Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12277


This item is only available as the following downloads:


Full Text


III
m
1/
ANNO ILVI. NUMERO 273
OTfil i.
i n r i. mi t
V
PABA A CAPITAL E LflCAiES OVDE IAO SE FAGA POITI.
Por itm mezes adto)ta4os....... t j^
Hjr seis ditQ ideas........ ...... i'or un anno idftm..................... JJ
COa luuowro vuiao....... ........... *T2K
OlTA FEIR I BE DEZEMBRO DE 1870. J
J
PAIA DETOO E FBA DA PIOTUCIA.
Por fre metes adiantadoa ". ,.............
Pr m ditos idem............".."**
Por nove ditos ideo.............'! ,',',':
Por nm iodo idem ........
40#WO
nooo
Propriedade da Manoel Figueira do Faria & Filhos.
AO AGESTE*:
*" <*> ^ ^ o Par. ; Corves Pinto, no Maranblo ; Joaqnm Jos de Oliveira, no Ceari ; Antonio de Lemoa B.*gi, no Anca* ; Jlo Mari, Jal/o Chave,, no Aaa ; An** Margo* d, Silva, no Natal; Jort Mu
metra a Almeida, em Mamangnape; Antonio AJexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, m Villa da Penba; Belarmino dos Santo* Bolcao, em Santo Antio; Domingoa Jos da Costa Braga,
* '__________________________em Nazareth ; Franeisco Tavares da Costa, em AJagoas ; Dr. Jos Martins AJwt, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
\
\
f-overuo da prorlacla.
Snanrri do bu 26 db vor&utMO os 1820.
*cfo *
O presidente di provincia, alten Jen lo ao
que requereu a profesara puolica da povoacao
le Nossa Senur.a do O' de G >v.inua, Racbel Adol-
pha Cavalcami Ferreira, e ten i en vista a infor-
marii dj dirolor geral da ia-trujci) publica de
41 dj crrante, sob o. 393, rasol- omitieran
tres mezes delir^n^i con orJ*mlj s Date, a
eoatar do da 8 deste mu em di ante.
Orados .
Ao Exm. Sr. ministro da justica transmilu-
do, em observancia do avian de 17 de marca de
13?5, as informacSes ministradas pelo juiz de di-
reito ua ornares de Santo Anto, quanlo a segun-
da sesso do jury na/fae le termo.
AoExm. Sr. ministro da agricultura, pre-
*eutando o relatorio, acerca dos negocio* da estra-
da de ferro do Recife a S. Francisco, o qual para
esse lim fui reur.-ttiJo pelo engeuhairo Ibcal da
cesma estrada.
Ao inspector da thesouraria de faznda, con-
edendo a autorisaco, qua solicitou, para reinet-
ler ao almoxarifado do presid do Fernando de
Noronha a quantia da 2i:O00O(), para occorrer
aa desperas a seu cargo, pudendo essa remessa
-er effectuada por intermedio do commandante do
vapor que tem de seguir para all no da C de de-
zerobro viadonro, ou do mesmo presidio, que tam-
cena vai na mesna occasiao.
Ao inspector da thesouraria provincial, au-
j:r;ando-o a mand ir entregar an thasoureiro da
eommtsilo administrativa das obras da igrejt de
Nossa Senhora do Rosarlo da Roa-vista nesta ci
dade, ao bacharel Maximiaco Inopes Machado, ao
c.enos 5O0J0O0 por conta da con^gnaco votada
na le do orgarnento vigerte para aquellas obras.
Ao mssatt, recemmenlando que, por conta
da quantia de l:83l000, que em 6 de mimbro
ultimo, mandou-.-e pagar ao vigario da nova fre-
guozia de Nossa Se ahora da Grata da C'puoga,
-i'ovenienie de alfaias e objeclos por elle compra-
dos para uso ai respectiva matriz, mandj entre-
jar-lhe agir 1:000*000, atientas as razes alle-
gadas pelo vigario capitular.
Commuoieou-se ao vigario capitular.
Pela mes:na thesouraria mandou-se pagar.
A Firmir.o Antmio Rodrigues a quanlia de 45J,
relativa ao aluguel de tres mezes, vencidos em 10
de correte, da casa que serve de quartel ao des-
Jicamento do dittret) de Afogados.
Ccmmnni-'jii-S' ao clijf? de polica.
Ao coronel Jos Civ.lcaote Ferraz de Azeveij
a importancia da segunda prostacao da obra do
a-;ade da Victoria, de quo e arrematante.
Ao commanJante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Kecife, alio de que as pro-
postas para preentiimento das vagas d3 otliciaes,
. vintenies n?s corpos sob sen commando superior,
que tiverem de ser submeltidas a approvacao da
(.residencia, se declare alm do nome di propos-
10,asna liliac/u, idade, estado, profis-io, posto3
'ue tenha oceupad) o estivor ocupando, e a ra-
lio da vaga.
Identinco aos m;s commanlantes superiores da
i .ovincia.
Ao cnsul de Franca nesta capital, declaran-
to era resposta ao seu pedido para isenturem-se
ios direitos de exporucio os gneros eflorecidos
:omo donativos as fiaras e orphiios de sua nacao,
pm consequeocia da guerra actual com a Alloma-
ha, que, excedendu semelhante favor as attribui-
(,oes da presidencia, sob? a sua reelamacao ao go-
verno imperial, o qual resolver com a benevolen-
cia que Ihe inspiran) as criticas circumstancias das
pessoas por quem se interesa o mesmo Sr. cnsul.
Ao director do arsenal de guerra, conceden
do a autorisaejio, que solicilou, para vender em
hasta publica, recolhendo o respectivo producto i
ihesouraria de fazenda, 13 libra; de plvora ava-
riada.
Communicu-sc a mendonala iesouraria.
Fortaria :
A cmara municipal d; Floro?, dizendo que,
para poder resolver acerca do objecto do seu offl
co de h do corrente, myster que remeta urna
copia do contrato feito com Joaquim uarte Pinto
> Silva, relativamente ao a^oagOfl d: Baixa-verde.
Despachos:
-.'^jor Alcixo Jos da Luz.Entrc;ue-se a pa-
l-ale.
Aonr. Dezerra Cavalcante da Silva Costa.In-
forme o Sr. Dr. director feral da iastrneeio pu-
tca.
Anna Mara da Goftjeieio.Concoda-se o prazo
de quinze das.
Pruno Renriqaa de Almeida Seabra.Ao Sr.
(iirector geral da iastrneeio publica para dar pa-
recer.
Henrique Soares de Andradc Brederod??.In-
i :nne o Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
indo o da altandega.
Coronel Jos Cavaeante Ferraz de Azjvedo.
A' thesouraria provino ti. com ollicij"desta data.
Jos Ignacio Avila.Informe com urgencia o Sr.
inspector di thesouraria provincial.
ioo Antonio ltodrigues.-Indefcrido.
Jos Felippe da Toledo.Concedo tres meze3
rom a respectiva gratificara >.
Joaquim Jos da SilvaD-se.
Josopha Mana de Ciuna.Concedo o prazo de
quinze dias.
Jos Isidoro dos Santos.O suppli:ante nao tem
>atisfeito as coodigj s lgaos par; pagamento do
Laurindo Olyrapio Foij de Mello. Prove que
era eotihecimeolo e pratica dos instrumentos
graphicos.
Manoel de Farias liacicl. Eotregue-se a pa-
-nte.
Mana de Sant'Anaa do Prazero?.Concedo
uinze dias.
Bacharel Maximiano Inopes Machado, thesourei-
ro da commusao administrativa das obras da igra-
11 de Nossa Senhora do Rosario.V thesouraria
provincial com ofli;io d"esta data.
Bacharel Menolo dos Santos da Fon;oca Lies.
Passe.
Manoel Nunes Medeiros Informe- o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Vicente Silva.Informe o Sr. inspector da the-
souraria provincial.
EXPEDIENTE DO SKTIIBTABIO.
Oficios :
Ao coronel Joao Vieira de Mello e Silva, di-
7.3odo flear S. Exe. inteiralo de baver S. S. assu-
mido em 18 do corrente o commando superior da
gaarda nacional do municipio de Carnar, para o
qual foi nomeado por decreto de z de julho nl-
timo.
Ag agentes da Corapanhia Brasileira de pa-
quetes vapor, declarando, de ordem de S. Exe.,
que podem fazor seguir para os portos do sol o
vapor Tocantins, chegado hrntem do norte.
A' Jos Manriques Triodade, para que, de
ordem de S. Exe, informe acerca do que expoem
a cmara municipal do Hecifc e a repartir.) das
obras publicas acerca do requerimeoto em que
S. 8. pedio a approvacao dos planos de saa em-
preza de carris.de ferro nesta cidade e seas su-
burbios.
Repartifio da polica.
2.a teceio. Secretaria da polica da provincia
de Pernambuco, 30 de noverabro de 1870.
N. 4576.Itlm. e Exm. Sr.Levo ao coheci-
meMo de V. Exe. que, segundo consta das partici-
Poes recebidas boje nesta repartifio, foram hon-
tem recolbidos casa de detenco os segaintes
individuos :
A' minhi ordem, Antonio Francisco da Silva
por crime de fnrtis de cavalios; e Manoel, escra-
vo do Luiz Bandoira por fgido.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Jos Can-
dencia da Piedad*, Joaquim Jas da Piedade, Bel-
larmino Ferreira da Silva, Manoel Rulino de Bar-
ros, Silvestre Bsrnardino de Carvalho, Joio Ben-
venlo d'Aqaooe Jos Joaquim dos Santos, por
disturbios. ^
Comnanieon-mo o delegado de Santo Ailo,
por offlcio de 15 do crrente, que no dia t, em
trras do engenho Pombal, do S distncto daqael -
le termo, Vicente de tal assssioara a Antonio
Francisco de Barros, se evadi logo depols da
perpetrado do crime; qne o respectivo subd^
legado procedeu a irpo de delicio, e licava tra-
tando da nstauraco do processo contra o crimi-
ooso.
Por ofHcio de 19 deste mesmo mez, o referilo
delegado commuuicoume ainda que os crimino-
sos Manoel Gonr,ves do Nascimento o Jos Fir-
rano de Mello dos quaes tratei em mwha parte
diaria de li do corrente sob n. 1311, foram
presos e esto sendo processados.
Deus guarde V. Exe.
Illm. e Exm. sr. conselheiro Diogo Velho Caval-
:anti de Albuquerque, presidente da provincia.
O chafe de poucia, Luiz Antonio Fa-mnles l'i-
nheiro.
I' eccio. Secrataria da polica de Pernam-
buco em 26 de novembro de 1870.Illm. c Exm.
Sr.Para que V. Exe. tenha conhecimento do
facto de que trata o noticiario do peridico Libe-
ral de hoje, sob a cpigraphe Barbarismo e impu-
nidade, submetlo a considerado de V. Exe. o of-
ficio janto por copia que em dala do 9 do cor-
rente Jirigo-me o delegado de polica do termo
de Cimbres acerca do mesmo facto ; coivindo de
clarar a V, Exe. gae o actual delegado o Dr,
juiz monje i pal daquelle termo Francisco Domia-
gues UStro Vianna ullimamente nomeado.
Dus guard a V. ExeIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Dioga Velho Cavalcante do Albubucrque,
presidente da provincia. O chefe de. polica, i
Antonio Femandes Pinheiro,
Copia.Illm. SrSegundo comraunicaro do
subdelegado de polica d'este primeiro dis'tricto,
de hojo datada, cumpre-me levar ao conhejimento
de V. S. que, no lugar Brejinho, sois leguas de3-
la villa e no da 2 d) corrente, seodo procurado
em na propria casa, Joaquim Eduardo Leite, por
Joaquim Jos de Torres, coohecido por Gangarra,
que prelendia tomar d'aquelle Leite urna desaf-
fronta pelo motivo de estar o referido Leite convi-
vendo amasiado com a mulher de Gangarra, Fran-
celina America Loite, travrase ara conflicto en-
tre os doa, em que suecumbio Gangarra, ao que
se dtz, por effeitos de golpe? desfechados por sua
propria mulher, qae se apresara em occorrer ao
eompaoheiro de sna desgranada vid.a, recebendo
entao um ferimento, ao que se diz, nao sobrevi-
ver.
Foram procedidos corpos de delictos no cadver
de Gangarra, e na pessoa de Francelina, que pelo
seu nstado de abatimeato foi encontrada no lugar
do occorrido, onde ainda so acha sob a guarda do
inspector Jos Francisco Cardoso Hygino, at que
posa ser conduzida para a cadeia d'esla villa,
sendo que nesta data passo a promover se o per-
mittir o estado da paciente, essa mudanza de
priso.
Foram igualmente procedidos dous autos de per-
guntas. e mais quatro prisdes em individuos qae
se figuraran) inlerc3sados na desaffronta de Gan-
garra, os quaes por iso mesmo que nao tiveram
parle inteira cora os fados de que se trata, foram
postos em liticrdade, assegurando-se-me que todas
as diligencias foram empregadas, para a captura
de Joaquim Eduardo, que lograra evadirse, prin-
cipalmente p^r nao lerem sido mortaes os feri-
mentos quo recebra.
Passo a instaurar o competente processo, e do
seu resultado, assim como das diligencia?, que
houver de proceder, darei conta a V. S.
Deus guarde V. S.
Delegacia de polica de Cimbres, ora Pesqueira,
9 de novembro de 1870.Illm. Sr. Dr. Laiz Anto-
nio Fernandes-Pinheiro, muito digno chefe de po-
lica desta provincia.O delegado de polica, juiz
municipal Francisco Domingaes Ribeiro Vianna.
Conforme.Na ausencia do secretario, o official
da 1.a seccao Francisco Goncalirs 4a Silva Bar-
roso,
lanQa official meo le a primeira pedra, corneando-
se a cootar o praso para a sua eonclosao d'esse
mesmo da.
A'proposito d'isso enviaram-oos a seguate des-
cr pcao do edificio :
O edificio do pago d'assembla provincial de
Pernambuco, est se construindo no centro de um
rectngulo, situado ao sal do gymnasio, cando
solado por tres ras e urna travesea.
< Este ediGcio tem de altura 40,20 metros e
exterioraaente ornado com 36 pilastras da ordam
drica romana e rematado por nm entablamento
gerai; oot todo teni a figna de ama ctoz, c
compile se de- 5 corpos, a saber : o prtico, 2 cor-
nos lateraes, o corpo posterior o o central, dividido
os 4 primeiros em 2 e o ultimo em um so pavi-
meato.
O prtico com os 2 corpos ltenos, que sao
symetricos, formam a fachada principal do edifi-
cio, a qual symelrica^a fachada do posterior,
O corpo, que ooostltue o prtico, ornamen- :
udo por 4 pilastras e um fronlo, e contera o ves- |
tibulo, no andar terreo, com nina escada de 2 vol-
tas, dando ingresso para a gaieria das senhoras no
pavimento superior, a qual ple conter cerca de |
50 assentos de palimaa. Este corpo tam no pavi-
mento terreo 3 portas com archivolta na frente e
e 2 lateraes, e nutras tantas janellas de verga rec-
ia e com sacada no pavimento superior.
Cada corpo lateral, encerra 2 galeras, lin-
do cada nm 420 assentos para honjens, com um
pequeo vestbulo e mais 2 salas destnalas ao
servigo d'assembla.
O corpo posterior, tem no pavimento terreo o
salao de honra e um pequeo vestbulo na pavi-
mento superior a sala das commissoes e a secre-
taria. A sala d; honra tem 9,60 metros de largu-
ra sobre t,60 metros de comprimen!), ser execu-
tada com ricw mol loras e fr30s "dourados.
O corpo central tem a forma circular e mede
6,50 metros de raio, e destinada.para a sala das
sossdes da respectiva assembla. Tem de altura
37 metros, deslnbuidos da maneira segninte : o
Realisa-se domiogo a reuna.) da assembla ge
ni dos membros desta corporaco, para se pro-
ceder elcico da junta administrativa que tem de
fuocoair no anno de 1871.
ASLO DE MgNDICIDAOE.-O movimento des-
te estDelflcinafioto, daranto o mez de novembro
lindo, conforme o raanpa demonstralivo q-ae temos
i vista, den-se da maneira segninte :
EsJsthm no I* de novembro 98 asylados, sendo
59 bdmens o 39 muflieras ; sahiram 6, evadiram-
se 10; filleceram 4; entraram 14, sendo 3 volun-
t*:,e' II remeltilos por diversas autoridade.-
pOliies; existem 92, senilo 58 homeos e 34 mu-
\item, dos quaes em tratameoto as enfermaras
10 hgmens e 4 muflieres.
Osfalleeidos foram : Luiz Garca do Amaral,
dianaa chrmlca ; Jos Antonio da Silva, ana-
zarca; Anna Joaquina do Sacramento, cancro no
uter; etahel Francisca, congesto pulmonar.
Fa visitado pelo mordnmo do mez da Santa Ca-
sa Misericordia por differenles vezes, e pelo
resptjMivo medico dnas vezes por semana.
N'fJVO MU.VDORecebemos pelo uliimo vapor
de \>w York um jornal Ilustrarlo, impresso com
a nitidez, redigido era portuguez (pelo Sr.
(1 Ro Irgues. Ese nnrnc-ro alm de lindas
lenles gravaras representanda os generaes
Trocha, Von M >ltrk, conde Bimark, o
a e
qua
carvl
gard
cript
uspdo poeta brasileiro Goncalves de Magalhes,
na de Colombo em Ganova, a copia de um
de Schlesingcr, o trabalho da minerago do
de pedra, c as diversas especies de espia-
da agnlha e chassepct, traz variados es-
quo se rer-ominendara pela pureza da lias-
uagttn e pelo elevado do estyllo. A publicacao
do Abro Mundo monsal, em paraphlelos de 16
paginas, sendo daas de an nuncios. Desejamos ao
novo athleta longa vi Ja.
GUERRA FRANCO-PHUSSIAN'A.- Umos o so^
guinfe em nina correspondencia i Berlim dirig
da a um diario hespanhol :
Grac aos esforsoj dos soldado: prussianos,
p direito tem 2-6,70; o zimborio 7,00 e a clara- C0Qeguo-se salvar do palacio de Saint Cloud,
boia 3,30 metros. qiae foi incendiado e quasi completamerKe destrui-
No alio d'este corpo 12 janellas servem para do pelas granadas da Monte Valeruno, muitos
transmisso de luz e ar atravez da abobada que' objeclos ia um grande mrito artstico e de eubi-
serve de ornaraerito Interior da sala das sessfls?. I do valor. Eutre outras coasas foram salvos das
o A parte culminante do zmborio rematada chamrna* o celebre busto de mannore da apo-
por urna clara-boia de forma eylindric, com pro- leo I nns tempos do consolado, ama colle;co de
porges para lambem taansmlt'ir luz e ventillaf;5o. jarrees, o crucifixo de ouro da capella e urna
< Quatro grandes arcos, tendo 7,40 metros de! grande parte da bibliotlteea imperial,
p direito sob 5de largura, sao abertos no corpo! O procipe herdairo da PfU3a, que segundo
central, e dio commnnicacio aos corpos que elle' se diz. sentio maito a destruicao do magoiflco edi-
se irradiara, sendo 2 diametralmento oppostos s ficio, inandou collocar no vestbulo do seu qnar-
galeras dos homens, 1 gaieria das senhoras e o' tel-ganeral muitos dos objeclos salvos. Pelo que
opp asto a este, sala de honra
c Na sala das se35es os tutervallos comprehen
ddo3olre os 4 graude3 arcos, sao decorados por
8 columnas da ordem corntbia ; o entablamento
geral, e urna abalaustrada de forma circular ser-
ve de acroterio a este entablamento.
Nos intervallos das columnas sao collocoJos 4
nichos com as estatuas da Justina, da sabedoria, da
eloquencia e da jurisprudencia, e na parte supe-
perior a esses nichos 4 tribunas reservadas.
at agora so tem pedida averiguar, as primeiras
bombas cthiram no lado esquerdo do palacio, si-
tuado ao sul, cuja fachada principal diz para o
parque de Saint-Clond. Pouco tempo depois com-
munieou-so o fago a todo o edificio.
A escadaria priocipal (escada do imperador)
fof-tte-iruida, e o mesmo siacceden ao magnifico
quadro que all eslava e que repre3eotavaA re-
jepcao da rainha Victoria pelo imperador e pela
imperatriz. Da escada passaram as chammas ra
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
FACULDADE DE DIREITO. Actos do dia 30
de novembro de 1870.
4" anno.
Joaquim Lopes d'Alcntara Buhar Fdfao, nppro-
vado plenamente.
Flix de FigoeirOa Faria, dem.
Antonio Bezerr da Rocha Morae?, dem.
Horacio Olindo do Espirito Santo, idem.'
AlexauJre Correia da Crasto, idem.
JURY.Hontem foi julgado peralte este Iribn-
oal o reo Joao Maaoel Fernandes, sorprendido em
maio d'este anno, na occasiao em que destelhava
urna taberna no Chora-Menino. O reo confesan-
do o crime, pedio a punir) no grao mnimo. O
jury absolveu-o. negando a criminalidade : pelo
que o Sr. Dr. juiz de direito appellou da deciso
do mesmo tribunal.
DINDEIRO.-O vapor Carurijir, de Mamangna-
pe. trouxe para o Sr. Jos Duarte das Nevcs....
300000.
O vapor Pirapama, sabido para o norte,
lovou :
Para a Parahvba 31:000*000
Para o Rio Grande do Norte 25:300*000
Para o Cear # 400*000
PACO DA ASSEMBLA.Amanba o dia de-
signado pela presidencia da provincia para o as-
sentamento olli:ial da primeira pedra do edificio
ltimamente contractado para o paco da assembla
provincial da Pernambuco.
Escusado -nos dizer que o paco da assembla
era urna necessidade desde muitos anuos recla-
mada n'esta cidade.
) antigo edificio onde funecionava a corpora-
glo da assembla provincial era urna casa sem
proporces nem accommodacslos necessarias qaer
para a celebracao das sessoas, quer para os ex-
pectadores d'esta*, quer fiaalraeatc para a secre-
taria e mais dependencias da mesma assembla,
Alera disso esse edificio eslava em completo es-
tado de ruinas, despeito dos constante reparos
qae Ihe foram feit03 em diversos annos.
Em sua sesso do corrate anno a assembla
provincial, na autorisacio do emprestimo de......
1,200:0004 determinado pela urgencia de algu-
uaas obras importantes que reciamava a provin-
cia, consideren a eeustrue<;So de ara edificio apro-
priado a suas sess5es, incluo o paco da assem-
bla. .
A presidencia, asando da autorisacio, mandn
fazer os estudos necessarios do paco da assembla,
pela reparticao de obras publicas, e foi a sua cons-
trueco nouco depois contratada.
E' d'esse pajo da assembla que aaanbaa se
> Na distancia de um metro, cima do entabla- pidamento para o salo de Marte, que Luiz XIV
ment nasce a abobada interior, ricamente -esta-| mandar adornar com os quadros allegoricos da
Minord, e chegaram gaieria de Apollo, a sala
mais notavel do palacio, que fura o theatro dos
acootecimentos mais importantes da historia mo-
derna da na rao t'ranceza.
Foi alli que se verifleon o grande golpa de es-
tado do general Baparle nos dias 9 e 10 de no-
vembro de 1799, qundo dissolveu o c nselho des
quinhcntos. Naquella sala foi annun-*iada ao novo
francez, que se reunir diante do palacio, a eleva-
cao de Bonaparte ao throno do imperio em 18 de
inaio de 1804.
O imperador Napoleo III recebeu naquella
sala no dia 7 de novembro de lio::, ainda como
presidente da repablua, a cora imperial, etc.
A destruirlo do bello palacio de Saint-Cloud pelos
