Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12261


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO XLVI. NUMERO 257
i
h>
i
9


IV
FARA A CAPITAl .11 IMAMS OIDE IAO SE PAGA MOTE.
'Por tres mezes adiaotadoe
Por sci$ ditos niara
Por Dm anoo dem.. .
Cada momoro avulso .
t
.

*-
WOOO
WQOO
SO
m i *at.
SAMADO 12 DE MOVEMBRO DE 1870.
PA1A DOTIO E htt DA PBOVUCIA.
Por tres mezes adiantados................ .
Por seis ditos dem................... \
Por nove ditos dem...............' .
Por nm aono dem...................
PEMAMBIM
Proprledade dn Manoel Flgneirtt de Faria & Filhos.
_______.- ____
0 Sr. Gerardo Antonio Alves FHbos, no Par ; Gonctlret & Pinto, no MarwbSo ; Joaqun Jos de Olivara, no Cear ; Aotoofo de Lemog Braga, no Araeatj ; JoJo Mara Julio Chavea no Ass ; Antonio Marques da Sur, no Natal;
Pereira d'Almeid, em Mamanfoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na THla da Penfaa; Belannino dos Santos Balcao, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em NMareth ; Francisco Tavires da Costa, em Alago ; Dr. Jos Martina AIvm, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL
Mnlsterio do imperio.
OlORETO R. 4623 DE 5 DE NOVEMBBO BK 1870.
Modifica algumas das disposicocs dos decretos tu.
4430 e 4431 de 30 dr nal abro de 18G9.
Hei por bera que os decretos ns. 4130 e 4431
de 30 de ootubro do 1869 se observem com as se-
guiste* tnodilicacde*:
Arl l.' As mesas de exames do preparatorios,
de que trata o art. 8. do deeruto n. 1430, se com-
poro do presdeme e de dou< examraadures, sen-
do aquello nomeado pelo goverao, e estes pelo
inspector geral da instruccao publica.
Art i.' as facultades de direito de S. Paulo e
do Recite e na de m-tdicina da Baha servirlo
como examinadores o lente da cale-ira e seu subs-
tituto, e, na falta de qualquer dalles, quem o di-
rector designar.
O presidente da mesa ser sempre nm dos en-
tes da faculdade, nomeado pelo director.
ArL 3. Os memoro das metas formarlo a
comtnissio julgadora das pravas, nos termos dos
arts. 18 e 19 do citado decreto n. 4430.
Art 4.* Nos exames de sciencias naver urna
mesa para cada materia ; e, semura que for pos-
(ivel, todas ellas se reunir* no dia 1.* de feverei-
co. Se motivo imimrioso olistar a que algum* ou
algumas se reunam nesso dia, ser isso cooimu-
meado a i governo.
Att. 5. presidente din mesas exerc-'r tam-
bem as funecoes, que, pilo decreto n. 4433, com-
peten, ao enmmissario do governo.
Art 6.* N> jnlgamento da prova escripia, sen-
do este favoravel, dir-se-ha : t Habilitado pira
a prova oral por unanimidade ou mu >ria de vo
tos.
Art. 7.* A qaallfkacio da approvacio ser da-
, depois da prova oral, do seguate modo :
1. Ser approvado plenamente o examinando
-que, ebtendo unanimidade de votos na prova oral,
merecer igual unanimidade em segundo escruti-
nio, a que nnmediatimente se proceder.
2. Ser apprdrado coa"! distinecao o que, alm
Je approvado plenamente e habilitado para a pro-
va oral por unanimidade, alsancar todos os votos
em novo escrutinio.
3. Nos de tntis casos de jnlgamento favoravel,
a nota ser s.nente. -Approvado.
Art. 8. Para os exames de linguas, com ex-
cepcao da nacional, o inspector geral fornecer os
lvros, de que devem ser transcriptos os trechos
que tera de ser vertidos.
Joio Alfredo Correia de Olivetra, do meu ronsa-
loo, ministro a secretario de e do impero, assim o tenha entendido e acja execu -
lar.
Palacio do Rio de Janeiro, em i> de novembro
le 1870, 49." da independen ca e do imperio.
'.jin a rubrica de sua magestade o Inperador-
loo Alfredo Correia de OUveira.
Mniaterlo da suerra
0EC8ET0 N. W19 DR 4 DE NOVEMBRO DE 1870.
H>qiUa o modo pralico de organisarse o qaairo
para prcenchtmenlo das vagas existentes no
xercito, e as escrlas de promoco.
Convindo regular o modn prauco de organisar
o quadro das vagas existentes no exercito, e as re
laroes por antiguidade, merecimento e estudos dos
officiaes em circumstannias de serem promovidos,
ie que trata og 6. do arL 50 do regulamento ap-
provado pelo deereto n. i 156 de 17 de abril de
1868, hei por bem, para melhor execuco do dito
artigo decretar o seguate :
ArL 1. Para organisaco do quadro das vagas
das escalas de promogo, de que trata o g 6. do
art. 50 do regulamento approvado pelo decreto n.
4156 de 17 de abril de 1863, o governo nomear,
em cada anno, urna commisso comporta de tres
officiaes generaos, sendo presidente o mais gradua-
do, a qual ser incumbida de organisar, vista
das relacSes de conducta, livros de reg'stro e mais
documentos, que serio foroecidos pela secretaria
de estado dos negocios da guerra e pela reparti-
o do ajudante general, tres relzcjes dos offl
aes do exercito, desde alferes at coronel, ex-
clusive, que estejam no caso de ser promovidos
segando as dsposir.5.js do regulamento n. 772 de
31 de marco de 1851 ; urna destas relacoes com-
prebender os offlciaes a quem locar o accesso
por antiguidade, a outra aquelles que devam ser
promovidos por estudos, e analmente a ultima
aquelles que lenham de seronsiderados dignos de
entrar em proposta por merecimento em grao su
perior ao de seus camaradas mais amigos. A mes-
ma coraraiiso re uisitar os esclarecimentos que
julgar necessarios a bem da justa desiribuico dos
postos militares, e indicar aquelles offi :iaes que
devam ser excluidos da primeira classe do exer
rito segundo as disposicoes do desreto n. 260 do
1.* de dezembro de 1841. Organisar outra sim
as relacoes mencionadas nos |S 1., 2. e 3." do
art. 9. do decreto n. 1950 de 29 ds julho de 1857,
art. 6.' da lei n. 10'ti de 14 de setembro de 1859,
avisos de 26 e29 do dito mez e anoo, e 9 do
art. 12 da lei n. 1114 de 27 .le setembro de 1860.
Art. 2.* Para o preenchimeoto das vagas as
differeotes classes dos officiaes superiores proce-
dor-se-ha pela forma determinada nos arts. 4.",
3. e 8.* do citado decreto n. 1951) de 29 de julho
de 1857.
ArL 3. Os officiaes generaos nomeados pelo go
veroo para formaren a commisso de que trata o
arL perceberao a gralifieacao mensal de 200*
desde a data da nomeacao.
Art 4.* a referida commisso ter sob suas or-
dens, para a coadjuvar em seus trabalhos, um se-
cretario, que ser offlcial superior, e os escriptu-
rarios que forem precisos, tirados das classes dos
oificiaes do exercito, quer ellectivos, quer refor-
mados, percebendo todos as vantagens de estado-
maior de primeira classe.
Juj Frederico Caldwell, do meu conselho, mi-
nistro e secretario de estado interino dos negocios
da guerra, assim o tenha entendido e faga execu-
lar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 4 de novembro de
1870, 49/ da independencia e do imperio.Com a
rubrica de sua magestade o Imperador.Joo
frederico Caldivelt.
pagamento de taes vencimeotos e quaes os que fal-
tam ; devenio incluir na dita relagio as que se
aunando em idntico estado, nao houverem ainda
sido inspeccionada sua saude, enviando tambem,
ne queso mencionara todas as cirenmstancias exigi-
das pelas disposicSas vigentes para reforma ou
baixa, sendo atompanbados dos documentos de
que tratam as referidas digposic3es, e das infor-
marles qne a respeito dos relacionados poder V.
Kxc. prestar.
N. 590.Dito ao inspector do arsenal de raari
nha.Annuindo ao que V. S. solicita em sen ofli-
co de 27 de maio ultimo, sob n. 1968, acabo de
expedir as precisas ordens a thesouraria de fazen
da para entregar ao primeiro tenante Braz Jos
dos Reis, o peculio pertencente aos aprendizes ar-
tfices e que fura recolhido naquella thesouraria
pelo commandante da respectiva companhia, afim
de ser dito peculio depositado no Banco Inglez.
conforme propSe V. S. no citado officio, e a vista
do artigo 43 do regulamento annexo ao decreto n.
2615 de 21 de julho de 1860.
N. 591.Dito ao conselho de compras navaes.
Approvo os contratos que segundo s termos
annexos ao seu officio de 13 do crrante, effec-
tuou o conselho de compras navaes com diversas
pessoas para fornecimenlo dos objectos do mate-
rial da armada necessarios ao almoxarifado do ar-
senal de marinha.
N. 592.Dito ao mesmo.Approvo o contrato
que segundo o termo junto, por copia ao seu offi-
cio de 18 do crrante, celebrou n conselho de com-
pras navaes com diversas pessoos para provimen-
to do almoxarifado do arsenal de marinha.
2* seccao.
N. 593.Portara.O vice presidente da pro-
vincia, de cooformidade com a proposta do chefe
de polica em officio n. 877 de 18 do crrante, re-
solve noraear para os lugares de !, i*, 3, 4", 5* e
6* supplentes de subdelegado do districto de Bebe-
doaro, do termo de Garuar, os cidadios segun-
tes, na ordem de sua collocacab :Jos Januaro
Correa de S, Flix Nones de Andrade, Luiz Mi-
guel Gomes dos Santos, Francisco Jj. dos Santos,
Antonio Jacntho de Mello.
N. 594.Dita.0 vice-presidente da provincia,
conformando se com a proposta do chefe de poli-
ca em officio n. 877 de 18 do crrante, resolve
nomear para os lagares de 3#, 4, 5* e 6 supplentes
do subdelegado do districto de Panfilas, do termo
de Garuar, os eidados segumos, na ordem em
que vo collocados :Manoel Ignacio do Paula e
Silva, Manoel Simoes de Souza, Joaquim Jos de
Barros o Francisco da Gruz Figueiredo.
N. 595.Dita.O vico-presidente da provincia,
de cooformidade com a proposta do chefe de po
lica em officio n. 877 de 18 do crrante, resolve
nomear para os cargos de 2*, 3*, 4", 5* o $ sup-
plentes de subdelegado do districto do Altioho, os
cidadaos spguintes, na ordem em qoe vio collo-
cados : Joao Alves di Costa, Clemente Rodrigues
dos Santos, Jos Francisco Torres Gallado, Antonio
Cavaluanti de Albuquerqoe, Manoel Satvro de
Mella.
P. 596. -Dita.O viee-presidente da provincia
conformando se com a proposta do chefe do poli-
ca em officio n 877 de 18 do correte, resolve
nomar para t>s logaros de 3* 4o 5* o e*^iipplen-
tes da sobdelegacia do districto de Panellas, do
termo de Garuara, os cidadaos seguales na or-
dem em que vito collocados Manoel Ignacio de
Paula e Sil a. Manoel Simoes de Souza. Joaquim
Jos de Barros, Francisco da Cruz Figueiredo.
N. 597.Dita.O vce-presidente da provincia
de cooformidade com a proposta do cnefe de po-
lica em officio n. 877 de 18 do corrate, resolve
oomear para os cargos de 2 3* 4 5* 6' de sup-
plentes de subdelegado do districto do Altinho os
cidadaos seguintes na ordem em que van collo-
cadjs: Joao Aives da Costa, Clemente Rodrigues
dos Santos, Jos Franesco Torres, Galliudo, An-
tonio Cavalcante de Albuquerque, Manoel Satyro
de Barros
N. 598.Dita o vice-presidente da provincia de
cooformidade com a proposta do chefe de polica
era officio n. 878 de 18 do crrante, resolve nomear
para es lugares de 1" 3o 4o 5 supplentes do sub-
delegado do districto de Fazenda-Grande Jo ter-
mo de Floresta os cidadaos segnintes na ordem de
sua callocaco : Tenente, Primo Lopes de Barros.
Jol Joaquim Novaes, Jos Vicente de S, Olym-
pio Flix de Meuezes, Haouibal Alves Cauta-
reli.
N. 599.Dita.O vice-presidente da provincia
de cooformidade com a proposta do chefe de poli
ca em officio o. 878 de 18 do corrate, resolve
nomear para os lugares de 1* 2o 3o 4* 5o 6* sap-
pleates do delegado de polica, os cidadaos seguin-
tes na ordem era que vao collocados: Corouel
Faaacisce de Barros do Nascimento, capillo Anto-
nio Alves de Carvalho e Silva, Manoel Salvador
da Cruz, majoi* Antonio Valgundes dos Santos
Barres, capito Benedicto Alves de Carvalho, ca-
p lio Joo de Araujo Leal.
N. 600.Dita.O vicepresidente da provincia
em vista do officio do ebefe de polica n. 877 de 18
do correte, resolve exonerar dos lugares de 3* 4
5* 6* supplentes do distrioto de Panellas os cida-
daos : Caetano Jos da Costa Bastos, Fernando
Francisco de Barres, Francisco Jos Luceaa Ber-
nardino Soares Couto.
N. 601 .Dita.9 vice-presideute da provucia
em vista do officio do chefe de polica a. 878 de
navaes celebran com diversas pessoas, para forne-
cerem objetos necessario para proviraeoto do
almsxarifido do arsenal de marinha, constantes do
termo junto por copla, assim o comrauuico a V.
S. para seu coohscmento.
. 608,Dito ao mesmo.Reraotto a V. S. para
os fins convenientes, o titulo junto nomeando o ba
charel Virgilio de Gusmao Coelho, para a servea-
ta vitalicia do officio de secretario do tribunal da
relacao deste districto.
N. 609.Dito ao mesmo.Do conformidade eom
o an. 6 do regulamento approvado pelo decreto
n. 4356 de 24 de abril do anno p. transmiti a V.
S. a inclusas portaras de Joaquim Jos do Nas-
cimento Wanderley, agenle nomeado para o cr-
relo da vila de Paje de Flores, bera como de Jos
Roque da Silva Barros e Francisco Camello de
Paula Pacheco, ajudanles nomeados para os cr-
relos de Tacaratu e de Cabrob.
N. 610.Dito ao mesme.Transmiti a V. S.
as 2 inclusas ordens do ihesouro nacional sob. n.
77 a, e 109 datadas de 9 de maio o 13 do cor-
rete.
N. 611.Dito ao mesmn.D V. S. as suas or-
deas para que seja entregue ao 1 tenente da ar-
mada Braz Jo> dos Res, en car regado da compa-
nhia de aprendizes artfices, do arsenal e mari-
nha, conforme solicita o inspector em officio de 27
de maio ultimo sob n. 1968, o peculio que se
acha reculhido aos cofres desta thesoararia, per-
tenceote aos meamos aprendizes, afim du ser dito
peculio depositado a juros ao banco inglez, como
despSe o art. 43 do regulamento annexo ao decre-
to n. 2615 de 21 de julho de 186y.
N. 612.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Autoriso a V. S. em Tit de sua infor-
mara! de 16 de crranle, soc o. 380, a mandar
entregar ao thesoarairo da Santa Casa de Miseri-
cordia, a ditferenra que se deu entre os 4:0005
que foram entregues as mesmo thesoureiro para
as dspezas com o Asylo de Mendicidade n> mez
de maio ultimo, e as mencionadas de-pezas, segun-
do consta de officio do referido provedor, datado
de 28 do citado mez de maio n. 2766.
N. 611,Dito ao mesmo.Devol vendo a V. S. o
recibo em duplcala que veio annexo ao seu offi-
cio de 14 do crrante sob n. 373, da despeza na
importancia de 962*500 feita pelo delegado do
termo de Floresta em deligencias as provincas
da Baha e Alagoas para a captara de crimino-
sos, tenho a dizer em resposta que nao obstante as
davidas expnstas no citado officio, mande effectuar
esse pagamento, atientas as ordens qie anlorisa-
vara essa despeza, e a irapossibilidade de fazer-
se outras averiguacoes e a descriminaeiio qaaoto
ae numero de pracas da guarda nacional e de
paisanos empregados nessas deligencias.
N. 612.Dito ao rae3mo.De$laro a V.S. pira
seu conbeclmento e fins convenientes, que cons-
tando de informarlo do chefe da repartilo das
obras publicas datada de 17 d i crrante e sob a.
167, acham-se bem conservadas, e eni estado de
serem recebidas definitivamente as obras supple-
mentrres da ponte a bomba do engenho Bujary,
acabo de autorisa-lo a mandar eflectuar esse re-
cebimento.
N. SIS.Dito ao mesmo. Fieo inleirado de
quantoV. S. participou-me em officio de 14 do
crrante sob n. 374, relativamente a arramatacao
da obra do cano do leste da alfandega desta ci-
dade.
N. 614.Dito ao mesmo.De vol vendo a V, S. o
pret junto em duplcala que voo annexo ao 'seu
omcio de 16 de maio ultimo, sob n. 294, e relativo
aos vencimentos no mez de abril deste anno dos
guardas nacionaes destacados na villa da Escada,
tenho a dizer que ltenlas as razes expedidas
pelo commandante superior daquelle municipio,
ein sua informacao de 6 deste mez, mande pagar
integralmente taes vencimentos.
N. 615.Dito ao mesmo. Atiendeado ao que
expoz oo iucluso requerimento o bacuarel Joaquim
Correa de 01 i vira Andrade, recommendo a V, S.
que mande pagar a ajuda de custo que compete
ao supplicante na qualidado de deputado a as-
sembla legislativa provincial.
N. 616.Dito ao chefe da reparticao das obras
publicas.Pie Vmc. conforme indica em sua
informadlo de 17 do crrante sob n. 167, mandar
receber definitivamente as obras supplementares
da ponte e bomba do engenho Bujary.
N, 617.Portara.O viee-presideote da pro-
vincia teodo om vista o que requereu o escreveote
da repartilo das obras publicas Joao Cezario de
Mello, e bem assim o que a este respeito informar
o respectivo chefe, resolve cooeeder-lbe um mez
de licencia com ordeoado smente para iralar de
sua saude.
4' scelo.
N. 619.Dito ao presidente da provincia da Pa-
rahyha.Remeti a V. Exc. o incluso aviso que
para ter esse destino mfoi enviado pelo ministe-
rio do imperio com outra de 4 do crrante, aguar-
do a chegada da farinha de que elle trata para re-
moller a V. Exc. as 400 saccas que sao destinadas
a esta provincia.
N. 620.Dito ao Exm. Sr. presidente da provinj
ca do Cear.Solicitando o inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia a reraessa da im-
portancia da arrematadlo dos gneros alimenticios
remettidos para o centro desta provincia, a que se
refere a 2* parte do officio de V. Exc. de 31 de
maio prximo findo, rogo a V. Exc. se sirva de
desx data luso por copia, diio para o serrico
dessa empreza,
N- 626.Ma aos Srs. agentes da companhia
brasneiri.fk Srs. agentes da companliia brasilel-
ra da paquetes a va or, mandem dar transporte
por eonta do minidrio da guerra no vapor Cru-
zeiro do Sut, para \ provincia do Cear o alferes
honorario de- exercito Joaquim Alves da Rocno
Caristia.
N. 617.=Dkliberaolo.Opressdente da provin-
cia, coosMenmdo t? io luaar_ de mordomo sup-
pente da Santa Casa 3e Misericordia, portero
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo deixado de
acceitar a najneaco feita por deliberadlo de 2 da
mio prximo fiado, segundo declarou o desem-
bargador pravedor do mesraa Santa Casa em offi-
cio de 18 dJcorrenie. sob n. 2754, resolve no-
mear para Meferido lugar a Jos de VasconceHos.
!N. 68Tpta.O vice presidente da provincia,
resolve nomjar a Fran;isco de Lemos Duarte J-
nior, para erogar de pralicante da secretaria da
presidencm que se acha vago por fallecimento de
.1 laquim Hibeiro de Aguiar Montarroyos Jnior.
EXPEDIENTI AESniXADO PELO SR. DR. ELIAS FRRDRBI
CO DE ALaklDA E ALBUQUKRQUE, SECRETARIO IN-
TERINO, EM 21 DE JUNIK) DE 1870.
1." seccao.
N. 629.Olficlo ao Exm. general commandante
dai armas.4>e ordem de S. Exc. o Sr. vice-pre-
sidente da pfovineia, declaro a V. Exc, em res-
posla ao sen officio desta data, s)b n. 336, que
fica expedid a conveniente ordem para o trans-
porte para o Ceara no vapor Cruzeiro do Sut, do
alferes honorario do exercito Joaiuira Alves da
Rocha Cansa.
2* scelo.
N. 630.Ottcio ao chefe d polica.De ordem
18 do crrante, resolve exonerar a bem do servi- providenciar afim de que ella se effeclae.
*_. .... t V I Jl ll -Inri" nn iiPAdO LyP il- Vflnln
50 dos lugares de 1* 2 3o 4" 5 6* supplentes do
subdelegado do districto de Fazenda-Grande do ter-
mo de Floresta os cidadaos : Francisco Gomes
N. 621.Portara ao provedor da Santa Casa de
Misericordia.Transmiti a V. Exc. para seu co-
nheciraento e execuco copia da deliberacao desta
Governo da provincia.
tXEDIENTB ASSIONADO PELO EXM. SR. DESBMBABOA-
DOB FRANCISCO DE ASSI? PBREIRA ROCHA, VICB-PRE-
SWIXTE DA PROVINCIA, EM 21 DE JMHO DE 1870.
! scele.
N. 588.-Officio ao Exm. Sr. general comman-
dante das armas.-Autoriso V. Exc. a mandar que
pela botica que forneee medicamentos a enferma-
ra militar desta cidade, sejam entregaes os que
constara das relacoes juntas, fornecidas pelo pri-
meiro cirnrgiio do corpo de saude, Dr. Jos de
l'eive e Argollo, visto serem necessarios ao corpo
n. 36 de voluolarios da patria da provincia do Ma-
ralo, que se acha a bordo do traosporte oacio-
nal a vapor Leopoldina.
QL 589.-Dilo ao mesmo.Para que eu possa
sajisfazer ao que oo aviso circular do ministerio
da erra de 8 do correle, exigido com rafe
rene a* Bragas julgadas incapazes para o serv-
50 do exercito, que aguardam oesta proviocia os
seos desiia, sirva-se V. Exc. de remetter me
eom toda urgencia ama relaolo nominal das mes-
mas pracas, em qoe se espeoiflquem seus corpos,
gradoaeftes, as raercs pecuniarias, qoe obtiveram
rom deelaracies dos decretos que as coocederam,
a folla de romes* (Jos competeote; ltalos pira o
da Silva, Manoel Jos de S e Silva, Manoel Ja- aau pela qual considerei vago o lugar de mordo-
mo supplenie da Santa Casa de Misericordia para
que fra nomeado o Dr. Ignacio Joaquim de Souza
a oomeei para o referido lugar a Jos de Vascon-
ceHos.
N. 6!2.Dito ao vigario capitular.Teoho pro-
sete o otikio de 17 do correte, em que V. Exc.
me eommuacou ter sido eleilo vigario capitular
desta diocese pelo Rvd. cabido sede vacante. Fe-
licitando a V. Exc. por sua eleicao, aproveito o
ensejo para apreseotar-lhe a seguranca de mmha
estima e distincta consideraclo.
N. 623.Dita a cmara municipal do Recife.
Altendendo ao que expoz a cmara municipal do
Recifti em officio de 8 do corrate, sob n. 41, au-
toriso a mesma cmara a elevar o salario dos ser-
veotes do cemeterio publico a 1600 rs. diarios,
nao exeedendo-se porm a quola marcada na le
do ornamento municipal vigente para semellianta;
despeza.
N. 624.Dita ao juiz de paz mais votado do Io
districto da fraguezia de Goyaona.Inleirado pelo
seu officio de 14 de maio prximo fiodo, dos mo-
tivos pelos quaes deixoa de fuaccionar a junta de
qualiflcaclo de votantes dessa freguezia, recom-
mendo Ihe que guardado os prasos e mais forma-
lidades da lei convoque novamente a referida jun-
ta o a faga reunir no dia 7 de agoste vndourn,
que para isso designo, deveodo Vmc. para suprir
a falta das actas de que trata o sea citado officio,
recorrer as delligeocias determinadas no art 31
da lei n. 387 de 19 de agosto de 1846. como pre
ceituam os avisos ns. 83 de 2o de abril de 1847.
1, 2,13 e 106 de 13 de marco de 1862, e irapr a
cintho de S, Pedro Gomes de Menezes, Valdrio
Rodrigues Lima.
N. 602. Dita o vice-presdenle da provincia em
officio do chefe de polica n. 877 de 18 do cr-
reme, resolv exonerar dos lugares de 2 3* 4" 5o
6' supplentes do subdelegado do districto do Be-
bedouro do termo de Garuar os cidadios : An-
tonio Alves de Lima, Jos Macario de Andrade,
Joaquim de Aguiar Cardoso, Rufino Jos Cardoso.
Apolinaro Olvmpio de Barsos.
N. 603.DitaO vice-presicenle da provincia
era vista do officio do chefe de polica n. 877 de 18
do crranle, resolve exonerar dos lugares de 2* 3*
5 e 6 supplentes do subdelegado do Altinho do
termo de Garuar, Aureliaoo de Barros Correia,
Joaquim Rodrigues da Silva, Epifaoio Rozeodo da
Silva, Malhias Jos de Frailas
N. 604,Dita.O vice-presidente da proviocia
em vista do officio do chefe de polica de 18 do
crrante sob n. 878, resolve exonerar por conve-
niencia do servico publico, do cargo de delegado
do termo de Floresta, o cidadlo Frnncisco Anto-
nio Gomes de Novaes, e dos de 2o 3o 5* 6 sup-
plentes os cidadios : Aotonio Alves da Luz, Ma-
noel Francisco de Novaes, Jos Alexandre Gemes
de S e Silva, David Borbosa de Sa Pedrosa, Ma-
noel da Silva Leal.
3' seccao.
N. 605.Officio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Transmiti a V. S. para os devidos fins,
o titulo junto de Jlo Baptsla do Amral, para a
serventa vitalicia das officio de partidor e conta-
dor do termo de Santo Ailo.
ato de Floresta, e os dos !, 3*, 4, 5 e 6o, do
subdelegado do districto de Fazenda-Grande do di-
to termo, de conformidade cora a sua pro posta era
officio n. 878 de 18 do correte.
N. 631.Dito ao mesmo.De ordem do Exm.
Sr. vice-preeideote da provincia, transmuto a V.
S. os ltalos juntos de nomeacio dos 2*, 3, 4', 5 e
6* supplentes do subdelegado de districto do Alti-
nho, o os dos 2*, 3*, 4*, 5* e 6 da de Bebedouro
do termo de Maruar, e os dos 3', 4o, 5o e 6* do
de Panellas, de onnformidade cora a proposta de
V. S. era officio n. 877 de 18 |do correte.
N. 632.oite ao jaiz de nrphios desta capital.
De ordem do Exm. Sr. vicepr ssidente da pro-
vincia, declaro a V. S. que nesta data se officia ao
Sr. ministro da marinha, para qoe se digoe de ex-
pedir as suas ordens aflra de qne seja remettido
para essa capital o orphlo Jos Rodolpho de Car-
valho Das, que se acha servmdo na armada, e ao
da guerra pedindo iofjrmacCes sobre o de ooma
Jlo Rodolph de Carvalho Das, dos quaes alin-
dera os offichK de V. S. de 14 de maio ullirao e 8
do crrante.
4a secglo.
N. 633.Offlcio ao desembargador provedor da
Santa Caaa de Misericordia.S. Exc. osr. vice-
presidente da provincia, manda enviar a V. Exc.
em rasponte do sea officio de i 1 do corrale, sob
n. 2755, a melosa eertdao do rdade da menor
Amalia filha de Mara Eugenia dos Santos.
N. 633.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vicepre-
sidente da provincia, manda declarar a V. Exc.
em resposta ao seu officio de 28 de maio ultimo,
sob n. 2706, que a thesouraria provincial tem or-
dem para entregar ao thesoureiro dessa Santa Ca-
sa aditTjreoca que se deu entro os 4:000^000 rs.
que receben o mesmo thesoureiro para as dspe-
zas com o Asylo de Medicidade, ao citado mez de
maio, e as mencioaadas dspezas.
(ominando das araaaa.
JUARTEL-GENF.BAL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PEHNAMBL'CO, 10 DE NOVEM-
BRO DE 1870.
Ordem do dia n. 6)6.
O marechal de campo commandante das armas
em eumprmento do aviso circular do ministerio
da guerra de 22 de setembro altimo, determina
qua a comoiisslo nomeada por este quariel ge-
neral em ordem do dia n. 500 de 10 de outubro
prximo fiojlo. corr.pista dos Srs. coronel Joao do
Reg Barros Falcad, e tenentescoroaeis Jos Lucas
Soares Raposo da Cmara e Alexandre Augusto
de Fras Villar examiuem praticamente n'arma
de infantera as especialidades desigoadas oos
arts. 28 e 29 do regulameoto numero 772 de 21
maio de 1851, aos Srs. officiaes, inferiores e ca-
detes do 2 batalhlo d'infantera que se apresen-
tarem para o indicado lim, devendo acommissio,
que ser presidida pelo Sr. coronel Barros Falclo,
guardar na parte respectiva as disposcoes
citado aviso circular transcripto na,ordem
que fica mencionado.
O mesmo marechal de campo declara que ap
provou o eogaiameoto que oa forma da de coo-
trahiram, oesta data, o mestre de muzica Mauoel
Pereira de Castro Juuior, e muzicos Amauco de
Castro, Pedro Celestino da Convicio, e Jlo da
Cruz Pereira : bem como 00 dia 8 do correte, e
2*sargealo Manoel Jos de Sepulveda, o cabo de
esquadra Luiz Francisco Jorge, o aospeijada Frao-
cisco Nunes, e o soldado Jos Rodrigues Cobocolo,
todos do 9* balalhao de infantera, a saber o 2o
sargento e o rauzco Cruz Pereira por tras aunos,
e os mais por seis.
Declara tambem que hontem se apresentou vin-
do da corte o Sr. tenentecoronel d'estado-maior
de artilheria commissionado coronel Jos ngel.)
de Moraes Reg, que por portara do ministerio
da guerra de 14 do mez' pascado foi nomeado
commandaate do presidio de Fernando, e erobar-
cou para a corle cora o deslino de reunir-se ao
seu batalhlo n. 4, de artilheria a p, o Sr. capital
Antonio Gomes Pimentel, que estando adiido
referido 9' batalhlo, deve ser delle desligado.
Assignado.Bario de S. Borja, marechal
do
do dia
a regestjos populares por ama mera tarea, ou an-
tes por um fanfarronada imperrioave!.
O publico imha ouvido esta aecuxacao-; tinha
visto que-o goveroo nada fez para responsabilisar
o coronel Ayala, e, guiando-s pelequem cala
consenle, eslava prevenido' contra as noticias
victoriosas qce pttdessem ebegar d) ibealro da
guerra.
Alm diste, exista ama ord-m do snini-tro da
guerra administrarlo do lelograpbo do Paran
para nao iranarmtttr noticias relativas a opera-
ragoes em Eotre*-Bios, e assim em a de urna vic-
toria real pode ser transmittida pelos floe elctri-
cos, a nlo ser por contrabando.
De outro lado- es rebeldes sao pelo meaos mais
promptamente servidos pelos seus parMarios;
suas noticias chegarara sera estorvo aqu, e pas-
saram s columnas-de certes jornaes, semprodis-
poslos a euihusiasmarem-se cora o triampbo dos
lairaigos da ordem eslabeleci Ja.
Assim vimos aqai os diversos orgios da im-
prensa discutirem urna accio campal dada n* pe-
quena distancia de mn dia de viagam, e em que
se Ijnbam jjgado a gloria e a tranquilidad: naci contra o' pendi de um criminoso declarado
fra da lei.
A iVaoao teve que lancar mo de todos os seas
argumentos de lgica, de que alias quasi exclusi-
vamente dispde, para convencer o publico de qne
os generaes da naci nao tinham sido derrotados,
e o Nacional prorompen em longos qneixames
repassados de amargara coaira o espirito hostil,
que em todas as partes se revela contra tudo
ranlo autorldade legal, nlo advertiodo-que nes-
ta aecusarao denuncava ao mundo inteiro qne o
povo anda poaco acoslamado est a acatar a
lei e a engrandecer-se sombra de suas institu
Coes.
Mas eorrerara os das. Chegou a participacao
oficial do combate de Santa-Rosa, descrevendo a
lula de urna fracciodo exercito nacional asr-
deos de Rivas contra todo o exercito rebelde, com-
mandado por Lpez Jordn em pessa, e parte
algumas exageracoes numricas, como a que al-
tribue ao rairoigo onze mil homens em armas, as
noticias posteriores da precipitada fuga da gente
do caudilho e da activa persecuclo que se Ihe faz
confirmaran) o primeiro triumpho seno das tropas
do governo.
Eis-aqui a tradcelo litleral da eommunicarao
do general-Rivas :
Coste de Villaguay, outubro, 14 de 1870.
Ao geoeral Gelly.
Tenho a satisfacao de levar ao conhecimento
de V. Exc. que aote-hoalera alcancei no ponto de
Santa-Rosa o exercito inimigo, era numero de
9,000 homens das tres armas, sendo o resultado
da batalha a victoria mais completa, apezar da
escassez de meios de que dispnnha.
< Para melhor intelligencia rae permitriV.
Exc. entrar em pormenores desde o dia ante-
rior.
t No da 11 pelas 4 horas da tarde, estando
acampado era S. Miguel, me avisoa o comman-
dante da vanguarda qne apparaciam na sua tren-
e algumas columoas que constavara de cerca de
800 hom< ns.
Passei pessoalmente vanguarda, donde des-
cobr com effeito aquellas Coreas, e como nao acei-
laram o combate que Ihes oflareci, pensei que nao
estivesse peno lodo o exereito, e que aquillo s se-
ria a vanguarda.
f Ordenei entlo ao chefe do estado-maior, co-
ronel Vidal, que as 3 da madrugada do dia se-
grate raarchasse contra elles, retornando a minha
vanguarda com a brigada do vleme coronel As-
cone, o innabalavel regiment Federarlo, duas
pecas de artilhara prussiaua e o batalhlo 4* de
linha.
O resto do exercito poz-so era movlmento s
4 da madrugada.
Ao passar o arroio Santa-Rosa recebi urna
participarlo do coronel Vidal, dizeodu-me que ti-
nha em frente tras fortes columnas, e ao mesmo
tempe os meus flanqueadores me annuneiavam a
apparirlo de (res outras pelo flanco esquerdo.
t Verificado por mim mesmo com o oculo de
alcance do alto de um outeiro, ordeoei ao chefe
do estado maior, que liaba travado combato, que
fizesse alto para esperar a chegada do exercito
afim de tomar seu posto na linlia de batalha ; or-
denei eutao ao mesmo chefe que a galope occopas-
se o meu flanco esquerdo, formando all toda a
avallara. Fit este movunenlo porque j vinha
descendo o arroio de Santa-Rosa pela margem di-
reita, e para evitar que as grandes massas de ca-
vilara inimiga envolvessem a nossa, to inferior
em numero, protegeodo-a com o arroio e apoian-
do-a com o meu fogo de infamara e artilhara.
Na frente colloquei a l' brigada de infamara,
compo>la dos balalhoes 3 de linha e caladores
da fronteira, s ordens do coronel Theophilo Ia-
noosky : a 2* composta do 4o e 12 de linha, coro-
mandada pelo tenento-corooel Silvorio Bernal, e
das qualro peras de artilhara prussiana, e ama
de monteaba as ordens do commandante Raz Mo-
reno.
a No raen flanco direito deixei o pequeo rag-
ao
de
Conforme. -Emiliano Ernesto de Mello Tambo-
rim, lente ajudante de ordens encarregado do
dctilhe.
EXTERIOR.
N. 606.Dito ao mesmo. Tendo nesta data ap- Wlla do art. 26 6 da cilada lei aosjuizes de paz
provado os contratos constantes dos termos junto "
por copia, que effectuou o cooselho de
. compras
navaes com diversas pessoas, para fornecerem os
objectos do material da armada neceesarios ao
almoxarifado do arsenal de marinha, assim o co-
munico a V. S. para seu conhecimento.
N. 607.D.to ao mesmo.Tendo nesia data ap-
pfovaodo os contratos qae o conseitio de compras
Buenos-Afres, *4 de ontabro.
Deu-se emflm a primeira batalha de importan-
cia em Entre-Ros, batalha em qae as forras do
governo nacional, em numero comparativamente
diminuto, causaran) ao execeito rebelde d. Lpez
Jordn perdas materiaes coo ideraveis, e perdas
moraes ainda mais seusiveis. e lalvez decisivas pa
ra a exnccln da rebelliio.
Quando as primeiras oolicias da batalha de San
ta-Rosa chegaram aqai eocoutraram iacredulida-
do da parle de nos, desalentados pela raorosidade
dos anteriores movmentos das forjas nacionaes,
o abarla, contradiccao da pane de outro, alenta-
dos pela audacia do caudilho rebelde, sendo cor-
roborlas as suas asserQdes pelos boletins do ra-
mi ge, que reclaraavam a victoria, e j circulavam
oostapraqa, mallo antes que a participacao dos
generaes da naci tivesse chegado.
O prestigio das armas da naqo linha decahido
o f de raaiios, desde a declaragao do corouel
qae na forma do art. 19 nao tiverem remeuido a
junta as listas parciaes dos seus resnaei'.vos *s-
trictos que as dever novamente exigir para a re-
gularidade dos trabalhos da qaalifica^o.
-N. 625.Dita ao superinteadentf, dos *trilhos ,
urbanos do Recife Olnda.RemeKo o Sr supe- (Avala, em que lanjara em rotto ao general Kivas
nntendenie dos trlnoa urbanos do Raerte Olind/4 ler-se attribuido ama victoria nlo obtida. indu-
para seu conheeimento exeUQlo, Q regalame'nUindo assim ams popolaJo infeira a enlregar-se
ment do coronel Gamara, o correntino do coa-
mandante Ramiros e a minha escolta, tudo s or-
dens do coronel Nicols Ocampos.
A reserva, composta do batalhlo 6* de linha,
do regiment Nova-Creaclo. desatentada, das
quatro pegas de artilhara de monianha, conman-
dadas pelo major Bastamaate, e dos regiment
de linha, eslava s ordens do coronel Luis Mara
Campos.
Nesta ordem de batalha raarchei contra o ini-
migo, que comecou o combato pela minha sqaer-
da cora urna carga muito forte do cavaUaria em
forca de mais de 3,000 homens, os quaes, uio
tendo podido ser comidos peio fogo continao de
sete pecas e dos balalhoes 4 e 12 da linha, che-
garam ate a encontrarse com a nossa cavallaria,
repellindo alguns corpos, os quaes, animados fe-
lizmente pelo bravo coroael Ascona, pela presen-
5a do chefe do estado-maior e pela voz do seas
proprios chefes, se recobraram, earregaram o iui-
migo, e conseguirn! recaaca-lo.
o Appareceu eolio oa minha trente a infamara,
coroposU de 800 a 900 homens com cinco pegas
de artilhara, que earregaram eom grande impelo
fazendu fogo com a sua habitual gritara. Eu, que
me achava oo centro' da linha, ordenei s minhas
tropas que nao respondessem 'ao fogo, e os delxas-
sem approximar.
Quando chegaram distancia de 30 varas,
ordenei aos balalhoes, qne tinha desenvolvido, que
rorapessem o fogo contra a infantera inimiga, a
quaf imraedalamente fez alto.
< Nesle momento o inimigo dava ama carga de
cavallaria com cerca de 1,3 mea flanco direito, cuja retaguarda estava apoia-
da por urna pequea forja, de que ja fallei scima,
s ordens di bravo coronel D. Niolas campo.
Esta carga foi rechazada pelo fogo de infantera
e artilhara da reserva, e por ama audariosa car-
ga que-deu o coronel Ocampo contra a dita forca. 1
t Iramediataraente depois desla repulsa foi dada
outra carga, to violenta como a primeira, contra I
o meu flanco esquerdo, porm, o inimigo foi com-
pletamente rechazado ero toda a linha. Vendo
isto, mandei tocar as bandas de msica, para per-
seguir a infamara e artilhara inimiga qae esteva
dispersa. Teria andado orna qaadra quando se me
apresentou era rainha retaguarda urna columna
de mais de 3,000 horneas das tres armas, qae foi
a queme causou raais damno, eooseguiado fazer
recuar a divisio de linha, levando-a de veocida
at o parque. Porm ella, protegida pela forca do
corooil M;ona, pelo iaibJavel ragimeqto rede-
racao e pelo fogo do batalhlo 6* de hoha, animeiU
pela voz do meu ebefe de eatado-ilor, qae r
reu ao lugar do coonVfi>, e pelas de seas immmn-
chefes, se recobrou, rebaneando o iniewga.
< Poneos momentos depois cangani en e Pne 4-
n'gi algumas palavrae lew branda Wws osnanV-
ver. Notando qae eus tinnaai proaxi nnaa ef-
feito na tropa, ordanai ao eoronnl Caniann par
com o 6* e o 4* de Moha { Nova-Cmnfin saaam
lava com o sea fogo oru no*a ea/ga jan *n dnv*
pela direita, com os corpos de ea val lana ne Mat:a
e a brigada do coronel Oearopo, arcaan a ap>-
derar-se da pequea forra de infantaria e le ma..
peca de artilhara que se aeanva na ilnaaXi
Apenas virara este mc-vicoenlo aBeasivo. na mm
se em relinda a grande gafope Talo'ata, mmm-
dei fazer alio ao coronel C*iapo, e raarenei eaa-
tra a infantera qae tinha em frente, aore -.1.
ava aproveilado o montate de eoafatto a Mi
gnarda para fugir: entn mnfetw.i eom
exereito pelo mea flaneo uireilo, 1
nova columnas.
Teria andado nesta dircenic s
draa, quando reunida a eavaiia
miaba frente e Bb meu fhaao esqaar,
go me ameaeon de nova carta, o qoe ma
a fazer alio e a mandar o batana 12- de
cora seis pecas de arlilharia para, miar mm e*v-
voliasse a atacar a cavallaria da niaania, nmur
consegai causando grandes perdas ao iaimig>.
Decidida a balaina em 'wot as
na^ao, marchei persegnindo a* lirrw ana
vara na minha frente, cora a inmmjao1 de
rar-me ao meos do parqoe do lannig>, na* v'-'-
taya a nez ou doze quadras de dauaeia ; aatR
nao pode conwgai lo, porqne nunna mfamarm.u
a fiassn dobrado. e elles fogiaro s carreara*.
Compre-me ob.u-rvar a V. Exc. eme o|
ro tiro se dea s 8 1/4 da maana n akka
ti 1 i, que a infamara eslava, coma 1
desde as 4 da mannai em marcha a
qoe do nrado, sem beber agua-, em un lia
queme, e que, depois de ana tatema em ajar
lano trabalbon, nao era poasival eiipr-me ma*
marebasse mais deprassa, pois, ns solea ar .-.*-
zar de sua aniraaclo e boas dmejm.
monos de sede e de cansice.
Sem embargo disto persegu o
leguas at o Talar de Santa-losa, omte acnmaei a
1 hora da tarde.
Ns livemos perdas mu sensiva ma
mandantes, officiaes e tropa, porm |
rar a V. Exc. qne o inimigo teve amar veam
raais: e nm grande numero de soldados de inmu-
tara e cavallaria debandados.
Contamos entra os morios o bravo
dante do 5* de cavallaria de linha D.
nilez, o capito Guerriro, servindo de
mesmo, e o capillo Castro da 3 de cavallaria m
linha.
Tivemos 32 morios, sendo 3 oBeiacs e 29 nM
dados ; alm deste tivemos rommandame, i'
ofaciaes e 90 soldados feridn-. uevo U.rr Jaati-
5a ao valor do inimigo, diga de rortabr caata.
principalmente sua cavallaria, qne fr-u algosa*
cargas mai brilhantes.
t Ao finoar este pariicipai.an ramt>.t> o tm
de recommendar a con*iler'-> da gwen e *
paiz. por intermedio de V. Exc. o digno nneem-
menio do mea chefe de e-lado maior, coronel k>.
Emilio Vidal, durante o eooRir'o. po> semrra a*
apresenteva opporiunam. nle cumpria as rntam
ordens com inlelligencia e valor.
Na mioha opiniao, lodos oschefide cavallaria
curapriram dignamente rmn o sea dever. a^sim
como o chefe do quartel general, coronel I> Pian-
do Lpez, e o commandante Ereau, e Ta mai
extenso, e ate offensivo, fazer nina recommeaia
cao especial do alguns delle. quando lodo ne---
dia bem inereeeram da patria.
t Dos commandanles de infamarla w pana
dizer a V. Exc. t O nome de cada nm arito f
ama gloria da repblica, em todo rnmjriram c*m
o seu dever.
O meu secretario Dr. Rair oreenehea * factoriamente o seu cargo, a.*im como led'* *
meus ajudanles de campo, eujt lisia fcmlio hon-
ra de remetter juntamente, bem como o dn estaa
maior general.
A commisso mtdica. dirigida pelo rimrgir
Tarniyo, nao deixoa nada a desejar. O en ea*fe
permneceu ao raeu lado como ajudant--. nae
os seus deveres profissionaes o afastari" *e
mim.
S me resta felicitar a V Esc. peto trnimate
obtido rom lio poueos sacrificios de g^nte. Innm-
pho que conlribue 'para a prompu nanticarn
desta provincia, eus guarde a V. Exc frm*
tiras. *
Sem noter algumas phrasos desta ommoairs-
clo nlDeiai. que e praslariam a e<>mriv^laaaa>
sobre a poaca previdencia de nm general em cha-
fe, que da repente ,topa com todo o rxercit. t?i-
iniroigo sem sabe-io, expnndo-sa assim a ser mam-
gado, e a sua art baria e a coragem dos -noraan-
danles, qae reaairaou parte das tropas, nir. -o ti-
vessem salvado da derrota, eacerra eom ludo ama
urna baa noticia para todos que desajam realmen-
te a exiioccao da rebello, qoe agora ja t> 1 P"de
ser questio de semanas, tanto mais qne tava
abandonon os hbitos tradicionaes, aa *lecaarvM:
depois da victoria, e persegnio eaergicameaa-
0 inimigo. B' verdade qne nao o alcanca mai.
que nao hoove outra a 580. pelo menas auai I
nhecida; mas esta perseguieao augmenta a efcr
ra j as fileiras de Lope Jordn, miirmesm pM
que urna pr oclamaeao do general Rivas or ornea
ampia amnista a tedas qne abaadoaarem o sen
partido.
As ultimas noticias filiara de nm eoohemi aoe
se pretende ter ouvido para os lados oaa> san-
pe-se inimigo ; mas nada se sabe ata Ja J.
cerlo.
A outra praga qae peridicamente viaa os ha-
b taales desta repblica, e contra a anal aia*v
nlo se tem buscado nm remedio eaVan, a mva
sao dos Indios.
Em principias do mez estes inimigM eacarasr*-
dos da civilisacao deixarara o deserto e c.imrau
sobra as povoaces de Paugoaia, oade loafmram
destrocaram, matarara tres pemoas, levando f*
prisioneiros dos quaes alguns se aoderam i'eaaw
e dar parte a autoridade.
Esta coasegute reunir cerca de joaraato, at-
raen, entre gente da guarnirlo e moradores a
districto; e, aagraenlado este paqoeao eofpa ama
viole e lanas soldados de nm cairo foram, perse-
guirn! os Indios ladries qoe aleancaram ae passm
o ^arroio. Conseguirm (arrebatar-mas e pin
assim como pane nos prisinneiros, mm omrma
cavallos encubado, outras tantas laacm, aaaaai
puderam impedir que os salteadores fdgirsem r
mais sete presos, e eolre estes ama mm de b
milia cora dons filhinhoe.
Urna relarjlo exacta das iropenas araatadas w>
ltimos annos pelos indios seria ana teosa esami-
tosa, porque, sem fallar da parda material de ga-
do, pode calcular se o aaro ie captivo* nm
routos mil.
rr
.
Entretanto o governo all hoto aasaaopvn ama
nica medida efBeaz para garantir a vma, a
dada, os bens dos habitantes dn
coas que entretanto devia merecer
aitencio como qualquer outra das
tes do paiz.
E' provavel qae nm breva
da convocacao pata rerorma da
provipeia de Buenos-Ayres
Varias eommfssom Ja^oaelairam
preparatorios, e os Joraae atoa
arlividade, eran receto de two
^"aaajanaam


T
,1
Pernambikco = Sabbsdo 12 fi'fovembio de 1870
lU
4-
Taval destruidor, ssfrie os bons desejos que todo
utrem de obviar a vieios inveterados diametral-
aeute eppostoe ao progregJo.
USTERIOE.
3 DR NOTUBRO Dt 1870.
Por decretos de 26daouiubro ultimo :
Concedeu-se ao desembargador lunocerjeie Mar-
ques de Araujo Ges a dispensa que pedio do lo-
gar de fiscal do tribunal di. coramercio da Baln,
mandauJ >-se que lentaa ex;rddo no tribunal da
. relagao da mesraa provine,j.
Foram nomeados: H
O desembargador LeovigWdo de Araorim Fil?uei-
ras, fiscal do tribunal do commercio da referida
provincia.
Migae|de Araujo Castro, majar ajudante de or
deas do commando superior da guarda nacional
dos municipios do Penedo e Trap, da provincia
das Alagas.
O capuo Francisco Gomes de Oliveira Sobrinho,
ILiartel mostr do comuiando snperior da guar-
i nacional da capital da provincia de Pernam-
tmeo.
O Dr. Francisco da Cuuha Beltrlo de Araujo Pe-
rn a, capillo-eirurgiio-mor do commando superior
da guarda na'cioual do municipio de Nazarelh, da
mesma provincia.
O capillo Firmino Cavakanle de Aibuquerque,
major cominandante da 2* secgao de fcatalho de
reserva da guarda nacional da provincia da Para-
byba.
O cypitio Jos Gorreia do3 Santos tenente-eore-
nel coramaayiante do batalhio de mfantaria n. 7
da guarda nacional da provincia o Cear.
O lente coronel Jlo Candido Pereira de Cas-
tre, coronel commandante superior da guarda na-
cional dos municipios do Rosario e Ict, d pro-
vincia do Miranhao.
O lente coronel Joa juim Antonio Alves, che-
fe do estado maior do mesrao commando supe-
rior.
O atieres Raymundo Francisco Machado, ten-
te corooel commandante doatalhio n. 17 da
guarda nacional da mesma provincia.
ODr. Manoel Jos Borges, capitao cirurgiao-
mr do commando superior da guarda nacioual
dos municipios de Vianna e Mearim, da mesma
provincia.
O tenente Antonio Rodrigues da Curta, capitao
quartel-meslre do dito commando.
O capitao Silvino Ferreira Lisboa Parga, major
ajudante de orden* do commando superior la guar-
da nacional des municipios de Cod5 e Coroata, da
mesma provincia.
Foram designados:
O estado-raaior do commando superior da guar-
da nacional do municipio do Recite, da provincia
de Pernambuco, para llcar a elle aggregado o te-
*/^'\ nente coronel commandante do ba amao de infan-
tanan. 'il da guarda nacional da mesma provincia,
' Manoel Camino Pires Falco.
O capitao J'Tonymo Emiliano de Miranda Ca?-
< tro, para exorcer as fuuccdes de major do ba-
talhio de artilharia da guarda nacional da memia
provincia, na forma do decreto de i' de abril de
8.-6.
Koi dispensado do exercicio de llscal do mesmo
balalho o tenente coronel de 1* classe do exerci-
to, Alexandre Augusto de Frias Villar.
Conccdeu-si' reforma :
Concedeu-se pas-agem para a reserva ao capi-
tao quartel-mestre Antonio Alves de Menezes, e ao
major ajudante de ordens Raymundo Alves da Cu-
nha, ambos do commando superior da guarda na-
cional da capital da provincia do Para, icandn ag-
grogado ao 1 batalho do mesmo servico.
Conceden-se a deratsso que pedio Constantino
Jos de Moura, do lugar de ihesoureiro da secre-
taria da pnlicia da provincia de Sergipe.
Pex-se merr da serventa vitalicia dos segintes
(JUcios :
De labellio e escrivo das execuges citis n
crimes e de capellas e residuos do termo de Co-
roata, na provincia do Maranho, a Antonio Ber-
nardo Braganga.
Por portara de 2 de novembro de 1870 permit-
lio-se <|ue o tenente do o* balalho de infamara,
Antonio .\ .gueira Pinto, continu a usar dos dis
tinctivos do posto de i apilan em que foi cornmis"
sionado durante a guerra do Paraguay, nos ter-
mos do art. 4* da lei n. 1,75o de 28 de junho do
correle anno.
3
Do Rio da Prata recebemos, pelo vapor inglez
Kepler, follr.s de Buenos Ayres 27 e Montevideo
.S do passado.
.Nada de interesse relativamente a repblica Ar-
ji-'niina.s A' porlas de Montevideo, onde aeampa-
v.-.m ns blancos de Medina o Aparicio, tinba havi-
tirotease de avaneadas, perto da linha de de-
li7.a.
Foram recomidos a cidade alguns ferido?, asse-
jrarandj se q;ie h mvera tainbem monos. AS tro
|m< onservavam--e toda? na* trincheiras, receian-
itu se que tenias-.m algum ataque os de fra, rujas
tere,.is eram calculad s de quatro a cinco mil ho-
, mens coni alguma* pecas de artilharia.
Ksp.ilh >u-se o boato de haver Aparicio intimado
;o gi.verno rengao de Montevideo no praso
te ihitm horas, mas a noticia foi desmentida. Nao
havia u.esmo ninguem que acre litasse qne um
ex rcito tao diminuto, e composto de tropas irre-
gol .re;, podase emprehender eousa seria eon-
ira a moa cidade, tao fcil de defender-se, como o
;u\iv .ra ja coolra todo o exercilo d Oribe era lon-
go eareo.
entretanto, estava todo o movircento para-
\>ado em Montevideo; as estradas e linhas te
legraphicas achavam-se cortadas, e rnente acer-
as as communieacoes por mar.
Por ttulos oe 2 do corrente foram nomea-
ios :
Francisco Bibiano Coelbo Moreira, para o logar
de administrador da mesa de rendas peraes de
Alcoba^, provincia da Babia, e Prazentino da Cos-
ta B- rendiba, para j de escrivo da dila mesa de
rendas.
Escrevem-nos de Mirapicu :
i Faiteen aqu a 28 do pasado (outnbro) o te-
neute ii-'inardo Jos Sobres, na idade de 7ii an
M*. Era geralmente estimado pela sua hone tfade e severidade de costumes.
En seu testamento declaren desejar qne o
mo enterro fo.se feito com muita simplicidade e
qtM) sen eaixo.fosse carregado por seis pobres da
Ir-guezia, a cada um dos quaes se desse tOOj ;
nao o fu aelos seis pobres ; rri^s sim por quatro
dignos dessa esmola. Afora oa legados a nmitas
obras pias a todos seus aHIhados, viuvas pobres e
prente, nlforriou seus escravo?, apenas alpu>s
com eoridico, deixou o remanescente de sua gran-
de fortuna a urna irma sobrinhos em Pjrtu-
jra). o
," -
Pelo piquete francr z Amazone, entrado hontem,
T'-r o.'iii is folhas at .10, e cartas de 31 do pas-
stdo.
contri o etnrerto da campanhi quanflo %ste viesse
em soceorro da capital. A respeito daqotlle exer
eito o qne se sabia era que o general Suarez
acampa va cora a sua gente roargem do Rio Negra
aguardando que ae Ihe viesse incorporar o general
Carabalto, ainda. em Paysaadd. Dizia- e umbam
qne os blancos, aspirando a ser'considerados bl-
ligerantes, nensavam em habituar o porto do Bu-
se para entrada e sabida de nHos que nagai iam
all meUde dos direitoa que corfcm as aifandega*
do geverae. Tornava-se, ireiO, este plano de
lilBcil seoo impossivei execur^o, uio possumdo
os blancos naarios de gnerra que possam medir-s
com s. que o governo sem duvida empregaria para
impedir e se commercio.
Nio se pod'odo prever desfecho algum pra
esta lula em qne nen os da dentro possuiam forca
suffleieote para obrigar os de dir a levantar o
sitio, nem estes tieham genw eem que tentar o
assalto da praca, alias impossivei de redutir pela
fome conservando-se aberto o porto, eolligia o
commercio estrangeiro assignaturas para urna re-
Eresentaco ao corpo diplomtico, solicitando os
ons ofteios deste para promover um ajuste paci-
fico entre os dous partidos. A exacerbacao das
paixoes, porm, e a mesma linguagem da 'Jibuna,
orgo do governo, nao permittiam tundar grandes
eperancas nestes esforcos, se o corpo diplomtico
se resolvesse tenia-Ios.
Sobre os ltimos acontedmetrtos escrevem-nos
de Montevideo a 31 :
Ha noticias de Buertos-Ayres at 30 do cor
rente, e nada adiantam quanto guerra de Entre-
P.ios, senao graves accus;.ci5es eitas ao g neral
Gelly dt Obes por dous de seus subordinados, co
rois Avala e Barros, e o contra-manifest d'a-
quelle que pede um conselho de guerra para so-
lemne completa justilicacao. Os coronis o ac-
cusam de ter retardado campanha, podendo per-
dendo urna occasio vantajosa, o de pouco zelo
pelos dinheiros publico?. O general dcfetidt-see
reverle estas accusae>3es contra o coronel Ayala.
A i ni prensa argentina diz que essa guerra
j cusa seis mrlhes de duros, comparativamente
mais do que a do Paragnay, que o governo tem
fornecido 30,000 cavailos por urna onca cada um,
e que u exerci u> apenas tem 3,000.
< Pareee ceno que a ultima batalha *s Santa
Rosa foi desvaotosa a Lpez Jordn,^ mas nem por
i.-so se ve" prximo o termo da guerra civil.
< Em Montevideo a sitoacao a mesma. Apa-
ricio com o seu exercito sitia a cidade. O governo
e seus defensores entrtncueiram-se o preparam-;e
para o ataque, que dizem nao recejar.
t Os partidarios de Aparicio esperara que este
atacar, mas pessoas imparciaes e coaipetenles
duvidnn que os revolucionarias emprehendain
essa operario sem forcas proprs para ella. O
exercito de Aparicio comp5e-se principalmente
de cavcllaha, e, anda que parte u'esta teuha sido
coavertida em infantes, sempre urna forca des'.o
cada do seu elemento habitual.
0 mais provavel que esta siUncio se prolon-
gue al qne a Providencia traga urna solucjio que
os partidos em lula nao aceitado por seu livre ar-
bitrio. O governo forte na cidade, onde, todava,
receia urna conspiraban, e seus iuimigos sao su-
periores em campo aberto.
Da Assumpco ha dalas at 26. Nada tinha
.-.-corrido de novo. Tinha-se como muilo provavel
a eleicao do Sr. Rivarola para presidente effecliyo.
A colicia do prximo regresso do Sr. conselheiro
Paranhos, foi all recebida com geral contenta-
ment, e preparava se-lhe urna honrosa recepca-.
O novo presidente de Matlo-Gmsso havia ji
ebegado Corumb. Naqnell.i provincia havia paz,
e o commercio se ia reaninando.
Os demarcadores dos nossos limites cora a
Bolvi.1 estavam dando execu?:io aos seus traba-
Ihos. TiDham encontrado a Bahia-Nehra maito
baixa, e por isso retrocedern! dalli para Co-
rumb. Aquella povoacao carece de urna casa
para deposito de gneros commerciaes. A reslau-
racao dos seus foros de cidade urgente, para
que possa ter um juiz letrado. O commercio cum a
Bolivia vai tomando algum desenvolvimento por
aqurlle lado.
Urge lambem que boas autoridades em Mi
randa favorecam as relaQes commerciaes com o
Paraguay pela fronteira do Apa.
S. M. o Imperador, acompanbado ds seus sema-
narios, visilou honlein o externato do collegio de
Pedro II, onde assise as provas ora5 de pnrto-
guez e anlhmetica dos alumnos do 3 anno do in-
trnalo e do externato.
Sua Magestade visitn lambem o hospital mili
lar de convalescentes, em Andarahy, onie se de-
morou desde as 10 al as 11 horas da inanhaa.
Por decretos de 29 de outubro ultimo houve S.
M. o Imperador p.r bem :
Perdoar aos reos Jotquim Antonio I.oonei, Luiz
Antonio de Lima e Matbeus Alves Pereira a pena
de um aono d prisao eom traballio, a que foram
condemnados pelo jury do termo da capital da
provincia de S. Paulo, por criice de fuga ie
presos.
Commuiar:
Em gales perpetuas, tendo ouviJo a seccao de
justica do conselho de estado, a pena de morte
imposta ao reo Feliciano, escravo, pelo jury uo ter-
mo da Paraliyba do Sul, na provincia dj Rio de
iaueiro.
Em 20 anoos de prisao com trabalhn, a pena de
gales perpetuas imposta ao reo io.- Ramos Cor-
deiro, pelo jury do termo de Taubat, na pruvmcia
de S. Paulo.
Por decretos de 3 de novembro corrente :
Foram designados aos segrales juizes de di-
reito avulsos :
Ludgero Goncalves da Silva, a comarca de Pa-
rabybuna, de 2" entraneia, na provincia de Minas-
Geraes. Marcou-se-lhe o prazu de dous mezes para
entrar em exercicio.
Carlos Augusto Ferrai d9 Abreu, a da Lapa, de
I.* entrncia, na provincia do Paran. Maicou-3e-
Ihe o prazo de quatro mezee.
Miguel Goncalves Lima, adaBoa-vista.de 1
entraneia. na provincia de Pernambuco. Marcou-
>e-lhe o prazo de quatro mezes.
Foram removidos, a seu pedido :
O juiz de direilo Carlos Espiridiao de Mello Mat
tos, da comarca da Paranabyba, em Goyaz, para
a de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, ambas de
I." entraneia. Marcou se-lhe o prazo de cinco
mezes.
O juiz municipal e de orphaos, JoSo Franco de
Oliveira e Souza, do terrao de S. Francisco, na pro
vincia de Santa Catharina, para o de Paranago e
Guaraluba, na do Paran.
O juiz municipal e de orpbaos Jos Francisco
de Goes Cavalcanti, do termo de Serinhaem
para o de Bonito, ambos aa provincia de Pernam-
buco.
Foi reconduzido o bacharel Paulino Rodrigues
Fernandes Chaves no logar de juiz municipal da
primeira vara do termo da capital da mesma pro-
vincia.
Foi nomeado o bacharel Olympio Manoel dos
Santos Vitl juiz municipal e de orplios do ter-
mo de Nazaretfa, na provincia da Babia.
,*u u^J- Sr-~Sobre r*l"Mtgio da compa-
guros l'benix F*rnmbnean, estcele-
" ^ua epltal dessa provincia, decidi 8 anteces-
Por decretde 31 do passado foi nomeado Joo
Severiano Ribtiro para o lugar de ebefe de se-
sJoTJi ihesburaria de Pernambuco.'
autorisseo para funecionar e approvaran-,,
respectivos estatutos.
Por defPBto U a euta*romitimf Wnn-
ano ajudante goolador da dmWWr^cy HJ
reio da provincia de Matto-Grosgr, '8enlb ft,rreira
de Mosquita, para o logar 0;d admi"* rador di
mesma repartlcjto, com os Vencimwtos da tabella
a qne se refera o art. 25 da lei n 030 de K de
setembro de 1857.
Hontem fez exira'* do arte denurla e foi aporo-
vado plenamente, o Sr. JuH Augusto Halfeld
g
Por decretos de 26 do mez tlndo :
Poi concedida a-p. Ilennelinda de Camino Mon-
ra, \nuva do capitao d6.exerclto Manoel Erasmo
de Cirvalho, fallecido em cousequencia de feri
mentes recebidos era combate, a pensio de 30i<
mensaes, sem prejuizo d" meio sold, dependeudo
esu merc de apprevaclo da assembla geral.
Foi nomeado o Dr. Pedro Alfonso de Carvalho
e&valleiro da ordem de Christo, em attenco ?os
relevantes servidos prestados na guerra contra o
ex-presidente da repblica do Paraguay.
Por decretos do 27 de outubro ultimo foram no-
meados para es lugares do almoxarifes, Jos Fran-
cisco Granja e Francisco Rodrigues de Almelda
aqiielle do arsenal de marraba do Para e este do
de Matto-Grosso.

Noticias de Entre Rios, falta de novo assump-
Vi, insisten) nos eff-iius da derrota de Lpez Jor-
dn en Santa-Rusa, t-ffeiws que se traduzem pelo
nulo das sitas forcas, apresentaado-se mnitos
soldados aos generaos argentinos e retiraodo-
se outros para suas casas. Diz-se que a 22
Qcava o gcaeral Bivaa no pass^o ili^Gualeguay, e
.Lmez Jordn do outro lado dorio, retiranJo-s-;
sobre Atencio. Fallava se em-Boenos-Ay'res de
propostr.s Jo mesmi Lpez Jordn offerecendo de-
p principis ch feg que o acompanham, comanlo
^u a es^te exilio se fixe um prazo, Qndo o qoal
posaaoi i'.l-.-s vollar provincia. Nao sedand.
p r .iveri.'uada a exisleucia d'estas propostas,
todava certa que em Buenos-Ayres so formad
dina c imini-so, os noints de cujos inembros fo-
riin p ibcados pela imprensa, afirn de servir de
i i.i:i> ira entro o governo nacional e o caudilh i
t-nir -rian ., e entender se eom ambus sobre, o rao-
lo ie por termo guerra civil sein juebra do
principio de autoridade.
jlootvido coiiuuava investido pelos blanco?,
rajas avaof ida* seachayam a 8 ou 10 quadras
jujeas brabas da distancia d'ellas. Assim, havia
tl^iiaoienle tiroteos, cijo nico resultado eratn
alguas morios e feridos, conservndose a guarn-
le algom ataque repentino.
A' 10 lloras da ouute fechavam-se todas as ca-
sas, e fortes patrulhas de p e a eavaJIo percor
riain s ras para obstar a qualquer movimeaio
ajae aa iM.Jesse tentar dentro da praca de curabi-
itafia cun os sitiantes. Prineipiaram a sen.r se
as inauhds coatumavam vir dos arredores para a
cid i .
Conslava qne os blancos se estavam forfleaodo
aa Uoiou e abrtndo fossos em lorno da villa, o
qut) se (ornara como proposito de all se manterem
Par decreto do 2 do corrente foi nomeado 2"ci-
rurguio do corpo de satide do exercito, Francisco
Mara de Mello e Mallo?.
Por de -reto da mesma data foi nomeado alferes
phannaceuiico do corpo .le sade do exercito
Francisco Mana de Mello e Oliveira.
Por decreto da mesma dala concedeu-se a
Eduardo Carlos Oabral Deschamps a exonerarlo
i|ue pedio do lugar de chefe de secc,a, da reparti-
cao riscal do ministerio da guerra.
Por decreto da mesma dala coniederam-se as
honras de cirurgio do corpo de fale do exer-
ito ao dontor em medicina Luiz favares de Ma-
celo, e *3 de capitao do exercito ao capitao do
i' corpo de tajadores a cavallo de guardas naci-
naes da proviccia do Rio Grande do Sul Francisco
de Araujo Caldas Thompa'.u, em attengo aos re-
levamos servicos pretad na guerra contra o
Paraguay.
Por decreto da mesma data foi reformado com
o respectivo oldo por inlirq, na cnafonudade
das dispoigSes do J 3. do plano que bailn com
o decreto de 11 dedtzembro de 181o, vislo con-
tar mais de 25 anuos de servieo e acli.r se inca
paz de continuar no mesrao, o soldado do cor
po de capadores a cavallo, Joaquim Marques de
Arruda.
Pur decreto da mesma data foram reformados
cora o respectivo sold por iukir >, na conforrai
dale das dis-posicSes d i 3.* do plano que baixou
cm o decreto de 11 de dezembro de 1815, vislo
acharem-se impossiblilados para o strvieo do
exercilo em consecuencia Je ferimeotos red indos
em combate, os soldados do ballliau do engeulti
ros Albino Jos Rodrigues Frang, e j ti* de in-
famara Manoel Pereira de Oliveira.
Por decreto da mesma dala foi reformado, ven-
cendo suido dobrado de voluntario da patria, na
conformidade das disposices da ultima parte do
art. 10 do decreto n. 3,371 de 7 de Janeiro de
1865, vislo aebar-se inutilisada para o servico de
exercito, em consequencia de feriineoto recebido
em combate, o soldado do 49* corpo de volunta-
rio* da patria, Agostioho Angelo da Silva.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIPE, 12 DE NOVEMBRO DE 1870. '
TVoticias do sul do Imperio.
Chegou bontem pela manbaa^o vapor francez
Amazona trazendo datas : do Rio de Janeiro at 6
e da Babia al 9 do corrate.
Sob as rubricas Parte O/ficial, Exterior e Interior
vio por extens i as noticias mais importantes; alera
das quaes apenas encontramos nos jornaes as qne
seguem.
MINAS-GtnAKS.
A 27 deontubro tomou posse da presidencia
da provincia o Dr. Antonio Luiz Alronso do Carva-
lho.
RIO DE JANK1H0.
A alfandrga da corte rendeu di l a 5 do
corrente 369:427*365.
Eis as noticias commerciaes da ultima
hora:
Incluindo transaccoes mais que regulares em
cambio efectuadas boje e hontem a ultima hora
sobre Londres a 22 d. papel bancario, ~ii}t, zz)i d.
papel particular, somraam os saques pelo paquete
francez Amazona:
' Sobre Londres cerca de 510,000 a 22 d.
papel bancario, 22'i, 22 ^ e 22 3/ d. papel parti-
cular.
a Sobre Antuerpia e Genova cerca de francos
154,000 a 427, 428, 4:;0 e 433 re. por fr.
Sobre Lisboa e Porto vigorou o premio da
tabejla teguinte:
152 a 156 % *
t 151 a!3o%a30d/v.
c 150 a 154/0a60d/v.
140 a 153 % a 90 d/v.
Os soberanos estiverara boje a 10800 a pra-
so. A esta cotacao negociaran)-se cerca de.....
16,000.
De apolices geraes de 6 % venderam-se 52 a
97 %, 74 a 77> e um pequeo lote a 98 % a di-
ubeiiu.
As do empreslirco nasional de 1868 coctinuam
procuradas a I:0i03. -
Em accoes de bancos e companmas veode-
ram-se lotes regulares das banco do Brasil a 17CI,
178* e 179*500 a dinheiro, 168* ex-dividendo,
e divulgou-se tambera o prego de 180* para o fim
do corrente mez por dous lotes na lotalidade de
1,100 accoes; das da enmpanhia da Doca da Ai-
faadega egociaram-su 300 a 25* e 200 a 20* de
premio.
BAHA.
Tinham feito acta na Faculdade de Medicina
os spguintfs alumnis :
!. anno.Salvador Ferreira Franca, Manoel
Mina Tourinho, Tcrquato Rodrigues Villares, An-
tonio Espinla de Aihaydc, Antonio Rodrigues Li-
ma, Theotonio Antonio da Veiga, e Joaqun) Leal
Ferreira Jnior, plenamente; Domingos Guedes
Cabral, Joaquim Bonifacio Gomes de^ Siqneira,
Durval Mendes de Queiroz, JoAo (iiriolino Ladis-
lao, Afanoel Bernardmj da Costa Rodrigues, sim-
plesinente.
i." anuo.Romualdo Mnniz Alves, Accendino
Angelo dos Reis, Aman.-io Joaquim Pereira Cal-
das, Valentm A ,i. .nio da Rocha Bilicncourl, Ma-
noel Pereira de Mezquita Jnior, Manoel Gongalves
Theodoro, Antonio Jos Pereira da Silva Araujo,
Abdon SenneBnptista, plenamente ; Clarindo Adcl-
pho de Oliveira Chaves, Silvino Pacheco, Lauren-
tino Argio de Azambuja, Arlbur Carvalho da
Costa, smplesinenle.
3." anuo. Manoel Dantas, Francisco de Paula
Oliveira (uimaraes, Pedro Severiano de Maga-
Ihaes, Antonio Rodrigues Teixeira, Julio Adolpho
da Silva, Saturnino Thomaz de Aquino, Raymundo
de Ara Leao, Manoel Jos de Prah, plenamen-
te; Raulinn Francisco de Oliveira Jnior, Epipha-
nio Jos Pedresa, Joao Jos de Souza Menezes J-
nior, Alfredo Caria, siraplesinente.
4. anno.Antonio Braulio Ferreira, Rodrigo
Aprigio Carvaihal, Duarte de Alnicida Menezes
Rocha, Manoel de Sa Brrelo Sampayo, Antonio
Amancin Pereira de Carvallo, Jlo Ferreira da
Silva, Joaqun) Onofra Pereira da Silva, Joo das-
Chagas Rosa, Manoel Leile de Xovaes Mello, pie
mente; Francisco Lzaro Tourinho Salustaino
Jos Pelrosa, Aureliaao Macrino Pires Caldas,
simplesmente.
5. anno.Ambrosio Philo Creao, Manoel Pires
de Carvalho, Amando Joo Cardoso de Andrade
Alvaro Brnno Cavalcante de Brito, Satyro de Oli-
veira Das. Virgilio Pires de Carvalho Albuquer-
que, Joo Cbrysostomo da Motta Bacellar. Antonio
Garria Rosa, Tiberio Lopes de Almeida, Joo Flo-
rentino Gomes, Ernesto Hermelindo Ribeiro, Ma-
nuel Ignacio de Vascoucellos, plenamente.
No dia 9 sahlo, com bandeira franceza, a
barca Wanderer, que presa da canhoneira france-
za Curuax amanhseera no porlo no da 19 do
passado.
Encerrou-se, a 7 do corrente. o concurso
para o lugar de tre3 oppositores da seccao de
sciencias medicas, o dous da secejio cirurgica da
Faculdade de Medicina.
Ioscreveram-se para a seccao medicaos Srs.
Drs. M .noel Joaquim Saraiva, Egas Carlos Muniz
S'dr, Claudimiro Augusto de Moraes Caldas e Jos
Luiz de Almeida Cont.
Seccao cirurgicas Drs. Antonio Padflco Pe-
reira e Jos Pedro de Souza Braga.
O cambio regolava : sobre Londres 22 % a
22 s/s d.; e sobre Portngal 145 /o
--------------------------------
njonmbro de
1860, especial e privativa dos bancos, eri desne-
ce.-saria a dedaraco previa dessa presidencia para
que a menenWaa companNI se eoflilderasfe le-1
galmente eoMtuida e coftecasse & exercer ai
respectivas fuiecoes.
t Ooida a ecco dos negocios do imperio do
conselho de estado, houve por bem Sua Magestade
o Imperador afprovar a alludlda deefso, porque,
alm de dispor o an. 27 do citado decreto qpe as
disposioJes &kcapitulo* #, J. e 3. s serlo ex-
tensivas s ootras companoias no qne lhe forem
apphcaveis, a tttigencia do art. 1* g 5 da lei n.
1083 de 22 d agosto de 1860, reproduzida nos
arts. 15 e 17 do decreto n. 711, justificada pela
tlscalisacao que no mais elevado grao o. legislador
commetteu ao governo era relacao aos estabeleci-
mentos bancarios, e de que em parte eslo isentas
as outras sociedades anrmymas.
pens guarde a V. ExcJeronymo Jote Tei-
aarfra Jnior. ,
PRESIDIO DE FERNANDOPor aviso, de mi-
nisterio da guerra, de 17 do passado, foi mandado
remover o i" eirurgio do corpo de sade do exer-
cito, Dr. Joao Honorio Bezerra de Menezes, do pie-
sidio da Fernando de Noroona para o lugar do en-
carregado da enfermara de menores do arsenal
de^guerra daqcelra provineia, ocenpado pelo 1*
cirurgio reformado Dr. Francisro Goncalves de
Morae-, qne passar para o dito presidio.
IMMIGRAQO E CAMINHOS DE FERRO.Pu-
blicamos em seguida urna curiosa confrontajo do
movlmento da mmigra^ao no porto de Buenos-
Ayres e desenvolv me uto das estradas de ferro na
repblica Argentina, nos quinquennios de 1860 a
1864 (anterior a guerra do Paraguay) e de 1865 a
1869 (periodo da guerra).
03 dados sao offtciaes; 03 dos eamitihos de fer-
ro, extrahidos dos relatnos do ministro do inte-
rior : e os da immigraejio, do relalorio da com-
misso de inmigrantes de Ruenas-Ayres.
A simples comparadlo dos algarismos falla por
si e dispena commentarios.
Caminhos de ferro em trafego na repblica ar-
gentina.
t quinquennio.
1860.. 37 kilmetros.
1861.. ?
1862.. ?
1863.. t
1864.. 115
2 quinquennio.
I8fw.. 206 kilmetros.
1866.. 520
1867.. 621
1868.. ?
1869.. 824
Immigraqao no porto ie Buenos-Ayres.
! quinquennio.
1860.. 5,656 immlg.
1861.. 6,301 .
1862.. 6,716
1863.. 10,408
1864.. 11,682
.2* quinquennio.
1865.. 11.767 immig.
1866.. 13,696
1867.. 17,746
18G8.. 29.234
1869.. 40,000
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
MINISTERIO DA FAZENDA Era 14 dd passa-
do foi expedido, pelo ministerio da fizenda, aviso
thesouraria da provincia de S. Pedro d) Rio
Grande do Sul, declarando, em soluco ao seu
ufflcio n. 37 de 27 de agosto ultima : 1 que a
dcima observarlo da tabula annxa ao decreto
n: 1880 de 31 de Janeiro de 1857 revogou o art.
41 das instruccds de W do mesnro iwz de 1843;
2., que o abono de vanlagens especiaos principia
e cessa cora o exercicio das coraroissdes d enge-
abara militar para que sao arbitradas ; 3, que
corre por conta do estado o transpone por aguas,
exigido pelo dererapenho de urna comraisso da
mesma engenbana; 4.", que dos venciraentos do
omeial Abarcado por conta do estado para de-
sempenho da coinmisso de engeoharta militar,
apenas se descante a etapi dos das em qne as
comedonas forem nagas polos eofres pblicos 5.,
fiDalmente, que. a vista do exposto, ao major Anlo
nio Augusto de Arroda competa sold e addieio-
aal durante o tempn de sea embarque na Gacho-
eira, se o eom. co da viagera tere logar dopois
qne elle den p r Anda a sna eommisso de exame
dos juarteis de Bag, e se as eomedoris foram
abonadas a bordo por conta do estado se porvn
foram por elle pagas lhe devido tambera o abono
da apa, assim como o de tolas aa vU3aen- m>
r -o de qne tal commisslo nlj tivesse aiid? expi-
rado, exeeptuando-se sempre a etapa, qaand o
SSSSJS. m riaS ""* **t0m d8 fa" f F RELIGI03A.-Na igreja
PHB-viir. PffRXiWBtif-iv a I .fl *** "i^ol'ia celebrada, com todo o
mi.MA tTSH.iAaHULATA.Sobre esta com-1 esplendor d Costunie. a feta de Nosa Senbora
parih.a de seguros esbelecida era nossa praga, Me dos Horpens,Tindo ac^Evange ho o Rvm.
IZfn'ffwSl*!*0^'"^rioda'agri- v,gario-,Antonio Manoel da Assnmjco, e ao Te-
cultura, a presidencia da nrovincia : Deum o Rvm. Leonardo Joao Grem MMDdo a or-
Rio de Janeiro m 3 de ww>n de isra-icheatra dirigida p^lo,JrofeSoSSqae.
CMARA MUNICIPAL DO HECIFE.-Esia cor-
poraco, tendo de constituir um graode mercado
nesta cidade, convida aos Srs. engenheiros r con-
tratantes de obras para, dentro do praso de 3 me-
zes, apreseniarem seus planos ; e, para mais faci-
litar esse trabalho, offsrece as bases segrales, qne
soffrero a3 aiodilicac,des reconhecidas Decessa-
rias:
< O novo mercado publico ser construido no
centro da praca onde actualmente existe o mercado
de S. Jos, no espaco comprehendido entre a ra
de Pedro Affonso e o muro actual do hospicio da
Penha no prolngamelo da ra de S. Jos.
c O novo mercado devera apresentar urna su-
perficie coberto de 3,500 metros quadrados pouco
mais on menos.
t Ser de ferro fundido, ferro balido, alvenaria
de tijollo ou pelra de cantarla, ou de granito do
Rio de Janeiro. O travejamenlo da coberta ser
de ferio batido do raelhor systeraa admiido, e as
tedias serio de ferro, onduladas galvanisadas, ou
de barro chatas modernas.
Ter passeis em reda, de 2" 20 de largura
calcados c.m Ings de Lisboa, assim como ras
espcosas. Ter a solidez necessaria para ura edi-
ficio destinado a ura servieo publico qne nao deve
ser interrompido.
c Sr de urna arc.hirec.ura simples e elegante.
Dever ser construido de tal maneira que a
racnlaco seja fcil, que seja bein arejado, e que
se possa fcilmente eutreter em grande aceio.
< As paredes do edificio at urna certa altura
serao de pedra de cantara de Lisboa ou d'alve-
naria de lijlo guarnecido de azulejo, para se po-
der constantemente conserva-las brapas.
Todo o pavjmeoto ser lageado com pedras de
Lisboa, escolhidas e as lages serao assentadas
sobre carnadas de beturae ou cemento, conforme
(dr reeonheeido o melhor.
1 O edificio ser fexado; as abenas inferiores
menos as destinadas para as entradas ero guar-
necidas de venezianas, que sirvam para defender
o interior contra o sol, as ebuvas e grande vento,
sem contado interceptar se toda a claridado.
As venezianas internas serao de vidro, con-
firme as que se tem empregado nos novos merca-
dos da Europa ltimamente.
Na coberta ou prximo a ella deixar-se-hao
abenas, de maneira a dar maior claridade ao edi-
ficio e arejar a parte superior.
c A divisao interna ser feita de maneira qne
lenha tanto quanto fr possivel igualdade de van-
tagem nos lugares.
As ras cu passagens internas serlo pelo me-
nos de 2 metros de largura e os lugares para os
vendedores tero a mesma dimenso.
t 03 bale des ou mezas serao de madeira ama-
relio, e as lampas Je pelra branca de murmure.
As entradas do edificio ter) grades e porioes
de ferro.
O edificio ser dividido da seguinte maneira :
1. Urna parte destinada a venda das :arnes
verdes de bois, carneiros, porcos etc.
2." Urna parte para a venda de lamba, legn-
mesjetc.
1 3.* Urna parte para a venda do peixe.
t 4.* Urna parte para a venda de verduras.
Dever ter no mesrao edificio :
1.* Ura corpo de guarda.
2." Ura lugar para o porteiro.
3.* Um lugar para o administrador,
t 4.* Latrina punlica.
< Para commoaidade dos vendedores e aceio do
mercado, dever ter prximo ou dentro do edificio
como se inlgar mais conveniente agua cora abun-
dancia ; duas ou mais fontes sao indispensaveis.
1 <)s concorrentes devero apresentar os dese-
nhos seguintes:
Urna planta geral onde se ache indicadas as
entradas das ras que do para a praga ; na es-
cala 0,001 metro.
Um plano do mercado na escala de 0,005 me-
tro.
< Dezenho do corte e elevaglo longitudinal e
tran-versal na escala de 0,01 metro.
Desenlias representando a elev*glo e detalhe
das principaes juntes das pegas de ferro batido on
fundido, assim aosystema da coberta na escala de
0,10 metro.
a Estes desenhos serlo aconpanbados de urna
descnpgo circumstanciada de lodo o edificio da
qualidade dos materiaes e o systema de asseuta-
los. >
FACUDDADE DE DIREITO. Fizeram hon-
tem acto os seguintes alumnos :
Ij anno.
Epaminondas Brasileiro Ferreira, plenamente.
Jos Pinto Ferreira de Oliveira, idero.
los Pereira dos Santos Andrade, id-m.
Adolpbo Carlos Sanches, idem.
2 anno.
Bernardinode Senna Costa, plenamente.
Hennque de Atbayde Lobo Moscoso, idem.
Jo.- Mana Ferreira da Silva Filho, idem.
J.'aqnim Ferreira Chaves Jnior, idero.
J.is Francisco Rlheiro Machado, dem.
Manoel da Trindade Pirelli, idem.
3* anno.
Adolpho Pereira de Burgos Ponce de Lion, sim-
plesmente
Gabriel Gomes Pereira, idem.
J-o Jos la Silva Sarniento, plenamente.
Antonio Correa de Figneiredo, simplesmente.
4* anno.
Francisco Xavier Rodrigues Campello, plena-
mente.
J. o Francisco de Figneiredo, ilmplesmente.
Bdiijaraim Aristides Ferreira Bandeira, plena-
mente.
Candido Vieira da Cnnha, idem.
.. anno.
Augusto Carlos de Mello L'Eraistre, plenamente.
Jos Leopoldlno de Queirs. dem.
Jo(j.-orio de Cerqueira, idem.
Aureliano Antonio Ribeiro e Silva dem.
daMa-
A' tarde ser exposta venerago dos Hela
imagem da Sra. Me dos Hmeos.
\TADORA. Reuoe-se na
segunda-feira, s 10 horas do dia, ara ses-ao ex-
traordinaria, para tratarse dos raelos de levar
effeito a sessao solemne de 20 do corrente, va qual
ser alforrida ama crianga. A rennilo aera na
roa do Coronel SvMsuna (iulr'ora de Sortea) n.
PRONUNCIAS.-Pelo snblelgado da Munbeca
Idl pronunciado Vicette Barbosa, como ocurso
ote penas do art. 205 do coflig criminal.
Pelo subdelegado de Itipissuma foi pronun-
ciado Jos Vicente BataHio, como incurso na*
penas do art 193 do cdigo ctlmlnal.
FERIMENTO LEVE.Honlem s 8 horas do
dia, no Igaro do Carino, da fregaeiia de Santo An-
tonio, o pardo Sebastin, menor de 13 anno, es-
cravo de D imrag s Jos Ferreira, ferio levemente
ao preto Juspo, escravo de Jos Mara da Paixlo,
cora rima .lacada no estomago. O criminoso foi
preso era flagrante.
SUICIDO.s 8 horas e meia do dia de hon-
tem, suicid .u-se com um tiro de revolver noou-
vido direilo o subJito portugus Joaquim Pedro
dos Santos Figueira, eaixeiro do armazem de fa-
zendas dos Srs. Bastos & Martins, a ra do Baro
da Victoria n. 49, em consecuencia de desgo?tos
de familia, coja coramuuicagao lhe chegra na ves
pera pelo vapor francez. No bolso do coliete lhe
foi encontrado ura bilhete explicando o fado.
TERMO DE IPOJUCA.-No dia 8 do corrente
funccionoa o jury do termo de Ipojnea sob a pre-
sidencia do respectivo juiz municipal Dr. Joo
Baptlsta de Siqueira Cavalcante, e oceupaude a
codeira da aecusagao o promotor publico Dr. Ao-
dr Cavalcante de Albuquerque.
Foi submell do julgamento o preto Agostinho.
escravo de Jos Henrques de Salles Abreu, aecu-
sado pelo h. mlcidio ;.ralioado oa pessoa do feilor
do engenho S. Paulo, o qual foi condemnado as
penas do art. da lei de 10 de junho de 1835.
BISPO DO RIO GRANDE DO SUL.-O Exm. e
R.\m. Sr. D. Sebaslio Larangeira passoa honlem
para o Rio de Janeiro, no Smdk, de volta do con-
cillo.
VOLUNTARIOS FRANCEZES. No paquete
Amatone foram honlem 257 Francezes, qne vio
pelejar pela Franga na gnerra que aquella naci
sostente contra a Alleraauha, sendo 10 embarca-
dos em nosso porto. Di longes trras acudir em
defeza da patria em perigo acglo nobre c gene-
rosa que ningnem pode deixar de louvar indepen
denlemente de mais ou menos sympalhia por qual-
quer dos bolligerantes. /
E' com actos destes que se previ o verdeiro pa-
triotismo, a que os mesraos immigos tm de fazer
justiga, tanto mais voluntariamente a farlo qnanto
mais a si proprios se julgarera capazas de igual
dedicagio em circunstancias idnticas.
EM TRANSITO.Para o sul do imperio ievou o
vapor francez Sindk 397 passeiros, sendo 3 rece-
bidos em nosso porto.
Para a Europa levou o vapor francez Ama-
zone 461 passagsiros, dos quaes 20 do nosso porto.
DINHEIRO.Os vapores Atnazone e Curnrip*
irouxeram para os Srs.
Jlo Francisco da Silva Novaos 15:000*000
Manoel Jos de Miranda 1:200*000
Jos Bora Ramos de Oliveira 1:040*000
Antonio Fernandes Ramos de Oliveira 500*000
F. Alves Monteiro Jnior 416*000
PHILANTROPIA O Sr. Jos Raymundo da Na-
tividade Saldariha, em commemnrngao do 20 an-
iversario do sea consorcio, liberlo, no da 10 do
corrente, os ventre? das snas escravas Isabel, e
Barbara, esta de 39 e aquella de 34 annos de
idade.
SANTA CASA DE MISERICORDIA Na sesslo
da junla administrativa, do dia 10, foram nomea-
dos interinamente os Drs. Ermiro Cezar Coutinho
e Silvio Tarquinio Villa3-Bbas, esle para medico
do hospital dos lazaros, e aquella do collegio das
orphSas e hospital -l -s alienados.
ESTATISTICA POSTAL. A administraglo do
correr) expedio houte.n, pelo vapor francez Ama
zone, 4375 cartas cora 6566 portes, 563 jornaes
com 1103 portes, 6 seguros cora 6 portes e 2 mas
sos de amostras com 3 portes, sendo:
Para Franga.
393 cartas com 331 pones
57 jornaes > 63
2 seguros i >
2 amostras 3
Para Gra-Bretanha.
1000 cartas com 1900 portes
196 jornaes 270
Para Lisboa.
2905 cartas cora 4056 portes
307 jomaos 759
Para Italia.
77 cartas com 79 portes
3 jornaes > 3 >
4 seguros 4
SS. CHRISPIM E CHRISP1NIANO. Amanilla
celebra a irmandade desta invocagao, erecta no
convento do Csrmo, a fe-ta dos seus padroeiros.
cera o brilhantismo do cosame, orando ai Evan-
gelho o Rvm. Fr. Jlo de Santa Tliereza, e ao Te-
Deum o Rvm. Antonio de Mello e Albuquerqne.
ESCOLA NORMAL. Fizeram exame no dia 10
os alumnos seguintes :
3* anno.
Antonio Bazilio Ferreira Barros, plenamente.
Antonio Candido Ferreira, idem.
Aureliano Mamede Cordeiro, idem.
Benedicto Marqnes Vieira, idem.
Fizeram exame honlem :
3 anno.
Cyrillo Augusto da Silva Santiago, plenamente,
(termino Rodrigues de Siqueira, idem.
Innocencio Mendes Lopes de Mendonga, dem.
Prediliano Gomes Ferreira, idem.
Pranciseo de Abreu Macedo, simplesmente.
Ura reprovada.
LOTERA.A que se acha venda a 169.'
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha, a qual corre hoje.
PASSAGEIROS. Vindos de Maraanguape no
vapor nacional Cururipe:
Francisco Athanaslo, Jos Bezerrra da Silva,
Tarquinio Gimes Barbosa, Lenidas Correia Mon-
te Negro, Jos Mirtina Nogueira dos Santos, Fran-
cisco Herculano Moreira Lima, Irineo de Araujo
Bezerra, Francisco Hsnriques Filgueira, Antonio
de Souza Barroso, Custodio Rodrigues Ferreira
Maia, Raymondo Neulon, Loiz Antonio Googalves,
Pelro Lopes de Mendonga, Luiz Jos de Souza
Lean, Manoel Ferreira de Carvalho, Jlo Bautista
de Carvalho, Manoel Mosquita lia-los, Manoel Fer-
reira Pinto, Manoel Ferreira Pinto e 1, escravo
ordem.
Vindos do sul pelo vapor Amazone:
Jos de Abren, irmas dt car dade Ellenne e
Maria, Miguel Cameiro, Adolpho Pereira Carneiro,
Francisco de Mallos Pacheco. Or. Francisco Go-
mes da Sil V8. Jos 'S. Ramrez, E. Rohler, Jlo
Ferreira da Silva, baroneza de Cruangy, 1 fttlio e
urna criada, Manoel Ignacio de Oliveira Jnior,
Minoel de S Brrelo Sampalo e 1 irmao.
Sahidos para o sul no vaper Arinos:
Jos Ribeiro da Rocha, Leovigildo de Carvalho
e 1 criado, Jos Perreira da Silva, G. Polim, Ma-
noel Goncalves Duarte, Dr. Luiz llaptisia de Souza,
Raymundo Mendes M e 1 criado, capillo Antonio
G. Pimentel, J. G. Lima, Dr. Antonio C. A, (lumia-
raes, J. de Souza Castello, Pedro Antonio de Oli-
veira Ribeiro, Manoel Pinto Dammays, II. G. de
Oliveira, sua senhora 1 fltha e 1 eriada, major
Antonio Joaquina Duarte, Dr. Tertuliano Ambrosi-
no da Silva Machado, Dr. J >s Antonio Gongalves
Netto e 1 criado, Dr. Jacinto T. Estralo, N. Kleim,
Aristides Elias P, de Faria o 1 criado, Ignaeie
Frandsco Maia, Francisco Jos Domingos, bacha-
rel Vicente Cyrillo Marinhn, Joao de Azevedo
Piro, Gongalves Paos de AzeveJo Faro e ura cria-
do, Manoel Giiraes da Cnnha e 1 criado. Manoel
Pinto Porto, Adolpho P. Arantes, Dr. Manoel V.
Leile Sanpaio, voluntario Pranciseo de Assis Ra-
malho, desertor Jlo Vieira Barbosa, Francisco
Ferreira Borges o 1 criad, P. M. de Ofivetra Car-
ino, Jos de Castro, Manoel S. de A Lima, um
sargento reformado Jos J.aqu m Alves Roberto,
B. A. M. da Conceigao, Francisco Domingos No-
gueira.
Sahidos para o norte no vapor Tocantins:
Antonio Rodrigues Thomaz, Thomoteo Epipba-
nio, Ferreira Lima e um criado, Thomaz Pompeu
de Souza Br.il Jnior e 1 criado, Dr. Custodio
Domingos dos Sanios Jnior, Antonio Salvlno do
Monte, Abdon Felinto Milany, Francisco Pernades
V:, ira Dr. Alexandre Barroso de Souza, Guilher-
rae Cartel, Ant- nio dos Santos Villaga, sua senho-
ra e i fllha, Dr. Francisco da Cunta Caslello-
Irancn, Antonio G unes Pereira Jnior. Aagosto
Emilio da Fonceca Gal vane l crudo, J. A. do as-
cimento Pereira, J lo Vianna de llel o e S cria-
dos, Ernesto C. P. Lima, 1 diga a 2 criados, com-
mendador Jo- Nnvaes de Soon Carvalho, Dr.
Aliplo da Cuuha Martiuo o 1 criadb, Carlos E
Andrade Peixoto, Dr. H. SocratrB Tavare
Vasconcelos, sna seohora, 1 criado e 2 escravos,
Manoel Jos Pereira de Albuquerque, Joaquim P.
Xt
------------------------- ... 1.1
Garca de Almeida, J. Ribeiro do -
Joao Coemo Monte-Negro da Franca^
trio Gueraiara, Maninaao Jote Fe
Moreira Maria de Agaiar, J
vaes, Angosto Gome de S, Fredenea IL. el
Jos Cordeiro Dr. Salostiano Goaaes da Shttn a
ora criado, Flix Gondinho. ____
SJaUdo patvar*ropavrMPf ^f
ManoaflBe de Soasa e toa ulbar, Joiqaaai Ofe-
veira la Costa M na, Jos Bofa e sna ajoifter. Ma-
go Maaoel de Srza. JoffaMj AldraaV) L Oer*ar.
Luiz Francisco de Mello CavlcaBla, Fadro I
Rosa, Pedro Calmerel e 10 volnnaartaa,
Para o sul no franeez Smaa :
Rose Villmet, Miguel Ganaalfei 4Sin.
PUBLICACOES A PtaUfl.
O Sr. Deaeavbargaator A. 9. r
rf,t
Urna das inslnuagoes malignas a l_
que rae faz o Sr. desembargador Ao*ia
a do ter o men sueeessor encootndo 1
Mendicidade pessoal inferior ao que eoasia >__
minbas conus.
Esta insiauagio assim feita, sea roawreaearwi'.
mostra bem quanto imorneedeate, aorma a *jr
lesembar^ador, qne de-cea a tedas as iavtefnafea.
que esmentboa ludo, que reduno asajoaMaWa
cifras, peso e medida, nio deixana de (
este ponto, se a redcelo do pesso I ale 1
se era cirenmstancias regula'es.
Eu recebi a comrounic;g da miaa
no dia 18 de julho. larde, e do dia 19 at 24 te
intervim mais na economa do tarto, cama a aro-
vam as cuotas d'estes tres uliimos das, ana ana
slo por mim antheneadas. O passnnl ana Sjb-
rava as contas anteriores, figroo ana a*
tres das.
Depois qoe flz entrega do Asyio, o
sor, a meu pedido, dea sabida a daa a*].
honverara fagas de outro*. mor te da nea. a 1
que deu logar reduego do pansa!, aia aa);
devo suppor qne isto aeontocea mal regalarasaaSt
Se oao fosse assim, o Sr. desemoargador Aasalass
Peretti teria explorado a mina, e nao hiia ana-
nas urna referencia por domis.
Nada mais possivel do qne o Asylo ter aa Sa
90 pessoas, e no outro 80, assim dem-se sahnas,
baixas para a hospital e fugas oa fallecila*.
Quem acreditar, qne de no numero dos asylados, o Sr. duiavbargaaa
Anselmo Peretti a defxisse passar lera Urnas enn>
montarios ?
E o Sr. desembargador que al.se ornan da
faci ridiculo de haverem sido quebrad- aa ci-
dros do oratorio do Asylo, levaauado i "
de Santo Antonio o falso de ter partido a I
ao tilho do ox-'lirect >r o de ter dado saltas. <
altar ; havia de esperdigar urna oeeatian 1
como esta de que trato 7
Enlo nao seria qnera nao seria o
gador Anselmo Peretti, provedor da Sania Caso,
protector das ir.nias de caridade e re-adnr Meras.
que nao quer as festes da Sania Casa raaaaii
com vertidos decotados que bffeudaa aa seas nnaV
bondos olhos.
Ora, o Sr. desembargador qoe desasa) a assa-
verar que. para o expediente do Asylo tabaui std
comprados 19 caivetes, prevalecas se daa
engao da conta do fornecedor que. em vez de i<
celas,diziaurna duzia de cumrtUe mrtim
U4V) ;alo havia de passar por na negocio ti
grave como gato por brasas.
Se na historia dos caivetes elle eaaaa a escri-
vo da Sania Casa a dar urna ceidlo Isa, lanas
o ir. Paula Monteiro o mrnad do engaa da
conta; o que nao faria e en tivesse iacorrido na
falta que pretenden attribuir me T
Outra insnuago maligo< a da alo saber-s*
se a mobilia comprada para o Asylo conste sa-
nente do que l existe, por ler a coala ias aaaa
sido tirada enconadamente.
Se para o Sr. desembi rgador Peretti nnaara
dnvidas a esle repeito, nio a teria wssIsUs, v
forinando-se do vendedor da mesma raobi'.ia ?
_Se nio o fez, canamente por estar cara cae
nao lia procidencia na sua insinnaglj e apean* a
fez para dar s suas arguigd.-s proporgoVs aV
maior perversidade.
Eutretanto nao poJemlo provar a makgaa ttm-
nuaco couda na sua primeira serte da darte*
de que ms i-ontas do Asylo ligaran) oajt-ctus ta
ah nao eniraram, soceorreu-se a ama declarncio
do ex-mordomo no sentido de llie ter 1
urna cama de ferro, a qnal nao entrn,
queile estabeceimento.
Isto mais urna falsidade qne arranearaa ao
referido mordoroo. A cama entrn ao A*yte,eoa
forme pdem attesiar os empregados qoe atada l
existem, e eu nio a rendi.
O mordomo disse-u.e qne quera 5car coa ana
coma que Ibe linha agradado, para dar entra d
mesmo valor, e eu lhe dase qne estando tnda sra
sua immediata responsabilidad!, s exiga, 1
desse balango, acbar todas as cama, das
elle havia Da3=ado o recibo.
Levou a cama, e al a minha entrega do Ayl*
nao tinba posto onira em sen logar, o en ais s
lhe regommen.lt-i que flzesse voltar a mema caas
como disse ao meu sneeessor qoe a exlgtesa.
Mas, dado o caso qoe en tivesse, sea a dsfar
fazer, vendido a cama, por qoe at boje aao M fez
o mesmo ex mordomo resniui-la, oa ao nenas en-
trega r a sua importancia, qne elle derara ato ter
anda pago T
O Sr. desembargador Anselmo Peretti aeeatton
o facto infielmente referido para are or-ase, aa*
nio manda recolher a cara* oa o sabara I C*
assim que elle zeia os interesse do Asylo I
Quera nao v, por este e outros fados, neo ir
desembargador pouco se importa eom o Asylo, e
s quer a todo trame lazarme aeensaode ?
E digara l que o santo hornera nao dos tata
das Arabias !
Por igual modo procede em relacao as declaca-
goes que flz no meu relalorio de entrega, da Mr
um criado p;igo sem ser pela folha.
Faz apenas mengln de qnantos criados Ignra-
rara as folhas dos mezes de abril a juibo, ana
prescinde dos nomes d'elles, porque se o la*s*a
ver- ie-hia qne o criado Jos, qoe estove no Asytn
at julno, s figuro!) na folhi deste mez, e na de
mez de abril, sendo que a dedoegio do salaria da
enfcrmeira foi ainda inferior ao salario ana site
venceu nos dous mezes, que nao
folha I
E' assim que o Sr. desembargador Al
retti apreria os negocios do Asylo I A easdacia e
a deslealdade *S> o sni recurso.
Quan'o conta de 72, em que fignra aaa ban-
queta e urna mesa ae cozinba, que diz o Sr. dee-
erabargador nunca terem entrado no Asyte, na>
ha perfeila exactido 00 que assevera.
A banquea, depoii do miaba exooeraen, at
d'ella entrega ao Sr. Antonio Doaingncs Plat,
por t-la exigido, decarand.Th.er falsa a conta ana
lhe apresentei como paga, vito nio ter sida aaV
extrabida p >r sua casa, e nem pap senao ana
depois id data em que se dava como li-inidada, e
oa qual nio poda entrar a refenda banquete, nea
mesa de c izinh t, por quanto os 721000 ana t
devidos poi olijectos aiogados por
abertura do Asylo.
Convencido disto pelas notas qoe estas
em seus livros, e vendo alioal qne a leva 1
era um punco serrbante do montean, 1
duvida em restituir o objecto qus ae rtc
dando-se-me disto documento.
Que a verdade esia, o dir ccrUroaate a 1
rao Sr. Puto.
Ainda no seu proposito de argir me <
sanenle, refere-se o Sr. deseffibargador
Peretii a urna nota de drspeza Mn.4adai
qus pret -ndi tfer, para mostrar ana naai
con inexaciidao quanio disaa qna ana s 1
rago do A-yiose de-peodera 14174
E' o prnprio Sr. deserabargador
qne esta nota tei encontrada sa nana gas
Por aqui se v que era ul dsete da sa aa fe-,
zer carga que dosceu-se at basca
soes de pape s I
E o Sr. desoirbirgador Peretti fai
quiz entrar as minhas intengVs, ante dar 1
cacao d'aquillo qi' s eu podU expnrar I
Ni) quero eotneniar esio pr>cedrri
ara hornera, cuj > criterio e*i*> 1
gos de alta moul>; o piildico .auoj
quanto ca.az qn-m o lera.
E o que inai- que para dar terna 1
gao de que eu pniemii fazer daaticatea 1
nezas, era um d s seus offlcios da qna aaj|
que as contas da quan ia rerrla na I
provincial s a esta repartigao 1
das;
Eu apenas dise que sendo na
cebido o dinheiro, me perec e
prestadas asentas, mas n te fea> 1
Aera insistencia. O qne en dMMHBHJ
cuntas da on qne nao I
nio particnlarmeati'. e nisto pro
te, por qne as esiagdes publicas so |
os que recebem tlinheiro.

1 tari


-V.3
^T
=ss?

jioler, en

joo teste negocio, nao reci-
al roen
tt%
provincial podenam de uiim exigir, havam d-
oonra-le la team recebeu para este xtgi-Io de
uro. Se o mahdei entregar sem conta por rdim
%uili e a Santa Casa o recebeaJfor esta forma
irregular, foi apenas por motiva de milindre.
E nem en poda fuer entrega d'esse saldo ao
raeu laecessor, como ineptamente o dase o Sr.
desembargador Anselmo Peretli, por que a res-
pooaabilidade nao era mioha, era do ex-mordomo,
eial.
Mas voltarei a questao de nota de despeza de
-fann o senhor desembargador, dando-lhe
tmb vsjor, que a mandou publicar.
Un,liado apenas idea yaga da referida nota,
".fv8 aPDtaraei>lo, poderia negar a sua auten-
licidade e pedir a exhibicio do original; mas nao
oure deste expediente, e aceito o facto como
existente.
V-se o tal aptmtamehto, petas quantias rece-
idas, que fra e le feto no raez de abril, tempo
i que anda Do tmaa en prestado contas San-
ta Lasa, e por consentate nao pedia ter em vista
comas era'duplcalas,
O qtto se pode ver no tal apontamCmo a nota
sspezas fetas e de outras que eu pretenda
Bf qte por isto calculara o computi de tudo.
aqenas un orcmento.
Denois, resolv reducir a despeta, mandar In-
2 Lert09 0DJ8C,0S em outras contas, e no fin
e rodo apresentei todas as minha Contas sera
naver uellas duplcalas. Alm de qae, eu nao
podena arranjar duplcalas de despeza, por que*
ledas as contas eram organizadas pelo mordomo,
e todo era laucado no seu livro de contas.
Cmo, pois, no fim das minbas contas, estando!
ja ellas lomadas pela Santa Casa, o Sr. desembar-
(ador Anselmo Peretti apodera-se de um apona-
ment sem valor, e se atreve dizer que oor elle
seJ. intencaj de fazer duplicata dedespza3?
vai uto talrebaixamento da propria digoidade,
que era en me animo a fazer urna exprooacio.
Cbego agora ao principal argumento, a clara
de Hercale com que pretedeu esmagarme o Sr.
desembargador Peretti, a redcelo da dospeza
i jD0 raez ae aS0,,0 com a alimentacao dos
asylados, redcelo que chegou menos de melada
da despeza do mez anterior.
Nio quero de modo algum contestar que o mea
antecessor exercesse maor flscalisaclo e economa
o qne ru.
No meu relator! de entrega declarei mu leal-
mente que, durante o meu exercicio, linba estado
impossjbilliado de fisealisar devidamente as aes-
pezas do Asylo, pela aceumulacao, em que estire
das funeroes d'esle emprego com as de deputado
a aisembla provincial:
Entretanto, nao delxarei passar sem objeceoes
ate grande argumento.
No mez de junho, a despeza de alimentacao do
A)' o montou 2:160*000, e no mez de agosto
1:043*000.
Vejamos as cousas.
Ero junho bavia^ cerca dt 90 asylados, e a fa-
milia do director era numerosa. Na despeza de
alimentarSo estavam inrluidas as de illurainacao,
/arello, fumo, rap, cigarros, sabio, etc., e dava-se
fructas e verduras aos asylados.
Em agosto o pessoal' dos asylados era pouco
mais de 70, e o director nao tinba familia. A des-
peza de alimenlacao foi so da alimentado, foram
separadas as de iflominaco, farello, fumo, rap,
sigarros, abo, etc., e supprimio-se a de fructas e
verduras para os asylados.
Em vez de fructas, dava-se a cada asylado urna
ocadinha feila na casa, e a verdura era tirada do
sitio, comprndose apenas no mercado pequea
porcao para os empregades.
Sendo reaes estas informacoes que obtive, nao
admira a reduecao da despeza.
Em agosto havia pessoal menor que em junho,
da despeza de alimentacao separaram se outras
despezas, e sopprimio-se a verba de fruetas e ver-
duras. E', portanto, muito natural que a despeza
iosse menor.
lito, porm, nao quer dizer que nao houvesse
neste mez mellior lscalisaco e economa; mas
cavilaco, m f, insidia atirar-se o argu-
mento da reduecao da despez menos de metade,
sem especificar circumslanrias que muito influem
na queslo.
Se o Sr. desembargador Ansolmo Peretti dis-
aesse que a despeza* do raez de agosto, proponte-
nalmente, foi inferior do mez de junho; foi falta
coro mais economa c melhor fl.-cglisaco, eslivesse
dascancado que em vo reelamava.
O que nao quero que se falte com a lealdade
e boa f de areumeotaco; que, era desabafo de
odios e cora o fin de prejudicar-me, se aprsen-
teos os fados infielmente.
Em relaco gratificacao de 30J000 mensaes
que dava eu ao mordomo e um guarda, nao tiz
nunca mysterio disto, declarei-o ao rneu successor
quando Ihe fiz entrega do Asylo.
Aos erapregados que tivessem familia e raoras-
sem perto do Asylo, e que sem inconveniente po-
dessem fazer as rel'eicoes era suas casas, declarei
que daria as racoes era dinheiro, e iste communi-
quei particularmente ao presidente da provincia.
S dous eropregados esiavam nestas condiedes,
era um guarda e o mordomo, e por isto s a el-
los fiz a concessao.
E', porm, ioexato qie a racao do mordomo
fian -> 404000. Se arte tirava esta quantia, era
sem autorisaco minha, e ao meu successor disse
eu que as racoes eram de 30* mensaes.
Eis-aqui expostos es factos como elles sao;
com toda a verdade e fraaqueza os refer.
Se tive facilidades no Asvlo, se usei de arbitrios,
nada occolte.
Coube-me a tarefa de organisar e montar um
estabeleciraento; e, como urna vez disse, entend
que nao devra sacrificar o seu futuro desenvol-
vimento a pequeas economas.
Continuara.
Recito, 4 de novembro de 1870.
J. P. B. de Mello Reg.
Diario a> Pentmhyeo Sacado 12 de Nuvembro de 1870.

3
urna e 01
para qae
Mos aqu,
trilas.
S* no intuito de fizer mais
eonbecidpM$ role-
*te8 serviles de um benemrito portqfliz, que
noje viraos a imprensa; e esbotamos essfrlWpida
considerafges, que ah Acara escriptas.
Somos movidos a este empenho, hdtnMiile
pelo sentimento da jaslica e do patribtikti, for
quanto ao estimavel portuguez a quem "na'vamos
rereno nao nos prendem otitros vmelcofet, Um
aos da patria, e da pura cortesa peased.
O Sr. Antonio Domnguez de Sota."tia1ral etn
Portugal da fregdwia da victorfs Vk Idade do
Porto e a vinte cinco annos resiienleoo Braill,
na cidade de Goyatma, provincia VernWibdco,
um destes portnguezes, que por saa interesa
commercial, por sea trato urbano, e ROt de-
dicados servicos as ousa da patria, merece- a esti-
ma de seas concidaaaos, e a consideraco de todos
os coracSes bero formados.
Possuidor de ada indepedente fortuna, havida
por um irabriho legitimo, e por ama incontestavet'
interesa commercial, o Sr. Domingues de Sian
tem-se especialmente valido da sua eonceiftRuV
posicao social, para ser til e prestavel s oousas,
qae dizera respeito aos interesses de sua trra
natal.
Estes servicos sao de duas ordens ; de oroVui,
pessoal, tomando a iniciativa de eertos aetos pbi-
laotropbicose de ordem offlcial na -quahdade
de agente consolar de Portugal no vlce-oonular
de Goyanna.
Como agente consolar, orneado em 1863, lem
o Sr. Domingas de Soaa dado ^rovaa da mais
acrisolada dedieaco, pelo que nao s tero gran-
geado cada ves mais a estima de ons cempatrio-
tas, como tainbm merecido a approvacro flus'
respectivos eonsola*.
Kmbora fosee qotsi Mllo o reodimeoto da
agencia, o Sr. Domingues de Souza montou-a com
com livros, mobilia e mais aecesario, qae a tar-
nam nma reparticoregalar e habilitada para to-
do o expediente regular, e cm forma.
Com o reconh-.cido sacrificio de seus iateresses
commercraes lem zelado os Interesses de sens con-
sdadaos, j arrecadando os espolios dos 'fallec
dos, j em summa socorrendo os necessitados.
No exercicio de suas luocrSes conmiares, tem,
o Sr. Domingues de Soaza mantido com as res-'
pectivas autoridades do paiz, a mais circamspecta
harmona, e isto sem a mais levequebra dos In-
teresses de seas concdados.
Cjmo coramissionado, j pelo consulado de Per-
oambnco, ja por associaedes de pbilantropia por-
tuuueza, tem o Sr. Domingues de Souza corres-
pondido a confianza n'elte depositada.
Sendo nomeado em 1849 para commssario em
Goyanna da coramisso central portugueza ds Per-
nambuco, promover urna ubscrleao a favor da
segunda expedicao de colonos portuguezes para
klaoamedes; e effectivamenle obleve urna certa
quantia, que refnetteu dita coraraisslo; rece-
bendo de seu presidente o cnsul Dr. ioaqnlm
Baplista Moreira um honroso odleio de agradec-
incorrerio as penas do artigo ante-
ALF:\NDEGA-
Kendimento d da 1 a 10. .
dem do da II .
firSo-
\OTlaaot fla MaHideca.
Volumes intrads conifatWidas
com generas
Totumes sahtdos com fazendas
com gneros
45
763
a
132
51
Inzidas dos mata-
^fem aarroc is fechadas
I r,< e forr'"1;,i Por oalhas |i,"i.l)P, sendo
ki" *? 8ani:'" de ferro de modo
nquem sobre-postas.
qu;
403:605*349 if^S^0Tes encerref^o as maltas do artigo
lfcL^/ica marc*do o praso de 60 das para a
nto^T?n0dri"rf05;8 Propriadas, flndo o qdal
Ortlnanaf fazer condncao as carrocas
ordinarias,
'form
' oSSJelho Cavalconli de Albuquerque.-Coo-
'-'Francisco Lucio de Castro.
m
memo, em que se liam as seguintes phrases :
Dos portuguezes nomeados para fim idnticos pe-
lo interior da provincia, foi Y. S o que deseiupe-
nbou cabalmenie a sua commissao.
Quando Portugal acordou ao cabo de mais de
tres seculos para pagar a Camoes urna divida de
reeonheclraento nacional, elevaodo-lhe um monu-
mento, o Sr. Domingues de Soaza espontanea-
mente abri ama subscripcao, qne foi o primeiro
a assignar, e cujo producto total entregou ao Dr.
Jos Henriques Ferreira, eato cnsul n'esta pro-
vincia.
Quando em Lisboa se deu a terrivel catastropbe
do incendio do Asylo Marta Pia, o Sr. Antonio Do-
mingues de Souza abri na agencia consular urna
subscripcao, cujo producto foi remettido ao minis-
tro de estrangelros o Sr. conselheiro Martios Fer-
rao, por intermedio do Sr. Albano Coitinho; e ef-
fectivamente a s mima chegou ao seu destino.
Como estes, outros muitos factos poderiamos ci-
tar para comprovar a dedicacao patritica do Sr.
Amonio Domingues de Souza.
Tal o cidado, que mais de duas mil leguas
da trra da patria, tantas provas de amor e dedi-
cacao Ihe tem consagrado.
Temos para n, que o premio condigno, para
os actos de verdadeiro patriotismo, a satisfacao
da propria consciencia em bem obrar; oras, se
quizerem tomar esias lindas, tracados em bomena-
gem um benemrito portuguez, eomo um pro-
testo indifferenga do governo, que o lomera em-
bora.
Al hoje nao receben o Sr. Antonio Domingues
de Souza urna s demoosh*acao de apreco da par-
te do governo portuguez, alias tao prodigo em con-
decorares.
Pois bem I Qu o Sr. Antonio Domingues de
Siuza sinta em sua consciencia, e do galardao de
estima de seus compatriotas, o premio dos rele-
vantes servicos que tem prestado sua patria.
E que nos releve, quando 1er estas lionas, ha-
ver magoado a sua modestia. Porm nos, portu-
guezes, pelo nascimcnto e pelo coracio, nao nos
soffna o animo, que actos de tao puro patriotismo
nao fossein conheeidos dos portuguezes, por inter-
medio do primeiro orgao da impreasa de Pernam-
buco.
Aos noasos collegas da imprensa de Portugal,
quem possa chegar o conhecimento destas linhas,
pedimos-lhes as vulgarisem, porque n'isso fazem
um acto de juf tica ao mrito de um cavalheiro, e
ao patriotismo de um portuguez benemrito.
Dtiearretram koje 1S de otobro.
Galera inglezaHemilmediversos gneros.
Lugar ingleziVonwafor-'diverso gneros.
Barca iogaa-^BriMrW-diverc4 gneros.
Brigue ngltt"Wlfrt*vros gneros.
Lugar portng(4r-/tl^iem.
^"ia inglezaZmatk-s-ldeft.
io ingiezKifeie>m.
_ja fraucezaS. Altitfdem.
Bafca ingleza-/mpeiaVfarinba de Irtgo.
Lagar ingiezElisO-^itro e carvo.
Bri#e portuguez/MHMdiversos genos.
Imj)ortfo
Vapor francez Li.ndh, tundo de Bordeui e
Lisboa, mani/tstou:
8 atados passas, 18 barricas eastanbas, -9 taceos
motes; afose CrWa Braga 4 C.
1 caixa sedas, 2 barris vinbo ; Hanoal C.
2 ditos dito; a A. Caors.
4 ditos dito; Delaceur.
4 ditos e 10 cafxas dito; Gassfer.
10 ditas dito; a H. Wfnter.
3 dls caixas para chapeos; J. J. da Costa
1 dita relogios; Moreira & Daarte.
15 dlias licores; Chaix 4 Gassier.
7 ditas qnijos, I dita tames, 1 barril azeite de-
oliveira; Crton.
1 dito viobo; Craner Freir & a
2 ditos dito. 2 caixas flus de seda; Linden,
Weydman & C.
2 ditas ditas de dita, 1 barril rinho; Keller
4 C
2 dBos dito, 1 caixa sedas; afonbard, afettler
ce l,.
6 ditas calcado: Joaqum Perelra Arantes.
3 ditas mal-melada; Gomes Pires 4 C.
1 dita sedas; ordem.
1 dita livros, 30 ditas, agua de Vichy; Tisset
frres.
1 dita tedios de algodao, 8 dilas vinho; a E.
Turpin.
1 dita cola, 2 barrU vinbo; Hanry Leiden
4 C.
3 fardose 5 caixas papel; a Estevio di Cunha
Medeiros.
2jiitag rologios e joias; A. Hvfrnat 4 C.
15 ditas ameixas; Manoel Duarte Bndrlgues.
2 ditas obras de prala; Lehman frres.
4 ditas mpressos; JoaoWalfredo de Medeiros.
63 atados passas; E. Rapbael Rabello-4 C.
RECEBEUORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do da 1 a 10. 18:511*649
DECLARACOES.
Iv'th?. d^ra Io Illra- en!elheiro inspector
nhitnMQram de aMBda dMU provincia se/ai
eZ.f .q.K' em v,rlale 4aordera d0 'hesauro na-
S?d. n^?'se aatr,ssd0 a wJr anolices da
Sbr nP,^'Cai a6 JDr' de 6 W "no P'o
"Bor nacional das mesmas apolices.
*aSh^a?? a tnesouraria d hienda de P-
wnbaco li de novembro de 1870.
COSPANFnjl PERNXWOffiDW
Macei6, %lclls7KftS^ Anca/fr
*MlY a O v*Pryaifuarlbc cdaraaHdante
yk\..^ Guilherme,fegufnara osporlos sxv-
detrae man '5 *,rrente M 5 H,,m
Ricebe carga at o da 14, eneommendas, passa-
gelros e dlnheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia de sua sabida no escripterio do Forte do
Matto n. 12.
PARA'
Para o indicado porto segu em poneos das o
brigue portuguez Realidade, por ter a maior parte
de sen Carregamento prompto e para o poaco qae
Wo hita a frele barate : trata-se com o consig-
natario Joaqnim Jos Goric.alves Beltrio, ra do
Commercio n. 17.
Servmdb de bfcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
u> r.. e u,rpceoedor,a de renda9 internas geraes
se raz pobhco.que neste mez -de novembro qae
*? LEU*0*).Pa8amoto, sam multa, do ifi.
^rnr^*!a;ir3llvoao ''**> do exercicio
18^*eoodaria de Pefuambuca 2 de novembro de
O admlahtraor,
Mano! Grneiro de Souza Lcenla
dem do dia 11 .
1:487*847
19:999*496
CONSULADO PROVINClT
Rendiraento da dia 1 a 10. 17:524*504
dem do dia 11 868*079
18:392*553
Tributo ao mrito*
Com quanto o amor da patria seja um dever de
todo o cidalo, e um semimeoto innato era lodos
os coracoes bem formados, ha certas dedicares
patriotas, que tomam as proporg de virtude c-
vicas, porque se collocim cima da esphera das
obrigaces commun-.
Eutre portuguezes, o amor da patria foi sempre
ama virtude de acrisoluda 'Jedicagao. Guardadas
a properc/ies do uunuro e da pequenez de larri -
torio, pode dizer-se que na historia geral dos po-
voz, nao ha um outro que se avanlage tanto ao
jiovo portuguez.
E nao foi isto tao rnente nos seus lempos he-
roicos, no tempo em que conquistara palmo a pal
mo do poder dos agarenos o solo que Ihe ponen-
cia, no tempo ero que na fronteira d'Afnca obra
?a feitos de incrivel valor; no lempo, emflm, em
depois de explorar a costa africana, dobrava o ca-
bo da Boa-Espef"auca e la avassalara india. Mes
mo no tempo de suas crueis pr.vacdet, como sob
jago bespanhol, e a conquista fraoceza e hollan-
deza, os portuguezes sempre se tem tornado be-
nemritos de patriotismo.
O futuro aistoriador desta epocha, que vamos
atravessando, bde por cei to mencionar ara tra
qo de patriotismo especial dos portuguezes, que
demoram aquem do Equador. Em vez de esfriar,
parece qae o amor da patria natal augmenta e se
acrisola nesta trra, que por tao aautos motivo.-
parece qae a do no> nasci uento.
O portuguez de hoje parece que herdou do por-
tuguez de D. Joa I., de D. Manuel e de D. Jou
III o espirito aventuro-o e emprebeudedor. Trm
a vocaco da emigraco ; mas a emigracao o re-
sultado de um impulso patritico. O portuguez
quer vr para o Brazil, mts para tirar provi-ito d>j
sen Irabalbo, e lem sempre na m me, emb ira o
nao realise, wllar patria com esse proveito e re-
parti-lo entre si e a propria patria.
Isto a verdade toda iuteiri.
Portugal, nos ltimos lempas, tem sido como o
fidalgo anco, e decadente Je antiga f mua, qu
recebe rom dignidade e bro ama mesada do lili >
morgado. E esta mesa la nobre, por que tem o
baptismo do suor do trabalho.
Dfta-se o que se disser : o primeiro colono do
Brazil oporwguez; a India de Portugal o
Brazil.
Nao possival individualsar os factos notaveis
qae comprovam esta asser^ i. Que.n hoja viaj i
em Portugal, v por toda a parte tragos Indele-
veis dolrabalheaproveitado no Braiil.
E, pois, sao dignos do todo o applauso, digno
da*awai-puMiea e da consid racao do g..>vrno.
toaos aqnelles portncnv-'n, qne ueste solo ab. n-
coadodoBrozilae de tiisnua eousas da patria, ao
pardillo) irabalho -
Moitos.40, oux'
Aos meus amigos e aos que me
quIzerem proteger.
Tende emprehendido publicar um trabalho le
terario. encarreguei dessa poblicacao ao Sr. Ge-
raldo Mira ; mas antes de apparecer publicida-
de adoeci dos olbos, estando impressos apenas 8
captulos.
Desesseis mezes fazem qnesoffro borrivel mente,
i-hi'gndo quas a estado de cegueira, pelo que
nao lem sido possvel a conclusao da impressao.
Mas, Bragas a um distincte e verdadeiro amigo
la nreaeia mai
soa peaigao t
pratica de amor
fado, qae uunca falta
as urgencia a de
Os cidados i
aos (ie espeoa^H^
laeforgado.
"Nes
.al ; e
'^Oi. a a raais de am temos!
impressao est continuando ; porque este amigo
me tem ajudado a corragir com a maior satisfa-
go.
Para a impressao da obra dei adiantado seis
centos mil reis ao Sr. Geraldo, esperando conclai-
la, sem recorrer ao recolhimento de assigaaturas
adianiadas; mas tendo adoeeldo dos olho, e tea-
do gasto mais de seiscent >s e perdido outro tasto,
impossivel concluir o trabalho sem recorrer aos
amigos para ajudarem-me a pnmover asignatu-
ras para pagar o resto da impressao e nao
chegar ao extremo con minha onerosa familia___
A obra denomine! livro popular contendo 12
capitules de materias importantes : Ado e Eva
* a civilisigao ; Caim e Abel; Jess Christo e a
civilisacao; A mulher virgem, a civilisafo e os
seductoret; as vantagens do casamento; o gover-
no popular e o governo hereditario e a cwilisacao
dos pavos; a inquisicao e a cinlisacao dos po-
ros que a safreram ; a eseravidao e a etvllisacao ;
a pena de marte e a civil/sacio dos pavos ; a cm
lisncao mechanica e a civitacao social; a lber-
dade poltica dos pavos e a cvilisacao destes ; as
guerras e seus effeitos destruidores t a civilisago
dos povos que ellas se prestan.
Bem sel que Jtaes assuroplo sao superiores a
minha fraquis-ima ntelligencia; mas lenho cons-
ciencia ijue, nao sendo bem escriptos, coraludo
de utilidade aos povo^ que presarem sua regene-
ragao.
Achando-me interamente ssm recursos, recor-
ro ao valioso concurso dos meu amigos e do pu-
blico em geral, nao pela imp .riancia de minha
obra, mas pela bondade e complacencia dos ho-
rnea* protectores, para proraoverem assigoataras
e assigaarem.
Cada asignatura de 3J000 por exemplar, e
avulso venderei por 4*000 rada um.
Cont como certo cora a proteegao dos homens
qne reconhecem serem ai let ras a uniea laboa de
salracao social ; bem como cont com a prolec-
ca > do povo brasileir i, mxime peroambucano.
Mmha gratido eterna.
Ittdieatel os lugares onde quem qnizer se dig-
oar s ibscrever poder dirigir-se.
Recife, 10 de novembro de IR70.
Romualdo Alves de Oliviiru.
Ao corpo eleitoral.
Ao respeiuvel corpo eleitoral desta provincia
aprescnlo-me candidato eleigii prxima para
dn-is seaadores, aupplioaado cada um dos illus-
tres Srs. eleitores se digne honrar-ras com o seu
voto.
De minbas babilitacd's e do meu* srrvigos p-
blicos nada digo; peis que qualqner que por ven-
tura possa >er o man merec neot>, cima (i-He
esl a enerosilaiie de aius illustres concidadac,
eieitores, sendo ata fonte qne me Miceurro, e
^B>l espero i >e v a honra o o beneficio, que
^ro, palo qae Qcarei profundamente agr le-

llesrfe, 4! de aovembro de 1869.
Dr. Francisco de P. Baptista.
MOVIMIENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 11.
Rio de Janeiro e Baha 5 dias, vapor francez
Amazone, de 1097 toneladas, coramandants Jo-
re. equipagem 130, carga .varios seeros;
Tsset Frere.
Terra-Nova38 dias, brigue ingiez Margaret Ri-
dley, de 178 toneladas, capitao George Hartery
equipagem 10, carga 2457-barricas eom baca-
Iho ; a Saunders Broters A C
Mamanguape12 horas, vapor nacional Curvrlpe,
de 22 toneladas, commaodaute Jos Henrique
da Silva, equipagem 17, carga 250 saceos com
algodao e outros gneros; Companliia Pernam-
bncana.
Navios sahidos no mesmo da.
Bordeaux e portos intermedios Vapor francez
Amazone, comuiandantH Joret, carga a mesma
quo trouxe dos porto do sul.
Rio da Prata e portos intermediosVapor francez
Sindh, commandante Geost carga parte da que
irouxe dos port is da Europa.
CanalBrigue ingiez Pride, eaptao Bsson, carga
assucar.
Parahyba =. Brigue ingiez Mary, eaptao Colson,
em lastro.
S. MatheusHiate brasileiro Mrquez de Caxias,
capillo J. J. da Silva, carga varios gneros.
Ohservagao
Suspenden do laroaro par Santo Andr a bar-
ca franceza Maris Stella, capitn Mauren, com a
mesma carga que trouxe de Guayaquil.
SANTA CASA DE MISEMCOKDIA DO
RECIFE,
A Illraa^unta administratiTa da Santa easa de
Bisere rdia do Recife manda faier publico que
* S/La de 8?a9 sesi5e$< no dia 17 de oatabro, pe-
as 4 horas da urde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios era seguida
declarados: "
BSTABELECIMENTOS DE CARfDADE.
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 A.... 303*000
Ra de Malhias Ferreira (linda).
Casa terrean. 18................... 130*000
PATRIMONIO DOS OKPHOS.
Roa do 6eneral Victorino.
Casa tarraa-n 18...-................ 240*000
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar)
Casa terrea n. 108................. 204*000
dem dem n. I3.................. 181*000
dem dem n. 99................... 3455000
dem dem n. 96................... 2035000
dem dem n. 94................... 204*000
Os pretendentes devera > apreentar no acto da
orrematacao as suas flaneas, ou comparecerem
acempanhados dos respectivos dadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 18 de outuoro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Maranh&o.
Segu com brevidade para o p"orto cima opa-
lacho naclenal Joven Arthur, para o resto do ear-
ga que Ibe falta trata se com os consignatario
Antonio Lnfi de Ollreira Azevedo & a. roa da
Cruz o. 57.
COMPANHIA PERNAMWJCAM
DE
Navegando costea por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
eaty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca commandan-
te, Mo ira seguir para os por-
tos cima no dia 15 do crreme
as 5 horas da tarde. Recebe car-
-------_ ga at o dia 14, encommendas
passageiros e dlnheiro a frete at as 2 horas da
tarde do da da sabida : escriptorio no Forte do
Mallos n. 12.
COMPANHIA PERNAMeUCANA
DI
%'avegaeo eostelra por vapor.
Mimanguape.
0 vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para e porto cima no dia 12
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageires,
encom mendas, e dlnheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida, no escriptorio do Forte
do Mattts n. 12.
MM DA MTTM
A03 5:0001
A r w PHm*a do Misto (or-ora rm
Crespo>o. 23 e caa do nwtii
O abafa anignado, teod a______
felizes bHhetes na ^narto o. 23M esa
vm inteiro n. W10 eom 900*. outras sertas
Ittf* n 40*000 & losara qae w acaW
traJiir (168), convida aos possnidons i
eebor na eooforroidade do costanas, i
to algara.
Acbam-se a reata a Mises
tidos da 5 pane da toteria, a ___
va igreja de nossa Seooora da PmtuT(m% aja
se extrahiri sabbado 12 o corren! ases.
PftECOS.
Bilhete inoeirn
Meiobaftete
Qoarto
Em porcao de 100*400 para
Bilhete Int iro
Meio biueta
Quarto
Manoel
Reverendo padre Jos Ber-
nardino de Paiva
Recompensa-se com gener isklade a
noticia em que parte desta cidade ni
o reverendo padre portuguez Jos Be
Paiva : a petaos que delle qnair dar
nnncie para ser procurado.
" Alogn-se o t andar do obrado mnrm*
Duque de Caxias : na rna do Rasara da Bsav-
vista n. 40
THEATRO
I
EGITAES.
A cmara municipal desta cidade faz publico
para conhecimento de seus municipes os artigos
1e postura abaixo transcriptos, os qaaes foram
approvados provisoriamente pelo Exm. presidente
da provincia era 26 de outnbru ultimo. Paco da
cmara municipal do Recife, 8 de novembro de
1870.
Bcnto Jos da Cosa Jnior.
Pr-presidente.
Lourenso Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
Copia.4.* secgao.Palacio do governo de Per-
nambaeo, 26 de outubro de 1870. O vico-presi-
dente da provincia, em vista do ofHcio da cmara
municipal do Recife de 12 do corrente sob n. 97
resolve approvar provisoriamente nos termos do'
art. 2 do decreto da 25 de oatabro de 1831, os
artges de postaras adlicionaes abaixo trans-
cripto.
Art. 1. As retinaras, padarias oa fabricas qae
trabalham por meio de fogo, s poderao de era em
diaote ser establecidas nos lugares designados
para as ferrarlas, calderarias e outras offleraas, e
para ah sero removidas as existentes em lugares
Jiversos, quando por qualquer circurastaucia dei-
xarem dejierlencer aos que ag. ra as possuem, nao
prdendo, porm, estas com tudo trabalharem'cora
carvo de pedra salvo se forem movidas vapor.
Os infractores encorrerao na multa de 30*000 e
na do dobro na reincidencia.
.Art. 2. As oficinas e estabeleciraento, que tra-
balharem com fogo, devero ter chamin que con-
duzara todo fnmo. A chamin lera altura supe-
rior a qnalquer edificio as suas visiohancas no
perimetro de 100 metro, ficando marcado o pras
de 90 dias para a collocacao oa prolongaraento
das chimn. Os infracteros encorrerao na mul-
ta de 30*000 e aa io dobro na reincidencia
Franci>co i'e Assis Pereira Rucha. Conforme
Antonio Annes Jaeoroe Pires.Confer, Mirauda'
Castro.
A cmara municipal desta cidade faz publico
para conhecimento de seus municipes a postura
addicional abaixo transcripta, qae foi provisoria-
mente appnvada pelo Exm. presidente da provin-
cia em 7 do corrente. r
Paco da cmara municipal do Recife 9 de no-
ven, bro de 1870.
Ignacio Joaqum de Souza Leao
Piu-pre-jdeoie.
Lourenco Bezorra Carneiro da Cunha
Secretario.
COPIA.
4' seccjio.-Palaeio do Rovarno de Pernambuco
em 7 de novembro de 1870.
O president da provincia em vMa do oficio da
cmara municipal do Recife de 12 de outubro o
limo, ob n. 99, resol* approvar prov.oria.nen e
o* trinos dr a-t. do decreto de a de ouiabro
de 1831, os artigos de pistura addicionaes abaixu
fansenpt >s. .
Art. i Fica prohibido a venda de carnes ou
ras uepois das 3 horas da tarde o o'mezes
de outubro marco, e dopois das 3 horas da lar
de nos mezes de setembro a abril. %
Art. 2 A* carnes oa fressuras q.,e forem ,-
c-wtradas depois d .s horas cima marcadas serao
apprelv-i lidas e enterradas, ou laugadag ao mir
em gran le distancia, e a pes^oa que a* *vw
ven endo pagara a tnofia de IOj A o dobro n
rein'flsncia, alera de soffrer ouau das d arLio
Ar. 3 Aa peMoaaque se apoderarem das car-'
jes 09 fressuras itpjU de enterradas oa laucad s
EMPREZA-COIMBRA
Variadissimo espectculo
13* RECITA DA ASSIGNATURA.
iiimi:
Lojo que a orchestra tenha ejecutado > onver-
tara do cosame, dar principio ao espectculo
Dividido em quatru partes.
PRIMEIRA PARTE.
Representar-se-ha a linda opereta em um acto,
Un amow d'epicier
no qual tomam parte Mrs. Carn, Maris e MI le
Mariette.
SEGUNDA PARTE.
Subir pela pri neira vez a scena a muito linda
opereta em um actovmusica do insigne Offemback
Les mariage aux Lanlernes.
Na qual tomam parte Mme. Valmonca, Mlle.
Brescia e .Mariette e Mrs. Raynaud e Carn.
Esta opereta sobe scena com todo o scenaro
e accesorios que exige o sea autor, nao se tendo
poupado a despezas o respectivo emprezario aflm
de que a mesma opereta va bem.
TERCEIRA PARTE.
Sabr pela Segunda vez a scena, a nova e lin-
da opereta em um acto msica de A. de Villebi-
chot e escripta por Mrs. fiaumaine et Blondelit
Les Hirondelles de la ru
Personagens.
Pepetti pifarrj............... M!le. Brescia.
Fritzmann tocador de rabeca.. Mme. Valmonca-
Os bilbeles acham-se a venda do escriptorio do
theatro.
Principiar s 8 1|4 da noute.
THEATRO
SANTO ANTilMO.
AMNH
Recita extraordinaria
As 6 horas da tarde.
Logo que a banda marcial tenha executado al-
guroas pecas de seu repertorio, dar principio o
espectculo.
Dividirlo em daas partes.
PRIMEIRA PARTE.
!. Canconeta
Est-ce un pech
cantado por Mlle. Mariette.
2. Romance
SI VOUS N'AVEZ RIENA MEDIR.
exibido por Mr. RaynauJ.
3* Ana Italiana
POSA LA MANO.
desempenhado por Mlle. Brescia.
& Canco.
LES GUEUX.
cantado por Mr. Maris.
5* Mr. Carn cantar o liado 'rondean
RRESILIENS.
6 Canean cmica
A BOIRE DE LA GRANDE DUCHESSE.
desempeohada por Mme. Valmonca.
SEGUNDA PARTE.
Representar-se-ha a chistosa e applaudida ace-
a da declaracao na opera
La Grand Duchesse
i^erial.
ra de paquetes vapor.
At o dia 15 do correte ti esperado de New-
York por S. Thomaz e Para, o vapor americano
Merrimack, o qaal depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul.
Para fretes e passagens, trala-se com os agen-
tes llenry Forster A C., roa do Commercio n. 8.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costetrapor vapor
Aracaty em direitura.
O vapor Mandah, com-
raandaaie Julio, seguir para
o port j cima no da 18 d6 no-
vembro as 4 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 17,
encommendas, passageiros e
dinhelro a frete at as 2 horas da urde da sa-
luda : no escriptorio do Forte do Msttos n. 12.
N. B.Previnese ans Srs. carreeadores qne a
presente viagero. alera de ser o frete da carga con-
sideradamente reduzida, tem alem disto a grande
vantagem de ser a mesma carga descarregada na
cidade, e prancba.
;<5L.
mmim
Aracaty
Segu para este pono o hiate S. Joo Baplista:
para passageiros e carga, na ra do Vicario nu-
mero 26.
, RIO DE JANEIRO
Para o Rio de Janeiro segu dentro de oito das
o patacho brastleiro rabe por ter o sea carrega
ment prompto, po.dendo anda receber alguma
coasa, sssm com.o mudezas e escravos a frete :
a tratar com o seo consignatario Joaqum Jos
Goncalves Beltrao, ra do C immercio n. 17.
.Rio de Janeiro.
Para o porto cima segne com brevidade o bri-
gue nacional Jsabel, lem parle do sea carrega-
men o engajado : pira o resto que Ibe falta tra-
la-se com os consignatarios Antonio Luiz de Ol-
veira Azevedo & C, rna da Cruz n. S7. andar.
PJRA
o
Rio-Grande do Sul.
A esenna portugueza Aguia, capHSo Fonseca.
recebe carga a frete : trata-se com E. P Rabello
C. rna do Commercio n. 48. ou cora capito
Rio-Grande do Sul.
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
guo nacional Amelia : para o resto da carga que
Ihe falta, trata-se com os consignatarios Antonio
L. de O. Azevedo & C, ra da Cruz n. 37, pri-
meiro andar.
assit
Para o indicado porto va seguir dentro de seis
das o patacho portuguez D. Guilhemina, pelo
que recebe carga a frete commodo, e quem no
mesmo quizer aproveitar em earregar, queira vir
tratar com o seu consignatario Joaqum Jos Gon-
calves Beltrao ra do Commercio n. 17.
*~~ ~JB ________
ALEMA DE PIVTfMA
DE
/. Ferrara Vlda
Desde o dia 7 de abril panado aeha-se alerto
ovo estabeleeimenln pbotoRraphico sito a rna >
Saboga n. 18, evquina do pateo ihos que dosde eolio, lem sabido de nossa sfles
lera geralmente agradado, sendo nrrtiias par
ltmns cora admiracao pelo ruriiiailiii i pr-
gresso qae ltimamente tem (ido a phod iTMfcii,
i por outros com alegra, por Teresa a ptmaais
dotada com am eslabelecimenio digno d ella, e m-
contestavelmente o primeiro qne nesse gsaer
boje possue : tambem nao nos poopaameat cansa
alguma para moma-lo no p em qne se acta, es-
perando qne o publico de Prinissiocs
apreciar nossos esforcoe e
orificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas,
a estrangeiras que gostara das artes, oa
oecessidade de trabalhos de photograpbia a tm-
tarera o nosso esubelecimento, qne estar sssapre
iberio e sua disposicio todos os dias desda sn 7
ttoras da manha at as 6 da tarde.
Para os trabalhos de j hoiographia posaanaasa di-
versas machinas dosmelhores autores fraaema,
mglezes e allmemes, eomo sejam : Lereaoa si
Secretan, Hermagis, Thomaz Roes, YniaUadi r et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres
machinas! sendo urna dellas propria para
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens m
isoladas, e outra de 6 a 12 imagens diversa* a
igualmente isoladas, de sorte qne no casa a
grande concurrencia podereroos retratar satr
ama nica chapa at 8 passoas diversas a isola-
das para candes de visita, e assim em miau >
am quarto de hora desparharmos 8 ailanmn
pessoas que pecam cada urna nma doria de cartoes
mais oa meaos, com os sens retratos sasasasB, oa
sm grupo com outras.
Encarrcgamos-nos exclusivamente da dhreeea:
e feitura dos trabalhos de photograptiia dat-
xando pericia e tlenlos da distincto
allemo, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabalhos de pintura, a aquarela,
pastel.
O Sr. Roth aeha-se ligado a nossa
ama escrptura pablie, e al o pre~.
iesve.'lido na execurao de seis trabalhos.
No nosso estabelecimerlo aeham-*e expostos oa-
tros trabalhos imiortanti s do Sr. Rotn,
miniaturas aqnarella eomo ol<^>, rer
Dlen, quadros sacros e diversos ontras mnt
Tomamos encommendas de retratos oteo al o
taraoho natural, assim corno de anadeas
para ornamentaco de igreja on caiiellas.
bem aceitamos encommendas de quadros
eos.
Assegnramos qae os procos dos di.
balbos da nossa casa sao mu rasorre.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS 10000 A
DZIA
BMlta DE VISITA COM O COLOHDO AO NATC-
RAI. A Ifi^OOO ADCZU
Retrates em miniatura oleo on aqaaraRa a>
16 OOOO cada am, indo con venientes laSu ea-
.aixilhado em moldara doarada e regala nao
basto da pessoa retratada de 3 4 poMegaaaa a
todo o quadro palmo e meio de tamaito
Jnlgamos que bastarao o* precos anisa para
larmos idea da baratcsa dos trabalhos do aassa
astablecimento, quanto sna perteieio cada as
venha jnlgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos a
osso estabeleciraento sao das 8 feom da maafeaa
I da tarie; entretanto de ama hora as S da tari
sra casos especiaes pde-se tambera retratar ajaal-
]uer pessoa.
Nos das de chova, oa por lempo sorotrio sa-
lemos retratar, e assegnramos qne esees dias sao
>s mais favoraveis aos trabalhos de ptotograaat
pela doenra e persistencia da luz, e p> r tenaos
aosso terrac constraido com taes proporfiss a
melhoramentos, qne amda ehoveodo jorras aa
ahum inconveniente ha para fazer-se Bellos n-
tratos.
J. F-rrtira VUlrtm
aa

LEILOES.
LEILAfl
DE
fazendas francezas
Personagens.
La grand duchesse........ Mme. Valmonca.
Frizgeneral.............. Mr. Carn.
Termina com a quadrilha
Le grand canean!
Os bilhetes vendem-se no escripurio do theatro
a ijOi a entrada.
Os camarotes de 2* ordem se reservado para
as familias a ii cada pessoa.
Prmcipiara s 6 horas da tarde.
Entrada ljnOU.
AVISOS martimos.
Para Lisboa
A barca portagam Gratado, capiao Borges
Peuna; para sarga s pas.ajairM traU-as eom
E. R. Rabello A C, roa do Commercio n. 48. ou
ton) o capitao. "T1
suissas e all-mas
PARA LIQIDAgAO
Segunda-ierra 14 tjo corrente.
J. Carrere leva a leilo, por int--rvenco do
agente Pinbi e para liqni lacio, uro completo e va
riado sor ti ment de fazendas francezas, suissas e
allema, proprias do mercado e existentes era seu
armazem do larjro do P-'lourinho n. 7, onde se
eflei-tiiar o leilo, s 10 horas do i'.ia cima dito.
.AVISOS DIVERSOS.
Club do Monteiro.
Aprim:ira parli h ter logar na noute
do da U do corrente, havpnd um trem
expcial para a volta as 2 horas da madru-
gada.
O emprezario,
P. J. Lnytne.
Escrava.
Proclsa-se de nma eserava pan nma pequen
familia para o servioo interno e que saih, eaaom
Fandr1'* ,r*tra ^"^ d Gund', Ea 30'
Um rapaz orasiboru, do hoa letra, encane-
1pa-se de fazer eseriptis commercUea or parti-
das' doblada a tratar na roa estreita do Rosa-
rio n. 17, i* andar.
PROGRAMMA
da festa ee S. Cbrispim e Cbrispin
A mesa regedora da irmandade de S. Chrit^.
e Chrispiniano no convento de .1. S. di Panas,
tem de eeletorarem a fesu dos sens aadroiiruj aa
dia 13 ce novembro do crrante asno cosa a paaa-
pa e decencia qu** manda o Coito Divino ; Tiras
no Evanirelho o ltvm. Pr. Joo de Saala Trtsresa,
e no Te Deuro o <'vm. padre Antonio de Ibs a
Albuquenine, sendo o regmle da or -nestra a Sr.
professor Candido Francisco Dimz ; haverio di-
versos solos sobre a mis-a Opera Nono, sanan *-
recfor da orchestra o Sr. Joo Antonio Franjeasen
da Lnz.
Secretaria da irmandade d > 8. Crispina o Chris-
piniano 12 de novembro de 1870.
O secretar,
____________Mannl de Miranda Castro.
Os abaixo asgnalos, nropnetarios ds fabri-
ca de cerveja sita ra do General Victorino, tV
zem siente ao publico qne d-sd o dia 10 as sa-
tciiinro do crrante aan> deixon de ser idiups
da casa o Sr. Dr. Francisco Augusto da Costa, esas
o qual ajustaram sna contas, o d sponsa'am s
seus servaos. Recife 11 de novembro de 1870.
L l/Mdm A C
Segunda-feira ti do c.irreulinii^ai^JrTua
Mari^ Seve celebrar na matrii da II ia-vi-'a as 8
huras J i manha urna missa por al >u do Dr. Ig-
nacio Firmo Xavier, e convida a aena pare nao
amiens para a-*islirem a mesma.
-mmwmammamgjjimgBsmmmmmm
Amanh (13) manda Joaqnim Teixrira ivixf h
Filho celebrar na matriz d* Corpo Sast, as 8 n-
ras do da, nma missa por alma do Dr. liaseis
Firmo Xf vier, a pede aos prenlas e |
mesmo o caridoo idxeqiio ds
vaHRBjBsaaMiBaBjBHBtiBsjsBji
0 abaixo assignado, arrem le -
de 20 0,0 do consumo de agnaraVnls da__
de Oonda, pelo i"mpo de tren ani". a coalar da
1* de ji.llto de 1.S60 a 1072, lai a"fioeie>
a respeito do mvsnto Imposto, havro i. por eahrar
quinze metes j vearMus : qWm prrtemler diri-
ja-se ao engenko C.ijabm do Cabo, oa l
praea rna do Ap.>lfs n S\ qne aabari
quera tratar.
sana
Mi noel Barbosa la Kha.
Cnad.
No caes do A nolis a. %9 preciej.-se de
do par;, servlco do eaaa s aigiaa a
teniomais de 14 anuo?, piia-sebom
ala


Diario de Penuunbuco Sabbado 12
ibro de 1870
r-

*

0 salSo de pianos e de
msicas
odon-se da ra Nova n. 58, i* andar, para a
ruada
Imperatriz n. 12, loja,
onde contina recommendando-se ao IIIm. pu-
blico.
G. Wertheimer._________
MiliO PALBARES.
NIOFINA
Roga-se ao Ota. Sr. Ignacio V.eira de Mallo, es-
crivio na cidade deNaiarah desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a ronclnir
aquello negocie que V. S. se comprometteu rea'1*
sar, pela terceira chamada deate Jornal, ea flus
de dexembro prozimo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a curopno,
e por este motivo de novo chamado para dito
ftm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor sen
fllho se achava no estndo netta cidade. ___
Joaquim Francisco do Espirito Santo
concordataria da massa aHlida de Maia 4
Espirito Santo, pede aosscus credores ofavor
de virem ou mandarem receber o pagamen-
tos da 1* prestacJo de sua concordata ; de-
vendo, .para esse,fim, dirigirem-se ruado
Imperador n. 41.
A ESIUER MJLJB* A
INTERESSANTE COIPOSIQAO UTTERRIA.
CONTENDO :
A noite do xtasis. amOBb
O sofrieo.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute*do delirio.
O mysteno.
Com ama carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado '000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay,
1 volume brochado 2*000
ha
livraria franceza
A luga se
orna casa terrea, sita na Capuuga, com solio, eo
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.__________________.______
Joaquim Jos Gomjal-
ves Beltro
Roa do Trapiche n, 17, i* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
Mrofeo, em Braga, e sobre os segnintes lugares ene
P:lngal:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
?fla do Conde.
Arcos de Val de Vea.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fawelieao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.______________t->_________
AU
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHr/)
Dirigido pelo Dr
SANTOS MELLO
Os habitante do interior podem-no
consultar por eseripto, no que serao sa-
tisfeilos com promplido.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
i ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Barto da Victoria43
(Antiga roa Nova).
8
S
1
I
m
s
%
3
s
aO
Z5
lO

a
m
ipanhiaAllian$a
seguros martimo
na Babia em 15dej
de 1870.
CAPITAL..Rs. flOfrWMW
Toma seguro da mu laenaa >
martimo era navios de veia .tM**x
tro e (ora do Imperio. Afead i
raercio n 17, eacriplorio de
calve Beltrio.
D. W. MMUN
ENGEHSEIRO
Com fundicao.
A RA DO BRUM N. 52%
PassHndo o chafa riz
"Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de erro para purgar assucar.
Moendas de canoa.
Taixas de ierro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por prego muito reduzido.______
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
Bscala de poder servir*ventajosamente os sens freguezes, atten:
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e bnlhantes, que
sempre tem e frecebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
flOBEIRl DIJARTE\ C*
Acaba de sabir & ha
E
Veade-ie
M
Livraria tranceza.
(Ni MfOTi
OU
AHMmuiiim
MANUEL C
DE
NOSSO SENHOR JESOS CHUSTO,
iMARIA SANT1SS1MA

VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Rom Jess dos Pama.
Offlcio do Senhor dns Passos.
Novena do "Menino Dos.
Novena de N. Senhora da Cooceieo."
Setenario das Dores de Mara.
Officio das Selectores de Mara 'iiuiin'
Novena de N. Senhora do Carino.
Offlcio de N. Senhora do Caimo.
Novena de N. Senhora da Proba.
Cnticos de N. Senhora da Penha.,
Novena do S. S. Joo Bapsta JJ
Novena da Senhora Sant Auna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume eneadernado.
DTVETOT
44--Rna Estrella do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cositiha e de mesa, e
tudo que perten-
t:e ao uso do-
mestico.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heirosobTe ponhores de oaro, prata e pedral
preciosas, seja qual for a quantia; e na tnesm
asa se cotepra e vende objectos de ouro e prata
o igualmente sa taz toda e qualquer obra de en
commenda, e todo e qualquer concert tendent*
mesma arte
Cosinheiro.
Precisa-se de um cozinheiro, dando ador : na
ruado Crespo n 9, livraria tranceza.
O Dr. Ritip mudou sua residencia e consulto-
rio medico cirurgieo para a ra da Aurora n. 32,
1* andar, oide d consultas das 7 as 9 horas da
maoha e das 3 as 5 huras da tarde nos dias uteis;
aos chamados deven ser por eseripto e acudir a
qii:ili|uiT hora do dia ou da noute.
MISO
Roga-se aos senheres abaixo mencionados o ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda ra
do Baro da Victoria, a negocio que Ibes diz res-
peito:
Joao Valetilim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joao Jos dos Santos Lima.
Jos Magalies com fabrica de veias.
Jos Marn Pernandes, morador na -villa do
Cabo.
PADAR1A
UNIVERSAL
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavel publico desta cidade e seos suburbios,
que acaba de estabelecer urna padaria in-
titulada Universal, ra das Tamarineiras
os. 3 e 5, no lugar denominada Jaqueira.
Tendo envidado todos os meios possiveis
para collocar este estabelecimento as con-
dices de poder satisfazer a necessidade
que bavia de um estabelecimento desta es-
pecie nos arrabaldes desta cidade, o abai-
xo assignado espera a valiosa protocc5o de
todos os seus moradores.
Promette o abaixo assignado que s em-
prega na confeccao dos artigos que se pro-
pe a fabricar no dito estabelecimento as fa-
rinhas das melbores qualidades, sendo todo
feito pelos syslemas francez, ioglez, portu-
gusz e allemo, para o qne j tem contratado
trabajadores estrangeiros, conbecedores
desses systemas.
Para maior commodidade dos moradores
desta cidade o dos seus suburbios, o dito
estabelecimento ter diversos depsitos para
os artigos do seu fabrico em differentes
pontos da mesma cidade e dos seus arre-
dores, os qoaes ser5o publicados em pr-
ximo tempo pelas circulares particulares di-
rigidas aos moradores dos arrabaldes.
FREGUEZ1A DO RECIFfi.
Ra da Croz n. 43, confeitaria do Sr.
Miguel Ferreira Pinto.
Em frente a ra do Vigario, armazem u 2,
denominado Novo Mundo
FREOUEZIA DE SANTD ANTONIO.
Ra do Imperador n. 26, confeitaria dos
Srs. Rodrigues &. C.
Oode se encontrar pao, desde o mdico
preco de 20 at 200 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos
tanto na cidade como nos arrabaldes, rece
bem-se encommendas de bandejas para ca
smenlo, partida ou para qnalquer outro
fim, as quaes deverao ser dirigidas em car
ta fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas en
commendas, as quaes sero entregues no
lugar da residencia dos freguezes.
Gustavo Adolpho Wurfftoain,
onde acha> ^^^ J nosso mercado: convidam especialmente ao8 Srs. compradores por atacado
^^*%^V* podero assim serem mais bem servidos, visto poderem esco.her as ar-
maces as tazendas que a demora da fabricaco bem d.m.nota,__________________------.-----------------------------
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
M DE ___ 4
CHAPEOS DE SOL
2000.
DA

Ra do Barao da, Victoria, esquina da Cainba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha semnre um grande sortimento de chapeos de sol de sedal merino, alpaca, bretanha de Itabo brtncj i par-
Ha sempre Diu 8"" __ ____" wy ,. imm.,a nnrf3f( rifl 5eda. mer.no, algodao e bnm,
Agencia em Pernambnoo
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cora a phthysiea e todas as molestias 4 p*to
MalM parrilla
Cnra ulceras e chagas antigs, moifM dar
iros.
Tale*
CoDserva e limpa os cabellos.
Plala* cathartleaa
Paramente vegetan sem mercar; se-
soes, pnrgao e pnrifleam lodo o sysuaa haattaa.
Vende-sefentctivamente em rasa de Saawel P
Johnston & C. rna da Senzalla Nova 41
Em casa de THEODORO CHR1ST
\NSEN, roa da Cruz n. 18,
aflectivamente todas as qualidades de
Bordear. Boanroene *dn Rhno.
, de algodo os todos os lmannos e eitios, alm da immesa
armaces de todas as qualidades para sasfazer qualquer encommenda. A
que escusa de mencionar. ,
porco de seda, merino, algodao e brim,
modicidade de seus presos t5o conhecida
41 m DO Mil 0 D4 VICT0R1V 41
I
Precisa-se de nma ama forra ou eaplrva aara o
servico interno e externo d tuna caaa da pooca
familia : na rna Velha n. 66.
Boa ceasio.
Um moro brasileiro de 30 annos de idade
que falla e escreve a lingua ingleza, com
todas as babilitacues para caixeiro despa-
chante, de embarques ou outro qualquer
trabalbo ; precisa de um emprego. Para
ioformaces dirija-se a ra da Cruz n. 51.
das 9 da manhla as 3 da tarde.
lrmandade -das Almas
Erecia na matriz do SS. Sacramento da
Boa-vista.
Deordem do imoao jm^pornao ter comparecido
tumero de irraaos na seganda vez como determi-
na o art. 23 do noaso eompromisso, para a eleico.
-de. novo convido a todos os -oossos irnios para
comparecerem em aoeso consistorio na mesma ma-
triz, doaiog) 13 do correte, pelas 10 horas ds
raahaa, alim de que renaidos em namero qae
poseamos considerar mesa geral. elegemos a fa
tura mesa' regedora qae tem de reger a mesma
jrauodade no anno de t870 a 187J.
Consistorio da irmandade das almas erecta na
atriz daBoa-visu 7 de novembra de 1870.
O escrivo,
Manoel 0. da Silva Jnior
Jos Antonio de Cas-
tro Porte
Este senhor te ama carta para Ihe ser entre
fue no caes da.CMapaabia Peraambucana n. t,
scriptorio de Veras & Barbedo, onde a dever
jprocorar, pagando o presente anonado. ______
Ama
l Ha rna do Mrquez de Olinda (ontr'ora Cadeia)
n 4, precisa-se de nma ama para eozintiar.
Para fater cotnpaobia e moralisar a tenros
menioo, precisase de ama mnlber de meia idade
e de jMBdoeta exemplar : qaem a isso sa qneira
prestar dirija-se roa da imperatriz, loja a. 44,
que sa dir ouem precisa.
CONCERTAM-SE MACHINAS DB a-
TORA.
Na roa Direiu a. 64.
AMA
Precisa-se de ama ama que cozinhe, compre e
tngomme para ama pessoa : na rna do Tores n
K, 2 andar.
Ama
Precisa-se de ama ama qae compre e coztnhe
psra casa de pouca familia : na rna da Cambda
do Carmo n i 6.
A1UGA-SE
o 1* andar do sobrado n. 91 na ra de Marcilio
Dias, outr'ora Oireila, com 4 quartos, 1 gabinete
na -sala da frente, despenca, cozinba, i. quarto
para escravos, quintal e cacimba : quem o pre-
tender dirjja-se a travessa da Madre de Dos n.
15 ; e para o vr a chave aeha-se na taberna dos
Srs. Lopes & Soma na mesma roa n. 95.
Miento,
Preciea-se alagar parte de ama casa terrea ou
sobrado >para um rapaz empregadono commercio:
qaem pretender deixe nesta typographia carta fe-
chada com as iniciaes J. F.
Precisase de una ama forra ou escrava
para c"Bizir a comida e fazer o mais servico de
ama casa de homem solteiro : a tratar na ra do
Moodego n. 3._________________
Jeae Nogoeira Rabello, commereiante na ci-
dade do lo, qne ha amitos annos compra nesta
praca, julga nada dever aqui oa fra, se, porm,
algun se jalgar sea credor, entender-se-ha com
os sens correspondentes no Recife, os Srs. Gomes
de Mallos Irmaos, dentro de oito dias. ______
FEITOR
Precisa-se do nm feitor para engenho, prefere-
se pertuguez : a tratar na roa da Matriz da Boa-
vista n. 16, f andar, oa na roa da Cadeia n. 56,
com Leal Irmaos.________
Eacravo para alagar
Precisa-se alagar nm escravo para servico : na
padaria dama Direlta n. 14.__________________
Precisa-se de ama ama qae engomme, coii-
nhe ecompre para casa de pooca familia : na rna
da Aarara n. O se dir qaem precisa.
Ama de lei te,
Na roa do onfago ende fot a antiga fabrica de
ehoeetate, preetsa-se de am* ama de leite qae se
qneira encarregar exclaaiyamwte de amamentar
oaa criaDca.
Neste novo armazem tem um
variado sortunento de fazendas
francezas, inglezas, allemSas e to-
das todas se venden! por precos
mdicos, am de acreditar a este
novo armazem.
\
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riuhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
Qnos. RA
Baro da Vctor la
DE
ARRUDA IRMAOS.
!:ff:;^
antiga rna
NOVA
. 41.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha demelhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidSo e perfei?5o
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanos para homens
' meninos.
Por todos os paque"
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Dv
Baro da; Vctor la
antiya rna
NOVA
N. 41.
Fste estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em mn^mamc^-
n^Z^S^^to^*^ numerosos freguezes'deixa-se de annuncar todas as fazendas, para
aao se tornar massante*______
Companhia Fhenix
Pernambncana
SflA directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de seguros por ella HIT 4 11 4 f?I4TT5K
realisados quer martimos qner terrestres sejam *J^m. mwjm. */-w
pagos no acto de celebrarse o contrato. Chapas de ferro galvansadas para telheiros, etc.
'"ssyyaia s*. ?* s SS"e,c'
J. H. Trindade. Formas de ferro para assucar.
P.P.Borges. Arados americanos.
__.,_ _,_,,__, Ln^^Sequeir^ Carrinhos de mo.
HBMMft&MWMMl Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodao.
Machinado cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavallos. ,
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Balancas. prencas, cofres de ferro, fogoes de .ferro, enxofre,||sahtre hmalha de
(erro e muitos outros artigos.________________________________
iroiBicDos
CILYNDROS PARA PADARLAS
Tendo ebegado ha poucos dias completo sortimento dos melbores e mais
4nhecidos cylindros americanos para padarias, roga-se s pesseas qne d'elles precisa-
rem de virem vel-os ao grande deposito do-_______ _
BASTOS
JLiO.JA li DAS MACHII1S
COMPANHIA
DO
TRILHOS URBANOS
DO __________
RECIFE A9 OliIMDA.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no prazo de dez
dias contados do da 11 ao dia 21 do tor-
rente, recolheram a 2* prestar,ao de soa
aeces, na razio de 10%, do rpita! da
2* emissao. Para este fim ser encontrado
o Sr. thesoureiro no escriplorio da eooopj-
nhia das 11 boras da manbaa s 2 horas da
tarde, de todos os dias uteis.
Escriptorio da companb a, 8 de oovem-
bro de 1870.
Joo Joaquim Alte,
1 secretario.
E' esperado prximamente n^ata eiaie ym>
do da Bania o distincto ocnlisu Dr. Jaa Laanae/
de Magalbes, qae pretende deaorar- poc
tempo entre nos. Sao muito nutavsis as operacoe-
qae este oculista com grande sueeesso lea prao
ticado naqaella provinria.
As fllhas de Jos Moreira Lope convidam aos
seus amigos e prenles para onrirem masa peto
repouso de sea fallecido pai, do dia 12 do corra-
te as 8 horas da manla, na igreja do Espirito
Santo.


D. Urania Ramos Neves maa la celebrar no dia
14 do correte as 7 i\i horas da maanaa na igre-
ja de S. Sebasliao, em Olinda, ama musa por al-
ma do tinado Dr. Ignacio Firmo Xavier em signa!
de amiade e gratidao.
Pa travessa da roa
das Crozcs n, % pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qaan-
ta. \'a mesma casa com-
pram-se as mesmos me-
taes e piedras.
____kWffmwiL
/Sobrado para lugar
0 1 andar e sol V a. % da rna do DacRe
de Caxis : a tratar do >Znr~n de Oaro.
a ff ja Precisa-se* de'una para pooca fa-
*mia K^amilia: na nti do GaMeireiro o. 86
ra de poucas pessoas: na rof da ImpenUiz n.
9, loja.
Aluga-se o sitio junto do Sr. Dr. Aleoforadc.
no Caldeireiro, pelo tempa de festa. taade Troeiei-
ras, baixa com capim, e banbo no fondo 4o sitio :
quem o pretender dirija-se ao pateo do CoHtgio,
no escriptorio do Sr. Dr. Foaseea, oa w> masar)
sitio.
Tambem atteate*.
Os abaixo assignados fazem tamben scientes ao
respeiuvel publico, e com especiaMade ao carpo
do commercio, que o Sr. Antonio Jos Moreira pelo
facto, alias veridico, qne annnncia por este Dtari
de 10 do corrente de ter deixaio ie ter catseir
da casa dos abaixo assignados* nao asta, como ta
sea citado annuncio presume ingenaamenio estar
tgrlivre de todo e qualquer eompromisso; por
quanto nao se atrever o annnneiaate a segar,
perder sea tempo se o fizer, qae,por si
pria conta, e nao obsliote as diaria erepema
ordens, e instruccSes em contrario I1*1***]
cebia, ou diversos qne at deseo *
dos abaixo assignados. E txmse* *T?
annnncio do Sr. Moreira P^iwof^"*^
xacto quanto desobliga qoa irrofam ns e
qualquer eompromisso.
Recife, 11 de novembro d \
HSadldTdTsIrr^ tod- Por-
Us,na igreja ^^.^LmmmL
De orden, *'^ P'S'mSTrmW?S
admioisirava convido^ ^ipXkmfl
comparecerem rt 'H.i"
horas da tarde, aflm *e!^f~
nharmos emseu iinoi
M* dos Homens, para o qoa
pela respectiva irmandaoe.
toaos eoovidso
A. A. Cwmi'NMm.
Secratario.
Siilesejwsmaritimts
utlidade publica,
rUrief&>
i a, ero cq fl^^H
odar.
e 19 d DO'
m_,--------
Mmmmmmmmmt
OUTE'ORA BITA DA C
I -f


AM
'- i tS
Diario de Pernambuco Sabbalo 12 de Novembro de 1870.
i
*
A0 ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
.7-
Este conhecido estabelecimento acha-se constanieraeute bera sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, a precos os mais resumidos que possivel.
CJLADO FAMCEX .
Botinas para enfloras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de rauitas outras cores, sorUdas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para homens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escomidas.
Botas e pernearas russianas.
Botas e perneiras para maulara, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha veude-se pelo custo'am de
desempatar o dinheiro nelles em pregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qnalidade.
Abotinados para meninos e menina
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelientes extractos, bancas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz ele, ludo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quarlos e ga-
binetes, toucadores de diversos taannos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas, brincos, pulceiras, botoes, corremos e chaves de relegios e trancelins, tuda de
ouro de lei, correles e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
eaixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilbos dourados para retratos, eaixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de pbantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
Diorama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de praia dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounubas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellps, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Paris, photographias e eaixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo,
harmnicos, acordions de todos os taannos, berros de vimes para criancas, sapatinhos e
toucas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condmir enancas passeio ; e
outras muilas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
em di-
pi
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem viudos
reitura e de conta propria.
MO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C. *
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
aivel.
Todas as joias sero garantidas ouro de lei, pois os seas donos tendo em
vista so adquirir fregnezia nao oividarao, vender bom e por presos os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir i esta estabelecimento, certo de qae ficar
itia/aitn
Jos Joaqun! da Costa Maia, tem venda ao seu rmazem, sito no largo do
Pelourinbo n. 5, os objectos seguintes, e que vende por precos mais commodos do
que em outra qualquer parte :
Oleo de Jinbaca.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca. \\Y
Vinno Bordeox em caixas. h y
Feltro era peca para forrar embarcagSes.
Encerados.
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamanbos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcares.
Pregos galvaoisados. '
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmrea
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilbos de marmore de differentes cores e tamanbos.
Ditos de pedra de Ansam. pretos e brancos.
Tmulos de pedra fina de differentes tamanbos.
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pias de louza para cosinba.
___
NAO HA MAIS CABELLOS BRANCOS
A tintura jaDoneza para fingir os cabellos da cabeca e da barba, foia nica admit-
tida Exposicao Universal, por ter sido reconbecida superior s todas as preparaces
ate boje existentes, sem alterar a saude. Yeode.se a 1 _________Ra da Cadeia n. 51 1' andar.__________
0 MARAVILHOSO REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
OLEO ELETRICO
KING OF PAIN
0 RE DADOR
Para o uso interno e externo.
CUBA:
Cbolera e cbolera-morbus, diarrba,^
fluxo de sangue, em um dia.
Dr de cabeca e dores de ouvido,
em tres minutos.
Dr de dentes, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocaces, em vinle minutos.
Gargantas indiadas, em dez minu-
tos.
Clica e convulses, em cinco minu-
Rbeumatismo em um dia.
Febre e febre intermitiente, em um dia.
Dr as costas e nos lados, em dez
minutos.
Tosses perigosas e refriados, em udd
dia.
Pleuresa, em um dia.
Surdez e aslbma.
Hemon huidas e bronebites.
Inflammago nos rins.
Dyspepsia e erysipelas.
Molestia de figado.
Palpitaco de coracSo.
Reserve sempre este remedio na sua familia.
AS DOE.NCAS SE APRESENTAM QUANDO MENOS SE ESPERAM.
Oleo eletricoO King ofPain(o rei da dr) aquieta e positivamente dissipa mais
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um mais perfeito
equilibrio nosystema humano, o que nao se pode effectuar no mesmo tempo, com qual-
quer outro remedio medicinal.
Este muito popular remedio est agora osando se geralmenle, pela raz3o qne mi-
Ibares de pessoas se tem curado gratis como dito remedio pelo Dr. deGratb e outros
SjBUJ.
Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porm to
somente para aquellas estipuladas das nossas direccOes.
Est operando dos principios da cbimica e da electricidade, e por isso est appli-
cavel para o cutamente e para a restauraco da iceo natural dos orgaos que soffrem da
irregular circularlo dos fluxos dos principaes ervos. O oleo eletricoo King of Pain
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as incbaces das glndulas
etc. em um tempo incrivel, breve, sem perigo do seu usodebaixo de qualquer circums-
tancia.
O remedio, urna medicina para o uso externo o interno, composto dos elementos
curativos, raizes, hervas e cascas, taes como se tem usado dos nossos antepassados, e
das quaes tem grandes existencias no mondo, para curar todas as molestias, sabendo-se
quaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade de medicina durante muitos annos
de experiencia para aprender os melbores modos que se deviara adoptar para curar as
seguintes doencas, e que prcporcSes de medicina se devia usar.
nico deposito em Pernambu
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
BRAZILIAN STREET
Railway Corapany (Limited)
Eta companhia vender d'aqui por diante
nos- domingos e das santos na estatu do
Recife bilbetes espaciaes, que serviro fo-
mente no dia da venda, por 10000 cada um,
os quaes du direiio a passagem de ida e
volta em qualquer trem do Recife ao Cal-
deireiro, Monteiro e Apipucos.
Escriptorio da companhia 9 de novembro
de 1870.
Williatn Rawlinson.

Gerente.
Irmandade
da Senboaa ntAnna da Igre-
ja da Madre de Dos.
Por ordera do Hlro. Sr. provedor convido a nos-
sos irraos para encorporados oo domingo 13 dr
corrate assistlrmos a festa e Te-Deun de N. S.
Mi dos Homens, assim como timbem para acoin-
panharmos a sua procisso no referido dia as 3
1|2 horas da tarde, para o qae Tomos convidados.
Recife 8 de novembro de 1870,
Julo Francisco da Silva,
Escrivao interino.
Rfffc
Ir ni ai i el ai l
do SeDbor dos Passos na matriz do Corpo
Santo.
De ordem da mesa regedora convido a lodos os
irmaos para no Jia 3 do arrenle mez, as 3 horas
da tarde, acharem-se no consistorio da irmandade
afim de qne encorporados acompaohemos a pro-1
cisso da Senhora Mai dos Humen?, que tem de j
sahir da igreja da Madre de Dos para a qual
fomos convidados pela mesa regedora, e desla
forma correspondermos a um dever de gratido
para com aquella irmandade.
O escrivao,
J. I. Lima Bairao.
Precisa-se de orna p-ssoa de eonlianca, in-
telligente e activa que teuha conhecimenio e pra
tica de drogara : a tratar na ra do Imperador
n. 22.
Ama de eit
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do
Rangel n. 73, 2*a ndar.
AMAS.
Em S. Jos do Maoguinho, casa n. 2, ninda se
precisa de urna boa engommadeira, e urna criada
paraservieo de casa e algura ensaboado, para-se
bem.
AMA
Preeisa-se de una ama que saiba cozinhar
ra do Codorniz n. 8.
na
AOS 5:000<000
Eslao venda os felizes bilhetes da lotera da
Baha, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourives no Recife.
gaz m m
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster i
(]., roa do Imperador, um carregamento de gai
le primeira qualidade; o qual se vende em partida)
t a retalio por menos preco do que em outra qu).
quer parte.
tle um eventivo S'uro e certo rtr.tirb
Ela calvice,
e d e restaura forca e sanidad* a pelk
da cabeca
Gile de prompto fazcessara queda prema
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos oa-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e pos cao que se deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e co-
pridos,
Elle consena a pelle e o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne os cabellos de se tornares
brancos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fej
cura refrigerante e agradavel,
Elle nao demaziadamente oleoso, gordo-
rento ou pegadico,
Elle n3o deixa o menor ebeiro desagra-
da vel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para boa conservaco e arranjo dos ca-
bellos das senboras,
Elle o nico artigo proprio para o pea-
teado dos cabellos e barbas dos senbo-
res,
Xenhun toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Touieo OrSeaial
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, 1. da C Bravo C P. Mauro
de C, M. Barbosa, Bartholomeu C, e ei
todas as principaes lujas de perfumaras
e boticas.
HTfiSlt
Tem venda em sena arman-n?. alm (< nutro
arligos de seu riego io regalar, os fileles, jue
eslao vencudo a precos mais baiats <\uv em ou-
tra qualijucr parto :
PORTAS de pinho almof.idai1.
FARELI.O etn sacas grandes a 34500.
GRADES i!e ferro para cercados.
ESTEIHAS da ludia para au\t e forrar sala*.
CANOS de b;irro fratCM para -guio.
(PSSO superior m barricas r n arrobas.
CEMENTO de toi'a* as .jna MMBl a MM
precos.
MACHINAS de desear. <;ar ali.
BARKIS grandesc.ni tena da toarla.
LONAS e briezo^s da Rva.
OLEADOS aniencin"s para bn* toHB>
FOfiES americanos muito luaB*aa*BMtfSM
V1NHO 'le Bordeaos em jaixas.
COGNAC superior de Ganlier Preres.
MILHO de Fernando a 3 o laaeo
AGUA florida".
BAHKIS de carne sallada le de vacex
COMPRAS.
OHEGOU
GRANDE SORTIMENTO
Compra-se a collec^ao
do Diario de Pernambuco de
Janeiro a junho do anno de
1866: nesta typogvpohia se
diraquem compra._______
Lom njuito aiaior vantageai comnrara-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. i D, ra do
Cabng.________________________________
Compra-se umu col-
lecca de leis provinciaes
de Pernambuco do nDO d^
1866 : ne^ta typog'-aphia.
Compra-se urna porta, que tenha tre-
se e meio palmos de altura e seis de lar-
gura, que seja de amarello, e q"e esteja
em bom estado ; nesta typogrr.phia se
dir.
CANOA
DE
MSICAS DAS MAIS MODERNAS
pt

G&
satis/eito.
A' MO DE OURO RA DO CABUCA .N. 9 A
RA DA IMPERATRIZ N. 14, LOfA.
priado.
Preeisase de om criado de 15 a 16 anno?, forro
ou eseravo : a tratar oa ra Nnva n. SO, { andar.
Flora Umbelina de Almeida Xavier,
Maria Isabel de Almeida Xavier, Ignacio
Firmo de Almeida Xavier, Maria Gertrudes
de Jess Xavier, Jos Firmo Xavier, Emilia
Candida de Araujo Almeida, e mais alguns I
parentes, agradecem cordialmeote todas]
as pessoas que se dgoaram acompanbar
at o cemiteri i publico os restos raortaea
do seo presado marido, pai, filho. irm3o,
conhado e prente Dr. Ignacio Firmo Xa-
vier, e convidara aos amigos do dito fallec-1
do a assistirem a missa resada e memento
do stimo dia, que ter lugar na igreja do
convento do Carao, sabbado 12 do correte
mez, as 8 horas da raanh5a.
Ilill
Precisa-se de urna ama qae cosinhe bem,
03 eserava, para casa de pouca familia
na rna Nova n. 30, Io andar.
forra
tratar
Precisa se de urna ama forra ou captiva que
saiba cosinbar bem o diario de urna casa : tra-
I tar na ra do Duque de Casias, loja n. 1.______
Compra-se urna que tenha cerca de 3 palmos
de comprimetto e 4 de largura : na ra do Vi-
gario n. 26. primeiro andar.
Jorge TVo vende o s.'a magblfc* sitio ato
reside om S. los do MlfDwp, 'ipri'hn-anv? t
plaalo, armado, com unlin:1. catfMMlto*.
agua poiavel i'ic. ele, que ?ati-I..z o Mt mai*
aristocrtico : para v.r das 9 da ianha as 3 a
tarde e para tratar cem o wnM Goacallo J
Affonro na praca do Commerci\ "O na rn*>
Aniorim n. .'17.
Farinha ti' mandioca de Santa
Catharina.
Ha para vender da muito nr-vj esureri. r
chegada recentemente pelo patacho Arab-
e barca Santa Maria ; por pret.ro commodo.
a bordo dos referidos navios fundeatio- de-
fronte do trapiche do Exro Sr. barf) do
Livramento ou ento |sra tratar erm Joa-
quim Jos GoneaNM Beltro, no sea es-
criptorio a ra do Commercio B. 17.
Attencao
Vende-se a arm-irao e pertf bbm la nberaa A
logar do Terco n. i I, propria para i|nalqnT prin-
cipianlec, cedenlo-se ao ^mpraJor a rrarfeacu
do subradu de um andar p it oM Ja mesma : a
tra'ar n mesmn sobrado.
FITA A/ IL
Ra do i abu^a'
i
/
V INDAS.
^^AlugnolTra^Tm^nTrToTTm^,
na roa d Mangueira na Boa-vista : a irritar na
roa do Aragao n. 33, ou roa do Mondeeo, olaria
n. 13 com Marcelino Jos Lopes.
AMA.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar com
toda perfeicao para casa de rapaz solleiro : na
roa do Livramento n. 6, loja.
, ~Z Alu8*-se ou 8e dar sociedade padaria al-
ien aa em Santo Amaro, a qual est bem mouda
e afraguezaaa, tendo eneanamenio de agua e gaz,
e bastante commodo. as condltfies sao favoraveis:
trat-se no meimo logar ou na roa da Guia nu-
mero 56.
Precisa-w de urna ama para comprar e co-
xlnnar: aa rw de S, Joao n, U,
Irmaudade
de S-. Francisco de Paula no Cacbang.
De ordem do irmo juic convido a todos os nos-
sos irmaos para urna mesa geral no dia 13 do cor-
rente, adm de tratar-se de assumpto importante e
argente da mesma irmandade.
Jos Marcelina Goncalves Salgaeiro,
Escrivao.
Precisa-se
Alugar um preto para o servico de urna casa
de familia : na roa do Queimado n. 6.
a
DO
Senhor Bom Jezus das
Portas
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazein da Pedra
Maamore ra das Cruzes n. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter recebido muitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Macaes, peras e abacachis.
Chocolate de la a 1*800 a libra. ,
Especial manteiga ingleza e franceza.
Horialices para sopas denominadas Julienne, que
subslitue perl'eitanienle as mais frescas ervas.
Queijos flamengos o que de melhor se pode de-
aelar a i800.
Caixes de doce de goiaba a 800, 1J, 1A200 e a
11800, dito em latas a 2* e 2/500.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 500 e 640 rs. o mago.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e portuguezas.
Vinho de todas as qualidades.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem, em
saceos grande?, a 5J. .
Especial e aromtico sabo de familia a 500
o kilo. ____.
Villa do Cabo
Vende-se duas casas terreas naquella villa,
silas a antiga roa do vapor, h<>ie do General Vic-
torino, milito perto do banho e da estacio : traa-
la Nora n. 27, loja de s-lleiro. _____
se na roa
E' chegado a rste e.-tsb>lccii: rt>> rhipeis pir
tos para homem (forma a u afei n. vieras) a lOj.
asim como basquinas de gresderaela e ero* pre-
tos para senhora, o m^ h t qne b:. < m>read
cassas de coi es a 2*0 rs. o rotado, chitas a SBA
rs., corles de chita olind* n^s, dnas sais, a 6.
ebertas de chita chtneza fi.rra'as a 65 ditas i-*
crox ricas a 121, o melhor qne um apparecide,
lu'io isio a diiih"iro qne para acabar.

As mocas do Recife
Chegou a ra d > Vitario n. 2G, primeir andar,
novo sortimenlo de Lico e renda fc Araratv,
precM rauilo em conia. com" la ^ rnitm._____
Cava I ios a' un a
Joao Flix dos Santos e Malhia* l'erreira da Su-
va, preiendendo vender na cidada do Recife, ao
dia 16 deste correnle mea, tres .-avallo. >eaV>
di.us alaso e um preto, de bous siga**, llo **
boas qualidades e boni andadores baixo. ai*aa\>
onlre elles um bom esquipador, e in.ndo ai ta-
ja muito veloz porm anda muito bonito. E aaaiai
convida aos senhores qne preleodero comprar ea-
vaos para passearem a entt, m\*
compartc^m no dia cima dito, da* 8praa9
horas do dia, no pateo da igreja S. Praiici.-ew,
onde pretendem os mesmo se achareaa.________
Alaga se a ca-a terrea n. 21 ca roa do Has-
picio : a tratar na me^ma roa n 23.
Veo'ie->e nina uiarhina para cster acc*a a
toda a mais costura com pequeo uo por pra
baixo: a tratar e ver na roa da Saazafe a. t,
venda.
Vende-se o verdadeiro fumo de Garan un*:
na ra Duque de Canias n. 9, Io andar. Assim
como se vende duas cabras (bicho) boas leiteiras :
na estrada de Joo de Barros n. 21, sitio.______
Armapo.
Vende-se urna excellente armacao de amarello
toda envidracaa.eem urna das melhores ras
desta cidade : a tratar na roa da Imperatriz n 31.
'3De ordem do nosso irmao provedor convido aos
nossos irmaos para encorporados assislirmos a
fetta, Te-Deura, assim como acompanharmos a
roeissao da Senhora Mil dos Homens, domingo
3 do correte, para o que fomos convidados.
O secretario
_______Alexaudre Ameriep de Caldas Padilha.
Precisase de urna eserava qne cozinhe e
engomme para pouca familia, e nm moleqae de
It a 14 annos : oa ra da Imperatriz n. 86, 2*
aadv.
Vende-se sement de coentro muito nova
na praca da Boa-vista n. 12. taberna._________
Vende-se um
papagaio
bonito, bem rallador e mullo manco
Boa-vista n. 12, taberna.
contra-feilo muito
na praca da
GOLA
do Ra Grande do &ul.
Continua a vender-se desie artigo no escripto-
rio de los Victorino de Rezende tC,i roa do
, JLrqai 45 ffifc?, cttir'ora di Clela n. 51
Vende-se urna easa com garapeira a vcaria, aa
estrada do Casanga, muito afreroezada, a ca-
cimba de pedra e cal e agua de beber, eaaii o
quintal muito bem plantado : qieta pretearier d
nja-se a mema estrada a tratar en daal**
mesmo eslabeleeimrnt.
Fitas para condecora-
poes.
Vendem-ae flus para imdalaaa ilo
geral campanha do Paragu*. P"*'
oa ordem de Cbristo. e eavalheiro daa
Rosa, de Chnsto, de Avia e do Craiaira
doCabuga, loja de jotas n.ll. Ifa mt
compra se um habito da ordeaa o CnucW
roanb- recolar.
a
Cabra
--
Vende-se ama cabra (rh ) co 3 eafcrina 1
leileira e manca ; na ruada Ctnrwdia a. I
A 320 rs.. na roa DirciU,
de-ft lisu rxa e pi:a :
biitca a Mt, mm-
,
J


6
Diar
io de Fetxiainbaco
- Sabbado 12 te Novembro de 1870


GRANDE
BAZAR DO PAYAO
60-RA DA IMPERATMZ-60
DE
PERE1BA DA SILVA & C.
Nste importante estabelecimento encontrar o respeitatel publico, nm grande e variado sortimento de fazendas domis
apara lo gost. e todas de primeira necssidade, que se vendem mais baratas de que em ootra qoalqoer part, visto qoe os no-
08 socio* ovta firma, adoptaram o systema de s tendereta DINHEIHO ; para pderem vender pelo coste, lieaaudo-se apenas
a (?Hnhvm o descont ; as pessoas qu negociam em neqnna escaa. nesta toja earmazem poderSo fazer os seos iwiimentos
pe-* manos oreos qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exroas, fatntas se darao
UD]' tudas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escolherem.
PV !,t MIVAIlOS CORTINADOS, COLCHAS. j GROSDENAPLES PRETOS
C^ ii cara o Bazar do PovSo um gran-' Chegou pra o Bazar do Pavo om gran-
de rumen* dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdenaptes
borda o>. irnprlos para camas e janellas, pretos qoe tem vindo ao mercado, que se'
qw se v .n-m de 100' 00 at 200110 o *endem de 4(5600 at 55000 o covado
par. a si <> oi.mo o melhor damasco cem 8 85 todoa muito em conta.
pMl no- -1e largura a imitag5o de damasco MANrELLETES DE FILO
df 'va. {.r.'unas para colchas, e propria- N) Bazir do Pavio vende-se modernisSi-
DientH cicla i -1e damasco, sendi os melbo- mos maotelletes ou basquinas de fil preto,
n> mah b -ritas qae tem vindo ao mer- x>m ,aC> P6'0 barate prego de 10(5000 oa-
PICHINCHAS
DO
MIS,
caito.
TAPETES
fifMfWi oara o Bazar do Pavao o mais
elefanta -mtimento de tapetes grandes, pa-
i s f-i. r.in i cadeiras, ditos maispeque-
n>. pata daas cadeiras, ditos para
pa-' s amas, portas ; etc. vende-se por
oih os .1-- iti em outra qoalqoer parte.
ROLDAS PARA HOMENS
N Hic-.l-'do Baiar doPavo eocoatra-
ni o rei"M ve! publico um grande sorti-
pnt >e monas para homens tanto bran-
ow mam -ores, a saber:
r.ni'SH > ir peito d'algodao e delinbo,
psra i<> ti s os pregos e qualidades.
(',-" |m de linho e algodao.
M -i < earUfl francezas e inglezas.
piii s-brecasacos de panno preto e
'',i'c s 1 nrim braoco e de cores
ri.'a I Un tSHUrf
O" tn 'as jstas roupas ha para todos os
pro?* <\ iniidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
P ri'-in se maoda fazer com prestesa
e wwi o ." i> i- freguez, teadon'este importan-
te >i ii I cimento todas as qualidades de
pan lio as melhores e mais moder-
i e. q it >ir.).-,. t qar de cor; e quanto qml-
iqi-r h'^i.Soficar inteirameote ao gosto
i> 're^ ..es fica por conta do estabeleci-
Ui It
CHALES DE MERINO '
CMfr'4] n:i-a o Bazar do Pavao nm elegan-
tf -nKi.-etiti dechales ds merino de cftres
>ci' os ca pairos muito decentes
p:-r-. ju-dqtMr urna senhora usar, ditos de
er n rni listas de seda o mais fino e
Mid 'i |i tem viodo ao mercado, e ven-
de-' o ii Qr,yo muito em conta.
(OALHAS A 7(5500
No Bazar do PavSo fezse urna grande
com r il- t'ialas a'.cochoadas, propriss
p-;- ri tustanla encorpadas e grandes,
^u" wnprn se venderam a 1125000. e li-
cli o s- a 74500 a duzia^ou a 640 rs.
' i o i,i, i boa pechiucha.
CORTES OE CHITA
**$** 3580
'0 3*520
V 3)5200
" R a' io Pavao vende-se cortes d-fi-
i H s ?ti-a-- com padres claros e esca-
. ti-iid i io ii e 12 corados; sendo fi-
ni n,n v e msito rn^is dinbeiro e liqai-
J w '*!> ,-rxo cima para acabar, na ra
U l'n -Air./, n. 60 Bazar do R*v1o.
BKIVS Wi CORES A 2-J500 e 35500
'.!n Mm-iw modernissimos brins de linho
dneiroMi) ai cores fi xas, sendo ocote
de i-i-ca a ^JO e 3(5530 eemvara a 1,500)
e I c.O >, p ;i. coiacba, no Bazar do PavSj ra
da I r i- o. 6o.
nWP NHU8 BRANCOS A 3-5000
Nn '.:<..- i > Pavo vendem-se corpinhos
de o*ta ra. i rencos bordailos, sendo fazen-
d< ; ifd se veudeu a 85 JOO e 105
e liqui ia-s a 3(5000 por esiarem um
mi: 11' t.los, pecnincba, na ra da
Imperar ru o
f-U .::S DE CORE BRANGOS
Vende n-se nunitos fustss brancas e de
C>rs, rojtoi para vestidos e roupas de
Mhi'HM, i lo de cores a 800 ris ocova-
do 'rus. a 400 e 640 ris, pe-
Mincha, no Bizar do Pav3o ra di Impe-
rar.zi. GJ
C .1TAS BARATAS
- a ..0 ris.
a "0 res,
a iaO reis.
V io l m- h chitas largas com muito bons
pv (i s r > Hd*, pelo barat pre(jo de
2 i." > n di i lo ; cortes das mesnnas com
li i--1.8 a 2 >0 i, pechincha, no Bazar
do P.v.ii.
AS C\SS\S DO PAVO
O-'.a.. 200 ris.
a t<> eis.
a tfou res,
Vfrvl "i o mias C'Ssas de cors miu-] Sedas de quidrinh s t t(5!SO ao corado
d*i na p-l->6frel0 prefode 2)0 risnci- Vr-nd-i^e melHv--nt8 val >. uo .ir uaiitei do Pa5o ra da Im- de q >a Inohn-. o^n li il *-imas ures, para
p i i' '> tfl 'vesii-to*e roopx i: manios, e vende-se
P\n-\oh l\,i\ SAIAS A U000, O METRO. 15281 r.a 1a Civado; pechiacha DO
fv Ba/.ar iln PavJo ^no:e-s boniti fa- Bizi d P--.n.
Ifi" ;i .a ,corpadi para saiis, sendo M.il.imln enf-siado p*?> 3*5000.
fiin i wl.>. e re?as len lado, imIo Ven Ih sh p^p l entilo."]
I lar.fi.r- i r< gal i q>.ie lefzer con 3 ou 3 l|2 >eoiiiacb<, o Br/.ar do PavS- ra da
H,,t.. M .--o H^ei 1$. I8 h U-iio- Iffljiaru km.
M .' uio -era n manato esu.e^c H,\!>:s '.* RENDA,
li!- i m vi-n tumi..,-atfetreiiriMhor.i C^esiO.
dala-. m ip Ifn i- -v>r-j p.,m-a. u.Ul. Clla: U'iai* 2000.
liTrem Miau,-- ..afa-.-i. i, a 4.0 h, Vn-1 s, in,a g..l. i.o.cio de chale?
C>e7(5 O un s ,} r^,,i ,,, v.roct:. sondo preto
u 'ais fi7..-o la q i- ; .ipra se van-
1 iui 1 -.-e.a 4 > iOvcada um,
da
da om, barato.
ALGODAO ENFESTADO PARA LN0ttl3S.
No Bazar do Pavao rend-se o melhor al-
godo-inho amiricano enfestado para len-
Ces, teodo liso e entraado por prego
muito barato.
ESPARTILIIO.
No Bazar do Pavao recebeu-se nm elegan-
te sortimento dos mais modernos e melbo-
res espartilbos, qoe se venden por prego
muro em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do. Pavao rccebeu um grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo sofas,
pianos, Umboretes e al proprios para cu-
brir almcf.idas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qoalqoer parte.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavao vende-se suoerior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a 1580j o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como umg ande
sortimento de Himburgo ou cregueilas ie
todos os nmeros, prec/is ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqncr pirH ; aproeitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pav5o veode-se superior
atoalhado trancado, com 8 palmos de largu-
ra a LJ600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem viodo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 45500.
No Bazar do Pa o vende-ie bonitos cor-
tes indianos com duas saias pelo bara-
tsimo prego- de 455 X) cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pav3o veode-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas p.ra luto, como sejam :
LSasinhas i.retas lisas.
Cassas pretas de la.
C;iss.is iir.t s, francezas e inglezas, lisas
e com salpico.-.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com braoco.
Merinos, cant js, bombaziuas, que sa
vendem mais baratt do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Pavao vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to prego ile 65000 cada um.
PEIIICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 85030.
Vende-se um explendi to sortimento de
fioissimas cambraias victorias, por pregos
mais baratas do que em ootra qualquer
parte, tendo cada pega 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750JO, finissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liquidam-se por este prego em relacao a
urna grande compra qoe se fez no Bazar
do Pavao.
BABADINH )3
No Bazar do Pavao vende-se om grande
sortimento dos mais finos babidinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porcao de eotr radios largos e
estreitos, que para acabar se vende omito
em conta e mais barato do qoe em ootra
qualquer parte.
SEriNSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav3o vende-se om sortimen-
to completo dos melbores setios e grosde-
aapies de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
" TOALHAS.
Vende-se toabas do Porto com labyrintho,
pn-p'-H-s para rosto, no Bazar do Pavo
ro<. d Imperatnz 0. 60.
Colchas brancas 358 '0, 35300 e 75000.
Pa a o Baar d > Pjw < chegou om grande
sortimento das meitiores colchas pretas,
sendo das mebores e nais eocorjadas -qoe
tem vindo a 75JO-). dit< om pooco mais
baixa 35500 h tuas 3520o; (ambem no
rue-mo esiabilec e i;o. se ven ie om grande
sorti oento de eitone e chitas proprias
p.ra c ilchas que se *niem "mtoemcoata.
e mi c- n n < r ho-t
li "' 1 mitin 11 e bit i'.
'.'RV\t.\ li') n
; v '''' "* ?>* da r do -aSo, a raa
fin'iftnz n. W. Hi/.a- d Pa a. i-iyir [./, ,,,((,
Kua da lapenatiz 60.
Para Tender depress
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Chegou om elegante sortimento de laas-
inhas do Japo, com padres de-seda e de
muito boa qnalidade. qoe ee veadem a
500 ra. o covado. pecbmcht, no Bazar
do Pavao, roa da Imperairiz n. 60.
POUPEtlNAB DO JAPiO A 15^60 0 COVADO.
Chegou om elegante sortimento de lin-
dsimas poDpelmas JapimOzas, coa os
mais delicad is gostos, tendo muito lastr
e com lisirinhas de seda, sen 10 esta nova
fazenda quasi da lirgura da chita fraoce-
za e vende-se pelo barato prego de 15600
cada covado, no Bazar do i'ao.
AS POUPELINAS DO PAVO A 2500B, O COVADO.
Chegoo pira o Bazar do Pavo om bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linho e seda, qoe se
vendem pelo batatisimo prego de 25000
cada um covado, assim como ditas com
gostos escossezes a 2(5400, pechiuchi no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25000
Chegou uu elefante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, comas cores-mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veodem-se
a 25000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bzac do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 25WO, a 24000.
a 2500. a 25500.
a 25000 a 250OO.
S no Bazar do Pavo.
Vende-se bocissimos cortes de vestidos
de phantasia com lindos gostos, sendo fazen-
das traparenies com delicados bordados e
listras qoe a nao ser orna graode pecbin-
cha qae se fez na compra seria para moito
mais dinheiro, e liquida-se a 25 e 250>,
unieamento no Bazar do Pavo.
LiASlNHAS TRANSPARENTES A 400 RS 0 COVADO
Vende-se delicadas liasinhas transparen
tes com listrinhas miudinbas, imitaco de
urna s cor e muito briibantes, pelo bara-
t ssimo prego de 400 rs. o covado, no Ba-
zar do Pavo
BONITAS LASINIIAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com dille-
rentes gosto pelo barato prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacis brancas lavradas imitagao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
'iasamentos no Bazar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se nm grande sortimento de lin-
das alpacas lavrajas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BACEGES DE QADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais lindas emoderdas lia-
sinhas ou bareges de quadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e I qoida-se a 640 r. o covado,
no Bizar do Pavo.s
MERINOS DE CORIS RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas para creangas por ser orna fazen-
da de pora la e muito leve, veode-se a 15
o covado, no Bazar do Pavo.
GLACS A l(500 PASA VESTIDOS.
Vende-se um elegmte sortimento dota
nova fazenda denominada glaos sendo urna
fazenda de lia muito larga e com delica-
dissimas cores, teodo Unto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato prego de 15,
covado, no Bizar do Pwio.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se cortes de casemira iogleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais dijhei.ro e liquida-se a 75000
o corte de caiga, no Bazar do Pavo a ra
da Imperat iz n. 6u.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 4,5, 55,65,8,5, e 105000
Vende-se finissimas camb aias suissas, d<*
mmta phantasia teodo 9 varas a 85500 e
IO500J. Ditas binyo <;om lOjirdas fazen-
da muito fina a 55, 65 e 7*000. Ditas fi-
nissimas azulidinhas, que valem moito mais
dinheiro, a 85 e 105 u: bdas estas cam-
bnia8, em reUgo a qualidaie,"palos pre-
gos ac'tna s 1 mais baratas do que em oo-
tra qualquer parte, no Bizr do P-vii.
CAMBRA1A ALLEMA OOM 8 PALMOS E LAR-
KA A i/j00, H E 2*300.
Venle-se finissim cambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largura, que faci
li'.a fazur-se um vestido apeoas cm 4
varas e li |ui !a se a 1^600, tfi e 25500 *
vara, fa-eoda qu vale moito mais diuhairo.
E pechiicbi no Ba'ar do* Pava).
CAMBRm TRANSPARENTE
Pega a 45oO
Vende-se ramio Boas pe,-as de cambraias
brancas transpirootes, t-:nlo.8 lt aras ca-
da pega e com um vara E pechmcha, uo Ba^r do Pa\ij
A9 ra da Imperatriz
n. 60.
0f-JRla da Imperatriz 20
Acaba de checar para a toja de fazendas flnu
eiwWtdt'La VWe ae Pars, nm grande sor-
meoto d$ (aleadas Anas, como sejam : cortes de
poil de cbevre cem listras escocezas de urna e daas
saias o qae ha de mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadina, laas escocezas, alpacas,
bareges, etc., etc., e nm completo sortimento de
chitas, madapol*, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e ontras multas
fazendas, tudo do que lia de melhor neste merca-
do, qae tudo Se vendar o mais barato possivel.
Chamamos a auenclo do bello suco qae qolwr
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
sua proteccae. llanda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas qae aos pe-
dir m.
20-RA DA LMPERATRIZ-20
A p
A ra do Duque de Casias n 21.
(AITI&A Rui DO QEIMADO)
Receben seguin :
E^pelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charateiras e port-cigarros de muitas
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas afxas vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de inarflm com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphists.
Commodos toacadores com duas gavetas e boro
espelho.
Port bouquet, o qoe de melhor tem appare-
cldo.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons ulheres para enancas.
Voetuarios, ehapozinhos, toacas, sapatos e meia
para baptisados.
Toathas e froabas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novas
e bonitos.
Chapoziabos gorros c bonets para meninos
meninas.
Oontra as convulsSes as
criancs
Vende-se os rerdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, raa do Duque de Cixia- n. 21.
PARA UNGIK CABELLOS
para pretos oa castanhos, receben a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, raa do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-09 muito lindos a Nova Esperanca, na
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz
Qaando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scieotificar ao reapeitavel
feral, e em particular a so boa fregoezia, di immensidade de objectoe qoe
te tem recebido, jnstamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta
lnntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderio e t
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i *
Queimado n. 8, onde sempre-acharo abundancia em sortimento de superJoridaeH
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SlNCEWDj
Do qoe cima fica dito se conbece qne o tempo de qoe a AGUIA BRANC4
dispor, empregado apezar de seos costos no desempenho de bem servir a aqueta i
honram procurando prover-se em dita loja do qoe necessitam, entretanto
rar os objectos qae por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resum._______
cara aquelles caja importancia, elegancia e novidade os tornan recommendareia,
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto moito se poderla
dizer querendo descreve-los minociosamente
por suas qoalidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado ortimento qne acaba
de ebegar, mas para no massar o pretn-
deme se lhe apreientar o qoe poder de
melhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Goipnre branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos. *
CHEGARAM,
Foqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova u. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preco, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro portiand. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martius de
Barro
Especialidades.
Continnam a achar-se a venda na roa Direita
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios de veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Pars, bem como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano iodado, de oduretn de
ferro de Blancard e as pilulas do mesmo, peitoral
de cereta, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pilulas ou confeitos de bis-
mntho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
proflciencia quando empregados as doencas da*
vias respiratorias, as dores rheumaticas, na
amarellido, na (alta completa ou irregularidad?
de meo?truo, as diarrbas, doencas do coracao
e do estomago, tem sido e incontestavel, em
visto dos benficos resaltados das experimentaede;
a oso que diversas pessoas d les teem feito, as-
sim como das pilulas denominadas bravinas in-
comparaveis em sua eficacia nos acommettimen-
tos (ebris ou sezoes ; existiudo tambem na mesma
casa, aim de suficiente quauiidade de drogas,
am nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
aha^a e pincis, qae se vendem por menos do quf
em outra parte.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores ftaas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de
sempre melhor qnalidade.
Lindos vasos com pos de arroz e
Carxinhas com ditos aromtico*.
Bonitos e modernos pentes douradei
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperof
Caivetes finos para abrir lataa.
Thesouras para frisar babadinhee.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48
quaes alo movidas por um
urnas substituem as outraa.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas devidro
pedras.
Ditas de readeira envernisada com |
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquse 4
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados! criangas
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, pi
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhaa.
0 COLLAR BE GURO
S 3 N. 3 A RA DO CABUGA N. 3.A. 9
I AHTII0& IU0J l
Com este titulo acha-se aberto e ioteiramente transformado esto antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorivesaria, o Collar de Oort
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qoe existe de melhor ea
aderegos de briibantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pel-
ceiras, brincos, alfinetes e aunis de todas as qualidades, prata de le faqnei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, briibantes e pedras finas, pormaior preco i
qu em outra qoalquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.

A ARARA
ATTENCAO
Loureogo Pereira Mondes Guimares, participa a todos os seos deveders
tanto da praga como do mato, que estando I qoidando suas casas commerciaes. o que
deve fazer al o fim do correte auno, por Uso rosa a todos os seos deTedVraa a rirai
al lar seus dbitos o mais breve possivel; ootro sim, declara aos seos deteriores, qie
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando isto te tari
o ahatimento que f-jr preciso para a liquidag i de suas dividas, para isto poderlo *-
rigir-se roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
DE ARCOS A 1J030.

MiCHIWS PAR
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 2 carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposigao no
mesmo Bazar, garantiodos-e a sua bi qna-
lidade, e tambem ensina-se com perfeigio
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seo trabalbo ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfeigio tal
como da melhorcostureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos execotados pelas mes-
mas, qoe muito devem agradar aos preten
denles.
ATTENCAO
Vende-se a taberna do pateo do Carmo n. 13,
na esquiaa do beceo di Bomba, mui'o afrgue
da para a trra e para o mato, com os fandiis
existente.', e tambem sem piles, a vontade do c^m
pralor, e tem commod >* para morad i dis cixi-
ros e coiinha : oa preten Lotes poJera dirigir se
mesma taberna, qn a -hirSo iw q'iom Intut
Vende-se cortes de castores para caigas,
a 500 rs. Cortes de brins de cores a
idSOO; cortes do gangs para caigas a 10,
cortes de casemiras preta para caigas a
3,0500,40,50 6 61000.
Cortes de eliitas a 2:o00.
Veode-se cortes de chitas para vestipes
a 2550J. Ditos de cassa para vestidos a
205OD.
Pechin:ha a 40000.
Vende-se pegas de algodo a 45, 5, 65
e 70OOD.
Para liquidar a 35S09.
Pega? de madapoln com 12 jardas a
j$>00. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
00, 60500, 70, 85 e 900 K).
LIQUIDACAO.
Pegas de algodS si jOo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
ti05OO e colado 16) rs. pira liquidir.
Crutas escuras para vestidos a 280, 320
e 36') rs. o cuvado.
Para acabar.
Vende-se pegas de c mbraias victoria, fi-
nas a 60, 60500 e 70)00.
E' mnito bjratj.
Colariohos de papel a 240 rs. a duzia.
I Cortimdos pira jaoellas a 50000.
Vende-se cortma os pira jiiellas a 55
o par. Brim parlo I-jo para caiga de ser-
vigo a 500 rs e metro.
Cortes de percales a 60000.
Veode-se corles de percales d daas
saias de bonitas barras a 60000.
Cmerlas de chita.
Vend-se a 10iOO, ditas fiai a 21500,
ditas eicirn las e ad imanadas a 30300,
d tas frralas 50)30.
BALES
Vende-se baldas de 5 a 3) arces a 10
e 105)0 cada um. Cortas de cassas es
papel a 20500 cada um, para liquidr.
Bramante de liobo e algdio cea 10 pal-
mos, de largara o 40800 o metro.
Pan io de linho a 760.
Vende-se braoante de lOpala.s da br-
8ura proprm para leoges a 20800 o SMtrn.
Lrnfas de seda a 80 i ri.
Vende-se urna poigj de lencos do sed
a 800 rs. cada am.
Cales de casta a lM.
Veode-se ama granos i>orcio di
de cassa a 10000 cada ou, pan
Fosta5 a 360 rs.
Vende-se fusilo de coree pan
a 360 rs o covado.
Algodao tnfdstalo a 900 r.
Veod i-se al r >dio enfestado pan ancosa
e toaba* a 900 rs. o metro, dito masa-
do a!0JOO o m tro.
Chales de saeria* titMBfiw a 20JN.
Vende se chales de r.ieno estaamjalos
cm barras a t, <05OO e 2 i para
Gran le p rcao d ret-lboe.
Vend>;-se graode porga o de
cassas e chitas a 240 rs. o cota Jo.
A e-ta esti na porta
Boupa ie u ea -ootrario
Por precioho razoavei
Todos se enrmi.araV).
A SABER :
Liq:idi;a. .ie rsapi f-ila.
Venle-s pa< u >is d j onosimo de
proprio pira anda" fio asa a 10300 ; dV
to de gang a 20OJO ; d.tos de mea cav
a-in-ra ^ 3jOOO ; titos de alpaca de cor
a353J0e 4000: dios de paos* tm
:
Gingaj oara cilgis a 280 o covado.
Bri n de listra ao lado pira caigas a 409 pre'o a 60, 85 e lOOlK) ; ditos
s. o covado. I miras ds ores, a b0 e 80 *"0 ;
Lngos brancos a 20X)O a dotia,para li-de cassia-t- d eres a 10VM) ; Ib*
0 IJazar do fava >
)
*w 'll [l "pnt u a, .60, esta' constantemente aberto
dos 0 horas d. um u d6 9 a aoute,
oa alaga-9e os armaiens que f.ram occimado?
com a faorica de aaba> e desularao d>i Sr.C" onel
Franca, na raa da pnia de Sama Rit* a iva, n
quaes otTereem proporcTi^s para b>*m so jnnmar
qualqner fabrica Je gran le e*tab lecimento, -o a
a rande vantagem para embarque e desembar
que : a tratar com o ruwmendid r Tuto.
CIL1WAIIS LISROA
Vende Joaqoim Jos Ramos :
s. 6,1* asear
na roa da Crol
qnilar; grande porgSo de mantas para
gnatas a 200 rs. cadi umi pira liqaidar.
Cassas fraucesas a 280 ns.
V?nde-se cassas fran;azas para vestidos
a 28) e 320 rs. o covad >.
Organdys de co:es para vestidos a 400
e 610 o co?alo.
Apacas de cores para vestidos a 500 e
6t0 rs. o coado.
LJasinhas para vestidos a 329, 410 e 5.'0
rs. o eovaio.
O pnariotario da loja denominado Arara, daaara ao r -etis fre?neies que est coac!uin.1),saa llqid*ao, por >aw qe J r*J
n.as ftzendas por jiouco linheiro tenha a non la Je da ditigir-se i ruad*!
l-, desde as 6 oras da uaobaa as 9 da noute.
brios de qialrinnosa 10:; di**di
sumirs de oras, a 20 00, 3J *^
C^lga< zoes p.ra e>cravo* a -10J ***
ds a'go losinio <11 ln'ra a 8 <0 ia. ; t
de brim paM.a 156)). > 4J*3 tfl
ta? de d.t. hranc da Imao a W-5IW i
diai de cassoir.8 -le con *
e 80 iK>; cannaade *"? *
tas d" aUodiosinh. y"P*" M4*"J *
vi jo p:ir ser -oda ror*. a 105 **
damosoloaa O60J rs. P.ra
aat
].


Diario de Pernambuco Sabbado 12 de Novembro de 1870
f

-w'l i i mu
Acabain de sahir a luz as se-
guales pecas para
M d Snza Soares & C.
RCA DO IIAUAO JL VITORIA.
(OUTR'ORA NOVA)
Apreseota-se mtame rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel eta fa-
zendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paris tacto para seoboras come
para horneas e meninos.
, Miuaezas afarraadas, perfumarias especiaos variedade de lindos objectos para me-
amos e brinquedos para criancas.
GRANDE SOBTIMENTO"
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tw ha^
beta correspondentes.
Vende-se moito emeonta e maada-se par em pregados do estabeleciment fazendas
em casa das Eims. familias aim de melhor etjcolherem o que desejarem.
ir\..
limalinda walsa d'Arditi
Ideal TMKdade moito benita
phmUsia pelo maestro Caral-
bore
PostHliSolinda phantasia execota
da-c!>ra grande applauso pela
muf-ica alltima
Ha baaras lindas dansas para-
guayas, qoe tanto faror aqui tem
feito
ACABA DE PUBLICAR-SE
a collecco .le mosicas dos cavallinhos para
1*000
^mo
i&oOO
imo]
~
NOVIDADES
DO
0 MARAYILHOSO REMEDIO DO
DR. CHAS; DE GEATH .
OLEO ELCTRICO
KOTG OF PAIW O RE DA DOR
I*ARA TJSO INTEforPCO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
IiOJA
GALLO VIGILANTE
Mantisa, ihao a, mojo,, n tnn ala.
*r de cb*;, dori de onvido en
tri ndnuti.
Dr de dente, m un buhMo
aa*ral1a, ,a eaM minmtttt
Pleentei, em vinu minuto i.
0*rganUi inchada, em dez minntos.
CoUea eaiwninet, em ^^ ainntoi.
Rkenmntiinio, em um di*.
fsbre feere latermtMrte, em nm di.

FLAUTA
Receben mais grande sortimento de mu-
sicas1 para piano, e piano e canto, e tambera
a opera
IL
para p:ano e canto, e tambera os melhores
pedamos para piano s cmposico do illos-
tre compositor brasiloiro
Carlos Gomes
,ue tanto faror fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
7 Eua do Queimado 7
DE
H08EIRA & BASTOS
Vot ns costas noi lates, em des mi.
natos.
Tossos perigoiM e refriados, em na dia.
Plesreiia, em nm dia.
Bordes e asduna,
Hemonhoxda bronohitis.
Inflamnu<;ao nos rins.
Dyspepaia, erysipelas.
Moleitias de figado.
Palpitaeao de eoraeta.
A. J. de Azevedo
A RA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. U).
aovado
a 160 rs.
vestido com pequen
Cambraia franreza para
toque, covado ICO rs.
Dita di ir. di la, covado 30. 400 e 300 rs.
CUta ecuras, corado 280, 320 e 360 rs.
Laa para vellido, ovado a 200, 2i0 a 300 rs.
Alpaca de lisias, alia novidade, a l&, t, U.
Latnbraias brancas victorias e transparentes.
pec8j a I2. v
Alitod'o a madapolao, prca S a 105.
Mofen**, lazan .la nova i ara calca, corte a 3.
Ues de vestidos brancoa com barra de cor,
corte a 2j. '
Satas borladas, jjrande pechtoehs, a U e 23500
Soutembarqces de alpaca a (500 e 2.
Na ioja Flor da Boa-viMfa, de Panlo Guimaraes,
ra da imperniriz n. 48.
Fogao de patente.
Vende-se em casa dos importadores Shaw
flawfces 4 C ru* da Cruz n. i.
g*a $&&$,<&* mm
Vende-se o gnnde armazem de drogas 5
e tintas da ra do Imperador n. 22. Es- j$?
te eslabeiecimento esta bem montado, na- 2&
^ da deve e nSo tem compromiso atgam ; 2!
SK. e por laso aeha-se as condlcoes mais $$!
Ql favoravei: para ser negociado: tratar Q
cS uo mesocn eslabele:mento.
00-^^000^0^ 00 ft
HiHI
Ps de roseiras de varias qnalidades ; assim
coino de sapolis, abaeale, figneira, laranja cravo
e pinheira, por preco rasoavel : a tratar na Roa-
vista ra do Viscoade de Goyana n. 51, onlr'ora
tlOQdfgO.
HTVEJA BASS
De diversos eogarraf^dores, vende-se no arma-
rem do Joao Rosa na Traversa da Madre de Deus
n. 8.
E' chegado a este noro estr,belecmento o mais bello sortimento de irendas
. Inu, sendo sua especiabdade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgur3o de seda branco para vestido.
Colcbas de seda pora, para cama com ricos desenhos.
Ditas d 13a e seda, id>m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamnte bordados para cama e janellas.
Croxs p^ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L3as de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico. .
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento' de roopas feitas e de fazendas rae
enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicies do salas, alcatifas para forro de sala, e 0
frande 8ortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOEKCAg SE APBESENTAJf, qVASW> MESOS SE I8PERAJL
pode eir^far no mmo UmW com qualqncr oufro reme,!!,, modcC ^""^ hUm"'0' "*
Este multo popular remedio est agora usando-so ireralmente ola rn ... _nv
fratl. com o dito remedio pelo Dr. Qrart e ontro, male. ^ "U" qUe m"Ure' P**0" *> tm cur^o
Este Imprtente remedio nio se oflereoe para onrar todas as doenoas. iMren tsn ^m,._____
as nonas dlreccoes. "/. I* tao smente para aquellas estlpnUdas
Este operando nos principios da chlmlca e da elootrlcldado o por Isso esut nniiA...i___
restauracao d. ci natural do. orgios qne soflrem da i^gnlarl reuteao Z ft C"mento P*
lectricoo Kwsf p.to.. ope doctamente nos absorrem^. J^^^^Z^FT' "f' lt
nm tempo Incrlvel, breve sem perigo do seunso debst de ^Zrci7n DeiW0tt *"Mfla,M *
,. reme,1,. nm medeelna para o uso eiterno e Interno, composto dos elemento, curativos. ral h.^..
zxzzz. r.ndd0r,r rr^*dM qnaes tcm -^-^^Kp^
Fol um grande e especial desojo da tacudado de modeclna dnrante muKos annos da sssstssa*rf. ^
n^eiuorcs modos que se devlam adoptar para curar as .gnmte, doanca, ^SS^SS^SS^
ISA.
ESO. PERWAWBCO
PHARMACIA E DROGARA DE
BARTHOLOMEO & C
W-=34 Ra Larga do Rosario. IV. 34.
CASA CAUVIN ySS
Soportas n. 53, ra Direita, 3 pnrtas n. 53, ant\ga\
foja d Braga ^
0 abaixo assignado, dono dete antigo eslabeiecimento, tendo em vista apresentar om
, compleio sortimento de ferragens, mindezas e, cotHeria, tem resol /ido mandar buscar em
diversos pcnios da Europa os melbores objecios de seu esUbelecimento dos abriante
: mais couhecidos ; pelo que convida ao respeitavei publico e a sens numerosos fremezes
a virem se servir dos objectos de sua carencia, atnde encontrarse por menos 10 0i0 do one'
em ootra quatotier pane, nm sortimento completo de machinas para descarocar ahrodfo
do bem conhecido fauncante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaes'
ditos para fego, moinhos para caf de todos os tamanbos, da fabrica do Japi, espingardas de'
dous canos e de um, tanto inglezas como trancezas, iouca de porcelana,/facas e artos
de diversas quahdades e precos bandejas chineas, salitre, bren, barbante, enxofre, papel e
nmama de ferro, ac, e agnlha para fogueteiro ; assim como encontrarao consiante-
mente grande porcao de fogo do ar, e reeebe-se encommenda de fogos de vista, alem de um
cera numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-hw : venham ra Direita n
: od, toja de Lenidas Tito Loureiro, antiga Ioja do Braga.
Pharmncenlico privilegiado
suecuseor
lm-topol, G5 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprfse:iladas j Academia de Sciencias c ao Instituto de Franca,
I SI IPPPfl S<* J Io'm IIIVkvUNU hstf d Beaesto ama Kdacess
Prtvestivs e curativa das MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volnnie t um relouio, servindo de
HiLTl'.O c SKHIXfiA sem os
Ii\JECTORPIlILTRO
IittfLUIUll I IILIIIU graves iocenvenieates de fragilldade.
ESTOJOS Com
a nnna, e de vilumc de nm Porte-Slocd
COTEKDO TODO IATAHE.VTO.
COLLYBIO Contra as alfeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
PAPTTni slHT) fi. i1? Depositario geral para e BEKAS1I. e PORTsLfiAL,
Diini aULUTlJjU OC 34, ra larga do Bosario. PBIRNAMBXJCO.
Eival sem segundo, Rival sem segundo
R-UA DUJIE DE C AXIAH %, 49 UVA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
4ntffa T lft OPmilii) Estou disPst0 a conlinnar a vender toda
^iiiigd roa uo UtnndUUJ as raiadezas pelos baratissirnos precos abai-
Continua a vender tudo uito bom e xo declarados, garantindo. tudo bota e pre-
a sanfir: r-na ^n.:.n.i... *
Farelo
4:200.
Saceos cora 100 iibras de seperior farelo
dlo barato prego a cima indicado, na roa
da Madre de Deus n. 7
Grande^reunio!
Ra to Imperador n. 28, ar-
nazem do Campes.
Como se est aproximando o tempo dos regata-
res, o proprie ano dosie estabelecimento tem se
esmerado em farer reunir em seu armasera nm
completo e variadiasrao sortimanlo de gneros
alimenticios.
No se propoe a descrever nominalmente todos
os gneros comidos em sen armaiem por se tor-
nar de mais enfadonho.
Garante somente, que sna norma de ha mnite
lempo /ender pao por pao e qneijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
de sna espe-iat eneommenda nma factura de cha
ruti suiwriores deS. Kelix da Bahia, da segnin-
tes marras : exposicao, marquezes, normas, ama-
doras e paragna-suanos.
Venham tudas as despena*dos arrabaldes e ci-
dade suprir-se de gneros de primeira qnalidade.
Vende se no trapiche da Compant.ia-Pernambn-
cana arroz da ludia n ;vo, a 2*800 a arroba em
saceos.
Vende se o estabeleekniiij de raolbados
sito i na Direlti n. 99.
Fariiiha de maiidroca da Bahia.
Tem para vender moito nova o superior,
ra sos, a prf$o nais commodo do qno
em outra qualqaer parle: Joaquim Jt
Gonfalvrts BUr3o. no se escriptorio 'rua
do Com't.ercio'a. 17.
- V>ode-? nma casa terrea graden-na roa
imperial n. 7i : a alar na ra do Imperador,
souradn n. ;, patr^d neta roa de S. Pranel seo.
Tnumpho,
antiga
preoo i
da
R~Nar*> Bario da
dfcV' Veod9- tinie por
8L"S^ mi,fs nova que ba no mercado
carros e esWsHos rtiit s
DAVID W. BOWMAN
EHGEWHEIRO
Com fundipao
RA DO BRUM 52
Passando o chsfariz.
Chama a attenc5o dos Srs. de engeoho para seus acreditados macbinismos e
iom especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem melborado.
Os vapores fornecidos por elle c j funecionando Ihe hao de fazr melhor apre-
:ia?o do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redcelo em seus precos; e que
tem prompto toda a especie de macbinismo e outros objectos para a agricultura.'
PRECIOSA DESCOBERTA
0 TOMCO DELSUC qae hoje apresentar ao publico, depois, porm, de um severo
r-xame e de reiteradas experiencias, ttndo a certeza de que possue urna soperioridade
incontestvella todas as octras preparares, que at hoje tero apparecido, recommenda-se
por sua bondad?, e pelo brillante lubtroque produznos cabellos, tirando inmediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fa.eodo com que apparega em bom estar impasavel
Esta agua compoe-se de substancias cuidadosamente escolhidas, Durififiadas a
confeccionadas com o maior cuidado, e alem disto combinadas de modo tal a dar-he
nma acc3o verdaderamente efficaz consoladora, e benigna.
Derrama -*e esta agua na cabeca, e esfrega se levemente ; immediaUmenta firjim
os cabellos limpos e com um br*lbe magnifico. uiimjuiaumenie cam
fleposito
smente em casa do autor, Andr Del>n-, cabe.leireiro de Parii.
Ra 1' de Margo (antiga Crepo) n. 7 A 1' andar
Pentes volteados para meninas a.
Tinteitos com tinta preta a 80 rs. e
Pe^as de fila elstica muito fina a
Lata com superior banba a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Saboneles inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito >de oleo babaza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Lartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de liaba surtidas de todos os
nmeros a.......1(5800
CONFEITARIA
Ba da Cruz n. 10
RnSc empruV ^ i AMENDOAS confortadas*!: iirOperrtfH-
J?^ S?-P7; P^o de Id; bollo gerantes ;N vinho Bucellas, braneolSto
K.;^ r ,8.dedlffttreDt:s ^'s; propr-o para mesa; Vfrmmnb; abs-
ffi.hi.2nt."1 C3!da e SeCC' Cffl^aC; -hS fiQ0S ^**
CAIXINHAS com amendoas e pastilhat,
proprias para presentes ; cb preto, miodo,
de superior qnalidade ; islas cora pecegos i
a iJOOO. __J.
PAPIS para sorle,
para cobrir bolos.
dtoY vebdas
PRESUNTOS e fiambres,
ca,*^
inuiUM obiocto proprio paja graad* jaaures, bailes, etc., etc. 9ff0i
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a.........
Papis de agaihas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a.......8I000
500
60
I 000
Carriteis de linha Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Crozas de botes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
100
500
500
500
60
240
100
200
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
120
320
320
320
000
500
160
Capachos mnito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a. ......
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha fraoceza superior
qualidade a...... .
Caixas de paulo do gaz a. .
700
.6401
240
20420
00
I.
Boh-'nte-rlieam tico.
Remedio efflBkctetiifto contra ar dores renma-
ticas at hoje o cmn conbeuido pelos seus man-
vilhosos resnllado.
XAROPE DE AGRIAO. ura dos medicamen-
tos que "sm eficacia uas enfermidades, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqneza
no peiw, erobut e molestias de figado, que me-
lhor lera aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre r
de raarapuama, cuja energa eefBeacta hm para
lysla, intrpinMBio,-etc. etc. muito se reeom-
menda.
Todos *?ee preparados ge enconlram na phar-
macia e dregaria de Bartholomen & C, nico de-
peslsft na-raa larga do Ruarlo n. 34;
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nicheroy..
nieo deposito en Pernambuco caei d* ala-
jfo*llba,n. j y anda.
tos admirados.
120 Dozias de palitos seguranca a....
Dozia de palitos seguranza caixa
grande a...................
Frascos com < leo baboza muito fino.
Pacote" com p.'>s.de arroz o me-
lhor que ha a...............
Navalhas muito finas para fazer'
barba a....................
Caixa de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
superiores ............... 800
Lencos da cassa braucos e pinta-
dosa..................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 oovellos de linha
do gaz a........ 400
Dozias de meias cruas superior
qualidade a.......30606
Pe^as de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p^ca a 10500 e.
Pecas de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para untus fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pe?as de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Dnzia de linha frxa para borda-
, dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para m.'
' nos diversos lmannos a. .
Dozias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Dozias de baraHio** para vnltarete
Silabarios ptiriufonzes a. .
CartSes com cottetea carreras a
Abotoadras para colL te diversas
quahdades .......
Caixas com pjnna de ac mnito
boa de 320 a......
.Caixas com superiores obreias a.
Duzia de aguir.- pe- madrina a.
Libras de pregus rraoczea todos
os tamanh. 8 a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Re?ma de pap*! p..utndn snperor
Resma de papel li=o muito upe-
or a........... n^RO'
Vende! ti']. ti'vl.' de dt.ofl andar'' e
grandi soi'> fila rui Direita, .prwtand.i de um
grflnd* conee rt i : qnem n prexulT di rija-se a
raa larga d n nr'" n H ? an-ta.
Itiade Vrenp9 n. 9
Os propnetarfcM deste bam esjihrri.it,
cimente, alera dos muito. objecaT^e tata
lostos a apreciaco do respe:
laram vir e acabam de recocer n*fc rh
da Europa nm complefo e vai
fina e mui delicadas eapodaliibuk-a. -a* pun .
tao resolvidoi a vender,'como de ser a-.iT_iask
SDr precos mnito banlinbes e coohsvmIoh para t-
os, com unto qne o Gallo....
Muito superiores Invas de pellica, prctat, (trao-
cas e de mni lindas cores.
Mui boas e bonitas guiiinoas e puaboo pan m-
nhora, neste genero o que ha de nui- rcodr-r.
Superiores pentes do lartaniR: para ripees.
Lindos e riquissiinos anfeHes par eaawcaa dar
Exmas. senhoras.
Superiores tranca preus e de r,rn roas m
Inos e sem elles; esta fajeada o qce p.x> fcj
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitoa leqnes de mi lr-','-roM.
marfim, sndalo e osso, seuV .iqnWVs rmem
com lindos desenhos, e estes preta.
Muito superiores meias fio d F*rtma p-ra st-'
nhoras, as quaes sempre se vei l r::ii 1- Of
a duaia, entretanto qne nos a- r** SBf.
aira destas, temos tamhcm grvade -f rrmesw 4
oulras quadades, entre as qc.-.- Urcnsat- mam
finas.
Boas bengalas de mpariar cayaa da tifia*
castao de rnarfim com lindas e tifa-
ras do mesmo, neste peero an-.< pode desojar ; alm de>ias tem i i,r,-.| ;,, /raada
luantidade de oulras qualidae-, rumo ->rjMa,at-
leira, ba'.eia, osso, borracha, atr, etc. -ir.
Finos, bonitos e airosos chieotirhos de taAtiz
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de >*da e licrraea
para segurar as meias.
Boas meias de st-Ja para senhura e para vai-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e awtarafa fan fajar
barba; sao mnito boas,e de mai a mai- ala ga-
rantidas pelo fabricante, e nos p.,r u>m* vea taav
bem asseguram-s sua qualidade ciic^oVaa.
Lindas e bellas capellas para n-iva.
Superiores agulhas para machiiM e para crea.
Linha muito boa de peso, irona, para eccaar
labyrintho.
Bons baralhos da cartas para voitaretc, asss
como os tontos para o mesmo tim.
Grande e variado sortimento das roeihores par-
fumarias e dos melhores a mais c.iabeo-ios per-
fumistas.
COLARES DE ROEH.
Elctricos magnticos contra .is rnnTu!s5es,
facilitam a dentico das innocente criaP\-aa. so-
mos desde muito recebedores de-t> pn^igiowa
collares, e continuamos a reeebe-U* (M>r tkiaj a
vapores, afim de qne nunca falieir. m> um rcacu
como j tem acontecido, assim poi.-> , u> i-
les que delles precisarem, vr ao eVposMn d- slk
vigilante, aonde sempre encontra;-.\.. >* deiros collares, e os qaaes iflwiiti uj ,-s.- ma
para que sao applicados, se venderkj com nu ma>
diminuto lucro.
Rogamos, ppis, avista doscbjerios oac declarados, aos nossos fregueies antifo a ->-f
comprar por precos muiio raaoav. ais
vigilante, ra do Crespo n. 7.
0 cordeiro pre
auuu
Atten^o
Vendase ^um sitio no Baroatho eonroote aa
XPSIi' L?ra*s-?e frent : 1fl preten-
der i OMflesms Birtialfib, qde1 trttttrt Wth
, o eom aiMiaM UaM PW--
da Sama-Cni n. Mb
I \W"1 a casa ierre* n. It, em Olioaa, 4M 8iK Rita n
500
25000
500
500
500+
40
500
320
4^500
2SOO(>
1^50f
3,500(
400
20
400
5fK
40
2.5000
240
400
45000
J
-,^?tt**r"e> rrrnda-se ou awg*-e nm Mtki na
Baa-viSaam o ,Hl dn itatuacitk cim dua-
jBntaflqne arfe psrj grandr- fantUia poi
f inniJ
Cdra lirtsavite- ps de coqu-iros nov
tds*; cOttr fb. titm na por, perro do mar para
j*inar os bons irar a
tratar do Recie b. 40 a roa da tj4eia, 1 da GametWra.
Roa do Qneimao t>. t
Novo e variado sortimento de perfil um
finas, e outros obj o>.
Alm do completo sortimr-. rt
maria3, de que effectivamente 1
Ioja do Cordeiro- Previdente. t a i
receber um outro sortimenc ora
aotavel pela variedade de obje'
dade, qualidades ecommodic-'.
Qos; assim, pois, o Cordeiro P:1
e espera continuar a merecer 1 x
do respeitavel publico em (....! "-
boa freguezia em particular, 1
lando elle de sua bem ooobec* 1 :.'.:
9 barateza. Em dita lea enero? (
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray \jmmtn.
Dita de Cologne inglesa, nmliata, trm
ceza, todas dos melbores e mais acradtse
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para 'oh?:.
Elixir odontalgico para ecmiWsf.li a>
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e ct e
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, .01
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, transpareai
e outras qnalidades.
Finos extractos inglezes, awieaeai
rancezes em frascos simples e enfeitadoi.
Essencia imperial do fino e agrada ve coa
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiroi roa;
mente finas e agradaveis.
Oleo philoeome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadt
com escolhidos cheiros, em fraseos de dif *
rentes tamanbos.
Sabonetes em barras, maiores e mesort-
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em g^c
ras de meninos.
Ditos muito finos em caiiinb*. nara km
Caixinhas com bonitos sabonetes MlH>
fructas.
Ditas de madeira invernisada contelo fc
oas perfumarias, muito proprias p?'? pra
lentes.
Ditas de papelSo igualmente bonica, la
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colcn- .> l
moldes novos e elegantes, com p* sn'
e boneca.
Opiata ingleza e francesa para dei-t*.
Pos de camphora e outras dKfrrent
qualidades tambem para de-nes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mata e+ty*n.
Um outro sortimento de do n
vos e bonitos moldes com filets !# \ .'Tl^a
e alguna d'elles ornados de flori Ctt
estto todos expostos apreciaco de quK
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS SUIDpJOOS.
Obras de muito costo e \>
FlvelEas e fltaa para lKf Bello e vanado sortimento it ti ooj*
tos, ficandn a boa escolba a o g oc
orador.
Jo; quim Rodr-iracs la-
vare < de r]
TEM PARA VENf'KR
em sen e.-rripiufio, praca do Coipo Santo
n. 17 :
Pnmoem f ilha
de {' e ? qualidade, e vetJ* pni u ,
fardos a ventarte dos em pTxrtures.
ChI de Li'faoa
ultima rbegada.
Polassi
Parlaaoj*

Bu^ia.
I vende mat<
^alqnar parte
oameeaut.


3
Diario de Pernambuco Sabbado 12 ti>~Nvembro de
_i_

1
=c
TARIEDABE
Guerra f raaro-pnisslaaa.
r
i
Circular diplomtica do delegado do minis-
tro dos negocios estrangeirot de Tours.
Toors, 8 de mrtubro de 4870.
Senhor.0 Sr. de Bi (Mas 13 e 16 de setembro pausado a.>s xe.iy-
es diplomticos da confederacSo do n^rte,
doas circulares destinadas a justificar ana
olhos da Europa as exigencias da Pruwia.
Os argumentos d'> chanceller, que dep.is
reproduzin em Kerrires as suas conferen-
cias com Julio Favre. revelam em sul.Mau-
cia que sea Prussia qtier annexar to-nitu-
rios, no, por espirito de inquina, mas
tnicamente para assegurar Allemanha
urna paz solida premuin-la contra os .la-
ques de que era todo o lempo tem sido alvo
da parle da Franca. Quer, diz elle, por a
Allemanha ao abrigo das incurses de um
visinho bellicoso, cujas ambiguas ainda nfo
deixaram lia seclos de ameagar a seguran*
ga e a independencia das popularas ger-
mnicas.
Nao esta a primeira vez que o Sr le
Bismark imputa aquellas a quem deseja so
lerrar os plan s que elle proprio elab-ra.
NSo podemos admittir nem as pren.i-.vis
qaa elle aposenta, nem as consequ'ei-ia.-
que dellas lira. A Franca nao o qor .tic
a quer fazer. Um'i golpe de vista parcial
dertado soa historia, nao permute <> j-
ga-la. Rucaremos os fados, e busqnemo*
o que a Franga tem querido ha um seclo:
esse periodo sufliciente para dar a conhe
cer o espirito de um povo.
E' dever das nages conservarem-se sol
daras do sen passado ; mas essa solid dade s empenha a sua honra, e o progres
so seria para ellas urna palavra sem senti-
do, se fossem condemnadas a caminhar
sempre as sendas para onde as levaran)
mteresses que desappaieceram ou pandea
que de futuro nao tenham intuito. A Fran-
ca cuntemp-raoea ja nSo se parece com o
paiz goveroado por Luiz XIV, assim como
a Allemanha de hoje nao recorda ja o santo
imperh. A guerra de conquista estava
nessa poca, seno no direilo, pelo menos
no uso commnm das monarchias. A revo-
lugo de i789 leve por consequencia urna
candanga de poltica : a paz urna condigno
necessara da liberdade. A Franga um no-
to.ideal; muito forte de futuro para ser
independentev trata menos de dominar os
povos que de esclarecer com o seu exea
plo. O que ella acaba va de fazer na Ame-
rica pel s Esiados-Unidos, eslava prompta a
recom ga-lo na Europa.
Essa luz que se espalhava ento roda
del a, quem tentou apaga-la ? quem se ar
mou para deter no seu primeiro impelo o
genio da revoluco franceza? Nenbuma ha-
biiidade de lingo agem, nenhuma argucia de
historia ha que possa prevalecercoatra es.'e
acto; a rcvolnco de 1789 abria nova era
* quebrava as tradiges do passado; a
Pmssia loi a Drimeira a combate-la. A in-
vaso de 179 marca o principio destas ri-
validades funestjs que deviam dar de si a
desgrana d'agora.
\ Franga repellio a aggresso; mas foi
arrasta la, reconhecemo-lo, alm das legiti-
mas represalias. Tinha sopporta lo injurias
i ruis, deixou-se desvairar pela embriaguez
da victoria. Jena foi desforra, Leipzig e
Waierloo seguiram na e recordaram aos
Francezes que se licito a um puvo renun-
ciar por algum lempo sua prapria inde
pendencia, nao poderia impunemente olen-
der a das demais nages.
A Frauga todava reparn as suas desgra-
tas. reconquistou-se ella propria. A par-
tir do momelo em que se lornou impossi-
vel empenba-la as lulas sem a sua confis-
so. quaes guerras provocou ella ? Onde >e
v esse espiriio de ambicio e es^e pbrenesi
con piistador que o Sr. de Bismark nos at-
tritjue Quem mais do que nos, durante
esses anuos bemfeitores, contribua na Eu-
ropa para a conservago da paz ? A Franga
iixha expiado bem duramente os erres do
primeiro imperio. Porm, pooco travadas
que eitivessea ainda as idea* modernas, a
sua influencia fez-se sentir cada vez mais na
poltica externa do paiz.
Em toda a pane onde bouve om povo a
iibertar. hberdades a defender, grandeza
moral a conquistar, a Franca acudi sem-
pre. A restaurado combaten pela Grcia,
a mon rebia de julho firmn a indepeuden-
cia da B Igica. E estas ideas tinham-se ar-
reigado tanto na consciencia da nago, que
segundo imperio comprebendeu que de-
via contar com el'a, e proc amar altamente
que 'razia a paz.
A Franga acreditou. 0 imperio, todava,
tinha necessidade do prestigio militar,
i-rocurou-o. Mas as guerras que elle em-
prehendeu tiveram um carcter bem dint-
lenle las de Napoleo ; porque, se foi por
momentos com a correle pacifica qoe a na-
go tioba de seguir, nio rompeu com os
principios qoe buha adoptado. Na Crimea
combaleo a Franga com dous povns livres
pea independencia da Turqua. Foi para
libertar urna nago amiga que as nossas ar-
mas atravessaram os Alpes em 1859. A
propria avontora mexicana, censurada e
combatida t) enrgicamente, e comrazo,
pelo partido liberal, nao poder ser explica-
da seno por meio de theorias chimeneas,
certo. mas qoe de antenio repudiavam toda
a idea de conquista.
Que ba de commum entre estes prinji-
pos consagrados por urna poltica de mais
de meio seculo, sob qoairo regmens diffe-
rentes, e a poltica de ferro e de sangue,
qoe desde 1864, se desenoadeou na Euro-
pa ? Qne acto oa qoe palavra Franga po-
de torna la solidaria d* orna poltica ? Quem
expolion a Dinamarca, quem constrangio
iberiamente a Aatria guerra, quera an-
nexoo violentamente o Hann-ver, a Hesse,
Francfort, etc., quem acordou todas as pa-
xoes adormecidas e quen perturbon to
profondaroente a Earopa? A Franga s in-
terveio nessas crises para apressar e arrai-
gar a paz.
Falla-se dos ardores belliosos da nago
e das invejas mesquinhas que nella teriam
acceitado as victorias da Pru dia immediato a Sadowa, quando foi o irri-
tante incidente do Luxemburgo, a opini'So
em Franca pronunciuu-se claramente contra
a guerra, e os proprioa publicistas allemes
foram obrigados a reconhece-lo ; a mode-
racao achouse do nosso lado.
Quand finalmente a-guerra reber.too ao
roez de julho .passado, qoem poda neuar
que a Prussia tivesse ba qnalro annos feto
todo o possivel para coB*egir esse fim f
Sem fallar do seu procedimento poltico e
da inexeengio bem volantaria do tratado de
Praga, eslava formidavelmeate armada e
prompta. em nilo di as, para entrar em eara-
panlia, Os acoot'ranles"tee mostrado
at n o a* preparativo, e#re-
bendijelaesde moMo teaapo, tinham sido
levados; e sabe-se bastante como elle pelo
contrario haviam ildo despresados era Fran-
ca. Nio's os armamentos da Prussiaeram
completos, mas as suas ailiangas estavam
ultimadas. E' evidente qoe pensava em at
irahr-nria a nm terrivel conflicto. Pode-
mos fallar livfemenle dessa guerra, porque
os ministros do govero actual flzeram todo
para evitar a nagn os horroree dellas. Di-
/..'ino I.KiiiiIraente, apizar do procedimen-
o da Prussia, a propria razo da Iota nao
estiva josUti.-ada. e o Sr. de Bismark nio
poderia serfarrifnle voltr contfa nos as de-
claraces turbulonts das turbas exaltadas.
Uso eram actos solados, sem echo no paiz.
e que nao ult'-apassivam o alcancedas agi-
t,ig5es confusas qoe toda a commoro ptvbli-
ca motiva as grandes -cidades; o Sr. de
Bismark sabe o valor dessas cousas. Qual
o por outro lado o povo qne n3o se deixa
fcilmente arrastar pelo primeiro grito de
goerra ? Os governos teom sempre a certe-
za de provocar o entbusiasmo quando pro-
mettem a guerra e os triumphos. Por isso
a Ma rssponsabil'dade tamanba. Mas ao
primeiro revz. quando nao v5o coma opi-
mo publica, inewiavel a sua queda. Esle
resultado reprod z-se tanto no segundo
como no primeiro imperio. Um e outro
deviam sncctimbir. porque as emprezasque
inlentavam eram injustas.
Q.ianio afirmativa do Sr. de Bismark.
de qoe o im. ero teve a mSo obrigada pela
npiffilo publica, os acontecimenlos inflin-
gemdhe um desmentido absoluto. Consol-
tadas quando foram as eleigoes legislativas
em 1868, as popnlagoes tinham denancado
da maneira mais enorgica o seu amor paz.
As rnesma* tendeni-.ias se denunciaram, e
muito explcitamente, por occasio do p'e-
r>iscito de 8 di maio de 1870, e a tal ponto
que dous mezes depois, ogoverno teve de,
pela primeira vez desde muitos annos, re-
duzir o contingente doexercito.
E-a co .cesso. exigida pelo estado dos
esoiritos, prova com toda a evidencia de
om fado, quatito no mez de julho a Franga
eslava affistada de toda a idea beilicosa. A
renovago dos conselhos geraes tinha, pouco
tempo antes, fornec-do as mesmas aspira-
ges tima nova occasio de se manifestar.
Mas nos possuimos um documento ofBcial
prova da maneira mais formal que
que
lnge de ter sido arrastado pela opinio, o
mperio n^uietava-se pelo contrario seria-
meni de saber se seria seguido por
ella.
fistava to pouco convencido de Ihe obe-
decer declarando a guerra, que jolgou de-
ver interroga-la expressamente a esse res-
peilo. O- prefeitos receberam ordem para
dar cinta ao ministerio do interior das im-
presses causadas por essa brucca noticia
nos departamentos. As suas respostas, pu-
blicada* desde ento no Jornal Oficial de 2
de outubro, nao do lugar a nenbuma du-
vtda.
0 primeiro mo "rnenlo foi o espanto e
a sorpreza esrrevia um prefeito. On-
tros di/.iam: Esta noticia, r'ebentando no
meio de om socjgn p-ofundo, caosou viva
commoro A guerra considerada
como flageilo tal. qoe nao se quer acredi-
tar nella O desejo ardente de conser-
var a paz apparecia por toda a parte. Creio
que no fundo temida a guerra escre-
viam de um dos departamentos mais popu-
losos e mais esclarecidos. Ninguem, di-
zia outro prefeito, deseja a guerra, ainda
que seja o derivativo do grande mal estar
social que a nago atravessa O paiz
quer a paz. escreviam ainda, s acceitaria
orna guerra com repugnancia .E iPoutro
lado : t A populagao nao quer de certo a
guerra, e deseja ardentemenle a paz .
P >r toda a parte rebentava o seotmento
de q.ie nao se acceitaria a guerra seno
sendo precisa honra do paiz. Mas agar-
rar se-hiam com empento s ultimas espe-
ranzas de paz
" Quando estiver provado, escreva um
I prefeito. que. tud) se tentou intilmente para
conseguir'esse resultado, decidir-nos-hemos
a supportar as consequencias de urna colli-
so de que todos se horrorisam .
Poderiam muitiplicar-se estas citages.
De 89 relatnos de prefeitos, 11 nicamen-
te mencionam completa approvago. Todos
os demais revelara as mesmas preocenpa-
goes on as mesmas repugnancias. pois,
um facto incontestavel : o paiz supportava
a guerra : nao a tinha chamado.
Por conseguinte, tica estabelecdo que a
Franga nao ameagava a integridade da Alle-
manha ; em todas as paginas o prova a sua
historia de ha meio seculo. Nao medilava
conquistas. Animav.m-na aspirages de
todo oppostas.
E -ie feito, anda que o seu genio nao a
levasse a isso, o mais claro sentimento dos
seus inteiesses obrigava-a a conservar-se
n'um terreno pacifico.
A natreza da fortuna publica mudoo des-
de o principio do seculo. O immenso des-
envolvimento da riqueza mobiliaria, a im-
portancia capital do crdito fazem da con-
fianga na conservago da paz a condigo ne-
cessaria da prosperidade do paiz.
A Franga foi a primeira a entrar no sys-
tema das liberdades commerciaes, e assim
tornou a sua fortuna solidaria com as dos
povos visinhos.
Tal a nago contra as incarses da qoal
o Sr de Bisra rk quer proteger a Allema-
nha, e cojo desmeuibramento territorial Ihe
parece a unici garanta efficaz da tranquilli-
dade do povo aliemo. A linha do Rheno,
segundo elie diz, nao basta, qoer a linha
dos Vosges e do Mosella. Precisa alm do
Rheno da Alsacia e da Lorena, e isso na
mesma oceasil > em qoe a Allemanha acaba
de transformar completamente a soa cons-
titjigo int-rna. D pois de 1815, a Euro-
pa, tomeodo ja a forga de expanso do po-
vo germnico, esforcra-se em ihe dar nma
constiliiico, cujas bases eram exclusivamen-
te organisad.s pela defensiva, e a Franga,
comqnanto os tratados de Yienna fossem
dirigidos contra ella, ficoo de certo no mes-
mo estado em que ainda hoje se acha.
A sua front ira do norte, em frente da
Allemanha, est inteiramente aberta.
Os resoltados da guerra actual do disso
orna prova iodiscutiwl. E emqoanto a
Franca nada roodificou na soa organtsago,
a Allemanln con-itiuio-se no estado mais
temivel que urna potencia jamis alcancou :
unidade militar absoluta, accSo pessoalle
directa do che* qne em^unha a espada do
commando, servigo militar obrigatorio para
t)dis.
a Prussia necessidade de se guardar contra!
es at;que* da Frasca. E* fora de dnvMa
que o go?eroo prussiano procura antes ofei
ftHdades offensivw, do qtte melhore
nhas de defensa. NSo se v, effectimen-
le, em qne a Allemanha flearia mais prote-
gida, s porque a fronteira se alargasse
mais. tju m -;:
No caso de invaso, o paiz occnpido se-
ria ento o territorio annexado Allema-
nha, e o theatro das hostilidades seria sim-
piesmente levado de urna provincia para on-
traT. E qual seria o resoltado dessas anne-'
xages violentas de territorios qoe nao que-
rem deixar de ser francezes ? Sem fallar de
quanto repugna a todo o espirito honesto
ver assim populagSes terem de soffrer urna
nacionaldade contraria s soas aspirages e
ao seu passado, seria isso perpetuar a guer-
ra. Nao efectivamente impussivel quo o
coragJo da Franga possa jamis desligar-se
de regies que tantas desgragas to nobre-
mente snpportadas, e taoto sangue glorio
smente derramado, unem a ella com lagos
odestrnctiveis ? A perturbado que d'ahi
resultara agitara a Europa sem que Ihe
fosse possivel esperar desde ento um ins-
tante de repooso. Bem se v claramente,
aventando taes pretenges, pedindo seme-
Ihantes concesfes, o Sr. de Bismark pre-
para novas guerras de que precisa para al-
cangar o fim para onde o arrasta ama des-
enfilada ambigo.
O que o p ivo allemo quer, a nnidade
nacional e a liberdado politjca.
A Franga liberal nao pedera oppr-se a
isso. E' urna causa justa, e renegaramos
do nos>o passado, se a combatessdmos.
Mas ha om abysrao entre estas aspirarles
legitimas e a doiitrina formulada e applicada
pelo Sr. de Bismark.
Se considerarnos nos acontecimentos
realisados na Europa ba seis annos, deve-
nios reconhecer que a Prussia tomoa para
si o papel que nos attriboe com tanta in-
justtga. Nao possivel ter duvid a esse
respeito, depois do acolhimento feito pelo
Sr. de Bismark ao nobre passo do Sr. Ju-
lio Favre, succombindo a Franga, nova-
mente ameaca a guerra a Europa, parau-
sando todos os impetos do pensamento, toda
a civilisago, todo o progresso da prosperi-
dade dos povos. A Franga nao lacla s
pela integridade do seu territorio, pela soa
honra, pela sua independencia: combate
tamben pela conservago do equilibrio da
Europa.
Receba, senhor, etc. Pelo ministro o
com autorisago, o ministro plenipotenciario
director do gabinete.Chandordi.
Pergontamo8: qoem ameaca, a Franga
ou a Allemanha ?
Tanto em 1870 como em 1792, nao teve
Circular de Mr. Julio Favre aos agentes di-
plomticos francezes no estrangeiro.
Senhor.Nao sei quando este despa-
cho vos chegar s mos. Ha trinta das
que Pars est sitiado, e a sua firme resolu-
to de resistir at que baja alcangado a vic-
toria pode prolongar por algomt^mpo a si-
tuago violenta que o separou do resto do
mundo. Todava, nio qaiz demorar, nem
por um dia, a resposta que merece a expo-
sigo do Sr. conde de Bismark acerca da
entrevista de Ferrires: primeiramente devo
notar qoe elle confirma todos os pontos da
minha narrativa, excepto no qne respeta a
om co'loqoio sobre as condignos da paz, as
quaes. segundo mr. de Bismark, nao foram
por nos discutidas.
Reconbeci que sobre este particular o
chanceller da onfederaco do Norte, desde
as primeiras palavras, me oppz ama excep-
;o deduzida de minha declararlo absoluta
'qne eu nao consentira em qoalqaer ces-
so do territorio;porm, o mea interlo-
cutor n3o pode deslembrar-se de que, iusis
tindo eu, se explicou catbegoricamente, e
mencionou, no caso em que o principio da
cesso territorial fosse admittido, as condi-
ges que eoomerei na minha exposigo :
abandono pela Franga de Strasbnrgo com
toda a Alsacia, de Metz, e urna parte da
Lorena.
O chanceller observa qus estas condiges
podem ser aggravadas com a continuarlo da
guerra. Assim mo declaroa, em verdade,
e Ihe agradego ter querido elle proprio con-
fessal-o. E' bem que a Franga saiba at
ondechega a ambigo da Prnssia : nao para
ante a conquista das duas provincias nossas,
prosegue impassivel na emprezasystematica
do nosso anniqulamento. Depois de ter
annunciado solemnemente ao mondo pela
b jeca do seu rei, que s se raovia c >ntra
Napoleo e os seus soldados, anda encarni-
gado na destroigo do povo iBglez. Assola
o territorio, inceideia as povoages, oppri-
me os habitantes com as requisicSes, fiota-os
quando nao podem satisfazer as suas exigen
cas, e empresa todos os recursos da scien-
cia n'oma guerra d'exterminio.
A Franga nao pode pois illndir-se. Tra-
ta-se para ella de ser, o a nao ser. Pro-
pondo-se-lhe fi paz a troco de tres departa-
mentos que Ihe eslo unidos por intimo af-
fecto, offerecia-se-lhe a deshonra. Repel-
lio-a. Pretenden! castigai-a matando-a.
Eis a stuagio bem definida. ^
Dabalde Ihe dizem : nao vergonha
ser vencido, ainda menos supportar os sa-
crificios impostos pela derrota. Debalde se
accrescenta tambem que a Prussia pode
apossar-se das conquistas violentas e injus-
tas de Luiz XIV. Semilhantes ob,ecces
nao teem alcance, e justo o espanto por
ter de responder-lhes.
A Franca nao busca urna consolago ira-
potente na explieago demasiado fcil das
causas que acarretaram os seus revezes.
Acceita as suas desgragas, e nao as discute
com o sen inimigo. No dia em qoe logrou
ser senhora dos seus destinos, lealmenie of-
fereceu ama reparagao. nicamente essa
reparago nao podia ser ama cessSo de ter-
ritorio. Por que? porque era diminoigo
de territorio ? Nao. Porque era ama vio-
lago dajnstica e do direito, de que o chan-
celler da Gonfederacao do Norte nao parece
muito respeitador.
Recorda-aos as conquistas de Luiz XIV.
Pretende acaso volver ao statu quo qne as
preceden. Quer reduzir o seu amo corda
ducal sob a suzerania dos reis da Polonia ?
Se na transformago porque passou a Eu-
ropa, a Prussia de um estado insignificante
veio a ser ama poderosa monarcia, nao o
deve porventura conquista ? Mas com os
dous seclos que favoreceram essa vasta
recomposigo, operon-se ama profunda al-
tera cao, mais profunda e- de ama ordem
mais elevada, do qoe aquella que at agora
de termina va os desmembramentos territo-
riaes. O direito humano sabio das regies
abstractas da philosopbia. Gaminha ioces-
santemente para dominar o mando, e esse
direito, qae a Prussia calca aos ps, quando
pretende arrancar-nos doas proviocU, re
conhecendo que os povos repeUem eoergi-
camenla o sen senhorio.
- A este respeito, nao ha coasn.qoe melbor
defina a sna donlrina. de o/i& es'a pbrase
repetida pelo chanceller da Confederago
do norte: Strasborgo a chave da
nossa essa. > E pon como proprietario
que a Prussia estipula, e esta propriedade
applica se a creaturas humanas, coja lber-
dade moral e coja dignidade individual sup
prime por esse facto. Ora, precisamente
o respeito por essa liberdade, por essa dig-
nidade, qoe impe a obri?ae3o de nao con-
sentir no abandono qne se Ih* exige. Pode
supportar o atnso da forca. mas nao jon-
tar-lhe a abjecgo da sna vontade.
Mal fiz, em nio precisar mais o meu
pensar, sobre esse ponto, qnando disse, o
que ratinco, que nos nao podemos sem des-
honra ceder a Alsacia e a Lorena. Caracte-
risei assim nao o acto imposto ao vencido,
mas a fraqaeza de um eomplice. que auxi-
liara o oppressor e consummaria urna ini-
qnidade para se resgatar a si proprio. O
Sr. conde de Bismark nao encontrar om
francez digno d'esle noroe. que pense e
preceda de outro modo.
E por isto qne en nao posso reconhecer
que nos tenha sido feita um proposta de
armisticio seriamente acceitavl. Desejava
com ancla quo om meio honroso nos fosse
offerecido para suspender as hostilidades e
convocar nma assembla. Mis, appello para
todos os horneas imparciaes, o governo
poda annuir ao compromisso que se Ihe
propanba ? O armisticio seria orna zomba-
ria, se tornasse possiveis urnas eleigoes li-
vres. Ora, apenas se Ihe consentio o praso
effectivo de quarenta e oito horas. Da-ante
o resto do praso de quiaze das no ti es se-
maaas, a Prussia reservava-s^ a continuago
das hostilidades, de sorte que a assembla
deliberara acerca da paz ou da guerra du-
rante a batalha que decidisse da sorte de
Paris. Alm disso, o armisticio nao abran-
gia Metz. Excloia o abastecimento, e con-
demnava-nos a consnmir-mos os nossos vi-
veres, em quant) qoe o exercito sitiante
viveria larga saqueando as nossas provin-
cias. Finalmente, a Alsacia e a Lorena nao
elegeriam deputados, pela razo verdadei
ramete ioau ita de qu^ se tratava de pro-
nunciar sobre a sua sorte. A Prussia, nao
Ibes reconhecendo esse direito, pedia-nos
que empunhasse-mos a espada com que o
corta.
Eis-aqni as condiges que o chanceller
da Confederago do norte nao hesita era
qualificar de muito conciliadoras, aecusan-
do-nos de nao aproveitarnms a occasio
de convocar urna assembla nacional,
dando assim testemunho de nao querer-
mos desembaracar-nos das difficuldades
que obstara cooclusao de nma paz con-

<
t
c forme ao direito nacional, e de nao atten-
< der a opinio publica do povo francez.
Pois bem, nos acceitamos perante a nossa
patria, e perante a historia, a responsabili-
dade da noss* recusa. Se nao a oppuzera-
mos s exigencias da Prnssia, a nosso ver,
seria ama tragio. Ignoro qual o destino
qoe a fortuna nos reserva. Mas, o que ea
presinto, qne se tivera de escolher entre
a sitoago actual da Franga e a da Prussia,
preferira a primeira. Antes quero os nos-
sos soffrimentos, os" nossos perigos, os nos-
sos sacrificios, qoe a inflexivel e cruel am-
bigo do nosso inimigo. Tenho a firme con-
fianga que a Franca ha de vencer. Embora
fosse vencida, seria ainda to grande no sea
infortunio, que ficaria sendo o alvo da ad-
mirago e da sympatbia do mundo inteiro.
Abi est a sua verdadeira forga, ah est
porventura a sua vinganca.
Os gabinetes eoropeus, que se limitaram
a esteris testemunhos de cordealidade,
bao de algum dia reconbece-lo, mas ser
tarde. Em vez de inauguraren a dontrina
da alta mediarlo aconselhada pela justiga e
pelo interesse, autorisam. com a sua inercia,
a continuado de urna i uta barbara que
um dosastre para todos, um nltrage ci-
vilisago.
Esta sanguinolenta liro nao ser perdida
pelos povos. E quera sabe-? A historia
nos diz que as regenerarles humanas andam
por urna lei mysteriosa, intimamente ligadas
a ineffaves desventuras. A Franga careca,
porventura. de urna suprema provago :
sahir d'ella trantigurada. e o sea genio
brilhar com om esplendor tanio mais des-
lumbrante quanto maior for a constancia e
o valor com que se hoover sustentado e
preservado de todo o desfallecimento em
face de om inimigo poderoso e inplacavel
Quando. senhor, poderdes inspirar-vos
d'estas refiexes, as vossas relacSes com
o representante do govern junto do qual
estaes acreditado, a fortuna ter pronuncia-
do a sua sentenga. Vendo esta grande po-
pulagao de Paris sitiada ba um mez, to
resoluta, to severa, to un.da, espero com
o coraro firme, e confiado, a hora do seu
livramento.
Jules Favre.
Parece que
que a Franga
Proclamaco de Vctor Hugo aos Pa-
risienses.
os prussianos decretaram
seria Allemanha e que a
Allemanha seria Prussia ; qne ea que fallo
nascido em Lorena, son allemo ; que fa-
zia ooute em pleno meio dia ; qne o Eu-
phrates.o Nilo, o Tibre e o Sena eram
aflaentes do Spre ; que a cidade que ha
4 seculos Ilumina o globo, j nao tinha ra-
zo de ser ; que basiava Berlin ; que Mon-
taigne, Rabelais, d'Aubigo, Pascal, Cor-
neille, M diere. Montesquien, Diderot, Rous-
seau, Mirabean, Daoton e a revolugio fran-
ceza nnnea existiram ; qae Voltaire j nao
era preciso, porque havia o conde de Bis-
mark ; que o universo pertence aos venci-
dos de Napoleo o Granhe e aos vencedo-
res de Napoleo o Peqneno; que d'ora
avante o pensamento. a consciencia, a
poesa, a arte, o progresso, a intelligencia
comegariam em Potsdam e acabariam era
Spandau ; qae deixaria de haver civilisago,
Europa e Paris ; qae nao estava demons-
trado que o sol fosse necessario ; que alm
d'isso damos mos exemplos; qae nos
somos Gomorrba e que elles prussianos,
slo o fogo do co ; que tempo de acabar
com isto, e qoe d'ora vaote o genero hu-
mano nio ser 89no urna potencia de se-
gn la ordem.
Este decreto, parisienses, execotaram-no
sobre vos. Supprimindo Paris, muttla-se
o mando. O ataque dirige-se urbi et orbe.
Pars extiogoe-se e tendo s a Prnssia a
fancelo de brilhar, a Earopa ficar as,
trevas.
E' possivel esle fataro ?
NSo nos demos ao trabalao de dizer
nio.
Respondamos simplesmente com um sor-
riso t
Dous adversarios estio frente a frente
u'este momento. De am Uflo a Prussia,
toda s Prnssia, com 900,000 soldados ;
do outro. Paris com 400,000 cidadios-
Deom lado om exercito. dooutrea las. E'
o velno combate do archanjo e do dragfio
que fcomega.
Ter hojeo fim qae teveoatr'ora.
A Prussia ser precipitada.
Esta guerra, por medonba que seja, ain-
da e pequea, vai tornar-se grande.
Costa dizer-vo lo, prussiano,
siies de mudar de tctica. Ser menos
comroodo. Continuareis a ser dous ou
ires contra om, bem o sei, mas preciso
atacar Pars de frente. Adeos florestas,
brenhas, barrancos, tctica tortuosa, obs-
enridade A estrategia dos gatos nao vale
muito diante do leo. Adeus sorprezas .'
Ver-vos-hemos chegar. Debalde procura-
reis marchar em segredo, a morte escota.
Ella tjm bora ouvido, a boa espa. Vos
spiaes. mas nos espiamos. Paris, com o
raio na mo e o dedo no gatilho, vela e
olha para o horisonte. Vamos, atacai.
Sahi da sombra. Mostra-vos. Acabarara
i s facis xitos. Comega o corpo a corpo.
Agora a victoria exigir um pooco de im
prudencia. Er preciso renunciar a esta
goerra de invisiveis, a esta guerra distan-
cia, a esta guerra s escondidas em que vos
nos malaes sem que tenhamos a honra de
vos conhecer.
Vamos ver finalmente a verdadeira ba-
talba. Acabaram as malangas '- de um
lado. J nao nos commanda a imbecilidade.
Ides ter qne medir-vos com o grande sol-
dado que se cbamava a Galia, no tempo
em que vos eris os Borussas, e hoje que
se chama a Franga qnando sois Vndalos.
A Franga miles magntts. dizia Cesar ;
soldado de Deus, dizia Shakspeare.
Gaerra pois, e guerra franca, goerra
leal, guerra terrivel. Pedimo-vo-la, pro-
mettovo la. A gloriosa Franca deixa aug-
mentar voluntariamente os seus inimigos.
Mas poder acontecer que no fim de todo
que o que chamavamos babilidade de M >-
Itke, nao fosse outra cousa seno a inepcia
de Le Bof. Vamos ver.
Tendes dous recursos qoe causaro cer-
tamente a admirago da Europa :
Esfomear Paris.
Bombardear Paris.
Andai. Esperamos os vossos projectis.
E olhai. rei da Prnssia. se urna das vossas
bombas cahir sobre a minha- casa, isso pro-
var urna cousa. qoe nao sou Pindaro,
mas qoe nao sois Alejandre.
Attribaem-vos, prussianos, outro pro-
jecto. Seria cercar Paris sem o atacar, e
reservar toda a vossa bravura contra as
nossas cidades sem defeza, contra as nos
sas villas, contra as nossas Ideias.
Vos arromareis heroicamente essas por-
tas abertas, e installar-vos-heis all, inti-
mando os vossos captivos, com o arcabuz
em punho, a pagar-vos resgate. J se vio
isto na Idade Media, ve-se anda as ca-
vernas. A civilisago assistiria a um ban-
ditismo gigantesco. Ver-se-hia isto : um
povo roubando ootro povo. NSo nao
acreditamos n'isso. A Prnssia atacar Paris,
mas a Allemanha nao ronbar as aldeias.
llavera o assassinato, o roobo nao : acre-
ditamos na honra dos povos.
Atacai Paris, prussianos, bloqueai, cer-
cai, bombardeai.
Esperimentai.
Durante a experiencia vira o invern.
E a Franca.
O invern, isto a nev, a chova, a
geada, o gelo. A Franga, isto a chama.
Paris deffender-se-ha enrgicamente.
Ao fogo todos cidados D'ora avante
nio ba seno a Franga aqni e a Prossia
acola. E' esta a suprema urgencia. Qnal
a questio de hoje ? combater. E a de
amanha ? vencer. E a de todos os das ?
morrer. Uniio e unidade. Os aggravos,
os resentimentos, os rancores. os odios
laogai ludo ao vento.
Que essas trevas desapparegam com o
fumo dos canhoes. Amemo-nos para lutar
juntos. Todos temos os mesmos mereci-
mentos. Houve proscriptos ? NSo me re-
cord. Algaem estove no exilia t Igno-
ro-o. J nao ha personalidades, nem am-
biges ; nao ba seno a salvago publica.
Sejamos um s francez, um s parisin,
se, um s corago ; ora s cidado. que
sois vos, que sou eu, que somos nos todos-
Onde fr a brecha estaro os nossos peitos.
Resistencia hoje ; liberdade amanhj;
isso tudo. J nao somos carne, mas po-
dra. J nao sei o meu nome, chamo-roe
Patria I Fagamos frente ao inimigo Cha-
mamo-nos todos Franga, Paris, muralna !
Como vai ser bella a nossa cidade Qne
a Europa espere um espectulo impossivel;
que espere ver crescer Paris ; que espere
ver resplandecer a cidade extraordinaria !
Paris, que diverlio o mondo, vai ater-
ra-lo. N'este mgico ha um bere. esta
cidade de espirito tem genio ; quando ella
volta as costas a Tabariu, digna de Ho-
mero. Vai-se ver como Paris sabe mor-
rer. Ao por do sol, rtotre-Dame agonisan-
te tem urna alegra soberba.
O Pathon pergnnta a si proprio como
se ha de haver para receber sob as suas
abobadas todo esse povo qoe vai ter direito
sua cupola. A guarda sedentaria va-
lente ; a guarda movel intrpida: man-
cebos pelo rosto, velhos soldados pela sua
presenga. As cnangas cantam, misturadas
com os batalhes. E agora, que a Prussia
nos vai atacar, qoe se ve pelas ras doran-
te o fogo de melralha ? as moflieres sor-
rindo. O' Paris, tu coroaste de flores a
estatua de Strasburgo; a historia coroar-
te-ha de estrellas.
Paris, 2 de outubro.Vctor Hugo.
nm repelidos pera alm de Stains, de Pier-
refltte, deDogoy.
Ao ste, ti lhes retomda Broligny, Jotu-
ville-le-Pont, Creteil. planicie d'Avrou.
Ao sudoeste, foilhes tomado Bras*ea-
don e Saint-Cload, seado repellido al
Verstiles.
Sabem agora qaaoto vale am povo reao-
!nto, que qoer salvar a sua honra e as tan
mas precKjinstitQJcBes.
Dizia-vos eu ba poocos das : Pans
nexpognavel. Eil-o agora investiodo. To
admiraveis exemplos nSo podem deirar in-
senciveis os departamentos. Redobremos
todos em trabalho e energa. Certos de
que Paris far d'ora avante o sea dever at
ao fim, fagamos tambem o nosso.
Viva Paris Viva a Franca I Viva a re-
publica !
O membro do governo da defensa nacio-
nal, ministro do interior e da goerra.
Len Gambetta.
Machinas de destruico.
O Peuple Franfais d a lista das machi-
nas de destroigo apresentadas at agora i
commisso de engeohana civil, qoe se re-
ne no conservatorio das artes e oficios.
Sao : a metralhadora Montigny, qoe ar-
remega 481 bailas por minuto (a metralha-
dora chamada de Mendon. s arremeta 155).
Foi approvada. e irata-se de fabricar gran-
de numero dellas.
A metralhadora Morkleeberg. metralha-
dora porttil, arremega 250 bailas por mi-
nuto.
A nuttralhadora Ditrand (anda em ex-
periencia) ; a plvora substituida pelo va-
por, e pode laucar distancia de 400 me-
tros, U bailas pur segundo, isto 3760 por
minuto.
As fontal Mnnestrot, oboxes aperfeicoa-
dos, cada um dos quaes pode por mil im-
migos fora de combate.
As bomlias incendiarias, de Giodin, para
serem (angadas por balos especiaes; sao
destioadas a destruir as maniges e aper-
cebimentos do inimigo,
As bombos asphyxiantes: teem a singo-
lar propriedade de adormentar durante al-
gumas boras, n'uma circurafereaeia bastante
extensa, as pessoas que nao mataram. (Ap-
provadas pela commMsao.)
O foguete Salan, que pode por fogo a om
corpo d eexercito, as distancia de qoatro
a cinco kilmetros.
O fogo grgeoix do Sr. Beaume : botabas
incendiarias que qneimam e devoram todo
que encontram. sem qoe seja possivel apa-
gal-as. Podem ser arremessadas de gran-
des distancias.
As minas explosivas, de Dicheim. qae
podem fazer ir pelos ares, a moita distancia,
regimentos inteiros.
Os torpedo suhterrantos, qoe arreoMcaai
os projectis muito espadaados a altara
d'um homem, e po lera, n'algnns segundos,
dedestrogar batalhes.
Faltam nesta nomenclatura as Uoternetas
fabricadas pela casa Gail, e qoe serveai pan
carregar canbes em vez de baila; falla ali
tambem ama machina bastante dastraidara.
de invengo americana, qoe foi experi
da ltimamente no polygono de Viacei
em presenga do general Vi noy, e da
commisso scienlifica.
Carta da ex-imperatriz Engoma asen
marido Napoko 111, achada as TuBt-
rios.
No Nilo, a bordo da Imperatriz, 27 de
outubro de 1869.
Meu querido Luiz.Escrevo-te de caaav-
nho... no Nilo Se te dissesse qoe bavia
aqu nm ar frese nao seria absolutaaeeate
exacto, mas o calor sopportavel. porque
ba viracio, mas ao sol outra cousa.
De resto pelo telegra ho te noticio o os
tado da atmospaera. Tenho todos os dia
noticias tuas e d > Luiz pelo tel-grapju :
maravilboso e bem agradavel para nm.
pois que sempre estoa com o coraco pre-
so ierra querida, por este lio qoe m
liga a todas minhas affeiroes.
Estava bem afflicta com o dia de keo-
tem, e de te achares em Pars soa aaim ,
mas tudo correu bem, segando vejo pela
despacho. Quando se vem os outros po-
vos, melhor3e aprecia a injustiga do nosso.
Pens, apezar de tudo, que mistar nao
desanimar, e seguir a senda qoe inaogaraa-
te, a boa f oas concesses ama cousa
boa : espero pois que o tea discurso sari
neste sentido : quanto maior necessidade
houver de forga mais tarde, tanto mais coa-
vira mostrar ao paiz qae se tem ideas, a
nao expedientes.
Estou muito longe, e desde a miaba
partida ignoro o qne se passa para fallar
assim ; mas estou inteiramente convencida
que a coaeptencia (suite) as ideas a
verdadeira forga, e ea nio gosto dos gol-
pes de estado facoups), e estou persuadida
qae nSo podem fazer-se duas vezes ao ases-
ino reinado : fallo a torio e a direito por
que prego a quem sab9 mais do qoe aa
l'.' porem mister dizer alguma cousa.qaaa-
do mais nao seja seno para provar o que
tu sabes, qae o mea corceo est com am-
bos vos, e se nos das tranquillos bmu
espirito vagabundo se compraz ea
cer ao longe, nos das inquieto* e
s gosto de me achar a vosso lado.
Esta carta foi escripia quando
vara em Pari> os tumuios, e o
comega va a faier concesses.
Note-se como a imperatriz dizia qae
golpes d'estado eram impossiveis n'um rei-
nado ; seria qoe o imperador peosaaaa j
n'outro golpe d'estado ?
^
Proclamaco do governo da defeza nacio-
nal franceza, afftxada em Tours.
Cidados de Tours.
E' com indizivel expresso de alegra qne
me dou pressa em levar ao vosso conbeci
monto as fortifleadoras noticias qne nos
chegara de Paris, vindas pelo balo que no
da 12 parti da capital.
Em Paris o povo, cada vez mais heroico,
prepara a salvago da Franca, pela ordem
admiravel que mantem na cidade. pelas pri-
vagoes qoe alegremente se impe ; porque
pormenor que nada tem de vulgar na
grandeza da stuagio em que estamos
pela carne de cavallo que elle principia o
assedio, reservando para os ltimos das os
rehanhos de gado.
Impaciente por traz das suas mcralbas,
a guarda nacional quiz marchar para o ini-
migo. Eis o boletim da sna primeira vic-
toria:
Em toda a circunferencia foram prussia-
nos desalojados de posteos que occopavam
ha, vi a tres semanas.
Ao norte, nadireccio de Saint DenU, to-
Despacho telegraphico do ni da
O rei da Prussia dirigi do sea
general em Versalhes rainha Angosta
Hamborgo, o seguinte telegrama, 4
de 12 de outubro.
Hontemo general von de
orna batalha victoriosa.
t A divisio 22.' derrotoo l
"I
te o exercito do L re, e fizara ea
1:000 prisioneiros. A batalha dt
as nove horas e meiada manhia alela 7
tarde, e foi dada em terreno moito
broso.
t Orlees foi tomado ao anoaUoer
inimigo retirou-se para detrs do Lnara,
c As perdasdos francezes foraa
As nossas er e qoe
Ainda nio ha pormenores.
A participacao, que sobre a
talba, d o gei>eral o
corpo do exercito franez aa
gaerra em Tours, com data de i 2. a aa-
guiote:
TYP, 00 WAIUO-HOJI l>vi
2


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2EXPOB61_0Y6RBM INGEST_TIME 2013-09-14T01:02:48Z PACKAGE AA00011611_12261
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES