Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12274


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Full Text
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!
^m
km XLVI. NUMERO 270.
\


PABA A CAPITAL Z liCAMS OIDE IA0 SE PACA MU.
?or tres mezes adiantados..... ,.__.
triis diloatiju.......'"........... W
Por.u auno feoi................-....... ,2#*
"JMia loumerw avulso. ............ 24*000
................. 380
DOMINGO 27 DE NOVEMBRO DE 1870,
PA1A UmO E F01A DA PIOTOTCIA.
Por tres rwsi adalados..... **,
Por aeis ditos idem.........*......... J tJfCOO
.' / aono
. 271000
Por nove ditos dem
Por do iM dem
'........
**
DE PERMMBIM
Propriedade de Kanoel Rgueira de Faria & Fhos.
?O AfiBini:
0. 8. Gerardo Antonio^, ^ ; ^ d ft no ; ^ fc ^ 00 ^ ; ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^
fere.ra d Almeida, em Mamangnape; Antn AJexdrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos* Gome, na Tifia da Penba; Belarmino dos Santo BoJcSo, em Santo Anta 9 Domingos As da Costa- Brag,
____________ Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martios A!vm, m Babia ; e Jos ftibeiro Gasparrho no Rio de Janeiro.
PABTE OFHCIE.
U tveruo di provine]*
i (tatmis a da 23 os
Acto:
Novsunno de 1870.
O presdeme da provincia, attendeodo ao que
r"'uereu a pWiVssera publica .la cadeira da villa
de Salgueiro, Luiosa Silwira da Jliveira c Silva,
tend em vista infonnaeio do director geral
<1a tiislrucc.V. publica de Si d> crranle, s..b'n.
16? res uve, de conformidad-! com u art. 23 di
L'. n. 593, de 13 da maio di I8di, removel-a da
a pella cadeira para a de Qiipap, creia pela
i o. 831, de 2 da maio de 1868.
k.:oedtram-se as necesarias commuuicagoes.
O presidente da provincia, attendeodo ao que
i'liaran o bacharel Mnual dos Anjos Barras,
ii i Municipal de orplw Jo lorraj da Ingazai-
r:i. resol ve concedar-llie tras meses do licenga,
senda un com ordmado, na forma da lei, e dous
sera elle, para tratar da sua saile.
O presi |<*nie provincia, attendando ao que
T-'inereu francisco Moda Binos Jnior, resolve
conceder Ihe permiss.o para embarcar no vapor
da ompanhia Pornainlracana, oni destino ao pre
ido de Fernando de .Nironha, o genero ) con=-
lao.t.-'s la relajia junta, assignada pelo secretario
da presidencia, nao podando, porm, elTectuar o
desembarque ion rae-rau gneros,"san que por
paita do commaiidanti! di dito presidio ;e proceda
a exime, afim de verilkar se ha aguardante, ou
". oualquer bebida espirituosa.
nmeedeu-se igual permiislo a Pocas 4c C.
OtJROS :
Ai Exm. presiente ila Matt o-Grosso, aesu-
s iJ) a reeepgao do o llcij em que participou lia-
ver prestado juramento e entrado no exercieio dos
cargos de presidente e commandante das armas
la aquella provincia.
Ao general cotnman Jante das armas, trans-
migrado os papis, relativos ao pagamento de
"aocimentos, qae peda o soldado reformado do
exercito, Jos Antonio Ja Faria, adra de que, na
forma do final da informiglo da repartirlo liscal
do ministerio da guerra, sajam enviadas ao cont-
ra andante do 9o bmllio de infamara, por onde
deve ser processado o competente titulo de divida,
que ficar averba lo nos assentament >s do referido
sida 4o.
Ao mosmo, enviando, para os os convenien-
te, a g.iia ao soldado Antonio Soares da Motta, a
qu I (m remedida, pala reparti* do ajudanle-ge-
nera!.
Ao masmo, eommanicinJo que, segando
consta de anso do rami leo da guerra de li do
inte, Aira in.oiead > para o luar da ajudanti
de ordeos da prasidencia Jo Piauhy o capito de
.. ii-ao, Francisco d; Paula da Albuquerjue
Mirar.'v.o. i|e,e saacha servinlo no batalnao de
rotulara.
Ao inspector d. ihesouraria de fazenda,
uacimittindo, para os lins convenientes, oito or-
deas do thesouro nacional, sob ns. 206 e 208 a
21V bem como docs oficios da directora geral
das reodas publicas ; datados de 7 e U do uor-
i eale.
Ao oesmo declarando, para os devidos fins,
que, segundo coosla do aviso do ministerio da fa-
tena de 16 do crrante, na mesma data, man-
dou&e addir a tltasoutaria da fazenda da provin-
cia de S. Pailro, ata nova ordem, o 2 oscriptura
rio J iao Jos Anselmo Tavares.
Ao mesmo, remcitonda, para os Iin3 conve-
nieaJei. os ttulos dos juizes de direit> da comar-
ca da (toa vista e municpaes para os termos do
Bonito e Tacaraui, hachareis Miguel Gincalves
Lima, Jo Francisco de Ga Gavalcinte e Aus-
.10 Correia de Craslo.
Ao mesmo, transmitiindo, para 03 deviios
Has, o titulo da nomeaco Hearique Daocleciano
Tavares dos Saato3 para o lugar de commandante
i gardas da alfaal.'ga dcsta capital.
Ao inspector da tliesiurarra provincial, auto-
ri ando-o a mandar entregar ao padre Florencio
Xavier Das de Aibuqaerque aquantia de 1.701 i
rs. que se achaem deposito, provanionte do bene-
0 :to da 5.' parte d lotera extrahlda a favor das
obras d i racolhimento do Sanlissimo Coraeo de
Jess da Villa de (guarass, ama vez que elle
pre*te tlaoca idnea, e prove ser o administrador
dV|tielle racolhimento.
Ao mesmo, para mandar entregar ao the-
oareiro Ja reparliifao das obras publicas a quan-
lia de 2o0S rs. que fui o chafe daquella repart
rao autonsado a despender com a solemnidade
da cojcaco da Ia pedi'a do edificio, destinado
o pa* i! assembla legislativa provincial.
/irr.municou-se ao referido chafe.
Ao mesmo, mandando pagar pc-soa que
>e xostnr autorisada a importancia de um relo-
i i que a directora geral da iostraeco publica
mandou fornecer a 5" cadeira para o sexo feraini-
no da freguezia 1a Boa-vista nssta cidade.
tnieron-se ao director guan.
Ao inspector d) arsenal de marinha, para
1 ie, em cuinprmanto ao aviso do ministerio da
i% cultura de 31 de outubro ultimo, fara colher
e remetta_ a presidencia, amostras de madeiras de
constraecia civil e naval, as quaes devem vir
eimpanhadasde isclaracimentos sobre sua altu-
r. dimetro, applicacao, quaniilade, valor, ex-
icio eic, sendo para desejar qug com essas
.amostras venham raminhos das arvores, seccas
. previamente ao sol, mas cobertas de algnmas flo-
re? ou frutos.
.\o mesmo sentido odlrou-se ao capito do
porto.
Ao director do arsenal de guerra, transmit-
iindo para os devidos lins, dous conhecimentos dos
efigos de fardamento e instrumentos para a mu-
sica do 9.' batalhao de iofantaria, os quaes foram
remettdos pelo arsenal de guerra da corte.
Ao mesmo. para mandar fornecer ao corpo
da polica os objectos constantes dos du< inclusos
pedidos.
Expedram-se as necessarias commuaicaedes.
Ao commandante do corpo de polica, 'remet-
iendo o proceaso do conselho da disciplina, a que
foi snbmettido o soldado Jos Francisco Correia,
afra da que tenha execncio a sentenca nelle pro-
ferida pela junta de ultima Instancia.
Ao juiz de direilo da comarea do Bonito,
i i j de que devolva o mais breve pos-ivel, compe-
tentemente informada a petigao de graca do sen-
tenciado Manoel Perrelra de Carvalho Ralalam,
dando as razes por que nSo o fez at esta data.
Ao inspector da saude da porto, approvan-
do A deliberaco, que tomiu.'da mandar despedir
o servente do lazareto da ilha do Pina, cumprindo
que informa sa convem tambera snpprmir o logar
da oordonao, nomeand >-se am simples guarda com
a gratiieacao de 5000 meaaaes.
Ao engenheiro enorregado das obras ge-
raes, mandando sobr'estar nos trabalhos do con-
cern eaeetado no lazareto do Pina, a recommen-
diado que aprsente com toda a tjrgencia um or-
namento das obras necessarias, para, qae aquello
edificio iqua recorwiruido com a precisa sega-
ranea
Gommuncou-se ao inspector da saude do por-
to.
Portaras:
cmara municipal da Floresta, dizendo que
poda mandar fazer, se nao exceder de 60J00Q, a
grade de pao qae torna-se precisa em ama das
janellas da easa, que serve de prisao, e qnanto a
coostracco o telheiro para abrigar do sol e cha-
va os concurrentes a faira d'amiella villa, peca em
lempo o competente crdito assembla legislati-
va provincial.
=> A cmara municipal da villa do Cabo, de-
clarando que approva a arremataco dos impos-
tas, constantes do termo de contrato, que remet-
an por copia.
Aos agentes da companhla Brasileira de pa-
quetes a vapor, mandando dar passagem para a
orle, p<*r conla do ministerio da guerra, a fami-
lia do alfercs d) 7." batalhao de infantaria, Auto-
sno Ilenriques da Fonceca Jnior, composta de
ui mulher e um (libo de idade de 12 asnos.
Despachos:
Bacharel Bellarmioo Parelra de Olveira.En-
camitihe-se.
Clementino Alves de Aguiar.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Padre Flrrenclo Xavier Dias de Albuquerque.
Dirjase thesouraa provincial.
Paire Galdno Firmo da Silveira Cavalcante.
Por ora nao tem lugar o que reqner.
Jos Augusto de Aranjo.A' visu das ioforraa-
edas nio tem logar o que requer.
Jos Joaquim Coelho.Dirija-se a repartilo do
correio, para onda foi reraetti lo o requerimento
a que al lude.
Josopha Maria do Espirito-Santo.Informe com
urgencia o Sr. capito do porto.
Joaquim Rodrigues Maia de Olveira. Passe
portara
O Exm. Sr. Dr. Manoel do Reg Barro Souza
Leo.Dirija se o supphcante a thesouraria de
fazenda.
Mathias Antonio de Souza.Informe com ur-
gencia o Sr. Dr. chefa de polica.
Maria do Carmo Xavier.Informe o Sr. Dr.
chefa de polica.
Rachef Adolpha Cavalcante Ferrera. Concedo
com ordenado a licenca rejuerlda do dia em que
a supplicante deixou o exercicio.
A mesma.Informe o Sr. Dr. director geral da
iiisiruccao pnblica.
L liosa Silvina de Olveira e Silva.Passe por-
tara removendo a supplicante pan a cadeira de
Quipap.
Vicente Ferreira Nunes de Paula.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
municipio de Goyanna.
Bacharel Austerliano Correia de Castro.Enea-
minhe-se.
Copia.N. 169.Illm. e Exm. Sr Conclui-
rn)-se os processos de investigaejio a que man-
4ei proceder acerca das desagrada veis oceorren-
cas qae se deram nos das i e o daste mez, men-
cionadas no offlcio que a V. Exc. enderece a 7,
sob n. 115.
Quanto a< oceorrencias do dia i, o conselho em
seu parecer julgou provadas as parta; isto que
sobre o alfares do 2* batalhao de iofantaria Franc-
oln Benjamim Fernandos de atoraes, resaba a
culpabihdade, de estando de guarda na iResonra-
ra de fazenda, castigar a seu arbitrio cora cm
coenta espalde.rdas, o calceta em servico no For-
te do Buraco, Luiz Antonio da Silva, e de mandar
carregar a bayoneta o povo qoe allluia ao lugar
do c istigo com os gritos da victima, a quo repro-
vava o acto, e quanlo o do dia 5, o conselho ero
seu parecer julgou provado : que o an-pecada
Manoel ferreira da Silva, e soldado Nicolao P'ioto
de Squeira, ambos do 9 batalhao, guardas do
calceta Vicente Jos d'Annuociaijo, consentiram
que este era vez de se oceupar da3 compras, im
para que sahira do quartel, se dirigisse para a
casa de Luiza Mara Dulteria (amazia que foi do
calceta) mjradora ha pouca distancia da casa de
delencao, e a obrigasse a fazer o jantar, sendo que
para isso o calceta atompaohado somente pelo
aopecada, sahira para fazer as compras, deixan-
do na casa da mencionada Dulteria o soldado Pin-
to, talvez para evitar que ella sahisse, que quando
a mulher tratava de preparar a comida, entraram
na casa o soldado de polica Manoel JoSo, que dis-
se ser o dono dalla,e um outio compaoheiro, am-
bos armados ; que estranhando o soldado Manoel
Joo o procedimento do calceta, lravaram-se de
nade*, resultando o ferimento grave de don po-
liciaes, pratieadus com a bayoneta que o calceta
logrou tomar de um delle, sem que no conflicto
|ue foi rpido, os guardas podessera obstar seme-
Ihantes ferimenios, que ? depois que o- policiaes
armados que comparaceram no lugar do mesmo
conflicto se reliraram, poderam os guardas tomar
a bayoneta e um sabr bayoneta, que o calceta
lomara dos policiaes, que trataram inmediatamen-
te de conduzir o preso assim desarmado para o
quartel se bem que acompanhado de varios poli-
ciaes armado; que exigiram a entrega do preso,
os quaes se dispersaram ao chegar no quartel ao
bracio das armas da sentinella do portao.
Pelo fado mencionado em primeiro lugar, vou
mandar subraetter a julgamento em conselho de
guerra o alferes Maraes, e pelo segundo, era vista
do parecer do conselho, tomei nesta dala a delibe-
raco de mandar punir correcionalmente os guar-
das do calceta Annuneiacao, a saber : o anspeca-
da. privado do posto, impondo-lhe mais um mez
de prisao, fazendo durante ella quatro jejuns e
tres guardas em dias alternados, ao soldado im-
pon o-lhe lambem um mez de prisao, fazendo
quatro jejuns em das alternados e carregar de
armas por seis consecutivos.
Eis o que se me offero e communcar a V. Exc.
sobre o assumpto.
Deas guarde a V. Exc. Quartel general do
eommando das rmas de Pernambueo, 21 de no-
vembro de 1870. Illm. e Exm. Sr. conselheiro
Dogo Velho r.avalcante de Albuquerque, presi-
dente da provincia Barao de S. Borja, raarechar
de campo.
Strasburgo lucta lunnte d>us raer.es de heroica
defeza, e nao enontra a Pranga, am puohul i de
horneas de corado, que temom dar-lhe auxilia, e
ajnda-la aquabrar o cerco qae a opprime.
Soissoos, Tonl, Hon, e taitas outras pracaa,
luctam, soffrem o horrores da fama, da alta de
munijciej, e os estragos prodazidos p)r iocassaates
bombardeameato, mas entregues aos seos mes-
quinhos recarsos vem-se na necessiJale de cap-
tularem. aceitando as mais humiliatorias con-
dicoes.
Bazaine cercado de encontr a Metz, resiste dous
mezes, e depois de algumas tentativas aeeit* as pe-
nos as conaic5e3 de. Sedan, ingloriamenta, sem
combate, nem tentar um derradeiro Mfareg ; mas
lambem, sem que durante estes I ingas dias am
corpo fraocez vies3e inqoietnr o sitiadores, e se-
cundar as sortidas tonudas por aquella general.
Na no*sa anterior revista tintura )* previsto a
impossiilldade, que enconlrava o exereilo de Ba-
zaine da tentar seriamente romper as linhas pras-
sianas, quando este movimento nao fsse secan
dado por'um forte corpo de exercito que do outro
lado protegesse a retrala, que de outro modo ti-
nha de ser mortfera e infructfera I
IIaveria porm iranio da parte de Bazaine ?
Gambatta annuncando no da .30 a capitulaeao
de Metz, dizia :
O general com que a Franca contava, apezar
da campanha do Mxico, offendendo a honra do
exerciio, de que tintn a guarda, enlregou, sem
tentar sequer un esforc supremo, cemmil lio-
men?, vinte mil feridos, espingardas, cantos-,
bandeiras, e a rajis valente cidadella daFranga I
Para tal crirae nao tem a jastica puuicSo con
digna ,
Gimbetta termina a pr.iclamafiSo com estas pa-
lavras :
Estamos promptos para os ltimos sacrificios
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 27 DE NOVEMBRO DE 1870.
Noticias da Earopa.
Chegon hontem pela manhaa o vapor inglez
Humboldt, trazendo datas de Liverpool at 5 e de
Lisboa at 10 do crrante. Eis as n-ticias :
GUKRBA FRANCO PRUSSIANA.
.Penosamente affectados com a inaudita e ina-
creditavel rendicio de Metz, teem os espiritos p-
blicos divagadado em basca dos verladeiros moti-
vos d'aquella profunda brecha que a Fringa aca-
ba de solTrer.
A entrega de am exercito de 173 mil homens,
apoiados n'uraa forte praca de guerra, tendo na
sua frente ara exercito Invasor de duzentos.mil
homen3, em paiz estranho, cercados de dilculJa-
des as suas eorarnunicaco'es e no sea municia-
mento, uro. faci aaico na historia das nac/Jes, e
veio estabelecer o parellelo cora a tremenda e luc-
tuosa catastropbe de Sedan, onde parejea o Impe-
rio francez I
Era preseoca d'estes acontecimeato3, vemos a
incrivel indifferenca do povo francas, que se nao
levanta, como am so hornero, para fazer cessar a
serle de horrores de qoe a so patria tem sido e
contina a ser tbeatro ; nio sa levanta o povo
francez para defender os seas lares, para defender
a familia inmolada s cruesas e ferocidade de
orna soldadesca infreoe, que em ludo encentra
pretextos para represalias a castigo ; nao se levan-
ta o povo francs, para defender a soa b'andeira.
para defeader o su bro a a sua honra acola-
dos com tito conijjmaj capitularen!
em fice do inmigo qae tuda favorece. Juramos
nao nos rndennos. A nossa causa a da justica
e do direito. Provemos por actos qae queremos,*e
que podemos por nos mesmos miniar a honra, a
independencia e a integridade da Franca !
Viva a Franca I Viva a repblica urna e indi
visivel !
Urna grande parte da imprensa europea, falla no
mesmo sentido, e publica pormenores, e junta do-
cumentos em favor daaccusacSo ao general com ,
mandante do exercito de Metz.
Com pasmo recebem os republicanos a noticia
de que o genera encarregado da negociaco de-
finitiva da eapitalaeao fra o respeitavel anclo, o
antigo republicano Changarnier.
As ultimas noticias publicadas pelos jomaos
afTeicoados aogveroo imperial, sioas seguales :
Xa praca nao havia abundancia de rranti-
meatos e de municao, e se esnsderarmos o gran-
de numero de pessoas qae se ontavam tanto no
exercito que acampa va fra dos muros de Metz
como na gnarnicao d'aquella importante praca.g Ja
no comeco de outubro a silaacao era orRicaj e no
lia lo o general Coffloiros, cooimandante da
praca, diriga a raumeipalidaV, orna Mieitaeio
pelos seotimentos patriticos da pipulacao, e pro
mettia que se f tria o que fosse humanamente pos-
sivel e aecrescentava :
Ma. para chegar a este resultado, necessila-
se a reflexaoque convm a homens enrgicamente
resolutos, evitando doelamaeds matis, conser-
vando estreita uniao e sobretddo abstenco de po
litici porque a poltica tem urna Influencia dissol
vent e fatal.
Existe hoje um governo de fado en Franca
que se chama da defeza nacional, e necessario
reconhecer esse governo em quanto esperamos as
resolucoes que tome o parlamento chamado a com-
lituiro paiz. Entretanto que o nosso grito de uniao
seja o de : Viva a Frao?a I.
Dizeis-me, Sr. maire, que os habitantes de
Metz souberam com dolorosa sorpreza que os re-
cursos de vveres eram limitadsimos.
i De va prever-se isto, attendendo a que a pra
ea de Metz tem tido que sustentar durante dous
mezas de sitio urna populacao civil e militar de
230,000 homens.
Por isto se hao reduzido as racoes de exereilo
e lomado quaotas medidas exigia a carencia de
da alimentos. E' inntil hoje recriminar sobre o
passiido. Vejamos com valor a silaacao tal qnal
e sofframos as conseqnencias com energa para
tirar o raelhor parido possivel.,
Comecaram-se, pois, a adoptar providencias
extremas rednzindo todas as meias ragoes, e mis-
turando no fabrico do pao o trigo com oatras fa-
rinhas.
No dia 30 o general Colflnires participou ao
general Basaine que Ihe nao poJia subministrar
maw provis5es, pois s Ihj resiavam algnraa;
para sustentar a guarnicao durante algflmas se-
mana-.
0 general em chele promrou am meio estrat-
gico para salvor a praca.
Como a este tempo as desercoes ja eram muitas
e repelidas ordeoou que cessasse o conflicto en-
tre as avanzadas e planeoa dissolver o sea exer-
cito esfomeado, fazendo-o marchar em grupos de
10 a 20 homens, como que passando-se ao in-
migo.
Os alleraaes, porm, conhecendo o estratagema,
repelliram estes grupos.
Na noite de 2i o exercito alienlo teve noticia
de que os francezes am fazer urna irrupg em
massa sobre as posices de Gravelotte; o pao
era simples, rni sorprendiam o nimigo eatravessa-
vara as linhas, ou se entregavam prisioneros de
guerra, livrando da tome a primitiva gnarnicao
da praca que poda prolongar a sua resistencia.
O principe Frederico Carlos, que ja se havia ne-
gado a receber prisioneiro o exercito de Bazaine,
sem a rendicao da praca, fez preparar exercito
em ordem de batalha, para repellir o ataque, dis
pon do-se que se nao fizesse prisioneiro algara,
mas que forcassera os francezes a voltar aos seus
eoinncheiramentos. ,
No dia 25 Bazaine e Cefflnires reconheceram
que a resistencia de Metz por poucas semanas nao
valia o sacrificio de ver raorrer de fc - feridos e enfermos e que de mais a mais o exer-
cito nao tinha mun$des de guerra e de bocea para
urna marcha forcada sob o fogo e perseguirlo
iuimiga, se acaso conseguisse romper a linha e
procurar inlernar-se no Laxemourgo, onde depo-
ria as armas.
O general Boyer foi enlao de novo enviado
cerno parlamentario ao principe Frederico Carlos,
que dea ordem ao exercito ailemo j em ordem
de batalha, de retirar para quarte s.
O velho general Changsmler, o republicano,
nimigo do imperio, que aecudira na hora da lacla
a pelejar com o imperio pela Franca recebeu or-
dens pira negociar a eapitulacao.
Nem Bataine, nem Canrobers, nem Lebreuf
quzeram encarregar se de lio delicada e esp'mho-
sa mismito.
Ao principio quena o prncipe Frederico Carlos
ojie as condicooes fossera as mesmas que as de
Sedan, depois de muitas horas de conferencia, te-
legrapharara para Verstiles, e o rei Guilherme,
de accordo com Moltke e Bismark atlenuoa alga-
mas das estipulaoes.
No dia soguinte realisou-se a rendicao da
prara fleando prisionairos 173:000 homeojt, dos
riaJwSrS" **' acaB'loem Me,z e no Mo,e,le
l>estacaram-se tambera forgas para ref*rcar os
exercitos de Vm.ler-Tann de Warder, e do duque
de MackJembargo.
O geaeril Btzaine tinha outro plano que nao
pOJe por em ewcocio, e para isso enviara Boyer
com permissao do quartel general ailemo, confe-
renciar com a iroperatriz Eugenia. Diz se qnea
pretenda que a impsratriz viesse a Franra a ne-
S''*?/.? .a *r- *iwii cura cesi5 <>8 territorio
Brmittmdo-sa nestes temos que o exercito de
stz passasse para o Sul ia Pranta.
i^odia 3Lhouve graves desordens era Pars, o
partido repblica- vermeldo prendeu Trocha, e
os ndhistros que foram depis soltos pela guarda
nacional. v
O prefeito da polica o Sr. Adam pedia a sua
aemusao e M substituido palo advo.ado Cresson.
U HippH annuncia a demissao de Rochefort por
desaccord.) com os seas callosas n questo das
Hlaicoes muocipaes. foram dtroiltidos mas cinco
chelas de batalhoas du guarda nacional.
Urna carta de Ferry desment enrgicamente a
asserco de ter elle transigido cvn os autores da
edigao da 31, e qualiflva os actos d'ella de gro-
tescos e sedicioso*.
~.0 governo prussiano propoi nm armsticio de
a-o das tendo por b ise o stit't quo poden lo Paris
ser abastecido durante a suspenco de anuas de
todas .as toras de maoimeiitimeatos excapco
Jas raaiiiues de guerra, devendo oesie interva'llo
serem eleitos os consntulotes e organisado um go-
varnj legal em Fringa, cora quem a Allemanha
podesse tratar da paz:
Da votacio eram excluidas a Aljacia e a Lora-
na, ou admitirlas a votar com restrgoes taes,
ue eiaivahain a consagra?!) do priacipio da
Ao regente de Hespanha foi drigida urna re-
preseotacao pedindo o indulto a favor de dous
carlista sentenceados morte pelo conselho de
guerra. A supplica- asignadas por senfcoras das
povoacces prximas a S: Sebastiie desta cktade.
A redaefora da .supplica a celebre poetisa D.
Carolina Coronado. Os condemnados sneo tmeo
administracSes qrje o bavio precedido-, e que t-
ohain feto largas ecoBomas.
f Qoe folgava-de nesn occasio dar tretemonn
dos b-oos servico- prestado por ess'as admoistra-
coes e de manifestar a firme resolucao em qoe o
govero eslava de contitmar nesse mesmo cami
nho;
t^S^!t^J^^^K ^^^l^e^astqu^:^0
Apolinario, e o soldado desertor do regmerwo de
penta de territorio.
"s membros da defesa nacional nao querem to-
mar a rusponsabilidade do armsticio antes de
saber se Paris eslava ou nao disposto a apoiar o
governo da dnfata nacional.
m despacho das agencias Ha vas de 5, diz que
nesse da se proceder em Paris votaco e que
dos resultados conhecidos nos escrutinios ex-
cepgao de tres districtos davam 49000 nao con-
tra ii?sim; ignorara-se porn os termos pre-
cisos em que tal votac.ao.foi formulada, mas snp-
poe-se qae o nfto corresponde i regeico do ar-
msticio.
Esta opnlao fnndamenta-se as dsposicS;s bel-
licosas e intransigentes, que segundo dizem as
noticias de Pars, animara a popularlo d'aquella
cidad.
Os ltimos telegrammaa de Londres sio de 7, e
dizem que na vespera haviam terminado definiti-
vamente, mas sem resultado, as negociacoes para
fixar o armsticio; que as prelencoes dos doas
beiligerantes provam qae esli abslalameote ir-
reconciliava> ; que o Sr. Tliiers recebera nslrnc-
cdos do governo da defeza nacional, para deixar
o quartel general allemio : que os ministros
francezes haviam declarado qae poltica do go-
verao era sempre a mesma, e que haviam da ficar
fiis ao seu principio, de nanea ceder ama polla-
gada de terreno ; que dentro de Paris ha suffl-
mates muniefies de boca at o 1." de Janeiro; e
qae finalmente s se espera ordem do rei Gui-
lherme para se comecar o bombardeameato.
O governo de defesa nacional decretou que em
cada um dos departamentos se devem por, em p
de guerra no prazo da dous mezes por cada cem
mil homens, urna bateria de artilheria com o pes-
soal complelo ; e que todos os corpos de francos
aliradores, que raostrarem falta de energa na pre-
senta do inmigo, serao dissolvidos e desarmados.
O relator otlicial da subscripcao franceza j
se elevava 94 milhocs de fran.'os. Ordenou-se
a mobilisacao da todos as homens vlidos de 20
30 annos casados e viuvos cora lilbos.
Acha-se restabelecida a ordem em Marselha.
O Diario de Barcelona, que cosluma ser bem
informado, aprsenla o assumpto da misso secre-
ta do conde de Keratry Madrid, historiando o
acontecimento nestes termos :
O conde da Keratry disse ao general Prim. che
fe do gabinete hespauhol, as seguntes palavras:
Nos os francezes temos profundo aggravos
da Hespanha em geral e de vos era particular;
Pelo vosso proeeber em Orizaba uveinos que sus-
tentar urna ru i campanha no Mxico para onde
enviamos Cargas que quig nos eram necessarias
para impedir o pesado golpe que soffremos em Sa-
dowa. Pela vossa conducta tinentos que interpr
o veto condidatura do principe Leopoldo de Ho-
henzolerne, e depois que acceilar urna guerra a
mais triste e desastrosa de quantas susteotou a
Franca. Este fados levantaran! fortes antago,
nismos entre os dous povos, e e3la a occa-
sio de evitar que a Franca volva am da suas ar-
mas contra a Haspanha, e de V. Exc. recobrar en-
tre nos a consideracao e as sympathias de qae
hoje nao go>a.
< As condices sao estas:
A Hespanha enviar Franga um exercito
de 80 100 mil homens por nos sustentado e pago
desde que pise o nosso territorio.
2.a Este exercito que coramandarao ndepen-
denlemenie os francezesainda que com o previo
accordo natural em casas de guerra e de allian-
?achefts hespanhoes, nao tsra o compromisso
de nos auxiliar senao durante tres mezes ; con-
cluido este termo, os gove-nos respectivos poderlo
separarse do compromisso ou rectifica-lo com as
condieftes que julgarem mais convenientes.
3.' A Franca adianta Hespanha 50 milhes
de francos com que poder fazer face aos apuros
e niel noria da sua fazenda. Se a guerra durasse
mais de tres mezes, o adiantamento se e'evar a
100 milhes, licaodo no entanto era garanta dos]
50 ltimos, parte da esquadra franceza nos portes
hespanhoes, e a di -posicao do governo deste paiz.
4.* A Franca e a repblica do norte da Ame-
rica garantirao a Hespanha contra os ataques
possasso s Ibas de Cuba e Porto Rico.
f o.* A Franga $ o Ruados Unidos deixarao
que a Hespanha realise o pensamento da uniao
iberjca, ajudandea materialmente, se outros go
vernos o tmpedirem.
O general Prim repellio sera discassSo algama
este projecto de tratado de allianca olfensiva e de-
fensiva ; e afllrma-se que o conde de Keratry, so-
les de se despedir de Prim, flzers am repto em.Bo-
rne da Franca.
HESPANHA.
O conde de Reos, general Prim, declaron no
parlamento hespanhol que o duque de Aaost,
principe Amadeo, havia acceitado a candidatura
coros de Hespanha, e pedio que volassem nelle;
historiando ao mesmo tempe as ultimas diligen-
cias entregadas, a guerra que resultara do tacto
da aceiaca i da candidatura de um principe alle-
mio ; e Realmente e seu compaa mehlo como
nentral na canteada franco-prussaoa. O Sr. Emi-
lio Castellar responden, fazendo a historia da can-
didatura acceita pelo imperador Maximiliano,
davdando da. e-tabilidade da moriarchia hespa-
nhola.
Moral responden ao discurso de Castellar
Caleula-se *.ua a votacio. do monarcha se pode-
r concluir am melado de novembro, e qoe o
prinoipe Amadan poderil chegar Madrid ate
Castella Fide Domenech Elos,
A maior roarte da imprensa liberal hespanbola
acolhe com eerU enthosiasmo-a. noticia da caa-
datnra do duque de Aoste.
Os jornaes republicanos, e oe qoe representan
os mteresses exetasives de algumas racedes polf-
ticas combatem a candidatura que o governo de
Madrid acaba de apresenlar camera.
GRKCIA.
Na Grecia o chefe do gabinete o Sr. Deligeorge*
parece disposto a ssolver a cmara actual, por
isso que aponas cooa com urna penoena maioria
naquella casa.
Em geral a iropreasa grega cansara a Idea a-
preseauda em noma do primeiro minwlro, e rec-
cordando as ultimas revolucoes porqne passou
aquella paiz, arneaca o governo cor am novo
movimento que lance por ierra os partidarios da
inonarchia e do poder pessoal.
Dizem cartas particnlares que naqaeKe paiz
augmenta wdos os dias o numero dos republica-
nos convencidos de que o nico systema capaz
da salvar o paiz da sua ruina.
AUKJHPA.
O presidente Grant approvou o procsdimenlo
do Sr. Washburne erabanador dos Estados-Uni-
dos, em Paris.
O imposto decimal contina a prodhzir re-
sultados superiores aos qae se esperavam, ainda
que mu'.os os jalgam naturaes, n'um paiz como
a grande coofederaco norte americana, onde
urna grande parte da populacao vagueia de ama
ei Jale para a nutra, a mesmo de am para antro
lado, segundo as maiores probabilidades de mte-
resses que offerece esta fluclnagio.
Segundo as esutlsticas desln anno, Nva-irk,
qae devia ter roas.da um milhao de almas, bai-
xou a sna populacao a menos de 900 mil almas.
A de S. Luiz de Missouri que em 1864 era de
1S7 mil almas subi desde entao a mais de 350
miL
Do ultimo balanco mensal da divida publica re-
sulta^ que sendo no l de setembro de.........
22:35o,92t,to0 pesos, e no Io de ontnbra de.....
22:346,913,652 houve urna diminuicao de.....
9:007.468.
Esta diminuicao snecessiva desde marco ultimo,
calcula se em 179:549,608 pesos o qae ama imJ
portante sorama e deixa a esperanza da que den-
tro em pouco estar esubelecido o eqnilibrio.
ROMA.
O arcebispo de Toars ao receber na cathedral
o nuncio do papa, proounciou um discurso em
que mestrou a mysteriosa coincidencia que existe
entre as desgranas da Franca e de Roma, exprr-
mindo a conricflo de que o braco da Franja ser
o empregado pela providencia para repr o papa
no seu throno; disse que a Franca s se salvar,
conservando-se fiel sua vocacu que manlor
os direitos da Santa S, em proveito da liberdade
religiosa dos calholicos do universo.
O partido radical italiano est dividido em con
sequencia da oceupaco de Roma pelas tropas de
Vctor Manoel. Alguos dGS menibrce daquelle parti-
do aconselhara que se confie no futuro em oresenija
da impossibilidade em que se acha o ultramontanis
para recobrar a sua antiga influencia a poder -r
ouira parte de opinio que convm da*xar pas-
sar o nublado do presente para se poder estabe-
lecer definitivamente a unidade italiana, antes que
os reaccionarios se reorganisem para combater os
principios liberaos, formando eomo na Blgica e
na lia viera um partido catholico que obste ao de-
senvolviraento daquelles principios.
Contina all a crise ministerial) mas a maio-
ria est de accordo em que se nao deve proceder
rccomposigao ministerial antes do gabinete se
apresentar no parlamento a dar contas do uso que
fez de alguur votos de confiaoca e autorisacoes que
Ihe foram concedidas pelo parlamento. Parece
3ae os mini-tros deinissiooarios reliraram as suas
emssoes, em quanto nao fr eouhecida o resulta
do da eleicao Jo principe Aroadeu ; retrando-se o
ministerio em massa se acaso for mal succedido
nestas negociacoes ou conservando-se todo se obti-
verem a victoria as negociacoes diplomticas.
Vo ser transferidos para a cidade de Roma
os corpos legislativos ; diz-se que o congresso se
reunir no palacio da Chancellarla, e o senado no
Monte Citorio.
Diz-se que Po IX resolver nao recebar des-
de o Io de novembro a somraa mensal que Ihe of
ferejeu Vctor Manoel, querendo assim protestar
contra pretencao de se Ihe e.-tabelecer urna lista
civil.
A lei de liberdade de imprensa na Italia foi
modificada em sentido restrictivo com appllcacao
a Roma. A nova medida assamelha os ataques
contra o papa aos que se possam dirigir contra o
rei. Ficam iseutos de toda a vigilancia da polica
qaaesqoer documentos que procedam da chan-
cellara pontificia.
O governo italiano preven o povo italiano
de qae todo o voluntario gariballlno que servir,
sem aatorisaco, qualquer governo estrangeiro,
perder os seus direitos da cidado.
Algumas pessoas de nflaencia de Roma con-
cordaran) em fundar diversas associaeoes coope-
rativas de soccorros, consummo e crdito, como
meio de auxiliar o;melhoramenlo- da condiQao
econ mica e social das classes pobres daquella ci-
dade. Este pensamento merecen o applauso de
loda a imprensa.
do crdito- havia e ser ama coaseqaen-
I aciment
cia ineviiarel dessas doas rmdMas.
ADewtcion o manjaez. d'Avila e Boienu qaa
o seu colfcga de fazenda acitara de mostrar nm
telegrama recebido de Londraa no qnal se de-'
zia que se haviam oMido ceaoi|ej de reiAr.va
das operaces de thesoararia OMalto mais vaotaji>-
aas do que eram at aqu aavveseentoa qie a*
melhores, ns-ejais prodactlvas eeoaamias qae pe-
denamfazense, eram amellas jo podiam vrd>
reduegoes das- despezas resultante as operacOss.
o> thesourar; que urna reduetu nos encargo."
a> 7 ou 8 por canto, s-isso ana ama econ*'
awa que avultava em nsitos ceaasoares de cona-
tos,
Alm do presidente d* conse- fallaram lam-
bem es Srs. Mello- Gouveia ministro, da marinha
Aostlmo Braancamp, Barros Gunha, Berlom d-
Frerta?.
em qu. -
A nouie houw reuuiao- da maioria
estiveram mais de 30 daputados.
6)Sr. Carlos Beato, (miaistro d* tozenda) dis-
se, qae a situacc~era dilDc mas nao desespe-
rada, porque o paiz dispe de inpurtanles re-
canos-.
Sobre as proposta que teem de ser appresenta-
dass cmaras, falloa em urna- sobre o imposto-
de consamo, as bebidas esprituasas, leire o aqg
ment de imposto de viacao, e referi-se lambem
a varios bens nacionaes e contrbuiges em di-
vida
O Sv. Luiz de Campos (depilado ) fez ver .-
necassidade da redcele do al, ftiocciooalismo
do exercito, e a reforma de cobramos dos imposo-
tos; fallaram tambero os Srs. Lopes Vas, Ozono-
de Vasconcelos, Adriano Machado, Marianno de
Carvalho, Coelho do Arsaral, e pet* segunda ver o
Sr. Carlos Bento, encerrou o debate o bispo de
Vizeu, declarando qae o sea programe era bem
conbacido, qaa o governo eslava lodo epenhad
em realisar, qaa era impossvel faxes tudo ao mes-
mo tempo mostrou a neeessidade de hados eon-
tribairem em sairmos das diffiduldidesem qae as-
tamos e qae nao se oppuaba ao inqueri as se-
retaria d'Esiado.
Hoje as cmaras dos pares ooaaeon adis-
cassa do projecto de resposta ao discurso da
corda.
A cmara dos deiwtadoe tem eleito as snas cora-
miasoes, e alm deste expediente pouco mais se
tem feilo.
< As cmaras foram prorogadas ata-30 do cr-
reme e falla-se em nova prorogacao.
Com a entrada do novo ou renovado gabinete >
sobre tudo com as noticias qgasi oteiaes do ar,
misticio, tero.subido nesles ltimos-dias os fundos
ponuguez na praca de Londres e por coosegnin-
te na de Lisboa, as compras e vendas realisada-
teem sido eotra 33 e 33, 25..
Os partidarios do ministerio queris allribuir
esta falta repentina de 4 %. era peocor dias a
presence do Sr. Avila no gabinete.
Fazendo justica ao crdito e respeitabilidade
deste autigo estadista, deve acreditar-se que em
parte se deve a este facto a inesperada subida do
undos, mis |ue a maior parle .pnense s negj-
feiacoos do armisticio qae infleem ventajosamente
em todos os mercados monetarios da Europa.
i Continua o mysterio sobre o verdadeiro para-
doaro do encantado a nebuloso marquez d'Angej t
( conde de Peniche ) que depois de ter recebu
grossos aJiantanjenins pecuniarios para nos ir
representar na Blgica anda nao consta haver la
chegado, chegando athuje a diser urna folha un-
nisterial que esse fidalgo tem vivido no Porto, e
pedindo era altos clamores a demissao d'elle, e a.
reposico das quatro qaantias abonadas.
< Tudo isto parece da fbula, e mais da f.abuU
parece que se apregoe moralidade nos cartazes *
programmas da .siiuaco e ainda at hoje nao te-
lilla apparecnlo no Diario do Governo, a exonera-
gao do diplmala que assira pratica. Se elle cons-
pira ou nio, como q\terem dizer por aqai, nao sei,
mas deve sabe-lo o governo.
c Annuncia-se grande escndalo na cmara dos
pares promovido pelo uiarquez de Vallada, e pa-
rece tambera que alguos membros daquella casa,
parlamentar esto resolvios a dar-lhe urna boa
go. As galeras hao de enctier se, es jornaes
desse dia, hao de fazer tiragem mais avllala por-
que nio ha j hoje nada como o escaudalo part
interessar o publico, quo alias deveria estar bem
(arte dalles.
Contina a fallar-se na vtagem do rei as pro-
vincias.
Continua suspensa a publicacao do Popuia.
Metz.
quaes 20 mil feridos e enfermos. 23 ral da garda i>s da dezembro.
imperial, e qaasi oatros tantos da guarnigio da' Os jornaes hespanhoes publicam ama carta da
rainha D~ latoel em resposta maniastago do
circulo poltico conservador de Cadix, dizando que
ha de ampregar todos os meios pacficos para con-
seguir o restabelecimento do direito, anotado na
mais sincera expressao doNota nacional naieo ter-
reno possivel das desventurada Hjespanlia,
Os allemaes na previsaa da rendicio de Met?
haviam aglomerado j commestiveis em odoa os
pon3 immediatos e preparado oas prs'.ag rloBhe-
no alojamentos para os novos prisi^noifn-
Em seguida a rendiccao o x ^ j9 nwcil0
PORTUGAL
Escreve de Lispoa o nosso correspondoale
em 8 do corren.
< Como llies- disse ultima hora na roesraa
correspondencia reraettida pe Siada, o miaisie-
rio foi organisado do seguinte modo :
c O mar juez d'Avila e Boioaha presidencia, es-
trangeiros e interino obsa* publicasbispo de
Vizeu, reino- e interino inetruego publica, Carlos
Ben da Silva, fazenda, Augusto Sarava. de Car-
valho, juslica e ecclesiasaivos, Jos de Mello Gou-
veia, marinha guerra, interino general de brigada
Jos Maria de Maraes Itego.
Os decretos sao todos de 29 de oartubro.
No dia 3 de novembro que o novos minis -
tros fijseram a sua appresentago as 2 cama-
ras".
A opposico perante as dechragSes detes
conservou-se especiante e beta-vola. Entretanto
houve a costumada sabatina. O presidite do
eonselho dea oonla do organisnsao do gabinete e
expox em resumo o programroa da poltica minis-
terial ; referi se as difflculdades eum qae lata-
mos, e gravidade da silaacao, mas qae o minis-
terio, tinha a esperanga qae essas di Realdades po
deriam ser vencidos se elle podesse merecer a
confiaoca do parlamento; que entre todas essas
dillculdades a qae mais devia chamar a silencio
dos poderes pblicos era a queslao de fazenda,
pois era impossivei qae o dosiquilibrio qaa existia
ha anees entre a receita e a despesa publica po
desso contrariar; qoe s poderia obter se a sola-
cio desta queslao por meto do concurso simulta-
neo d'ecMomias, do augmento da receita e do
restabelecimento *o crdito; qoe em relacao s
ecoaomias o goyrno baria d'ir tio longe, quanto
as necessidad^j do servlgo o consenlsam.
> E hso ao fazer senao seguir a; pisada? das
da larde, que desde a queda da dictado ra hsvi
tomado a sua conla a familia real; nio poiend<
parece, acudir s despezas de um chuveira >!.-
querellas, nem tendo ao qoe se diz am s edtar
dispuniv-l e habilitado dentre os 14'cora que b.a
sonava, sumise para os bastidores da pctica "
teria dixado em paz a chamada camariUia se a"
fothae negras as mil e ama incaroages da Lm
terna, e queijandos plaaflelos nao esiivessun non*
e dia a soprar as-iras populares contra oqueosss.
folhas quailificam. de esbanjaniculos- da lista
civil.
Bom juizo leriam os novos minwtrns je en
vez de querellas e perseguieOes falhas taes, lamas-
sera Iguma medida em ordem a conciliar inats a
opiniio publica com a economa. dUtraaieio e
gastos com qpo a referida Bsta civil peza no "orga-
raento de um paiz cujo thesouro anda gomendo e
chorando a taassimos annos.
< Bem avisados |e amigos da dymnaslia o da
insttugSes seriara os ministros qpe procurasserr,
por meios-da sensatos conselhos corda garantir
urna popularidade que de um dia. para o outro I ti v
pode fogir de lodo.
Ullimaosente appareceu um decreto assignad
por todps os ministros, dispondo que nenhuin lu-
gar saja prvido no service pubhcc, em qnant
houver empregados que pela axtinecio da certa*'
repartieres do estado, esiejam addidos s exisien -
tes e nejando os respectivos qa-dro?.
c Boa doctrina realmente, roas o pekir ;
oo dia seguinte j as folhas aaalysaTam o faci da
adraissao da dous empregados interinos oa sapea-
numerarios os quaes nanea tinhara pertenoid *
quadrn algum.
i Meaos promessas e mais realidades; nano*
calanisano em letra redonda, e mais severidade no>
actos. -
* Nanea hao de osquecer aquellas eaonomia-
com queem 1869 procurou immortalisat-se a pn-
melra sitaagao Sa-Vizeu, os quaes foram *"^"
gar com etfeito reiroati vo os parcos proveratoi
pequeo (anecioaalismo, deixando medrar, e
dar e crescer as grossas prebendas e mil os^H
necuras que soramada neslea altaos 30
representm a cifra espantosa da nossa vi.
blica. .,
Falla-se novaroente era resusottar o u.id.
dos deputados, at j se dii qnea levantara a an-
tiphoaa. Era natnral pensar-se nisto; aqaelW
medida favorecen*) a pluto-cracia nio moral
sadora a exetae da cmara, mau fente, pune
plmente das provincias, coja lona n
para vivar am Lisboa nicamente
reunioes, vougSes e massadas.
c Est era moda novataanta fallar ?e etn org<
aisago mjljlar do paiz.
cliegi
discurjc.

\


\ I
>-
'">*,

Ml 3Q OflSMBtf^tt 3Q t 03JHW d. fnumlw Domingo 27 d NoTemhro de 1870 fjK 0fi3IWJ*t 4VJ* 0M
<*fc-

Vio mu. s davido *:r**1**f^
^5 | a qnahtlca como un cnrae par o qual a jnsv
* F bom
8Ue,0 uwrt A S t/ae tanto pugnon por. a,
-mailo au4g|*3i&> que po poder Hoa-
por desMdMfeftUQiad* de mandar por urna
porua, eab ^Kprojetado monumsoto, para
as linhaa dWw Vechn.
Oxala qae tenna ineihor sorle que o do Bus-
saco, cujas podraanda liestao^Mwadosue
aor de eslar o monnmes* dswett* o sei Ja
quantos amos. .
M Diseos, poeira, portwhs... e tag.
. Vigora iinda a oticla oitafel da Ugfldscti-
r do duque de Aosta, rmao da Sra. I). Mara Ha
ao throno d'Hespanhe. T.idos- os gabinete* con-
sultados leom sido Moraveis a esse dosafctaoe de.
urna iatVrinii^ade j salida; o vist) que o ret Gui-
lerme futuro imperador d.i AJlemauha ja t> ea-
Teco d'ama candigtoraalleflola na pcniMOla para!
o engrandeeiment do sen-rfne, lacro 46 menos
Portugal com esta solucli mais algn* annos de
fi om 03 seas vfsinho3. R>pire pois o re-
dactor qae esta conjonctura de corto a mais op-
(i iiuna p;ira armar o Pars em palavras o pro-
jeitos de lei o tater earetai blicas Hisp-uihi!
Fallecen antes d'hontem o viseonde de Ber-
eellinlias casado eom nma Bina dos condes dos Al-
cacovos, era mirto-mogo, maito rwo, e mnito da-
bil. Nao teve lempo de tlgurar na vida publica.
O digno ministro do Brasil em 4'ortiwal vai
pjfriir amanhaa no vapor Dan* para a itta da
Madcira com a sua familia. Annnncia-se para
prximo ojhlgamenk' da Vieira de Castro, a lei-
uro dapncasso durar mais de 2 dias.
Est a concurso um logar de socio effectiv.
na ac*d*ma real d*s sciencias.
Vai dar-se tida a importancia a olila do
tiro no Campo de Tancas.
A eompanhia lyrica, den-no* o fasto com
extta mediocre; o Trovador e a Lucia agradaratn.
A eompanhia oque^re do Pnce marcha para
o Port) por fofta d'entusiasmo em Lisboa.
O ropo oeothraa magniflfo, urna prolon-
garlo 4o eelin, nomo nao In im rniria
Foi demitlido o conde d'Arinbaja de ministro
de Portngal em Parts e transferido mitra Tez par a
la o vtscondo de Srial que estava era Londres.
Os decretos fallam na Corto de Pars como se fos-
sem escriplos a 4 mo.
t O eclipse .total do sol a 12 do deiembro pr-
ximo ser observado em Tavir (Algarve) por dnas
eommiS9cVs de astromos portugueses, ama de Lis-
boa e ontra de Coimbra, por duas cominissoes
hespanholas, o orna ingleza.i
Poooo depois desse funleou nolaraarao o vapor
ngtcz Qnndi, trazando datas de Lisboa, at 13 do
crreme. Eis as ni>ii:ias :
GUERRA FRANC0-PRUSS1ANA
Conflrmam-se as noticias que o nosso corres-
pondente de Lisboa nos remetteu p *lo Humoolt.
Perderam-se todas as esperanza- de um armsti-
cio, entre os beligerantes ainda que do pouco-
dias esperances que por algum lempo anima-
ram as pracas da Enropa,
A misso do Sr. Thiers vio-se matlograda, tanto
pela'insistencia do governo prussiano era impor
andigo ;s decisivas, com na resistencia dos
(raneezes qae proclamam guerra a todo o trans,
e que nao |uerem transijir, era contratar com os
prussianos, em qnanto o exercito invaor pisar solo
rancer.
As bases do armsticio que pelos esforcos do >r.
Thiers e proteejao da Ipglatrra se haviam cun-
aegoido, eram que suspen-ao de hostilidades
duraria vinto dia, quo durante elles se procede-
ra eleifao de orna assembla constitunte com
plenos poderes da naco para tratar da_pai ;
que se manteria o stalo-qno e que Paris nao po-
derla neste intervirti sor abastecida, e finalmente
que a AIsaci e a Lirena serum privadas de re-
presentaclo nesti assemb.i, mi s o seriam
com cenas restribos que implieavam a sppro-
vacio da cajsSo territorial.
Pareca porem que tendo cabido Strasburgo e
Met deyois que se haviam aprosentado as pri-
mir condiefles de arflfstWn, e sendo das mais
pe- I i-. .- micceiiaveis as cundigoes relativas a
e.t> Braja., seria agn mais fcil ehegar-se a
u ii .i-rordo, masn) succedeu assim.i
O m-^rno da dafesa nacional quo nao quer
accoitar u na condiao que involva o principio
da pinl.i d nma parto do territorio (ranees, o
I r al :;u disso vendo que supundendo-se as ope-
raros e:n Paris dorante vinto dias, cm qae o iw,
ir. ,'o pode contintar a accumular ossens repur-
r.s co utv.rar obslaculos emquanto os sitia-
>l i* vil consiimmindo "s sen*, sem esperanc
do rdijs'.ecmonto, resilvem nii.miiuemnnte recusar
o ,. o-tido, mas. n.in qtttx tomar sobre si to
erand'! r.-ponsabilidade.
o, nos ullmoa das di ontubro tinlia
Ir u Part, urna sedicjii promovida pelos
nl;rar;i linos, ou partidarios d:i comnmna
r v. .; .: ii, coaira o governo provisorio, con-
uiuii prender o general Trocho e os mera-
:.VL'.-no provisorio. Os batalhSe-da goar-
ii id i i s' liciogbs foram porem reprimidos pelos
aa-das nici.maes e ro tanto da guarnido de
Pars 11 consigui conter es revoltosos, e lber-
tir s m n'oros do governo provisorio
pmresso se vae instaurar com toda a rapi-
d isra jolgar os autores daqnelln revolla, qoe
e:n tempo de guerra deve ser apreciado [com todo
u rigor das leis militares.
iji' i-crno provisorio vendo qae me-mo no seio
I Paris, o aeil poder era ponto de discuti, re-
' n c .niara um plebiscito ama mocao de cen-
ri:i i que ^nilU^se ou a acceita^ao do armsti-
.- e por conseguinte o termo de sen mandato,
.; rgetelo do armsticio. confirmado dos pode
r -. que haviam recebido do povo, depois da ca-
ta-treme de Sedan. Nesla conformidade decidi
pie no lia 5 de novembro por occasiao das Hei-
i.* municipaes, o povo expriamsc o seu voto.
rebultado foi o seguinte 557970 votos contra
66:(8 regeitaram o armsticio. O plebiscito e as
operarles eleitoraes correram na melhor ordem
pitssivel tendo-se restabelecido completamente o
soreg. k
\ maior parte dos mairs eleitos no da 5 per-
trncem ao partido republicano, como Saligny, Hen-
ri]in Martin, Carnot, Carbn, Armanl, Vautrain
eoutros; fura-o tambem eleitos algans partida
rius dacommnna revolucionaria, e entre eiiesTiard
Bonvallei Mollue Clemenceau; faltm arada par.,
eleger seis maires em conequencla de empate as
votaeSos.
O 2.:neral Tro:ha fe, depois do plebiscito, a se-
guite prs>clamac,o a gtiar.la nacional :
Cidadios :acabaes d-- os dar arnais impor
tanto consagrafao (|Be os govenios podem receber
protestando assim solemnemente contra as doloro-
sas violencias de um dia nefasto.
. Nos nao queramos triumphar. As Jvossas
tcolamacoes obrigamno a sahir da modestia em
(ue desejavamos encerrarmos para senipre-
Cidadaos; quero reanimar as nossas nr.mmuns
impressoes como grilo decica a republira. S
a rapnbliea pode salvarnos, e aecrescenio que, se
a perderemos com ella innrrera-nos.
Estas palavras foram enthusiasticamente victo
i idaa.
Julio Fabre dirigi i Ubem aos habitantes de
P;iris, a seguinla allocn^ao.
Meas cencidadlos:Agradeco-yns em uome
do nosso amor commum da patria, o soreg com
qne procedeste votacSo que ogftvemo vos ped i.
d
sora, o qoe eonsideravel, pols quo no cerco:
Sebastopool s se gastn milhiio e meio.
Aanban da *ahir de Paris em grande numero
humana .nao teca castigo. ,mmwed<. na americaooj' aue aiada al se conjorvavara ; et-
. O PalyNw parrando as scen cwnmovjjto ^^Mlel general prussiano ao 1%5,
ras que se seguirn a capitulacao de eU. L |^J4 | vo e di^m^. .'
(Irma a noticia de qtte ja hsvia filiado o tel**- minmo- a.^"9 ^^ tilrr--T. -" lda
pho, de que oo da SO passafldo Ba*aine por lev d*f*,WHV .V'! "^'"v
baminho de WilSelmsoiie, em trem fe.-hado, mar A arli.hafia wfojtejl^rtn ao borabardeamen-
cada com o seu
fl.;iae* do sen estado
acolkeram-o com grito
baja trtpp, ap-riar dM kf pfofogado a actual
sesslo lefislauva ai^) do correbte, e fallar-se
m?,w0 ?^ ^"i prorogacao.
ln>.\ oas medida de qae
**oeuptfio as cmaras
- nrniine.So militar feita
Selmsohe em trem fe:hado, mar- A arlnhafia alloma ufanada ao ooraDardeamen-
tumo, e acuitado por mullos ot-lto de Paeta ito fa**"*pWjK ***?&
tado-raior, mulherw do povo fas rajados qu. trremessam V^ de OO libras
a grito de (VotdOf / covarde ser- eom 70 libras ir plvora. TaJH s pecas_ sao
exercito a se-
Eso socego obra do vosso patriotismo e de vos
^o bom senso.
Solemne prova de que enr.prehendeis todo o
r do suffragio universal, e de que sois digno
de o exercer em toda a libertarte.
Este suffragio stbtitae a WftiCia pela ra-
ra.), e mostrando ode est o dino indica o d
ver.
Red ii ao silepeto aiuelles que deeonhecendo
a -tu aut'iridaJe me>/riam sef a*^ mimiius
pnWicoa. Qoe eatp da solimie wjafl fiadas
d vi 's que surgtcaw a eidae.
Tinhamog todo* am a coraco e un pen-
menlo : a libertarte iit patria, fista libeidade
so (; possivei obedecendo-se a3 autoridades rea-
p itando-se as Mi, vigiaado gempre o seiiifiMn-
ato : iiwsoo para isso o vosso bIpIsJcHO
< nrurso, proroetto-vos em compensaco todo o
ii, n r.elo toda renna hrmea.
, Viva a rapobliea I viva a Franca Julio
FtMfB.
O Sr. Thins r-jceben ordem do governo do de-
nacional cara abimrt"nar o noartel gefleTal
prussiano ando por terminada? qnaes'iaer Uego-
iacoes para o armstioto.
'Jontinuam a sor tliema de acalorada dfs-
In, as condieoes em que se effeciuou a capi-
tulasSn de Metlt Sasienlam ans e preteekfem
prorar com-doeumente, e cerrada argnmwwaflio,
n Baeafna tmnio a Prend, Wda <|W qu*so
interetses do Imperador rVtpolio, ou dn
familia raperirl a qnem ieravWdead. Snston-
tam ontros, qm nsMnebs Sram fatas e
nada se podia 'fazer, i .de mantiOenUs, eq
falla do um exercito, que riesse dn fra da linha
prussiana proteger um lotimento que Baiaine
podesse tentar, e proteger irada.
A imprensa iugleza esamatisa a linguagera da
dlegaco, do governo deTars, assignada por Ga-

pnJp I Onde utao os nossas mnrioV! t os nossos,
/rlhot que acabas de vender 11 O furor ehegou a
i al poato que atacaram a oanroagom e quebra-
ram osjidroa, e maU-lo-hiam se no fos3e prote-
gido pelos soldados prnssianos. .
Quaado foi rewnhecida a rendijas de Met,
o pavo desta etiade alvoroton-ae. A guardi na-
cional recusoa ae a ftafor as armas; a no da 19
ao meio dia, um capitao de flragSos apparecea a
frente de um cirpo de tropas, jurando que mor-
rena antes do se entregar ; ao mesmo lempo Al-
berto Colignon, redactor do Journal demm gw-
pava sobre um cavallo branco, disparando tiros ae
pistola, o exhortando as tropas a sahirem em us-
ca da raorte ou da victoria, para ev.tarera a ver
aonba que os esperava ; ia seguido de urna se-
hura que eaetava a Martelkeaa quo P"duzia
terrivel agitaijaj. Apeou-se porta da catnearai
e toda a noite eslevo lo jan lo a rehala. Ao appa-
recer o general Cofflnieres commandante da praca
de Met, no intuito de pacificar a taaUuaao, dupa.-
raram sobre ello tres tiros.
Dous regimentos de linha conseguirn}, porem,
dispersar os grupos, mas toda a nouta^se ouvi-
ram gritos de terror e de indi?aagao. Sennoras
respeitavis percorriam as ras psuidas do maior
desespero, gritando.
Qae succedor aos nossos tlvn ?
S. Ida jas furiosos gritavam em grupo> irregula-
res, com a cabera descob;rta e com os sabres que-
brados :
Oh I pobre Met, que fostee n'oatros lempos a
mais valonte das cidades! Qae desgrana I Que
cstastrophe to inesperada t .Fomos vencidos I
Todo est perdido I Acabon todo para a Franca.
Um coronel desesperado por ter de se eutregar,
suicidou-se com duas punhaladas em nma casa
da ama florista da roa de Faber.
A alfocacao do principe Frederico Carlos s
tropas na occasiao da capitalaco bastante ex-
pressiva:
m Soldados ; com esta f>rtaleza cahiram em
poder do vencedor abnnianttttimas provisoes.
t Reconhejo a vossa bravura, to grande como
a ros obediencia, e admiro a vossa serenidad^
de anioe a vossa aboegacao no meio de tao ru-
dos fadigas. ,
a Soldad s : em hreve vos separareis de mim
dingindo-vos para diversos pontos. Recebei a mi-
aba cannbosa de pedida, eDeus vos d boa lor-
ie. ,
A ceremonia da rendicao fe-se do modo man
doloroso.
O principe Frederico Carlos, por diante de qnem
desflloa a guarda, estava/ntre Migny e Honiilany,
mas a trezenlos metros dos franceies. que elle pa-
reca por conveniencia nao qnerer encarar. Os
soldados lanijavam-se a chorar nos braceos dos seus
offlcia^s que treraiam ablanos pelas mais pungen-
tes r.ommocSes. Mutos regimentos principalmente
o GJo^ritnramriea a Franca !
O inimigo fez a continencia.
O re da Pru?sa dirigi ao
gunte proclamacao :
Sollados dos exercitos confederie03:Quan-
dn entramos em companha ha fres nvids, expre
mi a minha epUanei em qne U.as estara eom a
nossa justa causa. Esta eonflanga realisonse.
tLembro-vos Wmrt, Saarbrufk, e as sangren
Us balalhas diante de Me, Sedan, lieaumont e
Strasburgo
t Cada encontr tem sido nma victoria para nos.
Sois dignos da gloria. Tendes conservado todas
as virtudes que speciaente destinguem o avl-'
dado.
Com a capitulajo de M^tz, flcou destramo o
ultimo exen-iio do inmigo. Approveilo esta oc-
casiao para vo< agradecer a todos, desde o gene-
ral al o simples soldado. Reserve o porvir o que
nos reservar, eu encaro todo com tranqnillidade,
porque sei que com taes soldados nao poBe faltar-
nos a victoria Guilherme.
Depois da capitulacao de Met capttn'.ou a
praga de Verdun, depois de ama defe>a qne du-
rou bastante tempo,
Corresp^adenciai de Sons-le-Saunior departa-
mento do Jura, ditera que os prassianos man-ba-
vam sobre Desancora em numero, da 70 mil ho-
rneas, mas que apelar 110 caminharem a marcha?
forradas, nnguem acreditava qae iivesfem a in-
tengo de atacar aquella fortaleza, mas s de cor
t.ir as communicaeSes entre ella e Ly m : entre-
tanto nesta ultima cidade ludo estava prepara.lo
para a teleta.
O commissario extraordinario da repblica ern
Lyon decrelou quo todo o cidadao de 21 aw
annos ausente da cidade sem cansa legitima, se
Ihe impoaha urna cnotribair;.ao do guerra de vinte
por cento danos do total das snas contribuicSes,
antes de cercada a cidade, e lo duplo do mesmo
total pago por urna vez desde o dia do cer-o.
Urna correspondencia de Poitiers diz que o rao-
vimento, quo se dizia ser execulado pelos prussia-
nos sobre Lyon, se pronunciara d< flnilivamente
sobre Nevers, no intuito de marchar sobro Rou-
ges base de opeacocs do exercito francez do
Loire, juntar-se ao cerpo de exercito que oceupa
Oleaos, e encerrar essas tropas francazas cmnm
circulo onde necessariamente se ho de ver obri-
gadas a empenhar um cohbate decisivo.
Os ltimos telegrammas trazem as segivnte-
noticias, de qae nao 3al)3mo3 ainda os porme-
nore5- .. i-
As tropas allemSes oceuparam Montlieliard.
Destacamentos prussianos que sao provavel-
menle a guardas avanzadas do exercito do prin-
cipe Frederlcu Carlos tiveram nm combate van-
tajoio em Brelanary, perlo Ib Cuoumont no dia 7
de novembro, as perda dos francezes foram de
70 homens eatre morios, fondos e prisloaeiro3.
Corre que tem havido combates per o de
ThioBvill.'.dos quaes ainda se ignora o resaltada
Diz o general Tresow que no da 6 a divisao
que eslava entre Colmar e Belfort repellio em di-
versos encontros s fraacos atiradores. No da 2
hoave tainnem alguns encontros com a gu-.rda
movel perto das atemedes, qae esro no pequeo
Ogry.
Os francezes delxaram 108 prisioneros, entre
os quaes cinco offlciaes. Ficaram desimpedidas as
communicaQoes :om o general Werder.
No dia ( bouve conibate nos suburbios de
Coulienier que durou lodoso da. A operarlo rio
exercito francez tve pleno xito. O general Pa-
lete oceupou Chevilly a 13 kilomotros de Orlean?
fazeodo aos prussianos 600 prisioticiros com ar-
mas bagagens e duas pegas. Antes do fim do
combate haviam os francezes oceupado Orleans
fazeudo mais mil prisionsiros.
Em compensaco diz-se que capitulou Neuf
Brsach, e qne o general tiaribaldi fura feito pri-
sioneiro, polas ultimas noticias {Jaribaidi estava no
dia 9 em Auton.
Diz-se que em Versailles ba grandes desin-
elligeneias entre os plenipotenciarios da Baviera,
Wurtemberg e outros estados da emanbaeo
conde de Buraark ; a Baviera perss'e em recusar
Prussia a supremaca militar o em renunciar a
autonoma militar; os plenipotenciarios wurtera-
bergueaes recusara ceder s exigencias da Prus-
sia. Alm disto ha divergencias de ideas e pro-
tenges a respeito da pactilha das provincias que
que'reni annexar Allemauba
Assegnra-se que o bumbarde.ment > de Pars
nao podar eomecar antes dos (las de novembro,
por nao eslarem concluidos todos os preparativos
para o bom xito da operaco.
mais bravamente se
ao que parece, a da
fronoeSo militar, feita em vrlade da revotta do
D de-raai) polo luqua deSaldanha. Pareie qne
a grande maioria dos parlamentares sao de voto

Continuam em Paris com grande aetividade os
trabaHios de armamento, tendo j principiado o'fa-
brico de eliassepots em grande escala.
A casa Chri-tophe recebeu nma eneommenda
de cincuenta mil sabres bayonetas, e a casa de Cail
eatregaram-se amitos rails para serem transfor-
mados em caooe de espingardas. Esla mesma
casa acaba de terminar o fabrico de wajSes coa
racados que transportados para a sta(ao do ca-
minbo de ferro de Orleans se destinaram para o
servico desta linha.
Ouiros armeiros fizeram com o governo contra-
tos paja o fabrico cnlstr.
Um deerto manda organiaar um novo eorpo
chamado trem da ejmirdt nneionai eomposto do
peeeoaKd* compaataa geral dos mnibn*; cons-
tan do 138 arraagens; O par a ueeda feden-
tan e OOpara a* ironas de noha ; desias it.te-
o bancos aatrtrao pana transportar soMados,
em jnaMouasooira* 13 se carrejar o material.
Ata se faraanda urna companliia de artilhei
ros franeo*,.a
doras deinodello ameficai.o olferecidas ao gover-
no por algosa eidadias.
Estabelecea-se no Patheon um deposito eatnTal
de plvora ; todas as abobadas esto chelas de
plvora. Ha ir? nm* de kilogranwas de pol-
raiadas o do cangr pola, eulalra 4 ecopco de
algnns abuzes de alma lisa, e de -grande calibre
destinados a operar a peqna3 distancias.
O Tim's propoj as potancias neatrae; qae offe-
recam culra vez a paz ais bel igerantes, garanta
do nada am contra o ataquo do ooiro c com a
condio.o de s rom demttdae as' fartaleais de esta
da Franca. :
-2T) joTnal Ln Franc Julga saber que as. po
tensianieutraes dasojosas d' por termo a guerra,
se preparara para propor a ranada de aar con-
gpesso.
ROMA.
Afflrma-se que o Sr. Thiers dirigir a um alto
fuaceiooaro para sur entregue a sua santiriade
urna carta cm que pirtcipa ao sarama pontiflce as
ispuicos e:n ijua ene mirn aj corles que vui-
tou, relativamente ao poder temporal ; causa que
defeacu juoto d'afuella.s ao.mesm> lempo defen
dia a cau^a da Franca. Acon-elh-i ao sanio pa-
dre a que nao faeqie:ia eoaceaso
Italia, por que no futuro congresso a maioria da
potencias apalario os seu* dii-oiloa e recusaran a
sua aameeo no ficto con F dp, accresceiii lextualmeale Mr. Th.ers,. ma
poslo digna 'do vigario de Jess Chri^to, e da
mais antga dos soberanos.
A noticia da capitulagao de Metz dea em Ro
ma esperangas de ama restaur.'C.o do imperio
Irancez e como consequeneia, a da separacao das
provincias romanas ltimamente annexadas Ita-
lia ; diz-sa qae o cardeal Bonaparte exclaniara :
t Razaine estipnlou a evacoaco de Roma 1
Reuni-se nm conselho de cardeae3 que resol-
veu enviar urna inensagem ao acampamento prui-
siano cora urna carta para o rei Guilherme ; este
mensagelro, que .seria um membro influente da
igreja franceza, dever entnder-se com Mr. Clie-
g, nnncio era Franga, para promover um armisti-
cio entre as duas parte: oelligeraotes.
No caso de se conseguir o armisticio, e de se
coovocarem os collegps eleitoraes para novas
constituntes, receberia o clero francez instruccSes
para promover urna mwifestaco em favor do an-
ligo imperto.
A maioria oleita Job estes an^picipios promove-
rla na nova cmara resiiuiicao das provincias
romanas do dominio temporal do soberano ponti-
8ce.
Os ministros italianos procuran, por todos
os mfiio, conseguir que a corte p ulelcia aceite
um accordo que seja conveniente para arabas :
A Liberta diz qae vo 3er apresenUdas as se-
guintes bases :
1." O papa reauncia a toda a soberana tem-
poral.
2.* Conserva, no entretanto, a dignidade e as
honras de sobrrano da liaba.
3." Conserva, com direilo de immiiniiadeos pa-
lacios do Vaiicano e do S. Joo de Latro, e igre-
ja de Santa llana Maior, e a posse de Castl-Gon-
doli. .
4. Fcaro abolidas as eorporacoes e vincalagoes
religiosas.
5." Os generalatos da3 ordens, nicas exceptua-
das da suppresso, tero sua sede na cidade leoni-
na, sera qne pist implique nelles ou no papa so-
berana ou jurisdiegao de lugar.
6" Finalmente o governo italiano mantera estas
TnstituicSes, e prerogativas pontificias com as suas
(arcas nuraes e inateriaes.
Segando o jornal La Frunce a propostas se-
riara as segnintes :
Ficam abolidas lodos os empregos pblicos
nos estados da igreja.
2." O papa contiuua a sor chufe dos catho-os
com as finaras a os dircitos de um soberano.
3." Immunidade territorial para soberano pontt
tice e liberdade absoluta un materia ecclesiaslica.
4. LiborJade absoluta para os prelados e coa-
gregacao do deliberaren! no territorio da santa se-
i* Sjrvico tlegraphco e de corridos parlicu:
lar. .
6. Cooservac^o los privilegios diplomtico! para
os asentes tslran2..iroa acreJitados junto da san-
7." Os logados e naari-M do papa terao di re lo
s prerugitivas dos ropraentautes das poleocias
amigas.
8. Libeidade absoluta para o papa fuer publ
car as snas decias em tudas as materias.
9." A Italia toma a sea cargo as despezas da
corle pontificia e a divili dos estados pontiflcios.
10.- RatmcacSg destas condir5es por meio d
tratados europeos.
BES^AXnA.
A candidatura do duque de Aoste ao^ throno de
Hespanha enciratra alli grand.e opposlcao.
Huuve era Madrid urna rennlo dos represen
tantos da imprensa de todas as cores polticas, <
flrmaram o accordo de continuarem a combater
dentro da =ua esphera, e com toda a energia a
candidatura do principe Amodea. Osjornaesqae
lomaram este accordo sao 28, ern Madrid ha ape-
nas o ou 6jbrnafs qus defendem aquella candida-
tura, e na? provincias nao ha mais de tres ou
OMITO.
O casino republicano federal del Hospital tomn
o seguale accordo :
1." Considerando que as cortes constituintes ne-
gara a revulacSo querendo authorisar um estran-
geiro a vir usurpar a soborania do povo, ete club
colloca-se s ordens do directorio para repellir em
lodos os campos e por todos os meios esse atlen-
tatlo a suberamh da naco.
2. Considera traidor a patria e sojeito justca
do povo, no dia da verdadeira revoluc,o, todo
aquello qae ihe nao prestar auxilio para repellir a
tyrannia estraageira.
3. Nora -:ar-su- ha urna commisso de tres cida-
daos para levar ao conhecimento do dreJtorio os
dons anteriores artigos, e para Iha significar ao
mesmo tempo a necessidade e conveniencia de se
celebrar o mais hreve possivei urna reuniao do
partido federal de Madrid.
O duque de Aoste est actualmente em Fio-
renga, onde tem tido conferencias com o ministro
de Hespanha. Se a candidatura fur acceita pelas
cmaras, como o governo espera, serlhe-ha en-
viada urna deputacSo para Ihe offerecer offlcial-
raenle a eora. O principe partir entlo com a
prlnceza para llespanba, para o que ser posto
sua disposeao urna esquadra hespanhola. Pare-
ce, porem, que esta viagem, a realisar se, nao'le-
ra lugar antes do principio do anno novo.
orec:.\.
Contiouam os guernlheiros a pralicar as suas
gentilezas, penetrando n'algumas povoacoes e arre-
batando os seus habitantes. Ha pouco prende-
ram o deputado Pliilonos, e exigiram pelo sen res-
gate 500 mil dracraas, accoitando depois 40 eaii
pela sua liberdade.
O governo nao tem eaergia para poder reprimir
aqnelles altenlados.
Dizem de Alhenas que embarrara um novo eor-
po de voluntarios gregos, com destino a Marselba,
para sealistarem as lile i ras dos republicanos
francezes.
PORTUGAL.
Em 13 do correte escreve nosso correspon-
dente :
Poueo tenho a acere'scentar s minhas de 7 e
9 do crrante rraeitiJa pelo vapoj Humboldt da
eompanhia de Liverpool. Resumindo dire qae
por decretas de 29 do pausado, de que julgo ter
dado noticia pela mala do Sindh ultima bora, B-
eou organisado o gabinete sob a presidencia do
marquez d'Avila e Bolama, qne tambem dirige os
negocios o-lraogeiros ; reino, bispo de Visea 0 in-
torinamnte iostrueco publica ; guerra, geueral
Moraes Reg ; obras publicas, interino, o marquez
d'Avilae Bolama ; marinha, Jos de Mello ffouv;
fazenda, Carlos Beoto da Silva; justca, Saraiva de
Cerval ho,
Aapreseotacaodos ministros as cmaras le-
gislativas foi placida ; o marquez d'Avila que
fe todas as deelaraedes qae pdeos tomarse como
programla do gabinete. A raeepcao foi bene
vola.
O qne flcou .bem claro que isto de partido
reformitta nao passa de urna aggregaclo de algu-
mas adhefSas, ue to dao elementes serios e ra-
zoaveis para se formar um gabmete, pois foi pre-
ciso reeorrer ao noase e prestigio do marquez
d'Arilae Bolama, que aempre oassoa por caiwer-
vaior nao exagerado, mas emflm. conservador.
O gderno apresenteu s edrte. ma proposla
para se approvarem no parlamento as medidas
dlcutoriaee de carcter k-gslauvo. E' ama cousa
-d Himples expediente Depois de aaprovado o
bil Ae indmnilade, agrande eommlasao parls-
manter eMU para dar parecer sobre o conjunoto
das medidas da dieladara, opinar sobre a* qne
devem ser conservadas, abolidas, on alteradas. E'
um trabalho de gravidade, para qae (Ivs nao
< Foi preeo ha das censo refreeano do'surei-1
to o dislinclo violinista portnense Pereira da &%*
ta, prmeira rabecca do theatro S. Carlos, ^ qe 0
Brazil tem applandido.
No dia seguinte, g madrugada eslava de ca-
bello ecVioha fazer exercicio de pelotSo
eom tis demais recratas na parada do qnartel.
A le deve ser ce^a.e a cousa era muto ma-
ue se de aaeeaempb disaataiidade e disciplina. Aerial. Pois logo no da sogarate os jornaes en-
- travam a fazer grandas lamurias para que algara
abastado negasse rediisso do novo recruttdo.
que daria um mau soldado, causando sensivel
perda para a arle.
a Era de esperar qae um artista como o Sr.
Pereira da Cesta respondiese aos offlaosos pedtn-
- MeusSrs. : haver meio de ludo searraujar;
darei concertos, arranjare ca i minha vida pedin-
aes passaro de condes a vircondesj I da urna liceoca recitrada e volitado para a or-
ue tioham diestra de S. Carlos; mas nao |ie$am vossas
que eu Iho nao
ao ax'reito ao pali. E'oatural qae passe'sent
opposica qne os taes alfares, capiles e teaentes
lornem a ter os poslos imraediatamente iuferiore-.
O quo corto, porm, qae pe pessoas queos le-
varam a ravolla e Iras premiwara por ossa occa-
siao osservtipo e coiperaqo e foram dadas era-
baixadas, tulos, honras, e grossos adiantamentos
dos- cofres pobli os Voltario certos marqaeies a
ser nutra te eon les f
Alguns _
ou do viscondes e bardes aos nomes qu
antea > 19 do maio < ooin que sempre foram co-
nheeid^? Hitaralmeiiie nj; mas os alteres
passaro a sargoatos, e Ikjr moralidale pu-
blica salisteila.
Tem produzido urna cena agitacao no parla-
maoto umapropos!a do deputado Birro> e Cnnha
para serem louvadoj. os conselhos de districto e
jauta? geraies.que, duraat< adiciadura, nao qui-
zeram repartir a cootribuicao predial. Foi hmtera
aoprova-'* qae fuese mandada esla proposta a
comraiss) que tem que oar parecer sobra o bil
jV tndemnulad, ou a outra qualquar. O Sr. Dias
Ferpaira ex-ministro, proniettea defenderos acto*
da dieladara quando se disealir o projeclo do bil
de miemnidade.
0 raiuistro da Uzeada ajresentou urna propo3ta
de le, regalando o nuiaero de prestacoes em que
ba de ssr paga a contribaigaa directa de repartcab
e lancimento nos diversos distritos do reino.
Foi j apresentado na casa electiva, o projeclo
da resposta ao discurso da cora. K' de oresumir
que se voto sem larga discusso. Araaoh com
5a a di -cutir-se o projecto a lei de meios ( receita
e daspeza.)
Tem-se fallado ltimamente em quesera Bornea-
do goveruador civil do Porto o consalbeiro Se bas-
ta) Lopes-Calhairos e Meueies.
Consta q tasi ofici .imento que o marquez ae
Angeja ( conde de Peaiche) estava era Bayona
ba pjeos dias. ,
A ests horas, a ser isso verdade, devera ter
chegado a Bruxeilas. .
Hontem celebrouse era Lisboa o consorcio da
princeza D. Maria Isabel Francisca da Bourbou
condessa de Garowski, ba da S. A, a infanta
de Hespanha D. Isabel Fernanda de Bourbou e do
conde de Garowski, e sobrieaa dos ex-reis de Hes-
panha D Isabel de Boarboa e D. Francisco de
Assis. com Mr. Parkios qae foi secretario da lega-
cao dos Estados Unidos da America era Lisboa. A
paimeira ceremonia ver.ficou-se ur igreja catnolica
de S. Luiz dos Francezes, celebrando o reverendo
padre Mignel, e d'alli seguirara os noivos para a
legacao dos EsUdos Unidos onde tinham ae ob-
sorvar as praticas do rito proeastaute, porque o
ouivo nao calbolico romano.
Foram padriohos para o casamento legando a
liturgia romana os ex-reis de HespanhaD. Isabel o
D. Francisco, representados por procuracao. ro-
ram testemunhas para o acto solemne na legacao,
o conde de Misquitelia, e o commandante da fra-
gata americana Franklin surta no Tejo.
Terminadas as cerimonios nupciaes, segui-
ram os nubentos, bem como S. A. a infanta D.
Isabel Fernandos, e os convidados para o hotel
central onde SS. AA. tem residido nesta capital,
onda foi servido com toda a etiqueta e delicado
gosto um primoroso lanorh. Mais urde foram a
bordo da fragata FranfcUn tanto S, A. como os
noivo.
Fallecen o viseoude de Loores e viscoode de
Barcelliahos, ambos rao<03 e ricos. Hontem fo-
ram os oflicios fnebres por alma do pnmeiro
e do tam em Uado uegociante desta praca Ma-
noel Jos Pereira Bastos.
i Gausou viva irapreseo em Coimbra e mes
mo om Lislwa, o fallecimeato do digao e virtuo-
so deo da Sa de Coimbra, o Rvm. Dr. Francisco
de Arantes, natural do Recife de Peroambueo,
que Daus charaeu para si no du 28 de outubro
ultimo. Nascera a 30 de novembro de 1783. Con-
tva 87 annos. Estava no pleaissimo uso de suas
faculdade3 menlaea. e m-rreu som todos os soc
earros da igreja. Era o finado varn muit con-
ceitoado por sua crudico e pela digmdade com
qae por varias vezes governou sede vacante a dio-
cese de Coimbra. Por militas vezes foi provedor
da Misericordia daquella cidade e exerceu mul-
tas outras commissoes iiBporuotes que foram aug-
mentando o prestigio do seu bom nomo.
t Fura noraeado deo da S de Coimbra em
14 de maio de 1856. Foram seus pas o Sr. F-
lix J)s de Araules e a Exma. Sra. Therza Joa-
quina dos Santos. A relaco de uas obras cons-
ta da paina 346 e 347 do 2* volurne do Dtcio
nario Biblitgraphico de Innoceneio. Mais com-
pleta se acha porm nos artigos que por oecasi >
do sen fallecimenio pablicarara os jornaes Tri-
buno popular { de Coimbra ) e Conimorincense.
Deixou valiosos legados santa casa da miseri-
cordia qae sabiamente dirieira, como provedor, a
alguns raosteiros de religiosas pobres da provin-
cia da Beira, azylo de infancia etc. etc., ao que
deixon mais am testeraanhe do seu boai cora-
cao. O Ilustre finado foi taaibem um dos orna-
mentos do palpito conimbrincense. Era rauito
ver-ado em sciencia thealogicas.
1 Dando-Ibes tambem neste lugar sentidos pe-
sames, amigos redactores, pela infausta perda de
seu to, consigno como um faca honrosissimo
para a sua memoria, o espontaneo tributo de sau-
dade e respeito qae a impreosa de Lisboa, Porto
e sobretodo a de Coimbra prestaram ao saber,
virtudes e mrito relevantes de quem viva no
seio da mais modesta abstenco de todo o fausto
a qne a sua alta poeican ecclesiastica dara la-
ar-
Tive occasiao de apertar a mo e fallar por
aigumas horas com esse veoerando ancio aioda
em sttembro ultimo. Estava perfeitamente em
dia com os ltimos successos da gigaote^a lac-
la europea. A sua afabilidade e delicadeza era
illunitada.
t E' testamentario do Ilustre Soado um nego-
ciante amigo intimo dalle, na cidade de Coimbra.
t O Sr. Miguel Angelo Lopi, professor de pin-
tura histrica da academia real das bellas artes,
requerea urna licenija com vencimeoto por 4 an-
nos e am subsidio de 70*000 raensaes pelo mesmo
tempo para exeo**ar um qaadro em grandes di-
menebes apresentaudo : D. Egas Mauiz com sua
familia, spresentando-a peranle D. Alfonso VI rei de
Leao,parasoffrera penado mortecomoexpiacaoda
sua palavra mal cumprida. E' um assumpto dig-
no de to eximio artista, mas pede aequidae que
se nao conceda o subsidia pedido, enbora se ihe
d a licenca. Picamos sera o pa nel, mas nao se
fara a injustica de ver b dar superficie de tantas
suppressoes, reduec 3 e econ raas raesquinbas
um acto de favoritismo, erabora com pessoa de
tanto mrito. O tbesoaro nao pode subsidiar pio-
lores de tama emquanto rauitos fanecionarios esto
fra do* seus quadros, a mandar para o prego (ca-
sas de peohores) as modestas aifaias de seu viver
domestico e uso qnotidiano. Se nao teem coragem
para levar mais alto as eeonomias, deixem-se de
faustosas encommendas de quadros. Egas Moniz
la tem nos Lusiadas comdigno movimento.
Chegando a Londres o viseonde de S. Tor-
quato (Perestrello) otBcial a3 ordens do duque de
Saldanhn de quem sobrinho.
> Con-la que esta noaaeado cnsul de Portugal
na Baha o Sr. D. Manoel de SaJdanha da Gama,
irnvao do conde da Punte, em virtade de concurso
publico.
Disse-lbe por equivoco em que roe fizeram
catiir os jornaes de Li-ba, qua o digno ministro
de S. M. o Imperador do Brasil n'esta corte, par-
tira para a liba da Madeira com sna lilha. Nao
exacto. (Juera parti com esta ioteressante meni-
na, foi um fllho do Sr. xmselheiro Lisboa, que
offlcial da marinha brasileira, e qne tambera soffre
da inesma doanca que a sua irraaa.
Parliram no vapor Dande.
a Fizeram-se a 11 exequias na S patriarcbal,
por ser o 9 anni versar do fallecimeato do Sr.
D. Pedro V I-Hei, seu pai e irroo, os ministros,
as corporaces, corpo diplomtico; cmaras le-
gislativas e alguraas associacSes de benecencia
com as creanjas de suas escolas e asylos, assisli-
ram a solemnidode religiosa.
Na-veepera linha a familia real.estado a cacar
gallinholas na tapada de Mafra. '
A Sra. eoadessa d'Edla o sen esposo o Sr. D.
Fernando acompanharam o tomaran parle na
disiracao. Destnbuiram-ee os preaaio aos alum-
nos da iMceta real de Mcfra mslituida pelo Sr. B.
Pedre v.
Os alunaos da escoU fundada junto to paco
das Jiecessldades pelo fallecido soberano forera no
dia 11 oovir moa niissa por aleta do Meado bom-
feitor. E' mostr dalles o Sr. Maltos, antigo e dis-
tinelo alumno da escola normal de Lisboa.
Foi adjudicada empresa Santos & C. a em-
presa do theatro de 0. Maria II. Parece qae sao
socios o autor Jos Cactos dos Santos e alguns
actores d'aqneile tbeatro
les
poda ser modificado nos intere9ses da
Rauta.
c Madrida, 12 s S ihoras da tarde.
Paris 4Um telegrama de Orleans noticia
um combate nos arredones dg Geotemiers.
As operares dos franco-atiradors> tem tido
bom tesultado. nR
BT
raercs a esmuia de urna reraisso ,
enconiraendei, porque ha ahi maito lavrador po
bra que leva os filhos para o exercito, e que j
melle agulbas por alfiueies e os reagata do servi-
co sem estender a raao, nem encommodar o pu-
blico j farto de snbscripcSes proposito de tu-
do, I
t E' possivei qae estivesse para o dizer ; mas
nao disse.
O Sr. infante D. Angosto que pagou por elle.
a Continua a subscripeo para os feridos oa
guerra. Ja s fes a prmeira remansa.
t Do Porto j parti em u i navio grande quan-
tidade de vinlio do Douro, fios, doee o dinbeiro
para a agencia centra!. A prmeira remessa de
Lisboa foi de 400 libras oa 10 mil fraocos. O res-
t da remessa constar principalmente do 2000
garrafas de vinho, lOOOklogramraas de caf, 100
kilogrammas de 11 js, 120 ditos de raarraellada,
mnitas ligaduras corapressas, gualspos, etc.
Um dos passos dados pela comraiss filial do
Port, foi organisar um concert de peno de 300
instrumentistas, que ba de effactuar-se no palacio
de crystal, e para o qual concorrem muitos ama-
doras alslinctos pela sua posico.socal e bom gos-
to musical.
c Fallei-lhes, na missiva de 7, de um escndalo
que estava para promover na cmara alta o mar-
quez de Vallada. Foi realmente graade escnda-
lo ; os que o ouvirara dizem que pareca estar o
marquez recitaodo um dos raas atrabiliarios arli-
ios da Lanterna. Como orador experimentado,
allou em baixo-iraperio, citou nomes historeos,
referio-se seinpre a cousas passadas n'outras po-
chas, mas as allusdes eram transparentes, con-
cluindo por mais urna vez (eomo o zera oa pas
sada sessoem 1869} se referi as febres paludo-
sas qae ceifaram prematuramente a preciosa vida
do Sr. D. Pedro V e de seus irmaos D. Fernando
e D. Joo.
c O par do reino Joo de Aodrade Corvo, ami-
go deputido, mas ha pouco elevado ao paralo
pela dicta Jura, toraou a palavra com grande va
lor, e com intuitos alias generosos levaotu o veo
de todas aquellas allusoes peconbeotas, defeuden-
do o duque de Loul das di do marquez de Vallada, lauto na prim ira parte
como na segunda do sou bilioso discurso. A c-
mara pasou de inconveniencia para inconvenien-
cia, e estava perplexa sera ver bem como se sahi-
rla airosamento de tal enlalacjio, pois o Sr. Corvo
concluio propondo urna mocao de confianza fa-
vor do presidente daqualla casa parlamentar, o
duque de Loul.
A tal dislate que admirou a todos vir de um ho-
mem de reconhecjdo talento como esenptr. come
hornera de sciencia, e como parlamentar amigo
acudi o marquez d'Avila e Bolama, presidente
do conselho de ministros. A cmara votou a mo
cao e passou-se ordem do dia, no dia seguale
03 eommeolario3 de toda a irapronsa por mais em
relevo o destempero de quem fox (al escndalo na
casa hereditario, e o quasi igual, alias com boas
ioteacoes, de quera Ihe deu importancia e poz no-
mes propro?, onde s havia allusdesy posto que
viperinas, Estas scenas. sao deplora veis quando
o que nos con vera dar grandes proras de bom
senso peranle. o 111 in lo poltico, que de nm dia
para oulro pode, ja fora, sem audiencia nossa
dispar dos aosses deslinos.
> Na vespera d'-ojuellesdespauterio- na cmara
all. Tinho feilo 67 annos o duque de Loul.
El Rei, segundo o seu costume de todos os annos
reunio-se a nonle as salas do palacio ducal do
Belem as pessoas da familia do nobre duque, e
passuu parte da uoate coaversando com os convi-
vas do seu amigo e jogaado o whist cora elle.
c MuiUs oulras psssoas de distinecao o tinham
ido comprimentar.
O leslemuoho de consideraQo e alto aprecio
que Ihe deu teda a cmara significativo e pode,
em parte agradece-lo aqnem Ihe arrojou a raas
ternvel das aecnsacoes enbora mal disfarcada.
Os juroaes mesmo adveris ao duque, dissoram
na raanba do dia seguinte que nao acreditam,
nem j mais acreditaram na criminalidade do du
ine de Loul, embora, como ponderagao de es-
tado lenba comraettido muitos erros, o que outra
questao.
t Referem as follias dos Acores que prosegue
em grande escala a eaiigracao dos ilhos tubos
d'aquelle archiplago para os Estados-Uaidos da
America. Nos dois mezes ltimos sahiram para
Boston mais de 400. A agricultura soffre urna
falta de bracos porqao 03 emigrantes sao pela
maior pane homens do campo.
t Parle brevemente para Londres" o conde
d'Alte. Snppoe-se que este diplomla porlngnez
vai encarregado de urna misso particular da
parte do governo para o duque de Saldaoha.
Diz-se que a 22 do corrate ser o jura-
mento de Vieira de Castro. O advogado reo o Sr.
Jayrae Constantino Muniz, orador Ilustre, depula-
do'e lente no curso superior de lettras.
Nos jornaes que remello, encontrarlo as no
taves discursos pronunciados as corles consti-
tuintes de Hespanha, na sesslo de 3 do correte
pelo general Prim relatando os passos e negicia-
epes do goveroo provisorio d'aquelle paii al ub-
ter a certeza du que. era acceita, a cooleuto de
todas as potencias europeas, a candidatura do du-
que d'Aoste (principe Amadeu de Saboya) ao thro
no de S. Fernando. A mes na fala vera o nao
menos aotavel discurso de D. Emilio Castellar.
Segundo urna folha iogleza muito recente, pa-
rece tepse dfiscoberto a 1' edicao dos Lnziadas
de Camoes r,;.ra algnmas notas e emendas es-
criptas raargera pelo propno punho_ do grande
poeta, tendo no frontispicio urna narra cao manus-
eripta por nm velho amigo que foi testemunha
da miseria extrema do mal venturado cantor das
glorias de Portugal.
t Vejo no mesmo jornal de que extracto esta
noticia, que em um lanche que ba pouco se veri-
ficou era urna cidade de Londres, para inaugurar
um seminario de ir.:s-oes um respeitavel sacerdo-
te, o arceDispo. de Westr*insler fez um brilhante
discursos no qual disse :
t Os poriugaezes deixaram em toda a parte
t germeu do catholicismo as suas colonias, ao
passo que se os inglezes se retlrassem das que
hoja possuem, nao deixariam aps de si mais
c do que ruinas moraes e a uoite do erro.
* *is os ltimos telegrammas recebi-
dos:
Londres, 11 s H horas da rnnte.
NorWn offlciaes allema diwm qne as for-
jas prossianas eiacrjaram Orleans na qnar-
ta feira!. O general Von der Tarm, infor-
mado pelos reconhecimentos que mandn
aier da forca do exercito francez qoe avan-
za sobre elie, retiroo-9e sobce St.Pravy
la Colomb. Commonicou-se officialmenie
a rendido de Neof Brigach, tomando-.-e- .
5.O00 prisioneiros e 100 peas de artilharia.
O general Trocha trata de preparar urna
grande sortida de Paris conira as linha-
prussianas. Nao se confirma a prisSo do
general Garibaldi.
Londres, 12 i hora da tarde.Un
victoria franceza. Era Orleans os allemSes
perderam 1:000 prisioneiros, 2 pews, ma-
nices e wagons cosa manmeotos. O ge-
neral Von derTaon retiroa sobre Tonry
onde est sendo fortemente reforjado peos
Wpos do general Wattich e principe Al-
brecht que esiavam em Chartres, e pelo
exercito do duqne e Mecklomburgo. As
suas frcas agora calpulam-se em 80:000] 1
horneas. A circular de BUmark traa como
absorda a proposta frtincea para que os
commandaotes allemlej perlniUissem du-
rante o armistico quo Paris se fornecesse
de vveres sem dw.lguin eqwvaleote mi-
litar. E' formalmeole desmentida a rendi-
cSo de Garibaldi. Urna circular de Gorts-
cbakofi s grandes aliando a res-
peito do tratado de 1856, oqoal, pensa-se,
PEMAMBCO.
RE71STA.DIAEIA.
MMMMSJMSBH^B^^^M^MHMSJ
FALLEC1MENTO.-0 nosso zeloso cor-
respondente de Lisboa communicou nos qoe
fallecer em Coimbra no dia 27 de outu-
bro proxno passado o Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco de Arantes, deo da s de Coimbra,
e que por mais de urna vez governou aqoel-
le bispado, quando em sde-vacante.
O Sr. D. Francisco de Arantes era bra-
sileiro de nasclmento, e nasceu nesta cida-ie
do Recife no anno de 1783, contando por
tanto 87 annos de idade. Era filQo eos fi-
nad is Flix Jos de Arantes e D. Thereaa
Joaquina dos Santos.
O" jornaas de Coimbra, obO *illu*tre
finado repregentou um papel tilo Importante,
sao unnimes ern tecer honrosos panegri-
cos sua vida de ministro do altar.
Transcrtvendo alguns d'esscs escriplos
para aqui, queremos prestar urna devida e
respeitosa bomenagem as cinzas de om va-
ro qne por mnitos ttulos nos cbaro.
Eis o que diz o conimbricknse de 29 de
outubro :
t No dia 27 do corrente, pelas 7 horas
da manha, fallecen nesta cidade o Sr. Dr.
Francisco de Arantes, varSo por todos
os ttulos respeitavel.
t Era o Sr. Dr. Francisco de Arantes na-
tural do Recife de Pemambuco, no Brasil
aonde nascen no dia 30 de novembro de
1783. Foram seus pas Fehx Jos de
Arantes, e D. Thereza Joaquina dos San-
tos.
Sendo ja presbylero, e pertencendo
congregarlo de S. Felippe Nery no Brasil,
vio para Coimbra a fim do cursar os estu-
dos da Universidade, matriculando se no
da 21 de outubro de 1814 na Faculdade
de Theologia. A sua residencia em qnanlo
esludante foi no collegio de Santo Antonio
da Pedreira.
Com muito aprovetamento conclon a
sua formatura, e se doutorou no da 29 de
junho de 1820.
t Pela carta regia de 19 -de agosto de
1823 foi despachado 6o lente substituto da
Faculdade de Theologia, e tomoo posse da
2a cadeira e prestou juramento em 19 de
setem'iro do mesmo anno. Em resultado
da intoleancia poltica, foi em 1834, assim
como outros ornamentos da Universidade,
excluido da regencia da sna cadeira.
t Foi sempre moito dado ao estudo da
theologia e das belfas lettras, estando a par
da sciencia al ao fim ila sua vida.
O seu amor pela religio o levou em
1824 a publicar aRefutafo da Voz da
Razo do Dr. Jos inastacio da Cunha,
lente de mathem-Hica da Universidade de
Coimbra ou a verdadeira Voz da Razo
publicado que mereceu geral applauso
dos eruditos e das pessoas religiosas.
t No anno de 1823 pub'icou um com-
pendio de chronologia malhemalica histri-
ca, exlrahido dos melhores attttres, qne
foi reimpresso no anno immediato de
1826.
0 Sr. Dr. Arantes gosou ?empre os
crditos de excellente orador. Dos seus
sermios c nem impressos os seglintes:
f Sermo sobre a immaculad 1 Concei-
cao de Maria Santissima, pregado a 8 de
dzembro de 1824, na capella da Univer-
sidade.
Sermo do patrocini) do glorioso S.
Jos, pregado na en pella da Universidade
impresso em 1826. .
t Sermo du Senhora da Ba Mrle,
pregado na cathedral de Coimbra na tar-
de de 14 de agosto de 1853.
t Sermo sobre a definico dogmtica da
Conceico pura]e immaculadada Santissima
Virgem, nao recitado na calhedral de Coim-
bra em 10 de junho de 1856, por doenca
grave que sobreveio ao autor.
t No anno de 1857, tendo o Sr. conego
Antonio Lobo Correa de Castro pregado oa
S Cathedral nm sermSo na festa da Senho-
ra da Boa Morte, o qual em seguida impri-
mi ; e vendo o Sr. Dr. Arantes que alli
se sustentavam proposieoes menos bem so-
antes com a doolrina catbolica ; sabio loge
a campo em defeza da orthodoxia religiosa,
para o que pubcou as Breves reflexes
acerca do sermo, pregado na s de Coim-
bra, na festividade da Senhora da Ba-
Morte, na segunda domingo de agosto de
1857.
Ainda no anno d1867, apezar de j
entSo ter a a vanea da idade de 84 annos.
deu a conbecer que nSo tinha decabido dos
seus conbeomentos Iliterarios scientificos.
t Havendo o Sr. Dr. Motla Veiga felo
urna poblicaclo acercaDa residencia coral
dos cenegos da S, professores no seminario
e lentes da Universidade, o Sr Dr. Arantes
publicoo logo urnas Breves refiexes em
resposta ao Dr Motla Veiga; e pela roaneira
como se desempenhou desta tarefa, se vio
que ainda o nservava perfeto coahecimento
das soiencias ecclesiasticas, que duraste
muitos annos professou na Universidade.
A boa aceitaco destas Breves reflexei fex
que, com sua pormissao, fossem no mesmo
anno reimpressas.
Na supposico de que e Sr. Dr. Molla
Veiga Ihe respondera, o que alias nao acon-
tecen, linea j o Sr. Dr. Arantes fuito um
trabalho mnto mais desenvolvido sobre o
mesmo assumpto, o qual deixou manas-
cripto.
t O Sr. Dr. Francisco de Arantes foi co-
nego na S do Algarve, da apresentafcSo da
Universidade ; depois cuante da S Cathe-
dral desta cidade; e ulliaawota deio,
por decreto de II de bm de 1856.
Tambem por mais do que orna vea eierteo
o cargo de governador deste bispado.
< Por differeules vezes foi eleito pro-
vedor da Santa Casa da Misericordia dvsta
cidade, estabelwraeote de citldade que
adminslfou sempre coa muito zelo, e do
qual se nao esquacea as dispoescoes ida
sua triUroa vontadf
Temoso resaltado
ELEIQO SSfATOWAL.
eos segnintes collegio :
Pesjtin'ra.-
Monsenhor P. de Qnmpm-.-
Dr. Afuiar.
Dr. A. deOiivdra.
Desembargador Alvaro.
Dr. Ignacio Joaqais
Dr. Barros Bar
onselhetro Paula Baptista.
Resumo dos collegio do Rocif,
4*
*t
41
J
Pao

*

l;
d Albo.





Olmda, Ignaras:^, .fiovamia, -JUzarelh. Limoeiro,
Cabo, Encada, Agt (ry Vitoria, Seriohawo,
Kio Forraoso, Barre lito Caraar e Cim-
bre*
srbr.Agilmr 091
i* Dr. Ignacio Joaquim 988
9* Monsenh.H- P. de Campos 76
6.Dr. A. de Oliveira 888
y 7.* CoasilheirQ Paula Baptista 498
lftLUJlAW? PBUCA.-No da 30 do correa
aeve renmr-se a asaembla geral dos accionistas
da companhiajde Sfgtros Ulittdmlt publica, para
approvar o parecer de comas.
PACraADE DE WRBITO.Fizeramaeto- hoi-
lem 4* segainiee altano*:
, 3o anno.
Jos da AramosVianaa e Almeida, plenamente.
FraDcicolps da Silva Porto Jamor, idom.
Fiel Vtetra ares Oranjeint, dem. 3
Honor MdrMio dr ftgueire Jo, dem.
255?' QflMS Ferri0 d* Ar*D"0' simple6'
Igaacio da Sil Coalho, pinamente.
Jos Pereira aia, snnplesmnte.
Antonio Forreir de Sauz manga, idera.
Joaqun Cavaleante Ferrelra ds Mello, plena-
mente.
8 anno.
Manoel Francisco Honorato Jnior, plenamente.
Sydroni o Lydio de Olivara Guimares, idefD.
Joo Baptista Magalbaes., idem.
Joo de Miranda Ribeiro Sobrinho, idem.
Jos Joa^alm Itabaiana de Oliveira, idem.
DINHEIRO.O vaper Jaguaribe trouxo para o
9t*rt
Pereira, Cirneiro 4 C.
Dr. Manofl J. de Castro Masearenhas
Jos Gon$alves Torres.'
Dr. JoSo da Silva Ramos.
Baltar, Oliveira & C.
** 3:000*000
1:200*000
470*000
4664008
300*000
O Tribuno Popular ass'im se exprimi:
Fallecea na quinta-feira o Sr. Dr. Fran-
cisco de Arantes, deao da s catliedral desla
cidade.
o Era o finado conego natural da cidade
do Reofe, capital da provincia de Pernam-
baco, aonde tinha nascido a 30 de novem-
bro de 1783, tendo por pais Flix Jos
de AraBtes e D. Therea Joaquina dos
Santos.
O Sr. Aranles era doutor na faculdade
de Theologia, leudo tomado o grao a 29
dejunbo de isdt).
< Foi nomeado deao em 14 de maio de
m.
Ao sen funeral, que hotem teve lu-
gar, assistiram o senhor bispo eleito, mem-
bros do cabido e beneciados, e maitas
pessoas convidadas, sendo o cadver de-
positado na igreja do S. Jio de Alrae-
dina, que ora serve de calhedral, o con-
daziio d'alli pura Santo Antonio dos Oli-
vae.
O Sr. Dr. Arantes era bomem de boa
almn, de costnmes intuiros, e de bstanle
erudicco.
t Por vezes exerceu o cargo de governa-
dor do bispado, com rauda dignidade, e
proveilo para a doeese,
Tambem foi por vezs provedor da
misericordia.
Ha mezes que eslava impossibililado
de ir ao coro, sendo que j com extrema
difficuldade alli compareca nos ltimos an-
nos.
V?zr dos annos e da doenr.a era exac-
tissimo no cumprimento dos de veres eccle-
siaslicos.
A paz seja com sua alma.
i O Sr. Aranles fez duas testanrntos,
O prinviro un de setembro de 1869.
e o segunde em 20 de junho do correne
anno, e approvado no I de oulubro.
No primeiro iostituio os seguintes le
gados:
6#000 cada um dos parochos das fre-
guezias da cidade, para distribuir pelos
pobres da sna freguezia. Ao parocbo da
Assafarge, Manoel Correa Amado, um Senbor
Santo Cariste, de metal, todo o falo, livros,
folbetos e qoadros. A' oro san afu>a/k.
fllho do Sr. Diogo Barata, um oratorio e um
quairo com reliquias. A' criada Maria
Joann.i l moedas. A' criada Atina 40$.
A' contraria do Santissino Sacramento, da
s catbedral, todo o que na ocvasio da sua
morte llie deverem o cabido e o governo :
e, se i.sto nao prefizer a quantia de 40OOOr
ser-lbe-ho entregues da heranca. Ao Asylo
de Mendicidad* 50,5000. Ao Asylo de In
fancia 50,*000. A' As ociaco Consoladora
dos Afilelos 300000. A's religiosa de Villa
Pouca da Beira 50J#0U0. A's do Lourical
5003000. A's do convento de Smta The,-
reza de Coimbra 500(5007. A' Santa tasa
da Misericordia 1:200(5000. Ao hospital da
Universidade 1:200#000. Institne herdei-
ros seus sobrinhos, filhos de seu sobrinho
Manoel Figueira de Paria, residentes no
Recife, de Peroimbuco. testamntelo
o Sr. Francisco Pedro da Silva, negociante
oesta cidade, qnem deixa o usufructo da
heranca durante tres annos,letei minando
qae os nerdeiros estejam pelas contas que
o -e^tamenleiro Ibes der, e nao o deman-
dem mais judicialmente, sob pena de fica
rem excluidos da heranca.
No secundo testamento faz as seguin-
tes ampliarles:
Deixa ao hospital da Universidade mais
400*000. A' Misericordia mais iOOiJOOO.
A' criada Anna mais 10*000. Ao vigario
de Assafarji 120*-'00. Ao bacharel Jos
R'beiro Rosado 120*000.
O casal fica obrigado a pagar todos os
direitos de transmisso. *
HOSPITAL PORTUGUEZ.Est de semana nes-
te estabelecimento o Sr. mordorao Manoel Jos
Machado.
PROTESTO DE LETRAS.O escrivao do3 pro-
testos Jos Mariano, est de semana; cartorio
ra Duque de Caxias, amiga rna dasCraze?, n. 39
1 andar.
. SEBGIPE.No sabbado ebegou do Araezj o
Vapor Jaguaribe, trasenio jornaes at 18 do cor-
rente.
- No dia 13 teve lugar o assentamento da priraei
ra pedra do edilljio destinado inslruccao publica
da capital. A esse respeto lemos no Jornal de
Aracaj:
a O acto esteva bam concomio e muito s
lemne,
c Acbavam-ae presentes o Exm. Sr. presidente
da provincia, toda* as autoridades civis e milita-
res, funcaionarios, e varias pessoas gradas da ca-
pital.
e Urna guarda de honra, cornea banda de ma-
siaa do corno da polica postou-se junto ao
altar onda ae celebfou a ceremonia religiosa.
De in9lanw a nstame a muaica executava es-
coHiidas peeaa, lernioando oom o bymno na-
cional.
S^rviram da padrinhos o difector da ins-
trueco puUieaDr. Manoel Luiz Azevedo de
Araajo, o Dr. llanael Pereira Guimares e Dr.
Jos da Barros Pimentel.
< Foram pronnaciados dous discursos anlogos
a occasiao : o primeiro pelo lente de pedagoga,
Ignacio de Saoin Valladao, a o segundo pelo jo-
vimd Cyro d'Avedo, fllho do secretario da polica
Sr. Dominhoi de Afavado, os qoaas vSo publica
dai em lagar cinapetente.
Gonaluio-sti a Ceeta com um viva levanta-
do polo Sr. Dr. Cardoso Jnior, ao poVo ser-
gipano.
< Outroa viv ts foram levantados e enthusiasUaa-
mete correspondidos.
c A reUgiae do Estado.
\o illustrt praatate da provinia.
O uto quelbjence:
ignini**'
Ao i treta, djajt
no nascimenla"IPIw>s 1870, 49 da independencia do imperio, a\
da do Aracaj, eapltal da provincia de
*ob a presidencia do Excm. Sr. tenenf
Princisco Jos* Gardmo Junitr, presentes
rector da n.nrucco pblica, Manoel Lu
d'Aran jo, autoridades, phefes de repart^
pregados pblicos e iais pessoas gradas
tes na mesma cidade,-. ellectuou-se, co,
solemnidades do estylo, depois do a
bencn pelo vigario esta fregueiia Jf
de Azevedo, a collocaeao da priraeif
flcio que se destina a lastrucco puH
tal. edlflsio que comee mediante donativos de
diversos cidadlos prestrnosos. B para a todo
tempo constar, lavrou-se o presente termo, em
que assigu o mesiao Excm. Sr. e todas ai pes-
soas presentes. Eu Oseas de Oliveira Cardoso,
chefe da 3* scelo da secretaria do governo da
provincia de Sergipe, o escrevi, Jos Diniz Villas-
boas secretario interino o fez oscrever. Francia
co Jos Cardoso Junjor. vigario Jos Lniz de Aaa-
vedo, Jas di) Barros Pimontel, Manoel Pereira
Guimares, Manoel Luiz Azevedo d'Araujo, Jo
da Molla de Azeved Corre i, Urbano Joaquina So

3 varrta, Gal.
ledade-, Dr. Americo Alvares Guimares, Angelo dio ios Santos Nunes 4e Oliveira; appelWfc Ha*
-Lopes de Leae, Geminiano Paes de Azevedo, M^dtMn de Azevede Andrade.Despresaram os am-
nego Jos Alberto de Sant'Anoa, Domingos de Aze- Dargos.
vedo, Daniel Csetaao da Silva Campos, Joao Go
mas Vieira Damas, Pedro Pereira de Aadrade,
Florencio de Araujo Goe9, Joo Manoet de smiia
Pinto, 9o>vcntara Jos da- Silva, Severiaoo Cardo-
so, Igmefo de Souzh Valladeo, Paulino Jas do
Uomtim, Dr. Tomaz Dwgt Leopoldo, Dr. Francis-
co S. Coelho Sampaio, CHm'o J. da Guia, Oseas de
Olrreira Cardoso, Juajuim Jos da Mla, Antonio
Manoel do Salles, Jo*). Antonio d'Avila, Elelviuo
Jos de Barros, Geiulio Ribeiro Leal, Antonio Pe-
dro Machado de Araujo, Alcebiadei Augusto Vil-
las-boas, Candido Fabricio de Castro^ Rnyranndo
Fe reir de'Oliveira e Mello, Eugenio Pinto de
' Andrade, Francisco Jos de Goes, Prudencio Jos
Botelho, Joo Baptista Lemos Jos Martins Penna
Sobrinho, Flix Barretto de Vasconcellos, Sizioio
Hibeiro Pootes, Jos Gome- de Araujo Pinto, Jos
Joaquim de Paula'Madureira, Jos Francisco de
Medeiro Chaves, Jos Antonio Ramos, Manoel Epi-
phanio Martins Penna, Lniz Goncalves Pedreira
Franja, Nicomedes Gomes da Cunha.
O.NEIDA.Este vapor tira a mala lioje, urna
hora da tarde, para e Bahia e Rio de Janeiro.
NAVIOS A CARGA, Em .Lisboa Despiquete
11, Collete e Desempenhi para Poruainbuo, tari'i
[Miza, para oMaranbo, e Amazona, para o P no PdrtoSeixas I, para Pernambuco, e Douro
para o Para.
NAVIOS SAHIDOS.De Lisboa-Jroiae (vapor)
para o Para, Maranho e Cear, a 3, e Audaz para
Macei a 11.
Jaram a u
Do jury deTfcavel.Appellante, Raymundo
Cardoso da Silva ; appellada, a jastlca.Annnlla-
ram o proeesso. "Vi,
Do jury da Forlaltia,--4fcpellante, Maria Perei-
ra do Espirito-^ato; ppeni*4, jasiica.-A'
novo jury._*c
Do jury de Jorto-Catvo KM^iMe, o juizo ;
pellada, Franrisca Maria da^iteiao.Nio
rtnaram oocJreeinaWo.
vo jury HM iencii. Apoeaate, o juizo ;
appellado, Adeno Jos da Silva.A! novo jury.
Bo jury |e Gojanna.Aupellinle, o juizo ; ao.
pillados, Joaquim Jos de Sanrkqna e sutros. M
novo jury.
Do jury ia Pto d'.Veuoar.Amellante, o jul-
io; appelleio, Pfpqm Jos de^ant'Anna.A"
novo jury.
ttMLUdlBS CIVBS.
Bg juizo munitMrdGatoJ6.do Rjcha.Awel-
lantoi Joo BaptisW ik Cot* Colho ; apMWlMr
Aaaa Ignacio, seos fln% nettosRecebera os
emDngos.
n> juizo municipal do RecifeAggravarrtij.flai
Mri Ti>Rfatm de-
"" lo de Macedo.
->ta:
- Cifc-Appellact;. 0
ao
Sr. deseiubarifador Souza Leo :
pellanto, o juiz- de ausentes; appellado/
Bnarque de GosmSo Lima.
ntou-ne a sesso al lwre, e um quarto da
LICACOES A PEDIDO.
Tntnr.fis tfg Portugal
8 ,J6* e os de ontros
pipa.
^^^L^ ^^ W"*r*m-M a 580
iiaeme de 6 velas
ii'tK, d^^*av*frrnvfJri
da Parahyba e do Ceara para Liverpool tl/te
NAVIOS ENTRADOS.Em LisboaJVoro Aba-
Usado a 5 de Pernamboco, Avrigio e Amazona a
9 do Para Diligente a 12 de Pernambuce.
NOTICIAS COMMERCIAES.-Segundo os lti-
mos le'egrammas das casas Knowles & Foster e
Pinto Leite A Sobriuhos, eram colados os gneros
de produccao do Brasil:
O algddao, depois de urna alca, baixou um o-
tavo, vendale assim : Pernambuco e Rio Grande
a 9 d., Parabyba 8 7/8, Macei 9 1/4, e Maranho
9 1/8 d.
O assucar flcava muito firme de i/0 a 27 c
branco, e de 15/ a 23/6 o mascavado.
O caf estava muito (Irme, regulando de 44/6 a
49/6 d. segundo a qualidade.
AMAZON.Era e-perado em Lisboa este vapor,
de 26 a 28 do correte, e.n viagem para Pernam-
buco.
CEAREN'SE.Em Lisboa esperava-se este vapor,
de 17 a 19 do correte, em vragera para o Para,
Majanbao e Cear.
LOTERA.A que se acha venda a 172.* a
oenelii-io da igreja de Nossa Senhora do Rosario
da Boa-vista, a qual corre no dia 30.
PASSAGEIROS.Viudos do Porto o barca por
tuaueza Social:
Mainel .Martins Petigo, Beato Rodrigues Manoel
de Aguiar Braga, Jos Rodrigues, Francisco Pe-
reira da Silva, Domingos Antenio de Argollo, Jos
Martins do Carvalho, Simeo Ribeiro Puntes, Joo
(unes Pereira, Jos Joaquim os Sant s, Manoel
Joiquim da Costa, Jos Gomes Patriarcha, Joo
Jos de Souza .Nunes Custodio Josa de Souza Nu-
nes, i !-: ah mi i ibeiro sua senhora e 1 111 li i,
D. Maria Marcial d'Arnellas, Manoel Fornandes de
Azevedo, Joaquim Jos Ramo;, Bsrnardino do Rrito
Fernandes, 8ebast3> Alves Souza Soares Jos
Maria Fragoso, Jos Ju>lmo da Costa, Jos Marlin>
P. e 1 ftio, Aatonio Domingues Ramos, J aquini
Antonio da Silva, Antojo Francisco da Silva, Jo.i-
quim GODcarvBS Cambezf.*, Joao Manoel Pires Ju
mor, Silvestre Ribeiro da Suva, Joaquim Marques
Cantanhde. Seralim Souza Pinto Rocha, Jos Mi-
na Lopes, Antonio aa a >uza, Anua di.is.'ju-o jU*-
i|ui n da Silva, Jo- Benw S.moas, Bento Ferreira,
Joa Anoa Vioria, Joanna (preta), Jos ear da M.
Vindos do Aracaj o portos intermedios, no vapor
brasileiro Jaguar.ibe :
Falix Barbosa de Vasconcellos Machado, D. Ma-
ria Itencdicta G. de Souza e^l criado, Jo.-o Ferrei-
ra ds Silva, Joo Francisco aa Silva e 1 escravo,
Evaristo Pereira da Costa, Jos Olegario de Araujo,
Heirique Ribeiro de Puiho, Manoel Barbosa Ca-
Iheiros, Gildinj Lopes dos Santos Canind, Joo
Ferreira Bitns, alferes Thamaz de Aquino Silva
Loureiro, Jos Carolino de Souza Velho e N.
Klein.
Vindos da Europa no paquete inglez Oneiia :
Margante M., M. R., H. Willey, B. V. Demenj-
co, O. P. deJBiose, I-absllo Saraphim de Biose, P.
Franci-co Mana, B. D imeaica F., F. R. B;agio, C.
A. da Viningo, P. M. Pietro, P. Pro-oero, O. B. de
D imenico, Antonio A. Maia, Bernardino A. Maia,
J. Joaquim Pereira, Antonio J. Goncalves, S. Mi
eOele, N. Raffsi'le, S. Francisca di Raffaele, C Ni-
calai Son, Novellino Felice, Sabello C, J. de Seuza
llego, V. M. da Giusepce, J Viocenzo, N. Antonio
i, M. irningues, M. B. C.Villarouca, J. Flix de
Azevedo Veiga, M. Fern?ndes Carballo, J. Bernar-
dio S. J., Urbano dA Silva, Joo M. de Araujo, A.
de Brito, A. G. Teixeira, D. B. de Giovanni, J. F.
Pereira, J. de Souz>, M. de Souza Mello, J. de Oli-
veira, M. G. Alvares, J. F. de Campos, J. Benilo
M., J. Ro Irigues de Paria e Maria da Conceicao
Nunes, padre J. Luiz Ferreira, J. F. Santos, J. D.
da Silva Lemos, Jos L. Alheiro, Manoe da Costa
Campos, N., Antonio R. Pinto, Joaquim B. de Oli-
veira 7 filhos e 2 cria los, F. da S. Cardoso, F. I.
de Oliveira, J. do B. Borgas, J. Francisco F., J. da
Cruz Salvado.
CHRONICA JUWIARI*.
TRIBL'VIL DA a*X*( lO.
SESSO EM 26 DE NOVEMBRO DE 1870.
RESIDENCIA DO EXM. Sil. C.oNSEI.Iir.ino C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
cargadores Gitirana, Guerra procurador da corda,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa, Souza
Leo e Uchoa Cavaleante, faltando com causa o
Sr. desembargador Assi9, abrio-se a sesso.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julg a-
lientos :
AOGRAVOS DE PETigAO.
Aggravanle, Dr. Candido Jos Casado Lima; ag-
gravado, o Juizo. Juizes os Srs. desembargadores
Motta, Uchoa Cavaleante e Souza Leo.Nao to-
marara conhecimento.
Aggravante, Francisco Antonio Aires Mascare-
ahas; aggravado, o juizo.Juizes os Srs. desem-
bargadores Lourenco Santiago, Guerra e Domin-
gues da Silva.Negaram proviraento.
Aggravante, Jos do Reg Mello i aravado, o
'-.o Joizaa oa Srs. desemftergadens Gitirana,
za Lelo e Doria. -Sfefaram nrovimento.
RECUatO CHIME.
Do joizo d direiio de Mamanguape. Recorren-
te, o jnizo; recorrido, Augusto Cesar Calla-
do. Juizes os 8r?. desembargadores Lourenco Sah-
tiago, Motta, Doria e UohOa Cavaleante.Iaiproee-
dente.
BBVISTA OtVCL.
Do supremo tribunal.Reeorreite, Antonio Ju-
lio da Costa Guimares; recorridos, Foriaa k
S.Juizes os Srs. desembargadores Doria, Domin-
gues da Silva e Reguaira Costa, sorteados os Srs.
desembargadores Almeida Albuquerque e Gitira-
na.Julgou-se a favor do recrreme.
ULBBA8 00BPB.
Negaram soltara a Aatonio ioa Vief as.
MVBJ.ACOaSCMWS.
Do jury de Campia.AppeHaate, Francisco Ro-
drigues Borba; appellad/i, Joo Aranba de Vas-
concellos.Improcedente.
Do jurv da Telha.Appellante. o Juizo; appella-
do, Claro Alves de Olive ovo Jury.
Do juizo de direito de?. 1^6 e Mipibu.Ap-
pellante, Pedr apellada, ajas-
tica.
Do jOJffB^^HMffarlaat. Manoel Rodn-
Do juizo municipal do Recife.Appellantes, Joa-
quim Ribeiro de Meraes; appeilidos, Maooal Pe-
reira MagMhfes v-'etrtres.Ao ir. Df. curador
geral.
Appailaale, o cnsul de Portugal; appellada, D.
Maria Joaquina de Oliveira Campos.Ao Sr. des-
embargador procurador da corfc.
PASSAflBtfS.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago:
AppellaeSes civeis.Appellante, Antonio Joaquim
Luiz Pirana; appeUad, D. Roea Alexandrina do
Espirito-Santo. Appellante, Felipp# da Cuaba
Luna Araujo Rocha ; appellada, D. Anna Joaquina
de Albuquerque. Appellantes e appellados con-
juntamente, Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavaleante e outros e Salvador de Siqueira Caval-
eante. Appellantes, Antonio Corroa de Senna e
sua mnlher; appellados Antonio Baptista Barbosa
e sua mulher. Appellante, Isaas Jos Rodrigues
Braga ; appellado, Manoel do Nascimento Rodri-
gues Braga. Appellante, Jos Amonio das No-
ves ; appellado, Jos Gomes da Silva. Appellantes,
Joo Correa Leal a sua mulher ; appellados, Jos
Joaquim de Farias Cmara e sna mnlher.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, An-
tonio Peregrino Cavaleante de Alhnuuerque; ap-
pellada, Joo Pinto de Lemos Jnior; appellado, D.
Uenriqueta Eiysa Bankcs de Miranda ; appellado,
Jos Luiz Ferreira da Silva. Do juizo municipal
de Caruar.Appellante, Jos Antonio Gomes ;
appellado, Manoel Alves Pereira. Do juizo muni-
cipal de Nazareth.Appellante, Manoel Tbomaz
de Albuquerque Maranho; appellado. Ignacio Vi-
eira de Mello. Appellafo criine do jury da Impe-
ratriz.Appellante, o juizo; appallados, Jos Bar-
bosa de Oliveira e outros. Appellante, Joaquim
Affonso Chaves de Mello; appellada, a justioa. "Do
jury da Atalaya.Appellante, o juizo; appellado,
Antonio de Lima Buarque.
Ao Sr. desembargador Uehoa Cavaleante :
Appellacao civel do juizo municipal de So-
bral.Appellante. Antonio Lopes deAgniar; ap-
pellado, Luiz Anton.o da Silva.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago:
Do juiz municipal de Aracaty. Appellante
D. Carolina Amalia Prente; appellado, Manoel
Ferreira da Ponte.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ac
Sr. desembargador Motta:
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Jea-
quim Francisco d'Albuquerque Santiago; appella-
da, D. Fraucisca Tharaazia da Concero Cun-
nha.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis:
Djjury de Goyanninha. Appellante, Manoel
Alves Pintado; appellada, a juMi^a. Do jury de
Mamangu-ipe. Appellante, o juizo; appellado,
Florencio Muniz dos Anjos. Do jury do Reci-
fe. Appellante, o juizo ; appellado, Emigdio Jos
Pedro Mendos. Appellante, Juo Antonio Marques
do Espirito-Santo; appellada, a Justina. Do jury
do Pillar. \ppellante, Joaquim Francisco dos
Reis; appellada, a jusiica. Do juizo municipal de
Pedras de Fogo.Appallante, Joaquim Munleiro
Guedes Gondim appellado, Virginio Horacio de
Freilas. Do jnizo municipal do Cabo.Appellante,
Paulino Pires Falco; appellados, Joao de Azevedo
Maia e sua mulher.Juiz certo estas duas ultimas
appellaces civeis. .
Do Sf. desembargador Doria *o Sr. desembar-
HtS^FaPS.laSil-.., -o .c.-Aypeiiante,
o jnizo ; appellado, Jos Raymnndo do Silva. Do
juizo de ausentes de Mamanguape.Appellantes,
Nicolao Tolentino do Araujo e outns; appellados
os herdeiros de Joo Candido de Azevedo. Do
jnizo muoicipal do Recife.Appellante, Emilia
Rosaflarcia; appellalo, Josepha Leopoldina de
M -II' Marinho- Do juizo municipal da Sr ira de
Teixeira. \i>pllante, Manoel Jos Ferreira de
Maria; appHIarto, Pedro Antonio de Souza.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavaleante:
Do juizo municipal do Recife.Appellantes, o?
herdeiros de Lourenco Jos das Neves; appella-
dos, os herdeiros de Jos la Rocha Paranhos.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Appellacao criine do jury de Porto de Pe-
dras.Appellante, Anna Clara' de Santa Cruz; ap-
pellada, a justi a.
Ao Sr. desembargador Souza Leao;
Embargos remettidos do juizo municipal do Re-
cif.-.E.i.Jarjante, Dr. PeJw eAtuayde Lobo
Moscoso; embargado, Jos Joaquim Pereira de
MeodoDca.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
iesembargador Souza Lelo:
An,ii-;!-ri" v l A| lian -. \ni oii" Fartado
Cavaicaule e Albuquernue e sua mulher; appel-
lados, Ignacio da Onnba ^btiriuerque e sua mu
Iher. Appeilatoes crtta*.Ademte, Silverio
Antonio de Souza; appellada, a jusiica. Aopel
In;1, o j:izj; appu'.ad.., Muu.cl d.. Salla FA
eo.
Da c- ^o.-pm' ---iri -r s-::; LnSi Sr sem-
bareador U<*tani (J vaJcsn'e:
npellai;es criuies.Appellante, Paulino Jo de
Cistrv; appellado, Henrique Saxer. Appellant, o
juiz,.; a^i^allauio, Ji-se Ai es da Cula. ^ppeiiau-
tj, jl"'t; ,)j.v....-i oJVciiuj i>ijpj da Silva.
Appellante. Roq'v di R>a F'oire; appellado, o
juizo.
Do 8r. desembargador Uchoa Cavaleante ao Sr.
desembargador Gitirana:
Appellacao clvel do juizo de ausentes de Goyan-
na.Appellante, Joaquim Raphael de Mello; ap-
pellado, o ajudanle do procurador Qsc?l.
' DELIGEHCIA CIVEL.
Ao Sr. desembargador procurador da cora :
Conflicto de jurisdico.Entre os juizes de di-
reito da 1* e 21 vara do Recife.
Appellacao civel do juizo municipal de Cabo.
Appellante, Ignacio Americo de Miranda; appella-
do, Francisco de Sania e Silva.
Ao Dr. curador geral:
Do juizo municipal do Recife.Appellante, o
preto Manoel Izidro; appellado, Francisco Manoel
de Siqueira.
DELIGKNCIA CHIME.
H. 3W^-ENFERMiDADfiS MORTAES.-Quan.
V na (tajme morro qualqaer pul", dizer do que
morreo. H'> pois, justo, que quando se cure,
oomsindsiba com qae se curou ? E no en-
* Bilbares de inolestias mortaes sao curadas
o^salsaparrilia da Bristol, e ninguem o sabe.
03 #asos que se aproximara urna sublimidade
milagrosacomo o do joven Jaime Wyckoff, o
mu ro luteralmente arrancado das garras da
Cte, quando j se achara meio devorado pelas
pnu assao os que naturalmente se publi-
WBf e talvez um centenar 8elle3 teem assombrado
ciedade qae os teem-d^, tinto as priucipaas
m|as, como as publie*tes medicas. Porm a
isaparriilu de Bristol, teem conseguido milhl-
res e centenares de milhares de curas, quando j
os mdicos raeneavam a cabera e diziam : nao ha
esperanca I E(B uxiu u parle* durante todas
as-estacoei do anna prado mararJhas em silea-
co xal que a bem da humanidade, se conhe-
cesse uaiversalmento verdade relativamente as
suas admirveis quanlades.
. 3ft7.-0 que o continente resoa cora as recentes curas de
escrophulas outras molestias ulcerosas destrui
doras da vida, tratadas pela sals^parrilha de Bris-
tol, bom saber-se que seus effailos no rbeuma-
tMmoiDihminatorw e cbrontSo, nao sao manos
maravilhosos,
O Sr. Felippe Guerra, de Matanias, faz constar
que dezeseis frascos desta remeti superlativo, o
curaram de ara rheumatismo afQictissmo, o qual
o havia feito penar durante dezoito annos, disse
tambera, que eraquaoto estove em Hivana, e onde
esta preparaco lfte fra recommendada, tinha vis-
to" mais da vinte pessdas respeitaveis, que ha-
viam sido ourala*, da- peiores molestias que a
carne esl >ugeita, entre outras o Sr. Fran-
cesco Diez, cuja vida, ameacala por um ataque
combinado de e-crophulas e rheumatismo, ll-
oara salvo mediante a sua accao balsmica e res-
au ral iva.
*"""* P'to fon, RawMtaVftwi
e Miles. Brescla e.Ujfeiw ------
Os bilbetes pode* ,urado ,,, mia to
Mi Joao ifafi i rg|a^ || thea-
ftWAitWi s 9. |4 oa ponto.
-- '
i
PROTECTORA OAS FAMILIAS
Os senbores contribuinles a essa associa-
c5o que preferem manuar pagar suas annui-
dades nesta provincia, podero dirigirse
rna do Livratnanlo n. 19, 1. andar, antes
do dia 10 do prximo raez de dezembro,
arim de que os fundos possam ebegar na
sede da associa^ao so Rio de Janeiro antes
do seu vencimento M d* deembro de 1870.
Recife lo de novembro de 1870.
Narciso Frantisco de Vidal.
PRACA DO RECIFE 2G DE NOVEMBRO
DE 1*70.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cot$d>'s oiciaes.
Algodo 1" pone -535 rs. p r kil. (hilera e hoje).
Cauoio sohre Londres in d/v 't Ii2 por U000.
Pelir.piesiileirte.
MaanVUi Jomor.
Pele sfl.-iettiio.
A. P. d .enios.
ALPAVDEGA-
RenKmrnto do dia I a 25. .
(den t dia 26 .
77i:(i3l933
2I:363082
793:45301o
1!
Navios entrados no dia 36
Araoaju e portos intermedios-4 dia*, vapor na-
ctonti Jaguaribe, de 489 toneladas, coramandan-
te Guiloerme de Castro, equipagam 30, carga
varwsfeneros; a conopauhia Peroarabucaoa.
Southampu e portos intermedios13 dias va-
por inglez Oneida, de 1372 toneladas, comman.
danto A. H. Bax, equipagem 130, carga fazendas
e otros gneros; a Adarason Howia & C.
Liver*oal por Lisboa23 dias, sendo do ultimo
PJfto das, commanftante R. Byrne. equioaaem 43,
carga rszenilan e ontros gemsTD r a !f!wlbcB
Bsoperm-C,
a portumiea Social, ie 332 tomladSs,
^Auftaw ii c.ihik> Hra|K. tquinagam
HlmWpM Isterorr a JowTuim Um <$ta-
ve*Uellro. 1
vpoMtm, m XH toneladas, capitSp Fraqalsco
Jos Pratos aquipagem 11, era laatro; a Amo-
ros Iraioo,. *
ftlriftludMa Sal- 11 dia* palhabote portuguec
Vtctbr Manoel. de 120 toneladas, oapito lub
das Santos Silgado, equipagem 8, carga 6,370
arrobas de cara*; a l-'ranciseo Jos aa Costa
Araajo.
Navtos safados no memo dia.
LiverpoolBrigu inglez Cegana, capito Schra-
der. carga algodao.
New-York-Patacbo inglez Harriet, captlao Me.
ftabb, carga assacar.
Obsercac
Fundeoa no lamaro urna esenna iigleza mas
n3o teve eoramunicar-ao com a torra.
AVI
RIO DE
};;s
Segu em poneos das para o indicado
porro o brigtie' nacional Galgo, de t*-'cfase,
por lera maiorpaito.da ewg'a engajada; a
para o resto que anda pode recebar i frote,
trala-w emFranoisoo Hbeiro N[o Gui-
maraes, armazem roa do Bario do Trinra-
pbo n. 96, (dutr'ora do Bru).
^JJAHIA.
Para o referido porto1 segwe deatro em poneos
dias o patacho nacional Cata* par ter a maior
parte da carga embarcada, e para o rtsto qae U
falta a preces mdicos, irata-se com o eeasigbata-
rio Joaquim Jos Goncalves lelirio, fu do Ceta-
mercio n. 17. *
kio de Jrmim
O patacho nacirnal Esfrega a sahir at o ftm do
mez, ainda recebe algnma avfa : a tratar m es-
criptrio de Jos Meria Palmeira, largo do Corno
Santo n. 4, Io andar
BAHA
ECITAES.
O Doutor Sebasliao do Reg Barros de La-
cerda, juiz de direito e especial do eem-
uiercio n'esta cidade do Recife de Per-
Bwbacc-por S. M. I. etc.
Fac;o saber aos que o presente edital virara
e delle noticia tiverem qae no dia 3 de la>
vereiro do anno prximo futuro ?e ba de
arrematar por venda a quemrxais der em
praga publica deste juizo depois da respec-
tiva audiencia o seguinte: .^^
Urna casa terrea meiagoa sita na ra da
Soledade o. 56 com 25 palmos de frente,
e 34 de fundo, com duas janellas e um
portao no meio, cum portao no oitao, duas
pequeas salas na frente, e dous quartos,
pequeo corredor avallada por 9000000,
preco da adjudicaeo'7200000. Aqual vai
a praca por execucao de Manoel Joaquim
Baptista como cessionario de Theodoro J.ist
contra Andr de Abreu Porto e sua mu-
lher.
E nao lia^endo lanzador que cubra o
Dretjo da 3Vtc/3 arrema'.aco ser feita
pelo pteco da adjadicjcSo cima decla-
rada.
E para qoc ciiegue ao conhocimento de
lodos maudei pawat' o presea.e que ser
publica o pela imprensa e alDxado nos lu-
gares do costnmes.
Bfccife 25de setembro de 1870 En Manoel
M na Rodrigues do Nassimento, escrivao o
subscrivi. Recife i' do selerabrode 1870.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
'ov'jvieato da aifaadega.
vblumes entrados com fazendas
com gneros 12
Volumes sahidos com fazendas 100
com gneros 209 ^m
___ .!> iioje 28 de oulubro.
alera inglezaH)jionferro e carvao.
Brigue inle7.VFiM Wintrunos de ferro.
N-e ngi-i Misrri,iiaxo carvao.
Barca francezaMxico vlnho.
Barca inglezaStellabac^lho.
Bar:a inglezaLavimaidem.
Barca ingleza Ka'ti-noorcarvao.
Despachos de exportacM no dia 2o de
novembro
Xa barca injezi William Jones, para o Ca-
nal carrogarain : Rabe Schmmettau & C. 50 sac-
cas com 3,162 kilos do alsoao.
- Xa barea ingleza Nbula, para o Canal car-
regaram : Kelier U G., 90 saccas com 5,551 kilos
da algodo. '" .
No patacho iuglez Anganora, para Liverpool
carregaram : S Leilao A Irmos 173 saccas com
18,132 kilos de algodao ; Pereira Carneiro & C.
213 saccas com 18,265 kilos de dito.
Na barca ingleza Brilhante, para Liverpool
carregaram : Mills Lathain & C. 83 saccas com
5,731 kilos de algodo.
No brimie iuglez Cigana, para Liverpool car-
regaram : Mills L-itham & C. 75 saccas cam 5,b55
kilos le algodao.
Lu^rj inglez Union, para Liverpool carrega-
ram : Soares Primos 12 saccas com l.Oo kilos
de alzodo ; Ferreira & Loureiro 30 saccas com
2,653 kilos de dito.
Na barea ingleza Phanton, para Liverpool
carretn : Joaquim Jos Ramos 1,000 saceos com
75000 kils de assacar mascavade.
_ Na barca fr.nceza Saint Yves, para Liver-
pool carregaram : Rraga Son & C. 30 saccas com
2 701 kilos de algodao.
'_ Na barca franceza Jean Bapttste, para o
Havre carregaram : Tissct freres 467 saccas com
32,281 kilos de 4lgodo.
No vapor inglez Douro, para boutbampton
carregaram! Ktllor & C. 26 sascas com 2,057
kilos de algodao.
REGEBEDORI4 DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento de da 1 a 23. 49:*"*021
dem do dia 26 1:666*244
EMARACOES.
flnob"A -.-
iva lrma do arl 50 1 da le provincial n.
063, avia se por esta repart rao, a quera inteies-
>ar posea, que com o mez de" dezembro prximo
abre se n praso de 30 das alli marcados para o
pagamento voluntario dos imposlos da decima
urbana e de 5 0|0 sobre a rend i dos bens de raiz
de corporales de uiao morta, relativos ao Io se-
mestre do corrente anno financeiro de 1870-71,
incorrendo os contribuintes que nao realisarem o
mesmo plmenlo no referido praso, ne corami-
nacao do | 3o do citado artigo.
Consulado provincial 21 de novemmbro de
1870.
Servindo de administrado r1
A. Witruvlo P. B. e Accioli do Vasconcellos
Crrcw geral,
Relafo das cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
repartirn do correio em 2i de novem-
bro de 1870.
Bernardina Maria da Silva, Flix Pereira da
Simas, Jos Bartholomeu (i). Jos Lucas Fr-rreir?,
fos de Souza Reis, JoaoT. Marsitlac, Leandra 0.
Alves de Carvalho, Manoel Ribeiro Brrelo de
Menezes, Quiridona Maria da Conceicao.
0 encarregad" do registro,
Manoel dos Passos Miranda
Ao Sr. desembargador procurador da justica:
Do jury da Victoria.Appellante, o juizo; ap-
pellada, Isabel Joaquina da Conceicao.
Assiguou-se dia para julgamento dos seguintes
le tos:
APPBLLACOES CITBIS.
Do juizo municipal do Recife. Appellantes,
Jos Ferreira Colho ; appellado, Dr. Luiz Lopes
Castello-Branco.
Do juizo municipal d'Areia Appellantes, Jos
Ignacio Nunes Freir e outro; appellado, Manoel
uomes da Caoba Lima.
Do jaiio municipal do Bonito.Appellaote, Fer-
nando Sergio dos Santos; appellado, Vicente Fer-
reira Padilba Calumby.
APPELLACOES CHIMES.
Do jury do Ico!Appellante, o juao; appellado,
Antonio Jos Dias.
Appellante, Joao Raymundo dos Santos; appel-
lado, ojuio.
. AlP*.""^ f fc1Z0; 'PPellado, Manoel Joaquim
de Oliveira Cabelludo.
Appellante, o tafeo; appellado, .Francisco Ray-
mundo da Silva Braga.
wsranraioSis.
Ao Sr. desembargador Asis :
Agravo de Paticao do Recife.-Aggravante, An-
tonio Joaquim Buarque de Nazireth appellado, o
jaiw.
Ae r. desembargador Domingues da Silva :
THEATRO
Para e referido porto segu dentro de seis dias
a polaca Italiana S,ra, e por isto qsem qulter
aproveitar carregar a frete commo^o, difija-ae ao
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrio
ra do Commercio n. 17.
COMPANHIA PERNAAUJUCANA
I DK
V.iTeg;ico cosieira por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
commandaute Silva, seguir
para o poito cima no dia 28
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encomiendas, e dinheiro a frete at as2 horas da
tarde do dia da sabida, nj ascriptorio do Forte
do Maitas n. 12.
MU
f
Segu com brevidade para o porto atiraa o pa-
tacho Mana, para o resto da carga que lbe falla
trat-se cora Pereira Vianna & C, ra do Vi-
gario a. 11.
nw
Para o radicado porto segu era poucos dias o
brigue portuguez Realidade, por ter a maior parte
de sen carresamento prompto n pa*a o poaco que
Iho flta a frete barati : tratase com o consig-
natario Joaquim Jos Goncalves Beltrio, ra do
Gommercio n. 17.
Maranho
Segu para o indicado porto o patacho brasilei-
ro Bom Jess, e pede reeeber ainda alguraas miu-
deza? a frete : a tratar com o respectivo consig-
natario Joaquim Guiardo de Bastos, ra do Vi-
gario n. 16, Io aahar.
LEILOES.
LElLAi
" t"-i icuce.s
AppeHaclo civel do joiio municipal da villa o>41 pipa.
48:003*265
CONSULADO PROVINCIAL^
Rendimento d dia 1 a 23. 61:246*469
ldam do dia 26 2:955*369
64:201*838
PRACA DO RECIFE
sm 26 db NovEMano db 1870, U 8 bobas da tabok
REVISTA SISHAXAL.
Cambios.Duraoto a semana houveram transac-
cSes sobre Londres de 23 a 23 S/8 i. por 1*,
sobre Portugal a 130 % de premie, e sobre o Rio
de Janeiro a 3/4 % de descont.
Algodo. Venden-se o de Pernambuco de
8*480 a 8*780 os 1!5 kilos, e o do Rio-Grande do
Norte a 9*700 os 15 kilos.
Arroz.O pilado da India vendeu-se- a 2*800
a arroba.
Awrra-DocaO de Lisboa vendeu-se a 3*100
o galao do de Lisboa.
BacalhU).Era atacado vendea-se a 11*800, e
retamo le 12* a 14* a barriea.
Cafb.dem de 5*500 a 6*100 a arroba.
Cha.dem de 2*K)0 a 2*800 a libra.
Ckrveja.dem de 5*500 a 9*000 a duzia de
botijas ou garrafas.
LoucaVendeu-so a ingleza ordinaria a 320
por oento de premio sobre a factura.
Mantbiga.A ingleza vendeu-se de 1*000 a
1*050 libra, e a franceza de 1* a 1*109.
Massas.Venderara-se a 9*800 a cauca.
Oleo df, ukhaca dem a 2*200 o galao.
Passas.dem a 9* a caixa,
PBBWMtros.Mep a 18* a arroba, ^,
^^H^Htt fianengs venderam-ae a 2*200
SABldUvenieu-se 170 rs. a Hkra do uiglaa.
Tobk.VeaaM-se o Ae Minas de 6* a 8*.
8 0deUbdaallIOOaA.
Vlnaork.-O te PortngsJ fbHi a 1W# a
iM\\\ \W\
EMPREZACOIMRRA
Grande espectculo
15 RECITA DA ASSIGNATURA.
Dividido em quatro partes.
No aual toma narte a xlmia cantora
Mme. H. SANGLES.
Ouvertura pela orchestra.
PRIM12IRA PARTE.
Representar ge-ha a chistosa opereta era 1 aeto,
msica de Offemback
Les mariage au\ Lanternes.*
Na anal tomam parte Mme. Valmonca, Mlle.
Brescia e Mariette Mrs. Raynaud e Carn.
SEGUNDA PABTE.
Cancona ta
PAS CA.
cantado por Mlle. Mariette.
Ronde du
RRESILIENS.
deserapenhado pelo caricato Mr. Carn.
Cancao.
OH I LA I GROS JEAN A HORRE'
cantada por Mr. Maris.
. Aria da opera
GUILHERME TELL.
ejecutada pela eximia cantora Mmo. H. Sangtes.
O Sr. Joaquim Ferreira dos Santos, hbil pro*
fessor de danca presta-se a danoar, a carcter o
lindo
SOL INGLEZ
competo por Mr. A. Saint Leoa.
Caneaos boire da enera
LA GRANDE DUCHESSE.
desempeahada por Una. Valmonca.
TERCIURA PARTE.
Duetto da opera cmica
LA CHAN&ON DFORTUNIO
desirapenhada por Une: H. Sangles e Mr. Maris.
legaida a appi dido de muitaa pessoas o Sr.
Santos anca o lindo passe
AR/tGONEZA.
QUAWA PARTE
A eMMon aprela comka em um acto
Chicard et Bt>
a^cochpira sita na roa
esquina da rna daslortis
TERCA-PEIRA
O agente Pestena far leilao dos pertenees da
cocheira cima dita, cama, couro-, carnes.etc, em
I ou mais lote>, no dia terca fera 29 do corrente,
pelas 11 horas da manha, na mesma cocheira.
AVISOS DIVERSOS.
AVISO
Jos Joaquim A ves avisa a ,uem convier qae
foi cumiado administrador da massa fallida de
Al nt ida Borge? & C, e que o compleme para
arrecadar o ven J-r o que pertencer a dita massa
Recife 24 de onvembro.de 1870________________
Pre-isa -e fallar com os Srs. Romo Alexaa-
dre Bernardino de Mi tos e Pedro Alexandre Rer-
nanlinode Millos, no escriptorio de Joaquim Ro-
drigues Tavarps de M. lo, praca do Corno Santo
n. 17, Io andar, a negocio de seus interesaos.
Preeisa-se de um uiolsqua oa preto velao
para criado : na ra di1 lla'igel n. 8.
Precisa-se de urna criada e prefere-se es-
trangeira, para acorepanhar urna familia que se
retira d) paiz: a tratar na rna da Cruz n. 53.
Os abaixo assignado* fazera sciente ao res-
peitavel publico e Civn especialidade ao corpo do
commercio, que no dia 8 do (Mrente olssolveram
amigaveimente a sociedade q ie linham" no estabe-
lecimento de taberna sito ra estreita do Rosa-
rio n. 18 son a firma social de Maclel & Agr, re-
lirando-se o socio Agr pago e satisfeito do seu
capital e lacros, e flcando o sicio Maciel na posse
exclusiva de dito estabelecimento, e a seu cargo
a liquidaca:) do activo e pacsivo. Recife 26 de
novembro de 1870.
Jos Joaquim da Costa Maciel.
Jos Pires A|ra. ______
Alugueis
O sobrado de nin andar com loja a sotao ra
da Mangueira u. ; a caea n. 18 roa dos Coe-
Ihos junto ao sobrado grande : a tratar na ra do
Aragao n. 35, oa na otaria n. 13 na ra do Mon-
dego.___________________________
Compaohii de seguros martimos
utilidade publica,
A disec^ao de accordo com os estatotos art. 41,
convida aos senhores accionistas para reuniao do
assembla geral no da 30 do corrente a 1 hora da
tarde, no escriptorio ra do Mrquez de Olinda,
a. 42, 1" andar.
Recife 26 de novembro de 1870.
Os directores
Feliclaao Jos Gomes.
___________Thomai Fernandes da Cunha.
Irmandade das Almas
do Oorpo S Tendo-se convocado pela segunda vea a mesa
geral d'esta nossa irmandade para a reuniao que
devia ter lagar m dia 23 di oorrertte, aflm de
nella resolverse negocio de interesse mesma
irmandade, j discutido e apreciado en mesa re -
gedora ; e nao tendo comparecido numero de ir-
mos para conslituir-sa ; de novo convoco e con-
vido a todos e a cada um de nossos ** P8'*
terceira vea, a reunrrem-se para o odieaa flo>no
dia 27 doearre mei, s 11 borasda man haa
evitando se por asta forma a ^S^ffJK
ftear collooaia a aetaal m a providenciar
como no easo eake e a M o*0"-. lft7ft
C.nMsVari^st*.^^.;^-
Manoel ti dos S*vAo\.
AMA
; -
Na rna, larga do Rosario n. 32, precisa-se de
urna perfeiucMlnnelra, e que compre, sendo nea-
tas coodiedes pagarse bem._________________
Offerece-se urna ama para cozinbar e com-
prar ; a tratar na roa e HorUw n. 1% loja.
f
1






as cocais st tatoraveig
dono na ra da Guian. 56.
Padaria.
dalia llcmt em Sato Amaro, e
a tratar com sen
Convite.
Agencia em Pernambuoo
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e toda a molestias do ptlo
Malta parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
Tonteo
Cocserva, e limpa os cabellos.
Pitillas catbartleaa.
Puramente vefetaes sera mercurio ; cura se
de, purgao e purificara todo o systema humano.
Vende-serefkclivamente em casa de Samuel P.
Johnslon A C rna da Senzalla Nova n. 42.

Companhia Allian^a
DE
seguros martimos estabelecida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 000*000.
Toma seguro da mercadonas o dmnefro a risco
martimo em navios de vclla e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencu a ra do Com-
roercio n 17, escriptorio de Joaqntm Jcs Gon-
calves Bellro.___________*_
o n. 13 da ra do Queimado.
Ricos siotos c xn saiotee de blonde caprichosa
ment guarnecidos de flus de seda e de setimi
recortados a ehineza, alem do que adornados de
Qoref as mais bem trabalhadas que tem viodo ao
mercado, objecto de tlasiar o comprador.
Ha adecuados para todos os \estidos inclusive o
de cor branca, eser bom aproveitar se antes que
se acanem, nma ver que pequea quantMade.
Ra do Queimado n. 13, loja de Paes
Mello dr C._________
fAG
APON
NOVA AGOA
para o Toucador
por RIGAUD B O |
hhwu
una vivlntae,
- PARI2 -
O thwouretro da confraria de N. 5. do vi-
rneotTpSticipa W****}^^'^
martyrlto (^tizia AaMa Mafm JSitoSiK
mex prximo vndeuro, convida a iotaQM
devotos da mesma virgem martyr, a wem
com toas esmotas, afira de qoe pos realisar-se
a dita ferta com pf mpa e solemnidafla.________
No trapiche Companhia, largo do Corpo San-
to n. 19, existe mn canao para o Sr. Lutz pwck .
Boa eceasN.0.
Un oco brasileiro de 30 annos de idade-
qae falla e escreve a lingua iogleza, com
todas as habilitagoes para caixeiro despa-
chante, de embarques ou ontro qaalqoer
trabalho ; precisa de um emprego. Para
informales dirija-se a roa da Cruz o. 51,
das 9 da manbaa as 3 da Urde.

A\1S0
numa
Po'voado dos Montes, estacSo de Una.
Rna da Concordia n. 10.
Este hotel acha-se noje completamente resca-
tado, e com a precisas acctumoda<;oes -para to-
dos queRes que se dignarem de o frequentar.
O novo proprietario tem envidado seas esforcos
afim de exhibir ao respeitavel publico nm estabe-
leciraeito digno da importancia deste povoa-
do, e semeltranca de uin dos memores dessa
capital. ,
Todo o esfcttalecimento acha-se pmlado den-
ve com salas quarlos para receber com todo o
ommodo desejavel a cavaeiros e familias.
A cotral ao goslo torasileiro e italiano, acha-
se sob a dfreccao do perito e boro conhecido Gia-,
<:omo, ooe'por eerto ba de satsfaier aos palada-
re* mais exigentes na n-ma do costume.
Tem suficiente pruvisao de vinhos exquesitos e
de varias procedencias, lucchem a qualquer hora,
caf, cha, chocolate,file. Foroece cernida no esta-
belecimento ou para fra pr preco muito rasoa-
vel. ncarrega-sc do mandar preparar jamares
ao gosto e capricho do freguei, em qualquer
parte. .
G novo proprietario do cstabelecimento tem a
honra de convidar ao respeitavel publico afim de
recenhecer por si proprio a veracidade deste an-
nnecio, pagando algucs das nesle povoado que
irar, mais do que urna dependencia do'bairro de
S Jo- de*sa cidade ligado pela va ferra.
A facilidade, pois, do transporte, a estacao cal
tnosa que va i correndo, et apreciaveis banhos no
rio Una, tedo, entura, convida a um passeio a
este povoado, donde tornarlo todos cem o propo-
sito de vollar.
Ignacio Manoel ne Sant Anna.
Acharam ou furtaram.
O Sr. pas?ageiro ou empregado da estrada de
Ierro do Apipueospie achou m ura dos wagn*
um embrulho coatondo i ovados de panno preto
e outr-as tazendas, querendo restitui-lo o poden;
fazero chefe da*ssiaclo do Recife, que reeora
pensar, assim como a qnem to t
lu-ia.
KAIUNGA
I ArAO
AGOA
PAMA
TOUCADOR
UlCUPeC.
8
la Vninue
mu
Est,3A8oextra-
hid "d T.ores do
ius Japnica, pel
su Buavilade e
suas proprieda-
des bsneoas.
exo9de os oos-
metioo8maia oelAres; tendo sido a-
dopwda por todaasooiedade alegante.
Deiiada dob 'banhos. d'um perfume
delioioso, oonsolida as carnes e faa e-
aapaTeoer as espinhas. oomiohes e as efflorasoen-
cias da palle.
PREQO i 500.
nico deposito no Bazar da Moda n. 50,
roa do Bario da Victoria outr'ora Nova.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado
asala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
aempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei. _
JtlOKElKA DUARTB
Roga-se aos senheres abaixo mencionados c ofc-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda ra
lo Baro da Victcria, a negocio que Ihes diz res-
aeito : .
Joao Vilenlim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joo Jos dos Santos Lima.
Jos Magalhes com fabrica do velas.
Jos Maria Fernandes, morador na
Cabo. __^_
villa do
ib
MANUEL & C.
O senb&r......em Olinda que tem mandado
conduzir pedras d ra do Porto Seguro para o
eu terreno ra do.......queira mandar bota-las
no seu lugar se nao quer que por este mesmo jor-
nal declare o seu nome e con outras gentilezas
a respeito de edifleacoes baratas.
Precba se alugar uro preto : na ra do Ran-
gel n. 9.
freguezes, que em vista de ser-Ibes mais
a satisfago de participar aos seos numerosos freguezes JJ ".rSa tolfa^^^Si3E
eslabel^uffian_ovafabn?ade^^^^
idam especialmente aos Srs. compradores por a
SEGUROS
MARTIMOS
COVTRA FOCO.
A oompanbia lodemnisadora, estabecida
nesia praca, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogo
era edificios, mercadorias e mobilias : na
ra to Yigario n. 4, pavimento terreo.
Pada;ia
Precisa-se de um caixeiro que teuba pratica de
padaria^ue d fiador a sua conducta: na traves-
a da ra dos Pires n 9.___________________
- Aluga-se o 2* andar da ra eslreita do Ro
sario n. 43 : a tratar na fabrica de cigarros da
ra das Trincheiras n. 43. ^^____
onde achar5o os pretendentes,
KB:S^S2S~ WT= ansa h -
nwc5es as tazendas que a demora da fabricaco bem diminuta.
DE
SANTA CECILIA N0 CONVENTO DE X.
S. DO CARMO.
-! eonf.ii midade cari o capitulo 9* de noeso
compromweo, tenho a honra de convidar todos os
nossos iriJiaos professores e particulares compa-
recerem oo nosso consistorio no da 29 do corren-
te,' as 9 horas da manltaa, afim de se procederem
a cleicaoda ova jnesa administrativa que le-n de
rpger no neo futuro de 1870 a 1871.
0 secretario,
Simplicio da Silva Barbosa.
Au belsexe
COID CRBAM OF ROSES.
Cene Greme dalicieuse, universelletnent rpan
due en Anglelerre, o les femmes sent si renom-
nes psr la beaut et la transparence de leur
teint, doit si rpulaion aux lments balsamiques
el onctueux qui la omposent, ains qu' sa cons
tante efficaci'. pour aducir la peau, la rendre
plus blaoche, et cc^itribuer ains la sant et a la
Leaut, qui, toujours, eent inseparables.
On la recommande ennlre les Jrritaiion* de
1 piderme. telles quo Bouto.ns, phudes, Ta-
< IIES DE ROUSSEUR, ODGEUns Dfi LA FlUUSE, et
i-ontre les taches pattiuques et les A'fflorescen-
i s Cetle Crrme convient spcialement aux fem-
mes enclales pour prevenir LE MASQUE, auquel
ciles son! sujfttes.en s'en sert encor pour em-
pcber la liiire de e hler par le froid ou le trop
grande cbaleur.
Pr J:o00 reis
Sel dept au magasin Basar dla Mode50
Ru do Baro da Victoria.
Frederico Maya
Cirarg'fSo deniista.
Acha-se em sen consultorio para os trabados
de sna arte nqs dias uteis das 8 horas da manhaa
as 3 da tarde, e aquelles que por suas oceupa-
jes nao poderera comparecer uesses dias o acha-
fao das 9 horas da manbaa as 2 da tarde nos do-
mingos e dias santificados. Tambem contiuua a
prestar ?c a qualquer chamado,, tanto na cidade
como para fra delta, sendo procurado em seu
consultorio a rna do Duque de Caxias, sobrado
-ainarellu corn entrada pela praca de Pedro II.
Aluga-se
o 3* andar do sobrado n. 8 dama da Imperalriz:
-a tratar com J. J. a. 34. >
Precisa-se de urna pessoa de confianca, in-
Iclligeote e activa que tenha conhecimento e pra-
n. Sf.
Roubaram no da 28 de agosto do correte
anno cinco a seis camisas de madapolo com pei-
lo de nho novas, outras tantas ceroulas de linho,
algumas toalhas de rosto, oito ou dez pares de
lueias de algodio, tres lencas de liuho, dozo len-
cos de linho trancos para algibeira, e mais algu-
mas pecas que. au se sabe, todiis com marcas, al
----n.rfa linhn encarnado, e outras de linho. Sa-
queira, pois, quem as comprou, icn\.. vendidas :
sitando-asna casa da ra da Santa Cruz n. 2-i,
para nao ser implicado no processo que se est
instaurando pela suhdelegaoia da Boa-Vista con
tru o autor dd roubo. Koram vendidas na Boa-
Vista.
NA
ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
Ba do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo
(Antiga Ra Nova)
Os administradores da massa fallida de Antonio
Pedro de Mello convidim com urgencia aos ere-
dores da mesma massa apresentarem seos ttulos
de crdito dentro do praso de oito dias, conur
desta data, para serem classificados : na ra do
Vigario n. 25,1 andar.
Recife, 26 do novembro de 1870.
l Siloa (t J.iaquim Filippe.
Joaquim da Suva Alves Ferreira estalielecido
na estrada nova do Caxang om neg ci de mo-
Ihados e garapeira declara pelo presente que nada
deve nesta praca ou fra della ; e se alguem se
julgar seu credor aprsente sua conta no referido
lugar para ser paga no fim de tres dias. Recife
25 de novemhro de 4870. _________________
Precisa-se de urna ama para cozmhar em
casa de pouca familia : na ra Direita n. 127, 2
andar._________________'_______________
Precisa se alugar urna negra para venler
na ra ; a tratar na ra das ''meo Pontas n. 43
__Precisa-se de urna senhora com a^ habilita-
res precisas para ensinar meninas em unr enge-
nto : a que se achar habilitada, dirija-se a praca
do fiorpo Santo n. 17, primeiro andar, das 7 horas
da manhaa s da tarde. ___________
de sol de seda," merino, alpaca,
^^^^'T^^^^^7l^^/^^
maWs^e todfasqtwdVd"es pon"satis'/azer qualquer encommenda
que escusa de mencionar
to conhecida
Ama
Precisa-se para o servico interno de casa de
pequea familri: na ra do Vigario n. 5, segun-
do andar. ____________
Precisa-sede urna ama para eDgommar em ca-
a de pequea familia estrangeira, preferindo-se
portugueza : a tratar na ra do Torres n. 12, Io
andar, das 10 horas da manhaa as 4 da tarde.
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira d6 Mello,
erivo na cidade de Nazareth dcsta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quando o senhor san
filho se acbava no estudo nesta cidade.
s
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHIfX) .
Dirigido pelo ur.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripio, no que sero sa-
twfeitos com promplido.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio da.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria43
(Antiga ra Nova).
Escrava.
Hreetsa s alugar um i escrava que saiba cozi -
nhar: na fabrica a vapor de cigarros, ra larga
*) Rosario n. 21.
Ama.
Precisa se de urna ama que saiba coiinhaj : a
Tratar na rna do Codorniz n. 8.
Aluga-se o 2* andar do sobrado n. 30 da
rna da Aurora : a tratar na ra Bella d. 37, 1
JacUr._______^ '
Precita-se de urna ama que lave e eogomwe
coa pereicao : na ra de Barao di Victoria n. 61,
V andar. '
Virginia.
- Tendo-se esgotado a primeira remessa deste til
instructivo romance mandsi vir mata por ser
bulante procurado, e que se acha venda na li-
vraria irauecza. Este ivro atdeviaser adoptado
sos collegM de ambos os sexos, pois que histo-
vrico, religioso, e obre ludo proveltoso.
Ama
PrecUa-se de ama ama que saiba cozinhar com
perfeiesio pa;a casa de bomam $cUeir# : na rra
do El va mentn, g, i
""CAiXEfR "
'Precisa sa de uro caixeiro que tenha pratka de
taberna ; na ra do Rangel n. 41,
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
H DEVOTA
OU
Al RA DO BMO D4 VICTORIA 41
Alugue
Aluga-se urna soffrivel casa de vivenda e sitio
com bastantes e boas frucleiras, boa agua de be-
ber e banho prximo casa, perto do povoado do
Caxang : quem a pretender entenda-se na esta-
cao das Cinco Pontas com o seu chefe, ou as
obras pj^blicas com o capito Franceline.______
AMA
Nesle novo armazeiu _
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemaas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riobos modernos, cha-
peos de sol de seda,
liaos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
Baro da Victoria
Assim como tem urna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor
Atedia* rnr hahpis artistas, aue
pela sua promptido e perfeicSo
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que "ha
na Europa.
RA

autiga roa
NOVA
N. 41.
BarSo da" victoria
antiga rna
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas ecommodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunci^r todas as fazendas, para
qo se tornar massantef____________________________
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
[MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Oflkio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceicaa.
Setenario das Dores de Maria.
Offlcio das, Sek!*Dores de Maria Santsima.
Novena-de N. Senhora do Carmo.
Officio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Peuha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. &. Joao Baptisa.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Sanio Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito vclume encadernado.
Na travessa da roa
Gimes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
deonro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmes me-
taes e
Sobrado para alugar
O 1 e *> andar e sollo n. 8 da ra do Duque
de laxias : a tratar no Corar.7! de Ouro.
Aluga-se o 2 andar do sobrado n. 53 na
ra do Pedro Affonso, outr'ora da Praia : a tra-
tar na loja do mesmo.
ferro
RA DA CRUZ *. t
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc. -
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinbos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para doos mallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Balanzas, prencas, cofres de ferro, fogSes de ferro, ensofre, salitre ihmalha de
muitos outros artigos.
Precisa-se de un a ama pa-
ra fazer o servico de pequea
familia, a' qual se dar' bom
ordenado: na ra dt S. Jor-
ge, outr'ora litar, n. 138, Io
andar.________________
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar a
tratar na ra do Codorniz n. 8.
Ama
Precisalse de urna ama para
lar na ra da Alegra n. 5.
cosinbar: tra-
Precisa-se de um moleque ou pardinbo
de 12 annos para servio de casa, pagndo-
se bom aluguel; em S Jos do Manguinho
antes da igreja, sitio n. 2.
AMA
Precisa-se de urna ama para cozitrhar e e.av m-
mar paraduas pessoa*: a tratar na roa do Impe-
rador n. 79, loja. ___________
ARIA.
Precis-se de urna mulatinba de idade de II a
12 annos para tomar conta de urna crianca : a
tratar na ra estrella d<> Rosario n. 14^________
2*000.-
Para. a festa
Aiugam-se dus casas terreas com commodos
para familia e aiiio cora fructeiras, cocheira etc.,
na Varzea, lagar Arnb>li' : a tratar na rila do
Crespo o, 7. ___________
Precisa-se de ama ama; roa da
AMA
Roledade n. 52.
so escripuino de Alfredo 4 Barbosa Jnior
precisa-se rallar com os senhores :
Francisco Marques da Fonseca PiUa
Joao Galdino Wanderley.
Bernardino de Senna Wanderlev
Jos Alves Alaciel Jnior. y'
Capitao Jos Beierra Cavalcanii Maciel. ""
AOS 5.0004000
Bstao Venda os feliws bilheiw da lotera da
Baha, na casafeHido arcodaonceico, loja de
ourive* no Recife,
Precisa-se tus mn
ra da Aurera n. 21, 2
cosinheiYa
andar.
par
OS AMERICANOS
CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo ebegado ha poucos dias completo sortimento dos melhores e mais
conhecidos cylindros americanos para padarias, roga-se s pesseas que d'elles precisa-
rem de virem vel-os ao grande deposito do
BASTOS
ACHHAS

ATTENCAO
Luiz de Franca Sonta com loja de pintor na rna
do Quartel de Polica n. 6, fat ver a seu* fregue-
zes e amigos, que por impedimento de sua mo-
lestia autorisou ao seu cunhado Manoel Zeferino
de Salles para fazer qaalqoer obra de pintura que
seus freguezes precisaren, para o que tem bons
offlciaes, qne desempenbarao com promptido e
prestes, e espera as snas protecedes._________
Ama
/
Precisa-se de urna escrava que oezinhe, compre
e faga mais algnm serico em casa do pouca fa-
milia, e que tenha bons costumes: na ra do
Queimado n. 46.
Dividendo.
Pagase o 6 dividendo da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C, raiao de 3 0|0,
as tercas e sextas feiras das II horas da ma-
nhaa a 1 da tarde, n escriptorio da roa do Vi-
gario n. 13, 1* andar. ^^^^
Em casa de THKODOR0 CHRISTIAN
SEN, ra di Cruz o. 18, eocontram-se
efectivamente todas as qoalidades de vinho
Bordeaux, Boorgo|oe e do Rben.
UQ.JA'- D!A
j
Ensino secundario
O bacharel A. R. de Torre Bandeira, pmfessor
da segunda cadeira de geograpoia e historia no
itymnasio provincial a Pernambuco, lera resolv-
do abrir, na casa de sna residencia. Ama dos
Marryrios n. 2, t andar, nmuareo da
Geograpbia e historia,
Rhetorica e poetka, ^Ltfc
Philosophia.
E est prorapto otra ensinar csg^^BUiia"
em qualquer collefo. Tambem se oflrece para
dar bodes de ITbgua franceu e de geographia as
lhoras.
mmm
Ghefon ao-
, rtt do
le primeira qni
1 a retalho por m
ruerp:
ir Fowtei


i
Diario de Pernambuco Domingo 27 de Novembro de 1870
mi
6
AO ARMAZEM
DO
H. 7-1BA
E9te conhecido estabelecimento aeha-se constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
4os, i precos os mais resumids que possivel.
CJJLADO FR1ICEZ
Botinas para cea horas e meninas.
pretas, brancas e de muitas outras cores, sorlidas e bonitas, do ultimo gos-
to da modMj'b a precos mais barates do que em outras parles.
Botinas para bomeus e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melliores fabricas e escolbidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peraeiras para mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro. ^
Sapatos de borracha para horneas e scnhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vndese pelo cuslo^aflm de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimo?.
Sapatos de lustro para hornees.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qnalidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Zapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tugueses para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para higodes, pos de
arroz etc., tndo isto de primeira qnalidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lulun.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelbos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore; de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botdes, correnus e chaves de relogios e trancelins, tud) de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para dislinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de pbsntasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de llores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarro?, Joeos de. domin, rodetes, bagatelas e oulros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para perlas e janellas, cosmofamas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, bouleyards,
pravas e passeios de Pars, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, berros de vimes para maneas, sapatinhos e
toucas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condurir enancas passew ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemes, precos muito em conta.
'ia'jap^a !?aia castaiiiaos
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos
reitura e de conta propria.
visita-lo
em di-
H^I&
>

Jos .luaqrjim da Costa H*\, tem venda no seu amazem, sito no largo do
Pelourinho d. 5, os objectos segumtes, e que vende por precos mais commodos do
que em outra qualqw parte :_ '
Oleo de nobaca. *. w
Couro de lustro. "* *.* ^ ''
Saceos de estopa. ,
Estopa em peca.
. Vinho Borduanx em caitas.
Feltro em peca para forrar embarcacSes.
Encerados.
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamanhos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcares.
Pregos galvaoisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmora.
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilbos de marmore de differentes cores e tamanhos.
Ditos de pedra de Ansam. pretos e brancos.
Tomlos de pedra fina de differentes tamanhos.
Pedra para lavatorios.
Tabos de louza.
Pias de looza para cosinba.

m
FAVILHAO1A AUBOBA
Ra da Imperatriz n. 2
A' este novo e somptooso estabelecimsnlo de fazendas acaba de ebegar directa-
mente da Europa o mais expleodido sormento de fazendas proprias para a f sta, tanto
para brmens, como para senhoras; descrever e especificar o que de moderno e de mais
aparado gosto nee se encontra seria impossi-e ; mais para qoe se possa fazer urna
aproximada idea, mencionaremos com especiali ade :
Ricos cortes de vest los para casamento, ebegados no oltimo vapor.
Ditos ditos de ditos de seda desenos inteiramente novos.
Ditos ditos de ditos de lia com barras, fazenda Inteiramente nova.
Vestidos de cambraia para baplisado.
Popelinas d seda dos gostos mais moderno?, variado sorlimento de cauobr*ias, e
cassas de cores, lindos e modernos desenbos.
Sedas lisas, lavradas, pretas e de cores.
Cretone para vestidos, modernos gestos.
Alpacas de e res, impossivel descrecer a variedade de goslos e padres.
Cbitas finas, c:aras, escuras, pretas, iudescriptivel o variadsimo sortimento.
15 jlloo d todjs as qualidades, cores e tamanhos, entre os quaes uns sao inteiramente
oovidaJe.
Saias bordadas para senhoras, grande qoan.idade de gostos.
Camisinbas bordadas para senhoras muito modernas, grande variedade.
Entremeios e tiras bordadas em todas as largaras.
Camisas para homem, bordadas, lisas, e collerinbos, completo sortimento,
Lencos de cambraia bordados, lisos e de barras.
Chapeos de vellodo, palba, merino, faliro, o que ha de mais moderno e Imdissimos
gostos.
Cortinados bordados, e ricas colchas de seda, e de crochet.
Bareges de pbantasia, fazenda propria para baile.
Tarlatanas de cores com palmas lindissimos goslos.
Burns de cores para senhoras.
Gravatas para homem, grande sortimento em feilios e cores.
Bretanhas, esguiao e bramante de todas as larguras.
l.aazinbas de modernos padrees e iiodos gostos.
Metim ila India fazenda inteiramente nova para vestidosede lindo efeito.
Finalmente reace -s:e estabelecimento todo qoe de melhor e mais moderno se pode
encontrar em fazendas como em perfumaras finas, das quaes tem um completo sor-
timento.
AOS-OAVALflEIlOS
Offerece igualireite a vaalagem de encontraren) neste estabelcimeuto:
Pannos finos, pretos e de cores.
Caemiras pretas fioas, e ricos gorgoroes para collete.
Ditas de cores, de quadros, lisos e de listivs, completo sertimento.
Brins brancos (Je Imho de U*u as quadaivs
Ditos de cores, lisos e trancados, gran e sortimento.
Um babil artista para cortar e dirigir qoalqoer obra, que s se entrega a contento
do freguez.
Urna modista igualmente tecupa 1a nos trabalhos do PAVILHO DA.AJJBfiF
rige os que l&e s5o concernentes, aproroptaodo a canr^*"" ^-4uer OILLI,
dc-se a mais completa perfeican tto 8tUS traDalbos.
Em resumo concluimos
i'or chamar attencao do respoitavel publico para o nosso. estabelecimento, que alm
de ter tu lo que se pode d>;sejar em fazeudas e perfumaras tem o mais COMPLETO SOR-
TIMENTO D ROUPA FlilTA, pa^a homens e meninos. Maodamse as fazendas em
casa das Exmas. familias, edam-sc amostras.
Um completo sortimento de esleirs da India, por menos preco que em outra qoal-
quer parle.
Aberla das G horas da manhaa s 9 horas da noute.
LythograpMa.
Quem qoiier vender nm-p'retu de fyth iprsphii
com 4 peoras e i rot, aonnncie para- ser procu-
rado.
jTanque para agua
Compra-se nm lanqui; de ferro on m.nWrs em
m estado proprio para .agua : m pailai o> na
Direita n. 8.
V'MX.
I
NQVIDADE.
O Cuita, proprielario do armazenj da Pedra
Maaraore a ra das Cruzes n. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter recebido mullos dos gneros dcscripto.-
pelo ultimo vapor.
Chocolate de 14 I 800 a libra.
Especial n amelga ingieza e franceza.
Hiirtalici-s para sopas dennminadas Julienne, que
substitue per re lamen te as mais frescas erras.
A verdadeira farinha ameneana viuda de eonta
propria a 320 rs. o maco de una bru.
Velas steariDas a 500 e 640 i. o maco.
Bolachinhas de ludas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Emilias francezas e porlnguezas.
Vinho de todas as qualidades.
Especial e aromtico sabao de familia a 500 .3
o kilo.
Mulho ingl?z.
Ameixas e marmeladas dos melhores fabrican-
tes.
OfA de Moka.
Caadle:ros egaz ccoaui eu.
Acaba de eheKar nova remessa dos tao deseja-
dos candieiros todo de porcelana, os quaes muito
se reconiintiidam pela seguranca, a.-seio e econo-
mia, e anua pela exceiiente luz preftiive; ui ve
ze? ao kirospoa
Venham antes que se acabeni.
nico depositri na
lina larga do Botar u. 84
Botina.
Olinda
Vende ;e o sobradinho da ra de Mathias Fer-
reira n. 16, ctm bom qtiint'i e boas fnnol^Ses de
duracao ; e a casa n. o da ladeira da Misericordia,
com bons commedos para familia, quintal mnrado,
bastinie grande, cacimba, e um arando r de ta-
marindo de exoellente sombro quem pretender
dirija se a rna do Crispo n. 18, t andar, ou ao
agmte Jos Euzcbiu Alves da Silva, ra da Au-
rora.
A' 600 rs.
XA
Flor da Boa-Vista,
DE
Paulo Guimares.
Camlsinhas bordadas para senhora a 500 rs.
Gollinhas, idtra dem a 440 e 500 rs.
Mantas de vareja para senhora, proprias para ba-
nho, a 800 rs.
Chias escuras e claras, o covado de 280 a 360 rs.
Mussulinas de cor, padres novos, covado de 280
a 440 rs.
L5as Amelia para ve. tido, o covado a 500 rs.
Ditas, padrees miodiohos, o covado de 400 e 506 rs
l'ei;as de algodao, madapolao, cambraias brancas:
vndese mais barato do que em qualquer ou-
tra parte.
A' ra da Imperatriz, n. 48,
junto padaria franceza.
PAR i A PETA
NA tOiA
Pauo Gim>rries
branto bluzas.
de
PalituU de brim
3 i. 5, e 6000.
Ditof do alpaca branca de 3, a 4.
Ditos de dita de cr, de 3 a 3*500.
Calsas brancas de brim, de 2 a 8*.
Cohetes brancos, de 2 a 3*500. .
Grande sortimento de calsas de casimi-
ra preta e de cor, ialitots de casimira
de todas as corea, obras todas cortadas
por nm perito mestre.
Na mesma l"ja se mamla fazer obras
por medida e. por menos 20 per cento
que em outro qualquer estabelecimento,
pois para i.-so acham-se manidos d'um
perito mestre offleiaes.
. A RA DA IMPERATRIZ N. 48.
Junto a padaria franceza.
Anda eustem venda algumas liiiradeiras
proprias para luriflcar agus, as quaes evitam a
cholera, febre amarella e outras molestias ; ven-
de-se na ra do Comroerelo n. 38? >a mesma
casa vndese um relugio de ouro injlez chrono-
metro.
TfTENCF
Chocclate nacional.
Duas medalaas de prata e urna mencao te-
nor ifica.
villa Irrrdo f V,
llMa nova de Santa Rila u. 4IB.
Existem poneos alimento? simples e substar-
eiaes como o chocolate, estimulando suayemeir't
os ervos, d ao corpo o mais puro elemento de
nutricio, e ao mesm.0 lempo fortifica os orgSos d-
geslivos. Todos o? mdicos sao unnimes a re-
aimmendar esle alimento com > Q mais proprio e
vubstancial para as pessoas de compl- xao frca -
debilitada,
Vende-se
Primeira qnalidade 1|? kil. 800 rs.
Homeopatha 1|2 kil. 1*000
He-pat)hol 1|2 kil. 800 rs.
Vannille 1|2 kil. 1*000.
Al oteia arroba far-se-ha abanento de 10 0,;')
e de arroba para cima ?0 0,0
Caf muido a' vapor
garantido sem mistura a 800 r?. o kil., em-mai'.r
quantidide ter abatimento de li |0.
Tambem ha pacotes de 1|2 kil. empacotado em
papel de e^tanho para se c'inervar smpre frese.
Aere
em caixas : vndese era
Vinho
de primeira i|iialidade,
casa de T. Jelleries 4 C.
garantin-
SKIiECSA
Na ra do Crespo n. SO-
Vende-se a seleeia de liuho, 4 palmos de 1 rgu-
a, pera com 30 jardas, pelo baratisso preco da
25*000, cambraia franceza eom 7 1,2 palmos de
largura a 1* a vara, cambraia victoria fina a
4*500 a pifa, lazinhas proprias para vestido de
senhora e meniDa a 400 rs. o
*, ..uuv, a rarguras, a ztaw
do Guilherme.
covado, atoalhado
ouu a yaa _!_
MAO HA MAIS CABEIIOSBRAWCOS
A tintura jarJoneza para fingir os cabeilus da cabeca e da barba, foia nica admit-
tida a Expsito Universal, por^er sido reconhecida superior s todas as prepararles
ate boje existentes, sem alterar a saode. Vende-se a 1)5000 cada frasco na
Ba da Oadcia n. 51 1 andar.
Prevencao
O abaixo as;ignado previne a qnetn iuteressar, \
ne a escrava Benedicta, pcrienccnle ao Dr. Can-
ido Jos Casado Lima, Irte est empenhada por
escriplura publica passa'a em notas do tabelliao
Almeida ; r.ssiiri orno que pelo juizo municipal
da l3 vara da capital se promove a devid execu-
co. Ningnem, porlanto, poder legalmente fazer
transaeco alguma com a precitada escrava, pro-
testando-se proceder criminalmente contra quem
a occullar. Recite 2o de novembro de 1870.
Amaco Joaquim da Fon-eca e Albuquerque.
T. JeTeries & C, ra dj Commercio n.
46, tem para vender :
Brins-de Angola legitimo..
Saceos de estopa,-
Fio para fogueleiros.
Chapeos de sol baratos.
Lonas largas e estreitas.
Linha branca em novellos.
Panno riscado para cicho,____________
Carados francezes
Grande sertimenlo de calcados francezes para
homens, senhoras e crianzas, bolinas de setim e
dura (ue branco, ditas de cores, sapatinhos borda-
dos de selim branco.ttos deduraque de cores para
senhora,oelo prego mais commodo do que em ou-
tra qualquer parle : na lojade calcado da bota de
ouro ra da Crnz n. 21, sobrado amarello.
M
itt.iC^)
Viuva, Ollios e lhas de Antonio Jos Pinto, fal
lecido no Cear, convida a todos os seus prenles
e amigos a assistir a missa do stimo dia no con-
vento do Carmo, no dia 29 do correte as 7 heras
da manhaa, pelo que desde j se confessam sura-
mmente agradecidos.
Casas Ba-Viagem .
Allugam-se duas excellentes casas na Ba-Via-
gem, sitas roa d'Aurora, sendo nina grande e
outra menor: esta com 2 sallas, 2 qaartos, dis-
pensa, coznha, f.rno e fugao ; e aquella com 2
sallas, 5 quarto*, 2 armarios, cosinha grande com
todos os prepara?, c alem de ludo urna grande
palhoca a beira-mar para os banhas salgados :
tratase na ra do hospicio n. 60, on na rna do
Vigaiio n. t9 Io andar.
MO DE OURO
Nova loja de joias
a&
Irmandade
de \*ossa Senhora da oledade
ELEICO.
De ordem do Illm. Sr. juiz sao convidados todos
os irmos desta Ilustre Irmandade comparece-
rera no consistorio da igreja da Soledade domingo
4 de dezembro prximo vindonro, pelas 9 horas da
manhaa, aflm de assistirem a missa votiva, e em
seguida proceder-se na forma do compromisso a
eleico da nova mesa que tem de reger a irman-
dade no anno de 1871. Recife 28 de novembro
de 1870.
Manoel Barbosa de Araujo,
Escrivao interino.________
Precisa-se de urna ama livre de meia idade
e boa conduc a, para lodo o servico de urna casa
de mu pouca familia : na ra de Santa Thereza
n. 11._____________________________
_ Manoel Martins de Moura, com loja de joias
na rna de Hortas, tendo apprehendido um anel
coro brilbantes no valor de 400*000, annnncion
entrega-lo quem provasse ser seu dono. Efec-
tivamente appareceu o Sr. Manoel Antonio Goncal-
ves, com loja de joias rna do Cabng, qne, mos-
trando ser seu legitimo dono, o receben passando
o competente recibo; e, como o mesmo quizesse
generosamente gratificar com a quantia de 2*000
ao apprehensor pelo custo do aununcio e seu tra-
balh, esle nao deve perder a opportunidade de
agradecer-lhe essa alta muniflcencia, dando-lhe
um publico testemnnho de seu profundo reconhe-
cimento
Recife, 24 de novembro de 1870. ________
= Na eoeheira da ra db Inperador n. 27 ven-
de-se urna exceiiente burra de carro, cabriolet e
de sella.
LOJA D AURORA
Ra Larga do Rosario n. 38.
DE
Manoel J"s Lopes Irmdo.
Esto vendond > pelo baratisMmo prego os objec-
tos abaixo mencionados :
Carriteis de linha com 200 jardas 3 00 rs.,
duzia
Ditos de linha com 100 prdas a i'O rs,
duzia
Cartoes com linha de 200 jardas a 50 rs.,
duzia
Ditos 50 jardas a 30 rs.,
duzia
Miadas de linha fioxa de algodio para
bordar
Caixas com pennas de ac
Caixis de lamparina do gaz a 80 e
"c*if:ila,Jlfi_aco com 300 jardas do linha
propriaTara-m.^:___'
Pecas de fila elstica branca a
Didaes de aro para senhora cada nm de
100 a
Didaes de oeo para senhora cada u.
Fazenda de crochet pelo e braneo 1
commodo.
Caixas de melal com espelho para ali-
nete a
Caixas com alinetes preto a
Resmas de papel de peso pautado a
Pacotes de papel amisade liso a
Caixas com 100 envelpes a
E.-panadores de pennas de todos os ta-
manhos. vende-se barato para acabar.
Duzia de phosphoros segs.ranQa a
Caixas com etiquetas a
CarlSes com corchetes de 2 carrelras a
Caixas &m linha do gai eom 50 novellos
Novellos de linha eom 40Ojwdas a
640
Kfl
HO
390
100
BO
100
21 1
240
80
2*60->
600
ceo
10
640
00
160
RA DO
CABUGA'
DE
Manoel da Cunta Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de jolas, o qual U>m grande sortt-
rneato de toda* as jotas de animo gosto, as quaes vender o mais barato pes-
aivel. '
. Todas k joias serio garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir freguesa nao olvidarlo, vender borne por p
razraveis possivois.
vida-se o publico a vir a este es ,:o de q
WateiH. ',
A'mAodelourorua

Olinda
No largo de S. Pedro Marlyr acha-se um so-
brado caalo e pntalo qne se alnga pelo lempo
de fesla ou por auno, c.m boas a,;comodact>es
para familia: a tratar na mesma cidaoe com o Sr.
Antonio-Ramos ra do Paco Castelluno.
Terca-feira S9 do andante mez pelan 8 horas;da
manhaa, na ordem 3* de S. Francisco, resa-so
nma missa pela alma do fallecido senador Joo
Pedro Das Vieira fallecido na corte ero 29 de on-
lubro proxim) passado,
AMA
Precisa se d urna ama forra ounscrava que
saiba cozinhar bem : na ra das Cruzos n. 2?, se-
gnndo andar, entrada pelo becco do Ouvidor.
Ama
P/eciaa-se alugar urna ama para co;;inhar e ea-
pouc familia, no Arraial,
no pateo de S. Pedro
Precisa se de urna ama para casa de estrangei-
ro de tres pessoas, p'refere-se escrava : na ra da
Imperatriz n. 9.
Aluga-se
ima casa terrea, sita na Capunga, com sotao, co-
iheira, a-urn pequeo qnintal : a tratar na rna
lo Vigario n. 31.
Para i>anhos salgados
Aluga-e urna txcellente casa na Ba-Viagom
ra d'Aurora, com 2 sallas, i quartos, cosinha
fra e 1 gabin- le ; na rna do" Vigario n. 19.
gommar para rasa de
sitio da bomba : a tratar
n. 11.
- Na roa Imperial 0. 5, anaar, comprara-
se libras sterlinas, mnedas nacionaes, cto de ou-
ro como Jp |ira;.,i pe
Aluga-se
front.
arejsd
plant..
andar da c
4 pelo caes 22
dt>
Rna Duque de Cavias u. B3
A Nova Esperanca nao qnerendo dehar de lem-
brar a todos geralmente, e com especialidade
sua con.-tante freguezia, o que ella vai recebendo,
tanto mais qoanlo a iroxima-se o lempo em que
lodos parecen mais dispestos para snavisar as
fadigas passadas, isto aproxima-se o tempo cha-
mad) a fesla ; ella apressa-se em mencionar o que
tem recebido ltimamente, pois como sabem, os
seus objectos primam sempre em gosto e superb
ridade, assim pois os apreciadores do hora diri-
jan)-sea Nova Esperanza arlm de compraren) o
que de melhor exisie no mercado, como seja :
M-idernos aderecos de tartaruga e madreperola.
Agulhas para bordar em laa
Lindas caixas de couro da Russia proprias pa-
ra presentes, coniende tres frascos de crystal com
finjs extractos.
Bois agulhas canlofas.
Um va iadissimo sortimento de modernos enfei-
tes para vestidos.
Esparlilhos de muitas qualidades.
Bonitas e elegantes caixas para costura-
Torc^l de seda para crochel, de bonitas cores.
Lindissimas bonecas vestidas e despidas cem que
se agrada perfeilameote aos meninos.
Delicados ramos de flores de laranja mi 12
metro de coroprimento para regace de vestido de
noivas. .
Bmitos vasos com baoha com dsticos de appe-
lidos brasileiros proprios para presentes.
Modernos pentes dourados para senhoras.
Bons telescopios com bonitos e inleressanles car-
io s do vistas.
Finas cadeiasde cabellos e plaqu para relofios.
Finos saboneies de areia para amac.ar as roaos.
Boas meias de laa para hamens c senhoras
Um grande sortimento de finas tbesouras e ca-
ivetes de muitas qualidades.
Benitas meias de cores para homens e senhoras.
.Tomada alpaca.
E pelo afamado Mineante Psse & Lubme e rear
mente muito boa, e um verdade.ro antidoto para
as caspas, e existe smenle a ra Duque de Cuias
n. 63, na Nova Esperanca.
Perfumaras
As melhores, e do"mais conhecido fabricante,
tatito francez como inglez, esto expostas yenda
na rua'Duqae de Caxias n. 63, na Nova Espe-
raba. '
Extractos, hanha, oleo, sabonetes, agoas de co-
lonia, de laranja, florida e de lavande, etc., etc.,
tndo de saperior qnalidrde : vende-se na Nm
Esperan;.! a ra Duque de Caxias n. 63.
Grosas de boloe> de lonc;pri camisas
Verdadeircs collares anodinos magnticos
prra crian;* a 4000
Agullieiro? d madreperola muito finos, a 800
Ditos de mafflm muito bonitos a 320
Meias para s'enhora muito finas duzia MOOO
lego de dminos muito finos a i'400;)
Pegas de eutre-meios b. rdadi-s a
Camizinhas para.senhora fazenda fiuape-
lo diroinnlo preco de
Lapis de borraxa proprios para escripia
Pinceis para baiba mnito bous
Peca* de fita de algodo lustrosa a imita-
cao do seda propria para debrum a
Abotuaduras para menino a
Ditas para hornero a
Grvalas de cores para meninos a
Carteiras com agulhas de todos os tama-
nhos e qualidades a
Fita de linho de cores, larga, propria para
blezianas, pcra
Assim como um variado sortimealo de estam-
pas de pintoras finas a saber : a morte do just \
dita do peccador, o inferno, o Paraizo, o quadio
das idades, o juizo final, o qnadro de todos os reis
de Franca al Napolelo III, ditos de lodos os pap<
at pi IX, dito do concilio em Roma, todos per
precos baratissimos, neste ostabellecimento ha
sempre um completo sormento de rap de ladas
as qualidades o mais fresco que ha no mercad.),
o qne recebemos por iodos os vapores, laja da
Aurora na roa larga do Rosario n. 38.
350O
320
100
500
200
900
300
2*000
COMPRAS.
com mmw maujr vantagem compram-se
onro, prata e pedra preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coraoa de Ouro n. 2 D, roa do
Cabng.
di
Torn
ida e
para
indar
COMPRASE
nm torno de m.1
dito de foiha para lquidos, sendo todos
padrao: qnetn tiverdirifa-se a rna do Vigario n.
20, ou annuncie.
Atacadores para
luvas.
Ataca-;uvs com mnita facilidade e sem que
amarrte as roesmas, e vende ueno pre-
Veudfc-s
O Bazar da Moda recebeu novo sortimen-
to dejfazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, assim como chapeosinhosr casacesr
borns, coques, camisinhas, etc, etc
Continua stmpre o grande e afamado sor
tinento de mindezas e perfomarras teraa-
deiras.qae ludo se vende por baratissim^
rrDam-se amostras e manda-so em casa das
Exmas. 1
Baro
ora Nova.
Attenpao
.ir caY
\i\*T\ ripn
A

da rna
I
5>
1



de Petnambuco )oming<
oaoso
7 de Nove rubro de Lw-0
2T
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIR4 DA SILVA & C.
Neste impertite estabelecimento encontrar o respeitavel pnblico, om grande e Tariad sortimento de fazendas do mais
aparado gosto e lodas de primeira necssidade, que se veodem m3i$ baratas do qde em outra qualquer parta, visto qoe os no-
vos socios desta firma, adoptaran o systema de $ venderem D1NHE1BO ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
ganharem o descont ; as pessoas que negociam em Dequena esca'a nesu loja e armazem podero azer os seus sortimeatos
maior eommodidade das Exoias. famila se darao
totet
pelos mesmos precos qoe compram na* casa inglezas, (importadoras) e para
amostras de todas as fazendas, oo Ibes levam em suas casas para escolberem
PARA NOITADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbegou para o Bazar do Povo um (ran-
da sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qoe se vendem de 105'. 00 al 2O0OCO o
par, assim como o melbor damasco cem 8
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do PavSo um grao-
de sortimento dos melbores grosdeotples
pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se
veodem de 10600 at 55000 o covado ;
83o todoa muito ero toma.
palmos de largura a imitagao de damasco ALGODAO ENFESTADO PARA LENgOES.
de seda, proprias para colchas, e propria- No Bazar do Pav2n veod-se o melbor al-1
mente colchas de damasco, send< os melho- godaojinho americano eofestato para len-l
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
TAPETES
Cbegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimeot de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 eadeiras, ditos mais peque-
os, para duas eadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
meaos do que em outra qualqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Batar do Pavad encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roupas para bomeos tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodio e de linho,
Tara todos os precos e qualidades.
Cerollas de linho e algodo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Caigas de brim branr.o e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
Golletes iguaes
De todas estas roupas ba para todos os
precos e quali iades, e tem de mais mais
am perito
ALFAIATE
Por quero se manda fazer com prestesa
e aceio qua!qu?r pee* de obra a capricho
oo go4o do freguez, tendo n'este importan-
;e e>tubflecimento todas as qualidides< e
panno fino, as mellares e mais moder-
jascaseiniras.sssim como os melhores brios,
qur branco.'1, qnr de cor; q qoan'o qual-
quer obra nao flear inteirameate ao gosto
J3 fregoezes fka por conta do estabeleci-
mento.
TOALHAS A 7(5500
No Bazar do Pavao fez se urna grande
oompra de toalbas alcocnoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
7U6 sempre se \enderaro a \l20000, e li-
^uidam-se a 7':500 a difziaf/u a 640 rs.
;ada una, boa pechincba.
GORPINHUS Bit ANCOS A 11000
No Bazar do Pav5p v>.i ^ naos
de ara wai branc. s bordados, sendo fazen-
da jue seopre sa veo-lea a 80:,OO e 10.5
e liqai la-s* 30000 por esiarem um
pon i tratados, peenncha, na roa di
imperairiz n. (0.
FU TwES DK COR E BRANCOS
Veodeu-se bunitis fn.stoe3 brancas e de
cores, roprios para vestidos e rcupas de
meai o ,e ido de cores a 800 ris o cova-
do e ; reos, a 400 e 640 ris, pe-
chincba, no Bazar do Pav3o roa da Impe-
ratrisp. 00
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res,
a 200 res.
V-ju.l ra-3e chitas largas com muito bons
pannos o cures fiza?, pelo brat> prego de
20C 1is o covado ; cortes das mesrnas com
10 covados a 200: >0, pechmcha, no Bazar
do Pa\2o.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vender.-se bonitas csssas de cores miu-
din^as pelo barato prego de 200 ris o ca-
vado, no ar lazeia do Pavo J ra da Im-
peratriz n 60.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavao vende-se bonitt fa-
xenda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de o a lado, daodo
a largora da fazenda o comprinento la
saia, a qual se pJe fazer com 3 ou 3 1[2
metros e vende-se a 15,15280 e 10600;
assim como tambem no mesmo estabeleci-
meot) se venie bonius sai s brancas bor-
dadas, tendo quatro pannos cada ama, litas
de 13a de cores j promptas, urnas com
barras differentes damesma fazenda 45000,
e oulras com barras borda-las 6.5 e 70COU,
todo isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da
(mperatrz n. 60. Bazar do Pavo.
TARLATANAS LISTRADAS CORTE A 65500
Ctieg' u para o Bazar do Pavo um bonito
sortimento de tarlatanas Ustradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liqnida-se
cada corle a 65500, pechincba ; na roa
da Imperatriz a. 60.
ce?, tendo liso e eotrangado por prego
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do PavSo recebea-ee am elegan-
te sortimento dos mais modernos e melbo-
res espartilbos, que se vendem por prego
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pav3o recebeu nm grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para eadeiras de balacgo tufas,
pianos, tiuiboretes e al proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em quilquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo vende-se su)erior
bramante d'algodlo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 25800 cada met o, pannos
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como umg' ande
sortimento de H todos os nmeros, pregas ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra'qnalqner prti; apnweitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavao vende-se superior
atoalbada trangado, com 8 palmos de largu-
ra a 15600 o metro, dito do linho adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; ludo isto muito barato.
FAZENOAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melhor sortirne:.to de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de lita.
Cassas pretas, francesas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis toradas com (ranee.
Merinos, cantos, bombasioas, que so
vendem mais bart i do q.ie em outra qual-
quer parto.
* CACTTS-NEZ A o>uuu.
No Bazar lo 'avo vendem.se bonitos p
grandes cachi-nez de pura ia, pelo bara-
to prego ,e 6^000 cada um
PEIIICNCHA EM CAMBHAIAS VICTOIUAS, A 55,
65, 75 850 0.
Vende-se um ex.deudi o sortimento de
flniasimas cambraias victorias, por pregn
mais baratas do que em outra qualquer
pane, temi cada pga 10 jardas a 55, 65,
65500 e 7500O, fluissimas a 85500 ; todas
estas cambra as valem muito mais dinbeiro
e liqoidam-se por este prego em relago a
orna grande compra que se fez no Bazar
do Pavo.
BABADNH)S .
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais fio s bab?.dinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grao e porgo de entr indios largos e
estreitis, que para acabar t>.e veode moito
em cetila e mais b rato do que em outra
quaiquer parte.
3E11NS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sortimeu-
to completo dos ruel .< res setins e grosde-
oaples de ttidas as cores, que se vendem
amito em conta.
Colchas braous 3-52 0, 3*500 e 75000.
Paw o tiaiar do Pavi chegou um grande
sortimento das melhores colchas pretas,
sendo das melhores e oais encordadas qoe
t^m vindo 75000, ditas ui pouco mais
baiza 35500 e ditas 3520o; tambem no
mesmo estabelecimento, se ven le um grande
sortimento de crtones e chitas proprias
para colchas que se vendem mnito em conta.
Sedas de qnadrinhos a 15289 ao covado
Vende-se um elegante sortimento de sedas
de quadrinbos, com lind ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, o vende-se
15280 cada covado; peckincha no
CASAQUINHOS DE GUIPURE A 105, 125,
18, E 205.
Chegaram para o Bazar do PavSe os
mais moderos casaqamhos oa basquinas de
guipure com crotora, ricamente enfeitados
com leos, e vendem-se pelo barato prego
de 105, 125, 165, e 20*, pechincba,
roa da Imperatriz n. 60.
LENCOS DE MORIM A 30500 A DUZIA
Yendem-se (razias de lengos finissimos,
brancis de morim, sendo fazenda muito
encorpada, a 35500 a dezia, Ditos de
eambraias fin simas, fazenda que sempre
se venden a 55000 e liqaidi-w a 35500 a
duzia por haver muita porgo, oo Bazar do
Pavo a roa da Imperatriz n. 60.

Bazar do Pavo.
CHALES DE RENDA.
Chales 2i003.
Chales 2000:
Chales 2000.
Vendj-se ama grande porgo de chales
pretos de renda ou croch, seodo pretos
com 4 pootas, fazeoda qoe sempre se veo-
dea 55000 e liquidi-se a 25000 cada um,
pechincba no Bozar do Pavo, a ra da
imperatriz n. 60.
PECHJNCKAS
PAVAO
Ra da Iffipe&tteiz 60.
Para Tender deprisa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTDOS A
A 500 RS.
Cbegou nm elegante sortimento de las-
inhas do Japo, com padres de seda e de
muito boa qnalidade. que se' vendem a
500 rs. o covado. E" pechinch?, no Bazar
do Pavao, ra da Imperairiz n. r)0.
POL'PELINAS 00 JAPA0 A 15600 O COVADO.
Cnegou um elegante sortimento de hn-
dissmas poupelinas Japonezas, com os
mais delicados gostos, tendo ma.o lastro
e com lisninhas de seda, sen lo sta nova
fazenda i.uasi da largura da chita france-
za e vende-se pelo barato prego de 156C0
cada covado, no Bazar do Pa-o.
as PoemrNAs no pavo a 25000, o covado.
ChegU para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortirxeDto das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de lioho rt seda, que se
vendem pelo baratsimo prego de 25000
cada um covaJo, assim ct gotos escossezes a 25*00, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25000
Ch.-gou u o elegante sortimento de boni-
tas seda de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vin a 25000 o covado, oa ra da Imperatriz
Bazar do Pavo.
CRETONE FORTE A 2,5090 O METRO
So 00 Bazar do Pavo.
Cbegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lengoes t;ndo 10 pa'mos de lar-
gura, e mriioencorpado, suqdo preciso ape-
nas para cada le gol I '/tou 1 '/ metros, alm
d'esti applkagSo tambem esta larga e en-
corpada fazenda propria para tuaibas, saias,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
go de 250OO cada n etro.
CASEMIRAS A 2I500 CADA COVaDO
No Bazr do Pavo vende-se um grande
orii ni o de b nitas casemiras de urna' '
cor, seudo aspl, li^io, m.sclada, senio de
duas largura?, ptoprias para caigas, palitos
roupas para menino, e vendems pelo
Darao p-ege u.^oa n r/Vado rua da
Imperatriz n 60.
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas Lisiabas cora -.i(Xe-
rentes gosto polo tanto prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pav3o.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonho sortimento de fins-
sima* alpacis brancas Isvradv, imitsgao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
asamentos do Bzar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 6i0 RS.
Vende-se um grande sortimento de lin-
das alpacas lavraias de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 100, 550 e 610
e a'. mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais li.idas e moderaa< 15a-
snaas ou bar ges de quadiinhos, proprios~j
para vestidos, tendo quad largura de chita
frsnceza. e 1 quida-se a 640 rs. o covado,
no B-:zar do P^vo.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Veade-se bonitos meneos de urna s6
cor com cores mui'o proprios para vestido
e roupas para creangas por ser orna fazen-
da t pura la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavo.
GLACS A 15U00 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegante sortioiento desta
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazenda de la muio larga e com delica-
Uissimas cores, tendo tanto brilho como a
seda e vende-se pelo barato prego de 10,
covado, no Bazar do Pavo.
CASEMIRAS A 70000
Vendem-se cortes ae caemira ingleza de
cores para caigas sendo fazenda que vale
muito mais dioheiro e liqaida-se a 70000
o corte de caiga, no Bazar do Pavo a rua
da Imperatriz n. 60.
A Vi I Bl MU IIIIII
4 ijfta Ab Duque de Caxias n 21.
Um RUA DO QUEMADO)
Receben segninte :
EspelUB graadeg dourados, molde bonitos.
Culna, charuteiris e port-cigarro de muitt
Bonitas putas para p*tfei3, simples e Blisaftu
Boas caixas vasia para costura eom sua cempe-
lente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal dt
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresabindo en-
tre elles osibbosos telegraphistas.
Coramodos toacadores com duas gavetas e bom
espelho.
Port bou'juet, o que de melbor tem appare-
cido.
Pcrt relogios demuitas qualidades.
Bons lalberes para crianca <.
Vustuarios, cbapozinbos, toucas, Jipatos e meia*
para baptisados.
Toalbas e fronbas de labyrinlho.
Chapeos echapelmas para sen hora, moldes noven
ebociios. '
Cbapozinbos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsoes as
criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, rua do Duq'ae de Caxias n. 21.
PABA TINGIB CABELLOS
para pretos oh castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea veraderfa tinu ingleza.
PARA ACAtAB COM AS SARDAS
on paones, tem a Nova Esperanca o verdadeiro
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se: na Nova Esperanca, rna do Duque dt
Cais n. 1IJ 4
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os nraito lindos a fova Esperanza, rus
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAB E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanoa s sabonetes de pos de
arroz
GRANDE
RI
Quando i AGU1A BRANCA, mais precisa identificar ao respeitavel pobiM
e em particolar a sna bor fregotea, da immensidade de objectos qoe ulticr1
tem recebtdo, jastamente|qtMado ella menos o pode fazer e porque essa falta
lnntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ib'a aitenderao e rel
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i
Queimado n. 8, onde sempre acharlo abundancia em sortimento de superioridad
qualidades, modicidade em pregos e o sen^nnea desmenttido AGRADO E S1NCERJE
Do qoe cima flea dito se conhece qoe o tempo de qoe a AGUIA BRANCA j
dispr, empregado apeiar desdas cusios no desempenbo de bem servir a aquelles
bonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem en]
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conhecidos ali, ella resumidamente ]
ear aquelles caja importancia, elegancia e novidade os tornam reconMnendavari, j
bem seja
CHEGARAM;
JPoqos iustaiit&neos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na rua Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitdos com fitas de setim e Obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de-diversas cteae qua-
lidades para erutos.
Leques oesse objecto muito se podeiia
dizer querendo descreve-los minuciosiriwnito
Sor suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qoe acaba
de chegar, mas para n3o massar o prten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda par* cbapelinaa e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capelias brancas para meninas.
Grande sortioiento de flores fins.
Fil de seda preto.
PKRFUMlRIA
Grande e constante .lortimento de Ata,
lempre inelhor qtiKdw.,
Lindos vasos com pos de arroz e pinsel.
Cantabas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos peales douradee pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes finoB par t latas.
Tnesouras para frisar babidinhos.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48 vistas,
quaes sao movidas por om machimam
urnas substitoem as outras.
Vistas para stereostopoe.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitdos tos
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo
i ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo d
: criangas.
Diversos objectos de porcelana, propfio
para enfeites de mesa e de lapinhaa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. So se vende na rna da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins de
UTTO

OARlIUlOfiBIlGAiUA.!
acostoho nm
P
0
Com este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado este aptigo
estabelecimento de joias, ondo os freguezes e amigos encontrado todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Curo
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderagos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades. prata de le faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior prego do
que em outra qaalquer parte, troca-se e concerta-so todo e qualquer objecto
perteucenle a esta arte.
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rua Nova n. 2carneiho
viannaum completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dos utores mais co-
uuaains. as quaes i.sto em exposigo no
mesmo Bazar, gnwtmdns.e a sua boa qui-
lidade, c tamban ensina-se com perfeiglo
a todos os compradores. Estas maclnas
sao iguaes no seo trabalbo" ao de 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeigo tal
como da melhor costureira do Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, quo mui'.o devem agradar aos prelen-
dentes.
ou alaga-se os armazens que forara oceupados
i".om a faorica de sabio e destilacao do Sr. coronel
Franca, ua ru;i da praia de Santa Rita-nova, os
quaes offerecem pruporcoes para bm se montar
jualqner fabrica de gran lo e>tabelecimento, com
a grande vautaseni para embargue e desembar-
que : a tratar com o ctimrneadad. r Tasso.
GAL NOVA DI LIMA
Vende Joaquim Jos llamos :
a. 8, i* andar
na rua da Cruz
urvrj-i branc e preta
DA
LINDAS BAREGES A 320 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se o mais bo-
nito sort.menlo de finitsimas bareges trans-
parentes com as mais bonitas listas de cores
proprias para vestido, e liquidare a pataca
o covado por eslarmos muito prximos da
festa ; ditas* mescladas, fazenda muito lus-
trosa e com lindas cores a 400 ris o covado,
pe :binchi a roa da Imperatriz n. 00.
LENgOS DE CASSA DUZIA 30030
Vendem-se finissimos lengos do cassa
com delicadas cercaluras, de cores fixas
j embaohades, sendo proprio para borneas
e seahoras pelo baratissimo prego de 3(>00
a dozia, no Bajsar do PavSo a rua da Impe-
ratriz o. 60.
GRANDE PECHINCHA EJI GAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES A 45, 50,60, 80, E 10^000
Vende-se finissimas eambraias suissas, de
muita phantasia tendo 9 varas a 80500 e
100000. Ditas hispo com 10 jardas fazen-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azulamhas, que valem muito mais
dinheiro, a 80 e 100000: todas estas eam-
braias, em relacJo a qualidade, pelos pre-
gos cima slo mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bazr do Pav3o.
CAMBRAIA. ALLBMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1*600, 2* K 2*800.
Veode-se finissima cambraia branca tran-
pa-ente com 8 palmos de largara, que faci-
lita fazer-se om vestido apenas com 4
varas e liquida-se a 600, 20 e 80500 a
vara, fazeoda que vale moito mais dinbeiro.
E pechincba no Bazar do PavSo.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Peca a 40000
Ve^de-se muito finas pecas de eambraias
brancas transparentes, tendo8 i|2 Tarasca-
da pega e com om vara de largura a 40.
E pechincba, no Bazar do PavSo
A' roa da Imperatria
engarrafada por
Bloodo Wolfe & C,
especialm'nte para o Brasil
NICOS AGENTES EM PERNAMBUCO.
J. Je feries tic C
46. Rua do ,:=ommercio46.
VTTENCAO
i
jijurengo Preira Mendes GuimarSes, participa a todos os sens devedore
tanto da praca como do mato, que estando I qoidaodo suas cesas commerciaes. o qu<
deve fazer at o fim do corrente anno, por Isso roga a todos- os seos devedores a viren;
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seus devedores, qae,
os que pi estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando iste se far
o abatimento que for reciso para a liqaidacSo de suas dividas, para isto podero di-
rigir-se roa da Imperatriz o, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para caigas,
a 500 rs. Cortes de brios de cores a
10500; cortes de gaLg^s para calgai a 10,
corles de casemiras preta para caigas a
30300,40, 50e65000.
Crtts de editas a 2:300.
Vende-se cortes de chitas para vestipos
a2i500. Ditos de cas-a para vestidos a
20500.
Pechiucha a 40000.
Vende-se pegas de algodo a 45, 50, 60
e 70COO.
Para liquidar a 30500.
Baratissimo.
Comprou-se grande quantidade de las com lis-
tas de seda, fazenia de 900 ris, que se vende por
444, para acabar : lja de Gaspar Antonio Vieira
Guimarao, rua do Queimado n. 1.
Farfolla de mandioca.
A bordo do brigue Mana & Virginia, fondeado
em frente ao trapiche Barao do Livramento, ven-
de-se superior farinha de mandioca, recem-ehega-
da de Santa Catharina, em porcjto e avarejo : a
tratar com Jos Victorino de Rezende & C, rna
do Mrquez de Olinda n. 52.________________
ATTENGAO
Em Olinda, roa dos Milagros, taberna n. 1, ven-
de-se farinha de mandioca muito superior em
saceos e a retalho por barato preco ; tambem tem
porcio da de S. Matheu* para animaes.______
0 Bafcar do PayOo sito a ua da Imperatriz n. 60, esta1
. das 6 horas d* manlia as 9 da noute.
aberto
Venham, freguezes,
monir-se rua Duque de Casias (antiga-
mente rua das Cruzes), sobrado das pe-
gas de artilberia n. 6.
Neste novo estabelecimento encontrarlo os ama-
dores de agua fresca e saborosa os melhores ob-
jectos de barro, pois se acha prvido de todo o
sor ment como sejam : quartinhas dos melhores
fabricantes dosta provincia, jarras, moringoes,
resfriadores, bilhas, garrafas pjlidas e torneadas,
tudo do melhor barro e gosto; assim como jarras,
potes, quartinhas, bilhas, jarros e vasos para fl>
ret, a muitos outros objectos sem serem plidos,
tudo de utili tade para as casas de familias.
CEBLAS
Vendem-se caias com ceblas a 64
o CodornU n. 14.
na rua
Pegas de madapolao coin4 12, jardas a
35500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
60, 60500, 70, 80 e 90000.
LIQIDAClO.
Pegas de algoosiubo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
(30500 e covado 1(50 rs. p;ira liquidar.
Cbitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de eambraias victoria, fi-
nas a 60, 60500 e 70000.
E' nuito barato.
Colarinbos de papel a 240 rs. a dnzia.
Certinidas para janellas a 50000.
Vende-se corUoapos para janellas a 50
o par. Brim pardo liso para caiga de ser-
vico a 500 rs o metro.
Corles de percales a 60000.
Vende-se cortes de percales de duas
saias de bonitas barras a 60000.
Cobertas de chita.
Veode-se a 10500, ditas finas a 20500,
ditas encarnadas e adamascadas a 30500,
ditas forradas 50000.
Gangas para caigas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calo a 400
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a dozia, para li-
quidar ; grande porg3o de mantas para
gravatas a 200 rs. cada ama para liquidar.
Cassas francezas a 280 rs.
,Vende-se cassas francezas para vestidos
a 280 e 320 rs. o covado.
Organdys de cores para vestidos a 400
e 640 o covado.
Alpacas de coree para vestidos a 500 e
640 rs. o corado.
LSasinhas pira vestidos 1 3M, 400 e 520
rs. o covado.
0 proprietario da lo
seus fregoezes que est OJP
BALES DE ARCOS A 10OQO.
Vende-st bales de 15 a 30 arcos a> 10
e 105'JO cada um. Cortes de cassas em
papel a 20500 cada um, para liquidar.
Bramante de lio!.o e algodio cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
Panro de ahoa 760.
Vende-se braoiante de 10palm:s de lar-
3ura proprio para lengoes a 20800 o metro.
Lencos de seda a 800 rs.
Vende-se ama porgo de lencos de seda
a 800 rs. cada nm.
Chales de cassa a 14000.
Venie-se urna granee porcio de cbalet
de cassa a 10000 cada am, para liquidar.
Fusto a 360 rs.
Vende-se fustao de cores para vestidos
a 360 rs. o covado.
Algodao infestado a 900 1*
Vendi-se al^do enfestado para lences
e toalbas a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 10200 o metro.
Chales de nerin* estopados a 20000.
Vende se cuales de merino estampados
com barras a 20, 0500 e 30 para acabar
Gran le porgo dr retalbos.
Vende-se grande porcio de retalbos do
cassas e cbitas a 240 rs. o corado.
A festa est na porta
Boupa feita encontrarSo
Por precinto razoavel
Todos se enroaparSo.
A SABER :
Liqidaco > roipa feita.
Vende-se pal tote de brinsiabo
proptio para andar em casa a f500
tos de ganga a 20000 ; ditos de jneu ca-
semira a 3^000 ; ditos de atoaos de cor
a 30500 e 40000; ditos' de P*?
preto a 60, 80 a 100000 ; drtos.
miras de cores, a 60 Wow
de caasi netas de cores, a
linho
I di-
colletes
ditos de
ErioT^q.5ddobos7r0OO tim**
semiras de cores, a WfcJBLi
Calcas zoes para escravos
a 500 rs.; ditas
deTgo'd'oTifo "deiHstra a 8001?
de brim partos 10WO. < "T
tas de dito braoco de linho a 30580 40
ditas de caseaaires de cows s 50^8#,
cmbvim de cbtU s l#xw ,
tas de alfodloaioho, proprias para o
70
861
pj|
de saasatos a 10600 rs. aidar
jlara sores; ao sos
isso quem qo/ de

boas fazendas por pouco oj^H
72, desde as 6 horas ds ||M
ade de dirigirse a rw
te.


t



\'
SI :
Diario de
P.eruambuco
n<
Jfovembro de 1870.
Grande re
Raa tio Imperad* 28,
in do Ca.mp
^neim'if**rTvunlr em se-armaem un
Mt>'# vjiiiui sortimonto do peero?
;ver oaminalraente luios
os IfBros cuntidos r-m seu ar'u aa m por se tor-
nar da mais enfadorfao.
Garante somonte, <|ne sua norma de ha mnilo
tempotender pao por pao e qiuijo por queijo.
Avi specialmeuti- a ,-s fumantes, qus reeebeu
da na especial etieommenda urna factura de cha-
ruto Superiores (IW. Flix da Baha, da? segoin-
tes marcas: exposieao, marquezes, norma*, ama-
dores e paragoayBim.
Venltam todas as despensas dos arrabaldes e ci-
dade suprlr-ge # gneros da primeira qualidade.
Farinha de BWUidooa da Baliia.
Tena pira vend.-r multo nova o superior,
em sacca, a prewjo mais cumraodo do que
8m eutra. qaaJqaer parte: JOaquim J<*
Gonfilves Beltro. no seu esciiptorio ra
do-Commercio n. 17.
_ 'Na ra do HarT da-' Triutopho, ahtiga~*do
Brum, b. 9i, vonde-fe o srtuinio por di eco m-
dico:
Cal de Lisboa da mai? uova que ha no mercado.
ojimeles para barcias Majos.
1 fr -onl ',


tm

DAs.PILIILSiME BLAUGARD
A nossa correspondencia do Brazil nos fai
saber que as pracas d'esle paiz achAo-s
aetmlmente initi dadas por urna muitido de
falcificaces vis dos nossos productos (textual.
Para garinlir-je contra estas composicos
mais on menos perigosa?, que escondem-se
d'cssa maneira por delraz das nossas marcas
de fabrica e mcsnio da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos inditos e aos do-
entes de assegurar-se sempre a origera das
PiLULAsque trazem o nosso nome.appellnndo,
entre oulros nieios prnclicos, peta bon ie dos
nossos collegas, os pharmaceuikqs. Nao de
duvidar que n'uma questa que iatressa lafl
seriamente a saude publica e a moralidade do
Ao,i*u->p as nojias Piluljs
(CAVE DOLM)
coinraercio, estes honrados intermediarios
n;io se mostrem dignos il t ronflnttcn dos scu*
frcffcetcs; nao de duvidar igualmente que
repudiando toda solaridade com os alcili-
cadores e os seas wuiipUccs, ellos nao se fu-
cilo um dever d'or* em diaiile de procurar
as vRnADEin\s Piulas de Puncho em
tfigens certas, cnderec.'indo-se, qner a ns-
mesiuos em i'aris, quer indirectamente aos
nosses priucipacs correspondentes, ou cntao
as casas as mais recom- s?S
iiicnd.iveis da Franca /?/,-
ou do seu paii. '/(4b7i
ritarmacmtico, ra Iioiiaparte, emParis,
na priusipac* Fharnuciaj.
Teca venda em 6eus armazens, alem de estros
artigos de tea neg io regular, os seguinfes, que
estao vendendo a precu mais baratos que em ou-
tra qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadaJas.
FARELLO em gnc.vs grandes a 35300.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEIRAS da India para cama e forrar sala'.
CANOS de barro frunce? para esgoto.
jKSSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as qualidade? baixos
preces.
MACHIMAS de devanear algodSo.
iARRIS grandes com peixe da Suecla.
LOMAS-e briazSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carro.
FOfiOES americanos niuito baos e econmicos.
VTNHO 'le Bordeanx em cateas.
COGNAC superior de Ganlier Freres.
MILHO de Fernando a 3i o sacco.
AGUA florida." .
BARRIS de carne salgaba Farinha d^ amniioca de Santa
Cathariita.
Ha para vender di milito nova e superior
ebegada recentemente pelo patacho rabe
e barca Santa Mara ; por prtjjo eommodo,
a bordo dos referidos Tmios fuudeados de-
roae do Inpiche do Kxid $r, barSo do
Livramento ou ciHao para tratar com Joa-
qaim Jos Goncalves Beltr5o, no seu es-
criptorio rua"do Commercio n. 17.
A loja de cera a praca do Cande de Ea :
tratar na mesma.
ZIJLEJOS
AZULEJOS.
iZl
li para vender algnns milheiros dos mais lin-
dos azulejos, viudas por enumiineoda de alguem
Sue por circnmstan,-Ja os dispona. No armazem
e Tasso frmao & C, praca. do caes de Apollo
ao p da ponte provisoria.
Acaban de sabir a mz as se-
guinte pecas para
Hmainda walsa d'Arditi i^t ooo
W'-'al e realidade milito benita
pbRtasia pelo maestro Cazal-
bore i^oOO
PostilhSolinda phantasia execuLa-
da (com grande applauso pela
msica allema 4^500
Habaneras lindas dansas pan-
feito [AOOfl
ACABA DE PBLICAB-SE
a collecc3o de msicas dos cavallinbospara
FLAITA
gRecebeu mais grande sortimenio do m-
sicas para piano, e piano e canto, e tambem
a opera
IL
para piano e caito, e tambem os raelhores
pe-Jacos para piano s composigo do Ilus-
tre compositor brasileiro
Carlos Gomes
que lauto.-furor *ez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
ItflPRi NACIONAL
A. J, de Azovedo
A RA D( BABO DA ViCTORIA (ANTl-
GA Wk NDVA N. ti). _____
Labyrhittios,
Gheganm rui do Crespo n. I Tiqnloimos
lenc< MiUias le Hbrruii QItrt M
endctB.moiie a
Vond#-f
Attenpo
REMEDIO DO
W1 t. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KIIffG OF PAIN O RE DA DOR
I*ARA. TJSO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MOR BUS.
fll'l'f UHWIii
7 Eua doQueimado 7
E' ebegado a este novo estabeecimento o mais bello sortimento de fazendas
tou, sendo sua especialidade enXovaes pata noivado.
Vestidos de blond- de ,sda ricamente bordados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de la e seda, id-m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticamente bordados para camae janellas.
Croxspira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnas para passeio, com listras de setim.
Saludas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senioras.
Camisas bordadas incito finas para homens.
D tas inglezas para hom&rfs e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roanas feitas e de fazendas que
? enfadonho mencionar.
Luvas friscas de Jouvin
Sortimento de tapete para goarnicoesde salas, alcatifas para forro de ala, e o
I>irrliel flnxo de Mugue, em um da.
Wr de cebe;, e doree de envido ea
t" mjaute
Bor de dente, em um minnte.
Henralgie, em oiaeo minntoi,
DeileeKjei, em Tinte minutos.
OnrgaatM inohada, em dea minuto.
OoUoa e eonTulioe, em einoo minntoi.
Kheumatiimo, em um dia,
Tebr e fabre interaitante, em um dia.
Dor as coiUi e noa ladoi, em dea mi.
nntoa.
Toases perigoaai e refriado!, em un dia.
Pleuresa, ea um dia.
Burdos e aathma.
HemorrhoidM e bronobitia.
Inflanunacao sos ria.
Dyepepsia, erysipelas.
Molestiat de flgado.
Falpitaeao de eeraeao.
rande BortimerrtO das
acreditadas e verdadeitas
Estsiras da India
lili
Hjpotasn.^rua Direita, 3 partas n. t'^unliyi^
hja d> Braga
K O abaixo a'ssignado, dono desie anopo estabeecimento, tendo em visa aproseuiar
~v completo sortimento de farragens, miudezas e ootileria, tem resolvido mand;tf bnscar em
m diversos poneos da Europa os melhorcs objeelos de seu esiabolecimento dos fabricantes
Bt mais connecidos ; pelo que convida ao respeilavel publico e a acus numerosos frecuezes
JB a virem se servir dos objectos de sua carencia, atnde encunfarao por nenes 10 00 do que
SS f'D outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodan
m do bemeonhecido fabricante Cottorr Gin-4 C, ditas para costura, motores psi a anirnae'
~m "tos para fago, moinhos p..ra caf de todos os tcmantiGS, da fabrica do Japi, espingardas de
*f dous canos e de um, tanto inglezas como trancetas, lonja de porcrlaca, facas e carfos
m do diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
Blimalna de ferro, ajo, e agnlha para fogueteiro ; assim como eircoctraro coustante-
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe se eneommenda defogos de vista, alem de um
p| cera numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-lo : venliam ra Direita n
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, anliga laja do Braga.
un
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOEHCAS SE APRESENTAM, QAIfDO MENOS SE ESPESA*.
aMiinu?. J^I^?S 'IK1W O PAIN f ~' d* dOT' ***** PO.itlvam.nt. dllpa mal. d. dlftr.nu.
llZZl Tla "" offrlmnto P"^" nl Pertolto .qulllbrlo no sy.tema Humano, o que nao m
pode etfeotuar no m.smo lempo, com qualquer outro remedio medeoinal.
mS!?I,,|"U! r*mfd^ e!? *f u"aBdo*1 oralmente, pola raxao que mllhare. d. pessoae se Um curado
gratis com o dito remedio pelo Dr. Orath e outro mais. ouraoo
neo n^Tr.c7oe.re,OMl0 "^ """"^ P" onrar tod" M doen9". P o oyente par aquellas esUpuUdaa
reeturlrs^d?^^08 prfnclplB da c^mlctt e to I<*trioldade e por Imo, esta applloavel para o euramento pw
Ztri^n?. m2p <* "al *"L?rgaM qUe fffrem da lrrcgalar **>*>* d loe prinoipae. ervo. Ota*
TIZZ 7SSf!!! 0PW dlrectttmenU no' """entee, rndo dcappareoer a. Inoh^edM glndula. aM
em tempo lncrlv.1, breve sem perigo do seu u.o debaixo de qualquer cireum.uncia.
.. J^ V Uma m,9d!clna Parao usoexterno e interno, composto dos elemento, curativos, ral.ee, herraa,eeaeea.
taee como a. tem u.ado do. nowo. antepagado., e da. quae. tem grande existencia no mundo, para curar todaTai
molestia., .rnente sahndo-se quaes ella. o. ^^ M
meih^lT*,lda Tf"1 *H, d* faCBldad d9 modcoln d"ante muitos anuos de experiencia para aprender o.
melhore. modos que se deviam adoptar para curar as seguinte. doen?., e que proporVoee demedectaaVe deVlaZi
ISA.
nr.
EM PERNAMBUGO
PHARMACIA E DROGARA DE
BARTHOLOMEO & C
=34 Ra Larga do Rosario. M. 34.
CASA CAV
A. MARMEa,
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NOVAS ESPECIALIDADES
Pharmaceutieo ptlvilegiado
successor
Sebastopol, Bn PA.RIS.
A. MARINIER
Apmci.Mdas a AcaJeniia de Sricncias e ao luslituto de Franca,
I 1 SCPPn ";ob a ,ormi de PK,illi. lev.imta ( dossait para
iluC';unU mS'-i d- momenl ii.ua >, if h
Proveative e Curati.'a das HOLESTiAS CO.'ITAGIO^AS.
lyECiflu-l'lliiO
do vo'mr.ie fe um r.'!"Ko. srvindo de
III11.1 lio c jJwMjA sem os
grares inconvenie.tes de fr.^-ilidade.
ESTOJOS
Com a
i forma, c de volunte de um Porte-Mocda
COTESDO TODU TRATAMENTO.
COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO 4 C
Depositarios geral para e UHASll, e POKTltiAL
31, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
)=A
Eival sem segundo,
(Anliprua do Qncimado)
ER6EMIR0
om fundipac
RA 00 BR01 52
Passando o ch: faiiz.
Qiama a attenco dos Srs. de eogonho para seus acrediiddos utaclnnismos
;om especialidade para seus vapores que yoda ucia vez tem melborado.
Os vapores fornecidos por ello o j funeciouando lbe bao de fazer inelbor apre-
daco do que qualquer dilo proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito uma reduccaoem sens precos e qne
tem prompto toda a especie de macuinismo e outros objeelos para a agricultura.
l'RMOSA IIESCOBERTA
O TNICO DELSUC que hoje aprsenla ao publico, depois, porm, de ujn severo
exame e de re toradas experiencias, lendo a certeza de que possue uma superioridado
inconlestavella odas as outras preparaces, que al boje tem appancido, recommenda-se
porstia bondate, e pelo bnlbanto lustro que produz nos cabellos, tirando-immediaiamen-
le todas as caspas e coceiras, fazendo com que appareca em bom estar impagave)
Esta agua comp5e-se de substancias cuidadosaraente escolbidas. nurifleadas e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tai a dar-ho
tima accao verdaderamente eflQcaz, consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfregase levemente ; imraediaUraente cam
os cabellos limpose com um brilho magnifico.
Deposito
somonte em casa doaulor, Andr Del.-uceabelleireirode Paria.
Ra 1* de fanp (antiga Crepo) n. 7 A Io andar


U
DOS
ANANAZES
Sua da Cruz n. 16

I2C
60
I 000
*dk Auo
Eoconlra-se sempre : AMENDOAS confeitadas; xaropes refri-
B0L1NII0S para cha ; p5o de 16 ; bollo gerantes; vrbo Bocellas, branco e tinto
ingtei; pjfeteis de differenti'S qualidajese; proprio para mesa; vermoutb ; absvnito -
AS, em calda e secco, em'tognac; vinbos tnoa, champagne
barrflinhr-s e^tas. I
m amendoas e pa- PAPIS para jorles.l ditos vendados
; cha pret^^o, para cobrir bolosi venaa Coiitiutia" a vender ludo muito bom e
muilo barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras Ceas para uohas e costu-
ra a.........
Papis de agulbas francezas a ba-
lso a.........
Caixas com seis sabuneles do fruta
Libras de la para bordar de-todas
as cores a ....... 8000
Carrtieis de cha Alexandro a. OO
Frascos com azeile para machinas 500
Grvalas de coressmuito tinas a 500
Grozas de botiCmadeporsla fi-
nissimos a....... 500
Nuvelio de linlia de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 cnvelupss muito
superiores a...... 600
Petiles y.ikados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 10o
Pecas de fila elstica muito fina a 200
Lata com superior bar.ha a 100 e. 200
Frascos de oleo Puilocomo muito
fino a......... 500
Fi ascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b.ni^os a 500
Dnzia de sabonees muilo finos a. 720
Sabonetes inglfzes a 600 rs. e. 1200
Frasco com agua de colonia Pivcra 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Cartilbas da doutriaa fazenda uova a 400
Libras de linba serlidas de todos os
nmeros a.......ii$800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......20420
Caixas de pauto do gaz a. 00
Roo- ute-rheumHtco.
Remedio efficacissiino contra as dores reum-
ticas at hoje o mais conhecido pelos sens mar-
villiOHo resaltados.
XAMQRE I>E AGRIAO.E um dos medicamen-
tos qae sua efBcacia as enfermidajes, tosse e
sangue pela bocea,.bronchites, dores e fraqueza
no peito, ecrobuto e molestias de figado, que me-
Ibor teoa aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A elebre rail
de roarapuama, coja energa e efjkacia ua para-
lysias, iatorpecimenio, etc. etc. muito se recom-
mrnda.
Todos esses preparados se encootram na phar-
GBicia e drogara de Bartholomeu & G. (anico de-
posito na ra larga do Itosario n. 34.
Cigiarro3 da imperial
fbrica de 8. Joo
de Nictheroy.
Dnico deposito 01 Peroambaco cae'tk atfac-
efftvattM b. ?, l'sida.
120
320
320
320
000
500
460
800
100
700
400
500
roa
aaDrlotet dmo de daa <
por c preco : a ver e tratar na ra 06
JauDio o. X).
, latas col
^m a de po de 16 botoa enfeitados com dsticos e som fleirla^H HnMe-jana*. l muttos objectos proprios para grande jantares, bailes, etc. etc. iiminuto preco _de,usooj vanham loja de
*xn t
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baralissimos precos abai-
xo declarados, garantiudo ludo bom e pre-
Cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com (Icobaboza muilo fino.
Pacota-- cum p. s de arroz o me-
Ihor qae ha a...............
NValbas muito finas para fazer
barba a....................
Caxi de liaba bran do gaz a..
Vara de franjas de lirlho para toa-
lbas.......................
Caixas com peonas d'aco de Perry
superiores................
Lencos d; cassa braucos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......3ti0l
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada peca a 141500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pegas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para m.'
nos diversos tamanbos a. .
Duzias' de meias brancas muito
finas parasenhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios porluguezes a. .
Cartes com cobxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a. .... .
Caixas com superiores brelas a.
Duzia de agulba para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanbos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Reema de papel pautado superior
Resma de papel liso muito sapa-,
rior a...........
FARINHA
de trigo a 5KM0 a narrica : no armuem Ra-
lba, ra do Livrameoto n. 38.
20000
500
500
500
40
500
320
4^500
20000
10500
30000
400
20
400
500
40
20000
400
40000
le se orna canoa.
trjolbs: a'rraiar na tnit
A
fiearrecar 1,200 a 1,3*3
K_____-
mioiezai dama da Cueia a. 90.
vjnuo do Porto ngarratido Telb,#.e,de _
qualidades como sej^m ; Bastardo, Malva Da
que i oferto, BoqSe'dfrCaxlas
bem conhecidas, aun eoo em bacris ds 43, de
5 e ancoretas : no escriptorla de Soaws Primos
A roa do Yigarw n. 17.
GALLO
DO,
NTE
Itia Os propncurios dcsla bem conhecido estabrie-
cimente, alm dos muitos objecto que tinha ex-
postos a apreciacao do repVil.'wel publico, raai>-
daram vir o acabam do recebar pelo ultimo vapor
da Europa um completo o \anado s.rtimeuto a
finas e mni delicadas f*pcttaldacTes, aj qua*s"e>-
tao resolvidos a vender, como de seu costume.
por prejos muito baratinhos e commodos para tc-
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretw, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e pannos para sa-
nbora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coqnes.
Lindos e riqnissimos er.feites para eabfardaj
Exmas. senhoras.
Superiores tranjas pretas e decires cora:vidrf-
Ihos e sem elles; esta faicnda c que pode havtr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de- madreperota.
raarfim, sndalo e osso, sendo aqnelles-branco
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escosca para st-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30#00,
a duzia, entretanto qde nos h vendemos por 507.
aim destas, temos tambem grande ortimeato t
outras qualidades, entre as ijiiaf alg'ymas muiu
linas.
Boas bengalas de supci inr car.na da India
castao de martim com linrtai e encantadoras Ape-
ras do mesmo, neste genero e o que &c. Bielhor
pode desejar ; alera destas temos tambem prand
quantidade de outras q\:a:id..i!es, ti.mo sejam,uu.
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airoso;: cbicotinlios de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores lipis de seda e borraefcj
para segurar as meias.
Boas meias de seda para'senhora e para mew
as de 1 a 12 annos de idude.
Navalhas cabo de martim o tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas.e do mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por uagsa vex tam-
bem asseguran^s sua qualidade e delicadeza.
Linda? e boiras capellas para noiva.
Superiores agulhas para macliina e para eroxe
Linha muito boa de peso, frouxa, para enenw
labyrinlho.
Bous baralhos de cartas para vollarete, aasia
como os tentos para o mesmo llm.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COIARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes.
facilitam a denticao das innocentes erianeas. so-
mos desde muito reeebedores destes prdieioso
collares, e continuamos a rcebe-los por toaos a
vapores, afim de que nunca altem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderio aquei-
les que delleg precisarem, vir ao deposito d galle
vigilante, aonde sempre enconlrarao destes verda-
deiros collares, e os qr.aes attendeudo-se ao 6a
para que tao applicados, se vondero com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista do? objectos qne dehame
declarados, aos nossos freguezr/ e amigos a virem
comprar por precos muito raaoaveis loja do gal
vigilante, ra o Crespo n. 7.
I
Ocordeiro previdsnt
Ra do Quetoiaco U, t&.
Novo e variado sorlimect de peri'aai;>
finas, e ouro^objec! 3.
Alm do completo sortimento de p:
marias, deque erTeclivamcrtt^ est pn
loja do Crdeiro Pre\iilente. ella m
receber um outro S'-rt-uieino' qn ^at.>r:
Qotavel pela variedadc-eobjecioR, kM
dade, qualidades e cemmti.iiad' s ie r;
eos; assim,pois,oCordeiroPrevicct..^
e espera continuar a merecer a apreci-v
do rcspeitavel publiccem gcti c
boa freguezia em particsiw, t, l< se i
lando elle de sua bem conheeiat BisortA
a baratez. Em dita loja eucoalrarif'
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray de Laminar:
DHa de Cologne ingleaa, americana, frr
ceza, todas dos melhores e naBacgeditari
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Aipes, e vilete para toet.*
Elixir odontalgico para conservable
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade ot-
ros agradaveis.
Copos e lataa, maiores e rosnaren
pomada fina para cabello.
Frascos com dita jsponeza, transparc.
a outras qualidades.
Finos extractos ingleses, amcrkano,
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agracavei cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheires igea.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadt
com escolhidos ebeiros, em irascos de &
rentes tamanbos.
Sabonetes em barras, maforese menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em & >..
ras de meninos.
Ditos muito finos-em caixinha>para barts
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madeira invernisada eontendo I
as perfumaras, muito proprias para pr
tentes.
Ditas de papeiio igualmente bonitas, tac
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com n de arpe
s boneca. i
Opiata ingleza e franeeza para destes.
Pos de camphora e outras differenk
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Keup.
Anda nata oaqxes.
Um outro sortimento de coques 'de Bt
voe e bonitos moldes com filets de vidrii-
e alguns d'elles ornados de flores e ltt
estao todos expostos i apreciadlo de qw;
oe pretenda comprar.
GOLLINHAS E WffBOS BORDADOR
Obras de muilo geeto e perfecao.
Farella* e (Mas para Hito*.
Bello e vanado sortimento -de tasa obje:
tos, fleando a boa eacolha ao goeto do-eos
prdor.
Fogao de
idese om casa dos importadores Suaw
flawkw 4 C. roa da Gnu a. V
Ll



8
Diario de Pernambuco Domingo 27 de Novembro de 1870
x
UTTHLATRA.
O DI.DU DO DK*TI>0
POU
Mayne Red
(GonU.ooa3o)
listas ultima;; palavras foram profer las
t'am tom que dJ podia llod r obsena i >r
tfui atilado com) era aqu^le. Por isso tam-
bera nao disse urna palavra mais: dobrou
o testamento e dispoz-se a sahir. Renovar
S desculpas e protestos de ded;ago era
lousj superfina: as n-ssoas daquella ordem
cjmprehendem-.se mutuamente, mesmo gctn
fsilarem.
Wrolet foi servido de um clice de viahu
do Xerez e uns biscoutos, depois do que,
Kistallado na saa baiuca; retomou a direcgo
de casa.
Qae quera elle, mama?-pereun-
tou Miss Bella, apenas Wuolet sabioTra
u-e de alguma cousa que me diga I es-
pato?
Sem duv'darespondeu a miSe
despo as Henrique Harding, lens por sorte
a miseria. "Vi o testamento do pai: Htnr-
que est d >sberdado.
Miss Mainwtring cahio pro? Irada sobre
i m soph e no grito que se Itie ou in
iranslozia mais o despert do que o des
gest*.
XI
O PKDIDO EM CASAMENTO.
Peo dcoirer da tarde achava se B lia
reclinada sobre um divn, de bracos cruza-
dos e absorta as mais profundas reflexoes.
Eram criticas as suas circumstancias. ('.lie
u ira o momento de ser pedida a sua no,
que ella se achava na firme disposigo de
i jgeitar. Os conselhos e ordens da mi
liavism produzido seus effeitos, e por isso
e'.la so olliava o futuro pelo lado prli o e
til. Todava esta resolucSo nao lora toma-
da sem gran le luta com os seus proprios
senlimentos. p.irquai.lo ella amava Henrique
tuaii do que suppunha, como postenoi-
taente reconbeceu.
Apesar do seo orgulln e vaidade em ver
[rostrados aos ps todos os homens, pos-
so.ii um cor gao apaixonado; entretanto
sabia comprimir-lhe os impulsos e reduza-
se a fazer os segnintes clculos :
Estara Hennqne as circumstancias de
corresponder s suas ambiciosas vistas ? Po-
deria elle cerca-la dos esplendores de for-
t na e de luxo que ambicionava ? Eis o que
a fd7ia duvidar, e por isso o orgulbo Ihe
segrega va ao ouvido que a mo pertencii a
Nigel e o coraco a oulro.
Be la Mainwaring era, com elVito, urna
c.eatura encantadora. De estatura um ponte
superior a mediana, era dotada de tal per
eico simet ica, que naturalmente se tor-
iava objecto dos mais apaixonados attracli-
vos : o grandes o bos azues, em que so-
bresahia nma certa languidez, deixavam de
*ez em quando transparecer uns olhares da
mais insinuante meiguice. A natureza fra
para com ella de orna prodigalidade admi-
ravel, a arte completara a obra. Bella co-
anecia perfeitamente o valor das suas se-
ducc5es, e sabia tirar partido d'ellas as
posturas indolentes e fascinadoras com que
arrebata va os .seos admiradores.
Nesta occasiio, porm, nao se tractava
de posiges plsticas ; a agitaco do espirito
t:aduzia-se-lbe n'uma imperiosa necessidade
de m o vi ment.
Levantando-se precipitadamente do sopb,
percorria o salo a passos rpidos, e, che-
gando alteroadamentj janella, concluio
por se tornar a sentar, submersa em pro-
f -idas e anciosas reflexoes.
Depois de formular varias respostas, pe-
quaes faria persuadir Henrique da im-
possibilijade de Ibe conceder a sua mo,
i.begava ao terrivel resoltado de avahar o
s iil.imento que com isso causara quele
que possuia o seu eorago e es.eve a ponto
e decidir dar-lhe urna resposta afhrroaiiva;
mas esta nobre resolugo para logo se des-
vaneceu do seu espirito, perante os conse-
loos de sua mi. Um marido desherdac'.o,
as mil libras, que mal ebegariam para as
i -pezas de nupcias, eram dons pensamen-
tus terriveis. Sua mi possuia verdadeiro
iuizo pratco. e ella, como filha obediente,
novia subordinar-se vontade da autora de
seus das.
Acbava-se Miss Mainwaring nesta situado
re espirito quando o groom annuncioon
Henrique Harding e o introduzio na sala.
Tal vez em presenta das formosas feigOes e
elegancia do maacebo ella vacillasse na sua
esolugo, mas esta idea logo se dissipou
perante a da desberdago do pretendente.
Na ullim entrevista havida entre osdous
jovens quasi ficra decidido o seu consorcio,
e por isso Henrique vinba pedir a mo de
Bella, certo de que Ihe nao era recusada.
Com a lealdade que o caracterisava e Ihe
nao permiltia suppor nos outros sentimentos
reservados, expoz elle o seu pedido. A res-
posta ferio-o em pleno peito. Nao foi urna
ecusa formal, mas Bella toruou a deciso
dependente do beneplcito materno. Hen-
rique nao poda comprehender como aquella
imperiosa beldado, ostensivamente revestida
de absoluto poder, tornasse dependente a
sua felicidade do capricho ou egosmo da
mi. Foi. pois, inesperado o golpe e tanto
mais penoso quanto pareca denunciar m
disposigo da parte de Madama Mainwaring.
Henrique nao era de natureza que se.
i. jiiservas.se na indecsao, e por isso solicilou
iogo a apresentago viuva, que nao tardou
em vir oceupar o lugar da filha, a qual leve
por conveniente nao assistir conversa.
No ar glacial da viuva acreditou logo
Heoriqae ver a ruina dos seus projecios e
este receio instinctivo Dio tardou que se
traduzisse em pura realidade.
Madama Mainwaring confessou-se reco-
ubecida i bonra que" o mancebo Ibe fazia
propondose a ser seu genro mas logo de-
clarou que a situago em que se achava e
sua filha tornavam impossivel tal unio :
que a prematura morte de seu marido as
deixara quasi sem recursos, e que, estando
elle em iguaes circumstancias, um ta! coa
sorcio seria orna imprudencia, seno a maior
das loucoras; que miss Bella, pesar de
pobre, gracas aos esforc de sai mi, vi-
vera at ento com certa decencia, sendo
para avaliar o que teria a soffrer como mi
de familia, ligada a um esposo qae tinha a
lutar con todas as difflculdades da vida ;
que por isso no poda dexar de borrorisar-
se pensando *a tal sorte para a na que-
rida filha; que elle era joven 4 tinha diante
de si largos borUoutea, mas oio possoindo,
pela educaco esmerada que uvera, o ha-
bito do tribalho nem a diiposigo para qual
quer modo de vida, entenda ella dever op-
por-se resoluta mas attenciosamente alli-
anca proposta.
Hewiqne navio silencioso este longo dis-
curso, poim a m physionomh denunctava
a pru'Mi'a ymiigura que Ibe la oo peito.
Com eff-ito, seuiora,di*se Henri-
que, logo que a viuva se csioa ludo isso
correrponde a decl rar .-jue eu nio son ca-
paz de manter ua fllha decentemente. Con-
esso que niio compreheado o motivo de
"aes rtic-ids. V. verdade que nao exerijo
prodssao alguni.),- mas juigo nao carecer
Ihso: a fortuna de meu pai colloca me ao
abrigo dessa ne<:e.sdade a creio que somos
apenct-one berdeiros dalla.
C-e-o assiui o Sr. llar lingreplicn
a viuva e eo tenho bastante senlimento
em Ihe desvanecr essa illuso. A fortuna
de sen p t3o sei disidida igualmente e
a ii gitima que Ihe compele n5o exceder a
mil libras esterlinas. Dr m3-ha o que
pode f.-z-T com to diminutos haver?s ?
Henrique Harding j nao ouvio estas ul-
timas pbrases : as anteiioros haviam bas-
tado para oconvencerem de que nada ti-
nha a fazer a!li Pegou. poii, no chapeo,
e, despedndo-se precipitadamente da dona
da casa, relirou se, sem te lembrar de
Bella.
Era a primeira desgraca que at emito
experimentara ; a declaracao de Madama
Mainwaring tivera o poder da arma de dous
gomes, ferira-o duplicadamenle no amor e
na orlom ; mas a perda d'aquelle, supe-
rior de todas as riquezas, e a idea so-
bretodo desque todo.* os prote.Ntcs de affei-
c. > nao haviam passado de orna burla da
parte de Bella, eis o qne atrophiava o co-
raro do mancebo.
S 'lia possivel athar justificacao ao pro-
r.ediment'j d'ella ? Eis o que buscou pri-
meiro, mas as ca.isas da recusa tornavam
se 15o evidente?, que afinal convencen se
le que fora objecto de verdadeira irrso
Agora | nao havia remedio, e, visto que
nao podia extinguir de todo as recordarles,
ao menos pora termo paxo. Eslava
encelada urna grande lula; era a bata Iba
da vida emque Henrique pela sua ndole
esperava sahir vencedor. A mulher que
exaltara sobre um pedestal, como o proto
lypo da innocencia e virtudes, acabava de
se Ihe revelar nao s caprichosa, mas at
dissimolada, egosta e ambiciosa, indigna
por isso do seu amor: re>tava-lhe, pois,
gravada no coraco a saudade dos primei-
ros amores da vida, contando, todava, vo-
tar ao esquecimento cedo ou tarde a pai-
xo que inconsideradamente deixra aulrir
no pto. Tomada es(.a deliberaco, as
ideas de Henrique voltaram-se para o pai,
contra o qual comegava a experimentar
profonda inlignaco. A ameaga da des-
herdago devia ter-se cumprido n'aquelle
mesmo dia e nao hawa que duvidar da sua
realisago, em -isla das rigorosas nforma-
Ces- le que se mostrara munida Madama
Mainwaring, que provavelmento devia estar
em contacto com o advogado ou tabsllio
que Bzera o te>tamenlo, viato saber at a
quautia precisamente legada.
Correntio de om golpe de vista todos
estes pontos da queslo, Henrique termi-
noii por dir gr todas as rguiges centra o
proprio testador, que Ihe roubava assim
o m;iis apaixonado los amores.
Na sua angustia nao se lembrava o infe-
liz que seu pai Ihe dava urna prova de es-
lima tentando arrancado a um destino mais
triste do que a desherdacSo. O seu des-
preso pela ambiciosa elegante nao attingira
de certo o maior grao para Ihe permittir
13o prudente reflexo. A ameaca do gene-
ral fra condicional, e, visto que a dosrbe-
diencia do filno nao fra seguida dos effei-
tos previstos, bem podia este ubter, sem
mesmo a reclamar, a revogaco do testa-
mento, tanto mais que elle tinha bastantes
proras da indulgencia do pai para ora-
sigo.
Assim teria reflexionado om espirito
maduro. Nigel Harding cora certeza o faria,
dndose pressa em solicitar o perdi.
Henrique pensoa diversamente. Ferido
no seu orgulho e as suas intimas affeices.
dicidio que a ca^a poterna nao podia con-
tinuar ser a sua e abra?oa-se a esta he
roica resolnco com toda a energa do des-
espero. Quando. pois, la a entrar no par-
que, voltou sbitamente as costas e dirigi-
se apressado mais prxima estarlo do
caminho de ferro. Urna hora depois esla-
va cm Londres e resolvido a nao tornar a
ver os montes Chtern oa o condado de
Bockiogbaffl.
XII
EXILIO VOLUNTARIO
Na tarde d'esse mesmo dia a mesa do
jantar do general Harding estava posta
para quatro talheres, segundo o costume,
mas o logar do fillio mais novo achavj-se
desoccopado.
Onde est elle ? pergontava o vete-
rano, desd'brando o guardanapo.
N'gel nao dsse palavra. bem que vira o
irmo dirigirse para casa de Madama
Mainwaring ; mas, tendo-o o pai interroga-
do directamente, deu a segrate resposta :
E' possivel que o delivessem para o
jantar. A Sra. Miinwaring to amavel
para com elle !...
Nao o ser por mnto tempo re-
darguio o general com ar de mofa.
Nige! encarou com o pai, mas nao se
atreveu a pedir-lhe explicarlo do dito, ex-
perimentando, todava, raima satisfago.
O jantar proseguio sem que se tornasse
a fallar do aumente.
Quando eslava quasi a acabar, entroo na
sala o escudeiro, trazendo urna carta que
acabava de entregar-lhe o criado de urna
hi spedaria prxima do caminho de ferro.
Ao primeiro relance de olhos que o ge-
neral lancou ao sobrescripto, feito pressa,
re:onheceu logo a lettra do filho : rasgn
o fecho, lea, mas proporeft) qae seguia a
leitura cob-ria-se-lhe o rosto de urna nuvem
de profunda inquietarlo.
Eis o theor da carta :
- Pai. Omiti a palavra querido, que
n'esta occasiSo seria urna hypocrisa da mi-
nba parte. Quando asta receber, j eu es-
tarei em Londres ; d'alli irei para oa'.e o
destiDO me levar, visto que n5o posso re-
gressar a onjia casa qae os seos rigores nao
permitfem que eu considere como minha.
Supportaria talvez sem me lastimar o facto
da desherdaro, a que porventura terei
dado causa,, mas as consequencias d'elle sao
asss^rueis para que co as receba sem
amargor. Entretanto um fado consum-
mado, e por isso n3o fallarei mais d'elle :
o fim da miaba carta ostro. Nos termos
do sea testamento, virei ora dia a ser ber-
deiro de mil libras esterlinas. Ser lbe-bia
difficil dar mas j, deduzindo d'ellas o pre-
mio do e>tylo, calculado, se Ibe parecer,
segundo as tarifas das companhias de se-
guro ? Esta somma, que mais tarde de
pouco me'' servir,. pode boje ser-me da.
maior otilidade, p)rqoaaMyitoa
a expatriarme e bnsear vlwiM
c j m ais pro pie i o. Se eu en coi\ t
cau do sea wbeliio dd Londres urna
dem de mil libras esterlinas a meu fava
maito bem, se no a sos recosa tamben
me ni Impedir de partir nem o mea ca-
rcter me permie que eu.volte a pedir-
lhe cousa algaroa. Far o juethe aproa-
ver oa antes o que meu excedente irmo
Nigel Ihe indicar.Henrique Harding.
Ajane a-improsso que o general sof-
freu com a lei[ura d'esta carta secca e ter-
minante. No principio estremeca -a cada
palavra que lia, mas quando acabou, pas
seiava lio agitada e estrepitosamente na
sala, que as porcellanas e crystaes entrecho-
ca vam se sobre a mesa.
Mas, por Deus I exclamou elle
que quer isso dizer ?
Enlo, meu charo pai, pergunlou
Nigelrecebeu algunas noticias desagra-

/lavis ?
Ora esta I E' incrivel isto I
Pusso saber de qoem essa carta,
meu pai ?
De qoem ha de ser ? De Henrique,
d'aquelle desvairado, d'aquelle ingrato !..
Toma, le!
Nigel apressou-se a obedecer, e, termi-
nada a leitura, dsse:
E', com effeilo, um arrasoado des-
agradavel. seno insolente E a que
proposito vera isto ?
Acabou-se! redarguio o velhoBas-
ta que se ausentou. Conhego I lie o carac
ter ; sustntala o que diz. L de sobr-
parecido comigo para se retractar... Mas
partir assim I.. Valha-me Deus!
O general, apezar d< soa coragem, nao
pode reprimir um sentido suspiro.
Afinal do contas, proseguio Nigel
a carta diz muilas coosas, mas nJo signi-
fica nada. Aquillo ama changa louca I
Ora essa I exclamou o paiEnlo
nao significa nada nma carta d'stas, em que
cada palavra um attenlado minha ao
toridade, urna provocagao ?
Por esse lado de certo, redarguio
Nigele costa a crer tal atrevimeoto. Pa-
rece que o rap,z est irritado contra o quer
que seja que en ignoro, mas aquello sent
ment, meu charo pai, ser menos; dura
douro do que a sua justa indignago.
. Nunca Ihe bei de perdoar 1 prose-
guio o paiAbusn de sobra da minha in-
dulgencia 1 Nao sopor tarei mais semel han
tes desobediencias, aggravdae anda com
esta demonstrarlo de falla de amor e de
excesso de arrogancia Ha de ser casti-
gado !
Tem razo, meu pai continuou Ni-
gelE, visto que elle se refere s indica-
goes que eu possa fornecer sobre o caso,
permitta-me que Ibe diga que o meu voto
qne o abandone a si proprio, ao menos
por algum tempo ; talvez que^ vendo-se
privado dos beneficios que at aqui mea
pai sempre Ibe dispensou, elle se resolva
dentro em poneos mezes ao arrependimen-
lo, parecendo-me que a somma de mil li-
bras esterlinas que elle diz Ibe fra promet
tida por meu pai, o que eu iguorava, se
deve conservar em reserva.
No receber sequer um peny, pelo
menos era quanto eu viver t
E isso ser por largo lempo, meu
charo pai. .
Ainda qne elle morra de fome, escusa
de esperar por auxilio meo, em quanto
nao entrar no hora caminho I
E esse o nico meio, meu pai, que
nao tardar em surtir effeito.
Esta reflexo parecen acalmar a colera
do irascivel general, por quanto, temando
a sentar-se mesa, bi se conservou s em
.frente da soa garrafa de vinbo do Porto
por muio mais tempo do que costuraava.
Dar-se-ba caso que a generosa bebida Ihe
inspirasse ideas de indulgencia ? O que
porm, certo que antes de se deilar en-
caminhoo-se para o esenptorio a fallar s
e baixinho, e all escreveo com mo tr-
mula ao seu procurador em Londres, or-
deoando-lhe entre^asse ordem de seu filho
Hennique a somma de mil libras esterlinas,
e em seguida foi procorar om criado, a
quera entregou a carta, afira de seguir seo
destino no correio da manha.
No proposito de praticar to boa acgo,
com o maior segredo executou toda esta
manobra em termos de nao despertar a
menor sospeita de qualqer pessoa e acre-
ditou ter conseguido o seu fim ; mas des-
granada mente, o que para um homem col-
locado sob a influencia de quatro garrafas
de vinho do Porto parece excesso de pre-
caugo, nao pasa do cmalo da imprevi-
dencia para as pessoas que o cercara. Ora
Nigel era urna d'estas: percebera que seo
pai se dirgio aoescriptorioe escreveu urna
carta, calculou o contedo d'ella e pesqui
zou o colloquio d'elle com o criado ; se-
guio os passos d'este ultimo, pedio-lhe a
cirta e entregou-a a outro criado, que, se-
gundo elle dsse, tinha que fazer para os
lados do correio e melhor podia ser porta-
dor d'ella do que aquello. O novo mensa-
geiro, porm, recebera previamente de Ni-
gel certas instrunegoes, mediante as qoaes
a carta do general nunca chegou ao seo
deslino.
XIII
OS SFFOCADOBES DE LONDRES
Henrique tinha pouco conheci ment de
Londres, e por isso deixou se condozir a
om hotel do West-End que o coebeiro Ihe
indicou. O general possuia alguns amigos
em Londres, mas Henrique absteve-se de
os procurar, receioso de que elles estives-
sera ao fcto do rompimento com seu pai.
O portador da carta que Henrique diri-
gi ao pal foi o igualmente d um biibete
para o criado, afira de este Ihe remelter a
roopa e armas para a estaco de Paddrag-
ton. Portanto esles objectos de seu uso,
que recebeu, e urnas dez libras esterlinas,
que por acaso (razia no bolso quando aban-
donou a casa paterna, constituiam todo o
seu dote, e, anda assim o dinbeiro gasl-
ra-o na primeira semana de permanencia
em Londres.
Pela primeira vez em soa vida sentio
Henriqae o desgosto de se ver sem dinbeiro,
e que, todava, nao Ihe deu grande cuida-
do, por contar que o pai annniria pro
posta feita. Para dar tempo a qae se exer-
cesse a munificencia paterna, deixou de-
correr oito dias sem procurar o corres-
pondente. Hados elles, limitou-se a per-
guotar-lhe setinha recebido alguma carta
de seu pai qne Ibe dissesse respeito: a
resposta foi negativa.
Tres das depois voltou a fzer a mesma
pergojfa, receben do idetica resposta. A
casa Lawson de Filho ba muito que nao
recebia carta do general.
Nio me manda cousa alguma /disse
mais. Que ex-
para o exercito
mente ao>ahir de casa do
Julg rae punco castigado
irm > deve concorrer para
3 bem : guarde o seu dioheiro,
qae eu nao Ibe pedirei mais cousa alguma,
embora hija de morrer de fomef
Ha em toda a abnegarlo do homem um
certo gozo, resultmte mais do rancor do
qae da coragem e que nao menos dura-
douro do que o seutimento que Ihe deu
niausa.
Na pessoa de Henrique aquello senlimento
era intensissimo : o manceba senta se cru-
elmente atormentado pelo pr cedimento de
seu pai e do Bella; aquelles dous entes
nao Ihe sainara da ira igra n;1 > e o resent
ment que esperimenfjva pira cora ambos
era asss violento para Ihe inspirar decisivas
resologes. A primeira destas foi a de nao
voitar mais a casa do correspond 'nte, no
qae praticoa um acto de valor, attentl a
carencia de recursos pecuniarios: posto
ponto a lodo quanto fosse ppodigalidade,
resolveu mudar para nm hotel mais barato.
mas qnalquer qne fosse o prego deste,
sempre havia de paga-lo, e por isso a sua
situago cada vez peiorava
pediente tomara? Enfcar
c u para a marinha mercante I'azer-se co-
ebeiro ou trabalbar de jornal ? Nenhuma das
profisses o attrahia. Srh mslhor expa-
triarse ? Foi o que deliberoa.
Por felicidade, restavi-ihe o relogio e al-
gumas joias, com cujo producto teria meio
de s-i transportar Amrica, visto que o sen
(ira era allastar-se o miis p issivcl de seu
pai e de Bella Miinwaring lledozi las, pois
as joias a dinheiro sraante, dirigio-se >
dokis das Indias Orientaes para vjsjti- um
navio qne "se apparelhava. Quanito regrej-
soo a casa, nao eslava muito satisfeto com
a sua sorte ; o baliche q-ie Ihe offereciam
era por elevado prego e demasiadamente
ordinario, a ponto de o nao querer.
Depois foi ao parque 'le G<"eenwich e ahi
jantou sobriamente. J era tarde quando
se ap9ou do mnibus na roa Littlc-qneen,
a mais prxima de sua casa, e a pnmeira
cousa que se Ihe deparou vista foi orna
casa de venda de ostras, estabeleciraentos
qoe, por va de regra, se conservam aber-
tos at tarde e abrem mdito cedo. O parco
janiar livera logar j havia raoito e o esto-
mago pedia-lhe confno. Enlrcu na loja
mandou vir urna duzia de succu lentos ma-
riscos.
Diante do tlelo achava se ura mancebo
activamente oceupad) em devorar os mo-
luscos que Ihe haviam servido. Hrarique
flcou impressionado com o aspecto do mo
cebo, que na estatura e physionoraia disimi-
la dava indicios de ser estrangeiro. As
poucas palavras que proferio tintura o ac-
cento ita iano ; apesar de estar pobremente
trajado, pareca ser de boa educago. A
sympathia que Henrique senta pelo desco-
nfenlo nem elle a sabpria explicar, a nao
ser por o suppor e>f"rangeiro solado e sem
amigos, situago era que elle era breve se
vera.
De bom grado Ihe dirigira a palavra,
mas o aspecto altivo do estrangeiro impe-
dio-o de manifestar a sua syrapathii por
mais do que alguns olhares, a que aquelle
apenas corresponder com ura relance de
olhos. O aspect aristocrtico e elegancia
de factos com que Heari rae se apresentava
fez crer ao estrangeiro que elle seria algum
estroina meio ebrio sabido do cassino pr-
ximo, e na idea talvez de que ta' compa-
nha Ihe na > fazia conta, deu-se pressa era
pagar as ostras e sahir.
Henrique vio-o affastar-se pesaroso, era
a primeira" figura syrapatbca que se'.he de-
parava em Londres e que dilfiVultosamente
tornara a encontrar naquella Babel. Pagou
logo a despeza feita e toraou o caminho d-
casa. A noute estava escura, e tanto que
se affastou do bairro impdico, de qne o
cassino de Holborn o centro, nao encon-
trn viva alma e dirigi se apressado para
Essexstreet. onde era o seu aposento. la
a entrar debaixo da copida avenida de Lio-
coln-Sqoare, por va da rgra mal tllumina-
da, quando na penumbra distingui tres
vultos de homens, dos quaes um, apparen-
temente ebrio, era amparado pelos outros
doos.
De bom grado evitara aquelle encontr,
mas j era tarde para retrogradar, e, pnr-
tanto, aproximou-se. Vil que o .ebrio es-
tava em circumstancias de cahir por trra,
se o nao smparassem.
Henrique, nada tendo cora este incidente,
dispoaha-se a passar frente sem intervir,
tanto mais que o ignobil aspe;to de um dos
individuos do grupo Ihe aconselhava rigorosa
abstengo, porm ao passar junto delle, mo-
vido pela coriosidade, quiz ver o rosto do
ebrio,' e luz do larapio, que estava mesrao
por cima, distiaguio o estrangeiro da loja
das ostras.
Snrprehendido, nao pode reprimir um
grito de indignago, e, crescendo para o
grupo, bradou imperiosamente:
Que l isso ? Esse homem est em-
briagado ?
E-t como um odre I respondeu
um dos individuos de aspecto patibular
Ha urna hora que o estamos amparando,
mas como amigo, nao queremos deixa-lo
ao desamparo.
Mnto bem acudi irnicamente o tron
co infeliz da casa Beechwood-Park, o qual
comprehendera a especie de embriaguez do
seu conhecido. Vejo as su s amabilidades,
mas eu tambem soa amigo deste boraem e
estimo pode-los alliviar aos senhores do
encargo de o acompanhar, tornaodo-o eu
para mim. Accetam a proposta ?
Nao entendo bem respondeu om
dos bandidos.
Ahi va a explicago bradou Hen-
riqae, descarregando sobre a cabeca de om
delles a solida bengala de Buckinghamtbire
E l va mais! gritou elle de novo,
distribuido entre os dous successivas pau-
ladas e to certeiras, que em poucos mo-
mentos se achavam por trra, e com a ca-
bega rachada, os suffocadores, arrastando
na quida o estrangeiro. ,
Neste hairro de Londres ha poncas es-
tages policiaes e conseqoentemente as ron-
das exercem-se tambem nura raio maito
limitado, por isso pode attribuir se ao acaso
a passagem aquella hora de um policeman
em Queenstreet,, o qual, ouviodo o ruido
da luta, correa prestes ao ponto della, no
momento em que Henriqae acabava de com-
pletar o sen exercicio de baste nadas.
Ento coadjavaram-se reciprocamente na
operacio de captnrarem os dous ladres, a
quem tiraram o dinheiro e mais objectos de
qoe elles haviam despojado o estrangeiro,
qne dentro en pouco recobrou os sentidos
perdidos pela applicacjo da dse de chloro-
formio por aquellos subministrada. Depois
transportaram-se todos estacjto de polica
n
3SC
ms prxima, e emqnar-to os"done mel-
antes eram recdfh'do? ao carcere, o estran-
geiro. instalad) nura trem. foi conduzilo
por Henriqae ao sefr d inicilio, onde com-,
prometteu o seu salvador a visita-lo prxi-
mamente.
XIV
ESCOI.HA DA PROFISSAO.
O mais leve incidente, o fado mais insig-
nificante, determina muitas vezes o futuro
de urna existencia : assim foi que o caminho
qu? Henrique segoio naiuelle dii c o ap-
peiitp que lave de comer ostras o colloca-
r,im na senda em que o vamos seguir.
Dentro em poucos dns devia estar e.'Te-
ctuada a sua partida pira as lidias. Occi-
dentaes, doade talvezjinais voltasse : mas,
por virtude das circumstancias acoidentaes
descriptas, no fim de nraa semana achavase
Henrique installado n'umi officina, de pa
Iheta em panho, vestido cora a classica blu-
sa, como pintor que se fizera.
O mancebo a quera elle salvara a vida
era um pin.or italiano, que se lelicit u polo
eosejo de prononciar-lhe mei'S de vida,
iniciando-o na sua arte. Desde te iros an-
nos qm llenriqne rvelrar ten lencias para
o desenlio, e por sso logo nos prinieiros
dias de tirocinio pro luzio obras venda-
veis.
Lugi Torreara, o o\on pintor italiano
nao era um mestre consummado, rais p)s-
suia o talento e a execugo que Ihe pro
me'tiam urna gloria igual talvez de T-
ciano. J ento chegra elle ao poni de
lo trabalhir exclusivamente pira crner:
os seos quidios, conhecidns e apreciado/
eram contados mais em relago ao nome do
autor do que pelo valor artstico.
Avaliando-se por si, e logo que leve co-
nhecimento das circuoHancias de Henrique,
resolveu nao deixir mais o sen amigo, ',
posto queveste fosse bastante onciso sobr^
as circumstancias da sua vida, Lugi, dota-
do de um carcter nobre e generoso, na
se oceupou moito disso. com i quem tinha
em maior nonti o servigo recebido do que
todos os precedentes d'aquelle qne Ih'o pres-
tara. Combalen lo, pois, ardentemonte o
plano de expatriago de Henrique, conse-
guio adquiril-o como discpulo.
A rennio de dous mancebos de idades,
educago e ndoles muito semelhantes deu
em resutadia mais estreita araisade de
Henrique e Luigi, que parlilhavam da mes-
ma mesa, d) mesmo quarto e da mesm>
officina. Esta associago quasi fraternal
prolongoa se durante mezes. ao fim dos
qoaes foi interrompida por Lnigi. que, ma-
ravilhado pelos prozressos artsticos do
amigo, desejoo queelle passasse algum teaa-
p-D em Roma, a fim de aperfegoar-se pelo
estudo das obras primas classicas, em que
abunda aquella notavel cidade. Pela sua
parte, nio careca Luigi de explorar aquel-
la fonte viva de inspirag >: romano de ori-
gem, creara-se no centro d'aquellas maravi-
Ihas de esthetica, e achava se em Londres
por saber qoe alli Ihe acudiriam encommen-
das e boa remunerago ao seu trabalbo. O
joven nglez acceitou complacente a indca-
go, nao tanto talvez pe'o amor da arte,
como pelodesejo, natural a tolos os jovens,
de visitar a Italia. A Italia A trra clas-
sica das bellas-artes, cora o seu azulado
coe a sua primavera eterna A Italia, pa-
tria de Tasso e de Ariosto! Quem nao de-
sojar percorrer um paiz to potico pelo
passado, to romntico no presente e talvez
to feliz no futuro ?
Henrique Harding nao o desijava menos
do que qualquer outrem. Ao inslincto da
curiosidade commura a todos os que urna
vez sahiram da trra natal acrescia-lhe a
esperanfa de. s saturar nos mananciaes do
Lelhes para cicatrisar ou pelo menos abran-
dar as feridas que Ihe abrir o pai e a
amante.-
Em Inglaterra ludo Ih'as abra e Ih'as
punhi em sangue, em quaito qiu era tr-
ras eslranhas as novas perspectivas e rostos
desconhecidos deveriara dssipar-lhe as raa-
goas, realisando o adagio de que t a au-
sencia mata o amor
XV
TIUBALHO INTEBBOMIMDO.
Pela estrada que condu/. cidade eterna
e que corla o chamado cirapo de Roma
(la Campagna) sigamos om mancebo que se
driga ao ponto montanhoso m3s prximo
dos Apeninos.
No it'Iiano. O rosto franco, faces ro-
sadas e emmoldoradas era madeixas de for-
mosos cabellos castanhos claros, corpo de
proporges hercleas, andar desembaraga-
do e firme, tu do denuncia nelle um filli j do
norte.um anglo-saxo.
No lbum sobngado, ni palheta e pn-
ceis que leva, reconbecesse um pintor em
busca de modelo.
Nem o fato nem aquelles utensilios erara
susceptiveis de attrahir a attengo de qual-
qoer: no campo de Roma oro artista
d'aquelles entidade com qne se depara a
cada passo, da mesma forma que cora um
salteador.
Se algum transente olhavamiis ltenla-
mente para elle, era por Ihe parecer que se
tractava de nm estrangeiro, de um inglese
e para se admirar de que elle se aventu-
rasse assim a percorrer as montanhas, em
vez de estar entregue aos doces ocios em
que abundara os botequins e mais casas
publicas~*da cidade eterna.
A nacionalidade do pintor nao ficava em
duvi la para nenhuma das pessoas que o
enconfrava e mnito menos duvidosa deve
ser para o leitor, que por cerlo logo reco-
nbeceu ne'le Henrique Harding. J sabe-
mos por que motivo elle se achava em Ita-
lia. Abandonado em Londres, aos seus
nicos recursos, assaz orgulhoso para re-
clamar seo posto na casa do pai, sentindo
a falta de resposla do mesmo sua propos-
ta, entrara sob a direcgo de Luigi, na car-
reira das artes. Os seus progressos dei-
diram-no a completar a carreira sob o bello
co de Italia, no centro das ruinas soberbas
da cidade das sete collina?. Nao tinha on-
tro recurso alera da pintura: faria elle for-
tuna pela profisslo ? 4 esta pergunta res-
ponde com melanclica eloquencia o mo
asnelo do seu fato. Para onde i elle f
Achava se j a distancia de perder da vista
a cida e eterna e os monumentos, cujas rui-
nas parecem subsistir para melhor attesta-
rem a decadencia della. Nao eram estas
minas as que deviara servir de modelo para
o aperfeigoamento do seu genio artstico ?
Sen) duvida, mis isso era negocioelermina-
4o. Reprodazira elle sacoessivamente to-
dos os arcos, prticos e palacioj. desde o
Capitolio at ao Coliseo, trabamaodo a pon-
to de fatigar a mo : agora procarava as
montanhas para acrysotar o talento na fonte
pura da natureza, e linear sobre tela ar-
vores, rochodos e torrentes Iluminadas pe-
los raios scintillantes do sol de Italia,
Era a sea .primeira excursSo campestre.
Julgara intil tomar om gnia, coateoaftdo-
se em Id "mformr nma ou olra vei do
caminho de Valle de Orno, vinVeaeravadi
na monteaba nao kmge da frooleira napoli-
tana. Era portador de ama carta rara o
syodico d'aquella villa, o pal de Loig' Tor-
reara, mas o fim principal da digressao era
adiar assumpto para nm qoadro. Por ve-
zes se dspozera a fazer alto e a metter
raaos obra; porm, lembrahdo-se de qne
aquell is paizagens to prox mas do povoado
"eviam de ter sido j reprodntidas, prose-
gua seu caminho, e quando chegon tarde,
ia escalando as rampas escarpadas de um
monte que Ihe deparava surpreheodentes
pontos de vista.
Depois de luver jantado as frngaes pro-
vises que conlinha o seu boreal e fumado .
no cachimbo de Kumer, Henriqae, cedendo
fadiga da jornada, resolve-se a pintar o
mais bello por do sol que at entio pre-
sencera. A coraposigo do qoadro nao
exiga esforco de imaginago: alli tinha em
pleno horsonte as copadas arvores, os ro-
ebedos alpestres, as torrentes caudalosas e
os mgicos effeitos do claro-escuro. S
Ihe fali.va a parte vital para o complemento
do quidro ; para o animar seram misier
alguns homens ou animaes quaesquer.
Ahtdizia elle em vo/. altaquem
raedera aq i alguns salteadores l Quize
r.i ver ao menos seis para os pintar no pri"
raeiro plano! Ento seria um qnadro da
natnresa como jamis se fez Qaeqnadro,
qu gloria para o author En daiia...
Qjanto ?acodio urna voz, sahida
detraz do rochedoQuanto daria o Sr. pin-
tor para ter isso que deseja ? Se for cava-
Iheiro, talvez en pos3a servi-lo.
O homem que assim falln avangra com
passo lento e collocra-se prximo docaval-
lete erguido por Henrique.
Este voltou-se sorprehendido. Sob o
ponto le vista artstico nada tinha a dese-
jar: apparecia-lhe, como que snrgindo da
debaixo di trra, um homem vestido de
belbutina preta. facha de seda, chapeo de
ploma e carabina ao hombro. Dous sigoaes
distinclos sobresahiam, porm, naquelle
bello ideal do salteador, distaaciando-o do
lypo classico que estamos habituados ver
em scena. Urna larga face saxona e a lin-
guagem do mais puro dialecto do condado
de Somerset nao permittiam que se consi-
deraste o recem chegado como patricio de
Mazaroni ou Fra-Diavolo.
Este duplo certificado de origem era to
caracteristico, que, a nao ser o traje, Hen-
rique poder-se-a suppor em frente Jde um
comp triota e at de um individuo qae en-
contrara j n'outro tempo.
Ento desejava pintar salteadores, nao
assim ? N'esse caso, foi feliz: a compa-
nhia est prxima e eu vou chama-la. O'
l, capito Ibradou o cavalheiro de es-
trada em idioma italianoTemos aqni om
pobre dabo piotor que deseja tirar-lhe o
retrato. Creio qoe nao se oppor.
Antes que Henrique tivesse tempo de dizer
Hma palavra, o sitio onde eolio ;ra o caval-
lete estava cheio de individuos tao extrava-
gantemente vestidos, que, se achasse em local
sob a protecgo da polica, sentira a mais
competa satisfagio reproduzindo-os na tela
cora todos os delalbes os mais minuciosos,
mas naquelle momento desapparecera-lhe
de espirito" toda a ideia artstica para ava-
har s o risco de se ver cercado de urna
companha de salteadores.
Fogr d'elles, nao havia que pensar em
tal. Tinha-os em frente de s, na reta-
guarda, por cima, no come do rochedo, e
em b.ixo, na falda do monte. Quando
mesmo, o que nao era presumivel, elle
fosse mais veloz na carreira do que qual-
quer d'elles, ser-lhe-ia cortada a fuga por
um tiro de carabina. Nao havia, portanto,
ootro expediente alm da mais pblosophica
resignago.
XVI
EM ROTOS.
Se o hornera que nterrompera o trabalbo
do pintor nao offerecia o lypo classico do
salteador," havia alli outro que o epresen-
tsva com a mais perfeita exactido. Um
pouco frente dos companheiros, indicava
pelo aspecto autoridade sobre os outros:
era de cerlo o chefe.
O traje, semelhante ao dos companhei-
ros no feitio, differia, coratudo, na qoalida-
de: em vez de belbutina, era o d'elle do
mais fino velludo; as suas armas scintil'a-
vam de pedrarias e urna fivella de brilban-
tes segura va a pluma do chapeo calabrez.
Verdaderamente romano no rosto, tinha o
nariz aqniWno e as foiges pronunciadas do
homem resoluto, e parecera bello, se nao
offerecesse a expresso da ferocidade quasi
bestial que Ihe brLhava nos olhos, negros
como azeviche.
Houve algum tempo de silencio. O sal-
teador que apparecera primeiro somira-se
as fileras los companheiros, qne espera
vam immoves que o chefe tornasse a pa-
lavra por onde devia comefar a scena.
Este tinha o olhar fixo no joven pintor e
media-o insolentemente da cabega at os
ps. Este exame pareca nao o lisongear
muito. Nao podia, com effeito, existir
grande ihesooro nos bolsos d'aquelle fac-
to usado at ao fio, e por isso com orna
desagradavel careta e em tom de despre-
so soltou dos labios as segrales para-
ses :
Artista ?
Sira, signare respondeu animada-
mente Henrique.Ao sea dispor. Qoer
que Ihe tire o retrato ?
O meu retrato! Diavoiot^ Guarde
os seus lapls e tintas, signare pintor. Eu
quereria, mas, era apoderar-me dos re-
cheados fardos de algum bufarinheiro ;
isso o qoe nos fazia conta. Mas dga-
me : da cidade ? Como veio tsr estes
sitios ?
Com as pernasrepticou o joten
raglez,calculando que na sua siluacao
o que Ihe convinba era exagerar a intre-
pidez.
Corpetto! Bem o creio, em presen-
ca das suas botas arrombadas... Mas
basta de palavriado! Qne temos patos
bolsos ? Ura ou dous escudos talvez...
Nao o sapponho to miseravel, qae nem
isso tenha. Vamos, signare, quanto ?
Tres escudos.
Vennajn elles.
Pois nio Ei-los.
O salteador pegou as tres moedas de
prala com tanta naturalidade come se as
recebesse em paga de qualquer trabalbo
Ento nada mais -pergunlou elle
medindo-o novamente de alto baixo.
E' todo o que tenho com;
(Omlinkar-u-ii
ti?. 00 DUWQ-WJA (K> waqfc 9t C
avia*
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