheiroganbo durante o dia. -
A mesma hora o commandante d'este
destacamento, leposlo protector, achava-se
sentado no salSo do syndico enlre este e a
filha, desenvolvendo, era homenagem a ella
todos os recursos da *ra alambicada lc-
quella.
Depois de tocar em varios assuroplo--,
cabio a conversa sobre os salteadores, e,
como idea associada, fallou-se do ingkse
captivo, a eujo respeito o capitao ouvira
dizer alguma cousa, por isso qoe fi-ra offi-
cialmenle informado de todo-; os pormenores
concernentes sua estada na aldera.
Povero disse Lucetta a meia voz
Estimara saber o que Ihe succedeu. Meu
pai er que Ihe tenham dado a liberdade ?
Duvido muito, erraba Giba. Parece-
meque o nao deixam sera terem receido o
rssgate.
E quanto Ibe parece que exigirlo por
elle ?
M me occasiao de suppor, signorina,
acudi o capitSo onde que tem a idea
do pagar esse resgale co sea bolso.
Sem duvida redargoio Lncetta.
Assim eu podesse i
Vejo que tem por esse inglese um
profundo ioteresse, e, lod&via, nao passa
de ser uno- povero pitlore !'
Uno pover plore /redaguo Lucel-
ia, indignada cora o sarcismo do capitao
Saiba o signare conde Guardioli que meu
irm3o uno povero pitlore e que se honra
tanto de o ser como eu por essa qualidade.
Mil perdes, gnorina ; eu ignorava
que seu mano fosse artista. A m inri a alUi-
sao limita-se a esse pobre ingle3$r que nao
'mais do que ara espiSo de Mazzini. Se-
gundo as in'orma(;es obtidas, esse aborai-
navel impostor vero de Inglaterra por Ge-
nova encarregado de elucidar o amo. Tal-
vez fosse feliz era cahir as ralos dos saltea*
dores, porque, se vem parar s rainbas e|
obtendo as provas de qoe um espio, far-
Ibe bia passar logo era volta do peacoco nina
gravata de corda ?
Lucetta sentio tal indignacao, que a pal-
lidez do rosto e o semtiliar dos o'hos a tor-
naran) de um aspecto desagrada vel, porm
antes de ella ter tempo de Ihe responder ha
teranv porta e logo se apresen'.ou um cabo
de ordenanza, fazendo a soa respectiva con-
tinencia.
Que temos de novo ? pergonlou o
official.
Um prisioneiro respanden o cabs,
repetiado a continencia.
Algum dos silteadores ?
fo, capitSo ; ura individuo que da
baver se escapado t!o poder d'elles.
Que aspecto tem- ?
E! um rapaz vestido moda da cida-
de ; parece inglese, mas falla o italiano co-
mo eu.
O syndico e a filha--quasi que se ergue-
rara ao mesmo tempo- das cade iras oaviodo
aquella oxplicacio, que nao Ihes deixava du-
vida sobre quem era o ingiese aprisionado.
Signore Torreani, disse 0 capitao
seria abasar da saa bospilalidade fazen-
do-o presenceiar o curaerimento da rainba
obrigac5o n'este momento, e por isso per-
mitta-rae que me ausente, afim de tomar co-
nbecimen'o da captura que os meus solda-
dos acabara de fazer.
Nao se incomraode acudi o syndico
Pode mandar vir aqui o prisioneiro.
Por certo roerrompeu Lucelia.
Pode manda-lo vir aqui, e, se a minha pre-
senca serve de obstculo, retiro-rae.
A presenca da signorina nao obst-
culo e at a creio a proposito : o prisioneiro
deve ser essa pavero pitlore de que fallou
com tanlo interesse. Posso, pois, manda-lo
subir ?
Guardioli tambem tinha interesse em tor-
nar patente a sua autoridade discricionaria
p-rante a joven Lucetta e esta sem duvida
ambicionava o ensejo de ver de perlo um
individao por- quem senta urna attraccao
inexpiicavel.
