Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12256


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Full Text
!
* i
: i

UJOXLVI. NUMERO 252.
-------*-----------------i---------------:--------------:---------------1--------------------------------------------------
PAKA A CAPITAL B lfiAKS OME IA0 BE flA mil.
Por tres.Dttfpes adiaotados.................
Por seis ditos dem...............
Por ura aw> dem..............'.'*''
Oda muuiero avulso....... '
123000
320
SEGUNDA FEIRA 7 DE NOVEMBRO DE 1870.
;'
paba DEino i*rou DA PROVUCIA.
Por tres mases adiantados .................
Por se* ditos idew. .................,
Por nove ditos idem...................
Por om atino idem...................
#7
13HO0
2O|M0
271000
Prcpriedade de fflanoel Figrueira de Fara & Filhos.
..... .________-
A* ACESTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves 4 Pioto, no Maranhao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joa"o Mara Jnlio Chaves, no Ass ; Antonio Marques d Silva, no Natal; Jos JuSm
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Aleandrino de Lima, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na \illa da Peana; Belarmino dos Santos Btelo, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins AllBS,' na Bahia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PAUTE 0FFHM.
, -. ---------# -'- ..---------
Governo 1 proTincia.
SMEDIKKTI ASSIfiXAOO TELO EXM. Sn. DESK1U1ARGA
BOn FRANCISCO DE A8SIS I'EIIEIA ROCHA, VICn-PRE-
SIDENTE UA PROVINCIA, EM 9 DE JIMIO DE 1870.
i. seccSFo.
.V 5:fs\Ofllcio ao inspector do arsenal da ma-
rioha.Constando de parlicipacio da secretaria de
estado dos negocio? da marioha de o de maio ul-
timo, ter sido nomeado na mesma data, Ju>tiuo Ro-
drigues da Silveira, pala o logar de porleiro desse
arsenal; assiin o communico a V. S. para seu co-
nhecimento.
i* secco.
N. SiO.-Offlcio ao Exm. presidenta do tribuna!
do rommercio.Coinniunico a V. Exc. para os lins
T-onvenientes, que nesta d;ta profer no requeri-
inento da companhia de seguros martimo- e ter-
restesFnix Pernambu ana, o seguate despacho:
v snpplieante para comegar a funccionar nao pre-
cisa da decl ir i ;ao de estar constituida, prescnpta
pelo artigo 17 do decreto n. 2711 do 9 de dezem-
hro de 1860,, visto que este artigo prohibe que an-
tes de tal declaiaco se emita titulo e o mais nelle
referido, emi.-so que nao necesaria para o lim
social da supplicante, e que a mesma supplicante
nao pretende fa-'.er. O artigo 27 do citado decre-
to, friendo extensivas as disposices de seus capi-
tulo? 1, 2 c 3 refere-e as dispesicoos geraes. e
nao as esp.riaes e privativas d is bancos, como a
do artigo 17 que expressa mente trata de banco,
caixa filial on agencia. Fica, porm, este despa-
cho dependente de deliberacao do governo impe-
rial, a rujo uonlieciraento v*i ser levado.
N. 2il.Dito ao Dr. chafe de polica.lim res-
posta ao seu oflljio de 9 de abril ultimo, sob n.
191, acompanhado de copia de outro do delegado
ilo termo de Ouricury, acerca do ornermento dos
presos pobres da respectiva cadea, tenho a dizer
que providencie V. S. a este respeito do melhor
modo que for possivel, licando na intelligencia de
|ue sera sati.-leiu a despeza indispensavel, que au-
(orisar para taes diarias e para a dos presos da
cadeia de Serinhem, de que trata o olllcio desta
presidencia de 21 do mez Ando, quem communi-
cara inmediatamente o que resolver para se ex-
pedir as convenientes ordens a thesouraria.
N. 242Dito ao commandante superior de Na
zareth. Ao capito 'do bualho 19 Francisco de
AraujOjCesar, e ao lente do 18 Ladislao Rodol-
pho de Araujo Cesar, que se mudaram para esta
capital como allegan) nos requerimntos que vie-
ram annexos as suas inforraaijdes de 27 de maio
ultimo, mande V. S. dar a guia de que trata o ar-
tigo 45" do decreto n. 1130, de 12 de marco de
1853.
N. 243. Portara. O vice-presidente da pro-
vincia, attendendo ao que reqnereram o captao
Francisco de Araujo Cesar e o lenle Ladislao
Rodolpho de Araujo Cesar, este da 5.* companbia
do batalhao 18 e aquelle da 7." companhia do ba-
talho n. 19, ambos da guarda nacional do muni-
cipio de Nazareth, resolve qne Ihes saja concedida
a guia de que trata o artigo 45 do decreto n. 1130
de 12 de marco de 1853, visto terem mudado os
seus domicilios para esta capital, segundo informa
o respectivo commandante suprior em offkios de
27 de maio ultimo.
N. 244.Dita.O vice-presidente da provincia
eiu vista do ofcio do chele de polica n. 784, de
2: de maio ultimo, resolve conceder ao cidado Je-
ronymo de Souza Leao, a exonerado por elle pe-
dida do cargo de subdelegado do distncto de Gur-
ja, segundo da frogneza de Jaboatao.
N. 24o Dita.O vce-presidente da provincia,
conformando-se com a proposta do Dr. chefe de
polica, em offlcio o. 784 de 23 do mez Ando, re-
solve nomear para o cargo de subdelegado do dis-
trelo de Gurj, segundo da freguezia de Santo
Amaro de Jaboatao, o actual segundo supplente do
delegado do segundo distrito deste termo, Virgil o
Carneiro da Cunha e Albuquerque.
i." seccao.
X. 2i9.Ufllcio ao inspector da tbesouraria de
fazenda.Declaro a V. S. para seu conhecimento
e fins convenientes, que segundo consta de aviso
rio ministerio da fazenda de 19 de maio ultimo, por
despacho de 14 domesmomez. foi demittido o ter-
ceiro escripturario dessa thesouraria, Antonio Leo-
nardo ile Menezes Amorim.
N. 230.Dito ao mesmo.Transmiti a V. S.
para seu conheciment) a inclusa ordem do tribu
nal do thesouro nacional, sob n. 86.
N. 231.Dito ao mesmo.Transmiti a V. S.
para seu conhecimento e fias convenientes a in-
clusa ordem do tribunal do thesouro nacional, sob
n. 93.
N. 23!.Dito ao mesmo.Communico a V. S.
para seu coohecraeoto, que segundo consta de
participaco da secretaria de estado dos negocios
da marinha de maio ultimo, foi nomeado na mesma
data, Justino Rodrigues da Silveira para o logar
de porleiro do arsenal desta provincia.
N. 233.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Mande V. S. liquidar e pagar, em vista
da re la cao e pret nominal junto, em duplicata que
me remettea o cammandan'.e superior de Seri-
nhem com offlcio de 20 de maio ultimo, os ven-
cimentos relativos ao mez de abril deste anno, dos
guardas nacionaes destacados oo povoado de Ga-
melleira.
N. 254.Dito ao chefe da reparticao das obras
publicas.Era vista do qae me reqaerea France-
lino Americo de Albuquerque Mello, desenbista
dessa reparticao, juotando attestado medico de mo-
lestia, aaturiso Vmc. a permittir que elle trabalhe
em casa, em quanto o estado de sua saade impe-
dir que compareca assiduameute a mesma repar-
ticao.
4* seccao
N. 536.Dito ao Exm. Sr. desembargador pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia. Vai ser
transmiltido ao Exm. Sr. ministro da fazenda
e offlcio que para ter esse destino V. Exc. rae envin
com o seu offlcio de 7 do corrente sob n. 2735.
N. 237.Dito a cmara municipal do Recife.
Devolvendo a cmara municipal do Recife o reque-
rimento de Bellarmino Alves de Ancha que acom-
paohou o seu offlcio do 1 do corrente sob n. 37,
tenho a dizer a mesma cmara que proceda como
t^m praticado acerca do talho de qne trata o sen
rilado offlcio, tenho em vista o que for de mais
utilidade para snas rendas.
N. 258Dito ao admini-lradordo correio.An-
naindo ao que solcita/am os agentes da compa-
nhia Brasileira de paquetes acauo de consintir na
ahida boje s 5 horas da tarde para os partos do
norte ao vapor Arinos procedente dos do snl, o
que a V. S. communico para seu conhecimento e
lins convenientes.
N. 259.Dito aos agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes.Annuinlo ao que Vmcs me
ponderaran) acerca da sihida dn vapor Arinos te-
abo a dizer que podem fazer seguir o mesmo va-
por para os portos do norte hoje a hora indicada
era sira offlcio desta data.
N. 260.Dito sos raesmos.O* Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes mandem dar
transporte para o Maranhn, por coola do ministe-
rio da guerra no vapor Arinos ao sollado do ex-
tracto bataino n. 30 de voluntarios da patria, Ma-
ximiaoo Antonio da Costa, licando ?em affeito a
portara de 9 de maio ultimo, relativa ao mesmo
soldado-
N. 261.Dito' aos mesmos.Os Srs. agentes ds
companhia Brasileira de paquetes mandem dar
transporte para a Parabyba por canta do ministe-
rio da guerra, s pracas dos, extractos batalhOet
ns. 30 e 46 de voluntarios da patria Jos Carneiro a gales perpetuas Manoel Severino e Domingos.
da Silva e Jos Rodrigues Chaves.
N. 261 Deliberarlo. O vi e-presidente da
provincia tendo em vista as ponderacoes Coila* pe-
lo director geral interino dos radios, em offlcio de
16 de maio ultimo sob n. 34, resolve demiltir a
Honorato Honorio Ribeiro Granja, do cargo de di-
rector parcial dos iudios da aldeia da Assumpcao
na comarca de Cabrob.
HPCDIKNTE ASSlfiNAOO PELO SR. DR. ELIAS FREDERI-
C0 DK ALMEIDA E ALRUQUKRQUK, SECRETARIO DO
GOVERNO INTERINO, EM 9 DB JUNNO DR 1870.
2" seccao
N. 263.Offlcio ao Dr. chefe de polica. 0
Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda trans-
miltir a V. S. o titulo junto de nomeacao de Vir-
gilio Carneiro da Cunha Albuquerque para o car-
:o de subdelegado do distrlcto de Gurja, 2* da
reguezia d' Santo Amaro de Jaboatao de confor-
midade com o cilicio de V. S. n. 784 de 23 do mez
Ando.
N. 264. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Serinhem.S. Exc. o Sr. vi
ce-presidente da provincia manda declarar a V.
S. em resposta ao seu offlcio de 20 de maio ulti-
mo, que a thesouraria provincial teui ordem para
pagar os venc memos constantes do citado offlcio.
4' seccao
N. 265.Offlcio a Dr. FranciscoTeixeira deS,
1 secretario da assembla legislativa provincial.
N. 148Estando a professora publica Alexindrina
de Luna Albuquerque, no mesmo caso do profes-
sor Claudino dos Santos Lopes Castello llranco,
de que tratara as inlbrmacoes juntas do mea olli
co o. 38 de 16 de abril ultimo, sobre accumula-
cao de gratificaeds subraetlidas ao conhacimento
da assembla legislativa provincial, para interpre-
tares das leis ns. 598 de 13 de maio de 1864 e
369 de 14 de maio de 1855, manda o Exm. Sr.
vicepresidente da provincia, que para o mesmo
fim remella a V. S. o requermento da referida
professora Lima e Albupuerque, com as informa
coes juntas por copia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DESEMRARGA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA, VICE-PRE-
SIDENTE DA PROVINCIA, KM 3 DE JUNHO DE 1870.
1* seccao
X. 266. Oflicii ao Exm. Sr. general com-
mandante das armas -Para cumprimento do
aviso da reparticao da guerra de 27 de maio ul-
timo, expela V. Exc. as suas ordens, alim de que
seja remedido para a corte e prisioneiro de guer-
ra captao Juo Martins Romero, e bem assiin os
que nao quzerem ficar no Brasil.
N. 267.Dito ao mesmo.Em cumprimento do
qae me foi determinado em aviso circular do mi-
nisterio da guerra de 25 de maio ultimo, queira
V. Exc. informar se existe rtesta provincia os pri-
sioneros de guerra paraguayos Jos Reis de Mari
nol e Joo Barrios.
X. 268.Dito ao director do arsenal de guerra.
Ten lo por acto desta dala e de conformidade
com a indic ic" do inspector da thesouraria de
fazenda, comida em efflcio de 7 do corrente sob n.
404, exonerado os primeiros conferecas da alian-
dega, Joaqnim Aurelio Wanderley e Manoel Pere-
grino da Silva, do lugar de membros da commis-
so do conselho de compras dease arsenal, e para
os substituir dasignaMos os empregados da mesma
alfandega, 2 escripturario Henrique Soares do
Andrad-; Urederode c 3 Joo Duarle Carneiro
Monteiro; assm o communico a Vmc. para seu
conhecimento.
N. 269.Dito ao coramandanle do presidio de
Fernando.Communico a Vmc. para seu conheci-
mento e direceo, que segundo consta de aviso da
reparticao da guerra de 27 de maio ultimo, tem de
ser retnetlidos para esse presidia os reos de justi-
ca condemoados a gales perpetuas Manoel, Severi-
no e Domingos, como solicitou o Exm. Sr. minis-
tro da justica em aviso de 19 daquelle mee.
N. 270.-Dito ao capilo do porto.Para satis-
fazer urna requisiro da assembla legislativa des-
ta provincia, informe Vmc. as vantagens ou con-
veniencias publicas que resultare do previlegio
concedido a companhia de reboque.
N. 271.Dito ao cnsul de Portugal.Ao juiz
municipal e de orphos do termo de Garanhuns,
remetti copia do cilicio que era 4 do corrente, di-
rigio-rne o Sr. Dr. Claudino de Araujo Guimares
cnsul de Portugal, para em vista do disposto na
convenci de 4 de abril de 1863 e no accordo de
23 de maio de 1867, attender ao que no citado of-
lico solicitou o mesm < Sr. consui, relativamente
ao inventario dos bens do casal do subdito portu-
guez Joaquim Gomes Franca Villar, por bito de
sua muiher. Renov ao Sr. cnsul a seguranca
da minha perfeita eslima e sincera consideracao.
N. 272.Portara. O vice-presidente da pro-
vincia tendo era vista a proposia do inspector da
thesouraria de fatenda, feita em offlcio de 7 do
correte sob o. 404, resolve exonerar os Io" con-
ferentes da alfandega Joaquim Aurelio Wanderley
e Manoel Peregrino da Silva, do lugar de mem
bros da comraissao de compras do arsenal de
guerra, e para os substituir designa os emprega-
dos da mesma alfandega, 2 escripturario Henri-
que Soares de Andrade Brederode e 3 dito Joo
Duarte Carneiro Monleiro.
2* seccao.
N. 274.Dito ao commandante superior do Re-
cife.Tendo por deliberago desta data de confor-
midade com a sua raforroaco de 8 do corrente sob
n. 124, nomeado a Caetano Jos Goncalves da Fon-
te para 2' teneote da 2' companhia do 1 batalhao
de artillara da guarda nacional, sob sen com-
mando superior; assim o communico a V. S. para
o sea conhecimento e direceo.
N. 275.Dito ao commandante superior^ do
Brejo e Cimbres. Tomando era consideraco o
que V. S. informa em seus oCQcios de 10 de no-
vena bro do anno passado, n. 17 de 18 de marco e
31 de maio ultimo ns. 37 e 48, e o qne tambera
informa o juiz de direito dessa comarca era offlcio
de 24 de dezembro prximo Ando, a que acompa-
nbou copia da senteoca passada em julgada que
condemnou o atieres secretario do 2 corpo de ca-
vailaria sob sea commando superior Jos Correa
de Araujo por crime de falsificaQo de firma re-
solve por deliberacao desta data demittil-o do pos-
to, visto estar comprehendido na disposicao do
Io do art. 46 da lei n. 602 de 19 de setembro de
1850. O que communico a V. S. para seu conlia
cimento e direceo.
N. 276.Dito ao commandante superior do Bre
jo. Devolvendo inclusa, conforme solicita V. S.
era seu offlcio de 19 de marco, a proposta que
acompanhou ao do Io de Janeiro ultimo, organisada
pele leoente-coronel commandante do 2 corpo de
cavallaria para prehenchimento das vagas existen-
tes em dito corpo, recommendo a V. S. que cha-
me a altencao daquelle commandaulo para o- que
no requermento inclasopor copia expoe'Jos Cor-
rea de AranjD, com referencia ao individuo de no-
me Jos Gomes Soares de Almeida qae na mencio-
nada proposta indicado para alferes da i' com-
panhia.
N. 277 Dito ao commando superior de Ca-
hrohjCom a informarlo da thesouraria de fa-
zenda de 8 do corrente sob n. 408 junta por co-
pia, respondo ao r.fflcio de 6 de maio pr ximo ira-
do em que V. S pedio esclareciraentos acerca d%
quem seja o competente para receber os venc
raentos do desiacaroento da gnarda nacional de
Cabrob, mandado dissolver por esta presidencia a
28 do miwmo mez.
N. 278.Dito ao juiz municipal da vara des-
la capital.Spgundo consta de aviso da reparticao
da guerra de 27 de maio ultimo tem de ser rem- -
tidos para ata provincia, alim de irera para o
presidio de Fernando de orcQha o sentenciados
como sobeiton o Exm. Sr ministro da jus|i|. em
aviso de 19 daquelle mez, o que commoyieo a
Vmc. para sen conhecimento e direceo. .
N. 279.Dito ao jnii municipal e de orphos
do termo de Garanhuns. Remettn a Vmc. copia
do offlcio qoe em 4 do corrente, dirigime o con
sul de Portugal, para que em vista do dispostn na
convenco de 4 da abril da 1863, promulgadas
pelo decreto n. 3,145 d 27 de agos to do mesmo
anno, e no aetordo de!3 da raaio de 1867, de-
creto n. 3935 do 21 de agosto do mesmo anno, pen-
da como for de direito ao que nel!e solicita o mismo
cnsul relativamente ao inventario dos bens do
casal do subdito portugnez Joaquim Gomes Fran-
ja Villar por fallecimento de sua mnlher.
N. 280.Dito ao temnte-coronel Francisco An-
tonio Pereira da Oliveira. Em vi*ia do que ex-
p5e em su offlcio sem data fica Vmc. dispensado
de fazer parte da juma qne em ultima instanolatftra
de julgar o soldado do corpo provisorio de polica
Manoel Joaquim de Vasconcellos.
N. 281.Dito ao tenente-coronel Francisco de
Miranda Leal Spve.Convido Vme. a comparecer
neste palacio a 11 do corrente ao mel dia para
fazer parte da junta que em ultima instaocia tem
de julgar o soldado do corpo provisorio do poli-
ca Manoel Joaquim de Vasconcellos.
X. 282.Dito ao juiz de direilo da comarca de
Tacarat.Inteirado pelo sea offlcio de 23 do mez
lindo, de ter Vmc. oessa data assumido o exerci-
cio das funecoes do cargo de juiz de direito da co-
marca de tacaral, tenho a dizer-lhe que esta j
presidencia conla que cora isso muito ganht
essa comarca quanto a observancia da lei e regu-
lar marcha dos negocios sendo que opportuna-
mente se providenciar sobre as neeessidades que
indica em dito olflc.o.
as obras da bomba do riacho Mel de Cavallo, no
o lanco da raniilicacao do Cabo, mandn receber
provisoriamente ues obras, e passar o corapeteate
.certificado ,
,X. 297.Dito ao mesmo.Transmuto por copia
a y. S. para seu conhecimento e flns convenientes-
o lucluso plano approvado esl data para a ex-
lr va'i(dl8 loterM da r*v>nca-
Ji. 298.Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. a fo-
VlMiejiret que Wer.-m annexos ao seu offlcio de 8
do carrete sob n. 359, tenho a dizer-lhe que a
seinelhaote respeto pode proceder de conformida-
de com o oarecer da contadura dessa thesouraria
quaalo ao pagamento da gratilieaco de comman-
do a que nao tem direilo o offlcial commandante
da escola b guardas nacionaes i|ue condoli cri-
minosos do termo de Flores para esta capital, de-
vendo entreunto mandar pagar os vencimentos da
referida escolta.
X. 299.Dito ao mesmo.Attendendo ao ane
expz o chefe de polica em offlcio de 20 de raaio
ultimo sob n. 566, com referencia ao do delegado
do termo de &algueiro acerca dos presos pobres
da cadeja aaquslle termo, recommendo a V. S. a
expedico das convenientes ordens, aflm de que
o forneciinanto dos mencionados presos seja feito
pela respectiva ojllectoria.
I 4.a seccao.
X. 300.OIBco ao Dr. Joo Jos de Almeida
Coulioho vice-presidente da provinca da Bahia.
Pelo seu oUicio de 9 de maio ultimo, liquei intei-
rado de haver V. Etc. as3uraio naquella data na
quaiidade da 1 vi cu-presiden te a administracao
dessa provincia/"Ap^roveito a occaio para apre-
sentar a V. Kxc es ;neus protestos de estima e
disliocta consideraco.
N. 301.Dito ao presidente da provincia do Cea-
r.Rogo a V. Exc. t expedico de suas ordens,
X. 283.Portara.O vice-presidente da pro- am de que seja remstiida a thesouraria desta
\ineincia tendo em consideraco as informaedes do
commandante superior da gnarda nacional do mu-
nicipio do Brejo e Cimbres ditados de 10 de no-
vembro do anno findo, sob n. 17 e 18 de marcj e
31 de maio ultimo sob ns. 37 e 48. e bem assim a
informarn do Dr. juiz de direito daquella comarca
datado de 24 da dezembro do anno passado a qie
acompanha copia da sentenca passada era jnlgado
que condemnoa o alferes secretario dp 2' corpo
de cavallaria dos mencionados municipios Jos
Correa de Araujo, por crime da falsificacao da tir-
ina, e attendendo a que este ottcial se acha por
isso comprehendido na disposicao do ? 1* do art.
66 da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850, re-
solve demiiril-o daquelle posto, e ordena que nes-
le sentido se expecio as convenientes communi-
cacoes.
N. 284Dita.-0 vice-pre^dente da provincia
tendo em vista a proposia do lenenf-.' coronel com
mandante do i* batalhao de arlilharia da guarda
nacional do municipio do Recife, sobre o qual in-
formou o respectivo commandante superior inte-
rino em olllcio de 8 j corrente sob n. 1-i, re-
solve nomear Caetano Jos Goncalves di Fonte
para 2 tenente da 2a companhia do referido ha-
lallio.
3* secco.
X. 285.Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Communico a V. S. para es deudos
fins que segundo parlicipou o juiz de direilo da
comarca de Tacarat bacbarel Manoel da Silva
Reg, em offlcio de 23 do mez findo, nessa dala
assumo elle o exerccio das tnecoes do respecti-
vo cargo.
N. 286.Dito ao mesmo. Communico a V. S.
para os devidos flns que segundo participon o ha-
chare! Bento Ceclano dos Sanios Ramos em of
ci de 27 do mez findo. nessa dala deixou o exer-
cicio do cargo de juiz municipal do termo de
Flores por ter sido removido para o de Sania
Luiza do Xorte na provincia das Alagas.
N. 287.Dito ao mesmo Transmuto a V. S.
para seu conbecimenlo a inclusa ordem de tribu-
nal do tnesouro nacional sob n. 95.
N. 288.Dito ao mesmo.Transmiti a V. S.
para sea conhecimento as 5 inclusas ordens do
tribunal do thesouro nacional sob ns. 90, 91, 94,
96 e 97.
N. 289.Dito ao mesmo.Para salisfazer urna
requisicao da assembla legislativa provincial in-
forme V. S. ouvrado o inspector da alfandega, se,
do privilegio concedido a companhia de reboque
resulla vantagens ou conveniencias publicas.
N. 290.Dito ao mesmo. -Teodo por acto desta
presidencia, e de conformidade com a indica^o
de V. S. contida em oflicio de 7 do corrente sob
n. 404, exonerado os primeiros conferenies da
alfandega Joaquim Aurelio Wanderley e Manoel
Peregrino da Silva, dos lugares de membros da
commisso do conselho de compras do arsenal de
guerra, e pata os substituir designei os emprega-
dos da msma alfandega f escripturario Henri-
que Soares de Andrade Brederedes e o 3o Joo
Duarte Carneiro Monteiro, assim o communico a
V. S. para seu conhecimento e afira de que o faca
constar ao chefe daquella reparticao.
. 29i.=-Dito ao mesmo.Remeito a V. S. a
conla jnnta que me remetan o chefe de polica
com offlcio de hontem sob n. 842, para qae de-
pois de liquidada, mande pagar a Jeronymo Pe-
reira Moreira ou a Evaristo Mendes da Cunha Aze-
vedo, para isso aulorisado, a quautia de 56!40
provenientes das diarias abonadas a 3 recrulas
vrados'do termo do Brejo para esta capital desti-
nados ao serv co do exercito.
N. 292.Dito ao mesmo.Mande V. S. liquidar
o pret junto em duplcala que me remetteu o
commandante superior do municipio do Brejo
com offlcio de 3 do correle sob n. 50, e pagar os
vencimentos de urna escolta da guarda nacional
que veio conduzindo recrutas d'aquelle termo para
esta capital cora destino ao servico do exercito.
de ven do taes vencimentos ser entregues a Jos
Luiz Guaiasco para isso indicado no citado offlcio.
N. 293.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Em vista das ioforraac/jes juntas por
copia do commandante superior do municipio de
Santo Anto e do commandante interino do bata-
lhao n. 24 de infamara, recommendo a V. S. que
mande pagar integralmente os veneimentos cons-
tantes do pret nominal qae uncluso devolvo era
duplcala e relativos as pravas da guarda nacio-
nal destacadas na villa da F.scada, durante o
mez de marco deste anno, assiin fica respondido
o offlcio de 11 de raaio prox.mo fiado com que V.
S. impugnou esse pagamento.
N. 294.Dito ao mesmo.Era vista da folha e
pret juntos em duplicata que me remetteu o com-
mandante superior do municipio do Brelo, com
offlcio de 17 de marco ultimo, recommendo a V.
S. para que depoi? de liquidados mande pagar os
vencimentos de urna escolta de guardas nacionaes
que conduzio daquelle teemo para o de Agua-Preta
um criminoso devendo essa importancia ser entre-
gue a Joo Bapiistade Medeiros, para isso indicado
pelo'mesmo commandante superior.
N. 295.Dito ao mesmo.Consiando de offlcio
do commandante superior do municipio de Naza
reih de 21 de maio ultimo,qae por falta de fundos
deixou a respectiva collectona de pagar os venci-
mentos constantes do pret junto em duplcala, e
relativos as pracas da guarda nacional destacadas
naquella cidade durante o mez de abril deste
anno, recommondo a V. S., que depois de liquida-
dos taes vencimentos, seja paga a su importancia
ao negociante Francisco de Paula Mindello para
laso indicado no citado offlcio.
X. 296.Dito ao mesmo.Declaro a V. S. para
eu conhecimsnto e lins conveniente?, que, o chefe
da reparticao das obras publicas participou em
offlcio de 8 do crreme, qu achando-se ccuclaidas
provincia a guia da t\at traa o juiz de direito da
comarca deTacarai, hachare! Manoel da Silva
Reg na pelic/w junta pot copia.
X. 302 Dito ao presidente do Rio-Grande do
Norte.Opportunamente sarao enviado aos Exms.
Srs. ministros do imperio e da agricultura os lu-
cios que para, terem esse lestino V. Exc. me re-
metteu cora o seu de 7 do corrente.
N. 303.Dito ao thesoureiro das loteras.Ten-
do nesta data approvado o phno que Vmc. me re
meitau com o seu offlcio de 8 do corrente para a
extraco das loteras da proTincia ; assim Ib'o
eomn raeo para seu conhecimento enviando copia
do referido plano para ter a devida execuco.
N. 304.Portara.O vice-presidente da pro-
vincia tendo em vista a proposta do director geral
interino dos indios de 16 de maio ultimo sob a. 34,
resolve nomear a Bellarmino Ferreira Padilha
para o cargo de director parcial do indios da
aldeia d Assumpcao na comarca de Cabrob.
ESPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDBRI-
CO DE ALMEIDA E ALBUQUEROUR, SECRETARIO
INTERINO EM 10 DE JUCHO DE 1870.
2.a seccao.
X. 303.Offlcio ao chefe de polica.S. Exc. o
Sr. lce-presdenle da provincia manda declarar a
V. S. para seu conhecimento que submetlea a con-
sideraco do Exm. Sr. ministro da justica o sen
olllcio de 28 de maio ultimo sob n. 804 acerca do
pagamento dos objectis fornecidos para o expe-
diente dessa reparticao na actual exercicio, aflra
de que resolva a este respeto oqua entender mais
conveniente.
X. 306.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S. qae
nesta data se expodio a necessaria ordem a the-
souraria de fazenda no sentido de serem pagos as
diarias abonadas aos recratas vindos do termo do
Brejo para esla capital, destinados ao servico do
exercito.
X. 307.Dito ao commandante superijr de Na-
zareth. S. Exc. o Exm. Sr. vice-presidente da
provincii manda declarar a V. S. era resposta ao
sea offlcio de 21 do corrate, que a ihesouraria
provincial tem ordem para pagar os vencimentos
constantes do citado offlcio.
X. 308.Dito ao oroinandanto superior do Bre-
jo.De ordem de S. Exc- o Sr. vice-pre idete da
provincia declaro a V. S. para seu conhecimento
que nesta data se expedio a conveniente ordem a
thesouraria provincial para mandar pagar os ven-
cimentos de una escolla da guarda nacional qae
conduzio des se termo para o- de Agua-Preta um
criminoso.
N. 309.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda communicar a V.
S. para seu conhecimento que autorison nesta data
a thesouraria de fazenda a pagar 03 vencimentos
da escolta da guarda nacional que veio conduzindo
recrutas para esta capital destinados ao servico do
exercito.
N. 310.Dito ao bacbarel Bento Ciciliaoe dos
Santos Ramos.O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar que flcou inteirado pelo
seu ollicie de 27 do mez Ando de ter nessa data V.
S. di ixado o exercicio do cargo de juiz municipal
do termo de Flores por ter scieocia de haver sido
removido para o termo de Santa Luzia do Norte
na provincia das Alagoas.
4.a secQao.
N. 311.Offlcio ao Dr. Francisco Teixeira de S
1* secretario da assembla legislativa provincia!.
N. 49.De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia em resposta a Ia e 2a parte do olflcio de
V. S. n. 74 de 4 do corrente, e para ser presente
a assembla, copia do offlcio do gerente da com-
panhia Pernambueana de 16 de outubro de 1868,
e da portara da presidencia do mesmo mez e
anno sendo que agoardam-se informacoes exigi-
das do mesmo gerente, assm como sobre a ultima
parle do citado offlcio de V. S. para serem igual-
mente transmitidas.
N. 311Dito ao director geral interino dos in-
dios.Tendo S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia por deliberacao desta data e em vista do
seu offlcio de 16 de maio ullimo sob n. 34, resol-
vido demittir a Honorato Honorio Ribeiro Granja
do cargo de director parcial dos indios da aldeia
d'Assumpcao na comarca de Cabrob e para o
substituir nomeado Bellarmino Ferreira Padilha,
assim o manda communicar a V. S. para sen
conhecimento e aflm de que o faca constar ao no-
meado que dever solicitar desta reparticao o
respectivo titulo.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
DISTURBIO E FERMENTOS GRAVES.-Ante-
bontem, s 3 horas da Urde, um calceta de nome
Vicente Jos da Annunciaci, que se achava ao
servico do qnartel do 9.* batalhao de nfantana,
f-rio gravemente a dous soldados do corpo de po-
lica, em um dos beccos do largo da detencao, na
occasio era que, acompanhado por dous soldados
do 9.*, sanio para mystares do referido servico.
O calceta tomn previamente o sabr de um dos
soldados de- polica, sem que os do 9." Ih'o impe-
dissera, e poz-se em luga depois dos fermen os,
acompanhado pelos soldados seus conductores !
Avisado do ocotrndo, compareca o Dr. subde-
legado de Santo Antonio ao higa.- do delitto acom-
panhado do medico da polcia Dr. Adro, e fez-se
eotio vestira nos offendidos, que foram remedi-
dos para o hospital Pedro 11.
O Sr. subdelegado requisilou do Sr. comman-
dante do 9. batalhio a priso dos soldados e do
^Ciaala. que ten logar ao dnAW en v*lha ia-
triga de amores, entre os offenddos e o offensor
por cansa deuraaSenhora Luiza, queja est re-
colhida > detencao.
FACCLDADE, DE DIREITO.No sabbado Aze-
rara acto os seguimos alumnos :
1* anno.
Francisco hidoro Rodrigues da Costa, approvado
plenamente.
Jeronymo Materno Pereira de Carvalho, idem.
Guilherraino Paca Brrelo Filho. simplesmente.
Arthur Henrique de Figueiredo, plenamente.
2o anno.
Caio Lustosa da Cunha, plenamente.
Jovinn Anlanv de Cerqueira Maia, dem.
Joo Baptisla trana, idem.
Candido Alves da Nobrega, plenamente.
Um reprovado.
3" anno.
Benigno Marinho Lins Scopira, simpiesraente.
Gracili rao Augusto Cezar Wanderley, idem.
Joaqaim Moreira de Barros Oliveira Lima, pla-
namente.
4" anno.
Manoel Ventura de Barros Leite Sampaio, ple-
namente.
Padro Antonio de Oliveira Ribeiro Jnior, idem,
Caetano Alberto da Fooseca Lima.
5" anno.
Francisco da Silva Madnreira Freir, plena-
mente.
Flix Ribeiro de Carvalho Jnior, idem.
Jos Diniz Brrelo, dem.
Pedro Emigdio da Silva Rios, idem.
FATALIDADE. Consta, por partecipa$o do
Delegado do termo de Papacara, em 12 do mez
passado, que, no lugar denominado Guariba, do
mesmo termo, Jos de tal, menor de 14 annos, ma-
tara instantneamente um sea primo ds nome
Joaquim. tambem menor de 15 annos, por se ha-
ver disparado a arma qae aquelle se achava pre-
paran lo para urna cacada; procedeu-se compe-
tente vistura e tratava a autordade de preencher
as formalidades da le.
FERiilENTOS- GBAVES.-Em data de 28 do mez
lindo partecipou o subdelegado do districtu de Ita-
prssuma, termo de Ignarass, que, no engenho Ta-
quara, Antonio Pacheco ferio gravemente, com
urna faecada, Jos Benedicto dos Santos. Trata
a autordade competente da formaco da culpa,
diligenciando a captara do criminoso.
Tambem por communicaco do delegado de
Serinhora consta qne no dia 27 do mez prximo
Ando, no 2o districto da freguezia de Gameleira,
Jos Machado ferira mortalmente, com um tiro de
pistola, Marcelino de tal, procedendo o respecti-
vo delegado ao corpo de delicio, diligenciando a
captura do delinquente contra quem ia instaurar
o competente processo.
VAPOR IPOJCA.Chegon hontem da Granja
e porto* intermedios. Nada adiantou s noticias
que tinhamos.
WERNECK..Do Par^ escallas chegou hontem
pala raanha o transporte de guerra brasileiro
Werntck. Veio lomar carvo e segu para o Rio
de Janeiro.
THEATRO DE SAXTO ANTONIO.-Faz ama
nha banelicio, neste theatro, a symp4fcica artista
msdemoiselle Choberl. Sendo este o ultimo es-
pectculo em que ella tomar parte, visto ter de
se retirar da scena, devera os seus apologistas
aprovelta-lo para fazer-lhe as suas despedidas.
TRIBUNAL DO COMMERCIO. Na sesso deste
tribunal, publicada sabbado, na pane dos julga-
mentos, entre partes Jos Velloso Soares e Urbano
Jos de Mello e saa malher, leia-se :forara rece-
bidos os embargos, e nao desprezados, como por
engao foi declarado.
LOCOMOTIVAS THOMSON.Damos era seguida
o red torio do major Skinner, commissario em cha-
fe das estradas de Ceilo, sobre a locomotiva
vapor patente de R. W. Torason :
a 16 de agoslo de 1869.Charo Sr.Peco-lhe o
favor de informar os directores da companhia de
caf de Oavah e da companhia de caf de Spring
Valley (Valle da Primavera), que em satisfaco ao
pedido que os mesmos me dirigiram am vossa car-
ia da 23 do raez passado, fui Edimburgo e
Aberden para ver trabalhar a locomotiva vapor
para estradas, patente, de Tomson, afira de poder
julgar se a dita locomotiva esiaria no caso de ser
adoptada para a estrada de Ratuapora e llappos-
lella em Ceylo. Apresse-me em salisfazer ao re-
ferido pedido, fliif mais quanto me custava a
acreditar que fosse realisavet ludo que se tinlia
ouvido e tuihn visto iizer-se da capacidade de to
extraordinaria locomotiva.
Em Granton, perto de Edimburgo, prendeu-se
terca-feira, 6 do corrente, urna dossas machinas
ura mnibus ordinario, com o qual ella carainhou
na razio de 8 inilhas por hora, correodo pelas
roas e voltando as esquiuas com a mesma facili-
dade cora que o teria feito nm mnibus puchado
por cavallos. Em ama estrada de 30 ps de lar-
gura, a locomotiva e o mnibus descreveram ura
circulo de um raio de 6 ps.
i Fez-se ento ama experiencia com dous gran-
des carros (trucks) construidos para as minas de
carvo de pedra de Labuan, sendo o peso, inclusi-
ve os carros, de 17 toneladas. A locomotiva tra-
balhou com esses carros abaixo e cima da estra-
da de Grantos, cujo declive de 1 em 18 e em
25, parando, recuando, sobrado e descendo, eom a
mais perfeita facilidade, repelidas vezes, e corren-
do em roda da estrada, cuja largura vara de 30
33 ps. Depois disso seguio com a sua carga de
Granton para as obras de Tennaut e C, era Leilh,
na razao de cerca de 3 mlhas e 3|4 por hora ; na
vespera, entretanto, a mesma locomotiva- unha pu-
chado sobre aquella estrada 4 carros pesando 34
tonel idas.
t Sabbado, 7 do corrente, a locomotiva, sem
carga alguma, foi levada para a praa de areia de
Portobello, com roar vasia, e tanto sobre areia
solta, como soM-e areia mais compacta e molhada,
trabalbou com igual facilidade, com urna carreira
avahada em 8 10 milhas por hora, deixando ape-
nas na areia a marca de suas rodas largas.
t As experiencias desses dous dias teriaca sido
suficientes para conveucer-m de serem essas lo-
comotivas adequadas ao trafego de Ceylo ; porm
nao puJe resistir lentacao de aproveitat-me da
opporiunidade para ver urna dellas funccionando
era seu trabalho diario, era que tem sido empre-
gada em Aberdeei durante estes ltimos tres me-
zes i conseguiniemente acompanhamos terca-feira,
10 do corrente, s 9 boas, a machina, com sua
carga de 10 toneladas, em seu segundo camraho,
n aquella raanhaa, do celloiro do Sr. White, era
Aberdeon, para o seu raoinho, na margem e*quer-
da do rio Don. CalcuJa-se a distancia em mais de
3 mlhas: do seu ponto de divergencia da cancel-
la da estrada a approximaco do raoinho tortuosa
e estrato, e mais iagreme do que rae consta serem
quaesquer das estradas publicas em Ceilo; disse-
ram-rae que a subida de alguns lujares era de 1
em 7 euio em 10 e 12. A manha eslava hmi-
da, i a estrada cun muito pegamaro, o que era
de favnravel pira se poder avahar, orno quera-
mos, a fnrea da machina. Foi com tuo maravi-
hosa a maneira com que es-a pequea machina,
mediado apeoas 13 pes em 6 exleriormenle, carre-
gada com 6 toneladas de carvo eagua, e da for-
ca minina! de 6 cavallos, Icvou a sua carga de 10
toneladas por tal subida, parando e rocuando em
um instante, i vontade do conductor' de ama rat
neira que nao se poderia. conseguir com animaes
de quaiidade alguma, nam mesmo elephanies ; sen-
do essa iacrivel faeulthde devida somjule adhe-
so que sobre a estrada Ihe da gnarnico de bor-
racha ; porquanto, embora o contacto de urna en-
trada rgida com urna roda de metal rijo po.J>*<
ser urna tangente, a superficie pbna da borrecba.
comprmidada por momento sol o pesj) da loco-
motiva, faz que parera mais eom a marca d > pe
de cm elephante sobre o solo.
i Em vista do extraordinario merecimento desta
invencao, julgo ser quasi mpossrveJ por q lalqaer
limite i su applicarao para todo o genero de ra-
mo de trafego, como auxiliar das trades arteria-
dos caminhos de ferro.
< Xao pens, entretanto, que ella pona sempr -
supprir todas as neeessidades onde houvr mu
trafego, eomo o qne existe entre Cohxnbo, Kaodv
e Gampoia ; porm vejo qae ella- ser de gran.
utilidade para os ramaes de estrada de ferro, tanr
na India como na Europa, o que substituir cwn
vantagem nossos grandes, cu*loaos e lasnlBcient
estabee menlos, cujo trabalho feito eoin ln- -
elephantes na repartigo das obras publicas.
Sou, charo senhor, seu muilo dedicad* (a'sig
nado).T. Sktnner.Ao Sr. John Brcwn. direrlor
das compsalas de caf da Oavah, Spriag e Val-
ley34, Canoon street, Londres.
HOSPITAL PORTUGUS.-Est de semana un-
te estabelecjmanto o Sr. mordomo Antonio Lope-
Braga.
LOTERA.A que se acha venda, a 168.a a
beneficio da matriz de Cabrob; a qual corre hr-
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 6 na
matriz da freguezia de Sanio Antonio o* pn-elar-
seguintes:
1.* denunciado.
Francisco Ferreira de Novaes Jonior, coa Gui-
Ihermina Goncalves da Silva.
Lncio Fernandes de Sant'Anna, com Paula Fran-
cisca da Costa Ramos.
Flix de Caulalice, com Joaquina ome- <\*
Costa.
Pedro Alexandrino Ferreira. cora Julia Lu/..
Margarida.
Manoel Lopes Ferreira, com Mara Francisca da
Conceie o.
Manoel Joaquim de Sant Anna Ferreira Pinl-,
cora Mara Emilia Comes de Araojo.
Ignacio Francisco Galdrao, eom Sebastiana Ida-
lina da Conceico.
Prudencio Pessoa Viegas, com Mara Rosa o,.
Conceicio.
Pedro Celestino de Azevedo, com Mariaana Rila
de Vasconcellos.
2.a denunciaran.
Manoel Jos de Souza Lana, cora Maria Candida
da Silva.
3.* denunciacao.
Jos Cavalcante de Almeida, com Manoella *
Castro Lima.
Marcos Ribeiro Pires, com Josepha Rosa V
Mendonca.
Amonio Victorino A villa, eom Joaquinna '4a ru
de Siqueira.
O bacharel Armino Coriolano Tavares dos So:,
los, com Marianna de S e Albuquerque.
Manoel Alves Barbosa Sobrinho, coro Joaqnin.
Adelaide de Figueiredo Cruz.
Americo Nones Correa, com Candida Mara i.
Cruz Neves.
Manoel Xorberto de Mello, com Mara Wartmh.
Xavier do Cont.
Joo da Rocha e Silva, solleiro. qaer-se mostrar
livre e desempedido.
Francisco Antonio de Oliveira, com Caroiia<
Tavares.
Antonio Ferreira da Rocha Leal, coa Ca!
de Jess Monteiro.
Joo da Silva Guimares, com Candida I mas
da Silva Guimares.
Candido Rodrigues dos Santos, com Rosalina
Leopoldina Pereira Lobo.
Jos Odilon Annes Jacome Pires, com Man
Amelia de Albuquerque.
Jos \utonb Pereira da Cinha, com Helena Au-
gusta da Silva Mendes.
PASSAGEIROS.Vindos no vapor brasileiro IU -
qui, entrado dos portos do sul :
Maria Leandra da Purificarn, Antonio deAnu-
jo Braga, Dr. Cimillo Correia Danta e 1 criado.
Jos Leandro Dantas, Olyrapio da Silva Costa, Joi
Nunes Correia, Joo F. de Marsellae, Dr. Martinh
Freitas Vieira de Mallo, sua sent >ra. ." lilnos i
escravos, Joaquina da Silva. Furtonato Praoo;
Antonio e sua senbora, Guilherme Ferreira I
Paula e sna senhora, Dr. Jos do Patrocinio P*re,
ra da Silva e 1 eseravo.
Vindos no vapor brasileiro Ipt/tk", entrad
da Granja e portos intermedios :
Joaquim Angosto Pereira de Azevedo. Joaq-
Coriolano Moulesuma de Mello. Mara Bernardo:.
da Apresentaco, Antonio Joaqaim Nobre Cmara.
Estevo Silvestre da Costa, Antonio Jacmih > ;
Oliveira, Andr Fausto de Oveira Costa, Antn
Raphael de Vasconcellos, Manoel Ribeiro d* I
va. Francisco Pereira Mes*ias, Domingo Gome-
da Silva, Joo Gomes da Sil, Carlos Brei-
Epaminonda H. B. Lyra e 1 criado, Joio Pin!" <*
Souza, l sobrrabo e l escravo, Vicente Pajmr.
Lomonte, Thereza Moreira Ponte?, Francisco Ser
gio F. da Conha, Alexandre L. da Costa, iranc-
co Hefrroo, Domingos Vitle, Constantino Carnet-..
da Cuaba, Laurindo Fructuoso de Miranda, Jjbj
nio Ferreira Balthar, Carlota C. de Ara! Li
Miguel Rowback, Lucio Cesar Leo, Augo-i. <
mes e Silva, Firmina menor de 10 annos. nmtf
Lino da Gama P. e 1 esrravo, 4 escravos *>-
gar.
CEMTER10 PUBLICO.Obituario do di* I I
ontubro : .
Izidro, preto, Pernarabuo, 2 annos. S. Jo*-
asinina.
Joo Henrique Unir, tranco, Pernamboco
anuos, casado, Recife; anemia.
Manoel, pardo, Pernambneo, 8 annos. fc>a \'ti.
espasmo.
Isabel Maria. parda. Pemambueo, & anuos. >an-
to Antonio ; congesto cerebral easa dos m,
tos.
Jos Luiz de Siqueira, pardo, Pernaranuo. 4-
annos. solleiro, Recife ; enterite chronica.
Josepha, parda, Pernambneo, 5 meies. >
ta; convulsiies.
de noverabro
Antonio da Silva Pinto, branco, Pernambu.'
annos, solleiro. Boa-Vista: tubrculos pulr :
res: hospital Pedro M.
Josepha, parda, Pernambneo. o annos. boa-
la ; hvdro -mana.
Thereza, escrava, prrta, frica, 44 amo-
teira. S. Jos; desvntena.
' 2
Jos Marcelino da Silva Braga, braneo, Perii-
buen, 69 annos. solleiro. Recite : insnJEefeai-ia a
vlvulas.
Mara, branca. Pernambuco. 3 mezes. > i
ervsipela.
Anna Thereza de Jess, branca, Penumniu.
annos, casada, S. Jos; hydiopesia.
Filomena, branca, Pernambneo. 1 mer: RerV
varilas.
Paulina Maria da Conceico, preta,
co. 80 annos, solleira. Boa-Vista!; DM*V^
Anna Maria do Carino, parda, farnnwnnc. -
annos, solleira. Recife: entero eolite-etrni
Rita, preta, Pernambuco, 9 nwm,- **
vulses.____ .
Dimingos, escravo, pretojPutunnvt*-'- >- -
nos, solleiro, Boa-Vista ; cerebnie.
Antonio, preto, Africl, S> *nw>, **
rejtfntioi.
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-r-sgryi
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Diario d* Perriambi&co Segunda feira 7 de Novembro de 1870 ( ?C 033 MU W l\M
X-
>
CHROMCA JUDITIAWjL
3BSS*) EM 5 DE NOVEMBRO DE 18S&
tMSirjCNCIA DO EXM. SR. CONSKLHKIHO C. SANTIAGO.
.a i. 5Cret(," Dr- Virgilio Coilho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem
nargateren Gitirana, Guerra proeurador da corita,
Loureneo Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Assts, Doria, Domingaas da Sijva, Rflgueira Cosa a
Sonta Leao, abrio-*e ttesse.
Passados os feitos, dorajp-se os safantes julga-
OMDtOS :
AfPaL\g5BCIMMgS.
Dojnrv do Ano-ir*.Apnellante, o juno; ap-
pellado, Paulino Ildebnso Jacome Bezerra Im-
procedente.
Do jurv do Sobral.- Appellante, Osorio Felippe
Jos* Francisco; apocllada, a justica.Reformada
a stenca.para impdr ao reo a peaa de 11 annos
de prisiu.
Du jury do Ico.Appellante. o juizo ; appellado,
Vicenia Ferreira da Silva.A' noo jury.
th^jnry do Aracaty.-Appellaote, Joaquin Pe-
rer. da Silva; appellada, a justica.luiproce-
ente.
AP-PELLAQAO CIVEL.
Du raizo municipal do Cear-merim.-Appellan
.' Jose Antunes de Miranda e oalros; ap-
peliad,,s,Dr.Viceute Ignacio Pereira eoutros.-Con-
firmada a sentonca.
II Al) K AS CORPUS.
t-oncejerim ordena a Manuel Francisco Duarte
para o dia 8 do crrente, ao paciente e o escrnvo
o, tamben, para o roe-mo did, notifleados o Dr.
Caininha, e o procurador para informar no tri-
bunal. _
PASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourunco Santiago:
Du juizo municipal de Porto-Calvo.Appellante
Joao Ferreira de Carvalbo; appellado, Jos de Ol-
veira Lima. Do juiio municipal da Parahvba.Ap-
pellante, D. Joaquina Gomes da Silvera"; appella-
do, Joo Jos de Almeida. Do jaizo municipal do
Re:ife.Appellante, Francisco Gonce Ivs Sello;
appellado, Maneel Joaquim Baplista. Do juizo mu-
nicipal do Bonito.Appellante, Jo- Francisco Xa-
vier Cruvellc ; appellado, Joo Francisco Xavier
de Azevsdo. i
Ao Sr. Jesemhargador Doria :
*>o juizo municipal de Pao d'Alho.Anpellante,
Severrao Jos de Farias; appellado, Jos Garduso
de Almeida.
Ao Sr. desembargador Asss:
Do juizo municipal de S. Jos de Angicos.Ap-
pellante, Manoel Francisco da Costa Machado; ap-
p*ll;..i, Auna Joaquina Xavier de Castro. Do
juizo municipal da Fortaleza.Appellante, Joaauim
Jos de Almeida ; appellada, Francisca Caetana
do Abreu.
Do Sr. desembargador Lourenoo Santiago, ae
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Appell.icao crime do jury de Soriniaeiu.Ap-
pellaute, Luiz de Franca Ventana; appellada, a
justica. Do juizo municipal de Pao de Assu-
car.Appellante, Jos Rodrigues Delgado d'Aqu-
no; appellado, Manoel Soares Pinto Filho. Do
jaizo municipal do Recife.Appellante, Jos Anto-
nio de Bnto Bastos; appellado, o tenenle-coronel
Manoel Joaquim de Almeida Albuquerque. Ap-
pollanles, a viuva e herViros de Jos Mamede Al
ves Ferreira; appel'ados, Manoel da Silva Amorim
e ontros.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Appellaeio civel do juizo municipal do Reci-
fe.Appellante, Joaquim Salvador Pessoa de Se
queira Cavalcaute; apoellado, Salvador de Sequei
ra Garateante. Appellanies. o commeudor Jos
P. Ferrete* e outros ; appellado, Jos Joaquim Pe-
reira de Mendonca. Appellantos, os herdeiros de
Manoel Figueira de Fara ; appellados, Mincel
Pereira Magalhos e outros. Appellante, Galdino
dos Santos Nunes de Oliveira ; appellado, Manoel
de Azevedo AnJrade Do juizo municipal de Ala-
gnas.-Appellante, Jos Joaquim Pitombo ; appol-
lados Jos Mandes Ferreira e outns. Appellaute,
Praaeisco Xavier dos Santos; appellados, Manoel
remira Callado e outros.
Ai Sr. desembargador Asss:
Do ni/.) municipal d'Aqurs.Appellante, An-
tonio Bernardo das Xeves; appellada, a cmara
municipal. Appellacab :rime.Appeilanto, ojui
a; appellado, Joao Soares da Silva.
Do Sr. desembargador Multa ao Sr. desembar-
gador A-sis:
DnjniZO moniolpal da villa Jo Pillar. Appellan-
te, Manoel Jo- da Graos ; apppllado, Jos Grego-
rio Martina. Do juiz-i municipal do Acarac.Ap-
pellante, Francisco Jos Leitao; appellado, Manoel
Antonio de Vaseoneellos, administrador do patri-
monio da ..-apella de Xossa Senhora da Coneei-
jao.
Ao Sr. desembargador Souza Lean:
Do juizo dos feitos do Recife.Appellaute, D
Francisca Thomazia da onceieao Cunha ; appel
toda, a fazenda. Do juizo municipal do Acara
cu.Appellante, Maaoel Ferreira Gomes de Mene-
os ; appellado, Amistado Francisco Bragas.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues -la Silva:
Do )ury do Rio-Formuso.Appellante, o juizo ;
appellados Antonio Luiz Pereira e outros. Do ju-
ry da Fortaleza.Appeilantes, Candido Fraucelioo
de Sooza e entro ; appellado, o juizo. Do jury de
ibrob.Appellante, Manoel Rodrigues de Car-
valho Bi to: apoellada, a jnslica. Do juizo mu-
nicipal do l'.ecii-:.Appellante, Theotouio Arres
Ferreira; appellado, Joaqpim Francisco La-
vra. Appeliante, o cnsul portuguez; appellada,
I). Mara Joaquina de Oliveira Campos. Dia de
appareuer.Appellante, o major Jos Gomes da
Silva ; appellado, Joaquim Duarte Pereira.
Do Sr. desembargador Rgueira Costa ao Sr.
leoeobargador Souza Leao:
Appeliantes e appellaJos juntamente, Antonio de
Honra Castro e Firmioo Teixeira de Moura. Ap-
pedante, Loureuco Jos Pires; appellado, Luiz
Gonza^a de Souza.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gitiraiu:
Appella.oescrimes.Appellante, Joao Francisco
de Mello Barrette ; appellado, Tbomaz d'Aquino
Mindello. Appellan;e, Jos Antonio de Miranda;
Hppellada. a justicx Appellante, Amancio Lopes
R .di igues; appellado, Joaquim Gomes da Sil-
va.
DELliiE.NC'A CIVEL.
Ao Sr. deseniLanrador procurador da cora :
Appellante, Jaciotho Placido da Rocha ; appel-
lado, Manoel Jo- de Barros Viega.
MLIOEMCU HR1ME.
Ao Dr. curador geral:
Dijury da villa lo Pillar.Appellante, Antonio
Miguel Piulo iibeiro; appellados, Joaquim Mari-
nho de Sooxa Roiim e outro.
Assigaou-sc dia para julgamento dos seguinles
ieitos:
appeixacaes civeis.
Do jaizo municipal d^ Podras de Foro.Appel-
aiie, Manuel Luiz d'Albuquerque Pessoa; appel-
a.!o, J ao Collio.de $0nia.
Do jaitn municipal .Jo Araca-.y. Appellante,
enmara aaaieipal; appellado, Antonio de Mou-
ra Souza.
Encerrou-se a sessfw a 1 hora da tarde.
Ernqae (furos nos coJteca aqaatte poQO-de or-
Se aceilames qualqner mprego, vindo da acta
situacao, o iguorunlH nos akonhario de incohe-
rentes com o nosso chefe Intruzo : se roousrmos,
sentiremos os perniciosos effeitos d'oKa nosso
Pela minha parte, acudi um rocncAito dtefe,
hei de aceitar todos quaul .s encrgos rendgsos me
ooorecam ; Zacaras uaa aah> o auo faz, al de
qoejostfarto... ^^
Maldito Zacaras I bradavam todos.
Agora voltara as suaa iras contra o actual .b-
nelo, e el-tes na edrte, o seas satellites ati pro-
vincias, T vomilaretn insulis e improperios coa
tra o partido conservador, e al contra os mortos
como se 4ivessem elles culpa das loucura do Sr.
rT' or?ulno<' por exceUoncia I ?
No Liberal de 5 do enrrente (dia da cornmemo
racao dos finidos I) so,pubiicoa nra arigo edicto-
nal, em que bem se revela a negrura U coraciio
do vilao que o ossreveu.
Apreci.indo o acto de fina delicadeza e genorosi-
dade lo gabinete S. Vicente para com o orgolhos
Sr. Zacaras, joga o articulista liberal injurias e
calumnias maos cheias contra o< ruis nobres
caracteres do partido conservador, e, de eovolta
cora estes, fero vilmente, como somente o poderia
fazer mu infamo arrieiro, a memoria, de um ele-
vado estadista brasileiro, um diplmala moito co-
oliecido e estima Jo na Europa polas suas elevadas
qualidades, e pelo seu robusto talento I
.Nao possivel calcar a fina lava de pellica para
entrar e n lica com lao ordinario provocidor : to-
maremos a manopla de ferro para com ella re
pellinnos lio inmundo inimigo.
E' com o maior constrangimento, que vamos
tnMSSiwer algnn; nanseantes trechas do immun-
do pasquim que se euliiula orgo de um paiiiln
poltico que aspira ser govorno, e o fazem >s lio
lamente pai-ajusiirlcar a nossa justa represalia.
Diz assim a folha liberal, liberal era ludo, at
no insulto :
Em lempos que foram, um gabinete liberal
lembrou-se de lanzar assucaradas latas as negras
aguias que esvoacavam em torno da mesa do or-
carnelo. Vio se humilde, ara, quasi servil, aceitar
a porta do palacio de ranito da ra d'Alfandega
a preco de suas gennllexoes, qne tanto se multi-
plicaram e que o levaram s primaras aotorida
des do imperio. Outro, a quem em troca de urna
posino obscura, a que erro passalos haciam
Gondemaado, se agalouva com os bordados de em
bmxador da primeira das nussas legares.
Outros emtim, que, a casta de mil protestos da
sua adhesn, lizeram jas aos globos dourados dos
advogados de sotan.
Mas o que isio era ? lima simples obra de ca
ridadej dar de comer quem tinha forne.i
escnpior hbetal, que levoa a insolencia at o pon-
.i 1ao rttSPetar as nozas venerandas d nm
'"ustre brasileiro, que fio grata e mmortedoora
njwnor oeixoQ de suas vi rindes edoseusser-
vinos a patria.
_____COMUNICADOS.
Coiiaborapo
.^ta.) asno- e reirampeasatut'.
A recasa 11 e mserhelro Zacaras fazer parte
d'> con-elho de estado, incommodoa sohrema-
ins tbtraet cAefei, jue ba muito aspirara
Uroanha honra.
io, (dnsnravara camarariamr-nte o in-
nento lo homem, o mais
fr*>cm -ral, (pora do Sr. Octa-
vian i |.j as sn.-s iaunases particu-
a.-eitra, nao duvidra
criiir.r ,---us c-llega?, collocando-os em do-
1 a.:.- do nbjeoto de seus aoane
dour
11 Zacari -, prfido do um". figa. oque fl-
zeste! dixia um d is procuris conselheiros de
pois d'elle (bem entendido)!
s_ para eres naherente com a tua axdroxnla
P5< '1 lo ni) I ve ad-
*c* r, nio oftntM cenpar i el rado earg i,
evuao menos, lembrares-te -I s males que &
m tneom ttara a enosa do Km partido, que tira
a nr; i .n adv iga los ante a r roa.
.s ''. mtmm os
i i H9J que i err be |
hevwdictmos edasmaiori i canas ';. cor
'" 'e Booselneiro, de vera l^rabrar-se,
qaa os seos eoHegas liberaos nao disadem debes
proventos, enera liveram fao.lijado de arranja>
'a-menlos ricos, e que, de barrigas pregadas ao-
MptanaQBO, suspirara oor aqaella parceiia do orca-
Mto, pon sentem fonc, c necessilam que a na-
dm 1!
Riamos, e zorabavamos de tanta maliiabilida-
de. Mas nem por sonho penavamos que tinha-
mos direito a justa retribuieau. Seria btolar a
nossa dignidade por nm baixo padrao.
Entretanio parece que o Sr. S. Vicente tomou a
cousa ao serio ; e ei-lo a fazer-nos conselheiros de
estado, viscondes e outras coasitas mals que de
sorpreza aos prepara S. Exc. Quer conciliar-nos
com empregos e ttulos I Tera razao. E' assim
que os conservadores se concillan ; e quem disto
usa, oslo cuida.
Mas os arraiaes, os costames e at mesmo a dg
nidade, nido diver-o do que por la encentra u
chefe de Itonru e gloria.
O leiior que tver acnmpauhado todas as pbases
da vida do celebre partido ligiieira, depuis pro
gressista, e somonte hoje post mortem chrismado
liberal, se ba de recordar, que na sua ultima
phase, reinando o muito poderoso e muito sobarbo
Sr. Zacaras, abandonado pelos liberaes, e pelos
conservadores, o gabinete li^ueir i chegou ao es-
tado de nao encuutrar nos arraiaes de seu partiio
pesso.il para representar o Brasil no esirangcru,
em poca lao critica, como a em que nos achmos
em 186(5, bracos cora a, guerra no Paraguay, da
qual a cada canto aos surga urna perigosa di-
culdade.
Tambem se ba de recordar o leitor, que nao
era melhor a posco do gabinete ligueiro com re-
lacaoaos nego.-ios da guerra, que veioa tero non
roso resultado que leve gragas ao alto patriotismo
do nobre Duque de Caxias. a quera o Sr. Zacaras,
chefe da poltica ligueira, foi olTerecer o basti do
cumulando em chefe do exercilo, uffereeendo em
holocausto o seu proprio partido, se asajm exi-
gase o invicto Duque.
Qual o procedimeoto que tevo o iostrs chefe
do partido conservador, todos os brasileiro* u
sabein.
Segu-), sem condicoes impor ao chele ligueiro,
a levantar as nossas arma-i do mai-3Miio em que a
tinhara lam-iJo, e a leva-las, de triumphos em
triaraphos, desde Humayta al Assumpcao, des-
moronando o enorme colesso paraguayo.
exemplo de abnegacao e de amor da patria,
dado lao nobremente pele duque de Caxias, foi de
felizes consequencias para o gabinete Zacaras
foi einitado pelos mais importantes estadistas con-
servadores, que antepozeram seas interasses par-
tidarios os da honra e glorii da patria em perigo.
tjuando o Sr. Zacaras bateo porta d'elkis pe-
diudo-llies auxilio para ajada-lo a salvar a honra
nacional compromeltida nos campos da hatalha. e
ante algurnas cortes eslrangeiras, achouos promp-
tos. e dnpostos a sacrificar no altar da patria com
mum os inleresses do pariido a que pertenciam.
-Nao foi para matar-lites a (orne, exercendo as
sim urna obra de caridade que o Sr. Zacaras Kaes
foi baier bandeira. Foi para ver se salvava o ga-
binete de que era chefe, da abjeccao em que linlia
cabido, abandonado como eslava pelos liberaos sin-
ceros e honrados ; e tanto assim foi, que para ven-
cer as difflcnldades, que em principio encontrou,
nao pox duvidasem declarar que eslava uispusto a
ceder o poder aos conservadores, se assim Ihe
fosse exigido.
.\o foi para dar de comer a quem tinha fome.
que o Sr. Zacaras aceitn os servicos do diplo
mata, que em M nos foi pela segunda vez repre-
sentar em urna das principies cortes da Eurooa,
onde nos tinha muito bem reprrsentado por quasi
20 anuos, com appiau'os dos governos antn os
quaes fra acreditado.
Foi porque nao tinha mais onde escolher entre
os seu?, e para obter que algum novico na car-
reir diplomaiica nos fosse representar fra do
paiz, seria preciso cooiiauar o escndalo de mandar
pagar-lhe dividas uo valor de centenas de cunto*,
e arbilrar-lhe iguae. ajadas de casto, alm de or-
dem franca ora despezas extra-o-dinarias, aue afi-
oal rastejarara pela insignificante quantia de mil
contos, gatta a maior parte com falsas espiona-
gens, etc. etc. etc____
O diplmala, a que se refere o articulista re-
dactor do Litera; era com eleito pobre, mas nao
viva na obscuridade donde o veio lirar o Sr. Za-
caras. Aquelle diplmala ja era conhecido na
Europa, o tinha nomo em seu paiz, quando anda
muguen) sabia quem era o Sr. Zacaras de Goes o
Vaseoneellos no mundo poltico.
Era pobre, ja o dissemos, mas nao precisava
dos favuras do Sr. Zacariaspara viver com hones-
tidad; no seu paiz.
Occi'pon altos cargos da admnislraco publica,
em que poderia, a exemplo de certos liberaes, ac-
cumulor forlnnu.
Foi representante de seu paiz por viole Man?
pirante varios governos estrangems, mas nunca
se disse, que elle fosse socio de foruecedores de
uosso exercito. uu de constructores navaes, nem
qne consumisse remanas de contos de res em fin-
an3 espionaos em paiz mimigo.
Foi minisuo do imperio, mas nunca se disse
que conl.uuasse elle a exercer a advogacia, ad yo-
gando os interesses de seas constitnintes no parla-
mento, e nem que tivesse ordenado a agentes do
governn para sement fazereru contrato* com os
socios de -eus cm>iituinics.
Foi tambem presidente de provincia, e durante
o lempo que na administraejio esleve, servio pre. do.u::i ex-rnplo vivo de honestirlade ; nunca
se diste que abusasse elle de sua elevada posicao
tiara aui-iir para si ou para membros de sua fa-
milia, lucros de contratos feitos com a fazenda
publica ; nom arte tivesse abuiado da fraqueza de
algunia infeliz orpha, para langa la na prostitu -
cao, nem ts iwneo, que devino elevada posicao
(c;al dos- c n-tiiiitesexemplos de mlemperauca,
e de iibidiuaj,flm./
Morral pnhre n encanecido no servico da pa-
t:i-, ver i do. as legando a seus filhos um
n.)i.i.- l :-j i -i, u venerado pelas suas virtudes,
i io podar deixar o autor do
il do Liberal.
.si (lisia insultaik) pelo vil es-
...a un os conselheiros de estado
- uo iimnundb artigo de que
: i. Achara-se ellos fio alia-
; o upiniao palriica, qne por
i'ja.iofkfsf'.ri que fvca o mal tim A Liberal,
nnaia-os pooera prejudcar, a aenditames raes-
mo, que nem aos seus ouvis chegam os son do
seu ladrar.
escuipe-nos o leitor o azedanie du netsu
phrases, ulho da inaudita provocajio do grosseiro
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Joao Kink | Joto Baptisfa
Tr >ppiaanii.
carta,
Uuaet as tuas deas poiaicas, Tropnmann ?
democrticas, dirfo aquJHoe, qne te nao co-
nh'Cerem; nenhumaa. digo ou, dizem tolos os
que -abem quem tn es, todos que nao se limitam
a considerar os hoinens e as censas super-
licialmenia. Vejamos. E' liberal o bornem
qiie quer per-onii^r a grande Rtrolui-o Fran-
ceza n feroz Marat, o sangnario reductor do
Amigo do Poco E' liberal o homem qne s
considera Jurez um grande cidado pelo tacto
de ler ordenado a execucSo de Maximiliano? 'E'
liberal.o adorador, de Francisco Solana Lpez, de
execranda memoria 1 Pode ser liberal o homem
que nao patri >u \ E pode ser pairiaia o bra-
sileiro que c nsagra verdadeiro cnito i memoria
de Leandro Gorrwz. que fez tapete-J bandeira
auri-verde, o symbolo da nossa nacloailidade ?
Quem navera que deixe de re-pooder neo s per-
liunlas qae acabo de fazer T
Nao eoohego, Tropp.nann, nm s acto tea, que
prove liberalism. Ao coolrario, de muitos me
lembro, que jusricam o mea juizo.
Aehando-te em una escada, vendaste a toa
penua a um adversario poltico, qae eslava em ci-
ma, e escreve-le pasquina difamatorios contra
noasoe correligionarios, que eslavam era baixo.
Alistando-te sob as bandeiras de um partido novo,
lu s liabas em isla a satisfacao do teu odio con-
tra urna familia importante. Honrado com nm
mndalo popular, qae papel fizeste. Tendo dito
ra urna ridicula circular que queras mostrar
qnn compreluniias a missao do deputado provin-
cial, como curapriste a promessa ? Simulando
grande intei esse pela sorte de nm classe des-
granada da sociedade, qual dos presos, mo-
viste ama euerra desabrida cootr. um faoccio-
nario publico de quem te quenas vingar por ter
dado um aitestado contra um reo de polica, teu
protegido. Quanta baixeza naquelle leu discurso,
em que tanto fallaste no nosso bon povo, que tao
soberanamente de^prezas I QaanB pretenciosida-
de nos leas discurses polticos qne nanea erara
publicados como trabara sido prooaociados, o que
era ilevido, sem duvda, aos achigraphos, que,
s veze?, o refundan) com-pletaoente.
S urna vez te portaste comf verdadeiro repre-
sentante do povo foi quandr negaste o teu voto
doac.au de algurnas dezeoas preza.
jmn opposicionista o que fizeste, o qae disses-
le Nada, nada os teus actos, as tuas pala-
vras s respiravam o odio, rancor, o despeito.
De volta Zanaretn, lo Jos M viran como um pos-
sesso, offender e injuriar todo um pertido por
veres pelo menos adiada arealisacao dos teus so-
nhos de ambicio.
Odiado por muitns, despresado pela grande
maioria do partido contrario, crs tu que s es-
timado pelos teus prendidos correligionarios?
Eoganas-le.A pouca wnsideracio, que simulam
da -te, pro vera da neces-idade, que os nossos par-
tido* poliiicos julgam w. de instrumentos, isto ,
de boinem, qae nao r^cuam dianls de nem ema
considoraco, qoaodo se trata de praticar ama
violencia de qualquer genero. Consulta a tua
consciencia, Troppminn, e le convencers de que
verdade o que attlrmo.
Os teus pretendios correligionarios, os chefes
de partido que dizes pertencer, fazem de li o
peior conceiio, e suppem qne ama coacessio
leita ti o considsrar-te louco.
A la falta de dignidaie, a tua supina desfaca-
tez deves as relacbes que mantens com muitos
liberae. O uhu araigo da infancia bera sabe que
o tens ridicularsado, taxando-o de ignorante, de-
leixado, etc. ate.; o moa amigo major nao Igno-
ra qae j le .;sforcasie para demonstrar que era
elle befo de ladroes de cavallos, nao ignora qae
o apresentaste como incapaz de exercer o cargo
policial, que eu Msm ; o nosso eollega o teu
prente leve saber aue andavas pela cidade an-
nunciado discursos pronunciados por elle no dia
Si de cada mez, dorante as sesses da assembla
geral, e que procuravas minar a legitima influen
cia de que gosa ; e assim muitos outros. En-
treunio elles mantem relaeSes comtigo. A' quem
t nao conhecer parecer isio extraordinario. Eu,
porm que sei quanto te abaixas aquelles que
ofrendes, nada extranho, e dou ao facto aseguin-
te explicaco : elles te conheeem, te despresam, e
ou te supportam, ou sao, por assim dizer, subju-
gados pe i tua incomparavel desfacatez, e nao se
animara tratar te como merece-.
Nao tendo conviccoes sinceras, lazend? da po-
ltica um meio para a realsaijao dos tens ridicu-
los sonos, ou urna arma contra os que te mere-
cera odio rancoroso, prfido, desleal para com
aquelles, dos quaes te dizes correligionario, vio-
lento, injusto para com os adversarios, tu s
odiado e temido por estes, supportado por aquel-
les, e despresado per nos e outros.
Ligado um Mrtide de aspiraeSes lio nobres
dispondo do sofi'nveis recursos intellectaaes, nao
estas tu, Troppmaun, no .-aso de fazeres outro pa-
pel na nossa scena poitica f Sim, e para isso
Deslava que fosse leal e sincero.
Angu.-turas li de outubro de 1870.
to Aunwnario, franco e magnanmo-m fa
cahlr o qoeixo I *^
Becorameodamos a sua leitor ao publico e es-
pecialmente as pessoas que se pretenderem tes-
tal-i 6 o typo dos testamenteiros; e nota-se que
k. arada modesto era seu avulso, nao diz que
frequeota o engenbo Garap, na rraaldade de tes-
tamenieirp; que alliexerce a caridade em ampia
escala, ja fornecando alimentos para a sosteatacao
dos libaros, j prestano-lhes os soccorros mMfca
em son Incoramodos, j os admoestanoo com soas
doces pahtvras; emfim, aeria nm nunca acatar
querer minuciar o zelo de tal testamenteiro. O
L seriara d'estes pobres libertos (roasculioos e
eoinosj a nao ser esta mspiraila lembranca da
testador TI.... flcarianl eatregues aos barbares
prenles,, nos quaes ella nada confiava. como se
v no avulso do Sr. Noves II.....
E tasto assim que havendo nra parete prxi-
mo inroatarante nao tem do Ingerencia nesias
cousas, que sao da exclusiva competencia do tes-
BMnenteiro; j por son carcter oJJtolai j por
mMharos de outras crcumstancias particulares.
Aqu Acarnos aguardando a decsao do misterio
so aggravo do Sr. Jos ds Santos Neves.
Um dos collateraes.
^-
Momdodia i
.#ft3ffi*iL
pilado da India
\ovluiento da altandega
178:7401041 Aztrra>*oc--0 de Lisboa ventea-se
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos com Uzeadas
i com gneros
133
478
------li
&
391
ELEIQAO
Fon-
DA
Meza regedora da confrarla do
Menher H-m .fesn da Via Sa-
cra, da Igreja da Manta Cruz,
da f<-egnezla da lio trlsta que
tem defnncclonar ao anuo de
lOa 191.
Pruvedor.
O lllm. Sr. Manoel Mana Rodrigues do Nasci-
mente.
Provedora por eleicao.
A Exraa. Sra. D. Annunciada Camilla Alves da
Silva.
Provedora por devocao
A Exraa. Sra. D. Emilia Amelia Carvalbo
ceca.
Escrvo.
O lllm. Sr. Theodoro Jos Tavares.
Tbesonreiro.
O lllm. Sr. Manoel Domingues da Silva Jnior.
Procurador.
O lllm. Sr. Francisco Alves do Carvalbo.
Mesarlos.
Os Films. Srs. :
Manoel da Silva Amorim.
Francisco Lucio de Castro.
Manoel Antonio Cardoso.
Joo Pedro Baptista.
Dr. Francisco Ferreira Martins Ribeiro.
Eleodoro d'Aquino Fonceca.
Zeferino de Lima Cavalcame.
Luiz Ferreira Raposo.
Benjamn Vires Dutra.
Jeronymo Jos Ferreira.
Antonio Martins de Carvalho Azevedo.
Geraldo Correa Lima.
Mesaras.
As Exm." Sr.M :
D. Heariqueta Mara Baptista,
D. Mara Luiza Sttepple Lima.
D. Amalia Peixoto Carvalho Silva.
D. Carolina Francisca Magalhes e Silva.
D. Ignez Francelna de Mello Pinheiro.
D. Gnilhermioa Ferreira Pinto Porto.
D. Salvina Honorata Xavier da Silva.
D. Deolinda Amalia da Silva.
D. Isabel Amalia Mouteiro Pinto.
D Francisca Xavier de Miranda Mello.
D. rsul* Marta Guiraares
D. Candida Josephina de Oliveira Franco.
Boavsta, 9 Je outubro de 1870.
Tltenusiocles Bomao Pereira dos Santos,
Coadjutor pro-parocho.
DeMarregan hoje 7 de oMubra.
Barca franceza Jote IMptUtadiversos gneros
Lugar ittfiecElisadionrsos gneros.
Barca raglezaZeuma dem
Hiate nacional5. Joo Baptistadem.
Patacho inglezEmpresicar.o
Lugre inglezNavegalordiversos generas.
Barca inglezaImperadorfaiiuha de trigo e gaz.
Hiate nacionalDos le Guardediversos gneros.
Patacho inglezTriumvho IIvinho.
Brigue inglezWolfreddiversos gneros.
Jorca americanaVanmetaboado.
Brighe hollandezCornelio Gertrudesat'iahz de
trigo.
Galera ioglezaHermionediversos geoeros.
Despachos de exportaeo no dia 4 de
novemtVo
No patarho hespaahol Joven Ricardo, para
Barcelona, carregon : Pedro M. Maury, 43 sacea-
cora 2,982 kilos de algodo.
No brigue porluguez Triumpho, para o Porto
earregaram : Baltar & Oliveira, 20 saccas com
1,287 kilos de algodo.
TABELLA nos hircos dos osiranos sujirros a di-
REIT0 D8 KXPOnTAQAO. SSMAlfA DR 7 A 12 DE
NOVKMBRO DE 1870.
Mercadorias: Unidades. Valores
ucea
Abanos
Algodo em carocp.....
dem em rama ou em la. .
Carneiros vivos.......
Porcos dem.........
Arroz eom casca. ....
dem descascado ou pilado .
Assncar brinco ......
fdera raaseavado......
dem refinado.......
Gallinhas........
Papagaios.......
Azeite de amendoim ou men-
dobim.........
Fdem de coco ....*.
dem de mamona......
Batatas alimenticias.....
Baunilha.......
Bebidas espirituosas eformentadas:
Agurdente cachaca. .... litr.
dem de canna......
fdem genebra...... >
dem restilada......
dem alcool........
dem cerveja........
emvnagre....... .
dem vinho de caj......
Bolacha fina, comprehendidos os
biscoitos......... kilog.
dem ordinaria, propria para
embarque........
Caf bom.....,
duzia
kilog.
i
um
kilog.
urna
litro
kilog.
Agradecimento
Ao publico e especialmente ao
superior tribunal da relaqao
O que diz o Sr. Santos Neves no Diario de 2 do
corrate, com relacao a nossa publicacao pela
mesma folha em 29 do passado, nao passa de urna
caprichosa accumulacao de palacras qae nao sen-
do urna resposia ou justilicaco, mal se podrir
chamar defeza ; pois de tal natureza qne dupla-
raeir.e. o comproraette: funda-se como a anterior
era alarmar o qae falso, e presta-se a reiterar
nossas arguicoes.
Dizer que estamos perfeitamente identificado*
com o juiz municipal do ajudante da fazenda do
termo do Caboalm de ser um rigoroso irapoesi-
vei intoleravel absurdo e insnstentavel aser-
co do incauto Sr. Neves.
Se em nosso artigo encontrn S. S. exactamente
asmemos reflexOes que produziruin estes dous
funccionarws em seus pareceres e despachos, o
bom senso dita que fallamos a verdade, a qual
sendo una e nica, nao poderia haver entre dos
e estes dous fanccionarios divergencia em publi-
ca-la sobre nm e nico objeeto; e s um espirito
tresloucado ou irabecido as mais extravagantes
preveneoes, deduzir deste accordo que estamos
perfeitamenU identificados com estes dous fun-
cionarios ; S. S. nao se dignou dar-nos nma res-
posta, corno era de sperar; aguarda a decisao
do tribunal para quem i-econ-eulera razio I....
noqca o vimos lo prudente bem avisado anda-
ra se tivesse para enlao aguardado todo esto seu
aranzel que tera trazido a publicidade. Nos igual
mente aguardamos a decisao do ageravo interpos-
to por S. S. para eotao dirgirmos-lbe nossos pa-
rabeas oa sentmentos no caso de triumpho ou
derrota. Entretanto nos deixa perplexos ver que
S. S. agu.irdao.io com lauto afn esta decisao e
tanto Ihe tendo encomraodado us capricaos e in-
justicia do juiz e ajudante da fazenda em fazer
demorar o sea aggravo, a ponto de chamar so-
bre elles a attencao do Exm. eonselheiro presi-
dente da relacn, com ama estirada peticao, te-
nba agora feito dorter tranquillo em seu poder
este malfadado aggravo sem querer remette-lo
para o tribunal I I........
O que ser isto ? I......
Estar S. S. arrepsndido e querar disistir de
seu aggravo rf... nao eremos. Pois s havia
pressa em frar o seu aggravo das raaos fataes do
juiz ? I ja deltas tinha elle sabido sao e salvo
(piando dirigi sua primorosa petizo, romo pro-
va esse funecionario en sen oommunlcado.
Mas o que significa esta demora ? ? I
Tinta pressa, tanto barulho, tamaitas escara-
muoas em fazer seguir. este aggravo pora gaar-
da-lo em saa gaveta sera o querer fazer traneitar
no tribunal da rclacaoII.....
.....Ja tem havdo diversas conferencias depois
que seguio esto aggravo e anda nao levo as hon-
ras de ser destribuioV- III.....
0 jan espera o Sr. Santos Neves ?
O qne Pw falta?
Uua. plienom no w opera era sen espirito T
Haver nesta demora de agfrwoarrien
pense -ou ser qaelatetanguu in herbis r
que digam os sabios da enripiara...........
eomu incanto, eonw simples o ingeamo o Sr
Sontos Neves I I
Terao3 mo um avulso de S. S., consinna aini-
lo engrapada I no qual S. S. se mostra tal anal o
coahecemoslio philantropo, lio dtsinteressado
Senhores redactores.Faltara ao imperioso de-
ver, se, ao retirar-me da villa de S. Bento para a
capital d) Recife, nao rendesse um preito de ho-
menagem e gratidao iros Illras. Srs.: Rvdm. vigario
Antonio Alves de Carvalho, major Rento Jos Alves
e saa excellentissima familia, major Joo da Por-
cinncola Valen?a, delegado Manoel Aprimo de Mo-
rass, Joao Amancio da Silva e 3na exoellentissima
familia, Joo Ferreira de Gouva e sua excellen-
tissima familia, Joo Jos Ferreira, Joo Emiliano
de Seixas Valeuca, Jos Beato de Oliveira e sua
excellentissima familia, Manoel Carneiro deMoraes
e sua excellentissima familia, Joaquim Anlo de
Oliveira e sua excellentissima familia, Jacnlho do
Amar-al, Francisco Jos de Oliveira e sua excellen-
tissima familia, Joaquim Jos Pacheco do Amaral
e sua excellentissima familia, Joaquim Jos de Sou-
za Jardim e sua excellentissima familia, Lino Ri-
beiro Pontos e sua excellentissima familia, Domin-
gos Ribeiro Puntes e sua excellentissima familia,
Felinto de Moraes Peixoto, Federalino Antonio da
Silva Lima, professor Silvestre Antonio de Souza,
Hermenegildo Freir dos Santos, criolita Anninba
e aos demais habitantes do referido lugar.
Na verdade conheco a magnilude da virtude da
hospitalidade e_ da pequenbez inlividual, para
com os mesmos*senhores, contemplados os innu
raeros favores que me prodigalisar.m durante o
curto es paco de 3 mezes que all resid, ao tinado
meu afilhado, e mana d'este, durante a enfermida-
de que o levou ao tmulo, assi>tiodo ao seu fue
ral, szendo parcnlar mensao do Sr. capito An
ionio Bento de Oliveira e sua excellentissima fami-
lia que me obsequiaram com a catacuroba para
inhumar o cadver, ao Sr. Francisco Rodrigues
Valenca. com a precisa cera para os convidados,
e ao Sr. coronel Luiz Paulino de Hollanda Valenca,
com qaatro cavalgaduras para o meu regresso,
tudo isso gratuitamente.
No intuito do meu reconheciment, oflerio o
meu acantndo prestirao no convento de Santo
Antonio do Recife, nao s como religioso, mas
como homem social.
Recife, 4 de noventn de 1870.
Fr. Joao Baptista do Espirito Santo.
N. 229.AS E.NFERMIDADES EXTERNAS.
Acompanhadas de lerriveis desfiguracijes. Pro-
duzem effeitos terrvets, e se o sangue alterado ou
viciado, que causa deltas, nao se limpa de seu
veaeno cora o uso da salsaparrilha de Bristolo
detergente o mais poderoso de quantos se conhe-
eemos doentes nao s buscaro allivio era vo,
mas sim tambem transmilliro suas molestias
seus fllhoA como urna heranca maldita.
As pessoas de ambos os sexos encontraro em
todos os periodos da vida, que este iocomparavel
remedio vegetal, cara rpida e radicalmente as
ernpedes, chagas, alceras, inflamacoes glandula-
res, rhenmatismo, e quasi todas as molestias In-
durado s affecres raercuriaes que desfigurara
ou contrahem a forma exterior. Encontra-se a
venda em todas as princpaes lojas de drogas e bo-
ticas.
i
cento
kilog.
>
um
>
kilog.
i
a
duzia.
>
t
cento
kilog.
>
kilog,
N. 231. SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
Triota anuos de triumphantes rebultados teem ou-
torgaio este antisptico vegetal urna reputacao
incommensuravelmente superior a todos quanto se
coanecem para a cura das escrfulas e de todas
as mais classes de enfermidades ulcerosas e erup-
tives.
Os mdicos os mais acreditados e experientes,
os periodistas e os escriptores de medicina, sao
tesiemualus vivas de sua efflcacia quasi maravi-
Ihosa. Tem salvado e conlina a salvar as vidas
eos membros de militares de pessoas. Ella-al o
da de hoje nunca foi administrada em vo, nem
al mesmo nesses casos reputados como desespe-
rad s ou incuraveis.
E' o nico remedio para as escrfulas, eryspel-
las, herpes, chagas as peroas, abscessos, cancros,
lumrire-, enfermidades syphilrticas e raercuriaes, e
toda a casta de erupces cutneas. Acha se
venda em todas as princpaes parte do mundo, e
em todas as princpaes lojas de drogas e boticas.
dem esculla ou restolho .
dem torrado ou raoide. .
Cal branca.......
dem preta.......
Carne secca ( xarque ). .
Carvo vegetal......,
Cera amarella......
dem de carnauba em bruto. .
dem dem em velas, ....
Cha.........
Cocos seceos .......
Colla.........
Couros de boi, seceos salgados,
dem dem espichados....
dem idem verdes.....
dem de cabras cortidos .
dem de onca.....'. ,
Doces em calda......
dem em gela ou massa. .
dem seceos.......
Espanadores de pennas grades .
dem pequeos......
lem de palna.......
Esteiras de carnauba ....
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de araruta.....
dem de mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade, .
Fumo charutos......centro
dem cigarros......
dem em folha bom -
dem em folha, ordinario ou res-
tolho ........
dem em rolo e em latas bom .
dem, ordinario ou restolho. .
Rap .........
Gomraa de mandioca, (polvilho).
(pecacuanha ( raz ).....
Angieo (toros)......
Cajeros ........
Enxams........
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiras) .
Lenha em achas......
dem em loros......
Linhas e esteos. : .
Lour s (pranehSes).....
Pao Brasil........
dem de jangada......
Quiris ......
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimetros de grossara. .
dem pranches de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura.........
dem taboado de menos de 25
millimetros de grossura .
Taboado diverso......
Tatajnba........hic-g.
Travs ........urna
Varas para pescar.....duzia
dem para aguilhadas ... t
dem para canoas.....ama
Cavernas de sucupira(em obra)
Eixos de cicupira para carro. par
->tela$o.........kilog.
Mel de abelha.......
Milho.......... .
Ossos......... c
Palha de carnauba.....raolhos
Pechury........kilog.
Pedras de amolar .....
dem de filtrar...... >
dem de rebollo.....
Pennas de ema. ......
Piassava.........molhos
Prontas ou chifres de novilho on
vacca.........cento
Sabo.........kilog.
Sal...........
300
165
549
ilOOO
2*000
68
177
250
UO
436
14000
5*000
937
675
525
102
5*450
195
300
330
300
337
600
300
660
476
204
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
4*360
4*000
' 1*438
471
640
260
350
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
136
681
92
272
u*ooo
320
1*090
______aJ|S*
o galio do de Lisboa.
Bacalho.ReUlboo-ee a 18* a hsrriea.
Batatas.Veodea-se a 34 a amsis.
BotACmmiAS.dem a 5* a barrlaniatei
Caf.dem de 5*500 a 6*300 a arroiaw
' 2*20 a UNO a libra.
de 5*44 a 9*000 a tena te
nooscA.Yanten is a jMa>
ooc. aVenteu-so a ingleza ordinaria a 3H or
cento de premio sobre a factura.
. Manteiga.A ingleza venteo-so a 1JK *
irara, e a franceza s 1*.
MAssAs.-Venderain-8e a a naixa.
Oleo na LonuA.-ldoni a 2*200 e galas.
Passas.dem a 9*300 a caixa.
Qeijos.-Os flaraengos venteraa-se a t*M
ibrlam os,,8pr'10 nar> tera, a
SABlo.-Venden-se a 170 rs. bbra *> mster
ToDciNHoVenden-se o te Lisbte de 7* a M r
o do Rio-Grande du Sal a 9* a <
Vinagre.O de Portugal vendeo-se a 160* a
pipa.
VnraosOs de Portugal veooVram-se a 2*
e os de outros paze- de 210* a 260* por pina.
Velas.As de cooposicao venderam-se a Sti
rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regnloa u il a
12 por cento ao anno.
613
681
MOVIMENTO DO PORTO.
Naci* entrado no dia 5.
Balnmore 60 das, patacho americano WaUr
Wtich, de 238 toneladas, capitao E. H. Sanford.
eqaipagem 8, carga 2354 barricas e 200 netas
diaa com farinha de trigo ; a Pnipps bfotber-
Londres42 das, brigue inglez Kite, de 188 tcae-
neladas, capuo Monrant, e^aipafem 9, eargt
plvora e ontros generes ; a ordem.
Ro de Janeiro-15 dis, barca argentina r-jwp.
Uta, de 409 toneladas, capitao Aognstu Cej*r
de S Pereira, equipsgem 13, carga farinha d>
mandioca e outros gneros : a Antonio Lnii de
Oliveira Azevedo & C
Rio de Janeiro17 das, brigue portngnez Or
rente, de 329 toneladas, capuo A. B. Camew-
eqnipagera 13, em lastro a Enzebio Rankael
Rabello i, C. '
JVortos sahido no mesmo dia.
Ceara-Barca ingleza Patrio!, capitao Jones en:
lastre.
GoyannaHiate brasileiro Probidad*, capitao Ma-
noel Jos da Paciencia, earg* varios generes.
Afanos entrado no dia 6.
Granja e portos intermedios 8 das, vapor brasi-
leiro Ipojuca, de 360 tonelada*, conunandaa.--
Monra, equipagem 30. carga diSerentss gneros'
a companhia Pernambucana.
Para, Maranbo e Cear60 horas do olbmo nsr-
to, transporte de guerra Wemeck, nwnatanitar
le capillo de fragata Tbomaz Pedro de Biuec
court Cotrin,
A'arri tahido no mesmo da.
AssuPatacho ponuguez D. Guithermna, caat-
to Manoel S. Campos, em lastro.
Obtervacao
Fundearam no lamaro dnas barcas fraoeeza-.
mas nao tiveram comraanca$ao com a ierra at-
meio dia.
OECLARACOES.
Pela recebedoria de rendas internas geTk
se faz publico que neste raez de novembro .
se linda o praso do pagamento, sera malta. 4 im-
posto pe-.soal. relativo ao semestre do eiar.*-- i
crreme de 1870 71 ndo o qoal ser cabra.
cora a malta de 6 010.
Recebodaria de Peruambuca 2 de novoaateo >
1870.
O administrador,
_ManoI Carneiro te Sonta Laeer: i
: r
-
De ordem do lllm. Sr. con
da thesonraria de fazenda desta
publico que nao tendo comparecido
arrematairo dos medicamentos e objeto qur
perteneeram ao extracto eorpo da rnaraveao V-- ,
provincia, foi a mesma arremaUcao Inntlant,
para o dia 12 do crreme, as 2 horas da tard-
Secretaria da thesoararia de fazenda de Ptr-
nambnco 3 de novembro te 1870.
Servindo de officiai-maior,
__________________Maneel Jos Pinto.
No dia 7 do correle, depois de flote a -j-
diencia do juizo de orphos, ir praca por *ea-
da a esa terrea sita ra da< Cinco Pontas .
S?' 43, pela quana de 3:650*, qne servir te na*-
, '.je para a arremaiaco.
duzia
nm
>
>
duzia
cento

um
i
kilog.
um
duzia
170
1*703
60*000
360
1*500
.0*000
991000
3|000
12*000
6000
10*000
163
3*000
0*000
um 16*000
duzia
20*000
144,9000
96*000
33
6*000
2*400
6*000
1*000
3*500
10*000
50
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*796
160
. para i
Fi se?. 11 sarao da freguezia do Puco da Paaeila,
4 de ii. vembro de 1870
Acha-se depostalo nesta riscalisarao nm cava*
castaobo que toi remeliido pelu Sr. Jennino J-
Tavares, que o pegn em sen sitio : qaem se U
gar com direito compareca ne-t liscatisaco
O fiscal.
___________Sebaslio Affoso do Reg Barros.
De crdem do lllm. Sr. eonseaesro mi>ir.
da thesonraria^ de fazeoda testa provinea se k
publico qne na > tendo comparecido licitaales na
I* e 2* praca annunciada pira a arrerauete dn<
casas, barracao, torno de otaria, e mais otojeetos te
extincta colonia militar de l'imenteiras, Ac anr-
cada urna terceirapnca qne lera logar no dia t:
do eorrente, as 2 horas da tarde.
Secretaria da thesoararia de fazenda de Por-
nambucc 4 de novembro de 1870.
Servindo de oAVial maior,
Manoel Josa Pinto.
THEATRO
COMMERCIO.
PRAQA DO BECIFE 5 DE NOVEMBRO
DE 1870.
** 3 l/J HORAS DA TARDE
Cotac&es officia;*.
AJgortao i* sorto-619 rs. por kil. (hoje).
Aigooao sem inspeecao55i rs. por kil.
Cramo sobre Londres 90 d/v 21 5(8 d. 21 3|4
d. por 1*000 (homem).
Do sobre dilo -- 90 djv 22 d. por l*0(X (hoje)
Pdlo presidento,
Mesquila Jnior.
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
2*800
348
10
2*043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
de novembro de
par
kilog.
>
'
cenm
duzia
i
Salsaparrilha.....
Sapatos de couro branco .
Sebo ou graxa entrama .
dem em velas. .
Sula e vaqueta......
Tapioca.........
Unhas de boi.......
Vassouras de carnauba .
dem de piassava.....
dem de imb. i .
Alfandega de Pernabmbuco, 5
1870.
O I.'cenferente Joaquim A, Wanderleg.
O 2." conferenteH. Cesar Ottoni.
Approvo.Alfandga, 5 de novembro de 1870. -
Paes de Andrade.
Conforme. Joaquim Tertuliano de Mtdaros.
RECEBE >ORW DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rmdimento do dia 1 a 4 6:762*302
dem do dia 5 ... 3:156*720
9:919*022
CONSULADO PROYINCAL.~
Rendimeoio du da l a V i:."!76*t3*>
lde;a do dia o 5:776*880
, i ALFANDEGA-
Kendimento do dia i a 4 122:423*357
10:3.>i*0i5
PRACA DO RECIFE
F.# 5 DE XoVEMB.10 DK 1870 AS 3 MORAS DA TARDH.
i.-:vi.vrv >i;iiawl.
Cambios.Duraule a semuna lizeram ces sobre Londres a 25 5/8, 21 3/4 e 22 d. por
I*, sendo o valor dos saques de 30,000.
Algodo. Veodeu-se o de Pernamboco de
8*270 a 9*300 os 15 kilos, segando a quali-
dade. .
W.V1.I Fn.UCH.1
EMPHEZACOrMBBA
Terfa-Pira 8 do cornB!f
BENEFICIO DA ACTRIZ
Mlle. Choeberl
SEGUNDO A5 BASES DO SEU CONTRATO
Varit8>imo espectculo
Dividido tn qoatro partes.
Ouvertura pela orcheslra.
PRIMEIRA PARTE.
Subir a scena a mnito liada e appteateJa efe-
reta em um acto, msica de Ofleabak
Lischen et Fritzchen
Personagens. Actores.
Lischen......... Mrae. Tilmnawa.
Fritzchen.....*. Mr. Ravaao.
SEGUNDA PARTE.
Mlle. Marietie far-se-na nuvir aa njva
canroneta
JE M'EMP.ARDIT D ESPRIT.
Mr. Carn cantara o liodo rondeau dm
BRESiLIENS.
Mr. Raynaud deserapenhara o bello
MARTHA.
Mr. Maris exibir a linda caneo
LES GIEX.
TERCEIRA PARTE.
Subir pela quinta ves seena a naBjan a>
reta phanlasiica em nm acto, aMsien te Ad. Aten
Pantins deViol6tte
Paran agens
.Xicofribas............
Pierrot...............
Violette.............
Pulichinelle...........
QUARTA PART.
Mlle. Choeberl cantar* a nana a late aria
Fleors d'amour.
E' este o espectculo qae a__
ta ao r*spoilanal pnWino teau
e.- pera toda a eondjavaeio t wl_.
Os bilhetes acham-se aa nao te
i


7
r

Diario de PTdaml>w hotel da Eurofla a no
criptorto do iheatra. .
X
rnmjtpi
r espectculono as
raa-t 8 floras.
AVISOS MAMTIMIS.
mm NAflLHLl
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do snl' esperado
at o da 7 de novembro o vapor
Tocanthu, commandante Jos Ma-
ra Perreira Fraoeo, o qual de-
____. poi da demora do cosame se-
guir para 09 portos do norte.
Desde j recebera-se passageires e engaja-se a
carga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, encom-
rneodas e dinoerroa frote at as I horas da urde
de sna sabida.
Nao sa rcebem carao encommendas seno ob-
jectos de pequeao valor, e que nao excedan a 2
arrobas de peso 00. oito palmos cbicos de medi-
cao. Todo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sna pas-
sagens so se receben na agencia, roa da Cruz n.
87, pnmeiro andar, eseriptoiio de Antonio Luiz
de Oliveira Atevedo 4 C.
Htranho.
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
tacho nacional Joven Arlhur, para o resto do car-
Ka que Ihe fUa trata-se cora 09 consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo t a, ra da
Cruz a. 57.
mesmo quizer apreMitar eniimr, qaeir tirf
tratar cora o sen Mlgnatvt jnnpjfc Jos Gm
calves Beltrao a.*, do ^pUfitrel fe l'<.
P
barbeiro.
LEILOES.
LElAO
DE
dividas diversas
a 7 do eorrente.
_ Por ulterior despacho do Illra. Sr. Dr. julz espe-
cial do commercio d'wta cidade, datado era 31
do mez prximo flodo, o agente Oliveira expor a
segundo leilo a divida de 3:128*. proveniente de
urna letra de 3:4000*, adraittids aa massa fallida
dos aceitantes Guilherme Carvalbo A C., e da
qual forara pagos 8 ppr cento de dons dividendos ;
e assim mais, a do debito da firma fallida de Si.
queira A Pereira, na importancia de 16:189*279,
saldo deduzido o primevo dividendo de 11 por
cento, receida sobre 18:8245742
HOJE
ao meio da em ponto, em seu escriptorio rpa da
Cruz n. 53, pnmeiro andar, fleando desde ja con-
vidados e prevenidos os Srs. licitantes ao leilo de
26 de outubro ultimo.
mm
AULAS ESPECIAES PARA OS .UMMOS QUE TEEH
1 DE FAZER EXAJ? EM JIAUCO NOXIHO, E NO
FIM DO ANTf*0. K
KheioHea e potlea.
Pniosoola.
eograoala.
Histeria.
Portftguet.
Franeec,
Jos Soares d' Azevedo, profesor de lin-
gua e liltentara nacional 00 gymnasio pro-
vincial do Recre, lem aberto em sua casa,
rus Bella n. 37, tal especites de prepa-
ratorio, para os amanes qoe tiverem de
farereame em marco prximo, 00. tki flm
do anuo lectivo. Dirtgir-se indicada re-
sidencia, a qualqoer hora.
Fotographia imperial.
AIERIA
COMPANH1A PERNAMBUCANA
Navegando costeira por vapor,
Parahyba, Natal, Maco, Mosaor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e ,
Granja.
O vapor Ipqjuca commandan-
te, Moura seguir para os por-
tos cima nodia 15 "do eorrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 hora3 da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Porte do
Mattos n. 11
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegafiio costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para o porto cima no da 12
do eorrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
eneora nendas, e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do da da sahida, no escriptorio do Porte
do Maitus n. 12.
DE
302 saceos sem marca, com farinha de
mandioca, avarados de agua salgada
1IO JE
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quera pertencer, de 302 saceos sem marca
cora farinha de mandioca, averiad s de agua sal-
gada, vindas do Maranho uo vapor Paran, as
qnaes serio vendidas segunda feira 7 do eorrente,
pelas 11 horas em ponto, no trapiche Baro do
Livraniento.
I
F. II
Precisa-se de urna ama que cosinhe bem, forra
ou escrava, para casa da pouea familia : tratar
na na Nova n. 50, 1" andar.
Precisa se de urna ama forra,ou captiva que
saina cosinbar bera o diario de urna casa : tra-
tar na ra do Duque de Caxias, leja n. I.
LEILO
DE
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e Taman-
dar.
O vapor Pwahyba seguir pa-
ra os portos cima no dia 10 de
crreme as 9 horas da noute.
Recebe, carga encommendas
passageiros e dinheiro a frete nr
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
COMPAMHIA
DAS
Messegeries iinperialas.
FAZIIIAS
INGLEZAS
Hoje
7 de novembro.
Augusto C. de Abreu far leilo por interveace
do agente Pinto, de um esplendido sortimento de
fazendas inglezas : hoje 7 do corrento as 10 horas
da inanhaa era ponto, em seu armazem ra da
Cada.
IEIIjAO
v DE
marca J FI, 100 saceos com arroz com to-
que de agaa salgada
Terca-feira 8 do eorrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quera pertencer, de 100 saceos marca J F I,
com arroz com toque de agua salgada, vindos de
Liverpool no navio inglez Patrio!, os quaes serao
vendidos em um ou mais lotes, terga-feira 8 do
eorrente, s 11 horas da nianha, no armazem do
Anne
At o dia 10 do eorrente mez espera-se da Eu
ropa o vapor francez Sindli o qual depois da
demora do costume seguir para Bnenos-Ayros.
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conduces, frite* e pas.-agens, trata-se
na agencia, ra do Commercio n. 9.
No din 11 do eorrente mez espera-se dos por-
os do sul o vapor francez Amazone, commandante
de Jurel, o qual depois da' demora do costume
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para eondieoes, frotes e passagens, tratase na
agencia, ra do Commercio n. 9.
AMIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 8 de novembro o vapor
Arinos, commandante o Io l-
ente J. Candid) Duarte, o qual
depois da demora do costume
ar.i para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
carga que o vapor poder condnzir, a qual deven
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen
da? e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
sabida,
!'Josere?ebemcomo encommendas seno ob
] ctos de pequeo valor e que nao excedam a do*
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de med.;
Tildo que passar destes limites dever ser emb'ar
cado como carga.
Previne-se aos senhora passageiros que sua>
passagens s se recebem n? agencia, ra da Crui
n, 57 primeirn anir, escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo A C.
Para Lisboa
A barca portugueza Grati ao, capitao Borges
Petana ; p.*ra carga 3 passageiros trata-se com
E. R. Raello & C, ra do Commercio n. 48, ou
com o capitao.
Para o \5to
pretende sahir com a pmsivel brevidade o brigue
portuguez L'aiao : para cirga e passageiros tra-
ta-se com o> consignatarios Thoraaz de Aquino
F "i-cca & C, oa ra do Vigario n. 19.
Aracaty
Segu para este porto o hiate S. Joo Baptista:
p-.ra passigeiros e carga, na rna do Vigario nu-
mero 26.
RIO DE JNEIR3
Para o Rio de Janeiro egbd den'.ro de oito dias
o patach 1 brastleiro rabe por ter o su carrega
ment prompto, pdenlo anda recebar alguma
ciusa, ssimcom.o miudezas eescravos a frete:
a tratar cora o seu consignatario Jeaqoim Jos
Gonc Ivs B'lirai, a ra do Cimm P*HA
o
Rio-Grande do Sul.
Pn jiCtabell..
fr apit".
A esenna portogneza Agtua, eapito
recebe carga a frete : trata -e com K.
A C. ra do Gramcrcio n. 'k8. ou en
Rio de Jmeiro.
Para o porto cima segu cora brevidade obri
gue nacional Isabel, tem parte do seo carrega
mea o engajado : para o resto que Ihe filia tra-
ta-se rom os coosignaUrios Aatunio Luiz de Ol-
veira Azeveio A C.. ro* da Crnz 11. KJ. 1 aniw.
Rio-Orande do Sul.
Segu com breviitade para o pono cima o bri-
fue n-icional Amelia : para o r**to da carga mu
he filia, trata se eatn os consignatario- Ant"ni
L. dp O. Azevedo A C, ra 4a Crnz n. 57, pri
meiro aodar.
,ASSU*
Para o lolicado porto vai eauir dentro df
da o patacho portoaofli a
que recebe carga
sei-
Ciimii, pelo
* frete hom^', ^n no
segundo
OB MOVE1N
na ra da Praia n. 49,
andar.
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leilo os movis seguintes : 1 mobilia
de Jacaranda, 1 candelabro, 2 serpentinas, 1 gnar-
da-roupa para senhora, 1 comtnoda de Jacaranda,
1 raeia cqmmoda de amarello, 1 excellente mesa
elstica com seis taboas, 1 guarda-louca, 2 mar-
quezas de amarello, 1 sof de dito, 1 mesa redon-
da, 2 consolos, 1 cama de ana re lo para casal. 1
quartinheira, um cabide, 1 lavatorio, meio appa-
relho de porcelana para cha, 3 ditos de dita para
jantar, o garrafas do chrystal para vjnho, 6 cora-
poteiras, copos para agua, clices, 3 tapetes gran-
des, i berco de amarello, l banheiro, 1 grande
viveiro para passaros e muitos outros objectos
Quarta-feira 9 do eorrente.
no segundo andar do sobrado sito ra da Praia
n. 49, as 11 horas.
LEILO
a 9 do orreir
O agente Oliveira far leilo, por ordem dos
Srs. Keller & C, como liquidatarioe da casa dos
Srs. H. Cottli & C, de todos os pertences de es-
criptorio destes, consistindo em casteiras grandes
e menores, com moxos, secretarias, estantes, mesas
diversas era feitios, sofs, radeiras usuaes e de
bracos, balcao, repartimento de escriptorio, arma-
rios grandes e pequeos, mesinha com balanca
para dinheiro, precca e superiores livros inglezes
novos para cepiaderes de cartas, relegio de pare-
de magnifico, machina lytographica com perten-
ces, caixa com vidros de amostras de acucar do
padro hollandez, mappamnndi, enma excellente
burra de ferro grande, patente inglez, e enlre ou-
tros objectos 200 caixas com agua de Seltz, cerca
1o 1,600 garrafas novas vasija, vindas de Ham-
burgo. e mais 60 caixas com vinho Bordeanx su-
perlativo.
E tambem
na mesma oncasio se far leilo, a dinheiro ou a
prazo, por ordem e conta do Sr. H. Numeyer, de
cerca de 300 duzas le chapo< de feltro e de ba-
ta linos e entre-finos chegados do Havre pelos l-
timos navios:
IQARTA-FEIRA
s 10 horas da manhaa
no primeiro andar da casa ra do Commercio
n. 3. conjunta Associacjio Commrciai.
DUVIilAS.
A abaiio assignada declara a quera quer que
annunciou no Diario de Pernambueo vender ter-
renos proprios no becco do Tambi e ra da Con-
ceico do bairre da Boa-vu ta, que tal nao o pode
fazer, visto como todos os terrenos que perteoce-
ram ao extineto vinculado da Conceicao dos Co-
queiros daquelle bairro pertence ao sen casal, e
protest desde j punir na conformidade da loi
aquello que fizer qualquer transaeco com os mes-
moa terrenos ; advertindo por mais esta vez alem
de tantas que j tena feito por este jornal e outros,
3ue os terrenos pertencentes ao extineto viuculo
i Conceicao. se estendem pelas ras da Aurora,
Arago, Conceicao, Rosario,- praca da Boa-rista,
becco do Tambi, Hospicio, Camaro, Peres, becco
dos Ferreiros, pateo da Santa Cruz, rna da Matriz,
becco de Joao Francisco ra da fmperatriz ; e em
Santo Antonio, becco da Bomba o rna do Fogo: e
como j se teoha vendido predios que esto situa-
dos em os referidos terrenos como proprios, de
que se tem ao depois realisado as duvidas, conhe-
cendo as vezes os busos para poderem ser melhor
vendiJos; pede, portanto a todas as pessoas que
interessar, a bondade de irera ra das Cruzes-u.
38, no 1 andar, das 9 boras da manhaa s 3 da
tarde, entenderem-se com sen fllho Jos Henrique
da Silva qne se acha munido dos documentos ne-
cessarios para tirar qualqner duvida que nossa
haver ; como tambem pede a quem deve foros a
bondade de os ir pagar para poupar o serem rece-
bidos judiciaes, visto como tem se mandado rece-
ber de alguns e estes se negara a satisfazerem.
Josepha Maria dos Prazeres e Silva.
FOME NEGRA
Pertence-lhe os meios bilhetes ns. 5284 e 4074
da lotera 33 i que se ha de extrahir na corte.
O secretario interino,
F. X. Ferreira.
Precisa-se de orna ama
geira, que lave e engomme
rna do Baro da Victoria n. 22.
nacional ou estran-
com perfeico na
1 fi V
Jos Francisco Ribeiro de Son, pungido da
mais acerba ddr pelo prematuro passamento de
sua muito presada me D. Guilhermina Leopoldi-
na de Andrade e Souza, fallecida no Rio de Ja-
neiro a 11 de outubro passado, tem a honra de
convidar seus parete, amigos e discpulos a as-
sistirem s missas que manda celebrar em sua
sua commemoracao na matriz do Corpo Santo,
s 7 horas do dia 9 do eorrente, trigsimo de seu
fallecimento; pelo que se antecipa era confessar-
se grato a esse offlcio de caridade.
Aluga-se
E
DE PINTURA
DE
*/. Ferretra Vtllela
S^6, Jia 7 de abril panado acha-se aberto o
"w"wecimento photographieo sito roa do
on. 18. esquina do pateo'la matriz. Ostraba-
de entao, tem sabido de nossa offleina
ente agradado, sendo recebidos por
iifuse ce admirac5o pelo extraordinari pro-
^? SP6 altitDarnenle wtn tido a phot graphia,
* Pav**,r08 cora alegra, por verem a provincia
aotaaa com om estabelecimanto digno d ella, e in-
sontestavelmente o primeiro que nesse genero
B possue : tambem nao nos poupamos em cousa
,2,para monla-10 no P em que se acha, es-
que o publico de Pernambueo saber
m" nossos estorbos e recompensar nossos sa-
Mdamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
fangeiras que gostam das artes, ou tiverem
aecesstaade de trabalhos de photograpbia a visi-
l*1? nsso estabelecimento, que estar sempre
iDerk e a sua disposicao todes os dias desde as 7
horas da manhla at as 6 da urde.
Para os trabalbos de i/hotographia possuimas di-
rsas machinas dosmelhores autores francezes,
inglezes e allmpmes, cojo sejara : Lerebonrs el
^"^ar "ermaK'9. Tbomar Hoss, Voiguander et
sonn e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
nacninasi sendo urna deltas propria para tomar
ore o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isotdas, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartes de visita, e assim em menas de
am quarlo de hora despachamos 8 differentes
pessoas que pecam cada urna, umaduzia de cartdes
mais ou menos, com os seus retratos smente, ou
sm grupo com ontras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direceo
9 eitura dos trabalbos de photographia dei-
undo peria e talentos do distincto pintor
illemo, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
0 Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura pablica, e at o presente tera-se
desvenado na execicao de seus trabalhos.
No nessoestabeleeimentoacham-se exposlos ou;
tros trabalhos im|K>riant< s do Sr. Roth, tanto eni
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
)leo, quadros sacros 1 diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
amnho naturaLassin como de quadros sacros
para ornamentado de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balbos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES BE VISITA NAO COLORIDOS A i 0000 A
DtZIA
CARTOES BE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL 16,5000 A DDZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20^000 cada um, indo convenientemente en-
:aixlhado em moldura dourada e regulando o
bnsto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
iodo o quairo palmo e meio de lamanho.
Joigamos que bastarlo os precos cima para
darraos idea da baratera dos trabalhos do nosso
sstablecimento, quanto sna perfeico cada um
?enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se lirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
3m casos especiaos pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
jemos retratar, e asseguramo* qnp esses dias sao
w mais favoraveis aos fatal nos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e p aosso terraco construido com tes proporcoes e
nelhoramentos, que anda chovendo jorros ne-
ahum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. Fireira Villela
ESTABTO MEPJELEGffiM 83
Msapariha de MM
LEGlim L^ ORIGINAL
BM FRASCOS GRANDES
aleta.
ama de Iwte tam lilbo-
sol::
e-T-ian-
rna
pri-
DE
10 saceos coro nozes D'ivas, 5 ca-xas com
60 latas com sarriinhas em calda
Qaarta-feira 9 do eorrente.
O agente Pestaa far leilo por conta e ris;o
de quem pertencer, de 10 saceos com nozes novas
e 5 caixas con 60 latas com sardinhas em calda,
qoarta-feira 9 do eorrente, s 11 horas da ma-
nhaa, no armazem do Annes.
Um sobrado de om andar e soto oa roa Velha
n. 92, qne faz qoina para o pateo da Santa Cruz,
com tres quartos e dispensa, e o soto com quatro
quartos e com janellas, no primeiro andar c o
soto para o nascente, quintal e cacimba : qnem o
pretender dirija-se a roa do Sebo n. 20.
20^000
D-se esta quantia de gratifkacao quem en-
tregar ra d i Crespo n. 19 loja, um papagaio
qoe hoje 5 do brrente, s 6 horas da manba, fu-
gio, tomando a direceo da rna do Imperador e
Queimado, cujo papagaio levou urna pequea cor-
rente de ferro presa ao p.
tfoubo de cavallos
Roubaram no dia 2 para 3 do eorrente do river
so do engenho Campestre freguezia da Escada,
qnatro cavallos, sendo um de carro de cor east-
nho claro, frente abert, os quatro ps ealcados,
tem om ferro oo qoeixo, supponbe-se ser um Q,
o cavallo bastante grande e tem orna peqoeoa
mancha na barriga. Oulro pedrez grande tem o
ferro Q na anca : ontro rodado, tem n'oma das
mos ora caroco ; e ontro alazSo cachito, tem nm
p branco e de segunda muda. Roga-se a quem
delles souber dar Boticia aos Srs. Campos, Raposo
& C. : oo largo do Carmo n. 1, onde se gralicar
generosamente.
Previne se que pessoa alguma nao faca tran
saeco com duas letras que existe n > poder do Sr.
Leoncio Rodrigoe^s Collaco, pois, o mesmo deve-
dor de maior qnsnlia.
Sociedade Leterica
ESPERANCA FELIZ
Pertence-lhe jos meios bilhetes os. 1079 IflRd
1082 e 1081 da lotera .334 da corte. '
O secretario,
_______________^_^^_ A. J. de Brito
Boa eccasio.
AVISOS DIVERSOS.
Segunda- .feira 7. do eorrente mez, depoi d*
linda a andiercia do illustrisHoio scnlwr Dr.
juiz de erphnos te de ser arrematada de
venda a c sa terrea sita a rul dos Posadores n.
iO, fr^guexia de S. Jos, pertenece ao menor
H-nrique filho do Aado Ju da Silva Moreira,
*rvjndo de baee para a arreraataco a quantia de
- Pede-se ao Sr. toeuuriiro das iutonas e
au Sr. Mduoel M.riin- Fiuza, uarantidor. nio pa-
g ie.in om rafe bihete da loteria t. 168, cujo
jaranudo -te n. m<, da matriz de Cabrob, que
corre hoje 7 do eomoto, se nao a ahaixo a-ig
nado, nue asdando ve.ndendo d'elle se lht> deseo-
raminhoa escodo por elle pago ao Sr. F ___________________J s Antoui.1 Leite.
- P 'c um buin atpeiroe do~um ser-
,. .
i 10.
no hotel irancez Ja ra h
Precisa-se Je orna aro;i livre, da oeia i Jalee
oa r doria, para o tervito interno e exterm de
raa de raoite oouca ramilla : ^a. TOa du Sauta
Theieza n. H.
Um rao?o brasileiro de 30 annos de idade
que falla e e-:-,reve a lingtia ingleza, com
todas as h.bilitacoes para caixeiro despa-
chante, de embarqaes ou outro qaalqa^r
irabalho; precisa de um eraprego. P3ra
mformacoes dirija-se a roa da Croz n. 51
da: 9 da npiiba as 3 da tarde.
Club da .Uonldr..
- A pnnwira partt-la tur* logar na noute
do dia \t do crrente.
O emprendo,
? J Lam.
Na Iravcssa da
das Crozes n, 2,
meiro andar, da-se
nhelfo sebre penhores
de oaro, praia e bridan-
tes, seja pal for a qnan-
tia. Na nesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedias.
i
Rna do Ba *ao da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nnva. )
Bilhetes garaolidos da pro-
v nela.
Esta 'diz casa acaba de vender entre os seus
muito felizcf bilhetes a sorte de 1005 em don*
meios de n. 2805, om inteiro de n. 2103 com iOOj,
e outra tambem de 100< em tres quartjs den.
671, aiem de ontro* premios menores podendo
os seus possotdores virem receber. que prompta-
mente sero pagos.
O abaixo assignado convida ao respeta\"el pu-
blico para virem no seo estabelecimento comprar
os felizes bilhetes garantidos, qne nao daixaro de
titar qualqner premio como prova pelos mesmos
aqnunrios.
Acham-se venda os raoito felizes bilhetes ga
rattidns era beneficio da matriz de Cabrob, qoe
sdr extrahida segunda-feira 7 do correte mez.
PRECOS.
Inteiro *000
Meio 3JO0O
Quarlo 1S00
De 100,5000 para cima.
Inteiro 54400
Meio 2#700
Qoarto 1*350
J'.'to Joaquim da C>sU Leite.
OGRANDE PURIFIC\DOR DO SANGUEI
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'nma maneira a mais scientifl-
ca por Ghimicos e Droguistas mu doutos e
d'oma instroegao profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lan-
ga e laboriosa pratica.
A sua composiclo ji5o consiste d'um sim-
ple extracto d'um s artigo; mas sica,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores ;
e estes differentes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta prepararlo, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composifao da Salsa-
parrilha de Brlstol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella* inteiramente
diversa de todas essas mais preparacoes,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cli por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE RRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcanzado por aquelles
que acondicionam sua preparado em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Salsaparrilha de Brfstol
oonteem a messa quantidade igual porcSo
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamaito. Por-
tanto mui natural, que aquelles, que se
acham oceupados em preparar e vender as
suas produeces, em garrafas pequeas,
murmuren) e gritem contra os nossos fras-
cos grandes- proclamando, que a nossa Sal-
saparrllba de Ui:>lol nao possue a
menor virtude ; porm quo effecth aman-
te sao clles pastos em silencio, quando infu-
samos, mi simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certides e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILIIA DE RRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
difTerentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvcllo na
minuciosa escolha; c o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por OHtro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
?5o; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva contianca; que po-
demos afoulamente dizer aos doentes de to-
das as naces, e de todos os paizes, que na
Salsaparrllha de Brlstol. possucm
um remedio mais eflicaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por cerlo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das se?uintes enfermidades:
lo *#!* d i.ni
Marqoez de Olind o. 56, ha n eleqn* para
alagar de 18 annos d idada, apto para tata av-
V___________,_________________-
Pede-se ao Sr. sDbdeJegade da fregnada e
Santo Antonio, que fara eotmX tna ronlber, ataa-
>ia de um carrocetro rae mora oo caes ttlMM
em nma epebeira intitulada Cota da Onea, -pr-
sem o menor reapeito ao decoro das familia* ajar
all morara, larga palavroes iadocefs, i
repellida por algheth diz qoe as fnnlin 4o I
sio tao boas como ella, a V. 8. compela i
do exposto e dar toas acertadas previdencias ;
de que esse demonio, em forma de mulher, nnjs
castigada como merece.
Offereeo-se ral portogneza para asa e
pouca familia, preferindo e-irangeira, eottora
engomma com perf iqo : qoern precisar dirija-se
roa das das Floras n 8, easa terrea.
Arrenda-su pela festa nina casa sa V,
a tratar oo sitio da Croz no corredor e S.
- Precisa se alugar um preto escravo de
idade, paga-se bom angnel : nesta typogrannia
0 CIRLRGAf) DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientincar ao respeiu-
vei publico em geral, e aos seus dientan
em particular que elle mudoa o sea gafes?
Dte de consultas da roa Dimita d. 12 pan
a do Queimado n. 31 primeiro andar, cok
a entrada pelo pateo de P dro II, onda po-
de ser procurado para os misteres de sus
profissSo, todos os dias uteis das 9 bono
da manba s 3 da tarde.
Tambem previne, qoe contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, pare onde aa
idas serio precedidas de ajuste. EDe ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicSo do
seos trabalhos, o qoe ja e bem conhecido,
assim como as commodidades dos precon
Bartholomeu & C,
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Aluga se o lerceiro aodar do sobrado da
ra e-treita do Rosario n. 41 : a tratar na roa das
Triocneiraa o. 43, fabrica d* cigirros, oa as rna
do Imperadora. 4 ; e tambem aluga se ara excel-
lente coiioheiro escravo : a tratar na mesma roa
icima dito,
Nos bvxo is-ipuado declaramos ao publico e
ao renpeitavel corpa do oommerek), qoe nest dMa
rtf-solvemos arrapa.vi.nenie a soeiedade qoetiana>
m.)8 n ubero i' na do Rngel n 77 nne ev
ravasoh a lirra* icial de Rosa A Primo ftcJn
lo todo n actl"o <" p-si7i da casa acareo dosocie
Antoni Odn, le Senoa Barcells. Reeife t9 de
jetembro de 1870.
Antooio odnm de Sooza Raicetltt
Por procuracao de los Aatooio da Rtii'
_________ Joa Pinto aa fasta ^ I
Pretsa'se de ama ama para eotfcbar e eom,
prar: no Patseto Poneo o. tu, loja.
Sobrado para alugar
0 1 e 2 andar e solio b. 6 da roa do Duque
de Caxias : a tratar no Coraran de Ouro.
, O abaixo assignado scientlOca ao publico e
especialmente ao corpo do commrcio, q >e se des-
pullo como raixeiro da casa commercia dos Sr.
Bastos & Marti ns desda o lia 56 de ootobro pro-
timo passado ; florado os meamos seohores obri-
gadns pela entrega de sna conta corrate. Rectfe
i de novembro de 1870.
J. RorgM.
Am<\
Precisa-e d ama ama que s'aiha c.inhar para
casa de urna familia de doss pessoas: tratar u
ra do Viseoode haparica n. 8t, ont'rora do
Apollo.
Pga-se bem.
P"b> alague! de ama ama forra oa eserm para
eosmhar em ama easa de famn : lratar na rna
da Cadeia do Reeife n. 11, loja. ^^
Tinhn.
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nenosidaie,
Debilidade Geral.
Febra e Malignas e
Febre e Sezes
Biliosas.
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupfes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
taraento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pllnlas
vegetaes assnearadas de Brlstol,
temadas em doses moderadas em connec-
C5o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazera remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprenden) e lile-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; e
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacSes funecionaes,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo A C., P. Maurer
Vinho, Pilulas, Xahope k T:.xttj!w.
Ttr. -lURUBEBA 8IMPLSS I FBRR1 fliNOHO
(j! K0, POMADAE EMPLASTRO Da MM
anta inai iinaiiw por
PRTHOLOifltO & C
i iarmaceuticos-Droqi.;8T*s
PEAJiBlCO
s Jurubetn : Mli pltata b.'. racoabac.j
-oini> o iD!< pailerom !aici>. coo o n>lke
.:>!tsirueiite, ecumo tal af-plu-iila ao pa(!eciraen:ai
i i' aue itfo, bepaiiiei, aiinaw, temore* ittar-
i>'.- '. eapecialuicDle do otan, kfdrnpeaiaa, e:in-
**l, etc.: a a*Aociada ao ferro ato naa pataai
: re*, rblornses e falta de r.ec5traacso, deurraa
>n< dn estoma|o, etc., e o qaa diaaaos atlaHii
'-inamena caca* iraportaoies oiluta* mm oaaa*
pritparadoa i bem conbecidoe e aaado* adaa aav
ji'.!i..:iu.- madicoado pan a PorMfal. tm ta4V> .
aosaot dapoaiUM distribuimos antii al"
.iiiiltor fjnm coohecar a Jarmbaaa aaaa i
j; pct(*c.
1&f*k
AM4
Precisa-se de ama ama que saiba coziohar : oa
ras do Codorniz o. 8
= Precias se de urna ama pa-a trntar de ama
recamna'rtda : Ha rna Direila n. 17. 2 andar.
Precisase alugar ama preta para servico de
rna : oa roa do Fogo n. 6
Propara-s* slmogo ouhniar, tud i a gootti da
nessoa, prometteado se a-i.>. raocir-sde bo
preoof: qoem precisar dirija se aros Direita >
M. i* aodar.'
'Oflnrece-se orna umlh r brunos dt boa ara-
docta e meia idade. par.> f.t vmoMi aUtn
teniRis e lainbrm serval-.-: ije dirija
se rna Direita o. 81. '
F^itor pfi
Ainda.se preelsa de'oin fei!
sitio no Corredor do Bi-p n. 81.
P ira peqoeno
Alaga moa asa mt B-ia -viagew, moitc
fresca, com ooartos, 4 salos, cnlohs, e mais 1
quart* vara pretos, lera de freote 4 jauellas 1
traU-se na Soledadk- a. 80.
tle um evcn'ivo seguro e cerlo conlirl:
El a calvice,
e d e restaura forca e sanidade a peltn
da cabecat
Elle de prompto faz cessar a queda presa
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos etx
qualquer forma e posico que se desoje
n'um estado fonnoso. liso e maeio,
Ele fazerescer os cabellos bastos e coo>
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da caber;
limpo e livre de toda a esjtecie de casp..
Elle previne os cabelles de se tornaren
brancos.
Elle consena a cabeca n'um estado de boa
cura refrigerante e agradavH,
Elle nao demaziadaraente oleoso, gorth.
rento ou pe^adifo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
da ve I.
Elle o melhor e o mais aprasivel artigc
para a boa ronservaco e arranjo desca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo propro para o pos-
teado dos cabellos e birh?s dos seafco-
res,
Nenhum toncador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
0 CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformoiet
Acha-se a venda nos esuhelenmpntos V
A. Caors, I. da C. Bravo 4 C. P. Maure~
& C, M. Barbosa, Bartholomeu C, e en
todas as principaes lojas de perfiatnaria
e boticas.
ESCOLA PHARMACEPTIf A UE PARS
Hedalha de PraU 1860
UQUEUB
G0lfflR2L!2
DE
EXTRACTO DE ALaTIAO.
nico n-dieaincmo approaMb por latina aa
Hoy He* de Tranca, Blgica r bpanha coaaa a
axUbor preparado Iiulanuivi e r rjjiTrfT B
*da \C,VA DE Al.f ATHAO-
[Dei-.'f cradu$franilfi4,-tifHil litro t 05**, n ota tctktnt ptfmtma,
caia co;.....r de.)
. O u-o coaaa te eaiMpat*. #* tooarsMM e
Exigir firma ie milMr >
otirj Oaaaa <^ij
Rae Frairt-lM-f .;:. 1
Km PARB
Oaaoirm i na *.i- / ic^ir,
Bnkia, Silva LapaK ftrwaaiao, y;
"^%

Vi- ---lAat. rVrcio. e O.


~^m

*"*
:1

Diario de Pemamb^co Segunda feiw 7 de Notembro de 18W
0 salo de pianos e de
msicas
madou-se da rea Nova n. 58, andar, para a
roa da ,
Imptratriz n. 12, loja,
ende contina recommendando-se ao Illm. pu-
G. Wertheimer.
U
IVIERESSANTE COMPOSIQlO L1TTERKIA.
CONTENDO :
A noite do xtasis, o.-*^
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O raysteno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pele
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 2i000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Pectaa-se de orna ama para casa da pouea
familia : tratar T ruado 'Cajiga n. 1 loja.
_ luwttia-se terrenos do Prto~da~Madej^Ht
Beber A poc5o topagrapblca 'dos mesmb
terrenos, sna boa quadade para ptontacoes, como
se poder ver petos sitios netle j situados^ multo
os recommenia: os pretendemos encontrarlo pes-
foa Habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lagar, no domingos at
as 9 boras da amanha. ,
A ESMERAIiDA
MOFINA
Roga-se ao Illm.Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Naiareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a roncluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela lerceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fcvereiro e abril,e nala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
m ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o'senhor san
filho se achava no estndo nesta cidade.
PRECISASE
De um hoirwm, livre ou captivo, para distri-
buir pao ; e igualmente de urna ama qoe saiba en-
geminar bem cosinhar ; trata se ra do Vi-
gario n. 16,1* andar.
A luga se
urna casa terrea, sita na Capnnga, com sotao, co-
cheira, e om pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
O Sr. Sebasiio de Albuquerque Mello o og-
sdo a vir a esta typogrphia. r
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Raa do Trapiche n, 17, 1* andar.
Sacea por todos es paquetes sobre o bao di
Minbo, em Braga, e sobre os segantes lugares en
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
ValencA. i
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Visee.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Gastello.
t'on:e do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova 4?. Famelicac.
Lareego.
Latios.
Corilha.
Vascal Vapasso).
Mirandellx
Beja.
Barcellos.
AC
Igreja de Nossa Senhora o
Monte emOinda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senhora do Monte em Olinda, segando o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual S. Esc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforfos sea alcance, acontece
que o referido nao pode ser de prorapto
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem de ser tambera applicados
repararles e coacertos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extracto das ourras parles da lotera con-
cedida para o concert da sopradita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sup-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon
te "que se prestem a ajtidar com suas esmo-
las a cooctoso dos Telendos concertos ere
paracSes "na dita igreja de Nossa Senhora
do Moote, podendo para esse fim se dirigir
ao juix perpetuo
Manoel Luiz Vir oes.
0
j

.Z3DJ1
si
Traspassa-se o arrendamento do eogenho Com-
portas, sito na freguezia de Muribeca, com urna
das melbores machinas a vapor, comprada o anno
passado, destilarlo muito bem montada, excellente
cercado-todo de vallado, proporjoes para grandes
salras e orna legoa dsiante da estac,ao de Praze-
res. No caso do pretndeme fazer negocio com
os tres-asnos de arrendamento que falla e qnizer
comprar a safra nova, vndese tambero gadol
cavallos, turros e aiguns escravos, visto o aclua,
r-endeiro nao querer continuar mais em engenho :
a Iratamo meamo.
YVETOT
M-Roa Esreila do Rosario-H
Compra e vende roupa feita
nova e \ elha, objectos de
coeinba e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
N ica la Independencia n. i se da di
aheir.j sobre penhores de ouro, prata e psdra;
areeicsas. ja qual for a quantia ; e na naesm;
3f,:t .-- .? vende bjectos de ouro e prata
e igeal se Faz toda e qualquer obra de en
conu; todo e qualquer concert lendenu
* mes ii irte
Joaquim Francisco do Espirito Santo,
concordataria da massa fa'lda de Maia &
Espirito Santo, pede aosseuscredores o favor
te viremoumandaremreceberos rogamen-t
tos da Ia prestago de sua concordata; de-
vendo, para esse fim, drigirem-se ra do
Imperador n. 41.
GASA DA FORTUNA
Aos 5:O00$
Bilhetes garantidos.
4 FIN Primeiro de Marco (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e ca>as do costume.
O abaixo assiguado, tendo vendido nos seus
felizes bilhetes am croarte n. 2368 com o:000,
um meio n. Mi com 4005, wn inleiron. 1763 com
200tt->, e outras sortes de 1001 t- 40000 da
lotera que se acabou de exirahir (167a), convida
aos posuidores virem receher na conforaudade
do cosale, sem descont aigum.
Acbam-se a venda os enzes bilhetes garan-
tidos da i' parte da (otaria, a bonecio da ma-
tri' do Cabrob (168*), que se estrahir segunda
fsira 7 do corrate mea.
PRECOS.
Bilne'.e inteiro 60O0
Meio biihete :(KXl
Quarto 1*800
lio percao de 1005000 para cima,
iihete iofairo 5*400
Meio biihete 2,5700
Quarto 1*;)30
Manoel Marlins Fiua.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das prncipaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
Companhia Allianpa
seguros niarrtfnKW estabeleehia
B AAMWtCL ie j. :___:-~
US Jf
1 ''Win 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Bl. 2,000:000*.
Toma segare de mercadoriaa e dinoeiro a risco
martimo em navios de veHa e vapores para den-
tro e ra do' Ipiperin. Agencu ra do Cou-
mercio n 17, escriptorio q> Joaqnim Jos Gon-
calves Beltrao. ^^^^^^^
Ama
Precisa-se de nna ama para casa de ponea fa-
milia : na ra tova de Sanu Rita n. 73.
Ama
Precisase de urna ama livre on escrava para
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarros ra.
larga do "osario n. 21.
Acaba de sahir k luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
HA DEVOTA
JOREIRA DUARTE .

EL&
Tem a satisfacSo de participar aos seus numerosos fregaezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
3 estabelecido urna nova fabrica de cbapeos.de so, na roa da Cadeia do Recife d. 9, btje ra do Mrquez de Olinda, u
^^ onde acharSo os pretendentes, muito avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qualidades e por pre- ^
eos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado t
darem, sendo possivel suas encomroendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar- )&
w
maces as tazendas que a demora da Fabricaco e bem diminuta.
w>

m
NA ANTIGA E BEM CONKECiDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
-;-.
m
m
DA
^
%&
Ra do Barao da Victoria, esquina a Gamboa do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha seropre nm grande sortimeoio de cbapos de sol de seda, merm, alpaca, bretanba de Hnho branco e par- Qa
do e de algodo os todos os lmanlos e" feitios, aim da immesa porco de seda, mer.n, algodo e brim,
armages de todas as qualidades para satisazer qualquer encommeeda. A modicidade de seuspregos to conhecida
qae escasa de mencionar.
2^
% BIA DO
ORU \\
Cosinhero.
Preeisa-se de cm corinheiro. dando fiador : na
ruado Crespo n.), livraria franceza.
m
im
JSBc & bacarel <)ebo Tertuliano muden o
ge *eu p*criptorio para a ra das Crazes,
$B hoje Duque e Caxia, tasa d. 3t, Io an-
B dar, ond^pde ser prsearaia
da de pinados.
Na ra Iireita o. 133, loja de eora. ha
urna pejfoa que se enearrega de ornar
| aatMomba no-cemiterio publico, dande a ;
2 me:;ma pesroa todos os preparos.
Coriiiniano do Aquino Fonseca faz saber a
quem mtoressar possa, que se acha autorisado por
proeureo bastante de seu pai o commendador
Thomaz ds Aquino Fonoca para receber e dar
quitacao dos alugueis de me casas, e por isso
faz.constar que somenle elle o compotente para
e.^te m. Rt-cfe 29 de ootobro de 1870.
Trabaihadores
'Precisa-se de um ou dous trribaihadores para um
estabelecimento forro ou captivo : a tratar Da ra
do Rosario Larga n. 34.
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fczendas
francezas, inglezas, allem5as e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a esta
njvo arm?zem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rii.hos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos. RUa
DE
ARRCDA IRMOS.
O Dr. King mudou saa residencia e consulto-
rio medica oirnrgico para a ra da Aurora n. 32,
1" andar, oaded consultas das 7 as 9 horas da
manha e das 3 as 5 boras da urde nos dias uteis;
aos chamados devem ser por escripto e acudir a
qualquer hora do dia ou da noute.
Preasa-se de um moleque de IB a 20 annos,
que eja escravo para o servigo de casa de pouca
familia: a tratar na ra do Barao da Victoria
(outr'ora Nova), loja n. 32.
Precisa se de urna ama para cozinhar e en-
gommar : a tratar na ra imperial n. 101 defron-
te do viveiro do -Muniz, oa na ra do Rangel n.
7, taberna.
Curs'; re f^as.
Do Io de novembro ao ultimo de Janeiro faz se
no collegio de S. Pedro de Alcntara, raa do
Mrquez de Olinda n. 2 >, um curso de ferias de
geo;raphia, bistona universal,algebra e geometra,
rhetorica e philosophia para os exudantes que
pretenderem fazer exames em margo.
Joaquim Peixoto Filho,
Director.
liar da Victoria
antiga ra
\\jt
V
Cobranza
Urna pessoa habilitada enearrega-se de qualquer
cobranca esta praca ou fra delta, d liador a
sua conduela : quem precisar dirija- se ra da
Cadeia n. 46. que encontrar c >m qnem tratar.
AMA
Precisare de urna ama : na ra estrella do
SSosarto n. 28.
H. Oettli 4 C, de accordo com a maioria dos
seus credores, entregara sua casa commercial es-
labeiecida nesta cidade aos Srs. Keller & C, ne-
gociantes desta praija, para procederem a sua li-
o que ticam autorisados os mesmos senhores des-
de ja com plenos e Ilimitados poderes, limitndo-
se, porm, toda sua responsabilidad.; to smente
ao que recelcrcm i'm resnliado da liqoidagio.
PRIMEIRO E ANTIGO -CONSULTORIO
. HOMEOPATHI iO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-ao
consultar por escripto, no jue sero sa-
tisfeitos eom promptidao.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Barao da Victoria43
(Antiga ra Nova).
N. 41.
q5o se tornar massantef
Companhia Phenix
Pernambueana
*A directora da companhia Phenix Pernambu-
eana deliberou que os premios de seguros por ella
reahsados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de ceiebrar-se o contrato.
>P*rnambuco 11 de oHtubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambueana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
_____________________Luiz A. Seqneira.
Precisa-se alugar urna escrava moca para o
ryico interno de urna casa de familia : na ra
do Crespo n. 12. andar.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de tnelhor,
dirigida por babeis artistas, que
pela sua promptidao e perfeifo
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanos para homens
meninos.
, Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras qae ha
na Europa.
RUA
OU
V
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
1 MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
ODBcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenarlo das Dores de Maria.
Offlcio das SelefDores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Ca mo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joao Baptista.J
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Uro bonito volume encadernado.
20OO.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
Salsa parrilha
Cora ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
;ros.
Tnico
Corserva e limpa os cabellos.
Punas catbariea.
Puramente vegetaes sem mercurio ; cura se-
sSes, purgao e purifica ni todo o systema humano.
Vende-sef eflcti va mente em casa de Samuel P.
Johnston & C. raa da S9nzalla Nova n. 42.
Em casa de THEODORO CHRIST
ANSEN, raa da Cruz n. 18, encontram-ao
jectivamente todas as qrjalidades de vinhi
^orrleanx. Boargoime edo Rheno.
D. W. BOWHAK
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RUA DO BRM N. 52%
Pass^ndo o chafsriz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro balido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por preco muito reduzido.
A negocio de seu interesse se d-seja fallar
com um dos herdeiros de Manoel Gomes da Silva,
morador em N. S. da Gloria de Goit da cidade
da Victoria, na ra Augusta n. 31.
Hlarao daVvictorla
antiga na
N. 41.
PADARIA
UNIVERSAL
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do
Rangel n. 73, Io andar.
Ama
Precisa-se de urna ama livre ou escrava, para
asa estrangeira: a tratar na Capunga, Porto
Lasserre n. 26.
AMA
Precisa-se de urna ama para cozinhar em casa
de ponca familia : a tratar na roa do Vigario n.
9, 3* andar.
AMA "
Precisa-se de urna ama para fazer o servfco de
pequea familia, quai se dar bom ordenado ;
rna de S. Jorge ( outr'ora Pilar I n. 138 1
andar. v
AMA
Precia-3edeumaama q
engommp para urna pessoa : na ra flo Tores n.
Ib, 2* andar.
'D. Josepha Francisca Pinto Rigueira Ramos, ha-
chare! formado Jos Maria Ramos Gorjao, Joo
Rulino da Silva Ramos, D. Lauriam Maria Ra-
mos e D. Anna fgnez da Silva Ramos, mai e ir-
mo-i do fallecido Antonio Maria Ramos, conster-
nados pedem aos seus prente* e pessoas de sua
amizade o caricioso obsequio de assistirem a urna
missa que por alma do mesmo linado mandam ce-
lebrar no convens do Carmo do Recife no dia
terca-feira 8 do corrente tuez, pelas 8 1|2 horas
da manha. stimo dia do seu pisnamento.
fara loja de relojoeiro.
Aluga-se parte de uraa loja, a qual sempre foi
de relojoaria, exisndo ferraraentas, bancas r ro-
do os precisos, para nada mais precisar d v le o
Eessoal; a localidide a melor possivel : ;i iru-
\r na ra do Rosario ti Si.
Precisa-se alugar ma escrava para s.ivico
dome-tico de nma casa de familia, paga-se bem ;,
quem qoizer alugar dirija-ce a roa da Croa d. GOf
qae ambara com quem tratar.
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavel publiw desta cidade e seus suburbios,
que acaba de estabeecer i;ma padaria in-
titulada Universal, ra das Tamarineiras
ns 3 e 5, no lug.ir denominada Jaqueira.
Tendo envidado todos os meios possiveis
para eoltoear este estabelecimento as con-
f^ *?\ ISS^I ^f^S T*T ^1 ffi S que havia e um eftabelecimento desta es-
pecie nos arrabaldes desta cidade, o abai-
xo assignado espera a valiosa protec?o de
todos os seus moradores.
Promette o abaixo assignado que s em-
, ?nS^^^^ radcal em ^ *e mo"'e ro pf Etca,idade D3S encom- 5K S^^to^ffiSr.i:
ir os seus, numerosos freguezes oeixa-se de annunciar todas as fazendas, para rinhas das melbores qualidades, sendo tndo
l feito pelos systemas francez, inglez, porm-
gosz e allemao, para o qne j tem contratado
trabaihadores estrangeiros, conhecedores
desses systemas.
Para raaior commodidade dos moradores
desta cidade o dos seus suburbios, o dito
estabelecimento ter diversos depsitos para
os artigos do seu fabrico em difieren tus
pontos da mesma cidade e dos seas arre-
dores, os quaes sero publicados em pr-
ximo tempo pelas circularas par calares di-
rigidas aos moradores dos arrabaldes.
FREGUEZIA DO RECIFE.
Ra da Cruz n. 13, confeitaria do Sr.
Miguel Ferreira Pinto. I
Em frente a ra do Vigario, armazem u 2,
denominado Novo Mupdo
FRECUEZIA DE SANTD ANTONIO.
Ra do Imperador n. 26, confeitaria dos
Srs. Rodrigues &. C.
Oude se encontrar pao, desde o mdico
preco de 20 at 200 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos,
tanto ni cidade como nos arrabaldes, recc-
bem-se encoramendas de bandejas para ca-
samento, partida ou para qualquer outro
m. as quaes deverao ser dirigidas em car-
ta- fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas eo-
commendas, as quaes serio entregnes no
lugar da residencia dos fregoezes.
Gustavo Adolpbo Wurffbain.
BRAZILIAN STEET
Rilway Company (Limited)
Pede-se pos senhores passageiros o es-
pecial obsequio de qaando arriarem as ve-
nezianas das portas dos carros, arreem
com cuidado, afim de evitar quebrarem-se
como est acontecendo diariamente.
Wittiam Rawlinson.
Gerente.
AVISO
Roga-se aos senbores passageiros o ob-
sequio de antes de embarcarem munirem-
se de bilhetes para suas viagens, como de-
termina o artigo 2. do regulamenio dest
companhia: nao se admittndo mais o re-
cebimento de diohiro dentro dos tren5.
Em todas as es^aces acharao os septfo-
res passageiros bilhetes a venda.
" trri.- r Geret.
Wiliah Rawlinson.
RUA DA CHUZ M, t
Chapas de ferro galvanisadas para telheiro?, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carriubos de mo.
Venezianas para janellas%
Machinas de descaro^ar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo..
Raanos, prencas, cofres de ferro, fog5es de ferro, enxofre, salitre limalha de
ferro e muitos outros artigos.
ROB LAFFEGTEUR
ffiff'a?^'? ao Ealiular> el alfaU)' eUe cura """clmente eaffaiw^riifS
alMesdapeTle, ImpUrn. alporca.. (.mores, aic.ru, .ama dr!
n^re^^d^Kmo6^ ^^ *-*" dSpart8' S ida **> *&
f^^^si^ mmcu ^^ia^
PILUIAS
DE PEPSINA DE
PHC.O 2 RUEieSTIGLIONE
par s
+: Na niJtdo Qneiaado n. % prefis.se'dfl
urna ama para councar para casa de fK>azeB'o!-
teiroi. '
lOtKHITO
ii
* L' **?"* **** ffBRRBA ct C. em Or***.
AVISO
Roga-se aos seoheres abaixo mencionados o ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda r do Barao da Viclofia, a hefotif fejhs diz res-
peito:
Jito Vlenlim Vilella Jnior.
Guilhprme Das dos Santos.
Joo Jos ds Santos Lima.
Jos Mgalhaps cnir hbrica. de ve. ,
Maria Fernades, morador ni villa dc>
'U
* .
*


J


Y
Diario de Pernambuco Segunda Ivir 7 de NoVembro de 1870.
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ

Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sortido, em virtade das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos arligos, abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CJJL^JlDO FRiflEZ
Botinas para seohoras e menlaas.
Botias pretas, brancas e de muitas outras core?, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais baratos do que em outras partes.
Botinas para borneo* e Meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e eecelhidas.
Botas e perneiras russianas.
Botas e peraeiras para manlaria, dae melhores quadades, de couro da Bussia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e canoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo'aiim de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para homens. -
Sapatos de entrada baiza de couro de lustro coro salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e ineutias
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas quadades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Mapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trfce, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lnbin.
MAO HA IIAIS ABEIIOSBAICOS
tollos da cabeci e da barba*, foi a nica a>
tida Exposii eonhecida superior s todas as prepar^rJeS^
ate boje existentes, sem alterar a artde. Vende-se a itfooo cada (raso
Ra da Cadeia n. 51 r andar.
seo na
CONFEITARIA
DOS
ANANAZES
Ra da Cruz n. 16

Encontra-se seinpre:
BOLINHS para cha; p3o de lo; bollo
inglez; pastis de differentes quaiddes ;
doces de froclas, em calda e secco, em
barrilinbos em latas.
CAIXINHAS com amendoas e pastilhas,
proprias para presentes; cha preto, miodo,
de superior qualidade ; latas com pecegos
a 1,J000.
AMENDOAS confeitadas: xaropes refri-
gerantes ; vinho Bucellas, branco e tinto,
proprio para mesa ; vermooth; absyntio;
cognac; vinhos finos, champagne.

ra de poncas pessoas
^^Ka ama fiel e diligente para
Apa : a tratar na piai do Cal-
<> Pasos n.'it.
se oh urna aura para eaa estrangei-
na r|a (la Iinperatnz n.
II
ATTENCAO
Predsa-se de urna ama forra oj captiva para o
servio intei no e externo de urna casade'pouca
familia : na ra Velha n. 66.
COMPRAS.
PAPIS para sortes,
para cubrir botos.
PRESUNTOS e fiambres.
ditos vendados
RECEBEM-SE oncommendas de bandejas com bolinhos, con) armacjo de assn-
car e sem ella; de pao de lo e bolos enfeitados com disticos e sem elles; e de ontros
muitos objectos proprios para grandes jamares, bailes, etc., etc.
Quinquilharias
ATTENCAO
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, mocadores de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas, brincos, pulceiras, botoes, correnfs e chaves de relegios e trancelins, tuda de
oaro de lei, correales e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para dislinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para collocar-se vistas, moldaras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas do viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cotes, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes,' escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joios de domin, rodetes, bagatelas e ontros diflerentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para perlas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessautes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pravas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
Upetes do vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e peqneno?,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos. berens de vimes para crancas, sapatinhos e
toucas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condujir enancas passeio ; e
outras muilas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a mas?ante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados era diversos paizes da Europa.
Jos Joaqaim da Costa Maia, tem venda do seu armazem, sito no largo d<>
Pelourinho n. 5, os objectos segointes, e que vende por precos mais commodes do
que em outra qualquer parte : v
Oleo de linbaca.
Couro de lustro.
Saceos de estopa.
Estopa em peca. \
Vinho Bordeaux em caxas.
Feltro em peca para forrar embarcaces.
Encerados.
Telhas de ferro galvanisado, de differentes tamaitos, para cobrir casas.
Ferro liso galvanisado para forrar embarcares.
Pregos galvanisados.
Cantara de Lisboa.
Dita soleiras.
Dita marmore. .j
Taboas de marmore de differentes grossuras.
Ladrilhos de marmore de differentes cores e tamanhos.
Ditos de pedra de Ansam, pretos e brancos.
Tmulos de pedra fina de differentes tamanhos. \
Pedras para lavatorios.
Taboas de louza.
Pias de louza para cosinha.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral
verificando as qaalidades e os precos baratos de ditos
reitura e de conta propria.
que continu a visita-lo
objectos por seren: vindos em di-
ER1CAN0S
t


CILYNDROS PARA PADARIAS
Tendo chegado ha poucos dias completo sortimento dos melhores e mais
conbecidos cylindros americanos para padarias, rogase s pesseas que d'elles precisa-
re m de virem vel-os ao grande deposito do
BASTOS
OJA 1K% MACHIIA
OUTR'ORA RA DA CADEIA

lSH3<8,

M.1 DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunta Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti- |lk
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos- xL
fcivel. j&j
, Todas as joias sero garantidas ouro de lei, pois os seos donos tendo em ^
j vista o. adquirir freguezia nao olvidara, vender bom e por preces os mais -S^g
i razoawt possiveis. ., sm
Convida-se o publico a vira este osabeleciraonto, certo de qae ficara ^jp
sasfeito.
Ei8?A0 BELLGG
f.PFfiOVACO PELA ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA
ero 27 dezembro de 189
E' sobretudo s suas propiiedades eminentemente absorvehte?,
que o c'nrv*o dr iteiioe deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente conlra as affecces segurles;
GASTRALGIAS
DYSPEPSIA
PYRCSlS
AZIA
DIGESTES DIFFICEIS
DORES OE ESTOMAGO
CONSTIPAQO
CLICAS
DIARRHEA
OVSSENTERIA
CKOLERINA
mOBO DE E3PBI60. 0 c-arv*o de Beuc .tburbpHtlett;
toma-se astea ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
Pastillas. Gcralmonte o bem estar sente-se logo depois da9 pri-
meiras dosos. lina informacao entensa acompanha cada vidio
de p e cada caixa e pastilhas.
Bposito em Pars, L. FRERE, 19, rae Jacob.
Vende-se Da pharmaria e drogara de P. Maurer A C,
ra do Baro da Victoria n. 17
I
PARS
I
./id*
i
PARS
pars
\
A' MAO DE OURO RA DO CABC N. 9 A

-*a,
Compra-s a collecco
do Diario de Pernambuco de
Janeiro a junho do nno d^
1866: nesta typog pohia se
dir quem compra.
Lom muilo maior vantagem corapram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras venias: na
loja de joias do Coragao de Oaro u. 2 D, ra do
Cabug.
COMPRASE
am portao de ferro, ama sulctra de jiedra cum 13
palmos : na ra b.iga do Bosario n. li.
Couipra-se urna c.l-
lecca de leis provinciaes
de Pernambuco- do anno de
1866 : -ne-ta typographia.
Compra-se urna porta, que tenha tre-
se e meio palmns de altara e seis de lar-
gura, que seja de amarello, e qoe esteja
em bom estado; uesta typographia se
dir
i
So armazem de Mills Lalham A C. : na m.i -a
Cruz n. 38, vndese :
Lona tra de 30 Delegadas. '
Dita estrella de 5 dita*.
Saceos vasios para assocar.
Sellns silhSes e arreio?.
Vinho de'Dordranx Ik em caixa.
Sabio in.lez em raixa.
tSah.-neie's Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras d< superior far
Jelo barato preco a cima inJicadof na rti
la Madre de Dos n. 7.
Cal nova de Lisca
chegada ulli nargenie peln paiacbo Principio, vm-
dem Canha Iimak 4 C, ra da Madre de DeL-
n. 3i.
VrNDAS.
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa das Cruzes n. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de roelhor ha no mercado,
por ter recebido maios dos gneros (iescripto
pelo ultimo vapor.
Macaes, peras e abacacbis.
Chocolate de l a 1|800 a libra.
Especial oanteiea ingleza e franceza.
Hortalices para sopas denominadas Jnlienne, que
substitue perfeitamente as mais fresca* ervas.
Queijos flamengos o que de melhor se pode de-
sejar a 2800.
Caixoes de doce de goiaba a 800, l{, i200 e a
I800, dito m latas a U e 2o00.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
propria a 320 ra. o m.150 de urna libra.
Velas siearinas a 300 e 640 r?. o ma^o.
Bolachinhas de todas as quadades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilhs francezas e portuguesas.
Vinho de todas as quadades.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem, em
saceos grandes, a orf.
Especial e aromtico sabo de familia a 00
o kilo.
A 8^000.
Vendo-se.borzeguins francezes, obra gaspiada e
muito b'oa, pelo diminuto preco de 83 ; venham a
elles, antes que se acabem : na ra da Cadeia n.
50 A, loja de miudezas.
TJUW mu i c,
Tem venda era seus armazens. a!m de cutr s
arMgos de seu uego io regular, os seguintes, qu'^
esto vendendo a precos mais baratos que cm ca-
ira qualquer p?rte :
POHTAS de pinho almofadadas.
FAHELf. em saceos grandes ;i 34^80.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEIRAS da India para cama e forrar sala--.
CANOS de barro frnce> para esgotn.
CESSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as quadades baixc*
precos.
MACHINAS de descarrear algodao.
RARHIS grandes com pe'ixe da Sueeia.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos (jara forro de carros.
FOGOES americanos muito liuos e economice?.
VINHO 'le Bordeaux em caixas.
COGNAC superior de Gautier Freres.
MILHO de Fernando a 3 o sacco
AGUA florida;
RARRIS de nrne salgada de porco e de yacca
Jorge Tasso vende o eu magnifico sitio one
reside i-m S. Jos dn Manguinho, eaprichoami
plantado, anuadi., corn jardins, carramanchi'-.
agua poiavel etc. etc., que satisfaz o gosio mas
aristocrtico : para ver das 9 da ni.inhaa as :; da
tarde e para tratar com o corretnr Gon^allo Jo
Affonco na prara do Coromcrcio, ou na ra do
Amorim n. 37.
Vende-se
Urna chapa pura olPcialato da Ordem da Ri -a.
muito em conta ; na loja de oi;riv.s, na ra i 1
Imperador n. 30, dcfr.-nle da casa do tribun.V
rea gao.
, VENDE-SE
No povoad dos Montes (Teatbeta) estac'io de
Una, 1 padaria eoni iodos sus uteumlios, enli
do neste numero um cilindro ame; cano e ontr >
para trabalhar com cavallo : qnem pretender
comprar denja-se praca de Maory casa n. 2.
que achara com quem tratar.
ATTEN
Vende-se urna taberna com poucos fundos pro-
prio para algum principiante e tambem se vende
s armacao : a tratar na ra de S. Miguel n. 34
nos Afbgad.
ou aluga-.' os armazens que foram occopa
com a fabrica de sabo e dasUlaco .lo Sr. coronel
Franca, na ra da praia de Sama lita nova, es
quaes ofTerecem pripoieoes para bem se mon
qualquer fabrica de grauje ostabelecimeno,
a grande vantagem para embarque e desembar-
que : a tratar cora o coioiuendadu- Tasso.
Vende-se

Vonde-se um piano moderno de muito bias
vozes, e dj autor mais afamado : quem o preten-
der dirijase ra larga do Rosario n. 21, primei-
n andar.
Vendem-33 terreno proprios para tdifica-
Co, sito* na* ras da Tambia e da Conceicao, no
bairro da Boa-vuta : as pessoas que os pretende-
ren podem dirigir-se a ra do Hospicio n. 34. so-
brado, onde acharo com quem tratar, das 2 ho-
ras da tarde por (liante,
LIBRAS STERLINAS.
VeDdera-se libras sternas
de Olinda, scriptorio n. 49.
na ra do Marqutz
Na ra do Payssandu' iChora-menino), ca>a
n. 9, veude-se um piano de mesa por preci eoD-
modo.
Vende- e a taberna da ra da Senzala-nova
n. 30, propria para qnalquer principme : a tra-
tar na ra da Seozala-vlha n. 80.
a taberna sita no boceo da Carvnlia n. I, atq
da ra da Aa>ump5o, mnito afregoezada : a tra-
tar na veara. O motivo de vender se se dir .. 1
comprador. Aeafa te comronidos para familia.
Frinba d- mandioca de Santa
Cathaniia.
Ha para vender da muito ova e superior
chtgada recentemente pelo patacho Ara
e barca Sonta Mara ; por preco commoti .
a bordo dos referidos navios fundeado* de-
fronte do trapiche do Exro 5'". bao d 1
Livramento ou en3o para testar com Joa-
quira Ju^ Gouv- Ivs B^:tr>. uo seu es-
eripiorio ;i n.a do Commereio v. 17.
Vende-m DDia linda enlea : na eoeheira
nfflcina de ferrador i raa i Imperador de Ir
de S. Francisco >e dir quera v 1
De diversos Tgarrafadores, vende-se no arma-
zem do Jcao Rosa na Trave:3a da Madre de Deus
n. 8.
Vende e o hotel da ra etreita do Rosario
n. 19,o qual tem bastante fregaezias ea;ha se em
urna boa locadade : a tratar no mesmo hotel.
SITIO.
Vende-se um sitio no lugar Carcomas, fregue-
zia de Muribeca, tendo o mesmo 180 ps de co-
queiros, e muita trra para plaotaeoes, e viveiros
d'agua doce : quem pre;i=ar dirija-se mesma
freguezia, Venda Grande, a tratar con a Sra. D.
Maria Francisca da Paz.______________
Excellente doce de caj em calda.
Vende-se maito bom doce de caj em calda e
por preco baratsimo: no pau do Paraizo n. 14,
taberna da Estrella.
Vande-se a eoeheira da ma do Sol n. 27 com
carros e cavallos, muito barato para acabar, por o
dono ter de se retirar : a trata: na mesma ou na
roa do Rosario Ja Boa-vistan. 06,em Trente ra
do Arago. ______ ____________
Vende o* urna m; di 1 >l'ra en mu 1
bem estado por e-tar n lo Mo id
na Roa-vifia n 8.____________
Venoe- o hotel da ra -tei d I Ros
n. 19. o qaal ten iia.-tr.uie fregnetii e aeta-se em
ama boa locali Jade : a tratar ntt mesrao hoiel.
Calcados inglezcs
Borzeguinsingleze? de sola grosa taxeaoi pai 1
homens a 7500 e a 8 o par : na loja de calcad
da bota de ouro, na ra da Cruz n. 21, sobra io
amarello._______________________________
CAL NOVA DI LMOA
Yende Joaqnim Jos R3inos : na ra da Gnu
a. 8. 1* andar _________________________
Vande se um sobrado de um andar em Be-
beribe junto ap-.nte, com muitos coaMiodos, e
jaj de dnu mil palmos de trra para malhar,
com frente para a estra la e fundo para o rio : na
praca da Boa-vista n. 6.___________________
XAROPE
EPUMTI
ooD^GIBErVr
MEMBRO DA ACADEMIAdeMEDICINA
Preparado por deslauriers.ph.
Suc* DE BOU7IGNY-CUHAMEL
31 Ra de Clty Pats
O Xarope depura.,: vii iodu rado do Dou-
tor Gibert otfer*ce, no su empifgo, u;u
resultado bom, corto o eouslanle na cura
dtimpiyens,escrfulas, molettiasdaptlie,.
vicio do sangue, obstr nca'es /yrrrpkatica ,
molestias contagiosas {syphilllicos), leves
tu inveteradas, tt todo os aecideuta que
d'ellas dependem.
A recula deste \ -epe foi anprovndl
pela Academia i 1 ci] de Mrdirina de
Pari?.
Attenqo
Vende-se a armacao e pertences da taberna i \
logar do Terco n. 11, propria para qualquer prin-
cipiante^ cedendo-se ao comprador a residencia
do sobrado de um andar por cima da mesma : a
tratar no mesmo sobrado. ________________
Cal nova de Lisboa.
Vndese na ra do Barao do Triampho, outr'o-
ra doBrum n. 80, armazn de Pereira da Canta
Irmaos.
Deposito as ;
Brasil.
em Pernambuco:
Martinbo da Cr
cbicao Bravo
BartholOmeo e
Abre o RiaatRO;

phai
\'G
IAt 'M
l''AhiAelnMo.
iba


- Segunda feira,7 de Noverabro de 1870.
/

I

BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
Mil
DE
PEREIRA DA SUVA & C.
Neste imorrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, am grande e variado sortimento de fazendas do mais
aparado gosto e todas de primeira neessidade, qne se vender mais baratas do que em ontra qualquer par), visto qne os ho-
tos socios desta firma, adoptaram o systema de s venderem D1NHEIRO ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
a ganharem o descont ; as pessoas qne negociam em pequea esca'a nesta loja earmazem podero fazer os eus sortimeatos
pelos me*mos precos qne compram as casas nglezas, (importadoras) e para maior commodidade tas Exroas, familas se daro
amostras d todas as fazendas, ou Ihes levam em snas casas para escolherem.
PARA NOIVAOOS CORTINADOS, COLCHAS. | GROSDENAPLES PRETOS
Chpgou para o Bazar do PovSo um gran- Ghegon para o Bazar do Pav3o um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdenaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qne tem vindo ao mercado, qne se
qne se ventiem de 103' 00 at 205000 o veodem de 40600 at 55000 o covado ;
par, a-sim como o melbor damasco cem 8 s3o todoa moit em conta.
palmos de largara a mitac5o de damasco MANTELLETES DE FIL
de seda, proprias para colchas, e propria- No Bazar do Pavao vende-se modernissi-
mente colchas de damasco, sendf os melho- mos mantelletes ou basqoinas de fil preto, i
res e mais bonitas qae tem vindo ao mer- om laco, pelo barato preco de 10*000 ca-1
PECHINCHAS
DO

20 -- Ra da ImDeratrtz 20
Acaba da ehenr para a io]a de fazlOa fiass
denominad ^a Vwle de Paris, um grande -sorti-
meolo da laundlB linas, roo sejam : corles de
poil de efevre com listras escocezas denma e duas
saias o qae ha de mais alta novidade, ricas pope-,
linas de seda, granadines, las escoeezas, alpacas,
bareges, etc., etc., e nm completo sonimento de
chita, madapoloea, eambraias brancas e de cores,
ergaadys wnbraia imperatriz, e outras maitas
fanDa'", tndo do que ha de melbor neste merca-
do, que tndo se veDder o mais barato possivel.
.Chamamos a attengo do bello sexo que qolzer
andar na moda, e ao roesmo lempo esperamos a
mj proteccie. Maoa-se levar em casa das
Extra*, familias todas as fazendas que nos pe-
dhKSk
20-RUJ DA IMPERATRIZ20
Farf & .essa.
i
cado.
TAPETES
Cbegoa para o Bazar do Pav3o o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em ontra qaalqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado BaiardoPavJo encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodSo edelinbo,
para todos os precos a qualidades.
Geronlas de linbo e ahjodSo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita? de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguas
De todas estas roupas ha para todos os
presos e qnalidades, e tem de mais mais
nm perito
Ra da Imperatriz 60-
Para Tender depressa
da um, "barato. LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
ALGODO ENFESTADO PARA LENCOES. A 500 RS.
No Bazar do Pav3o vend-se o melbor al-' Cbegoa um elegante sortimento de las-
godSoiinho americano entestado para len- 'DDa8 do Japao, com padrbes de seda e de
ces, tendo liso e entrancado por preco .muri boa qnalidade. que se vendem a
muito barato. 1300 rs. o covado. pechincha, no Bazar
ESPARTILHO. do Pavao, raa da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pavo recebeu-se um elegan- poupelinas do japo a 15600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melho- Cbegou um elegante sortimento de lin-
res espartilbos, que se vendem por preco dissimas poopelinas Japonezas, com os
mnito em conta. mais delicados gostos, tendo muito lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS com lisirinhas de seda, sendo esta nova
O Bazar do Pavao receben um grande | fazenda cuasi da largora da chita france-
sortimeato dos melbores panDos de croch, za e vende-se pelo barato preco de 4)5600
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
e aceio qualqner peca de obra a capricho
ou go te estabelecimento todas'as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor ; e quando qual-
qner obra n3o ficar ioleirameote ao gosto
dos regnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegnu para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottimento de chales de merino de cores
muito bons com padroes muito decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se Dor preco muito em conta.
TOALHAS A 7,5500
No Bazar do Pavo fezse ama grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a 1125000, e li-
quidam-se a 7/ 500 a duziajou a 640 rs.
cada urna, boa pechincha.
CORTES DE CHITA
a 35200 a 35840
3*520 3520
35840 35200
No B'zar do Pav3o vende-se cortes d fi-
nsimas chita* com padroes claros e esca-
ros, tendo 10. H e 12 covados; sendo fa-
zend* que vale raoito mais dinheiro e liqui-
da se pelo preco cima para acabar, na roa
da I-np vratriz n. 60 Bazar do Pavo.
BRINS DE CORES A253C0 e 35500
Vendem-se modernissimos brins de linho
de cor com as cores fixas, sendo o co te
de c?lca a 25500 e 355CO e em vara a 15003
e 14600, pecbincb?. no Bazar do Pavo ra
da Imperttriz n. fio.
CORPINHOS BRANCOS A 35000
No Bazar 'lo Pavo vendem-se corpinbos
decam.irau braneos bordados, sendo fazen-
da qae sp'oore se venden a 85000 e 105
e liquila-se a 35000 por esiarem um
povi nl'ratidos. peemncha, na raa da
Impe-a'riz n. 50.
FU-TES DE COR E BRANCOS
Vendco-se bonitos fnstss brancos e de
cores, roprios para vestidos e rcupas de
meninos, seido de cores a 800 ris o cova-
do e bracos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bizar do Pavo raa da Impe-
rairiz n. 00
CHITAS BARATAS
5 IGU ris.
a jf!) reis.
a 200 reis.
Ven! m- chitas largas com mnito bons
pann<'< e r >* fisas, pelo barati preco de
20f i .vi ido ; cortes das mesnascom
10 :-.; i iww,e pechmcha, no Bazar
do PivS'i. .
AS C\SS\S DO PAVAO
O" i a 200 ris.
< no .eis.
a .i'> ris,
v n i ... mitas cissas de corss miu-
din i ito preco de 2'M) ris o ci-
pe*
P'
v i
70
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sai i
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1 MAS A 1000, O METRO.
Pavo vrto\:--,t boniti >+
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proprios para cadeiras de baranco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos -vendendo-se por
menos do qae em qualquer parte.
PARA LENC0E3
No Bazar do Pavao vende-se snaerior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linho cora
mesma largara a 25800 cada metro, pannos
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como um grande
sortimento de Hamborgo ou oreguellas de
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do qne em ou-
tra qnalqner parte ; aproveitem*
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalhado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 15600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor qne tem vindo ao mercad a
35500 o metro ; todo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 45500,
No Bazar do Pavo vende-se bonitos cor-
les indianos com duas saias pelo bara-
tissimo preco de 455.JO cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinbas i retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e nglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantes, bombazinas, qae 69
vendem maisbarat) do que em outra qual-
qner parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Pavo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 6-5000 cada nm.
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 85000.
Vende-se um esplendido sortimento de
finissimas cambraias victorias, por precos
mais baratas do qae em ontra qualquer
pari, eodo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750J0, finissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liqoidam-se por este preco em relaco a
nma grande compra qne se fez no Bazar
do Pavo.
BABAD1NH)S
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de entr*m9ios largos e
estreitos, qae para acabar se vende moit
em conta e mais barato do que em outra
qualquer parte.
SEriNS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se ura sortimen-
to completo dos melbores setins e grosde-
aapies de todas as cores, que se vendem
nuito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toalhasdo Porto com labyrintbo,
proprias para rosto, no Bazar do Pavo
ro* da Imperairiz n. 60.
Colebas braness 35210, 35300 e 75900.
Pa-a o Bazar do Pava chegou nm grande
sortimento das melbores colciias i.retas,
sendo das melhores e tais acor jadas q-ie
t-m vindo a 7500O, ditas u-o ^ouco mais
baisa 35500 e ditas 3520>; tamb-.ra n*
diezmo esiabeiecimeato. se ven e umgran'ie
sortimento de crtones e chitas proprias
p-ra colchas que se -enl^m ruto em co.it!.
Sedas de quadrinhus a I52S:i a* cralo
v i'd'e m elegante sonimento de seda
i ib" con liadssimas ores, para
''' ''''o-e roupas h meninos, e vendd-se
i 1 .80 c.\h cado; pecliioctia no
B./.- d. p.-o.
W"! o!S) enf -stad i pe 35400.
' s- pecas ; o> 11|) i >-6 fit-'o
~ *! i> -o" % > 0 e 3550 i
Bazar lo P.v. raj &
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cada covado, no Bazar do Ha'5o.
AS POUPELINAS DO PAVO A 25000, O COVADO.
Chegou para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratissimo preco de 25000
cada um covado, assim como ditas com
gostos escossezes a 25400, pechincha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25OOO
Chegou un elegante sortimento do boni-
tas sedas de listrinbas, com as cores mais no
vas qua tem vindo aa mercado e veudem-se
a 25000 o covado, na roa da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 25000, a 25000.
a 25500. a 25500.
a 25000 a 25O0O.
S no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitissimos cortes de vestidos
de phaotasia com lindos gostos, sendo fazen-
das traparentes com delicados bordados e
listras qne a nao ser um grande pechin-
cha qae se fez na compra seria pita roaito
mais dinheiro, e liquida-se a 25 e 25500,
unicamento no Bazar do Pavo.
LASIXHAS TRANSPARENTES A 400 BS 0 COVADO
Vende-se delicadas lasinbas transparen
tes com lislrnhas miudinbas. i iooittrjo de
urna s cor e muito brilanteg, pelo bara-
tsimo preco de 400 rs. o covado, oo Ba-
zar do Pavo
BONITAS LASIXHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com -liffa-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacis brancas lavradas, imitaco
de seda, proprias para vestidos de baile ou
;asamentos no Buzar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se ura grande sortimento de lin-
das alpacas lavractas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 610
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BABEGE^DE QCADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veudfl-se as mais lindas e moderdas la-
sinbas ou bareges de qaadriobos, proprios
para vestidos, tendo qoasi largura de cbita
frsnwza. e lquida-se a 640 r3. o covado,
no Bazar do Pavo.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s
cor com cores muio proprios para vestido
e reupas para creancas por ser orna fazen-
da de pura la e muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pavo.
CLACS A 15OO PARA VESTIDOS.
Vende-se um eleg.nte sortimento dota
nova fazenda denominada glacs seado nma
fazenda de lia muito larga e com delica-
dsimas cores,4endo tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato preco de 15,
m C3vade, no Bazar do Pavo.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se c -rtes te casemira ingleza de
cores para calcas tendo fazenda que vale
muito mais dhheiro e liquida-se a 75000
o corte de c*lca, no Bazar do Pavo a ra
la mperat-iz n. 6.
GRANDE PECHTNCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 45, 55,65, 85, e 105000
Vende-se fiuissimaa camb aa suissas, d
muita phoasia tendo 9 varas a 85500 e
10(000. Ditas hispo ,:om 10 jardas fazen-
da muito fna a 55, 65 e 75000. Ditas fi-
oisstnnas azubdinhas, qae v, lera muito mais
linheiro, a 85 e 105 K)o: t idas estas, cam-
b das, em relaco a qualida % pelos pre-
cos ac.Tia s> mais baratas do que em oo-
ln qualquer pjrie, no Bi/r do Pavr
CAMBRAI\ ALLHMAA COVI 8 PALMOS DE LAR-
ORA A 1*600, U E 21500.
veoie-.se fiuissim. cambraia braica irn
pa rato con 8 palmos de largar.,, que fac
Iim me rm vestido apeoas cm l
varas e li^niJa-se a lt;600, .5 e 25500
vara fveo.la qu^ le muito mais dinheiro
h peclin.chH oo Bazar do Pa3.
CAMBRMA TRANSPARENTE
Peca a 45oO0
V^Qd-se muUa fiog pefa8 de cambraias
.i;jcms transp^reoies, traitoS l,i tarasca-
ba piga e c>m um vara de largara a 45
V, of.-.b'ocba, uo Bazar |.i Pavii
A! ra da Imperatriz
n. 60.
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QEIMADO)
Receben 9egunie :
Espelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, eharateiras e port-cigarroa de maitt
qualklaalBs.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costara com sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marQm coni o bocal de
prata.
Modernos peotes de tartaruga, sobresahiodo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodos toncadores com dnas gavetas e bm
espelho.
Port bouqaet, o qne de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de mnitas qnalidades.
Bons Ulheres para crianzas.
Vo9tnarios, cbapozinhos, toacas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalbas e fronhas de labyrmiho.
Chapeos e chapelina? para senhora, moldes novoi
e bonitos.
Cbapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as ponvulsSes oas
criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, raa do Dnqne de Caxias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos oa castanhos, receben a Nova Espe
ran?a a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, raa do Duque d
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, rna
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMAC1AR E A FORMSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAI
Poqos instantneos aperfeiejo-
ados por preqo muito commo-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prec,o, na
mesma casa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vendfl na rna da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins de
Rirro
Especialidades.
Contlnnam a achar-se a venda na ra Direita
botica n. 88, os raoi conhecidos e acreditados re-
medios de veame, e outros diversos raedicamen-
tSs fritos era Pars, bem como os xaropes'de co-
deina de Berth, de rbano iodado, de iodnreto de
ferro de Blancard e as pillas do mesmo, peitoral
ae cereja, pos de Rog, depurativo de Chable.
digital de Labellony, pilulas ou confeitos de bis-
malho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
prociencia quando empregados as doenc.is das
vas respiratorias, as dores rhenmaticas, na
araarellido, na falta completa ou irregolaridade
de menstrao, as diarrhas, doencas do coracao
e do estomago, tem sido e incontestavel, em
vista do3 benficos resultados das experimentac.oe
I uso que diversas pessoas delles teem feito, as-
sim como das pilulas denominadas bravinas in-
comparaveis era sua efDcacia nos acoramettimen-
tos febris ou seioes ; existindo tambera na mesma
casa,_alm de sufflcienle quan.idade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de/ li-
nhaca e piocis, que se vendem por menos do quf
em ontra Darte.
GRANDE NOVfDADE
JMM, ..S0*0!? a,AGUU BRRNCA, mato precisa scientiflear ao respeiUvel publico i
u;M!Jr?- ,a 8Ha 1ioa reot. &* immensdade de objectos qnenltiinaw
-.^if. JustamenteFquando ella menos o pode fazer e porque essa falta int
S?J5 "'i f Mp*-Da benvo,nci de todo que lh'a attenderlo e relevar*,
XSESX. Po 1 a dir,8,rea- bn coihecida.lr ja da AGUIA BRANCA i rna di
QMimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de srjperioridade i
qnalidades, modtcidade em precos e o sea nunca desmentido AGRADO E SINCERIDAM.
do que cima flea dito se conher* qne o tempo de que a AGUIA BRANCA poda
4isp0r, empregado apezar de seas castos no desempenbo de bem servir a aquelles qWa
honrara procurando prover-se em dita loja do qae necessitam, entretanto sera erains
rar os objectos que por sua natureza s3o mais conhecidos ali, ella reaumidamento indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis. ceaa
bem seja -
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicio de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cinto*.
Leques uesse objecto moito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melbor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
dita,
Touquinbas de fil, sapatinhos bordados criancas.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de
sempre melhor qnalidade.
LBrtos ws com pos de arroz e pinsel.
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Thesonras para frisar babadinhos.
Aspas para balJo.
Nevos stereoseopos com 48 vistas, m
quaes sao movidas por nm machimas*
urnas snbstituem as outras.
Vistas para stereoseopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados coa
podras.
Ditas de madeira envernisada com vigpo
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo d*
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprioe
para enfeites de mesa e de lapinhas.
3 0
N.3ARUAB0CAIIGAN.a.
I AGOSTfNHO A IRMiOS i
Com este titulo acha-se aberto inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qaalquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
A ARARA
ATTENCAO
Lourenco Psreira Mends Guimara"es, participa a todcs os seos devedore
tanto da praca como do mato, que estando Iqoidando suas casas commerciaes. o que
deve fazer ate o fim do correnteanno, por lsso roca a todos oseos devedores a virem
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seos devedore?, que
os que Do estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, provando isto se tara
o abatimento que for preciso para a liquidac5o de suas dividas, para isto poderlo di-
rtgir-se roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas, I bales de arcos a IdOOO.
1600 rs. Cortes de brins de cores a Vende-se baloas de i5 a 30 arcos a i6
ifl.00; cortes de gangas para calcas a 1,5, e 10500 cada ura. Cortes de cassas em
i" preta para calcas i papel a 2iJ50' cada um, para liquidar.
Bramante de linbo e algud5o cem 10 pal-
I4CHIN.4.S PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22 carnbiro
vianxaum completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes estSo em exposicjfo no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qui-
lidade, e tamb^m ensina-se com perfeica")
a todos os compradores. Estas machinas
s5o iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
reiras diariamente, e a saa perfeico tal
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentara-se trabalhns executados pelas mes-
mas, que muito. devem agradar aos preten
denles.
Vende-se
urna iiim: braita mai-hia* de
costura propria pira qualquer sea&ora, doto, che
aada ha p mcos (Las do Ri.i de Janeiro, no Corre-
dor do#8ispo o. 55 Na mesma casa troca-se ora.
unda imagem de Consto ora iodos os perten?e>
Je prata, o preeiai-ae a lugar urna prela que -aib4
vender na rna anda nmmo qne seja ae ida I,!.
com lamo qu seja nsl ; tambera na aroma easa
vende se xarope ila y jut Unas u molestias d
-lolmao vmlo do mUo, e enRonnraa-so raupa de
bomeme senhora enm tuda a o^i fei0 '
ATTENCAO
iM
i. 60,
9 da ndute.
c^ua
constantemente aberto
Vende-se a taberna do pateo do Carmo n. 13,
na esjuioa do bacco d* Bomba, oiuio afreauen
la para a trra e para o mato, com os Faudu-
existentes, e tambem em elles, a vjulade do o> pra lur, o twn commodos para morada dos eaivi
ros e coiinh : o* pretenieotes podara dirigir se
a mes.na tiherna. quw achuro ,-., S. to&etn da ra do linp,ral.ir u. i5*s-
tao para se ven^r dons burro, he,-.panhas qur
desembarcarara ka .i..us dias, mnio grandes, bo-
nitos e nu*tw. pripri. pira crusaaiento de raca :
aera os prpteirter dirija se ao escript .rio de|E.
R. RabUo 4 C, roa do Commercio *. 48.
35500,1$, H e 63000.
Crtes de chitas a 2:300.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
a 25500. Ditos de cassa para vestidos a
5500.
Pechiniha a 43000.
Vende-se pecas de algodo a 45, 53, 60
e 73009.
Para liquidar a 3500.
Pecas de madapulao com 12 jardas a
3500. Ditas de dito com 24 jardas a 53,
0, 6,5500, 7, 83 30 K).
LIQUIDAglO.
Pecas de algod siubo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
(53500 e covado 160 rs. pira liquidar.
Cuitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pepas le cambraias victoria, fi-
nas a 63, 605OD e 7J000.
E' imito barato.
Colarinho* de papel a 240 rs. a du-.ia.
Crtimds para janellas a 53000.
Vende-so cortina os p*n j mellas a 53
o uar. Brim pardo liso para calca de ser-
vico a 500 rs o metro.
Cortes -le percales a 65000.
Veade-se cortes de percales de duas
saias de bonitas barras a 65000.
Ciertas de cmia.
Vendase a t>0J, ditas ditas eocirna las e Hflmisjadas a 35390,
litas forradas 53000.
Gingas oara ctlca< a 280 o c vado..
Bri u da listra ao lado para alcas a 400
rs. o covado.
mos de largura o 13800 o metro,
fanoo de linho a 760.
Vende-se bra nante de 10 palmus de lar-
dura propriopara lences a 23800 o metro.
lencos de seda a 80>J rs.
Vende-se urna porco de lencos de seda
a 800 rs. cadi am,
Cbales de cnssa a 15000.
Vende-se urna granoe porco de chales
de cassa a 15000 cada nos, para liquidar.
Fusto a 360 rs.
Vende-se fusiao de cores para vestidos
a 360 rs. o covado.
Algodo enf esta io a 900 rs.
Vendj-se aUodo enfestadoparalenco.es
e toalba a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 13200 o m'tra
Gaales de merino estampados a 23000.
Vende se cuales oe ..erui estmpalos
com barras a 23, 5300 e 33 para acabar
Gran le porgo d* retalhos.
Vende-se grmde porc,i) de re/alhos de
cissas e cbttas a 240rs. o covado.
A festa est na porta
Roupa fe la encontrar o
Por prrtcipho razoavel
Todo se enroapar5o.
A SABER :
Liquidae. Je ronpi feita.
Venle-ae ^ ituts da .Tinsiano de ltnho
propiio para anda." >-m casa a 15300 ; di-
to; de g.mg a 2$!k>u ; ditos de meia ca-
teraira i 3.(000 ; 'itos. do alpaca de cor
33500 e 43 .00; duos de panno fino
prto 163, 8 i I0JOU0 ; ditos de case-
85>o0 ; coiletes
! miras de chAm
L^nco> areos a 300(3 a Amia, para B-jde cassi(ieta< ds e-rw, a irJS00 ; Utos de
l'iitar; grnde porgS) de mantas para.bri.u -ia q.:aJiij'ios 1 15).0; dts dn a-
^r- atas a 20i r*. adi ora* pira liquidar, isamiras de ere, a 23 00, 33 e 45000.
Cassas fnncezas a 280 rs. Calcas atoes p-ra e-.-ravo* a 500 rs.; ditas
Vnd'j-e cassa- fran ;mm pira vestidos i de aigolSo a 8 o 320 rs. o tovadu di brim parlo a 1 ><>)>, 2.e 2tf5'JO ; d-
te cores para vestidla 400
Or/iodys
640 .) cavilo.
\ iac- di c-o-as
60 r- i .
Laas .'.. .
rs. ) c .!
para vestidos a 500 e
tas d" dtt. bne" i li'io a M-500 e 43 ;
diia> Je .',ts<'--i' oras a 53, 6} 7Jt
e 8500'): ^.aisa. oe lita a I00j ; di-
tas de slj idaVsiuo. r .prai pira o sW-
idos a 320, 400 e HiO ip por ''' r*> a **Bo ; Jitas
de masa ina a IJ30 > <-. P xa liquidar
O prMiiatario da foja deoomina-ln Aran, deciara ai rsaeitavel pabltco e \
eos /rei q monir-sa de
Doas r.aenas o.w poaco Janeiro techa a o!nda'a de' 72, desd > as 6 oras da maobia as 9 da acate.



/
V

f
I
I

Diario de Pernambuco Segunda feira 7 d Novembro de 1870.
ar-
K* do.Imperador n. 38j
mazem do Campos.
/, o propriefario Ueste esUbateeimento teta se
esmerad em fazer reunir era sea armajem uid
Minete 0 Triadi?rmo ortimaoto de'geperos
"e*llti08i
Ni fe pcp5e a deseraver oroinalmenie todos
os gneros comidos eiu tea aranzera por sa tur-
nar de mais enfadonbo.
"Garante jmente, (rae sna norma de ha mailo
tempo /ender po por pao e queijo por qneijo
Avisa especialmente aos fumantes, que recebeu
de sua especial encommenda urna factura da cha-
rotos ^perfores de 8. Flix da Baha, das seguin-
arcas : exposico, marquezes, nonnas, ama-
dores, e paraguayanos.
Venbam todas as despensas d< arrabaldes e ti-
fiado supnr-se de gneros de primeir.i quaiidade
OBIZARMMODA
f* Jos de Souza Soares & C.
RA DO BA RAO DA TFTOBIA
An ( OTR'ORA NOVA)
zeXsSfinaTn:,rI?e^,n|!'rPb0Z^d ,qU> Pd6 haVer de maS he e aKra(lavel em fa~
Paratomens e^eSs^ "^ de alta mcda 6ID Paris ^ P hon. como
QeeZbarLqSrpa SS?" eSP6C"' Varedad8 *'fa^"'*^P'"-
- GRANDE SORTIMENTO
beis comsp^^es!CeLd0 ^ *** $ Pa d rlSf r?^l femC,0Qta ,e mBi'&* I* em pregada do estabeleciment fareridas
a cjsa^ Ljn^ainihas am demelnor eseolherem o que desejarem.
im-w
EUCONIBi
NOVIDADES
DO
Acabam de sahir a luz asse-
guintas pecas para
limalinda valsa 'Arditi
Ideal e realidade rotulo benita
pbantasia pelo maestro Cazal-
bore
Postilhaolinda phantasia exeeuta*
da ;com grande applauso pela
msica allemaa
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanlo furor aqui tem
fetto
ACABA DE PBLlCAR-SE
a colleccao.de msicas dos cavallinaospara
1-3000
10000
10500
10000
7 Ba do Queimado 7
DE
Receben oais grana* soi tmenlo de m-
sicas para pumo, o (Maso e canto, e tambem
i opera
IL
\l\
1
para ptano e canto, e tambem os raelhores
pedacos para piano s comnosicito do illos-
ire compositor brasileiro
Carlos Gomes
7ne tanto furor fez na Italia, e hoie faz no
Ro de Janeiro.
A' VENDA NA
tnas wn?'*J:gaJ^ de lazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de.sda ricamente bordados.
Gorgur3o de seda branco par. vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id-ra idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e ianeilas.
Croxes para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qcalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b -urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para seuhoras.
Camisas bordadas moito finas para homens.
Ditas inglezas para homens e meninos.
. enfadonho'menciotr^0' m ^ &0rt[ml de r0Upas feitas e f"enda* W
Luvas frescas de Jouvin
,.,!.. men! de laPeles Pa-a guamiles de salas, alcatifas para forro
crande sortimento das acreditadas e verdadeiras
2 .3(Da.
CtaiTlITUIRTI III COMPLETO S0ITIIE.1T0 08
De todas as qualidadesl
De todos os fcitios !
De todas os presos I
DO CRESPO
"'* J"tft L:C5n CONCENTROO E TITULACO
O Sr (iiyot chegOQ a tir.ir zo alcilrao a
s'i -';i i.iuuii:umi iiargorinsii;|;oi;;iveis,
' q'fttoriia mnis suliivcl. Aproveilandoess
" MCSCiilicrta, elle prepara un cor or.n-
CenKiii Ur ;lca!ro,o qual, sb un pequero
voiuiue, cuutcia uuu gi-ande (Mporio de
| *:<-,. u a timyt (Goudron de
tjivo! I
I '.-Mil! H.rconseqanicia toijas asvan-
colher de caf n'um copo d'agua para obter
Ioo uin .;o;>o de encllenle agua de alcatrUo
sem guste desagradavel. '^ada qual pode
d'ess.i maneja preparar a sua agua de t|>
calan qiiaudo d'eila precisa, o que ofl'erece
ecouoiui de lempo, facilidide de transporte
e .r. ,!a o manejo ;,io desagradavei do alcalrao.
O AloairAo de Gayot substitue com
vanlagem imnitaa lisum mais ou menos
i. i-..--, noa caso- de deOuxos, bronchites,
de flrW!
e o
Esteiras da India
un
A. J. d Azevedo
A RA DO BARAG DA VICTORIA (\NTI-
.._______GAJtlJA NOVA N. ).
Covado a 160 rs.
to^vor^".ParaVe?;dOCmpe,JneP
Dita dita dita, covado 320. 400 e 300 rs
Chitas escaras, covado 280, 320 e 360 r*
_X;ia para vestido, covado a 200, 240 a oOO rs
Alpaca de listas, alta novidade, a l, 1, {$
Cambraias brancas victorias e transparente^
pe?a 3 a 12. r '
AIroJ o e madapolao. peca -* a 10,5.
-es, fazenda nova 'ara calca, corte a 3
tSTt1M^0> brMCOj cm barra de cor>
Siu nordadas, grande pechiocha. a 2j e2io00
6o;iternbar.iues de alpaca a 1.500 e 2.
!\a foja Mor da fioa-visia, de Panlo Huimaraes,
ra da Imperatriz n. 48.
Shaw
Fogao de patente.
Vende-se em easa dos imoortadores
Hawkes ,V e, ruajta_Croz n. 4
Fariuha de mandioca da Babia.
Teta para vender muito nova o superior,
em saccas, a preco mais com modo do que
era outra quaiqjer parle: Joaquim Jos
Goncaives Beltrio, no seu escriptorio ra
lo Commercio n. 17.
Amda existe a reod algumas liltradeiras,
propr.as para Ulirar agua, a> quaes evitara ocho-
ler.-i, febre amarella, e ouuas molestias: vndese
na rna do Ommereio n. ?,H.
3>r<rtas n. 53, antiya
foja do Braga
: do/bem conhecido fabr cante Onttnrr in a r hi., \?~ 1 p aesca.ofar algodao,
5d, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga. *eunarn a ra uireita n. j
DAVID W. B0WW4IV
IHCEIflEIKO
Com fundipo
RA DO BRM 52
Passando o chafariz.
nm n. ^vf^ ^S os ^ de eD'^nho P31"3 seas Tediudos machinis
>om especiahdade para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado
fe* do queTaC^ ^ fUDCCDand ^ ^teer dhor apre-
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redueco em seus Drecos e nm
tem prompto toda a especie de machinisrao e outros objectos para a agricultura '
'^ii- .i.i :,..., ,t. afetJraooniinana, sea ier
w HicaniwieWM, ttotta turf d'eila uuu im#%'mtim,
0 Ai<-M,ft se Co,, empr, -ado com o maior xito as moleslias seguintes:
63 C1EDA. Urna aMier de caf para um co}>o d-o toja ara unta arafa :
BRONCHITES
CATARRHO OE BEXIGA
, DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITAgO DE PEITO
TOSSE COKVULSA
tli i 'j.ITf ,JS. Licor puroou com um ionio d'agua:
AFFECCS DA PELLE
COMICHES
lOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
| ir.j2Gi)3. f.W ^urit.u 1i*r.^-i~.*~^^Hilrta1naiHiMiafiamj
FLXCS AMTIGOS OJ RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O JUcatrao de Cuyot fot experimentado com nm verdadeiro 'xito nos
mncoMfs hoqutaes de Fran?", da Belyica c da Espanto. Foi reconhecido
une, para os lempos de calor, elle constitu a bebida a mais higinica, e so-
ortludo uianle os lempos de epidemia. Urna intrucho accompunka cada vidro.
Yeude-se na pliaruiacia e drogara de P, Mau-
i e' & comp., ra Barao da Victoria n, 17
7
GALLO; VIGILANTE
Os propnetartos desle bem conhetifa estae...
cunentfl, alem dos muitos objectos que tinbannt~
postes a apreciacao do respeitavel publico mar"
aaram vir e acaBam de receber pelo ultimo vatT-
da Europa um completo e vanado sortiinente te
fina9 e mui delicadas especialidades, as qnse.s e--
tao resotvidos a vender, eomo de seu-costuiuu
por precos muito baratinlios e commodos para le-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e pnnhos para -
nhora, neate genero o que ha de mai#modernc
Superiores pentea de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas di>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidr-
inos e sem elles; esta fazeuda o que pode havw
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperoia,
martim sndalo e osso, sendo Apelles branc
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para st-
nhoras, as quaes sernpre se vend.jram por 30O-
a duza, entretanto que nos as vendemos por 2! y
aira destas, temos tambem grande sortiaientc- -
outras qualidades, entre as quaes algnmas mar*
finas. __
Boas bengalas de superior carina da Indis
castaode marim com lindas e endmtadoras !--
ras do mesmo, neste genero o que de'niehrr a
pode desejar ; alm destas temos tambem grate
ijuantidade de outr/s qualidadcs, como sejam,m-
deira, balea, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia
fie outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracia
para segurar as meias.
Boas meias de seda para stnhora e para meii-
cas de 1 a 12 annos de idade.
Navaihas cabo de marfirn e tartaruga para far-r
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao c-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tac-
bem asseguramt-s sua quaiidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para eraie
Linha muito boa de peso, frouxa, para Betel
latynntho.
Bons baralhos de cartas para voitarete, aem
como os teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimeuto das melhorespw-
fumanas e dos melhores e mais conhecidos per
fumistas. *
. ClARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes.
aoihtam a denticao das innocentes enancas. St-
mos desde muito recebedores destes prdigit*;*
collares, e continuamos a recebe-los por todeg ts
vapores, afim de que nunca faltem n merca;.
tomo ja tem acontecido, assim pois podero aqaf.
les que delles precisarem, vir ao deposito do gav.
vigilante, aonde sempre encontraiio destes verc..-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applieados, se vendero cora um mt:
diminuto bscro.
Rogamos, pois, avista dosebjectes que deixanv<
aeciarados, aos nossos freguezes e amigos a \ir*n
comprar por precos muito razoaveis loia do ral.:
vigilante, roa do Crespo n. 7.
7T
Eival sem segundo, Eival sem segundo
RA DLQIEDE CAXI m* W. 4 RUADO DUQUE DE CAXIAS N. 49
mutTa:LVsaheerr:lUd0 ^ bom e ^claradof, garantindo tudo LT
smos t
Vende-se orna pequea fabrica de vellas por
i?TcS*T : na rua Imperial 207 n-
0
NOVA LOJA DE FAZENDAS, ROPA W
n,w/B,TA E P0" MEDIDA. E m
PUNTO *. MARTIMA.NO. A BLa DO BA- -X
RAO DA VICTORIA. N. 9
(ANTIGA RUA NOVA)
O respeitavel publico achara neste no- 2
novo estabelecimento o maw completo
A sortnento de pannos, caiemiras, gorgo- froes e bros ; e para transf.-ruar estas X
f.rendas nos mais espantes fraques, na- 9
Ittot clines e ealCM ; tem esic mesmo >
e f faiates (esta capital. BL
g^ Tambem se acha prvido de muitas A
~ boas camisas bordadas e lizas, seroulas CT
^ meias, lencos, chapeos de sol, grvalas jEr
PRECIOSA DESCOBERTA
vamo ? I -P ELbC 9ae hJe aPrese:ta ao publico, depois, porm, de um severo
f,. fJ de,re'teradas experiencias, tendea certeza de que possue urna saperinridade
mconteavel a todas as outras preparaces, que al ht.je temappareciJo.recoKndi se
L?oSbrdade' 6 P*10 brilbante las[ro^d Produz'^s cboIlSf. tirando mmSfm n
todaS3 caspas e coce.ras faiendn com que appareoa em bom estar impaga el
fllnuf?/g compoe-se de substancias cuidadosamente escolhidas, purifla.as
Deposito
somente em casa do autor, Andr Del>uccabe.Ieireirode Paria.
Rua Io de Marco (aiitiga Crepo) n. 7 A Io andar
A TURQUEZA
Kast loja de fazendas finas de Pinto & %K
Marllniano, a rua Jo liaro W
da Vxl na n. 9 (andiga rua NovaJ
E>to novo esiabelerimeoto, alm do fef
completo eortimento de que e acha pn. 5
vd zeudas : |K
Koiaa alpacas decores.
N> fas popelines.
Noras mueMii,;
Nuv,,- chapeos de vfllmlo.
Ncvaj iovas ,],. p,||
-eiwe habidas b.rdad
MEDALIIA
.r.
y
"**" '!&*?S^ I>E HONRA
II.4KC0 E KSCUJjr
itnda Oleda Kgstlo^t Bacaiii,
. den a esla prceiouwwuaja-
. ehttri Mbor .ii!ra(iay*
Libras de areia preta moito boo. .
Tesouras finas para nnhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lso a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta l.OOO
Libras de la para bordar de todis
as cores a....... SjJOOO
Carriteis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 300
Grvalas de cores muito finas a 500
Grozas de botes madepersla -
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas 3. 240
Tinteiros com tinta preta a BOrs.'e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo moito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes ingiezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babezfl a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Larlihas da doutrinaiazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a....... i^OO
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Librada linha franceza superior
quaiidade a....... 2420
Caixas de palito do gaz a. 00
e pre-
120
eos admirados.
120 Duzias de palitos seguranca a____
Duzia de palitos seguranca caixa
500 grande a................... 320
Frascos com oleobabozamnitofino. 320
w Pacote com p,^s de arroz o me-
000
500
160
800
100
Vla do CabQ.
no S?to2rt H^t ^ d0 General Viclori
FERHi ^fcO M CflEVaiER
0 Sbor CheTrier curaplcio t s* cm *iun(a-do a indura de farro* Oleo Je
b.icalhAo .Ir**., f: Ks* (Uto de P%a Eoh-snte-rheumatico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mais coohecido pelos seus mara-
vilhosos resnltaos.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua eflicacia as enfermidaies, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dore e fraqoeza
no peito, escrpbnto e molestias de figado, que me-
lhor lera aprovado.
TINTUHA DE MARAPUAMA.- A eelebre raz
de marapuama, cuja energa e eflicacia bis para-
lysias, inlorpecimento, ele. etc. muito se recom-
menda.
Todos wnes preparados se enconn-amj.na pbar-
roacia e drogara de Bartbelorneu de C., nico de-
pasito na rua larga do Rosario n. 3i.
500
2,5000
500
500
500
40
500
320
4^500
20000
10500
30000
400
20
40C
50C
40
20000
RAP.
Paulo Cordero
Ihor que ha a............... 320
Navaihas muito finas para fazer
barba a....................
Caixa de linha bran,' do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
Superiores.................
Lencos de cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 70c
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., 400
Duzias de meias cruas superior
quaiidade a.......3600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e.
Pecas de fitas para cs* de qnal-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para nnhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e.....
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias ernas para m.'
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartoes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qaalidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para macnina a.
Libras de pregos rancezes todos
os tamanhos a......
Pacole de. papel com 20 qoader-
nos...........
Rema de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a.........
*ff l"M. .WftialiJsontVw.
COCA. cvv!l. mes prmtfi{i i.,
**, r >ELIi). Frlo,as. ASTtnfl 1.EITAS.
VeedMeMB Pauio Gordaira fino vjajado, em
Cigarros da impenal
fabrica de 8. Joao
d iNic(aary.
i .<* tVQMtaw eoes da alfa
Quito
Jega velha'n. i, 1* anda!
Vende-se um piano fofte; em caa de Tneo-
doro Garistiaasen a rua da Cru a. $t maum.
240
400
40000
30600
on alaga-se nm sitio muito bem ki-
toad- amargrii de rio Capibaribe,
lugar d.< P..cu da Panfila, Tente
ao i orto d.i PaUla, com boa casa de
vivenda contend. alas i quiri, cozinha fra,
com mais? casi ihas fon mei-aguas," com hoDs
commolos pan. U < i*des ou criados, boa eorh, i
ra, estribara, jiiar:., par, cacimba, bom
rn^i<^ri"^" ET |li" "nltlmoda po-
voactedo Poco i i P.nelia arg.m do n- J
videoem wtraado Chacn f, i ult.mament/occu-
doTaPsso ^"" : 3 lPillar C0 commenda-
previaennr
Rua do Queimado n. 1.
Novo e vanado sortimenlo de perfumar.
finas, e otitros objectos.
Alm do completo sortimeato de perf:
marias, de que effectivamente est provid
loja do Cordeiro Previdente, ella >caba r
receber um outro sortimento que se ton.
riotavel pela variedade de objectos, spperiw
dade, qualidades e commodidades de or-
cos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciar;'*
do respeitavel publico em gerai e de re
boa freguezia em particalar, nao s
tando elle de sua bem conhecida m-,
e barateza. Em dita loja encontrar.
apreciadores do bom:
Agna divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamma..
Dita de Cologne ingleza, ameriesna, fr:.
ceza, todas dos melhores e mais acredite
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilst.
Ehxir odontalgico para conservaeso
sseio da bocea.
Cosmetiqnes de snperior qnalidado e cfc
fos agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, c>:
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparc- .*
e outras qaalidades.
Finos extractos ingiezes, americaio
rancezes em frascos simples e enfeitados
Essencia imperial do fino eagratavel cj
ro de violeta.
Ontras concentradas e de cheiros igna
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de snperior qnadadi
com escolhidos cheiros, em frascos o> di**
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e msnort
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em Ht
ras de meninos.
Ditos mnito finos em caixinha para barb:
Caiiinha8 com bonitos sabonetes im-vaa*
roctas.
Ditas de madeb-a invemisada coutend*., I
as perfumarias, muito proprias para nn
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, ta^
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldea novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente.
Pos de camphora e outras differeati
qnabdadea tambem para dentes.
Tnico oriental de Eemp.
Alada mala eoqnos.
Um ontro ortimento de coques de &j
vos e bonitos moldes com filets de vidri;
e alguna d'elles ornados de Sores e
est5o todos expostos a aprecialo de qm,
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de mnito gosto e pereico.
Flrellaa e fitas para ctatoc
Bello e vanado sortimento de taes obj*
tos, fieando a boa escoma ao gosto r. nos
prador.
r,nh?e'Se a ,,r>na sua roa da Esperanca,
na mmTV D' 27, bem afre8aeiada : a tratar
JoaquimEodriniesTa-
vares de Mel t,
TEM PARA VENDER
era seo esenptorio, praca n.. i>,rpo Santo 1
Fumo em f Ih.t
de 1 e t- quaiidade, e Tend um u
fardos a voutade doe cooipradore>
Cal de Li bow
ultima cnegada.
Farlnha de aau>tioc;i
Vinho Borde n\.
de I* quaiidade. Tudo oV *>n* .
barata do que em outra quabioer parte. A
Venda se no caes de Capibaribe, lugar da
Ponte-Velba, pedra-mulalinha de cantara a iJ4Q0
o palmo.
0
m
niai~
L


\^
8


\
Diario de Pernambu^p Segunda eira
____________________________
7 de Novembro de 1870


VARIEDAD-
A FRANCA H\ DE *VENCER!
Diz-se e garalmsote aeceMo e repello
que contra os fados nao ba argumentos e
nem e mira a forca resistencia.
S^r assim em regra geral; mas ha e\-
repcSes, lia casos em que o espirito re-
pugna acceltar essa doulrra. J
N'amdossM casos me achoetianle aconte-meatos de se lera dado na, Enrona
desde nS flns de jnlho. nd_ taM9 da
Franca pelas bordas selvagens do norte do
velho continente. .
Nao sai porque men espirito anda se i
nao prie habituar idea da derrota dos
Francezes. No entanto as noticias ti azi! as
por todos os paquetes, todos os jornaes da
Europa dizem que a mageslosa naco que
se assenta gloriosamente no coraco dos
povi-s do amigo mondo foi batida e acha-se
i'um estado quasi aitingente ao aniquila-
memo.
Pobre Franca! Quanto doloroso o teu
estado, quanto last'mavel o tea atroz pa-
decer !
Queafdiria que Saarbntkc teria como
successoras todas as derrotas que se e-ten
deram desde essa pequea cidade at a ren-
100 heroica da heroica Strasburgo "
aadacioo* twaros que corvas Pars o
q o coracavdo mundo, na phrase elojuente.
de Vistor Hogo t
E a Europa v impassivel as loas angas-
lias, o as naces que te cercam olham para
i com amargor, verdade, mas sem cora-
gem para te eslon^erem a mo !
Que apaliiia cruel'!
h fall.i-te#na civisaco allem\ e diz-*
plenos pulmes que a raca sasonia ha de
un novo en"randeci-
A' que ponto le levaram oh I gentil e
jrandiosa Franca, as imprevidencias d> teujneglos,
_ iveroo pessoal, as loucuras do teu dspota
de corda c sceplro, os desvarios de urna
poJi'a nirenemente compressora!
Eslava escnpto no grande livro dos des-
tinos a queda dos NapoleSes em 1870; mas
qni mo fatdica pode tracar a tua condem-
nacao, suberba representante da civili-
saro ?
A Allemanhn foi o braco enrgico que
aoven a mole que se despenhou sobre ti :
mas a cabera que dirigi esse braco, mas o
impulso que abaton as columnas '1o ten es-
tap ado templo, foi esse Sanso-pigmeu que
le'acabrunhou por lodos os modos durante
cuasi vinte annos.
Nao devias tu pagar as cnstas do processo
em que decebi a monarchia de 2 de de-
embro.
Quem sema ventos colhe tempesta-
des, diz um velbo adagio.
Quem os semeon na Europa ? Napoleao.
S elle, pois, e a sua dynnastia deviam co-
iner as tempestades.
Mas ellas cahiram sobre ti, heroica Fran-
i j: mas ellas devastam e talam os teas
cantos, incendeiam toas eidades, esgdam
os leas ihrsouros, absorvem sedenia-
sangue de teus nobres lilhos, e destrem
todos os germens da tua grandeza !
Altos mysterios de eus I
Deas escreve certo por linhas tortas,
diz outro proverbio.
Das las dores ha de sabir a alegra uni-
\ersal. dos leus supplicos ba de sabir a fe-
i cidade dos povos. das mas quedas ha de
sabir a regeneraco do mundo I
1789 foi urna epopa de sangue, que er-
pueu do marasmo os direitos do povo.
Quem pode prever o que far a Franca um
,-ecu|i> depois ?
Este preconisado seculo das luzes ha de
completar o seo cyclo to grandiosamente
como o comerou.
Todo o que o mundo hoje admira, ludo
o que hoje brilha sb os raios do sol do
seclo XIX. ludo se completou, ludo se
i fscobrio, tudo se tem aperfecoado ao ca-
lor intellectual das geraces que nasceram
depoia do seculo XVIII.
E quem move as molas da humanidade?
Quem ebrio as vlvulas de seguranca dos
p ivos ? Quem tracou e rasgou as estradas
; 5 progresso triampnante ?
Foste tu, oh Franca; foste tu, dilecta
Giba da. liberdades, tu sempre sacrificada
altar das tuas generosas crencas!
E ha de esraagar-te a Allemanha ?
Oh nao, mil ve/es nao 1
Dos, o supremo arbitro das naces, nao
consentir que seja ionga a loa agonia. Se
Elle te f solrer hoje, para que ama-
nha. regenerada, retemperada, e compene-
trada do teu napel no universo, tu estendas
o teu escudo de liberdade* por cima das
tuas irmas e digas: in hoc signo vinces.
Nao ser essa borda de selvagens, que
inania o teu solo idolotrado, que ha de
cffuscar o briilio diamantino da misso que
le confiou a Providencia.
Nao, nao ser essa atterradora Allema-
nha, nao sero esses Paraguayos da Europa
os Prussianos que le faro cahir para
^empre!
Tu te has de erguer imponente o terri-
vel para vingar Sedan, para cobrar a lettra
de sangue vencida em Strasburgo, para
gravar o ferrete da ignominia na fronte dos
llenos ouiino
laucar as oaVe de
ment no mundo !
Qu inis, i !
Qib civisaffl allomia essa que incen-
dia cidades e aliis, q >e saqueia campse
habilacoes, que mala niulheres e criaucas,
que co iquisid povos e os sujiU ao azorra-
gue d>i um irabalho penoso, e que destre,
sem nada construir ?
Que bases de engrandecimento pode offe
recer ao mundo urna raca que se pronuncia
abenamente contra o grande e o bello, con-
tra o justo e o honesto, contra os direitos
dos povos e as liberdades dos cidados ?
Se'Bismirk e o id Guilherme tvessem
estendido a mao a Franca, depois da queda
do iraperi ; se fossem Jiomens de bem e
de honra u livesscm curaprdo o que pro-
metteram na sua hjpoerita proclamaco;
inspirara conlianca ao mundo as suas pro-
niessas de nova luz.
Mas, urna vez que nao souberam ser ho-
uma vez que se iraliiram miseravel-
mente; nao ba mais conlianca possivel nos
sene protestos humanitarios, nao ha mais
rallo para que o mundo creia as suas pro-
messns desse sonbado engrandecimento dos
povos.
A guerra de exterminio que Franca faz
a Prufsia. s bumiibaces que Iho tem im-
posto, as CDhdfcoes ultrajantes de paz que
iiie tem proposio ; ludo pede >inganca, ln-1
do reclama nina desforra tremenda. E a
Allemanha t-la-lia.
Berln ba de pagar os ultrajes feitos
Pars, a Ailemanlii inteira ha de responder
pelas actuaos dores da Franca.
Os Al erales quizcam ter os Francezes,
nao como um povo irmo e amigo, mas
como immigo ; l-lo-ho.
Se os A:iemaes. em vez da guerra todo
transe, iivessem offerecido ama paz honrosa
ape o drsmoronammto do throno napole-
nico, sem lluvia, teriam dreito gratido
do universo, porque, tendo arrncalo a
Franca do abysmo do imperialismo desp-
tico, teriam livrado os povos de urna deca-
dencia ultrajante, visto como a Franca o
cenlro do mundo, e do centro que partea
o | vida para as extremidades.
Mas nao o tendo feit >. e, pelo contrario,
compelindo-a urna lula terrivel.smerocem
a lesprezn e a execracSo do universo, s
tem jas ao lebo de seivagem e ao ultrajan-
te esiygaia de ante-civilaada e barbara.
Em balde lentar-se-ba provar que foi a
Franca a provoca tora ; embalde se tentar
atacada.
O qae fez a Prussia na qnestSo 4o prin-
cipe de Hobeusolerne para o trono de Hes-
panba ? Recusou Franca es garantas
contra a ameaca de suas fronteiras do sol ;
fez anda mais, n3o recebeu o embaixador
fraocez e communica esse preced ment
4s potencias europeas, isto insaliou o re-
presentante da Franca e ostentou impdi-
camente o se insulto. |x
Nao S <\ isso ama provoccSo ?
Sitar, foi urna provocaca^em regra.
Mas a Prussia queria tar de seu la lo a
opin5o da Europa, por isso nSo lhe cot.-vi-
nba declarar a guerra qoando todos fel.'a-
vam de paz. Eis por que ella levou Napoleao
ao cruel extremo de urna declaracio de
guerra.
Se nao tivesse sido a questo da coros
liespanbola, teria sido outra qnalqoer,
adrede preparada, a causa provocadora dessa
declaraco, pela qual a Prussia suspirava,
estando como eslava perfeitamente prepa-
rada para a lula.
Napoleo fot mais ama vez despota de-
clarando a guerra, e mais urna vez mos-
trou inepcia cabiprio fatalmente, no laco
lhe armou a Prussia. A'm disso, deu
que
provas de grande malvadez por que, saben-
do, como devia saber, o estado militar da
Franca, acceitou o cartel de desafio tendo
os bracos at/dos e a espada mal temperada,
e causou assim a ruina da Franca.
Sua rendicSo em Sedan foi um reflexo
dos torneios de aventureiro pusilnime nos
primaros tempos de sua vida de homem.
O seu reinado tendo comecado por um
crime s podia acabar por urna bravata de
saliimbanco.
Mas a Franca est se ergnendo do ma-
rasmo. Pars defender-se-ha at a morte,
as guerrilhas comecaram, a conlianca re-
nasce no povo.
A Providencia nao ba de permitlir na
destruic5o de Pars. Os prussianos h5o de
achar sepultura em roda da cidade monu-
mental. A humanidade inteira ha de entoar
o hymno da victoria final da Franca, por
que essa victoria ser u triumpbo da civili-
saco contra a barbaria, ser o exaltamenlo
do dreito contra a forca, ser o espanca-
mento das trevas da tyrannia pela resplen-
dente luz da liberdade dos povos.
A Franca ha de vender I
Eis a mioha profeca.
Novembro de 1870.
9 9 9
D. JOANNA TIBRTINA.
Que perfume de lyrisroo doce e suave
rescende dos quatro versos citados! Que
bella prova do quanto versada nossa m-
telligente poetisa na grande sciencia do co-
raco, que o principium el fons da poesa
d'alma oo de sentimento, como quizerem
chamar !
Leia-se ainda:
fflti'to rais admiravel; ponpM esse estro
verdadeiramente lyrico, o enlhuatasmo, que
dove ruinar na ode, justamente o qae
falla sempre as producen'g t egaal ge-
nero de raaitos poetas nota veis, qae procu-
raran imitar os amigos.
Lia-se:
Lozeiro brilbante, teu brilbo refulge
Alm das cortinas das 'eras passadas !
Tu foste a cadeia, que unim o as idades
Tomaste fulgentes as nuvens cerradas.
Teu nome o verbo das grandes ideias.
Radiante te ergueste, sublime de gloria;
Immenso ante o mondo, ten vulto eloquente
Revela um poema de eterna memoria.
Abreu e Lima ~nma composii;3 do mesmo
genero ua antecedent, talvez mais perfeita
ainda do que ella.
t O mais alto sublime provera muitas
anee de um contraste entre a grandeza da
idea e a pequenez, qnando nao triviali-
dade da palavra, que a exprime. D*ah
resulta um abalo, urna coram fo incrvel
para a alma : que o es rito, exaltado
pelo pensamento. sublimase a altissimas
espheras: e aexoresso, em vez de am-
parado ah, precipta-o, do co trra, do
seio de Deus ao p deste universo. E' de
Chateaubriarde.
Pois bem. este sublime, de que falla
Ghateaubrind, que se encontra na seguinte
estrophe, que a primeira da poesa, que
ora analysamos:
Onde fra buscar asylo o ganio ?
Onde a aguiaseu vo foi Andar?
N'uma Inusa eslrangeira, pois que os seos
Negaram-lhe um lugar.
Que vo pindaricn Quem nao contem-
pla ah o vo audacioso da aguia, que sh
eleva s regies elhereas, como que em
busca das profundezas do infinito; e nao
v logo depois a queda delta rpida, ch -
cante, sobre o p Nos como que aoom-
panhamos o vo e preciptamo-nos na que-
da. E' admiravel a semelhanca, que ha
entre o que diz Chateaubriand e o que se-
observa na estrophe citada. Tal a exacti-
do. com que D. Joanna Tiburlina, guiada
por sea genio, fez applicaco do preceito
do escriplor francez a primeira estrophe de
sua poesa.
Esta estrophe comtem tal dze de su-
blimp, que por si s capaz de fazer urna
reputac5o.
Citemos ainda esta outro eatrophe digna
da primeira :
Qae de raptlcn belleza, qae de sublime
poesa oestes dou versos*
Se sorriso liio aieigo tradozia
Os mysterios do co em lindas cores.
Leia-ee tioda s '
Qaanta vida, meaXeBS, ella ma dava.
Qaaodo en triste no lerto a dr senta t
Seu corpo desfallecido,
Jazia sem forcas ter ;
Um doloroso gemer
A todo o instante era ouvido :
Sua agooia crescia,
Quando seus filhinhos via.
Em vao cborava: a clemencia
De Deus me nao attendera.
Do pranto, que ento venera
Nao valeu a innocencia ;
Em vSo gema, coitada !
De dores mil traspassada.
Tres dias de aociedade
Aps el'.es ai! que dor !
Minha mi, meu doce amor
Vio da morte a intencidade,
Por seus filhinhos cbamou
Sua alma a Deus eutregou.
demonstrar que.foi a Allemanha a
A Fianca fci a provocadora apparente ;:Na dor abysmada, quem ha de alentar-rae,
a real, a verdadeira autora da horripilante
luta fui a Prussia.
Bismark na poca da ultima exposir5o
franceza estudava Pars do alto das bulles
Oiaumont, e dous mezes antes da guerra
Moltke foi visto medir as fortificaces de
Mrtz com a bengala mtrica de que usava.
Todos os officiaes prussianos, desde o
mais inferior em patenie al os generaos,
lodos conhecem palmi palrao o territorio
francez: sabem a topographia da Franca
m^lhor que os proprios francezes.
Porque raso esse conhecimento profun-
do das consas da Franca ? por que raso
e-ses enormes armamentos que fazia a Alle-
manha ? por que raso esses apontaraentos
que tomavam Bismark e Moltke ?
A Allemanha nao tolerava Franca a soa
preponderancia na Europa ; A Prussia nao
p:rdoava Napo!c3o os obstculos que cp-
punha a anificacio da Allemanha, nem lhe
perdoou jamis os mos olhos com que vio
os n soltados de Sodotf_; a questo do
Schleswig erguia-s sempre ameacadora, es-
cudada no tratado de Praga ; o antagonis-
mo de raca gritava oo coraco da destroca
da (iermania; as guerras que u'outros tem-
pos sustentara a Franca contra os povos do
lado opposto do Rheno Viviano estampadas
na memoria d'aqueiles povos; tudo, tudo
eiiiliui lotnava ambiciosa, odenla, ciumenta
e apreheniva a so^hadora P/ussia. D'ahi
nasceram as qoerelas entre as duas grandes
potencias sempre provindas da iolerferencia
da Puassia nos negocios que affectavam di-
rectamente a Franca.
Um dia Napoleao, buco que foi! uo
quiz mais suportar essa especie de vigilancia
que queria exercer a Prussia nos negocios
da Franca : exigi segurancas, pedio garan-
tas para o futuro.
Se nao os orvalbos do doce chorar !
Elle qae fra para om povo i iteiro
Um escudo com a f de seo saber !...
Eis a sorte do sabio I t na morte.
O martyrio sofrer.
Que elevaco, qae sublimidade em ludo
isto Que grande verdade no bello pen-
samento dos dous ltimos versos da qaa-
dra citada :
FOLHETIM
nm din! ii Mm
POR
Xavier de Montpin.
Que sublimidade nestes dous versos!
A Guitenberg um hymno, como os qae
sabia fazer a antiga musa grega aos seas
grandes homens, aos seas semt-deuses;
ara bater d'azas do estro para as grandes
alturas, em qae refulge o nome de Gattera-
berg esse mecbanico de um novo mundo,
como o chamou Lamartine nos Girondinos.
Na ode que Stael chama a apotbeose
do sentimento D. Joanna Tiburtina sobre-
sahe admiravelmente. E a prova esta a
Guttemberg, em que a mtelligente poetisa
se elevou t o alto ; pois soube comprehen-
der a ode, como a qu)r Villemaio, estro
arrojado, grandeza, entbusiasmo.
Tudo isto se encontra em a Guttemberg.
Ha nesta composic^o verdaderamente ly-
rca sublimidade de pensamento, que se casa
com esse estylo, de que usou a poetisa e
que, no dizer de Castilbo Antonio, quer no-
breza sustentada, dignidade e magestade;
sentimentos sempre elevados, phrase sono-
ra, altiloqua. Emfim a magnificencia das
palavras eguala ah a magestade do pensa-
mento.
A Guttemberg pois, ama producto
digna de mestre.
A marcha do verso ebeia e nobre ; o
rytbmo pomposo, sem ser vo, e admira-
velmente accommodado natureza do as-
sumpto.
Apar de todo isto ha orna simplicidad
encantadora ; simplicidad esta, que n5o ex-
cloe as cores poticas e que, no pensar de-
Droz, resulla da naturalidade das expressoes
e de seu torneio, bem como da facilidade,
com que o auctor parece emprega-las.
A nnal, o qae sabemos dizer qae a
Guttemberg urna composico admiravel e
Eis a sorte do sabio t na morte
O martyrio soffrer !
Emfim todo ahia magestoso desde a
expresso at o pensamento.
D. Joanna Tiburtina, pois, nestas duas
ultimas produeces dea-nos prova da sua
grande babilidade para a odegenero de
composico, em qu tem naufragado muitos
poetas excellentes. E' preciso geito para
todo.
Minha mi um primor de sestimento,
de docura e de tudo quanto pode interes-
sar o coraco. E' om poema ungido de
saudade rosciado de lagrimas e repastado
de urna melancola suspirosa. E' um dos
mais bellos caotos, que temos lido com este
titulo. Alvares de Azevedo em urna poesa,
que lem o mesmo nome, na realidade um
grande poeta, mas com tudo nao derra-
mou nella esse orvalho de tocante senti-
mento, de que est impregnada a de D
Joanna Tiburtina.
MRTE'TERCKIRi.
A COSDESSA DE RAHON
(ConlinuacSo don.25!;
XIII
Coutiua o crime.
A ex-adevinba da ra da Lauternafoi ao
bosque apanhar certas ervas, cojas proprie-
dades conhecia, e com o sumrao d'aquel-
Ias plantas compoz urna palheta de fane-
gadas cores, suficientes para dar os tons
mais sinistros e sombros.
Com o auxilio d'aquellas substancias
corrosivas, qoe se infiltravam profundamen-
te na epiderme, conseguio envelhecer dez
anuos pelo menos, o semblante de Joba, e
aogmentoa quaoto possivel a vaga seme-
lhanca da pobre rapariga com a coodessa
de Rabn, Terminada aquella lgubre
tarefa, Simoa chamou Marnela e consigui
que ella (he ajodasse a transportar o cada-
ver de J dia para o leito onde a aristocra
tica dama dormia com to profundo sorarc,
qiiv; nao acordoo quando pozeram em seu
lugar a humilde hooedeua.
E' negocio feito, mnrmurou Simoa
cootemplando profundamente a condessa.
O qaefca de succeder, es> escrpto. Moita
vm vida I A ultima parte do horscopo
acaba de cumprir se.
Decorrida lio fatal noate, ao amanbecer
Saint-Maxent e Lzaro montaram caval-
lo : o marquez em direccio a abbadia da
Chaiseien em busca de um sacerdote, e
o criado caminho de Cbarmont, pro-
cura de um medico e do administrador.
Todos vieran promptamente ao primeiro
chamamen'o. O padre joelhou ao p do
leito, pois, sendo j inuteis os soccorros
espirituaes, apenas lhe restava o rezar o
officio de defuntos. O medico, pobre ho-
mem qoem Lzaro, instruido pelo mar-
quez, lia va lido t >do o cuidado dorante o
caminho, de lhe inspirar ama coovicco,
declarou qua a pessoa cojo cadver lhe
apresentavam saecumbira ruptura de um
aneurisma.. .Por ultimo, o admmistrador,
considerando sofficientes os testemunhos
do marqoez de Saint-Maixent e da marque-
sa de Aubray de Chavigny, ambos parentes
da defunta, que corroboravam no todo as
declaraces de Lzaro e Marineta, redigio
_m biloete mortuario, no qual nao se omil-
tio nenbum dos nomes, ttulos e appellidos
da condessa Mara de Rabn.
Terminadas estas formalidades, trouxe-
rara um caixo de madeira; algumas reli-
giosas, chamadas com urgencia das aldeias
vizmhas, amortamarara o cadver; pre-
gou-se o caixo, e o clero da Chaie-Dieu
ecodio cora solemne pompa para o condu-
zir abbadia, onde cou exposto n'uma
ca pella.
Centenares de vellas illuminaram toda a
Ront os restos morlaes de Julia Chado
ran no fia cguinteverificon se o enterro
com p 'ropa e holemnidade nao menores.
"Cni nao loba h-vido tempo de man-
d fazei um turnlo, mandou Saint-Mai-
xeni por -obre acova urna cruz preta,
c m e-ta i Mjcripcao en letras brancas :
aqu jaz
A MinTO ALTA E PODEROSA SKNH0RA
MARA AIIMAMDA ELEONORA DE BAHON,
CONDESSA DE RAHON.
ORAI POR ELLA I
A minha mi as lagrimas e solucos
pela perda d'aquella quem a poetisa to
santamente amava, palo desapparecimento
da estrella mais bella do co de soa vida.
A minlta mi. pois, como peca sentimen-
tal superior de Alvares de Azevedo sobre
o mesmo assurapto, correndo s parelbas
com a intitulada5 de outubro de 1865, do
insigne poeta portuguez, Thomaz Ribeiro,
que em circumstancias idnticas s da ta-
lentosa poetisa pernambucana exaalou to
sentidas e suaves harmonas.
D. Joanna Tiourtina attingio no saudosis-
simo cante a sua mi a suolimidade de sen-
timento, que as palavras, no rytbmo, em
todo se faz sentir.
Da idade no arrebol
Deixara a vida to bella
Como a florzinhi singella,
Que murclia aos raios do sol ;
Ornando em trisde saudade
Seus filhinhos na orphandade !
Quem nao sent em todos estes versos
citados o perfume dessa belleza, que s a
religio chrisla pode fazer desabrochar nos
c races, para d'ahi derramar o sen grato
aroma Que oulra religio, poderia inspi-
rar todas essas coosas, assim sublimes, di-
vinas Bem diz Chateaubriand que o chris-
lianismo junlou por assim dizer novas cor-
das alma!
Pois bem, reconhteendo as leiloras o
tacto fino e mesmo o condo de entender e
advinbar todas as bellezas do coraco ou
do sentimento, eremos que ellas ao lerem
a sublime pnesia, de que ora fallamos, sen-
tirocomo nos h'umederecem-se-lhes oolbos
de lagrimas o coraco de tristeza.
Emfim para rao continuarmos em cora-
mentarios iouteis sobre a poesa em ques-
to, cujas bellezas se impem, exclamare
mos a respeitojiella, como o fizera Fenelon
acerca das sentidas extancias de Gilbert
Malheur celui qui ne sent pos le citarme
de ses vers!
Aqui termina a analyse das posias (8)
Agora em vista de tudo quanto ficou dito,
provado est qoe D. Joanna Tiburtina
urna poetisa de talento raro, de genio su-
perior, qoem o estado pode fazer che-
gar alturas, qoe nem se calcula. A talen-
tosa poetisa, que j entreteceu para si urna
bella cora de virentes louros e ergncu um
magisloso pedestal as poesas, que acaba-
mos de apreciar, nao deve comtudo con-
tentar-se com o coroar se dester boros,
nem deixar-se ficar immovel sobre este pe-
destal ; mas sim deve trabalhar sempre,
porque tem maito qne esperar do irabalho,
assim como do tempo, que faz fructo ua
flor, trocando os perfumes desta pelas do
Coras d'aquelle.
(8) A traduccSo e de Camido C, Branco.
Descancar sombra dos loaros, que se
tem colindo, esquecer-se do futuro, e o
genio nao se esquece do foturo, cojos veos
elle quer sempre romper.
Por isso esperamos que D. Joanna Ti-
burtina far por toroar-se digna da admi-
raco, que soube excitar, irabalhando e tra-
bajando muito, certa de qoe s assim
mantera com gloria o nome immortal,
qae soabe conquistar e que a posterdade
nao esquecer nunca.
Pois bem, quando Indo convida a traba-
lhar, ficar ocioso um crime. O sorriso
do co e da natureza chega o coraco d'a-
quelle, que trabalha.diz A. Hoassuye.
Nao conhecemos intelligente poetisa, bem
entendido, a sua pessoa; porque sua alma
a conhecemos nos, que est toda em seas
versos. Disse um antigo; Orato vul-
tus animi est (9) e disse urna grande ver-
dade queBuffon mais tarde tradozio, rece-
bendo geraes applausos elo qoe na o era
seu.
MANIFEST. DIRIGIDO PELA MINORA
REPUBLICANA HE9t>ANHOL4 At)S RE-
PUBLICANOS FEDERAS.
Acreditaramos ter faltado aos deveres
impostos pelo vosso mandato e pelo nosso
cargo, se nao vos explicassemos as cansas
que uos teem rediizido i inaccio e ao si-
lencio, nestes momentos em qee a Eoropa
atravessa a maior e mais perigosa das cri-
ses que seus easanguentados annaes regis-
tra m.
As corles, necessarias sempre em poca
normal, sao de todo o ponto indispeosawis
em das decisivos e supremos, pela somma
de virtodes cvicas e de loies qne se devem
suppor reunem em si, pela magnitode da
sua autoridade, pelo sen prestigio, personi-
ficando o nico poder legitimo de loda a
democracia, o poder contdo era o pensa-
mento e na vontade dos povos.
E se estas corles nasceram de orna revo-
lucSo ; se represenUm o suffragio univer-
sal ; se possnem aquella soberana, qoe
deporto sagrado da soberana popular ; se
sao constitmntes e est as suas mos crear,
nanter. revogar todo o poder; fundar e
oreanisar toda a leaalidade ; declarar e dis-
tribuir todo o direto. menos aquello ftnda-
mental originario da natureza e sopenor s
legislaces positivas, se a sua forea e a sua
autoridade sao to grandes, as cortes, que
nao as comprehendem e exercem. sobreto-
do em horas de perico, contrahem tremenda
responsabilidade. qne lhes ser implacavel-
mente exigida, hoje pela naci, amanha
pela histeria.
'Nossos predecessores, os ilustres e enr-
gicos vares que fundaram o rgimen de-
mocrtico em 1812, reuniram se entre o
fnraces da guerra, sob o estampido dos
canhes, sob os ltimos limites do solo na-
cional, invadido qoasiDelo exercito conquis-
tador, e discutan e legislavam seguros do
sea direito. serenos, como a personificacao
immorlal da patria, levantando a Hespanba
da liberdade sobre as roinas famegantes da
antiga Hespanba.
Os republicanos francezes. entregues hoje
ao estrangeiro pela inepcia imperial; qnan-
1o o invasor possue as provincias de ste :
quando a guerra recrudesce e echa : quan-
do Pars se prepara para urna lata sem
exemplo, chamara a naci em armas aos
comicios e convocara seus representantes
em urna cidade, prxima talvez a ser redo-
zida a cinzas. mas em cujas cinzas ficar
sempre o calor inextingnivel, que ha em o
pensamento dos povos, para inspirar e sus-
tentar os seos legisladores.
E nos outros, os deputados constiluintes
de Hespanha; nos ootros, possuidores de
tantos direitos, e por isso mesmo sujeitos a
tantos deveres, qoe faremos ? Duas racas
se degolam ; um forte imperio se afonda ;
a republba reapparece em um poyo revolu-
cionario por excellencia ; o exercito italiano
corre a Roma ; a soberana temporal dos
papas cabe ; os Estados-Unidos levantam-se
reclamando urna intervenco moral e mate-
rial na poltica europea; a nnidade allema,
forjada na guerra, muda o equilibrio uni-
versal ; a Franca contorce-se debaixo da
ameaca de urna desmembraco, funesta para
todas as naces occidentaes ; e a tribuna
hespanhola.que tem diffundido tantas ideas
sobre a Europa, est muda; e as cortes
hespaooolas, que teem impulsado o raovi-
mento europeu, esto encerradas, como se
padecessem alguma cousa mais terrivel qae
a morte, o scepticismo e a inddTerenca.
Vossos deputados, eleitores republicanos
federaes, teem tratado por todos os meios.
em todas as occasies opportunas, de oc-
correr aos graves perigos interiores e exte-
riores convocando as cortes ; 6 s teem
achado na maioria da coramisso perma-
nente vivo desejo de obedecer s inspira-
Ces do governo, e no governo constante
Depois de enmprido este ultimo dever,
entregou Saint-Maixent ao esmoler da ab-
badia urna avltada somata; e, seguido por
Lzaro, tomou novamente o caminho da
casa deserta.
Simoa esperava-o porta.
Que ha de novo ? pergantou o mar-
qoez ao apeiar.
Venba e ver, respondeu a ex-adevi-
nba subiodo a escada e abrndo a porta da
alcova onde Julia morrera asphixiada.
A que tioha sido condessa de Rabn es-
lava acordada hava tempo. Sentada no
leito, mui tranquilla, brncava com urna
crianca, ora com as compridas trancas do
cabello, ora com orna flor mureba que
Saiat-Maixenl se esquecer de lear.
Quando o marqoez e a parteira entra-
ram no quarto, Mara levantou a cabeca e
olbou para elles.
O marquez estremecen. O estranho
olhar que se cruzara com, o sea, inspirava
quasi medo, pela soa absoluta carencia de
expresso.
Nenbum sentimento de alegra ou de
pezar, de inquietaco ou de impaciencia se
refleclia n'aquelles olhos at entao eloquen-
tissimos. A scentelba qoe vem da alma j
nao brilbava .'aquellas negras papillas.
A condessa nao conheceu as suas visitas,
e tornou a brincar cora os cabellos e com
a flor.
Ioterrogue-a, disse a broxa.
Minha prima, balbaciu o marquez,
quer que nos pnnhamos caminho ? A
carrnagem est prompft, e s esperamos
as suas ordens para continuar a viagem.
A senbora de Rabn nem se quer levan-
toa a cabeca.
Lembre sedo conde minha pr_t*!>>
contnuou Saint-Maixent; o tempo urge !,..
as horas paseam I... se nos demoramos,
pode morrer o meo querido primo sem a
ver 1..
Acceite, pois, a intelligente poetisa o que empenho de alongar a hora em que deve
responder, ante o supremo poder legal, pe-
las pavorosas catastrophes, apenas criveis.
que tem semeado na Europa, presa hoje da
matanc, da devastaco e do incendio, pela
sua incomprehensivel tenacidade em traza-
reis estranhos a um throno em minas e a
om povo na plenitode dos seos direitos.
ahi fica como orna confissao tranca e leal de
seu mrito, confissao qoe lhe faz quem
rende sincero culto ao genio e ao talento
sobre tudo da mulber; e outro sim nao
dedigne-se de ouvr os seos conselhos, an-
da que de moco, porque sao verdadeiros e
consciencosos.
Recife, 31 de Maio de 1870.
Jos V. Meirade Vasconcellos.
(9) O estylo a physionomia d'alma.
A condessa fez om leve movmento, e
sem procurar nem ama palavra, desatoa a
rir s gargalhadas.
Tinba-se-lbe desfolhado entre os dedos
a rosa murcha com qoe brncava.
O marquez incliooo-se para Simoa, que-
rendo interroga-la em voz baixa, masa
brnxa nao Ibe deu tempo.
Oh falle diante d'ella, e falle em
voz alta, disse a pobre mulber talvez nos
ooca, mas nao nos comprehende de
certo.
Ser possivel ?...
A prova disso creioque a teve agora.
As suas palavras nao lbe commoveram
nem urna s fibra do coraco. O nome
do conde de Rabn nao acha echo na sua
memoria, porque a perdeu... Para ella
deixou de existir o mundo. O passado, o
prsenle, confande-se tudo, tado na mente
se lbe apaga. O corpo vive, mas a alma
est mnrta.
De maneira que endoodeceu ?
Ainda mais.
Como ?
As trevas da demencia dissipam-se
s vezes e nao raro que as sulque al-
guna raio de loz. Mas na profunda nonte
em qoe jz sumida, Duoca nesta alma bri-
Ibar a mais tenue claridade.
E at quando estar assim ?
Estar sempre.
Como pode obter to maravilhoso
resoltado ?
Obriguei a condessa a tomar urna
beberagem que paralysa a memoria e ma-
ta o pensamento, *
Tem conflanca a'essa bebida ? Olhe
que se o sea espirito despertar, se renas-
rcer a soa memoria, estamos irremessivel
mente perdidos.
Durma em paz, senhor marquez .
volved Simoa encotbendo os hombros ; s
sentencas do destino- nao tem appellaco
nem aggravo ; a coodessa esta viva depois
(Conlinuar-$e-ha).
de mora, e morta com vida continuar at
que n'uma cova esqaecida lbe cubra a
trra o cadver.
E esse dia quando vira ?
S Deus o pode saber. O corpo
d'esta mulber sagrado para mim. S
lbe malei a inteligencia!... Agora est
terminada a minha obra. Deixo-os...
Nada mais me ordene, porque nada mais
obedecerei I
O marquez nao fez nenhuma tentativa
para de ter Simoa.
A parteira acceitou desdeohosamente am
sacco cheio de ouro, que Saint Maixent ihe
dava e despedo-se com estas palavras :
Qoeira o co que nao nos tornemos a
ver, senhor marquez Porque se algum
dia nos encontrronos freote freote, ser
nos tribunaes oo na forca
Nao me assustas, ave de mo agouro!
bradoo o marquez sorrindo.
Mas aqoelle sorriso era forjado, e, mo
grado seu, domiuou-o n'um instante um
funesto presentimento.
N'aquelle mesmo dia foi Marineta por
ordem de Saint-Maixent urna loja pegada
com a abbadia da Cbaise-Dieo, e comprou
um fato de aldea para a senhora de
Rahon.
Vestiram aqoelle fato condessa, o que
nao lhe causou admiraco nem assombro,
e os seus vestidos arisiocraticos foram
queimados.
Metteram depois os cavallos ao trem.
Saini Maixent fecbou a casa deserta, atirou
a chave ao rio, o os nossos personageos
continuaram era direceo Paris a sua via-
gem interrompida ires das.
Os cavallos tioham recuperado as soas
forcas cm aqoelle descanco, e asmadas
seguir m-'se, sem baver incidente qae rae-
reca a pena referir-se.
A coodessa nao desment) em nenhuma
occasio a soa docilidade. Obedeca c mo
crianca aos desejos do marquez e da for-
mosa Olympia, com tanto que os exprmis-
sem de um modo por assim dizer material,
porque para ella nao tinbam significar*) as
palavras.
O sea rosto impassivel pareca u_u
mascara de cera admiravelmente modelada,
mas sem expresso e sem vida.
Os olhos, sempre em movmento, nio
allentavam em cousa alguma.
Ora esta va silenciosa dorante dias intai-
ros, ora se punha a fallar com prodigiosa
volubilidade, repetiodo cem vezes segadas
muitas phrases sem nenhom sentido, as
quaes nao se encontrara a mais lew resmi-
oiscencia do passado.
Nunca prononciava o nome de Anoibat.
nem o de nenhuma das pessoas com qoaaa
vivera.
Razo tioha Simoa para dizer qoe todas
as recordantes se haviam apagado n'aqcel-
la mente.
Urna noute, ao apeiar-se da car
para pernoitar na hospedara de ama
um toiro furioso fgido do
precipitou sobre a coodessa, agitaode j
chavelhos ameacadores e lancando regidos
furiosos.
A senbora de Rahon, inuaofel, con
olhos filos e o sorriso no labios, nao isa
o menor movimento parafagir aquella ac-
ial aggresso, e nem se altern ao*. so dos
msculos do sea semblante.
Estava perdida sem remedio, se
aldeos nao se atravessassom i
dessa e o toiro, expondo-se
Ella, porm, n5o tioha coaireheiiAo
perigo. e ainda menos compo*__a_ a aai-
vaco.
(Conliniiar-$e-lm).
TP. DO DlARJO-UA 00 DQl DI C*3_*



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