Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12254


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Full Text
4NN0 XLVI. NUMERO 250



*

PARA 1 CAPITAL 1GA1ES OIDE IAO SE PA6A POETE.
Por tres mezes adiantados ....... ~
For seis ditos (km........ ........' *
JPor um anno idem.."......' s .........
Ca* uumoio avulso ..... "........* *
OOO
4000
320
SEXTA FEIM 4 DE NOVEMBRO DE 1870
paia nsmo e ron ba pbotucia.
Por tres mezes adiantados ...'.,."........
Por seis dilos idoan......... .
Por nove ditos idem......... '.['.'.I. .
Por tira anno idem ....
sonso
271000
Propriedade de Manael Kgueira de Faria & Filhos.
AO AGEWES :
Os Sr, Gerardo Antonio Alves d Fnos, no Par* ; Connives P1Dto, no Maranblo ; Joaqaim Jos de Olimra, no Cear ; Antoao de Leao, Braga, no Aracaty ; Joo Mari, Mo Chave-, no Assn ; Antonio Marcea Sfln no Nata, **
Pereira d Abn-adi. em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vrlla da Penha; Belarmino do Santos Bolcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Bran
__________________________________________em Nataretb ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE 0FF1CIAL
i da bando de criminosos que infeste essa comarca Antonio Beserra Teixeira Cavalcanti, como tam-
imitrophes, e bem assim sobre a captura do bem a tliesouraria de fiiend-" nara atoalM-lha
lenho a dizer-lhe quees-
eXPniKKm ASSIGKADO PKI.0 KXM. SR. DESKlIBAnr.A-
ron nivncisco pk assi* prreira rocha, vice-
1 'IKStOENTE DA PROVINCIA, RM 4 DB JU1IIIO.
^ V seccao.
N.22.Partira.O vice prndente da prnvin-
na attendendo ao que Ihe reqnereu o Dr. Felinlo
Himriqte de Almeida, de Direito da comarca de
tamb, rewlve conceder-llie (ptate das de licen-
; i com ordenado na forma da lei, para irat..r de.
Ma saude onde Ihe convier.
3o ergio.
N. 123.Ofllcio ao inspector da tiiesonraria de
fjzenda.Commonico a V. S. para sea conheci-
ment, que em vista do que requeren o professor
publico de instrurgao primaria da Villa-Bella Joa-
(fubn Goncilves Ayres, expego Meta data os ne-
essarias ordos a thesouraria provincial, para fa-
z-ir eessar o descont de 5"/. qne de spus venci-
menlos offereceu o referido prolessor para as es-
petas da guerra.
N. 124.D :'-- ao mesmo.Remeti V. S. as
rontas juntas em duplcala que me transmitteo o
oinmandante superior deste municipio, com offleio
de 3doccirenfe sob n. 119, para qoe depeis de
liquidadas mande pagar a importancia do romee i-
inento de agua potavel, feito as pracas do 2o bata-
lhao de infantera aunar tolla la no Hispido, duran-
te os mezes de abra a maio uliimo.
N. 12), -Dito au mesmoTransmiti i V. S.
para os devidos lins, a inclusa ordem em dupliea-
ta sob n. 113, expedida pela repartidlo do ajudan-
te-general.
N. 126.Diio ao mesmo.Commonico V. S.
parf o seu conhecimento e lins conveniente?, que
" major Jos do Reg Barros deixou de coniman-
dar o corpo n. 42 de voluntarios da patria no da
14 de maio ultimo, e conservoa-se em servigo pas-
cando titulo de escusa, e outros misteres relativos
ao nvstno corpa, at o II m do mez.
. 127.Dito ao mesmo.Itecommendo V. S.,
que depois de liquidado em vista dos prets juntos
em duplcala, que me remellen o commandante su-
tierior deste municipio, com o offl:io de hontem
sob n. 121, mande pagar os venciroentos das pra-
vas do 8* batlhio de infantera da guarda nacio-
nal de Jaboat, relativos a 2' quiozeaa do mez do
maio ultimo.
N. 128 Dito ao procurador fiscal da thesoura-
na provincial.Rogo a Vmc. de comparecer em
palacio do dia 6 do correte ao meio dia, alim de
assistir e representar a fazenda, no contrato qne
se tem de celebrar para abertura do rio Gayanna,
em execuco da lei n. 911 de maio p. flodo.
4a seccao.
N. 129.Oflldo ao jrovernador do bispado.--
Framnttta por copia V. S. pira o sen conheci-
iBeotJ e los conveniontes, as inclusas copia das
leis ns. 921 e 924 de 18 e 25 de maio prximo
lindo, a prime-ira transferindo para Petrolina, as
^des da villa da Boa-Vista, e de Santa Mara
Itainha do? 4ajoi da cac*veira do Rooerto ; e a
segunda transferida para o municipio de Cabrob a
fregueziade Sania Anna doSacco, e desmembran-
do desta para a de Cabrob as lazendas nella
mencionadas.
N. MO.Dito ao dirpctrrgeral da instruccSo pu-
blica. Nao permitiindo o art. 2' da lei n. 663 de
18 de abril de 1876, outra desposa alm da gra-
lifleaQio marcada aos professeres das escolas nec-
urnas, nao pode ser saiisfeita a reqoesicao do de-
legado litterario d > distnclo do Rcife, comida no
"ftieio por copia junto ao de V. Ble. de 5 de abril
ultimo sob n. 18i, de diversos objetos para a es
fula daqrwlla freguezia.
N. 131.Ditoaos agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes vapor.Os Srs. agentes da
emnpanhia Brasileira de paquetes vapor, man-
'o dar.transporte por onla do ministerio da guer-
ra, no vapor que se espera do sal, as pracas do
extineto balalbao n. 42 de voluntarios da patria,
segundo? sargentos Raymnndo Cypriano d- Frei-
ti-, e Ma mulher Mara Francisca da Cunlia. Joo
Nepomu-eno Ferreira, e ao cabo Raymnndo Alvea
Moreno e sua mulher Pastora Mara do Espirito
Sant >, ; urna tllba menor de nome Mara lodos
i i.i destioo a provincia do Cear.
N. 1 'i Dito ao gerente da companhia Pernam-
l.-ucana.O Sr. gerente da companhia Pcrnambu-
rana.Mand dar transporte para o presidio de
Fernanlo, por conta do ministerio da marinha.
no 1 vapor que para all seguir os 16 sentencia-
dos da reIac5 junta por copia.
CXfSDtBm ASSIONADO PELO SR. DR. ELIAS FREDE-
taOO DK ALMEIDA E ALBUQIERQUE, SECRETARIO DO
comno, em o 4 de jcxbo de 1870.
Ia secfao
N. 132.OfTieio ao commandante do brlgue-
barea Itimarac.O Exm. Sr. vice-presidente da
provine! i tendj providenciado para que sejam
conduzidos ao presidio de Fernando no vapor da
companhia Pernambacana, os 16 sentenciados de
ruarinh? constantes da relagao qae veio annexi ao
.^oa ofIi;io de hontem datado, sob n. 16 : assim o
manda camronnicar a V. S. em resposta ao citado
tlHcio.
2a seccao
ST. 133 Offleio ao eommandanf superior inte-
rino da guarda nacional do municipio do Recite.
De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da
provincia, declaro a V. S. para seu conhecimento
que nesta data foi expedida a necessana ordem a
thesoararia provincial, afirn de mandir pagar os
veucimentos das pracas do 8* batalhao, destaca-
das em Santo Amaro de Jaboato, relativas a 3a
quinzena 4o mez de maio ultimo.
. 134.Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que nesta data se autorison a thesouraria de fa-
z-nda, a pagar a importancia do forneeimento de
.crua potavel feito as pracas do 2 batalhao de in-
famara acuarteladas no Hospicio dorante os me-
es de abril e maio ultimo.
PXPBDIE.NTB ASSIGMADO PELO EXIi. SR. DESEMBARGA-
DOR rnAxetsco DB assis PEREIRA ROCHA, vice-pre-
SOMXfl DA PROVINCIA, EM 6 DB JUNHO DE 1870.
1' scelo.
N. 137.Dit ao general commandante das ar-
mas.Mande V. Exc. por em liberdade o recruta
Antonio Barbosa dos Santos, visto ter sido julgado
incapaz do srvieo d<> exerclto, como consta do
t rmo de inspeccao annexo ao seu oflicio de 4 do
< rr en te sob n. 300.
N. 138.Dito ao conselho de compras navaea.
Ficam approvados os contratos que o ionselho
de compras navaes celebrou com diversa pessoas
pan forncerern ao almoxarifado do arsenal do
marioha, ot objectos mencionados no ofllcio do
mesmo eonselho datado de 31 de maio uliimo, ao
i:al respondo.
2a seecao.
N. 139.OQjso ao jniz de direito da 2a vara.
Convido V. 8. a comparecer neste palacio a 11 do
correte, para fazer parte da junta qne em ultima
instancia tem de julgar a praca do corpo proviso-
ro de polica, Manoel Jos de Vasconcellos, cujo
cooMlho de julgamento envi, aflm de apresentar
o relaiorio do eatylo.
N. 140.Dito ao Juiz de orphaos da capital.
Nao estando na9 condicSes deserrecolbiJa ao col-
l-gio de orpbas a menor liberta de nune Jalla-, de
imem trata Lacij de S tuza Pereira norequerimen
lo inclnso por copia, remello a Vmc. a cerlidio do
hapttamo e atistalo, qae elle juntm em original,
a6m de que se de Intor a me3ma menor.
N. 141.Dito ao juiz de direito da comarca de
CaJarob Inteiwdo de quanto Vjnc. me informa
cHcio de 13 do crreme., sabr a pereguialo
de nome Jos Barbosa
pero nao dexar de activar-se como convm a
perseguido de taes criminosos, agrade;endo j a
V. S. a parte activa qtts tem tomado em taes de-
ligencias, arradecimento que tambera deve eslen-
der-se as demals autoridades a qne se refere osa
dito nfBcio.
N. 142.Dito ao teBente-coronel Joao V.ilcntim
\ illela.Convido Vmc. a comparecer nesto pala-
cio nidia 11 do crreme, para fazer parle da ion
la que cm ultima instancia tem de julgar o solla-
do do corpo provisorio de polica Manoel Jos de
Vasc ineellos. -Ijjnaes ao tenente coronel Francisca
Antonio Pereira da Silva e ao tenenle coronel
Jos Francisco Pires.
N. 143.Portara.O vice-preside te da pro-
vincia Hado em vista a proposta do Dr. chefe de
poheia em offleio n. 811 de 31 de maio lindo, re-
solve noraear o cidadao Jos Alvos Maciel Jnior,
para o carge do subdelegarte do distiielo de Ca-
lenda do termo de Agua Preta.
N. 144.Dita.O vice-presidente da provincia
em vista do offleio do chefe de polica n. 811 de
31 do mez Ando, resol ve conceder aos cidados
Manoel Jos da CosUGuimaries, Pedro Francisco
de Mello, a exoneragao qae pediram esto d) car-
go de 1* supplente e aquella de subdelegado do
dlstrifio de Calenda do termo de Agua Preta.
N. li'l.Dita.O vice-presidente da provincia
de conformidade com a proposta do chefe de poli-
ca em offleio n. 811 de 31 do mez lindo, resol ve
nomear para n lugar vago de delegado do 3 dis
i rielo de S. Lonrenco da Malla do termo do Recife
o cidado Jos Francisco de Barros Reg.
3.* seccao.
N. 146.Offleio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Tondo nesta data approvado os contra-
lis qne o eonselho de compras navaes, celebroa
corni diversas pessoas para fornecerem ao almoxa-
rifado do arsenal de marinha, os objectos constan-
tes do termo juntos por copia, assim o coramunico
a V. S. par sen cwihecimento.
" 147.Dito ao mesmo.Auloriso a V. S. nos
termos de ua informaco de 4 do correte sob n.
393, com referencia a da contadora dessa thesou-
raria acerca do requerimento documentado qae
incluso devolvo a mandar levar em conta ao atie-
res do corpo de potteia, Antonio Joaquim de Bar-
ros Lima, a qaanta de 429*540, por elle despendi-
da como se v dos documentos annexos ao citado
requerimento no desempenho da commissao, de
qae foi incumbido de conduzir ao interior da pro-
vincia os gneros alimenticios destinados ao soc
corro dos desvalidos flagelados pela secca.
N. 148 Dito ao mesmo.Expeca a V. S. as snas
ordens aflm de que p >r essa thesouraria se ajuste
conlas e passe guia de soccorrimenlo ao capiao
de artilharia a p, Anlouio Bezerra Teixeira Caval-
cante, que tem de seguir para a corte no vapor
3ue se espera do norte, llcando na intelligencia
e qae a importancia da passagem dada ao men-
cionado capitn wm de ser descontada pela quinta
parte de seu sold.
N. 149.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Informe V. S. at quando foi paga de
seus respectivos vencimentos a professora publica
de initrnecao primaria do Altinho, Guilbermina da
Silva Cunha, sobrestando no pagamento dos mes-
mos al ultima deliberacao.
N. 150.Dito ao mesmo.Devolvendo a V. S. a
coula documentada a que se refere a sua infor-
macao de 19 de maio ultimo sob n. 297, da despe-
za na importancia de l:l0|620, feila por Severi-
no Monteiro Leite, com os reparos da cadeia de
Cimbres, lenho a dizer que mande pagar ao men-
cionado Leite rnente a quantia de 4005000, au-
lorsada como se v da citada informaco por um
dos sem antecessoros, ficando o pagamento do res-
tante dependente de informaco do chefe, das obras
publicas.
N. 151.Dito ao mismo.Inleirado de qnanto
V. S. expoz em seu oflicio de 30 de maio ultimo
sob n. 335, lenho a dizer em respo=ta que deve
considerar o parecer a qne se refere o citado offl-
eio da commissao de fazenda e orcamento da as-
sembla legislativa provincial, como antoriS'Cjb
do crdito para as despezas com o Asylo de Mendi
cidade, em qaanlo na le do orcamento nao lr
decretado para taes despezas o crdito nece-sario.
4.' seccao.
N. 133.Dito ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia d i Cear.Rogo a V. Exc. se digne expe-
dir as snas ordens para que seja remetiido para
esta capital cora a precisa seguranea o criminoso
Jos Barbosa qae, segundo oflicio do juiz de direito
da ccraarca de Cabrob, de 13 do mez lindo, cons-
t ter sido remetiido para a capital dessa pro-
vincia.
N. 134. Dito ao governador do bispado.
Transmuto a V. S. para sea conhecimento c exe-
cucac^ na parte que Ihe diz respeito, coia da re-
soluco de consulta de 20 d* abrH do correte ao-
oo recebida com aviso circular do misoiterio do
imperio de 27 do mesmo mez, em que S. M. o Im-
perador recommeoda que se proceda as solemni-
dades da igrej nos cemiterios pblicos, cuja rea
toda eitiver benta para que nelles baja espaco,
era qae possam enterrar-se aquelles a quem a
mesma igreja nao concede sepultara era sagndo,
e que nos cemiterios, que de hora em diante se es-
labelecerem, se reserve sempre para o mesmo fim
o espado necessario.
N. 155.Dito aos agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes.O Srs. agentes da companhia
Brasileira de paquetes a vapor rnandem dar trans-
porte para a corte por conta do ministerio da
guerra no vapor Tocantins, qae esperado do
norte ao capitao do 4* corpo provisorio de artilha-
ria, Antonio Bezerra Teixeira Cavalcante.
N. 156.-Circular a cmara municipal do Re-
cife.Providenciando nesla data para qne se pro-
certa as solemnilades da igreja nos cemiterios p-
blicos, caja rea estiver toda beata para qae nelles
haja espago em que possam enterrar-se aquelles
quem a mesma igreja nao concede sepultara em
sagrado, como determinou S. M. o Imperador por
sua resoluco da consulla de 20 de abril do cor-
rete anno, jauto do aviso circular do ministerio
do imperio de 27 do mesmo mez, recomroendo a
cmara municipal da cidade do Recife qae nos ce-
miterios, qae de hora em diante se estabelecerem,
se reserve sempre para o mesmo lim o esprco ne-
cessario.Igual as demais cmaras da provincia.
N. 158.Portara.O vice-presidente da pro-
vincia, attendendo ao qae requeren o professor
publico da cadeira de instruccao primaria da fre-
guezia da Boa Vista desta cidade Simplicio da
Cruz Ribeiro, e tendo em vista as informacSes do
director geral interino da instruego pnica de 4
de m io prximo fiado sob n. 138, ouvido o eon-
selho director, e do inspector da thesouraria pro-
vincial de 24 d'aqnelle mez sob n. 3;7 resolve de
conformidade com o disposto nos arts 27 e 39 da
lei o. 698, de 13 de maio de 1864, conceder-lhe a
gratificado correspondente a quinta para d> seas venciroentos, visto ter-se distinguido no en-
sino por mais de quinze aanos.
XPEDIEXTE AS3IGNADO PELO SP.. DR. ELIAS FKBDERt-
CO DE ALMEIDA E ALBUQUBB.QCE, SECRETARIO DO
GOVBRNO, EM 6 DE JUNHO DE 1870.
1." secao,
N. 159.Oflicio ao Exra. teneral pop- *
das armas-De ordem *! \ ??"*"' ?--raandan-
idente da provincia Jeelarn'* V V Sr Vice-Pre-
ta ao seu offleio mu _a -.;' E^em "T*
oxpedidasasc^v;oKAV-b !i 30.2' <.ne ficira
da com|
a corte
esouraria de fizend1 para aj:istar-llie
conlas e passar guia do soccorrimenlo.
2.a seccao.
i\ ICO -Offleio ao Sr. Dr. chefe de polcia.
De ordem de Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia transmiti a V. S. o titulo de uomeaco do ci-
dado Jos Jos Alves Maciel Jnior para o cargo
de sub,iel--gado do districto do Calenda, teodo sido
pir deliberarlo desta data exonerado os cidid.ios
que cxerciain esse cargo e o do respectivo Io sup-
plente de conformidade com o seu offleio n. 811
de 31 do mez lindo.
N. 161.Dito ao Sr. Dr. chefe de polica. Do
ordem do Exm. Sr. vicepresidento da provincia
transmito a V. S. o titulo junto do nomeago do
cida-lo Jos Francisco de Bufos, llego pira o
cargo de delegado do districo de S. Lmrenco da
Muta de conformidade com a proposta de V. S.
em oflieio o. 810 de 31 de maio ultimi.
N. 162.Dito ao bacharel Antonio Bento de
Olivera.O Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia manda acensar o recabimento d > offleio de
24 do mez Ando em quo V. S. commanieou ter
nesja dataassumido o exercicio do cargo de juiz
municipal do termo de S. Bento pela raza nelle
declarada.
N. 163Dito aoSr. Alfredi Alfonso Ferreira
O Exm. Sr. vice-presidente di provincia manda
aecusar o recebimenlo do offljio de V. S. de do
crreme em que commuoica ter procedido a op
posicao das sellos e arrolamenio dos bens deixa-
dos pelo porluguez Alexandre Teixeira Pinto fal
lecido nease termo.
3a seccao *
N. 164.Offleio ao inspector di thesouraria pr9
vinciai.Di ordem de S. Exct Sr. vice presi len-
te da provincia communicoa V. S. para os devi-
dos fina que a 21 do msz lindo, mandei qne fosse
addido ao oorpo provisorio de polica o alferes
honorario do exercito Caetano Vieira da Paz, que
volion do Paraguay.
'''aa'aaMa^^
Ano r """"'-'''tPara dacpiniraanjrienara
wea-Sfcfki.'corpo prov.sor.ja ae \ggSk
01ARI0 DE PERNflWBUCO
RECIFE, 4 DE NOVEMBRO DE 1870.
A illustrada rodaccao do Liberal nao qaiz dei-
xar passar sem reparo o nosso artigo de 341 de ou-
tubro.
No ;eu intento de fazer guerra sem (regoas
todos quintos administradores ti ver esta provincia,
que nao forem do sea credo, o ilustre orgko do
partido liberal toree s vezes as mais simples pi-
avras, d cores carregada' s mais paras hra>m-
coes e interpret seu geito os mais inno:enies
pensamentos, com tanto que acbe brecha no que
se diz no campo adverso para penetrar nos re-
ductos inimigos e ir ferir no peito, no coracaa,
aquelles administradores.
Nao deejamos e oem aceitamos discasoaj so-
bre poltica, e espccialmDj sobre poltica le per-
sooalidades, no espaco reservado nossos anifos
edictoraes.
(uan lo per accidens nos cecupamo; algum tan-
to de poltica, nunca ferimos ninfruem, porque
disto nunca -entim is carencia, e ainda menos pro
cura 'ios abrir lula, porque temos certeza de que
del'a oeohum bem resultar ao paiz : quando tra-
taaios de poltica, antolha-se-nos o inlemio pu-
blico, diante do qual desapparecem as personali-
dades e todos os seus interesses, qaaes:iuer que es-
tes sejam.
A redacci do Liberal foi injusta, foi injustsi-
ma na apreciaca que fez em seu artigo de hon-
tem acerca do que dissemos 30 do passado.
Nos pensamos, e j aqui o disjemos, que o gabi-
nete de 29 de setembro coaiinu.idor da palitiia
do mioisteno de 16 de julbo.
Que importa que umi pequea divergencia so
dsse, ou se d entre elle?, no modo de apreciar
a qneslao do elemento servil ?
Al hije essa qaestio nao se acha inscripta nos
programmas das partidos polticos: cm ambos os
campos ha defensores em crescido numero, asira
como lia antagonistas em limitadssima quanti-
dade. Como, pois, esiranhar que horaens sectarios
dos mesmos principias polticos divirjatn no modo
de apreciar urna oneslio social 1
Se queremos admittiir. se ad.raittimos mesmo
ino se d essa divergencia, adiamos que em ludo
o mais os dons gabinetes esto accordes e que a
poltica do 2"} de setembro tem sido e continuar a
ser idntica a do 16 de julbo : se fosse outra a po-
htiea, se fosse diverso o modo de pensar do mi-
nisterio &. Vicente, par certo, o Sr. conselheiro
Diogo Velho nao sera hoje presidente de Peruam
buco. E' preciso que o Liberal habitu se a fazer
juslica aos seus adversarios.
Como, pois, quer o Liberal fazer distineco en-
tre os dous gabinetes, ou por em duvida a since-
ndade da circular do gabinete S. Vicente.
Essa circular encerra exactamente as tenden-
cias do gabinete Itaborahy, e estamos cerlos de que
esse Ilustre estatista nao se fuara assignal-a,
porque tal era o modo de pensar dos homens do
16 de julho, nem se recusar reconhecer no
Sr. de S. Vicente o continuador da sua sabia e la-
minosa poltica.
Se ha pois completa i lentidade na pol i tica dos dous
gabinetes, por que dit o Liberal que o Exm. Sr.
Diogo Velho nao de-e ter presente ap espirito os
termos da circular do mioislerio S. Vicente, mas
sim as normas do gabinete Itaboraby ? Para que
o Liberal torceu a sea geito as nossa? phrases e
descoriioou pensamentos qae nao (vemos?
Afflrma o Ilustre orgao da imprensa opposicio-
nsta que o Exm Sr. Diego Velho ha-de quiar-u
na missao de que o incumbi o governo imperial
pelas normas da violencia e compressfw, ostenta-
das constantemente pelo gibinrte de 16 de julho.
Qaaes f,ramas violencias e compresses do ga-
binete de 16 deinlho? Oode e quando foram pro-
vadas essas violencias e coaiprossSes?
Formar capitulo? de aceusagao sem provas fa-
cilimo; mas reflicta o Liberal qae oesse caminho
vae a imprensa esbarrar-se face face cora o des-
crdito, e o descrdito a raorte dos jornaes e o
aoiiuilamento dos jarnalistas.
No nosso artigo de 30 de outabro dissemos
i Urna poltica, ama graade poltica que con-
vm segnir i aiministragao de Pernarabuco a
que tem por base o deseav^Ivimento das forcas
productoras da provinct pelo derraraaraento de
todas as facilidades agricoftara, e bemassim o
franco impulso ao andamanto das obras de aue
carece a mesma pro^sch.
t Nesse le^eno S. Rxc. pode prestar importan-
tes e yaliosissinu* ser.vigos aos seas administra-
dos, cimentando *> nises do engrandecimento que
o futuro reserva,*; Peruambuco, qaer pela sua po-
sigio geographK-a, quer pela uberdade do seu olo
e aclividade r> seus habitantes. >
S por Capricho o Liberal recusar prestar lio-
menagem a, poltica dos inelh'iramentos materiaej.
Negara t, Liberal a necessidade que senie a pre-
Vincia de lguraas obras de importancia ? Contes-
tara a 'Vgoncia de medid que anxiliem o desea-
''"'"ftnento da agricultura, prinsipal e talvez uni-
el fonte da nossa riqueza, do nosso engraudeci-
mento ?
Para i?so principalmente procuramos captar a
attencSo do Sr. coonelheirp Diogo Velho, que. nao
dexar por certo de curar com desvelad soov
lude do bem material de Pernarabuco, como if
duvida ha-de esforgar-se pelo sea desenvolv*'
lo roatrat.
Foi a polilica dos msJhoramentos nwior'
E contestar por ventura a necessidade de ho-
mens especiaos para leva-ta effeito?
^ esse ariigj dissemos :
gm Pernarabuco. se ha algnma dificuldade
vencer na rualisago do qu chamamos urna gran-
de pi>lifi;a, consiste ella na escolha dps haaiens
Je q e se deve cercar a administraga para levar
effeo esse pensamento: consiste ella igualmen-
te em saber approveitar as forcas uteis e as dedi-
cacoes sinceras, sem quebra dos principios regu-
ladores da jusli.-a, da ordem e da liberdade. c
O Ilustre colloga do Liberal apeoas inserio no
seu artig > de hantera melade deste tpico, nao se
dignoo considerar o resto.
Perd- o coilega a suposigao, mas parece-nos
que non ve intenco malvola n'esse modo de pro-
ceder, por que a segunda parle doparagrapho
completa de algnma forma o poso- pensamento
expresso na primeira*
.Nes-e tpica achino liberal que preconisavamos
urna poltica de exclusivBmo, de que somos since-
ramente adversos, e que pregavamos a predilecc&o
administrativa pelos jerarchias ( s/'cl )do partido
conserva ior, com detrimento dos homens notareis
do nutro credo poltico.
E' frcoso torcer e torcer muilo a phrase, ne-
cessario torturar e torturar muito o pensamento
do nosso artigo para chegar essa conclusio que
tirou -o Liberal.
O qne dissemos n* ?
Qje era na esolha dos homens, que eviam rer-
car a adninislcacao, que esta ieceria ocluir difli
culdades para a realisaco do qae chamamos DMA
GRANDE POLTICA.
Onde est ah proe amado o exclusivismo ? On-
de est o desacord com a circular do gabinete
de 29 de setembro ?
PoU i escolha de homens re're se nicamente
aos secttrios das doutrinas conservadoras? Pois
s podem cercir a administraedo os amigos pol-
ticos do presidente?
Podaramos citar-, fados em contraro, passados
na admioistragao sensata dos antecessores do Sr.
conselheiro Diogo Volbo; pederamos apreeentar
nomes de lib?raes disttnctos que prestaran serv-
eos provincia nos lempos anteriores, no dominio
do gabinete de 16 de julbo; nao o faremos, porio,
porque nao temos carencia d'isso.
Lea o Liberal o nosso rtico de hontem, onde
completamos de certo modo as deas emillidas no
de"30 de outubro, e o Ilustrado redactor da folha
opposieionista se convencer qae (eraos marchado
sempre no mesmo terreno, e em harmona com o
pensara ralo do ministerio de 29 de setembro, que
o roesmo do gabinete do Sr. da luborahy.
Habitese o Liberal fazer jusliga aos seus
collegas, resucite as monedas paras dos outros, e
nao nos empreste sentimentos que nao temos e
que estamos longo de louvar e acariciar.
Lembre-sn o Liberal da bella phrase do conse-
IheiroTJistr.-Sem virlude nao ha felicidade, e
onde ka imjustica nao ha virlude.
Amanfca s 3 horas dn dia igoalmeolo cele-
bra-se a miss do T dia por alma de Minervioo
Jelterson Pereira de Oliveir "no convento do Car-
me
TEMPORAL.O patacho rogJaz Wulfidetle,- em
viagem de New-York, enconlrou na lat. 33* 66"
um lao grande temporal.qne foi conduzido pelo ira-
pulso das vagas 2o barricas de brea que conda-
zla sobre o convez.
NAVIO ENCONTRADO. O patacho Joboato,
em viagem para este porto, encowrou, 28 de ou-
tubro, na lar. 2f> 30' N. e long. 31 e 1 a barca
rrauceza Santa Anna, qpe iasem novidade era via-
gem para Marselha.
INSTRUCC-AO PUI1UGA. Tem para nos om
interesse secreto ludj qnanto se prende aos des-
tinos da instrucgao publica. Tralando-se de om
novo meihodo de encino, aqaelle inieresse sobe
de ponto, dos methodos qae o ensioo depende.
E onninado por estas vistas que transcreve-
mos do Jornal da lardi as seguintes palavras que
atiestam, um tamo, o zelo do- Sr. ministro do im-
perio pelo progresso da ioetruegao :
O Sr. mini-tro do Imperio visiteo hoje (21) o
collegio de Mine. Tanire para se certilicar pes-
soalmenle dos resultados e do alcance do meiho-
do do Sr. conde Ziba applieado historia e
estatislica. Todas as aluranas interrogadas peran-
le S. Exc. respondern) com presteza e exaclido
s questSss que Ibe foram feila. sobre os factos
laro as disposirSes notoria mate dtvTMwei
disUngnem de lodas a ontras locMitouvas
Nella o systema de tres rodu dMoM
nos velojiped-*s, serrindo a dofreale > ni* <
directora des movimentos; ea r*Ja leln eer
tos cyliodros compressores de leite de estrada*
A dispoeigao das calJeiras e da eollerari A,-
dous homer* qne maoobram a madNaa, o* rmer
valorios ou cofres qoe existen tornan salietMt a>
observador menos aliento a diffcrwKa immew
com as onirao locomotivas e gravan na menta a*
formas caractersticas da Road-Steaawr na e>
trata ^^
Nao concecetnoa iodos os detalaes (ka orrjaV
della; mas pelos pareceres e pnMiaaeAes
que temos ldo, assefora-se qoe a ni
da-
PERNAMBUCO.
.n
ien-
cbaraimos urna
ttfr4 T
gi;ande poli\tc.
.'ta.rt otl-
REVISTA DIABIA.
Al'TORIDADE POLICIALPor portara da pre-
sidencia da provincia, de do correte, foram no-
meados 2, 4, 5' e 6 supplentes do subdelegado
do districto de GoyanninhaManoel Camello da
Veiga Pessa, Joo Autonio Rodrigues Correa,
Francisco Rodrigues Correa d'Albuquerque, An-
selmo de Albuquerque Mello.
THESOUffARIA PROVINCIAL.Perant a jun-
ta administrativa desia repartigao vio praga :
No da 10 do correle, o imposto de 800 rs. por
cab ga de gado vaceum consumando na comarca
le Garanhnns, avahada em 4:0151000.
No dia 17, a obra do aterro da Varzea do enge-
nho Rosario, no termo de Serinhiem, avadada em
5:7201000.
IMPOSTO PESSOAL.-E' no corTente mez qae
deve ser pago. Iivre de malla, o somesire do
exercicio de 18701871, do imposto pessal.
FACULDADE DE DIREITO.-Hantem lizeram
acto os seguiule? alumnos :
Io anno
Ilenrique Marques Lins, plenamente.
Antonio de Souza Pinto, dem.
Joo Theophilo de Mirsillac, ilem.
Augusto de Squeira Cavalcante, simplesmeule.
2u anno.
Gentil Augnslo de Moraes Rittenconrl, plenamente.
Jos da Cunha Teixeira, simplesmente.
Joo Tdesphoro da Silva Fragoso, plenamente.
Vicente Antonio do Espirito Santo Jnior, simples-
mente.
Democrito Cavalcante de Albuqaerque, plena-
mente.
Um reprovado.
3o anno.
Daniel Alves de Queiroz Lima, plenamente.
Ernesto de Carvalho Pires Lima, simplesmente^
Gongalo Vieira d Mello, idem.
4* anno.
Amaro Gomes Carneiro Beltrao, plenamente.
Antonio Serrano Googalves de Andrade, idem.
Henrique Affjnso de Miranda Leal, idem.
5a anno.
Jos Luir Peixolo de Vasconcellos, plenamente.
Jos Mirianno Carneiro da Cunha, dem.
Tnimoteo Epiphanio Ferreira Lima, idem.
Francisco da Caoba Castello Branco, idem.
DESASTRE Hontem s 4 horas da larde, em
face da estgio da via-ferrea de Olinda, nesta
cidade, o trera que chegava do Recife maltralou
bastante om horaem de nome Vicente, morador
ra da Boa Hua, fracturando-lbe nma peroa e
ambas as mi?, por se ter espntalo o cavallo
em que ia elle montado, e te-la atirado sobre os
trilitos, sem que fosse possivel tira-lo antes do
desastre.
Segundo nos informim, o horaem eslava ebrio
e nao poda goveroar o animal em que ia mo-
udo.
MNIBUS DA PASSAGEM. Ioforma-nos ara
assignante desse mnibus qne na teganda-feira
ultima foi excedida a lotago do que sabio s 4
horas, pois que, devendo canter no mximo 28
pessas, oontinha 42 I 0 resultado d'esse excesso
foi que no Maodego muilos passageiros foram
obrigidos se apearen porque o mnibus corne-
gou eslalar ameagando parlir-se.
Nao ser possivel lomar alrtaraa medida coher-
oitiva de semelbanl* abusa ? Deisar-se-ha conti-
nuar isla assim at qp$ acontega algnm grande,
desastre ?
IMPOSTO DE BARHEIRA.O que so estava
cobrando na pontestaha dos Remedios foi manda-
do suspeu*9r pr ordarn da presideacia.
LADROaES DSCWALLOS.-Informa nos qae
pelas baldas, rio 2." districto de Afogadus andan
forajidas tj exercitaudo a lucrativa proflss&o de
ladro ^e eavallos algons iudiv|drs gerfrlmente
tidos m roa conta.
-Carta/nenie o respectivo Sr. subdelegada ignora
o facf,; para elle pois chamamos sm attengao,
W,mmendandi).yjd |guns ciiatos que om ares
* -, innocentes vagara por all sem offleio nem be-
neflcie e sempre prvidos de abundantes meiot de
vida, que podem nao ser liaaesiament? adqaerl-
dos.
MISSAS FUNEBRES.-Hoje s 8 hars da ma-
nhia celebra -teja ordem 3" do Carmo a mtssa do
7* dia pela alma da D. Jeaquioa Machado Pires
Ferreira.
variados e numerosos da historia dos sete priraei-
ros secutes chrisiaos. Explicando o meihodo em
porluguez com clareza e precisao a professora do
collegio D. Olympia Tanire, Alba da directora,
sendo interrogada, expoz pelo mesmo meihodo a
soperlicie e popalacao, bem assim as rendas e
despezas de varias provincias e cidades do Brasil
e da Inglaterra.
Estavam preseales, alm de S. Exc. e doSr.
conde Z iba, o Sr. bario d Cotetipe, o Sr. depo-
tado Dr. Candido Mondes de Almeida, os Srs. pa-
dre Paiva, os professores Jos Cardoso da Silva e
Manoel Jos Pereira Frazao, e mais algumas pes-
soas interessadas no progresso da insiruecio.t
MACHINAS DE TRACCAO E VEHCULOS DE
TRANSPORTE DE R. W. THOMSON.-Do Traba-
Iko, jornal que se publica no Rio de Janeiro trans-
creveraos o segrate :
a O governo imperial acaba de animar, por de-
creto de 24 de agosto, a introduegio daqnella lo-
como ti va e carros, concedeado privilegio aos Srs.' ^
engenlieiro Paul a de Oliveira e Carneiro Monteiro, I Jm7 nn
pelo lempo de .5 aonos ; foi limitada a concessio veU,e $SVS empregada e apr*
as velocidades medias e a forga de Iracgao em so>
didos os melhorameDlos para torna-la solida,
com boa distriboigio do vapor e beta estada*.-
proporgoes.
Accresce qae o engenheiro leve afchn tda e
proteger a rodas cora aros ou revaatfeaaat V
borracha vnlcanisada. Foi por estta trjpodum
que alcangoa excepcional atrito; pel<> (jan eiafce-
gando machina de pequeo peso era relttm ** >
syslemas expermenudos al neje, ccaatf ara-
ran volver poderosa torga de traeeo ; tal que h-
cilraente transporta diversos carros eaa graadw
pesos. As experiencias publicas feita en aariw
partes e notoriamente na Escossia, so a asper-
gi de engenheiros de recoohecida rnmpiof ln.
verifica rara qae essas locomotivas poden fa
nar em diversas natnrezas de terreos, teprn
compressjveis ou nvenles, podeado gala^r
des declives, gyrar sobre si era nn esparo
limitado, como os vehculos coniatoas a par
percorrer facilmeate as estradas ornaarias,
sendo esireilas e sinuosas. Era hypothe. t
voravel no declive, a machina powaale csaaa >
transportar mais de duas rail arrobas ; pmu n
is velocidades'medias de dote e qoiaze kaii
tros por hora nos terrenos de boas coadgoes.
a Temrs citado apenas os resolladas earlranos
porqoanto a Road-Sleamer de Thomson lera o
tro typos principaes, isto machinas da larga
6, 8,12 e 25 cvanos-vapor, s na elasse "
destinadas ao traneporie de graades pesas
da existe outro lypo adeqnado aos servan
leves, achando-se nelle o mot yr eneoraarae ao
mesmo vehieuio age deve conduzir os pasas, r. ,
transporte de passageiros.
< As locomotivas Thomson se aprasaaaan a>
modo animador, por contar estados experiramua
do consumo de conamli-
s provincias de Pernarabuco, Parahyba, Rio Gran-
de do Norte e Cear.
Vamos dar algumas informagdes respeito das
machinas.
O problema dos transportes pelo emprego de
locomoveis, islo sem a dependencia de trilhos,
as estradas ordinarias e aproveilando-se a pode
rosa forga do vapor, tem preoecupado
a preoecupar os mais habis engenheiros mcha-
meos.
a Basta mencionar o objecto, para tornar evi-
dente o sen alcance em todos os paizes do mundo.
a Repetidas experiencias lem-se feito sem con-
seguir a s)lagao para o fim essertcial; todava, j
de ba muito, as machinas prestan de modo prati- i0.is4
co avallados servigos a agricultura ; nesta corte '
figurn em nossa ultima exposigao nacional a bel-
la tocomovel de Ramsomes e Sims, fabricantes in-
glezes, que conservara honrosa nomeada na e3-
pecialidade. As machinas de Calla e as de Pilter,
pelo syjtema Gareti,'fabricadas em Franja, gozam
tambera favoravel acceilago. Mas o problema
principal mantinha-se sem a conveniente solugao
pratica. A Inglaterra sempre digna de raengo
oestes assumptos, prest inlerese especial ques-
tao ; porque ella mnito se prende prosperidade
das v/islas olonias nglezas da India e da Austra-
lia. Ora, justameute um engenheiro inglez de
Edimburgo, o Sr. R. W. Thomson que conseguio
dar utn passo agigantado]na queslao, resolvendo-a
de modo lao animador que das experiencias j
passott s applicagdes pratica?.
t A loomoliva Thomson (Road-Sleamer) pode-
rem seu complexo, prmeira vista e aos inex-
perientes parecer alguma locomotiva de via-fer-
rea, mas depois de feito o menor exame se reve-
las e declives diversos.
f Avista destas breves inforroacoes, toraan-ie
salientes as subidas vantagens qae poderio Mfr-
rir os centros prodactores do Brasil sem iraasanr-
te rnecbanico que os ligue s allandega* e anrto-
ntimil de embar '* principaes linhas forreas e de seas ranac-.
i Oam a organisagao de associagoes de peqnrr. <
capital, ser o modo possivei de carur a diftkul
dade dependente da constroeco de moilos rama"
secundarios de vias frreas, obras que presupr*
despezas sempre onerosas qae pesara aos prodar-
los, quando as zonas transpostas sao poneo pepn-
i t Salvo algumas provincias e mesma s en al-
gumas de saas comarcas, seria as boas estrada'
. de roda^em que devero preceder s vias-ferrraa
a Ora, para aquellas qae as machinas Than-
sonapresentam grande atilidade e propicia appl-
cago ; verificanJo-se pois o qae nos parece mu
lssimo provavel, resulta grande melhorr.meo
nos transportes terrestres e, por c laseqnen -ia, di
recto auxilio a todas as industrias qoe delles d
penden.
LKILO.Hoje as 10 baras em pooto elT-cla o
agente Pinto, no 2" andar e solio do sobrado da
ra do Imperador n. 51, o lellio de novis, haoc:i
Vidros, e grande quantidade de vinaos Aoos. e oo
tros moilos objectos : lado de cootormidade roa.
o aanaaeio inserido no lagar competente de te
mesmo diario.
LOTERlA.A quo se acha a veada a 18.* a
beneficio da matriz de Cabrobv a qual coTe ac
dia 7.
TABELLA DO REXDIMENTO DA ALFANDEGA DE PERNAMBUCO DO MEZ DE OCTlT.flO IX.
CllRRENTE ANNO F1NANCEIRO, COMPARADO COM O DE U.t AKS ME/ES DS lH 3
AXNOS LTIMOS.
Imporlarao
7.
Direilos de consumo___
Dito de augmento de 40
Dito de dito de30"/o-.....................
Ditos addicionaes de 5 %.................
Expediente de 5 "/ dos gneros livres de di-
re tos de consamo.....................
Armazenagem...........................
Despacho martimo
Ancoragem.............................
Expoiiaco
Direilos de 15 % do pao brasil.............
Ditos de 9 / de exportago...............
Ditos de 2 1/2 % idem....................
Ditos de 1 1/2 % do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dos diamantes...............
Expediente das capalazias................
Interior
Renda da tynographia nacional............
Dito do papel r>roporcOIV,............
Dte do papel fixo.....................
Sello adhesivo...........................
Emolumentos...........................
Imposto de traDsrnissao de propriedade de 5
.,' da venda de embarcaedes............
Dito 1 / d atTematagao de bens movis..
JfTf-oordVTion'a
Receita eventnal (multas).......v. ......^
Depotitos
Depsitos de diversas origens...........
Dizirao do provincia das Alagoas........
Dito da provincia da Parahyba..........
Dito d provincia do Rio trande do Norte.
Coarrbuirao de caridade.................
732:198*891
Alfandega de Pemarnixico, 2 de novembro de 1870.
1870 87/
42:: 193*432
163:t*U5t<
1;508*422
7": 409*539
4:457#18
9.954392
2:761*860
37:923*549
868*130
2*000
21*760
567*200
470*610
563*000
579*124
725:17247117
1:017*601
395*174
4:513*460
1:899*699
1SG9 187C
C92.2565002
94:761*863
1:496*020
1:4*083
S; 103*730
5ja:883*H4
I ',01*640
226*0'0
131*180
9434008
184*:i30
3784J50
1:311*433
1969 96U
1,010:497*685
941*713
28:218*953
39*351
740*160
1040:437*882
433:085*1*.?
82:37IV*
877*94.
684*1'-
l:893*3:va
103:837*ir
l:J98*94i,
8S*3'
554SI0H
7313M
1:067*53
83MM460'.
8i7*2H
C:t*flM
84*3
34S*3I-
837:228**^
Serviodo de chele da Y aeraran.
Anselmo Jos Pian aV'Jhm-tf
PUBUCACOES A PEDIDO.
Megnaila resp ata ao autor da
Mofla*.
ma parte daquelle artigo dedozimos qae o tofisl.'.-
d( r criminal brisiltlro qniz ou devta qaerer fe
var do direito de queixa o orTeodido que por que
quer motivo fosse iniraiga capital do sao afca-
sor; mas nao ba tal. O qoe dieanaa tatm esa
pooto, que alias apenas oa dos Mas fff0
consideramos a queatio, foi al en sea** *-
mente confirmatorio da nataral e sabia a****1
ii referido artigo do cdigo; sdraaaja faaaara
harmonisa-lo com o art. 75 do neana, cenac.^
tros priocipios do mximo Taror qae ea i .ap
cirio nao se nie aaixar *a arr an aanag*' -x
No Difiri de Pernambnco de t% ro crreme o
autor daMofioasobre a deauncia do Sr. Loa-
rengo de S, replica reposta que Ihe demos no
mesmo Diario do dia anterior.
Pretende elle que era nosso artiga confundimos
queixa com denuncia : define-nos o que se|a urna cacao nao' se pode deixar
e outra ; manda-no* lr os ariigos do cdigo do1 pena da torna-la monstruosa. _,
proeeiso que transcreve, e que com questao en-1 Dicemos que nao repntaad
tendem; e conclue iriumphanie: o legislador nao! ioimisade capital do pal, P10.^***"* *
- podia privar o ini migo capital d* dir queixa iorigem, contra o oftoosor do<***>
qnando f isse offendido on gtivesse ais condi- inhiba de qaeixar-se daqoellc, Han
g5ei do art 72, e ,,,m j (Jj deduccao tirada pftr-se que qniz era raaao eaiaa
um parnllogsmo etc.. '"" tzS^T m moatrax-acs a r *--
ha de persaad>r-se que em algn-1 *** >~



- : '.-
t*4 Pernambuco Sxla eira 4 de NovembfO de 1870
*
I -
r
^
Une Ul absurdo nao se di, que ha realmeate IB*! *e^tJtt;S!f. Sj'S^f ******> PrduI
ma razio mario poderosa e multo jundica para essa^wBmdade nos ca^i dedenuntia por offen-
que aiuella tatole Je nao inhiba o queixa do pal,
e inhiba a denuncia do lllho. Mas a qne elle nos
dea, invocando as dispo>Ic5es dos toas ttaua
arte. 71 e 75 16^ nada a anta; vale e meime que
si nos dicease:o absurdo que assignalais, o co
rollario monstruoso qae tiraes de nossa douirraa,
sao, com efleito reaes e evidentes, toas devem pre-
valecer, porque a le o* consagra t
Ser isto resposta propria de qitem aeve enten-
der ou applicar a lei? Blla envelve ama inju-
ria ao legislador, urna infraecl* da mais eoraesinb
regra da hermenutica jnridlea, e aflnal Dio passa
de urna petcao de principio oueiroulo vicioso. Na
verdade, do que se trata exactamente de indagar
si aquello* artigos do cdigo do processo podara
ser entendidas como os eatende o motinista, quan-
do m.ixima correle em direito que nenhuma
dioosicao de le deve ser interpretada de modo
que del la resolte disparate.
' bem claro, que a argumentacjio emprega-
da pelo autor da Mi lina para nada mais serve
do qu'i para salvar em qualquer hypotbese o direi-
to de queixa que corr pele ao pai contra o offeo-or
do tilho, segundo o art. 72, anda que a seu respei-
t) se wriflque a inimisade capital de qae faila_ o
arL 75 5 6; cou?a que nada esclarece a questo,
e que, alias, Jarais contestamos, nem podamos
contestar. E a too se limitou o seu esforco I
Recordemos o mais que dicemos no nosso artigo
publicad) no Diario de 27.
M viramos ah que, alm do absurdo cima no-
esL_ _______________
sa propria ou dos ooojonctos de aneaos falla
Pment- Bnen., oo, de qae essa inhabilidad*
prevalece, como dosseraos, qaantoaos denunciantes
estranhos aos. offeadido, ou que nio eslo com
lies naquella ligacao intima de partnteeco prximo
e directo.
Em ultima anaiyse eoacluiremos, !. que a de-
nuncia do Sr. Loarenco de Si foi, perianto, muito
competentemente por elle assigoada; 2.* que equi-
valendo ella ama queixa, pertence-lhe o direito
de apresenlar-se no processo rpspeclivo como
parle aecusadora, se assim o julgar oecessario ou
conveniente ; e 3. qae quaado, depois de baver
foraecido ao Sr. Dr. chefe de polica todas as pro-
vas ou indicios vehemente? do criraedo Sr. Gaspar
Uchoa, que por delgeoaias de sua familia se pe
oblar, julgue preferivel dejxar a cargo olflcal
da autoridade publica, a pesqniza de novas prova*
do mesmo crime, e a puoicao do criminoso, ero
por isso a sua denuncia pode deixar de ser acei-
ta, nem menos legal e competente.
Temos respondido ao que no artigo do autor da
moflnanos pareceu realmente digno de conside-
racao ; quanto ao mals qne nelle so contm de ca
loadocal, sobretudo na sua ultima parte, nao nos
fcierece resposta, e nem nos ou o publico podemos
estranhar, sabeodo de onde vm.
Rocife, 31 de outubro de 1870.
Dr. J. Silceira de Souza.
J
Uda >eria oulro igualmente evidente, o admiilir-se
como motivo de luhabilidade para a denuncia do
tilho a inimisaae apenas fleta deste contra o o Ofen-
sor de seu pai am razao de pleito em que succede,
o nao cuasi derar-se cumu (al a inimisade real* e
flagr.ute, que, robora nao havenJo esse pleito,
da-se e a propria lei.reconhece (ord. liv. 3o lit. 58
8 ...) entre aque-ile lllho e aquelle offensor, diga-
mos, assaijiuo de seu pai, pelo proprio (acto do
crime.
U airamos anda, que esta inimisade dando-se
assim seuipre, a douiriua do autor daMolina
lesava-ujs ue:e>sariamenle a mais outro absurdo,
qualode privar o fllb(epala mesraa razio, o ar,os
irmos e'.c), ja do direito de queixa contra aquelle
BtMfiBO, em vista do art. 72 do cdigo do pro-
cesso, ja do direito de denuncia, em vista do
arU 75 6, entendidos elles a seu modo; isto ,
que eiiielhaotedoulrm> despoja* o filho em toda
a hypotbese e de urna maueira absoluta, quer do
1 pritneiru daquelles direitos, que a lei concede ao
pai por um fun amento que em lodos os sentidos
e em toda a sua exlensao reciproco entre eHes,
quer do segundo, que, alias, a mesma lei concede
a qualquer pessoa do povo.
ilo-tramos mais, que para eviur-se todas essas
raonjlruosidades, e poder-se applicar os citados
artigos do cdigo do processo de um modo racio-
nal e conforme com as exigencias da naturoza e
com os mais saos principios da jurisprudencia,
era preciso entender- se a inhabiliiade provenien-
te de inimisade admissivel smente a respeito de
exlraubos, ou pessoas que nao estejam para com a
victima do crime naquellas relacoes de parentesco
prximo, o que alias adiante 11 cara anda melhor
provadn.
Finalmente, era nosso sobredito artigo, raforca-
idos a oossa dontriua com valiosissimos argumen-
los deduzidos da propria ord. liv. 3 lit. 36, e entre
ojIMi, que seria anda um novo e grande absurdo
applicar-se a inliabilidade que essa ord. decreta a
respeito de le-teaiuuhas em materia civel, aos pa-
rentes daqueaclasse denunciantes em materia
erme, quando a razio dessa inhabilidade no pri-
meiro cao exactamente o lortissimo fundamento
jielo qual e concede no segundo um direito espe-
cial de accuiafo; isto ao primeiro o introsse
reprovavel que tem ou se presume ter a lestemu-
nlia na condemnacao daquelle contra qnem de-
poe ; e no seguodo o iuu-resse muito natural o
legitimo que leem os representantes da victima na
punir;V> do sen alg>z.
TuJ i Isso llcou em p : nada Ibe respondeu o
mofla sta, encastellado na simples iMtincgo en-
tre queixa e denuncia, e no que sobre ellas ape-
nr,s ia;e.i->l e litleralmente dizem os arts. 72 e 73
5 G. do cdigo do processo ; argumeotagao arla
qu?.l so liie 6 Jado chegar orna conseiuencia.
svibre a qual nuuca movemos a menor duvida,
como j vimos.
Podriamoe agora mostiar quanto as suas defl-
BioSes d'' queixa e denuncia sao errneas, e como
ellas confaadem inleiramente essas duas especies,
em cuja disrtcclo <]ais elle fundar a sua theoria.
Mas u"ij servindo isso era cousa alguina para
esclarejer a queslio, nre-cindimos da estulta glo-
ria Je o fazer palela Para reconhece-lo basta
li-r-sa o qae sobre essa materia diz Pimeot. But d.
aaaalam. proeeaa. crin. 2. eJie. pag. 75 e 79.
O que serr perfeilamcnle para confirmar-nos
em nossa i niniao, e |nr isso aqu tr.in-crevercmos
t' itaalnenta, o que nessa mesma obra diz aquel-
le Immineiit'i jurisconsulto brasileiro IU n. 139 :
Qjand-j a denuncia dada pelo offenddo pelo
erime ou ou por seu representante, o elle se
propoe a aceusar o delinquente, eotao claro
- que a sua denuncia se coufiade com a quei-
xa....
Dzmuito bem F. Hele, que em tal caso a
denuncia se identifica com a queixa, pois que
esla uo -enao urna forma especial da denun-
cia... Si, porin, o denunciante ouseure-
preseiitanto se limita a denunciar e nao quer
aecusar, entao o claaro que assume a posi^o
de qualquer do povo.
D'ahi concluiremos nos: ou o fllho lem recipro-
camente ana o pai o direit) que a este concede o
art. 72 do coJigo do processo, e entao a sua de-
nuncia de primeara especie e converte se em
queixa de legitimo representante do olfendido,
contra a qual o^proprio moflnista concorda que
naople prevalecer a inhibitoria de inimisade;
ou nao tem o Tilho a uelle direito, e enlo a sua
denuncia pelo menos da segunda especie, equi-
vale em todo o caso urna participeao do crime
a autoridade para proceder ex-oflicio, e contra
a denuncia assim consiioraia nao pode h&vtr
excepc) alguma de inliabilidade. A autoridade
publica dbngada a recebe la e a promover o pro-
cesso e a punijo do criminoso.
Mas indaguemos de qual dessas Juas especies
deve ser realmente considerada a denuncia do Sr.
Loureneo de S.
Para uao ser da primeira, ou em cssencia nma
qaeixa com todo3 os eus eloitos legaes, preciso
sup;r-se liquido c corto : i.", que o fimo nao
tem, com etfeito, o direito de quexar-se do offen-
sor de seu pai, em visla do art. 72 do cdigo ci-
tado, e parece ser esta a base de toda a defectiva
confusa argumenta5io do moflnista ; o 2." que
se deve reputar motivo de inbabilide do mesmo
pira a accus^ro d'aquelle offensor a inimisade
proveniente de pleito exilente entre ete e seu pai
a que elle ucecede.
Ora s'vo realmente lquidos e certos estes dous
P .utos ? 'Ao contrario ; niio s a atfirmativa r.a-
melles sentidos d lugar a todos os absurdos que
ja assignalamo8; mas anda temos em sentido p-
posto nao : a autoridade de abalisados crimina-
Ji-tas. cuno al, eipeeUlaiente quan'.o ao segando,
argumente dcduzido da Dftfpria lei.
Quan'o ao priraeiro, lea o moflnisia, pir exem
p!o, i'iniont. Buen. ot>ra citada ibi n. 131. Eis
o que elle ah nos diz :
A primeira conlelo da lei que a queixa s
poi a 'i' dada pflo'iitfendtdo qm passus m, cu
pwsoa to inti.aamu:e ligada a elle, que parii-
cipe da offensa, ou o represente legtimamente,
cono o seu ascendente, ao que se deve aceres
t untar ou descendente, de. >
Veja mais Trihuteo, Goars de Droil Crimmio.
lm 2. pagin.29 e 30 ; o art. 727 do cdigo Na-
pulan ; e as opimoes de F. Heilie, e Carette, all
dudas. Aquelle cdigo Impoe at ao herdeiro a
obrig;ic_o de denunciar Jo a.-sassiui daqneUe
aeo sacced, s u pona de (bdigoJdade ; e aquel-
la li'ii oalisias fixem consistir oo direit) de 'le-
nuii'ia contra o autor ii morte do marido, lo pai,
do ite-cendeute, a sali-T; i;io que compete ao inf-
res.-': do atfciefo da fiord, do fllho, d i ascendenle
etr., alm da p.eeao civ.i que:gua!;!i*n*.e Hms posaa
r -. r ; esse o mel, Jizemelles, quet'm laes
offemlid 19 de fazer valer a caitsam d-jlons. > adt
quilji'!- nutra 'lemnisarao i:np usir '.
nao baveriafti inii-3es que para ello !>i*'n;- n.
Qi mto ao s pinJo pun", Lia o i Re-
per;'". tom. pag- 78, I .
Jo f!' querellar de || (a). A>.
tm relacvi
H7 ^ i." d i Mbi i '
kan
tvttiNarii h '/'"'"
tim/th tur i lo 6, umita -
()u a
i
Ora u, para estabele i qual
wja a ini iae inhib- .Je d w -!ann-
<:ia crime, iorocou a Orden, liv. 3. tit. ;>6, que
tjuo apoias a define para os c?^os de inliabilidade
teatexuohal cm materia civel, com mais raziu
deve aceitar a regra que da citada Orden, liv. 5>
lit. 117, especial as denuncias, se deduz e exjide o
\o Hiiu. Sr. presidente da pro-
viaela.
Invoca-ee a altencao do Exm. Sr. presidente da
provincia para o estado a que se acha reduzido o
lazareto do Pina.
bestinado para recolhimento dos passageiros e
tripulamos enfermos de navios que chegam de
portos Infeccionados de molestias epidmicas, asta
hoje convertido em deposito de mais de dous mil
barris de plvora I
r? incrivel que jsoaconie^a n'uma cidade, eii)o
porto frequentado constamente por grande nu-
mero de navios de diversas procedencias I
Presentemente nao temos mais lazareto I Os
portos de Barcelona, Tarragona e Valeoga na Hes-
panha stiu sentindo agora os estragos da febre
amarella ; estes portos mantem grande commercio
e comrauniracao com esta cidade.
Onde seao recolhidos 03 enfermos dos navios
que procederera d'aqnelles portoj f Onde taro
quarentena os passageiros f
Por certo que nao era um lazareto, ma3 em um
grande paiol de plvora, bem tranquillas, bem
abrigados, e livres do explosdes e incendios.
Os provedores de saude lera por diversas vezes
reclamado contra a siluacao do actual lazareto por
considerarem-na prejudicial salubridade d'esta
cidade, e hao indicado a Iba de Santo Aleixo como
o ponto mais apropriado para estabelecimen'os da
queila natareza.
Os antecessores de S. Exe. ja aceeitaram a idea,
eem seas relatorios.se encontram os valiosos mo-
tivos que aconselham a remollo do dito lazan 10
para aquella ilha, sendo que nos consta que o go-
vernoimperil.eonviclod'eslanecessidadejmsnileu
fazer os estudos e avaliac,ao da mesma ilha, ordem
esta que entre tanto ainda nao fui cumprida, apezar
de expedida ha muitos mezes.
O que urgente que quanto antes se lome
urna prompta providencia. E' preciso que tenha-
tnos um lazareto para cstarmos prevenido de qual-
quer emergencia. Ou se faca um lazareto provi-
sorio na ilha de Santo Aleixo, ou em outro qual-
quer lugar, continuando o ac-tnal a servir de de-
posito de pelvora, ou conserve-so elle apt-zar de
inconveniente por sna posieSo, e remova-se a, tal
plvora para a dita ilha : nanea porm reunir no
mesmo edificio plvora e lazareto, consorcio este
perigoso e extravagante.
E' Je crer que estas ideas enconlrem tambera
acolliimento no Ilustrado e zelo^-o Dr. Mostoso, dig-
no actual provedor de saude.
O eucaie Eduardo Jos .%Ives
ao publico.
O cargo de agente Je polica nos scrloes d esta
provincia dos mais arduos e arriscados.
O cidadao qae o exerce, abandonado aos pro-
prios recursos de que dispa, o alvo da calum-
nia que diffama e das mas paixoos que o assassi
nam.
Se mostra urna conlescendencia criminosa e
despresive), accommodando-se com demasiada
frouxdo a todas as semrazes e desairaos,a
anarehia se ergue, coofunde-o com o peso do
desdra e Ihe cospe na face do escarneo, e a obra
da paz por t> da a parte violada o abatida se d.'.--
111 roa e cahe I
Se pelo contrario procura com um zaio d.sin
teressado e iufatigavei prover na seguranza indi-
vidual e de propriedade e garantir a ordem e a
irauquilidade publica,a voz da calumnia o raor-
de e o maldiz, torna-o cmplice de todos os alten
tados, conjura contra elle todos os odios e o expoe
a cada instante a pen'er a reputacao e a vi Ja I
Este termo aos olhos do observador sensato offe-
rece um exemplo notavel.
Nelle existem homens que movidos de vinganca
poltica, nao vacillaro em aecusar falsamente a
autoridade para a infamar e imputar-Ihe acedes
que offendem a sua honra para a cobnr de op-
probrio.
Enlre nos nesla povoacao o Sr. alfares Jos Pe-
reira Leite tem a gloria de seguir e:ta linba de
proceder contra mira.
Abusa da mederagao e calma, de que me revis-
to, para me nao desviar do que me parece bem e
conforme aos ntimos e judicosos sentimentos de
dignidade o decoro.
Ghegando aqui este seabor no anno de 1S38
para 1859, tendo sido eaixeiro do Sr. capilo Moe-
da, negociante da prar;a de Macei, proligalisei-
llie hosptalidade, favores e todas as vantagens que
podiam significar minha decidida proteecao.
Chegou a ser nomeaJo 2o supplente d'a subde-
legada d'este distncto; mas, apenas entrn era
exercicio, se indispoz e malquislou logo com toda
a populacao.
Os obsequios que Ihe fiz, foram-me por elle re-
tribuidos, prendeudo para nanita um raeu gobri-
uho e toda'e qual urr pessoa laboriosa e honrada
que me conservava alfeica 11
Deu as" vistas de todo o mundo o ataque ea
perseguido que o 5r. Jos Pereira Laito sem ne-
cessidade e sem razao praticou em ^'ffronla contra
mim que o havia aculhido com todo o favor e Ihe
prestado os mais significativos servic.03 da vali-
lUeiito c proteeeili, quando uo era elle meu co
nhecido, era ao menos recomraendado.
O lente-coronel Luiz Paulino do ILHanda Va-
lonea, chefe do partido liberal leste termo, adver-
tido d'esta sorte por lao desvair lo procedimenio,
inutlisou a nomea^ao de 2 supplente da subdele-
gada do Sr. Jos Pereira ueste dii-lricto, oblando
a minha nomeacao para Io supplente da mesma
subdelegada.
Por occasio da nomeacao do ministerio actual,
o chefe do partido conservaor d'este municipio,
capi'o Antonio Bento de liveira, cousultou me
para ser eu momeado subdelegado efectivo d'este
disiriclo; e como eu regeilasse allegando que li-
nba sido considerado pelo pai ti Jo d-cabido qu-'
me tiuha noraeado tenento da guarda uaciaial e
Io supplente da subJeJegaca, a presidencia da
provincia, coratudo rao susteuiu.uo inJioado lugar
da t" snpplente:
Deriva dahi o descontontamaato do chife do
partido liberal, o Sr. lente coronel Lniz Paulino,
coimgo ; e como em .seguida eu rao recnsas.e a
exigencia que S. S. rae fez de me uuir com o Sr.
Jos Pereira e acompanha lo as ultiraas eleicoe-
e prend era flagrante um soldado de nomn \n*o
nifFraso, compadre Jo Sr. Jos Pprera, por de*
obediente urna notifleagao do servico publico e
injurias atrozes contra mira no carcter de auto-
ridade : eis que o Sr. Jos Pereira partindo para
a vida de S. Bento a combinar cora o chefe do
partido liberal (que exercia o cargo de jm'z muni-
cipal supplente), como se desf rcaria de mira, ap-
pareee denunciando- me ao Juiz municipal por
crime do furto de gados e cavallos I I
O chefe do partido liberal o encaro'.nha para o
juiz municipal letrado; o a luz que derramou o
pncesso em favor Ja inimoralidade o honradez
Je carcter qae presumo e da innocencia a mais
inteira em que u me achav, tenia mostrado at
a evidencia a falta de fundamento da denuucia e a
i"v,liante calumnia (documeBlos ns. i, 2 e
juiz municipal Lirado nao se prestou a sa-
1 reputacao Inclume a illibaJa que se
> :ia am h cau lo no altar do odio e da
!
rdida a causa do Sr.
irado, o recurso que
liii; e o Sr. teacQte-
partido liberal, offl-
lem Ja Ro iiiuuicpal supplente
at permita iluerlha que se tornou
supeto ie ter com sna ::i-.,nler influencia e com
todo o seu empenho aflfectuoso podido Jamora-la
du/to nove mizos; porque ser ella dada por
jui formado (qem quer que lussej, Jtria in{afli-
velmeote sido em meu favor.
Mas, no dia seguinte ao em qne flndou e qua-
triennio o juiz letrado, o Sr. lente-coronel Loix
Paulino deu, per sea proprio punho, a pronnacia
contra mim iespeito e era contradijo com (oda
a evidencia resollante dos autos I
Entretanto, o seohor doutor jniz de direito da
comarca, qnem foi presente o proces-o por va
do recurso ex-offlcio quu a lei prescreve neste
caso, achou-;e de Ul sorte ferido por essa evidtn-
eia irresistivel e victorioso que modado nella de-
oretou logo em meu favor o provimento Je came-
ro 4 que anniquilon ateiramente a pronuncia para
trumpho e satisfacao da jnstica.
A pronuncia nem fundamentada era.
E o processo responde com que justa causae
forte razao o Dr. juiz municipal que o iasiruio e
forraou, e o Dr. juiz de direito, arabos nomeados
durante o dominio do partido opposicioni-ta e se-
guramente siembros distinetos delle, nao acharara
oem sequer indicios vehementes contra mim para
pronunciarme e sustentar a pronuncia de umeor-
rilig ooario poderoso chafe na Iccslidade do parti-
do a que porteneem; o negaram-se a ja'gaf pro-
cedente a denuncia.
As propras testemuohas do Sr. Jos Pereira
Leite desenvolvern] em seus depeimentos peran-
;e o Dr. juiz municipal e o advngado da aecusa-
cao a mais cabal e concludenie defeza que se po-
da elevar em meu abono.
O Sr, lenle coronel Lua Paulino leve goslo
soberano cm fazer injostica.
E se o Dr. juiz de direito da comarca faltasse
ao sagrado o imperioso dever de a reparar, em
vista da prova luminosa produzila pelas propras
testemunhas da aecusaijo, se nivellaria orno Sr.
Jos Pereira, sageitandose ao sysiema de obedi
encia passiva e cega submisso em qae e Sr. Jo-
s Pereira est para com o Sr. tenente coronel
Luiz Paulino, e ,ue nao compalivel com os jorra
cipios de probidade, in lependencia e illu'tracae de
h imem que lem consciencia do seua acto?, nem
lio pnuco de jjiz que sabe elevarse na sua no-
bre carreira a altara do sua missio, lestemunhan-
do, como o Ilustre raigistrado, juslga e a ver-
dade, a afTeico e o respeito mais sincero.
Por que motivo o chefe do partido liberal o Sr.
tenento coronel Luiz Paulino, quando a sua poli-
tica regia o paz, dsslinguio-me com a prova de
consiJeracao que espontneamente me deu de
promover e alcanzar, sem eu saber nem Ihe pe
dir, a minha nomeacao de tee ate da seceo de
cavallarae 1 supplente da subdelegada deste
districto, erguendo-me cima do Sr. alferes Jos
Pereira Leite e annullaodo-o c mpletamente ?
Sim ; porque motivo 1
Seiia porque sou ladrao; porque esse nome
negro que sa ao3 meas ouvidos como urna blas-
pheina pavorosa, me elevara no conceito de
V. 11
Nao, Sr. tenente ce roncl, eu para vver nao pre-
ciso de-furtar, como V. S. mni bem o sabe e o seu
testemuhho de honra mm-ha frente de todos os
muiros para ltamrnte o attestar.
O Sr. Jos Pereira Leite, j foi condemnado pelo
crime de injuria, que eorametteu, licando-me salvo
anda o direito do intentar contra elle processo
por crime de calumnia, e aceao civil para satisfa
Tal o meio legitimo qne a minha razao me im-
p5e, e o permitiera minha posicao e idade_ para
punir a mais dolorosa, injusta e feroz aggresso.^Je
que capaz a villana e imbecilidade de um
autoraato
Provavelmente por effeito dessa mputaelo gra-
tuita, absurda s audaz acabo de ser demmiltido
do lugar de Io supplente da subdelegacia ; e pela
pronnnda do Sr. tonente-coronel Lniz Paulino, fei-
ta aflnal a sua vontade.
.Noposso pois prescindir de vir imprensa es-
clarecer o 'pablico e a administrara^.
Nascl e resido neste termo, onie* desde a infan-
cia me arho vinculado com a populago que me
respeita, coaidera e ludo confia de mim pela sin-
ceridade, desinteresse e affecto vivo com que a
siivo.
Para as circumslancias do lugar exerco nelle
avultado negocio; c goso de crdito superior a el-
le. A minha paixo e amor ao trabalho, me tem
trasido alguns bens de fortuna que .ne 8o suffl
cientos para passar com decencia com minha mu
Ihere fllhose dar-Ibes o estado que me roer
cem.
Grecas a Dos nem calculo com o alho, nem
vivo em in:cntineneia publica e escandalosa, nem
me dou ao vicio do jogo e da embriaguez, nem
rae presto a instrumento dcil e ceg do Sr. tenente-
coron.'l Luiz Paulino, nem de ninguera.
Manieiiho as melhores rejaco .s com a principal
geato da torra, le quom sou muilo conbecido e
que me honra com a sua estima e affeico.
Ademissao que me foi dada, lem felo presumir
que a pessoa que a ella instigou S. Exc.,_o fez com
ofimde o compremetttr na circamspeccao, decen-
cia ejujtija com que a presidencia deve obrar.
Dorante o exeicicio da polica ardi sempre em
inauJia febre de actividado para man ter a paz e
a ordem, persegu enrgicamente o crime al al-
canca-lo e punido.
Pelo bem do servido publico acodia a toda a par-
te onle a minha presenca era reclamada ou o pres-
tigio da autoridade se fazia preciso.
Os votos dos habitantes deste districto sao em
meu favor o ouve-se de todos os pontos delle cla-
mar contra semelhanto demissao,
A vantagem que UN de tanto esforco e abne-
gacao foi ser demettido a bem do ervico pu-
blico de 1 supplente da subdelegacia e estar sof-
frendo opposicao para que nao preste juramento
de nfllual da guarda nacional I
Ninguem desconh co que eu nao pens senao
no tranalho de que vivo, serv o cargo com sacri-
ficio de mana nteres^es; elealmente confesso qae
acoln com rlegria a demisso.
Mas nao mj o lici'.o guardar silencio sobre esse
acto, quando nelle nvo foram guardados, os dic-
lames da verdade o da justca.
Sabem tojos tambetn que S. Exc. e o Dr. chefe
de polica tinham plenamente o direito de me de-
mittir; porm desde que, para U3ar delle, toma-
ram por base o bem do servigo publico que nao
pode ser invocado ( nem applicavel na hypetliese)
senao por obra da falsidade mais injuriosa e atroz,
de que nao os repato capazes, evidentemente aao
estao informados com sincendade e exactidao.
Valea-se alguera de arteflcio e manha, e de ra-
zies especia es convenientes ao seu proposito, en-
gaando e desrespeitanJo indignamente as pri-
meiras autoridades da provincia.
O publico Ilustrado nao suffocar por certo
meu respeito os sentimentos de jujtica e irapar-
cialidade que o distingue; porque nunca dei mo-
tivo, nem me expuz em tempo e lugar algara a ser
desfavoravelmente oado pela so:iedade.
Povoacao de Canhotraho.. 20 le outubro de 1870.
Edjm-do Jos Alves de Mello.
UAZES.
(Documento n. i).
E dada a palavra ao advogado para fazer a
defeza no in'errogatorio, este a desenvolvea da
manera seguinte:
O aecusado Eduardo Jos Alves de Mello, legiti-
mo encarregado dos bens do evento, e ausentes
nos districtos de Ganhotiaho e Jupy neste termo
duiante o trienio de 1865 a 18C9, por compra que
fez ao respectivo proprietario capillo Antonio
liento do liveira, pela quantia de 1:500/1, como
consta do documento, que opportunaraente ser
junto, procedeu ;.l!i dita arrecadacao, conforme
ihe competa, guardando, e maniendo, em sen po-
der os animaes, que apparecaro, sem dono sin-
plesrnenie, ou sem dono e sem ferro, naquellas
pangeos, at se completar o praso da lei, para os
dar praga, ou em quanto se descr. biam seus
donos.
Em va de regra e nos termos legaes, sem pre-
juizo de ninguem em todo o trienio exercicio sem-
pre o aecusado os dreitos e attribuc5es inje Ihe
1 ram eouferidos por lei, e sobrogadas pelo pro-
prietario. Durante o anno de 1867 appareceu em
i-anhotinho, vindo das partes da Lage do Canhoto
da provincia dasAlagoas nm boi preto, rajado, de
cinco arrobas, pouco mais ou menos, e all vagava
ha das sera se saber a quem pertencia: logo que
v aecusado leve delle noticia, em cumplimento de
seu dever mandou delle tomar conla, e o fer reco-
Ibar a sua fazenda, sob a adrauistracao. e suarda
do seu vaqueiro.
Era este procedimento conforme com a le aae
rege a arrecadacao dos indicados bens, e na con-
loruiidade uella outro nao poda ter
Esu mesnia lei deU;rraina que semelftaates bens
estando sem apparecer dono durante 4 mezes em
poder do encarregado da arrecadacao, devem ser
arrematados.
Ora succedeu que o boi de que faz meBcio
a peucio de denuncia T01 procurado em poderd
acensado por Manoel Pacheco, aqni morador aos
de completar qs 4 mezes contado do da em aae
fugio da Lage do Canboto do pofler de ManoelI de
Souza comprado ao mesmo Pacheco ea ama bola-
da quo esle levara, e veio em ansea de seas pas-
tos, parar em Ganhotinho, como ludo se evidencia
do proprio estemjinito jurado do alt Mnoel de
Soaca constante do documento junto sob n. i. Ve-
rificando Manuel Pacheco que o boi exista em
poder do acensado, por tase que o mesmo acen-
sado Ihe deeiaroo, ansou o dito Muoel de Souza
para o virbaaear. Este ausente na provincia das
AJagoas, onde morava, e d'onde o boi havia fgi-
do, ehegou ni povoacao de Canhotinho e receben
do denunciante, e das dms ultima testemunhas,
qae janram neste processo, ambos iolmgos do
aceuaado, informacSes insidiosas, e Indignas que
um homem honesto e que se e.-lima nio pode fra-
mente oavir contra s, e arremessando o dito Ma-
noel de Souza, homem ignorante e audaz eonlra o
acensado, flearam na sombra. O trataraenlo poi
que Manoel da Souza dea ao aecusado quando
com elle sa foi entender a esle respeito, provoeou
da parte do aecusado resposlas vehementes para
o rapellir. O nobre julgador compreheode que
um homem. que tem direito a ser respeitado, por
seu carcter, a procedraenlo, nao pode ser insen-
sivel, tempestade que se levanU, era seu cora-
cao, por effeito de urna aggressao contra sua hon-
ra. Eis aqui o crime do aecusado, ser cheio de
sentimentos de dignidade, e zeloso de sua reputa-
cao.
No amanto nada disto impedio que o aecusado
reconhecesse a Manoel de Sonza per legitimo dono
do boi e Ihe franqaeasse a entrega delle. e al Ihe
Inculcasse pessoa qae mais fcilmente o podesse
procurar e achar (documento diado) Manoel de
Souza procurou esta pes-oa de nome Juao de Ol-
veira, com elle coatratou que apprehendesse o boi,
vendesse-o vivo, ou cortado no acougue de Canho-
tinho, e Ihe entregasse o dinheiro quevendesse; o
que efleeiivaroeoto so realisou. O deprimente do
proprio Manoel do Souza, feilo em juizo e debaixo
de juramento, e concordando com os depoiraentos
da l; 2*, 3* e 4" testemunhas deste processo mi-
nistrados pelo proprio denunciante faz prova plena
revestida de autencdade legal em favor do acen-
sado e perfeuamente o Justifica dessa odiosa ira
putacao que nao protegido, nem legitimado por
prova alguma su luciente' mas desmentida altamen-
te por sea carcter, e por sua vida toda honesta e
regalar.
O denunciante, nmigo capital do aecusado e
portante nao poda ser admittida a sua denuncia; o
que clara e terminantemente prohibe o art. 75 g 6o
do cdigo do processo.
A denuncia um requintado desforco tomado
pelo denunciante ce ntra o aecusado e tanto assim,
?ue sendo nejla indigitados dous co-ros Joaquira
ructuoso, o Jos dos Santos Gory, nao sao denun-
ciados; poriue contra elles nio ha vinganca a
exercer e nem odio que alimentar
Em neohuma parte deste processo est provado
que o aecusado tirasse o boi em questao contra a
vontade de seu dono de seo poder, era pastos de
creacao e cultura, para si ou para outrem ; por-
tento, nao ha crime de furto no objecto da aecu-
sac^o; porque Ihe falta o elemento do delicio,
delloide pelo art. 237 do cdigo criminal. O digno
juiz que professa a justica, e feito para ensinar
aos outros o seu dever, sabe neste caso qual o
seu. O aecusado, piis, espera do magistrado que
nao tem desejo de agradar nem temor de offender
e s se dirige pelas boas inspiraces de sua boa
consciencia, recta e esclarecida deciso. E como
nada mais responden nem Ihe foi perguntado,
mandn o juiz lavrar o presente auto que vai
assignado pelo reo; depois de Ihe ser lldo, e achar
conforme, rubricado p-lo jaz e assignado pelo
mesmo do que dou f. Eu Joo Antonio da Cu-
nha Ferreira dserivo o escrivo.Paulino Ferrel-
ra da Silva.Eduardo Jos Alves de Mello.
AUTO DE PERGUNTAS.
(Documento n. 2).
Aos 29 dias do mez de agosto do nascmento de
Nosso Senhor Jesns Ghristo de 1859, nesla povoa-
cao da Lage do Canhoto, termo da villa da Impe-
ratriz, provincia das Alagoas, em casa da residen-
cia do capito Theotonio Pereira Pita subdelegado
effectivo deste districto, onde eu escrivo do seu
cargo fui vendo, ah presente o tenente Eduardo
Jos Alves de Melle e sea advogado Temtstocles Soa-
res de Albaquerqne Leo, e bem as ira Manoel
Joaqnm de Souza, chamado a juizo para respon-
der debaixo de juramento ao auto de perguntas
requerido pelo mesmo Eduardo, a bem de seu
direito, pelo subdelegado foi deferido ao citado
Manoel de Souza o juramento dos santos evange-
lizeos e em um livro delles em qne pz sua mo
direita, e promciteu dizer a verdade do que son
besse, e Ihe fose perguntado. Sendo interrogado
pelo subdelegado respondeu qne tinha 50 annos de
idade com a preftsaao de agricultor, casado, mora-
dor no Riacho-Sujo deste districto, e natural da
provincia de Pernambuco e e aos costnraes disse
nada, e sendo inquirido sobre os fados constantes
da pelillo de folhas que toda Ihe foi lda, e de-
clarada.
Respondeu que em quanto ao prraeiro quisJto
sabe por Ibe ter dito o proprio Eduardo por occa-
sio era que elle Souza fora a Ganhotinho era pro-
cura do boi de qm se trata, que o mesmo Eduar-
do era encarregado da arrecadacao do* bens do
eveBto, e de diversos dreitos provincises no trie-
nio de 66 a 69 nos districtos de Canhotinho e Jupy
da provincia de Pernarabdco e que por conseguin-
te nao igaorava que o mesmo Eduardo tivesse tal
attribuicao ; quando elle Souza respondeu na villa
da Imperatriz perante o juizo municipal respectivo
ao auto de perguntas que Ihe foi feito a requer
ment do alferes Jos Pereira Leile.
Ao segundo disse que verdade qne durante o
anno antepassado fugi. a de sua morada, Riacho
Sujo, e desapparecera para as partes do serlao,
sem elle saber era que lugar parava, um seu boia-
to preto, rajado, de einco arrobas pouco mais ou
menos, que Ihe fora vendido por Manoel Pacheco,
morador em S. Bento, d'onde trouxera este urna
botada.
Ao tercelro disse que tres ou quatro mezes de-
pois de haver o boiato desapparecido, Manoel Pa-
checo Ihe dera noticia que elle tinba do parar nos
pastes do districto de Canhotinho, e lseachava
sem se saber de quem era e por isso sob a guar-
da e poder do snpplizante Eduardo Jos Alves de
Mello.
Ao qnarto disse que sabe que fura em vrtude
do direito, e dever que tinha o'respeciivo Eduardo
Jos Alves de Mello de velar no desempenho da
arrecadacao de bens do evento, que o mesmo
Eduardo lomou conta d'aquelle boiato, tanto assim
que elle se dirigindoem Canhotinho pela noticia
qae Ihe dea Manoel Pacheco o referido Eduardo
Ihe dissera que o mesmo boiato esteva em seu po-
der, por ser all encarregado da arrecadacao de
bens do evento.
Ao quarto rejponleu que o tempo que dec or-
reu do da do desapparecimento do boiato d'a qui
al aquelle dia em que elle Souza fez certo a
Eduardo que o boiato Ihe pertencia foi de tres
mezes ao mais.
Ao sexto disse que Eduardo, logo que elle Souza
se apreseatou, e disse-lhe a cor, arrobacao e_ todos
ossigoaes caractersticos que tinha o boi, nao poz
duvida algam em reconhece-lo por legitimo dono,
Unto que Ihe indicou a Joo Paulo de Ol veira,
como pessoa cora quem elle poda tratar para pegar
o mesmo boi, por isso que era elle vaqueiro d'alli
e mais fac Imente pedera elle acha lo.
Ao stimo, finalmente, disse que com efleito ten-
do Eduardo Ibe franqueado a entrega do boi at
sem exigir cusas e despezas que fez em o manter
e guardar, elle Manoel de Souza se dirigir effec-
livameule a Joo Paulo de Oliveira, e o encarre-
gou de apprehender o mesmo boi, corta lo no
acougue da povoacao de Canhotinho, e entregar-
Ihe o dinheiro que rendesse ; o que o mesmo Joo
Paulo fielmente desempeabou, entregando Ihe a
importancia que o mesmo boi rendeu, e nada
qacrendo de gratificacao pelo seu trabalho, sendo
certo qne elle Souza comtudo Ibe dera a quantia
de mil ris, dizendo Ihe que era para beber ama
garrafa de vinbo, sem que o refer lo Eduardo
nada mais tivesse nem com o trato d'elle Souza
com Joo Paulo, nem com o talho do boi, nem
com a entrega do dinheiro, e por nada mais saber
nem Ihe ser perguntado, deu-se por lindo esle
auto de perguntas, depois de Ihe ser lido e achar
conforme E por elle assignou o Sr. Joaquira da
Costa Monteiro, visto nao' saber assignar com o
juiz, do que ludo dou f. E eu, Jos Roberto Pe-
reira Torres, escrvao qne o escrevi.Theotonio
Pereira Pita.Joaquim da Costa Monteiro.Eduar-
do Jo. Alvej de Mello.Jos5 Rabello Pereira
Torre?.
Seguia-se o sello e mais termos.
PROMOCAO.
(Documento n. 3.)
Dos autos se acha provado que o denunciado
mandara pegar o boi de que trata a denuncia a
folhas, como bens de evento, por ser elle ai rema-
tante dos bens do evento e diversos dreitos pro-
vincaes nos districtos de Canho'inho e Jupy.
Dos autos se acha provado qae o acensado nao
se oppoz entregado referido boi, 1 >go que appa-
ceu seu dono, e qne nunca oppo; -se a entregar os
baos 8pprehendidos como de evento, quando sp-
pareciara os donos d'elles.
Dos autos se acha provado que o dito boi fora
relaihado no icougue de Canhotinho por ordem
de sen dono Manoel Joaquim de Sonza, e que este
receWra a sua importancia do lalhador Joio
Paulo.
. Tarabem se acha provado pelo depoimento das
testemunhas, que o aecusado nao lera costume de
furtar boi e cavallos, e que o denunciante
quem espalha este boato -. portante em face do
exposta e da auto de pergunlaa a folhas 49 faltas
ao proprio dono do boi. ettendo qne a daannda a
folhas 2 deve ser jnlgada improcedente, e qae
esse juizo obrar com toda a justica e imparciali-
dade aesim fazendo. Garuar, 11 de seterabro de
1869.O promotor publico, Maooel ioaquira Fer-
reira Esleves Jnior.
REVOGACAO DA FRONUXOA.
(Documento n. 4.)
Vistos os presentes autos eremos, em face do de-
poimento das teiiemunlias de folbat 6, da promo-
vi do promotor publico, e mal documentos jun-
tos, dou provimento ao recurso infrposto ex-
offico para o Um de reformar o de-pacho de pro-
nuncia a tonas, proferido contra o denunciado
Eduardo Jos Alves de Mello ; pelo que julgo im-
procedente a acco intentada contra o referido
Eduardo, e mando que se Ihe d baixa na culpa e
seja seu nome riscado do rol dos culpados, pagas
as castas pelo autor, publicada em mo do escr-
vao qae far as intimares necessarias, e devolver
os presentes autos ao jniz a quo. Cidade de Ca-
ruar. 20 de junho do 1870.Antonio Buarque
Lima.
SENTEXCA DE CONDEMMACAO
(Documento n. 5.)
Condemno o reo Jos Pereira Leite na pena de
tres mezes de priso e multa de quatrocentos e
dncoenta mil ris, correspondente melado do
tempo, nos termos do art. 55 do cdigo penal, vis-
to ter commettido o crime expresso no art. 236
.3." e 4." com referencia ao art. 237 g 3. e art.
238 do mesmo cdigo, grao mximo, por ter sido o
crime aggravado pela circunstancia do i 4"do art.
16 do lito God como ludo se acha plenamente pro-
vado pelos documentos que iustruem a queixa, e
principalmente pelo depoiraente das testeraunhas de
fls. e fk, que 03 mesmo documentos servem de
adminiculo ; e julgo a dita queixa procedente, A-
cando salvo ao autor haver o damno causado pelo
nielo competente, e ao reo o recurso legal, pagas
por estes as cusas em que o condemno, e Ihe de-
signo a prisio da vida de S. Beato, para cuinprir
na forma da ultima parte do art. 48 do citado c-
digo criminal, o tempo de prisaa que Ibe decreto
ne-ta senten^a, e recolha a importancia da mulla
ao cofre da cmara municipal no lempo prescrito
no art. 56 do referido cdigo, sob a nenas nelle
comminadas. Subdelegacia do Canhotinho, 11 de
outubro de 1870.-Joo Pedro Colho da Silva.
N 437.-NA B0TIC. E PHARMACIA DA NA-
TUREZA.Se encontrara especficos para a cura
de todas as molestas, se por acaso podessem ser
descobertos. Porm ao menos ura foi descoberto.
O Peitoral de Anacahuite de Kemp, tirado a extra-
hido de urna arvore balsa nica ; ndubitavelraen
te o antidoto natural, contra todo os dessaranjos
e molestias da garganta e dos orgoo pulmonares.
A offlcacia de seus simples effeilos, seriam era s
mais que suflkents para dissipar toda a incre-
dulidade, se por acaso j nao estvessem altamente
reconhecidos pelo les:eiuunho unnime de milharee
de pessoas. A historia de suas extraordinarias cu-
ras se acha inscripta e transladada com asiname-
raveis certdoes e atiestaooes enviadas de todas as
partes domando habitavel ; entre esta grande ag-
glomeracao de testemnnhos, se compreheode car-
las de eminentes medico, clrigos, legisladores,
oradores pblicos, mchameos, advogados e letra-
dos ; n'uma palavra de pessoas nerteneentes to-
das as clases e profissSes da vida. Todos fallam
em substancia, que a tosse, as eonsiipscoes, os
bronchtes, as esquinencias e a asthau, etc., se a!
liviam e curam medante o uso d'este admiravcJ e
prodigioso remedio, de am modo infallivel promp-
to e radical.
-
cao e demarcacao Si tismaria, oceapah
tinelo aldeiamentd da villa da Escala, da
ci- e revalidaco das poesas elisia*! a*
tem designado o da II do prximo^ mtt **f*"
vembro, pan dar coraecp a if-paiJvi *,
pelo que convida a lodos os Mbsmmm
um do per si, a vir oa mandar jpraar competentes titulo; e igualmente rop a*a iawaw
confinantes da mesma sismara a lodee aa mtm w
se julgarem com direito a reqoerar utper c
sa qne Ibes conreaba, eampareear wr
sua residencia nesla villa.
E pira qne nao sa allegue gawraaeia
dou passar o presente q a aera anisado _
res mais pblicos desta villa, e publicado ana jor
naes da capital.
Villa da Escoda aos 29 da nutohrs de lOTfcE
ea Joo BaptisU da Rocha Baixa Las, (luirla
ecreri,
Luiz Jote 4a Silva.
DECLABACOEt.
Pela subdelegacia da fregnezia de S. ftm
Pedro Goncalves faz se publico qae foi aprehen-
dido um cavall j de edr casiaaho, deKaraadb am
cangalba e cacoaes o qaal andar vaga-ido paifet
ras desta freguezia, quem se jplgar a-m dirail
a elle compan-ca nesla subdelegacia qne provaan-
Ihe ser entregue.
Subdelegada do Recite 2 do no vembro da MTM.
Joaqnm Agripino Fu ra do de Meadaar**
Nao se tendo eOeloado a arreautacio do
imposto de fericao de pesos e melida* dan* -
nicipio no da 2(5" do corrate, a cmara de a**
convida acs pretendentcs a comparerema aaa sea
paco em o dia 4 de norembro vindooro para se-
raelhanle Um.
Secreliria da cmara municipal do RecrfaJI d--
outubro Je 1370.
O s<* retario,
______Lonrenco Bezerra Canwiro Cnaaa
Pelr subdelegacia da fregotzia de S. Pr. I>-
droGcuC/ilvps se faz publico qae ach?-M recoRii-
do a casa de detenro o preto Theotoaw p r fgi-
do, e que diz ser esenvo de D. Maa rraaera
da Conceicao a Silv quem for sea s#aaor
pareca nesta subdelegacia manido de saos til
jue Ibe ser entregue.
Subdelegada do Redfe 2 de Doveaahfaa
Joaquim Agnpico FurtaJo de
N. 48i.-ANACAIlL'lTA PEITORAL DE KEUP.
A academia medica de Berlm leve perfeitamen-
te razao era seu judicioso julgamenlo em pronun-
ciar o sueco da balsmica Anacahuite Mexicana
como um especifico positivo o iafallivel para todas
as irritadles ou inlliaiiuacoes de garganta e dos
vasos broochios.
Nao ha nenhum caso de rouquido, tosse, ca-
tarrho, excoriaco da garganta ou irritar 1 dos
bronchios que pos-a resistir as sua3 admraveis
qualidades ante irritantes.
Ella resttue a v z quando perdida ou enra-
quecida, pelas alTeccoes ou sensacoes de asperesa
no palato ; faz cessar a expectoracao sangunea e
impede a accuraulacao de (nubosidades nos orgos
da respiraco que partera dos pulrades.
Inleiramente difforente na sua coraposicao de
todo os mais petoraes manufacturados de fructas
a lili ingentes, cascas, raizes, etc., o mesmo nao
conten nenhum acido prussico, opio eu outros
quaesquer ingredientes venenosos.
COMMERCIO.
Pela recebedoru da rends inl
so faz pablico qae neste mez de aaaaraavt aav
se Anda o praso do pagamento, sem malta, do ua-
posto pessoal. relativo ao I* semestre de (jercan*
correte de 1870 71 lido o qoal sri coarad
com a malta de 6 OH).
Recebodaria de Pernambnca 2 de aovraara I-
1870,
O administrador,
Mano "I Garneiro de Soma Laearda.
Correio geni.
Relajo las carias registradas, proc&deaflM
do sul e norte do imperio, existentes aa
repatrio do correio em 2 de novea-
bro de 1870.
Antonio Euclides da Silveira, Alexandra ler-
nardino dos Res e Silva, Antonio Jos de nmo
Braga, AnuncioOrympio de AnJrale Barros {i.
Antonio Jos da Silva, Cario Tboraaz de Ahaeida
(2), Ernestina Berangcr, Frederico Aogaslo Vena-
so da Silveira, Joaquim da Silva Ruaos, JeaajsJaa
Cardoso Dias, Joo da Costa Gomes, Jas Jaaajaiaa
Pedro, Miguel Paulo de Souza Rancei, Haami
Gomes de Mello, Sabino Monteiro de Mello, Tris
todo Araripo Paria.
O encarregado do regittr.
______________Man:! dos Pasaea Miranda
- De ordem do liim. Sr. con elbeiro iasaacasr
da tbesoararia de fazenda desta prorlacia se bt.
pnblico que nao teodo comparecido liertaoles a
arremaiaco dos medicamentos a bjacloi ejav
pertenceram ao extineto eorpo da gnangao drMs
provincia, foi a mesma arreroataeo tranrfrrida
par? o dia 12 do eorrente, aa 2 horas da tarde
Secretaria da thesonraria de fazenda de Pr-
narabuco 3 de novembro de 1870.
ServinJo ______Maiieel Jos Pialo.
No dia 7 do eorrente, depois de riada an-
tiencia do juizo de orphos, ir rrca por ren-
da a e-a frrea sta a roa das Cinco Jroatas n
43, pela qnantia de 3:6501, que servir* de sa---
para a arrematarlo.
PRAGA DO RECFE 3 DE NOVEMBRO
DE 1870.
A 3 1/2 HOBAS DA TAI^IB.
Cotagoes oflleiaes.
Cambio sobre Porto pagavel em Londres 22 d.
por !| hontem).
i'^mbio sobre Londres 90 d/v 21 3i4 por
1*000.
Gonzalo Jos Alfonso,
, Presidente.
Mosquita Jnior,
Secretario.
ALFANDEGA-
Rendimento do dia 2 .
dem do dia 3.....
41:386*167
40:499*783
"8l88o*930
\ovlneat da alfaadega.
Volomes entrado com fazendas 103
< c cora gneros 594
Volumes sahidos com fazendas
com gneros
- 697
103
)1U
-----422
Descarregam hoje 4 de oulnbro.
Barca francezaloao Baptistadiverso gneros
Lugar ingiezE/i''tdiversos gneros.
Lugre Inglez.Varoaor di versos gneros.
Baaca inglezaZennia idem.
Patacho inglezEmprescarvo.
Barca ingleza Hilene s belbacalho.
Barca inglezaBn/Aan/e-diversos gneros.
Brigue inglez -PAenlor farioha de trigo.
Patacho inglezMat rielebacalho.
Brigue inglezMarisJem.
Barca inglezaImperadorfarinha de trigo e gaz.
Hiate nacionalDos te Guardediversos gneros.
Despachos de exportacSo no dia 2 de
novembro
No brigae portugus Tviumpho, para o Porto
carregaram : Bailar, Oliveira & C., 58 saccas cora
5,078 kilos de algo dio.
RECEBEDORU DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 2 1:476*971
dem do da 3..... 2:1(2*454
3:589*423
MOVIMENTO DO PORTO.
Narios ntranos no dia 3.
Rio-Forraaso6 horas, vapor brasileiro Parahyba.
de 104 toneladas, coramandanle Oliveira, equi-
pagem 14, era lastro; Corapanlda Pernambu-
cana.
Baha6 dia?, brigne brasileiro Honorio, de 224
toneladas, capilo Manoel Esleves Lopes, equipa-
gem 11, eara 11000 arroba? de carne ; Arao-
rira Ir mi & C.
New-York 44 dias, patacho brasileiro Jaboatao,
de 288 toneladas, capito Duprat, equipagam 9,
carga farin'ia do trigo e outros genero ; Hen-
ry Forster \ C.
dem 79 lias, barca americana Na*n T. Bell
de 404 tor.ela las, capilo J. N. Ynopp, eqnipa-
gem 11, carga farinha de trigo e outros gene-
ros; H ,vv K r-ier 4 C. '
dem-50 dias, pitachn inglez Wolfvelle, de 244
,,,, Jdhn Couk, e.iutpagera 8, car-
ga f-irinln de trigo o utros gener.s ; a Johns-
ton Paier ft C .
ehlisdelphia !l"ea ingleza Imperador,
de 281 lon la las, uMla Heard, equipagem 10,
Barga f:i: iriRo e oniro gneros; Ma-
iheus Aii--< 4
iVat'io taUio no mesmo dta,
Cptinguiba, ", capito Ma-
noel Mro (i r I
-UAES.
O Dr. Lniz Jos da Silva, engenheiro do governo
imperial ejaizconiaiissano do municipio da Es-
cada.
Faz saber que tendo sido encarregado da mea-
THEATRO
mnm\ man
EMPilE/A-CDlMBRA
Sabbado 5 do crrente
2. RIX1TA DA ASSIGNATURA.
LINDO E VARIADO ESPECTACLli)
Dividido em qualro partes.
Ouverlura pela orche3tra.
PRIMEIRA PARTE.
Representar se-ha a linda opereta em aaa ui-\
Un amonr d'epicier
no qual tornara parle Vlrs. Caroa, Mar a Hilo
Mariette.
SEGUNDA PARTE.
Subir pea quiote vez a seetu a kau?sima fa-
ral pbantanica em nm acto, msica as A*. Aam
Fautins Violette
Perfonagens.
Alcofribas............ Mr. Rayaaad.
Pierrot............... Masa. tr Violette............. Mtlr. Vsfcasar-
Polichimlle........... Mr. Cana.
TERCE1RA PARTE.
Mlle. se Val-monea se far oavir aa laeraaU-
cancn Du wrrrj da opera
LA GGAND DUCHESSE.
QUAitTA PARTE
Hepresentar-se-ha a sempre e amito spplaciMa
scena da deciaracao ne 2* acto da opera
LA GRANDE DUCHESSE
Personagent Adores
La grande duchesse___ Mme Val-monea.
Fniz general........... Mr. Carun
Termina com com a nova a linda ajnarisna ta-
ire madama Valmoaca e Mr. Caroa
Orand Canean !
O bilhetes acham-se a venda asraa ja na aaeria-
torio do theatro a em mao do Sr. Antonia
Principiara s 8 oras.
AVISOS MABfTInlll
DE
Paquetes a Vapor
Dns porto do sal .
at o dia 7 de novembr a vanrr
Tocantins, eoataunaants Jas* Ma-
rta Ferreira Francia anal *>
r pois da demora da
guiri part o* portos do norte.
Desde jaree bera-se passafeire a engata*
arga qae o r-por poder eonduar, a sjuil
ser embarcada no a de ana inajjaaa, -
mendas e dinheiro a frete ate aa i ama i
de sna sabida.
Nao so recebem como
jectos de pequeo valor, e ano nht
arrobas de peso ou orto |
cao. Tudo qae pasnar i
mbarcado como carga.
Prevu-8<* aoaSrs. passageirot ana anaagna-
agen < se receaem na agencia, me aa Orna a.
S7, i.rimeiro aoaar, escrintario da
leOli
nt
Wiveira Aievado t C
Maranhfto.
Segu com brevldade para o nato
atebo nacional Jearn ftkwr, para
J_ll
1



0
Diario de. peruamWco Se* a era 4 de Noveinbro de 1870.
>_

ga que I be falla tratas
Attomo Luii de Oiiveira
Cruz n. 57.
os consignatario?
& C, ra da
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
mi
NaregacSo eastelra p#r vapor.
Mamanguape.
O vapor naeiooal Coruripe,
commandante Silva, seguir
para* porto cima no dia 12
do corrate as. seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encomiendas, e dinhoiro a frete at as2 horas da
tarde do dia da sahida, nj escriptorio do Forte
do Maltes n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaeSo costeara por vapor.
Porto de Gallinlias, Rio Formoso e Taman-
dar.
0 vapor Parakyha seguir pa
ra os portos aeima no dia 10 de
corren as 9 horas da noute.
Recebe, carga encommendas
-------J passageiros e dinheiro a frete nc
escriptorio do Porte do Mattos n. 12.
COMPAMMIil
DS
Mes^egeries imperiales.
At o dia 10 docorrente mez esperase da Eu
rofi o vapor francez Sindh o qual depois da
demora do costume seguir para Bnenos-Ayres,
locando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conducoes, frates e pas-agens, trata-se
na agencia, ra do Coraraereio n. 9.
No dia 11 do crreme mez espera-se dos por-
os Jo sul o vapor francez Amazone, commandante
de J >rej, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos, tocando era Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para eondicoes, frates e pusagens, trata-se na
agencia, rna do Commercio n. 9.
COMPAMIIA PEKNAMBUCANA
DE
.\ a. ve g ac o costeira por vapor.
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir para o
porto cima no dia C do crreme as
_' 9 horas da noite.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di -
ulieiro a frete, escriptorio no Forte do Mallos
n. 11________________________________
"COMPAHA BRAS1LE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte 6 espirado
at o da 8 da novembro o vapor
Ariaos, commandante o 1 te-
cente J. CanJid) Duartc, o qual
depois da demora do costume
seguir para o> portos do sal.
Desde j reesbera-se passageiros e engaja-se i
carga que o vapor poder conuzir, a qual deven
aer embarcada no dia de suachegada. Encoramen
das e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
sahida.
Nao se recebem como encommendas senao ob
j ectos de pequeo valor e que nao excedam a dua'
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de medicao
Tudo que passar destes limites dever ser embar
cado como carga.
Previne-se aos senhores passagoiros que sua>
pas^agens s se recebem na agencia, ra da Crm
n, 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Luiz
de Oiiveira Axeredo A C.
"COMPANHU PERNAMBUCANM
DI
Sarega^So esleir por vapor
Macelo, escalas, Penedoe Aracaj
O vapor Giqui, commandante
Ni ico ii, seguir para os porto* aci-
_ ma no dia i do crrente as 5 horas
da tarde.
R -cebe carga ate o di t 3, encommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia dn sua sahida no escriptorio do Forte do
Malto o. 12.
RIO DE JAWeiR
Para o Rio de Janeiro segu dentro de oito dias
o patach i brasileiro rabe por tr o su carrega-
ment pn nnto, pdenlo ainda receber algnma
cou.-a, issim eom.o miudezas e es*ravo3 a frete :
a tral.ir eom o sen consignatario Joaquim Jos
Gonc, Ivs Baltrio, rna do Cimmercio n. 17.
PJBA
o
Ro-Grande do Sul.
A ejenoa porlugueza Agut, capillo Fonseca,
recebe carga a frete : trata-se cora E. ^tabello
mmereio n. t8. na co-i^jf apito.
Para Lisboa
A barca porlugueza Graliido, capitao Borges
Pe-tana ; para carga a passageiros trata-s cora
E. R. Rafeado & C, roa do Commercio n. 48, ou
com o capillo.
CO.MTV -flIA PEKNAMBUCAN/
DE
costea
vapor.
Ntmegac4o costara por
Fernando do Noronha.
O vapor Mandah, com-
manlante Julio, seguir para
o port cima no da 4 de no-
vtmbro ao meio dia.
Ri cebe carga at o dia 3,
eBCommendas, passageiros e
dinheiro a frete at as 10 horas do dia da sa-
hida : no escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
.Para o Podo
Sane impreter velment-1 at o dia 8 de norem-
bro o bem conheci io brigue portuguez Iriumpho:
para o pesio e passagiro*. trata-se m os consig-
natarios Thoma de Aqurao Fonseca na rui do
Vigario n. 19.________________________
Para o l'ortt
pretende sahir com a po;sivel brevidade o brigue
portuguz Uniao : para cirga e passageiros tra-
ta-se ora os consignatarios Th-nnaz de Aqnino
Fonseca & C, na ra do Vigarin >. 19.
Rio de Jiueiro.
Pira o porto cima segu c mi brevidade obri-
gne nacional Isabel, tem parte do seu earrega-
men o engajado : pan o resto que Ihe falta tra-
ta-se edm os consignatarios Antonio Luiz de Oii-
veira Azevelo & C, rna da Crnz n. 57. andar.
.Rio-Grande do Sul.
Segu com hrevidade para o pf.rin aeima o bri-
S;ue nacional Amelia : para o ivtu da carga que
he bita, trata se com os con-ignaurio* Ant mi
L. de O A*evedo A C, rus da Cruz n. 57,
nieiri aodar.
pri
assit
fara o m lirado porto vai -eguir dentro de sei-
da* o patacho portuguez B. Gnilh*rmna, peln
Sie rec.Jj; cirga a freacorara*!>, e quem n"
H tratar tmn > *ea eonsigiatario baqua J is Gon
calves BcLrao roa do Commercio n. 17.
H0JE
9 do correnta
por occalr~do lelRo d m iveis, no sobrado da
ra do Imperador n. 51.
de duas casas terreas meias-
aguas e um terreno na Ca-
punga, roa das Oioulas.
O agente Hartlos far eiia por ordeno do
Illm. Sr. Dr. confu de Portugal, d duas casas
terreas meias-aguas de ns. 2 e 4, e ura terreno do
lado do sul das roesraas casas com 28 pateaos de
largo, na ra das Cnculas; tamo as meias-aguas
como o terreno sao proprios, e tudo pertencente
ao espolio de Manoel de Azevedo Santos.
HOJE
4 de novembro
em sea escriptorio rna da Cadeia n. 9, s II ho-
ras do dia.
LEILAO
DR
movis, loupa e crys-
taes, e vinhos.
A saber :
Um pianoforte, 1 excipiente mobilia de Jacaran-
da, 2 ricos jarros para flores, 8 casticaes e man-
gas, 2 almofadas, 2 ligaras de bronze, 1 tapete de
sof, 6 ditos pequeos e 1 oleado (forro de sala.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 toylet, 1
guarda vestido, 1 guarda roopa, 1 comrcoda, 1
lavatorio, 1 estante, differentes livros e 1 commo-
da secretaria (obra do PiTto).
Seis quadr.os, 1 mobilia, 4 jarros, 4 escarradei-
ras, 1 sof de Jacaranda, 2 mezas de jogo, 1 meza
redonda, 4 casticaes, 1 piano de meza, 1 tliear e
urna excellente machina de costura.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 appara-
dores, 1 sof, 12 cadeiras, i mesinba, apparethos
de louca para cha, almoco e iantar, garrafas, com-
poteras, copos, clices, garios, facas, colheres de
electro pate, vinhos em garrafas, flanlres, trem
de cosinha e mais objectos de casa de familia.
HOJE.
No 2 andar e sotao do sobrado da ra do Im-
perador n. 51.
Manoel Jos de Souza, tendo de retirar-so para
Europa com sua familia, levar a leilao por inter-
vencao do agente Pinto os movis e mais objectos
cima desenptos existentes no 2o andar e sot3o do
sobrado da ra do Imperador n. 51, onde se efec-
tuar o leilao no dia sexta-feira 4 do corrente.
Principiar as 10 hora.
DE
FAIU1AS
INGLEZAS
(PARA LIQl'IDACAO)
a 4 do cor ente
Simpson Duder & C, faro leilao por interven
cao do agente Oiiveira, de perfeito sortimento de
tazendas ing'ezis, as mais proprias da mercado e
bem conhecidas dos 9eus bons freguezes, a quem
convidam especialmente para o mesmo leilao, que
se effectuar
Sexta-feira
s 10 horas da man ha i
em scu armazem silo ra do Commercio.
LEILAO
DE
dividas diversas
a 7 do corrente.
Por ulterior despacho do Illm. Sr. Dr. julz espe-
cial do commercio d'e-la cid i de, datado em 31
lo mez prximo Ando, o agente Oveira expor a
segundo leilai a divida de 3:l!8j, proveniente de
urna letra de 3:4003J, admittid na massa fallida
dos aceitantes Guilhetme Carvalho & C, e da
qual foram pagos 8 ppr cento de dous dividendos ;
eassimmai, a do debito 4a firma fallida de Si-
queira & Pereira, na importancia de 16:1895279,
saldo dednzid > o primeiro dividendo de 14 por
ccnio, recebida sobre I8:82i|742
SRGU.NDA-FEIRA
ao meio da em ponto.'em sea escriptorio raa da
Cruz n. 53, primeiro andar, fleando desde j con-
vidados e prevenidos os Srs. licitantes ao leilao de
26 de outubro ultimo.
DE
302 saceos sem marca, com farinha de
mandioca, avariados de agua salgada
SEGUNDA-FEIRA 7 DO CRREME.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem perlencer, de 302 saceos sem marca
com farinha de mandioca, averiad s de agua sal-
gada, viadas do'Maranhao no vapor Paran, as
quaes sero vendidas legunda feira 7 do corrente,
pelas 11 horas em ponto, no trapime Bario do
Livraoieoto.
AVISOS DIVERSOS.
O salao
de cabelleireiro do Javme precisa de offlciaes de
barbeiro.
ESTLO DE PREPARATORIOS
AULASF.SPECIA.F.S PARA OS ALUMIIOS QUE TEEM
DE FAZER EXAME KM MARCO PRXIMO, E NO
FIM PO AN'NO LECTIVO
Rhetorica c po(-ca.
Fhllosophia.
Geograp 11.
Histeria.
Por(nsu i.
Franco/,
Jos Soares d'Azevedo, professor de lin-
(jtia e lillentora nacional no gymoasio pro-
vijQcni do Recife, tsm abert) em sua casa,
ua Billa ti. 37, aulas espnciaes da prepa-
cat'irios, para os alumnos que tiverem de
f zer exame era margo prximo, ou no fin
lo" auno lectivo. Dirigir-Re indicada re-
.idefl-h, a qrrarqni* hora.
di iusallaqa.) d., rmandade de
Nossa iS'ephora da Luz
Por deliberado da' mu inslalladofa da Irman-
dade de Nossa SOfcer da Luz, erecta na igreja,
de S. Jos de Riba-Mar, convi Jo a todos os seas
amados rtelos emaral para reuoirem-se eos
nosso consluorto, afo- da asaUtrera o termo de
abertura di insutiaeo a presenta do Illm.
Sr. provedor de capailas- e o seu respectivo escrl-
vio, domingo 6 do corrale, s 9 horas da ma-
nha, e floda que seja esta reuno, ter lugar a
bencao da cruz o do sino da irman Jade, terminan-
do com um Te-Detm em accao de grabas pela ina-
lallacao, sendo oradw o Rvd padre mestre prega-
da da capella imperial, Fr. Joaquim do Espirito
Santo. Neasa occasiSo ser lid* a eleicao dos de
votos e devotas que teem de festejar a Virgem
Senhora da Luz no anno de 1870 a 1871. reste
tachar-se-ha presante na porta principal da
i urna commiso para a reepfio dos mu
>s convdalos qo nos quizerera honrar neste
acta, e ao me-rao tempo a mesa administradora
scieoliflea todos os conventos, conrariaa e ir-
maodaes, para que tfesse dia seja concedido um
repique na occasiao do Te-Deum, ao meio dfa, o
le ser annunciado por gyrandolas de fugo e bom-
bas reaes entrada > acto, continuando a subir
maior numero de loaos, e cando a mesa de Nossa
Senhorada Luz installada. Agredece-se snmma-
menle a todas as igreias que se prestarem a esse
peJido, bem como todas as pesaoas que honra
rem com suas. presenyas estes actos religiosos e
pblicos.
Secretaria da irmandade de Nossa Senhora da
Luz, de novembro de 1870.
Leandro Hjnorio J. de Sampaio,
Secretario.
PADAMA
m a
LEILOES.
wonos finoi. un apparelbo de*le:tropiat;
eonoponli le garios e cojlwre, obu ma
china de costaras
Arrendi-eao sitio ih\ es'Tr,4) duoiiiubm na
V.rzea, com ca*a, e esta tem i sala, & qnertos
cotlnha, bom baooe porto porgue o rio passa no
nemo sltl.
.. Ain'la .-e na i lugi,u o sobra Jo da roa de Ma-
'hia^ F,-r \-\ n. H caiado c pintado, para qoem
q iizer pM^l a lfj,a : a tratar na ra do luipe-
lador, lj du ...u^a n. 57, intitlala prato de
<>uro.
Jlll
ma que cninhe bem, forra
' p mea familia ; i tratar
oa r \- an-lar.
sa *e de um? >nia f "r"i ..:> ,-aotiva que
i c*i'ihjr ba.n j arin d* n na casa : tra-
tar n.i ra d>tMiquu da Caxiaa, luja n. 1.
= capito Joaquim SiUerio de Azevedo Pi-
mentel, roga a seas companheiros do 42 de vo-
luntarios, que lhe^ enviem novas procuracoes,
afira de tirar seus'diplomas e patentes, por isso
que as deixadas pelos mesmo?, foram jalgadas im-
procedentes, por falta do sello e reconhecitnenlo
das Ormas.
O mesmo adverle a seus companheiros que di-
rijam snas carias a ra do Lavraio n. 101, na
corte, e que, os que tiverem diplomas e patentes,
passem urna procuracao para cada causa, porque
nao plem as procuraedes servir senao para urna
s. Ao alferes Antero Tavares da Silva, previne o
annunciante que apenas pode tirar o diploma do
Cruzeiro, e que precisa da nova procuracao para
tirar sua patente de funerario.
Outroslm, pede aos mesmos que Ihe indiquem
suas moradas, aGra do annunciante poder, quando
extrahir seus ttulos, remette-los pelo correio.
Irmandade das almas erecta na matriz do
Santissimo Sacramento da freguezia da
Boa vista.'
Nao tendo comparecido o numero de irmaos,
como determina o capitulo 5 arl. 23 do compro
misso que nos rege, para eleicao da nova mesa
regedora que tem de reger a mesma irmandade
no anno de 1870 a 1871, de novo convido a todos
os nossos irmaos para comparecerem em nosso
consUorio, domingo 6 do corrente, pelas 10 horas
da manba, afim de que possamos ter numero
que se considere mesa gcral, para procederraos a
eleicao da mesma futura mesa regedora, como se
acha escripto no nosso compromiso.
Consistorio da irmandale das Almas erecta na
matriz do Santissimo Sacramento da Boavista, i
de novembro de 1870.
O escrivao,
________Danoel Domingues da Silva Jnior.
Joaquim Francisco do Espirito Santo, con-
cordatario da Drma fallida Maia & Espirito Santo,
avisa aos sens credores que nao tiverem mandado
receber os pagamentos da primeira prestacao de
sua concordata at o da S do corrente, que custa
d'elles pora em deposito a imporiancia dos ditos
pagamentos.
hecife, 2 de novembro de 1870
BALTR, OLVEIARA
&G
ra do Vigario n. 1. primeiro andar, saccam
sobre a pracj de Lisboa.
Tliomaz Fernandes da Cunha e seus sobrinhos
mandara celebrar urna missa resada na ig-eja do
Divino Espirito Santo, sexta-feira 4 do corrente
mez pelas 8 horas da manhaa, por alma de seu
prente Joaquim de Oiiveira Franca, fallecido no
dia 24 do mez prximo pasado, e rogam a s^ue
amigse aos d> tallecido sua assistencia a ests
raridoso acto e desde j agradecen] eordialmente.
Alo rio Forster Daraon, leudo segu Jo para
os Estados-Unidos e nio podendo por incommodos
de saudo e presteza da sua viagem despedir-se dos
seus respectivos amigos, e agradecer-lhes as >ene-
vi las atienen :s com que o obse^uiaram ; pede-Ihe-
descilpa, fleando os mesmos senhores certos que
em Pbiladelphia, lugar da sua residencia, sempre
o ac^iaro prompto para o que Ihes poder prestar,
o que far com summo prazer.
Precisa-S8
alugar um preto : a tratar na padaria da ra da
Senzala-velha n. 96.
Perdeu-se honiera urna procuracao e urna
carta de ordom de Luiz Antonio de Souza Ribeiro,
passada a Antero Fran:isco de Paula Cavalcanti:
quem os achou ter a bondade entrega-Ios na ra
dn Queimado n. 30, luja do Antonio da Fonseca 8
Silva
PRIMEIRO E AMIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI :0
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podemno
consullar por escripto, no que serio ?a-
tisfeitos com promplidao.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a proco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria43
(Amiga ra Nova).
Itamarac
O cabo Agoslihho, vendo as besthlogicas Cor-
respondencias que o cao ladrador destr lugar
be.ii ins-rido sob seu norae no Liberal descrnlfciva
que o dito cao alera de idiota, esteja affeclado do
arebro, proveniente de meio cento de padas que
lomou por cauza de orna infeliz amolacao que
tentou la pelo certio por onde ha poueo aniou,
' i ao Hecife e receitou o ao Dr. Manoel (preto da
u'ista que fez pr. ezas no tempo do eolera ; tste
prescreveu-ihe tantos banhos cambronetisaios,
qautas forem as sapraditas correspendeneias,
- i|ueapui cada banho se eoxngisse com ellas;
n.i melhoranlo porm eom este tratamenlo, de-
veria raspar a cabeca e por emplasto e farinha
mastigada, pausada por duas boceas, com o que
vrtwu nxtw Agnstralio ffrot ciiriviiui, e creio que
j 4veu oial cao principiar w taes banh's
ueste vero, joi- ja veto visitar o grande ba|iheiro.
das Cinco Ponta<.
DBCIMA .
Ver-sa nm-io bem acamado
Sem puoer jaiuaw ou rder
Sero ler aeios de viver
Ch r*nd o tampo paado;
Ir ao senao vir urraflo,
Mitk-i < a eorraspnBdente,
Sempre casmurrj imprudente
Qun pedan'e e nniulsivo
Imbcil, vil, aggiawivo
Patoana, U.do agente.
O OUiteiro.
Na roa Uireita n. W. f jqdar, ha para se
alugar um ac-ravu para u*do sccWcij, um molequo
mas oearinha.
Fotographia imperial.
E
ALERIA DI? PINTURA
DE
J. Ferremt Vtllela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
^'"eflabelecimento photographico sito ra do
<>ma n. 18, esquina da pateo da matriz. Ostraba-
os que desde entao, tem sahido de nossa offleina
a feralmente agradado, sendo recebidos por
fot cora admiracio pelo extraordinari) pro-
jresae que ltimamente tera tido a photc graphia,
w outros com alegra, por verem a provincia
"da com um eslabeleeimento digno d ella, e in-
jontestavelmente o primeiro que nesse genero
aoje possue : tambem nio nos poupamos em coosa
iguma para monU-lo-no p em qne se acha, es-
perando que o publico de Pernambnco saber
apreciar nossos e3forc6s e recompensar nossos sa-
Convidamos a todas atrOellas pessoas, nacionaes
> estrangeiras que gestara das artes, ou tiverem
aecessidade de trabulhos de photographia a visi-
tarera o nosso estabeleclmento, que estar sempre
iberio e sua disposico todos oa dias desde as 7
ttoras da manhaa at as 6 da urde.
"ara os tribalhos do \ botograplfia possuimos di-
/ersas machinas do raelbores autores francezes,
ingleses e alim'rae*, cao sejam : Lerebours el
secretan, Hermagis, Thamaz Hoss, Voigtlander el
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
raachinasi sendo urna deltas propria para tomar
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isolada?, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
gualmente soladas, de surte que no caso de
grande concurrencia podaremos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e Isola-
das para cartSes de visita, e assio em meMs de
am qnarto de hora despacharnos 8 differenies
pessoas qne pecara cada urna, urna duzia de cartoes
atis ou menos, com os seus retratos smente, on
jm grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
3 feitura dos trabaluoa de photographia dei-
cando pericia e talentos do distinelo pintor
Ulemo, o Sr.
Jorge A. Roth
)s trabalhos de pintura, a aquarcla, a oleo, e a
pastel
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tera-se
lesvellado na execacao de seus trabalhos.
No nossoestabeleciraerto acham-se exposlos ou-
tros trabalhos importanti s do Sr. Rotb, tanto em
miniaturas aquaretla como oleo, retratos
leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos eneommeadas de retratos oleo at o
tamnuo natural, assim como de quadros sacros
para ornamentado de igreias oo eapeilas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histori-
aos.
Assegnraraos que os preces dos diversos tra-
balhos da nossa casa sio mu rasoaveis.
CARTF.S DE VISITA NAO COLORIDOS A 10#00 A
DUZIA
3ARTOES DE VISITA CO.M O COLORDO AO NATU-
RAL A 16|J000 A DHZIA
. R trates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20J000 cada um, indo convenientemente en-
aixilhado em moldura douraa e regulando o
onsto da pessoa retratada de 3 4 pollegada3 e
:odo o quadro palmo e meio de tamaulio.
Julgamis que bsstaro os pregos cima para
larrnos idea da baratera dos trabalhos do nosso
jstablecimento, quanto sua pprfei(io cada um
'enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarera retratos^ nc
aosso eslabeleeimento sao das 8 horas da manhaa
I da larde; entretanto de urna hora s 8 da tarde
sm casos especiaos pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramo3 que esses dias sao
js mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docora e persistencia da luz, e pr termos o
losso terraco construido com taes proporcoes e
uelhoramenlos, que arada chovendo .orros ne-
ahum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tatos.
J. F rreira Vtllela
Na travessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
| ineiro andar, da-se di-
nbelro sobre penliores 1
de ouro, praa e brilhan- |
tes, seja qual or a qaan- j|
| ia. Na oicsaia casa com-
1 pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Ra do Ba o da
Victoria n, 63
( Outr'ora ra N iva. )
Dilhetes garantidos da pro-
Tneia.
Esta 'diz casa acaba de vender entre os seus
muilo felizcr bilhetes a sorte de 100 em dous
meios de n. 2505, um inleiro de n. 03 com iOOjt,
e entra tambem de I00 em tres quartis den.
671, alem de_outros premios menores : podendo
os seus possuidores virem receber, que prorapta-
mente serio pagos.
O abaixo assignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no seu eslabeleeimento comprar
o felizes bilhetes garantidos, ano nao daixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos mesmos
a nn uncios.
Acham-se venda os maito fl;zes bilhetes gv
rantidos em beneficio da matriz de Gabrob, quo
ser extrahida segunla-feira 7 do correte mez.
PRECOS.
Inteiro 65000
Meio 3/000
Quarto l5ft)
De 100,5000para croa.
Inteiro 5/400
Meio 5,1700
Quarto 1/390
Jlo Joaquim da Costa Leite.
Preeisa-se de um.. uca a^6iu0ai 0u e.-irdii-
^'eira. que lave e- gnjrme ero perfeicaft.. na
nts do Bario da Victoria n. 25.
Preci.-a se de ua ama de Me : na raa do
Rangei n, 73, andar.
o ifttiii mmm
Frederico Maya
Tem a honra de scieotitlcar ao respeila
ei publico em (feral, e aos seus cHentHi
im particuar que elle mudoo o sen gabt
wtede consultas da ra Direi n. ii pan
i rio Queimado o. 31 primeiro andar, con
i entrada pelo pateo de Pudru II, onde po
le ser procurado para os misteres de 8o
pnifissae, iodos os di atis das 9 borai
la manhaa s 3 da tarde.
Tambem previue.tjtie continua a preslai
te a vontade dos clientes alo s na cidadt
orno nos seus suburbios, para onde a
das serio precedidas de ajuste. BHe g
ranle o bom deserapeobo e a perfw?lo d.
*us trabamos, o que, j e bem conbecido
Para (arar a.op.,nnia nauralixar a lean
meninos, precisa- .le ura i inulber da n^-i i rae
a de conducta acemular : Mam a isa faeira
pre>tar dirija-se i raa da linperatris Vaja n. ,
que se dir qoem precisa.
O abaixo assignado faz sciente ao respei-
tavel publico desta cidade e%eas suburbios,
que acaba de estabelecer ama padaria in-
titulada Universal, ra das Tamarineiras
ns. 3 e 8, no lugar denominada Jaqaeira.
Tendo envidado todos os meios possiveis
para collocar este estabelecimento as eon-
dicoes de poder aatisazer a necessidade
que bavia de am estabelecimento desta es-
pecie nos arrabaldes desta cidade, o abai-
xo assignado espera a valiosa protecc3o de
todos os seus moradores.
Promette o abaiio assignado que s era-
prega na confeccSo dos artigos que se pro-
poe a fabricar do dito estabelecimento as fa
rinba3 das melbores qualidades, sendo tudo
feito pelos systemas francez, inglez, portu-
gusz e ailemSo, para o que j tem contratado
trabajadores eslrangeiros, conbecedores
desses systemas.
Para maior commodidade dos moradores
desta cidade o dos seas suburbios, o dito
eslabeleeimento ter diversos depsitos para
os argos do seu fabrico em differentes
pontos da mesma cidade e dos seus arre-
dores, os quaes serio publicados em pr-
ximo tempo pelas circulares par culares di-
rigidas aos moradores dos arrabaldes.
FREGUEZIA DO RECIFE.
Ra da Cruz n. 13, confeitaria do Sr.
Mguel Ferreira Pinto.
Roa do Vigario, taberna do Sr. Jos
Mara de Freitas, denominada Novo Mando.
FREGUEZIA DE SANTD ANTONIO.
Ra do Imperador n. 26, confeitaria dos
Srs. Rodrigues &. C.
Oude se encontrar p3o, desde o mdico
preco de 20 at 200 rs.
No dito estabelecimento e seus depsitos,
tanto na cidade como nos arrabaldes, rece*
bem-se encommendas de bandejas para ca-
samento, partida ou para qualquer ootro
flm, as quaes deverio ser dirigidas em car-
ta fechada, em que se determine, pouco
mais ou menos, o valor das mesmas en -
commendas, as quaes serio entregues no
lugar da residencia dos freguezes.
Gustavo Adolpho Wurffoain,
ATTERCAO
Joaquim Francisco do Espi-
rito Santo, concordatario da fir-
ma fallida M ia dr Espirito Santo,
avisa aos seus credores que na >
tiverem mandado receber os pa
gamentosda primeira prestacao
do. sui concordata at o dia 5
do corrent, que a custa d'elles
pora etc deposito a importancia
dos ditos pagamentos.
Rocife, 2 de novembro de 1870.
Clnica honioepathica
DO
Dr. Santos Mello
(nURXNrk 0 MEZ DE OUTUBIlO)
Molestias
Amygdalile ulcerosa 8
Bronchite aguda........ 3
Bronchite copilar.......
Diepliihte aguda....... 1
Cephala Intermitente... 1
Couvnlcdea............
Denticao...............
Engorgitaraento e3cro-
phuloso............. 1
Febre eph.'mera........ 2
Febre intermitente...... 2
Febre typhoyde........
Febre verminosa........
Gastro-hepatite clironica.
Gonorrha aguda.......
Hennorrhoida3.........
Hepatite aguda.........
H;>alo-enterite ctmnica.
Leucorrlia............
Metn rhagia ehronica
Hetrite ehronica........
Pueumoia ehronica....
Qaeda do tero........
Ulceras svphiliticas das
fauces...............
I
1
S
5
4
3
1
i
4
1
Ra Nova n. 4.1.
34 1G 30 1 14
Dr. Santos Mello.
AMA
Precisa-^e de urna ama : na ra estreiu do
Rosario n. 28.
Na ra do Qieimado n. 3i precisa-pe de
urna ama para coiinhar para casa de rapazes sol-
teiros._________________________________
Precisa se de urna ama para cozinhar e en-
gommar : a tratar na raa Imperial n. 101 defron-
te do viveiro do Muniz, ou na ra do Rangel n.
7, taberna.__________
Cobranza
Urna peisoa habi'itada en^arrega-se de qualquer
cobranga ne?ta pra?a ou fra della, d fiador a
sua con lucta : quera precisar dirija-se ruada
Cadeia n. 46. que encontrar c im qnem tratar.
los Rodrigues Elvas JnniT convida os seus
coll ga* e amigos para asshiirem urna missa que
elle manda resar na matriz da Boa-vL-ta, segunda
feira 7 do e<)rrante, pela- 7 horas da manhaa, pelo
eterno rep*uso d'alma de seu muito e sempre cho-
rad) pai Jos R ilrigu s Elvas, fallecido no Piau
hv ; e demty i ll.e- nuradece e-e piedoso fav.ir.
. I" V
Jo Joaqnim Pereira .le i) ive.ira, Antonio Joa-
quina Pereira d Oiiveira e Fraucelino Olytupio Pe
reir de Oiiveira, cmv lam o< seu< paiente^ e
amigos par Bifcistlrem missa do sptimo dia que
inaadam celebrar por lm^ d seu dnado sobri-
iih e inna M.nervim J-'ffrson Pereira de Oii-
veira, a- B4MMM >la manliat di dia 5 do nov n.
pro, mi convftiii-i <> ''.arno.
H Oattli & C, dr acc^rdo cora a luaiotia dos
neo* rred irea, eutr tabeteeida Betn ciale aos Srs. Keller & C, oe-
lucante- desta traoa, ptra procederem a sna li-
^ui tacan per do'-, .lid respectivos creit^res,
i q* rteam ut' r;-iln-. ^ mesm i* eohores
de ja ma plenos
se, porio, toda su o ile
ao que recaberwi .-m re
F itoi
Precisa-ge de urna ama de Ma tera i
ra de Borlas n. 30, sobrado.
Afnga-M nma cava na Boa-vtafaaa,
fresca, com 6 quarts, 4 salas, eozwka, t
quarto para preto, ta.n de frente 4
portas : trata se na Soledad* a. 80.
I
____I *
Precisa-se de nma ama forra on captiva nava
servioo interno e externo da aan cana a ~
familia : na roa Velha n. 06.
Bartholomen & C,
VlNHO, PlLULAS, XaHOPE E T:NTUA
de jurubsba simples b ferruowoa;
Oleo, Pomadae Emplastro da mobca
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C"
Pharmaceuticos-Dhoouista
PBRIfajHBUCO
A Jambaba : aau plaau boje
como o mais paderow lomeo, coa*
rf'-soli>'.rente.e como ul applicada BMfaM
do ligado a baco, beputiiei, doresaa,
aos e aspecialmeola do ataro, hfdroMsiaa, "J*
pellas, etc.; e aisociada ao farro all ni |aHiai
cores, chloroaes e falta de menitrmacao, i
ioa do estomago, ate., a o qae ama
lanumerai enraa impariantea obudas
preparado* j bea coobecido aaaM
disiiDCtps madicoado pan t Ponagal. Eai
Dosaoi dapoailoa diatribainoa nata f "
melhor fasaa conhacar a Jarababa i
appUeaeao.
^m**

VERDADEIRO LE ROT
de aiCVdKET, DocUar-lteeda
Ra de Saine, 51, *\ PARS.
Em cada garrafa, vai, entre a rolha t o papel azul
que leva o met ainete, um rotulo imprrsto a ama-
relio com o ^aiio Imi-bil do sotfrno ra\iccs.
N.B.- lemrt-
te ndo-euira l-llra
i.- S00 Iranroa so-
bre Pars, acdlairl
a ee H de Tifta,
ao m 'Timo .:r,za-j-
doaliatiracnloeds
alar descanto.
' I
1
FLH1NHAS
AratM* e aatilr bnr arta*-**
*rada m*
LIVRrVRlA FRANCEZA
riu *o Oreaao.
u ifiaadaa r.lkaaa.




Diario de Pernambuco Sexta eira 4 de Novemhi-o de 187<

1
l
O aalo de piano* e de
muste&B
a. 58, i andar, par* a
Inipcralriz n. 12, toja,
loudou-se da ra.HovA
ruada
m Precisa-se d ama ama para ponca
AJll.A(8ir>tia.: a raa dfrCardw r*;;, n gg
*" Precisa-se da orna ama para casa de pooca
ranilla : a irater roa do Cabog n. 1 laja.
AMA.
onde contina
Llico.
recocnmcndando-se ao llliu. pu-
G. Werlheimer.
\mm PALEARES.
Precija-se de urna ama para eosinnar: a
tratar no Manguinlio, sobrado non dos Sra. Car-
ptateiro, cu no caes da Coropanhia Pernambuja-
na n. 2 ; adverle-ae que serve escrava ou lvre,
mas que cosinhe Dtm.
Retalha-se terrenos no Porto oa Madeira em
Beberibe. A posicio topographica dos meamos
lerrenos, sua boa qoatidade para planiacdes, como
se poder ver pelos siiios nelle ja situados, jnuito
os recemmenda : os pretenderes enconirarao pes-
soa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido logar, nos domingos al
as 9 horas da amanbaa.________________
MOFINA
INTERESANTE COMPOSiglO LITTEIURU.
COXTBNPO
A noite do xtasis. 4MH
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mystertfl.
Com ama carta critica dirigida ao autor pelo
Or. T. B. Rigueira Costa.
1 volme brochado zJOOO.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volme brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA__________
PRECISASE
De um homem. livre ou captivo, para distri-
buir pao; e igualmente de urna ama que saiba en-
gommar bem cosinbar ; trata se ra do Vi*
gario n. 16, andar._________________
Associatjao Commercial Bene-
ficente.
Tendo se esgoUdo a lista dos supplentes para
preeocher as vagas navidas na directora, e nao
estando prevista esta cireumstancia nos estatuios,
convocada pelo presente a assembla geral, para
so da 4 de novembro" prximo futuro ao meio
da, resolver como convier.
Assocacao Cemmer ial Beneficente de Pernam-
buco ii de oulubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Jos Henrique Trindade,
Secretario interino.
Casa paj alujar
O 3o andar da ra da Cadera n. 4____________
A luga se
nrr.a casa terrea, sita na Capunga, com soto, co
cbeira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
Roga-se ao Ulm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na dade de Naiareth desu provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello uegocio que V. S. se comprometteu reaii-
sar, pela terceira chamada deste jorna|. em nos
de deiembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumpno,
e por este motivo de aovo chamado para dito
fim ; pois V. 8. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor ,so
Blho se achava no estado nesta cidade._________
Igreja de Nossa Senhora do
Monte em Olinda.
Conliouando o concert da greja de Nos-
sa Senbora do Monte em Olinda, segundo o
promeltido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de a38m o fa-
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual-S. Exc. Rvma. temempregado todos
os meios e esforcos seu alcance, acontece
qoe o referido nao pode ser de prompto
concluido, j porque os recorsos da ordena
benedictina tem de ser tambera applicados
reparac&es e concet tos dos predios da
ordena, j porque tem bavido demora na
extraccSo das ootras partes da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, snp-
plica aos devotos de Nossa Senbora do Mon-
te que se preslem a ajodar com suas esmo-
las a conclusao dos releridos concertos e re-
parares na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao joiz perpetuo
Manoel Luiz Vires.
O Sr. Sebasliao de Albuquerque Mello o.og-
ado a vir a esta typr.gr phia. r
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, 1 andar.
' Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
Mmho, em Braga, e sobre os seguales lugares en
Portugal :
(Jaba*.
Porto.
Valenra.
Cuimares.
. Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos dn Val de Ver.
Vianna do Castel'o.
Ponle do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanas.
Covi
v.-cmI (Vslpasso).
' aodella.
I t.ircellos.__________________________
AC
SftDNI
ll-laa Estreila do llosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tddo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Na (raga da Independencia n. 33 so da di
uneiro sobre peahores de ouro, prata e pedra.-
preciosas, se;a qnal for a quanlia; e na mesm<
casa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmenie se faz toda e qualquer obra de en
commenda, e lodo e qualquer concert tendc-n'.i
a mesma arle
Cosinheiro.
Precsase de um cozmheiro, dando fiador : na
ruado Crespo n. 9, livraria franceza.
Smmmm-nmmmammm
O bacbarel Celso Tertuliano mudcu o ffi
seu escriptorio para a ra das Crnzes, I
boje Duque de Caxias, casa r. 34, 1 an- 2
dar, onde pode ser procurado.
Aloga-se o sobrado n. 9 na Passage
Magdalena : a tratar cem J. I. de M. Bego.
da
Traspassa-se o arrendamento do engenho Com-
portas, sito na freguezia de Muribeca, com urna
das melbore machinas a vapor, comprada o anno
passado, destllac,ao muito bem montada, excellente
cercado todo de vallado, proporcoes para grandes
safras e nma legoa dstante da cstaeao de Praze-
res. No caso do pretendente fazer negocio com
os tres annos de arrendamento que falta e quizer
comprar a safra nova, vende-se tambem gadol
cavallos, burros e alguns escravos, visto o acta,
rendeiro nao querer continuar mais em engenho :
a tratar no mesmo.
Joaquim Francisco do Espirito Santo,
concordalaria da massa faUda de .Maia &
Espir ilo Santo, pede aos seus;credores o favor
de viren) ou mandaren) receber os pagamen-
tos da Ia prestacao de sua concordata; de-
vendo, para esse fim, dirigirem-se ruado
Imperador n. 41.____________^____
LASA l)A FORTUNA
Aos 5:0001
Billietes garantidos.
A roa Primeiro de Margo (oulr'ora ra dt
Crespo) n. 23 c ca^as do costume.
O abaixo assignado, leudo vendido nos seus
felizes bilhete* ara guari n. 23G8 com a:000,
um meio n. 951 com 1005, um inteiro n. 1763 com
2005000, e outras sortes de 100a 400O da
lotera que te acabou de txtraliir (167*), convida
aos pos-uidoros d virem recetor na conforOiidade
do cosiumo, era descont algnia.
:am-s6 a venda M fezes biihetes gaian-
tidos da 1" parte da lotera, a bonecio da ma-
iri' de Cabrob (168*), que se extrahira seguuda-
fi-ira 7 do crrente mcz.
PRECOS.
Bilhete inteiro 65000
Mein bilhete 3000
Quarto i 5300
Em Dorco de 100900 para cima.
Bilhete inteiro ."5100
Meio bilhete 25700
Quarto lj:!30
Hannel Martin* Plufa.
Corbiniano do Aquiuo Fn>eca faz saber a
quem interessar possa, que se aclia autorisado por
proeurcao bastante de seu pai o commendador
Thom^z de Aquino Ponsoca para recebar e dar
quitacao dos alugueis de suas casas, e por so
faz constar que jmente elle o competente para
e WA DE FINADOS.
Na ra Direita n. 133, loja de cera, ha
urna pessoa que se encarrega de ornar
catacumbas no ceroiterio publico, dande a
mesma pessoa todos os preparos.
ll
I
O Dr. Kiog mudou ana residencia e consalto-
ro medico irurgico para a ra da Aurora n. 52,
4* andar, oade da consultas das 7 as 9 horas da
manba e das 3 as 5 horas da tarde nos das uteis;
aos chamados devem ser por escripto e acudir a
qualquer hora do dia ou da noute.
s-a
w-r)
Joaquim Pires Machado Portella, seus irmos e
cunhados, agradecenda muito cordealmente a to-
das as pessoas, que se dignaram assisiir a encom-
mendaco e acumpanhar ao cemiterio os restos
mortaes de sua pre-ada mai e sogra D. Jjanna
Joaquina Machado Pires Ferreira, roga-lhes a ca-
ridade deouvirem a missa e assistirem ao memen-
to do stimo dia na igreja da ordem terceira do
Carmo, s 8 horas da manba de sexta-feira 4 de
novembro.
Ctiristiano d'Almeida Moraes, faz saber aos
seas freguezes que mudou sua cocheira para o
pateo do Paraso n. 10, onde cootina a servir
aos seas freguezes com promplidio, delicadeza, e
por precos commodos.
AMA
Precisa-se de urna ama para servir a urna pes-
soa ; na roa estreta do Rosario n. 27, andar.
AO PUBLICO
O abaixo assignado faz sciente a seus crederes
que havendo fallecido sua mulher e tendose pro-
cedidj a inventario das bens de sea casal pelo
Illm. Sr. Dr. joiz de orphios lhe foi concedido o
praso de IS das, a cantar desta dala, aflm de que
seos cred res apresentem se em juizo e provem
a cenen de seu debito para que sejam devidamen-
te aitendidos e se separem bens para seu paga-
mento. Timbambo 28 de ou-.ubro de 1870.
Jos Calazancio de Souza.
Precisa-sa de um molfque de 16 a 20 annos,
que ejaeserivo para o serrino de casa de poata
iamilia : a tratar na rna do Barao da Victoria
(ontr ora Nova), loja n. 32.
ATTENQAO
Zeferino Domingues Moreira Jnior deixou de
ser caixeiro do abaixo assignado desde o dia 22
do corrente ; bem assim da faier a eobranca do
mesmo.
Recie, 29 de oulubro de 1870.
____________Aotooio da Silva Pontos Gnimaries
Trabalhadores
Precisa-se de um eu doas trabalhadores para um
estabelecimenlo forro ou captivo : a tratar na ra
do Rosario Larga n. 34.

S
s
US
3
e
CompanhiaAllianpa
DE
seguros martimos estabelecida
naBahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadonas t dini eiro a ruco
martimo em navios de vella e vaporea para 4en-
tro e fra do Imperio. Ageneii roa do Cora-
mercio n 17, escriptorio de Joaqnim Jcs Gon-
alves Beltrao.
**fl^
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
ascala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e reeebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
IKIREIUA IUARTE C.
CASA PARA ALUGAR.
Aluga se o 1 andar do sobrado n. 6 rna do
Duqne de Caxias : tratar no coraco de ouro,
roa do Cabog.
Ama
Paga se bom ordenado por urna ama que cot-
nhe para urna casa de familia : na ra da Sera-
la-velha o. 90.
Ama
Precisa-se de nma aoia para easa de poaca fa-
milia : na roa nova de Santa Ri n. 73.
Ama
Precisa-se de ama ama livre ou escrava para
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarros raa
larga do Rosario n. 21. f
AVISO
MANUEL C.
Tem a salisfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem |g|?
estabelecitio urna nova fabrica de chapeos de so), na ra da Cadeia do Recife n. 9, tu je ra do Mrquez de Olinda,
onde acharSo os pretendentes, muito avultado sortimento de cbapos de sol de todos os prefos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporla o nosso mercado: convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
macoes as tazendas que a demora da fabricacao e bem diminuta,___________________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
- DE
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Barao da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par- |
do e de algodSo os todos os tsmanbos e feitios, alm da immesa pon.Tio de Jtda, merino, algodSo e brim, ^
A modicidade de teus precos lo conhecida j^
Roga-se aos senheres abaixo mendoiiadba o ob-
sequio de comparecerem no Bazar da Moda rna
do Baro da Victcria, a negocio que Ibes diz res-
peito :
Joao Vtlentim Vuelta Jnior.
Guilberme Dias dos Santos.
Joao Jos dos Sanios Lima.
Jos Hagalbaes com fabrica de vetas.
Jos Mara Fernandes, morador na villa do
Cabo.
AMA
Precisa-se de urna ama para cozinhar em c*-:a
de poaca familia : a tratar na ra do Vigario o.
le pe
andar.
p armares de todas as qualidades para satis/azer qualquer encommeEda.
que escusa de mencionar.

m
l!


AMA
Precisa-se de urna ama para fazer o servicp de
pequea familia, qnal se dar bom ordeado ;
ra de S. Jorge (oulr'ora Pilar) B. 138 1*
andar.
A negocio de seu interesse se d^seja tallar
com um dos herdeiros de Manoel Gomes da Silva.
morador em N. S. da Gloria de Goil da eidad<-
da Victoria, na raa Augusta o. 31.
'A RUA DO BARIO DA VICTORIA II
Neste novo armazem tem om
vanado sorttmeito de f^zendas.
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a est
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, bros de
cores e brancos, colei-
liiihos modernos, cba-
pos de sol de seda,
Snos. RUA
aarodaVicora
DE
ARRUDA IRMaOS.
Assim como Um urna grande
offisma de alfaiate, montada com
todos os preparos que ba de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeigo
nada deixam a desejar.
Roupa de todos o>
amanhospara homen;
meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as rce-
Ihores e mais moder-
nas casemiras que h;
na Europa.
RUA
Baro dri Vicoi I;;
antiga rna
i
_________________ H. Al,
Este-estabelcimento acaba de sofffr uma referma radical em ac o, artillas e cen mocos, e m ponttalidade as encom-
mendas, finalmente em ludo afim deCmelnor servir os seus.; numerosos freguezes eixa-se de annunciar todas as fazendas, para
q3o se tornar massantef B *
Companhia Fhenix
Fernambucana
A directora da companhia Phenix Pemambu-
cana delinerou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambacana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.
Precisa se de urna ama para cozinhar : na
rna da Cadeia n. 11, Recife.
Precisa se alagar nma escrava moca para o
servicp interno de urna casa de familia: na roa
do Crespo n. 12, i* andar.
Alnga-sfl o 9 andar do sobrado da ra No-
va n. 58, est decentemente preparado.
Curso e ferias.
Do 1 de novembro ao ultimo de Janeiro faz se
no collegio de S. Pedro de Alcntara, a ra do
Mrquez de Olinda n. 2i, um corso de ferias de
geographia, historia universal,algebra e geometra,
rbetorica e pbllosophia para os enlodantes que
pretenderem fazer exames em marco.
Joaquim Peixoto Filho,
_________________Director._______^^^
Aulas Docturnas para os em-
pregados- dj coramercio.
No collegio de S. Pedro de Alcntara, roa do
Marquei de Olinda o. 24, lecejona se iheorr o
pratica de escripturacao mercautil por par: !a
dobradas,a fallar francez inglez, alloma"'. ( r-
tuguez, ariihmetica. msica vocal e instrume. :al,
Joaqnim Peixoto Filho,
Director
Precisa-se de trabalhadores -..
roa do Rangel n. 9.
na padaria da
BRAZILIAN STEET
Railway Company (Limited)
Pede-se pos senhores passageiros o es-
pecial obsequio de quando arriarem as ve
nezianas das portas dos carros, arreiem
com cuidado, afim de evitar quebrarem-se
como est aconteceodo diariamente.
Williatn RawUnson,
Gerente.
AVISO
Roga-se aos senbores passageiros o-ob-
seqaio de antes de -embarcaren) munirem-
se de biihetes para soas viageos, como de-
termina o artigo 2. do regulamento desta
compagina: nao se admiltindo mais o re-
cebimento de dinheiro dentro dos tren;.
Em todas as estacos- acharo oa senbo-
res passageiros biihetes a venda.
Gerente.
Wtlitdm RawUnson.
RUA DA CRUZ \,?4
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assncar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas"de descarocar algodSo.
Machina de cortar fumo. '
Mchica de cortar papel.
Motores para doas cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balaceas, prencas, cofres de ferro, fog&es de ferro, enxofre, salitre limalha de
ferro e muitos outros artigos.
ROB LAFFEGTEUR
Approvado em Fraada. Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteor sa autho-
aao, he mui superior aos xarops de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha. De fcil
uigestao, adagraved ao paladar, e ao alato, elle cura radicalmente esa mercarlo, ai
anecoes da pelle, Implimi aiparcaa, (nmorea. nlceraa> sarna dr(e-
nerada, ctcorbui, e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores. I
u arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
raaas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de polassio.
sii$r'&Beral do verdudeko ROB LAFFECTEUR, n casa do doutor GIRADEA DE
2>AlflT-GERVAIS, ra Richer, 12, i Pars.
PH=P 2 Ru Gastiglione
PAR I S
to i P. MAUltEB et C'% tm Ptrnvthuo: J08E BELLO, M Porto dUtrt;
_SILVA LOPES. m> Bukio; FERIlEIItA C. cu. Mm-uJm.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
HA OEfTA
OU
COLLECCAO DE \nVEY\S EOFTICIOS
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
IMARIA SANTISS1MA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Pasaos.
Offlcio do Senhor dos Passo3.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete' Dores de Mara San'.i.-L;na.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Ca mo.
Novena de N." Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do R. S. Joao Daplista.g
Novena da Senhcra Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadenado.
________2gQ00.
Agencia fm Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do pt.\ .
Ka sa .arii!ha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
ros.
Tnico
Cocserva e limua os cabello?.
Punas catrticas.
ruramento vegelaes ttm mercurio ; cara
sie, purgao e puriQoam todo o sjrattna human
Vende-se|enn'iivamenteem eaaa de Samuel P.
Jhnstfn A 0. ra da Senzalla Nuva n. 42._____
Em casa de THEODOiiO GHBJT
ANSEN, raa da Cruz n. 18, encontriuw^
inactivamente tedas as qualidades de vicii
ordeaox. Ronr^o/aa edo Rheno.
re
EHGKHEIRO
Com funliqSo.
A RUA DO BRM N. 52.
Pass ndo o cha&riz
Machinas vapor sysiema melhcradc.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assncar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricnltnra.
Todo por preco muito rednzido.
- Precia-se alugar um preto escrava de mea
i dade. paga-se bom a ngoel : nesta lypofrapaia
Empresla-se 3 000*000 ajaros sobre hypo-
iheca de predio nesta praca, e tambem permou-
se ou comprase nma casa oa ra Direita. voltaa-
do se o que for de razio : quem pretender dirja-
se a rna das Cinco Ponas n. 68, que achara com
quem tratar._________________^_^___
Desapparecen no dia 31 do caes da Liifoe-
l, um passaro cor de rosa e de mmm Guara, tea*
do voado dall para o lado do caes 4* Apollo, oa-
de foi visto, seguindo dalli pan o ara da Carai
ci : roga-se, portanto, a quem o pegar livor de
manda-lo levar i ra do Caldeireiro a> 41,
alem de se ftcar summamente agradcelo,
a quem o levar!_________
Cachanga,
BMa
Aloga-se pelo lempo da testa orna
prxima ao rio, com 1 salas, 3 qnarlos e i
a tratar na travessa da Palma para o Podaba n-
mero n. 26,________
OQereee-se urna ama para algum rulajto, a
para costaras, para casa de eslraageiras oa aa-
ionaes : a iratar no Camnbo novo a. 70.
ATTENCAO
Precisa-se de duas mulherea arionaw aa a*
trangeiras, que saibam engommar con pajlak^a
e desembarace : aquellas qoe estiveraai aaataa
coodiedes, podem dirigir-so roa da Aurora aa-
mero 2i._____________________" ________
Precisa-sede urna ama para eaaa aa aaal
poaca familia e qu saia a roa para coaarar : a
traur na roa da Aurora n. 40._________^__^__
Precisa-se de umi ama para coinaar a asa
de pouca familia -. a tratar aa praca da i
dencia ns. 8 e 110.
.

1


Diario de Eernambco Sexta feira 4 de Novembro de 1870.
n
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
Este cohecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, ora virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, presos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FR1ICEZ
Botinas para tenhorae e meninas.
Botinas pretas, brancas e de multas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e preces mais barates do que em outras partes. m
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e peluca, das melhores fabricas e esaolhidas.
Botas e pernelras rnsslnas.
Botas e perneiras para mantaria, das melhores qualjaades, de couro da Rossia, las-
tro e bizerro.
sapatos de borracha para hornease senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo costo'aflm [de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baralissimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qaalidade.
Abotinados para meninos e menluas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, multo baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, decasemira, de charlte e de tranca franeezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triffce, de toilette, sabenetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qaalidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubio.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, qnartos e ga-
binetes, toucadore de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botfies, correnus e chaves de relegios e tranceln?, tudj de
ouro de li, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
calxinhas de costura ricamente gnaraecidas e ornadas com liadas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, calxinhas eom vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, qnadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessautes vistos de figuras e das mais bonitas ras, boulevaras,
pracas e passeios de Pars, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de cures para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, aeordions de todos os lmannos, horcos de vimes para enancas, sapalinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para eouJiuir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conla.
(3!3QW)3(D(>3 Paaa IH3iaQI)()3
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante eitura da inQnidade de
gneros Ue brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
mvr,
visita-lo
em di-
i .
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a
verdeando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren vindos
reitura e de conta propria.
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_3{2*a.-
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cbiciDico

MAO DE DURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldauha & C.
A mun ^^Hpara I cabellos da cabeca e da barba, foi a unica admit-
tjda Eocpdsitfta Universal, por ter sido reconuecida superior s todas s prepararles
ate boje existentes, sem alterar a ande. Vende-se a 1^000 cada frasco na
Ruada Cadeia n. 51 l'andar.
< IHKIiLOS IIHA \< OS Soctedade Lberal Unido
nefietnte.
Be-
ANTIGA
DO
'l1
IIR. SABIYO O. L. IM ^ IIO
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ra do Barao da Victoria
(ANTIGA RA NOVA)
De ordem do eooaelho arainl*trativolsio ce na-
dados todos os socios a reunirem-se em assembla
geral extraordinaria no dia 4 de novembro do cur-
ente anno, as 7 horas da noite, para traur-w de
negocios jirgeules tendentes a mema sociedado.
Secretaria da Sociedad* Liberal linio Benefl-
cette, em Ji de outubro de 1870
Innocencia Xavier Vianna Sobrtnko,
_. ______ 1." secretario.
AMA
ATTENCAO
I'aga-se bem aluguel a nma ama que cozmhe
e compre para famil,a de duas pessoas : a Iraiar
na ra Nova n. 10.
43
A viuva do Dr. Sabino 0. L. Pinho, propietaria da amiga e bem conhecida Pharmacia Especial
rfomeopathica de seu finado marido, desejando raanter o crdito de que gosa este estabelecimento de
corresponder cada vez mais a confiaoca que em seus remedios depositam os amigos da homeopalhia
nao tem poupado esforco9, afim de dar aoseu estabelecimento todos os melnoramentos nece:sarios, e
colloca-lo a par dos progressos que tem feito a homeopalhia oestes ltimos tempos.
Com este intuito a mesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna pessoa habilitada
com pralica de 10 annos em pharraacia homeopathica, e encarregado ao babll medico homeopalha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a prepara cao dos medica
menlos.
Achando-se e3ta casa em relceos com os primeiros estabelecimentos deste genero na Europa,
de onde Ibe vem os medicamento* necessarios, contina a offerecer a seus freguezes todas as garantas
e modicidade do preco?.
Prepos das boticas
Tintaras Cala
1 boUca de li medica- 11 caixa de 2i vidros
mentes............ i/OOO! com tintu-a e 48
1 dita de i4 ditos..... 344000! tubos.............. i>0000
1 30 28*000 i dita de 36 ditos e 60
i 36 32*000, tubos............ 60*000
i 48 40*000 i dita de 48 ditos e 120
i 60 53*000 ditos.............. 803000
1 120 > 80*000 IdiU de 60 ditose 240
i *W 140*000 ditos.............. 100*000
Acabamos de receber um bonito sortimento de carteras de diversos tamanhos e gostes, vendidas
escolha do comprador.
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas
quer indgenas, e bem assim tudo quanto respeita homeopalhia ou a sua pralica.
MEDICAMENTOS
Glbulos
1 botica de 12 medica -
10*000
1 dita de 24 ditos___ 15*000
1 > 30 . 20*000
1 > 36 24*000
l 48 . 30*000
1 60 * 34*000
L > 120 > 50*000
1 240 90*000
oeledade Reereattra Tcrpsl-
chore
Por ordem desta presidencia e em cumprinienlu
ao art. 13 dos nossos estatutos, sao convidados
todos os senbores socios a reuoirem-se no re cuito
desta sociedade para a assembla ora!, que ter
lugar no domingo 6 de novembro, as 10 hora
da manhia, afina de eleger-se a presidencia e mais
raembros que tem de funecionar no anno futuro
de 70 a 71.
Secretaria da sociedade Recreativa Terpsichorc
31 de outubro de 1870.
Antonio Aunes Jacome,
secretario.
Pede-se ao Sr. Antonio Adon de Souza Bar-
cellos ou outra quslquer pessoa, que nao faca Be-
gouio algnm com a taberna da ra do Rangol o.
77, que lyra sob a Arma de Rosas & Primo, vbto
o Sr. Jos Antonio da Rosa dever urna letra ven-
cida e mais alguus dbitos, sob pena de Qcar su-
I'eito, qualquer que seja e comprador, os ditos de-
litos contrahidos at esta dala pelo inesmo Sr.
Roas. Recife 3 de novembro de 1870.
No armazem de Jfilis Latharo A C
Cruz n. 38, vende se :
Lona larga de 30 pnlegaJas.
Dita estreib de 23 das.
Saceos vasios pira asquear.
Sellins, silhdes arreios.
Vinhi" de I)ord<-anx fino en caixa.
Sabio ing'ez em caixa.
Sabi'neies dito dito.

Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras d> scpeiior farel
lelo barato pceo a cima indicado, ca ra
ia Madre de Deas o. 7
Cal
nota de Lisoa
chegada nltimamenia pelo patacho Principio, *-
dem Cunha limaos & (1, roa da Madre de De&*
n. 34.
Precisa-se de urna ama liel e diligente para
casa de poaca familia : a traiar na praia Jo Cal
deireiro ou ra dos Osso3 n. 11.
COMPRAS.
Apis antaribiica (especial para rhenmatis- .
mo) 1/2 onca....................... 2*000
Cactus-grandiflora (para bronchites, pneu- i
monias etc.) 1/2 oncas............... 2*000
Calndula (quemaduras etc.) 1/2 onca.. 2*000
En tolla (para boubas) 1/2 onca........ 2*000
Erythroxillon sativa 1/2 on;a..'......... 2*000
Marapuama (.para paralysias) 1/2 onca.. 2*000
Plumera (para mordeduras de cobras)
1/2 onca........................... 2*000
Plantago mavor (para febres interminen- .
tes)............................... 2*000
Rabo de tal (para as affec.ues do I
peito).............
ila excellentes
de olhos.
Vende-se tambem o thesouro homeopathico ou Vademcum de homeopatha,
L. Pin to, 2- ediro.
Sarracenea-purpurea (para bexigas)___ 2*000
Schyous (poderoso as affecedes de gar-
ganta)............................. 2*000
Tomaqua r (para darlros)............. 2 000
Tarntula............................ 2*000
Opodeldoc de Rhus 1 vidro............ 3*000
Opodeldoc de Bryonia 1 vidro.......... 3*000
Emplastro de rnica 1 cartao........... 1*000
Chocolate especial homeopathico 1 libra. 1*000
Caf homeopathico 1 libra............. 1*000
Pao para denles 1 caxinha............ 1*000
Pomada homeopathica para o cabello
1 vidro........................... 1*000
................ 2*000 Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
apparelhos modernos de douebes occulares para tratamento das nfmmacoes
pelo Dr. Sabino
Nao existindo at hoje mcio de poder vorilicar-se a bondade ou efflcacia dos medicamentos
homeopathicos senao pelos iffeUos que delles resuliam, em sua applieaeao as diversas enfermidaJes,
segue-se que este um negocio lodo de confianza e de f; por isso aconselhamos aos que cempram
remedios homeopathicos que procurem antes nina casa que Ihes inspire conlianca, do que quem venda
mais barato. Tudas as preparacSes desta easa sao feitas escrupulosamente por meio de machinas
especiae3 c debaixo das vistas de um distinelo medico homeopalha.
Dstr bue-se gratuitamente aos que comprarem percao de medicamentos: um rgimen homeo-
pathico, organisado pelo fallecido Dr. Sabino, ura avulso sobre o emprego da vaccina homeopathica e
do Plumera; e ura folhelo sobre o cholera pelo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathico
O amigo consultorio de-te estabelecimenlo dirigido pelo
ir. s&ntrzos ieex^lo
Con-ulta todos os das das 10 horas da manhaa ao meiu-dia.
O Dr. Santos Mello responde com promplido qualjuer consulta que ihe dirigirem do interior,
e encontrado a qualquer hora do dia ou da noute, para chamados, tanto na cidade como para o
interior.
Consultas e medicamento?, grates para os pobres.
43Ba do Baro da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
1E BAMBUCO.
I
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laratijas amargas do
BROMURETE DE POTASSIOM
De J.-E. IiAROZE, t, ra dea Uon Saint-Paul, Pariz.
Todos os Mdicos concordio em que o Bromuro de Polassium puro tem sobre o
sistema nervoso, urna aceo editi (aluw. Reunido o Xarope Laroze de
Laranja amarga, coja aeco regenera aa fuo-.voes do estomago e dos intestinos,
umversalmente apprecieJo. Sem receio d'a/bidente se pode dar as pessoas adultas,
quando sotlrem de molestia* do oorasao, a* vas digestivas, oa nsvroras em geral,
assm que para as molestias nervosas i* prenhes. Para as Creancas, para calmar a
agtacto, insoosnias, tone durante r deafto.
Deposito m Rio de Janeiro, n Oboralt; em Pernambuco, 9. Manrer C";
em Haccio, raleo Bias; em Petjtas, matero laiva; em Baha, iiimhi; em
Porte Alegre, JoiBailo; emKaranhio, Tmnm** O*; em Ouro Preto, WeUrso.
Compra-sb a collecQlo
do Diario de Pernambuco de
janeiio a junho do anno de
1866: nesta typogrpohia se
dir quem compra._______
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velbas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
TASSO llll)S k
Tem venda em seus armazen*. alera de -. j;r
arhgos de seu neg io regalar, os segurte*, estao venJendo a precos ma i i baratos que ero j-
tra qualquer parte : *
PORTAS de pinbo alniofadadas.
FARELI.O em saceos graides a 3$WO.
GRADES de ferro para eercado.
ESTEIRAS da India para cama e torrar ata.
CANOS de barro francei para esgoto.
GF.SSO superior tm barr.*as e as arrobas
CEMENTO de todas as qualidades ttun
precos.
MACHINAS de de*car< car algodao.
RARRIS grandes com peixe da Sceria.
LONAS e brinzoesda Russ^a.
OLEADOS americanos para forro de .-.q
FOGOES americanos n.jio bous e econ-^m,: %
VINHO 'le Roideaux em caixas.
COGNAC superior de Gautier Frcres.
MILHO de Fernando a 3 o tjeco
AGUA florida;
RARRIS de carne salgada de porco e de N -
Compra-se m cylindro americano que es-
toja em bom estado : na padaria da ra do Ran-
gel n. 9.
VENDAS.
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore ra das Cruzes n. 42, off?rece por di-
nheiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ler recebide- raaitos dos generes descriptos
pelo ultimo vapor.
Maeaes, peras e abacachis.
Chocolate de l a 1*800 a libra.
Especial n anteiga ingleza e frauetza.
Honalices para sopas denominadas Julienne, que
substilue peifeitamente as mais frescas ervas.
Queijos flaniengos o quo de melhcr se pode de-
sejar a 2*800.
CaixSes de doce de goiaba a 800, l, 13200 e a
1800, dito em latas a 2* e 2OO.
A verdadera farnha americana viuda de conla
propria a 320 rs. o mac,o de urna libra.
vela3 atearinas a 500 e 610 rs. o maco.
Bolachinhas do todas as qualidades e dos me-
lhores fabriiantes.
Eivilhas francezas e portuguazas.
Vinho de todas as qualidades.
Farelo de L;boa desembarcado hontem, em
saceos grande?, a '5.
Especial e aromtico libio de familia a oOO 7,
o kilo. _____________
Calcados ingSezes
Borzeguins inglezes de sola grossa taxeados i ara
homens a 7j6aOO e a 8* o par : na loja do calcado
da bola do ouro, na ra da Cruz n. 21, robrado
amar el lo.
CAL Mft K
Vende lotaoim Jos i!;ruc9 :
a. 8, l andar
um coup moito elegite, e tima x'utoris.
Na officina do f.rrador dtfronte de 5. .
cisco se dir quem o dono.
Jorge Tasso vende o seu mBrj.iico -
reside em S. Jos do Mangainho, c.pnchj.-arji rjt
plantado, arruado, com jardins, carra a
agua potavd etc. etc., que saiifaz o um n.
aristocralio : para ver das 9 da ;nai:Lli h ". ;.,
tarde e para tratar con: o eorretor flaBfMlo J :
Affonco na praca do CoaHMTCl, tm a- Ti :
Amorim n. 37."
Vende-se urna p<> u^na labrica Je v*i <
preci commodo : na ra Imperial n. >" ,-.>
lo au chafari".
Vende-se
Urna chapa pra oReiahU da Ordei.i Aa -
muito em conla ; na toja 'ie ourives, m r
Imperador n. 30, defrjnle da casa do rrituii -i
reanlo.
"viif-sr
^ Ro povoao dos Montes (Traab i -: \ \a i'
L'aa, 1 padari i eoni lodos 5eu-
do ueste eumero u eylin h
para irabalbar eom cavada ucm prM
comprar denja-se anea de VaorH]
que achara eom quem [ruar.
ou alnea i \i i
com a fabrica de sabio
Frasca, r.a rna da ] ra i
qnaes offei n ;
qualqncr fabrica
a grande vaMafam pai te e i
quo : a traiar e iin o n n I l' r i -
Vena
$|000
Vemle-se borzeguins franeezes, i bra ga'piada e
nuito boa, pelo diminuto pn ;o le nham a
elles, antes que se acabera : a roa ila Cadeia n.
50 A, loja de miodezas.
Attencao
Vende-se a armacao e perttnce; da til>
logar do Terco n. II, propria para qualquer prin-
cipiante)), cedcnJJ^e ao comprador a resideneia
do sobrado de um andar p'r cima da mesma :
traiar no mesmo sobr
Milho.
a taberna...:'
da mi
!;.r oa
eomjirador. A _
Vende-se em saceos grandes, de superior quali-
dade e muito novo, por menes preco que em outra
qualquer parle : oa ra do-Viguri n. 14, escrip-
torio do Jos Lopes G.
Cal nova de Lisboa
Vende-se na ra do Barao do Triumpho, outr'o-
ra doBium n. 80, armazem de Pereira da Cunha
Irmaos.________________________________
"TfTENCfiO
Vende-se urna taberna corcrpoucos fundos pro-
prio para algnm principiante e tambem se vende
so armacao : tratar na ra de S. Miguel n. 34
nos Affogados.
PIANO.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qnal tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as qoaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as*joias serSio garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir/reguezia n3o olvidarlo, vender bom e por precos' os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este esUbelecimento, certo de qcie ficar
satisfeito.
A' MO DE OURO RA DO CABUCA N. 9 A
rafflfSCaff ftfaAaWaKtfr^ggltajglJ jfS!MSS}i&Qi
NO&HOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS li
FRANCEZA E NA MARINHA REAL INGLEZA
O problema resolvidi por M' RicotLOT com o mais feliz resultado na composicto deslt
i papel foi conservar a mostarda todas as suas propriedades, obtendo em poucos instantes.
s e com facilidade um efleito decisivo com a menor quanlidade possivel
de medicamentos. (A Bcuchardat iAnnuaire de thapeutiquet de IS68
Eligir a a.'signalura so lodo, por que ha blcifrndore*.
F
^
VERDADEIRAS
PILULAS DE BLANCARD
CON IODURETO DO FCBRO INALTMVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DB MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo ai propriedades do lodo et do forro, eonvem especialmente as Amccots
BSCBofulosas, a Tsica no principio, a ftaqvetade temperamento e tambem nos casos de
Falta de cor, amenorrhea em que precisa reagir sobr o sanguk seja para restituir
lbe a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocar regular o seu curso peridico.
ir". B. 0 iodureio de ferro impuro on alterado nm medicamento infle!, y?S
rtante. Como prora de pares* de anthenridade du nHaMNa BH- fifi..-.
la. ale BlaanaM, dere-se exim nosso *-r ooeto flrsaai, aqni reprodnxida, aa te aeba na parte intenor da *m
k raala verde. Deve-t desconfiar das faltiflcafos.
,*eh- eaa aO jvfcajaaraia*. Phormintico, r%* Bewaarie, 40, Pnrts,
Vonde-se um piano moderno de muito boas
vozes, e d<> autor mais afamado : quem o preten-
der dirija-se ra larga do Rosario n. Ji, primei-
n 3ndar.______________^_____________
Vende-se um sobrado de um andar em Be-
beribe junto a pinte, cora amitos commodos, e
mais de dous rail palmos de trra para retalhar,
tn frente para a estrala e fundo para o rio : na
ac da Boa-vista n. 6.___________________
Vende-se a casa com sitio na ra da Trom-
pe iue vai para a Soledad* n. 33, e outra na ra
la Gloria n. 92 ; assim como precisa-sede um
eitorpara engenho : a tratar na praca da Boa-
vista n. 6, botica. _________;______________
Vendem-se terrenos proprios para edifica-
cao, silo< na roas do Tambi e da Conceicao, no
bairro da Boa-vista : as pessoa que os p->tend.)-
rem podern dirgir-se ra do Hospicio n 3, so-
brado, onde acharao eom nuem trata r, das 2 bo-
ras da tardo por diante,___________________
LIBRAS STERLIRAS
Vendem-se libras sterimas
de Olnda, ^scriptorio n 49.
na iua di> Mrquez
tic um eventivo si goro o cei'.o i
Ela calviee,
e d e restaura tortol e aai di', i
da cabera/
I Elle de prompto faz cessar a queda i:nt-
tura dos cuellos.
i Elle d grande riqueza de lusb'O aos >
bellos,
| Elle doma e faz preservar os cabellos en
qualquer forma e posi;o que se dt
n'um estado formoso, liso e macio.
Ele fazerescer os cabellos bastse com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabe.i
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se (ornaren
brseos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de fe*j
cura refrigerante e agradavel,
Elle n3o demaziadamente oleoso, gorct
rento ou pegadico,
Elle no deixa o menor cheiro desagra-
qsvA
Elle o' melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacJo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o peav
teado dos cabellos e barbas dos senbo-
res,
Nenhum toucador de senhora se pode cciv-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, Iimpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimento *
A. Caors, I. 'la C. Bravo & C. Y Manrw
fe C, M. Barbosa. Bartholomeu & <' e ea
todas as rjrinnpaes tojas de perfimanJi
i boticas,
Irritante,
la laa
NOVA FUUTA.
Na loja d vcade-se urna oonita II
prata do novo systema,
tbodo.
Id Cabnfti
iti toda app
, iva eiDii -i h1'
Cabriole vnlli
Yndose um cabrl i
lo estado e muito be.n
arreos ; assim como
trotador qno tambem i
J separadamente ; na coi
c
Fartuha
Ha p^rn v. r
clogaila re
ni
i
mandioca -e Sania
thrm
da OM*' n v es "*'*p
nte pelo i al 11 4r
."0Jr>,
de-
s i
i km*
iri
i~iai i

>


Diario de Pemambuco Sexta feira
1870.

)
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA C.
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grandee variado sortimento db fazendas domis
aparado gosto e todas de primeira necssidade, qne se vendem mais baratas do que em oatra qualquer part, visto qoe os no-
ros socios a ganbarem o descoDto ; as pessoas que negociam em peqwna esca'a nesta loja e artnazem poderlo fazer os ceus sortimentos
pelos me*mos precos qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. familia se darao
amostras de todas as fazendas, oa ibes levam em suas casa para escolberem.
I
20 Ru.'i oiratriz 20
Acaba de chaiar para a toja de fazendas finas
denominada La. ville da Pars, ora grande sorti-
raewo de fazendas finas, como sejam : cortes de
poil de cbevre cona liatraa ai mina de urna e duas
atas o qoe ha de mh alia novidade, ricas pope-
linas de seda, granadme?, laas escoceza?, alpacas
bareges, etc., etc., e um completo sortimento de
chiSts, medapoldes, cambraias brancas e de cores,
oitfanyiTJ ca'mbraia imperatriz, e ontras muitas
fazendas, todo do qne ha de melhor ne do, qoe todo se vender o mais barate possivel.
Chamamos a attenco do bello seco qoe qnlzer
aojar na moda, e aomeemo lempo esperamos a
soa protecca?. Manda-se lavar em casa das
Exmas. familias todas as fazendas qne nos pe
dtrem.
20RA DA IMPERATRIZ20
Farl & Lesea.
GRANDE MVIMIW
Quando a AGUIA RRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel .
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objeclos que ul
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta cikW
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e relesstS*;
continuando portanto a dirigirem-se a bem conbecida leja da AGUIA BRANCA i rm
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sorlimenlo de superioridaiai
qualidades, modicidade em precos e o sea nunca desmentido AGRADO E S1NCEWBDI-
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA p6d
dispr, empregado aperar de seos custos no desempenho de bem servir a aquellas qae *
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem enamme
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella resumidasoeote adi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaTeis, eemr
bemseja
PARAN01VA00S C0RTL\AD0S, C0LCB4S. GROSDENAPLES PRETOS
begou nara o Bazar do Pov5o um gran- Chegou para o Bazar do PavSo um grao-
de aortimento dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdeoaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qoe Um vindo ao mercado, que se
que se vendem de !O0uOO al 200030 o 'eodem de i 1600 at 53000 o covado ;
par, assim como o melbor damasco cem 8 slo todoa muito em cont,
palmos de largura a imitacSo de damasco MANTELLETES DE FILO
de seda, proprias para colchas, e propria- Ni Bazir do Pavo vende-se modernissi-
mente colchas de damasco, sendi os melbo- mos maotelletes ou basquinas de fil preto,
ros e mais boias que tem vindo ao mer- -o00 ,aco, pelo barate preco de 100000 ca-
PECHINCHflS
DO ^
PAVAO
cado.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante aortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras. ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
meaos do que em outra qaalqner parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado BaiardoPavSo encontra-
r o respeitavel publico um grande sorli-
menlo de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con: peitos d'algodlo e delinbo,
para todos os precos e qua'idades.
Cerollas de linho e algodSo.
M j.; cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casomira.
Calcas de brim bramo e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguacs
De todas estas ronpas ba para todos os
precos o qualidades, e tem de mais mais
om perilo
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestes a
e aceio qualqoer peci de obra a capricho
ou goto do freguez, tendo n'este importan-
te estab-decimento t;das as qualidides de
oanno Qn), as nie!ores e mais moder-
n 11 casemiras, assim como os melbores brins,
qtir brancas, qur de cor; e quando qual-
quer obra nao ficar ioleirameote ao gosto
dos fregnezes Boa por cont do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te souitnent de chales de merino de cores
muii" biios com pidros muito decentes
para qnalquer urna senbora usar, ditos de
crpoo com listas de seda o mais fino e
modero que tem vi ido ao mercado, o ven-
de-se por proco mr/to em coata.
TOALHAS A 7,5500
No-Bazar do Pdvj fez-se urna grande
editora de toalhas alcochoadas, proprias
para rost, bastite eacorpadas e grandes,
que sropre se venderam a \\20000. e li-
quidam-SH a 7 500 a duzia^ou a 640 rs.
cada U'iia, boa pc'bincba.
Eua da Imperatriz 60,
Para veader depressa
da om, barato. LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
ALGODO ENFESTADO PARA LENgES. I A 500 RS.
No Bazar do Pava vend-se o melhor al-'. Chegou um elegante sortenlo de 15as-
godSOsinbo americano enfestado para len-'mnas do Japao, com padroes de seda e de
ces, leudo liso e entraado por preco: muito boa qnalidade. que se vendem a
muito barato. 50 rs. o covado. E pechincbi, no Bazar
ESPARTILHO. Ul) pav3o, roa da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pav3o recebeo-se umelegao- poupelinas do iapo a 4(9600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melho- Chegou um elegante sortimento de lin-
res espartilbos, qae te vendem por preco \ diss;mas poopelinas Jiponezas, cornos
muito em cont. i mais delicados gostos, lendo muito lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS' com lisirinhas de seda, sendo esta nova
O Bazar do. PavJo racebeu um grande. fa^enda cuasi da largura da chita rance-
rtimeato dos mfllhorfls nannns da roch. ** vende-se pelo barato preCO de 4<960O
sortimento dos melbores pannos de croch,
CORTES DE CHITA
a UW0 a 3840
Mm 3*520
31840 33200
No B zar do Pavo vende-se cortes d fi-
ls i mas >'iiias com padroes claros e escu-
ro?, tendo 10,11 e!2 condos; sendo fi-
tenda que vale moito mais dinheiro e liqi-
U se pela preco cima para acabar, na ra
da Imp-raUiz n.60Bizardo Pava).
BRINS DE CORES A235C0 e 33500
Ven-lera-so modernissimos brins de linbo
decorcm a? cores fixas, sendo ocote
de calca a iWJO e 335JO eemvara a 13003
e 1 sflOO, pecbincba, na Bizar do Pava" > ru i
;!a I n i r riz n. 6o.
CORPINHOS BRINCOS A 35000
IfoBsear lo Pavo vendem-se corpinhos
de cam iraii Tiran; da qoe se o >re s veaieu a 83 J03 e 103
e liqui>ia-e a 330D0 por es arem um
pon ii ualiratados, pecjiaclia, na raa di
Imperatriz <. 80.
fU JtS DE COR E BRANCOS
Vende use bunit >s fustojs brancos e de
cores, ropr>oa para vestidos e renpas de
memoos, ^elldo ds cores a 800 ris o cova-
do e hrancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, n > Bazar do Pavi ra da Impa-
ratriz n. i
CHITAS BARATAS
a 26 ris.
a inO reis.
a 200 reis.
Ven I m-*' chitas largas com muito bons
pann>s e .ri'sfixa?, pelo barat>pre?o de
2'10 i's o co'ado ; c irles das mesuas com
40 o'iv idos a 230 '0, pecbracha, no Bazar
do Pava".
AS C\SS\S DO PAVAO
Cova t. A 200 ris.
a 20 reis.
a 2t> ris,
Ven !--;- onoias cissas de cores miu-
d:t a pji oarato oree) de 2 )J ris c >
vad no arm izem do Pavo ra da Im-
I i,, p BO
PANNO IMItA >AIAS A 1*000, O METRO.
Ni Baar do Pavo v-u le-e Doniti 'a-
zet. i ts i oorpada jjara asas, s-nii
coni'a^adr NPOfai I n a I. i., lan'td
i fi7eda .omn i 'f'nio 'i
c fer co 3 ojj 3 \\t
13,1 tS > l ton
a' e n asta s' c
i ID a r! i i-
.i, M
j'i i n ii'- i .
Tm i- 4 i i
r' bn efi > ,
f ti
a i r
sai. q
mci-
.-?
m
1 ^
de i '
b

Inri
proprios para cadeiras de oalanco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENgOES
No Bazar do Pavo vende-se sojerior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 13800 o metro, dito de linbo cora a
mesma largura a 23800 cada metro, pannos
ds linhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 70at 13 a vara, assim como umg ande
sortimento de H.mburgo ou cregueilas ie
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que ea ou-
tra qnilqner parta; apYoveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalbads trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 13600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
33500 o metro ; todo isto muito baralo.
CORTES INDIANOS A 43500.
No Bazar do Pavo vende-se bonitos cor
tes inlanos com duas saiis peo bara-
tsimo pre^o de 435 rt) cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veada-se constinl;-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam : -
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas a3 qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com branci.
Merinos, cant 'S, bombazinas, qne sa
vendem mais barat > do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 63000.
No Bazar do Pavo vendem se bonitos e
grande-i cachi-nez de pura la, pelo bara-
to pre^o PEIIICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 5,
63; 73 830 0.
Vende-se um esplend lo sortimento de
fioissimas cambraias victorias, por precos
mais baratas do que em outra qualqmr
parte, ledo cada peca 40 jardas a 53, 63,
63300 e 733jO, flnissimas a 83500 ; todas
estas cambra as valem muito miis dinheiro
e li juidam-se por este preco em relaco a
urna erando mpra qae se fez no Bazar
do Pav.1.
BABADiNH )S
No Bazar do Pavo vende-se om grande
sortimento dis mais liaos babidinn >s borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porco de entr miios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em coata e mais barato do qua em outra
qualquer parte.
SEIINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar di Pavo vende-S' um sortimlo-
to co npleto do3 melhores setios e gros-te-
aap'es de todas as cores, que se vendem
muito em coma.
TOALHAS.
Vende-se toa has do Porto com labyrtalho,
proprias para rosto, no Buar do Pavo
ru < da Imperatriz u. 60.
Colchas braneis 332'0, 33500e 73000.
Pa a o Ba/.ar d > Pava cht-gmi um grande
sort o-nto das melbores cole tas tretas,
sendo das melhores e uais ancoradas q ie
t ouco mais
baixa 33500 e ditas 3320 i; larab m no
mem'' esiabelecimento, se ven le um grande
sorti nenio de crotones e chitas proprias
pira r, dr.has que se venjem q nitoemco.ata,
Sedas de qnadrinhis a l3'2So tralo
Wiida-e na eie/antesuniuiento de sedas
de q lal-nho ou lind >inas core, p3ra
ve tfdo*e ronpas ; raninnos, e venda-se
a" 13280 c^la ovado; pecbiocoa uo
H / d Pivn.
Mu :alo enf's'.ado a peca 33900.
m 9*pCW .1 uilji la 6 l4do.
i n o 44ja i *' i. p-c a <3H)6 33501,
nuca. .ar do P. ) roa da
E REXiJi.
IIAI/
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Im
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iO, P
!l/ ;i I
1
I .T
i ,.Ui,
11.
6
DO
i V'iO.
r. .> de coates
o, emlo pretos
or Sj vti-
0 ,cada om.
ai i o, a raa da
cada covado, no Bazar do Ha -o.
AS POOPELINAS DO PAVAO A 23000, O COVADO.
Chegoo para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco de 23000
cada um covado, assim como ditas com
gostis escossezes a 23400, pechiucba no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 230O0
Chgoo un elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vinlo ao mercado e veudem-se
a 23000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 230f,0, a 23000.
a 23500. a 23500.
a 230OO a 23000.
S5 no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de phantasia com liados gostos, sendo fizm-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a nao ser um grande pecbin-
cba qde se fez na compra seria para maito
mais dinheiro, e liimda-se a 23 e 2350
uniamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS 0 COVADO
Vende-se delicadas lasinhas transa-m
tos com lisirnhas miudinhas, imitaco de
urna s cor e maito brilhantes, pelo bira-
t ssiao preco de 400 rs. o covado, oo Bi-
zar ilo Pavo
BOXITAS LASIXIIAS A 500 RS. 0 COVADO,
VenJe-se decadas lasinhas eonkdilTd-
rentes gosto pelo barato prco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimoto de Gnis-
simaj alpacis brancas lavradas, imilacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bizar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 610 RS.
Vende-se um grande sortimento de lin-
das lpicas lavradas de todas as cores pira
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6i0
e ai mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAHEGES DE QUADBINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Vende-se as mais li idas e moderdas la-
sinhas ou bar^ges de qaadriahos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e Iquidase a 640 r3. o covado,
no Bazar do Pavo.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna so
cor com cores mui e roupas pa creanjas por ser urna fazen-
da da pora la e muito leve, vende-se a 13
o covado, no Bazar d) Pavo.
G LACES A 13J00 PARA VESTIDOS.
Vende-se um eleg-nte sortimento dH4*
nova fazenda denominada glacs sendo um i
fa:end) de la muito larga e com debea-
itissimas cores, teodo tanto brilho como a
seda e vende-se peto barato preco dd 13,
covado, no Bizar do Pavo.
CASEMIRAS A 73000
Vendi-m-sa c .rtes de casemira inglaza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais di iharo e liquida-se a 7300O
o corte de c la Imoerat iz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 43, 53,63,83, e 103000
Vtodese fi lissiuia camb das smss<>, d)
muta [ili n asta tendo 9 varas a 83500 e
10300. Duas bi* o ;om 10 jtrdas fazen-
da muito dna a 53, 63" e 73000. Ditas ti-
Qhsiaiaa azulidinhas, qne v-lem mnito mais
dinheiro, a 83 e 103 H : t Klas estas cam-
brnas, em relaco a quali la >e, p^los pre-
Cos a tra qualquer parte, no B/r do-Pivi.
CAMBRAIA ALLEMA COH 8 PALMOS E LAR-
GURA A U600, U E 24300.
Veo !e-se fini-si-o cambr^ia branca tran
pa ente com 8 palmos de largor que fac
fazer-se um ve..tiio apenas c-m 4
A ra do Duque de Caxias n 21.
(AHTIGA RA DO QUEIMADO)
Receben sesninte :
Epelhos grandes donrados, moldes bonitos.
Carteiras, cbarateiras e port-cigarros de mnita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasas para costara com ana compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal d
prata. ,
Modernos pentes de tartaruga, sobresabindo en-
tre elles os mimoso? telegrapbistas.
Commodos toucadores com dnas gavetas e bem
espelbo.
PJTt banqnet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons Ulhem para enancas.
Vostaarios, chapoeinhos, toacas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Cbapos e chapelinas para senbora, moldes novoi
e bonitos.
Chapozinbos gorros e bonels para meninos
meninas.
Contra as convulsas cas
criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
rauca, rna do Duque de C*xias n. 21.
PABA TINGIB CABELLOS
para pretos oa castanhos, receben a Nova Espe
ranea a verdadera tinta inleza.
PABA ACABAB COM AS SABDAS
on pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOB DE LABANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque d
Caxiasn. 21.
PAPEL PARA ENFEITAB-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, raa
do Duque de Caxbs n. 21.
PABA AMACIAB E AFOBMOSEAB A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonele de pos de
arroz_____________________________________
CHEGARAM*
Poqos instantneos aperfeiejo-
ados por preqo muito com mo-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preejo, na
mesma casa.
Gorpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeicio de ador-
nos os tornan apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de -seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vend^ na rna da
Madre de Deo n. 22, armazem de Joao Martins df
HxTTCfi
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na rna Direita
ootica n. 88, o? raui conhecidos e acreditados re-
medios Ai veame, e outros diversos medicamen-
tos fi'ltos em Pars, bom como o? xaropea de co-
deina de Berth, de rbano iolado, de iodure'.o de
ferro de Blancard e as pillas do mesmo, peitoral
ie cerea, pos de Bog, depurativo de Ch^ble,
ligilal de Labellony, pilulas ou confeitos de bis-
mu'ho de Chovrier, e ontros medicamentos cuja
profiiieneia quando em pregados as doeness das
vias respiratorias, as dores rheamatica?, na
amarellido, na falta completa ou irregularidad-
Je menstruo, as diarrhas, doenija' do coraci
e do eftomago, tem sido e incontestavel, en",
vista dos benficos resultados das experimentales
>a aso que diversas pessoas delles'tecm feito, as-
4im como das pilulas denominada* bravinas in-
eomparaves em sua efflcacia nos acommettiraen-
tos febris ou sezSes ; exi? lindo tambera na mesma
<:asa, alm de suflbianle qnaniidale de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
abaca e pincis, que se vendem por menos do qaf
em outra narte.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores ftws.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande contante sortimento de tita,
sempre melhor qnalidade.
LinCos vasos com pos de arroz e pase!
Csixinhs com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes denradoe pa-
ra circular o c-iqoe.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes Gnos para abrir lata.
Thesouras para frisar babadinhoa.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, m
quaes s5o movidas por om macbssat
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Benitas caixinhas de vidro enfeitados co
pedrs.
Ditas de madeira envernisada com tspe
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinque* d*
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados, criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, promiot
Camisinhas bordadas para ditos. < para enfeites de mesa e de lapinnas.
i 0 COLLAR AS flu i
fe g)
iN.3ARl]AD0CABIJCAN.3;A.
1 AGOSTIMIO & IMUM l
Com este titulo acba-se aborto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e roodecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereces, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le i faqoei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que sera enfadoobo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior pre que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e quslquer objecto
pertencente a esta arte.
A ARARA
ATTENCAO
Lourenca Pitreira Meods Guiraarleo, participa a lodos os seos de vede re
tanto da praca como do mato, que estando I quietando suas casas commerciaes. o que
deve fazer at o Om do correla anno, por lsso roca a todos os seus deveoYres a virem
sal lar seus dbitos o mais breve possivel; outro sm, declara aos seus devedore?, qoe
os qu nao estiverem na loja tem de pagar todos os seus dbitos, probando istoae tari
o abatimento qje fjr preciso para a Iiquilac5) de suis dividas, para isto rodero di-
rigir-se roa da Imperatriz o, 11, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castore
ii.a
varas a li ioi a se a <..0,mi, '$ e 25S0i>
vara fa-enda qu- v-le tti:tt4> mais diuhoiro
E pbcoi.ichi no Ba-nr 1-. Pavf.
CAvJBR\l.\ TRANSPARENfC
F*VH a 44 k-0
Vendas sj'ia finas pe^as de cambraia
BiMicas tr^sp.reoUw, uom |,< rasa
da peca e cfim om vara E pechiftcna, ao Bazar fe P} ,
A' ra da Imperatriz
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova .1. 2 -carneiro
wann.v um soaptoto sortunmao >ie nia-
'huas para costura, ios autores mais co-
nhecidos, as qmes esto em exposiclo no
mesmo Bazar, g-rautu ios-e a sua boi qu -
lidaile; e tambm ensioa-se com perfi'icS 1
a todus os compradores. Estss machinas
s5a iguaesno seu trabalho ao do 30 dstu-
reiras diariamente, e a sua perfeic>i tai
como da melhor costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabalhos secutados pelas mis-
mas, que muito devem agradar aos preleo
denles.
Vender ama muit) binita nwhina d-
nostara propria para qn.iqii-r sniRora, nava, chf
ga^la hi p.neis das do ttio ie Janeiro, nn Corre-
dor d,. BiHP n. 55 Na mesma cas tn.ca-sw mm
and un^g4in d Chlsto c.im ola- o^ pert-
dfl p-ata, precisa-se alagar ana preta qne -aib 1
vender na raa anda m^n > que >eja le idad,
c->m tanto )m oflja fli ta.nb-m na m ji i ca^a
venias- xarope Je j j,ra i>An* a molestias da
lolma. vini.) dajertio, e enifiin>ini r mp i l^
h-imi-mp nh.ra 6at (,Mfa a n-rfeirto
para caifas,
a 500 rs. Cortes de brins de cores a
10500; corles da angis para calcas a 10,
cortes de casemiras preta para calcas a
3,5500, 40, 50 e 65000.
C-t's de chitas a 2:300.
Vende-se corles de chitas para vespes
a 2350J. Ditos de casia para vesidos a
205OJ.
Pechin-ha a 40000.
Vende-se pecas de algodSo a 40, 50, 60
e 70OD.
Pora liquidar a 30509.
Pefaide madapoio com 12 jardas a
33500. D,tas de dito cim 24 jarJas a 50,
00,60500,70, 8 i 900'0.
LIQUIDAgiO.
Pecas de a'god si -no .te listra proprio
para roupa3 de e-cravos c 00500 e covado 130 rs. p>ra fijuidar.
Chitas escuras para vest ios a 280, 320
e 330 rs. o covato.
Para acabar.
Vende-se p?c.as de cbralas victoria, fi-
nas a 65, TOO r 70)00. ,
E' nnito b.tratii.
Colarinhos de papel a 240 rs. a du ia.
Co'tiaidos pira janellas a, 50000.
Vende-se cortina os p. a J. :1.a> a 55
0 uar. Brim pardo liso para 'calca do ser-
vi go a 500 rs o me ir. 1.
Cortes de percales a 60300.
Veole-se cortes de percal), de duas
s->ias de bonitas barras a 60JOO.
C .uertas de chita.
Vende-se a 0>OO, -litas tiaai t V),
dna-. eicum !" h adamasiadas a 305JO,,
1 tas fonaaas 50000.
Ga'igai pa"ra cicas a 480. o cavado.
BALr.S DE ARCOS A 150 0.
Ve d-j-s. In'is de i a 3) reos a 10
e 135 iO cada um. Cortes de cassas em
papel a 2050) cada um, para liqaidir.
Bramante de linho e lgidas cem 10 pli-
mos da largura o 10800 o metro.
Pamo ile linbo a 760.
Vende-se hrauante de lOpalm s de Lir-
Sura propri" para lences a 238-JOometro.
Lencos de sel a a SO r*.
Venda-s urna porcao de len;os de seda
a 800 rs. cadi om.
Cuales de cassa a 10SOO.
Veo1e-se urna granbe porfi de chales
de cassa a 100 i cada ota, para liquidar.
Fu3td a 360 rs.
Vende-se fusil > de cores para vestidas
a 360 rs o ovado.
A'.golao nfjstalo a 900 rs.
Vend-se al.jdo enfesta lo para lene'.?!
e tost*j a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 160"> o m tro.
Cuales de meriai estaasadas a 200d.
Ven-ie se cuales de merm estam a loa
cm barras a *0, 20500 e 31 para acabar
Gr-mle p rco di M lhos.
Vende-se gr o le ptrci} de refalhos de
c s-as e cuta a 240rs. o eovaJo.
1T
-i
i. 60, esta' ooastanteflieade vimto
u.iij t is 9 da nuute.
ATTENCAO
V^n4e-w a Ufcern* divaie di Csnuo n. 13
na r* miiM !() bcoao da Boinba,' uuii la pr ierra para o mata, cim os f.uidiw
exisHO*. e iMDfcun tem elu*, a v..nude do *nn
pa ia, f tem conroo4-i> rara inora ixei
ros e c:inh- n* prtenJ*ni<^. potem di
a me<'"l t.hrtrna. qq- arln^.i n n^rn
_ Sj e *Hira aa raa daJu.|*r;U..T
ta para -e /novr e>p>nli6.v~
de*embai-earti ba -mt dia, matU glde,
Bib^ nuva. or^ir-w wr. rrtsjuiiwat) de rafa :
jaein *vrclMi*r <1.rija e ao merM-rio de^E.
R. habitto & C, ro do Comtnercio ft. 41.
A fet -.-l na porta
Koupa feta eaeontrario
Po- pr-ciobo razoaval
TIs se enront>ario. r
A SABER :
Liqaichf. S rwipi Ma.
Ven le-se m^' jI de nnnsia .- da Imho
propuo para anda* em casa a 10wO ; di-
to- de gang a 20000 ; ditos dd meta ca-
em rs a 3j000 ; oitos de Sipaoa s Cor
a3)5)0e 40-X>'>, dito de paoao Dad*
Brin de'Tistra a lado pira calcis a 4:i0'p"o 16i. 80 e 10J000 ; dito* de csm-
.s.,M-a.vado. miras d ves. a 60 e 80 O ; coiletes
L-ncoi orancos a 20000 a dola, para li-do .tsamela- le c res, a li** ; -le
jnidar; gruido porfa* de maptis pjraibriw \i qoiirim.osa 10000; di.?
^n atas a 0) r-. cada ama p.ra liquidar sumirs de cre<, a 2>00, 35 o 4#UO0.
Cassas fran-.yzas.a 230 rs ICalc^ 'o p ra cravos a 50 ra. ; dita
V i.do-.o cassas fraaMZSs pi a vestido, da algo1>.i a *8 < e 2) rs. o covadi. de brim par i< HGiK), Se 205J> ; di-
Oriandyi ie cores para V3;tidrf. a 430Uis d; dita brauei <\> linbo a 30.OJ e 40
e 640 co>a lo. I dita- de case '.ir de cores a 5*, ft> 7J
A pacas de cores para veslidos a 500 ie 80 0 ^ oanisa de ort a i-iti; di-
'i o i :o-a4o. '- .s da al^odSnsiuh. propr>as pira o sef-
*i i 1j3 a 3J. 400 e 510; vi^i par wr bt^mU tbts, s 1028
s. a '.
0 4'r
i.j liq ii1ao3o, por > qiej qober m la-r-i ^
f.zenias por p.uco .. tonba a oaulaieda dirigir be ra da lmpicattts a.
72, djsie as 6 ooras da mduua as 9 da uoute.
de iflusuiaa i 16600 rs. P>ra Iqotdtr '
prietaro da 'oja denominad- Arara, deo ara a> r-speitafet poolx e aos



Diario de Pernambuco Sexta feira 4 de Novembro de 1870.




h


Grande reiiniao.!
Roa do Imperador u. 28, ar
n azem to/Camota.
Como o est aprt timando o tornados regnbo-
fet, optoprio ario deste estabetecimenlo tem se
esmerado em firr reunir em sen nrmaiera nm
cmpleio e variadsimo soriuanlo de gneros
alimenlici
Nao sopropSe a dcaercvor nominalmente todos
os gstere-s coudos em sea arroazem por se tur-
nar'tenais cnfadonh.i.
Garante somente, que 6 sua norma de ha muito
lempo /endcr pao por pao e qoeijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
de sua especial encommenda ama factura de cha-
rutos superiores de S. Flix da Baha, da? segnin-
tes marcas: expostcao, marqueae?, norma*, ama
dores e paraguayanos.
Venham todas as despensas dos arrabaldes e ci
dade snprir-se de gneros d primeira qualidae.
Aoabam de sabir a uz asse-
guiitus pecas para
1:5000
13000
.soe
rl
Urnalinda walsa d'Arditi
Ideal e realidade rauito benita
phanlasia pelo maestro Cazal-
bore
Poslho linda pliantasia ejecuta-
da com grande applauso pela
msica allemSa
Habaneras lindas dansas para-
guayas, rjtie lano farcr aqu lem
feito
ACAJV DR PUBLICARSE
a coMecfao de rcnsieas dos cavatlin
1)000
hos para
Reoebcu nui.-; graoJe sn linien'.D de inu-
sicas para puo, e piano e canto, e timbera
a opera
il vam
para plano e cauto, e tmbem os melhores
pedamos pira piano compjsirao do il!us-
tre compositor braalciro
Carlos Gomes
que tanto furor k na Italia, o boje faz no
Hio de Janeiro.
A' VENDA A'A
OBiZARDAI M
DE
Jos de Souza Soares & C.
RITA DO RARAO 1)1 AITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Apresenta-86 metan' rphozeado no que pode haver de mais helio o agradavel em te-
lendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paris tanto para senhoras como
para homens e meninos.
Miudezas afarmadas, perfumaras especLe?, variedade de lindos objectos para me-
ainos e brinquedos para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamento recebido por todos os paquetes vindo da Europa sonde tem ha-
cis correspondentes.
Vndese maito emeonta e maada-se p r era prfgad s do estabeleci ment fazendas
*m casa das Exms. familias afim de melhor escolberem o que desejarem._________
MVIDADS-
DO
7 Ra do Queimado 7
i \a juDJIVL
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
laas, sendo sua especialidade enxnvaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bardados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de 13a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticm-nte bordados para cama e janeas.
Croxs para cadeiras e solas.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L5as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnas para passeio, com listras de setim.
Sabidas de bail o que ha de mais rico.
Cretones para -vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
eni'adonbo mencionar.
Luvas frescas do Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
A. J. do Azevedo
A RA 1)0 BARAO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. 11).___________
, Covado a 160 rs.
Cambraia franceza para vestido com pequen
toque, covado 100 rs.
Dita dita dita, covado 320. 100 e 500 rs.
Chitas escuras, covado 280, 320 e 360. rs.
Laa para venido, covado a 200, 210 a OO rs.
Alpaca de lista, alia novi.lade, a IS, Ifi
Cambraias brancas victorias e transparentes,
peca 33 a I2J.
AI|oJ o e inadapolao, prca :> a ff3-
Uol>kine?, fazenla aova ara calca, corte a 3.
Cortes de vestidos brancoj com" barra de cor,
corte a i.
Saias bordadas, grande pechincha, a 2 j e 2>300
Soutembarques de alpaca a 1*500 e ii.
Na loja Flor da Boa-v-ta, de Paulo Guimaraes,
ra da Imperalriz n. 48.
Fogao de patente.
Vende-se em casa dos importadores Shaw
ilawkes A C, ra da Cruz o. i.
Fanrtha de mandioca da Baha.
Tem para vender muito nova o snoerjor,
em saccas, a preco mais comraodo do que
em oulra qoalqaer parte: Joaquim Jos
Goncalvos Beltrao, no seu escriptoiio ra
do Comtrcicio n. 17.
bUI'blill! CT)l)0 CEABA.
Vente-so na ra do Mrquez da Olinda n. 40,
escriptorio de Cunta & Manta.
AiO'la existe a veuJa algumas liltradeiras,
proprias para tiltrar agua, ac quaes evitam o cho-
lera, felire amarella, e outras molestias: vndese
na ra do Commercio n. 38.______________________
Vieira & C. vendem a sua coeheira de car-
ros de alugueis, com bons carros e bous cavallos :
Ha ra Nova n. 59.______________________________
L5hiMS sierlaas
Na praca do Corpo Santo n. 6. 2o andar, escrip-
terio de Marques, Barros & C, ha libras slerlinas
para vender.
0
Soportas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, antiya]
hja do Braga
m
Si O abaixo assignado, dono deste aotigo estabelecimento, tendo em vista apresentar coil
f^ completo sortimento de erragens, miudezas e cotileria, lem resolvido mandar busoar em S
diversos pomos da Europa os melhores objectos do seu estabelecimento dos fabricanies wi
mais conhecides; pelo que convida aoTespeilavel publico e a stus numerosos freguezes, M
virem se ervir ds objectos de sua carencia, ande encontraro por menas 40 0|0 do qne
B em ouira qualqacr parle, um sortimento corrplelo de machinas para desean-car algodao, 1
i do bem conhecido fabricante Cuttoir Gin & C, ditas para costara, motores para animaos, fj3
* ditos para fogo, moinhos para caf de todos os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas do |
i dons canos e de um, Unto inglezas como francetas, louca de porcelana, facas e garios M
j$g de diversas qualidades e precos, bandejas ebinezas, salitre, bren, barbante, enxofre, papel e f^j
S limalha de ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; assim como encontrarlo constante- S
ja mente grande porc^o de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos de vista, alem de um S
i cera numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-ios: venham ra Direita n. i
g 53, ioja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
wmmmm mmmmmm mmmmmmm mmm^mm
DAVID IBOWUN
ECENHEIRO
Com fuudi(?o
RA DO BRUM -52
Passando o ch.fariz.
Chama a attencSo dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos e
;om especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem memorado.
Os vapores fornecidos por ello cj funecionando Ihe h3o de lazer melhotapre-
:iaco do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redcelo em seus pregos; e que
tem f rompto toda a especie de machinismo e outros objectos para a agricultura.
'REfJOSA DESOOBERTA
0
NOVA LOJA DE FAZENDAS, ROUPA
FE1TAE POR MEDIDA. DE
PINTO 4 MARTISIAM), A RA DO BA-
RA(t DA VICTORIA, H. 0
(ANTIGA RA NOVA)
O respeilavel publico achara neste no- :
n.ivo estabelecimento o mais completo ]
soriimento de pannos, cazemiras, gorgo-
roes e brins ; e para iranJoroar estas
fazrodas nos mais elegantes fraques, pa-
ltof, c< lites e calcas ; tem este mesmo.
esi^belecimento um dos mais habis al-
falales desia capital.
Tambem se acha provid.) de militas
boas camUas bordadas e lizas, seroulas
meia-, leoQus, chapeos do st-1, grav.ii.as,
n luvas de pellica, etc., e:c.
ATUBQUEZA |
Nova da de Lzendas fl Pinto 4 _S
Marttniaoo, rna B 91
d.i Victoria n. 9 (antiga ra Nova.) y&
Eii: imvo eilabeleclmeoto, alera dg j
eooipkto sortimento de que e arh pro- _S
vido, ceiba de receber as feguintes fa- 7QK
jeudas : s\
Novas alpacas de cores. 35
Noyag popelines. ^f
Nova muetulinas. K
No vos chapeos de velludo. c_
Nova lnvaS de pellica. $
Entre-meio e babados bordado.
O TOiNICO DELSUC qoe hoje apresenta ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, ttndoa cer'.eza de quo,possue urna superioridade
incontestavelatodas as oiAras preparaces, que ate hoje tem apparccidd, recommenda-se
por sua boodade, e pelo brilhanto lustro que produznos cabellos, tirando imraediatamen-
le todas as caspas e coceiras, fa^endo com que appareca em bom estar impgavel.
Esta agua corap-se de substancias cuidadosamente escomidas, purificadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e almdisio combinadas de modo tal a dar-lhe
nna aeco verdadeiramente eficaz, consoladora, e benigna.
Derrama-fe esta agua na cabeca, e esfrega se levemtnie; immediatamenle ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Dmt cabe.Ieireiro de Paria.
Ra Io de \Iartjo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
MEDALHA
iii^iiii-Hi
l^ljl^DE UUNUA
|



BRA.vro !; Escruo
.e Figilto Je D.icUio,
: Je et prteioM pny
; ugradaMii
''iinilc lirsta.
i, .-.i ;U!BU O
teclado.
m-.-iuea ludoi
i!e ein-


rcilftl blNM DJ CnEVRIER
0 Seohor CtiMrier cymptateu a tua Jcsco-
^rla njOii:M-do a iodnra de ferro ao Oleo Je
o .!< f Udo t! 01fodfi<-srfo ,|t
,~o teiu toisa aa pfprtr^in
i. dis^rc-e (acilitciie e ;.i u; .1
o le rentre. Ponanto prefrritel
- i afiacaa v'!i.!l'j.> Xt
ro 1-). -. -i ni 1111. t>)Jas as docucr.s uU ,t it.
ferro ttf* iu!:-;o*i ,r, !-.-oni !i:in
. < rofula*. iii'pist-ns, lula. ttmr
i. calan! ut antp
' is -1,-
U4> '?* Fanli. ,tSo>lt>iu>lf>
^.1 r.i> VIXHO o E.!'!.t -'9 COCA. ce!! Ule nrapafara! lanirai
0 XAH- 'AVL'i. '.lAP.KlCA jai r/r:ua.f.-1djraa ro
Oa GJtAiUX.OS JeBISMDIH conipoata'coniaai >-uUri^,iei aaetkaw.g*, DEPOSllAmo, em Rio de Janeir< :; et C'. Uuhia, Morcira l::-:.\u 1 i Ch
Pernambuco, P. Macbeu et C1'. ,.iutiRA(l C'. Pur
F" Jogg Rrxirf. Ptl
ca
M" VFALQUE

N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
DI
EKOTBi SE CMSTniIISIE lili COMPLETO SOITlIErTTO Dt
CHAPEOS DE NOL:
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os precos I
* RA DO CRESPO N 4
^
~ >V. -niuiViia-M^

-V

11Y0T
LICJa COVDENTRAtO E 7I7UIAIO
O St Onvot abgM a tirar ao ilcaldo a
Wacrinw maeofeu ;:!r::rgoriisuppcr:aveis,
o l<;;ii ile>col'cria, e!:<; pxcpara um licOr ef-n-
cailrado dea!calrS o ntera nina rnde preprelo de
prilMqpm activos.
-i-.ii fu de iinvnt iGoudron de
titivot) pOMae por conseqiiencia todas asvan-
!.:^. ns I ainia de y (cao ordinaria, sem lr
w iiiconvcuicnies. Basta deitar d'elle uma
Ci^r de cari n'um copo d*agua para obler
ogo um coponk excellente agua de alcalrSo
tem |osJo Jesagradavel. Cada qual pode
d'e >.! manelra proparata sua agua de al-
catrao quaudo d'ella precisa, o queoTerece
economa de lempo, i'acilidade de transporte
e e'ita o manejo lo di:sagradavel donlcalrdo.
O l vaniajem militas tisanas mais ou menos
infries, nos Mwc de deflusos, bronchites,
los i-, calairhes.
0 ai. xirfto e ujoi pmpregwdo com o inaitr c.ito nas molestias seguintes :
Cid GECiOl. Vma cnihtr de caf wm m copo d'utjua ou duas colhera de
toya i-ara nina garafa :
ERONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
T0S5E PERWITAZ
IRRIVAgAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
Eu F0B!ERTAE3. U^r mro ou com um ,ouco d'atjua:
ArFECCES OA PELLE
COMICHES
MOLESTIAS 00 COURO CABELLUDO
E3 IfiJECCOES. Lmapariede licreqtiiUrod'(iguaitacme:miniiriimafBftami.)
FLU.XOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXICA
0 Alc-atrvo de fuyut foi experimentado com um verdadeiro xito nos
princifaa hotuitaes de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reconhecido
ow, / aj'O os tempos de calor, elle conslilue a bebida a nuis hijijienica, e so-
bretudo durante os tempos de epidemia. Urna intruccao accompunhacada vidro.
Veude-se na pliarmccia e drogara de P. Mau-
rer & comp., ra Barao da Victoria n, 17
E-OJIA
DO
Rival sem segundo,
RITA DUQUE DE CAAl.l* X. 49
(Antiga roa do Queimailo)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para unbas e costu-
ra a....... 500
Papis de agutbas france/^s a ba-
lo a......... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta 1)5000
Libras de laa para bordar de todas
as cores a....... 80000
Carriteis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de cores muito finas a 500
Grozas de botes madepersla -
nissimos a ...... 500
Novello de linba de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a80rs. e 100
Pe?as de fita elstica muito iDa a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
uno a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de saboneles muito unos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. ijJ-200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linba sortidas de todos os
nmeros a....... 10800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba franceza superior
qualidade a....... 2^420
Caixas de palito do gaz a. 00
Rob-ante-rheum tieo.
Remedio efflcacissimo contra as dores rlieuma-
ticas at hoje o mais conhecido pelos .jeus inara-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO E um dos medicamen-
toa que sua efflcacia nas enfermidaie?, toase e
sangue. pela bocea, bronchites, dores e (raqueta
no peilo, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprovado.
TIMTURA DE MARAPAMA. A celebre rail
de marapnama, coja energa e efflcacia nas para-
lysias, iutorpecimento, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se enconlram^na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
posito na ra larga 4o Rosario n. 34.
RAPE,
Paulo Cordeiro
Vndese rap Paulo Cordeiro nao viajado, em
latas, meio grosso e vinagrinho : ao deposito da
ro de Tigario n, il. i' andar.______________
Cigarros da imperial
fbrica de S. Joo
dt Niciheroy.
Uboo eposiio em Pernamboce cms da, alian-
lfvoIU n.% f ma.____________
um piano forte; em casa de Theo-
rhrtttimnn i ra da Cruz B. 18, ajraajem,
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratsimos precos abai-
xo declarados, garantiodo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a.... 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Frascos com oleo baboza muito fino. 320
Pacote* com p.'s de arroz o me-
lhor que ha a......-......... 320
Xavalbas muito finas para fazer
barba a.................... IflOOO
Caixa de linha bram do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 160
Caixas com pennas d'aco de Ferry
superiores ............... 800
Lengcs do cassa brancos e pinti-
dosa...................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., 400
Duzias de meias cruas superior
quaiidadea.......3600
Pecas de babadinbos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e. 20000
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbas fazenda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linba frxa para borda-
dos a 4G0 rs. e..... 500
Pares de meias cruas para m '
nos diversos tamanbos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 40500
Pares da sapatos de tranca do
Porto........20000
Pares de spatos de tapete a. 10500
Duzias de baralbos para vultarete 30000
Sylabarios portuguezes a. 400
Cartes com colxotes carreras a 20
\botoadui as para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores brelas a. 40
Duzia de agulha para machina a. 20000
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote do papel com 20 quader-
nos ........... 400
Resma de papti pautado superior 40000
Resma de papol liso muito supe-
rior a........... 3#G0O
^.'W
OU i-11 ,-i,
tU.i !
ao vivenda cont od-- i
com mais I cai<' -
rommoJos para li
ra, estribara, qu
arvoredos do Gri
voacao do Poco d Par
ide eom iem do '
Sado por M~ AJoui .
or Tasao.
o muito bem si-
i rio Capibarib,
.i Panclla, deste
i'om boa c
I r-7.ii.!i
ti n-
eaoiui
o ull
ido rio, i d
tSamenii
Veade-ie a tal; ra da Eaperanca,
Caminho-aovo n. 27, betu aiu^uezada : a tratar
aa custaa.
m.'
GALLO VIGILANTE
IIaa d Crespo o. 7
Os proprietarios deste 'bem conhecido -tifcm
cimente, aim dos muifos objectos trae tmfcam .
postos a apreciacao do respcitavel pubteo, m-
daram vir e acabam d receber pelo ultimo y
da Europa tun completo e vanado ortimeiito i
finas e mui delicadas especialidades, as roaes e-
to resolvidos a vender, como de seo eostun.
por precos muito baratinhes e eonunodoe para io-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, tretas, bran-
cas e de mni lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e pnnhof par -
nhora, neste genero o que ba de mais ntodenu.
Superiores pentes de tartaruga para foqaM
Lindos e riquissimos enfeiles para cabeeat da
Exmaa. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vttrv
Ihos e sem elles; esta tazenda o qne pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperoli,
marfim, sndalo e osso, sendo aqnellea brancos
eom lindos desenhos, e estes pretf.s.
Muito superiores meias fio de E>cossia para v-
nhora?, as quaes sempre se vMderaaa pt-r 30^00(1
a dnzia, entretanto que nos as vendemos por SOA.
aim desta?, temos tambem grande sortiniento o
outras qualidades, entre as quaes algnmas uiu:^
Anas.
Boas bengalas de toperior ennna da india*
castao de marfim com linda.- e encantadoras fia-
ras do mesmo, neste genero o qoe de meRor
pode desejar ; alm deba temos tambem grana
quantidade de outr.is qnalidades, como sejain, m*
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos ehicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e norrauu
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para zatu-
nas de t a 12 annoa de idado.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para (azer
barba; sao muito br>a,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vea Un>-
bem asseguramas sua qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capcllas para noiva.
Superiores agulhas para machina epara eran*
Linha muilo boa de peso, frouxa, para entaw
labyrinlho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, as-an-
como os tentos para o mesmo fin.
Grande e vanado sortimenio das raelboreepe
fumarias e dos melhores e mais cniiheeioa fm-
romistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonra'sdes,
facilitam a denticao das innocentes crian;a3. Str
mos desde muito recebedores Uestes prodigio*"!
collares, e ccnnuamos a rccebe-Ios por lodee oe
vapores, afim de que nnnea faltem no mercada
tomo j tem acontecido, assim pois podero aqi'*
les que delles precisarem, vir ao deposito do gau
vigilante, aonde sempre enconaro de^tcs veriV
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fin
para qne f.ao applicados, se rendero com nm ma-
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos qne deixam*
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viren;
comprar por precos muito razoaveis loja do *><
vigilante, rna do Crespo n. 7._________ '__
3 cordeiro previdsr
Ra do Racimado u. 1C.
Novo e variado sortimento de perfnraxr.;
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de r-
tnarias, de que effectivamenle est proVi
loja do Cordeiro Previdente, ella acabi
receber um outro sortimento que
aotavel pela variedade de objectos, sirj
dade, quabdades e commodidades de
?08; assim, pois, o Cordeiro Previdct. p< 6
e espera continuar a merecer a aprt
do respeitavel publieo em gerai e
boa freguezia em particwlar, n^o
lando elle de sua bem conbaei
e barateza. Em dita loja tnamtt
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudraj?.
Dita verdadeira de Murray Lamioa-.
Dita de Cologne ingleza, american i. :*.
ceza, todas dos melhores emaisacredi
fabricantes.
Dita de flor de la;angeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservare i
tsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade :
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, CM
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transpar
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, mtfkinoi
francezes em frascos simples eenfeitad y:
Essencia imperial do fino e agradare
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheires ifit>t
mente linas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quUdittt
com escolhidos cheiros, em fraseo de dtt
rentes lamanhos.
Sabonetes em barras, maiorps e MM
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em i'ift.
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para M
Caixinbas com bonitos sabonet;-.-
fructas.
Ditas de madeira invernisada contend f
nas perfumaras, muito proprias pars p?#
lentes.
Ditas de papelSo igualmente bonitas, ia
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, a i
moldes novos e elegantes, com p *- rr
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para hi
Pos de campbora e ootrai dir> na
qualidades tambem para dente?
Tnico oriental de Kemp.
Aluda mais eoqn a
Um outro sortimento de coqu >
vos e bonitos moldes com filett de m
e-algrms d'elles ornados de IJore
esto todos expostos i ipreerrc*" <
os pretenda comprar.
GOLLINHAS EPUNHOSBtJR! -
Obras de muito gosto e pe >if
FlTella* e fitas rara "'"*
Bello e vanado sortimento '.?
tos, ficando a boa escoma ao s\
prador.
Joaquim Rodrigue V
vare> de Me! .
TEM PARA VlIflWP
era seu escriptorio, pra^a do c
n. 17:
Fumo em foi I
de 1* e I* qualidade, e vende u.
fardos a ventado dos eom^fc'
Cal de LS5
ultima cl*iiada.
PntnssacaBii-
Farlutaa do *
'3 Vinho Rrwrle
f$ de 1' q- "dade. Tudo i
^t biri"
Vend -.' no esne de
* -Ira-mulali&tia de ;
o (almo
da


8
Diario de Pernambuco Sexta eira 4 de Novembro de 1870


MmATEA.
D. JOANNA TIBURTINA.
(Continuaco).
Nio obstante, eremos que bavemos sem-
pre chegar a este resaltado ; porque para
as leitoras, cmo pura nos, na qoantidado
Rao que est o mrito. O muito pode
nao prestar (2), o pouco pode ser moho
bom. K o que teremos agora paitenm
sed benc paratum.
Qual o homem de letlras, que deixar de
apreciar Sippho, de render-lbe cuito ; p >r-
ooe do Sappho s nos restam duas odes e
poneos fragmentos do outras poe-ias?
enlium; porque nesse pouco est ta gi a-
vado o genio da poetisa lesbia, como e ti o
de PiatSo no muito, que at nos chegou. O
genio \ive e respira tanto no pouco como
1.0 muito ; elle manfesta-se em tosa a
Eneida da mesnia maneira, porque se ma-
nifesta s no livro quarto da mesma ; e
tao palpave! ahi, c mo o somente neste
verso do livro dcimo:
... V.t dulces moriens reminiscilur Arijos.
Agora devemos observar que o pouco. de
que fallamos, nio um verso somenie, nm
duas poesas tambem. Felizmente temos
ibm, muio*miis do que Uto agora, e le-
remos moilissuno mais ainda para o fn-
loro.
N'u esludamos uma flor, que perfumi a
tarde de sua existencia, nao ; e sira urna
flor, que fe entreabre apenas aos primeiros
raios do sol.
D*ahl duas colisas: a primeira que fun-
dadas sao as nossas esperanzas no futuro ;
a segunda que militas bellezas, que a flor
litio pode ainda mostrar, nos h5o de t sea-
par agora para seren apreciadas mais tarde,
quando ella houver de todo abeito o sen ca-
lix. Porm nao serio dignas de apreciac5^
toda? qnantas a fljr ostenta j ? Oh! sim
que o sao.
Pois bem, passemos a esludar a flor; mas
no i orno o chimbo, que para conhec-la
fcslre-lhe a belleza e o perfume, para di-
tormos com Joscpb Droz.
D. Joanna Tiburtina possue uma alma
vordadeiramenle poetisa ; porque tem uma
aima admiravelmente sentimental. nisso
que est um dos grandes mritos de suas
poesas. Cantando com o coracao, e':la attin-
ge essa naturalidade amavel e tocante, que
s assim se pode obter, porque s o cora-
Cao poelr, no dizer de Ghenier, o desven-
turado Chenier. Ainda cantando com o co-
racao. ellaobtm essa simplicidade precio-
sa, que para o eslylo o que a naturalida-
de para o sentimento e que para os falsos
sacerdotes das Ultras de boje (3) nada val;
mas que para quem tem criterio e gosto,
como Heratry, Villemain e Droz, val ludo ;
porque, como diz este ultimo, os versos
muito simples sao os que fazem correr la-
grimas.
Lendo com cuidado as poesas de D.
Joanna Tiburtina, nota-se logo orna consa,
que nellas bem patente, o dom do estylo.
O estylo realmente em suas mSos um pin-
cel prodigioso, eapaz de mil traeos, de mil
coloridos, conforme Ihe pede o assurapto ;
pincel em mios de Apelles ou de Ra-
phael.
1). Joanna Tiburtina, pois, possue o con-
rio do eslylo, e o seu estylo, alm dessa
naturalidade admiravel, que fazia dizer a
PascalQuand on voit ce style naturcl, on
est Utul ionn e ravie outras qualida-
des. possue a mais diflicil, a mais rara de
das elias, no dizer de algoema vari-
dada,
Nao perdei de vista as suas poesas e
*de, se encontraes on nio a verdade do
que -'icabamcs de dizer; baveis notar a
maneira, porque ella sabe variar de tom, de
linguagem, de todo isso, que constitue o
estylo, segundo o assumpto de que se o>
eopa.
E impossivel que nao o observis. E
como ella feliz nesse trabalbo! Como sa-
to usar da variedade, como a querem, como
a pedera os verdaderos crticos, isto ,
orna variedade, que nao importa a confuso,
que se casa com a simplicidade e que nao
destre a unidade, que a alma de tudo,
que o cu de todas as produeces vivifica-
das pelo sopro do genio! E' em tudo isso
verdaderamente admiravel D. Joanna Ti-
burtina.
Ella tem lambem uma oneci de melan-
cola, que como que a sombra de sua al-
ma, o rvliVxo de seo coracio ; porque sua
alma annuvn'je com Iota, que sustenta
entre sen gejiio c suas aspiracoes; porque
seu coracio o espelho de todas as guas
impresses e de todos os seos sentimentos.]
Conludo respirando as suas poesas melan-
cola, nio dessr melancola dolorida e
carregada, quo nasce dos tmulos, para di
termos com*bm escriptor francez ; mas sira
dessa .outra melancola doce, vaga e indefi-
nive', que chora e ri, que faz meditar e
sondar.
Taes sao os caracteres mais geraes e pre-
dominantes das poesas de D. Joanna Ti-
burtina.
Agora passar. mos a fazer sobre ellas
nms apreciara,) mais cMalhada. uma espe-
cie de analyse. em que tornaremos sensi-
ves muias bellezas e sublimidades, que
por ahi se aciiam esprsas.
Principiaremos (4) pela poesia, com que
D. Joanna Tiburtina encetou a sua jornada
gloriosa as paginas deste jornal. Quere-
mos fallar da poesaQuando eu morrer.
Que do bellezas de sentimenlo puro e
naluralssimo nSd respira toda essa caQfSo,
em que a nossa poetisa tio de cima ficou de
alguns outros poetas nossos, que de igual
thema se tem oceupado 1
O estylo, em que canta aqu D. Joanna
Tiburtina, simples o gracioso, ressum-
brando melancola, c, oplmamente adapta-
do ao asaumpto do sua canco elegiaca,
genero de composico, para que tem muita
vocacao a intelligente poetisa pernambu-
cana.
Com o coracao ebeio de amor, mas de
um amor, que nelleniscsu, como nasce a
llorznha margena da torrente ; lerabrando-
se da Inora do morrer, nio esquecendo no
meio da felicidade de seu coracio, que des-
tilla o mel do sentimento, o extremo adeus
que ba de enternecer ludo, com que viveu,
a poetisa exhala notas de suavissima har-
mona.
Elia, nesla como em muitas das outras
de suas poesas, mistura s gratas melodas
do amor a melancola, que sempre derra-
ma n'alma a idea da morte. Esse contraste
feito de maneira, que nao sorprende brus-
camente a alma (como deve succeder era
taes casos) e com toda a naturalidade pos-
sivel uma fonte de delicadas e indefiniveis
sensaces, como no-las soube proporcionar
o bom Horacio em muitas de suas odes,
aproetando se da mgica combmacao des-
ses dous grandes sentimentoso amor e a
morte.
O padre A. P. S. Caldas, o nosso maior
lyrico, nao desconheceu tambem esse gran-
de segredo, do qual, como um grande ge
nio, que era, soube tirar grandes v3nta-
gens. Em testemunho disto apontaremos
uma de suas odes anacrenticas, A rosa,
em qoe elle depois de ter fallado dos en-
cantos, dos sorrisos desta flor, passa logo
a ver nelia uma fonte de pezares e lembran-
Cas tristes. Assim, por exemplo, diz
elle:
(2) Para prova do que acabamos de di-
zer, podemos apontar o poema deChapelain,
intitula Jo La Pucelle, que deve o andar
ainda na mente de muitos aos espirituosos
versos do grande Boileau. De passagem
citemos o segrate epigramma deste poeta,
que d uma idea do queseja o mencionado
poema :
Mandil soil I'auleur dur.dool l'apre et rude verve
Sou cervean tenaiilant rima malgr Minerve,
Etde lourd marteau roartelant le boa seas,
A fil d mchans vers doaze fois doaie cenia.
(3) E mais que de tal gente andamos
por todos os lados rodeados. Castilbo An-
tonio, o grande litterato portuguez, disse
ama grande verdade, quando fallando dola
se expressou pela seguinte maneira : Ple-
be fabricante de prosa e verso, de que an-
damos orados e que todos ou qoasi lodos
fogem a quatro ps da simplicidade e verda-
de da oatureza.
FOLHETIM
i VIVA DEPOIS .DE MOIt i
POB
Xavier de Montpin.
r*HTR TERCKIH.t.
A Wmm DE RABN
XI
Amor de pal.
fContinuacSo do n. 248,)
Saint-Maixent finga a nyis extraordina
lia sorpreza, e com entonacio de profundo
interese pergwUna Ihe :
Santo Den* Que isso, meo dig
no hospedeim ? Porque miilivo est assim
lo alterado ? Que lie fizeram'r
Que me fizeram ? lisse o cstal ja-
deiro -ol-icando P.-rguuta o que me ri-
seram, seahor maiquez ? Derarn-me um
golpe mortal ; roubaram me a filh I
lv-nbaram-lhe sua filha I d'sse o ti-
dalgo estupefacto. Qae me diz ? Isso
MQpossivel !
Ai de mim 1 ai de mim! iofelizmeo-
Mas ab I depressa
Tu murchars,
E imagens tristes
Me lembrars.
Que de gratas e vagas emocoes nao se
experimenta ao lr os mellifloos e seatidis-
simos versos deQuando eu morrer t
Que sentimenlo mystico nao se apodera
de nos, ouvrado os doces e magoados sus-
piros desse amor, hlho d'alma, que manda
escrever o seu epitapbio !
Essa antinomia de palavras, reflexo e
doce contraste dos sentimentos, que se en-
conlra em toda a poesia, nao de um effei-
to sorprendente e magnifico ?
Lea se:
Vai, era lardes amenas, tristes flores
Espaldar sobre miuba sepultura,
Derramar sobre ella amargo pranto,
J que em vida negaste-rae a ventura.
Quando a la com raios frouxos, brandes,
Clarear o lagedo do meu leito,
as trancas do cypreste se esmaltando,
Ouvirs suspirar por ti meu peito.
Esse byinno esl impregnado de uma doce
e vaga meloda, que faz-nos suppor como
que inebriados por urna msica como a de
Carryl, da qia diz ssiau q-ie era doce,
mais tri-te como a recordacio doprazeroo
da felicidade panada.
Que de sensaces desconliecidas e gratas
nao desperla em nos esse tio bello hymno
elevado natnreza ao seu despertar I Rof!
que nos sentimos ao l-lo, como que engol-
fados* em um mondo de poesia, mas de uma
poesia que nao se define e s tente-se ; de
uma poesia, que nos enche de impreis5es
suavas, o nos crasa as mais amareis or.o-
Css, que depois de disnpparecerem di-
itam por muito lempo traeos no espirito e
no coraca '.
Leia-se :
As brisas, que perpassam mansamente,
Saudam com prazer a linda aurora;
As aves sb a copa das palmeiras
Enloam hymnos nes-a doce hora.
sublime este aspecto I O dia ao looga
Parece qua das trevas vem snrgindu
E a la, que a sorrir alm brilhava,
Ao v !o seus encantos vai sumiudo.
Ouve-se alm o resoar sonoro
Do bronze, que desperla o coracao,
li as preces, que ao Senhor s5o enviadas,
as neblinas do incens la" se v5o.
Quanto ludo sublime nesta hora I
Quanlo mysterio a natr.reza encerra !
Quanta fiarmonia a resoar no espato!
Quanta belleza a se mostrar na tena!
NSo citemos mais; porque citaramos a
poesia toda; o que se torna desnecessario,
pois as leitoras a poderao lr no 2o n. deste
jornal.
Lendo-a, as leitoras verificarao todas as
bellezas, que temos apontado e alguinas
mais, que nos liverem escapado, ou que,
para nao nos tornarmos enfadonho, deixa-
mos de assignatar. O que muitas vezes la-
xemos e com grande confianca, porque o
coracao o melbor critico para as poesas
do sentimento.
Muito bem disse o nosso gracioso folhe-
tinista, fallando a nossa poetisa : < Arou
Iber, que falla e sent como vos, um the-
souro de sentimento.
E que de ricas joias nao oceulta esse the-
souro!
A manliaa um hymno, cheio de senti-
mentalismo innocente e iofantil, desferido
por D. Joanm Tiburtina as cordas de sua
apollinea lyra.
(4) Ao princpiarmos, devemos observar
que nao iivemos em viso na apreciado dos
poesas, de que nes oceupamos, methodos
ou ordem alguma. Seguimos o acaso.
te certa, e mais que certo. Jalia... a
mioba nica filha... aminha adorada
Iba... tiraram-m'a I... roubaram m'a !
Mas quem foi que a roobou ?
Ab I Se eu o soubesse murmurou
o velho com terrivel gesto ; m is nao sei..
S sei que desappareceo. Cbamei-a esta
manli5a como de costume para Ihe dar um
abraco, e nao me respondeu. Entio...
entao... cheio de susto... sub l cima,
e noqorto nio ha va ninguem...
E quando soppe que sua Giba pode-
rla sabir da estalagem ? pergaotoa Saint-
Maixent.
Esta ooute, senhor marquez, esta
noute, logo muito cedo, nao tinha a cama
dusfeia, prova de que- nio se tinha ainda
deitado.
Paiece-me que essa dr prematura,
e que a nutricia de sua filha Dada prova.
A menina Julia n5o poderia ter sabido
sem Vmc. saber, para ir visitar aqu nos
arredores alguma prenla ou amiga ?
NSo co-tnmava nunca sabir sem me
pedir licenfa, redargoio o lio Guilberme
abanando a cabeoa. Ella bem sabia que
nunca eu era capaz de Ihe negar cousa al
guma. Digo-Ibe que m'a roubaram !
Tinna,^ perventura, algom amaote ?
la jurar que nSo. Era t2o boa, t5o
pura, tSo innocente f... Gostava de rr e
Dada mais ; mas ba um auno que j neru
Quem n3o sentir un encanto indefinita!
ao lr estes bellissiraos versos, impregna-
dos desenlirnenia ismo, fepietos de harmo-
na e revestidos de t.lo fresca o suaie poe-
sa, de uma poesia. que faz as delicias das
almas ternas e inclinadas melancola e aos
doces pensameitos 1
Ahi lendes dessa inapreci ivel e nunca
assaz louvada simplicidade, que faz o deses-
pero de muita gente, que por nao poder at-
tingi-la r.tira-se a essas tumescencias este-
ris, como o individuo da poesia de Mille-
voye, que por nSo achar mais para comprar
o amor constante, compra o amor volnvel.
E essa vanoquencia, verdadeira decadencia
do gosto, o goeto da moda ; a peste con-
tagiosa de boje em dia. Felizmente a nossa
poetisa nao soffre de lo desagradavel en-
ferraidade, qual seja essa, que ^ponamos,
vulgarmente conhecida pelo nome de bom-
basticidade, e que para nos uma verda-
deira bydropesia de eslylo.
D. Joanna Tiburtina nao espargio, ver-
dade, na poesia, de que fallamos, essa ale-
gra, que bem parece caracterisar o assump-
to, que cantn, nio; nao derramou nella,
por certo, essas tintas muito risonbas, que
Bernardin de Sainl-Pierre empregou, des-
creyendo lambem a manhSa nos seusAV
ludos da natnreza. Mas quem nio sentir
debaixo desse veo de apparente tristeza
uma alegra intima e que parece ter sido
antes proporcionada para enlevar, para en-
leiar, do que para fazer rr, brincar e sal-
tar ? Di-lo a poetisa :
Quem nao se deixa posuiir de enleio
Ao doce alvorecer de um bello da!
Ao depois tolos nos sabemos de quio
dfferentes sentimentos sao origem os mes-
mos quadros, as mesmas perspectivas da
natnreza. O arbitro, o determinador des-
ses sentimentos sao as in;linac5es, o genio
e as situaces d'alma.
Quando ao despontar da manhia desfere
o rouxinol doces, apaixonadas e variadsi-
mas melodas e a toutiaegra sola animados
e alegres gorgeios ; o sabia no galbo das
arvores, escondido entre a folbagem, des-
prende um canto temo o melanclico, em
que a alegiia apenas um paludo reflexo.
de ludo quanto o rodeia risonho. No en-
tretanto quem nao amar o canto do sabia
mesmo assim ? Estou certo que muita gen-
te, e nao duvido mesmo que muitos bajara
que o prefiram ao da toutinegra e ao do
rouxinol; porque muitos slo os tristes de
coracao e os amadores de tudo quanto
terno e tocante.
Agora nao nos fuaremos ao impulso de
nossa consciencia, que dos obriga a dizer
que um descuido oem grave o emprego
desnecessario de uma mesma palavra em
tio curto espaco. Esta falla, alias grave,
quando commettida por quera possae um
estro sublimado, traz grave incommodo para
o ouvido exigente, mormente quando elle se
tem acostumado a suavidades e docoras.
Nesta falta incorreu a nossa "poetisa por ter
no 3o verso da primeira quadra empregado
copa das palmeiras e logo depois no 2o ser-
so da quarta quadra usar de cowia das pal-
meiras.
Estamos certos de que nao passa isto de
um mero descuido ; pelo que rogam/ s a
intelligente poetisa que de outra vez seja
mais cuidadosa.
Creando a Madresilva, livemos em vista
nos, qoe somos mocos e sentimos pulsar o
peito pelas grandes ideas, lanzar o estimlo
no coracio de nossas patricias para faz-las
dedicarem-se ao estudo e amirem a gloria.
Soltamos um brado a prol da regeneracio
da mulher e a Madresilva foi o nosso echo,
que retumba e retumbar anda.
ao menos ra. Minha fiiha ir atraz de om
amante 1 Ainda que o mundo inteiro m'o
dissesse, eu nio acreditava. Pobre Julia !..
Pobre Julia I... de certo a le vara m
forca de minha casa...
N'esse caso teria lutado, teria pedido
soccorro, e Vmc. de certo lbe ouviria os
gritos.
Sim, verdade, teria (otado, repeli
Goilherme, deitando para todos os lados o
olbar espantadizo. E todava... desap-
pareceo. .. Ah 1 eu endoudeco... per-
turbase-me a vista... tenoo as pernas a
tremer; parece que estou embriagado!
Vem Julia... vem, se nio queres que eo
morra I...
A voz do anciio apagop-se-lhe na gar-
ganta, e as ultimas palavras perderara-se
u'nma especie de soluco. o sea paludo
semblante volveu-se ao mesmo tempe mais
vermelho do que o prourio zarcio, e as
veas das Jonles incharam extraordinaria-
te. Agitou as raios como um cfo que
escorrega e procura no ar aonde segurar-
se, fraqaejaram-lhe as pernas e cahio sem
seodos.
Mens amigoa, disse o marquez aos
aldeios que vinham acndodo presurosos,
levantem este pobre homem, deu-lbe ama
apoplexia fulminante. E' doenca muito
perigosa, mas de que s vezes se escapa.
Pois bem a esse brado surgi ma gestos a,
entre outras D. J)aina Ti'ourioa. Foi
ella ulna daq j sonnivam. com
nma nov ornas, com o futuro,
qae ba de raiar esplendido, e por sjo veio
sentar-se em torno a mesa do convivio des-
se futaro. Rcoohecida, nio tardou muito
que ella viesse pagar Madresilva, que a
recebeu de calix aoerto, o brado a prol da
idea, de que j se sentia tambem corypheu.
Enl5o ella faz um convite espontaneo e de
coracao s suas patricias para virem culti-
var a florzinha, que pnra vver" espera por
seus doces bafejos. E3 o que seja a poesia
Madresilva.
D. Joanna Tiburtina M miravi!hosamenJ
te feliz nesta sua producci). Propriedade
de rylhmr, maviosidaie deexpressio, viva-
cdide de colorido, tudo ahi se enconfra.
Quem deixar de respirar anciosamente
o perfume destas tres ptalas de muito bella
poesia :
Abriga-la no seio sem temores,
Pde-se acaso receiar das ores,
Emblemas de candor?
Estes tres versos sao realmente subli-
mes.
Que de simpci lade, qoe d- delicadeza.
que de indefinvelmente bel o nao ha nelles ?
E' o quid dioinuin ; ni) se define, sente-se
comrt o pulsar do coracao, respira-se como
o perfumera flor; mas nao pode ser objec
to de commentarios, porque o sentimento
nao se commenta.
Lde refleelidamenie os tres versos cita-
dos, e ao depois baveis.de dizer quitemos
razio de sohia.
Tu e eu um suspiro magoado, desferido
as libras do corarlo em um momento mys-
tico de voluptuoso e santo amor ; o per-
fume inebriante de um sentimento verda-
deramente lyrico.
Tu e eu e uma canr. meta dessas, que
solta o rouxinol, ferdo de saudades de sua
companheira, por quera elle nicamente afi-
na as cordas de seu instrnmonto para os
festivos cantares; a endecha, que mur-
mura o ribeirinho amoroso nympha de
seu coracio, por quem a forca de sua pai-
xo fa-lo suppor-se despresado. E' tudo :
um rao da estrella Vesper que
Ioflue as almas intenso arder,
no dizer de Junqueira Freir ; uma gota
de orvalho, lagrima sentida, que chora a
aurora lalvez de amor.
Recitativo bellssimoTa e eu, rene
vivacidade e encanto das imagens o harmo-
noso da phrase e a naturalidade de um sen-
timento, qae lio doce e agradavel como
tudo o qae filho d'alma e sabe delta es-
pontaneo.
Leia-se :
Tu s a nota da harmona eterna,
Que amena e terna s desprende amores;
Eu son o echo suspiroso, afllicto :
Como o proscripto s descanto dores.
Tu s a chamma de uma luz brilbante,
Que deslumbrante os coraces altrahe;
Ea son o insecto, que nos teus folgores
Buscando amores, se myrraodo vae.
Que delicadeza, que suavidade em tudo
isto que tio bellamente dito t
Digam nos o que pode haver de mais
bello, de mais melodioso o sobretudo de
mais sentimental que estes dous versos in-
vejaveis da primeira qualra citada : ..
Eu son o echo suspiroso, afllicto :
Como o proscripto s descanto dores.
O que pode, na verdade, igualar a em-
phasis e belleza destes dous outros da se-
gunda :
Eu sou o insecto, que nos teus fulgores
Buscando amores, se myrrando vae.
Ha pois, nestes ltimos quatro versos
muita cousa de sublime, desse sublime que
consiste no pensamento enao menos na ex
pressio.
A poesia Ta e eu de D. Joanna Tiburtina
faz-nos L-mbrar outra da excellente poet'sa
portugueza D. Amelia Janny, que real-
mente bella ; mas que em alguma cousa lbe
(Tea inferior. Assim ba na poasia de D.
Amelia Janny alguma cousa de muito bonito,
verdade, mas nio de lio captivante e se-
ductor, como o que respira a poesia de D.
Joanna Tiburtina.
Diz aquella.
E eu son tudo o que nao amas !
Tu s o que adoro s r
Sou cinza de tuas cbammas,
Q le altivo langas no p !
Son o verme imperceptvel,
Que esmagas sem ver o que !
Tu s p'ra mim o impossivel
Onde expira a minba fe !
Ha com effeito ahi bastante encanto e
sentimento mesmo ; mas por certo qae essa
flamraa assim activa, ainda qae verdadeira,
nio tem a doce magia, qae se encontra na
poesa de D. Joanna Tiburtina.
Agora a nossa poetisa, qae acaba' do
desferir magos sons em sua lyra ertica,
Uma sangra qae o pode salvar ; vio
quanto antes chamar o medico.
O marquez, dizendo isto, meio contente
pelo desenlace qae punha termo uma
scena demasiadamente patbetica, metteu es-
poras ao Kebir, e parti como um relmpa-
go, para se juntar carruagem, que apezar
de ir caminhando vagarosmente, j se adan-
tara bastante.
A formosa Olympia, mal que o sentio,
deitou a cabera por ama das portinholas.
Sabe, meo primo, disse ella, qae j
nes iamos inquietando? Que extraordi-
nario incidente o demorn tanto tempo ?
Oh um incidente vulgirissimo, qoe
rida prima, volveu o marquez. Demorei-
me, para prestar os meus cuidados um
pobre velho, qoe dunte de mim cahira ata
cado por uma apoplexia fulminante.
E^alva-lo-Mo 1
Creio que sim. C por mim, fiz o
que poda.
Que bom coracio I mormuron a con-
dessa. Est sempre prompto para qual-
quer acto de caridade ou de abnegado.
Certamente, minha prima; um
coracio de ouro? accrescentou a formosa
Olympia.
A carruagem chegou ao bosque d'Ebreoil
e seguio lentamente por baixo do arvoredo
secular.
Ao cabo de uma hora, os caballos o5e-
cahtando seu amor, passa a cantar em seu
plectro de ouro a sabhmidade da virtude,
a quem coosagrou bellas estropbes.
A virtude oa peca chaia de primor.
Assuinplo muilo tratado j, n) deixa elle
de ter algoma originalidade na peca de D
Joanna Tiburtina; longe de desagradar-nos,
como goe succeder s pecas, em qae tudo
sedico desde o pensamento al a forma,
elle agrada-nos muito.
O lado moral sobre tudo admiravel;
porque a poetisa teve a felicidade de fazer
sobresahir em muito bom alto relevo os
primores da virtude.
Bernardin de Sain-Pierre diz : t S a
virtude duravel......A virtude sem-
pre billa, sempre variada, sempre egual e
sempre forte, porque ella resigna-s a todos
os acontec mentps, s privagoes como as
gozos, morte como vida.
Tem-so ah uma bella pintura da virtiwle ;
mas para nos (pode ser defeito de aprecia-
Cao) ba sera duvida ma's energa, mais vi
vacidade as tintis emprega las por D. Jo-
anna Tiburtina. \ssim que Sainl-Pierre
diz que a virtude sempre bella, sempre
variada, sempre egual e sempre forte. C,
na poesa d D. Joanna Tiburtina, vos leu-
des a virtude, reamada pelas miserias da
vida e tendes urna grande verdade L le :
S) as tormentas opprimem o peito,
Se a desgraca na vida resurge;
Inda assim a virtude mais bella,
Mais formoso seu brilho refulge.
Ao depois reparai que de muito efleito
o contraste estabelecido n.ista quadra :
nma verdadiira sublimidade. A tormrata,
a lempestade obscurece, tolda os cus, e
envolve em seus negrumes o brilho das es-
trellas e at da estrella, que gah os nave-
gantes, de maneira que se pode dizer que
ellas desapparecem para elles : pois bim, a
nossa poetisa, querend* significar o poder
mgico dessa estrella, que nos conduz ao
porto da felicidade, dessa estrella prodigio-
sa a virtude fa-la refulgir mais, quan-
do as outras perdera o seu brilho, as tem-
pesta les da vida, onde justamente temos
necessidade de uma grande luz, qae nos
ellumne, de uma brilbante estrella, que nos
mostr o porto, que as trevas envolvem
com seu manto. E urna concepcio verda-
deramente grandiosa essa.
Se as tormentas opprimem o peito
Mais formoso seu brilho refulge.
J lemos e apresamos maito a Lyra
virtude de Domingos Borges de Barros ;
mas confessamos que, com quanto encon-
trassemos nella muita (locura e harmona,
nio vimos as magnificencias de pensamento,
que acbamos na peca de D. Joanna Tibur-
tina a par de ama tio grande naturalidade.
Citemos anda sem comraentario, de qae
nao precisam, a primeira e ultima quadras:
Os prazeres da vida se extinguen),
Os sorrisos transformam-se em pranlos;
S a santa virtude vceja
Lindas flores de gratos encantos.
S ella quem traz a ventara,
Quem resiste aos horrores da morte!
A virtude o grato nntelmo,
Que nos livra dos transes da sorte.
E' tarde ama linda peca de versos, em
que D. Joanna Tiburtina nio desmenle os
seus foros de poetisa.
Ingenuidade, ryihma adaptada ao assump-
to e harmona o que se encontra nesses
versos. Ha mesmo nelles uma graca quasi
humorstica, delicada, que muito deleita.
Lia-se.
Depois que teu olhar me fascinou
E sem piedade captivou.
Mea nobre coracao.
Vens dzer-me sorrindo que o amor,
Que em meu peilo nutr com tanto ardor.
iilosao?!
Quando, cheio de amor, geme e suspira
Meu pobre coracio na ardeote pyra,
Em que arde,
Exiges que te risque da lerahranci ? t
Para em mim operar-se tal mudanca
E tarde!
Nao sio na verdade lio singelos, lo gra-
ciosos, estes versos ?
E' loucura um do primor de poesia
da nossa intelligente poetisa ; um cofre
de sentimento. Sio admirareis as bellas
combinares e a verdade com qoe ahi falla
o coracio.
< Des traits de I'ame sont les venables
beauts, > diz um escriptor de nota, por
nos mais de ama vez citado ; por isso que
tanto dos captivam os versos de K loucura,
onde o sentimento est vivo e palpitante.
Vejam como foi feliz e magnifica D. Joan-
na Tiburtina nesta poesia.
< Se tio grato nos revelar nossas ma-
goas a algum bomem superior, a algoma
consciencia tranquilla que nos fortalece e d
um quinhio de sua paz, que delicioso nio
ser commonicar paixdes a um enle impas-
sivel que as nossas confidencias nio podem
contorbar; revelar fraquezas ao Sv oani-
potente, que pode dar-nos tasa Mea par
ticular de sua forra! (5) > E' Chaateaa-
briand, quem fall assim.
Pois bem, D. Joanna Tibartina, ea qdam
o corado tudo, qae coonece os
gredos e os seus mysterios, dea
prova do qae disse Cbateaobrasi,
recoohecndocom elle grandes delicias ao
commnnicar paixes ao Ser omniptttnt'
que as nossas confidecnias nao podem v*
turbar. Assim que na poesa qoe aaaly-
samos, ella comeca Zallando a Deas de sju
louco amor.
E' loucura, meu Deus, ea bem coobeco
Esse amor, que meo peito faz pulsar.
Que sublimidade neste : t E' loocara
mea Deus...
Nao ha nos versos, que vio aliante, om
nao sei que, que enebe, arrebata e trans-
porta a alma I Nio se sent ao le-los om
qer que sej i, que nos exalta, que do
toca, qu! nos lanca em om mundo de asi'
sensaces que nio tem nome !
Nao o coracio, qoem falla, quem ge-
me, quem suspira, quem arde nesies ter-
sos ? Sim, sim.
Leia-se :
Ninguem mais do que eu ba concebido
O desdeo, o dospreso de qoem amo ;
M s rainh'alma. coitada jz rendida,
E eu martyr de amorpranlos derramo !
Que allirara de vivacidade de sentmaaio
e de energa de expressio se encontra real-
mente nos versos citados !
Ha em toda a poesia sentimentalismo, ba
docura, ba elevaciode pensamento e ha so-
bre ludo um almo ardor, que alliando-se
com uma admiravel ternura, proluzea o
sublime, que se acba esparso em toda
ella.
Para passarmos aliante, citemos ainda
ama quadra:
Esse amor, que nasceu com tanta vida.
Que a mente rae alentava de esperarla,
E' loucura, conheco, inda qoe tarde,
E' loucura talvez mesmo a lembranca.
Desejos vaos ama mimosa prodoccio.
clieia de encanto, que tem a docara de oaa
sonbo e a gran da innocencia.
E' na verdade, Desejos vaos orna dessas
prodoeces poeti as, em qae mais se ob-
serva esse espirito do Cbristianisaao, So
rico em grandezas de todas as especies,
cuja influencia benfica s>bia e
mente demonstrada e applaudida pelo m
mortal Chateaubriand.
Nio se reconhece nessa aspiracao a
felicidade tio para e pouco pretencioso
no qae est toda a sua grandeza a ase*-
liflua meloda desferida dessa fibra deseis,
qoe o Gbristianismo soube juntar lyra
d'alma 1
Em que pagina do livro do coracio 4a
poeta pago se encontra emootido e scio-
tillante um sentimento tio mystico o Bo
suave, como o que est a perfumar
paginazinba do livro d'alma de D.
Tiburtina ?
Nio se encontra realmente abi nsaHo da
frescura dessa sublime aura do Chrisliaois-
mo, qoe vem seraore carregada de ose
perfume exquisito e s seo ? Qoem dir
que nio, em vista do santo desejo da poe-
tisa de habitar om outro mondo, qoe soi
alna tem soubado e em que ella
Scismaria ao raiar da branca loa,
Gozara os prazeres da innocencia '
Quem dir qae
querer ser feliz
nao, em vista des*:
gantes ebegaram grimpa da collioa, qae
dominava o inculto prado, onde a casa so-
litaria apparecia meio oceulta por entre a
folhagem.
Saint-Maixent acenoo para o criado.
Lzaro parou os cavados, desceu da al-
mofada, deu nma volta roda do trem, e
poz-se a examinar o eixo de uma das ro-
das, onde baten varias vezes com ama pe-
dra.
Que temos, Lzaro ? perguntou o fi-
dalgo em voz alta.
Senhor marquez, redargoio o rapaz,
que posera toda a sua destreza em fazer
saltar uma cavilha de ferro, ha nm quarto
de hora que um certo ruidozinho me fez
notar que esta roda talvez nio estivesse l
mudo segura. Nio me enganei, infebzmen
le, e dava de boa ontade o que me pe-
dissem para ter aqu um ferrero.
"A condessa nio tinha escapado nem uma
s palavra d'este dialogo.
Meu Deus I bradou ella muito desas-
socegada. Ameaca nos algom perigo ?
O perigo nio muito grande, se-
nhora condessa, redargoio Lzaro. A roda
podia saltar fra do eixo, e mais nada ;
mas eo l a segurei conforme pude, e tal-
vez possamos chegar aldeia immediau,
onde em poucos minutos se arranjar tudo.
Para maior seguranza, pecooa senbora cop-
Longe da turba, em selido deserta,
Vivendo livre de crois engaos?
Quem dir, emfiui, que do. em fisti
desse
E quando a morte desprendendo o vo
Terminasse impiedosa o sonho meo,
Minh'alma entregara ao Deus imnenso,
Demdizendo e louvando o nome seo?
E como sio estes ltimos versos belleo e
tocantes ? Qae doce onceo de sentiosen-
talisrao religioso e sublime nesse :
Minh'alma entregara ao Deas immenso.
tem dizendo e louvando o nome seo"
Foi, p is, esse qoe, qm s o Chnatia
nismo inocalou nos corace; e qoe faz toda
a grandeza de Bernardin'de Saint-Pierio em
Paulo e Virginia, que assim inswroa a D
Joanna Tiburtina, na poesia de qoe tala-
mos.
llluso e realidade orna boa poesa
Ahi a poetisa, despertando de oaa seaaao
de ventura, sent os suspiros rasgaraaiaV
o peito ao ver-se no meio dos oipinboa a
vida.
{Continnar-se-fta).
(5) A tradaccio
Branco.
de Gamillo
dessa qoe me deixe levar os
passo.
E' absolutamente preciso ?
E'. sim, minha senhora, quando
temos desgraca.
Est bom, iremos paseo ; m
tas demoras tio repetidas j me vio _
perando, e Dio tarda qae eo endogdeca.
Prometi senbora condessa
vemos ganhar o tempo perdido.
A senhora de Rabn deixoo-se
traz, muito desanimada.
Lzaro em vez de sabir para a
da, oz-se ao lado dos cavaUoa, e
mi
A carruagem anda segoio algons
sem difficuldade; ao chegar, f~
fronte da casa solitaria, a roda
tropee ra por acaso com urna podra, e
le peque no bataneo foi afficieote para
bar a obra que Lzaro tinha priocipiaele ;
eixo qu broa-se.
A roda saltou fon, e a camiafeaa. pe
dendo repentinamente o eqaiHbr, lea
bou para a direita.
A condessa, a formosa Olympia o Ubi
neta soltaram em coro um grito de
(CoMmar-eeJu).
TYP. PQ DIARIO -HUA. Qu DUQUe) W CdXIT



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