Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12255


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Full Text

UNO JU.VI. NUMERO 251 "'
I
I

t /

PARA A CAPITAL IflfiKS WDI MAO SE PAfii FORTE.
5 adiantados
4*or seis dttos de'ni .
Vor.QBi mh tena.. .
Cada aiiaefo avulso .
WOOO
i ,5000
24000
3*)
OBRADO 5 DE WOVEWBBQ DE 1870
PARA DOTBO E FORA DA PROVIUCIA.
Por'tres mex.e adiaatados.................
Por seis ditos dem....................
Por bd*b ditos dem...................
Por nm anao idem.....................
134M
Mino
71000


Fropredade de Manoel Figiieira de Faria & Filhos.

AO AKirta:
Os Srs. Gerardo Afitooio Alvas d Filhos, no Para ; Goocalve, d Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Jos de Oliveira, no Cear Aatonlo de Lemos Braga, no Aracatj ; Jlo Mari, Jolio Chave., no A.. ; Atiri Marque, da Silva, no Natal M
Pere.ra d'Alme.da, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Balc3o. em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
_________________________ m Nazareth : Franc'sco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alves. na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
%
PARTE OmCIAL.
Govern da provincia.
iPKUlKNTK ASSIGNADO FW.OKXU. SR. DR. HUAS FHE-
DEBJCODE AUUUliA K AWl!OUKaQUK, SEUHETARIO
1)0 COVKRXO KM 7 DE JUHIlO DS 1870.
i* secco.
N. 167.Diii) ai) inspector do arsenal de ma-
rinha. Acabo do recommondar a gerente da
vampaohia Pernambucana o cuipriraento do dia-
pofln no cap. 1" do til. f do reg. annexo ao tlec.
u. 132*. di 5 de fevereiro de i84, o que a V. S.
onaniunieo em re.po -3 do rorrele.
N. 168.Dito ao atestan. Autoriso V S. a
mandar aligar na companhia de aprendiies ar-
iili'-e- desee arseo.al visio e-lar naa ctndlcdes le-
i?a. o menor Joaqnim Joven "i'. Morcira de Agui-
ar de qne trata o requerimento qne devolvo d >
hachare! Julio Angosto da Cunta Guimares,
f. sobre qne versa a sua informaeo de i do eor-
Tentc sob n. l!>76
N. 169. Dito a.i capillo d"o Porto. Devolvo o
teqneriincn'o a que alinde a informaeo dessa c:-
pitania n. 22 de 23 de fevereiro, e em qne Anto-
nio Maimel Riheiro Chalaca pede ser niantido o
curial que allega ser mais atiento do qne o de
Francisc i d<* Paule e Silva, alim de que em vista
dos documentos jamos ao mesmo requerimento,
Vmc. procodendo < aergnac* necessanas
acerca da sitnaco dos referidos cornea, faca jus-
tica a i|uem a iver. Para isso devolvo igual-
mente os mais papis a que se refere a informa-
cao cima citada, inclusive a ceriido requerida
pelo referido Chalara pata sr a este ontregue.
N. 170Dilo ao" c.msul de Portugal.Trans-
muto ao Sr. Dr. Clandino de Araujo Guimares,
cnsul de S. M. Fdelissima, o olliciu do 1" do cor-
rente jnoto por copia em que o juiz municipal o
te orplios do termo da E-cada commnnica o fa-
lecimenio d" subdito pc.rtuguez Altxandre Tei-
xeira Pinto e actos a que se proceden eom rela-
' \-io ao espolio deixarto pelo mesmo Pinto. Reitero
ao mesmo Sr. cnsul os protestos de minha per-
eita eslima e consideracao.
2' seccao.
N. 17,1.O.'Dcio ao Dr. chefede polica.Infor-
me sobre o que expoe V. 8. nos ofBrios juntos por
copia, o commandante superior da guarda na-
cional du municipio do Recite e o commandante
do 1* batalho de arlilharia e capitao Jos Lniz
ionocencio Puggi, providenciando de accordo com
o dilo couairandaote superior sobre os disturbios
a que alludem ditos oflicios.
_. 174.hito ao juiz do orphos da capital.
Nao estando as condicoes de ser recolhido ao col-
legio do orplios o menor Francisco, de qne trata
Francisco Antonio Correiro Cardo3o, padrinho no
mesmo requerimento indn*a por copia, remello
a Vmc. em original a fertidao de baptismo do re-
ferido menor para que a esle seja dado tutor-
N. 175.Portara.O vice-presidenle da pro-
vincia, altendendo ao que Ihe requeren o capito
da i' omp.aohia do carpo provisorio de polica
Paulino Ti.'ixeira do Cuvalho, resolve conceder-
Ihe 12 das de licenQa pira ir ver sua familia.
3* seccao.
N. 176.Ollicio ao inspector da thejouraria de
fazenda.Communico a V. S. para os devidos
lias que segundo parlicipou o promotor publico da
comarca da Tacaraui bacharel Austerliano Cor-
reia de Crasto era ollicio de 26 do mez lindo,
oessa data entrn ello no goso da liceoca que Ihe
foi concedida por deliberaco de 26 de abril ul-
timo.
N. 177.Dito ao mesmo.Tendo nesta data
proferido o seguinte despacho, a presen tem se os
^upplieantes ao Sr. administrador da capalazia da
alfandega para seren admettiJos logo que houver
aga.no rei|uerimento dos ex voluntarios da pa-
tria Anselmo Ferreira da Cruz e Jos Pereira de
Lima, assim o communico a V. S. para os fins
convenientes.
i. 178.Dilo ao mesmo.Aotoriso V. S. de con-
f'irroidade com a sua nformacao de 6 docorrenle,
"ob minha respoBsabiiidade, nos termos do de-
creto n. 288i do 1 de fevereiro de 1862, e por
cunta da respectiva verba, cujo crodito cha-se ex-
tioclo at a quantia de 9:0004 com o pagamento
dos vencimentos dos empregados dos menores e
dos operarios do arsenal de guerra nos mezes de
marco ultimo ejunho corrente.
N. 179.Dito ao mesmo. Mande V. S. pagar,
depois de liquidados em vista da folha e pret
juntos em duplcala que me remetteu o coaraan-
dante superior deste municipio cor ollicio de
hontera sob n. 123, os vencimentos ,do oBcial e
pracas do 40 batalhao de infaolara destacados as
fortalezas do Brom e Buraco, sendo os d'aqnelle,
rotativos ao mez de mao ultimo, e os desta a 2a
ijninzena do mesmo mez.
N. 180.Dito ao mesmo.Consta c!o ollicio do
conego governador do bispado de 6 do corrente
sol o. 210, que por acharem-se doentes os Rvds.
conegos Joaquim Francisco dos Santos, lente de
rethorica, e fre Luiz da Eocarnacao Moreira, lente
de liturgia do seminario de OUnda, foram nomea-
dos naquella data, para substituir interinamente
ao o Rvd. monsenhor reitor do mesmo semina-
rio; e ao 2'o Rvd. frei Joao dos Martjre. 0
3ne communico a V. S. para sea conhecmentj e
ns convenientes.
N. 181.Dito ao mesmo.Em vista das fulhas
e-pret juntas em doplicata que me remetteu o
commandante superior do municipio do Brejo,
com oflicio de 9 de maio deste anno do oflicial e
pracas da gnarda nacional destacados naquella
villa, mande pagar a sua importancia a Joe Baptis-
ta de Me.deiros para isso enditado no citado oftlcio.
N. 182. Dito ao mesmo. Providencie V. S.,
para que, depois de liquidados em vista da folha,
r-onta e pret, junios em duplicata, que me remet-
teu o commandante superior de Olinda, com oflicio
de 5 do corrente, sejam pagos os vencimentos di
mee de maio ultimo, do oflicial e pracas da guar-
da nacional, destacados naquella cidade; e bem
assim a importancia da despeza fetacom o forne-
cimento de luz e agua para o quartel do mesmo
destacamento durante o supradito m>z de maio.
N. 184. Dilo ao mesmo. E-n additamento
portara do mea antecessor, datado de 26 do feve-
reiro ultimo, remello V. S., para os Bns conve-
nientes, os dous recibos juntos em duplicata da
de.-peza na importancia de 60*000, (eia pelo dele-
gado do termo de Buique, com o aluguel de caval-
los para a captura de criminos.
N. 183. Dito ao mesmo. Com a informaeo
junta por copia do chef? de potksia, datada de 4
do corrente, n. 824, com referencia do delegado
de termo do Bonito, tambera junta por copia, res-
pondo ao oflicio qne V. S. me dirigi em 10 de Ja-
neiro ultimo, sob n. 40, acerca do pagamento, co-
mo se v da fonta e relaco qu? devolvo em dupli-
cata, da despeza feila oo mez de outnbro do aun
prximo passado eem o sustento dos presos pobres
da cadeia daquelle termo.
N. 185.Dito ao mesmo.Se nao-houver incon
veniente, mande V. S. pagar Geraldo Laurentino
de Siqneira Varejo, em vista dos recibos junios
era duplicata que rae remellen o chefa de pollcia
com i tlicio de 3 do correte, sob n. 222, nao so a
qnaotia de 100 proveniente do alnguel, vencido
de jalao do anno prximo passalo abril ultimo,
da casa que servio de quartel ar destacamento de
polica existente na villa do Buiqne, mas tambera a
de 200*, em qne importaram os reparos que o de
legado daquelle terme manJou fazer na respectiva
cadeia.
N. 180Dito ao mesmo. Em resposta ao offl-
co de tS de maio ultimo, sob n. 334, em q le V. S.
partecipou nao haverem apparecido licitantes ao
arruamento do 1 lance da estrada de Una, Ria-
chaosinho, lenho a dizer qne acabo de autorisar o
chefe da reparlicio da* obras publica*, conforma
indica em sua nformacao de 4 do correte, sob .
153. a mandar que essa obra seja exocuiada pela
conservacao do 7 termo do 2 distrieto daquclh
repntelo.
N. 187.Dim ao mesmo.A' Bento Jis de M.v
ctdu Poca mande V. S. pagar, depois de liquida-
dos, em vista do pret nominal jumo em duplcala,
que me remellen o commandaota supemr do mu-
nicipio d'Agna-Preta, com oflicio do 4 do corrate,
os vencimentos relativos ao mez de maio ultimo,
dos guardas nacionaes destacados n'aqoell* vjlia.
N. 188. Dilo ao chefe da reparlicio das obras
publicas.Pode Vmc, conforme indica era a ln-
formacao de 4 do crreme, sob n. 133, nadar
qus eja feito pela conservacao do 7o ternwHto
dilncto de obr publicas oareainento do 1 Ungo
da estrada de Una Ri.ichosiniio, visto nao lerem
apparecido licitantes essa obra, segundo consta
de oflicio da thesouraria provincial, n. 334 do 28
de maio nllirr.o.
4" seccao.
N. 189.Oflicio ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia do Para. Opportunamenle serao enviados
ao ministro brasileiro, em Bnixellas, os dous ofll-
cios qne, para terera destino, V. Exc. me enviou
com o seu do 23 de maio ultimo.
^ N. 190. Dito cmara municipal do Recfe.
Era visla di inforraacao d3 thesouraria provincial,
em oflicio n. 334 de 4 do crreme, junto por co-
pia, determine a cmara municipal do Recite, que
pelos respectivos cofres seja iodemnisado o ajanan-
te servindo de administrador da casa de deienco
da quantia ee 22*000, segnndo o oflicio do chefe
de polica, n. 516 de 16 de abril ultimo, foi des-
pendida cora o enierramento de tres escravos cu-
jos senhores se ignora ende residom.
N. 191.Dita ao governador do bispado. Pelo
oflicio que V. S. me dirigi, em 6 do corrente, li-
qnei mleirado de que, por se acbarem doentes o
conego Joaqaim Ferreira dos Santos, lente de rlie-
torica, e Fr. Luiz da Eocarnacao Moreira, lente
de lnhurgia do seminario de Olinda, foram alinea-
dos interinamente n'apuella dala, para substituir
ao primeiro. o Rvm. moosenhor reitor ds inesrao
seminario, e ao segundo, o Rvm. Fr.'Joao dos Mar-
lyres.
N. 192.Dito,ao director-geral interino de ins-
truccao publica Em visla de sua nformacao n.
162 de 28 de maio prximo (Indo, mande V. Exc.
admiltir no gyrnnasio provincial, como alumno ex-
terno gratuito, quando houver vaga, e sera pre-
juizo dos que j tiverem obiido igual concessao,
o lllho de Tnomaz Jos da Silva, de oomeBasililes
Getalio de Lima e Silva, se esliver uas coodicoes
do art. 131 da lei n. 369 de 14 de maio de 1833.
N. 193.Dilo ao gerente da companhia Per-
nambucaoa.Recorameudo ao Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana que sugelte quanto antes os
vapores da mesma companhia ao exame de que
trata o capitulo 1. do titulo do regulameoto
annexo ao decreto n. 1324 de 3 de fevereiro de
1854, e informe a razo por qne assim deixon de
proceder no mez ce maio prximo findo.
N. 194.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da
Companhia Fernambncana manJe por disposi-
co de Jos Pedro Rodrigues da Silva, dnas passa-
gens Je estado a r, al a provincia da Parahyba.
N. 193.Dito aos agentes da Companhia Brasi-
lera de paquetes a vapor.Pdem Vmcs. fazer se-
guir para os portos do sul o vapor Tocanlins,
amanoaa, hora indicada em sea oflicio d'esu
data.
N. 196.Dita aos mesraos.Os Srs. agentes da
Companhia Brasileira de paquetes maaJem dar
transporte para o Para, por conta do ministerio
da raarinha, oo vapor Arinos, que se espera di
sul. ao foguista Jos Goncalves de Souza, perten-
cenle guamicao do vapor lagfi, como solicitou o
commandante do brigue barca Itamarac, em ofD
ci de 6 do corrente, sb n, 17.
EXPEDIENTE ASSI0NADO PELO Sil. DU. ELIAS FREDK-
nif DE ALMEIDA E ALBUQl'EnOUE SECRETARIO
INTERIMI, KM 7 DE JUNHO DE 1870.
Ia secco.
N. 197.Oflicio ao director do arsenal de guer-
ra.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar V. S., em resposta ao seu oflicio
de 3 do correte, sob n. 84, que a Kieouraria de
fazenda acha-se autorisada a eflectuar o pagamento
ios vencimentos constantes do cilado oflicio.
N. 198.Dito ao commandante do bngue-barca
Itamarac.De ordem de S.Exc. o Sr. vicepre-
sidente da provincia, declaro V. 3., em resposta
ao seu oflicio de hontem datado, sob n. 17, que II-
cam expedidas as convenientes ordens para dar
transporte para o Para no vapor trinos que e
espera do sul, ao foguista d) vapor Mage, hs
Goncalves de Souza.
2.* secfSo.
N. 199.Offlcio ao Sr. Dr. chefe de polica.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidenle da provin-
cia, communico V. S. que nesta data se expedio
ordem cmara municipal, para mandar pagar
pelos respectivos cofres a quantia de 42J, ^ue foi
despendida com o destacamento dos tres escravos
de que trata o seu offlcio de 16 de abril ultimo, sob
u. 516.
N. 200.Dito ao Sr. Dr. chefe de polica.S.
Exc. o Sr. vice-presideote da proviocia, respou-
deodo ao oflicio de V S. datado de 3 do corrate, o
sob o. 822, diz que traosmiltio a thesouraria pro-
vincial para os fins convenientes os recibos, que
em duplicata vieram annexos ao cilado offlcio.
N. 201.Dito ao commandante superior da guar-
da nicional do municipio de Agua Preta.O Exm.
Sr. vice-presidenle da provincia, respondendo ao
ollicio de V. S. datado de 4 do corrente, manda
declarar qne a t uesonraria provincial tem or-
dem para pagar a Bento Jos de Macedo Pocas
os vencimentos constantes do citado oflicio.
X._202.Dito ao bacharel Austerliano Correa
de Crasto.TJ Exm. Sr. vice-presidenle da pro-
viocia manda declarar que flcou inteirado, pelo
seu oflicio de 26 de maio ultimo, de ter V. S. en-
inido no goso da lieenca aue Ihe foi concedida por
deliberaco de 26 de abril proxijno findo.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DESEMBARGA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA, VICE-PBE-
SIDENTE DA PROVINCIA EM 8 DE JUNHO DE 1870.
1.* .scelo.
N. 206.Dito ao Exm. Sr. general commandante
das armas.Sobr'esieja V. Exc. na remessa para
a corle, al ulterior deliberaco d'esta presidencia,
Jo voluntario do deposito especial de instruccao,
Hereulano Cavalcanii de Albuquerque, que se
refere offlcio de V. Exc. de 30 de maio ultimo,
sobn. 290.
N. 207.Dito ao director do arsenal de guerra.
Mande Vmc. conduzir e recolher aos armazens
d'esse arsenal, como soliciten o brigadeiro com-
mandante das armas era offlcio de 7 do corrate,
sob o. 309, as pecas de roupa e utensis perlencen-
tes enfermara militar, mencionados no termo
junto por copia, a cargo do cooselho econmico do
deposito de recratas, e que foram dados era con-
sumo de conformidade como disposto no avisocir
cular do ministerio da guerra de 1859, devengo
Vmc. apreseotar a conta da despeza que lizer
cora o transporte de taes objoctos para esse arse-
nal, afim de ser salisfeiu pela thesonraria de fa-
zenda.
N. 208.Dilo ao capito di porto.Pode Vmc.
remetier para a corte, para o qne ticam expedidas
as convenientes ordens, os recruta* de marinha.
Manoel Candido de Souza, Manoel Caetano da Sil-
va, Raymundo Ferreira J'inior, Manoel Francisco
da Silva o Jlo Baptista de Oliveira, visto serena! -V. 23i.-Dito ao promotor publico da coma
aptos para o servico. com se vd do termo de ras- de .\?ireth.-0 Exra. Sr. vice-presidente da p
lecciio annexo ao seu offlcio n. 10, de hontem da
lado, mandando V. S. por em liberdade q de oome
Jos Semeao de Jess, que foi considerado inca-
paz, segundo consia do citado termo
i" seccao.
N. 210.Oflicio ao Exra. Sr. Dr. chefe de poli-
ca. Itespondendir aooffln de V. 8. di 16 do mez
II a Jo, sob n. 742, tenli > a diz.-rllie q'qe reorn-
.nende ao sundelegado do primeiro distrieto da
Iregutzia da lina vista, que faca fechar a casa que
servia outr'ora de cavallarice era Saolo Amaro,
remetiendo as chaves d'ella ao inspector da the
souraria de fazenda, que vai annunciar o seu ar-
rendaraento.
N. 211Dito ao commandan'e superior da
rea
presidente da pro-
vincu .mana acensar o recebimeuto do offleio de
V. s. o> i ,) >. corrente, em que participa ter ne*sa
\ entrado no gow da licenr* \uo Ihe concedida
a 8 do mei llnn .
' ft. ni.Dita ao promotor publico da comarca
de Limi.!ro.O Exm, Sr. vico-presidente da pro-
,vioci. manda declarar que ll:ou inteirado oelo
sen offl :io de 1 do correte, de ter V. S. nessa
dan reassumido o exercicio do seu cargo.
y. 234.Dito ai juiz municipal do municipio
e Coyjnna,3. Exc. o Sr. vice-presdente da pro-
fineta, respadeido ao offlcio de V*. S. de 21 de
arco ultimo, minia declarar que a thesouraria
das as faltas que leu a contar ao Io a 5 de feve-
guarda nacional do municipio do Recite.-fcxpec* retro deste anoo, pagar-iln os vencimentos corres-
\.S. assuas ordeos, par* que urna guarda de ponderaos a esse* das
i lazeuda lera oriem para considerando abona-"'om empreslitno para construir n'aquelle largo
um mercado publico. & velha igreja s-srvia de
honra asssia a fusta de Santo Antonio, que tem
do celebrarse a 19 do correte, na igreja matriz
de S. Frei Pedro Goncalves do Recife.
N. 211Dito ao juiz de direito da comarca de
Olinda.Remello a Vm;. copia do offlcio que em
2 do orrente recebi da cmara municipal da ci-
dade de Olinda, allra de que, em visla das -iccu-
sacons feilas ao juiz municipal Itutiiio Colho da
Silva, proceda contra esle na forra da lei.
N. 213.Dito ao commandanta do corpo provi-
sorio de polica.PJe Vmc. engajar no corpo sob
seu commando os voluotjrios da patria Francisco
Gjmes de Souza, Antonio Jos da Silveira, Jos
E-tevao da Silva-, Polycarpo Barbota da Silva,
Jos Antonio de Paula, Boavontura Crescendo Con-
rado Brando e Joao Avelina da Silva, e os paisa-
nos Symphronlo Felisbino do Reg Tingassii, e
Fehppe Santiago de Sonza, aos quaes alludera o*
seas caos ns. 287, 296, 297 e 299. de 1, 6 e 7 do
crreme, se tiverem a necesaria id neidade.
3." seccao.
N. 215.Oflicio ao inspector da thosouraria de
f.-zenda. Exneca V. S. as suas ordens para que
sej. paga conformo solicitou o Dr. ch9fe de polica
em offlcio-de 7 d i corrrate, sob n. 811, >o tenen'.e
Antonio Correa Maia, a quantia de iTOO, cor-
respondente a tres mezes do aluguel da casa que
no distrieto do Peres serve do <]uar;el ao respec-
tivo destacamento, vencidos em 24 maio ultimo.
N. 2lh.Dito ao mesmo Mandando nesta data
orear os concert* de qne trata o inspector da sau-
de do porto no offlcio de 2 deste mez, junto por
copia, com referencia a ontro do mordomo do la-
zareto do Pina, como em que V. S. ouvindo o Dr.
procurador fiscal, informe com urgencia sobro a
ultima parte do offlcio do mesmo mordomo.
N. 217.Dito ao mesmo.Inteiradi de qnuit-
V. S. expoz em sui inforraacao de 16 de abril ul-
timo, sob n. 267, om referencia a da contadoria
dessa Ihesouraria, acerca do pagamento dos ven-
cimentos relativos ao mez de fevereiro ultimo, do
juiz municipal do termo de Ciianna, bacharel Joa-
quim Cordeiro Goelbo Cintra, tenho i dizer-lhe
que mande eflectuar esse pagamento, consideran-
do para isso abonadas as faltas qne deu o mencio-
nado bacharel, a contar do !. a 5 do citado mez
de fevereiro.
N. 218.Dilo ao mesmo.Communico a V. S.
para os devidos fins, que segundo parlicipou o ba-
charel Manoel Barata de Oliveira Mello, promotor
publico da comarca de Nazareth, em Ifleio de 2
do coi rente, nessa data entrar elle no goso da li-
eenca, que por esta presidencia Ihe foi concedida.
N. 219.Dilo ao mesmo.Communico a V. S.
para os devidos fins, que segundo parlicipou o
promotor publico da comarca do Limoeiro, bacha-
rel Jos Maria Freir Gameiro Jnior, em offlcio do
1 deste mez, oessa data reassuiiio elle o exerci-
cio do seu cargo.
i. 220.Dito ao mesmo.Nesta data ordeoei ao
chefe de pollcia, que lizesse feichar a casa que ser
via de cavallarica era Santo Amaro, remetiendo as
chaves della a V. S., para annunciar o seu arren-
damento, como declarou em offlcio n. 397, de 4 do
correle.
4.' secco. .. .
N. 222.Offlcio aoExm. pre.-iJente da provin-
cia das Alagoas.Segu no vapor Tocantins, a dis-
posnjao de V. Exc, o reernta Manoel Vicente Fer-
reira, de qne traja V. Exc, era seu offlcio de 6 de
abril ultimo, e que viera dessa para esta provin
ca para ser vaccinado, cab-me dizer que esse
recruta foi vaccinado qoatro vezes sera resultado
algara, seguado commuaicou-rae o general com-
mandante das armas, em offlcio com dala de hon-
tem, sob n. 304.
N. 223:Dito aos agentes dajcompanhia Brsi-
leira de paquetes a vapor.-Mandsm transportar a
seus deslinos, por conta do ministerio da guerra no
vapor Toeantins. os recrutas Antonio Graciliano
das Chagas, Domingos Jos da Sdva, J.'o Jos da
Silva, Jos Rulino de Oliveira c Manoel Vicente
Ferreira, sendo este ultimo para Alagoas a dspo-
>co da respectiva provincia e os de mais para a
corte a disposico do Exra. Sr. ministro da guerra.
N. 224.Dito aos raesmos.Os senhores agen-
tes da companhia Brasileira de paquetes a vapor
raandem transportar a corte no vapor Tocantins,
por conta do ministerio da marinha, os 5 recrutas
da armada, que foram remetiidos para bordo pelo
capito do porto.
N. 225.Dilo aos raesmos.Os senhores agen-
tes da companhia Brasileira de paquetes raandem
dar transporte para a corte por conta do ministe-
rio da guerra no vapor Tocanlins, ao cadete Odi-
Ion Fiock ttomano.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SB. DR. ELIAS FREDEBI-
CO DE ALMEIDA E ALBUQUERQIE, SECRETARIO IN-
TERINO, EM 8 DE JUNHO DE 1870.
1" secco.
N. 226.Ofltao ao Exm. Sr. general comman-
dante das armas.S. Exc. o Sr. vice presidente da
provincia, leudo providenciado para que sejam
transprtalo no vapor Tocantins para as Alagoas,
o recrata daqaelta proviocia Maooel Vicente Fer-
reira, e para a crie os de nomes Antonio Graci-
liaoo das Chagas, Domingos Jos da Sjlva, Joao
Jos da Silva e Jos Rufino de Oliveira ; assim o
manda communicar a V. Exc. em resposta ao seu
oflicio de hontem sob n. 304.
N. 227.Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia, declaro a V.
Exc. em resposta a o seu oflicio de 7 do corrente
sob n. 307. qne fleam expedidas as convenientes
ordens pira o transporte no vapor Tocantins do
voluntario para oexerciio Odilon Fiocke Romano.
N. 228.Dilo ao mesmo.De ordem de S Exc
o Sr. vice-presidenle oa provincia, declaro a V.
Exc. em resposta ao seu oflicio de 7 do corrente
sob n. 309, que ficara expedidas as convenanles
ordens no seu lido de serem r*colhidos ao arse-
nal de guerra, a roupa e utensilios periencentes a
enfermara mihtardesta cidade como solici ou V.
Exc. oo oflicio citado.
i-seccao.
N. 229.-Oflicio ao. Dr. chefe de polica.Nesta
data autoris m-?e a thesonraria provincial a pagar
ao tenento Antonio Correa Maia a quanta de 24*,
constante do cilado offlcio que lica assim respon-
dido de ordem do Exm. Sr. vicepresidente da
3'secc3.
.Y 235 O.flcio ao inspector da thesouraria pro-
vincial. De ordem lo Ekra. Sr. vice-presiden.e
da provincia cora ndnieo a V. S. que segando
participan o commandaate superior da guarda na-
cional do municipio ile Jazareth, em 3 da corren-
to a 1 deste me:, se dessolveu o destacamenio da
guarda nacional que hava na cidade de aquello
nome.
4." secto.
M. 236.Offlcio ao Dr. Francisco IVxeira do
S, Io sereiario di assemuti legislativa provin-
cial. N. lili. Da ordem d* S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, e e-n resposta ao offlcio
de V. S. de 2' de rano prximo findo sob o. 640,
remeti para ser presente a asswnbli legislativa
provincial, a inclusa copia do ultimo mappa geral
dos invenanos confeccionado por esta secretaria
ersujcttido ao ministerio da juatica para a estatis-
tica judie,al i) imperio.
N. 237.-Dito ao mesmo. N. 147.S. Exc o
Sr. vice presidente da provincia, passa as mios de
V. S. allm de ser levado ao conhetimento da as-
sembla legislativa' proviocial, copia nao s dos
olllcios do desembargdor provedor da Saota Casa
de Misericordia de 20 de maio ultimo e 6 lo cor-
rente sob o. 2,734, relativamente a diviJa do casal
do brigideiro Gaspar de Mcnezes Vascoocellas de
Drumraond, deixado pelo floado Joaa Vieira Lima
ao hospital Podro l{, mas tambera do offlcio da
presidencia do 24 do predito mez le majo, appro-
vando a proposu feita por Francisca Maooel de
Souza Oliveira, o acceila psla jtnta administrativa
d. iiisraaanta Casa, :erca da referida divida.
construir sob aquella invocacao para substituir a
ltimamente demolida, qoe se iirestava mal ao cul-
to divino, na s pela deficiencia de espaco para
aflluencia de povo que sempre enchia aquella casa
de Deus, mas tambera por qne nos tempes inver-
nosos era ella inva ldas|pels agua plnviaes, lten-
lo ao abaixaraento do nivel do seo chao sob o pa-
vimento do largo qne Ihe fie em frente.
Como sabido, a frente da velha igreja ficava
aquena da face sel do largo da Penha, tornando ir-
regular o largo. A' nova igreja fer a sua facha-
da no alinhamento d'aiuella face, e assim licar
regular o largo.
A assembla provincia votou em urna lei d'esle
anno autorisacao manicipalidade para levantar
DA 23 HE OTl'BRO
de fazenda com
prosid
provincia.
N. 230. Dito ao commandante superior da
guarda oacional do rauicipio de Nazareth. O
Exm. Sr. vice presidente la provincia manda ac-
cusar o recebi ment do oflicio de V. S de $ do
corrate, em que participa ter a 1 daale mez,
dessolvido o destacamento de Nazareth
N. 231.Dito a i juiz de direito da comarca de
Tacaral.De ordem do Exm Sr. vice-presidente
da provincia, declaro a V. S. que teve o conteni-
ente desuno n ertiiflo de que trata, o su offlcio
de 23 do mez fiado
DESPACHOS DA PRtSlENCIA 03
de 1870.
C Citao & CA thesouraria
offlcio desta data.
Companhia Pernambucana. A liquidarlo da
divida cujo pagamento a supplicante pede ao go-
verno imperial, do ve ser requerido pernle a the-
souraria de fazeu la da provincia da Parahyba.
Padre Galdmo Firmo da Silveira Cavalcante.
Infanue o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Capito Jos Peregrina de Miranda.A' vista da
informaeo como requer.
Joaiiu.ai Jos Ferreira Penda. Informe o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia.
Manoel Joaquina de Vasconcellos.luforme o Sr.
capito do pono.
Maria Firmina do Rosario.A thesouraria pro-
vincial com oflicio desia data.
Thomaz de Carvalho Soares Brando'Sobrinho.
A thesouraria provincial com offlcio dest; data.
- 26 -
Abaixo assignados estudantus da Faculdade de
Direito desta cidade.Informe o Sr. gerente da
companhia Pernambucana de navegado costeira
por vapor.
Padre Augusto Franklin Moreira da Silva.A
thesonraria pr vincial com.oflicio desta dala.
Bario do Livramenlo.A thesouraria provincial
com ofli'io desia data.
Baro do Livramento.Conceda-se a autorisa-
co que pede.
Da na io Lope- Pereira Guimaraes.Hequeiraao
governo imperial pelos canaes competeoles e de-
clarando o corpo a que pertencia. quando se
deu o cmbale de 8 de dezembro de 1868.
Eduardo Antunes de Albuquerque Mello.Con-
ceda-se nos termos do art. 3 do decreto n. 347 de
15 de novembro de 1842.
Francisco Goncalves Rodrigues Franca.Infor-
me o Sr. desembargador provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Bacharel Jos Ricardo Gomes do Carvalho.
Conceda-se com ordenado na forma da lei.
Padre los Vaz Guiterres.loforme o Sr. ins-
pector da thesonraria de Tazenda.
Jos Francisco de Audrade Jnior.A thesou-
raria proviocial com offlcio desta dala.
Padre Jos Porfirio Gome.A thesouraria pro-
vincial com oflicio desta data.
Commeodador Jos Joaquina de Lima Bairo.
Dirija-se ao Sr. regedor do Gymnasio Provin-
cial.
Mi.uel Luiz da Purilicaco.Passando recibo
sejam entregues.
Marlinho da Silva Costa.Conceda-se sem ven-
cimentos.
27
Tenente-coronel Andr Cavalcante de Albuquer-
que Arco-verde.D-se-lhe guia.
Caelano Pinto de Veras.Certitique-sc.
Caetauo Pinto de Veras.De-se.
Caetano Pinto do Veras.D-se-lhe.
Companhia Pernambucana. Passando recibo
sejam entregues.
Companhi.i Pernambucana.lufouse o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Companhia Peroambucaoa.A thesouraria de
fazenda com offlcio desta data.
Irraandade da Senhora Sant'Anoa da igreja da
matriz de Grvala.loforme o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Joao Lemos Leal Res.D-se.
Joao Bezerra de Mello.Informe o Sr. enge-
nheiro chefe da repartilo das obras publicas.
Jos Mendes de Frailas.Volle ao Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Luiz Francisco de Arroxellas Galvo e Carape-
ba.Informe o Sr. Dr. juiz de direito da comar-
ca de Garaohuns.
Luzia Maria das Candeias. Conceda-se oito
das.
Bacharel Miguel dos Anjos Barros.Concda-
se ura mez" com ordenado e dous sem elle.
Manoel Teixeira de Carvalho Ralalo.Ao Sr.
Dr. juiz de direito da comarca do Bonito, para mi-
nistrar a informaeo exigida em 10 de agosto.
Manoel Roseo Egydio Josu.Revalide o reque-
rimento.
Maria Candida Barbosa de Albuquerque Mara-
nhaoInforme o Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia.
Pedro Secundiuo Barbosa e Silva.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
municipio da villa da Escala.
embaraco c mstrueco d'esse edificio necessario.
Sabendo-se d'isso geralmente na eitada le pres-
creveu-.se que seria desapropriada ao eonveoto
dos capuchinhos a parle -do terreno eemprehen-
dida entre a fachada da velha igreja e a face sul
do largo por eincoenta contes, em soas prestacoes.
O prego d'essa desappropriacao vai servir para
auxilio a obra magestosa da nova igreja, e bem
assim o produelo liquido de algamas loterias que
Ihe coocedeu a mesma assembla.
Isso porm nao bastante, at bem pouco,
porque a obra deve orear por uns trezento? e ein-
coenta contos de ris.
Mas os religiosos nao desanimam ; trabalham e
traballum sempre, e, condados na coadjuvacao dos
Pernambucanos, esperara levar conciuso o
Grandioso edificio que ha de vir a ser um raonu
monto para o Recite.
Domingo s 5 horas da tardo laocar-se ha, pois,
i priraeira pedra d'esse monumento. Para essa
fe-ta convidam os religiosos eapuchionos tado o
Rada e tem destribuido cartas de convite espe-
ciaes as autoridades do Recite, funcionarios p-
blicos, militares e muilas oatras pessoas gradas.
A testa deve ser linda e ungida do espirito de
religiosdade que cracterisa todas ceremonias,
que se fazem na igreja da Penha
Damos om seguida ama ligeira descripco da
nova igreja, que nos foi obsequiosamente minis-
trida:
O edificio da nova igreja do hospicio de Nossa
Senhora da Penha vai ser construido dentro dos
muros do mesmo hospicio, Picando a sua fachada
superior paraliela ao correr das cazas que Ibe
ticam om frente, e quasi na direecao da travessa
da Ribeira. A ra da Assumpco lera nove me-
tros de largura, ticando o oitao da igreja quasi
no alinhamento da ra das calcadas.
Esse novo templo do systema e archltectnra
de muitos edificios de Roma, tragado com gosto e
elegancia. Soas divisos sao bem distribuidas, e
bem assim as suas decoracoes, que, alm de sim-
ples preenchem o fim para que cada urna des-
tinada.
O nivel da igreja superior ao do pateo cerca
de 1,20 metros, distribuido por 7 degros.
< A fachada superior do temple tem 3 partas
elepantes, correspondendo s 3 oaves do corpo
da igreja.
O edificio tem 61,5 metros je comprimonto
obre 27,5 metros do lurgora, dividido em :t cor-
pos, s capella-mr.
O corpo da igreja divide-se em tres naves :
urna central, e duas lateraes.
A nave central tem 11 metros de largura com
19, 5 metros de comprimento sobre 17 metros de
altara. Essa nave ergue-se sobre 8 columnas o 4
pilatras da ordem corinlhia, tendo 1 metro de di-
metro, e 9-, 80 de altura, e 4 metros de interco-
lumnios.
< Na parte superior do entablamento das co-
lumnas e pilastras, sao collocadas cinco janellas
por cada lado, correspondente aos ditos interco
lumnio?, servindo para a transmisso de luz. So-
bro estas janellas corre urna pequea cornija, que
serve de origem ao forro da nave central.
Sobre a porta principal na altura do entabla-
mento geral, acha-se o oro, que tem 4, 5 metros
de largura sobre (oda a largura da mesma nave.
As naves lateraes sao f yraetricas, e tem 5 me-
tros de largura, 10 de altura, e o mesmo compri-
mento da nave central.
Era cada nave lateral, correspondendo os 5
intercolumnio-;, se achara colbcadas duas peque-
oas capellas. e dous contissionarios, licando no
centro ama porta de iogresso.
O corpo do cruzeiro compoe-se do espaco com-
prehendido por quatro grandes arcos, tendo cada
um 8, 36 metros de largura, e 11, 8 metros de p
direito. Os dous arcos no sentido longitudinal do
communicacao um com a nave central e o oulro
com o aliar mor.
Os dous no sentido transversal, coraraunicam-
se com as duas capellas lateraes do arco do cru-
zeiro. Estas capellas tem cada ama a mesuaa lar-
gura dos arcos com 6, 5 metros de fuodo.
i Na face lateral de cada capeila ha dous arcos,
cujos ps direito? tem a mesma tllura das do arco
do cruzeiro e 4 metros de largura. Os dous arcos
do cruzeiro do sentido longitudinal sao revestidos
de duas pilatras em cada p direito.
c O zimborio collocado sobre os qtiairo. arcos
do corpo do cruzeiro ; tem 5 metros de raio, Pi-
cando a sua chave a 29 metros de altura, sobre a
qual est collocada urna pequea claraboya de gos-
to olegante.
O corpo do altar mor tem urna parte reda
com 3, S metros de comprimento, d'onde nasce um
semicrculo, cujo raio de 3 metros.
O todo d'este corpo compoe-se de duas pilas-
tras collocadas no arco da capella mor e de 6 co-
lumnas ne um metro de dimetro cora intercolum-
nios de 3 metros. Sobre estas columnas e pilas-
tras corre o entablamento, que geral em lo Ja a
igreja, o qual por si imprime no edificio urna certa
belleza architectonica.
Sobre este entablamento segue-se a abobada
PEBNAMBCO.
-- i. .- ... .i -^
REVISTA DIARIA.
A NOVA IGREJA DA PENHA.AmanUia,- do-
mingo, s 5 horas da tarde os religiosas eapuchi-
onos do couveato de Nossa Senhora di Penha as-
seaum a primeira.pedra da nova igreja que vao
recta ; sobre o elemento recio e sobre o semicr-
culo urna abobada em forma de quarto de circulo.
c Ao redor da columnata, que forma o corpo
do altar mor,corre om forma tambem semicircular,
e parallela,unaa nave, cujos extremos corresponden!
ao prolcngamento das duas nav< hteraes do corpo
da igreja.
< Esta nave semicircular ornamentada com
duas pilastras e seis columnas engastadas no seu
corpo, coutendo nos seus intercoluraaios qoatro
altares, duas portas lateraes, e um arco, que Pica
ao centro, que d communicacao com as sachris-
lias, que tem cada una 11 metros de comprimento
sobre seis de largura.
Nos dous recantos formados pelas sachristias
e nave semicircular, acham-se collocadas duas tor-
res em forma de cruz, cada urna das quaes se cora-
munica com a sachrstia que Ihe Pica annexa
i O toda do edificio grandiosa e representa
una cruz grega.
FACULDADE DE DIREITO.Fizeram hontem
acto os seguate; alumnos :
Io anno.
Manoel RayrauDdo d'Araujo Pnheirc, plenamente.
Jos Ignacio de Figneiredo, idem.
Jos de Castro S Brrelo, siraplesmente.
Luiz Baptista de Souza, plenamente.
2 anno.
Jos da Souza Reis, plenamente.
Olympio da Silva Costa, idem.
Jero-aymo Alves da Gunha Lins, siraplesmente.
Antonio Alfredo .da Gama e Mr lio, plenamente.
Argemiro Martiniano da Cunha Galvo, idem.
Jos Jaciulbo Borgts Diniz, siraplesmente.
3o anno.
JoSo Viaona de Mello, plenamente.
Jos Alves Lima Jnoior, idea.
Thomaz Pompeo de Souza Brasil, id
4* amo.
Jaciniho Febronio Esmralo,
Aiipin Jos da Costa, dem. a
Jos Lopes PoM 5* aonn.
Pedro Franeiseo Orra de Araa
ioncalo Paee de Azevedn Karo, I
Camillo Correa Dantas. Mea.
Aquilino Gomes Porto, dem.
ES^ VEN EVA MENT)-Anle-homea :
tomando porcao de arsnico, o Sr. i
Goncalves, ourives morador i roa da Iravpanfriz.
miior de 70 annos, deixando ama rarta, coa a>-
claraco de sraentc ser abena defo* de su-
morte, na qnal exprima que punba m a sen.
das, por estar aborrecida de viver, e w atara
fez mal a quem quer que fosea.
LADR02S. -Sa freguezia de S. Frei Pedra &m
(alves parece que ha urna quadrilba deraioaiaraaa.
que vai diariamente viounoVa as ca-t eoaaer-
ciaes.sendo infructferos os esforcoo da poliaa para
o descibrimento dos autores.
Ne3tcs ltimos lempos tem sido vutladua a ar-
mazens do Sr. Th. CnriJthmeo, do Sr. J Carrr -
dos Srs. Rafee Schmraean & C, a ktaMea la Sr*
El. Turpin, rna do Comraereio, daixaad aaaav
ura dos ladroes ama pequea nwifti da iraaa
menor qoe as de 20 r., tendo n'naa da faca a
armas imperiaes, e na outra m algarieaa 200
cora urna legenda.
Felizmente para o Sr. Tarpn apeaaa levara- a
ladroes cerca de 3J em bilbetes da eoaaaaaa
de trilhos urbanos, que eslavam dentro da gaau
do balcao.
IGREJA DE SANTA RITA.-AeaaaaW-iwj fadn
(liando todo o interior deste templo, a araparaaV
as imagens, deixar de haver naissa aos dunaiafn
e quintas-feiras, bem como o terca aeaie as*aja*
se conclua a obra.
NOVENA.Comecon hoolem, sendo eetearadit
copa o brilhaotisrao do cosime, a novena da Se-
nhora Mi dos Horneas, a igreja da Madre >.
devendo a fesu ar celebrada Imaiaaii M d
corrente.
ASSOCIACO COMMERCIAL BENBPfCBNTZ.
Nao se reahsou, hontem a reuma da aaaaaaaaVt
geral, por Taita de numero legal de icctoantr
NAVIO DE GUERRA.-Chegou feoaaiea, fon-
deando no lamaraj, a canhuneira franceaa Le Cm-
rieux, qne anda cruzando.
Apenas foi visto no horisonle esse aavie a ma-
rinha de guerra franceza, veto para dentro d>
porto a escuna narte-allemaa Johanna aaaa, cnega-
da do Assii, achava-se no lamarau espera de
ordens.
Tendo a caoboueira prerisao de saber se lk>
era permittida a entrada no aorta, alfa de taaar
vveres e carvo, loga que loada a ao Untar*,
icou bandeira pedindo a visita de san Je. Niasr
acbando na occaaiio presente o Sr. Dr. iaiiTt i
da sade, pelo Sr. capitao do porto fui rraadia a
bordo um pratico da barra, com ordem para arr-
mitiir a entrada, caso uao fosea a cannoaira Hn-
melin, prohibida pelo governo imperi-l de ar
nos pones ao urasn.
REPARTICAO DAS OBRAS PUBLICAS.5a da
3 de fevereiro de 1*71 lera logar, no palacio du
presidencia da provincia, o cancano para preta
chmenlo de urna vaga de conductor da repartir.
das obras publicas, deveodo o coocurso versar ta-
bre naaiheraalicas, algebra al eqoaces da 2*
grao, 'trigonometra, conbecimenlo pertaata de iaat-
trumeotos grapiucos e dos inveiatnaata e plata1.
desenlio linear, elementos de geoailria aaahira,
descriptiva, de anatoma, de arcnitactnra e de re
lencia dos raaleriaes.
FESTIVIDiDE RELIGIOSAA de S. Beaadir-
to, qoe se veaera do convenio de Saao A atoan -
Olrada, foi transferida de 6 para 27 do rorrear^
raez.
THOMSON'S ROAD STEAMEHS.-Do D>rh
Rio de Janeiro Iranerevemos o segoate :
A adopcao da lecomotita aos eaawho* ord
narios tem sido, por longo lempo, o objeelo de aa-
merosas e variadas experiencias. A primeara lo-
comotiva deste genero foi construida peto Sr
Goldsw-orth Gurney. E de um engao, enlao rorainum a lodos os hoaen*
da setenen, a saber : que ha vera surneRo;>> ailt-
sao entre as roda p o solo para permittir a to^. -
naocao, usou da alaranca e proptilsorts cm aaajaa
trabalhando com a peroa e o p hamano, ter icam
0 vehculo para atante. Coa o nico apoto d
Dr. Wollastoo, Mr. Garncy perteveroa, e *~
poneos annos, produzu urna machina qoe nao
mente se moveu sem propulsores, cuan sanana
varias ladeiiras, puchando, amo a sua rrmt di
Hultas feneaes, um carro alraz de si. O rs;
nos falla para deserever os ontn* numeroso? nr .-
jectos que em seguida f. rara experimanlad' t; ba-
lar dizer que recentemeote lena sido, eont>o:
nma machina que, com toda a probabilidad?, se ai
de tornar o vehculo usual das nonas estrada.
A particularidad^ saliente desta locomotor
Su o as suas rodas se achara envollas em na* nrv
e borracha (India Rubber) da 5 poli g ida fe
espessura. Este envoltorio, qoe a praaeira vista
ndo parece cap z de soportar muilo trabalh p>-
sue no enlamo innmera vantagew, reumnd> -
excessiva dnraco a vamag-ra de ama liicjaac*
perfeiamente silenciosa e caima. Hab lila lamber,
a locomotiva a passar por rima de ca>im > terr i
notamente trabalhadas, eom toerivei facili laf-
leveza, o que conslilno considerare! awmorameu
lo sobre as pesadas machinas de traecio aja daaV
annos perenrrem Londres eom grande daae t-
dos roche i ros e terror de nervosos mr elidas, e aa>-
ainda agora causam nao pequeo aaaa ao par.
fleo lavrador pelo seu estrepito nocieran por aoi
sos campos.
c A machina geralmente osada tara parla.
nm munidos ou um rano. Todava, la ib. a
capaz de adaptar-se a um arado, Beando aasic.
ariosamente resollido o problema da arar peL.
traccao directa vapor, visto cobo o envottori* aV
borracha como cima flea dito, habilita a machi,
a nalgar os terrenos mais nolks sem ao anta-
dar signal de querer mimarse.
COMPANHIA SANTA THEREZA.Hoje roa!
timo da em que se pode ralisar a primeira .-a
irada do capital subscripto, aa razio de 2D 9f%
devendo os Srs. accionisias diriair-a ao drm
da caixa Exm. Sr. Bario da Soleante em **u
criptorio na praca do Corpo Santo.
DIXHEIRO.O^vapor etui levoo hatea :
Para o Penado 5:800*H'
o Aracuju 5:000#00l>
ESTABELECIMENTOS DE C RIDA DE.M.
ment do hospicio d>* alienados na **r***
de Olinda, do Io ao ultimo de oatnar de ISW
Existiam 28 bomens e 46 muflieres, en'rar.
2 mulheres, existem 28 horneas e 48 mnlii -
res.Total 76.
Existem 10 empregados nesle estatVer iv.'J'
horneas c 3 mulheres. sendo: 1 refeaj*'. 1 eam
1 capelio, porleiro e saehristjto iaarriae I; 1 a
fermeiros, 1 barbea ro, 2 una atara a l aasv
nheira. ^ -
Foi visitado o meenao tabaieeansta |
Dr. Joio Maria Sera, por ^-!f*T"ilj
respectivo medico o Sr. Dr. ff*^r?r"0^l'*T
nos das 3, 6, 9,13, la, 23.J6 oXm har
raanba, e u i, 4 a g da tarde
Entraram :
No dia 6, nma mulber le hOtne Ifetaatala *V

mmmk


I
Y

g| Ifl nMWJVQW 30 Z AaSf""0 A' Peraamhltco S^>}do 5 d Noremblro d 1870 jjft jtgUftUK JVJLJt O^Wfc
Aqoiao Costa, parda, soltara, rnm y fpfjfjit
idade, e natural de Garanhons.
No da 27, oulra de nome Francisca Mara da
<*^#M*da, 9ulle'ra. o 25-anaos de idads,
e natural daaW provincia. .
Exisatavoesie estabeJec enlo, 76 alienados, 72
* wja carfihde e 4' que pag am a casa."
Hospia ie-alienados eri Otinda, i de-n,oenv
bro de 1870.
lamo dtarrffBirtm.
Offlinlef J ,
L8+>Rtgo Barro- ___
LOTEftlA.-A qae se toba a vendad l8.' a
beneficio da niatrta de Cabrnb, a qoal coite no
dia 7.
PASSAGEIR03,SahMdw para Fernando o va-
por Mandok :
Frederico H. da Silva Tavora, Lutrongo 1 de
Paula Csvaleanti, Eupuema Lntza Mara das Ver
gens, 5 offlciaes, 98 pracas, 6 presos 10 mulheres
de prests.
Vindof do Rio Formoso, no Tapor Para-
dente dandj ;as raxoes porque nao te pode'oum-
prir >ua orden*; e pediado <|ue seja .o pag tmeato
feiio pela thasouraria cam os fundos prornwnae.
Oulra do mesino, apjH-ovanjo arremalafio da
obra dos'coDoato* da latrina do tribunal do jury
desia ciJade Mpflruncia de 1W|.Inteirada e
que se latre o termo.
Ontro da mmmf, rem4tMlo paf m a o rega-
lajnanto expedido para a boa ni-oMnaeao da illu-
tuinagao publica destac*a*>A archivo.
Ootro do mesa, maneando ateta cmara, qae
J a .-uai ordea para que aejam enterrados gra
taitamenie, como 4o os dos pobres, oa corpot dos
escravos,- que fallecer m aa casa de detengan,
quando abandonaos
estes deseonhecidos.Inteirada eque se commu
ique ao procurador par* dar aa guias.
Outro Mmesmo, coucedendo a aulorisago pe-
dida por esla cmara para fazer cesso da divida
do finado sargento-mor Francisco Joaquim Pereira
de Carvalbo aos herdeircs do mosmV sargento-
mor, com as cuodgoes que foram estipuladas.
Airteaie Pererra da Luz, Candido MarqnesSa- Inteirada, a que o procurador caanid*. a bar le-
reiro, Ignacio Esleves de Mello, Antonio Fernan-
des de Albuquerque, Antonio Jos Barbosa Go
>ho, Apguslo Rodiihues de Alraeida, Joo Antonio
Rodrigues de Aojo.
CHROMCA Jl U'IARIA.
aTRlBI 4 \I. DO COJMERCI
ACIA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
NOVEMBRO DE 1870.
tBXStDENCIA DO EXM- SR. DKSBMBARGADOR ANSBUiO
FRANCISCO PBRBTTL
As 10 horas da- manua, estando reunidos os
Srs. depuUUue Rosa, basin. Miranda Leal e suo-
plente Sa L-ilai, o Exm. Sr. presidente declarou
abena a ses;o.
Foi iida e approvada a acta da sesso de 31 du
mez prximo fiado.
Esleve presente o Sr. desembargado!- fiscal.
BXPIDIKNTF.
Oifleio do Exm Sr. coas slheiro Dr. Diogo VeJho
Cavaleanie de Albuquerque, firmado de 31 de ou-
lubro n (: no, couwiunicaadQ haver prestado jura-
mento e entrado no exereieio do cargo da presi-
dente desta provincia. Aecuse-se e archvese.
Jornal Oflktal de ns. 2i6 2i7. Archive-se.
DESPACHOS.
Requerimenlos :
De Silva A Neves, subraetlendo a registro a no
roeago de seus caixeiros Joio Nabuco da Funce-
ca e Francisco Cavaleanie de Andrade. Sendo os
peticionarios os meamos qaem se mandoa reva-
lidar o sello do re,]uerimento e nomacio ora inde-
vidamente subsnluidoy, deu o tribunal o seguirte
despacho : Cumpram o despacho proferido ein
sesso de i\ do mez prximo passado.
De Bertboline & C, submelteado tambem re-
gistro a de sea caixeiro Augusto Francisco dos
Santos.Estando as mesmas circumstancias dos
supraditos Silva A Neves, fol proferido o seguirte
despacho :Ga*npram o despacho proferido em 2i
do prximo passado.
De L'Utreuco ereira Mondes Guimares, podin-
do rehabiliticSo conimercial.Autorisado pelo of-
ficial fulas Torre?, que servir de escrivo, d-se
risti ao Sr. desembargador fiscal.
De Belarmino Gunha Corles, pedilo que se Ihe
cerlilijue se anda caix.'iro de sua casa de pliar-
macia sita nos Affogados i. 68, Agostinho Jos
Franco, e qaando foi como tal inscripto.Certifl-
qoe-se.
De Joio Francisco Regi.s Lobo, pedindo o regis-
tro ;TJa noraeacao de seu caixeiro Joo Bapti>t i
Coutiuho Lobo.-Na forma requerida.
De Luiz Jos da Silva Guimares, commerciante
matriculado, pedindo igualmi-nte o registro da no-
meaQao do isas caixeiros Henrique ias de Frei-
las, Jo.- Paulo de Carvalbo, lanoel Lins Paes Br-
relo e Joaquim Medeiros.Sim.
De Thomai Cbrislianseo, fazendo igual pedido
qaanto ao caixeiro Erue.-to Vieua de Araujo.Re-
gistrese.
l)t M.icallies Ir naos, pedindo que se dec are
BO respectivo registro que o verdadeiro nome de
seu caixeiro Jos Antouio de Sa Leito e nao An-
tonio de S Leito, como por engao disseram na
nomeagao que junlam.Como requerem.
De Perelfa da Cunha Irmos. para se Ibes pas-
sar por certido o registro da nomeaga > de sen
caixeiro Jos de Soma Pereira de Brito.Como re-
querem.
De Jos Antonio Basto, proprietario do hiale
Probidiule, que o bouve por compra Bartholo-
meu Gomes de Albuqurque e sua innlber, pediudo
que neste sentiJo se annole o competente registro,
visto continuar a uavegar com a mesma bandeira
e masireaca .Proceda-se na forma do estyln.
Do io.-c DiHlllllMEu i c Gampttyo \ C, pcJiado
o registro da nomeacao de setis caixeiros Fran-
cisco Borges de Olivira e Augusto Arehanjo de
Sampayo.Rigisire se.
De Agostinho Bibiro da Silva, fazendo igual pe-
dido olanlo ao seu caixeiro Jos Antonio dos San-
tos. Registre-se.
De Sabinft Jos de Almeida e Jos Domigues
de Sampayo, peJindo qae seja seu requerimento
regisua'lo cmo destrato social da exlincla firma
de Jo Dominvnes de Sampayo & C. Jurtem o
destrato por duplcala,
Antes la n habilitara-"; de Jos Ahtorto Soares
de Azt-vedo. Junte por cerlido a decisao do tri-
bunal da relacao, que decidi o recurso interposto
pelo juiz espr-cial do commercio em sua sentanga
de qualificaeao e pronuncia de lis. 4. >
Nida mais havendo despacho, o Exui. Sr. pre-
sidente encerrou a sesso s 11 horas e meia do
dia.
ESSAO JLDICIAR1A F.M 4 DE NOVEMBHO
1)E 1870.
mmum d bxm. sa. desembargador a. f. pe
RKTTI.
Secretario, Julio Guimanws.
Ao meio dia declarou-se aberia a sesso, estande
reunidos os Srs. desembargadores Silva Guima-
r-ro-s, Aecioli, e os Srs. depuudos Rosa. Basto e
Miranda Lea! e suppleule S LeiUio, faltando com
partecipagao o Sr. desombargador Reis e Silva,
Lida, foi agprovada a acta da sesso passada
com declaragao que o Sr. desembargador Reis e
Silva faltou eom partecipag >.
O Exm. Sr. presidente ordenou que fossem re-
iMtlidM para os cariorios competentes os fei o-
\indos do supremo tribunal de jusliga entre partes,
recorrentes os administradores da massa fallida
le Antonio Jos de FUneiredo, reiorrido Eugenio
M ireira da Silva ; recorreutes os ditos adminis-
tradores, recorrido o padre Manoel Correa de A-
raujo Melle; recrreme Alexaodre Jos Ribeiro,
recorrido Antonio Joaquim Duarte ; recorrerte
Saltador de Siqueira Cavaleanie, recorrido Joa-
quim salvador Pessoa de Siqueira Cavaleanie.
JUI.C.AMBNT0S.
Jnizo especial do commercio :, embargante ap-
pellado autor Jos Velloso Soares, embargados
appellautes reos Urbano Jos de Mello e sua itm-
Iher; m|BM os -'rs. Silva Guimares, Aceioli, Rosa
p HaMo.Frain despii.-alos os embargos.
Knbarginie D. i-iiiuies Anglica Joaquina,
embargado o hachan I Joaquim Francisco de Mi-
randa.Adiado pedido d uin dos sennores de-
putad s.
''.. 'oa i pobre a mea o feito entre parles, ap
pellaote Jos Alvos de Agolar, appeados os adroi-
(ii-ir.ili.res da ma.-sa fallida do Antonio Jos de
Figufiredo.
Nio estando presente o Sr. desembargalor Reis
Silva ni' loiai | r icsa propoatoa os feitos
eaWO parles, appellante Taodore Christiansen.
aspHlaOos Robe ScaineUtp A ('.. ; appellante
Sal1 i CavalVaole, apiolado Leo-
peldo F.-rfeira Hartijs Ribeire! appellante loa
q :;'ii Fraacbco i E piral i Santo, apsellado Na-
ili,o L).i i igante Jj: de Olivira
i de Souia Ferreira.
Aj,i II'.:io Man el Peroira Magalhes, appellado
D. loan 'i-son.
O Exm. :'y:. presid ni i ordenou que se offlciasse
ao j-.i cerl i a Sr. l rio ie Nazaret'i.
PASSAGBM.
Di Sr. de-embargadur Meioli ao Sr. desombar-
pad r Silva Gaimaraes apneU^nte Joo Lourengo
Vi.: >'.e Va- || ampollado Jos Rodrigues
l-.-^iiru
i aos quarenta minutos de-
|l01;- filo dia.
CMARA MUNICIPAL
JAOEXrflAORDNAUU BMMDE OTBRO
n : 187*.
i; io;:;i:i\ v su. n:. bono da costa.
Presgles oa Srs. Dr. .'1 io, fiameiro, Costa
*!,; ,, i1 a a da Suva. r. Pilanga. e Dr. An-
lennqael ,aTo-se a s-'sso, o foi lida e ap-
i a acta da antecedente
Len-se o seguinte
ESPEDIENTE
/
Un offlcio do ^xui. vice-presidente da provincia,
ordenan lo a^s'.a cmara que pague aos empreitei
r"9 dos trullos urbanos deta cida Jo Apipucos, as I cretafio subsefevi.
duas ultimas pre:tagoes Ja quaotia eslipulada para | Jos Hara Fretre Gameiro pr-presidente, An-
ros para effectuar o contrato com as condiges que
foram estipuladas.
Outro do advogado, dando osen parecer sobre
O offlcio ds Exm. provedor di Santa Cas, que pre-
tende isengo para a Santa Casa do imposto dos
coqoeirbs qae Ih pert-ncem na liba do Pogaeira
Inteirada e que se offlcie ao presidente, remel-
len lo por copia o parecer!
Sendo lido um artigo -flUcio do secretario desla
cmara ao rheal da fregriPia da Poco emrfffren-
oia aos inelDoramentos da rampo da Cas Forte, de-
hberon-se concluir a arrecadago das ssignloras
dos moradoras daqueUa rreguezia, ,que se qnolisa-
ram para coadjuvar a cmara em to loovavel in
lento, e foi o actual flval daquella freguezia en-
carfcgado de faier dita arreeadago, aum de qiu
com a somma adquirida se destine a quota que. fui
suflu-ienlri para aquelle mi-ler.
Uin oiflcio do engenheiro cordeador, informan-
do favoravelmente o requerimeuto de Thoaaaz de
Camina. Soares Brando Sobrinlie.Mandn se
pagar.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento da Manoel Thomaz de Souza.Coa
cedeu-se.
Outro do mesrao, informando favoravelmente "
requerimsnto de Jos J laquim da Silva Maia..
Coocedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de D. Cusma Damiana Fereira.
Concedeu-se.
Outro do mesmn, infortnaddo favoravelmente o
requerimento de Fran isca Mana da Conceigo.
Coneedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimenlo de Manoel dos Santos Villaca.Con-
cedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Angelo Roberto da Paixo.Con-
cedeu se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimenlo de Joaquim Beroardino de Sena.=
Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravolmenle o
requerimento de Flix Manoel do Nascimento.
Conceden-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimeuto de Fr. Venancio Maria de Ferrara
vice-eommissario gend dos messionarios capoxi-
nbos Concedeu-se de eooformidade com o pare-
cer.
Outro do fi'cal da freguezia de S. Jos, cnsul-
laudo a cmara, so deve < n nao colloetar os SO
ps de coqueiros que existem no sitio do Viveiro
do Muniz urna vez que pertencem a 6 herdeiro3.
Offlcie-se declarando-se que, se est feita a par-
tilha, vi:nlo a ter cada herdeiro menos de 10 ps,
nodevem ser colectados.
Dous ofTIcios do fiscal da freguezia doj Afoga-
dos, communicando, se terem arrematado diver-
sos animaes que foram aprehenJidos vagando pe-
las ras, sendo o producto da arrematago absol-
vido pelas despezas da raescia.Que indique por
conta qaaes as despezas que se fizeram, e que
junte disso documento aitihentico.
Ura requerimento de Marcolino Jos Gongalves
da Fonle.A' commisso di saude.
Um parecer da commisso de ediricago sobre
os requerimenlos do Francisco Antonio Alve.
Mascarenhas e Joo Alhanasio Botelho, coucebi-
do nos seguintes termos: Nao se role dar a li-
cenga para concertar e aterrar o lugar do Ca-
hoco, no Monteiro, que pede Francisco Antonio
Alvos Mascarenhas, porquanto nao de sua pro-
priedade o local onde qoer fazer conerto, e sim
iogradouro publico esiabelecido em terreno de
marioha, confronte a propriedade de Jos Ro-
drigues tos Pmo^, porto di spu artigo desem-
barl|ue, e onde sempre foram esiabelecidos ba-
t nheiros indisfinctamente por diversas pessoas.
> Aioda mesmo que sobre o local nao Ibes restas-
se direilo as benfeitorias que dsela fazer en-
tende a commisso que nao Ihe deve ser-con-
cedida, porquanlo, nem co menos em frente es-
t de sua propriedade, no entanto que a proprie-
dade que nao de ninguem ser de todos que
queiram usufruir os bens que delle Ihe pode
resultar Res nulUus, restotius A cmara
municipal resolver como entender.
Pago da cmara municipal do Reclfe, 19 de
outubro de 1870 Dr. Prxedes Gomes de Son-
za Pitanga e Jo= Maria Freir Gameiro.Ap-
provado votando contra, o Sr. Dr. Angelo Heri-
que?.
Outro da commisso de sadc tambom concebi-
do nos seguintes termos :
t A commisso desale a quem foi presento
nina queixa contra as irmaas de sartas orotba
firmada por diversos moradores daqueila locali-
dad.-, rxaminou alternamente todo estabeleci-
mente, indagou minuciosamente das causas que
deram lugar a mesma queixa o soube que du-
rante o invern p.issadn eram langadas para a
roa as aguas que serviam aos banbos e mais'
raiteres naquelle estabelecimento e qne hoje em
ennequencia do grande sumidouro feito, e para
para onde sao encanadas as ditas aguas, nao ha
razo para semelhante qnoixa. A commisso
que foi aquelle estabelecimento sem ser e*pra-
da, encontrn as condig5es hygienicas deseja
das ura estabelecimento daqueila ordem.
Pago da cmara municipal do Recife, 19 de
outubro de 1870.Dr. Prxedes Gomes de Sou-
zi Pitanga e Bento Jos da Costa Jnior.Ap
provado.
Outro da mesma commisso :
Aehando e estabelecido urna postura addi
cional que prohibe o uso do carvao de podra as
officinas, que nao trabalbarem a vapor, e que
impoe a estas a obngaco de terem em seus es-
labelecimcntos chamineis que por sua altnra nar
possam prejudiear as moradias de um perime
tro dado, rica sanado o mal qae experimenta
Pedro Alexandrino Rodrigues Lins, cuja petigo
fra remetlida a commisso de saiide, de qne
este parecer, que atnmou na devida considera-
{So. A commisso a respeito resolver.
Pago da cmara municipal do Recife, 2o de
outubro de 1870.Dr. Praxades Gomes de Sou-
za Pitanga e Benlo J s da Cosa Jnior.
Outro da commiscao de sade sobre a petieo
de Deniz Das Ferreira A Fgueirdo:
A commisso de sni lo a q;>n:ii foi prsenle o
requerimento de Diniz Dia* Ferreira A Fignei-
redo em que pedem permis com a oficina da ferrador situada na ra das
t F.res n. 1, de parecer que se conceda, urna
v z que, elle feixe o penueno fagao, e deite cha-
u min segund lo qne foi estabeleeido.
Pac-a da cmara municipal do Recife, 19 de
outubro de 1870 Dr. Prxedes Gomes de Souza
i Pitanga.Appnmdo.
Despacharam-se aspetigdes de Antonio Joaquim
Pereira d; Olivira, Albino da Silva Leal, Antonio
Carlos de Almeida, Antonio de Souza Olivira, An
ionio dos Santos da Conceigo, D. abbade do mos
teiro de S. Bnto, Angelo Roberto da Paixo, Anto-
nio Rodrigue Vaqueira, D. Cosma Damiana Fer-
reira, Cypriano Co-me de Souza, Diniz" ias Perei-
ra de Figueiredo, Dr. Ernesto Feliciano da Silva
Tiivares, Francisca Maria da Conceigo, Francisco
Antooi i Alvos Mn-carenlias, Flix Minool do as
simento, Freir A Almeida, Francisco do Parta
Borges e outros, Heitor A S mpayo, D. Honricpjeta
Toixeira Lopee da Silva, Ignacio Pinto dos Santos,
Joo Alhanasio Bote&o, loi Antonio Mareir, Joio
Pereira Guhnares, Joo Rieeiro Pessoa de Lacer-
da Jnior, Jo i Gercncio Soares de C irvalho, Jos
Joaquim >)a Silva Maia, Jote Antonio do Britto, Ju-
vin>. Bandeira, Joio do Cont Deitado, Joio Gomes
da Costa, Jo* Antonio do Sascirrento, Lourengo
P r ira Mon les GniajarSes (2) D. Maria Ferreira
Diniz Br inda i, M tu ie! lio i S intos Villaca, Manoel
Culho Cinira, Manoel Flix da Silveira, Malinas
Josu da Molla A C, Mnmel da Silva Mendonga
vanna, Manoel Moieir.i da Silva, Manoel Martlns
do Azevedo, Manuel J..- Moreira, Pedro Alexan-
drino Rodrigues Lius, Tiumaz do Carjalbo Soares
Brando Subrinho, e levntou-se a sesso.
Eu, Loo rengo Bezorra Caratiro da Cuaba, se-
gelo HeKiiquts da Silva, Dr. Prxedes Gomtt
S-msa Pitonga, Ignacio Pessoa da Siim, Dr. ft__
de AthayJe Lobo Hoscoso, Ldano Cyriaco da Cotia
Horlnra.
se
PlWO
i=
a==
BafHfth Bank o Rio Oe^ia-
nelro Limited.
Capital do Banco em
SWOMgfcs de e
cada ama...... I.OBO.OOOi'
Capital realisido : OO.OOa
Funflo de reserva. 120.805
Balando da caixa filial em Pernarjlbuco, em
31 de outubro de 1870.
Activo. '
Letrs descoatadas. .
"Emprestimos e coritas
cjucionadas.....
Letras recelar. -. -
Garantas e Valores de-
positados....... 040:0555200
Mobilia etc. do Banco. n:!79i5940
^Diversas coutas..... 198:994^9^0
Caixa.......... 1,337:660^710
1.139:853,5t6i0
i:i:i63;)C10
34:938s?7GO
..o
Passico.
Contas correntes sim-
ples. I,016:279,')90
Depsitos praso tko,
com avisr e por le-
tras U(:18S&B70
3,611:846^810
Ttulos em canco e de-
posito .......
Diversas contas.....
2,378:465^630
640:0551200
593:35190
3,611:8465810
S. E. 0.
Pernambuco. 4 de oovembto de 1870.
Joseph S. Lambletj, jA(.lDg ,
L. Ilenderson,

managers.
S. de Pottere, Pro ccountant.
LOXDOX A BRASILIA* BANK, (LIMITED.)
Capital du Banco lo.OOOacoes
de 100.................. 13,333:333*3-10
AccScs oinittidas 13,000...... 1 Cm:6S5ja&0
Capital pago a 45 por accoes. 5,200:0000o0
BALANDO DA CAIXA FILIU EM PEBNAMBCO EM 31 OE
OUTUPBO DE 1870.
Activo.
Letras descontadas.......... I,01:7o0500
Crditos diversos, outros bancos
o caixas filiaos........... 071:639030
Caixa:
Em moeda correte......... 304:237*310
Rs.
Passivo.
Capital furnecido
matriz........
Depsitos:
Em conta cor-
rente......
Depsitos fixos
e por aviso.
pela caixa
2,877:627*130
372:831 270
926:337*180
Crditos diversos, outros b-
eos o caixas filiaos........
888:888*800
1,299:408*430
1
G89:329*790
Ca;a de detengo.
Temos aqni Kocambole,
Bd fiel instrumento,
Tolgasao de bota grande
De engenboso pensameoto.
Do genio s lem malicia
"aWilos de vaMMnio,
.afesmo assim poliliqueiro
Como grandes:
Nos feitos urna te cousa
Do Rocambole o retrato;
Asalo sagaz- illode v
Com certo geito gaiato.
Palo cornmercto foi preso,
Bo nao sei o qne elle fei,
Veja o cdigo no artigo
Dtenlos ressenta e tres.
Rocambole viva quieto
Ao menos na detenco;
Ninguem Ihe inveja a vida
Ifto raeiu os mais em funegao.
Nao faca sen Rocambole
Juiw mo de ninguem
Nao faga fmbem enredos
Olboh t. .e veja bem...
LeccionanJo Langarote,
Pode u^ar eganhar bem;
Eu Ihes rJou e>le conselho
Umqne Ihe convm...
Commigo pois nao se meta
Pois_ea sei do palacio,
Que offereceu a douda
P'ra mostrar nao.. .digo nao...
4 de novembro de 1870.
A viga de Koat-ven.
droGftogalve* se faz publico que ach?-se recomi-
do i casa de detenco o |ireto Theoionio por fogi-
do, e que diz ser esersvo de D. Maria Francisca
da Conceigo e Silvi quem fbr seu senhor com-
pareca neste subdelegada manido de seas titulo,
que Ihe ser entregue.
Subdeleeacia do Recife S da novembro de 1870
_______loaujiin^ Agrir^ifl^B/udojfcjfn^ca
Pela
se faz puhtioD
se Boda o praso de pagaaMMo,
posto peaaoaL relativo ao 1* semestre
COMMERCIO.
PRACA
DO RECIFE 4 DE NOVEMBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TAEDE.
Cotacoes offioiaes.
Cambio sobre Londres 90 d/v 22 d.
1*000 (hontem).
Gongalo Jos Alfonso,
Presidente.
Pelo secretarlo,
A. P. de Lomos.
por
ALFANDEGA-
Rendimento do dia 1 a 3 .
(dem do dia 4 .
81:883*930
40:537*407
122:423*357
Norfneato da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Voluraes sabidos com fazendas
< > com gneros
90
140
-----230
172
85
----- 237
raes
que
sea multa, de im
_ do exereieio
fiad* o rjiial ser cobrado
correnta de 1870-71 .
com a malta de 0 010.
Recebodarla de PeruaaiSata i de novembro de
187a
O administrador,
_________ Manoel Coraro de louza Lacerda.
De ordem do Illm. Sr. con elbeiro inspector
da thesovaria de fazenda desta provincia se faz
publica qne nu teodo comparecido licuantes a
arrematago dos medicamentos e objectos que
pertenceram ao extinelo eorpo a goamicio desta
provincia, foi a mesma arrematago transferida
par? o dia 12 do crreme, as 2 horas da tarde.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
bambuco 3 de novembro de 1870.
Servindo de olllcial maior,
_______________Manuel Jos Pinto.________
No dia 7 do crreme, depeis de linda a au
diencia do jnizo de orphaos, ir praga por ven-
da a c.a terrea sita ra das Cinco Pona n.
43, pela quanlia de 3:630*, que servir de base
para a arrematarn.
Fiscalisagao da freguezia do Poco da Pauella,
4 de m.vembro de 1870
Acba-se deposita lo mista fiscalisagao um cavallo
castanbo que foi remedido pelo Sr. Jenuino Jos
Tavares,fque o pegou em seu sitio : quem se jul-
gar com direilo comparece tiesta fiscalisagao.
0 fiscal,
Sobaslio Affnsodo Reg Barros.
THEATRO
lilil FMKffi
EMPHEZA-COIMBRA
Sabbado 5 do crrente
RECITA EXTRAORDINARIA
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Dividido em qoatro partes.
Ouvertura pela orchestra.
PRIMEIRA PARTE.
Representar-se-ha a linda opereta em um
acto,
Bs.
2,877:627*130
S. E. A O.
Pernambuco, 4 de novembro de 1870.
H. PrUchard,
Acig. ccountant.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
Si-guio para a Babia bordo' do Cruzeiro do
Sul, o Rv;,i. padre inestie fre Alexandrino Jar
do Rosario Figuelra, commissario visitador do
convento do Carmn de Olmda.
Durante quatro mezes e doze dias que residi
nesta eidlde, u Rvm. frei Alexandrino dennos
as pr na miis robustas da grandeza da sua alma e
da iii,lin.".i de seu saracler.
A' respeto dos nejrocios do Carme de Olinda, o
diatincto carmelita bahiano houve-se com a pra
lencia digna de um religioso, recusando a lula
insensata que, pela imprensa, Ihe offerecra um
seu irmai de habito, e que terminara em am
des;C3 escndalos sempre inevitaveis as lulas pes-
soae?.
Sobranceros agRresedes injustas, que nem
Ihe abalaram o crdito e nem Ihe roubaram a cal-
ma, o Rvm. frei Alexandrino soube curaprir o seu
dever, tendu por si e direilo. que era a sua forca,
o despresando a injuria e a calumnia, que nao sao
direito de ninguem.
AO PUBLICO
Lenio o Diario de hijo deparei com ura arljgo
firmado pelo Sr. Jos dos Santos Neves que, des
peitado por um outro contra elle publicado no
Diario de 29 de outubro prximo Ando, veio hoje
imprensa, nao para defender-se das aecusagdes
qne Ihe fizeram, porm desarrasoadamente com
firme proposit > de frrir roinha reputago, pelo que
son forgado vir a imprensa defender me perante
o publico, cuja opinio muito respeilo.
O Sr. Santos Noves inrnmmodado porque nao
tentio defer lo algumis de suas infundadas, e ca-
prichosas pretenges no inventario, que pelo juit
de orphis estou procedendo, dos bens deixados
por D. Anna Delfina Paes Brrelo entendeu qne
devia patentear o sen despeno do modo porque o
tete feito, deixando ver em seu procedimento a
poui'a_prndenciV(|u; preside seus actos; mas com
isto nao me tem incommodadn, porque lenho con
sciencia de meu* actos, que embor tenham sido
di lados pela razio calmn, e rjpsapaixonada; e ao-
torisados pela lei, camludo nao tem sido do agrado
do Sr. Noves.
Eotendeu aqulte senhor que devia publicar a
psiicao, que dirigi ao Exm. Sr. eonselheiro pre
sidente da relago, e por tanto devo eclarecer o
publico do que se passou respeilo. A 26 de on-
tuhra-proximo findo recebi por intermedio do Sr.
Dr. jaiz de direito d'esia comarca a referida peli-
gao rom o despacho do Exm. Sr. eonselheiro pre-
sidente da relago, e sem perda de lempo iratei
de responder as falsas allegagde< do Sr. Sanios
Neves para o qne mandei que o escrivlo do feilo
cerliflcaasse, o qne consrava sobre oito quisitos,
que eserevi na portaria dirigida ao mesmo escri-
vo tendentes, a mostrar a semraso do pelieiona-
vao, e na veraade veio a certido com que prove
cabalmente as falsldad-s das allegares contidas
na petieo, que foi hoje publicada, cuja cerlido
Mfc n. 1 juntei resp ,sta, que no mesmo dia re
metti ao Sr. Dr. juiz de direito para ser levada ao
Bxm. Sr. eonselheiro presidente da relag", pedin-
do que se lizes-e c'iegar ao conhecimento dos
Exm. brs. desembarga lores, qne compflem o tribu-
bunal a mmba resuosfa, o duas certfdoes, qfao
ella juntei. A cerlido que juntei, sob n. 2, prnva
le a carta que u Sr. Santos Neves jnntoa sua
pnelo, d.ngida ao \!xro. Sr. eonselheiro presidente
da rehgao estava firmada com letra, que nao.era
a Propria da pessoa, cujo nome all se lia, e o
laneiiiao que a passou escreveu no verso da dila
cana isto mesmo, e deu f, como se ver na mes-
ma earta, que bojR se acha com a pegi<\ e res-
P au uo tribunal da relago. Na certido sob D.
H.&? qt,e- -' 1 dlS 5' S 9 h0 da manhSa.
t nha o esenvae feito entrega do< autos de a?gravo
|io Sr. Neves a seu advogado, que assigoou o pro-
ten, e n. da 26, quando eceb aVticao, ja
E.S d\ra qve os aulos ?s,avam em m* ddi
Que o sr. Neves com sua petigo nao tem por Um
apressar a ida do seu aggravo para o tiibunal et
provado com a certidio i que me tenho refendo
que merao nao tem pressa da decisao de seu atr-
gravo astai provadn, porque tendo recebido o
autos n da 2> at
Descarregam hoje o de oulubro.
Barca franeealoo Baptistadiversos gneros
Lugar ingez/?/'iadiversos gneros.
Lugar inglezNavegadordiversos gneros.
Barca inglezaZenniaidem.
Patacho inglez/?n/rcarvo-
Barca inglezaHilene Isabelbacalho.
Barca inglezi/?ritton/diversos gneros.
Briguc inglez -Phnnlorfarinha de trigo.
Patacho oglex/ftfJT/tebacalho.
Bngue inglezMaris i lem.
Barca inglezaMp^radorfarinha de trigo e gaz.
Hiate nacionalDos te Guardediversos gneros.
Hiale nacionalS. Joo Baptistaidem.
Brigue hollandezCornelio Grfnidesfarinha de
irigo.
Barca americanaNanniefarinha de trigo e ta-
boado.
Brigue iogleziYai'fjafoi-diversos gneros.
Despachos de exportacao no dia 3 de
novemftro
No brigue portuguez Triumpko, para o Porto
carregaram : Braga Son A C, 30 saccas com
8,468 kilos de algodo.
Na barca ingleza Roderik D/iu, para Liver-
pool carregaram : Jame Ryder A C, 800 saecas
com 60,000 kilos de assucar mascavado.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTE1
GERAES DE PERNAMBUCO
Rcodimento do dia 1 a 3 3:889*425
dem do da 4 3:172*877
6:762*302
n consulado; PROVINCIAL.
Rendiment) de dia 1 a 3 2.717*031
Idem do dia 4 1:859*104
4:376*135
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 4.
Liverpool43 dias, brigue inglez Sigana, de 222
toneladas, capito Henry Schrader, eqnipagem
1!, carga fazendas e outros gneros ; a Mills
Latham A C.
Liverpool48 dias, galera ingleza Hermigne, de
383 toneladas, capito John Gregory, equipagem
15, carga differentes gneros ; a Jbnston Pater
AC.
Baha 7 dias, brigue inglez Neoa, de 242 tonela-
das, capito Peasent, equipagem 13, em lastro ;
a Johoston Pater A C.
Terra Nova34 dias, lugar inglez fl-iccr, de 242
toneladas, capito Jobo Wilhanson, eonipagem
il, carga 3,600 barricas com bacalho; a
Jbnston Pater A C. Seguio para a Baha.
Baha15 dias, canhoneira franceza Curieux. com-
mandante Almiraut, aula cruzando. Seguio para
o encruzo.
Navios sakid"s no mesmo dia.
Ilha de Fernaudo Vapor bra=ileiro Mandah,
commandanlo Julio Gomes da Silva, carga va-
rios gneros. I
Aracaj e portos intermediosVapor brasileiro
Giqui, commandante Macedo, carga, difTerentes
gneros.
Observacao
Fundiou no lamaro um patacho americano, e
no pgo um brigue inglez, mas uo tiveram corn-
municagocora a trra.
Un amonr d'epicier
no qual tomam parte Mrs. Carn, Maris e Mlle
Mariette.
SEGUNDA PARTE.
Subir pela qniuta vez a scena a lindissima ope-
reta phantastica em um acto, msica de Ad. Adam
LES
Pantins Violette
Personagens.
Aleofribas............ Mr. Raynaod.
Pierrot............... Mme. Brescia.
Violette............. Mlle. Valmonca.
Polichinelle........... Mr. Carn.
TERCEIRA PARTE.
Mlle. se Val-monea se far ouvir na applaudida
cango Du verri, da opera
LA GRAND DUCHESSE.
QUARTA PARTE.
Representar se-ha a sempre e multo applaudida
scena da declaragao no 2o acto da opera
LA GRANDE DUCHESSE
Personagens Actores
La grande duchesse Mme Val-monea.
Fntz general........... Mr. Carn
Termina com com a nova e liada quadrilha en-
tre madama Valmonca e Mr. Carn
Orand Canean !
Os bilhetes acham-se a venda desde j no escrip-
torio do tbealro e em mo do Sr. Antonio Merei.
Principiar s 8 horas.
THEATRO
SANTO ANT
A queslo anjlo brulan.
execHUda pelo di jiincto artista Pfdwi i aV|
! ACTO.
Duplos trapame etttado pelos
tos e Francisco do Rege.
Liados e novos irabtlnoa avabos,
le toda a corapanhia. -
I ^--3. .jera
A muta aaften lula cena raroatiei l
palo artista Lyra, indoida
O BEBADO POLTICO.
. ACTO.
0 Irapeso, jogos dUfccis, par toda i
5. ajtoi
Linda e nteressaate cena Vamatiea,
da pelo artista Lyra, intolada
OS EFFKITOS DO VI1WO NOTO.
ACTO.
Kxercicios na corda bamba por loen
Arriscado trabalho exeentado pelo artista Fran-
cisco do Reg, niitnlado
0 H0.VEM RAIO.
7. ACTO.
O lindo trabalho em persas de pao necatado
pebs artistas Francisco do Reg e Santo*.
A sempre aplaudida palbacada, paks aitistas
Santos e Francisco do Reg, inmolada
O HOMEM LM BARRICA DO.
Terminar-seha o espectacolo rom
0 hymuo nadonal
Principiar 4 lit da teri.
PRESOS.
Camarotes cora 4 eaira lai........ 8*0M
Cadoiras........................
Galeras........................
Plateas.......................... U
VISOS MARTIMOS.
\ Ht\SILUL\
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sol nprnn
at o dia 7 de ncveutbr a Tapar
Tocantins, commandante Jo** Va-
ria Ferreira Franco, o qoai V
pois da demora do eostoroa sa-
guir para os portos do norte.
Desde j reeebem se passageires e nagijn n a
carga que o VKpnr poder ronduzir, a anal
ser embarcada no da de sua cnegada,
mendas e dinbeiro a fretc at as 2 hora* 4a i
de sua sabida.
Nao se reeebem como eneommenda* seaia aa
jectos de pequeo valor, e que nao exceda a i
arrobas de pe*o oo oito palmos cbicos de aw-
go. Tudo que passar destes limites dcvei ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. pauageiros qne na paa-
sagens s se reeebem na agencia, roa da Cm a.
57, primeiro andar, escriptorio de Aatoom Lsut
de Olivira Azevedo A C.
Maranho.
Segu com brevidade para o porto
tacha nacional Joven Artknr, para o
ga que Ihe falla trata-se con os
Antonio Luiz de Olivira Azevedo A C,
Cruz n. 87.
aekaa apa-
ran in
COMPANHIA PERNAMBUGAJU
DE
Navegando costea por vapor,
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, A/i
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor IfX'juca aamtMi.a-
te, Moora seguir para a per-
tos cima no dia l-Vdo eorren-e
as 3 horas da tardo. Receba car-
ca at o dia 14, mroaamiida.*
passageiros e dinheiro a frete al as 1 aaraa da
tarde do dia da saluda : escriptorio aa Parto n
Mattos n. 12.
EDITAES.
MM-lwat do dia, i
apresentou, nem-praparou para sarem distribui-
do, nem na conferencia de 9, nem na de 31 de
oulubro._ A peligao da Sr. Neves est no tribunal
da retaca com a resposta- documentada mo dei a
mesma, o depois que vier farei publicar nao a
m;nha respoita, como as duas certid5es que" me
tenbo reBrldo, para que o publico aprecie o oro-
oodimento qua iroho tidu o tambem o do Sr San-
tos Nunes, cujas iras muito se deve evitar
Cabo, 2 de novembro do 187a
Joio Gonzaga Bacellar.
O Dr. Luiz Jos da Silva, engenheiro do governo
imperial ejuizcommi3sarie do municipio di Es-
cada.
Faz saber que tendo sido encarregado da mea-
gao e demarcagao da sismara, oecfipaJa pelo ex-
melo aldeamento da villa daEscada, da legitima
gaj e revalidago das posses existentes no mesmo,
tem designado o dia 12 do prximo mez de no-
vembro, pan dar omego a respectiva meligo,
pelo que convida a iodos os interessados e a cada
um de per si, a vir ou mandar apresenlar seus
competentes ttulos; e igualmente roga aos heros
connnaotes da mesma simaria e lodos os mais que
se julgarem com direito a requerer qualjuer cou-
sa que Ihes convenha, comparecer na cssa de
sua residencia nesta villa.
E pira que nao se allegue ignorancia se man-
dn passar o presente q e ser afflxado nos luga-
res mais pblicos desla villa, e publicado nos jor-
naes da capital.
Villa da Escada aos 29 de oulubro de 1870.E
eu J>ao Baptista da Rocha Biixa Lias, escrivlo o
escrevi,
Luiz Jos da Silva.
ceclarAcoes.
P-la subdelegada da freguezia de S. Frei
Pedro boBcalyea faz se publico que foi apreh u
dido um cavalh de cor eaaianho. descarnado com
canga has e cagoaes o qual andava vagando pela*
roas desta freguezia, quem se jnlg.r com direito
a elle compareca nesta subdelegada que provaudo
Ihe sera entregue. H
Subdelegada do Recife 2 do novembro de 1870.
Joaquim Agripino Furtado de Mendonga.
ANANHAA
Recita extraordinaria
Variadissimo cspectiiculo
DIVIDIDO EU TRES PARTES
As 6 horas da tarde.
Logo que a banda marcial tenha exeentado al-
gumas pegas de seu repertorio, dar principio o
espectculo.
PRIMEIRA PARTE.
Ouvertura pela orcheslra.
1. Congoueta
?A NE FAIT DE MAL A PERSONNE.
cantado por Mlie. Mariette.
2." Cango cmica
LA MANDOLINE A DODO
cantado pelo caricato Mr. Carn.
I" Aria Italiana
POSA LA MANO.
desempenhado por Mlle. Brescia.
4.a Romance
MA ERA !
exihido por Mr. Raynaud.
8 Cango.
LE PEPLIER.
execnlada por Mr. Mari;.
6o A linda cango
AH QUE J'AYME LES MILITAIRES
desempeohada por Mme. Valmonca.
SEGUNDA PARTE.
Representar-se-ha a chistosa e applaudida sce-
na da declaragao ua opera
La Orad Duchesse
Personagens. Actores.
La grand duchesse........ Mme. Valmon;a.
Friz general.............. Mr. Carn.
Termina com a quadrilha
Le grand canean!
TERCEIRA PARTE.
Mme. Valmonca desempenhar a sua sempre e
muo applaudida legenda du vern na opera
La grand duchesse
O emprezario avisa ao respeitavel publico que
a entrada geral naste dia ser de 1000 cada pes-
soa pudendo os frequenladores tomar os lugares
que Ihes convier exjeptuande os camarotes de 2"
ordem os quaes ficam reservados para as familias
ou senhoras que queiram concorrer ao espectcu-
lo, pelo mesmo prego de I i.
As pessoas que tiverem comprado bilhete teem
entrada logo s 4 hars da tarde para o jardlm do
mesmo theatro.
Os bilhetes acham-se a venda do escriptorio do
Iheatro.
Principiar s G horas da tarde.
Entrada l#u00.
COMPANHIA PERNAMBCAN.',
M
^avegaco eostelra
Mamangaape.
O vapor narimal Co nr.
commandante Silva, secattn
para e pollo acuna ao din i2
do rorrenie as seis awaa da
tarde.
Recebe carra pa?apiro.
encomnendas, e dinheiro a frete al asi huras da
tarde do dia da sahida, nj escriptorio do Fmtt
dei Matu* n. 12.
COMPANHIA PERNAMBC4NA
DE
WavcftacAO costara por rapr.
Porto de Galliobas, Rio Fi rmoso e Talu-
dar.
O vapor PankfSm segar pa-
ra os portos cima no dia 10 du
crreme as 9 boras da anote.
Recebe, carga mairadj
passageiros e dinbeiro a frato n?
escriptorio do Forte do Mallos n. II
COJflPAMHIJa
DAS
Messegeries imperiales.
THEATRO.
ESPEBA^i HMA1HG4A
(CAMINHO NOVO) '
Domingo 6 tb cor rente
RENEF1CIO
DOS
Artistas brasileiros
SANTOS E BRITO.
!- ACTO.
Depois de urna bri.hanle symphonia pela or-
chestra, subir a scena a laalo applaudida icena
Al o dia 10 do correle mez espera-sc da Ea-
ropa o vapor francez Sindk o qual apaai aa
demora do costuroe seguir para Boeaos Ama.
tacando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condugoes, frjies c p^s-apeas, trata-fe
na agencia, ra do Commercio n. 9.
No dia 11 do corrente mez espera- das par-
os do sol o vapor francez Amazonr, eoasaadaat
de Jurel, o qual depois da demora do eustaaa
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gorda) e
Lisboa.
Para condicSes, fretes e passagens, trata-aa aa
agencia, ra do Commercio n 9.
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
DE
\avcgaco eostelra p*.- Tapiar.
Goyanna.
*T*r* vaP' Parnapaa segairi para a
t^4 a Dorto aciru no dia a do correala an
OflAMI 9 horas da imite.
carga, encommendas, paasageir-as a dl-
frete, escriptorio no Forte do HaMan
% *
Hecebe
nheiro a
n. 12.

'**&$&**
C0MPA1IA BBASILEDU
DB
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte f parad.
al o da 8 de novemaro o apar
Armas, ommandanie o f fet-
nente J. Cnlid) Duarte, a aaaf
depois di demora 4j easaaaa*
seguir para o- fK.rtos le sul.
Desde j recebem-se paasagearas a ataja-a a
:arga aue o vapor peder coaaour, n
ser embarcaJa no da de n*enejad*.
las e dinheiro a frete at a* S ora* d/> <
Nao se reeebem como enoomnai
jeetosde porpii^io valor equaainaxealai
arrobas de peo ou 8 palmos cnMooa da
rudo que passar dettes limites devara *
;ado corno carga. .
Previoe-se aos senhores pa.'sapniroa
pas-ageos s se recebara na age aria, n
n, 57 jrimoiro andar, esoripmna m
Je Olivira Asevedo a C. ^_
Para Lisboa
A barca poriugueta GraiaJ,
Pe-tana : para carga pasaMeiros
E. R. Rabello A C, ron da I
com o capitn. .
trat*-aa
Para o Fwrto
pretende saHr com a poeatrel bmMaaao
portagu :i Unido : para carga a
use com oa coaslgnatarlos Tk
Fonseea A a, na ra do Vlgarfa a. l.

naaiaag>A


\f
Pigfol d^,?mmhuAo *h- ^kkli.^ 4 'NoMahmfie
Para o. Rio Je Janeiro egue dentro de oito das
monto prompio, poia*io anda reeaW aHB
cou.^lMa4mlornb^zaaia-eintMTiilrete :
a tratar com o sea eoBsigoitario Joaqun) Jos
Gon^dves BellraV rrti *do C immereio B. i7.
!?% -----
0
Rio-Grande do SnL
A esenna portngoea anta, capito Fooseea
recebe carga frete : taata-se cora E. ^tabello
G, roa do O.mmercio n. 48, ou ooaa^-apnao
Rio de Janeiro."
.a??-0- P" *<*?* cora brevidade obr-
S2,,S-?L,,mW' leni Parle d0 rrega-
Rio-GiaurJe 4o Sul.
Segu cora brelilade pan aporto cima o bri-
gae nactoual /tn^ia ;. para o reato da carga que
me taita, lraia*e oom os consignatarios Antonio
u 4e O. Aaevedo Q., ra da Groa n. 57,
meiro andar.
, PtWtWM
da nsallagao da irmandade^e
Nossa fenhora da Luz
,.p.ot Jeliberaclo da Saia iostallaiora da
aade de Nossa Senhora da Luz, ereeta i3_
ae b /os de Riba-afct conviio a todos o m?
amados irmaos em eral para reunirem-tA
nosso consistorio, afn *de assistirem aMarroo 4*
aoertura da instaliao em preseng .to lilm
Sr. provedor de capelfas e o seo respeto escri.
vao, domingo 6 do corren le, > 9 hora dama-
nnaa, e Onda que seja esta reunio,.iaa aogar j
oencao da cruz e do sino da irmanlaelavtawmaan-
do com ura Te-Deum em aecao de grabas pela iaa-
tallacao, sendo orador o Rvd padre mestre prega-
da da capdla impera!. Fr. Joaquim do Espirito
mmo. Nessa oceaiao ser lida a eleici dos de
votos e devotas que teem de festejar a Virgem
Senhora da Luz no armo de 1870 a 1871. Neste
acto acbar-se-ba presente na porta principal d

HWVEBSAL
GALERA ai-; PWTIRA
JsWerrm Vi\
rtldi
1 faS^^^^ TOi^^^rnlKAS
pn
Para o indicado porto vai seguir dentro de' seis
das o patacho poriuguez D. Guilhermina, pelo
que recebe carga a tola ooinm >do, e quem no
mesmo quizer aproveilw em earregar, queira vir
tratar cora o seu coosigaatan'o Joaquira Jjs Goo-
Calves Betrao ra do Comraercio n. 17.
ame i to.waxtxf
LEILOES.
LEJLAO
DE
dividas diversas
a 7 do corrente.
Por ulterior despacho do Il!m. Sr. Dr. julz espe-
cial do commercio d'eMa cidade, datado em 31
do mez prximo lindo, o agente Oliveira expor a
segundo letlftj a divida de 3:li8|, provenienle de
mi letra de 3:10001, admittid na massa fallida
dos aceitantes Guilherme Carvalho & G, e da
qual foram pagos 8 ppr canto de dous diidendos :
e assim man, a do debito da firma fallida de Si-
fl^ra Pereira, na importancia de 16:1895279,
saldo deduzid > o primeiro dividendo de 14 por
cont, recebida sobre 18:824*742
SRGU.NDA-FEIRA
ao meio da em ponto, em seu escriptorio ra da
Cruz n. 63, primeiro andar, llcando desde ja con-
radot e prevenidos os Srs. licitanlis ao leilao de
zo de nutubro ultimo.
principal da.
.rco dos mv
dignos convdalos que nos quizerem honrar neite
acto, e ao me^rao tatnao a mesa administradora
scientiHca todos os-Conventos, contrarias e 'n-
mandades, para que nesse dia seja concedido unr
repique na occasiao do Te-Deum, ao meio dia, o
que sera annunciado por gyrandolas de fogo e bom-
bas reaes Almila do acto, coBlionaodu a subir
mafer Damero de ogof e-fleando a mesa de Nossa
senhora da Luz in tallada. Agredece-ae summa-
*He tortas as igrejas que se preslarem a ease
plido, bem como todas as pessoas que honra
raro coa suas preeencas estes actos religiosos e
pa Micos.
Secretaria da irmaadade de Nossa Sanhora da
Luz, t da noTembro de 1870.
Leandro Honorio J. de Sampaio,
Secretario.
Alsde o dia 7 de.abril pagado aafta-se.-aborto c
W^stabeleetnwto aanWraahao -arto ra do
Oteg n. 18leqiiiu/fe$aieo'la.rnatr1c. Ostraba-
Itaae que desde ailo, tem aahido defcoasi offlcina
iem geralmente agradado, sendo resabidos por
Hgns'com admracio tptio extraortlnari) pro-
gresso que ultaanWMe tara lldo a bote graphia,
i por ontros coaralegra, i>er terem >a provincia
iotada com um astabelaeimeoto digno d ella, e in-
;ontestavelmente o primeiro -que nesse genero
MBMsas : tambeoinao nos poopamosem oewa
,. para monta-lo no p em qne se
DE
302 saceos sem marca, com farinha de
mandioca, a variados de atjtia saldada
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CRREME.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quera pertencer, de 302 saceos sem marca
cora tannln de mandioca, averiad s do a?ua l-
gida, viudas di Maranhao no vapir Paran, as
atues serio vendidas legnnda feira 7 do corrente,
peas ii horas era ponto, no trapi.-he Bario do
Livramento.
Irmandade das almas erecta na matriz do
Santissimo Sacramento da freguezia da
Boa vista.
Nao tendo comparecido o numero de irmios,
como determina o capitulo 5 art. 23 do compro
raisso que nos rege, para eleicao da nova mesa
regadora que tem de reger a inesma irmandade
no anno de 1870 a 1871, de novo convido.a todos
os nossos irmaos para compar*Mrem em nosso
consistorio, domingo 6 do correle, pelas 10 horas
da raanha, afim de que possamos ter numero
que se conndere mesa geral, para procedermos a
eleicao da mesraa futura mesa regedora, como se
acha escripto no nosso compromisso.
Consistorio da irmandade das Almas erecta na
matriz do Santissimo Sacramento da Bosvist 2
de novembro de 1870.
O escrivo,
Danoel Domingues da Silva Jnior.
Joaquim Francisco do Espirito Santo, con-
cordatario da firma fallida Maia & Espirito Santo,
avisa aos seus credores que nao tiverem mandado
receber os pagamentos da primeira prestacao de
sua concordato at o da b do oorrente, que cusu
delles pora em deposito a imporiancia dos ditos
pagamentos.
Recife, 2 de novembro de 1870.
SALTAR, OLVEIABA
&C
a ra do Vigario n. L primeiro andar, saccara
sobre a praca de Lisboa.
Alberto Forster Damon, tendo seguido par;
os Estados-Unidos e nao podendo por incommodos
de saude e presteza da sua viagem despedir-se dos
seus respectivos amigos, e agradecer-lhes as ben-
volas attencoes cora que o obsequiaram ; pede-lhes
desculpa, fleando os mesmos senhores certos que
era Philadelphia, luar da ua residencia, sempre
o acbarao prompto para o que Ibes poder prestar,
o que fara com summo prazer.
ipreciar nossos esforcos e recompensar m
:riflcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naejoaaes
*ttngeiras que gustara das artes, ou tiverem
aecessidade de trabaihos de photographia a visJ-
tarem o nosso estabeleclmento, que estar sempre
tberto e a sua diipusicao todos os das desde as 7
aeras da-matinla at as 6 da ttrde.
Para os trabaihos de | botographia possuimos di-
rersas machinas dosmetnores autores francezes,
nglezes e allmemes, como sejam : Lerebours el
Secretan, Hermagis, Thomaz Roas, Voigtlander et
Sonb ewulf. ltimamente recebamos tres novas
nachinasi sendo urna dellas propria para tomar
bre o mesmo vidro 4 ou 8 imageos diversas e
isoladas, e ontra de 6 a 12 imagens diversas e
goal mente isoladas, de sorte quetjio caso de
grande concurrencia podaremos retratar sobre
iraa nica chapa at 8 pessoas diversas a sola-
das para cart5ss de visita, e assim em menas de
am quarto de hora despacbarmos 8 difireme!
pessoas que pecam cada ama, omadoiia de candes
nats on menos, com os seus retratos smente, ou
?m grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
J feitura dos trabaihos de photographia dei-
tando pe tela e talentos do distincto pintor
Jllomao, o Sr.
Jorge A. Roth
m trabaihos de pintura, a aquarel, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
urna esenptura publica, e at o presente tera-se
iesyellado na execufao de seus trabaihos.
No nossoestabelecimerto acham-se exposlos ou-
tros trabaihos im|ionanu s do Sr. Roth, tanto era
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
>ieo, quadros sacros e diversos ontros trabaihos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentocao de igrejas ou capellas. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Assegnramos qne os preeos dos diversos tra-
oalho3 da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10000 A
DUZIA
CAR-TOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A i 6^000 A DUZIA
tJ?t.r assinado to sciente ao respei-
^'paiicodestacidade e seus suburbios,
S.J .? de eslab8lw^ "ma padaria in-
tUnWa Un.versal, roa das. Tamarineiras
T Jr' lugar (lfno,n,nada Jaqoeira.
^ado-invidado todo, os meios possiveis
1 efltoeareste estabdecimentonas coo-
e poder satisfacer a necessidade
nwaaili de nm estabeiecimento desta es-
Pe%*)i arrabaldes (beta cidade, o abai-
xo agnado espera a -valiosa protecgSo de
tonos os seus moradores.
J'romette o abaixo asignado que s ei
0
. Chas, de dtafh
Jpr > confecf.5o dos-artigos qiie se pro-
fabricar no dito eslabele.imento as fa
ws das melbores qiraUdades. sendo ludo
i" Pelos systemas francez, inglez, ponu-
'Slif .eua'Jemao, par3 9ne J lem contratado
iradihadores .estrangeiros, coubecedores
wses systeows.
/i.V[ra. maior-commodiacle dos moradores
mm cidade, o dos feus suburbios, o dito
esiaDelecimenlo ter versos depsitos para
os arugos do seu fabrico em diferentes
pontos da mesma cidade e dos seus arre-
ores, os qoies ier5' publicados-ow pr-
ximo tempo pelas circulares part calares di-
rigidas aos moradores dos arnbaides.
FftGUEZIA DO RECIFE.
Roa da Cruz n. 13, confeila/ia do Sr.
Miguel Ferreira Pinio.
Em frentu a ra do Vigirio, armazem u 2,
denominado Novo Mundo
FRECUEZIa DE SNTD ANTONIO.
Ra do Imperador n. 6, confeilaria dos
Srs. Rodrigues &. C
Oude se encontrar pao, desde o mdico
preco de 20 at 300 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos,
tanto ni cidade comouos arrabaldes. rec-
bem-s encommendas de bandejas para ca-
samento, partida ou para qualqaer outro
am, as quaes dever) ser-dirigidas em car-
ta fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas en
commendas, as quaes serlo entregues no
lugar da residencia dos fregoezes.
' Gustavo Adolpho Wurffoain,
Para
KIMl OF PAIN
o re di doi
o uso interno e externo.
em
Cholera e cholara-morbo; diarrha,
iluxo de sangue, em um dia.
Dr de cabeca e dores de ouvido,
tres minutos. .
Dr de denles, em nm minlo.
Neura'gia, em cinco minutos.
Deslocac3e$, era vinte minutos.
Gargantas indiadas, em dez mina-
Clica e convalsoes, em cinco minu-
Rheumatismo em um dia.
tos.
Reser
CURA :
Febra e febre ioternMeiie, tm i
Dr as c- stas e sos hm, i
minutos.
TosSes perigoaas e refriados, t
dia.
Pleuresa, em mn dia.
Surdez e asthma.
Hemorrhoidas e hrojjcintes.
InflammagS) nos nns.
Dispepsia e erysipebs.
Molestia ei figado.
Palpacao de ceracao.

7? iempre este reme AS DOENCAS SE APRESENIAM QUANDO MtNOS SE ESPHIAM
ta^toZ^J^?^^*^ e PO^-vamenlT^
ennil h!,f.2 l* 6 d6res' e a,l,v,a ma,s os offnmentos e produz om mi* p
quer '^roTSSB2 ^ ^^ ^ "-0 "^ -
lharff Sn Ppu!ar remei0 est aora QSand0 se geralmente, pela raxo Ihares de pessoas se tem corado gratis com o dito remedio pe, Dr decSh *
Esle imporUnte remedio n5o se offerece para curar todas
somente para aquellas espoladas das nos$as direecoes.
as loencas, pora Ot
el niraTJ ,1 ?S Pnnc,Pl0S da cb,ra' da electricidade, e por isso est ap*-
?rr?Iu trjramento e para a reslaurac5o da acc5o natural dos orgao^ qne soffr
irregular c.rcnlaC5o dos fluxos dos princip.es ervos. O oleo eletnco-oT.i
etf em IZn16 n0Sab,SKrVente8' fazeDdo desaPParecer as ch.coe.di?
;! tempo mcnvel* breve- sem PPri& d seu usodebaixo de nualaw
qualqaer
Precisa-se de trabalhadores : na padaria d;
ra do Rangel n. 9.
AVISOS DIVERSOS.
Segunda-r.ira 7 do correle mez, depois de
linda a auenm do illustris-imo senhor Dr.
j nii de orphans tem de ser arrematada de
veoda a c sa terrea sii.i a ra dos Pescadores n.
iO, nvfriiezia de S. Jo, pertencente ao menor
Henrique filh do flnado Jos d\ Silva Moreira
serviDdo de base para a arr. matacao a nuintia d
8oooi;o
Precisa-se
alugar um prelo : a tratar na padaria da ra da
seozala-velha n. 96.
Perdeu-se honiem urna proeuraeo e urna
cartA de ordem a Luiz Antonio de Souza Ribeiro,
passada a Antero Fran;iseo de Paula Cavalcanti:
quem os achuu ter a hondada entrega-Ios na roa
do Queimado n. 30, loja de Antonio da Fonseca e
Silva
R Ti
O salo
lo eabelleireiro do larme
barbeiro.
precisa de offlciaes de
mm DE PKEPARATORIOS
AULASES?ECI.\ES PARA OS ALODIOS QOE TEEM
OF. r.\/.KH BXAME BM MABCO PRXIMO, E NO
FIM DO A.VNO LECTIVO
Uhetorica e pocl ca.
S*hiloso]ia.
Geograp I..
Ilissocia.
Porn^iici.
3''raace,
Jos Soares d'Azevedo, professor de lin-
f/ia e litter tura nacional no gvmnasioipro-
D ial do Recifo, t'jm aberto em sua casa,
ra Bella n. 37, aulas'especiaes d* prepa-
ratones, para os alumnos que tiverem de
f.'Zer exaoie em marco prximo, ou no fim
do anno lectivo. Diri "ir-se indicada re-
sidencia, a qualquer hora.
Sociedade Monte Pi Bra-
sileiro.
De ordem do director convido a todos os socios
Retrates era miniatura oleo ou aquarella de par,? comparecer em na sala das sessoes no domin-
16 SOOOO cada um, indo convenientemente en- i po b.d," corren,e. a?,? '"'ras da manilla, afim de
e regulando o
mu
m.'>
PRIMEIRO E AXTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI X)
I>i Igldo pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por eseripto, no que serao ;?.
tisfeitos com promptido.
Presta-se tambera a chamados para o
M interior, a pre?o mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ap meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bar5o da Victoria43
(Amiga ra Nova).
'flfaa.*iafin
mmm
Na raa Direita n. 29. 2 andar, ha para se
alugar um escravo para todo >ervjco, um moleque
e urna nejrrinha.
aixilhado em moldura dourada
3usto da pessoa retraala, de 3 ii polegadas e
:odo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos que bastarlo os preeos cima para
iarmos idea da baratesa dos trabaihos do nosse
jstablecimento, quanto sua perfeicao cada um
?enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para s? lirarem retratos no
iosso esubelecimento sao das 8 horas da raanha
I da tarJ; entretanto de urna hora s 5 da tarde
;m casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
quer pe3soa.
Nos dias de chova, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses dias sao
js raais favoraveis aos trabaihos de photographia
?ela docura e persistencia da luz, e per Jermos o
aosso trra?) onstruMo com taes proporcoes e
melhoraraentiis, que arada chovendo jorros ne-
inura inconveniente ha para fazer-se belio3 re-
Jatos.
/. F rreira Villela
reunidos era awembla geral proceder-s a eleicao
do3 novos runecionarios qne tem de reter o anno
social de 1870 1871.
Socretaria da sociedade do Monte Pi BrasHeirc
-i de novembro de 1870.
Manoel de Miranda Castro,
1" secretario.
taocia.
O remedio, urna medicina para o oso externo o interno, composto dos e'i
curativos, raizes, horvas e cascas, laes como se tem usado dos nossos snteoassad.
qMeseHaste gr3ndeS existencias no mrndo' Para carar todas as molestias, sab '
Foi um grande e especial desejo da bcoldade de medicina durante moit05
de experiencia para aprender os melhores modos que se deviam adoptar para am* a
segumtes doencas, e que proporcoes de medicina se devia osar.
nico deposito em Vrnambu
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
Preci?a-ge de urna ama que saiba cozinhar :
raa do Codorniz n. 8.
na
= Precisa se de urna ama pa-a tr*tar de urna
recemnascida : na ra Direita n. 127, i- andar.
Precisa-M de urna ama de leite : na ra do
Rangel n. 73. 1 andar.
i n u
Precisa-se de ima ama que easiohe bem, forra
ou eserara, para easa de p-.uca familia : tratar
na r>a .\ vi 60, lu andar.
Precisa se de tima ama forra on captiva que
-liba cosinhar bim o diario de urna casa : tra-
tar na ra d3 Duque de Casias, kja n. 1.
DUVMAS.
A abaixo asignada declara a quem quer que
annuuciou o) Diario de Pernambuco vender Ier-
ren s proprios no b*ceo do Tmibi e ra da Con
eetco (in bairro da Boa vii ta, que tal n5o o pode
fazer, vid >s os terrenos que pertence-
r.nn ao exlinuto vinculado di r.onreicio dos Co-
'jueirosdaquelle liairro p-rleace ao geu casal, e
pr it.-sta des le j,i puuir na eooformMade da le
aquelleque fizer qualjuT transacijo com os mes
mus terrenos ; adverih lo por mais esta vejal-m
de tantas que ja tem Hto por ete j .rnal e ouiros,
q -e os terrenos oerl-i "ilt< ao exlincto viurulo
da (2ooeeraiii se estenio pelas ras da Aurora,
Araao, cmceicai. R)sarin,- praca da Doa-vi.u
beeto do Tambia, II opicio, Camaro, Peres, bece
dos hVrrejro?, pateo d, Siiita Cruz, ru^ da Matriz,
beeco ]> i ti PraneiK raa d i I.nperatnz; e em
Santo Aut.ni.1. berro ^a Itomha o ra do Fogo: p
c on i \ e teota ,Ji \ predios que esta i sita
a->* -ra o referidos termos nim proprios, de
qu- t-m a.) dep >is realzado a* dundas, coh-
Cen-l-t a< vjte os >hns- para poderem ^er netbor
v. o Ii lo; pede, p..n.nlo a todac as i,e**na< que
imr-.sir, a bnnlad.t >U>. ir n ra das Grao* n
38 no t* andar, das J b..ras da rainhaa 3 la
lar.l-, entenlerein-se .-om si flllt i,** Hmrniii,
daSilvjque se icba mujido dos deeaoMNMM w
ce..un..s pora tir-r qu-lqoer dnvidn que, ,,s.,
h-iv,: : j#humbewpede a iuem lnvelo-oa
b aade le os ir p^g^r para peonar n mrmn re v
b.l ,s ju li,. ,e1 visto eim tem fl man lad i rece
b c di alguis e ft; "h n(fa.n a i Ji->.,h Un !-i Pr -zt>m *Jiva
Villa d cabo.
O capitao Jo Eioy de Paiva, sogro e cunhados
agradecem corllalraeute as pe.soas que se digna-
ram acompanhar a ultimo jazigo oj re*tos mor
taes de sua chara esposa D. Ignacia F. de Paiva ;
e de novo os convidara para assi.-tir a m ssa do
stimo dia, que ter lugar na igreja de Santo A
maro da mella villa, pelas 7 horas aa manhaa da
terca-feira 7 do crreme.
Na (ravessa da rna
1 das Cfozes n, 2, pri- I
| meiro andar, da-se di- f
l nelro sobre penhores I
fs de onro, prala e brilhan* |
tes, seja qaal for a qnan- i
tia. Na mesma casa com- j|
pram-se osmesmos me- S
taes epedras.
AMA
Precua-se de urna ama que cozinhe, compre e
engomle para urna pessoa : na rua do Tores n
16, 2 andar.
Pede-so ao Sr. Antonio Adon le Souza B ir-
cellos ou mitra quilquor pMaea, que nao f.ica ne-
gocio algum com a taberna da rua do Rangel n
77, que gyra sob a firma de Ho-as & Primo, visto
o Sr. Jo- Antonio da Rosa dever urna letra ven-
cida e mais alguns dbil js. sob p,raa de licarsa-
jeito, qualquer que seja o comprador, os ditos d-
bitos contr.ihidos at esta data pelo mesmo Sr.
Rosas. Recife 3 d^ novembro de 1870.
\
FALSIFICA^OS
DAsPILULS^BU
k
.WWW
DOLrit)
(CAVE
A nossa correspondencia do Braxrl nos faz' coniip-reo
saber une as nr.irn- d'eslc
esles lion';i<;.. iol-nueilMin
Fetor pa ft siti
Ainda se precisa do um f.-itor pira o pequeo
sitio no Corredor do Bi-po n. 31.
Ama de leite,
Precisa-sede urna ama de leite sem lilho : na
rua de Horias n. 30, sobr.-nl i.
Alui:i-se um.i ca>n na Hna-viagera, omito
fresca, com 6 qnartos, 4 sala--, cozinha, e mais 1
quarto p.ira pre >, le de frente 4 janellas o 2
portas : trata se na 8oledade n. 80,
liOTEidl
GR
|
fe,, ore-irie os m>m b>d'ite na. SttV40/i
da tyteru 33 que P0 h4 d.- em, mi, n, eoVfe
O >e r ir. i nterin >.
____[_________K X Fprrwra.
D. Josepha Francisca Pinlo Rigueira Ramos, ba-
charel firmado Jise Maria liarais Gurjo, Joao
Rufino da Silva Ramo', f). Lmiriam Maria Ra-
moso D. Anna Ignez da Silva Ramns, mai e ir-
miios do fallecido Antonio Mara Ramos, conster-
nados pedem aos seus prenles e pessoas de sua
amizide o eartdOM obsequio de assistirem a urna
missa que por alma do mesmo finado mandara ce-
lebrar no convento do Carmo do Recife no dia
terca-feira 8 do corrente mez pelas 8 1|2 horas
d> raanhia. *.-tiiR<> dia do sen pasamento.
f.ra loja de reloj >eiro.
Ahiga-se parte, .le urna loja, a qual sempre foi
d>i re j aria, existindo ferramentas, bancas < to-
do- os prense, para nada mais precisar d > que o
pessoal; a localidide a meih ir possivel : a tra-
tar na na '! R-ir;o o 22.
Issociatjo oimnercial Beue-
ficen e.
Nao ti.to, por falla de unraeco, ido lugar *
s-e nhle4 ir ril. Mnvecad para h-je 4 .le no'
mhro le 1870, de n-v sao coscada* os g.
ihrH sotwh pira no ta e reimire-n m ea^ da Asociacao : adve
'inAu. p .re n, qo> em firtnd* d i art. 20 dj>H esta-
i iti- a .useointei -e j tjr. r custitoida iMW o-
- i m presente-, ^uai im r qu" seja o sen numer i,
Vs-e.vsto IXn-inr ial !(..i flvn'o ile Pniam-
IttCn 4 de nOVe-,),r I |7()
luid .i .viva Luyo,
l'ies|i|-nt
III) 010
Ba do Ba o da
Victoria n. 63
( Outr'ora rua Nava. ) ,
Bilhetes garantidos da pro-
II.
naneira pnr detrax das no*s mareas
de fabrica e mesmo da nossa liima, rotunos
aqu com instancia aos mdicos e aos do-
e;,,es de assegurar-se sempre ae origem das
l'ii.LXAsqiie trazo ai o nosso nome. aMeltaiuifl
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
noceoe coHcgn.i, pa (itiarniacenHcos. fao 6 de
duvidar que n'uma quesla que intressa tafl
seriamente a saude publica e a moialidadedo
i
ix, t s, cn.le-:-canilo-sp, quer a nos- 91
em Pars, quer indirectamente im -_j
os VERDAPOBAS PlLI IXS
origens
loe-mos em nru, qu
rosses principaes ..lentes, ou calla
s casas a mais i un- ^
naiidaveis da Franca ,-'/*~~.-
011 do stu paiz. / ta?7ttr f -'
Ac.fco-se as nos-ai Pilula. wm prn-ip.e, Ph.rn,,.
MI i -
Phaifiaeutico. na ISuwiparte, en Pars. ?
Precisa-se de orna ama forra ou captiva pjra o
servigo interno e externo de nina casa de pouca
familia : na rua Velha n. CG.
} ,' |I
I oe T '.
S'-er^i ir.o i>iir'<
- ^"g.r e,,, a- p.rt
'' "'' d liniirt.i, pa;-t --.
tu* dinj, r,. i r(I ,| ,,
- i N ,l .r
IH-lll
0
, Sl.
Pi(r ii .ii pr.
pora s ri.r i -te
-o^l ii..;, ..ij,,,,;,,. ,),,-,
HTllose ., ,,|,,.if(,..
oii
n.-
J Precisa, d^..rttareiu-;,
viuda.
Esta feliz casa acaba de vender entre os sens
mu.to fdiic bilhetes a sorte de I00 era dons
meios de n. 2505, um inteiro de n. 2103 com KVU
fi7n.UtariaaiamHbem.dB ,00 vm ,res W* de n
b7t, alem de outros premios menores podendo
os seus possuidr.res virern receber, que promnta-
mente serao pagos. H piumpta-
abaixo assignado convida ao respeitavel nn-
bheo para v.rem no seu estabelecimento comprar
o Miivs bilhetes garantidos, ,ple nao djixarSo de
annun1claer Prem ^ PrW pelos ra
Acham-se venda os muito felizes bilhetes
rant.dos em benefieio da matriz de Cabrob* SL
sera extrahida segn la-rer;, 7 do correte roez
Jnteiro 6<000
Meio 3000
Quarto 15300
De 1000000 pa a cma.
Inteiro 5*400
Meio 5|7O0
Quarto U350
. I -ao Joaquim da Puta Leite.
Aluxa se o ierren o andar do .ibradn 'ta
na e-treita d. Ilo-aii,. o. 41 : a iratar nJ r.\r
Trincheiras n. 41, fabnc, de J^ ^ rflu; J
e tambera aluga se um exeel-
irinr na hmh^
i^tmWSP\,
lo Iinoeradorn. 4
lem eo cima dito.
vS'ob al
O I e 2 andar i
' pira i
otan n 6 d Satii : a tratar no >r..<",. .1,
mi do Duiue
>uro.
- I) .Ill'X -t-'/Ol I.
I o ot- a i .,.,-p, 4.t
o -lio e ..n i ftefmro !a NBM
Risio- 4 Man is i^ |e
on i -.--a i-,; rl- i
>i! h p -i\ .oir ". t
i dfl ii.v-nb.o I- 1870.
'''".Id-a a j,ol.li,-o e
'' -r,-M. ,, R|1B rt.,5
c.nnmerna fit Sr-.
" > 6 de oninhm pro
" "lB-r"J ^r.h .res obri.
ia uiti cirrento. Rtolfe
i>*frt.
fm
p-, ,a-h se 4 i ni
i ni n ni i
Vi-cm!. I .<>
"Vi T'. tnim ei'hhar ama
i,
ii
4n-.lt*.
I,
t'.
. 'rttir na
fint'rwa do
Pftg:-S9 be^.
Pe., alnei.el d ,.i, a o f,.ri, p
roslnbar e n n-na casa le fa mia ; i t-atar rn>
da Cadeia do Recife a. ti, loja. ^ ,u*
I
is rrdciBMoios aer bm Ur f:^ %
Uo horruel mal. Con i aais iiflia^atin tm^t.
obscra*o-me tVaet. iImimo rirna^iiiai nn
- Settrvu Dmru.-So Cata 14 faU tU'Ma
rVa i eor eerta in taes ntifit e reeents, eatarrb! pnlmsoir. asthma;
Sroneaiai, em geral contra todos o soUriraentai du viai ranintarim.
DEPOSITO GERAL
^^TIO^V 13 DROOAni
U, RUA LARGA DO ROZARIO, 34
PERNAMBUCO
. itUZSE'Z! Vi ***"" m0lM,M d0 P**'0'dede lhe- !><> meas.
i haryngile ou mal da garganta at a toberculaclo
.Mlmonar, plisando Dlas diversas bronchitaa catarrbaea
t o emphjsema acaba de ser enreqneeida com mais
ste medicamento, que toauri a primeira ordem eotre
lodos ati boje conheridos. O iirope VegeUl Americmo,
;;rjnlmdo paramente egetal. alo eontm em sua
wir.poico nm s tomo de opio, e aim somente suc-
as de plantas indgenas, cujas propriedades benficas
ll cura da molestia i que pertencem aos orgios de res-
pirs;ao oram por nos observadas por longo tempo,
tom ptimos remitidos cada vez mais crescenies: pelo
jue nos pisamos antorisadoi i oompor o xarope ane
igo;a apresentamo?, e a oBerece lo aos mdicos e ao
jaldico, Provimos com os altestados abano o qoa le.
'mis dito, e coo'amos que o eonceito de qne j gosa
i inope Vegetal Americano crescert de dia a dia
Misando muito apos de si todos os peitoraes em togil
lila. Sr. Bartlialomeo ft C.-O xarope Vegetal Ame-
ricano, preparada en ana conceitnadlssima pliarmacia,
( ea otil remedio para comUter k terrivel asthma.
'ofrta en aquella molestia ha qaatro meres. sem ainda
if combando o ataques mensaes qne tinha; este ultimo
jo u>e f^i for.iasimo qae me proston por 8 das, osei,
jorem o sen milagroso tarop, tomando apenas tres
teses, i- at o presenta alo fni de novo atacado Presa
Illms Srs Bartholomeo ft C. PupiLl a ejjnaai t*t
mezes de soffrimenio con ama toase inieeiM. faMn
extraordinario. expettoracSo da ealarra
do, e perda loul das fsreas. qae
me fatigava completamente, cansado da Mea
tros remedios sem resollado tm a felieidaek <' safcwa
Vmcs. preparafam o iarope Vegetal Amena.-*. es
elle, gracia i Deas, me icbo resiabeleod* ba ata*
dois metes, e robusto como se nada liiesee i-sTraa*
Satido me (orea a esta declaraeo, qae eMeifix.
ter o aso qie qnierem.- Soa com tiaaa re a-
uitos respeuidor e criado. Anitm i aw
Silva. Recife 8 de ferereire de |a>8.
Cailra
.
. *
-., .icuamiiu o ro ue noo aueado. Prisa nelro
mi. 410 ei qie reaubeJacido por aaa vas. fteade- ] EsUe recoabecidM.
CASA CAUVIN *"?
ItnnUivn I t_J.
Atiesto qne osei do xarope Vegetal Amensaae, v
eomposieo dos Srs Bartkolomeo ft C tara vafea
rorie defluto qje me troaie ama reaqauello. ave at* s>
rain edlender, inftammacio a dar aaBrtraa w,f
grande taita dereepiraelo, e nei r
Ubeleeido com am s vidro do aa__
que Ibes protesto eterna grati lio.
neiro de 1868. JeefMa trwra ,
.(*.>
ESCOLA PHARMACEUTICA DF PARS
Medalha de Prata 1860
UOUE
GODRONcoMVr,
GYOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
tnico niedicaine.no >ipproH Hospltnfs de Franca, Brlgio. e KsiMDha como a
iwdhni i.r|..rvn naiammttrn e regubida em
iojcida WH Dt. AI.CATlkAO.
fOiiaa rnlheraiai ftnndi, 1, UqiiAo portada
Uro e asna, ou una rblken i riaami por
(eia-Copr yitiH.ir.)
< ir--Nlliir iilor nia enn rlr das ;-
!"*;.-.. r^ommi:a' "e>e*i XxMjir a firmu Ao invuntor. j*
Devoarro Gastar. -^2
lu dnFriars-loarfuiij, 17
': pixt
5^f-
Iiirairrn -. m SU 4- Jmmfir,, Bstaanenelle: a
t... s.|\ Lir-w im rimmmtun. f> r.'
11 m y^n^S^A Prrmra et tf
armnr-mi -. | rivii^sjrKIo
Boulernrd Sbntopol, .">.. VAS!9.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAR.N.Eet
Apr>-suu;adi a Academia do Seieaeaa < a K.-si.. .1.. de 1,
INJECCO
Sob forau ile Pa-Tls. detedia e d.wej.1. mn tt"t a
momento aaa olor n PRr.VCSTITi E C7IATITA -aas
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
BJECTM-rlIlLTIHl
do volime de nm rc)o: io, serTindk
de Piiii.t.-.o e Ssatxct sera os
Oro ven n.-oiivenicnitesi da l'-nril.dndp.
COJ.YIIIO
ESTOJOS
ConMa ac aAecc/4a daa palpo'iraj, pn
Cera a turma, .- i*.< >.->:! ir nm prte-Veeia t>
' NTtl.
uviiy *
gir-l pira o irfSj*
ga el. li"-..i,- j.'
'' 's:aj (onaa.
SNMriTI-fJH,
.-
<).
OSA c
A
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Ho v : l| ..
Piim-nir 1 ran tarlrtl
111
N0S ES EC.WU.S *
'' .< i t r-
AnrXCatadia a Ara. eui.. d
.CAO
WCa. t-.J 1
Pi.iM.H t

Xil'lll
tCJOi


BaRIHOLOES
0 AC
COI-L/VITIO f.. ii.-t r- NffixYtM pl.^lsm
at. ."ir.. ..-we Hm.A.
D.pasiurw> geral |*-ra e I*C3** II. o PCRIL4.U.
3, rua Uga do ttosano. 1'ii.KNAJWUbvA


Diario 4e Temanmco
5 de Ne^embro de 1879

de pianos e de
music
mudou-se d ra Nova
ra da
. s$, V wlr Para
onde contina
buco.
Ineritrii a. K, toja,
,,!** rr.nmraendando-se ao Bm.
reeomraeuda
G. Werlheimar.
ptt-
~mm mm.
familia
risa-se de na ama
a tratar i roa do i
casa de pouca
inga n. i ioja.
HlfiHi
Precisa-se da ama ama para cosinnar :
tratar no Mangniobo, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, cu no caes da Corapaibia Pernarobuea-
na n. 1; advertese que serve escra* ou.livre,
mas quo cosinhe Dem.
aS
t- Retama-te terrenos do Porto oa Madeira em
Itaberibe. posicjio tqpographica dos mesmof
terrenoi, sua boa qualiade para plantacdes, como
fe podci ver pelos sitios nolle j situados, muito
os rcenjmfnda : 6 pretendentes encontrarao pes-
oa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos,uo referido lugareos domingos at
as 9 horas da amaifcaa.,- v____________
MOFINA
IMIRESSANTE COMPOSIQaO LITTERaRIA.
CO.NTENDO
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mvsteno.
Com" urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rguen* CosU.
i volume brochado tOOO.
AS CENTELflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000 '
NA
LIVRARIA FRANCEZA
PRECISASE"
De um homem, livre ou captivo, para distri-
buir pao; e igualmente de urna ama que saiba en-
gcamar bem cosinhar; trata se. ra do vi-
gario n. 16, 1 andar.______________________
Casa pa a alujar
O 3" andar da ra da Cadeia n. 4__________
Alaga se
orna casa terrea, sita na Capunga, com soto, co
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.____________________
O Sr. Sebastio de Albuquerque Mello o og-
ado a vir a esta typogr phia. r
Roga-se ao Lira. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a ronclmr-
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em rins
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, paseon a tevereiro e abril, e na la cumpno,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pos V. S. se aeve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor
filho se achava no estndo nesta cidade.
sau
fr
m
-38
CorirpUaAlawja
.
liaKfiaem I&dejanek
de 1870.
CAPITAL..B. .HtOWOOO.
seguro da mereaonas metro a nw
era navios de vella e vaporea *
tro e Jora dojroi*rio. Agencii i J.jyg*
Toma
martimo

merolo n 17, etcriptorio 4a
calves Beltrao.
J**.l
Ama
Precisa-se de nma ama para casa de
milla : na ra nova de Santa Rita n. 73
Ama
Precisa-se de urna ama livre oa eserava para
coiinhar : na fabrica a vapor de cif arroa roa
larga do Rosario a. 31.
Joaquim Jos Gon ves Beltrao
Ra do Trap'che n, 17, Io andar.
Sncca por todos os paquetes'sobre o banco d(
Mmho, em Braga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimhra. .
Chaves. -
Vises.
Villa do Conde.
Arcos de" Val de Vez.
Vianna do Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameiicao.
Lamcgo.
Lao*.
Covitbia.
Vascal Valpasso).
Mirandclla.
BJ3.
Barcello?.
Igreja de Nossa Senhora do
Monte emOlinda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senbora do Monte em Olinda, segondo o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosleiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo queterminasse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforcos sea alcance, acontece
que o referido n5o pode ser de prompto
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem de ser tambem applicados
reparacoes e concertos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extraerlo das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da sopradita igreja ;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sup-
plica aos devotos de Nossa Senbora do Mon-
te que se prestem a ajndar com snas esmo-
las a conclusao dos referidos concertos e re-
paracoes na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse m se dirigir
ao joiz perpetuo
Manoel Luiz Viraes.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOHEIKA HITARTE .
m&tmmmm mm mm'
AVISO
Roga-se aos senberes abaixo menewaodM *o-
sequio Je eompareeerem do Bazar da IMi i m
do Bario da Victoria, a negocio qoe Ibes te ra-
peito :
Joo Valentina Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joo Jos dos Santn Liosa.
Jos Magalhes con fabrica de velas.
Jos Maria Fernandes, morador na villa do
Cabo. ____^
AMA
Precisa-se de nma ama para coiinhar eaa casa
de pouca familia : a tratar na ra do Tifario i.
le pr
9, 3 andar.
r- Aluga-se o sobrado n. 9 na- Passage
Magdalena : a tratar ccm J. I. de M. Reg.
da
AU
DTVETOT
..(tea Esrcita do Rosario-M
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
lado que perteu-
ce ao uso do-
mestico.
Traspa>sa-se o atrendamento do engenho Com-
portas, sito na frenuezia de Muribeca, com urna
das melhores machinas a vapor, comprada o anno
passado, destilarlo moito bem mouda, excellente
cercado todo de vallado, proporgoes para grandes
safras e urna legoa d sianle da estajao de Praze-
res. No caso do pretndeme fazer negocio com
os tres annos de arrendamenlo que falla e quizer
comprar a safra nova, vndese tambem gadol
cavallos, burros e alguns escravos, visto o acta,
rendeiro nao querer continuar mais em engenho :
a tratar no mesmo.
.N: ; da Independencia n. 33 se da di
ahtiro i penhores de ouro, prata e pedrai
precos seja qnl for a quantia ; e na mesm
'.-3a ra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
eommeu Ji, e todo e qualquer concert tendenw
si meema arte____________
Cosinhero.
Precisa-se de um enzinheiro. dando fiador
ruado Crespo n 9, livraria franceza.
na
vu
HH|I
Btanla
O bacharel Celso Tertuliano muden o
sen escriptorio para a ra das Crrzes,
hoje I) dar, onde pode ser procurado.
i"?
DA DE FINADOS.
Na ra Direita n. 133, Ioja de cera, ha
uina peasoa que ss encarrega de ornar
catacumbas no cemiterio publico, dando a
mesma pesroa lodos os preparos.
O Dr. King mudou sua residencia e consulto-
rio medico cirurgico para a ra da Aurora n. 52,
1" andar, oode d consultas das 7 as 9 horas da
manbaa e das 3 as 5 horas da tarde nos dias uteis ;
aos chamados devem ser por escripto e acudir a
qualquer hora do dia ou da noute.
AO PUBLICO
O abaixo assignado fai sciente a seus crederes
que havendo fallecido sua mulher e tendo-se pro-
cedido a inventario das bens de seu casal pelo
Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos lhe foi concedido o
praso de 15 das, a contar desta dala, aflm de que
seu3 cred res apresentemse em juio e provem
a certeza de seu debito para que sejam devidamen-
te attendidos e se separem bens para seu paga-
mento. Timbambo 28 de outubro de 1870.
Jos Calazancio de Sonza.
Precisa-se de um moleque de 16 a 20 annos,
que seja escravo para o servico de casa de pouca
familia: a tratar na ra do Barao da Victoria
(outr'ora^'ova), Ioja n. 32._________________'_
- Precisa se de urna ama para cozinhar e en-
gommar : a tratar na raa Imperial n. 101 defron-
te do vireiro do Muniz, ou na ra do Rangel n.
7, Hiberna._______^___________________
AMA
Precisa-se de ama
Rosario n. 28.
ama : na ra estrella do
Joaquim Francisco do Espirito SaDto,
concordataria da massa aHIida de Maia &
Espirito Santo, pede aosseus^credores o favor
de virem ou mandarem receber os cagamen-
tos da Ia prestaco de sua conerdata; Je-
vendo, para esse fim, dirigirem-se ruado
Imperador n. 41. _________^____
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000^1
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Margo (outr'ora ra d(
Crespo) n. 123 e ca>as do costume.
O abaixo assignado, lendo vendido nos seus
felizes biteles um quarto n. 2368 com 5:000,
um meio n. 951 com 4003, nm inleiron. 1763 com
200^000, e outras sortcs (le 1003 < 40000 da
lotera que se acabou de extrahir (167'), convida
ao3 posuidores virem receber na conformidade
do cosiume, sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bihetes garan-
tidos da 1" parte da lotera, a beneficio da ma-
tri- do Cabrob (168'), que se extrahir segunda-
fera 7 do corrente mez.
PRECOS.
Bhete inteiro 6*000
Mcio bilhete 3*000
Quarto i 5500
Em porcao de 100*900 para cima.
Bilhete inu-iro 5*400
Mcio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Kiuza.
Corlmiiano do Aquino Fonseca faz saber a
quem interessar possa, que se acha antnrisado por
procuryo bastante de seu pai o commendador
-Thomaz de Aquino Fonsoca para recebar e dar
quitacao dos alugueis de suas casas, e por i?so
faz constar que jmenle ello o competente para
este fim. Recife 29 de outubro de 1870._______
Cnristiano d'Almeida Moraes, faz saber aos
seus freguezes que mudou sua cocheira para c
pateo do Paraso n. 10, onde contina a servir
aos seus freguezes com proraplido, delicadeza, e
por precos commodos.
Trabalhadores
Precisa-se de um ou dous trabalhadores para um
eslabelecimenlo forro ou captivo : a tratar na ra
do Rosario Larga n. 34.
Uurso de ferias.
Do Io de novembro ao ultimo de Janeiro faz se
no collegio de S. Pedro de Alcntara, i ra do
Mrquez de Olinda n. 2i, nm enrso de ferias de
geographia, historia universal,algebra e geometra,
rhetorica e philosophia para os estudantes que
prctenderem fazer exames em marco.
Joaquim Peixoto Filho,
_______Director.___________
Aulas nocturnas para os em-
pregados do commercio.
No collegio de S. Pedro de Alcntara, a ra do
Mrquez de Olinda n. 24, leccionase theoria e
pratica de escriplnracao mercantil por partidas
dobradas, a fallar francez, inglez, allemao, e por-
tuguez, arithmetica. msica vocal e instrumental.
Joaquim Peixoto Filho,
Director.
Cobranza
"" H Oeltli & C, de accordo com a maioria dos
?ous dores, entregara sua casa commercial es-
KlMeeida nMa cilaie aos Srs. Keller & C, ne-
- eianles esta praca, para procederem a saa li-
quidara') prr coma dos respectivos credores, para
0 ,,.; iutorisadw os mesmos senhores des-
de j con: plenas e illimradoe poderes, limitando-
cg J, la sua re-poMsabilidade lito splenle
,',, ,ni un re-uliadoda liqoidacao.
^sierra n
I,
A.uia
urna ama livre a tratar na Caponga) Porio
Urna pessoa habilitada encarrega-se de qualquer
cobranca nesta praca oa fra della, d fiador a
sua conducta : quem precisar dirija-se ra da
Cadeia n. 46. que encontrar c im qnem tratar.
ATTERCAO
Joaquim Francisco do Espi-
rito Santo, concordatario da ur-
ina fallida Maia & Espirito Santo,
avisa aos seus credores que na i
tiverem mandado receber os pa
gamentosda primeira prestaco
de sui concordata at o dia 5 f
do corrente, que a custa d'elles
pora em deposito a importancia
dos ditos pagamentos.
Recife, 2 de Mvembro-de 1870.
RPRI
Tem a salisfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem
fistahelecido una nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. fl, taje ra do Mrquez de Olinda,
onde acharo es pretendentes, muito anillado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, quahdades e j)or pre-
cos mas commodos do que comporla o uosso mercado: cenvidam especialmente aos Srs. compradores per atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pos poder5o assim serem mais bem servidos, visto poderem escolner as ar-
macoes as fazendas que a demora da fabricacSo bem diminuta,________________________________________________
* A ANTIGA E BEM CORHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Anliga Ra Nova)
Ha sempre um grande soriimenlo de cbapos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par- @g
do e de algodo os todos os lmannos e feitios, alm da immesa porcao de seda, mer.no, algodao e bnm, j?!g
armaces de todas as qualidades para satis/azer qualquer encommeeda. A modicidade de seus pregos e tao conbecida g
que escusa de mencionar.
AMA
Precisa-se de urna ama para fazer o servico
pequea familia, qual se dar boca ortai
ra de S. Jorge ( outr'ora Pilar) n. 138
andar.
>
A negocio de sen miareis* se esej fallar
com um dos herdeiros de Maiwel Gomes da Sirva.
morador em N. S. da Gloria de Goit da edad
da Victoria, na ra Augusta n. 31.___________
Acaba de sahir k los
E
Vendo-M
.NA
Livraria franceza.
CUIA Kl'OTl
OU
DE
NOSSO 6EXHOR JESS CHRISTO,
(MAIUA SANTISS1MA
E
VARIOS SANTOS.
A lata:
Setenario du Senhor Boni Jess dos Passoi.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menin > Deu.
Novena de N. Senhora da Conceico.
Setenarlo das Dores de Mara.
Offlcio das SeteJDores de Maria Sant:!ma.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Caimo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Pcnba.
Novena do B. S. Joo Baplis?a.|
Novena da Senhora Sant^Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2#000.
A RA
VICTORIA 41
IS'este novo armazem tem um
variado sortimento de ftzendas
francezas, inglezas, allemase to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo-armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rii.hos modernos, cha-
peos de soi de seda,
linos. RA
iiaro da victoria
DE
ANUIDA IRMOS
anliga ra
J
N. 41.
Assim como tem orna grande
officina do alfaiate, montada com
lodos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeico
nada deixam a desejar.
.Roupa de todos os
amanhos para homen;
i meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Baro da'Victos la
anli'j ra
NOVA
H, 41.
RRAZIUAN STEET .
Railway Company (Limited)
Pede-se pos senhores passageiros o es-
pecial obsequio de quando arriarem as ve-
nezianas das portas dos carros, arreiem
com cuidado, afim de evitar quebrarem-se
como est acontecendo diariamente.
William Rawlinsott.
Gerente.
AVISO
Roga-se aos senhores passageiros o ob-
sequio de antes de embarcarem munirem-
se de bilhetes para soas viagens, como de-
termina o artigo 2." do regulamento desta
compiiaa: nao se admitlindo mais o re-
cebimento de dinheiro dentro dos tren?.
Em todas as estacSes acharSo os senho-
res passageiros bilhetes a venda.
Garent.
WHHam Rawlinson.
Este^estabelecimento acaba de soffier nma reforma radical em acetto, artistas ecn.modos, e mendas, nalmente emSiudo am degmelbur servir os seus numerosos freguezes deixa-se- de annunciar todas as fazendas, para
ao se tornar massante?______________________
Companhia Fhenix
Fernambucana.
"." A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberan que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer ten estrs sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
^Pernambuco il de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
i. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Seqneira.
Precisa se de urna ama para coiinhar i na
ra da Cadeia n. 11, Recife._________________
Precisa -se alugar nma eserava moca para o
jervico interno de urna casa de familia : na rna
do Crespo n. t, 1* andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do pmtc
Natsa parriiha
Cura ulceras e chagas aruigas, impigens t dar-
aros.
Tnico
Cocserva e lmpa os cabellos.
Punas catarticas.
Puramente vegetaes sem merenrio ; eora se-
soe?, purgan e purificara todo o sysfen^hnnaa**.
Venrte-sejeflctivamento em casa de Samu I
Johnston & C. ra da S?nzalla Hafl n. 41
Em casa de THEDORO CHRIST
.\NSEN, roa da Crnz n. 18, encontrJM<
ifiectivamente todas as qoalidadea de vkii
Vordeaox, Boargogna edo Bheno.________
DTOOWM
ESGENHEIBO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 5%
Pass ndo o tha'riz
Machinas vapor sysiema melhcrad'.
Rodas d'agoa.
Formas do ferro jsra porgar assocar.
Moendas de cama.
Taixas de forro balido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricoltrjra.
Todo por prego maito redoxide._______
- Precisase alugar nm preio escravo > naca
idade, paga-e bom a'ninei
nesta ryp*frafkia
RA DA CRUZ ^,14
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
-Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m3o.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodlo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papei.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balapcns. prendas, cofres de ferro, fog5es de ferro, eoxofre, salitre limalha de
ferro e muitos outros artigos.
Cachanga'
Aluga-se pelo tempo da festa urna
prxima ao rio, com 2 salas, 3 qoarlose
a tratar na travessa da Pilma para o
mero n. 26, ____.^______
Offerece-se urna ama para algara coegio, oa
para costuras, psra casa de estrangeires on
ionaes : a raur no Cauinho novo n. 70.
ATTENCAO
Precisa-se de dnas mulheres
trangeiras, que saibam engomaar
e desembarazo : aquellas que estivi
condiedes, podem dirigir-se i n
mero i.
ROB
Approvado em Fra
LAFFEGTEUR
ca, Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteur sa autho-
!lha. De fcil
errarlo, u
rna dege-
nerada, eacorbuto, e os accidentes provendos dos partos, da dale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
U arrube he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticaa recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
g^pos'J^geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do doutor GIRAUDEAU DE
r-GERVAIS, rna Richer, 12, Pars.
PHCp 2 RU eASTlGLlONE
PAR I S
|Uojito : p. MAUIEH et C, Ptrnamhuo; JOS BELLO, im Por
SILVA LOPES, tm BahU, FERREIR4 ct C", tm Uaranhao.
Jos Rodrigues Elvas Jnior convida
collegas e amigos paraassisiirem um
elle manda resar oa matriz da Boa-v*v
fera 7 do corrente, pelas 7 horas oa mr
eterno repens d'alma de sea mmlo
rado pai Jos Rodrigues Elvas, f*M*e
hy ; e desde j lhe" agr '"_
Jos Joaqoira Pereira de Olrveira,
nulm Pereira deOlivera e FraaetliM 01]
reir de Oliveira, convidam os *mm pifinlj
amigos para assistirem a missa do h^
.randam celebrar >or "**
nho e irmio Mmerv.no Jefferson Pereira Id
veira, as 8 horas da manbaa i) da 9 ie
hn. nn convento do rma
) Na rn n. 3i prnei
nma ama para condl*Tfara casa d* rapases u-
K
^n,.



le Pernambuco Sabbado, 5 de Novembro de 1870.
I
P
f'
ij
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
Este conhocido e9tabelecimento acha-se constantemente bem sortido, em \irtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios fraocezes, dos artigo abaixo menciona-
dos, i procos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAltE;
Botina para senhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botina para borneos e meninos.
Botinas de biierro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e pernelras rnsslanas.
Bolas e perneiras para maulara, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e buerro. '
Sapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porfi de sapatos de borracha vende-se pelo custo_afim Jde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimo?.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotluados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franceies e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
lAOIIi MUlIS cbemeos bramcos
B da cibera e da barba, foi a aoica '
tid i Expsito n*r*rW, p onhecida superior s todas as prepa
ale hoj existentes, sem ^e-se a itfOOO cadt irasco na
Ruada vadeia n. 51 1'andar.
-
CONFEITARIA
DOS
ANANAZES
Ra da Cruz n. 16
Eocontra-se sempre:
BOLINHOS para cha ; p3o de lo ; bollo
inglez; pastis de differentes qaalirJpdes ;
doces de frucias, em calda e secco, em
barriliohos em latas.
CAIXINHAS com amendoas e paslilhas,
proprias para presentes ; cha preto, miudo,
de superior qualidade ; latas com pecegos
a 1,0000.
AMENDOAS confeitadas: xaropes refri-
gerantes ; vinho Bncellas, branco e tioto,
proprio para mesa; vermouth ; absyntio;
cognac; vinhos finos, champagne.
AMA

coznhe
m aingoel a urna ama que cozotbi^j.,
a f**U ae duas penaas a !ra)ar |
Paga-* bem alu
a entnf* para
na roaUova n. I0i
Mledade HeerqMMra Tcrpsl-
chore
Por ardem dista (HMflnncnwmKumprinMto
ao arl. 13 dos nossos estatutos, sao convidados
todos os rubores socios a rrifiiiemyw no retinto;
desta someoada para a asserhbla feral, que lera
logar no domingo 6 de noveiimro, as 10 horas
da manhaa, afin de eleger-se a presidencia e mais
membroH que tem de funccionai no anno futuro
de 70 a 71.
SajfretaTiadasuciedade RecreaUva Terp'sichore.
:il de ouftibA ie 1870.
Antonio Aunes acome,
secretario.
COMPRASE
PAPIS para sortes,
para cobrir bolos.
PRESUNTOS e fiambres.
ditos vendados
.
RECEBEM-SE cncommendas de bandejas eom boliohos, conj armaclo de assu
car e sem ella; de pao de l e bolos enfeitados com disticos e sem elles; e de outros
muitos objectos propiios para grandes jamares, bailes, etc., etc.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de clogne, florida, divina, lavande, den-
triflee, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroi etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quiuquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadores de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de relegios e trancelins, tuda de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imilacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retrato?, caixinhas com vidro de augmento para di3tinctamente
ver-se a perfeieao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes bolsinhas e ceslinhas
de seda, de velludo e de vinies para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabineles e santuarios, quadros promplos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata donrados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jozos de domin, rodetes, bagatelas e ontros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanlernas mgi-
cas, esleriocopos cum inieressaoles vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Paris, photogr. phias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para criancas, sapatinhos e %
toucas de laa, carrinhos de 3 e i rodas muito elegantes para condiuir enancas passeio ; e |
outras muitas quinquilleras de phantasia, francezas e alenme?, precos muito em cunta.
Para este artigo nao ha espaco era tempo para a massante leilura da inflnidade de 1
gneros de brinquedos fabricados era diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a
verideando as qualidades e os precos baratos de ditos objecios por sercm vindos
reitura e de coma propria.
PARS
C4EVA9 .e BELLOC
APPROVADO PELA ACADEMIA IMPERIAL DE
em 27 daembro de 4819
MEDICINA
I
PARS
pars
E' sobretudo s suas propriedades eminentemente absorvenles,
que o Cnrvfio de Meiioc deve a sua grande efficacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affecces seguintes ;
GASTRALGIAS dL
DYSPEPSIA
PVROSiS
AZIA
DIGESTES OIFFICEIS
DORES DE ESTOMAGO
CONSTIPADO
CLICAS
DIARRHEA
DYSSENTERIA
CHOLERINA
[UCEO DE ESIPnEGO. Otarvao te Belloe .CLirboo deBeoc)
tomu-se ajiles ou depois de cada fornida, sob forma de P ou de
l'astilbs. Gerahnene o bem estar sente-se logo depois das pri-
meiraa es. I na iiifoimueao entensa acompanha cada vidro
PARS
T
/? //,
PARIS
ura port.io de ferro, urna solcira de pedra com 13
palmos : na roa iaiga do Rosario n. f.
Precisa-se de una ama fiel e diligente para
casa de pouea familia : a tratar na praia do Cal-
deirelro ou ra dos Ossos n. 14._________________
Precisa-se de una ama para casa eslrangei-
ra de poucas pessoas : na ra da Imperaniz n.
9, loja.
COMPRAS.
S
ATTENCA
Milis LatWA C :
__ venda-sa :
Lona larga de 30 no'ejadas.
Dita estreiu de So dita*.
Saceos vatios para assoear.
Sellin-, siilioej e arre.
Virmo de rjjrdeanx fino em caixa.
Sabio ingle em caixa.
SaboiKlsAm dito.
nu c*
Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras d' seferior fare.e
lelu barato pteco a cima indicado, na roa
la Madre de Dos n. 7 __________
Cal nova de LdS
chegada ullimamcn'e pelo p^tai-hu Prtnapt*, vaa-
pe.o
dem Cunha limaos & C, i
n. N.
roa a tadie de DeCs
rao nuos i t
Tem venda em seos a**Mseap. *'.m t r
artigos de seu neg io regular, oa fgniules, i\r*-
esiao venendo a pregos mais taytos qn>: en.
Ira qualqucr psrte :
PUKTAS de pinho almofadadas.
FAKELLO em saceos graades a 3VjOO.
GRADES do ferro para eeicadc s.
ESTEIRAS da India para eaaaa e >rrar a .-.
CANOS de barro francet par r?!^>i..
GESSO superior em barricas e irruas
CEMENTO de todas as nulidades a l*i
tompra-se a colleccao
do Diario de Peraarabuco de
Janeiro a junho do anno de ^CHInas dcde%ar(C
1866: nesta typ dir quem compra.
Com muito maior vaniagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joia3 do Coracao de uro n. 5 D, ra do
Cabug.
Cornpra-se um eylindro americano que es-
toja em Ixim estado : na padaria da ra do Ran-
gel u. 9.
VrNDAS.
PARS
NQV1DADE.
O Costa, proprielario do armazem da Pe.dra
Maamore ;i ra das Cruzes n. 42, cfferece por di-
nheiro contado o que de welhor ha no mercado,
por ter recebido muitos dos gneros escriptos
pelo ultimo vapor.
Macae, peras e abacacbis.
ChocoLle de I a 1*800 a libra.
Especial nanteiga inglesa e francea.
Honalices para sopas denomiuadas Julienne, que
fubstitue pereitamente as mais frescas ervas.
Queijos ilamengos o que de mellior se pode de-
ejar a 2*800.
CaixSes de doce de goiaba a 8tX), 1, U200 e a
1*800, dito em lats a 2* e 2*500.
A verdadeira farinha americana viuda de conla
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 500 e 6i0 rs. o mago.
Bolacbinhas de todas as qualidade- e do? me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e purmauezas.
Vinho de todas as qualidades.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem, ero
sacos grande?, a 5*.
Especial e aromtico sabao de lamilla a otw ;
o kilo.
i;ar alfi da^
ItARRIS grandes eom pnu da Succia.
LONAS e brinzoes da Kjss a.
OLEADOS aoiericanos cara t,iro de cirr
KOGOES americanos ibna I, lickoo..
VINHO 'le BorJeaux em caixa-.
('06NAC superior d>> G.uerPfr al 11.110 de Fernando a 3* o aM
AGUA flunda."
BARRI5 de carne s.ilguda de |. roo e J*
um coup niuit elop?ir.e. e nina
Na flicmn do f.rrador d<-roiite ce S. \
cisco se dir quem 0 M.
Jurge Tasso vende < ?tu migo
reside em S. Jos do Uangumi. >, clffrlMrai.
plantado, arruado, com j ni i..-. c-rr-niaa.
agua pulave! etc. etc., qne sati-l'.z o M ou
aristocrtico : para ver .as 9 di manhaa a ,' da
tarde e para tratar com u corred* Guocall-j .'
Affucco na pi'.ici
Am.irim n. 17.
do C)i;i.iiCci ;i tu i.. '
Vende-ae
Urna chapa p>ra of!"cilat.) da Ordrm da r. -.-.
muilu em conta ; na I-ja la oaxtaas, sa rr.i (
Imperador n. 3u, defr.i.te da ca* do tribu..
relajan. ____________
VENUE-SE
No povoado dos Monte; iTrambt; i est^i
Una, i padaria c.jtn toJ'is n ui a-silio, cotrac-
do neste numero um eylindro ame i.-ai
para trabalhnr com ravalfo njern prrt-3aV-
Borzoguins inglezes de sola grossa taxeados para j comprar denja-se t pr;ie i i I aan*
homens a 7*300 o a 8* o par : na loja de calcado que achara com m>m tratar.
Calcados inglezes
da bota do ouro. na ra da Cruz
amar<*l'o.
n. 21, sobra io
Vende Joaquira Jos Ramo3
a. E !' andar
1
na
ra da Cruz
A 8^000.
Vndese bortiiguins francezes, obra gaspiada e
mailo boa, pelo diminuto preco de 8* ; veuham a
il!e^, antes que se aeabem : na ra da Cadeia n.
>0 A, toja de miudezas:_________________________
Attenco
Vende-se a armacio e. pcrtencei da taberna do j
i logar do Terco n. 11, propria para qualqucr pria> j
cipiantec, cedndo-e ao comprador a residencia
do sobrado de um andar por cima da inesraa :
tratar no mesmo sobrado._________________________j
Gal nova de Lisboa
Verde-se na ra do Baro do Triumpho, ontr'o-
ra do Brum n. 80, armaz'm de Pereira da Cunha
trmSos._________________________,
ftTTENgao
Vender urna taberna com poucos fundos pro-
prio fsra algum principiante e tambem se wnde
go irraacao : tratar na ra de S. Miguel n. 34
nos A Abitados.
ou aluga-se os armaztT.s qw kv-an refa,.. -
com a fabrica de saban e Franca, na ina da praia tie S&n.a liu-ana,
quaes offer:i"'m properc
qualqner fnbnca di gran i
a grande vaniagem para errr?r-?ue e aXamiar-
i|ue : a tratar com o ananaadi r Tasa.____
Vende-sf
a taberna .-la no becco da Can.ha n. I, ts;: \
'la ra da As?unipco. tira la : a
tar na roesma. O motivo di
com;irador. Aetra ; ;rafaBlr.4

r^t

sistema nervoso, urna aeco sedativa almaiiw. Reunido ao Xarope Laroze de
Laranja amarga, cuja aecao regenera as funreoes do estomago e d/>s intestinos,
umversalmente apprecko. Sem receio d'tt bidente se pode dar as pessoas adultas,
qliando soffrem de luoleitia* 4o oor5o, jai viaa digeitiTM, ou nevroiaa em (eral,
assim que para is molettias unom i a prenhes. Para as creancas, pa aalmar a
a|iU(Ao, intomniai, toit curante derj>i{ao.
Deposito am ilt'o de Janeiro, m. Chevolot; em Pernambuco, F. ataazar a C*
em aceio, rateo Baa; em Petjtat, Antera larva*; em Baha, Sa mba; em
ru> legre, Joi ello; em Z aranhio, remira a O*; em Ouro Preto, 'WalanoB.

T MAO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO GABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se esta estabolecimealo de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas asjoias de ultimo gosto, as quacs vender o mais barato pos- ,_.
aivel.- :-
Todas as joias sero garantidas ouro de le, pois os seus donos tndo em ^
vista so adquirir fregutzia u8o olvidaro, vender bom e por preces os mais ^
rMoaveis possiveis. '
Convida-se o publico a Vir a este cslabelecirenlo, certo de q^.e ficar
PITAES DE PARIZ AS AMBLAGt
HOSPITAES MILITARES NA MAR1NHA IMPERIAL]
j^NGEZA ^AM^IgAnREAL INGLEZ^
tle um eventifo a
Ela calvi.o.
p d e re(.iura fon'.; i- ; da fabfi.'a
Elle de prometo fe -"
tura dos caberlos.
iiii-3-se um piano moderno de ramio boas r.i|)} ^ grande riqueza le ulro ao* .*
vozes, o do autor mais afamado : quem o preten- r .. c
der dirija se ra larga do Rosario n. 21, pnmei- ; 11ue"f'' m m .,....-.. .. .-1^11^. --
r, ,ndar. Elle doma e faz preservar o> cabellos
- Vdese um sobrado de um andar em He- qualquer forma C [>< ,v.o .ue se ese;*
beribe junto ap;nte, com muitos commodos, e n'um estado formoso. liso e mack..
maii ledons mi! palmos de trra para retamar, gie fa7.orescer os cabellos basto* e com-
com frente para a estra la e fundo para o rio : na
praga da Boa-vista n. 6.
pe 11
daG
Vende-se a casa com sitio na ra da Trem-
iue vai para a Soledada n. 35, e outra na na
loria n. 92; assim como precisa-se de nm
feitorpara engenho,: a tratar na praga da-Boa-
vista 11. 6, botica.______________________
Vendem-se terrenos -proprios para ediflca-
cao, sito nat ras do Tambi e da Conceico, no
bairro da Boa-vista : as pessoas que os pretende-
ren! podem dirigir-se ra do Hospicio n. 3i, so-
brado, onde acharo cora quem tratar, das 2 ho-
ras da tarde por diairie,__________________________
LIBRAS STERUMS.
Vendem-se libras sterliuas : na ra do Mrquez
de Onda, acrtplorio n. 49.______________________>
O urolileuui resolvido t-
1 papel foi conservar & mo>tarda lodas as suas propriedades, obtendo em poucos instantes
Air IUcollot com o mais feliz resultado na composic-to dcsle
e com facilidade un effeilo decisivo com a menor quantidade possivel
de medicamentos. (A Bouchardat tAnnuairedethropevtiquet de ISC8
Elidir a ussignalura ao lado, por que ba blcilicadores.
P 4 f i;.,p v,nu.4v. ? ''
M^
1
^8
aatiskito.
A' MO DE OURO RA DO CABUC N.9 A
,- )

Fo
VERDADEIRAS
PILULASdeBLANCARD
COM IODURETO DO FERRO IMALTBAVEL
'APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
r Possuindo as propriedades do lodo et do forro, convem especialmente as Amxcca
escrofulosas, a Tsica no principio.a freuruetade temperamento e tambem nos casos de
Falta de c6r, ame^orrhea, em que precisareagir sobre o sanguk seja para restituir
lhe a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico.
N. B. 0 iodureto de ferro impuro ou alterado i nm medicameto infiel,
Irritme. Como prora de pnrea e de aatbencidade da Yer*aae4ra* |*I-
Uilaa de Blaneard, deve-se exigir dosn aelia *> P" '**'* <
k Doseo ra, aqni reprodurida, qne ae acha na parta interior de un
" raala Tarda, ben-u desconfiar dai falificaco.
LAalia ae aai tadaa a karMr4aa. Paarmateutfco, n*a B<
*
NOVA FLAUTA.
Na loja da Aguia negra ra do Cabug n. 8,
vndese urna bonita flauta toda apparelhada de
prata do novo synema, com o seu competente me-
thodo. _^__^__
Cabriolete cdvallo.
Vende-se um cabriolet do duas rodas em perfei-
10 estado e muito bem o Bservado, enm os aens
arreius ; assim como um ptimo cavallo mniti
trotador que tambem se tend com o cahriofelOB
separadamente : na cnrheira roa do Sol
pridOS,
Elle conserva a pelle e o easee ta iab*.a
limpo e livre de toda a efpeew Ae rasj.
Elle previne os cabelios de se tornar
brancos,
Elle conserva a cabera n'um catado de ha
cura refrigerante e agradavel,
Elle n5o demaziadamer.tc oleoso, gorto-
rento ou pegadico,
! Elle n5o deixa o menor ebeiro desafra-
davel,
: Elle o mellior e o mais aprasivel artife
para a boa conserva(3o c arranjo dos <^-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proirio para o pet-
teado dos cabellos e barbas dos teaU-
F6S
Nenhum loucartor de senhora se p* cotr
siderar como complelo sem o
O CABELLO.
Tonteo Orteatal
o qualpresena, limpa.t rtifioae aA o
Acha-se a venda nos &taMaXa>-
\. Caors, I. da C. Brax- A C. P. *
Villa d :
Vende se duai casas .da.
na ant;ga roa do Vapor, taojo *
00, ramio perlo do b.t'.
na ra Nova n. 27, loj.--
Na ra do Pays-
n. 0. veode-sc um pi;
modo.
lie
u
Vende-e tale'
n. 39, propria para |n
lar na na da Sntaj-1
Hkye
De diversos w
zem d > na 1
n. 8.
& C, M. Barbosa, Bar!
todas as principaes lojas ce per-
e boticas.___________________.
Farinha mandioc de
C: thiuir.i.
Ha para vende: da mtn. I va f -
:da re tit. ttfl ft-'o p*U''
, l, i. S '" Mu a; t pieco 1
ti ; tf iw

. n
Ul


m



de Peroambufco Sabbpdp
1870

GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DI IMPERATIK-60
W

S f fii I
DE
fe
l'EREIEA DA SILVA &
Neste imoc rante estabelecimento encontrar reepeitavel pnbep, ana grande e variado sortimento de fazeodas do mais
apurado gosto e todas de priraeira neeessidade, qne se veodem miis noratas do que em ootrn qualquer part >, .visto qoe os ho-
tos socios tiestai firma, adoptaram o systema de s Tenderen) a D1NHSIRO ; para.pe4erem vender pelo cesto, limitando-se apenas
a gaoharem o descont ; as pessoas que negociam em Dequena esca'a nesta loja e armazem podero' fazer os seas' sortimeatos
pelos^ meneos oreos que compiwn as casas ingleas, (importadoras) e para maior comtnodidade tas Exroas, famihs sedarlo
amostras de todas as fazendas, on Ibes levam em soas casas para escolberem.
20 Bpn di lmperatriz 20
Acaba dfichfldsr para iuj& de attodat fitas
dHiroma|XaT|fle -, nm grande writv
mtn(o de Uztivits fio) io sejam : cortes de
poit de di I^^Hft|uijLil^ma autuaa
saias o qae bjpde mais alS3oW8fl7ri cas pope-
inas de seda, granadines, Has eseoepa?, alpacas,
e ora. completo sonimento de
pmbraias brancas e de cores,
i* imperatrlz, e oniras mnitas
aiena, ludo do que ha de melhor ueste merca-
do, qne tudo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attenejo do bello sexo qne qnlzer
aodarna moda, e ao masmo tempo esperamos a
sai pn^ccSe. Manda-fe levar cm casa das
Kxmts. familias todas *s faiendas qne uos pe-
..iO-BA DA IMPERATRIZ20
r\ Farl & resma.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS. GROSDENAPLES PRETOS
Gb<>goa para o Bazar do PovJo um gran- Chegoa para o Bazar do Pav5o um gran-
-id sortimento dos mais bonitos cortinados dfl sortimento dos melliores grosdeoaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se.
qne se vendem de f03 00 at 2O3900 o vendern de 15600 at 55000 o covado
par, assim como o melbor damasco cem 8 s5o todoa muito em conta.
palmos de hrgura a imitacad de damasco MANrELLETES DE FIL
de seda, proprias para colchas, e propria-' No Bazar do Pav3o vende-se modernissi-'
mente eolebas de damasco, sendt os melbo- nios mantelletes oa basquinas de filo preto, i
res e mais boDitas que tem vindo ao mer- '-oro lacOf pelo barato preco de 100000 ca-
cado.
PECHINCHAS
DO
Qoando a AGUIA BRRN
( em particular a si boa
Mm recebtdo, justamente**
tontera ella confia e espera na
entronando portanto a dirigirm-w
ir ao
ide de objeclot qoe
pedesbzer e porque mi M
los qae Ib'a attcndrlo e
Ida Ir ja da AGUIA BRANCA i
TAPETES
Chegoa para o Bazar do Pavao o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, d'tos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em outra qrjalqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Ba^ar do Pav3o encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodSo e delinho,
para lodos os precos e qua'idades.
Cerollas de linho e algodSo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim braoco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes guaes
De todas estas roupas ba para todos os
precos o qualiiades, e tem de mais mais
nm perito
ftua da Im&eratriz 6X1.
Para vender lepressa
da om, barato. .LINDAS JAPONEZAS PAftA VESTIDOS A
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES. I A fiM>#S.
No Bazar do- Pavao vend-se o melbor al-'. Chegoa nm elegante sortimento de tas-
godaosinho americano enfestado para len- nna8 dJap5o, com padrees de seda e de
ces, tendo liso e entrancado por preco mait nsa qnalidade. qoe se vendem a
muito barato. 500 rs. o covado. t pecbincha, no Bazar
ESPARTILHO. do Patio, raa da Imperatriz n. 60.
No Bazar do Pavao recebeu-se nm eiegan- poupeunas do japo a 3600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melbo-' Cbegcu um elegante ortimento de lin-
res espartilhos, que se vendem por preco dissmas poupelinas Jiponezas, com os
muito em conta. mais delicados gostos, tendo mtrito lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com listrinbas de seda, sendo esta nova
O Bazar do PavSo recebeu om grande fazenda auasi da largora da chita france-
sortimeBto dos me'bores panoos de croch. za e vende-se pelo barato preco de 1)5600
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com preslesa
e aceio qaalquer peci de obra a capricho
on goto do fregiiez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
niscasemiras.assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor; e quanlo qual-
qaer obra nao ficar ioleiramente ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavao nm elegan-
te sottiment" de chales d merino de cores
muito bnns com padroes muito decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos de
crnon com listas de 6eda o mais fino e
modorno quo tem viido ao mercado, e ven-
de-se por proco mmto em conta.
'TOALHAS A 7500
No Bazar do PavSo fez se ana grande
comora de toalbas alcoenoadas, proprias
para roto, bastmte encorpadas e grandes,
qne sempre se venderam a|t2^000, e li-
qmdam-se a 7".500 a duza^ou a 640 rs.
cada una, boa pe:hincha.
CORTES DE CHITA
a 320O a 3,5840
W820 3e520
3581') 35200
No R zar doPavSo vende-se cortes d fi-
nisiimas cbitas com padrSes claros e oscu-
ros, tendo 10,11 e!2 civjdos; sendo f<-
zendi que vale muito mais dinheiroe liqui-
da se prh preco cima para acabar, na roa
da Imperatriz n. 60 Bazar do Pavo.
BRINS DE CORES A 255f0 e 3i?500
Vendem-se modernissimos brins de linho
decvcom alcores fixa-, seodo ocote
de calca a 255 K) e 355?0 eemvara a 1^001
<" IA600, pecbincha, no Bazar do Pava") ra
da I epontrn n. Go.
CORPiNHOS BFUNCOS A 35000
No Bazar do Pavo ven lem-se corpinbos
de c imOrai i brane is borda ios, sendo fazen-
da que senpre so veiieu a 80X)3 e lOj
o liqoida-se a 3$039 p)r es^arem um
pon. maltratados, pacuacr.a, m raa di
Impe^3lri^ n. FIHTOES DE COR E TJRANCOS
Vendeo-se hunit is l'ustoes brancas e de
cores, roprios para vestido e rcupas de
menmos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e hrancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bizar do Pasa) ra da Impe-
rairiz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
- a 200 res.
a 2o0 reis.
Venhnve chitas largas com muitobons
pannos e cores tu*, oeiu h*rat preco de
200 ris o colado ; cortes d>s mesmas com
10 co*do a 250 'O, pectrncaa, no
do PavSo.
AS C\SS\S D PAVO
OovaoV a 200 rti.
a 200 res.
a 200 ris,
Vend -se imitas etasa* de cores miu-
din >Tnto Dreci ih 2)0 risoc)-
v i un armazeo do Pava ra da Im-
p!' I 12 n 60
P.\ SOS PARA SAIAS A lOOO, O METRO.
il PavSo v-'ii iH.,e Dimit fa-
if'w icorpida ue/o saiis. aeodo
' re^s le -i i |it a no
a ih Tire (1^ o o i i .i-oto a
sai i
m'i
as i
m v
da
tu-
propnos para cadeiras de balanco sofs,
pianos, tamberetes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendose por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do PavSo vende-se so)erior
bramante d'algodlo _jom 10 palmos de lar-
gura a 1(5800 o metro, dito de linho coro a
mesma largura a 2,5800 cada metro, pannos
ds linhodo portocom 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como umg ande
sortimento de H^mburgo ou creguellas je
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do qoe em ou-
tra qnalqner pirta; aproveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavlo vende-se superior
atoalhado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 141600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem viudo ao mercado a
3)5500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 45500.
No Bazar do Pa5o vende-so bonitos cor
tes indianos com duas satas pelo bara-
tissimo prego de 455JO cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pav5o vende-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
LSasinhas cretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, fraacezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com brnco.
Merinos, canto s, bumb3zmas. qae se
vendem mais barat do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do *av5o vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura la, pelo bara-
to preco ile 6 000 cada ara
PEIIICNCHA EM CAMBHAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 850 0.
Vende-se um explendHo sortimento de
finissimas cambraias victorias, por preco<
mais baratas do qoe era outra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750JO, finissimas a 85500 ; todas
esiaa carabeas valem muito mais dinheiro
e liqu1am-se por este prejo em relac5o a
nma grande compra qoe se fez no Baza-
do Pav5o.
BABADINH )S
No Bazar do Pav3o vende-se um grande
sortimento dos mais linos babidinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna granleporc5o de entr-unios largos e
estreitos, qoe para acabar se vende moil"
em conta e mais barato do que em out
qualqner parte.
SEimSDE CJRES E GROSDENAPLES
No Bazar do Pav5o vende-se um sortime i-
w completo dos melborea setins e grosie-
aapies de todas as cores, que se vendem
auito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toahasiloPonocomlabvrintho,
propriaR para rosto, no Bar do Pavo
na.. da Imperatnz n. 60.
Colchas brncjs i 352 'O, 3?o00 e "5000.
Pa-vt o Ha/.Hr do Pava i cbtgou nm gran Ih
sortimen'o das melhores colchas |.rets,
sen lo das melhores e iais encor alas q w
Um vindo 750OO, ditw om ,ouco mis
bma 33500 h (Mas 3520.); tambara n
tue-inoe.s'abeiec.o.e ite, .se ven Je umgranoe
sort nnt. de xrtones e chitas proprias
p ra .Michas qoe se tndem -.aito em co.,Ih.
Sedas de qualrinh.s I^ISii ao cavado
Vnde "m elrt^.niesoiiirnentode>e1as
de q -a i- nm ou.tiol <-iinas fires, para
ye-ijiio- e roupis i mmimos, e vend se
1*280 a Ja C >-;nlo; pediiocha ;0
II i I pi.ao.
'1:1 olo eifi-stailo i per i 35#D.
'I o f'zer .o ., 3 ,M, 3 |(2
- = 15, t -8 i |
ira ii i>

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i'idu prev-
r- s- v -ti
o ea< im
, a r^ de
cada cafado, no Ba:ar do Pa '5o.
AS POUfELINAS DO PAVAO A.25000, O COVADO.
Chegpu para o Bazar do Pav5o um bo-
nito softinento das mais modernae e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratsimo precede 2^000
cada um corado, assim como ditas com
gofios escssezes a 25400, pechiucha no
Bazrr do PavSo.
SEDAS A 250OO
Cq?jiou no elegante sortimento do boni-
tas sedas de listrinbas, com as cores mais no
vas qua tem vindo a> mercado e vndenle
a 240OO o covado, oa ra da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECIHNCIIA ADMI-
RAVEL.
a 250^0, a 25000.
a 2^500. a 25500.
a 25000 a 25O0O.
S no Bazar do Pavao.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de phaotasia com linios gostos, sendo fizeD-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a ni5o ser um grande pechin-
cha qne se fez na compra seria para ronito
mais dinheiro, e liquida-se a 25 e 2^50 ',
unicamento no B>zar do Pavo.
LASINHAS TtlANSPARENTES A 400 RS 0 COVADO
Vende-se delicadas lasinhas transparen
tes com ls'.rmhas miudinhas, imiacSo de
urna s cor e muito brhantes, pelo b/fra-
tssimo preco de 400 rs. o cavado, no Bt-
zar rro Pav5o
BOMTAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com diffd-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, do Bazar do Pavao.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimento de finis-
siuiaj alpacs brancas lavradas imitaco
de seda, propria* para vestidos de baile ou
-.asmenlos no B-izar do Pavo.
ALPAGAS LAVRADAS A 400,560 E 610 RS
Veo-le-se um grande fortimento de lui-
das alpacas lavradas de todas aa cores para
vestidos e vendem-so a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BABEGES DE QDADRINHOS A 600 n's. 0 COVADO
Vende-s* as mais li idas e njoderdas la-
sm!ia3 im bargas de qoadrinhos, proprios
para vpstidos, tendo qua>i largura de chita
freoceza, e I q lida-se a 640 ra. o covado,
no B zar do Pavo.
MF.niNS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se Oonitos mern s de urna sft
cor cora cores mui o procrios para vestid'
e roupas para creanfas por ser orna fazen-
da d" mira la e muito leve, vende-se a 15
o cova-io, no Bazar d Pao.
OLACS A 15jOO PARA VESTIDOS.
Vende-se um elev nte sortimento de-t^
nova fizeoda d-nomi ada glacs seodoumi
facend. de laa muito Urga e com debea-
'Ussimis c.res, tendo tanto brilho como a
suda e vande-se pelo barato preco de 15,
. c-ivado, no Bizar do Pnvo.
CASEMIRAS A 75000
Veodi-.m-se c rtes o ca-emra iogleza >-
cues para calc-s .-end, f.zeod* que vale
'iiu.io matv di ibero c liquida-se a 75000
o co.-tede cica, no Bizar do Pavo a ra
la lmoer.it iz n. 6i.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES A 45, 55,65, 85. E 105000
Vende-se lioissoui. amo aia- suiss^*, d
m-ui pb^nasia tendo 9 viras a 8550J *
10500o itasbMt. -m lojirlas fazeo-
1* muito .in.i a 55, 65 7*000. Ditas rt-
isai as azul dmhas, pie v -lem muito mais
iiobeiro. 5 e 105 m : t-iasesUs ca.u-
n *ias, em reld^ao a ^uah a e, pelos pre-
co- acna sao mais (mmi. An que em ov
'-* M'wliuer pirte, "0 B..r .loPv..
GAMBRAIA ALLEMAA CO vi 8 PALCOS l)E LAR
GOltA A ltiQO, U E 24300.
\en e-^e rin.-s-.o .amor-ia branca tran
M eme ^Ln..,^ I|ivur)i qu(1 fac
f.z-.se ..m ve-t o a.huas c-m 4
-ar^.l,;,,, a5B!l ,.,. 5 e 25^.
vara (W., ,:i, v le ..*, tt d)ljh.iri.
b peen tli o Ba^.r i-, t-a.=s,
':avSBR.|\ THA3PAHNri!
^ u ari.H iranavarwm. ,,; llS% v..^siV;
la tmw omii um Viri *o h'jutm aa
A I
A ruadoDuquedeCaxiasn21.
(ANTIGA RA DO QUEMADO)
Recebeu segu nte :
E-pelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carterras, cliaruteiras e port-oigarros de raaita
qualidade?.
Bonitas paitas, para papis, simple? e matiadas.
Boas calxas vasias para costura com sna compe-
tente chave.
Delicadas caeta* de marflm cora o bocal d*
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresabido en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
GomtBodos toueaderes com doas gavetas e boro
espclho.
Port bpaqpej, o que de melbor tem appare-
cido.
Port relogios de mnitas qnalidades.
Ron talberes para crianzas.
Vo'tuarios, ehapnzinho?, toucas, sapatoae meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Chapozinbos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsoes as
mancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, rna do Duque de Gaxias n. 21.
PARA TINGIlt CABELLOS
para pretos on eastanbos, receben a Nova Espe
ranga a verdadeira linta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanza o verdtdeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, rna do Duque df
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, rna
do Dnque de Caxhs n. 21.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanza es sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAM.
Poqos ins!aiitMieos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova 11. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preco, na
mesma casa.
I
Sdades m%S&JSn h ^
Qmai.dactesmodic.dade em preco. e o aeu nunca desmenttido AGRADOE SINCERIDAD!
ff;*mPre^d0Pem^eseoscmtosnodewmpenVodebfmservir a 1
honran procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto
r os objectos que por sna natuteza sao mais conhecidos ali, ella reenaii
cara aqoelles coja importancia, elegancia e novidade os tornan reeenuMadaia
bem seja : '
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras estaa
euja novidade de molde e perfeicjio de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni larga de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamenle
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dere se lhe apresentar o que poder de
melhor.
de
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipore branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas.
Capellas brancas para
Grande sortimfBto de lona Inas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento
sempre melbor qnalidade.
Lino'os vasos rom pos de amx e
Cmiobas com ditos aromatices.
Bonitos e modernos pentes dourados pe-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperot *
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas para balio.
Novos stereoicopos con 48 vista, m
quaes sao movida por nm
nmas snbstitnem as outra.
Vistas para stereoscopos.
Bonita caixinhas devidro
pedia.
Ditas de madeira envernisada
ras e com domin,
Bollas de borracha para brrqaedp
e meis para ditos.
Camisinha8 bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana,
para enfeiles de mesa e de "
proprt
O verdadeiro portland. S se vende na roa da
Madre de Deo- n. 22, arraaiem de Joo Martins de
Karro,
Especialidades.
Continnam a adiarse a venda na ra Direita
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios de veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em P.iri?, bem como os xaropes de co-
leina de Berth, de rbano iodado, de iudureto de
ferro de Blancard e as pilulas do me3mo, peitorai
Je cereja, pos de Rog, depurativo de Chable,
ligilal de Lab^llony, pillas ou confeitos de bis-
mutho de Clievrier, e outros medicamentos cujs
profleincia quando empreados as doenjas da
vas respiratorias, as dores rhenmaticas, na
imarellidao, na falta completa ou irrepularidade
te menstruo, as diarrhas, doena< do cora?(
e do estomago, tem sido e iuiontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentac5e
>u uso que diversas pe comparaveis em sna efflcaeia nos acommetlimeti-
tos febris ou seioes ; exi^tindo tanibem ns mesma
casa, alm de sufflcienle quaniidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
nha^a e pincis, qne se vendem por menos do qat
am outra Darte.
I o
IN. 3 A RA DO CABUGA N. 3,A. s
j ACOSTIifli MOS
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este songo'
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontraro todo qoanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor em
aderados de brhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei a-juei-
ros, colheres, palileiros salvas e ouU-os moitos objectos que seria enfadoono
mencionar.
Compra-se puro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualouer obiecto
pertencente a esta arte.
A ARARA
ATTENCAO
1. ,n a Lourenc pire,ra Mends Gnimares, participa a todos os seos deteriore
tanto da praca como do mato, que estando I qoidando ana casas coromerciaes. o
deve tazer ate o fim do corrent- anno, por 1o roga a todos os spus deveoV r^s a v
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, de^ra ans seas devedor^
os que nao estiverem na loja tem de Mj?ar todos os seus debito?, proxando i--to *
o ^batimento que fjr preciso para a liqaidac9o de suas divida, para sin *&
r.ir-se t ra da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
.^de-se cortes de castoes para calcas.
Cortes de hrins de
qae
tai
pwlerao *-
a 500
II
BALOES BE ARCOS A HO"X).
rs. Cortes de hrins de cores a Veide-se baiis de i5 a 3)arcos a
ijouu jcortes da ang 1 preta para calcas a papel a 25501 iada um, para lqaidar.
, Bramante do linho e a'g -ia") cea 10 pj-
imos de largura o lsno o metro.
r'Hn o de linho a 760.
Vende-se i.ra nante da 10 palia s de lar*
Sura propn pira lences a 28'X)o metro.
Lonnis de t>edi a v0 rs.
curtes de
35500, ifi, 5 8 64000".
Cortes de chitas a .
Veode-se cortes de chitas para vestipos;
*tma. Ditos de cas* para vestidos
26500.
Pechin ha
a 45000.
Se'se pec" *le al^"d0 a ** s' 6-5
e 7/)uoj.
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova b. 22CAnrmno
vianna nm completa sortimento de tita
chuas para costura dos autures mais co-
nhecidos, as qu-iesTjstao em eiposico no
iDesmo Bazar, g-rant.n los-e a sna bt qu -
lidade, e tamb m ensin i-se com perfeifS 1
atados os compradores. Est s machinas
uli iguaes 00 su jrabalhu ao de 30 CosTu-
reirs diariamente, n a sua perfaico tai
como da mlhorcostureira de Pjris. Apre-
ientim-se trainlhiK executidos pelas ra >nas, que mui'o dovem agradar aos preien
doatee.
Para liquidar a 3>o0').
Pecaj de madapoln com 12 jarlas a
5500. Ditas de dita com 21 .ardas a 53.
, 3500, 14, 84 e 930 0.
LIQUIDACO.
Pecas de algo-i si .no de ristra proprio
para roupas de e-cravos c-m 42 jardas i
tii>500 6 covado tti r*. p,ra liquid r.
Chitas escuras para vesti.ioa a 280, 320
e 3(i') rs. o cova to.
V*O.Tlf-
i im naiti limu mai>|in du
ro-iura pn.pna p.ra ju iqjr m inora, nova, chf
H;i la ha [1 eos das L Rid .le JHiteiro, no Gorre-
,j,ir w Bw|ij n. 3j Najnnnu ca^a tricase un>
in-laimagina & (>H*(,. ,-..n odo o- portea<
ii> prata, c prwtM-iA iJoftr u-ni prata q-ta ->mb >
veuternarua ij-i.ii .....ni (j.|fl nmi tsaii tfn* *h fl..> ; ur.ib -n ta m '<:n;i ca vcniij-sH xa-opp <* m Qn'->ua4 il 1
inonai vinlo d 1 o'to, p n-umni--" rmoi le
nnV.ii-' pahira -im ut:. j.-.:fw,r
/
O'WiMI
. tf t*1'* **. ij I ir, l'.i;. C ; <" > td j 04 i -n .r 111 d>H
fi. 60.
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con -^laemeate Wto
Vanit>-M subc.ru do.pat.xi u Itiar......0 1.1
n M|U|it' o bccu i. ijint)-', muim if ...i-^i
\n pn.i T par o nulo, .on i f al.
' 1 ni
IM|\
r< eiViuiija o* yrUuJ- i.o'.jo tirur-
a mci" l'^-u o a.'-in'' 1 r.. n .1,
- V c- km da ma do I uy-ra ... m. lo ,?.
nyaiu>eJttm
rtaaemba.-oara'n ( 4 nltos r ..ri. .,,ra erBsawii*. .w-r-;. :
,1 os jrfot*' 10 rsr.ipl iri.i d.;' E
U. Kabsllo A C.,ru do Ccuarci 0.48.
Para acbar.
Vende-se pecas le c-moraias victoria, fi-
ns a 6 t>3o()D q 75*0i
E' ranitoIurat.
Colarinho^ de papel a 2i0rs. a duda.
CortiBidos pra janellas a 53000. 1
Vende cort na os p. j ||n a 55!
0 uar. Brim pardo li-o pan calca de ser-
vico a 500 rs o meir>.
Cortes oe yercales a 63)00.
Veu-ie-se cortes de percal, ue dua3
saias de bonitas barras a t53)0O.
Coena> de tuta
Vende-se a t3'0, litas (i ai a 2-5"0.
di a< e-cirnala* imas;ala a .J35Jj'
1 las frrala* 53 ) X).
Glotis para C1IC'* a 280 o c.vado.
Bri a de Mtra ao lado para c*ltjn a 4n0
~s. o enfado.
L neo- o.iriMs a -$X)i a *ti/.i-, para |i.
Ioi ur ; roide ..>.,ro3 de vhkh pira
.ti ata< a 2>i r-. ctdtoon p.ra iijica-
Cassa* fr n-/\us a 280 rs
V ndti-o ca>,, fri. ,ri/.a, p a.
8 e vi i re ovil..
! ridy< i*r.0US iia-4 V li :
t") novato.
\ O'.res para vn. t,i
. .1 .
I i lo- a 14M, 4
s. i >a .
1 1 ietww da on ionu 1
6 n an i|US e^i co .oi.iiii io oa |j i, s,# L ., I(,
> -1 r pouc iamji... u .na 1 -.n la >> da .li'igir e
Vende-se o na pr( 1 de lencos de sai
a 800 rs. cad am.
Cuales de eassi a I3M0.
Ven1e-.se urna Kr.noe oigio de cbalss
de cdssa a tJOUU cada on, para liqnidar.
Fusid a 360 rs.
Vende-se fusta de core para restidoe
a 360 rs o aatnih
Algo 15. nftalo a 900 r.
Vendt-se ah id5o entestado para lencow
e toaina< a 900 rs. o metro, 11110* truja-
do a 13O") o n ir-i.
Chales de mcriai estaspadw a 23999.
Von le se cD.iles de -lrin estarna tos
:3i barras a 3, -'3500 u 3 i para acabar
(rme pxcod ret-ibos.
Vtndn-M gnntH p>ic> de re/albo de
fcissas e coilas a iOrs. o covado.
72, desdt as 6,auras di Uiatrta as 9-da uoute,
A festa fst na porta
Roupa e u to onlrarSo
h> pr-cioM) razoavel
Todo* MOTTiMl ario.
A SABER :
lapida,- a rnai frita.
Ven ie- pa 1 s di rmsinoo d ltoha
propiio pin anda iu a>a a 13^00 ; di-
to d ganga a jO.m ; dios da oicia a-
seraTa a 3 1OO1 ; ,t-.s ie alpaca de o*
a 335)!) u %) o) dito? de panno fas
P" o 1 H 8) lO KM ; d.toi de ca.^-
mirasd- !,, a ** > S3'h,0 ; > 'ettft
di mssi h -h e r a I3>titt : *mM
".r\ i j ali i os i ) i ti ; ds '' >
s oi h .i e-rs, a 23.00, 3}e 410f.
Cci- iQ)4 p r.i p r .0. a too r. ; dMaS
'e*ti Ui< di agil'o-inni 1 n i 8 O ; '*Mas
di 011 :,4c,., ; j "(j., 0 i|S 11 ; dt-
>* 4 >< la- de Id un .,:. 1. mu a i* JSM 4 i ;
d'H de casj or s t ...rs 9i, 7$
J 00 ; i-aiii '.> no ; 1 t**': at-
t-jl3l vi-. [n. <-r ( ii a iiii; .i'S
u. 1 I tf-t' -a I r.iV *
A "irt, a 1 ara r s n:t4el pobb af
ni i U loap jraixi- .
10.)
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V
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Diario Ue Pernambaco Sabbado 5 de iNovembro de 1870.
Grande reunaos
Rua Ndo imperad ar-
itazcm do Campe.
/ arm extibatMinnrt tt*n w
erario em faatf a sea armaae ara
completo e varii utiaiBQto de generes
alimenticios.
Nio m pronto Mwrwr notiilnn'.mente 4odos
os teneros comidos r.m seu arroazem por $e tor-
nar de mais enladenho.
Garante somenle, que na norma de ha mnilo
tempo /ender pao por pao e queijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
da saa especial eneommenda una factura de cha-
rutos superiores deS. Falix da Baha, das seguin-
tes marcas : exposico, marqueses, normas, ama-
dores e paragua-suanos.
Venham todas as despensas dos arrabaldes e c-
dade suprir-se de gneros de primeira quilidale.
3t=
3=3=
Jos e Souza Sai^s & C.
RA DO BlBle DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVAO
Apresenia-se metara; rpboseado no que pode haver de mais bello e agradavel em ti
sendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paris tanto para^sennoras como
para homens e meninos.
Miuaezas afarmadas, perumarias especi es, variedade da lindos objeetos para me-
Qinos e brinqaedos pata crianzas. -
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente racebido por todos os paquetes vindo da Europa fonde lem ha-.
Deis correspondentes.
Vndese muito emconta e maada-se p r em pregad, s do estabelecimenb fazendas
em casa das Exms. familias afim de melhor oscolherem o que desojare.
NOTMDES
-V
Acabam de sufrir a uz as se-
gafetes pe 1.5000
limalinda tala d'Anlili
Ideal e realidade muio benita
phantasia pelo maestra Cazal-
bore
Postillolinda phantasia ejecuta-
da (com grande aplauso pela
msica allemaa
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqui lein
feito
ACABA DE PUBUCAR.SE
a colleccg de msicas dos cvallinliospara
Al!
Receben taita gran ha settnento lo m-
sicas para piano, e auo c caalo, o tainbem
a opera
1,5000
14300
MIOO
para piano e canto, e tambem os melhores
pedacos para piano so ccmposir-io do Ilus-
tre compositor brnMleiro
Carlos Gomes
que tanto furotvfez na Italia, o boie faz no
Uro de Janeiro.
A* VENDA NA
DE
Ba do Queimado 7
rFiLIPE
W'fcSTA ANTLGA E CRED1TATA
FABRICA
DE
@2S>3(D8 2>33 3>2i

lICeUTIl SE COSTIRUIISTE UIH COMPUTO
IHAPIOS E HOL:
De todas as qualidades I
De todos os feilies I
De todas os precos I
iimirro DE
RA DO CRESPO

?.u-^.
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sorlimenlo de fazendas
tnas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bardados.'
Gorgur5o de soda blanco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de lia e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines do lindos gostos.
L3as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas..
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de ronpas feilas e de fazendas que
enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
grande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
llfiffijfl
LIC3R CO.JCtlTRACO E TI70LACO
0 RfCujO dhegon a tirar ao alatli-So a
5,1:1 *u".....''eojIJUiuuargorinsujtpQrlvci,
' ii vn- n torna mais selnvel. AprovehMndocssa
U-.u ileeW>ertrf, elle [ara um hrdr ecn-
. MfiMdinleulaili, u ,,,(;,!. SObtfl&peMKiw
WlHue, tontum uaia groada prepti-., ,le
priltC.'piOB 8i:livii.-.. -~
II Auialro lii.yn;) poss^ioorponsequeucia lodiis as>au-
lajjns u.i agua alcali-ordJDarn, ?ciu ici-
os iiLLinenitiiios. Babia deilr d'.-ilo u;iia
collicr de caf u'ura copo d'agua para obier
loyo u!ii copo d.> excellenle agua de alcntro
sem go.-to dosrgradavel. Cada qual pode
lUmnn uMneira nranarov a sua agua de ul-
caii.iu qu.Mido d"clla |irecsa, o queoflerece
ecnuouiia de lempo, lacilidade de transporte
e et'Ua o inafti'joUo desagradavel doalcatrao.
O AleairAu ilc Gnjol subbtitue com
vanlagem umitas tisanas mais ou menos
inanes, nos oiot de defkixos, broncliiles,
tusie.--, catSTllOS.
0 AlrairAo e fiojut iin.|-fuo com o maior e\i!o nas molestias sei^uintes :
u


Cm colher de cafe pura um coio J'iujua ou dua* eolheres de
sopa para um ja raja :
BRONCHITES
CATAT;RHO DE BEXJQA
DEFLXOS
TOSSE PET.N17AZ
ir.Bi.ACA DE PEITO
TOSSE CONVULSA
A. J. de Azevedo
A RA DO BAR.0 DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. H).
Covado a 160 rs.
Cambraia franceza para vestido com pequer
toque, covado 160 rs.
Dita dita dita, covado 320. 400 e .*jO0 rs.
ahitas e.>cura?, aovado 280, 320 e 360 rs.
Lia para vestida, ovado a 00, 2i a .'iOO rs.
Alpaca de listas, alia uovidade, a Ig, 1, i.
Cambraias braticas victorias e transparentes,
peca 33 a I2&
Algod o e inadapola>. pira ."i a 103.
lioikiae, fazen !a nova .'ara caiga, corle a 3.
Cortes do vestidos braacoi com barra de cor,
corte a 2.5.
Saias bordadas, grande pc-cliim-ha, a 2 e 2*300
_ Si.utembarques de alpaca a ioOO e 23.
Na laja Flor da Boi-vUta, de Paulo (luimaraes,
ra da hnpuratriz n. 48.
Fogvo de pa'.ente.
Vndese em ca
Havvkos & C, ra da Gru n. 4.
Fariuha de mandioca da Baha.
Tem para vender iBOitn nova c superior,
em sacoas, a preco mais cominodo do que
era outo qualqatr parle: Joaquina Jo
Goncalvus Beltrao, no teu escriplorio ra
do Comee;ci n. 17.
~~supeiuor"caTE do cbara.
Ven':e-.fe na rna do Marqaei de Olinda n. 40,
serptorio de Cunha & Maota.
Aiuda exisie a venda algumas liltradeiras,
propria* para liltrar agua, n< quaes evitan o cho-
lera, febre amarella, e oulras tnolestia?: vende-se
na ra do Ommercio n. 38.
Vende-se urna pequea fabrica de vellas por
preci commodo : na ra Imperial n. 207, jun-
to ao chafari.
SAbrKS nci jas
Na praea do Corpo Sanio n. G, i- andar, escrip-
lfto de Marques, Ihrros A G, ha libras sterlinas
para vender.
&
m
I
^K NOVA LOJA DE PAZENDAS,
tt I'EITAEPOR MEDIDA, nii
2/ PIMTO A. MAUTI.MAXO. A I1A DO BA- sg
M RAO DA VICTORIA. N. 'J W
(AMIlA IIIA M)VA) k
sg O respeiiavel pubeco achara neste no- ^
W. no0 o-tabeleciment'j o mais completo JW
tt oriimrnto de puner, ewptnira; gorg.v M
5 r8es e brins ; e para tran-firnar estas
^x fazendas nos mais el gardos fraque?, pa-
& letcf, pi lides e calen.' ; lein fsie mesme
\ e*tsMlectnieMe Din" doa n.ais habtis al-
9. faiates ihsta capital.
bai camisas borda/las e lizas, seronlas
^ meias, lenco?; clnpcos ile sol, grvalas,
fu luvas de pellica, e:c, e;c.
i ATUBQUEZA |
Nora laja do f zmda.- Daw>d< Pnitot jW
Martiniaih rna d.. Bal
(i: Virk>ria n. 0 (Mitiga ra Nva.j
Eta nota i ''. a'm do ^
11 sortimeiito te que se arha pro- S
vido, caba de rceber as .eguintcs fa- R|
zendaa: g
ib alpacas de rre. H
Royas popelines. jg>
Novas mussulinas. >%
Novos chapeo* de velludo. 88
Novas lavas de pailita. Q
Entre-meiog e babwi-s b. rdados,
3j)ortas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, antiya\
toja d> Braga
B O abaixo assignado, dono deste autigo estabelecimento, tndo em vista apresentar lid]
8 completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar buscar em
diversos pontos da Europa os melhores objeetos do seu estabelecimento dos fabricantes
B mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,
g a virem se servir dos objeetos de sua carencia, ainde encontraro por menas 10 0)0 do que
K5 em outra qualquer parte, uro. sortimento completo do machinas para descarocar algodao,
M| do bem conhecido fabricante Cottorr Gin 4 C, ditas para costura, motores para animaos
? ditos para fogo, moinhos para caf de todos 03 tamantios, da fabrica do Japi, espingardas de
3 dous canos e de um, tanto inglezas cerno Irancezas, louca de porcelana, facas e garlos
B de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
S limalha de ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; assim como encontraro constnte-
gj mente grande porcao de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos de vista, alem de um
9 cem numero de objeetos, que se tornara enfadonho numera-loa : veuham -rua Direita n.
g b, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja du braga.
Z F0:1ZKTA;ES. Lier uroou com umtgucu d'ayua:
AFFECgES DA PELLE
CR1ICHES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
E3 II;JGGZS. Ur,:a parte de licor erjUuirod'<;inuief[icmciaiufr*mnu*p*A*i.)
FLUXOS AMIGOS OU RECENTES
CATARRKO DA BEXIGA
O Ale&li-ao le iuynt \n experimentado com nm verdadeiro xito nos
principan ItutptUte de Vrn&t, du Blgica e da Espanlta. Foi reconhecido
oretudu durante os lempos de epidemia. Una iitruccao uccompanha cada vidro.
Veudc-se na pliarmacia e dtogaria de P, Mau-
m & coinp., rua Barrio da Victoria n, V
laOJTJL
Os propnetarioi deste bem conhecido Ttafct
cimente, alm dormnitos objeetos qne tiu
Kstos a apreciacio do respeitavel pakticav ataT
ram vir e acabam de reeeber pelo "":~-TM_
da Europa um completo e vanado sotai
Anas e mui delicadas especialidades, as i.
tao resolv dos a vender, como de sen"
por precos muito baratinbos a commodoa para h-
dos, com tanto qne o Gallo..
Muilo superiores luvas de pellica, pretas, kfaa>
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e boniUs gollinhas e punhos para s-
nhora, neste genero o que ha de mais madera*.
Superiores pentes de' tartaruga pata hfraea.
Lindos e riquissimos enfeitea para riaataa da*
Ex mas. senhoras.
Superiores trancas prelas e de cores cos tWtv
Ihos e sem elles; esta fazenda o qne pvde havw
de melhor e mais bonito.
Superiored e bonitos leques de madrepwola.
marfim, sndalo e osso, sendo aquelles traaae*
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de E-cossi
nhoras, as quaes sempre se vender-am por SQjdM
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 1G.
alera desta?, temos tambera grande snrt
outras qualidades, entre a" quaes 'grinrr n
finas.
Boas bengalas de superior caima da India
castao de marflm com lindas e enca
ras do raesmo, neste genero o que ue mnber *
pode desejar ; alm destas temos tambero vrsM'
Suanlidade de outras qualidad;-*, cota* s*iajn,iz.>-
eira, baleia, osso, borracha, etc. ele. ele.
Finos, bonitos e airosos enicotinhos de cade
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda a bometa
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e par alaBV
nas de i a 12 annos de dade.
Navalhas eabo de martim a tartaruga para fai*r
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por aossa v< z tai>
bem assegurames sua quaidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlhas para machina e para c:
Linba muito boa de peso, froaxa, para eacher
labyrintho.
Bons baralhoa de cartas para voltrete, aas/K
como os tentos para o raesmo tim.
Grande e vanado sortimcn'o das melhor-s per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos t-e;
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convoisoes.
facilitara a denticao das innocentes enanca*. Se-
rnos desde muito recebedores desies pn diario'--
collares, e continuamos a recebe-los por trdos
vapores, atm de que nunca fallem no mcrcac
como j tem acontecido, assim poi poderao aajo*'-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gaU
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes ver-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fa
Sara qne sao applicados, se venderlo com nm cu,
iminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objeetos qne deixanM*
declarados, ac-s nossos freguezes a amigos a tira
comprar por precos muito rzoaveis loja do ia> -.
vigilante, rna do Crespo n. 7.
ENGERBO
Com undipo
Passando o chsfariz.
Cbama a attenc5o dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos t
;cm especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem memorado.
Os vapores fornecidos por ello c j fuuccionando Ihe bao de fazer melhor apre-
:ia<;2o do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tUD feito urna reduc?5o em seus precos; e que
tem prompto toda a especie de machinismo e outros objeetos para a agricultura.
PRECIOSA DESCOBERTA
O TNICO DELSUC que boje apresenta ao publico, depois, porm, de um severo
pxume e de reiteradas experiencia, tendoa certeza do que possue tima superioridade
incontestavel a todas as outras preparadles, que at hoje tem apparecido, recommenda-se
por sua hondada, e pelo brilhante lustro quo prodoznos cabellos, tirando immedialamen-
te todas as caspas ecoceiras, fa/endo com que apparega em bom estar impagavel.
Esta agua compe-se de substancias cuidadosamente esoolhidas, porifieadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-lhe
ama aeco vordadeiramente efficaz. consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfrega-se levemente ; inmediatamente ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Dehuc cahe.Ieireiro de Paiis.
Rua Io de Marc.o (aatfiga Crepo) n. 7 Al' andar
piUKCo sumo
Duisfeeiaml o Otea .i | ^ii,
I
..ili a um rb*ir > M fratsM
r Mr um.
can a
'. i '">
1 .iO i !0.: i .
Os i
"> outroi,
ftrpt u OlM i
Ver por ni
miUiril.\Mi DE GIIE-VRIR.
O S.nhor Cberrier coni|.lei*n intnr.>.
hera niuntitn-do i iodura de frro Olto !
;, al u ,;,-:.i:,f*. la!^> t-U di FifTI.io r!l
Cae !'o ;erru;;ii!co um loda. ^sipmjinedai'. i
dooie.'a i'Dfeiro, c,l:m;:tn.u.'
c^t.i l'f/'iM', i ] rt
......i' ::.>. i.s n L^.uMS'it-iiai.^ > ;-,,.
rape), < v U'W i ui
e.-ipen,'" ufrm; Tisiia patiuoan .
.-
i, caiarrhtM
lias.
dato,
. :,e ,-/**-r***K o*.JlUlCtic
Na m-sma nharmaeia arhSa-5?o VlNHi> e EtISIH e OCC.",, -".'i l- ,*.
O TAFFFTVUI.NEP.A'HIOVnmARNlCA' !'R" f-irart-rt ikrase,ix<
..'.NULOS UfBISaHcomp utoriwijl-. i^^attarnt^ vie
Depositario, era lio de Janeiro, [lu ''t <-:'- l>"l''. >''SBBBn I
Pernamluco, f. M.UJMB et C". a, Fuuuaita- el C". tm*. Al
V Josh Celso. /'
Eival sem segundo,
1(1 1 lI <;l UUI2 OAXlA*4 SUJ. 49
(Antiga rua do Queimado)
Continua a vender tudo muito bom e
muilo barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para unbas e co tu-
ra a....... 500
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a......... 00
Caixas com seis saboneles de fruta I 000
Libras de laa para bordar de todas
as cores a....... 83000
Carriteis de linba Alexandre a. 100
Frascos com azeite psra machinas 500
Grvalas de cores muito linas a 500
Grozas de boles madepersla fi-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 000
Pentes volteados para meninas n. 240
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banba a-100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a. ."...... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Saboneles inglezes a 600 rs. e. 1*200
Frasco cbm agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babaza-a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linba sortidas de todos os
nomero8 a....... 1800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
quaidade a....... 24(420
Caixas de palito do gaz a. 00
fih-ante-rheumii tico.
Remedio.elBcacissime contra as dores rbeuma-
ticas at hoje o mab conhecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
XAROPS DE AGRIAO.E um dos medicamen-
tos que sua < llicacia nas enfermidades, tosse e
mangue pela bocea, broncbtes, dores e fraqueza
no pello, e.-crobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre raiz
de marapuama, cuja energa e elllcacia nas para-
lysias, iniorpecimenio, etc. etc. muilo se recom-
menda.
Todos sses preparados se encontramV na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
posito na rua larga do Rosario n. 3i.
RAP.
Paulo Cordero
Vende-se rap Paulo Cordeiro Uno viajado, em
latas, meio grosso e vinagrinho ; no deposita da
aja do Vigario n, II. j anlar
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
;
de Nictkeroy.
nico deposito em Parnscabuco caes da alian-
lata velha n. i. I* anda.
Vend'-se um piano forte-; em ctsa de Theo-
doro Cbristiaaaea roa da Cru a. 18, aimazein.
Si val sem segundo
RUA DO DUQUE DE CAXIAS V. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baralissimos precos abai-
xo declarados, garantiado tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a.... 120
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a................... 320
Frascos com oleo baboza muito fino. 320
Pacote com p.^s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Navalhas muito finas para fazer
barba a.................... 000
Caix.i de linha bram do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
Ibas....................... 160
Caixas com peonas d'aco de Perry
superiores................. '800
Lencos Ai cassa brancos e pinta-
dosa......_i............... 100
Caixas com 20 quademos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., 400
Duzias de meias cruas superior
quaidade a...... 3600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 16500 e. 20OOO
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unhas fazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e. ..... 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias croas para m#."
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas parasenhora a. 4500
Pares de sapa tos de tranca do
Porto........2(J000
Pares de sapatos de tapete a. i500
Duzias de baraibos para vultarete 3#000
Sylabario portugueses a. 400
Cartoes com colxeles 2 carreras a 20
Aootoaduras para col lele diversas
qualidades....... 400
Oixas com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50X
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agulha para macnina a. 2 Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacole de papel com 20 quader-
nos........... 400
Recma de papel pautado superior 4|J000
Resma de papel liso muito supe-
riora........... 3,0600
ou aluga-fe um sitio muito bem si-
mado a margen) do rio Capibaribe.
no lugar do Poco da Panel la, frente
ao porto do Paula, com boa casa de
vi venda contando 2 sala-, i quarto?, cozioha fra,
c mu mais i cnsinhas fra mei-aguas, com bun-
rommoliis para h<> oedes 00 criados, boa coche-
ra, e-iribaria, quarto para orlados, cacimba, bons
arvoredos de frncto. Esto sitio o ultimo da po-
vo8i;5o di> Poco da Panilla 1 marg'mdo rio, e de
vide com trras do Chacn, foi ltimamente occu
pado por tt"* Adonr : ti tratar com o comraenda-
dorTasso.
, Vende-se a taberna sita rua da Esperanca,
Caminho-novo n. 27, bem afreguezada : a tratar
na uijsuia,
3 cordeiro previdenl
Roa do QucLmado n. Ift.
Novo e variado sortimento de perfnmar.i
finas, e outros objeetos.
Alm do completo sortimento de par'
marias, de que effectivamente est pro',
loja do Cordeiro Providente, eila acah^ i
reeeber um outro sortimento que se l
aotavel pela variedade de objeetos, sopori'y
dade, qualidades e commodidades de
eos; assim, pois, o Cordeiro Previente .
e espera continuar a merecer a atr-
io respeitavel publico em geral c
boa freguezia em particslar, n?o M
lando elle de sua bem conheri
e barateza. Em dita toja eneontr.
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Morray 4 Lam
Dita de Cologne ingleza, amerk.'i.
ceza, todas doa melhores e mais acreditad;
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgia pan conservacc i
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidnde :;
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e Bffian s
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, tnmi]
e ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, arr
francezes em frascos simples e c.' ,
Essencia imperial do fino e agrada ve. u.*
ro de violeta.
Ontras concentradas e de cheiroi i{tu
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quadaaV
com escomidos cheiros, em frascos d
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e me..'
para mos.
Ditos transparentes, redondos e ea Af-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caiiinha par: l
Caixinhas com bonitos sabonetes ''-..::::
fructas.
Ditas de madeira invernisada contcaall f
nas perfnmarias, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papello igualmente bonitas, tat
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colorido* a i
moldes novos e elegantes, com po e .
e boneca.
Opiata ingleza e francesa para daclei.
Pos de camphora e outras dillar*.
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada aval* cosaca.
Um outro sortimento de coqu:s d
vos e bonitos moldes com filis'de
e alguns d'elles ornados de flore: e i
estao todos expostos a apreciacc
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BOB;
Obras de muito gosto e pjrfe
Flrellaa e fitas para cUatcs.
Bollo e vanado sortimento de tic? cj
tos, ficando a boa escolha ao geste o
prador.
98I8668G9869GII
JoaquimRddr'guesTa- ]
vare- de Mello,
TKN PARA VENDER
em seu e.-cnp(rio, praca do Corno Saato
Ptimo era fulha
de 1* e 2* quaidade, e vende nm u .
fardos a vontade doa cooscadore.
^ Cal de Liboa
Potu>' dnRussia
l^atrln' Je a*atll>ea.
Viii' Bordeaux.
* de 4* qualiii. )- Todo de wsd-: atahl J
t$ b..rm dt> ue< <** V.nl. -e no <-es de Cap*barba, lunada
Puii i >"elua, p.dia-.wulalinba d caaUru alMA
o palmo.

-
M


8
Diario
de Pernambuco -
Sebba lo 5 d Novembro de 1870
i
UrTERATOA,
D. JOANNA TIBURTINA.
(Cantinuacao).
llimo u rtahdade urna gotta de san-
gue cabida da terida, abarla n'am.t da
poetisa pelas nrzes da readade. Sente-se
tej esta poesa o iravoso do senliih
jue-a ospirou. _
E' di no de citar-se pela sua simpla-
da de o verso seguime :
E en soffro < s tormentos, as dores, suziuhn.
Na quarlo quadra a poetisa' fui mudo
feliz : porque soube nella traduzir paiao
material da express5o essa mistura de risos
e prantos, de cantos e gemidos, de que nos
uuer fallare que urna das verdad's da
vida. Leia-se :
Eis porque eu no riso escondo o pranto,
E entre pranto desprendo urna cango ;
Eis porque entre cantos e sorrisos
En comprimo meu triste coragao.
Meu desejo tima das poesas de mrito
da nossa poetisa, que a dedicou a urna
amiga.
Sito innmeras talvez as producgfies dos
poetas sobre este a sumpto. Desde o vefbe
/\nacreonte, que den o s'gnal de alaima.
at boje elle tein sido muilo explorado O
'C.node Thens em sua oleXXenceton bei-
t.ssimamente a cango do desejo, e, para
hilarmos a verdade, muitos dos que o Uta
seguido atn?, tem sido bem sticcedlos.
O nosso poeta Alvares de Azevedo esta*
nesse rol.
Pois bem. a imM poetisa tambem uro-
vou a mo nese genero de canco e saliio-
j perfeitissimamente bem. Ella smibe
derramar ern-odas as quadras de Mea de-
s io docura e barmonia, e em todos os pen-
gameotos rncanto e atlraclivo, bem como
una certa clevacjio e n -breza, pela qual
tica a salvo do maligno gracejo, que Voltoi-
i, muito gostando de criticar, n5o direi to-
do, como Veissier. porm muitas censas,
q;e os outros admiravam, dirigi a Ana-
ceonte (5).
Ella comega assim :
Meo desejo?era ser a linda rosa,
Feigo emblema de gravas e belleza,
Ostentando gentil no ameno prado
Os dotes, que Ihe den a natreza.
Por estes quatro versos pde-se avahar
da luidez, que reina em toda a poesa.
Leia-se ainda :
f oti desejo ?era ser torno suspiro,
Que minora osoffrer, que de as almas.
Como s3o estes dous versos soberbos de
delicadeza e sentimentalismo I Quem ja dis-
s1 tanto?
Ci'emos finalmente estes quatro versos
ltimos:
Meu desejo ?era sempre junto a ti
Desfructar da existencia o doce encanto ;
Embebida na Inz de teus olhares,
Enbalada por teu saudoso canto.
Que maviosidadft, que doce flamma lavra
por estes naturalissimos versos I Que ex-
nressiva e grandiosa metaphora, tao a pro-
posito empregada, a do terceiro verso dos
quatro versos citados!
Ao depois que afinidade de sentimento
rio nos apresentam elles com aquellos qua-
tro pnmeiros da affamada ode de Sapptio
amada! Para mais afinidade ainda, sao
elles dirigidos por ambas as poetisas i ami-
gas snas. Lidos os de D. Joanna Tiburti
na. ahi vo os de Sappbo para que vejara
as leitoras como se hombreiam estes versos
:m3os :
Ventura, que iguala aos deuses,
Em meu conceito desfructa
Quem, junto de ti sentada,
As doces fallas te escuta,
Gosa teu mago sorrir. (6)
A rosa de amor urna interessante
..pesia.________________________________
(5) Anacreonte termina a ode XXasrim:
c para que nao sou eu o sapato, que caiga
,eu pe delicado Voltaire, porm. que
era Voltaire, lembrou-se de motejar esta
pass gem do grande poeta grego e o fez da
segrate maneira :
Anacron, de qui le style
Est souvent un peu familier,
Hit, dans un certain vaudeville,
Soit a Dapbn, soit Bathylle,
Qu'il voudrait tre son solier !
Je rvre la Grce antique
Mais ce compliment potiqae
Parait celui d'un cordonnier.
6) A tradcelo de Antonio Feliciano
de Castilbo.
O se io 6 verdideiraovnle
e ttlve iK'
Temos lido muitos e I
rosa
Das flotes o olho, a gloiia da verdura,
D-arado o e?mafte, toce ao clieiro e ao lacl. (7)
no. dizer de Sapr^o; mas ninta temos ver-
sos a rosalde amor, essa rosa, de quera
diz a n\>ssa poetisa':
Nasceu dotMo meu a linda rosa,
Que fiada e perfomeea guardo n'alma;
|C'! ella msn v;ver arla .ventar.1.
i mbri* iriilum encuita calma.
Fia muita harmona e docura: ha, em-
!iin, perfume" de poesa ne-is, como nos
Heais versos di pea, de que ora fal-
lamos, i
A rosa de amor urna flor verdadeira-
mente encantadora e cheia de magia. A
nossa poetita soube dar-lhe os mais bellos
atiraclivos e o cond5o de amenisar a triste-
za e transmitir alma doce calma com o
seu perfume. Assim diz ella
E nos transes acerbos da existencia
Sua essenoia smenisa-ine a tristeza.
bello [Do Brasil Pernambuco epopei.
D;i-me, llor, o ten perfume, qu- minh'alma
Acha calma na paz, quo elle, desprende.
Ainda s3o dignos de admirago nesta poe-
sia 03 duns seguales versos :
Meiga brisa se agita no meu seio,
Que do enleio no arroubo se suspende.
notavel a naturalidade destes dous ver-
sos a bellissima a imagem, que nos apre-
sentam. Que verdade e que delicadeza no
sen contedonesse agitar-se da brisa so
Die um seio virginal, que se suspende no
enleio do arroubo! E' para nos de grande
belleza essa passagem.
Onde est a belleza da pintura ? na
verdade diz Chateaubriand.
Pois be.n, na verdade que osla a belleza
da imagem representada n s dous versos
citados, belleza essarque a tinta suave.com
que fui feita, muito realga. Quem nao vio
ainda um seio de wrgem suspender-se as-
sim ? Que de poesa nao ha nisso ? lm-
mensa e immensa ha tambem na passagem
de nossa poetisa.
Foge di- mim nma mimosa joia das
muitas, que guarda o tliesotiro potico de
nossa poetisa ; 6 urna pega animada de sen-
timento e sobretodo caracterisada por urna
certa beleza, que naseedos contrastes,que
enchem toda a poesia. Esses contrastes
sao realmente bellos ahi, porque n3o nos
chocam e pelo contrario proporcionara nos
um encanto inelavel e um prazer, que so
podem ser comparados ao que em nos pro-
duz a vista dos lyrios entrelagados com as
rosas. Nao um contraste e no entretanto
nao vos deleita tanto wir unidos a pallidez
do lyrio e a purpura da rosa ?
Leia-se :
Tenho modo de rfta Teu semblante
Possue taota belleza
Qm eu receto que a paz de mraha vida
Se transforme no pranto copioso
Pelo encanto da luz dos teos olhares.
Citemos ainda os tres primeiros versos
das duas ultimas estrophes :
Temo verte, porque teus olhos ferem
Com seu doce brilhar.
Temo vr-le, porquo teu riso mata.
Foge, eu le pego, pois meu peitc soffre,
Quando eu contemplo teus encantos magos,
Que tanto me fascinam !
Nao sao realmente Uto mimosos c apre-
ciaveis os versos que acabis de lr ?!
A Pernambuco 6 urna poesia pequea,
mas cneia de magestade. Aniraa-a um cer-
to f.'go de estro, que bem nos diz que a
poetisa deixou momentneamente a lyra pela
luba, que o peito accende, para cantar em
grandiioquos versos seu caro Pernambuco,
que tao rico de glorias.
Os qualro primeiros versos, cheios de
urna simplioidade magnifica, sao realmente
animados de elevago e nobreza. Ei-los :
Patria de quantos conquistar souberam
Louros e glorias, inmortal thesourol
Patria de genios, de goerreiros bravos,
De herosmo e va or immorredocro I
Agora, depois do que acabamos de dizer,
devemos confessar que acharaos alguma
cousa de desentoago na maneira porque a
poetisa termmou a sua interessante poesia
A Peeaambuco. Ella que sempre fecha com
chave de ouro. desta vez nao foi mudo fe-
liz. Nao gostamos deste ultimo verso :
FOLHETIIHI
A VIVA DEPeTs ,D1 MORTi
(7) A traduego 6 de Antonio
de Castilbo.
Feliciano
A \itnes Machado um bello acrstico.
om i elisa faz apotheose do here,
em quem o patriotismo se incarnoo. um
verdadeiro hymno.
Os dous seguntes versos, s3o nanio ex
pressivos e fruodioos jlo pensamnto,
qne encerram ; sd ama emphasis magnifi-
ca, porque dizera mnito irais do que pa-
rece : ,,
A patria, qjie lutava em mil engaos,
Choraste p'ra tbe darq5o ler mais vidai.
O vulto heroico de Nones Machado n3o
se ded goaria de acolher os versos, que Ihe
consagron a sublimada musa da joven poe-
tisa pernambuoan,a, como urna das mais do-
ces recompensas de seu herosmo.
/-.' lempo anda om primor de poesia.
E urna flor de.sentimento, de cujo calis se
exhala om perfume inebriante; alguma
cousa de suave e doce como esseMf[ le
esquecas de mimqoe segreda o myosolis
torrente, que se desusa a seos pes;
urna praee sentida, aM> essa que faz a flor
que so sent morrer, ao oraHir> que ainda
pode dar-lhe a vida com a sua frescura.
lempo ainda um canto terno como o
que deslere o passarinho, qtre ja srri tar-
dar a esposa, cuja ausencia Ihe vai arrancar
a vi la ; o canto de ludo qnant > pede
amor: como o murmurio da folhagem
dos arvoredos e como um rato melaneotico
da lua, procurando penetrar bo c4is de
urna flor para alii se perfumar e brilhar.
Que maga trUteza, que iialTavel ternura
em toda a poesia !
Que deliciosa versificaejio a correr pare-
Ihas com um sentimentalismo t3o doce! Que
saborosa poesa f Aqui que cabe dizer com
de La Fresnay : O* tersos sao a ttngua-
gem dos anjos e dos d-'irtses.
K lempo ainda, note-se, tambem um
recitativo bellissimo, capas de fazer as de-
licias de quem o recitar e de quem o acom-
panhar com calma em um suspiroso piano.
A admiragSo sabe exprimir-se, dicCha-
teauoriand, e urna verdade ; porque & o
que sentimos agora. Contentemo-nos, pois.
com citar atgons versos, que a nica a-
neira de sahirmos do erabarago.
Leia-se :
E' lempo amda vem cantar ?pmgo
as tardes bellas, ao luar sweno ;
Vem dar-me a vida que merooba a ausencia,
Desses teus labios com um sorrir ameno.
E' lempo ainda-, mas, se tardas, triste
Minha esperaga cambaleia e morre ;
Tem piedade, meu viver alenta,
Um peito amante co'um sorrir soccorre.
Um ten olhar me desvairoo a-mente;
Teu lodo encantos me perden de amores-
E eu que vivia to feliz outr'ora
Hoje em segrelo bebo o fel das dores.
Mas, se tens alisa, a va a o golpe,
Que a minha soffre com os rigores leus;
E' tempo ainda, co'um sorriso d'anjo
Poe termo s dores, aos martyrios meus.
Qaem j vio, pois, um caBlo mais seduc-
tor e cheio de mais verdade de sentimento
do que este de D. Joanna Trburtina ? Quem
nao se deixa enternecer, oavindo os sons,
feiticeiramente magoados, qne seu coragao
de virgem. perfumado de um amor verda-
deiro, santo e sublime como o das Dores
ao astro do dia, exhala em t3o gratas me-
lodas Quem n5o experimenta as mais do-
ces e ineffaveis emog5es ao ouvir esso ac
cento terno e mavioso, que parte de um
corag3o sensivel, como a ptica mimoso, e
diz sempre cora um misto de melancola e
saudade, de doce e amargo, de esperanga
e timidez: lempo ainda. 01) I a propria
poesia, fallando nalureza, para quem e
por quem s vive, nao dira com tanta gra-
ga e dogura, com tanto feitigo e ternura esse
tempo ainda.
Chime urna poesa de'forga ; porque o
sentimento corre ah encrespado como as
vagas de om mar sempre manso, qne a
tempestado veio encapellar; porque nella
sente-se lavrar a cbamma devorad ora desse
fogo, que se chaina cime.
Ao depois ha urna naturalidade to gran-
de em tudo isto ; tao bella e adequada
essa especie de marcha arrebatada, que
segu toda a poesia, que muito nos faz ad-
mirar o genio da joven poetisa, sempre
prompto a grangear a nossa atteng3o e ad-
miragao.
Quem n3o reconhece nesta poesa urna
alma torturada pelo secreto veneno, que
sorveu na taca do amor! Quem nao sent
em si mesmo, ao l-la, angustia e marty-
rio, reflexos dos tormentos e pungentes do-
res, que desolam a alma da poetisa!
O homem que soffre eslende o seu pensa-
mnto sobre differentes imagens, em quanto
que o fundo de suas affliccoes sempre o
mesmo.
?Jte&> nidreeoohec
i'erdart
eaHsacio desta
llamo?! Nlo se
da toda
s e mts-
mo seotknenti
Reina em toda a poesia a sublime mono-
tona da dr.
alma cruelmente dilacerada pelo crome, que
s fere o amor verdaderamente sincero e
grande, como o raio s fere os montes ele-
vados !
Citemos :
Eu sinto o inferno arder no meu peito,
Eu sinlo as torturas de horrivel volcSo,
E'i sinlo os latejos das brasas quo qoeimam
As fibras delgadas de meu coragao.
Oh qnantos martyrios eu sinlo na vida !
Oh quantos tormentos me inundare os das i
S prantos sentidos meus olhos deseerram
Nos ermos, as tardes, as noiles sombras.
Amor... loncnn... horrivel mentira,
Palana despida" de terna dogura ;
ancla, tristeza, nota do inferno.
Que vem egredar horror u tortura.
E seai reflectir julguei ser eterno
O r9i> fingido da valsa do ard* !
Ai iooca, insensata, busqnei a ventura,
Achei ot tormentos, os prantos, dr.
Ha em todas estas quarras muitas belle-
zas, que pSem e alto relavo a excellencia
do eslvlo potico de D. Jjaow TiburSna.
O sentimento', qnie inspiron a Gonfahes
Dias a sua snWime poesa Awatjr defiri
lugano, foi o mesuro, que soprou seu hlito
de fogo sob*e a de nossa poetisaCitme.
Recelo onw poes'w intima r orna quei-
xa murmurarla com tristeza e rtrjr ao cruel
destino. Ahi a poetisa falla-no* com pur>
Ah possa sempre ella
ce perfomc
! i v la,
Que ni se rjame.
Qfltaera eeoserva-la
Comigo alem da morte ;
Qui aera inda bo tmulo
Unif-me a'su'a sorte.
Pois l nesse recinto.
Com ella sempre unida,
Meo peito em vez de morte
Teria etem3 vida
O lyrismo suave e encantador, que res-
pirara estas demais quadras de A rosa bran-
ca, n3o pede dcmonstrag3o.
Morrer to cedo urna pequea poesia,
cheia de simplicidade ; b om gemido de
quem scisma na morte na fJir dos annos ;
ura canto singelo, cm quo a idea da mor-
te se estampa acompanhada de ora brando
pezar.
Leia-se:
Mo^a, to moca no soiir da vid
As palpebras cerrar triste idea .'
Mocidade, illusoes, sonhos fagueiro,
Tudo, tuito findou-se,
Porque sou triste i orna bonita poesia.
Ha nella mnito sentimento, porm fala-llie
algumas (poucas) vez? a- doce inllexo do
recitativo, era virtude de alguns deferios
de metrficafo.
O seguinte verso sim-ples o cheio de
delieadeza :
Comprimo o pe10 a suspirar de dr.
Citemos agora ma quam-a, em qie ha
muita naturalidade de sentitoento e de lio-
guageor, urna quadra orvalluda e perfuma-
per-
tt
f"-
gente melancc^ia e expressiv i vivacidade de ja eom e joce prar,io de no* poetisa,
sen passado de VuHas imtmas com a mes- gj.|3 -
senhor mar-
qninha sorte ; de sen presento de magoa
que \he mala ff trenca, ie alimenta ial
ma. E depois de ludo isto ella mostra-se
muito apprehensiva e desasocegada, nao por
este passado, nern por este presente, que
j conhecp, mas siui pelo sen luturo. Ofu-
ttiro, pois, essa incgnita tremenda da vida
humana, tal o rcelo de nossa poetisa.
Conbece-se nesta poesia o- pungir do es-
pinho da vocagao suffocada, das aspirages
tombadas. Encontra-se em todas as suas
estancias um leve sopro de seepticismo, n3o
deSse seepticismo requintado e cobreado da
moda, mas sim desse ootro scepoismo pas-
sageiro, que n3o apaga e s6 agita o faeho
do genio-, desse seepticismo, que coma- a
nuvem. fue embreto por ura momento,
mas nao tolda a face do too.
Citemos o verso segrate, ultimo da
poesia :
Qual sori meu futuro-... eis mes receto.
Realmente o verso, que acabamos de ci-
tar, cheio dessa pllida desesperanga, que
nos accommette, quaado, .refleetindo sobre
as lagrimas dos nossos dias passados e tra-
gando as dores do presente, sentimos dor-
nos o coragao e turvar-se nos a vista ao le-
vaatarmos- os olhos para os horisontes do
futuro.
Antes de passarmos adiante, citemos ain-
da quatro versos,- os quatro primeiros :
Meu passadoom viver de dr ha sido,
Lulas insanas co'a naesquinha sorte,
Prantos amargos, roe queimando as faces.
Triste agona, que tuaduz a morte I
Que fluente naturalidade nesses qneiin-
mes; como o verso corre sereno e caden-
cioso !
A rosa branca -urna poesia iateressan-
tissima por sna caridura e simplicidade.
Ha mrito maior do qne o de colorir o
assompto com as cores, que elle requer ?
Por cerlo que nao.
D. Joanna Tiburtina tem, como j o dis-
semos, esse grande mrito. Ninguem ssbe
mais do que ella esta verdade, qne de
Pope (e de outros): A differentes assutnp-
tos convm difJerentes eslylos, aisioa como
diversos vestidos ao campo, cldade e
corte.
Magnifica prova, entre as muitas outras,
essa A rosa branca, de que ora falla-
mos.
Quem cantara raelhor urna rosa branca
do que o fez D. Joanna Tiburtina! Quem
nao julga estar vendo-a mesmo com toda a
sua singelleza, com toda a sua innocencia e
brando perfume !
Como nos encanta a immensa e pura af-
feigo, que dedica a poetisa sua rosa
branca, nao menos interessante que a sua
rosa de amor !
Leia-se :
Aquella rosa branca,
Que tu me deste um dia,
Conservo no mea peito
Com vigo e lougania.
Vivo chorando, porque soffro noito,
Vendo o escarneo, que me das sem do,
Sera ler ao menos compuixo d&- Iooca,
Que vive triste e suspirando s'.
Ao regresm do H de voluntarios um
bello e grandioso can, que o cerago pa-
tritico de D. Joanna liburtina desierto aos
hroes do 33, que voltaram ao soio da pa-
tria, cobertosde virentes louros. Ha nelle
muito enlbusiasmo, lioguagem ebeia e vi-
gorosa, muito amor patria e liberdade.
A regresso do 63 o% voluntario* um
canto cheio de fervor nacional, moMo digno
d'aqoelles, a quem foi oflrecido,
O que n3o sedeve detxar denotar nesta
poesiaque a poetisa princ-pia hec acaba
ainda methor ; ^proporgao que elto-so en-
ermioba para o fim, a poesa vai redobran-
dode forga ; longe de haver deelinag3o,
ha elevago. Esta observago, que tem
lugar a respeto de qaasi todas as poesas
de D. Joanna Tiburtina, aqui sobrema-
neira cabivel.
Emfim o maior elogio, qae podemos te-
cer a esta poesia recommendar a sua
leitura, com a qual todos se deleitado
sumraamente.
Citemos, antes de passarmos adiaole, al-
gumas estrophes r
A gloria se manifesta
No brilbo de suas frontes ;
Surgem novos horisontes
Do 5 grandes feitos na idea
E cada aurora, que assoma,
I. um poema infinito,
Que estes bravos tem escripto
Na mais brilhante Epopeia.
alguma, que fosse superior a esa
sa poetiM.
Presenlimento om typo do
sentimento.
Qaem o2o sent en toda
doce e plangente a tocante
emocJo indifloivel, qoe eaa n .
dealisar de ama lagrima peta face do
cebo, ]ae presente a morte f
Qaem n3o se deixa tocar kf eisa
sidade terna e dolorosa, que aeeaeflaa i
timos son^ de orna msica dirma a te
derem no es pago f
Quem nao encentra abi i ,
doce melancola, de qoe sabe i_,
canto do cysne, que se aeote morrer
o cryst.it das afilas !
Qaem nao sent ao lr os eraos de
seitiimcnlo urna meliflua tristeza,
pnngindo, qual a que prodozem ,
ratos da toa sobre braceas lousas de
tura (
Presentrmtnto como o solomo, eji
prende a lyra ao seor estalar m de
cordas: ore gemido, mas m
como esse que produz o zepbrm> _
dos-arvoredos. Que senUmeotafaRBe-
detcioso, pungente, raelaocolico- e
vef em toda esta poesia I
Lfta-se :
Morrer Uto moga i quando amor
Ver murta a esp'ranca, qoe sorna
De invito ver o rssipar-se ao leasje
A niivcmb ranea, qne sorrWido veas.
De tudo- *gora s me resta o Inmoto,
Em ludo vejo to fatal modasca ;
En que sor rindo desfria amores
Hoje, quem si he morrerei eaara .'
Presen!hnenlo tambem na
tativo, que taz al comasofer-M
co de um l.armonioso pian-.
Emm. tanta sobimidade de sent
tantas bellezas de harmona.
Que lingual possil, sssji neat >*>
asa de asas
bello ret-
o
POB
Xavier de Montpin.
fAHTK'TURCKin.t.
A C01ESSA DE RAHON
(Continnago do n. SSOJ
XII
Principia o crime
Ninguem se nha molestado, e d isso
pode Saint-Maixent certficar-se, Interro-
gando logo as senhoras de Rahon e de
Cbavigny : rduzia-se tudo ao infallivel
susto.
O nmquez abri a portiohola da esquer-
da, e, com auxilio de Lzaro, 'irou as va
jantes da carruagem.
A coolessa senta o coragao opprmido,
ao peot-ar na enorme perda de tempo que
sunia de t3o repetidos transtorno?, e mu
to cu-lo pode conter as lagrimas quando
perjuntou o que haviam de fazer, e como
sabiriam d'aquelle apuro.
Socegue, querida prima, volveo Saint-
Maixent : o remedio muito simples. O
trrm nao se quebrou.x O concert ha de
losar pouco tempo, e a demora ser insig-
n ficante. Lzaro, accrescentou voltando
se parro criado, que distancia estamos
nos da aldeia onde baviamos de parar para
desaguar os cavallos ?
A urna legua pequea
quez, voheu o criado.
Pois bem, tanto faz aqu como acola.
Estamos exactamente defronte de urna casa,
cojos donos n3o recusar3o que n'ella des-
cancemos. Os cavallos podem comer all
debaixo d'aquelle telheiro, e Lzaro ir
entrelanto em busca de um ferreiro que
arranje o eixo. Bem ve, minha prima :
pouco o que perdemos ; s se altera a
ordem da jornada.
Dito isto, bateu o marquez porta da
casa solitaria, onde Simoa appareceu logo,
toda corcovada, trmula e desfigurada.
Em que o posso obsequiar, meu se-
nhor ? perguntou ella.
Saint-Maixent explicou em poucas pala-
vras o desastre que tinha occorrido, e ler-
minou pedindo bospitalidade.
A minha pobre casa est sna dis-
posigao, volvea Simoa ; s o que sinto
que estas senhoras na > achem aqui nenhuma
especie de commodidade, e depois, como
vivo s e quasi na miseria, nada lnes posso
offerecer absolutamente.
Nao Ihe d isso cuidado, minha
avznha ; nos trazemos provses.
Efectivamente, o marquez, sempre cau-
teloso, tinha levado da hospedara de Mas
siac urna cesta cheia de comestiveis, e os
desvaos da carruagem anda continham
muitos frascos do vinbo de Hespanha, que
j conhecemos.
N'esse easo, disse a velha fingida,
podem-estas senhoras entrar sua vonta-
de... e que sejam bem vindas.
O marquez oTereceu a mao' condessa,
e Olympia foi atraz d'elles.
A "sala do'aodar baixo, gragas ao esmero
de Simoa Raymundo, eslava perfeitameote
limpa e asseiada.
Os bancos, os armarios, a mesa de pinho,
todos os trastes, em summa, pareciam o-
teiramente novos.
Simoa oTereceu urna toalha lavada, Ma
rineta tronxe o comer, e Saint-Maixent
convidou a condessa e a senhora de Cba-
vigny que tomassem algum alimento, por
que j tinha passado a hora que ordina-
riamente comiam.
Nem urna nem outra tinham vonta de de
comer, e especialmente a senhora de Ra-
bn, que atooa nao conseguir affastar de
lodo a estrauha somnolencia na ultima
noute.
N3o obstante, cedeu s instancias do
marquez, que Ihe disse que, se nao tra-
tasse de conservar as torgas, poda cahr
doente, impossibilitando por consegaiote a
viagem.
Vencida por este argumento, comeu om
bocado de fiambre e beben meio copo do
famoso vinho que a nonte passada mal ti-
nha provado.
Logo depois d'aquelli frugal comida,
queixoa-se de ama forte dr de cabega e
de picadas as fontes; as palpitagbes do
coragao eram violentissimas, e a sua debili-
uade augmenlava cada vez mais.
Isso effeilo do cansaco, minha pri-
ma, disse o marquez; aspire estes saes, e
logo desapparecerao, para nao voharem,
ossynptomas de qoe se qneixa.
palpebras velarara-lhe os olhos formosos, e,
n'uma palavra, adormeceu.
Simoa j n3o precisava de continuar a
representar o seu papel de velha.
O crime ia realisar-se sem resistencia
possivel por parte da vctima.
La vou, pois, a cara, retomou a sua voz
e o sea aspecto natural, e ajudou Marineta
a levar a senhora de Rahon para o andar
de cima, onde a pozeram sobre a cama do
qoarto contiguo aquello onde eslava o ca-
dver de Julia.
Meo primo, disse a formoaa Olympia
ao marquez, mal que ficaram sos, lembre
se do sea juramento.
Qual d'elles ? perguntou sorrindo o
nosso here, tenho feito muitos.
Jurou-me que a condessa nao havia
de morrer.
E torno a jurar. Mara de Rahon
n3o que ha de sabir amanhaa d'esta casa
n'um itade.
EnUto quem oceupar o seu logar no
sepulcro ?
Ontra mulher.
Onde ha vemos de eucontra h ?
J4 eu a encontrei.
E vai morrer ?
Est morta.
Ai&assioada !...
N3o ,- acaboa lentamente, victima de
orna doenga de peito.
Sabe, meu primo, adevertio a cjn-
gju |>n..uai, UV. |UO JO (JUCS. VJUO, U1CU \)\ IUJU au.vinv -j-
E dava senhora de Rahon o frasquinho dessa com sombra entonago, que o acaso
de crystal que Julia tinha cheirado" duas
horas antes.
As eihaUgbes do liquido all contido eram
certamente modo activas, porque 6 resalta-
do nao se fez esperar.
A senhora de Rah>n deixoo pender a
cabega; cahiram Ihe os bracos inertes as
o favorece de maneira sngnlarissima, fa-
zendo morrer esta rapariga, exactamente
quando precisava de um cadver ?
E' verdade, sou protegido pelo acaso.
ai Nada receia, nada teme ?
Que hei de temer ?
Se todo o edificio desabasse no ins-
Quem s3o elles ? D'onde vem ?
Que a patria sada ovante
Essas imagens do athlanle,
Coryphous da heroicidade !
Dizem as aoras passando;
E' a cohorte de bravos,
Que alm. n'um paiz de escravos,
Foi plantar a Liberdade.
L, n'um paiz de selvagens,
Entre o fumo das batalhas,
No vozear das metralhas,
Pernambuco era um lelo !
Quem desmenie o herosmo
Dos corabatentes do Norte
Dessa vatonte cohorte,
Atliletas da Redempgo ?
Guerreiros, com lettras de ouro,
No immenso livro da gloria,
Vos escrevestes a historia
De vossa patria imraortal !
E as Nagoes dzem ufanas
N'um resoar altaneiro :
Que o soldado Rrasileiro
No mundo nao tem rival !
. Agora depois desta3 estrophes, eremos
que as leitoras concordar) qae n3o lerara,
assim como nos, sobre este assompto cousa
tante supremo... se os mdicos, que se
ho de chamar, nao quizessem aceitar o
cadavar de urna vil3a pelo de ama fidal-
ga... se houvesse um inquerito...
Cuida que sou algama crianga oa al-
gom pateta ? perguntou Saint-Maiieit dando
aos hombros. Porvenlara nao previ eu
tudo ? Jogo com cartas marcadas, e a
morta por qaem nos temos de deitar luto,
parece se bastante, parece-se maito com a
condessa de Rahon.
E' possivel ?
Quer ver ?... Nada ha mais fcil
do qae verificar com os seus proprios olhos.
Quer^rer ?
Como pois est n'esta casa ?
Est... desde hontem a noute.
N'esta casa !... repeli a formosa
Olympia fazendo um gesto de horror. Um
cadver... ah tenho medo !
E de qoe ? N3o s3o os mortos, minha
prima, mas sim os vivos, que nos devemos
temer. Animo Venha d'ahi comigo, e
ver como ella era formosa.
A senhora de Cbavigny negou-se obstina-
damente. Vieram Simoa e Marineta, e Saint-
Maixent foi sozinho ao andar alto.
Ao metter a chave na Cebadara para
?brir a porta do quarto, nao pode o mar-
quez dominar urna violenta commogo.
Se a rapariga estivesse viva ainda I Se
se indireitasse sobre o leito, dzendo Ihe :
Quanto has tardado, esposo meu!
onde est' o sacerdote qce nos ha de unir
para sempre ? Ver-se-ha obrigado a dei-
tar-se ella como ora tigre sobre a presa,
e a affoga-la com snas proprias mSos? Em
quanto o marquez assim reflexionava, um
suor gelado Ihe banhava a fronte.
Apezar d'isso, nao retroceden, e, apenas
entrn no qoarto, tranquillisou-se mmedia-
para dizermos com Ennodio no Myi
fe mwla virgine Knpkemm \
Tristeza ama magnifica poesa.
Reinam nella muita harosoeii e befltasv
de- subido quilate, a par da nm brilbu de
dcscripcao, qne mnito dos agrada.
A impresso smertor e a ecaeco interna
se unem como a cor e o perfume de asa
flor, como urna meloda e ma mire,
o palpitar do coraeao e o soes de
amada. >
r>i-lo poticamente Ampre.
f>\ Joanoa Tiboriina coobeee esta
pois ella casou a tristeza de s*.
melanco ia, que se- exhal va da
Os raidos do mar, qoe se agita,
todo silencioso ; o resonar Oa torra, a-
pelido pelos choa; o perpassar saasd da
brisa ligeira ; os as-ros a temaaasaai er-
rantes, trementes, na immeosa caaspma de
nuveiis de ailsao realmente bellas tiasss
adaptadas ao melanclico painel, ajea a
tisa nos qoiz desenbar. Demai eHl
dar alma s suas Untas contrapasada
para a crenga da verdade proclamada por
Cliateaubriand de qoea poesa deso
propriamente dita nasceo. qoaado as
tolos comegaram a pregar o Kvaagel
mundo.
Lia-se a poesia Tristeza de D.
Tiburtina e vja-se qoe magaaT
sentimento, que ineSavel encasas,
deza sem nome rebenta do sanio
da alma da poetisa com a nasarea r Jb>
disse-o e disse muito bem Staei qne a al
lianga secreta do nosso ser com aa "
vilbas creadas, que d poesia saa
deiia grandeza.
Cabe fazer agora om reparo.
D. Joanna Tiburtina dors>>oo, ,
fez apparecer no meto do qoadro. qae So
bem execntou, a lua passeiao-! cosas sal-
tana vaidesa, revendo altiva s-a aele- cor-
tejo. isio maito bonito, coeleiimaos
mas nao para aqui. Todo tem sea logas
Quando a naturia respira tristeza, a
imagem da lua. como a pintn a poetisa,
urna dissonancia, e ama impropriedeoV.
Antes no la fizesse apparecer. cosas o asamr
pintor da naturezaChateaobraad, a mz
apparecer no meio das florestas aasericaears
surgndo do oriente e afiigurando-se, i
proporgo que idt-s passando ao pe das ar
vores acompanhar-vos no topo da floresta e
filar vos tristemente.
Citemos:
E triste a deshoras da loa ao clarao
Lembrar as venturas dos dias
E triste a saudade, qoe tras a
Dos dias dilosos, dos lempos amados!
SBC ?
-

(
hi
lamente. Um fortissimo perfaaw
na atmosphera i a tornava irreapiravet, e
n3o era possivel qoe orna creativa
podesse viver no meio d'aqaeUas
emanagoos.
O marquez le vou o lenco aa nariz,
a janella para dar sabida aos vaporas
teros, e, por fim, approxrmea es da tas
A rapariga nao se mover desde ene a de-
positaran) n'aqnella fatal babnarao.
c*a que eslava dormindo; asas adev'
a morte na i na pallidez de cera __
Sobre sens labios lindos, debaxava-se
o signal de um sorriso. Deisara
no meto de om soobo de amar e da s
tora.
O marquez respiron. Quiz entintas!o
completa seguraoga, e, pegando a'amai
raaos de Julia, teotoc levanta-la;
porm, imposaivfl. A rijexa
apoderra-se havia muitas horas da carpe
da rapariga, e sem bracos psrefi de
marmore. Saint-Maixeni apanhoo aa rasas
qoe cobriam o leito e as qne lavase es-
palhadas pelo chao, pobres lores,
involuntarias de sea nefando criase, vil
tre os mais vis, e aliroa-as peta
Em seguida, sabio da alcova cara a
tranjuilloe a consciencia socrgada, pas
parecialhe impossivel qne asi eeatacasr
imprevisto viesse impedir o posa emende
sua monstruosa combinarlo. Ocasantas
n3o obstante, ama reflesio e casases
Simoa, qae n5o tardn esa apparecer. Le-
vou-a junto do leito de Joa, a
. Parece mais moca qne a
preciso pinta la.
Pinlar-se-ha.
\ Gt9ftRWaWT"0*4aV^
TYP. 00 DIARIO-KCA DO MJQUB Pl Ul*
.'.


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