D'este conjoncto de circurastanc'-as re
sultoa que d'ahi a momentos o cabo de
ordenanca introduzia na sala o prisioneiro,
qae era. cora effeito, Henrique ttarding.
O joven inglez n3o ficou menos sorpren-
dido com a apresemacao do que o eslava
com asna siluacio anterior. Custava-ine
a comprehender cerno, tendo lido a felici
dade de escapar s garras dos salteadores,
se achasse de novo prisioneiro. E, quanto
o se-lo, agora nio podia ter duvida, por
quanto os soldados, sardos a todos os seus
protestos, d'isso o obrigaram a convencer-
se por saas maneiras rudes e brotaos.
Abstrahindo do capitao, bastn a Henri-
qae lanzar um olhar sobre os circunstan-
tes para saber com quem tralava.
K physionomia do syndco, que elle vira
oa aldeia no meio dos salteadores, ficra-
Ibe gravada na memoria, e mais ainda a
de Lucetta.
Tambem a de Lucetta tinha presente na
idea o aspecto do captivo. A fronte na,
oa cabellos sollos, como o vira n'outra oc-
casiao, 8 agora ainda pffriDtttJam >wn o
dtfnr atravex do o.adisimvJ (raje es finos
pirfis 0 bellas feices qoe Unto a haviam
ioip.-essionad). Henriqae, com os seas an-
drajos, pareca maw altivo do que nunca, e
aquella physiooomia, irritada por ameno-
ore odignacio, davt-me o aspecto do lelo
vigoroso impaciente pelos notos obsiacotos
qae b obrigavam lata*.
NSo eslava, algemado, mas nao gosava
da liberdade, e isto n'aquelle momento, em
que desejaria mostrar se como entre pes-
soas amigas em toda a plenitude da ana
franqueza
Conhecera logo que aqoelle individuo
trajrado farda de empregado civil era o pai
do seu amigo Luigi e que a joven era a fr-
mia d'este, a mesma Lucetta que elle Ihe
descrevera como creando, e agora conver-
tida em raulher formosa a adulta. Quanto
ao syndico e filha, s o conhecam de o
ter visto escoltado pelos salteadores. Hen-
rique reconheceu que nio era propria a
occas8o de se declarar, e, todava, o olhar
que Lucetta Ibe lancara, quando elle entran
uo sao, dizia Ibe bem claramente qoe a
tacita sympatbi 1 manifestada para com o
prisioneiro de Cor vioo sub istia ainda em
rada a plenitude.
XLIV
O INTERHOGAXOHe
Se bem qoe o relancear de olho troca-
do enlre Henrique Hardiog O a filha do
syndico fossa muito rpido, o capitao Guar-
dioli nao deixou de o perceber.
Prevenido pelo dialogo anterior, eslava
de ataUia. Esta prova de intelligencia en-
tre os dous joven* exasperou o carcter
fanfarro do official, que, voliaodo-se para
a ordenanca, pergunlou :
Oode agarrarara este personagem es-
farrapado ?
"* No momento em que elle tentava iolro-
duzir-se clandestinamente na aldeia res-
pondeu o cabo.
Clandestinamente I exclaaou o y*
ven ing ez, fixando o militar de modo que
loe fez baixar os olbos Qu a nio aos meus
andrajos,proseguid elle, dirigindo se ao
capitaonao Ihe fazem honra : se o senbor
cumprisse roelhor o sen dever e a su* tro-
pa, nio estara eu talvez 13o esfarrapado
agora I
Alto l/bradou o capitSoO senbor
lera a ragua maito afiada f Contente-se
ern responder ao que Ibe perguntarem
Eu tenbo dnreito de rallar, pergnntan'
do porque motivo estou aqLpreso ?
E' o que vamos averiguar. Que
do seu passaporte ?
Singular perguota essa, feita a am
homem que acaba de escapar s garras
dos salteadores !
