Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12282


This item is only available as the following downloads:


Full Text

4r *

iWIO XLVI. HUMERO 278. >" -ti -
s MI
I


?>--
I
I
AwSF&yP1 tUKaamim* "u "TWq 00 0TH1M!
- 1HJUW*
2 *u ditos dem T ............... 124RdOO
Hitfc'%::::::.::::::::::::: &%
toq
320
i11!
QtfMT FEIRA 1 DEZEMBR8 DE ittO.
t
FU DBITHO E rOIA (A PROVIICIA.
Por tre mezas. adaBiadua .............
Por seta ditos dem..............
Por novo ditos dem............
Por nm aone dem...... .
. .
6#7M
131800
SO#MO
271000
PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Hfrueira de Faria & Fhos.
A9 ACBTBi:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Par ; Goncalves & Pioto, no MaranhSo ; Joaqnim /os di Oliveira, no Cear ; Antonio da Lasos Braga, no Aracaty ; Jlo Mara Jolio Cbavw, no Asa* ; Antonio Marqnea da Silva, no Natal; Josa JnstJM
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingoa Jos da Costa Braga,
_____
I I
em Naiareth ; Francisco Tarares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinbo no Bio do Janeiro.
PARTE OFFICIAL
k
Uovemo da provincia.
-KPRDieST DO DA 3 DIC DEZGWUIO DE 1870.
Actos:
Secc 3*.Pa!.i>:io da presidencia do Pernam
l O presidente da provincia e conformidide com
ea aiw. 48 49 da le provincial n. 961 de i' de
ulh d correnle armo, resol va abrir am crdito
xtraordinarin de 1,200:0005000 ein apolices as
quaes Jicara > era deposito na ihesounria provin-
cial para seren emtliJas a prop-irco das exi-
gencias do servici a que o mesmo crdito des-
tinado, observndole o regularoenlo desta dita.
Diego Velho Cavalcante de Aibnquerque.
ffffttlamento a que se refere a portara desta dala.
Art. 1 O crdito extraordinario do l.OOtOOO*
autorisado pelo art. 48 da lei do orcamento vigen-
te, ser realisado ero apolices de 1003 emittidas
w par, vencendo o juro de oito por cerno ao
asa.
Da tmiito das apolices.
Art, 2' As apolices sero dadas em pagamento
aos empreitfiros oj cootratadores de qual raer
das obras decretadas pelo referido artigo, ou ven-
didas, ijuuilosejinecessario, pagir em dinheiro
Ar1. 3 Verificada a necessidalc da venda, a
thesouraria provincial, precedendo ordem da pre-
sidencia anuunciar pelas fulhas rain lidas da
provincia qnantas apolices vao ser veulidas e
pando terminar a venda.
Art. 4' As apiilices sera-enumeradas e assgna-
d3 palos membros da junta da ibasouraria e
coatrio alen da data de toa cmisso, o nume do
poMuidor, o sea valor capital, o juro semestral,
n logar do pagamento deste e do seu rcsgiie.
j i" As apolices por senes de cera, sero enca-
denadas em livros especia\s donde iro sendo
cortadas a pntporcioda rcspeciiva emissao. O cr-
t divij r a tarja dcada aplica e rscrever-so-
La no talo o numero desta a data da cmisso e
do resgate, qnanJo se fizerjo nome do primitivo e
subsequsntcs dos possuidoaes.
i' Estes livros sero entregues ao thesoarciro
nar caixa ser debitado, tanto pelas apolices que
receber, como pelo producto das que se venderera
c creditado pelas que der em pagamento ou forera
vendidas, e bem nssim pelas .desptzas resultantes
.iestes acto*.
Da transferencia das apolieet.
Art 5o A transferencia de um a outro possui-
dor ser feila por meio da seguirte declaraco :
l'ica pertencendo ao Sr. F. escripia no verso da apo-
ice, datada e assignada pelo transferenle.
nico, (fas apolices adquiridas por beran$a
ou por arrcmalaco judicial, a nota de transferen-
cia sera feita pela junta da ihesouraria em sessa
a requisico do possuidor, (jue provar o direito
l'je tem a ellas.
Do p jmenlo do juro e rgate das opolires.
Art. 6 Aquantia ius na conformi lado do art.
J da lei do orcamento, for destinada para o pa-
samento do juro e r-sgates das ap ilice*, passar,
* proporclo que o exigirem as necossidades do
servir; >, da caixa da receita geral para urna espe-
cial, debitan lo se o thesoureiro peU sua imp r-
taocia er. outro livro caixa, e acreditndose pela
dspez mensal que se fizer,
Art. 7o O* juros, sero pagos por semestres sem
dependencia de exercicio, na segunda quinzena
djs mezes d julho e Janeiro, por meio de fallas
organisadas na contadoria em numero correspon-
dente ao3 livros das apolicos.
t. Verillcada a amhenlicidade de cada a p-
lice que for apresentada, e a identidade do possui-
dor ou do seu procurador, devidamente habilitado,
-era feito o pagamento do juro mediante recibo
vassaJo as ditas folha-, que assigoaro o po-sui-
reeeita.
2. Dopiis de estampar-jo con cirimbo, na
liento da apolice abiixo da parte escripia o semes-
tre e anuo a que pertencer o pagamento, ser res-
umida ao pjrtalor.
3.' Nao ser devido o juro que vencer a apo-
lite no sene tre em que deva ser resgatada.
Art 8. O resgate das apolices era feito annual
ii ule, seai dejendencia de exercicio, na segunda
quizan* do mez de jinciro, por meio de fo has or-
ganisaJas na coufmnidade da pnmeira parte do
artigo aatecedrtnl e precedendo aouuneio da the-
nraria no qual so dsve declarar quantis apoli-
93 era nnmerus seguidos tem da ser resgatadas
em vista da consignarlo annua, e da importancia
dos juros disponiveis pelos resgates anteriores.
1." .as ap liees resgatadas tambera se e.-tam-
par com carimbo em frente e na parle nao es-
cripta a notapagae ne?te mes-no lugar passa-
ti recibo o portador.
| i. As apolice* assiro resgatadas flearao em
poder do thesoureiro at o balancp annual da
caixa da amortisaco e juro, que se dar em
trine, e ento sero golpeadas e archivadas.
Disposicdes geraes.
Art. 9. Os portadores de apolices em que en-
conlrarem se signaes ou palavras escripias contra
o que prescreve ou al n do que faculta o presen
i regula ment Sffrero urna mnlla do 10 por cen
ii de seu valor. As apolices a.sim alteradas se-
ro ulxtiiuidas por outras de iguaes numero
Art. 10. Perdendo-se algama apolice poder o
son possuidor haver outra de igual numero, justi-
licando antes perda, o observando-se no^te caso
o qae dispon a ordem do tribunal do thesouro de
9 de noverobro de 1846.
Art. 11. Nao se adraittir opposirao nem ao pa-
vimento do juro e do capital das apolices nem a
na transferencia seno pelo pessnidor.
Art. 11 O saldo da caixa de amortisaso e juro,
v.-rifleado pelo balanco annual, ficar sempre dis-
pjnivel, independentc de nova antorico para pa
aamento dos juros e amortisaca nao exigidas no
lempo competente. Passad?, porm, ora anuo de-
pois do ultimo resgate reverter o que existir para
a caixa dt>eeeita geral e desde ento s se res-
gataro as apolices que nstarem em circularlo e
se pagaro os jaros devidos, qasndo o reqaererem
es credores, e a assemhla provincial volar o pre-
ciso crdito.
Art. 13. Alm dos livros indispensaveis para a
escripturaco conforme prescreve este reglamen-
to haver os que a thesouraria provincial enten-
der precisos p.ra maior eiarza. Palacio da pre-
.dencia de Pernambuco, 3 de dezembro ds 1870.
Dugo Velho Cacbante de Albuquerque.
O presidente da provincia, eonformando-ie
com a proposta do Dr. cnefe de pohcia em olHii
n. 1590, d^ do crrenle, reotve nomear para o
lugar vago do supplnnle do subdelegado da fre-
guezia ds Santo Antonio de^ ei Jadeo actual 5
soppleiie capio Eduardo Frederico BancKs.
O presidente da provincia, atlendendo ao que
las requeren o 2 escriturario da alfandega, Hen-
rqaes Soares de Andrade Bredendes, resol edis-
peosa lo da comminso de membro do conselho de
compras do arsenal de guerra, e nomear ero sen
lagar, de er>nt >rinidade com a infonnacao do tos
peelor da theaouraria de faienda o scriplura-
re da mesma aifaideg, Jos Francisco dos San-
ms Miranda.
O presidente da provlneia. atlendendo ao
ae requeren Guithermina Tavares da Silva, re-
selve conceder loe permUso, nao s para ir ao
presidio de Fernando com nm liiho menor, no pri-
meiro vapor da companbia pernamboeana, qae
para all seguir, mas tambera para poder embar-
car com destino ao mesmo presidio, os gneros
constantes da relacao junta, assignada pelo offiVnl
naior servinJi de secretario da presidencia;. nao
pedendo, porem, effectuar n desembarque dos di-
tos gneros, sem qae por parte do referido com
mandante se proceda a exaroe, afim de verificar
se ha agurdente, ou outra oualquer bebida spi-
riiuosa.Expediram se as necessarias communi
caeflea,
Offlcios :
Ao Exm. Sr. ministro da iutioa, transmil-
lindo os conhecimentos da recebeJona de rendas
internas desta provincia, pelos quaes os lenles-
coronis Aleixo Jos da Luz e Manoel de Faria
Maciel, mostram hiver pag) os direitos, sello e
emolumanlos de suas patentes.
Ao mesmo, partecipando que 30 de novem-
bro ultimo, fladou o respectivo quadriemo o Juiz
municipal o de orpncs do termo de Iguarass,
Bacharel Joo Cavalcaute Vellex.Communicsiu-so
a thesouraria de fazenda.
Ao Exm. Sr. ministro da guerra, remetien-
do, para os (ios convenientes, o mappa mensal da
companhia de aprendizes menores do arsenal de
guerra, relativo ao mez de novembro ultimo.
Ao general comuindante das armas, para
mandar por em hberdade o recruta A'exandre
Florencio ja Gama, que provon isenco legal.
oramunieou-se ao Dr. chefe de polica.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, re-
commenJando que faca ajuslar cortas e passar
guia de soccommento ao eapilo de comniisso do
2* haiallio de infotaria Luiz Francisco de Paula
de Aibnquerque Maranhao, o qnal segu para a
provincia do Piauhy, onde vae servir de ajudante
de ordens da respectiva presidencia.
Ao mesmo, mandando passar guia de soc-
corrimento ao coronel Jos Angelo de Moraes Ro
go, que segu para o presidio de Fernando de Xo-
ronha asjumir o respectivo commando.Expe-
diram-se as convenientes ordens a este respeilo.
Ao mesmo transmillindo, para os fins conve-
nientes, dez ordens do thesouro nacional, sob ns.
2IS, 216, 218, 219, e 221 a 226.
Ao mesmo, enviando, para os devidos fias,
as patentes dos lenentes oroneis Thomaz Lius
Caldas e Joaqui n Jo3 Gomes de Oliveira.
Ao mesmo, communicanJo ter fallecido no
da 30 de novembro ultimo o offleial papelista da
repartico do correio, Ismael Araavcl Gomes da
Silva.
Ao mesmo, deelrando ter o secretario da pre-
sidencia bacharel Elias Frederico de Almeida e
Albuqucrque, seguido no da 1 do correrte para
a Parahyba. a lim de tomar parte nos trabalhos
da respectiva assembla provincial.
Communicou se a thesouraria provincial.
P< r aquella thesouraria mandou-se pagar:
A' emqreza da illuminaco gaz desta capital a
quantia de 738*900 rs. do gaz consumido com a
illuminaco interior dos quarteis de cavallana de
linha, Solidade, Hospicio, guarda do palacio da
presidencia e hospital militar, durante os mezes
de julho a setembre deste anno.
A' mesma empreza a de 544900 rs., proveniente
do gzz consumido com a illuminacn do palacio
da presidencia, nos mozes de julho aselembro do
correnle anao.
Ao inspector da thesouraria provincial, para
que mande fornecer, com destino a enfermara da
casa de detencao, mil papeletas, segundo o mode-
lo junto:
Communicou-se aoDr. chefe de polica.
Ao mesmo, recommendando que mande pa-
gar ao tenentc Antonio Correa Maia a quantia de
24 J do aluguel dequatro mezes, vencidos em 24
de novembro ultimo, da casa que serve de quartel
ao destacamento do districto do Peres.Inteirou-
se ao Dr. chefe de polica.
Ao commandante do presidio de Fernando,
para enviar esta capital na primeira npportuni-
dade, a ser apresentado ao Dr. chefe de polica, n
sentenciado Jo? Manoel de Luna, conheeido por
Jos Sabaugo, o qual tem de responder a novo
jurv, segund declara o juiz municipal da 1* vara
Fueram sea uecessariae comnmmcacoes.
Ao commandante supon >r da guarda nacio-
nal do municipio do Brejo, recommendando que
oonha k disposico do delegado le polica d'a
quelle termo os guardas, que guarnecan a res-
pectiva cideia, quando leve lagar a evaso dis
presos, constantes de seu otli -i i de 4 de uovemlir-
ullirao porque, segundo declarara os aviaos do
ministerio da justica n. 17 de 4 de abril d- 1843,
e 9 Je maio de 1867, devom elles responder no
foro commutn.
Commuoicou-se ao promotor publico d'aquella
comarca, chamando sobre isso a sua aitenco,
afim de que procela do conformidade com a lei,
proraovendo os termos ulteriores do proees-'O, i
irazendo o resultado ao onbecimento da presi-
dencia.
Ao promolor publico de Tacrat, chamando
a sua aitenco sobre o processo instaurado pelo
delegado do termo de Floresta ao cabo co>nman-
dame do destacamento de guardas nacinaes
Francisco Candido le Souza indiciado no crirae
de haver co corrido para a fuga dos presos D-
maso Antonio da tocha e Valdivino Francisco Rl-
beiro. que lograram evadir seda cadeia na nonte
de 27 de junho ultimo, afim de qus o mesmo pro-
cesa tenha o devido andamento, e seja punido o
delnqueme.
Ao gerente da companhia Pernaubucana, di-
zendo que para completar as informarles exigi-
das em 2 de novembro ultimo, mister que ds-
cl ir quaes as accommodae5es para patsageiros
e mercadorias de cada ura dos vapores da com-
panhia. e opportunamente qual a sua renda bruta
no correte anno.
Despachos :
Alexandre Florencio da Gama.Seja posto em
liberdade, visto ler provado isencao legal.
Antonio Jos Rodrigues das C lias.A disposi-
co da lei explcita, e nao admitte excepeo.
sempre que a venda se effectuar por procurador,
naja ou nn justo motivo para sua mlervencio,
devido o imposto ; peto que nao procede o re
curso.
Bacbarel Chrysolito Ferreira de Castro Chaves.
Ao Sr. inspector da the-ouraria de fazenda.
Estevo Gomes Wanderley.ladeferido.
Francisca Variado Je-us Indeferido.
Francisco Xavier de Pavj Pode seguir via
gem.
Fielden Brothers.Dirija-se thesouraria de
fazenda.
Pielden Brotherj.Dirija-se thesouraria de fa-
zenda.
Bacharel Feliciano Placido Pontual.Informe o
Sr. regedor do gy nnasio.
George Hermann Augusto Ehord.Informe o
Sr. eogeoheiro chefe da repartico das obras pu-
blicas.
Henrique Siares de Andrade Brederode.Pas-
se-se portada concedendo a dispensa pedida.
Irmandade de Santa Rita de Cassia.Fica expe-
d Ja a conveniente ordem.
Ignacio Gomes Couoho.loforrae o Sr. capitau
port .
Manoel Joaqnim Moreira. lndiferido.
Mara do Carmo Xavier.Sendo inexactas V
altestacoes em favor do filho da supplicame como
informa a autondade policial competente, nao tem
lugar o que requer.
Rita Maria do Nascimento.Concedo o praso de
quinze dias.
Tlieotonio Amancio de Sonsa Cavalcanti.Ao
Sr. f)r. chefe de polica para tomar na consi-
deracSo que Ihe merecer.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
OOicio:
Ao Exm. general commandante das armas,
participando haver a presidencia mandado satisfa-
zor o pedido, que fez o commandante da fortale-
za do lirum, do vestuario que tem direito ao 2.*
semestre dcsle anno, os sentenciados excluidos
Jos Francisco dos Santos e Laiz Antonio. Cons-
tantino, e o de justica Calisto Alves da Silva, que
se achara no ser vico da fachina da m?ncionada
fortaleza.
PERNAMBUCO.
REVISTA. DIARIA.
OITO DE DEZEMBRO.-A igreja catholra e
apostlica romana celebra amaoha urna das suas
insi importantes festas, a da Immacnlada Concei-
cao de Maria Santissima, para o que se reveste de
todas as galas e do lodos os ornatos, e chama
seu seio os (Hitos dilectos para que entoem cora
ella 03 mais festivos cnticos.
Dasejando auxiliar aos nossos rmos nesse em-
penbo augusto, da nos em seguida ura lindo canto
de um festejado escriptor, ao qual intitumu Ave
Maria e precede.u da seguinle euigrapheQuia ex
te ortus esl sol jwtitix, Christus Deas nosler.
Ei-lo:
Folga, Israel, folga, rpidos passarao os lem-
pos, o a mulhcr forte, a candida flor de Nazareib,
surgir como o yrio no terreno agreste da cam-
pia.
i Judith. da nova loi, o mundo espera-te como
nuncia de paz no horror do capliveiro.
f (serta de toda a macula, setas bemdita en-
tre as muluere?.
< A' tua voz trercero os abysmos, e as tuas
entranhas oncarnar-se ha o Verbo para a redemp-
co da huinaodade.
Appruximam-se os lempos, alegra-te, Sam I
Pulga, Israel, folga, vo-se cumprindo as es-
cripturas dos prephetas.
A palavra. de Deus relumbou pela snptt'ficie
da Ierra, e na va.-lilao dos mares.
E os prophetas a repetirn), c os abysmos se
abalarais.
< O pecuado de nossos pas apartou-nos da face
do Seohor, e a sua culpa ereou nos a escurido
das trevas.
< Na imu'.cu.-'iJaJj da misericordia de oosso
Deus esperamos a reooiaaao do primeiro erro, e o
Verbo fo promitlido s na(des.
i E Israel exnliou as angustias da dr com a
esperanza do porrir I
< Juda, tu s a tribu cscnihida, e sobre ti cahirao
as heneaos dos que esperam.
O Senhor apartou a luz das trevas, da ierra
as agua-, e do cahos fes o mundo.
c Na imineobidade do lempo existia o genio do
mal, e o Seuhor sepultou-o no fundo dos abys-
mos.
i A trra eslava deserta, e o homem foi creado
voz do Eterno.
a Na obediencia sua palavra, tracou o Senhor
o dever do primeiro homem, e o anjo maldito es-
tremeceu na habitaco do mal.
c A serpente en.'enenou eom a baba pestfera a
felicidade do homem, c o archanjo do Senhor ex-
pulsou o do seu jar m de delicias.
O Eterno falluu, ea sua mildicao cshio sobre
nos.
i Desde asae momento o homem vveu eseravo
do peccado, esperando o perdo do seu Creador.
t Cerca de dous mil anuos vo decorridos desde
que, na amiga G.illilc.i, Anna, a mulher estril, con-
cobeu Maria, a me do Salvador.
A fuiura me do Verbo feito homem havia de
fulgir no mun l.i, li\re do toda a macula.
Era o cumprirnento das promossas : a mulher
calcara a serpea!-, e a cabeca do reptil seria es-
raagada.
a Ea palavra de Deus curapno-se na graudeza
da sua verdade.
c Harpado David desfere o canto I
c Aojos do Senhor entoai hosanna I
Peccaram nossos pais, e o pecado manchn as
gerac9es.
i S em ti, flor da Gallila, e Senhor innoculou
o perfirae da pureza.
t Tu s, alegra de Jerusalem, foste livre de
toda a culpa.
O lyrio do valle a rosa da campia, o ros-
mannho do monte ala-raram-?e na tua passagem.
c As estrellas do c>, as arelas do mar, o bra-
mir da lempestade, a ro do furaco obudecem-le
porque s a escoihila do sentior :
De qua natus esl Jess, qui co;atur Christus.
E|r- Sr eonselbeiro presidente da provincia,
era J di correrte, um regulamento que pnblica-
ms boje sob a rubrica Parte Oflicial.
AIJTORIDADE POLICIAL.- Por portara da pre-
si k-ucu d provincia, de 3 do correnle, foi nomea-
du { tttppiente do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio o Sr. Eduardo Frederico Banks.
CONSELHO DE OOMPSAS. Por poriaria, da
prndese^ da provincia, de 3 do crrante, M no-
meado o 2* escriptnrario da alfandega Jos Fran-
cisco dos Santos Miranda para membro do con-
semo de compras do arsenal de guerra.
ELEICO SEXATORIAL-Receberaos hontem o
resultado dos seguimos collegios :
Coltegiode S Benlo.
Dr. Augusto d'Oliveira 34
Dr. Barros Birreto 34
Dr. A guiar 34
Desembargador Alvaro. 34
Monsenbor P. de Campos 30
Dr. Ignacio Joaquim 20
Resumo do* collegios do Recifj, Pao d'Alho,
Olinla, Iguarassd, Goyaana, Naiareth. Lmoeiro,
Cabo, Escala, Victoria, Agua Preta,Barreiros, Rio
Fumoso, Serinhaem Bonito, Caraar, Bom Con-
selho, Buique, G iranhuns, S. Benlo Cimbres, Bre-
jo Ingazeira.
Desembargador Altaro 1:273
Dr. Barros Brrelo 1:264
Dr. Ferreira de Aguiar 1:210
Monsenhor P. de Campo? 1:199
Dr. Ignacio Joaquim. 1:173
Dr. Augusto d'Oliveira 1:162
ASSASSIN'ATO.So 2. districto do termo de
van o Amo foi assassioado, a 26 de novembro,
Poliearpo de tal, por Jo> Gregorio, que iogrou
evadir-vf.
FEKIMENTO GRAVE. Estando Manoefda
Costa Sera a dormir debaixo de urna arvore, no
lugar Peixinlw do termo d* Olinla, no dia Si do
crreme s 8 horas da noute, foi fer do grave-
mente ctiin um tiro, por um crionlo conheeido
por Grazina, o qual esUva muilo embriagado.
TRILHOS RB \N05 PARA OLI5DA. A ten-
