Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12275


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Full Text
w*
nr.Mii.1
M
9^
V

MRO ILVI. NUMERO 2J. ,>rel *- *** v*',: *H *


PIBA A CAPJTU I MKUB OTPM IAO SE flfl* ft*n.
Por trj mera iditntad.* ^s-
Cor sois dito* ufan ....... ...... iK3i
^rumarmnMen,.......... "....... Jjj
Q^aMiftfK. ...:::; :>; : ;; :: *fg;
DIARIO DE
TEBC* FElftt 29 HE NOVEMBRO DE 1870.
*AIA BOnO I IWA DA PBOfWCIA.
Por tres meses adiactaos.....
Por seis ditos dem......
Por Rote ditos dem.....
Por om anoo dem.....
_*
131600

t
Propriedade de Manoel fignera de Paria & Filhos.
EMAIBUCO.
i i
Os Srs. Girardo Aatonio Altes 4 Filhos, no Para ; Goncalves Piolo, no Maralo
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alejandrino da
em Nazareth
ectks

Jos* de Orivein, no Cesr ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaly ; Joao Mara Jolio Chaves, no Ass ; .Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jostina
m Parshyft ; Antonio Jos* Oomes na Villa da Peona; fielarmino dos Santos Bulco, em Santo Ant5o; Domingos Jos da Costa Braga,
Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr" Jos nfcrtios Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OITCCIAL
Vieira de
I:..i Ri-
la Silva
Crtveruo la provincia.
kvbmiktc n> r>u 21 d itortinmo dg 1870.
Actos:
O |ire*.i vm a propnela !> ten-mo coronel ooiaimindante
lo battlMn q. tu de infantera da guarda naci
wi de muante de Sazareili, sobra a qual nter-
mou o afectivo eommaniiint. superior em oh-
w do 2" dd ouiulm ultimo, resnlve en virlude
'i art. 18 da le a. 602 d<> !'j de seiombro de
1**0, numear para o dito lialalh.V) ollioiaes
iitfio declara** :
1* C'oiiipaOllia
Alf-srss, o gurda Mn >ei Ramuda
Hmfci.
" c w.p.rabia
Tdii-nk. o airares di uiusma Ju.vriioi
beim J.irl>.
Alten*, a gi irda J ,uqiiim ti im.Mlv&i
itonfeira.
I* companhia.
Atieres, u gu*. .11 Toe. lindo Augusto do dego.
? prespent d.i provincia, aliendenda a qne
i'-juerm o capilo honorario do ejercito Manoel
liiyMni", e 'ndo en vista a lulafiuaoaa do
inspector di toes jurara provincial datada de 21
ilu Somate, sob n. 735, resol ve nornea-to para o
Majar vago de as-srifau da colleciurU do renda
(M-vinciaes da cidade do Rio 'arraoso.
l-xpedirm.-se as neetssarias commuoicaces.
O pre.ii lenl" requeren Joaquim Hadrigues Maia de Oliveira, re-
loive concfdur-lha permisso para ir ao presidio
f Pernan.io de Xoronha no primeiro vapor 4a
raudo cun sigo 03 genero* constantes da rea-
;;ij jen!*, asgnala pelo secretario da presiden -
>-i*, nao pudendo, poten, eflectuar ode?enbarque
le taes gneros sem que por parle do conwiian-
liaato d mesiuo presidio, so prjjeda a exame,
.;m de verificar-o ha aguardeate, pa outra |ual-
ter Minia mpiritao6a.
OScios :
Ao Esfo. r. ministro da guerra, accu a recepQio do aviso circular de 9 d> correte, em
;o da mesma data, ministro e st&ratano deslado
los negecios da guerra.
Ao mesiuo, ^/licitando providencias para que
eej eu.u la para Mi provincia 3 guia do ex-sol-
dado do y b.italw> de infantina, Sevato Jas
l'raocisen, atim do quo na lliesouraria da fazenda
Mam ser pajos o veneimaatM da ;amBaoba,
toe (be .iwj devidos.
Ao general coniinandante da* armas, autori-
- nulo o a perraitlir que o moldado invalido do 21"
carpo de voluntario da patria Job Pedro deiezu-,
va reeidir na t'reguezia de Sintu Amaro Jaboatao,
al que wulta decisao do poverno imperial sobre
sna baixa ou ref>-ow, licando, poreiD, obrigado a
imparaosr mensalmentn as rensta* ds moslra.
Ao inspenor ils thj i'innicandi qae, wguD'K< consta ae avU. do mi
i' iterio di ttlarinln df 2 do crrante, oncedou
- licenf ao soldado reformado do baialhao na-
vjl, Candido Joaqi'im deSacit'Anna, para residir
iseta provincia, cumprindo qoe nos termos do ci-
udo avisi, mande pagar menselmente esta pra^a
sold e pensio na imporUnols de 15*000.
Ao inesmo, transnitttiado os papis relativos
a > pagamenin, que solicita o cabo de e*qufcdra do
f hstalliao le artnlieria a p, Bazilio de Uredo
i-ana, de gralilicaijoes que Ihe sao devidas, anm
o ma, em execueo de aviso do ministerio da
.tuerta de 9 Jo corrente, mande liquidar es? di-
vida da maneira que fr possivel, abonando-se
i fuella praga e n todo o caso s duas prestares
le preir.io de enuajamtolo, sobra que nao sa pode
iiiis oppor Juvida.
Ao mesmo, naadando pagar a quantia de
-"JloOOrs^ datoodida eom a conduccao da diver-
i objeetos ornocJos pelo arsenal de giurra ao
- uiaiita.) de inboteria de Imlia a onfennaria
:>. litar.
Ctmmunieou-se 3l director daquelle arsenal.
Ao mesmo, dizendo que visto nao se haver mar-
..dr. prazo para ojuiz municipal do termo de Igua
r.jsii, bacharelJnlo Carlos Augusto Cavalcaote Vel
i-t. eoirar no guag da hcenca do IrmU das que
"litave, n^m existir desposirao que regola o pra
-i da apre.-entacao das licen^a concedidas pelos
residente* da provincia a empreados do minis-
i*rio da ju-lica, ra.soavel que se observe o que
sl marcado para as liceneas expedidas pela res-
f'CCtiva secrttaria d'esiado, como entendoessa the-
i>uraria, mas, aticodendj se a que o mencionado
liacliarel exeedeo apeona utn da do praso de
dotUiWKea. tixadc na circular de 14 do tnaio de
1845, maude pagar-'liu o seu ordenado, corres-
pondente ao lempo em que estove oo goso da li-
nca do aue se irata.
Ao inspector da thesoararia provioclal, do-
iarando que, visto nao e-tar anda iavrada pe-
ante o tabelio competente a escriptura, cuja co-
pia solicitoo, da cesso do contrato da illuniinacju
gaz da cidade de Olioda, celebrado eom WU
'lam Richard, cumpre uue os intortssados saiis-
ifao em lempo sua oxigencia, e em vista desse
mulo haverse nessa tli3souraria o termo de ap-
Kovacao cora as formalidades j re'-ommen-
> i idas.
Ao mesmo, dizendo que, por estar a presi-
dencia de accordo eom o tioal de seu oflicio de 21
do crrente sob u. 754, a que veio auoexo o retro
;u que o fiscal da collectoria de Iiamb fez ver
.i oecessidade da crearse naqnella collectoria o
lugar de cobrador, autorisado polo 1 do art.
;'.2 da lei do crcaoieuio vingente, deixa ao seu cri-
lerio e telo resolver definitivamente a esse respai-
lo como entender conveniente.
Ao mesmo, autorisando-o a mandar pagar
tuda maneira indicada em seu offljio de 19 do cor-
rate sob n. 749, a 3* e 4' prestacoes das puntes
: Magdalena e Caxanga, visto nao haver crdito
para *90 na lei do orcamento vigente.
Por essa thesniraria mandou se pagar :
A Francisco Pacilico do Amaral a quantia de
uto cont de res, melado da consignado de dous
viotos dd reis, votada no art. 13 da lei do ore-
>ento vigente para auxilio da impressao do alma
ik da previncia, vi>to achar-se eom direito a
Ao gerente da eonpanhia Penuabucan,
recominendande aue faca seguir para o prefini
de Fernando de Noronha, no da 6 de dezembro
prximo vindouro, um dos vapore? daquella com-
panbia, sendo essa viagem levada em eonta da qne
de va ter lugar em Janeiro.
Expedirain-se as nocosiarias cornmuntcaedea :
Parlaras :
A cmara municipal da cidade da Victoria
declarando em vista dos pareceres do procurador
fiscal da thesoararia provincial, acerca dai duvi-
das propnstos em oOleios de de etearoro e 13
le ootnoro ultimo : qae o 9 do art. 33 da lei,
n. 965, do corrente aono nao trata de pastagens e
sim de passagens de rio., imposirao qae nao 6 no-
ta, e est consignada n*s leis anteriores; que o
imposto que o 24 manda cobrar o de 2*000,
pago pelos nacionaes e 4*(XM) pelo* estraageiro
por licene annus! para terem lejas, casas de
ci-nmercio, escripioriot ou qualouer ontro estabe
lee ment, comprehendido nns ^| 1 e 2 do art. 2*
do regulamento do 15 de janbode 1844, e no ari.
48 do regulamento de 10 de julho de 1850; ftoal-
inente que, conignando o } 13 do citado art 33
da predita lei 965, a mesma disposieao do B do
art. 22 da lei n. 801, do anno pascado, s deve
ser cobrada pelo duplo o imposto sobre as fabri
cas Se toga Se ariitcto, que estirereiu situadas
dentro des balites das villas e cidades pelo perigo
que I na existencia desles ?stabe4ecimeotos nos
Cambeta, Fraaeiteo dai Cnacu Dmo, Lela de
Ftaoca Franeo, Dominios Pereira da Shra,>aa
Alexaadre de fjma, Pedro Flix de Moora, naodi-
do Fnncisco Fretre, Aatrstaeio, esenm deHafio,->l
tttonio, Hifheet. eseravo d* Jos Correa Vkwa,
ar* Franeltca da Qlorta, e Francisca Mari' da
Ctiaeeleae. riedes- da provincia doCear, eom o
sentenelados, eom destino ao prstalo de iinaiil
de iiurooha.
A' ordem do subdelegado do Becife, James Gv
rvDhe, inglez, reqabicJWi do respectivo Son-
A' ordem do de Santo Antonio, ionae, esoSTo
de Jos da Rocha, por disturbios.
A' ordem do de S. Jos, Victorino Jos Pereira,
Domingos Francisco da Co-ta. Manoel da 9flva
Ferro, Manoel Januario de Lima, Hermoajuirs
Norborto de Gasmo e Carolina Praneisea ds.
pirit^-Smto, por disturbios, Juliao, as*, por
efime de furto, Joao Gimes da Silva, amaaejaS, e
Vir*iinjo J cetnentn e desordem.
O delegado do termo da Escada, por oflfcl de
23 do corrente, conrmnoicoii-me qoe no dia 1, era
erras do eogentio Bambarral, Vicente jWves l>r-
rd fora espantado por Dionisio de tal, qae tofjroa
evadir-** Qae no dia t.i, no logar dtr eogenho
Bom Jardim do mesmo termo, Antonia de tal fui
assassinada eom ara tiro de espingarda, por Pedr >
de tal, o qnal foi #reso. e se acha reeolhMo ca-
i, ..-., .-;-----.------ i--------------- -r- t"*1 "' pr"". e se acna recoinrao a ca-
K t^JZZ&L^^"^* 5*! ^ ** -Po delicio e traa-
lis, na qualtdade de encarr^gado desse tra-
i i.bo.
Ao portetro da secretaria da presidencia, Joao
Haptisla Ferreirada AnnunciacAo 34 #000 prove-
i>.entes de lirros que comprou para a mesma se-
cretaria.
Ao juiz de direito da comarca do Cabo, re-
ti"ndo ama portara, que lbe derigida pelo
mselheiro presidite do supremo tribunal de
l nica.
dem aos juizes de direito da i' vara desta
eapital, e da comarca de Sanio Anlo.
Ao engenbeirt oncarrogado da? obras mili-
tares para mandar fazer eom urgencia os concer-
t*s, de qoe pieeisa o cana de esgato da la trina do
inartei do 2* hatalbao de infantera.
Coramaoicou-ie ao commandanle das armas.
. Ao cumman linte da eorpo de polica, auto-
rnaado o engajamemio do* paisanos Ca ves dei Souza e Firmino Zenaydes de Barros,
~~ A*,B*''"reir Barges, vareador da cama-
r*Jf*iteal ** dade da Victoria, remetiendo
copia parecero inspeetor da ibesonraria pro-
vincial em solncaii as duvidas qae reprosenlou,
relatiramente a ubranca dos mpostpstos indica-
dos em seo osmio de 8 de outabro ultimo.
negocio e ouiros estatelecimeoto-i. cumprindo que
neto sentido se ntodiflqaem os contratos feito?.
A conselho de compras navaes, approvando
a compra dos objectos, qae eram precisos para
supprimenta do almoxarifado de marraba
Cainmuincou-se a ihesouraria de azenda.
Ao conselho de compras de arsenal de guer-
ra, passando copia da inlorraaea-j da ihesouraria
de fazeoda, como solucao ao sea ollleio relativo a
ac luisicao de caldearas de ferros para rancho de
soldados.
Aos ageotos da eompaohU Brasileira de pa-
quetes vapor, mandando dar transporto ale a
corte, por canta do ministerio da marinha a 7 a-
prendizes marinheiros, que serio apresentados a
bordo do vapor por parte do inspector do mesmo
arsenal.
Communicou-se a ete.
Despachos :
Bernardo Alves Pinheiro.Passe portara.
Custodia Mara Cardoso.Entregue-se, passau-
do recibo.
Bacharel Candido Alves Machado. Kncarai-
nhe-se.
Domingos Mouliobo. Iaforc o o inspector da
thesouraria de fazeoda.
Hgate Mara de Almeida. InJeferido.
Jos Pinto dos Santos.Informe o Sr. Dr. clie-
fe de polica.
Jas Vicente de Paula Infirme o Sr. Dr. cha-
fe de polica.
Bacharel Joaqaim Jos de Lsrvalho Siqooira
Varjo. Informe o Sr. inspector do arsenal de
marinha.
Bacharel Jas Climsco do Espirito Santo.Pro-
ve por attesiacau da cmara municipal oo do juiz
de direito respectivo.
los Soares Monteiro.Informe o Sr. Inspector
da thesonraria de fatenda.
Joao Bateta de Mello. Informe o Sr. enge-
nheiro chefe da repartido das obras publicas.
Alferes Joao de Siqueira Passos.Informe o Sr.
Dr. director geral da instrucco publica.
Bacharel Joao Carlos Augusto Cavalcante Vel-
lez. A' thesonraria de frenda eom destino desta
data.
Manifl Eloy Mondes,I asee portr.ria nomean-
do i. supplicante.
Manoel Raynero de Barros.Informe o Sr. le-
nenie-coronel commandante do corpo de policia.
Manoel Jeronymo Barreiro Rangel.Ao Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Cala para, colhendo
infnrmaroes fidedignas, dar parecer.
Theofilo Antonio de Malte?. Junte o titalo de
baixa. -
Tiburtino Pinto de Almeki Jonicr. Entre-
gaetn-se os documentos, mediante recibo.
C'osnmaudo das armas
)lTAHTKL-GENEBAL DOCOMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PEKNAMBUCO, 28 DE NOVEM-
BltpDR 1870.
Ordem do dia ;. 'l.
O marechal de campo ccmmandanle das armas,
em execucao as orden* c-m viger, e os que Ins
foram expedidas em officio da presidencia na data
do li do corrente, determina que os corpo da
guarda nacional desta cidade reunidos aos do exer-
cito em servieo nesta gnarnicao, formando urna
diviso cumposta de duas brigadas ao mando do
Sr. coronel Joao do Reg Barros Falcio, se achem
om parada na tarde do dia 2 de dezembro prxi-
mo vindouro para solemnisar o anniversaro nata-
licio da S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro i'.
A 1" brigada pertensero os batalhoes da guar-
da nacional, I du artilheria, 1" e 2 do infantera
e ser commandada pelo Sr. coronel Rodolpho
Joo Barata de Almeida. A 2" Irigada perteoce-
rao os batalhoes, 3o de infantera da guarda na-
cional, 2 e 9 da mesma arma de lioha, e ter
por commandante o Sr. tenentf -coronel Alexan-
dre Augusto de Frias Villar.
A devisao se achara postada em linha no largo
Pedro 2* as 4 horas do indicado da, e meia hsra
depois marchar para o campo das priocezas a to-
mar posicSo conveniente, em ordem a fazer as de-
vidas contenencias, e a dar as descargas que sao
do esiylo, para o que dever estar competentemen-
te municiada.
Os Srs. commandantes d& divisao e brigadas,
escolherao os seui empregarlos d entre, os Srs. otB
ciaes dos corpo* qoe arrumar.
As msicas dos corpos tecaro em frente do pa-
lacio da presidencia o recolher do dia Io, a alvo
rada e recolher do dia 2, e tambera no acto do
cortejo a elge de S. M. o Imperador, que ter lu-
gar pelas 5 horas da tarde de indicado dia 2, e
para o qual o marechal de campo commandante
das armas em nome da preeiltncia convida aos
Srs. ofHciaes do exercito, os reformados, e hono-
rarios.
Assignado.Baro de S. Bcrja, marechal de
campo.
Conforme. -Emilian. Ernesto de Mello Tambo-
rim, lente ajadante de ordens encarregado do
dealhe.
itepartifo da polica.
2.' seccao. Secretaria da polica da provincia
do Pernambneo, 28 de novembro de 1870.
N. 1568.Illm. e Exra. Sr.Levo ao eonheci-
rnente de V. Exc. que, segunde consta das panic-
pacoes recebtdas naje nesta reparlicao, foram bon -
tem rec.lhiduj casa de deteneao os segafnies
individuos:
Dia 26.
A' ordem do subdelegado do Iteci'e, Henry Anes-
tromp, americano, reqaisicao do cnsul in-
glez. ,
A ordem do de^Santo Antn.c. Adelina Ciernen-
tina da Rucha Vanderley, por offensas moral
publica. .
A' ordem do de S. Jos, Manoel, escravo de Jos
da Silva Loyo, por fgido *
A' ordem do da qa-Vis,tak. Beato, escravo de
Francisco de Carvalho.por fgido.
17 -
A' minha ordem, Simio Corra do Lima, Joao
Vicente Ferreira,. Aojoni Vieen? dj jascjovjolo
va de instaurar os competentes processos.
Por offlcio de 27 deste mesmo mez. partfei-
poa-me o subdelegado do Poro da Panefla, que
pelas 7 horas da noate do dia ameiedente, na es-
tacao do Monteiro, o pardo Lucio Joaquim de
bant'Anna, de 42 aonos de idade, estando ebrio e
tentando sabir para o trera da va frrea, qnatdo
este fazia o movimento de partida para Apipaeos.
caLio. ficando eom o p direito e tras dedos do es
querdo etmagados pelos vagons; que, apenas leve
sciencia desse accmtecimento, dirigi-se ao referi-
do Tugar, e al! procedendo a cempanhia vistoria,
verflccu-se que o ferimento nao era mortal, mas
poda prodnzir grave incommoJ : de sade ao pa-
ciente por mas de 30 dias.
Participou-me- o subdelegado da Capuoga, em
offlcio desta data, que s 7 horas da noule de Iwo-
tem, no lugar den minado Campo-Grande, o sar-
gento do batalhao da guarda nacional da Ireguczia
d Boa-Vista, Antonio Ferreira, conheeMo por
Ferreira Cigarreiro, dera duas pnnbaladas no esto-
mago de Caetano Jorge Rodrigues de Barros, de
quera er.i inimigo, evadindo-so em seguida ao
crime; qae proceder corpo de delicio, oo qnal
verificou-se ter sido grava o ferimento.
Deus guarde i V. Exc.
Illra. e Esta. :>r. conselheiro Diogo Velho Csval-
:anti de Albuquerque, dignsimo presidente da
provincia.O ehefe de polica, l.niz Antonio Fer-
uanaes Pinheiro.
cZh?**aMtaewo' Pranciseo Raymuudo da
rJ3k Pl','lrof0' Manoel Jorge Martins Alves de
(>arviho, Venssimo da Silva Pinheiro, Jos Au-
IS u "'C'mpnto Pereira, Jos Ferreira da
stiva Manoel Jos de Albuquerque, Flcriano Bel-
rairo da Costa Silva e O-ero Roroao Baptista.
ro nomeado promotor publico de Aqoiraz.
o D'. Antonio Coelho Machad., da Fonceca.
ralleceram na eapital : o poriuguez Jos
Ferreira de Miranda, guarda llvro da casa dos
negociantes Luiz Ribeiro da Cunta & Sobrtnhos,
a o lente reformado Manoel Vicente de Ol-
veira.
10 GRANItE DO ROCTR.
Em 2i do correle esertve nosso corres-;
pendente do Natal :
Por deliberarlo da presidencia de 11 do eor-
renu>- 'ol creado mais um districlo de polica no \
termo de Pao dos Ferros, eom a denominarlo de
Dislrtclo da Victoria.
> Foram presos em flagrante delicio pelo sub-
delegado n,> Rrejinbo. a* ladrdes de cavallo Jos'
Bernardo Moreira. Jos Antonio da SHva. Jos
feippa Pereira, Frmcisco Jales e Manoel Joa-1
qnirn de Sani'Anna, aqoelles eslao sendo procos-:
Moa |elo juiz municipal do termo de Govinni-
ana e este j se achava devidamenle pronan-'
ciado.
Fui mbem caplsrado pelo subdelegado de
Nova Cruz, o criminoso Manuel Estrella de lima,
pronunciado naquclle termo por enmo de feri-
raentos graves.
ELEICO SENATORIAL.Recebemos hontem o
resultodo dos seguutes collegios :
GaianAuNt.
Dr. Augusto d'Olivera 35
Dr. Agaiar 32
Monrenhor P. de Campos 32
Dr. Ignacio Joaquim 30
Desembargador Alvaro 28
Dr. Birros Barreta. 25
Conselheiro Baptista 8
Brejo.
Moiisenhor P. de Campes 31
Dr. Barros Barreta 26
Dr. A guiar 26
Dr. Ignacio Joaquim 26
Dr. Augusto de Oliveira 26
Conselheiro Baptista 26
Desembargador Alvaro 2a
JJom Conselho.
Dr. Augu-to d'Oliveira 32
Dr. Barros llar reto 31
Desembargador Alvaro. 31
Dr. Agotar 31
Munsenhor P. de Campos 31
Dr. Ignacio Joaquim 31
Conselheiro Poula Baptista 5
Pao d'Alho,
Becife
DIARIO DE PERNAMBUCQ
RECIPE, W DE NOVEMBRO DE 1870.
Notlclaa do aorta do imperio
No domingo pela manhaa chegru do Par e es-
callas o vapor braleiro Tocantins, trazando jor-
naes do Amazonas at 10, do Para al 17, do Ma-
ranhao al 19, do Cear at 2, do Rio Graode
at 23 e da Parahyba at 26 do correte
AMAZONAS.
Foi nomeado promotor publico da comarca
da capital da provincia o Sr. Ireno Porfirio da
Cosa.
PARA.
Nada occorreu, que merec meneo.
A alfandega rendeu de l'a 10 d'o corrate
180 908^180.
MARANHAO.
Foi nomeado inspector geral da instraeco
publica da provincia o Dr. Luiz Antonio Vieira
Ja Silva.
Lemos no Publicado)- Maranhense :
Por partk-ipacao do delegado de polica do
termo da Barra do Cor a, teve S. Exc. o Sr. presi-
dente da provinciaconhecimento deque fra alli
assasstoad, na nuute de 13 para 14 do outabro
ultimo, o negociante Jo* Gomes Cavalcante, na-
tural do Cear, eom dous tiros de espingarda,
que Ihe dispararam ; em consequenci3 do quo fo
rain immediatamente capturados os individuos in-
dignados como autores desso crime Vicente Fer
reir Brab", los Gomes da Craz Nogueira, Loo-
renco Justiniano Bezerra, Gsseiniro Jos Forreira
Je Castro, Raymnndo Jos da Silva c o escravo de
nome Luiz, sendo-lhes instaurado o competente
processo.
riADirr.
Pela presidencia da provincia foi extracta
a administracao da fazenda provincial, e instada
do o thesonro provincial do Piauhy.-em virtade
da lei da assembla do 4 de agosto nliimo.
O deputado ger.d Dr. Coelho Rodrigues fou
dou ama socieda'io emancipadora, soleranisando
a >u?. installaeao eom alforria de dez escravas,
porcoota da sociedade, sendo a mais velha de 25
annos, e gratuitaratnlo um escravo pelo mes-
mo Dr. Coelho Rodrigues e urna eserava pelo ma-
jor Bacellar.
O vice-presidente da provincia poz a disposieao
da sociedade a verba votada pela assembla pro-
vincial para a emancipacao.
Lemos no Piauky :
* Foi o que teve lugar na cidade da Parnahy-
b.% do da 4 de jetembro as 8 horas da noute na
casa de commercio do Sr. Jos Domingues de
Araojo Gnimaraes, que nos consta achar-se na
provincia do Maranhao. O caso deu-se mais ou
menos da segrate modo :
D. livarinta, virtuosa consorte daquelle, ao
passar junto de urna lamparas de gaz, que se
achava aceza, derribou-a eom o vestido que logo
se inflammou, assim como outres objectos que es-
ta vara prximos.
< Achando-se s a infeliz Evarinla, natural-
mente perturbada e no auge da desesperado, nao
cuiduu ao menos de sipara salvar una inoo-
ceoie filhinha que dorma prxima em urna rede,
o que mesmo nao pode conseguir, pos, otitra pes-
sa foi j quem lbe prestou esse relevantsimo
servieo.
c Quaodo ajgumas pessoas chegaram ao lugar
da catastropue D. Evarinta, eslava j em completa
nudez, tendo-lne, as chammas devorado a roupa
e suecumbio poucos momentos depois sob as d
res mais tormentosas.
O incendio tomcu largas proporQes o at as
3 horas da madrugada, quand smente poderam
no extenguir, tinha ardido o edificio e .cnm elle
lodos os objecios de commercio de Jos Domin-
gos. -
C8AR.
Procedeu-se no da 20 do corrente eleicao
de dous deputados geraes pelos I' e 2o dniriclos
da provincia.
Du 1 era conheeido o resultado dos collegios
da capital, Maranguape, Aqoiraz, Cascavel e Ara-
caty, sendo tnals voladas os Srs.:
Conselheiro Bandeira de Mello........... hj
Dr Goncalo de Lagos.................. 45
Do 2* apenas sabale do resollado dos colla
Sios de Baturii e Canind, onde (erara mais va-
idos os Srs. -
Dr. Moreira da Rocha................." 47
Dr. Paolino Nogueira................ \ j
jNeeac mesaio dia o Exm diocesano cooferio
ordens de smbdiacano aos soroinaristas; Svbaftiao
A polica leni sido incansavel na perseguicao
dos criminosos.
Ai diligencias se fazem cora todo acert, sera
estrepito, nem ostenucao : deltas nao resultara
conflictos, nem desordens.
A opposicao do Liberal do Norte contina
desarazoada, sem apoio e toda desmantelada.
Nao sahe do seu velho chavao, fallando lodos
os dias em persrgttices e. inauditas violencias, e
ao passo que phantasia alternados, sem referir os
factus, qualilcaudo de bandidos as autoridades
dos differentes termos e distrclos da provincia ;
diz ao mesmo lempo: nao tmos polica, ella
dorme.
Dormedizem os hornees impirciaes, porque
a polica de hoja no a polica daquelle tempo,
cuja perda to carpida per aquella famosa ga-
zeta.
Dorme -porque liojo o cidado nao preso a
espantado na praca publica, o no dia seguinte nao
mandado assentar praca para ser castigado eom
espadaradas, resultande-lhe ao depois a loucura,
como se dou nesta capital em ama sexta-feira
santa !
Dormeporque lioje nenhara subdelegado
anda prenden o cidadlo livre no dia 7 de setem-
bro s hors em qae se emotiva o bvmno naci-
oal, e era quo se oniavaj- raiou a liberdade
ene cidado, peto facto de lar furtado um cabres-
lo, amarrado ao tronco, nao chibatado de ordem
da mesmo subdel-gado, como dea em Macahiba
no lempo da adrniaistraco do Sr. Pedro Leo Vel-
lso !
t Darmeporque huje a autoridade policial
; anda nao maoduti vir sua presenca mando e
utulhcr para serem casligodos a bolos por dosa-1
vencas havidas entro aquelle desditoio casal I
Resumo dos collegios do
Olrada, Iguarass, Govanna, Nazareth. Limoeiru,
Cabo, Escada, Agua Preta, Victoria, Serinhaem.
Rio l'ormoso, Barreiros, Bonito, Caruar e Brejo.
Desembargadur Alvaro 1:155
Dr. Barros Barrete If 141
Dr. Ferreira de Aguiar 1:080
Monsenbor P. de Campos 1:070
Dr. Ignacio Joaquim. 1:069
Dr. Augusto d'Oliveira 1:031
Conselheiro Paola Bapista 497
FACl I.DADE DE DIREITO.Fizeram acto hon-
tem os seguintes alumnos:
3 anno.
Manoel de Mello Cantoso Barata, plenamente.
Francisco bezerra Cavalcanti de Albuquerque,
dem.
Agostlnho Mximo Nogueira Ponido, dem.
Eugenio Telles da Silveira Fooles, dem.
4* anoo.
Antonio Alejandrino Ribeiro Lima, plenamente.
Alexandre da Silva Galvao, simplesraente.
Joaquim Pacheco Mendes, dem.
Silvio Pelico Pereira Ferraz, dem.
Heorique Jos de Salles, plenamente.
5* anno.
Domingos Goncalves Cearense, plenamente.
Alvaro Fragoso de Albaquerqae, idom.
Joaquim Aurelio Barrete Nabuco de Araujo,
idem.
Francisco Antonio Vieira Caldas, idem.
Jos Vicenlo Meira de Vasconcelos, idem.
Francisco Antonio de Oliveira Sobrinbo, idem.
FEBIMENTOS GRAVES.A's 7 horas da noute
do da 27 do corrente, no lugar Campt' Grand,
Antonio F-rreira, conheeido por cigarreiro, den
duas panhaladas no estomago de Caetano Jo- Ro-
drigues de Barros, evadindo-se em seguida
No domingo s 7. horas da noiie, na povoaco
do Monteiro, procurando o pardo Lucio Joaquim
de Santa Anna, de 42 annos de idade, subir em
um dos wagdes da estrada de ferro de Apipucos,
Darmeporque nenhum deteg do de polica em estado do completa embriaguez, cahio sobre a
prendeu ao n,ardante ou dono do talho da car- linha, ficando eom o p direito o tros dedos do es-
ne, por te-la vendiJo do mercado publico sem ob- querdo esraagados pelo trem.
servar o prego estipulado por elle delegado, como ESPANT.AMEVTf) Fm ierra* do enupnlio fnnT
sedera na cidade da Imceratriz, quandoalli exor- b^SL^^ZS^vZX^S.
ca esse cargo liberalao Manoel Antonio Pinto f
Dormeporque nenhum subdelegado de po
rea, no dia 20 do corrente, foi espancado por Dio
nisio de tal, que logrn evadir-se.
ASSASSIN'ATO.Em Ierras do engeuho Bon
Jardim, da freguezia di Escada, no dia 23 do cor-
reate, fui a sassioada Anna de tal por Pedro de
tal, cora um tiro de espingarda.
DLNHEIPiO.O vapor Tocantins trouxe pira os
Srs. :
Joaquim Jes Goncalves Beltro
licia travou conflictos e provocon desordens, re
suliandodeilas ires mortes e sete ferimento* gra-
ves, achando-se hoje por esses fados condemna-
do a trila annos de priso, como so acha o ex-
subdelegado de S Miguel, nemeado pelo progres-
ista Dr. Gustavo de S !
Darmeporque ainda se nao prendeu ao juiz
municipal supplento de Canguaretama Alfonso
Le poldo do AUtu.merque Maranhao e nlo foi este Jos Francisco de Spuza
arrojado ao funlo de urna masmorra carregado Jos Duarte das Neves
le ferros, como o fez em 186 o celebrrimo Joao
Cuoha, subdelegado d ento, contra aquelle pro-
prietario, que nenhum crime hava commettido ;
pelo que fra sollo dias depois I
Dormeporque ainda nao foi preso em Nova
Cruz e mandado para esta capital, amarrado cora
cordas, no carcter de resruia,} elcitor de paro-
chia Basilio Cavalcante de Albuquerque, por ser
desdfieeio do subdelegado de outr'ora, Francisco
Alves de Menesesl
Dormeporque nos dias de noje nenhum dele-
fado de polica ainda prendeu ao subdelegado do
district) no dia de eleicao, no acto em que Ihe ve
lava a entrada na igreja : e esse mesmo delegado
juiz municipal an depois em ontro termo, no Cea-
rmerim, por exemplo, nao prohibi o transito dos
carros pelas ras, processando caprichosamente
aos que nao curapriara taes erdens, dando lugar
a que o coronel Varella representarse contra to
inslito procediraenlo. O Liberal do Norte, lalvez
que aiitJa se lerabre d'esses facto* e cooheca como srs.
palmas de snas raaos essas famosas autoridades, prenle Vianna que tanto sa destraguiram por actos de verdadei- Gomos de Mattos 4 irmos
ra prepotencia I A Alberto de Souza Aguiar
Sim, hoje a polica dorme, nem o Sr. Dr. Es- jdS Duarte das Neves
piaheira querera que ella acorde, para commelter joa0 Moreira do Soaza
tantos desvarios, excessos e crimes, contra os 54 Leilae 4 Irmaos
quaes nem u.na s palavra proferan! n'aqaelle l, Antonio Siqucira
tempo chorado os liberaes desta trra, que lanto Alfredo & C
fallam em violencias e perseguicoes inauditas. Thomaz Times
At ento aehavam ellos que todos esses des- silv% & Alves
mandos eram justos e regulares, que tudo era ho-
nesto e legal.
Bem se diz qae o peior cgo o que nao quer
ver.
a Em virtude da le provincial, sanecionada no f>ara 0 r;0 e Janeiro
dia 22 do correte, fixando ajorca de polica para a ganja
I ,100*000
1:500*000
1.300 1:157*000
1:WK000
84*(H)0
810*830
800*000
7321000
700*000
559*000
510*000
500*000
230*000
200*000
140*000
Costa & C.
Joaquim Gerardo de Bastos
Alves & C.
Francisco Jos da Costa G.
Jos Martins de Souza
Domingos Ferreira Maia
Erancisco Jas da Costa Araujo
Jos Tavares Pinheiro
Antonio Guada* Valente
F. Ferreira Borges
Domingos Alves Malheos
Pereira Vianna A C.
F. Margal da S. Garcia
Trouxe mais esse vapor :
Para Maceif. 200*000
< a Babia 4:689*340
o Rio do Janeiro 227:222*890
sendo desta ultima parcella 207.000* para o the-
seuro nacional.
O vapor brasileiro Mandaftt trouxe para os
5:000*000
4:300*000
1:999*000
i:324*oOO
1:023*000
1:000*000
800*000
533*010
339*400
330*000
O vapor ingloz Oneida levou de nossa praca
para Montevideo 2.000*.
vapor Toc(in levou hontem de nossa
praca
228:150*890
4:989*346
o anno de 1871 a 1872, o Exw. Sr. presidente, 1 Macei
dispensou do s-rvico militar o lente Emygdio j oa prirneira destas somraas
Getrulio do Oliveira e os alferes Antonio Po Au- cem ao thesouro nacional.
gusto Palmeira, Joo Ferreira de Oliveira e Tho-
raaz Antonio Nunes Monteiro, cojos lugares fram
suprimidos pela mesma lei, mandado execatar
desde j, em vista do estado pouco lisongeiro em
que se acham aa cofres provinciaes.
t Aqoelles ofHciaes, assim dispensados do corpo
de polica, nem por isso (icario a margem. S.
Exc. tendo semp-e em consideracao os servicos
por eiles presudos na guerra do Paraguay, man-
dou-o* ftzer parte do de-tacameulo do guarnicao.
Do 1* de nutubro at 22 do corrente renden a
alfandega desta cidade 24:553*715. >
PABAHlBA.
Nada occorreu digno de raencao.
Desta praca levou:
Para o Rio de Janeiro
a Baha
Maccio
200*000
207:000 perten-
943:46o*000
1:043*000
10:090*000
PEBNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
GUARDA NACIONAL.Por portara da presi-
dencia da provincia, de 24_ do corr nte, foram no-
meados para o 19.* bataihao de infantaia, do 01a-
nieipid de Nazareth: alferes da 1. campanilla.
Manuel Bernardo Vieira de Mello ; lenla dSx 2.\
Joaquim Dias Ribeiro Borbn, alferes loaqoi'.n Gon-
ealvee da Silva Roraeiro ; altere*, da *.*. ^eoltn-
do Augusto.do Reg.
COLLECTORIA PROVlNCIAL.=l'ar portara da
presidencia: da proviocu, de 24 db s ornte, foi
nomeado eserivio da caRectoria do Ry j Farmoeo, o
capitio honorarls do exwoq. Hw \ Eiy Usa-
dot,
vocalisa regularmente, mas pouco feliz nos tri-
nados. Sua voz tem alguma extensao, mas pon-
co volnmosa. t
O jogo de scena -lhe minio ramiliar, o sea ges
10 expressivo, o a artista demonstra que lam
muilos recursos scenicos. Ella graciosa e svm-
paihica. v*
A Srs. D. Mara Granados, segunda dama da
companhia, encarregon-se de urna parte pooco
nniave, e per isso n'outra occasiao a julgaremus
O Sr. Castillo o primeiro tenor da companhia.
Sua voz bastante forte, bem timbrada e presta-
se fcilmente as inflVxdes do canto. N'um thea-
tro sem condces acsticas c difLxil bem apre-
ciar, as vozes; entreunto e apt-zar das ms cir-
cumsianelas do pavilhao Santa Izabel, agradoa-ac*
muito a voz dos Sr. Castio, que sobresahia sem
pre e agradavelmenle nos concertantes, e deixava
doces iinpiessoes no tmpano do oovido qnando
se destinguia em arias ou duelos. Parecen nos
ara bom artista esse senhor.
O Sr. Rosa, primeiro bartono, eslava moto
constipado ; mas, dando o devino descont, nao
oos parecen sua voz em harmona eom as duas
cima. Aguardamo lo para ou ira occasio.
O baixu-comico, o Sr. Granados, pareceu-no-
excellente artista no genero cmico, mas quanto
a voz nao nos agradou.
Os mais artistasjncumb.ran se de partes to pe-
quenas que nos nao podemos pronunciar acerca
d'elles.
Em resumo pode-se as>cgurar que a compa-
nhia bem soflrivel.
A execucao, como ja dssemos, corieu regular
mente: as partes estavara bem eatudadas e os co-
ros farara bem cantados.
A opera em 3 actos. Os dois pritneiros sao
pouo> notoves, ma o terceiro 0 liudi.-simo, e n'elle
nenhuma nota se perde desde a prirneira olliroa.
Ha n'elle de notavel om terceto das duas damas e
do tenor, o qual muito mimoso; ba alm dinso
urna linda aria de tenor, que foi perfectamente ej-
ecutada, urna grande aria de soprano, que toi
igualmeate bem cantada, e finalmente ora concer
lante para sete vozes, de um effeiio muito agrada-
vel. Tambera merece raensao n'esse acto um
docto do baixo cmico e do bartono, qne, res
peto doencommodo deste, fei soffrivelmente e.\-
eeutado, especialmente na parte puramente c-
mica.
A companhia foi muito applatidida.
O salan dos espectculos est muito sotlrivel-
mente arranjado: era Impossivel melbor obter do
barracan de outr'ora, mxime coro economa de
lempo e de diohei'ro, como havia myster de mzer
a companhia. Achamolo todava poaco areiado
e muilo quente. A suz lotaco deve ser de cerca
de 600 pessoas, e para ara tal numero de espec-
tadores convm mais abundancia de ar do qua
foraecda pelas abortaras actoaes ojue commoni-
cam o interior eom o exterior do pavilhao.
O acenaria, para o qne e, tem sufflcienlc lar -
gura e fundos, falta-lhe um ponso mais de altara,
defeito de que participa o corpo principal do edi-
ficio.
Convm que observemos que acharaos rooito
unidas as (lilas decaleiras da platea superior, de
forma que tornara-se incommoda a passagem do
cenlro para as suas extremidades.
ZARZUELAS.Lstreou sabbado ultimo, no pavi-
Ihae Santa Izabel, no campo das Princezas, a
companhia hespanholade zarzuelas.
E' esse um genero de espectculos novo entre
nos, mas qae todava tem alguma cousa de com-
mom cent os generas j oossos conhecidos. visto
como a zarzuela guarda um meto termo entre a
opera seria e a opereta commica-jocosa.
A companhia ostreante nao de prirneira or-
dem, mas C bem sotfrivel e em todo caso raelhor
pro. ida de artistas que os boufes que aqu lem
estado. O sea repertorio vanado e escolhido, e
a zarzuela cantada no sabbado liodissma como
partitura. O entrecho ama reprocuegao do-
enredos, chamados de bastidores, as inalhas de
cuja teerdo se agitam desde os empsezarios da
iteatro at o mais i o fimo dos seus emp regados
a subordinados.
O desampenho d'essa opera, deoominada C'am-
panone, correa rogularmeole, fazeodn-se" notavel
a parle activa que toraou o maestro Colas, di rec
ter da orchegtra, que dirigi esla satisfaiUoriara- na
Tamarara parte na execucao as Sris. D. Maria
Castillo e D. Mara Grauados, e os Srs. Castillo,
Riosa, Granados, Garcia e Correa.
A Sra. D. Maria Castillo orna das prraeiras
damas da companhia, tem ama sotfrivel vos de so-
prano, meiiflia, doce, sonora e que se presta s
modolacoes do canto, mas sonto-se qae essa voz
3j* Dn r'i'"o fatigada. A Sra. D. flcia Castillo
JOVEM AMERICA.-Nao se tendo reunido nu-
mero snftlciente de socios para ter Ingar a eleir
da directora effectiva da sociedade emancipadora
Joven Amerie, a directora provisoria convida a
todos os socios para e reanirem em assembla ge
ral no dia 30 do corrente pelas b horas da larde,
no lugar e hora da costurae
TRILHOS URBANOS DE OLINDA.-Do !. de
dezembro prximo em diante havero, nos dia-
otis, mais trens do Recife para Olinda as 9 1/2
horas do dia e s 8 1/2 da noite, e de Olinda par;i
o Recife s 2 1/2 e 8 1/ horas da noite.
MONTE PI PORTUGUEZ.-No sabbado foram
pela directora provisoria deta asociacao ranos-
sados o conselho fiscal e a nova directora, qne tem
de funeconar no presente anno social, a qual i1
assim composia :
Director.Gregorio Paes do Amaral.
Viee-director.Bernardino Gomes de Carvallo
1. secretario.Mannel Soares Pinheiro.
2." dito.Maooel de Souza Leal Flores.
Thesoureira. Joaquim Manoel Ferreira de
Souza.
CONVENTO DE SANTO ANTONIO.-Em canse
queucia da obra de dourameolo doaltar-mr desta
igreja, doixara os religiosos franciscano? de eelf
tirar no eorrente anno eom o brilhaniimo do cos-
tme a festa de Nossa Senhora da Civ ceie.io, I -
milaodo a s novioas e missa solemne na ma
drogada do dia 8"Me dezembro, para o que receben
desde agora as esmolas dos liis, bem como para
o complemento da obra da igreja do padrociro da
provmeia. Julgamos que merece bom aeoibiraento
-emelhaute pedido, e por isso n apreseiitam* s ao*
verdadeiros amantes da religio.
TRACUNHEM.Pedem-nos d'esta localidad'
que chamemos a atlencao da autoridade compe-
tente para o abusivo cosiume de se toraarem ba-
ohos dentro do acude da povoaco, eom grav
prejuzo da pureza d'agna que beb a popuiagn.
CORRECgO PEDIDA.Na acta da se.so !
trinunal du commercio de 14 do corrente. publi-
cada em nosso n. de 16, onde se lodesembarga-
dor juiz do commercio de Mamanguape, e desem-
bargadur ao juiz de direito especial do commer-
cio desta capital,deve ler-se doutur juiz etc.
GNEROS DE ESTIVA.O vapor inglez Oneidu
irouxeos segrales : 50 caiXas cha a Mili* Lvhaiu
Se C. : 20 caixas queijos a J. J. Goncalves Beltro.
49 a Corga Irmos, 35 a J. Correa Braga A C, 15
a Soaza Bastos & G., 40 a Cunha & Manta, 52 a
Magalbes & Curval, 18 a Simpson & C, 50 a
Saunders Brothers & C, 76 a Joo I. da Costa, 9 a
Braga Son & C, 30 a L. J. da Costa Amorim, 15 a
J.Fernaodes Lopes, 55 a Carvalho Z-mha & C., 40
a Guimares & Alcofurado, 30 a C. A. Solr da
[Molla & C,3 a J. M rtins de Barros, t a Barbosa
Pri-J os, 12 a Silva & Joaquim Felippe, 12 a Crnz
Nogueira de C, 60 a Manoel Fernaodes da Costa i\
C ; 180 caixas passas a E. h. Rabel" ; 31 caixas
fructas, 10 castanhas a J. Correa Braca & C. ;
manteiga 50 barris a Jobnslon Pater & C, 30
ditos e 15 meios a Bernardo Jos de Araujo, 2i
ditos e 20 barris a F. A. Monteiro Jnior, 50 ditos
a J. M. Palmeira, 80 ditos e (10 meios a Soaza Bas-
tos t d, 20 ditos e 35 barris a Magalhes &
Corval.%
BAILEQaiota-feira (I* de dezembro) ter lu-
gar o baile que a sociedade patritica Dota de Se
xembro, en nome do pnvo peroambucano^ifferece
ao Excm. Sr. marechal Bario de S. Borja.
Api*sar da quadra, de esperar que esta man
festacao, que se d ao bravo marechal pernambn
cano, seja feita eom todo o brilhaotismo pofivc
devendo o bello sexo desta cidade de cune >n
ella, mostrando assim que nao insenMvc! a*
rias da patria conquistadas pela vleme <
bravo marechal.
. O brilhantismo de testas taes, consiste princ
mente na concorrenda de famillss, e o patrie
destas nos assegura am expandido baile.
Antes de comecar o baile, lera losar o oilarec.-
roenio da corda de ooro.^oe a mesma sociedade
otTeratwa ao disndo pernambucano.
HUMBOLDT.-Esto vapor inglea tira a mata ho0
no crrete, ama hora dtVttrde, para a Baha e
Rio de Janeiro. ** ,
FALLECfMENTO.Depots de longos das de
joffrlmento*, faileceu ante hornera atarte o Excm.
1

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:a ile Loitretro,
Sr. conselheiio Dr. Looi
lenta cathedrnco di faeal
lo.
O coaMMjl* Lwoiro, y* brasil eiw adoptivp,
epreMQfeigj^rafi) sta torra, 4b que Tei a
Er* ^SSftyio ratelIdete Hliastrado, bol-
ado baalljHbo cidada**-.a ptimo, pal de fa*
miUa.
Duraste raailos inaM regeacadeira do djrei
to civil da faculdadojfelkeiio Mtawdid, illus-
traado-a cara a aaiMjalWasejJre sWaorisada e
respailada, deixoiftlem do eotnp'i lio qao ascre-
vea para os seus flibknlae, naos estrato* tcen-
tiflcos ds valor.
Co no unicfjf||tM lira a sua famas ess*. no-
mo honroso que nube lio beta conservar, a aada
vsaist
E' triste a eondleio da fancclonario publico en-
tre nos, mas tote de pon* > a ua pcecariadade
guando o fuoecioaarfo um borfrado cultor (Ua
scieucia que pasea toda a sua vida a desenvolver
o espirito dos joven4 aspirantes aos lugares do
banquete social, ueste caso eslava o conselbeiro
Loureiro, que por isso deixa sua familia pauper-
Si'u corpo fui dado sepultura hontera a
tarde pre'stando-llie a ultima assistoncie nume-
roso concurse de a/mgos seus, e sendo o fretro
condurido a mao da Matriz da Boa- vista at o ce-
mit'rio
Ptestou-lhe as honras militare, devldas ao offl-
cialatu da llosa, um b.Ualho de oba.
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 27 na
matriz da freguezia de Sauto Antonio os proclamas
segrales:
1.a denuiiciaco.
Jos Pereira da Silva Guiroares, con Mara Ju
veuUuaeTavares da Costa.
Francolino Barbosa dos Res, com Mara da Con-
ceico Filgueira.
Manoel do Nas-iineuio Barbosa, com Filomena
Terlina Acci >li.
Manuel Affonso Rigueira, com Luiza d'Assump-
ci MetR
Alexandre Alberto, com Maria Augusta de Le-
os Obr. I.
'saaooel Ferreira da Trindade, com Mana Ignacia
da Silva.
UmboNno Ferreira da Silva, com Feliciana Cesa
ria de Vaso medio*.
Marcos Jos- de Sorna, eflfn Lucinda Francisca
Al ve.
2. denunciacao.
Francisco Nnnes de Paula, com Maria Ameregi
na Paulina da Silva.
Jnao Antonio Mouteiro, com Francisca Adelaide
Lins.
CJimerio Carlos Pessoa de Saboya, cora Anna
Francisca Xavier de Sonza.
Firmo Carueiro da Cunta, com Sebastiana Mana
Ribeiro.
Jos Manoel da Cista Figneiroa, com Anna Joa-
quina Duarte.
Pelippe Jos Baptista Ribeiro do Farias, com
Francisca das Chagas.
Manoel Albiano de Amorim, com Umbelina Gon-
calve* Rosa.
Feliciano do Reg Barros Araujo. com Olympia
Julia Limenha Lins.
Joaqui'ii Manoel do Espirit Santo, com Aquilina
Mina de Hu lana.
3.* den unc icio.
Jos Candido da Silva Braga Jnior, com Hermi
na Angosta da Costa Guimares.
Aformiane ta Moraes e Silva, cora Laura Mana
do Carmo.
Manuel Antonia Goncalves, com Oiyrapia Roma-
na de Jess.
Julio C-s*r Cardoso Ayres, com Heraclia Fer-
reira Lopes Reis.
Antonio Jo- de Araujo Braga, com Hermina dos
Reis Guimares.
Francisco Antonio de Moraes, com Bernadina
Rosa di Costa Paula.
Maoool Jos de Araujo, com Francisca Theodora
dos Santo.
Patricio Jos da Silva, Com Valeriana Mara da
Conceico.
Andr Avelino da Costa, com Maria Jos da
Osla.
ateni > Soares Brandal, com Maja Eufrasia da
?itnrtieao.
Ciimeno Ignacio Franco, com Felismina Cyrilla
de (tarros.
Juvn Epiliano da Cunha, com Francisca Gon-
calves Torres.
Ani nii C trneiro Ramos, Othilia Maria da Con-
cetsfci Paz.
les* Antonio Cedrim, com Maria Joaquina da
C mceicao.
f,>n. ci> de Soma Marques, com Jaciolha de
Jejos Mvaffa
M ni' el Antonio de Azevedo Puntes, com Eoedina
Hara da CoaeeeJ.
ilerculaiio Jos Pinheiro, com Valeriana Cardoso
Itatreo.
Jomj Oontingues do Carino o Silva, com Alexao
drina Marques de Amorim.
OS FEHIDOS ENTERR MOS COM OS MOItTOS.
LMhw no Jo'ttat do Huir
t Ivic utramos no Ech-> Francti*, de Braxellas,
i. carta que ju'gimos dever reproduzir, a qn <
ci irma, come se vai ver, um facto odioso que se
attrKte aos prussianos :
1 Li no fNrta numero de qainla-feira o extrac-
1 > Je 11:11 .nitro diario com a epigraphe Os fen
'i y enterrados com os rnortoj. A' prmeira w-
t', o facto lao hornvel, (jue nao se acreditara.
C >m ludo, Sr. redacior, eu sei de um onlro tacto
que coufir.ua aquella. Un pastor do Luxembur-
g' f >i a Metz aiim de ganliar alguns sous enterran-
do os niortos. Occupado na ana triste occuonco,
vo um ferido que o olhava com ar supplicanle e
hesitou oaluralmenla era o enterrar. Cltega um
offlcial orusiiane ,
Que fazes tu )uelle?perguntou o offlcial
ao coveiro.
E' querespondeu elleeste horaem nao
esli morto.
Vamos, varaosresponde o offlcial.Dei-
U-o cuva ; leraosj deiqasiados pensionistas.
' O pobre luxemb irgunz ficou de tal modo im
presstonado com esta barbaridade do prussiann
/ijj civdis'jdi, cuino toiiu sabara, que fugio a toda
pres-a para a sua villa de Caoaeh, onde conta a
sua aventura a queni a quer ouvir.
Juntando este facto aos prmuen ts que li no
artigo que publicaste*, nai posso deixar de acre
litarqu' os prusianos, lao civilisados, enterram
os vivos.
Nao consta que taes atus de selvagena fossem
romineitidos pelos berilios ou pelos vndalos.
AURORA BOREAL. Lemos no Coni'nftricrt
m :
1 Aprevenamos feaff aos nossos leilores urna
de-cripcao mais minucioso drste utten cneno me
ofeolegieo, observado em C'imbra nos das 24
SS de oulubro.
No da 2i, logo depoi< das 9 horas da miubaa,
<: unecaram as agulhis magnticas do observaloii>
itets rewl'igico e magm tico da universidade a ac
cu^ar grandes perturuai.'oes, que augmentaran! du-
rante a tarde.
' A' 6 horas o c arre-?4)tava-se qaasi limpo,
aVseobrindA-M apaas a ?0. alguns peineiu.-
r.irrus. Notavase, notm, ji a esta h ra, desde
NO ai N., um ospaijo illurainado, semetbaate a
luz crepuscular.
Puuco lempo depois. a* nuvena dissiparam-so,
a luz ugmentU graduaimenie de iniensidid-',
aprescnlando os aspecto Je una aurora boteal.
As Iwras o ceniro a;ire.si'ntava-e a SNO.
com movimcot 1 don raios para XO.
O pltenomeno occopava ento todo o lado X.
a "' tact/ti, irradiando para a L'jm.
A 7 Ilotas a 30 minutos foi -J; Ivez o roo-
cuento b raaior inten^ldaJe. Foi enio que todo
1 lado da cidade, em que a lux se projectar, se
iragiodeora vtfrrae bo intenso de eff-lo adml*
ratrl u ro apreseau^a um aupecto surprabon
deute.
As 8 horas ainio restavam duas ponjflas colo-
1, >as de espado, mna cobrindo o Cochtiro, a ontra
a Oeste abaixo^ da l.'/ra. Parecen eatao que o
centro elaro'no horisont' se
para X.
ao presente anda s araonascom o creo de Pa-
ris,T-e aataa palavras lhe diz : Qaiaro acaaa-
der um cifarro... >E nisio deita-lhe as larra niiaaaatiaai
. Togareir d barro 1(Ciumes, cosaj a tal..)
A densa salta no MaTle,co'abano a car lhe jusjna
parta...O" chinfrm monumental I0'-4MM po^
a caeheirada caso p'ra gargalhadada t A con-
Xusao geral 1Mait foga, Vemu jyitf"
nrio deitaa I ueta.-o itttu Satorno apiJ
Apollo anlrra co'a pata engatilha urna
peta.Neate entrnente as ttrazas que
deftou no chaona via Lctea tres casasintan
deiani. O ctaraopelo eo I gi -a espalha e o
dense aanpalba.JupUer azatsmadaum bar
rir traz sabrafao;ve Ne.ituno a toda a pres-
sa,irabalha como um gallego,s dar bomba
comecri,e faz valar o socegao rouo oelestiai.
As.-im pob fioaou etsa aurora borealque
a tantos alrapalhou't
NUVEM SAXGWN'OLENTA.-Lemos no Jo-a'
do Commercio, de Lisboa
t Na noite de 2o de outubro, como os leltores
sabeui, foi observada, em Portugal a em Hespa-
nha. urna aurora boreal. N'ura jornal belga,
Metue, de Liego, achamos urna noticia singular
acerca de um phenomeno meteorolgico observa-
do ero Liege, u'aqneRa noite de i6.
t Com o titulo de A nucen sanguinolenta, diz
o allndid) jornal o segainte :
< U:n-Jos mais raros phenomeaos se manifes
tou, honietn, cerca das 8 horas e roeia di larde,
n'um co limpido. Urna uuvem immensa, de urna
cor vermelbo-sanguinolenta, appaieoeu repentina
mente no horisonte, do lado do noroeste, diriga
do-se para a Allemanha. O'co parocia reflsctir
o ebro de um grande incendio. Lojo toda a po
pulacao se alvorocou. Al pracas e caes enche
ram-se de gente, qoe procarava saber onde era o
incendio. Muilas pessoas se dirigirn) ao quariel
dos bombeiros, mas ninga^m sabia dizer onde re-
benira o incendio. E n > uiitretanto a nuvem lan
cava o seu sinistro claiao e movia-se. Ao cabo
de vintd minutos desapparecett o plieuomeno. O
vento levara para longe a nuvem sanguinolenta.
Ser um presagio ? Em oulro lempo seme-
ntante phenomeno tena aieinorisaio os povos
Consta que ha 317 annos uma nuvem igual atra-
vessou a nossa zona eelei-te.
Seria a ruesroa aurora boreal observada era
Liboa? E'natural.
< Mas ia 110 carainho da Allemanha t Urna nu
vem sanguinolenta l;t l desfazer-se no cea ger-
mnico, sobre aquella trra que anojou os seus
humen t validos pan dentro da Franca, no princi-
pio por causa de uma provocacao incrivel, e ago-
ra para firmar a sua uniao no exterminio do povo
francez, e por uma guerra que j a raaior afron
la d'este secuto.
< Seria, pois, a nuvem sanguinolenta o presagio
de que o novo imperador da Allemanha levantar
o seu throno n'um lago de sangae, e o seu scep-
tro ser o syrabolo da guerra mais i arbara d)S
tempes modernos, pelos modernos conquistado-
res.
INSURRBICO AS A.NTILHAS.-Qaando sou-
be-e as Antiihas fraacezas a capitulacao de Se-
dan a a queda do imperio, publicaram os uegros
da parte oriental da Martinica uma proclamacao
appellando para a p.uulaco de cor, alira de cons-
tituir uma repblica indupandenle a seinelhanca
de Haity e Si. Domingos. Os cabecas do raovi-
menio erara um veilio plantador negro a saus no-
ta filhos, que niuita- veas tiveram que ver com
as autoridades francesas, por causa dos negocio
polticos e crimioaes. A ravolta foi inaugurada
pelo incendie de um certo numero de moinhus de
cana e de obras de planlacdes pertenceute^aos
l.rauco*. Tres destes foram raortos procurando
resistir devasta cAo.
Nao havia na iilu forca constituida para repri-
mir a prmeira explosao e os revoltosos poderam
reunir era momentos um grupo do adnereates,
cujo numero em alguns dias eievou-se a uma (ar-
ca vagamente avahada de tres a cio mil ho-
raens. Poucos d'cn re ellas entretanto estavatn ar-
mados da espingardas, e a grande massa nao ti-
nha se nao tercados a facas de cana. Com muito
custo reuni o gnvernador um corpo de qttatro-
centos homens orapo-10 da soldados de marinha.
Je gendarmera e de polica armada, aos quaes
UBtarara-se algons voluntario?, em numero de
cerca de 600, *>s qnaes 300 de S. Pedro. E corpos combinados foram enviados toda pressa
as paroehiaa revuliadas, e no priraeiro encontr
ficarain os negros multo ualtraadw; mnrreu orna
irmiena d'elles n'uina plantago que iara saquear.
Jiein nurndo um canto dVUas em outeos re-
conlros ; os brancos perder ra araeale seis ho-
mens.
Os negros, reconheoendo sua inferioridade, abao-
donaram esta reiao em que 1 rara lo vigorosa-
mente atacados a foram->a para o norte, uiu qu<-
numerosa a uenie de cor, e onda engrossarara-
se consideravelraente suas hl<-ii as. E' enireiauto
crenca geral que as forjas de que dispoe o gover-
no sao sufflcienles para cooter a revolla, so ella
nao estender-se para os lados do oeste e do sal.
Desgrac/tdainente mesmo nestas regiSes e particu-
larmente nos arredores do St. Pedro, que est a
oeste, os negros nada sao menos que paciflcoe, e
muito de recejar que o levaniameoto tornee ge
ral. Xeste caso sa para temer grandes deeira
ca^ e nao se pode peusar sent tremer na catastro
phe do St. Domingos no principio desl secnlo.
A ilba de Martinica tem uma extensao de cerca
de 45 milhas de comprimento e de doze milnas, apenas, de largura. K' extremamenia fer
til e produe era grande quantidade caf, cacao, al-
goilio, etc. E' vantajoso o sen interior ; ergu-in
>e alguna caraes 4,500 ps cima do mar ; a ca
dea volcnica e la ahi frequeni-s erupqoes.
A Martinica tem duas cidades importantes Fort-
Royal, <(U" a sede do governo e S. Pedro que
o porto principal. A prmeira conla onze mil ha-
bitantes e a segunda vinie e seto mil. A popula
cao total da ilba de cento e quarenta mil almas.
Aliu da Martinica conifrebendera as possessoes
da Franca as Autilhas a Gnadatoape, que tem
qaasi a me-ma extensao e populacao, e tres outras
ilhas mais pequeas, Marta tillante, a ilba dos
iaalos e Deseada.
HOSPITAL PEDRO II.O movimento desse es-
tabelecimento de 21 a il de n->venibro de 1870,
le 2w doenles existen'.es, enlrarara 29, sahiram
20, fallecern) 4, existen! 2't5, sendo 157 homens,
e 88 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias
as 6 1/2, 6 i/i, 6 1/2. n, A, 7, pul* Dr. Ramos;
as 10 1/2, 12 1/2, 9, 10, 11 1/2, 8, 10, pelo Dr.
Sarment.
Fallecido.
Haooel Basilio ; tubrculos pulmonares.
V bias Antonio dos Praz--res; gastroenterite.
.dinoel do Carmo ; tubrculos pulmonares.
Francisco Belfort; febre maligna.
LOTERA.A que se acha venda a I7.* a
oenetlcio da gn-ja de Nossa Senhora do Rosario
da Boa-vista, a'qual corre no da 30.
PASSAGEIROS.-Sah.dos para o sul no paquete
inglez Oneida:
Jos M de ..Imetfa, M. B tnet, Eraio K M da
Silva Pesqaeira, Henrique P., Jlo de Matuv, Joo
liot-lio. J'o de Souza Res, Fe ix J. da Scrra, L.
A. Pareira Franco. Cimillo A. do A. Silva, Joij >
de X. IWteiro, Jof M. de Souza, F. P. Moreira,
M. B. Daruas.
Vindcs do norte no vapor Ufasileiro \Tocan-
tin* :
Francisco Ignacio da Silva, Antonio Moruira da
Cruz, Antonio Prego Castro e sea escravo Proco-
pia, Francisco Jos da Costa Guimares e seu es-
cravo Alexaodre, Emilio da Moraes Dias, e um
-scravo Guilherme, a Marques Barros & E, Libe-
rato, a Joaquim Gerardo de Bastos, Jos a Tal*
& Irinao*, Ad dpho Btrb, Antonio Ferreira Ra-
mo*, R. R. Hnghe*. Julio Schlappr, Manoel M>
reir Pialo, e sua criada Lniza, Manoel Jo- de
Sinl'Anna, Joio das Neves Mello, Carlos D. de
Mello PaMo, f:j gallis, 1 aleres o 12 pravas qw>
o escoltara Domingos H. de Otivein, Bento t. da
Costa, Manoel Joaquim Barbosa Pran-isco Jo-
do Lago, Ignacio Poreira Teixsira. T. Alfredo
C. Weyne, Antonio Correia da Vasconeestos, 13
recruus, 3 cadetes, 9 escravos a entregar.
(HTeiUO PUBIJCO.-OWtnano do di 27 |
ri '' '."
As 8 h. e 30 ra. o phenomeno desvaueeeu-sc,
r ipp ire-endo poueo depois, e conservando-se
cim pjuca iu(en. uV?ap|itreceu completa.neote.
t No da i' rai-suia hora repetio-se o meara 1
phenomeno. porm menos briihanie, j tal ver por
.-' r menos intenso, porque o co sa apieseuta-
va nublad 1, quasi na -oatnaJidide.
Nesta da o pheoouvno prolougou-seal qaa-
si As perturbjctsmagftuiic.-tsijpatiuaram.oin-
>vj.lindo as inaures a nphiu les, eoin a raaior iu-
eosidade do pheaonieoo. Sao curiosas as cui vas
pi apres-nuram os in-lrumentos magnticos de
registro cintinuo dorante estes dias.
VEHDADB1RA CAUSA DA AURORA BOREAL.
Lomos no Diario Popular de Lisboa :
Nao sabem, leiloras pia?,a razio primor-
dialdwsa aurora borealque se vio no co ha
4sm Venus, a detua do amor,asando eslava
moveu um poueo IG0,n, Arrainfo Mno| ^ Pire^ Fracisc<) Rt.
b-iro^da Costa^Vascqncllos, Jj Lourenco da.
Silva, Antonio F. da Matta. Mtnoel Ribeiro deOli
veira Cabocolo, Loiirenc R. da Silva, sua ma e
uma lia, Jo.i^utm F. Diniz, Jis de Lima, Ignacio
Ferreira Sorraho, Martiniano Jos Fernsndes.
Antonio nMrigaes da Cosa, H -Imiro Jos il S
Albuquerqae, Paulo Jos Gomes, Manoel M. Mal-
tez, Joo Francisco de Atbuquerque .Maralo, e
os escravos a entregar.
S guem para o sal :
Autonio Ferreira da Silva. D. Feli:ia L. da Sil
va, um lilho menor e uma triada, Fiorndo Frani-
rin de Ohveira, D Francisca II. da Silva, S Hlti 1-
inenorjs e uma criada, T. Jos P. Paraguass, ana
s-nhora e 4 filhos menores. ManoeiT. dos Sanie,
TVodoro Js de Abreu 8., D. Virginia M. de
Santa Ros, am neto ne.nor e seas escravo Pedro
e Homero, Antonio Jos Gotoes, Alfredo A. 4 &
Bastos, offleiaes de faz rada, Porfirio Iribnri, This-
go M. da Costa, Juan Beaevil, Manoel Castanaei- [
Maria, areu, Pernambneo, 6 annos, S, Jos ; es-
lorencia, parda Pernambaco, 3 mexes,
Antonio ; cvslite agudo.
Djmingas, escrava, prela, frica, 60 annos, sol-
teira, Boa-vista ; cUute-ehroaico.
Adelina,escravo, rireto l'ernaasbuco, 1 aaoa, Boa
vista-; Miro iaterile antdo-.
Jos avffnundo lie Luna, pardo, l'arabyba, 18
aunoa,- aetteiro, Rectrsj febre lyplioide.
Fraaoi-a. parda, Pernarabnco, 4 annos. S de
Oliudi ; infliinmacjksnos inteatmos,
CeatUa, preu, Pamambuco, 1 din, Graca ; es-
pasmo.
24 -r- .X
Jes Lope* da Fon-teca, pardo, Pernambaco, 31
annos, casado, cata Jo iletenc.o, Santo Antonio-;
ulceras syubalilicas.
Mana Antonia da Luz, branca, Macei, 40 an-
nos, solieira, S. Jos ; entero colite.
Maria Joaquina de Sant'anna, branca, Pernam-
buco, 65 annos, solteira, S. Jos ; figado.
Isabel Felippa da Concei?o, parla, Macei. 25
annos, solteira, RaciU ; asthraa.
Theodora, prela, Pernarabuco, 35 annos, soltei-
ra, S. Jote ; laeneng'ili.
Albino, brauco, Pernarabuco, 6 annos, Boa-vis-
ta, oe-ngesto cerebral.
Amaro, pudo, 'ernarabuoo, 8 dias, Boa vista ;
ttano.
Joo Antonio da Silva, preto, Pernarabuco, 50
anu ts, casado, Graca; molestia chroaica.
Jos Antonio da Silva, brauco, Peruarabuco, 32
annos, soliearo,' Boa-vista ; ascile.
Proflro, escravo, pnto, Babia, 25 aunos, soltei-
ro. Boa-vista ; baxigas.
25
Caelano da Costa, ureto. frica, 70 annos, sotlei-
ro, S.Jos; congestio cerebral.
Benedicto, escravo do convenio do Carmo, pre-
lo, Peina ni buco, 30 annos, solteiro, Boa-vista ; ia-
terile.
Fra-jcsco Alves Ferreira Murbeea, brauco,
Goyanna, 40 annos, csalo, S. os ; coBgesiao
cerebral.
Marcolino Luiz da Molla, branco, Pernambaco,
14 annos, solteiro, S. Jos ; erisypela.
Francisco Goncalves do Bom lira, brauco, Per-
narabuco, 45 annos, S Jos ; .'abre alaxica.
Mathias Amonio dosPrazeros, preto, Parnambu-
co, 70 annos, solteiro, hospital Pedro II, Boa-vista
gaMro iaterile.
26 -
Joo, branco, I'ernambuc, 4 mezas, Santo An-
tonio ; gastro hepalite.
Jovino Pareira da Silva, pardo, Pernarabuco, 10
anuos. S. los ; phtbyca paImanar.
Manuel do Carino, preto, Pernambuio, 29 annos,
solteiro, hospital Pedro II, Boa-vista ; tubrculos
pulmonares.
Francisco Belort, branco, Franca, 26 annos,
s-lteiro, Boa-vista ; hospital Pedro 11, febre ma-
ligna.
Mmoel, brauco, Rernambuco, i mezes, Santo
Antonio ; hepa ite.
Juno Cesar Leal, branco, Portugal, 33 annos, ca-
sado, Santo Antonio, hepalite.
Luiz Andraiie Piolo, branco, Pernambuco, <
anuos, Recife ; labre adiaameca.
Antonia, prela, Pernambuco, 3 anuos. Recife ;
gastro iaterile.
Mara do Ca/mo, preta, frica, 80 anuo?, sol-
teira, S. Jos 1 anasarca.
CASI ARA 1NICIPAL.
SJSSSAOEXrRAORlNARlA AOS 19 DE NOVE!
BRODE 1879.
PIIKSIRNCIA DO SR. DR. SOUZA I.KO.
Presentes os Srs. Dr. Hoscoso, Garaeiro, CosU
Moreira, e "Dr. Ptanga, abrio-se a sesso e foi
ida e approvada a acta da antecedente.
Leu-se o segrate
F.XPEDIKirTK.
Um offl co do Excm. Sr. presidente da provincia,
cnmmunicandft a esta cmara que, tendo de reu-
nirse no dia 20 do correle 111 igrej da fregue-
zia de Santo Antanio o eleitores das freguezias
da municipio da Rerife, alm de pronaderem a elei
cao de sua senadores por esta provincia, e re
oominsmlaiido que para es-e fim d as convenien-
las pn videncias de conformidade com o dispnsto
nos .11 ts. 58 e 72 da lai de 19 de agosto de 1846.
Iiiteirada e que se offlcie ao procurador.'!
Outro do secretario da presidencia, remetiendo
de rdem de Ezc. o Sr. presidente da provincia,
ura exeiuptar da collecco das leis provineiaes do
corrente anuo.Ao archivo.
U a p.-tie.vi de Antonio Marques da Silva, pe-
drada o pagmenlo d- abate do imposto de 100 rs.
por cada carga de lar nha que obteve pela le n.
906 de 25 de jonho de 1869, sob o qoe mandou o
Excra. presdeme da provincia informar.Que se
1 IHcie a S. Ese. dando a rasan pela qual a cmara
nao elfectuou se nelhame pagamente.
Ura olnci do 1 ngenheiro cordeador, informando
tavcravalraente o rejuerimeoto de D. Me |uelina
Mara da Concaico.Otocedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requeriraeuto de Joo Pereira Fraoeo. Cenee-
deu-se.
Outro do mosmo, infirmando favoravelmente o
leqnerimenlo do Luiz Francisco Gomes. Conce-
dan se.
Outro do mosmo, informando tavoravelmenle o
requerimento de Mara Praocisca Barros.Conce-
deu-se.
Outro do mesmo, afirmando favoravelmente o
requerimento da junta administradora da Sama
Casa da Misericordia.Csocedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Francisco Jos Goncalves da Sil-
va.Gtocedeu-se.
Outro do mesmo, informan lo favoravelmente o
requerimento de Bernarda Mana da Conceico Fa-
r as.Conceden- se.
Outre do mesmo, informando favoravelmente o
rejjuerimeoto de Joo Alves Pedrosa. Conce-
deu-se.
Outrn da mesmo, infirmando favoravelmente o
refuerimento de lieorge Gartande Starr.Conce
0>UM.
Outro do mesiM, informando sobra a planta do
bairro da Boavisto.Que sa offleie a S. Exc. ra-
raeit-Q'lo-se copia 4a loformace.
Ouwo do fiscal da freguaz'a de Santo Antonio,
rmetiendo dous termos de infraeco as postaras
coima Miguel Candido de Medeiros Pinto e Chrs-
liano Tas.Ao procurador.
Outro do fiscal da freguezia de S. Jos, infor-
mando favoravelmente o requerimento de Ignacio
Pinto dos Santas Saaes. Concoaeu se.
Foram approvados os segnintes pareceres :
1." A eomniies'i de saude a que n fot o pre-
sante o requerimento de Joo Jacilho de Med ti-
ras Resenda, era que pede licenga para fazer um
pequeo forno nos quintaos das eas^s ns. 11 e 13
la ra de Raugel. oontigno ao sea esUbelecnneulo
de pa lana para nelle preparar massas e doces,
examinan o- ditos quntaes, o iolga que se pode
perinitiir, visto lar ella ah um grande esubeleci-
meato da fazer pao.
Paco da cantara municipal do Recife, 16 de
noaiibro de 1870.Dr. Prxedes Gomes de Sonta
Puanga.
bV A coramsso de saude aquem foi presente
o requerimento da viuvt da Joaquim da Coala Mo-
raira, que pede para estabeleeer um peq eno va-
por na sua padaria a roa da Domingos Jos Mar-
tina, para cora elle mover o celindro que prepara
a masan, examinuu o eslabeleciraento, quo se acha
no mein de outros da inesina especie, a que tam-
bera iratMibam a vapor, altalo a axiquitlade de
bracos; de parecer quo se conceda, guardada
todas as conveniencias .em relaco a cbantiu.
Paco da cmara municipal do ReciTa, 9 de
novembro ea 1870.Dr. Prxedes Gomes de Son
za Ptanga.
3. A commissao de polica a quem foi pre-
sania n Msiedl:-'Tlaia-----------'- CosU
sapm
Olia^a
fc*-' 9
slsacao, que panindo
-.-*- .to to^*lOTi^2^i9Rr-S.1S
b^ diz que foi quera se desiado do patracijlo de
oossas causas ?
Que da oecessidade que baja uma ra-
0, que partindo da ra Nf va antes da
pool da Boa vista percorra a da Mrquez do
akjgal at juntar-so a da roa Iasoaaiai.
^^B Observa finalmente que sa nao deve per
raittir a lioha dupla sobre as pontes, devendo fazer
sua janeco antes da entrada as mesmas, e pre
aaiMdM desvos nos Ingaraa que sa prestan,
ter os vsftas necessarios para dar signaas convan
donadas.
Pao da cmara municipal do Recife, 16 de
Novembro de (870.Dr. Prxedes Gomes de San
xa Pitaatfa.Jos Maria Freir Gaeaeiro.^Joao
Luiz Vctor Lieutier, engeoheiro cordeadar.
Uro flsTlcio do Exni. viga rio capitular, cornmu-
nicanda a esta cmara, que por occaio de sa
dar sepaltora ao cadver do subdito portuguez,
que por anas raaos poz termo a propria existen-
cia; dirigir S. Exc. ao ceraiterio, e com al gaos
empregados d'aquelle eslabeleciraento o percorre-
ra no iutoitojle ver urna zona que servase deja
zigd, o que elfeciivaraaote descobrio, levando ao
cuuheciiuento do adraiaistrador para que fo*a
all sepultado o cadver alludido, e rogando a ca-
ntara que se digne providenciar no seulido de ser
aquella lugar des.inado para tal fira.Iteirado e
que se responda a S. Exc. que a cmara ja a oc-
cupa da materia de seu offlcio.; e que lera marca-
do ura ponto extra-maros no mesmo ceraiterio,
para que sajaa sepultados o cadveres que eslo
fora do gremio di igreja catboltoa.
O Sr. vareador Gameiro apreseatou o seguinte
requerimenio que posto a votos foi approvado:
Requeiro se ordene ae engeoheiro d'esta ca
mar que lavante a pianta do marcado publico
que se projecu construir na pra^a da Ribeira de
S. Jos, tomando era cousideracao os inelhores
modelos ou casas iguaes existentes na Europa.
i Pac-i da ca.naca municipal do Recite, 16 de
aovembro de 1870.Jos Maria Freir Gameiro.
Mandou se reraetter a commissao da polica (e a
Je petiedes, urna proposta da companhia Drainage
para o acceo, iiropota e rrigaco das ras da
cidade.
Manlou-se igualmente reraetter a comisso do
raatadouro um offlcio do fiscal da freguezia do
Poco, que versa sobre a matanca do gado na mes-
ma fre.uezia.
Despacharam-se as peticoes de Aatonio Jo-
Correia, Antonio Maia de Bnlo, Belannino do
Reg Barros e outros, Bernardo Alves Pinheiro,
Bernarda Mana da Conceico Farias, coronel Co-
rolano Velloso da Silveira, escrivio Francisco de
Barros Correia (2), Francisco Jos Goncalves da
Silva, Guilaerrae Augusto de Attayda, Galdino
Auloaio Soares, Joo Jacimho de Mederos Resea-
de, Jos Antonio de Castro Porto, a junta adminis-
trativa da Santa Casa de Misericordia, Joo Anglad,
Joajuim Rapbael da Crux, Lua Francisco Gorae,
Miguel Xavier de Souza Fonceca, Maria Francisca
de Barros, Manoel Ignacio de Ohveira Martms,
Marcelino Jos Goncalves da Ponte, Manuel Cy-
pnauo Ferreira Rabello, Manoel Anlune Correia,
Maxiraiano da Silva, Nascimealo Silva & C. Silve-
ria Mana da Silva Bandeira, e levanlou-se a ses-
so.
Eu Augusto Genuino de Figueiredo, offlclal-
maior serviado de secretario escrevi.
Ignacio Joaquim de Souza Leao, pro*presidenle.
Dr. Pedro de Athayae Lobo Hoscoso.Jos Mana
Freir Gameiro.Ignacio Pessoa da Silva.Di:
Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
das de-pezaa^ajaaaf,* ieud mato de verificar
a exacudan deDas, maia supponda-as conforme
de pareear fu saja apprtMinda a osota pelosolici-
Udor apresentda, o forneetdos os meios qu
pede para coaUauar com as dwpezas judi-
ciaes.
Paco da cmara aianicinal do Recife 16 de
novembro de 1870.Dr. Lobo Moscoso.
'vK' A co"in-';ao encarregada de examinar a
Jevem levar os carrjs urbano^ de
que ae
Trinlat
contrito Trindade, e que lera por flm ligar a clda
de aos mburbiits por uma nenpr distancia os
acnain em condiccoes de serem approvados nao
s a planta como os wagoes e sua lotaco.
Observa: w
4. fcjt*eria oouvemenie- rae fossam abran -
fidas as ruar do Pihsr a Brnm-"em sua sabida do
arsanal e continuar pato eaes do Apollo.
^-' Qae i'adispebsavel a existencia de guar-
PUBCACOES A PEDIDO.
delegado de polica de Taca-
rat ao pnbllco.
Nos Libiraes de S de dezembro do anno passa-
do e 6 de maio ueste anno, apparacerara dous
corainunicados sobre negocios de Tacaral, nos
quaes o seu signatario Livino Martias Gomes de
> procura a todo o transe marear a mmha rep-
lalo, corao auioridade policial, e como parti-
cular.
Entendendo que nao devia desear a justificar-
me das calumas que me erara de rgidas, a raan-
tei-me era informar ao Dr. chafe de polica oque
honra sobre os tactos alludidos.
Agora, porm, que o meu detractor aparece de
no vi) no 'Liberal de 18 de agosto, atirand me a
impalaco de fados qae se nao rerara, o adulta-
ranja outros, vou responder-lite por esta vez s-
raenie deixaodo ao publico o jniro que possa fa-
zer de nossa carcter.
Os fatuos apoolados no tal conirannicado, se ios-
sera narrados cora veracidades, nao podariam pre
judicar-mo, nem exigiriam explicacoea: mas o
ul Livino no propoiito de ofTender-rae^ adultera
eseanilalosasaenle una a inventa oatros de forma
a obrigar-rae a vir a iutprensa explicar criiues, e
irapuguaroulrn*.
E' verdade que mandei matar gado para o sos-
ient) d tropa; matando-se, porm, seis rezos, e
querendo na fornecedores cobrar 14, na > lenho
uerido pagar em quanto nao liquidar-re esta
duvda. E' uma miseravel calumnia, dizer-se que
mandei para miaba familia cargas dasta carne;
provoco n Sr. Livino provar islo : teuho recur-
sospara oo precisar disto, e dignidade bastante
para nao cometier tal acto.
Uuantj ao alu uel da casa, que serve de ca-
deia, alin de nao ter sido eu quem a allugon,
nao so I.ivno o proprielario, pertenee muitos
uniros, que pedem que nao pague a Livino, al u
Je que nao rae recuso a altender que ella serva
de cadeia; o que eu nao quero recebar para
pagar-lhe, prqae e.stuu no mau dimito recusaa-
do-me a servir-lne- de procurador.
E' intoiraraenle falo, a m lilho da phantasia t
Livino, o facto de haver eu nbrigad o Vicencia a
vender-me por 300*000 ura sea escravodesafio
o para que o prova, -ub puna da iocorrer na exe-
cago que o publico fulmina aos calumniado-
res.
0 facto de Antonio de tal, por alcuoha -e.-cn-
vo nio se deu corao o conta Livino, e quanlo
verdade fosse, nanhuraa re-pojsabilidade posso
ter, porque quando lal facto sa deu eu nao ostava
era exerci io, e eslava, em Floresta tratando da de
fesa de Francisco David, e da eoofroiitaco das
datas do termo de audiencia era Floresta, e da
escriptura da venda do escra o. sa v que eu na./
poda despachar os papis relativos a venda do
escravo, estando fra da localjdade.
Qnento ao feriraeuto de Antonio Escrivo, foi
ella julgadi leve como se podar provar com o
respectivo proeesso.
Nao menos revollanle a calimosa asurcan de
ter ea obtido ura altestado da cmara de Tacara -
id cora firmas falsas furtadas de vereadores que
to a-ignaram.
E' urna calunnia que oborasonso repelle a que
dio poder a Sr. Livino provar seria n.Tival que
aud:t- raasse: por frtil que saja o mrito do Sr. Livino
era engendrar calumas laes nunca ser acredi
lado.
Nada mais direi a quem tan descomunalraente
me provwca : oo sou affeilo as lucias da raprao-
sa e acho desnocessario iojommiJar a attanco
publica satisfazendo os de.-ejo do audacioso cor
raspundente, que e ealreler p leraicas da qual
nsnhura proveiM poderei tirar.
Tacaraiu, 8 de novembro de 1870.
Francisco CavaUmle de Albuquerqae.
Se foi o Sr. doutor quem se despedir, porque
tasto sa molestou com o contrato qae Bzemes com
o oatro advoga ? -s
Parece nos qae o Sr. Dr. Costa on uo aefleete
quando escreie, ou desconbece> foceaujer-
mos; nao a* L^namRl segnjrfl pal
Aqu fiojusos, jkando Me o Sr. dousar.ae es-
torca por vr-sa prJjfsdo da mais um meio-e alar-
gar a sua chentella. Agnardamos a decisio dos
tribunae nos embargos quo oppozemos ao arbi-
trmenla e penhora para inteirar melhor neste
negocio o publico tn ento nenionciara a qual de
nos assisie a razo.
Recife, 47 de aovembre da 1870.
Ilenriqu Leiden C.
Nao lenho palavras para agradecer digoaments
ao Iiira. Sr. Dr. G. Naegeli o cuidado com que
se lembrou das raiohas afllicdes prestan 'o-se lo-
go que a meu pedido foi chamado alm de obser
var o meu estado de cegneira. Nssta mesma oc
casiao acon'elhou me S. S. para que me sngeitas-
se a operaci, a qual leva lugar no dia 12 deste
raez, exirabindo as duas cataratas qae me priva-
rara da vista durante 6 annos.
Nao sei o que mais admire, se a.pericia e deli-
cadeza do Sr. Dr. G. Naegeli, na extraccao das
cataratas ; se o.- tres minutos gastos nessa ope-
racao, se o seu zelo em ob*ervar-me differentes
vezas por dia, ou se a generosidade que commlgo
prailrou nao querendo paga alguna I
Faltara, p is, ao mais sagrado dever, se nao
dsse ura publico testarannho de minha gratidio.
hnle qae me acho restituido ao meu anterior es
lado se saude.
Nao quero offendar a modestia do Sr. Dr. G.
Naegeli, com a presente publieaeo ; oo faco
mais do qae dar exptasao ao mea coraco agra-
decido, pedindo-lhe que acceile.'eomo uma exprs
sao frauca do meu animo reconhecidn.
Simplicio Jes de Mello.
PROTECTOBjfDAS FAMILIAS
Os senbores contribuifites a essa associa-
(3o qae preferern mandar pagar suas annui-
dades nesta provincia, poderSo dirigir-se a
roa do Livramento a. V.), i." andar, aotes
do dia 40 du prximo mez de dezembro,
aim de que os fondos possam chegar na
sede da associaco no Hio de Janeiro antes
do seu venetmento 31 de dezembro de 1870.
Recife 15 de novembro de 1870.
Narciso Francisco de Vidal.
N. 196.AGUA DE FLORIDA DE MRRAY E
LAN.MANDesde os mais remotos dias das disco-
bertas hespanholas, o formoso paiz de Florida,
tem sido justamnle afamado pelo balsmico e
odorfero aroma de suas raras e floresceates flores
e verdej tutes arbustos Aqui temos, pois, o fluc-
tuaste perfume e acenso da -eos jardins agrestes
e seus aromticos e refrigerantes bosqaisiohos.
hannojosamente concentrados eencerrados den-
tro d'um diminutivo espaco hermotreamente fe-
chado e elloio. E-ta Agua Florida de iva e rece
be a sua exquisita fragancia das frescas, verdejan
tes e Hueseantes f dhas de flores e plantas do
trpico. O seu sublime e delicado perraore, nao
desmerece era nada, posto em comparacao com
aquella da mais fina Agua da Collia, e infinita-
mente superior que se fabrica em Pars; ero
quanto que ao contraro a seu preco apenas a
melada do custo de qualque.r um dos outros.
N. 203.-AGUA DE FLORIDA DE MORRAY E
LANMAN.N> difficultoso distinguir-se a se
nhora de delicado e refinado gosto, pela qualidade
dos perfumes de qne geralmente usa. Tanto as
senhoras da moda como as seahortas da America
Central e do Sul, dan nma indispensavel prefaren-
e i-Agua de florida de Morray e Latmm,
em lugar de quilquer um entro perfume para o
lenco; e teem-se aferrado ao mesmo para mais de
20 annos esta parte, casta da inteiro e com-
pleto abandono do Extracto de Labia, assim como
de muitns outros perfumes e essenclas Europeas,
raais ou menos agradaveis mas em nenbum caso
lo aromticos e de prupriedades lio suaveis e re-
frigerantes. As ossaa propinas Beldad*, sao boje
as primeiras justificar a ajuizada seuteuca passa
da palo publico da Amarica do Sul, em favor dasta
r.-quissima essencia floral, a qual vegeta e se pro-
paga pelo mando mieiro altiva e sem rival, adqui-
rrado continuadamente novas triumphos.
COMMERCIO.
PRAQA DO RECIFE 28 DE NOVEMBRO
DE 1870.
AS 3 1/3 HORAS DA TABDB.
Cotacoes olliciaes.
Assucar bruto americano regular2x300 por 13
kil. (no da 26 de novembro).
Dito dito dito bom 2'i00 por 13 kil. (no dia 26
de novembro).
Assucar purgado2*300 e 2J6 por Itt kil. (no
dia 26 de nnveoibrol.
Dito dito4600 por lo kil.
Algodo da Pirabyba 1 sorio 660 rs. por kiL
posio a bordo a (rete de 5|8 e 3 0|0 (boje).
Dito de ilito 1* sorte646 rs. por kil. posto aber-
do a frete da 3(8 a 3 0|0 (hoj").
Algodo do Mo Grande do vorte646 rs. por kil.
^ posto a bordo a frea de 3 }8 e o 0(0 (boje).
Conros seceos salgado da Alo Grande do Norte
360 rs. por kil. posto a bordo.
Oamftio sobre Londres 90 d/v 2* li, 22 3i*. 23
a 23 l|4 por 1*000.
Cambia sobre o Porto 135 o,0 da premio.
Cambio soure Lisuoa t!0|P da premio.
Gou^alo Jos AUoaso,
I >rs tiente.
Mesuuita Jnnior.
Seerattiie.
U1
ALFA>it)EiA-
Reudimento da dia l a 2ii. .
dem do dia 28 .
7d:463*0lft
i'.>:;m*i(>7
814:787*122
Xo vi me rato ata a Ha adraba.
Volames entrados cora fazendas
com genero
Voluraes sahidos com fazendas
com generes
788
------1305
u
dem preta......
Carne aacca (xarque ). .
Carvaowgetal......
Cera amarella......
dem de carnauba em braba,
dem dem em velas,
* "
acecen .
de boL tjaceoflHfa^l
c
jsalo
_ *'d8-
toLiacc
dem espiebados.
dem dem verdes..... >
dem de cabras curtidos um
dem de onca....... >
Doces em calda...... kilog.
dem em gela ou massa. >
dem seceos....... >
Bipanadores de peanas gradee duzia.
dem pequeos.......>
lem de palha....... >
Esteiras de carnauba .... cento
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional...... kilog.
Farinha de araruta......
dem de mandioca..... a
Feijo de qualquer qualidade.
Fumo charutos...... centro
dem cigarros...... >
dem em folha bom kilog,
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ........ ,
dem em rolo e em latas bom
dem, ordinario ourestolho. .
Rap .........
jomma de mandioca, (polvilho).
Ipecacuanha (raz')......
Angico (loros)...... duzia
Cabros ........ um
Gnxams........
Frechaes........
lacarand (coucoeiras) duzia
Lenha em aehas. .. cenia
dem em toros......
Liuhas e asteios...... um -
Lour s (pranchoes).....
Pao Brasil........ kilog.
dem de jangada...... um
duzia
m
US
43C
M3
4*3*
1*438
474
40
MO
35
1046B0
1*133
784
2*180
48*000
24*006
12*000
16*000
1MO0O
13
681
92
271
3*000
390
1*006
. 613
. H
alfl 545
: "S
1*703
60*000
360
i*50i'
5*1000
96*000
3*000
1**600
6*000
10*006
m
5*000
6*0ii
Quirs
Viuliatico costadiaho de 25 a 30
milhmetros de grossura. um i6*00#
dem pranchoes de dous costa-
dos at 50 milhmetros de gros-
sura ......... 20JKM*)
dem taboado de menos de 25
mili metros de grossura .duzia MMM6
Taboado diverso...... > 90J06
ratajuba........ kilog.
rraves......... nma
Varas para pescar..... duna
dem para aguilhadas ...
(dem para canoas uma
Cavernas de sucupira(em obra) >
Bixos de cicupira para carro. par
Wbea......... kilog.
Mel deabelha.......
Milho.......... -
Ossos......, i
Palha de carnauba..... molhos
Peihury........ kilog.
Pedras'de amolar .....
dem de filtrar ......
dem de rebollo .
Peonas da ama. ......
Piassava......... molhoe
Puntas ou chifres de novilho ou
vaeca......... cento
Sabo......... kilo
Sal- ,..... r
Salsaparrillta.......
Sapatos de couro branco par
Sebo ou graxa entrama ilog.
dem em velas. ...... *
Sola e vsquela....., t
Tapioca.......-.
Unhas de boi.......cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava..... 'sv
dem de imb. j >
Alfandega ae Pernabmbuco, 26 de novembre de
1870.
0 !. cenferente.Manoel P. da Silva
O 2." confereoteJos Baptista de C. >9a
Approvo.Alfandga, 26 de novembro de 1870.
Paes de Andrade.
Confort.ie. Joaquim Tertuliano de Mtdeiror
RECEBE 'ORIA DE RENDAS fNTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rend memo do dia 1 a 26. 48:003*i<-
dem do dia 28 6:492*781
2*860
348
10
24043
800
340
676
f*98v>
204
380
768
1*606
966
54:4SC*04
CONSULADO PROVINCal"
Rendiraeoto di dia 1 a 26. 64:204*03K
dem do dia 28 3:75?*74fc
67:959*5W.
26
648
924
ro, e tea criado e dous escravos, Guilbermiao A, I das Utos com ba^deirolas para annonciar a* pas- tar a verdade, de negar o que se passou em pre
Ilenrique Leiden A C ao Dr.
Francitaco Aii^tiso da Costa.
No Diario *V Pernambuco da 17 do cor rente o
Sr. Dr. Francisco Augusto da CosU declara ou*
nao ajnstou jmgavel.nauta cotunosco sua- cenias
pelos sarvicos prestados como oosso advogado, (an
to assim que contra nos corro uma penhora
para- pagamento de seus honorarios, e que dava
gracas a Deus por ter-se despedido do patrorini i
da nossas ciusas. Nao admira que o Sr. Dr. Ct-la
com inirailavel coragem, que lhs nao invejamos,
ditta qne sa despedir do patrocinio de nossas ca
sas, quando cnlesta ter ajustado suas comas nu
dia 10 di seterabro prximo tinto, era cons-quen
eia de tjua acaiiou uro litadlo de divida da impor-
ta acia da 200* por saldo de cootas, pagavel por
nos no flu do dito raez.
Nao exacto que fosse o Sr. Dr. Costa qaam
se despedir ; nos que o dispensamos, pi>r jut-
iclizraeaie nao Tomos bera succe lidos no xito de
algumas pequeas questiies nossas enireguas aos
cuidados do diio Sr. dtitor.
A propria parta que o Sr. doutor nos dirigir
em data da 12 do referido mez da selembro, le
voiveulo o titulo da divida acuna ailu lila, equf
se acba nos autos de arbitramento, e o desment io
raais solemne voluntaria despedida do Sr. Dr.
Gasta, porquanio quem d gracas a Deas por se
ver livre de urna cousa nao se molesta por vr-ee
d'eUa privado.
0 Sr. Dr. CosU diz era a referida carta, qne eof
coflkequeacia de- termo tomado oulro advogado.
nao eslava palo ajuste que fizramos.
Ora, se o Sr. douior, em virtade de havermo-
tomado on-o alvogado, chogou ao ponto de occnl-
Descarregara boje .29 de outubro.
Galera inglesaHermioneferro e carrSo.
rtrgue inglezWM Waveidem idem.
Barca francezaMeneoviaho.
uarca ragl-za JfaAi-noor diversos gneros,
ferro e carvo.
Rrigne inglezflfrnecinfarinha de trigo.
N .vio inglez -Miseriniaxocarvo.
Brigue portuguezJuditadiversos gneros.
Barca portuiruazaSoeieUidem.
Barca luoardo Megetsidem.
TABELLA dos pnagos dos aaNsaos scmrros a di-
BKITO DS EXPOBTAC\0. SgMAMA DI 28 DE NO-
VBHBRO A 3 DE DEZEMBRO DK 1870.
Mercaduras: Unidades. Valores
Abanos......... dnzia 30P
Algodo em caroco..... kilog. 165
dem em rama ou em lia. > 515
Carneiros vivos....... nm 4*000
Porcos idem......... 2*000
Arroz com casca. .... kilog. 68
(dem descascado ou pilado ... 177
AssHcar branco...... > 250
dem mascavadi...... 140
Idemrenado....... 436
allinhas........ tima 1*000
?apagaios....... 3*000
Vzeile de amendoim ou men-
dobim......... Ittre 937
Idem de coco ...... 675
'dem de mamona...... 32*
Bautas alimenticias. .... kiaag. 102
Baunilha ......... 9*416
Bebidas espirituosas efermenladas
Agurdente cachaca. .... Htr. 195
Idem decanna...... 300
dem genebra...... > 336
lem restilada...... 306
(dem alcool........ n 338
tdem cerveja....... 600
emvinagre.......,, x 300
(dem vinho de caj...... r 060
Bolacha fina, comprehenaidoa os
"biaeoitf....... hilflg. W6
Idem ordinaria, patpria pava
embarque........ 201
Ca* bom ...... 4T6
Idem escolba ou resaolho. 442
dem torrado ou motde. 959
MOViMENTO 60 PORTO.
' '' "**' -
Navios entrados no dia 37.
Rio Grande do Sul 27 dias dias, brigue brasi
leiro Pirang, de 229 toneladas, eapirao Josr
Joaiatm Pereira, tquipagem II, carga 9609 ar-
robas de carne ; a Francisco Ribeira Pinto Cni -
martes.
Terra Nova 37 dias, escuna ingleza tttp, de
136 toii-iadas, canitao Thomaz Radford, equipa
gera 7, carga 2517 barrc;s com baeamo ; a
JohiMon Pater er C.
Portos do norte-9 dias, vapor nacional Tocajtfi*-
de 750 toneladas, comraandante Jos Maria Per
reir Franco, eqnpag'in 50, carga ifftrenres
gneros, a A. L. de Ohveira Azevedo 4 C.
Araeaty 3 das, vapor|braileiro* VanaVib* de
222 toneladas, coromandante Julio Gomes da
Silveira, cquipagem 13, em lastro; a compa-
nhia pernambocana.
Jtyrwo sahidos no mesmo dia.
Rm de lanero -Barca brasileira Santa Maria, ea-
ptan J.iao 6imcalves Res carga carne.
Rio da Prata e port s intermedios Vapor inglez
Oneida, oniraandante Bax, rarga parte da aju
tronxe dos partos da Europa.
Cear, Araeaty e As- Hiite bra-ileira Garitml-
di, eapitao Trajino Theodomiro de Moura, car-
ga diff-rentes genero*.
CanalBtrca ingl za Wtlliam Jones, capllaoTbo
maz, carga algodo.
Obseroacio
So-pendeu do tmara > liara o Ass, paUtlt"
brasilen Leopoldina, cap o Prates, com o roe-
mo lastro qie tronxe do Rio Grande do Sol
Navios sahidos no dia 36.
Rio de Janeiro a Dorios intermediosVapor bra- '
sileiro Toraniins, co nmandanle Jos Maria Fer-
reinr Franco, carga varios gneros.
Rio Grande do SnlPatacho portugnez Principa
cipitao Jos Francisco de Abreu, carga ateo
car.
MamangnapeVapor brasitetrot Cnrvrrpe, em-
mandante Jos Henrique d* SftVa, em (astro.
OeSCTTBfftj.
Nao houvo entradas.
De ordem do Exm. Sr. conaalheiro
presiden.e da provincia coDvida-su r Intfcs
os faneciouarios pblicos para assisiirem ao
crWjo que se tem de f >wr em paU efigie de S. M. o Imoerador pelas 4 non
d-a tnrdrt do dia i de deieab*1 vioopiio,
aiiniv-.-rdiio natalicio do mesmo aoitfevo
senbnr.
Secretaria do governo de Pernaaibiaa'i;i
de novembro de 1870.
O secretario.
Eliai F d'Almeida e {Jkfftertjjm
A camaia municipal do Recife, landH' <**
construir um grande mercado Betas oWah>e, ou-
vida a >s Srs. i-ngenheiros e coolTSMule.. de aeran
para, dentro do praso de doos mAats, a#c66MKa-
rem seus planos ; e, para mais ssMMar daba tra-
balho, ufrrece as bases segrate, anr aaaaim
as mi'difi -acees reconbncidas necessana-
1 f O novo mercado pobrico sari esaiblMi ao
centro da praca onde actualmente dilate mer-
cado de S. Jos, no espaco rnniptibsaililuUslili n
ra de Pedro affonso e o maro actuar dtK Mm
co da Penha no proloofasaeim daW #8f-Jw*
. O novo mamlb) de^tri esa adiar- H/iaj>
perfitie robera de 3,800 mto qasMWsWn6a%
raais on menos.
Sera de ferro fu adido, farro asJjaj aTUsUll
de lijlo ou pedra 6a cantara, *ana d
Rio de Janeiro, travejamento da coberu sera

S


PhtlW; rifi PwfwVirrr ~ ffe^i ei..t9 de ^tfwi^^ J8&
ai


IttHJo, eis
usadas, oo
fcTo* wrtlflOJpdMIw Ue-*
*W* DMNHfe. i
iri veri ser callstfbiQO de tal'manerra (rae t
woUSo sej fitl, qa% soja beffl rjalo, e se potu fcilmente ereur^nrojirrande aceto.
c Ai paredes dealinaio al* alea ceru altan
rio de pedra de MMft lianoa ou e alve-
aaria toJHt'o guarnecido A aalejo, para se
pi* sjtffcSuBiinste conserva-las limpai.
toi pavimento ser laceado om pedrai
a tafean, sootMas es lagos serio as*eotadai
sefcra canudas de beturae ou cemento, conforme
fAr reeonuecido o metfcer.
t O edificio ser feixaeV; a aberlas inferiores
meaos as destinadas pora as entradas serio guar-
toilu da reaussMS, que sirvam pin defender
o Matear asra o soi, at> cauva e grande veau,
sea estado interceptar toda claridaie.
^Hb sanexiasas internas serio de vidre, can-
se tetn empregado nos novoa tner-
i ltimamente.
S coeeria ao prxima a ella deixar-se-hio
abmiB, de maoeira a dar maior claridade ae di-
Aoit arejar a parte superior.
< A dlstoia iatoraa seri MU de maneira que
uaiaaaa pasto fot pasarwt igoa toada > va -
tagem sea lugares.
As rasa es passageos internas serio pek) me-
nos de I metaos Ib largara e os logares para os
vendedores tara a mesas diaieaao.
< Os balcoas oa matas serio le ftsdeira ama-
res, e as tssapas da pedra brauea de mar more.
Aa atradas do edicio lerao gradas e portos
4e Ierro
O edittcio ser dividido da seguale maaeira:
1.* Urna pirte dostinada a venda das carnes
verdes de bois, caroetros, porcos etc.
t Orna parte para a venda de arlnaa, lego-
mea etr.
< l. Sata parta para a venda do peixe.
< 4.* Yuta arte para a venda de ventoras.
Bewa ter no mesmo edificio :
r.'flra corpo de guarda.
** TJa logar para o porteiro. .
3 Ira lagar pira o administrador
%. Letrina ptrWic.
i Pira commoidade dos vendedores eteeto
do mercado, dever ter prximo oo deBtro do edi
rite come se jatoar mais eeaveoieote agua com
abatidme i daas oa ais fooles sao indispeu-
< JH(Concorraine3 devero apresentaT t aese-
uaoe seguate* : _
ima planta geral onde se acbe indicadas as
suradas das roas que dio para a praca; na es
cala 0,091 m. ^^^
f tf m plano do mercado na escala de 0,003 m.
Derenho do corte e alevino longitudinal e
transversal na escala de 0,#lm.
t Deaenhos representando a elevacao e delalh
das principies juntas das pecas d 5 ferro batido oa
fundido, assim como do systema da coberta na
escara de 0,40m. .
t Estes dezeohos serio aoompanriados de urna
descripeo circumstaoeiada de to o edificio da
qaatidade dos materiaes e o systema de assenla-
los.*
>sG*ajs, ^WtBmgfVmt
s-arrlHafE
MHLVHH
Alcntara de Mi:
Catomiro Gomes _
Beeretaria da thesouraria de fazenda de
aambneo M de novembro de 1870.
Servindo da ofleial-maior,
Mipoel los Pinto.
-lie-ordenada lllm. Sr. conselheiro iisi
da thesouraria de fazenda, desta provincia
pdblico qae tica transferida para o da 30 do
repte mei, as i horas da tarde, a arremat;
10 cavallos perteneentea ao deposita a
initruccao.
Beeretaria da thesooraria de fazenda aa-tV-
nambuco 16 de novembro "de 1870.
Servindo de offleial rrtltgr,
MaBDel Josa Pinto.
SH
adaalolalrario os corre lea di)
Perataaabaieo M de aoTOanbro
de 18IO.
Mala peto vapor Htglez Humbold.
A correspondencia qae lem de ser xpedida
baje (19) pelo vapor aeiaaa mencionado para
Babia e Mo de Janeiro, ser recebida pela manei
AVISOS M
COMPANHIA
Tegaeie>
Maca.'
_Sa-
oearreae-asWhoras
ar oiii M.-
______**e at as
no eeeriptorio do Forte
ra seguinte
Macos de joraaes, impressos de qualquer nata
rasa e cartas a registrar at i hora da tarde,
artas ordinans at as S horas.
0 administrador,
___________ Affon do Bego. Barro* t
torret jcftl.
Relajo das cartas regfstfdas, praeedan
do iui e oorte do imperio, existentes na
.epMUcao da eortfo eca de nova
oro de 1870.
Bernardina Mari* da Silva, Flix Pereira de
Simas, tes Bartholomeu (i). Jos Lucas Ferreir,
Jos de Soaia Reie, Jo|oT. MarsHIac, Leaadra O.
Alves fle arvattlo, Manoel Ribeiro Brrelo a
Meneze, Quiridona Maria da Cooceicii.
O encarregad" do registro,
Manoel dos Passos Miranda
i oras do da
do Manos a. II.
COMPANHA PfWBWIl&lA
;
THEATRO
llinhas, Riolfermoso e t5wi-
dar,
O vapor oraA
AVISO
[ala Aires avisa a qoem convier qae
dministrador da massa fallida de
jas & C, e qae o competente para
eoder o que perteocer a dita massa
jdajaovemtro de 1879._______________
Ama
ama ama que -saibi cozlohar : a
Codorniz n. 8.
fecisVfB de urna criada e preferese es-
, paraVacompanbar urna f imilia que se
l*o BCDS
Ayoa ein?lVBA
ra os portos cima no da 30 4
correte a meia noute.
Recebe carea, encommenda,
aasagerros edmhairo a freteno
HlroWb loTlatass n.'M.
t
rat
ixo assignados fazem sciente ao res
peiuvet potlico e com especlalldade ao corpo do
commerflo, qae no 4
eiWfiveimenie a SOcidade que tinham no estaba-
tamolMo de taberna sito roa estreita do Rosa-
rio b^a-sob a firma social de Maciel & Agr, re-
Ma o socio Agr pago e satisfeito do sea
JSrncros, e (leando o sceio Maeiol na posse
* de dito estabelecimeatb, e a sen cargo
150 do activo e passVo. Reclfe K de
ro de 1870.
Jos Joaquim da Costa Maciel.
Jos Pires Agr.
no
^scftpWno
Companbia americana e brasifei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia i* de dezembro esperado dos portos
do sol vapor americano Mernmack, o qual
depob da deiiior do eostome segairA para Ifear-
York tocando ao Para e S. Thomaz.
Para frates o passageos, trata-se com os agen-
tes Henry Porter & t
0ECURAC8ES.
Consalado provincial.
Na forma do art. 50 f I da le provincial a.
W)i, avi-a-se por eala repartico, a quem inters-
aar possa, que com o mez de dezembro prximo
abre se o praso de 30 das alli marcados para o
pagamento voluntario dos imposto da decima
urbana e de5 0|0 sobre a rend dos neos de raiz
de corporales de mo mora, relativos ao se-
mestre do corrate enno fnanceiro de 1870-71,
iaeorreado os contribuimos que nao realisarem o
mesmo pagamento no referido praso, m commi-
nai^o do | 3" do citado artigo.
f Consulado provincial SI de novemmbro de
1870.
Servindo de "administrador.
A. Witruvio P. B. e Accioli de Vasconcellos
~COMPANHIA
DO _____
BBBER1BE
O caixa interino desta conipanhia, o Sr.
(iorbiniano de Aquino Fooseca, acha-se au-
torisado a pagar no sea escriptorin ra do
Vlgario o. 19, das iO horas s 3 da tarde,
0 45* dividendo desta ronnanhia r a propor-
Cio de 3)!kpor cada aeco.
Escriptorio da companhia do Beberibe
4ide nrrrembro de 1870.
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Soma Panga.
' SANTA CASA DK MISKRICOKUIA DO
RECIFE,
A IIIm. junta administrativa da Santa easa de
lsene rdia do Recite manda fazer pablico qae
na sala de saas sessdes, no dia 1 de dezembro, pe
las 4 horas da Urde, tem de ser arrematadas
quam mais vaotageus offerecer pelo lempo de nm
a tres annos, as rendas dos predios era seguida
d,C'aBs ABELECIME.VTOS DE CARIDADB.
Raa de Santa Rita. .....^
Sobrado a.il. 5 m0m
Ra larsa do R-sario.
Segando andar do sobrado n. li A.... 303*000
Cinco Ponas.
Ra do Nogaeira.
(iaa terrean. 17.
Ra la Matriz da Boa Vista.
Casa terrea n. 56....._-t,
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de General Victorino.
(lasa tarrea n. 13................... 240*000
Ra de S. Jorge (outr ora Pilar)
Casa terrean. 108................. **"<&
dem idem n. 103................. ?i*525
dem idem n. 99................... li**^00
dem dem n. 96................... !(8*$8?
dem idem n. 9i................... fOjOoo
Iddm idera n. 32.......161*000
O pretendentes deverao apresentar no acto o
rrematagao as sua3 fianzas, nu comparecerero
acempanhados dos rpsppctivos fiadoras.
Sacretsria da Santa d"a de Misericordia do Re-
eife, 18 de outubro de 1870.
0 escrito,
Pedro Rolrigups de SoBra.
"""SANTA CASA DK MISERICORDIA DO
RBC1FE
A junta administrativa da Santa Casa, precisa
contratar cora qoem por menor preco nzer os
concertos de qoe aecesslta o cano que conduz
agua da catnboa para a casa da bvageui de rou
pa exilenla no collegio de Santa Thprezi em Olln-
d, como as raCnadura* que esiao as paredes da
dita cas, reboca-la por dentro e por lora e fa*er
de am lado am pareJSo na oxtensao de 40 pal-
os BfBtendeafer dayerao ir examlmr os repa-
ros de fia* *#ajf ta casa e .presentar sua<
proposfa, qtrintafeira pelas 3 horas da Urde na
sala das essCes da joma.
Secretarla da Santa Casa de Misericordia do
Rcif9, 19 d novembro de 1870.
O eserivo.
Pedro Rodriirnes de Souza, .
EMPREZACOIMBKA
Grande espectculo
15a RECITA DA ASSIGNATURA.
IIOaJE
Dividido en qoatro partes.
No aaal toma parte a ximia cantora
Mme. H SANGLES.
Oavertura pela orchestra.
PRIMEIRA PARTE.
Representar se-ha a chistosa opereta am 1 acto,
msica de OfTembaek
Les mariage au\ Lanlernes.
Na qual tomam parte Mme. Val monea, Mlle.
Brescia e Marette e Mrs. Raynaud e Carn.
o flra desta opereta o Sr. Joaquim Ferreira dos
santos, hbil professor de dansa, presta-se a dan-
Sar a carcter o lindo
SOL INGLEZ
coraposto por Mr A. Saint Len.
SEGUNDA PARTE.
Canconeta
PAS GA.
cantado por Mlle. Marielte.
Ronde da
BRESILIENS.
desempeabado pelo caricato Mr. Carn.
Canelo.
OH! LA GROS JEAN A BORRE1
cantada par Mr. Maris.
Aria da opera
GUILHERME TELL.
executada pela eximia cantora Mino. H. Sangles.
Cancao a boire da opera
LA GRANDE DUCHESSE.
desempeohada por Mme. Valmonca.
TERCE1RA PARTS.
Duelto da opera remira
LA CHANSON D'FORTUNIO
desimpenbada por Mme. H. Sangles eMlle. Brescia
QUARTA PARTE
O Sr. Santos, a pedido de muitas pessoas, da-
ar o lindo pasto
ARAGONEZA.
Em seguida represeaur-se-ha a chistosa opere-
a ero um acto
Chicard et Beb
na qual tomam parte Mr. Maris, Raynaud, Carn
e Miles. Bresciae Mariette.
Os bilhetes podern ser procurado em mo do
8r Joo Martios Viegas e ao e^cripiorio do thea-
iro.
Principiar s 8 1|4 da coate.
rna do ComrtHTelo n. 8.
COMPANHIA PEftNAMlMJGANA
Navegando costetraper vapor
' Fernando de Noronha.
As doze horas da manila
do dia 6 de dezembro prxi-
mo futuro seguir para acuel-
le porto um dos vapores desta
eoropanhis.
Recebe carga at o dia 5, encommendas, passa-
geiros e dlnheiro a fret al as W horas da ma-
nha do dia de saa saWa : no escriptorio o Forte
do Mattos o. 12.__________'________
Muguis
Apatita*
Na roa^iova de Santa Rita n. 49 al, aerra-
ra a vjpnr, >eod-e apidicti dapraniRu a juro
de 8 t| : ;> ir.ilv '-oa J> Igi.i-.io. A mi b.
a e Albuqaer-
mlvendolhe limeta
.^efcaultacio da escrara
Bhnaei.
de uoveaibro da 1570. ,
Candido Jos Casado Lima.
da
Precisa-se ae aro moleque para servico
boaat: na rna das Cincos Poatai 0. 19.
MI i do
Ra do Baiuo da
i %ifflMa 4-il bititt.)
-jjid ajan ir aaal ii mtk i -*
mtm najraaiaiuua oavprv-
Aak.
wmz
COW.VNHIA PERNAMBUCAW.
DE
Navegacdo costeira por vapor.
Parahyba, NaUt, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceara, Mandaba, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama commandan-
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima no dia 30 do crreme
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encommendas
ageiros e nheiro a rete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
altos n. 11. ^^^____
O sobrado de nm andar eom loja e solio roa
da Mancneira a. 6 ; a caca n. 18 roa dos Coe-
Ihos jallo ao sobrado grande : a tratar na ra do
Araglo n. 35, ou na olaria n. 13 ta raa doTloff-
dago- ___________________________.
Companhia de segaros martimos
ulilidade publica,
A discelo de accordo eom os estatutos art. 4,
convida aos seabores accionistas para reunio de
asieaaWa geni no dia 30 do correte a I hora da
tarde, no escriptorio ra do Mrquez de Olinda
a. 41, 1* andar.
Recite 16 de novembro de 1870.
Oj directores
Feliciano Jos Gomes.
Thomaz Fernandes da Cunta.
Em consecuencia do cilicio dacommissSo
de contss, datado de 28 do corrente em o
qnal a meema commissio declara, so lbe ser
possivel apreseolar o resultado de seus (ra-
balbos at 0 dia 6 de dezembro prximo :
o Ilion. Sr. presidente da assembla geral,
manda convidar aos Srs. accionistas, para
que nesse meemo dia pelas 11 horas da
manha, se achem reunidas na estaclo da
raa da Aurora, auto de continuar a sessio
adiada d- dia 31 de outubro, e d-i appre-
ciado o parecer da referid commiss3o.
Recite, 28 de novemnre de 1870.
No impedimento do Io secretario
Antonio A. dos Santos Porte.
___________2o secretario._______
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000|^
Bilhetes garantidos.
ro \ Frimeii o de Marco (outr'ora ra di
Creipo) n. 23 e caas do
8 den^7, aoi'aa < m de l-'nM, e-aita dewttn pramlosiji- amiena alvurae aperolada- apparencia Uto
; padndo au pomiddres vtrem te- S nto anPP.f9rtn P foto
mDHo
bilhete
bUbete
nanH
n*res
tber, quebromptaajeme serao paM
O abaixft assigoado oonvida ao reapeluvel pu-
blico par virem no sen JtabelecinJanio comprar
os felries J)iBietes garaO'.ldis, que nio deixario de
tirar qualquer premio nomo pro va pelos mesmo?
aannaeios.
Acbanvie venda os maito felizes bilhetes ga
rantidos em beneficio da igreja de N. 8. no Ro-
sario da Boa-visu, que ser exirahida quarta-
fetra H")"io eorrente mm.
QUECOS.
fpteiro 6JOO0.
Meio 3>000
Quarto 1*500
D '100OOO para cima.
E 5*400
1#700
aUMB
Joao Joaqoto da CosULeHe.
A MU AFAMABA
agua m FWlfltoA,
PE .
ni 1111 av 4k *jtW*M
He o ms ftetaflo p (MOtf;v%
mo lempo 'o mais estavel de todos os p
fumes, e encerra em4t no .^11 maior -
de excellencia, o proprio aroma das w
deiras flores, quando ainda na soaflore*-
cepcia e fragancia awMuL.:Como uof neio
tWuro e rpido allivio contra as doral m
lapeca, nervosiUMle, deMltda*, (WinuJos.
flatos, assim como contra todas as'fftnaat
Ordinarias de accidentes hystfipQs; de
nSo tem oulro goax
quando dP9tewperi(b
nm dentlfrW* b*****
dando aoS denles,
Vtra Lisboa
S"gue em poaco dias com a carga qae tiver o
patacho portuguez Restaurarao 1 quem no mes-
mo quier carregar ou ir de passagem, dirija-se
aos consigoatarios Oliveira Filaos & C, largo do
Corpo Santo n. 10, andar,
RIO DE JANEIRO
Segu em poucos das para o indicado
porto o brigue nacional Galgo, de 1* classe,
por ter a maior parte da carga engajada; e
para o resto qoe ainda pode recaber frete,
trata-se com Francisco Ribeiro Pinto Gui-
mares, armazem ra do Bario do Trium-
pbo n. 96, (outr'ora do Brum).__________
BAHA.
Para o referido porto segu dentro em poucos
dias o patacho nacional Calado por ter maior
parle da carga embarcad, e para o resto que Ine
falta a precos mdicos, trala-se com o consignata
rio Joaquim Jos Gjncalves Beltrao, rna do Com-
mercio n. 17. ^^_^_
osturae.
O abaixb ssiguado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes dous meios de n. 1574 com 400*000
e outras sones de 100* e 46* da lotera que se
acaban de extrahr (171.a) convida aos possuido-
res a virom recaber na conformidade do costume
sem descont algum.
Acham-se a venda os bilhetes garantidos da
? parte da lutaria, a ben*cn> na igreja de Nos-
sa Senhora do Rosario da Ba-Vista (171'). qe
extrahirs quarta-feiraSO do correte mer..
PRfcgos.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto l*SO0
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilbete inl-iro 5*400
Meio bilhete 1*700
Qoarto 1*350
Manoel Martins Fiura.
AdBVW k ven am pa(jes lb|ts de Utw,
CHRESTOMATHIA
DA
LINGUA INGLEZA,
rok
J. C. RODRIGUES.
Contando: wn TiaWo sobre a origen e o
desenvoMmento da Lingtn Inglesa; ama se-
lecta de 150 pedacos dos principies eseriptore;
e 100 eibocos biograpUcos e criticos desses
aucMrM.
Esta obra forma uro volume de 428 pag. in 8",
ntidamente electrotrpado, e encadernado,
PRE90, 5*.
LIvUaHIA kiu.m>eza.
THEATRO
m
303*000
101*000
O empretario previne ao publico que se prepa-
ra a capricho para subir scena no dia 1 de de-
zembro a Knda opereta em um acto
TROMB AL CASAR
msica do maestro OfTembaek e instrumenlacao
do regente da orchestra do mesmo theatro o Sr.
Jos Coelho Barbosa.
Rio de Janeiro.
O patacho nacit nal Esfrrga a sahir at o flm do
mez, ainda recebe alguma carga : a tratar no es-
criptorio de Jos Maria Palmeira, largo do Corpo
Sanio n. 4, 1 andar_________________________
BAHA
Para e referido porto segu dentro de seis das
a polaca italiana S.ra, e por isso quem quizer
aproveitar carregar a frete commo^o, dirija se ao
consignatario Joaquim Jos Goncalves Bellro
ra do Commercio n. 17. ______^^___^_
fAli'
Para o indicado porto segu em poneos dias o
brigue porluguez Realidude, por ter a maior parte
de sen earreBatnenio prompto e para o pouco que
Iho ialla a frete baialo : iraia se com o coo3b
natario J^aqu-m J s Goncalves Beltrao, roa do
Ommercio n. 17. ____________^__
Maranhao
Segne para o indicado porto o patacho braslei-
ro Bom Jeius, e pode reeeher ainda algaraas mia-
de;-a frete : a irUr com o ie.-peclivo consig-
natario Joaquim Gorardo de Bastos, rna do vi-
gariu n. 10. Io auhar. ________
Para Lisboa
0 brigue porluguei Soberano, capilo Bugigan-
1 : oara carga e passanfiros trata-e com K R.
a ; oara carga e p
.atieilj ct 0, 1 na do commercio
enpllu.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE V* OLlADi.
Do Io de dezembro em diante baver nos
dias uteis mais um trem do Recife Olin-
da s 9 V* h iras da manha e outro s 8
Vi da noite assim como de Olinda ao Re-
cife s 2 V "8 V hora3 da tarde-
Do dia 11 do mesmo mez em diante ha-
vero nos domingos e dias sanctiflcados
trens expressot do Recife Olinda s 4 '/*
e 6 Vj hora* da tarde voltando de Olinda
da t rdc Sem tocar
s 5 V e 6 '/ horas
em estaco alguma.
Recife, 28 de novembro de 1870.
O superintendente,
A. de Abreu Porto.
CASA DA FORTUNA.
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N. 13.
Aos 20:000^000.
O abaixo asfignido tem sempre exposto ven-
da os Miws bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
ormptamente, como etnma, qualqfter premio.
PRECOS.
Inteiro. 24*000.
Meio 11*009.
Quarto 6*000.
Manoel Martins Fiuza.
altamente apreciada e desojada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio centra o maa hauto
da boca, depois de diluida em ^ua,
summamente excellente, faz remover *eo-
tralizar todas as materias rmpows qoe sa
criam 4 roda dos dentes e das ranetas,
tornando-as duras, sadias c d'nma linda cor
eicarnada. Quinto a delicadeza, riqaeu
e permanencia do sen fragrant arom*, ella
por certo nao tem Igual: e a stta sdpe-
Tioridade sem rival. Ella igulrtlente tor-
na-seum meio mu ecellento, para faaer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicSes, sardas,
pannos, manchas, impigens e eeptbas.
Quando se queira servir della como' terne-
dio para fazer desaparecer qualquer na
destes disflguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feic5es do bello sexo; flevera-
se usal-a n'um estado de dilluicSo, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm uo
ratamento de qualquer espinha, usar-se-*a
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices triguciras e paidas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal flm, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agua e Florida de Murray &
L ANULAN.
As imitaces que se tem feto na Tranca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao interramente inuteis e invaliosas ; por-
tante recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauco
e cuidado, de quando comprarem. estejam
certas que compram.
A Genuina
AGUA DK FLORIDA
DE
MlIr\RAY A LANMAN,
A qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN 4 KEMP, DE OVA YORK.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, 4 C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu. & C.
n. 48. ou com o
LELOES.
laispecfo do arsenal de
aarlnha.
Kaz-se pnblioo a^ne a commisso de peritos
janaado na frraa determinada no regulamento
anoeno ao decreto a. 1324 de S de ftv.^reiro de
mi, o caico, machina, caldaira, apparelho,
SMreicio, veame, amarras e ancor do va-
Pira^ama 'da companhia Pernambucana de
vefae>o ooHteira, aehon tod-ji aeses objectos
astado de peder o vapor oavegar,
fasseecao do arsenal de marinna e Pernambu-
c M de novembro de lft70.
O inspectir,
H. A. Barbo* de Amei4
- De ordein do lllm. 8r. coa elneiro inspector
a tbeaoararia de bteeda do-ta protiacia se Taz
pMi -o para .'ooh^eimento fx intresa los, qae
o ribiioal do thetonro em ovdem n. 111 de 0 do
catante raez antorison aagaioenl da dividas
de exereielo? flndos, cujos redores o os 8*fttin-
SALDES
DO
CAES DO RAMOS
$11 mpt uoso baile e conctrio
musical
Qainta-eira i de dezembro
Annivorsaro da meraoravel restaoracSo de
Portugal do dominio hespanhol em 1640.
O proprietario dos sa4o> do do* do liamos,
desejadWo dif nene dia urna prova do seo fcatrio-
lismo, ph feliz reMauracao da sua cara patria
da doioaaco hespanhola, rpsolveu fustejar o an-
niverslTlo Jfste |randioao dia" com todo o esme^
ro e decencia qne saas forras premiltir.
E' nesta oc asio que o proprietario de*tes sa-
ldes, appella para o patriotiime dos tllhos da his-
toria Lusitana, aera etepelo de elasse, e priuei-
palmenta os sniores condecorados e (talares
desse peqnsnioo mas valente torrao.
Espera qae lodbs con;orrer5o com a demons-
tra^o de eu affeclo pelo am >r d^ patria, nao so
para qae veia dignamenre sollemnisar o annlrer-
sario da nossa libertario poltica na Earopa, como
para mostrar ao mundo Inteiro que os portuguo
tes residentes na Amwrtca ptmea se ajquacem
da mi patria.
A esta grande festa da solerrmisacSo da noasa
liberdade, lodos devem concorrer ; o exe nplo ahi
o tendes no patriotismo d"S valente- franc>zrts qne
pela liberdade de a patria, de Innxin na ierras,
vrtna i sacolir o ago estrangeiro da sua
DE
todos os pertences da cocheira sita na roa
do Sol n. 27,
esquina da rna das Flores
MRQA-FEIRA
O agente Pestenafar leilao dos pertences da
eocheira cima dita, cama, conro-, caroei.etc, ero
1 ou mais lotes, no dia terQi fera 29 do corrente,
pela^ ti horas da roaohfla, na memiaeocheira.
_rj saiRa estarle Ticamente adoros dos e emban-
detrado^ebdUw eflres nacimae?, brasileiras e por-
tugueeas bem mpfl tropfceos e armas das duas
oa^ss ; a maiHa asta en-,arregada a um ubi
DE
uin cabrtolet francez 4e dnas
rodas ern muito b. m estado
Ouarta-feira 30 do correcle.
O agente Pestaa tara leilSo por cobta e risco
de quem perteijer, de nm cabriolet cima des-
rri|ito, o quilsT vendido em limites, quarta-
f^ira 30 de corrente, s 11 horas da manha, no
largo do Co'oo ante.
AO PUBLICO
Hontem 27 do corrente por volla das 7 horas da
noite, ansenton-se da casa do abaixo assignado,
morador ra das Cinco Ponas n 24, urna rapa
riga sua atllhala, com idade de 13 para 14 nn ,
cof lula, levou vestido urna saia de thita escara e
corpinho de cassa com palmas; suppda-se ter
sido seduzila por ama mnltaer de nome Leopoldi-
na que vive de ser ama de casa t para a Boa-
vista, coja ranlher lia da mearaa rapariga, um
poico mais aberta da cor e maito sorda : rotase
portanlo a quem souber dar qualquer noticia a
respeiro, o favor de dirigirse roa cima oa
ra esireita do Rosario n. 24, loja de movis, qoe
Ihe flear agradec lo.
Franeisco Lopes da Silva.
LEILAO
Para os proprierarios qne fazem casas
DE
150 portas novas de molduras
Qain'a-f-ira 1 de dezembro de 1870.
O agente Pe-Una fura leilao por coott o risco
1 quem perteneer, de ISO portas novas toda al
m"fa ladas e muito bem acabadas, as quaes serio
vendidas em lotes, a vontide dos llcHantes, oo em
um qiintvfetra de dezerabre de 1870, as
horas ,K manhla, no trllete: Bario do Livra-
\ no largo da Asen*la.
lNTERBSSiim COMPASIVO LITttRJal.
CONTENDO
A noltd o rtuss.
0 sorriso.
A noite de assombro.
A lagrima
A noaD do delirla.
0 mysno.
Com urna carta critica dirigida ao aater pett
Or. T. B. Wgueira Costa.
i volume brochado fJOQO.
AS CENTELHA8
Posias patriticas sobre a guerra do Paragaaj.
1 volurao brochado i|000
NA
LIVRAMA FRANCEZA__________
AtteECJVo
Na ru do Imperador t. TI offereee-se ama pes-
soi habilitada para cobranza, dando B-letr de loa
condneta.________________________ .
Os ih.iix.v a-signados curadores flseaes da
massa fallid de F.omeea & Santos, poto prsenle
onvidim aos devedores da inesraa nwsa, qn-r
residamos nesta pra^a oa Wr.i defta, a anndarem
satisfazer seus detitos datro de 15 "Ira*, contadas
do presente, a roa da Commerew n-'.W, r andar,
oa aos do9ositarios Bandos A Coelho, roa da
Madre de-ne\ *inewe ealpo asrir de se pr ,
ceder jtfdMafUBtutdtfa afrailes qt nio bou
wtn pago Recite flg de novsmbro de W70.
fRBtb-lloAC.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De B Barra!
Pharaacentlco-Ci-Imlco
A utilidad dos purgintes nio soffre demons-
tra :o alguma ; a prescripeao diaria que deltas
fazem os mdicos e o aso ainda mais frequente
feito pelo publico sao provas irrefragaveis tanto
como a quantidade innumeravel desle genero. S
falta aperfeijoar cala ve* mais o modo de admi-
nistracao, de mtoeira qae conservando a sua ac
ci, tiles pos-; m ser lomados sem repugnancia
nem a;co e sobMudo sem receio nem perigo.
Haitos purgantes afamados s devem este bom
xito ao seo effelto intenso e excessivo. D'ihi o
perigo^ porque irrita^Ses de estomago, ioftamma-
c5es de entraohas sao inevitavelmente o resolta-
do do sen emprego. N da dlsso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Todos conhecein por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeiramente tnico e excitante do
caf He o melhor anxiltsr dos porgantes dos
quaes disfama o chtiro e sabor e ajuda a accao
sollieitanio vagarosamente os movimentos peris-
tlticos de intestino, e prevenindo o sea effeilo
muito intenso sobre o estomago. Misturado com
escaaiMiea, facilita as evacuares com promplido
e sem clicas, e tornase um purgante brando,
certo, fcil a tomar e preferivel a todas os outros
salvo ama indicaco especial da qual o medico
o nnico juiz.
A innocnHade do cat purgativo permitte de
emprega-lo em todos es Casos simples. Desper-
tando a atonii do intestino e activando a scre-
qo deste, destre a dureza de ventre, as vento-
sidades, as flatuosiddes e excita o appelite. Em-
pregado mais a piudo, conveniente para eva
cuar coro vagar a bilis e os humores viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de eabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas que a osles sao predi-postas.
MODO DE EMPREGO.
E' to simples como fcil. O cat purgativo
deve ser tomado fri, pre ou misturado com am
pouco de leito fri assucarado, oa afua assuca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
am adulto ; duas colbsres de caf bastam para
as senhoras e para toda e qaalquer pessoa qae se
pniga facilmnote. .
Para as criancas de 8 i 10 anuos, a metade de
vidro sufftsiente ; de > a 8 anoos, urna colner
de caf, e a quarta parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gsina.
E' por isso d'nma admioptraco muito mais
fcil do que es biscoutos, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediataraente depois leite quente as
sucarado oa cal lo leve, e duas ou tres chavenas
de eb preto oa de tilia.
nico deposito na ph^rmacia e drogar a de
Bartholomeu & C. : ra Urga do Rosario n. 34.
AMA
OnVece-se urna mulher de bons
ama de casa de familia ou casa de hornero s
ro : a tratar na rna das Trincbeiras n. 46.
ol
tei-
Na ra Imperial n. 49precisase de um cai-
xeiro que teoha pratica de taberna.
Cr^ o trocado.
A pessoa que por engao sahio do pavilhao San-
ia Isabel com um rbaoo trocado, q ereodo des-
fazer o engao, dir-ja-e rna do Imperador n-
32. 1' andar._______________________________
Preci-a se de nina ama que lave e eogomma
eom perfei?o : na ra do Barao da Victoria n. 81,
2o andar.
VlNHO, PlLULAS, XAROPB TlNTUfU
T JVRUt*. 8IMPIJB5 FKRROQINO80;
Oleo, Pomadak Emplastro da mssma
planta preparados por
BAATHOLOMEO & V
JHARMACKUTIC08-DR0aUI8TAa
PERl'AMBl'l'O
A Jurabeb : eiu plnU huje reconhecid.
coma o mis psderoso toaicu, con
o meia*
daiobsrniU, eoaio ul appliead oo pdeciaiw.
jo Qgado e bOi hepatiie, duro, tuowre* uur
110 e espacialweote do oleru. hjdrofii, en1
lias, etc.; a ssuc.ada ao farro uul nu pallida*
-o.ea. cUoroses e Talla de metitruav-to, dcarraa-
os jo etomago
. .ujjeri> caas
pr(>ardo ja btai t
"iHi'-los njclcot do pail
lc, e o ^ne diaemsi atn-
iBU?lwr.!';j olMi*> ib >-"
.ido t ado !>: *
^fujral. Kb> wdb o
jomo, deuoauoi aiwribaiuiof toUl lc:.iaoa a
snr a Jarb4l>a no rw.tt"
Joaquim Jos GonQal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, P ajidar.
Sacoa or todos os paquetes sobre o banco de
*irtHVefB Braga, e sobre oe segniates lagares eoc
Portugal :
List**.
Pori
Val
Gal
Cfliibra.
Chaves.
Visiio.
Villa C Arcos de Val da Vez.
Vianna de Cabello.
Poete do'Lim.
TrltRMl.
Vla-Nova de Famlicas
.lolhot iiseit cenhofor
.- loalicaitOb
4^m>%

Alia;
roa do
I cftpttrlfl:
meiroaodar do avocado ia
oprio para famrHa, oc es-
ttaplelie Qaeirox,

Vaseal (Valpasso).
MirandeHa.


1[
J
'



1


y

Precisa-se
externo
a tratar
Praia)
i Mirla allema en Santo Amaro, e
as condt(8at sio farorareis : a miar coa mu
Jopo na roa da" Giaa n. 66.__________________
AgfM'ifti Pemambaoo
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do peitc
alna parrllha
Con ulceras e cliagas antigs, impigens e dar-
troa.
Oocsaro e limpa os cabellos.
tPilnla catbartlcas.
Puramente vegelaes sera mercurio ; cura se
oet, purgao e purifican) lodo o systema humano.
Vende-9e'eftectiamente em casa de Samuel P.
Johnston & C roa ia Senzalla Nova n. 42.
Ama.
Precisase de urna araa queogomme Jaca o
mato aarriea de orna easa de familia, preferlndj-
s escrava : na na do Vlseonde da Pelotas (Ara-
gao) o. 37.
Companhia Allanoa
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. J.OOOOOOiOOO.
Toma seguro da mercadonas o din eiro a risco
martimo em navios do vella e 'apures para den-
tro 6 fra do Imperio. Agenci i ra do Com-
mercio n \1t escriptoiio de Joaquim Jcs'Gon-
<}alves Beltro.
Povoado dos Montes, estaco de Una.
Ra da Concordia n. 10.
Este hotel acha-se hoje completamente resan-
ado, e com as precisas acommodaedes para to-
dos aquelles que se digna rem de o frequentar.
O novo proprielario tem envidado seusesforcos
alim de exhibir ao respcitavel publico nm estae-
lecimento digno da importancia deste povoa-
do, seincllianra de um dos melhores dessa
capital.
Todo o estahelecimento acha-se pintado de n -
vo, com sala e quartos para receher enm todo o
coromodo desejavel a cavalleiros e familia.
A cosinha ao gesto brasileiro e italiano, acha-
se sob a direcfo do perito e bem conhecido Gia-
como, aue por ceno ha de sat'sfazer aos palada-
res mais exigentes na forma do costume.
Tem suficiente provisao de vinhos exquesitos e
de variasiprocedencias, lurchem a qualquer hora,
caf, cha, chocolate, etc. Fornece comida no esta-
belecimenlo ou para fra prr prego muito rasoa-
vel. Encarreg.vse de mandar preparar jamares
ao gosto e capricho do fregu/, em qualquer
parte.
O novo preprietario do estabelecimento tem a
huir de convidar ao respeitavel publico afim de
recoDbecer por si proprio a veracidade deste an-
nuncio, pa-sando algnns das neste povoado que
nao mais do que'nma dependencia do bairro de
S. Jo- dessa cidade ligado pela va frrea.
A facilidade, pois, do transporte, a estacao cal
moa que vai correndo, s apreciaveis bnbos no
rio Una, ludo, emllm, convida a um passeio a
este povoado, donde tornaro todos cem o propo-
sito de rollar.
____________Ignacio Manoel de Sant'Anna.
Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cctte Creme daliciense, universellement rpan-
due en Angleterre, n les Temmes sent si renom-
mea par la beaol et la transparence de leur
vint, doit si reputa (ion anx lments halsamiques
el onctuenx qui la composent, ains qa' sa cons-
tante effieaeii pnur ad ucir la peau, la rendre
plus blanche, et centribuer ains la santo et a la
beaut, qui, touj"iirs, sont inseparables.
On la reeonimaBile centre les krialions de
I epiderme, teiles que Ioutons, piilides, Ta-
res de RoussEm, Rougkuiis de la Fi<;unE, et
contra les laches BPATmouss el les 'fflorescen-
BS Ceilc Crme convient spcialement aux fem-
Rt a pour prevenir LE MASQUE, auquel
elles DI sujeBes.On s'en sert encor pour em-
peber la figure do se hler par le froid ou la irop
grande ehalear.
Prix 1:300 res
Sel depi au magasin Basar de la"Mode-50
Rae do R.irao da Vict- ra.
Ao n. 13 .da ra do Queimado.
Ricos tintos t m saioies de blonda caprichosa-
mente guarnecidos de atas de seda e de setlm e
recortados a chinen, alem do que adornados de
flore as mais bem trabalhadas que tem vindo ao
mercado, objeelo de extasiar o comprador.
Ha adequados para todos os vestidos inclusive o
de cor branca, eser bom aproveitar-se antas que
se acabera, urna vei que pequeaa quantidade.
llua do Queimado o. 13, leja de Paes
"lio a r
KANANG
Ol JAPN
~~ NOVA AGOA
para o Toucador
IMPORTADA,
POR RIGAUD B O
FIRFOTI1STAS
8, rw VI vitan*, S
PARIZ -
*
Esta Agoaextra-
hi d das ores do
Pirue Japnica, pai
- sua cuavidade 6
^jsuas propneda-
des benficas,
excede os cos-
metioosmais celebres; tendo cido a-
dopiada por todaasociedade elegante.
Deitadanos banhos.d'um perfume
delicioso, consolida as carnes 9 faa de-
, aparecer as espinhaa. oomiohSes e as e:
oas da pelle.
PRECO 15500.
Udco deposito no Bazar da .Moda n. 50,
roa do Bar5o da Victoria ontr'ora Nova.
IKMANG*
DO
lirio
AGOA
PAR4
TOUClD'R
laiotDic.
8
Km tiiintt
FAK1Z
oreeoor.-
Frederico Maya
Cirorgiio den -la.
Aeln-?n Pm seu consultorio para os trabalhos
de sua ai la aoi di^s uteis das 8 horas da manhaa
as i da larde, e aquelles que por suas oceupa-
roes nao podercm comparecer-uesse das o aeha-
rao das 9 horas da manhaa as 2 da tarde nos do-
mingos e das santificados. Trmihem continua a
prestar se-a qualquer chamado, tanto na cidade
como par; fra della, sendo pn curado em seu
consultorio a ra do Duque de Caxias, sobrado
amarellu coro enlrada pela praga de Pedro II.
Aluga-se
" 3 andar do sobrado n. 8 dama da Imperatriz:
a tratar com J. J. de M. Reg ra do Commercio
n. 34.
Preeisa-N de urna p>soa de conliaaca, in
telligente e '-uva que teuha conhecimento e pra
lica de drogara : a tratar d> ra do Imperador
ii. 22.
SEGUROS
MARTIMOS
E
COVUM FOCO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesa praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercaduras e mobilias: na
ra do Vicario n. 4, pavimento terreo.
Partaa
Precisa-se de um caixeiro que teuha pratica de
padarla que d fiador a sua conducta: na traves-
a da ra do? Pires n 9.___________
Aiuga-se o 2 andar da ra estreita do Ro
sario n. 43 : a tratar na fabiica do cigarros da
ra das Trineheiras n. 43.________
MOFINA
Roga-se ao lllm.Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivo na cidade de Nazareih desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a 'oncluir
aquelle negocio que V. S. fe comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezemhro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumprio.
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se aove lembrar que esto negocio
de mais de oito anuos, e qnando o senhor sou
liliio se acbava no estudo nesta cidade.
WS$& MWMmWMWk
M PRIMERIO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI :0
Dlrisldo pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
B consultar por escripto, no que serao sa-
tisfeitos com promptido.
H| Presta-se tambem a chamados para o
m interior, a prego mdico.
Consullas, no consultorio das 10 horas
?! ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria43
(Antiga ra Nova).

t
5
as OCHA
S25

Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atten-
to o granie sortimento de joias d'ouro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
HOREIRA CITARTE .
MANUEL Tem a stlisfacio de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, neje ra do Mrquez do Olinda,
onde acharao os pretendentes, muio avultado sortimento de cbapos de sol de todos os presos, qualidad(js e por pre-
Cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidan especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
magoes as lazendas que a demora da fabricacao bem diminuta.
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
^ DE
CHAPEOS DE SOL
DA
VA
Eua do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova")
Ha sempre um grande sorttmenlo de cbapos de sol do seda7 merino, alpaca, bretanha de linbo brinco e par-
1$ do e de algodo os todos os tamangos e eitios, alm da immesa porco de seda, merino, algod3o e brim,
armacoes de todas as qnalidades para satis/azer qaalqnerencommenda. A modicidade de seusprecos 15o conhecida
.que escusa de mencionar.
'A Rl'A DO MO Di VICTORIA 'A
BU flttttia.
Um 0)090 brasileiro de 30 annoa de idade
jrje fall e escret a Bojua inflwi.Jt&u
toda* as habilacs ptpT.caixairo' deapa-
ibaate, de embarque* oa oii> quaJqoftr
tnbajbo ; precisa de um emprego. Par
inforiacoes dirija-se a roa da Ooz'n. 51,
da 9 da manhaa as 3 da larde.______
AVISO
Roga-se aos senheres abaixo mencionado! 0-
tequio Je comparecerem no Baxar da ifoda roav
io Bario da Victoria, a negocio que mee dia ra>-
?eito :
Joao Vfleniim Vilella Jnior.
Gnilherme Das dos Santos.
Joio Jos dos Santos Lima.
Jos Magalhaes com fabrica de veta.
Jos Mara Fernandes, morador na villa d-
Cabo_____________________________________
O senher......em Olinda que l6m mandado
conduiir podras da roa do Porto Seguro para a
seu terreno ra do.......qneira mandar bota-las
no seu lagar se nao querque por este mesmo jor-
nal declare o seu nome e con e ootras gentilezas
a respeito de edifleacoes baratas.
Precisa se alagar um prelo : na ra do fian-
gel n. 9.
Os administradores da massa fallida de Antonio
Pedro de Mello convidim com urgencia aos ere-
dores da mesma massa apresentarem seos tltulrs
de crdito dentro do praso de oito dias, cont.r
desta data, para serem classifleados : na roa do
Vigario n. 55, t andar.
Recife, 26 de noverohro de 1870.
W_________Silua & Joaqoim Filippe.
Joaquim da Si va Alvea Ferreira estabelecido
na estrada nova do Caxang com uegucio de mo-
Ibados e garapeira declara pelo presente que nada
deve nesta praca oa fra della ; e se algaem se
jnlgar seu redor aprsente sua conta no referido
lugar para ser paga no Qm de tres dias. Recife
85 de novemoro de 1870.___________
Precisa-se de urna ama para couBhar em
casa de pouca familia : na ra Direita n. 1S7, 4
andar.
Precisase de urna senhora com a* haWrtta-
Qdes precisas para ensinar meninas em um enge-
nho : a que se achar habilitada, dirija-se pri'a
do Corno Santo n. 17, priraeiro andar, das 7 horas
da manhaa s 4 da tardA.
Ama
Precisa-se para o servico interno de casa de
pequea famili.: na ra do Vigario n. S, segun-
do andar.
Alague l
Alnga-e urna soffrive casa de vivenda e sitio
com bstanles e boas frucleiras, boa agua de be-
ber e banho prximo casa, perto do povoado do
Caxang : quem a pretender entenda-se na esta-
cao das Cinco Ponas com .o sea ebefe, ou as
obras publicas co'n o capito Franceline.
AMA
Precisa-se de urna ama pa-
ra fazr o servico de pequea
familia, a' qual se dera bom
ordenado: na ra de S, Jor-
ge, outr'ora ilar, n. 138, Io
andar.
R
iscrava.
i'reci-a salugar um oscrava que saiba cozi-
ii.iar : na fabrica a vapor de cigarros, ra larga
do Rosario n. 21. *
Ama.
Precisa 3e de urna ama que saiba cozinhaa a
tratar na ra do Codorniz n 8.
Aluga-se o a> andar do sobrado n. 30 da
roa da Aurora : a tratar na ra Bella n 37 1
indar. '
Pre-isa-so fallar com os Srs." Romo Alexan
Ir Bernardmo de Ma-.tos e Pedro Alexandre Her-
iiardino de Mallos, no escriplorio de Joaquim Ro-
drigues Tarares de Mello, praca do Corpo Santo
n '7- andar, a negocio de seus interesses.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
GUIA MOTA
Neste novo armazem tem am
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por presos
mdicos, afui de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, bros do
cores e brancos, colei-
riiihos modernos, cba-
pos de sol de seda,
Baos.
RA
Baro da Victoria
antiga ra
D
ARKUDA IRMAOS
..ni1"
?
-
Assim como tem urna grande
olcina de alfaiate, montada com
todos os preparos qoe ba de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeiejo
nada deisam a desejar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os pique-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
\
Ama
Precisa-se alagar urna ama para ozinb.ir e en-
gommar para casa de puc familia, no Arrai'l,
sio da bomba : a tratar no pateo de S. Pedr.>
n.ll._____________________ -
Ama
Preeisalse de urna ama para cosinhar a tra-
tar na ra da Alegra n. 5.
AMA.
Precisa-se de urna mulatinha de idade de 11 a
12 ann s para tomar conta de urna crianci: a
tratar na ra estreita do Rosario n. 14.
mi
Virginia,
rendse esgotado ;i primeira remessa deste til
instructivo romaneo mandei vir mais por ser
Instante procurado, aqoe se acha venda na li.
vrana franceza. Esta livro at devia ser adoptado
nos collegmj de ambos os sexos, pois que hn0.
rii-o, religioso, e sobre todo proveiloso.
Ama
Precisa-ho de ama ama qae saiba cozinbar com
perfeicSo pata easa de homem sotteire : na rra
do Livramento n. 6. lija.
CAIXEIRO. "
Precisa se de um c? ixeiro qae tenha praiia de
laberna : na ruado RangH n. 41.
____AU
DTVETOT
14-Roa Eslreila do ftosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e elha, objectos de
fosinha e de mesa, e
ludo que perten-
ce ao uso do-
ro estico.
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
! MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A ^ihfT *
Setenario do Senhor Rom Jess d Paj i
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Maria.
Offlcio das Seto Dores de Maria Sanli^rea.
Novena de N. Sanhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do R. S. Jo5o Raptisfa.t
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do R. S. Jos.
Um bonito volume encadernado
2$000.
NOVA
i
N. 41.


RA
Baro da;vtctoria
antiga roa
NOVA
N. 41.
Este estabeiecimeno acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, c m pontaalidade as encom-
mendas, finalmente em ludo afijo de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
Qo se tornar massanter
ATTEJVCAO
o
Luiz de Fraa?a Sonto com loja de pintor na na
do Quarlel de Polica n. 6, faz ver a seus fregue-
zes o amigos, qne por impedimento do sna mo-
lestia autorisou ao seu curdiado Manoel Zeferino
de Salles para tasar qnalquer obra de pintora qne
seas freguezes precisaren), para o qoe lem bons
offlciaes, qne desempeDhaian com promptido <
preslesa, e espera as suas protecco-1 -.
Ama
Precisa-se de urna escrava que cozionc, compre
e faga mais algum ser ?o em casa do pouea fa-
milia, e que tenha bons costuraos: ua ra do
Queimado n. 46.
Dividendo^
Pagase o 6o dividendo da massa fallida de
Auwnm, Fragoso, Santos 4 C, a razo de 3 OjO,
as tersase sextas feiras das II horas da ma-
nhaa a 1 da tardi*, no escriptoiio da roa do Vi-
gario n. 13, 1 andar.
Para a festa
Alugam-se duas casas terreas com commodos
para ramilia e sitio com fracteiras, cocheira etc
na Vanea, lugar Ambol : a tratar na ra do
reepo n. 7.
MU m\ Precisa-se de urna ama: roa da
m -IrJ-^mSoledade n. Si.
No trapiche Companhia,-largo do~Corpe San-
lo n. 19, extsie am cartao para o Sr. Luiz Biock.
0 sal de pianos e de
Na Iravessa da roa
das Crozes n, 2, pri-
ffleiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qual for aqnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
*_.
oobradopara alugar
O e 2 andar e solio n. 6 da roa do Dunne
d Cx.a8 : a tratar no Corar-e Ouro q
n7*?2It:?J,* dy-dTi5Salo-nTl3na
roa do Pedro Affonw.-ouTr'ora daP ai.'
lar na loja do roesmo.
a tra-

I
msicas
nudou-se da roa-Nora n. 58, andar para a
oa da
Imperatriz n. (2, leja,
jnde contina recommendaudo-e ao Illm. pu-
olico.
________ G. WerthslmeT. ''
Precisa-se de um moleque oa to velbo
Ptra criado ; an\n do Rangei n. 8.
No eacriptorio de Alfredo 4 Barbosa Junio
precisa-se fallar com os senhores
Francisca Marques da Fonseca Pitti ^ .
Joao aldino Wanderley.
Bernardino de Senna Wanderlev
Jos Alves Maciel Jnior.
CapitSoJos Bezerra Caralcanii afaefej.
" AOS 5;0W$006~
Estao venda os felizes bilhetes da lotera d J
Baha, na casa feliz do arco da Conceico loia de1
ounve! no Recife. .' ,0Jaae<
Precisa-se de ama boa cosjoheira nara"-
ra da Auroran, li, f andar. r para a
RIJA IIA CRUZ
Chapas de ferro gah_nisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de m5o. ^. >
Veneziaoas para janeilas.
Machinas de descarofar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
; Motores para doos cavallos.
1 Machina a vapor para mover machinas de algodo.
?' Balaocaa, prwicas, cofres de ferro, fogSes de ferro, eniofra, salitre [malha de
jerro muitos outros artigos.
W1WFRTA0
CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poneos dias completo sortimento dos melhores e mais
condecidos cyhndros americanos para padarias, roga-se s pessdas que d'elles precisa-
rem de virem vel-os ao grande deposito do
Em esa de THEODORO rUHlSTlAN
SEN, roa da Cruz o. 18, encontram*se
effeclivam ntc todas as qnalidades e rinco
ftinieax, Boorgogne e do Rheno.
Ensiiio secundario
O baenaiel A. R. de Torres Bandeira, professor
da segunda cadeira de geogrpbia e historia no
gymnasio provincial de Pernambuco, tem retotri-
do abrir, na casa de sua residencia, roa dos
Marlyrios n. 2, 2* andar, um curso de
Geographia e historia,
Rhetonca e potica,
Pbilosophia.
E esta promplo para ensinar estas disciplinas
em qualquer colleg'io. Tambem se offerece para
dar licoes de lingua franceza e de geographia as
senhora?.
IO-J
BASTOS
-AS MACHIMAS
mi do iimuz di lLiifli i m
OUTfi'ORA EUA DA CADEIA
GAZ GAZ GAZ
Chagou ao antigo deposito de Henry Fors ui *
u., roa do Imperador, nm carregame-to de fas
le primeira qualidade; o qual se vende am partida
i a retalho por menos preco do que am outr* qual*
mar parte.
AVISO AVISO
Grande vantagem
AOS SENHMRES DE ENGENHOS.
HL'm esirangeiro qne freqoenton por algnns an-
uos os collegios de Franca, se offerece aos senho-
res de ngenhos, naa s para leeeionar o porto-
goez em espaco de nm anno, qnsndo mnilo, como
para ensinar o francs com toda a perfeicao em
espaco de seis meses, pelo grande conbecimenlo
das maneiras mais facis de aprender-se e de no-
mo se ensina nos collegios francezes, alem de ter
grande pratica por ter tambera j leccionado eoi
engenhos das provincias do Brasil : quem de sen
prestimo se qnixer ntllisar pode deixar carta fe-
chada, a qualoner hora, cora endereco a Mrs. A.
R., na rea daCrw d. 81, toja de lirros, roa ft-
reiu n. 118, botica, e na ra .das Trineheiras n.
80, loja.____________
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, praia t pedral
jreciosas, seja qual for a qaania; e na mesma
\

i mesma arte


V
Diario de Pernambuco Terqa feira 29 de Novembro de 1870.
y
AO ARMAZEH
DO
VAPOR FRANCEZ
i 7-M MIH. 1
Este coobecido estabelecimento achi-se conslanleraenlo bem sonido, em virlude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios fraacezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
Botinas para elaboras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de maitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e a precos mais baratos do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e peluca, das melhores fabricas e esoolhidas.
Botas e perneiras russlauas.
Botas e peraeiras para raantaria, das melhores qualidades, de couro da Russfa, las-
tro btzerro.
Sapatos de borracha para humeas e senhoraa
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo'afim de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimo?.
Mapatos de lustro para bomens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de milito boa qnalidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muilo boas qualidades e forte-, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca trncete? e por-
tuguezes para bomens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excedentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., todo isto de primeira qaalidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Labio.
Quinquilharias
I.uvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, cspelhos para sallas, qnartos e ga-
binetes, toncados de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulcei ras, botos, crrenos e chaves de relogios e tranceln?, tudj de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitaco e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilnos dourdos para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamcnte
ver-se a pcrfeicao dos retratos, ofijectos de phantasia para toilettes bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e do vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito linos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, qnadros promptos para Collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnlias e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joiros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianss moderna muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaoles natas de figuras e das mais bonitas ras, boulevard?,
pracas e passeios do Pars, photoscraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, berens de vimes para cranos--, sapatinhos e
toucas de la, carrinhos de 3 e & rodas muito elegantes para conducir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante ieitura da infnidade de
generes de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-Io M
verdeando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem viudos em di;
reiura e de conta propria.
?
-------1------------
kfmm
-
*"
Jos Juaquim da Costa Mi a, tem i venda do leu a rnazm, sito nd largo do
Pelournbo n. 5, os objectos segoints, e que vende por precos mala commodo do
que em outra qualquer parte :
Oleo de linluca.
Couro de lustro.
I Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinlio Burdeaux em caixas.
Feltro em peca para forrar embarcarles.
Encerados. N
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamanh s, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcacoes.
Pregos galvaoisados.
Csntaria de Lisboa. **
Dita solaras.
Dita marniore.
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilbos de marmore de differentes" cores e tanunhos.
Ditos de pedra de Ansatn, pretos e brancos.
Tmulos de pedra fina de differentes tamanhjs.
Pedras para lavatorios.
Taboas de Iouza.
Pias d louza para cosinha.
Ba da Xmperatrz n. 2
.V este novo e sumptuoso eslabelecimenlo de fazendas acaba de ebegar directa-
mente da Europa o mais esplendido sortimento de fazenias propnas para a f sta, tanto
para bomens, como para senhoras; descrever e especificar u quo de moderno e de mais
apurado gosto nclle se encontra seria impossive; ma3 para que se possa fazer urna
aproximada M?, mencionaremos com especiali ade :
Bies cortes de vest los para casamento, chegados no nliimo vapor.
Ditos ditos de ditos de seda deseubos inteiramente novo.
Ditos ditos de ditos do 12a com barras, f..zeoda inleirsmente nova.
Vestidos de cambraia para baptisado.
Popelinas d; seda dos gostos mais modera/)*, variado lortimento de cambrdias, e
cassas de cores, lindos e moderaos deseobos.
Sedas lisas, lavradas, \retas e decores.
Cretooe para vestidos, modernos gastos.
Alpacas de ores, impossive descre>er a variedade de gostos e padres.
Chitas finas, ciaras, escuras, pretas, iudescriptvel o vanadissimo sortimento.
Bailos do todas as qualidades, cores e lmannos, entre os quaes uns sao inteiramente
covidade.
Saias bardadas para senboras, grande quan.idade de gostos.
Camisinbas bordadas para senhoras muito modernas, grande variedade.
Entremeios e tiras bordadas cm todas as larguras.
Camisas para hornera, bordadas, lisas, e collerinbos, completo sortimento,
Lencos de cambraia bordadosv lisos ede barras.
Chapeos de velludo, palba, merino, feltro, o que ha de mais moderno e lindissimcs
gostos.
Cortinados bordados, e ricas colchas de seda, e de crochet.
Bareges de phantasia, fazenda propria para baile.
Tarlatanas de cores com palmas iindissimos gostos.
Borns de cores para senboras.
Gravatas para bomem, grande sortimento em feitios e cores.
Breanbas, esgui5o e bramante de todas as larguras.
Lazinhas de modernos padrCes e 'indos gostos.
Metim da India fazenda inteiramente nova para vestidos ede lindo elieito.
Finalmente rene este cstabelecimerto tudo que de melbore mais moderno se pode
fncoDtiar ern fazenias como em perfumaras finas, das quaes tem um completo sor-
timento.
AOS CAVALfEIOS
Offerece igualrtcnte a vantagem de encontraren) neste estabelf ciroeuto:
Pannos finos, pretos e de cores.
Caemiras pretas finas, e ricos gorgores para collete.
Ditas de cores, de qnadros. lisos e d; listr. s, completo srrtimento.
B;ins brancos de Imro de todas as qualidades.
Ditos de cores, lisos e trancados, granJe sortimento.
Um hbil artista para cortar e dirigir qoalqoer obra, que s se entrega a contento
do freguez. -- 1
Urna modista igualmente tccupala nos. trabamos do PAVILHO DA AUBOBA, di-
rige os que Le. sao concernenies, apromptando a capricho qualquer TILET, garantin-
dt-se a mais completa perfeicao nos seus trabalbos.
Em resumo concluimos
Por chamar attenjo do respeitavel publico para o oosso eslabelecimento, que alm
de 1er tu !o qHe.se pode disejar em fazeudas e perfumaras tem o mais COMPLETO SOR-
TIN ENTO DE R.OUPA FE1TA, pa'a bomens o neniaos. Mandam-se as fazendas em
rasa das Exmas. familias, edaro-se amostras.
Um completo sortimento de est-iras da India, por menos preco que em outra qual-
quer parte.
Aberta das 6 horas da maiihaa s 9 horas da noute.
NAO HA MAIS CABELLOS BRANCOS
A tintura jaooneza para Ungir os cabellos da cabeca e da barba, oia nica admit
tida Exposico Universal, por ter sido reconhecida superior s todas as prepararles
ate hoje existente?, sem alterar a saude. Vende-se a 1)5000 cada frasco na
Ra da Cadeia n, 51 1 andar.
Prema s|' de utri ama liv^ de mei;i i*<
conducu, para ndo o *f%u> de nM c
de mui pouca familia : na ra de Saata Tuereza
nuararo ti. ,,
Arrenda o o ailio ut-noumiado Ptixinboa,
simado entre Olioda e eberibe, coro grande a. margeni do ru, ouieii.lo 4 (.!as e v.A ini-:-, ''
qiisrtss glandes terrado na freni.-. tnibua. h:i
xa plantada de cpi, gnc di tul f. iies p da.
muitos arvoredo de irurto, uraiide mangar ira ,
terrenos para plant^Se*. w iju < i-.yin .1 < ia :
a Iratar n;i ra dall.cca de S. F-Jrft ern O1.1 da
numero i.
Aln|a-se una nejirinha de idadn ti anuos,
muilo inteliigente e esperta para ca^a de familia,
mas adverte fe que rccolhida.e nao vai ma :
quera quier dinja-e a roa Furmoa 11. l.
Ama de ieit
Precisa-3e de urna ama de leite s?m fllho. profe-
rindo-se escrav : na ra latga d > Rotarlo, w. \%,
2* andar. MflBfe
-
COMPRAS.
' Lora" muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e ptdras preciosas e u obras vellias: na
loja de joias do Coraco de Ouro n. D, ra dr
Cabuga.
COMPRASE
um temo de medida^ de pao para jeccos e um
dito de fulha para lirjuido, sendo lodos dj nov
padraa: quen tiverdirif-?e a ra do Vigario n.
26. ou aimuucie.
Lythographia.
Quem qoizer vender um prdo de lytbograpbia
con 4pedras e I ro|), annuncie para ?er prnea-
rad\
Tanque para agua
Compra-se um tanqoe do forro ou mvleirn em
bom estado proprio para agua : na padaria da ra
Direita n. 84.

VENDAS.
Pauo- GaimuiJkfi
liranc lluza,
de
t Pautla de biiin
2 4., t cxm.
n.to do alpaca branca de 3, 4.
!Dit< de dila de rr, de 3 a 3MH).
Calsas brancas debrim.dp 2 a 8.
I Colietej br:.nco>, d- 2 a 3^500
I Grande w-rtimeDio de ral>a5de casimi-
ra prea o de rr, palots d casillera
dH ind.is as rrea, obras toda? cortadas
(por um peiito mestre.
Na nfesma li ja so manda fazer obras
I pr medida e por menos 20 per ceuto
I que em onlro qualquer e tabeleciimnli,
pois para -so ae.ham-so manidos d'um
I perito niestie e olbiaes.
i A RA DA IMPI-UATRIZ N. 48.
Junto a padaria francm.
fe'
Anda existem venda alguna nilrad-ir*
proprias para purificar agiu, as qoae? evitam o
rhiilera, (ebro amarella e outra rr.olrsiia ; ven-
de-se na rua do Ommereio n. 38. > ineama
rasa ver.de-.-e um relugio de ouro inglez chrono-
oetro.
^AmCAT"
* Choceale nacional.
Duas medal as de pr;;'a e urna mencSo ho-
naitica.
yjvilla l'
Hua nova de Sania Rita u. 49.
no-fyC,
NOVID&DE.
O Costa, proprictario do armazein da Pedra
Maamore rua das Cruzei n. 42, dSenee por di-
nheiro contadp o que de roelhor ha no mercado,
por ter recebido mullos dos gneros dcscriplo?
pelo ultimo vapor.
Chocolate de tj a UPOO a libra.
Especial oanteiga ingleza e trancan.
Honalices para sopas denominndas Julienne, que
sublituc perleiiamente as mais frescas ervas.
A verdadeira farinha americana viuda de conta
propria a 320 rs. o majo de urna libra.
Bolacbinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilbas fraocezas c portuguezas.
Vinho de todas as qualidades.
Especial e aromtico sabao de familia a oOO 3
o kilo.
Molho ingl?z.
Ameixas o marmeladas dos melhores fabrican-
tes.
Caf de Moka.
Existem poueosi alimentos simples e rubslan-
ciaes como o chocolate, estimulando iiiavemente-
os ervos, d ao corno o mais puro flemr-nio de
nutiic.', e ai. ipeemo lempo fortifica o Mgaos di-
gestivos. Todos os Bdicos ii# unnimes re-
ciimmendar este alimento como n-ais proprio
>ubslancial pata as pesMM de Complexao fraca e
debilitada,
Vende-se
Primeira qnalidade l|2 kil. 800 rs.
H'imropatha 1|2 kil' t*tn:0
Bepanh.l l|2 kil. 8O11 rs.
Vannil!.- \\i kil. I|000.
A<4 m-ia rr b;i Ut-te lia nbalimcnl> de I
e do arroba palt ciiva '0 0,0
Cafe muido }.' v.ipor
garantido si m mi>tura a 800 rs. o kil., em ma.
inantidide ter ibatimento de t? 0|0.
Tambem ha pacotes de 1|2 kil. empacolado em
papel de estanto para se e inervar si-mpre fre?.'.
Vinho Xi-rez
vende s
Caadle ros egaz ecouoin c-.
Acaba de chegar nova rtuena dos tan deseja-
dos candieiros todo de porci lana, os quaes muito
se recommendam pela segunmea, asseio e eeono-
mia, e ainda pela excellcnle luz preferivel mil ve
ze? ao kerosene.
Venbam antes que se acaben).
nico d; psito na
Hua larga do Rosario 0. 84
Botica.
deprirneira qnalidade. em caixas
Casa de T. ltHerie.- A C _____________
LOJDAUEORA
Rua Larga do Rosario n. 38.
Memoel J
ni:
Olinria
Prevencao
= Na cocheira da rua do I .np orador n. 27 ven-
d?-se urna excellenle burra de carro, cabriole! e
de sella.
AMA
i
O abaixo assignado previne a qoem iuteressar,
que a es rava Benedicta, perlenjenle ao Dr. Can-
dido Jos Casado Lima, Ihe est empenhada por
escriptura publica passa a em notas dotabelliaoj
Almeida ; assim como que pelo juizo municipal'
da 1* v;ra da capital so promove a devida execii-! Precisa se de urna ama para casa de cstrangei-
rap. igoem, portanlo, poder legalmente fazer ro de tres pessoas, preft-re-se escrava : na rua da
ranssccao alguma com a precitada escrava, pro-__| Imperatriz n. 9.
testando -se proceder criminalmente contra qoem""
a occutar. Recite 2o de novembro de 1870.
An aro Joaquim da Fon-eca e Albuquerque.
A i.uva, e filhos'.de Antonio Jos Piulo, fallecido
no Cear, convida a todos os seus psrentes e ami-
gos assislirem as missas do stimo diaememen-
te no convento do Careno, no dia 29 do crrente
as 7 libras'da manbaa, pelo que desdo j se con-
fe'sam summamente agradecido.
Casas Ba-Viagem
Allugam-se duas excellentes casas na Ba-Via-
gein, sitas ma d'Aurora, sendo orna grande e
outra menor : esta com 2 sallas, 2 quartos, dis-
pensa, cozmha, f sallas, 3 quartos, 2 armarios, co-inua grande com
todos os preparo?, e aleen de todo urna grande
palboca a bclra-mar para os banhos salgados :
trata se na ma do hospicio n. 60, ou na rua do
Vigaio n. 19 Io andar.
MO DE OURO
Nova loja de joias
. RUA DO CABUGA' N.9 A.
DB
Manoel da Cunha Saldauha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias^o qaal.tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as'joias serao garantidas onr de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir fregnezia nao olvidarlo, vender bom e p$r precos os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de qoe car
satisfeito.
A' MO DE OURO RUA DO CABUGA N. 9 A
lida
No largo de S. Pedro Martyr acba-se um so
brado caalo o pntalo que se aluga pelo lempo
de fesla ou por anno, com boas a;;coinodacdes
para familia: tratsr namesma cidade com o Sr.
Antonio Hamos rua do Paco Caslelhano.
Aloga-se um sitio no lugar da Torre, de
fronte da Ponte de Ucha, com casa com moda e
arejada, baixa de capim e bastante terreno para
plantacao. Quem pretender dirija-se ao Io andar
andar da casa n. 57, rua-do imperador ; entra-
da pelo caes 22 do Novombro.
i'recisa-so de urna ama livre d; meia idade
e boa eondne a, para lodo o ser vico do urna casa
de muLjD'Jca familia : na rua de Saoja Tbereza
n. 11.
- Atrai da matriz de Sauto Autonio, sobrado
"n. 18, P andar, faz-se comida para fura com as-
seio e promptidao.
A luga se
ama casa terrea, sita na Capunga, com solao, co
heira, e um pequeo quintal : a tratar na rua
lo Vigario n. 31.
Vende-so-O sobradinho do roa de Malbias Fer-
reir n. 16, cem bom quintal e boas enndicoes de
duracao ; e a casa n. 6 da ladeira da Misericordia,
com bons commedos para familia, qumial murado,
bastante grande, cacimba, e um arande irj de l-
marindo de excellenie sombro quem pretender
dirija se a rua do Crespo n. 18, lindar, ou ao
agiote lote Euzcbio Alves da Silva, rua da Au-
rora. .
500 rs.
NA
Flor da Boa-Vista,
DE-
Paulo Guimares.
Camlsiuhas bordadas para senh ra a 500 f*s.
Gollinhas, idem dem a 440 e 500 rs.
Mantas do vareja para scnlinra, proprias para ba-
nho, a 800 rs.
Cobas escuras e claras, o covado de 280 a 360 rs.
Mussulina* de rr, padres nuvos, cavado de 280
a 440 r-.
Las Amelia pin vestido, o eovado a 500 rc.
Ditas, padrSes miudinhos, covad de 4u0 e 500 n
Pecas de algodo, madapoln, cambraia* branca* '
vende-so mais barato do que t-ni qualquer ou-
tra parte.
A' rua da Imperatriz, n. 48,
junto padaria franc Para banhos salgados
Alnga-e urna excellenie casa na Ba-Viagem
rua d'Aurora, com 2 sallas, 2 qnartos, cosinha
fra 6 ^ gabiu -le ; aa ma do Vigario n. 19.
Ama
Precisa.-se alugar urna ama para co'.inhar e eu;
gommar em casa de pouca familia, no Arraial,
sitio da Bomba : a tratar no sitio de S. Pedro nu-
mero 11.
Atten(jao
Precisa-se de um homem hbil para censar do
collegio de S. Pedro de Alcntara : a tratar no
mesmo.
Precisa-se de moa ama para comprar, co-
zinhar e engommar para nma pessoa, paga-se
bem : na ma das Larangeiras n. 14.
Na rua do Crespo n. i 0
Veade-se a selecia TJe linho, 4 palmos de Isrgu-
a, pega com 30 jardas, pelo b; 25000, cambraia franceza eum 7 1|2 palmos de
largura a l.i a vara, cambraia victoria fina a
4*500 a peca, lazinhas propnas para vestido de
senhora e menina a 400 rs. <> eovado, aUlh;d<>
de linho, 2 larguras, a 2500 a \ara : na loja
do Gnlherme.
T. Jelferies 4 C, rua dj ComAlereto n.
8, tem para vender :
Brins de Angola legitimes.
Saceos de estopa,
Fio para fogueteiros.
Chapeos de sol baratos.
Lonas largas e estrellas.
Linha branca em uovellos.
Panno risoado para c. Icho.
Yeude-so
s Lopes & I> iv do.
Eslo vendendi peh baratissimo preco os oh; -
IOS abaixo inr::ii i ni. >
Carrilcis do liona coa 200 jardas a CO rs.,
du2ia 6W
Ditos de linha com 100 j.irdas a 50 r-",
duza 8f'i
Carioes ce ni linha e 200 jardas a 50 rs.,
duzia Jit1'
Ditos :ii ardas .-i :!0 rs.,
duzia MO
Miadas de linha l'rxa de algodo para
bordar 50
Caixas com pennas da ac 3S0
|*Caixis de lamparilla do gat a 80 c 1(0
Carirteis de ac enm 300 jardas de linda
propria para maenlna a lio
Peca de fit,: etostka branca a 22>
Didaes de ac para senhora cada um de
100 a
di laes de para sei.ln.r.i enda um 2*0
Pazenda de eruebet preto e braooo prec.o
culi unid''.
Caixa- de inrlal cent espclho prvra sabo-
r.etc a 240
Caixas com alliueles preto 8 80
Resmas de. papi I le peso rolado a 26C0
Pacoles de lape! ami-a le lisi a COO
Caita* erro 100 tnvel>pe% a C(
(panadores de ennas di lodos os la- ,
maiihos, vende-se barato para acabar.
Duzia de phosphorjw feg-nuija a 860
Ca x. : i ptlqbetas a 4o
Cano ^ rom e. releles de carreiras a 'i''
Caixas ce ni lii ha d i rom "if ne.veos >'<
NoTflios de linha ron 'no Jarda! 0
(io-is de b> toe? de iciic:i y.-.r: cairi-as" lt>0
Venta.le:i. cllaics sii'.;.r,> iLagneticna
p ra cri: r-ra a 4000
Agolheiros dP madrepcrcla muit Bnoa a *QQ
Dun de raarfim moitu bvnius a 39
Hi para fer-hora mnitofln duzia
J gn de diiviiij' lucilo linot'a lOCf.1
Pegas de entre-meis b rdal i 32"
Camiiinha* para senh ira fazen a fina pe-
lo din Inold ireeo de a 35li'
La| i> de borraja proi.pos'pjra escripia .')'.('
Pinceis para bajlia mnilo bons MO
Peea* de fita de ;.!? do lustrosa a imila-
eao ce seda propria para debrum a .%;>
Abbiuaduras para menino a 20(*
Dita para linmrm a 500
Grvalas de cores i ara meninos a 500
C^r'eiras coin ,'pulhas de lodos os ".ama-
oh is e qoabdades a 808
Fita de linho de cores, larga, propria para
blezianas, peca 20t.'J
As-im mnio um variado sortineul^ de estam-
pas do pinturas finas a >abcr : a norte do Jnst .
dila do percador, o in'erne, o Paraso, o qnadro
das idades, > juizo final, o quadro de todo. os. rec
de Praiica al Napol- 111, ditos de todos os papa
alei pi IX, dito do crllio em Ron a, todos per
pree;os baratissinios, neslo esiabelleeimento I a
sempre um completo sorilmento'fle rap de lad<-
as (iiial'dados o mais fresco que ba no mercado,
o que recebemos por todos os vapores, I ja dj
Aurora na'rua larga do Rosario n. 38.
Precisa-se de urna ama para wzinhar e en-
gommar somente para urna pessoa : a tratf r na
rua da Roda n. 45,
AMA
Ama
Preciia-;.1 de urna ama para casando hsmem
solieiro, unicameoio paracozinhar, porrim isto qae
saiba com perfeieao : a tratar na roa do Mrquez
de Olioda, amiga ma da Cadeia. o. I i. *
Est por se alngaf. urna ca-a no .Caxang
I por detraz do hotel, com cmmodos para pequea
lamilia : a irr.tar no sitio da liba do encenno
Poela.
Precisa-sede urna ama para lavar e engommar,
pagase bem i na rua de Hurtas n. 1.
Curso de ferias.
No collegio de S. Pedro de Alcntara se faz um
curso de ferias das segoints materias : rhetori-
ca, pbilosophia e geometra.
FEITOR
Precisa-se do nm feitor portngupz que emenda
de jardim e fruoteiras, para tomar conta de um
pequeo sitio em Parnameirim, pode entepdersc
com o dono na ma das Crjzes n, 36, 1* andar,
das 2 as 4 horas da tarde, on nj mesmo sitio.
um cavallo gordo, manso, bom andador e sem
achaques : os pretendemos poeiorao procurar io-
formacoes no primeiro andar do sobrado da rua
da Cruz o. 38, sala de detraz.__________________
Venham, fregueses,
muirse rua Duque de Casias (ant|a-
jnente rua das Ciuzcs), sobrado das pe-
inas de arlilhet i i n. C.
Neste novo estabeleefrr.ento enconlfarao os ama
dores de agua fresca o saborosa os melhores ob
jectos de barro, pois se aelia prvido de, todo o
sor imento como sejam : quarlint.as dos metnofti
fabricantes Jesta provincia, jarras, m iriniiiies,
rosfrladores, blhas, garrafas pdidas e torneada,
ludo do melhor barro e goto ; as-im como jarras,
potes, quarlinhas, buhas jarros e vasos para ti i-
re, e muitos outros ohjeclos sem serem poli jos
tudo de ulilade para as casas de familias.
[1
na rua
Vendcm-se caixas com ceblas a 6a
o Codorniz o. 14.
Ama
Precisa-se de un a ama : na ma larga do Ro-
sario d. 31, andar.
/
MA
Na rua do Marqoez de Olinda (outr'ora Cadeia)
n. 50, precisa-se de urna ama para coiinhar.
iiilil DI VIH.
DAS
FONTES .
Hauterve & Celestina
Veodc-se mais barato (jo
qualquer parte do armazn
gario d.- II.
que cm o ira
da rua doVi-
O Bazar da Moda receben novo sortiaicii-
to de fazendas no ultimo jjosto'para vesti-
dos, assim como chpeoste os, CMtCOF,
bornfts, coques, camisiuhas, et, ele
Ci-niinua Strnpre o grande e afamado sor
tiunenlu'do mindezas e perfumari^ v*rd-
deiras, que ludo se vende por baiatisstmes
presos
Dam-SH amostras e manda-ae em casa da
Exmas familias o que desear, m, rua tf
Baio da Victoria, outr'ora Nova.
1
i
V
-. A 1#0<;0
res de palos o- mais h. m teiti
,\ei< : na pr^cfl da ladepewdencia i'. 39.
Veiiile se urna rnuchio em peifil
pra "corlar bol
rentes ii>rna e uimai prete
jam-se rua Imperial n.
.. estado
de diftV-



; I

Terca, (eir 29 le Novembro de 1870.
GRANDE
BAZAR DO PAYAO
6-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA Di SILVA & C,
Nesto imDrtante estabeleciraento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sortimento de fazeoda domis
ido gosto e todas de primera neeessidade, que ^e veuil'm mais baratas do que em oatra qualquer part, visto que osno-
nm socio dcsta firma, adoptaram o systema de so Tendereta A D1NHETR0 ; para poitwem vender pelo costo, limitando-se apenas
i santian-m o descont ; as pessoas que neociam em equena es.;a'a nesta loja earmazem podero fazer os *eus sortimeatos
wloi ojeamos precos que cmpram na casas ingle/as, (im. orladuras) e oara maior commodidade as Exmas. famtas se daru
nostras dn todas as faaeodas, ou Ibes levam em suas casa- para escr.lber em.
Biaf Btaejhe de Caula n. 63
Anova Esperaaca nao qnerendo deixar de lena-
brar a todos geralmente, e com especialidade
sua constante freguez a, o que ella vai recebeado,
tanto niatsqo'nto ajroxlraa-e o tempo em trae
todos parecen) mais dispostos para imitar as
fadigaS passadas, isto aproxima-te o lempo cha-
mad > a festa; ella apressa-se em mencionar o que
tem reeebido ltimamente, pois como sabero, o
seus objectos primam tempre em go?to e saperio-
ridade, assim pois os apreeiadnres do bom diri-
jam se Nova E>peranca afim de compraren) o
que de melhor existe no mercado, como seja :
M -demos aderezo de tartaruga e madreperola.
Agulhas para bordar em lia.
Lindas cal xas de cauro da Kussla proprias pa-
ra presentes, contende tres frascos de crystal com
Anos extractos.
Roi agolha- cantla*.
Um va.iadissimo sorttatboto demodeT09 enlei-
tes para vestidos.
Espartilhos de militas qualidades.
Bonitas e elegante* eaixas para costura.
Torcil de seda para crochet, de bonitas cores.
Lindsimas bonecas vestidas e despidas com que
se agrada perfectamente aes meninos.
Delicados ramos de flores de Inranja com t 1|2
PiRA IWMVAB05 CORTI.YtlOS, COLCHAS.
Cbpgu para o Bazar do PovSo um gran-
ito sortimento dos oasis bonitos c atinados
brdalos, proprios para camas e janellas,
pa se vendem de 103 00 al 05 > 0 o
,wr, a-siiu como o melhor daruas<-i cem 8
PECHINCHAS
DO
GROSDENAPLES PRETOS
Ghesoo p'i a o Bazar do Pavao um gran-
de sortimenio d pretus que t-m vimio ao mercado, que se
vendem de 146"0 at SJuOO o covado ;
silo todoa muito em coma,
palmos de largura a imitacao de damasco ALGOAO ENFESTADO PARA LENCES.
le seda, proprias para colchas, e propria- Nu Pazar do Payan vend-se o melhor al- n ._ .i. irTmMn,nfrT i
aente colchas de damasco, send os melho- g*dai -tobo aun nomo e-fesiado para len-| u,ua ua 1"P1.dW1* fW/'
mim*, ES u,m Mi mer- *> *-* P W. un&Sm&MFSmBOi 4
TAPETES I ESPARTILIIO. A 500 RS.
ChH(?ou para o Bazar do Pavao o mais' No Bazar do Pavao recebeu-se umelegan-1 Chegou ira elegante sorti^ento de las-
legante sortiment de tapetes grandes, pa- te sortment" dos mai* ruodi-rnos e melho-, tonas doJapo, com padrde de seda e de
Qaando a AGIA BRRNCA, mail precisa scientificar ao respeitavel pubtieo tu
gara, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ultimamos*
te tem reeebido, justamentePqnando ella menos o pode fazer e porque essa fatta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todoa que lh'a attenderSo e relevarle,
continuando portante a dirigirfm.ee a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA roa dt
Quemado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade e
qualidades, modicidad* em precos e o seo tunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADkV
Do que acuna flea dHe se conheceqUe o tempo de que a AGUIA BRANCt poda
dispr, empregado apezar de seas castos no desempenho de bem servir a aqaelles qne a-
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennmW-
rar os objectos trae por sua natereza sao mais conhecidoa ali, ella resomtdameote mdi-
cari aquelles coja importancia, elegancia e novMade os tornara reeommefidaveta, Cdrne
bem seja :
Corpiubos de cambraia, primorosamente
enfeitadoe com fita* d setiu e obras eesas
ra 8- Hs, com 4 cadeirs, ditos maispeqde- res esp^rtilhos. que se vendem por prejo
eos, para- doas cadeiras, ditos para moito em conta.
pian-.-s, ramas, portas ; etc. veme-se por
.ueuos do ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Ba ardoPavSo encontra-
ni o re>peitivel publico um grande sorti-
meoio de roupas para homens tauto bran-
cas como de cores, a saber:
Chaas coa peitos d*algod5o e de Itabo,
oara iodos os procos e qua'idades.
Cero las de bobo e algodSo.
BtViK cortas francezas e ioglezas.
palitos sobrecasacos de panno preto e
sasemira.
C^'c Dia- de casomiras pretas e de cores, com
tollet<^ t-'uaes
De tolas estas rbupas ha para todos os
precos u qualtdades, e tem de mais mais
m oerito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceii qaalquor p'-ca de obra a capricho
;.u va tn do freguez, tendo n'este importan-
te e aano rini. as melbores e mais moder-
jch remiras, assim como os melhores brins,
jur hranens, uur de cor; e quanlo qnal-
fwr obra n2o ficar ioteirameute ao gosto
M 'regoezes fl. a por conta do estabeleci-
aent).
TOALHAS A 7*500
Po Bazar do Pa\5o fezse orna grande
3NU u (U toalbas alcochnadas, proprias
oara rot, bastmte encorpadas e grandes,
pie sempre se venderam a\l2do00, e li-
a dam 3^ a 7 .500 a duzia/iu a 640 rs.
ada na a, boa pechiocba.
niliPNHuS BU \NC0S A 3*000
N" Biiar do Pavio vendem-se corpinhos
de con ir.iii Lranc s brdalos, sendo fazen-
di qne e uore s^ venden a 85 O) e 105
e nqui n-e a 3500t) por esorem um
pon 'i maltratados, peeuncha, na ra da
Inperatris o. fin.
FU ^TvES DE COR E BRANCOS
Veode u-se buoit *3 fustoes brancas e de
oores, ropros para vestidos e renpas de
menii os, se-ido de cores a 8O0 ris o cova-
do Ir neos, a 400 e 640 ris, pe-
cainc'ia, no Bazar do PavSo roa da Impe-
NHTilO. 60
CHITAS BARATAS
a Ou ris.
a 00 res,
a "O res.
Vond-m-*e chitas largas com muito bons
iVu.nns e coras fisas, pelo b^rat- prego de
200 'i> o covado ; cortes das mes oas com
JO pifados a 250 '0, e pechincba, no Bazar
o P AS C\SS\S DO PAVAO
Covado 2< 10 ris.
a 200 res,
a 00 ris,
Vendrt o-se oonitas cssas de cor^s miu-
inha palo barato precede 20.) ris nci-
>, no armazem do Pavio J ma da Iru-
peraki n fio
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavao vrindee Domt ta-
jen '3 ora >ca ocorpada oara saias, sod com ba'oados e >reas len U\<, tauo
a largor i da faze da o como-i n>o la
3aia. a qod ^e pote fazer com 3 ou 3 l|2
m^toos e venie-se a 15, M28) 15-t'H);
js-uu corno tamoem o> me-rno estibe -c<
moot se vvn -e boo'uis :ai dadas, t o lo i iairo pa-inos cola uoia, litas
de 13a d cor^s j promoras ora^ com
barras iffKreot sdam^nafa/i-ndi a 4U)'K),
Miras com Oa- ras horda 'as 6/ e 75 0 ,
todf isto modernofi barato.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do. Pavao recebeu um grande
sortimento do me'horfs pannos de croch,
proprios para cadeiras de balauco rotas,
pianos, timboretes e al proprios para cu-
brir ainufrfdas e pratos; veodendo-se por
menos do que em qolquer parte.
PARA LENCOES
Jio Bazar do Pav3o vende-se so)erior
bramante d'algodao coa 10 palmos de lar-
gura a IJ8Q0 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 58'K) cada metro, pannos
ds liobotlo portocom 3 t/2 palmos de largura
de720ai!5 a vara, assim como umg'ande
sortimeuto de H mburgo u cregueila de
todos os nmeros, prec-'s ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em oa-
tra qnslqoer prt<; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo veude-se superior
atoalhadu trncalo, com8 palmos de largu-
ra a 15600 o metro, dito de linho adamas-
cado o u.elhor que tem vjndo ao mercado a
3(5500 o metr.i; todo -sto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No 8azar do Pav3e vndese constante-
mente o melhor sortime'.to de fazendas
pretas para luto, emo sejam :
Laasin'ias retas lisas.
Cassas pretas de l.'a.
Cass:w oretis, francezas e inglezas, lisas
e com salpico-.
Chitas pretas de todas as quaiidades.
A'o'a-'as cretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, canto-s, bombaziuas. que so
vendem mais harat do que em outra qual-
quer parte.
CACflR-NEZ A 65000.
No Bazar do 'a*5o vendem.se bonitos e
grande cachi-nez de pura ta, pelo bara-
to precu le 6-0()i cada nm
PEI1ICNCHA EM CAMBUIAS VICTORIAS, A 55,
65, 16 850 0.
Vende-se um esplend to sortimento de
Saissimas camoraias victorias, por preco<
mais baratas do que em ootra qualquer
parte, ledo cada p*ea 10 jardas a 55, t5,
65500 e 70OJO, nissimas a 85500 ; todas
estas cara ora as valem muito mais diohe.ro
e liqutdam-se por este prego em relacao a
urna ranie c>rapra que se fez no Bazar
do PavSo.
BABADlNH )S
No Bazar do Pivfo vende-se um grande
sortimento d 4 mais lio dos tapado- e transparentes, assim como
urna gran >o prelo de entr m^ios largos
estreitos, qoe para acabar te vende moit>
em conta e mais h rato do que em oc-itra
qualquer parle.
CARNAOtA.
Vende-se carnaona "m saceos, na roa da
m'P.rat.o/ n 60 Bazar d Pa3o.
TARLATANA LISTKADAS COKTE A 6 500
C iev u para o H*za- oo -*a* 3o uto bonico
sortimento d tarlatanas lisir-d sen lo
verdes, ebr do r-sa, li'io, ton lo esta bo-
SEI1NSDE ORES E GROSDENAPLES.
No Bazar d-> Pw|i v^nde-se um sortimen-
to co-iipleto -tos mei inros setins e grosde-
aap>e> de todas as cores, que se vndete
nuil em coma.
Colclia> branc.s 352 0, 35500 t 75000.
Pa a o atetar <1 > ^av3 cbegou uta grande
sorli M-rt'o das memores colchas pretas,
seo lo das me hnres e >ais 9ncor.adas qmf
tom virid'i a 75 )>'. ditas um pouco mais
baixa 35500 h mas 3520 ; tarab ;ru nu
me-m" esiabei.sc e-nn, se ven te um grande
sorti i.ento de citones e chitas proprias
para edenas que se -en lera maito emcoata.
Sedas de quadrialus a l(52SO ao corado
Vendi-se "iu eit^mua s n ii nonto de sedas
de q ia lrnbj>, :on lio i >^iiaaa cores, para
vestidos e roupas .i* morunos, e vende-se
i IdiHO cata covado; pecbincba no
Bazar do Pao.
CHALES DE RENDA.
Ct.a'es "O .
Chales i ooo.
Chales 4 2000.
Vend -se orna grande porco de chales
Dretos de renl< ou croch, sendo pretos
co'o 4 ponas, fizen la qm s.a npre se ven-
aiti fa eoia muita phanta-ia. e bquida-se den a 550) i e lijuid -e a 3000 cada um.
cada corle a KWon, pecbiocba ; na ra peemocha no B z*r do -'avJo.ji ra da
da Im rtrz n. 60
noperatriz n. 6t)
ASaQUINHOS 1)EGUIURE A 10. 12, LINDAS BAREGES A 30 R3. O COVADO
Chorara para o Baar do Pa-3e os' J ^J' l '" aU! b"
.,-.J.i.1.,;ni, ,.., k.. ..-,;.,. ,a Dito mirtmeoii. de fi.i-simas iiareses trans-
mastoo'er ios casaquinoo^ on ba-qioasd-a
gnipure corn eiatur*. r'camuiite enfoitidais
2"m iac'S, e vnlemse nein oa'ao prco
de ios 1 '3,
oareges trans
parentei' c m as m os o nitos listas de core-
prtf.nas pa a ve>ti lo, e u ju da-e a.patac
o co.ad. por e^r.,,0, uioiio prximos da
. i n O 'eC,linCia' eua ; ditas r.iescadas. I* eoda muito lot-
,m da l ope ,tr,z n- 60- irosa coi li ,das cor a 400 r s covado,
LENC DE M.)RI\f A 33500 A DUZIA pe imch> a -ua al p i >r./ n. 60.
Vadera >e iJii'Us de |eoc s dnissimus,, LE\C()SOE ASSV DUZIA 330JO
branca fe norim, sendo fazeoda muito Ven lei-se lim*si u-s lencos de cassa
eu'-oinarla. a. 3I5iO a duzia. Dit ea tiratas fim -mu h, fapn a que s m r ja erfiha h.d -, s-n 11 pr pno para bomen<
en mi a 550 n) e li )U da-s* a .t|5 O seni.ns el- bari'issi uo urego ,te 350 0
tfutM por b-v r mu.t. por^,, no Buardo a d ma, ..o Bazar do i'av3o
Pava. a ra da linp.ratilz o. j. rat.iz h: 60.
a ra da Impe-
muilo boa qnalidade. que se vendem a
500 rs. o covado. pechi|chi, no Batar
do Pavao, roa da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS DO JAPAO A 1)9000 O COVADO.
Chegou um elegante sorlimento de lin-
diss mas poupelmas Japoaezas, com os
mais delicados gostos, tendo moto lustro
e com lisirinhas de seda, sendo esta nova
fazenda cuasi da largura di chita trance-
za e vende-se pelo barato preco de 15600
cada covado, no Bazar do Pa-o.
AS PUPEUNAS DO PAVAO A 25000, O COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pav3o um bo-
nito sortirxento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratis-irao preco de 5000
cada um covao. assim como ditas com
go tos escossezes a 2<5iOO, pechiucha no
Bazrr do Pavio.
SEDAS A 25000
Chegou u n elefante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vin lo ao mercado o veodem-se
a OOO o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do PavJo
CRETONE FORTE A 2500O O METRO
S do Bazar do Pavao.
Chegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lencoes tendo 10 pa'mos de lar-
gura, e miiitoencorpado, sendo preciso ape-
nas para cada le. ?ol 1 J/t ou 1 Va metros, alm
d'esti appliac?o tambem esta larga e en-
corpada fa/enda propria para toalhas", saias
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
co de 2.5000 cada melro.
CASEM1R\S A 24500 CADA C0V\D0
No Bazar do Pavao vende-se um grande
sortiin-.ato le bonitas casemirasde urna
cor, sendo asul, li'o, ovsclada, sendo de
duas largara, pioprias para cuicas, palitos,
e rou as para menino, e vendtm s>a pe
barato preco de (J500 o covado, ra da
Imperatriz n 60.
BONITAS LASINHAS A 500 BS. 0 COVADO,
Veude-se delicadas 11.simias com iffe-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, do Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimento de fiois-
simas alpacas brancas lavrala<, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
-asameotos no B -zar do PavSo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 6i0 RS
Vende-se um grande sortimento de In-
das alpacas lavrauas de todas s cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6t0
e at mil e lautos res o covado, no Bazar
do PavSo.
BABEGES DE QADBINH0S A 600 BS. O COVADO
Ve de-so as mais li idas e moderua-. laa-
sinhas ou bar-g-s de quadriobos, proprin>
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e Iqoilase a 640 ti. o covado,
no B*zar do Pav3n.
MEBtNS DE CORES BABA VESTIDOS.
Vende-se botutos memos de urna s6
cor com cores mni-o proprios para vestido
e roupas p-a-a cranlas por ser urna fazen-
da de pura I3a e muito lee, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pa*3o.
(LACES A IfJuOO PABA VESTIDOS.
Vende-se om eleg-nte sortimeuto de^t?
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazeoda de lia maito larga e com delca-
uissimas cores, tendo tanto brilho como a
seda e veude-se pelo barato preco de 1<$,
" cevado, no B^zar do Pav3o.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se c rtes de ca-emara ingleza de
cores para cale -s sendo &senda que vale
tiju.to mais diubeiro e liquida-se a 700o
o corte de caica, no Bazar do Pavao a roa
da Imperatriz n. 60.
CHANDE PECHINCHA BU CAMBRA1AS TBANSPA-
BKNTKS A 45, 54,64, 8,5, E 10(JOOO
Veude-se oissimas camb aias suissas, d>
muita phantasia tendo 9 varas a 8500 e
10(J00. Ditas bispo com lOjirdas fazeai-
da muito fina a 65, 65 e 7,1000. Ditas fi-
uissimas azuUdmbas, que v- lera muito mais
dinheiro, a 84 e 104 K)u: todas estes cam-
bras, em relaco a quali late, pelos pro-
cos cima sao mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bazr do Pav.
CAMBRAIA- ALLEMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A U600, U E U300.
Vente-se finissim cambraia braoca tran
pa ente com 8 palmos do largura, que fac
lita fazer-se om vestido apenas c<-m 4
varas e li juila se a 14600, z5 e 25500 -
vara, fa2enda que vale muito mais dtuheiro.
E pechiixha no Ba^ar dn Pavio.
CAMBRtIA TRANSPARENrE
Peca a 4r$oo0
Vende-se muito finas pegas de eambraias
brancas transparentes, tendo8 \\i tarasca-
da peca e com um vara de largura a 44.
pechincba, no Bazar do Pava
A'
metro de coroprimenlo para regaco de vestido de
noiva?.
Bonitos vasos cora banha eom distieos de appe-
lidos brasitetres proprte^^Hira pro? entes.
Moderno? pentes donrados para seo hora?.
Bons telescopios cora bonitos e interessantes car-
ices de vista.
Fats cadeias de cabellos e plaiu par relngios.
Fieos sibooetes de areia para amaoar as maos.
Bots meias de Ba para taamens e senhoras.
Um grande sortimento de tinas thesouras e ca-
ivetes de nanitas qaahitaces.
Bonitas metas de cores para homens e senhoras.
I'ouiatla alpaca.
Eta pomada preparada com tutano de urco
pelo afamado fabricante Pifs?e it Lnbine, e real
mente maito boa, e nm verdader antidoto para
as caspas, e existe smente ra Duque de Caxias
d. 63, na Nova Esperanra.
Perfumaras
As melbores, e do mais conhecido fabricante,
tanto fraucez como inglez, etao xpostas venda
na ra Duque de Caxias n. 63, na Nova E-pe
ranea.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e do lavando, etc., etc.,
tudo de soperior qualid?de : vende-se na Nova
Esperanca roa Duque de Caxias n. 63.
cuja nevidade de melde e porfeic5o de ador-
nos os tornam apaeciados.
Fitas mni largas de diversas odres qua-
iidades para cintos.
Leques uesse objeeto muito se podera
dizer qnerendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qoe acaba
de chegar, mas para nSo massar o preten-
dente se lhe apresentar o qne poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipore branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.

Capellas brancas para menmas.
' Grande sortimemo de flores finas.
Fil desala preto.
PERFUMARA
Grande 0 constante sortimento de dita,
sempre melhor qualidde.
Linios vasos com pos d arro* e pinsel.
Csixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madrepero/
.Caivetes finos para abrir latas.
Thesooras para frisar babadinhof.
Aspas para balao.
Noves stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por nm machiniamt
Veos de seda para chapelinas e monta-100*? bstuem as outras.
na.
CHEGAKAMi
Foqos instant&neos aperfeiejo-
ados por pretjo muito coramo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antn io Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro portlaod. S se vende na ra da
Madre de Dos o. 22, armazem de Joao Martins de
rtnrrn
IIAIMtS PAI.I
COSTURA
Acabara de chegar ao GHANUE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova ti. 2-CARNEmo
*iannaum completo sortnnemo de ma-
chi jas para costura, dos autores maisco-
nhecidos, as quaes esto em expsito no
raesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qua-
lidde, e tambem ensina-se com perfeicjio
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu Irabalbo ao de 30 coste-
reirs diariamente, e a sua perfeico tal
como da melhor costoreira de Paria. Apre-
sentam-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten
denles.
on aluga-se os armazens que foram oceupados
com a fabrica de sabo e deslilacao do Sr. co>onel
Franca, na ra da praia de Santa Rita nova, o*
quaes offerfcem proporgoes para bem se montar
jualqner fabrica de gr^nle e-tnbelecimento, com
a grande vaotagem pera embarque e desembar-
que : a tratar cora o c mrnini id r T;i CiL Mi I LISBOA
Vende Joaquim Jos Ramos : na ra da Gru
a. 8. I* andar____________________________
lervfjabranc e preta
DA
IftlAftC \ Tu
engarrafada por
Bloado Wolfe & C.^'
espectalmmte fiara o Brasil
UNICS AGENTHS EM PERNAMBUCO.
J. Je feries r C.
46. Ra do (Jomm*rc'o 46.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costemos on uniformes par meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Vistas para stereescopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfertados eom
pedras.
Ditas de madeira envernisada eom vispo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo d
Touqninhas de fil, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapmhas.
L Silllt NGUIIGAN.U
I
OS
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tndo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, 6 Collar de (Juro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robras e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqnei-
ros, colberes, paliteiros salvas e ootros muites objectos que sera enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, bri Iban tes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objeeto
pertencente a esta arte.
A ARARA
J
AHENCAO
Lourenco Pereira Mondes Guimaraes, participa a todos os seus devedore
tanto da praca como do mato, que estando I qoidando suas casas commerciaes. o qua
deve fazer at o tim do correte aonn, por ls-o roga a todos os seus devedores a viren
--aliar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seus devedores, que
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando isto se fari
o abatimento que for preciso para a liqnidac3o de suas dividas, para isto poderlo di-
rigir-sa roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas. bales de arcos a IO0O.
a 500 rs. Cortes de brins de cores a Ve de-st ba5as de 15 a 30 arcoi a Id
jOO ; cortes de gangas para caifas a 1(5, e 165 o cada um. Cortes de cassas em
ra da Imperatriz
n. 60.
0 Bazar do PavOo sit > a
'a di [np^ritiz n. 60, esta' consfcaateinete aberto
das b horas di mu im ts 9 da noute,
Baratissimo.
Comproa-se grande qnanti-jade de lias com lis-
tas de seda fazenda de 900 ris, que se vende por
411, para acabar : I ja de Gaspar Antonio Vieira
Guimaro, roa do Queimado o. I.
Parlaba de mandioca.
A bordo do brigue Marta & Virginia, fondeado
em frente ao trapiche Barao d'i Livramento, ven
de se superior farinha de mandioca, recem-chega-
da de Sania Camarina, em porcio e avarej : a
tratar cora los Victorino deRezende 4 C, ra
do Marger de Olio la n. 6^.________________
lTTENtfO
Em Olinda, ra dos Milagres, taberna n. t, ven
de-se farinha de mandioca moli superior em
sancos e a retalho p r barato preco ; tambem tem
porcao da de S. fththeu- par* animaes.
Calcados francezes
para
Grande sortimento d calcados francezes
homens senhoras e criancas, botinas de setime
dura oe brando, dita de cores, sapatinhos borda-
dos de setim brancu.rfitos dedura^ue de cores para
senhora,pelo preco mais commodo ds que ere ou-
tra .malquer parte : na loja de calcado da bota ds
ouro ra da fin n. SI. sobrado aiaarello
Vende-se cemente de co^Dtm e alfaco omito
novas : na ra da Gaia o. 7, taberna.
cmies de casemms preta para calcas a
3d500,,5le6000.
Crtes de chitas a 2:500.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
as50J. Ditos de cassa para vestidos a
24500.
Pechin^ha a 4,5000.
Vende-se pecas de algodo a 4,5, 5^, U
e 7,5000.
Para liquidar a 36500.
Pecas de madapoln com 12 jardas a
$500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
\5, 6J500, 7^, U e W.
LIQUIDACO.
Pecas de algooa sb>bo de listra proprio
para roupas de escravos cem 42 jardas a
56500 e covado loo r*. p>ra liquidar.
Chitas escuras para vestidos a 280, 320
e 369 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-s pecas oe cmbralas victoria, fi-
nas a tf, 4500 e 73000.
r-BoiU barato.
Colarinhos de papel a 210 rs. a duzia.
Carlingas para janellas a 54000.
Vende-se cortina os para janellas a 56
o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 66000.
Vende-se cortes de percales d doas
saias de boa i i as barras a 66000.
C iberias de chita.
Vende-se a 1r5>00, ditas finai a 2-5500,
ditas eucarnadas e adamascadas a 3#500,
litas forradas 56000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado
rs. o covado.
Lencos brancas a 24000 a dozia, para li-
quidar ; grande porc3o de mantas para
graaatas a 200 rs. cada nma para liquidar.
Cassas francezas a 280 rs.
Vende-se cassas fraooezas para vestidos
a 28J e 320 rs. o covado.
Organdys de cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
HtO rs. o covado.
Lasinhas para vestidos a 323, 400 e 520
rs. o covado.
O proprietario da loja denominad^
papel a 2650') cada um, para liquidar.
Bramante de linho e algodSo cem 10 pal-
mos de largura o 16800 o metro.
Pan o de linho a 760.
Vende-se bramante de 10 pal ai s de lar-
gura proprio para leuces a 2a58uO o metro.'
Lencos de seda a $0>' rs.
Vende-se urna p a 800 rs. cada um.
Chales de eassa a 14000.
Vende-se urna granee i orcao de chalet
de cassa a 14000 cada um, para liquidar.
Kustao a 360 rs.
Vende-se fustn de cores para rostidos
a 360 rs o covado.
Algodo anf astado a 900 rs.
Veodi-se M/ido enfestado para lences
e toalba* a 900 rs. o metro, dito transa-
do a IA200 o tn tro.
Chales de iueia estampados a 24000.
Vemie se cuales ue loerm estampados
edm barras a t, -'4500 e 36 para acabar
Gran le pt.rcao da reUlbos.
Vtnde-se grande porco de refalaos dt
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
A festa est na porta
Roupa teita eocontrarSo
Por pr*ciobo raxoavel
Todoa se enroni ario.
\ A SABER :
Liiiiiidarii de raspa frita.
Vende-se pal iiots de hrinsinho de ltnho
proprio para andar em cata a 14500 ; di-
to* de ganga a 24000 ; ditos de meia tt*
sem*ra a 3 jooo ; oitos de alpaca de cor
a 36500 e 43 00; ditos de panno fino
106000 ; ditos de case-
64 e 8J a cassinetaa de c res, a 1*560 ; Jitosde
bros Ae qoadriohos a 140o0 ; d toa de ca-
semiras de cores, r 24^00, 35 e 44000.
Caigas azues para e^c^avo. a 500 rs. ; ditas
de a'godosinho d^ listra a8a0 i*> '> *1
de brim par 1.1 a 146O0, 2<>e 24500 ^dij
tas de dito branco de buho.a 34^00 "l
dita- decaseiris de cores a 5fl^**i ^*
e 84-00 ; camisas de Ait a MOOU;
tas de aUodosiiJhi. pr.pr.as para o .
vi;., por ser faz-nda for a, a !#w .>; ""
de musa ina a 16600 rs. Pfra Jqatdar.
Arara, deoara ao respeitavel fb|lC0_?
m
para caigas a 400 pr o a 65, 84 e
miras de tnres, a
seus fregnezes'qoe est concloindo sua liqilacio, por to quern qtiher inimJr"^ 0.
ooas fazendas por pouco Jinheiro teoha a ooo late de dlrig^sa *rSi imperatru n,
72, desde as 6 horas da machia al 0. da noute.
J
. i
* *
*****
r ni



/
Grande riunio!
%Mh do Imperador b. 28, ar-
masem do Campos.
omo M tt aprcwinaodo o lempo dos regabo-
f"> P ftf'*f d*M> artgate eenlo lem se
unerad m/uerrauuir em seu armatera ni
completo e varladjssiuio >orli;u,iu de eneros
alimenticios.
Ni se propoe a deserever nominalmeote lodos
os gneros comidos eni seu armazeni por se tor-
nar de raai pr.fadoiih j.
Garante somente. que sua norma de ha muile
tempo /ender pao por pao e queijo por queijo
Avisa especialmente ais fumantes, que receb'eu
4e.sua fMcial eneoinmenda urna factura de cha-
rutos superiores de,S. Flix da Baha, das seguin-
tes marcas : exposicao, niarquezes, normas, ama-
dores e paragaassuanos.
4.L*tan *lda2 M desPoas dos arrabaldes e ei-
ade supnr-se (te genero de priroeira qoalidade.
Farinha de mandioca da Baha.
Tem para vender muito nova o superior,
em saccas, a preco mais cnmmodo do que
em outra qoalqner parte: Joaquim Jos
Goncalves Beltrao, no.seu escriptoiio ra
do Commercio n. 17.
Na ra do liaia da Tnumpho, antiga do
Brum, n. 9, vendc-se o seguinte por prpgo mo-
Cal de Lisboa da mais nova que ha no mercado
UouMteg para barraos hiatps.
~-r-
FAL8tFIA^OES
OA$PILLASwffLAItCRt)
(CAVfE DOLCB1)
Anossa correspondoa do Braz nos faz | commcrc, estes honrados intermedanos
saber?que as pracas deste pan achilo-sfl nao samoslrcm dignos da conliauca des seu
actualmente inundadas or urna multiiLiniL, (,**,*,. ni. j. f.. j....:.u- :___i____i -..
-, r- t ~~~ i'- ^.iv-d
actualmente inundadas por urna multido de
falcificaces cii dos nossos productos (textual.
Para garaiiiii-se contra estas composicoes
raais od menos perigosas, que escondem-se
d'essa raaueii a por detraz das nossas marcas
de fabrica c mesmo da uossa firma, rogamos
nqui com instancia aos mdicos e aos do-
enles de assegnrar-se sempre (5a origcm das
PiLULASque trazem o nossoneme.appellando,
eutre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collegas, os pharmaceutices. Nad 6 de
duvidar que n'uma questad que interessa la
seriamente a saude publica e a moralidade do
fregueses; nao de duvidar igualmente quo
repudiando toda solariJade com os falcifi-
cadores e os seus rumplices, elles nao sera-
filo un dever d'or em diante de procurar
as VEDADEHUS PlULU DE ULA.NCiIID 0111
origens certas, enderecando-se, quer a nos-
mesmos cm I'aris, quer indirectamente aos
noosos principacs correspondentes, ou entao
as casas as mais recom-
mendaveis da Franca
au do stu pas. t
Pharmacenlico, ra Bonaparte, en Pari.
AcjAo-m i oomi Pilulai nai principa Vharouci&s.
.IKUW 11
Tem venda em seus animen*, alm de ontros
arijos de seu neg io regular, os seguintes, que
estto vendendo a precos mais batatos que cm ou-
tra qualquer parte :
PORTAS de pinho alm..fadadas.
PARELLO em sacos grodes a 35500.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEIRAS da India para cama e forrar sala.
CANOS de barro francez para esgoto.
y 'iRSSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as qualidades baixos
precos.
MACHINAS de decan>rar algodo.
BARRIS grandes com peixe da Suecia.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
fOGQES americanos muito bons e econmicos.
VlNHO 'le Bordeaux em caixas.
COGNAC superior de Gautier Freres.
MILHO de Fernando a 3,1 o sacco.
AGUA florida;
BARRIS de cirn salgada de pirco e de vacca
Parinha V man I oca de Santa
Catharina.
lia para vender da muito nova e superior
ebegada recejitemerite pelo patacho rabe
a barca Sania Mana ; por proco commodo,
a bordo dos referidos navios fondeado* de-
ronle do irapiche do Exm Sr. bar3o do
Livramento ou entao para tratar com Joa-
quim Jos Goncalves lieltro, no seu es-
cripiorio ra do Cotnmfrcio n. i7.
N0Y1DADES
DO
0 MARAVILHOSO REMEDIO DO
R. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KI1VG OF PAIW O RE DA DOR
IARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBTJS,
Ii **
A loja de cera
watar na mesmn.
VENUE-SE
a pra^a do Conde de Eu
a
8^ AZI LEJOS
AZULEJOS.
IZLEJOS
7 Ra doQueimado 7
DE
MOREIRA & B4ST0S
E' chpgado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazend
toai, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
GorRur3o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L5as de diversas qoalidades, lindos gostos e moderna*.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sera bordados para senhora?.
Camisas bordadas muito finas para liomens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
l enfadonho mencionar. H
Luvas frescas de Jouviu
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
irande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
DUrrim, lu de ssagae, em na di*.
** erte?*, dores de onTldo em
tri minntot.
Der 4* dente, en um minuto,
umlgia, em cinco minutot.
loeaeee, em Tinte minute.
V**BtM ^asA*, em des minuto.
Clica e eonTulsees, em cinco minuto.
Iheumatiiino, em um dia.
'>te e febre inUraitente, em um da.
Sor nai eoitai e noi ladee, em des mi-
nuto.
Tosses perigosas e refriados, em um dia.
Pleuresa, em um dia.
Burda e estarna.
Hemorrhoida* e t ronchiti
Inflammacao nos riaa.
Dyspepeia, eiyupels*.
MolMtia de flgade
Palpitecio de oorocae.
EESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOEJCA8 SE APBESENTAM, QUASDO MENOS SE ESPEBAJL
-2& ^5S2 ',' KTmT PAm" fO r^ da dor, eeul.t. po.ltlram.nt. dUnlpa maU d. dUtraua
pode effeetoar no mesmo tempo, com qualqaw oatro ramedlo medeolnal. *
-~,u Ul?.POpUl" remed' **" ag6r M00* grlment, pela raiao que mllharc de peetoai M ten. ,n^
ratH eom o dito remedio pelo Dr. Orath outro. mal. unaraae peweu M tem curad
^Tr^6ea.re", .t^rtT?.1"10 n-' pr'n(:l?l<>, cUmk d* lootrlcldade e por laso, cst appllcar.1 para-o eurameuto par. a
ea um tempo laerir.1, brere aern perigo do aeu u.o debalzo de qualqtwr elreumMancla. laaaalae ate
tais neTT-'-'*-"''-,to***'*U8eXternoeinterno'"^P^""elemento.euratlro,ral.,hwra,.a*.
u
Ha para vender alfam mhciros dos mai lin-
dos azulejos, vio los iwr enr.mmenda de alguem
iae por circum.taHcia <> di.^iensa. No arma?em
de Tasso Irmao & C, praca do eres de .Apollo
o pe da pnnta provisoria.
DtM
o|po? tas n. 53, ra Direita, 3 porto n. h^,auliyat
hja d> Braga
O abaixo assignado, dono deste anligo e.-labelecimento, tendo em vista aorosautar
completo sortimento de ferragens, miudezas o Cfitilerte, tem resoivido mandar buscar em"
vr^^8 da ropa os melfaores objectos de seu estabel. cimento dos fabrtanS
m;^Mldo!ij/e,'iqneeonv,daaorepeitevel publico e a seus numerosos frecuezes
a virem se teir dos objectos de sua carencia, a^nde enconirario por trenes <-!0 0i0 do que
em ootra (inal.juer parte, um sortimento cmplelo de machinas para descarocar algodao
do bera conhecido fabricante Coltorr Gin 4 (1, ditas pra eoslurs, moldes .pajjcnjmii'
_| ditos para fogo, raomboe p.vra caf de todos os tamanno, da Tabriea do JapiHe?pinfiardas de
5 dona.canos e de um, tanto ingletas como Iraocezas, louca de porcelana, facas c g.ufos
81221*2 (iual,d8dM e precos, bandejas ehinezas, salitre, 6reu, barbante, enxofre, plpcl e
lima ha de ferro, (o e agulba para fogueteiro ; aseici como encontrarlo constante-
mente grande porao de fogo do ar, e recebe se encommenda de fon de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonho namera-lo* venham ra Direita n
Sd, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
EM PERIVAIHBUCO
NA PHARMACIA E DROOARIA
BARTHOLOMEO c C
=34 Ra Larga do Rosario. IV.
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do volnme ''e um relotia, servindo de
I HII.TRO e SEIlINGA sem ns
aves locoDveuitntei de fragilidaie.
Cihd a forma, e de Tolumc de om Porte-Noed!
COTXO TODO TAATAilE.VTO.
COLLYBIO Contra as afTeccois das palpebras,
preparado sob a mesau forma.
BARTHOLOMEO t
Depositarios geral para e ItR4SIl. o PORTUGAI.
34, roa larga do Rosario. PSRN AJVLBTJCO.
Icabam de sabir a Juz as se-
guintes pecas para
i.noo
JfiOOO
1^00
1^000
Urnalinda walsa d'Arditi
Ideal e realidade rnniw benita
phaotasia pelo maestro Cazal-
bore
Postilholinda ph;mtasia ejecuta-
da com gran*} applauso pela
msica allem^
habaneras liudis dunsas para-
?oayas,-qae tanto furor aqui tem
feito
ACABA DE PLBLFCAR.se
edlecc5a de msicas ios cavallinbospara
DAVID W. w h
EWGERHEIRO
Com 'undieao
RA DO BRUM 52
Passando o chafasz.
Chama a attenco dos Srs. de engenbo para seus acreditados luaotuiiismos e
m especialidade para seus vapores que a inda urna vez tem memorado.
_ Os vapores fornecidos por ello c j funecicnsodo Ihe hao do fazer meJhor aDre
:iafao do que qualguer dito proprio. v
Deseja tambem mencionar qoe tem foito urna reduceo em sens preeos a qoe
tem prompto toda a especie de macbinismo e outros objectos para a agricultura.'
120
500
gecebeu niais grande sortimt-nto de mo-
neas para piano, e pinno e canto, e tambem
i opera
n
IL
para piano e canto, e tambem os melbores
pedacos p.-ra piano f compasieo do Ilus-
tre compositor brasiieiro
Carlos Gomes
que tanto furor fez na Italia, e hoje fa* no
Rio de Janeiro.
A* VENDA NA
A, J. dt Azevedo
A RA DO BXRAO DA VICTORIA (ANTI-
OA RA NOVA N. .1).
Attenco
\enfle-se nm rarn noy e nm boi gordo : na
VrtH^.se um ibrTolet novo de dnas rodas
per cmninndn pre0 : a ver e tratar na roa do
Jasmim n. ji).
Atacadores para
luvas.
Ataca tuvas com uuita facj|daile a gam aae
PRECIOSA DESC0J1RTA
e**ma HTaN JE15"0?06!10]6aP8eta aopublico, depois,p.orm,de um severo
fxame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue urna suDerioiidadJn num,eros ,'. : '
.nconte.Uvelatodas as outras preparaces. que at hoje tem apparecido^^recomiendan rSKT^^"nln^fl'^
por sua boodide. e pelo brilbante \m\t0iVnVr^mnUtM^ir^\^S^ ^r.tets de. retroz preto, com 2
te todas as caspas e coceiras, fa>endo com que appareca em bom estar impagavel
nr Vgua coroPe:se de substancias coidadosamente escolhidas, punfkadas
confeccionadas com o ma.or cuidado, e almdisto combinadasde modo tal a dar hJ
nma accao verdaderamente efficaz. consoladora, e benigna. lbe
AO,,.a.?er^n,a'tee8taaguaJialcab<>ca' e esfrega se levemente; ^mediatamente ficam
os cabellos ltmpose com um brilho magniflro. "11 ucam
Deposito
smente em casa do autor, Andr DelMn cabeileireiro de Paria. *
Ra T de Margo (antiga Crepo) n 7 A Io andar
CONFUTARA
DOS
llua da Cruz n. 16
nnnvl2 Mmpi?.: AMENDOAS confeitadls: xsropes refri-
BLIDOS para cha ; p5o de l ; bollo gerantes ; vinho Bocefla, brancH a!!L
ffaZ;tPaSrteS,de*fferCnteS 9"'M*1 pW-o para me^ ; ^moct Js^'
CAIX1NHAS com amendoas e pastilbas,
proprias para presentes ; cha preto, miado,
de superior quadade ; latas com pecegos
a IiikJOO. r e
PAPIS para aortw,f ditos vendados
PRESUNTOS e fiambrej
RECEBEA-SE ocommeBdas de bandejas com holh| com a'mwM* a* .,*
car e sem ella; de pao de 16 e bolos enfeilados cora AM^im^^aitSS
muitos objectos proprios para graodea jantares, bailes, etc., etc. ^^
.Rival sem segundo,
(Amiga ra do (Inciniado)
Contina a vender tudo muito bom e
moito barato a saber:
Libras de areia preta muito Loo. .
Tesouras Coas para uubas e co.- tu-
ra A....... .
Papis de agulias francezas a ba-
13o a.........
Caixas com seis sebjetes de ruta
Libras de la para bordar di todas
as cores a.......8?JO0O
Carriteis de linba Alexandre a. .
Frascos com azeile p:ra machinas
Grvalas de corescmuilo tinas a .
Grozas de boic.madepersla i-
nissimos a.......
Novello iie iinlia de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com t ola prela a 80 rs. e
Pegas de fila elstica muito fina a
Lata com superior baoba a 100 e.
Frascos de oleo Puilocomo muilo
fino a.........
Fraseos e macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Oiizia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pi ver a
Dito de oleo babwza a.....
Caixas de lamparioas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Cartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linba sortidas de todos os
nmeros a. ...... J800
700
Carriteis de retroz preto,
oitavs a........ 640
Agulheiros de osso enfeilados a, 240
Libra de linba franceza superior
quaiidade a.......24420
Caixas de palito do gaz a
60
IdOOO
(00
300
500
500
60
-240
ICO
200
200
500
240
500
720
I 200.
500
500
40
240
400
00
Ro nte-rheumstico.
Remedio efBcacissimo contra as dores rheuma-
tiras al hoje o mal. eonhecido pelos seos mar-
vilhoso* resultados.
SAltOPE DB AGMAO.- um dos mdicamen-
tos que sua cflicacia as enfermidales, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqaeza
no peito, e>cr;>bnto e molestias de flgado, qne me-
Ihor tfm aprovado.
TINTURA DE MAHAPUAMA.- A celebre rail
de mai-anuania. coja energa e eflicacia as para-
lysias, inturpecioiento, etc. etc. mnito se recom-
menda.
Todos e>ps prepwadcs se eneontram ns pbar-
mc e drogara de Barlhoiomea 4 C, nico de-
psito na ra larga do Rosario n. 34.
Cigarros da imperial
fbrica de S. Joo
do Nictheroy.
nleo depwlts em Pemrabneo caes da lfan.
Jega Tefha n. f, aoda.
o
Vende se urna canoa do carregar t,200 a 1,300"
ajlos : a tratar na ra Direita n. tul,
Atfj.00

Veodeai-M borzegutw pira criancas, obra boa
pelo diminuto preco de 500 : vebam loja de
mdeos darua da Cadeia n. 50,
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DK CaXIAS N. 49
Estou disposto a GMfftWM a vender toda^
as miudezas pelos baratissimos precos aba)
io declarados, garantindo tudo bom -e pre-
v'os admirados
uzias de pa tos s^guranca a.... 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 321'
Frascos con < l< n baboza muito fino. 32<
Pacote* c-im p s de airoz o rae-
Ihor que ha a............... 32
\';ivalhas muilo mas para fazer
barra a.................... |09f
Caix:; de iinha hran do gaz a.. 50*
Vara de franjas de lidbo para toa-
Ihas....................... m
Caixas com peonas d'aco de i erry
superiores ............. 80t
Loncos dd cassa braucos e pinta-
dosa................. loo
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ...... 70
Caixas com 50 a.tveilos de linba
do gaz a....., 40
Duzias de meias cruas superior
quaiidade a.......30t>O(
Pecas de babadinhos com 40 va-
ras a......... 30i
Pecas de liras bordadascniu t2
metros cada p ca a 16500 e. 2(SKXX
Pecas de fita. para eos de qual-
quer largura som 40 varas a. 5(X
Escovas para unhas fazenda fina a 50<
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 5(X
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 4<
Duzia de linba frflxa para borda-
dos a 400 rs. e..... bVX
Pares de meias crua* para me.'
nos diversos lmannos a. 32<
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. (JBDI
Pares de sapstos de tranca do
Porto........2 Pares de spatos de tapete a. ,50
Duzias de baralhos para vultarete 36001
Sylabarios pnrtnguezes a. 40'
Cart5es com cnlxeies i carreras a 21'
Abotoadnras para collete diversas
quah'dades....... 40f
Caixas com p-nna de ac muito
boa de 320 a......' fiCM
Caixas com superiores obrejas a. 4<
Duzia ae agulha para machina a. 2600<
Libras de piegns franceses todos
os tamanhos a...... 24.
Pacote de papel com 20 quader-
nos .. ........ 40t
Re roa de papel pautado superor 46000
Resma de papel liso mnito snpe-
rior ........... ^6oo
de trigo a 51000 a mrrira uo aiutaacm' Ba-
liEa, roa do L'viamewto n 38
lENhMT
mho do Porto Fngjrrafado relbo e d expelientes
loatidides coiihis.Jmii Matar.lo, Malvasia, Dn-.
que doPrirt, BoquftdrtCsjia^. e ouiras marea-
bem coobccWis, ataim e o* e ancoretas : nn pseriptoia de Soares Primos
a roa do Yigarw n. 17.
GALLO VIGILANTE
II na do Crespo a
Ob proprnJSaffc9 dme bet conHecidli'esfjibelfr-
ciment, alm dos muitos objeelo 'no tinhnm ex-
postas a apreciacao do respeiiavel -pobiieo, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento 4
Anas e mu delicadas especialidades, as quaps es-
to resolvidos a vender, como de en cosrom*.
por precos muilo baratinhea e commodoa par* to-
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, prelas, bra
cas e de mu lindas core?.
Mu boas e bonitas gollinhas e punhos para t*-
ntiora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeites para caberas da>>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de edres cim ridrr-
Ibos e sem elles; esta facenda o que poda barrr
de melbor e mais bonito.
Supiriores e bonitos leques de madreperola.
marnm. sndalo e osso, sendo aquelles branco
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio do Ecossia para se-
nboras, as quacs sempre w venderam par 3li00(
a duzia, entretanto que nos as vendemos por S0.
alm destas, temos tambem grande sortimento d
outras qualidades, entre as quacs algnmas maitf
fmas.
Boas bengalas de superior canna da India
casto de inarm cum liiulas e eneaiiladoras ngc
ras do mesrao, neste genero o que uc meihor s
pode desejar ; alm destas temos tambem grana*
Jdantidado de outras qualidades, romo sej&m, nu-
cir, balcia, osso, borracha, etc. etc. ete.
Finos, bonitos e airosos chicoiinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores- ligas H* ceda o borraeh
para segnrar as meias.
Boas meias de, seda para .-enhora e para mem
as de l a 12 annos do idade.
NavaJhas cabo de roarflm e lartaruga para faiat
barba ; sao muito boas,e de mais a mais ?io ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vea tn
bem ajsegurauws sua quaiidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crow
Linha muito boa de peso, freuxa, para encbei
labyriDtho.
Bons baralhos de caitas para voltarete, assiu
como os tentos para o mesmo tim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumaras e dos memores e mais conheeidoa per
fumistas.
C01.AIIES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes,
facilitam a dentico das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodicioso
collares, e continuamos a recabe-los por todea ot
vapores, afim de qu& nunca faltem no mercadt
tomo j tem acontecido, assim pois podero aq ser-
les que delles preci?arini, vir ao deposito do galt<
vigilante, aonde sempre oncontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao 8b
para que sao applicados, se enderao com um nn*
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que daixamot
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren
comprar por precos muito razoaveis loja do ga!l<
vigilante, ra <>.o Crespo n. 7.
0 cordeiro previdentt
Ra do <$.ieintado u. fe.
Vovo e variado sortimento de perfumar*
finas, e otitres objectos.
Alm do completo sortnnento de pcrl.
marina, de que effeclivamontc cst? prov!!
ioja do Cordeiro Prndente, ella icsfca c
receber um oatro BorfiHwiHo qve s< ton
aotavel pela variedade de objectos, srfenor
1ade, qualidades eccmnjodid;!* t, r]:
ios; assim, pois, o Cordeiro PrevWfntc pe
s espera continuar- a merecer a apreciar,*
do respeitavel pnbco em gera! e ce
boa fregoezia em particslar, Sfb se *
lando elle de sua bem contienda man >.
d barateza. Em dita loja eocMUrttsc -
tprectadores do bom:
Agua divin de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamn*..
Dita de Cologne mgleza, americana, fn:
eza, todas dos melboreg e mais acredita .
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toret.
Elixir odontalgico para tonserv?Co t
,aseio da bocea.
Cosmetiques de superior quadade e ctu
*os agradaveis.
Copos e latas, maiures e menores, coi
gomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, tracsparDi
ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano;;
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradlvel ebe
o de violeta.
Ooiraa fobcentradas e de cheiros igna?.
mente finas e'gyadaveia.
Oleo philoenme verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad*
.om escolhidos cheiros, em frascofl dednli
entes tamanbos.
Sabonetes em barras, maiorea e menor*
oara mos.
Ditos transparentes, redondos e en !r
'as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bufo
Caixinbas com bonitos sabonetes imiito
rrnctas.
Ditas de madeira tnvernisada contundo I
aas perfumarics, muito propriaa para pr*
entes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, tas
iem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, i
jooldes novos e elegantes, eom pfi de arro
boneca. *
Opiata ingleza e franceza para -dentea.
Pos de camphora e ontraa dffereat
raalidades tambem para dentea.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coqtseg.
Um ontro sortimento de coques de nt
os e bonitos moldes com filets de vidrilfef
algons d'elles ornados de flores e flti
st5o todos exposio i apreciacio fle qusr
'i pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gusto e perfeicSo.
Flvella e Atas para ciatos.
Bello e vanado sortimento de taea obii
(os, fiando a boa eacolba ao goato do coi
ordor.
mam oooo**^
JoquiiuR(dr'rue8Ta-(
vare- (fe Mello,
TEM-PARA VENDER
em seu escriptoiio, praca de Corpo Sanio.'
n. 17 :
Pumo em folha
A de 1* e quaiidade, e vende om ob nxC
5 fardos a vontad? dos eonipradores.
Cal de Li05>oa
2 ultima chenada.
Potasa da Russia.
Farloha de MoaiHawi.
Vinho Bordee a x.
5 de 1* qmlidadP. Tbdo de vende mal*
0 barato do que em utra qnalquer parto. ,
Foijo de pttente.
Vende se ero ca*a dos importadores Sfaaw
Oawkes 4 C. roa da Croa n. i







:
y
Diario d*

jfttL
Pernambuco
Terca feira 29 de


Novembro de 1870
k,ii-,t \ *li c-h*tG
erra trnm** prmtunm*
O goven* pmiiorlo fraecet feoebeo o
segulDte>olki loi pirateado i,o toniteur :
Aos Srs. Ciemieux, Glais-Bizoin e L.
Gambada, membros do governo worixoi i.
Senhares : Se o autor deste escnpto r3o
losse irmSo do mareenal Bazaue, coah.on-
'l0*O COHU O COIiLeiV. p'Ol'St.lii, lO'l.ii.1,
coto loJa a forca d. sua do', contra as a-
isaces sena pravas que so coataera m
ossa prorlamavali relativa capitofaco de
Metz.
0 marechal Bjame i<3o fui traid i
icupnsjfivel Que o divina 40aanos de gtn
Husos serrinos prestados Franca era toda
j parte, iflclainrio o Mexic i, como o ;uv-
(itar a bislora, quaodo aclarar este e mi-
troa assuraptos. Que o d.gam 40 anuos.
em que. vista de todo o exercito. tem
dado o mais eloquenle exemplo das virtudes
que pode m adornar um soldado e uoi chele
Depois de 40 annos de urna vida militar
sem inaaclia, o marechal Bazaine nao falta-
ra sua hmra por cousa alguna. Nao
p-la ser. de todo o ponto irtadmij-
siiel.
a Eo faHo agora, senhcres, em nonv de
urna coosa que, bem como a rcpobl ca
fiaucez, tambem o3o deve capitular : cu
nome da juslica serena, imparcial e reilexi
\el. Segundo esta justica nao se pode om-
emnar a marechal antes de o ouvir; esta
tu fabrfis_J02 raetraitiadoras
impeiartg, mtmr
um d^(jpu-
1 ^''9ppi^or^i
que J* se es
das de diversos >a
tiaffia dft-i
r
!-; .ftanm
I aa -
esle
ibre, que os fundidores
lie entregando; 8:000
is de arlilrraria de fc-
e KK) canhcs rau-
dos d carrejar pela cul.ura e qoe aloao-
in n .'1:000 idcim .;
'.i; 0"n.-ilo i
em Tonn no
a rfiijiio publica cele
tuada coi Toar no i])aTi de outubro ol-
liifci para trata.- da ifi#i nacional, o Sr.
Gambeila toruuu a paLawa, 0 da janulla da
casa da cmara dirigi ;n pr.vo a segolnte
allocuco, que foi ic-.luida rom verdadeiro
euliiflsiasnrft :
Cidados:Agradeco-vos a vossa at-
litude. ao virdes mostrar no meio" das nos-
s8 dores os sentimentos de solidaredade
que nos tioem. ,
Nos n3o vos abandonaremos, sejam
quaes forera os desengaos qoe nos ro-
ileiem; ma satoi que basta querer urna
coosa para a con-gOT.
Tamb-m nao deveis acreditar qoe o
governo pode o div fazer ludo. E' pre-
ciso procedentes vos m smos. i
i E' preciso que loda a Franca, cada ci-
dade, cada aldeia. se agrupen para formar
em t do compacto.
E' preciso fazer urna guerra verddei-
lamefa nacional, que em cada localidade
jusliga dir que, au cabo de dous es e
fneio, isolado completamente da Franca, nao M11 !,i homcm disposto .1 morrer, der
tcebeu do governo tima noticia, uiii f **W a ultima gota do sen sangne.
; ao, nern um s homem ; Jira que resisti Tambem preciso que desappareca
..J uue os vueres se e-gotaram complc-ta- ljSSa dirtmnia de cidades abertas e cidades
mente, do que se deu parte ao goverm ,
.-era que este po 'esse remedia-lo ; dir que
u marechal. teinio arrestado cem vezes rmi
a norte, fez d certo actualmente quautos
esfoifos supremos exigiam a sua uoora e a
houra do exercito.
a Em bce so esclarecer, spnhores, o
procedimenlo do marechal Vos nao o ou
vistes. Gm ('tanto es e dia nao cbga, pro
esto cora tola a energa da mttilia auna,
como bom p ti iota e bom irmSo.
' de ootubro de 1870. lia-
Tours, 31
zuine.
Appareceu atlixada as esquinas das toas
de OHeaBS a segante proclamarlo prosita*.
ua assignada pelo general que commanda as
tropas de occopaoSn:
Habitantes ? Oileans.N5o fot a A le-
manha quedeclarou a guerra Franca, mas
?m o governo demittido que a declarou,
fechadas, para usuficar timas e anathema
ilftarf as ontras. N'ttmi palavra, neces-
s. rio vencer ou morrer.
t A repub; vivera, se quizerdes qne
viv3, vivera se trabalharmos, se esttvermos
\i omptos a s-crijearmo-nos por ella e pela
liberdade.
Ao ouvir o povo estas' ultimas palavras,
prorompeii n'uma nthusiasta gritara pe-
din lo armas, e o Sr. Gimbetta responden :
T litio feito, desde que pertenco an
governo, qaanto ten o podido e mais ain
da; mas nao posso fazer o impossivel.
n Ped's armas !
En toda a parta diligenciamos com-
pradas, o adquirimo las ; mas nao esque-
jis que nos mercados estrangeiros nos faz
concorrencia o nimigo, e qne lambem acha-
mos n'elles a concorrencia do homem de
Sedar.'....
Mas
lar emelbante
undo correspondeaciai escripias
de Munich, o rei dajPrnssii exige dos seos
alliados do sul, o saguintc :
c i,'Qw. so reconbeca nadyistiabran-
deburgueza o titulo imperial.
t 2." Que se constilaa um nico parla-
mento allemo.
o." Que S3 una a representar,) inter-
na :ional do sul e do norte
4." Que para attender sdaspezas des-
sa represenlaco, qoe ficar a caTg) da
Prusia, paguen os estados merdionaes tima
sonma proporcional, thesoorara do ga-
binete de Berin.
t o." Que s no princioio da oniflac5o
fique reservada aos principes de Badn,
Uarmsiadt, Wurtemberg e Baviera ama de-
legaco pessoal, junto dos demais governos
europeus, por meio de agentes especiaos.
6." Que o exercito seja, na totalidade,
orgaoisado e dirigido pelo ministerio da
guerra e generes da Prussia, devendo as
provincias allemSas do sul satisfaier 25
thalers por cada urna para o seu armamento
e raanutencSo.
7. Finalmente, que, ainda qoe por al-
giias annos, os estados do sul cootinuem a
administrar sa livremente e a cobrar os seus
rendimentos em toda a exteoso do respec-
tivo territorio, satsfar5o Prussia urna quan-
tia determinada, que nao podero reduztr,
sujeitando se alm disso in. s3o financeira dos delegados, que o impe-
rador (rei da Prussia) designar.
S3o estas as bases da juncelo de toda
a Alleraanha, que ficar constituindo o im-
perio germnico ; eis-aqui o futuro que a
diplomacia prusiana offerece aos qoe ne'U
guerra teem, como alliados, feito lo peno-
sos e aturados sacrificios.
Em Tonrs afiixou-se a segointe pro-
c'am.aco.
I'raocezes: Erguei as vossas almas e
as vossas resoluces i altura dos espanto
sos perigos que se desencadeiam sobre a
patria. Podemos ainda causar a nossa m
fortuna, e demonstrar o mando qoe om
grande povo pode salvar-se quando nao quer
succombir, e quando o seu valor se aug-
menta no meio das maiores catastrophes.
Metz capitulou.
Um general em quem a Franca confia
>ob o pretexto mais frivolo que se lem co-ile| P emquanto chegam as armas doestran
u
nen por Isso perenes um instan- va, apezar do quo so passra no Mxico,
onecido.
Fustes victimas do seu systema de de-
uioralisaco e de engaos e alcancamos orna
victoria.
Vio un novo governo, que pareca
destinado a fazer a paz. porm nao a qmz
uiz-r, porque a guerra o nico meio de
-nstent r se no poder.
Qjanto Allemanba, n3o tinha mais do
ijue um desijo, o de concluir a paz.
c Qi' pedia ella como premio da sua vic
'Oria em urna guerra a que lora provocada ?
Us leer torios onde se fall. a lingua allema.
Se a Franca ficasse vencedora teria sido
menos exigente'.'
i Deixai, pos. Francezes urna guerra
ijue vos arruina e accelai a mo que vos
estende a Allemanba, a Allemanlia quu nao
im ouiro desiji -enoo de ser amiga iles-
la formosa Franca. >
O rei Guillierne e o principe rea! da
Prussia, fo^aiii citados pelos macons de
Pars, p ra eomparecerem a6m de respou
der ;is acc..sacos que contra elles esta i
;u muladas. Kat seguida pnblicimos esta
i ''tacan, que um curioso documento :
Otafao.Em nome da hurnanil de
ultrajada : era n une da liberdade de con*
ciencia violada, em nome do direito o. d
oslica deso ni ecidos.
(>s iroiao* GuiloermeJ, rei da Pru'sia.
1 Frederico Guherme Nicolao Carlos, da
Prussia. prin. ipe berdeiro :
Sao ciados para comparecer pessoal
mente, no salibado. 2! de outubro de 1870
to load maeonico da ra Joao JacquesRos
- seau. n. 3. s 7 horas da noite. tyiirt--^
^derein accnsacJo oV_rjefjnri que existe
contra ri'S fia HrataTaria parisieuso.
Se nao concorrerem a esta cilsco, nem
se izerem representar por oulra pessoa, se
Ibes nomer mn defensor ex-ofDcio. e se
procedari segundo deteiminam as leis ma
Cnicas.
Oriente de Pars, aos 24 de outubro de
1870.
Seguem as assignaturas dos veneraves
e dos delegados das tojas.
Um periidico ru>so, intitulado as Noticias
mente publcalo, d-tine nos seguintes le-
mos a siiuacao acta' da Europa :
i Com rrlaco ao inflexivel programma
o conde de Bismark, a A sacia e a Loreua
ficar3o definitivamente annexadas Prussia,
i aquellas duas provincias, habitadas poi
urna povoacio pacifica e industriosa, sero
c< nvern las n'uma segunda Argelia
t Afina! desle modo, a guerra feita em
defeza propria termina em descarada ag-
gressn, e em escandalosa pilhagem.
< Achar-se-ha a Europa em t3o deplora-
_vel situacio quo permita Prussia etal>c-
iecer colonias em todos os reinos e procn-
sules aoode mais Ihe agradar ? Os Prussia-
nos empreheoderam a guerra para defende.r
a sua lif'erdade, e concluem aa fazeodo mi-
Iboes d.' esclavos hrancos. A' te audacix
lo raiserave, s nos occorre petguutar: a
ija m tocar depois ? Se a Fraoca ha de ser
convertida em departamentos prussiai os.
porque o3o ba de succeder o mesmo aos
OOtros paizes ?
0 M-dilembargo, o grio-docado Haden, pane da Hollanda, Blgica, Dina-
marca e Suecia, e m -smo algumas ricas
provincias da Austria, n5o estarao j ten*
lando o appetite d sordenado de Mr. Bis-
maik e collegas ? A Europa inteira levan-
tou-se contra Napoleio I, em consequencia
de a taaver dividido entre membros da mi
lamilia e generaos de sens eiercitos; n3
ser roaior vergotil>a ainda o que boje suc-
cede? H
Urna voz qoe se estabelece o prece-
dente do despojo, o mai* de pouco irnpor
la. Apiiado pitr um milhSo de bayonetas
o direito de conquista esiabelecido, as ihed-
ras io conde de Bismaik chegatao ai*
onde possam apoiadas lio pjderosos argu-
mentos. *
0 governo de Frtejca encomnendoo
geire, oo se labricam em Franca, exercitai-
vos com as que possnis passando-as de ons
para outros.
Compecetni-vos, fina'mente, de que
preciso que o vosso genio, a vossa aeco.
suppra a a.-oo do governo que nao pode
a tender a ludo. As armas distribnem-se,
mas restan amia cinco milhSes de bomens
por armar.
Fres tai pois o vosso concurso pessoal,
paniconr, defensa da patria; conta s
comvosco. com o vosso patriotismo, que o
mal do D'Sso paiz nasce de esperar tudo
do governo.
Procedt i por vossa propria conta, que
nos nao vos abandonaremos.
Os membros do governo da defeza
nacional eslabelecido em Tours publica-
ran! osegumie decreto relativo imprensa :
AM. 1. O conhecmento de todos os
deudos polticos o dos commettidos por
meui da imprensa correspondem exclusiva
mente ao jury. No etitanto os dehetos da
injoiia e cuiriuiiarao ser julgados pelos tribunaes
correccionaes.
i Ai!. t. O jury decide sobre os
dannos e prejmzos causados era virttule
dos delicias da (aprensa.
Ai t. I.'1 Ficam revogadas todas as di
oosices contrarias .i este decreto.
A Prussia soffre enormes perdas man-
iendo tuO:t.0 humeas cm trra itmiga
Un periodieo austraco dizque s na West-
uhalia ha 11:817 viavas e 22:723 orphos;
oHanovtT 14:312 viuvas e 29:619 or-
phos, e n* Piussia rhenana 9:G2i viuvas e
2(1:416 orphaos. A cnso commercial e
aUtlenticia a que pode ser, tendo sido
arrancados agricultura, ao comraercio e
imtiistria fabrd, um milho de bomens.
O lypho e as d-jsinterias teem feito nos
exorcitos allemes mais de 20:000 victimas.
0 rei da Prussia mandou dar publi-
cidade em 3 de novembro seguinte ordem
do da :
Sida los dos ex^reitos confederados :
Quando ba tres mezes entramos em cam-
panha pnj minha confianca era qne Deus
seria pela nossa justa causa. Esta confian-
ca tein-se realisado. Record--vos Woortz.
Saarbrock, e as sanguinolentas bataihas
liante do Metz, Sedan, Beanmont a Stras-
burgo.
"Cada encontr lem sido tima victoria
para nos.
Sois dignos da gloria.
Tendes conservado todas as virtudes
qne especialmente distinguem os soldados.
Orna capitulacSo de Metz ficou destruido
o ultimo exercito do inimigo. Aproveito
esta occasitu para agradecer-vos a todos,
desde o general at o simples soldado.
Quaesqner quo sejam as eventualidades qoe
nos reserve o futuro, encaro-o com tran-
qmllidade, pois sei que com taes soldados
nio pode faltar-nos a victoria.Gnilher-
me. n
acaba de nos arrebatar mais de 100:000
defensores.
O marechal Bazaine atraicoou-nos.
i Converteo-se em agente i o bornea de
[Sedan, em cmplice do invasor o menos-
prezando a honra do exercito que tinha ao
seu cuidado, sem tentar sequer um esf jrco
supremo, entregou 120:000 combatentes,
20:000 enfermos, os seos fortes, as soas
pecas, as suas bandeiras e a prac-a mais
forte da Franca : Metz, em sonna, virgen
at agora das offensas do estrangeiro. Para
um crime desta natureza, nao tem castigos
a justica !
< E agora, francezes, medi a profundi-
dade do abysmo para onde vos arrojou o
imperio. A Franca supportou por espaco
de vinte annos esse poder corruptor, que
seca va as fontes da vida.
< O exercito da Franca, despojado do seu
carcter nacional, convertido, sem elle o
saber, n'um instrumento de tyrannia e es-
cravidSo, foi sepultado, apezar do herosmo
dos seus soldados, nos desastres da pa-
tria.
i Em menos de dois mezes entregaram-
se ao inimigo 250:000 homens, Sinstro
eplogo da emboscada militar de dezem-
bro.
E' lempo de nos desforramos, cidados.
e tendo por egide a repblica, que estamos
dJapOtos a n3o deixar capitular fra ou den-
tro, podemos tirar at da gravidade das
nossas desgracas a regenerarlo da nossa
vida social e poltica.
Sin, seja qual fr a extenso do de-
sastre, nem nos consterna nem nos f va-
rillar.
t Estamos dispostos ao ultimo sacrificio,
e em presenca dcumiaimigo favorecido pela
fortuna, juramos n3o nos entregarmos
nunca.
n Emquanto dispozermos d'om palmo de
terreno, oelle sustentaremos aleada a glo-
riosa bandeira da revolucio franceza.
x\ nossa causa a cansa do direito e
da justica : a Europa veo, a Europa sen-
le-o. Diante de tantas e t3o immerecidas
desgracas, a nac3o, por um morimento es-
pontaneo, sem convite de ninguem, move-se
e agita-se.
Arremessemos para longe toda a espe-
cie de illusoes N3. nos deixemos desfal-
lecer, nao nos deixemos abater, e prove-
nios com fados que sabemos conservar in-
clumes, a hoDra, a independencia, a inte-
gridade e tudo qoanto possa contribuir para
conservar a liberdade e o justo orgnlho da
nossa patria.
Viva a Franca I Viva a repblica urna
e indivisiveHOs membros do governo,
Cremieux, Qai, Bizoin, Gambetta. .
para f*aw com qoe se reod* a praca, estaos
em prtrado mto, porqtre o tjne os pSr
i antes Ujem padecido at agora, s contri-
bae,eii crer, pira augmentar nelles a
booiypo a que a sm put*|o a o su pu-
limento pitriofico os obr^a.
NeBchuvj de bdmbjse da balas, nem
as privacss 4 qoe a guarda nacional e o
exercito se achara exposlos, o. tolher de'
fazer o seu dever at ao ultimo instante.
O sea uoi :o de*ejo medir as soas forcas
corpo corpo com as tropas prussan Permit -me, gen'ral, o diisr-vos que na
brecha que vos asperamo-, o que temo-
a esperanca de que nTSo tardareis em sah r
d'entre as montanhas (pie vos livrara dos
nossos tiros.-Raceb i. etc.0 Dirao Gre-
rin, commanda te superior. *
Acerca d'esta carta dirigi o MBrs
de Verdun as seguintes lin'us ao general
Guerra:
t Meu goneral.Tenho "a hinra de vos
devolver a carta que tivestes a bondade de
commnnicar. Sinto o dover de vos expri-
mir em nome da popnlacio o mais profun-
do recon ecimento (iela nobre e elevada
lingoagem com que soubeetes intarpretar
os patriticos seutin-iiitos dos habitantes
d'esta cidade.Recebei, etc. O nutre
Bend. t
0 general Ulrich del'eale-se. era urna
carta drigid* om sen primi. da? accisa
Ces que Ihe t'om assacado, suppondo que
so rendesse mais dep-essa do que devia.
Ni referid carta diz ella qoe se v
examinar u estalo de Slra-burgo e > apre-
ciar d'essa forma a prolongaba o de urna
resistencia que durou trinta c o'to dias a
outra* taas noutes cora um botnhirdento
sem igual.
A situacao (accrescenta) peiorra com
a perda de 3-; cendiadas juntamente com o arsenal da ci-
dadella; n3o se pode substui-las.
Apezar disso poderiamos t-ir resistido em
quanto se tivesse conservado intacta a pra-
ca; porm nos ltimos dias-os trabamos de
approximaco do inimigo tiwram um incre-
mento extraordinario ; dominou os nossos
caminhos cobertos, construio parapeitos en-
couracados para proteger as tropas des i-
nadas darem o assalto, abri duas brechas,
urna praticavel no torreo h. 12 e outra
no n. II, que mais duas horas de fogo te-
riara tornado praticavel.
Era impossivel que rosistissemos ao
assalto. As muralhas, sobre as quaes cho-
viam os projects do poderoso exercito ini-
migo, n3o poderam servir de abrigo aos
defensores da brecha, qoe em menos de
meia hora le iara sido completamente des
trocad- s, sem oppurera a menor resistencia
quando o inimigo dsse o assalto. .
Deviamos, ou melhor, devia eu expor
a desgranada cidade de Strasborgo, qoe
tanto tinha soffrido, aos horrores de urna
cidade tomada de assa to. quando n3o tinha-
nrs probabilidad alguna de xito para
sesistir ?
O meu conselho de defeza nao o jal
rou assim ; nao creio qoe isto seja cens-
se irote de bom, grado o confcssamr
V'^tfOaj)tia ajUaStilba de
alm d tlm. V n^-esiffflsee jislWSf llo.
as ,licite duid^gir alegue ponto poden
mv car ess juniScac), e se, impedid* at
aa x|*iiu uIj *e totna.- n'uma iajjstca
anda rads que q aggresso iniqo, que le-
gtimamente repelliram.
Bflje est vencido o i limigo. Esta
guerra um crime de lesa civilisaca .
Aquelle que a emprehendeu tSocriminoso
como aquelle que a prolonga raas do que
necssari i. Mas, ainda mesmo que a la-
ven at que, conforme a expres>3> de Mr.
de Bismark, a Franca fique complctamonle
pxlwusta, ser mister que se faca a paz, e
as suas futuras cond coas jj s3o causa de
novos irrilameots. Todas estas discusses,
tem claro, envolvera o complemento ao-
solnto das nossas victorias. Da resto, a
despeito dos verdadeiros esforcos que a
franca hije empreg, eu ni creio que
tragara um resultado sari o, e isto por tros
razes: !. os francezes n) quizeram.a
guerra, e na > a querem anda agora ; 2 a
a repblica dilT;re di de 1792, porpi ni
pode produzir nenhum melhoramento rai-
terial na sua situac3o ; 3.a f.ilta-lhe lempo
seno recursos, para reunir o organisar ex-
e citos, que possam sustentarse em frente
dos exercitos alenlos. Poderei ain li
vallar a estas observaces; qo;r.> por ag ira
admittir como realisada a victoria completa
das nossas armas.
Estamos em face de duas q esto muito para considerar: engrandeciniento
territorial e constituyo futura daAHemmha.
E bera cntenJi lo que pomos d> parte
os
separacib das lingoas, e is
toda a sorie de exigeracTie* com que nos
alordoam os ouvidos. Por toda a pirle
onde se fallar alleimo urna antgi for-
mula, que abrangeria a> provincias flien-
gas, hollandezas, sussas. austracas e at
hngaras, e nos levara fcilmente at s
fronteiras da Turqua. Os badenses q-jerom
tanto Suissa allem. que ainda ha pouco
um bom habitante da Tnarguvia, m>rchaute
que vai comppar os seus carueiros e os seus
bois para alm do Bodense, esteva a p nto
de ser arrojado ao Rieno, por sj ler atre-
vido a dizer quj a S.iissa n3o era ainda
nem badenso. nem prussiana. Outros falla-
dores, em 1818, reclamaran Mlo, sob o
pretexto de que Barbaroxa sa assenhoreara
dessa cidade ; defend m ento o Rhono,
as margens do P, como boje o defendem
perto do Escalda e do Meusa. Deixemos,
pois, de parte todas estas tonteras: hoje a
Ailemanha quer o que quer Birmark. Pode
dizer se delle o que o general Foy disse da
constituic3o : Aquelle qne quer mais,
ou menos, ou de diverso modo da consti-
tuico. un traidor
Substitue o vocabulo consltaic3o palo
nome de chancellen federal, e ters deci-
frada a situacao actual. Duvidas ? L ent3o
estas linhas qne trancrevo do jornal Das
Hsland, de 3 da setembro passado :
As condiroes da paz nao nos inquieta
ram nunca, porque sabaraos que as di u-
a trioas da naco ellemS, esto i'ependentes
i de um estadista, que, em todos os tempes
soobe conciliar a maior audacia unis
ravel debaixo do panto de vista da falta de t reservada prudencia, e qoe por certo nao
energa ; consoltado por mim, declaron
oaanememente, depois de deliberar:
l. Que nao so po ia resistir ao ata-
qoe com probabilidade de xito.
2. Que chegra o momento d8 capi-
tula r.
O que depois succedeu foi em conse-
qaeocia d'islo.
Sira, declaro-o em voz alta; a honra
militar foi salva. >
CAUTA 00 1I.I.ISIHE KSClUPTOIt AI.LEMO
K. V'OGT.
Genebra, 10 de outubro de 1870.
Meu caro amigo Manifestaste o desejO
de conhecer a minha opinio acerca das
questes pendentes. Com effeilo, paVece-
me utd que aquelles que nao vjo arrasta-
dos pislo torbilhao actual, procorem commo-
nicar mutuamente o seo pensar, ejeittan-
perdoar ao seo adversario nem um cen-
c timo, nem urna aldeia, era urna polegada
de territorio. Se o conde de Bismark
acha conveniente exigir s urna pesada
contribuicao de guerra, nos diremos com-
f nosco, que razes d'estatf> nao Ihe con-
sentem out as exigencias. Julga, pelo
contrario, opportnno forcar a Franca a
ceder-lhe a linha dos Y-osges, a do Mo-
zella, ou msmo a do Menso, nos nao
comprehenderemos desda logo, certo,
t o seo calculo, ma3 cegamenle snbordtna-
remos o nosso juizo ao seu, porque sa-
bemos que homem para tomar conta do
qae nao poder conservar.
Parece-nos que diflicilmente. durante
todo o tempo da adoracO e do respeiti
dos f'-anoezes pelos merecimentos offkiaes
do. seu imperador, se iwderia encontrar um
testemunbo oais Bisante di abcaco in-
der se isto na verdad, nao influir na si- teliectual, e do acanhado espirito de subor-
Sob a epigraphe Fados inerkeis, pu-
blica a Girond4 os seguintes paragraphos
exirahidos de urna carta escripia de Roclie-
foit:
...Quanto a Rochefort,
que n5o pode ser tomada pelos Prossanos.
Esta fortaleza coma perto de 400 pecas e
200 morteir s de diversos calibres, ma-
nobrados por excellentis artilheiros de ma-
rraba.
. Quaoto poltica doloroso o qae aqu
se pa-sa.
Um eiemplo.Os sapadores bombei-
ros, que tinham arrancado as insignias im-
penaes dos seus c pcete?, soffrerara, por
ordem do almirante Mezre, qoinze dias de
prisa i,
Ootro exempk) A palavrarepblica
-rfoi pro-oripla de todos os documentos
civi:; eu sei de um individuo, aoe tem es-
tado-muito exposto a er" despedido da re-
particio em que e>t* empregado, por ter
nscado fjp papel em que ia eterever a men-
O chefe superior das tropas france-
zas de Verdun dirigi ao general qne com-
manda o exercito allemSo sitiador a seguin-
te carta:
General: respondendo vossa honrosa
coramunicaco de hoje lenho a honra de vos
dizer que acceito a troca de priaioneiros.
Sinto annunciar-vos que os sargentos La-
ders do 96 tegimento, Kruge do 12. de
dragos, Augusto Von der Keih do 56" do
landwehr, e o conde Hohental do Io de dra-
goes da guarda, nao se encontrara entre os
prisioneiros que temos em Verdum.
Enviar-vos-hei os pfWioneiros allemes
assevero vos com um parlamentario s quatro horas da
tarde, e segando os vossos desejos, farei
photographar os tmulos dos dois officiaes
prussianos morios em Charry, remetiendo
vos depoia das hostilidades as copias del-
laj.
Aproveito esta carta para vos dar conta
do sentimento de que me acho possuido
pela maoeira como atacastes Verdou. Pen-
sava eu at agora que a guerra entre a
Prussia e a Franca devia ser om doello "en-
tre os dois exerchos, e esta va muito longe
de-imaginar que habitantes inoffensivoa, mn-
iheres e creaneas, veriam a sua fi.rtana e a
soa vida injustamente empenbadas na
leta.
Se pensaes, general, qae esta maneira de
proceder pela vossa parte, qoe ne abstenho
de qualiflear, pode contribatr d'*lga nodo
tuacao da Europa, e as nossas soladas ad-
noestaces nao teo outra resposta no
meio da tempestado que agita o occidente,
seno este brado: Irisen, que recorda
aqueles que outr'ora se ouviam em Franca:
a Lambcssa a Cayenna I
< Consinte que desde j.1 defina algu is
portas. A meu \r, a presente guerra
a consequencia necessaria e f panha do 1866 ; creio taraban que tanto de
om como de ontro lado do Rheno, a tica
vam ha multo tempo. Em Pars, cpne cm
Berlin, proctirou-se d-sde !866 a 1870, ex
cita-la e nao apazigaa-la: no Oeste, um
grande apparato scenico, e no Leste, orna
decor3Co, sem ruido, mas cora igual im-
pulso. Toda> as intrigas destes olimos
annos s tiveram um fim o urna razio de
ser : arranjar a bagatella da Porta, deitar
conta do visioho a responsabilidade do
evento. Mr. de Bismark dea um golpe de
mestre, sabendo demittir de si es--a respon-
sabilidade ; e nesle ponto devo curvar a ca-
beca ante a sua agudeza. E certo todava
que elle tinha a vantagam de poder esperar,
emquanto Luz Napoleo nao poda e-perar
tendo a revoluco atraz de si. Fosso ou
n3o decidida a guerra, o anno de 187 j
nSo devia ver o imperio as Tuloerias.
Confesso que a dec'araco de guerra me
caosou profundo espanto. Achava-me ento
nos Alpes cehtraes, na mais encantadora
vivenda. Eslava absolutamente convencido
que todo o alarde imperial, e os seos ar-
mamentos n3o deviam servir senSo para e1.-
conder as delapi taces do governo. "No
lempo de Luiz Felippe tiveram os vermes
esse encargo ; todos se recordam da-
qaelles famosos vermes roedores, a cojos
tragaos nos n vios, se atlribuirara to las as
djspezas secretas do estado:mas como
sob o imperio todos s vermes da torra nao
bastar iara para elucidar a ituacSo financeira,
por isso com razo se punbam em movi-
mento as velbas espadas, os grandes fusis,
e as grossas pecas, apenas para fazer alguna
raido em torno dos orcanentos om apertos,
e procurar assim algunas corapensaces
novas. As prenissas do meo raciocinio
eran jastficada: nao o foi a ambicia a
guerra foi declarada.
Hontem recebemos carta do meu hospede
que accumula as suas funeces com as de
capitao na milicia suissa. Fostes previ-
c dente, diz-me elle, peosan Jo que a Franca
t ira debaixo : teoho-me lembrado ocuita*
vezes do vosso prognoslico. Conservo
esta carta. Era com effeito, evidente para
mim, desde o principio, que em face d'uma
guerra 13o frivola, e 13o desastradamente
empenhada, toda a A lemanha entrara na
lata, e que, mesmo no Sul, ninguem poda-
ra ficar neatral; o sentimento nacional es-
lava justamente irritado.
dinaco.
Assim Bismark, isto a Ailemanha,
quer a Alsacia ata aos Vosges, urna paite
da Lorena, eMetz, como praca central. as
suas circulares f rmalmente declarou que
tal o fim, pelo qual combtenos. Os mo-
tivos sao da diversa natureza, e vamos ex-
amina-Ios.
Primeiro, as fronteiras naluraes Mu-
la gente confunde estas com as fronteiras
nacionaes; chamamos naturacs s aquellas
que resaltara da configuracao territorial.
Os rios separamo, os vales e as montanhas
unem, dizem os Francezes; os ros unem,
os vales e as vertenles separam, dizem os
Allem3es. Quem tem razo ? Gritara con-
tra os Francezes na Al emanha, porque elles
reclamam o Rheno, titulo do fronleira na-
tural ; e sem tomar o folego, logo regritam
para reclamar as fronteiras naturaes da Ai-
lemanha. Julgando indigoo, abominavel
qae a Franca ouse por os olhos no Rheno,
espantara-se d* que os fanfarrees francezes
n3o queiram conceder os Vosges aos nos-
sos concidadSos. Tenho bera presente um
artigo do B/eckh fXorso tempo, 15 de se-
tembro), que trata a quesio
Mas depois de o ter estudado a fundo,
ficamos 13o orientados como no pricipios:
urna carta ethnograpbica, e orna carta phy-
sica, collcadas ao lado urna da outra, nao
nos apresentam seno relacoes muito remo-
tas, e pelo contrario mostram-nos que os
povos, os animaes e as plantas (e ha ahi
inlimas relacoes) foram iodifferentes, na
sua propagado, aos ros e s serras.
Urnas vezes <$ povos dilatam-se em
zigzags pelas duas margens de om rio,
outras vezas habitara as duas vertentes das
mais elevadas serras dos Alpes, por exera-
ph ; outras vezes separam-se uos dos ou-
tro* por meio de ros; outras vezes, final-
mente, o que se v com mais fraquencia,
xompartilbam as torrentes dos rios, habi-
tando, uns na sua origen, outros na foz.
O Danubio, t(ua antas de desaguar no mar,
encontra as soas margens alienases, hun
garos, slavos e ronmanos; o Rhodano, que
atravessa provincias alleroSs francezas e
pro?encaes, diran urna prova sofficiente.
Os vasconcos demoran nos Pyreneos era
lodos os rios qne ahi ton as suas origens;
e porventnra tolos essss rios n3o banbam
outros paizes ? E recorrendo a ouiro exem-
plo de men r importancia: em Firburgo, a
cidade alta franceza, a cidade baixa al
lema t Acceitando e%la theoria dos rios
entraramos nos principios invasores de Na
poleSo I; a theona das vertentet para nad
poderia servir-nos, logo que chegassemos
ou ao extremo norte ou ao externo sul
dos Vosges; as duas thedrias combinadas
attribuinam a Bohemia aos tchequiss, o
Oderan, o Vstula aos slavos. E' verdade,
Isto desde a Alsa-
ti al ao Dannbio f mas no para tem.
f Vamos agora s couidercfes estrat-
gicas, e aqai sera Motke o oracolo. Aqu
vata a pello as grandes tiradas acerca de
Strasburgo e Metz, cidades fortes, portas
abertas, centros de ataque, etc., con as
suas pe sienes de flanco, e todo o mais ac-
cess.,rio.
N3o sou estratgico ; mas, en tenpo,
li o ouvi dizer tantas cousas sobre as fa-
>a)s: posices de flanco eo qoadrilalero
de Venan i, a chave da Ailemanha, como
ento Ihe chamavam (lado isso disspoa-se
como fumo) qae acabei por acreditar qae
as consideraces estratgicas sao cono a
sabedora divina, superiores razSo bana-
na, e que poderiam. encaslcllando se ana,
na a outras, levar-nos a azer o giro do
globo. J o dsse n'outra parte, esta porta
aborta sobre o Rheno dixaria de ser om
parigo se n3o fosse fortificada, *e se Stras-
burgo, Maz, Phalsburgo e todas essas pra-
Cas do mesmo modelo fossem de ama vez
arrasadas em virtade de um tratado de paz
os francezas nao se lembrariam mais de as
restaurar em face da.um vsinho forte e
desconfiado, assim cono nio restauraran
as fortalezas desmanteladas em virtude do
tratado de Pars, quando nao tinham a te-
mer se seno de urna, couederacio dbil e
mal unida. Este desmanteiameuto seria,
ua minha opino, a melhor garanta da. fu-
tura paz. Porque embora a Franca tivesse
esse estimulo guerreiro, que se compra-
zem de Ihe altribuir, pensara muito, antes
de expr provincia ricas e desarmadas a
urna oceupaco uolenta.
Resiam as consideraces histricas, e
todos os professores de historia tomaran a
penna para nos demonstrar que os habi-
tantes da Alsacia e da Lorena sio aHemSes,
que o propro paz foi allera3o. e que por
mdignid.de f i separado da rai patita. Tu-
do isto verdade ; mas quando se falla em
justica. nos assumptos histricos, mister
comecar por applicar a si proprio os. prin-
cipios.
Os francezes tomaramnosterritorios a
oeste, nos conquistamos territorios a leste,
e bs mantemos os districtos do Schles-
wig-Norte n s lacos da confederac3o do
norte, com desprezo de tratados solemne-
mente jurados, com desprezo da nossa pa-
lavra, contra a vontade da populacho, qoe,
lodos os annos, protesta pela voz dos seus
representantes E dos leoabramo-raoe de
fallar em juslica histrica! Oosso desculpar
a forca quando procede por necessidade ;
mas qoando se envolve n'esse manto bypo-
cripta, e pretende fazer accreditar ao mundo
que obedece a leis de civilisacSo, inspira-me
horror.
< Sou contra a annevaco, porque se nao
pode allegar nenhum motivo raciona* a sea
favor, porque n3o reconheco o dimito de
conquista, isto o roubo a m5o armada,
finalmente, porqoe os pro ario cooselhos da
prudencia e da cordura a con lemnam.
a Eu nao admitto os ar^nmeotos france-
zes. Ea oo considero sagrado o solo da
Franca; nao p -sso comprebender que a
honra da Franca esteja irrev -gavelmente
ligada a posse da Alsacia, e menos ainda
admita que a perda d esse territorio faca
passar a Franca a potencia de segunda or-
den. Sao oxageraces, e Bismark tem
toda a raz3o, quando Ihe prova, em face,
dos algaiisraos, que essa perda esla mais
que compensada con a acqoi>ico de Nica e
da Sabova. E se assim, tambem nao
vejo a razo porque, sem cessar, nos repe-
tera enlre nos, qae a perda da Alsacia en-
fraqueceria bastante a Franca, para assegu-
rar a paz no futuro. Dizem-nos tambem
que a ann*xac5o proteg'ra melhor a fron-
leira alli-m.1; n3o se considera a Alsacia
annexada como pertencente a patria allema.'
Nao seria mister protege-la ? Ou qnerero
ter urna dupllce fronleira ? l'ma metade
allema os Vorgcs. e a outra c impletamen-
le allem.l uo Rheno ?
< Sou contra a annexaco, porque con-
traria ;i expressa vontade da populago.
< Sei que zumbar jo do mim : dizem-nos
que em menos de dez annus os alsacios
ser3o bonsallemiie;-, como hoje s3o bons
francezes.
Bom contentes Scariam do aciiar vesti-
gios entro elles da sympatnias poltica a fa-
vor da Allomanha. Tera-se feito bastante sin-
dagaces a esse respeito: eu proprio rece-
bi as ferias de 186o" a visita de pessoas
que nao se defendan absolutamente de ter
a missao de sondar as dispostces dos alsa-
cios : negavam se a acred lar que a conser-
vaco fiel da lingua e dos costme < alle-
mes se tenha concillado com urna absoluta
de.licaco Franja, dedicaco cuja sinceri-
dade. ou, que conhecia o paiz e a popula-
Cao sustentava. E todava assim; o exer-
cito e a administra.'Ho provisoria desde ago-
ra deven estar disso bem coovencidos. Rec-
usando annexaces, Luiz Napoleo atlendia,
na apparencia pelo menos, s exigencias da
noisa poca, que nao v j nos povos re-
banos, de que os soberanos pela graca de
Deus poden dispar a seu sabor: mas no
presente caso recorre-se s forca brutal
quo se assonhoreia do estabulo e do reba-
nho.
Sei que o plebiscito {dos saboyardos
era apenas comedia napolenica, e eu posso
sbelo melhor do que ninguem, porque em
Genebra cstavamos em posico de ver de
perto todo o apparato da peca; mas esla
comedia era urna coocess3o feita aoe direi-
tos dos povos.
Eu na concebo como aquelle que calca
aos ps este direito na Alsacia, poesa pas-
sar a margem direiio do Rheno e dizer :
" O povo tem tambem o direito de se pro-
nunciar sobre os seos deslios. >
Diz-se que ama parte nao ten o direi-
to de se por em desaccordo com o todo, e
cila-se a este respeito a dissideocia na Ame-
rica do Norte.
O caso por ven tora o mesmo ? A ni-
nha nu nao tem o direito de se separar
do meu corpo, e ainda menos um terceiro
poderia ter o direito do corlar a minha mo
contra a sua vontade se tivesse querer.
Mas anda abstrahindo do direito da
naco de dispor da sua sorte, principio qoe
ea considero como supremo e primando
sobre todos, a annexaco a meu ver, om
acto imprudente, impoltico e ale insensato.
Nos impomonos a carga de um milho de
homens recalcitrantes, aos quaes lo pode-
mos conceder a liberdade, a jiikh. liberda-
de, qua osdeixaraa -a Cmfekaracio do
Norte o o estado federal alltmio.
(Cmlinuar-M-ha).
TYP. DODARlO-*aUA \*j DU ..
!
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I


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