E como prova isso ?
Parece-me que todo o meo estado o
comprova ; mas, se nao basta o. que ve,
offereco o teslemunho d'aquella senbera,
que se record a sem duvida do deploravel
espectculo qne eu de quando ba das es-
tivo debaixo da sua janella algsmado e
perseguido pela quadrilba de Corvino.
E' verdade... sim, pap, esse se-
nbor o proprio.
N3o ha duvida, capio acndio o
syndicoE' o pintor ioglese de que b* pou-
co fallamos eque eu vi levado pela qoa-
quadriloa de salteadores.
E' possivel replicoo Guardioli com
incredalo sorriso Inglez, pintor e prisio-
neir* de salteadores, tuilo ao mesmo tempo.
Mas isso nao obst i qae esteja encarregado de
outra qualquer missao, qne Ibe n3o coa-
vem declarar.
Qoe outra missao ?pergantou Hen-
rique..
Unaspia... respondeo- Goardioli-
Espi3o !bradou o prisioneiroPara
que e de quem ?
Eis o que tratamos de descobrir
replico Guardioli irnicamente ra va-
raos, confesse a verdade : a sua franqueza
pode proporcionar-lhe um trataraeato me-
nos severo e al roaior facilidade em se
libertT.
E com que direito sou aprisionado ?
Eu sou am subdito britannico ; o senbor,
como supponho, official das tropas pon-
tificias e nao capitao de salteadores. For-
tanto tenba cautela, porque pode correr
risco maltratando me
Seja como fr, acudi Guardioli
o sign)re meu prisioneiro at q ie se pro-
ve o motivo que o trooxe a estes silios :
a sua narracao suspeila e supposta a sua
qualidade de pintor.
Pois sou-o, anda que insignificante,
mas isso pouco pode importar-Ibe.
Importa-me muito. Como que,
sendo signore um insignificante pintor-
anda divagando pelas montanhas ? Se
artista inglese, poderia vir a ftoma pintar
quadros de ruinas e esculpturas, mas nao
arvores e rochedos. Com qoe fim, pois,
se acba n'estes lugares ? Responda, sig-
nore.
O mancebo hesitou, ignorando se seria
opportuna a < ccasiao para se declarar fran-
camente ; todava, depois de reflexionar
um pouco, responden :
Se o senbor capitao, por effeito de
seus deveres, carece absolutamente sa-*
ber porque me acho aqui, decarar-lh'o?b.ei.
Talvez a minha declararlo cause nao pe
quena sorpreza ao signore Francisco Tor-
reani e signora Lucetta.
Como a>sim exclamaram simulta-
name o syndico e a filna Pois coahece-
nos os nomes ?
De cerio.
E quem Ih'os disse ? pergunlou o
cyndico.
Sea filha, signore Torreani.
Meu filho est em Londres.
- Foi exactamente n'essa cidade qee
ea pela primeira vez oavi pronunciar os
nomes de Francisco Torreani e da lignorma
Lucelia.
* Conhece Luigi ?
Tanto quanio possivel a'quem viveu
com elle durante um anno, parlilhando
do mesmo quarto e da mesma ofcaa, e
qae... _,.
Lhe salvou a bolsa e at-a vida pro-
vavelmenle- interrompeu o syod co cami-
nhando para o artista e apenando Ihe a
vnSo- Se rae n3o engao, o senbor o ca-
vaaeiro que o arrancou s mios dos la-
dros, dos assassinos ; o mesmo de
quem o nosso Luigi tantas vetes nos fallou
as saas cartas. .
Oh I sim exclamou Lucetta, ap-
proximando-se de- estraaieiro e contem-
pando-o cada vex mai~ attentamente Nio
ba a menor duvida : o retrato que Loig
dos apresen lava as suas carta !
{C*Hmutr-ie-ha.)
TYpi'lM) DlAtUO-aA UU MJQK fkK C1M*



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