dendo jostos pedidos, o Sr. superintendente des-
ta linha aesba de ordenar o sogninte: Io que em
todos os domingos e das santiueados hajam trens
noute, de Onda para o Reeife, emquanto all
existirera passageiros ; 2# qne de meio de 24 at
as 10 rnras da noute de 25 do correrte partiro
do Reeife para Olinda e vice-versa trens, largan-
do do hora em hora de cada um dos pontos ter- j
mnaes ; 3 que so troqueni por dinheiro, as es-
tachas do Reeife e le Olinda, os bilhetes dados
em troco aos passagairos ; e 4 que se regnlem
os relogios das eslaeoes pelo do arsenal de mari-
nha.
ANN'l1 ERSARIO. lorapletou hontem 3 annos
S. A. o Sr. prlocipe D. Augusto, filho de SS. AA.
o Srs duque o dnquezi de Saxe.
MONTE PI BRASILEIRO.-Tbvo lugar no Do-
mingo 4 do crreme, a posse do novo conselho
que Tem de administrar o anno social de 1870
871.
NOVA PHBLICAgAODo Cear recebemos hon-
tem um i-xeinpiar dos Estados sobre a artilharim,
escriplos pelo Sr. eapilo lenle da armada na-
couaI Pedro Benjamn] de Cerqueira Lima, man-
dado lurop, por coma do ministerio da min-
cha, estudar a fabricago da artiiharia e seus ac-
cessorios oas grand"S e acreditadas ofcinas dos
Srs. Wiliiara G. Armstroog 4 C. E' um trabalho
importante, nao s por mencionar com minucios-
dade e clareza todos os melhoramentos introduzi-
cellos, Joi Ferreira da Porte Sibrinho, Joao-
Francisco da Silva e Vicente Ferrer da Ponte Fer-
reira.
Do dicono :Cicero Romo Baptista, Joaqnim
Anlunes de Oliveira, Joaquim Romualdo de Hol-
landa, Sebastio Constantioo de Medeiros. j-js
Ferraira da Silva, Francisco Hay ornado da Cunha
Pedrosa, Joao Augusto do Nascimento, Manoel Jos
Martina Aluw arvarho, Ffiriwi r Costo'BXf*
e Verissirao da Silva Pinheiro.
No dia 30 honveram mais as seguintes orde-
nacoes, na cathedral:
A prkneira e lercera.Os Srs. Jos Antonio
Cavalcanti, Joo Dantas Ferreira Lima, Joaqnim
Theodoro d Araojo, Francisco Rodrigues Mon-
leiro, Francisco Feitosa e Laurino Jusliniano Fer-
reira Damas.
As quatro ordens menores.Os Srs. Augusto
Washington Bastos, Joo Jo^- de Castro, Bernar-
dio Gomes Leito, Luiz Pordeos da Costa Lima u
Joaquim Machadu da Silva.
A ordem de subdiacouo o Sr. Domingos de Cas -
tro Barbosa.
A ordem do dicono.Os Rvds. subdiaconos
Jos Bemvindo de Vasconcellcit, Jos Ferreira da
Ponte Sobrinho, Joo Francisco da Silva, Vcpntt
Ferreira de Pontos Pereira e o da diocese de Per-
nambuco, Manoel Jos Pereira de Aibnquerque.
Presbiterado :Joaquim Antunes de Oliveira,
Cicero i-omo Baptista, Anlinio Bezerra de Me-
nezej S., Joo Paulo Barbosa, Jos Lourengo da
Costa Aguiar, Ciocinato do Carmo Chaves, Ray-
munJo da Costa Moreira, Jos Silvio Maria de
Vasjoncellos, Joaquim RomuaUo de Hollanda, Se-
basiio Consiantiuo de Medeiros, Jo^ Ferreira da
Silva, Fraocisco IJaymundo da Cunha Pedroso,
Joo Augusto do Nascimento Pereira, Manoel Jos
Marlins deCarvaiho, Floriano Belmro da C>st*
Silva, Verissirao da Silva Pinheiro.
t Era dias do raez do outubro, no lugar Olho
d'Agua, do termo de Mis>ao Velha, Jo- Resende
estoprou urna fllha, do i I annos de idade.
Lomos no Cearenst :
Ante-hontem (27) leve lugar, no Atheneu Cea-
rense a dislnbuicao do premios e o encerramento
do curso do aono lectivo.
A fesia esleve animada ; notando-se pouca
concurrencia, o que seria censuravel sera a cir
camslancia da propriedade do dia escolhido.
Celebren S. Lxc. Rvroa. o Sr. bispo diocesa
no, de cujas mosos alumnos receberarao premio
a qne linham dreito por seus esforcos, esindo e
comportamento.
Ah estreitaram-se em .implexo luminoso o
livro e o altar, convivas das festas cora que a in-
telligencia celebra os seus trinraphos.
Depois da mi>sa o director era nm bem elabo-
rado discursj fez o relalorio dos acontecimentos do
anno, deu urna ligeira noticia no systema admitii-
do no estabeleciraento, e agradecen a seus alum-
nos com palavras cheias de affecto a parte que li-
nham lomado na reali-sjo de suas ideas, relati-
vas edueaco da mocidade.
a S. Exe. Rvma. dirigi aos alumnos sabios
conselhis, aDimando-os para proseguirem na car-
reira que enectaram, alvertlndo-os ao mesmo
lempo de evitar es perigos de urna m sciencia
que corrompe a raocidade, mata Ihe as crenejas e
os mais nobres impulsos. Succedeu-os o distmcto
Doa.iogos Olympio Braga Cavalcanti, qne prendeu
a attencao dos oavirtes era am lacnico, porm
eloquente discurso.
O joven e inielligenta alumno Francisco de
Paula Ni y fez tambera urna allocucao arderte e
chela de enihu>ias:no.
Honra, pois, ao Sr: disector do Atheneu Cea-
_------.... .----- ,"'.' rense, que nos deu urna prova de seu disvelo
dus nos ltimos lempos nesse ramo da sciencia, no cumpriineuto da difflcil t refa que empreen-
como pelos preciosos clculos (ue aprsenla uato deu : modelar eisa mocidade redemptora por
para o fabrico da artiiharia como para seu ma- quera espera o futuro.
nt:JJ- PARAHYBA.D'e?ta provincia recebemos jor-
COLLEGIO DE S. JOSL.-No sabbado (10) as 4 naes at 5 do correrte. Al e-sa data nao se linha
horas da tarde ter lug ir a distrihuco dos pre.- installadu a sesso extraordinaria da assembla
mios s aluranas do collegio de_S. Jos, coraecando proviucial, por falla de numero legal de depulados,
a sol iraidade pela representaco da secna drama- mas esperava-se lodo o momento teunir numero
tica As Ferias, na qual tomara jjarte as alumnas suficiente.
DI). Miria Jos de Arruda Bc!trao, Maria Antonio
t Tu s. Mana, o cometo do sublime drama,
que o madeiro da cruz firmou no Golgotha.
c O catolicismo se dirige ti como amparo e
proteceo na desgraca.
< Anda ha poucos annos as calhedraes e os
templos uo orbe catholico se revestiam de gallas,
e as naves repercutiam o :ho dos cantos sagra-
Ja.
t Roma, a cidade eterna, fallara pela bocea do
seu Pastor, e o dogma da la Iiumaculada Con-
ceico foi confirmado pelo successor de Pedro.
f Erabora o inferno combala, e as iras do ven-
daval ac miera desenc.ideadas a anlga cidade dos
Cesares, o cedro (lea de p, e acuputa magestosa,
3ue o genio arrojara s nuvens, permanece altiva
ominando o mundo.
Novo Sicai, cuja voz ergaeud>-se sobre-ae
ao estampido do tro vao, e a lu offusca o fuzilar
do raio, falla aos povos, e as geracoes passam re-
eonhe%ndo o seu poder.
< E* que a vwdada Jas suas doutrinas fra
escripia n'esse solo com o sangue do ceolenares
d' martyres.
f Aos dolos do imperio respondan! elles coro
a cruz de Curilo ; s imprecares dos alguzes
com os bymuos da f.
A' noute, quando o luar a3soma por sobre as
ruinas dos veltus monumentos que o paganismo
edificara, os seus raios envolvere, como em bran-
co e ampio sudario, os derrocados muros do en-
sanguentado Colysso no centro, como seatinelia
vigilante Jo sangue espaianaio as hecatombes
dos eros e Caligulas, fra como a lousa dos se-
pulcros, ergae-se a marmrea c uz.
A cruz impera; em torno d'ella teem Daqaea-
t
Jeaquim Jos da Silva.-Informe o Sr. comman- lu os Haronoa, Mm pasudo os imperios teem-se
me do briaue-barca llamarac se o snnolicante ttm,d 8i n'?<>es. e ella, cubnodq o mundo coro
darte do brigue-barea llamarac se o supplieante
est i bordo.
Joaquim Borges Cirneiro.Informe o Sr. re-
gedor do gymnasio. ,
Joaquim Xavier Coelho da Bittenconrt. Infor-
me o Sr. inspector. d> arsenal de marinha.
Luiz Antonio da Silva.luforrae o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Engenheiro Manoel Buarqne de Macedo.Ao
Sr. Inspector da thesouraria de fazend*.
a sua ingenie sombra, eleva-se at aos cos I
< O representante do pobre Pescador, o io
d'essa cadeia que sempre, nnmutavel e eterna
prende o cea torra, ampara se ella, e rfo sen
alfrac gigante, serte ousado estalar o ralo I
EMPRESTIMO PROVINCIAL. Para dar exe-
cuco ao art. 48 da lei do orga ment vigente, que
autorisa a emissao de 1,200:0001000 ero apolices
para ser wpregado em diversas obras, expedlo S.
Accioli do Miranda, Mara Amelia Coclho Leite,
Adelaide Mendonca, Rosa Pacheco Mende?, Mara
Pacheco Mon les Candida Augusta de Almeida.
Anda para esse acto sao convidados todos os
pais, prenles, tutores e correspondentes das
alumna'.
MONTE PI PORTGUEZA directora desta
sociedad far as uas ses- -s ordioarias na sal
das sessoe* do Gabinete Portuguez de Leitura, s
quartas-feiras pelas 7 horas da noute.
JUNTA DE CORRECTORES. Na setaio do Ia
do crreme noraeou o Tribunal do coramercio,
para comporem a junta dos correctores de nossa
praca, a >s Srs. : Guilherme Stepple, presidente ;
Pedro Jos Pint >, secretario ; Joo da Cruz Mace-
do, thesoureiro.
DINHEIRO.O vapor brasileiro ]p:>juca troaxe
para o.-. Srs. :
Gomes de Mattos & Irmaos 13:2004000
H. de Lagrange 10:000>000
Prente Viaona 4 C. 9-000*000
Joaquim Jos Goncalves Beltro fi:8i5<000
Alfredo & C. 6:412*000
Tasjo Irmos & C. 3:006930
Luiz Jos Pinto da Costa 2:400*000
Antonio Alberto de Souza Aguiar 2:000*000
Alfredo Gjrcia & Irmao 1:680*000
Luiz A. S queira 1:450*000
G. Caroeiro 4 C. 1.014*000
Manoel da Silva Ponte. 1:000*000
Jo.lo da Silva Antunes 99*0<}2
Jos Tavares Pinheiro 891*000
Joo Francisco de Souzi 800*000
Gustavo L. Furtado de Mendonca 744*300
Pereira da Silva 4 C. 619#GU)
Jo- 1-dii Goncalves Ferreira 4 C. 590*270
FESTIVIDADE RELIGIOSA. Amanha a ir-
manda Je do Sacramento da matriz de S. Jos, com
o esplendor do coitume, celebra a foslividade de
\o>sa Senhora da Concecao, oceupando a tribu-
na sagrada o Rvro. Antonio de Mello e Albu-
querque.
SOCIEDADE MUSICAL DIANA.Sob este titu-
lo iustalla-se ananhaa urna aociedade musical,
pelas II horas da manha, na capella da povoa-
cao do Barro, tacando a tarde duas msicas mar -
caaes as pecas mais e-collulas de sea repertorio, e
havendo noute urna ladainha, em que pregar
o Rvd. padre Rapbaet Antonio Coeiho, e linalisan-
do com um fogo de artificio.
CEARA'.O vapor Ipo/uea foi portador de jor-
naes da capital at 30 de novembro.
Era c mhecido o resoltado dos collegios que
formara o 1. districto, menos o de S. Joao do
Principe, que em nada1^ alterar a votaco, achan-
do se por isso eleito deputado assembla legisla-
tiva geral o Exm. Sr. conseiheiro Joo Capisirano
Bandeira de Mello.
Do 9.a districto era apenas conheeido o resultado
dos collegios de Baturit, Caniod*, S. Francisco,
Sobral, Acarac e Santa Anua, nos qu?e ferara
volados os Srs. : Moreira da Hocha com 132 votos
e Dr. Paul no Nogueira com 52.
Pela presidencia da provincia foram noraea-
dos : bibliotecario .publico o Rvm. Dr. Justino
Duningues de S >uza ; mediie da cada Dr. Fran-
cisco Alves de Portes ; chefe de seceo da ihe
ouraria provincial Dr. Firmi jo Barbosa Cordeiro.
No dia 27 de novemoro, na cipella de Nossa
Senhora da Goncercio da Praioha, receberam or-
dens :
Df subdiacono .Jos Benviodo de Vascoa-
INSTItUCCAO PUBLICA.No dia 3 do correrte
procdeuse ao exame dos alumnos da escola pu-
blica primaria do ;exo rnasc lino da poTOaoio da
Varzea, serldo : approvados plenamenteIgnacio
Fehcio de Sales Menezes, L iz de Franga de S; les
Monote*, Jo.- Paes do Moura Accioli ; e simles
menteJoo BapuAa de Araojo, Joo Agrippino
Alves de Aranjo, Alvaro Ucha Carneiro Lea",
Egydio Ucboa Carneiro Leo, Manoel da Paixo
Alii-luia, Jos Francisco de Brto Bastos.
LOTERA.A qne se acha venda a 174* a
beneticio da igreja de Nossa Senhora da Boavia-
gem, a qual corre no dia 13.
LEILO.Hoje eflectua o agento Pinto, o lei
lo de fazendas limpas c avariadas no arma-era
de largo do Pe urinho o. 7.
PAS3AGEIR0S. O vapor Jaguanbe, conduz
os seguintes :
Coronel Jos Angelo de Moraes Reg, Pedro
B.tpsia de Moraes Reg, 1 criada e 2 criados,
Francisco Xavier de Paiva, Maihias Fernandes
Pereira, Joaiuim Rodrigues de Oliveira Maia,
Joo da Cosa Braga, 1 alferes, 30 pracas, 22
eentenciados, Manoel Rodrigues do Nascirarato,
Joo Demetrio Alves Lima, Guilhermina Tavares
da Silva e Maria Emilia dos Santos.
CHROMCA JHiinARIA.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSO EM 6 DE DEZEMBRO DE 1870.
RESIDBNCIA DO KXM. SR CO.NSKLHSIKO C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coilho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem
)argadores Gitirana, Multa, Dira, Domingues da
Silva, Regueira Costa o Uchoa Cavalcante, fallando
cora causa os Srs. deserabargadores Guerra procu-
rador da cora, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Assis e Souza Leo, abrio-se a
sesso.
Passados os feitos, deram-e os seguintes julga-
uentos : <
AGGIUVO DE PETIfAO.
Do Reeife.Aggravante, Innocencia Peregrino
Xavier Rainrs; aggravado, o juizo.Juizes os Srs.
desembsrgadores Dira, Domingues da Silva e
Motta.Negaram pmvimento.
CAUTA TESTEMCNHAVKL.
Do juizo municipal de Cimbres.Aggravante,
Francisco Gomes da Silva; aggravado, o Jui-
lo.Juizes os Srs. desembargadores Domingues
da Silva, Uchfia Cavalcante e Regueira. Nao to-
ma ram conhecimento.
RECURSO CRUIE.
Do juizo de direito da Paulo Alfonso.Reoorrcn
le, o Juizo; recorrido, Pedro Rodrigues Viel-
ra.Jniz-s os Srs. desembargadores Ucha Caval-
cante, Doria, Molla e Gitirana.Negaram previ-
ment.
APPEM.ACAO CRIME.
Do jory do Ico.Apoellante, o juizo; appellado,
Jos Raymundo da Silva.Improcedente.
PASSAQENS.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis:
AppellacSo crime do jury do PillarAppellan-
te, o juizo; appellada, Canuda Maria do Espiri-
to-Santo
Ao Sr. desemhargador Doria:
Aaneflaco civel do Juizo municipal do Reei-
fe.Appellante, Antonio Peregrino Cavalcante de
Arbuquerqoe; appellado, hio Piulo do Leaos
Jnior-
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desetnftsr-
gador Domingues da Sirva:
Appellaca; crime do jury de Tamboril.Appel-
lante, o jui'o ; appellado, Domingues Jos deson-
za. Do juizo dos feitos da fazenda de Ala-
gos Apperraotis D. Brites Ilermeloa Cavalcant*
de Albnqoernne; appellada, a justica.
D> Sr. deserobaruidor Do miagues da Silva a
Sr. fescmbargadorTOgueira Costa:
Do jnry de Laga-Grande. Appellanle, Joo
Marques Ferreira de Pontes.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
iesembargador Souza Leo:
Appellacao crime.Appellante, o jnizo; appel
lados, Francisca Clara de Aranjo eoulro.
DoSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago:
Do jury do Crato.Appellante, o jalao; appel-
lado, Agosiinlio Alves de Alencar. Do jury rir
Pao d'Alho.Appellante, Claudino Francisco da
Silva ; appellada, a jmtiea. Do jory do Ip.Ap-
pellanle, o juizo; appellado, Jos Goncalves Fer-
reira.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
lettos:
APPELLACAO CRIME.
Do jury da villa de S. Francisco.Appellante, o
juizo ; apllalo, Jos Barbosa de Oliveira.
APPELLACOES C1VEIS.
Do juizo municipal do Reeife.Aggravante, D.
Henriqucta Elyse Banck de Miranda; appellado,
Jos Luiz da Silva Ferreira.
Do juizo municipal de Pao dos Ferros.Appel-
lante, Silvano Jos de Carvalho e oulros; appella-
do, Rachel de Souza Lima Carvalho.
DRL1GENCIA CIVEL.
Ao Sr. desembargador procurador da corda :
Conflicto de jurisdico.Entre o juizo municipal
de Goyanna e o dos feitos da fazenda desta ci-
dade.
DFXIGENCIA CRIME.
Ao Sr. desembargador procurador da justica :
Do jury da Tena.Appellante, o Juizo ; appella-
do, Jos Viceate de O iveira.'
Ao Dr. curador geral c ao desembargador pro-
motor da ju-lica :
Do jarv de Taearat.Appellante. o juizo; ap-
pellado, Pedro Garra.
BISTRtBUICOES.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Recurso crime do juizo de direito de Iropera-
triz.Recrreme, o juizo; recorrido, Panlalio
Brzerra de Siqueira. Appellacao crime da villa
da Telha.Appellante, o jnizi; appellado, Jos
Vicente de Oliveira Lazareno. App> llaco civel d"
juizo municipal do Passo de Camaragih'e Appel
lante, Mariannn Marrano da Rocha Wanderley;
appellado, Manoel Jos de Lima.
Ao Sr. desembargador Guerra:
Do juizo municipal do Bonito.Appellantes e
appellados jumamente, o bacharel Joaqnim Fran-
cisco do Miranda e oulros.
Ao Sr. desembargador Lonronjo Santiago :
Appellacao civel do juizi municipal do Reei-
le.Appellan'es, Campos 4 Sobrinho; appellado,
o visconde de Suassuna. Appellacao crime do
jury do Pillar.Appellanle, o jnizo ; appellado,
Manuel Correa Benedicto.
AoSr. desembargador Almeida Albuqnerqne:
Do juizo municipal do Reeife.Appeil.mles, Joa
Martios de Sarros; nppellalo, Antonio Jos da
Silva do Brasil. Dujnry da Granja. \ppellante,
D. Fansta Mara Bella; appellado, Joaqnim Ma-
riannn de Arauio. Recurso crime do juizo de di-
reito di Lagoa-Nova.Recorrerte, Izidro Manoel
Goncalves ; recorrido, o jnizo.
Ao Sr. desembargador Mulla :
Recurso crime do juizo de direito do Limoei-
ro.Recorrerte, o jnizo ; recorrido, Franirsco Al-
ves dos Santos. Appellacao crime do jury de Na-
zareth.Appellnrte, Emiliano Pereira de Lyra;
appellada, a justica.
Ao Sr. desembargador Assis:
Recurso crime do juizo de direito da Naza-
reth.Recrreme, o juizo ; recurrid Manoel Ig-
nacio Correa oe Millo. Do jury do Rio-Formo-
so.Aopellante, Maria Jacinlha da Cunceicao ; ap-
pellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria:
Appellacao crirae do jury do Aracaty.Appel-
lanle, o juizo ; appellado," Joo Viceiuo da Sil-
va. Recurso do juizo de direito d'Agua-Pre
la.Recorrente, o juizo; recorrido, Caetano Alves
da Silva.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Recurso de fallencia do juizo expecial de Reei-
fe.Recorrente, o juizo ; recorrido, Cypriano Al-
ves de Souza. Recurso crirae do jnizo de direito
do Cabo.Recorrente, Miguel Joaquim do Espirito
Sanio; recorrido, o juizo.
Ao Sr. desembargador Regueira Cosa :
Do juizo de direito d' ^reia.Recrreme, o jui-
zo ; recorrido, Vicente Ferreira Lima. Do jury da
villa de Porto de folna.Appellante, o juiz: ap-
pellido, Francisco Antonio de Lima.
Ao Sr. desembargador Souza Leo:
Do jury de S. Matheus. Appellaate, o juizo ;
appellado, Amancio Jos Nogueira. Recurso do
juizo de direito do Pillar.Recorrente, o juizo ; re-
corrido, Jos Felppe de Souza.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcante :
Recurso crime do juizo de direito da comarco,
de Paulo Aff.nso,Recorrerte, o jnizo; recorrido.
Polro R drgues Vieira. Appellacao crin do ju
ry do Aracaty.Appellante, o juizo appellado.
Manoel Xavier Moreno. Appellacao civel do juizo
municipal do Cabo.Appellanle, Manoel Serafira
Porres; appellado, o jnizo.
Levantou-?e a sesso as II horas e meta da
manha.
TRIBUNAL DO COHHERCIO
ICTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 5 DE
DE/.FMBHO DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBABOADOB ANSELMO
rRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manha, presea*" os Srs.
depulados Miranda Leal e Basto, o^r. supplenle
S Leiio, faltando cora parlicipacan o Sr. depu-
tado Rosa, em cujo impedimento foi nomeado e
mesmo Sr- Miranda Leal para servir de secretario.
& Exe. o Sr. presidente declarou aberta a sesso
Lida, fo approvada a acta da sesso do 1* do
correnle.
EXPEDIENTE.
Remeltdos pela secretaria da cmara dos Srs
deputalos, Annaes do parlamento, Foram distri-
buidos.
Offlsio da junta dos correctores cobnndo a ulti-
ma cotacao commercial. Mandou-se para o ar-
chivo.
Jornal OfpcioA de ns. 273 a 274.Para o archi-
vo igualmente.
Foi distribuido o livro copiador de Vai Eeal
DESPACHOS
Requerimeotos: .
De Cunta de Mana, como procuradores de Js-
Anasiaeo Gomes, do Cear, para ser registrada a
nomeaco qu sea coostiturote dra ao ealxre
Amonio Jos 4o Freitas, a qual se mandn legali-
zar por despacho de 28 de novembro ultimo.C -
mo requerem.
De J. de Almeida & C para tamben registrar-
se a nomeaco de eataelr qo* eteram Manoel
Chrispim de Souza Teixeira.-Corno pedem, e.ta
a deelaraco lo primeiro nome dos upphcantes.
De Manoel Teixaira Basto, commerciante matri-
culado, para igualmente reglslrar-sejhe a de seu
caixeiro Andremoo Pweira Lobo.Na forma ro-
querida.


h
\ 2\
i

f
s
nWVjJ
,J ;
1 ** *
do Pernambbco Quarta (eir 7 de Dezembro de 1870
V-
.itf.II OW
Do mesmo, P-ra M^ ^ Vj
ra Coimbra [e v^roalo Pereira
insen^ffgig sea caixelro*.CertiOque-se.
De Manet'A C, apresentaodo registro a 00-
mea0o aja darlo setnaUeiro Fortunato Paehe-
Da lefa ^Rego Lima a^ilho. salifazeno al
ultima eitgwRia do despacho de 28 d novembro
nltimo. Seja registrad ua forma do decret n
De' Joaquim *3 Soaa ^ &&*> 5?08
de idade, brasileiro, natural de ftrtQflBrorailor
nasia cidad*. sneie que W da firmajMjaynercial
de Alfredo* Cuota cora eserlptona drea*signa-
tfcs no caes da Comoanula Pernamitteana, pe-
dindo matricula de eommdreUule. AMMlam era
seu abono Jos da Silva Luyo & Fiiho e Jos Gomes
Leal. -Vi>ta ao Sr. desembargaikr fl-crt,..
De Francisco Antonio de As-fe Cues, de 36an-
uos, natural do Rio-Craade, do Norte, e morador
nesta oidade, >2stabeletdo ra do Queimado n.
M em fatrnda por grosso e retalho sub a razo
social de G"es k Bato, pedindo tambem matri-
cula. Aite*tam em seu fav..r B.-melrio Acacio de
Araujo Basto.-. Olympio (encalves Rosa e Jo.- da
SilvaLoy.. &Fuho. Raja vista ao Sr. desembar-
%adnr fiscal.
De Luiz Jos Pereira SimSes, natural dewa pro-
vincia, pfrprietario, e establecido com eseriporlo
aendo igual pedido, e junta attelado firmado por
Jos da Silva Loyo & Pilho, Adriano Castro & C,
e Antonio J.- Silva do Brail,Vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
De Augusto Oetaviano de Souza, de 26 annos
de idade, natural de.-ta provincia, e nelia morador
ra do Queimado desla cidade n. 2, onde esta
belecido em fazendas por grosso e retalho sob a
rat|p .-ocial de Augu-to Oetaviano de Souza & C.
pedindu lambem ser matriculado commerciante.
AUestam en seu abono D. P. Willai C e Deme-
trio Acacio de Aran] Bastos. Vista ao Sr. des-
embargardi r fiscal
De los Al ves Barbota Jnior, pedindo igual-
mente ser admillido matricula de comraercian-
ie,Haja vista ao Sr. desemnargador fiscal.
ADIftDOS DAS SESSOKS PRXIMO PASSADAS.
Summario contra o agente di- leudes da proviu-'
cia da Parahyba, Felippe Carreiro Estrella.
Adiado pr nao estar completo o tribunal, nao
leudo podido comparecer o Sr. desembargado!'
fiscal, segundo o fez constar.
Rehabiliucao de Loureuco Pereira Mondes Gui
maraes.lie n.
O ir. supplente S Leilo entregnu o memorial
de Carpiuleiro Filho e Sobrinho, sobre o qual nao
se totticu resolucao por nao estar presente o Sr,
Rosa.
Nada mis havendo a tratar, o Exra. Sr. presi-
dente encerreu a sessSo s 11 huras e meiado
dia, lendo sido assignada para ser encamiahada
ao governo imperial a consulta sobre a gratilica
cao que mostrou ter direito o Sr.- Dr. offlcial-
maior nns termos do art. 44 do regulamento ri. 738
de i' de novembro du 1850.
SESSAO JUDICIAR1A, EM 3 DE DEZEMBRO
DE 1870.
PRESIDE-NCIA DO KXM. SR. DESEMBARGADO!! A. F. PE-
KETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao meio dia declaroa-se abena a sessao, estan-
do reunid is os Srs. desembargadores Silva Gui-
maraes, Res e Silva, deputados Basto, Miranda
Leal e supplente S Leilao, faliand) con partici-
pado os Srs. desembargador Accioli e deputa ju
Rosa.
Lida foi approvada a acta da sessao pas-
sada.
O escrivo Albuquerque registrou o ultimo pro-
testo de leitra a 3 do corrente sob o n. 2205; e o
escrivo Alves de Brilo a 30 do raez findo sob o
o. 213o.
ACCORDOS ASSIGNADOS.
Embargante Antonio Duirle Carneiro Vianna,
embargados a viuva e herdeiros de Diogo Jos da
Costs; embargante Joaquim Francisco do Espirit
Santo, embargado David Flack,
JULGAMENTOS.
Juizo e.-pecial do commercio : embargantes ap-
pellantos arrestados a viuva e herdeiros de Diogo
Jos da Costa, embargado appellado arrestante
Antonio Duarl.: Carneiro Vianna; juizei os Srs.
Silva Guimare~, Heis e Silva, Miranda Leal e Si
Leita. Foram desprezados os embargos.
Ficam sobre mesa por nao estar presente o
Sr. Rosa os feitos entre partes, embargante Joa-
quim Francisco do Espirito Santo, embargados
Lehmann Freres ; appellantes Jos Barbosa de
Carvalho e outro, a;>>-ad Antonio de Sooza
Itr.iz ; appellante o administrador da massa fallida
de Manoei do Amparo Caj, appell ido Miguel Ar-
chnnjodd Figue/reio; appellante Miguel Archanjo
de lijueiredo, ampollado o tutor das menores ala
nocla e Ignez; appellante Joaquim Francisco do
Espirito Samo, appollad) Jos Feliciano Nazareth.
Na i es;andi presente o Sr. desembargador Ac-
ci di, nao firiui por mo proposlos os feitos entre
partes, embargante Antonio de Azevedo Neves em-
largado tiento Jos de Macado Poca*; appellante
l laqaiii di Silva Costa, appellado lulo Rodrigues
Ordeiri.
PASSAGK.M.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
l' semhargadnr ll-'is e Silva : appellante Joo Fran
isco de Cirvallio, appellados Manuel Francisco
.la Silva Novaes e outro.
AGGRAVOS.
Juizo esf ecial do commercio : aggravantc Jo?-
Alves Barbiza, aggravado Antonio de Souza Braz.
O Exm. Sr. prndenle n>gu provimento.
Encerruo-so a sessao urna hora da tarde.
cuoistwMKL ome llw drtni r toso de ser
e^VeTTO/, conhecerl, ihH" v. S. o nome
do collega ; e enoontrari Otilio, a gtrantia, ca
que exige para, a discussSo, que, com unta
irapacieoxia d^seja, e que eu tanto atoe jo,
como.provoqoej.
NSo posso, porm, antecipar, e precipitar
a iess5o, coo V. S. quei; parque cmt est n
vemetici^s de orden superior me empedJH oafOo
=r=
de fan-lo: e isto fli eu, logo, cnhecer tm
meo primeiro artigo.
Discance, e espere o Sr. Dr.. Gaminhr o
futaro dmente para quera o sabe esperar.
Nioguem tonou parte as vffeasas, que,
diz, Iha ter eu leito en meu artigo, as
quaes s de.mim partiratn, e ntm aventure
o Sr. Catninba, juizos en contrario, cujo
Constando ao abaUo assignado, que a*d*
mulber D. Francisca Seohornbs tre Mendon
a Piolo, i Ututo de alimentos, pretende
aleaar bous do casal, declara q
ipii* aot*espeUvel publico, e
oaanpWeates autoridades que a soa diU
Iher, a qaal desde 11 de mato de
onicjalenflibr tolerancia du
sar,;
engao talvez raais tarde conhecera; ficando fundido as decisdes dos tiibuuaes, e \m
do palz, nsor d toSos os recursos, e
meios legtimos para ler valer o su di
reito contra qualquer alinar;5o, que faca, ou
pretenda azer a sua mulher. e assumira a
competente administradlo e posse dosbens
respectivos.
Recife, 30 de novembro tfe J8r0.
Joaquim da $va 'Reg.
certo de que nada ainda Ihe disse do qtfe
tenho para dicer Ibe. E era lamben tanto
se basofle de bon granmatico, salvo se a
cusa do Dr. Jos Bento ilbo j est cor-
regido, e lembre-se sua senboria da rasao
daq .ella grande luta, que leve com ?quelle
Dr. e do moflo porque ella parou. Nada
mais por ho.-a, e al breve.
R- cife, 6 de dezembro de 1870.
Sabmo Benicio Saraiva Leo C. Bramo
%. Lnnrencodalatla
Em iim pequeo commumeado inserto no Diario
de boje, se refere que f ii errado o engenho San-
ta Luzia, pertenrente ao major Firmiano Jos Ro-
drigues Ff-rreira, por ordem do delegado de po
licia da l'regimia de S. Loureni; da Milla, bem
como que foi preso um preto, que se espera revele
misterios curiosos.
O aalor do ce^mrounicado parece desconfiar que
o Sr. major Firmiano tem parte no? furtos de ca
vatios, que tem apparecidu nSo s na freguezi
de S. Lourenco, como em outros logare?, e por
esse motivo nos obriga a vir imprenta protestar
contra tal fal-idade.
O Sr. maj' r Firmiano um dos propietarios da
frpguezia de S. Lourenco, e pelo seu carcter e
modo de proceder tem conquistado mmtos- amigo?.
Elle incapaz de pactuar com criminosos, e asjm
temos certeza de que ser salisfactoriemente" des-
truida a aecusacao que se acaba de fazer-lhe.
Aguarde o publico a defeza para que possa for-
mar o seu juizo a re>peilo.
Quai do os ladroes de cavallos forem processa-
dos e punidos, etles fe ausentaro.
A crasa do existir um to crescido numero
de es bem sabida...
_____________________Justus.
amammmmmmmmmmmm
r^
presitada
Ulna. Sr.
as fras
Antonio
HHglish Bank f Rio de Ja-
neiro l.iniHed.
Capital do Banco em
fiO.OOOaccesde20
cada urna...... 1,000.000
Capital realisado .... 500.000
Fundo de reserva. ... 120.505
Bataneo 30 de novembro
Activo.
Letras descontadas. .
Eniprestimos e contas
caucionadas.....
Letras receber. .
(arantias e valores de-
positados.......
Mobilia etc. do Banco.
Diversas contas.....
Caixa..........
Pernambuco, em
de 1870.
1,067:404^840
40:79553 O
30:5560970
575:6575470
17:4515170
2i:6153iM
1,25:5085720
3,l83i53558-'0
PinnVa,
Contas correntes sim-
ples. 6 ii:4895910
Depsitos praso fixo,
com aviso C por le-
tras 1,302:6885860
------------ 1,948:1785770
Letras pagar..... 25:5085930
Ttulos em cauca.) e de-
posito ...... 575:557*470
Diversas contas..... 634:25)05680
3,183:3355850
S. E. 0.
Pernambuco, 6 de dezembio de 1870.
*?*}-i-
ST. de Pottere, Pro Accountani.
PUBLICACOES A PEDIDO.
A'nila a r. Dr. Camlnha
Volt ainda a'imprensa pa-a responder
ao Sr. Dr. Caminha o seguate :
l. Qu4 nS3 abiadouei o atea advogado
para turnar onfro ad hoc, eoao aventurou
o Sr. Dr. Caniiolia em seu comnunicado de
baja : n neo idvogado 0 meimo que sem-
pre fni.
2. Que a tliscnssfr, epe |rjer V S. ter.
era necessariam nte eocetfda: transcre-
vendo eu nos jrnaea, como pretendo, as
rasoes de mmha reviita, que serio a aoa-
Jjse do ultimo Accordao, da todas as cir-
Homenageai
einzas do
los Pinto*.
Nasceu o Illm. Sr. Antonio Jos Pinto na cida-
de do Recife no dia Io de abril de 1803, tendo por
seu progenitores Jos Antonio Pinto e D. Joaqiu
na Catharina Pinto.
Contrahindo as prraeiras nupcias na idade de
vinto e sete annos com D. Joanna Ferreira da Sil-
va, e por falleciraento desla, com D. Luiza Morei
ra Pmt", passou serapre .-eus das na mais perfei-
ta harinnia, na mais completa satisfacao, fruiulo
conteute as delicias que sabe prodigalisar o bello
estado conjugal.
E-p i-o desvelado, pal amoroso, amigo fiel, eram
estes os exeellentes predicados que o ornavam.
Mas Mi 1 como sao poucos e candados os dias do
homem II I... Ellas passam como a flor, que
abre ; pas-am como a sombra, que nunca para ;
semelhante a nuvcm que foge e desapparece, as-
si m o homem desee ao ^epulchro e nao volta mais
a casa onde raorava, nem torna mais a ver os
amigo3 que euimava, nem os lugares que o de-
leilava.
Abrcm-se as portas da morte, o homem entra
na inorada da dtstruicaj ; e urna eteraidade to-
do o nico bem, que tem de fruir e gozar. Sira.
j'i nao xiste o Sr. Antonio Jos Pinto 1110 aoj
rda morte obedecendo a um acenn do Senhor Deu
dos exereilos, vibrou eu ferro fatal e fez timbar
nos angulas do mazuleu urna exi-tencia tao ne-
cesaaria I II... Sen corpo confunde-se com a
trra o sua alma descanta na elernil.de.
Nao po codo extirpar aqu o mal que soflVia,
desprendendo-se dos ra.ijis de sua querida fami
lia, retira-se para a provincia do Cear, julgando
la encontrar an menos algum allivio; porm, tudo-
foi sem resultado; os recursose esforcos da mede-
elna f iram malogrados. Seus dias estavam conta-
dos. Sempre resig iado, sua paciencia Ihe servio
de lenitivo ; e conformando se com a vontade do
Altissimo, elle recebe com inalteravel semblante,
com o coraco verdaderamente contricto os sao-
t s sacramentos da igr ja.
Chega emdm o momento, em que deve appare
cer perante o Supremo Juiz do< vivos e das mor-
ios, placido e tranquillo exbala o ultimo snspiro
no da 11 de novembro do crrante anno as dez
horas e um quarto da manha. na idade de ses-
senta e sete ann s, sete mezes e dez dias. Espora,
filhos, irmaos, prente o amigos, suapiram, cho-
rain e lamentam urna prrda to sensivei I Sua dr
profunda e >uas lagrimas sao sinceras e ju-Us.
O luto que presentemente -o divha em toda a
sua familia ; os fnebres camin j ent.ados pe-
los ministros do sanctuario, os srnt'd s ais de urna
e-posa inconsolavel, os lamentos dos filhos e ir-
mos r|u* amarguradamente choram a perda ir-
reparavel de um esposo, de um pai e de um ir
nio, nao pJe ser urna n era formalidade ofScial,
que multas vezes c jntrasta com os sentimentos do
coracao.
Sim, morreu III... Verdade dura I I I Cruel
fatalidade I I I Porm, lei immutavel diEieroo I
-E' forgoso cumprir-se, mi-ter, que haja resig-
narlo.
As lagrimas que chora a esposa, e que derra
mam os filhos, reguem a sua campa, as saudades
pungentes de seus par.nes o amigos perpeti em
sua memoria, e as oraoses offerecidas ao Senhor
do^S^nes Ihe alcancem o repouso eterno. Reqmesca:
in pace.
p.r.
Mainel liidro da Rocna Falcao, cousenbor -
rendeiro do engenho Penedo de Baixo, sito na
fivftuezia de S. Lmrenco da Mana, por si, sna
mae e'iiais herdeiros do mesmo engenho; julga
ciiuveniente declarar deiiir de tratar de urna mi<-
lilicada aeco de manutenc^ao nretendida por Fir-
miano Jos Rodrigues Ferreira empossado na en -
genhoca Santa Luzm. sobre t rras que do meerno
engenh>i Penado luniamse cora essa engenhoe ;
j b"rque, cujas divisdVs por marcos bem vi.-iveis
e ntig'K nao ofJereC''ni duvida as ?oas trra*;
e j p.r nao Julgar o mesmo Firmia io compleme
a contend r, urna vez ijue nao sendo proprii'tario
di SanU Lutia, e nao se Ihe vendo outra garanta
a indenisar-tispendeu, a que exabruptamente no>
qner sujeitar com tal roesto. E por isto, pro-
teu-se pelo pn-sonte a qne o mesmo Firminiano
e posse une nos garanta as dusp,-ias; jiui/que mes
rao, nao quer se ter o triste prazer de sugetar a
pnsao a aquelle autor, que, quando condemudo
as rustas se reco'he at que as pague..........
E' certo que se isSiim o levas-e uio"era'mi,
pois que esse Firmiano tem suas espertews, at de
poder por ellas obter despacho de um letrado,
supplente da t* vaTa municipal, desta praja, dan-
do' fhe mandado de manoten^ao, sem que previa-
mente justfrlcasse MI posse... I sobre a qustio
aerma aludida. Que juiz fcil para manuienfr t
Nao sei agora o que far a hbiiidade desse Fir
miao cora o que se dt no bilhete segrale.
lltrl. Sr. Manoel Izidro.Recife, i de ffffvem-
bro de 1870.Hoje mesmo fui sabedor que es-
t lava era qnestao com o major Firmiano, se qui-
ter algtyn esclarec ment a respeito do eiige-
olio Santa Luzia, diriia-se a nossa casa na ci-
dade le Olinda ao pe da igreja dos Milagros, e
Ihe mostrarei as escripturas tanto velhas orno
modernas e veri como son o direito propretailo
dessas ierrasSau criado 6 obrigado.Bento
Alces da Cruz.
Fica textualmente copiado. Agorao Sr. Firmiano
q o dlsdiga. Ta'vez, porm, nio Ihe seja to f-
cil como o lal despacho, que, com ob.e-lo era1 urna
simples petico ; e dando o mandado a um ign-
rame agento do juizo de paz, aleio ao foro^qMer
com engodo seuielhame s roaoter no doe nunca
e-t. va de posse, e sem gastar mais que os seas
ardir.
Engenho Poaedo de Baixa, S de dezembro t
187
abaixo asaqjmdo,
por modo al
um alienar bens de espoiealgunM, attenin
direito, que ao abaixo ajajgaado compete
olo s como chefe do caeal, e seuadaais
irados senao tambem atientas as clausulas
daeseriptura antenupcial, lavradi em 2 de
stembro de 1864 ; e que, sahindo da tota-
rancia, em quo imlividame te tem jazido e
MOVIMENTO DO POBTft
&
Navios entrados no da 6.
e portoa intermedios7 dias, vapor btaaj-
ro Ipojuca, de 312 toneladas, commandaote
Moora, equipaJera 30, carga algodo e outros
gneros ; a corapanbia pernambucana.
!hRWWs*t/sa'
eqaipagaoi 17, carga.'carvo e outroa genero;
a Baltba & OliveirCi
mvios sahides no mesmo dia.
Ha de mandoVapor brasileiro Jaguaribe,
coiMaa|anit' Guilherme de Castro, carga diffe-
rente* Jaieros.
Rio GraffJEdo Snl Patacho PWecano, capillo
Franh D da Costa, carga varios geaeros.
CearBarca mgleza Belvedere, capita-) Condron,
em lastro de assucar.
Liverpool-rBarca inglaza BrilhftiUe, canito War-
reo, caaajralfeao e outra* gneros.
v#rpool-^Lr
Livwpool^-Lugar fnglez Klfsa, rapMBMfcWH!
carga algodo.
Rio J Janeiro- finque hollindez Conelius Ger-
, ^rujey^qapilo Wichman, em hstro.
N. 402.-OLEQ PURO MEDHilNAL DE PIGA-
DO DE 3ACALRA0, DE L\NAN & REMP.-No
curativo das enfermidadQj de qualquer que seja
a sua nalureza, quisi todo depende dos agentes
medicinaes que se empreara. As molestias dos
pulmoes, mortaes por nalureza, sao diariamente
curadas com o oled puro medicinal de ligado de
bacalho, do Lanman flt Kemp. I mera assercao, roas sim, um faci estabelecid>.
Perpunte-se nos hospilaes, aos mdicos, a todos
que leem osado desla raaravilhosa e superior pre-
paragao, e responder-vos-bao, ser a pura verda
de. Nao ha, pois, egosmo em piuelama-lo, por
que o agente curativo um dom da nalureza. Til-
do o que Lanman & Jtemp, s fazero apresenta-
lo ao publico n'ura estado de elaborada perfeico
e pureza, lal qual se extrae dos figados lirados
do peixe o mais frcscal e sao. e debaixo de urna
ferma que desafia as vscisftudes dos climas.
Daqni, pois, que provem a sua extraordinaria
reputacao como antidoto, nos casos de plithyslca,
f--bre pulmonar, anginas agudas e chronicas, as
ihna, tss' heptica,dordas coalas, e debilidades
acompanhada de grande emaciaeao.
N. 408.-OLKO PUR ) MEDrCISAL DK FIGA-
DO DE BACALHO, DE LANMA.V & KEMP.-
Ouvir-se e symptomaiica de uns pulmoes enfermos, nos in-
clinamos crer qne nao na remedio. Pode ser
diminuida, mitigada e finalmente completamente
extirpada mediante o uso do oleo puro medicinal
de ligado de bacalho de Lanman & Reme. Es
peciticamos a prepira ao de Lanman & Kemp,
por que um artigo puro e legitimo, elaborado
com os figados frescaes do melhor peixe e cujo
grao de excedencia, nao pode chegar nenhum ou-
tro oleo de figado de bacalho no mercado. Por
estranha que se nos figure esta assergao, as sete
oitavas partes dos laes suppostos leos de figado
de bacalho, sao adulterados, e alguns d'elles, nao
conlem urna s pinga que seja do fluido cujo no-
me usurpara. A iode que existe no verdadeiro,
rerr.cJio, nao se encontra em nenhuma- daquellas
falsilicacdea e imitacoes despresiveis, e por essa
mesroa razao sao inteiramente inuteis, Em quan-
to que neste autro se acha o grande antidoto para
phthyslra, bronchites, e todas as onfermiJades
dos pulmoei e do figado, 8 isto n'um estado o mais
puro e na forma a mais agradavel em que a scien-
cia pode apresenia-lo ao enfermo. Nao tem nen-
hum chairo desagradavol, o conserva-se perfeito
em lodos os climas.
EDITAES.
0 Doutor Sebasti do Reg Barros de La-
. erda, juiz de direito e especial do com-
mercio n'esta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. I. etc.
Faijo saber aos qoe o presente edital vi
rem, e delle noticia tiverem que no dia 9 de
dezembro do coi rente anno se ha de arre-
matar por venda, a quem mais der em [iraca
publica deste juizo, depois da audiencia res-
pectiva mil pecas de chitas brancas, escu-
ras, encamadas de listras de cores,, pretas
e riscadinbos, com 23.-035 metros a 6<$000
a peca, iraportam em (5:000d000, as qnaes
vao a prafa por execucSo de Jos Fernao-
do Gomes, contra Joo Evangelista de S.
e Joa > Antonio d'Amorim.
E na falta de lanzadores qoe cobra o
pre(o da avaliago ser a arrematagSo feila
pelo pr.^o da ailjudicacao com o abatimento
da lei.
E para que ebegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e affixado nos lu-
gares do coslume.
Dad i e pissado nesta cidade do Recife
de Pernambucj, aos 29 de novembro de
1870.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da
Silva, eecrivo o snbscrevi.
Recife 29 de novembro de 1870.
Scbaslio do liego Barros de Lacerda.
RECIFE,
A Illrfia. Junta administrativa da Santa casa de
Misenc rdia do Recife manda fazdr publico que
aa sala de suas seseos, no dia 8 de dezembro, pe-
las 3 horas da tarde tem de ter .arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo lempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
Tdeclarado*:^^V_ T Ag
ESTABELECIMENTOS DE ARIDADB.'
Roa de liortas.
Sobrado n. 41. .&.....303*000
Ra dei Santa Rila.
Casa terrean. 32.......1614000
Rui do Nogiieira.
Casa terrea a. 17. ....... 3084000
Travesa de S. Jos.
Casaterrean.il........ W94000
PATRIMONIO DOS ORWfAOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar)
Ca^a terrea n. 105................. 151*000
dem dpir ti. 9'J................... 365*000
6i pietendentes devero a presentar no acto da
orremataco as suas flaneas, cu eomparecerem
acempanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 30 de novembro de 1870.
0 escrivlo,
Pedro Rodrigue de Souza.
Pela recebedona de rendas internas gerae-^
se faz publico qoe neste mez de dezembro que
as irmahdades religiosas, os bancos, companhias e
sociedades anonymas e quaesqner asioeiacJJes
pias.beneficenies ou r. ligiosas leem de pagar a
dcima de mo morta, livre de multa, relativa ao
1* semestre do txercino corrente de 1870-71, e
que, (Indo o referido praso, ser paga com a mul-
ta de 6 0,0.
Recebedoria de Pernambuco de dezembro de
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Smiza Lacerda.
SANTA DASA DE MISERICORDIA DO
RtCIFE
A Illma. junta administrativa da santa caso de
misericordia do Recife precisa contratar coro quem
por menor preco quizer fazer o forneciroento de
25 camas de trro para o asylo de mendicidade,
e para isto recebe prepostas era cartas fechadas e
devidamente selladas.na sala de suas sesses pelas
3 hoias da tarde do dia 9 do crreme.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do.
Recife, 3 de dezembro de 1870.
O escrivio,
Pedro Rodrigues de Souza,
Errata.
No coromunicado do Dr. Alvaro Camioha, pu
blieado boniem, alm de outros erros lypogra-
piuco-, deram-se os seguintes, que merecem ser
corrigidos :
A' iinha 38. em vez dena qual hei de mostrar
com toda evidencia ; a pardo direito etc., leia-se :
na qual hei le mostrar c i n toda evidencia, a par
do direito etc.
Av Iinha 49, em vez de Respilamos^lease
respeito.
A' Iinha 67, em vez deauthenlicar de modo
irrepagavelleia-seautbenricar de modoirrefra
gavel.
A' linba 110, em vez deEntre nos nao temos
o panfletoleia-seenire nos nao lemu o pa-
ral le o.
^5~
COMMERCIO.
PRAt;A DO RECIFE 8 DE DEZEMBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
CoUcoes ofciaes.
AssdCar Canal2*200 por 15 kil.
Acges da companhia de reboque 80*000 por
cada urna.
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 1|4 por 1*000
(honlem).
Dito sobre dito90 d|v 23 1|2 por 1*000 (hoje).
Gonzalo J"s Alfonso,
l'rasideote.
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
ALFANDEGA-
Rendimento de dia 1 a 5 .
dem do dia'6 .
161:603*141
55:650*697
2(7:2o3*83K
.\ovlmentH da aMaadega.
Volumes entrados com fazendas
< com gneros
Volumes sahidos com fazendas
com gneros
64
641
------703
160
504
i------664
Descarregam hoje 7 de dezemro.
Vapor inglezIsm'r mercadorias.
Patacho nglez-^-A'd/'fA-fanuha de trigo.
Galera injilezaIhrmione carvo.
Barca inglezaRosamond mercadorias.
Paiacho americanoAneriran /u.midem.
Patacho americano Johu Chrysta farinha de
trigo.
Patacho norte-allemao Harmonie farinha de
trigo.
Barca ingleza Kahi-noor ferro e carvo.
Barca inglezaDelphin -mercadorias.
Bngue hullandez WeldelwankJare\o.
Brigue InglezPrpfra/icefrinha d3 trigo.
Brigue inglezMar/jbBcainao.
Despachos de etportaco no dia 5 de
detentara
No brigue portuguw Bella Figueirense, par
Lisboa carregaram : Euzebio Raphael .RabeHo A
C, t pipas com 960 litros de agurdente; Soare*
Primos, 3 saceos com 375 saecos cavado.
Na barca ing ezaDreadnaveht, para o Ca-
nal carregaram : Keller 4 C., 477 saseae oora
12.581 kilos de algvidao
Na barca ingkua Bridante, para Liverpool
carregaram : Saun lers Brothers k C, 60 saccas
com ,732 kilos de aifodaV.
Na barca ingleza Orfeu, para Liverpool ear-
regaraj Mello Lathan 4 C, 100 smecas com
8,903 kilos de algodo.
Na barca (raneen Ftaro, para o Havre
earretarao): E. A. lorie 4 C, 80 saccas com
5,722 kilos de algodo.
-No pttbabete a-riuguu Nove Protegido, pa-
ra o Rio da Prala carregon : Joaqolm Jos Ramos,
450 barricas com 49,851 kilos de avocar ortico.
No patache pertuguez Reetattraeat, par-
Lisboa carregaram : Ohveira Pnh.ie & C., |^S7
ronro seceos salgados com I8j604 kilns.
RECEBE"OR(*. DE RENDAS INTERNAS
GERAB8 DE PEfWAMBCO
Rendimenio do dia 1 a 5 .
dem do dia 8
9:897JW
2:889*616
11:897*858
Rendimento d* dia 11 5 81:885*579
dem (do dia 8 23i9*266
~.4*45
F culdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. vizconde director e de
conformidade com o aviso do ministerio do impe-
rio de 4 do novembro pn ximo findo, faco publico
quo esto expostos a venda os livros truncados o
e tragados da livraria da extracta congregado do
oratorio, que foram transferidos pelo governo para
a hibliotheca desta faculdade, os quaes consistem
em obra de theologia, sermonarles lataos o hes-
panhoes o tratados msticos etc.
Os que pretenderera compra los podem remetter
ao Exm. Sr. visconde director, as suas propostas
em cartas fechadas at o da 12 do correte em
que ser effectuada a arrematado dos referidos
livros.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 6
de dezembro de 1870.
O se retario inlerino,
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior.
f>e ordem do Exm. Sr. visconde director, se
faz publica a lista dos examinandos de latiin hab
litados para serem admittidos ao exame oral que
deve comecar amanhia (quarta-feira) 7 do corren
le, as 9 horas do da :
1 Alfredo Abdor de Loyolla, habilitado por maio-
ria de votos.
2 Antonio do Carmo Sera lira e Silva, habilitado
por unanimidade de votos.
3 Andr Cavalcante de Albuquerque Arco-verde
Pilho, habilitado por maiona de votos.
4 Antonio Osario Lardoso Ayres, por unanimi-
dad, de votos
5 Antonio Enclides da Silva, por rriaioria de
votos.
6 Antonio Marques da Silva Guimaraes, idem.
7 Antonio Pereira da Cmara Lima Filho, dem.
8 Augusto Teixeira de Azevedo, idem.
9 Abdio Aibertmo Cmara Lima, por unanimida
de de votos.
10 Albino Goncalves Meira de Vasconccllos, por
materia 11 Cesario Antonio Cardoso Ayres, idem.
12 Cypriano Jos Velloso Vianna, idem.
13 D.-odato Cosario Villela dos Santos, per unami-
dade de votos.
14 Ernesto Marques da Silva, por raaiora de
votos.
15 Eduardo Carneiro da Silva GuimarSes,idera.
16 Elysio de Mello e Albuquerque, por nnanimi-
dade de votos.
17 Francisco Aluno Correa de Araujo, idem.
18 Francisco Barboza de Paula Pessoa, por mat-
ra de votos.
19 Felippe Nery de Siqueira Salle, idem.
20 Francisco du Asis Bezerra. dem.
21 Frederico Ferreira Franca, por unanimidade de
votos.
22 Genesco Ttllea Bandeira de Mello, ftr maioria
de votos.
23 Henrique Stepple Gomes Lima, idem.
24 J.iaqumi Femaades de Carvalho, idem.
25 J > li.iudeira de Mello, idem.
26 Jos Francisco de Siqueira Salles, por onami-
dade de votos.
27 Joaquim Jeronymo Fernandes da Cunta Filbo,
por ninurla de votos.
28 J > Viem da Cuoba, por unanimidaee de
votos.
29 Jos C.irdeiro Alvina da Silva, idem.
30 Joo de Moraes Vieira da Cunha, idem.
31 Jos Mara Correa das Neves, idem.
32 Jos Candido Dorotheo e Silva, por maiorii de
votos.
33 Jos Calistrato Camino de Vasconcello>. idem.
34 Joo Gualberio Gomes de S, por unauimidaile
de votos.
33 J nio Baptista Ferretea, por maioria de votos.
36 Jo- Vianna Vaz, idem.
37 Luiz Manuel de Onveira Meudes, por unanimi-
dade de votos.
38 Manoel Jos Ferreira, por maioria de votos.
39 Manoel do Nascim^oto- Vieira da Cunha, por
unauimidade de votos.
40 Manoel Doraingoes Paes Jnior, dem.
41 Manoel Tboro Dias de Araujo, idem.
42 Manoel Estellia Cavalcante Pesso, por mala-
ria de votos.
43 Pedro Goncalves Carneiro Leo, idem.
44 Raymundo Jos de Souza, por maioria de vo-
tos.
45 Sindulpho Cheledonio.Callapbange d'Assumpfo
Santyago, por uoammidade de votos.
S6 ThPiMloro Arve- Pa rh-eo, dem.
47 Thom Joaquim de Oiiveira Jnior, por maioria
de votos.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
6 d dezembro de 1870.
N impedimento do secretar,
__ Mmoel Antonio d Passos Silva Jnmor.
' ^
Consulado provincia!.
Na forma 4o an. 50 1 da lei provincial n.
9C3, avisase por esta repartcao, a quem raleres-
sar possa, que com o mez de dezembro prximo
brese o praso de 30 dias all marcados para o
pagamento voluntario dos imposlos da dcima
urbana e dea OO sobre a rend dos ben? de raz
de corporaedes de mo mora, relativos ao 1* se-
mestre do correle anno financero de 1870-71,
incorrendo os contrihuintes que nao realisarem o
mesmo pagamento no referido praso, ne commi-
nacao do 3 do citado artigo.
Consulado provincial 21 de novemmbro de
1870.
Se-vindo de administrador.
A. Wtruvio P. B. e Accioli de Vasconcellos
ttanta Casa de niserleordla do
Recife
A Illma. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife precisa contratar com
quem por menor preco quizer encarregar-se de
frrnecer para o asylo de mendicidade os objectos
seguintes :
100 camisas de algodaozinbo branco para ho-
mem.
100 caigas de azulo.
30 chapeos de fellro para homem
50 pares de sapatos para homem de ns. 40 a 4'i.
50 ditos de ditos para mnlheres de ns. 34 a 38.
30 tigelas de zinco.
50 prato? de dito.
6 cubos de amarello com lampo.
Recebe para isto propostas em cartas fechadas e
devidamente selladas, na sala de suas sessSes
pelas 3 horas da (arde do da 9 do correte.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cife, 3 de dezembro de 1870.
O eserivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
DCLARACOES.
. De conformidade coro o disposto no art. 17
dos estatutos de 28 de Janeiro de 1868, convoco
aoS Srs. herdeiros da mesitra propriedade para a
reonio geral qne deve ter lugar na segunda do-
minga do mez de Janeiro do anno vindouro de
1871 pelas dez horas da manha, na casa de mi-
nha residencia.
Aplpneoj, 4 de dszemtfro de 1870.
0 administrador,
Joao Francisco do Reg Maeiet.
De ordem doliim. Sr. eonseineiro m.-pector
da thesoararia de fHWoda desu provincia se fz
publico que ao dia 7 do eorrenle mea, pelas 2 ho-
ras da tarde, rao praea para serem arrematadas
parante a lana da mesina thesoorara, p *r quem
maior Ibnfo offerecer, W cavallos do deposito
especial da in-trueco : as pesnoas a qnem e >!
vier devero oeraparecer na referida ibesourana
) dia e hora cima indicados.
Secretoria da ihesouraria de fazenda de Pe-
nambuco 3 de dezembro de 1870.
Servlodo de offlcial maior,
Manoel Jos Pinto.
Correw geral.
RelacSo das carias registradas, procedentes
do sol e norte do imperio, existentes na
repartirlo do correio em 2 de dezembro
de 1870.
Amelia Afves de Figneiredo, Antonio Jos de
Araujo Braga, Bernardina Mara da Silva, Herario
Manoel Fraocisco dos Prazeres, Francisco M. Pe-
reira Diniz, Francisco Delfino la Silva, Flix Pe-
reira Simas, Henrique Jos de Salles, Joo Pedro
H. Correia de Miranda, Joo Francisco Bastos de
Ohveira,-Joao T. Marsillac. Jos Pereira d>s Santos
Andrade, Jos Bartholomeu (4), Jos de Magalhes
Machado, Jjs Vianna Vaz, Luiz Manoel de Oh-
veira Mendos, Lmz Manoel Rodrigues Valenca,
Luiz Antonio Pereira, Leandra O. Alves de Carva-
lho, Manoel |Ribeiro Brrelo de Mrnezej
O encarregad do registro,
Manoel dos Passos Miranda
TUEATRO
DA
ZARZEKL.V flESPl\0LA
NO
CAMPO DAS PRIMAS
Quarta feira 7 e qiiima-feira 8 do corrente.
Primeira representado d\ zarzuela em 2 actos
msica do maestro Gastambides.
El estreno de una artista.
E a primeira representacao da zanuela em 1
acto
Un cabellera particular.
Principiar 8 i|4 da noute.
N. B.Neste espectculo tomara parte as duas
prima donas.
JttteftS MABITIMOS.
DE
Paquetes-a Vapor
Do porto* A sul esperado
at a ta 8 J d corrente o vapor
Arinos, coroaatadante o 1* le-
Jente i. CardNb Duarte, o qual
spoi* 4a iHara do cosame,
para os portoi do or.
Desde j reeebem se passageirea e engaja-se a
carga que o vapor poder condorir, a qual dever
ser embarcada ao dia de sua ehegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at as t oras da tarde
de sua sabida. *
Nao se reeebem como encommendas seno ob-
jectos de pequeo valor, e que nao exeedam a i
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medi-
fo. Tudo que passar dcsles limites dever ser.
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas pas-
agens s se reeebem na agencia, ra da Crm n.
7, primeiro andar, escripia; io de Antonio Lnis
le liveira Azevedo & C.
BAHA
m~
Me
Para e referido porto segne dentro di sd|e dias
a polaaa italiana Sura, e por >so qnem qumer
aproveitar carregar a frete eommo'V), dirija tA ao
consignatario Joaquim Jos Goncalvi-s Bellre
ra du Commercio n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
ni
VaTega^o eoatelra por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Cornrixe,
commandante Silva, seguir
para o porto cima no da 12
do corrente as seis horas da
larde.
Recebe carga passageiros,
raeomnendas, e dinheiro a frete al as horas da
tarde do da da sahida, no escriptorio do Rorte
do Matt*s n. 11
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgai'o costelra por vapor.
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir para o
porto cima no dia 16 do corrente as
_ 9 horas da noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete, escriptorio no Forte do Manos
n. 1?.__________^_________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaf costelra por vapor.
Porto de Galliobas, Rio Formoso e Taman-
dar.
0 vapor Parahyba seguir pa-
ra os portos cima no dia 10 do
corrente a meia noute.
Recebe carga, encommendas,
passageiros e dinheiro a frete no
escriptorio do Forte do Mattos n. It.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarar e
Granja.
O vapor Ipojuca commandan-
te Moura, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do da da sahida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12.
THEATRO
C0IPA1IA BRASILES
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperada
at o dia 10 do corrente o vapor
Pnrnn, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qual depois da de-
mora ao eostume seguir para os
portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
;arga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ter embarcada no dia de sua ehegada. Encommcn-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sna
lahida.
Nao se reeebem como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e qne nao exeedam a doaa
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao.
rudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que stas
passagens s se reeebem na agencia, ra da Cruz
o. 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Lnlz
le Oliveira Azevedo 6 C#
1 HU)
EMPREZAC01JBBRA
QBfBta-feira 8 t fzenbro
AS 5 1(2 HORAS DA TARDE
Grande e variad especlacH.*
PIBl RIB
Dividido em quatro paites.
Ouvertora pela orchesira.
Primeira parte.
Representar-se-ha a mu to linda opereta ea tm
acto
LA NUITE BLANCHE,
Segunda parte.
Ronde da
BRESJLffinS.
desempenhado pelo caricato Mr. Carn.
ma nbra i
exeeuiado por Mr. Mamad.
LE LABAIRIU
cantado por Mr. Mar. -y
AH I QUE J'Af MB L88 MlLITANIES
exhibida por Mme. Valroonca.
Terceira parte.
A grande cena da oVclarayftd na opera
LA GRANO DUGHBSSE
Terminando coma qualnlha .
CANCN I I
Qusru parta.
A liada eantl a norte da per
LA GRANDE DUCHESSE.
Os bilhetaa actum-se a venda do escriptorio do
theatro.
Entrada-----1*000.
COiUPAIHIl
Mes egpries maatemes.
At o da II do corrente mez esperase da Eu-
ropa o vapor francez Gtronde. a qual depoia da
le mora do coslume seguir para Baenus-Ayree,
locando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conduc,es, fr tes e pas-agens, trata-se
aa agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dea por-
tos do sul o vapor francez Sindk commandante
Giost, o qual depois da demora do costara*
seguir para Brdeos, tocando era Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para comiedes, frotes e passagens, traa- na
agencia, ra do Commercio n. 9
Bisco martimo
O capito i-aac N. Rnapp da barca americana
Nannie T. Bttt, de 3i2 63)100 toneladas de regis-
tro p. ro. o. m. precisa lomar a risco nurilima so-
bre o ca-co do dito navio e sobre o frete para nm
porto dos Estados Un ios, a quaaa de 20:0004
p. m. o. m. para occorrer as despetas bitas com
concertos do dito navio em cooseii'iencia de ava-
has solTridas na ms re-cente viagem de Nw-
Toik para este porto. Proposlas em jar>as facha-
das dirigidas ao caoiio, bao de ser entnegue ao
consulado dos E-uad'is-Uuidos al meio dia da 10
le du-mbro de 870.
Maranhao
A escuna Georiana segu breve por ur a
maior parto de ea> regamenio engajado : a UraUr
eomTasso Irmiw & C.
PA'
Para o indica*) porto i*f*e em poneos ais o
origoe portngoec BtaUiae, por ter a maior paras
de seu carregamento prempa f>'* aooa a
Ibe falta a ftvtn barate : mu se rom aajaaf-
aatano Jvquira Jos Ooocaires Beltro, i roa do
Commercio n 17.
Para Lisboa
O brigue portagnet Soberano, rapitao
ga para arfa parsapairos traU>M esas al .
Haberlo & C, roa do conmate B.At,aoaaaa o
cvpitaa
Para Lisboa
Segne em poneos dias ooa a carpa patacho portugaez swtmirci I: mmjem aooa-
ino quizer carregar ou ir as pastean, atrita-*
aos consignatarios Oliveira Piluo* & C, sagl O
Cotihi Bamo n. 19, 1* aodar,
Rio de Jauaiiu ^
O patacho naennal Ktfreon a sabir ai# ota*)
met, anda recebe afanaa carga : a iritar "
criptorio de los Mara Palmelra, largo ao
Santo n. 4,1* aadar.
I


o
Diario de Pernwnbuco Quarta eira 7 de Dezembro de 1&.T0.
&

Para Lisboa
Safce com a maior prwtea o brigue p>rtognei
14M f, capitio Antonio Francisco Vieira : para o
reato da caita paseafeiios tras*- eara o mes-
mo capitaa, oo com os eo Aqnio. Pisec& C SBctessorei, ana do Viga-
rio i. 19. _____
PORTO
Pretende soguir, oavwHtt brevidade, a barca
oertucaem Sboml, por ter a motor pan de seo
MMfammiio eagaiado ; e pora o pouco qae Ibe
falla, trala-se com o sea consignatario Joaqun
Joat'OooTilves Belirio, a roa du Commfrck>.
(* patacho americano Leonora Megers segu
para a Baha nesles das ; recebe carga a fretes
mito eommodos: a tratar com Tasso Irmaos &
Goasaanhia.
4*ten^
Chegou la EMlta n. 13 o dttejado sortimea-
to de baldes de toda* as quaNrs -nno sejam :
eoadec^sjMMMl tapeta, mus, ablales do
tooas at^ae*.*, qae se rente mS barato W
qoe em ohtra rriralqoer parro:
A pessoa que trocnu um chapeo prelo, que^
rendo desmanchar a troca ple dirigir-.se ao car
torio doSr. tabellio Ponocarreiro.
Para Lisboa
Sabe com a possivel brevidade o Ingre porta
gaec Julio por ter a maior pane da carga cmpra-
te : para o resto e passageiros tratase com o
OMMfaalarto* Thomaz de Aquino Fonseca & C
Sagaeasores. 'rua do Vigario n. 19. i* andar.
rio inorar
Para o refer Jo porto pretende seguir com mui-
u brevidade a barca brasileira Santa Jfana por
ter a maior parte do carregamento eng. jado, e
para o resto que le falta e escravos a freto, tra-
ta-se com o consignatario Joaquina Jos Goncalves
Bodrio a ra do Commercio n. 17.
M"BB""""aio
LEILOES.
LEILAO
YABIAD1S
coniiando de raadapoes, ca-toros e corti-
nados para cama e portadas
HOJE
7 do dezembro, s 10 e meia horas em
ponto.
fl armazem do largo do l'elourinho n. 7.
LlT
Em continuaqao.
DE
PilllliS
FRANCEZAS
suissas e allemasj
iioji:
9 de dezembro
J. Carrero conlina hoje, por intervoncao do
agaula Pinto, o leilai de fazendas comecado han-
te em seu armazem do largo do Pelourinho n. 7.
Principiar s i i horas.
LEILlll
DE
MOBILIA
Hoje
O agente Pestaa far leilo por con la e risco
de quein pertencer, de diversos movis, como
msbilia de amarello, consolos com pe Ira, 1 guar-
da-roupa, mesa de jantar, meza de jogo, bancas;
cadeira", esleirs de sala e quarlos, escarraoeiras,
vistas pira jnnella, pljntai, clavinole, msica", ve-
nezianas, bacas etc., e oulros objectos que se
achara) pateles no acto do leilo, quarta pira 7
do corrente, na raa do Am >rim n. 35, primeiro
andar._______________________________
LEILA
DE
movis, iouc e vidros, a
saber :
Um piano com cadeira, i mobilia de Jacaranda
com 1 sof, i jardioeira, 2 consol*. 2 cadeiras
de bracos e 18 ditas de guarnic >, 4 eandieiros
a gaz, 1 dito su-pens, castices e inaagai, 1
cama frannezi le Jacaranda, 1 espelho grande com
coliman*. I gaarda-vestidos, 3 ciramodas, 2 mar-
quetas, 2 lavatorios, 1 guarda livrus; 1 machina
de copiar, 2 cadeiras de balando, 2 mesas, 1 cir-
teira e 2 owarnteirti.
Una mesa etaslica, 2 apparadores, 1 gnarda-
louc,*, 12 cadeiras, 2 bandeijas, 1 armario loaca.
copo-, clices, garrafas, mesas de concha e muios
oulros objectos existentes no -i g indo andar do
sobrado da roa da Imperatnz n. 86
Sexta- feira 9 de dezembro.
O agente Pinto levar leilo, por autorisacao
de urna familia que mulou de residencia, os mo-
vis e mais objectos cima deseriptos, existente-
99 segando andar do sobrado da roa da Impera-
tnz n. 86, ende se effectuar o leilo, devendo
comecar
s 10 horas em ponto.
Os Drs. Manoel de Figueira Faria, Mi-
guel de Figueira Faria, e Felippe de Fi-
guwira Fm, e seus irmaos Flix de F -
gueira Faria, Francisco de Figueira Faria,
Marianno de Figtieiroa Faria, Mara da A-
presutac3o de Fipuetro* Faria, e Adereide
Candida de Figueira Faria convidan aos
seus prenles e pessnas de sna amisade a
assislirem missa de Rquiem, que mandam
celebrar no dia 7 do corrente s 8 hora*
da inanliaa, no convento de S. FrtUNiKfl,
peo repuuso eterno de sea tio o deio Dr.
Francisco <1o Arantes, fallecido a 28 de or>
t ibro na cid arte de Coimbra.
arrobo te_______
padana do pateo do Torce do Sr. Carvaiho, fjja-
leceu que o freguez perdeu dito valle, e -por
fica de nOBoam effeito; e M fiz o present aooun-
ci para provenir duvidt*.
ATTENCO
Na roa do Pilar o. IOS prepara se pao-del,
podios, pistis de nata, cangica. o outros #ratos
para sobremesa, assim como preparase jantar
para casa de pouca familia, garante-se todo o as-
seio e promptido, e tambera se offirece para fra
la pdale.
M
a>#p d' B
i f.nni
Predoase de
taMrna :8I roW
Sr. A. F. queira conclair o negocio do piano
se nao qner passar por maior dissabor.
3( M- noel Femantes Nngueira -tendo recebido
a infausta noticia do fa lecimento de seo pal, em
Portugal, roga aos seus amigos o caridoso obse-
quio de assislirem a ama missa que por alma do
mesmo tinado manda celebrar no dia Io de dezem
bro na matriz de San o Aotonio ; o por este acto
de religiao e candada se -onfessa eternamente
grato.
Precisa se de dnas amas, urna para engua-
ntar e oatra para cozinbar : a tratar na ra d
Hanpel, taberna n. 7, ou na ra Imperial n. '101
defronte do viveiro do Muniz.
Furtarain ltimamente do cercado do eage-
nho Sanios Alendes, da comarca de Nazaretb, qua-
tro cavallos, e entre estes, na noite do 11 do pas-
do, nm carallo preto, do bom tamaoho, gordo, In-
teiro, com urna rala-tura na sarnelha, nfego de
um qaario, de 10 anuos de idade. com o ferro se-
guirte : Q : quem o appreheoder e levar ao re-
endo engenho, ser generosamente gralillcado.
Domingo i do correte, por ama hora da
tarde, desappareceu da ra de S. Joao n. 38, urna
menina livrf de nome Cosoia, com os signaos se-
golntes : cabellos corridos e ruivos, olhos pretos,
enchrga pouco, tem am p qaeimado no solado,
pelo que anda manqoeija ; levou vestido de chita
escura : quera d'ella souber ou trouxer na mesma
casa cima, se Ihe tirar eternamente agradeci-
do, rngando-se ao mesmo lempo polica tome
cuidado, atim de que nao seja vendida por es-
crava.
O abaixo assignado tem ju-tu e contralado com
o Sr. Joaquim Antonio Pereira da Silva a sua ta-
berna sita ra de Das Cardoso, outr'ora ra do
Caldeireiro n. 94, livre e desembaracada de qual-
quer onns e de debito algoro : quem so julgar
com direito mesma, apptreca no prazo de 3 das,
a contar da data d'esle.
Recite, 5 de ezembro de 1870.
___________Manoel Gomes da Silva Amorim.
Precis.-se de ama mulner idosa e de boa
copducta para criada de um homem solteiro, exi-
gindo-se que saiba engommar e tentu habilita^oes
para bem administrar o sei vic/i de ama casa : na
ra do Imperador, armazem n 36.
Casa no Monte ro.
Aluga se urna casa na povoacao do Honteiro,
caiada e pintada de novo : a tratar na luja deji-
vros ao p do arco d) Santo AnUnio.
Precisa-a deumaama pan coreprar, cozi-
nhar e lavar para dnas pessoas : o tratar na roa
Imperial n. 134.
O abaixo assignado declara qoe nao deve-
d>r a pessoa alguma, mas se alguem se julgar
seu credor por qualquer- titulo, declare oo prao
de seis Jias por este jornal. Reeife 5 de dezembro
de 1870.
Jos Cotias lUncb da Casta Res.
NDtRIl.
Aluga-sn a padaria allemaa em Santo Amaro o
as ondicSes sao favoraveis : a tralar'eem seu do-
no na ra da Guia o. 56. ,
j. L.
Perlence a mesma, os motos mneles n?. 846,
1773, de 337 lotera da corte.
O secretario,
F. X. Ferreira.
. Aluga-se um esoreva para todo servido in*
terno e externo : na na da Matriz n. 26, an-
dar.
Monte pi portuguez.
A directora do Monte Po Portogaez faz publi-
co que em cooformidade com o disposto no artigo
42 Jo.- estatutos celebrar as suas sessdes no lugar
do costume, as quarias-feiras pelas 7 horas da
larde.
Secretaria do Monte Po Portaguez em Pernam-
buco 6 de dezembro de 1870.
Htaad S. Pinheiro,
1* Secretario.
AVISOS DIVERSOS.
Ka roa dos Acongojnos n. 8, deseja-se fal
lar ao Sr. W. de Mello Lins.
Procisa-se de am criado de 12 a 14 ann i-,
forro ou escravo, o de ama ama que fjc,a com
oras na ra di Apollo n. 32. primeiro andar.
CASA IM FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (outr'ora roa d<
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, toado vendido aos ea< fe-
Uzeo biilioies dous molos de n. 1860 com 4O0-I000
aa-s ruejos n. 980 cora 200-1000, o oulras soles
d 1004 e 401 da lotera que se acabou de ex-
trahir (173*), convido aos possnidoros a virom re-
cebar na euafornaidade do-costatae sem descont
algam.
Acham-so a -reada os bilhetes garantidos da
5* parto da lotera, a beneficio da igreja de Nos-
aa oahora da Rt'ia Viagom (174*), que ao extra-
bir lerca-feira 13 do corrate mez.
PRECOS.
Bilheto ioteiro 64000
Meh bilhete 3<)00
Quarto U800
m porcat) de 1004*00 para cima.
Bilhete iot aro SiVOO
Mein t ilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Piona.
Sociedade Liberal Uniao Be-
neficente
Amanhaa solemnisa o 3 aniversario de saa
ioslallacao com ama missa solemne que manda
celebrar na igreja da Madre de Dos, as 9 horas
da inanlua, e em seguid i a sessn magna na casa
da mesma sociedade, na ra do Vigario n. 18, 2
andar Para este fin sao convidadas todas as as-
sociagdes e mai< pessoas que qoizerem honrar
com suas presencas. A noite estar aberla al as
10 horas.
Secretara da sociedade Liberal Uniao Beoefi-
cente era 6 de dezembro de 1870
Innocencio Xavier Vianna Sobrinho,
I* secretario.
Na ra do Rangel n. 6, precisa-se de orna co-
saiheirapararapazes.________________________
Oaixei'O braseiro
OITerece-se um rapaz braseiro, de boa conduc-
ta, com pratiea de taberna e com 14 a 15 annos,
tanlo para o mallo como para a praca : a tratar
na ra da Roda n. 32, ou na rm da Gloria o. 57.
A' ra do Urum n. 9, precisa-se fallar com
os Srs. capilaes de campo, a negocio de seo inte-
re>se.
Precisase de ama prela estrava que saiba
cozinuar e engommar, para servir em ama casa
de pequea familia : na ra ros Gaararapes n.
88, em Fra de Portas.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo do coraaer-
cio, que dis-olveu a sociedade que tinha com o
Sr. Manoel Ramos Correa, na taberna sita ra
do Santo Amaro n. 2, que gyrava spb a Brraa so-
cial de Ramos & Amorim, (cando o socio Ra
mus obrigado pelo atuvo o pa-ivo da exlincta
firma, sahindo o socio Amorim pago esatisfeito de
ssu capital e lucro*.
Reeife, 4 de novembro de 1870.
Manoel Gomes da Silva Amorim.

Nutrimento
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIPE.
A junta dministraliva da santa casa da mise-
ricordia do Reeife, tendo de mandar celebrar na
igreja de Nossa Senhora do Paraizo ama mi- sa de
rquiem por alma de seu fallecido irmao o Barao
de Cruaofry, convida a Exma. familia, prenles e
amigos do mesmo para assistirem a esse ato, qae
deve ter lugar no dia 10 do corrente pelas 8 horas
da manha.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
eife S di dezembro de 1870.
O oscrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
- -- .icjaunaud*.'

Os primos e amigos do -empre chorado Dr. Ig-
nacio Firmo Xavier, m n iiiin rezar urna missa
na igreja do conveuto do Carmo no da 7 do cor-
rente as 8 horas da manha, trigsimo dia de seo
fallecimenlo.
MEDICINA!
'ftteptradds por
Lanaan Kemp
para tsica e toda
qualidanta dedo-
eneas, quer seja
na garganta, pe-
to ou bofes.
Express a*
mente escolbido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrae o
'leo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
exajn'oailo
IODINO E'CM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalbo.
e naquelle no qual contm a maior porco
d'esto invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisacSo tem sido
destruida pelas affeccSes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada,devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
DE
Lannan A lenip,
Acba-se a venda nos estabelecimeritos de
A. Caors, J. da C. Bravo, A C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu. & C.
NFBTAMa
AH
Rtt& da Cruz 16
Eoeonlra-se impre : AMENDOAS confeitadas: arflipef r^ri-
BQLINHOS pura cha ; pi e l; bollo gerantes ; vinbo Bocelras, bnaaca 0 tinto,
infles; pstete de dfferenti qnalid^des; propno para mesa; vermoOft; Asumi;
doces -de /roelas, 'em caite e seeco, em cogoac: vnhos finos, cbaibagne.
bamrldbig em latas.
CAlXfNHAS com amendoas e pastilbas, PAPIS para sortes.I ditos vendados
proprias para presentes ; cb preto, mlodo, para cobrir bolo,
de superior quahdade ; tatas eom pecegos
a WKXK. I PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE oncommendas de bandejas com bonbos, com armarjo de assu-
cr e sem ella; de p5o de l e bolos eofeitados com dsticos e sm ellbs: 0 do oulros
muitos obectos propros para graodes jantares, bailes, etc., etc.
SIRVA-SE DESTA JOIA QUEM FOR DONO.
. ProlecSes no Reeife
Nao t Vou na ra
J venh >.
Nao -ou natur-l do norte,
S >u natural pendente ao sai,
O correio ganha dinheiro,
Dirija- se aos cartorios do Aracaju'.
Se tivesse dinheiro a adianto
Francisco Otario Ramos.
\\\\ til) 010
Raa do Ba o da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra N Bilhetes garantidos dapro-
v.ucla.
Eta 'eliz casa acaba de vender entre ot seu*
muito felizc; bilhetes a surte de 5:000*000 em am
bilhete inteiro de n 2100. nutra de 900*000 em
iilh-te inteiro de n 3102 i, o trea quarlos de n
-i36 com a sorte de tOOj. alem de outros pre-
mios menore; podendo m seus possa(dores vireo
reeener. |u> iiromptamente serio pagos.
O abaixo assignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no sea esiabelecimento comprar
os feiir.es bilhetes garantido?, que nao deixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos meamos,
annuneius.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga*
rantidos em beneOcio da igreja da Boa-Viagem,
que ser extrabida terca-feira 13 do crrante mez.
JPHECOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto l*5O0
De 1005000 para orna.
luteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*390
Joan Joaquim da Costa Leite.
Aigum seiihor >aeerditte que queira por es
paco de quatro oa cmeo metes desia dala dizer
missa aos doramg.is o das santos em um dos r-
ribaldos mais perio de I1150, dirjase raa do Imperador n. 28, qne se
dir a pssoa com qnem di*ve tratar.
Ti eaoa a. 7 ao largo o Ho>pnal Pedro II
(nos CoelBus), prews se f, llar com os aenhures
capules de cuopo s negocios de seus intere^ses.
Urna sala
Alnga-se orna ala para ecriptorlo 00 morada
da rao a solteiro, na ra do Daijae de Caxias o.
i\ f andar : a tratar no mesmo sobrado na sala
afreate.
Kugomina-se ota todo o asseio e perfeico
por preco commodo : na ra de Santa Thereza
n. 25
BOTICA.
Precisa-se de oa caixHru com algama pratiea
de pharmacia : a tralrr na ra do Duque de,Ca-
xias n. S. t
Pj"cia-so de uma mniher idosa e de boa
condaela, nicamente pa'a eotinh.ir em rasa !>
um h uera solteiro o f^zr companbia a uma me-
nina de 6 annos : a tratar na roa da Penba, (oja
numero 17,
A viuva e os prenles do finado Ismael Ama-
vel Gomes da Silva, agradecem cordialmente a-
pessoas que se prestaram a acompanhar ao cern-
terio publico os resios morUes do mesmo finado,
e de novo rogara para que assijtam as missas
qae sern celebradas por alma do fallecido, no
dia 7 do crreme pelas 7 horas da manha. na
igreja Matriz da Boa vista.
Jayrae Eneas G >mes da Silva, convida pelo pre-
sente aos seus amigos e aos amigos de sea finado
irmo Ismael Amavel Gimes da Silva, para a-sis
tiren) as missas que man lan celebrar por alma
do mesmo finado, no dia 7 do corrente pelas 7
horas da manha na ig'iji Mainz da Boa-vista;
pelo que d'-sl*1 j nlei,'|n en ivctuilyri'nento.
SOCIEDADE LOTEIGA
ESPERANQA FELIZ.
Pertence-lhe o liilhete n. I.'IOI e os raeios ns.
4143 e 4147 da leterla 1337 Antonio J-aquim de Brilo,
Secretario.
Atten#"\o
Avisase aos senhores copites de campo qne
venham ao largo do Carmo n. 4 a negocio do seu
interese.
ATTENCA"
Constando ao abaixo asignado que alguos her-
deiros de Francisco Joaquim Pereua de Carvalbo
procuram nbler ilioheiru offereeido como garanta
o sitio a. 2 du II ispteio, a pretexto de nao terem
vendido todo sitio apressa se em declarar que
seu sogro compren todas as partes do ivferido
sitio aos herdeiro-, al a pane que t. emi ao les
tamenteiro, em paga da vintena, podendo quem
interessar ir ver as eseripturas no escriptorio n.
12 i raa do Crespo, oa no referido sitio. Faz a
prsenle declaradlo para sciencia de tods e
para que ninguein se illuJa.
Reeife, 30 de novembro de 1870.
Luiz E. R. Vianna.
Irmaadade da Udbori Sant'Anna da Madre
de Deus.
Por ordem do Illm. Sr. provednr convido nossos
roaos para comparecerera no dia 8 do corrente
as 9 horas do dia afim de as-i-tirem a missa so-
lenihe que manda cantar a sociedade liberal uniao
benefleente, para o une foramoo convidados.
Reeife 5 de dezembro de 1870.
Juan Prancsco de Souza,
. __________Procurador interino.
Casa no Monteiro
Alngaso p t festa ama casa acabada e pintada
le no?), na estrada do Monieiro, eontendo doa*
b.as >alas,qnairo qnarios, coziaha fra, grand
dijo chein de arv.redos de fruclo, perto do banho
e da eslacio do Caldeireiro a tratar na mesma
junto a em qae mora o 8r. Dr. Rufino
novas msicas para piano.
Danse des negres do maestro Cazalbore.
Mirgarida, linda schottisch.
Uma folia a Roma, quadrilba.
LUNDS
Dansas paraguayas.
1* Habanera.
2a Los negros.
3* Noites oe Lnqae.
i* Palomita paraguaya.
Tambem re~.ebeu as seguintes:
.\opeia Guaran/, o os melbires pedagos
da mesma para piano e piano e canto.
Quadrilbas
Walsas
E polkas
Qoadrilbas:
Risette.
Sitan.
Jardim das Fadas.
Heroica.
Capenga, Careca & C.
Homens do mar.
Juvemude Gummercial.
Roc. Ponte d" iabo.
Ten. nte do Diabo.
Imperial marinheiro.
A sultana cumo linda.
Independencia das seobora.
O Club X.
Regresso do conde d'Ea.
Caminho de ferro.
Guarany. *
Walsas:
S niho da virgen.
Vo'ovel.
Dansa d'amor.
Ultimas walsas de vm doido.
Anjo da meia noite.
Garatvaleioa.
Goaranj.
Polkas :
Gabriao.
Go gvio do sabia.
Bolicosa.
Capenga n5o forma.
Querida per tados.
A rival.
Por todos querida.
Zas Tri.
Palomita paraguaya.
Bi-mark.
Moreninha.
Sorprez.
Chora pitanza.
Gloria.
Goarany.
\enda no armazem de pianos e msi-
cas do Azcvedo, i roa Nova n. 4!, boje roa
do Baro da Victoria.
PrnMa-se de uma ama para servico inler-
no e externo em casa de ponea familia : na roa
do Duque de Caxias, ontr ora roa do Qaeimado
n.-22._______________________________
Precisa se de urna ama para padaria : a
roa Direiia o. 129. _______________
OAVrece se um moco nrasileiro com bastan '
le pratiea d cisa Je ominados, para administra'
dor ou caixeiro' i fallar aa raa Daqae de Ca-
sias n. 65, lua d* oaiadoua.
FALSIFICA dasPILULASdeBLAUCARD
(CAVE
A nossa correspondencia do BrazH nos faz
saber que as pravas d'este paz achio-se
aetualmene inundadas por uma mulliddo de
falcificaeCex vis dos nossos productos (textual.
Para garantir-se contra estas composicofis
mais on menos perigosas, que cscondem-se
d'essa maneira por detraz das nossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos e aos do-
entes de assegurar-sc sempre da origem das
PlLULASque trazem o nosso nome.appellando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collegas, os pliannaccuticos. Nad de
duvidar que n'uma questaft que iiilexessa tafl
seriamente a saude publica e a moralidade do
Ao-u
DOLUM
commereie, esles honrados intermediarios
na* se mostrem dignos da confianca dns seus
fregnezes; nao 6 de iluvidar igualmente que
repudiando toda solaiiiladc com os fulcifi-.
cadores e os seus rumplices, ellos nao se fa- L
fo um dever d'or em dianle de procurar 1
as VERDAOcntAs I'ilulas nE Huncmid em
^)rigens certas, enderefando-se, quer a nfts-
mesinos em Paris, quer indirectamente aos
nossos prineipacs correspondentes, on ento
s casas as mais recom-
mendaveis da Franca
eu do seu paiz.
Pharmacfilko, ra Bonaparte, en Paris.
nonas Filulas nal principar* Pharm.clas.
.
IIIIIIIIIII^MOST^^
ADOPTADO^
NOS HOSPITAESDE PABIZ NA% AMBUAlvOit
NOS H0SP1TAES MILITARES NA IY1ARINHA IMPERaD
FRANGEZA E NA MARIPWt RAITMiSliEZA
O problema resolvdo por Mr Rigollot com o mais feliz resultado na composicao deste
> papel foi conservar a mostarda todas as suas propriedades, obtendo em poucos instantes,
e com facilidade um effeilo decisivo com a menor quaHtidade possivel
de medicamentos. (A Bouchardat lAnnuaire deth'rapevtiqae de 1868
Eligir a istigaalura an lado, por ipie ha tlciliadores.
PAliS, Ru Vuille-du-Temple, 26.
em poucos insianies
BRAN'CO F. ESCUDO
Pfsinferlsndo o Oleo de Fiiiiln de Rp.calhiet,
i o Sriihor Cherritr de> esu prri -usa pr-|iara-
vo thrrapeiitioa um cheiro e saiior ograilaeis
<)"< nei:hunadt suasviriudi-illieiiram.
Esta mi| ortatile tlesrobei'.a. qv' (*rangeoa a
spuai!r uma Mrdalha de honra, vulgarisnu o
u?ndo Oleo de Virado ''.ellae^lbo desinfeoiado. h
0< mediros o receitam prorerivelm^'ilea lodo
os oulros. em todas as mol -lias onde M em-
prrga o Oleo de ftgiils de |lr.i-.alli4o.
Ver por maw pnnu'-nnres os relalorlos med*
c.:es <]i:econiei!i a nuii< que ccom|ianha cada
'raseo.
O Senhor Chevrier eomplelot a 'ia desco-
fcena ijnntaa-do a iodura de ferro ao 0lo d>
B.iRalhin delinfa udo Bate Oleo de Figsiio i).-
Bacivlhi 1 i'erruiiico tem lodas as propriedades
dooleue do ferro, digere-a* faeilaie-.ite e mine
ea-.isa prisao dc.tentre. Porlanlo t preferiret
is mais preparares ferrugineas (Plelas mi a-
roe), qonfrifi em todas as dne^ieis ci'cse
lliprega o (erro Tratas pulmonar, bron-hiles.
raehUisiM, McrsfalaS, impi{eat, ?."\ r
nnli-ino ehronieo. caiarrios iptigos, rits;..
$ias. eoavaleseenajai 'uniris e ntane
ennstiliiii ;io.
t'ltnrnmrin VtiEXltt F. MI, ti.fxr ttte Fattli. O'if) :>(/
Na misma piiarmaeia aeho-se o VINH11 e ELIXIR de COCA, nerlteatea preparafOra nieu.
O TAFFETAVULNEnAHlOrom RNICA para earansrhag.is, IrrMas,srlaajraae ro.
Os GRANULOS dcEISMUTil cnmposioa contra as itiarrheaa.dyMaterias,dores ieestomjgo, 1 u
Dfpusitaph), em Rio de Janeiro, I)l'Po.m:hf.i.ib et C". fohiu, MotUA Ip.maoiK'"
Peniaml.uco, P. Maiier el C1*. M-.ira.-.hao, KtiiRFiiu el 1'.'. Pnrti, Alegre,
V" Jos Rf.II.O. P'hililS. \s?k|.0 1eiv\S.
CASA CAUVIN ^ar
Pharmaceutico privilegiad
succesBor
Itinili-Mi. il Sebastopol, o PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARN.ER
Apriseutadas ACkileniia de Sricncias c ao luslitulo de Futiga.
IM ICrP Atl *^ forml dc 1>l5,l,:a- levedida e do-nada para
InLhU (.'Ser de oinmnito ama solnrcjn
Preventiva e curativa dat MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
IXJECTOR PIIILTRO
do voluir.e de um relORo. snindo as
I IIII.TRO c SKIilXf.A sen os
graves Inconvenientes de frajilidai't
ESTOJOS
Com a forma, e de volume'de um Porte-Noeas
COTEXDO TODO IfATA.VE.VTO.
COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOHEO C
CASA CAUVIN AlllARmEfi
Wfls# ^a^slt V I Boulerard Si
Depositarios geral para e BRASIL e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PBRNAMBTJCXX
Pharmoe*-utlco priviloBiaclo
suc -essor

Boulevard 8bMtopol, OS. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Academia de Sciencia e ao hittitulo de Franca.
I ti irPPin Sob forma > Ptstilla, devedidt e iloseada oara faser da
INtlCuuAU momento uma olurclo PRIVEltTIVA E CURATIVA du
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
IHirfTAD DUTDft do v0,umc de um reloio, servindo
UJIl IUK~I tllLil\U de P1111.TB0 e Sebinga sem o
Gravea inconvenientes de lragilittade.
n., ,An Con a forma, c do volunto de um Porte-Moeda roatead*
tblUJUo TOBO THATAMKMO.
COLLYRIO Contra as affeccois ilas palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositario* geral para o BRASIL e PORTL'GAL
di. roa larga du Rn*ari< i.'i.KIi'AilllCO.
*^
^
BARTHOLOHEO l C
r
ROB LAFFECTEUR
Aparovado em Prasiria. Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteur sa autho- j
riaarle, he mu superior aos saropes de coisinier, de Larrev e de snlseparrilha. De faril
digestae, adagraved ao paladar, e ao alalo, elle cura radicalmente eos an<-rrnrio, aa
alecoes da pelle, Inplsraa alporraa. tarMfftrr*. nlr*-, tarn Orle- '
ne-raatlak. rarrearlMii*. os accideites proveodos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria des humores.
0 arr be he especialmente recommendads contra as deeacas lyphililicas recentes, invete-
radas oa rebeldes ao mercurio e ao iodure de petassio.
Ueposito geral do veriadeiro ROII LAKr'CCTEUR, em casa do douter GIRAUDEAU DE
SAlNT-GERVAIS, na Rher, lt a Paria.


V
i -
de




.
cO Quurla eira 7 e Dezembro dellWO
Au belsexe
COLB CREAM OP ROSES.
Cette Creme dalicieuse, unWersellement rpao-
due en Anglelerre, o I itm uss sent si reuom;
mees par la bsate et It uanptrenee de leo
telnt, doil s.i rputttion aux lraents balsamique>
el onctaeox qui k comMwni, aiMi qa' sa cons-
ta n te efficacit poar aducir la pea a, te rendre
pas blaacbe, et contriboer ains la sam et a la-f
fc>?I.Ule, qui, toujnurs, soot inseparable?.
On la reeoromaBde eontfe les irrltattons de
I piderme, telles qoe Boutons, Ei hlides, Ta-
VMK DE HOCSF.UB, RoGBM DR LA FlGURE, el
contra le* taetws patriqois el lea JmoiiEscRN-
i"es. CeM? Creme convieul spcialement aux em
me encerotes pour prveolr LE MASQUE, auqacl
elles sont sojelte.Od s'en serl encor ponr em-
pcber la Acure de se I ler par lu ffoid ou la lro|
rasde chafeur.
w Prix 1:800 res
Seal dept au magasin Basar de >'d Hode-50
l'.ue do Bario da Vict- ra.
Aluga-se
o 3* andar do'sobrado n. 8 da ra da Imperatriz:
a tratar cora J. J. de M. Reg ra do Commercio
n. 34. ______________
Alraz da matriz de Santo Antonio, sobrado
n 18, andar, faz-se comida para fra com as-
eeio e proroptido.
r#.l
NA
MOV AGOAtV
para o Touc^or
p.Zr RIOAUD b o|
Ama
Precisa-se de orna ama para casa de hemem
soheiro. nnirameote para cozinhar, porm isto que
saina cora perfeico : a tratar na ra do Mrquez
de Olinda, amiga rna da Cadeia, n. 14.
Ama
Precisare de uraa ama para cosinhar : tra-
tar na roa da Alegra n. 5.
Agencia em Reman buco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do peitc
Naisa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, irapigens e dar
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pllulas catbarllcas.
Paramente vegetaes sem mercurio ; cara se
tr.es, porga e purificara todo o systema humano.
Vende-se efttdivamente em casa de Samuel P
lohnston & C ra da Senzalla Nova n. 42.
8, BU VlVlCMK,
PARIZ -
EstaAgosextra-
hid das florea do
PiruB Japomoa.pe
- bus suavidade e
Bas propneda-
des baneCoas,
exoeds os oos-
metiaosmais celebres; tendo sido &-
doptada por todaasociedade elegante.
Deitada r.os banhos. d'um perfume
delicioso. consolida as carnes e fas de-
saparecer as espionas, oomichSes e as effloreeoea-
oias d pella.
preco usoo.
Udco deposito no Bazar da Moda n. oO,
roa do Barao da Victoria ottr'ora Nova.
IIANGA
00
itrio
AGOA
1-AIU
TO UCA DO*
ICICItC.
Aluga-se orna casa com i aalaa, 1 grande gabi-
nete e 2 quartoe, por precn medico : a trattr na
ra do Vigario n. 19-
< AH 311 ta
Ra do Barao da Victoria, esquina da Cariiba, do Carino, u. 23 (Antiga Ra Nova")
Temos honra de parlie par a ir-ssos numerosos freguemos .]ue com a ctiegada de um des socios da Europa, supno-se a
casa com um completo sortimento d chapeos de sol de todas as qualidades como tambera, de todos os materiaes para os mesmos
fabrico, como sejam armacSes de todas as qaalidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cothibria, armas
para caca, chombeiros e polvarinbos. Os chapeos de ^1 terao abatimonto de 12, 15 e 25 por cento, comprando dinheiro.
Boiieiro
Paga-se bem.
A uioa ama que cosinhe e compre para tres
pessoas: a tratar na raa Nova n. 10.
Knslno de preparatorios, segun-
do o iiov programla, para
exames.
O prole*sor Torres Bandeira tem resolvido abrir,
para os moco< que se preparara para a aculdadc
de liireilo, lem dos cursos de phtlosophia, derhe-
tonca e potica, e de gcogrophia e historia, um
curso especial d linijua portvgueza ; e em rea
cao as senhoras, a cujo ensino tambem fe dedica,
igualmente se propoe dar licoes de lingua portu
ijueza, de lingna franceza e de geog'oplua.
Todos
Aque'les que qoizerem bem satisfazer as
exigencias estouiacbicas, nao tem mais que
fazer uma visita ao sempre bem sonido
armazcm de vveres do Campos da ra do
Imperador n. 8, pois ahi se acham em
tirande reunido um ecolhido e variadissi-
mo *oriiaien!o de eeneros proprios destes
lempos do Rega bofes.
Campos
Limila-se a fazer men^Tio dos seguintes g-
neros que ser5o re cbidos com
AGRADO
a saber :
Presuntos ingleses e do lamego.
Salames do Li n.
Conservas ingiezas e francezas.
Oiteijus Londrino?, Flamencos e lJratos.
Tooeinho ingles para lunch.
Cnampanbe, superiores marees.
Hseooto, bol"Xinta e bolinhos em latas.
Chouricas, lingui(;as e salchichas em ditas.
Licores (siomacaes, cominillo, curac3o c
aya-pana.
Biiter Pcynees e ootras marcas.
Cognac martell e ontras ditas.
Charutos do Co-ta, por diversos precos.
Vinhos de diversas qualidades e precos.
Cervija (Sass) ao lomo a 320 rs. o copo.
Adubo a 200 rs a libra.
Linpuas teccas a 240 rs
Coacerva* francezis com. tubaras.
IILINUA.
Aloga-fe tuna casa grande na ra do Amparo
a tratar ni ra do Atotfifli n. 4.
Air
Precisa-M na ra da Cadeia do Recife n. 24.
AVISO
A commisfao encarregada da denribnico dos
donativos agenciados por algumas senhoras em
beneiicio dos soldados de liuha desta provincia,
tornados invlidos na guerra do Paraguay, ou
beneficio das familias daquelles que falleceram ,
avisa aos interessados, que lera resolvido proro-
gar por mais 40 das o praso llxado para a mes-
roa destnbuico no aviso de 6 de outubro prxi-
mo pascado, e que tem sido publicado nos jornaes
desta cidade.
Priado.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CO\TKi FOCO.
A companhia Indemnisadora, eslabelecida
nesta praca, turna seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n 4, pavimento terreo.
ISF
Rogase ao Iilm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivo na cidade de Nazareth desu provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a i oncluir
aquelle negocio que V. S. so comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada dcste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala enmprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V S. se deve Icmbrar que este negocio
de mais do oito annos, e quando o senhor su
Qlhoae acbava no estudo nesta cidade.
mmimm mm
PRIMEIRO E AXTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI "-0
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do inierior podem-no
eomnitar pr escripq, no que serao sa-
tisfeitos com promplidao.
Presta-so tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualqucr hora.
Aos pobres gratis.
43Ra dn Baro da Victoria43
(Antiga ra Nova).

Ubi
6
0 salo de pianos e de
msicas
nudou-se da ra Nova n. '8, 1* andar, para a
-ua da
loiperatriz n. M, loja,
jnde contina rocommendando-se ao Illrn. pu-
blico.
G. Wertheimer._________
Preea se de uraa ama que lavo e engomme
com perfeicao : na ra do Barao ds Victoria n. 61,
i andar.
AOS 5:000^000
Esto venda ns felizes bilheles da lotera da
Baha, na casa feliz do arco da Conccao, loja de
ourives no Recife.
Na praca da Independencia n. 33 se da di*
iheiro sobre penhores de uro, prata e pedra:
ireciosas, seja qual for a quantia ; e na mesm.
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
(igualmente se faz toda e qna!quer obra de en
joraraenda, e todo e qualquer concert tendent-
i mesma arte
Em c-sa ue THKuOtlRO CHHIST1 N
SEN, na da Cruz o. 18, enentram-se
efftctivamnte todas as qualidades de vinho
l;nlcaux. Bourgigiee do Rheno.
Aluga-se uma negnnha de idade 14 annos,
muito intciligente e esperta para casa de familia,
mas adv-rto fe qno recolhida e nao vai ra :
quera quizer dirija-se a ra Formosa-n.'SI.______
Am>v
Paecisa-se de uma ama de leite a tratar na
ra do Commercio n. 8, armazem.
Xa ra do Duqae de Caxas, outr'ora do Quei-
mado, n. 14, 1* andar, precisa se de um cria
forro on captivo, de idade de 12 a 16 annos.
AMA
Precisa-se de uma ama livre ou escrava para
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarros, ra
larga do Ro.-ario n. 21.
AMA
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
milia : na na da Cadeia n. 21, loja de raiudezas.
/ Botica.
Prccisa-T do um caixeiro com alguma pratica
o que c >nh ;a todas as roas desta cidade para ser
ncarregado da cobranca : ra da Imperatriz nu-
mero 7
f.
Precisa-e de um moleque para servicode
Iiolet: na rna das Cinco Puntas n. 14.
Precisa-se do uma ama para casa de moco
solteiro : a tratar na rui de Pedro Affjn.-o n. 8fc
anga ra fa Praia.
Precisa e de nm criado pira casa da pouca
familia : na roa Nova n. SO. pnmeiro andar.
Preci^a-se d> um roenjnu para caixeiro: no
Pr igressi do Pateo do Car n. 9._____________
Ainda esta por se alagar o segunpoanaar e
FOtao do sobrado da ra de Santa Rita n. 23 : na
tratar na ra do Queimado n. S.
_ Prec*a m de nm servente que seja livre ou
eieravo : no-hotel francez, ra da? Larangeiras
n. 10.______________
Precisa, m de orna am forra ou captiva paa
coxinhar i m casa dn familia : quem be:n poder
lesempenhar e*ta missilo, querendo tratar, dirija-
te roa'do Duiue de Cax'a, loja ni,
Irmandade das Almas na
matriz do Corpo ?anto
A mesa regedora, cujos trabalhos estao a termi-
nar, convida aos fonecionarios ltimamente elei-
tos pira regerem a irmandade no prximo anno
de 1870 a 1871, a se reunirem no consistorio
na quarta-feira 7 do corrate mez, 1 hora da
tarde, adra de serem empossados dos seus respec-
tivos lugares.
O escrivao,
Manotl Jos dos Santos.
Companhia Al Lian DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 000*000.
Toma seguro da mercadorias o din1 eiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agenci i ra do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jcs Gon-
calves Beliro.
Veneravel iiraandade do Senhor Bom Je-
zos das Portas na igreja da Madre de
Dens.
(ELEICAO).
Da ordem do irmao provedor e em observancia
do disposto em nosso compromisso, convido a to-
dos os irmaos comparecerero no consistorio da
referida igreja quinta feira 8 do corrente, as 10
hora da manha, aflm de em numero legal poder
coa titnir.ae a mesa geral em sessao oroinaria, e
proceder-e a elegibilidade dos funccionaiios que
tem de regerwsta irmandadn n anno fufeiro.
Secretaria em. 3 de deemhro de 1870.
Afexodre America CalJas Paflilha,
Secretario.
Preci^a-sp de nma ama para cozinhar : a
tratar na rna da Cadeia do Recife n. I.
Apolices,
Na rm nova de Santa Rita n. 49 e 81, serra-
ria vapor, venile se apoliefs da provincia a juro
1e a8 i|j : a tratar com Ji Ignacio Avila
- Na roa r> ngel n. 6, precisa-le de um ca
xeiro piatico de taberna.
A EftiiimEai^kMJ A
Na ra do Imperador, tenda de erreiro, jante
ao Gabinete Portugnez, se dir quem preeis de
um bom boiieiro. _______,
Ama.
Na ra do Cabug, loja da Agaia Negra preci-
sa-se de uma ama que saiba bem cozinhar, para
homem solteiro, e paga bem.
*a
a
03
S3

Ama
Precisa-se para o servico interno de casa de
peiuena familia: na ra do Vigario n. 5, segan-
do andar.
Attenpo.
Este antigo estabelecirneuto, acha-se boje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Earopa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOREIRA MIARTE V.
Graiifica-se a quem apprehendar ou der noticia
exacta de um pardo que boje (f) desencaminhou-
se da esquina da ra do Crespo at a ra do Im-
perador, condnzindo nma bolsa de viagem com
c misas de hornera novas e nsadas, lencos de rap
e brancos, traxendo mais eabeca orna porc,ao de
carne do Cear ordinaria._____________________
Casa para alugar.
Aluga-se uma casa no Monteiro, baixa do rio
Porto do Xisto : tratar na ra do Crespo n. 17.
loja. _L____________.
Aluga-se uma casa com bons commodos para
familia o bom sitio no principio da estrada dos
Afflictos, perlinho da eUrada de ferro de Anipu-
coa ; a chave para ver est na casa junto : tra-
tar no Chora Menino, com Jos Antonio Marque.-.
(r//fc'^t

m
Companhia de trilho^ urba-
nos do Recife a Olinda e
Bcberibe.
Levo ao coahecimento dos senhores accionistas
desta companhia que, em com-equencia do offlcio
da coramissao de cuntas, de hoatem datado, no
qual declara a mesma commissao, ser-lhe neces-
sario para terminar os seus trabalhos nm < -pac'
maior de tempo at o dia 19 do corrente; tem o
Illm. Sr. presidente da asserobla geral, resolvido
espacar o adiamento da sessao, para o referido
dia 19, a hora, e no lugar j annunciado.
Recife 2 de dezembro de 1870.
No impedimento do 1 secretario.
Antonio Augusto & Santos Ferio.
2* t* creta rio._______
Gratirica-se bem a quem tivtr achado nma
bomba pequea de pao, que foi perdida indo em
um carro do Recife para a Capunga : quem a ti-
ver pode levar ra doCommeicio n. 48, Io an-
dar, escriptorio de K. R. Rabello A C. ______
m
a satisfago de parlicipar aos seos numerosos fregoezes, qoe em vista de ser-Ibes mais commodo, tem J^,
^*S esta'belecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, heje roa do Mrquez de Olinda, ^|f
SN onde acharo os pretendentes,, moiio avultado sortimento de chapeos de sol de todos os ptecos, qualidades e por pre- ^
W eos mas commodos do que comporta o nosso mercado : cenvidam es eciaimente aos Srs. compradores por atacado ,#||;
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar- $
~i bem diminuta.
BB> mac5es as tazendas que a demora da fabricarlo bem diminuta.
h\ RM DO BARIO D4 VICTORIA 4\
Neste novo armazem tem rim
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemSas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afina de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
ritihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
RU.\
Baro da Victoria
DE
IRRUDA IRMAOS.


antiga roa
NOVA
. 41.
Assim como tem nma grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sna promptid5o e perfeicao
nada deisam a desejar.
Roopa de todos os
amanbos para homens
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemtras que ba
na Europa.
RA*
c
Baro dajvlctorla
antiga rna
NOVA
N. 41.
Este eslabelecimento acaba de soffrer orna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finamente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
aao se tornar roassante .________"___
AM4
Precisa-se de uraa ama para engommar : na
ra dos Pires n. til, venda.
Prevengo
O abaixo assignado previne a quera tnteressar,
que a escrava Benedicta, pertencente ao Dr. Can-
dido Jos Casado Lima, Ihe est empenhada por
escriptura publica passa'a em notas do tabelliao
Aluieida ; assim como que pelo juizo municipal
da 1* vara da capital se promove a vida execu-
cao. Nnguem, perianto, poder legalmente fazer
iransaeco alguma com a precitada escrava, pro-
testando-se proceder criminalmente contra quera
a oceultar. Recife 25 de nuvembro de 1870.
Amaro loaquirn da Fonceca e Albuquerque.
ALOiAM-SE
on vendem-se d us sitios cono casas de vivenda,
olaria e grande viveiro na estrada d Giquia .
quem pretender dirija-se a ra da Cruz n. 13,
Io andar.
Precisa se de ura caixeiro de 14 a 16 annos,
cora pratica de taberna: na ra do Visconde de
Pelotas n. 6, taberna.
Precisa-je de uma
na ra da Moeda n. 3o.
ama de leite : a tratar
VICTORIANO
I'ALHA'ES.
A ti mi tu.
UiTERESSANTE COMP0SIC0 LITTERRli.
CO.NTENDO :
A note do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com nma carta critica dirigida ao autor peio
3r. T, R. Rigueira Costa.
i volunte brochado 2OO.
AS CENTtLflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
. volume brochado 2 JOOO
NA
L1VRARIA FRANCEZA
Precisa-se de uma ama qua engomme. eom
perleicao roopa de homem e de seubora : tra-
tar na ra da Aurora n. 40.
zima
Precisa-se de uma ama livre
boa conducta, para casa de mui
na ra de Santa Thereza u. 11.
de meia idade e
pouca familia :
8
Na Iravessa da rna
das Crozes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual foraqnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
t
s
Sobrado para alugar
O 1* e 2* andar e soto n. 6 da rna do Duque
de Caxias : a tratar no Corar' de Ouro.
Ama de Inte.
Precisa-se de uma ama de leite sem filh) : na
rna de Horlas n. 30, sobrado.
jerro
RIJA DA CRUZ M* 1
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mao.
Veoezfanas para janellas.
Machinas de descarriar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para doas cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo. t
Balances, prencas, cofres de ferro, fogr3es de ferro, enxofre, salitre [hmalha de
muitos outros artigos. _^_-
Aluga-se no sitio Chacn nma casa com ama
sala nm qnarto e eozinha, com a vantagem de ler
banho no rio Capibaribe dentro do mesmo sitio,
prximo a estaclo da Casa Forte : a tratar no dito
sitio.
COMPRAS.
UmJ muito
ln
Co relo de Ouro n. S D, ra do
maior vantagem compram-se-
onro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do
Cabnga.
V:N0AS.
Companhia phenix pernam-
bucana.
Os senhores accionistas sao convidados a irera
trocar no escriptorio da c capital realizado, pelas accoes,
Pemambueo 1* de dezembro de 1870.
Pela companhia phenix pernambucana,
J H. Trindade.
Lniz Autcnio Siqnera.
F. F. Bi.rges.
^luga-se
a casa da ra do Progresso no Forte do Mallos au-
mero 23.
OS AMERICANOS
CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo cbi gado ha poucos das completo sortimento dos melhores e mais
conhecido8 cylmdros americanos para padarias, roga-se s pessoas ,que d'elles precisa-
rem de virem vel-os ao grande deposito do ^^ _
BASTOS
liOaJ^; HAS j&ACHINAS
11 IlliM IILM I % i
OUTE'ORA RA DA CADEIA
Carrinho americano
Vende-se um excedente carrinho americano
novo, com assentos para dnas e quatro pessoas :
quero quizer ve lo e examina lo dirija-se ao caes
do Apollo, cocheira confronte ao porto das canoas,
e para tratar no largo do Corpo Santo n. 6, se-
gnndo andar._______________________________
Cava los venda
Vende se qnaro cavados proprios para canga-
Iba ou sella : para ver e tratar na cocheira da rna
da Cruz defronte do chafarii.
CADEIRAS
merlcan
Em casa de J. 0. C. D"Vle rna do Commercio
n. 48 vendem-se excedentes cadeiras americanas
de differentes feilios, entre ellas tem algumas com
parafnso proprias para escriptorio, tamben tem
pequeas para meninos.
ATTENCO
>
Vende-se orna asa de pedra e cal em chaos
proprios e com b> aj cnmmodidadws : ns rna de
S Miguel, nos Af^gados por prego commodo :
quem pretender dirija se so pateo de N. 8. da Paz
n. 15. que ah arhar com quera tratar.
Veudtmi-sa duus eaelhn uma H.-Wi de
Jacaranda com pooeo uso e por preco comde :
a tratar na tun da Imperalrix n. 4,3 andar.


HTTNCiO
I medidas de olb do novo y*lema
do: na ron do Aragao n. 24, tenda
i, a saber : l|X ter.no a JfOOO, lerno in
e medidas arabas a difieren tes pre-
Venham, freguezes,
manir-se i roa Duque de Gaxias (antiga-
meota na das Crures), sobrado das pe-
Cas de art i Iberia n. 6.
Ne*e aova estabelecimento enconlrarao oa ama-
dores de agua fresca e saborosa os melhores ou-
jectoe de barro, pols se acha prvido de todo o
sor (ment como sejam : quartintas dos melhores
anneanies desta provincia, jarras, morinaues,
resfriadores, bilbas, garrafas p olidas e torneadas
tudo do melhor barro e gosto; asfim cerno jarras,
potes, quartinhas, bilhas, jarros e vasos para fl> \
ie, louca vidrada de todas as qnalidade?, e mu-
toe ootros objectos semaerem polidos, ludo de uti-
lizada para as casas de familias.
Diario de Fernambuco Quarla eira 7
de Dezeiubro de 1870.
uml
muiiis i t
Tem a venda em sens armaiens, alm de ontros
*rtjgos de sen neg io regalar, os scguintes, que
stao veodendo a precos mais baratos que era ou-
tra qualquer parte :
PORTAS, de pinbo almofadadas.
FARELL em saceos grandes a 3,5500.
GRABFSS de ferro para cercados.
ESTEIHAS da India para cama e forrar sala*.
CANOS de barro francer- para esgoto.
GESSO superior em barricas e as arroba?.
CEMENTO de todas as qnalidades baixos
oreos.
MACHINAS de descansar algodao.
BARHIS crandes com peixe da Suecia.
LONAS e brinzees da Russ OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux em caixas.
COGNAC superior de Ganlier Freres.
MILHO de Fernando a 31 o sacco.
AGUA florida;
BARRIS de carne salgada de porco e de va cea
Vfi.NDl.-SE.
A loja de cera
Tatar na mesroa.
a praca do Conde de Eu :
*" AZULEJOS
AZULEJOS.
AZULEJOS
Ha para vender algans milheiros dos mais lin-
ios azulejos, vindos por encommenda de alguem
rae por circumstancia os dspena. No armaren)
ie Tasso Irmao 4 C, a praca do caes do Apollo
o p da pinte provisoria.
Toja da aurora
Ra Larga do Rosario n. 38.
DE
Manoel J^s Lopes $ Irmdo.
Estao resolv los a vender barato tudas as miu-
dezas existentes em sea estabelecimento, a saber :
l'ui lindo sorlimento de riquissiroas Utas cscosse-
zasde sarj-i on de setim de tedas as larguras, do
que tem amosiras, e se encarregam de mandar
levar em qualquer parle.
E*parlilho> de linho, fazenda boa l|500
Capachos coropridos a 700 rs. 3 800
Ditos reiondus a 800
Pegas de fila de lia de cores a 500
Ditas dj seda preta cun pospontos mui-
to boa a i 000
Latas ci m pos de arroz 11000
Caixas com 100 eovelopes qualrados
proprias para cartoes a 600
Caixas com 100 ditos de porcelana a 1*000
Botdes de aso hrancos para caiga, glosa,a 80
Ditos de dito pretos, glosa, a 100
Caixas com c Ichetes a 40
Ditas com cotehetes pretos a 110
Carlas rom alllnetes a 80
Pegas de bibadir.ho bordado a 400
Caixas rom agulhas francezas a 240
Penles volteados para menina a 3!0
Espelhcs de coluna de Jacaranda a 2000
Bot s de punta.) para menina a 100
Babados do Porto, largo, vara a 200 if, o 280
Normas para escripia a 200
Magos de palitos de ('cates a 120
Assim como recebemos pelo vapor vindo do Rio
de Janeiro o ra; Paulo C trdeiro amarelinUo : na
ra larga do Rosario n. 38.
UU ACABAR
Superiores camisas ingltza* com peitn de linho
pelo diminuto prego de 2*500, 3.3S00e 4$000.
Eicgautes chapeos Aecasli r branco a i-.
Tarlataras do cores pelo insignificante prego de
:>0O a vjra.
Liadas alpacas de cores a 360 e 400 rs. covado.
Excedente alcatifa com 4 palmos do largura,
proprio para forro de sala e quartos a 500 rs. o
covado.
Gmpnre branco e preto com 6 palmos de largu-
a 11500 rs. o covado.
Corles de colletes de gurgnro preto e de cores
pelo diminuto prego de 31 e 31500.
Dit"S de velluio para cullete a 4J000.
Giirguro de la fazenda superior para vestido a
800 rs. o covado.
Tapetes piquenos proprios Dar portas de salas
a 31000.
Cortes de organdy de cores bordados com 18 co-
vado* por 81000.
Toalhas pequeas para rosto a 61 a duzia.
Servigcs de linbo para mesa, tendo urna toalba
com 15 palmos e 12 guardanios por 301.
Meios srrvicos para mesa com ama toalha me-
nor e 6 guardanapos por 151.
Ctaapos pretos de pello fazenda superior a 61.
Liados cortes de lia para vestido cora 15 cova-
dos por 41 e 51500.
Ditos de cassa de cor com barra a Amelio por
.1000.
Chitas i 240 rs. o covado.
Colchas brancas de fostao a 31.
Lencos de cambraia barrados a 21500 a duz'a.
Na ra do Duque de Caxias n. 31, loja de Anto-
nio de Maura Rolim & C.
E ontros muitos artigos que para nao nos tor-
narmos enfadonhos deixamus de uomear.
QUEIJOS
empellicados, os mais novos
melhores que desejar se pode,
desembarcados hontem a 21200
cada un : na armazem do mar-
more a ra do Duque da Ca
xias n. 42, junt a esta offi
cia.
Vende-pe sement de co-ratro e alface muito
novas : na ra da Guia n. 7, taberna.
Lona de algodao para velas de
embarc?c,des.
Veride-se em ca a de T. Jeffenes di C.
46=Ru;i do Gominerci >--46
Mil M MELHORES
Pi-penador? a U : ra do Crespo n. 25 A.
m (az m
CkefOB ao antigo deposito de Henry Porstar
S Va lnperador, um carregamento de gai
p Sr* (l|Ul'd*de; uual se vende em partida
a retamo por menos preco do que era ontr* anal'
fasr parte. ^
Sjportas n. 53, ra Direita, 3 p ras n. 53, anti*ja\
foja do Braga
O abaixo assignado, dono desle antigo esiabeleciraento, tendo em vista apresentar
completo sortimento de ferragens, mlndezas e cotileria, tm resolvido mandar bascar em-
divarsos nonios da Europa os melhores objectos de seo estabelecimento dos fabricantes
mais conbecidas; pelo que convida ao respeitavel publico e a sens numerosos freguezes,
a virem se ervir dos objectos de sua carencia, aende enconlrarao por menas 10 OjO do que
em outra qualnuer parte, um sortimento completo de machinas para descantear algodao,
do bera conhecido fabricante Coitorr Gin A C, ditas para costura, motores para animaos,
ditos para fego, moinhos p.-.ra caf de todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de
dona canos e de um, Unto inglezas como francesas, louca de porcelana, facas e garios
de diversas qnalidades e pregos. bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
limalha de ferro, ac, o agulha para fogueteiro ; assira como enconlrarao consume-
mente grande porgao de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos -de visu, alem de um
cem numero de objectos, que se tornarla enfadonho numera-ins : venbam ra Direila n.
w, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga.
LOJA
S
m
PREQOSAIIESCOBERTA
TNICO DELSC
O TNICO DELSUC qne hoje apresenta ao publico, depois, porm, de om severo
exarae e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue ama superioridade
inconlestavel a todas as outras preparaces, que at hoje tero apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilhante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fazeodo com que apparega em bom estar impagavel.
Esta agua comp5e-se de substancias cuidadosamente escolhidas, purificadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a darlhe
nma acc5o verdadeiramenle efficaz. consoladora, e benigna.
Derrama -se esta agua na cabeca, e esfrega-se levemente ; immediatamente ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Deltr, cabeileireiro de Paria.
Ra P de Marqo (antiga Crepo) n 7 A P andar
NOTICIA
iion'TGieo
Veio operar una completa levoluqao no ailigo
Tinta para escrever.
sem que o
e habilidade, sem
a tinta, que muitas
Eua da Imperatriz n. 2
k' esle novo e suoptooso esiabelerimpnto de faxendas acaba de cbppar ilirecia
mente da Europa o mais expleodido sortimento de fazendas propnas pira a f su, lano
para homens, como para seohoras; descrever e especificar o que de moderno o apurado gosto nelle se enconlra seria impotsive:; m*rs para que se'posta bzer urna
aproximada id?, mencionaremos com espec'uii lade :
Ric< s cortes de vest los para casamento, ebegados no chimo vaoor.
Ditos ditos de ditos de seiTa deseubos inteirameuic novos.
Duos d'tos de diU'S do 13a ctm barras, faxenda inieitamente nova.
Vestidos de cambraia para bapiisado.
Popelinas di teda dos gostos mais modernos, variado sorUment-) de camtrias, e
cassas oe cores, lmdos e modernos deseohos.
Sedas lisas, lavradas, pretas e de cores.
Cretone para vestidos, modernos gestos.
Alpacas de Cereu, impossivel descre>er a variedade de gosios t psdres.
Chitas finas, c'aras, escuras, pretas, indescriplivel o vanadissimo sortiment".
Balles de todas as qualidades, cores e tamanhos, entre os quacs uns 83o inteiramenle
oovidade.
Satas bordadas para senhoras, grande quaniidade de gostns.
Camisinbas bordadas para senboras muito modernas, grande variedade.
Entremeios e tiras bordadas em todas as laraoras.
Camisas para bomem, bordadas, lisas, e collerinbos, completo sot tmenlo,
Lencos de cambraia bordados, lisos e de barras.
Chapeos de velludo, palba, merino, fehro, o que ba de mais moderno e liodi estos. x
Cortinados bordados, e ricas colchas de seda, e de crochet.
Bareges de pbantasia, fazenda propria para baile.
Tarlatanas de cores com palmas lindsimos gos'.os. -~
Burns de & res para senboras.
Grvalas para bomem, grande sorlimento em feilios e ocres.
Bretanhas, espuiao e bramante de todas as larguras.
L3azinbas de modernos padrees e lindos gostos.
Metim da India fazenda inteiramente nova para vestidosede lindo effeito.
Finalmente reure sie estabelecimento tudo que de melhor e mais m< derno se pode
encontrar em fazen Jas como em perfumaras finas, das quaes tem um comp'eto sor-
timento.
AOS CAVALfEIiOS
Offerece igualmente a vantagem deencontrarem neste estabelecimeulo:
Pannos finos, pretos e da cores.
Casemiras pretas finas, e ricos gorgoroes para collele.
Ditas de cores, de quadros, lisos e de lisir-s, completo scrlimenlo.
B/iris broncos de luir o de todas es qualidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, gran e sortimento.
Um hbil artista para cortar e dirigir qnaiqoer obra, que s se enirega a contento
do frojuez.
Urna modista igualmente i ocupada nos trabamos do PAVILHO DA AURORA, di-
rige os que lhe s5o concernentes, apromptando a capricho qualquer TOUJJT, gar;ntin-
do-se a mais completa perfeicjto nos seus trabalhos.
Em resumo concluimos
Por chamar ltenlo do respeitavel publico para o nosso esiabelecimento, que alm
de ter tu o que se pode desejar em fazendas e perfumaras tem o mais COMPLFTO SOR-
TIV1ENTO DE ROUPA FE1TA, pa^a homens e meniaos. Mandara se as fazendas em
casa dns Exmas. familias, edam-se amostras.
Um completo sor'imento de esteiras da India, por monos preco qus em cutra qual-
quer parte.
Aberta das 6 horas da manhaa s 9 horas da noute.
Rival sem segundo,
RITA DI (Antiga ra do Oucimado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas-para nnhas e costu-
ra a......
Papis de agulhas francezas a ba-
ilo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de lia para bordar de todas
as cores a.......8)51000
Carrileis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de corestinuito finas a 500
Grozas de botoe madepersla fi-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
120
800
60
1*000
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudzas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de pa'itos seguranza a.... 120
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a................... 320
Frascos com oleobaboza muito fino. 32
Pacote C'im p.'s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Nacalhas muilo finas para fazer
barba a.................... #000
Caix* de linha bram doj;aza.. 800
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 160
Caixas com peonas d'aco do l-erry
superiores........,....... S00
Lencos < cassa braucos e pinU-
dosa......................
superiores a...... 600 Caixas com 20 quadernos de papel
Nunca se vio um processo mais perfeitoe que attinja.de tal forma a satisrazer as
exigencias mais severas da escripioracjSo.
A sua cor lindissima e n3o precisa de cuidado algum- para se conservar no
tinteiro sempre com a mesma cor, sem borra, crsta, bolr oa sem todas essas mazel
las inherentes t das as tintas at agora coohecidas, ainda mesmo dos melhores autores
esti angeiros
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as peonas de ac, antes pelo con-
trario, a penna adquire um esmalte dourado que, sendo interessante, asss proVeitoso
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar, d comtudo duas, tres ou mais
copias um mez depois de escripia; preciso, porm, deixar-lbe o papel bemmolhado
sem o enxrgar com o malta- borrao, porque n5o ba o rtco de borrar. Para se tirar
mais de urna copia, rio se agglomoram Uctas folbas quantas copias se querem tirar
mas vae-se com o original tirando urna orna tantas quantas se deseiam
original fique prejudicado pelas extracc5es.
Occorre aqu dizer que, para copiar importa muila intelligencia
o que a melhor linla n3o sati.-faz, e, o deleito recae sempre sobre
vezes qnem menos culpa tem.
A dupla qnalidade desia tinta extremamente apreciavel, pois que evita que
em qualquer esciiptorio baja mais do que urna tinta para os diversos misteres
Emquanto sua dnrabiiidade, nao ha a oppr a menor duvida, pois que esta tint
depois deescripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem se decomprjr ora se osj
acMos n5o tem accao sobre ella, muito menos a acc5o do tempo a pode destruir islo*
piausivel.
N5o s ao commercio que este meu producto veo ser ul; os professores dos
collegios, iDvest gando todos os meios para o adiantamento (Jos tus discpulos, tem
aproveilado esta tinta, que com raz5o a arhanm apta para depenvoUer o costo nos
educandos, em ronsequencia da belleza da cor efaci.idade de correr ns penna pela sna
liquidez. Ha exemdos de criangas que havia muito tempo linb.m urna repuenat cia
extrema para a escripia, logo que foi ndmitlida esla tinta n<> codegio, apoderou-se deltas
a curiofidadeeo gosto, e pouco lempo depois oseu idiatitamento era manifest.
Esta tinta, par de tanta vtDlagtLf, tem umtnico inconveniente deteriora-se
30 contado de outra qualquer; convm pois l-la em tint. ii os istmos di en.-rv alum-
bre de oulra tinta, e evitar es> rqyer ctim a penna soja de urna preparacao d'ifferente e
inc< mpativel; verificando islo. no ha raz5o para se usar de tima qne nao ro a VIOI?-
TA EXTRA-FINA DE MONTEIRO '
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tonta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muilo
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b -nitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 1)5200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 24l>
urtilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a....... 14800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qnalidade- a....... 2420
Caixas de palito do gaz a. 00
ATTENCO
Vende se urna canoa de carregar 1.00 a 1,300
lijlos : a tratar na rna Direila n. 101,_______
A 2$ 00
Vendetn-se borzegoins para eriancas, obra boa
pelo diminuto preco de 91600 : venbam loja de
miudezas dama da Cadeia n. 50.
100
701
de linha
Observbalo.
Diversas falsific-aces e semelbancas tem apparecido, cuja durabilidade duvidos*.
Os Srs. compradores podem evitar o engaa dirigindo-se casas circumDecUs epedi-
do a Unta que en fabrico
A. O. Montero.
ATTENfJAO
Chocelalc nacional.
Duas/nedalbas de prata e urna mencSo ho-
norfica.
Avla Irwdo Sf O,
Roa nova de (Santa Rita n. 4 O
Existera poneos alimentos simples e substan
ciaes como o chocolate, estimulando suavemente
os ervos, d ao corpo o mais pnro elemento de
nutricio, e ao mesmo lempo fortifica os orgaos di-
gestivos. Todos os mdios sao nnaniroes re-
commendar este alimento como o mais proprio e
substancial para as pessoas de complexao frca c
debilitada,
Vende-se
Primeira qualidade 1|2 kil. 800 rs.
Hameopatha i\i kil 11000
He-paiib.il l|2 kil. 80o rs.
Vanoille \\i kil. IJGOO,
At meia arroba far-se-ha abatlmento de IOOiO
e de arroba para cima 10 0,0
Caf muido a' vapor
garantido sem mi>tnra a 800 rs. o kil., em maior
quantidide ter abatimeuio de 12 0)0.
Tambem ha pacotes di l|2 kil. empacolado em
papeldea.unh p tr> se c Tistrvar s-more frese.
pautado
Caixas com 50 oovellos
do gaz a. .
Duzias de meias croan superior
qualidade a.......3|>60(
Percas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pe^as de tiras bordadascom 13
metros cada peca a 1500 e.
Pe?as de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pe^as de tranca lisas, brancas e
de cores a. .. .....
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para me.'
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senbora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralbos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cart5es com colxetes t carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Refma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a ...........
400
500
20000
500
500
500
40
500
320
l|800
OOOi
14500
30000
400
20
400
50C
40
20000
240
4O0
40000
30600
FARINHA
de trigo a 5000 a oarrica : no armazem ba-
liza, ra do Livramento n. 38
0 Jcido bira'O
Na lija da Exposicao ni rna N'>v n. 8 vende-
inSilMSr.P!,hnr!,fH'*?'( gAP*M de/nnro *> 'ra,pelo pr^co mais commod) do qne em ou-
a1 Kiinno "' duz,a a 60*' ,lUs *,a9 di,as Itra inalqaer par-e : na loja de c.lcado da bou de
*uw" ouro ra da Cruz n. 21, sobrido amareilo
Roii- nte-rheom! tico.
Remedio efHcaeissimo contra as dOres rheuma-
ticas at hoje o mai.- conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua efflcacia as enfermidales, tosse e
sangne pela bocea, bronchites, dores e fraquea
no peilo, e>erobuto e molestias de tlgado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUJtMA.- A celebre raz
de inarapuama, cuja energa e efflcacia as para
lyshs, intorpecimenlo, oto* etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontrara na phar
macia e drogara rte Bartholomea & C, nnlco de-
posito na ra larga do Rosario n. 31.
Calcados francezes
Grande sortimento d-> calcados francezes para
homens seohoras o cria ocas, botinas de setime
dura ue bn.n-o, dita de cores, jipatinhof borda-
dos dp sem braneo.ditn deduraine de cores para
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo m. 1
Os propriotanos desle bem conhecido etabel-
cimenta, alm dt mnitos objectos qoe tinham ex.
postos a aprticiacao do respeitavel publico, maii-
daram vir e acabam de recabar pato Rimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento *
Anas e mni delicadas especialidades, as qnaes es-
to rcsnlviddJ a vender, como do sen costoma,
por presos nraito baratinhos e commodos para to-
dos, com tamo que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretos, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mni boas a bonitas gollinhas e punhos para s-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga Jtora coques.
Lindos e riqusimos enfeites para eabecas dai
Exrnas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidr-
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode havtr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreperola.
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles branco*
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias So de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30|000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20J,
alm distas, temos tambem grande sortimento d*
ontras qualidades, entre as quaes algumas muiu-
Qnas.
Boas bengalas de superior canna da India
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero oajuo de melhor m
pode desejar ; alm destas temos tambem grano*
Juantiadc de outras qualidades, como sejam, m
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
de oulras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracfc
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas do 1 a 12 annos de idr.de.
.'avalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguraiiKs sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para eneber
labyrintho.
Bons barallioy de cartas para voltarete, assim
como os lentos para o mesmo flm.
Grande o vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsSes,
facilitara a denlicao das innocentes eriancas. Se-
rnos desde muito recebedores destes prodigioso!
collares, e continuamos a reccbo-los por lodos m
vapores, afim de que nunca fallcm no mercada,
tomo j tem acontecido, assim pois poderSo aquel-
los que delles procisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes altendendo-se ao fizo
para que sao applicadcs, se renderao com um mni
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixam'
declarados, aos nossos froguezes e amigos a virea
comprar por precos muito razoaveis loja do galle
vigilante, rna o Crespo n. 7.
3 cordeiro previdentt
Rna do Huciuiado n. 16.
Povo e variado sorlimento de perfuman*
finas, o outros objectos.
Alem do completo sortimento de per:
marias, de que offectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba $
receber um outro sortimento que se torn;
aotavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commocdades de prs
eos; assim, pois, o Cordeiro Providente ns
a espera continuar a merecer a nprecinrl;
do respeitavel publico em gertil e ce exa
boa fregueiia esa dar, i*.o ee :i",.r
tando el'o de s-ia boro conbecidaiBansidV
a barateza. Em dita loja rncorinrc o
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coodrav.
Dita verdadeira de .Murrsy dLamman.
Ditade-Cologne \ng\ea, snericana, fra
ceza, todas dos mslhftroi e "^iiGs:,red;t?dC'
fabricantes.
Dita de flor de laraageiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para icilet.
Elixir odontalgico para "cgD8cj'?.;: i-1 .
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qttlidatk i
ros gradareis.
Copos e Isias, maiores s nmumt, c
oomada fna para eabtilo.
Frascos com dita japonoza, traaspara i
a outras (yna!idade8.
Fmos extractos inglezes, aneric
francezes em frascos simples t enfeitrdet.
Esscncia imperial do fioo ea^radavcl At
o de violeta.
Outras concentradas o do cheiroi gtti
aQente tilias e agradareie.
O'eo philocome vnrdadeiro.
Extracio d'olco d soperiot qnalidzdt
oom esi'olbidos ch'eiroR, em irascos do.i'f.
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e csoii.'; .
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em JtjjC-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba
Caixinbas com bonitos sabonetes imitan!:
fructas.
Ditas de madeira invernisada conendo I
aas perfumaras, muito proprias para pr*
entes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, tic
bem de perfumarias finas.
Bonitos visos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com p de arre:
a boneca.
Opiata ingleza e francesa para dentes.
Pos de campbora e ontras difiere;)!:
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Anda ala coques.
Um outro sortimento de coques de 2*
vos e bonitos moldes com filets de vidrilto
o ilgtms d'elles ornados de flores e fitas
esto todos expostos i apreciaco de qner
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicto.
Flvellaa e fitas para tatos.
Bello e variado sortimento de taes objat -
tos, ficando a boa escolba ao gosto r?o cor
orador.
Joaquim Rodrigues Ta-1
vare^ de Melo,
TEM PARA VENDER
em seu escriptorio, praca do Corpo Santo
n. 17 :
Fumo em folha
de I* e 1* qualidade, e vende- um ou mais
fardos a voniade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada.
Potassa daKussia
Farlaha de naadloea.
Viuho Bordeaox.
1I0 qualidade. Tudo de vende mais
*
hrato do qne em outra- qualquer p8rte.
Vinho XrTz
de primeira qnalidade, em cains : vndese a
oasa de T. Jefferies & G.


\
Diario de Peroambuco Quaria feira 7 de Dezembro de 1870.
______U_________'--------------1-------------.. i >. ! *-
>*M i ....

GRANDE
ir mi iff
PECHINCHAS
DO
PAVA O
Ra da Imperatriz 60.
Para Tender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA & C.
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel pnbco, ana grandae variado sortimento de azeadas domis
parado gosto e todas da primoira necessidade, qae se ventora nwis baratas 4o qne em ootra, qualquer part, visto que os no-
ves socios desta firma, adoptaram o systema de so veoderem D1NHEIRO ; para poderem vender pelo costo, limitando-te apenas
-(fanbarem o descont ; as pes>oas qoe neaociam em pequea esaa'a nesta Toja earmasem poderlo tazar os seus sortimeatos
petos mesmos precos qne cnmpram as casas inglezas, (importadoras) e para maior coramodidade das Exmas. amilis se darn
soostras de todas as fazendas, on Ibes levam em snas casas para escolberem.
TAPETES | GROSDENAPLES PRETOS
Chegoo para o Bazar do Pavao o mais- Chegon para o Bazar do Pavao um gran-
legantesortiment de tapetes prandes, pa- de sortiroento dos melbores grosdenaples
sofs, com 4 cadeiras, d'tos mis peque- pretos que t-m vindo so mercado, qoe se
os, para oas ca le ras, ditos para vendcm de I 600 at 55000 o covado ;
pianos, camas,' portas ; etc. vende-se por s5o todoa muito em conta.
menos do que em ootra qualquer parte. ESPARTILHO.
ROUPAS PARA HOMENS No Bazar do Pavao recebeu-se um elegao-
No accrtditado Baar do Pavlo encontra- te son ment dos mais modernos e melho-
r o respeiuvel publico nm grande sorii- res espartilbos, qne se vendem por prego
asento de roupas para bomens tanto bran- mnio em conta.
es como de cores, a saber: PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
Camisas con: peitos d'algodao e de linbo,
vara todos os precos e qaa'idades.
Cero-.las de linbo e algodSo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
sasemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
sollates i niara
De todas estas roupas ba para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
sm perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
a aceio qualqoer pee de obra a capricho
ea go-to do freguez, tendo o'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades panno fino, as melbores e mais moder-
as casenjras,assim como os melbores brins,
qfor Drancos, qar de cor ; e quanlo qual-
quer i bra n2o flear ioteiramente ao gosto
ento
FIKIVES DE COR E BRANCOS
Vendein-se bunitos fustss brancos e de
cores, t roprios psra vestidos e renpas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e bancos, a 400 e 6i0 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz o. CO
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res.
a 200 res.
YenJ?m-*e chitas largas com mnito bons
pannos e cores fizas, pelo barah preco de
206 f$ o covado ; cortes das mesmas com
10 cov*dos a 250'10, pechincha, no Bazar
do Pavlo.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 20U ris,
Vendrtm-se buoitas cissas de cores miu-
din'a- pelo barato precode 200 ris ocu-
vado, no armazem do Pavo ja ra da Im-
pera tnz n 60.
PA.W'OS PARA SA1AS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavo vende-se bonita fa-
isnda branca encorpada para saias, sendo
com baados e pregas le o un lad., dando
a largor i da fazeuda o compri nenio la
sain. ]". se p le fazer com 3 ou 3 112
metros h vende-se a 1-5, 14280 e ifrm
as^m como tambem no mesmo estabeleci
rnini se vende bonitis saias brancas bor-
dada*, too lo quairo paooos cada orna, litas
d laa de cftres j promotas, urnas com
barras difiranles da mesma fazenda 44000,
e ou'ras com barras bordabas di e 75 0,
loa > isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da
rraneratriz n. 60 Bazar do Pavlo.
TARLATANASLISTRADAS CORTE A 65500
C'ii-V u para o Bazar do Pa^io um bonito
sortimento de tarlatanas listnds, sen 1o
verdes, cor de rosa, lirio, tent esta bo-
lita faenia muita pbantasia. e liquida-se
cada corte a 65500, pechincha ; na ra
da Im Tutriz n. 60.
CASaQUINUOSDEGUIUREA io, 120,
lb0,E*O0.
Cb(>garam para o Bazar do Pa-i> os
tais moderos casaquinbos ou basquinas d>*
gnipnre cora cintora, ricamente eofttidos
com lagus, e vendem se pelo ba^aio pre^o
de 104, I '6, 465. e 2o. pecbinc.a,
rita da I ope atriz n. 60.
LENCO 4 DE MORIM A 35O0 A DUZIA
Vendem -se dn/.ias de lene >s finissimos,
bracc s de morim, sendo fazenda mnito
encorpada, a 34500 a dezia. Ditos de
eamhraias fini-sim'S, fazen a qne ^ m le ven leu a 51000 e liquida-sn a 35o i0 a
diizn por b Pava i a ra da Imperat- iz o. 60.
COR 1IN IDOS DO BAZAR DO PAVA ) A
85 105 425 E 165
Chegon urna grande remesta dos m>-
liores r.ortina.ios torlados, propnos para
camas e janellas. que se vendem pelo ba-
rato pree di 85,405, 425, e 465,o p iroa da (raperatm n. 60.
MADAPOLAO ENEES TA 00 PE?A A
35200
O Bazar do Pavlo recebeu om grande I. fcche?oaIn? e,e^anle SETS! h"
sortim^to dos melbores pannos de croch,' inha do Jap5o com padroes de seda e de
proprios para cadeiras de balaoco tofto, J10^ 3J.1. e q"6
piao< s, tnmhoretes e al proprios para cu-
brir almofadas e pratos; veodendose por
menos do que em qu;>lqner parte.
PARA LENgOES
No Bazar do Pavo vende-se so)erior
bramante d'algodao cora 40 palmos de lar-
gura a 158O.1 o n.eiro, dito de linbo com a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds Imhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como iimg>ande
sortimeaio de H mburgo ou creguellas le
todos os nmeros, prec(|s ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em nu-
tra qnalqner part-i; apmveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do PavUo vende-se snperior
atoalbadu trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 45600 o metro, dito de linho adamas-
cado o uielhor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; todo isto mnito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo vende-se constante-
mente o melhor sorlirartnto de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Uasinnas retas lisas.
Cassas pretas de Ua.
Cassas pretdS, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de .todas as qnalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com branco.
Merinos, cantos, bombazinas. qae 89
vendem mais bant i do que em ootra qual-
quer parte.
CACHR-NEZ A 65000.
No Bazar d Jav3o vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura laa, pelo bara-
to preco de 65000 cada nm
PEIIICNCHA EM CAMBRA1AS VICTORIAS, A 55.
65, 75 850 0.
Veode-se nm esplend lo soriimento de
fioissiraas cambraias victorias, por preco-
mais bar-itas do que em ontra qualquer
parte, iendo cada peca 10 jardas a 55. 65,
65500 e 75000, fioissiraas a 85500 ; toda.-,
estas carabraias valem muito mais dioheiro
e lijuidam-se por este prego em relicao a
nma grande compra qne se fez no Bazar
do PavSj.
BABADINH )S
No Bazar do Piv3o veude-se nm grande
sorumenlo domis fins babadinbos borda-
dos tapados e transuarentes, assim como
urna grande porcao de entr m ios largos e
estreitos, qoe para acabar se vende mnil"
em coma e mais barato do que em ontra
qoalqoer parte.
SEIINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavlo vmde-se um sortime- -
o completo dos niel res setins e grosde-
iapies de todas as cores, que se vendem
nuitii em coma.
Colchas braueis 3 32 'O, 3 jliOO e 75600.
Pa ,i o tazar do Pav3 < chegon om grande
sortimenio das melbores colchas metas,
sendo das memores e ..ais encordadas qoe
t'-'ii vindo 7500'), ditas nm pouco mais
baixa 3)500 e ditas 3520.; tamb'm-nu
ue-iun esiabeleconemo. se ven ie nm gran le
sortiment de detones e chitas propnas
pira colcnas que se vendem mnito emcoota.
Sedas de qaailrintns i i 230 ao covado
v'c.id .-> om elefante soriimento de sedas
de qoadrinho-, com lio I ssimas cn-s, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
i 15280 ca la covado; pechincha no
Bazar do Pavo.
CHALES DE RENDA.
Chales 2.uO >.
Chales 2000.
Chales 2000.
Veod -se nma grande porcia- de chales
uretos de reni) ou croch, seodo pretos
con 4 pontas, fazen 1a qae senpre se ven-
den 55001 e I i niid -se a 5 >oO cada um.
pecbQcba no B zar do ''avo, a ra da
wuiH.r.iti z n. 60
Ll\DlS BAREGES A 320 RS. O COVADO
No Buar do Pai vi-aJe -e o mais bo-
nito sort m-intd de fi n^simas bareges trans-
parentes c m as mus b mitas listas de core-
pro uias-para veti lo, e ii-ju dae a oatac
o covado por estarmos muito prximos da
Vendem-se. pecas le malapolSi francez'fe^, dit meadadas, fa-enda moito lu
nfe^tido, tendo i i metros cata peca a
352i: oecbincda no Bazar do PavSo,
i ra da Imperatnz o. 60.
DaMiSCjS PARA COLCHAS
No lia/.ar do P-v >, vende-se damas o
tnfe palmos de largan, p opcios para colmas,
pe! barato preco de 15280 cala covado.
dito, dito, com 8 pal ..os mmto fino a
4500'.', assim como muito b mitas colchas
de damasco de 1S que se vende na |ja do
Pavao roa da ImoeraT-t n. 60.
BETALHO DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
No Bazir do Pavo vende-ss porco d^
retaihos de c titas e cassas oretas sem li-
mite no preco : ra da Imperatriz n. 6 .
trosa e com li idas c6rs a 400 ris o covado,
pe to ch i a iua la I upiratriz n. 60.
LEXQOS DE ASSA DUZIA 350X
Vendeu-se lioi>siuos lencos de cassa
com de'icadis ce-ca raras, de cor s flxa.
j eraba bid t, sm lo pr -prio para borneo-
e senhoras iel baratissimo preco de 350 0
a do/.ia, no Bazar do Pavao a ra da Impe-
ra ti iz n. 60.
TOALHAS A 75500
No Bazar do Pvo fez-se urna grande
naura de toalnas alcoenoadas, proprias
para rosto, bistrate eucrpadas e grandes,
jue sempre se vanderam a (125000, e h-
juidam-se a 7'.500 a dazla-^ou a 60 r.
ada ama, boa pehiocha.
500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pavao, ra da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS no JAPAO A 15600 O COVADO.
Ctiegou um elegante soriimento de lin-
dissimas poupelinas Japonezas, com os
mais delicad >s gostos, tendo muito lustro
e com lisirinhas de seda, sendo esta nova
fazenda ouasi da largura da chita france-
sa e vende-se pelo barato.preco de 1560O
cada ovado, no Bazar do Palo.
as poupelinas no pavo a 25000, o COVAOO.
Cheg ra para o Bazar do Pav5o um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco de 25000
cada um covado, assim como ditas com
go.- tos escossezes a 25400, pecbiucba no
Bazrr do Pavo.
seoas a 25000
Ctregou un elefante sortimento do boni-
tas sedas de striohas, comas cores mais no
vas qua tem vin >o aa mercadoe veodem-se
a 25000 o covado, na roa da Imperairiz
Bazar do Pavao.
CRETONE FORTE A 25000 0 METRO
S 00 Bazar do Pavao.
Cnegou o vei dadeiro creton- francez pro-
prio para lencoes tendo 10 pa mos de lar-
gura, e moito encorpado, sendo ureciso ape-
nas para cada le col i */iOu 1 'i metros, alm
d'esti apidi :ao tambem esta larga e en-
corpada fa/.enda propriapara toalbas, saias,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
co de 25000 cada metro.
CASEM1RIS A 25B0OCADA COVlDO
No Bazar do Pavao vende-se um grande
oriim -mo de bonitas easemira> de uma -
cor, sendo asul, lirio, modada, sen 10 de
duas largura?, proprias para calcas, palitos,
e roonas para nvnino, e vendem si pelo
barato p-eco de 5500 o covado, roa da
Imperatriz n. 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vender delicadas lasiobas com -linV
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Razar do Pav&i.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito souimeotofle 6nis-
simas alpacs orancas lavradas imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile un
-.asamonlos uo Bazar do PavSo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 860 E 640 RS
Vende-se um grande sortimento de Ira-
das alpacas lavra tas de todas s cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BARF.GES DE QADRINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Veode-se as mais li idas eraoderaa la-
smtias <>u bar g-s de qoadrinhoS, proprio>
para vestidos, leudo qua-i largura de chita
trsnceza. e lqoida-se a 640 rs. o covado,
qo B >zar do Pav5o.
MERINOS DE CORES P.AIU VESTIDOS.
Vende-se bouitos meru.s ue urna so
cor com cores mnio procrios para vestid"
e roupas pa a Trancas por ser urna fazen-
da d* pura 13a e muito leve, vende-se a 15
o covado, oo Baardo Pa3o.
GLACS A lf$t>00 PARA VESTIDOS.
Vende-se nm eleg nte soriimento de-t'
nova fazenda d-nomi ada glacs sendo orna
fazenda de laa muio larga e com del ca-
'tissimis core, tendo tanto brilho como a
seda e veude-se pelo barato preco de 15
* covado, no Bwar do PavSo.
CASEVIIRAS A 75000
Veodem-se c rtes oe ca-emTa inglesa de
cores para calc muito mais di iheiro e liquida-se a 7500o
o corte de calca, no Bazar do Pavio a ra
da Imperatnz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES A 4(5, 5)5,65, 8)5, E 105000
Veude-se nisiiiuia camb atas suissas, d
moita pbantaaia tendo 9 varas a 85300 e
IO50O.. Ditas bixxi <>m 1 (j r las fazen-
da mnito Ana a 55, 65 75000. Ditas ti-
nissimas azuladrabas, qne v. lera muito mais
dmbeiro, aJe 405 '< : t das estas cam-
nraas, em relaoao a qualida ie, pelos pre-
cos acraa sa > mais baratas do que em on-
tra qualquer parle, no Bzr do Pdv5.
CAMBRAIA ALLEMA COM 8 PALMOS OE LAR-
GURA A 14600, U E Um).
Venie-se rtm.-siro. cambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largura, que fac
lita fazer-se i.ra vestido apenas cm 4
varas e li rai ia-se a 15600, 25 e 2#500 a
vara, faenda que vale muito mais dmbeiro.
E pechincha no Bazar do Pavio.
CAMBRUA TRANSPARENTE
Peca a 45"00
Vende-se muio finas pecas de cambraias
brancas transparentes, ten lo 8 \\i varas ca-
la peca e com om vara de largura a 45.
E pecbncba, no Bazar do Pava 1 -
A' ra da Imperatriz
n. 60.
A Nova Eiperaoca 4a qnaado 4e:ar lem-
tor a todo* geralmdt, acn spedaliiad^
Si constante iregaeiij|ne eHa vai recek(o,
lo mais quanliajrtWma-ie lemto eia que
1 parecen) mais dispostoa para suv;?ar as
fadigas passadas. Uto aproxima-e o tempo cha-
mad i a Testa ; ella apresss-se em mencionar o qoe
tan recebido ltimamente, pois como saber), os
sms olijectos primam sempre em gusto enerio-
rWade, assim pois os apreciadores do bom diri-
jan) se Nova Esperanca aflm de comprarem o
iwe-do melhor existe no mercado, como teja :
Modernos aderecos de tartaruga e madreperola.
Afumas para bordar em lia.
Lindas caixas de conro da Hns9ia proprias pa-
ra presentes, coniende tres irascos de erystal com
finos eatraetos.
Rois agulha can totas.
Um Ta.iadissimo sortimento de modernos ente-
les para veslrdo.
Espartilhosde mnilasrrnalidades.
Bonitas e elegantes carxas para costura.
Torcal de seda para crochet, de bonitas corea.
Lindissimas nonecas vestidas e despidas com que
e agrada porteramente aos menino'.
Delicados ramos de flores de laranja com t i|2
metro de coroprimento para regaco de vesiirlo de
noivas.
Bonitos vasos com banha com disticos de appe-
lidos brasileiros proprivj para pretestss.
Modernos pentes dourados para fenhorae.
Bons telescopios eom bonitos e inleressantes ear-
l5es de vistas.
Finas cadeias de cabellos e plaqu para relogios.
Finos sabonetes de areia para amaciar as raaos.
Boas meias de lia para hameus e senturas
Um grande sortimento de finas thesouras e ca-
ivetes de milita* qualiaac-es.
Bonitas meis de cores para horneo? e eenhoras.
f'omada alpaca.
F^ta pomada preparada eom tutano de unjo
pelo afamado fabricante Pieste & Labine, e real-
mente mnito boa, e um verdadeir antidoto para
as caspas,e existe smente ra Duqne de Caxias
n. 63, na Nova Esperanca.
Perfumaras
As melhores, e do mab eonheeido fabricanie,
tanto francei como inglez, estao postas yenda
na roa Duque de Caxias n. 63, na Nova upa-
ranea. ... ,
Extractos, banha, oleo, sabonetes, agoas do co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
todo deluperior qnalid?de : vende-se na Nova
Esperanca ra Deque de Caxias n. 63._______
'III'
N
Qoando a AGlA BRRNCA, mais precisa scfentificir to respei'.avel pngeO
geral, toa partionkr 1 sna bea freguerii, da hnmensidade de objectos ajteortt^JM
te tem recebido, justamentelqnando ella menos o pode fazer e porque essa falta w
lunaria lfc confie.* apera na benevolencia de todoa que Ib'a (tenderlo e rlvrfo
continuando portanto a dirigirra-se a bem conbecida leja da AGUTA BRANCA roa d*
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de wperioridaoTB e
qualidades, modicidade em precos e o seununce desmenttido AGrAD0B6INCfSBWU)B
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANC4 fW
dispr, empregado apezar de seos custos no desempenho de bem servir a aqaeUea qae *
bonram procurando prover-se em dita loja do que necessilam, entretanto em enaome
rar os objectos que por sua naturexa lo mais conhecidos ali, ella resumidamente mdi-
cari aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommenrhrreifl, 60B
bem seja
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de aetito e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados. '
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Laques oesse objeeto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o massar o .preten-
dente e Ibe presentar o qae poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Gnipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodlo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonqoinbas de fil, sapatinhos bordados enancas
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PEBFUMARIA
Grande constante sortimento de dita,
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos de arrw e fiMl '
Caixinhas com ditos aromatices.
Bomtos e modernos pentes dourados -pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderemos e brincos de madrepero
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balao.
Novos stereoscOpos com 48 vistaa, t
quaes san movidas por um macbinism
urnas substituem as outras.
Vistas para stereescopos.
Bonitas caixinhas de vtdro enfeitados co
pedras.
Ditas de madeira envernisada com viapo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo *
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprio
para enfeites de mesa e de lapmhas.
PCJ
CHEGARAMs
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma cas.
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vendo na roa da
Madre de Dos o. 2. armaiem de Joao Martina d
Rarm
0 COLLAR IE OliMl
I
N.3ARU4D0CAUa
O
g
a
cu
MACHINAS PARA
COSTURA.
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 2carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
cbiaas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposicao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfec3o
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sna perfeicao tal
como da melborcostureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos prelen
dentes.
Bazar do Pavao sit> a nii di lap^ritiz n. 60, esta' coustanterneute aborto
das 6 horas dimiaiii as 9 da mate.
oa aluga-se os armazen qne foram occapadi?
rom a (aorica de sabo e destiladlo do Sr. corooel
Franca, na roa da praia de Sania Hita-nova, o
quaes oflereeem proporcoes para bem se montar
ijualqner fabrica de gran le estabelecimento, com
a grande vantagem para embarque e desembar-
qn": a tratar com o coromeodad-r Tasso._____
GAL MA UE LIMA
Vende Joaqaim Jos Ramos :
Q. 8. andar
na roa da Crai
tervrjabraac e preta
DA
engarrafada por
. Bloodo Wolfe&C.^
espr.ctalm n*e iara o Brasil
NICAS AGENTtS EM PERNAMBUCO.
J. Jefenes )r C.
46^ Ra do (Jommerc'o 46.
Kap aman Ittilio
Paulo Cordeiro
Fabricado pelo mesmo processo como o
de Lisboa, e acha-se venr.a nos seguio-
tes depo ilos: ra da Cadeia n. 5, no
armazem o Novo Mando em frente a ru do
Vigano ns. 2 e 11, Rosario n. 38, Impj
ratriz n. 2.
8REU
Vende-se a U500 a arroba em barril: no ar-
maznm da bola amareIIa no oitao da secretaria da
polica.
DAS
FONTES
Hauterive & Celestins
V**ndp-se mais barato do, qoe em ootn
qualquer parte no armaiem' da ra do Vi-
] gaiio D. 11.
m
0
CO
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tndo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesara, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em ontra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objeeto
pertencente a esta arte.
unionii
A ARARA
ATTENCAO
Loureoco Pereira Mends Guimar3e?, participa a todos os seos devedore
tasto da praca como do mato, que estando Iqoidando suas casas commerciaes. o qua
deve fazer al o Gm do correte aono, por U*o roa a todos os seos devedores a vires
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seos devedores, qua
os que nao estiverem oa loja tem de payar todos os seus dbitos, provando isto se far
o abatimento que for DMSisu para a liquidacio de suas dividas, para isto poderlo di-
rigir-se ra da Imperatriz n. 72, loja da Arara,
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas,
a 500 rs. Cortes de brins de cores a
1500; cortes da angis para calcas a 1(5.
coi tes de easemira* preta para calcas a
3*500, 4, 50 e 6*000.
Caries e tiritas a 2:300.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
a2)50J. Ditos de cassa para vestidos a
6500.
Pechin-ha a 4fJOO0.
Vende-se pecas de algodo a 40, 50, 60
e 70OO.
Para liquidar a 30300.1
Peca* de madapmo com 12 jardas a
$500. Ditas 00, 60500, 70, 80 h 900 0.
LIQUIDACO.
Pecas dealguo siitio de listra proprio
para roupas oe e>cravos c m 42 jardas a
ti500 e covado loo rs. pra liquidar.
Guitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covaito.
Para acabar.
Vende-se pecas de c mbraias victoria, fi-
nas a 00, >03OO e 70000.
E' maito barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. a dazia.
Garulladas para jaieas a 50600.
Vende-so _cort o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonias barras a 60000.
C it ertas de cbita.
Veode-se a !0>Oi>, .titas diaa a 24500.
ditas encima las e adamascadas a 30500,
(bus forrada* 50000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de ustra ao lado para calcas a 400
rs. o covado.
Lencos orrteos a 20000 a dozia, para li-
quidar ; grande porc5o de mantas para
reatas a 200 rs. cada urna pa liquidar.
Cassas francezas a 280 m.
Vende *e cassas (rao a 281 e 320 rs. o covado,
Oiyandys le cores para vestidos a 400
e 8M) covado
Alpacas de cores para vestidos i 500 e
6t0 rs. o co*a<1o.
Laaeifibas para vestidos a 329, 400 e 520
rs. 9 covado.
BALOES OE ARCOS A 10000.
Vcda-st baiS^s de 15 a 30 arcos
e 105.'0 cada um. Cortes
papel a 2050o cada um,
Bramante de linbo e alg
II
de cassas em
para, liquidar.
Qo cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o meiro.
Pan'-o de linho a 760.
Veode-se bra nante de 10 palms de lar-
gura propri- para lences a 208oO o metro.
Lencas deoeda a .s0 ra.
Veode-se urna p..rc3o de lencos de ed
a 800 rs. cada om.
Cales de cassa a 10000.
Vende-se urna granoe porcao de ebale
de cassa a 10000 cada om, para liquidar.
Pusta a 360 rs.
Vende-se fusilo de cores para vestidos
a 360 rs o covado.
AlgodSo enfastado a 900 rs.
Vendi-se Uodao enfestado para lences
e toalnas a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 10OO o m-tro.
Chales de merini estampadas a 20600.
Vtmae se cnales de u>riu estampados
c6m barras a 0, 20500 e 3 pra cabaj
Grande porcao d rttalhos.
Vtndu-se grande porcia de re/alhos da
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A teata est na porta
Roupa feta encontrarlo
Por precinbo raz'vel
Todoa se enrom ario.
A SABEB :
Uqnidaci de napa f*a.
Vnde-SB pal iiots de nrinsinno de nube
proprio para andar em casa a 10500 ; di-
to- drt ganga a 20000 ; ditos de meia ea-
semira a 3jOOO ; ditos de alpaca de cor
a 30500 e 40'OO; ditos de panno fino
pre o a 60, 80 e 100000 ; ditos de case-
miras de -ores, a 60 e 80 hO ; coiletei
de cassioetas de.ceras, a l#*o0 5 dl.la8,e
brins .-le quadrinhosa l*0nO ; *"?
20500, S e 40000.
500 rs.; ditas
e q*
semiras de cores, a
Calcas azues pra escravos a
de algodosinho ds lisira a 8 K) rs.^ unas
de hrim par lo a 10600, .^ l*]
tas de dito branco de linbo a M-*10* ** >
dita- de casemins de cores i BfcJ* '0
e 80 00 ; camisas de cbto a Idwo ; ui-
tas de alodAMinhi. ^M*L0. *etr"
vmn por ser faz-nda for.e,a 10So diUs
de moso ina a 1^600 rs. P*ra liquidar
O proprietario di loja denominado Arara, decara ao respeitavel publico e t0
seos fwne** que est owcluindo sna liqoi icio. por iaw quena
rxias f^aendas por pouco tinheiro tenha a non la le de dlrigir-se
72, desde as 6 Doras da maohia as 9 0a noute.
roa da lmperairig n.

^-;



I


Diario.de Peraambuco Quarta fera 7 de Dezembro de
1870.
-T
aram as afamadas machinas de c ar
POLLACK SCHMIDT
Rna d<> Crespo n. 4.
As mais modernas e elegantes que lem apparecido al hoje E, com effeo nada
mais se pode exigir de urna machina de costura era quanto a trabjlho de agultia, tal
a variedade de costuras que fazem as de que se trata; por isso que se pode dizci
que a Silenciosa de Poltack Schmidt allinglo aos ltimos aperfeircoamentos!
A simplicidade de seu machinismo, a adherencia de suas pecas e belleza de que se
acham revestidas estas machinas.-s3o predicado-que por si as tornam recommendadas
mesmo dianle da apreciado a mais escrupuloso e exigente, cuj verdade se acha gra-
vada em bellos caracteres em todas as exposicoes onde as silenciosas leem sido vaD-
tajosamente premiadas.
Perto de 2,000 machinas teem sido vendidas na corte do imperio pelo seu nico
agento no Brasil no curto espaco de dous annos, e continuara a ser procuradas com
: roga-se, porianUj^ao respeitavel publico destabella capital, ecom es-
as vir ver a
para darem
Marco (ou-
pecialidade as familias que desejarrem possuir ama til e linda peca de
examinar, na casa cima indicada onde encontrado pcssoas habilitadas
odas as exp'icacoes, e se fazem todos os concertos na roa Primeiro de
tr'ora Crespo)
DOCES, FRUCT4S E
13Rna da Craz
DOCES SECCOS
CAJ'
LIMO
ABACAXI
LARANJA
CIDRA, ETC.
FRUCTAS
ABATJAXIS
SAPOTIS
UVAS
LARANJAS
MELES, ETC.

j

?? I?
NOVDADES
DO
7 Eua doQueimado 7
DE
HOREIRA 4 BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
ras, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurd de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id- m dem.
Ditas de crox, dem irfem.
Cortinados ricam-nte bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
- Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de ronpas feitas e de
ftofadooho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
lratide sortimento dan acreditadas e verdadeiras .
Esteiras da India
FLORES.
13.
FLORES
BOUyUETS
PARA NOIVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
fit
= II, ,1,' S=S
Encerados. I-ftflj
Telh; s de ferro galvanisado, de differentes tanjanhos, para cobi
Ferrt) Uso galvanisado para forrar embarcacte*.
Pregas galvanisados.
Cantura de Lisboa.
Dita st!cini8.
Dita marmore.
Taboas de marmorA de differentes grossiirs.
Ladrillios de marmore da differentes cores e tamanbos.
Ditos de pedra de Ansam, pretns o brancos.
TinmilOs de pedra fina de differentes tamaitos.
Pedas para lavatorios.
Taboas de louza.
Pias de louza para c >sinha.
ir casas.
CAFE PURGATIVO
A' 600 rs.
NA
da Boa-Visto,
DE
Paulo Giuma raes.
Flr
Nesle eslabelecimento .encontrar o freguez' todos
os das presuntos em fiambre, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qualidades, sec-
eos e em caldas, podios, o ludo quanto se possa de-
sejar no corfortavel um excellente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, e refrescando o estomago cora os
melhores vinhos do Rheno e Bordeaux ; xaropes de
todas as qualidades para capils ; sorvetes de todos
os fructos, com especialidade ras tereas-feiras, quin-
tas e sabbados o excellente sorvete de creme.
Tudo com muito asseio.
M&9
DEDUR
Nova loja de joias
RA DO|CARUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldauha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti- ^
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos- ^
sivel. F
A' ESCAMONEA
De BIN Barral
l*>.arnincentlco-c? fnico
A utilidadn tt purgantes nlo soffre demons-
ira ao alguma; a precripeo diaria que delies _
fazem os mdicos e o uso anda mais frequenle Gamlsinhas bordadas para senli ra a 500 rs.
feito pelo publico ao prova9 irrefragaveis lano Gohtaha* dtm dem a 440 e 500 rs.
romo a qnaniidade innnmeravel dest peero. S Mantas de van ja para senhera, proprias para b-
falit apereicoar cada vei mais o modo de admi- nll. a 800 rs.
nislracao, de maneira que conservando a "sua ac- Gh' as escuras e claras, n eovado de 180 a 360 rt.
Cao, elles possam ser lomados sem repugnancia Mussulin>* de cr, padroes novos, covado de 288
nem a-co e sobrando sem receio nem perigo. 440 r.
Muilos pnrgam<>s afamados s devem este bom ^s*s Amelia psra veMido, o covado a 500 rs.
xito ao seu efMw intenso e exeessivo. D'shi o Ditas, padrSes miudinho?, o covado dniOO e 508 r*.
perigo, porque rriacoes de estomago, nfiamma- Peas de alg >do, madapelao, ramhraias braneai:
cjCes de entranh.i- sao in<-vitavelmenie o resalta- vndese mais barato do que t m qualquer Oli-
do do sen empr.go. Nida disso tem-se de recear ,ra Parte-
com & caf purgativo. A' rna A* [mneratri? ti t
T-dosconneccn por experiencia o aroma sai-' imPerdlri7' n- 4.
Ugwramente tnico e excitante do junto a {ad. Ta IratICtZU.
o inellrr auxiliar dos purgantes dos ................i...n,,,_____. _____
ve e o eeito
caf tilo
quaes disfarca o ch< iro o sabor e ajada a accSo
siillicitanio vagarosamente os movimentos ppris-
tallicos de intestino, e prevenindo o sen elTeito
muito intenso s escamonea, facilita asevaruacoe- com promptido
e sem clicas, e torna so um purgaute Iranio,
certo, fcil a lomar e preferivel a todos os outros
salvo urna indicacao especial da qual o medico
o nico jaiz.
A niiocuidnrl? do caf purgativo permute de
emprega-lo cm todo es casos simples. Des[ier-
tno a atona do intestino e activando a secre-
(lo desle, deslre a dureza do veutre, as vento-
sidades, a3 flatuosidades e excita o appelite. Em-
pregado mais a miado, conveniente para eva-
cuar com vagar a bilis e os humores viscosos e
o faz diissa maneira desapparecer a enxaqueca,
as re9 de cabeca e prev os ataques de sangue
na9 possoas que a estes sao predi-pestas.
MODO DE EMPltEO.
E' lao simples como fcil. O cal purgativo
de ve ser tomado fri, puro oo misturado com um
pouco de leito fri a.-sucarado, ou agua assuca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para,'
um adulto ; dea* colhjres de caf baslam para
as sen&oras e para toda c qualqner pessoa que se!
pnr fcilmente.
ara as criaiiQas de 8 10 annos, a metade de
vidro sufflciecte ; de 5 a 8 annos, urna colher '.
de caf, e a quarta parte do vidro soieute abai-
xo desla idade contra a gosma.
E' per isso d'nma administracao muito mais
fcil do que os biicoutos, chocolates ou bolos,
mrgalivos.
Dase iramediatamenle depois le'te quente as
sucarado ou callo leve, c duas ou tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogara de
Bartholomeu 4 C. : roa larga do Rosario n. 34.
PAR 1 A FEST.i
NA LOJA
Paio
DE
Gima rfies
branco bluza,
Todas as joias serao garantidas onro de lei, pois os seos donos tendo em -
$&
fazendas que
vista so adquirir freguezia nao olvida rao, vender bom e por prec)s os mais !j
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de que ficar
sati8feito.
A' JlAO DE OUORRUA .DO CARUC N. 9 A
ATTENCAO
LigujOACO
Calcados.
S.mt09 Falca) & G. com armazem de fazendas
a ra do Mrquez de Olioda n. 45, tendo reeebido
pelo ultimo vapor procedecte da Europa 5X0 pa-
res de bolinas de bezerro e cordav > por sua conta
propria, e desejando dar lhes prompta sahida, re
sclvem vende las pelo mdico preijo de 7J o par ;
pre{o este que em parle alguma por elle se vende,
iaRa do Mrquez de Olinda-45.
Pechinca.
Borzeguins de cordav o e bezerro taxiados de
cobre a 4?, de pontos a Sf, fraocezos a 7f : na
raa Direita n. 64, loja de calcado.
I'alitnts de brim
3 4. 5, e 65000.
Ditos de alpaca branca de 3, a 4#.
Ditos de dita de cor, de 3 a 3iS00.
Calsas brancas de brim, de i a 8.
Golletes branco, de 2 a 3JJ500.
Grande sortimento de calsas de casimi-
ra preta e de cor, palilot9 de casimira
de lodas as cores, obras lodas cortadas
por um perito meslrc.
Na mesma l< ja se manda fazer obras
por medida e pnr men<*s O pnr eenlu
que em outro qualquer e-tabeleeinifnio,
pois para i>so acham-se munidos d'um
perito meslre e offlriaes.
A RA DA IMPI'IUTRIZ N. 48.
Junto a padaria fraoceza.
[
Jos Juaquim da Costa Maia, tem venda no seu a-mazem, sito no largo de
lelounnbo n..5, os objectos segointes, e que vende por precos mais commodos do
que em outra qualquer parte :
Oleo de inhaga.
Cooro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinho Rordeaux em caixas.
Feltro em peca para forrar embarcacBes.
Vende se o sobrado de um andar e sotao,
grande quintal, cnaos proprior., sito rna estreita
do Rosario n. 29: a tratar com o corretor Mace-
do, na praca do Gomm< rcio.
Attenpao
Vndese urna ou duas carro;as e ura ou dous
bois: na ra do Alecrim no primeiro portao Da-
mero 37.
A 1#0U0
Espanadores de palha os mais bem feito. possi
na prac.a da Independencia n, 39
O Razar d i Moda rec beu novo sot Omen-
to de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, assim como chapeosinbos, cas? borns, coques, camisinhas, etc, etc.
Continua sempre o grande e afamado sor-
timento de miadezas e perfumaras verda-
deiras, que Indo se vende por baratissimos
presos.
Dam-se amostras e manda-sc em casa das
Exmas. familias o que desejartm, ra do
Baro da Victoria, outr'ora Nova.
Vende se cinco apolices de divida publica geraf:
na rna do Duque de Caxias, loja de miadezas n.
55.
.\eis
Libras sterlinas
Vende-se no escriptorio de Joaquii Rodrigues
Tavares de Mello, lrgo do Corpo Santo a 17, f
andar.
H)o PREMIOS DA
6.
LISTA GERAL
175.
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 688, A BENEFICIO DA MATRIZ DE JABOATO, EXTRAHIDA EM 6 DE DEZEMBRO DE 1870.

4
t
5. PREMS. NS.
2 6< 245
11 47
M 48
32 57
33 59
43 60
48 64
'iO 65
56 66
60 68
63 73
70 74
79 78
81 81
84 83
85 86
90 88
91 90
97 96
98 99
100 306
5 9
11 11
14 12
90 26
33 *7
36 28
37 35
42 41
44 45
55 46
57 3
64 8
07 78
77 82
80 92
94
7 95
97 10* 66
212 64 405
15 M 7
22 8
28 1 11
M -- 26
30 29
31 32
W 36
6
10*
6*
20*
0*
6*
10*
6*
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
439
40
48
51
57
63
65
74
77
84
90
505
6
15
35
39
13
44
53
57
58
61
64
70
76
80
81
87
88
90
91
607
8
15
22
25
27
39
41
43
45
47
48
50
51
H
57

100*
6*
6*
660
61
73
78
80
86
87
94
700
1
3
5
11
12
14
15
18
31
28
30
41
53
57
68
70
74
77
79
90
92
95
813
JO
40*
6*
48
51
60
3
5
69
76
78
79
84
85
10*.
6*
891
901
4
8
9
18
19
22
25
26
34
37
47
48
49
50
61
67
73
79
80
81
96
97
109O
3
5
8
16
SI
28
83
40
42
43
48
50
52
13
55
0
I
63
70
75
6*
10*
6*
00*
6*
40*
6*
NS. PREMS.
1081 6*
87
90 -
91 -
.94
96 -
97 -
99 -
1101 _
3
13 -
16
17 -
19
22 _
23
26 -
38
41 -
43 -
49
60 _
63 .
4
66
70
72
75
78 -
5 _
86 -
92 -
93
95 _
96 -
1206
. 8 -
13 mi
33
36
37 .-
41 -
43
50 -r
>H -<
0 -
NS. PREMS.
1284
88
92
1302
4
5
13
14
22
24
28
29
35
37
44
55
58
64
67
6*
10*
6*
NS. PREMS.
40*
6*
70
77 _
79 _
84
88 _
89 -
92 -
95
1405
7
13
'32
25
37
tf
48
49
58
60
:e*
67
71
73
34
75
10*
6*
10*
6*
1176
79
80
81
82
88
93
1501
5
9
10
23
24
32
34
35
44-
47
48
49
51
61
64
66
67
77
79
87
88
94
1604
8
11
13
16
33
28
31
32
45
m
58
O
35
n
6*
40*
6*
20
6*
20*
6*

1677
79
85
86
87
88
93
94
1703
11
12
17
49
58
60
63
67
68
73
74
77
85
87
88
1804
6
32
34
40
41
60
25
80
87
1904
9
13
14
48
60
tt
54
55
m
80
81
6*
10*
6*
40*
6*
400*
6*
10*
6#
O*
6*
1988
93
94
97
3008
9
10
19
37
31
33
34
53
61
63
73
77
79
81
83
84
89
92
97
3105
11
20
21
39
39
40
48
50
51
54
57
60
65
71
73
17
m
3
85
90
U
6*
30*
6*
100*
6*
20*
*
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
2194 6* 236*3 6* 3571 6*
99 64 __ 78 mm
2201 65 80 __
3 70 85 -
6 10* 84 10* 86 __
7 6* 91 6* 92 ^
1J 93 2603 mm
14 98 4 .
1C 99 5 ^_
17 3400 10 _
19 6 11 10*
24 16 20 6*
32 . 17 21
38 19 26 _
30 41 33 dM
40 42 36 100*
41 47 42 6*
45 53 46
53 54 51 _
65 66 56
56 68 68 H
59 69 5:000* 72
60 70 6* 76
66 73 30* 81
70 80 6* 86
72 83 89
75 83 91 ---
70 87 95 10*
81 89 2704 6*
83 90 8
to 91 9
m 93 23
9 94 , 33 "~
90 97 37
97 H80 31 -r
3304 K 34
15. 16 37
18 i 32 39
23 ' 34 41
36 _^ 36 T 45
M , 43 40
SO ' 44 4
V 1 45 68 '
B3 K? 74
M 59 30* 78
m y 69 6* T-
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
2782
" 89
90
93
94
95
2802
14
20
21
25
29
35
36
39
40
42
63
65
73
77
93
99
2901
8
11
15
17
18
30
37
28
35
36
37
40
46
48
83
54
58
65
7
76
13
81
6*
2987
88
91
98
3007
14
15
17
20
21
23
29
33
36
37
42
56
59
60
62 .
65
6
67
69
73
n
77
78
83
86
3103
8
9
10
n
33
27
M
37
43
81
64
m
71
76
7
6*
10*
6*
908*
6*
10*
6*
3194
97
98
3200
6
10
16
II

26
28
34
42
43
56
59
63
67
70
71
75
76
83
87
88
99
3305
11
18

30
35
38
44
48
61
88.
88
67
88
78
76
1
84
85
88
6*
'
10*
6*
30*
?*
10*
6*
\


V
8
Diario de > Pernamburto r Quarla feira 7 de J^ezembro de 1870
*u_

UTTEEATRi
Bestprex e amar.
Quem pote ver-la sem qaeror amar-te?
Quem pode amar-te sem morrer de amores
A linda multur, qie eu lonco adora va
Qaeem aonhos btjiva tramando de am>r,
N3o vio meus amores descreo de raen canto..
Sorrio do mea pranlo com riso irdor.
Scismava ?Era lia mea bom pensamenlo,
O meo sentiraenicse eu lonco senta,
Meu anjo te guardaas nortes de insomno
Meu dot e 7 E sempre eu a va... No co seus encantos,
as brisas seus cantos jolgava escutar,
Na noiteeu fcwva seus negros cabellos
Seus oaos lio bellosno meigo luar.
Foi urna verligera de louca mirag'-m,
Formosa paisagem de amor que sonhei,
A fl >r que ra mdei-ltie queima a de beijos
Mnrchou de desejos de um seio que eu sii.
Mulher! Nlo ras do dardo do triste,
Porque nao cospiste na pobre da fbr ?. .
Mai> fondo dlsprez > mostrar-mo quizsste
Ludibrio (izeste de mim, deste amor.
Embora Nio pos*n dexar de adorar-te.
Quem poie escaparte? Quem pode esquerer-te ?
Desprexos nao matara... amores t) santos
So posso meas praatos p'ra .-cmpre esconder-ic.
Sim f Desprxa me! Minh'alma te implora
Ver3 n'Si'Qora qse chama de amor I
Pois cada tormealo que soffre minh'alma
K mais urna palma da c'ra da dor.
MonteiroNovembro.
DriivM. di; Menezes.
Es?e crtma foi a mofla de Apero javali I deshumano e ao mesnw tempo exprobara-1 meiga, divina, trata-me tema, to bem qae
H. feulalia.
I
Sublime a relilo do Christo, que a
ios se ostenta com a magestade do Deus,
iae a instiioio. Quem pode contemplar as
suas imgoiUcencias sem se detxar arrebatar
de amor e admiracao por ella ? Oh tudo
a ii .ncomparavel ; tudo ahi divino.
Se vos viris para o seu fundador, Qcais-
absorto e exttico; se attendeis para os
..eus sabios preceitos, pasm us; se contem-
plis os prodigios, que ella tem operado,
e observis a sua marcha, o seu eslabeie-
cimento na trra, a despeito aos homons.
encheis vos de confuio e se vos perturba
a razo Tal a religio. que, sondo obser-
- ad.i na trra, faria della um paraizo, no
pensar de Bernardin de Saint-Pierre Tal
e a religio chrisia !
Religio de bondade, ella um balsamo
para as dores d'alma ; religio de amor,
ella um encanto, urna volupii para o co-
rdelo ; relilo de sabedoria, ella um
conforto para o espirito ; cheia de grandeza,
a consolarlo dos pobres ; enlhusiasta da
umildade, a ruina dos grandes. Su-
blime religio I ludo a proclama assim.
Pois bem, sdenies de que entre as mais
briloaotea e luminosas provas de grandeza
d sanlidaiie, qms esta religio pode invocar,
esto esses hroes da virlude, quem ella
aureola com a bemaventoranca eterna e bap-
lisa c m o norae de santos ; conscientes de
'ue, espondo e vulgarisandu a vida desses
ciitcj bemaveulurados, ihesouros de todas
ja vil-ludes diristas, se serve modesta,
verdadt, mas i luiente, a essa religio, por
isso wukh eiii breves traaos narrar a vid *
de um desuse*" 'files, que o martyrio sant.-
cou C a igr'ja venera.
II
A 17 de setembro do anno 284 foi Dio-
eieciano proclamado imperador..
Ominosa fui a sua tlevago ao imperio.
porque a sua estra foi um crime.
fatal
Diocletiaiio, que depois de a'guns annos
de poi}er creou Cezares a Constancio e (a-
lorias cedeu as instancias deste nltimo, que
llio pedir para perseguir os chrisiios.
E a perseguido foi urna realidade dentro
em pooco.
Diocleciano ftz baixar enlSo om decreto,
que era a anniqVilafjSo dos christos ; assim
parecia-lhe Chateaubriand dixnos que o
decreto cu sua substancia era o seguinte :
Asigrejis se;o destruidas e os Itvros"
santos uueimadns ;'os chiistoj serao priva-
dos de todas as honras, do todas as'digni-
'iades. e coderc nados ao supplicio sem
distincffa de chs>o, nem de posioo ; e'le>
poderSo ser perseguidos peranle os iribu-
naes e nao podero perseguir ninguem.
nem mesmo por crime de roubo, reparado
de injurias ou do adulterio ; os libertos tor-
nar-se lio de novo escravos.
Era querer destruir, muito teora anda, a
arrece, que Deus regara com o sangue de
seu amado filho. destinando-a para cobrir
com sua sombra benelia a misera humani-
dad* at a consummago dos seclos. In
tuito muito vasto par quem acabos por
morrer de fome, fim csse muito triste para
quem se fez tratar por vossa elernidade.
Taes exemplos tba froquentes na historia I
C.mo reinado de DiO'leciano ioaugurou
se para a igrej a era famosa chamada dos
Marlyrcs.
Fot ontoque militares de individuos de-
ram a ida pelo R-demptor.
Foi cnt3o que da flor do sangue dos msr-
lyres desprendeu-se um perfume exquisito,
que reuni em torno rosa .10 christianis-
mu innu eras dessas abelhas, que anda van
cta de flor p ra o mel da felicidade
eterna.
Pois bom, Eulalia foi um desses entes fe-
l7.es ; foi urna dessas abalhas, agrupadas
era lorno i rosa do chrislianisrao.
III
Natural de Hugiista Amerita ('boje Merida)
na E.-iremadura, Eulalia descenda de uuaa
familia nobra da Hespanha e fra educada
na religio do Crucificado.
Votando poriulole ao mundo um certo
desprezo, que a fazia viver longo da seos
prazeres, e dando expnsio a sua alma bea-j
tfica e piedosa, ella fora sorprendida pelo
cruel decreto do imperador, ha pouco raen
llie a impiedadp
unica \erda
Golgolua.
Daciaoo iettoa p*
ras con vene-la na
prefnu as ameatjas ; mas (ojo in>
pcrqae liciosa e soberamente seductora, daverdsde,
nao se deixou itMir pelos falsos esplendores
impoieniei ameaeas. j
ulilia, i ois, inlexivel o agitada por um
.jnovimiito lilamente exprossivo, lancou por
i^rra o idl, que se actiava na sala do tri-
bunal para receber as adoraces dos que ahi
se deelarassom inimigos do tullo novo. Eu-
lalia quiz signiear por esse seu ultimo acto
a indestructibilidade de suas crencas diaote
da fragilidade do culto pago.
Furinsamente irritado Daciano entregra-a
aos carrascos, que lizerara na soffier mil
tormentos, ii rasgando-he as costas com
unhas de ferro, ja applicandolhe tochas ar-
dentes sobre o peito e sobre as ilhargas.
Requinte de barbaridade I
No entretanto Eulalia tudo soffreu sem
soltar um ai, sem desprender ara gemido.
Nunca a dor so vio em presenta de tanto
estoicismo!
A providencia, como que para ludihriar
das violencias humanas, conservara a vMa
Jbil virgen, qoe so por occasio de um
oulro supplicio, em que lam;aram-na dentro
de urna fogueira, foi que, se Ihe tendoattia-
do o fugo nos cabellos, exhalou a vida n
roeio da fo:nar!, que a suffocava.
Era esse espectculo, bpezar de lgubre,
ra ge'stoso, porque se entrevira nalle o dedo
da Divindado. Era por isso que por cada
raarlyr, que desapparecia, sorgiam muilos
confessores da religio perseguida.
O corpo da virara raarlyr Qcin oo fo
ruin, onde foi coberlp pela nev, digno
sudario para urna virgm, que o mereca
to candido como sita alma. Os christos
derara- he sepultura.
No mismo lugar, em que sfffera Eulalia
o martyrio, foi ao depois levantada tima
igreja, em que foram guardadas as suas re-
bomas, que ainda ahi se acbavara no IV se-
clo, como refere Aurelio Prudencio.
San'a, essa virara delicada e tenra, que
lano soffreu na ierra, foi encontrar no ceo
o parai/o ; e a palma do martyrio sempre
to gra-
cionado. Enlo accendeu-se em seu cora- vrdejante, lem para ella perfumes
cao om ul fevor de indignacio contra essa 'os. como as alegras do co.
to deshumana medida, qoe fazia oe certo i Feliz do que segu essa religio sublime.
pasmar em orn* joven de doze annos. Mas a piedade e o amcr de Deus amadurecem o' beraaventuranca eterna, que troca o pranlo
espiriio e fortifican o coraco ; por isso j dos desgranados pelos sornsos da ventura e
que os actos, que a vida au.-fera e exemplar I fo* brotar dos espinaos da dr as fhres da
tes, quem i
ite Kalalia d>'sdizem de sua idade, mas nao
de seu espiito e de seu coracio,
Eulalia, a ranina, com as suas frvidas
palvras c arden'e indignaco pareca des
manlelar o edificio da injuslica do tyranno
Sua rcSi recejando o mal, que tanta exalta-
cao podera fazer cahir sobre ella (ternuras
de mi I) ntiriu-se levando-a, para o cam-
po, onde julgava poder conserva-la a co-
erio das vista dos perseguidores.
E grande foi a alegra dessa mi extre-
mosa, que envin ento do meio da paz do
camoo, as azas do perfume das flores, urna
pre:e ferv rosa ao sen Deus, que era tam-
ben o de sua filha.
Cbogara a noule c a esperanza ainda ha
bilava o corsco dessa mi terna ; mas a
n^mperdo da, qnando ludo pareca sorrir
e cantar, ella chorou e orvalhou as flores
com suas lag iinas ; porque a es pe ranea ti
nha fgido do seu coraco. Foi quando
elh den por falla de sua filha.
Eulalia hava fgido de casa durante <
nottte para Augusta Emrita. Fra a pre-
dectiuaeo que Ihe guiara o; pissos.
Cnegando cidade, dirigira-se logo ao
tribunal dos christos, onde acabava en
ir.sr o juiz Daciano ; apodara em presenta
deste o decMo do imperador de injusto e
;raca diina.
Recife, 30 de maio de 1870.
Jos V. Metra de Vasconcelos
POLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PftlAIWP
ScsiMARio. Diflkulludes de rscwer. Meio de
hrar-se deltas Um pnsseio Otinda. Bxitti
r o nmrf O P'itei d* 9. Prdro. -Como WISf
o amor.Atante ogm speranza.O bnille do
Club.Origtn e fins dns baittes. Vanas toitle
tes.Espirito de bmlle Um glulao Um a
dadao britannice A incgnita do trem de Olin
da. Umdesmaio e seus e/feilos..O dia 2 de
dezembro.A primeira pedra do puco di assem-
bla. Q espectculo de galla do Pavilho Sant"
Isabel.Jugar cum fuego. Ainda a incgnita
do trem de Olindu.A estra da contralto das
zarzucLs.O que mais direif
Greio sinceramente que nao ha cotm mais dilTi
cl do que comecar e*crver um artigo qualqaer,
e especialmente um fulbeiim.
Anda a gente n'uma roda viva em cata da pri-
meira palavra, e nisif perde pelo menos 20 ir inu-
ios, que sao outros lanl aRuilhoas, que ^e enera-
vara no peito e cansara anciedade, desassocego e
um tedio crudelissime.
Depois de pasear por grandes torturas, perde a
jeeote a tramontana e agarra-se qqal outro au
frago primeira pjlh nha que o ocano encpela-
do do vocabulario humano Ihe atira face, e eis u
folhetirn come^ado.
E' isso o que me snecede actualmente. Betn
rigorosamente perplexo. sem saber p >r onde come-
rar. J sao pas estrilo, e nada me occorre t
Que manyrio, meu Deas I
Faco urna pama
f
r
Irra I nada, nada de novo, e entretanto l se vo
mais 10 minutos cin^umidos em esmerilhar todo
as cantinhos do cerebro para ver se descubro urna
idea I
E nada, tanto* Dios I
Pois bem, vou fazer o que tofos fazem em seme-
jantes apuros; e.......mos obra e corra a
penna no papel.
AtttndUe et videtti!

Na forma do mea Inuvavel costme (deixem pas-
sar o vituperio) fui a Olinda no da 30 de novem-
bro.
No dia 30? pergnntar-me-hao; ento foi
antes do ultimo f Ihetirat
Sim, esiimadisgima leitora, foi antes. Ma*
convm notarqnen isoanenhuma mepbislophelica
creatnra qae pode gravar no jirnal do dia o qoe
escreve. Nao, mi nha leitora, escrevo de vesper,
e s assim a typographia aceita os meas escrip-
tos.
Fai, pois, i Olinda s 6 e I/I horas da urde do
da 30 de novembro, e par Vombre de Dante to
me arrependo de o ter feto.
Era noite de loar, e < 'linda e agradavel nos
lempos em qae a princesa da noite dardeja sobre
a hnmilde habitacao da Ierra teas plidos e pra-
teados raioa.
Quando ali chegaei. depois de ama triste meia
hora de viagern na linca frrea, entre meia duzi
de accerrimos fumadores, lenti am bem estar
inexprimivel.
.2!'^. m& *"* tm "Bto particulares
S^^. Ali patwi romba infancia, e e sempre
Urna brisa freeca e a*Moa aoprava domar e
mistnrava oj gratos aroma* do ocano com os per-
fumes que (exhalarais da torra.
Camiuhei ao acasj, pagando revista em ontom
de marcha lodos os meus das felizes de oulr'ora
e eiiibilanda-me nos doces sonh.s de ura amor
porque ha tanto lempo suspiro e que j larda
brotar dos seios de minh i aloia.
Rxistiri realmente o amor?
Tantos o tem afflrmado que eu chogo duvidar
ie mim mesmo, e qaero persuadir-me que uo
ivnhj eoracio.
Mas, nao; deve existir esse precioso e consci-
enciusn sentimento. porque elle nas:a do bello e
o bello existe desde que n mundo mundo. Por
oulro lado eu amto que ha em mim esse orgo
>iue se dgu o pietico nomo de coradlo. Portanh>,
ao qu provm que eu nunca lenha amado? Hcc
opus hic labor est I
Nao sei, nao >m ; e pois viremis folba.
Dizia eu que eslava em Olinda. Eslava real
mente, e, embalado nos meas sonhos e nos meus
doces recuerdos, fui, sem saber como, at o paleo
de.8. Pedr>, passando pela S e pateo do Carino.
E' ali principalmente que sente-se pulsar 0. co-
raco de Olipila. V-se grupos de moQis e de ra-
PdZes alegremente con>ersando, rindo e brincan-
do; e o lii'.r -obre a relva froaeae macla daquelle
ovo boulevird fifi generis tom um quer que seja
ie encantador que arrebata e extasa.
Seniet-ma naquella odorante relva o pui-me
meditar, nao na immortalilale d'alma, que cousa
muito complicad.i, mas na penca duraban dos pra
zeres da vida e na volubilidade dessa senbora do
t" m Eslava inteiramente absorto nessas raeditagoes
qoe aoodem ao espirito as horas da melancola,
quando ouvi urna conversa que me despertou a
atlenc,o.
Olhei em torno de mim e vi diversos grupos de
rapazes queconyersavara e quesera duviJa linham
sido pira ali guiados pelo mesmo destino que ma
condnzio.
D,zi.a-se num dos grupos ;
Est hoje aqui a furmosa sultana de S. Loa-
rengo.
Ah sei, aquella espirituosa deidade que foi
compblar a edacacao na Europa?
Sim, ella me9ma; e, caspite, cada vez fica
mais interessante.
N'oo'ro grupo :
Eolio qne dizem voces daquella nova sylphi-
de que se atircu boje pela primeira vez ao emba-
le das ondas ?
Suberba I heim, nao achas?
Maravilbosa I Que rosto divino I que formas
sobrehumanas I que pesinho de mosca I
N'oniro grupo:
O qne dir amanhaa SibidsT
AquHIo um grulba inspido.
Heim ? aquillo comigo I Caranbi, preste
mos atteogo, disse en.
Mas, nada mais ouvi, porque nesse momento
chuviscou um pouqmto eos diletantes do boulevard
olindense dispenaram-se.
Eram 9 horas* desci para o Varadouro para
tom r o trem das 9 e i/i.
Quando a locomotiva api ton pela primeira vez,
pux o p no estribo de um carro e galguei a pla-
ta-forma. Tres mnalos depoia entraram no mes-
mo carro varias mogas.
Entrei e senlei-me por minha vez e ao aca-
so. Em frente i mim c do lado opposto eslava
urna anglica creatnra. Era urna menina de un*
18 annos no mximo, alva, de olhos e cabellos
castanhoa, lab os ruhros e tez assetmada. Trajava
vestido branco de casta tlni-sima, tendo urna so
hresaia e pouf de seda negra e um cinto e laca)
rr de rosa. Na cabeca tiofaa um chaposinhn
moderno branco cora um loogo v que i neglto
envolvia-iheo-cailln de cysne.
Senti ama commogio violentUsima. O cora?ao
Canto da rosa.
(fragmento).
i Misael da Silreira Amaral.
Eu son de Deus a meiga filha, que d
ventura e amor trra ; santa harmona dos
arijos, que na tena echoou por vontade do
Senhor.
Tudo por mim respira amor nessa Ierra,
em que es'.ou. Amara me as brisas fjr. pra-
do, como Torqua o a Laura amou. Cuco
os b'ijos solufarem ; sinlo as faces me co-
raren ; tenno o peito a palpitar ; tudo pa
rece sentir o grande, mgico inflnxo desse
ambiente sublime, que do co parece vir. '
O sol, sullo oamorado, l nga-me arden-
tes olhares ; tenho dos sylphos boqmnhas,
que qtiasi fazem malar. A la dame sau-
dades ; brincara comigo as estrellas; enche-
rae a noiie de orvalho.
Assim passo, pois, (coitada !) a vida, ten-
do do sol os olhares, dos sylphos golosos
beijos em seus iravessos Wgares. A la
quer-me seos bens; as estrellas lindas e
bellas dizem que sou sua irma e a m ile
dilalou-se-me no peito, a vista turvou-se-me du-
raute alguns segn los e urna fehei lade indizivel
apedorou-se de minh'alma.
- Desla vez, disse eu com os meus boioes,
creio que vou amar, porque, so estes sntomas nao
o indicio seguro do amor, ento nao lia verdade
as cartas d> baralho do peito.
E nao mais lirei os olhos dos da minha formosa
catnpauheira. Nao vi o trem partir, nao me aper-
cebi do tempo de duracao da viagum e nem lao
p meo obserrei o que mais se pas-ou. Enlevei-me
iiiteiramimte ante aquella apparigo divina, e senti
urna dr profunda quando vi-a levaotar-se e sair
do trem.
Trabamos chegado ao Recife, e eu s live cons-
ciencia disso otundo ella so ergueu I
Sihimos. Eu quizsejui-la, mas tive medo. O
amor de ve ser medroso.
Vim para casa triste e feliz. Creio que o amor
produz esse effeito, ao passo que no3 torna felizes,
onche-nos de angustias.
Nao dorm nem tive repouso lodo o resto da
noite, e, j ao alvorecer, persuadi-me de qae o
acaso me soccorreria outra vez, oorao me favore-
cer na vespera.
O amor creio que tambem tem dessas confian-
gasc-'gas e esperancas engaadora?.
Nessa ojeasio nao me occorreu a celebrrima
(tirase do Dante: Lisciate ogni speranza, ele.
No dia i.* de d>zembro teve lugar-nos sales do
extracto Club Pe-namburano o grana baile offe-
recido pela sociedade patritica Doze de Setembro,
em nome do povo de Pernambuco, ao eximio ge-
neral bario do S. Borja ; e nes>a occasio foi-Ihe
eutregue a cora de Inuros que a raesma socieda
do promoveu par subscripgo popular netta ci-
dade.
Na historia de lodos os povos, desde o seu co-
ra ego em iribus erranles, flguram sempre as
dansas.
A origem das dansas perde-se na noite dos tem-
pos. Eu creio que a dansa contempornea do
paraso terreal e que AdSo foi o pnmairo dansa-
dor do seu tempo.
l'ra baile nSo mais do que urna reunan de
pessoas rae 9a entregan aos prazeres da dansa.
A orgera do baile nao vetusta, encontra-se-a
na Franga, na civilisada cabega da Europa.
O primeiro baile qae houve no mundo foi o qae
se dea em Amiens no anno de I3S5 para festejar
o consorcio de Carlos VI cora Isabel da Baviera.
O segundo baile leve lagarera 1397 em S Kai-
ceau, no palacio da ramfia Blanche, para solemnisar
o restabelecimento do mesmo principe Carlos da
sua enfermidaiie mental.
Nis lempos dn galante Henrique IV e mesmo do
inspido 4>uiz XIII, os bailes adqaerirara norteada
e foram o melbor passa tempo do* dtlgos.
Mas foi smente depois de 1713 que o baile ge-
neralisou-se, derramasdo-se por tola parte e pe-
netrando nca salde* burguezes e al as chou-
panas das camponios em das de noivalo.
V-se pois que esse inocente brinqnedo, que se
chama baile, desde o seu coraeco, teve sempre por
flin oom memorar algum nota vel aeonteeimento.
Os bailes de Catharina de Mediis, que no fun-
do eram destinados a encubrir os vestigios, de seus
desra indos, abafar as qu-ixas das anas victimas e
suppiaatar grito da sua conseiencia, appirente-
mente tinhara por lira festejar glorias eortezaes e
celebrar ai-ontecirasotos grandiosos de toda a or-
dem.
Os celebres bailes chamados das victimas, que
tiveram lugar depois do noce thennidor, o onde w
era permittido o ingresso aos patentes dos guilho-
tioados pela revolugao franceza, umbem tiveram
por airo celebrar o desejado restabelecimento da
monarchia. Eram ai premiisas do antigo estado
de coasas da Franga.
fikn fim, aa dalia, em Roma, oa Atlemanha, em
nha mi.
nuiiiaSH^HHtem
ihqsemprp "as ^ttalas o
ame. o me
itureza sorri me.
nutras vaidosa; mas
vi v, JbUhHH* MBlt)-
al fama nfogosa ? a vaidade,
como uaijreraie, entrn aobtil erameu ca-
lis ;, as Rn depreisa a i mofran.
Dizem twdos qm sou eu das flatos bellas
rainha. Mas ah que grande inju'sti?a! Son
dellas sometlte irma; pnrque, como eu,
todas as flores do Deus eterno o lilhas.
Amim-me as vrgons risonhas, se tar-
ilinha me ciatemplara em bello, floren jar-
i.ra; se pula manbia, que surge, meu doce
perfuma aspirara, bem depressa se embria-
gara doai^is suave langor.
Virgens puras." meigas, tercas, eu son
urna aria de amor.
As lindas aves d'o co, qne lodo o espaco
pevoam, fallan de mim com ternura: diz-
m'o a aragem, que murmura, passando ve-
loz, ligein.
Lindo lenbyro, que protestas em leus
beijos, do?, por mim arderes de amor ;
porque me engaas cruel ?
Lindo ftio da aurora, predilecto das
flores, porque me s infiel ?
por ti que sinlo no peito a mais arden-
le paixo; lindo zephyro feiticeiro, tu qne
s muito in instante, porque tratas de vo-
luvel a toa sincera amanto ?
Acre litas, zephyro amado, em todas
essis calumnias, que contra mim se 'e-
vaota ?
Do paraizo ave formosa, primor da natu-
reza, beija-fior namorado, vos sylphos
alados, porque com furtivos beijos me ex
pandes, sempre inclementes, a temerarios
juizos ?
Fallan por ahi, eu tem sei, do meo re-
calo e pudor. Diffamara-me as lnrjnas ms
de cenas oceultas rivaas, que assim preten-
den vingar-se de quem dolas terna
amiga.
Vivo, pois, brisas fagueiras, um agro-doce
viver ; ao passo que em tneu semblante s
se retrata o prazer.
Amam-me e insnltam-me, agradam-ni e
ferem-me. Nio se faz isto com as flores.
Mas oh que o soffnmenlo para as flores
Umbem. Por cada beijo do zephyro tenho
urna harpoada de abelha ; por cada gotla
deor'aho tenho nraa rajada de vento.
Amo, mas amar martyrio ; amo com
ardor e constancia, mas me chaman todos
voluvel. Oh de que rae serve esta vida,
do que me serve este amor!
P. de F. 23 de dezcnbro do 1869.
Jos V. Meira de Vasconrellos.
CARTA QUE OS CHRISTOS DE LE0 (lYON) Dl-
RtfinM S IGREMS D'ASIA NO ANNO POUCO
MAIS 01' MENOS OE 177 ().
(Trad. de krmoiry).
Deus jultfou-nos dgaos de srffrer por
sua gloria. Presos juntamente com o nosso
santo bispo Pothin. fomos todos condemna-
dos e dez s mente tiveram a fraqneza de
resgaiar alguns das de vida, renunciando a
sua f. O veneravel Pothin de idade de
um seculo foi conduzido por soldados
barra do tribunal. Acabrtinhado de enfer-
midades, elle s pareca conservar a vida
para exhala-la em gloria do Salvador. In
terrogado sobre o que era o Daus dos
christos, respondeu ao juiz com magesta-
() Esta carta urna pega importanlissima,
que muito se recommenda, j pelo estylo
simples, sem deixar de ser elegante, dos
pnm -iros christos, j pelo conhecimento
qne nos d. da coragera sublime o desinte-
ressada daquelles, que lo heroicamente
sellaran com seu sangue a mais pro osa
das crencasa do Redemptor da rtumani-
dade.
(O trad.)
de : Faie-te digno de oconbecer. cessan-
do de ullraja-lo.
ejAJ^lMpg'WBtlzeram ompallide-
' i iioptiUa. qua nos rodeia-
flHp(ima raalilha de caes
esfairaados, sobre o pastor de Lean. Elle
liosamente allraudo e arrasiado pe-
^Hus at a priso, onde deviamos espe-
rar pela hoi do wHncio. Doos dias de-
pois. ahi expirou de abatimehto e inanigo
no fundo de om ergastulo, onde nao podia
estar em p, nem deitado.
Entre o que soffroram o mais terrivel
supplicio, devemoj citar os diconos Saoctus
o Alalo o Tredphyo Maturos, um inajicebo,
chamado Pont'cus", e Btandina, escrava ape
nas adolescente, cojos soffrimentos teriam
feilo chorar a estatuas de pedra. Era para
crer que urna lao frgil creatura tivesse
forfa bastante para sustentar ?ua f ? os
bem depressa presenciamos o que nao es
peravam s. Esta escrava heroica, maravi-
Ihoso exemplo offeresid) aos mais ardentes
confessores do Cirisio, devia fazer es reme-
cer os carrascos. Havia nella urna especie
de repouso ou s rano dos sentidos, que a
fazia oppr a todos os nltraies e torturas
estas nicas palavras: < Eu sou chrisia ;
nenhom mal existe entre nos!
No dia ttxario para a execuco, os marly-
res foram conduzidus ao circo. Snelos
mal se podia sustentar, pois j bavia solri-
do o supplicio do fugo. Laminas de cobre
ardente, applicad's sobre as ilhargas, Ibe
haviam feto terriveis chagas. Os outros
segu'am-no maravilhados. Segundo o oso
dos Romanos, os condemnados foram a?oi
lados antes de se era lanrados s feras.
As jaulas se abriram. Os leSes, os li-
grea, os leopardos, os lotiros selvagens sal-
taran repentinamente t.o meio do circa em
urna horrivel confuso. Santus, Alalo e
Maturas foram despedacados vivos sem dar
um gemido ou grito de dr; Ponticus e
Blandina, porm, foram nesse dia milagro-
samente poupidos pelas feras. Os lees
paravam dianto delles como as fauces es-
cancaradas ; os tigres Ihes deitavam aos
ps.
Um celebre medico grego, chamado Ale-
xandro, presenciando esta nuravilha e nao
podendo mais refrear o seu enlhusiasmo,
levantotise repentinamente nu meio do po-
vo enfurecido e disse: S ha um Deus,
capaz de inspirar to grande sangue fro
diante da ma s horrivel das mortes Roma-
nos e gaulezes, vos excedis era ferocidade
as proprias feras enraivecidas! Gloria ao
Deus dos christos : eu tambora sou chris-
to I
Aos leoes Alexandre aos lees!
grita unisona a multido e mil bracos o pre-
cipiam na arena ensar.guentada.
Os gladiadores acabaran de matar es-
pada os martyres, que respiravam ainda.
Ponticos e Bandina foram de novo reco-
lados priso para o espectculo do dia
seguinte.
Leo inteira correu s grades do circo
para contemplar essas creaiura3, qne um
raysterioso poder tinha preservado da vora-
cidade das feras. Vendo Blandina to bel
la, 15) modesta e tranquilla, o povo teve
um assomo de piedade : Jura pelos deu-
ses de Roma, gritam-lbe de todas as partes
jura que nao s mais chrisia e nao morre-
ras
A virgen ergueu as raaos para o co,
como para invocar a protecgo divina, e,
cruzando-as ao aepois sobre o ptito, res-
pondeu : t En sou christla!
Enlo as vociferarles populares augmen
tarara; como o brarair de urna tempestade ;
os soldados a um aceno do procnsul ar-
rastrara Ponticus o Blandina para o meio
d i circo.
No meio da arena via*96 urna trpode de
bronze, d'one se ergua aos ares urna nu
vera de incens. Urna cassoula cheia de
perfumes foi apresentada aos dous mar-
ivrt-s.
todos os paites, os ba les foram sempre e conti-
nuam ser dades era honra da aigaem ou para
festejar gran les aconteetmentos.
Entre nos em geral assim acontece, e nenhum
baile se d sera um motivo elievado e justo.

Houve esse elevado e justo motivo para o qne
teve lugar nos sal5es do Club : foi a volt aos la-
res patrios de um prestimoso cidadao que de espa-
da em punhoc m.i'iistou imarcessiveis louros para
o seu paiz n'uma gterra terrivel de cinco annos,
ehvanJo ssim o nome pernambunno urna al-
tura hrilhant*.
Esse baile f.ii explendido, quer pela concurren-
cia, quer pela liar nona, graciosidad^e trato ame-
no de todos os seus convivas, quer ilnalinente pela
delicadeza, profusao e riqueza do servigo, e gosl >
apurado dos a tornos dos saldes.
Cerca de 300 eavalheros e 37 senhoras enche-
ram os saloes, e a dansa correu aoimadissima das
10 e 1|2 horas da noite al s 3 no/U di manhaa
do dia seguinte.
Houverara toilleles lindsimas, custosas joias o
sedas, e, mais do qua ludo, muita gragu e muito
espirita, que sao a alegra dessas fastas.
Entre nutras toilleles cilarei as seguintes :
ra vestid o de selim cor de palha ataviado com
rendas de Inglaterra, elegantemente irajado por
urna senhora morena. As jotas eram de brilhante?.
Um rico vestido de tulle branca, enfeiado de
rendas, cheio de arregaces f >rmauJo ponf, com
>b-saia de seda branea, Esse vestido era moder-
nissimn. As pintas dianteiras da obre-saia que
formava pouff eram anegaeadas e forradas de
seda. Os seus enfeites, alera "das rendas, consis-
tan! em flores escarales. Era elle (rajado por
urna Jinda senhora morena, que ostenlava ricas
joias de brilhantes.
Um vestido de gorgaro de seda cor de rosa,
com sobre saia de fazenda idntica mas branca.
Joias de brilhante, completavam esta toillete
Um lindo vestido de gaze de seda e rendas, com
sob-saia- de selim branco e enfeites de pequeos
boioes do rosa em ramos sollos, era irajado por
urna potica menina clara-, de cabellos castanbos,
onde so ennastravam alguns bol5es da rosa ne-
1 Joveat-, Ihes diVse o proeontii; sa-
crifica aos dmises do imprrto e merecis
enlo a mioba clemekia.
Ponticna a Blandin* deram cahir o in-
cens a seus ps. Depot*, desie protesto
mudo da innocencia os gritos de morte se
fizaran oh vir de urna m .neira berro ro a ; o
pevo, vencido por *sta#doa frageis creatu-
ra, qniz beber-Iba o sange. 8e os solda-
dos, qpe gurd*vam >ClrW, o* se ihe op-.
luizesseor, eUo taria ffeacido todo arena
[>ara devorar suas vicMnjas.
Os lictores penelracam do ciruo e despo-
jaram a Pomicna e Btandma efe,seus vesti-
dos E. depois de Ihes terera dilacerado
com afoites os membros delicados, tizeram-
nos assentarem-se em cadeiras^e ferro em
brasa, para qoe o cheiro das carnes ixoei-
madas exciasse a vi ir acidado das feras.
Blandina, nsensivel a seasprepria dores,
fortaleca o seu companheiro do agona.
Nunca espectculo lo brbaro e horrivel
foi por limens presenciado. -
L'ma grade se levanlou e um leopardo.
que se precipitou, poz-se a dilacerar Ponti-
cus. Ao joven martyr, que se debata nas
convulses da morte, Blandina aponteu o
reo o disse : t Soldado de Christo. vences-
te! Espera para irmos juntos a Den*: j
ehega a minha vez!
Mas, como havia succedido na vespera, o
leopardo parou dianteda santa. Outras
jaulas se obrera : seus habitamos ferozes
rodeiam o circo era desespero, mas nao ou-
sam atacar a corista, e ina!m''nte entran
liara seus coms, como ovo has para o
aprisco.
Enlo fechara Blandina em urna rede pat a
exp-la a um tonro furioso. O animal cor-
re de caberla baixa, levanta-a em seus cor-
nos e atira-a mora a vinte passos do dis-
tancia. J bastava ile horror. O povo ro
mano, que n > osa de grafa para com os
christos, se cansa s vezes do prolongar os
supplicos e manda termina-los. Um gla-
diador entra na arena e com sua espada de-
golla a santa, que ainda pareca viver. Fi-
nalmente apparecc inm matha de caes,
que vem de\orar os cadveres, para que nao
liquen deiles vestigios ; porque dizem os
pagaos t os christos po ferian faz; los
deuses!...
Recife, 15 de setembro de 1869.
J. V. M. de Y.
Um bello vestido de moire-antique cor de rosa,
de longa cauda e cinto e lago da mesraa fazenda,
era trajado com orna elegancia cima de lodo o
elogio por uraa gentil menina, alva e rosada, em
cujos cabellos castanhng escur s apenas urna rosa
fazia sobre sabir a perfeigo das buhas do rosto.
Os seus mais bellos diamantes eram dous olhos
eastanhos vivos eexpressivos como poneos ba.
Um vestido de aetim azul, com atavos de ren-
das e Blas brancas e bo:oes de rosa desmaiad,
adornava o donairoso corpo de urna mimosa rao
reninha, em cujas faces rosadas brilhava o vico
da mocidade e em cujos olhos lnguidos e doees
lia-se o poema ,de urna alma apaixonada. Tinha
joias de onro cora pedras linas.
Um vestido...................; basla, seoao
acabo o folbeiim s cora a descripeo das toilleles I
Alm dos que menciono, haviam outros, muilos,
innmeros, credores de atteogao e coja descrip-
go minuciosa oceuparia um vo ame de 200 pagi-
nas em oitavo francs.
Por tanto, fago pontos sobre tailletes.
Como j disse, houve muito espirito e graca no
baile. Houve mesmo di ver-as especias de espiri-
to : rasgas magnficos e edificantes.
Por exempio; um cavalheiro que se eneontrou
com urna dama, depois de algum lempo que a nao
via, diss*j-lhe :
Bravo, minha senhora, aao lea velha ; o
lempo nao toflue sobre a aenhora. Ha SO annos
pa-sad 's era V. Exc. a mesma que a vejo hoje I
Outro civalbeiro tallando ma senhora de
loada, diSM-lbe:
En nao coslumo comprar bilhetes branecs.
A' que chama o SrT bhele branco ?#
A's saahoras do certa dada I
Tem razo, disse a dama; para almas ne-
gra* s bilhetes pretos.
Urna menina potica e sonliadora di3se ao ca-
valheiro com quem c nversara n'uma janella,
odiando para o ceu :
V, doutor ? a estrella do meu amor est
sempre encuberta pela pesada noven da deseren-
ga, ral como n'este momento se acha Jupter, ali,
n'aquelle recantn do cea.
Ah I respondeu o cavalleiro, se eu podesse
ser o vento que ois^ipassa essa na vem I
Ga, c, c, c, doutor; acho-o um pouco
pesado tiara vento!
A mesma moga conversando com oulro aval-
leiro. perguntoulhe :
Cr no amor?
Su nao cresse, bastava vela para etar certo
da sua existencia.
Ri da raira? Nao tem razo. Eiz a porgun-
U porque me parece que 03 homens hoje nao se
casam por amor.
Nao pense assim, miuha senhora; no coragao
dos homens ha sempre um trono para o amor, o
o amor existe n'elle to realmente como.existe um
Deus, que formoua bella e seductora.
Eoto, cr no amor ?
Sem dunda, pon|ue'^sinlo-o aqu, no peito,
rlente, apaixonado e capaz de todos os sacri-
ficios.
Ah I o Sr. bem feliz I Se eu fosse amada
assim por quem----
Nao ouvi mais, porque outro caralheiro deu o
brago a moga para urna conira-dansa.
Na meza do banquete o espirito correu s lar-
gas. Fique bem entendido que fallo da segunda
meza, em que s tomaram parte cavalheiros.
Pizeram-so brindes do todo o calibre, desde o
brinde internacional at o briade interrogativo en-
tre dois amigos que se comprehendiam iner-
ve Ule.
Houve conviva do feslirn, que, depois de ter
levorad i urna empada de camaroes de um palmo
de dimetro, cerca de duas libras de fiambre, um
palo assado, um pralo de pastis e urna Jerrina
de doce de p-ras, tudo isso bauhado por vinho
bordeaux e champagne, guardou n'um teoso meio
peixe de escabeche, urna duzia de croquets la
inode e urna bamleija de bolinhos, para qnando
chega Que talo hornera '
Nao pensem que pilheria minha, nao; ha di-
versas t-'Stemunhas de visu.
Um cidado britnico, enthasasmado at o de-
lirio pelas brasileiras, s quaes linham proposto
um brinde, trepou-se n'uma cadeira e de copo em
punho gaslou dez minutos em hipps t huiras; e,
quando todos levara-n j os copos aos labios, elle
acrescentou:
V mais um para as senborius brasileiras.
ffip, hip, hip, huirha I
Bravo, exclamou nm rapasote, medrado e
compasso entre os trinta e os quarenta, V mais
urna para as seaboritas inglezas... Aip, hip, hip,
hurrna I
E o inglez baten palmas e pinoteou na cadeira,
como' um pussesso I
Anda vos nao disse e arde-me a paciencia por
dizer-vos qu estava no ba lie a miaba encanta-
dora riso do trem de Olinda.
Ah I como eslava liada, com e sen vestido cor
de rosa, arralando na poota da canda um exer-
cato de adoradores I
Toda a uoite estive contempla la; mas o medo
nio me dea lugar a pedir-lhe urna contra-dan a.
8aotia-me gallar s de pensar em dar-lhe o
tortea!
O DEDO DO DET1.\0
pon
Mayie Reid
(Conlinoaco)
XLI
COHRRSPONDENCIA ANONOIA
Nigel, Gngindo urna dedicado que nao
era capaz de sentir, corren logo para fra
do gabinete.
Onde est o meu Bradshaio"?disse
corasigo o general, correndo estante e pu-
chando pela bem conhecida guia, a qual fo-
Iheou febrilmente at encontrar a tabella in-
dicativa dos coraboios do grande carainho
do ferro de Oeste.
A carroagera, posto que atrelada cora va-
gar premeditado, parou i pona do palacio
anies no general se certiScar da faora exac-
ta da partida. Orlificando-se a final, atirou
com o livro para o lado, conscatio qae o
criado Ibe vestisse um fato de viagem, mel-
len na carteira a singular carta e sea ap-
pendice, subi para a carruata e mandn
correr para a estago do carainho de ferro
raais prxima.
Ainda bem o general nao transpozera a
gradara do palacio, quando Nigel appare-
seu tambem no seu carro. Quem o visse
dira que elle senta igualmente certa agita-
cao, porquanto os cavados que guia va pare-
ciam voar con destino estaco.
(Continuarse-ka).
E ella altiva e com o sen olhar si berano domi-
nava tudo : era a ramlia do baille.
A's duas c meia horas da manha disse-me um
amigo :
Que ests tu ah olhar embasba ado, hc-
raem? ulha que aquella menina ca.....
Nao vi nem ouvi mais nada. Perd os sentidos
e qnando voltei mim ja ella nao estava no baille,
e cu repousava sobic tres cadeiras, inteiramente
molhado pelo3 b.rrifos d'agua com qtw me as-
pergiram.
*
No dia 2 de'dezembro, da de gala por ser do an-
iversario do Imperador hnuveram os festejos cffl-
eiaes do estylo, primando a parada pido garbo mi-
litar das tropas, c o cortejo pelo numero e quali-
dade (fes concurrentes.
Depois do cortejo houve o langamenlo da pri-
meira pedra do novo edifi;io para o pago da as-
sembla provincia!, o aual foi igualmente coacor-
rido e bello.
A' noite houve espectculo em grande galla no
pavilho Santa Isaoel, cantando se o hymno nacio-
nal e em seguida a zarzuella Jugar cun fuego.
No hymno loraou p.irto toda a companhia, can-
tando as quadras o tenor e as primeitas damas
soprano c contralto.
O recinto do pavilh j esteve litleralmente cheio
e regorgitar de povo. As 8 e 1/2 boras da noite
dava se quinh>>ntos por rento de lucro por urna
cadeira e uo hara quera a vendesse I Ha muito
tempo que nao se v um lal afn pelo Ihealro.
Quando entrei para o meu camarote o primeiro
rosto que vi fui o da moga qoe me enfettigou no
irem de Olinda. Ella trajava um lindo v,-tido de
selim azul com cascarrilbas e pafos de seda bran-
ca. Como sempre, estava deslumbrante.
Mudei a vista para nao ve-la, mas foi embada
porque linba-a sempre presente ao espirito.
E ainla hoje teoho-a retratada no cor;gao, em-
bora me esforc per esquece la. E' um cruel
tormento, um doloroso pesadello que me esma-
ga a todo o instante !
A zarzuella Jugar com fuego nao vale a Campa-
none. O eotrecho se quizerem ser nielhor, mas
a partitura muito inferior.
O segundo acto o melhor da opereta, aquel-
ie onde a mnsica lem algn? pequeos primores,
laes como urna aria de contralto bem linda, urna
ana da tenor bem soffnvel e dous duelosde bar-
tono e contralloede baixo e com ralloque nao
sao mos.
A execuco e a mise en seenne correram bem
soffrivelmente. Os coros, porm, eslavas pouco
ensaiados.
Estrou a prima-dona contrallo. E' orna voz
fresca e bem sonora, porm de pouca exiensao e
muito sug-ita desarranjos na vocalisacao.
A Sra. Larlyller tem graga e contoece o joco
-cnico, mas desafina bem regularmente. Se aao
fra isso e a falta de e-tylo, ella cantara de forma
a agradar gt-ralmente, piirque, repitoa voz tem
bora timbre, sonora e sympalhica.
O tenor canlou muito bem, embora o sea papel
na opereta se pretasse mal aotanto. Fra para
desejar que o Sr. Castillo tivesse mais ammagao
desse mais vida ao seu gesto.
O baixo-serio nao me a. radou. A voz spera
e rude e presla-se difflcilmente s modulacM* do
canto. Alm disso parlecipa do defello da con-
trallo, desafina regolarmente
O que ma is direi ?
Que vi...........t
Nio. Pica para outra vez.
Au rsvotr.
MU.
TYP. DO DIARIO -RC A Do DUQUE DC CfMJJA



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EL7P6JI6O_OJQUWK INGEST_TIME 2013-09-14T04:00:34Z PACKAGE AA00011611_12282
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES