Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12260


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Full Text
^MHMMMHB
mo m. mu m

FAHA A CAPITAL I LKAUS MM M Mftpi MU*
Por ti#a meses adiantatfos........
)Por sfeis ditos idem......., [
tor un aeno idein......
C*iia mumero avuiao....
A 9 A.
0 Sn. Geranio Antonio Alvea Filfaoa. no Para ; Gonealves 4 Pinto, no Maranhao ; JoaqojnWos de Oreira, no t>ar ;
Pereira d'Almeida, em Mamaognape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parihvba ; Antoni Joeo
^^^^^^ em Nazaretb ; Francisco Tararea da Coala, em Alagoas; Dr. Jote

'Vi
tr
SEXTA FEIRA II QE NOVEMBRO DE 1870.
PAIA DOTEO E FOBA DA PH0VHCIA.
Por tres mezes adiantado..........
Por aeis ditoa dem.................
Por nove ditos idea................
Por nm anno idea
Manoel
W7
*3*800
aojtsfo
71000
Wa de Faria & Rlhos.
H| de Le Br*a, no Aracalr ; Jlo Mara Jolio Chaves, no Asan ; Antonio Marqnes da Silva, no Nata]; Jos Jostin*
nayiUa da Peana; Betarmino dos Santos Blelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
\n*,p Babia ; e Jos Ribeiro Gasparisho no Rio de Janeiro.
parte orncm.
Gorcruo da provincia
~\ KD1ENTK ASSIONV00 PEI.O SR. DQ. ELIAS FRRDG-
RICO BB Al.MFIDA K \I.MOUBHQI:k SECBKTABIO
I.NTBIIMO, EM 18 DE JU.NHO DR 1870.
1* SCCCS.
N. 553. Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das arma?.O Exm. Sr. viee-presidente da
provincia expodintto as convenientes ordens, nao
s para que sejam ajustada contas, e se passe
gata de soeeorri nenie aos offleiaes e pracas de
prel prsonoiros paraguayos constante da r'elaco
n. 1, anuexa ao otDcio de V. Etc. de 17 do cor-
rete sob n. 326, mas lambem para que es mes-
mis p-isioneires sejim conduzulos a corte, no va-
por Ainos, assim o m.inda enmmunicar a V. Exc.
em resposta ao citado offlein.
2* seccao.
N. 531. Offlcio ao Dr. Joaquim Jos de Miran-
da. O Exm. Sr. viee-presidente da provincia
manda acensar o recebimento do offlcio de V. S.
de hontem datado em que participa ter nessa data
assumido o exereici > ao cargo de jan municipal
da i' vara no impedimento do effectivi.
3* seccao.
N. 555.Offlcio ao ehef* da reoarticio das obras
publicas.S. Exc. o Sr. viee-presidente da pro-
vincia manda declarar a V S. para sen conhec-
uiento que nesta data expeda a conveniente or-
den) ao inspector do arsenal de marinha, no sen-
tido de ser substituida por ontra abalieira que se
aeba na pona do Caxang e augmentada a res-
pectiva iripolacao.
4" secfio.
N. 556 Offlcio ao engenheiro fiscal da estrada
de ferro do Recite S. Krancijco. S. Exc. o Sr.
ce-presidente da provincia, manda communicar
a V. S. para sen conhecimento qae nesia data or-
diraou ao chefe da reparticao das obras pablieas,
a mandar exeeutar com a possivel brevidade o
cairamente eomprehendido entre a rna das Cineo-
Pontas e o portao da estacio do mesmo norae, vis-
to ser de utilidade esse melhoramtnto.
EXFEDIBNTg ASSIONaDO PgLO BXM. SR. DESEMBARGA-
DO* FRANCISCO DE ASSIS PEREIBA ROCHA, VICE-PRE-
SIDENTE DA PROVINCIA, EM 40 DB HJNHO DE 1870.
1* eccio
N. 557.Offlcio ao inspector do arsenal de ma-
rraba.Aehando-se promoto no arsenal di guerra
o novo mastro para a bandeira do f jrte do Bura-
co, reeommendo a V. S. *|ue providencie de modo
a que seja o referido mastro para ali conduzido e
collocado no Ingar competente, como solicitou o
brigadeiro conmandanto das armas era offlcio de
48 do corrente sob n. 320.
N. 558.Dito ao director do arsenal de guer-
ra. De conformidade com a requi ral commandante das armas, em offlcio de 18 des-
te raez sob o. 3!9, mande Vmc. couduzir do quar-
tel das Cineo-Pontas para o daauelle commando,
onde deve ficar depositado o archivo do extracto
corpo n. ."{0 de voluntarios da patria, que se acha
acondeciouado em un caixo, devendo Vmc. fazer
despeza necossaria com semelhaoie transporte
; enviar conla para ser satisfeita pela thesouraria
de fazenda.
N\ 559Dito
a V. S. para seu conhecimento e devida execucao
nao s a lei provincial n. 933.de 17 do crrante,
.nastambom a deliberarlo desla data pela qual
resolv abrir um crdito supplementar na impor-
tancia de 37:432*370 ao arL 18 *> da lei do or-
tamento vigente comame da mencionada ddibe-
r;icao.
N. 571.Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. para
os fins convenientes o pret junto era duplcala do
destacamento da guarda nacional existente em
Agua-Preta, correspondente ao mez de abril ulti-
mo, com o competente visto do cararaandante su
perior mermo, fleando assim satisfeito a exigencia
comida em seu offlcio do 27 de maio prximo An-
do sob n. 330.
N. 372.Dito ao chele da reparticao das obras
publicas.Ctncedo a autorisacao que pedio Jos
Al ves da Silva Guimares proprietario das casa?
que est edificando na ra Forraosa, para cons-
truir um cano em uraa dellas a ligar-ss com o do
esgoto da cidade, alira de dar sabLa as aguas plu-
vias. mjeiaiido-se elle a assignar um termo nessa
reparticao como se lem feito a outros em idnticas
circunstancias.
N. 573.Dito ao mejma.Dovolvo a V. S. para
seu conhecimento que nesta data exped a conve-
niente ordem a thesouraria provincial para man-
dar por era praca a obra de 723 metros crranles
de empedraraento no 5" lanoo da estrada lo sal de
conformidade cora o orcafneoto que veio annexo
ao sen oflkio de 13 do corrente sob n. 159.
N. 374. Portara O vice-presidente da provin-
cia resolve de conformidade com o artigo nnico da
le provioml n. 933 de 17 do corrente, abrir um
crdito supplementar na importancia de........
37:4324370 ao art. 18 2- da lei do orcaraento
vigente.
4." scelo.
N. 575 Portara os Sfs. agentes da compaaha
Brasileira de Paqaetes a Vapor.Reeommendo
aos Srs. agentes da companhia Brasileira de Pa
quetes a Vapor, que faeaoi desembarcar do vapor
Annos, quando regressar do norte e recolher ao
arsenal de guerra os 10 voluntes contendo calcas
de brim e matas de la, qae se destinara a provincia
do Rio-Grande do Norte os quaes vieram da corte
no referido vapor e deixaram de desembarcar
quando por aqu passou.
N. 576.Dito ao gerente da companha Parnam
bucana.O Sr. gerente da companha Pernamba
cana mande por a disposicao do vgario Antonio
Jos Firmino Novaes at Penedo 3 passagens de
estado, sendo 2 r e 1 a proa no vapor que se-
guir para o suL
S. 577.Dito ao mesmo. O Sr. gerente da
companha Pernambucaua mande dar transporte
para Sergipe por conta do ministerio da guerra no
ao mesmo.- Tendo nesta data re-
commendado aos agentes da companliia Brasileira
da Paquetes a Vapor, que facara desembarcar do
vapor Arinos que se e esse arsenal os 10 volumes conteni calcas de
brim e mantas de lai que se destinara ao Rio
Grande do Norie; assim ocommunico a Vmc. para
u conhecimento.
2." seceso.
N. 560.Offlcio ac commandante superior do
Agua-Preta e Itarreiros.Tendo por deliberaclo
desla data concedido ao tenente da 8* companha
do batalho 45o sob seu commando superior Ber
nardno de Senna W'anderley passa^om para a
vaga dosse posto existente na I* companha do
mesmo batalhai. assim o communico a V. S. para
seu conhecimento e direc o.
N. 561.Dito ao commandante superior da Boa
Vista. Informe V. S em termo breve se convm
"3 ni a creaoi de mais 4 companhias pira o
batalho 47" da' guarda nacional sob seu comman-
do superior, como propoe o respectivo comman-
dante em offlcio de 9 de maio ultimo incluso por
cipia.
V 562.Dito ao mesmo.Preste V. S. em termo
breve a sua informacao nao s acerca dos oflbaes
do batalho 47 constantes do mappa incluso, que
nao esto juramentados e lardados, segundo re-
presentou-me o respectivo commandante em offlcio
de 9 de maio ultimo, mas lambem sobre a inclusa
proposta que me sera devolvida qnanto antes com
o referido mappa para preenchimento das vagas
existentes no mencionado batalho.
N. 563.Dito ao mesmo.Trausralto a V. S. a
inclusa proposla orgmisada pelo tenente-coronel
commandante do baialho 47 sob o seu comman-
do superior, afim de que V. S. dando sobre a mes-
mo proposta a sua informacao na forma do art. 48
da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850, ra'a
devolva quantos antes.
N. 564.PortaraO vice-presidente da pro-
vincia attendendo ao que requeren o lente da 8*
corapanhia do bitajlio 45 do municipio de Bar-
reros, Bernardino de Senna Wanderley e ao que
a respeito ioformou o respectivo commandante
superior interino em offlcio do 6 resolve conce-
der-lhe passagem para a vaga des-se posto exis
tente na 1" companha ao referido batalho.
N. 565.Dita. O viee-presidente da provincia
attendendo ao que Ibe requeren o juiz municipal e
orphos do termo de Ipojuea bacharel Joo Bapts-
ta de Siqueira Gavalcante resolve eonceder-lho
mais 13 dias de lcenca com ordenado na forma
da lei para tratar de sua san Je.
3.* seccao.
N. 566.Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Transmuto a V. S. para seu conheci-
mento a inclusa ordem era duplcate sob n. 720,
expedida pela reparticao do ajudante general.
N. 567.Dito ao mesmo.Remello a V. S. a
folha relaco nominal e pret juntos era duplcate,
pnmeiro vapor que pira ali seguir ao anspecado
Manoel Bspo da Silva.
O PED ENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDE-
RICO DE AI..M.-I0A E ALBUQU8ROUE, SECRETARIO DO
COVgRNO, EM 20 DE JUNHO DE 1870.
Ia seccao.
n. 578.Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
dante das ai mas.De ordem de S. Exc. o Sr. vi-
ce-presidente da provincia, declaro era resposta
ao seu oflijio de 18 do corrente, sob n. 328, que
tica expedida a conveniente ordera ao inspector
do arsenal de marinha para fazer conduzir do ar-
senal de guerra e collocar no respectivo lugar, o
mastro do forie do Buraco, como V. Exc. solicita
no citado offlcio.
2.a seccao.
H. 579.Offlcio ao Dr. chefe de polica.O
Exm. Sr. vice-presidenie da provincia, manda de-
clarar em resposta ao offlcio de V. S. de 11 do ca-
rente, sob n. 873, que segundo participou o com-
mandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio d3 Nazareth, em offlcio de 5 desle mez,
no da 1." do dilo mez, fora dissolvido de confor-
midade com as ordens desta presidencia o desta-
camento da guarda nacional existente na ciJade
la neile nomo.
N. 580.Dito ao conmaadante superior da guar-
da nacional de Palmare?.De ordem de S. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia, communico a V.
S. para seu conhecimento, que nesta data expedio
a conveniente ordem a tliesouraria pnvlncial,para
mandar pagir os veucmentos do destacamento da
guarda nacional existente no povoado dos Montos,
relativos ao mez de maio ultimo.
N. 581. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Tacaral.De orlcm do Exm.
Sr. vice-presidente da provincia, commuoico a V.
S. para o seu conhecimento, que nesta data auto
risou-se a thesouraria de fazenda a mandar pagar
a Flavo Goncalves de Lima, os venciraenlos do
offlcal e pracas da guarda nacional destacadas
nessa villa, relativos ao raez de raaio ultimo.
N. 5^2.Dito ao promotor publico de Olinda.
Sua Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, man-
da declarar a V S., que ficou inteirado de quanto
Ihe expoz, em seu offlcio de 15 do corrente, quan-
to ao processo mandado instaurar por portara de
16 do mez (indo.
3* seccao.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 27 de oulubro de 1870.Illm. e
Exm. Sr.Accuso o recebimento do offlcio do an-
tecessor de V. Exc. de 21 de setembro ultimo,
relativamente a urna proposta de offleiaes, organi-
sada pelo tenente coronel commandante oo bata-
lho n. 23 da guarda nacional, com a qual nao
concordara o respectivo commandante superior,
que subraetteu-a approvacao dessa presidencia
acompaohada de urna outra, em que eram subs-
tituidos alguos dos individuos apresentado pelo re
ferido teoeote-eoronel.
Em resposta declaro a V. Exc. que bem proee-
deu seu antecessor deixando de resolver a tal res-
peito, visto como, dispondo o art. 48 da lei de 19
de setembro de 1850, que a nomeacao de offleiaes
subalternos seja feita sobre proposta dos comman-
dantes dos cornos, e o aviso de 4 de Janeiro de
1835, que tees propostes podem ser regeitedas.
mas nao alteradas, deviao commandante superior
se nao concordava com o qae Ihe fora aprsenla
do, devolye la para ser substituida, mas nunca al-
tera-la indicando outros individuos.
Deus guarde a V. ExcBaro das Tees Bar
J.'o Joaquim de Albujutirqoe. Ao Sr. cfM-
mandante das armas para infirmar.
Joi Joaquim de Siqueira TarVjo.Sabstati
despacho de 20 de tetembro Modo.
Juo Mara de Medeiros. t- informe o Sr. enge-
nheiro ebefe da reparticao das obras pablieas.
Lonrenco de Menezes Cvsneiro Bandeira de
Mello Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
Manoel Seaino de Albuquerqu > Maranhao.In-
forme o Sr. director geral da instruccao pu-
blica.
Padre SimSo t Azevedo Campos. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Vicente Ferreira da Costa.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Vicente Hay mundo de Siqueira.Passe.
Padre Antonio Domingues de Vasconeelios Ar-
gao.Por ora nao tem lugar o qoe reqoer.
Alteres Antonio Deoclecio Gjnzaga. Prejudi-
cado.
Antonio Pedro da Silva. Nesta data se expe-
dem ordens para ser o supplicante erapossado.
Irmandade de Nossa Senhora da Luz, recia na
igreja de S. Jos de Riba-marFieam expedidas
as con .'ententes ordens no sentido do que reqoer
a supplicante.
Padre Jo< Vas Gaetures. A lei do oresmento
vigente nao eoosignou fundos para a obra de qae
trata o supplicante.
Capiiao Luiz Ferreira Bandeira de Mello.Fica
expedida a conveniente ordem no sentido em que
requer o supplicante.
Silvino Claudino de Albuquerque Sobreira.=
Requeira ao Sr. inspector da thesouraria de fazen
da, que competente para deferir.
Severiano Monteiro Leite.Indeferido.
'os os rneios de tranaporle. A conse-
raeviiavel disto ser que centenares de
Antonio Caetano de 01 veira Coragem. D-se
baixa.
.que me transmitiio o commandante superior do | ras.Sr. presidente da provincia de Pernambuco
municipio de Taearat em offlcio de 4 do corrente
para que depois de liquidados mande p gar a Fia-
vio Goncalves Lima para isso autorisado, os venci-
mantos do flicial e pracas da guarda nacional
fistacados naiuella villa relativos ao mez de maio
nltimo.
N. 568.Dito ao inspertor da thesouraria pro-
vincial.Tendo por deliberara) de 27 de raaio
intimo mandar encampar a obra de 724 metros
correntes de empedraraento no 5* lanco da estrada
do sal, arrematados por Feliciano Marques Vianna
e convindo na forma do art. 76 do regularaento'da
reparticao das obras publicas que seja ella con-
cluida, por nova arremataco, reeommendo a V. $.
para qae seja a dita obra posta em praca, de con-
formidade com o orcaraento junto por copia na
importancia de 2:856* que me remellen o chefe
daquella reparticao em ofllcio de 13 do correte
sob n. 159.
N. 569.Dito ao mesmo.Providencie V. S
para que depois de liquidados o pret nominal jun-
to era duplcala que roe remetleu o commandante
superior do municipio de Palmares com offlcio de
17 do corrente. mando pagar os vencimentos do
destacaraeuio da guarda nacional existente no po-
voado dos Montes relativos ao mez de maie ultimo
na importancia de 88*660, devendo essa quantia
ser ewregue a Raymundo Pereira de Sequeira
P"J l";i,nd'9ado no C'tedo offlcio.
n. 5/0.-um ao mesmo.Transmuto por copia
8 de novembro de 1870.Diogo Velho.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIAS BOS DIA3
3 E 4 DE NOVEMBRO DE 1870.
Antonio Jos Rodrigues dos Cateas.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Antonio Pedro da Silva.A thesouraria de fa-
zenda com offlcio desta data.
Agostiono Daniel da S.Informe o Sr. com-
mandante das armas.
Bario do Livramento. Ao Sr. inspector da
thesouraria provincial, para mandar pagar em
termos.
Corapanhia Saqta Thereza.Fica approvado o
plano de que se trata.
Corapanhia Pernambueana. Satisfaca a sup-
plicante o que exige a thesouraria de fazenda.
Cryspiniano Buarque de Maeedo. Informa e
Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas.
Candida Baptlsta de Azevedo Maia.Concedo a
licenca pedida, pag03 os direitos naeionaes, e sen-
do a supplicante obrigada a apresentar na thesou-
raria de fazenda o titulo do terreno de que se
traa.
Bacharel Francisco Lins Caldas. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Padre Jos Vaz Gaetures. -, Fjea expedida a
cooveoiente ordem.
Alteres Antonio de Hellanda Albuquerque Ma-
ranhao. !nf ,/rrae o Sr. commandante superior da
guarda nacioml do municipio de Nazareth.
Padre Canillo de Mendonea. Jume o suppli-
cante a portara do ordinario', concedendo a lcen-
ca de que trata, alim de nella se Uncar o enra-
pra-se desta presidencia.
Joo Baptista Ferro. Certifiqese o que
constar.
Engenheiro Joo Bezerra de Mello. Informe o
Sr. engenheiro chefe da reparticao das obras pu-
blicas.
Teaeate Jo? Ignacio Ribeiro Roma.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, onvindo
o daalfandega.
Jos Policarpo de Freitas Jnior. Informe o
Sr. juiz de direito da comarca de Garanhuns. ou-
vindo previamente o respectivo juiz mnnieipal so-
bre o que requer o snpplicante.
D. Leonor Carolina de Vasconeelios Borges
Leal.Iodeferido.
Manoel Jos Dantas. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Manoel Antonio Ferreira Braga. Dirjase a
thesouraria provincial, a quera se expede ordom
oo sentido que reqoer o supplicante.
Wilsora 4 Helte.O pagamento requerido de-
pende de deciso do governo imperial, aguarde-a
o supplicante.
Zeferrao Muniz Salgado.Conceda em termos.
OIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE.1I DE NOVEMBRO DE 1870.
Importantes noticias da Europa
Chegou hontem, as 2 horas da tarde, o vapor
francez Sindh, com datas: de Londres 28 e de Lis-
boa 29 do passado.
As ultimas noticias confirman! o boato de estar
combinado entre a Prussia e a Franga um arms-
ticio de alguns da?, para durante elles se tratar da
paz.
Este resultado devido aos esforcos combinados
da Austria e Italia ; assegurando se que a Russia,
sem annuir a um esforco combinado das poten-
cias, resolver trabalhar isoladamente no mesmo
sentido.
Diz se que durante o armstieio ser interrum-
pido o cerco de Paris era alguns pontos, podendo
nesle ntervalloa cidade abastecer-se conveniente-
mente, mas at a ultima hora anda eram ignora-
das as c. ndicoes impostas.
Parece que este faci o resultado da mssao
secreta que levou o Sr. Thiers a Londres, S. Pe-
tersburgo, Vienna e Florenfa.
No da 10 de oulubro havia o conde de Bis-
mark dirigido s cortes europeas um memorn-
dum que iranscriplo pelo Times, e era concebi-
do nos seguales termos :
c Os termos do arm-ticio comraunicado ao Sr.
Julio Favre e destinado a ea-aiar urna tentativa
para o restabeleciraeulo da ordem em Franca, fo-
ram ropellidos por elle e pelos seus collegas, que
resolvern) o proseguinento de urna lula que de-
pois do que se ha passado deve ser considerada
sem esperanca para a nacao fraoceza..
De?de que foram repellidas as nossas condi-
coes, toda a probabilidade de triurapho que a
Franca poda ter nesta perniciosa guerra, deve ter
diminuido consideravelmente.
Toul e Strasburgo suceumbram, Pars est
aperladamente cercada, o as tropas allemas pene-
traram no Loire. As torcas consideraveis reti-
radas pelas duas pracas fortes conquistadas esto
hvres, jpara seren empregr-das n'outra dreceo.
A Franca lera que soflrer as consequeucias da re-
soluto tomada pelos seus chefe?, de prosesuir
n urna luta a todo o trance. *
Os seus sacrificios augraentaro intilmente
e a destruicao do seu systema focal lera que ser
inevtavel.
O general do exercito allemo sent a sua
impossibilidade de evitar isto, mas prev clara-
mente os resultados da resistencia inconsiderada-
mente decidida pelos chefes da Franca, eju'ga ne-
cessario chamar a attenco sobre um ponto par-
ticularmente : sobre o estado de Pars. Os dous
encoatros mais importantes diante d- capital os
de 19 e 30 de setembro, em que a porcao mais
efflcaz das tortas do inimigo nao logrou nem re-
pelhr sequer a linha do frente das tropa ado-
ras, justificara a convieco de que Paris suecura-
bira tarde ou cedo.
No caso de que o governo provisorio adi a
capitulacao at que as faltas de provisoes obngue
a reoder-se, as conseqaencias serio terrveis. A
absurda destruicao de camrahos de ferro pontes
e eanaes, dentro de certa distancia 'de Paris nao
deteve por um s momento a marcha dos exerci-
los allemes e todas as coramunicacoes por trra
e agua necessaras para o nosso fim, foram resta-
blecidas em periodo omito curto. Mas nicamen-
te recompozeraos o que neeessitavaraos para
os fins militares a que nos propozeramos, e com
tudo Oca destruido o bastante para interromper a
fcil cbmmunicacao entre a capital e as provincias
por muito lempo.
t O general era chefe allemo, no caso mencio-
nado, encontrar absoluta impossibilidade em sur-
tir de vveres urna populacio de dous milhoes sp-
proximadamente nem por um s da. Nem os ar-
redores de Paris em distanaia de alguns dias po-
dero proporcionar meios alguns de socorrer Pa-
ris, sendo iodlspensavel tudo quanto ha nelles
para as tropa,
Nao poderemos tambem transportar d'alli
urna parte da povoaco pelos cam.iQb.os, carecen-
de pessoai nao tero que comer,
eres francezes nao poderao ver isto me-
mento qne n*. Nc-s ? podemos fazer a
que nos obrgaram ; mas os que dio lu-
* la\ extremas consequencia?, serio os res-
nsaveisw ellas..
um *0'c'*' ^e P"'3 poWicou a resposta do
wHo Favr. m que referindo-se conferencia
Ferrleres. o,z :
E bom qci a Franca saiba que a ambicio
russia m do limita conquista de duas das
ssas provineas :prosegue framente na obra
"u'k* dollossu aniquilamenlo. Offerecem-
a aeshonra, as a Franca repelle-a ; por isso
luorem punir tm a oorte. Eis a situacao.
l retiro os ^sos padecimentos e os nossos
'gos a ambiciolnflexivel e cruel do nosso mi
gn. A Franca Vnctda ficaria anda lio grande
seu infortunio, oje seria alvo da admiracio e
mp imado mando inteiro.
A Franca tinha njvez necessidade'de urna pro-
cao suprema.
| A Fronda sahir relia transllgurada I
l. provavel que duianie o armstieio se convo-
em as consiituintes, chamando o povo a pro-
nciar-se sobre a fonna de governo, e consl
indo-se nm governo lefei que possa dar garan-
s aos allemes sobro o cumprimento do tra-
do de paz que se combina.
jOSr. Tniers, de volta la saa digresso, diri-
)-se a Tours, e depois o\ varias conferencias
*>m os delegados do governo de defeza nacional,
a/eoja Trente se acha o Sr. lr*ra Paris.
O governo havia resoirido, en vista do bloquoio
le Pars, adiar as eleicSes murfeipaes, que esu-
fam destinadas para o da 16 Mviam de proeelnr as eleiodes para as eonsti
torales. O Sr. Gambelta, quanto sahio de Paris
m ura balo eje dirigi para Toui#, foi portador
f o decreto qne fez publicar.
Esta resoloeao do goveroo nao gndou ao par-
ado de aoco citado por Floureus, redactor da
roirja em perito fez nraa manifestaca na praca
do Hotel de Ville, apparecendo duas a tres rail
pessoas.
Nio honre tentativa algama para |enetrar na
asa da cmara, e quando appareceu o general
Trochu acompanbado pelo sen estado maior foi
inoito vlctoriado. A manifesucio abortou.
O Sr. Rochefort, que Flouroes quera obrigar a
edir a sua demisso para o attrahir ao sea par-
do, recusou a separar-se do governo, e o'uma
eatta dirigida ao Rappel assim o declarou
Floureus, chamado pelo governo. explcou e des-
culpou a saa altiude. De cincoenta offleiaes do
regiment de Floureus, ha 45 que o censurara.
Outro agitador Blanqui reuni o sea batelhio e
djclarou que elegessem chefe. E\ porm, duvi-
dosa a sua reeleicao, apezar d'este ter levantado
Ij-ibi menta a queslio de que era preciso optar
pela reaecio ou por elle.
O commandante Sapia foi entregue a consclho
"-w u-rra.
Os membros do corpo diplomtico existentes
em Pars dirigirn) as suas felicitaedes a Julio
Fayre pela attitude firme do governo, e pela
atttude por elle alcanzada sobre a anarchia, e
pelo excellente renorae que o incidente ha de dar
a repblica perante os estados da Europa.
Sahio tambem de Paris em um balo o conde
de Keratry, que depois de conferenciar era Tours
cora o Sr. Gambelta e outros delegados do gover-
no de diffesa nacional, se dirigi a toda a pressa
para Madrid, onde tem tido conlTerencas secretas
cora o general Prm e outros personagens impor-
tantes d'aquelle paiz.
Nao ha duvda que a sua misso v toda poli-
tica, asseverando uus qno se limita a combinar
urna mediar > pntre a Franca e a Allemanha,
para se tratar do armstieio e da' paz, assegurando
outros porem, que se dirige principalmente a
obter urna raterveuco armada da Hespanba na
Franca.
O qoe ln de positivo at sabida do paquete
de Lisbt, a confirmacao das negociarles para
o arm ticio, que sera preliminar do tractado de
paz, rr.as nio se sabem anda as condicSe d'elle.
O Jornal Official de Paris nega que o general
americano Burside tratasse de negociaco alguma
do armstieio ; diz porem, ser certo que aquelle
general conversara com alguns membros do go
verno provisorio, e dassnas palavras se deduzira
que as condi(0es do Sr. de Bismark, eram a-
raesmas que j apresentara ao Sr. Favre era Fer-
riares, e que apenas iulgava possivel um arm ti
ci de 48 horas para efeger a asscmbla constitu-
ate, ma3 excluindo do armstieio a praca de Metz,
nao concedendo a faculdade de abastecer Paris, e
pondo fra da eleicao a Alsacia c a Lorena.
Sao estas condicoes segunde se afJQrma que o
governo provisorio nao julgava aceitaveis.
Um telegramma de Londres falla na reuniio
de ura congresso para discutir as cundales da
paz.
A imprensa ingleza comeca a mostrar um
certo receto da preponderancia da Prussia na Ea-
ropa. Afflrmam qae a Framja nao hoje peri-
gosa, o que at mesmo seodo-lhe concedidas mais
largas condicoes de paz, nao poder por milito
lempo inquietar as potencias europeas, pelas dif-
fieuldades que ha de encontrar em se constituir
de novo, que era preciso, porem, apreseotar um
regulamento de guerra, que poderia ser garantido
pelas potencias neutras-, eque tivesse um ca-
rcter de perpetuidade, mas qu i para isso era
necessario que as snas condicoes fossem j usas
e moderadas.
Diz o Tim-s que o trumpho da Allemanha nao
o por mooo aigum no luieresse a* nooiuae ger-
mnica, pois um povo que se deixa embriagar
pela supremaca militar, e levado a calcar aos
ps a liberdade dos ouiros, fcil em sacrificar a
sua propria liberdade ao chefe que o levou a sua
paixo pelo podero.
Se a inglaterra achoi opportuna a occasiio
de interpdr a sua mediacao, porque entende
?ue as condicoes serio bem acceitas tanto pela
ranea como pela Prussia ; pois bem claramente
declarou o gabinete inglez que para inlerpr a sua
raed i a ci era necessario ter a certeza de que
seria bem rerebido.
Os ministros de todos os estados da Alle-
manha esto reunidos em Versalles papa toma-
ren) parte na conferencia para a paz. Dizera de
Londres que provavel que a iraperatriz Eu-
genia seja convidada para assislir em Versalles
conferencia.
Em quanto o armstieio nao proclamado con-
tinuara as operacSes militares, e por isso fazemos
ama resenha dos aeohtecimentos da ultima qnin-
zena.
-M) Moniteur Prussiano, n'ura artigo recente-
mente publicado acerca das difflcaldades qne detera
ob exercitos allemes era frente de Pars, confessa
qae a deffesa da capital est de posse de recursos
materiaes, e moraes imporlantissimos, os quaes,
uiilisados por um commandante enrgico e postes
em pratica sob o impulso de ama nica vontade,
fazem da tarefa qae est incumbida aos exercitos
allemes ama das mais difflceis que pode men-
cionar a historia da guerra.
Paris nio se pode considerar urna praca de
guerra, mas um imraenso campo fortificado, cora
todas as entradas cuberas de fortes, alguos dos
Juaes teem a importancia de fortalezas Indepeo-
enles, e outros como o de Monl-valerien, e os de
S. Dsniz, saa mais terriveU que mullas fortaleaaa.
A linha das mauvlhas. interiore* tero seio legoa?
QrBqaftcBcia, a linha dos fortes destacados
E2 ..'*11*' e alcance dos canhdes; efh-
^a a linha do Woqueio a urna ereumferenci
* lo leguas.
Para bloquear Pars, mais estreitaroente, seria
preciso um effectwo de tropas muito mais diffl-
cil de ser abastecido.
Segnndo um opoaealo publicad em PtvHBB
sobre a deffesa nanaal, os allemes leem no ter-
ritorio francez 720 mil homens assim divididos :
na Alsacia 60 mil bomens, sitiando Metz. Ver-
den, Pont Mousson e Nanev, 200 rail homens ;
guardando a linha das Ardeones Sedan, 20 mil
trnmens ; em Sedan e seus arredores 30 m no-
mens ; nos valles de Mame e Aube ; guardando a
Imha de Nancy, 60 mil homens; na linha de
Soissens, La.n e Bethel 50 mil homns; diante de
Pars entre o Alto e baiso Sena 1 mil homeBs,
entre o Mame e o baiso Sena 90 mil bomens ;
entre o Metz e o alto Sena 90 mil homens.
O governo de defesa nacional, para tFr do
exercito prussiano todo o abastecimento e assegu-
rar ao mesmo tempo a a hnentaij.ie do paiz, pro
bbio a sabida, reexpdi'tacao e transito de gados,
carnes, farinhas e ferragens.
Os fortes de Paris esli artilhados por 2i4t)
pe^as servidas aor 13 mil bomens; as provisoes- de
plvora excedem a tres milhOis de kiiogrammaa ;
cada pe?a tem 400 ou 500 tiro3.
Uraa correspondencia do Berlim referindo-se
ao cerco de Paris, diz que esta capital ser tomado
em breves dias.
Quando os allemies bajara reunido diante da
Paris todos os canhdes de cerco que julgam ne
cessarios para um ataque efflcaz romnero ora-
fogo terrivel e geral contra os fortes exteriores.
ram vantegens. repeHiado os allemes que otrd-
ram mnira gente.
Os fraocos-aiiradores em EpiJ bateram a.
avanc.ada prnssiana.
No da fizeram o franceies ama sortidi>.
oo Monte Valenen cora forcas consideraveis e com
^ilC*,-'_n?^*>r,ni* rf* n,, I"-
O forte do Mont-Valerien, ao O. de Pars ser o
primeiro que so atacar com toda a violencia. O
lado O. de Paris que s deffendido pelo dito for-
te indubilavelraenle o mais fraco. Tomado o
Mont- Valerien j nio pode mpedir-se qae as tro-
pas allemes passem o Sena por aquelle lado e
que dirijan) a sua destruidora artilharia contra
as fortiticaedes interiores, e Paris j exposto as
bombas incendiarias que ebegariam at o centro
da cidade estara perdida.
< Se o ataque contra o Mont-Valerien nao oo-
raecon anda, dentro do poneos dias coraecar.
Ale agora nao conversaran) as terriveis bocas de
fogo com a formosa capital da Franca, que se
gundo todas as apparencias nao ebegou a persna-
dir-se da sua desesperada situacao. Com a sua
costumada ligeiresa de carcter lludem-se os
infelzes habitantes julgando poder resistir aos
aguerridos, tenaies e adestrados soldados alle-
mes. Em breve despertaro fdas suas illusoes.
Os projectis allemies laocados com urna precisio
quasi mathemalica serio os priineiros que abririo
os olhos aos parisienses.
Urna proel amaco de Gambelta datada de 14
annuncia que a 12 o povo de Paris cada vez mais
cheio de enthusiasmo e impaciente por se ver de-
traz das muralhas, quiz marchar contra o inimigo,
e que conseguje urna victoria sobre toda a linha ;
que os prussianos haviam sido desalojados das
posices que octupavam ha tres semanas; do la-
do de S. Denis haviam sido repetlidos para alm
Stains, Picrrefite e Dugoy a E'ste havia-se reto-
mado Joinville, Creieil, Labohgny o o plateau de
Avron; que tambem haviam sido repenelos dos
bosques de Meudon e S, Cloud, e arremessados
para Versales.
Gambetla convidando os povos das provincias
a curaprirem com o seu dever, como Paris cum
pre com o seu, diz que < o inimigo sabe agora
quanto vale um povo resoluto e decidido a sal-
< var as suas inslituices e a sua honra, e ter-
mina com estas palavras : < Viva Paris! viva a
Franca viva a repblica
As noticias trazidas de Pars por Keratry que
d'alli sahio a 14, sio que no dia 13 houvera pe
quenos combates era Bagneux e Cnatillon com
xito; que o inimigo fora desalojado o soffrera
perdas consideraveis; que as bateras prus3ianas
firam desmontadas.
Os guardas movis de Cute d'Or e de Aube ti-
nham-se distinguido; as tropas francezas reentra-
ran) as suas linhas na melhor ordem e segundo
o plano previamente concertado.
O pilacio de S. Cloud fora incendiado.
Entretanto um despacho do quartel seneral do
rei da Prussia publicado pela Independencia Bel-
ga, diz que as tropas allemies oceupa-n actual-
mente as mesmas posices tomadas a 19 de setem-
bro em frente de Paris, negando assim a importan-
cia de victorias francezas.
Um telritframma de Londres de 15 diz que os
francezes foram repellidos na sorlida que fizeram
no da 14.
Os allemes o cuparam Epinal e ayancaran)
sobre Blois, Tours e Chateaudun.
Coraecava o bombardearaento de Soissons e de
Verduu.
Na manhia de 16 capitulou Salssons depois de
una corajosa deffensa durante um sitio de tres
semanas, e um activissimo bombardeamento de
quatro dias; os allemies fizeram quatro.
As noticias allemes explicam o alargaroento
do cerco, para facilitar o forrageamento, e a par
se for neessario, a marcha do corpa de exercito
do general Tann, depois de ter derrotado o exer-
cito francez do Loire, e oceupadas Orleans, e a
d'outro corpo de exer:ito composto de 30 mil ho-
mens que se dirigem sobre Itouen.
Um telegramma de Versalles datado de 11, d
noticia do chamado combate de Arthenay : o
corpo bavaro do commando do geueral Tann, e
as divisoes de cavallaria do principe Alberto e
t do conde Stolberg, derrotaran) no dia 10 urna
t divisio iniraiga prxima a Arlhonay, tomando-
Ihe 3 canhdes e dois mil prisioneiros. As
nossas perdas consistirn) aproximadamente em
t 110 ftomens. O inimigo completamente dis-
t perso. Continua a perseguido. Tomada ira-
f mediata de Or.eans.
t A divisio de cavallaria de Wembadpn repel-
t lio no mesmo dia 10, quatro mil guardas ino-
veis sobre o Eure prximo a Chernay ; estes
c ltimos tiveram grandes perdas. .
O exercito francez do Loire, consta de dez rail
homens de tropas regulares de infamara, tres
rail de cavallaria, quatro mil africanos, quatro mil
voluntarios, dous mil artilberos e uns trinta mo-
vis.
A sua derrota em Orleans foi seguida da occu
paci de Menes e de Angers, que conla os cami-
nhos de ferro do norte, dos do sul, solando assim
a Bretanha do resto da Franca.
Na Bretanha o elero prega urna cruzada contra
os bereges allemies.
O governo prussiano dea ordem ^ para raaudaF
fasilhar lodo o guerrilho que nio pertenca a
um corpo regular commandado por offleiaes.
O exercito de Loire retirou-se para o sal do
rio.
O general Laraotte Rouge foi demtlido, sendo
noraeado para o substituir o general Pala-
dine.
Os allemies tomarara Chatuaudun, depoisde 1
combate 10 horas cora os francos-atiradores e com
aguarda movel que fizeram heroica resistencia.
A guarnicao fraoceza do Neufbrisach fez no
dia 13 urna sorlida vantajosa surprehendendo os
alternis que foram obrigados a abandonar Heide-
ren o Vickolsheim.
NeufDrsach situada na margena esquerda do
RJ)eno a 15 kilmetros de Calmar.
No dia 18 houve, segundo noticias de Paris,
um ataque dos prussianos sobre o redacto de
Hiute-Brayeres e lorie de Diceire; a lucia foi
renhnda e durou tres horas; o frauoezes ganha-
torm repltidos para dentro do forte.
O rei Guilhero esteve presente no eombate
os allemes tomaran) duas pecas e cem prbio
neiros.
Os allemes tomaran) S. Quintn depois de
um eurlo canhoneio; S. Qainn fica no ileparia-
mente do Aisne a 50 kilmetros noroeste de Saon
e a f54 de Pars; urna .das primeiras tidales
fabris de Franca.
Os prusianos bonbardearan Vernou, eidad.
fortificada na frontetra da Normandia a 65 kil-
metros de Pars.
Cbartre?, capital do departaasenlo do Kiire-
et-Loire, a *8 kihmetros sudoeste-de Parie, foi
sitiada por vinle e cinco rail allemes, cora qua-
renta pecas, e renden sedebaixo de certas condi-
coes.
Os exercitos allemies roda de Pars estn
sendo relorgados com mais cem mil bomens.
Dizem de Londres 25, qae ama sorlida de
Paris sobre o Marne t Jbioville tora repellida Be-
tos prussianos.
A marcha dos allemies sobre" Besaneon fora
repellfda no dia 231 em Chatillon-le-Duc.
No dia 24 capitulou Schelestadt sendo feito
2400 prisraneiros e tomadas 120 pecas.
Po da 24 houve ranos combates en*e Ves-
ual e Besancoa; era todos os pontos foram oe
francezes balidos com grandes perdas, segundo
afflrmam noticias allemes.
Noticiara de Prns sortijas victoriosas da guar-
da com perdas importantes para os prussianos.
O conde Keratry foi encarregado do comman-
do da guarda movel e mobilisada, e os corpos fran-
cos departamento de PiBisterre, de Moritoihad, das
costas do Norte, de Wle, ViHaine, e Loire inferior
e revestido da plenos poderes.
Estas torcas tomara a denominacio de torcas de
Bretanha, a seu commandante s depende do
ministro da guerra.
Garibaldi parda para Bensancon para se por
a frente dos voluntarios. G'ribaldi fez nm cha-
maraento a todos os seas amigos do partido de ac-
cio italiano, para qne se uara e combatan) juntos
os iniraigos da Franca.
Foi nomeado ajudante de campo de Garibaldi, o
filho do deputado republicano hespanhot Jos Ma-
ra Orense.
O general Bnrbaki'foi nomeado commandan-
te do exercito do norte.
O qaartel general do principe Fredeneo Cr-
ter foi trasladado em 2 de setembro rara Corny,
situado noeaminho de Metz a Nancy, a 12 kilme-
tros de Metz.
A' roda de Metz tem o exercito sitiante formado
a poaco e ponco ara novo recinto entrincheirado
3ue protege as tropas alleraies, contra as sorlida?
o exercito sitiado.
A sorlida mais importante f>i a qae teve logar
a 22 e 23 de setembro. Os francezes desembar-
cando pele bosque Guiraon ao N. O. de Melz, sob
a proteecio do forte de S. Julo qne tem 750 ps
de elevago, intentaran) inquietar as torcas sitian-
tes. O ataque foi porm reppellido pelas tropas
do corpo da Prussia oriental, do corpo do Woste-
phalia, batalhSos da divisao Kumraer, do land-
wehr, e com o concurso das bateras, que os alle-
mes nao estabelecido sobre as alturas diante d
Chieulle?, Vany, Fally, e Servigny.
O exercito do marchil Bazaine est acampado
sob tenda fora da fortaleza ; ma? o acampamento
continuamente molestado pelas bateras prussia-
na?.
A guarncao da praca compe-sa de guardas
movis rendidas antiga guarmeio.
O Times elogiando o valor mos'trado pelo exer-
cito de Bazaine, diz o seguinte :
Se Paris como fortaleza fosse o que Met, e
a multdio que est s ordens do general Trochu
tivesse a organisa;o do exercito de Bizaine difli-
cil seria calcular, aproximadamente que fosse, a
exilo da guerra.
O exercito encerrado em Melz esl dando pro-
vas de um valor heroico e digno de melhor sorte.
Sio innumeraveis j desesperadas surtidas em que
a valente guarncao lem tentado romper o circulo
de ferro que a aperta, mas a ultima demonstrou
qne est j em deploravel situacao. O ataque
principal dci-se em Woippv ao N. de Metz na mar-
gena esquerda do Mosella em quanto que outros
divisSes francezas atacavam tambem o ini.nigo na
margena direit Foi um combate renhido com o
mesmo resullaJo dos outros : os sitiadores per-
dern) 600 ou 700 homens e conservaram as raes-
mas posices.
t E" tiste ver como um nico reo do exercito
francez se anniquila em esforcos inutei?, e tanto
mais quanto se nao chega a ser destruido comple-
tamente, provavel que delle dependa a obra de
Franca. Excepto ern
cousa mpoisivel de
Metz a
eonse-
recom truclo na
disciplina parece
guir.
A agencia submarina d a extraordinaria noti-
cia de que o general Bazaine fora morto por am
tiro, quando fazia esforcos para por terma s ma-
tiifestrcoes revoluccionarias, e accrescenta que
esta noticia fora dada por desertores francezes ma-
gros i'faado e desraoralisados. Accrescenta
aue o marechal Bazaine tora substituido palo ma-
recbal Leboeuf.
Esta noticia porm nao confirmada, e pelo
contrario, as noticias transmitidas de Neufchateau
a 21, longe de indicaren) que a situacao seja de-
aospcrdai dem que uo dia u gcueral bjaini-
lizera nma sorlida com 80 mil homens, destrocan-
do 26 batalboes, infantera e dous regimentos di
cavallaria, destruindo os tornos e igreja de Ars,
que ravoreciam os prussianos, e apoderaado-se no
in- smo tempo de 193 vagues de vveres e muni-
Qes.
Nao dando inteiro crdito a urna e outra versan.
dvemos porm considerar, qoe a serem verda-
deras as noticias da fome que ha tanto lempo se
diz reinar em Met, e tendo-se de se alimentar
perto de 160 mil homens enire a populacio, o
exercito, e a guarnicio. admira qae Bazaine se
nao tenha rendido ha mais de ura mez.
Quanto attitude poltica de Bazaine, que tem
querido fazer passar por paladino do governo do
imperador, paroce nio se confirmar tal noticia.
que mesmo foi desmentida pelo irmo do filustre
general.
O exercito de Bazaine nio pode sabir de Metz
pois que, anda que urna sortida fosse victoriosa e
consegnisse transpdr o circulo de ferro ^ue o op-
prirae, leria de fazer urna marcha, flcando-lhe
reclaguarda as grandes torcas que actualmente o
cercam ; s ura esforco combinado entre um extr-
eito francez, atacando a reclaguarda dos prussia-
no-, em quanto o exercito de Metz tenlasse a sor-
lida, e, conseguida esta, effectuasse urna janceio
com as torcas que apoiariara a saa retirada.
Parti ura parlamentario de Metz para c me-
rendar cora o rei da Prussia; afflona-se afora
que Bazune tem urna aulorisacio do iroperadoi
Napoleao pera tratar dos ioleresses da Franca,
sem se preoecupar da questo dynastica.
Parece que eutre as condicSes da paz, apreseo-
tadas por Bazaine, Agora a de surera arrasadas a?
fortalezas, mas sem perda de terniorto ^^
l)iz-se tambem qoe a Prussia exige iBJWli
Alsacia, e 3 aunexaeSo do Luxembar|o a Allema-
nha.

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V

F


08i aa#flMawn 3? n wia awj_p^^~-

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* "^^1? jwi^is&irwxiP m""
exten-
torara as victimas da emboscada fr
Rea ytanJYroM que nliciam de Reos' a mor
te do oBjMpvftinante de Nassau, qae- cuntavx 53
annos m Hade, mora causada pela bata enra-
mad* dpltOiico ainado/, que,ferio o. duque,
qaandogMBTiA na sna carroagem, o matou um
ajudante^od lian Udo do Buque.
O duque de Nassau nao sobreviveu
feriJa
oen'def
de)lan-
rio do
dojje-
Gtzeta
No entretanto rogamos a De
so, ero fervorosas e cohlinuas'cr;
mais da viole e
cavallaria e commi
ceiros de Westpb
Como a
governo em Mar
suilas. a supressio do Jornal
o Meio-Da, e a lesomclo oa guarda eivica.
Gambetta foi saorselh, ez mvejar-os allu-
didos decretos, etea demls-o Kaoiirs* no-
meando para o substituir Marc Dusfrats, om-
missario extraaldraanV *>.
Estas ordens, porm, do governo proviseno nao
oram obedecidas. Os clubs revolucionarios de
Marsolha reuniram-se e inlimarain a Dufrau que
nao tumasse posse do cargo, sob pena de nao. ser
ubedjiiilQ, o r.nn'-'i'fai11" Esquir a conlinnar a
trente do governo de Marselna. Este declarnu
que s assniniria o antino lugar, se o governo lhe
approvasse as suas determina^oes passadas, pre-
sentes a futura". __ "''
Os clubs nomearam urna commissao de 30 mera-
bros, i que deram o titulo de A (kunmmnu >*
qual assumio toda a auloridade em Marselha.
O conde de Chambord ou Honrique V, como
Ibe i/iamam os organistas, dirigi Franca um
manifest, diatado que m> a raonarchia heredita-
ria e tradicional, unida lodo o paiz. tem forca
bstanle para repellir e arrojar do territorio fran-
cs os invasores, ou para obter delles urna paz
honrosa.
O manifest tenjraa desia maneira :
t AorwctrrSmigos, e aos mil e mil francezes
Sie delxam chegar al aqu a sua voz, a Franja
ieiirt ui^u cu.
Esperai, esperai tranquillos: no da em que
en dever apresentar-me, s me eatre vos. Tenho demonstrado em quarenla
annos de existencia quo o amor ao poder nada
p le em mim ; mas tambem teobo demonstrado
que oseaiimeulo mais forte do meu coraba) com
o da t de meus pas, o amor pela minba patria.
Possj, portanto, affirmar que os meus sacrificios
esii na altura dos meus deveres.
Coullauca, abnegacSo c firmeza. Deus far o
resto.llenriqne.
Diz a Estrella belga que as carias particulares
dos. proprios prussiauos dizem que orna crise c^ra
inercial esgola os recursos da Allemauha, e que a
povo est indiguado com a continuacio da guerra,
sem necessidade.
ITALIA.
O jornal o.Ucial do governo italiano pubcou o
decreto qae declara Roma parte integrante do rei-
no de Italia, leudo em vista a lei de 17 de marco
de 18GI n. 4671, e e resultado do plebiscito, pelo
qual os cidados romanos, convocados na comi-
cios do dia 2 de outubro, votaram a onio do rei-
no de Italia sob a monarchia conjtiluoiuaal do Vic-
tor M mol II. o dos seus sucesores, etc.
O Amigo da Ordem do Nuiuz puilica a res-
posta de sua ;aatid..do a carta aulograplu de Vc-
tor Manuel :
Mageslae. -- O conde Pousa.de San Marliuo
tiitregou-rao nina carta quo V.-SI. aouve por lie :n
dirigir-me : 1,3.0 digna de ura fllo affecluoo.
que tem. a gloria do pr.yJeajsar a eatolica, e se
bonra com a loaldade de roi. Nao entso na ana-
Irse da caria, para nao renovar a dr que a sua
leitura me pnduzo. Betndigo Deus, que permit-
to qiia V. M. encha de amargura o ultimo po-
riodo da minba vida. P. lo mais,nao po-so aJuit-
tir as exigencias expresas .na vossa carta, ncrar
asscciar-me aos principios 'que.contera. Iuyoco
do n :v.) Deus, pjnuo em suas maos a minba
ca.,sa que inteiramente a sua, e rogo-lhe que
concoda V. M. gragas abundantes, o livre do lo-
do o pui igo e teuba comvosco a inioricordia que
vos e niv.essana,
So Vaticano, em. 11 de setombro de 1870.
Po Papa IX.
renvse fallado muito na carta protesto que
0 >"an:.i padre dirigi a cada um dos cardeae?, las-
timando o seu actual estado de captivdro.
Esta carta apparece agora publicada pela im-
prensa catholica, e concebida nos aeguittes ter-
mos:
Esta caria apparece agora publicada pela im-
prensa calbolica, e concebida nos > 'guales tor-
mos :
Po ix, papa.Amado (lino, sande e bencao
apostlica. Xusso Senhor Josas Ghri^lo, que hu-
millia e exalta, que d a muri e reslitue a vida,
que easliga e aalva, aceita de permittir juo a el-
. i t di 11 una, sede di .-uprenio pontificado, caia
nj< taioi de nossus inimigos, cum o resto do ttr-
r : I > !a greja que seus aimigos liveram por
! ni d'.-ixar por algum lempo a cuberio das guas
iiHirpaedes. Impelliio pula nossa caridade pater-
. pan com os mssoj amados fllhos os cardears
-ia sania greja romana, e olhandoos como coope-
rad1:, i do p. so soberano apostolado, t;inos azora
: Iviln, af.clo e com as lagrimas nos olhos,
star-Iaes, como nosso dever, e como nos
i!.:;i \~a a voz da nossa consciencia, os inliraus
" i ..cilios do nosso coracao, seutimentos que
iadoza a detestar e a reprovar aberta e pu-
1 le o estado actual de cou.-as.
dna vez que nos, anida que indigno e sem
Filo algom, exerceraos na trra o poder de vi-
vario de Je;us Chri-to, Nosso Senhor, o aomes o
i istor de uda a ignja, acharaonos agura falto de
iiberdade absolutaun ate necessaria para reger a
i! 'ja deJkus e snstenur a sua causa ; julgamos,
i! i J i n igso dever suscitai' te protesto, que
temos resolvldo se imprima, para que, como con-
vm, oliegue ao conhecimento de lodo o universo
calholico.
t E ao declarar quo se nos tirou o arrancou
essa libiTdade, nao podem os nosso inimigos con-
testar que s.io infundadas esta deelaraejio e qiif i-
xa; P' lendimento sao que nao veja o eonfosse, que, t<-n-
du-se-nos tirado a suprema e livre fuculdado de
reawlier e expedir publicamente letras apostlica?,
de que t' a*mo9 em viriude do nosso principado
civi1, o nao podendo liar-nos no governo qae se
arrogoa esse poder, achannnos eompletsmtnle
privados de aproveitar a via necesaria e expedic-
ta, como al agora, da livre facnldade de tratar
dos as.-umpt paclur o vigario de Jess Christo, e o pai co*i-
mam d fiei-, a qnem tojos os seus filD33 prote
gem d todos os pont-^s do mundo.
Esta obervacao acba se mais claramente con
Qrmada anda pelo Si'guinte facto acjntecido ba
dias, por ISM que |da< a pessoas que saiam da
Doasa if-i!. acia no Vaticano eram sujeitos a um
recoahe.-imento, que pralicavam os soldados d
Dovu i verna para ver se levavuw alguma cousa
occnlia as roupis.
lWhmou-se ce.nlra este fado, e respondeu-se
q u lila lvido um equivoco. Mas, quem haH
quo goore |iiu igoaes equivoco* se podem re-
projozu*, e que poJem racar-e outros parec-
iot!
< Al.n o'isso tem-se causado nesla querida ci-
ddo grave Ua;nno ins^-uefio publico, jioi. qii''
c.-la loiie o dia tu que lorneru a ren*var-se u-
Mttldoa da universi btde rumana. Este e.stabele-
cimenlo, illusiie pelo grande concurso de mance-
bos qae a elcs Boacurrem, e enjo fcumero se eltv^
a 1:200, modelo ato agora de Iranquillidade o or-
d>'ii'. o nico refugio que lanos pais chrislau;
mandan) seni lilhos p^ra se in^-truireui, sen) recejo
!. su corrn perem, e.-^lo estabileeiineulo, nra con
eeauetMa d..s 3l.-as o errneas doutrioas que
BeUa se eu n.roiu, e ia falta le talento deslioados
ao ensim, caliira, OtMBO fcil adviuha-lo, n'um
estado muito difTereate e distinelo daquelte em,que
se acliou u'outrj lempo.
Anda mais: deeiartu-ss que as leis vigentes
em Ruma se manteriam integras e inviulavus an-
da ircsmo dep.iis da occupaslo. E nao obtau'e
desmenlidas estas declaracSes, lomam-se viva
larca, e axaminam se os registro- das parochias
di cldade, con o proposito evidente ds ex.rabir
d'olies os da!us opportunos para formar as listas
das quintas, com ouiros los fajis de eornpreheii-
dcr. '
Accrescenta se ludo Isio a impnnidade em
que se deixam as offensas e os ultiagus inspirados
pelo e.-pirilo de partid >, e prti de-ejo de vinganga,
impunidade que alcauga tamban os indign a ul-
trajes pratiraqos com grande dr de t 'dos os ho
inens honrados contri os n "sos Q>>is a liados, qae
em too alto grao bem mereceram da rtliaio a du.
socieuade.
Per ultrad, os decretos e ordeas ltimamente.
publicados, no Lanle aos b;ns da igja, de-
munstram com toda a claresa as tendencias do
usurpadores.
Contra o que se tem pralicado j, a contra
cousas pebres quo estao imminenles, enlendemof.
protestar com a no sa suprema auloridade, como
protestamos aqu n'esia caria que vos dirigimos
meo muito amado fllho, a vs e cada om (Jos car-
deaes da santa greja romana em particular; car
a em que fazemos orna breve exposfcao dos fac-
a Podero-
so, em lervu^nm j.couimoas uioyw, 1"*.^H5-
mine o espirito dos ossos inimajos; para-qwe-flf'
vejam cada vez mais ligadas as suas alnaaa com
as censuras eccle,sia8,ticaa, e, nata que nao !**->
qiiem'conVa ellas a terrivel cholera de Deus vivo,
que ludo v, e a'quo ninguem se pode subtrahir.
" roIM^af*Ttt6s_f" irao ""^
Hjam aBstaMPiviraL -itvocanao m
ladt'Mi ieDeus e O
bemaventundos apoalolot JParo Paulo, instan-
do-os com anta coifiao$a para aleane.ar o que
pedimos, por tsso que Deus est caoi os que sof-
frem tnbulacCes- e com os que Invouam, a ver-
dade. '
Desejamo-vcs, amados- lilaos, paz e goso
era esus, IJfcsso Sealior, e vos conoedemos do
talri do coracao eoa*arrab.o a bencao aposto-
tolica.
apezar Aos esforcos que para iss
o general Pnm.
O general Prira espera do rja<8 a
rfspMta-tfas powQciss acerca da flj^^^B
ra o prfertipe Atnadeu, duque drlwie. ,
de Novembro de 1870 gg f11ft IVJK #1rU
zes de crise poltica, e mais s9&ttttamiU&*e t psraa%mpM%> rttiMl'.es-
Ssecontarrnos como crise o tempo ao-
a revolta de 49 de mato em que os
aberbora adkiine d
pronuncJ^tHo.el-rel
Digoot pares i*
pula los da oafeao
alguns mores de
normal do poder
inlioia saisfdc3o po
lames-to paz#ijiie,ais Oaa .vi cueiii:
lado, livre e iranquillamenle eserctu o di-
stnrgir>
tugaex* Dffpois de
rrHpsii do txercio
slattie vkjo-me tan
lio ptloT raprJ60-
c Em Rama, na baslica de
st-tembro, dia consagrado ao
e no vigsimo quinto auno do nosso pon
Po UC,-papa. "
Dizem alguns jornaes que tendo o general La-
dorna pedido ao papa as chaves do Quiria?l, sua
sapddade responder que o general sabia muito
tom violentar as portas, e entrar abia qae fossom
abenas.
Diz-se tambem qrwosurtmo poBlrfioe aera nrriB
resposla nao menos enrgica ab,einbaixaaor da
Austria, que pretenda disculpar a otqSo o seo'
governo. dizendo que tconvinbadexarque a Italia
se gastasse. iO vosso Imperio tambem sa ha de
gastare ambos cahirio junto. Quanto a mim,
conservo-me no uicsmo principio, mas iom o
auxilio de Deus bei de sabir deite breve-
c mente.
A maior parle dos crdenas insiste em qne o
pontifico v embarcar em Civita Vcenla, dirigin-
do-se a Malta, onde a Inglaterra Ibe oflereceu bos-
pitaUdiJa; uwo o* cordeaes Anloneili, Berardi e
Palzi iusislem em que o papa nao saia de
II una. '
E' eerto que sua santidade reeebeu un
memalidado da sna lista civil; mas foi porque o
general Cadorna sequesuuu tres mllhGes e meio
do thesouro pontificio que nao tiolu navido lempo
iwra encerrar no vaticano. Foi, p3is, urna resli-
uiieio por parte do g iverno italiano.
INCLAVKRBA.
Os alistameutos para o recrutamento de mais
vinte mil horneas para o exercto ioglez levavam
tao vagar so andamento qas o governo resolveu
lottar novas providencias, e as ultimas semanas
os movknentos e preparativos de orgaoisaeao mili
lar tem tomado actividade significativa.
As associacoes democrticas e republicanas
vendo as suas reclamacoes dosatteadidas pelo go-
verno ingle?, resolveram inquieta-lo, formando
urna liga por tod > o reino, que nao oesse de pro-
mover manifestarles de exigir a renniao do pai la-
mento.
Est em vigor desde o i de oalubro o porta -
gt-act, pelo qual as estampilhas de um penny em
jornaes, impressos, passaram a ser de meio pen.iy
at o peso de duas oncas.
Est.para se abril a grande mauifestaijao qne
os calholicos seculares em Inglaterra projeclam
fazer contra a ooeapacao 4e Koma pela Italia, como
ati.'titaiuna des dirwljs da sima s, dos do povo
romano, a do direito das gentes.
AUStRIA.
jA questao pendente entre o governo aoslriaeo o
os pariietoa-tchequio e feudal, foi resolfida em
sentido contrario couci.iat.io que o governo aus-
traco, qaeria ver restaneleertta.
JMm conseguiram resultado algom as tentativas
l'eitas pelo governo e partidarios da concUiacio
para conseguir que es Ichoqaios e fOlaesaetoas-
sem assentj no reicfaratri. Ktos partidos nega-
ram-se absolulameote aattender spnppoBt.is, em
conseqnencia da excessifa iniranslgeccia dos par-
tidos allomies e centralistas que se nerraram a con-
ceder U..hernia o que ella diz peitencer-Ilie de
direilo.
A Bohemia quer a sua anlonomi, symbolisada
por leis polticas e admiaislravas es'peciaes, e
pela consiituieSo da sua dieta particular.
O grande chanciller do imperio o conde de
Benst. vendo rosllogrados os seus esforcos dissol-
vea a dieta do Praga, o eonvocon os eleitores a
designarera directamente as pessoas que tinham
de o representar na asamblea geral di oslado.
Este chamanii-nlo eleii;ao directa val de encon-
tr s tradicfios dos partidos na Bohemia e pode
causar serios errbaracos ao governo austraco;
entretanto sppiaudmos"spmpre qne vemos retor-
nar as instituie.Oes lotroduxldo as formas mais
liberaos.
Os representantes do ambas as f.icc5es tcliequias,
assira como os depntados pela classe chamada so
uliorial persisten) as condijdes priniitivarnente
a|iresentadas e que jalgam usencises a couserva
cao e ao respeito pelas suas tradieoes.
Dizem que a cunstiiuicao existente obra do
um paito entre os povoseo monarcha, e ni ple
este separar-se do cuinprimento das suas clausu-
las sem deixar aquellos a sua mais absoluta Iiber-
dade do accao.
Prepara-se, pos, naquello paiz um movimonto
revolucionario quo pode influir sensivelment-i na
son folura dos slavus occidentaes, e t.dvez ir.esmo
u'algumas das provin:ias puramente allernaes.
Ilaviam sahido de Praga os enviados tche-
quios representantes da Bohemia, para tomar parle
nos debates e subscrever s conclu oes, do con-
grego, do slavos e nuBcs quo so va reunir na
llussia para se poder chegar a um aceordo de toda
a raga.
O conde de Beust dxa o cargo de chancel
ler do imperio, pela embaixada de Londres, sendo
subst.tuijo na chancellara pelo conde de Andrass,
actual presdeme do ministerio hngaro.
No mez de novembro devem-se rennr em
Pesth as delegaras dos ous srudes partidos em
que actualmente se acha dividida a Austria ; as
ses>i s serao celebradas em separado, mis o con
vento, ser feito em commum. Aspjrnra-e que
o imperador lenciona assisiir s reur.ies.
RUSSIA.
O governo de S. Peiersburgo cnn'inia a
fazer extraordinarios preparativos do guerra;
ninguem duvida que sero dirigidos contra
j imperl > otiomano, e ha quem allirme que
existo grande aceordo entre os gabinetes de
Berlim e do S Pelershurgo.
O governo contina na sua obra de
oppr. ssao e de exterminio de tudo o que
so oppe ao plano de uniQcacao- Doraiua
da a Polonia trata-se agora da origem alie
i ii.i do Bltico, cija autonoma administra-
tiva baria sido sempre respeitada por todos
os imperadores.
Em viriude de um ukase recentemen'e
publicado, o czar suppriroio o cargo de go-
wrnador geral de Higa ; ficando a Estancia
annexada provincia de S. Pet?rsb\irgo, e
a Livouia e Carlatidia de Wilna.
atoi
m tristissima nomad situac3o
Loul-l )bo d'Avila que ento st acbava no
"jesenca a psvwoi cris* euro-
os atraveisado, qaaodo man
a nossa naeioaalidade Umbrs.
ora, bom aerao lacto gover-
lamente qulndo le teta vacilla-
oscillaeo em oscillacio at
pleta tuaencia de estadistas
fazer calar os pequeos inte-j
3o e poltica pess' al, se en
EST\no'*-i.vinn<
A cidale de Nova-Yirk quiz tributar um
ignal de admiracjS e de respeito memo-
ria do almirante Farragut, e para e&so lim
se celebragara no dia 30 de seiembro festas
fnebres m honra daquelie official 13o res-
petado entre- os Americanos. Os trabalhos
" oa utgouios pblicos furam suspensos, o
que raras vezes acontece na America. As
ceremonias concorreram o" presi lente dos
Estados-Unidos e o governador de Nova-
York.
Era tfa grande o apreco quo no* Estados
Unidos ebegoa a alcalizar o illnstre mati-
nlieiro, que o sea fatlecimento foi um ver-
dadeiro luto em todas as povoaijes, e a im-
prensa considera unnimemente a morte de
Farragut como ama perda irreparavel para
o paiz.
IIESPAMIA.
Os paitidos trabalham lodos, cada um
pela sua parte, para fazer terminar a lote-
rinidade.
governo aprsenla agora a candidatura
do principe Amadeu de Saboi, filho do rei
Vctor Eoimanue!, e irmSo deS. M. a Sra.
D Mara Pia raipha de Portugal. Preca
cerio que o principe Amadeu acceitar a
eeir;3o, coat o consentinento de gu augus-
to pai.
Entretanto no seto do gabinete ba diver-
gencias, que nao possivel conciliar e es-
pera-s qne a crise ministerial se nSo possa
resolver antes da abertura do parlamento,
iPortu-
ia mais
(lStilU-
exame
communicar;5es diplomticas, contrata
destjos 4a ambas as naco**, deambas^
as cor'as.
Gontinoam sA; er'acSo s ^eesasl
amiga veis reais com todas as oui/as po.
tenclas.
< Lsmentando a triste oeeu
luta, que foi tcavaiia entre duas
meiras tiacSes da Europa, adopto
gual, e tem maatido a neutralidad
estricta,
Em obediencia aos preceitos
cionaes, serao submettidas ao vos
tqdas as providencias de carcter Kgisl tivo
que forara promulgadas pela aaerior ad-
rainstrac3o. / i
A stuac^o econmica e/o estado fi-
nanceiro d reino exigem, pejfsofl- impor-
tancia toda a vossa solicitude/Melbor apro-
ve;tamenio, e mais rpido d/Benvolvimonto
da riqeeza nacional, metboios simples e
coordenados de lanca.% repetir e cobrar os
impostos, rigorosa economii, moralidade e
liscalisaci) do ernprego d/s diobeiros pu
bliess sao as bases essenaaes sobre que
assctita, a teforma finamira, que a pru-
dencia acouselba, e a tyces.-iilade impe.
i Em baimonia com esses principios o
meu governo subujelle' ao vosso exame
todas as providencias pendentes a restabe-
cer o indispensavel equilibrio no orcamen-
to do estado.
a Ser chamada a vossa ailenejo pelo
meu governo para j mais eflicaz e econ-
mica organisaQo piular do paiz ser-voa-
ho pedidos os cieditos indispensaveis p a acjoisicjfo de tovo armaraento, e para a
continuado daiexecucSo das disposicTiss
legislativas, qur auiorisam a forlicacjio das
cidades de Lisooa e Porto.
Serlo gralmente assompto de propos-
las especiaes a reforma da administrar;*!
publica, ba muito reclama la pela mudanca
de conilirs da -ida social, bem como o
aperfeicoaraento da representaefio nacional,
de accorde com as iudicages da tbeoria,
e os dados da ex; rienda.
Senhore3.E' ardoa a missSo que vos
est conftda, tanto mais quanto grate a
crise que alravessamos. A vossa intelli-
gencia, e patriotismo, e abnegagao de todos
deixam esperar, que vos anireis no flim
proposito de levantar a nac5o ao grao de
prosperidade moral e material, que os seus
recursos lhe promeltem, e do.que por to-
dos os ttulos digna.
* Assim, conseguir!?, que a actual le-
gislatura deixe assgoaradi urna era fecun-
da nos fistos nacioaes.
a Esta abena a sess5o.
A cmara ficou constituida r.o dia .*5,
sendo cleto sea presidente o Sr. Antonio
Cabra I de Si Nogueira, irmo do marquez
deS.
O gabinete, presidido por este general,
pedio a sna dc-misso fondada na doenca do
marquez de S.
Foi encarreg;;do do novo gabinete o bispo
de Vizeu ; de que assim o organisou :
Prescknci. do conreino o negocios es-
traogeiros o marquez d'Avila e de Boloma.
Reino, e interinamente da inslrucc-o
publica bispo de Vizeu.
Justiga, Sr. Saraiva de Carvalbo.
Fazenda, e interino das obras publicas
Sr. Cirios Bento da Silva.
Maflnlja, Sr. Jos de Mello Goaveia.
Guerra, general Jos-Mara de Moraes
Reg.
Nosso corres ondente de Lisboa es-
creve o seguinte:
26 (le outubro. hora em que lhe
oscrevo anda nSo ba ministerio organisado,*
mas de crr qas amanh3a se aprsente
as cmaras.
Depois de mil tentativas de conciiago
entre reformistas o histricos, e de outros
tantos mailogros, f.izia o gabinete composio
dos Srs. marquez de S, bispo de Vizeu e
Carlos liento da Silva, dellgeacias para que
se Ibes associasse o Sr. marquez de Avila
o Boloma ; sobrevol a sbita dococj o que
em poneos dhs saecumbio a Sra Cicilra
Hegvaner, sogra dcste notavel estadista,
estas negociages polticas oram suspensas
e talvez mesmo abandonadas :
O marquez est inconsolavel porque
extremoso pela sua familia e tmba a mu de
sua esposa na maior venerado
O marquez de S da Bandeira, at
hontera presidente do consclho de minis-
tros, tem soffrido dosolhos alai p nto que
todo o traba.ho e applicago lhe probibem
nn mdicos. Ha mais ue qninze dias pedir
a demissS>, mas 5. M. el-re D. Luiz foi
vistalo e peaio-lhe que sobre esvesse em
taes instancias. A impertinencia da moles
ta, que se tem aggravado, e quen sabe se
mais ainda do que a sua enfermidade os
es.torvos que a situado tema encoadrado
para completar-se, mesmo perante as c-
maras o decidiram de um modo ioabalavel
a exonrar-se. Foi ento o bispo de Vizeu
encarregado pelo soberano de 0-gaui.sar o
ministerio, pois nao possivel, com o par-
lamento aborto, e j constituida a cmara
dos deputados ficar-se por mais tempo sem
goverw.
Acabo, pos de receber iaformaes
outorisadas (10 donoote) que me dizem
dever amanha apresen'ar-se no parlamento
o novo ministerio, naturalmente exclusive
do partido do nobre prelado, alo refw-
mitut, O Rvd. bispo declaroa boje as ci-
naras oficialmente que eslava encarregado
neranca de se elevaren pelo earaiaho do insobor-
c Foram conferUhs aro bariop<) zere a3 hon-
ras de ajdante de campo de el-rei, mas contina
com o commando das guardas municipacs;
t No dia 49 de corrate hoove revista e para-
gaarnicao da capital no
on c
s^tysU).
r ulnsoria
C6U o ai- t^ndam e cotnbmem^para .dar gqverno ao
S. Pedro, a f dfrkeito^leitqi^- n;n nrk, e lodaS ufittttias da tm]niitida archanjo? Gatl rtoQowm-se-MfJHalmetlte rt'tttV.ni^na^aV raoraldirle na administracSo
" ulss entre o mfiu governo e o de Italia, pabtica.-de prerencSo e prodetrte rmcrativa-
cessando felizmente JSfilOjlA ^apartamento de todas as forgas e re
cursos com que ainda pode contar o patno*
tisHM^rortugoez para qoaiquer evetitualkla-
de a que stejamoa destinados.
*T'aVisio e muito mais ainda promette
A oacfo a imprensa partidaria de nobre
prelado vizieme, e a julgar pelo que j se
preconsa da situagao que sabir desla lon-
ga tacrjbaejo poliiica, tetemos no governo
tudo de que o 'paiz carece para fazer-se
respetar l fra, e eoeler os phrenesis
revolucionarios c dentro, tanto os qne se
manif8tm pela anarchia mansa, que a
peior das anarebias, como os que preleo-
dam revelar-se, ou fazer exploso no cam-
po da anarchia brava dos motn?, arrrua
gas e conspiragOes.
Tem se fallado em diversos nomes de
hontem para boje, taes como no do Sr.
Latino Coelbo, Saraiva deCarv?lbo, Calhei-
ros, Carlos Bento, JosS de Mdlo .Goava. e
no de outros cavalheiros partidarios mais
salientes e conspicuos do centro liberal re-
for mista.
Veremos o desenlace, que ji nao vira
sem lempo.
No dia 15 abri el-rei o parlamento,
sendo esta a primeira sessao da actual le-
gsfatura.
c Na sessio real de abertura pronunciou
o soberano o discurso do costume.
t A cmara dos pares j nomeou com-
misso de resposla falla do throno ; a dos
deputados est constituida, tendo-se verifi-
cado os poderes em junta preparatoria com
a mais louvavel rapidez. O mais votado
para a lista quintupla de que o i befe do
estado devia escolher o presidente, foi o
Sr. Antonio Cabral de S Nogoeira,-irroao
do ex-presidente do conseibo de ministros.
Foi dle o noraead", segundo as praxes. A
lista quintupla compi'inha-se dos Srs. : Au-
tooio Cabral de S Nogoeira, Alberto Car
los Cerqueira de Faria, Anselmo Jos Braan
camp, Jo3o Baptista Ferr3o de Carvalbo
Maileus, Francisco Coelbo do Amaial.
Para vice- presidente foi escolbiio por
el-rei o immediato em votos que o Sr.
Arberto Cario?.
Foram el.iiios secretarios os Srs. Adria-
no Machado e Pinbeiro Borges.
t O que mais tem dado que fallar uestes
ltimos dias a desapparicSo do marquez
do Angeja (conde de Pencbe) que eslava
despachado pela dictadura plenipotenciario
de Portugal em Bruxellas. Como Ihes dis
se na minba ultima, este (dalgo nao linba
anda pa tifio para o seu posto diplomtico,
apezar de ler j recebido, segundo se diz,
do que
de formar gabinete.
c Al ultima Hora informarei
constar.
* Pode-se, pois, dizer que desde 29 de
agost, em que foi flamiUido o miosierio
Saldaaha. quaudo em plena dictadura e as
ve esperaya, se lenj estado em crise permanen-
temente. Em orisa se esteva desde 19 de
mam al 89 da agosto, isto a contar da
revolta nocturna do alto da Ajada at i
queda da dictadora, o qae qoer dizer quasi
boa somrna da dinheiro de ailiantanvnto,
como costume, e das repetidas iostaccias
da raprensa e das ordens do propro mi-
nistro dos negocios estrangeiros. Ha das
parece que se resolveu a partir, n3o para
Brosellas, mas para Coimbra, orde pouco
se demorou,' para o Porto e para Braga,
onda tambem poaco tem :t esleve, e por
ultimo para Badajoz (Ilespanha) onde se
diz que est ou que es ti vera.
i Anda a polica a tombos e fervem os telcgram-
mas e ninguem atina c ni o sumido do nobre mar
quez ; entretanto cre-ceui os boatos de conniven-
ca desta perigrinacjio com os lio? de urna supposta
ou projeetada revolla que segundo se espalhou de-
veria rebentar simulianeamente em Braga, Porto e
Coimbra, sendo secundada em Lisboa pelos pe-
nickeiros. Como episodio policial citase o adiado
de uns 400 barretes vermelhos que se co npraram
para servirem na occa-io da revolla ; ao mesmo
tempo que a imprensa quoti liana se refere a es-
tes factoj e procura achar Ihes nexo, o go-
verno manda reforgar a guarnigo de Braga e
faz partir, como deportado para Ponicho, om ofll-
cial superior do exercto, o qual ja por ootras ve-
zes tem sido deportado como implicado em planos
desordelros. Parece que o governo tem os lo-
de toda esta meada, e as contradictoria* noticias
que tem transpirado, o que provam que, se
tem guardado segre 'o, o que lotlavel. Por ou-
,lra parte a imprensa ministerial pede em coro
demisso do diplomita que em vez de ir pira o
sea posto no eslrangeiro, faz digress5as mjMe-
teriosas peas provincias do reino. O lempo doye
dar luz a todos esles factos, e o proceso que di;
zem se vai insUurar ao relerido marquez, provar
a sua innocencia ou culpabilldade. Todos folga-
riam de que o Sr. d'Angr-ja, herdeiro e represen-
tante de to elevado o malmeto nome, que seus
maiores Mostraran), se apresenta9se iUbado pe-
rnote a opimao oublica.
t Como verao'das noticias extrangeras que por
esta malla remettern os seus outros cirrespon-
deuies, esl agora na tella da discossocomo
anasi definitiva, a condiddtura de duque d'Aorte
para o throno de H^spanha. O principe Amadeu
iranio de S. M. a ramhi de Portugal e filho do
rei de Italia. Esta cadidatura di, ao que parece,
garantas de ser respeitada a nossa ir.depnncia,
affis ando oa addiando para rauiti mais longe os
planos de absorpeSo com que os nnssos pertinaze*
vizinh is tem abusado netes ltimos tempos da
proverbial paciencia pormgueza.
Creio que me .referi as minhas ultimas a
liooa;a o Popular da tarde) e de um chuviro de paiiphle-
tos, contra familia real, contra os ^fBciaes mores
do pago a que denominaran caminlha. Esta
fulha ba dias suspendeu a sua publicago. Todos
os nnmerps oo quasi todos estavara querellados,
e de 14 editores que o Popular dtzia ter do re-
Izerva a gratuitos para ir substituindo os que n
caram inhabilitados, parece que nenhuoi apiiare-
ceu na hora extrema. Sejam quaes fram os mo
tivos de taes hostilidades, o qne por ora nao est
averiguado, a pportuuidade nao poda ser peior
Entretanto a elevago das somraas corosnmmidas
p-la lista civil sea punto provavelmente aqun
parlamento d alguma atlea;ao, porque nao est
em hinnonla com o systema de rodojsaSes. snp
pressoes e economas a que se tem procedido se-
gundo o programma d Janeiro (de iSiW) que
serv de bandera ao partido chamado reformista,
qne .hoja se acha n ivaraente no pjder. Os pira
pllelos continuara, cada dia sob diversos tilu'os.
Como dao escndalo, oa os mencionara, acham
cjisummidores, o qae nAo admira.
tira jornal d'aoies de hontem, que tenho V vista
dizque o grito pie hit ou raviam de soltar os
coo.'pradores, ser ou seria : cortes cwnstltuin-
i.' e mais anulas bnerdades. >
A mesma folludiz qae os conspiradores dispSem
de grande oumaro de armas o muif,5es. Parece
qne ha dias o bispo de Vizeu depois de larga con
ferencia com o bario de Zotera, commndanle das
guardas niunicpjpg, COm elle para o mioisle-
riodaga-rra. y alli frara dadas varias ordeos,
aflra Je impedir a r<*alisaci4 dos planos dos tur-
bulenios, e par obrigar a sabir de Lisboa alguns
militares suspejtos.
i .'.P^!ce a?" oa* c"1" se iratar de annul-
H.S,Pa, .0? que ^dura do marechal Sal
danha fez era favor dos oflB iaes e Simemos que
?,tW?&MI r bragada de 19 demaiu
AXjl,a.da- Dl,-M 9* h* 9<"Peus de no-
vas allieacoes nos quitis e que preciso um
da geral das tropas da
campo das SelaaMS. em
Lu i. Depos eUpos o
pelo pa$j de gelem ende estova S. JI. a-raiaha
com os principes. Por urna psrtaria foi etaftada
a diviso ftamba omeial moneiou;indo-se oaeeio
e firmeza eom que se apresenlaram as tropas
Depois da parada hoaye um banquete no paco da
Ajuda, sendo envidados alem d is minielros, lodos
os officiaes generaos, os commandaotes dos eorpos,
e ara offljial de cada classe O de eada corpo. S.
M. a raiuha assisiiu ao jaotar. Serviram as bai
Yellas ricas e todos os ornatos d prata mais ex-'
pleodidos. El-rei levantou, no meio do jantar, o
tifate brinde:
Brindo ao exercto que sempre tom pugnado
pela honra, integridade, e independencia da pa-
ma : exercilo que, na proporijao que tero, e guar-
dadas as suas relacoes, nunca se raostrou interior
as melhores qualidades dis outros exercitos, e
iju em todas as oceasioesqiie se apresentar, mos-
trar a sua repulacao uoanlme e triplicada. >
Erara iiO entre generaos e efflciaes convida-
dos.
c O viscoode de Lecea, como o mais idoso dos
generaos convidados agradecen era nome do ex-
ercto o brinde de S. M. e disse quo se rasponsabi-
lisav.i pela sua UJelidaJe familia realeinde
pendencia de Poruigil.
O eonde de castello Branco Uz ura brinde a
S. M. a rainha, e f i o brinde repetido pelo coronel
Vallada?. Depois segunm-se vivas a el re e
familia real. Os officiaes de lanceiru flzeram um
Brinde a S. A. o infante D. Augusto, qne presida
a segunda mesa. O jaotar foi servido na sala
de marmore.
A primeira mesa era presidida por S. M. el-
rei que tinha sua angnsli^esposa na frente. A'
direita d'cl-rel estavam o vs:onde de Lecea, ge-
neraos Barreiros e Mansos da Fonceca; equer
da os generaes coode de Castello Branco e baro
do Rio Zzere; Jiretta de S. M. a Rainha o
bispo de Vizeu ; segua a condjssa do Sorna, o ge-
neral Palmelrim e D. Antonio Josa de Mello; a
esquerda do Sr. Carlos Bento da Silva (ministro)
a Sra. D. Gabriella, o general Tavares d Almeia,
barao de Castro Daire, visjonde de Sagres e Luiz
Maldonado.
El-rei rravaja o seu uniforme militar, cngino
a graa-ernz de Torre o Ejpada. A rainha vesta
urna graciosa toilette de fnje cr do rosa tendo
os cabello! sollos. O eolio era ornado por ura ri-
quissimo cullar de diamantes.
O agradeciment > do velho general visconde de
Lecea, foi nos seguinies termos:
Camaraias! Sou o mais aoligc c o mais gra-
duado dos que aqu nos acharaos presentes. Ao
brinde de el-rei respondamos com outro. slgniQ-
cando lhe a nossa dedicacao o real familia, e
com a segnranca de quo o exercto portuguz.
corresponder sempre ao conMito de S. M. sus-
tentando a independencia e a libeidio da patria,
e manteado as nossas iostituif;i3es po.iticis.
c Terminou s 9 da noite. Attribue se grande
importancia poltica a este banquete.
Varios jornaes tem telto urna cariosa estatis-
tica d6s grupos esub-dtvioes em que se acha di-
vidida a cmara dos deputados, d'onde parece co-
lher-se qvto nao eflorecer ciul sol tos elementos
de ap mi a ama suiago exclusiva Ja urna s c6r
ou folgSo poltica.
t as noites de 21 e 25 deste mez tem-se objc:-
servado era Lisboa e em todo o pul expandidas
auroras boreaes. No Jornal do Cumnifrcio de h
j3'r?6) Vern no boleilm do observalirjo meteorol-
gico deLifba, areseoba das observares d'esle
raro phenJracno. O ultimo que se via om LitbOi
fra ha 13 annos. O qu-, antea d'esle mais vis-
vel-fji data de 1848. O destas duas noites apre
senlou-se cora um esplendor singular n'estas re-
gios. .
Em Villa Nova de Gaya c no Porto, as torres
tocaram o incendio pois no priraeiro momento
pcrsuadiit-se muila genle que era alguma enorme
conBagrac5o. Em alguns bairros de Lisboa houve
grande alarma o toiues de apito pela mesuw per-
suado. As colimas da cidade, taes como S. Pe-
dro d'Alentara, Castello, Mente, Gra$a encheram-
se de gente.
i Na noite de 15 nao f ii to intenso o esbrazca-
do dos claroes boreaes mas eram muito mais visi-
veis as listas brancas formando arco.
Chegou M iciu o vapor SiUla qae d'aqni
partir a i5 de junho. Levou 62 dias de viagem.
A osrdo, em conseqnencia da inteusdade do calor
no mar verraelho, falleceu de um typho urna for-
mosa menina de 15 annos, D Julia Marta T.eite,
ftlha do lente coronel Jeronymo Pereira Leite.
Dama 3 dias apenas a infeliz ereanca. Era
rainha prima. la com sua me o irmaas pira a
companhia do pai. Foi sepultada as undas!
Faltaam valnda 2i di is de viagem.
t Um golpe 1e mar levou pela boraa f
dos sargentos do contingente militar.
cr Em Macan, no porto, virou-se o escaler dos
queiam 'esperar e buscar os passageiros. Nin
guem pereceu.
Abrio-se nov concurso para o apontameolo
das pedras que bao de formar o embrizamento e
pedestal do monumento que se vai erigir no Bns-
saco, em memoria da gloriosa aicao de 27 de se-
tembro de 1810, em qut o exerciio angln-liiso
dea a m'ais severa lir^ao de orgulho militar de Rey
e de Junot. E' o campo de batalha europea tmis
elevad >, e seguidamente o mais alcantilado. Es-
tivo alli em selembro, poneos d as antes do 60"
annivjrsario da meraoravel batalha, e vi a canta-
ra lavrada de que se ha de compr a base do
monumento. .
O monotho de que hade fizer-se o obelisco
de um tamanho promo-vulgar.
t Foi iipdo com machinas at ao mais alio da
serra que domina o rogar de Sulla.
c A iniciativa deste padro que vai erigir-se a
urna das maiores gionas militares de Portugal,
deve-se ncontestavelmente ao Sr. Costa Caseaea,
lente jubilado do real colegio militar esenptor
e poeta dramtico muito di-linclo.
t Parece que o Sr. Mendes Leal va offerecer
academia real das ciencias da que i sacio nm
poeoia que p?t conrluindo sobre a notavel accao
de 27 de selembro de 1810.
t Cont ma em grande escala a imlgrago has-
panhola para as repblicas de Buenos Ayrss e
Montevideo. Cnrdilera da carreira do Pacifico
que estevo no T. jo a 20 do crreme trazia das
partes de By3aia e Navarra mis 200 passageiros
O Sr. Pinto Basto, represntenlo da oinpreza t-m
Lisboa, deu varias providencias com que satisfez
as reclamacoes de muito; individuos qae iam no
paquete. Em Li-ba, mais cetito e tantos gnlle-
gis tomaram na passagem pira as repblicas
.'spinholas. Ha de diminuir em L numero de gallegos com a intnducco e canslisa
cao da agoa as casas, a qual deve estar effec-
luada era todos os predios da fapital.at ao mez
de maio de 1871, segundo a leiirgamca da Com-
panhia das aguas. .
. P.irec que foi damiiii.ln Je nosso ministro em
Mdrid o conde de Villa-Franca (D. Pedro da
Costa Haced*!) sobrinho do dique de Saldanha.
Esie diplmala-tem estado ltimamente eu/errao
n'aquella capital.
t p.i--=euovamenle a caucurso a adjudicas*
do theatro de D. Maria II.
i Andar por 17 contos annuaes a importune;
dos sidos quo durante a aliima dictadura foram
decretad^ a todos os offlcian< de qulqner patente,
q ie tivessem serv lo de 1828 a 1833 sob as ban-
dejas de D. Miguel. .
Ha dias houve om eoaneamento n ura polica
que fez sua irapresso em Lisboa, porque figura
n'esse acto condemoavel um (litio do visconde de
Pinheiro e creados d'eile, e d z se qne a ca-a vi
giada pela polica servia para reunios polticas
t Succedem-se quasi todos os dias os descarri-
Ihamontos e desastres nos camiohos de ferro de
norte e leste. Chegou a Lisboa o capitalista
Gmdara, de qaem sao agentes uns taes Francois
e Ladame que tem despedido grande parle do
pessoal e dado cau;a com as suas mesquinharias
e ferocidades a es-e tris le estado a qae chegou o
servico da explorane, ,
c O engenheiro Nuues d'Agoiar foi substituir na
A-calisaco por parle do governo, o ngenbero
Souza Brauao. Parere jno o governo ter de
i-mpmgar judo rigor porque as fazendas e vidas
dos expedidores < passageiros andam em grave
ri*xo. Se Ibe nao p,.zerem c iro, qoaoao o go-
verno quizer tomar a exploraco, estar todo em
til estado de deteriorscao, qae as desaetas serio
eoofrne*.
t Parece Odd o taes agentes recebem 10 por
cenlo das economas ou reduecos que elecluarem,
ao mesmo passo que Destrama gorgeta recebam
pi-lo augmento de receita, de modo qoe vai dimi-
nu ndo esta de dia para dia; mas como no despe-
dir geotA e nio reparar avarias ba o lucro pera
elles certo, qae os passagerss parlara a cabeca
que os viandantes sejam esmagados as passa-
geiw do nftel, ofr qoe as mercadoria* sonVaai por
sso pouco se ibas di I ,
Diz-se que a historia secreta dess torpezas, o
immoralissima......
BkVrei D. Fernando den nm converso o -
pleodido baile em paco d Arcos, ceas siwpaiwa
s pSsbas da corte que alli e em Cascaos so nelnv
vam a banho?. t
p enirrtne ao urfer'flB Proe^
coqKo cosinioiro do sj^ueltoijWqiio yiett
do oabo da Hoeca, ao repressar d'AIW* ssasosaosi
o capillo e o pilote. A Kipuhela'fBfio para ao
vargas e diz-se qoe ser fembetn proceesada, se-
gundo o cdigo vigente da mariona mercante, por
nio terem defendido os ofllciaes do navio.
t A illia da Covilhi, no dislrkto de Caler>
Branco, villa de grande impe rttneia indostrial, foi
elevtda a caihegoria deeid^de, por decreto pono-
cado ba podos dias na foltia offfcisl.
f A commissao central !. de dezembro de 16t*
deliberou ha dias elTecluar ne 1.* de ontoltro n
commemoraco que annualmente faz da reslao-
raco da independencia de Portugal.
Parece que nesse da sera modado o nosce o
largo de S. Domingos, onde est o palacio doe ota-
dos de Almeida em < Largo dos restauradores im
1610. Na referido palacio faaiam as mus ras]
nae clandestinas os patriotas conspiradores sob a
direccao de Joan Pedro Ribeiro, D. Miguel e k>.
Anlo de Almeida, do dezembargador Steebes de
Bana, etc. E' alli qae a commssao central ls*
as suas reooides semanae*. >
27 de oululro. At esta nao me eate ejpa
esttja organisado o novo ministerio. Os jomas*
lodos consignan a declarafao tontn Paita peto
bispo de Vizmi em ariibas as carearas de a achar
encarregado ITessa organfsacao, vL-to haver aun
concedida ao marquez de Sa da* Bandeira de-
ni i-sao da presidencia do eonsetno em conseqaen
ca de suas enfermidades.
O Hario de Solicas e oatros jornaes aO,
como prvavel, a entrada dos Srs, Jos de Mello
Goaveia, para as obras publicas oa fazenda Sa
raiva de Carvalgo, justica ; Jos Elias Garda.
obras publicas; Latino Coelbo, marinha e insuac
';Si publica, e exclu-so do Sr. Carias Beato da
Silva.
i Outros dizem que Picar com as pastas io
negocios estranzeiros e da fazenda. D'aqui a post-
ea- horas, possivel qoe eslejadeluiitivanipnle re-
sol vida a crise, esta larga crise governava osa
que ha tantos raezes estacionamos. Parece qoe se
tem dtdo njvos passrs para associar o marqnez
d'Avila e Mol ama nova siluaijai. Falla-se um-
bem no bario do Zexera para min'lro da guerra
t Acba-se eflectivameote em Ilespanha o mar-
quez de Ang'ja ( ronde de Pencbe ).
E-i em per'go de vida a senbora marqnesa
Je Valala, mi do marqnez do mesmo Ulna.
t Falleceu de urna febre puerperal a jjves eoev
lessa de Tabanede. Seu inconeoUvel esposo, *
cond, est gravemente enfermo e o Traneoso.
< Falleceu e Sr. Carlos Daoey, coosai pornag */
em Bordos.
< Parece que o governo tem na sna aaio es fio*
da i tenia ti vas da suboroo e allica^io a diverso*
officiaes inferiores do exercto. Insista en en
ser aunullada a prora, <;.io feita pela dictadma,
como premio da revolla nocturna de 19 e maio.
Na B .Isa das inscrirTSes ( divida eou> Jidada
interna ) foram offerecidas a venda a 31,25 para
os ttulos grandes, e a 30 para os ltelos po*!**
nos.
Em Lisboa, a subsenocao para os tttiot m
d.i, a subscnpo para o
qual for a sna nacin a lie
guerra ( seja qual for a sna nacionalidad* ) eleva
ra-sc hontem a 2:391*250 em dinheiro ; veafco
engarrafada 1,100 garrafas ; viubo nio engarris
do i50 litros; caf 5 >accos ; Gos 84 kiicgraosBsa.
marmelada 76 kfloe.
t Os jornaes do P.y4Q publicaran j o sjmsVo
da cuinini.-o filial urganisada na me:*M tiaaV
para auxiliar a corarai.-ao central. Ci>s*aoe>sr
dos Sw. Aizostinhp Francisco Yelho, AoIm> Jas
da Silva, Antonio Ribuiro Moreira. Anirtio Ptaat-
Mtroira da {kaU, Diogo Jos G>brL, Jwao Meaif
O-orio, Jos Beuio Ramos Pereira, Jos Xofaiira
Palo, Pedro Mara iU Foncica.
t Em Lisboa as subscrpes eontinoam a s*r
rpcebidas no esiriptorio do tbescoreiro o 8r. J. T
O' Neill iravssa do Se,|ueiro das Chapas; sw ea-
oriptorio do Sr. Jos Ribeiro da Cuaba, roa *V>
Cpellistas ; no banco Ultramarino, roa das Ca -
pellstas e no escriploro do Jornal de Ctassnrrr.
ra dii Bol ver.
Chegaram ao p^rto no dia 2i deste ssez, in-
dos de Valonea, ous hespanhps irrpiietdos ia
fallada conspiracio carlistas. Esli preses na r.
deia da Relario.
t O amigo p abastado eommercianle d'esta pra
ea, Thomaz Maria Bessone, foi agraciado con a
titulo de vi>conde de Bes-.ne.
> 28 de outubro.-M;.ilogra todas as tesHati-a
de paz. A pra? de M< tz e o ex-rcito l geaerui
Uazaine. Ficaram prisimeros 150 mil n.)rr.en?.
Como se v, eia falsa a noticia da norte sV
Bazane.
t O governo Graaeei nio eslava resolviao a aa-
nuir a qualquer prop^sta de armsticio 91* *esv
por base o principio da enri territorial.
< Os prussianos evauaram S. Quintie. O eorp>>
do exercto m^klemhurcuez marrbon sanee Pari*.
Os exercitos allernaes esperam ter roda aV
Paris duas mi! peca-s an posirio. Da se bombardeamcnti comeara no da -11 de onlobre.
> O Daily Netos declara se abertamorte erraar*
a p..lilica prussiaua, e nao adraille, sao ereUi'.-
algum, que a AUacia e a Loreaa K>an enresd
Prussia, apoiin lo as suas pelavras en par >
aversio (l'aquplla- comarcas contra o anvasero
profunda para deixar de prodnzr ana eterat
lucia.
No dia -i foi ccmmunleala officialraenta na
Madrid a aceitacao do principe A naii^nr/ln tas eV
Aoste candidatura quo o governo hi pasnel Dan
olTerece.
O governo es pedio urna circular se* tea* re-
presentantes no estrini'iro para qne osMef*
animo dos gov rnos junio de quem esli aenaW-
dos, acerca d'est can 1 datura, am de ao ea-
cootrar depois embarre exterior.
< Entretanto um trlegramm* recebido nontre
do Madrid 27, da que enrasa o boato de se ser
mallogrado aquella candi datura.
Anda esta raenaia nao esUva reoi*Hla a
crise miusterl. Diz-se qoe o bispo do Vizeu
resolver o irarqapz de Avila e Boiaima a tenar
uma pasta mpriacte o fuluro gabinete, as
continuavam as negciar.s para se ohaet a nra
comi>lela organisacao.
c Provavplmeme ;;i e.ieatar-se-ba boje n> par-
lamento, e dizia-se iim seria assim eonpesaa :
Presidencia e estrangeiros marques o'A vise aV-
lama : reini hispo de Vizeu : fazenda Cartos Bea-
to da Silva : juslie* P raiva de Carvalh.-, nari-
nha Jos de Mello Gouvea ; obras pontsca* Je--
Elias Gaa.
Ultima hora, 11 ,ii manha.Ha
Os decreti apparecero b (vide aci 1 a).
Pouco iffero e eomposicie da miaba earsa de
hontem. Constituem o aorerno alftuns nena***
do partido reformista aOeetoi ao Rvd. Basp* de
Vizou, e ontros cavalheiros do pan le da nor-
qnez d'Avila de Bolama. D.i-se qae ntt
ira fuso, foi indicada por el-rei, em pn sanan
difficuldade qne ha via de fi rmar an fnwsn |
rmenle exclusivo de parti'torefbraaalav,
nao querer o lio-tro pr-lado assumir a
cia do ronselbo de ministros.
Os Sr->. Moraes llego e Mello Gonvei11
foram mini-nos. O pnmero general anarigad*.
iDspecior do acampamento de Taacee faa par
muii;,s annos commandante do r>sn*is de iav
fauaria 11. i o segundo bar bar id esa
chefe da repartido de s unco I lora ao
das obras publicas. T*m sido
versas legislaturas, e j oceupoa I
vernador civil do distrieto de Visa*.
O Jornal do Commercto, dando a
da d'ella in-stra dnvidr. Comludo 4
Diario Papular, orgi> -emi-ofOcial da
da esta manhia no artigo principal da
t 0 Jornal do Commercw diz : Itaodjajl* aaa
t nos crivel que o Sr. geoeral Reg, am k> oan-
pletamenle palilica, sem o> nbuuu acatan */
t lamentar, descoobeeido impi?taaiaia nao
da palavra, fossede improviso els^asn a
1 de oslado pelo partido reformista ajo
< gavio de nio ser imitador servil da
cerabinac,des, qoe por oottas veaao ao
< senjiado.
O Sr. Jos de Mello Goava para a
seria r>>r igual mp"ssivel. a nosso ver,
t Emflm, taes serio pNneolsav*-
de taeto lempo ae censpeasni nn^sannne pasjsa
c viavei, e qne meramente viva o sapa aaflp
i de orna primavera.
1 Paila-se em adiamoaie dM
A mmop, oaiaa sto
estrauha eom ualanento fh 1
qae emWdeagosio sobsstfal*
que logo depois, passado din
cordar eom oa maU arquea i
teu e Carlos Bonlo no adianeale
para deputados (como entao lana eaaaaf)

i


.*-
Bwrio^ Rflv^*u^.-r?S^ &*'.-iL^j^jfgg/^ dft, $7^

t
ur occasio dt sabida dtntimo marquez Kdkrila
tomuttMu i
"ade a exelusao daqnelto estadista pr ser conser-
vador iojpeoitenle, boje se abraca o bispo de Vna>
a* margMt rAvna faetuda affftrna. o lie
depois de instantemeut* Ibe ter solicitado a enma-
ra dafem-e-ttliane.
i Diz ana o Ornnia servihw pro dominatiane\
nao so do lempo de Galba, e que os reformistas,
por si srnad team elementos de govervo, tem
forcas para exereer. Que vale, eom tudo, dais
rojar aw pea de um hfrmem expedente do qne
entregar os destinos da patria presurapcjio e
Ignorancia.
Afina I, consta que cbegon a Bruxellai o mar-
tjuez 'Angeja (conde de Peaiche) isla depois. de o:
dbraei todos o iornaes como aneante en arte
mcerta e terem pedido a suadmissao, em c'ftro
os partidarios d nobre prelado de Vizeu, a pre-
texto de qne andar petas provincias conspirando
om re de seguir logo para a corte junto qual>
Bra acreditad coto* represontaote do rei de1
Portugal.
Faz hM Si sqbo o r., Fernando
pa de eM D. Ljnii, que notlm H contar
32 armas de ide; A rfcapcla no paco
eaji.
Poblkoo-se hontora om fojheto muito
notave do ministro de estdo honorario
Joao d'Andrade Corvo, que foi ministro de!
Portugal'Madrid.
Pericos o ttu!6 da pnblicacJo. O sea
producto a favor dos ftidos e (lenles
militares em lempo de guerra. Tem ti lo
urna etraccSo pooco volgar porm e digna
da maior attencao a doutrina deste papel
poltico. Consta de 162 paginas e casta
300 ris. O autor collocou Portugal em
frente da Europa na situarlo presente;
coteja os direitos dos povos com as ambi-
res dos potentados; investiga o qne se-
jam o equilibrio europeu, o principio das
nacionalidades ea soberana popular pos-
tos merc da for?a e da astucia dos des-
potas ; trata largamente a qneslo ibrica
sobre aspiracio do povo hespanhol, e jus-
ta repugnancia da nacao portugueza, e a
candidatura do Sr. D. Fernando ao throno
de Hespanha ; historia as cousas da actual
guerra, e procura entrever as suas prora-
veis consequenci^s. E exp5e a situago do
paiz, os perigos que o cercana e os meios
d'elle assegarar a- suas condicoes de exis-
tencia como naco independente, a que
tem direito ineontroverso.
Diz om jomal hoje que Furtado Coelho
que li das chegou do Rio da Janeiro no
Gironde representar no tbeatro da Trin-
dade, e que se estrear na Dililla de O :ta-
ve Feuille, tradu :co do Sr. Antonio de
Serpa.
A' 7 de novembro espera-se aqui o va-
por luinboldt da liaba deLiverpjol.com
destino a Pern.imbuco.
Abre-s3 boje o theatro de S. Carlos
cora o Trovador.
* El Pais, folha de Midrid, traz a se-
grate informaco que diz rospsito a inter-
ferencia de Portugal as negociares do ar-
misticio.
o Hontem tarde (2o) as 3 horas e meia
estiverara a c nferenciar com os Srs. mi-
nistros dos Degocios estrangciros os repre-
sentantes de Inglaterra, Estado -Unidos e
Portugal, com o im de tratar das bases do
armisticio, em cijas conferencias as ditas
nacoes desejam que albspanba seja repre-
sentada.
As ultimas noticias externas, como po-
rm Ihes dizia no meu alcance de honttm.
poem em duvida a realisaco do armisticio.
o por cDnseguinte as probabilidades da
paz.
Esquecia-me dizer-lhes que antes de
assentar-se no ministerio definitivo, forarn
convidados pelo bispo de Vizeu os Srs. ge-
neraes harao do Zezere e Tavares de Al-
meida, que nlo acceitaram, apezar de re-
petidas instancias; os Sr3. Latino Coelho e
Jos Elias Garca tambem foram mais de
tima vez convidados e instados.
Anda se n3j desvaneceram os boatos
>w&&mrzm y/te
'd^mto^d^oclfflSeTtewlwl Vna*tK1
E' lida e app:
O Sr. secretar]
expediente :
Um olkio
Brasileiro. convidando o Instituto a se
presentar do acto da ana iustallacao.O Si
uno perpetuo declara que em consequei
ter sido recebido milo tarde opresenl
deixou de ser o Instituto all representad)*
Outrodo Bvm. vifafio Manoel AraaoMidt<
uores Ctnves,ofrertaodom exemplar di opulento
que acaba de imprim*," com tres artigos aos;
sobre a pena de oxooajunhao. Inteidi. lando
recebida a offerta coia^agrado.
O mesmo secretario pe/petuo d coala das se-
grales offertas : Varios ns. 'do ttkrfo Ptr-
nambuco, pelo consoeia, Dr. Figueird*; ataas
os. do Amerjcano e Mercantil de G>yanoa,To-
das estas olleras saS" reeebidas cora agrado H
mandam-se archivar.
Entra em discussa e approvado o bataneo do
1 trimestre de abril a junho.
E' lidio eremettido rcoraraissSo de fundos e or
camento, o balanco dffYeceita e deapeza veriflca
no 5o trimestre de junho a seterabro.
E' destrihuida pelos socios o n. 17 da BioiMa
Trimensal do InstttuttL.
cargo de presidente dtuta provincia o Sr.-eonse
Ibeiro Or. Oioge Vellio Cavalcanle de Albuqoer-
que, e immediatimente #%r. pro-preiidente no-
meou as commis^dei flMk-iam recebar a S.
Exe a entrada, eJMNubi-lo a .-ala dagliisdes,
o que depols de tM, |flKAi4 chegada de
S. Exc. que M rtcellft ^rm do estilo, e lida
carta imow reeteel o-JufatotMii e .tomou
!pj*e. ^^
Concluido uai e oatrfi aelo, rwirou se S. Exc.
Has mesan nntskdtiN; o levantou-se a
Eu, Lonre BMarr-^ermlra la'Cunha, -
cretario subsfcrdit
Bento JosA d\ Cotia Junier, pr-presidente,
Angelo Ilmiitum trSiiea, Dr. Prpxeies Go-
mes de SmzlrJQqn^a, Jos WrffT Freir Ga-
meiro Dr. Pedttife Amagd* Lobo1 Hoscoso, Igna-
soa da Sil^CMSwCif/ftco da Cosa M-
mais dada a tratar, levanta
\
Nao havendo
sessao.
PESTIVIDAD3 RELIGIOSA.Depois da manha
(dummgo) a irmiadade de S. Benedicto, erecta no
.: Dvtnto de Sanio Artorto drebjad dr Oiioi,
eet--bra, com todo e WrlhamlnTo, a fest* do- sen
iiairofiro, orando ao E an^elao e a TeDeum o
1Mb. Jos Estoves Vlanna.
A' tarde pereorrer as priuctpaes roas da cida-
de a pocissio do Santo.
BA^.\o'dE"S.'b5rJA.-A commissao etiekrn-
rula de-promt*er o baile olTerdcido ao.BxBw Sr.
Bara i de S Borja, wi respost ao sea ollfota bo*-
tcm uklicado dirigi he o seguinte :
t Illm e Exm. 8r.Os abaixo assigoados, d
acjordo com a sociedadeDbze de STtem&ro
tem a honra de responder a carta de V. Exc. de 3
do corrente.
Por mais respeito e admiracao qne nos mere-
Macei para Liverpool -3i8
mei)
uaramfara Liverpool5|8
algodlo daqai nwiH) Caiul-5,8 e 5 O|0
Pra o liento Unido, ou contiucnto entre
"rgo e Havre 3i4 teta capa,
asnear daqui para Liverpool !7( e
Goncajo Jos AfTonso,
1 Pcasidente.
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
kvmm
Vi
FBl^*dediata9 .:-. .
dem do dia 10 _, .
32I:98672J
49:242*368
371:229^090
ICACOES A PE
de certas tentativas de alteraco da ordera
publica. Na ) falta, porm, quem diga que
taes boato3 sao pura invenco de novellei-
ros.
Corra hontem como verdica, diz h3je
o Jornal do Commcrcio, a noticia que d
com todas as reservas, de que o governo
inglez enviara urna nota ao ministro dos
negocios estrangeiros, pedindo com a maior
nrgencia o armamento de Portugal, concor-
rendo o tbesouro britannico com os di-
nheiros e armas necessarias para esse
fira.
Os telegrammas recebidos ultima
hora, em Lisboa, sao assim concebidos:
Londres, 27 s O h. da tarde.Hoje
pela manha rendu-se a praca de Metz.
O exerc to de Bazaine capitulo i. Toma-
ram-se 1">0.0IX) orisioneiros.
t Londres, 28 s 10 h. da manha.A'
respeito do armislicio nao ha novidade al-
guma. Os jornaes de Londres disentem
sobre a queda de M"tz ;
fundo dizem que teem
esta caMstrophfl ha de
convico amarga, mas
sorte da guerra irrevogavelmente contra
ella. Das provincias de Franca na la de
importante. O ex^rcitoallemao que cercava
Metz, comecou a marchar sobre Pars.
Londres, 28 s 10 h. da tarde.O nu-
mero total dos prisioneiros em Mifz foi de
173.000 homens, inclusive 3 raarechaes e
6,000 officiaes. O imperador NapoleSo, em
conseqiencia dj seu mo estado desale,
possivel que seja removido para a ilha
de Elba. Confirmase officialmente a no'.i-
ca da rendico da 'M-tz, enlregando-se
150,600 francezes. P.irece que as tropas
allemas, que sitiavara Miz, receberam
ordem de marchar sobre Pars.
nos seus artigos de
esperances de que
levar a Franca
salutar, de que a
PERNAIBUCO.
KETCSTA DIARIA.
, MORTE REPEMIXA.-IIontem pelas 9 horas
do da Mleceu. m meio da ra d > Hangel, de
om ataque apopltico o subiiio poriuguez Ambro-
sio de tal.
COHOA BE OURO.Achvse exposta naloja de
madama Falque, ra IVi.miro de Mrc> n. 4, a
corda de our.i que a soci dade Doze d: Selembro
vai olTerecer aoExm. Sr. baro de S. Barja, eiu
nome do povo Perniimbucann.
E" nm trabalho adrainvel do hbil artista per-
nambocano Jos Vital de Negreiro*.
Comp5e-se de dons ramos de louro, enlcelos
com ramos de II dras preciosas, e presos por'um laco de fita onde
ae W-Pernaubuco, ao B^ro de S. B >rja, 1870
O artista iinitou ao natural as fulbas de luru
dan do-loe apriebo as cores que ple lomar o
ou^o.
K' digno do elogioi o Sr. Nagreiros, pela per
felciie gostn qa.-revylli um lindo trabalho. A
aocieJade of^recara a cori por occasiij d>
baile no dia 1 de deseaibiv, deserapeobindo-se
assim de um duplo comproniisso.
INSTITUTO ARCHB )LOGICO E GROGB VPHICO.
Uenaio-se hontem, ssb a presidencia do Exm.
eonselhfiro nmisenho- Muniz T oa dos Srs. Dra. Soarei de Azeved^ J aquim Por-
tefia, Ponceca de Albujuerque, padre Lino do
Monte Carmello, e major Salvador Heorique.
ga o elevado senlimento que dictou a rasolacao
que V. Exc. loraoa, nao ple ella ser aceita, por
3uanto urna nobre associacio j prevenio os seas
esejos.
Accresce que estes bravos a cada um dos
quaes, viria a caber urna diminuta parcella deste
donativo, em sua honrosa potrosa cederiam da
boin grado o sea bolo, para que o bnvu general
que n >s combates Ihes dea tantos excmplos de
herosmo, e que sempre tanto tnteresse tomou na
defesade seus direitos, fossevieleri.tdo.
E' urna tranifestaQSoem nomo da patria, que
se trata de dar a V. Exc, e a patria sao ellos, so-
mos do', sao as tamilras que agr?decem a V. Exc.
a restituicao de tantos Pernambucanoi quo flea-
riam uo sul sem a dedicada e elflcaz inlervengao
do bravo geniral Victorioo.
Gratos, pois, ao3 seus sentimentos, pedimos des-
culpa a V. Exc. pjr nao aceitarmos a idea lao
generosamenle aventada por V. Exc.
R cife 9 de outubro de 1870. Illm. Exm. Sr.
marechal Bario de S. Borja. Os directores do
baile.
MISSV DE REJWEM-O Exm. Sr. Bario de
Aracagy mnnda manhaa celebrar, na matriz da
Boa-vista, as totoras do dia, urna raissa de re-
quiem por alma da Exma Sra. D.Feliciana Lios
de Barros Waui rley. mnlher do teuen/a Thomaz
Lins de Barros WanJerley, fallecida no dia 5 do
corrente no seu engenh) Serra d'Agua, do Rio
Forraos>, e ;onvida os seus amigas e prenles
para este acto de caridade.
NOTICIAS COMMERCIAES.Eis as da ultimas
datas das pravas de Londres:
20 s2h.c 40 m. da I.
O mercado dn algodo ten estado animado,
com alca le 1/i d., o que eleva assim os prec/>s :
de 8 1/i a 10 1/i o de Pernambiico, de 8 a 9 7/8
o da Parahyba, de 8 a 8 7/8 o de Mise de 8
1/2 a 10 1/1 o do Mironho de 8 a 9 3/i o do
Rio Grande do Norte, e a 9 1/3 o doCear.
O assucar est firme com alca de 9 d. cotjmos :
brauco de 23/a 33/d, loiro ou sonaenos 22/ a
32/ d., e o mascavado 19/ a 30/ d.
O ca* muito firme aos precos de 4 1/0 a
4 8/6.
A borracha do Para frouxa de 2/11 a 2/1.
NAVIOS CHEGAD9S. -A' Lisboa a lo Mana
Lniza d i Daranhao e Douro do Para, a 16 Cea-
rense (vapor) do Cear ao Porto a 19 Josephina
do Maranh.
I.AI v I.Este brigue portu?uez, sahido de Lis-
ba.para o no pipase 160 barns vinhi, 20 ditos loucinbo. 14
ditos cevada, 230 ditos, 48 pipas e 2 meias ditas
vinagre, 6 volarnos paisas, 800 saceos farello.
201 varas de lagedo, 100 caixas boiatas, 91 ditas
cera, 273 rodas de arcos de pao. 130 ancoretas
azeitonas, 50 pedras do cantaria, 36 volumes dro-
gas.
BISPO DO RIO GRANDEDO SML. o Com-
mercio do Poeto extrabimos o seguinte :
Ghgou hontem (O de outubro) a esta cida-
de o Sr. O Sebastiao, bispo do Rio-Grande do
Sul. Traz na sua companhia um familiar, o Rvd.
Agoello Gimes de Souza.
t S. Exj. f j ao eoncilio a Roma e na volta de-
sejaodo fazer urna digressao por Portugal j
visit u Lisboa e Coimbra don te veio para aq ti.
iHmt-im visitou a igreja dos Clrigos ao palacio
de c y*tal.
S. Exc. esteve tambem em Hespanha, cujos
pnneipaes pontis visitn.
t O Sr. D. Sebastiao Dias Laranjeira, bispo
da provincia do Rio-Grande do Sul, coota 49 an-
nos di idade. E' natural da provincia da Bahia,
era cujo seminario fez os estados theologicos, sen-
do all ordenado e logo em seguida nomeado pa-
rodio da freguezia de Nossa Senhora do Morro
di Fogo, lagar que exerceu por espaco de 13 an-
uos.
Era 1837 foi a Roma frequentar na um ver? i-
dade da Sapiencia o curso de direito cannico e
alli receben o grao de Or. nesla sciencia.
Durante as ferias visitou n* lugares sgralos.
c Era 7 de outubro de 1860 f .i nomeado bispo
e su grado pelo pontfice em Rima, d'onde voltou
para tomar pos-e da sua diocese no Rio Grande
d> Sul.
Era 1867 foi Roma assislir s festas do de-
cimo-oilav centenario de S. Pedro, e em novem-
bro de 1869 voltoa alli para assistir ao concilio
ecumnico.
c H >je, s 7 horas da manha, parti para Bra-
ga, d'uii'le tenciona vultar no prximo sabbado, e
oo domingo seguir para Lisboa, alim de esperar
pelo paq ete francez Sindh, que deve sahir d'alli
no dia 27, recolb.-ndo-se sua diocese.
* Na sua voita de Braga tenciona visitar a ca-
thedral, o hospicio de criancaj e o hospital da Mi-
sericordia.
NAVIOS SAHID0S.-D3 Lisboaa 13 Ugeiro
para o Para, a 19 Mirahcme (vapor) para o Cea-
r, e Laia l para Perna < buco. >
LOTErtlA.A que se ach venda a 169.* a
beneficio da nova igreja de Nossa Senbora di Pe-
ah, a qual co.re no dia 12.
LEILAO. H )je edcjctua o agente Martins as 11
horas do dia o leili de gneros movis e perten-
ces di hotel Agdia Brilhante da ra do Rosario
estreita n. 19.
PASSAGEiROS.Vieram da Europa no vapor
Iranm SndA:
Paopatera Francisco, Lagarde Zelia, Michele Mi-
lu, Mi'-hele Guerra, Nicola P. de Gui*oppe, Itrand..
Ant mi, Siefano Ginnaro, D'l Vecchio Pavls, Fe-
llpp la Giovanni, Lomme Giovanni, Spinelie Gui-
seppe e um filho, Jo- R. T. de Mello, Ctoriiiha
M tria da C nce/t>, Manoel Pereira de Mag^lhes
Jnior, Jo Francwco Branda >, Joaquim da Silva
Turres, Joaquim Ferrqira du Gampos, M..thias Go-
mes Fernanda*, B^rao de anta Cruz, Jo F. d-
\nl adi Jnior, Manoel dos S. Sarajva, Lino F.
Henri4tie>. Therez e 2 filbos, Vielor Creax, Hen-
n Hohr ns, Sbela Felice, S enillo Micqeles e seo
li.lu, Nevellioo Rrfaele.
jtflw^^sr^' .
Os embargos de Os. 91 nao abalam os fii
ment* da seiM$ft do fl. 88, vista da p
dos amos.
A dijciusio mraticiosa que tem havtdo disaai>-
sa-no defepeWbd, apenas otservamoe qWM
ple dizer respeito do novoarguffieoto do embar-
gaqte que peior a emenda qne o tooto.'
A presente acelo fundiva-se em unfasjentoTh
um pretendido livro de tombe. A pelillo iaicial
referese ao livro de tombo do extincbt morfalo
de Alagdas. Na peftcao de fl. 7, se requer que
qualquer tabelliao a gnem fr apresentado o livro
^ovimento da alfaadega.
Volnraes eitrados
,MKes
com ranadas
- com geflros
sahidos eom fazMdas
com gneros
187
479
------666
2o3
138
------401
por exeemjio Ja legitima hei'deM do oSi
Antonio VIeTra i Bernardo Jos RoUrlgDg"..
ro e sua mii%T, cojos bens slo ts e|falate9 .
ra sobrado sotao corrido e sobre 9Qtao na ra
do B.r>^mS-18> Q U/Q 'elhelro no fondo, avali>
por 10.000/.
Doas mel-aguas nos fundos da mesrna casa fa-
ma3^*bW plr* fcaes' a?il,la,la cada uma Pf
vHK)#00(X
Um caixio oa ra do Broun, contando dentro
daas raei-aguaa com os ns. 23 e avadada cada
uma por 1:000}.
Urna mei^gaa m ro* dbs Gairirapes tora o
n. 24, afiliada por m.
O escrtpto de praja acha-se em mao do porteiro
do juizo, onde mjfnor se pode ver. E* attima
praga. -U.M-^__J
A barca
Pestaa ; p>\
E. R. Rabel
com o'cafl
Bwra I4i
passe por
le tombo e deraarcaco das trras___
Mrrttto....
Demontramos que o tal livro, n5o era de tombo,
nern tinba bavido tombo, que um processo mal-
lo regalar, eheio do maltas formalidades essen-
ciaes como explica o desembargador Menezes cu-
jas palavras copiamos. O embargante exforcou-
se fl. 36 verto em demonstrar que o livro de
que se trata om verdadero livro da tombo, um
documento nfilcial e aatbentrco.
L se a fl. 38 verso :
Ora, contra a (inaliflcaco de livro particular
escripto por possoa particular proto3ta a'proprfa
certidao___
Gomo se nega to formalmente a verdade ?
Pois bem. Examina-se o tal livro de tombo, o
venflea-se. primeiro >qae a provisao regia qae
nelle se aeha copiada (nao se sabe por quem), nao
foi subscripta era assignada fjor alguem ; segun-
do que a descripcao e demarcaclo dos povos nao
eslao assigoados por tabelliao, nem por ontra
jualquer pessoa ; nao se sabe quem as fez, nem
quera as escreveu ; tereeiro que etrstem entreii-
nhas nos differentes lan^ameotos; qae depote do
ultimo lancararnlo nao ha earerramento atgnm,
havendo mais de 200 folhas em bianco.
Como sabio-se o embarganbo ? Perfeitamente,
servio-se d'aqoillo mesmo qn^ o contrariav !
Se o livro foase de tombo,um documento o
cial entao nao provaria consa alguma; porque as
faltas acontadas tirar-lhe-hiam todo o valor ; mis
nao, diz o embargante uma simples copia parti-
cular que alguem fez de uma parte dos autoa ori-
ginaes de nm tombo; so quero que elle vaina como
um escripto antigo I E esta I
O embargado por si e seus antepassados possue
pacificamente o slo em questo ha mais de 50
annos, o que nao contestado pelo embargante.
Provamos isto com um documento de 1813, qua
uui formal de partilhas extrahido legalmente de
um inventario judicial, alli se v a bsemneia de
todis as formalidades legaes ; alera dessa pos3e
aotiguissima (qne nao se sabo quanJo u cipio) e dos dous formaes de partilhas de 1813 e
1861, acresce qne no celebre livro, ora de tombo,
e ora copia particular (conformo a conveniencia
do embargante) nao se faz tneacau da casa do em-
bargado, como ja demonstramos.
E o que se traz contra tudo isto? Qae os rasca
nhos do til livro sao feitos com tinta qne denota
antiguidade, vale como escripto amito. Nao ha de
ser com semelhaote futilidade que se ba de xtor-
quizd) embrgalo aquillo que transmitnndo-se
de geracao geraeao faz hoje parte de seu patri-
monio.
Devem pois ser despresados os embargos, con-
demnada o embargante as cusas F. J. Fonceca.
Nada mais se continua era ditas pegas pedidas
por certidao e apontadas na peticao retro, o que
ludo aqui fielmente fiz extrahir por certidao os
proprios originaes aos quaes me reporto; e vae
esta sem cousa que duvida faga por mim sub-
cripta e assignada, nesta cidade do Recife aos ti
de outubro de 1870.
Jos Pires Campello de llmcida.
Descarregam hoieHr de outubro.
F*a ing eza-Br/an<-diversos gneros.
B^rca ingleza-Zwmia-jdem.
avio ingiez-A^-iiem.
1 '"C'tw ,Jffttnt bjairtlfCT
!ho nrtcMuMMaorWBat gneros.
rigue inglez-^Wfo//rd-divenios gneros.
^hH araercano Water WileT fariaba do
tngo.
Brigue hollandeY Cornlio'Geitret-4tMhl de
irigo.
mnte nei1f-/fiiojfiJdrVerseeignero.
Brigue inglezCigana -idea.
Logar portuguez-ZuZ/o-idem. -.
RECEBEr>0Rl\ DE RENDAN INTEums
, GERAES DE PERNAMBUCO
Randimenio do d 1 a 9 1G:434269
dem do dia4"! .... 2:077*380
THEATRO
18:3111649
Segue-pTa et
para passageirose carga, na
mero 26.____________
RIO DE J
Para o 1*0 de laaei
o patacho brastlerd rabe
meato prompto, podeido
cousa, assim com.o raiadezas e
a tratar com o sea consignatario
Gongalve Ba/tfio,i rna doC>
&o de Jaaeifa
Para o porto cima nMl|
goe nacional Jmbei, ten. paite 6*
nea-o ipjrrfo : para o retn fna
ta-se com o consignatario* Aluonas
veira Ate vedo Ai C, rna da Crwv
tlfwian-
BEN
AOTRIK
CONSULADO PROVINCIAL.
Randiraetuo d dia 1 a 9 16.062I33S
dem do dia 10. 1:4621146
17:524|50
r.ni.iRA MUNICIPAL.
SESSAOEXrttAOilDlNARlA EM 30 DE OUTUBRO
DE 1876.
PRESIDENCIA DO SR. GAMEIRO.
Presentes os Srs. Angelo Hennqaes, Dr. Pi-
tangs, Pe3oa da Siiva, Costa Moreira, e Dr.
MOMO, abrio-se a sesso, e foi lida e approva-
da a acti da antecedente.
Lao-** o seguinte expediente relativo somonte
ao ohjecto para que fora convocada a reu-
ma i:
Um aviso expedido pelo ministerio do imperio
em 14 do corrente, no que o imperador communicar a cmara tuuuici^al
derta i-apilal, que. por caru imperial .de 12 do
andante mez. houva por bem nornear o Exm. Sr.
onselbeiro Diogo V,dho, Cav^l amo de Albuqoer
que para o cargo de pratioenta desta provincia -
Iutirada.
Um ofllcio do secretario da presidencia, com
Hlssa de rqn'em.
Amanhaa (12) manda o Bao do Aracagy cela
brar na matriz da Boa-vista as 8 horas do da
mista de rquiem por alma de sua prezada prima
a Exma. Sra. D. Feliciana Lins de Barros Wan
derley, mulher de sea amigo e primo o tenente
Thomaz Lins de Barros Wanderley, fallecida no
dia 5 do corrente em sea engenho Serra d'Agua
da fraguezia do Rio Forrao'o, e pode i, seus ami-
gos e parantes o carj-Joso obsequio de assistirem
a esta missa.
O mesmo Baro convida aos senhores reveren-
dos sacerdotes para celebraren] no referido da 12
missas por alma da mesma fallecida em todas as
matrizes a igrejas das qnatro freguezlas desta ci-
dade a hora que lhe for mais commola.
MOVIMENTO DO PORTO.
Naviot entrados no di 10.
Bordearu e portos iatermadios14 das,
vapor francez.S'd/c. da 190 i toneladas,
coasBaodaote Giost, equipag3m 430,
carga fazendac outro gneros, a Tes-
set Frere.
Porto-40 dias, brigue portuauez Jwtth,
de 252 toneladas, eapito Joaquim Pinto
da Costa, eqaipagem 12, carga vinho e
outros gneros; Thomaz de A. Fonseca
C.
Navios sahidus no m>smo da.
Ko de Janeiro pea Bahia Brfgne nacional
Bahiano, capiUb Silverio da Silva Gallo;
em lastro.
Olisermcao
Su?p3ndeu do lamaro para Macei a
barca franceza Sant Mkhel, capit5o Y. Pi-
erre com o mesmo lastro que troaxe do
Rio de Janeito.
EITAES.
N. 448. POR ACASO EXP/RIMENTAES OS
SEGUINTES SYMPTOMAS l-Tendes tosse violen-
ta ? Semas dores nos pulrafies ? Expectoris
phlegma ou muco-ilades ? Vos encoramolam e
debilitam os saores nocturnos ? Tendes a gar-
ganta inHammada ? Estis rouco ? S-rates oppres
saonopeito? Se por acaso, ou dado o caso que
adoceis de todas ou de qualquer urna das enfer-
nidaJes mencionadas, acliarvos-hei na urgent-
sima necessidade de empregar um remedio effl-
caz e seguro tal qual seja o Peitoral Anacahuila
de Kemp. Nao deixeis passar urna hora sera que
ceis uma prompta applic:u;ai deste inap"-eciavp| e
prodigioso remedio. Os males e soffrmentos para
logo sarao aliviados, e por lira acabar por resta-
bale er completamente vussasalee cora ella vos-
sa aligria a prazer.
Sna historia uma serio continuada de proli-
giosas caras e de trinmphos sem rlm. Bneontra-
lo-heis venda em toJas as principaes boticas da
cidade a do campo.
- A cmara municipal desta cidade faz publico
para conheciraento da seus raunicipas os artigos
1e postura abaixo transcriptos, os quaes foram
ApproTftd.w prav(oorim*nw polo K2...M. pi>..idOB|,
da provincia em 26 de outubro ultimo. Pago da
cmara municipal do Recita, 8 da novembro da
1870.
Bento Jos da Costa Jnior.
Pr-presidente.
Lourenoo Bezerra Caroeiro da Cunha.
Secretario.
Copia.4.* secgao.Palacio do governo da Per-
narobaco, 26 de outubro de 1870. O vicepresi-
dente da provincia, em vista do cilicio da cmara
municipal do Recifa de 12 do corrente sob n. 97,
resolve approvar provisoriamente nos termos do
art. 2o do decreto di 23 de outubro de 1831, os
artiges de posturas adlicionaes abaixo trans-
cripto.
Art. 1." As reflnarias, padarias oa fibncas qae
trabalham por meio de fogo, poderlo de ora em
diante ser estabelecidas nos lugares designados
para as ferraras, caldcrarias e ootras calcinas, e
para ah sea removidas as existentes em lugares
liversos, quando por qualquer circunstancia dei-
xarem de perten:er aos que ag.ra as possuem, nao
pedendo, porm, etas com tudo trabalharem com
carvo do pedra salvo se forera movidas vapor.
Os infractores encorrerao na milla de 3O$O0O e
na do dobro na reincidencia.
Art. 2. As ofBcinas e estabeleciraento. que tra-
balharem com fogo, devano ter euarain que con-
duzam todo fumo. A chamin ter altura supe-
rior a qualqaer edificio as nas visinhancas no
permetro de 100 metro, fleando marcado o pras
de 90 dias para a collocarao oa proloagamonto
das chamins. Os infracteros encorrerao na mal-
ta de 301000 e na do dobro na reincidencia.
Francisco e Assis Pereira Rocha. Conforme,
Antonio Annes Jacoma Pires.Confer, Miranda
Castro.
EMPHEZA COIMBRA
HOJE
EFICIO DA-AUN
Mlle. Choeberl
SEGUNDO AS BASES DO SBU CONTRATO
Varitidissimo espectculo
Dividido em quatro partes.
Onvertura pela orchestra.
PRIME1RA PARTE.
Subir a scena a multo linda e applaodtda ope
rata era um acto, msica de Offimback
Lischen et Fritzchen
Personagens. Actores.
Lischan......... Mme. Valmonca.
Fritzchen....... Mr. Raynaud.
SEGUNDA PARTE.
Mlle. Mariette far-se-ha ouvir na nova e linda
cancooeta
JE M'EMPARDIT D'ESPRIT.
Mr. Carn cantar o lindo roadeaa das nonios
BRESILFENS.
Mr. Raynand desempenhar o bello romaneo
MARTHA.
Mr. Maris exibir a linda canelo
LES GUEUX.
TERCEIRA PaRTE.
Subir pela quinta vez scena a lindissima ope-
reta phantastica em nm acto, msica de Ad. Adam
Pantins deViolete
Personagens Actores
Alcorribas............ Mr. Raynaud.
Pierrot............... Mlle. Brescia..
Violelte............. Mme. Valmonca.
Polichinelle........... Mr. Carn.
QUARTA parte.
Mlle. Chneberlc cintar a novo c linda aria
Fleurs d'amours.
E' este o espectculo que a beneficiada aprsen-
la ao r speitave publico desta cidade, de quem
capera toda a coadjuvaijo o concurrencia.
es bilheles achara se em mao da beneficiada no
hotel da Europa e no dia do espectculo no es-
criptorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
P.*RA
o
Rio-Grande do SuL
A esenna portugueza Aguta,
recebe carga a frete: (rsta-se o*
s C. roa do Gmmercio a. 48> i
Rio-Qrande do SnL
Boii gue nacional Amelia : para o reato da carga an
lhe falta, tratase eac os consignatarios Inanmi
L. de O. Azevedo de C, rna da Cris n. 57, nri
metro andar.
.ASSU
Para o indicado porto val segair tanr da aj
dias o patacho portuguez /). Gnaktnmmt, taJ
qae recebe carga a trole commodo, quem aa
mesmo quizar aproveiur em tarregai, qjaeWa vir
tratar com o sea consignatario Joaquina Joa Gom-
calves Bcltrao rna do Commcrcio a. 17.

LEILOES.
N. 449.-HAJA SUMMO .UIDADO COM AS AF-
FECC0E.S DOS BRONCHIOS. Sen progresso
sao rpidos a assusUJotes. Atalhem-se pois o*
oie.ros symptumas muante doses regulares do
pt-itoral de anacahuua do Komp, o qual para logo
far parar os progresos d^ molestia oa inflara,
majan local ; impedir que a mu, isidada sa as
gloinere nos tubo* brouchiae-, fortificar os ornaos
da voz, e restabelecei a .-aiide e o vig(r de todo o
synpma respirat .rio. E nbora mesm'no cao aue
a molestia se ache ja algara tanto avancada nru-
porcionara cons.deravel alnvio, e em muitos caso.,
cuectuara uma pimpla cura.
Portanto as vn-rnnas da tosse, constlpacdes ca-
tharros, febres iufl unmatorias dos palmo ou de
qnalquer uma nutra eufer.nidade dus oreaos da
respiracao, nao devem nem por isso desesperar
por um < momento da sna final enra urna vez
que te.il.am a mao este ajm.ravel a maravilhoso
ined.cain.ulo, verdadelro resUurador da vida e
Mude, qualquer posma que o use. dever ter p^r
fe.ia re a cuiiflanc, mesmo nos indicios os mais
pronuuc.adus da molestia.
A cmara muuicipal desta cidHdo taz publico
para conheciraento de seus tnunicipes a postura
addicional abaixo transcripta, que foi provisoria-
mente approvada pelo Exm. presidenta da provin-
cia em 7 do corrente.
Paro da cmara municipal do Recifa 9 de no-
vembro de 1870.
Ignacio Joaquim de Soaza Leao,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra arneiro da Cuaba,
Secretario.
COPIA.
4* seccao.Palacio do governo do Pemambuco
em 7 de novembro de 1870.
O presidtrate da provincia em vista do ofllcio da
cmara municipal do Recife de 12 de outubro ul-
timo, sob n. 99, resolve approvar provisoriamente
nos termos do art. 2* do decreto de t de outubro
de 1831, os artigos de postaras addieionaes abaixo
fanscript is.
Art. Fica prohibido a renda de carnes ou
ressuras depois das 3 horas da tarde nos mezes
de outubro marco, e depois das 5 horas da (ar-
le nos mezes de seterabro a abril.
Art. Ia As carnes ou fressuras que forem en-
contradas depois das horas actau marcadas serio
appraliendidas e entrralas, ou lancadasao mar
em gran le distancia, e a pessoa quilas estiver
v.mi nulo pagar a umita de 10 e o dobro ni
reiof-ideneia, alam de sollrer quatro dias de prisSo.
Ar. 3 As pessoas que sa apoderaren] das car
ns on fressuras dep is de enterradas ou lancad'S
ao mar incorrero as peaas do artigo ante-
cedente.
. Art. 4 As carnes sern oonduzidas dos mata-
dnuro para os acougues em carrog fechadas
por gaiiosias e forradas por toalbas limpas, seudo
l>en lridas em ganchos de ferro de modo que
nao liquen) sobre-postts.
Os infractores encorrerao as maltas do artigo
antecedente.
Art. 5^ Pica marcado o praso de 60 dias para a
fabricarlo de carrosas apropriadas, Ando o qnal
oa) ser permittido fazer a couduco as carrocas
ordinarias.
Diogo V.-lho Cavalconti de Albuo,uerque.Con-
formeFrancisco Lucio d< Castro.
aVSCS MARTIMOS.
COMPANHIA PEHNAMBCANA
DS
t'avega^ao costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.-
O vapor Jnguaribe commaudante
Gnilherme, seguir para os portos aci-
_ ma no dia lo do corrente as 3 horas
da tarde.
Rucebe carga al o dia 14, encommendas, passa-
geiros e diobeiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia de sna sahda no escriptorio do Forte do
Matto n. 12.
JL
Mil
I
Para o indicad i porto spgae em poneos dias o
brigue portuguez Realidade, por ter a maior parte
de seu carrecamento prompto e para o pouco que
lhe falta a frete barato : tratase com o consig-
natario J aquim Jos Goncalves Reltro, a ra do
Coramercio n. 17.
LEILAO
DE
MOVfilS
(No armazem da rna do Imperador a. 16).
Sendo de mobilias de Jacaranda a Lniz XV, di-
tas de amarello, mesas pan jantar, gnarJa loara
camas para casal, commoda, apparaaarcs ae
amarello com pedra, ditos sem ella, nrmrandie da
Jacaranda, marquezas, catkiras avnlsaa, coaaaka,
sofs, marquezas quadros com mol toras a-oatao-
das, mesas para escripia, I machina para costara,
1 t nllette de mogno, carrinhos para meninos, re-
logios para prele, guardas vestido, masas re-
dundas, 2 tinas da madaira, e>pos, dices, eaa-
dieiros o gaz, 1 bomba para jardim, caixas, b
c muilos outros objecios
HOJE
11 doeerrenta
por intervencio do agente IVntoal, as 11
em pnntn. sem reserva de precos.

DOS
e g eros
do hotel da
o Caaaali Rri-
Maranho.
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
(ach > nacional Joven Arthur, para o resto do car-
ga que lhe falta trata se cora os consignatario?
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra da
Cruz n. 57.
COMMERCIO.
PRAfA DO RECIFE 10 DE A'OVEMBRO
DE 1870.
A8 3 1/2 H0UAS OA TABDE.
CotafQm officiaes.
Algodo do Rio Grande do Aorle647 rs or kil
posto a bordo, frete de 5|8 e 5 0.0
impo H,,br Loudrea 0 d/v 21
IdOOO (tHija):
d. 22 1|8 por
0>tb'bn dito 90 d,v 22 1(8 por l|O00 (hon-
LiCLARACOES.
Pela reeebedoria de rendas internas geraes
>e faz publico que neste roet de novembro que
e findao praso do pagamento, sem multa, do im-
posto pessoal. relativo ao semestre do exercicio
corrente de 1870 71 Ando o qual ser cobrado
com a malla de 6 010.
Rccebodaria de Paruambnea 2 de novembro de
i87a
O administrador,
ManoBl Ciraeiro de Souia Ucerda
COMPANHIA PERNAMIJCANA
DE
Navegando costeara por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca commandan-
te, Mo ra seguir para os por-
tos cima no dia 1.1 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, encommendas
oassageros e dinheir a frete at as 2 horas da
larde do dia da saluda : escriptorio no Forte de
Haltos n. 12.
COMPANHIA PEHNAMBCANA
DE
aregaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Comripe,
commandante Silva, seguir
pira porto cima no dia 12
do eorrente as sois horas da
tarde.
Recebe carga paisageiros,
-acora nendas, e draheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da saluda, no escriptorio do Forte
do Mattas n. 12.
Perlences e movis
rna KatMita l.< It warin n
lhante).
O agente Martins far leilo, por aatorbacn,
dos pertences, movis, lon^a e trens de riijaiai,
do hotel Agnia Brilhante da ra E-tre.la do Raaa-
rio n. 19, em lotes, a vontade dos compradores
HOJE.
lldo corrate
s 11 horas do da, no mesmo hotel.
~iir
DE
fazendas fr ancezas
suissas e allemaas
PARA LIQUTDACO
Segunda-feira 14 do corrente.
J. Carrere leva a leilo, por rlt-rvearo a\>
agente Pinto e para liqnidarao, nm completo e va-
riado sortimento de fazendas franeez.is, snissas a
allemaas, propria do mercado a exi-tenies eaoosea
armazem do largo do Pelonrinho n. 7, oadasa
eflectaar o le lao, s 10 h >ras do ia acia da.

AVISOS DIVERSOS.
COJUP
DAS
Mes-egeries, imperiales.
No dia 11 do corrente mez esper.i-se dos por-
os do sul o vapor francez dmazone, commandante
de J-.-rel, o qual depois da demora do costume
seguir para Bordaos, tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condcSes, fretes e passagena, trata-se na
agencia, ra do (oramercio n. 9.
Couipanhia ameriesna e brasilei-
ra de palletes vapor.
At o dia 13 di crrante esporado de New-
Vork por S. Th .miz a Pira, o vapor americano
M-rrmack,n i|inl dep-Mf da d>m>ra do cos-
ame seguir para os p irlos do sul.
Para tretas e passageos, trata-sf. com os agen-
te Heary Forster 4 C, ra do Comuiercio n. 8.
CASA DA FOBTGHA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A rna Primeiro de Marco (oatr*ora roa
Crespo) n. 23 e ca-a3 do contorne.
O abaixo assignado, tendo vendido >* i
felizes bilhetes ora qnartn n. 2331 eom 5:009*%
um inteiro n. 1110 com 900|, e ootras sortaa da
1004 405000 da lotera que se acabou de ex-
trahir (I6S1;, convida aos p is-ui lores rirem re-
ceber na conformidade do cosame, sem descoa-
to algiini.
Achara-so a venda os felizes bilheles garaa-
tidos da 5a parte da lotera, a benrrkio da la-
va igreja de nossa Senhora da Penba (IC9*)t anta
se eztrahir sabbado 12 n correte mez.
PREGOS.
Bilbete inteiro 6*000
Meio bilbete 3O00
Quarto 1*300
Em porcao de lOOiOOO para cima.
Bilbete int iro 5J400
Mein bilbete 2700
Quarto 11350
______Manoel Martins Finia.
Club do Vlouteiro.
A primeira partida to i Ingar oa noote
do dia 12 do corrente, havend aa Irea
expecial para a volta as i horas da
gada.
O effiprerark,
____ P l Lagme.
Escrava.
Precisa-se de nma escrava para uma pe
familia para o servir;) interno e qne sair-a p
mar : para tratar na pi,.ca do Crale d'Ba
1* andar.___________
Alaga-se uma casa terrea o.ni laata
tantos comnvdos jujlo a ponte petiueaa i
gem : a traUr na estrada d.. C.jueiro, mu>
ou na ra das Trinan iras, fabrica da p-
mero I.
*,
a I.
Din rapaz brasileiro, u> N utra,
ga se da fizar escriplis cnmmeriiM* p>r
das dblalas : a tratar na roa astreiu do
rio n. 17, Io andar.
iiveendo pinire *ha Bjr-
uatiino dd Paiva
Recompensa-se e.om g.;ner.--i1ad a fam aar
notiiiaem que parte d-^ta cil.de no mala reatan
o revareado padre portoaiiex Jo-o foVraar iw ai
Paiva : a pe?soa qne dalle queira dar r tma, aav
nuncia para ser nrn'nrado____________________
Alugu-so o 1* aadar ao Mbraeo a. a aa ra*
fraqne da Casias : na roa do Rosario da Ba
vista d. 40.
r
)



-?'.. ,
Diario d Pernambuco Sta feitV 11 <* Nwembrb te 18ttf
V
hhiuitii
j-,
V T

0 salao de pianos e de
msicas
mudou,.Aro #ova n. W, 1" andar, para a
ruada
lmperatriz n. 12, loja,
ende contina recoo^andaodo-se ao Illm. pu-
blica.
t. Wenbelmer.
www NJim ""
ASNHIB M1HGH
DiTKRKSAATE COMPOSIC-lO L1TTERARJA.
CQNTENDO :
A noite do extuis. sssMB
O sorriso.
A noite do assoinbro. -_
A lagrima ^^BrT
A noute do delirio. ** v-oa*.
O mysterio.
Con una ojrla crlica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. BJgueira Cosa.
t Totume brochado 5*006.
S CENTELHAS
PuesUs pairtutfcos sobre Kumr&do Paraguay.
1 volme brochado 24000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Roga-se ao Illm. 8r. Ignacio V.eira de Mello, es-
critlo na cidade deflaSrelh de?
furor di v- roa tolthnBrador
aquello negocio que V. S. se coraprometten reali-
dcsta provincia, o
oncBlr
ita provit
n. ftif
ur, pela tereeira chamada deste jornal, em Bus
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a reyereiro e abril, e naia coroprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e guando o senhor so
filho se acbava no estodo nesta cidade.
Joaquim Francisco do Espirito Santo,
concordataria da massa fa'llida de Maia &
Espirilo Santo.pede aos seus credore o favor
da viremoumandaretreceberos pagamen-
tos da 1* prestacJo de sua concordata ; de-
vendo, para e&.e fim, dirrgirem-e ruado
Imperador n. i\.
PRlMEiapfi AfiTTlGO CONSULTORIO
m
"*.
A luga se
nma casa terrea, sita na Capnnga, cora sotao, co-
cheira, e un pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31._________________________
Joaquim Jos Gonpal-
ves Bltro
Ra do Trapiche n, 17, andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
Mmho, em Braga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal c
Lisboa.
Porto.
Valenca.
iluimarae?.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa o Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianua do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelieo.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Rarcellos._______________
AIJ
SANTOS MELLO
Os habitante do interior podemuo
consulta, per asertoto, no que lerao sa-
usfdtos com promptido.
Presta-se tambero a chamados para o
interior, preeo inodieo.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis. ]
43Ra do BarSo da Victoria43 i
(Antiga ra Nova). ,^Ar
Sgawnai (MtfflB naag?i
fara laja de relojoeiro.
Alaga-se parte de urna loja, a qnal sempre foi
de relojoaria, exis indo ferramentas, baneas e to-
dos os precisos, para nada mais precisar do que o
pessoal; a localidade a melhor possivel : a tra-
tar na ra do Rosario n. 22.
DYVETOT
ii-Ria Estreita do llosario-l.
Compra e vende roupa feita
nnva illia. nVijpotns Ip
cosinha e de mesa, e
ludo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Na prac da Independencia n. 33 se da di-
bre penhores de onro, prata e pedra!
- .-, teja qual for a quantia ; e na me-m;
compra e vende objectos de ouro e orata
goalmente se faz toda e qualquer obra de en
K'nJa, e todo e qualqaer concert tendenl
a pies:..', aii!
Cosinheiro.
Precisase Je nm cozinheiro, dando fiador : na
ruado Crospo n !, livraria franceza.
1
II,
O D*. King muduu sua residencia e consulto-
-tij medico cirurgico para a ra da Anrora n. 32,
Io andar, oade d consultas das 7 as 9 horas da
:a.iDliaa c das 3 as 5 horas da tarde nos dias titeis;
aos chaados devem ser por escripto e acudir a
jnalquer hora do dia ou da noute.
AMA
Predsa-M de. urna ama para cozinhar em casa
4* pouca familia : a tra'.ar na ra do Vigario n.
9, '! andar.
AVISO
Roga-se aos senheres abaixo mencionados o ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda ra
do Barao da Victcria, a negocio que Ihes diz res-
p-iito :
Juao Vslealim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joao Jos d >s Santos Lima.
Jos Magalhes com fabrica de velas.
Jos Mara Fernandes, morador na villa do
libo.
Boa occasio.
L'm mogo brasileiro de 30 annos de idade
que falla e esersve a lingua ingleza, com
todas as habilitares para caixeiro despa-
chante, de embarques oa oatro qualquer
trabalho; precisa de um emprego. Para
informaces dirija-se a rna da Croz n. 51,
das 9 da manha as 3 da tarde.
II, W. BOWMAIi
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52^
Passiiio o chafariz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaos.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por prego muito rednzido.
PADARIA
UNIVERSAL
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavel publico desta cidade e seus suburbios,
que acaba de estabelecer urna padaria in-
titulada Universal, ra das Tamarineiras
ns. 3 e 5, no lugar denominada Jaqaeira.
Tendo envidado todos os meios possiveis
para collocar este estabelecimento as con-
dices de poder salisfazer a necessidade
que havia de um estabelecimento desta es-
pecie nos arrabaldes desta cidade, o abai-
xo assignado espera a valiosa proteco de
todos os seus moradores.
Prnmp.ttp. n ahaito assicrpado nnft *i p.rn-
prega na confeco dos artigos que se pro-
pe a fabricar no dito estabelecimento as fa-
rinhas das melhores qualidades, sendo tudo
feito pelos systemas francez, inglez, poriu-
gusz t: a loman, para o que j:i lera coniratado
trabaltiadores estrangeiros, conhecedores
desses systemas.
' Para maior commodiJade dos moradores
desta cidade o dos seus suburbios, o dito
eslabelecimento ter diversos depsitos para
os artigos do seu fabrico em differentes
ponlos ua mesma cidade e dos seus arre-
dores, os quaes ser) publicados em pr-
ximo tempo peas circulares part culares di-
rigidas aos moradores dos arrabaldes.
FREGUEZIA DO RECIFE.
Ra da Cruz n. 13, confeitaria do Sr.
Miguel Ferreira Pinto.
Em frente a ra do Vigario, armazem u 2,
denominado Novo Mundo
FRECUEZIA DE SANTD ANTONIO.
Ra do Imperador n. 26, confeilaria dos
Srs. Rodrigues &. C.
Oude se encontrar pao, desde o mdico
prec.o de 20 ?t 200 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos,
tanto na cidade como nos arrabaldes, rece-
bem-se encommendas de bandejas para ca-
samento, partida ou para qualquer outro
fim, as quaes dever5) ser dirigidas em car-
ta fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas en -
commendas, as quaes sero entregues no
lugar da residencia dos freguezes.
Gustavo Adolpho Wurffbain,
Este antigo estabelecimento, acha-se tarje montado n'uma
asala de poder serv*' ventajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cuj os presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
1IOREIRV HITARTE .
Companhia Allianyt
DE
seguro* maritiiiio
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rf. S^OftOOOfMO.
Tiu legaro da eretAonat
martimo em navios 4e vate l
tro o fra do Imperio. Ifndi i
nercio n 17, escriptorio de
Calves Beltrio.
Acaba de sabir lu*
E
HA
Livraria francesa.
A
MANUEL C.
Tem a satisface da participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, be je roa do Mrquez de Oliuda,
onde acharo os pretendentes, muio avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado u
darem, sendo possive! suas encommendas, pois pod^erao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- $
mafes as fazendas que a demora da fabricacao bem diminuta,_______________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECiDA FABRICA "
^ DE
CHAPEOS-DE SOL

DA
Sua do Barao da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linbo branco e par-
do e de algodao os todos os tamanbos e feitios, alm da immesa por gao de seda, merino, algodao e brim,
armaces de todas as qualidades para salisfazer qualquer encommenda. A modicidade de seuspreQos to conhecida
qne escusa de mencionar.
00
GOLLfiCCAO ftl HOVKUSI
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
IMAUA SAETISSIMA
i
TARE SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Boa Jcmu dos Pataca.
Offlcio do Senhor dos Pasaos.
Novena do Menino Dena.
Novena de N. Senhora da Cooeeieio.*
Setenario das Dores de Marte.
Offlcio das SeleJDores de Marte Hlis>'l
Novena de N. Senhora do Canso.
Offlcio de N. Senhora do Ca mo.
Novena de N. Senhora ala Penha.
Canucos de N. Senhora da Piula.'
Novena do B. S. Joao BaplisO J
Novena da Senhora Sant Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volme encadenado.
2#000.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ajer
Peitoral de Cereja
Cora a phtbysica e todas as snohmtes 4o
Nalsa parrllha
Cora ulceras e chagas anitps, i
roe.
Tale*
Cocserva e limpa os cabello.
Plalas eathartl
Paramente vegetaes sem mercarte
sdes, pnrgao e purificara lodo o systema
Vende-sefeOtciivamente em casa de
Johnstcn & C. rna da Sentalla Nova a
cora se-
Sasrae!
1
Em casa de THEODORO CHRIST
.VNSEN, roa da Cruz n. 18, encontoat si
jflectivamente todas as qualidades de
Bordear, Bour^oene edo Rhno.
41 RIJA DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglesas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, aflm de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades', brins de
cores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos. RA
Barao da victoria
DE
ARRUDA IRMAOS.
r
-
AMA
Precisa-se de urna ama que cozinhe, compre e
Ingomme para urna pessea : na ra do Tores n.
l, 2C andar.
lrmandade das Almas
Erecta na matriz do SS. Sacramento da
Boa-vista.
De ordem do irmio jaiz,por nao ter comparecido
numero de irmaos na segunda vez como determi-
na o art. 23 do nosso compromisso, para a eleicao,
de novo convido a lodos os nossos irmaos para
comparecerem em nosso consistorio na mesma ma-
triz, dominga 13 do corrente, pelas 10 horas da
mannaa, adra de que reunidos era nnmero que
pesiamos considerar me-* geral. elegemos a fu
tura mesa regedora que tem de reger a mesma
irmandade no anuo de 1870 a 1871.
Consistorio da irmandade das almas erecta na
matriz da Boa-vista 7 de novembre de 1870.
O escrivao,
______________Mannel D. da Silva Jnnior.
Jos Antonio de Cas-
tro Porte
Este senhor um urna carta para Ihe ser enire-
gue uo caes da Corapanhia Pernambocana n. 2
escriptorio de Veras A Barbedo, onde a dever
procurar, pagando o presente annnncio.
Ama
Precrsz-se de nma ama que compre e cozlnhe
para casa de ponca familia : na rna da Camboa
do Carmo n 16._________
ALUGA-SE
o I* andar do sobrado n. 91 na roa de Marcilio
Dias, outr'ora Direila, com 4 qoartos, 1 gabinete
na sala da frente, despenca, cozinha, 1 qnarto
para eseravos, quintal e cacimba : quem o pre-
tender dirija-se a travessa da Madre de Dos n.
13 ; e para o ver a chave acha-se na taberna dos
Srs. Lopes & Soma na mesma roa n. 95.
Assim como tem urna grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeio
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
., amanbos para homens
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Atiendo,
Precisa-se alagar parta de ama casa terrea oa
sobrado para um rapaz empregado no commercio:
quem pretender deize nesta typographia carta fe-
chada com u imciaes J. P.
Precisase de nma ama forra oa escrava
para c Bdazi" a comida e fazer o mais servico de
ama casa de hornera solteiro : a tratar na roa do
Moodego n. 3.
Ama
Na ra do Mrquez de Olinda (outr'ora Cadeia)
a 50 p-fl'ia-serle urna ma para cotinhar.
Para fdzer companhia c inoralisar alenros
meninos, p.eeisa-se de nma mnlber de raeia idade
e de ondni'ij exemplar : qnem a isso se queira
prestar dinja-se a ra da tmperatriz, loja n. 44,
qw se dirt quera precisa.
Jeo Nogueira Rabello, coramerciante na ci-
dade do Ico, que ba muitos annos compra ne-ta
praca, julga nada dever aqu ou fra, se, porm,
alguem se julgar seu credor, enteuder-se-ha com
os seus correspondentes no Recife, os Srs. Gomes
de Mattos Irmaos, dentro de oito dias.
FEITOR
Precisa-se do nm feitor para engenho, prefere-
se portuguez : a tratar na ra da Matriz da Bra-
vata n. 26. i andar, oa na ra da Cadeia n. 86,
com Leal Irmaos.
Escravo para singar
Precsa-se alipar uin" es^-ravo para -emeo
padaria da ra D^r^ia n. li.
na
Precisa-se de urna ama que ewzomme, coii
nhee compra para casa de pouca familia i na roa
da Aurora o. 40 se dir qaem precisa.
Barao da^ victoria
antiija rna
NOVA
N. 41.
1
Este eslabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em acceio, artistas e'ccnmodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seos numerosos freguezes' eixa-se de annunciar todas as fazendas, para
a5o se tornar massante""
Companhia Fhenix
Fernambueana 1111 n 11 u n 11 n mu ti 11
3A directora da companhia Phenix Pernambu- K/mm.Lm Jl.il. II a\MjkJ %^. VI
cana deliberoa que os premios de seguros por ella mT m ^wti w m
reahsados quer maritimos quer terrestres sejam HUA MJk. "LII t..1 Ma JUt 1-
pagos no acto de celebrarse o contrato. n, 3 .u
Pernambuco u de ontabro de 1870 Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Pela companhia Phenix Pernmbucana Tachas de feno para assucar, etc.
J. H. Trindade. Formas de ferro para assucar.
f. f. Borges. Arados americanos.
Carrinbos de mao.
Venezianas para janellas. b
Machinas de descarocar algodao.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavalios.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Bataneas, prencas, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofre.'jsalitre bmalha de
ferro e muitos outros artigos. ?
WAmRTAI
CILINDROS PARA PADARIAS
Tendo cbfgado ha poucos dias completo sortimento d08 melhores e mais
conhecidos cylmdros americanos para padarias, roga-se s pessoas que d'elles precisa-
ren! de virem vel-os ao granre eposito do
,. BASTOS
IA Btt EllftlEZ BE fLmJU H. 56 A
OUTfiOEA EUA DA CADEIA
lilil
Precisa-se de urna ama forra oa captiva para
servico interno e externo de ama
familia : na ra Velha n. 66.
caa de
Ba do Barao da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
BUhetea garantidas da pra-
? lacla.
Esta feliz casa acaba de vender entre os sew-
muito feliz.. bilhetes a sorte de JOOf en don*
meios de n. 301, a surte de 100* em fcilbeteJata-
ro de i). 1719, e outro n. 33 com lt>, atetad
ontros premios menores : pdenlo os seas so*
suidores virera reeeber, que promptamcate ser
pagos.
U abaixo assignado convida ao respcitavel jb-
blico para virera no seu e=labelt cimento comprar
os felizes bilhetes garantidos, que nao deixarao d-
tirar qualquer premio como prova peles mesm-
annnncios.
Acham-se venda os muilo felizes biibetes ga-
rantidos em beneficio da nova (reja da Pesb'.
que ser extrahida sabbado li do correte tcez
PRECOS.
Inteiro 64000
Meio 34000
Qnarto 14500
De 100,5000 para cima.
Inteiro 34100
Meio 24700
Quarto 14350
Joao Joaquim da Costa LesMV
Na travessa da roa
das Crnzes n, i pr-
meire aritfar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e
Cobrado para alugar
O 1- e 2 andar e solio n. 6 da ra do Dnqae
de Caxias : a tratar no Coraf'n de Ouro
Precisa se
milis: na ra
de urna para pouca fa-
aa di .'^Ideireiro n. 86
AMA
. Precisase de ama ama para ca.a es
ra de poucas pweoai: na ra da Imperauft n.
#7, toja.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OliI\A.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, do praio de ez
dias contados do da i i ao dia I do cor-
rente, recolberem a 2a prestacJo de oes
acc5es, na razao de 10 */ do capital da
2a emisso. Para este fim ser encontrada
o Sr. tbesoureiro no escriptorio da coapa-
nliia das 11 boras da manbaa s i horas da
tarde, de todos os dias uteis.
Escriptorio da compaob a, 8 de oovea-
bro de 4870.
Joo Joaquim Altes,
____________________<* secretario._______
Caxang
Aluga-se pelo tempo da festt otaa iu sfaures
casas neste arrabalde, a conhecida geralsasass Mi
pela doBolieiro nurgesa 4e rio, sf asa -
cellentes'commodos para graade
pretender dirija-se mesma eass, os
roa do Hospicio n. 41, qae achara
tratar.
E' esperado proa_
do da Babia o distincto oculista Dr.
de Maislbaes, qae pmtade eaorar-M
tempo entre nos. Sao muito ooutss as
qae es:e oculista com
cado naqnell% provincia
3
As fllhas de Jos Moreira Lopes eoavMssa ats
seus amigos e pareles para oorirem sassa psft>
reponso de sea fallecido pai, no dia ti > i
te as 8 horas da manhia, na igrrja do
Santo.
D. raoi Ramos Neta U celebrar as
do correte as 7 l|l horas 4a nunhia m igre
^ c KahMiiii). em Otioda. nma a*M'aar ai
14 -
ja de S. Sebastiio, em Olioda, orna ss>sa par al
ma do Ooado Dr. Ignaeio PVM
o sitio junto d.i
no Caldeirriro, pe. temito de (esta, >*
Jras, baiza om capim, e baoho a loado m
qaem o pretender dirija-si ao peleo Jo
no escriptorio do Sr. Dr. Pesases, oa I
ilio.
L
y


I

Pernambuco Sexta eifa 11 de Novenibro de 1870.
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sortido, em virtude das
facturas qne receba por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, 4 prtcos os mais resumidos qne 4 poasivel.
CILIADO IKAXd/
Botlaos para aenhoras e mealaas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, midas bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mai baratos do qne em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lastro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e pernearas rnsslanas.
Botas e pernelras para maularla, dan melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
apatas de borracha para horneas e seahoras
Tendo chegado grande porcao de eapatos de borracha vende-se pelo custo'afim [de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
palos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baiza de couro de lustro cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diuerentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, amito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para horneas, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelentes extractos, banhas, leos, agua de colme, florida, divina, lavando, den-
triflce, de toilette, sabenetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo islo deprimeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Luyas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore de diversos tamanhos, leqaes para scnhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, palearas, botdes, crrenos e chaves de relagios e trancelins, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mals gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albnns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas j
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhors, ditas para costuras, pe-' j
quenos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, moldaras doradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhas,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarro?, Jozos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentS, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interesantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passelos de Pars, photoeraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa do cores para ps de lanternas, realejos grande e pequeo?,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, bcrcos de vimes para manca?, sapatinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condiuir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, precos muito em conta.
Para este artigo nao ba espaco nem lempo para a massantc leitura da inucidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimonto pede ao publico em geral que continu a
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren viudos
reitura e de conta propria.
visita-lo
cm di-
B&a
MO DE OURO
Mim
NCA
~W
.8,
Pelourinho n. 5, es objectos segninta,
qoe em outra qoalquer parte :
Oleo de ehaca.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca.
Vinho Bordeaux em calas.
Feltro em-. pec,a para forrar embarccoes
Encerados.
m venda no seu samem
e ijae vende jor presos
1M
sito no largo do
p Aftmcdos do
I
* n
I
Telhas de ferro galvanisado, de diflereates tamanhos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcicSes.
Pregos galvanisados.
Cantara de Lisboa. f
Dita soleiras. r
Dita marmore. .,
Taboas de marmore de differentes grossuns.
Ladrilhos de marmore de differentes cores e tamanuos.
Ditos de pedra. de Ansam, pretos bJbraocos.
Tomlos de pedra fina de different* Umanhos.
Podras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pas de looza para cosinha.
Ii
i
i


MiOHiniH 1AIIELLONHK A M OS
A tintara jaooneza para Ungir os cabelios da cabeca e da barba, fui a nica admit-
tida i Exposigao Universal, por ter sido recofchecida superior s todas as preparaces
ate boje existentes, sem aiterar a sande. Vende-se a 140O cada frasco na
Ra da Cadria n. 51 _' andar.
0 MARAYILHOSO REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
OLEO ELETRIGO
KING OF PAIN
0 re dador
Para o uso interno e externo.
CURA:
Cholera e cliolera-morbus, diarrha,^
floxo de sangue, em om dia.
Dr de. cabeca e dores de ouvido,
em tres minutos.
Dr de dentes, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocagoes, em viole minutos.
Gargantas incbadas, em dez minu-
tos.
Clica e convolsoes, em cinco minu-
Rheumatismo em um dia.
Febre e (ebre ilcriitlenle, em um dia.
Dr as costas e nos lados, em des
minutos.
Tosses perigosas e refriados, em um
dia.
Pleuresa, em nm dia.
Surdez e aslbma.
Hemorrhoidas e bronchites.
Inflammacao nos rns.
Dyspepsia e erysipelas.
.Molestia de figado.
Palpitado de coraco.
Reserve sempre este remedio na sua familia.
AS DOENCAS SE APRESENTAM QANDO MSNOS SE ESPERAM.
Oleo eletricoO King of Pain(o retada dr) aquieta e positivamente dissipa mais
do differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um mais perfeito
equilibrio no systema humano, o que nao se pode effectuar no mesmo tempo, com qoal-
quer outro remedio medicinal.
Este muito popular remedio est agora usando se geralmenle, pela raz5o que mi
Ibares de pessoas so tem curado gralis como dito remedio pelo Dr. de Grath e outros
siera.
Este importante remedio n5o se offerece para curar todas as doengas, porm tSo
somente para aquellas estipuladas das nossas direcces.
Est operando nos principios da chirrisca e da electricidade, e por isso est appli-
cavel para'o cuamento epara a restaurarlo da acc8o natural doorgaos que soffrem da
irregular circularlo dos ilusos dos principaes ervos. O oleo eletricoo King ofPain
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as incbacoes das glndulas
etc. em um lempo incrivel, breve, sem perigo do seu usodebaixo de qoalquer circums-
tancia.
0 remedio, urna medicina para o uso externo o interno, composto dos elemento!
curativos, raizes, hervas e cascas, ta6s como se tem usado dos nossos antepassados, e
das quaes tem grandes existencias no mondo, para curar todas as molestias, sabendo-se
quaes ellas sao.
Foi um grando e especial desejo da faculdade de medicina dorante muitos annos
de experiencia para aprender os melhores modos que se deviam adoptar para curar as
seguinle3 doencas, e que proporces de medicina se devia usar.
nico deposito em P( rnambu
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.'
BBAZIUIAN STREET
Railway Company (Limited)
E-ta companliia vender d'aqui por diante
no domingos e das santos nn: estacio do
Recife bilbetes especiaes, que servirSo so-
mente no dia da venda, por 1,0000 cada om,
os quies dau direilo a passagem de ida e
volta em qualquer trem do Recife ao Cal-
deireiro, Monterro e Apipucos.
Escriptoro da compaobia 9 de novembro
de 1870.
William Rawlinton.
J I
Gerente.
DE
N. S. Mi dos Homens
Havendo a mesa reged >ra desta irmandade de -
liberado fazer sabir em pro:i9sao solemne a ima-
gen) de sus excelsa padroeira, n domingo 13 do
correte as 4 horas di urde, pedo ao* moradores
das ras por onde tem de pastar a referida pro-
cissao, que limptm as testadas de suas casas afim
de toraar esta solemnldade condigna Santisslwa
Virgem. A procissao percorrer as seguimes
ras : Da Madre de Dos, da Lapa, do Cordn i e,
do Vigario, praca do Corpo feaoio, rna e praca do
Commercio, largo da Assembia,' ra do Pilar,
atravessando a rna dos Goararapes, irave.*ia da
Fnndicao, ra do Brum, travessa do Arsenal, rna
da Cruz, ra da Cadeia, caes da Escadinba, largo
da Altaodeg, a recolher.
Consistorio da irmamWe de N. S. Mai dos Ho
mea 10 de novembro de 1870.
O eserivlo interino,
Jlo Vleme da Crnz.
Irm nflade
da Senhoaa Naat'ABia da Igre-
Ja da Mid>e de Dos.
em do IIIid. Sr. provedor convido a nos-
sos maos para encor pora Jos oo domingo 13 do
crreme assistlrmos a testa e Te-Deu n de N. S.
Mai dos Hmeos, assim como Wrabem para acom-
panbarmes a sna procisso no referido dia as 3
1|2 horas da tarde, para o qu Tomos convidados.
Recife 8 de novembro de 1870,
Juan Francisco da Silva,
Escrivao interino.
Irmandade
do Senhor dos Passos na matriz do Corpo
Santo.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
irmaos para no dia 3 do crreme mez, as 3 horas
da tarde, acharem-se no consistorio da irmandade
afim de que encorporado* aeompaobemo* a pro
cissao da Senhora Mai dos Humen-, que tem de
sahir da igreja da Madre de Dos, para a qual
tomos convidados pela mesa regedora, e desta
forma corre3pondermos a um dever do grtUdio
para com aquella irmandade.
O escrivao,
J. I. Lima Bairao.
Precisa-se de urna p^ssoa do confianca, in-
telligeute e activa que teuh onhcement> e pra
tica de drogara : a tratar, na rna do Imperador
n. 22.
COMPRAS.
Compra-so a collec$lo
do Diario de Pernambuco de
Janeiro a junho do auno dr
1866: nesta tjrp< g pohia s
diraquem compra.
Kiaioi vantugoin compraru-se
as velhas:
Lom muito
ouro, prata e pedras preciosas e u obras veibaa: na
loja de joias do Corado de Ouro n. 2 D, rna do
Cabug. ______________
Gbmpra-se urna c-l-
Ieccao de leis prov;nciaes
de Pernambu o do nio d^
1866 : nesta typog'aphia.
Compra-se urna porta, que tetiha tre-
se e meio palmos de tora e seis do lar
gura, que seja de auurello, e q e esteja
em bom estado; nesia typogr dir.
AMA
Precisa-se de una ama que saiba eozinhar
ra do Codorniz n. 8.
na
No dia 11 do crreme, na igreja do convento de
S. Francisco, as 6 horas da manhaa, mandara-se
celebrar missa pelo bachare Antonio Cyrillo de
Souza Dutra, 3 dia do seu passamento : rega-
se aos collegas e amigos do nado, queiram com-
parecer a este acto de religiaa.
__Quera precisar de urna negrinba de portas
para dentro, dirija-se ra da Santa Cruz p. 12
Precisa-se de urna pserava qne cozinhe e
engomme para pouca familia, e um raoleqae de
12 a 11 annos: na ra da Imperan z n. 86, 2*
andar.
Qriado.
PreeUa 36 de um criado de 13 a 16 annos, forro
ou escravo : a iratar na ra Nova n. 50, Io andar.
Na ra do Socego, casa n. 34, alugase urna
escrava.
Em lempos modernos nenhom fcseubrv
mento operoii maior revulu;ao no modo de
curar anteriormente em vogadoqtaio
PEITMVL DE AMGUCITA
TANTO NO TP.ATAMENTO DA
TOSSE, (HOTO,
ASTHUA, TlllSlO,
ROCQCitAO, llKSFRIAMKXTOe.
BHONCIirTES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE PBITO.
EXPrCTURACAO PK SANCCC.
Como em I oda .a grande serie de eafafi
dades da oamukta, do puto e do oasaar
oa respiraco, que Unto alorieiitaB e a-
zem solTrer a Imnianidade. A rosetra as-
liga do curar consista geraliuente na aDfi-
caco de vesicatorios, sangr>:>s.Karjar oo aa>
p I icar exteri ormentc ungentos forsBj>
compostos de substancias M^kauu-a, aUat
deproduzirempolhas; cojos diflereates-
dos de curar, n3o Taziatn seno enfraqu*-
cer ediminuir as fuas do pobre (loarte.
contribuindo por esta forma -i urna maoeira
mais fcil e certa para n enfei midade a de>-
IruiQo incvitavel de sua victinia I Qoem dif-
jerente 6 poislo o effei admiran el do
PEITOILVL DE ANACVULITA !
VM E F.Z DE IRRITAR, MORTII ir.AR E tlSlsS
INAUDITOS SOFFRIJIE.NTOS AO DOFMTt.
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A K*.
ALLIVIA A IlllllTAi kl>
DESEMVOLVE E.\TE.\DIHK.\T0,
FORTIFICA O CURIO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e raptni
at o ultimo vestigio da enff-rmidade. Op
melhores votos em medicina da Europa (o*
Lentes dos Collegios de .Medicina i!p Itcrlim.
testificam serem exactas e A,.-rdadeirasesl*-
relaeoes analgicas, oualm encia de milhares de pcssiws da Amer?
llespaiiliola, as quaes foram caradas ttm
este maravilhoso remedio, sio mais qo
suflicientes para sustentaren) a opiniao do
PEITOKAL DE ANACAHITTA!
Dovc-se notar que este remedio se atns
inleiramentc /.enlode venenos, lano mir -
raes, como vegetaes, em qnanio qne p)rir.
alguns d'estes ltimos, > partirolarmenk
aquelles que sao dados aofe a forma ir Opi<
e Acido Hydrocianico, form m a base rt*
maior parte dos Xaropes, com os quaes laV
fcilmente se engaa a credulidade pu-
blico. A Composi;3o lo AnacdinHa PeiU-
a acha-se linda e curiosamente engairafcita*
m frascos da medida de em de1 Brfk
quartilho cada um, e eopt a do?*; m se. \&-
ma so d'uma colher MMM M fe-
ralmente a applicaro d'um ou dous fia.>c '
para aeffecttiacao deqMlMn 'iiia.
Arlia-se venda nos estaljelecim ttos o-.
F. MautrAi'., J. C Irftto C. k.
Caora, D. M. llarb"7a e BarlUoloawo CANOA
Compra-se urna que lenha cwca de .12 palm
de comprimento e4 de largura : na ra J > Vi-
gario n. 26. primeiro and^r.
VP:NDAS.
NOVIDAD
A.
Nova loja de joias
RA DO CABUG.V N.9 A.
DE
Manoel da Cimba Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qoal tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
aivel.
Todas as joias ser5o garantidas ouro de lei, pois os seus donos tCDdo em
vista so adquirir freguezia uSo olvidar3o, vender bom e por precos Os mais ,|
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de qe ficar
atisfeito.
A' MO DE OURO RA DO CADUCA N. 9 A
em
AOS 5:0004000
Esli venda os felizes bilhetes da lotera da
Babia, na casa feliz do arco da Conceicio, loja de
onrives no Recife.__________
Previne-se que ninguem faga negocio com o
ho-el denominado Asuia Brilhanie, sito ra es-
treita do Rosario n. 19, visto seu proprielario nao
se acbar desembarazado com os sens credores.
Attenpao
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo do com-
mercio, que deixou de ser caixeiro da casa dos
Flora Umbelina de Almeida Xavier,
Mara Isabel de Almeida Xavier, Ignacio
Firmo de Almeida Xavier, Mara Gertrudes
de Jess Xavier, Jos Firmo Xavier, Emilia
Candida de Araujo Almeida, e mais alguns
parentes, agrdecem cordialmente todas
as pessoas que se digoaram acompanhar
at o cemiterb publico os restos mortaes
do seo presado marido, pai, filbo, irmSo,
conbado e prente Dr. Ignacio Firmo Xa-
vier, e convidam aos amigos do dito falleci-
do a assistirem a missa resada e memento
do stimo dia. que lera lugar na igreja do
convento do Carito, sabbado 12 do correte
mes, as 8 horas da machia.
O Costa, proprielario do armazem da Pedra
Maamore ra das Cruzes n. 42, nffereco por di-
nheiro contado o qne de melhor ha no merend,
por ter recebido muitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Macae?, peras o abacaehi.'.
Chocolate de 1 a 1*800 a libra.
Especial rran'.eiga ingleza e fri.nceza.
Hortalices para sopas denominadas Julienne, que
substitue perleramente as mais frescas ervas
Queijos flamengos o que de melhor se pode de-
seiar a 2*800.
-Caixes de doce de goiaba a 800, 1*, 1*200 e a
1*800, dito em latas a 2* e 2*300.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
propria r 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 500 e 6i0 rs. o maco.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Emlbas francezas e portnguetas.
Vinho de todas as qualidadus.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem, em
saceos grande?, a 8f
Especial e aromtico sabao de familia a oou
o kilo.
Offerece-se urna mulher para eozinhar e en-
gommar em casa de moco solteiro : qnem preci-
sar dirija-se ru Imperial n. 91.
tus nm i a
Tem veada en rtu.-' irm ir
anipos de fiu nc>'o i" W
eota vendende a n ; si i c
tra qnaliiUT parte :
PORTAS de i-inho aim (adadas.
FAUEI.I.o i m Mea pran-'.-i a 3PW.
GRADES de ferro p..;.i cercad
ESTEIRA3 da Indi par.; riM r.,"a-
CAiNOS de barro toaeei pera {
GKSSO i-npcrwr em barrleas e as wmm
CEMENTO de todas .l^ luadafcs i b<-
preeot
MACHINAS dode'f; ; r alf
liAliKlS qr^i'desc.'in prixe da Suef.j.
LONAS o briozde* d;i Ris.- a.
OLEADOS anurican n rara fl.rro d i.rtm.
FOGOES ameriran* n-oiti k-iis e tropvanm
VINHO le H irdeaox ra nfea.
COGNAC Mipcrior .' : r i na.
MU 110 de I' -i:i'jii '' a 3*ow
AGUA Boi
BAHS -1i' erne Ir .'a '' *i*m
Jorge Tasso v. ,vi ? o m.'rnitri siii rmt
reside em S. Jo*e dn UaanuialH plaotado, anuido, ci judin.-. c..rri arrhfc
agua poiavtl etc. etr., qo" salisbi o |.n a*
aristocrallcn : para vi r rias 9 da maatai a 3 di
tarde e para iratar C"m mveM Gonrall J-w
aITuiiqo na pnfa d.i Cmmmnm, Aii! un n. 37
Vende-se
Alaga se o sobrado de um andar e loja n. 6,
na roa da Maogueira na Boa-vista : a tratar na
Sr" Teix^raISS^i C. = o Sia 8do w rSa.o Arado 5. 35, ou rua do Mondego, olaria
rente, e por isso livre de todo e qualquer compro
miaso; ao mesmo tompo communica aas seus
amigos e freguezes que se acha actualmente na
loja da Conquista ra do Cabug n. 6.
Antonio Jos Moreira.
n. 13 com Marcelino Jos Lopes.
AMA.
Precisa-se de urna ama qne saiba eozinhar com
toda perfWcio para casa de rapaz solteiro : na
raa do Livramecto n. 6, loja.
Alnga-se ou se dar sociedade padaria al-
Preeisa-se de nma ama que cosinha bem forra lea aa em Santo Amaro, a qual est bem montada
ou escrava, para casa do pouca familia : a' iratar e afragnezada, tondo encanamento de agua e gaz,
e bastante coramodo, as condicSes sao favoraveis:
trata-se no mesmo lugar ou na ra da Guia nu-
mero 56.
Precisa-se de urna ama para comprar e. eo-
zinhar : na raa de S. Joo n. 41.
~6TfiAZfi*Z
Cbegou ao amigo deposito de Henry Forstar
(1, ra do Imperador, um carregaraento de rw
de primeira qualidade; o qual se vende em partidat
a retalho por renos prese do que tm outr* qua,'*
per pane.
Cvalo
Vende-se um bom quarto proprio para todo o
servico : na roa da Concordia n. 113._________
Vende-so a taberna sita roa da E (Caminho-novo) n. 17, bem afregnezada : a tratar
na mesma._________________________
Vende-se a casa terrea n. II, em linda,
rna do largo do Amparo, cm chaos proprios : a
tratar no Recife n. 40 rna da Cadeia.________
Na rus do Barao da friiirapho, antiga dn
Brum, n. 92, vende-se o segninte por prego m-
dico :
Cal de Lisboa da mais unva que ha no mercado.
Bobneies para barracas e biat*-'.__________
^"Vande-se a cochen da la do Sol n. 27 cum
carras e cavallos, mnilo barato para acabar, por o
dono ter de se retirar : a ratai na mesma ou na
ra do Rosario da Boa-vista n. 5ff, em frente ra
do Arago._______
Urna chana psra otl rialitlo da Order da Rn.
muito em Mala ; na I ja oe ourives, aa rna 4.
Imperador n. 30, defr.nle da aaM du Uil-ooa #*
relacao.
Fdrinha d- mandioca de Kani-
Catherna.
Ha para vender da muito nova e tapen**
ebegaria receniemeote pelo patacho Arate
e barca Santa Mara ; por preco cmmUe.
a bordo dos referidos navio fondeado- de-
fronte do trapidie do Ex Sr. tarto o
Livrameoto ou eolio para tratar coa Joa-
qa>m Jos Goncalves Beltrao, do seo et-
criptorio roa do Commercio n. 17.
Calcados ingleics
Borzegnin inflezes de ala _
hmens a 7*500 e a 8* o par : M loja d*
da bota de ouro, na ra da Crox SI.
amarello.
Attenpo
Vene-n a armacio e peru-aee da i
logar do T-TC-- n. II, propria para q
ripiant'<, cea.ndo-e ao comprador a
do obrad., de nm andar-por eita da
tratar no mesmo sobrado.
na rna Nova n. 50, 1 andar.
Precisa se de urna ama forra ou captiva que
saiba cosinbar bem o diario de ama casa : tra-
lar na ra do Pugno de Casias, |, ja n. 1.
Irmandade
de S. Francisco de Paula no CarhaogJ.
De ordem do irmo jui? convido a lodos os nos-
sos irmaos para ama mesa geral n> dia t do cor-
rente, adm de tratar-se de asumpio importante e
urgente da mesma irmandade.
Jos Marcelina Goncalves Salgueiro,
Escrivao.
Villa do Cabo
Vende-8e dnas c?a* terrean nagnella vilU,
sitas a antiga ra di vapor, h je di f>neral Vir
torino, mnilo perto do banh" f da e-larAo : trata-
se na rna Nova n 27. I' ja de s"ll-ir-\__________
Vende-se o verdinWiro funii de"G;iran un-:
na roa Duque de Cxi-is n. 9, 1 anlur A como se vende dna c;il ra (birh ) l>as leiteiraV- .
na estrada de Joo Rirr.i- < ?1. Hlo. .
Arma cao.
Vende-se urna exe lente arm'ii.'i'i d amaren
toda envidra?ada, e fin nma desta cidade ; a tratar amada Imperatnz o 31.
FITAA'/IL.
Ra do C&irUffa' .
E' rhfgad'i a 'ste esU-bileeia*;^ rttapeoe ptv
int para ho> em (forma a n*. mmrru! a *,
im en>o ha'quinas de t'.t#4ni*iAt e rrii>K*-
ti s par; -fib-ira, i"- V* *" ,r__
i!^ ro w a 0 r. o rota*) **** a MP
r-., i w> d- rhii "od*-^, ** _*.
n I,. 11:.- de i-hit> rhinrta f- rrsda* a C* OM* Oaw
cr.-x* 'i' H*. "*' arprt^0l.
'"'"a dw h "" nn pr^ nh*r.
As moqas do Recife
f.-u rna I > Vwaiia a. M. pfi>H.> >mtw,
'Vii -.iiioieiiio de biew e rtMla J> Auniy, t
preeue mailo en cenia, como late H%4tm


i
6
- Dfcfc ft ^nam^cob-ilV5^fe,n
.le
pmbro de 1R70
1
VI/
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA MmATM-60
DE
PERE1RA DA SUYA & C.
liaste importante estabelecimpnto encontrar o rospeltavel pubHc; um grande e variado sortimento de fazendas do mais
paralo gosto e todas de primera necessidade, qoe w >-eurt-m rais baratas do queiem ootra qualquer parta, visto que-os no-
tos socios sta firma, adoptaran o systema de s venderem DINMEIRO ; para podrem vender pelo costo, limitiwlo-se apeot
PECHUiCHAS
a rmt.ar^m o descont ; as pessoas que negociam em pesjy-Qa es-.a'a neela'toja'waraiazem poderlo fazer os seus sortimOBfoi
pe me-mos procos que compram as caas inglezas, (m, onadons) e paisa uior iommodidade das Exroas, famifa se daro
amostras pa'u mmm cortinados, colchis. | gbosdenaples pretos
Cng'u (.ara o Bazar do Povlo um gran- Chegon pra o Basar di Pavao um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinadns de sortimento dos metoores gfwdeaplos
borla 'os, nroprios para camas e jauellas, pretos que tem vindo ao mercado, qpe. se
qop se w-irt-m de I05r00 al 20d!)00 o endem de 156HG ate 55OO0 o covado ;
p*r. a si o romo o melhor damasco cem 8 & oalmo- A* n-ia. (.norias para colchas, e propria* Ni Bazir do P.>vSi venue-se moderhissi-
*nt e*deoii de damasco, sendr os melno- otos mantelletes ou basquinas de fil preto,
res e maii bonitas que tem fiado ao mer- om ioo, pelo barato prefo de 105000 ca-
da om, barato.
ALGODAO enfestado para lences.
No Bazar do Pavao veod-se o melhor al-
eado.
TAPETES
Circn n^ra o Bazar do PavSo o mais
elepsmt sortimento de tapetes grandes, pa
ra s fas eom 4 cadeires, ditos mais peque-
nos, paia duas cadeiras, ditos para
pian -amas, portas ; etc. vende-se por
me ROUPAS PARA HOMENS
N> arcrntado Bazar do Pavo encontra-
r o re*pp.it-Tel publico nm grande sorti-
m ." 'e roapas para bomens tanto bran-
cas cotn le cores, a saber:
Ci.iihij coa peitos d'algodao e delinho,
pan todos, os precos e qaa'idades.
C:ro las de lioho e algodSo.
M i>; curtas francezas e Dglezas.
Parto* sobrecasacos de panno preto e
cas. iwa.
Colc/i da brim branco e de cores
Di a de casemiras pretas e de cores, com
eolN i -iiaes
t)n t- as estas roapas ha para todos os
pro? s i '.vialidades, e tem de mais mais
un perito
Eua da Impeprife 69,
Para vender depressa
LINDAS JAP0l1l2AvPAHA VESTIDOS A
Ghegon um elegante sortimento de laas-
gndo-iDho aaoricano enfestado para len-jiaDa8 do Jap5o, com patWes da soda e de
Cde, tendo liso e eutraogado por preco mail Doa qnalidade. qm se veodenr a
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar de Pavao recebeu-se nm elegan-
te son ment dos mais mod rno3 e melbo-
res espartilbos, que se vendem por preco
moho em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavio ncebeu ara grande
500 rs. o covado. pechmchi, do Bazar
do Pavio, roa da Itagerairh n. 60.
POUPELINAS DO JWAO A 10600 O COVADO.
Cegou um elegante sortimesto de lin-
dsimas poupelma- Japefles-, com os
mais delicados gostos, tendo muito: lustro
e com listrinhas de seda, sendo esta nova
fazenda quasi da largura de/ chita franco-
sortiDietito dos melbores pannos de croch, e vende-se pelo barato preco da 150C0
ALFAIATE
Por (tuto ge manda fazer com prestesa
e laiquer pecide obra a capricho
ou .'.. W 10 fregaez, tendo n'este importan-
te t' bilvcimonto todas as qualidides -e
psn ni no), as me'.hores e mais moder-
na c im fii -as.assim como os melbores brins,
qur hraocw, qur de cor; e qaanlo qual-
mi b". nao ficar inleirameite ao gosto
ds 'reg ezes tica por conta do estabeleci-
me t .
CHALES DE MERINO
C- 'L- n nara n Bazar do Pa^ao nm elegan-
te -.., iit. do chales demerioda coros
fc'.ii ns com padroes muito decantes
paraqa ;uer urna senhora usar, ditos de
cr^ri co.n hstas de seda o mais fino e
ud- n ;uetem viodo ao mercado, e ven-
d>--i poi proco muito em conta.
T0ALHAS A 74500
No Btcar do Pavo fez se urna grsndA
;oin ra de toallia9 a!coc';oadas, proprhs
pa.-. ro n. bastante encorpadas e graodes,
que srnpre se venderam a|l2jl000, e li-
ii !?:n s.i a 7500 a duia^ou a 640 rs.
la uoia, boa pecbincha.
CORTES DE CHITA
a 35?0O a mw
M 3*520
W 3(200
' Bitir do Pavao vende-se cortes d fi-
fltaa nbitu com padres claros e esca-
*. tendo 10. H e 12 corados; sendo f-
jnd: mo vale muito mais dinheiro e liqi-
Ja se peio prego acim para acabar, na ra
da (iBDeri>i n. 60 Bazar do Pava >.
BI!NS DE CORES A 2.5500 e 33500
Vnndeai-se modernissimos brins de linho
de cor con as core* fixas sendo o 60 te
do calca a 5590 e 3fl510 eemvara a liJOO)
e 1#B00, pecbincba, no Bazar do PavSj rm
da I no r tiz n. 6o.
CORPlNHOS BRINCOS A 35000
No Oa/.ar do Pav3o ven lem-se corpinhos
de'^ra.iraii brincos bordados, sendo fazen-
di que letopre se venden a 8IjO0 e 101
e liqai la-se a 3,5()30 por esiarem um
pon, laaJtratados, pecamcha, na raa da
Imp.rari-/. t. i.O.
Fl'TES DE COR E BRANCOS
Veoden-se bunitos fust brancas e de
cores, rorros pra vestidos e rcupas de
neainos, sendo de cores a 800 ris o cova-
dn e briba, a 400 e 640 rs, pe-
eMiieba, u > Bazar do Pav5o ra da Itnpa-
ratriz a. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res,
a 2U0 reis.
V^n*m-ie chitas largas com muito bons
pann-.s iresfisas, pelo harah prego de
200 .is o citado ; cortes das mes'nas com
10 lvidos ( 2-5010, pechincha, no Bazar
do PiVy,
AS C\SS\S DO PAVAO
Covai'o a 200 ris.
a 200 reis.
a -200 ris,
Y^nd ijt-se Donilas cissa' de cor,s miu-
diDNiti [)ni- barato preco de 200 ris o c i-
proprios para cadeiras de balando sofs,
pianos, tmiboretes e at proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; vandendo-se por
menos do que em qa*lqo?r parte.
PARA LENgoES
No Bazar do Pavao v.-iide-se soerior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a lSOooietro, dito de linbo cora a
mesma largura a 2i58(K) cada metro, pannos
ds l'nhodo p'irtocom 3 t/2 palmos de largura
de720atl(5-a vara, assim comoumg ande
sortimeato de H imburgo ou cregueilas Je
todos os nmeros, pregos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em on-
tra qnalqoer prti; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavio vende-se superior
aoalhad.) trangado, com8 palmos de larga-
ra a 1,5600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 45500. ,
No Bazir do Pa>5o vende-ie bonitoscor-
tes indianos cora duas saias pelo bara-
tsimo prego de 4/S5 )0 cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Dazir do Pav5o vande-se constante-
mente o melhor sortimo-.tn de fazendas
pretas pnra luto, como sojam :
LSasinbHS retas lisas.
Caam pretas de Isa.
Cassas uret s, fraucezas e inglezas, lisas
ecim salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
D;t lavra las com braceo.
Merinos, canto-s, bombazinas, qne so
vendem mais barat. do que em outra qual-
quer parte.
CACHS-NEZ A 65000.
No Bazar do 'avo vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura la, pelo bara-
to prego Me 65001 cada am
PEIHCNCIIA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 5(51,
60, 75 850 0.
Vende-se um explendi lo sortimento de
nissimas carnoraias victorias, por pregos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, lendo cada pega 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750,0, fioissiraasa 85300 ; todas
esias cambraas valem muito ma3 dinheiro
e liquidam-se por este preco em relago a
urna grande compra qae se fez no Bazar
do Pavo.
BABADINH)S
No Bazar do P^vao vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porgo de entramaros largos e
estreit is, qne para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em oatra
qualquer parte.
SE11NSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se um sortimeo-
io completo dos melnrres setins e grosde-
naples de todas as cores, que se vendem
amito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toa'basdo Porto com labyrralho,
proprias para rosto, no Bazar do Pav5o
raa da Imperatnz n. 60.
Colchas braiicis 3,520, 35500 e 75000.
Pa a o Baar d.i Pav5ebegou um graode
sortinapnio das roolbores colchas pretas,
sen to das me'Bnres e uais encordadas que
t'-m viodn i 75JOJ, ditas um pouco mais
baisa 3:5500 h .idas 3520*1; tambara no
memo esiabelecunento. se ven le um grande
sorti ueoto de crlones e chitas proprias
pira otebaa que m eodein mnitoemeoota.
Sedas de quadriabis i 152SO ao corado
V-iid^->e >tm ele^^nte sonimento de >edas
vado.nc ar-ttazem do Pav5o ra da Im- de luadrnboa, <>d iiuds>imas cores, para
perotii/. 'i i vestidos e roupi l-, meninos, e vende-se
PArf.v.)> i'Mt.v saias A 15000; o metro. '* I52S0 oa la ejado: pecbincha no
No 99/frdo Pavao vende-ao Oointi fa-,Bazai d. P-u-io.
xei'.i .;. icorpada oara saiis, s.iodo Hidiiolao enf-sudo a peca 35900.
com bj i l>i e iregas le no h i jando i Vende s p.-gas i,-, m^p lo e ifestadn,
alar.' r-. :n /.ve >da o como.i m-nio ia tendo 12 jar.i.scui. p.-gs a 35)>)0e 35500,
sai?, a <] i se lie fizer coo 3 ou 3 1|2 oeclunclii, oO B^/.ar do Pav5j raa da
njet.-'.s e ien!e-e a 15, 128 e JHOO; lm.^.aiiz o. 0.
assim c-ria tambem n i me-mo esta-e -ci- CHALJSS DE RENDA.
me-1 .'-' ''.Teboiiiim sai.s bran.^sbor- Chales -O
dada*, t-u h j ialro pannos cada uma, litas I Chales 2000.
de I i -s ja n-'.m i'.ii. um., em! C mM< 2000.
barrandilftjreni sdam^iifaz^nlia 4h)i, Vend-se n.na grande pmgio de chales
outra con bu r.-h".ia ^s 6) e75 u, nrets de reni< oq toc, sendo pretos
tad'> Isto raode'n > e bvaro. co n 4 n t*s. fuaeoda qu i si i.pre se ven-
CARVAVB4. de i 5-jo io r-li piid o a A 0 cada um.
Vecde-^e caraaooa t6 saceos, na ra da e pecbtocba no B lar do :'aSo, a roa da
Imperatr.z n. 60, Bjar d i Pa>i. j imperatnz n. 60.
cada covado, no Bazar do Pa-ao.
AS POUPELINAS 00 PAVO A 25000, O COVADO.
Chegou para- o Bazar do Pavio am bo-
nito sortimento das ma,'s modernas e ele-
gantes poopelinas de iinho e seda, qne se
vendem pelo baratrs'inro prego de 25000
cada um covado, assinf como ditas com
gotos escossezes a 25400, pechiucha no
Bazrr do Pavao.
sedas a 25000
Chegou um elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, comas cores mais no
vas qua tem vin io aa mercado e veudem-se
a 25000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do Pavao.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCUA ADML
RAVEL.
a 250GO, a 25000.
a 25500. a 25500.
a 25000. a 25O0O.
S no Bazar do Pavao.
Vende-se bocitissimos cortes de vestidos
de phantasia com lindos gostos, sendo fjz8n-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a nao ser um grande pecbin-
cha qpe se fez na compra seria para moilo
mais dinheiro, e liquida-se a 25 e 2550j,
unicamento no Bazar do Pavo.
,LAasiixhas TnA.NSPAHKiYTES A 400 RS O COVADO
Vende-se delicadas lasmhas traosparen
te3com listrinhas miudinhas, iraiag3o de
urna s cor e muito brilhaotes, polo bara-
t ssimo prego de 400 rs. o covado, no Ba-
zar do Pavao
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COLADO,
Vende-se delicadas lisiabas com diUe-
rentes gosto pelo barato prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavao.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimento de fins-
simas alpacas brancas lavradas, imitagao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
;asameotos no Bizar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, S60 ET 6i0 RS.
Vende-se um grande sonimento de lin-
das alpacas lavraaas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavao.
BABEGES DE QADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas la-
sinhas ou bareges de qaadriohos, proprios
para vestidos, tendo quasi largara de chita
frsnceza. e 1 qoidase a 640 ra. o covado,
no B.izar do PavSo.
MERINOS DE CORES TURA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s
cor com cores mui'o proprios para vestido
e roupa3 para crcangas por ser orna fazen-
da de para 13a e moiio leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pavio.
GLACS A 15U00 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegite sortimento de>ta
nova fazenda denominada glass sendo um
fazenda de lia muio larga e com debea-
dissimas cores, tendo tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato prego da 15,
" covado, no B izar do Pavio.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se c irtes de casemtra ingleza de
cores para caigas sendo frzenda que vale
muito mais diaheiro e liquida-se a 7500o
o corte de Cilca, no Baiar do Pavio a ra
da Imperatnz n. 60.
GRANDE PECHINCIIA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 45, 55,65, 85, B 105000
Veode-se nissimas camb aia-> suissas, dj
mnita phdntasia tendo 9 varas a 85500 e
10500J. Oius bisjx) xmi lOjirdas fazen-
da muito fina a 50,.65 e 75000. Ditas fl-
nissimas azuladiabas, que valem muito mais
linheiro, a 85 e 105 10 : t das estas cam-
briias, em relagio a qualidaie, pelos pre-
ces acraa sio mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Br do Pavi).
CAMBRAIA ALLEMAA COM 8 PAL1OS DE LAR-
GIU A 1*600, U E 2*300.
Venle-se nni.>sim> iambraia branca tran-
pa ente com 8 palmos de largura, que fac
ti .a razer-se nm vestido apenas com 4
varas e li mida se a 14600, i& e 25500 a
vara, farenda que vale muito mais diuheiro.
E pechii'cl no Baar do PavSn.
CAMBRUA TRANSPARENrE
Pega a 45j Vende-se muito fioas pe^s de cambraias
brancas transparentes, tenlo8 |, varas ca-
da pega e com om vara de largura a 45
L peoumcha, no Bazar do Pavij
I
O 4- mu da Imperatriz 20
iesba 4 checiir pira a toja de faiendas floas
ieootBfpwn La Vflle de Wns, qm grande sorti-
enla*'fta(d* Ooas, como sejam : cortesas
poitde chevre com liitraa woacezM de a raa don
saias o qae ba de maja all novjdad, ricas pope-
linas de seda, granadines, laas eseocetas, alpacas,
bareges, etc., etc., e Om completo sortimento de
chitas, madapoldes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia. imperWrki e otitras mnius
fazeDdas,.tia|todaqup ha de melbor aete merca-
do, qae todo se vender o oais barato possivel.
Chamamos a atteuco do bello sexo que qnlier
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
so protocole. Manda-se levar em casa das
Exmas. familias tedas as faiendn qoe nos pe-
di re m.
20-RUA DA IMPERATRIZ-20 '
Frla & Lessa.
a jou nmm
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA SO QEIMADO)
Receben e seguldte:'
E*pelhos graB*,1(fourad9j molas bonitos.
Carteiras, charuteirai port-cigarros de muita
qaalidade.
Rnnila paatai parapapeii, simplese matisadaa
Roas caixas vasias para costura com sua compe-
ten et*ve>
eh'cOTas canelas tfe marfinr com o btfcaf dt
prata.
Medirnos pwrtes de tartaruga, sobreeabindo en-
tre eUes os mimosos telegraphistas.
Coramodos tooxadres eom dus gavetas-e bom
espelho.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogtos de muitos-qualidades.
Bor* alhrea para criaaca?.
Vdsfnarios, ehapoiinhos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e froobas de labyrintho.
Chapos e chapetonas para senhora, moldes novo:
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as conmista as
mancas
Vendo-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranga, rna do Daque de Gixias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos oo castanhos, receben a Nova Espe
ranc,a a verdadeira tinta inpleza.
PARA ACARAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leile de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DELARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, rna do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-09 muito lindos a Nova Esperanza, ra
do Daque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca t>s sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAM,
Foqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
- Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martios de
Barro*
Especialidades.
Continan) a achar-se a venda na roa Direita
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios da veame, e ontros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano ioJado, de iodureto de
ferro de Blancard e as pillas do mesmo, peitorai
de cereja, pos de Rog, depnralrvo de Chable,
digital de Labellony, plalas oa coofeitos de bis-
mntho de Chevrier, e oatros medicamentos enja
proBciencia quando empregados as doencas das
vias respiratorias, as dores rhenmalicas, na
amarellidao, na falta completa oa irregnlaridade
de menstrao, as diarrbas, doengas do corsear
e do eftomago, tem sido e incontestavel, em
vista dos beoellcos resaltados das experimentacoe
ou uso qae diversas pessoas delles teem feito, as
iim como das plalas denominadas bravinas in
oomparaveis em sua efflcacia nos acommettimen-
tos febris ou sezoes ; existindo tambera na mesma
casa, alm de snfflciente quaniidade de drogas,
am nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
noaca e pinci, que se vendem por menos do qae
em oatra Darte.
Ite
Qnaudo t AGU1A BRRNCA, taiis pr6 scieotificar ao raplanl
e_.eu??rtic.n!ar.J1 ua ^fryii'. di tamft&sidade de ebjecto qoe 1
lem recebido, jotamenteffpiando efi'menrJi o pode fazer e porque esa fcto
tana eUa confia e espera na benevolencia de todo* que Ih'a attendero e rol
ttmoando portanto a dirigrem-ie a bem conhecida k ja da AGUIA BRANCA i
eimado n. 8, onde sempre a.char5o abundancia ejn sortimento de n
altdades, modicidad* eei precos e o seonmica desmeottido AGRADO E_________
Do qoe atina fica-dito se connote qne o teapo do qt a AGUIA BRANCA
dspOi', empregado apeztr de'seoa custos no desempenbo de bem aervir a 1
nonram procurando provor-se em dita loja do que necessitam, entretanto
rar os objectos que por soa natnreza sio mata conhecidos ali, eteaB
cara amielles cuja importancia, elegancia e novidado os torninrrecoi
bem seja : i gm |
Corplnhos do cambraii, priacrosanate
le S9um e odtss essas
******
D onfeitwM ft*Al &i
novidade dwnoldo e perfeiea'deadoi
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de versas cor* e qua-
lidades para cintos. "
Ldues uesse objecto muito se poderia
dfcer querehdo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coraee deaenbos, tal
o grande e variado gortiaento qu* acaba
dt chegar, mas para nao massar 9 preten-
deote se Iba apresentari o qne poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de sea- para cbapeliuar e monta-
Mi.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costnmes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas pan meaieas.
Grtrde sorthwnto de flores finar.
Fil de seda preta.
PERFUMAU
Grande e constante sortimento do M,
foempre melbor qualldade:
Lin-ls vasos com pos de arroz piaafl.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados fa>

ra circular o eoqaor
Bonitos brinco* do plaqueo.
Adereoos brincos de madrspero
Caivetes finos para abrir latas.
Thesotiras para frisar babadinhos.
Aspas para balio.
Novos stereoscopos com 48
quaes s5o movidas por na
anas substitaem a outraa.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas carinhas deridro
pedras.
Ditas de raadefra envernisada coa'
ras e com dminos,
Bollas de borracha para briaqaodo t
ensacas.
Diversos objectos de porcelana, propia*
para enfeites de mesa o de Iipinaaa.
0 COUAB Bfi 010 I
^RIJA DO (MIGAN, af
1
m -------------------- ^
Com este titulo acha-se aberto 6 inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de uro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos procos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor oa
aderacos de brilhantes, esmeraldas, robios e perolas, meios aderecos, pul-
gj ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enadoobo
m mencionar.
Compra-s ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
H qu em outra qualquer parte, troca-se e concerta-so todo e qualquer objecto
H pertencente a esta arte.
mmmmmmmwmmat mwmvmmmmm
ARARA
ATTENaO
Lourenco Pereira Mends GuimarSes, participa a todos os seos dtvedore
tanto da praca como do mato, que estaodo I qoidando soas casas commerciaes, o qw
deve fazer at o flm do correDta anuo, por Uso roe a todos os seos derederes a viral
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seus devedore, qm
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando blo so tari
o batimento que f jr preciso para a liquidado de suas dividas, para isto poderlo d-
rigir-se ra da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas.
a OO rs. Cortes de brins de cores a
15500; cortes de gaogis para calcas a i$,
curtes de casemiras preta para calcas a
30500, 4|, 55 e65000.
Crtes de editas a 2:300.
Vende-se^cortes de chitas para vestipos
cas.a para vestidos a
Ditos de
1IACHI1S PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rna Nova n. 22cauneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chi aas para costara, d:is autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposicJo no
mesmo Bazar, garantimlos-e a sua boa qua-
lidade, e tambm ensina-se com perfeic5o
a todos os compradores. Estas machiuas
*5o iguaes no seu trabalbo ao de 30 costo-
reirs diariamente, e a sua perfei<;5o tal
como da melhor costoreira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten
dentes.
A! ra da Imperatriz
0 Bazar do ravfto afc a ra da Imperafciz n. 60, esta1 constantemente aberto
- dus 6 horas da manoa as 9 da noute,
ATTENCAO
Vende-se a taberna do pito do Carmo n. 13,
na esquina do berco da Bomba, maiio afreunera-
aa para a trra e para o mato, eom os fando*
existentes, e tambem ?em ellos, a voritade do eom
pralor, e tem comniod para morada dos caixei
ros e coiinna : os pretenlentes polem dirigirse
a mesma Uherna. q i a^harai i-.n qiiejB tratar
a2>50J.
2fB0f.
Pechin-ha a 4^000.
Vende-se pegas de algodao a 4, 5^, 6,51
6 7|J0OJ.
Para liquidar a 35500.
Pees* de madapno com 12 jardas a
^500. D.tas de dito con 2i lardas a 55,
W, 64500, 7fi, 83 e 900 K>.
LIQUIDAglO.
Pecas de algod siubo de listra proprio
para roupas de e>cravos com 42 jardas a
#300 e covado 160 rs. pira liquida.
Chitas escuras para vest Jos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se perjas de c;tnbraias victoria, fi-
nas a 65, 0~Oi) 6.7*00),
E' moi to fcirato.
Coiariohos de papel a 20rs. a duzia.
Certioides pira juellas a 55000.
Vende-se cortina, os pira jauellas a 55
o Dar. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs e metro.
Cortes de percales a 65000.
Veode-se cortes de percala? d duas
saias de bonitas barras a 65000.
C toortaa de chita.
vVend*-se a 14300, ditas flnai a 2i5")0,
dUn eicirnadas e adimisiadas a 355Q0,
ditas forradas 55000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Bri n de listra ao lado para caigas a 400' pre o a 65, 85 e OiOOO ; ditos de caso-
rs. o covado. I miras de orej, a 5 e 85WO ; eoMai
Lencos oraaeos a 25000 a dnxia, pwa li-|de casineta de c res, a 15*^ 5 titoidi
BALKS DE ARCOS A I5O0O.
Vende- I)j,os de i5 a 3) arcos a l#
e 155.H) cada um. Cortes de cassas esa
papel a 25500 cada um, para liquidir.
Bramante de linbo e a'gidio cem 10 pal-
mos de largura o 15800 o metro.
Panno de linho a 760.
Veode-se braaante de 10 palo s de lar-
dura proprin para lences a 256VK) o metro.
Leiess de sela a 800 rs.
Vende-se u oa purcio de lencos do seda
a 800 rs. a di om.
Cales le eassa a 15000.
Vende-se urna graooe poreao de chales
de cassa a 15000 cada oto, para liquidar.
Fusta a 360 rs.
Vende-se fusilo de corea para rostidos
a 360 rs o covado.
AlgodSo tnfastado a 900 ra.
Vend-.-se al/odlo enfestado para lences
e toalbas a 900 rs. o metro, dito masa-
do a 15200 o m tro.
C!iles de meriai estasvsdM a 2|Mt.
V-Tiiio se cuales de .i-erin estam a los
:om barras a tS, 55O0 e 3* para acabar
Gran le purefo d> retlhos.
Vende-se grande porcia de refalaos do
cassas e cbitas a 240 rs. o corado.
A resta etl na porta
Boupa fe la eorootraro
Por (jrecioM) raztiavel
Todo se enroni>arSo.
A SABER :
Liqnidaeij de napi (rita.
Ven le-sa pa< iuits d uriosia'* de Itabo
prop io para andar em oasa a 15^00 ; di-
to! de gang a 25O0O ; ditos de meia ca-
serara a 3;000 ; ditos de alpaca do cor
a 35500 e 45-00; ditos de panno I


oa aloe*.-se os armazens que foram oeenpado
eom a raonea de sabu e de.stil.iea) do Sr. co'one.
Franca na rna da praia de Saata Hita nova, o-
quaes offerecem proporc^es para bra se montar
qualquer fabrica de granle esfih.leclimmto, com
a grande vantagem para embarque e dssembar-
qne : a tratar cmn o commoidad r Ta.
GAL. 1W N \m
Vende Joaquim Jos Ramos :
a. 8,1* andar
na ra da Cruz
qoidar; gnode porfS> de mantas pira
gratatas a 20 rs. cada urna pira liquidar.
Cassas frn'.ez.is a 280 rs.
Vndese cassas fran^zas para vestidos
a 281 e 320 rs. o covad .
0-wndyj >ie cores para vestidos a 400
e 640 o cdva lo.
A'pacas de cores para rostidos a 500 e
6i0 rs. o corado.
Lasinhas para vestidos a 320, 400 e 5 0
rs. o cova lo.
bri ia .-le q.a Mohos a 15) "O; d,l,,,.'i*2*
sumirs de cires, a 2500, 35 e 45000.
CiIqis azua< p-ra e>cravos a 50J rs ; ditas
d agoloinno d= listra a8i0 n. ; ditas
da brim par lo a 1>6>), 2^e 255 JO di-
tas de dit i brnc d* linno a 35 00 e 41 ;
Jitas de casa nina de cores a 5:1, 6|
e 85 0> ; canisai de n.U a 1400; di-
tas de aUodSosiohi. pr.jpras para o sor-
vi;. por er f*-nda toes, a 15280 ; ditas
de misoina 1^60 rs. Para bqoMr *
O propietario da loja deoominair. Aran, dec ara a-> rispeitavel pobiieo o
eus freguezes que est concluindo sua liqjiliclo, por noas fazendas por pouco tiubeiro teoha a bon la Je de dirigir se I raa da
72, desde as 6 Doras da itaoha as 9 da noute.
do



Diario de Pernambuco
- Sexta
feira 11
nRiirs/i ph
de ovembro de 1870

Acaban e sahir a luz as se-
guinfces pegas para
PIANO
limainda walsa d'Arrtiti
Ideal e realidad milito benita
ptrntasia pelo maestro Cazal-
bore
Posti!l)5olinda pharrtasia exeedn-
dn .com gran 1.; aplauso pela
msica allema
Habaneras lindas dnnsas para-
guayas, que tanto furor aqu tem
feito
ACABA DE PUBLICAR-SE
i collecgo de msicas dos cavallinhos para
I 000
1,5000
1,5300
15000
=r
Jos de Souza Soares & C.
RA DO IIARAO DA TITOKIA
(OUTR'OIU NOVA)
Apresenta-se metam* rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel em te-
lendas finas para Senhoras artigos de alta moda era Paris tinto para senboras como
para homens o meninos.
Miuaezas afamadas, perfumaras especie, variedade de lindos objeclos para me-
ninos e brinquedos para crianzas.
CHANDE SQBTMENTO
Continuamente receido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-se muito emeonta e maada-se p->r era pregada do estabelecimento fazends
am casa das Ejms. familias aim de meihor escolherem o que deseiarem.
NOVIDADES
Recobeu rnais gran Je sortimento de m-
sicas para piano, e piano e canto, e tambena
opera
r
II
>
para piano e canio, e tambera os melbores
pedacos para piano s composico do illus-
tre-compositor brasilero
Carlos Gomes
que taco furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH .
RIIVG OF PAIIff O RE DA DOR
I*ARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA. CHOLERA MORBUS,
Diarrliea, fluio de tangue, em nm di.
Dor de ombe;, dorei de ouvid ei
tre minutos.
D4r de dente, em um minuto,
neuralgia, em einoo minuto.
Deiloeasoe, em Tinto minuto.
Garganta inchada, em dea minuto.
Coliea eonvultae, em cinco minuto,
BneumatUmo, em um dia.
Pebre febro inUnnitente, em um di.
7 Ra doQueimado 7
kii
DV.
iSICA
DE
A. J. de AzeveHo
A RA DO BARAO DA VICTORIA (ANTI-
. GA BA NOVA N. 11)._________
Covado a 160 rs.
Camb'aia franeoza para vestido com peque
toque, cuva.l ICO rs.
Bita dita dita, covado 3?0. iOO e 500 r<.
Chitas escoras, covado 280, 320 e 360 rs.
Laa para ve;lMo, rnvp.no a 200, 2'tO a 500 rs
Alpaca de listas, alia novidade, a U, Id, 4*.
Camnalas Lraucas victorias e transparente?,
peca 5J a I2j,
Aljol o e madapofS >, neja "s a 105.
Matine?, fazen la nova 'ara calcha, corte a 3*.
Cortes do vestidos branco? com liarra de cor,
corte a ~2i.
Safas bordadas, grande pechiorlia. a 23 e 2o00
Soutembarqucs de alpaca a ljoOO e 2
Va loja Flor da lloa-vKa, de Panto Gi
rna da lnvem:riz n. 48.
E'chegado a este novo estahelncimento-o mais bello sortimento de fazends
Inaa, sendo sua especiaiidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blund de,seda ricamente bordados.
Gorgur5o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desanos.
Ditas de la e seda, id -m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamjnte bordados para camae janellas.
Croxs p ira cadenas e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, Jindos godos e moderna?.
. Ricos b urnus para passeio, com listras de setira.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para horneas.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazends que
i enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para ferro de sala, e o
{rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
Sor na costo e no lado, em de* mi-
nutos.
Toe porigosa refriado, em um dia.
Pleuresa, em um dia.
Surde* e aathma.
Eemorrhoidaa e brouohitia
Inflammaco no rins.
Dyspepsia, erysipela.
Molestia de figado.
Palpitado de coracao.
EESERVE SEMPRE ESTE EEMEDIO EM SUA FAMILIA
AS DOENCAS SE APRESENTAM, QUAKDO MENOS SE ESPERAM.
mota^. EfSS? i KW<* 0F PAIN < rel da do'> ^u'f Positivamente dissipa mal. do dlfforente.
Ze effcctutr" ? ma" *?ffr"u,iat0B I**1 nm P"to 11Wo no eterna humano, o que nao M
pcae eirectuar no menino tempo, com qualqucr outro remollo medeciunl
JZ*%IE^ rttl5 ^ -ntade > f .
as fo^TreS rCmCd' Da '*H" *"* 0Brar "" ***** ^'^ t5 ^"^ "" **" ""'"
re.J^rdL"r"- P?0'?1"' da cl!,m,c'l 8 **** o por i*so, esta appllcarel par o caramente e para a
ZIK^'Kto^l. ^r d0"lOT8<- "D > "sol c.rcul.cSo dos fluxo. do, princlpae. ervo. U
em atemno^^vl, ? 0PW '"^T"^ n8 abso"eut98' fion" desapareo a. Inchavoe. da. glndula. aU
em om tempo Incrlvel, brevo sem pcrlgo do .cu uso dobalxo do qualquer eircum.tanclo,
eaJ Z!a.'. nma Cdf "^ Parao oeterno o Interno, compono dos elementos curativos, ralze, herva.,ecaica.
^z:z0 rend^qr. sssr09'e dM quac8 te,n 8rando e"fltonci*no mundo- ^ to=
nrelho0LUmodT^tl.CS^C'',1 dTJ. "" raCU"lade m0dCC'na d,Unn,0 mBlt0S annos d0 pwle-el. para aprender o.
memore, modo. qne M d.v.am adoptar para eurar a. suintes decaes, e que propor96s drmcdccInaVo devla u.ar
NA
EM PERKAMBCO
PHAHMACTA K OROGARIA DE
BABTHOLOMEO & Q
Bf.=34 Ra Larga do Rosario. IVT. 34.
CASA 0AUVSN hSSSk
Guiraares,
Fogao de patente.
Venc-sij era ca?a dos importadores Shaw
Hawkes & C, ni da Gnu n. 4.
55 Venie-o o grande armazero-de drogas CQ
l e lilas da ra do Imperador n. 2. Es- $
te esUbelecimento esta bem montado, na- >8i
da d.'vo e n9o tem rompromisso algum ; 5
e por isra irha-se as erBdt{0e3 mais Q
favuraviis pan -er nep> ciado : tratar #X
no rae.-ito eaUbetecimeuto.
Vi de roaelraa de varias gunlilades ; asim
como le aapoUi, abaeatn, Hgoeira. laranja cravo
pinlieira; por preco ru$oTel : tratar" na Boa-
vista roa do Vuconde d'j Govana n. 51, onlr'on
Mondego.
TlSlfRLMT
Vendem-*J libras ?t *r4iaas
de Unda, mriptorio n. 'iO.
na ra uo Mrquez
CEBVEJA BASS
De Diversos engarrafadlos, vende-m no arma-
tem do Ji So Rosa na Travessa da Madre de Deus
n.8.
Farelo
4:200.
Sttcoj cara 100 libras do superior farelo
de'.o barato pretjo a cima indicado, na ra
da .llj'ire de Dens n. 7
Grande renio!!!~
Kua do mperu or n. 28,
irazem do Camp; s.
ar
3j)oi tas n. 53, ra Dircita, 3 partas n. 53, antiya]
hja dj Braga
O abaixo essignado, dono desle antigo estabelecimento, tendo em viita apresentar um
completo sortimento de Terrjeos, miuezas e cotc-ria, tata resolvldo mandar bascar em i
diversos prn:os da Europa 03 melhores o^'ectos de sen estabelecimento dos fabricantes 1
mais connecidos ; pelo que convida ao respeitavel publico e a seos nnmerosos freguezes
a virem se ierrtr dos objeclos de sna careucia, amde eaeonlrarao por meoei 10 OO do que' l
om outra joalquer parte, nm sortimento completo de maclunaa para i'.cscarocar algodao, }
bem conhecido fabricante Coltorr Gin & C., ditas para costura, motores para anituaes,
da
ditos para rogo, moinho3 para caf de todos os tamanhes, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos e de um, tanto inglezas como rancezas, loura de porcelana, facas e garfos
de diversas qualidades e pre$03, bandejas cbinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
limalha de ferro, ac.o, e agulba para fogueleiro ; assiiu como encoutrarao constante-
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe-se encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tomara enfadonho ncmera-los : venham rea Direita n.
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
Pharmaccutleo prlvilecic-Jo
Buccessor
fribrkL-topol, BU 1'AIIS.
K3VAS ESPECIALIDADES A. MArtINIER
A|msenladas 3 Acjc'caia de S'ici'.ci o ai las'.ituto de Fraja.
1U ICPf* fl l Sob forna de Pl,i!la' *edHl e do.-jad.i para
'sl/tlllfd mt de momcnUl i;:ia soli^c"
Prevtntiv e curatlfl das MOLESTIAS COJITAG.'OSAS.
IIVJECTOR PHLTRO
do volitare de
ItlIlTRO
uui relo^io, orrido de
t SERINC \ sera es
grave lneoaieuienies da rragilicade.
ESTCJOS
Com
a forma, e di> vnlnmc de um Portc-MocJa
COTtXDU TODO IIUTAME.WTU.
COLLYRIO Contra as aiTeccois das palpebras,
preparado sos a mesma (orina.
BARTHOLOMEO i C
Depositarios goral para o BRASIL o PORTUGAL
34, ra larga do Rosario." PERNAMBUCO.
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE CAXIAS J. 49
(Antiga ra do Qocimado)
Rival sem segundo
Com fund pao
52
Passando o cr fa'iz.
Chama a attenc5o dos Srs. de e-Dgenho para sena acreditados machinismos e
:om especiaiidade para seos vaporea que anda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por ello c j funecionando lo Iio de fazer meihor apre-
:ia$io do que qualjuer ditoproprio.
Desi'jn tambem mencionar que tem feito urna. reducc-So em seus precos; e qne
tein prorapto toia a especie de machinismo e outros objectos para a agricultura.
PRECIOSA DESCOMA
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lso a.........
Caixas com seis sabonetcs de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a.......8#0O0
500
60
i 4000
100
500
500
Como se esta apn simando o t<-ropo dos regabo-
J(%, o -iroprie ario deste ostabelecimento tem p
esmerado em faicr reunir dta sen armazem um
completo e variadissimo sortimjnto de gneros
alimenticios.
Nao se pr^poe a dpcrever nominnlmente todos
os gneros comidos rm seu armazem por se tor-
nar de mais enfadonho.
Garante Fomente, rjue sua norma de ha muite
terrno raadPr pao por pao e queijo por quijo.
Avisa especialmente a^s fumantes, que recrb' u
de =ua BBpedal encmmenda urna factura de iba-
rutos superiores deS. Flix da Baha, da- seguin-
tes mareas : expnsijSo, marquezes, normas, ama-
dores e parapna-smnos.
Venham todas as despendas dos arrabaldes e. ci-
dade nnprtr-M de genen* de priineira iinalidade.
.MIIlMlii"
>enda se no trapiche da C^mpan ia Perfimbu-
cana arroz da ludia n;Vo, a 2.3800 a arroba em
laecot,
O TNICO DELSUC que hoje aprsenla ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de qte possue urna superioridade
nconteftavel a todas as oulras preparat,es, quuat hoje temapparecdo,recoramenda-se
por sua bondade, e pelo btilbante lustro que pruduznos cbelos, tirando immediatamen-
te tedas as caspas e cocetras, fa?endo com que appareca em bom estar impagavel.
Esta agua compoe-se de substancias cuidadosamente escolbidas, purificadas e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-ib*
| nma acco verdaderamente efficaz, consoladora, e benigna.
Derrama ^eeata agua na cabeca, e esfrega se levemente ; imraediatamenle ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifiro.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Delrtr, cabe leireiro de Paria.
Ra Io de Warqo (antiga Crepo) n. 7 A 1* andar
CONFEITARIA
DOS
Vende se o estattl 'oiiubiUj
lito ra D de molhado?
Farinha de mandioca da Baha.
Tem para vender muitr nova o superinr,
em 8acca3, a preco mais commodo do que
em oci-a qualqaer parto: Juaquim Jos
Gonealves B.;ltrao, no siju escripioiio roa
do Coro'--erco n. 47.
Cal nova de Lisboa
Vende-ie na rna do BarSo do Trinmpho, ontr'o-
ra doBrnm n. 80, armazem de Pereira da Cunha
Irmaos._________
_- Vende-e nma casa terrea Brande na roa
iftperjal n. 7 : a tratar na roa do Imperador,
aobrado n. 2, entrada pela roa de S. Francisco.
ANANAZES
Ra da Cruz n. 16
Encontra-se sempre : | AMENDOAS confeitadas: xarqpai refri-
EOLIMIS para cha; p5o de l; bollo cerautes; vtnbo Bncellas, branco e tinto
nglez; pastis de differentts qualidades; propr^o para mesa; vermoutb ; absintio'
" cognac; vinhos finos, champagne. '
em
doces d fructas, em" calda e iecco,
barnlinhns em Istag.
CAIXfNHAS com amendoas e pastbas,
propnas para presentes ; cha preto, mindo,
i5rfflor qaalidade' la,as com pecegos
Carriteis de linba Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Grvalas de cores muito unas a .
Grozas de botes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tntenos coni t rita preta a 80rs. o
Pecas do fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 .e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nilos a
Duzia do sabonetes muito finos a.
Sabonetes nglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colunia Piver a
Dito de oleo babeza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetcs a forma menino muito
superiores a.......
Lartilhas da dontrina fazenda nova a
Libras de liDba sortidas de todos os
nnmeros a.......1(5800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......25420
Caixas de paulo do gaz 3. 00
Roh-snte-rheumrtico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at boje o mab conhecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
XAHOPE DE AGMAO.E um dos medicamen-
tos qne sua eficacia as enlermidaJes, tosse
sangue Pe'a bocea bronchites, dores e fraqueza
no peito, escrobuto e molestias de figado, que me-
Uiot tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre raz
de marapuama, cuja energa e eficacia as para-
rysias, intorpecimenlo, etc. etc. moito se reeom-
menda.
Todos esses preparadas se encontrara na pnar-
macia e drogara de Barlbolomen & C, nico de-
pesito na roa larga do Ro-ario o. 34.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baralissimos precos abai-
xo declarados, garaitindo tudo bom e pre-
Cos admirados.
120 Duzias de pa'tos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com i Irobaboza muito fino.
Pacote* cim p's de arroz o me-
ihor que ha a...............
Xavalhas muito linas para fazer
barba a....................
Caixk de linba bran> do gaz a..
Vara de franjas de lidbo para toa-
lhas.......................
Caixas com peonas d'aco de l erry
superiores .............
Lencos d.j cassa braucos e pinta-
dosa....... ........____
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado......
Caixas com 50 rmveilos de linba
do gaz a....., .
Duzias de meias croas superior
quaiidade a.......
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p ca a 1^500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, *320,
400 rs. e. ....
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha f xi para borda-
dos a 400 rs. f.....
Pares de meias cima; para m.'
nos diversos tamaitos a. .
Duzias de meias hrancaa muito
finas para enhura a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhn para vnltarete
Sylabarios portngiivzea a. .
Cartees com colxelfls" ^carreras a
Aboloaduras para rolli te diversas
qualidades......
Caixas com p una de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com 80|)Priores obreias a.
Duzia de guila para macnina a.
Libras de pi k"S trnnwntt lodos
os tamanb- > a......
Pacote de pipel com 20 qoader-
500
60
600
240
100
200
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
PAPIS para sortea,
para cobrir bolos.
ditos
..us para grandes jamares, bailes, etc., etc.
de Nicieroy.
nico deposito era Pernambuco caes da
wlha u. 11* anda.
.nti.-rtVi
^
altan-
120
320
320
320
5000
500
160
800
100
700
400
50T
2/5000'
500
KM
500
40
500
32(
tfSDTi
2(5001
1,5501
3dOCK
40
2
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DO)
4<
2W(M
24(
40(
Rema de papi I pintado laper or IJHDC
Resma de parn 1 IjO MlU l" upe-
nor a . ..... . . ^liiii'
Vende s o II ln it i i!e *m andar.- e
grande sotao t li.i. Hirell-, .ifcri-ando de 1:11.
trande aoneert< lineo. > pr ftiil-r dirija < a
ra larga d< R ": ri n *% -v !!-.
Attentjao
AHKNC\0
Vende-se, arrrna-e oh ainga-*n nm itio n
VMtfM Vende* nm Wo no Bjrbalho cenronte ao,,,^^ ^ ;)r, f,\i|u ,r ,,.,.
, Monteiro.com 37 bracas de fieoti :,^wm nreten-ln,,,,,,,.^,, pr ^rt^,ln 1)llt ,,, (,Hl)n ,.,,,
der dira se ao mesmo Barbalho, que tratara cora, wta oa$unt'^ i )<. -Murir n>.<.- >s !in t. f n.-
RECERFM SP n,nm a r PRESUNTOS e fiambres. Etfix ^'^'hI? S0"1. J?3,ln1' J-1 ""'" "w00ln d-,s* n "i^iH"i'i nar mn.
car e sem efa riS inc,0,meDd3.t bandejas con botoh*. com armacao de assu- *"r L5i^ltL Sa"'a CnM n'M_____ T"' ti* ,M '!M ,s "^ ,r4t; r "",a
car e sem el f a, de p5o de l e 0,M eQreitados com dsticos e sem piiITvIia i5-- ^***' riea^nV etnn-o* aita & roa do 6 Sana Uita n. 7,,. par ..f .n.c*M na meso.
mmtos Objectos pronr^ ^ lTr D eU61' d 0Ulr0S S- ^ria Pncipiaute : a traur na Jjg^ J-H- Tcixeira na ra
IOJA
rna
nenr
jam
tiiD-
res
,.-ifl
.i..*
GALLO VGILANTE
Rna dio Crespo m. 9
Os proprietarios de?t l cimente, alm dws mtiosobjectos r- ^
Sostos aaprecizeSo do rftipeitael pnMn -,i-
aram vir e acaBam de receler pek* ni'-w vaa**/
da Europa um completo e vanado i*knBnKta>t)
finas e mui delicadas esjM.fialidadcs, u oca & e-
to resolvidos a vender. cono ;ul,
por precos muito baratinhw e e-mraooiw para t.
dos, som tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, preu*. mn
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gi.hinhas e pnnr.* para sa-
nhora, oeste genero o qu< lia de imi.- urc:ao.
Superiores pentes de tartaruga nata c^uea.
Lindos e riquisSimos ei.feites para nafeafai >
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretal 6 do etoea naA \iurr
Ihos e sem elles; esta fnenda o ijte podi ^avaT
de meihor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de r-'.'idirp^ruin.
marfim, sndalo e osso, sendo a^ueJU-a ~inw
com lindos desenhos, e astea preto*.
Mnito superiores meiax lio >le F.rtmua [ra se-
nhoras, as quaos sempre -e Wen Ofl
a duzia, entretanto qae nos a; Tannaun pm it'i.
alm deltas, temos tambem |r ,0 >'
outras qualidades, entre as quat-- alguiMM .".u;.
finas.
Boas benpalas do superior canna >b Ir^ia
ca?!ao de marfim com lindas e eor;
ras do me?no, nest>; /en' re o qtv ? nn-lrtor
pode desojar ; aitm oesias teraot >. 7;-*
Suantiilado de outr.',< qualidades, a ido
eir, br.Ieia. osso, barraelia, ate. '
Finos, bonitos e airoso' ciiicotiBb* !
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligai de sada e na
parasogurar as meias.
Boas meias de seda pa>\> MMlinfn 1
as de 1 a 12 anuos de idnde.
Navalhas cabo de Barlifli e 1.11 cu pa.--
barba ; sao muilo boas.c de mais
rantidas pelo fabricante, e nos por > .- \
bem assegurams sua quali Lindas e bollas capellas pan noiva.
Superiores agulhas uara niacliii.. epan mi
Linha muito boa depuo, frouxa, pan :.caw
labyrintho.
B'ons baralho de cartas para v< r
como os tontos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento a* bmM r i per-
fumarias e dos melhores e mais per
fumistas.
COLARES TE LOER
Elctricos magnticos contra a <.
fanlitam a dentico das iuooion!.... t,;,-i> Se-
rnos desde muito rccebed'jre.H di pan
collares, e continuamos a reebe-P> po tai
vapores, afim de que nunca laitwn 1 <.> .\fa
tomo ji tem acontecido, assira pois n'.^ U
les que deiies praeisarem, vir ao d.
vigilante, acudo seiupre ei-ccEirarac drxtaa
deros coares, e ph qua^ ameni .
para que tSo aj-plicdr-s, te nu-r r n- .
diiuiHuto lucro.
Roganir <, pois. avi?ta doscbj.cto* .1
declarados, aoa noaasa bafnenrs e. iifa 1
comprar por procos nmita raaos re- i
vigihiite, ra 'io Cie-'.po a. 7.
Jcordeiro prev
Rara tic Qncin... > n. I
Novo e vanado aortimeoto de
finas, e outros obji
Alm do completo sortmwn f- rf;
marias, deque tmttnnmtt h
loja do Cordeiro Previdoali,
receber nm outro seriim^ni') qun
aotavel pela variedade de oi
iade, qualidades ecomn:'!.:
?os; assim,pois,oCordoir->rr
espera continuar a merecer aapr< 'j
do respeiavel publico em g.., .
boa freguezia em parlo-: ."
lando elle de sua ber,
4 barateza. Em di'.a loia e;
orecirtdores do bom:
Agua clivTiP. de E. Goodraj.
Dita verdadeira de Murraj .' '
Dita do Colcgne in^lcza, ar. "
ceza, todas dos melhores e ov .
fabricantes.
Dita de flor de laran^eiraa.
Dita dos Alpes, e vilete par' l
Elixir odontalgico par? :
jsseio da boca.
Cosmecuesdecnperior qn '
ros agra^veis.
Copos c ir tas, maiorea c Br5i
pomada loa para cabello.
Frascos com dita JapontnTtra
e outras qualidades.
Finos extractos in^lezes, aatsri
francezes em frascos simples e 1
Essenciaimperial do fino e>:
ro de violeta.
Outras concentradas e de cbarai \fm
mente finas e agradaveis.
Oleo philocomo verdadero.
Extracio d'oJeo de rape
om escolhidos cheiros, eu \x.\
entes tamanhes.
Sabonetes em barras, maiores c n .
para m5os.
Ditos transparentes, rttedoa ( m I
.as de meninos.
Ditos muito finos era cs^.e ia pan
Caixinbas com bonitos sabo: 1:..
fructas.
Ditas de madeira iMnina *
oas perfumaras, muito piopr a -y
tentes.
Ditas depapello igna'teii
bem de perfumariaa unas.
Bonitos vas08 do motil te
moldes novos e elegantes,
a noneca.
Opiata ingieza e franceza mu
Po de camphora a outras .-...'
qualidades tambem para dente*.
Tnico oriental de Kemp.
Anda insta ct*;nra.
Um outro sortimento de (..-" r...
>os e bonitos moldes cont til*'.* <,'.-
algnns d'ellea ornados de fiuras r.u;
jato todos expostoa apreci'cJoi'*
os pretenda comprar.
GOLLNHAS E PUNHOS W>)AD08
Obras de mnito gosto p-irViil>"
fivcta*r fltaa para clnif4.
Bello vanado sortimento .t Kz^. ntaa
toa, brande a boa escoiha ao pomo > T
(irdor.
^ JiMquimRodr^iir'MT- ;
I vare de Mfhi,
2 TKVPAIU VKMtRt
'V* em sen e^cuntm i", |rca u 17 :
Kinto em f tha
$ de i* e2* qaalitbile, e m.oV nm '-a mse*
fardos v.nlnrt. d-n ro>pr*WM.
(.1 <1e Li'ba
altima rhet-arta
L'ottNN. la Rusm.
Parlaba *>
Vifiho fltirdew.iv
o> I qn.ilol'rt., *m !"* >*'
i
o
m
&&m9-
_ V'-aife''** *' H^ a *****_*
ffl-m t- rri1<-r a roa d Imperador
de S. FraneUco as dita aa
c-



8
Diario de Pernambaco Sexta
OCtei si>
-- -
eira 11
Novembro de
1870
IOTERATRA.
Sol raela nolte.
CONT DE AMOIl.
Nada ha que se compare cotn a noiic de
natal; 6 orna noite que vale.para Dens lo-
do o sen amor,; urna noite que ir*\ume
par* a humandade o mais rico poenn a
sua redemprao.
Nesta noite, o canlo e o sorriso s3o. para
todos, poesas da \Ja, alegras da priai. ir.i
e nica (esta em que s5o participames o o
e a ierra I
Todos procuran) ouvir missa; op^vo
perde-se as ras; tolos cercam o beico
V priiiieiro hornera e adorara no scu nasci-
ment o futuro de todas as almas.
nasta noiie de festa em que a dlule
do Recife pe-se toda em movimenti. Sira ;
a noite: de natal vem cheia de encantos e
perfumes, que embriagam ; inspira lendas e
cantos ; origina romances d'alma; decifra
enygmas do coracao ; record a fados ; da
vos a imagiuac-ao ; preludia casamento* ;
finalmente abre a felicidade ao homom con
a umlber, ludo por amor e em nome da-
qaelle que, sendo Deus,fez-se homem para
o bem da bumanidade I
S3o pstjs as virtudes deste grande d a.
Recordo-roe de um fado bem signifi-ui-
vo, que teve a sua origem nesta noile e-bes-
tial, em que o domino pode mais que a von-
tade do bomem.
O fado deu-se assim :
Jorge era um moc de vinte e dous an-
:ios da idade, sympathico e sobreludo apre-
cia vel por ser lilho de Minerva, por mor
de quem o esludo consagrou-lhe o llo!o
honroso do bacharel em.....
Nesta idade dos amores, como < hamam
os poetas, elle viva somenle dedicado ao
estudo: linha livre o coracao e nem seqiier
figura alguma de muiher o havia impressio-
aado I
Jorge era raeu amigo intimo desde a in-
fancia ; revelava-me todos os seus segre-
dos ; consultavame ; oavia-me com atien-
do.
As vezes elle me dizia :Meu Alfredo,
eu tenbo mdo de mim ; imagino ver urna
muiher bella que me prende e me sedo;.;
mas... tenho mdo dessa muiher... tenho
mdo de um amor louco... que nunca
sent!
E' que Jorge tinha a sensibilidade da sua
alma n'uma pureza completa... pensava
na vida con todos os ardores da mocidade ;
senlia qoe o sea corceo Ihe pedia amor,
palavra que elle soube fempre definir e
eomprehender com relac5o a sua adorada
oi3!
O seu espirito divagava nos borisontes da
esperancaalma e vida da mocidade ; vivia
assim.
Era noite de natal em 18.. e Jorge tam-
tiem sen ia por sua vez urna alegra indes-
criptivel, quando toeava missa dessa noile
do co.
Vestio-see dirigi os seus passos para
urna das igrejas desta capital, e recoslou-se
em urna das portas interiores espera do
gloria in ercclsis Deo t
Ao acaso ahi collocado, nenhuma idea
ssaltava-lhe a mente, a nao ser a satisfa-
go intima d'alma em urna noite como esta.
Mal sabia elle que ahi, em um s minuto
se resolvera ledo o seu futuro I
Era meia noite, quando passon por junto
de Jorge urna muiher bella das que elle so-
ohava prndelo e seduzi-Io; das que elle
tema ver em sua vida, passou como um
raio... ajoelbou-se... e um s hitar que
elia deilou sobre n pobre moco, foi bastan-
te para elle acompanha-la com a vista e com
o coracSo.
Angelina era o nomo dessa moca, cojos
traeos impossivej dcscrever; o seu nome
basta para defin-la.
Jorge preso pelos olhares da moca que
eram incessantes, movido pela curiosidade,
u antes acoss.'do pelo destino, proenron
saber de urna pessoa que Ihe ficava prxima,
quem era aquello anjo em figura de mu-
iher.
Jorge e-tava enlo ao peda pequea 'apa
em que repousava o Menino Jess, e ah
cometn a descrever-se a historia intima da
sua vida.
A pessoa, a quem elle se dirigi, por
e'icilade, conhecia bemdeperto a aquella,
de quem Jorge investigava: nome, estado e
familia.
Em dez minutos elle ouvio urna historia
triste, mas urna historia que moveu-lhe
compaixo, que Ihe iospirou lagrima e
-mor...
Deixo de referir essa historia porque ella
viria enlutar o nosso escripto, escripto bem
onge da dr e s escripto para o coracao ;
basta dizer que a mao da falalidade ferio a
trono de Angelina, matando o seu querido
pai no verdor dos annos I
Angelina era urna poore orph3a. Filtaa
dos amores de seu finado pai, contava ape-
nas vinte primaveras I
A fatalidade e a morte escreveram ona-
crologio da familia de Angelina I
FOLHETIM
A VIVA DEPOls II MORTi
POR
Xavier de Montpin.
parte terceira.
A CONDESSA DE IAH0II
(Conlinuaco do n. 254)
XVI
O pateo da segunda dlvlso
As doodas mais ebegadas senbora de
Rabn agarraran) a pelos bracos e pelo
vestido, puchando cada qual para seu lado
e disputando-a entre si com erfearnecimen-
to, como se fra um pedaco de carne a li-
rada urna jaula de cies.
A condessa, ebeia de espanto, trmula,
anniqoillada, nem sequer tinha forjas para
se oppr aquella brutal curiosidade.
Para trat I gritoa Maclou com voz
pe trovo. Tudo para traz I
No meio da enferoeira que as doudas
faziam nao se ouvio aquella ordem.
Maclou agitou o azorrague e reparti
torio e direito orna ebuva de chicotadas
as costas das pobres mulberes, que sol-
tando gritos de dr, fogiram para as ex-
tremidades oppostas do pateo ; o vigilante
approximou-se depois da condessa, e disse-
Ihe com a voz rooca e ammcadora :
Tn tens dinheiro, pgame a patente.
Sio ceases do feo I
jrge onvw indo... ogeu we5o er
grande, o generoso j recelben m iotimo d
sua alma esse cont mafoado e fea-se logo
participante das tristezas de Angelina. Aqoi
prenderara-se a* doas alma?... eomecoo o
amor de Jorgo e Angelina, amor puro, leal,
desiateressado, eu, que o primeiro movei
foi, de parte de Jor|e. a comparto, e da
parto de Angelina, a sympatala, que d'al-
oa o Stu primeiro olhar. r
Qiiem pode definir o qoe o amor, a
que sentiram Jorge e Angelina, nesse rao-
ment solemne em que o destino dava leis
a,'i roraco f\"-
Nioguem ; que o amor est cima da ra-
zan humana: o amor do co !
O destino destes -dous jovens lavrou-se
porta de um templo, em que havia mnita
luz, que quer d'zer:f, o onde tambem
se achava um berro que conlinha urna linda
enanca de Deus, que quer dizer : felicida-
de ; esta noite... foi e ser sempre para
elles : o romance do coracfo.
Acabada a missa Angelina sabio e Jorge
Beguio-a com alma e corpo, para nunca mais
perd-la de vista. Passaram cincomezes...
Ijrge pedio a em casamento e foi acceito o
sen pedido cora lodo: os applausos da fa-
milia.
Jorge era um mnr,o pobre... a sua nica
fortuna era urna reputarlo exemplar e urna
intelligencia pouco vulgar; com todo o sa-
crificio esposou Angelina, no dia 7 de de-
zembro de 18.., no mesmo templo em
que se'haviam encontrado pela vez primei-
ra ; arabos vivera bem felizes, gosando de
mna tran.juil;Jade ainorjsa e abeocoada,
que s elle e ella podera sentir e apreciar...
E nisto qoe consiste a felicidade conjugal ;
nasceram um para o onlro.
Denlro de quasi um anno. que decorreu
do natal lo dia do consorcio, deram-se fac
los q-je s a forca do deslino poderia Ira-
daiir ; foi enio que respeitei o principio
correnle e acceito pelas tradieces do pas-
s do: O casamento e a morlalha no co se
tam!
Deus sanecionou oste casamento, como
sanecionou o de Eudoro e Cymodoce, sobre
cujo tmulo proclamou Constantino, relgio
do imperio, a religio chrisOa.
Em urna noite de visita, eu uve a felici-
dade de commmicar com Angelina e vi" o
quanto ella amava a Jorge ; eram duas al-
mas em um s corpo ; urna s ontade o
querer de ambos.
Na casa de Jorge, era tudo franqueza e
simplicidade, modestia e virtude.
Quanto se orgulhava Angelina de ser es-
posa de Jorge !
Ouvi de seus labios urna expresso grata
que o amor n3o me fez esquecer:Jorge,
disse ella sorrindo, vale por doas bomens,
por meu esposo e por meu pai.
Era assim a felicidade que reinava entre
Jorge e Angelina... felicidade bem pouco
real na actualidade. em que o ouro o pri-
meiro fundamento da familia, o primeiro
movel das aspiraces do secuto !
Ao casamento pobre, como este, lanca-se
o fnebre eplhelo de ino; n3o se allende
as ternas affeicoes ; sacrifka-se tudo ao in-
teresse vil e mesquinho, que tcm quasi por
fim a desgraca!
Ao despedir-me de Jorge nessa noite em
que mais urna vez fui testemunha das suas
venturas, me disse elle com um certo ar de
alegra e firmeza:Meu amigo, digam o
que quizerem, sou muito feliz... enco .trei
urna muiher que rae soube eomprehender.
E nunca mais Jorge e Angelina se esqne-
ceram da nuite de natal; todos os annos
vo ouvir missa na mesma igreja em que o
amor os fez encontrar... Este cont a
rcalidade.
E' urna synopse imperfeita; mas de tudo
quanto vem aqui escripto, sirva-nos ao me*
nos a venlade, que a nossa penna.
Nada ha que se compare, repito, com a
noile de natal; noite que vale para Deus
to'lo o seu amor, noite que resume para a
humaniJade o mais rico poema da sua re-
dempclb.
O amor tambem e urna redempgo ; Jor-
ge e Angelina eram escravos do acaso," vi-
viam tristes, sera luz que illuminasse o seu
espirito ; o amor os redimi e hoje sao am-
bos Iros da felicidade real, nobre, santa,
porque s a graca. de Deus os p le unir
para sempre!
Jorge me contou ludo isto e eu fui teste-
munha ocular de milita cousa... e nunca
me hei de e>quecer das segrales e merno-
raves palavras com que Jorge exprima o
:u amor:Nunca pensei, meu Alfredo...
vt o sol, da minha ahna, meio, noite l
Sira, meu Jorge, le disse eu :S um
milagre faria tu veres: sol a meia noite!
AGBICULTUM.
Relator io do Imperial Instituto
Fluminense de agricultura.
(Conlinuaco)
A analyse do caldo de nove variedades, e
sua variag3o no sacharimetro de polarisa-
Os nossos leitores sabem que a senhora
de Rahon n3o ouvia nem compreheodia.
Estremeceu nao obstante desde os ps at
a cabera ; o seu rosto, ordinariamente ira-
passivel, denunciou um horror Ilimitado,
e afinal apoderou-se d'ella orna crise es
pantosa, aterradora. Alirou-se ao chao
com as feicoes decompostas, o olbar es-
padado, as raaos crispadas, e sahio-lhe
da garganta um suspiro abafado, semelhan-
le ao estertor do moribundo.
Ab resmnngou Maclou, tu n3o que-
ros responder quando te convido com so-
brada cortezia a pagares o que justo, e
alm d'isso queres armar desordem no
meu paleo ? Pois agora vers que nao se
zomba comigo. Para o banho a donda,
para o banho!
E o misero agarrou a condessa pelos
dous bracos e arrastou-a at urna grande
pa, onde um canno de bronze verta con-
tinuamente um jorro de agua gelada e trans-
parente.
Maclou ergoeu pelos bracos a desgrana
da, metleu-a na pa, e deixou-a agitar-se
durante alguns segundos com a agua at
ao pe.-cooo.
Quando vio qoe as suas convulses se
iam debilitando, qoe um entorpecimento
geral se apoderava d'ella, e que nao tinba
qnasi forjas para conservar a cabeca fra
d'agua, agarrou-a pelo vestido, tirou-a d'a-
quelle banho mortal e deixou-a cabir no
meio do ch3o.
A condessa aiqda fez alguns debis mo-
vimentos ; juntoo machnalmente as mos
e levantou-as para o co como quem im-
cSo, com o calent da qmratdade do csttto
em cert fibras de can na, ornelos
^eassucar efcigttti
A descripeo minuciosa do sacharimetro
de polarisacSo de Mitscberlic, com o dse-
nho deste ioteressantissimo instrumento-,-o
modo de osa lo na analyse do caldo pro
priamente dito, e do el por tre^iOMl-
tes metbodos com a deducc3o das forp|u||s
para calcular-se a ^uantidadB de asatiear
crystalisatl contida nricaldo, assim ciwhoa
do mesmo assucar, e a do caldo nJo crysti-
lisavel existenie no mel.
Urna memoria sobre a enfermidade da
canna, observada em duas fazendas da pro-
vincia do Rio de Janeiro, e urna circumstan-
ciada informacao sobro o opsculo Fregers
conerrh in ihe refinartj, ambas do Ilustre
raembro da directora o Dr. Pedro Dias
Gordilho Paes Leme.
A memoria do digno memoro do conse-
Iho fiscal Robert Coats sobre a plantario da
esnna e fabrico do assucar.
Alm destes trabalhos publicon o Ilus-
trado membro do conseibo fiscal Dr. Miguel
Antonio da Silva sua interessante iraduccSo
do artigo intitulado InvestigacOes do Dr.
Icory sobre o caldo, e modiflcacOes porque
passa durante a fabricaco do assucar na
Iba Manricia.
O trabalho do Dr. Ladis'o Netto sobre a
cultura e molestia da canna.
A expsito do Dr. Guilherme Schuch de
Capanema, lida em sess3o do Instituto so-
bre' as variedades, p r ello trazidas do mu-
nicipio de Campos, para a fasenda nomal.
Nessa exposi?3o descreve cada um de
per si, com reflex5es emeernentes 3 eotlnra
e romposicSo normal da canna, e a neces-
sidade Je minuciosas ohservaces sobre
suas qualidades e rendimento.
Alguns estudos acerca do aperfeicoamen-
lo desta Cultura e augmento da riqueza a-
cbarina por meio de adubos apropriaooe
est concluindo o director da fazenda or
mal Dr. Carlos Glasl.
Logo que eslejam promptos, serio publi-
cados nao s para conheomento dos fazen-
deiros, mas tambem no intuito de desper-
tar o exame e analyse de pessoas compe-
tentes na materia e promover discusso,
sempre til em assumptos de interesee to
vital para o Brasil.
J se est imprimindo o parecer de urna
commisso tirada do seio do Instituto, e
composta dos dignos socios o visconde de
Rarbacena, e Drs. Paes Leme e Miguel An-
tonio da Silva sobre as causas do deprecra-
mento dos cannaviaes em alguns terrenos
do Brasil, e bem assim acerca da segointe
questSo : se a especie pode degenerar p-tu-
fado de n3o vingarem muitos individuos em
um terreno, onde a cultura do mesmo ve-
getal fra bnlbante, e se o fabrico do nosso
assucar poder alguna dia competir com o
grao de perfeicao de igual producto da
ilha Manricia.
Este trabalho ser, depois de irapresso,
discutido, em sessao d > Instituto, publican-
do-se em seguida o resultado da discusso
com os esclarecimentos re ativos a este ob-
jecto, alira de ser devidamenle apreciado.
A cultura do fumo de Djebel e de Ha vana
contina a desenvolver-se perfeitaraente na
fazenda normal, tendo dado a do ultimo
anno urna excedente colbeita de semenles,
das quaes fiz distribuir cerca de sraa arro-
ba por differentes pessoas desta corte e de
algumas provincias, alm das porces que
por vezes enviei secretaria de estado dos
negocios da agricultura para salisfazer suas
requisices.
Do producto de parte dessas sementes
foi-me, ba dias, apresentado um maco de
folbas mu bem preparadas do fumo de
Djebel, cultivado em urna ilha pertencente
ao senador Silveira da Motta, na baha des-
ta cidade, e que pessoas competentes acha-
rara de muito boa qualidade e em circums-
tan :ias de obter bom preco no mercado, de-
pois de beneficiado pelo processo usado
para o fumo turco.
Ha pouco tempo ricebi de V. Exc. e j
estao nascendo sementes de fumo de Belh-
lm do Descalvado e do Quilombo, na pro-
vincia de S. Paulo, afim de compararse de-
pois sua qualidade com as daquellas varie-
dades, e reconhecer-se qual deva ser prefe-
rida por mais vantajosa.
No relatorio do anno passado iufermei,
que bavia feito plantar' algumas mudas de
lpulo, enviada> pelo antecessor de V. Exc
e outras offerecidas pelo commendador An-
tonio Jos Pereira Bastos, o qual sua
custa as importara da Europa, com o no-
bre empenho de promover a cultura de
um vegetal, que tanto nteresse pode dar,
si se conseguir sua produeco em grande
escalla,
Devo, ag-ra, acrescantar que dessas mu-
das, as que puderam es:apar, nao s se
desenvolveram muito bem. apresentando-se
desde logo vicosas e com soberbo desci-
ment, mas tambem floresceram algumas,
produzindo relativamente ao seu numero
nao pequea quantidade de lpulo.
Communicou me o Dr. C, Glasl, que a
qualidade do lpulo colnido parece-lhe ex-
celleute. Segundo suas observares, a
plorava a protecclo de Deas contra a infa-
me barbaria dos bomens; cerraram-se-lhe
as palpebras, quedou-se immovel, e nao
tornou a gemer. E&tava desmaiada.
Maclou poz o chicote debaixo do braco
e esfregou as maos com ar satisfeito.
C o meu systema o melbor I disse
elle fallando comsigo mesmo. Assim
que se devem tratar estas doudas endia-
bradas, e se nao vejam l como eu logo
domei esta. Nao ha cousa como a agna
fra contra os chilicos e demais picardas
de que se valem. Se as deixassemos fa
zer o que muito bem Ibes parecesse, nao
poda a gente descancar nem um minuto.
A f de Maclou, que seriam capazes de dar
volia a milo de urna pessoa I
Apenas o vigilante acabava este monologo
encomiatico do seu proprio mrito, abrio-se
notamente a porta do pateo e appareceu o
medico inspector, qoe, prudentemente
acompanhado por meia duzia de guardas,
fazia ao estabeleciment a sua visita do
costume.
O l, Maclou i disse elle ao enfermei-
ro, quem conhecia de muito tempo e
apreciava devidamenle. Que tal vai isto
hoje ?
NSo vai mal, seohor dontor. Eaton
quasi dizendo que vai bem.
As doudas esfo socegadas ?
- Ora I Nao fazem grande ruido.
Qoantas doentes ba ?
Nenhuma.
E rebeldes 1
ma s, e ooso awresceanr que nao
cultora tiesta vegetal promette a cortos
respetos condi.oes m*s uatajosarno B*a-
sil, d msi-
dera- lli, por vt de rgra si
do tereeiro ano, se obtem producto per-
feito, qnando entre nfti colheuse esse re-
sultado em pouco mais de dous annos, sen-
do de notar que l s se propaga en geral
por meio de rebentSes das raizo?, ao pas-
so que aqui yingam at os podacos corta
tos do tronco, como acontece com a man-
dioca, aipim e outras plantas.
T3o bom resollado animou-me a recom-
mendar o augmento do respectivo viveifo,
que conta j 159 ps em cameiros e cestos
para serem oppcrtunimeite distribuidos
com urna porco de mudas, que o com
mendador Antonio Jos Pereira Bustos cffjr-
toii aos Instituto para o mesmo fim. acom-
panbadosde alguns exeraplares da memo
riz por elle escripta, vista do que estu-
dou e observou em diversos lugares da Eu-
ropa, relativamente ao planto e tratamen-
to do lpulo e processo empregado para
seu aproveitamento.
Por mim e em nome do Iaslitoto agra-
dec-lhe esta pro va de zelo pefo desenrovi-
mentojde miis um novo e importante ge
ero de cultura.
Alm do lpulo colindo na fazenda nor-
mal, foram apresentadas ao Instituto emson
ultima sessao amostras do mesmo producto
qoe aquelle commendador consegoio de al-
guns ps plantados em sua chcara da ra
do Riachuelo. Trato do mandir proceder
analyse chimica de amb s, comparndo-
os como importado da Europa e Eslados-
Unidos, afim de conhecer-se se encerra, e
em que forca. o principio activo.
O director da fazenda normal est apromp
lando tambem. afim de ser publicada urna
memoria com esclarecimentos praticos so-
bre systen de cultura do lpulo do Brasil
adubos necessarios para seo maior desen-
volvimento, temoo melbor da plantacSo,
modo de coi&e-lo e conserva-lo
As 27 quatlades de mandioca plantadas
o anno passado acham-se em muito bom es-
tado, havend raais urna porco de varie-
dades de alpiroe de pao do Chile, cujas
ramas, em tempo conveniente serSo dis-
tribuidas.
O trigo sarraceno, deqne par experien-
cia plantou-se un quartel, desenvolveu-se
perfehamente.
O mesmo aconteceu luzerm, cuja cul-
tura trato de fazer augmentar, para forra
geni, tendo para este fim encomraendado
mais urna porco desemente.
Os" viveiros da fazenda normal teem tido
grande incremento.
Principiados ba dous annos, e havendo
delles sabido j grande quantidade de plan-
tas, teem actualmente perto de 6,000 mu-
das em cestos e vasos, calculando o direc-
tor em cerca de 30,000 as que anda se
acham em canteiros.
Apezar de bastante vasto o espaco mar
cado no logar denominadoRuinaspara
um viveiro de largas proporcei, foi mis-
tar comtudo estende-lo-, fazendose parte
das seraenteiras do lado de fra, e crendo-
se ora lugar de deposito, para mudtes em
cestos e caixes. no bosque de bananeiras
corotiguo s mesmas ruinas.
Possuem muitas plantas raras, proceden-
tes de diversos paizes, figurando nesse nu-
mero, a par de longa serie de outras- que
deixo de referir, urna colhcco de 58- va-
riedades de calladium, 9* ps de diversas
coniferas, e eatre estas 4 especies de aran-
carias, differentes qualidades de patraeiras,
indurado a pahneira real de Hivara, urna
grande porc3i da conhecida pelo nome de
palnaeira barab, muitas mudas de ra-venalla
ou urania, alguns ps da verdadaira tma-
ra, e outros do legitimo sag.
Ha tambem varias qualidades de mara-
enjazeiros, romanwiras, cajoeiros e inga-
zekos, vindos de ffira do Rio de Janeiro, ao
lado de algumas arvores fructferas do Para
e de outras provincias ; urna coliecco de
raadeirasde lei; mudas da fruta pao e al-
guns ps de tbca, excellente madeira de
construi'cSonaval, procedentes desementes
colhdas no Jardim Botnico; I& qualida-
des de milho. e entre estas a que trouxe
da Europa o Dr, Bumenaucoin o nome de
milho do Jap3o.de folias listradas, o qual
parece mais proprio para ornamento de
jardim.
Forneceram estes viveiros a maior parte
das arvores plintaias, durante o anno pas-
sado, no Jirdim Botnico, e urna grande
porco de outras, gratuitamente cedidas
para o pateo do quartal de bombeiros no
campo de Sanl'Anna, azvlo agrcola, arsenal
de marinba. fortaleza de S, Jo3o e cemite-
rio de S. Joo Baptista ; ou vendidas a
particulares.
NSo se tendo podido realisar o grande
leilo de plantas, a que, segundo disse no
ultimo relatorio. pretenda mandar proce-
der em julho ultimo, espero effectoa-lo em
igual mez do corrente anno, nelle compre-
hendendo smente as mudas mais cresci-
das, de que se pader dispor sem prejuizo
do Jardim Botnico. -
No mez prximo passado satisfiz o pe-
rae den grande trabalho o torna-la obe-
diente ; aquella.
Miclon apontou a (condessa, na qual o
medico fitou a vista.
Parece-me que nova, essa, ponde-
rou elle. Nao a conheco.
Chegou ha um instante.
N3o d signaos de vida. Que Ihe
fez ?
Pequea cousa. Declarom-se em
aberta rebelda, dando mo exemplo s
demais. e meltia-a na pia para a socegar, e
foi to bom o remedio que nao se tornou
a mecber. Ha de aproveitar-lhe a lico.-
0 medico approximou-se da condessa,
debrucou-se para ella e tomou-lhe o pulso.
O -desraaio foi completo. As pulsa-
ces s3o muito lentas. Clenlo que o san-
gue bavia de perder duas tercas partes do
calor vital. Os instinctos humanitarios
probibem que se deixe por mais tempo
e sa muiher com os vestidos ensopados na
agua gelada. Quando nao, d'aqui urna
hora j ter deixado de existir.
Em todo o caso, seria urna de menos
a sustentar, murmurou Maclou fazendo um
gesto de cynica indifferenga.
E' preciso leva-la enfermara, onde^
Ihe vestiro o falo do regulamento, conti
nuou o dontor ; e quando voltar si,
creio que faria muito bem se a mettesse
n'um calabouco, sendo, como senhor diz,
de m catadora. Assim se completara a
ligo que Ihe acaba de dar, e a revoltosa
ficaria como urna lnva.
E' o que hei de fuer, e devo dizer
dido feito pela Tegico s'Eslados-rMdos,
Iremettsnlo unta caixa com dirersas serdeu
tes para asilhtifj llawjy, donde apiro
oraras em troca, e em julho efbinte deve
ser enviado para Santos, com destino
cidade de S. Paulo, nma o3r pequea toi-
So de ptantas pedidas pelo presidente da
provincia para o Jardim Publico daqnella
capital.
Fezse tambem urna troca do plantas da
fazenda normal por outras da floresta na-
cional da Tijuca, impjrtmle estabelecimen-
to de szlvicultura, que por vezes tenho vi-
sitado, o queja a res'nta urn magnifico
aspecto, gracas actividade de seu director
o major Archer.
Alm de outras plantas, para all envh
ha pouco tompo 10 ps de tbca, e preten-
do mandar logo que estejam mais desenvol-
vidas i mudas da verlad-ira quina chinen >-
na officioalis, do> 10 ps nascidos de U
sementes, que o director da fazenda normal
achou aproveitaveis das qoe recebeu.
Naqoella floresta e sombra das arvores
de lei, cultivadas pelo refer lo major, vae
prosperando a bombonassa por elle planta-
da a meu pedido, com previa autorisacJo
do antecessor de V. Exc.
Tem esti plantaco por fin supprir
santa casa da misericordia da materia prima
necessaria para proseguir na naseente in-
dustria de chapeos sf melbantes aos do Chile,
que naque ie po esUbeteimento procura
intrnduzir o seu zeloso mordomo o com-
mendador Jo o Baptista da Fonseca, apro-
veilando o servido de gran Je nunnro dos
meninos ali recoiliidos, qoe aprenderam a
fabricar os ditos chapeos cora o mestre pe-
ruviano contracta lo pelo Instituto.
A fabrica de chapeos da pafta extrahida
da referida planta vae-se desentiendo na
Fazenda Normal na proporco das suas
poucas forcas, e da idade do meninos
nella empregados.
Alguns destes esto bem adianeados, co-
nbecendo ) o processo de colher, extrahir,
coser e trancar a palha.
Alm de urna porco de chapeo menos
fines e de ctaroteiras, qae foi apresentada
na ultima sessao da directora, fabnearam-
se quatro chapeos de raui delicado trancada,
dous dos quaes foram par a Europa.
Est um, tambem finissimo, em mais de
meio, e trabama-se em ostros de menos
valor para serem expostos venda.
Toda a materia prima contina a ser for-
neeida pela Fazenda Normal.
Espero que, dentro em urrv anno, a mor
parte dos meninos esteja completamente ha-
bilitada para ensinar e propagar essa indus-
tria, que pode ser muito til, dando meios
de vida s mulberes, creancas de cerSa
idade, e muitas pessoas, que nao possara
entregar-se a oatros trabalhae de mais
prorapto lucro.
Mais do que isto nao era possivel alean-
Car-se em to pouco tempo, coi a limitada
consigo'cao da fabrica.
Nao pode anda- levar a effeito a escola
nocturna de primeiras letlras, que pretendo
crear era beneficio dos aprendizes. por falta
de quem se quizesse incumbir do ensino
com pequea gratificac5o. Cont, porm,
remover aquelle obstculo em breve e abrir
a escola no 1. de julho prximo futuro.
Os meninos mais crescdos receberam
este anno sua primeira communhfio, e co-
nhecem em geral a doutrioa chrisla, ha-
vendo todo o cuidado em mante-loe na pra-
tica dos deveres religiosos.
A casa destnala para fabrica, por falta
absoluta de outra melhor, prxima do jardim
e sem onus de aluguel, era por demais
acanbada e exiga urgentemente algumas
obras para commodo do mestre o apren-
dizes.
Maniei-as fazer, incumbin lo sua direceo
ao Dr. Carlos GlasK que effectoou-as com
o seu costumado zelo e economa.
Basta ponderar ojue alm das divisos in-
ternas, concertos e pintura, construio urna
varanda, aformoseou a frente do edificio e
nivetou todo o terreno em roda, sem ex-
ceder das pequeas sobras da consignac-ao
mensal concedida para todas as despezas
da fabrica.
As officinas de ferreiro e carpinteiro pro-
seguem em seus trabalhos regularmente,
tendo rendido o anno passado 1:075)5000).
Apezar de seu diminuto pessoal, limitado
ao mestre ferreiro e seu ajudante, e a um
carpinteiro, construiram-se nellas diversos,
arados, quebra-torres, sem- adores e ouiros
instrumentos de agricultura eocommendados
por alguns fazendeiros.
Fizeram-se tambem para o servico da
Fazenda Normal um carro grande, algumas
rodas completas e outras pegas de que ca-
renara as ca rocas e differentes ferramentas.
ltimamente tem apparecido novas en-
commendas de arados, grades, arrancadores
de raizas e teos, cortadores, semeadores
e varios instrumentos.
Nao sendo possivel atiende-las sem aug-
mento no pessoal e material, autorisei o
director para contraclar mais um bom fer-
reiro e dous ajudantes, e comprar outro
ventilador e algumas tarramentas especiaos.
O acrescimo de despeza proveniente desta
ao senhor dontor que j isso me tinha lem
brado.
Muito hem, perfeitamente 1 Vmc.
um homem previsto I Continu assim,
Maclou, continu assim !
Hei de fazer o que poder bradou o
entermeiro pavoneando-se, todo orgu-
Ihoso.
O medico sabio do pateo para continuar
as outras divisos a sua cooscienciosa
inspeceo.
Obedecendo s ordens do doutoiv dous
guardas levaram para a enfermara a sup-
posta Simoa. Chegada alli, fizeram-a recu-
perar os sentidos e trocaram por outros os
seus vestidos molhados, restiluindo-a de-
pois ao pateo da segunda diviso.
Macloo, assim que a vio, poz por obra
o seu projodo de a encerrar n'um calaboo-
co para completar a lic3o encelada.
Agarrou, pois, (urna chave de um molho
d'ellas que Ihe pendia do cinto, ao lado da
jarraba de ferro, e abri orna-porta baixa.
Por traz d'aquella porta principiava urna
escada de pedra, cojos degros se perdiam
na escorid5. Sahia de l s baforadas um
cheiro ftido e penetrante, e onviam-se ao
mesmo tempo os mais ertranhos clamores.
Maclou entregou o chicote um dos
guardas que tinham levado a condessa, e
encarregou-o de vigiar em seu lugar du-
rante alguns minutos. Accendeu urna lan-
terna posta no primeiro degro da escada,
e agarrando a senbora de Rabn pelo bra-
bo, levou-a at um corapndo corredor
abobadado.
Do lado direito do corredor viam-se

medida, espero, ser ca breve
pela vend dos productos das
auxilio q# o JrMiloto
fazendeiros e lavadores,
procos muito mdicos, instru
las qtfc, por serem de fcn
madera de lei, offerecet
coas de doraco e proapto
que em geral os importados.
O Dr. C Glasl informoo-me
mente, tirado grande proveHo
thodo por elle aperfeicoado coa M tt
tornar mais rpido o deseivotvioMOlf' da
forca germinativa as estacas atporfnes
das plantas, que se pretendem ttpvmm
por qudquer desses dous meios.
Consiste em um 'corte perpeodiUr al
o centro dos raraos ou galbos, ahi tmno
longiludinalmeote no logar dood) deveaa
provir as raize?. A abertura sanlida dn-
rante alguns dias por orna jya doas peqoe-
nas tallas, as quaes se tiram aa occasno de
cortar a estaca para ser plantada.
No iotuito de facilitar a operaeao coas-
truio o mesmo dootor om intramale aa-
peci ilt cojo desenho tem de acomatajriMr a
descripeo que est fazendo do
em pregado, afino do ser publica*
dos prximos nmeros da revista
No ultiuo relatorio, referiodo-ase
formaces prestadas pelo c nselheiro
ietto ponJerei ao antecessor de T. Ise. a
conveniencia de mandar vir alguna casaes
de Alpacas e L'amas com o Ole da proaao-
ver a creaco desses animaes, qoe
varitagens podem prodozir.
N'>vas inf irmacSas, qoe posterin
obtive no Rio da Prata, e orna inte
memoria que a al respeito, assim coaao
sobre a conveniencia de aproveitir a oppar-
tuaidade qoe actualmente se offareea da ac-
quisir3o de cabras de Angira, e da caraai
ros das n;as Negrett1, e Rarabooillat. acaba
de escrever o consol geral do Bra! na re-
pblica Oriental do Lrugoay, Meiehior Car-
neiro de Mendonca Franco que lava a bon-
dade de mostrar-me, levara me i chaaaar
de novo a arenco de V. Exc. para UO iai-
poilante aesompto.
De intelligencia com os fizan leros das
raontanbas de Minas, S. Paulo, Paraao,
outras provincias, e at do Rio de
o governo poderia importar os ditos
por preco commodo. certo da ser
sado mediante as cntelas conve
Os bons rebultados obti. os na Australia
da introducto da Alpaca a eaorcos do go-
verno inglez, qoe mandn para esa las oa
commissario ao Alto Per, a a airibda a
sempre c escente ex portar 3o di laas da p-
tima qualidade sao por sem dnvida
pos animadores, e asss significativos,
quanto pede a acro benfica do
combinada com os esforcos partici
E se em algum caso, a iniciativa da
ridade se torna indispeosavel, -1
ueste em qoe, com menos despeza, a
seguranca de xito, pode facilitar a "
dueco de industrias navas coas basa
de esperanzoso porviy, porm ojee por i
acuidades de momento, distancias. Uto
relar.es e outras circomdancias
nao possivel realisarem-se pelo
esforco individual.
A ausencia de conheci mantos propnos
da materia, o rece o da malogro, a
agentemente de desposas em pora
s3a sufficientes para desacoroeoar
mais emprehendedores de nossos
ros. Acresce qoe na Solivia, e no
pe de ordinario embaraces reaes espar-
taco da Alpaca, embaraces qoe s6 o |
no pode remover pelos meios toa
sico.
O mencionado cnsul fez ba dias presea*
ao Instituto de um quadro com amostra
de diversas qualidades de laas lia
carneiros das doas raeas a que *
refer, acchmadas naqoeella rrpnbca, a di
outros j em 5.a e &. cru/.imeato cosa
ovelhas ordinarias, constando do OMsaaa
quadro que I3as mais finas que as da raca
puro sangue s se encontrem aaa ova-
Ibas Saxe eleitoral e do Escorial.
O referido quadro acba-se exposto cosa
o competente conta fio na sala das sesada
do Instituto, onde pode ser examinado.
No dia 15 de junho do anno
inaugurou-se, no amigo predio naciooal
nominado Salitre, o asylo agrcola da
nos orphos* que o Imperial
propoz fundar semelhanca dos
mentos deste genero na Soissa,
pecialidade do de La ScharUune,
de Appenzell.
Autorisado pelo governo imperial formo
lei, de accordo com as bases approvadas
pea directora e conselho fiscal, aa i
Uvas ins'ruccoes regnlamentares.
porm, carcter provisorio, com o
de ir fazendo logo as alteracoes qoe a expe-
riencia fosse aconselbando.
\Contimnr-te-hm.)
espacos urna especie de nichos, da
quadrados de superficie e seis da
Urnas grades formadas por
varfes de ferro, distantes seis poHeaada
uns dos outros, fechavam aquellos
que tinham entrada pela porta da
Em cada um dos nichos, a sobra sa la-
ges do chao, havia om sacco de paaa.
Eram assim os calabooeos.
Muitos estavam vasios. N oatros vtasa-
se miseras mulberes estsndidas sobra a
palha, n'um estado de completa pi asir seta
ou ent5o de p com a cara
varos de ferro. Estas ultimas
3 Macloo uns olbares foriboodea. I
Ihe caretas monstruosas e
com o murro fechado ; abalaade
tempo as grades com ama especie de |
oesi, e soltando agudos bvrros.
Com quanto a sopposta Si-,
do nada comprehendesse d'aqoelle
do espedacqlo, apoderou-se d'ea osai
ror nstindivo que Ihe paralysoo oa ai
bros. Agarrou-so parado o nao qoit
dar.
Maclou proferto doas ou tras
mas, e agarrando a infeliz pela
metted-a n'um dos calaboocos ao...
Pouco depois, [a porta do catabooca
chou-se atraz da morta viva,
fra a condeasa de Rabn.
TYP. DO DIARIO-RA pu P9QH


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