franceze3 ser semprc considerada como um acto
de obsecaro, tanto maior que nao foi ferido pelos
projectis nm nico prusiiano. Apezar.da guarn-
^o di fortaleza do Monte Valeriano ter multo bem
podiJo distinguir pelas chammas, depois dos pri-
meiros tiros que o palacio estava a arder e que
todos os soldados alinales deveriam j ter-se sal-
vado, continuou no entanto o borabardeamento
por espaco de meia hora.
De um jornal de Berlim. vemos qio a nova
tronteira franco alleraa datera ser tr.xcada do
seguinte modo :
Comecari no norle pela parte inferior dos
canto:s luxemburguezas Esch e Dudelngen. e ir
desdo Rumlingen no oeste de Ottange e Wolme-
rango, que ficaro sendo allemaa? al ao sal por
Andan, tloman (alemu), Briey (allemo),Frianvide,
Chambey e a um pequeo canto do sul ; depois
voltar para (allemao) ; subir em seguida ao norte at No-
veau ; dall se inclinar directamente para o su-
doeste por Lobe Nomeny, Aulnois, Mancel, e atra-
vessar o canal do Mame no (heno pela parte in-
ferior d'Arracourt (francez). Daquelle ponto se di-
rigir para Balmont (francez); baixar para o
sudaeste al Bleuche ; rollar ao sul, seguindo
exactamente a fronteira da Alsatia (departamen-
tos do alio e baixo Bheno), ao sste de Klingen-
tal, n'ama direceo protimimente neta por Bel-
fort, at tocar na fronteira da Solasa, a oeste de
Savourex.
Ainda com esta rectificaco de limilej, a Fran-
ca conserva um grande un:ero de localidades,
citadas na ultima semana como prxima a sepa
rar^e do seu territorio, a ssber : Longwy, Thian-
couri, Pl nt--Mousson c Nancy; era seguida Lun-
newdle, Bidenwoilor, Saint-Didie, Epinal, Bemi-
reaiont, Piombiares e Mont bel ard.
Em compensaQJo passaro a ser allemas
Slarrk e Thionviile, lodos os territorios que cercana
Melz, como sa Mars-la-Tour, Gravelotte, Woip-
pe-Gorae, Corny,. Peltre, Coucslles; e por outro
lado Salzburg, Diento, Marlial (naturalmente Sarr
bourg, Tintriagen, Plulzburg e Bitscli.)
Entre as povoacoes alsacianas cilam-se Wa-
seiaheim, Malsheim, Mutzy, Markirch, Scheleu-
ladl, Rapooltswailer, Colmar, Bri.-acli, .Muncter,
Thann, Malhouse e Belfort.
Diz se tambera que a Suis-a dara grande im-
portancia a nao pen*er de todo a vizinhanca frao-
ceza, em consequencia d)3 inleresse da Basilea
edo seu comraercio ; deseja-se que taque fra da
annoxacao um territorio, que ter por limites urna
Imita prolongada desde Basilea por Jettingeo, Al
tkirch, e o canal do Rhodano no Rheno, al Bel-
forl.
, Por emquanto ignora-sc, at que ponto sor
lomado em consideraco esto desejo da Sui-sa ;
mas ninguem ple suppor se quer que urna pra-
ra da importancia de Belfort possa tornar a ser
francesa, urna vez que tenha cahide em poder dos
aemaes, como igualmente j nao provavel que
deixem de ser nossos Metz e Slraburgo.
cada, tendo 12 grandes vaos, que eorrejpondem
s janellas, do zmborio, com urna abertura no
alto correspondente clara-boia. *
t A frente de cada galena e das tribunas rcitr-
vadas, sao rnalas :om um gradil de ferro.
Nos dous recanos formados pelos corp cen-
tral e posterior, slo colladas 2 escadas em espiral,
pondo em communlraco o pavimento terreo com
0 superior.
Urna grande escadaria de pedra de Lisboa, or-
nar toda a frente do edificio com 6 ordens de de-
graos, tendo na frente do porto 2 pequeos p^:-
desiacs com 2 figuras de leScs.
Na frente da fachada posterior, urna escadaria
de forma sirai-circular dar ingresso para a sala
delionra.e Soutras da mesroa forma, daro Ingres-
so para as salas reservadas dos corpos lateaes.
a Un passeio contornar todo o edificio, c um
pequeo rauro com elegante gradil de ferro o cor-
ear. Quatro grandes port5as correspondente ao
eixo do edificio, dario ingresso para um psqueoo
jardim quo ahi devora ser feito.depois d conclui-
das as obras. >
BAILE. Tem hoje lugar nos saltaos do Club-
Pernambucano o baile que a sociedade patritica
Doze de Se,embro offerec9 ao Exm. Sr. general
baro de S. Borja. em nome do povo pernamLu-
caoo, sendo olerecida no comeco delle a coroa
de uuro e podras tinas que a mesma sociedade
maudou construir, lovantando previamente urna
subsrpgo patritica para pagar as despezas des-
sa joia.
COLLEGIO DE S. JOS. Domingo (') reali-
?am-se no col legrado meninas, silo roa d Sol-
dade, dirigido pelas dignas irmas de Sania Doro-
tha, os exames pblicos das alunan*.?, com a
assistencia dos paes, parentes e correspondentes
das meninas, com suas respectivas familias.
O acto comeear s 2 horas da tarde por um
trecho musical de Joseph Archer, ejecutado oito
maos em dous pianos, pelas alumnas Josepha
Beltro, Mara Beltro, CaelanaVillas-Boa3, e Julia
Amelia da Silva; segniodo-se ao depois o exame
das alumnas habilitadas, nao so pela commisso
examinadora, como p r aquellas dos parentes das
meninas, que o desejarem.
Terminando isso, pas:aro as pessoas prsenles
a visitar a exposi.o dos trabalhos executados po-
las alumnas durante o anno, eonsistindo : em bor-
dados auro, seia e troco, contas e lia, tanto em
relevo como em ponto baixo; Aires de panno,
papel c cera; desenhos, e diversos traballos cal-
lygraphcos do variados gostos e acurada exe-
cuelo.
Logo, em seguida ser recitada um agradec-
mento pelas alumnas Aminta Guimaraes, Julia
Cmara, Maria Al ves Monlero, e Paula Wander-
j ley; dando lim solemnidade a execuco no
1 piano, pelas alumnas Josepha Beltro e Mara Bel-
i iro, de nm grande dneto de concert sobro os
motivos da opera Belsono, pelo maestro G>ra.
O zelo eo oteresse que lomam as dignas direc-
toras deste collegio pelo adiantamento das snas
discipulas, e liis ainda o excellenle metbodo de
ensino ahi em execuco, garante que esse acto
ser, urna verdadeira resta Iliteraria, que sorpren-
der agradavelmen'.e aquellas pessoas que assis-
tirem.
No domingo segninte (10> proce-ler-sc-ha, enm
toda a solemnidade, s 2 horas da larde, dcstri-
buiso dos premios s alumnas que inereca-
rem-os; dando-se as ferias no da 1!.
viam acarretado a corpo motilado de eu esposo,
e encheram-n'a de espadt iradas e bayonetadas.
' A' vista dasse espectculo afllgidor, as tres
enancas precipitaram-se aos joelhos dos mon'stros
qne assassinavam sua mal, etamam pelo perdi,
grita m por soccorro.
Entao esses estes, indignos do rome de sol-
dados, agarraram essas tros pobres innocentei, e
lancando-as sobre os corpos horrivelmente muti-
lados dos seus "aiesgracados parentes, cobrirm
todo de palha e puzerarn-lhe fogo.
*" Tal a verdica narrativa dessa atrocida-
<, que ser a eterna vergonha do txeretto prus-
siano.
O conselh communal do Luxembargo diri-
rigio ao principe Henrique, dos Paizes Baixos a
seguinte exposico .
Senhor.O conselho communal do Luxem-
burgo aprossa-se a felicitar a V. A. II. a proposi-
to da sua chegada ao paiz.
A presenca aqui de V. A. R. to ardentemen-
te desejada todos os annos pelos luxemburgueses,
despena actualmente em nossos eoracoas os mais
vivos sentimentos de gratidito e patriotismo.
Emquanto as nos3as dnas naeoes viznhas se
destrena entregndose aos horrores da guerra, o
gro-ducado, no meio de ambas ellas, deve a sua
neutralidade posiclo poltica que Ihe reconheco
o Irado de Londres.
. Os luxeraburguezes agradecen) por isso Di-
vina Providencia, ao sea maito amado rei, e a vos,
principe excelso, cuja memoria ser abencoad
nos annaes da nosia historia.
Se os luxeraburguezes esto ebeios de grata-
da i para com a casa real de Orange, pelos abun-
damos beneficios que a ella devem, os seas senti-
mentos de patriotismo sobreexcitaran) se hoje ante
a idea de qne podem desapparecer esses beneficios,
com menoscabo da independencia e neutralidade
deste grao ducado; e bem eerto que os filhos
de lie receberao com desgoslo e com pena qnalquer
alteracao que o curso dos acontecimeotos possa
introduzir na nossa reansira de ser poltica.
< Senhor, psrmittlnos qae a vossa presenca
entre nos a consideremos como um presagio favo-
ravel nossa amada patria ; permetti que esta ca-
pital, da qual somos agora um echo, deposite a
sua confianc e a do paiz em vossas maus Com
esta salvaguarda nlo perigaro as nossas liberda-
des, era a nossa independencia, sacrosantos bens
dos povos. >
PARA O BAILE DE HOJE. t- Recebau a loja da
Aguia-branca excellentes luvas inglezas de pellica
para o baile de hoje.
LOTERA.A que se acha venda a 173.0
beneficio da matriz de Jaboalao, a qual corre'no
da 6.
PASSAGEIROS.Seguem para o 3Ul no vapor
Tocantins :
Commissarios da armada Liiz Antonio da Silva,
Carlos Thomaz de Almeida, alferes do 7o batalho
de infantaria Amonio Henriqnes da Fonceca J-
nior, sua familia e I filho, Dr. Uiisses Sigismundo
de Arando de Baptinga, alferes do 12 batalho de
infantaria Manoel Ferreira Guimaraes, J. Leronx,
madama Ida Amada e t criado, Jos llessa, Fran-
cisco Pedro Ja Costa Morera, Dr. Miguel Ferreira
Das dos Santos Jnior, Dr. Francisco de Moncorvo
Lima e S, aISres Francisco Eduardo Benjamn),
Francisco Antonio Pereira Barbosa, Joanna Bap-
tista de Lima, Dr. Loureneo do Lacerda, Filimam
Cosario, pardo, Pernambnco, 20 dias, Boa-visla
anazarca.
Joo Gomes da Silva, pardo, Pernaoaboco, 3<>
annos, solteiro, Boa vista, hospital Pedro II; tu-
brculos pulmonares.
Antonio Loureneo, pardo, Pernambuco, 50 an -
nos, casado, Graga ; aneurisma.
Caetana Francisca Donata 4a Silvera, parda.
Pernambuco, 70 annos, solteira, S. Jos ; phlysk.'i
pulmonar.
Jos Pedro Angelo de Olveira, brinco, Pernam
boeo, 70 annos, casado, Boa-vista, hospital Pedro
II; intente cbronlco.
Maria Firmina da Silva, branca, Rio Grande do
Norte, 30 annos, solteira, Sanio Antonio ; phtysica
pulmonar.
Bentj Eleuterio de Sonza Castro, braneo, Per.
nambuco, 37 annos, catado, Graca ; delatacao da
aorto.
Faostina Mara Soares, parda, Pernambuco, 36
annos, solteira, Recife ; angina.
COMMUNICADOS.
Alfias de Souza Mello Domingos da Costa Ferrei-
ASSASSINATO. Consta por partecipaclo do
delegado do termo de Santo Antao. em data de
12 do corrente, ter sido assassinado, era trras do
engenho Potnbal, pertencento ao 2" districto, An-
tonio Francisco de Barros por Vicente de tal, po-
dendo evadir-se lego em seguida ao crime ; quo
o respectivo, subdelegado proceder ao corpo de
delicio e traMva de instaurar o devido processo.
CLUB POPLAR.-Hoje ha sesso, sendo a or-
dem do dia : revista de jornaes pelo Dr. Nobre,
letura dos Evangelios com breves reflaxoes. pelo
Sr. acadmico MisaarApaara!.Entrada franca.
VIA FRREA D|fOLlND.V-Pedem-nos para
lembrar dfrectorada empreza a vantagera que
ha em fazer partir nos sabbadoa ana trena s 10
horas da nonte do Recife para Ollnda, e nos do-
mingos e dias santificados de linda [om o Recife
mesma hoji.
HOSPITAL P9RTUGUEZ P5 BENEFIGHRfelA.
O peridico O Poco Belya que nao ple
aecnsar-se de parcialidade, publica os seguintes
p rmonores, qne sao horrendos :
Na occasiao de eulrarcm os prussianos em
Bazeiiles, foi disparado um tiro as proximidades
de urna casa habitada.
As tropas eniraram immodiatamento na ha-
bitaco, e senhoreando-so do hornera, aprompla-
ram se para Ihe cortar a cabeca.
i A mulher, vendo a raorte horrivel qae seme-
triantes carrascos inilngiam a sea marido, pegou
n'um revolver o mandou os milos pelos aros a
um dos assaseinos. Agarraram Q'aimmediatameo-
le, le varara n'a para urna pmea, para onde ha-
r, Dr. Manoel Pinto de Souza|Dantas Filho, Anna
Francisca de Souza, Affonso Caetano do Valle, Pe-
regrino Verialo de Medeiros, Dr. Manoel Januario
Bezerra Montenegro, Dr. Jos Flix de Sampaio,
Dr. Joo Baptista Guimaraes, Dr. Affonso Arthur
Pereira Monteiro, Jos Dantas da Silvera o 1 cria-
do, Manoel de Araujo Gas c 1 criado, commenda-
dor Antonio Luiz dos Santos, Jos Joaqun) da
Fonlc Guiraarles, Fraocsco Augusto da Rosa, Joa-
quim Marques da Rosa, Thomaz Francisco do Re-
g Muniz e t criado, Manoel Barbosa Colbeims,
major Jos Guedes de Souza Nogneira, Jos Anto-
nio de Oliveira, Bornardino de Araujo Cruz, de-
sembargados Jeronymo M. Figaeira de Mello e 2
escravos, 1 escravo do Dr. Menezes Drummond, 6
recruias da armada, Antonio Etilalio M mtero J-
nior c I criado, Francisco de Paula Leite Oiticica,
Thomaz de Aquino Lelva Loureiro, Jos Nunes
Guimaraes, Dr. Luiz Antonio Moreira de Mondon-
ga, sua sobrinha e l cralo, 2 escravos de Belsr-
inino do Reg Barros, Feliciano Silva, Eluardo
Barros, Francisco Jos Duarte, Jlo Diogo de Mel-
lo, Antonio Basilio Monteiro, 7 aprendizes mari-
nheiros, voluntario Prxedes Gomes Souza Pitanga
Jnior, Jos de Oliveira Campos, Ignacio da Silva
Der, Jos Luiz de Almeida, desertor do 4 bata-
lho de artilharia a p Severino Jos do Almeida
Leal, Manoel Joaquim Cardojo Baha, Francisca
Carvalho do Passo e t criado. Manoel Alves, Dr.
Jos Rodrigues do Passo, Bento Jos da Silva, Dr.
Quintiao Francisco da Silva, Antonio Ferreira, Jo
auna AlmiTinda de Oliveira, Maria Francisca, Ca-
simiro Jos da Silva, D. Maria Theodora de Maga-
llias, 3 lilhos c t escravo, Joo Capistrano Pires
Barbosa, Antonio Vasco de Algunez Cabral, Do-
mingos da Silva Cardoso, Joo Ferre'ra Bastos,
Aotoni) Gamillo Jnior, Manoel Pedro de Rezende
Jnior, Augusto, Dr. Agostinho Penedo.
Viodos de Mamanguape no vapor Curm'ipe :
Jos da Costa Bezerra, Manoel Costa Lima, Fran
cisco Pereira Cardoso, Americo Jos de Franca,
Jos G. Albuquerque e Leite,
CEMITERIO PUBLICO.Obituario do da 27 de
novembro.
Manoel, escravo preto, frica, 50 annos, sollei-
ro, Recife; hypelrophia do corac/ao.
Anna Antonia de Azevedo, parda, Pernambuco,
30 annos, solteira, Boa-vista ; iub)rculo.s pulmo-
nares.
Antonio Francisco de Albujuerqui Bud, bran-
co, Pernambuco, 49 annos, casado, Boa-vista; gas-
trite chroniea.
Joaquina, e solteira, S Jos ; phtviica pulmonar.
Benedicto, escravo," preto, Pernambuco, 50 an-
nos, solteiro, Boa-visla; myelite.
Manoel, pardo, Pernambuco, 2 mezes, Baa-vij-
ta ; tosse convulsa.
Antonio de Freitas Panasco, branco, Pornambu
co, 22 annos, solteiro. S. Jos : myelite.
Manoel Fernandes de Mello, "branco, Portugal,
42 annos, casado, Santo Antonio; anazarca.
Manoel, pardo, Pernamhuc?), 8 dias, S Jos ;
hemorrhagia.
- 28-
Jos, e3cravo, preto, frica, 43 annos, solteiro,
Recife ; hepatiie agudo.
Manoel, escravo, preto, Rio Grande do Norte, 30
annos, solteiro, S. Jos: hemoptises.
Salustiano, pretc. Pernambuco, 7 mezes, Boa-
vista ; hepatite.
Antonio Ignacio do Canto; branco, Portugal, 60
annos,"casado, Graca : ulcera do estomago.
Jaanoa Cisma Gomes, de Oliveira, Pernambuco;
20 annos, viuva, Recife ; febre adinmica.
Jacintho Aprigio Cacador, branco, Stargipe, 39
annos, casado, Recife ; hemorrhagia pulmonar.
Alexandrino Pacheco, branco, Pernambuco, 30
annos, solteiro, Boa-vista; tabercolos pulmonares
Anna Ferreira, parda, Poraambaco, 75 annos,
viuva, B>a-visla; tubrculos'pulmonares.
Jos, preto, Pernambuco, 8 dias, Graca; es-
pasmo.
Conselheiro Loureneo Trigo de Lonreiro, bran-
co, Portugal. 78 aonos, casado, Boa-vista ; gastro
intero coilite.
29 -
Camarina Rosa de Jess, preta, Pernarabuco. 70
aono1, solteira, Santo Antonio; pneumona.
No Diario de hontem um officioeo trouxe ao co-
nhocimenta do publico que Francisco Alvares de
Miranda Varejo nao traha sido submeiiido a jal
gamento no jury -do Cabo, declarando qae o juiz
municipal daquelle termo Dr. Bacellar, bavia-lh<
causado este mal, pelo que devia ser responsabi-
lisado, e que eu como advogado tinha deixada
correr revelia a causa da Varejo, mostrando
assim o que era e do qnanto valia.
O nome, alias bem cabivel do noticiador me des-
pensava de responder, porque cora palavras se
nao responde a burro : por mor do publico, po-
rm, von explicar o qne houve relativamente ao
jury de Varejo e qual o mea procediracnio.
No dia 28 do corrente foi Varejo conduzido
barra do tribunal do jury do Cabo, e ahi me apre-
sentei como seu advogado. Verificadas as sde-
las dos nomes dos jurados conheceu-se existirem
na urna o numero de 48, e feila a chamada deu o
escrvo conhecimento de estarem presentes 46
juize3 de facto. Proceden i >se ao sortcio verili -
coa-so nao haver numero para a formaco do con-
selho, por se ter esgotado a urna. Em face d-
ludo iito o presidente do jnry levantou a sesso
declarando-a encerrada por nlo havor mais pro:
cessos julgar. *""
Conhecendo, porm, que havia vicio na urca
requer ao Dr. juiz de direito que lizesse o escr-
vo declarar qnal o namaro dos jurados recusa-
dos pela aecusaco e defesa, qual o dos impedidos,
e qual finalmente o dos qne estavam no conselho.
Verificou-se o segninte : que a aecnsaco tinha
recusado doze, defesa oito, qae quarrse eraua
os impedidos, o finalmente oito faziam parte do
conselho, ao todo 42. Coohecido este numero e
comparando com o d'aquelles juizes qne respon-
dern) a chamada vi qne faltavm na urna 4 sde-
las de jurados presentes. Limitei-me ento pe
dir que se transcrevosse na acta o que levo ex-
posto afim de servir de prova ao que julgasse con
veniente requerer em prol de Varejo ao poder
competente. Nao iosisii para que e flzesdh cuvo
sorteio pela razio seguiot : Tinha respondido
a chamada o Sr. Sebastilo Antonio do Reg Bar
ros, que desde o primeiro dia fra dispensado
de comparecer toda a sessao pelo Exm. Dr. Ma-
nuel Ctemcntino, cm vista de attestado medico ;
e a sedula que continha o nome d'esse juiz de fac-
to nao poda mais ser incluida na urna, e proce-
dendo-se assim restavam apenas tres nomes para
ser sorteado, e ainda mesmo que nao fessem re-
cusados o conselho nao se poderia compor.
Do que levo exposto foi testemunha quena se
achava no tribunal do jury.
Tanabem nao exacto que outros reos preso?,
por culpa do juiz municipal deixassem de ser sub-
metlidos jngamento por nao se ter preparado es
respectivos processos.
Consta-me apenas que um nico processo foi
no da 23 do passado apreseniado ao juiz de direi-
to para por o cumpra-se no accorda do superior
tribunal da relelo que mandava submetter o reo
a novo jury, que este reo fra requisitado para
tal lim e rcmettido pelo Exm. Sr, Dr. chefe de po-
lica, tendo voltado sem ser julgado por nao ser
possivel obler-se com a rapidez como desejava i
Sr. Burro a ctajo de testemunlias residente; em
termo diverso.
Exponho os fados como elles se passaram. Con
test-in-me so pederem, porque cima da palavr.t
do Sr. Burro eet o testemunho de todos qne esti-
verana no tribunal do jury na sesso a que rae le-
nho alludido.
O publico, para quera fallo, julgue se proced
ou nao regularmente.
(danto, porm, ao Sr. Burro o seu juizo r.li
me encommoda. De ura burro s pJe vir cou -
ce. E de mais, costumo a nao envolver-mc ecn
taes animaes, limitando-me apenas noopr-Oi
me a que se Ihe do palha.
Beeife, l" de dozembro de 1870.
Gaspar de Drummond.
PUBLICACOES A PEDIDO
lMaoel 4oaqiilm do llego e \\
buqiierqne e o artigo do *!-
beral linda o corpo de po-
Ilela.
Recolhido hoje ao silencio de urna vida sena as
piraeoas, pautada pelo respeito lei e os deverc*
sociaes, dos q^uaes em tempo a'gum me aparte:,
sem interveneao alguma nos negocios public s
estranho mesmo aos que dizera respeito freguera
a que pertenr.a ; suppunha-me isento dos accona-
meitimentos os liberaet de frasca data.
Sabia en que tinha o grande peccado de ti i
membro da familiaCavaloanli; e como a senh.,
do Liberal hoje (para tirar certas duvidas e justa?
desconfiancas entre os seas) guerra esta fa-
milia nao poderia eu escapar a derrubada g>-
ral, que nao poupa ainda o mais honesto e impoi -
lante cidado, salvo se commonga na mesma uv.
dos fallados liberaes, em cojo caso, seia Cavalen -
ti, Reg Barros ou Souza Leo (qae tudo impon:-
na mesma cousa), sempre distfnelo, honesto, I i
beral, grande servidor do es ado, e tambem d.
coo, porque se achara em estrellas relaroes cot'
os anjos II!
E' ridicula, sediea, e caduca essa phantasiad.t
supremaca de familia, era refaci aos negocio^
pblicos, e em nm paiz que o hornera nascido d
mais inferior classe, attinge cpula do poder, e
s mais di.-iincias honras.
Daixaria, pois, qae o Liberal era sea accesso tfe
nydrophobia continnasse a morderme, sem que lh
oppazesse contestaco ; otas, em caaosideraco si
publico que respeito e miada propria dignidad.-
nao devo deixar passar sem reparo, entre outros
os seguintes trechos que se l no Liberal de sal
bado 19 do corrente, no artigoAinda o corpo d
polica.
i Ser o senhor dos escravos inteiranentc estra
nho, vistas as precedencias, no ferimento e espan
comento que menciona a sua pane policial f
At quand) um Cavalcantiha de estar, t r.r<-
sempre superior lei f
Qnal o acto de minha vida publica ou pnica! u
quo aatorise o Liberal a formular tal conceilo
Em outro periodo se l : *
< Sabe o publico -]? entre o dito p dentado IM
U-


wm i


81 30. OMH3S3f 1 MH31 1*^ d*
Pernamlmco ^-
woei Joaqtum e o commandante do corto de polica
exittrn inimisade e odios fiqadaei4>.*ino$
'atv,MtaMj colados de todo o mundo.
E-Ui%e*fliguisla era eondicie nerroal, a po-
der seKMiptavel pelo que eacraveu ?
D.ai.iffi*fo> meas, loado findade a coma do
scrvicOfMte ** tora distribuido, toram irabalhaf
para si, b 'trirnhas trras que eoufloam cura aa do
.ogenbo S. Paulo : ahi foram aggredidos por pal
sanos bebados, que arttoponham, a. spanaa>4s ; -rvt^o de. SMl OMtKM".
defenderamse.
Que analoga o
natural, e a con :l
E Dio estara as
.fes dos mea ei .
gredo al na vid
Quera aulorisotj
en ir esta Tacto eomeiiiho e
qM roa d'eltt o Liberal ?
aeotd^oes <|M fcgrfcsso-
-', o artiguisla qao me ag-
adfct
Liberal a aquilatar, e o que
lera elle que ver eott as miro is relaedes de urai-
sade cora o ente-coronel tancis Carleiro COM. M quae cousegairam prender
Machado Rio Juuior T
Declaro que contina a ver no Sr. tenente-eofb-
nel Carneiro um conservador dislincto e de todo o
presiimo ; e so temos divergido acerca de apre
ciacoes de neg)Cios puramente particulares que
nao iiJem ler a gravidude que a inajiguidade do
Liberal enoherga, certo que maulemos no me.~
rao grao a respeito e considerares reciprocas.
Ja. v, pois, o Liberal, que por este lado tambera,
a intriga nao fax fortuna.
Finalmente, cora a mo em ranha consciencia 6
collocado na altura de um Cavaleaiti que *e presa,
desafio os redactores do-Atroojo Liberal que des-
cortinen! a minha vi la, e patenlem os meas Cri-
mea que esli impunes ; eertos de que, se o nao
'taran, mea doipret tora igual ao que voto aos
calumniadores.
Manoel Joaquhn do Reg e Albuquerque.
notlciador do Liberal
No Noticiario desta gazeta de 38 deste raet ag
gridoni me em Unnos indignos de quera presa a
verdad, a honestidada o a justica.
O noticiario da responsabilidade da redaccio,
eesla das nspiraeftes do hornera hespanholado
do tay monte do Caft...
So com efaito de lal retlacrao, e de taea inspira-
yes podera partir es^as aggresidV.s injustsimas e
iiHDoraes aliradas a adversarios que as de>me-
recen.
Tasara-me ahi de vorsalidado de carcter poli-
tic). Alludir por ventura a redaccao ao exer-
cicio qo fi de subdelegado de Afogados na al
utitiisiracao do conselhetro Silveira Lobo? I
Mas a redaejao d) Liberal deve saber, como
tolo sabera, em qne termos fui instado, e por
Sue motivos aceitel este cargo, por cuja detnisso
epois tanto instei apenas vi realisaJ >s os lacios
qno tiveram lugar e esto no conhecimento do
publico.
O Ugueiros que poi!am exereer omb eargo em
Afogados se tinham impossibilitado de Tazer ra-
ioura tos ladres de cavallos o malvados que en
aslavain naqoelie tempo dodonunio da liga, a
Ireguezia de AkgaJos.
A raso dessa impouibilidada consta de nter-
rogatorios quo so tarara na reparti de po-
lica.
A redacto do Liberal deve er razoes de saber
qaora com ella e cora oulros eicorreg.ua no fallado
Cr" monte do caf do jardim de palacio ti) de-
cantado na adminietracao daquelle que hoje Ihes
est inspirando sisal o oulras publcayiw de bom
gosto, do ageres-ao di vida privada.
Ouve tambera coohecer quaos ertm os Ugueiros
qne naqaella poca entranh'tvam so naque;le le-
gendario jarJiui, favorecidos das trovas do mon-
te. .. ao abrigo da Tolhagam... at a hora das
fadas a diverlirem se m innocente briuquedodo
fscorrega.
Ora, se a redaccao *abe de todas cousas sua*, e
do seu inspirador pira que ania a cafci de inmo-
ralidades arriscando-so a nao cnconira las onde as
procura? I
A reoaccie do Noticiario que a mesoia daga
zeta Liberal para que provoca, para que apgride
soalzando fados da vida privada alhea, Tactos
q.ia nao tem a coragein de publicar pssignando-os
cora o nomo de algueai ? I
[seo cobarda que Unge duplamente as asque-
rosas faces de quem a autonga e de quem a exe-
- na I
Seo inspirador das hepanhas o os seus inspi-
rados me repuum verstil pelo Tacto que expuz,
iratem quanto ante? de expedir de sea gremio os
os versutis que estamos vendo era orapregos ali<
de conli-inea e de lu'ro sera renuncia de seus ca-
pricho! polticos oautes fomentand > a opposii.'ao
de pessirao gosto de que orgao a redaegao do
Liberal.
Ser por ventura a fal a nVpeooal que certa-
mente com raelhor vantagern pocaa render a essas
sentraetlas perdidas '
Descance a redaccao, e o seu homem que nao
MtM djMipliHauWo eo'fw de rau enramando para
sses Qos q'ie pensam, par que antes de chegar a
i mt [> >r qno suspirara leroi o e.uidado de cou;i-
ooaf nos recorvos Jo vi 11 ina.-.i h teMe que nun-
ca aban Ijui. pir qao qii"ni me f nheoe sabe que
nao he' croli-sao do mentira ed. on-.riga a espe-
ra d.;s Taita de pao de I e em nenhilma hypo
th?se jarniis o enlregarei a essM que perseguem o
governocooi Mlamoias e injuria- para dar-lhes o
que ooroer, caootMtante sewn a* raesmos liguei-
ros s-ob a espa ndrajosa io beralsmo, quem
iinando dcima perseguiaui do mesrao modo que
dos conservadores.
E taes scj.'ra as provocaios da redaccao do
noticiario, i d.i seu iuspial.r que era dia rasga-
rei a densa nuvcm que involve n monte caf, e os
as legeniLirios freqaentalores, o a todos por
seos proprios nomes apreatntarol taes quaes se
deixaiam ver no rctur^esconeji.
At ver, nao larde, connuora por que bem
sabem que nao son bmeifl que mena de caretas,
bom rao conhecem.
liecife, S9 de novembro de 4870. .
Francisco Carnsiro Machado Ros Junior.
OMzUdA; e eutrUato nua Si. S. e nem
otorroirle algtirna (fe sua camarilha, que
da meusa forma tinhajn scieacia de relo
crimKxo, deram a meaor .procidencia p^ra
a captura dos mencionados escravos,. oiot
obstante andarem e les publicamente arma-
dos n'aquella povoaco, empregados no
A imtaoralidade, e portanto o desrespai-
to a le 0 i socodade subi ao ponto de
Ibes io ser inataarado o competente sam-
mtio crime, r> qce smenle teve lagv.
quando os analpkabetos e desprestigiados
tiveram de entrar no exercicio de suasunc-
cionados criainusot, que foram remet-
los para a cadeia da villa de Ouricury,
onde anda se acba um delles, tendo o ou- o dito Andr Nutres nao pagara a taxa na-
AO SR. CORONEL MANOEL JACOME BtZERRA DE
OARVALHO
Villa de Pelrolina 31 de outubro de
1870.
Acaba de me chegar, ha poneos dias, o
Liberal n. 195 de 7 de julho passado, n'
qual fui mpresso um aranzel, denominado
correspondencia, assigaado pelo Sr. coro-
nel Manoel Jicome Be?erra de Carvalho,
que no dilirio de suas paixas mal cuntidas,
io duvidou prestar asua assignatura, ;ara
tomar a responsabilidade de not cias inexac-
ta*.
O desmentido as mputaces, e falsidades
contidas nessa correspondencia vaium pon
co tarde, porque o Sr. Jacome teve a habe-
lidade de, por seu mentor, oceultar s
vistas dos calumniad ja o jornal em que vi-
nha o seu aranzei, tanto que a n3u ser
a bondade deum amigode Ouricury, ajada
hojo seria gooraJo entre nos um seme-
ntante procedimonto, que revela a lt-z da
evidencia, de qoanl) capaz um adversa-
rio despeilado.
Entremos perem na qneslao.
Disse o Sr. coronel Jacome, que os car-
Ros po'iciaes neste termo se achara conlta-
d)3 a individuos, qm se nao t&o totalmente
analphabelos sao inteiramentc desprestigia-
los e sem forra moral, a ponto d nao po-
derem prenderos criminosos.
O Sr. coronel Jacome oi infeliz no sen
achado, porque este municipio inteiro co-
i'uece perfeitaraente os empregados poli-
ciaes, o sabe, quo so no lempo em qne do-
minava a parcialidade de S. S. quo oceu-
..;> ivam caes cargos individuos, que mal as
sigQvam 3eus nomes. Foi n'aquelle lem-
po, que nos conselbos da guarda nacional
"-M es.TiptarScS era feita pelos presidentes
tro conseguido evadir-so em canria*, por
ter sido para isto aux liado pur pessoas,
cujos nomes publicarei, se a tanto m3 obri-
gar o Sr. coronel Jacome.
O escravos criminosas confessaram em
juizo uo s terem sido os autores do assas-
siaato do m\\k -Manoei Loarenflo ; como
terem lanzado o cadver da victima as cham-
al as !
Sobre o assassinato da iofJiz FeRsmioa
o Sr. coroael Jocome foi, eratwra por seu
montor, potreo escropoloso, torcendo a ter-
dade con o fim de manchar a reputarlo
do delegado deste termo, pois que o as-
sassino realmente prente daquella auto
ridade, mas nao seu primo carnal. Ad
mira que "S. S. o depressa se esquecesse
Jo nome do criminoso, e do de ?eu pai,
quando ambos, e maia aU'tins res denles ao
termo do Remanso do Pilo arcado, pro-
vincia da Bahia, vieram auxilia-lo >m jairfio
de ISlS por oacasio da oleicao de eleitores
para senadores I
Nessa pocha, ento, todos ellos armados,
eram conhecidos, e votantes de 3. S fl
O facto criminoso, de que se trata deu-se
pela maneira~ seguale :
Manoel Jos de Amorim, milito Moheci-
do d a Sr. coronel Jacome, por ter sido vo-
tante em 1868, armado co n um caceta diri-
gi se a casa de sua infeliz lia, e depuis de
haverfeito arrombaaentona porla principal,
penetrou no interior da mesma casa, e inju-
riad atrozmente aquella a quera devia res-
pailar : ella armada de urna faca fez-the va-
rios ferimenlos, sendo o ultimo e miis gra-
ve no baixo veutre quando procurava fugir
pela porla da ra : tiesta occaio Manoel
d'Amoria descarregou tremenda cacetada
na cabeca de sua lia, matando-a instantnea-
mente.
O assassirw foi preso em flagrante delicio
por pessoas do povo, que o eatregaram ao
subdelegado era exorcio Jo Antonio Frei-
r d'Anorade, que all appareceu e que
mandou incontinente proceder, o corpo de
delicio em ambos : Jepois do que instaurou
o respectivo processo, que se acoa presente-
monte com despacho de pronuncia, susten-
tado pelo juiz mani:ipal na forma da lei.
Mtis tarde o delegado do termo fez mar-
char dez pracas para conduzirem o crimi-
noso e uutros pira esta villa atirn de cerera
recolhidos a eadeia Mmoeld'Amorim, po-
fm, ailegou molestia, e impossibi'.idade
de viaj ir, deixaudo por isso te vir com os
outros, o que deu lu^ar a poder elle eva-
dir-se para o termo Ha Pilad Arcado, donde
nunca raais voltou a c.ste termo.
J ve, pois, o Sr. coronel Jacome quo
altou a verdade sabida, quando aQlancou
por sia conla e responsabilidade cifeums-
tancias que nao se deram.
Para responder Sobro o assassinato pe/-
petrado por Antonio Prsica de Oiiveira na
pessoa de Manoel Pequeo bastar dizer,
que o criminoso foi preso em flagrante de-
licio, e recolliido, nao a pedido seu, mas
por ordem da autoriJade competente, a
cadeia de Joazeiro, por haver nesta maior
seguranca; sendo competentemente proces-
sado e pronunciado foi mais tarde condem
nado pulo jury desla vi'la a sele annos de
priso simples, cuja pena est comprindo
ni cadeia de (Jurcury, para onde foi, ha
pouco lempo, remettido, sendo coaduzido
por urna escolta d-j rtoze pracas commanda-
da por um lenle.
Estou certo, como todos o esto, de que
semelhanle ct minos > lefia sua completa
liberdade, so o coronel Jacome podejse
dispor da vontade dos habitantes deste mu-
nicipio, e so elle pertcncesse a sua parcia-
lidade ; felizmente, porm, para desagravo
da lei ultrajada, o criraiooso nao contou com
o appoio de seus correligionarios polticos,
embora seja maior de 30 annos, proprieta-
rio, e fazeodeiro neste termo.
Por coala da seu partido matara os cor-
religionarios do Sr. coronel Jacome, como
por exempio o alferes Felippe Nerjr, man-
dante do assassinato praticado pelo crimino-
so Antonio Tabmaz, que felizmente e para
gloria da poltica domioante, foi preso pelo
delegado da villa de Joazeiro, o lente coro
nel Beuevides Moreira do Prado e remett-
tido para esla villa: tendo o mandante ob
lido por empeohos de S. S. a revogacSo da
provincia, aira, de que podesse ter voto A2
eleico de 1863.
O celebreGil~, assassino do infeliz
II norio Jos Moreira, foi absolvido do
mesmo anno, como recompensa dos volan-
tes apocriphos, que remeiteu a S. S. da
provincia da Babia,
Quanto villa da Petrolina propriameDle
dita, que dzS. S. ser habitada era suaraaio-
ria por filhas de Jeruzalem, basta-me dizer,
que a decada e arruinada Ba-vista, sem
cotnmercio e sem lavoora e onde as vezes
so morro de Tome n3o admiiie comparadlo
com a elegante o forraosa Petrolina: seria
comparar um charco inamundo com um
lmpido e pitoreeco lago. Na Bja-sta n5o
existem mais de 4 a 5 seobor3s casadas, ao
portes tem sido passados oeste termo para
escravos exportados.
0 9r. coronel J icome, por taaltv
sertBposde provar por forma arguma, que
os Degooiantes de Joazeiro tenham t*li4o
do actual comprador desse direito, o obtinham quando S. S. punha e dispraha
deso- Jacome alo considera oa oatros apios para
a protica de actos qoe sao de partida exclu-
siva de S. S.
Admira que o Sr. coronel Jacome falle
era pioiaeira, quando precedirnento serae-
iaote sd proprio de S. S., que receben
do alfa** Andr Wooes Barros, morador
na faMda Gtvim deste tormo a ridicula
quantia. de 2005000 como garanta de que
onotdalie'rjrjTa, que tere como lilho es-
purio, quereado por osla forma prejudicar-
me e tambem ao capitao Jos Pastor Fcr-
reira Lima, como cesionarios que eramos
deste imposto provincial.
Devia dizer alguma cousa em resposta ao
que disse o 9r. coronel Jacome sobre a c-
mara municipal, mas, conslando-me qoe o
digno Sr. rnajor Antonio do Nascimenlo Pe-
reir e Meilo vai re?p>nder-lhe, reportar-
me hei ao que elle disser, fazendo aqui
ponto, por na > encontrar na poblicac3 dn
Sr. corooel Jacome coasa alguma mais:que
mereca resposta seria.
Jos CkrispiHiano lhirigues Coelho Draniio
Documermlos.
N. 1.
Villa de Petrolina, 23 de outubro de 1S70.
lllin. Sr. labellio Felippe Bei.icio de S
Lyra. -it
Vou rogar a V. S., que oa qualidae de
escrivSo da delegara desta villa, e pb o
juramento do carga que oceupa, me ataste
quantos passaportes foram expedidos pelo
seu cartorio, do 1. de/julho de 180* al
hoje, para escravos despachados para fra
da provincia; e igualmente permitu-me
fazer do sua resposta o uso que me coivier.
De 7. S. attencioso amigo obrigado.
Jos Chrispiino Rodrigues Coelho Brado
Petrdina, 7 do outubro de 1870.
Em resposta a sua carta affirrao-lhe em
palavra de honra, e sendo necesario jara-
/ei que de juih > a 'lezembro do anno pr-
ximo passado foram tirados vinte e qoilni
passaportes de esccavaa, e este anao at a
presente dala j tem sabilo ciocoeota e um,
prefazendo a somma de setenta e cinco.
o "que afirmo, podendo senir-se desla
minha resposta peio modo que lite convier.
Da V. Me. amigo obigado.
Felippe Heido de S Lyra.
n a,
Villa de Petroliaa, 23 de outubro de 1870.
Illm. Sr. Antonio Joaquina da Sha.
Vou rogar a V. S. se digne atlestar-me
ao pe desta quanu escravos bao sido des-
pachados al boje para fra da provincia,
desile que V. S. "compra", esse direito dos
capitSes Jos Pastor Ferreira Lima e Jos
Alves de Barros, cessionarios do arrenda-
meoto respectivo ; e ao mesrao lempo que
me permita fazer de sna resposta o uso
que me convier.
De V. S. raspeilador e obrigado.
Jos ChrispjiUam Rodrigues Coelho Brandao
Villa de Petrolina, iG de outubro de 1870.
Illm. Sr. terjeale coronel Jos Chrispinia-
no Rodrigues Coelho Braud5o.
Respondendo a presente carta de V. S.
atiesto sob minln palavra de honra, e jura-
mento, se necessario for, que do mea de
julho do anno passado at hoje tem sido
despachados setenta e cinco gscravos para
fra di provincia, segundo consta dot livtyas
respectivos, que se achara em meu p i'er
Pode 7. S. la/.er deste meu attestido o uso
que Ihe convier.
De V. S. respeitador e obrigado.
Antonio Joaquim da Si'va.
Constando ao abaixo assignado, que
sua tulher D. Francisca Seniorinha
t, renhora de Aona, a qual tomando, par apelu-
do, o nomo desta, coraeou a ser' eonhecida por
n3n *M* laaaci.
Bis con tere lagar a reducjio de Aona ao
eapUveiro.
ulzetn alada as testemunhai que precisando D.
Ifnacia, por esse lempo, de corta qnantia para pa-
gar % castas de um processo crime instaurado
contra sea fllho, recorrea ao maior Baptisla,
om Ih'a entpresiasse, dando em penhor a [
ana Auna Ignacia, o prometiendo veodar-lh'a, *e
nao podeaae saiislazer tea debito.
Passados lempos depon de realisado lal empres-
limo, reeebeu D. Ignacia ama carta de pessoa
analilicada, que jurou oo peito como teatemunna,
e cujo nome nao me occorro de momeato, partici-
pandi)-Ihe*que a parda Anna era livre e nao es-
crava, contse snppanba, e narrando o que com
ella se tytba dado. E como desde entao aquella
senhora tritasse de averiguar i exaetidao do boato
que j corra, e reconhecesse ser elle verdadeiro,
pelas minucuwas pesanfzas que Tez, Toi ler com o .
major Baptista para deaazero trato havido entre
elle?, declarando-lhe qne Anna Ignacia era livre.
A resposta porm qno este Ihe dea Toi: qne ella
D. guacia era mmto esperta, mas que aperar dis-
to ibe bavia de passar o titulo do venda da pardi-
nha, vio responsabilisar-se elle major pelas con-
sequencias.
sta a segunda pbase do captiveiro de Anna
Ignacia que em poder do major Baptista teve fl-
Ibos o netos.
E" esta a historia que eontatn, sob juramento,
28 testemuuhag queridas no Rio Grande do Nor-
te, no loga, no Catle do Rocha em Nazarelh,' e
outros lugares.
Seus depaimentos s variam em circamstancias
mai accidentaos, como respeito de algumas datas
mni remotas, qne nao podiam, por Trma algoma,
ser assignadas de um modo uniforme por todas
ellas.
Dizer qoe tantos horneas, de idades a vaneadas,
lipham-se coniuiado, em lugares e provincias dis-
tantes, para preslarera depoimeoto?, variados na
forma e nos inoidonte?, mas sempro coherentes na
substancia o no poato capital da queslao, quasi
suppor o impossivel.
Por muitos annos permanecen Anna Ignacia,
com seas descendentes, em escravda\ apezar da
oplnio que os proclamava livres. Baldadas To-
ram todas as tentativas, Taitas por ella, para sacu-
dir o julgo que tinha sido volad i com os seas.
A justica do centro nana empre tem a corageni
do arcar com certas nll-teneas locae>. Foi por
isto que apezar de harerem o presidente e o cliefe
de polica da Parahyba ordenado, por oficios que
se achara juntos aos autos, que se procedesse
urna syndicancia sobre taes fados, nada se pode
colher entao, por nao haver quem de veras se
interessasse pelos libertsndos.
Na provincia do Gear, para onde foi remeltida
Anna Ignacia, no intuito de irapossibilitar-se qual-
quer tentativa de liberdade de sua parte, a noticia
de ssu injusto captiveiro chegou, de Qaeixeramo-
bim, aos ouvidos do govorno que procuron, mas
debalde, chegar ao conhscimenio da verdade.
Til) isto consta do autos.
Finalmente foi intentada regularmente accao
de liberdide favor de Anna Ignacia, seas filbos
e netos.
Ss a verdade pode ser supplantada por algum
tempo, chega aQnal o dia em que ella ir rom pe
om toda sua evidencia. Foi o qne snecedeu.
Obteado os libertan ios, em seu favor, sentenfia
qoe re;ouhecia-os ingenuos, appellou seu supposto
seohor para a Hela$ao.
Tendo este egregio tribunal pelo primeiro ac-
cordao reTormado aquella decisao, e sendo oppos-
tos embargos por parte de Anna Ignaeia, Toram
estes recebido, com os votos dos Srs. desembar-
gadores Aimeida Albaquerque, Molla e Soaza
L"ao, e restahalecida a senteoga appellada.
Neste estado da causa quando os libertandos
via:n sua redempcao sellada por dous arestos da
1' e 2' instancia ; quando j nao era lcito duvi-
dar do sua condicao, saccedeu que fossem, stu
turno, recebidos os embargos do major Baptista, o
me foi occiionado por ler o Sr. desembargador
Aimeida Albuquerque modiQcado o seu segando
voto, restaurando o primeiro.
Sendo ento procurado para ndvogar a causa
dos libortindos, nao hesitei um s momento, de-
pois da leitura quo flz dos respectivos autos.
Creio que nenhum collega deixaria do fazer o
mesmo; digo mus: nao faj > de nenhum tao mo
conceito, quo o supponha capaz do negar seu pa-
trocinio a urna familia inteira que pela segnnda
vez reduzda escravidao.
Nao costumo perguntar meus conslituintes o
motivo porque me procurara; mas, quando qual-
qner eoosideracio podesse actuar em meu espi-
rito, para nao tomar a de Tesa dos libertan ios, ella
desappareceria em Vista dos autos e ante a jasliga
da causa que rae era confiada.
Tenbo consciencia de que cumpri um dever, e
ufano-me por haver concurrido, como advogado,
para qoe Tosse restituida sua primitiva liberda-
do una familia que jazia em captiveiro.
S o Sr. Sabino C. Branco poden i estranhar que
meu sugro o Sr. desembargador riuioingues se de-
clarasse suspeito em cansa advogada por mira I !
a Teca livremente elogios juizes quo procedam de
()e modo diverso, certo de quo nenhum os aoceitar,
Mendonc-a Pinto, titulo de alimentos, pre-1 ^L1noS ** 0m" "" aUlS' haVeDd ^
tende alienar bens do casal, declara o abaixo
assignado ao respeitavel publico, e previne
as competentes autoridades que a sna dita
raulher, a qual desde 11 de maio de 1865
esl na poss, administracSo, e goso dos
bens do casal, nicamente por tolerancia do
ab-ixo aasignado, nao pode por modo algum
alienar bens de especie algum1, atiento o
direito, que ao abaixo assignado cortpete
n5o s como chefe do casal, e seu adminis-
trador, scuo j/mLern atientas as clausulas
da escriptura antenupcial, lavrada em 2 de
setembro de ISti ; e que, sahindo da tole-
rancia, era que individamenle tem pzido e
fundado oas decises dos tribuaaes, e Icis
do paiz, usar de t idos os recursos, e meios
legtimos para fazer valer o seu direito
contra qualquer alioaclo, que faca ou pre-
teoda lazer a sua raulher, e assumir a com-
pelete admioisiracjlo e posse dos bens res-
pectivos.
Recife, 30 de novembro de 1870.
Joaquim da Silva Rgo.
conheco eu mais de
uraaos rjo numero dos desses analphabetos
jue trata a sua correspondencia, porque os
demars offfefaes,- adeptos de S. S. eram,
como ainda boje s3o, incapazes de desempe-
nhar semelhanle tarefa: foi n'aquelle tem-
po, aioda, que por cc:asi5o da pimeira
iiliHci^o feita no<]aboclo eu denunciei ?
S. S, (que era entao delegado de policial
do-j3 escravos de-Maeoel Francisco Morei-
ra, sogro de Rento Jos de Sant'Anoa.-seu
adepto, e ent5o primeiro juiz de paz da
Gachoeira d">.Roberto, como autbores do
batbaro assassinato perpetrada em maio de
1861 na pessoa do infeliz Manoel Louren-
$o, com coja, aiulber era um dos escravos
passo que nesta villa
viole I
Alera disto esta villa frooteira ao Joazei-
ro, rica pela sua po>icao topographica c
pelo commem'o que mantera com as pro
vincias da Bahia e Piauhy rauilo saparPf
a lodos os respeilos a vellia Bavista.
Ceotiiiuando em seu fastidioso aranr^,
diz sin^- *"?'
. .__- v or. coronel Jaeom, qoe o18
de 130 escravos s3o despachados todos os
annos com o falso titulo de serem deste
termo. 6' mais ama falsidade que avanca
o Sr. coronel Jacome, porque o documento
abaixo transcripto prava que apenas hao
sido despachados de jalho de 69 at esta
data 75 escravos, por Antonio Joaqaim da
Silva, quecomprou esse imposto pela quao-
lia de 1:800|JOOO, .que f pagou aos cessio-
narios do arrematante Jos Pastor .Ferreira
Lima e Jos Alves de Barros, sendo este
ultimo correligionario e amigo de S. S.
Do documento forceado pelo escriv5o
competente, que offei ) a considerco
do publico, verifica que smente 75 passa-
Senhores redactores.Roubando algaos instantes
meus afazeros, venho dar ama ligeira resposta
ao eommunicao que o Sr. Sabino B. Sou Lc5?
Castello Branco fez publicar, no Diario de boje,
sob a epgraphe=Gelebritdes em um julgamcnto
superior.E' um obrigaejio que me corre, na
qualidade de advogado quo son da libertana An-
na Ignacia, seus filhos e notis.na acr,ao que nto-
veo! sen supposto senhor o major Joao Baptiza
da Costa Coelho.
Se o Sr. Sabino Castello Branco nao se deixaise
levar pelo movimento de despeito que naluraluj'm.
te analta a quem perde ama questao, disputada a
todo transe, estou certo, nao viria a imprensa tra-
tar dessa causa odiosa, em qae seu pai pretenje
conservar era caplivoiro urna familia inteira, des-
cendente de venire livre, e cuja historia passambs
a surnmariarem poncas palavras, por ser-nos im-
posslvel reprodujir a prova abundante e plen-
sima que foi dada em prol dos libertandos quer na
provincia do Rio wande do Norte, quema da Pa-
rahyba, quer nesta. K' o caso :
Ha cerca de 40 annos, pouco mais ou menos a
parda Maria da Conceicao, vulgo diaria Panaleira
conlioa sua fllha Anna, de menor idade, a Jos
Kerreira da Silva, padrinho desta, para crear e
educa-la convenientemente.
Quer no centro da Parahyba, onde morava Jos
Ferreira, qn?r no do Rio Grande do Norte, para
onde posteriormente se mudou, Toi a pardinha An-
na sempre tratada por elle como livre e como sti>
ums e oatra provincia, homens, pela maior parte
de 70 a 80 anno, que Toram Vlsinhos de Jos FW-
reira-e que eonhecetb rhuito de perto a llbertand* #.
sua familia. u *
Tempos dp>is de ter Jos Ferreira flxado. sua
residencia no Rio Grande, daelarou s pe-ijoas de
ana amisade, que ia mandar, como elletivamenie
mandou, sna afllhada para a companhia da D.
Ignacia de M. Silva, entao domiciliaria em Guara-
bira, afino de ser ahi ensinada.
Isto porm nao p-vssava de om pretexto urdido
por Jos Ferreira, para cohonestar seu procodi
ment criminoso, pois a verdade jnrada pelas les-
temiinha- a seguinte : qne fugindo do poder de
D. Ignacia san escravo Pedro, bomisiou-se em
casa de Jos Ferreira, o qual mandn propor
aquella senhora, a permuta, qae se effectaou, do
referido escravo pea pardinha Anna.
Desta data em Tinte Joa Ferreira, qae nen-
hum captivo possua, e que era homem pebre.
passou a ser senhor da Pedro e 0. Ignacia, em bol
O motivo da suspeicSo jurada pelo Jsxm. Sr.
desembargador Aimeida Albuquerque exista em
sua conciencia, e esta nao pode ser devassad<.
O que, entretanto, posso aseverar, sob minha
palavra de honra, que em semelhante causa, co-
mo em todas as mais, limitei-me a estudar e de
senvolver conscienciosamente a questo. Provoco
o Sr, Sabino e a qualquer outra pessoa que me
desarala.
Nao estao em meus hbitos os manejos e os pe-
didos; se os fizesse, talve nao fos?e, como foi ha
dias, proTenda contra mim urna decisao, pela qual
a relacao mandou receber, em ambos os effeitos,
urna appellacSo interposta da sentenca que homa-
logou um arbitramento de honorarios requerido
em meu nome 11
Entre as muitas assercoes falsas do commuoi-
cado que respondo, nao deve passar sem reparo
o dizer-so ahi que era precisa a suspecao do Sr.
Aimeida Albnquerque para dar ganho de causa
aos libertandos, visto terem sido os embargos des-
tes recebidos somente por tres votos, sendo venci-
dos os Srs. desembargadores Giliraaa e L. San-
tiago.
Dos 'I juizes qae vota rara no julgamento, o anico
}ue se prontiHciou contra os libertandos Toi o Sr.
eserabargador L. Santiago ; todos os mais vota-
rain pelo recebimento dos embargas, pela liberda-
de, a qae alia* consta dos autos.
Com a maior confianca aguardo o aresto do su-
premo tribunal de justica; elle vira provar ao Sr.
Sabino, que anda mal avisado.
Recife, 30 de novembro de novembro do 1870.
Alvaro Caminha T. da Silva.
N, 428.-DA MANEIRA COMO SE DEVE
VPVER.E' por certo orna consa mui f-
cil para urna passoa embutirse quasi mor-
talmente com remedios purgativos compos-
los de oaineraes acridos e venenosos, porm
igualmente se acha ao seu alcance o'poder
restablecer a saude eforc-as lancando mao
do nico catoarlico capaz de restaurar as
interrompidas funecoas do apparelho diges-
tivo, sercrec9o, a expqlsao, um estado
perfeito de sade, sem que durante sua
operacao curativa debilite o systema. as
pillas assucaradas de Bristol, encontrnr-se-
ba este grande resultad), o qual tem sido,
por tempo mmemoriavel debalde procurado
e deaejado. Ellas sao d'uma raestimavel ac-
ceitaco para os dyspepticos os que sofirem
de prislo de veotrer os biliQos, os rbeu-
raaticos os Jiydrqp:,oS, 03 extenuados de
forcasj_n]m paiavra s5o de summa offica-
cia para todos os que soffrem molestias pro-
cedeutes do estomago, do ligado os dos ia-
testinos, sendo uta meio promplo e seguro
para o alcance de um immediato eluvio. Em
todos os casos de molestias chronicas (como
sejam, rheumai&mo aflecc5es do figado, by-
dropsia e Neuralgia,) ou quando a enfermi-
dade aprsenle nm aspecto ulceroso, nesse
caso a Salsaparrilba.de Bristol, como om po-
deroso meio de enriquecer e purificar o
saogue, pode ser tomada com somma van-
tagern conjunctamente, com as pillas. Ellas
v5o. meitidas dentro de vidrinos o por isso
a sua conservarlo intacta em todos os cli-
mas.
para o uso das familias, tem merecido oo
recebido os louvores que tem sido outorga-
do s pilulas assucaradas de Bristol, tanto
dos mdicos como dos doentes. Os teste-
manbos tendentes sua efcacia e a sua
perfeita exempejo (Te toda a casta de tom-
posicao estranba e offensiva sao das mais
elevadas aatoriades medicas. 0sai%rin-
de mrito segundo estas testemnnhai, con
siste em qoe, ellas nao s limpam e purifi-
cara o estomago e os intestinos, como tam-
bem obvias a necessidade d'uma purgaco
continuada. Alm disso ellas n5o enfraque-
cem a forca geral, como acontece com to-
dos esses porgantes mmeraes; nem to pou-
co causam a mais leve dr, ou nausea du-
rante a sua operario funecional; e por isso
mesmo se tornam inapreciaveis para as mu-
Iberes, crianzas e homens idosos. Isto
um assnmpto de vasta importancia, que to-
dos devem estudar, principiando por expe-
rmeotarem em suas pessoas as grandes e
incontestaveis virtudes das pilulas assucara-
das Bristol. Acnam-se accondicionadas den-
tro de frasquinhos e por isso o seu estado
perfeito se conserva em todos os climas. Em
todos 03 casos causados por aggravago ou
provenientes de impurezas do saogue, a Sal-
saparrilha de Bristol, dever ser tomada
conjuclamente com as pilulas.
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE 30 DE NOVEMBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Co tacos offlciaes.
Assucar raascavado purgado21300 e 21600 por
15 kil.
Algodao 1 sorto 571, 578 e 585 rs. por kil.
(hontem). *
dem dem dem5ii rs por kil. (hoje).
Freto de algodao daqui para o Canal Inglez e or-
dens para o Reino Unido 5|8 por lib. e 50|0
Gonzalo Jos Alfonso,
Presidente.
Mosquita Jnior.
Secretario.
ALFANDEGA-
Rendiment do dia I a 29. .
dem do dia 30 .
8W:57o*734
22:6181106
866:193*830
MoTlneato da alfandega.
Voluntes entrados com Tazendas
t t com gneros
Volumes sahidos com Tazendas
< > cora gneros
ira
421
-----834
100
306
-----406
Descarregam hoie Io de dezeraro.
Navio inglez Miserin divereos gneros.
Patacho amiTicanoMegeisidem.
Barca ingleza Kahi-noor Trro e carvo.
Brigue inglezKtteidem.
Brigue inglez Wild Waveidem idem.
Brigue inglezJcssiebacalho.
Bara inglezaLaciniaidem.
Brigue inglez -Brncialarioha de trigo.
Galera inglezaHr.rmioneforro e carvao.
Barca mglezaStellabacalho.
Brigue portuguez//(VAdiversos gneros.
Barca porluguezaSocialidem.
RECEBEDORU DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia l,a 29. 36:7231884
dem do dia 30 ... 4:0'J81044
60:8211928
CONSBLADO PROVINCIAL.
Rendimento d dia I a 29. 71:9101069
dem do dia 30 2.8561840
74:766*009
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 3i).
Baltimore44 dias. patacho inglez Edttli, de 226
toneladas, capilao W. F. M. Leanan, equipagem
9, carga 2:600 barricas com farinha de trigo ;
Phipps Brothers 4 C.
Navios sahidos no mesmo da.
Penedo e portos intermediosVapur nacional Ge-
quid, comruandante Macedo, carga varios g-
neros.
Granja e portos intermediosVapor nacional Pi-
rapama, commandanto Azevedo, carga dife-
rentes gneros.
LiverpoolLugar inglez Union, capTlo I. B. Bruce,
carga assucar, algodao e conros.
EDITAES.
De ordem do Exm. Sr. conselheiro
presideate da provincia coavida-se a todos
os funecionarios pblicos para assistirem ao
cortejo que se tem de fazer em palacio
effigie de S. M. o Imperador pelas 4 boras
da tarde do dia 2 de dezembro vindouro,
anniversaro natalicio do mesmo augusto
senbor.
Secretaria do governo de Pernambuoo 23
de novembro de 1870.
O secretario.
Elias F. d'Aimeida e ilbuquerqiie.
. m AS PILULAS ASSUCARADAS
DB BRISTOL.Nenhum remedio catbirtico
O Doutor Sebastio do Reg Barros de La-
cerda, juiz de direito e especial do cotn-
mercio n'esta cidade do Recife de Per-
oambuco por S. M. I. ele.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem, e delle noticia liverem que no dia 9 de
dezembro do corrente anno se lia de arre-
matar por venda, a quem mais der em praca
poblica deste juizo, depois da audiencia res-
pectiva mil pecas de chitas branca?, escu-
ras, encarnadas de lislras de cores, prelas
e riscadinhos, com 23.-035.metros a 60000
apece, importam era 6:000)5000, as quaes
vao a praca por execucao de Jos Fernan-
do Gomes, contra Jo3o Evangelista de S,
e Jo) Antonio d'Amorim.
E na falta de lanzadores que cobra o
preco da avalia?5o ser a arrematado feita
pelo prego da adjudicado om o abatimeoto
da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente, que 9er
publicado pela imprensa e afxado nos lu-
gares do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recife
do Pernambuco, aos 29 de novembro de
1870.
Eo, Ernesto Machado Freir Pereira da
Silva, eecrivSo o subscrvi.
Recife 29 de novembro de 1870.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
FAGULOADE DE DIREITO DO
RECIFE.
De ordem do Exm. Sr. director, e em campri-
roeato do aviso do ministerio dss negocios do Im-
perio de 28 de novembro do corrente anno, se fax
publico que a nscrpco para os exames de lin
gua nadional, se abrir hoje do correte, e
continuar at o da 5. O qoe se pretender los-
crever dever Taif lo ni secretaria desta Paeol-
dade por meio de rcanerimenlo ao Exm. Sr, di
rector, com a declaracao da materia a qne se tem
de inscrever, e atteslado do directer do coegio,
ou proTessor que o houver ensinada certificando,
sna habilltacao : a letra e aasignatnra do reque
rimento, devem ser do proprio punho do exami-
nando ; tudo de conformidade cora os arligos 1* e
2a das instrnecoes que balxaram tora o decreto
n. 430 dj 30 de oottibro de 1869.
Secretaria da Faenldade de direito do Recife l-
de dezembro de 1870.
O secretario Merino,
Manoel Antonio dos Passos e Uva Jm.c r.
- A cmara municipal do Recife, tendo de
construir ora grande mercado nesta cidade, con-
vida aos Srs. engenbeiros e contraanles de obras
para, dentro do praso de dons mezes, apresenta-
rem seus planos ; e, para mais facilitar esse ira-
Valbo, offerece as bases seguintw, que soffrerao
as modiScagees reconlccidas necessarias :
O novo mercado Duhlknjya construido so
cmtro da pm^* onde actual* me existe o mer-
cado de S. Joa, no esfeco oMHrehendldo entre a
roa de Pedro aBooso e o maro actual do hospi-
cio da Penba no prolongamento da ra de S. Jos.
i O novo mercado dever apresenlar urna su-
perficie coberta de 3,300 metro quadrados pouco
mais ou menos. /
c Ser de Trro fundido, ferro batido, alvenaria
de lijlo ou pedra de cantara, nu de granito do
Rio de Janeiro. O travejamento da coberta sera
de Trro batido do melhor systema admittido, e as
telhas serio de Trro, onduladas gaWanisadas, o
de barro chatas modernas.
< Ter passeos em roda, de 2 metros e 20 de
largura calcados cora lages de Lisboa, assim como
ra espacosas. Ter a solidez nocessaria para nm
edificio destinado a nm servido publico qne nao
deve ser interrompido.
< Ser de urna arebiteelura simples e elegante. .
Dever ser construido de t circulapao seja fcil, que soja bem arejado, e quo
se possa fcilmente entreter um grande aceio.
As paredes do edificio at urna corta altura
serSo de pedra de cantara de Lisboa ude alve-
naria da tijolo guarnecido de azulejo, para, se
p der constantemente conserva-las limpas.
Todo o pavimento ser ligeado cera pedia*
de Lisboa, e.-colhidas e as lages serio assentadas
sobre carnadas de belurae ou cemento, conforme
for rejonhecido o melhor.
O edificio ser feixado ; a aortas inferiores
menos as destinadas pora as entradas serio guar-
ner.idas de venezUnas, qne sirvam para defender
o interior e ntra o sol, as chuvas e grande vent ,
sera contudo interceptar toda elardade.
As venezianas internas serao de vidro, con-
forme as qne se tem empregado nos novos mer-
cados da Europa ltimamente.
Na coberta ou prxima a ella deixar-se-ho
atarlas, de maneira a dar maior claridade ae edi-
ficio e arejar a parte superior.
i A divir-ao interna ser feita de maneira que
tenia tanto guamo for possivel igualdade de van-
tagern nos lugares.
As mas ou passagens Internas serao pelo me-
nos de 2 metros de largura e os lugares para os
vendedores terao a mesma dimenso.
< Os balodes ou mezas serio de mcdelra ama-
relio, e as tampas de pedra branca de maimore.
As entradas do edificio tero grades e portoes
de Trro.
O edificio ser dividido da seguinte maneira:
< 1." Urna p.rte dostinada a venda das cari.----
verdes de bois, carneiro?, porens etc.
2. Urna parto para a venda de Tarinha, lega-
mes etc.
t 3. Urna parte para a venda do peixe.
4. Urna parte para a venda de verduras.
< Dever ter no mesmo edificio :
1.* m cerpo de guarda.
2. Um lugar para o porteiro.
3.* Um lugar para o administrador.
4. Latrina publica.
t Para commodidaJe dos vendedores e acceiu
do mercado, dever ter prximo ou dentro do edi-
ficio como se julgar mais conveniente agua com
abundancia ; duas ou mais fontes sao indispen-
saveis.
a Os concurrentes devero apresentar os dese-
nhos seguintes:
< Urna planta geral onde se ache indicadas as
eutradas das ras que dao para a praca; na es
cala O.OOlm.
Um plano do mercado na escala le 0,00o m.
< Dezenho do corte e eleve ci longitidin:.- e
transversal na escala de O.Oim.
Dezenhos representando a elevacio e detalh i
das principies juntas das pocas.di Trro batido ou
fundido, assim como do systema da coberta na
e:cala de O.iOm.
i Estes d dcscripeo circumslanciada de todo o edificiu da
qualidade dos materiaes e o systema de assenta-
los. >
~ BECLABACOES.
COMMANDO SUPERIOR
Quartel do commando superior interino da guarda
nacional do municipio do Recife 29 de qotem-
bro da 1870.
O Illm. Sr. coronel commandanto superior inte-
rino convida aos senhores offlciaes dos corpes d^
servco activo que nao arumam em parada, e des
da reserva para compirecerem pelas 4 horas da
tarde no palacio da presidencia, no dia 2 de de-
zembni prximo futuro, afim de assistirem ao
cortejo que se tem de lazer effigie de S. M. o
Imperador, dando nesse dia o 4' batalhio de in-
fantar:,t da guarda nacional a guarnicac da pra O secretario,
Firmino Jos de Oiiveira.
Do ordem do Illm. Sr. conselheiro inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
publico uue tica transferida para o dia 30 do cor-
rente iru'z, as 2 horas da tarde, a arrematacao des
10 cavallos pertcocentes ao deposite especial de
nslruceao.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambucc 26 de novembro de 1870.
Servindo de offlcial maior,
_________________Manoel Josi Pinto.
^^iJeordetndollIrruSrr conelheiroinspecirr
da thesouraria do fazenda desta provincia se Taz
publico para conhecimento dos interessados, que
o tribunal do thesouro em ordem n. 211 de 9 do
corrente mez autorisou o pagamento de dlvidu-
de exercicios Prados; cujos redores sio os segnias
tes : Apello Jos Gonzaga, Guilbermino Ferreira
Alcntara de Miranda, Manoel Ignacio da Silva e
Caserairo Gomes da Silva.
Secretaria da thesouraria de fazonda de Per-
nambuco 26 de novembro de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Santa casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no dia 1 de dezembro, pe-
las 3 horas da larde, lera de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo tempo de am
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados:
ESTABELEGIMENTOS DE CARIDADE.'
Ra de Horlas.
Casa terrean. 41.......303*000
Ra de Santa Rita.
Sobradon. 41........16l00O
Ra do Nogueira.
Casa terrea o. 17........303*0**
Travessa de S. Jos.
Casaterrean.il........1604001)
PATRIMONIO DOS ORPHAOS. ~
Rna de S. Jorge (outr'ora Pilar)
Casa terrea n. 10'................. isitoou
dem idem n. 99................... 3o8*00e
O pretendemos deverio apreicntar no acto da
orreooataco as suas flaneas, ou comparecerera
acerapanhados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
:fe, 30 de novembro de 1870.
O eserivio,
Pedro Rodrigues de Soaza.
" COMPANHIA
BEBRIBE
O cafxa interino desta compahia, o Sr.
Corbiniano de Aquino Fonseca, acha-ie ao-
torisado a pagar no seu escriptorio ra do
Vigario n. 19, das 10 horas s 3 da tarde,
o 45 dividendo desta companhia na propor-
cio de 35 por cada aceito.
Escriptorio da companhia doBeberibe
22 de novembro de *870.
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.
Consolado provincial.


T
i
-.
Diario 4* P<*nw.mkuioo Quinta eir* I de-Dai^^d^l^
de corpwacfcs 'lo mo ntorta, ^relativos ao t* se-
mestre do cocrea* am Hnneeiro de 1870-71,
incorrerldo 03 contrHrafnres qne nSe reaHsareto o
un' lamn ii tntinii a****,
aaoSo d f > do **#-*$
cnsulado pratifiil f <
1870.
Servindo de administrador.
A. WraTio P. B". e Accioli de Vasconcells
do noverambro de
AVISOS Mi

S.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
. RBCIFE.
Perante a Jauta administrativa desta santa casa
tem de ser afralos os terreos ns. 39 e 40 no
lugar dos Arrombados em Omla, os qnaei outr'o-
ra esHveram aforados Manoel Jos Lopes Braga,
que-fez crasa o de semelhante aforamento.
O pretndanles deverio apresen lar seas reque-
rmenlos na secretaria, onde podero receber as
informacdes que preeisarem.
Secretaria a santa casa de misericordia do Re-
cife 16 de novembro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonza.
THEATRO
*rs
Companhia americana e brasilei -
ra de paquetes a vapor.
Al o dia 1 de dezembro esperado dos portos
do sol o vapor americano Memmack, o qoal
depois da de,nora do cojtume seguir para New-
York tocando no Para e S. Tbomaz.
Para fretei e passagens, traia-se cora os agen-
63 Henry Forster & CL, rna do Commercio n. U.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
Navegagdo costea por vapor
Fernando de Noronba.
As doze horas da manhia
do dia 6 de dezembro proxi
mi
DK
/<~.
nmi
mo futuro seguir para aqut I- de porcelana, 4 flguras de dita, 1 toilette def
le porto ura dos vapores des la
companhia.
Recebe carga al o da 5, encomoandas, passa-
geiros e dlotieiro a frete at as 10 horas da ma-
nha do dia de sua gaida : ao escriptoro do Forte
dj Maltos n. 12.
K
EMPHEZACOIMBRA
Liado e variado espectculo en
grande galla para so
lemnloar o feliz natalicio
tic N. ll o Imperador.
Sexta feiro i de dezembro
Logo que ehegar ao seu camarote a autoridade
competente aorchestra executar urna de suases
eolhidas pecas.
Em seguidaja Sra. de Valmonca cantar
O hymno nacional
Fazendo coro toda companhia.
S*guindo se o espectculo dividido em 3 partes.
PRIMEIRA PARTE.
A mullo linda o upplaudida opereta em um acto
TO BRAZ-LE VIOLIXEUX.
Personagens.
Renette.............. Mlle. Brescia.
Malhieu.............. Mr. Maris.
Pierre.........:...... Mr. Raynaud.
SEGUNDA PARTE.
Representar se-ha pela priraeira vez a muito
liada oprela em um acto, musioa de OITemback
e innrumentaco do regente da orchestra Jos
Coelho Barbosa.
TROMB AL CASAR
naqual tomam pule Mme. Valmoncae Mr. Ma-
ri;, Carn e Raynaud.
TERCEIRA PARTE.
A mu to linda e mimosa oprela em um acto,
UN SOIRE CUEZ MLLE. CONTATS,
na qual tomara parle Mines. Valmonca e Brescia.
Os bilhetes aeham-se a venda do escriptoro do
theatro.
As pessoas que teem encommendado bilhetes
pira este dia tenham a bondade de os mandar
buscar at qointa-feira ao meio dia.
Principiar s 8 horas.
RIO DE JANEIRO
Segu em foleos das para o indicado
porto o brigae nacional Galgo, de 4* classe,
por tera maior parte da carga engajada ; e
para o resto que ainda pode receber frete,
trata-se cora Francisco Ribeiro Pinto Goi-
marSes, armazem ra do BarSo do Triom-
pho n. 96, (ontr'ora do Brura).
20 calzas cbm queijos flamengos, o mais
novos d'esie mercado
t BOJE
O agente Pestaa tari -Mus, por cenia e risco
de quem pertewer, WfO caixas eo cellentes
qneos flameago*, os mate novo* qo ha nesle
morcado, en lotes, voatade de eoraatadores,
boje, as 11 horas da manhia, no armaiua do An-
nos, dofronie da alfandaga.____________/_______
ira
DE WOVEIS
va ra da SofMbfe casa n. 56.
0 abante Puntual, compataolemente autonsado,
vender em leilo os moMis iogaintes : 1 moWia
de Jacaranda a Luiz XV, 3 ricos espelbo?, 4 jarro
pfflf**''? l!'J una aia para
rnnd Pires n. 64, venda.
ATTENCAO
i.! ao aDaixo a-signad que alguns her-
iros d Francisco Joaqolni Pereiu de Carvalho
proeunm obter dinheiro offawcido como garanta
jlio n. 2 do Hospicio, a pretesto de nao terem
rendido todo sitio apressa-se em declarar que
so gro oomprou todas as partos do "referido
sH|o aos hordeiro?, al a parte que toeou ao tes-
tamoaioiro, em p.,ga da vintena, podendo quem
intenatar ir ver as escriptiras no escriptoro n.
i* a rna do Crespo, oa no referido sitio. Faz a
presente declararlo para adencia de todcs, e
para que Dinguem se Iluda.
Roeife, 30 de novembro de 1870.
Luis E. R. Vianna.
Rio de Janeiro.
O patacho naecnal Esfrega a sahir al o lira do
roez, ainda recebe alguma carga : a tratar no es-
criptoro de Jos Mara Palmeira, largo do Corpo
Santo n. 4, Io andar
BAHA
Para e referido porto segu dentro de seis dias
a polaca italiana Sura, e por isso quem qnizer
aproveitar carregar a frete commo-'o, dirija se ao
rawi' cora marmore, 1 lavatorio cora dito, 1 cara
de Jacaranda para casal, 1 piano, 2 escarradeiras
2 guarda-ronpas, 1 bidet, 1 aparador com mar-
more, 1 guarda-louca, 1 masa elstica, 1 sof de
amanillo, cadeiras de balanco, de bracos e guarn-
eao, 1 apparelho de porcelana para jantar, 1 dito
de dito para eb, garrafas, comuoteires, clices
copos, 1 cadeira para piano, 1 magnifica urna, 1
machina para costara, 1 realejo, berco?, 1 mar-
quezo, 1 cama de amarello para casal, 1 sof de
mogno, 1 toilette do dito, 2 consolos de Jacaranda
oo m espedios, 2 pares de I ao ternas o mu i tos ou-
tros oojectos que estarlo patentes na occasao do
leilo
Sexfca-feira
2 de dezembro
oa roa da Soledade, casa n. 56, s 11 horas.
DE
THEATRO
DA
ZARZUELA IIKiPA\IIOLA
NO
campo das tmems
Sexta-feira 2 de dezembro.
espectculo em grande galla
para olemntsar o aniversario
natalicio de H. M o Sr.
D. Pedro II.
Honrado com a presenca do Exm. Sr.
presidente da provincia.
Eslreia da prima dona
D. LLIZA RIBERA LARTVLLER.
Depois dos artistas que tomara parte no diver-
timento cantarera
ante a augusta efflgie de S. H. o imperador, re
consignatario Joaquim Jos
ra do Commercio n. 17.
Gongalves Beltro
PARA'
Para o indicado porto segu em poucos dias o
brigae portugaez Realidad?, por ter a maior parte
de seu carregaraento prompto e para o pouco que
ihe falta a frete barata : trata-se com o consig-
natario Joaquim Jos Goncalves Bellxao, ra do
Commercio n. 17.
Para Lisboa
O brigae portagaez Soberano, capitao Bugigan-
Sa ; para carga e paesageiros trata-se com E. R.
abelo & C, ra do commercio n. 48, oa com o
capitao.
presentar-se-hapela 1*
\ actos
vez, a linda zarzuela em
Para Lisboa
Segu em poucos dias com a carga que tiver o
patacho portugaez Restaurando 1: quem do mes-
mo^uizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
aos consignatarios Oliveira Filaos & C, largo do
Corpo Santo n. 19, 1* andar.
BAHA.
O patacho americano turnar Megeis segu
para a Baha nestes dias ; recebe carga a freles
muito commodos : a tratar com Tasjo lrmaos &
Companhia.
Para Lisboa
Sabe com a possivel brevidade o logre porta
guez Julio por ter a maior parte da carga "compra-
da : para o resto e passageiros trata-se com os
consignatarios Thomaz de Aquioo Fouseca 4 C.
Sucgessores, rna do Vigario n. 19, Io andar.
Para Lisboa
Sahe com a maior presteza o brigae portuguez
jaia 1, capitao Antonio Francisco Vieira : para o
resto da carga e passageiros trasa- se com o mes-
mo capitao, oa com os consignatarios Thomaz de
Aquiao Fonseca 4 C. Successores, a ra do Viga-
rio n. 19.
Personagens. Actores.
Duqueza de medina...... D. Luiza.
Condessa............... Sr. Garcia Granados.
Dique de Albuquerque.. Sr. Jos Garcia.
Mirquez de Caravaea___ Sr. Riosa.
Flix, lidalgo de la montana Sr. Castillo.
Antonio, primo de Flix.. Sr. Granados.
L)quero................ Sr. Correa.
Coros de eavalleiros e damas da corte e coros
i doados.
A sceaa passa-se em Madrid, na romaria de
S. Juan, no sitio do BUEN RETIRO.
Os bilhetes acham se a venda no escriptoro do
iheatro.
Principiar chegada do Exm. Sr. presidente
Ja provincia.
SALDES
DO
CAES DO RAMOS
S'umptuoso baile e ooneerio
musical
Qiinta-feira i. de dezembro
Anniversario da memoravel restaoracSo de
Portugal do dominio bespanbol em 1640.
O proprietario dos saldes do Caes do Ramos,
d*sejando dar nesse dia nma prova do sea patrio-
tiimo pela feliz restauragao da sna cara patria
di dominafo hespanhola, resolvea festejar o an-
niversario deste grandioso dia* com todo o esme-
ro e decencia que suas torgas premittir.
E' nesta oc asilo qne o proprietario destes sa-
Ifiea, appella para o patriotismo dos fllhos da his-
toria Lusitana, sem excepgao de classe, e princi-
palmente os sennores condecorados e titulares
desse peqaenino mas valenie torrao.
Espera que todos coneorrero com a demons-
tracao de seo affecto pelo amor da patria, nao s
para que vea dignamente sollemnisar o anniver-
sario da nossa libertaco poltica na Europa, como
para mostrar ao mando inteiro qae os portugue-
es rezidentes na America nunca se esqaecem
da mai patria.
A esta grande festa da solemnisacao da nossa
liberdade, todos- devem eonbrrer; o exemplo ahi
o tendes no patriotismo dos Talonees francezes que
pela liberdade de sna patria, de longinqua trras,
todos Toam a sapndlr o jugo estrangojro da sua
'-iiS rr?iC3,
Os salSes estaro ricamente*adornidos e emban-
derado com as cores nacionaes, brasileiras e por-
joguezas bem como os tropheos e armas das daas
nac5es ; Srofessor ; antes de principiar o baile toear-se-
a os nymnos brasUeiro e portaguez.
Principiar s 9 horas.
Para o Porto
Acha-s*e quasi p ompto de carga o brigue por-
tuguez l'ni'.io : recebe passageiros e tratase com
03 consignatarios Thomaz de Aquioo Fonseca 4 C
Successores, ra do Vigario n. 19.
Para o Porto
Acha-se proposto o brigue portugaez Judilh,
tem parte da carga engajaJa, e para o resto o
passageiros trata-se cora os consignatarios Thomaz
de Aquno Fonseca 4 C. Successores, a ra do
Vigario n. 19.
LEILOES.
liEIIilO
DE
3i saceos com arroz com avaria de agua
salgada
HOJE.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem perteneer, de 3i soceos marca B com
arroz, avariadas de agua salgada, vindas da Bahia
no navio Victoria, entrado neste porto era 7 de ja-
nho prximo passado, as quaes sero vendidas
qumta-reire 1 de dezembro, s 10 e meia horas da
manlia, no armazem doAnnes.
LEILO
Para os proprietarios que fazem casas
DE
150 portas novas de molduras
Hoje
O agente Pe3tana far leilo por cont e risco
de quem perteneer, de 130 portas novas todas al-
mofadadas e muito bem acabadas, as quaes serao
vendidas em lotes, a vontade dos licitantes, ou em
um s, quinta-fera de dezembro de 1870, s
12 horas da manhaa, no trapiche Bario do Livra-
roento, no largo da"Assembla.
LEILO
|DE
7 caixai com biscoitos sortido
HOJE
O agente Pestaa far leilo por cont e risco de
3uem periencer, de 7 caixas com biscoitos sorti-
o', e serlo vendidas em ou ou mais lotes, qtin-
tafira b de dezembro de 1870, s 11 horas da
manhaa, na porta do Annes.
LEUAO .
DE
700 saccoe com farinba de mandioca mar-
ca M.
HOJE s
O Henle Pestaa fara leilo por cont e risco
de quem perteneer, de 700 saceos marca M com
farioha de mandioca de escolente qaaldade, vin-
das da Bahia so navio Soberano, as quaes sero
vendidas hoje s 7 e meta horas da manhaa, no
trapichepantas.
movis^ louc/i, crystaes, um ca-
briolet americano, um caval-
lo para o mesmo, um dito de
sella, um sellim e um silhao.
a saber :
Um piano forte do bem conhecido fabricante
Cari Sckeel a cassel, urna mobilia de castanheira
forrada de damasco, 1 estante para msica, conso-
los i mesicom pedras, tapete (forro de sala) ca-
deras de oalan^o, candieiros a gar, quadros, es-
tantes para livros.
ma mesa elstica, 2 apparelhos, l guarda-lou-
ca, i sol, 8 cadeiras, louga para cha e jantar, co-
pos, garrafas clices, garios, facas e colheres do
electro-flate, bolanca, (landres" o trem de cozinha,
Um espelho, 1 relogio, 4 commodas, 1 goarda-
roupa, 2 lavatoriss com pedra, 1 cama de ferro
para cranca, cadeiras de balauco, ocesas, camas,
cadeiras, 1 bomba e 1 limpador de facas.
Um elegante cabriola americano coberto, de
quatro rodas, rreios e um cavallo para o mesmo,
um cavallo de sella, um sellim e um silhao
Segunda-feira
5 do dezembro, na Estancia, sitio no oilo da
igreja.
Jos Latbam, tendo de retirar se para a Europa,
far leilo por intervencaj do agente Pinto, dos
movis e mais objeclo3 pertencentes casa de sua
residencia na Eslancia.
A's 10 e meia horas d > dia cima dito, pariir
do largo do Corpo Santo o omnibos para trans-
portar gratuitamente os oceurrentes ao leilo, do-
vendo parar na ra do Crespo, para receber os
que ahi esliverem.
O loilo principiar s 11 horas.
AVISOS DIVERSOS.
Luvs.
A Aguia Branca receben um elegante e bom
sortimento de luvas de pellica proprias para o
baile de hoje.
Hospital Portuguez de BeneGcen-
ea em Pernamboco.
Para a eleico da junta administrativa.
Em face do 3* do art. 17 da lei vigente, sao
convidados todos os dignos socios para se reuni-
rera em assembla geral no dia i de dezembro
prximo futuro, as 11 horas da manhaa.
As 10 horas do mencionado dia estar postado
am omnihus na roa de 1 de Marip afim de con-
dnzirao lugar competente aos senhores associados.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia '.'.in Pernambuco 29 de novembro de 1870.
Alfredo Cardoso Pereira,
Secretario,
- CASADAFORTIM
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seas fe-
lizes bilhetes um meio de o. 3072 com 5:0004000
am quarto n. 2663 eom 900*000, ura quarto n.
617 com 400<000, um meio n. 3059 com 2O0J00Q
e oulras sortes de 100* e 46* da lotera que se
acabou de extrahr (172.*) convida f.os possuido-
res a virem receber na conforraidade do costume
sem descont algam.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
6* parte das loteras, a beneficio da matriz de Ja-
beato (173"), que se extrahira tenja-feira 6 do
corrate mez.
PBEgOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*300
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro > 5*400
Meio bilhete 2*700
Qaarto 1*350
Manoel Martins Fio.
Das almas da matriz do frrpo Santo.
Nao se havendo aioda, apesar.de noelidas com-
moBtencoes, reunide no da 27 deste mez, meza
geral desta irmandade para o lira de deliberarse
sobre o arrendamento do predio n. 2 do largo do
Carpo Sanio a respeto de qoal te offcrocen pro-
823W v.aiuJ05;" ; agora por despacho do Illm.
t \ 'uil de ^P6"3* e rosidnos eonvoca-e a
reitrlda meza geral a reunirse no consistorio da
irmandade no sabbado 3 da dezembro as 5 horas
da tarde afim de resolver-se definitivamente o qne
ja se acha autorisado pela meza regedora, cor-
tos de que segundo o qne dispoe o mencionado
despacho, o ne|ocio seta dicidido por qaalquer
numero de irma;s que comparecer.
Consistorio aos 30 de novembro de 1870.
O escrivo,
Manoel Jos dos Santos.
en i li
Bua do Bacao da
Victoria n. 63
(( Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantidos da pro-
vincia
Esta feliz casa acaba de venJer entre os sem
muito felzes bilhetes a sorte de 5:000*000 em um
meio de n. 307J, outra de 900*000 em um quarto
de n. 2668, outra de 400*000 em dous quartos de
n. 617, e um meio de n. 3211 com a sorte de 100*.
e alem de outros premios menores; podendo os
seus possuidores vrem re.-eber, que proraptamen-
te serao pagos.
O abaixo asignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no sea estabelecimento comprar
os felizes bilhetes garantidos, que nao deixarao de
rar qaalquer p'remio como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se venda os rauilo felizes bilhetes ga-
rantidos em beneficio da matriz de Jaboato, qae
ser extrahida terca-feira C do corrate mez.
JPREQOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De iOOOOO para cima.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joo Joaquim da Cost Leite.
DO BEGIFE
Passeio pipucos. Ida
A
e
APiPces
volta.
A
por 1:000RS, Ki I."CLASSE,
BILHETES ESPCIAE&
PARA QUALQIER TREM
I
A' VIvMHIC-Si:
as estapoes
Do Hecife, ffieina?, Soledade. Oaminho-Novo, S, los,
Torre e Ponte de Ucha.
x ObservadoH nt rvcm para o da da compra
DOCES,
13
FRICTAS E
Ra da Cruz
FLORES.
13.
DOCES SECCOS
CAJ'
LUiAO
ABACAXI
LARANJA
CIDRA, ETC.
AVISO
Jos Joaquim Aives avisa a quem convier quej
foi noraeado administrador da massa fallida de
Al-ntida Borges & C, e que, o competente para
arrecadar e vender o que perteneer a dita massa
Hecife 24 de novembro de 1870
Precisa-se de urna criada e preferese es-
trangeira, para acompahhar una fimilia que se
retira da paiz : a tratar na ra da Cruz n. 53.
Prevengo
"O abaixo assignado previne a quera interessar,
que a escrava Benedicta, pertencente ao Dr. Can-
dido Jos Casado Lima, Ihe est empenbada por
escriptura publica passa -a em notas do tbellio
Alraeida ; assim como que pelo juizo municipal
da -1* vara da capital so promove a devida execu-
o. Ninguem, porlanto, poder legalmente fazer
transaeco alguma com a precitada escrava, pro-
testando-se proceder criminalmente contra quera
a occultar. Recife 25 de novembro de 1870.
Amaro Joaquim da Fonseca e Albuquerque.
FRUCTAS
ABACAXIS
SAPOTIS
' UVAS
LARANJAS
MELES, etc.
FLORES
BOUQUETS
PARA NOIVAS
PARA JARROS
AVULSAS
PLANTAS, ETC.
Neste estabelecimento encontrar o freguez todos
os dias presuntos era fiambr, pastis, bons-boccados,
doces de ovos, e de todas as outras qualidades, sec-
eos e em caldas, pudins, e tudo quanto se possa de-
sojar no corfortavel am excellente LUNCH ; fortifi-
cando, aquecendo, e refrescando o estomago com os
melbores vinbos do Rbeno e Bordeaux; xaropes de
todas as qualidades para capils ; sorvetes de todos
os fructos, com especialidade as tergas-feiras, quin-
tas e sabbados o excellente sorvete de creme.
Tudo com muito a seio.
Mudanpa
Gabriel Antonio mudon o seu escriptoro para
a ra de Hurlas n. 17, entrada pelo becco de S.
Pedro.
AMA
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarro1, roa
larga do Ro'ario n. 21.
Faga-se bem.
A nma ama que cosinhe e compre pira tres
pessoas : a tratar na ra Nova n. 10.
Aloga-se urna sala, dous quarlos e cosinha
para familia, sendo estes eommodos independen-
tes, por 10* : em Santo Amaro das Salinas nu-
mero 21.
Precisa-se de urna mulher porlugueza ou
brasileira que entenda de .costura e tenha bous
costumes para tratar de urna menina de 7 annos
em casa de homem solteiro : quem eslivcr neste
caso pode indicar sua residencia rna e S. Fran-
cisco n. 30 para ser procurada.
A prevengo
do Dr. Amaro Joaquim da Fonceca e Albuquer-
que respondo repellindo o devolvendolhe intacta
a id.i de negociadlo ou de occu!ta?o da escrava
em litigio perante os tribunaes.
Recife 28 de novembro de 1570.
Candido Jos Casado Lima.
A prevenfo e o Dr. Candido Jos
Casado Lima.
Para que melhor respondes- o Dr. Casado Li
ma, devolvendo intacta, em toda sua virgindade,
a idea de negtciaca < occuliacao da escrava Be-
nedicta, que empenhou ao abaixo assignado, era
mister e at mais consentaneo com seu honrado
carcter, sua alta po.-icao de Ilustre professor de
francez do co'Iegio da3 artes e provada intelligen-
cia como medico pela academia de Pars, devol-
ver intacto o respectivo pagamento desempe-
nbando por tal modo a referida escrava, sem ser
preciso para esse fim a accao da justica e o triste
cortejo de seus offlciaes.
Recife 29 de novembro de 1870.
Amaro Joequim Fonseca rde Albuquerque.
Agradecimeuto.
Manoel Jos Pinto Martins, e seas irmios filhos
do tinado Jos Joaquim Pinto Martins, no'pdem
deixar de dar o mais solemne testemuaho do seu
profundo e eterno reconhecimento aos Iiima $r3
Antonio Alves Lebre, Custodio Antonn Soares
Antonio Joaquim d'Almeido Crnz, pelo acto de
caridade e religio, de mandarem trasladar os os-
sos de seu mut presado pai, do cemiteno publico
desta ciJade para o sea jazigo oa coufraria de S.
Jos d'Agonia, o nao o podendo mostrar o sea re-
conhecimento por oatro meio, o fazem pelo pre-
sente pedindo-lh.es desculpa se com isso offendem
a modestia dos mesmos Srs.
ATTENC
5
Um mo^o brasileiro cora pralica de cobranca
offrece-se para a mesma, dano fiador de sua
conduela : quem de seu prestimo precisar dejxe
carta fechada nes a typographia com s iuiciaes
A. J. Jr. J.
MONTE PI BRASILEIRO------------
"De ordeno do Sr. director, e em observancia ao
artigo 52 dos nossos estatutos, convido a todos os
Srs. socios para comparecerem no dia 4 de de
zembro prximo futuro, ^s 9 horas di, manhaa!
de asiistirem a posse do novo conseibo, que tem
de administrar o inoo de 1870 a 1871
-Secretaria provisoria do Monte Pi Urasileiro,
28 de novembro de 1870. '
I* secretario
Manoel de Miranda Cauro.
AO PUBLICO
Hontem 27 do correte por volta das 7 Jsoras da
nolte, aasentoa-se da casa do abaixo assignado,
morador roa das Cinco Pontas n. 34, urna rapa-
riga sua afilhala, com idade de 13 para 14 annos,
cor fula, levou vestido nma saia de chita escara e
corpinln de eassa com palmas; suppoe-se ter
sido seduzida por urna mulher de nome Leopoldi-
na qae vive de ser ama de casa l para a Boa-
vis la, cuja nulher ta da mesma rapariga, ara
pouco mais aberta da eor e muito urda : roga-se
porlanto a quem souber dar qualquer noticia a
respeito, o favor de dirigirse roa cima oa i
roa estrit do Rosario n. 2i, loja de movis, qne
Ihe ticar agradec lo.
Francisco Lopes da Silva.
VICTORIANO PALHAKES.
INTERESSANTE COMPSICAO trTTRRRU.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A nolte do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com ama carta critica dirigida ao autor pele
Dr. J. B. Rigueira Costa.
i volme brochado 2*000.
AS CENTELflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay
1 volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Attenclo.
Na ruado Imperador n. 71 onereee-se ama pes-
soi habilitada para cobraoca, dando fialor de sua
conducta.
Os abaixo assignados. caradores flseaes da
massa fallida de Fenca & Santos, polo presente
convidam aos cbjfvdores da mesma ma>sa, quer
residentes nesta pra;a oa fra della, a mandarem
satisfazer seos dbitos dentro de 15 dias, contados
do presente, roa do Commercio n. 48, 1* andar,
oa aos depositarios Mendes & Coelho. i roa da
Madre de Dos. Findo esse tempo tera de se pro-
ceder judicialmente contra aquellos que nio non-
verem paga Roeife 18 de noveabro de 1870.
B. R. RaMIo A C
D. Mara Leopoldina de Mello, Francisca Leo-
poldina de Mello, Joo Mariano de Mello* Mara da
Penha de Mello, Joo da Cruz de Mello, Rosa Ma-
ra da Coneei?o Limas, Jos Flix da Silva Tei-
xejra Mello, Maria Ferreira Bailar de Mello, Jos
Fernafldes de Mello, Francisco Fernandos da Mello,
Miguel Fernandes de Mello, Maria Fernandes de
MellOj.Thereza Fernandos de Mello, Francisco Al-
vos da Costa, Manoel Alves da Costa, Miguel Es-
teves Alves, Antonio Esteves Alves, Joo Esleves
Alves, mulher, filhos, sogra, mano, cunhados e
sobrinhos do falleeid Manoei Fernandes de Mello,
agradecera cinceramente a todas as pessoas qae se
dignaram acompanhar ao jazigo o corpo do fal-
lecido ; e de novo Ibes rogam a caridade de as-
sistirem as missas e memento do stimo da que
ter lugar sexta-feira 2 do corenle, as 8 horas da
manhaa, na veneravel ordem lerceira de N. S. do
Carmo, com o que se confessam suramamente
gratos.
Precisa-se failaraosSrs^anoelLuiHr
beiro, Joaquim Jos de Sonza Lima, na ra do Vi-
gario n. 19, 1" andar.
Precisa se de
5o n. 37.
urna ama : na ra da Concei-
Precisa-se de urna .ama qua engornrae com
perleicao roupa de homem e de scahora : tra-
tar na ra da Aurora n. 4Q.
Pagase o 3o dividendo di massa fallida de
Joo Jos de Figueiredo a razio de 1 1|4 0(0,
ra da Cadeia, eseriplorio n. 49, devendo :er
apresentado os respectivos tilulos,
r.
Precisa-sede urna ama para lavar e engommar,
paga-sebem : na ra de Ilorlas n. 1. .
Curso de ferias.
No collegio de S. Pedro de Alcntara se fazum
curso de ferias das segaintes mafrias : rhetori-
ca, philosopba geometra,, g^ograplia e historia
RECTOR
Precisa-se de um feitor pertuguez que entenda
de jardim e fructeiras, para tomar cenia de um
pequejio sitio em Parnameirim, p'" eutender-se
com o dono na na das Crjzs n, 36, Io andar,
das 2 as 4 hora3 da tarde, on n > mesm siiio.
AMA
Precrsa-se de urna ama para cozinhar
;a da Independencia ns. 8 e 10.
na pra-
Precisa-se de daas boas costureiras: na ra
de Santo Amaro em frente a> Bazar das Midas.
Nao se olha a prego sendo boas.
Precisa-se de urna ama
rna Direita n. 129.
para padaria : na
PROGRAMMA
da festa de Nossa Seubora do Amparo era
Olinda.
Amanha, 2 de dezembro,. pelas 6 horas da ma-
nhaa, levantarse ha a bandeira, tocando sealgumas
Ama
Precisa-se de un a ama : na rna larga do Ro-
sario o. 31, Io andar.
IIB1NP1I0
Vende se a casa de dous andares e soto
da ra do Raro da Victoria, outr'ora ra
Nova n. 69, qne faz esquina para a roa do
; Mrquez do Herval, tera excellente vista, e
1 torna-se recommendavel pela localidade era
que se acha situada, urna das melbores,
sem duvida, daquella roa. Ter um excel-
1 lente acquisic3o para o comprador, porque
I do capital empregado obter um juro razoa-
vel e sem ri-co algum : quem pretndela
dirija-se a ra da Cadeia do Recife n. 19,
que achara com quem tratar.
Precisa-se de ama ama que engomrae e eozinhe
pe5M de msica marcial do'9!'batfbrda^gaar-!Dem Para nma f?"1*1' de duas peoa I a tratar
da nacional de Olinda, havendo novenas e versos nesta typographia,______
acompanhadas de piano e symphonia. o dia 11 Precisase de nma ama para comprar, co-
do mesmo mez, celebrar pela primeira vez o Rvm. zinhar e engommar para nma pessoa, paga-se
Sr. Manoel Jos Martins Alves de Carvalho, oran-' bem : na rna das Laranrreiras n. 14.
do no Evangelho o Rvm. padre mestre Manoel Joao-------------------------~~i------------------------'~~
Gomes, assistindftuma guarda de honra. llavera Aflld
larde rasoura do costume e Te-Deum sendo ora-1 .. .
dor o Rvm. padre mestre Jos Rayraundo Baptlsta,! Precisa-se de urna ama livre de meiaidadee
para cajo lira a respectiva irmandade nao ponpar bo* conducta, para todo o servico do ama casa
todos os esforcM para que seja feta a festa c im de ma' Pouca : I
aquello brilbantisno do costme.
Olinda, 1 de dezembro de 1870.
O joiz
Manoel Ignacio da Silva Braga.
numero 11.
Apolices.
AMA
Na ra nova de Santa Rita n. 49 e 51, serra-
ri a vapor, vende-se apoliets da provincia a jaro
de a8 1|2 : a tratar com Jo Ignacio Avilla____
Precisase de nma ama para casa de pouca fa-
niilia : na rna da Cadeia n. 21, loja de mindezas.
O Sr. Antonio Rogers da Silva tem urna car-
ta recommendada em mo do abaixo assignado,
ra do Vigario n 23, Io andar.
Jos Goncalves de Medeiros Jnior.
Brecisa-se
no largo do Carmo n. 4, fallar com am capillo de
campo a negocio de sea interesse.
j Alaga-se o 1 e 2* andar do sobrado n. 25 da
rna de Santa Rita : a tratar na rna do Queimado
numero 2. .
Alluga-se o primeiro andar do sobrado da
roa do Vigario n. 3, propino para familia, on es-
ripetorio : tratar no trapiche Queiroz,
Botica.
Os administradores da massa fallida de Antonio
Pedro de Mello convidim com urgencia aos ere-
dores da mesma massa apresentarem seus ttulos
de crdito dentro do praso de oito dias, contr
desta data, para serem classiQcados : na roa do
Vigario n. 25,1 andar.
Recife, 26 de novembro do 1870.
_________________Silaa A Joaquim Filippe. s
Precisase de nma senaora cora as habilit- -
coes precisas para ensioar meninas em nm enge-
nho : a qu* se achar habilitada, dirija-se praca
do C rpo Santo o. 17, primeiro andar, das 7 horas
da manhaa s 4 da tarde.
Precisa-se de am caixeiro com alguma pratica
e que conhega todas fs mas desta cidade para ser ]
et>;arregado da cobranca : ra da Iraperatrix na
mero 77.
Ama
Premio.
Da-se algnm dinheiro a premio iob bypothena
em predio, e at recebendo-so o alugael pelo jaro
i casa de banbos da roa da Cruz o. 17.
Precisa-se para o servico ioieruo de casa de
pequea farailii: na ra. ro Vigario n. 5, segnn-
do andar. '
Ama
Precisa-se de nma escrava qae oMlnhe, compre
e faca mais algnm snico e easa do ponca b-
milla, e qne tenha boas costme? : na roa do
Queimado n. 46.


I


T"
Diario de Pernambuco QuiHta feira 1 de Dczembro de 1870
Au belsexe
COLD GRSAIT OF ROSES.
Cette Crerae dalieieuse, nnlveraeliement rpaa-
tlae en Anglelerre, o les emmes senl ti reuoffl-
..fte pr la tall et li trinsparence de leer
\eini 4tt 5 rwiatwp aux flCideHis bakamiques
et OBclueux quila composent, aiosi qn' sacons-*
tanie ef&ca.cji fonr aducir I P
ren*e
'xjlus bUjch^ et Contribuir ains la sanie el a U
"toeaut, qui, touiours, sont inseparable.
TJn la recommai.de centre les irntttions de
fAnidMiriA talles au Boutohs, Embudes, Ta-
cont 1*. SSe* PTB.OUBS et lea ftnimwore-
S CeS Crfme coevieai sDecialmwt ax fetp-
tres enceiDtts pour prevenir LE MASLE, auquel
eles sont sujwe.-Oo s'ea ert encor pour em-
pcber la atore de se h&ler par le froid on la irop
grande ctafleur. '
* Pwt 1:800 res
Seal dept aa magasm Basar de la Mode0
Roe do Bario da Victoria.________ .
Preottt-se de nm ioleque para servido de
hotel: na roa das Cincos Ponas n. 14.


AMA
NANG1
on AGOA
par o Torneador
"iMMhTiD
rioaudeoI
Hiroumi .
Ka vlvlenu*,
PARIZ -
Na ra do Marques de CHinda (outr'ora Cadeia)
n. 30, precisa-se de urna ama para cozinhar.
INANGA
' DO
IAPO
AGUA
f\U
TCUUABOX
i-a
llH.il! i C
a
lu iiitue
PA1II
A
Aloga-se urna negrinha de idade de 14 an-
nef, muito otelligente e esperta para casa de fa-
milia ; roas adverte-se que recolhida e nao vai
roa: qo^pi quizer dirija-se ra Formosa
n. al. _____________,____________i__
Precisa-se de una ama livre ou escrava para
casa de estrangeiro : a tratar na Capunga, porto
Lasserre n. 26. _______
EetaAgoaextra-
hidt dc flore* do
PirusJsponjoa.pel
- su a eusvi iade e
,euas pfoprieda-.
des ber.eioes.
excedeos oos-
metbosmais oelebres; tepdo sido a-
doptada por toda sooiedada elegante
Deitadanos banhos.d'umperftime
delioioo. consolida as carnes e fas de-
saparecer as espiahu, oomiohBee e as effloresoeo-
oias da pelle.
I'RECO 1*500.
nico deposito no Bazar da M ra do Bar*) da Victoria ottt'ora Nova.
S
ka
Precisa-se de am molequa para serrijo de
hotel: na roa das Cinco Ponas n. lt
COMPRAS.
un multo maior vantagem conuram-se
ouro, prata e pedras preciosas en obra* temas: n
loja de joias do Coracao de Oto o. 2 D, ra do
Cabng._____________________________
Lythographia.
Quem qnier vender um prelo' de tythograpnia
coba 4 pedrase 1 rolo, annuncie para ser procu-
rad).
;> Compra-se um arreio noca ou com ponto
iiso, para dons cavalios: na riboira, do piixe n. a
Aluga-se
o 3 andar do sobrado n. 8 da ra da Imperatriz :
a tratar cora i. de M. Reg ra do Commercio
n. 34._____________
- Atrai da matriz de Santo Antonio, sobrado
n. 18, andar, faz-se comida para fra com as-
m io e promptidio.________________________m
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de hemem
solteiro, nicamente para cotinhar, porm islo qae
saiba com perfecao : a tratar na ra do Marque*
de Diinda, anliga ra da Cadeia, n. 14._________
Est por se alugar urna ca*a no Casanga
por detraz o hotel, com commodos para pequera
umilia : a iratar no sitio da llha do engenho
foela _______
Aluguel
Aluga-se urna soffrivel casa de vivenda e sitio
com bastantes e boas frueteiras, boa agua de be
ber e banho prximo casa, perto do povoado do
Caxang : quem a pretender enlenda-se na esta-
cao das Cinco Ponas com o seu chefe, ou as
obras publicas co' o capilao Francolino._______
Ama
Precisalse de urna ama para
tar na roa da Alegra n. 8.
SEGUROS
MARTIMOS
E
< OVIK 1 FOC-O. .a
A companbia Indemnisadora, estabelecida
nesia praaa, toma seguros maritimos sobre
na\ios e seus carregameHos e contra fogo
ero ediirios, mercadorias e mobilias : na
roa do Vigario n. i, pavimento terreo.
l0F1Nk%
Roga-se ao Iilm. Sr. Ignacio V'.eira de Mello, .
crivo na cidade de Nazareth dcsta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terecira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e na la curopno,
e por este motivo de novo chamado para dte
fin ; pols V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quanao o senbor sii
filho se achava no esludo nesta cidade.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, que
sempre tem >e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
jtlOKEIRA UATE_ C.
m
VENDAS.
cosinliar : ira-
Dividendo.
Paga-se o 6 dividendo da massa fallida de
Amoro), Fragoso, Santos A C. a raio de 3 0|0,
as terciase sextas feiras das II horas da ma-
Dlifia a 1 da tarde, n> escriptorio da ra do Vi-
gario n. 13, Ia andar. .______________
COMPANHIA
DOS
TRLHOS URBANOS
DO
REC1FE A* OliIMBA.
Do i de dezembro em diante baver nos
dias uteis mais um trem do Recife 5 Olin-
la s 9 i horas da manha e outro s 8
'/i da noite ssim como de Olinda ao Re-
(H-) s 2 2 e 8 "* horas da tarje.
Do dia 11 do mesmo mez emdiaule ha-
vero nos domingos e dias sanctificados
tren expresm do Recife Olinda s 4 '/i
ei 'i horas da tarde voltaado de Olinda
s 8 '/a e 6 l!i horas da t rde sem locar
em estacao alguma.
Recife, 28 de novembro de 1870.
O superintendente,
A. de Abreu Porto.
Compwliia de tiilhos urba-
nos do Recite a Beberibe
Em consequencia doolDcio dacommisso
de conlas, datado de 25 do corrente em o
qual a taesma commissj declara, so lhe ser
possivel apresenlar o resultado de seus Ira-
balhos al o dia (5 de deztmbro prximo :
o Illm. Sr. presidente da ass'embla geral,
manda convidar aos Srs. accionistas, para
loe nesse memo dia pelas 11 horas da
msnba, se achem reunidos na eslacSo da
ra da Aurora, afim de continuar a sesso
adiada d dia 31 de outubro, e ser de 3p-
preoiado o parecer da referida commiss5o.
Recife, 28 de novembro de 1870.
No impedimento do Io secretario
Antonio A. dos Sontos Porto.
2o secretario/
Ama.
Precisa se de urna ama
sario n. 28.
na ra estreita do Ro-
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO"
HOMEOPATHICO
Dlt Igido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escriptn, no que st-rao sa-
Hsfeitc3 com proirptidao.
Presta-se lambera a chamados para o
interior, a prego mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.'
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do RarSo da Victoria43
(Antiga ra Nora).
0 salo le pianos e de
msicas
nudou-se da ra Nova n. 58, 1* andar, para a
-na da
- Imperatriz n. 14, loja,
jnde contina recommendando-sc ao Illm. pu-
blico.
G. Wertheimor._________
Precisa-so de una ama que compre e coz-
nh- p3ra casa de por.ca faailia : na rya nova de
Sania Rita n. 41._________*_______________
Precisase de una ama q.ue lave e engomme
com perfeicao : na ra do Baro di Victoria n. 61,
i" .-indar.______________________________
Aluga-se um sitio no lugar da Torre, de-
frente da Ponle de Ucha, com casa coromoda e
arejada, bixa de capim e baslante terreno para
plantario. Quem pretender dirija-so ao Io andar
andar da casa n. 57, ra do Imperador ; entra-
da pelo caes de Novembro.
iWIJI"il'"IH| "->
MANUEL C
Tem a satisfac*) de .participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
t estabelecido urna nova fabrica de chapeo de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
m onde acharo os pretendentes, muio avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, quahdades e por pre-
eos mas commodos do que comporta o nosso mercado : cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darero, sendo posivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
mac?5es as tazendas que a demora da fabricarlo 6 bem diminuta, __________r_______.______________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL]
NOVIDADE.
% i
O Cola, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa das Cruzes n. 42, offerece por di-
nlieiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter recebido mullos dos gneros descriplos
pelo ultimo vapor. ,
Queljos flamengos do ultimo vapor a USOO.'
Biscoutos em caixiohas de eonngoraeSes diver-
sas proprias para festas as crianzas.
Velas stearinas a 640 rs. a libra.
Chocolate de i a 1*800 a libra.
Especial aianleiga inglesa e franceza.
Ilortalices para sopas denominadas Julienne, que
substitue perfeitamenle as mais freseas ervas.
A verdadeira farinha americana vinda de coma
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolachinhas de todas as quahdades e dos. me-
mores fabricantes.
Ervilhas francezas e portuguesas.
Vinho de todas as quahdades.
Especial e aromtico sabo de familia a 500 2
o kilo.
Holho inglez.
Ameixas e marmeladas dos melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
". ;'! .
Ensino secundario
O bacbarel A. R. de Torres Bandeira, profesor
la segunda cadeira de geographia e historia no
pvmnasio provincial de Pernambuco, tem resolv-
do abrir, na casa de sna residencia, ra dos
Martyrios n. 2 andar, um curso de
Geographia e historia,
Rhetonca e potica,
Philosophia.
B est prompto para ensinar estas disciplinas
em qualquer eollegio. Tan>bera se offerece para
dar lines de lingua franceza e de geographia s
senboras.
Emilia Laura Leal, Manoel Paulino do Nasci
ment, Henrique Soares de Azevedo e Virginia
Laura Azevedo, cordialmente agradecenfa todas
as pessoas que se dignaram assistir as exequias
e acorapanhar os resto3 m^rtaes de scu muito pro-
zado esposo, genro e cunhado Julio Cesar Leal, e
convidam as mesmas pessoas para ouvirem urna
missa que por alma do mesmo Uado mandam
resar na igreja do Espirito Santo, no dia Io de de
zembro as 6 boras da manhaa.
Mo noel Pernandes Nogueira londo recebido
a infausta noticia do fallecimento de seu pai, em
Portugal, roga ao3 seus amigos o caridoso obse-
qoio de assislirem a urna m9sa que por alma do
mesmo finado manda celebrar no dia 1 de dezem
bro na matriz de Sanio Antonio ; e por este acto
de religiao e candado se confessa eternamente
grato.
AOS 5:000,5000
Estio venda os felizes bilhetes da lotera da
Bahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourves no Recife.
GAZ GAZGAZ
Churos ao antigo deposito de Henry Forsur t
, ra do Imperador, nm carregamento da tai
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
a retalho por meaos pre^o do que em outr* qual>
fnerparta.______________________________
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite sem lillio, prefe-
rindo-se escrav : na ra larga do Rosario n. 12,
2* andar.
AMA
OJferece-se nina mnlner de boas costumes para
ama de casa de familia ou casa do bomem soltei-
ro : a iratar na ra das Trinche! ras n. 46._____
Na ra Imperial n. 49 precisa-se de nm cal-
xelro qne ten'a pratlca de taberna. ______
Frederico Maya
NCirurgi2o dentista
Acha-se em seu consultorio para os trabalhos
de sua arle nos dias uteis das 8 horas da manhaa
as 3 da tarde, e aqnelles que por suas oceupa-
$ceB nao podertm comparecer aesses dias o acha-
ro das 9 horas da manhaa as 2 da tarde nos do-
mingos e dias santificados. Tamben) continua a
prestar se a qaqlqner chamado, tanto na cidade
orno para fra della, sendo procurado em seu
consultorio ? rn do Duque de Caxias, sobrado
amarelio com entrada jiela praja d? Pedro H.
AVISO AVISO
Grande vantagem
AOS SENHMES DE ENGENHOS.
fel'm estrangeiro qne frequenton por alguns an-
uos os collegios de Franca, se offerece aos senho-
res de i ngenbos, naa s para leccionar o porlu-
guez em espaco de um anno, quando muito, como
para ensinar o francez com toda a perfeijao em
espaco de seis mezes, pelo grande conhecimento
das maneiras mais facis de aprender-se e de co-
mo se ensina nos collegios francezes, alem de ter
grande pratica por ter tambem j leccionado em
engenlios das provincias do Brasil : quem de seu
prestimo se quizer utllisar pode deixar carta fe-
chada, a qualquer hora, com endereco a Mrs. A.
B., na raa da Croz n. 52, loja de livros, ra Di-
re ita n. 118, botica, e na rna das TriDcheiras n.
O, loja. ___________________________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedrai
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesms
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se fu toda e qualquer obra de en
sommenda, e todo e qualquer concert tendente
i mesma arte
Arrenda se o sitio denominado Peixinhos,
simado entre Olinda e Beberibe, com grande casa
margem do ro, ccniendo 4 salas e gabinete, S
quartes grandes, terrajo'na frente, estribara, bai-
xa plantada de capim, que d 100 frises por dia,
fllpitos arvoredos de fruclo, grande mangabeiral,
terrenos paTa plantaQ5ef, etc., que eeom a visir. :
a iratar na ra da Bicca de S- Pedrc>, em Olinda,
oumer* 2.
A' 500 rs.
DA
Ra do Barao da Victoria, esquina da Camba do Carmo. m
(Antiga Ra Nova")

frsi
Ha sennre um grande sortimento deThapos de sol de seda, merino, alpaca,-bretanha de lioho branct. ei par- ^
do e de Slgodo os todos os Umanhos e feilios. tta da tome ^
armaces de todas as qnalidades para satisfazer qualquer encommenda
que escusa de mencionar
A modicidade de eus precos t5o conhecida

NA
Flor da Boa-Vista,
DE
Paulo Guimaraes.
Camlsnhas bordadas para senhora a 500 rs.
Gollinhas, dem dem a 440 e 500 rs.
Mantas de vareja para senhora, proprias para ba-
nho, a 800 rs.
Chias escuras e claras, o covado de 280 a 360 rs.
Mussulinas de cor, padroes novo?, covado de 2W)
a 440 r.
Laas Amelia para vestido, o covado a 500 r?.
Ditas, padroes miudinhos, o covado de 400 e 500 rs.
Pecas de algodo, madapollo, cambraas brancas:
vndese mais barato do que em qualquer cu-
ira parte.
A' ra da Imperatriz, n. 48,
junto padaria franetza.
APOLICET"
Na ra Nova de Santa Rila n. 49 e 51, serrara
a vapor, vende-se apolices da provincia a juros
de 8 por cer.to : a iralar com Jos Ignaclo'Avilla.
Vende-se sesea te de coentro e alface muito
novas : na rna da Guia n. 7,taberna.
Pili l A FESTA
3 NA LOJA
'A Rl'A W BARIO DA VICTORIA 41
Norte novo armazem tem um
variado sortimento de f.'zendas
francezas, inglezas, allem3as e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
de
ARRUDA IRMAOS.
Assim como tem urna grande
offleina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidio e perfeigSo
nada deixam a desejar. ,
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
quahdades, brins do
cores e branco3, colei-
ritihos modernos, cha-
peos do sol de seda,
finos.
RA
Baro la Victoria

''
; "' "' put' '" '" ^


\
Roupa di lodos os
amanhospara homens
meninos.
!
?

antiga rna
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mfis moder-
nas casemuas que ba
- na Europa.
DA
llaro darjVictorla
antiqi ra
L*^*>\TK1
NOVA
N. 41.
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de sofrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos je m pcntoalrda Jj^ f com-
mendas, finalmente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deua-se de annunciar todas as fazenoas, para
n3o se tornar massante -___________________________________________________________________
Na Iravessa da roa
das Gnes n, 2, pri-
meira andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ooro, prata e brilhn-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Sobrado para alugar
O 1 e 2* andar e sotlo n. 6 da ra do Duque
de Caxias : a tratar no Corar'n deOnro.
Irroandade
de \ossa Senhora da Soledadc.
ELEIQAO.
De ordem do Illm. Sr. jniz gao convidados todos
os irmaos desta Hlustrs irmandade comparece-
rem no consistorio da igreja da Soledade domingo
4 de dezembro proxm> vindouro, pelas 9 horas da
manhaa, afim de assislirem a missa votiva, e em
seguida proceder-se ns. forma do compromiso a
eleicao da nova mesa que tem de-refer- a irman-
dade no anno de 1871. Recife 28 de novembro
de 1870.
Mano'el Barbosa de Araojo,
I'scrvao interino.
Aloga-se ulna negrinha de idade 14 annos,
multo inteligente e esparta para casa de familia,
mas adverte-se qoe recolhida e nao vai TOa :
quem quizer dpj>-se ra Formosa n. 21.
Rl'A DA RVZ > I
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
arrinbos de m5o.
Venezanas para janellas.
Machinas de descarogar algodSo. )
Machinado cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavalios.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Ralancas, prencas-, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofre, salitre [limalha de
erro muitos outros artigos.
1TAMRCA0
CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo ebegado ha poneos dias completo sortimento dos incineres e mais
conhecidos cylindros americanos para padaHas, roga-se s pessoas que d'elles precisa-
rem do virem vel-os ao grande deposito do ____ _.
BASTOS
Ii O. JF A' B A a E A C HI ^" A
E
Paulo Guian raes
la
Palilots de Liim branco bluzas,
3 4. *, e G000.
Ditos de alpaca branca de '), a 'i 3.
Ditos de dita de cor, de 3 a 3*300.
Calsas brancas de brim. de 2 a s ,.
Cohetes brancos, de 2 a 3#SQ0.
Grande sortimento de calsas de casimi-
ra prea e de cor, palilots de casimira
de todas as cores, obras todas corladas
por nm perito meslre.
Na mesma lijase manda fazi r obras
por medida e por menos SO ptir cento
que em oulro qualquer estabelecimenio,
pois para isso acham-se munidos um
perito mestre e offlciaes.
A RA DA IMPERATRIZ N. 48.
Junto a padaria franceza.
ATTENCAO
Chocelate nacional.
Duas medalhas de prata e urna menco ho-
noriqa.
slvilla Imito Sf Cs
Ra aova de Sauta Rifa n. 49."
Exislem poucos alimentos simples e sabstan-
ciaes como o chocolate, estimulando suavemente
os ervos, d ao corpo o mais puro elemento do
nutricio, e ao mesmo lempo fortifica os orgaos di-
gestivo?. Todos os mdicos sao unnimes ro-
commendar este alimento como o mais proprio e
substancial para as pessoas de complexao frsa e
debilitada,
Vende-se
Primeira qualidade l|2 kil. 800 rs.
Homeopalha 1|2 kil. I000
Hespanhol 1|2 kil. 800 rs.
Vannille 1|2 kil. 1*000.
Aii- meia arroba far-se-ha abalimcnto d 10 0V0
e de arroba para cima 20 0|0
Caf muido a' vapor
garantido sem mistura a 800. rs. o kil., em maior
quanlidule lera abatimento de 12 0{0. *
Tambem ha pacotes de lj2 kil. empacotido em
papel de estanho para se conservar sempro frese.
\ Vende- se nma machina em perfejlo estado
para cortar bolachas, com 6 cortadeiras de difle-
rentes formas e lmannos : os pretendentes din -
jam-se roa Imperial n. 55._________________
Rap amarelinho
Paulo Cordeiro
Fabricado pelo mesmo proceeso como o de Lis-
boa ; acha-se venda nos seguales depsitos :
ra da Cadeia n 5 ; Vigario ns. 9 e 11 ; Rosarw
n. 38 ; Impefalriz n. 82.
OTROKA RA DA CADEIA
Calcado barato
Na loja da Exposicao na ra Nova n. 8, vnde-
se botinas prelas enfeitadas gaspudas de couro-a.
lustre para senhora, duzia a 50/, ditas ditas dita*
a 54*000._________________.___________
Venham, freguezes,
muirse ra Duque de.Casias (antiga-
mente ra das Gruzes), sobrado das pe-
cas de arlilheria n. 0.
JJNeste novo esUbelecimento encontrarao os ama-
ores de agua fresca e saborosa os melhores ob-
jectos de barro, pois se acha prvido de todo o
sor ment como sejaro : quartinhas dos melhores
fabricantes desta provincia, jarras, raoriojrues,
reSfriadores, bilha, garrafas pjlidas e torneadas,
tudo do melhor barro e gosio; assiui conTo jarran,
potes, quarlinhas, bilhas, jarros grasos para
re, louQa vdrada de todas as qualidades, e mni-
tos outros objectos sem serem poiidos, tado de oii-.
Miada para as ca-as de familia
Vende-se
Urna armacao com todos o seus
nos Abosados ra de S. Miguel, re*
para bmflia: tratar na niesin


*
^^v
Diario de Pernambuoq Quinta feira 1 de Dezembro de '1870.
Grande reuniaor
Bm do Im jurador n. 8, ar-
irazem do Campes.
Como s Wtiriproxmando o lempo dos regabo-
fet, proprie'ari d enerado ent faier reunir esa sen annaiero tim
ioaiptejo ,e variadis.'irao sortiineolo de genero?
alimeoucioe. "
Nio se prop8e a descrever nomraalmente toaos
x (Meros comidos em sea armazem por se tor-
nar de mais eofadonlio.
(note somante, que sua norma de ha muilo
tempo .'ender pao por pao qutijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
de na especial eneonmenda urna factura de cha-
rutos superiores deS. Flix da Baha, das seguio-
;es marcas : exposicao, marquezes, normas, ama-
dores e paraguayanos.
Venham todas as despensas dos arrabaldes e ci-
dade suprir-se de gneros de primeira qualidade.
Na roa do Baria da Tr.umpho, antiga do
Brum, a. 92, vende-se o seguinte por preco m-
dico:
Cal de Lisboa da mais uova que ha no mercado.
Botmetes para^barcacas e niales.

'
l
>
unios t
Tem venda em soas armazens, alm de outros
artigos de sea neg lo regular, os seguintes, que
estao "Vendendo a preeos mais baratos que em ou-
:ra qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadada?.
FARELLO em sacos grandes a J J500.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEIRAS'da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro trance?, para esgoto.
JKSSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as qualidadeS baixos
_ACHLNAS de de^carocar algodao.
BARRIS grandes com peixe da Suecia.
LONAS e brrazoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGES americanos muito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaux em caixa?.
COGNAC superior de Gautier Freres.
MILHO de Fernando a 3 o acco.
AGUA florida;
BARRIS de carne salgada de porco e de vacca
A loja de cera
;ratar na mesma.
VEADE-SE
a praca do Conde de Eu
FALSIFICARES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE DOLCM)
A nossa correspondencia do Brazii nos faz I coniraepcio, esles honrados intern ediarios
nao se mostrera dignos >la confafiea Jos seas
freguezes; nao de duvidar igualmente que
repudiando toda solaridade com "oh falcifi- \
cadores e o^sens cumplir*, elle nao se fa-
cdo um dever -d'or em diaute de procurar
as VEnoADEtius Pilllas de Bunc*m> em
oiigens certas, cndcrccando-se, quea- a nos-
mesmos em Pars, quor indi rectam inte aos
nossos principacs correspondentes, <*u eato
s casas as mais recom-
mendaveis da Franca
ou do seu paix.
Pharmateutko, ra BonaparU)mParii.
Acio-se as noisai Yikilas as principa** Fharniacias.
saber que as pnicas d'csto paix acudo-ae
actualmente inundadas por umamultido de
falci/lcanks v dot mitos producios (tex la].
Para aranlir-sc contra estas composicoOs
mais on menos perigosas, que escondem-se
d'essa maneira por delrax dasnossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa flnna, rogamos
aqu com instancia aos mdicos e aos do-
entes de -assegurar-se semprc a origera das
PiLUiASquc trazcni o nosso nome.appellando,
entre outros meio prcticos, pela bon f dos
nossos collegas, os pharmaceuticos. Nafl de
duvidar que n'uma questao que intressaja
seriamente a saudc publica e a moralidade do
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
DB. CHAS. DE GRATH .
KIItfG OF PAIM O RE DA DOR
FA.HA. USO IIVTEltPO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBTJS,
AZULEJOS
AZULEJOS.
AZULEJOS
Ha para vender alcana milheiros dos mais lin-
dos azulejos, vindos por ftncommenda de alguem
jae por cireumstanda os dispensa. No armazem
Je Tasso Irmao & C., praca do eses de Apollo
ao p da ponte provisoria.
NOVIDADES
TRIUMPHO
7 Ra do Queimado 7
DE
MORENA & BASTOS d
E' chegado a este novo estabeleciment o mais bello sortimento e fazendas
loas, sendo sua especalidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de.sda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id.m dem.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ticamente bordados para cama e janellas.
Croxes pira cadeiras e sofs.
Vestidos de crpanla branca bordados.
Popelines de Iiuwoj gostos.
L5as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b.urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que La de mais rico. L
Cretones para vestidos cora lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitae e de fazendas que
i enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro d jrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
Diana, fluxo di laagua, em on dia.
D#r i* Win, dorct d onTido ea
tr liwto.
Dar i dat, m a minuto.
walli, oineo aia.aU.
DeatoeaooM, tm riato minntot.
Otrfaatu iaeaaaaa, na d minuto
(Mi oobtuIim, na cinco minuto,
BknuBotiimo, m um di.
rbr fbr inUrmitnita^na as di.
Dor ni eoitu noi lado, sm dei mi-
auto
Touei parigoau refri&doi, em um di.
Plenreda, em um dia.
tarde utima.
Hemorrhoid bronchiti
Inflmmcio no rio.
Dyipepii, ryiiptlas.
Moleiti! de ligado.
PlpiUcao de corujio.
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS D0E5CAS SE AFBESENTAX, QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O "KINO OF PAIN" (O rei d dor) aquieta e positivamente dlaslpa mal de dlfferenMi
lienta e dorct, e allivia mal oa loflrlmentoi e produi um mais perfeito equilibrio o systema humano, o que nao M
le eettuar no mesmo tempo, com qualquer outro remedio medecinal.
Este multo popular remedio est agora nsanJo-se geralmente, pe raio que mllnares de pessoai se tem curad
gratis com o dito remedio pelo Dr. Qrath e outros mais.
Este Importante remedio nao se offerece para curar todas as doen^ns, porem to somonte para-aquellas estipulada
ka notsa di>eec/oes.
EsU openndo nos principio da ohlmlca e da elcotrlcldade e por laso, esta applicarel para o euramento e par
rettauraf ao dt acijao natural dos orgaos que soffrom d irregular clrcula^ao dos fluxos dos prlnclpaes ervos. Oleo
elctrico O Eng of Paln opera directamente nos absorventes, fazendo desappareoer as lncna9oes das glndulas ate
em um tempo Ucrlvel, breve sem perlgo do seu uso debalzo de qualquer cireumstanda.
O remedio, urna medecina para o uso externo e interno, oomposto dos elementos curativos, railes, horras, o cascas,
taes, como se tea usado do nosso antepaesados, e da quaes tem grande existencia no mundo, para curar toda ai
molestias, somonte sahendo-se quaes ellas sao.
Tot um grandt e especial desejo da faculdade de medecina durante multos annos de experiencia para aprender o
melboree modos qui se devlam adoptar para curar as seguintes doen9as, e que proporf oes de medecina se derla isar.
EM
ISA.
PHARMACIA
PERNAMBCO
E drogara r>E
BABTHOLOMEO & C
Hf.=34 Ra Larga do Rosario. IV. 34.
CASA CAUVIN
rAiiik
l I" lili
Acabam ue sabir a luz as se-
guintes pecas para
Xjportas n. 53, ra Dircito, 3 portas n. b3,antija\
loja do Braga
AMDTUiTO Pliarmaceuiico privilegiado
. HlAnlluLl, sncessor
Ituuleviml bafctopol, 33 PAB1S.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINiER
MRteatadts a academia de Seicncias c ao lns.iti.lc. de Fra:.s>,
1M IF/f ft So i torm te Paslin, dwedida c docadi pan
'dUUliL'AU fnerdi.....
Priveativ e eueti es MOLES'l'IiS C0:.V/..:^..S.
a voIdim ''a mil mIobo. leHado de
i n;i;rr.o e siuini.a seai es
lAJlllUr ilLI liU graves "Tnc'ir-cn-tn'.es"de "frijilidadl.
ESTOJOS cai
% XO.IA
DO
G/iLLO VIGILANTE
lina do Crespo o. J
Os proprietartos desle lecidb esubelt-
dmente, alera dos mintos chjecte qnc-tinham ex-,
postos a apreciaco o respeitavel publico, raa-
daram vir e acabam de recebar pelo ultimo vapw
da'Europa uw cmprelo e vanado sortimeno *
linas e mu delicadas e*pc"i.iid;vies, as quaes es-
to resolvido a vender, como de ?eu coslnmt
por preeos muito baralinhes e commodos para te-
dos, com tanto que o Gallo....
jfuio superiores luvas de pejlica, pretas, Wa
cas e de mui lindas cures. _
Mu boas e bonitas gollinhas e pnnhos para s-
nhora, neste genero o qne ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
- Lindos e riquissimos eneitea para cabejas au
Exmas. senhoras. s
Superiores trancas pretas e de cures com vidri-
Ihos o sem elle; esta fareuda o que pode hT
de melhor e mais bonito.'
Superiores e bonitos leqnes de madreperofa
marflm, sndalo e osso, sendo aquellos branco
com lindos desenhos, e estes pretos. (
Muito superiores meias fio de Escqssia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30<0C<
a duzia, entretanto que nos as vendemos por JOi.
alm destas, temos tambem grande sortimento d
outras qualidades, entre as quaes algumas muiu
linas.
Boas bengalas de superior canna da india
castao ae marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de meihor m
pode desejar ; alm destas temos lambem grac quautidade de outras qualidades, como se^am, nw-
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadea
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meui
as de i a 12 annos de dade.
Navalhas cabo de marfim elartaruga parafsiwr
barba; sao muito boas, e de mais armis sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nps por nossa ve: taro
bem assegurames sia qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas para norva.
Superiores agnlhas para machina e para croif
Linha maito boa de peso, frouxa, para .ene./
labyrintho.
Bons baralhos de carias pan voltare.e, assiu
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das memores per-
fumaras e dos raelheres e mais conhecilos per-
fumistas. "_
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsces, <
facilitam a denlico das Innocentes crianzas, so-
mos desde muito recetedores destes prodiffioso
collares, e continuamos a recete-los por todes
vapores, aflm de que nunca faltem lo mercado
tomo j tem acontecido, assini pois podero aqutl-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galu
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes veroa
deiros collares, e os quaes altendendo-se ao u
para que sao applicados,' se tendero com um ma
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamoi
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virea
comprar por preeos muito raroavtis loja do galk
vigiLante, ra do t'.respo n. 7.______________
Dxsordeiro previdenti
f8t?a do jieiaado o. i.
Novo e variado sortimento ds perfura?r..
unas, e oniros objectos.
Alm do completo sortimento de per?-
alarias, de que effeclivamer.te ost provid
loja do Cordciro frevilcute. ella acaba c
receber rtm outro sertimento que
i fon**, e ile "volir.ne de vn P,)rte-Moo,Ia
CQTEltDO TODO lll\ C.VJE.S.V.
COLLYRIO Contra as affececis das palpebras,
preparado sob a mcsuia forma.
PIANO
!:>"XX)
mauda walsa d'Arditi
Ideal e realidade muito bcuila
phantasia pelo maestro Cazal-
bore I000
r*oslill)dOlinda phantasia ejecuta-
da ,com grande applauso pela
msica alleima l^oOO
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqu tem
feilo 1-OOO
ACABA DE PUBLICAR-SE
i CilecQo de musioas dos cavatiir.bos para
anr i ^
|1 W MJL
gRcebeu mais grande sortimento de mu-
dicas para piano, e piano e canto, o lambem
i opera
O abaixo assignado, dono deslo antigo e.tabelecimcnto, tendo em vista apresentar cro
completo sortimento de ferragens, raiudezas e colileria, tem resolvido mandar buscar em ,
diversos pernos da Europa os melbores objectos de seu estabelecimento dos fabricaates j
mais cenhecido* ; pelo que convida ao rcspeitavel publico e a sens numerosos fregutzes, i
virem se servir dos objectos de sua carencia, r.euue oncontrarao por menos 10 OjO do que }
em outra qualquer parte, um sortimento compiti de machinas para descansar algodao,
do bem conhecido faurieacte Cottorr Gin ditos para fogo, moinhos p..ra caf de todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de
dou cano e <1p pm. laclo icgisti enuio (r.incezas^ loiica de corcdana. faes -o-'
de diverfis qualidades e preeos, bandejas cbinezas, salitre, breu, barbante, cnxoire, pape e
limalha de ferro, ac, e agulha para fogueteiro
assim como encontrarlo constanl?-
iimaioa ue ierro, a^-o, e diurna |un !>,euC.c.. .... ^ -. ----
mente grande porcao de fogo do ar, e recbense encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objeto?, que so tornara enfadonjio numera-ins : venham a ra piran i.
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
PRECIOSA DESCOMA
BARTHOLOHEO & G
Depositarios geral para o BRASIL o PORTUGAL
" 3i, ra larga do Rosario. PERNAMBCO.
S3 .
1
L
para piano e canto, e tambem os melhores
pedamos para piano s composigao do illas-
tre compositor brasilciro
Carlos Gomes
que tanto furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
DE
0 TNICO DELSUC que boje aprsenla ao publico, depois, porm, de um severo
esame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue tima superiondade
incontestavel a todas as outras preparares, que at hoje tem apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilhante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, faiendo com qne appareca em bom estar impagavel.
Esta agua compe-se de substancias cuidadosamente escolhidas, .parifieadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dr-lho
nma acejo verdaderamente efticaz, consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabega, e esfregase levemente ; rnimediatamenle ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Deb-ac- cabeileirciw de Paris.
Ra Io de tarqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
Ll
CONFEITARIA
Rival sem segundo,
lUlDIislE}!; CAAl.l X. 49
(Antiga piiq ala On.MI?>liA.i .
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesonras unas para unhas e costu-
ra a.......
Papis de aguibas francezas a ba-
lo a.....5
Caixas com seis sabonetes de frota
Libras de la para bordar de todas
as cores a....."
Garriteis de linha Alejandre a. .
Frascos cora azeite pira machinas
Gravatas de coresrmuito finas a .
Crozas de botBemsdepersla -
nislimos a.
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixs com 100 envelopes muito
superiores a ..... .
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros cora tinta preta a 80
Pecas de tita elstica muito
Lata com superior banba a
Frascos de oleo Pbilocomo
fino a. ...-
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzi d* sabonetes muito finos a.
Sabonetes iuglezesa 600 rs. e. .
frasco com agua de colonia Ptver a
Dito de oleo babeza a.....
Caixas d lamparinas a. .
a forma menino muilo
Rival sem segundo
o
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. i9
Estou disposto a continuar a vender toirat
Cos admirados.
120 Duzias de patos seguranza a
[20
500
60
1,5000
8^000
100
300
500
500
GO
240
fina a
100 o.
muito
Duzia de palitos seguranza caixa
granda a...................
Frascos cera (kobaboza muito fino.
Pacote.s cura p's de arroz o me-
lhor que ha a...............
Navalhas muito Cnas para fazer
bar', a a....................
Caisi de linha brai do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
Ibas......................
Caixas cora peonas d'aco Je 1 erry
superiores.................
Lencos do cassa braucos e pinU-
dosa..."..................
Caixas com 20 quadernos de ji a pe
pautado
200
200
500
240
500
72U
1^200
500
500
40
DOS
DE
A. J. de Azevedo
k RA DO BARIO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. II).
ANANAZES
L#
i mi
trji T ^
Enconlra-se sempre: |
BOLIl^lIS para cha ; pao de 16 ; bollo
inglez; pastis de diferentes qualidades;
doces de fructas, em calda e secco, em
barrilrahos em latas.
CA1X1NHAS com amendoas e paslilhas,
proprias para presentes; cb preto, miudo,
de superior qualidade ; latas com pecegos
a 1,5000.
Ra da Cruz n. 16
AMENDOAS confeitadas: xaropes refri-
gerantes ; vinho Bucellas, branco e tinto,
proprio para mesa; vermouth ; absyntio;
vinbos finos, champagne.
Sabonetes
superiores a.
Gartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas dejodos os
nmeros a.....
Capachos muito bonitos e grandes a
Garriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agnlheiros de osso enfeitados i, .
Librado linha franceza superior
qualidade a. ...... 2^420
Caixas de pauto do gaz a.
cogoac
PAPIS para
para cobrir bolos
sortes,"; ditos vendados
Rob-^nte-rheumatico.
PRESUNTOS e fiambres.
RECEBEM-SE cncommendas de bandejas com bolinhos, com armacSo de assu-
car e sem ella ; de p5o de l e bolos enfeitados com disticos e sem elles: o de outros
muilos objectos proprios para grandes jantares, bailes, etc., eto.
O Bazar da Moda receben novo sortimen-
to de fazendas do ultimo gsto 'para vesti-
dos, assim como cbapeosinbos, casacos,
borns, coques, camisinbas, etc, etc
Continua sempre o grande e afamado sor
tmenlo de iQwdezas perfumaras verda-
deiras, que tudo se vende por baratissimos
preeos
Dam-se amostras e inanda-sc em casa das
Exmas. familias o que desejarem, rna do
Baro da Victoria, outr'ora Nova.
100- Caixas :om 50 a-jvellos de linha
do gaz a. ;
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......
Pegas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pocas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e.
Pegas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e......
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 406 rs. e.....
Pares de meias cruas para nw."
hos diversos tamarros a.
Duzfas ue meias brancas muito
finas para senhora a.
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios porluguezes a. .
Cartes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades......
Caixas com penna de ac muilo
boa de 320 a. .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia e agoiha para .machina a.
240
400
10800
700
640
240
00
Remedio effleacissimo contra as d6res rheuma-
ticas at boje o maii conhecido pelos seos mari-
vilhosos resallados. .
* XAROPE DE AGRIAO.-E um dos medicamen-
tos rae sua eficacia as enfermidades, tosse e
caMue pela bocea, bronchites, dores e fraijueza
o peito, escrobuto e molestias de figado, qne me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.-A celebre rail
de marapuaina, cuja energa e eficacia as para- Libras de pregOS francezes todos
lysias, intorpecimento, etc. etc. muito se recom-'
menda. .
Todos esses preparados se encontrara na pnar-
macia e drogara de Barlholomeu & G., nico de-
posito na ra larga do Rosario n. 34.
Vend-se um cabriole i -as rodas
porcotnmodo pre';o : 3 ~ver e tratar na na do
Jasaiim d. 20.
O iiroblcma osolvido por |l Rigcxot com o maj:
Eligir a a: signatura ao l.ido, por ,ae ta filcilicadc:tit.
PARJS.,-liue Y\tiU+#*-Temple, 26.
Mjf
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclheroy.
nico deposito om Pernambuco caes da alian-
Jega velha a. 2, 1* anda.
ATTECO
Vendo seumaemoa do carregar 1,200 a 1,300
tijolos : a tratar na ra Direita n. 101,"
os tamanhos a.
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Retma de papel pautado sypetior
Resma de papel liso moito supe-
rior a .....'......
320
32G
320
5000
300
160
300
100
' m
m
360t
500
20000
500
500
500
4C
500
320
4,jl500
2,5000
10500
30000
400
20
400
50C
40
2,$000
240
o espera continuar a merecer a aprecia
(Jo rapeitaY*l pnblico era geral e ae
uoa freguezia em partkslar, ri5o se ate*
tando elle de sua bem tonttecidaman
e barateza. Em dita Teja encontrarlo i>
ipreciadores do b<:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Mnrray LammaU.
Dita Co *..&*?
fabricantes.
Dita de Oor delarang
Dita dos Alpes, vilete rara toil>
Elixir odontalgia para conMrvacao
ssoio da bocea.
Cosmetiquw de superior qtralidadc
ros agiadveis.
Copos e tatas, maiores e menores, eos
pomada fina para cabel-o.
Frascos com djfci japoneza, transparen;
a outras lea.
Finos extractos inglezes, araortcanoa
francezes em frascos simj :.
Essencia imperial do c radavel cbi
ro de violeta.
Outras wncentradia B -otroa ;gu*.
mente Unas e agradJrwis.
Cleo pbi'.ocomfl vwdadeiro.
Extracio d'oleo de snprior quadad*
com esco'bidos che:r(-3, em (rascoi dodiS-
rentes lamahc.".
Sabonetes em barraa, m:rese aenor<
para mos.
Ditos transparentes, redoros e em Sg.
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barfc
Caixinhas com bonitos sabonetes imiland
fructaa.
Ditas de madeir.' inverntsada contendo
as perfumaras, muito proprias para prt
lentes. .
Ditas de papelao igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas. .
Benitos vasos de metal coloridos, *
moldes novos e elegantes, m p de arro
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente.
pos de camphora e outras differesu
qnaiidadea tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada nafai eo|ne.
Um outro srtttfiento de coques de ne
vos e bonitos moldes com fllets de vidrilht
o alguna delles ornados de flores e fita
esto todos cxposto3 apreciac-io de qcv;
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e pe;feic5o.
Fi vellas e B Bello e variado sortimento de taes obj*.
tos, ficindo a boa eacolha ao gosto do cor-
pracor.
400
"40000
30600
FARINHA
de trigo a 3000 a oarrica : no
liza, ra Jo Livraniento n. 38.
il
armazem Ua-
\\vHp do Porto engarrafado velho e do excollenlee
quaidad! cjjmo sej lardo, Malvaiia, Du-
jne do torio, Duque de Casias e outras jnarca?
obra coaibem contifcida ;rco tm frarris Ja 4o, de
t'rimos
A i$\ 00
Vendom-so borzeguins paia crianca.,.
p miudezas darua da 3adei3 n. 50. U roa do vigar n. 17.
joaquim Rodrigues Ta- |
vares de Mello, $
, TEM PARA VENDER
em spu eicriptorio, praca do Corno Santo W
n. 17 :
Fumo em folha
f e S* qualidade, e vende nm ou mal?
fardos a vontade dos. compradores.
Cal de Lkboa
ul'ima chegada. t
PotassidRussia.
Parlaha de mandioca.
' Viuho Bordeaux.
de f qualidade. Tudo de'veudf
bar.ua do que em outra qualrer parte. {
i
3
Viiilio -X^rez
deprim ira qualidade, em ca
l casa ii K'fferict C
vende-se eio



1


Diario de l'eraainbuco Quinta feir 1 de Dezembro de 1870.

BAZAR DO PAVAO
60-ROA-DA IMPEMTMZ-G&
DE
PEBEIRA DA SUVA C.
apurado go8to6e1o(5sCrde1 '* ^S-"?.!.? J?contrar o respeitavel publico, am grande a miado sorlimeato de fazendas doman
fazer os feos sertimeatfis
Eraras, familas se dar5o
T^inilZ^Z^ JVr,me,ra n.ec6ss^ade, que se vendem mais baratas do que em ontra qualquer part, visto que oe.oc-
JaZm rii P SyStema de.S venderem a MNHErRO ; par. poderem vender pelo costo, liraitaoeo-w apenes
Jf?[ : aS Pe"a8 qoe Deoca"i em oeqaoDi esca'a nesta loja e armazem poderlo ".. ...ZU
t!Si f !r^V^ecompram as casas inglezas, (importadoras) e para mador commodidade das
amostras de todas as fazendas, ou lhes levam em saas casas para escofaerem,
TAPETES GROSDETfAPLES PRETOS
Cbegou para o Bazar do Pavao o mais Chegou paru Bazar do PavSo um gran-
eiegante sortimett^ de tapetes grandes, pa- de sortimento dos melbores grcsdeoaple
ra solas, com 4 cadeins, ditos mais peque- pretos que tem vindo ao mercado, me se
nos, para doas cadeiras. ditos para vendem de ,10600 at-54000 o covado :
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por s5o todoa muito em coma,
meoof do que era outra qualquer parte. ESPARTILHO.
ROUPAS PARA IIOMENS No Bazar do PavSt recebeo-se um elegaa-
wo accreditado Ba.-ar do Pavao encentra- te sortinaento dos mais modernos e melho-
r o respeitavel publico um grande sorti- res espartilbos, qoe te vendem por
ment de roupas para homens tanto bran- muilo em conta.
prego
: cas como de cores, a saber:
Camisas coa;-peitos d'algodSo edelinbo,
*)ara todos os pregos e qua'idades.
Geror.las de linbo e algodao.
Meias cartas francezase inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qnalidades, e tem de mais mais
am perito
ALFAIATE
v Por quero se manda fazer com prestesa
e aceio qaalqa^r peg de obra a capricho
ou gO'to do fregnez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qnalidades de
panno fino, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor ; e creando qual-
quer nbra n3o flear ioteiramente ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
FUSILES DE COR E BRANCOS
Vendem-se bunitos fustes brancos e de
cores, oroprios para vestidos e roupas de
meninos, sendo de cores a 800 res o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. GO
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res. v
a 200 res.
Vendem-se chitas largas com mnito bons
pannos e cores fixas, pelo barato preco de
200 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 owdos a 250C0, pechincha, no Bazar
do Pa\5o.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vendem-se bunias c.ssas de cores miu-
din a> pelo barato preco de 200 ris oc>
peratriz o 60.
PAXNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavo vende-se bonita fa-
zen
com babados e predas ie um la lo, dando
t lar.nn da fazenda o compri nenio da
saia. .-. qual se ple fazer com 3 ou 3 1|2
metros e vende-se a 14,15280 e 1)5600;
assim como tambemno mesmo estabeleci-
me t se ven ie bonitas saiw brancas bor-
da las, t n lo quairo pannos cada urna, ditas
d la de cores ja promptas, urnas com
barras differeotes da mesma fazenda 45000,
e Mitras com barras brdalas 64 e 70001',
tad > isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da
Iraneratriz n. 60. Bazar d'> Pav5o.
TARLATANASLISTRADAS CORTE A 65500
Cnegf u para o Bazar do Pavao um bonito
sortimento de tarlataoas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
niti fa7enda muita phantasia. e liqaida-se
cada corte a 60500, pechincha ; na roa
da Ii eratriz n. 60.
CASAQUINHOS DE GUIR? A 100, 120,
160, E 200.
Chegaram para o Bazar do Pavao os
mais molernos casaquinaos ou basquinas de
guipure com cintura, ricamente enfeitados
com lagos, e vendem se pelo barato preco
de 10/}, 1*4, 160, e 200. pechincaa,
ru da Impe atriz n. 60.
LENQOS DE MORIM A 30500 A DZIA
Veadem-se duzias de leng-is finissimos,
branc de morim, sendo fazenda muito
encorpada, a 30500 a dazia. Ditos de
cambraias fiosiaps, fazenla que semore
se ren leu a 50000 e Iiquida-se a 30500 a
duzH por Biw maita porgSo, no Bizarido
Pavo a ra da Imperatriz n. 60.
CORIINADOS DO BAZAR DO PAVO A
80 100 120 E 160
Chegou urna grande remesja dos me-
lbores cortina us borlados, propnos para
camas e janellas, que se vendem pelo ba-
rato preco de 80, 100, 120, e 160, o par :
roa da Imparatriz n. 60.
MAOAPOLAO ENFESTAOO PECA A
30200
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavao receben om grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balaceo sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vende-se sojerior
bramante d'algodlo com 10 palmos de lar-
gara a 10800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds linbodo portocom 3 1/2 'palmos deiargura
de 720 al 10 a vara, assim como umg. ande
sortimento de ILmburgo ou creguellas de
todos os nmeros, precos ou quadades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qmlqner pirta; apnveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo veode-se snperior
atoalhado trancado, com8palmos deiargu-
ra a 10600 o metro, dito de linho adamas-
cado o i&elhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; todo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veode-se constante-
mente o melbor sortimec.to de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinbas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as quadades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, canWas, bombazinas, qne sa
vendem maisbarah do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do Pavo vendem.3e bonitos e
grandes cachi-nez de pura a, pelo bara-
to preco de 6^000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80010.
Vende-se um esplendido sortimento de
dnissimas cambrdtas victorias, por precos
"UIJ ""'"i -v ijuu ou uuu' quaiquei'
[parte, tendo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70000, finissimas a 80500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liquidam-se por este preco em relafo a
urna grande compra qae se fez no Bazar
do Pavo.
BABAD1NH )S
No Bazar do Pavo veode-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de eotrameioi largos e
estreitos, que para acabar te vende mnito
em conta e mais barato do que em ootra
qualquer parte.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos raehores setins e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
muito em coma.
Colchas branc 302;O, 30500e 70000.
Para o Ba/.ar do Pava i chegou um grande
sortimento das melbores eolebas pretas,
sendo das mejores e iais encorpadas qae
tem vindo 70000, ditas um pouco mais
baixa 30500 e ditas 3520; tambem no
mesmo es t ahelame ato. se ven le um grande
sortimento de crlones e chitas proprias
para colchas que se vendem runitoem conta.
Sedas de qiuilrios i 10280 ao corado
Vende-se de quadrinhos, com lind ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, e venda-se
10280 cada covad; pechincha no
Bazar do Pavo.
CHALES DE RENDA.
Chales 200 t.
Chales 2000.
Chales
Vend-'-se ama grande
pretos de renda ou croch,
cooa 4 puntas, fazenla que sempre se' ven-
deu 5000o eliquid-se a t)00 cada um,
pechincha no B.zar do Javo, a ra da
imperatriz n. 60
LINDAS BAREGES A 320 RS. O COVADO
No Bazar do Pava vende-se o mais bo-
nito sort ment de finissimas bareges trans-
parentes com as mais b-nitas listas de cores
proprias para vestido, e h.ju da-se a pataca
o covado por eslarmos
PECHINCHaS
PAVAO
Para Tender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RB.
Chegou om elegante sortimento de I3as-
inhaa do Japo, com padrees de sada e de
maito boa qnalidade. que se vendem s
SOO rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pavao, raa da Imperairiz a. 60.
POPEUNAS DO JAPO A 10600 O COVADO.
Cbegou am elegante sortimento de lin-
dissimas poupelinas Japonesas, com os
mais delicados gostos, tendo muito lastro
e com listrinhas de seda, seado esta nova
fazenda quasi da largara di chita fraoce-
za e vende-se peio barato preco de 106OO
cada covad, no Bazar do i a 5o.
AS POPEUNAS DO PAVO A 20000, 0 COVADO.
Chegm para o Bazar do Pavao um bo-
nito sortimento das mai? modernas e ele-
gantes ponpenas de linho e seda, que se
vendem pelo baratrssioo preco de 20000
cada um eovaSo, assio como ditas com
goftos escossezes a 21400, pechiucha no
Bazrr do PavSo.
SEDAS A 20000
Chegou un elegante sortimento de boni-
tas seda* de listriohas, com as cores mais no
vas qua tem vindo aa mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na roa da Imperatriz
Bazar do PavSo.
CRETONE FORTE A 20000 0 METRO
So no Bazar do Pavo.
Cbegou o vordadeiro cretoiie francez pro-
prio para lencoes tendo 10 pa'mos de lar-
gura, e moito encorpado, sendo preciso ape-
nas para cada leGcol 1 'A ou 1 '/j metros, alm
d'esta applicago tambem esta larga e en-
corpada fazenda propria para toalhas, saias,
ceroulas, etc. e liqfuida-se pelo barato pre-
co de 20000 cada metro.
CASEMIRAS A 20500 CADA COVADO
No Bazar do Pavao vende-sa um grande
iortimsnto de bonitas casemiras de nma f
cor, seado asul. lirio, mesclada, sendo de
duas largaras, proprias para caifas, palitos,
e rouoas para menino, e vendem se pelo
barato prego de 0500 o covado, roa da
Imperatriz n. 60.
........r .....a a OUKJ rs. o COVADO,
Vcnde-se delicadas Uasinbas com dA-
renles gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavlo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacas brancas lavradas imitac5o|
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bazar do Pavao.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS
Vende-se om grande sortimento de lin-
das alpacas lavradas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pav5o_
Raa Buque de Caitas n. 3
asawel
iiabqni
GRANDE MIMDE
Unto mab quanto aproxma-se o tempo em que
todot parweni mats dispostos psra suivitar a
fadigafcipaMsdas; isto ,aproxiaia-e o tempo cha-
mad i a festt; ella apressa-se en mencionar o qoe
tem receMo ltimamente, pois como sibem, os
seus objatto primara sempre em gusto e snperio-
ridade, assim pois os apreciadores do bom diri-
jam-se Nova Esperanca aflm de comprarem o
que de raelnct exiaie no mercado, como seja :
Moderno.aderecoi de tartaruga e madreperola.
Agulhl para hwdar em 12a.
Lindas eaixaa de paro da Rassia proprias pa-
ra presentes, contende tres frascos de crvstal com
Anos extractos.
Bo agathas cantoras.
Um va:iadissimo sortimento de modernos enfei-
le para velido?.
Espartilbos de muilas quadades.
Bonitas e elegantes caixas para costara.
Torca I de seda para crochet, de bonitas cores.
Lindissimas noneca vestidas e despidas com qoe
se agrada perfei lamente aos menino?.
Delicados ramos de ores de laranja com t ll2
metro de comprimento para regaeo de vestido de
noiva?.
Bonitos vasos com banha com dlstieos de appe-
lidos brasileiros proprioi para presentes.
Modernos pentes dourados para senhoras.
Bons telescopios com boniu e interessantes car-
loes de vistas.
Fina cadeias de cabellos e plaqu para rejogios.
Fino saboneles de areia para amaciara3 maos.
Boas meias de la para bamens e senhoras.
Um grande sortiment de finas thesouras e ca-
ivetes de'mnitas qualida^ee.
Bonitas meias de cores para homens e senhoras.
l*oiiada alpaca.
K.-*.a pomada preparada com tutano de urgo
pelo afamado fabricante Pifase & Lnbine, e real-
mente muito boa, e um verdadeiro antidoto para
as caspas, e existe somente raa Duque de Caxias
n. 63, na Nova Esperanca.
Perfumaras
As melbores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francez como ingles, eslao expostas venda
na raa Duque de Caxias n. 63, na Nova Espe
ranea.
Extractos, banha, oleo,' sabonetes, agoas de co
lonia, de laranja, florida e do lavande, etc., etc.,
todo de superior qualid?de : vende-se na Nova
Esperanca raa Duque de Caxias n. 63.
CHEGARAMj
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende na raa da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao M irtins de
Barro
2000.
jorco de chales
sendo pretos
Vendem-se pecas de madapollo francez !rc,vaa?.por esWru8 muito prximos da
enfestado, tendo U metros cada peca a ; d,ta* ""ciadas, fa-enda muito las-
pega
do Pavo,
trosa e com lindas coros a 400 ris o covado
pe hincha a ma lalnp-rainzn. 60.
30200 : pechincba no Bazar
ra da Imperatriz d. 60.
AM*SCS PARA COLCHAS LENCOS DE ASS.\ DUZA 3*030
ro Bazar do Pavao, vende-se damasco Vende.u-se Bni>si uns lencos de cass
enres fixas
palmos le largara proprios para colchas, j emba ihadts, SHnioj)r..prio para bomens
pelo barato preco de 1^280 cada covado, e senhoras pelo baraiissim- f.reco de 30010
dito, dito, com 8 pal .,os maito fino .a a duzia, no Bazar do Pavao
40000, assim comorauito benitas colchas ratriz n. 60.
a raa da Impe-
de damasco de 15 que se vende na loja do
PavSo ra da mperairiz n. 60.
RETALHOS DE CHITAS E CASSAS PRE-
TAS.
No Bazar do Pav3o vende-se porcJO de
retalhos de chitas e cassas pretas sem li-
mite do prego : roa da Imperatriz n. 6j.
TOALHAS A 70300
No Bazar n pavjo fez se ama grande
mura de tnalhas alcoc ,..adas, proprias
ara rosto, bastante encornadas grandes,
jae sempre se vnnderam a\120OOO,.e li-
inidam-se a 7a500 a dnzfs^ou a 640 rs.
ada ama, boa pecbincoa.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas 15a-
sinhas oa bareges de qaadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e liqoida-se a 640 rs. o covado,
no Bazar do Pav5o.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de ama s
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas para crearlas por ser ama fazen-
da de para laa e mnito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavlo.
GLACS A 10000 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegante sortimento- desta
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazenda de laa muito larga e com delica-
dsimas cores, tendo Unto brilho como a
seda e vende-se pelo barato preco de 10,
covado, no Bazar do Pav3o.
CASEMIRAS A 70000 p
Vendem-se cortes de casemira Dgleza de
cores para caifas sendo fazenda que vale
muito mais dinheiro e Iiquida-se a 70000
o corte de caiga, no Bazar do PavSo a ra
da Imperatriz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Veode-se finissimas cambraias sussas, de
muita phantasia. tendo 9 varas a 80500 e
100000. Ditas bispo com 10 jardas fazen-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azuladinhas, que valem muito mais
dinheiro, a 80 e 100000: todas estas camv
braas, em relacao a qnalidade, pelos pre-
cos cima s3o mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bazr do Pav5o.
CAMBRAIA ALLEMA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1#600, U E UM. ,
vende-se finissima cambraia branca tru-
pa-ente com 8 palmos de largura, que faci-
lita fazer-se lu vestido apenas com 4
varas e liquida se a 10600, 20 e 20500 a
vara, fazenda qae vale muito mais dinheiro.
E pechincha no Ba*ar do PavJo.
CAMBR4IA TRANSPARENTE
... Peca a 4t|000
Yende-se muito finas pegas de cambraias
brancas transparentes, tendo8 liz varas ca-
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneiro
[ viannaam completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quacs eslao era exposigao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeig3o
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes no sea trabalho ao de !0 costu-
reras diariamente, e a sua perfeig3o tal
como da melhorcostureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
pode fazer e porque 1
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderio e relevarte.
continuaTido portanto a dirigirem-se a bem onhecida loja da AGUJA BRANCA iroadt
Queimado n. 8, onde sempre acharlo'abnndancia em sortimento de superioridad* e
quahdadei, modicidade em pregos e o seo nunca desmentido AGRADO E SINCERIDADI
Do que cima flea dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCV pdi
dispar, empregado apezar de seas castos no desojopenho de bem servir a aqaelles qae 1
bonram procurando prover-se em dita loja do que necessitami entretanto sem enmnw
rar os objectos que por sua natureza s3o mais oonhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendiveis, coma
bem seja
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados. -
Fitas mni largas de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas quadades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se Ihe apresentar o que poder de
melbor.
Eniremeios em pegas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
1 meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita.
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos d arroz e pinsel
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pestes dourados pa-
ra circular o ceque.
Bonitos brincos de plaqoo.
Aderegos e brincos de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar fiabadinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, ai
quaes sao movidas por om macbinim
urnas substituem as oulras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados co
pedras.
Ditas de raadeira envernisada com viipo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo d*
criangas.
Diversos objectos de porcelana, proprioi
para enfeites de mesa e de lapinhas.
t"
3 N. 3 A RIJA DO CABUGA N. 3A.
O
O
5-
a
CO,
>*'
Com este titulo acha-se aberto inteiramente transformado este aitigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrado todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera qne o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderogos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as quadades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
, Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior prego do
qu em ontra qaalqaer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
Nri
1
TEIMA MO VENDE, QUBIMA
ATTENCAO
Loureoga Pereira Mends GuimarHes, participa a todos os sens devedore
tanto da praga como do mato, que estando 1 quidando suas casas commerciaes. o qut
oeve razer ate o fim do correte anno, por lsso roga a todos os seas devedores a viren
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seas devedores, qni '
os que d5o estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando isto se fari
o abatimiento que for preciso para a liqnidagSo de saas dividas, para isto podero di-
rgir-ea ra da Imperatriz n, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para
1
oa alaga-se os armazens que foram oceupados
cora a faorica de sabio e destilacao do Sr. coronel
Franca, na ra da praia de Sania Rita-nova, os
qaaes ofterecera proporgoes para bem se montar
qualqner fabrica de grande estabelecimento, com
a grande vantagem para embarque e desembar-
que : a tratar com o commeidador Tasso.
GAL MVA DE LISBOA
Vende Joaquim Jos Ramos:
n. 8, andar
na ra da Cruz
Cerraja branc i e preta
DA
M JlRA Z
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C.^
especialmente para o Brasil
NICOS AGENTES EM PERNAMBUCO.
J. Je feries tifC. *
46. Ra doUommercu46.
Farioha de mandioca.
A bordo do brigne Mana & Virginia, fondeado
em frente ao trapiche Barao do Livramento, ven-
de-se superior farinha de mandioca, recera-chega-
da de Sania Catharina, em porgao e avarejo : a
tratar com Jos Victorino de Rezende & C, ra
do Mrquez de Olinda n. 5i.
11a pega e com om vara de largara
E pechincha, no Bazar do Pavao
A' ra da Imperatriz
n. 60.
Calcados francezes
Grande sortimento de calcados tfancezes para
homens, senhoras e criangas, botinas de setim e
dura me branco, ditas de cores, sapatinhos borda-
dos de setim branco.ditos de duraque de cores para
senhora.pelo preco mais commodo de que era ou-
tra qualquer parte : na loja de calcado da bota de
ouro ra da Cruz n. 21, sobrado amarello -
DAS
0 Bazar do Pavao sito
^aafT/a/aper;ltiz \m> esfca' constantemente berto
das 6 horas da/nanait as 9 da noute.
m FONTES
Hauterlveft Celestina
Vende-se mais barato* do
qualquer parte no armazem
gario n. 11.
que em ootra
da raa do Vi-
- ww.w.VM |/uiu C3IQ3S,
2"- Cortes de brins de cores a
15^00; cortes de gangas para caigas a 14,
8KX ft ^semi?s preta Para ca'W8
3(J500, ||, 5( e 65000.
Crtes de chitas a 2:500.
0 JSe*Sneortes de chita* Para atipes
Um cassa para mMos a
Pechincha a 44000.
JSS*M PeC*sIde algodSo a 44, 54, 64
Para liquidar a 34500.1
Peca de madapol5o com 12 jardas a
35500. Ditas de dito com 24 jardas a 54,
64, 64500, 74, 84 e 94000. *'
LIQUIDAgO.
Pegas de algodosioho de listra proprio
para roupas de escravos cora 42 jardas a
64500 e covado 160 rs. para liquidar.
Chitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para aeabar.
Vende-se pegas de cambraias victoria, fi-
nas a 64, 64500 e 74000.
E' anito barato..
Colarinhos de papel a 240 rs. a duzia.
Cortinados para janellas a 54000.
Vende-se cortina,os para janellas a 54
o par. Brim pardo liso para caiga de ser-
vigo a 500 rs o melro.
Corles de percales a 64000.
Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonitas barras a 64000.
Cobertas de chita.
Vende-se a 14-300, ditas fina? a 24500,
ditas encarnadas e adamascadas a 34500,
ditas forradas 54000.
Gangas para caigas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para caigas a 400
rs. o covado.
Lengos brancos a 24000 a dazia, para li-
quidar ; grande porgSo de mantas para
gravatas a 206 rs. cada urna para liquidar.
Cassas francesas a 280 rs.
Vende-se cassas fraocezas para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdys de cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Afpacas de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o covado.
Uasinbas para vestidos a 328, 400 e 520
rs. o covado.
bal5es de arcos a 14000.
Vende-se bal5es de 15 a 30 arcos a 14
e 14500 cada um. Cortes de cassas em
papel a 24500 cada um, para liquidar.
Bramante de linho e algndao cem 10 pal-
mos, de largura o 14800 o metro.
Panno de linbo a 760.
Vende-se bramante de 10 palmes de lar-
Sara proprio para lenges a 24800 o metro.
Lencos de seda a 80U rs.
Vende-se urna por gao de lencos de seda
a 800 rs. cada nm,
Chales de cass a 14000.
Vende-se urna granbe porcSo de chalet
de cassa a 14000 cada um, para liquidar.
Fusto a 360 rs.
Vende-se fusiao de cores para vestidot
a 360 rs. o covado.
Algodao enfestado a 900 rs.
Venda-se algodio enfestado para lenges
e toalhas a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 14200 o metro.
Chales de ra crin es lampad a 24000.
Vende-se chales de merino estampados
edm barras a 24, 24500 e 34 para acabar
Grande porcSo d retalhos.
Vende-se grande porga de re/alhos dt
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est na porta
Boupa feita encontrarlo
t Por precinho razoavel ~
Todos se enrouparto.
A SABER :
Li quid ac o de roap feita.
Vende-se pallitots debrinsinho de linho
propiio para andar em casi a 14500 ; di-
tos de ganga a 24000 ; ditos de meia ca-
semira a 34000 ; ditos de alpaca de'cor
a 34500 e 44000; ditos de panno fino
preto 1 64, 84 e 104000 ; ditos de case-
miras de cores, a 64 e 84000 ; colletes .
de cassinetas de cores, a 14500 5 ditosde*
brins de qoadrinhos a 14000; ditos de ca-
semiras de cores, a 24300, 34 e 44000.
Caigas zoes para escravos a 500 rs.; ditas
de algodaosinbo de listra a 800 rs. ; ditas
de brim pardo a 14600, 24 e 24500 ; di.
tas de dito branco de linbo a 34500 e 44 ;
ditas de casemiras dt cores a 54, 64, 74
e 840O0 ; camisas de chita a 14000; di-
tas de algodaosinbo, proprias para o ser-
vico por ser fazenda forte, a 14280 ; ditas
de mosu'ina a 14600 rs. Para liquidar '
_. a
O proprietario da loja denominado Arara, declara ao respeitavel publico e aos
seus fregnezes que est concloindo sua liqnidacao, por isto qoem quizar monir-se dt
boas fazendas por pouce dinheiro tenha a bondade de dirigir-ae roa da Imperatriz n*
72, desde as 6 horas da maobla as 9 da noute.


Uiano de Pernambuco Quinta eira 1 de Dezembro de 1870.
AO ARMAZEM
Cantaria de Lisboa.
Dita soleta.
Dita marnore.
Taboas'dto martnor* dtf rJHforentw grossum.
Ladrnos *j marmore de dlffereotes Ores e tamnho.
DUos de peda de Ansam. pretil s e brancos.
Tunotos d"pedrt flna de differentes latinnos.
PedfiB pora lavatorios.
Taboas de louza.
Pias de lonza para cosisha.
I I II
Este conhecido es.'abelecmento aeha-se constantemente bem sonido, era virtude das
ucturas que recebe por ?dos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
oca, a presos as mais resumaos que possivel.
CAIcfTJLDO FJRLtffCEZ
(lottaas j.arra eahora* c meninas.
botinas pretas, brancas o a mnias outras cores, sortidas* bonitas, do ultimo cos-
to da moda, e a presos ina* barates do q.ie em outras partes.
o Botinas para baen? e meninos.
Botinas de bizerm, contaran, histro e pellica, das memores fabricas- e escribidas.
Botas e pernclras russlanas.
i buerro 6 P*rne,raS piri rainlaria- da* uieUiores qualidades, de couro da Russia, lus-
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
mnat a fi?'^ grnDde ^^ d.8 aatos boiYa!ha vende-se pelo costo-afira Bde
aesempatar o dtnheiro nelles empregado, sao baratissimo.
K?patos Sapatos de entraba baixa de couro de lustro com salto, de mullo boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de dilTerentes modelos, de rauito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
zapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, docasemira, de,charlote e de tranca francezes e por
| tuguezes para uomen?, para senSoras e para meninos.
PERFUMARAS
. 5.1?. extractos, baohas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trice, de toilette, sabonetes. Untura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
y -irroz etc., tadoislo depnmeira qualidade, dos afamados fabricante?, Condray, Piver eubin.

Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
ntes, toucad.re- de diversos taraaahos, loques para senhoras e para meninas, abridores
ae, iuvas, brincos, puleeiras, botoes, correnta a chaves de relegios e trancelins, tudD de
oQ.ro ae le, eorrentes e brincos de plaqu, a imitacao e do mais gosto do que as de ouro,
c^ xmhas de eos-tura mmente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e uaixillios donrados par:, wtraios, calxinhas cora vidro de augmento para distinctamente
er-se a pei-feiga) das retrato, objccios de pbantasia para toilettes, bosinhas e cestinhas
i seda, de veiludo e de vimes para iraco de meninas o senhoras, ditas para costaras, pe-
quesos regfctros santo Rnus e delicado, boaquets de flores de porcelana, jarros proorios
para gabinetes e satnanos, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
w> quadn, osVimi^M mas dp paysagens, cidades, .figuras e de santos, vidros para eos-
22Smi,ra*,as'.8ac('se,Msasde viagens, esporas, ebicotes, bengala?,- oculos, lunetas ou
SSSw p dolUaJ* vataa pretas e de cores, abotoaduras de eollete e de punhos,
narv ra no,as? ,hesourinbas f caivetes fljios, pente?, escovas, ponteiras de espuma !
n,aa f para e!&rn*> Jfos de domin, rodetes, bagatelas e outros diferentes, ve-
maau modernas muiio conven.ente para portas e janellas, cosmoramas, lanteraas naci-
nra'^ iCOpS f'n 'P'8"801 de figuras e das mais bonitas mas, boulevards,
taS Jv?\r?L Pf "s{.Ph.0tographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros
h-$ltL ?llZ C d0, la.a/e r<,res para ps de la""-nas, realejos grandes e pequeo?
S touSfJ ^' aCrdl0lS d; ?*! os amanh09. ^rgos de vimes para ciangas, sapatinhos
% Trt #nfe Carr'""^lia 3 5 da3 nluilG eleantes Para codu:'r enancas passeio ; e
ou.r^ Bttuis quinqunharus de phautasia, francezas e allemaes, pregos maito era cont.
r
V
233903393 P&QL wmmm
.Tee
^^^Sf^^^^^^J^l^^^^^ da inGnidadede
)
oe brinque-Jos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
- 9 ioni "os,l.e, e-uLelecafiieuto pede ao pubico em geral que continuo a visiu-lo *^
veriBcando as qualidades e os precos baratos de ditos ubieclus por serem viudos em di
reilura e de conta propna.
Cheg
SILE________
aram as afamadas machinas de coser
I)E

ATTENCAO
Jos Joaqun da Costa Maia, tem venda no seu a mazem, sito no largo do
.elourinho n. a, os objectos seguintes, e que vende por pregos mais commodos do
,::e era outra qualquer parte :
Oleo de inhsc3-
Conro de lustro.
Saceos de estopa. /
Estopa em peca.
Vinho Bordeaux em caixas.
Feltro em peca para forrar embarcares.
Encerados.
Tellias de ferro galvanisado, do differentos tamanhos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para ferrar embarcacoes.
Pregos galvaDisados.
POLLACK SCHMIDT
Ra u Crespo u. 4.
As mais modernas-e elegantes que tem apparecido al boje E, com cfTeilo nada
mais se pode exigir de .umi- roactujia dj costara sm auanta a trabalbo e agolha, tal
e a vanedade de costuras que. faiem as de que se trata; por isso que so pode "dizer
que a Silenciosa A simpbcidade de seu machinismo, a adherencia do suas pecas e belleza de que se
acatn revestidas estas machinas, sao predicada; que por si as tornara recomraendadas,
mesmo oanle da apreciacao a mais escrupulosa e exigente, cuja verdade se acha gra-
vada em bellos caracteres em todas as exposicoes onde as silenciosas teera si-Jo van-
tajosamente premiadas.
Perlo de 2,000 machinas teera sido voididas na corte do imperio pelo seu nico
agente no Brasil no curto espaco de dous annos, e continuara a ser procuradas com
entliusjasmo: roga-se, porlaotj. ao. respeitavel publio desta bella cipital, e com es-
peciaiidade as familias que desejarem possuir urna til e linda peca de as \ir ver e
examinar, na casa cima indicada ond* encoa'.rarJo pessoas habilitadas para darem
jodas as explicacoes, e so lazem t)dos 03con:ertJ5 na ra Priraeiro de Marco (ou-
lr ora Crespo.) v
ILIAO DA AH
Ru da Impei^atriz n. 2
A' Me novo e sutoj tuoso ,estabelement de farenrt cah de chepaf di.ec:a-
mente para hvmens, orno para senhoras ; dtscrtver e epaciflear qn^dcmoderco e domis
!ra;lo gi..tr| nelle m tnconlra loria imunuive'; m is para que te possa faier urna
aproximada i le mencionaremos cem esptclali iade: *
Rio s cotes de vestos para casamento, enejados no obimo vapor.
Olios (os de ditos de seda eseuhos inteiramente uovo.
IJi'os dlrs de dilrs do 15a cm barras, fozcuia nieitamente nova.
\esi!os de camhraia para baptisado.
Po.eluasd) seda dos gostos mais nofiernos, va.ul sorliaenU da cajotr. as, e
caisa3 oe cores, 1 ndose rotdernos deseohos..
Sedas lisas lavradas, pretas e de cores.
Cretone para "vestidos, modernos g su s.
Alpacas de c res, impossivel desere er a varedaic de g->sios t p Unas in's. caras, escuras, pretas, iideuriiiltoi o variadsinv. sortimfnto.,
BMloef d-t tcdis as qualidades, cores e tamanhos, tnlrt o* quaes uns sao iulti artente
condaJo.
Siiis-b rl.das para seroras, grande quau dado i!e gestos.
Camisiiilias I ordad'S para senhoias rouilomoierras, grai.de vaibdo.
ntremeos e ii':s bordadas cm todas as 'rgras.
Camisas (ara hornera, bordadas, loas, e colUdMnhos, comielo sortimeiit",
Lenes de cambraia bordados, lisos e de barras.
Ch?|os-rh velludo, palba, merino, feliro, o que aa de mais moderno e li.sim s
oslo?.
O rlin? -os h( rdfcdos, e ricas colchas de seda, e ie crochet.
U.regt-s de pbantasia, fazenda propria para bai'e.
1MstMa decores com palmas lindissimos goso;.
KvrBa ce cirts pala senLor.-s. <
Gravitas ; ara bomcm, grande sortimen'.o em feitio e c res.
Brean' as esguian e bramante de tudas as larguras.
Uazinbad dr mooernos padreen e iodos gosto.
Matiiu da Ina fazenda inteiramente nova para vestirfosed* lirid--. flleito.
Fiulmeate rcat.e .s:e estabe:eimei tu tudo que de melhor e mais moderno se f. le
?na ntrrr em fazen jas como em perfumaras finas, d.s uuaes lem um cmplelo sor-
iimento.
AOS CAVALHEIROS
flerece ^ uaUer le a vanlagem ceencontrarem nesie estabeltcimuto:
Pannos fio Ca^.eiiias pretas finas,ericesgorgciDes para coeto.
Ditas jo cores, de quaros, lisos e de lisias, completo s;rtim(nlo.
1>. ins braicos de linio de t<. dj> as qualiJades.
Ditos de Ltires, lisos e trancados, gran'e sortimento.
m Lbil aubta para corlar e dirigir qualqacT ebr^, qu3 s se eotreg'i a c nUnlo
do freUZ. .
Uaa modi-ta igualmente tecupaJa nos trab Ihos do PAYI flAO DA AURORA di-
rige os quelite s3o concernenles, aprompUndo a capricho qmlquer TOILET, gnrnii.-
dc-se a u.ais completa perfeico nos setis trabilbos.
Em resumo concluimos
l'or c lmar altencSo do respeitavel publico para o dc-sso esiyUlecimento, quo al.-.n
de lev tu o ano ,-e pode derjarcm fazendas e perfumaras tem o mais COMPLPfO SR-
TI.WENTO DE ROPA FE1TA, pa a homens e ineni'os ftlanfaaise as faztndns .:m
casa das Exmas. familias, e dam-se amostras.
Um completo soriimento de eslsinis da India, por menos pago qu) em oulra q'ial-
quer parte.
Aberta das 6 horas da manha s 9 horas da iiouIp.
LO J DA AURORA
Raa Larga do Rosario n. 38.
I Cartoc* com ccrchets de 2 cari eiras a
' Caixa* com linha do gaz com 60 ncvellos
| Novellos de linha com 400 jardns a
! Gros;is de boloes de lou?a pura cainitas
1 Verdadeircs collares anodinos rangnetieos
prra crianga a
60
160
IrlaUOCl J'SC LpeS Q" I mido. Agulh'eiros de madreperola mnin finos a
Estao vendendo pelo baratis;imo prego os objec- ^''?s <'e marfim muito bonitos a
7.
__ pelo baratisimo prego
tos abaixo mencionados:
Carriieis de linha com 200 jardas a 60 rs.,
duzia
Ditos d: linha com 100 jardas a SO rs,
duzia
Canoes etm linha de 200 jardas a 30 rs.,
duzia
Ditos SO jardas a 30 rs.,
duzia
Miada3 de linha frxa de algodao para
bordar
Caixas com pennas de ac
Caixis de lamparina do g.\z a 80 e
Can iid.s do ac com 300 jardas de linba
propria para machina a
Pecas de Ota elstica branca a
Di daos de ac para seohora cada um do
J00 a
Didaes de ego para senhora cada um
Fazenda de crochet preto e branco prego
commudo.
Caixas de metal com espelho para sabo-
neta a
Caixas cem alfinetes preto a
Pasmas de papel de peso jautado a
Pacotes de papel amisade liso a
Caixas com 100 envelopes a
K.-panadores de pennas de todos os ta-
manhos. vende-te barato para acabar.
Duzia de phosphoros segsranga a
"Caixas com etiquetas a
iOon
son
310
iAOOO
JaOflO
320
; Meias para senhura muito liuas duzia
Jogo de dminos inuilo Qoos a
640 PeCa9 de entre-meios birdaiks a
Camirinhas para senora fazenda flna pe-
o60' lo diminuto pre?o de MflftO
Lapis de burraxa proprios para escripia ...i|
;i60 Pinceis para baiba muito buns 'i'i
I Pecas de fita de alg&dao luslrow a imii.v
230' ?ao de seda propria para debrum a OO
Abotuaduras para menino a Ou
50 DUas para hornera a :;imi
320 Grvalas de cores tara meninos a .X
I0O Carteiras com agullias de todos os tama-
nhos e qualidades a 500
120 Pita de linho de cores, larga, propria para
220 blezianas, pega S|60
A8sim como um variado sortimento de estafo-
200 pas de pinturas finas a saber : a morle do jus: .
2(0 dila do peceador, o inferno, o Paraizo, o quadrn
das idades, o juizo final, o quadro de todos os res
de Franca al Napobo 111, ditos de todos os papas
at pi IX, dito do concilio em Roma, todos por
240 Pre50s baratissimos, nesle estabellecimento ha
80 se'mpre um completo sortimento de rap de tadas
2f 600 as qualidades o mais fresco que ha no mercado,
000 que recebemos por lodos os vapores, |jja da
(J00 Aurora na ra larga do Rosario n. 38.
A lJOO"
Espanadores de palha os mais bem feito possi-
Aeis : na praga Ja Independencia n, 39.
280
400
DOS PREMIOS DA I- PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR
172.
LE PROVINCIAL N. !>i, A BENEFICIO DA IGRBJA DE NOSSA SENHORA DO ROSARIO DA BOA VISTA, EXTRAHIDA EM M DE NOVEMBRO DE 1870.
a
KS. PREMS. I >S. PREMS.
6
1!
12
14
26
32
37
49
63
C6
82
104
5
6
9
11
13
24
25
28
30
36
41
44
48
36
57
38
59
64
65
78
80
81
86
90
91
203
8
12
16
25
36
10
43
47
64
105
204
6*
10#
64
0#
64
204
64
^
257
58
39
Ga
71
72
73
71
76
77
78
81
88
89
90
96
307
10
14
15
17
19
26
34
36
45
46
47
48
49
10
56
62
65
: 67
76
83
89
98
400
4
7
8
11
13
16
42
64
KS. PREMS. KS. PREMS.
427
39
a
48
49
52
63
80
85
91
95
97
99
522
24
31
38
43
44
50
52
57
63
65
74
75
76
77
feo
81
84
85
93
94
95
96
601
3
5
8
14
17
20
27
30
37
46
64
649
CI
63
O
81
82
86
94
98
704
9
16
19
21
25
37
39
41
42
51
52
53
54
55
63
70
71.
72
7
81
95
96
64
KS. PREMS.
802
4
18
18
22
34
36
> 43
4004 44
64 62
66
68
104 74.
64 7G
1004
"84
104
64
104
64
882
83
87
88
93
94
98
908
14
18
19
25
27
29
33
36
37
44'
47
57
60
70
73
74
78
79
81
87
i
97
1000
.
28
32
19
62
60
62
68
71
73
,82
83
86
88
64
104
64
104
404
64
KS. PREMS.
1102
3
6
18
32
47
' o
56
88
59
-67
78
83
84
8o
93
97
99
1205
8
9
14
17
20
22
27
28
31
80
64
66
67
68
72
80
85
89
91
1300
5
7
9
10
11
13
25
e*
KS. PREMS. ; KS. PREMS. KS. PREMS.
104
64
104
64
1328
44
48
49
81
83
37
60
66
67
77
SO
92
98
1400
3
10
13
16
17
24
26
30
35
43
02
19
58
60
63
64
73
74
80
82
90
96
97
99
1306
12
24
26
34
35
a
64

404
64
204
64
204
64
104
64
104
64
1542
43
43
58
63
69
78
81
90
92
93
97
99
1603
3
II
13
20
22
31
33
33
36
88
64
66
68
70
71
76
82
83
84
1700
2
6
10
13
18
21
22
24
25
64
105
64
104
4
I! :
36
1738
40
42
49
33
84
37
59
67
75
81
83
86
87
88
90.
97
1800
13
lo
18
20
23
29
30
32
38
44
47
53
63
66
70
72
88
1911
13
18
23
23
26
28
31
43
49
04
64
KS. PREMS. i KS. PREMS. KS. PREMS. KS. PREMS. KS. PREMS. KS. PREMS. KS. PREMS.
1958 64 2167 - 64 2386 64 2645 64 2825 64 3010 204 3200 64
64 71 87 46 26 , 14 64 2
70 76 204 90 48 38 __ 19 3
73 - 9.1 64 ' 2401 50 __ 41 _ 25 8
75 - 2200 11 63 * 42 _ 34 11 _
83 3 16 54 45 . 41 _ 19
93 _ 7 17 as 52 __ 46 _ 21 1004
2004 404 18 19 60 73 a. 59 2004 27 64
7 64 20 22 62 79 70 64 29 1004
15 - 27 33 - 68 9004 80 71 38 64
18 - 39 33 76 64 81 --- 72 5:0004 4
21 42 48 80 83 __ 79 4 40
27 _ 44 - 33 9J 89 ~ 81 _ 48 __
32 49 38 - 98 104 41 - 82 Mi 51
33 80 60 - 2702 64 98 84 59 __
39 j 83 63 5 - 2902 __ 89 __ 68 _
41 62 68 8 16 --- 94 - 71
50 63 71 9 104 19 96 --- 81 _
51 64 72 17 64 22 97 88 _
52 68 76 22 28 __ 3101 ^^ 89 _
65 -- " 74 ' 77 23 _ 32 9 .^_ 3300 __
6 81 78 24 33 M. 16 _ i ...
70 83 79 104 34 37 104 17 __ 5 j
71 93 81 64 4} 39 64 20 _ .7 _
80 - 96 86 44 43 -*. 26 __ 14 _
2 - 2300 91 83 46 29 _ 24 _
85 - 2 98 88 61 32 __ 28 _
87 - 3 . 2304 86 62 33 --- 35 _,
95 - 7 *. ~ 89 65 34 37 _
96 - 12 11 - 64 66 - 37 _ 40 WM
2108 - 13 21 67 68 39 --- 42 _
11 - 21 28 - 68 72 - 45 46 204
12 - 22 - 36 69 73 46 * 49 4
22 - 26 104 45 - 72 76 86 86
24 - 41 64 52 81 80 59 57
29 - 42 54 89 81 64 63
31 - 47 "86 90 83 67 68
36 56 GJ - 96 84 - 6 66 16
38 - se 85 2800 86 70 21 404
44 - 61 89 - i 87 71 ' J3 64
53 62 2601 - 3 90 1 75
56 70 12 - 3 -_ 92 82 76
58 72 27 u 96 83 s -r
5 4 . 33 -- 17 97 84 83 .
60 - 40 19 3006 88 8 .
64 - 80 42 23 ~ 94 97 H>4

/
.
1
^



_-
Diario de Pernambuco Quinta feira 1 de 'Dezembro de 1870
____________________________________i____________i_____________________t_______:______________
IJTTEllATDEA.

\y
DEDt DESTILO
POR
Mayne Red'
(Contiauagao)
Ciaba sido dado o apito de partida qmn-
do c colossal chefe da estagSo, abrin-lo n
porta do mea compartimento, introduzio
i'elle duas senhoras, que c assentaiam
eronio de mim.
Occupado como esta va a abrir as foilm
do j< c-om a physonomia, mas nao tardou que re
conhecesse u'ellas Madama Marawarin e
sua fi ha. Ajuize-se do mea embarazo em
presenga dos antecedentes : nunca me acha-
ra em 13o falsa posigao ; para a conjurar, re-
corr vidamente i teitora do jornal.
Limilaramo-nos a um leve umprimento
de cafceca, como quem se encontrava pela
ffimeira vez.
Li p jornal desde a primeira linha at
ultima, fazendo-m forte nos annuncio3, pelo
que me familiarisei com as virtudes do sa-
bio de (losnell e os mysterios da crinolice
ioflexlvel.
Sem embargo da rainha profunda a-pii
rag3o, fui lanzando de lempos a lempos al-
gumas olhadellas para Miss Bella, que m'as
devolveii com a appetecida regularidad, a
ponto de que o meu coragao se podena ter
incendiado, se n3o se achasse em relagSo a
illa muilo precavido.
Devorara eu a leitura do jornal nela
'jiiinta vez, quando o trem parou em Kja-
ding.
Us passageiros apearam-se ; eu fiz outro
tanto e encaminhei-me para um palacete as
visinbangas, onde linha lugar urna festa, pa-
ra que fon'convidado pelos proprietario ,
pessoss dasmiuhas relagoes. As Sras. Main-
waring seguiram igual direcgo.*
Cbegado residencia do meo amigo, en-
contrei-as entrada no at'io. Como de eos-
turne, Miss Bella eslava cercada de erabas-
baca-ios adoradores, em enjo numero se
achava Nige! Harding.
No decurso Ja festa absteve-se elle de
Ihe testemunhar a menor atiendo particular
deixando os antagonistas borbolelearem em
roda d'ella, mas reconheci que eslava em
braza, equeespiava os olharese mov.men-
los de Bella.
Terminada a festi, retiraram-sa os con-
vidados anda muilo cedo. Nigel acompa-
niiou as Sras. Mainwaring estaco do ea-
minhi) de ferro no mesmo carro.
P rlimos todos os mesmo comboyo ; en
vjltava para Londres, Nigel e as duas se-
oooras sahiram era Slongh. Ao parar aqui,
vi fra da gare o phaetonte de Miss Main-
waring, o jockey segurando o poney peto
Grato, e ao lado um dog-cart e o groom com
a libr dos Hardings.
As duas senhoras subiram para o phae-
tonie e Nigel sentou-se na trazeira, occu-
pando o criado o dog-cart. As duas car-
ruagens partiram no momento em que o
combr.yo larga va da estag5o.
Segundo o que presencera durante o
da, o que ouvira sob o,cedro do Lbano, e
s >br- ludo pelo conhecimento qae linha do
cara ler dos uoua jovens, cheguei conclu-
sa) de que Bella Mainwaring eslava desti-
lada para ser a mais digna cara melade
de N'gel Harding. se este logras.-e de urna
timento paterno.
X.XI1I
MSSIMULACO
N'essa mes ma tarde, como em quasi lo
das as do aneo, o general Harding acha a-
>e sentado na sala do jantar coro urna gar-
rafa de vinho do Porto e o competente copo
FOLHETIM
DiiGWAi no diario iie per\am
ttlVll V BUliSA
maimario.Quedas sociaes.Corrupriio.Salios
inoil'ies.Mudanrns c contradanzas. Romes
de ruis.Termin'aco em iles. Uma [acadiles.
Q Sr. 0. Pestaa.A estrella das Bellas.
Um discurso monumentalA face de tribuno
do Sr. 0. Pestaa.Dous beneficios no iheatro
de S'into Antunio.A estra dt companhia de
zarzuelas.A rrunio do Club do Monteiro.
Duas grandes novidades.
!! a'gum lempo que eu ando seriamente ap-
rehensivo e meditabundo. Me parece a cada
almenlo que a suciedad?, longe de progredir,
avanca passos precipitados para a sua ruina.
Se por um lado a descrenca e a desmoralisaeao
lavram lentos no grande jogo social, por outro as
confiantes innnvacoes vo corrompendo desde os
uostumes al a lingua portugueza.
A ci>rrupco auieara tudo eugulir depois de tu-
ii < lar devastado.
F. nao ha mo que mantenba
lana furia em justo leilo,
Ni'iu ba razao que se atenha
A Ihe erguer um parapeto;
Porque a onda assoberbada
Da inoDlanha despenhada
Com o peso da torca bruta,
Onde eecontra resistencia
Esmaga sem ter clemencia,
E' sempre altiva na lula I
Demais lado me parece mudado, e nao obsian-
le eu nao son nenhum velho.
Mi", apezar dos metu poucos cajs, ereio que
a nos*a sociedade tem dado saltos morlaes oestes
ltimos dez auno?, especialmente nos dous ul-
timo*.
I lo je, eu ando quasi alheio nesta trra; quem
quer mystiflca-nie fcilmente enviandome de He-
rodes para Plales no meto dessa balburdia infer-
nal de termos notos, e nessa coatradMica fortjada
de mu, qae sao um Deus nos acuda t
II i dous das pergunlei um mea conhecido se
-tbia onde morava o meu amigo Xpt*.
Pois 3o, respoodeu-me elle. Segne por es
i.i roa baixo, no lira qnebra mo direita e en-
tra na ra de D. Calharioa de Mello Salsaparrilha
Sangnesuga da Cuaba Hodovalho; toma a calcada
esqoerda e penetra na segunda ra desse lado
que a do capito-mor Joo Barrigudo Quintara-
Iba Camapho de Bulhdes Pereira e Silva ; depois
a o>(|uerda vas direitinho quebrar o nariz oa ra
de Ft. Pedro da Puriflcacao da Santissima Trinda
de Caneca das Onze-mil Virgens do Rosario.....
Basta, priocine, exclamei lodo convulso ,
basta de Salsaparrilhas, Sanguesugas, Rodovalhos,
Harrigudos, Camapbeus, Canecas, etc. etc. ele____
Bem sei, acrescentou o meo conhecido, que
lirada longa ; mas s te deves queixar da nos
il'u>trissima I
E tmha razio aquelle monstro ; a nica enlpa-
da de?-es atrpelos auditivos, a nica responsavel
por enM amolacoes de esquina, a sapientissiraa
cmara municipal.
Dep >is da contradanza das mas, um suppli
co perguniar-se onde mora alguem e muito maior
snppiicio decorar-se tanto nome de ra comple-
tamente insulso.
P< is sent de veras nao saber a casa do tal meu
mii, oorque desejava ccnsalta-lo sobre negocio
impjrianie, qae diz reipeito s novas enferniida-
<>e a3 ue-iguatp.
Ma* o tal rosario de tomes de ras embarafus-
u>o-se-me na garganu e eu volle com os beieos
cota qae mamei, sem nada alcaocer
entretanto o negocio era serio, visto como, man-
na mJi, tenfc ao I ido a senhora si* if-
n:"ia.
i.rminfa o j miar, lusiam'des.'ppireci
dd a toalba e guardanapos, que estavam
agera substituidos pelas garrafas de. vinho
do toast, algomas jarras de flores e acafa-
tes de fructas. Mandara se relira' o escu-
d'ire.
Ji deram nove horasdisse o -gene-
ral, vendo o relogioe Nigel nao apparece,
quan o certo que no dolera ter freado
para e jantar. Estou vendo que estavam
l as .Mamwaiing.
L' niiiib provavel acudi a soltei
roua, natura multe propensa s~ conjecturas
dosagradavei?.
S tn.rjmoi>'jou o genera1. E' muilo
provavel ; entr. tanto estou tranquillo a
esse respeito ; n5o bometn que se deixe
arrestar pelos gaianteias d'aquella serea.
Mas por Deus. mana. n5 aclis exlra >rdi-
nario que uo tornas- omos a ter noticias
do rapaz desde que abandonou esta casa ?
Deixeo extravaganciar as mil libras
que o mano ha mandou e dopois receber
no\as d'elle.
Sim, de ceito ; mas nem urna palavra
mais depois d'aquella inconvemenle caria,
nem ao menos acensar a recepto do di-
nheiro... E. todava, creio que o rece-
ben, anda que lu urna eternidade que n5o
abro o met livro de contas correnles.
Lstejacerlo d'tsso, alias teria recebi-
do o mano posteriormente outns solicila-
COts. Como sabe, Henriqoe nJo pode
passar sem ter d.nheiro sua d sposii.'io ;
poftMta no Ihe (leve dar cuidado. U'.he
que nao se tem sustentado de ar
Onde estar elle ? izia na cirla
que id expatriava. Djvo crer que assim o
fez.
Lis o queeu duvido interrompeu a
sxagenarij, meneando a caliera.Londres
a tena que mais Ihe deve convii em
quanlo a bolsa le durar queate ; exhausta
ella, solicitar novo subsidio, que de certo
o mano Ihe ne poder nagar.
Nem mais um sbilling I acudi re-
solutamente o"general, batendo com o copo
to violentamente sobro a mesa, que o a
fazendo em bastlhas Se em doze mezes
leve a liabilidade de ga^ar mil libras, estar
doze annos sem receber de mim cous al-
guia!.. NSo, nym mais um shilling an
tes da rainha morte e depois ter apenas o
indispensavel para no morrer mingoa :
a initiba deliberado. Nelly, Nigel ser o
meu lierdeiro universal, menos de urna pe-
qjena sornraa que lego mana, lienrique
deva ser o herdeiro de meta ie dos meus
baveres; mas depois do que aconteceu-.
Ah ? ouo rodar um trem. Deve ser o
dog-cart.de Nigel.
Mmenlos depois entrava na sala o filli)
do general.
Vens um p,uco tarde, Nigeldisse
o pai.
C verdade ; o comboyo chegou atra-
sado.
Menta, porquanto a sua demora fura oc-
casiunada peia longa conversa eotabolada
em casa das Marinwaiing.
Deves terUe divertido bera.
Sem duvida, meo pai.
Estimo isso. E quem estava l ?
Muitissima geni': havia convivas do
condado de Butks, do de Berkshire, sem
faarmos do urna duzia de oasbaques de
Londres.
E c das visinhancas qoem eslava
por l ?
A fallar a verdade, ollie que me nao
lecibro ?gora.
Admire-me que faltasse l a viuva
Mainwaritig.
Ah essa eslava... No me occor-
ria.
K naturalmente a Qlha tambem...
dando eu chamar Da medico, lia dias, para ver-
me, por isso que julgueime atacado de Berberi,
flisse-me o doutor que eu tinln urna amerita.
Amorites, djutor 1 10" isso cousa grave f
Confirme ? so o Sr. r cuidadoso, nada se-
r, se o uo for, pJe sobrevir-lhe urna pulmmile
ou algama pericariUlc ou ainJa alguma ceretiile.
(Juando o hoineiii ahio dei Iralos ao juizo para
doscobrir a razao porque ai molestias perderam
os seus velbos uomes; e ; depois de muito pen-
sar ; que me lembrei da prodigiosa pbrase de I'e-
letan le monde marche.
Ol tmpora I oh I mores '. Sim, luJo sl
mudado : temiiora mutanlur ti nos mulamus Oh
I!,: !
Outr'ora bavia ftbres corebraes, angina?, affec-
coes pulmonares, ele. etc. ; boje pateara por ul>
i|uem tat-s nouies empregasse : appureceu o rei-
nado das menengiles, laryngites, pnlmoniles el ie-
liijua '.
Outro da oavi um individuo dizer outro :v
Nao sabes, Gama 1 morrea o /.oca.
e que Brasilio ?
De quasi nata, apenas urna facadites.
Apenas urna facalites Beim ? que ta vos pa-
rece esla 1 Enlo, c ou nao exacto que le 'monde
marche 1
E tudo o miis vai indo neste go.no. At as
coasas novas nao se exhini;m do furor das recons-
lruc{/5es em ites. E' assirn que ja se nao diz Be
riberi, diz Sar.. .tiles, e j nao se- diz envenena-
men-, diz-se Cas. .rile?... I Santo Deus, que hor-
ror!...
Que diz a o o lcilor'? Concorda com cssas
ionovagues 1
M.- parece ouvi-lo dizer que nao ; pois ero eu.
Mas a corrupeao da iiqgua, mas as innovacoas,
graeas as caba;is, nao tem feilo son racag en
tout partout.
-vao, felizmente nao I Ainda ha quem tenlia
muito amor s antiguallas, ainda ba quem se de-
dique em corpo e alma um archaismo, que hon-
rando o secuto das luzes, creder de urna sorte
felicsima.
_0 Sr. O. Pestaa ama das rarssimas excep-
tes s pretenciosas innovares da sociedade ac-
tual. Elle nao da escola que manda navegar
por maies nunca d'untes navegados: nao, o seu
esiylo sempre o mesmo, a saa palavra sempre
a insprala palavra do poeta que redigio n'outros
temos a Estrella das Bellas}
Quem qae se nao lembr'a com saudades dos
bons lempos e dos bons escriptos da Estrella das
Bellas ?
Quem qne se nao lembra saudoso desse ior-
nalsinuo litterario, que
t Sulcando sempre mares navegados
Do novo continente ao velho foi
Encher de pasmo os povos mais letroos f
"Quem ha ah que se nao record das mimosas
endeixas em que o pseta derrama todos os dilu-
vios de sua grande alma f
O que ha de mais terno e coramovente do qne
esla ouadrinha do poeta ?
Tambem eslava a ha... A propo-
sito, rainha lia, proseguio o mancebo
para dis imularn3o podria maadar-mei
servir um cuno de viubo e alguma cousa
para entreter o estomago ? Pode dizer se
que comemos do p e ven lio com um ap-
petite capaz de devorar um bife cr 1
Ti vemos para o jantar pato assado
espargos, o qne^kto deve estar fri, meo
charo Nigel. Se queres esperar, manda-se
aquecer. alias come um bocado do earne
assada fra e alguraas conservas d is ludias
ocuidenlaes.
Seja o que fftr, com tanto que en
coma.
Toma um copo de Porio, Nigeldisse
o general, em quanlo Nelly fazia servir o
sobrinho.P?lo que vi;j nao^careces de
cognac para abiir o appeiiie.
De certo que nao, meu pai; ja tar-
de e tenho o estomago vazio. Os relogios
da companhia ou os treos andam na razio
inversa do pr gresso. Que deploravel li-
nha para a regularidade das comidas I
Sim. e mais deploravel ainda para a
regularidad dos dividendo acudi o
general com um sorriso que mais pareis
urna careta.
Era possuidor de bastantes acce da
con panhia do caminio de ferro, da qnal
seu filbo acabava de fallar to rreverenle-
mente.
N'gel, depois de rir-se vonlade do
gracejo paternal, foi levando bocea um
copo de vinho do Parlo, entran 1o momen-
tos depois no mais progressivo movimenlo
de queixos qua pode imaginar-se.
XXIV
VISITA INKSl'ICUVIi.v
O dlspcnseiro Williams acabava, com a
coadjuvacao do escudeiro, i1e levantar os
restos da ceia, quando retini i a campainha
e logo depois se suguio um duplo bater do
msrteilo.
Q.iem ser a estas horas ? -Jisse o
general olbando para o chronometro.
Lembrou-se que seria algum antigo ca-
marada chegado das Indias que vresse u-
sita-lo a de.-horas.
Quem Williams ?
Nlo sei, general respondeu o des-
pensero, que se apresentou ao me?mo
lempo. O cavalheiro, so licito assim
chaniar-lhe, nao qoiz dt2er o nome : di i ser
portador de urna importante misso, que
tem a communicar s a V. Exc
E' c-lebre -Que figura tem ?
A cara do estrangeiro, e distiocto.
Que celebreira exc amou o gene-
ralCora que enlo quer fallar s comi-
go ?
diz que elle o menos intercsado
no negocio. Posso introduzi-lo ou V. Exc.
falla-lhe porta ?
A porta ? Isso nao ; mas, como natu-
ralmente nao passa de ser algum pedinie,
diz-lhe qne o nao posso receber a esla
hora, que volte arnanha.
- Ja Ihe disse isso, mas insiste em
querer fallar-lhe boje.
Diabo I
Se o general me permitte a rainia
opinio, declaro que tem a cara desse mes-
mo cujo nome acaba de pronunciar.
Quem ser ? disse o general, vol-
tando-se para Nigel.
Nao posso saber, meu pai, a nao ser
o escrivo Woolet, com quem se parece o
recem-chegado, segundo a descripcSo de
Williams.
E" mais fuio do que elle, acudi
Williamsse bera que tenha seus ares de
bomem de justi;a ; o que, porm, afrmo
que estrangeiro.
Por Jpiter exclamou o general
que nao sei quem seja, mas devo tomar
urna deliberado. Que d.zes, Nigel 1
Nao vejo inconveniente em o receber,
responden Nigel.Eu atelstirei ealre
vista, e.-se elle se tornar importuno, fa-lo
bei por fra pelos criados.
Por esso lado nada reeeie. S\ Nigel
acudi o criado. Olhe que nao mais
alto que q o seu groom, e, se eu Ibe pegar
pelos calces, atiro-o pela janeila fra.
Vamos, William. disse o general-
basta de palavras ocas ; introdoz o cava-
lheiro.
E, voltando-se para a irmaa, prose-
guio :
Miaba cbara Nelly, ser convenanle que
te retires ; o* j vamos ter comtigo, assim
que o inesperado hospede nos deixar.
A irm3a do general !evanlou-se e saho,
deixando sos na sala do jantar Nigel e o
pai.
XXV
DESCOUTEZ ACOLHIMK.YTO
0 extraordinario modo com que fra so'
licitada a re:epc3o collocou o veterano e o
filho n'uma espectaiiva cariosa, e por isso
ticaram esperando de pe.
Ouvio-se l fra um dialogo, em seguida
resoaram no pavimento da ante-cama a as
passadase por ultimo abrio-sea porta.
Williams introduzo o estrangeiro e a
um sigoal do amo relirou-se.
Nunca talvez um especimeQ mais extra-
vagante do genero bomom penetrara na
sala de jaolar de um fidalo inglez.
Como dissera Williams, a saa-estatura
nao exceda a de ara groom, apezar de de-
ver ter seas quarenta annos.. Moreno como
um cigano, tinba a fronte coberta por urna
espessa matta de cabellos negros e apre-
sentava uns olhos scinlillantes como brazas
Traba no rosto o todo de israelita. 0 to,
excepyo de urna especie de capote preso
aos hombros, tinhi o feitio particular qae
distingue os homens d^ justica das ra?as
latinas da Ewopa. Poda tomar se por um
advogado ou por algum tabeiliio.
Ao entrar tirou o chapeo calabrez, que
conservava na mo, nico acto de delica-
deza de que por certo era capaz. A des-
pert da exiguidade da estatura e physiono-
mia de fuinba, tinbi um ar de audacia,
proveniente menos de coragem natural do
qae de ama disposjc^oencommendada, que
poda interpretar-se assim :
Venho aqui para um objeclo por si
mesmo desculpavel e tenho a certeza de
me n5o retirar sem obter urna resposta
satisfactoria.
O que pertende ? perguntou o ge-
neral, que talvez vesso interprtalo o
pensamentodo rejem-vind).
0 estrangeiro conservava o olhar obsti-
nadamente fixo em Ntgel, como quem per
guntava se elle deveria presenceiar a depu
taffo.
E' meu filho disse o veterano.
Pode fallar na sua presenta.
Creio que o signare general tem ou-
tro filhoacudi o estrangeiro n'um inglez
fortemeote acceatuado e bastante intelli-
givel.
Esta pergunta de assalto fez estremecer
o general e impalledicer Nigel. 0 olhar
significativo que a a:ompanhara mostrava
que o estrangeiro conbecia os pormenores
da vida de Henriqae.
Tenho, isto deveria ter outro Gibo
respondeu o general. Mas que motivo
determina essa sua pdrgnnta ?
Sabe onde se ada actualmente o sea
segundo ltio :'
Exactamente nao. Porm d ga-me :
sabe d'elle ? Quem e d'onde vem ?
Stgnore general, estou prompto para
responder a essas tres perguntas, se me
permitte inverter a ordem em que as collo-
coo.
Responda como quizer, mas responda
breve ; j tarde e nao posso perder tem-
Xcsse discurso moslra o Sr. Pestaa ama nova
face do seu espirito ; al entao S. S. era conheci-
do como poeta, tmje o tribuno eloquer.te que je
moslra e falla s turbas nesta linguagem :
Srs. do Club Popular
Conheco quo dilTL-il larefa que me pro-
ponho.E"-rne preciso um grouie esforco, es-
i forjo superior as minhas debis forcis, que de-
< manda os meos fracos, posto que bem ulencio-
n.idos desejos, quando por a'gumas vezes, ergo
peraate este recintho minlia dbil vl despida de
impolladas phrases, e balda de inteligencia, l;
> indigna deserouvida.
i Porem, seubores, a perfe'.a conQanc de vossa
modestia rae far fallar desla honrosa tribuna.
po a conversar com qaalquer que nao sejt
pessoa do meu ouhecimento.
N3o Ihe peco, signore general, mais
do que dez minutos. O negocio de qae
estou encarregado dos mais simples e o
lempo -me igualmente precios. E pri-
meiro lagar, venho de Roma, qae, como*
deve saber, oa Italia; em segundo, sou
procurador, o que corresponde ao attorne.y
em Inglaterra : por ultimo, sei onde est
seo filho.
O general estremecen novamente ; Nigel
tornou-se cada vez m is paludo,
Onde est elle ?
Aqui tem as informacoes-responden
o procura lor, apresentando-Ibe urna carta,
que era escripta por Heqriqne na montanha
sob oditido de Corvino.
Depois de assestar as lunetas e pnxar
para si o candieiro, o general Harding leu
j escripto com urna certa sorpreza e ar de
incredulnlade.
Que aranzel (--disse elle s meia voz,
passando a carta ao filho mais velhoLe.
Nigel obedeceu.
Que dizes a isso ?
Que bei de dizer, meu pii ? Par ce-
me um ardil para Ihe extorquirem dinlieiro.
S m ; mas eres qus lienrique seja
camplice (Pasta gente ?
Sinlo afilig-lo, meu pai, prosegaio
Nigel no sen apartemas devo dizer a ver-
dade. Lmenlo que todas as apparencias
se reunara contra meu irm3o. Se elle cahio
em poder dos salteadores, o que uo posso
nem devo acreditar, corao que ellas sou-
berara qne elle era filho do um homem
rico e a morada ? O qae me parece qne
elle se acha em Roma, mas prisioneiro de
salteadores nao acredito.
Tambem creio tudo isso ; mas que
resposta direi a.esta exigencia 1
0 procedimento de Hnriquo fcil
de explicar proseguio o insidioso conse-
IheiroGastou as suas mil libras, como
era do esperar, e agora quer mais. Sinto,
meu charo pai, ter de assim ulga-lo, mas
isto parece-me urna estrategia com o fira
de obter da sua bondade urna nova remessa
de fundos. E o que notavel que nao
se acanhou no pedido : quer urna sornraa
redonda /
Cinco mil libras .'exclamou o gene-
ral, lanzando os olbos sobre a cartaPois
nao receber nem igual numen de penys !
N3o""por certo, ainda quando fosse verdade
o quo diz !
Mas nao ; o que est provado ter
elle sido o proprio escriptor da carta, como
evidencia a sua propria lettra e assignatura,
De certo. Valha-me Deus I Lem-
brar-me eu que as primeras noticias que
havia de receber d'eHe seriam n'estes ter-
mos I Bello meio de se reconciliar conti-
go E' realmente grosseiro o expediente
e nao serei eu que me deixe Iludir.
Pesa me at a tentativa, meu charo
pai, mas estou certo que elle nao senie o
mnor arrependimento da sua reprehensi-
vel desobediencia. Que faremos com rela-
co ao mensageiro ?
Ah I verdadedisse o general, lem-
brando-se do portador da carta.Qual a
tua opinio ? Deve-se mandar prender ?
N5o sou d'essa opinio ; n5o vale a
pena e poderia isso trazer-nos algum des-
gosio. E' melhor que se ignore o desgra-
nado procedimento de Henrique : om pro*
cesso expor-nos-hia notoriedade dos fac-
los, que de certo nos nao fica bem.
E' verdade. mas este embusteiro ca-
rece de correccSo. E' borrivel ver-se a
gente desconsiderada, principalmente sob
nossas proprias telhas I
Assuste-o_. pois, antes de o por fra ;
talvez possamos assim obter mais seguras
nformaces e Henrique ficar sabendo o
Ella j mona
Suspiros me dava,
Arfava Ihe o seio
O coracao aponava. -
Pois bem, o Sr. O. Pestaa ainda nao desmere-
ceu, ainda o mesmo hemem; para prova basta
ler-se o sea ultimo trabalho, o monumental dis*
curso que S. S. deva pronunciar no Clup Popular
e qae nao lovou effeito por se ter achado en'
commodado.
Ol I eu sinto de veras nao poder dar.Ihe ama
prova de admiraco, como desejava, transcrevendo
aqu todo o sen discurso. Falta-me espaco, por
isso maiereverei apenas algamas llnhas; mas
E' dessa palavra, que se resume igualdade
< dos direitos, e a igualdade e a fraternidade dos
povos, e que nos aperlam reciproeameute por la
eos inJisoluveis, i nos separam dos despotas
monarehas barbaros e corruptos, e se forma a
* grande propaganda dos partidos da liberdade,
de homem a homem e deslespari com Deus:
t oade, Senhores. nao pJe existir urna casta
uxuloadora dos direitos de seus semelhantes,
> nem do vnculos nactonaes, onde s o raonslra
vinculado a? mais altas magistratura?, e as mais
i trancdentes funecoe:- sociaes, l aulhoridade, o
poder, a liberd lo e o querer, 6 rresponsavel :
por ser a liberdade dos pjvos detida pela ex-
torso de um tlirono sagrado intiolarel lieredi-
ario dos tyrana que dzem ser enviados para
.' malversore3 dos povos.
E n'esso diseorrer vai o tribuno ato o tim, onde
toca o sublime n'estas palavras:
t O dia ha de ebegar I da rogeneracao brazi-
leira, ella- obra do acaso, a ralo do fado guiar
seus passos?...
t Viva o Ro Eterno c Supremo
Senhor Njsso, titulo immortal,
i Pora do mundo os lyrannos
E' boje voz universal.
E entao o que me dizem ?
E' ou nao exacto que o Sr. O. Pesiaoa credor
da veneracao dos poves ?
Ser original, disse Chateaubriand, nlo d nao
imitar, mas sim ser inituitavel.
O Sr. O. Pestaa rigorosamente original I
Mas infelizmente nao s o Sr. O. Pestaa que
orignal; nao,a ongiaalide, forga de ser por
lodos almejada, vai perdendo era valor: o cambio
sobre a originalidade vai baixando olhos vistos.
Quinta feira nllim, no theaTro de Santo Antonio
elle banou muilo, ponas nn espectculo desse
lia ludo f ji original, desde a organisacao do pro-
gramnia \ i mse en scenn, e, ainda mais, at
as llores innodoras e as jialraas entbasiastieas,
que deram a beneficiada, mademoiselle Brescia.
La nuil blanche n'essa noite esteve escura como
urna noite de tempestado, sera que ao menos o ti-
raoneiro Carrn.podesse -calvar do naufragio a
nao da empreza.
Une soirie chez maiemoUelle Contis dir-se-hia
passada no celeste iaiperio entre les miaulements
ae deux chais.
E a pobre aria do Trovador foi.........! Nao,
nao digo o qae Ihe acontecen; celle-la respec-
tens-la toujours.
Has houveram flores, palmas e versalhada, que
foi um gosto; e a beneficiad receben, como
justo premio do seu talento artstico, una linda
corda do ouro formada por dous ramos delouro
e bem assim outra de flores artificiaos adornada
com urna fita franjada de ouro I
Ah I les.aimureux ont ti droies I
Saboado bouve c utro beneficio no theatro de
Santo Antonio. Foi n beneficiada mademoiselle
Sangles, qne estreou n esta noite.
Maderoeiielle Sangles conquistou mallos ip-
tenho. jrteu do que por ellas o letlor ajuizara 1 plausos no Rio, onde esteva abjum tempo. Sua
da obra; pelo dedo se conhece o gigante, J voi, posto qae nao seja de orca, sonora c me-
lodiosa o causou agradavel impresso no audito-
rio.
O theatro esteve cheio e os artistas esforcaram-
se por bem trabalharem n'essa noite.
A' arias que a beneficiada cantn foram Ijem
regularmente desempenhas. Mis onde ella mos-
trou-se bi artista, onde cantou melhor, foi na
opera Le Chalet, oa qual coube Ihe o gentil papel
de Belly.
Mademoiselle Sangles foi muito apalaudida por
diversas vezes e bera mcreceu esses applausos.
A orebestra... Ah I.. a orchestra esleve impa-
gavel n'essa noile: dir-se hia um maracat de
sfilvagens. Rabecas para aqui, cirmelos para
ali, tro upas e Irombonis para acola........tudo
n'uma i^confuso immensa, sem compasso, sem
harmona, sem.... cousa alguma ; eis o que fu a
orchestra no theatro de Santo Antraio no beneficio
de mademoiselle Sangles I
E ainda ha quem ponha em duvida que < nao
ha nada como tudo o mais historia.
Na mesrra noile de sabbado teve lugar no
pavbao de Sintu Isabel, amigo .barraca dos
saudoslssimos gymnasticos-eqaestre?, a estra da
companbia hespnhola de zarzuelas.
E eu, pobre de mim I que cahi na esparrella de
crer que a couza ora cova !
Qual, historia?!
A zarzuela nao^tassa de urna opera joco-seria,
corao eu disse no ultimo folhetim. Ella guarda
um corto jogo de vai-vcm entre a opera seria ti-
liaoa e a opera cmica franceza. Ora aproximin-
do-se de ama, ora aproximando-se de outra, a zar-
zuela dansa quasi em ricolchete entre ambas,
agradando geralmente por saas innmeras va-
riantes.
Na noite de sabbado o theatro teve urna en
cliente real : nao havia urna cadoira vazia na
platea, nem um camarote desoccapado.
Os espectadores ostavam preoecupadrs cora a
idea de um espectculo nevo para elle?. Em co-
dos os semblantes lia-se a ancedade por levantar
a ponta do veo mysterioso'que encobriao se,re-
do de urna zarzuela.
Muito olhar curiso procurou descortinar o raj s-
terio travz dos Bos do panno de boca, e muito
labio dilatoa-se com amono sorriso, quo reflectia
os dourados sonhos em que se perda o espirito
construir caellos luxuosos sobre a zarzuela,
quando o apito do mestre de scena chamoa a pos-
tos os festeiros da noite.
No ar ambiente como qae havia um surdo e
ttrico murmurio de vozes longinquas, qae de-
nunciava urna estra, isto um duplo suplicio do
que sao victimas artistas e espectadores.
Quando a orchestra preludiou as primeras liar
monlas da introduccao houve um estremecimento
gcral e febril como urna coramocao elctrica, de-1
pois fez-se profundo silencio. Todos os olhos bus-
caram o paleo, todos os ouvdos procuraran) ra-|
colher as notas que desferia a orchestra.
N'uma estra, se por um lado o espectador sent
as torturas de urna domora mais nu menos longa
no erguer do panno ou na entrada dos artistas,
para sor ver com reoezi as gotas do benetteo onra-
Iho musical suspensas dos labios dos cantores; por
outro lado estes, em face de um publico numeroso
e desconhecido, mais ou menos apreciador da m-
sica, santera-se muirs vezes desfallecer ante a
possibildade de ama nota falsa, de um gesto mal
cabido, de urna phrase dita sem elegancia e pro-
priedade e (tinalmente de um compasso mal medido
ou de urna entrada feita fra de tempo I
D'ahi nascem as di (acuidades na formacio de
um juzo seguro, quer sobre a opera em execuno,
quer sobre os estrantes, quer ainda sobra a mi's
en scenne ou sobre a execucao om si mesma.
Os jnizos precipitados sao sempre mos e causara
desarranjos; porque, se sao favoraveis, podem pre-
cipitar o artista n um fofo argulho, de qae diffleil-
mente elle satura, e, se sao desfavoraveis, podem
contribuir Dar um desanimo precursor de Urna
fatal ruina, de que nunca mais o artista se poder
erguer.
EU porque lao toomitUr jai defflaitivo sobre
modo porque mea pai receboa t5o artifi-
ciosa pretencao.
XXVI >
OESGn.lOAVKL DtSPEDU\
Durante o dialogo entre o pai u o libo
conservra-se o estrangeiro de p e mmo-
vel. O general, voltando-se alioal para
elle, disse em voz imperiosa:
O senhor um grande impostor I
Molte 1raiie, signore replicn o
procurador, inclinando-fe respetosamente.
E' om insulto bem intempestivo dirigido
a um hornera que vem do interior da Italia
para ibe prestar um servigo ou a seu filho.
o que snpponho o mesmo, c essa a nica
resposta que tenho a levar ?
Acautlese disse Nigel comar de
ameacaFoi imprudencia sugeitar-se assim
ao rigor das nossas leis, que Ihe inflingem
a pena de priso pela tentativa de extorsio
de dinluiros sob falsos pretextos,
Tenho a certeza do que o Sr. gen
ral me n3o far prender : era primeiro lo-
gar, porque no-ba falsidade na minha mis
s3o ; em segundo, porque isso perdera o
futuro de seu filho. Desde o momento em
qne aquelles que o retem soubercm qae
eu fui incommodado em Inglaterra, trata-
lo-h3o bem mais cruelmente do que eo o
posso ser aqui.. Tenham bem em vista
que. apenas sou nra emissario encarregado
do apresentar essa carta. Nada sei dos
expedidores, d'ella senlq pelo que respeita
minha profissSo : proced inspirado por
um principio humanitario a nao sou menos
o meRsageiro d'aquelles do que "o de seu
filho. Afrmo-lhe, porm, general, queo
negocio dos majs serios e que a vida de/
seu filh'i depend-i nao s da minha segu,-
ranca, mas da resposta de que se dignar Wk-
carregar-me 7
Ora adeus bradou o geoerajl
Nao se logra assim um su'dito inglez \ Se
en acrelitasse a sua narraco, ponco cui-
dado me dara a libertado da meu fillw. O
governo de S M. intercedera em meo fa-
vor, e entSo, em ver. de cinco mil libras es-
terl as, teriam os seus collegas o quo me-
recem e ha muito deveriara ter : sejls ps
de corda a suspendcram-lhes a cabega !
Receio, signore general, que labore
n'um erro e permitta-me que eofloqoea
queslo no verdadeiro ponto. O "eu go-
verno nao pode preslar-lhe servigo algom
n'este negocio, c mo o n3o podem 'todos
os governos da Europa. Nao a primeira
vez que iguaesameagas se h3o feito aos
salteadores. Nem o rei de aples, de
quera s3o subditos, nem o papa, em cujos'
Estados fazem (requemes excurses, podem
reduzi-los impotencia, quando a isso se
dispozessem. O nico meio da obter a
liberdade de seu filho pagar o rosgate que
Ihe exigem.
Ponba-se l fora 1 bradou'>o gene-
ral, coja paciencia se exhaurira peante um
tal aranzelSaia d'aqoi j onmandarei pe'os
meus criados langa-lo no tanque !
Arrepender-se-hia amargamente acu
dio o pygmeti italiano com um sorriso sar-
castico e fazendo meng3o de sab/r.Buona
nnte, signore general! Talve(z o traves-
seiro o faga mudar de parecer.' Se> live
alguma cousa a dizer-me para seu filho,,
quem naturalmente nao tornar a ver, trans-
mittir-lh'a-hei do melhor grado, apezar do
acolhimento que Uve aqui, do qnal, como
cavalheiro, tenho o direito de me lastimar.
Fico esta noote na hospedara vizinha e s
me retiro amanb3a depois do m- o da ,
pense bem. Buona notte, buona noile.
Assim fallando, foi o eslr.rageifo recon-
duzido incivilmente pelo despenseito al
porta do palacu.

.S
a companhia hespanhola; eis porque deve-se en-
tender que o que eu disser susceplivel de reto-
que, medida que a companhia for exhibindo o
sen repertorio.
A's 8 o )i horas da noite comerou o espect-
culo do meio do silencio absoluto" dos especta-
dores.
A opera cantada foi Campanone em tres actos. A
muica do maestro Msrza c o libreto de Fren
laura.
O entrechoreduz-se urna das muitas coalsdes
e divergencr.s entre os artistas e os emprezarios
de theatro por occasiao d; ensaiar-se urna compo-
sicao musical.
Quem que, mais ou menos, Dio sabe o que sao
ei-m intrigas de bastidores, em que lomam parte
ordinariamente sentimentos amorosos, vaidades
de Quem que n> sabe qie o compositor de ope-
ras e de libretos s vezes obrigado ;V emendar e
cartar em alguns pomos a? suas composicSes, para
sati-fizer corlas exigencias' dos artistas e quasi
sempre caprichos feminis 1
Pois nisso que conste o enredo do libreto.
A msica M. b?m que nao me tenha pareci-
do muito original. O maestro c-mc desconho-
ido.
Os dois primeiros actc3 nada valen cm confron-
to com o lercelro, onde cada scena, onde cada
harraooia e cada nita mesmo, tem o seu valor es-
pecial, tem a sua expresslo peculiar e a sua pro-
priedade de agradar ao ouvido, fallando ao cora-
ro.
Nesse acto ha nm concertante, para sete vozes,
de um bell" effeito; mas o que neile sobresai e
caracierisa a opera sao as arias de soprano e de
tenor, que sao muito linias e bem concebS
das. Alera disso ba nelle mais um terceto de te-
nor, soprano e contrallo, quo bem bonito, e um
duet de baixo -cmico e de bartono tarahem me-
nos mo.
A instrumentarlo ba: no maestro distin-
guio-se em exudar bem o libreto e tragar cada
personagem as raias em que devia agitar-se o
canto, revestiado-o do sentimentalismo proprio
cada accao.
Nao qaero diz?r com isto que a opera isenta
de defeitos; no.-iwiii a minlia incompetencia em
taesmaterias pJe levir-me a urna rigorosa apre-
eia^ao. Expendo o que pens com franqueza, mas
sem pretencSes critica.
A execucao correa meaos mal, e a mise en
scenne S cuidadosa. Isto j um bora prognos-
tico para a empreza.
Quanto ao belenco da companhia eis o quo
posso dizer por agora :
A prima-dona soprano bem regalar. Nao
soprano de cartello, e al essa voz pareceu-me um
pouco caneada; todava muito agradavel, quer
pelo timbre e flexibiHdade, qier pela extensao e
amenidade com que se presta as modulaeees do
canto. Nos agudos essa voz sonora e firme, nos
gravas, porm, tem suas fraquezas. Nos trinados
o soprano nao bom, mas no canio corrido pres-
tarse, como ja disse, fcilmente todas as infle-
xocs, pissagens e mudanzas de tom, com agrada-
vel sorpreza pira o ouvido.
O primeiro tenor um bom cantor. Tem voz
extensa, fresca, melodiosa, flexivel. sonora e volu-
mosa. E' orna voz nimiameo'e sympithica e qne
agrada muito, 'despeito da psima constraego
da theatro, onde nao ha visos sequer de condic-
coes acsticas.
O bartono nao rae parecen nem mesmo soffri-
vel mas como ello estava eucommodado, reser-
vo-me para outra vez ouvi-lo.
O baiio-comico nao tem valor como voz; mas
um ptimo artisu cmico, qae sabe apropriar-se.
vantajosamente dos papis e representa-los cora-
agrado geral.
A segunda-dama contralto rraquissiraa.
Das outras nada posso dizer porque seria em
precipitado o que eu dissesse.
(Continuarse-la.'
estreroo precipitado o que eu dissesse. Aguar-
do'melara ouvi-los n outra opera.
O .umo resta dizer ? Que a orchestra e% P. DO WARIO-RA DO DQK DB CAXUS
clente' Seria pleonasmo, dizon I > que seo
regente o maestre f:il%fllho.
Mas, direi sempri; qae a companhia nesse ponte- *
est perffitamente bem servida, porque o Sr. Cola?
bastante inlelligeole e artista caprichoso para
nao deixar de esmerar-so no estudo das operas e
dirigir bem, como costuma, a sua orchestra.
Rosta-me dizer qae todos os pedacos do 3 acto,
que cima assignalei, foram bem executados, es-
pecialmente as arias de tenor e de soprano, ambas
as quaes foram frenticamente applaudidas, come
em geral foi teda a companhia.
Em resumo devo dizer que a companhia me
agradou, e quo me parecen ter agradado ao publi-
co reunido no pavilhao Santa Isabel.
No sabbado teve ainda lugar uss salos do
Club do Monteiro a reunio familiar annun
ciada.
Esteve pouco coocorrida, sem duvida por causa
dos dois espectculos desse dia. Mas, anda assim.
ali estiveram 17 senhoras, cujas oresencas, grabas
e atractivos tiveram a habilidado de encher os-
saldes de tudo o quo de bom se pode nelles con-
ter nata occasio de partida.
Para muitcs coraces all se resumi o mundo
inlero; para mim' porm esteve apenas me<
mundo.
Houveram algumas toilettes simples c ele-
gantes.
Citarei por exemplo um liodisrimo vestido de
larlatana branca, tod> cercado do froco>, ebeio
de babadinhos e arregaces formando pouf, o qnal
era preso na cintura por um lago verde franjado
da ouro. Erara accessorios d'essa toilette um
ramo de rosas-amela desraaiadas no peito e outre
no penteado, c joas muito simples de phan-
tasia.
Citarei mais um bello vestido do gros-de-naples
cor de rosa com cauda imperatriz e tnica da
mesma f;.zenda,- todo enfeitado de frocos e baba-
dinhos.
As mais toilettes eram lindas c mereciam sem
duvida especial mensao ; mas nem de todos pos-
sivel guardar lembranga exacta, e por isso passa-
los-he cm silencio, pedindo aesculpa pela omissa.
que de outra vez nao cometterei.
Apezar de limitada lio poacas pessoas, a reu-
nio esleve excelente pela alegra e harmona dos
convivas, em cujo numero nao vi, com profunda
dr, o Sr. Hanriqoe.
Partida sem ara Sr. Manrique nao completa.
A de sabbado nao tev) um Sr. Hanriqe, mais
teve dous wmi-Hanriques. Nao digo seus nomes
por que sao duas boas almas, (perdoera gaba-as)
que nunca offenderam pessoa alguma, nem por
pensaraentos, nem por palavras, nem por obras.
Ah! se eu vos contasse urna historia de sa-
patinhos que bouve no Club do Monteiro!... Mas,
nao; nao cont.
..
Como acha a leitora que me tire do compro-
miso de me aehar ao mesmo tempo no Club e as
zarzaellas ?
Creio que liz mais do que prometti, .visto' como
tambem eslive na mesma noite no theatro de
Santo Antonio.
Veja-se, pois, qae sou possuidor do dom da ubi-
quidade; fomente conlinuarei a guardar o segrt-
do desse dom, urna vez que ao merec nma qua-
drilha se quer das amadora 4o Club I
ie tiens ma parole l
* i
Dua| grandes novidades occupara e absorvem
leda a minha atleneao I
1.' O baile dado ao geeerel baro de S. Berja.
boje, nos saldes do Club Pernimbucano.
Ia A minha prxima viagem n'um aerstato ao
sul e ao norte de Pernambnco.
Fallarei de ambas depois.
Aa rexotr.
mus.
'
J
N


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E96QVNFSY_ELY6SC INGEST_TIME 2013-09-14T01:33:08Z PACKAGE AA00011611_12277
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES