Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12263


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Full Text


WOOo
120000
320
t
TEI W
I
PABA DEITIO E MA D PHOVUCIA.
Por tfiM mezas adiantados
Por ass tos dem. .
Por iovi ditos ideo. .
Por um anno dem f
6178(1
131500
MUSO
271000
DE PEMAMBUCO
Propriedade de Manoel lgueira de Faria & Filhos.
SAO ACBNTBS
Oa Srs. Gerardo Aaioaio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranhlo ; Joaquina Jos de Oliveira, no Ceara" ; Antonio il Leaos Braga, no Aracaly ; Jo3o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jnstino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio- Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PABTE OniCIAL.
Coverno da provincia.
*A.DMl.fl$TnACAO DO EXM. SB. CaNSEI.HKIRO DIOliO VK-
LKO CATALCASTE DE ALBI OI'RRQIIK.
Expediente dv da 31 de outnbro de 1810.
Oficio ao Exra. Sr. ministro do imperio parti-
cipando que, deoos de hwr prestado juramento
perautc a fiamara municipal dota capital, entrara
no da anteceiento no oxercicio do carga do pre-
sidente desta provincia, para o qaal fra n imeado
por carta imperial de 18 do crrante, assegurao-
do qas ssra solicito no lii-l camprimenio dos deve-
res inherentes ao dito cargo, e das ordens qae Ihe
forera transmitidas pelo governo imperial, apre-
sentando filialmente a S. Exc. os protesto* de sua
estima 0 subida considerado.
Iguaes aas muros Sr?. ministros, e limbem com
mujiieouse aos presidentes d.is provincias do sul
e nortada imperio.
Ao general comraandanle das armas, communi
cando haver tomad) posse do cargo de pres] denle
desta provincia. Fez se igual cnmraunicago aos
rhefes das repirlicSes publicas e s mais autori-
dades.
Ao mesare, transmiltindo dous ejemplares das
ordens do dia da roparigo do ajudanle general,
n~. 731 e 737, afira de que. aa ima recominenda
pelo aviso da guerra di 19 do crreme, expela as
necessarias orden*, para qno as autoridades su-
bordinadas ao mesmo ministerio se regulem no
moJo de observar a neulralidade do Brasil, na
guerra entre a Franca e a Prussia, pela9 iosirac-
<;5es expedidas pet.i mini-tirio dos negocios es-
t'rangeiroj, publicadas as referidas ordens do
dia.
Ao mesmo declarando, pan que tenha a devida
execugo, navor o governo imperial resolvido, que
na presente guerra entre a Fraaga e a Prussia sa-
jara antidas as circulares, expedidis pelo minis-
terio dos estraageiros no 1 de agosto de 1861, 23
de juoho de 1663 e 27 de agosto ultimo, de que ja
se ihe remetteu copia em 12 de setembro des te
auno, com o additamenlo constante do aviso da-
quelle ministerio de ti do crreme, junto por co-
pia. Neste sentido ofnciou-se ao inspector do ar-
senal de marinha, capito do porto, commandaote
do presidio de Fernando, as tnesonrarias geral e
provincial e respondeu-3e no mesmo Sr. ministro
de estraogeiros.
Ao mesmo recominendando, de conformidade
com os avisos do ministerio dos negocios de eslran-
geiros, datado de 17, e da guerra de 18, todo do
frrente mez, dos quaes consta a resolano torna-
de pelo governo imperial acerca das presas Lucie
e Concordia e d> apretador dellas, o vapor de
jvaerra francet Hamelim, a expedidlo de suas ar-
. dens para que o referido apresado nao tenha en-
trada nos portos desta provincia. Offlciou-se nes-
>e sentido ao capilo do porto e aos eommandan-
tes do brigne barca Uamarac e do presidio de
Fernando.
Ao mesmo, para mandar postar amanaia as 4
horas da tarde, ni caes do Campo das Princezas,
urna guarda aflm de fuer as honras devidas ao
Exm. presidente naneado para a provincia do Pa
rana, Dr. Venancio J s de Oliveira Lisboa, por
occasiao do seu embarque.
Ao director geral da instruccSo publica remet-
iendo, em resposta ao sea offlcio de 10 de $etero-
bro oltimo, sob n. 289, copia da ieformagq da
thesouraria provincial, relativamente a insuficien-
cia da quantia de H;60000 volado pelo art. 4
g 15 da lei do orcamento vigente para a despeza
com o aluguel de casas, expediente e movis para
a3 aulas de instruegao primaria.
Ao presidente do tribunal do commercio, para
informar sobre a ligenga qne pede ao governo im-
perial o amunoens interprete do referido tribonal
hachare) Luiz Rodrigues Villares.
Ao chefe de polica, remeltendo dnas carteiras,
contando os medicamentos horaeopathieas solicita-
dos pelo delegado do termo de Agua Preta para o
iratamento dos indigentes accommettido da va-
rila, do qual se acha encarregado o boticario
Joaqnim Pereira da Silva.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, anlori-
san4o-o a mandar pagar ao Dr. Pedro de Athayde
Lobo Moscoso a quanlia de 100*000, proveniente
de duas earteiras homeopathicas, que forneceu
para o traiamenta das pessoa* indigentes acom-
tnettidas da varila no termo de Agua-Prota.
Ao mesmo communicando que, segundo confia
do aviso do ministerio da justiQa de 20 do cor-
rente mez, solicitou-se do da fazenda a expedieao
das convenientes ordens, aflm de que seja esta the-
souraria habilitada com a quantia de 615000 para
occorrer ao pagamento da3 passagens dadas a bor-
do do vapor Ipojuca da companhia Pernambu-
oana a 6 pracas, que regressaram provincia
do Ceara, d'oode tinham vindo escoltando crimi-
nosos.
Ao mesmo transmiltindo, para sen conhecimen
to e execucao, copia, do aviso do ministerio da
justiga de 7 do crrante* com relago as de-pezas
a cargo daquelle ministerio.
Ao mesmo declarando, de conformidade cog a
aviso do ministerio da agricultura de i de abril
ultimo, haver o engenheiro encarregado das obras
geraes, Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feito-
sa. Teito entrega presidencia no dia 1 desie mez,
do relatono trimensal das obras a seu cargo.
Ao mesmo, inteiranJo o de haver Antonio Ru-
liao de Araajo participado que no dia 9 deste mez,
assumia o exercicio de juiz municipal e de or-
phaos do termo de Cabrob, na qualidade de 5.a
supplente, por ter o bacharel Agnello Jos Gonza-
s\ flnalisado o respectivo quatrieanio. Offlciou-
se, em nome do secretario ao mencionado Araujo
dizendo flear S. Exc. inteiradx
Ao inspector da thesouraria provincial recom-
mendando que, mande pagar a Manoel Nnnes da
Fonceca a quantia de 23.*i*soo, ou o que se esti-
ver a dever, proveniente das despezas feitas eom o
sastento das presos pobres do termo de S. Bento,
dorante os meces de margo a setembro deste
anno. Comrnunicon-se ao chefe de polica.
' Ao mesmo para fazer cessar. desde o 1* de ju-
Iho deste anno. o descont de 5 0|0 que de seus
vencimentos offereeen para as despezas da guerra
do Paragaay o professor da 3' cadeira de instrnc-
c&a primaria da fregaezia de Santo Antonio desta
cidade, Francisco de -Assis Monteiro Pessoa. la-
teiroa-se a thesouraria de fazenda.
Ao director di arsenal de guerra, autorisando-o
a fazer a despeza precisa com a eondnecao para o
qaartel das Cineo-Ponlas dos objectos, requisita-
dos para o 2* batalho de infamara. Gommuni-
cou-se ao eommandante das armas.
Ao mesmo, recommendando qne mande forne-
or t fortaleza de Itamarac duas bieas de a parar
agtta nos oneis, com 10 palmos de comprmanlo,
como indica o incluso pedido, e declarando quanto
aos concerlos, de que traa o mencionado pedido,
que sendo de ponea importancia, autorisa o eom-
mandante daqnella fortaleza a mndalos fazer.
Commnnicou-se ao eommandante das armis.
Ao eommandante do carpo de polica dizendo
que pode a'istar no corpo sob sea commando os
paisanos Maooel Fraoci-co do Nascimento e Jos
Hercolano Soares.
Ao administrador do correio inleirado de haver
o goverao imperial determinado que na-preseiite
guerra entre a Franca e a Prussia sejam ol serva-
das no telegrapbo dessa reparti(io as iosi jci;ao
coutantet do aviso junio por copia, expedido pelo
atinistario dos negoetos estraogeiros em 14 do
corrate, com referencia a partida e enejada de
jqualqu"r n.ivio mercante ou de guerra dos belli-
' geranios.
Ao Dr. Manoel de Figueira Faria mandando
que, nos termos do contrato, faga imprimir era
avnlso, e remeta a presidencia com toda a urgen-
cia 200 exemplares de cada orna das circulares
do ministerio dos estraugeiros, as quaes veem
transciiptas na i- pagina do Diario Ofltaaln. 238,
de 16 do corrate, relativamente a neutralidade
para com a guerra entre a Franca e a Prussia.
Aos agentes da companhia brasileira de paque-
tes a vapor, dizendo que poden fazer seguir para
os portos do sul o vapor Cruzeiro do Sul.
Acamara municipal de Goyanna, approvando a
arrematacio dos imposto do sea municipio.
Portara ao gerente da companhia pernambuca-
na para dar passagem a proa at Penedo no pri-
mereo vapor que seguir para o sal a Antonia Joa-
quina da Silva, mai do soldado do corpo de polica,
Jo. Antoaio da Silva, e as mulhere3 de outros
soldados do mesmo corpo, Fortunato Francisco
Antonio e Guilherme Ferreira de Paula, que vL>
destacar em Tacaraui. Itecommendou-se ao Exm.
presidente das Alagoas a expedicao de snas r-
deas, para que essas mulheres tenham transporte
de Penedo al Piranhas.
Ao mesmo, determinando que faga transportar
para o presidi de Fernando, por eonta dj minis-
terio da guerra, no primeiro vapor que para all
seguir urna forga do 9.* batalho de infamara de
linha composta de 1 tenenle, 4 alfires, 2 inferiores,
6 cbos, 6 anspegadas e 81 soldados, providen-
ciando ao mesmo lempo para qne no dito vapor
regresse a esta capital todo o destacamento de
guarda nacional que alli se acha, inclusive os 3
offlciaes honorarios do exercito, que o esto com-
mandando.
O presidente da provincia altendendo ao que
requeren a sociadade Monte-pi popular peruana-
bucano, resolve de conformidade cora o 5. do
art. 29 do decreto a. 2711.de 19 de dezerabro de
1860, minear a Bernardo Falcio de Soaza para o
cargo de director da mesma seciedade.
ADMINISTBACAO 00 EXM. SR. CONSELHKIRO DIOCO VE-
LHO GAVAI.C.ANTI DE ALBUQDBRQOE.
Expediente do dia 2 de nocembro de 1810.
Oficio ao Exm. Sr. conseiheito de estado vis-
conde de S. Vante, presidente do conselho de
ministros, ao clisando o recebimento da circular
de 10 de outnbro ullirao, contendo a exposigao
das principaes intengoes qne devem dirigir o pro-
cedimento do gabinete, dignamente presidido por
S. Exc, no desempeaho da ardua tarefa, qae S.
M. o imperador houve por bem confiar a tea pa-
triotismo eluzes,declarando em resposta, que na
qualidade de delegado do mesmo gabinete e com-
partilhandn os sentimentos de que elle se acha
animado, de moderacao iraparcialidade e jusnea,
nao poupar esforcos para corresponder as suas
sabias vistas e camprir com a maior fidelidade as
ordens qae Ihe forem transmitidas.
Ao general eommandante das armas remeltendo
os papis relativos ao soldado da 8' companhia d >
2 batalho de infamara, Manoel Jos que recla-
mado por Francisco Antonio de Magalhaes Garva-
Iho, como sen escravo de nome Cosme aflm de
qae, de conformidade com o aviso do ministerio
da guerra de 14 de ouiubro ultimo, mande proce-
der o rigoreso inquerito para conhecer-se da _ye-
racidade das allegacoes feitas p?lo reclamante.
Ao mesmo, communicando que o vapor Maniali
segu para o presidio de Fernando da Noronha a
4 do crreme ao meio dia. Fizeram-se as outras
eommunicagoes.
Ao inspector do arsenal de marinha, autorisan-
do-o, nos termos de sua informago, a iluminar
da companhia dos aprendizes artfices o menor
Erico e entrega lo a seu tutor Jos Joaqnim de
Lima Bairao.
Para cumprimento da circular do ministerio da
agricultura de 20 de outubro prximo (Indo solici-
taram-se as seguales infonnagoes :
Ao presidente do tribunal t commercio a res-
peito do estado actual do commercio desta pro-
vincia, suas necessida les mais urgentes, numero
de companhias anonyraas, agencias e caixas filiaos
existentes, seu capital nominal e realisado, seu
fundo de reserva e de amortisagio. valor de cada
aegao no mercado, assira como o sea ultimo divi-
dendo.
Ao vice-presidento do imperial instituto agrcola
relativameate aos irabalhos do mesmo iasliiuto
durante o anno, seu fundo social, suas despezas,
subvencao concedida pela provincia, e meios a
adoptar para que tao til eslabelecimeoto possa
Bornear, bem como se existem n'egta provineja
sociedades de agricultura e industria, quaes sao
ellas, seus trabadlos durante o anao, cora especi-
ficacao de lodos os factos que possam interessar
sua existencia.
Ao chefe polica acerca do numero dos habitan-
tes desta provincia por Jidades, villas e freguezias.
com declarago de sexo, condiegao estado e naci-
nalidade.
A thesouraria de fazenda sobre o valor e quan
tidade das trras devolutas vendidas; commissdes
de engenheiros encarregados de taes servigos,
seus nomes, era que datas foram nameados o por
quera, qual o resultado apresentado por elle*, e
a conta da despega feila e orgamento, e finalmente
o estado das dividas dos colonos, quanto se tera
ar.ecadado, e quanto falta ser por elles pago.
Ao capitao do porto, quanto ao estado actual da
pesca nesta provincia.'; pessoal nella empregado,
numero de navios ou embarcacoes, salga e expor-
tagao, canaes existentes, sua extengao construego
e conservagao, pedagio, estatistica do transito e
prego miliar do transporte e meios empreados
nesse traneporle; e Analmente aos rius na vega-
veis, obras de que carecm para tornar fcil e
franca a navegagao n-orgamento deslas obras.
Ao engeoheiro chefe da repartigao das obras
publicas. 1* quaes as estradas de rodagem desta
provincia, seu numero e extensao, condueges de
sua construccao, o bem dar te de cada urna e seus
prego s, estatistica do transito, pedagio, prego ki-
lomtrico de consiruegao, e transporte de passa-
geiros e de carga, povoacoes que servem : 2
quaes as estradas communs, sua extensao, estati'-
tica de transito, e a qae povoagao serve : 3o final-
mente qnaes as obras publicas provinciaes con
sertadis pelos cofres geraes; seu estado, seu or-
gamento e despsza feita at a data da informago.
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
cife a S. Francisco nao s com referencia ao nu-
mero de kilmetros aberlos ao trafago d'aquella
estrada, seu valor aproximado, sua estilstica, des-
peza geral e kilomtrica, receta brata.e liqnid e
por kiloraetna, accdeates e pendeacias para o
proloagimenlo, mas tambera aonamerode linhas
de telegraphos elctricos existentes, sua extensao
kilomtrica, qae localidades aproveitam, numero
de empregados, se is vencimentos (por "classesl
despezas feitas com esse servigo, despeza actual,
auxilios de que carece.
Ao engeoheiro flseal das obras geraet a respeilo
das obras geraes nesta provincia, seu orgamepto
despeza feila al a data da informago ; quaes es
canaes existentes, seu numero e sepgos que
preslam.
Ao director geral dos indios, qual o numero
dos aldeiamentos existentes nesta provincia, dala
de suas fundaedes, numere de almas que as w.n-
pera, faaeci raarios empregados nessos aldeia-
mentos, missionarios nos trabalhos (jurante o
anno, meios empregar para formu'^r este ser-
vico, inelinaces, costumea e car'jCierei de cada
irib, relaedos dos aldeiaro^nlTi Com as povoaedA
e mercados viduos ; se o* ndios podem dfl<,pen-
,l0**.s para se lhes deslri-
e vender a restantes, e
birem lotes $e terfaj
qaal a despeza e ornamento qaer pelo cofre pro-
vincial, quer pelo geral.
A administrador do'correio, acerca de estado
actual dos correios, augmento de linhas e agen-
cias qae convenha crearse, fundamentos de crea-
gao, extinego de agencias e linhas, fundamento
para ella, despeza effeetnada no ultimo anno tinao-
ceiro, renda ao mesmo periodo e estatistica dn
movimento de papel, bem ermo qual o esiado do
le 'gTafrtv, qtranto n tein despendido, qn soto-so-
despende actualmenle, pessoal ^mpiegado nesse
servigo, seu vencimento (por classes).
Ao gerente da companhia Pernambncana, rea-
livamente ao numero de vapores d'aquella com-
panhia, empregados na navegagao martima e flu-
vial, sua tonelagem, forga em cavados, marcha
accommodaeSes para passageiros e mercadorias,
escalas que fazem, numero de milhas das viagens
redondas e o lempo gasto em cada urna capital
da empreza, soa renda brnta e liquida e preg*
estabelecido para passageiros e carga.Igual ao
gerente da companhia de vapores a reboque.
E finalmente as cmaras municipios quanto ao
es'.ido actual da lavnura e da industria de crea-
ra i nos seus municipio*; produegao dos gneros
denominad coloniaes e de consarao, sea valor
nos mercados desta provtn?ia: numero de bragos
lvres e eseravos empregados na mesma lavonra ;
as causas de sua decadencia e medidas a adop
tar-se para seu desenvolvimento ; ramos de cul-
tura, que cultora conrem lotroduzir-se e as provi*|
dencias a tomar para essa introduegao; as trras
oceupadas pelas mesmas cmaras, suas localida-
des, ttulos por qae as possuem, renda por afora-
ment e aforameot*s em commercio.
Oficio ao chefe de polica, remitiendo em res-
posta aO seu oficio, n. 142S, de 20 de outnbro ul-
timo, copia da informacio. da thesouraria de fa-
zenda acerca do pagamento dos vencimentos dos
guardas nacionaes destacados no termo do Extt.
Ao mesmo, anlorisando a trocg di) relogio da
casa de detencao por ontro de boa qualidade, com
caixa de madeira sem rnalos, urna vez qae cora
essa traca nao se despenda a quantia de quirenta
mil ris por S. S. isdicada. Communicou-se
'thesouraria provincial.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, trans-
miltindo as ordens ao thesouro nacional, sob as.
188 e 189, e a do ministerio da guerra datada de
17 de outubro ultimo.
A' mesma thesouraria fizeram-se as commnni-
caefies seguales:
De haver o promotor publico da comarca do
Brejo, bacharel Francico Doraiogues Ribeiro
Viaana reassumido, no dia 21 de outubro prxi-
mo Ando, o exercicio das funegoes de seu cargo.
De ter o juiz municipal do termo do Rio-Fer-
moso, bacharel Jos JoliSo Rigueira Pinto de Son-
za, desos de fnda a licenca de que gosava, reas-
sumido no dia 22 de ontubro oltimo, como l" subs-
tituto, e no impedimento do effectivo, o exercicio
do cargo de jaiz de direito daquelfa comarca.
B finalmente de fiavor Jos Soares de Mello
Avellino assumido, no da 9 do citado mei de ca-
tabro, como 1* supplente, as funecoes do juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo de Cabrob, por ter
no dia anterior flnalisado o seu quatriennlo o ba-
charel Agnello Jo* Gouzaga. A' lodos esses se-
nhores offlciou-se, em nome do secretario, dizendo
lijar S. Exc. inleirado do centedo de suas parte-
cipacSes. '
Pela mesma thesouraria naandou-se effecluar os
pagamientos abaixo mencionados :
Ao offlcial-maior da secretoria da presidencia,
baebarel Antonio Annes Jaconae Pires, a quinta
Sarte dos vencimentos do secretario, a contar de
6 de julho a 25 de setembro deste anao, tempo
em que exerceu Interinamente e-te lugar, por
achar-3e no goso da ficenca o respectivo serveo-
tuario.
A' Jos Pereira do Alcntara do O' a quantia de
3915510, que tiaha direito por haver executado
os coocertos de que necessitava o quartel das Cin-
co Pomas.
A' Andr Avellino Pereira da Silva, na quali-
dade de procurador do lenente-corontl eomman-
dante do batalho n. 47 de infamara, a importan-
cia dos vencimentos relativos aos mezes de agosto
e setembro deste auno, do oficial e pracas da
guarda nacional, destacadas na villa de Petrolina
on Boa-Vista.
A' pessoa competente os vencimentos do- offl-
ciaes, pracas e calcetas, empregados no deposit
de raer utas, sendo os dos offlciaes e calcetas rela-
tivos ao mez de outubro ultimo, e os das pcagas
a segunda qninzenna do mesmo mez.
A' Francisco Pereira de Mendonca os vencimen-
tos relativos ao mez de setembro deste anno, dos
guardas nacionaes destacados na villa do Bora-
Conselho.
Tambera mandou-se indemnisar o cofre do 9o
batalho de infamara de linha da quantia de ....
19J200, despendida om a compra de velas para
a illuminacao do respectivo qaartel, a coatar do 1"
a 24 de setembro prximo passado, por estarem
em concert os conductores e bicos da illuminacao
a gaz daquelle quartel.Acerca destes pagamen-
tos ftzeram-se as necessarias eommunicagoes.
Offlcio ao inspector da thesouraria provincial
para mandar entregar ao thesoureiro da repart-
cao das obras publicas a quantia de 9561780, em
que foram orgados os reparos urgentes de que ne-
ces;ita o quirlel do corpo de polica, aflm de que
se possa dar comego esses reparos.Comrauui-
cou-se ao ebefe daqnella repartigao.
Ao mesmo, ioteiraado-o de haver-se concedido
ao padre Antonio I) mingues de Vasconcelos Ara-
gao, coadjutor pro-paro -lia da freguezia de Pao
d'Alho, a autorisagao que solicitou para despender
cora a obra da igreja de Nossa Senhora do Livra-
mento daqnella freguezia a quantia corresponden-
te ao beneficio da i' parta da lotera, extrabida
em favor da mesma obra, devendo o supplicanle
receber essa quantia depois de prestar as respec-
tivas comas.Igual communicacao se fez acerca
de Jos Domingues Codicera, um dos administra-
dores da capella de Nossa Senhora das Necessida-
des da Casa-forte, quera lambem se permitiio
despender com a obra da dita (capella, e sob as
mesma eondices, at a quantia correspondente
ao beneficio da lotera extrahida favor da refe-
rida obra.
Ao mesmo, recommendando que mande entre-
gar ao vice-commissano dos missiouarios capu-
chinhos nesta capital, Fr. Venancio Mara de Fer-
rara, a quantia de 1:0831000 que se acUa em de-
posito, provenieute do beneficio da lotera extra-
bida ltimamente favor das obras da igreja de
Nosjo Senhora da Penha.Expedio-se a nece3sa-
ria commdnicag3o.
Por esta thesouraria;ordenaramse os pagamen-
tos feguintes:
Ao capitao Dorndo da Cuaba Lima a quantia
de 641960 fs., proveniente da despeza com o sos
tonto di>8 presos pobres, a contar do 1 a 29 de
outubro oltimo, que vieram do termo do Buique, e
achara-se recolbdos a cjsa de dentengao.
Ao Dr. Jos do Patrocinio Pereira e Silva a de
551000, despendida com o transporte de arma-
mento do tormo de Tasarat para o da Boavsta.
Ao mesmo capito Durindo ade-1721160 rs.,
despendida dorante os mezes de agosto e setem-
bro deste anno, com o sustento dos presos pobres
da cadeia do termo de Buique.
E finalmente a pessoa que para isso se mostrar
autorisada a de 1211400 rs., correspondente as
despezas fritas, nos mezes de ,agosto e setembro
do crrante anno, com e sustento dos presos po-
bres do termo de Floresta. Eperam-e as no-
cessanas eommunicagoes acerca destes pagamen-
tos. *
Oficio ao cnsul francez remeltendo em satisfa-
gao a sna requisicao capias das circulares do mi-
nisterio dos negocio eslrangeiros datadas do de
agosto de 1861, 2* de janho de 1863,27 de agosto
e 14 de ouiubro deste anno, contendo lastroe^dO*.
pelas quaes se df ve regalar a neutralidade do im-
perio na presente guerra entre a Franca e a Prus-
Aa engenheiro oncarregado das obras militares,
determinando que providencie que sejam concer-
tados os bioos dos caodieires de illurainoeo a gaz
das guardas do palacio da presidencia, thesoura-
ria de fazenda e alfandega. Coramanicon-se ao
eommandante das armas.
Ao director do arsenal de guerra, declaraod)
haver o Exra. Sr. minis.ro d guerra determinado.
em solueo ao offlcio dessa directora de 9 de
agosto ultimo, que sejam dadas em consumraocin-
eoenta e cinco camisas de brim, qae se acham es-
tragadas pele capint, deveodo ser ellas dadas em
descarga ao respectivo almoxarife.
Portara' ao gerente da companhia pernambaca-
na para msndar da/ pussagem proa al Ponedo
no primeiro vapor que seguir para o sol a Rosa
Mara da Conceigio, irmia do soldado do corpo de
polica Antonio de Hollanda Cavakante, que vae
destacar em Tacara i Solicitan-se ao Exm. pre-
sidenio da Alaias a expodigao das convenientes
ordens para que essa mulher tenha transporte de
Penedo at Piranhas.
Ao mesmo recommendano que faga transpor-
tar para o presidio de Feriando um caixo, con-
tendo pegas de fardamento, que com aquella des-
tino ser remraettido para bordo por parte do di-
rector do arsenal de guerra. Coramunique se a
este.
Ao mesmo recomraendo qne se d urna passa-
gem de estado a r at o Cear a Jlo Angosto
do Nascimento Pereira.
Portara, o presidente da provincia, em vista do
offlcio do chefe de polica, n. 1464 de 29 do mez
fiado, resolve exonear dos. logues do 2*, 4% 5# e
6* saDpleutes do subdelegado d) districto de
Goyanninhado termo de Goyanna es cidadans Ma-
noel Preire de Andr&de, Ursulino Correa de Oli-
veira Andrade, Antouio Pereira de Albaquerqne e
llenrique Pereira Guedes.
Dita, o presidente da provincia, conformando-se
com a proposta do chefe de polica em oficio o.
1464 de 29 do mez lindo, resolve nomear para os
lugares de 2a, 4, 5 e 6 supplentes do subdelega-
do do districto de Goyanninha do termo de Goyan-
na, os ci da dios seguintes na ordem da sua collo-
eacao:
Manoel Camello da Veiga Pessoa.
Jilo Antonio Rodrigues Consa.
Francisca Rodrigues Couza de Albuqueraue.
Anselmo de Albaquerqae Mello.
Passararase e expediram-se os eompelentes t-
tulos ao mencionado chefe.
EXPEDIENTE DO SECRATARIO.
Oficio ao general commandiute das armas, par-
ticipando haver se mandado foroecer os objectos
constantes dos dous pedidos, qae vieram aaaexos
ao* seos oficios de 31 de outnbro ultimo, sob os.
9 e 97.
Ao mesmo, inteipando-o de que mandou-se for-
necer ao eommandante do 9 batalho do infama-
ra trinta centnroes de galao branco para a respec-
tiva mnsica, nos termos de pedido, qae aecompa-
nli'Hi ao seu offlcio de 28 de outubro ultimo, sob
0.85.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA 00 DIA
10 DB NOVEMBRO DE. 1870.
Agostiaho Daniel da S.A' vista da informa-
cao nao lem lagar o que requer.
Antonio Fetosa de Mello.Informe o Sr. inspec
tor da thesouraria de fazenda.
D. Custodia Maria Cardoso.A decsao da the-
souraria provincial cmforme ao direito.
Leuden Brothers.A thesouraria provincial com
oficio desta dala.
Flavio Jos dos Santos e Silva.Informe o Sr.
tenente-coronel eommandante do corpo de poli-
Hsia.
Jos Loareugo da Silva Mclaoes.Nesta data se
expede ordem a thesouraria de fazenda para pa-
gar ao suplicante sold simples.
Jos Augusto de Araujo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Tenente Jos Francisco de Paula Velho.Sub-
sista o despacho de 20 de agosta ultimo.
LuzaMaria das Candeia.informe o Sr.Dr. che-
fe de polica.
Miguel Jos da Silva.Informe o Sr. capitao ao
porto.
Francisco Marques de Oliveira Brilo.Dinja-se
a thesouraria de fazenda.
Joo Baptista Gomes Peona.A petigao a que
alinde o supplicante ser opportunamenle encami-
nhada ao governo imperial.
Christovo de Barros Gomes Porto.Informe o
Sr. director geral da iustrucgo^ubli a.
Tenente Jos Carlos Vital.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Alferes Joao Angosto de Mello.Ao Sr. Dr. che-
fe de polica para informar.
Joaquim Tranquilino de Leraos Duarte.Passe
portaria nomeando o supplicante.
DIARIO DE PERNflMBUCO
BEC1FB 15 DR NOVBMBRO DB 1870:
Noticias dos Estados Unidos e
do Parft.
Amanheeeu hornera no lamarao, segurado
tarde para o sal do' imperio, o vapor americano
Merrimack, trasendo datas de New York, al- 23
do passado, do Amazonas at 2 e do Para at 8
do crrente.
Nadadizera os jornaes de New-Y.rk e do Ama-
zonas, qae merega mencao.
para'
Assumio o exercio de eommandante das arma)
da provincia, no dia 31 de outubro, o Sr. general
Pedra.
A alfandega rendeu de 1 a 7 do correte...
59:6341177.
Leraos uo Diario do Gran-Para ;
A directora da festividad de Nazarelh pra
ticou raais ura acto digno de mnito touvor, como
o sao o de esmolas ero dinheiro e carne aos laza-
ros e aos pobres.
Na tarde de domingo libertou a duas meno-
res : urna mnlatioha de 6 mezes de idade. qoe
Dessa tarta se baptisou uora o nome de Maria de
Nazareth, sendo madrnha a Virgem Santissima e
padrinho o Sr. Klantu juiz da feslividade. Esta
menor era escrava de D. Rpvmunda Fleurv, que
a libertou por 1501000.
A oulra libertada urna carafusa, de dous
anuos, de nome Evarista, escrava que era do Sr.
Loil de La-Roque, qae a libertou por igual quan-
tia.
< Na> s no mar que se do abalroamentos,
lambem os ha enlre os vapores de trra.
c Em a nonte da festa de Nazareth, cerca de 1
hora, o wagn que vinha de Nazareth, spinha-
dissimo de povn, a bal roou com o que regressava
da cidade ao penetrar no largo da Plvora ; este
' simples faci prova qae a colpa foi do qae vinha
de Nazareth, que na i devia passar do ponto da es-
pera era quanto o outro ah nao chegasse.
c O choque foi horrivel, flcaado am dos wagons
bastantemente arruinado. Felizmente o mal dos
passageiros nao passou de uo grande susto, rom-
pimeatos de algans vestidos e de urna ou outra
queda.
Compre haver mais cuidado; eonveir. nao
admitlir-se maior numero de passageiros do que
o que marca a Macao, prohibr-se expressa-
mente que w wagons ondusam passageiros fra
dos assentos, como os temos visto at trepados
as plataformas I Aates prevenir o mal do que
remedia-lo.
PERMMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
AFFOGAMENTO.No domiogo 4 horas da
tarde morreu affogado no rio Capibanbe, na po-
voacao de Apipucos, o subdita portoguez Antonio
Joaquim Garaes de Sainpaio. de 18 anuos de ida-
de, caixeiro do Sr. Manoel Ferreira Pinta, com
loja do chapeos na praga da Independencia. Se-
gundo declarago dos peritos tai elle victima da
imprudencia de tomar oanho logo aps o janlar.
FERIMEXTOS. Na noute de 3 do crreme
dense, na cidade da Victoria, um conflicto enlre
Manoel Gopgalves do Nascimento e Jos Pirmioo
de Mello, do qual resultan ferimentas mutuos.
Repartifio da polica.
2.' secgio. Secretaria da polica da provincia
de Pernambnca, 14 de novembro de 1870.
N. 1511.IHm. e Exm. Sr.Levo ao conhoci-
raento de V. Exc. que, segundo consta das partici-
pacoes recebidas boje nesta repartigao, foram re-
colhido3 casa de dlenco os seguintes indivi-
duo* : ,
No dia 12 do corrente, a mmha ordem Jos da
Cunha Reg Cavakante, Luiz Soares de Albuauer
que, Avelino Ferreira Lopes, Joaiuim Manoel Be-
zerra, Emygdio Jos do Carmo, Amonio Peeeira
Barbosa, Antonio Carlos Ribeiro, viudos do presi-
dio do Fernando, como sentenciados.
A ordem do subdelegado do Recita, Joao Anto-
nio dos Sanios, Manoel Severino da Silva, Lanriana
Mana da Cnnceicao e Joaquina Mara da Concei-
cao, o primeiro por exime de roubo e os de mais
cono indiciados no mesmo crime.
A ordem do de Sauto Antonio Luiz de Franga
Campos e Josepha, escrava de Christovo Xavier
Lopes, ambos por disturbios.
A ordem do de S. Jos, Antonio Jos de Freitas,
por Insultos u ofiensas a moral publica.
A ordem do da Boa viagem, Joie Antonio Ro-
drigues, para reeruta.
No dia 13, a ordem do subdelegado da Boa-vis-
ta, Eleuteno, esecavo de Joaquim Francisco Y Let-
ra de Mello, por fgido.
A ordem do dos Afogadcs, Lniz Evangelista, por
espancamento, e Joao de Freitas Roldio, por crime
de furto de ca val los.
A ordem do da Magdalena, Jos Baptista da
Molla, par usar de armas prohibidas.
Era vista do que commnnieou-me o delegado do
termo de Santa Anlao em offlcio de 5 do etrronte,
lendo-se dado alli um conflicto na noile do dia 3,
entre Manoel GoBgalves do Nascimento e Jo- Fir
mino de Mello, aconteceu qne descarregassein os
mesmos as snas armas sahindo o ullirao ferido pelo
primeiro qo,e a seu turno foi tambera ferido com
um faca i de que lngara mo depois o seu con-
tendor-
Daos goarde V. Exc;lito, e Exm. Sr. mnito
dign presdeme da provincia, Diogo Velho Ovni-
cante de Albaquerqae,O chefe e polica Luiz
ferpandes Pinheiro, (
ASSOCIAQAO COMMERCIAL BENEFIGENTE.-
Reuaio-se hornera esta corporaco em assemhla
geral, para deliberar sobre a maneira de se com-
pletar o pessoal da directora, visto lerera pedido
exonerago diversos memoras. Em visla da dis-
posigo dos estatu; que pruhioe iratar-se as
reuaies de materia eslranha aquella qne prece-
den a convocagao, foi adiada para a prxima elei-
gao dos membros que faltam.
THE AIRO DE SANTO ANTONIO.-Sbo boje
scena, com lodo o esmero, a linda e agradavel
operetta Le ilariage aux lantemes, para o que
oada tem poupado o proprielario do thoatro.
NOVA IGREIA DA PENH\Na ceremonia da
bengao e laogamenlo da primeira pedra da nova
greja da Penha, no da 6 do corrente, serviram
de paranymphos os Srs baro de Villa-Bella, ba-
ro do Livramenlo, bario de Utinga, baro de Na-
zareth, Manoel de Mesquila Barros Wanderley,
NJcolo Artery. Francisco de Oliveira Mello da Sil-
va, Drs. Jos Tiburcio Pereira de Magalhes, Ao-
tonio de Menezes Vasconcellos de Drammond, Joa-
quim Jos da Fooseca. e Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Drummond; sendo os seis ltimos
quera coadazlo i pedra da capella provisoria para
o pavilhao.
DINHEIROO vapor brasileira VssssM trouxe
para os Srs:
Pogas A C....... 1:SI8*940
Jos Francisco de Souza. 1:0141000
Henrique Jos Vieira da Silva. 30.)l000
DI3SERTAQO. Recebemos a que leo o Sr.
bacharel D. Luiz de Souza da Silveira no acta de
sna defeza de theses, no mez prximo Ando, na fa-
culdade de direito desta cidade, e a qual anota la
pelo Sr. bacharel Tobas Brrelo de Menezes e pre-
cedida de urna carta do Sr. Dr. Aprigio Jusiinian-
no da Silva Gnimaraes, foi mandada imprimir pe-
lo Sr. D Laz de Soaza.
Agradeceodo a offerla que de um exemplar nos
fez o Sr. D, Luiz, jugamos testemunhar-lbe affec-
luosa consideracao iranscreveodo a carta,qae o Sr.
Dr. Aprigio Ihe dirigi eque precede a sua dis-
sertago :
Illm. Sr. Br. D. Luiz de S. da Siiweira.Ac-
ceito a honra da. dedicatoria do seu tnabalho sobre
o art. 5" da constituigo do imperio.
( Abstrahindo de qualqaer conoideragao, vejo
n'este seu Cacto mais urna prova de sua amizade,
e mais um titulo minha gratido.
c E por oulra parle ufano me de ser meu none
inscripto (do mais fraco dos soldados da lberda-
de) a frente de um bullo escripto, em que a liber-
rade pleiteada c ni tanta vantegem, segundme
parecen,
a Coane, meu amigo, ao espinhoso camtnho
liberal, qne o camioha do coragem, e da gene-
rosidade.
* Nao lavremos em \5o ierras da America,
qjaando na Turqufa vae. crescendo a aivore da li-
berdade.
Se a corrapcio social e poltica, qae e o ca^
nho da actualidsde brasileira, nao nos permillir, a
nos liberaes que chegueinos trra da promissao,
os quarenta annos bao de terminar, e os nossos fi-
lhos, israelitas da liberdade no Brasil, hio de l
chegar, abeucaando-nos.
Aperta-lhe a raao. Seu amigo e callega, Apri-
gio Gaimaraet.Recife, 24 de outubro de 1870. >
CAXANGA'Continuando anda em pessimo es-
tado a parte da Estrada Nova em frente ao enge-
abo Poeta que ticou bastante armiada cora a
cheia que houvo no principio deste anno, bem
como a que do Caxanga vai para a Varzet paa-
sando pelo Ambol, pedem-nos para lembrar-nios
a S. Exc. o Sr. presidente se digne mandar fajer
os reparos ne;essarios visto existir prompto o or-
gamento qoe man loa fazer o sea ameoossor a
vista da reclamago qae flzeram os moradores
desse local,
sendo josV) o pedida ,apre*niamo-|o a 8. Exc.
FERNANDO DE NOROXHA.-Escreve-nos do tu
presidio, em 10 do corrente o acoso correspon-
deate.
i Aqu chegnu, no dia 6 do correte, o vapor
Mandak, trazeno o destacamento 1e primeir*
linha. para render o da guarda nacional, e tnabenv
a noticia de j estar nuaieado o Sr. coronel Jo. i-
Angelo de Moraes Reg, para substituir no core-
mando deste presidio ao Sr. tenente-coronel Sebaa-
tia> Antonio do Reg Barros, que, seu pedido,
foi dispensado do mesmo commando, pelo governo
imperial; e que regressa agora com sna illutrr
familia para a capital, deixando todos os habi-
tames deste presidio bastante sandoaof; de cora-
gao lhes appetecemos nma feliz viagem.
Omhecendo bem de perlo o Sr. coronel Mo-
raes Rogo, muto acertado achei a noraeago qu
fez o governo imperial.
i De novidades havidas no presidio pouco teir-
a dizer-lhe. No dia 19 de setembro prximo pas-
sado, das II horas para c meio-dia, foi consumi-
do o pequeo tbealro que a iu itnhamos, e mais 7
casas que compuubam a ra em qne e-a elle si-
tuado, por um rpido incendio, que nao deu tem-
po soccorro algum, e nem que se podesse sal-
var algara objecio por menor que fosse ; dando
causa ao incendio urna faisca sabida da chamio
de urna pidaria que havia na visinhanea.
a F:camos, pois, como d'antes, tem termos na
vida ch;ia de privagoes que aqni levamos, o oniro
meio que nos proporcionava algumas horas de dis-
trago.
c Falharam todos os clculos respeilo da.
colheta do anno, pois nao foi a que proineilia; o
algodlo, que se tem Colhido, apenas pode dar 20
saceos que ora seguem no vapor, restando ponen
colher-se; e a mandioca, que em grandissima
escala ha va sido plantada, e que pareca dever
prodzir de 3 5 mil alqueires de farnha, ten-
do-Ihe dado o mofo, apenas produzio pouco mais
de 400 alqueires de farnha ; aqui causou tal des-
pro vi ment nos paies do almoxanfado, qae hoiV
s ha (segando me con ta) pouco mais de 100 al-
3ueiros de farnha (qae nada) para alimenlacao
os sentenciados III pelo que vai agora a pedido
do farnha com toda a instancia.
A iranqutiidade aqui vai conservando ioalte-
ravel, seja Deas loavado.
LOCOMOTIVAS THOMSON.Damos em segu
da a descripcao da experiencia feita em agosto de
1869 no concurso de machinas de lavrar e cuitar,
da Sociedade Escosseza de Agricultura :
t Primeiramente foram os carros eosaiado.
n'um campo ao oeste de Libertas Roadi.O ter-
renocampia depoi da ceifa do fenoestava
coasideravelmente duro, e liaba sido de difflcil ti-
rageg para um carro ordinario, de simples arado,
entrando a mesma profundidade...
(Segu urna discussao dos mritos relativos dos
diversos carros eosaiados)...
O Sr. Murray fez tambera o ensaio de urna
carroga com cavador, fazendo um sulco o despre-
gando aterra cora um desfuodador n'uma pro-
fundidade de 16 a 17 pollegadas (0". 40 a m-,43).
Esto instrumento, que fe/, perfcitamenle o seu
trabaiho, era puchado pela raachroa de estradas
do Sr. Thomson.
O relaiorio finalisa assim :
< Urna das couzas que chamou uiais a attengi:i
no campo de lavoura, durante e.-te dia, foi a ma-
china de estradas l'Enireprise > do Sr. Thom-
son, angenheiro civil d'Edimbuogo ; esla machina
tiuha-se j tornado muto interessante na exposi-
gao da sojiedade em Edimburgo.
< Os lavradores presentes poderam ver em exer-
cicio e-ta :idrairav o concurro Emparemou-se, durante a manhi,
um carro de dobrada velha de arado du Murray,
para fize-la trabalhar em urna parte do campo,
nao a destinada aos ensaios. Muilos fazendeiro*
admiraram se vendo com qae docilidade ol>edocia
ao machiosta.
Depois de ter Irabaihado, leva'am-ni a lo-
mar agua a um riacho qae passa por alli per*,
depois voltou para o campo de lavoura inbiodo
urna grande ram|ia de 1 sobre 4 1/4 (0", 23 por
metro.) Subida qae muilos dos espectadores jui-
gavam impossivel realisar.
Nao pouca vaiUagem poder esta machina
ir por si s buscar a sua agua e sea combusil -
vel, o que evita o emprego de um certa nomero
de cavalloa; esta locomotiva que pode dar volia;
em um espago quasi igual ao.seu comprmeme,
governa muilo melhor do que nao faria urna pa
relha de cavallos, e evila os desgostos mui bem
conhecidos dos lavradores, ver os ztilhrs arreben-
larem-se ou os cavallos em maranharem-se a*
palas as correntes dosarreios. Entretanto, a for
ga e o valor real desta machina nao poderam ser
realmente apreciados senio depois que a viam em-
parelhada a dous carros de dobrada velha de ara-
do de Fowler, que pachava desembaragadamenle
e com a maior facilidade, fazendo ara trabaiho A".
primeira ordem ;,e a admiracao do3 espectador-*
augmenlou-se quandoa viram fazer o mesmotra-
balho, subndo a cosa que consideravara com
urna cousa impossivel.
- Nao s ple sena) elogiar o mrito desie en-
saio, pois, que veio pravar que o problema de la-
vrar por traego a vapor directo, que se julgava
insoluvel, flcou assim completamente resolvido. A
adherencia das cintas de borracha sobre nra ter-
reno de relva to completo qoe a machiua d*
estradas faa o trabaiho perfeilamenlo. sem ne-
cessidide de parar ou recuar, ti com larfacidaJ
todos os assistentes flearam conv-ncid"-
podia desde j empregar-se prauca-
china, asserlha-
phanto.
O mesmo eofenbelro
en; u> que mso perto ^**Vf>-
,'Fm Gr anin, petto dMItrtsrf), tnr^-
1
que
de que so
mente.
O raajor F. Skioner, commissario ger. I das.
calgadas era Ceylan, encarregado por diversa-
comoaohias coramerciaes desse paiz de Ihp fazn
ura pelatorio a respeilo desta maabiaa e a posi-
bidado de seu emprego, osertvia a 16 de agosto
ultimo :
Terga feira, 10 do corrente, as-9 horas, acor.-
panhamus a machina, com urna carga de 10 tate-
iada?, em sua segunda viagem daquelle dia, tas.
celleiros do Sr. White, era Aberdeen, at aos reoi-
ohos situados margera e-qnerda do rio Dom.
esta distancia pouco menos de 5 kilmetro-.
Deixando a estrada principal, o carainho para o>
moinhos eslreito e tortuoso, e as sabida sao a.*
mais iogtemes que conbego. as iradas pelli-
cas de f>ylan. Algnmas rampas sao de 14 cent-
metros pir metro, outras de 10 centmetros e oa-
tras de 8 ceatimelros por metro. Eslava haondo, <
os eaminhos escorregadios, achavam-se em coodi-
ooes mui pouco favor a veis i machina qoaalo
possa dosejar para fazer-se a experiencia de forga. "
t Era verdadeiraaeote maravtlhoso ver-te a -
que maneira esla machina comuaeta (4"X1" ^'*
exterior, pesando 6 toneladas compre^endtd. >
agua e o comboslivcl, e de nraa torga nominal d-*
6 cavallos) eoodnzia ama carga de 10 tonelada*
por I*) ingrenaes subidas, parando e reesaaao *
momento vontade do conductor, e i.-lo mnmn
raelhor do,qne e poderia fazer com eavaltos, o >
mesmo com elephanlea.
t Esta forga iocrivel era evio^nletaesie
tado da presa que tem sobre a ettray* >
de borracha, nlj obstante o costar* de a w
de metal sobre nma ef Irada dsra nst o aaaw
ama tragente, a- superfleie aesalaaa r^T*^
borracha comprida de momoato P P"J"
hina, sseiielha-e a pres *> P* '
relata aesles tensos, su


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Terqa feira 15 de Novembro de 1870
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* do corrate, atou-so a ama deesas marine u 4.
omnbui ordinai ebou c >m urna
Th
toj '' .....i.tan. I nwo= Santo
de eerc
as rua9 e
eilidsde
esleda
creveu
Em
ilometr l0^IHMT
olta as' esquinas cora taola R.
nse fata eom cavalke. fTama
insrobra, coro o omfiuit den-
de 1-.8Q. de raio.
juiou-^se cora doos gttnaes
wagoos (construidos pdosLabuau Toil tls\,
com oma carga ae 17 MeTa^s, ejsl>rfsfndrarb
peso dos wagns. Pe alturas* viajens fwn esse.-
vehicnlos pela estraVJe 6raiicn, na gail ten
duas rampas, orna de 7 ratHmetros pof metro e
oulra de milmetros, parando e recuaeio, laaio
n* subilla como na rieeida,eom a maioMheilida-
dc, e virando em amitos desvio* da lirada era
que a largura varia de 9 a 10 melros.
Era seguidapuchon esta caiga de Grantoa a*
, offleinas dos Srs. Teaoant t C, em L-rilh,
urna ligeireza ds cerca de 6 kilmetros por ora.
No da seguinte, a machina puchon na mesma
estrada 4 wagos pesando 34 toneladas.
Saneado, 7 do crreme, a machina fui con-
duzida sera carga praias arientas do Portobello
emieom a marlmixs, transitoa emn tanta fa-
eilidade sobre a areia molhada corno sobre a arria
secea, cora urna ligeireza de 13 a i6 kilmetros
ior ora, deixando apenas um leve trapo de sua>
argas rodas.
Enconamos anda no tAbereer,. Journal a
flloripcao de urna excurso dos empregados e
trabajadores do Sr. White, que feram a urna
funceio nos mohnos de Ketloik'e, em numero
talvee li 200 pessoas, em cinco wagons que p i-
deram ir e voltar por esta estrada to cheia de
assidentes. sen que fosse preciso d-isengaiar n-
wagone, mesmo para dar a volta n'ura raa de
i^, SO na frente dos uioinhos.
Quinto ao mais, as experiencias em que te-
mo sido teitemusttas em Paria, confirmara ple-
namente esus citscoes.
A machina engatada a um dos crandes om
oibus do caminho americano de Versarles, ao
principio (aiia as evolucoes era um campo de tr-
ra sola na alameda de Suffren.
As rodas das machinas nao deixivam nessa
trra fofa senao traeos cranoslos do riscos, sa-
lientes de ceroa di' 6 u 8 milmetros, eorrespon
deute aos lutervallus das laminas da cadeia, e po-
dem s observar que nsses traeos estavam emprg-
nados de agua era eon-equencia do turreno expri-
mido pela preaso das laminas.
As rodas do omuibns vatio, pesando cada um
eerc de 800 kilo. enterravam-se deixando car-
ris de 3 a 4 seulime'.ro de profundidade "que se
enchiam d'agua, e que a machina desfazia ao vol-
tar pelo uiesino caril.
D.ibi, partimos pela alameda de S-iffren e a
ponie de lena, e subimos ao cume do monte Tro-
cadro, algumas vexes em rampas macadamisa-
das, algumas wzei pela rampa directa, em pe
quenas calcadas de porphre, que prolonga o an-
tigo estabelecimento Gannerm e o deposito dos
Triares. Esta rampa tein uu,a inclinago de O", II
por metro na. primeira parte e O-, 09 na se-
gunda.
A machina puchando o mnibus, enjo peso
vaxio de mais de 3 toneladas, e que continua
?inte pissageiros, sub e locidade esem a menor hesitarlo nem traco al-
gnra das rodas.
Em seguida ft-se algumas evolucoes na pla-
nura do Re de Roma, tinto eom a machina so.
como eom o mnibus. Ficamos cnto convencida
do que a locomotiva p-ie defcrever, i om suas
duas rodas maluras endentadas, um circulo de 7
8 metros do ra), medido do eixo da machina ;
descreve fcilmente um circulo de 3 metros de
raio desapartando urna roda.
Daptis segiiio-se pela alameda do Rei do Ro-
ma o alameda do Grande Ex emito at a Porta-
Maillotoole amachina deu volta para (ornara
vir peh mesmo caminho, alameda de Suffren.
Em iodo este gyro, que acompanhamos al-
guns das seguido?, vimos sempre a machina pa-
rar e pr-se. em marcha sem a raen-ir diHleulda-
de era qualquor qnali jads de terreno, calcadas,
t^rra Milla, Mac-adam ou asphalle. Passa por cima
no Mac-adam anda nao e.-m.galhaio sem ao mo-
dos descollocar os elxos.
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 13 na
matriz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
segrales:
i.* denunciarlo.
Jos Candido da Silva Braga*anior, eom Hermi-
na Augusta da Costa Guimaries.
Afjrmiano de Moraes e Silva, eom Laura Mana
do ('armo.
Manuel Antonio Goncalve?, eom Olympia Roma-
na de Jess.
Julio C'sarCardoso Ayres, eom Heraclia Per-
reir Lopes Reis.
Antonio J i-6 de Araujo Draga, eom "lermina dos
Reis Guimares.
Franci-i'o Anlralo de Moraes, eom Bernardina
Rosa da Costa Paula.
Manool Jos de Araujo, eom Francisca Theodora
dos Santos.
Patricio Jos da Silva, eom Valeriana Maria da
Cooeeicjko.
Andr Aveno da Costa, eom Maria Jis da
Costa.
Antonio Soares Brando, eom Maja Eufrasia da
ConceiQao.
Daniel Alves de Queiroz Lima, eom Candida
Christina de Medeiros Jacome.
2.* denunci?cao.
Pedro Celestino de Azevedo, eom Mirianna Rita
de Vasconcelios.
Flix de Cantalice, eom Joaquina Gomes da
Costa.
Prudencio Pess'oa Viegas, eom Maria Rosa da
C)n:eijao.
Ignacio Francisco Galdino, eom Sebastiana Ida-
l.na da Conceiao.
Francisso Ferreira de Novaes Jnior, eom Gui-
Ihennina Goncalves da Silva.
Lacio Fernandes deSiiirAnna.com Paula Fran
csta Ramos.
Pedro Alexandrino Ferreira, eom Julia Luiza
Marga rlda.
Manool Lopes Ferreira, eom Maria Francisca da
Conceicao.
Msnoel J.iaqnim da Sant'Anna Ferreira Pinto,
eom alaria Emilia Comes de Araujo.
3.* denunciacao.
Maocel Jis di Souza Lana, eom Maria Candida
da Silra.
B03P1TAL PEDRO II.O movlmento desse es-
labalaeiraeale do 7 i 13 de u'wembrode 1870,
13 214 doentes existentes, ontraram 44, sahiram
20, fallecern) 9, existea 2i9, sendo 149 homens,
- e 80 mulhcres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras uestes dias
as 6 1/2, 6 1/2, 7. 7, 6 1/, 6 1/2, pelo Dr. Ra
roos; as II 1/2, 8 1/2, 11 1/2, 12, 12, 12 1/2, 11,
polo Dr. Sarment.
Fallecido". o
Maria Gertrudes do Rosario ; tubrculos pulmo-
nares.
Francisca de Paula Moraes; intoxieao mia.-ma-
tica.
Mano-1 Foancisco ; febro perniciosa.
Joanna Mana da Conceicio ; taberoulos pulmo-
nares.
Joaquim Jis de Sani'Anna ; hepatite.
I. Ka do Rosario ; nazarea (entrn raorta).
Jtitia ; luberciik'S pulmonares. ^
Marcelino Antonio Gjncalves; apoplexia.
LOTEtlA.A que se acha venda a 170.* a
Iwnefieio-tJa matrii da Capnnga, a qual corre no
dia 18.
PASSAGIIROS.Vindos de New York e porto:,
iiiti: medio no vapor americano Merrimnck :
Francisco Ferreira Gama, 1 eseravo a estregar.
Sibidos para o sul no mesmo vapor f
S Le pililrio de Queiroz e umescravo, cim
meniador Joaquim Jos dos Res. Remigio de Pa-
'i o, in, J Pinto Ferreira deOliveirae
1 eseravo, Rod .tfj E. de Snza Dntas, Gabriel G.
i re\ra e 1 eseravj, Joo Ferreira de Araujo Pi
VI if. Garfa Sanches, Benjamin A. Pereira
Bar.i ira el eseravo, M. Corfleld.-A. H. Hager.
CE.MITEHIO
n tve. nibro :
Antonio da MolU M.rateiro, pro!,.,- Pernambuco,
-S anuos, soKeiro, artista, Bi-visu; vmico
Pranciseo, pardo, Pernambuco, 14 rnezes S.
Jos; WHwalfli
Anaa Joaqutea do Sacraraenlo. preta
C* anuos, solteira, Dpaviiia, farido no
/ o.
Manoel Fraaeiseo, pardo, Peroamhueo, 23 an-
nw, solteiro, BtMKta, hospital Pedro II; febreper-
nicirsa.
Maria, p-ni,. Pernambuco, 2 raezei, Santo An
t nin ; cen-.ulc*e^.
Alexati po de Araujo e Silva, pardo,
Pero nos, casado, Santo Antonio; in
llimm
Fraocbeo DamtMW do Espirito Sanio Moraes,
pardo, Pernarnfeuw, 68 annos, catado, Sanio An-
tonio ; diarrhea.
Joio, branco, Pernambaco, 18 raezes Boa vista ;
tase coavuisa.
' Antonio Joaqnim Ferreira. prein, Pe,nambaeo,
eo, 40 annos, eaado. S. Jos; larJngtte efcro-'
BCCv
Al/redo, eseravo, pard", PertamJbaco, 6 mzM,
Boavista ; eonvuledes.
Alejandrina, I'oruambuco, 17 mezesj
BoavUia ; gaetro .raterhe. *
Plarlada, eaerava, preti, Pemamboflo, 45 anne
solteira, Boa-vista ; qoeimadora.
Rayaundo-escraTo, prelo, Pernambneo, 26 aa-
novoneiro, BoavisJ* ; pneuartnia.
Aria, eserara, parda, PeroamlHJto, 2 maie,
sagto Antonio', catarro sufocante.
Prancise das Cnagas Lins de AILotiuerque,
brafleo, Perrwinbueo, 59 annos, vtavo, S. Jos ;
ga grana. .
Joanna Mara dt Coneweo, parda, Peraarabaeo,
34 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II;
tubrculos pulmonares.
Ambrosio de tal, branco, Portugal, SO annos,
Santo Antonio; estupor.
- li -
Marcolino Antonio Goncalvos, preto, Pernambu-
co, 42 annos, solteiro, Roa-Vista, hospital Pedro
II; apoplexia fulminante.
^Antonio Lourenco de Oliviro, pardo, Pernam-
buco, 21 anuos, solteiro. militar, Boa-Vista, hospi-
tal militar; tobercnloss pulmonares.
Maria, cscrava, Alagas, 16 aanoa, solteira
Igoarass ; tisica.
Antonio Servulo Bezerra, branco, Pernambuco,
57 annos, casado, S. Jos; anarca.
Joaqoini Pedro djs Sanios Plguera, brane,
Portugal, 23, annes, solteiro, Santo Antonio; sui-
cidado.
- 12 -
Joaqni o Jos de Sant'Anna, preto, frica, 70
anuos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro U ; he-
patite.
Maria Joaquina da Concedi, greta, frica, 3o
anuos, solteira, Boa-Vista, hospial Pedro II; tubr-
culos pulmonares.
Liamlra, parda, Pernambneo, 14 mezes, S. Jos;
febre maligna.
Vieencia, esc ra va, parda, Pernambuco, 18 mezes
Boa-Visla febre me3enterca.
Antonio Joo Card so Barrete, pardo, Pernam-
buco, 32 annos, casado, S. Jos; tisica pulmo-
nar.
Jis, branco, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista;
convul>5es.
Joanna Joaquina de Sant'Anna, prcta, Peraam
buco, 15 annos, solleira, S. Jos ; febre typhoi-
de.
Mariano Jos, branco, Portugal, 15 annos, soltei-
ro, Recife; febre amarella.
Simplicio, pardo, Pernambuco, 8 mezes, Boa
Vista; gastrile.
PUBLICAC0E3 A PEDIDO.
Ao Cku. loraiuundante ilaa ar-
mas, e ao I'.lia. Dr. chele le
polica.
Ja nao se pode mais frequentar o theatro San-
to Antonio, por causa de certos membros do exer-
citode linha I
E' adrairavel que mocos cajos peito estao co-
bertos de flus e medalbas vao provocar desordens
em um theatro onde-sempre reinon ordem e paz.
Ao Exra. baro de S. Rorja eorao chefe dos m-
lilares, eaoDr. ebefe de polica como inspector
do theatro pedimos serias e enrgicas providen-
cias.
Esperamos ver restaurada a ordem do Santo
Antonio, gracas rjaellas duas altas autoridades.
Esperemos pelo espatasulo da boje.
Providencias 1
A medulha de mrito.
fi. rVa
I). Joa^H
O I
e Freitas.
3
Migaal AmM^^^^^H
Leunerdo-M^^^H^
Jos Siraj 1
Henrique J lal Ci^^H
loaquini da (JMpRarnos
lioo Tiburcio !
Joaquim Antonio Viegaa.
Jo; Bernarda de Carvamo-
I)r. Joaqun J.,sdi P.uweca.
Flix Pao* Pereira da Silva.
- Escrivta par dew>$lo.
As lllmta. Exmas. Srs.:
1). Anua finerra de Miirae.
I). AuIobM. reir tonto Porto.
D. Julia espesa do llim. 9r. Boavemura jw Coe-
Ibo.
a DeoUnda, opusa do 1 lira. Sr. J-s Ancalmo
G mauf a de Oliveira.
D, Aluda, esposa do Jllm. Sr. Joao Jos Celestino
fta \l|irun%
D Florencia Maria da Encarnaco.
D. Felippa Thiago do Rosario.
D. Joanua, (ilba dolllm. Sr. J^ao Jos de Medeiros
e Mello.
D. Adelina, espesa do Ulm. Sr. ienente Jos de
Mello Monte \egrr.
1). Maria, toa do lllm. Sr. Maxiraiano de Sonza
Pimentel
D. BtmedicU, Uiba do lllm. Sr. Jos Joatjuim Soa-
res.
D. Josepha, esposa do lllm. Sr. Joao Romo Soa-
res de arvalbo.
Merdomos.
Os lllm?. Sra.:
Bernardo Falcao de Soma.
Antonio Jos Pereira da CaflUa.
Antonio Jos da (bnceielo.
Olyupio Ferreira Aiilnnes.
J.u 4n Mello frindade.
Antonio Jos da rlocha.
Padre Augusto Cavaleanle de Lacerda.
JcsiVreira da Silva.
Guanno de Souza Peixe.
Joaquim da Cisla Li-boa.
Urbano Jos de Lima Pimentel.
Joao Antonio da Silva Pereira.
Mordomas.
D. Clara Hara do Mun(e.
D. Mura Paula da Silva.
D. Victoria Maria da Cruz Ranos.
D. Rita Pciiiea do Amaral.
D. Francolina Allana da Silv.ira.
D. Julia Siphia Dimz e Silva. .
D Joanna foaqiiM da Paixio.
t. Candida da i*az Fragoso
D. Marciomlia Candida da Silveira.
D. Arvina Francisca Cavaleanle de Albnquerqne.
D. Mana, esposa do lllm. Sr. Leandro Honorio
de Sampaio.
Secretaria da mandante de N. Senhora da Luz,
6 de novembro de 1870.
Leandro Hontrio Jote de Sampaio.
Secretario.
dor Al^^B
ao eoninnaaos m e na mar
t ana compeifn! tecrttari i para
, e fel -fu qn as oriftdellas, a
Hr o .ni a argnir-me por
nonstradn.
perar do Sr. desembarga
magisirado conceiluado e ojnaior
eulp, um procedimeatosemellianaT Barca ingleza-Jrr*/a-
J^BerV te.
^Bs bem I Est demonstrado que eom unfi
versario tal, nao devo manitr-ntan lula ; mi _
digoidade exige que sobra os negocios do Asylo
de Mendiidade nao enlretenba mais eom o Sr.
desembarfador Anselmo Perelti discussio de na-
lureza a Ignara. Deixo Iht o ampo livre.
Nao jjqer Uto diier, que a elle deiie tamben
livre, nao tenho o em milita consideracao para
nunca raafs asquece-lo, e nio dar-lhe em qualquer
occasio que se me offereser, pfovas de que est
muito era minha lerabraoca.
Disto estaja eerta
Ao publico, porm, diref, se as expcaeoes que'
hei dado nio sao bstanles para seguranca do sea
Julzo e para fazer rae a ju?tica que mereco, nio
terei dunda pm da-las mais ampias, e reputo isto
dever meu.
Qaanle sucia do Liberal, que cuida aUnasar-
ore, repetindo ah-ives e qoerendo fazer espirito
unlia cusu ; reservo-lhei o mzis solemne des-
preso. A defamadores de proBsso, nao faco a
ditincoo deoecupar me d'elles.
Recife, 4 de oujjbroile 1870.
J. P. B. de Mello Reg.
Rectiflcacao
Nao quero por modo algum prevalecer-me de
mexactides para contrariar as calumnias comi-
das nos fflcios do Sr. desembargador Anselmo Pe-
relti, e por isto dou-me pressa em eorrigir ama
parte do meu artigo de honlem.
Em relacao i compra das camas de ferro, de
que tratei, dlsse eu que o mordomo do Asylo is
tinha aprecade eom o Sr. director das obras pu-
blicas.
Disse isto porque aquello empregado ordenei
que isto flzesse, e elle me asseverou te lo fello ;
mas o Sr. director me declara agir que isto nao
acontecen.
Faco, pos, esta correceo ao que disse, que nio
altera o laclo que refer. A qaeilao era saber-se
se as taes camas foram compradas eom a casa do
Asylo, ou vendidas por alguem.
Demonstre! a toda luz qae a primeira hypotbese
fot gratuita e calumniosa, sendo a segunda a ver-
dadeira.
Recife, 11 de novembro de 1870.
J P.B.de Mello Reg.
erariijlBUf
Brigue
Barca aeieia-rm*nU^imot gneros.'
Barca rancezaS. Hda^p^K '
Brigue inglez-
Logar portaguez-/iiniv-1dem.
Barca ingleza Zmnla dem
Brigue ingleJErf_ldem.
-oeas > carvA
Brtgue inglez-Cas) carvao.
BECEBEOI\ DE HBNDA3 INTERNAS
GAES DE PEINAM8C0
RendimentoA dia 1 a 12. tO:67*t6
dem do dia 14 3:4784939
PUBLICO.Obituario do dia 9 de
frica,
ulero, I
Eleigo dos juizes e juuas, escrivaes e es
crivaas e mais dpvotos e devotas que tem
de festejar a virgem Senhora da Luz, na
igrrja de S. Jos de Riba-mar no anuo
de 1870 a 1871,
Juizes protectores.
Os Illms. e Exms. Srs. :
Bario de S. Borla.
Dr. Manoel do Nascimento Machado Portella.
Barao de Villa-Bella.
Baro do Livramento.
Rvra. vigario Joo Jos da Cesta Ribeiro.
Rvm. vigario Antonio EnsUquIo da Silva.
Juizas proteeloras.
As Illmas. Exmas. Sras. :
Baroneza de Nazareth.
D. Maria Olindina de Miranda Pessoa.
D. Calbaroa Porcy do Miranda Nobre.
I). Isabel Rodrigues Feitosa.
D. Isabel Mara da Cruz Vieira.
D. Anua Romualda de Lima.
Jnizes por eleicao.
Os Illms. Srs. :
Commendador Manoel Carneiro de Souza Lacorda.
Tenenie -coronel Francisco Carneiro Machado Rios
Jnior.
Joao Paula Carneiro de SouzaiJandeira. *
Major Joaquim Ignacio de Carvalho Mendonca.
Paulo Jos Gomes.
Juvencia Aureliano da Cunha Cesar.
Joao Fernandes Lopes.
Jos Paulo Botelho.
Genuino Jos da Rosa.
Frei Antonio de Santa Rita.
Major Francisco llaphael do Mello Reg.
Capito Jos Pereira da Cunha Jnior.
Juizas por eleco.
As Illmas Exmas. Sras. :
D. Constantraa, fl||ta do lllm. Sr. Manoel de Lima.
D. Maria, esposa do lllm. Sr. Luiz Bnarque.
D. Francisca Rufina da Suva.
D. Caudida, esposa do lllm. Sr. Manoel Jos da
Molla.
D. Gertrudes de Oliveira Mello.
D. Maria Sabininna de Almeida Lraa.
D. Maria, fiilia do lllm. Sr. Pedro Ralis Barges.
D. Joann i Juslina do Siqueira Varejo.
D. Proflria Jesnina Daptisla da Silveira.
D. Virgina Aurelia de Maraes.
D. Umb-lina Daltro Feraandes.
Madama Thiard.
Juizes.por devocao.
Os Illjns. Srs. :
Tenenie Antonio Moreira de Mendonca.
Antonio da Costa Reg Lima.
Joa |iiim Pereira Arantes
Joo Ferreira de Mondonga.
An-elmo Jos Pinto de Souza.
Francisco Libanio Colis Filh.i.
Dr. Luciairao Xavier de Moraes Sarment.
Major Joo Caetano de Abreu.
Dr. Manuel Buarqne de Macedo.
Dr. Jos Pereira da Costa Molla.
Tenenie Augusto Coelbo Loiie.
Tencnlo Jos Antonio Pereira.
Juizas por devoro.
As Illmas. Exmas. Sras. :
D. Maria, lidia do lllm. Sr. Joo Goncalves Hespa-
nbol.
D. Emilia Rodrigues dos Anjos.
D: Emilia Maria da Costa Oliveira.
D. Mina .!o Carmo Pereira de Macedo.
. Mana Joaquina Maciel da Rocha Ph.
I). Josepha Jaeunda Cordeiro Siradas.
D. Joaquina Mara da Paz.
D. Hogeria Mara de Almeida.
D. Jalia, fl.'ha do lllm. Sr. Dr...Pedro de Athayde
Lob i MosCo-o.
Felismma Elias do Bom Successo.
D. Lucinda. Irma do Ilrni. Sr. Manoel Paula de Al
buquerqoe.
D. Joanna Nepomuceoa Dias d Carvalho.
E-crves por eloico.
Osllims. Srs.:
Maior Miguel Jos de Lyra.
Alteres Aflonso Moreira Temporal.
Tenente Manoel Amonio Viegas Jnior.
Vicente Lucrado da Costa C-tmpello.
Augusliuho Jos de Oliveira.
FI irencio Francisco D trilinges.
Manuel fos dos Santos.
Antonio Bernardo Vaz de Carvalho.
Capito Augusto Cesar Pereira de Mendooca.
Antonio Jo- da Silva.
Ernestini Cavaleanle de Albuqaerqoe.
Alferes Mauricio Jos Bcrges.
Kscrvas por feleir^Io.
As Illms. Exms. Sras.
D. Anna, esposa do-Iilm. Sr. Jos Pacheco de Me-
ziezes.
O %e. leseisibargador Anselmo
Frauclsco Peretli.
ni
Durante o tempo ora que fui director do Asylo
de MenJicidade, acue-me s. era a Santa Casa
de Misericordia exeie.a nosse estabelecimento a
scalisaca > e inspeccao a que era obrigada, nem
a presidencia presin-se a auxiliar-rae, nonieando
o empregado que .'lie pedi, em 21 de juuuo do
crranle anno, pira examinar e inspeccionar o
estado em que ia.
At..refado, como csiive, eom os trabalhos da as-
sembla provin.ial eos do Ayla ao inesrai tem
po, cra-me luaien.Imento impossivel exercarnolle
a liscalisaeao nece.--r.ria e imprimir-lhe ordem e
systema.
Era um estabelecimento novo que tiuhi do mon-
tar, e dar-lhe nm rgimen todo ospecial ao seu
fliu.
Foi nostas circumstancia; que rae deixaram ex-
clusivamente a responsabilidad,: de todo.
Abandonado o Asylo per aquelles que mais de-
vdram velar pelo seu desenvolvimenlo, sobre meus
debis hombros ticou U>do o peso.
Correndo assira qui-i sorte, nao era impossi
vel quo alli se dessem pratica irregulares, e nem
era rauilo que se usasse la -rbitrio
Este, onfesso-, ompreguei-o, aiuellas, digo o
cora seguranca, nao ; se exisnm durante a mi-
nlii ilirucean, nao na-ceram daacto meu.
Fiz sempre os precisos esforjos para collocar o
Asylo era condices de3ejavels, e o entreguei ao
meu sucerssor em (i de progredir. Havia nelle
ordem e r gularidade, os asylados, em geral, cla-
vara atisLiios; tratei-os sempre do melbor modo,
dava Ibes >bund.nle alimentacao, e tinha para
SOm siles a maior brandara, tanto que nao foram
sera lagrimas abundantes, que me viram retirar
do cslabeleciiiieulo.
Deixei o sitio, era grande parte, roteado e eo-
berto de lavonras, existindo d'enlie os asylados
mais do 20 capazes para lodo o servico.
A creago das ofDcraas de que (rala o regula-
ment de 21 de outubro de 1869, j nao era ira
pralicavel.o ensejo havia chegado de realisa-la, e
de tirar do Asylo o resultado qae caleulra o seu
mui digno e Ilustrado instituidor.
5'as f i o que nao se aproveitou. Ha cerca de
20 das fui Uzer urna visita ao Asylo, e achei-o,
nao o que deixa/a, mas o que desde antes do sua
ereago pretenda o Sr. de=embargador Peretli
ama casa de invlidos I
Enfermos que devdrara estar recolhidosao hos-
pital Pedro II, l estavam como a>ylilos! -
O pe>soal valido, capaz de ser applicado a tra-
balhos^ tinha desapparecido I As lavouras que
deixei, osiavam abandonadas por falla de bracos
que as trata-.-em !
E assira eslava "o asylo desviado do seu im.
convertido em urna casa "puramente de caridade,
em vez de mu esiaiieleciraento tatubem productor I
Tinha o Sr. desembargador Perotti conseguido o
son intento.
Desde rauito previa que o Sr. desembargador
seria a aza negra do Asylo do M-udicdade, e qae
sob a sua gerencia nunca esse estabelecimento
preeneberia o flm da sua instiluicao.
Foi por esta razao, o ni para obrigar a minha
conservaefio no lugar da director que promov a
separacao do Asylo da Santa Casa, e o quiz ar-
rancar das garras d; devoto e caridoso provedor.
Nao importa que a lei que esta separacao de-
cretu tenha sido violada al hoje. Um dia esta
violaco ha de eessar. Nao imiwrta que aquelles
que entre nos esto investidos das funccSe- de
punir os iufra:tores das leis, fossem os proprios
que dessera o triste exeaiplo da nao execuco de
urna lei.
Nao me arrepondo do que fiz, embora a minha
intencao tenha silo mal interpretada.
Eutretanto, se o que acabo de ponderar, nao
serve para convencer que o zelo farisaico que l-
timamente tem desenvolvido o Sr. desembargador
Ansolmo, em relacao aos negocios do Asylo de
Meodicidade, nao significa interesse pela saa pros-
pendade e desenvolvimenlo, e sim o do-ejo mes-
quinho de desvirtuar urna instituigo, organistda
sem sua inlerveocao e tiene plcito, e vingar as
su as iras contra mira assanhadas; trare ao co-
nhecmento do publico, om resumido esbocsj, am
faca que o seu Uno criterio aquilatar devida-
mente.
A cempanha dos trilbos urbanos do Recife a
Apipucos, lo replecta dos lacros qae aufere, nio
pode ter procedimento diverso do que tem tido,
invadindo a proprie lade alheia e apossando-se
sem consenlmento e contra vontade de seas dooos,
d'quillo que ihes nao pertence, relativamente aos
seus trabalhos na parte comprehendida entre
Apipucos e Caxang; o que um crirae previ.-tu
pelo art. !69 do cdigo do processo criminal I e
sao os fanfarrees dos conslilucionaes da epocha
que assim procedem, eom solemne desprexo do
art, 179 g 22 da conslituicao do imperio, que ga-
rante o ilreito de propriedade : e como se se ira-
t i-se de intimidar enancas cora contos de enea,
manda-se agora ao Sr Rawlnsoo fazer ridiculas
ameacas, e isto antes testerauuuasde que a justica
deste seu trra s de quera -tem dinheironao
sei o que mais tem admirar-se, se a ousadia do
mgli'z, se o procedimento daquelles qae a isto o
insuflam.
Um tal proceder cousentaneo ? est deaccordo
co.ni a boa razao e moralidado que se deviara
atlribuir a cada um dos emprezarios em particu-
lar, c a todos em geral 1 Digam os homens
sensatos.
Consemiriam os Srs. emprezarios era seus sitios,
oa em suas propriedades que algum particular,
on ompreza qualquer esbulhasse os do que liles
pertencera ? como que eom a pretenco do non
plus-ultra, se ultrapassa assim o direilo alheiol
S devenios querer aos outros aqu Hoque
desejamos nos.
Dar-se-ha o casi, porm, qae teobamos volvido
as epochas da piratana ?
Onde, porm, a carta de corso que isso auto-
risa ?
N is contas que se remeten) Inglaterra far-se-ba
raenco dos terrenos assira eslonjnidos e oceupados
pela companhia ?
Fernando de lioronha.
Retirando-se deste presidio o lllm. Sr. teen
te-coronel Sebaslio Antonio de Reg Barros, por
ter sido exonerado, seu pedido, do eoramando, o
abatxo assignado uo pode furtar-se ao dever de
agrJecer-lhe as maneiras attenciosas eom qae
sempre o tratou, nem s no servico, como parti-
cularmente.
Sentindo profundamente separar-se de lio dis-
tinelo eavalbeiro, o mesmo abaixo assignado pro-
testa eterna gratidao e reconh'cimento.
10 de novembro de 1870.
Clemente Francilto lavares.
*: 158*745
CONSULADO PBOVINCIAL =
Rendimento de dia 1 a 12. 20:477*561
dem do dia 14 4:360*347
24:837*905
MOVIMENTO PO PORTO.
Novias entrados no dia S.
Rio Grande do NorteEscuna ingleza Orange, ca-
p lo Kenl, em astro de assucar.
Observagao
Nio houve eutrados.
Navios entrados no dia 14.
New-York, S. Thomaz e Para20 das, sendo do
ultimo porto 5, vapor americano Merrimack, de
2000 toneladas, commaniante William Weir,
equlpagem 70, carga varios gneros ; a Henry
Forster A C.
Navtos sahidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroLugar noruegaeose Hiltirdal, ca
pttio Ferresseo, era lastro.
Rioda PrataBarca portngueza ovoBliso, capi-
tio Lniz Felippe da Cunha, carga assncar.
Rio de Janeiro e BahiaVapor americano Merri-
mack, commandante Weir, carga parte da qae
trouxe dos portos do norte.
EDITAES.
N. 183. ~ AGUA FLORIDA DE MURRAY E
LANMAN.Existe por cerlo ama qualidade all-
mente sanitaria, suave e deleilavel na deliciosa
fragrancia de-la agua popular que de lo grande
ornamento servo ao toucador.
Ella como por encanto nos faz lembrar o dul-
csimo incens florido de vero ou inulacao de
um favorito tom de msica antigo, o qual per ven-
tura nos faz recorda resuellas scenas j passa las.
durante os quaes ouvimo-lo pela vez primeira. E
espiritualisante e delicado como o aroma da genni-
na agua de colonia, e eom ludo o seu perfume
mais profundo e duradonro e a sua fragrancia
nunca muda nem enfraquece, como acontece
eom os mais perfumes exlrahidos e composlos de
leos volatis
As seohoras ai quaes geralmenle soflrem de do-
res nervosas de cabera lhe do a preferencia a
teda e qualquer ama ou ra applicaco local, como
um excedente meio d; alliviar as dores ; e em
qaalidade de um perfume para o quarto de am
doente elle por sem duvida eminentemente refri
gerante e agradavel.
Referimo-nos to somente quanto a agua Ho-
nda de Murray e Lanman. Quanto as imitacoes
sao ellas despresiveis e nao merecem a mais leve
mencao.
N. 189. AGUA FLORIDA DE MURRAY E
LANMAN.Inteiramente differento generolida-
de dessas intituladas aguas de ebeiro e extractos
do essencias para o toa ador; as quaes nao sao
mais que meras essencias aromaiisadas; este rico
e delicado perfume um cosmtico excedente e
ao mesmo tempo possue a necessaria virtude de
servir como ura grande remedio externo.
Diluido n'uma pouca d'agua pura, torna se nma
excedente e agradavel lavagem para a pelle, re-
raovende toda a pereza da pelle, erupedes, empi
O Dr. Arminin Ciriolan > Tarares ros Santos, jniz
municipal do civel e crime da segunda vara
nesta cidade do Recife s sea termo capital da
provineia de Pernambneo, por Saa Magestade
Imperial e constitucional o 8r. D. Pedro II a
?uem Deus guarde etc.
az saber pelo presente que o visconde de Ca
maragibe e outros por sea procorador, dirigiram
a este juizo a petico do theor seguinte : lllm. Sr.
Dr. iuiz municipal da segunda vara.Ditem o vis-
conde de Caraaragibe, Jos Antonio de Brto Bas-
tos e sua mulher D. Francisca Sleppie da Silva
Brto Bastos, consenbores da propriedade denomi-
nada Iftum, sita na fregueiia da Varzea, que que
rem fazer citar a D. Thereza Carneiro Los de Mi-
randa, Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunta
Miranda e sua mulher D. Mara Luiza de Fignei-
redo Carneiro, D. Anna Joaquina de Miranda Br-
to, Arsenio Carneiro da Cunha Miranda e saa mu-
raer D. Rosa Carneiro da Cunlu Miranda, Fran-
cisco Xavier da Cunha Miranda na qaalidade de
tutor e administrador de sua fllha menor de no
me Maria, D. Maria da< Neves de Miranda Olivei-
ra, Dr. Graciliano de Panla Baptista e ao Dr. ca-
rador geral para na qaalidade de con-enhores uns
e de usafroclararios outros, responderem aos ter-
mos de um libello, pelo qual pretondera os suppli-
caoles qae seja entre todos os consenhores feito a
a diviso e partilha da mencionada proprodade
em proporcao aos quinnoes de cada um; o qae
tudo o suplicantes raoihor explicario nos arti-
gos do seu libello.
E porqae as opplicadas D. Rosa Carnero da
Cunha Miranda e D. Anna Joaquina de Miranda
Brto se achera ausentes em logar incerto e nao
sabido, auerem os sapplicantes justificar a ausen-
cia, na forma da le, afim de Julgada por seutenca
passar-se carta de e utos por 30 dias, para por ella
serem ditas D. Brita e D. Rosa citadas para res
pooderem a todos os termos da presente aeco e
saa execuco, pena do revelia, drgnando se V. S.
de opporlunamente nomear curador s supplica-
das ausentes, bem como carador a lide por parte
da menor. Pedem a V. S. qae destribuida se fa
cam as citacoss requer las, eom pena de revelia,
para todos os termos d'accao e sua execuco, e
que sejam inqueridas as lestemunhas da justifica-
rn tudo na forma da lei e do estylo. Esperam re-
ceber merc.
Eslava devidaraente sellado cem urna estampi-
Iha de 200 rs., que eslava inntilisada cora a se-
grale data e assignalura. Recife 15 do setem-
bro de 1870 Joaquim Jos de Abreu.
Nada mais couslava de dila petico que aqni
Rea transcripta, a qual tevo o segainte despacho :
--Destribuida, como reqaer, designando o escri
vao dia e hora para a justificaco requerida. Re-
cife 13 de setembro de 1870. Arminio Tava-
res.
Nada mais constava de tal despacho aqu inser-
to, por forca do qual sendo a petico apr.+entada
ao cestnbuidor respectivo fura a desiribuico feita
ao escrivo deste juizo Guilherme Augusto de
Athayde que fez passar ; e produzindo os justifi-
cantes suas testemirahas, foram os autos sellados e
subindo a concluso foram julgados pela sentenca
do theor seguinte:
Hei por justificada a ausencia das snpplicadas
Rosa Carneiro da Cunha Miranda e Anna Joaqui-
na de Miranda Brto, e mando que sejam as mes-
mas citadas por edito* de 30 dias na forma reque
rida, pagas as cusas ex-causa. Recife II de ou-
tubro de 1870.Arminio Coriulano Tavares dos
Santos.
Nada mais se observava de dila sentenca aqni
copiada, por forca da qual passou se o presente
ediial eom o praso de 30 dias, pelo iheor do qual
ficam citadas para compareccrem dentro do raen
cionado praso perante e>le juizo Rosa Carneiro da
Cunha Miranda e Anua Joaquina de Miranda Br-
to, afim de assistirem e responderem aos termos
d8 accao de que se trata, e constante da petico
ne.-ie transcripta, sob pena de revelia. e de car
rer a causa seus ulteriores termos. Ero vista do
qae toda e qualquer pessoa prente oa conheeido
das referidas justificadas ausentes poder Ihes-ha
fazer scieeles de todo o contedo do prsenle
ediial.
E para que chegue a noticia a qaem coavier.
passou se ediml, que ser afflxadonos lugares do
co-tume e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 9 das do mez de novembro de
1870.
Ea Guilherme Augusto de Athayde, escrivo o
subscrevi.
Arminio Coriolano Tavares dos Santos.
ilfida as cuitas, rWifc t
de n ivembro a
de Lar B^
E para que chegue ao
maolei passar o presente edita!
nos logares do costosas m
presta.
Disto s panss msu
naraSneo os II
nes Mari.
subrsraai.
Sebasto* c llego Borne de Lacer*.
udlaskjljfss
iveasfl^^Mi -
i Ps sis Sirva,
etePlsr-
Bafr-
DECLARACIB.
~ Pela recebedorla d rendas interaas
se n publico qoe neste met de nveme-
se anda o praso do pagamento, seta malta,
posto pessoal, relativo ao semestre 4o
correte de 1870 71 lindo o qual
coma malta de 6 OH).
Reeebodaria de Peraambnta t da
1870. m
O administrador,
_______ Manoel Carneiro de Soota Lsesria
sansa i
anta Casa de laerl
Recife.
A Illma. jnnta administrativa da
misericordia do Recife, na sala de
pelas 3 horas da tarde do dia 17 de comas, ra-'
cebe propostas p ra o rornecimeoto a> easm sar-
do que honver de consumir o asito m sassssatMa-
do no mez de dezombro vis do uro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia V>
Recife 12 de novembro de 1870.
Osasstvio,
Pedro Rodrigue de Sssjsa.
* SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Sansa casa de
Miser c rdia do Recife manda fazer pobJeee sjaa
ai sala de suas sesadas, no dia 17 de ootaar. to-
las 4 horas da tarde, tem de ser ar
quem mais vantagens offerecer pelo lempo i
a tres annds, as rendas dos predios i
declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDAD*.
Roa larga do Rosario.
Segnndo andar do sobrado n. 24 A....
Rna de Mathias Ferreira (Otinda).
Caa terrea n. 15.................7Th
PATRIMONIO DOS ORFUAOS.
Roa do General Vietoria.
Casa terrea o 13.....'..............
Roa de S. Jorge (eutr"ora Pilar)
Casa terrea n. 108.................
dem dem n. 163..................
dem dem n. 99...................
dem dem n. 96...................
dem idem n. 94...................
Os pretendentes devero apreaeotar ao acta es
orremafacao as snas fiancis, oa eosaasfeesfon
acompandados dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misereorsia s Re-
cife, 18 de outabro de 1870.
O escrivo.
______________Pedro Rodrigue de Sosas.
SANTA CASA DE MISEB1COHDU DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da saeta
misericordia do Recife, na sala de soas
pelas 3 horas da tarde do dia 17 do mi upa, re-
cebe propostas para o fornecimento de pao e bo-
lacha que honver de ser consumido pelo asyto sV
meodicidade no mez de deztrobro vindoero.
Secrtearia da Santa Casa de Misericordia s>
Recite 12 de novembro de i870.
O e-iervJe,
____________Pedro Rodrigues de Somzm.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECVC.
A Illma. junta administrativa di Santa Casa dr
Misericordia do Recife, na sala de saas sessr
pelas 3 horas da tarde do da 17 do correas, re-
cebe propostas para o fornecimanlo de eseres eos
honver de con.-unnr o A-ylo de Meadiciiae a
mez de dezembro prximo.
A saber :
Aletria, killogramma.
Arroz, litro.
Azeite de carrapato, idem.
Azeite doce, idem.
Bacalho, killogramma.
Batatas idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebollas, cento.
Coa liyson, kiilogramma.
Cha preto, dem.
Farello, sacca.
Farinh i de mandioca, litro.
Feijo, idem.
Fumo do Rio, killogramma.
Gaz, lata.
Mantciga ingleza, killogramma.
Manteca franceza, idem.
Peixe fresco, dem.
Rap Meuron, bote.
Sabo, killogramma.
Sal, litro.
Toucinbo, kilogramma.
Velas de carnauba, idem.
Velas de sperroacete, idem,
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinho branco,-idem.
Vinho tinto, idem.
Os eoncorrentes poderao
postas em cartas fechadas e
t
apresentar soas ere-
selladas as quaes de-
vero ter a ordem etabelecida no prsenle _
nuncio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 12 do novembro do 1870.
O escrivo,
_________ Pedro Rodrigues de Simio.
SANTA CASA JS MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illma jnnta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recito, na sala de soas sestees
pelas 3 horas da tardado dia 17 do correle, re-
cebe propo-tas para o fornecimento de asaocar
refinado de I' e 2* sorte para o asylo de sssss-
cidade no mez de dexerebro vinlonm.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia de
Recife, 12 de novembro de 1870.
O escrivo,
____________Pedro Rodrigues do Soasa.
m
l& le

fs
O lllm. Sr. con elbeiro inspector da thesoa-
rara da provincia de Pernambaco manda fazer
geni, sardas etc.,rtrrasmeitiado era seu*iogr urna I publico tju'e, era virtale da ordem do thesoaro na
D. Btiarmna, espesa do lllm. Sr. Joao Ttomincues
Alves' Moreira.
D. Mariiasposado lllm. Sr. Amsncio Godofrodo
Lucas.
R" aria Al'8 de Morae* Pinbero. '
D. Mana Fernandes Regs da Luz.
D. Sevenna Mirla do Carino.
D. Joanos Leopoldina de Mello.
D. Clewa Ausnsta Leite.
n ?.aw?aa8eS"aDi de AteBCar Pereira.
. Marta da Pnha Tavarej Catanbo.
Depois de minha exoneraco dea se no Asylo a
bi-tona de um sino, que nao quero referir, por
que meu im nao aier argmedes a ningaem.
nem dar denuncias. Em virtude dislo o meu suc
cessor concedeu ou maado que ura empregado a
fosse referir ao Sr. desembargador Perelti.
A proponte d'esta historia esse edipregado re-
feri outra, denunciou Ihe certos abasos, qae,
para certificarse d'elles, exigi o Sr. desembarga-
dor que outrn empregado fose sua preaeoca.
sie, segando me const, fez mais minuciosas re
veactes, deixando em amo do Sr. dese.mbargador
Anselmo uma nota escripia dos abusos e desvos
de objectos praticados por um eutro empregado
fois bero i Qlia| fj 0 proeedimenlo que teve o
t>r. desembargador T Eu o direi.
Em vez de averiguar os faetos denunciados ;
em vez de aveaigoar se era exacta ou nio as ac-
oqsacoes; fez a ludo ouvido de raercador, cbamou
o empregado denunciado a seus ulereases, fez
d elle sen instrumento contra mim, e de todas as
Cilumnias e latsidades qae elle me attriboia.ou
manda va que me aitriauwse, fazia-rae capitu^ de
accu.-aco I v ^
Nao ha nisto ora manejo que eu cbamarei io-
decente, para nao quaficar de immoral ?
Pois fot isii.n quo o Sr. desembargador Pe-
relti desempenhoua sua missio de' fiscaiisador do
Asylo ; foi assira que mo'trou o seu zelo nelos in-
teresses do A^yio. O sen zeloe a sua flscTlisacao
furam exereidas por este modo I
Em quanto diseurava dos deveres qae a juslica
e amorahdade Iheimpanoaro, nao perda a ocea-
siao de envergar a sos cimprida casaca nreta. e
ir ao Asylo, cora aquellas zas de inquisidor geral
qae Ihe tem telo reputado de aitero, tutr la-
clara cornpleico, rosada e linda, macia e formo-
sa. Applicada testa ou fontes, dissipa dores de
caneca, previne desmaos e vertigens, dando uma
nova vitalidde refrigeradora ao espirito; empre-
gada como urna lavagea para os dentes e rosto
(jiianlo diluida em aguaje d'uraa aromtica fres.
qudo sem igu 1, assim como'serve de suavjsar e
mitigar a ardencia da pelle depols que se haja fei-
to a barba.
COMMERCIO.
PRAfA DO RECIFE 14 DE NOVEMBRO
DE 1830.
AS 3" 1/2 HORAS DA TABDB.
Cotafes officiaes.
Algodo da Parahyba 1" sorte 646 rs. por kil
posto a bordo a frete de S|8 e 5 0i0
Algodao do Rio Grande do ^orte-deO rs. por kil.
posto a bordo, frete de 8(8 e 8 0tO
Algodo sorte599 rs.por kil.
Uouoalo Jos Affonso,
Presidente.
Mosquita Jnnior.
Ssentario.
conal, a-ha so autorisado a vender apolices da
divida publica de juro de 6 0)0 ao auno pelo
valor nominal das raesmas apolices.
Secretaria da taesoirarla d-s fazeada do Per-
nambaco 11 de novembro de 1870.
Servndo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
ALFANDEGA-
Rendiraento de dia 1 a 12. .
dem do da 14 .
441M20J613
31:847d6flO
472:973 J273
\ovlmento da alfandega.
184
394
Volumes entrados eom fazeodas
t com gneros
Voluraes sahidos com fazendas
< > com generes
Descarregam hoje 15 de outubro.
Lagar inglexiYaurooforferro e carvao.
578
J74
495
-----769
O Dr. Sebaslio do ll-.gj Barros de l^aeerda, juiz
de direilo especial do commercio nesta cidade
do -Recite" capital da provincia de Pernambuco,
por S. M. Imperial a quem Deas guarde, etc.
Faco saber pelo presente que requermeaio do
negociante Euzebio Raphael Rabillo & C, achara
se aborta afallencia de Fonseca & Sanios pelasen-
tenca do theor seguinte:
Vistos estes autos. Tondo sido requer ment
de Euzebio Raphael Rabelio k C, justificada a
cessaco de pagamenio da firtaa >ocial Fonceca &
Santos, e por dita firma a presentada, no dja e ho-
ra da inquerico das leslemushas de folnas I4
16, a declaracao ou petico de folhaa 16 aeompa-
nhada da deraonstraeo de sea activo passivu de
folhas 7 13, hei por declarada abertura de sua
fallencia, dalas dj dia 4 deste mez era.qae, se-
gundo o requeriuv nto de follias 2 e depoimentoe
das testemnnhas, tornoo-so eflecliva a eessaco no
meio curador fiscal aos credores Etnebio Raohael
(tabello & C, que requereram a presente declara-
So, e, para prestarem juramento, sejam eoliuu-
os cora urgencia.
Proceda-se logo dispensada a opposicao de sello,
ao inventario em oujo acto noinearei depositario
interino que servir al que techa lugar a nomea-
gao To effectivo, para o que mundo sejam convo-
cados os credores afim de que corapareco na sala
das audiencias s 11 horas .da maaha do dia 13
do eorrente mez e por editaos publique-se esta
seutenca.
Durante a inquerico compare o Joo Ferreira
dos Santos e Joo de Aqniao Foneeca, para ter
cnmpnm nto o art. 805. do cdigo commercial,
parte final.
Ests aulos deven ser sellados, a Urgencia do
caso deu lagar a serem despachadas sutes de pago
Adminfiscraco
Pernambuco
del890.
Malas pelos vapores Ipojuca e Jrguarik?
Compaahia Prrnambuctua.
A correspondencia jue tem de ser rxpeMda b
(15) pelos vapores cima meneinsade sata
portos do norte at a Granja, e pare o* do si;
Ar?eaj, sera recebda pila maneira srfsssts:
Macos de jornaes, impressos de qualquer
reza, e cartas, a registrar ate as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas av- 3 Ir
pagando porte duplo.
O admininrador,
Affonso do Reo Ranas.
THEATRO
cora m\wx
EMPKEZAGOUIBiU
Variadsimo espectculo
13a RECITA DA ASSJGNATRA.
Tenfa-fcira fS la carreiU
Lojto que a orehestra tenha exeentado a
tura do cosame, dar principio ao esst
Dividida em tres parles.
PRIMEIRA PARTfc
Represenlar-se-ha a hada epereta
Un amour d'ei

no qual tomara parle Mrs. Caros,
Mariette.
SEGUNDA PART.
Subir pefsprieeira ves a
opereta em um" acto'mostea de
Le sriage an Litint*
Na qual tomaa parte Mase, Talase
Brescta e Maretie e Mra. lUrsaad e
Esta opereta sobe i Sesos eses todo
e accesorios fue exigo o sen autor, ni
&*"



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AVotn
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J
anfca^
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________ra-ras*.
ch*e a#orit*>Qr Mr*. Baumaine et BlondeJit
Les Hirurfclles de la Fie
Parsonagens.
PmU pifare............... MUe. Brtseia,
JHeWeOQ tocador dareaeea.. Mme. Valnweca-
Os Mitotes aoham-e a venda o seriptoria 4o
1 huiro.
Principiar as 8 l|i da noale.
m
A7IS0S MARTIMOS.
Para o Porta
PretendCsiblr ato o flm do eorrente mez o bri-
gae portuguez Unido : para caiga e passageiros,
trata-se os o* co|*an*trios Tkomaz de Aquino
Fonseca O, frj raa Vigario n. I._______
1ro'd'Janeiro.
Es. i carga para ese porto o patacho nacional
g/Vapay de i' mareta claaee, tendo j parle da
carga para reoeber : a* pessoas que quizerera car-
regar dirijam se ae eseriptorio de* Jos Mara Pal-
meira, na largo do Corpo Saato n. 4,1* andar, para
tratarem_______________________________
o
Rio-Grande do Sal.
Vai carregar e seguir eom brevidade opacaeho
porlugaez Principio, capito Jos Francisco de
Abren, reeebe om resto de earga a frete, para o
qae trata-se com Amorim trraios & C, roa da
Cruz n. 3.
II
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sal esperado
al o dia 22 do crrenle o vapor
Paran, eooiinaudante J. S. Mo-
raes, o qual depois da demora do
costme seguir para os portos
do norte.
Desde j recebem e pasageires e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, ajjual dever
ser embarcada no da de sua cheg^, encom-
meudas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
jectos de pequeo val ir, o quena) excedan a 2
arrobas de pe*o ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tu I) que pausar desles limites dever ser
embarcado cora carga.
Previne-se ans Srs. pasageiros que ?ua pas-
sagens se rfcebem na agencia, ra da Cruz n.
87, primeiro andar, escriploiio de Antonio Lniz
de Oliveira Ateve lo 4 C.
CMI'ASeA HRAS1LEIRA
DE '
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
ateo da 26 de novembro o vapor
Tucanlins, eommandante Ji Ha-
ra Ferreira Franco, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os port is d j sal.
Desde j recebern-se pasageiros o engaja-sc a
carga que o vapor pod r condurir, a qual deven
er embarcada no dia de suachegada. Encomroen
das e dinheiro a frete ai as 2 horas do dia da nu
sahida.
Nao se recebem como enconunendas -senao ot
jectos de pequeo valor e qne nao excedam a du".
arrobas de peso ou S palmos cbicos do modfi<
Tudo que passar destes limites dever ser emb'ar
cade como carga.
Previne-se as senhores passagsiros que sua
passagens so so recebem na agencia, ra da Ou;
a, 67 jrirueiro n i ir, i Jcriptorie do Antonio Luiz
de Oliveira Azewdo 6 C.
COAIRl.Nl!A l'KIUXAMtUCANA
DE
navegado costeira por vapor.
Macsi, escalas, Penein e Aracaj.
*"7iy vapor Jnguaribe commandante
Gnilherme, seguir para w portos aci-
iflMfilMi mano dia l"i do corrate as o horas
da tanie.
Recebe carga at o h 11, encommendas, passa-
geiros e dioheiro* a frete at as 2 horas da tarde
do dia de sua hida no eseriptorio do Forte do
Matto n. 12.
Para o indicado p>r!o ^egue em poneos dias o
brigue portuguez Realidnde, por ter a maior parte
de seu carrejaren to prompto e para o poueo que
Ihe falta a frete barati : tratase com o consig-
natario J laqmm Jos Goncalves Beltrio, ra do
Commereio n. 17.
Maranho.
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tache nacional Joven Arthur, para o resto do car-
ga que Ibe falta trata se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra da
Cruz n. 57.
Companhia americana e brasilei-
ra de paqnetes vapor.
At o dia la do corrate esperado de New-
York por S. Tbo.-naz e Ptr, o vapor americano
Merrimack, o qaal depois da demora do cos-
tme seguir para os portos do sul.
Para frete* e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forster & G., roa do Commereio n. 8.
urna mobllia de mogno com 12 cadeiras dv#|ar-
nicao, 4 ditas de Bracos, 2 consolos coa p
e 1 jardinera, 1 secretaria de Jacaranda, 1 es-
tante para livros, 4. mesa de amarello par* es-
eriptorio, 1 commoda de amarello, 1 mei* dita,
1 costureira, 1 toueador de Jacaranda, 1 toHIette
de dito, 1 cama de. fsrro para casal, costurei-
ra, 1 aparador, 2 heos guardas-vssiido, i gran-
de guarda-louca, i mobilia de amarello a Luiz
XV com It cadeiras de guarnicio, I 2 de bataneo, 2 consolos, 1 sof i jardneira, i
mesa de jautar, 1 apparelho de loooa veras
para jantar, 1 bidet, 2 lavatorios de ferro, 1 cen-
slos de Jacaranda om pedra, lanternas. esear-
radeiras, garrafas para vinbo, camas de lona,
ditas de ferro, frascos, laboa para engommado,
arras, mesa de costaba, 1 taixo grande de co-
ir e muitos outros objectos
Quinta-feira ^
IV d correte
O agente Marlios far leilo dos movis actaa, CoiiFidamos a todas ajnellas pessoas
no segundo andar do sobrado n. 43 da ra Bs- arangeiras que gostam das artes, oa
treita do Rosario, as 11 horas do dia. ___
O agente Pontaal, competentemente autirisado.
vender em leilo os predios seguinles : 1 e terrea grande (na Capungj) roa das Crionlss n.
28 solo proprio, cira sitio, bastantes arveres fruc-
tferas, 1 dito, sitio, ra das Pernambacanas n.
56, solo foreiro, e tendo o sitio 100 palmos de
frente e 500 a 600 de fundo?, 1 grande cas* ter-
rea com sitio sita estrada da Cruz das Almas n.
2,1 casa terrea com quintal murado, solo proprio,
sito roa do Rio n. 25 (Poco da PanellaJ
Sexta-feira 18 do correte
no armazem da ra do Imperador n. 16, s 11
horas.
AVISOS DIVERSOS.
Arrematado
Vai a praca de venda no dia 17 do correte 1
parte da casa de obr.do n. 2J na ra do Pilar,
avahada na quautia de 816/1666 rs. pertenente.
aos herdeiros de Antonio Rodrigues de Oliveira.
Venda e aviso.
Vende-so a taberna da ra da Boa Hora, em
Olinda, com poucos fundos, propna para quein
quizer principiar, por ser em bom local : a tratar
na ra da Cruz n. 37. Avia-se tambera que quem
se julgar ered-T de Antonio Lopes de Oliveira J-
nior, proprielario di taberna cima, a apresentar
snas c ntas documentadas no praso de tres dias
para entrar no rateio do qus lhe tocar debaixo
da boa combinacao com o maint eredor : na ra
da Cruz n. 37. Recife li de novembro de 1870.
USA OA FOitTIM
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro do Marfo (outr'ora ra d(
Crespo) n. 23 e ca^as do costume.
O abaixo assignado, tendo veoaida nos seut
f' lizes bilhetes um inteiro n. 1702 com 5:000,
dnus quartos n.82 com 200f, e outras sortes de
1003 i0000 da lotera que se acabou de ex-
trahir (169'), convida aos pos-uidores virem re-
eeber na cooformidade do costume, sem descon-
t algum.
Acaam-se a venda ps felizes bilhetes farai.
tidos Ja 2' parte da lotera, a beneficio da ma-
triz da Capunga (170"), que se eitrahir sexia-
feira 18 do correute mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6^000
Heio bilhete 33000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*900 para cima. *
Bilhete int iro 5*i00
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiara.
Ptra a IVjsta
Alugam-se duas casas terreas eom commodos
para familia e sitio com fructeiras, cocheira etc.,
na Varzea, lagar Ambol : a tratar na ra do
Crespo n. 7.
A pessoa que precisar de utna costureira,
que cose ptimamente de alfaiate, assim como vos-
tidos de senhora, dirija-se ra Formosa n. 21,
tratar.
Precisase do urna ama (orra ou escrava que
cozinhe bem e engorme : na ra nova de Santa
Rita n. 57.
Precia-se de urna ama i
com perfeicao : na ra do Bar
2o andar.
iue lave e engoinme
lo da Victoria n. 61,
Aos Srs. Henriq ue Leu-
den & C.
Em resposta ao sea annuncio publicado no Dia-
rio de hoje. tenbo a dizer-lhes que se enganam,
quanda declarara ao publico que no dia 10 de se
tembro do corrente anno ajustaram suas congas
comigo ; pois que tal nao succedeu, visto que ?
hontem foi que e procedeu a peohora em bens
dos mesmos senhores para pagamento dos meus
honorarios, como seu advogado qne fui, o que
consta do cartorio do Sr. eservo Mnta : decla-
rando- Ihes, que don gracas Dos, por ter eu me
despedido no dia 12 de selembro do corrente anno
do patrocinio de 6uas causas.
Recife 12 de novembro de 1870.
Francisco Augusto da Costa.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
I'E
Navegando costeirapor vapor
Aracaty em dilo ra.
i O vapor Mandak, com-
jA^^a. mndame Julio, seguir para
o port cima no da 18 de no-
vrmbro as 4 horas da Urde.
R.'ct be earga at o dia 17,
encommendas, pasgageiras e
dinheiro a frete at as 2 horas da tarde da sa-
hida : no eseriptorio do Forte do Mattos n. 12.
N. B.Previnese aos Srs. earregadores que a
presente viagera. almdoser o frete da earga con-
sideradamente reduzida, tem alem disto a grande
vantagem de ser a mesma carga descarregada na
cidade, e prancha.
%*-
Precisa-se de urna ama que lave e engomme,
paga-8? bem : na roa de Hortas n. 1.________
OfTerece-se urna mulher de boa conducta e
meia idade para fazer companhia a ama familia e
lambem servieps : quem prensar dirija-se ra
Direita n. 81.
Fotographia imperial.
C3ALERIA MI WWTITBA
w
& JBmrtw* Fiilatia
Desde o dia 7 d*aJvtf passade *k:*B iberia.o
lew estabaiaiiaenp pAotogra^hico ario a roa do
*ug n. 18. eMjuina k palio O** que daade entio, tea lahida e> npsss offlcmi
(HO geralmajita agrdado, sendo cbidos por
tguns com admiraclo pe> extrtoMinan i pro-
zresso que litimaaneats tora lido a phot graphia,
s por oalrositom aiegrii, por vereo) a provincia
lotada com u estabilaoimeiito digno d ella, ft-tn-
sontesuvelmente o prmiro qe nesse genero
iMipossue : ttmbam nio nos pouparaos em coQsa
IfQm P^ra monta-lo ao p em que se aeha, es-
piWprt que o publico de Pernambuao laMra
ipreolir nossos esforopie recompensar ;riflci"
aecessidde de" trabamos de photographia a vls-
tarem o nosso esubeleclmento, que estar sempre
iberio e i sua dispoaicio todos os dias desde as 7
horas d* ma at se da trde.-
Para os trabalhos de j hotographia possuimos di-
versas machinas dos-melhores autores francezes:
-nglezes e allmemes, cc>mo seiam : Lerebonrs el
Secretan, Hermagis, Thomaz Ross, Voigllander el
sonh' e Wulf. ltimamente recebemos tres novaf
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversal e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas a
igualmente soladas, de sorle qae no caso de
jrande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartees de visita, e assim era menas de
jm quarto de hora despacharmos 8 difireme?
pessoas qae pecam cada urna, umaduzia de cartSes
mais ou menos, com os seus retratos sement, oo
jm grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direcec
i feitara dos trabalhos de photographia de-
zando pericia e talentos do distincto pintor
tllemao, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
aastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tem-se
lesvellado na execucao de seus trabalhos.
No nossoestabefeciraer.toacham-se exposlos oa
tros trabalhos importanti 3 do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
leo, qnadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
:amnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Assegnramos qae os preces dos diversos tra-
oalhos da nossa casa sao mui rasoa-veis.
;aiitoes de visita nao coloridos A lOfJOO a
DU7.IA
OARTES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A i 6(5000 A DU7.IA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
:aixilhado em moldura dourada e regalando o
trasto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
Julgamos que bastarao os preQs cima para
isrmos idea da baratesa dos trabalhos do nosse
stableeimento, quanto sua perfeicao cada um
/enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
josso estabelecimento sao das 8 horas da nianha
I da tari*; entretanto de urna hora s 5 da tarde
jm casos especiaes pde-se lambem retratar qual-
juer pessoa.
N b dias de chuva, ou por tompo sombro po-
iemos retratar, e asseguramos que esses dias sa.
is mais favoraveis aos trabalhos de phutographia
oela do.jr.ra^ persistencia da luz, e pi r termos (
iosso terrag cor.strui lo com taes proporcSes e
Tielhoramentns, que nmda chovendo ,orros ne-
ahum inconveniente ba para fazer-se bellos re-
ratos.
J. F rreira Villela
Os abaixo assigoados, propnetarios da fabri-
ca de cerveja sita ra do General Victorino, fa'
zem idate ao publico que dfsde o dia 10 de se-
lemDro do crrame sano deix'a do ser advogadn
da easa o Sr. Dr. Francisco Augusto da Costa, c m
o qual ajustaram suas contas, e despeosanm dos
seus seryieos. Recife 11 de novembro de 1870.
L. Leiden & C.
O abaixo assignalo, arrematante do impo>to
de 200|0 do consumo de aguard-rnte do municipio
de Olinda, pelo lempo le tres annos, a contar do
Io de jnlho de 1869 a 1972, faz qualquer negocio
a repeito do mesmo imposto, havendo por cobrar
quinze mezes j vencidos : quem pretender diri-
ja-se ao engenko Catabusfa do Cabo, ou nssta
praca ra do Apolla n 53, que achara com
quem tratar.
Manoel Barbosa da Silva.
Criado.
No caes do Apollo n. 69 precisa-se de tm cria
do para servico d casa e algum mandado, nao
tendo mais de 14 anu>s, onga->ebom preco.
DE
SANTA CECILIA DO LIVRAMENTO.
Por oraem da mesa convido a todos os irmaos
professores para o dia 15 do corrente, as 10 horas
da madba, se reunirem, aflm de proceder-se a
eleigao da nova mesa que tero de reger esta ir-
mandade no anno de 1870 a 1871.
O jec reta ro,
Manosl Teophilo de Palxao.
Rsa^Mlbnitt Brislof.
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASI^S GRANDES
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGUEI
3ta excellente e admira\'el "medicina, e
preparada d'uma marteira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'ugia instruccSo profunda, tendo tido mui-
tos nnos de experiencia ao par d'uma Ion-
g t laboriosa pratica.
A sua composicao no cojisiste d'um simt
pie extracto d'um so artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
les, nenas, cascas, e follias, possuindo to-
das ellas, sua virtnde especial ou poder
em eurar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue on nos mimores;
e estes differentes extractos vegtaes, acham-
se por urna tal forma combiiados ponto
de conservarem ero tola a sua forca, o cu-
rativx especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparado, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composic5o da ttalsa-
parrilha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
q3o encerra em si cousa algumg, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitps, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao aceondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIKA DE BRISTOL
era frascos grandes, 3 assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem ayancado por aquelles
que acondicionam sua preparagao em gar-
rafas pequeas. Cada um dos fiascos da
nossa Salsapari'iha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porcao
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais for?a e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa acliar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tento mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmurem e gritcm contra os nossos fras-
cos grandes proclamando, que a nossa Sial-
sapai'i'lllia de Brstfol nao possue a
menor virtude; porm quao effectivamen-
teso elles postos enuileneio, quando indi-
sainos, ou simplesraen'e referimo-nos para
com essas centenares de certidoes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da soejedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARHILIIA DE BRISTOL.
A vantagem 4e termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, liervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo na
minuciosa escolha; e a que assegura e ga-
rante uniformidade de-'cxcellencia.
Em quanto que, por outro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afira de alcanfarmos o melhor
e nicamente o melhor4q cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
Co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paize,s, que na
alsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais eflicaz e seguro; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
^luga-se
urna casa em Olinda, ra da Poeira, com 2 quar-
to, 2 salas, enzinha, um pequeo qaiotal, por
traz do Varadouro : a tratar na ra das Cruzes
numero 25.
CRIADO
Preeija-se de um
Rosario n. 28
criado: na ra estreita do
Escrfulas,
Cljagas antigs,
Ulceras,
Peridas Ulcerosas,
Q MiRAVILBOSO REMEDIO
Chas, de Grath
KING OF PAIN
0 RE DA DOR
Para o uso interno e externo.
Cholera e cholera-morbus, diarrha,
floxo de sangue, em um dia.
Dor de cabeca e dores de ouvido,
em tres minutos.
Dr de denles, em um rcinrjto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocacfes, em vate minutos.
Gargantas incitadas, em dez mitra-
CURA:
tos.
Clica e convulsSes, em cinco minu-
Rheumatisoio em um dia.
Febre o febre itennkienl*, tm uadh
Ddr as estas e no* lapf, tm n
minutos.
Tosses perigosas e refriados, ea wm
dia.
Pleuresa, em vm dia.
Surdez e asthma.
Hemorrhoidas e bronchile.
Inflammaco nos rie.
Dyspepsia e erysipeias.
Molestia de figado.
Halpita^ao de coragao.
Resi-rvt sempre este remedio na sua familia.
AS DOENCAS SE APRESENTAM QUANDO MiNOS SE ESPCTAB.
Oleo eletricoO King of Pain(o re da dr) aquieta e positivamente diaapa auat
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos eprodoz on mais ptrfeo
equilibrio nosystema humano, o que nio se pode effecluar no mesmo lempo, com qtml-
qoer outro remedio medicinal.
Este muito popular remed o esl agora usando se geralraente, pela razio que si-
lbares de pessoas se tem carado gratis com o dito remedio pelo Dr. de Gralb e ootrot
stera.
Este importante remedio nao se offerec para curar todas as doencas, fmm lio
somonte para aquellas estipuladas das nossas direcces.
Esl operando nos principios da chimica e da electricidade, e por isso est app-
cavel para o cu-amento e para a reslanracio da acgo natural dos igaos que sof
irregular circnlac5o dos fluxos des princpaes neros. O oleo elelncoo Kiog
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as iochac&es das _
etc. em um lempo incrivel, breve, sem perigo do sea uso debaixo de qualqoe
tancia. >
O remedio, urna medicina para o uso externo e interno, c^mposto dos si
curativos, raizes, hervas e cascas, taes como se tem usado dos nossos inlepassados,
as quaes tem grandes existencias no' mrndo, para curar todas as molestias, sabendo-se
quas ellas sio.
Foi um gramle e especial d^sejo da fai*nldade de medicina duraste mnitos anno.*
de experiencia para aprender os melhores .modos que se deviam adoptar para corar at
seguintes doencas, e que proporcoes de medicina se dovia usar.
nico deposito em P rnambu
NA PUARMACIA E DROGARA
' DE
Bartholomeu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
Tinha.
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e SezSes
Biliosas,

Vil
RANDE
!@y
DE
w____
ETIMENTO
S DaS i mMDQERNfiS
RA DA IMPERATZ N. 14 UU.
**
CASACAUVIMa-Je&
nriil -X'''-**
Pharmot-T-ntlio
8 e
Hbfistopfl, R5. I'ARI.
Boulevard
NOVAS ESPECIALIDADES A. rV?AR?H!ER
ApresoaUdas a Academia de Sciencus e ao Va'Ul ir KraQ.
I M I L? P P A A Soba forma de Pastilla, dtve-tid c << m*$tm *
ISiwCRU r.inmi-nto ama solufi.ao TTSTOBTITA E CJ2'7rf ib*
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
IKIR-PlimO
do volumc de um iiv> :'o; aerriatW
de Fiiiltro r Sl*i>g s.-nioa
OraTea inoonvcnionteR da .
Com a lorma. ( do v kue itf im fni^trnt i
i i .
ESTOOS
Contra as affeccoi ('as palipi>ras. p*e| : da hA I
a forma.
BfiTHGLlHd C
D.p-si!arios fen\ para n IU8AfU. -VGmUtiAMs
3, ra l.^.i lin l:<>...!iio.' .....*A.\LkiCCQ.
Rio-Grande do Sul.
Serse eom brevMade pira o porto cima o bri-
C nacional Amelia : para o resto da carra que
falta, trata te com o consignatario Antonio
L. de 0. Aieredo & C, ra da Crur n. 57, prt
meiro andar.
LEILOES.
LEILO
liHHAS
Em conllnuaqo.
HOJE
, M o arrele
J. Carrera continuara hiije o sea leilo de ratea-
da feaMana, su*>a* e aeinia, por iaowwtwlo
do aajpote Piolo, em tea traatea *> lar*> P-
locriabo n, 7. "^
tm lio ono
Ba do Ba;,ao da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. ) .
Bilhete garantidos da pro-
Tnela.
Esta feliz easa acaba de vender entre os sea
muito felizes bilhetes a sorte de 900< em ra
meio de n. 538, a sorte de 4004 em bilhete intei-
ro de n. 1158, outra de 1004 lambem em bilhete
inteiro n. 1701 e um meio cora 100/ de o. 1577,
alem de outros premios menores : podendo os
eus possaidores virera receber, qae prompta-
mente serio pagos.
O abaixo assignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem oo sea estabelecimento comprar
os Celues bilhetes garantidos, que- nao deixario de
tirar analiaer premio como prora pelos mesmos
annaneiosv
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
rantidus em beneficio da aova groja da Capunga
qae ser extrabida sexta-tora 18 do corrente mez.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Meio 34000
Quirto 14500
De 1004000 para croa.
Inteiro 54W0
Mete 34700.
Quarto 14350
Joo Joaquira da Costa Leite.
Na ra da Praia n. 60 precisase de urna
mulher para.cozinhar em casa de pouca familia,
pwfere se eacrava. ______
-amftr a Precisa-se de ama ama. ra da
A.JfE/mSoledade n.51
Precisase alugar um moleqa*> de 10 a 12
annos para enmuras de urna easa de pouca fami-
lia : a tratar na ra do Mrquez de Olinda n. 29,
S' andar.
AMV
Preoiso-se de urna ama para eozinhir : na roa
do Mrquez de Olinda (anti?a da Cadeia) n. 22
CAIXE1H.
Precisa-se de a u pequeo para caixeiro
pratiea de Uberna : na ra de S. Jos n. i.
com
i al*e ro de parataela
Precisa se de um caixeiro que entenda de phar-
macia : na botica da na do Cabug n. 11.
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupces,
Herpes,
Salsagem ,
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
nydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pllulas
refetae aasucaradas de Bristol.
lomadas em doses moderadas em conneo,
q5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidade de materias morbficas e hu-
mores viciadqs que se desprndelo, e livre-
mente circulam espalhados pelo systema.
isio causado pelo uso da Salsaparrilha; e
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operarles fanecionaes,
Acha-se a venda nos ostabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo 4C..P. Maorer
:
Aluga-se
-~
Ferda.
AMA.
Precisa-st aiogar una ama forra ou captiva
para cata de familia, ua se boa ordenado : o
roa da Concordia 29. oo oa ra da Cruz na*
mero 60.
Perdeo-se da ra do Hospicio Bemfica no
pequea trancelim de oaro cora ama flga de coral
e nma cruzinha de oaro i qaem achar taes ob
jectos, querello restitui-loa o poder fazer na roa
do Hospicio u. 51, que se gratificar se for pessoa
qae o exija.
Mbltquc
Precisa-se para criado de um moleque de 14 a
15 annos, fiel e diligente : a tratar oa ra Nova
n. 19. f andar;__________________________
Precisase alugar urna casa terrea no bairro
da Bna-Vista, nao excelendo o sea aluguel de
204 mensaes : a tratar na ra do Rangel ff. 9.
um sobrado de um andar e sotio na roa Velha n.
92, que faz esquina para o pateo da Santa Cruz
com 3 quartos e despensa, e no sotlcrtcm 4 qoar
tos, e com janellas no andar e no sota para o
nascente, quintal e cacimba qaei o pretender
dirija-se a ra de S. Borja, outr'ora do sebo nu-H
mero 20. __,
AVISO
Aracaty
Segu neste poaco da para 0 indieado porto
o Mate Sobralenu alada receba alanamufi a
lom 3 Leitlo br -
Madre de Otos n
traur eom S Leitlo Iraoa, i i roa da
l. 1.
Pedo se a serlo canit.. arrotador de cont de
rei, qtw mande liquidar suas cmtas do contra-
rio botarel o seu nome por extenso : no Forte do
Mattos n. 13, armazem.____
Wt
VERDADEIRAS
PILULhSoeBLrNCaRD
OM IOOURETO 00 FCRRO INALTtRAVIL
'APPROVADAS PBLA ACADBMU DE MEDICINA DE PARS, ETC. ^
Posaundo as propriedade do IM t do farro, convera espertalmente A^IUJI
BcnoTOtosA, a fsica do pr^pte.a fr*qwi* .WJ^^^J^SL*
Faita r* con, amenokrhba,aw qu precisanracrB ^l^"*J*JZn
lhe a itra riraeza e ahundewa normaes, ou para provocar wgnlar o aea
N. i. O iodareio d. ferro taym M altjrado 4 wdkmnm U Ni,
irritante. Como prov. de pata i*.MkaMidadi**"***
MM ae 1ara, 6*n atiflr aw aea aa araaa^rea
om -r., aqai Vodaaida. q-. h. n^par Ufenor
ratala verda. Dava-M dakonflar das falsincacoea.
m tm taiaa aa gaajli ilrir fcanwoiaWa, na >y*i_j*
asan
wS
i}
Escrava.
Precisase de ama para cosinhare lavar
roa de Hortas n. 30, sobrad". ^___
na
Escrava.
ADOPTADO
Preeija-e de ama eaerava par* ama pequen
familia para o servan letamo e que uiba engom
mar : para traur u praca 4o Conde d'Ba -
1* andar.
n.30,
NOS HSPITAS Dt PAR!2 NA'
NOS HIDSPITAES MILITARES
FRANGE MRIN
. O iiroblema Waatvid po M'WMiT com
t papel foi c a todas as s ne_
e OMB fccilidadc melTpilo decisivo com a menor qnanti*
da edkanientos. (A Beuchardnt u\**nairt 4e M^ywfy' l9aw
Kiillr a.a*sHrMlara o ladn. por ..ka ttMtmmm,
PARS, Rut Vm'Um-T*mpl4, *
*a i ^ly
i


de Pernai
d Novembro
*


O salao de pianos e de
msicas
asudoa-M da ra Nora n. 58, i* andar, para a
ruada
Imperalriz n. 12, loj,
ende contina recommendando-se ao.lllm. pu-
blico.
___________________G. Werthelmer._________
IKHIW MUUIII
II
LWIRISSAME COMPOSICO LITTBRIRIi.
CONTENDO :
A Doite do xtasis.
O sorriso.
A doU do as sombro.
A lagrima
A nonte do delirio.
O mysterio.
Coni urna carta crtica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 5*000,
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
i volume brochado 2*000
NA
- LIVRARIA FRANCEZA
FINA
Roga-*e*o lllm.Sr. Ign a deMello, es-
crino iu dade de deeta provincia, o
favor da'vir a roa d a concluir
aqoeJle negocio que ten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fina
de deaembro prximo paseado, i ama para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e nata curoprio,
e por este tiotivo de novo ebamado para dito
flm ; pois V. 8. se'deve lembrar que este negocio
e de mais de oito annos, .e qoanao o senhor Mn
fllho se achata no estndo nesta cidade.
Joaquina Francisco do Espirito Santo,
concordataria, da massa fa'liida de Maia A
Espirito Santo, pede aos seus credores o favor
de virara qjj mandarem receber os pagamen-
tos da i prestacio de sua concordata ; de-
vendo, para esse fim, dirigirem-se ruado
Imperador n. 41.
A luga se
orna casa terrea, sita na Capunga, cora sotao, co
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
^o Vigario nv3l. ______________________
Joaquim Jos Gon ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, r andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
limbo, em Braga, e sobre os segnintes lugares ere
Portugal:
Lisboa.
Porto.
Valenea.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
reos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameiicao.
Lamcgo.
Lao*.
Cavilla.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
AU
DYVETOT
I4-Rna Estrcita do ..osario-H
Compra e vende roupa feita
nova e ^ el ha, objectos de
eosinha e de mesa, e
lado que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Na [iraca da Independencia n. 33 se da di
ahe'ro sobre penhores de ouro, prata e pedra
ireciosas, sya qual for a quantia ; e na mesms
; i; -e coinora e vende objectos, do ouro e prata
e igualmente se faz toda e qualquer obra de en
comineada, e todo e qualquer concert tendenl
mesma arte
Cosinheiro.
Precisase de nra cozinheiro, dando fiador : na
ra do Grano n. 9, livraria franceza.
O Dr. Kiog mudou sua residencia e consulto-
rio medico cirurgico para a ra da Aurora n. 52,
i* andar, mJe d consultas das 7 as 9 horas da
manhaa e das 3 as 5 horas da tarde nos dias uteis;
aos chamados devem ser por escriplo e acudir a
qualquer hora do dia ou da noute.
AVISO
Koga-se aos senberes abaixo mencionados o ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda ra
do Baro da Victcria, a negocio que Ihes diz res-
peito :
Juao Valenlim Vilella Jnior.
tiiiilherme Dias dos Santos.
Jobo Jos dos SanDsLirna.
Jos Magalhaes cora fabrica de velas.
Jos Mara Fernandes, morador na villa do
Cabe.
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHISO
Dirigido pele Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
8 consultar por escripto, no que serio sa-
lisfeitos com promptidao.
Presta-se tambem a chamados para o
tA interior, a prego modieo.
Consultas, no consultorio das 10 horas
I ao meio dia.
S Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do BarJo da Victoria43
(Antiga roa Nova).
d. w. muan
ENGEKHEIRO
Com fundiqSo.
A RA DO BRUM N. 52.
Passando o chafarte
Machinas vapor sysienw memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de cansa.
Taizas de ferro balido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va*
por e animaes.
E oQtros objectos proprios d'agricltura.
Tudo por prego omito rednzido.______
PADARIA
UNIVERSAL
O abaixo assignado faz sciente^ao respei-
ta ve I publico desta cidade e seus suburbios,
que acaba de estabelecer urna padaria in-
titulada Universal, ra das Tamarineiras
ns. 3 e 5, no lugar denominada Jaqoeira.
Tendo envidado todos os meios possiveis
para collocar este estabelecimento as con-
dicoes de poder uasazer a necessidade
que havia de um estabelecimento desta es-
pecie nos arrabaldes desta cidade, o abai-
xo assignado espera a valiosa proteceo de
todos os seus moradores.
Promette o abaixo assignado que s em-
prega na confecgo dos artigos que se pro-
pe a fabricar no dito estabelecimento as fa-
rinhas das melhores quaiidades, sendo tudo
feito pelos systemas francez, inglez, portu-
gusz e allemao, para o que j tem contratado]
trabalbadores eslrangeiros, conbecedores
desses systemas.
Para maior commodidade dos moradores
desta cidade o dos seus suburbios, o dito
estabelecimento ter diversos depsitos para
os artigos do seu fabrico em differentes
pontos da mesma cidade e dos seus arre-
dores, os qoaes sero publicados em pr-
ximo tempo pelas circulares particulares di-
rigidas aos moradores dos arrabaldes.
FREGUEZIA DO RECIFE.
Ra da Cruz n. 13, confeitaria do Sr.
Miguel Ferreira Pinlo.
Em frente a rna do Vigario, armazem u 2,
denominado Novo Mundo
FRECUEZIA DE SANTD ANTONIO.
- Ra do Imperador n. 26, confeitaria dos
Srs. Rodrigues &. C.
Oude se encontrar pao, desde o mdico
preco de 20 at 200 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos,
tanto na cidade como nos arrabaldes, rece-
bem-se encommendas de bandejas para, ca-
samento, partida ou para qualquer outro
flm. as quaes devera) ser dirigidas em car-
ta fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas en-
commendas, as quaes serSo entregues no
lugar da residencia dos freguezes.
, Gustavo Adolpho Wurffoain,
iD

Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de. poder servir vantajosamente os sens freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
jmoRjEira hitarte c.
unuel" iT """
Tem a satis.'aco de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, b< je ra do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretenderles, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, quaiidades e por pro-
cos mas commodos do que comporla o aosso mercado: coDvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas> pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
macoes as lazendas que a demora da fabricacao bem diminuta,
HA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
CHAPOSDE SOL
DA
Ba do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carme.
(Antiga Ra Nova")
Ha sempre um grande sortimento de'cbapos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par-
do e de algodo os todos os tamanbos e eitios, alm da immesa porgo de seda, merino, algodo e brim,
armacoes de todas as quaiidades para satis/azer qualquer eocommenda. A modicidade de seus precos to conhecida
que escusa de mencionar.
41 m M BAR 10 D4 VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglesas, allemlas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
quaiidades, brins de
cores e brancos, colei-
rithos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos. RA
Baro da Victoria
DE
ARRUDA IRMAOS.
antiga ra
Boa oceasio.
Um moco brasileiro de 30 annos de idade
que falla e escrave a liugua ingleza, com
todas as habilitaces para caixeiro despa-
chante, do embarques ou outro qualquer
trabalho; precisa de um emprego. Para
informaces dirija-se a roa da Cruz n. 51.
das 9 da maoha as 3 da tarde.
Jeo Nogaeira Rabello, commercianle na ci-
dade do Ico, qne ha maitos annos tompra nesta
praca, jalga nada dever aqni ou fon, se, porm,
alguem 9e jalgar sea credor, entender-se-ha com
os seus correspondentes no Recife, os Srs. Gomes
de Mallos Irmaos, dentro de oito dias.
Escravo para alagar
Precisa-se alagar um escravo para servieo : na
padaria da ra Direila n. 11.
Precisa-se de ama ama qne engomnje, cori-
nhe e compre para casa de pouea familia : na ra
da Aurora n. 40 se dir quem precisa.
N OVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officiua de alfaiate, montada com
todos os preparos que ba de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptid5o e perfeicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanhospara homens
meninos.
Por todos os^paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Baro la>ictoria
antiga rna
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontualidade as encom-
mendas, finalmente em ludo afim de melbor servir os seus numerosos freguezes' deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
nao se torear massnte?
Aluga sea casa terrean. 21 da ra do .Hos-
picio : a tratar na mesma ra o. 23..
Ama
Na riu do Mrquez de Olinda (outr'ora Cadeia)
50, precis-se de urna ama para coni.har.
ilIlllllli
CONOERTAM SE MACHINAS DE COS-
TURA.
Na rna Direila n. 6i.
Ama de ieit ^
Precisa-se de ama ama de lelle: na rna do
Baagel n. 73, 2'a ndar._______________
AMAS.
Em S. Jos do Manguinho, casa n. f, ainda se
precisa de urna boa engommadeira, e urna criada
para strvk^o de cata e algum ensabondo,-paija-se
bem.
Reverendo padre Jos Ber-
nardino de Paiva
Recompensa se eom geneDRidade a quem der
noticia em que parte desta cidade on mato reside
o reverendo padre portugnez Jof Rernardino de
PaiTa : a possoa que delle qneira- dar noticia, ao-
ouneie para per procurado.
Aloga-se ou se dar ocifldade padaria al-
len>aa em Santo Amaro, a qual e>4i bem mouda
e alregnezada, teodo encanamento de agna e gaz,
e bastante commodo. as condicSes sao favoraveis:
irata-se no mesmo lagar ou Ba roa da Guia nu-
mero 86.
Irm ndade
m das almas da matriz do Corpo Santo.
AMorisado pelo nosso irmio Juiz convido a todo*
os noios irmaos comparecerem no consistorio
da rmnndatle na quinta-feira (7 o correle mez,
lioras da tarde, afim de em mesa g tar-se do negocio de interesse da irmandade.
O escrivo,
_______________Manoel Jos dos Santos.
fiAZ OZlAZ
_ CfcefOB ao anfigo di psito da Henry Poratar
roa do Imperador, um carregawento de gal
iPnmeira qualHade; o qnal se vende em parUda
vur nana.
Precisa-se de ama ama que cosinhe bem, torra
on escrava, para cata de poaca familia : tratar
na na Nova n. SO, 1* andar.
Companhia Phenix
Pernambucana
23A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberon que os premios de seguros por ella
realisados quer maritiraos qner terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Triniade.
F.F. BorSeaT
Luiz A-tSequeira.
mmmmmsmmmmm
Precisa se de urna ama forra on captiva que
saiba cosinbar bem o diario de ama casa : tra-
tar na rna do Duque de Caxias, loja n. 1.
Precisa-se
Mugar um preto para o servieo de nma casa
de familia : na rna do Queimado n. 6. _______
Preeisa-se de. urna escrava qne cozinbe e
engomme para pouca familia, e um moleqne de
12 a 14 annos: na roa da Imperatriz n. 86, 2*
andar.

Priado.
Preea.e de um eaado de 15 a 16 annos, forro
oa escravo : a iratar na ra Nova n. 80, andar,
Aluga-se o sitio junto do Sr. Dr. Alcoforado-
no Caldeireir.0, pelo lempo de festa, tende fructei:
ra^ baixa com capim, c banho no fundo do sifio
qaem o pretender dirjase ao pateo do Colleeio'
no esenptorio do Sr. Dr. Ponseca, on no mesmo
sitio. f
AMA
Precisa-se de uia amia que saiba bem eozinhar
e paga-s.j bem a i rna do neimado.
niiudezAs da Boa-Fama n. 35,
Na (ravessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nklro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a quan-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
*** a BaH
Sobrado para alugar
O i-o 2 andar e solio n. 6 da ra do Duqne
de Canas : a tratar no Coraran de Onro.
AMA
Prcisa-e de>'ani i'm qne saina cozinhw : na
ra do Codorniz o- H.
' RIJA DA CRUZ 1
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m5o. .
Venezlanas para janellas.
Machinas de descarocar algodo.
Machinado cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para doos cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Bataneas, prencas, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofre,'[salilre limalha de
ferro e muitos outros artigos.
WIOlITRTCAO
GILYNDMS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poucos dia3 completo sortimento dos melhores e mais
conhcidos cylindros americanos para padarias, roga-se s pessoas que d'elles precisa-
ren! de virem vel-os ao grande deposito do
BASTOS
OUT^OEA BA DA CADEIA
Compj
segaros man ti dios ei
na Babia em 15 d#j
m i87.
CAPITAL..ai
Toma aegor* da aitrcal
marilimo em Mvioa d*
tro e fra o lmvrW. AU
mercio n 17, escriplori
calTti B^ltrio._________
Acaba de sahir lm

Yeade-M
A
Livraria franceza.
A
ou
WMMMN
DE
NOSSO SENHOR JESS
MAP.1A SANTISSOU
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senbor Bom Jeu$ 4
OfJQcio do Senhor dos Pasaos.
Novena do Menino Dens.
Novena de N. Senbora da Coaceieia.'
Setenario das Dores de Hara.
Offlcio das SetelDores de Mara Saaaima.
Novena de N. Senbora do Cansw.
Offlcio de N. Senbora do Caa*.
Novena de N. Senbora da Penha.
Cnticos de N. Senbora da Peitka.1
Novena do B. S. Joio BaptislsJJ ~
Novena da Senbora SaofAnna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadenado.
2g000.________
Agencia em Pernambueo
Do Dr. Ayer
Pttoral de Cereja
Cura a phiysiea e lo4aa as aiolnriM 4 *,
HaiM parrllka
Cora ulceras e cbagas antifas, iaapiffeas t dar-
xos.
Tale*
Conserva e limpa os cabellos.
Plala* enthnriem
Puramente vegetaes sem mercar ; can $
sdes, purgao e puriBcam lodo o systesM
Vende-sefefltctivamenle ea can de i
Johnslon & C rna da Seozsila Nova a. 41
Em casa de THEODOUO CHB13T
ANSEN, rna da Crox n. 18,
iflectivamente todas aa qualidadea
flordeacx. Boureoene do Rhno.
.
I
Precisa-se de ama ama forra 00 captiva pon o
servieo interno e externo de ama easa de acuca
familia : na rna Wlha n. 66.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS RBAilOS
RECIFE A OjLIMjDA.
Por ordem da director *5o ccavidaao*
os Srs. accionistas para, no praio l n
dias contados do da 11 ao da 21 do car-
rente, recolherem a 2a prestagSo de so-s
aegoes, na razio de 10%. do capital a
i1 emisso. Para este fia sera encontrado
o Sr. tbesoureiro no escriplorio da coapa-
nhia das 11 horas da manhia j 2 horas ia
tarde, de todos os dias alis.
Escriplorio da compaa a, 8 de oovt
bro de 1870.
Joo Joaquim Altes,
Io secretario.
E' esperado pruximamroie o*su m
do da Babia o distinelo ocnlbla Dr Jos I
de Magalhaes, qne pretende dej>c>rar-to
tempo entre nos. Sao muito notavsis aa i
qne es le oeolista eom grande snecesso ka ora*
ticado naqaellt provincia.
Companhia de seguros uariliiMs
utilidade pibca.
A dirercao de conormidade e a m aaaa)t
art. 41, convida aos senhores acciosstas a rei
rem-se lerca-feira 15 do correle nes, ao k>
dia, em seu escriptona rna do ilanjaex de (>ta-
da n. 42, I* andar.
Recife 12 de novembro de 1870.
Oa onecieres
Feliciano Jos Goaes.
Tborcaz Fenuans a Cusriu.
BRAZ1LIAN STREET .
Railway Com pan j (Limited)
E-ta companbia vender d'aqoi por aaate
nos domingos e dias santos aa estacjto ao
Recife bilhetes especiaes, qoe servirlo so-
mente no dia da venda, por 11000 cada a a,
os quaes dSo direito a passageaa de a e
volta em qualquer trem do Recua aa Cat-
deireiro, Monteiro e Apipocos.
Escriplorio da companbia 9 de aov
de 1870.
frJtYa Rawbmm.
Gereat.
i.
I
Precisa-se de nma ptssoa de
telligeote e activa, que leona eoaber
tica de drogara : a traur ai roa do
AOS KXXMOOO
Bati veada os felices bul
Babia, na casa feliz do arco Aa
ourives no Rede.
i*
ojeas
AVISO
Na rna do Vigario n.
seguntes senbora:
Cbristovao Gnilherme BrekeofeW.
Jof Martins Gaimares.
lt, preaMM taav aw
ALGA-
^aK
O primelro andar do sobrado
Marcilio Das (onlr'ora Direila
gabinete na salla da frenie, i
Huario para-osera vos, qoll e cacsnaal
o pretender dirija-se a rravcaa da Madre eV
Den n. 15, e para baver a chave sftha se a ven-
da dos Srs. Lopes k Soea, aa aooaa raa. a
iigua potavel pnra <
0 pfeto Feliciano eMarrft-se d
riamenla agna em balda (eanr
Olinda, median
o CdsjajafJ



r#

AO ARMAZEM
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francexe?, dos artigos abaixo menciona-
dos, a presos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAff%
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e procos mais baratas do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melbores fabricas e escolhidas.
Botas e pernelras rnsslanas.
Botas e peraeiras para mamaria, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro. _
Manatos de borrada para hosaens e senhoras
Tendo chegado grande porco de sapatos de borracha vende-se pelo costo, aflu gde
desempatar o diobeiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa quahdade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differenles modelos, de muito boas qualidades e fortes, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de pete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franeezes e por-
tugnezes para horneas, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, olees, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triflce, de toilette, sabaneas, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
A
Perca feira 15 de Novembro de 1870
CAO
Jos Joaqun da Coala Maia, tem venda, q sea a ttmem, sito no l""go do
Peloarinho o. 3, os objsctos segointes, e que vende por presos mais commodos do
que em ootra qualquer parte :
Oleo de jinbac^.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa eso peca.
Vinho Bordeanx em calas.
Feltro em peca para forrar embarcacoes.
Encerados. \
Telhas de ferro galvanisado, de diiierentes tamanhns, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcic5s.
Pregos galvanisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmore.
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilhos de marmore de differentes cores e tamanhos.
Ditos de pedra de Ansam. pretos e_brancos.
Tmulos de pedra fina de differentes tamanhos.
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pias de louza para cosinha.________________
X AO II1 nlS CABELLOS BR AIOS
A tintura jaooneza para Ungir os cabellos da caneca e da barba, fui a nica admit
tida i Exposico Universal, por ter sido reconhecida superior s todas as preparacOes
ate boje existentes, sem alterar a saude.( Vende-se a 10OO8 cada frasco na
Ra da Cadeia n. 51 |* andar.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadores de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botSes, crrenos e chaves de relegios e trancelins, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imiucao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsiohas e cestinhas
de seda, e velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, diUs para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, boaquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para collocar-se visUs, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prau dourados, grvalas preUs e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnbas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jozos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessanles vistss de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pragas e passeios da Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
Upetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes o pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinhos e
toucas de 15a, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conduiir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemes, precos muito em couta.
sqii wbidqs pasa (agravaos
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da infinidade de
gneros de brinquemos fabricados em diversos paizes da Europa.
a
imi
Q
N'ESTA ANTIGA E CP, CblTATA
FABIICA
r"----
KMuMIil SE COSSTASIFjIE.UB lili COBl'LLTt, SOlliJiEXTl) DE
( IMPOS DE SOL:
De todas as quadiiics I
De todos os leilios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N* 4
XA ROPE
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a
verificando as qualidades e os precos baratos de dito objectos por serem vindos
reitura e de conla propria.
visiU-lo
era di-
m
M
C S A LIDADE
D E
BARTNOLOMEO&C
< ara a cora carta tu tsuei aatifts e recente i, etlarratt pulmonar, ulhni; taitt tonralta, uIuti
troncaiu, em geral contri todo* 01 soffrimentej du fias reipinurii.
DEPOSITO GERAL
i tberapeutica da diversa moUstiaa do palto, daada
i pborjngito oa mil da garganta at a tnbercnlato
pulmonar, passando pelas diversas bronchiies catarrhaea
i o empbjsem can de ter anrequaeida ceta mais
este medicamento, qoe toasari a primeira ordem entre
todos at boje eonhecidos. O uro pe Vegetal Americano,
jarantindo puramente vegetal, olo contm em ana
composicio nm so tomo de opio, aim aomente soc-
toa de plantea indgenas, coja* propiedades benficas
si cura di molestias qne pertencem ios orgaos de rea-
pirario forim por nos observadas por longo tempo,
com optimoa resoltados cada ves mil* crescenies; pelo
me nos jolgamos auiorisados compor o xarope qoe
igora apresentamos, oflerece lo loa mdicos a o
publico, Frotamos com os alteslados abaixo o que le-
'amos dito, a contamos que o concaito da qne ja gosa
i xarope Vegetal americano crescera da dia a dia,
laixando muito aps da si todos os peitoraes em toga.
Illa. Sr. Birlhalomeo k C-0 xarope Tegatal Ame-
.ieano. preparado amana conceimadissima pbarmacia,
e nm ntil remedio para combate? termal asthma.
Sofra en aquella molestia ba qnatro mazas, sem linda
ter corchando osataqnea mensaaa qua linha; asta ultimo
- tive f.'i fortisaimo qua me prostou por S das, usei,
orem o o-u milagroao xarope-, tomando apanaa tres
istt. t at o presenta nao fui da novo atacado. Prasa
, 0*i ua ai fiqa rssUbelscido par ama val. Beoio-
ICA BS Dnoo
M, RA LARGA DO R0ZAR10, 34
PERNAMBUCO
Iba, pola os meos agrdaelmantos par me lar aliviis 4
~ Uo no ni r el mal. Com a mais aigniScatiTi gritiiti
sobseravo-ni de Vmcs. affectnaao e reconbecido cnai
JkwrtM hru.Stu Casa 14 da faverairo da 1U-
Rima Srs Bartbalomao *C Depois da qmasi .
metas de soBrimento com nma toase incessanie, (mi
extraordinario, expectoracto da nm catarrbo emarell>
do, a parda total das forcas, que o menor paau.
me fatigaba completamente, cansado da tomar mais t
tros remedios tam resultado tiTa felicidade de saktr <*
Vaca, preparatam o xarope Vegetal Americano, a ca*
alia, gracia a Deas, as acbo restablecido ha aaii H
dois meses, a robusto como sa nada titease soffrieY t
gratidio me torca a esta declaradlo, qne poderle Y a<
fazer o nso que quizerem. Son com estima da Ves
muitos respeiudor a criado. amonio ;o|si c
Costra i Sito. Recite 8 da favaraira da 1868.
Attesto qne usei do xarope Vegetal America, *
composif lo dos Srs Bartholomeo k C. para curi de a?.
forte defloxo qua me trouie nma muquidlo, qse r a.';
faxia adlender, inflammaclo a dor na garganta, teta*
grande falta da respirarlo, a fiqnei completamente rc
tabelecido coa um a vidro do masmo xarope; p qua Ibes protesto eterna gratidio. Recite { da Jr
neiro da 1868. *i*m firsir AraaMs^tmir
Esto nconbtcidM.
a
BRAKCO E ESCURO -
Desinfectando o Oleo de Figa.lo de Bscilhi,
o Senhor Chantar deo a esta precio! prepara-
i_So ibempeotira ui ehrir.a sabat agradateis
i, naamuua ilosua virtud-sMictiram.
i:>ia iniportatiM dorohfita, quo grangeou a
s.uauUN urna iedalha .'.< noura, vulgarisaa o
OTO do Uleo dcr'igadodeBeca'uio desinfectado.
O' neiros o rcccitim prpfritelnienlea todos
os outros. em tedas as Mol >t;?--- oa4j_se em-
prega o dieo de Figadc di- B ralUo.
Ver por mais pnrmenoraa os rrlatorios mfdi-
Tfs qiwcoutetn a noticia o/'.c a-; ompauha cada
iriseo.
FERKUGINKO DE CHEVRIFR
O Scnhor Chevrier ocipletou a isa deseo-
berta oinnlan-do a iodura de ferro ao 0"eo de
.icalhio desinfectado. Este Oleo de rlftido e
BsealhAd ferrujinco tem todas as propriedades
do oleo e do ferro, Jigere-se fcilmente o nunca
cansa priso He ver.lre. Porianto pre'VrtTcl
s mais prcpaiacoes feirugine*sTPilulQiou \-
roiiu), aanvea em todas as doeneas en "e t
efWpreg* o ferro Tlsiea pnlmon-ir, bronrLitc.-,
ra liitismo. escrfulas, iirpisco. Rea, i
maiisaa ci.ionico, Li'arrhcM 1. ,:'
sias. rorvaiescencias diffice;s e (raqneuil d?
ronslifuiclo.
v*m.m<* vnmrniKn.tt ve *;;'??- **** t-.:.;>
Na mesm* ..liirtnaeia achlo-sc o VINHO e BUZ IR CCCd, c.eln!'.- ore m<. v-.-. ;..-
O TAFFETAVULWEBAHIOro'i. RNICA para cutaras chafe. Ier..ias,cortadurae eOJ.lwelas.
Os GRANULOS de BISNiUTH omi^stas.onti a durrr.css, Depositario, ein Rio de Janeirn, Dlh...m.hf.u. el t*. HdliC, ^oau&A lr/Ai> i C
Pernamliur.o, t. MaKER tfl C,
K" Jos Ukm.o. Prlulif, \jtTkrj
.\.inn.mo, l'Ei-.r.Eir.A el C".
E!V\*.
yjw -
V-.in .-f.Vsrt.
A
MG DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cuiiha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecinento de joias, o qoal tam grande sorti-
rnento de todas as joias de ultimo gosto, as qnaes vender o mais barato pos-
tive!.
Todas as joias serio garantidas onro de lci, pois os seas donos tendo em
vista so adquirir fregaezia nao olvidarlo, vender bora e por prec)3 os mais
razoaveis possiveis.
Contida-se o publico a vir a este estabelecimento, arto de qae -ficar
satisfeito.
A' &IO DE ORORUA DO CAfiUCA
FAL8II ICA^OES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE
A nossa correspondencia do'Brazil nos fax
saber que as piucas d'este paiz acho-se
actualmente inundadas por urna multido de
falcificacet vis dos nossosproductos (textual.
Para garantir-se contra estas composicos
mais on menos perisosas, que escondem-se
d'essa maneita por detraz dasnossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos e aos do-
entes do assegurar-se sempre da origem das
PiLUUsquetrazem o nosso nome,appellando,
entre oulros meios prac ticos, pela boa f dos
nossos collegas, os pharmaecuticos. Nad de
duvidar que n'uma qimsta que intressa lafi
se:iainent-!asaude publica e amoralidadedo
Acio-se asoslas Flalas
DOLCM)
commercio, estes honrados iutci-mediarios
nao se mostrein dignos da confianca dos seus
freguexes: nao de duvidar igualmente que
repudiando toda solaridade com os falci-
cadores e os seus tasjiptices, ellos nao se fa-
cao um dever d'or* em dianle de procurar
as VERDADEIHAS PlI-ULAS DE BlaNCaRD em
origens certas, enderecando-se, quer a nds-
mesmos em Paris, quer indirectamente aos
nossos pi incioaes correspondentes, ou ento
s casas as mais reettm-
mendaveis da Tranca
ou do S6U paix. < -
Pharmacentko, rua Bonaparte, em Paris.
n*s principaes Pharoiaeias.
AMA
Pf6ciu--e de una ama nfra cata de rupu sol-
leiro : na roa de Pedro Affmso n. 56 (anliga ra
da Pra:
A companbia Indcmnisadora, e.stabtlti.Ja
nesta prafa, toma seguros m^ritinros sobre
navios e seus carregameutos n contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias : na
ra do Vigario ti 4, pavirrx'nlo terreo.
Quera preciar de urna custureira para fa-
ler obrs de alfaiate, ben feitas e paiBics a pa
no fino, dirjase a ra Fuiros, o. 21 qae achi-
ra com quem tratar. Tambera cose para tenho-
ras toda coatura e querundu fiador das mesmas
obras fe dar.
Precisa-se alujar urna pru.ae-crava de meia
idade : Da travesea da ra Ikll i n. 8.
COMPRAS.
Conipra-Sb a colleccao
do Diario de Pernambuco de
janei.o a jauho do anuo de
1866: nesta typg pohia se
dir quem compra._______
tom muito fciaiui vanlogem eoiupraiii at
ouro, prata e pedras preciosas e :i obras velhas: na
loja de joias do Coracao ce uuro u. i D, ra iu
Cabnga._______________________________
O-'npra-se m o.J-
eccao de leis proviricia^s
de Pernambuco do anuo (h
1866 : pe-ta typog--phia.
Compra-se urna porta, qne tenha tre-
se e meio palmes de altura e teis de lar-
gura, que seja de ?marello, e qne esteja
em bom estado; nesta typographia se
dir.
CANOA
Compra-se nma qne tenha orea de 32 palmo?
de comprimenlo e4 de largura : oa ra do Vi-
gario D. 26. primeiro andar.
V1NDAS.
NQVEDADE.
O Costa, proprielario do arraazein da Pedra
Maamoro ra das Cruzej d. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de raelhor lia no ncrcado,
por ter recebido muitos dos gneros descriptor
pelo ultimo vapor.
Chocolate de IU a I <8(,0 a libra.
Especial n anleipa ingleza e francezrt.
Horialices para sopas denominadas Julienne, que
sub>tilue pe ledamente as mais frescas ervas.
Queijos flimengos o que de melhor se | tle de-
sejar a 2*800.
Caixoes de doce de goiaba a 8C0, 1, 120G e a
I/8C0, dito em lata a 2 e 2J500.
A verdadeira larinha americana viuda de coma
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 500 e C'tO rs. o maco.
Bolachinhas de lodas as qualidades "e des me-
Ihores fabricantes.
Ervilhas francezas e portuguezas.
Vinho de lodas ,.s qualidades.
Prelo de Uiboa desembarcado hrnlcrn, em
saceos grande?, a 3f.
Especial e aromtico sabo de familia a 500 7
o kilo. _____
As mojas do Recife
Cbegon ra do Vigario n. 26, primeiro andar,
novo sortimenlo de bicos e renda dt Aracaly, a
pregos muito em cunta, como l se venden).
Vende-se urna machina para cozer saceos e
toda a mais costura com pequeo nso por precn
baixo : a tratar e ver na ra da Sanzalla n. 2,
venda.
Vende-se urna casa com garapeira e venda, na
estrada do Casanga, muito afrcquczad.i. com ca-
cimba de pedra e cal e agua de beber, com o
quintal muito bem plantado : qiem pretender di-
rija-se a me mesmo estabelecimento.
A 3TC1 AFAMADA
AGA DE FLORIDA,
91
mnitu A EAMtMAM.
He o mais delicado c mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
lumes, e encerra ero si, no seo naior aoge
de excelleucia, o proprio anuna rd4V
deiras flores, quando anda na na flores-
cencia e fragancia natural. Como oh Beto
seguro e rpido allivio contra as lores -t
cabeca, nervosidade, debilidide, di
flatos, assim como contra todas-as I6i
ordinarias de accidentes hysterlc*; ds
summa cffcacia e nao teni ootro queo
guale. Igualmente, qnando destemperada
om agua, torna-se um ilentiirkio o bb3
agradavel c cxcellente, dando aos denles.
aquella alvurae aperolada apparencia lo
altamente apreciada e desojada pelas Se-
nhoras.-
Como um remedio contra o inau hlito
de boca, depois de diluida em agua, e
smnmamentc excellente, faz reuio>ere neu-
tralizar todas as matonas impuras qne se
criam roda dos denles e das geagivas.
tornando-as duras, sadias e d'uina linda cor
encarnada. Quanto a deliradexa, riqaeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente lor-
na-se um meio mu excelleiite, para aier
remover de sobre a pe le do rosto, toda a
qualidade de broloejas, ebulices, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir delta como reme-
dio para fazer desaparecer iiualquer um
destes disliguraniLiitos, e M tanto deafei-
amas indas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de ililluVi.o, destem-
perando-a n'uiaa pouca d'agua ; porm i*o
ratamento de qualquer espidw, usar-*e-.a
della pura em toda a sua torca. Final-
mente como um adniiravo' pito -le com-
mimicar as feices trigui'iras e pailidas,
urna pe le macia e d'uma transparente a-
vura, dando-lhe urna linda tor de rosa :
para um tal lim, ella leva a palma a todcs
os perfumes que se tecm inventado at ho-
je, e cxisle em plena soberana s*-m iv
Bem entendido tudo isto se refere nnica-
mente a Agua mi Florida de .Murhat i
Lanman.
As imilaces qne se tem feitu na Franca,
Allemanlia, assim como em outras partes ;
sao inleiramcnte imitis e inraliosas ; per-
ianto recommenda-se mu especialcente
s senhoras, qne tennam toda a precaoO'
e cuidado, de quando compraren!, estejam
certas que eompram.
A Gk.nina
AGUA DE FLORIDA
wk
MURRAY LANMAN,
A qual preparada smente pclfs unkos
Pro|iiietarios,
LANMANN & KFM1, DE OVA YORK.
Acha-se a venda nos estabelccimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, & C P. 5lau-
rer A C. A. A. Barboza Bartholomeu. A C.
Te^i venda em .-cus arma n*. *k mes tkWm
arligos de $(o neg o regular, os Sfgninfe*. jo"
esUio vendendo a prctj ;t:-i; baratos que tn osj-
tra qualquer parte :
POIITAS do pinlio alnv-fadadas.
FARRI.I.O em nceoa grandes a 3#50.
(iRAUKS de ferro para cerradis.
ESTEIRAS da India para cama e fi-rrar !a.
CANOS de barro frr.nccr para esgo.
GKSSO superior fin barricas e as arroSa*.
CEMENTO de lodas as qnalutedc: i bax>
precos
MACHINAS de de=rarrear algodao.
DAPiHIS grandes enta pe'ixe da Suecia.
LONAS e brinzcs da Ru OLEADOS americano* pata frro de carros.
FOUES americanos n> ko e ecoo' mir *
VINHO lo Bordean*; ra ntafl*.
COGNAC -nr ritrdo 6aDtirrFltl
MILHO do !'( ruando a '.)i o ncea
AGUA florida;
RARHls" de carne sai|ra4a tv p-r-.. vaer
Vende-se sement de coentro muito nova :
na praca da Boa-vista d. 12. taberna._________
FARINHA
DE MANDIOCA a 5*300 o sacco, dita de trigo a
5000 a oarrica : no armaxem Baliza, ra do
Livramento n. 38.
Cal nova de Lisboa
Barris grandes, e ltimamente chegada, vtn-
de-se por commodo preco : no caes da alfande^a-
velba, escriptorio de Azevedo & Barbosa Juniar.
Veode-se a taberna da estrella, na estrada
nova de Caxang, e juntamente duas moradas de
casa de pedra e cal : quem qnixer appareca na
dita taberna._______________________|_______
VENDE-SE "
um tpfreno j com alicerces para urna boa casa,
jito ra do Gaz, o qual tem 33 palmos de trente
e 78 de fundo para a casa c 22 para quintal, o
preco por quanto se vende anima ao comprador :
a tratar na roa estreita do Rosario n. 3t, leja.
Jorge Tasso vende n sen magr
reside em S. Jos do Manguind, eapriel
plantado, arruado, com jardins, rarraauacMe*.
agna potavel etc. etc., que satisfax o ros ai*
aristocrtico : para ver das 9 da mankia as 3 Sa
larde e para tratar com o correlur GnacaMo Jos
Affcnco na praca do Comroereio, o n fu So
Amor'im n. 37.
Furinha de mandioca de-Santa
Catharina.
lia para vender da mnito nova e saperior
chegada recentemente pelo patacho irmV
e barca Santa Mara ; por pri;o
a bordo dos referidos navios iaadaim
fronte do. trapiche do Exro Sr.
Livramento ou enlSo para tratar
quim Jo; Goncalves Bettrio, ao sea
criptorio roa do Commercio n. 17.
Approvado era Franela, Russia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laneeteur sa autho-
nzado, he mui superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de solseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alalo, elle cura radicalmente en mercurio, as
affecoes da pelle, Implgma. a I porra*, tumores, utrera*, turnia draje-
neraadia. raror Ituio, e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobe he especialmente recommendada contra ai doeneas syphiliticas recentes, invete-
radas ou. rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do douter GIRAUDEA DK
SAIM-LHVAIS, ra Bichar, 12 4 Par
Cabriole!.
Vende-se um cabriolet americano de 4 rodas le-
do reformado do novo cora coberta ou sem ella -
na ra do Imperador n. 9-_______,- ______
Cal nova de Lisboa
No armvzem amarello defronte do arco" da Con-
ceigao, Manoel Joaquim Gomes Braga, vende cal
de Lisboa nova a 6j a barrica, faxeado differenca
em porqSes : pode tambem ser procarada. no tra
piche Gnerra.____________________
Farelo novo de Lisboa
Vendo Manoel Joaqun Gomes .Braga, em saceos
de tOO libras a 4*800 : no armaiem am.\rello de-
fronte do arco da Coneeicao.
Vende-fe um cabriolet cin perfeiio estado,
uma.macliina de costura, ova : no Corredor do
Bispo n. 53. Na mesma ca-a trtea-so nina ma-
gem de Chrisio, obra muito bonita, com todos os
pertences do prau ;-Cfvendfi-se o especial xarope.
de ju para molestia o peitn.
(Jivailos a' vi*
Joo Flix dos Santos e Xalbiaa Kerrwra i
va, preiendeudo vender na cWa >>
dia 16 deste correte mex, tres
ilous alasao e oro preto, de boas i
boas qualidades e bons andadores
efltre elles nm bom esqnipader,
ja muilo veloz porm anda mnito koiax K i
convida aos senhores qne preieiieni laapvav ea-
vallos para passearem a commodo peta M, ejoo
comparecam no dia cima dilo, das 8 mis m t
horas do dia.no paleo da sgrei e S. Fraadsc,
onde pretenden) os mesmos se wharta.
"Covad a 160 n.
Cambraia franceta para vestido coa p'wwi
ioaue, covado 160 rs.
Dita dita dita, covado 330. 400 e SOt rs.
Chitas escuras, covado 980, 310 311 rs.
La para vestido, covado a Mo, M6 a Mi r>.
Alpaca de listas, alta rovidaeV, > IJ, li, U
Cambraias brancas vkioras traasfareair*
jeqa 3| a 12*.
Algod o e mailapola\ peca 5# a 1AI.
Mobkines, taxenda nova i ara calta, frtsi a U
Cortes de vestido traoeoa cea han Jo cor
:rt<> a l*.
Vende-se a terca parte da casa terrea o. 59
da ra Velha, freguezia da Boa vista : atiera pre-
tender dirija se tua da Florentina n. o.
Vendem-?e tres carros de 4 rodas para um
cavallo, semle um de dotis asiento, outro de
a qpatrn (a vontade) e outro de qnatro, sao c
< carros mericaoos : na ra da Fhreutina
numero H.
Saias bordadas, grande pcHaha. U
de alpaca a \$9 **
S utembarqnes
Va loja Flor da Boa-vWa, de
rna da lmpontria J
Tara a festa
Chapos de palha HL
chato) a 3W0 : na prac ta taepelafcaeta n
________ ____
Cal .tova de Lisboa.
Bar r* Aahs
veodi-se na roa 4a Madr- > Dtm r
lera de Cunha Itmo; a
i


Plaaarl
Diario de Petoambuco Terga feirtf 15 <\e Novembro.de 1870.
ir
=c
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEBEIRA DA SILVA id
Neste impcrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, nm grande e variado sorlimento de fazendas domis
apurado gosto e todas de primeira necessidade, que se veudem mais baratas do que em oatra qualqoer part), visto qoe osno-
o$ socios desta firma, adoptaram o systema de s veoderem D1NHEIR0 ; para pderem vender pelo casto, Hmitando-se penis
i ganharem o descont ; as pessoas que neeociam em pequea esca'a nesta loja e armazem poderio fazer os feos sortiinentos
pelos mesmos presos que compram as pasta inglezas, (importadoras) e para maior eommodidade das Extuas. familia se darao
amostras de todas as fazendas, oo Ibes levam em suas casas para escclherem.
PARA NOTADOS CORTINADOS, COLCHAS. .' I GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Poto nra gran-' Chegou para o Bazar do Pavo um gran-
de aortimenlo dos mais bonitos cortinados de sorlimento dos melbores gresdenaples
bordados, proprlos para camas e janellas, Pr*s que tem vindo ao mercado, que se
qoe se veudem de 1O0'*OO, at 2O0OPO o 'endem de 10600 at 50000 o covado ;
par, assim como o melbor damasco cem 8 sa todoa muito em conta.
palmos de largura a imitado de damasco MANTELLETES DE FILO
de seda, proprhs para colcha*, e propria- N-a Banr do Pavio vende-se moderntssi-
mente colchas de damasco, sendf os melho- mos mantelletes ou basquinas de fil preto,'
res e mais bonitas que tem vindo ao mer- otD 'aC. pelo barato preco do 100000 ca-
cado. da opa, barato.
PECHINCHAS
DO
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavio o mais
elegante sortiment" de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeirss, ditos mais peque-
os, para dnas caJeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
meaos do que em oatra qnalqner parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Baar do Pavio encontra-
r o respetUvel publico um grande sorli-
mento de ronpas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa paitos d'algodio e de linho,
psra todos os procos e qua'idades.
Ceronlas de lioho e algodio.
Meiw curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
ca^cmira.
Caifas de brim branco e de cores
Dita* de casemiras pretas e de cores, com
colletes ifiua^s
De toias estas roupas ha para todos 03
presos e qualilades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestpsa
e acoto qaalquer pefide. obra, a capricho
ou na to do tagnes, tendo n'este importan-
te eslabelocimento todas a; quades panno fino, as Minores e mais moder-
nas cnsemiras,n--r. como os melhores brins,
qur branc'v-, qnr de cor; e quan lo qaal-
quer obra nao (car inloirame ite ao go^io
dos reguezes fi.a por conta do estabeleci-
me.it-}.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do IV o ana elegan-
te eottimenti achates da merino de cores
muito bous c .ra palroes muit<) decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos le
er;) n com listas de seda o mus fino e
moderno que tem vi :do ao mercado, e ven-
de-se por proco muita em conta.
.TOALHAS A 74500
No Bazar do p,vio fez se urna grande
somera da toalhas alcochoadas, proprias
para rosto, bastite encorpadas e graodes,
que sempre sa venderam a}l20OOO, e li-
lUidam-se a 7 500 a duzia^ou a 640 rs.
da una, boa pehincba.
CORTES DE CHITA
a 302OO a 308O
3 3*520
348*0 3^00
No Bnar do PavSo vende-se cortes d fi-
ns i n s chitas com padroes claros e esca-
ros. t,?nd) 10 11 e!2 condos; sendo fi-
zend. (ue vale omito mus dinbeiro e liqui-
da se pelo preco cima para acabar, na ra
da fmperatrix n. 60 Bazar do Pavio.
BRINS DE CORES A205CO e 35500
Vendem-se modernsimos brins de linho
de cor com as cores fixas, sendo o co te
de calca a 245 K) e 30530 e em vara a 10OO)
e I600, pechincba, no Bazar do Pavio ra
da Impcruriz o. 6o.
CORPiNHuS BRVNCOS A35000
No Bazar do Pavio vendem-se corpinios
decamorah francos brdalos, sendo fazen-
da que sem.;iro s venden a 85009 e 405
e liquita-se a 30000 por esiarem um
pou:< maltratados, peenmcaa, na roa da
Imperatriz n. 60.
F>TES DE COR E BRANCOS
Vendem-se bunitos fust5es brancas e de
cores, i roprios para vestidos e rcupas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavio ra da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 reis.
Vendem-se chitas largas com muito bons
pannos e cores fizas, pelo barat i preco de
200 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 covados a 25010, pecincha, no Bazar
do Pavio.
AS CASSVS DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vendem-se bunias csssas de cores rniu-
dinhas pelo barato preco de 200 ris o ca-
vado, no armazem do Pavio roa da Im-
peratriz n 60
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do PavSo vende-se bonita fa-
zenda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de om lado, dando'
fiua da Imperatriz 60.
Para vender depressa
iliNDAS JAPONEZAS PARA VES1ID0S A
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.' A 500 RS. .
No Bazar do PavSo vend-se o melbor al-'. Chegou um elegante sortimento de las-
godSoiinho amtricano enfestado para len-1'0^?8 do Jap5o, com padrees de seda e de
Ce?, tendo liso e entraado por preco moil Doa qnalidade. que se vendem a
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebea-se um elegan-
te sortmento dos mais modrnos e melbo-
res espariilhos, que se vendem por preco
mni!o em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do PavSo rocebeu um graede
500 rs. o cotado. E pecbincha, no Bazar
do PavSo, ra da Imperairiz n. 60.
POUPELrNAS DO JAPA0 A i 5600 O COVADO.
Chegou um elegante sorlimento de lin-
dissimas pjupelinas Jjponezas, com os
mais delicadas gostos, tendo mu;to lustro
e com lisuinhas de seda, seno esta nova
fazenda cuasi da largara da chita trance-
soriiitato dos me'bores naoaos de croch. M e vende-se pelo barato preco de 106CO
propnos pa-a cadeiras de balanco tofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; veudendo-se por
nenos do que em qu^lqucr parte.
PARA LENgOES'
No Bazar do PavSo vende-se snierior
bramante d'algodo com 10 paluos de lar-
gura a tJSOuo metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2)5800 cada metro, paonos
ds I nhodo porto cosn 3 I/-2 palmos de largura
de 70ai 15 a v^ra, as>im comoumg ande
sorlimento do II oiburgo o cregue'las ie
todfs os nu-ner-is, preces ou qualidades,
que se ven lera uns barato di queem <>u-
tra qnilqner p>a-t-!; aproveilea*
ATOALHAOS
No Bazar d Pava vender snperior
itoalnad-i tranca lo, com 8 paloios de larga-
ra a I50 o metro, dito ae linho adaraas-
cadn o uethor que tem lindo ao mercadea
3j5oO o metro ; todo to mnito barato.
CORTES INDIANOS A 45600.
No Bazar do Pa o vende-se bonitos cor
les indianos com doas saias pelo bara-
tissimo prego da 4,55-0 cala um, pe-
cbincha.
FAZENDAS PARA LOTO
Ne Bazar do Pavao reode-sa constante-
mente o melhor sortime-n de fazendas
pretas para luto, c LSasiahas retas li-;as.
Cassat pretas !<- I a.
Cassas pret s, fraacezas e inglezas, lisas
e com salpicos*
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com brinco.
Merinos, canto s, bombazinas. qG8 so
vendem maisb3rat> do que em outra qaal-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do pao vendem se bonitos e
grande- cachi-nz de pura ISa, pelo bara-
to preco le &M00 cada um
PEIIICNC1IA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 7fJ 850 0.
Vende-se um esplend io sorlimento de
finissimas carabraias victorias, por preco<
mais baratas do que em ontra qualquer
parte, iedo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750JIV tlnissiraas a 85500 ; todas
esia? cambia as valem muito mais dinheiro
e liqnidam-se por esle preco em relaco a
urna uianQ compra qoe se fez no Bazar
do PavSo.
BABADINH)S
No Bazar do Pdvao vende-se um grande
sortimento dismais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porcSo de entr msios largos e
estreitos, que para acabar se vende omito
em couta e mais barato do qne em oatra
qnalqner parte. .
SEHNSDE CJRES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sorlimen-
to completo dos mel k res setins e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toa'bas.lo Porto com labyrintho,
proprias para rosto, do Bazar do PavSo
rna da Imperatriz n. 60.
Colchas brancas i 352 !0, 3$500 e 75000.
sortimenio das melhores colchas pretas,
sendo das me'hores e aais encordadas q tem vindo 7&JOO, ditas um pouco mais
baixa 30500 e ditas 3520o ; tambem no
mesmo estabelecimento. se ven le nm grande
sortimento de crotones e chitas proprias
para colchas qoe se vendem omito em conta.
Sedas de qnadrinhos 15*80 ao covado
Veude-se um elefante sorlimento de sedas
de qoadrinbo*. com lind ssimas cores, para
vestidos e roupas de meninos, e vende-se
15280 cada covado;. pecbincha no
Bazar do Pavio.
Mtdapolio enfestada a peca 35000.
Ven le se pecas de madap 13o e.festdo,
a largora da fazenda o comprinento da 'tendo 12 jardas cada peca i 35000 e 3)5500,
saia, a qual se ple fazer cm 3 oo 3 ti2 pecbincha, no Bazar do PavSo ra da
metros e venie-se a 14, iM28Q-e ijtooo; Impeaairiz n. 0.
cada c-ivado, no Bazar do Ha-So.
AS POUPELINAS DO PAVO A 2$QiX), O COVADO.
Cbeg.m para o Bazar d PavSo um bo-
nito sortiae ito das mais mo lernas e ele-
gantes popebaas de lioho e seda, que se
vendem pelo baratis-imo preco de 5000
cada um covado, assim como ditas com
go*t)s escossezes a 25i00, pecbiucha no
Bazrr do PavSo.
sedas a 250OO
Chegou o.t. (liante sortimento de boni-
tas sedas de lstrinhas, om as cores mais no
vas qna tem vindo ao mercado e veudem-se
a 25000 o covado, na roa da Imporatriz
Bazar do PavSo.
AOS 2000 VESTIDOS PECBINCHA ADMI-
RVVEL.
a 250^0, a 25003.
a 25500. a 25500
a 25000 a 25000.
S do Bazar do Pavao.
Vende-se bocitrssimos cortes de vestidos
de pbautasia_G3mjhdos.gosi.os, sendo blan-
das traparerites com delicados b irdados e
listras que a n ser um grande pechin-
ch; q;;e se fez na comiir serla p^ra meito
s dinheiro, e lijuida-se a 25 e 2550.',
unicamento 00 Bazar do Pava.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se eticadas ISasinhas transpa'en
tes com listr nas aJudinhas, iutiisvo dt
urna s cor e omite brileafites, pelo bira-
t ssjoo prepo de 400 rs. o covado, no Ba-
zar 'io PavSo
BONITAS LAASINUAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lSasiunas com diffj-
rentes gosto pe'o barato preco de 500 rs.
o covado, do Bazar do PavS >.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sorlimento de fins-
simas alpac de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bizar do PavSo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 610 RS.
Vende-se um grande sonimento de lin-
das alpacas lavraaas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6i0
e a mil e tantos res o covado, no Bazar
lo Pavao.
BABEGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais li idas e moderdas ISa-
sinhas on bar.ges de quadrinhos, proprios
para vestidos, tendo qoasi largura de chita
frsnccza. e I quida-se a 640 ra. o covado,
no B-.zar do Pavao.
MERINOS DE CORES P\RA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna so
cor com-cores muito proprios para vestido
e roupas paia cranlas por ser urna fazen-
da de para ISa e muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do PavSo.
GLACS A 15OO PABA VESTIOOS.
Vende-se um elegmte sortimento de>ta
nova fazenda denomhada glacs seBdo urna
fazenda de ISa muito larga e com delica-1
dissimas cores, tendo tanto brilho como a
seda e vende-se pelo barato preco da 15,
Z covado, no Bazar do PavSo.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se ortes de ca cores para caifas sendo fazenda que vale
muito mais dhheiro e liquida-se a 75000
o corte de caifa, no Bazar do PavSo a ra
la Imyerat'iz o. 60.
WIMIS,
Imperairiz 20
Acaba de cbeeir para a toja de faiendas finas
dewntnatw La Ville de Paris, nm grande sorti-
raeoio A* Bastada* flaas, eaaaa sejrai : corte de
poil de cbevre coa lie ira escocezas de unja e dais
saias o que ba de mais alta novidade. ricas pope-
linas de seda, granadme?, lias escoceza*. alpaca?,
bareges, ele., etc., e ana completo Mriimento de
chitas, roadapolfes, cambraias brancas e de cores,
organdys e caabraia inperitrit, e mitras muila
fazendas, todo do que hr de melbor ce-te merca-
do, que ludo se vender o mal barato possivel.
Chamamos a attencSo do bello sexo que qnlzer
andar na moda, e ao mesmo lempo esperarais a
'soa proteec_ae- Manda-te levar enr casa das
Exmas. familias todas as fazendas qne nos pe-
direm.
20-RUA DA IMPERATRIZ20
Paria & I^essa.
1
Qnaado a AGUIA BRANCA, mais precisa scienficar ao fatfaaHnal
Mral, e em particular a ssa boa fregnada, da immensidade de objartos que
A p ill'L
A ra do Duque de (Jaxias n 21.
CANTIGA RA DO QUEMADO)
Receben e seguinte :
Espelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteira e port-cigarros de tnnilat
Qaalidades.
Bonitas pasta para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasas para costura com sua compe-
tente chave. -"
Delicadas caetas de martina com o bocal de
prala.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elies os mimosos telegrapbbtas. *
Coramodo toucadores com dnas gavetas e bom
eepelho.
Port bjuquet, o qne de melhor tem appare-
eido
Port relogios de muitas qaalidades.
Bons talheres para criancas.
Vostaarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novoi
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonels para meninos
meninas.
Contra as convulsoes pas
crimeas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova JJspe-
ranca, rna do Duque de Cixias n. 21.
PABA T1NGIII CABELLOS
para preto ou castanhos, recebea a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta maleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
ieite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, rna do Duque d*
Caxias n. 21.
PAPEL PARA- EXFEITARSE BOLOS
recebeu-os muito lindo a Nuva Esperanza, rus,
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
lera a Nova Eperaora es sabonetes de pos de
arroz__________________________________
CHEGARAI
Pojos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para c.:-
cimba,por diminuto prego, na
mesma casa.
tatem recebido, justamentelqoando ella menos o pode fazer a perqu aaaa 1
miara ea confia e espera na benevolencia de todoa que lira atteoderao e
aantinoando portanto a dirigiram-ae a bem conbecida leja da AGUIA BRANCA i
Qoeimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de
(oalidades, modicidade em precos e o seo nunca desmanttido AGRADO _
Do que cima fica dito se eonbece qoe o tempo da que a AGUIA
aupto', empregado apezar de seos castos no desempenho de bem servir a .
aenram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto
rar os objectos qna por sna natureza lio mais conbecidos aii, ella
cara aquellas cuja importancia, elegancia e novidade os tornara
bem saja :
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas da setim e obras aaaas
coja novidade da rq,olde e perfeicio de ador-
Dos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores a qna-
lidades para cintos.
Loques uesse objecto mnito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
Sor suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nlo massar o pretn-
dante se lbe apresentar o qne poder de
melbor.
CEMENTO
O verdadeiro pnrtland. S6 so venda na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joo Martins de
H*.rrrvi
Especialidades.
ConUanam a achar >e a venda na rna Direita
botica n. 88, os mu conhecidos e acreditados re-
medios de veame, e ontros_ diversos medicamen-
tos feitos-em Pari, bem cn'mo os xaroies de co-
deina do Berth, do rbano ioJado, de iodureto de
ferro de Blancard e as pilula* do mesmo, peit^ral
ie eereja, pos de Roc, depurativo de Chi.ble,
Jigilal de Labellony, pilulas ou confeilns de bis-
rautbo de Che\Tier, e outros medicamentos cujd
prH)8cienria anando etnpregadr.s as dnengss da?
vias respiratoria, as dores rheamaticas, Ba
amarellido, na falta completa ou irregularidade
Je menstruo, as diarrhas, doeiu; do corara;
e do estomago, tem sido e incontestavel, em
vista do benficos resultados das experimentarle?
>iu uso que diversas Mmoaa dolles teem feito, as-
ira como da Diluas denominada? bravinas n-
comparaveis em sua eficacia nos acommettimen-
casa, alera de sufficiente (_uaniidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
ohaca e pincis, que se vendem por menos do que
em outra parte.
Entremeios em pecaa de 42 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordada* para ditos.
Capailas brancas para
Grande sortiaenio de l
Fil de seda prato.
PEIFUMAJOA
Grande e constante aartimento da
sempre melbor quaKdade.
Lindos vasos com pos arroz a
Caixinbas com di toa aromtico.
Bonitos e modernos pentes dooradoa
ra circular o coque.
Bonitos brinco de plaqno.
Aderecos e brincos de madraperai
Canivetea fino para abrir laias.
Thesonras para frisar babadinfaoa.
Aspa para baTao.
Novos stereoseopos com 48
quaes s5o movidas por nm
orna substitoem as outraa.
Vistas para stereeecopos.
Bonitas caixinhu devidro entaitadaai
podra.
Ditas de madeira envernkada coa
ras e com dminos,
Bollas de borracha para briajoeda 4
criancas.
Diversos objectos de porcelana, profffia
para enfeites de meaa e de lapmhaa.

WSM MWMWMWSKnM,
s N. 3 A MA MC.4HG4N. 3A. *
L19J1II
i1
Com este titulo acha-se ab"rto e inteiramente transfrmalo este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte do ourivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e roodecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qne existe de mslbor ao
aderegos de brilhanlos, esmeraldas, robins e porolas, meios aderecoa, pul-
ceiras, f reos, alineles e armis de todas as qualidar'os. prata de ei faqoei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros mtaitos objnctos que seria enfadonfco
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brillantes e pedras firrs, pormaior preco do
qufl em outra qualquer parte, troca-se e concer'a-se telo e qoplqner objf rto
perlenccnte a esta arte.
mmmm ^^jiriini
ATTENGAO
U
Para o Bazar do Pava.chegou um grande grande pecbincha em cambraias transpa-
assioi como tambem no nwmo estabeieci-
meot r so ven le bonitas saiis brancas bor-
dadas, tnnln quairo paonos cada orna, ditas
de lia de cores j promptas, urnas com
barras differeot-s da mesma fazenda 44(KK)
e oa'ras com barras borda tas Gj e 7|uOl>,'
tudj isto moderno e barato.
CARNAUBA^
CHALES DE RENDA.
Chales 200).
Chales i 2000.
Chales i 2000.
Vend'-se orna grlnde porco de chales
Dret'ia de rend^ oo croch, sendo pretos
con 4 ponas, fazenda qae seaapre se veo-
deu a SdOiK) e Ibuidi-sa a 2^000 cada um,
rentes a 40, 50,641,80, s 100000
Veode-se fiuissimascamb.aiaasuissas, d
moita phantasia tendo 9 varas a 80500 e
100000. Ditas bispo com 10 jardas fazen-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Ditas 6-
nissimas azuladinhas, que valem muito mais
dinheiro, a 84 e IO0JO: ndas estas cam-
braias, em relaclo a qualidate, pslos pre-
cos cima s3o mais -baratas o que em on-
tra qualquer parle, no Bzr do PavSa.
CAMBRAIA ALLEMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
GU11A A 11600, 24 E 2^900.
Vende-se fimsstmt cambraia branca tran-
paente com 8 palmos de largura, qoe fac
lua fazer-se um vestido apenas cmn 4
varas e lijaida-se a l600, tfi 20500 a
vara, fatenda que vale muito mais dinheiro
pecbincha no Ba*ar do Pavao.
CAMBRAIA TRANSPARENTE
Peca a 40000
Vende-se muito flaas pecas de cambraias
brancas transpafeotes, tendo8 l.z Tarasca-
da pe?a e com om vara de largura a 40
pechincba, no Bazar do Pava
A' roa da Imperatriz
n. 60.
machas para
costura
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova o. 22-CARNEino
viannaom completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dos autores mais co-
nbecidos, as quaes esto em eiposicjio no
mesmo Bazar, giranlindos-e a sua boa qu-
lidade, e tambem ensina-se com perfoic5o
a todos os compradores. Estas machinas
s5o iguaes no sen trabalho ao de 30 costo-
reirs diariamente, e a soa perfeicio tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
demos.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da pechincba no Bizar do Pavio, a ra da'
Imperatriz n. 60, Bizar do Pavio. j imperatriz o. 60.
0 Bazar do Pava? sito'a ra da Imperatriz n; 60, este' constantemente aberto
das 6 horas da mania as 9 da noute,
oo aluna-se os armazens que foram oocopados
pom a aorica de sabio e destiiacio do Sr. coronel
Franca, na ra da praia de Santa Rita nova, o?
quaes offerecem proporefles para baa se montar
qnalqner fabrica de granle e-ifabelecimento, com
a grande vantagem para embarque e desembar-
que : a tratar com o commendairir Tasno.
GAL IVA 1 LISBOA
Vende Joaqnim Jos Ramos:
a. 8^1 andar'
na ra da Cruz
o Ri> Grande do Sul.
ContinA a vender se desle artigo no ecripto-
rio de Jo Vlet-ulno de Retendt 4 C, i ra do
Marquei rt^ Olind, nutr'ora \ Cadefa n. 51
A3t0 r 0a ra Direita, fcrtiea o. 8, ven-
de-se unta roxa a preta ca4a botija.
Lourenco Pereira Mends Guiraaries, participa a todos os seos di redora
tanto da praca como do mato, que estando Iquirtandj suas casas cemm rci.-es. o deve fazer at o fim do correte auno, por Us os seos devedree a ijreai
fallar seus dbitos o mais breve possivel; nutro sim, declara aos seos devedore% qna
os que i o estiverem na loja lem c'e papar todos os sens debito?, provando isto sa tari
o abatimento que f ir preciso para a liquidacio de suas dividas, para uto pederio cB-
rijir-se raa da Imperatriz n. 72, leja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas. I b.\l6f5 de arcos a IIOOO.
a 500 rs. COrtes de brins de cores al Ve^de-se baldea da i5 a 3')arma a
15500; cortes de gangas para calcas a l#,[e 4d5 K) cada um. Crt* da ci
cortes de casemiras preta para calcas a
30500, 40, 5,51 e 6>000.
Cortos de caitas a 2:500.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
a 24500. Ditos de cassa para vestidos a
20500.
Pechin-ha a 40000.
Vende-se pecas de algodo a 45, 50, 60
e 70009. -
Para liquidar a 30500.
Pecas de madapjiio com 12 jardas a
35500. Ditas de dito cim 24 jardas a 50,
60, 60500, 70, 83 e 900 K).
LIQUIDAgAO.
Pecas de algousiabo de listra proprio
para roupa* de escravos com 42 jardas a
153500 e covado 160 rs. pira liquidar.
Chitas escuras para vest Jos a "BQ, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de cmbraias victoria, fi-
nas a 60, O05O e 70000.
E' mnito barata.
Colarinbos de papel a 20rs. a dozia.
Carita (Jes aara janrtlas a 50000.
Vende-e* cortinapos para janellas a 50
o par. Brim pardo liso para caifa de ser-
vico a 500 rs o metro.
,.Cjrtes ae percales a 60000.
Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonitas barras a 60000.
Caberlas de chita.
Vende-se a 10500, ditas floa? a 25500,
ditas eacimadas e adamascadas a 30500,
ditas forrada* 50000..
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de listra ao lado para calcas a 400
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a dozia, para li-
quidar ; grande porcio de mantas para
graiatas a 200 rs. cada orna pa liquidar.
Cassas francezas a 280 as.
Vende-se cassas frangas para vestidos
a 28) e 320 rs. o covado.
Organdys e 610 e cota lo.
Alpacas de cores para vestidos a 500 e
640 rs. o corado.
Liasinhas para vestidos a 320, 400 e 520

papel a 2050 cada om, para Ih
Bramante de linho e algudio cem 10 pal-
mos de largara o 108O o metro.
Pan-o de Itnhoa 760.
Vende-se bra nante de 10 palm s da lar-
Sara propn" p*ra lences a 20800ti
Learas a> sela a 8#" ra.
Vonde-se urna p; rfiu deteneos de
a 800 rs. cada ara.
Cales it cusa a l#Mf.
Venle-se urna graoDe porfi de
de cassa a i 00)0 cada nm, para li
Fosta a 360 ra.
Vende-se fusilo da corea para
a 360 rs. o avado.
Algodio enfatado a 900 ra.
Vendj-se alodio eofeaudo pava "
e toalba* a 900 rs. o metro, orto
do a 10200 o a-tro.
Chales de aierai estaaapafee a tfON.
V-nte m coplea oe uonn esuna>a1aa
edm barras a 20, 0500 e 35 pira
Granle porcio d reMboa.
Vende-se gr.mdu porc de resaUaaa
cassas e chiUs a 240ra. o covado.
i.
rs> o covado,
O proprietario da loja denominada Arara, dec ara ao raspeitaval
seus fre?nezes qoe est coooloindo sua liqailwio, por a A fasta est na porta
Koopa te*u eocootrarlo
Por preciobo raxoavel
Todoa seenron.ario.
A SABER :
Uqnidapt da ratfa Wla. ^^
Vende-se pal ilota de unnataM 4a kaM
proprio para andar em casa ertlSOO ; dv
to, de ganga a 20000 ; ditoe da aieia cav
semira a 33000 ; ditos de akpeea 4a car
a 30500 e 40(00; ditos de passlt n
pre.o a 60, 8| e 10*000 ; dbaes da
miras de cires, a 60 e f'WO ;
d brias .-a qialfiahosa 10-010; dioaij-
ssmiras de cores, a 20300, 31 *w
Caifas zoes pira escravoi a 500 ra. i.m
de algodlosinbo ds listra a &J ra.; na
de brim parlo a 1J6O0. Sf a JMO ; -
tas de dito branca da liobo a 34300 e #
diu< de casemiraa de corea a 5J, 6$,
e 80 00 ; camisa) de chita a 10000; <
tas de aUodlosioh, prafrtaa para l
vi;n por ser fs*nda fqrtt, a 1#80 ; 4r*al
de muso ina a 10600 rs. P.ra Isnar
m
hoas* faiendas por pouco liaheiro tenha a non la le de dirigir-ae roa da
72, desde as 6 oons di Motila as 9 da nonte.

I


,;a

i
i
l\
m
n

i*
-

de Pernambuoo Tercja eira 15 de Novembro de 1870.
OBZAR DA
Acabante sahir a luz as se-
guintes pecas para
PIANO
imo
10000
limalinda walsa d'Ardiii
Ideal e realidada muito b^nira
pbanlasia pelo maestro Ozal-
bore
Po&Jhaolinda plunasia exectita-
da ,com grande a| plauso pela
msica alltniaa
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que lauto faror aqui tem
teito
ACABA DK PUBLICARSE
a colleccao de msicas dos cavallinlios para
Jos de Sonsa Soares & C.
RA DO BAR AO DA VITORIA
, ( OUTirOKA NOVA )
mu? Dla"se "^rpnoaado no que pode haver de mais t.-ello e agradavel em fa-
ttndas finas para Senhoras art.gos do alta moda era Pars tanto para senhoras como
para homens e meninos.
nnI!laleiia? af3adas' pcrfnmarias especia., variedade de lindos objetos para me-
ninos e bnnquedos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
beis (ssssarlbiio **lodos os pa9aetos viado da Europa onde tem ha-
m JMd.%mLtofemM?nta ra?Bda-se P* em pregadas do estabelecimento fazendas
em casa das Exms. familias aflm de melhor escolherem o que desejarem.
1300
1/5000
NOVIDADES
O MARAVILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS, DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
Kuxa op paent o re da dor
IARA. USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA CHOLERA MORBUS,
KOJTA

FLAUTA
Receben mais grande sorlimenlo de m-
sicas para piano, e piano e canto, e tambem
a opera
para piano e canto, e tambem os melhores
pedacos para piano s compasivo do Ilus-
tre compositor brasileiro
Carlos Cromes
que tanto furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
llJill il/lU
DE
. W
DE
A. J, do Azevedo
A RA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. 11).
rlt'ic, "', ,!e vanas quaidi.les ; assim
eomn de sapotis, abacate, llgaea, laranja cravo
epnheir.i pnr preco ntnavel : trata/na Roa
vwia rua do Viseonde da Goyana n. S, oulr'ora
nontegn.
Farelo
7 Ba do Queimado 7
DE
, DREIRA&_______
es*. iaJ'che8adoa.Renov estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de.sda ricamente bordados.
Gorguro de $^-> branco para vestido.
Colchas de sua mi-a, para cama eom ricos deaenhos.
Ditas de 13a e seda, idvm idem.
Dita6 de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama* ianellas.
Croxs pra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qnalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b ,urnus para passeio, com listrs de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhoe.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas, muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
^adonbSor0manciodneariBh0, "* *** '^^ de rpa8feitas e de fazeBdas *
Luyas frescas do Jouvin
^Q Sortimento de tapetes para guarnios de salas, alcatifas para forro de sala e o
trande sortimento das acreditadas e verdadeiras '
Esteiras da India
Di*rra, Su de lugu*, m um di.
Wr *h*n, dore, i* ouTido
tri minutos.
Doc da dente, m nm minuto.
urlgi, em ejaa,, j^,,^
Deilocacfiei, em viste minntoi.
OMSMUf laohUm, em de. minntoi.
CoU eonvnli.t, en eineo minuto*
Khwmttiim, *m um di.
Fetaa ftbro intormiUnU, em um di.
Dor ns costai o noi lulos, em des mi-
nuto,
Toiiei pingosas refriHoi, em um ato.
Pleuresa, em um dia. N
Sarde e aithm.
Eemorrhoidaa e bronohiti
Inflammcfto nos rins.
Dyspepti, erysipelas.
Molestia de ligado.
Palpitea de oorcio.
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
13 BOENCAS SE APBESENTAJI, QUAJDO MENOS SE ESPEBAM.
>?ea^^
fM.^.ffoctuar no ^o empo, com iJSXZ^ZSZ ei,Ul"br' -* no -
Mfoirc^""*uo^8eoff^9^c""^
re^rTac E^*^'^: ^ '^ f" "- ment pa,. .
eleetrleo O Klng f Palo opera dlrm^^o ^ Irregular elrculaVao dos fluxos doe principa.* nerro. Oleo
EM PERWAMBUCO
NA PHARMACIA E DROGARA E
BARTHOLOMEO & Q
W.=34 Rua Lapga do Rosario. -Iff. 34.
CASAAUVISy a fflARiNffin,
""* Boulevard St
4:200.
Saceos com 100 Jileas dasuptta fareio
dlo barato proco a cima indicado, na rua
da M.'.dre de Dens n. 7
Grandel^TTil!!^
Rui i.azem do Campos.
Coojo se est aproximando o temno dos regalo-
(et, o propriaario desle otnbelecimcnto tem se
esmerado em fazer reunir em sea armazem um
completo e vanadissimo sortimanto de seeros
aumeotlcios. 6
Nao so propoo a dascrevar nominalmente todo
os gneros comidos em seu armazem por se tor-
nar do maiv enfadonbo.
Garanie s ment; que sua norma de ha muito
tempo /ender pao por pao e oueijo por rrueijn.
Avisa espeetalmente aos fnmaii, que reerbeu
de sna especial eMomroooda urna factura de cha-
rutos superiores de .Flix da Baha, das seguin-
tes marras : exposirao, marqueaes, normas, ama-
flores e (Mragua ffianos.
Venham tudas as despendas dos arrabaldes e ci-
dade soprir-se de gneros de primeira qualidade.
^portas n. 53, rua Direita, 3 portas n. 53, antiya'
foja d> Braga
mais conbecidos ; pelo o^ue connda ao respeitavel publico e a eus numewso* frSi,
se ^ o* Rectos de sua carenera, 8nde encontrari^or Ss 0 O.oT m?e
em outraqualqqer parte, um sortimento completo de inach.nas para derrocar alodio
do bem conhecdo fabricante Cottorr Gin & C. ditas para costura, motora mt anrmae'
*? P"a fdK- moi^Os para caf de todos os tamanho^ da fabrica do Ja ni esoinflardfs2
dous canos e de um, tanto inglezas como francetas, lonca de porcelana Se o nrft
tS^A t|;ial,d3deS 9 PresV"alejas chinezas, salitre, bren, bKte?eSre panel |
Zn n/err' -a?0i e, aglilha Para 'teiro ; assim como en" mrarb Vstante!
T Lland9poL' c*n>numerodeobjectos,t|*e se tornara enfadonho numera-lns : venhamTrna T ?
BJ, loja de Lenidas Tito Loureiro, ant.ga loja do Braga. D,Pwto m
Pharmaceulico privilegiado
successur
Sebastopol, S3 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprtsei;!aaas i Academia d^j Scieniias e o Instituto de Frna,
I'M.IFPP/fl Soh forau Je P>J>la- deredida e desead* par
tUtUUHU fiSt-r do raom-nto una sol icqo
Prevfntii e enratira djs MOLESTIAS CCBTA6I0SAS.
GALLOd VIGILANTE
lina do Crep m. f ^"^
Os propnetarioa dette .ln-m racbecieh emfeau.
cimento, alm dos muitos ol>jettos que Unkai
poslos a aprfciaeao do respetatel pd lien, mm
daram Tir e a<*al;am de receher pelr. n>- da Europa nin completo e rana
finas e mui delicadas e*\ -,' m eisaoo #-
lao resolvidos a vender, romc e d mu cc-rm,
por preeos moito baratinhm e UKmOu pare le-
dos, com tanto que o Gallo ...
Muito superiores Invas d<; pHlica,
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas golikha* e
ahora, neste genero o qne ha ds i_
Superiores pentes de tanarafa para <
Lindos e riqiiisaimos enfeite* pare
Exmas. senhoras.
Superiores trancas preta* o de era m
Ihos e sem lies; esta fazeuda o que bode
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitoa ieqnes de _
marfim, sndalo e osso, sen*. aqoeQes
com lindos desenhos, e estes pretaa.
Muito superiores meias (lo de Firiii para *-
nhoras, as quaes sempT se Tenderam per OJOOn
a duzia, entretanto que nos as vendemos por M#.
alm deslas, temos tambero jn-ande imtmm
oulras qualidades, entre as quacs alan
finas.
Boas bengalas de superior canr da Km.
castao de uiarGm com lindas e encawadoraj lo-
ras.do mesmo, ueste genero o que de menor m
pode dosejar ; alem CestM teM inmbem gras*
uantidade de nutras quadad.-., r<>roo saaa,ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ele.
Fiuos, bonitos o airosos <:hicctinbo8 de caieu
de outras qualidades.
Lindas e superiores h'gas de teda e ornea*
para segurar as meias.
Boss meias de seda paia ser. hora e para Mi-
nas de 1 a 12 anuos de ida Je.
Navalhas cabo de mariim e tartaruga para famr
barba ; sao muito boas,e de mais a man si* ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por aoaaa vea
bem asseguram^s sna qualidade e deicadeza.
Lindas e bellas capcllas para noire.
Superiores agulhas para machina e pare eme.
Linha muito boa de peso, frouxa, para eaeJMr
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltaret, ama
como os tontos para o mesmo flm.
Grande o vanado sortimento das mellsorts per
fumarias o dos melhores e mais conkeeMea per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as conviaUea, *
fa/!ilitam a denticao das innocentes crianzas. Se-
rnos desde muito recebedores Jriin [ir i di mu i
collares, e continuamos a recebe-los por loinet
vapores, afim de que nunca faltem no roercaa.
tomo ja tem acontecido, assim pois poden* asjwi-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gafe
vigilante, aonde senipre encontraro denles rerda-
deiros collares, e os quass attendendo-sa ao fa
"a que sao applicados, se Tenderlo com am am
jinuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos qne daamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a Tirem
comprar por precns muito raioaveis loja do gatk
vigilante, roa ^o Crespo n. 7.
do voliinie f'e um reliiRio, s rvindo de
I HILPl'.O c SEKING.V sem s
IiUlit 1OIM lili tiO r-rrsr 'MT-g-jn
ESTOJOS
Coia iif"'n" e ir volume de ira Porte-Slocda
-COTEXDO TODO IltATAMBNTO.
COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
R ARTHfiT tlMPl T* Depoarios geral para e OOASIL e i'OltTlGAL
UIU lllfLUlULU a ll 34, rua larga do Rosario. PERNAMBCO.
ARROZ A
Vende -fe no tr.i|iiche da Comnantiia Pernambu-
cana arnz da India tuvo, a 2.5800 a arroba em
saceos.
Farinha de tnandioea da Babia.
Tem para vender muito nova c superior,
em saccas, a pr^fo mais commodo do que
em outra qualqirr parte: Joaquim Jort
GoBcalves Beitr9. no seu escriptorio rua
do Commercio n. 17.
Na roa do Bario da Tnumpho, antign do
rum, n.9, vende-se o seguinte por preco mo-
Cal de Lisboa da mais uova que ha no mercado.
Hoiinetcs para barrajas e hiates.
da w. b
EBCEMERO
Com fundieo
fiUA DD BRI 52
Passando o ch fai iz.
,m nono y** a altDC3 dos Srs- a* engenbo para mt acreditados machinismos t
>om cspecial.dade para seos vapores que ainda orna vez tem melhorado
dm*. ri Vap0!;es forD,?cidos pf'r elI c J funccioDndo Ihe Lao de fazer melhor sDre-
:ia?So do que qualjuer ditoproprio. p
Deseja tambem mencionar que tem feito ama irdoccSb em seas Drecos a hop
iem prompto toda a especie de machinismo e oulros objeetos para a agLltura '
Rival sem segundo,
RUA DUQUE DE CAXIA9 W. 9
(Anliga na do Queimado]
liitimiti n i ._ f a. a
Rival sem segundo
Contina a vender tudo muito bm e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
15o a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta 10000
Libras de la para bordar de todas
as'cores a.......80000
RUA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as miodezas pelos baratissimos preeos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
os admirados.
120 Duzias de pa'tos seguranza a____
Duzia de palitos seguranza caixa
500 grande a...................
Frascos com i Irobaboza muito fino.
Pacotc om p.Vs de arroz o me-
Deordeiro previ denti
120
320
320
Attencjo
\J1Jf t rni?ao e Pe"fn da taberna do
2V.frtTt'Tn; prPria fara inalquer prin-
cipiantec, ccd,-ndo.>e ao comprador a residencia
do sobrado de um andar por cima da mesma :
tratar no mesmo sobrado.
Doe de cajti em calda
Superior doce de caj em calda por preco mu-
to mdico : no patro do Parado n. 11.
El JOSA DESCOBERTA
A SILENCIOSA*
CHEliAt-AM AS AFAMADAS
Machinas de coser de
Pol ack Schmidt.
RUA DO CRESPO .\. 4'
As rnais modernas e llegantes que tem appare-
ido at boje I E. com elfeito nada ma seS
exigir le urna machina, do costura em nuanio i
que biem as de rjne se trata ; per isso qne se
po3e(!,Z-rT,e a Silenciosa de Polla.k SchaiicU
attiniio aos ltimos aperfei?amentos I
A simpiir-i j,.d-t de seu machinismo, a adheren-
S.ft.fS Pe38 \^in3t -* ''ne ,0 c* re-
vestid na erta macftataft sao predicado qne uor
si as toraam recoinmoarfadas mesmo dianfe rda
apreciacao a mai- e^ropuulnsa e.'exiiren'e. cnia
wdado se achn Rrsvnds cm helios caracteres em
odas_asexpoM.;6H me as silenciosas tecm sido
vanUjomMite premiad.
Perto de,S,000 machinas trem sido vendidas na
I-? ,n"ien0 Pel, nico agente no Brasil
^n'4"pa"(''' 'L111" 8nn"'> e coBlInoam a ser
proeurJa*;Jm enlho-iasmo : roga e. nirtanto
"ffi1 "B,li" defla Mh P', o Z
SSf?,-?"^ i'" tm,i,n W w|aretn prwoir
m !, ld,,"l-e^ d0 a< vir v" e examinar
f^,ta lr'J,ao.tuMavn Da'v n. 4, onde
eocontraii > pecnas habilitada.^ 93n darem todas
5SfcSS5: W,B1 ^"o-eMac^ou.
Fg4o de patente.
. Vende ae en caja dos iiugnmAun
tawkes & C. rua da Cruz a.4^Gi"
Shaw
exama ^PS?^110 9oe Ne apefsenta ao publico, depois, porm, de um severo
Sin. s expenencias, ten-loa certeza de que possue urna soperioridadP
tatod as2i, n!JUS,' que PrdduznS WftMi tirando immediatamen
ifa Si i-Smn-f 'Hfa/en com quo aPPareCa em bom ^tar impsgave!.
cnnf.ceifn^t! comP03:9e de robtancM$ cuidadosamente escolhidas, prifiadas a
Zl .rf aT mm C^,idad0' alrodisl combinadasde modo ta" i dj \hl
nma acc5o verdadeiramente efflcaz. consoladora, e benigna he
Deposito
somente em casa do autor, ^ndr DeL-a:cabelleireirode Paria.
Rua 1 de Marqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
CONFEITABIA
DOS
Carriteis do linha Alexandre a.* 100
Frascos com azeite para machinas 500
Gravatas de cores muito finas a 800
Gimas ,de botes madepersla fi-
nissimos a....... 500
Noveljo de liiiia de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pintes volcados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a80rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pliilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
raseos do extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes~muilo finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito deoloo baboza a..... 500
Caixas de bmparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 24C
Cartilbas da dootrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a........ 1,580o
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a. '....... 640
Agulhelros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha fraoceza superior
qualidade a....... 20420
Caixas do palito do gaz a. 00
320
0000
500
160
800
100
700
400
500
ANANAZ
Sua da Cruz n. 16
Ha i pastis de different.8 qu.lid-dea ; Jrbpno para tuesa l rlnh T ^
em cogac; vinhos m8, HZ^L l''
ditos vendados
doces d .
Efarrilinhos em latas.
CA1X1NHAS com amendoas e pastilbis,
proprias para presentes ; che preto, mrado,
i0ooo,or qu ; 'nlM com P*0*
car. -JCTA'ffffaV^^ **
PAPIS para mh^
paracobrir bolos.
PRESUNTOS e fiambres.
lhor que ha a...............
Nav,ilbas muito fiuas para fazer
barba a....................
Cnixi de linha branc do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
Ibas......"........-.........
Caixas com peonas d'aco de l'erry
superiores.................
Lencos dj cassa braucos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a. t.....30000
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a..........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e.
Pocas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Drta8 para denles a 240, 320,
400 rs. e. .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frfixa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para mp,'
nos diversos tamanbos a. .
Duzias do meias brancas muito
finas parasenhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto ........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartdes com colxetes i carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
b6a de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamaDbos a......
Pacote de papel com 20 qnader-
nos...........
Resma de papel pautado superior
llesma de papel liso muito supe-
rior a...........
20000
500
5O0
500
40
500
320
40500
20000
10500
30000
400
20
400
50C
40
20000
240
400
40000
Bob--nte-rheum tico.
Remedio effleacissiow. contra as dores rheuraa-
ticag at hoja o mais conhecido pelos seus mar-
viihosos resultados.
XAROPE DS AGRIAO.- nm dos medicamen-
tos qne sua euVaeia as enferm dales, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqaeza
no peito, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprevadu.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de marapnama, cuja energa e efflcacia as para-
lysias, intorpeciniento, etc. etc. muito se recom-
meada.
Todos esses preparados se encontrara na phar-
naacia e drogara de farthrdomeu & C. nico de-
psito na rna latya do Rpario n. 34.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclheroy.
(Jaleo deptttito em Pernambuco caas da alfau-
lga-veHia n. 2. 1* anda.
Attenpo
yende-se un sitio no Barbalho confronte o
reir Leal, no patao da &im Cria a. 18.
30600
ATTEINCAO
Vende-se, arrenda-se ou aluga-se um sitie na
Boa-viagem ao sl da povoacao, cora duas casas
juntas que serve para grande familia por ter com-
munlcacao por dentro, Ando ama de pedra e cal
com bastantes ps de coqueiros novo* dando frac-
Ios, com agua doee na porta, perto do mar para
lomar us boa" banhos salgados : a tratar na roa
VV
i&t/Ssjff *"^: na pr*ta "*
flahw
Vende-se ama cabra (bicho) com 3 cabritos, boa
WWra e manca : na riu da Concordia a. ll
Una do Queimado o. lo.
Novo e variado soriiniecto de perfu2ur;a
fmas, e outros objeclos.
Alm do completo sortimento de perf^
marias, deque effectivamente estpt >viOs
loja doCordeiro Prevideute, ella Kild
receber nm outro lertiueoo que s i
ootavel pela variedade de objeetns. sur Kri<
dade, qualidades e commodidadea
?os; assim, pois, o Contoiro Prcvidci
e espera continuar a merecer a aprttu.
do respeitavel publico em gen
boa freguezia em particular, nao *
lando elle de sua bem conhecidaa*.
o barateza. Em dita loja en.
preciadorea do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Jfurrav & Laiajuao.
Dita de Cologne ingleza, americana. <:i
ceza, todas dos melhores e mais acredita**
fabricantes.
Dila de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete paa tal.
Elixir edootalgieo para con?rus o
i8seio da bocea.
Cosmatiques de superior qua'.idade ? el
ros agradareis.
Copos e iatas, maiores e menore, i
pomada Cna para cabello.
Frascos com dita japoneza, iracip.0L
e outraa qualidadea.
Finos extractos ingleses, arsricsw
francezes em frascos simples ecr.f>ia.:.
Essencia imperial do fino e agradavel ct
ro de violeta.
Outras concentrada a de cheiroa igra
mente finas e agradave is.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'olco de superior qtuiidaAr
com escolhidos cheiros, em frasees do i
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiorea e Mnor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em ir:
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para bwfc
Caixinhas com bonitos sabonetes imilaBtl
fructas.
Ditas de madeira invernisada coatMde t
as perfemarias, muito propria3 para pr.
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, ti
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colorido*, i
moldes novos e elegantes, com p o boneca.
Opiata ingleza e francesa para deotet.
Pos de camphora e outras diffaraat-
qualidades tambem para dentea.
Tnico oriental de Kerap.
Alada nals coicas.
Um outro sortimento de coques 4* su
vos e bonitos moldes com filets de \idril-.
9 a Igrns d'elles ornados de flores e tta
98tao todos eipostos i apreciaclo ds %yu-
os pretenda comprar.
GOLL1NHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de moito gosto e perfeic3o.
FKellas e Ates para tetes.
Bello e variado sortimento ds tses obie.
toa, fioando s boa escoma ao gosto do eos
prador.
m^mm mmmmm
Joaquim Rodrigues Ta-
yares de Mello,
TEM PARA VENDER
ero sea escriptorio, praca do Corpa tea
Fumo em folha
de i' e 9* qualidade, e rende naa oa SMlS
fardos a voaude dos rnntsssiiiiiii.
Cal de Lisboa
ultima ehegada.
PotassadaBugsik
Vinho BoTreaux.
de 1 qtmmiade. Ts*i -*
barato fseasi ontra
Vende-ie anta
Imperial n. 75 : a tratar
sobrado n. t, eatrasa pela ras se S. H
m


8
de Pernambuco Terca fe;ra 15 de* Novenibro 'de
__
...n-.t.
i*"
9
i
LnTERATUM
0 ESCMVO. ^
, Drama do ft\ Dr. Francisco intonii de
Ofimra Sobrinho.
Nao ama gpologia a nossa palavra...
Farto e bem farto leve c^tir o aut ir ile
tantas nrcoromend;igos lisongeiras, quu uu i rio/ Uthinir: apreciamos esse
sSo entretanto .1 verdadem sentencn da
entretanto .1 verdadeira soriten';.
critica nem a m nifeetac Si^expontaiiHa e na*l
lural da canf noticia. Abrimos portanlo ca. '
minho a um.i outra s^rio da ;>preeiac."i's,
apn;ciac5e que'iao ye r..sentem da baslar-
dez da repugnancia, nem se perfumam dos
rncMisosvia amisadc. Para nos o Escracn
nao mais do que a irradiag3o de uiu pen
samento litre que no chocar das acuds
mortificac-s sociaes :o rumor d* nina
aspiraco tenaz e refluen'e d-i intimo d al-
ma humana: o p >rejar abundante e febril
de um.corpo esvair-se de ituvidns. de
cansado, de desengaos: o descaminho de
um facto m.'Hs fecundo de aruspices dos
seios de ueeeeiro que nos envolve e con-
torce a realidade que surge molnada atada
do pranlo quentes. dos iufeli/es : n.io
mais, em urna palavra, do que o protestar
omnipotente do povu contra o prodoniniu,
da cooscieotia contra a oppresso.
JSo \ amo? entreunto descobrir ;ias veas
do drama singue pi-el-nciado da pu tica.
NSo vamos esiuda-lo por este ladobem
acanhado e suiiil para as inteligencia; d
ponca forca, 180 bello-o estimulante pan os
sonhadores de uutros mundos. Nao. A
ceilamos'o drama como nra repto, ma< na" 1
como um repto alirado s faces do bom
sensosocv! ; accaitarriorlo.ccuno o apop'.heg-
ma frisante e-stwro de urna moral acceita
e proclamada pelos seclos, escudada pela
conscienci,' universal.
O drama antes de ludo urna i lea que
nao se esleri'isa a friez glida do precon-
ceilo, que cao so contamina aos batos da
descrenga. que nao se empoeira no itinera-
rio da declamaeao e do abuso.
Portanlo. compre-nos encara-lo por das
faces:sj. orresponde grandeza do Rm a
se avetilaja, se reveste as condiges de
transitorio que
que
vitalidade apezar do Tunda
o distiogne e qualitka.
f sobre o-drama,
,ma o>tecoohecida,|
u m 1 de escalas sem
uflesgoes. O drama o retrato a so-
d* d-j autos de ser ingerto de acontec -
melos particulares, de pbvstonomias, ex-
cepciomtej.
(r*iamos de ver o amor pirro resalur
ila ora* -hlma avftfada emdigai como Ma-
contraste
fun t > jotre das natiirtas rreconedia-
nenie oppostas rn T'ibouid: o lourei-
H^B^p-jul 1 de Vntila : a raiva selva-
i!... .\iouro d<' Vxiwvi: o amor da ma-
nlade n* Hndarjitna e na Ismenia de
'inli.
o nido a penna do escripior traga
ns farft.w pHllalos des virtudes uminente-
mitale ri'icas coni) no Cid, sentimos pra-
11 unto inaior q lauto da tnllia dos dla-
Ihn.s d scaininha-se a intelligencia para em-
beber se na largas espiritualidades do
nnsso ser. E' o que nos eothusiasifla no
Escran). Vasto amphiiheatro de idealisa-
50 '> unde move-se liyremente o talento do
autor. O assumpto que escolheo1 nao flle-
le de generalidades nem de. encantos posi-
tivos. O .|iie falta, e s}a do com urna
acre censura critica, o que Ihe alta a ex-
pressao mais viva, mais real, mais horro-
msi de tantas miserias desperdicadas- as
profndelas do abysmo que de relance lu-
brigou.
Se:n nos lisongearmos de amantes e
Hppressi fortes, desejariauos que o autor
lo Escrttm .10 envw de busc-r na retirada
lilelia d.is sombras da escravido o ypo*
sympntlii o do captivo polidameMe retoca-
do, desenterrasso da lama em que se re-
bolca o |iobre paria das injustifas sociaes a
oasada vilipendiada da derradeira das victi-
mas humanas.
O Sr. i.ilivcira Sobrinho mostra ter ba-
lante sunso para justificar' a nossa critica ;
c segundo nos consta aquello defeito-des-
apparece em outras eompos;cos dramticas"
soas como na Escraoa e as Miserias da
Escravido, que ainda nao appareceram a
piib'cidado.
(Cotttinuar-sc-ha.)
Justiniano de Mello e Siha.
gra
A paixo. n elemento mais poderoso das
0. andes transformaron polilicas, civis e re-
figios.is :a paixoa inende onde relinem
todos os golpes vibrados pea mo do bo-
mem :_a gotta superfina no vaso cheio das
grandes ancias pjpulares: o tablado onde
se esgairam todas ?s torpezas do corySo,
assim como se canduram todos os affectos
c utopias:a paixo constilue, para assim
nos exprimir, (> cimento das bases do dra-
ma do-Sr. Gliveira Sobrinho.
Treme all algatna cousa de ignoto e su
blime:ignoto que nao senao o o;>lUu-
cianrento dos puros anhelos bumaniU.r.os:
sublime que n5o mais do que o arrojo
dos grandes commetiimentos clareados pe-
las Hizernas da poca.
drima de pensamento antes de ser dra-
ma de sei:'imenlo : s-ynlhese antes de ser
analyse : i negado de systemas antes do
ser syslema calculado e constituido.
Por traz d*quella cortina npgra occulta-se
um semblante de anjo prolector: sob as
rugas daquella superficie baralhrosa a pla-
cidez candida de. urna esperanca fagneira: I
cima daquella nuvera triste e sombra os
risos sarenos da bonanfa. Mas nao diris
por Deus que o autor do Escram com 1 o
artista reflectido uni de proposito aos cla-
ros do quadro os viso3 sombreado?. Nao.
Tudo aqulo escapou-lho no fervor resso: tudo aquillo esponianeidade
oiis incida porque natural, mais bella
porque lo licticia.
Um critico de nota levantou contra os
.;.-criplores de nosso tempo a injusta censu-
1 da exagerados no pinc-lar das paixoes.
Este supp'Sto deffito de que est isentope-
r:mte o illostre contemporneo o drama do
Sr. Oliveira Sobrinho. .para nos um dos
iriomphO da arte moderna, porque ao in-
verso de toda aquella estudada carcter sa-
rao dos poderosos affectos do coraro
transparece a vida com toda a sita hedion-
dez, a Pociedade com todas as suas imper-
ffil'OtS
Nao ha exagerado nos escriptores do
tempo:ha fiel iransumpto de toda a co-
pia de fragilidades de que somos suscepu-
veis, de lodas as coniorgoes que nos dila-
ceran e anniquillam.
A Ephigema, portanlo, com toda a sua
inalterabilidade clstica, nao se antepoe
para nos bisarria do Cromwel ou Lucre-
cia Burgia.
AGMCLTRA.
Hc-lalorio do Imperial Inslttnto
Fliiniiuensc de agrlenltnra
(Conlinuaco)
C*4Decou o asylo com dez meninos, cuja
t-cquisico devo eflicaz cooperafao o es-
ura calcula do Dr. Glasi. pode ser rearn^H
gemexcederi qoaniri dtf lAO^pfDO
Outras obras d men"
jamnm grande telbeiro pj
nha, casas para gallinbeiro, sural e cavaa-
rica, se irlo lawndo aos -poneos e costa
das economas do eslabelw-imenlo.
At e presente os trabaihoi do asylo leem
tido satisfactoria di recele^
Os meninos vao-so alfzertdo aos exerci-
cios raraes, na proporcSo, de suas fonjas e
idades ; mostram-se contentes, e, posto
ainda n3o haja decorrido am anno, j teem
feito bastante progresso na au'a de primei-
ras leltras.
Alguns, para all enviados quasi analpta-
betos, esto lendo corren".emente e escre-
vendo menee mal; acham- qoasi promiv
tos as quatro -operacoes antbmalicas de
nmeros inteiros. e sabem j* algoma cousa
de doutrina christSa. Sao em gefal dotados
de boa ndole. .
Sr-hes para leitura o calnecisrtw fi
agricultura do conselbeiro Frederco Leopol-
do Cesar Burlamaque, publicado peta &>-
ciedade Auxiliadora da Industria Nacional,
depois de aperfeicoado pelo digno menrbro
do eonselho fiCTl o Dr. Nicolao Joaqun
Moretra, e do qual olereceu ao Instituto
duzsntos exemplares. E'awis um apor-
tante servico entre os iniMos ja prestados
por i5o irtil associac-ao.
Desse cathecismo costura* directores-
trahir e formular, na parte Ma pelos rae-
ninns. regras agroooraicas geaes, coja ap
plicacto pratica vai-lhes opporronamente
demonstrando na oecasioaos-rabalhos (*
lavoura, sm que diariamente s*empregam,
e nos paseios pelo campo, nosejiiaes todos forcas pbysicas.
os dominaos e das feriados obrigado i:' Por este* modo.
em geral rmitac
su, que 0o pr
aapecjaija'o'e -do
lail de Trogen,
applrcacfo 03 respeclrvos
im ,1 commijfo incunbiita de
foi entregmr aoiignotlie-
cantlo de AppemeH, orno rgimen, uoto- soureno o Instila to para ser depositada
cant parte da asylo dos meninos pobres,
parece-me o mais adequado tanto no que
concerne ao ensilo throrico, c3K> escola
de applicagSo.
c Os que all forem admittidos devera ii
desde logo se habituando aos trabalbos ru-
raes compaliveis com a sua idade, e vida
d > campo para a qual sao priocipalmante
des-toados.
* A par disto recobero a toslrucc_5o qoe
lor ndipensavel. a qoil nos priawiros aa-
nos convir limitar a leitura escripia, ari-
llimelica at proporges, desecho linear,
geometra plana, e iostrocgo moral reli-
giosa.
< A alinHntacJto devo ser 3 e abundante,
mas restricta que proprra do hornera de
lra*alho em eossas rofas e fazendas,' o
vestuario bora, mas sptes, prescrevehdo-
se todo qninto or luxo-e babioandd se os
mentoos a nao crearem aecessplades, que
por son1 condigSo e circomstany.is nao te-
nbara meio de satisazer, e a1 consalerarem
sempra e-trab'dbo. cjmo e-principa agente
de sua felicidade utura ; o tempo, como
graade eteraento ele riqueza- ;ea economh
e sobriedWe, entre as mellwes- regras d 1
vida
* N domingos e das feslivos-, salvas as
horas de recreo-e (te instruefio .religiosa,
eDnvir que se api)lirgem a exercicios gym-
aasticos a naia;3o, e a todo qoanto' possa
concorrr* papa o deseivolvimento de soas
Ksfa jomma
na Caita. Econmica por meio de aoccessivas
entradas, como exigem os estellos desse
estabelecimento.
Com taes elementos, enflora n3o inspi-
ren! confanga a algomis posoas, par-cen-
do-Ibes sobremaneira acanliados, contino
pensar csrc do pqrvir do Asylo do mes-
forcus lo digno joiztle orphaos da corte o
desembargador Agostinho Luiz da Gama,
qne pr.unette continuar na diligencia de
completar o numero de doz), mximo a que
por ora se pode attingir, vi-la, dos poucos
aeioa do Instituto.
C'se mesmo numero nao se poderia suf-
toniar sem o auxilio c meedido pelo ministe-
rio a cargo de V. Exc, dentro do qual tive
de urganisar todo o pessoal da direego. por
em quanto mu resumido, mas suffi iente
para os piimeiros'annos.
Compe-se de um director com o venci-
mento mcnsal de 2000000 e casa, de um
pedagogo servindo de mestre de primeiras
lletirM com o de 133^333 e ora fmaouense
com o do 33ri333.
rja dons sertentes, cada um com o sa'a-
ro de 30)5000 mensaes e sustento, os quaes
seio conservados somenle al os meninos
chegarem idade de podsr prestar certos
servico?, como da natureza da nstituigo.
Os soccorros mdicos teem sido gratuita-
mente ministrados pelo r. Jos Pereira
Kego Filho, que, commuito zelo ecaridade.
se presta, sempre qno chamado, e mui-
ta vezes d? motn-propr.o, a visitar os me-
ninos o, empregados.
A casa cedida pelo governo para o esla-
belecimenlo, depois das obras all feitas
sob a riiiecgo do Dr. C Glasl, satisfaz ao
seu fim. Tem bom dormitorio, salas de es-
ludo, de visitas e de jantar, dispensa e co-
lioba espagosas, quartos para deposito ele
ferramentas, residencia do director e ser-
vente, e udi grande pateo murado, onde
mtndei collocar o apparelho da gymnas-
tifa-
l'ossue mais um vasUssimo salto, que
serve para recreio nos das chuvosos, guar-
da provisoria da colheita e ontros misteres;
um solao onde se (az o deposito de certos
gneros, e urna sala bem construida, desti-
nada para a capella.
A cu .strucg2o desta de grande necessi-
de e pouco dispendiosa, porque, segundo
acompanba*-os.
Frequcnes vezes het visitado e estabele-
cim .nto e sempre eneonlrado muito boa
ordem e disciplina'.
As instructor, que exped. v3f>seexecn-
tando sem embarago. e at agora sao tive
neeessidade de modificad-as-.
W.is um anoo de experiencia, e- pens
que podero ser submettioss approvago
definitiva."
E' por ora- moito pequea a despensa que
se f*a com o Asylo ; mas convmno per-
der de vista, que ella se a* de ir acjgmen-
Unde proporgto que o plano da iustfi-
gao se-for desee volveado.
Basla considerar que os meninos, con-
cluida a instruccao primarias deveme3udar
anthmetiea at onde fr necessario- para
compjehenderem a coraabH-iado- agricel. o
desenbo linear, os elementos- de geometra
plana e os prmeipios genes- de macbanica
e cbymica appiieadas.
Ter3o outrosim, de aprender officioe m-
chameos de immediata relacocom a ! ra, e de praticar as offictoas de feweiro e
carpinteiro da faaenda normal, ao menos
quanto baste para substi tuirem concertarem
machina e qualquer pega de icstrumentos
agncolas que repentinamente falte, ou se
deteriore.
Mais tarde, ontros estados ser conve-
niente accrescentar. Aquelles, porra, s3o
os essenciaes ao Gm a que se destinam os
mentoos.
Releva ter sempre em lembranga que nao
um corso normal e completo de agrfcnl-
lura theorica e ortica que o Instituto se
propoz fundar.
Para tanto nao chegavam suas torgas,
era por muitos annos poderlo c'aegar.
Um estabelecmenlo desse genero exigira
numero roui consideravet de aulas, grande
pessoal habilitado e avultada despeza para
sua creag3o e cusleamenlo.
Tudo quanto por ora pretende o Institu-
to, limitado a lio poneos meios, aprovei-
tar meninos pobres, educando-os nos miste-
res da lavoura aperfeigoada, moralisaodo-os
pelo trabilboe re^giSo, e ministrando-Ibes
ao mesmo tempo a inslrocglo necessaria
medida que pratica
e intelligenteaeiiteforemaprendeidoa cul-
par a tern, raoostu mando-se a ontros ser-
vigos proprios da lavoima, ir sra espirito-
n aperfeigoandbnos principios da moral, e
n*cnhecim3Dio seo corpo adquirindo a neeessaria robustez
para os rudes i-abalhos era que lero-de en-
cootrar seu principal meto' de sub*i^ten-
ci.
- Devem tarabem desde principio ir-se
habituando a cter e lavan apropria roupa.
varrer as casas e lerreiros, cozinhar, tratar
do gado* de outros aniraaes e-aves domes-
ticas-: conbecereusar dae machina mais
apesfeigoadas. e- des methores instrumentos
de agricultura.
Gonvm, am disto, qoe v3o suesessi-
vamonte apreudeodo olcioe mechanicos de
mai5.imraedialai ligag3o com-a lavoura.
Mais lardero conhecimeoto dos princi'
pios geraes de mecnanica e-chimica appiiea-
das^ e a contabilidade agcola, lio necessa-
rias ao lavrador, quanto abaodonada entre
nos, corapletagao a educacao dos mais adian-
tados e inteligentes. >
Ora, s3o jusumente estes os principios
sob cojo rgimen se va* desenvolverlo o
Asytoi
dentro das bases qne es encerrara foram
espedidas as rastrucgSes para o servigo in-
terno e econmico, e feizmeoie esto sen-
do- executadae com loda a poatoalidade.
'director mostra ba*e las comprehen-
dido bem, sendo at ao presente o prmeiro
a. dar o exemplo da so observancia.
Por vezes o tenho visto trabalhando em
meio dos meninos, e de par com elles,
guiando os, iostrnindo-os praticamente,
vivenio vida modesta e sobria, e acompa-
n'iando-os com coostaote vigilaccia em
todos os seus movimenlos.
No laez de junlio prximo devem os
mais adianlados passar pelos seos primeiros
exames, nos quaes haver premios pecu-
niarios para os qoe se destinguirera.
Iguaes premios loarlo no segundo anno
aos que melhores resultados apresenlareca
na cultura de pequeos terreos deslribni-
do pelos de mais idade, para serem por
cada um exclusivamente plantados e Ira-
Dar tornal-os, no fim de alguns annos. bons lados as horas vagas, e das feriados.
FOLHETIHI
nm NMIS OlMORTi
|POR
iXavier de Montepo.
administradores, ou pelo menos exceentes
(eitores, de que Unto carecem os estabele-
cimentos ruraes no Brasil,
Os meninos assim educados, ao passo que
teem segura sua futura subsistencia, podem
prestar nossa lavoura uleis e importantes
servigos, como na Suissa e nos paizes que
posteriormente crearam a seu exemplo taes
estabelecimentos.
E' todo quanto no prsenle almeja o Ins-
tituto. E' o que bem claramente consta do
relatorio de 1867 onde iniciei esta idea de
accordo com os antecessores de V. Exc,
a quem pego licenga para transcrever o qne
disse, tratando pela primeira vez desle as-
sumpto. /
Onovoeslabelecimento, dever, segn-
P.4HTK TERCEIRA.
A C03DESSA DE RADON
J(Connnago do n. 256J
XVII
Voiela de nina desgraca.
J sabemos em que dispoeiglo de animo
deixoa o conde Annibal o castello de Rahon,
e quanto desasocego Ibe inspirava o estado
de crscente prostraglo da condessa.
O sen maior desejo consista era abre-
viar o mais possivel a sna estada em Pars,
aSm de vollar qoanto antes para ao p de
sua querida esposa.
Apenas chegoo captal, escreveu n3o
so a condessa, mas tambera Saint-Mai-
xent e senbora de Chavigny, para qoe
lodos conQrmassem as noticias tranquiliza-
doras que esperava.
N'aquella poca, eslava j estabelecido o
servigo de correios, mas fazia-se com de-
mora incomparavel.
0 conde estranhava nlo receber res pos
la, e cresciam diariamente os seus receios.
Aquella proUngado silencio pareceo-lhe de
mi agouro, e ebegou a perder comple-
tamente o somno e a tranqnillidade.
Por fim, depois de ter fallado ao minia
tro e ao rei, bteve autorisagao para voltar
s suas trras.
Muito contente com aquello favor, que
punha fim i sua intoleravel anciedade, po
punha se Aouibal a encelar a viagem no da
segoiolei e j eslava faeendo os prepara-
tivos quaodo o trem onde iam o marques
e 1 formse Olympia paroo diante da porta
do palacio, poseas horas depois da visita
d'elle ao hospital. Os doos cmplices ti-
Bbao aproveitado aquellas horas en? se
vestirem de preto desde os bcos dos pos
at cibega, fingindo tambem o luto nos
consternados semblantes.
J n'outro lugar dissemos que o conde
t i;ha na Anvernia qoasi toda a criadagem,
de modo que no palacio de Pars so tiha
cedo numero de criados.
0 porteiro abri a porta para dar passo
.car'ruagem e locou a siaeta que annun-
ciava as visitas.
Appareceu no vestbulo o criado grave
Domingos.
Apjelle velbo servidor tinha vindo do
castello com seu amo, e nao pode conter
urna exclamago de assombro ao ver de
improviso Saint-Maixent e a formsa Oym
0premios, assim obtidos, ir.se-ho de-
positando na Caixa Econmica de accord 1
cora o juiz de orphos entregando-se a res-
pectiva cadernea a cada um, mas n3o po-
dendo ser levantado o diobeiro, sen3o
quando, concluido seu aprendzado, sabir
do Asylo para viver sobre si, ou se contra-
tar com qualquer faendeiro oa lavrador.
Taes contratos, porra, anles dos alum-
nos atlingirem a maioridade, n3o se ef
fecluaro sem hceBga da directora do Ins-
tituto, sendo alin disto por ella nscalsados
em sua integra execugio.
J reservei quantia sufficiente para os
premios dos primeiros annos, destinando
para isso51 1/2 libras esterlinas, producto
dos objectos vendidos na exposigSo
m m do porque rae en'jnciei no ultimo
relatorio.
Repetirei, pois, qoe sbrame fe nesu
tostituigSo ; nutro bem fundadas esperangas
sobre seu futuro, e estoo convencido que
se nao fdlharera os auxilios cora que cont
e proseguindo as cousas cerno at agora,
ha de marcar uon poca de gratas recor
dagoes para os ineKbros do ftistiluto que
votaran sua criag3o, e para o gwerno q le
soube de antemlo eomprebeoder-lhe as
vantagens, apezar de siia origen modesta
Devo informar a V. xc. que o* InstHmo
recoobecendo a Btilidada para nosw lavou-
ra de unta revista de -apicultura pratica,
as condg5[;s constantes do programma
ninonciosamente exposto > ultimo relato
rio, conseguiO' finalmente superar as priu
cipaes difficwdndiw opposta realsar*)-de
seos desejos, grigas ao patriotismo da : s-
semblea legislativa da provincia do Rio de
Janeiro qoe era le permanente concotsu
um subsidio Mnual de 5:000^000.
'O* primeiros- tres nmeros dssta revista
j foram'publicados.
E\ por emqoaoto, trimiiisal; mas ser
publicada lo Jos os meses logo que haja re-
cursos seguros pera isso
Alera das memorias concernentes cin-
na d> abocar, de que cima fz mengao, o
numero? publicadas contera os segui.tes
bartigos :
i." Memoria do ehymico do Instituto A.
Kraus, sobre o sabugo- do milho considera-
do como alimento de animaes.
Nesta memoria, fracto de analysesescru-
patosamente feitas^ fisoo o valor relativo
d> sabugode milho eoaclundo que um
verdadeiro alimento ptaettoo, porem r>3o dos
ms nutritivos.
2." Descripg3o pelo mesmo chyra'mo do
systema simples e ecoooraico pir elle usa
do para fazep vinagre do alcool, on- da
agurdente de caona.
3 Artigo do Dr. C. Glasl, director do
Jardim Botnico e Fazeada Normal,expon-
do seis modos-diversos de preparar-se a
roeta po, aQm de ser conservada por mui-
to tempo.
4. Oulro do mesmo di rector sobre adu
bos artificiaos, e com especialidade do san
gue-dos animaes.
Desle artigo- consia o meihodo de fabri-
car esto ultimo em coaebeSes de ser obti-
do por pouco prego, transportado com
facidade para grandes distancias o modo
de applha-lo convenientemente, e em que
qoaotidsde, conforme as-, Untas a cuto be
nelkio fr destinado
&01 Outro artigo arada do mesmo autor
sobre a cultura da* batatas, denominadas
ingleias, para se obter o mximo da pro
ducg8o destes- tubercnlos com o menor Ira-
balho.
6v Exposig3o do socio honorario conse-
Ihero Felippe Lopes Netto,. acerca da qn-
noa, chirimoya, quina, coca e outras plan-
tas uleis.
Esta exposig3o, da qual j tratei no-rela-
torio do anno pagado,, feita em urna da&
sesses do instituto, por occas3o d oflere-
cer-lhe o mesmo coaselheiro sement de
diversos vegetaes, por elle trazidas da Bo-
livia e do Per, encerra muitas observa-
ges sobre certas Culturas, que convir ado
ptar, ou melhorar entre nos, e principal-
mente acerca da quina, de que mais larga-
mente se oceupa.
Demonstra tambem a utilidade da intro-
ducg3o da alpaca no Brasil e especialmente
as provincias montanhosas, de clima tem-
perad >, e abundantes de agua, onde os ani-
maes daquella especie devera ac!irair-se
perfeitaraeoie.
7. Um artigo da redag3o inlitolado do
solo agrcola sobre sua fornaago em g Tal
composigo e qualidades e particularmsnte
sobre a composiglo dos sol is araveis e su-
bstancias qin se encontrara acci lentalmen-
H neles, no tocan'.e a dillerentes qualida-
des de trras e sua clissicagSo.
O aulor promelta continua-lo nos nme-
ros subsequentes da Revista, enea-ando o
assumpto em relagSo agricultura e fazen-
do considerages a respeito das machinas c
instrumentos usados para abrir, desaggre-
gar, afufar o liaipar a Ierra, eotrajlerai
adubos applicados pan Ibe auiMnr a
eomposigio, ou estimular deseovjHV a
energa prcmil va.
.* Descrip.'ip, acoapeabada da respae-
tivo desenbo, do arado de veo gp.da
grandes diaeosdes, inveatado peto arador
da Fazeoda Normal o Dr. C.
antigo do mesmo doutor fotre a
modo de proceder-se extirpa?* da f
e raizes profundas
9, Lie artigo da redaegio Mi
vantaguns da cultora do sumagre,
ser empregaeto nos cortamos e
e tentativas feitas por am dos prtartota
ros da fabrica de nurroqoinse cooroe aa-
veroisados de 9. Christorao para totosv
ducgUo da mesma cultora.
(O. Memoria do Dr. Joto Martias d*
Silva Goutinho sobre o carao.
as propri dades. botnicas do
suas variedades e regidos da onde
urna deseas oriunda. prodoc^So.
poatan :ia commercial no Brasil e ei
rentes lugares.

se-
Occopa-so tambem- da cultura,
e modo de preparar o-propucto, enja aaa-
lyse- chimica apresenta ; edo chcatele, aaa
fabricago e importancia commercd.
I P. lima bre^e noticia, por P.
sobre- o cafesiiro, declarando os
do gl bo, em era* indgena, os graeada
temperatura exigidos parasen deaeaaotoi-
mento, principaes re ,i5es em qoe cada-
vado, com suas propiedades botaweaa* a
chimica, vari idades e outrr.s circons
errenos preferiveis, modo de
cultivar e melhorar este precioso ve
adubos oasis convenientes, e cosan
ser applicados, contratempos a qne
jeita a planta em coasequeru-ia dos
di grande numero d insectos com a
cnogo dos principaes, tempo de fr
gilo, e duragao do cafcseiro no-Brasil, a ca
outras partes, diversos modos de preparar
o caf, utildde da polpa. e prodada da
cada p.
Ri. A primeira parte de um artifojloi-
lustrado redietor da Rtrista o Dr. Mifaal
Antonio da Silva, sobre e*triiraes em geral.
neeessidade do-seu emprego, segando a aa-
turssa do terseno, com relagao to diversa
culturas, ciassificag'o, analyse sMlca a
expcagio de cada classe. ____
W. Outro art;go sobre a charro a vapor
e desterroador, ou rolo com os respectivas
desenbos.
IV. O processo para ssgotar
erapregado peloDr. Carlos Glasl no
Botnico.
Fioalmente dons importantes u
puramente agrieolas ; desenbos do
metro de polarisagio do Dr. MittscWrbeb.
de seis arados dos mais moderaos, a
de atvca movel e, alm da descriptjio toas-
cola agricoh da companhia aiab toelasira
urna circorastaneiada noticia da aaaasaafacfa
de nos8fi8 pro Jacios na ultima eapoaigto to
llamburgo, e a parte comowreial a f
ra relativa quadra anterior
de cada numero.
-
de
pa.
O senhor marquoz t... A senbora
de Chavigny I balbuciou. Que sorpreza !
O senhor conde vai ficar estupefacto I Como
havia de elle esperar qoe vera ainda em
Paris o senhor marquez e a senbora t...
Tcncionavamos partir amanh3a para o cas
tello. Atrevo me a esperar que nada mo
lera succedido..'.
A idade e os Lingos servigos do criado
grave desculpavam aquella familiaridade.
__Domingos, volveu o marquez, somos
portadores de urna triste nova.
Dos men I a senhora condessa I...
Saint-Maixent baixou os olhos sem res-
ponder.
__Ah / meo pobre amo I meu pobre
amo I bradou o criado contorcendo as mSos
com desespero bem sincero, porque a con-
dessa era adorada no castello por toda a
Annoncie-nos, proseguio Saint-Mai-
xent.
Sim, senhor marquez... aun.-.. en
vou ; mas, em nomo do co, no d de re-
pente essanoticia ao senhor conde. Veja
se o prepara pouco e ponco para a es-
pantosa dengrga que o ere. Qoe lance
este, meu Deus t Elle, qoe so viva para
a senhora condessa... essa borrivel no-
ticias capaz de o malar I...
Annencie-nos, repetio o marquez.
Faremos todo o possivel, Domingos, por
Ihe oceultar a saa desgraga. Mas, ai de
mim mal que em nos encare, logo cotn-
prehender a verdade em toda a sua des-
nudez.
Annibal estava sozinho n'am vasto apo-
sento contiguo ao seu dormitorio. Aquelle
quarto, que Ibe servia'deescriptorio, estava
mobiliado com severo luxo.
Ao p da janella va se urna secretaria
de bano com embutidos de cobre e mar-
fim. Urna estante no mesmo gosto occol-
tava em parte o entalhado das paredes.
Sobre um quadro de veludo carraesim de3
tacava-se um crucifixo de marflm, obra
meslra di esculptura florentina. Defronte
do crucifixo via-se outra obra meslra o re-
trato da condessa Mara de Rabn, pintado
havia dez annos por Felippe Champagne.
O conde, em p, diante da secretaria,
arranjava alguns papis de familia, demo-
rando-so de vez em quando para deitar
urna terna olbadella ao retrato da esposa.
Desde o dia, nio muito remoto, certa-
mente, em qoe deixra a Aovernia, tinha se
operado n'elle urna notavel mudanga. O
cansago da viagem, ou talvez a inqnietaglo
que o atormentava, pareca te-lo enveje-
cido alguns annos. O pdlido semblante
tinha tomado as fontes e no contorno da
bocea orna cor de mirfim amarellento. Os
olbos conservavam o olhar franco e leal,
mas trabam perdido o brilbo ordinario.
As palpebras estavam avermelbadas, e n
extremo exterior doolho notava-se urna
rede de ligeiras rugas. Adevinhava-se
que, apezar de nao ter o conde passado da
idade em que o homem est na plenilude
da sna forga, tocava ji os limites de orna
velnice prematura. Um profundo pesar,
urna dor vijissima, bastariam sem dovida
alguma para o fazerem transpor esses li-
mites.
O conde pareca muito preoecupado, e a
expresso das feigbes era triste.
Nao obstante tato, na sorriso Ihe illo-
mnava a sympathica pbjsioeomia, como o
rato do sol que alegra, aaa campia rida,
Trato agora de fazer coobecida a
enviando-a para difiranles pontos to
perio, e promovendo assignaloras, cajo
docto permittam dar-lhe maior deseovarri-
mento.
Cora este fim tenho de dirigir uon re-
piesentago ao governo, patoado qaa to
julho em diante lome um certo naaaara da
exemplares de cada poblicagao, para
destribnidos as provioctas, a
p le deixar de nteressar o coobacia
de mi'los assnmptos ne'.la traUdoa. a pata ,
menos das noticias e des-nhos d^ novas en-
chinas e instrumentos aperfeigoa ios de agri-
cultura.
Ser novis om serrico prestad lavoara.
e um aoxilio de qne o Institu > se aprovei
tara, tomando a Hernia cada vez asis ia-
leressante cora o melhor desemaaaho da
seo programma.
Tendo o Instillo acceito o coovile doaav
tecessor de V. Exc. para proiaover a ta-
messa de amostras dos principaes
da produegn nacional. aSm da
na expsito de Hambnrgo, ooobe-ma, a
digno vice-presidente do
barJo das Tres-Barras, da
comraissSo, segundo inforatei em asaja ala
anno passado.
(flaaliaaar-sf-to)).
quando os seus amorosos olhares manda-
vam urna caricia fugitiva imagera da con-
dessa de Rahon.
Absorto na classificag3o dos seus papis
e na ccntemplag3o do retrato, Annibal
ufo ouvio o toque da sinela queannanciava
urna visita.
O ruido da porta do seu gabinete que se
abri bruscamente, fe-lo voltar a cabega, e
lodo o seu corpo estremeceu como se sen-
tisso nm choque violento, quando Domin-
gos, com voz tremola, pronuncioa estes
elous noraes:
O senhor marquez de Saint-Maixent.,.
a senhora marqueza d'Aubray de Cha-
vigny...
Por c, meus amigos I por c I ex-
ciaraou o conde fazendo om movimento
para os receber de bragos abortos.
Conteve-se, porm, de repente. Urna
sbita aeflex5o o fez comprehender que a
presenga inesperada dos seus parentes era
precorsora de algara 1 grande desgraga.
Medios com a vista desde os ps ate
cabega; vio-os inteiramente vestidos de
luto, esse luto sinstrofoi para elle a maior
revelagSo.
Do 'uto I. balbocon, vem de lo-
to I... Jararam velar por ella, e estao
aqu... e vem de lu.o... Ah I.. con
prehendo I.. Maria morreo I.
Valor, meo primo I murmurou o
marquez impondo ao semblante unn ny-
pocrita mascara de dor e compaiilo, en
quanto a formosa Olympia, occoltando o
rosto enlre as mos, venia torrentes de la-
grimas. .
As mulheres lem 'o dom das lagrimas 1
O Sr. de Rabn, lvido, com os labios
crispados e 'olbar fixo, qoedou-se como se
am rato Ihe houvera cabido dos ps.
Aquella terrivel immobilidade daroa al-
guns segundos.
Saint-Maixent esperava ve-lo cabir no
chlq.
Ms reanimon-se de repente.
S lio verdade ? disse lentamente
com a cora a voz alterada
Morreo ?
ent3o verdade?
Fez-se um silencio sepu'cral.
Mora I prosegaio com desespero ;
mora a corapanheira da mima vida I o anjo
do meu lar! a joia do mea corag3o t a mi-
nha esposa I Morta longe de mim I morn
cbamaodo-me era balde I E nem sequer
pude ouvir a sua ultima palavra, sentir o
seu ultimo beijo, o seu ultimo alent I Deus
meu I quanto cmelmanle me castigaos I
Que crime commetti eu para merecer ta-
manho castigo ? Vos quem chamara o
Deus de bondade, sois injusto na vossa ira;
porque motivo vos eaiolerisaos contra mim ?
Porque motivo separaos os que se ama vam
e quem liuheis unido por meio de lagos
indissoluveis f
la a sufiocar-sc-lhe a voz, o peto arque-
jante pareca desped gar so ; felizmente os
solugos rebeotaram com violencia, trazendo
urna consolagSo relativa aquella especie de
agonia de todo e sen ser.
Senhoreado por um assombro involun-
tario diante d'aquella dor sem limites, im-
posta por elle ao homem de coraglo, ao
generoso prente quem so devia benefi-
cios, o marques n3o oosava levantar a vista.
A formosa Olympia continuava a chorar,
e agora as suas lagrimas erara quasi since-
ras, porque resultavam de urna violenta
commogi > nervosa.
N9o vemos todos os das enles comple-
tamente insensiveis na vida real e que, n5o
obstante, se commovem ao ver no theatro
imaginarios infortunios ?
Os olhares incertos de Annibal encentra-
ram a coragem snblim do Homem Dus
cravado na infamante cruz, e'qu6 pareca
diser-lbe r.Tambbm e quiz padecer I Tam-
bem eu quiz raorrer I
No secuto XVII viva a f em quasi todos
o corages. As crengas religiosas eram
ardentes e profundas.
A vista do Crucifixo eperou-se do conde
ama reaccSo repentina.
Atravessoa o aposento com passo vacil-lTYP. po PMWO
lante e prosU-ou-se ios ps da dtviaa iaaa-
gem, balbuciaado:
Blasphemia. Saohor meu Deas, par-
doai-me I Vos m'a dstes, vos a'as tanas f.
Faga-se a vonlade !... Lonvada seja a
justiga 1... Sdnhor, fui frgil, a do
do abysmo do mea desespero oosaraam aa
ratonas fallas levratar-se contra v*! Taada
pedade do h m -m anniquilado qaa va tos-
plora, o ji que me envaos a dir,
me tambem a forga e o animo que
para a supporlar.
Annibal suraio-se n'ama compriaa 1
dente prece. As suas maos erg
prim am-se convulsivamente. Vta-sa
labios se raoviam : mas as palav
diriga Deas oio chegavam i
manos.
Quando se levantou, o sea lvido
oante pareca ama mascara de
urnas tenazes em brasa hoavessesa.
profundos snlcos.
as calidas regies do
veses horriveis furaces 00a saaw
das mootanbas. Um faracao
havia devastado o cerebro 00
Rahon. No semblante d'eUe, eoaao
no sen coragao, s
va o relancear dos
ciava urna especie de cooaoiafia.___
O conde foi para o marqoaz pan a I
mosa Olympia, abracoo-oe aaa apea m
com affligidor sorriso, a aaaaa-aaaa:
Q-iridos amigos, qaendoa
a ddr egosta. Ainda laiea
terem feito ama viagem tto
evitar que pessoa eslraoaa e i
noticiasse a immensl toagrata ala ajea I
victima. Nao duvidem d<)aaiaa, reaja ji
nto sou ingrato. Bom aaaaai qaaaaa
estremeco; e como nao oa havia
mecef? Ai I Alm de va, aato
ningnem n'esta mando I...
Os doos cmplices abaara* aj
Dio se atrevern tafia* a
outro.
"a
maall


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