Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12280


This item is only available as the following downloads:


Full Text
/

!* ,

<
4NN0 XLVI. NUMERO 270
5 [ oidfi;
PARA A CAPITAL E LKA1ES OBU IAO S PAfiA Mtt.
fl'or tm mezes adiantxios...... MmnM
Jr seis ditos dem.........]......... Jg
l'or ara anno i.lem......... .......... -120000
C*i4 UkUttCo ..... ^^^^^^^H^^^^H 244000
r
SEGUNDA FEIRA 5 -DE DEZEMBRO DE 1870.
.
PARA DEinG l rORA DA PR0Y1SC14.
Por trea mezes adianUdos......*-.......
Por sais ditos dem....... *. _
Por nove ditos dem .
Por um anno dem
. .
81780
13500
ftOlSSO
271000
Propriedade d* Manoel Fijpirta de Faria & Filhos.
1.

Os Srs. Gerardo Antonio Alves &
AO A6BTRN.
Filhos, no Para ; GoD?alves Hoto, no Maranhlo ; Joaqoim Jos de O/iveira, no Cear i Aatoiio de Lemos Bra no Aracat? JraY fer, ua ..v. i A M
______________________" """*"'! F"mco Ta"re "". *1P>: ">' JJ. Bdb; e Jori W)n> G^ari^o i d. tari*.
PARTE 0FHCIA1.
ComrUllIC. JOB*.
overa. da prorlaela
KwromsT* too div 30 ds xoTewmq dk 1870.
Acto :
O presidente da provincia, a vista do ofDco da
cmara municipal do Granito da 30 de setembro
nliimo, resofve certificar o engao havido na por-
tari de 31 de maio deste anno, que nomeou o 6'
; upplente do respectiva ue municipal n do orphaos,
lijo verladeiro nome Joao Amonio Je Lnna.
O presidente da provincia, altendando ao que
renierea o profesor substituto do collegii da* ar-
tes desta cid-de, padre Joaquim Graciano d'Araujo,
tendo em vista a informarin do director da Fa
cuidada deDireito desta data, resolve conceder-lhe
*<0 das de licenca con ordenado, na forma da
Mi
O presidente da provincia, attendendo no qii.i
requereu o bacharel Antonio Conolano Tavares
dos Santos, juiz municipal da 2J vara desta capital,
resolve coneeder-lhe um mez de lic-nea com orde-
nado, na forma da lei.
O presidente da provincia resolve designar
i' tabellio do termo de Garanliuns, para de
informidad* com o disposto no art. "' S 3 da le
n. 1237 de d setembro de 186 e art.' T % 2* do
decreto o. 3*53 de 26 de abril de 1865, servir cono
Uieial de registro geral das hypjtheeas era dita
comarca.
Expeliram-se a? necesarias
Oficios
Ao general commandante das armas, dizen-
di que mande dar baixa ao soldado do 9o batalhao
le infantaria, Francisco Teixeira Lima, depois que
" pai de-te hoaver indemnizado a ouantia de 1004,
allantada como primeira prestar) do premio de
voluntario, visto haver reclmalo sea filho. por
-sr menor e ter assentado praca sem o *eu consen-
'inwotc.
Au eonselheiro prendante da relacao, para
'! em observancia do aviso do ministerio da jas
'C* de 14 do correte, informe que sdiantamento
' m tid) naquello tribunal a appellacao interposta
peiojuiz municipal ede orphaos do termo da capi-
tal da provincia do Itio Grande do Norte, bacharel
loaquim Mana '^rneiro Villela, da sen tenca do
jah de direito da respectiva comarca.
Ao inspector do arsenal do marinha, conee-
lendo autorisacao, qne soltciloo, para despender
pela verbaObraat a quantia de 8:000 com
a compra de 4 canoas de bocea aberta, aflm de
-erem empreadas no transporte das areias do
I'Orto.
Fizeram-se as necassarias commanicai;Oes.
Ao Dr. chafa de polica, approvando o con-
trato de alugnel de ama casa, feito pelo delegado
d) termo do Bom-Conselho. para servir do prisao
nuquella localidade, mediante a quan'.ia de 84 por
mez.
Communieon-se a thes uraria provincial.
Ao mesmo, reeomraendando que fa?a regros-
-*t para o Gear, no vapor da companhia Pernam-
Imcana que segu boje para o norte, as l pravas
lo 3orpo de polica, quo vieram escollando sen
1 nciados com destino ao presidio de Fernando de
Vorooba.
Gommunicoa-se ao Eira, presidenli da mesma
provincia.
Ao inspector da tb -soararia de fazenda, para
i)d era osservsncia do aviso do ministerio da tu-
nea de 11 do correte, apenas findo-se o anno ci-
vil, envi aquella secretaria de estado urna relacao
dos jaizes de direito, que tivorem deixado de per-
' >ber a gratillcacao do exereicio, com a declaracao
i j5 motivos da interrupeao e do lempo delta.
Ao mesmo, declarando para os devidos lins,
gundo aviso do ministerio da j03ia da 19 do
jrrente, solicitou-se ordem para er aquella the-
- .uraria habilitada, com a quantia de 3333, a
tfectuar o pagamento das comedorias tornecidas a
i-ordo do vapor Ipnjucu da companhia Pornambu-
recommendando qne inspeccione o cumprimento
da presente nrdem, e informe atinal com que lhe
occorrT.
- Ao juiz da direito da comarca de Flores, ap-
provando o seu procedimento qaanto ao jury do
termo de Iagazeira, recoinmendoa-ae que continu
a empregar os meios a seu alcance para a reuniio
d'aquelle tribunal, prevenindo com a precisa an-
tecedencia a remessa dos presos qae se acham
na casa de detenijio d'esta cidade, o fazendo elfec-
tiva a responsabilidade das autoridades omissas no
cumprimento de setis deveres.
Ao jaiz de direito da comarca do Cabrob,
declarando que muito confia em sua solicitude e
zelo, para que sejam effectivamente punidos todos
os autores do brbaro assassinato do teoente-coro-
nel Saturnino Jos da Silva, de que se oceupou
em offlcio de... do corrente.
Ao commandante do presidio de Fernando,
para indicar as providencial que entender raais
acertadas, acerca da ida e estada naquelle presidio
de mulhercs, que nao sao casadas com sentencia-
dos, as t|naes, segundo declara o Dr. chafe de po-
lica, sao quasi serapre motiro de conflictos entro
aqnelles.
Ao engenhcro chefe da repartidlo das obras
publicas, dizende que, visto nao permitir o art.
100 do respectivo regulamento fazer se por em-
pretada obra do valor excedente a om cont de
ris, ni poda ser executada, como indicou, a dos i
reparos da ponte de Una, oreada em 1:900 j, ainda I
mesmo com o abate de 200J, offerecido pela pes-
soa qne se propoe a fue-la, economa esta qoe so
obter p>r administracao, como foi ordenado, em
vista dos melhorss meios de execucao, de qne dis-
pi5e a reparticao a sen cargo.
Ao promotor publico da comarca de Santo
Antao, chamando a sna attenjo para o facto de
ter, segundo ommunicou o Dr. chefe de polici,
EXTERIOR.
"
capitulado de Hetz.
Le-se na Independencia Belga :
Chegoa a Bruxellas um cpuao de engenhei
na, perlencenle ao exercito de Metz. Livre da
qualquer compromisso com* Prussa, por aSo ter
querido prometter que nao servira mais a Franca
na actual guerra, conseguid evadir-se da pra^a
de Metz quando as columnas prussianas entravam
na cidade.
Esse ofiScial fez-nns urna narrativa do que se
passou antes da capifulacao e dos manejos empre-
gados pelo marechal Bazaine para levar o seu
exercito a essa dolorosa extremidade.
Resumimos como segu essa narrativa, ca-
rantindo a perfeita conformidade do que vai ler-se
com o que nos foi cootado :
* Effectuou se no sabbado, 29 de ouiubro a en-
trega da pra^a. Os corpos da exercito eram en-
tregues s autoridades prusianas propor^ao
que iam chegando dos sitios em que estavam
acampados. Dnrou do neio da as seis horas da
tarde esta Ingnore ceremonia.
Apresentavam um mappa demoostralvo da
forca de que so compunham esses corpos os ofB-
ciaes incumbidos do triste papel de entregar as
tropas. Os commi>sarios prussianos nao faziam
nenhnma verlficacao numrica. Depois os offl-
ciaes eram obngados a voltar para a praca.
Nao se pode imagioar mais lgubre cortijo.
Choravam os soldados, clioravam os offlciaes. A
Franca suicida va se, e por culpa do general que
tinha o dever de salva-te. Em Metz a estatu do
marechal Fabert esta va coberta com um immenso
crep preto.
t Para arrastar os offlciaes e os soldados idea
Metrftirar-sa a nm ponto designado do territorio
rraunet aam de proteger alli as deliberaces ne-
cessarns para assegurar a paz.
,.1' Jj* i(Wa occwrera ao Sr. de Bismark pelas
MlMes em qne o proprio goverao prusso se
miH por causa da aosencia de todo o governo
tmPnart. Da feito os dados colhidos peto gene-
ra* j no am-nho, j pelos chefes de eslacao e
ontras varlag pessoas, j pelos peridicos qne pode
trazar comsigo, n3o dcixam, de^gragadamente,
genero algum de duvida i respeilo disto : a anar
cha mais completa reina actualmente em Franca,
t Pars, sitiada, sem vveres e sem eommunica-
SUtSSWUf.X7.18: ^iS0" ^"^wsai'is
de tal, com um uro de espiugarda, e recommen-1 tymn n5o tprpir f,rinh,
neVnb0,"'0^ deli8enc,as seQ lcanc. "nam fare^l. nenf^nho nem
qne tenha o summario regular e prompte anda vallo* .me c
ment, e seja o reo punido.
Ao empreiteiro-da estrada de ferro do Recife
Jaboato, recommendando que remeta com a
possivel brevidade urna copia da planta adoptada
para aquella ostrada, visto ni haver no archivo
da secretaria da presidencia o possuir a reparti-
do das obras publicas smente a primitiva, a qual
j foi alterada.
De pachos :
Alraino Alvares Alfonso.lodeferido.
Agos-inho Ismael de S.Sim, nao havendo in-
conveniente, mediante recibo.
Barao da Soledada, Jos Mendes de Freitas e
Jos Goncalves Ferreira Costa.Por ora nao tem
lugar.
Cosma Elvira do Araujo.Prejudicado.
Francisca Mara da Silva Tavares.Informe o
Sr. desembargador provedor da Santa Gasa de Mi -
sencordia.
Flavio Jos dos Santos e Silva.Junto ao reaue
rmenlo anterior, informe o Sr. inspector da- lhe-
sonraria provhicial.
Guilhermina Tavares da SilvaPasse-se porta-
ra na forma requerida.
Tenente Heliodoro Avelino do Sonza Monteiro.
Informe o Sr. marechal commandante das armas.
Irmandade de Nossa Senhora da Conceicjie dos
Militares.Como reqner.
Irmandade da Sania Casa da Misericordia
da cidade de Goyanna.A' thesonraria provin-
cial, com offlcio d'esta data.
Brigadeiro Hygino Jos Colho.Informe o Sr.
inspector da thesonraria provincial.
Padre Joaqum Graciano de Araujo.Concedo a
licen^a pedida com ordenado, na forma da lei.
Joao Chrysostoroo de Oliveira Pelagio.Informe
o Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.
Conselheiro Dr. Pedro Autran da Matta e Albu
ana ao preso Beilarmino Pe^soa da Mello e as \ de fazenda.
qnerque.Inlorme o Sr. inspector da thesouraria
p a?as que o escoltaram at a capital da Para-
hyM.
Ao mesmo, iraosmitlo para os lins conve-
l "iles, a ordem do thesoan nacional sob
n 20.
Ao mesmo, enviando de cjnformidade com
^rt. 6' do regulamento. approvado pelo decreto
n. '*3o6, cinco portara?. Horneando agentes e aja-
danles para os correios de tlaruar, Pelrolina,
'aranhuos, Granito e Iguarass.
Ao mesmo, remetiendo, para os devidos fins,
a portara de 23 deste mez, pela qual o governo
'iperial resolveu prorogar por tres metes prase,
marcado ao juiz de direitn di comarca do Rio
irsude do Sul, bacharel Pedro Camello Pessoa,
pira assumir e exereicio da- respeotivas func-
i.'ies.
Ao mesmo, inteiran.i)-o de havor o Exm. Sr.
ninistro da guerra approvado, por aviso de 21 do
irrente, a deliberaco. que tomn a presidenjia
da mandar fazer sob sua respunsabidade os con-
taleza do Mrum. que serve de residencia do res-
pectivo almoxarife, oreados na importancia d8
356*130.
Ao inspector da thesonraria provincial, decla-
iando qne o pagamento da quan'.ia de 183800,
despendida, durante o mez de julho ultimo, com o
tornecimento de luz e agua para o quartel do des-
ucamento do termo de Santo Aotao, deve ser feito
a Joao Pedro de Mello n<> a Jos Pedro de
Mello.
Communicoa-se ao chefe de polica.
Ao mesmo, autorlsando-o. do con'ormidade
om a sua inforroacao, a mandar entregar a mesa
rogedora da Santa Casa da Misericordia da cidade
da Goyanna o cont de ris votado pelo 7o art. 8*
da lei do orcamento vigente, como auxilio ao hos-
pital da mesma Santa Gasa.
Ao mesmo, mandando pagar a empreza da
jtrad de ferro do Recife a S. Francisco a quantia
d3 "5074, proveniente de transportes dados nos
trent da mesma estrada por conta da provincia,.
durante o mez de outubro ultimo.
Ao mesmo, para qne ao bacbarel Antonio de
Assampcao Cabra I, secretan1 do Gymnasio Pro-
vincial, seja entnguo a quantia do 60, relativa a
i.iansalidade do alumno interno, pensionista *
provincia, Arttrar de Abren e Lima, a contar do 1*
leste mez ao ultimo de dezembro vindonro.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife.recommendo a exped
Tenente Sebastiao Jos do Reg Brrelo.Jan
la outra peticio, volto ao Sr. regedor do Gym-
nasio para informar.
Thom R idrigues da Cunha.Volle ao Sr. ins-
pector da the3jurana de fazenda, com o requeri-
rnenlo anterior.
Fr. Venancio Mara da Ferrara.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Vicente Jos de Oliveira.FJntregne se.
EXPKOIEXTU DO SECRETARIO.
OQicio3:
Ao general commandaute das armas, partici-
pando haver a presidencia mandado satisfazer os
pedidos do commandante do 2. batalhao de in-
famara.
Ao inspector da thesouraria provincial, in-
toirando-o de ter S. Exc, em vista de sua infor-
macao, concedido mesa regedora da irmandade
de N'ossa Senhora da Conceirao dos Militare?, a
permisso que solicitou, para despeadercom as
obras da respectiva igreja at a importancia do
beneficio da 5' parte da lotera extrahida a favor
das mesmas obra?, devendo receber esse beneficio
depois de prestar as devida3 contas.
Ao mesmo, para que, de ordem de S. Exc,
remeta urna copia do contrato celebrado com o
Dr. Manoel de Figueira Faria para a impresso
do expedienta do governo.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Bonito, participando, de or-
dem de S. Exc. que, segundo consta do O/arfo
Oficial n. 271 de 22 do corrente, foram nomea-
dos, por decreto de 16 d'este mez, Jos Bellarmiao
Pereira de Mello pan raajor ajudante de orden?,
e o atieres cirurgio Odilon Austricllano Bravner,
para capito cirurgio mor d'aquells commando
superior.
, Repartlcio da poiieta.
i.' seceo.Secretaria da polica da provincia
de Pernambuco, 3 de dezembro de 1870.
N. 1592.Illm. e Exm. Sr.Levo ao conheci-
raento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pacoes recebidas hoje nesta reparticao, foram re-
colhidos casa de deleocao os segninte3 indivi-
duos :
No da 1- do corrente minha ordera Ravraun-
do e Frederico, escravos do Dr. Felppe Carneiro
de Olinda Campello, disposico de Jos Mendes
de Freitas.
A ordem do subdelegado da Boa Visto, Joaquim
cao de nas ordens, para qne urna guarda, tirada | do tal e Jos Pedro da Silva por disturbios Anto-
18 nm dos corpos seb sea commando superior, nio Simplicio Adorno, por embriaguez.
faca as honras dvidas por occasio da fsta e
Te Deum, qne se tem de celebrar na igreja de
>anta Rita de Cassia no dia 4 do dezembro v in-
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Caraaril, para que, de aceor-
do com o commandante do hatalho 37 sob sea
<-omaando superior, indique cidados idneos para
* vl' de offlciaes, existentes no dito batolhio;
iwdendo eotao ser tomado em eonsidaraco o sen
peamo, reUflVamsnte ao cidadao Joio Laiz de
>-ranea.
Ao commandante superior da guarda naci-
'* do municipio lo Limoeiro, devendo qae, para
poder resolver acerca da pnoposta para offlciaes
lo II batalhao de reserva, preciso que o res-
lectivo commandante informe se os cidados ante-
nrmente nomeados, e cuja substituicao propoe,
torain avisado cora tempo de solicitaren) suaa pa-
teatM entro do praso legal, coavindo em todo o
oo qoe sejam elles agora onvidos a este respeilo
as stus respostas traosmittidas i presidencia, c
No dia 2, a ordem do subdelegado do Recife,
Joaqaim escravo de Miguel da Costa por distur-
bios.
A ordem do de Santo Antonio, Severo Jos
Francisco por disturbios, e Manoel, escraro de D.
Luiza Francisca da Conceieao (".amargo, a reque-
limento desta.
A ordem do de S. Jos, Manoel, como suspeito
de ser escravo o andar fgido.
A ordem do da Capnoga, Oly rapio Rodrigues
Alvos, como pronuncio no artigo 201 do cdigo
criminal.
A ordem do do Poqo da Panel la Vicente Ferrei-
ra de Franca, como desertor.
Deas guarde V. Exc.
illm. e Exm. sr. conselheiro Diogo Velho Cavalf
oti de Albuqaerqae, presidente da provincia.
O chefe de polica, Luiz Antonio Ftrnandes Pi-
nfuiro.
agurdenle. Os ca-
mas qae comem por dia sao 300
graramas de farallo, tem morrido quasi todo3 a
vao faltar absolutamente alimenticio dos ho-
mens. Inclusivamente j pouca lenha ha para
coser os alimentos.
t Dentis a mais ha falta de sal e nao se podem
fazer conservas de carne de cavallo. Esto inca-
pazes de prestar servicos a cavallaria e a artilha-
ria os cavallos que ainda resislem. E' operacao
das mais rndes abrir camioho atravez do ini-
raigo com cavallaria eartilbaria; sem cavallaria
quasi impossivel, deraais a mais estando, os
prussiaoos fortilicados como esto Todava, se
assim se resolver, todos faro o sen dever, e nos
pascaremos anda qui tenhara de ficar estendi-
das no campo as nove decimas parles do exercito i
Para que'serviro os fragmentos d'este exercito ?
A honrafranceza cavasalva com certeza; mas
nao seria melhor ponpar as forcas para prestar
patria maiores sarvicos ?
. a v.ne asi sendo horrNelmenie dilacerada
pela anarchu ; Pars victima de desorens
inauditas : Lyon est as mos dos canutos .
Marseiha presa dos verraclhos ; Bordeas, Tolosa
estao sendo theatro de violencia? o Hivre, Rouen
pedem guarnicoes prussiauas para restanelecer a
ordem. Salvemos as nossas propiedades, as nos-
sas familias. *A nossa misso boje proteger a so-
ciedade. Sairemos d'aqui com as bonras da guer-
ra, cora as nossas armas e as nossas aguias, e
converter-nos-hemo3 em e.ctrcittjla ordem,
> Assim comecon a envenenar o espirito do
exercito... Mas nos projectos da l'rus-ia nao en-
trava deixar sabir de Metz um exercito de mais
de cem mil homens com armas e aguias para ir
restabelecer ou fundar um govorno. Bataine foi
logrado; levaram muito tempo as snas profundas
combinac^ies, muito profundas tal vez : por flra co-
mecarara a fallar viveros praca; os soldados vi-
ram-se sem pao durante cinco" dis a susten'a-
ram-se durante esse tompo cora carne de cavallos
rauribundos. Finalmente, no* dia 29 de outubro,
ao passo que as tropas eram entregues autori
dado prussiana que di.-pozera as suas linbas de
batalha, a grande distancia verdde, mas nao a
tanta que nao podessem reprimir os actos a qne
os soldados enraivecidos podessem entregarse,
recebiam os commissarios prussianos o material
do exercito e o raatarial da praca, isto todas as
espingardas e espadas do exercit), da guarda na-
cional movel, da guarda nacional sedentaria, toda
a artilliaria dos fortes e das murallas, e toda? as
reservas dos arsenaes.
t Esperemos que muilos dos soldados consegui-
rn! escapar-se, que moitos dos jfflciaes lograram
tambem quebrar o sea captiveur para ir por
disposico do paiz o concurso da sua boa vontade,
Sao fugis individuaes que bao de repetirse
muito.
Do IndepemUnle de Mosella, publicado no dia 29
de outubro, joanal qae o ollicisl j cilado nos
ti'ouxe tambem, copiamos a segrate carta qne
foi mandada a Bazaine por um militar :
Se tivesso no caso de vos interrogar, eis pela
minha parte as perguntas que vos. faria :
Porque, a 26 de agosto, depcis de por urna
s estrada lerdes concentrado todo o vosso exer-
cito em frente de Saint-Julien, nio dsles bata-
lha, tomando por pretexto o man tempo? Cbo-
via s para nos ? nao chovia tambem para os
prussianos ? Sabis evidentemente, nao podieis
ignora-lo, que o exercito da Mae-Mabon se apro-
ximava pelo norte, e creio que tiris so qoizes
sen conseguido dar-lhe a mo o inimigo nao
tinha arada essas terriveis baleras de posico que
dias depois coraecaram a aperlar-nos.
t Porque, a 31 de agosto, nao conlinuastes pa-
ra a frente, mesmo de noute, e nao vos conservas-
tes as posicoes conquistadas pelo exercito cus-
a do seu sangne ?
Porque nao reanistes depois do nm ponto da
do toda a vossa artilharia, (odas as vossas forcas
para raetler cabeca e abrir caminbo f Se tivesseis
fuitocomoo louro enrurralado qae se precipita
para a frente abaixando os paos, naveneis pas-
sado.
Porque, depois de tomardes os Maxes, nao os
\ m.f que-r'"s era ric,ori 9wmm>s te
E!. aten,a?oes de assim acreditor, por iaa* qoe
depas de a ganhardes, a cusa do saoiaede om
Si iJ,l* TWi o'dado, maadastee bserslf-
m* ie retirada. Vi o caso con os meas otho* e
fleaaro-o infame.
Quesignficam eses conselhos de guerra que
{naos cora os cheles de corpos da exereito e os
gaoeraes ? Diz se que, n'nm dalles, foi disentida
capiiulacao. E' verdade ? ha leolacdes de o
acreditar, porque anda hoje algnem que lhe aoda
nnuo chegado respondea assim a om guarda mo-
liaTt 00caf Parisiense qae a eapitnla-
na-se" ,:". T*? por UDaBm'dade : Enga- <;3es exteriores de'v a*Hr empoucos as M por-
K,iLn p-r um ter?0- u* aos Pro?i,0f,: a discordia civil impede alli a
Pornn?n5? /.''"*.a'|UI Per8ma ra?19 sena : de'a. os individuos da evmit da defeza bao sido
SE* fatigastes vos o ewrciio Inimigo de desobedecidos. Gambetia e Keratry hao sahido
rZr-,hP^q'lena00tr,,ftcas.te3,cd090,d,a3* em ura wreostato; um foi cahir em Amiens e
to daoVT. Cmt ^f"das em f,r?a nDmPn- oulroemB.rle-Doc. A desorden) ba chegado ao
circu, I hra-iQUS,f*cl'ISi0. porque, occu pando o auge r.o sul da Franca. A bandeira vermelha
das .o, f'r d- Vo**' Podieis todos os flucta em Lyon, em MaraeHn e em Brdeos.
cisivV- m.nora-nao d!" alcat'!ar "esuBados de- Um exercito de voluntarias bretoes foi desunido
,' i iS ao menos inflingu- ao exercito stliau- do lado de Orlean
e nordas, ,ue a pouco e ponco o haveriam asgo- A Normandia. chea de hordas de bandi-
nns oi,r 'am de,mori,'l5ado.r Tenis ao me- dos, chamon os Prnssos para resiabelecerem a
nos asegundo o vosso reabaslccimenio a casia do ordem.
'/"tv;,-* ii. -. Havre, Boeuf e Roen, teem anualmente
ni. ilJi- .""? Qala-e ,1aln' a D0UC03 dias RUamces prassas que, juntas com a guarda na-
\! ha."ne' combater- | eicnal. valam pela seguranca publica.
rf -- lsl-escusaes de esperar nada Um movimento de carcter religioso comecon
dMnl ^ "vei3 de vender como rebanho na Venda, o norte deseja ardentemente a paz.
vnJn.Ti' nl-JalJ?!ldo nm dia' ^eos APrussia reclama a Lorena e a Abacia, e al-
h.i 5 *Qeira Dousque possaes defen- gnns milhares de milhSes de indemnisaro de
ner-vos i guerra.
vul1]' ,2 deotl,!lbro de 187- A Italia pede a Sabova, Niza e a Corsega.
am Fm.c ii '^f'111113?3" assignada no dia 27 Dispersado o governo provisorio ; nio estando
. ln. ideaccordo a unior parte ds eidaaes eraquanto
^h.i n u,exo.rc."'franeH> sru mando do mare- forma de um novo governo; nao se tendo apre-
cnai "aine declirado pnsioneiro de guerra. sentados os Orleans. esta anarchia causa ao gover-
-. a tortaltia t a cidade de Metz, com todos | no prusso, disposto tratar da paz, difflculdades
o> tortes, mumeoos 'cl9J_lud 1aanl seja propriedade do estado, j t Nao pude pensar em estabelecer bases de
negociacoes seno com o governo de tacto que
existia antes de 1 de setembro : isto com a
regencia.
Ignora se conv.udo se as circurastancias ac-
tuaos a regente qu>irer prestar ouvidos s pro-
postas pacificas. Mas em caso de negativa s se
poderia dirigir cmara dos depntados, producto
sera >eutreges ao exercito allemao no estado em
que se achassem ao comecar a capitulaco.
* Sabbado 2, ao me>o dia serio entregues s
tropas allemaes os fortei de S. Quniino, Plapevil-
le, e os fortes restantes juntamente com Porte-
Mazede.
As 10 da manhia do mesmo dia os offlciaes
ue artilharia e de engenheiros serio admittidos nos i do suffragio'universal e que representa leialmente
mesmos rortes |>ara occupjr os armazens e des-1 a naco.
oceupar as minas. j Comtudo para que o oorpo legislativo que
J. As armas, assira como o material do exer- funecionou at 1 de setembro possa rennir-se
no, como banderas, aguias, canh5es, raetralhado- de novo e possa deliberar preciso que esteja
ras, cavallos, forgo*s, trens, municoes, etc., fleam i protegido por m exercito francez. Tal o en-
era Metz e nos fortes sob a commisso militar ins
tituda pelo marechal Bazaine, aflm de serem en-
tregues iramedaumente aos commissarios alle-
maes.
As tropas, sem armas, serio conduzidas em
regimentos ou corpos e em ordem militar ao pon-
to que se designe a cada corpo, volvando em se-
guida os ofDoiaes em liberdade aos seos campos
intriocheirados ou a Metz. depois de ter dado a
smrpaiavra Je honra oa nao aoanuonar a praca
sem or em do commandante allemao. As tropas
serio enioconduzldiS pelos seas subalternos aos
seus bivaijs conservando os soldados os seus ob-
;eclos, utensilios de cozinha, etc.
4.* Os generaes e o/liciaes, assim como os
raais emprezados militares que tenhara catbegoria
de offlciaes, que o obriguem pessoalraente por
escrpto a nio tomar armas contra a Aflemanha,
nem a incitar por forma alguma contra os seus
intereses durante a guerra actual, nao sero feitos
cargo que ter que desempenhar o exercito de
Meiz.
Eraquanto esperamos o regresso do general
Boyer, que foi de novo a Verstiles com novos
poderes, argente fazer saber s tropas qae a
penosa situacao em que nos achamos ? transi-
toria.
O exercito separa a sua causa da cidade de
Metz. Emqnanto nao chegiie o momento em qne
possa pftrlir para ir leseinpr-ohar tmns nova missio
patritica saber s^lfrer dias de privarlas. Se ten-
des, senhores, que pedir novas explicacoes, apres-
sar-rae-hei da-las, mas devo dizer vos que nao
consentirei dsenssao alguma.
Depois desta allocugo escotada era profundo
silencio, levantou-se a sessao.
Cora este documento tem publicado a Indepen
ca belga, informaeSes que se dizara escripias por
um oflicial do exercito de Bazaine e era que se
fazem este graves accosacoes. E' j reconhecda
prisioneiros de guerra. Os offlciaes e empregados I a preelamacao violenta de Lto Gambetta dirteida
qne acceitarcm esta condifo conservarao as snas
armas e objectos pessraes, em reconhecimento do
valor que mostraran) durante a campanha.
" Os cirurgies militares permanecero den-
oceupastes at serena levados para Metz, os im-
mensos aprovisionaraentoa qoe l bavia f Em lu-
gar disto, retiraste-vos, levando para os estados
maiores alguns saceos de graos, alirnns feixes de
palha. Voltaram os prussianos de bou te e deram-
nos em espectculo o enerme incendio qae todos
nos vimos. Nem urna casa foi ponpada.
E previnem-nos agora, repeottnamente, de
um dia para o outro, que J nao ha nada, inielra-
mente nada para a alimentario dos cavallos. E'
inenna 1 E' improvidencia f Ser boira cousa I
Depois dos cavallus nao terem qae comer nao te-
rao que comer os homens. E anda esperaes ?
Que fai fazer o general Boorbiki ? Qne foi
elle 1 Qae feito delle ?
< Mas ainda ao acabei. Oatras pergaatas :
Porque, a 7 de outubro, dstes vos nm gran-
de combate na planicie de Thionville ? Que que-
rieis fazer ? Restabeloeer-vos. diziim. Mas como
sempre, empenbastes a lacta flbm grande Inferi-
ridade numrica de tropas, oppozestes pouca ar-
tilharia s ionnraeravais bateras d) inimigo. En-
tretanto, concentrando a fossa artilharia no ponto
ataeado, fazendo como os prnssianos, que deviam
ter-vo-lo ensinado, haverieis infallvelmente feito
calar as boceas de rogo inimigas, em vez de fazer-
des avancar regiment, devieis faur avancar ura
corpo de exercito, dous em caso-d) necesstdade.
Nao obstante isto, ds soldados comegoiram for-
ca de bravura, apederar-se das -Grandes Tappfs
onle havia celleiros bem aproYisioeados, Mas v
tro, sem excepr-ao, para tratarem dos ferdos; se-
rio tratados com relacao ao convenio de Genebra
e considerados como aggregados ao hospital.
6.* As qua-tos de detalhe relativas aos inte-
ao exercito, e aecusando de traidores 3 ineptos
os geoeraes francezes que chama scids djs Boaa-
parte?.
Provocou isto a seguinte carta do ajudante de
campo, general Broyer, ao peridico cilado.
Sr. redactor era chefe :
Os boatos que hao corrido do alguns dias
meu respeito, as interpretaco>s de todas as espe-
resses da cidade serao tratadas n um appendice' cies que ha dado lugar misso de quo et"ava
qae lera o mesmo valor que o presente protocolo, cncarrogado, nao me teriam feito sahir drv reserva
7. 1 udo o que offereca alguma duvida nos'
artigos precedentes ser interpretado em favor dos
francezes. > -
Proclamacao de Bazaine, diz assim :
Ao exercito du Rheno.
< Dominadcs pela forae, vemo-nos obrigados a
submetler-no3 s leis da guerra, constituindo-nos
prisioneiros. Em varias pochas da nossa historia
militar tropas valentes, commandadas por Masso-
na, Kleber, Goevir-B, Saint Cyr, soffreram a mes-
ma sorte, a qual nao empana por forma alguma
a honra militar quando, como vos, eumprera. glo-
riosamente o seu dever at ao extremo da forca
humana. Tudo quanto era lealinenle possivel pa-
ra evitar este desfecbo tentou-se e nada se ha po-
dido conseguir. Em quanto a renovar ara supre-
mo esforco para romper atravez das linhas fortifi-
cadas do inimigo, a despeit i do vosso valor e do
sacrificio de milhares de vidas que comtudo po-
dem ser uteis patria ; teria sido intil em razio
do armamento e das esraagadoras forcas que guar-
dara e defendem essas linhas ; a consequeucia te-
ria Sido um desastre. Sejamos dignos na adversi
dade ; respeitemos as ceadicoes honrosas que fo-
ram estiplalas, se queremos ser respeitados co-
mo merecemos. Fujamos, sobretndo pela repula-
Cao do 00S3O exercito, dos actos de indisciplina,
taes como i deslraicao de armas e de materiaes ;*
des3a maneira, em harmona com os usos mibta-
res, prcas e armamentos sero restituidas Fran-
ca quando seja firmada a paz.
Ao deixar o commando, creio do meu dever
manifestar aos generaes, ofliciaes e soldados todo
o meu agradecimento pela sua leal cooperaeao, sen
lirilhante valor no campo de batalha, sua resigna-
do as privacOes, e com o coracao lacerado me
separo de vos.O marechal da Franca, comman-
dante em chefe, Bazaine. >
EXERCITO DE METZ.
Gommunicacae offkiel (tita verlalmeute aos ofli-
ciaes pelos seus che/es em 19 d outubro de 1870.
t Senhores.Estou eacarregado pelo comraan
danie de divisa re da parte do Sr. marechal com-
mandante em chefe do fazer-vos saber importantes
(actos, que tem Mdo lagar ba alguns dias. Como
asjjrovises da praca de Metz diratnuem de da
em dia, o Sr. marechal Bazaine iulgou dever on-
trar em negoeiaijeo' com o inimigo. Designoa.o
general Boyer, seu primeiro ajudante de campo, o
ijaal passoii"ao quartel general de rei Guilherme
era Versailles. A sollicitude com que ha sido aco-
lhidoo enviado do marechal ama prova de que
os prussos desejam terminar a guerra. Domis,
tendo recorrido o general Boyer ao camin.no de fer-
ro para o trajelo de Metz a Chateau-Tbierry, o
se/vico dos trens foi interrompido alim de tornar
mais rpida a viagem : era Chateau-Thierry espe-
rava-o urna carroagnj com as armas do rei da
Prussia para transprtalo Versailles.
Apenas chegoa o general, foi recebido pelo Sr.
de Bismark qoe transmittio ao re a sua peticio
de audiencia : foi intr iduzi-io immediatamente e
acliouse em preseoca de a n conselho de guerra
ao qual assistiam, sob a presidencia do rei da
Prussia, os pnncipaes ebefes do exercito prusso.
Tendo exposlo o general Boyer o fim da sua mis-
sao, o general MoTtke usou da palavra-c declaran
que n'uma queslio completamente militar as ne-
gociares nio podiam ser mais latas : o exercito
de Metz devia ter a mesma sorte qne o exereito
de Sedan, e entregarse orno prisioneiro de guerra
c 0 Sr. de Bismark fez observar que a qaestao
poltica devia antepor-se qnestao militar.
Eu estara disposto a admittirconlinaon
un convenci qne permittisse ao eiereito de
que as circunstancias rae impoem.
I t Tenho deixado correr os boatos, e depoi3 nao
tinha que rectificar as nterpretacoes. Mas de ha
dous dias para c leio em todos os peridicos cha-
inamentos honra e ao patriotismo da Frau;a,
*>* quaes se juntara auatheinas laucados coutra'o
marechal Bazaine e contra os chefes militares do
exercito do Rheno. As injurias o os ataques vio-
lentos sao os nicos argumentos de quo pode di-
por o Sr. Gambetta. isa mnito desles meios.
Sem duvida com elles Iludir alguns nimos sim-
ples ou timoratos que engrossarao o exercito dos
exaltado, Com mais moderacao que ella, limi-
tar-me-hei protestar contra a sua inqualillcavel
virulencia e em nome de todo o exercito do Rhe-
no, de quem recebi a mi-sao que me levou a Ver-
sailles e a Londres, em nome do glorioso chefe,
declaro que o Sr. Gambetta otTeade a consciencia
publica, assim como aes nossos valerosos solda-
dos, propalando infamias e maldades.
< Nao capitulamos com a honra; nao capitula-
mos com o dever : capitulamos com a forae.
Recobe, senhor redactor era chefe, a segu-
ranca da minha distincta considera cao. -General
bario Napoled) Boyer.
c Bruxellas, 31 de outubro de 1870
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
fcICE.VCAS.S. Exc. oSr. presi lente da provin-
cia, por portara da 30 de novembro, resolveu
conceder ao professor substituto do collego dos
orpbos, padre Joaquim Graciano de Araujo, 60
das de licenca com ordenado.
Por outra de igual data resolveu tambem
conceder ao bacbarel Arminio Coriolano Tavares
dos Saotos, juiz municipal da 2.' vara d esta cida-
de, um mez de licenca com ordenado.
RECTIFICACQ.O mesmo Exm. Sr. res al ven,
por portara de 3w de novembro prximo passado,
esclarecer a portara de 31 de maio d'este ann >,
quanto ao nome do jaiz municipal e de orphaos
da villa do Granito, o qual o Joao Antonio de
Luna.
REGISTRO GERAL DE HYPOTHECAS.-S. Exc.
a Sr. presdeme da provincia resolveu ainda, por
portara de ; do passado, designar, na forma da
lei, para servir como oflicial do registro geral das
hypothecas, do termo de Garanhuns, ao segando
tabelliio do mesmo termo.
MISSA FL'NEBRE.Araanhai, s 8 horas, cele-
bra-so no convento de S. Francisco urna rcissa,
pelo repouso eterno do Dr. Podro B. Ucba Ca-
va leanti.
PACt'LDADE DE DIREITO.Fizeram, acto no
sabbado os seguintes alumnos :
4o anno.
Manoel Armindo Cordeiro. Guaran, ^ilenariente.
Manoel Cantoso Vieira de Mello, idem.
Vicente Tavares Rodrigues Lima, simplesmonle.
Joao da Souza Marinho, plenamente.
Firraino Lopes de Castro, simolesmente.
Durval de Menezes Fraga, dem',
Felippe Jos de Lima, plenamente.
Carlos Hypolito de Santa Helena Magno, id)m.
Antonio Vicente Mamo, idem.
Fabio Cesino Deoclecio da Nobrega, idem.
Jos Antonio Floresta Bastos, idem.
Terminaran) no sabbado os actos do diver-
sos annes, sendo o resultado o seguiste :
I*o 1 anno foram approvados plenamente 16,
>implesmente 8, reprovadbs 3, e deixou de faz^i
acto-.
No 2 auno foram approvados nlenameol 68
simplesmeate 25, reprovadbs 7, lio fez ac 1, i>
perdeu o anno 1.
No 3* ann foram approvadaa plenameota 6i
simplesmente 16, reprovado % e nao fez acto 1
No 4 anno foram approvados planamente 7.';
simplesmertte 22, e nio flzeram- acto 4.
No 5 aano foram approvados pknameno 92
deixaram de fazer acto 2, e falseen 1.
UTILIDADE PUPBICA.-No sabbado, como se
achava annanciado, reunio-se eSecti va mente em
assemblca geral os accionistas da companhia de
seguros martimos fsob esta denemnacio, sendo
lido o pareeer apresentado pela corainis?o fde
exame de contas, o qual foi approvado por unani-
midad'' de votos.
PA;0 DA ASSEMBLA PROViNClA.-Damos
em seguida o termo de assentomente da pdra
fundamental do paj3 da assetnbra provincia
d'osla provincia :
No anno do nascimento de Noseo Senhor Je-
ss Chrsto de 1870, quadragesiioo-noao da inde-
pendencia e do imperio do Brasil, aos 2 das do
mez de dezembro, dia anniversario do feliz nata-
licio do Senior D, Pedro II, pelas 5 e raeia horas
da tarde, no terreno simado ra da Aurora, e
limitado ao norte pelo Gymnasio Provincial ao sul
por urna travessa, ao poente pela ra da Unio e
pelo lado de este com a ra da Aurora, da fregu-
zia da Boa vista u'esta cidade do Recife, capital
d'esta provincia de Pernambuco, vieram o Illm. e
Exm. Sr. conselheiro Diogo Velho Cavalcaoli de
Albuquerque, presidente da provincia, Illm. e
Exm. Sr. marechal de campj Bario de S. Borja,
commandante das armas, Exm. e Rvm. Sr. vigario
capitular, conego Joio Chrysostomo de Paiva Tor-
res, Exm. Sr. senador Visconde de Camaragibe.
vereadores, deputados geraes e previnciaes, Illm.
Sr. Dr. chefe de polica, Lniz Antonio Fernandas
Pinheiro, Exm. Sr. commaedanle superior interi-
no da gnarda-nacional, coronel Domingos Al-m o
Nery Ferreira, inspector do arsenal de marinha,
capito de mar e guerra Hermenegildo Antonio
Barbosa de Alineida, Rvds. religiosos da Penha.
chefes de reparticao, muitas pessoas gradas e
povo, com assistencia do Sr. bacharel Jos Tibnr-
cio Pereira de Magalbaes, director das obras pu-
blicas, autor do projeclo d'este edificio e ene; rre-
gado da sna direccao, para o fim de solemnemente
benzer-se c enllocar-se a pedra fundamental d<>
pac da assembla provincial de Pernambuco,
mandado construir pela lei provincial do :.' de
julho do corrente anno, e sob n. 963, e contratada
a sna construccio com Jos Ignacio d'Avila, en
8 de outubro do mesmo anno, pelo Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha, en-
tao vice-presidente da provincia, o xm. e Rvm.
Sr. vigario capitular Joao Chrysostomo benzeu so-
lemnemente, -acorapanbado d seu clero, em aliar
decentemente paramentado para esse acto,o o Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia collocou e
asseniou a mencionada pedra fundamental do pac
da assemblca provincial de Pernambuco em prt-
senca das pessoas supra -mencionadas c do povo.
Esta pedra fundamental foi collocada eassen-
lada no centro e base do alicerce, em local para
esse fim disposto por eaixo da porto central do
prtico.
Contm ella em grossos caracteres gravados
e abertos sobre a face polida da mesma podra,
que formada de urna s lamina de marmorc
lino, a seguinte nscripco :
t No dia 2 de dezembro do 1870. no feliz reina-
do do Sr. D. Pedro II, sendo presidente do pro-
vincia o Exm. Sr. conselheiro Dr. Diogo Velh"
i Cayalcanti do Albuquerque, collocou se a pri-
t meira pedra do paco da assembla provincial fto
t Pernambuco, contratado pelo Exm. Sr. vke pre-
sidente desembargador Francisco de Assis Pe-
o reir Rocha, e projectado pelo engenheiro chefe
da reparticao das obras publicas, o 1. tente
do corpo de engenheiros bacharel Jos Tibarcto
Pereira de Magalhes. >
Por baixo da mesma pedra, em urna escavanan
rectangular aberta em cantara, foi dspositada
ama caixa de metal, contando em pergamraho
aalographo do presente termo e urna medalha d>-
prala do peso de 36 oilavas, a qual representa
em urna fac, em alio relevo, no centro, a pers-
pectiva do edificio, tomando ponto de vista h-m
posico obliqua, e em torno a seguinte legenda :
i No feliz reinado do Sr. D. Pedro II > Abaixo da
perspectiva do edificio se l : A fundaco d
paco d assembla provincial de Pernambuco, em
2 de dezembro de 1870.
< Foi esta pedra e cixa depostala em un
grande pedra de cantara, e coberta por nma
outra, a qual foi preclsamenta collocada no lugar
cima mencionado, sendo todas as junta- (::.,-ida
com argamassa.
As insignias competentes o necessarias par
o acto foram levadas pelas primeiras autoridades
que presentes se achavam. A medalha foi carre-
gada pelo Sr. Dr. chefe da polica, Luiz AnKnin
Feruandes Pinheiro, e a pedra peto Exm. Sr. se-
nador Visconde de Camaragibe, Exm. Sr. mare-
chal de campo bario de S. Borj, Exm. Sr. pr..
presidente da cmara municipal, Dr. Ignacio Jna
qnim de Souza Leao, commandante superior in-
terino da guarda nacional, coronel Domiog
AtTonso Nery Ferreira, Exm. Sr. Dr. Joaquim
Pires Machado Portella, Exm. Sr. Dr. president-j
d assembla provincial Joao Jos Ferreira de
Aguiar.
E para constar se mandou lavrar o prosete
termo em livro especial em que assignaram todas
as pessoas presentes, sendo referendado peto Sr.
engenheiro chele das obras publicas. E eu Feli-
ciano Bodrigues da Silva, conductor e secretare
da reparticao das obras publicas o escrevi ca-
sigoei. Feliciano Rodrigues d Silva.Segucm s
as astignaturas.
JURY.Condnzido barra do tribunal, com
incurso no art. SOI do cdigo criminal, o reo Lu/,
de Franca e Silva, e em vista das respostas du
conselho, foi o reo condemnado a ora mez de pri-
so e multo correspondente raetade do ump .
grao medio do dito artigo.
'tora a presente foram encerrados es trabalh.-
da o." sessao a'esle auno, tendo sido durante tila
julgados nove procesaos.
NATAL E LARAWOS.-Vo comecar dentro em
ponco as restos feralmente conhecidas por festas
do natal; e maguan ignora que precisamente
u'esse tempo qoe oa industriosos amigos do alheio
exercem com mais gana sua proflssao de larapio*.
E', pois, n'esse tempo que a polica dere ser a
mais altiva possivel, de forma a garantir o cidadao
contra as invasfies nocturnas dos domicilios, sem
autorisacao previa de seus donos.
Entretanto sabe-se geratmente qae o corp d
policia, incompleto como est, nao lem gente *a
qner para as rondas nocturnas; e at agora ni
appareceu nenhnma providencia qae tivesse pr
fim evitar o crime qne, de tonga dala, se reprodaz
annualmente no tempo das festas.
Existem actualmente na provincia dous corpas
de linha enjo servioo se redas i montar guarda*.
Por que razio nao se trata de empregar e? le as rondas nocturnas, deixando os m-ngiiado
policiaes para a polica diurna T
Cromos que sera esse um meio efflcaz de ter
gente bastante para a policia da cidade, e que ,v
sim nao acontecera o que hoje se v, isto au-
sencia complot de polica as ras durante as ho-
ras da noite em qae mais activamente poden) exee-
l
rv.





-*.
-_____________________________ ^
ki
\
*(|j)$> de Pfbambuco
eer sua industria os celebrrimos empalmaduras
de alheio. *. ,;
Bem sabemos que a forja de Hnba n^li*^"
'S
cial f me*, urna vt* qu ha falU de foljjf**
polica, iflrrfue nempregar os de rara, 4"""
do cato ate estesipocos leal *fterT.,..:,,..
Rjpem* que se lomar na devida considera .
cao a tJHiioa levamos duo.
OLINDA E APIPCOS.-Qoem guer ^ tprtu
5351.?. -*K7**arm lo terntorio frao-
ilimM <* fcelas tropas alleuiaas, plena e o-
^[VT^efoe pera-as eleicea, Ja liadas para t>
". aUte* robra, pelo governo .de Parto, a faet
.ms de todos os meaos, anda que sea ooawo-
ciclo dos eleitores emana va de un governo, nuda
nk) recoabeeldo. O* nosso convertios nesfe pon-
to com as autoridades francezas locaesa departa-
.-
-r
viajad* nos trensA^tradi^d*^,, <*e Olfcrt yntaejyjipjuelumite sque lepemos fejgfom
e Apipucos sem mu*** de.r 0' i* de
urna vei as imarudeocl* o e retn*? Inconve-
nientissimas hatHa< iW iguna pWfcaptirws que
viaiam em esitdo de niagu aatfielles trena.
Qnando "so se di, ordinariamente a moral pu-
blica 'ffeodrta pelas palsvras grossas que se
pronuncia em alia vete, sem que os empregadoa
dos trens lenha prefija forca para vita las.
Por que raiAo, perfumaremos nos, as duas i m-
prezas d'eerts linhas frreas nio ptweuram, de ac-
c< rdo com a polica, ter duas pracas do corpo de
polica em cada trem, dando-lhes passagem gratis?
Nao yai n'isso o seu prrprio interesse pela ma-
nutencao da ordem entre os passageiros, e do res-
peito dea doeofdeiros para com as familias que
viajam n'esses trens ?
Cromos que sim ; e, lembramos esse alvitre a
essas emprez?s, esperamos que ellas, dando ga-
nho de cansa as nosas justas reflexSes, satisfa-
cam essa necessidade no seu e no interesse do pu-
blico.
TRISTE SUCCF.SSQ.-Sexta-feira ultima s 6 e
1/1 horas da larde, qaando se retirava para o
ruarte! o 1. batajhao de infamara, a reflnaclo
n. K da ma Direita fui invadida por varios sida
dos de polica e guarda nacional, os quaes preten-
der penetrar no interior da mesma refinacao.
Sendo i.:to obstado por um caixeiro da casa e por
dous particulares que all estavam, os invasores
aniraram varias prawhadas sobre o pobre cal'
xeiro e seus dous auxiliares, laxando-Ibes contu-
soes e ferimeatos leves.
Estamos persuadidos que o Sr. Dr. ehefe de po-
lica ignora o (foto ; e por isso, pondo-o em rel
vo, chamamos a attencao de S. S. para elle.
EXAMES PBLICOS. Realisa-se no dia 10
do crreme os exames das alnmna3 do c.llegio do
Santissimo Coracio de Jess, na rna da Imperatriz
a. 63, para ce quaes sao convidados os pais e pa
rentes das alosnas.
COMPA*HIA DO BEBEIIIBE.-A come$ar do
dia 6 do corrente s 8 horas do dia Bcar inter-
rompido por qnatro dias o fornecimeHto d'agua na
Passagem da Magdalena, alim de se poder collocar
oencaaaineoto na oova ponte.
POETISA RESEPfDENSE. Ems eguida damos
rspaco urna linda poesa da poetisa D. Narcisa
Amalia, destnela fliha dacidade de Resende na
provincia do Rio de Janeiro, recommendavel por
seus dotes do espirito e por sua aventajada illas
trario :
Aceitas T
Drala?. D>s seics
as vagas nevadas
Que brandos anceios I
Que grabas veladas !
Eras lo linda assim adormecida,
Adormecida a sonhar.."
Toado pnr leito a relva avelludada.
Por diadema o luar.
K a la roaosinha de menina
escat cva na minha,
Como em ni;, lio de musgo beira d'agua
Reclina-sa a florinha.
i
E as trancas tao b U Roll3vam-te aos ps,
Quaes raio de estrellas...
Formosa nae 3 !...
E eu disse : seus labios sai carmneas
Pealas da rosa;
Seus olho sao de luz flor desd Orada
Em nonte luminosa...
E's anjo ? puro orvalho malotiai
Tremendo na folhagem ?..
Lig'ira wilis envolla ni brandara
De candida roupagem ?...
E's branca magnolia
Que se expande a luz do dia 1
Ou li som de harpa eolia
De mgica barmotiia i...
Nao. E's virgem melga e pura,
A'jo de anuir c de gra^a.
E's a Mirelia que fulgura ?
Na negndo da desgraca.
HOSPITAL PORTUGUEZ Est de semana nes-
to esiabclecimento o Sr. mordomo Manocl Marques
doOliveira.
ESTABELECIMENTODE CARIDADE. Moyi-
mento do hospital do Nossa Senhora da Conceicao
dos lazaros, do 1 ao ultima de novembro de
1870.
Existiam ii booMM c 13 mulheres, evadio-se
1 hoiiicm, morrn I mulher, existem 13 e 13
muiliere*.Total 20.
Foi visitado o cstabeliicimento pelo respecliv
nterin) deste o Iilm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio Vil-
la--Itja-, nos dias seguales: 3, 7, 10, 15, 19, 25
e 30.
Existem empregados teste ostobelecimento 8,
a saber: capeao 1, medico 1, regente 1, dita l.bar-
feeiro 1, cozinheiro 1, sarventcs i.
Advertencia.
Morrn :
Nesmisia Maria da Omceicao, branca, solteira,
natural de Nazarelh, rec; lbeu-se a 16 de setembro
de 1852 com a idade de II annos e falleceu a 28
deste.
O mordomo de mez,
Vicente Villas Boas.
O regente,
Dmiz Ignacio P. dm $aios.
se acha venda a 173.*
de Jaboaio, a qual corre n
leir 5 de Dezembro de 187#
LOTERA.A que
i > m : i -1 > da matriz
da 6.
LEILQES. Conforme et annunciado, de ve
partir da praca do Corpo Santo s 10 1|2 horas de
hojp, o mnibus com os concurrentes ao leilo da
Estancia, devendo voltar d'alli as 3 horas da tarde.
Ainanha 6, effeetuar o agente Pinto o leila
de f.izen-l.is impas, a variadas e com defeito ; no
;irmazem do largo do Peloarinho n. 7.
GUERRA FRANCO-PRUSSIANA.- No dia 20 de
< ulubro ultimo, ltrd Granville diriga aos embai-
xadores de Inglaterra em Tours e em Berln urna
nota, prescreveiidu-lhes que propozessem Tespee-
uvainente ao governo fraacez e prussiano a con-
clu-ao de um armisticio, que permitisse Franca
o lieger e reunir urna asamblea constituiole, un
ca que poda fazer a paz ou sanccionala.
Respondendo essa communicacao do gabinete
iniilez, o chancellar federal cundo de Bimark di-
rig ) ao condo da BeastorlT. embaixador da confe-
deracao da Allemanha do Norte em Londres, a se-
trnim'i' nota :
Vorsailles, 28 do outubro de 1870. Lord
Granviile teve por bem coromunicar a V. Exc.
nota que no dia 20 dirig-o a lord Augusto Loflus.
Cor.hec.ia pois o contedlo dess documento.
< Pisso principiar asegurando i|ue o vivo de-
-i-ji expressado por Inrd Granvillo de ver o trhi
desastrosa I uta entre duas grandes nacoes i
vitar o emprego dos meios extremos que autori
igual viveza por sna magestade e rei, e sentido
com tanta niaior forca quanto que a Allemanha,
na ralo dos sacrifl'ios qae precita de fazer, mes
mon''.; na guerra victoriosa, e-t mais intereesada
ainda na solncrio que nm'paiz neutral, que, espec-
tador da lula, pfe tomar nclla urna parte mo-
ratmentfl om seotimento de humanidade, cuja
constante e nobre pro va reconhecemos hos factw.
N'esie sentido, S. M. o re Vio com particular
satisfacao pela nota de lord Granville, que o go-
vernn real da Gr-Bi ttaaha esta convencido, como
r,', da necessidade, primeiro qua todo, para tor-
nar possiveis nteis negoaaeoes da paz, de por o
p >v > francpz no caso de eieger urna representaco
ni<*t ssidada desde o momento em que os acontec-
montos de Pars de 4 de setembro nos foram ee-
nberidos, e era qnantaa oecasidea e nos teem apr
sentado, temos exprimido a nosea ennviccao neste
ponto.
Recordare! que em Meuse, ka mais de um
mez, por occasio 4e ama proposte do gabinete
nglez, me antorieon S. M. o rei a conferenciar
o Sr. Julio Favre acerca da possibil Idade de
reunir urna assembla constituinte. O desejo de
ver creada urna representero legal do povo fran-
cez dicidro S. M. o rei a flxar nessa negpciacSes
de Perrires condlcSe tio favoraeis para o ar-
io, qne a sua moderacao fui unlversalcente
r'conheridae deraonatrada logo de nm mod> evN
dente pela queda de Tool a de Stra4bur{o, qne so-
breveio poneos dias depos.
t E' sabido qaa essas ooadl?d foram regeita-
Jas e como o foram. E' igualmente notorio qne
0 mairaie yraaillea, e forana irsblN-adotfpelos
peridicos, provam qual era a boa vontadedae au-
toridades alenlas para auxiliar o poderena effec-
tnar-sa alguraas eleicSea hvres.
Mas o que demonstra a ponea ntenclo que
liaba o governo parisiense de dexar realmenie a
naci eieger xa seus representantes, que, nao
comente com ter addiado as eieifoes primitiva-
mente ftxadas para o Ma 2 de mimbro, aanulcu
logo formalmente unja aova onvocagadda elei-
tores para o dia 16 de oatubro feila palo govern
de Tours.
t O decreto que declara essa con*eao| e sem cfTeito, foi publicado j pelos pnoWos, e
al a piopria minuta do decreto em questao que
tem as assignaluras origlnaes dos membrosdo go-
verno, cahiacm nosso poder com urna carta do
Sr. Gambetta, da qual julgo dever mandar copia,
porque d a eonbeeer a opiniao qae predomina
no governo parisiense.
A mediaejio amigavelmenie cfferecida por
eminentes personagens pertencentes a urna nafo
neutral, e que tinham ido a Paris por causa dessa
mediacn, proporcionounos occasio de cfferecer
urna vez mais ao goverao parisiense o meio de li-
bertar a Franca, procedendo as eieicoe, de um
estado de anarchia que torna mpossivel as nego-
cacSas para a paz.
< Dtclaiavarao-no disposto a ultimar um ar-
misticio que tivesse a duraco necosearia para as
opera9oes -leitorae, e offereciamos ao mesmo
tempo, ou deixar entrar livremento em Paris todos
os deputados da naci, ou, se s-e (ixasse ectro si-
tio para a rennio da assembla, nao obstar a que
qs deputados de Paris sahissem da capital.
< Bitas propostas, que.no dia 9 deste mez fo-
ram anda apoiadas pelo nosso consentimento por
um intermedio neutral junto dos 'uiembros do go-
verno parisiense, receberam da parle desses tal
aculbimenio, que as pessoas que inlerveram de-
clararam propriamente que tinham de renunciar
esperanza que haviim conservado al enlao.
i Immediataraente depois, sahio o Sr. Gambelta
de Paris em balo, e o seu primeiro grito, assim
que tocou em trra, foi, segundo os documentos
francezes, um protesto contra a idea de fazer as
eleicoes. O resultado demonstra que eonsegnio
impedir esse appello ao paiz e paralysar os esfor-
cos do Sr. Creraieux a favor das eleicdes.^
t Dessa exposieao dos factos infre-e* que o
que falla para a adopcao do meio justamente re
commendado pelo governo real da Gr-Brelanha,
como um passo para a paz, nao o nosso con-
sentimento, mas o do governo parisiense ; que
desde o principio estavamos dispostos a acceitar
esse meio, e que offerecemos repetidamente a mo
para semelhante accordo, emquanto que o gover-
no da defensa nacional regeitou seopre essa mo
que se Ihe linha offerecido.
i Ti o hamos pois pleno fundamento para regei-
tar pela nossa parte, como lizemos ua communi-
cacao de 11 d'este mez, a qne se refere o Sr, mi-
nistro ioglez, toda a responsabilidade das tristes
consequencias que urna resistencia da praca de
Paris prolongada at ao extremo pode ter para
populacao d aquella cidade.
t Ainda que a nossa communicacao do dia 11
nao tivese causado o seu elTeito no gabinete in
glez, tal iinpressao produzida corresponde nossa
esperaca
Quanto depltrariamos que o governo de
Paris levasse a resistencia at e>la ultima calas-
iropie, provamo-lo, por ter chamado sobre este
ponto em lempo til a attencao da opiniao pu
bli;a, e especialmente a das potencias ueulrae-
esperando que as representarles d'estas especial
mente nao carecessem naates que sacricam o bem e a vida da popula-
cao de Paris sua ambico pessoal. Tinhamo-lo
esperado tanto mais quanto que os goveraos de
Paris e de Toars se exigiram em arbitros dos
destinos da Franca sob a sua propria responsabi-
lidade, sem nenbuma outra legitimaco mais do
que a que pode prestar-lhes a posse por nm guipe
de mo com resistencia constante a consultar o
suffragio da naoo,
Em boa verdade nao podemos'tancar para
1 >ng^ de nos o receio de que por causa da ce
gurira de que parece atacado o governo parisiense,
a beoovol intono do (Abincte ingtez lelil por
effeito nao s o ser to mal interpretada em Pars,
que nao su bosque all interesse da humanidaoe,
que foi o mnvel d'este passo, mas assumpto para
esperar Ilusoriamente um aputo por parte das
potencias neutraes, e que se busque n'elle um
estimulo para prolongar a resistencia, o que seria
precisamente o conlrario do que lord Granville se
propunha.
i Quanto a nos, qne nos seja mpossivel, de-
pos das experiencias que levamos feitas, tomar
a iniciativa de novas negociaeoes, eousa de qu
lord Granville, segundo o conledo da sua nota,
parece estar convencido. Rogo vos porem que
ao dar conhecimento da presente em tola a aua
extenso ao Sr. ministro, ihe as-egureis ao mesmo
tempo que estamos dispostos a acoiher toda a pro
posta que nos vean a do lado francez e tnha por
lim procurar as negocac/5es de, paz, e examina-
la;hemos com a sincero desejo do restabelecimento
da paz.De BitiHtik.
CHRONICA JUDWlARiJl.
TBIBITNAL DA RELAAO.
SESSO EM 3 DE DEZEMBRO DE 1876.
'nESIOENCIA DO EXM. SR. C0NSELIIEH10 C. SANTAG0.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem
oargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerquc, Motta, Doria, Domingues da Silva,
Regueira Costa, Souza Lelo e Uchoa Cavalcante,
faltando com cansa os Srs.desembargadores Guerra
procurador da corda e Assi, abrio-se a sesso.
Passados os feitos, deram-se os seguiutes julga
meatos :
AGfiuvo df. nrrtgo.
Do juizo municipal do Recife.Aggravante, Joo
Silverio de Souza ; aggravado, o juizo.Jaizes os
Srs. desemhargadores Almeida Alhnquerque, Re-
gueira Cosa e Souza Lelo. Nagarara provi
ment.
apmllaqSes civkis.
Do juizo municipal do Recife.Appellantes, Jaa-
quira R'beiro de Maraes e outros; appellados, Ma-
nuel Pereira Mafalhaes e outros.Despresados os
embargos com declarado.
Do juizo municipal do Ass.Appellante, Lou
renco Jos Pires; appella^o, Luiz onzaga deSou
za.Reformada a sentenga.
Do juizo municipal da villa de S. Miguel.Ap
pedantes e tndem appellados, Antonio de Moura
Castro e Firmrno Teixeira de Moura.Cmftrma
da a sentenca em parte e reformada em parte.
APPEIXAgOES CRIMB6.
Do Rio-Grande do NoriaAppellante, o juizo;
appellado, Manoel Rodrigues Lope*. A' novo
jury.
Do jury dole.AppeHsnte. o juizo ; appellado,
Antonio Jos Dias.A' novo jury.
Do jury do Liaeoeiro.Appellante, Antjnib de
Hollanda Cavalcante; appellada, a jaetica.Man-
daran! viiKa ao appellante.
Oo jury do leo.Appellante, o juizo; appellado,
Francisco Raymando de Snuz^ Braga. Improce
dente.
Da cidade d'Areia.AppeHaate, ocorenel Remi
gio Virisiimo d'Avila Cito ; appellado, Joo Per
reir de Meadonca.A' novo jar?.
Do jury da villa do Pillar.Appellante, o izo ;
appellado, Aatonto de Souza Boarque.A' novo
jury.
Do jury do Passo de Camaragibe.Appellante,
Joo Francisco da Silva Luz; appellada, a jusli
a.Improcedente.
&ISTI1IBUICOKS.
Ao Sr. desembargador Doria :
Aggravo de petieo So juizo municipal da 2- va
ra.Aggravante, Innocencio Peregriuo Xavier Ba
mos; appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Carta testemanhavei do juizo municipal de Pes-
queira.Aggravante, Francisco Gomes da Silva;
agavado, o juizo.
PASSAfiENS.
Do Sr. desembargad, ir Lonrenco Santiago, ao
3r. desembargador Almeida Albaquerqne :
AppellacSo erllfte do jury do Asfl.Appellante,
Feliciana Maria dn Trindade; appellado, Joo
Baptista Caianna. Do jury do Passo de Cmara-
gibe.Appellante, o Juizo; appellados, Francelino
Francisco Cavalcante outros. Appellacao civel
do ioizo municipal dd Reeife.Appelhintes e ap
pelfados lanamente, Salvador de Sequeira Caval-
cante e Joaqulm Salvador Pesaos de Sequeira Ca
vajeante. Do juizo municipal d'Atalaya.Appel-
lante, Felippe da Cucha Lima Aranjo R eha; ap-
pellada, D. Anna JoaquLu de Albaquerque.
x*. Do juizo municipal do Mamangnape.Appel-
lante, Nicolao Tolentioo de Araujo; appellados, os
urdeiros de Joo Candido deAtevedo Jnior. Do
fio municipal do Recife.Appellante, Emilia
a Gareia ; appeflada, Josepha Leopoldina de
lio Marinbo.
r Motta: Ao Sr. desembargador Assh-t
> Do juizo municipal do Bonito.Appellante, J.s
Francisco Xavier Cruvello; appellado, Jeo F*o
eisof Xivier de Azetflo.
Do Sr. desembargador Regoeir Costa aeSr.
desembargador Sonta Leo:
Do Jroizo municipal do Recife.Appellante. o
bario ie Una ; appellado. Jos Jaeome Tasso. Do
jury 'do Aracaty.Appellante, Jos* Joaquim de
Sant'Aaaa; appellado, Francisco Jos Perei-
ra Appellante, Aana Clara do Santa Cruz; ap
pe lado, o juizo.
Do Sr. desembargador Sowa Leo ao Sr da aem-
bargador Uchoa Cavalcanre:
appellado?, Jos Furtado''Barbosa e, ApnellaQdes crimesAppellante,Jos Francisco
da Siha Ptilali, a jaflfiea. A-ppeJtaoto, Traja-
joo municipal de S. BentoAppailant
Antonio das Neves; appellado, Jos (
va. Dq juizo municipal d Aracaty
Izaias Jos Rodrigues ratra; pppeilalo,
twKafletaento Rodrigares Braga.
Do 8r. desemba
Sr. desembargador
Do juizo municipal de lpnjoca.Apjellantei An-
tonio Peregrino Cavalcante de Albuaueraus ap-
pffado, Ibln Pinto de Umis Jfelor. T^jiiiio
municipal do Recife.Appellimie, flenriqnet.- Elisa
Banks de Miranda; api ollado, J*s Lniz Sou-
za Ferreira. Appdlacio rrim. Appellte, o
juizo; appellado, Jos Barbeas de OHveiraJ
Do 8r. desembargador Matta ao Sr. destabar-
gadofipsis:
Appellaao cirel do juixr. rauoiclpal di Reci-
feAppellante, a liberta Ignez; appelMa, D.
Jjanna Mara das Dores. Do julio munitoal da
lmperatriz.Appellante., Antoni) Barroso varente
e sua mulher
sua mulher.
Ao Sr. desembargador Iwmingnes da Siv ;
Embargos remettidns du juizo municipa do Re-
cife. Embargante, Joaqr.tm Fnracisco e Atlra-
querque Santiago; embarrada, D. Frajaci* Ih
mazia da Conceicao Cnnha.
DoSr. despmbargador Gjtirana aoSr. disejnbar-
gador Lonrenco Santiago:
Appellaco. criaie o rerera.Apcdlante, o
juizo ; appefladn, Leandro Marinbo Falca) de Mel-
lo. Aopellaco. civel do ioizo mu ni: pa do Rio
Grande do Norte Appellante, Jn5o averiano
Correa Barbosa ; appeiLidos, D. Mara lo O' de
Parrase outros.
Do Sr. desembarga-lor Doria as Sf.
gador Domingues da Silva :
Do juizo municipal de Cedras de Fugo.Appel-
lante, Joaquim Monteiro Gue es Gobdtra: appel-
lado. Virginio Horacio de Freitas. Do jut muni-
cipal do iecie.Appellante, o Rvm. cabido Olinda; appellados, Domingos Jos da Coste Gii-
mares e onlro. Do juizo municipal do Ca-
bo.Appellante, Patelo Pires Faico; appelldos
Joo de Azevedo Mala e ana mulher.
D > Sr. desembargador Domingues da Silra ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Do jury de Pao u'Alho.Appellante, o jaizo;
appellado, Manoel de Maria Faico. Dojury da
comarca do Jardim.Appellante, Vicene Manoel
do Nascimento; appellada, a jnstica. fo jury do
Ip.Appellante, o joiao; appel ado.Jos Ray-
mundo da Silva. Do juizo municipal a Serra do
Teixeira.-AppeHaate, Manoel Joaqun Ferreira
de Mana; appellado, PedroVietoriro de Son-
deiembar-
no da-SSf" do NecinMfa; appellado.'n" ji
zo. Appellante, o promotor; appellado, Jos An-
tonio de AmorTm.
Ap Sr* desembargador Gitirana :
Embargo do juizu municipal do Recife.Enmar-
ante, Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso; em-
rgado, Jos Joaqaim Prera de Mendoga.
DELIGE.NaA CIVBL.
Ao Sr. deemtiargador procurador da coroa :
De juize muaicipaLda villa da Assembla.Ap-
pellante, D. Maria Joaquina do Rosario ; appellado,
joo Candido de Macedo.
Do juizo de ausentes do Recife.Appellante, o
juizo; appellado, Muo&sl Raarque de Gusmo
Lima.
Assiguou-se di para julgamento dos seguintes
leitos:
AW>EctAc?BS crvgr.
Do juizo de direito do Aracaty. Appellante,
Antonio Correa de Sene; appellado, Antonio
Baptista Barbosa.
Do juizo municipal do Cabo.Appellante, Jos
Lonrenco da Silva; appellado, Joo Mauricio Car
doso.
De NazarethAppfllante, Manoel Thomaz de
Albuquerque Maranho ; appellado, Ignacio Viei-
ra de Mello.
Appellante, Jos Antonio Gomes; appellado, Ma-
noel Al ves Pereira.
OEUOENCIA CttIMR.
Appellante, Joauuim Alfonso Chaves de Mello;
appellada, a justica.
Levantou-se a seeso a meia hora depois do
meio-dia.
trmio lente tfrnlfUf IgMeW ^bm" d
Silva.
D. Ciara Rodrigues Pinto, esposa do nosso irroo
Custodio Manoel Tbeodor x
D. Angela Rodrigues de Oiaecia.
Escrivas por elei^o.
At Exm." Sr." :
D. Josepha Eofrosina da C reumeiso Pesaos, fllha
do nosso trmo snaatlaaie- Victmi* afpia 4o Sa-
crameto Peesoa.
D. Joaqaana Bardwleza do Parateo, esposa do nos-
so rrasio Jos Lniz do Paraiao.
D. Jiaqaiva Maria da Con-jeicaa.
D. Antonia Maria da CoBteico, eaposa do nosso
ir mi los Rufino de Carvalho.
D. Urabellaa de Almeida, irma do nosso ir mo
Dr. Leokardo Francia) de Almeida.
Mordomas
As Exa," Sr." :
D. Maria Delphiua dos Reis.
D. Maria Magdalena dos Santos.
tO. Lowenca Maria do Espirito Sanio, esposa do
nosso irmo Manoel Urbano do Espirito Santo.
D. Mara da Conceicao e Silva, esposa do nosso
irmao Jos Lourenco da Silva.
D. Alexandrina Felisbina de Monra Tavares, espo-
sa do Sr. Goncalo Al ves Tavares.
D. Luiza Maria do Patrociaie.
D. Maria das Chagas Gomes, esposa do Sr. Manoel
Gomes dos Paseos.
D. Rila Maria da Conceicao.
Fr. bowentp da Inmaculada Conceicao,
prefador e guardio.
Vicor AJo*k) do S*tcrametUo Pma,
secretario da commtsso.
Ao
TABELLA DO RENDIMENTO DA LFAXDEGA DE PERNAMBUCO DO ME?. DE NOVEMBRO DO
CORRENTE ANNO Fl.NANCEIRO, COMPARADO COM U DE IGAES MEZES DOS DOUS
ANNOS LTIMOS.
Iinportaco
u
Direitos de consumo.....
Dito de augmento de M)
Dito de dito de 30 %................
Ditos adflicionaes de S %.................
Expediente de 5 /, dos genero- lvres de di
reitos de consumo.....................
Armazenagem...... ....................
Despaclu) matutino
Ancoragem............................
Exportando
Dtreitos de 15 /o do pao bradl.............
Ditos de 9 /, de exportacf...............
Ditos de 2 1/2 % tthm....................
Ditos de 1 1/2 % do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expodiente das capataziis................
fnfnbr
Renda da typograplila i.neonal............
! proporcional por verba......
lixo .....................
adhesivo..................
Emolumentos...........................
Imposto de transmisao de propriedade de 3
o/' da venda de einbarcacoes............
Dito l % da afrematacao de bens movis..
Extraordinaria
Receita e eventual..........
1870 1871

Demitos
Depsitos de diversas origens.............
Dizimo da nrovinciti das Alagoas..........
Dito da provincia d;t Parahyba............
Dito da provtaria to Rio Grande de Norte.
Contribu cao naracisa de carirludf
i63:727#6i9
178:482J46
2:190*367
86:007*844
5:837*288
9:981*624
3:784*590
ll2:49o*647
0563055
8*000
10*400
1:187*000
564*270
4*000
1*400
955*232
1869 1870

866:193*830
1:698*609
S:176*M8
12:281*160
19*242
l:Sli7AO
883:884*109
Alfandegade Pernambuco, l.de dezembro de 1870.
876:190*03:
112:282*576
2:570*452
1:450*205
3:828*970
311:411*892
1378*890
52*000
80*600
1:641*880
1624660
602*750
1:597*688
1868 i 1869
1,313:250*515
5:824*204
22:776*948
l:0.i;i#212
1,342:886*879
557:450*634
75:973*252
1:934*535
477*591
1:836*930
I^4^6*845
1:447*020
115*930
849*740
53*600
1:740*000
1:164*234
797:590*311
4:427*8u
4:615*650
170*250
663*i5o
807:466*746
Servindo de chele da 2' scelo,
Anselmo Jos Pinto de Souza.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Operapo de cataratas
No principio do andante anno, comecet a
stotit tropeco na vista, e de tal sorte pro- reir de Carvalho, no
gredio, qae, no meiado do anno, j n5o
encoatrava oculos com qtre podesse, 1er e
escrevor. Ento dini-me ao Sr. Dr. Goi-*
Iherme Na#g'li, e c^nsultei o acerca" do
mal qu? mu aflligia.
O ilustrado facultativo depois de um
examo acurado orno meuolno direito, onda
o mal linha feito mor progresso, declaroQ-
me que eu soffria do cataratas; mal de fa
ctl cor.', por rne:o da operado, e qae elle
eslava prompio a dzel-a, logo que a isto
eu rae desjuzesse.
No mea Ando do novembro, tendo o mal
ranito augmentado, tornei1 a dirigirme ao
mesmo Ilustrado Dr., e entlo foi designado
o dia 21 dese mez pra a operaejto.
Nesse dia, polas 10 horas da manhaa
chegon a minhi casa, onde se achava gran-,
de numero de pessoas, aquelle Ilustrado
facultativo, que proceden em mim a extrac-
ta j da catarata do olho dirtrto, com ama
rapidez ncrivel, n5 se demorando mais
de dous minutos. Foi tal a destreza e pe-
ricia qae empre^ou, que ea nenhuma dor
soilri, na obstante nao ter feito oso do.
chlor6formio.
Se sarprehendou-me a delicadesa e pe-
ricia da operaco, n5o sarpreneudeu-me
meaos o estar en no dio 2 des dezembro,
oilo dias derjois da operacao, em estido e'buco de 17 de agosto.
! Vianna n3n tem nem p Je mostrar escriptu-
I ras de venda relativas aos quinhwos de to
|dos os berdeiros. como ca vinosamente disse
'em seu annuncio.
Os berdeiros tenente-coronel Francisco
Joaqaim Pereira de Carvalbo e Augusto Pe-
vonderam os seas
qainhoes, e os quatro herdeiros principaes
de que "trata a escriprura que foi apresea-
tada a cmara polo Sr. Dr. Vianna, reser-
varam urna parle de seus quinbes, na ra-
zio de 16:000) para garanta e seguranca
da accao da cmara e dos berdeiros da
Mecbelis, obrigando-se o desembargador
pagar renda da p^rte reservada, conforme
todo j demonstrei no artigo citado, que
nao foi coptestado pelo Sr. Dr. Vianna.
0 seu annuacio pois nao passa de urna
trica, semelhante as que j empregou peran
te a cmara municipal desta cidade.
E' ama verdadeira insidia, cujo Qm i
ver se embaraca qualquer IransacSo que os
berdeiros lenham de fazer para realisar o
contrato j feito com a cmara sobre a par-
te do mesmo sitio e casa, sujeito a.mesma
cmara pela aeco qae move contra os ber-
deirosr
Felizmente a cmara municipal e o publi-
co j esto inteirados do que capaz o
Sr. Dr. Vianna para conseguir os seus fins:
tornar-se Sr. de toda a referida proprieda-
de, sem dar mais consa algama aos pobres
herdeiros.
Haja vista a peti;5oem que elle fez
cmara a sua segunda proposta, e o artigo
qae eu fiz publicar no Diario de Pernam-
ahir a rna como m'o dscjarou 0 men-
cionado Dr.
Se levo ao conhecimenio do publico a
pereca do Dr. Gtiilherme Naegeli, na ex-
traerlo da catara t, para fazer sciente
quellesqae deste mal soffrem, que, entre
nos existe mais om medico perito na cura
deste ttul; e^alm disto mapifestar aquella
Dr. a minha gnti.iao.
Recife. % de d zsmbro de 1870.
Bacbarel Angelo H. da Silva.
Ao publico
Quer ama quer o outro d5o a medida do
sea proceder.
O publico qae ajuize, e em sua conscien-
cia d-lhe o nome que bem lbe merecer.
Recite, 3 de.ezembro de 1870.
AurelianoA. Pereira de Carvulho.
ELE1QA0
De j,ui2es, eserivSes e rjoordo-
mo3 que hao glorioso S. Benedicto no anno
de 1870 a 1871.
Li um annuncio que no JM^po de Per- j
nambuco do Io do corrente, fe'publicar o'
Sr. Dr. Luiz Emigdio Rodrigues Viamw, no
qual afirma o mesmo Sr. haver seu sogro guardo fre Lourenco da imraaculada
Juizes por eleicao.
Os Illms. Sr?. :
Conceicao.
Dr. promottor de'capailas Jorge Dornellas.
Tiourcio Valeriano Baptista.
Juites por devocio
Os films. Sr?. :
Francisco Antonio das Chagas.
Jovenete Auleriano da Cunha Cezar.
Jlo Jos le Carvalho da Silva Mnraes.
Anselma', Jos Pinto.
t^EscrivSes
comprado todas as partes da casa ra do
Hospicio o. t, e convida quero queira f>-
parecer em eu escriptono ou ao mesino
sitio onde prometa mostrar as respectivas
escripturas.
Com quinto seja isto a repeticao da mes-
ma falsidade j allegada pelo Sr. Dr. Vian-
na perante a cmara municipal desta cidade,
e qee foi por mim contestada no artigo que Pr vB1&'lLl
fiz publicar nc> Diario de Permmbuco de, SureSitaf^)0? Tartaruga.
!7 de agosto do corrente anno. julgo toda- Emestno Cavalcante de Albuquerque.
va dever voltar a mprensa para ainda mais *
urna vez declarar: (|oe falso haver o
desembargador Frrmino comprado tedas tw
partes do sitio ra do Hospicio n. %,
peripocentds aos Lertteiros de meu pai, o
finado major Francisco Joaqun Pereira de'
Francisco de Paja e Silva Lins.
) ossa irmao Jos Domingos G^ngalVes Lessa.
* \e Lyra.
s Ferreira Barros.
oelflrrefr da Silva...
Julzas por eleicao.
Aslam-Sr.":
governo e inaprensa de Por-
tmmm.
Tributo verdade.
Ainda o Sr. Antonio Domingues de Souza.
Por feitos de valor, duras radigas
Se ganha a fama honrada
Nao por brandaras vis do ocio amigas.
(Francisco Manoel)
Respondendo ao encomistico artigo publicado
no "Diario de 12 do prximo paj-ado mez, i-ob a
epigraphe Tributo ao ment, em que se ele-
vava a propor$5ea picas o agente consular de
Goyanna Antonio Domingues de Soaza, e sencu-
rava-se ao governo de Portugal por_ nao Ihe ter
ainda concedido alguna condecorado, em pre-
mio dos servicos por elle prestados a humanidade,
patria e aos seus patricios residentes nesta ci-
dade afflrmamos, clara e positivamente : que es-e
candidato a condecorares, bem longe de ser um
philantropo e benemrito da patria, nao era mais
do que um requintado egosta; um portuguez ia-
differente aos negocios e nteresses do seu paiz ;
e um agente consular distituido das necessarias
babililaedes para o bom desempenho da., fuoc^oes
do seu cargo.
Querendo disfazer a impress), que por venlu-
tura tivesse preduzido no publico a nossa palavra
franca e enrgica, voltuu a carga o panegyrisia
Sr. Antonio Domingues de Souza pretendendo com-
provar no Diario de 26 do mesiuo mez com do
cumenlot t boas razes tudo quanto dissera em
louvor do Seu heroie ; e persuadidojde haver con-
seguido o seu intent,ecbouiriumplialraente o seu
arrasoado as seguiutes palavras, a ni derigidas :
tDbclamar nao argumentar. >
Resolvidos, como estamos, a nao recuar nesta
discusso, por dover de justica e por amor dig-
nidade da cohnia portuguoza de Goyauoa, de
quem parece, se quer escarnecer, aposentndo-
se ao governo portuguez como merecedor de dis-
tincejies henorilicas por seus altos raereclmento*
e por ervicos ella prestados, vollemo a impren-
sa para fazer sentir ao campiao do Sr. Antn n
Domingues, que elle nao tem que ufanar se d i
sua arguinentato, menos que n5o tenha sido a
sua intencao converter em ,-aiyra pungente o sen
anterior elogio.
De feito as compruvacSei da pnilanlropia e be-
nevolencia do Sr. Antonio Domingues de Souia,
constiluem urna pega nica no genero : provoca
o riso e cau^a lastima.
Quem, perguntamos oeste nosso planeta, era ple-
no seculo XIX, nao estar allucinado pela vaidade
e por um infrene dosejo do fateis dislinccoes, se
lembraria de vir publico, dtzer do alto da im
prensa, em tom cmicamente ferio :
Sou um homem de coo^idera^o, e a prova
est em que poderei mostrar, com attestados gra-
eiosos, que possuo algutoa fortana e um porte
grave c Tenho com applauso e benemerencia ser
vido a mioba patria ; e, se alguem duvidar, ah
est a irrefragavel prova em dousjifflcios, que
religiosamente conservo no mea balcao para mos-
trar aos freguezes : um dellos indica que os rneus
superiores nao se quizeram dar ao trabalho de
me demili rera do cargo, que dignamente oceupn ;
e dojoutro se v que cavalleiros distinctos. pedia-
do-rae que promovesse assijmaturas para urna em-
preza patritica, dignaram-e de usar para com:
migo, obscuro mscate antes de dar um passiio a
Europa, da linguagem cominum dos homens de
fino trato e esmerada eJucaca < Huitas provas
tenbo dado de philaotropta e dedic^ao minha
patria, e como prova dessas provas son muilo
capaz de desafiar ao mundo inteiro, que nos
ajionte um facto e um nome proprio relativamen-
te a alguin portugez, que me tivesse procurado
e que nao tivesse sido attendido f I I I
Pois bem : este o resumo, se nio grave e
serio, com certeza exacto e comp'eto da original
demonstrando das sublimadas virtudes do Sr. An-
tonio Domingues de Souza I I
Se ao menos este Sr. aves-e sido estranho a
essa publicacSo, talvez podesse arredar de si par-
te do ridiculo que sobre elle se derramou. Mas isto
nao e. mais crivel, em vista dos dous ufcios nel-
las intercalados. Elles ntiestam com irresistivel
autoridade, 1 que sao os mais valiosos titules
de gloria do Sr. Antonio Domingues d Souza i
2 que o Sr. Antonio Domingues contnbae, se
nao com a redaccio, ao menos os oufroj ritmen,
tos para os elogios que Ihe im sido prodigali a-
dos no Diario de Pernambato.
Pobre Sr. Antonio Domingues I
Quiz provar a sua philaotropia e benemerencia,
fez para isso esforcos, di: penden dinheiro, e ape
as conseguio tornar-se o alvo de risotas geraes,
paienteado aos olhos de todos sua descomunal
inepicia e pueril vaidade. E' digno d compai-
xo I mas ct nsole-se que esta a sorte dos tolos:
benzendo-se, quebram o nariz.
Agora urna re-posta seria ao quixotino desafio,
que nos foi dirigido : Sr. Antonio Domingues de
Souza, assigne o seu castel que nos o acceitamos,
comprometindonos a provar perante o publico
de rosto descoberto, com muitos factos e moilos
noraes proprios, tudo atiendo bem I tudo quanto
hemos dito a seu respeito.
Emquanto S. S. nao Qzer isso, limitar-nos-be
mos a contestar, como temos feito, 03 tpicos lau-
datorios de suas apologas, o apreciar as provas
de suas eminentes qualtdades, provas qua Ihe cum-
pre exibir, visto coran, em boa jurisprudencia,
sujeita-se quem afflrrua aoonus probandi.
Se, porm, melhor reflectmli, abandonar a em
preza mpossivel de engrandecer e adornar com
virtudes, que nao possue, sua microscpica indivi-
dualidade, deixa-lo hemps em paz na sua espessa
obscuridade, donde S. S. n3e devera ter sabido.
Creia que nao Ihe volamos odio. Este senti-
mento nem todos poden inspirar. Nosso flm,
smpnte impedir que se irapioja gato par lebre a
impreusa e ao gov no de Portugal: nada mai*\
nad i menos.
E, caso seja tal n .!''sojo, qne tm S. S. de entei-
Ur o peito com nma fltmha do governo portu-
guez que, para satisfaiel o, nao hesita ante qual-
iner saeriQeio, damos-Ihe o seguiote conielho:
Medite bem os bello- verw, que (wiamos para
epigraphe, applique-os asi, e raudide systema :
em vez de vultar as cosus ao portoguez sujo e
maltrapilho que Pie passar pela porta, estenda-lne
a mi, mate-lhe a fome, cubra-lhe a nudez; em
lugar de cantar miserias guando se tratar de
suuscrever para estabelecimeotos de beneficencia
do nosso paiz, seja sempre dos prlmeiros a escre-
ver o seu nome com qulas porporcionaes i sua
fortuna indeptniente e legitimamenie adquirida :
seja tratavel eom os seus patricios aqui residentes;
nao os desuna; harmonise-os; seja activo e ze-
loso em enrar dos teresses dn colonia portirgue-
za desta cidade ; e at nos esquecendo o seu pas-
sado, pediremos : Para Antonio Domingues de
Souza a esmola de urna fita I >
Acha roaito custosa a mudanza ? Pois entai,
nao pediremos tetea para sea peito, nem, consen-
tiremos qua diante de nos o tratara de phllamtro-
po e benemrito da patria. Decida se. Aguar-
dan) a sua resoluta,'.
Alguns Portugueses de Goyanna.
nome, (que muilo de proposito pecului em mea
comrautueado) e mostrar ae, por esse modo, ttt
sido elle o aivogado que conseguio o trinnphe mi-
lagroso da causa, de tberdade da Anna Ignaea,
seus fllhos e netos", no estado perdido, em que ella
se achara.....o grande avogado, que eensegaw
libertar dos ferros do eativeiro urna familia intei-
a___se nao osse a vaidade de querer elaramen-
l apresentar-sc aosottos do publico, como o Bis-
aaari-k daqaella grande campanlu para, tal-
vez dalo advofar melhor os saus futuros inters-
ses ; estou eeRo qne nao tari* honrado a impren-
sa e a mim, dando ao mea communicado, a res-
posta que deu 11
Com effeito: quem atteader bem ao uieu com-
municado, veri, qne, ou o 8r. Dr. Caminha deve-
ria ler feito guardar o sea nome e pessoa, no cal-
culado silencio, com que muilo de proposito, por
certas conveniencias, o colloqnei, ou, no caso de
sabir luz, devia responder-me no mesmo terreno,
situacao e p, em que fiz e redigi o roen ct>m-
municado.
Entretanto, esse hbil advogado, para destrahir
a attencao publica da apreciacaodo jogo e cir-
cunstancias tristemente celebres e numeras,
2ue se deram, como meio de ter logar o triumpho
a causa tu quarto julgamento d'ella (ponto e ob-
jecto de que se compz o meu communicado) fa-
gio em sua resposta de toda a questao, procuran-
do, ento, por entre a odiosidade da questao de
captiveiro, encobrir a immoralidede dos meics de
qne se lancen mao, para se conseguir a tempo a
liberdade de seas constituales naqaelle qnarto e
ultimo accordao ; chegando a sna audacia ao
ponto de descobnr urna segunda paase no cati-
vi iro de Aana Ignacia, para apreseltar meu pai,
como autor dessa segunda phase, ou lesse segun-
do acto, pelo qual disse, que se redao ao eati-
veiro Aona Ignacia e sna prole 11
Pois bem lembrar-se ha o publico, qae em mea
communicado nao me propnz a mostrar a injuslica
do jaldado, nao entrei no mrito d'ellf, na ques-
tao principal"; pelo contrario n'elle oionde pnHes-
tei tratar depois d'essa segunda questao as pala-
vras tesseaccordao- que, em lempo, aer ana-
lysa lo de conformidade com as provas dos autos
d'e-uosicoes de direito, e principios da moral so-
cial : eque, porlanto, a resposta do Sr. Dr. Ca-
minha dada ao meu communicado, somante pode
ter a explicacao, que acabo de dar.
E, re ti fi cando esse protesto, pesso ao publico
aue suspenda lodo o seu juizo acerca de eativeiro
e Anna Ignacia, at que ea publiqae a aoaiyse
promettida d'esse accordao; ende toda a questao
ser posta era termos de poder-so com imparcia-
lidad^ e verdade.iro conhecimento da cansa julgar
da justica oa inju-tica d'eile+e onde vera, qae o
Sr. Dr. Caminha em seu communicado nao passa
de um infiel noliciador, ou de om mo apreciador
de autos. Urna qaesto tao importaste nao pude
ser tratada seno em diversos artigo*, oosquaes Ji-
quera todos 06 autos estampados, para qaa a dis-
cusso i' aoaiyse possam eocaminhar e esclarecer
ao publico no seu judiciario conceito ; o qae te-
p os justamente a fazer.
Ao Sr. Dr. Caminha, porm, respondo apenas,
com relacao ao supposto eativeiro de Anna Igna-
cia, descripto em sea communicado, que me op-
ponlio ao seu juizo de advogado interessado e sus-
peilo, o j ii i ao insuspeito e esclarecido de seu sogro,
o Ilustrado e justiceiro Sr. desembargador Fran-
cisco Domingues da Silva, que, por tres vez* jnl-
gaodo c feito, por tres vezes julgoa falsa toda essa
historia, que coma o Sr. Caminha em sen oom-
municaJo, e por tres vezes com dous dos honra-
dos seus companheiros, jnlgou escravos legtimos
de rceu pai essa familia infeliz redutida (como diz)
em duas phases, ao ferrenbo eativeiro..........
Suppooha o Sr. Dr. Caminha per momelos que
seo sogro e seu distlnclos collegas julgaram mal
a causa; isto justifica lodo aquelle cortejo de
immi.ralidades erapregadas para se desarredar*m
da causa os seus legtimos, e competentes jotaes TI
A justica de um fica justificada, poneaiura,
com a immoraldade dos meios t |..........
Di7, porm, o Sr. Dr. Caminha, qae nao coslu-
ma perguntar as partes arazfti por aue o iiro-
curaui: a que se afana de ler concorrido para
libertar urna familia inteira, aceitando e adve-
gando a causa de Anna Ignacia; e que nao lz de
collega oeabum d'elle o mo conceito.de te rt ca-
sar de prestar seu patrocinio a ama familia, qne,
pela s guada vez redunda escravidao.
Para que tanta pomada Sr. Dr. Cammaa 1
Nao taca do publico o conceito de menino..
Nada com effeito mais nobre e bonito, do que
o papel que faz o advogado,. quaado presta o seu
patrocinio a causa da liberdade, por amor a mes-
ma liiierdade, nenhutn collega de v*. S., por cfrio,
se recusar a isso.
Mas distinga o Dr. Caminha o papel do advoga-
dovoluntariamenteprocurado para to grave
mi ter, do ontro que procurado pela necessidade
deincompatibilisar juizes : o primeiro p pe
tem toja a nobreza, ment e honra ; o-o segundo
toda a ojiosidade, censara e immoralidade :
0 primeiro symbolysa a nobreza, o tlenlo e
mrito do advogado : o segando representa o jogo,
a trica, a immoralidade ; o primeiro exprime a
voluntariedade da parte na escolha do advogado
e a confianca que tem oa iaslica da causa : o se-
gundo explica a necessidade e coaecao nessa es-
colha, como meio indispeasavel de veneer : o pri-
meiro pnpel eleva e honra o advogado : o segun-
do o abale e o menospreza...
S. S. obriga- me at a mostrar, qae o seu traba-
lito nos autos, apesar le sua grande ioielligeacia,
est muito e muilo aquem do trabalho do seu an-
tecessor, e que, porlanto, nao tai procurado, por-
que o merecimento da causa precisasse do seu das-
envolvimentoe talento; e isto se faz csnheeer itn-
priuiindo-se em urna columna do jernal as uas
razies, e na outra as do seu antecessor...
Se**V. S. me perdoasse, eu Ihe dara um eense-
Ibo ; e que, quando for procurado para formular
embargos a mais de um a:cordao da relico.
pergunle a parte, porque razao que o procura
em tal estado de sua causa, nao o tendo antes pro-
curado ?... Nao se afflija com e-se conseibo de
um raatuto, que as vezes penea bem... e lem-
bre-se que esse conselho nao ten a milsima parte
da oifeuca que V. S. fea publicamente a mea hon-
rado pai, presiando-lhe a cumplicidade de redozir
a escravidao pessoaa livres...
Disse anida o Sr. Dr. Caminha, qae s eu poda
eslranhar qu seu sogro se declarasse 'uspeito,
por ler elle apparecido como advogado na causa,
e que eu poda livremeote teeer elogios a ju es
que procedam de modo diverso; flcinao ea certo
de que nenlium os aceeitar, e ser capaz de ofi-
ciar em autos, bavendo impedimento legal.
Pesso venia ao Sr. Dr. para dizer-llie que cao
me obriga a inoralisar a su-peicao do seu sogro, e
nem involve-lo era minhas discussoes; porque
rouito o respeito, e porque creio que elle se de-
clarou suspeito s pela conviccao que teve de qae
eslava impedido tle ofliciar nos autos com o app.v
recimento de V. 5.
Mas, de passagem direi ao Sr. Dr. Caminha, j
que isto me obriga, que seu digno sogro ao se
devia declarar suspeito e limito me apenas a diier-
Ihe que estude mais a questao e veja que temos a
respeito, decisao e le, qae em tempo gabera.
Quaado o juizo est feito, e coostituido na causa
o seu prente quem nao pode perante o sea
juizo advogar : se este apparece lo imprudente-
ment ; e contra direito, era aeujuito ojuiz
por ceno, nao tica prejudicado e impedido ;
flea impedido o advogado, que apparece como tal
prente o juiz j constituido, ame quera o direito
prohibe de advogar.
Estude, p ranlo, mais a questao, Sr. Dr. Cami-
nha. e va-se preparando desde j para ellas ; lio
queira, porm, anUcipar os ac n te ei mea tos, e nem
me falle em direito com autoridade da Unfittrr-
dixit.
Teco elogios a quem segu a verdadeira doctri-
na do direito, contraria a que tasa o Sr. Dr. Ca-
minha e a quem de elogios nao precisa, porque
est cima delles ; tenha paciencia A espere que
V. S. lera ura grande thealro qne lbe offerecerei.
para nelle representar o sea bello Uleqte e illus-
traco : sou serlauejo a os sertanejos sao constan-
tes e nao prometiera para fallar.
Fe, finalmente, V. S. nalar em seu aenmani-
eadu a falsidade que commeli no meu, ua parte
em que dei o voto do Sr. Gitiranna como vaneado.
&' verdade que houve de anana parte este en-
gaito, devuio urna mfor naco logo deptia do jul-
gamento da causa, uformacao qaa se nunlave al
o acto de meu communicado, e it\Q (era
provas em pe>eoa de aua propria i
Aqui hado, declarando gue ternuBMa miaba
discuisio e resposu *j Sr. Dt. Caaaialat, vMMV>
apenas em tempo competente eom a tatifm ao
accordao proraetiido em meu ^mmunadiV
Recife, Io de deaeaabrode IS7Q,
Sabino Benicte Smratva Lea* Cnafadla Bromeo.
)UAS PALAVRAS AO DR. ALVARO CAMI-
NHA.
O 3r. VKCaminha, roubanlo algnns instantes
a seus grandes sfazeres, deu n'eile jornal de noje
urna reaposta ao meu communieaco, publicada no
zoesmojornal de 30 do mea proxino passado.
S nio se deixasse o Dr. Caminha levar pelo
'



*


Carvalho, e por conse^ointe qae o Sr. Dr. d. Maria Aucet d Mello Peatte, esposa do nossejsenmenio de querer descobnr ao publico eu
Constando ao abati assi^nwvo, que a sua
malber D. Francisca Sepftonofta de Jfeadfcn-
ca Plato, ululo de aiimeata, #retttde
alwaar bens do csul, declara abaii9. as-
signado ao reeeiUrfl puMic, e pre*fnt5 as
comitentes autoridades que a sua dita au-
An


Khm
^
r
V
I
I%io de Fewiginbnco
Segunda eira 5 de
i"
y

Dezembro de 1870.

#*
Iher. a qaal desde It de majo de 1865
est oa posse, adofotfftafBa. e goso dos
bens do casa!, nicamente por tolerancia do
abaiio assigoad, Dio pode por modo al-
gam alienar tetn de especiea lgoi*V atiento
o direito, qat a alaix issigoadi) compete
Dio a^. cerno c/iefe do casal, e sea admiais-
traer, seeo tambem atientas as clausulas
daescrptura antenupcial, lavrada em 2 de
setemhro de 1864 ; e que, sahindo da tole-
rancia, em quo indivisamente tem jazido e
fundado as decis5es dos tribunaes, e leis
do pair, usura de todos os recursos, e
meios legtimos para razer rata* o ssa di
reito contra qualquer atienaeSo, que faca ou
pretenda fazer a sua mullier. e assumir a
competente; administracjo e posse dos bens
respectivos.
Recife, 30 de uovem,bro de 1870.
Joaqun ate Silva Rege.
PL374.-NaVB ANM03 DS CO.VTINUADOS
TORMENTOS.-Jos Viceate, filho de Juan Viean-
ci, de Puebla, depon de rwer soffrido inealeula-
veia tormento pe eipao/> de 9 anuos, foi radi-
calmente cralo (fuma ejprofufa maligna 'entro
de palcas atete, con esse elixir precioso da
vid evaaMota irres*tivl do veneno do s.tnguo, a
Salsaparfilaa di BristoL A molestia qu* bavia
pri tipiado da juata do caioaahar, cbeguu subir
at aaa afea. Oa medico lodos diiiaiu quo era
tima (eaerktade o suppor-se, que bouvesse reuie-
dio algn capaz de salvar o doenie. E com talo,
este harrivel caso de encrofah heredienria sue-
cambio ante o grande Bspecifleo Vegetal. A carta
do pai d joven ao Dr. Brisiel, um dos docu-
mentos mais notavais que jamis se chegou a pu-
blicar. It esta nao mais do que urna nica
prova oaire a*,iniliiares dallas que acreditan) que
DeolMau motan externa maligna, quer
exista ni pelle, quer rus glndulas, na carne ou
oos msculos, pode resistir as salutferas e mi-
ravilhosas virtudes deita preparacao iacompara-
vel e vivificadora.
N. 375.-VENEN'06 MIXERAE3. Na pratica
da medicina empregam-se todos os ven"nos acti-
vos, c todos ellas encurtam irremissivelmento a
vida. A Salsaparrillia de Brstol, realmente
urna das poueas preparacoes medicuaes, que se
poden considerar come um remedio puramente
vegetal. Na> cuntero um t grao que seja de
merevrio, aasenico, estricnina, bromes, iode, nem
neabuutt oulra substancia venenosa que seji. E
de mais um antidoto contra os mesmos e cura
as eofermidades produzida por elles mesmos O
melhor que estes sabem Tazar, matar nma en-
fermidada substituindo-a por outra ; porem a
Salsaparrilha de Bristol. obra de accordo com a
natarza e nao contra ella, deslruindo para sem-
pre com o sen elTeito neutralisador, as causas das
mole-tias ulcerosas, cancerosas e eropliveis, re-
gulando o ligado e o estomago, dando torca e
vigor ao ventre, liinpando o sysleraa de todos os
elementos morbosos, restabeleeendo o vigor cor-
preo e a elasticidad mental, e rebustecendo cada
orgo debilitado. Talo as enancas com) as sen-
horss as mais delicadas a podem tomar sem susto
algom. E- tancora da vida, dos fraco9.
alacho
dem de cana
dem genebra
Idtm restilada
dem alcool.
dem cerveja ,
mvinagre.......
dem vinno de caj......
Bolacha fina, comprehondidos os
bscoitos........
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom....... >
dem escolha ou restolho ... t
dem torrado ou moide. ...
Cal branca........
Mem preta........
Carne secca ( xarque ).....
Carvao vegetal. ....--.
Cera amarella. ...... >
dem de carnauba em broto. >
dem dem em velas, .... >
Cha..........
Cocos seceos.......cento
villa.........kilog.
Couro de boi, seceos salgados.
dem dem espichados.... >
dem idem verdes......
dem de cabras cortidos um
(dem de onca........
Doces em calda......kilog.
dem em gela ou massa.
dem seceos........
Espanadores de peonas grados duzia.
dem pequeos......
tem de paiha....... i
Esieras do earnal .... eeaJo
(dem propria para forro ou estiva
denavia........
Estopa nacional......kilog.
Fariulia de araruta......
Idean de mandioca .....
Feijo de qualquer qualidade. .
Fumo charutos......
dem cigarros......
dem em folha bom .... *
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ........
dem em rolo e em latas bom .
dem, ordinario ou restolho. .
Rap .........
jomma de mandioca, (polvilno).
(pecacuanha ( raz ).....
Angico (toros)......
Caibros ........um
Enxams........ >
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) duxia
Lenha em achas......cento
dem em toros......
Linhas e esteios......um
Lour s (pranchoes)......
Pi Brasil........kilog.
dem de jangada......um
dozia
mantos e marmha, fle vr*r* e ootros ojete*
00
kilog. X
1
m
Vi
m
188
44i
4*
763
4 360
4X000
11438
474
640
260
380
10*000
1X133
78i
2*180
W*OtW
2**000
12*000
16*000
12*000
136
68
Ballimore50 dia., patacho norte-aiemSo Ha,
nie, de 280 toneladas, capitao D. spartre, equi-
pagem 7, carga 2500 barrios cora farlnba de
trigo ; Hwy Forster 4-ft
Mo-Pormcso6 horas, vitar Wtsileiro Parakyka,
de 104 toneladas, eomouadaota Oiivtira, eqoi
pagem 14, em lastro; GMBfanbi. Parnambu
pana.
Navio Mfc'dbs no mesmoiita.
Aud~E'Cun norte-aataaia Satkai-mha, capitao
Aihrs, em lastro.
Nave m/rrnmt no ata 4.
New-York -43 lias, patacho inglez Perseverante,
de 164 toneladas, caainV John Laial), eqaipagtm
7, carga 1,957 barrica* eem farinba e trigo ;
a Saunders Brothers & C-
New-York52 d(a*, pataca noria-ailamio Soe-
tal, de 176 tonejadae, eaptio H*rttog, eqoia
gem 7, carga varia) aepeao.*; tfcnry Forsier
4.C.
I!
centro
i
kilog,
dnzia
COMMERCIO.
PRAGA DO REGIFE 3 DE DEZEMBRO
DE 1870.
XS 3 1/2 HORAS DA TABDB.
Cotacoes ofSciaes.
Asauear Canal2*350 por 15 kil.
Assucar americano regalar2*300 por 15 kilg.
Assucar americano Dora2*400 por 15 kils.
Asquear purgado amaneano 2*500 por 15 kils
Asquear maseavado purgado2*600 por 15 kils.
Algoiao sem inspeceo de Hamanguape 520 rs
por kil.
Algudao 1* sorte de Goianna551 re. por kil.
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 1|2 por 1*000.
Dito sobre dito 90 d|v 23 3|4 por 1*000.
Dito sebre dito90 div 23 1|2 por 1* (no da 1.
de deiembro).
Dito sobre dito90 d|v 23 5|8 por I* (hoje).-
ouealo Jos Affonso,
Presidente.
Mosquita Jnior.
Secretaria
ALFANDEGA-
ReodiaMBia do da 1 .
dem, do dia 3 .
40:242*583
84:214*745
124:487*328
lovlmento da alfandega.
Volante? entrados com fazendas
< com gneros
Voluraes sahidos com fazendas
t cora gneros
143
-----143
126
180
------306
Quiris
Vinhatico costadinho de 25 a 30
milmetros de grossura. um
dem pranchSes de dous costa-
dos al 50 millimetros de gros-
sura ......... t
(dem taboado de meaos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado divarso...... i
Tatajuba........ kilog.
rraves......... urna
Varas para pescar..... duzia
dem para aguilhadas ...
dem para canoas..... urna
Cavernas de sucupira(em obra)
Eixos de cicupira para carro. par
Mslaeo......... Kilog.
Mel de abelha.......
Milho..........
Ossos......
Palha de carnauba..... molhos
Pechury........ kilog.
Pedras de amolar .....
dem de filtrar......
dem de rebollo
Pennas de ema. ...*..
Piassava......... molhos
Pontas ou chifres de novilho ou
vacca......... cento
Sabo......... kilog.
Salr.......... I
Salsaparrilha....... *
Sapatos de couro branco par
Sebo ou graxa emrama kilog.
dem era velas. .*....
Sola e vsqueta....., >
Tapioca.........
Uuu. a_ &..1....... ooalo
Vassouras de carnauba duzia
(dem de piassava..... '
dem de imb. i
2'
3*000
30
1*090
613
81
545
2*18(1
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
9o000
3*000
12000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
16*000
Oteaaow50 dias, barca- kiak Helen Finlaytm,
t>M> tonelada?, capitao^W. J. Seator, eqjsftv
gem 14*, carga rarvo; nAdamson Howieav.
Aracaj20 dias, hyate tiraaileiro Rosa, de 30IO-
neladas, capitao Jos Felivde Almeida, equtfPr
ta\. carga farinha de mandioca ; a Fernanla
Irmao.
Navio sahido no mesrno dio.
Rio da PrataBacana dinaraarqueza FyUa, capi-
tao Pihrer, eavfa ssacirr.
Observado.
Fuajjioa no laatarao uaa barca ingleja, a qual
at raeo dia nao teve communicacao com a trra.
le Lisboa, azei-
u|o P^Br;jj, fissucar
ttcorellnaj, alelrfl.'ar.iruti, assucar bnneo
rosaqAacalho, boljcha, holacbinha americana.
5* do, chriwsson, carne verde, cevadinba, carne
secca ba Rio Grande do Sul, oraauba em velas,
fei|ia4 fcrtaha de mandioca da trra, galinhas, le-
nna, oajite, o\anteiga ingleza, manteiga fraoceza,
Rao f** nwssa, sal, toucinho de Liboa, tapioca,
tijolodealvenarla grossa, telha, vinho de Lisboa,
velaaa%ria), vinagre de Lisboa, e velas steari-
Q12v 8 ea *ra PrPna Pat* lanternas.
Taabem o eonselho no mencionado da 5 do
corrate inez, de igual forma, promove a compra
doi wfeiles objecin do material da armada :
18 baldeadeiras de folha, 10 iluzias de chicaras
8 p,re*^ fclha' mniI de Uha> i0 de
cares, H) lapes pretos, 2 oslos de alcance, 8
duzia? da. tigelas de folha dobrada e 6 vardes de
terro quadrado de 4 polegada em qoadro.
Saja das sessoes do conselhode compras navaet
I m dezembro de 1870.
O secraiario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Descarregam boje 5 de dezemro.
Brigue inglezMarietcalho.
Patacho inglezfidithfarinha de trigo.
Patacb,) inplez -Eleonordiversos gneros.
Patacho inglsz-Leonardo Megeisidem.
Barca portuguezaSocialidem.
Brigue inglezifenuciatarinha de trigo.
Brigue inglez /swbacalho.
Patacho americanoHermiondiversos gneros.
Navio inglez Etmyrplvora.
Brigue inglez Wili Wave diversos gneros.
Navio inglez -Miterincarvao machioismo.
Barca fraoceza .tfexi'coviaho.
Bar1*! ingleza Kahi-noor ferro e carvao.
Despachos de exportacao no dia 1" de
dezembro
Na barca ingleza Brilhante, para Liverpool
carregaram : Pereira Carneiro 4 C, 38 saccas
com 2.524 kilos de algodao ; Antonio de S Le-
tao, 138 saccas com 14,876 kilos de algodao.
Na barca ingleza Cuba, para Liverpool car-
regarajt : Filipps Brothers & C., 285 saccas com
25,180 kilos de algod j.
Na barca fraoceza Jean Baptiste, para o
Havre carregm : Tisset frere 322 saccas com
ii, (55 kilos de algodao, e 672 couro i salgados
seceos com 8,064 kilos.
Na escuna dinamarqueza Fulla, para o Rio
da Prata carreaaram : Pereira Carneiro 4 C, 2J0
barricas e 100 meias ditas cora 39,014 kilos de
assucar branco.
No patacho inglez Emprett, para o Canal
carregarara : Saunders Brothers A C, 400 sac-
eos com 30,000 kilos de assucar masca vado.
So brigue porluguez B/a Figueirense, par
Lisboa carregou : Soares Primos, 65 saceos com
4,875 kilos ds assucar mascavado.
Na barca portugueza Gratidao, para Lisb >a
carregarara : Euzebio Raphael Rabello & C 100
saceos com 7,500 kilo de assucar branco, e 250
ditos com 18,750 kilos de dito mas:avado.
No lugar porluguezJulio, para Lisboa car-
regou : Garvalho, 100 saceos com 7,500 kiles de
assucar bran:o e 300 ditos com 22,500 kilos de
dito mascavado.
No brigoe /irtugoez Umo, para o Porto
carregou : Luiz Jos da Silva Guimares, 100
saceos com 7,500 kilos de assucar branco e 200
ditos com 15,000 kilos de dito mascavado ; Tho-
maz Perreira Maciel Pinbeiro, 105 couros com
1,236 kilos. .
No navio inglez Sheftrdey, par Philadelphia
carrejaran : denrique Postar A C, 1,200 saceos
com 90,000 kilos de assucar maseavado ; Jos da
Silva Loyo & Filhoi, 600 ditos com 45,000 kilos
de dito.
TABELLA dos paseos dos gknkros su jeitos a di-
BEITO DI BTPOaTACO. SEMANA DR 5 A 10 DB
DEZEMBRO DB 1870.
Mercadorias: Unidades. Valores
Abanos......... duzia 300
Alaodao em caroco..... kilog. 165
dem em rama ou em la. > 517
Carneiros vivos....... um 4*000
Porcosidem...... 1*000
Arroz com casca. .... kilog. 88
dem descascado ou pilado
Assucar branco...... 250
dem mascavado...... 160
dem refinado........ 436
Gatnhas........ orna 1*090
Paeagaios....... 8*080
Axeite de amendoim oo men-
dobira......... litro 837
dem de cco ...,-, *g: ''"
dem de mamona. ...',. > 528
Batatas alimenticias. .... kilo*. IOS
Baunilha....., 5*450
Bebidas espirituosas efermeataaaa:
Agurdente cachaca. utr. 1W
20*000
144*000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
50
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*796
160
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*100
bbol
380
768
1*200
960
Alfandega ae Pernabrabuco, 3 de dozembro de
1870.
O 1.* cenferente. Jos Manotl de Lira.
0 2. conferenteC. B. de Lira.
Approvo.Alfandga, 3 de dezembro de 1870. -
Paes de Andrade.
Conforme. Joaquim Tertuliano de Medeiros.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendiraento do dia 1 2:394*369
dem do dia 3 2:825*702
CONSULADO
lleudimento d da I .
Idem do dia 3 .
5:220*071
PROVINCIAL."
. 4:967*070
. 13:722*161
18:689*231
PRACA DO RECIFE
EM 3 DB DEZKMBnO DB 1870. AS 3 HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
Cambios.Saccon se sobre Londres a 23 1/4,
23 1/2 o 23 5/8 d. por 1* ; somraando um valor de
st. 20,000, desde a sabida do vapor.
Algodao. Vendeu-se o de Pernambuco de
8*300 a 8*500 por 15 kil., e o de Macei posto a
bordo a 9*850.
Assucar.Vendeu-se o mascavado purgado de
2*530 a 2*600 a arroba, e o bruto canal a......
2*250
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 4*100
a arroba.
AzBiTE-DOCBO de Lisboa vendeu-se a 3*100
o gallo.
Bacalho.Em atacado vendeu-se a 11*000, e
retalbo de 12* a 13* a barrica.
Batatas.Vendeu-se a 4* a arroba.
Caf.dem de 5*500 a 6*200 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*800 a libra.
Cervejadem de 5*000 a 9*000 a duzia de
botijas ou garrafas.
LoucaVendeu-se a ingleza ordinaria a 320
por cento de premio sobre a factura.
Manteiga.A ingleza vendeu-se a 980 rs. a
libra, e a franceza a 1*.
Massas.Venderam-se a 9* a caixa.
Oleo de linhaca.dem a 2*200 o galio.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Queijos.Os flamencos venderara-se a 2*400
cada um e o prato a 720 rs. a libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Toucinho.Vendeu-se o do Rio-Grande do Sul,
de 6* a 8* a (|, e o de Lisboa a 11*500.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se a 140* a
pipa.
Vinhos.Os de Portugal venderam-se de 200*
a 260* e os de outros paizes de 210* a 240* per
pipa.
Velas.As de composicao venderam-se a 580
rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulou de 8 a
11 por cento ao anno.
Fretes.Do algodao carregando em nosso porto
para Liverpool 5/8 d. por libra 5 %, carregaudo
na Parahyba 3/4 d. por libra 5 /> carregando no
Cear 3/4 por libra 5 */.. Do assucar para Liver-
pool, carregando tambem em nesso porto 15/ S/C,
para o Canal, nominal e para os EstadosUnidos
32/6 5 /.
O Doutor Sebaslio do Reg Barros de La-
cerda, juiz de direito e especial do com-
mercio n'esta ridade do Recife de Per-
nambuco por S. M. I. etc.
Fago saber aos que o presente edital vi-
ren, e delle noticia tiverem que no dia 9 de
dezembro do corrente anno se ha de arre-
matar por venda, a quem mais der em praca
publica deste juizo, depois da audiencia res-
pectiva mil pecas de chitas brancas, escu-
ras, encarnadas de lislras do cjvs, pretas
e riscadinhos, coa 23.-038 metros a 61JOOO
a peca, importara em 6:000(5000, as quaes
vo a praca por execuc5o de Jos Fernan-
do Gomes, contra Joao Evangelista de S,
e Jo51 Antonio d'Amerim.
E na falta de lanzadores que cubra o
prero da avaharan ser a arremataejo feita
pe i preco da adjodicaco com o abatimento
da lei.
E para quo chegue ao conhecimenlo de
todos, mandei passar o presente, que ser
publicado pela imprensa e affkado nos lu-
gares do costume.
Dad i e passado nesla cidade do Recife
de Pernambuco, aos 29 de uovembro de
1870.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da
Silva, eecrivo o subscrevi.
Recife 29 de noverobro de 1870.
Sebaslio do Reg Barros deLacerda.
Perante a cmara municipal d'esta cidade de
Olinda, estar em hasta publica nos dias 1, 7 e 15
do mez de dezembro prximo vindouro, para ser
arrematado por quem mais ohrecer, o imposto da
aferico de pesos e medidas do novo padrao'do
imperio, pela quantia de 1113.1, sendo o arrema-
tante obrigado a aferir os da mesma cmara, sem
indemnisacao alguma.
E porque seja dita arrematacao feita um pouco
larde, deve ter lagar a aferico do corrente anno
municipal nos raezes de junlio e julhe, e nos an-
uos seguimos de outubro a dezembro, e de abril a
junho, sendo, porm, os acougue3 obrigados a re-
verem de tres em tres raezes.
Estar tambera em hasta publica nos dias cima
mencionados, o aforamenlo perpetuo de 15 pal-
mos de terreno sito no becco denominado Cardim,
de conhrmidade com o di-post) no art. 45 das
'"DQwcoes geraes da lei monlcipal n. 965 de 25 de
JUIIIO 00 COlieUie au.iu, ,,ti- n>ni...... '- "'""
annual. Os prelendentes devero comparecer nos
referidos dias com seus fiadores, competentemente
habilitados, na forma da lei.
Paco da cmara municipal de Olinda, 24 de no-
vembrode 1870. Manoel Antonio Silva, pro-presldeDte.Marcolino Diat de Araujo,
secretario.
ItECLARACOES.
De ordem do lllm. Sr. conselheiro inspector
da thesonraria de fazenda desla provincia se faz
publico que no dia 7 do corrento mez, pelas 2 ho-
ras da tarde, iro praca para serera arrematados
perante a junta da mesma thesouraria, por quem
maior lanco offerecer, dous cavallos do deposito
especial da ia-trueco : as pessoas a quem era-
vier deverao comparecer na referida thesouraria
no dia e hora cima indicados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 3 de dezembro de 1870.
Serviodo de oficial maior,
____________ Manoel Jos Pinto.
COMPANHIA
BEBERIBE
A directora desta companhia manda ere-
venir aos moradores da Passagem da Mag-
dalena, que ser interrompido o forneci-
ment d'agua dorante 4 dias a partir do
dia 6 do corrente s 8 horas da manha
aflm de se poder cullacar as linhas da nova
ponte da Magdalena.
Escriptorio da companhia do Beberibe
3 de dezembro de 1870.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.
Arrematapao
da 5 do corrente depois de
praca no
MOVIMENTO do porto.
Navios entrados no da 3.
Bahia15 dias, hiate hrasileiro Porto Seguro, de
47 toneladas, capitao Jo< Monteiro da l'urihca-
?ao Jnior, equitiagem 7, carga 1410 alqueires
de farinha de mandioca ; ordem.
Londres32 dias, galacho inglez Ismyr. de 226
toneladas, coitlo John Evans, equipaje 9,
carga plvora e outrna geaeroe; Saunders^
Brothers & C.
Liverpool33 diaa, arca iglata.De/f>/im, de 343
toneladas, capitao Joo Dansoav eqtupagem 12,
carga carvSi; Danta.
Cardiff32 das, barca ingieza Dmgiun, de 447
toneladas, capitao Caughey, eqnipagera 16, car-
ga car vio ; Johasloa Pater 4 C.
Vai a di
Onda a audiencia do Sr. Dr. joiz de orphaos, i
supplente, e pelo cartorio do escrlvo lniraares,
urna pequen parle qae possuem as menores Ma-
ra e Joaquina, na casa de sobrado de um andar,
sito a roa de Hortas n. -110, pela >iuantia de'
412*138.
SANTA GASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Santa casa de
Misericordia do Becife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no di 8 de dezembro pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo tompo de um
a tres annos, as reodas doa predio;; em seguida
declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.-
Rua de Hortas.
Casa terrean. 41.......303*000
Ra de Santa Rita. 'J*UUU
Sobrado n. 41........ifiinoo
Ra do Nogueira. *^
Casa terrean. 17. 303*000
Travessa de S. Jos.
Casa terrea n. 11.......tfiQannn
PATBIMONIO DOS ORPHOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora RJar)
Casa terrea n. 105................. 1W#000
Idem dem n. 9................... 365*000
Os prelendentes deverao aprsiaotar no acto da
o-rematacao as suas flaneas, ou mparecerem
acompaahados dos respaativos fiadores.
Seueutria da Santa Casa do-atisernordia do Re-
cifo, 30 de nevembro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Conselho de compras navaes
O conselho contrata no dia 5 do ibrrente mez,
vista do propostas recebidas at as 11 hora* da
raanbia e sob as condicSes do estylo, o foraeclraen-
te ao trimestre de Janeiro a marco do ana prxi-
mo vindouro, aos navios da votada e estabelect-
!
Correifl geni.
R#rac5o das carias registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
reputigao do cortejo em de dezembro
de 1870.
Amelia Al ve de Pigtieucdo, Antonio Jos, de
*> *ffa, Beroardiae Mari da Silva, Horario
Manoel Fraacisco dos Prazeres, Francisco M. Pe-
r-ira Dinii, Francisco Detfino da 8Wa, Flix Pe-
reira Simas, Henrique Jos de Salfes, Joao Pedro
H. Corris de Miranda, Joao Francisco Bailo de
Ohveira, Joao T. Marsillae, Jos Pereira dos Santos
Andrade, Jos Barlholomea (4). Jos de Magalhaes
Machado, Jjj ViannaVaz, Luiz Manoel de Oli-
veira alendes, Laz Manaal Rodrigues Valenca,
Luiz Antonio Pereira, Leandra O. Abres de Cam-
ino, Manoel iRibeiro Brrelo de Menezts
O encarregado do registro,
Manoel do< Passos Miranda
THECTRE
m mm
BENEFIE DE
lllllllli; DE V.1LIK.I
6 DBCBMBRE 1870
1." PARTIE
Le Rcvaneho de Forlunio
OPRETE EM 1 AGTE
Mile. Brescia (forlunio). Mr Haynaud i lean bridn)
2.'ue PARTIE
Mlle. Marielte, LE JARDIM DE SUZON.
Valse ddie Mme de Valmonca, por Mr. Jos
Coelho, chef d'orchestre du theathe, execute
grand orchestre.
Mr. Croo, A LA BOXXE IIEITRE PARLEZ
MOI DE CA.
Mr. Ferreira dos Santos execntera le pas des
fleurs animes,
DO DILTR07ATOR,
Chant par Mr. Maris e Mme. de Val nonca.
I mr PAJITIE
LA FAVORITE ( mon Fernand )
Chanle par Mme. de Valmonca.
4.rae PAUTIE
Le grande papa de la chanson.
OPPERETTE EX 1 ACTE.
Jean Rosseau.)
Ueranger )
La Chanson..) ,
Lisetie......) Mmede
Le spectacle termio-ra par le brillan! quadrille
d'Orphee aux eafers dans par Mme. de Valmon-
ca, Mlle. Marette, Mr. Carn et Mr. Haynaud, a
la ciarle des flammes de bengMe.
Mme. de Valmonca a organis ce spectacle en-
tierement nouveaa ; antan poor remercier.
L'bonorable pnblic de Pernambueo pour les
sympathies qu'il a raontr son gard.que pour
sjisfaire le plus agrablemente possible les per-
presentation de leur prsence.
Mr Maris.
Val moca.

AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costara por vapor
Femando de Noronha.
As doze horas da manha
do dia 6 de dezembro prxi-
mo futuro seguir para aquel-
le porto um dos vapores desta
companhia.
Recebe carga at o dia 5, eucommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at as 10 horas da ma-
nha do dia de sua sahida : no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.
RiO/ de Janeiro.
0 patacho nacional Esfrega a sahir at o Tira do
mez, anda recebe algnma carga : a tratar no es-
criptorio de Jos Mara Palraeira, largo do Corpo
Santo n. 4, Io andar
Para Lisboa
Sahe com a malor presteza o brigue porluguez
Lata 1, capitao Antonio Francisco Vieira : para o
resto da carga e passageiros trasa-se cora o mes-
rao capitao, ou com os consignatarios Thomaz de
Aqnioo Fonseea A C. Successores, a ra do Viga-
rio n. 19._______________________
PORTO
Pretende seguir, com muita brevidade, a barca
portugueza Social, por ter a maior parte de seo
cirregaraento engajado ; e para o pouco que Ibe
falta, trata-se com o seu consignatario Joaquim
Jos Goncalves Beltrao, rna do Commercio.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 do corrate o vapor
Arinos, commandanle o 1 l-
ente J. Candid? Duarte, o qual
depois da demora do costume,
portos do norte.
Desde ja reeebem se passageiros e engaja-se a
carg que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, eucom-
mendas e dinheiro a frete at as 2 horas da Urde
de sna sahida.
Nao se recebem como encoramendas senao ob-
ieetos de pequeo valor, e que nao excedam a t
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de ated-
elo. Tudo que passar Oestes limitas dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sua* pas-
sagens s se recebem na agencia, ra da Cruz n;
57, primeiro andar, escriptorio de Antonio Luis
de Oiveira Azevedo & C.
(MrMWl imigiigiJH
*^a*wBHJi^'^ TaWWaVWaaWi^W-
conp l\HI A
ai
Messegeries maritemes.
At o dia 11 do correte mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Qtronde o qual depois da
demora do costme seguir para Buenos Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para eonducSes, frete e passagens, trata-se
na agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia U do coareste mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Sinah commandanle
Giost, a qual depois ds demora do costume
seguir* para Bordees, tocando em Dakar (Gorda) e
Lisboa.
Para condioSes, fretes e pssgens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n, 9,
"doiBriiv, MU
da- coraMCFf%uu
. cmnuiid*nle /Tjie.r^
raae, o-tjinn depois va de
Jacaranda para
Harda-roupa?3l
4 piano, 2 escarradeiras
* parader cMt mar-
porlos
mora do cosame segLijAn o pj^ com espelhos, 2 pares de lanternas
m-s
DOI
ano dia de sua chegada. Wnryaiasn
a freie at as 2 horas dodiadaau.
ja receberp-se passafeirog e enm|a^
- poder conduzir, a Tdaver
rapor
ier eraban
lasedbahei
.anida.
Nao se recebem como encommendas saaio eb
ledos da paqneno valor e que nao exeedaai a doa)
irrobas de paso ou 8 patnaos cubico de medica
Tudo quefassar destes limites dever ser euabar
-ado como carga.
PriiTna-e ao senhores passageiros que saat
oajsagens s se recebem na agencia, roa da Gru
a. 57 anmeiro andar, escriptorio de Antonio Loto
le Ollveira Azando C.
MaranhaS
A escana Georgiana segu breve por ter a
maior parte d%earregamealo engajado : a tralar
com f ajssq Irqfi t Q.
dito
achina para costura', realejo, Brooc, i, mar -
ezio, 1 cama de amarello para casal, l aott^e.
o para cha, garrafas, compolelra, clices e
, 1 cadeira paf piano, 1 magnillca urna, 1
sinos, z pares ae ismernas e mnitoa on-
Mtos que estarn patentes na eecasfo de
Jeilo
Terca-feira
BAHA
Para a referido porto segu dentro de seis dias
a polaca italiana Sira. e por isso quem quizer
aproveilar carregar a frete eomojo^o, di rija-se ao
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao
ra do Commercio n. 17.
PAR'
Para o indicado porto segu em poucos dias o
brigue porluguez Bealidade, por ter a maior parte
de sen carregameoto prompto e para o pouco que
I he falla a frete barata : trata-se com o consig-
natario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, roa do
Commercio n. 17.
Para Lisboa
O brigue porluguez SoItano, capitao Bogigan-
ga ; para carga e passageiros trata-se cora E. R.
Itabello & C, ru do commercio n. 48, ou com o
capitao.
Para Lisboa
Segu em poucos dias oom a carga que tver o
patacho portugiiHz Restauraco I: quem no mes-
rao quizer carregar uu ir ue passagem, dirija-se
aos consignatarios Oliveira Filhos & C, largo do
Corpo Santo n. 19, andar.
O patacho americano Leonard Megeis segu
para a Babia nestes dias ; recebe carga a fretes
rauifr commoJos : a tralar com Tasso Irmos &
Companhia.
Para Lisboa
Sahe com a possvel brevidade o lugre portu
guez Julio por ter a maior parte da carga compra-
da : para o resto e passageiros trata-se com os
consignatarios Thomaz de Aquino Fonseea & C.
Successores. 'aia do Vigario n. 19, 1 andar.
Para o Porto
Acha-se quasi p ompto de carga o brigue por-
toguez Uniao : recebe passageiros etrata se com
os consignatarios Thomaz de Aquino Fonseea &C.
Successores, ra do Vigario n. 19.
Para o Porto
Acha-se proposto o brigue portuguez Judilh,
tero parte da carga engaja Ja, e para o resto e
passageiros trata-se com os consignatarios Thomaz
de Aquino Fonseea & C. Successores, a ra do
o n. 19.
I1".' B"'.i!"
LEILOES.
movis, louqa. cryslaes, um ca-
briolet americano, um caval-
lo para o mesmo, um dito de
sella, um sellim e um silho,
a saber :
Um piano forte do bera conhecido fabricante
Cari Sckeel ifl cassei, urna mooilia de castanheira
forrada de damasco, 1 estante para mosica, conso-
los e mesa com pedras, tapete (forro de sala) ca-
deiras de balanco, candieiros a gaz, quadros, es-
tantes para lvros.
Urna mesa elstica, 2 apparelhos, 1 guarda-lou-
ca, 1 sor, 8 cadeiras, lonca, para-cha ejantar, co-
pos, garrafas clices, garios, facas e colheres de
electro-flate, bolanca, tlandres e trem de eozinha,
Um espelhe, 1 relogio, 4 commodas, 1 guarda-
roupa, 2 lavatorios com pedra, 1 cama de ferro
para cranca, cadeiras de bataneo, mesas, camas,
cadeiras, 1 bomba e 1 limpador de facas.
Um elegante cabrolet americano coberto, de
quatro rodas, arreios e um cavado para o mesmo,
um eavallo de sella, um sellim e um silho
Hoje
5 do dezembro, na Estancia, sitio no oito da
igreja.
Jos Latham, tendo de retirar se para a Europa,
far leilao por intervencao do agente Pinto, dos
movis e mais objecto3 pertencentes casa de sua
residencia na Estancia.
A's 10 e meia horas d) dia cima dito, pariir
do largo do Corpo Santo o oranibos para trans-
portar gratuitamente os oceurrentes ao leilao, do-
vendo parar na ra do Crespo, para receber os
que ahi estiverem.
O loilo principiar s 11 horas.
movis, longa e vidros
cabrolet, arreios, sellim, silho, um ca*
vallo para carro
e dous para sella, com bons andares,
e proprios para senhoras
Na Estancia, oito da igreja.
O mnibus parle s 10 e meia horas da ma-
nha, do largo do Corpo Santo, e parando na roa
do Crespo seguir at a Estancia, d'onde volur
s 3 horas da tarde.
DE
CHAPEOS
HOJE
5 de dezembro
A. C. de Abren tara leilio por interyencio do
;ente Pestaua, de um excelente sortimento de
pos de paiha para hornera, hoje* 5 de dewm-
bro ao meto dia ara ponto, em seu armaiaro
ru do Mrquez de Olrada^_______ ______
;6 de a rna da Soledade, casaB.JKL s ti horas.
LEILAO ;
TERQA I-EIRA
6 dt> t or ente.
i forta da Asjociacao C'mmercil, s 11 horas,
ra do Tttpfthe. v.
Pelo agente EusebiQ seio venldos os seguintes
predios, na cidade de Olinda :
A grande casa t--rrea cera quinial murado e ca-
cimba de boa agua, e fructeirae, na ladeira da Mi-
sericordia a. 6, chao propri is.
O sobrado n. (0 da roa de Mathjas Ferreira, com
r2 salas o 2quarto no andar separlor e salo no
erreo, e quintal parro bc-eeo do Conselne.
Estes predio achm-e dososcopades, e podara
ser examinados pelos preten entes contrito. As
chaves acham-se as casas contiguas.
Nos Arrombados a casa n. 27, fle excellaatas
commodos.
Nesla cidade do Recife, o sobrado a. 11 da rm
do Amorim, com frente para esta e para a ra da
Moeda. Vende se por ora sement a melade, por
conta e ordem de herdeiros. ________
LEILAO
DE
FAZENDAS
FRANCEZAS
suissas e allamas, para liquidacao
Ter^a-feira 6 do corrente.
J Carrero tara leilao por intervencao do agente
Pinto, de nm completo e variado sortimento de
fazendas franceza*, suissas e allemas, existentes
em seu armazem do largo do Peloorinho n. 7.
LEILAO
DE
movis, louc e vidros, a
saber :
Um piano com cadeira, 1 mobilia de Jacaranda
om 1 sof, 1 jardineira, 2 consolos, 2 cadeiras
de bracos e 18 ditas de guarnicao, 4 candieiros
a gaz, 1 dito suspenso, castices e maogas, 1
cama franceza de Jacaranda, 1 espelho grande com
columnas. 2 guarda-vestidos, 3 commodas, 2 mar-
quetas, 2 lavatorios, 1 guarda lvros; 1 machina
de copiar, 2 cadeiras de balanco, 2 mesas, 1 car-
teira e 2 escarradeira<.
Urna mesa elstica, 2 amparadores, 1 gu.ird;.-
louca, 12 cadeiras, 2 baodeija3, 1 armario, louca,
copo*, clices, garrafas, mesas'd* comba e muitos
outros objectos existentes no ff gando andar do
sobrado da rna da Imperatriz n. 86
Sexta-feira 9 do deiembro.
O agente Pinto levar leilao, por autorisacao
de urna familia que mu-lou de residencia, os mo-
vis e mais objectos cima descriptos, existentes
no segundo andar do sobrado da roa da Impera-
triz n. 86, onde se effectuar o leilao, devendo
comecar
s 10 horas em ponto.
AVISOS DIVERSOS.
A pessoa que achou um embrulho
eontendo um palitot de hrim branco para
se cozer, e que foi perlido de urna carrosa
que seguia do heces do Peixe Frito para Ty-
gipi, na segunda-eira da semana passada,
faca o favor de restituir nesta lypographia (se
tiver consciencia), que se gratifica o traba-
llto, ou do mesmo lugar Tygipi, casa do
Sr. Joao Vctor de Souza.
Na ra dos Acouguinhos n. 8, deseja-se fal-
lar ao Sr. W. de Mello Lins.
Precisa-se de ura criado de 12 a 14 aunos,
forro on escravo, e de urna ama que fact com-
pras; naniad^ pollon:32^primeiroaii lar.
Thomaz Lins Caldas manda celebrar urna missa
no da 6 do corrente, as 8 horas da manha, na
igreja do convento de Nossa Senbora do Carmo.
por alma de sua prima D. Feliciana Lins de Rar-
ros Wanderley, 31 dias de seu passamento : pede
aes seus prenles o caridoso obsequio de assis-
lirem._________________
titmsmm***~<^m*swmsmmmm
___S2>
Anselmo de Jezus Carvalho pretende no dia 7
do crreme mandar dizer urna missa peto repouso
eterno de seu fallecido partrinho o Dr. Ignacio Fir-
mo Xavier, na matriz de S. Jos, patas 7 horas do
dia, e para isso roga ao prenles e amigos do
falleeio que qoeiram assietir a ete acto de can-
dado om sigoal de gratido, por fazer 30 dias de
seu ftllecimento
O bacharel Luiz Antonio Pires convida aos amigos
e parantes do seu amigo Dr. Jos Candido Dias para
ouvirera urna missa que manda dizer por alma
daquelle finado, ou matriz de Santo Antonio pe-
las 7 horas da manha do dia 6 do corrente, s-
timo de seu fallecimentc^________________________
CASA DA IHTUU
Aos 5:
Biliietes garantidos.
do
LEILAI
DE MOVIS
na ra da Soledade casa n. 55.
O agente Pontual, competentemente autonsado,
vendara em leilio os movis seguimos : 1 mobilia
de Jacaranda a Lniz XV, 3 ricos espelhos, 4 jarros
de porcelana, 4 figuras de dita, 1 toilette de jaca-
randa com marmore, 1 lavatorio com dito, 1 cama
A ra Primeiro da Marco (outr'ora rna
Crespo) n. ti e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio de n. 3072 cora 5:000*000
um quarto n. 2968 com 900*000, um quarto n.
617 com 400*000, um meio n 3039 om 200400o
e oulras soles de 100* e 40* da lotera que se
acabon de extrahir (172.*) convida aos possuido-
res a virem receber na conformidade do costume
sera descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
* parte das loteras, a beneficio da matriz de Ja-
hcatao (173'), que se extrahir lerga-reira 6 no
corrente mez.
PREC0S.
Bilhete intero 6*000
Meio bilhete
Quarto l**0
Km porcio de 100*)0 para ama.
Bilbeaainteu-o 5*400
Mo.tlhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Pinza.
~ Pracisa-se de duas amas, urna para engom-
m:tr outra para eosinbar : a tratar na roa do
Rngel, taaern n. 7, ou na ru Imperial n. 101
defronte do viveiro do Manir*
l


v-.


L*>
HPHfi
I i
sr?
*.

Burlo de Pernambuco Segunda era 5 Au belsexe
>
>'" COLD CREAM OF RKFq
hdSt *??d,>,icieu!e' 'SE?"
mtl Oot i la transparence de lear
- epuUtlofl aux elementa balsamiques
.. vactaMX qui U composent, aiosi qu' sa cons-
tante efkaeit poor adoucir la pean, la rend
plus Manche, et oootribuer ainai la sanie e> -^ |8-
5*>aute, qul, toujonrs, sont safArable*.
Oo la recommaBde wiHre~es ^iJillion, de
I piderme, telles qoe BotrroN pbbxjdks, Ta-
ches de Rousseau, Bougeh ., m LA FlUHKi el
conlre les laches M-atoo"^ h |m Eftiokkscsn-
ces. Celio Crme Cn'ent ^cialement ux fem-
mes enceinles p^r prevenir L MASQUE, auquel
elles sonPsu'J'0ms.,-OB s'en sert encor aur ero-
pcher la tigure de se bler par le froid ou la irop
grasde, chaleur.
Prfx 1:800 res
Seal dept aa msgasui Basar de la ModeSO
Hue do Baro da Victoria.
AMA
Na rudo Mrquez de Olinda (outr'ora Cadeia)
n. 30, precisa-se de urna ama para cozinhar.
Aluga-se
o 3* andar do sobrado o. 8 da na da Imperatris:
a tratar con J. J. de M. Reg roa do Comraercio
0.34.
- Atraz da matriz de Santo Antonio, sobrado
n 18, 1* andar, faz-e comida para fra eom as-
seio e promptidao. _____
Ama
Precisase de urna, ama pra casa de hsmetn
solteiro, nicamente para oozinhar, porm isto que
saiba com perfeicao : a tratar na ra do Mrquez
de Olinda, andga ra da Cadeia, n. 14._________
Ana .
lYeeisalse de urna ama para cosiohar : tra-
tar na ra da Alegra n. 5.
Dividendo.
Paga-se o 6" dividendo da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C. a razio de 3 0(0,
as tercas e sextas-feiras das il horas da ma-
nhia a 1 da tarde, n) escriptorio da ra do V-
gario r. 13, t" aniar. ..-._______________
Ensino secundario
O Lacha te I A. II. de Torres Bandeira, pro fe-sor
da segunda eadeira de geographia e historia no
gymnasio provincial de Pernambuco, tem resolv
do abrir, na casi de sua residencia, -i ra dos
Martyrios n. 2, 2* andar, um curso de
Geographia e historia,
Rhelorica e potica,
Philosophia.
E est prompto pira ensioar estas disciplinas
era qualquer collegio. Tambera se oflereee para
dar licoes de lingua franceza e de geographia as
enhoras.
Frederico Maya
Cirurgio deniista.
Acha-se era seu consultorio para os trabalhos
de sua arte nos das uteis das 8 horas da manhaa
as 3 da tarde, e aqoelles que por suas oceupa-
coes nao poderem comparecer nesses dias o acha-
fo das 9 horas da manhaa as 2 da tarde nos do-
ruiegos e dias santificados. Tambem continua a
prestar-se a qualquer chamado, tanto na cidade
como para fra delta, sendo procurado em seu
consultorio a ra do Duque de Caxias, sobrado
amarello com entrada pela praga de Pedro II.
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, Io andar.
S.icea por todos os paquetes sobre o banco di
Minbo, em Braga, e sobre os segnintes lugares err
roajgsa .
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Juimaraes.
Gofanbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Faraelicao.
Laraego.
I.anos.
Covflhla.
Vascal A'alpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcelos.
Agencia ein Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica c todas as molestias do peito
*afsa parrha
Cura ulcera? e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
e Ptalas catbarticas.
Puramente vegetaes sem mercurio ; cura se-
soes, purgao e purifcam todo o systema humano.
Wnde-se erttclivamente em casa de Samuel P.
Jolraston & C ra da Ssnzalla Nova n. 42.
AU
DYVETOT
H-Rna Eslreita do Rosirio-4.
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
IM It'lH PREDIO
Vndese a casa de dous andares e solao
da roa do BarSo da Victoria, outr'ora roa
Nova n. 69, que faz esquina para a roa do
Mrquez do nerval, tem excellente.vista, e
torna-se recommendavel pela locaBdade em
qoe se acha situada, urna das melhores,
sem duvida, daquella roa. Ter um excel-
lente acquisi^io para o comprador, porque
do capital empregado obtera um juro razoa
vel e sem risco algum : quem pretndela
dirija-se a ra ia Cadeia do Recife n. 19,
que achara com quem tratar.
Paga-se bem.
A urna ama qu) cosinhe e compre p,ra tres
nessoas : a tratar na ra Nova n. 10.
NOVA AGOA
para o Toucador
UVORIAD&
POR RIQAD B O |
riwrauTU
8, ana VlviCBM,
PARIZ
Esta Agoa extri-
hlda das florea do
PiruaJponioa,pl
- eua suavidade e
suas propieda-
des benefloas,
exoede os oos-
metioos mali oelabres; tendo sido a-
doptada por todaasooiedade elegante.
Deitada nos banhos, d'um perfume
dalioioso, consolida al carnes e faz de-
saparecer as espinhai, oomiohSes e as eSorescen-
oiM d pella,
PREQO 4,5500.
nico deposito no Bazar da Moda n. 50
roa do BarSo da Victoria outr'ora Nova.
rario
fACOA
P'Bl
TOCC&DOK
cita i c.
s
iTnittM
SEGUROS
MARTIMOS
E
(0\TRi FOOO*
A compaohia Indemnisadora, estabelecida
uesa praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregametos e contra fogo
em ediuVios, mercaduras < mobilias : na
roa do Vigaro n 4, pavimento terreo.
MOFINA
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivo na cidade de Nazareth desla provincia.
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelie negocio que V. S. se comprometteo reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fine
de dezemhro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiroe abril, e uala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
im ; poia V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito anoos, e quando o senhor seu
filho se acbava no estudo nesta cidade.
THIMEinO E ANTIGO CONSULTltlO M
HOMBOPATHICO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no 8
consultar por escripto, no que serao fa- tt
tisfeitos com proniptidn.
Presta-se tambem a chamados para o g
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas S
ao meio da.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bar3o da Victoria43
(Antiga ra Nova).
mmm &i
O salo de pianos e de
msicas
uudou-se da ra Nova n. 58, anJar, para a
ruada
Imperalriz n. li luja,
jnde contina recommendando-se ao lllm. pu-
blico. .
G. Wertheimer.
Precisa se de urna ama q_ue lave e engomme
com perfeicao : ua ra do Barao da Victoria n. 61.
2o andar.
* i- *
Emilia Laura Leal, Manoel Paulino do Nasc
ment, Henrique Soares de Azevedo e Virginia
Laura Azevedo, cordialmente agradecem a todas
as pessoas que se digaaram a=?i-tir as exequias
e acompanhar os resto; mortaes de seu muito pre-
zado esposo, genro e cunhado Julio Cesar Leal, e
convidam as mesmas pessoas para ouvirem urna
raissa que por alma do mesmo Qnado mandam
re?ar na igreja do Espirito Santo, no dia 1" de de
zembro as 6 horas da manhaa.
a$j6-;IW^IIWIIiWIIIIII1ll l&>^.v. OcVORTS
M;noel Fernandes Nogueira leudo recebidu
a infausta noticia do fallecimento de sen pai, em
Portugal, rega aos seus amigos o caridoso obse-
quio de assistirem a urna missa que por alma do
mesmo tinado manda celebrar no dia i* de dezem-
hro na matriz de Sanio Antonio ; e por este acto
de religiao -e caridade se confessa eternamente
grato.____________
AOS 5:0004000
Eslo venda os felizes bilhetes da lotera da
Bahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourives no Recife.

lG>
aO
CAS 1
NA
Alnga-ae urna casa com 2 sala, I grande iidi-
nete e i quartos, por pre?o mtho : a raUr
ra do Vigario o. i9.______________________
Boiieiro
Na ra do Imperador, tenda de erreiro, junto
precisa de
ao Gabinete Porluguez, se dir
um bom boiieiro.
quem*
Ama.
--------------
>
Na ra do Cabug,' loja da Aguia Negra, prtei-
iohar, par
sa-se de urna ama que saina bem coz
homem solteirp, e paga bem.
Ama

Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MORl-IRA DIARTE .
m

MANUEL & C.
*&

Tem a satisfago de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica, de cbapos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
onde ach.ario os pretenden tes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de lodos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
^ darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos-, visto poderem escolber as ar-
mac5es as tazendas que a demora da fabricado e bem diminuta,________________________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
, DE
CHAPEOS DE SOL]
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova")
Precisa-se para o servico interno de casa de
pequea farailu: na ra do Vigaro n. 5, segun-
do andar.
Attenpo.
Gratiflca-se a quem apprehendar ou der noticia-
exacta de um pardo que hoja (J) deseneaminhou-
se da esquina da roa do Crespo at a ro do Im-
perador, conduzmdo ama bolaa de viagem eom
camisas de homem novas e usadas, lencos de r;
e brancos, trazeado mais i cabeea urna porcao
carne do Cear ordinaria.
Aluga-se
o 1* andar do sobrado n. 91 na roa Direita : qoem
o pretender dirija-se travessa da Madre de Dos
n. 15 : para o ver a chave est aa taberna dos
Srs. Lopes & Souza n. 95 na mesma apa._______
/yvys.
>vv>v
Dr. Pedro B. l'ehoa Gavaloanti.
Miguel Lucio de Albuquerque Mello Filho manda
resar urna missa no convento de S. Francisco as 8
horas da manhaa de 6 do corrente, prmeiro an-
niversario do passamento de seu amigo o Dr.
Pedro B. Uchoa Cavalcanti; e convida os prenles
e amigos do fallecido para este acto de religiao e
caridade. ______
Cozinheiro

m
tes

Ha sompre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par- wi&
do e de algodo os todos os tamanfcos e feitios, alm da immesa por?5o de seda, merino, algodo e brim, :
3S( armaces de todas as qualidades para satis/azer qualquer encommenda.. A modicidade de teuspregos to conbecida
que escusa de mencionar.
m
>A RA DO DARO DA VICTORIA 41
Nesle novo armazem tem um
variado sortimento de fezendas
francezas, inglezas, aliemas e to-
das todas se vendera por precos
mdicos, am de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riuhos modernos, cba-
pos de sol de seda,
nos.
DE
ARRIJDA IRMAOS.
RA
Baro da Victoria
lliya ra
NOVA
' N. 41.
Assim como tem urna grande
olBcina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeicao
nada dcixam a desejar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
meninos.
* Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Dv
Precisa-se de um perfeito cosinbeiro, e qae d
fiador a sua conducto : tratar a ra do Mar-'
qnez de Olinda, armazem n. 35._____________
Precisa-se de urna ama para cosinhar i na
ra Direita n. 127, 2o andar.________________
Casa para alugar.
Aluga-se urna casa no Monteiro, baixa do rio
Porto do Xisto : a tratar na ra do Crespo n. 17.
loja.
Aluga-se urna casa com bons commodos para
familia e bom sitio no principio da estrada dos
Afflictos, pertraht, da estrada de ferro de Apipn-
eos; a chave para ver e?t na casa junto : a tra-
tar no Chora Menino, com Jos Antonio Marques
OompaDhia de trilhon urba-
nos do Recife a Olinda e
Beberibe.
Levo ao conhecunenio dos senhores accionistas
desta companhia que, em con^equencia do offico
da commissao de contas, de h.yjtem datado, no
qual declara a mesma commissao, ser-lhe neets-
sario para termln; ros seus trabalhos am espaco
maior de tempo at o dia 19 do corrente ; tem o
lllm. Sr. presidente da assembla geral, resolvldo
espacar o adiamento da sessao, para o referido
dia 19, a hora, e no lugar j annunciado.
Recife 2 de dezembro de 1870.
No impedimento do 1 secretario.
.4nrono Augusto Santos Porto.
2o secretario.
i*,......;.. o boa. u tjuCUS ti'ir CohQ|1( J.J^a
bomba pequea de pao, que foi perdida indo en
um carro do Recife para a Capunga : quem a ti-
ver pode levar ra do Comraei ci n. 18, 1* in-
dar, escriptorio de E. R. Rabello & C.
Precisa-se de um cozinheiro*: oa raa do
Livramento n, 20.
Bario da[ v ctori
antiga ra
NOVA
N. 41.
AMA
Precisa-se de urna ama para eogomrrar : na
ra dos Pires n. 6i, venda.
Prevencao
0 abaixo assigoado previne a quem interesbar,
3ue a escrava Benedicta, pertencente ao Dr. Can-
ido Jos Casado Lima, llie est empenhada por
escriptura publica passa'a em notas do tabelliao
Almeida ; assim como que pelo juizo municipal
da Ia vara da capital se promove a devida execu-
5ao. Ninguein, porlanto, podar legalmente fa:er
transac?ao alguma com a precitada escrava, pro-
testando-se proceder eriminalmento contra quem
a oceultar. Recifu 2"i de novembro de 1870.
Anvaro Joaquim da Fonseca e Albnq'aerqne.
ALUr.AM-SE
ou vendem-se d^us Utios com casas de vivenda,
olaria e grande viveiro na estrada do Giquia :
quem pretender dirija-se ra da Cruz n. 13,
Io andar.
Este estabelecimento acaba de aoffrer urna reforma radical em aectio, artistas e commods, e m pontoalidade as encom-
mendas, Gnalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de aunuuciar todas as fazendas, para
alo se tornar massante
SlISBJjlS ^RBJIrmsI *MKt9*R IBWimWIWW
AVISO AVISO
Grande vantagem
AOS SENHNRES DE ENGENHOS.
Um estrangeiro que freqaentoa por alguns an-
nos os collegios de Franca, se ofTereee aos senho-
res de rQgeukos, na so para leccionar o porlu-
guez em espaco de um anno, quando muito, como
para eneinar o francez com toda a perfeicio em
espajo de seis metes, pelo grande eonhedmento
das maneiras mais facis de aprender-se e de co-
mo se ensina nos collegios francezes, alem de ter
grande pratica por ter tambem j lecclonado em
engenbos das provincias do Brasil ; quem de seo
presumo se quizer utllisar pode deixar carta fe-
chada, a qualquer hora, com endereco a Mrs. A.
B., na roa da Cruz n. 82, loja de livros, ra Di-
reita n. 118, botica, e na ra das Trincheiras n.
SO, loja.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
iheiro sobre penhores de ouro, prata e pedrai
ireciosas, seja qual for a quantia ; e na mesmi
asa se compra o vende objectos de ouro e prata
'igualmente se faz toda e qualquer obra de en
Mmmenda, e todo e qualquer concert tendenti
i mesma arte
Na ra da Aurora em Santo Amaro, antes
de chegar a Ponte d'Sfarr, ha para alugar tres
casas terreas eom grandes solios e commodos pa-
ra familia.
---------------* ___,
Perdeu-se
da ra da Imperatriz at o Recife um maco de
papis: quem o aehou, querendo, pode levar* i
ra da Aurow n. 5i, qoe loe agradecer e recom-
pensara
Candido Alcoforodo.
r,m c*ft fle THBUDORO CHBISTUN
SENj ra da Cruz a. 18, encootram-se
effectivamante todas as qualidades de vinbo
B niearji, ^pprgogae e do Rheao._______
O abiixo* assignado declara que o annuncio
chamando rae do Vigario n 19, nao se emende
com elle e sim eom outro de igual dome.
Manoel Lins Ri berro.
Precisa-se de urna ama para cosinhar: tra-
tarna ra do Cabug n. 7, lo|a de joias,
Aluga-se urna negrlnba de idade 14 anuos,
muito intelligente e eperta para casa de familia,
mas adverte se que recomida e nao val raa :
quem qolzer dirija-se roa Formosa n. 21.
hU
Ni travessa da na
Ciros n, 2, pri-
mevo andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
deonro, prata e brilhan-
tes, seja qoal for a qnan-
tia. Na iaesma casa com-
pran-se os mesmos me-
taes e pedras.
llHIttllllllli
oobradopara alugar
OPe 2 andar e sotio n. 6 da ra do Duque
de Canas: a tratar no Corao'n de Ouro.

Jaboato.
O propneteno da Imha de mnibus de Jaboato
avisa ao respeitavel pnblifio que para poderem
gosar dos aprasiveis bandos dessa lo;alidade, tem
deliberado fazer parnr todos os domingos nm om-
nibos as o horas da manhaa deata cidade e ~vol-
ando as o l|2 da urde, por 4*000 viagem re-
herr
RA DA CRUZ M, 1
Chapas de ferro galvanisadas para telheircs, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo.
Machina de cortar fumo. __
Mchica de cortar papel.
Motores para doos cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balaocas, prencas, cofres de ferro, foges de ferro, eaxofre, salitre |hmalha de
muitos outros artigos. .' '"
Precisase de um caixeirn de 14 a 16 aunes,
com pratica de taberna: na ra do Visconde de
Pelotas n. 6, taberna.
Precisa se de urna
na ra da Moeda n. 35.
ama de leite : a tratar
VICrORIANO l'ALHAKES.
fe
Apoliees.
Na xua nova de Sants. Rita n. 49 e 51, serra-
ri a vapor, vende-se apollas da provincia a juro
de 8 1|2 : a tratar com Jo< Ignacio Avilla
Precisa-se de urna ama para winbar, em
casa de homem solttiro, prefere-se escrava W
ra Sotra n. 14.
Paecisa-se de urna am. de loite
l:rua'do Cummercio n. 8, armazem.
a tratar na
OS AMERICANOS
GILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poucos dias completo sortimento dos melhores e mais
conhecidos cyliqdros americanos para padarias, roga-se s pessoas tque d'elles precisa-
rera de virem tl-os ao grande deposito do
BASTOS
&0,a#A! toJkH
iCHIiS
OUTR'ORA RITA DA CADEIA
INTERESSANTE COMPOSIf 10 LITRUIR.
coNTExno :
A noite do xtasis.
0 sorriso.
A noite do asombro.
A lagrima
A nonte do delirio.
O mysteno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pelo
Or. T. B. Rigueira Costa.
i volnme brochado **000.
AS CENTELHA8
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
. volnme brochado !000
NA
LIVRARIA FRANCEZA_________
Precisa-se de utha ama qna engomme com-
perfeicao roupa de homem e de
lar na ra da Aurora n. 40.
senhora : tra-
Qriado.
Na ra do Duque de Caxiis, outr'ora- do Qnei-
mado, n. 14,1* andar, precisa se de nm criado
forro on captivo, de idade de 11 a 16 annos.
AMA
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarros, i ra
larga do Romio n. 21.______________^^^
Precisa-se de urna mulher portngueza otr
brasileira que entenda de costura e tena bons
coslumes para traur de urna menina de ?^*nnos
em casa de homem solteiro : quem estiver oeste
caso pode indicar sua residencia ra de & rau-
cisco n. 30 para ser procurada.______________
Precisa-se fallar aos Srs. Manoel Luiz Ri-
beiro, Joaquim Jos de Soma Lima, na ra do Vi-
gario n. 19, andar.__________
~
AMA
Precisa-sede urna ama pata casa de
milis :,na ra da Cadeia n. ji, loja de
Alluga-se o prlmeim andar r
I raa do Vigario n. 3, proprio para familia
fripciorio : tratar no jrapiehe Onefroi,
pea (a-
leas.

V


w
K
i I
Diario de Peruambutjo Segunda feira 5 de Dezeinbro de 1870.
AO ARMAZEM
DO

y
VAPOR FRANCEZ
l 7-MiMH. 7
Este eonnecido estabelecimento acha-se constantemente bm sonido, em virtade das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, preco c< mais resumidos que possivel.
, CALCADO Fft AWCEZ
Botinas para aenhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, a precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de biierro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelbidas.
motas o pernelras rnsslanas.
Botas e pernelras para mamaria, das melhores qualidades, de couro da Rnssia, las-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e scnhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo'aura _de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lastro para horneas.
Sapatos de entrada baiza de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Hapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de easemira, de charlle e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para sentaras e para meninos.
PERFUMARAS
Etcellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triflce, de toilette, sabonetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadores de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas, brincos, palceiras, botoes, correles e chaves de relogios e trancelins, tudo de
ouro de lei, correles e brincos de plaque, a imitarlo e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilbos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para dlstinctamente
ver-se a perfeico dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinbas
de seda, de velludo e de vi mes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito Anos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escoras, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
neziann.s modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanlernas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Pars, photorraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de la de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berros de vimes para enancas, sapatinhos e
toucas de 15a, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conluiir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de pbautasia, francezas e allemes, precos muito em conta.
I313(IC1Q(D3QX93" IP&Q& (33131)1333
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massanle leitura da infinidade de
gneros de brinqnedos fabricados m diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento
veriQcando as qualidades e os precos
reitura e de conta propria.
le ao publico em geral que continu a visita-lo
ratos de ditos objectos por screm viudos em di-
. Jos Joaqotm da Coila Maia, lena i venda no seu a-mazas, sito no largo do
Pelourinho n. Ji, 03 objectos segointtt, e ?he vend por preces ais commodos do
que em outra qualquer parte :
Oleo de iinbica.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinbo Bordean- em eaixa.
Feltro em p^a para forrar embarca?oes.
Encerados.
Tenas de ferro galvanisado, de differentes tama'nhos, para cobrir casas.
Vnrrr, lian rralvni.iln nar forrar embarCaCOes.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcacoes.
Pregos galvanisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmore.
Taboas de marmore de differente grossuras.
Ladrilbos de marmore de differentes cores e lmannos.
Ditos de pedra de Ansam. pretos e brancos.
Tmulos de |iedra fina de differentes tamanhos.
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza. J^L,,
Pias de lotiza para cosinha. Q
------------------------
Ach-* mt. ata prioripus lojas dt _tro, a
I ^CafflESTOMATJHlA Jf f
LINGUA INGLEZA,
rea
J. C. RODRIGUES.
1
Comeado: um Tratado sobre n orlgem e o
desenvolvimento da Lingua Ingleza; urna se-
lecta de 150 pedazo* do* principies eacriptores;
e 100 esboces biographicoe e crticos desse
auctores.
Esta obra forma um volume de 428 pag. in 1,
ntidamente electrotypado, e encadernado.
PREQO, 5I000.
J h
G
"Y1 FALQUE
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
BNCONTRI SE UXST1STFBSIB lili COMPLETO SOtTIlEHTO DE
CHAPEOS DE HOLi
De todas as qualidades!
De todos os fcitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N 4
A SILENCIOSA
Chegaram as afamadas machinas de c *dr
DE
POLLACK SCHMIDT
DOCES SECCOS
CAJ'
L1MAO
ABACAXI
LARANJA
CIDRA, ETC.
Ra do Crespo n. 4.
As mais modernas e elegantes que tem apparecido at boje I E, com effeo nada
mais se pode exigir de* nma machina de costura em quanto a trabalbo de agulba, tal
a variedade de costaras que fazem as de que se trata; por isso que se pode dizer
que a Silenciosa de Pollack Schmidt attingio aos ltimos aperfeircoamentos 1
A simplicidad de &eu machiaisrao, a adherencia de suas pecas e belleza de que se
acbam revestidas estas rnacbinas. sao predicado; que por si as tornam recommendadas,
mesmo diante da aprecii?o a mais escrupulosa e exigente, cuja verdade se acba gra-
vada em bellos caracteres em todas as exposices onde as silenciosas teem sido van-
lapsamente premiadas.
Ferio de 2,000 machinas teem sido vendidas na corte do imperio pelo seu nico
agente no Brasil no cuuu (Myu __ dono onnoa, o cnnt>nsrn a ser procuradas com
entbusiasmo : roga-se, portant >, ao respeitavel publico dista bella capital, e com es-
pecialidade as familias jue desejarem possuir urna til e linda peca de as vir ver o
examinar, na casa cima indicada onde enconiraro pessoas habilitadas para darem
odas as explicacoes, t se fazem todos os concertos na ra Primeiro de Marco (ou-
tr'ora Crespo)
L1WUH1A ih .MEZA.
CAFE PURGATIVO _
A' ESCAMONEA
De BIN Barra
Ihnna-i iileo-C' lunlto
A ulilidade des pm^nnips nao cifre demons-
tra, ao alguma ; a presenil'ao diaria que delles
fazem os mdicos e o iisu anida mais frequente
feite pelo publico sao pro\_* irrefragavels tanto
como a quaotidade miiuiiicia\ol dete genere. S
falta aperfeieoar cada vei mais o modo de admi
nistracao, de maneira qoe eoii9erv,indo a sua ac
Cao, tiles possam ser tomados sem repugnancia
nem a-co e subMudo -em receto nem perigo.
Muitos puigastee foinados devem eytu boni
ernto ao scu effflto intenso e cxce$sivo. D'ahi o
pengo, porque irriaces de estomago, inflaaima-
ces de eniranhas s3o inpvitavelmfnte o resolta-
do do seu euiprrgn. Nd;i di:si lein-sc de recear
com o caf porgalivn.
Todos conneeem por experiencia o aroma sni-
ve e o efleilo licc>.imenle tnico p exfinnlp do
caf Elle o nulh r auxiliar dos pnrgam ('"^
quaes disfarea o ch iro o sabor e ajuda a affln
SfclliciUuJ vagrosmcr.lc os mnvi:retos peri-
lalticos de intestino, e prevenindo o seu eTeito
muilo intenso st.bre o este-maco. Misturado rniB
escamonea, facilita as evacuacoes com promplido
e sem clicas, e (nina < um pulame hn.ndo,
eerlo, fcil a lomar e prefenv.-l toduS r.s uii'.ros
salvo urna indichco especial da qu&l o ncd.o.,
o nnico jmz.
A inoocuidade do caf purpaiivn itermille de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
tando a alonia do intestino e activando a erre-
cao deste, desire a doma Ao venir--, ;>s vento-
sidades, as flatuosidsdes e excita o appelite. Km-
pregado mais miudo, cinveniente para ova
cuar com vagar a hiiis e os humor.- viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de cabera e prev os ataques de sangue
uas pessoas que a e.-ies sao predi?postas.
MODO DE EMPItEGO.
E" to simples como fcil. O cal LugaliKO
deve ser tomado fri, puro ou misturado com um
pouco de leile fri as.mcarado, on agua assuca
rada. O vidro inteiro a tlos ordinaria pare
um adalto ; duas eollures de caf bastam para
as senhoras e para toda o qu.iiuuer i gssoa quo se
pur fcilmente. '
ara as criangas de 8 10 annos. a metade di
vidrp snfflcienle ; de J 8 annos, orna colher
de caf, e a qnarla parte do vidro smente abai-
xo desia idade contra a gosina.
E' por isso d'uma administrarlo muito mais
fcil do qua es biscoutos, chocolales ou botos
purgativo?.
Dase immediatamenle depois taita quente as
sucarado ou caldo leve, c duas ou tres chavtaaa
de cha prelo ou de tilia.
nico deposito na pharmacia e drogar a de
Barlholomeu & C. : ra hrga.do Rosario o. 3i.
A' 600 rs.
NA
da Boa-Vista,
DE
Paulo Guimaraes.
i
ir
i
CamfsiDbas bnrdaJaj pata senh' ra a 500 rs.
.ollinha, idim dem a 0 e "(OO rs
bramas o> varrja para senhora, propria parn
nlio, a 800 r*
Chas oscuras e'claras, n d vado de 80a,360 rs.
Mussnlinas de cor, padres dovos, euvailo de 0
a i10 r:
Laas Amelia pfra ve-iido, o onv.ido a 500 rs.
Ditas, padrees miudinhos, n covado de 400 eSfl r;i
Peca? de aigjdo, madapolao, caoibraias branr
vendes
tra parle.
vende-se mais barato do que em qualquei
i cas:
ou-
A' ra da Imperatriz, 11. 48,
junto parlara franct zu.
PAIl 1 A FEfcT.t
NALOJA
Pau'o Guimires
branco blozas,
de
Palilots de brim
3 4. o, c COOO.
Ditos de alpaca branca de 3, a 4J
Ditos de dita de c*r, de 3 a :)*5rt).
Calsas brancas de brim, de 2 a 8*.
Golletes brancos, de. i a 3,.jO0.
Grande sortintrnio de calsas de casimi
ra prea e de cor, palitols de casimira
de tudas as cores, obras todas cortadas
por um perito mesire.
Na mesma loja se manda fazer obra;
por medida e per menos 20 p*r cento
que em nutro qualquer estabelecimento,
pois para isso acham-se munidos d'um
perito meslre e (.fllnaes.
A RA DA IMPERATRIZ N. 48.
Junto a padaria franceza.
1*8-
FRUCTAS E
Ra da Cruz
FLORES.
13.
FRUCTAS
ARACAXIS
SAPOTIS
UVAS
LARANJAS
MELES, ETC.
Nesle estabelecimento encontrar o freguez todos
os (lia:, presuntos em fiambre, pastis, bons-boccados,
Oi-es de ovos, e de todas as ootras qualidades, sec-
eos e '?m caldas, pudios, e tudo quanlo se possa de-
sejar lio corfortavel um excedente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, e refrescando o estomago fom os
melhores vinhos do Rheno e Bordeaos ; xaropes de
todas is qualidades para capils; sor vetes de todos
os fructos, com especialidade ns lercas-feiras, quin-
tas e sabbados o excedente sortte de creme.
Tudo com muito asseio.
FLORES
BOUQUETS
PARA NOIVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
Companhia Al iianpa
DE
seguros martimos estabelecula
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 O'.O.iOOO.
Toma seguro d? mercan.'>ms o do eiro a risco
nariiimo em navios de vella e 'aperes para den-
tro e fura do Imperio. Agcnci i ra do Coni-
mercio n 17, escriplorio de Joaquim ies Gun-
}lv8 Bollrao.________________
P4BA ACABAR
Superiores canosa* inglfzas com peii> de llnno
pelo diminuto prec^i de i.*:00, 3500e M000.
Elegantes rbapos de castor branco ^.
Tarlalanas de rres pelo insignilicante prero de
iStiO a vara.
Liadas alpacas de cores a 300 a 400 r-. rovado.
Exceilente alcatifa cni paimos ni largura,
proprio pata forro de sala e quartos a JOO rs. o
Cov.-.do.
(Inipure branro e preto rom 0 palmos de largu-
a 1 oOOrs. o covado.
Cortes de colletes de gurgurao prcto e Jo erts
pelo diminuto preco de 3 e 3'jiX>.
Ditos de velludo para colleta a i.3<.0P.
Cortes de cassa pintadas rom 7 varas o'cores
fixns por 'SloOO.
Gorguro de la fazenda superior para vestido a
800 rs. o rovado.
Tapetes piqufos proprios para portas do sala?
a IlOOO.
Cortes do oigandy de cores bordados cow 18 o -
vados por 8*000.
Toalhas peqoenas para rosto a (J< a duzia
Serviros de linho para mesa, tendo urna loalbi
com 15 palmos e 12 guardanapos per 30.
Mcios srrvicos p3ra mesa com urna toalha me-
nor e 6 gua i liana pos por !b'
Chapeos pretos de pello fazenda sujeiior a C.
E oulros muitos artigrs qoe para nao nos tur-
narmos eufartonhos deitamti de nomar
Na na di Duque de Caxias n. 31. loja de Anto-
nio de Moura Rolim A C.
Ama
Precisa se de urna ama
na rui da Cjnceirao
Todos.
Gasino de preparatorios, segun-
do o novo programnaa. para
exames.
0 professor Torres Bandeira tera resolvido abrir,
para os mocos que se preparara para a tacnldade
de direito, afem dos cursos de phtlosophia, de rhe-
tonca e potica, e de geigrapkia e historia, um
curso especial de ttmjua porluoutza ; e em rela-
cao s senhoras, a cujo eosino tambera e dedica,
igualmente se propde dar licoes de lingua portu-
gueza, de lingna franceza e de geographia.
Novtf loja de joias
RA D01CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
. Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender ornis barato pos-
sivel.
Todas as joias serlo garantidas onrodelei, pois os seas donos tendo em
vista so adquirir freguezia nao olvidar5o, vender bora e por precos os mais
razoaveis possiveis. ^
Convida-se o publico a vir a cstf estabelecimaato, certo de qae ficar
satifeilo.
A' MAO DE DUORRUA DO CABUC N. 9 A
Yeneravel irmandade do Senhor Bom Je-'
zus das Portas na igreja da Madre de i
Dos.
(ELEICO).
De ordem do irraao pro'vedor e em observancia
do disposto em nosso compromisso, convido a to-
dos os irmaos eomparecerem no consistorio da!
referida igreja quinta eira 8 do corren le, as 10
horas da manhaa, afim de em numero legal poder
coustrtrr-se a mesa p?raj em essio ordinaria, e
proceder-se a elegibilidade dos funoeionatios q'ae
tem de reger esta irm inflada no anno futuro.
Secretaria em 3 do dezembro de 1870.
Alexandre Americo Caldas Padilha,
_________________ Secretario.
Precisa-se de urna ama para corinhar : a
tratara ra da Cadeia do Recite n. 1.
Ama de leite~
Precisa se de urna ama de leile sera (Ih) na
ra de Ihrlasn. 30,'sobrado.
Companhia phenix pernaifl-
ucana.
Os senhores acciojusus sao convidados a irem
trocar no .'scriptorio ia companhia os reeibo do
' capital realisado, petis aerees,
Pernambueo li da dczetnBro de 1870.
Pela companhia phenix pemambueina,
J. II. Trfndade.
Lniz Autcdio Siqueira.'
__________________! F. Borge-i._______________
Ivrecsa-s9 de urna ama para casa de ioco
solietrb : a tratar na ru de Pedro ATon'on. 8,
amiga ra da Praia.
Aquelles qoe qaizerem bem salisfazer as
exigencias estomacbicas, nao tem mais que
fazer ama vizita ao sempre bem sortido
armazem de viveros do Campos da roa do
Imperador n. 28, pois ahi se acbam em
Grande reunida um escoihido e variadissi-
mo ortimento de gneros proprios destes
lempos do Rega-bofes.
O Campos
Limita-se a fazer mencSo dos seguinies g-
neros que serio recebidos com
AGRADO
a saber:
Presuntos inglezes e de lainego.
Salames de Lion.
Conservas inglezas e francezas.
Queijos Londrinos, Flamengos e Pralos.
Toucinbo ioglez para loncb.
Cbampanhe, superiores marcas.
Riscooto, bolaxinha e bolinbos em latas.
Cbourigas, lioguicas e salchichas em ditas.
Licores esiomacaes, cummillo, curaco e
aya-pana.
Bitier Perynees e outras marcas.
Cognac martell e outras ditas.
Cbarotos do Costa, por diversos precos.
Vinhos de diversas qualidades e precos.
Cerveja (Bass) ao torno a 320 rs. o copo.
Adobo ? 200 rs. a libra-
Linguas seccas a 240 rs
Concervas francezas com. tubaras.
Venham todas .as dUpesas do Recife
Ra do Ba"ao da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra N>>va. )
Bilhetes garantidos da pro-
Tncla.
Esta feliz: casa acaba de vender ntre os seo*
muito felizof bilhetes a sor te- de ifXHIil'O etn um
meio de n. 3072, outra de 9-OOOO etu um quart>
de n 2668, outra de 400^000 em dons quartos de
n. 617, e um meio de b. 3221 com a sorte de 100?.
e alera de outros premios menores ; pudendo os
seus possoidores virem reseber, que promptamen
te serao pagos.
O abaixo as?ignado convida ao rspeiiavel pu-
blico para virem no sen estabelecimento comprar
os fslizes bilhetes garantidos, que n;.o detxario >
tirar qualquer premio como prova pelos mismo?
annuncios.
Aehanvo venda os mnilo feliB*' bilhele? ga
rantidos em beneficio da matriz de Jaboao, que
ser extrahida terca-fin 6 do corrtnle mez.
' PREgOS.
Inteiro 6$000?
Meio 3*000
Quarto 1*500 .
De 100)51000 para erna.
Inteiro "iOO
Meio 2*700
Qnarto 1*350
lelo Joaquim da Costa Loite.
Irmandade d Almas na
matriz do forpo ^anto
A mesa regedora. cojos trabalhos esto a termi-
nar, convida aos funecionarios ltimamente elei-
tos para regerem a irmandade no prximo anno
de 1870 a 1871, a se reonirem no consistorio
na quarta-feira 7 do crreme mez, 1 hora da
tarde, adra de serem empossados dos sens respec-
tivos logare.
O escrtvao.
Ha noel Jos dos Santos.
Gasa no Monteiro.
Aluca-se urna casa na povoaeSo do Monteiro,
caiada e pintada do novo : a tratar na loja de li-
vro3 a o pe do arco dj Santo Antonio.
LO JA DA AURORA
Raa Larga to Rosario n. 38.
DE
Manoel J s Lopes # /'/' <*o
Etao resolv los a vender barato U-dar as tnio-
detas exlstPiloi em seo elabelecimsnto, a Um lindo sortimenlo de riqolssimas lii.-.s .-r -
zas de sarja on de setim de loda as larguras d
que tem amo: iras, e se rncarregam d? mandar
levar em q isiquer parte.
lvpartillio- do linho. fazenda boa *500
Capachos compridos a 700 rs. e ^00
Ditos relondrs a 800
Pcrns de fu de lia de corr* a 5|0M
Ditas da sida preta qpm pospoirtos mui-
to boa a 1*000
Latas com |* de arroz 1^000
Caixn cora OO enve! ies traWrad -
proprlas para candes a
I Ciixa com 100 ditos do porcelana a 1*000
Boioes to <<; lia:.eos para ci.!e.i, glosa, a
i.ito ce dito pretos, gju'a, a 120
Caixas com c leheteg a V>
Ditas com clcheles prelo? a 10"
Cartas rom alObetesa >S
Peer.? de bibadiihp bonhlj a 400
fkixascom agulhas frang ''lf
Ptnles volleadofl para menina a JO
peines do nluna #e jaai 2*000
R'tCi s do iitinh para menina ,i I0<)
Babadis do l'orlo, largo, \ar.\ a -'ti i- e V
N rma; para escripia a 2I"1
Maros de palitos de dentea a
ssimcerae rereenios palo vapor vinde do IV.
de Janeiro o ra Paulo flardeiro amareiioDo: D
roa larga do llusario n 38.___________________
Peeliiii fi.
errebaldes, suprtremse
primeiras qaalidades.
de gneros das
Botica.
Prerisa-se de um catxeiro com alguma pralica
e qne tonlieca todas is roas desta cidade para ser
encarregado da cobrantja : ra da Imperatriz no-
mero 77.
Precisa-se de um .moleque para servico de
hotel: na ra das Cuco Ponta; n. 14.
Boriegains de cordavao e bezerro '.axiados de
cobre a 4f, de pontos a 5*, franceto? a 7* : na
rna Direita n. 64, loja de calcado.______________
Vende fe o sobrado do nm andar e solio,
grande quintal, chaos proprio?, sito ra esireiu
do llusano n. 29: a tratar com o corretor Mace-
do. na praca do Commercio^___________
Vonde se um terreno em chaos propriof,
com^O palmo- de frente e 200de fundo: na ra
do Aragao n. 16, das 6 as 9 horas da manhaa e
das 2 em diante.______________.________!________
Vende-se nm terreno na qnina da caaipiaa
da Casa Forte, lendo urna frente para a awsnoa
campia e outra para a ra, com du.entos e cin-
cuenta palmos de frente nesta e duzentos e seten-
ta e cinco naqnella, e cento e sessfota notando,
com orna pequea casa de pedra e cal eora vinte
o dons palmos de frente e cincoenla e cinco do-
lando : para miar na rn* do lmp.!rador n. 10,
com Francisco Xavier Correta de Drito, ou com
o Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado Jnior, on
com Genuino Jos Tavares, no Mateiro._________
a casa da ra do Progres30 no Forle do Mattos nu-
mero 23.
COMPRAS.
Com muito maior vantngcra compram-se
ouro. prata e pedras preciosas e u obras velbas: na
loja de oiaB do Coracao de Oaro n. i l>, ra do
Cabug.
VNDAS.
auEUis
empellicados, os mais no\os e
melhores que desejar e pode,
desembrcalos hotitem a 24200
cada um : na armazem.de mar-
more a ra do iiuqiie da (7a
xias n. 42, junt a esta ofti
cia.
Vende-se sement de ci ntro c alface emito
a;va* : ca ra da Cata o. 7, taberna.
Attenpao
Vende-se urna on duas carrocas e n on don? -
bois: na ra do Alecrinj no primeiro poriao nu-
mero 37.
Rap amareliubo
Paulo Cordeiro
Fabricado pelo mesmo processo como o
de Lisboa, e acha-se venoa nos seguin-
ies depsitos: roa da Cadeia a. 5, na
armazem o .Novo Mundo em frente a ra do
Vigano ns. 2 e II, Rosario n. 38, Impe-
ratriz n. _.
8REU
Vfnde--e a 1*800 a arroba em Ur >l : no ar-
mazem da bola araarella no chio da retara da
polica. __________
Libras sterlmas -.
Vndese nn escriplorio deJoaqo;^ Rodripif
Tavares do Mello, largo do Corpo. San.o a. 1 -
ailar. -, _____ ,
gaz m m
Ckagou ao antgo deposito de I
_, raa r, on oarr-
nunfa)
iar-r parw.





mm
6
Di&o de Pemambuco Segunda feira 5
BAZAR
60-RA M EmMTMZ-60
J2f JJJ
PAVAO
PEREIU DA SILVA & C.
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel poblico, om grande e variado sortimento de fazendas domis
inorado gosto e todas de primeira necssidade, que se vendem mais baratas do qae em oatra qualquer parto, yuto que os no-
vas lacios desU firma, adoptaram o systema de so veoderem a D1NHEIRO ; para poderem vender pelo costo, linutaaoMe apenas
aaaaaarem o descont ; as pessoas que nagoeiam em pepena esca'a nesta toja e armazem poderao fazer os seus sortuneoto
pvSos mesmos procos qtte compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior cemmodidade das Extras, amilai m daro
amostras de todas ai fczendas, ou Ibes levam em suas casas para escolberem.
! GROSDENAPLES PRETOS
TAPETES
Chegon para o Bazar do Pavo o mais
tfegaste sortiment de tapates grandes, pa-
la soms, com i cadeiras, ditos mais peque-
sos, para duas ca ltiras, ditos para
aianos, camai, portas ; eto. ven.ie-se por
tenos do que em oulra qaalqner parte.
ROUPAS PARA HOMENS
Ro accreditado Ba.ar do Pavo encontra-
ra o respeiUvel publico am grande sorti- res espartilbos, qae se veodem por
asento de roupas par bomens tanto bran- moilo em conta.
Cbegou para o Bazar do Pavo um gran-
de sortimento dos melores grosdeoaples
pretos que tem vindo ao mercado, qoe se
veodem de 10600 at 50000 o covado ;
s5o todoa muito em conta.
ESPART1LH0.
No Bazar do Pavao recebeu-se om elegan-
te sortimento dos mais modtrnos o melho-
preco
PECHINCHAS
DO
cas como de cores, a saber
Camisas con: peitos d'algodo e delinbo,
wra todos os precos e qua'idades.
Cero olas de linho e algodo.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita- de casemiras pretas e de cores, com
asleles iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
grecos e qoabdades, e tem de mais a msis
tsa perilo
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
acei i qaalqner peci de obra a capricho
ao go.-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as, qualidades de
nano fino, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qor brancos, qur de c6r; e quanio qual-
qper ebra nao ficar inteirameate ao gosto
do3 fregnezes fi:a por conta do estabeleci-
mento.
FUST^ES DE COR E BRANCOS
Vendem-se bunitos fustoes brancas e de
sores, proprios para vestidos e rcupas de
nenios, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavao ra da Impe-
ralriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 reis.
Vendem-se chitas largas com muito bons
pronos e cores fiza?, pelo barat) prego de
201 ris o corado ; cortes das mesmas com
10 covados a 2.5010, pecbincha, no Bazar
do Pavo.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vend,n-se bunias cissas de cores miu-
nhai pelo barato prcode 200 ris oo-
vado, no armazem do Pavo J rna da Im-
peratriz n 60.
PANNOS PARA SAI AS A l#O0O, O METRO.
o Bazar do Pavo veode-se bonita fa-
zenda ortica encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de nm lado, dando
a lar^un da fazeuda o comprinento da
saia, a qual se ple fazer com 3 ou 3 l]2
metros e venle-se a 40,10280 e 10600;
3ssim como tambem no mesmo estabeleci-
men se venle bonitis saias brancas bor-
adi-, ten lo qaatro pannos cada urna, ditas
de 13a de cores j promptas, urna* com
barras difirenos da mesma fazenda 45000,
3 muT.is coin barras brdalas 60 e 7500c,
adj isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na ra da
imperatriz n. 60, Bazar do Pavo.
TARLATANASLISTRADAS CORTE A 65500
Cbegcu para o Bazar do Pavo um bonito
sortimento de tarlataoas lislradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
aita fazenda muita phantasia, e liquida-se
;i da corte a 60500, pecbincha ; na roa
da Im eratriz n. 60.
CASAQUINHOS DE GUIDRE A 100, 120,
160.E2O0.
Chegaram para o Bazar do Pavo os
mais modernos casaqoinhos ou basquinas de
guipure com cintura, ricamente enfeitados
com lacos, e vendem se pelo barato prego
de 100, 120. 160, e 200, pechincba,
rna- da Imperatriz n. 60.
LENQOS DE MORIM A 30500 A DZIA
Vendem-se duzias de lencas finissimos,
Granis de morim, sendo fazenda muito
aocorpada, a 30500 a duzia. Ditos de
cambraias finissimas, fazenla que sempre
so ven leu a 50000 e liqoida-se a 30500 a
duzia por haver muita porco, no Bdzarido
Pavo a ra da Imperatriz n. 60.
CORONADOS DO BAZAR DO PAVA ; A
80 IO| 120 E 160
Cbegou urna grande remessa dos me-
mores cortinales bordados, proprios para
camas e janellas, qne se vendem pelo ba-
rato preco de 80,100, 120, e 160, o par :
roa da Imperatriz n. 60.
MADAPOLO ENFESTAOO PEgA A
30200
Vendem-se pecas de madapolo francez
entestado, tendo 11 metros cada peca a
30200: pechincba no Bazar do Pavo,
a roa da Imperatriz n. 60.
DAMASCOS PARA COLCHAS
No Bazar do Pavo, vende-se damasco
eofestado com bonitos dezenhos, tendo 6
palmos de largura, proprios paracolcbas,
pelo barato prsco de 10280 cada covado,
dito, dito, com 8 palmos muito fino a
40000, assim como mnito bonitas colchas
de damasco de l qoe se vende na loja do
Pavo roa da Imperatriz n. 60.
RETALHOS DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
No Bazar do Pavo vende-se poro de
reulbos de chitas e cassas pretas sem li-
mite no preco : roa da Imperatriz n. 6J.
Ra da Imperatriz 60.
Para vender deprenda
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS; A 500 RS.
O Bazar do Pavo recebeu um grandeI. .Cbegou um eleganto sortimento de las-
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo veode-se suprior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
inhas do Japo, com padres de seda e de
muilo boa qnalidade. que se vendem a
500 rs. o corado. pechineha, no Bazar
do Pavo, roa da Imoerairk n. 60.
POUPELINAS DO JAPO A 10600 O COVADO.
Cbegou um elegante sortimento de lin-
dissimas poupelinas Japonezas, com os
mais delicados gestos, tendo moHo lustro
e com tisirinhas de seda, sendo esta nova
fazenda quasi da largwa da chita france-
dsliobodoportocom3 1/2 palmos de largura e vende-se pelo barato proco de 10600
de Caxlas si. tt3
A Nova Esperanza nao qnerando deixar de lem-
brar a todos feratoeci*, e com peeialidade
mu consuau fregaetia, o que ella vi recebando,
tanto oais quanto ajroxiina-se o lempo em que
todos parecera mata dispoMos para inivisaras
fadigas passadas, isto aproxiraa-se o lempo cha-
mad ) a festa; ella apressa-M era mencionar o que
tem recebido nltimamenlc, pois orno sabem, os
seus objectos primam senipre cm gosto e. uprio-
ridade, assim pois os apreciadores do bom diri-
jan) se i Nwa ipaeaBca aflm de comprarem o
que de meihor exism no mercado, como seja :
Modernos aderecos de tartaruga e madreperola.
Agulhas para bordar em la.
Liadas caitas de conra da Bossia proprias pa-
ca preseaUs, conload* tres (tascos de cryial com
Anos extractos. ,.
Bou agulhas cantofas,
Um variadissimo sortimento de modernos enlej-
es para vestidos.
Espartilbos de multas qoaWades.
Bonitas e etegeel eaixas para costara.
Torcai de seda para crochet, de bonitas cores.
Lindissimas nonecas vestidas e despidas com que
se agrada prtenmenle aoa menino?.
Delicadas caaos de Sores de laranja com 1 1|2
metro de eomprioeato para regado do vestido de
noivas.
Bonitos vasos com banna com disticos de appe-
lidos brasiteiros propriw pata praenle.
Modernos pentes doarados para senhoras.
Bo tologeoBioa oaattottitea-o-inleresaanla cax
toes de vistas.
; Fmasroaeiaj de-cabellos e plagu para relogios.
Finos sabonetes do areia para amaciar as mos.
Boas meias de la para hamens e senhoras.
l'm .grande sortimento de finas thesouras e ca-
ivetes de mnitas qualidades.
Bonitas meias de cores para hornees e senhoras.
fonmda alpaca.
Esta pomada preparada com tolano de arco
pele afamado fabricante Piesse & Lnbine, e real-
mente muito boa, e um verdadeiro antidoto para
as caspas, e existe srnente ra Duque de Caxias
n. 63, na Nova Esperanca.
Perfumaras
As memores, e do mais oonhecido fabrioante,
tanto francez como inglez, estao expostas venda
na ra Duque de Caxias o. 63, na Nova Espe-
ranca. .
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tudo de superior qualid?de : yende-se na Nova
Esperanca rna Duque de Caxias n. 63.
mmwmm
Qnando t AGIA BRRNCA, mais precisa *ctentificar ao respeiUvel poblico ea
geral, e em particular a sos boa fregaexia, U innaaasidade de objectos qae ultimsmen
te ten recebido, justamente^uando dita menos o pode fazer e porque essa (alta 4.mvo
luntaiia ella confia e espera na benevolencia de todos qoe lh'a atlenderao e relevarlo
controlando portanto a dirigirem-se a bem conhecidi lejs da AGIA BRANCA roa d
Qoesado n. 8, onde sempre achar3o abundancia em sortimento de snperiordade
qualidades, modicidade era precos o sea nunca desmenttido AGBADOHE SINCERIDADB
Do que cima flea dito se couhece qne o lempo de qoe a AGPIA BRANC\ pdt,
dispAr, empregado apezar de seos castos no desempenho de bem servir a aquellas, qoe t
uonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennums
rar os objectos que por sua naturexa sao mais eonhecidos ali, ella raaaaiiflameaje iadi-
cari aquellos coja importancia, elegancia e novidade os tornam recoramendaveia, mi
bem seja i
Corpirmoa da camhraia, primorosamente
enfeitados com fitas da setiai e obras essas
cuja aovidade de maide e pereico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas coras o qaa-
lidadas para cintos.
Loques oesse objecto mnito se poderla
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenbos, tal
e grande e variado sortimento que acaba
de cpsgar, mas para nSo maasar o prcten-
denta so lhe apreseatar o que poder de
melaar.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para cbapalinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costurnes oo uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
de 720al 10 a vara, assim como uragTinde
sortimento de Himburgo ou creguellas de
todos os nmeros, preces ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqner parta; aproveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavu vende-se superior
atoalbade trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 10600 o metro, dito de linho adamas-
cado o meihor que tem viudo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENAS PARA LUTO
No Bazar do Pavlo veode-se constante-
mente o meihor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Laasinbas pretas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantCis, bombaziuas, qae ss
vendem mais barata do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-oez de pura laa, pelo bara-
to preco de 6 jOOO cada am
PEI1ICNCIIA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80000.
Vende-se um esplendido sortimento de
Snissimas cambraias victorias, por precos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70000, finissimas a 80500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liquidam-se por este prego em relaco a
orna grande compra qae se fez no Bazar
do Pavlo.
BABAD1NH )S
No Bazar do Pavao vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porc3o de entr m ios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em ostra
qualqaer parte.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sortimen-
to completo dos melaores setins e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
omito em conta.
Colchas brancas 30200, 30300 e 70000.
Para o Bazar do Pavo chegou um grande
sortimento das melbores colchas pretas,
sendo das melbores e mais ancor .alas que
tem vindo 70000, ditas um pouco mais
baiza 30500 e ditas 30200; tambem no
mesmo estabelecimento, se vende om grande
sortimento de erlones e chitas proprias
para colchas que se vendem mnito em conta.
Sedas de qnadrinhos a 102SO ao covado
Vende-se um elegante sortimento de sedas
de qnadrinhos, com liad ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
10280 cada corado; pechincba no
Bazar do PavJo.
CHALES DE RENDA.
Chales 200J.
Chales 2000.
Chales 2000.
Vend -se orna grande porco de chales
pretos de renda ou croch, sendo pretos
con 4 pontas, fazenda que sempre se ven-
deu 50000 e lijuidi-se a 20000 cada um,
pecbincha no B zar do Pavo, a ra da
imperatriz n. 60.
LINDAS BAREGES A 320 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se o mais bo-
nito sort.ment de finissimas bareges trans-
parentes com as mais bonitas listas de cores
proprias para vestido, e liqoida-se a pataca
o covado por estarmos mnito proximqs da
festa ; ditas mescladas, fazenda muito lus-
trosa e com liadas cores a 400 ris o covado,
pe;bincha a ra da Imperatriz n. 60.
LENCOS DE CASSA DUZIA 30030
Vendem-se finissimos lencos de cassa
com delicadas cerca loras, de cns fixas
j embanhades, sendo proprio para bomens
e senhoras pelo baratissimo prego de 300.0
a duzia, no Basar do PavSo a roa da Impe-
ratriz n. 60.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez-se urna grande
jompra de toalbas alcochoadas, proprias
para posto, bastante encorpadas e grandes,
;ue sempre se vendern all20000, e li-
iuiam-se a 7A500 a dozaSou a 640 rs.
;ada urna, boa pechincba.
cada covado, no Bazar do ca 3o.
AS P0PELINA9D0 PAVAO A 20000, 0 COVADO.
Cheg -u para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas o ele-
gantes poupelinas de lidio e seda, que se
vendem polo baratrsnmo preco de 20000
cada um covado* assim como ditas, com
go tos escossezes a 20400, peebiueha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 20000
Chegou o n elegante sort/mento de boni-
tas sedas de ustrinos*, com ae coras mais ao
vas qua tem vindo ao morcado e veudem-se
a 20000 o covado, na ra da rmperatriz
Bazar do Pavo.
CRETONE FORTE A 20000 O METRO
S no Bazar do Pavo.
Chegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para leugoes tendo 10 pa'naos de lar-
gura, e muito cncorpado, sendo preciso ape-
nas para cada lencel 1 'A ou 1'/metros, alm
d'esti appiiacao tambem esta larga e ao
corpada fazenda propria para toalhas, saias,
i eroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
go dd 20000 cada metro.
CASEMIRAS A 20500 CADA COVADO
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sorlimnto de bonitas casemiras de urna (
cor, sendo asul, rfo, modada, sendo de
duas largara?, proprias para cilcas, palitos,
e rou, as para menino, e ven Jem sj neln
aiaiu preou ue z0ooo o covado, ra da
Imperatriz n. 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Veudo-se delicadas lasiabas com diUe-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se om bonito sortimento de finis-
simas alpacas brancas lavrada-, imitaco
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bazar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 360 E 640 RS.
Vende-se om grande sortimento de lin-
das alpacas lavradas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e GiO
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QCADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas 12a-
sinbas ou bareges de qnadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de cbita
frsnceza. e liqoida-se a 640 n. o covado,
no Bazar do Pavo.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS
Vende-se bonitos merinos de orna sft
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas para creancas por ser orna fazen-
da de pura la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavo.
GLACS A 10000 PARA VESTIDOS.
Vende-se om elegante sortimento desta
nova fazenda denominada glacs sendo orna
fazenda de lia muito larga e com delica-
dissimas cores, tendo tanto brilbo como
seda e vende-se pelo barato preco de 10,
covado, no Bazar do Pavo.
CASEMIRAS A 70000
Vendem-se cortes de casemira ingleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais diaheiro e liquida-se a 70000
o corte de caica, oo Bazar do Pavlo a roa
da Imperatriz n. 60.
GRANDE PECHTNCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60,80, K 100000
Vende-se finissimas cambraias suissas, de
muita phantasia tendo 9 varas a 80500 e
100000. Ditas bispo com 10 jardas fazeu-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azuladinhas, qoe valem muito mais
dinheiro, a 80 e 100000: todas estas cam-
braias, em relaco a qualidade, pelos pre-
cos cima sao mais baratas do que em ou
tra qualquer parte, no Bazr do Pavo,
CAUBRAIA ALLEMA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1*600, U E 1*500.
Vende-se finissima cambraia branca tran-
pa 'ente com 8 palmos de largara, que faci-
lia fazer-se om vestido apenas com 4
varas e liqoida-se a 10600, 20 e 20500 a
vara, fazenda qoe vale mnito mais dinheiro.
pechincba no Bazar do Pavo.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Peca a 40000
Vende-se mnito finas pecas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 l[t Tarasca-
da peca e com am vara de largara a 40.
$ pechiacha, no Bazar do Pavi)
A' ra da Imperatriz
n. 60.
Bazar do Pavo sitj a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantement) aberto
das 6 horas damauhan as 9 da noute.
CHEGARAMi
Foqpe instaiittoieos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-'
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
Capellas brancas pera menaas.
Grande sortimento de Boros finas.
Fil de sedar preto.
PERFHARIA
Grande constante sortimento de dita,
sempre meihor qualidade.
Lindos vasos com pos da arroz e pinsel
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados pa-
la circular o coque. ^
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos demadrepero/
Caivetes fiaos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balo.
Noves stereoscopoe com 48 vistas, a*
qoaes sao movidas por om machinism
lomas substuem as outras.
Vistas para slereescopos.
Bonitas caainhas do vidro enfeitados coa
pedras.
Ditas de raadeira eavemasada com vispo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqoedo *
cr ancas.
Diversos objectos do porcelana, proprio*
para enfeites de mesa o de lapiahas.
w*
aaanttKKin&niai wmwm%mmmjMwwaMW,
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende na ru da
Madre de Dos & 33, armazem de Joao Martina de
Barro
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 2carneiro
vtannaum completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nbecidos, as quaes esto em exposico no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalbo ao de 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeico tal
como da meihor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
demos.
ou alaga-se os armazens que foram oceupados
com a fabrica de sabio e destilacao do Sr. coronel
Franca, na ra da praia de Sania Rita-nova, os
quaes offerecem propor$ow para bem se montar
qaalqner fabrica de grande estabelecimento, com
a grande vantagem para embarque e desembar-
que : a tratar com o commeodador Tasso.______
CAL
Vende Joaquim Jos Ramos
a. 8, 1* andar
na ra da Cruz
Cerveja branc e preta
DA
MARCA Z
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C.^
especialmente para Brasil
uracos agentes em pernambuco.
J. Jefenes $ C.
46. Ra do Uommereo 46.
Parlaba de mandioca.
A bordo do brigue Marta & Virginia, fundeado
em frente ao trapiche Bario do Livramento, veo-
de-se superior farinha da mandioca, receui-chega-
da de Santa Caihariaa. em porcao e avarejo : a
tratar com Jote Victorino de Rezende i G, a rna
do Mrquez de Onda a. 53.
Callaos fraflcczes
Grande sortimento de calcados francezea para
homens, senhoras o enancas, botinas de setim e
dura iue branco, ditas de cores, sapatinhos borda-
dos de setim branco.ditos deduraque de cores para
senhora.pelo preco mais commodo de qae em ou-
tra qualquer parte : na loja de calcado da bota de
ouro ra da Cruz n. 31, sobrado amarello
DAS
FONTES
Hauterye & Celestina
Vende-se mais barato do que em outra
qualquer parte no armazem da ra do Vi-
gario o. 11.

I
s
0
N. S A HI4 M CUlfti N. 5A.
mamk
1
g
S
!P
>-
Com este titulo acha-se aberto 6 inteiramente transformado este anngo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de meihor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
perlencente a esta arte.
A ARARA
f
ATTENCAO
Lourenco Pereira Mends Guimares, participa a todos os seos devedort
tanto da praca como do mato, que estando Iquidando suas casas commerciaes. o qu
deve fazer at o fim do corrente anno, por lsso roga a todos os seus devedores a viren
saldar seus dbitos o mais breve possivel; ontro sim, declara aos seus devedores, qc
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando isto se far;
o abatimento que for preciso para a liquidaco de suas dividas, para isto poderlo di
rigir-sa rna da Imperatriz n, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para carcas, f balOes de ahcos a 1 a 500 rs. Cortes de brins de cores a Vende-se balSes de 15 a 30 arcos a
1(5500; cortes de gangas para calcas a Ifi, i e 1^00 cada um. Cortes de ca
16
en-
curtes de casemiras preta para caigas a
34500, 44, 55 e 65000.
Crtts de chitas a 2:500.
Vende-se cortes de chitas para vestipos
a 25503. Ditos de cassa para vestidos a
3f5O0.
Pechincha a 4(5000.
Vende-se pecasjde algodo a"4J, 50, 64
6 7,5000.
Para liquidar a 3(5500.1
Pecas de madapolo com \i jardas a
30500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
00, 60500, 70, 80 e 90000.
LIQUIDAQO.
Pegas do algodosinbo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
60500 e covado 160 rs. pira liquidar.
Cintas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de eambraias victoria, fi-
nas a 60, 60500 e 70000.
r anltoaarato.
Colinabos do papal a 240 rs. a duzia.
Gsrtiaaats para jaaeas 50000.
Vende-se cortinapos para janellas a 50
o par. Brim pardo liso para caifa de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 60000.
Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonitas barras a 60000.
Caberlas de chita.
Vende-se a 10500, ditas fina* a 20500,
ditas encarnadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao ladp para calcas a 406
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a duzia, para li-
quidar ; grande porco de mantas para
gravatas a 200 rs. cada urna para liqaidar.
Cassas francezas a 280 rs.
Vende-se cassas francezas 'para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdys de cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
fiiOTs. o corado.
Lasinhas para vestidos a 320, 400 e 520
rs. o covado.
papel a 20500 cada om, para liquidar
Bramante de linho e algodo cem 10 pei-
naos de largura o 10890 o metro.
Panno de liBbo a 760.
Vende-se brabante de 10 palmes de lar
3ura proprio para lences a 20800 o metro
Lencos de seda a 80u rs.
Vende-se orna porco de lencos de seda
a 800 rs. cada om,
Chales de cassa a 10000.
Vende-se urna gran be porco de cbakt
de cassa a 10000 cada um, para liquidar.
FustS a 360 rt.
Vende-se fusio de cores para vesfidoi
a 360 rs. o covado.
Algodo enf estado a 990 n.
Vendi-se algodo entestado para lencei
e toalhas a 900 rs. o a*itr*, dito transa-
do a 10200 o metro.
Ctalfs de merin estampad a 20000.
Vende se chales de merino estampado!
com barras a 20, 20500 e 30 para acabaj
Grande porco 4 retalbos.
Vende-se grande porco da refalhos d
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est na porta
Roupa feita encontrar o
Por preciaba woavel
Todos se enroaparfo.
A SABER :
Liqaidaei de rwp feita.
Vende-se pallitots da hrinsmhode odc
propiio para andar em casa a 10500 di-
tos de ganga a 20000 ; ditos de meia ca-
semira a 30000 ; astas da atpad de cor
a 30500 e 40000; ditos de panno fine,
preto a 60, 80 e 100000 ; ditos de case-
miras de res, a 50 e 80906 ; colletei
de cassiaetas de cores, a 1060 \ ditos de
brins de qoadrinhosa 10000'; *to" *?*
semiras de cores, a 20500, W e 40000.
Calcas zoes para escravos a 500 rs.; ama
de algodosinho de listra a 800> ra. ; ditas
de brim pardea imKU*lgM -*;
Us de dito branco de linho a 3J500 e 4# ,
ditas de casemiras de cores a 50, 6 7#
e 80000 ; camisas de chita a 10000 ; ai-
tas de algodosinJn, propriat pare o tr-
rico por ser fazenda torio, a 280 ; dita
de mosolina a 10600 rs. Pare liqmdar
O propietario da loja denominado Arara, declara ao respeiUvel po
seos fregnezes que est concloindo sos qaidacio, por sso qaem qoi* d
bou fazlndas por pouco dinheiro toaba a bondade de dingir-se a rna da Impertir*
72, desde as 6 horas da maoha as 9 da noute.
'(


\
1,11)11
Diario de Pernamlmco S^unda eira 5 dt Dezembro d 1870.
i
y
y


1.1 > > >i
-~.
TTtaaafc

!: i
=r=cr=
Vndese nedjda, d
novo .'ysiem
****, sahcr : l|t turno a OCO, roo 8!
lea 3*000 a mtfdwavofcM a ViTarfntas pre-
50i.
Venixam, fregnexesj
munir-se ra Duque de Caxias (aDt g-
nente ra ilas Cruacs), sobrado das pe-
cas de artiltieri.i n. 0.
Neite novo e*tbeUcimwMo encwtraraoos ama-
lor*ft .Vaa fresc* e *>" os melhores ob-
jectoTte narre, pot. rmenlo como si-jam : qasrriitiha* dos metkn<
fabricantes em provincia, jarras, morloues.
resrlaaores b ibas, pirrafae p >li|l|s e lomuda,
tudo do melborbarroagostu; as.-ira couo jarras
potes, quarltabas, bllha?. jarros e vasos para fl u
ni, loop Tidmda de todas as qoaliaVriev* mi-
los pairos objectos gem *rrem p 4id<, ludo deuti-
lilade para as casas le familia*.
Tero venda m seii9 armasen*. aMm de outros
arUgos de seu uagoio regular, os seguioles, que
estao vendendo a precos mais baratas que em ou-
ira qualquer partf :
PORTAS > pioho almr.fir.rin..
KARELLO e(a ac:is rmelos a .'W500.
GRADES4 farro para coco'
E5TE1RAS da ludia para cama e forrar salas.
CANOS de barro franecz para esgotu.
GESSO superrar-tm barrleas e as arrobas. .
CEMENTO da toda as qnalidaos i baixos
MACHINAS de desean car algodio.
BARRIS grandes Cnti peixo da Suecia.
LONAS e brinzSes da Rufeta.
OLEADOS americano para forro le carros.
FOGOES americanos uiuito b m e eeooomicos.
VINHO 'le Bordoaux em caixas.
COGNAC supprior de Gamier Freres.
MILHO de Fernando a 3 i o saceo.
AGUA florida."
BARRIS de carne salg.uU dff porco e de vacea
A loja de cara a praca do Conde de Eu :
iratar na mesroa.
8" AZULEJOS
AZULEJOS.
AZULEJOS
Ha par vendar ftJfWM milhWros d>>s mais fia-
dos azulejos, ojos por eneommemla de algoem
me por circuoilajwTfci os dispensa. No annarem
le Tasso Irmo & d., iir.icu do caos de Apollo
*o pe-da ponte provisoria.
4 Acabam e sabir a luz asse-
guiifces pecas para
PIANO
limalinda walsa d'Arditi
ideal e realidade muito benita
pbantasia pelo maestro Cazal-
ore
PostilhSolinda pbantasia execula-
da ;com grande applauso pela
msica allernaa
habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqu tem
,'eito
ACABA DE PUBLICAR SE
i coileceo de msicas dos cavallinhospara
IrjUOO
1,5000
14500
1*000
FLAUTA
gjecebeu mais grande sorliraenlo de mu-
ic38 para piano, e piano e canto, e tambem
i opera
jara piano e canto, e tambem os melhores
oedscos para piano composica"o do illus-
:re compositor brasilciro
Garlos Gomes
jue tanto fnror fez na Italia, e boje faz no
Hto de Janeiro.
A' VENDA NA
MSICA
DE
A. J. de A.zevedo
\ RA DO BARAQ DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. II).
OAsPkULASoEBLANCAftlJ
A noasa corresponden!}* do Brttluos fax
saber que as prafos deste paia ohao aciu/mnre inundadas por uimi muUidode
falcificafdfs vit dos nossos productos (textual.
Para'guraiitir-se contra estas cohiposiyoOs
mais on menos perglHas, que escondem-se
d'essa niaueira por detraz das nossos marcas
de r.irica e mesnio da nos^a tirina, rogamos
aqui com instancia aos mdicos e o* do-
entcs de assegurar-sc sempre da origcm das
FiLULAsquelrazemoitossonomc.appcilnndo,
entre outros meio* prcticos, immvmo fc das
nossos collegas, os pliarmaccu^ijos. \a de
duvidar que n"uma questa que iptressa lafl
seriament.; a saude pimlica e a moralidade do |
AjIlo-c as nonas afutai oa
DOLtjai)
commferfeio, estes honrados intcrYi|cdia,rros,|
nad se mostrom dignos da oniitianca'iWs fi-gwaea; nao de duvidar iganlinonte mar'I
repudiando toda solaiidadt conj os *dcift- I
cadores e os seus cmplices, clles rtaosefa- ]
tAo um derer d'or cm diantf de procurar:'
as vnoADCmas 1'ilulas r* BuM>cnt> m
origons certas, enderecandn-se, quer a noe-
mesmos em Taris, quer indirectamente aoa
nossos nrincipacs correspondentes, ou ento
s casas ns mais recom- sff *\
.danta, do ft^^^gg
ou do seu paix.
Pharmacetk, ra Boiiaparte,
i% principa fharniHoiaj.
em Pars.
Bil

NOVIDADES
DO
O Baiar i Moda*receben novo sortimro-
to de fazendas do urtteao goiio para vest
dos, assim cumo cbapeosiabos, casacos,^
borns, coqaei, tamDhas, etc, etc
Conlinua sempre O^rande e afamado sor
timento de mindezas netfnBiarras varda-
deiras, que tudo se vende por bar.'Uissimoi
prec
Dtm-9 amostras e manda-so em casa das
BartoaVVtotoria, ooir'ora Nov*.
do
EspaDadorea de
A 1#0(J0
aeta: na
pttlt dalodependenca d, 39
Ra do Queimado 7

DE
IHOREIBA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelocimento o raais bello sortimento de fazendas
tnaa, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de.,seda "ricamente bordados.
Gorgur5o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama cora ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticamjnte bordados para cama janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de camb/aia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, cem listras de setiro.
Sabidas de baile o qne ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roapas feitas e de fazandas qne
l enfadonho mencionar.
Luvas frfgcas de Jouvin
Sortimento de tapetes para goarnicoes de sala^, alcatifas para forro {rande 6ortimento das acredKadas e verdadeira*
Esteiras da India
3]poi tas n. 53, ra Direita, 3 p Has n. b%,antiya
foja d) Braga
O abaixo asignado, dc^j deste antigo estabeleolmento, tendo em rista apreseutar nml
completo sortimento de ferragens, miudeas e cotiljria, lera resolvido mamfar bestar em i
diversos pcnios da Europa os mtibores objedos de sen estabeleciraeoto dos fabricantes
raais conbecidas; pelo que convida ao respeilavel publico e a sena numerosos freguezes J
a virem se ervir dos objectos de sua carencia, aendo enccritrarjo por n enes 10 OO do que'!
em ottra qoalqner parte, um sortimento completo de machidas para dcscarcrara'odo'"1
1$ do bem oonhecido labrieante Collorr Gin & C, ditas para costura, motores para aiuroaes' 1
gu ditos para f*go, moinbos pira caf de todos os umatbos, da fabrica do Japi, espingardas de
8 aous canos e de nm, tanto inglezas como trncelas, louca de porcelana, facas e garfas
I de diversas qnalidades e precos, bandejas cbineras, salitre, bren, barbante, enxofre, papel e
braalha do ferro, ac, agclba para fogtteteiro ; assim corno encontrarlo constanie-
M| mente grande porcao de fogo do ar, e recebe-se enconanenda de figos de vista, llera de nm
cem numero de objedos, que se tornara enfadonbo numera-las : venbam ra Direita n. I
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
PRECIOSA DESCOBERTA
0 TNICO DELSUC qoe boje aprsenla ao publico, depois, norm, de am severo
exame e de reiteradas experiencias, ttndo a certeza de que possoe urna snperioridade
incontestavel a todas as outras prepararles, que at hoje tem apparecido, rf commenda-se
por sua bondade, e pelo brilhante lustro que pruduznos c?hellos, tirando iramediatamen-
te todas as caspas ecoceiras, farendo com que appareca em bom estar impagavel.
Esta agua compe-se de substancias cuidadosamente escolhidas, parifieadaa, e
confeccionadas cora o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-ihe
nma aeco verdadeiramente efficaz, consoladora, e benigna.
Derrama-fe esta agua na cabeca, e esfrega-se levemente ; immediataraenle ficam
os cabellos limpos e com um brilbo magnifico.
eposifo
smentc em casa do autor, Andr Deloc cabeeireiro de Paria.
Ra Io de Afartjo (antiga Crepo) n. 7 A Io and ir
CONFEITARIA
DOS
Rna da Cruz n. 18
E^ntra-se sempre : AMENDOAS confeiudas: xaropeg rtfri-
BOLINHOS para cha; po de lo; bollo gerantes ; vinho Bucelha, brancVe tinto
inglez; pastis de difieren!* qualidades; proprio para mesa ; vermoath ; absvntlV
doces de froctas, em calda e secco, emicognac; vinbos finos, cbampairoe
bamlinbos em latas.
ditos vendados
CAIXJNUAS com amendoas e pastilhas,
proprias para presentes; cha pceto, miudo,
de superior qualidade ; latas com pecegos
a 1(1000. KESUNTOS e I
RECEBEM-SE encommendas de bandejas com honhos, edm rmacio de ssn-
car e sem ella; de pao do id e bolos enfeitadoe com disticos e sem >)ltas e de i>ntw>s
muitos objectos proprios para grandes, jantares, bailes, etc., etc
PAPIS para sorles,"
para cobrir bolos.
PRESUNTOS e fiambres
-------
r
O pcohlema r<*olvdo por M'
papel foi ci
oi conservar mosla/da todas <* *ua propreilades,
e com acilidde um effeilo decjsw com a menor quantid*de i
de moftcaajdnt,,,. (A Bwkardrt&vSaMyh^r---------
PARS, fut Yi*i}e-4m-Tfffl*t |$
obten do tn
,Bf-el
i de S(
t*\mm,
mat
Eua da Imperatriz n. 2
A* este novo e noptofleo estbeleclnrnio d^ faznls acaba de chepar i*i roerle da Europa o mais 'xptendido sor.mrito de fe-rendas piopr.as ppira a Jrsta, tanto
-para hcrrjMw, romopsra senhoras; rtescrever e epecHcar uqudemoderrd e derrais
amhna-lo gnstr> nette-se tncontra seria impfs i^e ; m is pira que so possa fnzer orna
*ptt xmada H>, menoionaremds c m es; cciali de :
Rics cortes de veati'os para casamento, ebegados no ultimo vapor.
IJitee ditosiie ditos de seda de-euhos intaramente ntvos.
Di'os dios de diti s ''t> 13a cm barias,TuZnda initiramente nova.
Vestidos de eambraia para baptisado.
PoeIin83 d- seda di s g.stos mais andemos va iado-sorliment) de camtr.ias, e
cisss oe cores, I ndos e mt dernos desenh^6.
Sedas lisa, tevradas, (retas e de cor.jp.
Cretcne paraestidoe, modernos g^st' s.
Apboag de ci res, impossivel destreer a Tiieda Cbitas 6nas, c^ra. escuras, pretas, iodescri, liwl n vanadssimo sortment".
roidaJa.
Su.:s fcrd.-idas, para senhoras, grande quan idade r'e postes.
Candsrnras wrdadas para senhoras muiomolernas, gratde variedade.
Enircmeto? e .iras bordlas om todas as larcnra?.
Camigaaijara hornero, bordadas, lisas, e collerinhos, completo soitimento,
Lenca de canibraia bordado?, lisos e-te barras.
Chapeos de veitudo, palha, merino, feliro, o que ha de mais moderno e lindissinus
GStOS.
Cortinados bt rdados, e ricas colchas de seda, e de crochet. -
Baregfs de pbantasia, fazenda propria para baile.
Taratanas de cores com palmas lindsimos gos'os.
Bnrns t'e e< re para seuhops.
Grvalas jara borneo), grande sortimento em feitios ec res.
Breantas, espinan e bramant de todas as larguras.
Lriazinbas de mooern- padrc e indos gostos.
.Metim .a Ina f;zenda inteiramtnte nova para vestidosede lindo effeto.
I'inalmenie reare s-e estabeie-imetto udo que de trelhor e mais moderno se pode
encontt.r em fazendas como em perfumaras finas, d.-s quaes tem um completo sor-
timento.
AOSCAVALHELOS
Offerece iguale eLie a vantagem de enconga em neste etabek cimeuto:
pannos finos, prettt e tic cotes.
'Vendrs prttas finas,ericisgorgors para co!|ete.
Ditas de co ti, de quadros, lisos e d: islr-s, completo strtimenlo.
Biins brancos de linl o de tdas .s qnalidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, gran e sortimento.
Um hbil arti-ta para cortar e dirigir qoalquer obra, que s se etdreg-i a contento
do fregutz.
Urna roodia gualrafnte tccupala nos irab Ibosdo PAVILHO DA AURORA, di-
rige os que lhe sao nnceroenits, apromptando a capricho qoalquer TOILET, ganntin-
dc-se a mais complea perfeicao nos seus trabalhos.
Em resumo concluimos
Por chamar aitenc3o do respeilavel publico para o nosso estabelecieaento, que alm
de ter!u:o qne repode depejarprn fzendas eperfamarias tem o mais COMPLFTOSOR-
TIMENTO DE ROUPA FE1TA, pa a homens e meninos. Mandara se as fazendas em
casa das Rimas, familias, e d3m-se amostras.
Um completo soTtimento de esteiras da India, pop menos preco que em outra qcal-
qer parte.
Abarla uaS bocas da ntanha s 9 horas da noute.
120
50(J
60
i^OO
Eival sem segundo,
KlADlQll.Eli: CASIA \. 4f
(Anilla ra do Qoeiniado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia prela muito boo. .
Tesouras finas para enhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
13o a.........
Caixas -com seis sabonetes de fruta
Libras de 15a para bordar de todas
as cores a j_........... 80000
Carrileis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de corestrnuto finas a 500
Grozas de boleSvmadepersla li-
nissimos a....... 500
Novel lo de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 000
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta prela a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito benitos a 500
Duzia de sabonetes. muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 15200
Frasco com agua de colonia Pivera 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muilo
1 superiores a....... 40
Lartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a.......Ii$800
Capachos muito bonitos e grandes a 70G
Carrieis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulbeiros ds os^o enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......24420
Caixas de palito do gaz a. 00
120
320
%J20
320
5000
500
160
S00
100
70(
400
500
ATTENCAO
Vende s nma canoa de carregar 1,200 a 1,300
lijo los: a tratar na ra Direita n. 101,
A 2$ 00
Vendem-se borzegnios para criaoca?, obra boa
pelo diminuto preco de 2500 : venham 4 loja de
miudezas dama da Cadeia n. SO.
Chocolate naeional.
Dubb medalas de prata e urna menean Lo-
norrfics.
Jvla Inrdo C,
una nova de Santa Rita n. 4
Existen poneos alimentos simples e sobstan-
ciaes como o chocolate, estimulando suavemente
a ervos, d ao corpo o mais puro elemento de
nutricio, e komesmo lempo fortifica os oreaos di-
gestrVoi. Todos e? medieos io unnimes re-
aMMHDdnresU alimento como o ais proprio e
abatane) f ara as penoas de comptexio frca e
debilitada, ;_,......
Vende-se
prinrtetra tfualidade l| kil. 800 rs.
Homeopalna !t2 kft\ !#W0
HeHatmbel Ij W. 800 r.
Vannille 1|2 kil. I000.
Al a*eia srrwba ar-e-4ia abatimeoto de M) 0|0
e d irroba para cima 20 0,0
Gaf fflwido a' v8^or
B*rinMon rmaturt a16- re. e kH., enmato
qniriiitaM' loa r
^Tambem ha pai
papel de eataab) para M
v"......' tic l^"fri-a
l" ufrw) barato
Ha toja da Ct#osfcao na ra Haatf' vono>-
se botinas pretas enfeHadas gaspijda de eoJUMd
lastre para senhora, duia a 80|, ditas ditas ditas
8 34*000.
Rival sem segundo
UUA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
Eslou disposto a continuar a vender toda.'
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
j xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Dozias de pa'itos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com (leo baboza muito fino.
Pacotes cora pos de arroz o me-
lbor que ha a...............
Navalhas muito tinas para fazer
baria a....,...............
Caix i de linha branc do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
superiores................
Lencos d cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......360b
Pecas de babadiuhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada poca a l500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas do tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Dozia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para me,'
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portnguezes a. .
Cartoes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos franceses todos
as tamanhos a......
Pacote dfi papel com 20 quader-
nos .... .........
Re.cma de papel pautado superor
Resma de papel liso muito supe-
rior i......-.....
LOJU
VIGILANTE
24000
500
500
500
40
500
320
4,5500
2,J000
10500
3/r000
400
20
400
50C
40
2,0000
240
400
4,5000
30600
FARINHA
de trigo a 000 a barrica : no armizem Ba-
lia>, nu do Livrament n. 38.______________
VENDE-SE
vinbo do Porto engarrafado velho e de exceHeate*
qualidades como sejam : Bastardo, Malvasia, Du-
que do Pono, Buque de Caxias e outras marca?
tem conneeidas, assim como ero barris de 4*, de
5a e aacoretas : no escriptoria de Soaree Primos
a ra do Vigario n. 17.
RMwinte-rheuiiii tico.
Remedio efflcacissimo contra ardores rheuma-
ticas al boje o mai conhecido pelos seus mar-
Tilbosds MMlUdoe.
XAHOPK DE AGBLAO.- om dos medicamen-
to qoe sua eficacia aaa enfermidades, loase e
sangue pela bocea, broncbtes, dores e fraqnea
no peito, escrabuto e molestias de ligado, qne me-
IMr tan 'aproVado.
i TWTURA DE MAliAfOAMA.- A celebra raix
de marapuama.rfuja energa e efflcacia as para-
lysiavintorpecimenlo, etc. ele acuito se reeom-
'Tbais^saespreparatlosse encontram napha'r-
macia e drogara de Bartbalunea & C, nico de-
posito na roa larga do RolaSo n. 34.
Rna do Crespo a. 9
Otproprittaxios deste bem onbecidoiafeeia-
cimente, alera nos mnitos objectos qne tinnam ea-
postos a apreeiacio do re?peitavel pnhlied, nu-
daram vr e acabam de recebar pelo aitimo nata-
da Europa nm completo e vanado scrmtaxo a
finas e mu delicadas especialidacles, as (ftam tx-
tio resolvidos a vender, como de seu costea.
or precos muito baratinhos e eomraodos para l-
os, com tanto que o Gallo....
Milito superiores luvas de pellica, pratae, taras-
cas e de mu lindas cores.
Mu boas e bonitae golnhas e punhos para -
nbora, neste genero o que ha de m3is rnodenan.
Suprioresnentes de tartaruga para cofaea.
Lindos e riquissimos enfeitcs pira caieca 4*
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com ?tav
Ihos e sem nlles; esta ftreui'a o qro pode ha*t*
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqdaa de roadraperoia,
marfim, sndalo e osso, sei.do aqucHes brasas
com lindos desenhos, e estes pretos.
Mnito superiores meias fio derEscossIa para -
nhoras, as craaes sempre se venderam per 3d0M
a dnzia, entretanto que nos. as vendomes por SS-
aim iestas, temos tambem grande fortiuieuo d
outras qualidades, entre as quses algumas ctot-
finas.
Boas bengalas de superior canea da India*
casto do marlim com liadas o encantadoras fvz
ras do mesnio, neste genero o i;ue do melhorja
pode desejar ; alen. Beatas temos tambem graos
quantidade de outras qualidades, como sejam,iB*-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotrabos de eadm
de ou'.ras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borrada
parasgnrar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meas
as de I a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de mafim o tartaruga par* fe.-
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez taat-
bem asseguramus sua qualidade c delicadeza-
Lindas e bellas es pellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para ero
Liaba muito boa de peso, frouxa, para oneber
labyriutbo.
Bons baralhos de cartas para voltarete, atst
como os tentos para o mestno fira.
Grande e vanado sonimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as coGvulsCe?.
fa/nutara a denticao das innocentes enancas. Se-
rnos desdo muito rocebedores destes prodigio**
collares, o coutinuamos a recebe-los per todas m
vapores, aCrn de que nunca fallera no mercadt'.
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aqui-
lea que dalles precisaren!, Tir ao deposito do gsE*
vigihinte, aonde sempre encontraro detes verd-
deiros coliares, e> os quaes attendende-se ao Z*
para que ,ao a;)pncadcs, se venderao rom um ate
diminuto lucro.
Rogamos, pois, a-rista dos objectos que dentis
declarados, aos nossos freguezes e amigos a vire*
comprar por precos muito razoa veis loja do gafi
vigilante, roa do Crespo n. 7. _______^^
3 cordero previent
Rna do Queta*stio a. f s.
Sovo e variado sortimento de periuauj
finas, e antros objectos.
Alm do completo sortimoaio do pt*K.
marias, de que effecvamente est prvida
loja do Cordeiro Previdoi.t--. ella acaba c
receber nm outro sOEtimesao que te ton
aotavel pelavariedadedeobiectos.s1 :
dade, qualidades e comutodidades cu pr
eos; assim, pois, o Cordeiro Previderte pw^
e espera continuar a merecer a apretaaj
do respeitavel publico em gara! i "
boa freguezia em particular, r.ai
tando elle de sua bem WQaeoda ai;
e barateza. Em dita ioja f-uconT:!"
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Goadrap.
Dita verdadeira de Alurray d Lamm-u.
Dita de Cologne ingleza, americana, rr
ceza, todas dos melhores e maisacred;:<-:.
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, vilete para oiiet.
Elixir odontalgico para aonservacio.
isseio da bocea.
Cosmetiqnes de superior quaiadft e eu
ros agradareis.
Copos e latas, maiores eoeQoiCt, pomada fina para cabello.
Frascos cora dita japonaaa, transparefii
e ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, araericaccc
france'.es em frascos simples e enfeitedcn.
Essencia imperial do fino e agradavei ci;
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igns.
mente finas e agradareis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnattda6
com escolhidos cheiros, em frascos de i'
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menef*
para mos. s
Ditos transparentes, redondos t em S?
ral de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bar.-
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
Iructas.
Ditas de madeira invermsada contendoi
as perfumaras, muito proprias para pr-
lentes.
Ditas de papello igualmente bonitas, tax
bem de perfumaras final.
Bonitos vasos de metal coloridos, a .
moldes novos e elegantes, com p de ana
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras dniereait
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda aaaia eonnea.
Uta outro sortimento de coques de 'ae
vos e bonitos moldes com Aleta de vidrias
e alguna d'elles ornados de flores e fitas
esto todos expostos i apreciacao de qtns
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNfTOS BOMJJK
Obras de muito gosto e pereiglo.
FlTclIaa e aftas para elntoa.
BeBo e variado sortimento de taes objs-,
tos, fleando a boa estoma ao gosto do cor
prado*.
vares da Helio
Sm tbm PARA VENBW
am seu esoriptorio, praca -4o Carpo Santa,
"n. 17 :
Fnrao em folha
. de e Ia qualidade, e vende am ou mais,
\ lardos a tmale dos compradores.
Cal de Lisboa
i ultima negada.
PotassadaRussi*
FwHafca da anaanWB ca
Vinho Bordeai.
\ de 1" qulflidde. Todo de tenae mais
barato-4o qne em onlra qnalquW parte.

nno erez
de prlmeira qualidade, em caixaa : vndese
casa de T. Jelferiei & C n
.
L


8
Diario de Pernambuco
---------1-
^__
Segunda
eira 5 de Dezembro
_______________________
^"7
f
1TTTPB TIl HA 'te cua1aista la- e pura nl okaoX poda I trahem, por seo falso brilho, at a \*v** do
11IIlilil Ulula* *' "''' C'j-js leste mundo ; enlaoo sol precipicio, que o affastara de "J caminho
a amares dos aatjoa.
POCI \ DE TilOMAZ MOORK.
(Coocloso.)
Ah porqu; b*ria de no co dar-se o
mesmo que ni tena, ende nada se \o >!e
temo e britlianle que naj eatpja prximo I'0'3*TO rn"r
dor e perigo ; nnde i mal e o bem se hgsm J fla.aa> P* u?
-le (5o pei'to, qae aqllo que temamos p>l i)r'R,?l-
glorioso vio pela primeira vez. diante do
altar .la religilp, dous corac5es unidos p>r
latos dooraflSnto hjrmeftr u, jorar^lyer e
raorrer se marido. Ento, a frooWda Iffbi! >eqafosos~ e q
gpm trouxe, p*la tz primeira, essa grinalda,
de hymeneu, queam segowfe TOto, nSo
pode substituir e nem tornar a reflorir de-
pois que murcha. Unio abeocoadaf fon-
anjo e digna de to celeste
pe
taedo da vi tudo, n'i i militas vezes scu'o
a primeira pertnrbafie de um corceo que
sa inclina para o crime ; onde o amor ni i
tem saoctoario tito puro nem tao sagrada,
qi e a odiosa ajrpente do mal nos possa pres-
lar* rujan.lo sob o altar, mesmo nos instan-
(ames de felicidade e seguranca.
Succedeu assimcem o anjo : tal foi deuli-
\e ins'nsivel que arrastou do bem aemi! de
om amor immenso, i um amor cu'pilo,
queda, ai I rondo fcil! Enlevado pe > al-, .
tra'ivo mgico da belleza, em qualquer lu- Ussun V| fal,a "'g008, U0Da vlsta me"
gar que a nasrobrisse. esse espirito amoroso I > *wra A colera da justica, se Irans-
iesceu los mundos brillantes que povoam frnM,a I0341 em 80 aules, J6 aU,rfr
espero, a olhos radiantes qia esclarecen Ios culpados ; por que o amor delles era hu-
a trra, at que bemdepressa o amor rt> ntlrte, mesclado de temor e rece-o, era um
Creador se infundio com o amor das crea- inr-no ceuUo que oles nao baviam rece-
iuns i jilo da le santa, do qual contemplavain a
Foi'durante o crepsculo da tarde, sobre IbH|/-1 remorso, o sobre cujo preco
a borflo d" mar tranquillo, que pela priniei- l iaV3m-
nifcj asylo pacifico e seguro em que o
uwr depoN de sua queda e do seu exilio
lo co, pode anda adiar urna patria oeste
mundo leu; prosa l
Anda que o espirito livesse errado, e at-
trahido pe os sonnos de urna muiher, li-
vesse deixado sui orden futre os bemaven*
turados, consentinJo que urna paixo mon-
'anal inanchasse a pareja do seu corarn,
e obcorecesse a inngem de Deus, antes to
brillante em su'alraa, comtudo nunca o ai-
ra vez onvio os sons do aade e a voz,
d'a piella que amou, ccboarem sobro as
agnas praleadas, que ficavam mudas romo
e li mvessem lemi lo -.suspender, por um
murmurio, o som desse doce canto: esses
deliciosos accentos soavara no ar, indo de
pois perder-se na luz que brilliava ao li-nga
A buuiililede modesta, e doce raz de todas
as virtudes celestes habitan era seus cora-
coes, sobre tildo no de Namak. S ella
ptrecia ignorar os encantos que haviara rou-
b.ido um anjo ao co. e quando encontran-
do ..s ulh'-s de um srapbim, occultava o
biilho ios seus no seio d seu amante, sua
mesina alegra era temperado pelo pensa-
lm dos lemiies do Ocano; la. onte frar.-
lueando as linbas do.radas do horisonM as i mente : Que direito tinha eu 1 gozar dg
ondas do lMrl;imom cscalas scentillantosjl3"1? 7l,w,a,le' .
at o Blnio. Caniava Deus c a doce .Mise- Anda menos nma virgen to do^e e terna
incordia que emprd som junio de seu thr> lerw P0*1* ""lrir n desejo de conhecer,
r.o solemne ; prestes a alTastar os raios de!estas v3 *d ^ saber maldico, do todu
jsgo que langa em sua colera ; caniava u seu M*>, desde a mu curiosa Eva, ate
pai, o amor espeatorio, cujo astro briltia nquelli que se inlroduzo no tabernculo
.v,ima (leste mundo de esperanca e temor, |Por surprehender os segredos dos an-
que 03 olhos lacrimosos da f fixam tiioiJos- (*)
prn.'.mpni miA a inv itc raphim. com urna f seinpre a mesma no
ernamenle, que a luz desse bello asiro pa
rece, refWiir-se em cada urna das suas la-
?' in.as. C mtav, o espirito da piedade res
pirava em seus cantos, e o anjo extasiado
recolnendo os sons que voavam sobre as
igoas dormentes. cima das quaes paira va.
espiando os ltimos raios do da, creu ou
ir urna oz sabida das vagas, um echo di
i armona longinqua do Edn, repelido por
algom esp rito, do qual o dous ausentes'
cargaran enfra juecidos a superficie do
mar.
.M ta remoiitaodo logo at a fonte des e
pretor e aa dor es luz se t.ciypsasse, esperara, fixa e immovel
como a agulha que marca o rumo do sol,
a volia de seu brilho. Ella ama com essa
paciencia que muitas vezes curvada pelo fu-
ror da tempestado, se levanta logo qoe pas-
sa, com essa esperanza que almez da
sombiia nnvem do mal, i anda luzir
bem como um raio do sol! Esse profun-
do e confndo am >r, mais precioso, no co
mesmo. que todo o luosouro de saber de
ra- lodioso canto, vio urna moca em p sobre "ra cherubim, essa f que nada teria_ abala-
a aradonrada da margena ; as vagas rojwi-1 'lo- eram a onica a'egria, a ambifo e o
o depnnhanj a 8oj pe, com um suspiro, | or2l"o do seu temo coraco ; o fira de todo
precipicio, que o affastam de o caminho
deseri at.avez deste-roo infeliz, con
fidaodo-o .i fji-ar junto a suas fon tes s
tillantes, cuja agua engaadora foge de seos
abandona sus-
piran 'o, por segu. JSdtminho que condoz
a essa longiqtli patria, onde stia ardente
sede ser saciada.
Supportam todas ess?s provas, mas nem
por isso deixam de ter momentos reos de
felicidade. Felizes reoniSes, depois de lon-
gos dias de viuvez gastos longe am. do
oatro, quando se torna a ver a quem se
ama, sera sombras e sen lagrimas. Ternas
confisses derramadas mutuamente de alma
i aima. scii msela de 'emor ou de duvida,
puras e sem macula como a luz que o sol
derrama as estrellas, e que por sua vez
ellas Ihe reenviam Feliz uniao dos cora-
Ces em qne confundidos cada qual abando-
na sua propria ex'stencia, para retomar ou-
tra mais deliciosa. Taes s3o as suas ale-
gras que cor a esperanca dessa hora bri-
Ibante, que ver suas almas felizes, aoima-
das de fatuidades novas, seelevar para nao
mais cahir, recompenwdos de sua confianc
n'Aqoelle, que a fonte de toda a bondade.
Sacudindo en to de suas asas libertadas, o
vil p da trra, remontar se-hao essas re-
gioes luminosas na qual o amor n3o se ex-
tingue.
Deus e os aojos que dos cos vellam
sobre elles, soben smente em que paiz
slito babi'am, ou erram agora esses dous
perigrinos; mas se, em nossas perigrinaces,
encontrar-mos um par joven, bellesa da
qual s faltem brilhantes asas para que se
parecam com os habitantes do c>, que
brilbe em qnahpier lugar por onde dirija os
seus passos, e de qaem enlietanto seja hu-
milde a condiccao terrestre, como aquella
da violeta que floresce, dfisapercebida. a
!era dos camir.hos, apenas reveUndo a exis-
tencia por seu doce perfume ; dous mortaes
que nao tenham mais do que nma vontade
em cada pensamento, cujas vozes exprimam
o mesmo querer, respondendo se como o
echo que repercute, de colina em colina,
os sons de urna msica aerea, cora trata
Adeudado que debalde se busca advinhar,
qual o ecbo e qual a msica, cuja piedade
s,a to la amor, e cujo amor, embora unindo
suas almas ero doce laco, nSo pertenfa a
Ierra, mas ao co : como dous espelhos
polidos collocados em frente om do outro,
que crnsam suas luses, s reflectindo a do
co. Se por ventura encontrar-mos entes
i assim puros e perfeitos neste mundo, lem-
bre-mo-nos que sobre a t rra s existe um
par to i,vino : e abencoando sua passagem
almez do dse to da vida, digamos. Pos-
san Zaraph e Namak alcancar logo sua pa-
tria celeste! *
o seu ultimo tributo : assim no Oriente, es-
.ravos exhai^tos depe o dom fatal trastelo
de to longe. o morrem Eraquanto sus
voso .1 sen lado, seu alade se calava iu-
a.iz de revalisar com a torrente d'harmo-
n-a, que manav. de seus labios, ella levantou
om doce xtasis, seus olhos cujo brilho pa
reda feitopara ser adorado, eno para ado-
rar ; olhos taes como os que so veem no
co, e que nunca antes se vira elevar por
'lie.
Aaor, religio, msica nicos traeos do
den sobre a trra, nicos thesouros. que
depois da queda de nossas alas bacas,
anda rerordam sua alta e gloriosa origen!
til como vo-sos arrebatadores transportes
' oncadeam docemente uns aos ouiros'
o seu futuro, neste mundo e nos cos, tanto
ella senta que val menos saber, do que
crer e esperar.
Ees caminhavam assim em sua humil-
dade, confusos, mas puros aos olhos de
D'iis: offerecendo aterra nm espetaculo
Chelo de docara e bellesa, quando, tendo a
fronte esclarecida pelo santo clar3o que bri-
Ihava no alar, ajoelharam-se para orar, da-
das as mos, ao lado um do outro. Anneis
de amor, destacados um instante da grande
cada celeste mas para sempre unidos.
Kspendores cahidoi () dessa arv. re que
floresce eternamente. Tenras lloros arran-
cadas pelo aquilo, mas conservando depois
de sua queda, o m-ismo brilho e frescor.
S u mico castigo (toda a falta por menos
VRIEDADE
e de vezes o amor, apezar de tudoquant.. !'l"e seP> rraa urna pnnicio) a nica sen
liga i tem. n3o tem tomado dempresii-|,e"Ca C0Blra el|JS preferida, foi que em-
i xas a religio, quindo o lempo ou ilflOMM a m verd.jante o o ocano asu-
ilo gasto as Mas;I quantas tezesa ,ado istissena,erranai
k'io esem xtasis n3oesl5o prximos do
picio engaador do amor I E qnanto a
1 ica... oh I a msica o laco pelo qual
-s se prendem ao co, a lingua do sua
i", natal, sem a qual a teriamesquo. i-
i ueste mundo t
dmo Zarpb poderia ter escapado s se
do sem mu.lar de corsgo e nem de forma,
travs d>s seclos, contemplando d8 longe
essa glori sa morada, da qual viam a luz
affastada, mas constmt'; peregrinos do
amo cojo ciminho o lempo. eavpatria
a oternidade. Sibmetlidos entretanto a
todos s males contra os quaes o verdadeiro
duques desse instante? Um ser lie bello, 9mot U}Vi nes,a vi!n- aos vr,)S desejos, de
esperanzas que enncebfl em vao, ao fri que
cooverte po vapor terrestre seus.suspiros
mais a dente?, a din id) de que se alimenta
tamargura occnlta em sua mesma docura ;
e as illns s mais funestas ainda que o at-
'I is a*( nkis melodiosos, pareciam furudo
ni mesmo co. raergulhado em um xtasis
que os seraphDS teriam se orgulhado om
pirilhar: Obi elleseutio, mui bem esta
4>iea raaeia, e sen transporte foi caramente
iMgo Nao sabia, quando afinal suecumbio.
qual desses tres encantos arrebatadores o
loior, a regio. e a msica, havia perdido
;ua alma nessa hora t3o doce.
Doce foi essa hora, se bem que oarainen-
POLHETIIfl
\ VIVA OfiPtl DI MOR! i
pon
Xavier de Ufontpin.
(.^ Sera.
() Auso nos sephiroths ou esplendores
da cabala judia, represeniada como urna ar-
voic di qual Deu.i a cora ou o curae.

I*
Pasare tercrira.
k commssA e mho
Oontinuaco do n. 2651
XXIII
i m casamento inverosmil
Appareceu nos labios de Saint-Maixent
um sorriso verdadeiramente diablico.
Querida marqueza, disse elle, nao
pode comprebender como Qca formosa
quando se encolerisa I Os relmpagos dos
seas olhos accendem chammas inextingui-
veis no mea coracio. Mal que fr minba
esposa, hei de proporcionar rairn mesmo
i anoiudadas vezes o prazer de a ver en-
furecida.
Porventora n3o me comprehendou ?
perguntou Olympia cruzando os bragos.
Comprebendi perfeitamente que a se-
nhora n3o quer ; mas quero en, e basta
isso
Acredita?
Oh i estou certissimo do qoe digo.
A' estas palavras saccedeu um silencio de
aieuns minutos. A senbora de Chavigny
refleclia com a cabeca inclinada sobre o
peito. a respirado entrecortada e mordeodo,
e cheia de raiva, os labios de coral.
Pois bem, seja assim, disse ella de re-
pente, levantando a cabeca; e cederei; pode
asar comigo ; mas previac-o de qoe, ao
fazer-me marqaeza de SaintMaixeot n5o
casa com a minha riqueza. O escrivao de
meu proao Aooibal vai redigir aescriptura
e nella se estipular como clamla indis-
penoavei, qoe s i mim perteocer o goso
e admiDlstra^So de todos os meas bens, e
que depois da minba more, os filhos da
viscundessa de Puy-Perrani, qoe minba
prenla affastada. herdario a mmha for-
tuna.
Toeou a vez ;i Saint .Maixent de morder
os labios lamben.
Ouerida Olympia. disse com a voz
mal segura, scrnelhante clausula seria um
ullrage.
A ites pelo con'rario, seria urna sal
va-puarla. replicn a fidalga, porque nao
toado o s ul).>r nada a ganharcom a minha
morie. lalve me dvixasso viver.
Faz di mim um tal conceito...
O conceito quo merece, lia rauito
lempo uue o couhoco.
Transijamos.
Espera va essa palavra. Quanto quer
psra me restituir a minha promessa t
Quanto me d ?
Qumhentas mil af.
mab'gatella mormurou Saint-Mai-
xent abanando a cabeca. N5o me coHm.
Quanto quer ?
Um ilhao.
Est dundo ?
Talvez ; mas j disse a ultima palavra.
Um m:iho, un caso com a senbora.
Olympia eslava mais branca do que a
propria cal. As soas mios, convulsivamen-
te enlatadas, crispavam-se com violencia
tal, que se ouviam ranger as articulacbes.
Acceito, exclamou finalmente. Tem
abi papel, Unta e peonas ; escreva urna
obrigacSo formal dme restituir a pVomessa
de casamento em troca de um milho de
2f. Costa me caro, marquez I
f- Ora adeus I replicou Saint-Maixent,
depois de ter escripto e assignado o docu-
mento que Olympia exiga; isio quasi
de irraca! A liberdade que por esta forma
adquire, representa o direito de se casar
com o conde Annibal, e o conde Ano;bal
postue seis, milhoes i
A Sra de Chavigny fez-se vermelba como
urna rom5a, e ficou silenciosa.
Eu es'perava cousa- melhor, murmu-
rou o marquez ao sabir dos aposentos de
Olympia ; mas, emfim.um milho j nao
mo, e- nem se pode dizer qae perd o
t>mpo.
No dia seguiote parti a marqueza bem
auompanbada para Clermont n'ama carrea-:
gem dff conde.
Cbegada Scapital da Anvei^nia, fez ama
demorada visita ao governador, o conde de
Ca astro p he as tntilhas hes-
panholas.
II vana, 17 de outubro de 1870.
Acbome emfim, depois derestabelecidas
as coramunicaces com o interior da ilha e
cora as costas do norte e do sul, habilitado
a escrever sobre as perdas e damnos cansa-
dos pela terapestade de 7 e 8 do corrente,
que cahio fra e as visinhancas de Ha-
vana.
Matanzas foi o lugar que mais soffren, e
sao tristes as noticias d'alli recebidas. Parto
de 400 casas destruidae e mil vidas perdi-
das dizem bem qual a importancia deste
desasir. A ridade est situada ni baha
do mesmo nome. sobre as margeos dos
dous nos, o S. Juan e o Yomury, os quaes
d3>agnam na rastna baha, meia miloa de
distancia da cidade.
A posicao em que est situada Matanzas,
foi o que mais concorreu para o desastre
que acaba de arruina-la. A tempestade
foi de chova e de vento, o os aguaceiros
elevaran com rapidez o nivel dos rios a
consUerav.-l altura. as margens oppostas
dos 3ous rios exislem os suburbios da ci-
dade, dous d"S quaes, os principaes, estSo
edificados ao redor de duas estarlas de ca-
rainbos de ferro. Duas pontes jsobn o S.
Juan, o urna sobre o Yumuri oniam os su
burbios com a cidade de Matanzas. Foi
nestas pontes qoe as aguas da baha com-
primidas pela grande ventana uniram-se
com a correnteza do rio. o nao tendo este
aonde desaguar ionondou a cidade e seus
arrabaldes.
Octeville, hornera anda moco, galante e
cortez at extravagancia, e que para logo
se inscrevra em primeiro logar na intermi-
nave) lista dos adoradores da marqueza,
quando esta era o astro luminoso dos sa-
raos de C'ermont. A fidalga deu-lbe gran-
des esperanzas para o futuro, e deixou-o
sob a embriagadora influencia da soa hbil
garridce.
Dirigio-se depois para a casa do tabelliao
encarregado de arranjar tudo o qnedissesse
respeito success3o do marquez de Aubray
de Chavigny. Obteve am mibio de '* em
obrigacoes vencidas e lettras sobre Pa-
rs, e voltea para o castello de Rabn, res-
gatando naquello mesmo dia das mos do
marquez a* fatal promessa que to cara lhe
custava.
' No dia immediato, despedio-se Saint-
Maixent do conde, e parti em companhia
de Lzaro para Paris, porque o devorava a
audacia de voltar existencia de deseifrea-
dos prazeres, d qne tinba carecido por
tanto tempo.
Nao tarda que reappareca em scena.
Olympia flcou s com o conde Aooibal
no castello de Ralion.
Porque motivo tinha ella corado tanto,
quand > Saint-Mainent lhe disse : *k abor-
dado que d'este modo adquire representa
o direito de se caar com o conde Annibal,
eo conde Annibal possoe seis milhoes !...
Porque havia j algons dias qae era per-
seguida sem tregois por essa idea. Ser con-
dessa de Rahon, wssuir ama das maiores
fortunas da Franca e possui-la sem verifica-
ces, porque Annibal estava o'om estado
tal de prostracio, que se deixaria dominar
absolotamente por soa malher ; realisar,
diziamos, este prt jacto, era o sonho cons
lante de Olympia, mas nao passava de ser
um sonbo.
E de feito, oomo havia de resolver se-
gundo casamento agnelle homem qoe em
poucas semanas se conveliera n'am velho ?
Como poderia supplantar no coraco d'elle
aquella esposa mona, cuja reeordaclo cons*
titnia toda a sua vida ?
Semelhante emr.reza pareca absurda.
Leva-la i cabo- -en de corto o impossivel
dos impossiveis, u so o intenta-la pareca
ama loucura.
DettrHifi di umaponte
A i hor* d imdragadt de 3, a ponte
Baylen com'cou a abalar, e em poaco temr
po fot tola destruida, sendi eguida pelas
ontras duas. As correntezas da baha e do
rio tornando-se cada vez mais fortes, innun-
dararn Pueblo Nuevo, Ojo d'Agna, Versail-
les e os arrabaldes as margens oppostas
dos rios. A maior parte das casas na ci-
dade e suburbios erara de nm andar e ten-
do as aguas em muitos lugares attingido a
altura de l ps offereciam pooca ou ne-
nliuma proteceo aos seus habitantes. As
aguas ajudadas pelos ventos buiam com tal
forfa contra os edificios, que emponco tea--
po os demoa. e os habitsntes dos lugares
nao nnundados "nenhnm auxiiio poderara
prestar aos seus companbeiros, porque o
vento estendeu sens estragos at suas casas,
destelhando-as, derrabando arvores, e des
truindo paredes. Por mais do 2 horas
Matanzas e seus habitantes a;haram-se
merc dos ventos e das agu s, o primeiro
augmentando sempre em intensidade, e a
segunda em altura. Finalmente as 3 e
meia da madrugada a chuya parou, o vento
cessou, ai nuvens escuras abriram-se e por
entre suas brechas a la derramou urna in-
nundago de luz, a qual foi recebida pelos
habitantes como agourando o fim dos seus
soffrimentos.
l'ma scena horrivel.
Acalmada um pouco a tempestade as
aguas immediatamente retiraram-se da cida-
de e arrabaldes, porm tal era a forfa com
que retrocediam, que em seu caminho des-
ruiam muitas casas e arrastavam comsigo
mula gente. Partes de edificios, mobihas,
arvores, mercadorias. e immeosidades de
corpos de gente e anlmaes foram por mui-
tas horas arrastados pela correnteza para a
baha.
Triste foi o aspecto qne apresentoo a ci-
dade depois de ludo acabado.
Conforme mencionei no principm desta,
pert > de 400 casas ficaram totalmente des-
truidas com todo o que havia nellas. No-
ticias que se dizem exactas dfo 391 easas
como totalmen'e de-tni das, sendo 00 de
pedra e tijollos e 301 de madeira, emais de
400 arruinadas.
Algumas das casas destruidas tinham dis-
tado muito dinheiro, incluindo-se neste nu-
mero as melhores casas de commercio da
parte inferior dos rios S Juan e Yumury.
Sobre vidas perdidas disse era principio
que nao excederan a mil, porm ba noti-
cias que reduzem este nomero a 300 e ou-
tras que augmentam o a 2,000. Vi urna
carta de um negociante de Matanzas emque
elle diz qae j se tem encontrado e enterra-
do 482 corpos, e que se do por falta de
500 pessoas mais. A pessoa mais notavel
que morrea foi um negociante rico d'aqui
o Sr. Pedro Benet. NSo se encontrou um
s americano entre as victimas.
O gado, naturalmente, soffreu mais que
os homens. Em Pueblo Nuevo e Ojo d'Agua
salvou-se somente am cavallo, o qual foi en
contrajo no telbado de urna casa, para onde
lioha-se refugiado quando as aguas estavam
altas. Ainda nao poderam avahar approx-
madamente as perca-; soffridas, purera cal-
cula se exceder a j> 5,000,000.
Incidente utiloso.
O trem da estrada de ferro, que tinha
sabido de Havana s 2 horas e 40 minutos
da tarde de 7, s pode i liegar a Matanzas
meia noite. A estac3o est situada em
um dos suburbios, di,lante urna milha, mais
ou menos do centro da cidade. Em conse-
quencia das grandes chuvas s 4 ou 5 dos
passageiros seguirn para a cidade, o resto
tinha ficado na estaco, esperando qae ama-
nheces e. Os cinco que vieram para a c-
dide esto todos vivos, porm de 30 qae
ficaram na estaco escapou somente om. A
estaco e seus suburbios foram os priraei
ros lugares innnndados. As casas nsstas
immediaces, as quaes eram todas de ma-
deira e pertencendo aos empregados da es-
trada de ferro e companhia chineza, f ram
arrebatadas pelas ;guas. Os telheiro: da
estaco de ferro, o escriptorio, carros e lo-
comotivas, lodos tiveram o mesmo fim. Ca-
hio a estaco, onde para mais de 100 pes-
soes tinham procurado abrigo, ficando ape-
nas a parede da frente e do lado esquerdo ;
nestas duas paredes ficou segura a cumieira
de um quarto adjacentc, qoe tinha do, e ne lasubiram mais de 40 pessoas afio
de se a'irigarem das aguas, que cresciam
cada vez mais; poim com a correnteza,
desabaram as paredes e foram aguas abaixo
A Sra de Chavigny disse e repetio entre
si tudo isto, e nao obstante resol veo expe-
rimentar.
Precisaramos aqu de um volume de
tresentas paginas, raas a nossa historia exi-
ge primeiro que ludo a acc3o, e nao lhe
convjria um minucioso trabalbo de analyse.
Forcoso ser, portanio, que nos contentemos
com urna pagina insufficiente de certo para
apontar os innmeros fios d i trama urdido
pela formosa Olympia em roda do conde.
Digamos primeiro que tudo que a fidal-
ga deu provas do mais admiravel espirito
de intriga e de um prodigioso conhecimento
do coraco humano.
A marqueza sabia perfeitamente que nao
poda contar como auxiliares com os atrac-
tivos da sua formosora, porque o conde
nunca sucumbira urna sorpreza dos sen-
tidos ; a sua salvaguarda consista n'um
amor nico e inextinguivel.
Tamben nao se poda pensar em apagar
da alma do Annibal a imagem vira e ani-
mada de Maria de Rabn. A marqueza nem
sequer tentn isso ; mas fez mais ; obri-
quenda a prestar-lhe au-
com cumieira e tW. Succedeu isto s 6
horas damaTmai. e a frgil'Jffl'db com
seus habitantes foi vista por moiaVgerite de
trra, morondo se ranjjamenie para o,ponto
.de sua deslruico. Nada, porm. se pddia
f-zer para salva-la ; moitos que iam nella
grilavam por soccorro, mas ninguern poda
soccorre los. Desesperados e j na baha
elles ajoelharam e estavam dirigindo suas
supphcas ao grande Deas pela sua salvaclo,
quando vea nma onda qae escaogalhon tu-
do, e arremessou-os ao fundo da baha.
Juntarara-se mais 3U vidas lista dos
morios. S escapoa um. que foi salvo por
um navio americano, que estava no porto.
De la\) habitantes que estavam' nos subur-
bios da estrada de ferro na tarde de 7, tal-
vez o numero dos qne existen boje nao
chegue a 10.
O cemiterio de Matanzas foi um dos luga
res que mais soffreu ; as paredes aonde
exisliam as catacumbas foram derruidas, e
grande numero de caixes e de corpos em
putrefaeco foram arrebatados pelo vento e
agu; apresenlavam elles om aspecto hor-
roroso depois da doscita das aguas derra-
mando no ar um ftido insupportavel.
As autoridades tiveram primeiro que di-
rigir sua atte c3o para estes corpos, man-
dando-os enterrar, alio de evitar alguma
peste.
rerritc incidente.
Muitos cidados de Matanzas tornaramse
hroes na occasio de prestar soccorro aos
seus mais infelzes companheiros.
Um moco cu o no depois de ter salvo
uas criancas lenton salvar nma moca, po
rm esta apertou-o tanto qne elle nao pode
nadar, e ambos morreram aogados
Um hngaro residente nesta cidade ha
muitos annos, salvou 11 pessoas.
Pilhagem e prisdes.
Em contraste aos feitos de herosmo, te-
mos a mencionar os actos de muitos mal-
felores ; os quaes principiaran! a roubar e
saquear, assim que a tempestade diminuio
un pouco.
O governador Buriel soube disto logo, e
ordenoo que 1,000 voluntarios entrassem
em servico, afim de guardar os objeclos sal-
vos e as casas vasias.
Os hespanhes Jos Prez, Antonio Boney
e o mulato Agripino Snchez, foram p esos
em flagrante, e por orden do governador
foram enviados a urna commisso oicial,
pela qual foram procesados e sentenciados
morte.
A execm'o.
A execuco dos dous hespanhes leve
lugar no da 10 e a do mulato no dia 17.
No caso dellos creio que poucos sero os
que nao de censurar a rapidez com que a
commisso votou a sentenca.
Para alliviar os soffrimentos dos que per-
deram muito. pftz o governador disposi-
Co delles o theatro Esteban e alguns edifi-
cios pblicos, e lambem organisoo commis
ses para tirarem snbscripces a favor dos
pobres. A vista do que j se tem alcanca
do, as commisses acbam se j habilitadas
a prestarem soccorros, e j o tem feito a
muitos. O governador estabeleceu tambem
precos fixos para os necessarios da vida,
de maneira que ninguem possa se valer da
occasio e especular com as necessidades
dos pobres. Ordenoo que todos os pobres
que estivessem no caso de o fazer, tratas
sem de reedificar soas casas destruidas ou
reparassem os estragos causados pela tem-
pestade ; assim muitos tero oceupacoes.
0 governo empregar muitos em reedifica
rem ou concertarem os estragos nos edifi-
cios poblicos, pracas, jard'ms e estradas:
estas medidas acreditara muito o governador
e vem em tempo.
Necessariamente a miseria o pobreza em
toda a sua plenitud* flagellam a cidade, e
s actos judiciosos do prompto poden re-
t ozir suas cmpreseos a dimenses ordi-
narias.
Navios amei icanos perdidos.
Na babia de Matanzas s tempestade caus o
tambem seus estragos.
Exisliam no porto, no dia 7, seis navios
americanos, e destes 2 foram atirados
praia em lugares perigosos, abandonados, e
podem-se contar como perdidos; 3 ficaram
desmantelados e tero da ser condemnados
e vendidos pelo que dr.
O brigue Liberty foi o nico navio ameri-
cano que nao soffreu. De 7 navios inglezes
1 ficou completamente perdido e 3 desman-
telados.
Dos navios hespanhes perderam-se 1
gou essa imagem
xilio.
Nao se afastava do conde, fallando-lhe
continuamente na molher qoem chorava,
e chorando com elle.
Mostroo-se to triste o inconsolavel pela
morte de sua prima, como triste e inconso
lavel estava o proprio conde, o nesta conti-
nua communho de lagrimas, de dr e de
recordares, conseguio tornar-se indispen-
savel, ponto de que Annibal nunca mais
pode passar nm s instante arredado d'ella.
Quando a deixava, urna hora que fosse,
fleava na situacao do bomem que, conser-
vando s metade da alma, sentisse bastar-
se de si esta metade
J sabemos qae o Sr. de Rabn sentir
sempre viva sfeico Olympia, qoem
considerava qoasi como Alba. Esta affei-
Cao cresceu rpida, e angmentou-so espe-
cialmente com a admiraco profunda das
virtudes que tanto ao vivo finga a Sra. de
Chavigny. A soa abnegaco para com elle,
a soa commovedora fidelidade re corda-
Cao de Mara, excitaram o.
Entbusiasmava-o aquella mulber to moca,
to formosa, que renuncia va heroicamente
ao mundo, ao amor e ao prazer, para se
consagrar na soledade a cuidar o a conso-
lar nm pobre ancio, porque o conde j se
considerava como ancio.
D'aqueita exaltacSo, d'aquelle enlhusias-
mo resuitou um sentiraento sempre puro,
mas alguma cousa differente do carioho pa-
ternal.
Olympia deixoa desenvolver se aquelle
sentimento durante moitos mezes, at que
por fim principiou a mostrar-se meditabun
da, distrahida e preoecupada.
Foi se-lbe empallidecendo o semblante,
os olhos encovaram-se, e o conde vio des-
lisarem-se-lhe pelas faces lagrimas que nao
eram evocadas pela recordaco da mora.
Tudo isto o inquietou e o obrigou a in-
terrogar a marqueza, que, depois de muitas
respostas evasivas, murmurou com a voz
perturbada que nao poda viver mais tempo
ao sea lado, e que tencionava sahir do cas-
tello para sempre.
A noticia d'aquella partida cahio como
um raio obre o Sr. de Rahon. A presenca
de Olympia, mesmo sem elle suspeitar, fa-
zia-oamar a vida, ej nao desejava morrer.
Quiz, pois, ioteirar-se bem, e com as
mos trmulas e os olhos humedecidos,
supplicou Sra. da Chavigny que lhe rev-
lasse as razes, quaesqur r que fossem, que
irapossibilitavam a oratinnaco da sua esta-
da no castello.
Tinha chegado o instante diflcil.
Era preciso jogar a ultima carta, que de-
va decidir em pro ou contra a partida en-
cetada.
Olympia rematou o sen jogo cora habi-
lidade e machiavelismo inauditos. -
Olhos baixos, confusa, eovergonhada,
cotnmovida, assim ella achou meio, nao
de dizer, mas de dar a entender, forca
de reticencias, de phrases entrecortadas e
de'meias palavras, qae se o Sr: de Rabn
a istimava como filba, ella araava i elle
por modo diverso, nlo como ai, e qae,
ior este motivo, quera arredar-se do seo
ato.
O coode ficou ao principio estupefacto e
atterrorisado. Conceder Olympia o lugar
que Maria tinba oceupado, era, aos seos
olhos, ama cousa monstruosa, que lhe dava
quasi medo, porque lhe pareca que con.
hiate, 1 chalupa, 12 lanchas, 1 brigue e f
liiate sem roastres.
Ent todos estes desastres s 5 pessoas
morreram e todas de navios hespanhes.
O desastre de Crdenas
Crdenas foi o lugar que mais soffrea de-
pois de Matanzas. Muitas easas ficaram to-
talmente destruidas e outras estragadas; as
arvores em toda parte foram arrancadas
pelas raizes; as bonitas pontes, e trapiches
foram completamente estragado*.
Oa grandes trapiches dos Srs. Penna d
Medina, p r. FYaandez, Sobr 6 C, ,e
Cantera, sao hoje am monto de ruinas.
As grandes quantidades de assocar e mel
que exisliam nelles ficaram completamente
perdidos; na cidade morreram 7 pessoas e
na babia II. De 13 navios que se acha-
vara no porto, perderam-se 4 ; urna barca
hespanhola com o capitSo e 5 mariohelros
foi ao fundo ; 4 barcas allemas ficaram
desmanteladas. O effeito do vento as
aguas em Crdenas foi em direccio opposta
ao de Matanzas, porque era logar de atirar
os navios trra, levou-os para longe delta,
deixando um que estava mais porto de tr-
ra completamente em secco.
Devastacao geral.
De Quine, Nueva Paz, Corral Nuevo,
Gira, Alacranes, Madruga, Beyucal, Bemba,
Bolodron, Cabezas, e dote outros lagares,
temos varias noticias sobre casas que Aca-
rara destruidas ou estragadas.
Em Nueva Paz 116 casas pequeas e a
maior parte de madeira ficaram reduzidas
em poucas horas a nm monte de ruinas.
Em Madruga 100; em Guies 68 (e a tor-
re da igreja); era Alacranes 30 ; em Beju-
cal 40. As mortes nestes lugares foram
poucas e talvez excedam a 12.
Em Colon os estragos foram insignifican-
tes. Parece que a tempestade limitou-se s
a Crdenas/ Matanzas, Jarucos, Guies.
Quanabacoa, Santa Maria, Bejucal, S. Thia-
go de Las Vegas e Colon.
Deslruico de casas de assucar.
Centenas de fabricas de assocar ficaram
mais ou menos arruinadas, plaota$des, fa-
zendas e casa de negros esto destruidas
on muit) damnificadas. S em Guies
1,000 pessoas procuraran residencia tem-
poraria em outros lugares, v9lo acbarem-se
suas babitaces arruinadas ou destruidas.
Os grandes concertos necessarios em
muitas plantacoes e fazendas vem em urna
poca muito critica, visto acbar-se quasi
lindo o tempo de moer canna. O fazendei-
ros encontraram anda maior atraso as
grandes percas que tiveram em cavados,
bois, porcos, etc. ; os aoimaes de creaco
soffreram tanto as fazendas como em Ma-
tanzas, A parle Sudoeste de Coloa e a fa-
mosa Cinaga de Zapata Acarara inundadas
e perderam se perto de 12,000 cabecas de
gado. A canoa flcou toda no chao e o sea
producto ficar provavelmente reduzido a 1
terco ou menos, talve? 300,000 ou 400,000
caixas de assocar menos que de cosame.
Nos dis trie tos de Guies ; Bejucal, e San
Thiago de las Vegas cultiva-so annualmeote
muito arroz e de suppor que este anno
a safra esteja toda perdida. Outra perda
sensivel a deslruico geral das plantacoes
de inbames que servia de pao maior parte
do povo.
Os moinhos o todos os edificios da fa-
zenda de San Agustn de Valladares desap-
pareceram.
Calculam-se as perdas em toda a ilha em
O^.OOO.OOO.
Desastre martimo.
as rochas de Florida exislem perto de
12 navios era ierra, e a maior parte delles
sem esperancas de serem salvos; entre
estes acba-se o vapor Sapehire que faz a
carreira de Liverpool a Orleans, com escala
por Havana. O vapor tinha om carrega-
mento de assucar e machinas no valor de
& 120,000; os passageiros a!cam)aram a
ierra sem novidade.
Na latitude de San Thiago, urna tempes-
tade igual a que houve aqu no dia 5 s 3
horas da tarde atirou com o vapor francez
Darien as rochas entre Punta Malana e
Puerto Escondido aonde ficou completamen-
te perdido. Os passageiros chegaram em
trra s 5 da tarde e parte do carregamen-
to j foi salvo, vapor pertencia a Com-
panhia Geral Transatlntica, era de ferro
e de 900 toneladas. No dia 11 a barca fran-
ceza Potos entrou aqu trazendo a bordo o
capito e marinheiros da barca ingleza In-
vestiga! or, a qual naufragou.
(Continuar-se-ha).
trahir o segundo casamento ihe seria atiai-
coar a memoria de sua primeira esposa.
Olympia vio a pallidez e a perturbaco
d'elle, e, occnltando o rosto entre asmaos,
fugio apressadamente, segura de que a so-
ledade e a reflexo fariam fructificar a se-
ment quo acabavadesemear.
No dia seguinie lingio-se indispona e nao
sabio dos seus aposentos.
Durante aquellas horas de solamente, o
Sr. de Rahon te ve de confessar si mesmo
qne nao poderia supportar durante muito
tempo um desamparo semelhante.
Ora, urna vez que a marqueza o amava,
tinha de optar entre faze-la sua esposa ou
vr-se privado da sua companhia.
Julgamos intil accrescentar que Annibal
nao chegou esta concluso sem ter sos-
tentado comsigo mesmo um terrivel com-
bate ; a sua alma foi o theatro de hitas
horriveis, das quaes sahio quebrantado, mas
nao victorioso.
Um anno, dia por dia, depois da entrada
da condessa ni hospital dos doudos, casou
o conde de Rahon, sem amor, com a mar-
queza de Chavigny.
A ceremonia nupcial foi tristissima, e s
assistiram ella as iodispensaveis teste-
munbas.
Mas que importava isso i formosa Olym-
pia ? Tinba conseguido o seu fim ; era
senbora de orna fortuna colossal, e os pra-
zeres do futaro baviam de proporcienar-lhe
a mais ampia compensaco.
Mal qae se vio condessa de Rabn, nao
quiz conservar comsigo nenbum dos cm-
plices on testemunbas do passado.
Lactancio receben cincoenta mil *, com
a condico de vender quanto antes os
bens que poesuia nos arredores e sabir im-
mediatamente para Paris.
Marineta sahio do castalio com dez mil
, e todos os demais criados foram
despedidos com boas gralficacoei, e subs-
tituidos por gente de fra do paiz ; at
o velbo Domingos teve de seguir a sorte
dos outros, cousa que foi sensivel para o
conde ; mas Olympia assim o quera.... e
j sabemos como ella costumavs impdr a
soa vontade.
___________(Cbwft'aar-te-feo.).
TYP. DO DIARIO-ttUA DuDQQCB DE C4XIA&

I


^
. i
>


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUUZ9K6J7_8CBCCV INGEST_TIME 2013-09-14T00:37:17Z PACKAGE AA00011611_12280
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES