Diario de Pernambuco

...wW 'i>dai. w prniin
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OsGRAMlLCS
DwosiTAniu, em li
PtrnanAuco, \\ Mmi.v,
F* Jos Puno. Pe- noLV.
f'*, ,.".T<>.t/<,.
y.nU
k.
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Eival sem segunao,
RUA DUQUE Si: < A \l A M. 49
(Aiiliga rea do Qaeiinado)
Contina a vender ludo muito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito Loo. Un
Tetones finas para anhas e costu-
ra a......... 500
Papis de agulhas fraucezas a ba-
o a......... CC
Caixas eom seia saboDeles de fruta l>00o
Libras de la para bordar de todas
as cores a....... 8900
Carriteis de linha Alexandre a. 400
Frascos com azeite para machinas 500
Gravitas de cores muito finas a 500
Groias de botoes madcpersla i-
nissirnos a....... 500
Nuvello de linlia de 400 jardas a. 60
Caixas com 400 envelopes muito
superiores a...... 000
Penles volteados para menina'? a. 240
Tntenos com tinta preta a80rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos do macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. I|5200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muKo
superiores a....... 240
L.irtilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libre s de linha sorlidas de todos os
nmeros a....... 1(5800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de rotroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Aguiheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha frauceza superior
qualidade a....... 20420
Caixas de palito do gaz a. 00
Bh-Hnte-rheum.tioo. .
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
tioas at boje o mai.- conhecido pelos seus mara>
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO.-um dos medicamen-
tos que sua efflcacia as enfermidades, tosse e
sangue pela bocea, bronebites, dores e fraqueza
no peito, e-crobuio e molestias de figado, que nie-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre raz
de marapuama, cuja em.Tgia e efflcacia as para
lysiis, intrpecimenlo, ele. etc. muito .so recom-
meoda.
Tbdos esses preparados se encontram na phar.
macis e drogara de BarthoJomeu c C, nico de-
posito na rua larga do Rosario n. 34...
Paulo Cordero
Vendese.rap Paulo Cordeiro fluo viajado, em
Iatis, meio grosso e vinagrinho : no deposito da
rua do Vigario n, 11. andar.
peohincha.
Mieos orles de cambraia bordados com 10.varas
* 7f, alpacas e lias de cores a 400" e 600 rs. o
-fvs4uis vende na ruadoDuane- Gavia o.
i loj aVi Lwia. Puntea A , tbr-retria- de frrro
Vende- si e est visu em casa dos Importado-
rea StowHawkei k O, roa da Gnu a. i
El val sem segundo
RUA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as mindezas. pelos baratissimos precos abai
io declarados, garantindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de patos seguranca a.... 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Frascos com -li obaboza muito fino. 320
Pacote- com p.'s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
N'.ivalhas muito ,;uas para fazer
bar a a.................... I^OOO
Caik i de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
Ihas....................... 160
Caixas com peonas d'aco de l-erry
superiores ............. 800
Lencos da cassa brancos e pinta-
dosa.................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 70C
Caixas com 50 noveiios de linha
do gaz a........ 40C
Duzias de meias cruus superior
, qualidade a.......3$60('
Pecas de babadinnos com 10 va-
ras a......... 50(
Pe^as de tiras bordadascom 12
metros cada p.-ca a 1I500 e. 2(5000
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbas fazenda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias crua para m '
nos diverso? taannos a. 320
Dusias de meias brancas muito
finas para senhora a. 4#500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2(J00<
Pares de sapatos de tapete a. l,#50t
Duzias de baratos para vultarete 3i900('
Sylabarios portugnezes a. 400
Cartoes com colxeles z carreras a 2(>
\&otoaduras para collele diversas
qualidades....... 40o
Caias com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agulha para maedina a. 2|JOOO
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos ........... 400
Reama de* papul pautado super or 4(J000
Resma de papel liso muito supe-
rior a........... 3,$fi00
' Veode-S'; ciav >* ; em Sant) Amaro dufron-
te dacipella pora de cao.
MU
TtOS>
'.T.*.
sra-
gallo mum.
Rna do Crenpm m. 7 ,
Os propnetarios desie bom cnahurii estasW-
cimento, alm dos muito? objecos qn imam 1*.
postos a apreciacio do respei^rel pnbHra, ssssv
damm vir e acabam d* receber pelo ti
da Enrona nm completo e vanado *. --
finas e mni delicadas especialidades
lio resolvidos a vender, como por precos muito b.-.ratinr os e eummoc. .
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretj;, hns>
cas e de mni lindas cores.
Mni boas e bonitas goiiinhas e ponn* nava se-
nhora, neste genero o qne ha do mais n* v.*i*.
Superiores pentes do tartaruga para ""-me*
Lardos e riqnissimos enfeilos para caf fat ak*
Exma?. senhoras.
Superiores trascas pretas e de cores en **v
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pod nawt
irelhor e mais bonito.
Snjieriores e bonitos leques de EiT'uirvl*,
uiarflm, sndalo e osso, sendo arrolk-s nsw*
eom lindos desenlios, o estes pwjtm.
Muito superiores meias (:. de F.sroasa r\j sx
nhoras, a> quaos sempre s.- v"nd-ram
a duzia, ectretanto que. nos as rendciTios po* St.
airc destas, t?mo'; tambo Ttiav v *
OOtras quaiidades, entre as quaes ali un.-:
tiras.
Roas bengalas d.- m r. ai:: da IrdJa *
easiTiode inarn com linda; 'tfijc: ? y
ra?doincsmo, nesie 1 1
pdc desejar ; alem dests ic*n -- 1
Snanlidade d-.- outr.is
eir, baieia, omo, L tuthX. : le
Pinos, bonitos e airosos can Via
de ovtras quatidadei
Lind.: e apaares I is -.
paras, gnrar as aesai.
Boas meias de leda para eahon c as 1 sara*
na3 de I a 12 annos d !
Navalhas cabo de parlm tartarvia par- f.ier
barba ; sao mnito bnas.e <~ r:^.i^ 1 Man
rantidas pelo fabrcame, e nos por P
bem aoscgur.imKS sua qnalidada c d
Linda- e bellas capel!as para noiva.
Superiores agulhas para rna ri em*
Lioha inuiio boa de peso, (rodxa, para tnt*w
labyrintbo.
tons baralbos de tartas para vo^aia, assw
como os teios para o inesaw Hm,
Grande e vanado soruracnto Ja^ rc^Ibor'>s pa-
ramaras e dos me'hores e mais enhoeji p>*
ramistas.
COLARES DE hOKh.
Elctricos magneticu.- contra aa conssrfoea.
facilitam a dontico das BooceatM cnafteas
mos desde mnit recebedores destus nro.'ipiaasr
collares, e continuamos a MKbe-io
vapores, aQu de que nnnea falfem nn rucreada.
tomo j^ tem acontecido, asan pois pdeiV> .-
les que deiles preeisarcm, vir ao dcpc'sito rfo gitt'
Tgilants, aonde sempre eiicontrario d
deiros coliaraa, e os quaes attendeauo-s* ao tm
para que :.ao applicados, te venderao eom un BH
diminuto lucro.
Rogamo-.pois, aflata os-bjectos que dcixaiK*
declarado?, aos nossos reguezes e aonjos a -.irrs
comprar por pre^n- mniti> raoafsjll lo] ttlt.
vigilante, rua o Cres|w n. 7.
IS
U-W
ou ,-.-, um iiic. muito bem si
la a : igem do ro Csp-ba-ii. .
o l8i !' 1 Pan. IU, f #1.1
ao.Mii. 111' na, cun |..u cav
viveada coaleado i i ,,,urtoti f.^h* foi
out.ruaial casiai aguas, em l
coninwJos para h nados, boa corh 1
ra,.ft#tribaria, 1,4s. cacinjha,
arMredos ub frocio E-u un o uitlasoda
volcando.Powd:, Paallaa.nargm vito C0flfctrca3|n Chacn, f 1 ltimamente occo
pado porTP* Aaonr : a tratar com o "ommsndt
Jor Tasso,
0 cordeiro previ
Rna do Cdnrfnaado 11.
*}ovo c variado sortimcT.to w '.'?
finas, e ou'ros objcctn's*
A'm do completo sortiment'.
marias. de que ehe-ctivamente esta
Ioja do Cordeiro Previdenfr\ eiU's
receber nm outro scrtimenl: q-1
aotave pela variedade c
iade, quaiidades ecornmoti
tos; assim, po;s, o Cordeii
e espera continuar a merecer a
do respeitavel publico ca gsrui
boa frejuezia era particular, ti
tando elle do sna bon
s barateza. Em dita leja o
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudra;.
Dita verdadeira de Mnrray V i
Dita de Cologne-ingi?
ceza, todas dos memore e atan
fabricantes.
Dita de flor de larantreir?-
Dita dos Alpes, e vilete pr 1 -
Elixir odontalgicr. par/.
ssco da bocea.
Cosmetiques de superior qpnli:Ur?
ros arjr?daveis.
Copos e latas, mafores e a -
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, tr
a outras qualidades.
Finos extractos malezas, (UK
francezes em frascos simples. e
Essencia imperial do fino e-g at r
ro de violeta.
Outras concentradas o de choin tr!.*
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qi
m escolhidos cheiros, em rasccf de
'entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiorea e> b >or.
para maos.
Ditos transparentes, redondos- r ,,;.
ras de meninos.
Ditos muito finos em eaixinha ara mrv
Caixmhas com bonitos sabonelP jmitm
fructa8. t
Ditas de madeira invernisada ea^ti
uas perfumaras, muito propriaj or; pr
tentos.
Ditas de papeleo igualmente bonitas, .
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colon.:
moldes novos- e elegantes, com p oV ,-
boneca.
Opiata ingleza e franceza par;. c.jWi.
Pos de camphora e outrat
qualidades tambem para dente/
Tnico oriental de Kemp.
.linda naafacoqa^.
Um outro sortimento de co-(>-? d
vos e bonitos moldes com filete >
a alguns d'eiles ornados de timm >
esto todos expostos i apreciac
>s pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BO^ *"
Obras de muito gosto e per i
Plvollaa e fla para ? >
Bello e vanado sortimcnlo d. ->,
tos, ficaedo a boa escolta ao p<
prsdor.
1 JoiquimEodngu
^ vjire- de M(
i
>-m seu e-i
n 17
-V PARA VBIDEi
:' rki.praca doC

I
i

ni caes de Cap.b. 1 U ;u ir *-
Ira molaUnla ai
o ualmo.
Fumo ero foll
v de l4ei'ou.|idade,e vende
lirdnm "i--de dos rnaiprn
r-A de Lirb .
ultima cIm aa.
P< daJRnv-

j Borde:
I Toda de
pm-oatra qu>



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1


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8
Diario de Pernambaco Quinta
l'ifM iiruawai -M.-
3 de Novembio de 1870


YARIEDADE
~ "* i ii
A LENDA DO IMPERIO.
(Conchisao). >
t'n conqiirant, daos sa fortune Hiere,
Se fit (in jea des sceplres et des luis,
FA de ses pieds on peut voir la poussic-ie,
Kmpreiire encor surlebandeau do^ ros.
Napoleo foi mu camartello, que dbs-
iraio o direilo djviau ou o direilu dynas-
licu,
A Franca j o tinha destraillo por isso
nada gaoliou. ames suffrau o mais ;>troz
dos despotismos, Gcandodae a cargo tudas
as vmlictas etilos os rancorcs estra-
ouos: i
A Europa muaou o seu modo de ser e a
bumanjdaJe deu o maior passo desil as
fjlas religiosas da reforma.
Por isso o erro mais fatal e desgranado
que a Franca podia commetter fra o ac-
Ci.ar como bandeira nacional a tradigao na-
(..-!. nica, se i i se lembrar que Napoleo
conquista e odespotimo, e a g^i^a-jra ,a o a persiganga, era acombresso e i t0f'a-.
.. uselnxi.imento uo interior, era a ameaca e ,. Aissl.m '"' I"'6
o armamento no exterior, porque os lempos: BS**? homens
sacnncio e pela fe, se lornaram uns a
historian, ora lio-jo, qic a Franca idola-
irava, e com cuja p;rflda mal poieriara
ispatar primatias os mais tortuosos carac-
teres da Italia no' lempo dos Mediis.
Ltnfrey arcaitectoo a sua historia com os
documentos aothographos, qne Napoleo III
esteve a simpleza le mandar pnblicar na
correspondencia offlcial de hroe, coja es-
sencia e ualurrta se ostenta era toda a sua
plecitude. "
Napol lo, log desde o principio, nunca
leve boira empenho tona corromper e
0tsc;;r.
S,\i-ll!e a victoria para urna e ontra
coiis.i, ponga* o resaludo d.is combates foi
sempre initlcur os vencidos, foi sempre
roubi-los (/'.'saforadainento em dinheiro,
monumentos e obras primas, com que a
Flanea so locnpletva, com que os influen-
tes da gevernaeio se encliiam.
Desde a campanha da Italia, em qne Na-
poieao promettia aos seos soldados o paiz
mais rico do mondo, at invaso daRus-
sia, o iliema do conquistador foi sempre o
corromper pila vic-
pole) III, de fitidica nn .oria. levoa a
Franca a um abysmo, do qual bem ode
ser que nao tenba a aufficeaie energa pira
salvarse com honra.
Dos anjos dizia Milln, no sea adraira-
vel poema, a epopa de protestantismo.
SU con.->enliam que esse homem, ese|
. [. oprio serai-Jeu, se arvorasse em dioia-
li'r da-Eur .pa.
\ Franca esqueceu se de todos os s< fri-
.: alo*, e, o que mais de todas as ver-
bas .arque Italia paseado.
i, :;i)r.ra-se das iovasoes que havia ito
;i .. repet las; das que havia solTrido, para
viaga las
A sombra de Napoleo loi o ariete, com
que i democracia derruboa os Boorbons :
i m :i mesma sombra quealevantou as bar-
r -des en H18 o preparou o terreno
I ra sbita e escandalosa elevado d'esse
1 mem nefas'o e despresivel, que acaba
agora de entregar a Franca manielada
F:ussia vencedora.
Napolett I anda a causa nica e im-
oaedila dos males da Franca, das suas
der.otis e do seu desinemhraraento, como
o foi ere !8li 1815. em Leipsick e en
lerloo. com a s dileren'-a que entSo
inaum animo generoso e um espirito T" ()-,'y''> ^
Alexandre. ao ; doctos historeos.
repblica,
grandes pelo
ven-
tureirns sanguinarios, pie vivim da rapia
e eomhatiam pela rapia.
E nssim fm Umbem que Napoleo alean-
vou o consolado, rascando a liberdade, sof-
focando a voz do tribunado J o assira foi
que a favor deDessaix morto e de keller-
man ilipendiado, asseguroo o poder em
M ironvo e iniciou de vez a poca tremenda
das conquista onde embado t>e proenrava
o senlimento patrio e a grande idea da li
berd^de, que annos ant^s tinha reboado,
pelo inundo. Dura, forte e sonora.
I'sseinos. este eo ponto capital, que
o offuscanientQ da Fiar ca resisti s t'uas
mvasoes do principio do seculo. ;'t queda do
; homem e por tm alevanton anda Napoteao
111 ao sollo imperial.
N5o dilicil explicar esta anomala, se
attentarmos em que a Franca qnal a Ib a*
revolnc3o, difficilmeole poier ser cons-
titucional, conforme demonstramos pe!?
deduccao quanto powkrel, clara e lgica
ViUl in every part.
Cannot, by annibitding, die.
0xal o espirito da Franca seja anda
mais redivido. que nem a mo.ima aniquiia-
c3o possa matj-lo.
Se a Franca conseguir salvar a honra
oprimeiro timbre das nacfies viris, esquect
para semp;e a tradl?So infamante do impe
rio, como esqueceo de Luiz XIV, e pro
clame a iberoad^, que a justicia tamben f
Apague da hi-tona. como urna ignominia,
a dynnslia oapoieonica. que por tres vezes,
n'este s-cnlo. arremessoo a nac3o. como
urna prostituta, oos bracos dos invasores.
Acaba com a lemta do imperio; retem-
pere o carcter abatido oa adversidade ;
lave as corrnpces e as chagas as aguas
lustraes da hberdade. e voltar a ser opiiz,
sen5o iniciador, pelo menos divulgador.
(Jornal do Commercio de Lisbiia.)
greda
LITERATURA,
D. JO&NNa TIBUIWINA.
(Conthmaca).
*- Espiritualista sem o saber talvez, Ket a
mesma escriptora, os pensame^tos int/aaos,-
as aflfeicSes secretas a-oecupam sempre. Fa-
rece q>ne o dominio do invisivel he ac-
cessivel.
ITm admira^el iostiocto Ibe revela as-
impresses dos outros e lli'as faz part har ^sublimes,
cavAiheire'C o imperador
passo que n'este ra ment, as almas
dosas h se Ihc; depara seno o m ais tor-
v i sombro egosmo, de que ha me-
mora.
>>* como Nap.ileo I conseguir alcancar
em 'rarica a influencia d'um mytho; de
COBO a !enda se formou e entrou na alma
da naci.i semelbaica de orna Indicio
i iourada c domestica, o qoe o coronel
oarras, um claro espirit >, que combaten
em 1815. demonstra perfeitameote na sua
ooia icerca do conquistador.
O prestigio da espada o maior de
todug.
Assim oasceu o homem, qoe mais preza
o crime circumdado de explendores, do que
.: .irtude modesta e recatada.
r-odem os Washingtons ser estimados e
i eienriados: os louvore< e as honras, os
I.,eris e os mythos sao para tecer cordal
tos hroes, aos conquistadores, ao seus de
lesa-bumanidade.
.Niogoem como Napoleo soube especu-
' como o prestigio das baialhas ; ninguem
como elle, soube eoebriar os povos com
ei e, soube enebriar os povos com os per-
mes vertiginosos de sangueesparzido.com
;: grita descomposta dos vencedores tripu-
es ?obre os vencidos.
O autlior do Conscripto indica bem que
todo em Napoleo era draperic, e que, to-
do o seu COg tar se cifrava em
;.-j a< palmas da victoria, sem se impor-
tas dos meios. conculcando com o maior
-h:plaile todos os sentimeotos ainda
mais sanios e puros.
Plumamente veto Mr. Lanfrey, engaito
u (indo e intelligencia clarissima, desven-
da! a estatna, e mosirar. luz da historia
Quando Carlos X, qae conheceti isto pe*-
feitamente, quiz tornar a Franca desptica,
para logo cabio, porque Ifoe falleca o pres-
tigio militar.
Da mesma sorte o constitucionalismo de
Luiz Felippe havia de desabar, porque Ibe
altavc base.
A repuhica em I8i8 e'a o socialismo, e
por isso a burguezia fugio-lhe at que, de
lrai{5es em traicoes, veio cahir nos bracos
do primeiro e mais torpe de todos os trai-
dores, o hroe de i de dtrzembro.
Por mitro lado, todos os nimos genero-
sos e juvenis, exceptuando algum espirito*]
mais reface on previdente, lastimavam a
vctima de Santa Helena, faaiam de Napole*
oma aspiraco nacional, viam nelle a victo-
ria e nao o abatimento.
Msozoni na Italia, Victor Mogo na Francav-
jjesculpiam no marmore da poesia a immor-
talidade do gnerreiro.
Thers. com o seo talento'admiraveimen-
le flexivel, fez da sua historia, sempre men
tirosa as apreciaces. lauitas vezes qc-s
factos, urna arma contra as tradicoes fidal-
gas de Goizot pretendendo ahs filiar no bo-
naparlismo o orleanismo. Pt obra de Thiers
foi quem mais concorren para destruir o
ooo&t tucionlismo e para- elevar ao solio o
captivo de Ilun.
Toda a raocidade, com os seus rtenlos
[ornar se' Pnl;,ntes' c0!n a sua in&pirac3o credora e
seitosa, veio sanclificar a Napoleo, Qtie
ella \ia at avez da gloria e-do martyrio. sem
'".; se lembrar que essa gloria representa".a p*ra
Franca um crime, e esse martyrio um
i >s factos, o que
era esse Jano, ora
D'est'arte se formou a lenda do imperio ;
foi assim qoe a corrnpcjw e o oluscamento
contiauaram a sor as armas, com qoe Na-
logo. 3ua imagioaco a transporta rpida-
mente v existencia a tnais estranla ; ella
comprebende a creanca, qoe n) faHae mal
pensa apenas, e adfinba o segredo; que
jiuardara c infelizes-. D>r-se-hia que o co
inesrno tew piedade'dos males ignorados,
quando Ihe den essa peoetxa^ao e essa sym-
pathia to temas.
A raulher,pois, assim-CDrao a acato';* de
ver, dotada di'taes qiwlida()eeD^Uiraesr nas-
cida com toes tendencias, nio pode temar
do ser a chrjalida de oragraade futuro;
nao pode deisor de ser a-condw, que gt>ar-
da urna perolabrilhants-. E por isso toda
a mulber (dados os decides b>)lo que naciendo privado otos meios- ne-
cessarios ao seo-desenvolvimeirto, prornoite
urna risonha flor; que seroo esperanp de
urna bella fruxtijcaco.
Fois bem cohtvai a mnlher eomo se cola-
tiva a planta : nao Ihe negoei* a mstro?o.
esse doce orvaSto, qoe a far flrir ; dai-lbe
o estimulo, esae raio A-soU qoe a flan
fructificar: inooatai em leo-espicito ogo-
nhecimento, a conscienciS' do sen destino,
essa magia, que -com* oabrrd&corol!0'na
flor; e vos tere*! a muiher eotregandn>se
aos arroobos da- pbilsophiai coov>Lasthenia.
exaltando-se as aaas da olqoeneia, como
Aspasia, pairando--aas abstoactas- regioes das
mathematicas, eoeao MI le-Garroteo, ou ivi-
oisaodo-se na trdosfiguraco phebea, cosao
Sappho.
Sim a raulher > susceplivel os maiofes
progressos as leltras; porque- nella arde
a paiso do grande e do-bellOy bem cofloo
o seotimento do-bem. I''capea de todo ;
desta capacidade pornu arbiro a poctoa
ou tempo, em qoe vive. < Parece-me. diz
Thonaaz em seu Bnsaio sehre m multens,
que no seculo \Yl as malheres se instniiam
so por enthusiasmo petos coabeciroentos.
Era isto nellas um gosto profundo, qoe de-
rivava do espirito do tempo e se notria
at na solido.
O seotimento do bel Je oito vi*o na
mulher. A sensibilidade d* seu corafo
extrema. Urna delicadeza admiravei a re-
veste, corpo e-espirito. Urna penetraco,
um quer que seja, qae nao tera Rime e
que nella como qae um sexto sentido, de
que o homem privado, a torna accessivel
a um raifbSo de sobos sensaeoes e tenues
sitmcs, de qie o homem nao soscepti-
vel. \ mulher 6 antes de ludo e mais que
tulo poetisa. 9eu'corceo urna fonte
perenne de nspiraes, que se externam
para nos, qnndo ella sabe a. arte de tradu-
zir em palavras as harmonas intimas, on
que entao s-lhe escuta a aora, qae Ihe vai
dentro do peito cantar as melodas da vida
e oovir.era troca o cntico, que l Ihe se-
a alma.
A mull r, pni*. que ella mesma toda
poesia, mais que ludo poetisa. Para ella
a nalureza um quadro de mil encanto* e
de mil ailractiv s; todo ah? loe desfere as
libras d'alma oma nota hansoniosa, que
o preludio de nina n>nrac;lo pujante e di
tina Coto a soi imagioacfo de fadi ella
raetamorpho^i'a t-do em senimentos en
poesia. As vtces oma palavra sua s, wa
phrase, atirada assim espontanea como um
gorgeio de passarmbo, um j teto de su-
blime poesia oude sentimentalismo profun-
do. Ah est para prova disto o simples
dito de urna molter, qoe, sem pretencos
e ser o saber lalez/, deo nos um dos mais
bellos typ-'S do sublime. E vejam. U.n
padre proenrava consolar urna mulher, que
via sea fslbo onico expirar, com doc 3 pa-
lavras dn resigoaco e edil/cantes exeraplos
da Historia Sagrada ; e' entre outras r.assa
gens apresentaado-lhe a do Abraham prestes
a immcar seo filho, logo que receban a
ordem de Deo : Ah rneu xrlre, exclamen
ent i esta miiHaer, Dc>fnao exigira matea
esse sacrfiio iie nina mili!
O amo?, que para as muflieres urna re-
ligio, qoe he presta os- seus dolos e llw
inspira os seos senlimeotos mais puros e
unw caudal de poesia e da
em que todo o sentimento se divinisa ? Por
certo que sim
A re:igi3o, po/*, ipie rma a poreza, qne
se mystihca pelo seotimento do infinito, e
faz da f tola a suj zrandeM, indubit-
velmente mais prodigiosa e admirarel, sob
o ponto de vista do seotimento, na mulher.
E como no ser assim, quando a relgo.
que quer os sacrificios e a* docas coniem-
phces e as suaves oracs, cheias d'alma
e de f, encontr na mulher lado isto mais
que no homem ?
A uilher, pois. tendo em si todos esses
e outros gigantescos elf-mcntos de poesia,
nao pode deixar de ser emoentemenle.
poetiza.
As disposicoes il'alow se desenvnlvem e
realcam com os elementos, de que se ro-
leiam. Assim .
D'ahi as dilereocas de continente a con-
tinente, de wcSo nac30r. da povo a povo
ene de individuo a ind vidtoo. A naiiweza
physica. o clima, oslo, os- hbitos bocms.
as instiiuices, as situacjlos physicas e
Imoraes. luio coocorre para ser o desenvry-
viraeoto dessas disposicoes mais rapid*
a^ui, mais lento all e at sesmo qaasi
oenhum acoli ; nido conlrilme p-tra as va-
desesperanca e descreer ntima,
v-se calcada por orna mo de ferro,
nao a deixa surgir; quando respira naa
aimosphera. qne n5o qoe qnizra respi-
rar. Essa mi de forro, esaa alraosphera
o espirito da poca, qne nao a em qam
ella devra nascer.
Aspiracoes grandiosas, cosao sao as de
genio, morrem e morrena sem esperanza de
resurgir, porque ella hosca e nao acto
no pode achar o meio de pr-se na ioiaaat-
dade de toda essa antiguidade classiea, co-
jas bellezas ea sonha, cujo perfume qoizra
do todo respirar: pois em desdes genios,
cora quem pode conversar, disse-mo fa
por l haviamuita belleza; pois nm*
flufW. que perfomam os seclos, fal
de mi! perfumes, qu alentam a alma e ine-
briar! o coraco.
EFI-i qnizra tomar-se coHemporcnea dff
lodos esses grandes borneo* de t >dos
tempo, que soofceram illomisar o
com soas Inzes; qnizra viver e
com ella na maior intimidade, porq'ie para
isso foi me nasceo e para isso a impelir
oma torea desconheci4a, qoe fez soirer
qoindo neo e obedecida.
Qnizra, mas querer.....E ea se rt-
poesa anwtl c Mdactorat qoando o des
tino nao armti su mo do ferro contra seo'tureza
ria?oes, que se eucootra no gdM0aC0>8, si?lir, e contta--e triste com o qn* Ihe
dos povo- e dos individuos masa.
Fallamos de poesa. Fois be', orna nu
lureza sempre be lo e incomparavelmente
ri-ome-: om cu seatfre azul. capM de re-
ll'dir os mais bellos sanabianles d soiarss- e toito pan prodozir. de harmona
com adi o mais. e.>sns immensas laoJi-
cacoes da loz que lanta> arrebataran ao
grande Acop re na Grecia tola; ora- mar
megestoso. etn que se admira mais bella,
q ne emcualjoer oulra porte, essa flor Has
vagas, 'fr-que no falla agrego Alemn-; os
lloresfaes- vrenles, que s8t> como que a epo-
lica, que oatMn, nos priscos lempos, a na
na America para aitesiar em n9*>
tforac-to, oi> de poesia ardenie e volianici jcontinente as inaiavilhas th Creador, ohe-
ojiando o corajo se estoreja em om leilo roe desse.poema innnito. f;e to envelhece
de desespero-e de rlores. ; nunca e eom quem a Bfada e a Eneida
O'amor > o-balsamo sanro qoe perfuma aprendern^ a nao envelbscer tambera : os
FOLHETIIHI
1)0 DIARIO DE PERXAM81X0
MIWHA BOIiS.l
i bubioUm din gentil e urna bella nu-
roram dio triste e montonoO do-
brt. das sinos O dia de finados no Re-
vfp0 cemiterioVm agente nivelador
/ m triste encontrUrna grande dr
Urna martyr c santaUm novo pre-
denteA grana DcheseUm canean
magistral o chic d'um botim chinez
\ abertura do Club do MonteiroOs
paum* pelos arrabaldesVm pedido
ds friteras.
aqyelles. que-se aproximar- d alm da mu-
lher, esse balsamo nina lagrima de seu
cona^o, que de-sr- ao sentir os raios da
pai::ai>, no araannecer da ox^tancia, como
dee se certa flbr, qae, ao tecarewna os
r.iii s do sol, ieixa cabir suas ptalas, dando
errfS passagem ao orvalho de-se eahx,
como se chorasse. O'amor a>poesa mais
iospirada na molber.
enlhusiasfri,o, qoe-,. na phrase de Staei.
o incens V trra para o ees* esse Deas
in mlm, tambera portilha da mulher, que
s o perde, qwmdo o-abatimenco e a igno-
rancia a prosmm, qce assim se embotara e
desa|)parecem todos os grandes e nobres
sentimentos. 3nscept>vef de un><7Kf dioi-
mtxi qae eomo q.ee o tran^ampto de
todas as granuTazas do coraco, muio pro-
pensa dedicado o ao saerificio, qoe sacri-
fiekt^sue mtunh todon- m siun- affeiedes,
quasi todas as suas condescendencias, a
mo!-!er sente-so muitas vezes profundamen-
te agitada e essa agitado o kter d'azas
da agota, que se alira ao sol, perdendo de
vista aterra, oen'basiasmo.
A.religo, ojoa nossa alma mesma. oor-
qae-eila se inoculou om nos com o spro
do fireador; a religiScv que est gravada
em nos como om foco de luzes, que faz toda
a nossa grandeza, a religio, ejse perfume
da i>r d' dma* urna soJ!imidade-na molber
Areligio, esse complexo de pensarse tos,
pana dizermoe- com Slael, que desenvolve a
nossos olhos a ordem- moral iateira e d a
esse edificio seblirae a dedicaeo por base
e a divindade por fastigio, realmente um
peder mgica- e fecundo na molber. qoe traz
a dedicaco no corsean da div'mdade em
todos os sene traeos, em todos os seus mo-
virnentos. Esse seotimento do infinito, que
aa nascer eaa nos a religio. to magnifico,
tio sublime no homem, nao redobra de
maxnilicencia e subhraidade, qoando se
aninha no coraco da-mudier, nesse c raco.
mitle a si.rl: lr em escassos
algnrna con*, que modera as angrKtiac de
sea genio, ama agnia, cerad'i quanio quer voar ; escrev^r afa-
maa notas dos accoriles fe seo cora* 3o, que
os !*zeres Ihe permittem, para ni)
too > para a brl>a, nem para as flore,
adeviotiam os temos e majei'>so<
tos iVt: sua alma.
Joven, muilo ^twen. D. .banna TibcrCna
sent eses vagos desejos, lera ejsas sT5a-
i.o.-s indeficivett, qoe o arr^hol da morida-
de sabe to bem orear e coli-rtr. Se Jo-
p!a fia rama da mocidade e do ge'io. qar
nlla se-casam e se b&rmonisam, \iesse se
juntar cma terceira a do estado, mas de
om estado regular e exclusivo de ontra
oceupacts. que nc-fossem z meditara,
eolio nos-temos coosa asseabrosa j e
talvez nunca vista para o futuro ; porque c*
tempo, qoe engraniiece o que romeca pe-
queo, divinisa o qae j nasce grande.
Pois desta moca, qoe vamos apreciar
algumas poesas, onde bem se p-le adaa-
rar as primicias do geiio, to encantadora*.
tso bellas como o romper dlva de um
bello dia.
Sente-se i volopia e as delicias-da nata-
reza mal desperta. conecte a agina os sen
rjrados, que semeibam ao> et verde, onde
as estrellas cbanwm-se flores-e sao innme-
ras ; ludo rescetrte, tudo destina poesia.
Sendo assim, est viste qoe nao seria
riebaixo do eo d'America e nwis debaixo
do-co do Brasil; qoe as roulheres deixa-
riam de sentir jorrar-lhes d'alma torrenleo
de poesia, aaa-coui as emaeacSes do amor
va augmentar as voloptuosas- delicias, que
revololeiam no-seiode nossa-natorea. Po
ben, entre ns falta a arte, ipie eomeca a Mn(>i mpiKBie pelo B'^r ousado dos raics
apparecer, mas-nao fallece natoreza, que s04reSj tambera conhece-se o predvgia a a
prodoz milagres de poesia e seiba. Ah ^ no geB(> p^ Z9m primrros en-
est D. Delpbtoada Cunha, a- eega, essa gatos.
irraa de Homero e Mitn pela- loz d'alma geS ensates sao flor"*, que trozan oa
e pela cegueira do-carpo, qae iraprovisava | cororla urna urna de perfumes ; sao trtaa
0 dia de hontem surgi lindo como c
p-imeiro albor d-3 urna manha de prima-
vera.
Uma potica e suspirosa aurora rasgn
com seus dedinhos rosados as pesadas e
negras cortinas da nonte para deixar ve-
aos habitantes da trra o explendoroso as-
tro do dia.
Amanha foi fresca e deliciosa. Tudo
convidava sonhar e amar.
Nao de a porra durar muitas horas
esses explendores do dia em que todos os
Santos da Santissima Cdrte celeste recenem
da pauprrima humanidade todos os ihe-
scuros da oraco, envoltos em ondas cbei-
r:sas do beatiScanle incens do coraco.
Nao, n3o deviam durar as festas e as ale-
gras do primeiro da do dcimo primeiro
taez do anno.
Ao riso devia succeder a lagrima,
ao praze- devia succeder a dr, sgalas
do coraco deviam succeder o pesado luto
d'alma com todo o seu cortejo de sensa-
- es tristes e magoadas, com todo o seu
squito de negrores e pavorosas visos !
E' se-npre assim o mundo. Ao lado do
bello o horrvel, ao lado da luz as trevas,
so lado da vida a morte, o fatal espectro da
pp.rca inO^xivel e cruel I
Triste, triste dia o dia de finado.- !
Soas tristezas, seos horrores, fuu ter
riveia margoras comecam de ve*pr*.
Desde hontem qne imco o badalar mo-
rotono e lgubre dos inos da ciJade.
lembrando ao> seos panucos e rl vitos ha-
bitants o faditico pulvis es et in puloeretn
reverters.
Desde bontera s tres ho as da lar-I que
nao ha mais alegra nVsia boatarra : todo
sao rez s, la Jumas e 'listes, tristtss'OW-
saodaoes e dolorosksim recordacis
Vin'e e q latro ho>as de lobi. s fon bres,
cenlo e viole mil pessoas i rajando itiio,
oma alloviao de carros rodando descompa-
cadamente no pessimo calcamento da cida-
Ide, um diluvio de prantos, uma infinidade
de inissas, Padre Nossose Ave Maltes, en-
toados em todos os tons conhecidos e por
conhecer : eis o que um dia de finados
na boa capital de Pernambuco, r.a gentil
princesa que banha as fimbrias do suas ro-
cagantea vesteas as aguas cristalinas da
continencia do Beberibe com o Gapibaribe 1
Tristsima coosa um dia de finados!
Luto, cirros, lagrimas, resas, etc. etc.
todo supportavel, tudo esculpavel,
tudo se pode acceitar sem repugnancia e
at com corta bealitude ; mas as badaladas,
mas os sinos, mas os repica linees, oh iso
nao, nao e nao.
Disde hontem tarda nosou o mesmo
homem, nao sou o mesmo atrs : sinto-me
transformado n'um grande sino, n'um
enorme e medonho sino, onde quem quer
vem tocar o seu solo em si bmol, onde
quem tem um finado lamentar vem ar-
rancar sons agndissimos que me levam con
juntamente coraco e alma, onde finalmente
toda a humanidade recifense vem medir a
sua dor pelo diapaso do meu seniiaenta-
lismo.
Isto horrvel, insupportavel, al
ante-coostiluconal !
Eti os vejo, d'aqni, da minha banca, do
meu tercairo andar, agarrados s cordas
dos sinos como ostras ao rochado ; sim,
vejo-os, devoros com o olhar esses en-
diablados moloques, esses malditos repi-
cadores, que pagam para marlellar nos si-
nos e que sao mais terriveis do que todos
os artlheiros prussianos.
Sim, vejo-os ; sao tres, diablicamente
enamorados dos badallos, terrivelmeote
apaixonados pelo gyro circular do sino
grande do Carmo.
Ah quanto eu seria'feliz se podesse fa-
ze-los medir a altura da torre pela veloci-
dade de uma desastiosa qaeda l
Almas de prussianos, vis creaturas que
vivis pelo e para o badallo, eu vos detes-
to e abomino, eu vos amaldicoo ojlanr,o-vos
a excommunio horripilante dos sacrile-
gos e ereges.
E esoreva-se um folhetim entre doos re-
piques fun^hies e um memento entoado
n'um desatinadsimo la menor I
Irnlubitaveimente este folhetim se res-
reotiti do din de tinados : ha de ser luga-
bru com um CHiniierio e triste como uma
encoiumendaco.
Ei son p -r n ii ir za inclinado tristeza
e tenlio sempm .- mais angustiosas sau
dd i* e asios dolorosas recordaces no
dia d finados (quem as nao tem ?) Juntai
isso aa badaiid-s, e coraprenendereis os
meos soffrimenios, os mous exasperos e os
ineus desvarios.
Dentis, venhn do cemiterio, onde eos-
tumo ir depr n'um tmulo que me es-
muitas vezes os versos mais temos, que o
sabia do corado'possa soltar.
Pio que fica dito, nao sor'e, pois, con-
testaco que possoimos nos grandes tlen-
les-eminis, que-as circnmslancias, que os
rodeum, secundadas pelo coltwo, pelo es-
ludo, podein facer attingir a- tmmensas al-
turas.
Entre esses latelos de ro-.ilhof, que se
centm no seio do nossa patria* destaca-se
sympathico o v.jRo de D. Joaana Tiburtina
da Silva Lins,. a qoem riaeoba- fnturo
dos maviosos, qne delician enlev-nda; sif>
doenras, qoe embriaga; sao ac.eos aa-
pleodores, araaveis como os fulgores do soi
e to bellos eomo a pal'.tda luz da loa e o
argentino brho das es'xellas : s> eaafai
alisas de mu to valor.
Ra impressoes, que alenim e del'n
porqoe nascem do que bello e
loso.
Ha encantos, que nebria. porque parti-
cipam dos poderes mgicos das mais bella
manhas do primavera e dos mais doces
sorrisos do amor.
lia ditas q-.:e nao tem nome : porque sao
aguarda.
j'lha de um honrado e nraigeote artis-
ta qoe muito ama o saber, a jeveo poetisa, ooperiores 'de Micbelet lendo o
era quem se nffinwna a scenolha do genio |e.j je Colombo descobrmda a Amrica.
e em quem nenhuro outro amor sobrepuja o p09 j,em> essas mpresses, esses encaa-
aaor da instrneco, rouba s-snas oceupa-
ces de moca, 'fue nao rodeada pelas
commodidades da fortuna, preciosos mo-
mentos, que arjplica leitura de escolhdos
livros, que Ihe servem de refeico fome
tos, essas ditas, sen'.imo-las nos, lenda aa
poesas de D. toanoa Tiburtina. Senmo-
ias. sim, nao exageramos
Quizeramos agora possuic uma porco
mais considerr.vl de tratalaos da .'.lastre e
dosaber e Uie ateiam o fogodo genio, que, joveD poetisa : pois nestecaso, com a exbi-
se nao tem vestal, que de si cure, tambero | fo^,, abundante dos speeimens e a ra d-
se apaga como o de Vesta.. Em sua vida' v(1, apreciaca, chegariaaos vm a man-
de mulher. 6ae sesete sbumas vezes | ma facilidade a plantar no ani' io d? qomk
apossar de enthusiasmo por tudo quanto |f.t0ras a raa; enrgica atoafcrta da erda-
grande e bello, olla tem seus momentos de|de do que dissemos. *>ie9-ie-ka,.
tremamente cnaro uma coroa de goivos o
saudades.
Qoem qoe nao traospe os feumbraes
r'aqoelle sacrosanto asyito n'um>dia de 6V
nados ?
Quem que nn tom um parsnte ou om
amigo a prantear?
A morte, esse tenebroso Askaurnt, nao
| respeita ninguem : sua fouce nivella tudo ;
perante ella todos sao igoaes.
E' uma bem grata coosolarjto para qoem
soffre e se recorda com pezar de alguem
qoe a norte roboa. depr na tumba, res
peitad e extremocida uma cora do per-
petuas ou de saudades !
E' por isso que eu all vi tantas centenas
de individuos rezando e chorando jimio aos
tmulos e tantos niilhares de capellas e
coriias ornando desde a rasa e singella cata-
cumba at o faustoso e altaneiro mausoleo.
Sim, desde a singella e pobre catacora-
ba ate o faustoso e elegante mausoleo !
Que irrisao Como loaca a humani-
dade, como pretenciosa achristandade r
No cemiterio, na propra morada da dor,
no asytlo frgido e tenebroso da morte, l,
onde as grandezas e as riquezas da vida se
deviam anniquil'.ar ante o espectro desola-
dor do pulvis es tt in pnlverem reverterts;
ostenta-se un luxo quasi selvagem, erguem
se monumentos vaidosos como para esta-
blecer uma linha divisoria entre os feli-
zes e os infelizes da ierra !
Louca vaidade, Deus misericordioso,
louca vaidade essa, que pretende enco-
brir debaixo de custosos raarmores e relu-
zentes bronzes a podridez cadavrica, a
hediondez da morte 1
Na hora angustiosa em que a alma des
pedaca os grlhes que a retinham no envo-
lucro material, fecha-se o mundo para
quem o deixa, e as riquezas e os ooropeis
de todas as gloras mundanas baqueam,
anniquillam-se, desapparecem ante os hum
braes d'essa grande porta que se chama
eternidade 1
A morte um agente nvellador : por
mais que ornem as sepulturas dos ricos,
perante a morte todos, elzes e infelizes,
gero iguaes, serao irmos, terio a mesma
medida. Nao ha fogir essa le.
Cumprida a minha misslo cidade dos
minos,no da de finados, tratei de regres
sar aos mens lares. Eram 8 horas da ma
nula.
Na avenida principal, perto da grade da
entrada, encontrei uma mora trajando ele-
gante vestido de seda negra e envolu n'um
longo veo, traxez de coja malhas devi
sei om rosto moreno oval, uma fronte es-
belta e mal crrela, adornada de bastos e
negros cabellos, e doas lindos olhos pretos
innundados de ardentes lagrimas e cerca-
dos por daas aureolas arroscadas.
Acompaohiva a ehorosa visitante um pa--...... estitdtmtc da facultkide de direito,
gem, que levava oceultas n'um lem;o duas fallecido 16-rtV ontubro de 186- com 21
lindas ccroas de laaapre-oteas.
O insttoclo da curiosidade dwpertou era
mim sobranceiro todos os sentimentos.
Dei\ei-:i passar, e segu-a alguns passos
de distancia.
Ella encaminbou-se para o fundo do
cemilerio; depois seguio na direeco norte
por urna avenida transversal, no Qm da
qual parou.
Occoltei-me no. ngulo de uma fila de
catacumbas e sguardei os acoatecimenios.
Ai moca espraioa a vista por todos os
lados, e, raconhecende que ninguem havia
d'aqoellas bandas, ergueu o veo e ajoelhou
junio uraa. pobre catacumba que tinba
cerno nico adorno o divino lbaroda re-
dempeo da humanidade, de cojos flancos
pendiam doas capellas mortu.u tas.
Na posico em que (con, tinha ella o
rosto meio voltado para o nascente, e um
,dourado Faio do sol emmoldorou-lbe a
fronte n'um diadema de luz. Era formosa,
muito fosmosa. E as roupas negras que
trajava, e as lagrimas em que aadavnm seus
meigos olhos, e a tristeza que annaviava o
semblaate todo fazia realcar essa formo-
sora de desenove annostalvez.
Ella ajoelhou, como disse, e, depois de
ter beijado a pedra do singello tmulo,
entregou-se oma fervorosa oraco entre-
cortada por dolorosos soiugos e lnguidos
suspiros, sempre banhados por angustiosas
lagrimas.
Era immensa a drd'aqoolle coraco e a
angustia d'aquella alma I
S, longe do borborinho do mondo,
abrigada sombra da ernz do Bedemptor,
junto um tmulo esquecido de todos,
aquella mulher asssuraio aos meus olhos
as proporces de urna santa-martyr.
Vinte minutos depois ella awenou ao
pagem, qoe rondava para que nao a sor-
prendessem ; este approximou s e apre
sentoo-lhe as daas coras. Ella desprenden
as daas outras murchas, boijou-as, occul-
tou-as no lenco e deu as ao criado, que
voltou ao seu poslo, e em lugar 'ellas atou
nos bracos da cruz as duas bellas cordas de
sempre-vivas que tronxera. Findo isto,
beijou novamente a pedra mmular, ergueu-
se, desceu o veo e pirlio.
Segui-a com a vista at vela desappare-
cer, e depois encaminhei-me para o inmolo:
ajoelhi-i-me e orei.
Finda a oraco li o dstico da pedra, e
comprehendi, of pelo menos jolguei ter
comprehenddo a pungente dr da desven.
turada moca.
Era mais uma vctima, de cojos bracos
a morte arrancara o noivo as vesperas do
consorcio I
A inscripeo dizia : agui jaz A.......
(Juera que na aprecia um mimoso p
atrado ao ar com faceirice no voiiear des-
annos de vlAde. P. iV. c A. M. engoncado de nm bera sacudido mam t
Leyantei-me mais triste do qoe quando ^ 3f,i!a (l5o vio r>3) ,_ n2o m
entre no cemiterio, e vino para a casa cheto j emhria com os ^^^ da WMaimm
de crueis aprebensoes encelar a tarefa que) ^
me impuz de escrever osa,, folhetim por se-
mana.
Vejam os leitores se. emtaes disposicoes
piide esta pobre escripto deixar de ser tris-
te como uma lagrima.
E a, moca, pergnstr.r-me-ho ?
N3o sei d'ella ; achei-a ao entrar, per-
di-a ao sahir do cemiterio. Se a tornar a
ver reconhece-l?-hei. Ella, porm, ignora
quem eu seja, e nem sequer sabe que
tambem reiei n'aqunlle tmulo que Ihe
to syrapatbico, to charo, to poticamente
inspirador l
Deixemos porm de parte as cousas
tristes, e vejamos se possivel tratar de
coasas alegres.
Domingo prestou juramento e- tomou
posse da governaco da provincia o Exm.
Sr. Diogo Velho.
Nao vo as rainhas queridas leitoras sup-
por que S. Exc. aignm velbo ; nao, mi-
nbas senhoras, S. Exc. moco, galante e
dedicado ao sexo amavel, de quem sempre
se confessou apaixonado admirador.
S Exc. sane aliar perfeitamente o cora-
co e a cabeca ; destribue semqre bera o
seu tempo, e por isto sempre Ihe sobra
algum para empregar no servido da mais
formosa melado de humanidade.
S. Exc, ao que dizem> vera animado dos
mais saos desejos de prestar servicos
provincia de Pernambuco.
Deas o auxilie e Ilumine na espinhosa
senda que incetou, e especialmente Deus o
proleja contra as sanhas do mais tnhoso
inimigo que se pode ter n'esta trra do
Liberal.
Sabbado estivo no theatro de Santo An-
tonio. O espectculo foi o raesrao do sab-
bado anterior com pequea variante para
raelhor, pois que, en vez das desengracad^s
cancooetas a Sra. Valmnnca deserapenhou a
scena da declanco da Grande Dchese, na
qual toma pane o sympathico Carvion.
Nao essa a mais be la scena da Grande
Dchese; mas eu aiuda eatea por saber
qual o peddco feio d'essa chistosa e en-
gracada oprela.
A scena da declaraco foi bem desempe
nhada. A Valraonca cantn admravelmen-
le bem, e o Ca ron esteve impagavel.
0 canean (inal f magistralraente dansa-
do pehs dous artistas.
( O pubi co bateo paiers enlhusiasticas.
pedio bis e fez vir os artistas duas vezes
scena para os applaadir.
O canean faz epocha no Santo Antonio,
e ha rases para isso.
dos
nsa.
Mis esse, qnem quer qoe sr ja, om pro-
fano que ignora as s;iblimidades do ekk,
que nunca entrou no templo das artes para
observar oma perna escnlpturar, e que des-
conhece os torneios da civilizarlo do
chinez.
Ah! o botim chinez, minhas fe
leitoras. o non ato) ultra do requinte da
moda.
Um botim chinez com um salto de tres
polegadas e meia de altura, cora una
tinha fina como a extremidade de
agulha de pospontar, o qae ha de
em e mais galante nos accessorios
toilettes.
E, por fallar em toilette*, diz-se qoe os
saines do Club do Monleiro se abrirn ao
dia H. Prximo est o faustoso dia da
abertura d'essa suspirado paraso, oade
tantas sylphdes irlo ostentar as gratas a at
bellezas de uma organisacao vaporosa cono
os souhos da moc-dade.
L hu de achar-me, se a roqueb-tke n fl-
u o impedir, para admirar o qoe de bom a
bello encontrar, e deleitar-me coa o ar
puro e saudavei das nootes do Mooteiro.
Sempre fui e sou amigo decidido aa
nossos arrabaldes ; adoro todos sen da>-
tineco, e visito-os regularmente seta ratas
por semana, alternando os pontos da re-
pooso segundo as ordeos qoe ne dita o
coraglo.
to bom passeiar pelos nossos arra-
baldes I V-se tanto, estuda-se e aprenda
se tanto I.. e depois, a facilidade do trata
porte convida e incita ao passeo. ntitoi
as nossas formosas noutes de vormino
luar.
As partidas do Monleiro vo coaacar
o'uma bella poca, e essas inecentes a po-
ticas distraces serlo reamadas pela
lora belleza das plidas e serenas
de luar.
Hei de daacar muito, e o nais qoe
as dansas sao oma das ninhas paixe.
Espero que as leitoras serlo bastante ge-
nerosas para desculpar-ne a franooeta da
pretenco, e que cada nma guaidar
o seu mais afervorado admirador ui
walsa, scholhz ou quadrilka, de
que eu nao passe pelo dis-abo- da
sentado cigarreando o meo desapoi
Ah revoir.
SlRICi.


TYP. DO DIAHIO-HUA OoOl'QUK DI ClU


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12253


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Full Text
>
4NN0 XLVI. NUMERO 249.
PU 1 CiPITAl E IIJGAKS OIE IAO SI pifii MWE.
'
0
*or tre mezes adiartfados .
Por seis ditos idem
f*ormn anuo idem..
Cada utsero avuW,
65000
12,5000
mom
390
QUIlfT FEIM 3 D* NOVElUBffO DE 1810.
/
BAJA DEIT10 E FOEA DA PBWHCU.
Ht tres mezes adiasbides
P&r seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por um anuo idem .
6I7W
13*00
20#MO
27IOOO
MAMBIM
Fropriedade de Manoel Rgrueira de Fara ft Filaos.
NAO AGENTE*:
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves 4 Filos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maraoso ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo5o Maria Jalio Chaves, n Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos JoatiM
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Balco, em Santo Ant3o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazarefh ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OITCCIAL
Goreruo da proviueia.
CTPKMKKTI ASSIfiNAHO HLO EXM. Sn. DBSKOBABOA-
na fra\i:isi:ui: assis pehkiha hucha, viok-iuib-
-IDRATII DA PROVINCIA F.M 3 DK JIIMI.l o:j 1870.
1' >ecco.
X. 81. Dito a o juiz de orphos da capital.
.Nao es-ando na* condic/tes de ser reeolhida aos
estabelecimemos de caridade. a menor Adelaide,
lillia ta liberta Joanna, de que trata o requer-
meulo desta ultima, junio por copia, e certidao
de baplismo original tarabnin incluso, providencie
Vine, no* termos da le para que seja dado tutor
a mesma menor.
.\. 85.Dita ao mismo.Xio estando na* con-
ondiedes de *r reco'hida a> eoRegio de orpbaas
a menor Ricarda, de que trata Luiz Bernardo Cas-
tellu Braneo no requerimiento |>or copia incluso,
providencie Vine, nos termo* da lei. para que seja
dado tutor a mesma menor.
N. 86.Dito ao juiz de direito da comarca de
Huilla.Em adJitauento aportara de 31 do mez
findo, tenho a declarar lhe jue o nome do Io
substituto do juiz municipal e te orphaos d) ter-
mo de Olin la o bacharel Antonio dos Passos e
Silva,
N. 87.Dito ai commandante corpo provisorio
de- polica.Transmiti a Vine, para a davida exe-
vuco a deci*a* da junta qu? em ultima instancia
tomou eonlu'ciment i do conselhn de julgamento in-
cluso, do soldado d) corno sob|*eu commando Jos
Krancisco do Reg.
N. 88.I le ibera cao.O vice-presidente da pro-
vincia attentlendo ao que lhe reqnereu o Dr. Au-
gasto Carneiro Monteiro da Silva Santos cirurgiao
do 2 batalhio de infamarla da guarda nacional
<1o municipio do Recift\ resolve conceder-lhe um
auno de lirenea para tratar de sua sade onde
lhe convier.
3' secc".
X. 89.Offlcin ao inspector da thesouraria de
;. me remellen o commandante superior deste au-
nicipio, com officio de 2 do corrente sob n. 118,
mande V. S. liquidar e pagar >s vencimentos da*
pracas da guarda nacional do 6' batalhio destaca
das na ilha do Pina, relativas a 2" quiaieaa do
mes de maio ultimo.
N. 90.Dito ao mesmo.Communici a V. S.
para o* devidos liri-, que segundo partcipou o
juiz monicioal e de orphos do termo de Villa-
Bella, bacharel Angelo Gaetano de Soma Cousei-
ro presin juramento e tomou pisse do respectivo
cargo a 11 de abril ultimo.
N. 01.Dito ao nie'ni >.Communico a V. S.
para os devidjs Has. que segundo participou o ba-
charel Sebastiao do Rogo Barros de Lacerda, em
otlicio de 2 do corrente. nessa data as umio elle
o exercicio do sen cargo para o qual f.)i nomeado
por decreto de 30 de abril ultimo.
X i'i.Dito ao me-mo.Communico a V. S.
para os devidos Un?, que segundo participou o juiz
de direito da comarca de Flores, em officio de 5
do mez linio, nomeou a 29 de abril ultimo, o ba-
tiarel Tihurlino Barbosa Nogueira. para interina-
mente exercer o cargo de promotor publico da-
huella comarca.
X. 93.Dito ao me?roo De conformdadecom
o que solieitou o promotor publico da comarca de
Miada bacharel Mano?l Isidoro de Miranda; em o-
liejo de 3 do crrante providencie V. S. para que
-.-se o descont de 5 % por elle olcrecido para
as despezas da guerra cem o Paraguay, alim de
que receba os seus vencimentos por inteiro.
2* secciio.
X. 83.Officio ao Exm. Sr. ministro da justica.
Em observancia ao disposto no art. 4302 de 23
de dezembro de 1868, transmiti a V. Exc. a cer-
tidao inclu-a de exercicio do juiz municipal e de
orphos do termo ae Villa Bella.
X. 9i.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial.De conformidad, com o que s^licitou em
;::u officio de 30 tle maio ultimo sob n. 336, remet-
lo por copia a nota inclusa que veio annexa ao
officio do chefe da repartirlo das obras publicas
de 2 do corrente sob q. 130, especificando as quan-
lias a dfirpender com as diversas obras por admi-
nistraran se exe;utio no 2" districto para as quaes
se madou entregar ao thesoureiro daquella repar-
Helo a quantia de 4:0005 para serem applicados a
taes obras, fica assim deste modo respondido o seu
otado officio.
X. 95.Dito ao mosmo.Providencie V. S. para
que depois de liquidado em vista do recibo junto
em duplcala, que me remetteu o chefe de polica
com ofici) de 31 de maio ultimo sob n. 813 seja
paga ao coronel Francisco Xavier do Nascimento
t quantia de U62I300 despendida pelo delegado do
termo de Floresta com as delgencias que fez as
provincias da Baha e Alagoas, para captura de
criminosos.
X. 96.Dito ao mesmo.Devolvendo a V. S. a
ma junta em duplcala relativa as despezas fri-
tas nno sustento dos presos pobres da cadeia do
lerrao de Santo Antao nos mezes de fevereiro e
marco deste anno, tenho a dizcr-lhe que proceda
ese respailo de conformdade com a sua informa-
cao de 31 de maio ultimo sob n. 311, com referen-
cia a da contadura dessa thesouraria e mande
pagar a Joao Pedro de Mello para isso indicado
pelo juiz municipal daquelle termo, em officio do
13 de abril prximo lindo, a quantia de 853600 de
fies despezas.
N. 97.Dito ao mesmo.Inieirado de quanto
V. S. partcipou em seu officio da 27 de maio ulti-
mo sob n. 326, tenho a- dizer-lhe em resposla que
approvo a arremaiacao feita pela junta dessa ine-
s*uraria por Heroclio Constantino de Paalo Mon-
teiro, para fornecimento dos objectos precisos das
repartieres provinciaes no exercicio de 1870 a
1871, dando por fiador o proprietario Antonio Jos
liibeiro, ficando, porcm, livre a secretaria da pre-
sidencia prow-se de objectos quo contender onde
uielhor Ibe convier.
N. 98.Dito ao mesmo.Attendendo ao que me
requereu o Dr. Joaqaim Pires Machado Portella e
tendo em vista o cerificado junto mande V. S.
pagar os se is vencimentos do director geral da
.i -truccio publica at a data em que tomou as-
sento na assembla geral legislativa.
N. 99. Dilo ao mesmo.Tendo providenciado
luntem pela portara que V. S. dirige sobre o pa-
gamento dos vencimentos do 'orpo provisorio de
polica a que alludo a sua ioformacan n. 348 do 1-
do corrente, eonvm que f m caso* idnticos sejam
os respectivos crditos pedidos eom a necessaria
antecedencia.
4* seccao.
X. 101.Dito ao director provedor da Santa Ca-
fa da Misericordia.Concedo a autorisago que
V. Exe. pede era seu officio de 1 do corrente sob
n 3711 para despeoder raais pela verba reparos
<\i predios dos patrimonios dos orphos a quantia
de 6:000* com as obras que se esta fazendo no
edificio em que foneciona o eollegio dos or-
phos visto achar-se esgotadn o crdito que fura
ti vado naquella verba.
N. 101Dito ao director geral interino da ios-
trcelo publica.D-volvo a"V. Exr. ir requer-
meato de Joaquina Teixeira Peixoto Filho para que
<< attend\ nos termos da na mformaco n. 186 de
24 de maio prximo findo.
?Ai(a' o to Pre!,dMite da cimara munici
pal do Rio-Formos...-Tendo nomeado- urna eom
missao eomposu de Vmc. do vigario-Antonio Eus-
taquio A ves da Silva e o engenheiro Joaqaim Ga-
leo Colho para examinar e dar parecer sobre o*
defetlos e trre|7u!arida 1 na constrticcio das pontea denominada*do Gin-
dahy e do Anjo, afim de poder satisfazer urna
requisi^ao da assembla iogislaliva provincial,
as-im ih'o communico para seu conhecimenlo es-
perando que com a maior hrevida le possivel seja
remetndo a ota presilencla o mesmo pare-
cer. Igual mutii/ismntnndis aovigaiio da fregu-
zia do Bio-Formoso.
X. 104.Dito ao presidente, da cmara munici-
pal de Serinhaeni.Tendo-nomeado urna commis-
sao contosla de Vmc. do vigario Genuino Gimes
Pereira e o engenheiro Joaquim Galeno Codillo
para examinar e dar parecer sobre os defeitos e
irregularidad q'iepos da ponte denominadaPorto de Pedras, afim de
poder satisfazer urna requiscao da asse nbla le
gislatva provincial, assim Ih'oxommunico para
seu conhecimento esperando que com a maior
brevidade possivel seja remedido a esta presiden-
cia o mesmo parecer. Igual mutatis mulandis
ao vigario Genuin > Gomes Pereira.
K. 103.=Dito ao gerente da companhia Pornam-
bfana.O Sr. gerente da companha Pernarabu-
cana mande dar nina passagem de estado a r al
o Cear a Man el Candido Correa.
XPBB1ENTE ASSIGNADO PELO SR. DH. ELIAS FREDERI-
C0 DE AL.MEIDA E ALBUQUERQUE. SECRETARIO DO
GOVERNO INTERINO, BU 3 DK HUMO DE 1870.
2" seceo.
X. 106. Officio ao juiz de direito presidente do
tribuoil do jury desta cidade.Sendo indispen*a-
veis a esta repartico os servidos dos cliefes de
secijao Francisco Lucio de Castro e Francisco Le-
mos Duarte rogo a V. S que a bem do servico
publico se digne dispensa-Ios di presente sesso
do jury. Espero que V. S. lomar na devida
consderaco e attender a esta requiscao, como
reclama o mesmo servico.
N. 107.Dito ao Dr. chefe de polieia.S. Exc. o
Sr. vicepresidente da provincia manda eeclarar
a V. S. que nesta data se expedio ordera a thesou-
raria provincial no sentido de ser pago ao coronel
Francisco de Barros do Nascimento a quantia de
9814600 despendida pelo delegado do termo de
Floresta cem as deligencias qne fez as provincias
da Baha e Alagoas para a captura de crimi-
nosos.
N. 106.Dito ao commandante superior do mu-
nicipio do llecife.De ordem de S. Exc. o Sr.
vice-presidente da provincia, communico a V. S.,
para seu conhecimento, que se expedio a conve-
niente ordem thesouraria de fazeada, para man-
dar pagar os vencimentos das pracas do 6o bata-
lhio da guarda nacional d'esle municipio destaca-
das na ilha do Pina relativas segunda quinzena
do mez de maio ultimo.
N. 107.Dito ao juiz da direito especial do
commercio Sebastio do Reg Barros de Lacera.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, aecuso o recebimento do offkio de V. S., de
2 do corrente, em que participa ter nessa dala
assumdo o exercicio das funecoes do cargo de
juiz de direito especial do commercio d'esta capi-
tal, para o qual foi nomeado por decreto de 30 de
abril ultimo.
N. 103.Dito ai juiz de direito da comarca de
Flores.De ordem do Exm. Sr. vice-presidento da
provincia, aecuso o recebimento do olllcio de 3 do
corrente, em que participa ter nomeado 29 do
mez lindo o bacharel Tiburtino Barbosa Xogueira,
para exercer interinamente o cargo de promotor
publico dessa comarca no impedimento do etTec-
livo.
X. 109.Dito ao promotor publici da comarca
de Oliuda.O Exm. Sr. vice-presidennte da pro-
vincia manda declarar a V. S, rae ne-ta dala se
expedio ordem thesouraria de fazeada para quo
lhe sejam pagos por nteiro os seus vencimentos,
como pede em officio de hoje datadu.
X. 110.-Dito ao juiz muQicpal e de orphos do
termo de Santo Antio.S. Exc. o Sr. vice presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
nesta data autorisou a thesouraria provincial a
pagar s despezas feitas com o sustento dos presos
pobres da cadeia d'esse termo durante os mezes
de fevereiro e marco deste anno. Joo Pedro de
Mello para isso marcado em seu otficio de 13 do
abril ultimo aos pagamentos dos mezes de jullio
Janeiro do correte anno, informa a thesouraria
quei j foram effectuados.
N. 111.Dito ao bacharel Angelo Caetano Souza
Cousseiro, juiz municipal de Villa-Bella.O Exm.
Sr. vice-presidente da provincia manda aecusar o
recebimento do officio de V. S., de 18 de abril ul-
timo, em qce declara lar prestado juramento e
assumido o exercicio das funecoes. do cargo de
jaiz municipal do termo de Villa-Bella 11 do
dito mez, tendo o conveniente destino a certidao
qne envin era dito officio.
X. 112.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.0 Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar, em resposla ao seu offi-
cio n. 286, do 1 do corrale, que ja providenciou
em ordem serem os vencimentos do corpo sob
o commando de V. S. pagos pela thesouraria pro-
vincial.
4." seccao.
N. 116.Officio ao Dr. Francisco Teixeira de
S, priraeiro secretario da assembla legislativa
provincial.N. 140.De ordem de S. Exc. o Sr.
vice-presidente da provincia transmuto por copia
a V. S., em re-posta ao seu officio de 11 de maio
prximo findo, sob n. 40, para ser presente a as
sembla legislativa provincial a inclusa informa-
cao ministrada pelo director geral interino da ins-
irnccao publica de 31 d'aquelle mez, sob n. 169,
relativamente a professora de primeiras leltras da
povoaco de Nazarelh da comarca do Cabo.
N. 117.Dito ao mesmo.N. 141.De ordem
deS. Exc. o Sr. vioe-presidenteda provincia trans-
miti por copia a V. S., em resposta ao seu officio
de 19 de maio prximo.findo, para ser presente a
assembla legislativa provincia.l a inclusa infor-
macao ministrada pelo engenheiro chefe da repar-
lico ds obras publicas,em 2 dj correute, sob n.
lol, relativamente ao requenmento que incluso de-
volvo, de diversos proprietarios e moradores no
lugar de Beberibe.
H. 118.Dito ao mesmo.N. 142.De ordem
de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia trans-
miti a V. S., para terem o conveniente destino os
inclusos autographos das resoluroes, sob n. 923 a
931 do corrente anno.
X. 119.-Dito ao mesmo.X. 143.O Exm. Sr.
vice-presidenle da provincia manda transmittir a
informacao ministrada em 30 do mez findo, pelo
engenheiro chefe da repariicao das obras publicas,
so -re os defeitos e irregularidades de eonstruecao
das ponles de Porto de Pedras, do Gindahy e do
Anjo, de que trata o officio de V. S. n. 83 de 23 de
maio ultimo, afim de ser prsenle a assembla le-
gislativa provincial, signficando-lhe que a thesou-
raria se expedio ordem para sobr'estar as presta-
coes relativas a* obras das mesmas pintes, e que
nesta data foram nomeadas duas c -mmissoes para
o exame recommendado no citado officio.
N. 120Dito ao mesmo.X. lii.-S. Exe. o
Sr. vice-presidente da provincia man la devolver a
V. S.. com as nfurmac5esjuntas por copia minis-
tradas pelo consolado e thsouraria provincial,
para serem presente a essa assembla os incluios
requerimeotoi de Franklim Chinaco Pereira de
Seuna e Francisco Militino da Costa Ferreira, que
vieram annfx'.s ao seu officio de 24 de maio ul-
timo, sob n. 61.
. X. 121Dito ao raes-no.N. 145.De ordem
de S. Exc.oSr. vice-presidente d provine* traas-
miito por copia a V. s. em resposta ao officio de
seu antecessor de 28 de maio do auno prximo
passado, para ser presente a assembla legislativa
provincial as inclusas ioformaeoes ministradas pela
thesouraria provincial e director geral interino da
instruccao publica, em 17 de junho de 1869 e 2 do
corrente, sob ns. 348 e 171, relativamente a peti
cao que incluso devolvo, de Franciseo Silverio de
Kan as Jnior. k
OURIO DE PERMIWgOCO
RBCIFE, 3 DE N0VEMI1B0 DE i 870.
Abre-se provincia um novo periodo ad-
ministrativo. O Esm. Sr. conselheiro Diogo
Velho (Uvalcanti d'Albuquerqne, que deixon
o seu nome to honrosamente associado
vida laboriosa do gabinete de 16 de julho,
rene em alto grao todas as qualidades que
a adminisiracjSo de urna grande provincia
lemanda.
Rep lasandr/ a mais plena confianza no
integro carcter de S. Exc. e em sua re-
conhecida apttdo, esperamos tanto do il
lustre ex-ministro que n5o disforzamos as
responsabilidades da grave missao que
vai metter hombros.
Pernamboco ama grjnde provincia.
Grande pela extenso territorial como pela
fertilidade de seu solo, a sna psito topo
raphica a tem destinado um rico futuro.
Tenba S. Exc. urna vootade resolutj, e
poder prestar provincia que vem admi-
nistrar os mais importantes servico*. Con-
fiado na ndole pacifica da popula^!), em
seu amor ao trabalho, em sua incjiiebr.it)-
lavel dedcaco as instituidles constitucio-
naes ; forte pelo apoio de tim numeroso
partido que conta em sea seio todas, as ap-
lides; seguro do bora acolhimento que
inspira gran le maioria da provincia a po-
ltica nimiamente tolerante do gabinete de
2!) de setembro; pode S. Exc. consagrar
a melhor parte de seus estudos apreciaco
reflectida e serena das necesidades mate-
mos e moraes da provincia, provendo-as
de remedio quanto couber nos raeios de
governo eem todo caso erigindo-as peraate
o gabine'e altura de verdadeiras exigen-
cias sociacs.
Se S. Exc. o zer, e sobra-lhe para isto
aptidSo, ter conquistado iirecosavel direito
i gralidlo da provincia.
Precisanaos de quasi tado :tal o
nosso etado. Grande parte do que temos,
precisa de ser retocado, reformado, ap;r-
fei<;oado. Administraces que se succedem
curtos intervallos pouco ou nada empre-
hendem : adiam. adiam e adiam sempre.
As medidas de urna certa ordem demandam
estudo e rellex5o que somonte sao compa-
liveis com o tempo e com a experiencia.
Soj i esta ii outra a causa, a verdade
que precisamos caminliar; e nioguem
mais habilitado que S. Exc. para pr-nos
caminho dos grandes comniettimeatos de
quo o nosso futuro depende.
Se ha um assumpto que deva inspirar-so
a S. Exc. como o que, em nosso eslado de
cousas, exige urna altenco desvelada,
sem nenhuma duvida a construcco de es-
tradas que se encaneguem de ligar entre
si os centros productores e estes s cidades
commerciaes que a provincia conta. Um
bom sysiema de estr.idas, planeiado em
vista da carta da proviucia, seria o melhor
servico essa fecunda industria, que se
assentou chamar a industria-mi.
Autorisado como esta pelo ornamento vi-
gente um emprestimo de 1:200 contos com
applicacan eonstruecao de estradas e ou-
tras obras, tem S. Exc. os meios de reali-
sar esta parte de um bom programma ad-
ministrativo. Nao vemos que melhor des-
tino possa ser dado ao producto d'essaope-
raco do crdito.
Ha despezas productivas como as ha im-
productivas. A que mencionamos, o mais
discreto emprego que se possa fazer d'esse
adiantamento sobre as rendas futuras da
provincia.
O momento pode nao ser, e realmente
nao o mais favoravel para essa opera-
gao. Mas, desde que a lei do orgamenta
autorisa o pagamento em apolices, inserido
essa clausula no contracto, obvia-se um^
pouco a difficuldade. Ha anda capitaes
que tentem immobilisar-se e n'isto acham
proveito.
A questo um tanto de querer. E S.
Exc, seguanmente querer.
REVISTA DIARIA.
CORPO DE POLICA.Por portara da presi-
dencia da provincia, de 29 do passado, foi aposen-
tado o ex-tenente do corpo de polica Joaquim Her-
culano Pereira Caldas, de conformdade com o art.
4." da lei provincial n. 960 de 12 de julho nltimo.
SUPPLENTES DE JUIZ MUNICIPAL.-Mo ten-
do tirado titulo e prestado juramento no praso le-
gal os cidadios nomeados para 3., 4." e 5." sup-
penles do juiz municipal do termo de Govanna
por portara da presidencia da provincia de" 28 do
passado, foi transferido para 3. o sexto SerapDim
Velho Cimello Pe nomeados para 4., 5." e 6 os Srs. Antonio Pinhei-
ro de Maodonca, Luiz Francisco de Albuquerque
e Jos Correa de Oliveira Andrade.
AUDIENCIAS.S. Exc. o Sr. conselheiro presi-
dente da provincia da audiencias todos os das
nteis de 1 a 2 horas da tarde ; e, antes de meio dia
s recebe os chefes de repartieres.
.NAVIO PERDIDO.-Hontera pelas 5 |horas e
meia da manha chegou ao nosso porto o capttao
t seis pessnas da iripolacao de brlgae inglez ler-
mion, de 162 toneladas, capitao D. D?ies, da
praga de Aberyst, o qual, em viagenj de Glas'cow
para Montevideo com carregamento de eanosde
ferro. Oflrveja ecarvlo, fui pique s 9 horas da
aout do da Io do correte, dez ralhas leste do
nosso *rto, salvando-so apenas atripola<;io. Se-
gundo deelararao do eaptao, o navio fazia agua
desde a. altura, de Garbo Verde, e augmentando
maitc o-valumc d'agaa nan.qu.te ale terja-feira,
foi e|le obrigvlo a abandonar o navio para salvar
a tripolaco, o qu fez demandando o nosso porto.
Poucns momentos depois de terem el les chega
do barca de viga, veio comraunicacao de que
defronu da praia das Candeias eslava um navio,
do qaal se viim apenas as pontas dos raastros ;
e, suppoodo-so ser esse navio o Hermione, para o
logar segaram diversos soccorros da capitana, da
alfandega, e do coasolado inglez.
UENDIMENTO PROVINCIAL.No anno finan-
ceiro 4 1(6970, que terminou, arrecadou-se
pelo ooosulada provincial das differentes verbas
de reeeita, consignadas na lei do orcamento res-
pectivo, a somma de 1.647:989*984 rs.
D'essa importancia pertence a de 650:8971874
1" seccao, que joga oom os impostos lanzados e de
patentes; eade 99*:092*HO a 2\ que entende
com os imposto* sobr gneros de exportacao.
CTotta especie produzio mais que no anno an-
terior o assncar a quantia de 114:9184154 ; &al-
godao a de 58.556J833, a agurdente e o alcnool
a de :9564l)61 ; os coiros a de 8975, e di-
verso* ootros gneros a Je 4:1281820, dando ape-
nas o mel a dierenca dfl816793 para menos.
No oolro ramo da recela, porm, coja arreca-
lacao corre para Ia seccat, a diTerenc.i para mais
no anao de qne tratamos, comparido com o pre-
cedente de 186869, srtois notavel na decima
urbana, da qu apreseota nm aci-rescimo de 14:8105604 ; na di-
vida Utiva, que sendo de 106:2474912, d um
augmento de arrecadaco em 64:387*017 ; era I
0/0 sobre objectos vendidos m leilo, cojo arre-
cadado sendo de 8:347.4061, realiza um excesso
de4:V74J2l; e 5 0/0 sobre premios maioresda
iOO de bilhetes Je lotera, que tendo produiido
10:5134, d un resuludo excdeote em 2:0054 ;
as restitaicoes, que produziado |2:67S4768, otTe-
recem um augmento de 1:6244268 ; e as custas
do iuizo, enjo realsado tendo sido de 2:3534685,
apreseola um excesso de 1:4454534.
as oulras dilferentes verbas de impostos hin-
cados ou de patente, effecluou-se um diminuto ex-
cesso, ou ao contrario honve diminuido de arre-
cadaco, sendo que isto deu-se em ramos rauite
impartiles desta, como por exemplo o sobre di-
versos ostibeleciuientos commerciaes a de indus-
tria.
Este resultado, no entreunto, nao o effeito da
dminuicj de taes estabelecimentos; mas fllia-se
a isencao por caixeros nacionaes, que prova-se
nelies existirem. Ora, corao esta condicao cresce
de anuo para anno, a respectiva arrecadaco vai
tambera proporcional e progresivamente perdeu-
do de signitlca^ao em seu resultado annuo; e
assim nao estar muito longe a annullacao com-
pleta dessa imposico.
Em compansaco, porm, teremos de ver lodos
esses estabelecimentos serv los somente por cai-
xeii"'S nacionaes, a quem por essa aprendisagem
se abre a futuro se urna snbstituico honrosa e de
esperance para o paiz.
MONTE PO BRaSUEIRO.No domingo uTlimo
fez esta: associacao a sna sesso solemne de ins-
tallncao, preeedeodo ao acto puramente social a
ceremonia religiosa de um missa votiva na igreja
de S. Goncalo.
A reuniao teve lugar no palacete, que fica ao
ladi. d'esse templo, cuja sali estava elegantemen-
te decorado ; e a inauguraco social foi declara-
da por um discurso anlogo do respectivo direc-
tor o Sr. ioaqoim Gouveia Cordeiro, ao qual segui-
ram-se outros em congratulago, proferidos por
memheos relatores de deputates de varias socie-
dades all representadas.
A msica marcial do 9" batalho de lioha fazia-
se ouvir em todos esses intervallos, bem como
tocou tambera por occasio do officio divino, que
previamente celebrou-se.
CLUB POPULAR.Hoje ha sesso, sendo a or-
dem do dia : revista de jornaes pelo Dr. Nobre,
leitura dos Evangelhos com ligeiras reflexoes pelo
acadmico Misael Amaral. <
ESCOLA NORMAL Encerraram-se no dia 31
do passado, os trabalhos lectivos deste estabeleci-
ment.
No da 7 do corrente coraecaro os exames,
achando-se as*im organisaJas as commissoes exa-
minadoras : Io anuoDr. Austregeslo, Mindelo, e
Dr. Doroellas; 2o annoDrs. Franco de S, Lopes
Machado, e Ayros Gama ; 3o annodirector da
escola, Drs. Jo- Austregesilo, e Franco de Si.
FREGUEZIA D.V ESCADA.Pelo Revm. Sr. go-
vernador do bspado foi nomeads coadjuctor da
freguezia de N. S. da Conceico da Ecada, o pa-
dre Joo Oiympio de Sonza Lyra.
TR1LHOS URBANOS PARA OLINDA.-Pedem-
nosa seguinte publica^o :
A coraraisso de exame, nomeada em assem -
bla geral de 31 do pa.-sado, convida todos os
Srs. accionistas a presiar-lhe todos os esclareci-
mentos ou queixas que por ventura tenham, afim
da mesma commisso formar melhor o seujuizo
no parecer que tem a dar, e d'esta forma evitar
juizos mal fundados, ou recrimioacoes injustas,
que desabonem a empreza e criem rivalidades
sem justa causa. Pode dirigir-se em carta fecha-
da mesma commisso, entregando as no escrip-
lorio da superintendencia, na ra da Aurora. >
COMPANHA PERNAMBUCANA.Hoje o ul-
timo dia em que recebe carga o vapor Gequi,
para os portes do sul, conforme o annancio da
mesma companhia.
HOSPITAL PEDRO II.O movimento desse es-
tabeleci ment de 24 30 de outubro de 1870,
de 214 doentes existentes, entraram 23, sahiram
11, fallecern) S.existem 214, sendo 136 homens,
e 78 mulheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias
as 6, 6 1/2, 7, 6 1/2, 6 1/2, 8. pelo Dr. Ramos ; as
10 1/2, 12, 11, 11 1/2, 11 1/211, 10 12, pelo Dr.
Sarment.
Fallecidos.
Manoel Pereira de Sena, tubrculos pulmo-
nares.
Joo Jos do Nascimento, tubsrculos pulmo-
nares.
Jos Romano Anchieto, tubrculo? pulmona-
res.
Florencia Mara, apoplexia.
Mara Carlota de Albuqarqne, amoleciraento ce-
rebral.
Rosa Maria, Interite chronica.
Joao Ferreira, tubrculos pulmonaies.
.Manoel Vicente do Nascimento, hypetrophia no
coracao.
Luza, interite chronica.
BOTE.tlA.A que se acha venda a 168.*
beneficio da matriz de Cabroto, a qual corre no
dia 7. y
PASSAGEIROS.Sahidos pira o nerte na vapor
americano Nort America :
A. F. Damon, sua seniora, 2 filhos e 1 criado,
Harding e 1 filho, J. M. Damen, J. M. Damon, A.
F. Damon Jnior, Rayraundo M. Viegas, Hermano.
Kocb,
_ Vindos do Ass no hiate Deas tf Guarde: .
Jos Joaquim D turad >. Petronilo de Souza Mo-
raes, e Liuz Pereira de Queiroz. i
Srs. deputados Rosa, Basto e Miranda Leal e sup-
pente Sa Leilao, o Exm. Sr. presidente declarou
aberta a sesso.
Foi iida e approvada a acta da sesso de 27.
EXPEDIENTE.
OIBcio do presidente e secretario da junta dos
corretores, firmado de 29 do corrente, juntan lo o
ultimo boletim commercial. Foi mandado archi-
var se.
Jornal Oflkial de ns. 238 215. Tambem foi
mandado archivar.
Foram distribuidos 03 seguintes lvros Copia-
dor de Oiympio Goncalves Rosa. Dbrio e Copiador
de Joaquim Paulioo de Nicas Muniz. O livro da
correspondencia ofDcial fji euconlrado regular-
mente escripturado.
DESPA(H9S.
Reqnerimentos :
De Alexandre Luoerle, capito do brgue fran-
cez l.iutr, pedindo que ;e lhe jertinVme se Jos
Marcellino da Rosa ou nao eidado brasileiro e
commercianle matriculado neste tribunal.Como
reqaer.
De Joao Nepomuceno Pereira dos Santos, com-
mercianle matriculado, domiciliado na cidade de
Mamanguape, cidade da Parahyba, pedindo mora-
loria nos termos do art. 898 do cdigo commer-
cialVista ao Sr. desemhargador fiscal, para qne
se sirva dizer quanto ao pedido do supplicante
acerca de ser feita a eonvocaco dos crdores nes-
u cidade.
De Jos Mara Palmeira, submettendo registro
nomeacao de seus caixeros Jos Tliomaz dos
Santos Cirvalho e Cosme Jo- Rodrigues.Regis-
tro-se.
De Tinoco 4 Vilella, pedindo permisso para
comegarem sua escripia no livro "Diario que per-
lenceu llrma, que succederam.Como reque-
ren).
De Ignacio Pessoa da Silva, pedindo o registro
da nomeacao de seu caixeiro Lindolpho dos Reis
Campcllo.Registre se.
De Pedro Jos Pinto, corrector-geral, pedindo
registro do conhecimento do imposto de sua pro-
fhsao.Registre-se e entregne-se ao supplicanle.
De Jos Eazebio Alves da Silva, agente de lei-
Ides, registro de igual conhecimento. Depois de
registrado, seja entregue ao supplicante.
De Jos Joaquim da Costa Maia < C, baixa no
registro da nomeac" do caixeiro Jos Joaqaim da
Costa Maia Jnior, visto nao o ser mais(Como re-
quereu).
De Jos Joaquim da Costa Maia, offerecendo
registre a nomeagao de sea caixeiro Jos Joaquim
da Costa Maia Jnior.Registre-se,
De Jos Joaquim da Costa Maia Jnior, pedindo
certidao da sua nomeacao, que se refere a no-
mearlo sopra.Co"io reqaer.
ADIADO DA SESSO PRXIMO PASSADA.
Replica de Carpiuteiro, Filho A Sobrinho.lude-
ferido, foi veocido o Sr. deputado Rosa.
COM PARECER DO SR. DESEMBARGADOR FISCAL
Of&eio da Associa^ao-Commercial de Macei, pe-
dindo a creaco de nina junta de correctores.
Opinando favoravelmento o mesmo Sr. desembar-
gador Asea1, e o tribunal noanimemente appro-
vando o pedido da mesma associacao, resolven no-
mear para compor a junta os seguintes correc-
tores : Joo Esteves Alves, para presidente;
Numa Pompilio Passos, para secretario ; e Jos Joa-
quim Tavares da Costa para thesoureiro, aos quaes
mandou se flzesse canstar para entrarem logo era
exercicio, guindose provisoriamente quanto s
obrigaces da junta pelo regulamento desta praca
no que fr cabivel, at que se leve o conhecimen-
to do governo imperial, para aue se digne appro-
var a creaco dessa junta.D-se conhecimento
Associacao Commercial da praca de Macei.
Contrato social de Jos Alves Tenorio & CSa-
tisfaijam o parecer Ascal.
Matriculas de Nicolao Hartery e Albert Forster
Damon.Como requerem.
Dada a hora (11 1/2 da raanhia), o Exm. Sr.
presidente encerrou a sesso.
SESSO JUDICIARIA EM 31 DE OUTUBRO
DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. D2SEMBARGADOR A. F. PE-
RETO.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio dia declarou-se aberta a sesso, estando
reunidos os Srs. desembargadores Silva Guima-
res, Accioli, e os Srs. deputados Rosa. Basto e
Miranda Leal e supplente Si Lei'.ao, faltando com
partecipacao o Sr. desembargador Res e Silva,
Lida, foi approvada a acta da sesso passada.
Foi lido o officio, datado de hoje, do contador
interino Antonio Joaquim Pereira de Oliveira,
eommunicando achar-se annojado pelo fallecimen-
to de seu irrao Minervino Jepherson Pereira de
Oliveira. E o Exm. Sr. presidente aceusou o re-
cebimento apresentando-lhe seus psames.
O escrivo Albuqnerque regstrou o ultimo pro-
testo de lettra 25 do presente mez sob o n. 2122;
e o escrivo Alves de Brito 29 do dito mez sob
o n. 2093.
ACCORDAOS ASSIGXADOS.
Embargante Jos Barbosa de Carvalho; embar-
gados Barbosa e Souza; embargantes a viuva e
herdeiros de Diogo Jos da Costa, embargado An-
tonio Duarte Carneiro Vianoa.
JLG AMENTOS.
Embargante Jos Velloso Soares, embargado
Urbano Jos de Mello ; appellante Theodoro Chris-
tiansen, appellados Rabe Schamettau 4 C, embar-
gante D. Gertrudes Anglica Joaquina, embargado
o Dr. Joaquim Francisco de Miranda.Adiados
pedido dos senhores deputados.
Nao estando presente o Sr. desembargador Reis
a Silva nao foi proposto o feito adiado a 20 do
corrente mez, entre partes, appellante Salvador
de Siqueira Cavalcaote, appellado Leopoldo Fer-
reira Martins Ribeiro.
Contina sobre a mesa o feito entre partes, ap-
pellante Jos Alves de Aguiar, appellados os ad-
ministradores da massa fallida de Antonio Jos da
Figueiredo.
DESIGXACAO DE DIA.
Appellante Joaqaim Francisco do Espirito San-
to, appellado Nathara Danheisser; appela'lante
Jos de Oliveira Lima, appellado Joaquim de Sou-
za Ferreira.
AGGRAVu.
Juizo especial do cummercio : aggravante Jos
Joaqnim Alves, aggravado o curador tiscal da mas-
sa fallida de Almeda Borges & C.
0 Exm. Sr. presidente nagou provimento.
Encerrou-sa a sessaj a meia hora da larde.
i
PUBLICACOES A PEDIDO.
CHRONICA JUDICURIJL
rmiti mi. DO COIMERCIO
vCTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 31 DE
OUTUfWO DE 1870.
RESIDENCIA DO KXM. SR, DESKMBAROADOS ANSSIJO
FBAKCISCO PERITO.
As 10 horas da manhaa, esar.o reunidos o?
Srs, redactores.=~Sem sempre se pode contera
ndignaco produzida por uirfa increparn, princi-
palmente qmndo nesia se nao enconiri o menor
vislumbre da verdade, pelo contrario smente ca-
lumnia^, quo por improvaveis nao podem deixar
de voltar intactas para aquclles que as assacaram.
Ni Diario de 27 de outubro sabio na parte inti
tnlada Reeista Diaria nm artigo siib a epigraphe
deCiflio .prohibidoem que se procura attri-
boir a prof.i'.-ora publica da ra do Mrquez de
Olinda, o uso inmoderado de palmaloadas em
suas alumna-.
Hoinvel l'al'idade... !
Um arguiQaj dostn natnreza nao poda pair
se na i de klgtim individuo que eonherendo no
meth lo f%\ d> ensino daquella professora tro-
pocos realhai'iio de seus intresses, procura por
meio deste e de outros artigos calumnioso e em
ludo frivolos e cavilnsos desarraigar do ata 4o
pas que em numero crescdo cooflam a, edonfo
de suas fllhas aquella prof-issora, o bom coacettu
que del I a fazem.
Baldado intento... '
O numero avultado de ctenla alomas > fie-
quencia atiesta sobre-maneira o sysiema de ea*>
no e a delicade! usada por aquella profesa..raqn.-
todos os anuos prepara rauitas discipulas que apo-
senta a exame, obtendo em resaludo nao t ap-
"provago plena, como elogios dos examinadores e
delegados lilteraros.
Contra aquella arguico protestan srderooeroeo
te os pas das suas discipulas, os vismh e lodos
aquellas que tem conhecimento do aproVeitaoMato
auferida pelas mesraas.
Nao seria mesmo de admirar que dainella es-
cola se ouvisse eslaiar muitas palmatoadas, *rru
bastante urna em cada discipnla para avallar .
mas nem.isto mesmo se observa, por que a pfo-
fessora ailudida prefere os raeios affectausos ao da
palmatoajas.
Sirvam, pois, estas palavras de resposla ; adj
artigo insinuativo, mas infructfero, se bem qne o
silencio seria a mais adaptada, e fique o articulis-
ta certo de qne a sua haba virulenta oem de leve
pode tocar aquella professora.
. Recite 31 de outubro de 1870.
Flix Venancio de tlanlaUaa

A sentida norte 4a Giaa. Mra.
D. Joanna Joaquina aekjdo
Pires Ferreira.
An lit m. MMm qn' ref,TM i la mnrt,
ll-in-ni i (ni ,ui *f ' tm
Lamarlme.
Deu-se hontem jazigo no cemiierio poblie desta
cidade aos restos inorUes da Exma. Sra. D. Joaa-
na Joaquina Macnado Pires Ferreira, digna con-
sorte do honrado e fallecido agricultor Joaquim
Pires Machado Portella.
Prostada no leito de dor por mais de 5 raeses.
em censequencia de urna grave enfermidadi-, qo
zumbara de todos os recursos da medicina, diu-
tre finada se debatera as agonas do passameato
por espaco de 8 15 dias, tendo sm jre doraar
esse tempo o ministro do Allissimo para receber Ibe
o ultimo suspiro, e fazer acompaobar a saa alma
manso dos justos das preces e sutTragios d >
nos.-a santa religio.
Cercada de seus dignos filhos, genros e ora*.
que todos se desvelavam em aniemsar-lbe us i
('rmenlos, a Fxma. Sra. D. Joanna Portella, deixou
este mando com serenidade e socego 'los josto-1
para acolher-su au seio do Eteriio, e ah recebe. <>
premio de saas virtudes.
Matrona respetavel pela nobresa de eniimenr -
e imminentes qualidades de que era dotada, me-
receu sempre a maior eslima e considerar" de
todos os que tveram ventura de a contrae.
Na educacao, que dera a sens Albos, que boje
oecupam elevadas posieo sociaes, na sobritode
com que sempre proenfou minorar o soAr.meo>
alheio, por meio da caridade chriilaa, reveloo-se
as virtudes da illustre finada, que a fizerara modelo
das in.-, e typo da mulher cainohca.
Sua memoria ser sempre abencoada pelos fiHv s
3ue aprendern) os mais saos principios da verda-
eira moral, pelos amigos, que Ibe admiravam as
qualidades pessoaes que tanto a e breciaro, e pelo
orpho, pelo desprotegido da fortuna, qne ibe rc-
cebiam o obulo da caridade, que ella deixava cahir
no maior silencio!
O grande eoneur.-o de pe-soas de todas as eon-
dicoes sociaes. quo a-sistiram aos ltimos .-utii.-
gios na igreja da ordem lerceira do Carmo peia
alma da Ilustre tinada, e acompanaaram seu fero-
tro ao eemiterio publico, urna homenagera devi-
da s suas virtudes, he um tesiemuobo d coasid -
raco. de que gozam seus dignos lidio-.
Derramando urna lagrima de saudade sobre o
tmulo, que acaba de guardar os restos moraes
de to virtuosa senhora, acompanhamos, na dr
profunda, em que se acham immersos, seus liloos,
aos qnaes damos nossos sentido" psames.
Recife, 29 de outubro de 1870._____________
tKL.lTORIO
APIIESEMAUO PELO DR. C.VROLIXO FRAM'-
f DB LIMA SANTOS. A CERCA D.\ EXUHA'I'
DO CADVER DO TENENTE-CORONEI. JO\>
DE S E AI.ItC.'rEH'jLE. PROCEDIDA NO K\ \
12 DE JULHO DO CORRENTE ANNO, Vi CE-
M1TF.RIO DESTA CAPnAL.
I
Primeira BSJfe
Preambu.o.
Nos abaxo assigoado^, donlores em mecia.
recebendo panicipacao do Sr. chefe de. aalici
Dr. I.uiz Antonio Fe mandes Pinbeiro, para no oY.
12 do corrente, s 9 horas da manhaa, proeeder-
mos exame no cadver do tenenle-coronel J""**
de S e Albuquerque. tallecido n'esU capilui i
horas da madrugada do dia 28 de maio pioxiin
passado, e sepullade no mesmo dia as 6 horas i.
larde, com o fim de recoohecerroos o estad) Me-
rior dos orgos. descobrirmos de algnrn rr, -A *-
causas na morle e as lesees de alga ennaeoa-
mento, extrahindo as necessarias vicras a se-
rem convenientemente sajeiitt s analyses rbiau-
casera obediencia a ordem legal e adirrto ar*
deveres da profisso, qne do medico devem apa,
lar quaesqner consideraoes qne lace dos bx- -
mens e da propna consciencia,o homilhrm.ile teve
qne seja, accedenrto com as ordeas da colme
de feito, bora apra-ada comparecemos oocoaMie-
rio pablico desta cidade. no referido da 1J < cr-
rente ; e ah acluodo-se o Sr. Dr. ebefe le i^Lci-
Dr. promotor publico, o competente escrita.', i
eollegi s Drs. Eslevao o Pilanga, o adaiinbtrauV-
do cemiierio e ontras pessoas mais, tratamos de
cumprir nossa missao do meiher modo posMvet,
e sem desva rmo? dos principios da setnela
Sendo certo que, nm dia antes de 12 do correa-
te, ao conhecimento qne buharnos de lodo o oeeor-
rido, pela boina que na provincia produun j.
nova de crimes monstruosos perpetrados eos pe*.
soas de dous distinctos cidadaos e honrad* s y--
de familiaum dos quaes era o tenente-rorvart
J io de Sa, associaram se algnmas ideas-meor-
tantes ao lerm>is o depoimenlo de nm dos mf>
assisienles, os diagnsticos e traiamenio que nze-
ram no correr da enfermidade de bornea, cajo
cadver hoje olijeclo de nosso esiad*<; ;R>fO
co e traiamenio susienlados eom tanta iefecda-
de, que fomos iutiuzdosaererqneos ln e
gasassistentes perder m os seos d< entes, if auna-
do pleni ment-i a natureza, sede e eao* do mal
que produzira a morte: e qne con egu.oW mtmu
nao podiam com razio asseverar qne aoi
ra-se no paciente Joo de Sa um enveneai
qualquer; envenenameolo to pre*nmiv i
se considera na historia da marcha dos sf ra
tos ou da molestia, o em todo qnanlo b*a oc-
corrido.
Ma, con ie s-^j *: cercados dos da b,*
*
i...

i
........ '"aajaaaaaawaai
S^BIBI^BHH


u
Diario de Pemambikco Qumta feira 3 de Novembro de 1870
os qoesilos legis. muoidos dos coBvenieotu pre-
.servativose Afineju- iiulispensaveis ao boro xito
da exumacS.v eneamiiihamo-cos todos o jazigo
entre -os chamadla de reserva, lance 3., subter-
rneo, fl em caja abobada, que era superior an
plano da trra, via se estatnpado-o nouie do fina-
do, odia d seu falleciaianio e enterro 28 de
inaio de 1870.
Ah, por ordem do Sr. Dr. cpefe depolijia, deu-
se principio 10 trabalho da examacn pelo se-
grate modo : Dous coveiros, tomando posicjio
em frente do lado da cova, que olhava par o sul
e onde era sua abertura, cavaran a trra at que
fosse descoberla toda a parede qus hermtica-
mrate a fuijuva e houvesse espado para mano-
bra necessaria tirada do caixo. O que felo,
um ontro servente, munido de urna hasle de ferro,
(esto era pedreiro) depois de taf-se verificado que
a parede da catacu'uba nao eslava violada, fez
urna abertura na parte superior, que logo a pene
trou; e pouco depon urna oulra com a cautela de
esparcir por fora algumas garrafas de agua de
Labarraque.
E como quer que ponco mo cheiro emanasse
da sepultura, apesar de aberta, sem duvida por
ettar o cadver bem encerrado em caixo apro-
priado, de. boa madeira e onvenienteineute pre
gado, ordenamos que fe uroseguisse na exhuma
cao; al que foi descob.-rto um caixo todo preto,
com argolas lateraes, anula re<- tente ou bem &m
serva ln, e que se.u diflicoldade, depois de raai-t
algumas cautelas neeessarias, fora retirado d:i
cov.i a s.;r depositado *nn foi em urna padiola e
conduzi lo para a sombra do u na arvore, um
ponco .lisiante do lugar d. jazigo, onde foi eolio
cad i sobre rtu cadeiras e aberto, com a prece-
dencia de umweparo ajo alguraa profanacane
as cautelas que jnlgamos indispensaveis.
Entn arrancada a lampa do caixo, e n> sem
costo por ter sido pregada com prafusos, depa-
ramos com o cadver, que representando logo ser
de pesaos de louga estamra, eslava todo envolvido
em um vasto leocol. \
Mis, antes de complatarraos esta primeira
parto do nosso trabalho, cumpre que aqui Aquem
estampadas as seguintes considerares: Que o
lente coronel Joi o de S e Albuquerqua era
natural de Pernambuco, de "0 a 6 annos de ida-
de, magro, de alia estatura, br^neo, casado, e la-
vrador de canas; que traziauroa grande deman-
da, que llie accarrelara grandes vigilias e traba-
Ihostal era a importancia della, a dicacidade
que remava de parte a parle e a natureza de seu
contendor; sondo certo que ltimamente contra
este .olivera una sentenca definitiva de al!u va-
lor ; que seos solTrimentos physicos, esses que o
lev,,i\.m ao tmulo, nao eram chronicos ou de
longa data, como bem revelava o seu exterior a
todos que o conhecfcm e o viram pouco antes de
sua morte.
O'oJe se deprehende que a causa da morte
n'eile actuou produzindo sympthomas agudos,
mats ou menos interceptados por sensiveis melho-
ras ; que o medico anente (I) tendo diagnoui:
cado era principiohoapalie, o tanto que aconse-
jara ao doentourna prorapta viagem Europa
(o jue certaiuente nao faria se tivesse logo di ig-
Dosticado o jira molestia, por exornlo, febre ty-
phoide) como nico meio de salvacio mudou pr-u-
eodepois de rumo, islo de diagnese. diagnosti-
cando febre perniciosa, e logo pouco depoisfe-
bre lyphoide, segando eonfessoo em seu proprio
depohneuto na polica, chrismando a de carcter
latente. Conu sa a febre lyphoide em lempo al -
gam apresen! tsse a marcha da enfermidade, a
que succumbna Joan de Scom tantas remis-
soos nos i-ympthomas, com nielhoras sensiveis pro-
pri s das eofermidades, cujas causas nao actan
do codsi intrnente, voltam depoio de eessarcm os
primeiros efleitos para produzirem novos; melho*
ra-. a que iiexperadamente sobrevinham exacer
bada* resaludas, lop i apoz urna chicara de caf,
ntn bife comido com apelite, entre a maior salis-
facc do dneme e da familia que o cercava.
Todo e*9n e imdHnioraiivo, alera de nu ser ge-
ir.i oeot i ignorado, f nos r mecido- poT prenles
iniji o-iarit'S do liu ulo, i-nao devem escapar era
um relalorio completo (i).
Entretanto, oceorrera aindamis por estas con-
si I raeffes outras de ala menos valor, que nao
deixai de ter relacao cora a autopsia e seu
objeet".
o iinlo peritos re iirfgea para junto de urna
sepultura, que encerra cadver enterrado ha
quasi i ni- mezes, tem que a justica Ihe determine
ex iota n ole oa pontos e ou exqa .-que Irapossivel da ohier-se no estado
acma! da Sdieaeta, cumpre que ellos a esclare-
catn, c un razos plau^iveis, sobre o que ou
o iini),is-ivel de obter-se nara o descobrimenlo
da veriai- sobra o que con vera fazer para o
dts.iRL'rav .ii lei.
Rm mci-i a liberilide dos peritos deve ser
ani; i em vea" de presa con>ii!eracoes, quo ou o
nado fas traen, ou entreten* as confnaianaaa
tt ira* idas.
.\ is < v irteele, sendo irapossivel encontrar-se
era no ';a livor, do qua tura e ne-tta nossa climalesCus patbologicas que
eonrmassara oa negissem qualquer enyenetu-
nienti, qaalquer mai aventurado diagnostico, co-
mo j r xNmpl) a'erac5es as glndulas 4e
rVjer e ootras qnaesipier leeoas das que s podera
ser e icontradas poseo depois da morte, antes de
\\m plna p'.iirelacco -era que va -os, ervo?,
aosas, tenidos e bamoms so coufundem e des-
appareccm esperar-se de urna autopsia bases
ou par negar-SO ou para confirmar-so existencia
de veneno e natureza de diagnostico de molestias
internas, censa loleravel nos que nao s da
profi\s'i, mas extraordinaria em doufoi em me-
dicina.
K se qnizessemo* tirar preveito de subti'ezas e
pr.habilidades seria sem duvida anda era desvn
lajera do diagnoaMno do referido medico assisten-
te di tenrate-cor-mel Joto de S. e que foi di fe-
bre lyphoide; porjue nesia molestia, dando-se
multas vezes, ainda em vida, quasi qne aniquila-
m- no do baco a existencia desto orgao alias ain-
da ijeii aprc.Mi.vel no cadver em quesli, desen-
terr!.' qoarenta e unto* das depoU, nao deixa
de ser opposta ao tal diaenostico. Mas, como ;juer
quo as leis d apntrefaccae -tambera lenhara rntH
caprichos e variedades, ao ponto de muitas vezes
am |uiltivm de preferencia nm orgao, quj n'
f >i sede da enfermidade morlal, a ontro que cons-
titua todo o centro do syraptomas mrbidosnao
ha que liar de an'.e-mo era autopsias feitas dous
rnuzes depois de sepallido o cadver, e em suas
c msoquencias puramente moduas.
Noai eondrmta, portanto. nao p dia ser diversa
4a qna tivemos, limilandotaa a cuidadosamente
Grard entre os orgos ossenciaes vida, posto qne
aseas ptridos, e d'en.re os que raais recebem a
aeco d; qualquer substancia venenosa era dse
iiKiVlifera o retm era si a raesma substanciaco-
mo s'jam n baco n o Bgadoa seren conveniente-
mente l,a:-r,ij >s"e remetiid-)* aos laboratorios chi-
mi.-.o-, iue tem larefa especial nos envenenamen-
tnn, eoiii > a lera o escalpello do medie -legista
E f i realmente a misa.) do medico-legista bem
enmarida q lando cons: .Tamos que, no caso ver
tente, aloi dos moitos recnrs.w de que poderi
.lis,,.ir a poheia, se i'.s-e igual da Praaea e ln
giaterra, uua un ilya* StaM poder esclare
cer a qnestSo d-baixo dj pdala de vista scientilk.
Desrarta, terraiiian.lo a primeir* parte do nosso
rotatorio, advertimos : que o- Incidas e orgos e?-
irahilos do cadver l'oram reculbidos com alcool,
segundo asonselbim Ori'na e Uriand ; deixaodo
assnn de seguirmos o parecer ile T.irdieu, parecer
que. foi le-nbrado por um de noaMM collegas, e
con'eb'do nos tcgaitn termos :
II fw'.t, de Tunlim se garder de ren ajouter
d-tns /** v u oit ron* plata les or dn cadarre. L'aiililion d'nn liquide contervateur
qnelcimqn' Taddition de ("afeooi nntammenl, n'est
pas seulem'-nt intttile, elle esl nuisihle. I.'aspecl
e la cunsntewc 'let rtiBMa sntU M'difis el ne peu-
Tcnt plus elrr npppecirs p.ir les experls qui nter-
viennenl 4ins les operatiotu uUeiieur*. etc. ('))
Estados medicos-legies sobre o enren-n'imento,
, >.-jo.-I Joo
de S:i. >; Mi.. Dr. Aq'iin ., assun cniofoi
ni"he as-Matante di O.-, fwtiriaao o Dr. Sarmen-
lo(nJ
(i) Cumpre aoui ponderarque nos p^iea onde
a'justic;.,r*m ;ega, nao porventida, rnaa por pa
d 'tervoa ptico; uu di me j c imra-8
tola c irao i viandanae a dar de fice c
nha fora ; on arrestada por eonvenoinei?? ;
miosas s faca deDeitse di le,deixa :
d'esta a. nitmos todas a* ihvi.;,, re>iricc5*.
mi relatorio o
prova^el l nm erima atroz, todo idii arqn
eonvn-j i vigorar a urdtrfe sinearq d;i
nc-ie
() M. Tardien nao se lenfbrou cprlam .:
prsjoizii qne piroutro lado podeo causar o de-
envolviinento da pitrefaccao de urna viscera,
ou mems voluraosa, dentro de ura vaso de v.dn,
por exemplo : e dos effeitos do ar eontido na por-
ao vasia do vaso, qie muilo adiantando a putre-
faeco facilitara novas productos, mrmente sendo
o v'enpQo de natureza orgnica, etc.
pag. 59. VerdaA! qne Atas da ter apaareco,
em 1869, a citada obra de Tardien, Qrflla, Uriand,
Ouwrgia e onlros sabios mdicos-legislas urapue-
garam aempre o al-ool om prejuizo das aaalyse.-
chimico-legaes, offerecendo grandes vantagens
justiga e sciencia.
II
2" parle. Desenpgao
. Abarte o caixo, como dissemos, e de nuneira
nao toa etnbaracar no penoso trabalho, qne em
todo o easodereria ser lio acautelado, como apres-
fado, atiento natureza das emanaras volaleis da
cadver,e que a eiposico ao ar nao poda deixar
de augmentar, passamos a estodar o habtto exter-
no, e observamos o segninte :
Que o eorpo achava-se coberlo com um panno
tranco, assas hum decido por materias ptridas
de cures variadas, carcterisiieos de um inais ou
menos completo desfaxiHiMio; que, retirado o
lencnl, deparamos ora o meoonho aspecto da dis-
soluco humana na pessoa du iufeliz tenenle-coro-
uel Joo de S. tt-wonieraente vestido de preto
eslava elle : de casaca e calcas de panno fino, col-
lelo de seda, grvala, borze^ins modernos, tendo
as mos calcadas de luvas de pellica preta. es-
lembaos os bracos sbre o baixo ventee, e como
que fra de urna outra psito qu? lhc fra dada
logo depois de ter fallecido.
A cabeca, que r.epousava sobro ura travesseiro,
eonservava-se sem inclinai;o lateral ; e de um
lenyo que Ihe pasaava por baixo do maxilar infe-
rior e por sobro aa orllr.s, iara as p ritas pren-
der se no pice do crneo ; estando o lenco e toda
a mai* roupa embebidos do materia ptrida de cor
preta e amarellada. Os membros pelvianos esti-
vam estendidos, e os ps bem unidos, ura ao ou-
iro.
Ao despirmos o cadver nota as, que eaCU par-
te da roupa levava coinsigo, d'aqui e d'alli, epi-
derme, pelle, cabellos o unhas. tinlo uica mira
rdein de materia para considerares nos foi offe-
reclda: oa cabellos do eraaeo esuvam en parte
destacad os, mrmente na regiao fronal onle lam
bom ja uo exisiiam vesiigios de pelle ; seudo cer-
ta, que nao haviara mais sobran-elhas^ neni cabel-
los as palpebras. Os olhos estavara reduzidos a
urna massa amarellada, em que apenas se pode
canhecer, medanle urna pinca, a esclertica e os
vestidos das palpebras.
O nariz, tendo perdido quasi toda a porcao de
seus tecidos mol ;s e cartilagens, achava-o inf. r-
me; a orelha externa, posto conservassi ainda a
forma natural, era araollecida e wtn epiderme.
Os lecidos molles, inclusive a pele, que servem
de umo aos ossos maxilares e c mstituem as bo-
checas ou face, asss amollecidos' e ptrida. D
bigodes via-se apenas parte do lado esquerdo natu-
ralmente alvadios; sendo que os cabellos ta bar-
ba, longo e igualmente alvadios, erara conservados
quasi em toa totahdade.
Abocc, asss aberta, com perda.de parte do
labio superior, deixava que se visse logo, pri-
meira visla, qua;i todos os denles, que erara per-
l'eitos e conservados em seu3 alveolos, mrmente
os superiores. A lingua e-lava quasi toda des-
truida, e era seu lugar, no fundo da bocea, havia
urna massa preta. O pescoco, em varios pontos
sem epiderme. era era parle de cor lvida, e ora
parle .-.vermelhado, coberlo da materia gordurosa
de cor escura.
A parte anterior do thorax, cuja forma estava
ainda bem conservada, tinha o centro coberlo de
cabellos, que se deuacavaro ao menor con'.acto;
e para os lados notavara-se varias p.ries sem epi-
derme, e de urna cor rosea eabranqoicada, cerca-
da de unto semelh.inte ao que se va na maior
parte das regios. Os bracais achavarase toleiros
presos ao tronco por seu ligamentos, msculos
e pelle, mas ;:n epiderme, sobretodo na parte in-
terna e al.n disto amollecidos, flaccidos e ptrido .
Os ante-bracos, quasi todos destruidos em suas
raetades inferiores, apresen'ando descebarlos os
lendoes dos msenlos flexores e extensore-. As
raaos e os dedo* despidos em grande pane de
patn e de ranenlos, mrmente na parle dorsal,
sendo que das unhas a maior parta havia enhilo
ao liraivm-se as luvas.
O vvuire, abatido e como que collado a caluma
vertebral, aprsenla va no ceurto da pelle que .in.l i
o sobria bastantes cabellos, que s desprendiara ao
aunor contacto ; sendo pie a cor da regia o epi-
gstrica era uir. pouco azulada. Em muitos poB-
tos se nao via mais epiderme e erara caberlas de
unto ama;ello escuro. A regia, pectlnea estiva
tambera a*ss caberla du cabellos mais do qat no
teatro do ventre, conservan lo ra pele edm epi
derme, ainda que amoileci.la e ptrida. As partes
Diidendas eram quasi lii.is de.struiias, sem mais
"laude, dsixaudo apenas vr-sea urethra pela par
i" inferior ; e os escrotos, emphisein.itosos, lend .
a pulie apoJrecida, de cor negra, estavam cobortos
de unto amarellado na parte infero-postenor ;
os leseulos se. forma e nimiamente redolidos.
Os msculos da regiao gltea amollecidos, ao-
benos de nina massa moleespecie de gordura
de cor escura era uns pontos e amarellada mi oa-
tros ; as coxas cuja pella j tinha perdido parte
da epi Ierras, mrmente na parte interna e na me-
ude inferior, eooaervava saas formas anda que
conos msculos niuito lli:cidos, amollecidos e
hmido*. Igual estado obseivoo-se as p rnas,
cuja grande "massa muscular era mais (acida, re-
sumida e destruida pela putra/a -ca i mrmente
no terco inferior, em que a destruiQo, cao nos
braj.;, conslituia ura phenoraeno c un rolaban ao
iodo. Em verdade, tanto os anli-bracos como as
pernas, em seus 'ere is inferiores, achavam-se mais
ptridos do que todo*o resto do croo.
Os par eslavara sera p_oleem grande parte, sen
epiderms nos dedos, cora quasi todos os tendes
exteas.ires desbobertos ; as nnhas destacadas, a
Mr vanada em diversos pontos e c iberios de uulo.
Umoutro phenoraeno, porra. dnvemosaqui men-
cionar, e c me no meio de ta na c irrnpcao cada*
verica nao encongamos u.n sd verme no cadver.
Exarae das visceras.
Depois de lermos notado e observado o quanto
lien ponderado, passamos ao exarae di inlenor.
Senado ... raneo c aborto, segundo a- regr.'s da
autopsia, e istodepois de ter sid i a pelle do fron-
tal fac mente de-tacaia, apenas coiu o cabo d'
ura escalpelio, e laucada por citm das rbitas, en-
contramos a dura moler aiodi resistente, e ne-
nhum vestigio dw domis membranas e dos vaso-
arterlaes e vrnosos E o cerebro, que tinha real-
mente perdido sua natural conlignraco, achiva-se
re.luzido, era forma a nraa mas-a raolle, meia azu-
lada, cora a impossibilidade, porm, deserdistin
guido do cerebello que Com elle achava-se quasi
confundido.
Nao obstante, foi toda essa massa cerebral, as-
sun mismo transformada, apanhada e recolhida a
ura vaso de vidro de bocea larg, previamente la-
vado por um le nos, a ser guardado, como fui,
em alcool sufliciente. O que fiado, paisanos
regiao toraxica. Aberto o thorax, por meio de
urna incivil transversal, passada por sobre as cla-
viculas, e outras duas que partindodas extremida
des d'aquella, d.-s -.erara lateral.nenie s cosiella?,
abrimos logo o pericardio, onde nenhura liquido
foi encontrado digno de ser mencionado ; e extra-
hunos o coiaci, qne era assas reduzid >, em forma
de ura sacco membranoso, o mellemos igual-
mente era ura outro frasco de bocea larga (tara
bsm previamente lavado com alcool) com p.rco
ufflciente d'ete liquido.
Depois, passando a tratar do pnlmi, apenas
encontramos em seu lugar, e como que derrama-
da na parede posterior da caixa thoraxiea, una
massa molle. de edr rflxa escora, a que so alte ha
va reduiido ; conseguintemente sem mai< volu
me, forma, consistencia, ou coma que se assemn
Ihasse ao estado natHral d'essa viscera. Paru-.e qne
o elemento da destrnicao cadavrica havia de pre-
forencia pensado nelle para apoilrece-lo mai de
qne a ontro orgao qnalqer, no correr de quarenia
e tantos das.
Apezar disto apanhamos todo o residuo pal no-
nar e o collocaraos dentr de um vawi! >
Bem lavado, ser bem condicionado cora destino
ao Rio de Janeiro, segundo asseveron-nos entio o
Sr. Dr. chefe de polica; sendo ainda para notar*
se o quo uo escapon no#a observaco. que a
face interna da parede posterior.do ihurax, -de
do refer lo residuo pulmonar do lado e-querdo,
. stava (..la cob-ria de um uni preli^ntj^dr
do carvo semelhante aa que encontramo* e.m al-
goii-.s partea de Cadver, mas nao era tamaita
qaantidaite.
Do thorax p;sjaraos ao ventre, depois de prolon
gadas as iti-i<0 s do mes no iborax al a crista
iliaca, cortand as ad.i'i-i cia>diaphragmaticaae
leilando por sobre as c:;is do cadavi-r o vaslo
lamp&o pntrilo. Ah ni ventre superna adiffl.ul-
dado ; porqoe storaago. ilindeno, liaphragma, co-
. IheMM doinaneir*
tornar '... | MSivel, urna it)parac.'io
Samo pttkolvgxa por falta de resistencia de
despgur'av > de oulros. Entio re-olvorno-
rettttjr quasi iodo o tubo digestivo e sr-ra
I"1) ^rissetnns os intestino (at porqne nacon
n i perd. r al^um liquido nlil ao'a-
lyse) e o i,citemos em um grande frasco de vidn.
de bocea larga, lavado na occas'o com porco do
mesroo aloool qoa vai remettida com os orgos
exirahido,. Sin Jo escusado repetirmos que a
procura de lesoes paibologica?, alias to nocesja
ra e raccional quando 6 feita antes de urna cora -
pleta putrefacta i de quasi dous mezes, cora o ara
de provar diagnsticos, seria, por certo, cousa beoii
cenmravet.
0 mesmo que proceden-"os com relacap aos njr-
$da caixa thoraxiea. Oteo restricta e cuida-
wmenle a respeito do flgado e do barp, por se-
rena estes orgao?, d'entre os parenchyniatosos, o todo devorado pela putrelaceSo, para serem ana-
ase pdeui encerrar juandade de i teoeno,-'+ afeadas ? AM caso s&cetiot, raro* 4 bem conhe
resultados tem offerecido s^nalyBes chirat
ease experiencias phisio! igieas. Quanto ao n{aJ,
qne- se achava nimia mente jeduzdo era compara*
gao ao seu v ilume natural, lodo amoltecido, quasi
sem forma propria, de cor escara araarello esver-
dinhada, delnrado se sob a menor pnsso, foi.
como convinha, apanliado e racolhido a! am outro
vaso appmpriad, depois de ter sido cite lavado.
E o baco, cojo estado do putreficco era menor
que o do ligado.-ap< z ir da estar bastaois reJuzdb,
mas pndendo ser fcilmente reconhetido e, bem
colhido. foi Itmb-im por -iuvei mettide. era frasco
convementemejite lavadn a lacrado.
D'est'ari^, linda a nos tarefa; ijiib nao podi
ser outra que nao a de extrahir material a surera
chy nicamente analysalas, tratamos de deitar al-
cool sutllciente e:n todos os vasos, lacra-Ios e ro
lualos; sendo cerlo qne um frasca raen ir en
chemoi lo rnesmo alcool em qne mergulhamos as
visceras, ser tambera remettido.
Sete, portanto, (orara-os frascos qje diixamos
tapados lacradd, rotulados e sellidos, era poder
do Sr. Dr. chefe de polica, qne ludo preseneou :
Um grande (i maior de todos) ciiendo o enana-
go e os intestinos; outro materia pulmonar ;
outro o baco ; mitro o corceo ; outro -j fija-
do ; outroo cerebro ; oatroilcool do mesrao
em que firam con-ervadas as visceras. E aqu l-r-
ninandb a segunda parte de nosso trabalho ou re-
latorio, cumpre qne pondremos ;que o meio-.
de conservacao e segurauQi no encerrainento da-
materias ex;rahidas de nra calaver csto tambun
na razio da longitnde, do clima, da estaco, da
conflanca, do tirapo o do lugar. A coonan^a
urna especie de eth^r, que onde qnr quu penetre.,
ou nos san tu-ir i >s das sciencias on na} aras da
jostiea, eeparttndo-se; Ilumina tanto os e como as consciencias. Sem ella nao ha caminho
segaro, tado muerto e quasi inpassrvet
III
3.* parle. Conclusoes.
Na primeira parte d'este noss trabalho proen-
ramos por em relevo a idea capital de-queojuan
do nos sugeitamos a fazer autopsia no cadver do
tenente coronel Joo d- Si, uio podamos ter em
visia outra coa>a senaoexlrhir dos orgos on
visceras, ja nss? delnidas pe pntrefaccao, tuda
quanto p desse cora proveito ser su jeito a urna
analyse cliimica ; e que ernt. adiantada decom
posii;ao ptrida, priacipalmerte da9 mucosas, a
busca do lesoes palhologicas com o fim de afflr-
mar-se oa negarse algaras cou3a acerca de da
noslicos de molestias internas, fuitos durante a
vida, sena pelo menos, um'prova mais que suffl-
clenie de nossa fatuidade.
Em verdade seria neesssario que todas as leis
naturaes fossem era seu corso iniorrnmpidas, era
suas accSes certas e invariaveis, para que encon-
unssemos o cadver era qnesto era tal estado de
incorruptibilidade, que as lesoes orgnicas, du-
rante a vida, nelle inait>raveis, podessem ser de-
vidamente apreciadas debaixo do ponto de vista
de diagnsticos do certas e deteriora idas molestias
internas; ou qne nos alm de imperitos, adstric-
tos a sentiraentos oppostosao carcter da prolissio,
recorresseraos no i leal para nelle encontrarmos o
que realmente nao ira mais possivel existir.
Ma, tendo nos caminbado para o cadver sem
outro fira mais du que $ descoberta da verdade,
enllocando os principios cima das pes-oas, tam-
bera nao tivemos em visla o seguinle apoplitliegmn
lio apoiado por Diverg* : i On a dil uvec raison
que dins les afutra rriminelles que rentrent dtns
le dom'iine de la medicine, expeit tienl siuvcnt
en ta mnms le sorte de rcense i Nao certam ra-
le. Porqne, alera da ter sido elle vanlajosamenle
combatido pelo celebre ref.rm:.dor da medicina
legal ( o ex professor Orfila) certo qaecm nin-
guem assenta menos o pape! de Ilegitimo aecusa-
dor do que no medico (mrmente se elle cha-
mado a esclarecer justica) e cuja alta nmaaoe
eolher os factos, que covergirem ao descobri-
menlo da verdade nao enxergando i pessoa di
acensado ou do innocente, tend > diante dos olh ts
D-us c a lei, e offerece-los a justica com as di-
vidas .-preciacSes tendentes uaicamente ao cum-
plimento do emoenho moral da obrigaco contra-
indi eatre a mes-.na Justina, a sociedad* e tambera
a hnmanida !e.
E qiiaol.i dizeraos, que outros eleraralos exis-
tem, dos qnaes acercando-se a Justina, pule eata
por meio dolles enlrar no c inaecimento do "acl
criminoso ou nao n> fii tendo en vista a prov.i
lesteraunhal e os pareceres dos tientos, depo|S '
uraa autop-ia cadavrica e de urna analyse cnm,i"
ca ; mas ?jm com r.'laco historia do3 s01"1'1.-
mentos do tonenivcoronel Joo de Si, aos d^,i;
montos dos mdicos, qui o assistiram em l0j,as
as liversas phwes da molestia, un exim me
dieo-legal ainda sobre os referid depoimaotos,
inl o-coes e eonclusois, mo-raente haveado entr
uns e outros facultativos, d'eatre os assistenle-,
completa discordancia e maoifesta contradiecoera
cada deponneato.
E so rea mente ha plena deseordincia entre os
raedicos qao asaistiram a lente-coronel Joo do
, debaixo d i ponto de, vista do diagnostico e das
sonsas que produziram a morte ; e formis contra-
dicooes, mor mente no .lepoimoato d*ara dellesque
no principio dlagnostieon hippalite, oo meio febre
perniciosa e no tira febre typnoide, agarrando-se .
symptoinas propros da ultima phase de um gran
de numvo de enfermidades pa-a diagnosticar a
molestia principal como que tendo appareci-
lo i lea do cnvenenaraenlo, com indicios vehemeu-
tes, sem que esses mdicos tivessem era lempo
algum procedido a exarr.e nos caJaveres, podera
hoje asseverar a nao existencia de envenena-
raojto Claro que pelo menos bem e-quecid.n
estavam do seguinle prec-o ZVw: demum ret
certa erit ub vewnun reperietnr fucile agnoscen-
dum alias digno de ser bem considerad.).
Entretanto, o qae I'azera elles que nem ao
menos se dignaran assistir autopsia para veri-
ficar sua exactidao, no meio de to grande as
sombro publico ? Ah Estao sem-duvida, es-
pera dos resultados das analyses chimicas; cora*
si estas constituissera os nicos raeios necessarios
a descoberta da verdile e de algara facto crimi
noso, (Novo erro I ) para ento virem a luz esca-
lar o co e a trra I.....
Era todo cas i dev riam ser os propros mdicos
assistenles os primeiros a pugnar pela autopsia, se
atada fuse ella hije possivel, por mais firmes que
audassem em seus diagnsticos por legtimos fun-
damentos cnihidos na* cabecairas dos doentes ;
deyenam ser os priraeiros a comparecer no cemi-
tirio. no da na autopsia, para verem ou obser-
varem altentamente o quanto ;li se havia passa
do. E islo por amor de sua propria dignldade,
respeito a sciencia, a tambem sociedade, qu<
lera direito tomar-lhes conia do que lizeram. (i)
Se osso flm nao acensar |os collegas ainda
pelo principio que cima delxamos estampado,
nosso dever corabater os abusos da profisso, era
caso de tama magnilude, seu caprichos, seu-
erros, suas incoheteucias; mrmente qu-.ndo esses
erras, esses caprichos eessas incoherencias podem
prejudicar acQ-o da justi>;a e caagr-la a cruzar
os bracos para ludo esperar de urna analyse chi-
micaque, como j demonstramos, serapre muitn
til epecessaria, mas nao o nnico meio de deseo
brir-se um eovenenamenta, por exemplo.
Havendo suspeitas de envenena-nento, por mais
leves qne sejam, uraa anal)se chiraiea serapre
necossana era toda lempo ; mas ama analyse chi-
mica reata sobre materias vomitadas, sobre V "ti-
rinas laucadas pelo doente, sobra os jacios, <> logo
depois da morte, lew muitn mais forca enfierece
mais seguros resuftados do qu aquella que, por
incuria de uns e erro de outros, apenas ebega a
ser reita nos residuos le um cadver, desenterra-
do quasi doas mezes depois de sepulto
E se no primeira caso pode dar-se qae a ana-
lyse cbimica maisperfolta nao descubra veneno
quando a substancia venenosa dada com-calculo
de oceultar o crlm", pouco e pouco, e em pocas
diversas ; (5) quando for de tal natureza qae com
(t) O certo qii"
biaado-se, com os principios orgnicos da victima
pareara suas qualidades chimieas, physicas e pbv
d .lgicas; quando tiver sido eliminada pelos or-
gos excretores, como mais Jicilmente sneced"
cora as venenos vegelairao nao dar-se no se-
gundo, onda nao for possivel nutra eousa raat's do
que extrahir as visceras de nra cadver j quasi
dios cnenos podem ser encontrado* : e o por islo
mesmo que em todo caso e em lodo lampo, mor
mente ignorndole a natureza do veneno, deva-
ne proceder a exarae chimieo oas visceras do ca
daver; senda certo, que anda assira retar pro-
var-se qae o veneno ene mirada as materias era
putrefacta i ou e n cada ortio aaodrecido, foi o
resultado de propioaco durante a vida. (6)
Do raaneira que, era ciadnsao, devoraos aqu
(Ixar as sectales proposices; qne a achada de
ven-rao era ura cadver, resultado di ab-orpeo de
-ub-tancia venenosa era alia doza durante a vida,
por ei prooa de eatinenamento, mas nao tao
p iderosa como quand. essa ..diada dr-se Acora
comilancia de symptoinas caractersticos da acca >
do veneno duraule a vida, unr-se o resaludo das
experiencia* physiologeas, Jo encomio do veneno
as visceras do cadver, a ora din das lezas pa
Uiologicas ; que conseguintem rata -a descoberta
te subslaucu venenosa, em alta doze ou nao, as
euir.uihas de nra oxhuoiado d .u> raez's depois da
mirle pode dar milita f irea e luz u-iic,a, ra i
nao consiiluir a nica pr .va irrefragavel dacrime;
e que em ultimo resultadoo nao encontr de ve
ue.ioni poda constjtur, s p>r si, prova da quo
n. vesse havid i eqvenenaraento.
Estabejeoidos assuh tidos esses principios cim
relaco ao caso varenle, repetim is: Que nossa
larefi nao poda ser outra S8 naoexirahr das
entrauhas do eadaver as visceras, que ainda tos-
sera encontradas/e necessarias a u.n exame chi-
oiio-legal ; que a encontrar-se nellas substancia
toxicae em d>ca de envenenar ser uraa grande
acquisico, que, unida a rauitas importantes cir
cuinstancias do faci, pode levar a jusiica, se ella
o qnizer. ao descobn manto da verdade ( dos cri
miosas); qae, porm. a se uo enconttar veneno
nis visceras p ir nos extrabidas, ainda a-sim nao se
seguir que nao houce envenenaraento no tenen-
te-coronel J .o ao S a Albuquerque.
Com mais as seguintes conslderacoes, termina
remos este nosso trabalho, cujo desenvolvimsnt
ainda por mais lato que fosse, nos era permittido
lela sciencia, em quanto nao perdessemos de visla
os principios e suas relacoes. (J)
Nos paizes m que a opiniao publica que sus-
tenta a moralidade em todas as ordens sociaes,
cahe quasi sempre o vil patronato aos ps da lei
e da justica. Eato ninguem est cima da lei e
nem podera haver criminosos privilegiados. En-
to ha soccorro mutuo era todas as forcas, no sen-
tido de raanter-se o direita sagrado da existencia;
e ninguem se anima a proteger o assa-siao, onde
quer que elle se ache : todos o abominara com
horror, e aspiram ve-lo punido para desaggravo
das leis e da sociedade.
Ento que muitas vezes a sciencia triumpha
ao lado da justica, prestando soccorro e luz. Nao
ha'mdicos timoratos barra dos tribunaes, que
oecultem a verdade, desfigurem os factos e aviltem
a sciencia, quando s) chamados a esclarecer a
justica. Tambem desapparece o que se chama
justica polticaqae a que colla as mos aos
novillos para nao ouvir, cerra os olhos para nao
ver e deixa que escapem os criminosos, aos ap-
plausos dos reprobos e dos partidos desmoralisados.
Nao permuta D us que chegnemos, era nlgum
dia, a um grande abysrao : e c por isto que, con-
fiados as boas Intenges das autoridades, espera-
mos que ellas, com o soccorro dos homens de bera,
amra i a .ciencia para que esta as soccorra e faca
triamphar a ju>tica, voltanao ara pouco os olh .-
atraz para ap.olicar a lei cora plena igualtade. (8)
IV. Cnrolino Francisca de Luna Santos.
N. 414. SIGX-SE A TRACA DA MOLESTIA
AT SUA OH1GEM. Ura enfermidade local,
nao poli ser curada simplesmonte cora ura trata-
ment local. Por exe nplo : Nenhuma applica
cao feita a parte afhetada. pode radicalmente en
aar as heraorrlioidas. O habito e co3turae do cor
po, o qual a causa primaria da molestia deve
ser mudado. Para esse 11 n as plalas assucara-
das de Bristol o mais fino alterativo vegetal que
junis foicompisto, ju-tamente a medicina que
se deve asar. A priso de ventre e quasi serapre
invariavelmente a causa ira nediata dasla afllictiva
molestia. O estado normal dos intestinos para
l.iito mu lado, mediante a accio das pqula*. A in-
digesta-) e a acc> morbosa do ii :ad >, proiuz
conslpae) da ventre. Estai incora nodos sao
ir .o j.t.a.ri -ate re uedia los com este poderoso agea
te vegetal 03 orgias al juirem para logo a sua
acostu nada elasticidad, pindo-siem estado d:
oerf ;iti sao le. Dista lr.na pas sao os syrapto-
mas e a causa da molestia coojiradamente rera)
vidas e all acibara para serapre. Ellas vio me
t.das dentro de vidrinos e por isso coa'ervam-se
perfeilas em todos os climas. En todas as enfer-
mi la es aggra/adas ou nr.ivaniente de um estado
impuro do saogue, a salsiparnlha de Bristol, deve
de ser tomada coajuactara rata ora as pilulas.
N. 415.-FEBRE E SBZ83, CURAS ADMIRA
VEIS.=0 Dr. Egbei i Sira ns, aniigameute um dos
ne obro-, do collegio raedio da Philadelphii, e
prese itaraente un dos mdicos o mais pmular era
Minnesota, escrave a nra amigo em Nova-York,
qqe as pilulas as acandis di Bristol. esto produ-
zindo mar*vilhas naquella regiao era casos de fe-
bres sezis e fabres odiosas e inter.nitentes. O ex
tracto seguinte de suas ob-ervacoes foi publicado
com a dev.da permisso do tal amigo, a quem fu-
ra -dirigid i :
Como Vmc. sabe eu sou mu J)ouco amigo de
remedios annunciados, e principalmente plalas ;
a maior parte deltas para nada prestam, e m iiia-
so perigosas. Porm as pilulas assucaradas de
Brisiol, forraam ama, honrosa excepeo. Nao se
poln desejar raelh-ires pilulas para o uso da f*-
raili.is. Nai ha, segando nao me engao, em (oda
a ph irraaopeia cousa que Cora ellas se possa
comparar, ora isto ainda tudo, as qualidades
aniibiliosas das pilulas as tornam ura remedio po-
sitivamente inestimavel para a cura das febres
beliosas e intermitentes e sezoes, to communs
nesta latitude. Eu as achei d'uraa etficacia excel-
lente no curativo ds febres, calefrios e sezes,
Ellas sao lanto lomeas'como aperientes o podem
ser administradas cora grandi vantagera, naqael-
les casos em que os purgativos drsticos pode-
ro ra ser altameate perigosos.
Ellas sa achara metlidas dentro de vidrinhos e
porjssi consarvara-se parfeitas em todos os cli-
mas. Era todos o* casos aggravado3 ou proveni-
entes da ura estado impuro do sangue, a salsa -
parrlha de Bristol deve de ser tomada conjunta-
mente cora as pilulas.
COMMERCIO.
ALFANDEGA-
Rendimento do dia 2 ".
41:3861167
XoFimealo da alfaadega.
80
240
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes
sahidos com fuendas
> com gneros
-----320
133
93
-----230
ainda hoje anda o medico
assistenle do infeliz Dr. Vicioriaio, todo atarefodc
Rnm a benhen: a congregar collegas en eorpo de
scietaa. a fim de mostrar j, que aquella mo
lesha reliante -na provincia, e que provavel-
raonte *! imerques ; ja para jur-tiflear, que sua mejtrjnco
-ndou soicpre p lo mnndo medie-) a prestar rele-
vantes servio is scieneia de 6aleno f En ver-
dad, elle sempre conheeen beo o chao em qne
piral Efoi poMetoqiKanMV)ra^eniiiltBtndo-se
impRAenram formidavel conrpaaso dttir-pnrcao
eheaou. wn arenga qne tiveraivn-o su primeir
amigo de naje a mate a grande** proporcional
das figuras data .prorineta pelo modo eue a
publico exputera o ven-fteo intugo de outr'ora.
.(3) Ou tambera quando an v.fleao addiciona niao
ssasslna subsiaaeia narctica, com o caleul*d:>
flm de impedir os vaimtos e outros syaptoraas de
Descarregam hoje> 3 de oulnbro.
Barca franceza -Joo Biptistadiversos gneros
Lugar ingiez/a diversos gneros.
BarcaJtaucezaS. Andr ide"m.
Baaea ingleza Zennia dem.
Patacho ingl^zfwprw carvo.
Lugre inglezA'acejador -diversos gneros.
Barca ingleza-Gc^ne/iaftf-bacalbao.
RECEBE.0Rl\ DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAM3UCO
Rendimento do dia J .... 1:476*971
CONSULADO rTOVWCiAL.
-ar
Reodmento da dia 2
l:482io 8
explosao e deaxcreco, mais ou menos reveladoras
do crime.
(6) Asim procedern) os mdicos da Bahia; que
pela analyse chniea concluirn o pruvarampro
pia*co da arcenieo durante a vida, era doze de
matar.
(7) Nos patjt em qae, oas invwnigacots de cri-
mes lo aHrontosos, como os da que se trata, uin-
guern ousa atrepellar ajusticie obscurecer o vom
da sciencia, as Induces e relagfies em um s nie.-
Ihante relatorio, podem ser puramente scienuficas.
lYaqaelles porm, em que com valor e bizarra
ostenia-se cga protec^Ja aos crimin.isos.de assas-
sioato horriveisera nada podem prejudicar em
nm relatario, poucas consideracoes m .raes. Jess
que nao fosse atropellada a verdade no ieraplo, en
Xjrtou de dentro e do adro lodos o traflcahte, que
faziara algazarras.
(8) Ete retatono ficon, aOnal, onjcnte por mm
assignado.
MOVIMENTO DO PORTO.
Naviotn'rados no di* 2.
Aracaty12 dias, fciate brasileiro S. Joo Baptit
ta, di 68 toneladas, capitn loaqaira Pelippc de
lloara (iedea, equipagem 6, carga 230 fardos
de algodo outros gneros ; a Francisco 6.
de Matos Irmo.
Terra-Nova40 dias, patacho inglez Hamet, de
186 toneladas, capilo R., equipagem 9, carga
2330 barricas com baealhao ; a Saunderr Bros-
hers & C.
Terra-N iva34 dias, brigue higlez Many de 257
toneladas capilo A. Colson, equipagem 11,
carga 3300 barricas com bacalho; a Jotras
ton Pater & C.
L/erponl32 dias, barca ingleza Beelliant, 303
toneladas, c.pito W. H. C Warreo, equipagem
13, carga fazendas e oatros gneros ; a Saon-
ders Brothers & C.
Ass18 das, escuna norte alleraa Joanna, d -
131 toneladas, capilo Meyer, equipagem 6, car-
ga Ass3 dias biate brasileiro Deus te Guarde, de
96 tonelada capilo Mzneel C. da Cona," equipa-
gem 8, carga 300 sacco) com algodo e outros
gneros, a Bartbolomau Lour^ngo.
Navios sahidos no mesmo da.
Verra-XovaBirca ingleza tabella, Ridley, capi-
lo William; em lastro.
06frca<-ao
Suspendeu do lamaro para Maceio a escuna in-
gleza Rickwck, ca,lilao S. Ausiin, carga a mes-
ma que trouxe de Terra-Nova.
I td.n para os parios do sul, brigue hespanhol
Sorpreza, capilo Fontanell, com a mesma car-
ga que trouxe de Barcelona.
dem para New York por S. Thomaz e Para, va-
por americano North America, commandanle S.
com a mesma carga que trouxa dos portos dos
sul.
INSTISUTO HISTRICO E PHILOSPHICO.
Deve reunir-se boje as 10 horas do dia esta so-
cieda em sesso ordinaria)rdem do daposse
da nova direloria, leitura dos relatorios e encerra-
raentos dos Irabalbos effeciivos do crrante auno
EDITAES.
0 Dr. Laiz Jos da Silva, engenheiro do governo
imperial ejaizcommissario do municipio da Es-
cada.
Faz saber que tendo sido encarregado da raea-
;ao e demarcago da sismara, occopaia pelo ex-
tracto aldeiamento da villa da K-cada, da legitima
c) e revaUdacao das posses existentes no mesmo,
tem desigoado o da 12 do prximo mez de no-
vembro, para dar comeco a respectiva tnelicao,
pelo que convida a todos os inleressados e a cada
ura de per si, a vr ..u mandar apresentar seus
competentes ttulos; e igualraenie roga aos heros
conliuantes da mesma sismara e todos os mais qne
se julgarem com direito a requerer qualquer cou-
sa que Ins convenna, comparecer na casa de
sua residencia nesta villa,
E pira que nao se allegue ignorancia se man-
dou passar o presente q e ser aftlxado nos luga-
res mais pblicos desta villa, e publicado nos jor-
naes da capital.
Villa da Escada aos 29 de ouiubro de 1870.E
eu J o Baplisia da Rocha Biixa Lias, escrivo o
escrevi,
Luiz Jos da Silca.
Antonio Joaquhn Kerreira oe liarvalho, escrivo
de appel'agSes e aggravos, d tribunal da rea-
gao de Pernambuco, por S. M. o Imperador, -
Sr. D. Pedro II qae Deas guarde co etc.
Certifico ser o iheor da carta d8 edilos abaixo
transcripta, da f.-rma seguinte :
Carta d- edi os.O Dr. Antonio Baptista Giti-
rana, offlcla! di imperial ordem da Rosa c desem
bargador di tribunal da relaco de Pernambuco,
por S. M. o Imperador que Deus guarde etc. etc
Faca saber acs que a presente carta de edictos
viivm e della noticia livirera, que nos autos de
apptllaco civel entre partes como appellanies os
herdair.is do fallecido Francisco Antonio Duro e
sua mulber e appellada a junta administrativa da
Saata Casi de Misericordia o Ricife, raa foi pela
mesma junta administrativa dirigida por escripia
a petic) do tbeor segrate:
lira, e Exra. Sr. desembargador juiz relactor.
Diz a juuta adrainisiraliva da Sania Gasa de Mis -
ricordia do Recite, que movendo aecio ordinaria
pelo j iz) municipal da 1* vara, escrivo Baplista,
contra os herdeiros de Francisco Antonio Duro
c sua raulher D. Joanna Mathilde da Natividade
para haver o sobrado oatr'ora n 17 e presente-
mente 33, sito ra da Ccuz, freguezia do Recife,
como legado deixado palo fallecido Jas Bento
Fernandas, ao hospital dos pobres, hoje Pedro II,
leve a supplicanie senten^r a favor, e appellando
os reos, que vierarama juizo, foi a mesma sentenca
confirmada. Embargando os rcs, ora apellantes,
o venerauda accord >, que conflrm iu a sellenca,
di discusso dos embargos soube a supphcante
3ue o r) Joo AoUraio Pinhiiro fallecer nm 22
a outnbro de 1866 como consta a fl 286 do
autos e tendo tambem fallecido o reo appellante
Jos E. Duro em 3 de maio do correte anno,
e i aereo Jo a suppli cante proseguir com os trra-.-
ejulgamento final da dita appellacao, q-ier para
isto fazer habilitar a llerm 'linda Josep >ina
C .rolina P reir Dura e os menores Joaqnim e
Ida lina, aquella como vuva e estes como filhos do
referido Joo Antonio Praheiro; qner tambera ha-
bilitar a Francisco Antonio Duro, Igna:io Eusta-
quio Duro, D. Ilenrijueta Mathilde Duro, D.
D Ifina Candida Duro, Joo Januario Duro,
Tilingo Deliino Duro e D. J'.sephiua Adelaide Di-
ro como inuos do fallecido Jos Ep(phr ro, a D. Hermilinda J sepbina Carolina Pereira
Duri e Francisca Antonio Darn corao sobrinho
d'este fallecido, para o que quer fazer citar aos
supphcados para na primeira audiencia d"esie su
perior tribunal da Relaco fallanrai aos termos
dos artigos de habilitacio com os quaes a sup-
plicante pretende hibiliiar aos sti|>p!i;ados para
cora elles continuar a mesma appellacj at final
decisao e execuco carao legtimos successores do-
sobredito3 fallecidos, como melhor expresar em
ditos artigos, sendo igualmente citado o ulti no
supplicado como tutor dos menores e o dout>r
curador geral todos cora pena de revelia.
E por que os sipplicados Francisco Antonio
Duro. Ignatio Eu>taquio Duro, D. Dellloa Gan-
dida Duro, D. ilemiqueta Mathilde Duro, Joo
Januario Duro, Thiago Delhno Duro e D. Jos
phina Adelai.le Duro esto ausentes era lugar
ineerto e nao sabido, como consta de fls. 2 verso,
de fls. 7 fls. 9, ile Os. 11 a fls. 16 de lis. 22 fls.
31, fls. 87, fls. 91 e de fls. lio 0'. 120, re-
quer a supplicaule a V. Exc. que se digne mandar
passar carta de edilos cora o praso de 60 dias
para serem estes snpphcados citados por todo o
cometido nesia.Pede a V. Exc. Ihe deflra.T-Es-
crivo Ferreira.Espera receber merc.
Estava sellada com a estampha de 200 rs.
Recife 5 de agosto de 1870.Jo.-Theodoro Gomes,
procurador.
Nada mais se contlnha em dita pelico em a
qual pre feri o desuacho do theor seguinte :
Citera-se na forma requerida.Recife 6 de
agosto de 1870.Gitirana.
E nada mais se continha nm dito despacho, e
em virtude do qnal depois de terem sido citado-
supplicados presentes e o Dr. curador geral.
cuja.- utacSes faram recusadas na andieneia deste
tribuual de 27 do crranle mez, o escrivo de f.-i-
to por quera esta vai subscripta, fez passar a
presente carta de editos cora 0 praso de ses-enia
das, pelo theor da qual chamo, cito e h< por
citados os snpplicados ausentes Francisco Anto-
nio Uiirao. Iguac > Eustaquio Duro, D. Delfloa
(andida Duro, D. Heniiqaeta Mathilde Duro,
J,io Januario Duro, Thiago Deltioo Dnro e D.
Josephma Adelaide Duro para respooderem pe-
rante esie tribunal aos termos dos artigos de ba-
bilitaco cansiantes da p.-tlco supra transcripta.
Pelo que toda e qualquer pessoa parales. am
gos e c-'uh'.'idos di* ditos anpplicados ausente
Praneisc.. \nionio Duro, Ignacio Eustaquio Do-
ran D. Delfina Candida Duro, D. HonriaufLi Mi-
thilie Dir, J ao J-ranano Duro, Tiago Deifloo
Dura-, e D ia Adeaid?Duar-, bes pode-
ri!) f..z-r qae a*i na tica exposjo para
que por si .... por mus |.iocurad.)ris sa apresan-
tem oeste tribunal com a lefexa qap tiverem, sob
pena de se proc -.! ,. na t dos .- ulteriores ter-
mo' revelia te!fs suppicados acontes.
E o porteiro deste tribunal publicar e aflxari
i prsenle na lagT do costume e mai- publico.
Fer-
Recife, 30 de agosto de 1870.O i
reir de CarvaJho.Antonio Baptisto I
Nada mais se continha em dita cana
aqui fielmente copida do original, aa.il fe-
porto ; a vai esta .em consa qne duvida fafa, per
mim couferda e concertada, nastt etrnt- Aa
eife, provincia de Pernan.buco, aa* .10 i
de agosto de 187a
Suhscrevi e as-ignei, era t de
nio Joaqnim Ferreira de Camino.
BECLARACOES.
IHt
2U3 JMM
lU4|0n
n > co da
SANTA CASA DE BIISERIGOHIMA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Saala can Ar
Miser c rdia do Recife manda fazer publico mte
na sala de* suas sessdes, no .lia 20 de oatunro, pa-
las 4 horas da tarde, tem de ser irirmnlin a
quem mais vanlagens offrcrer peto leaspo da wa
a tres acnos, as rendas dos predios *m tigmt
declarados:
ESTABELEG1MEXTOS DE CARIDAD.
Ra larva du Rosario.
Segando andar do scbrd< n. \__ 3O3#00i)
Ra de Malhias Ferreira (iNinda).
Caa terrea n. 15................... I;l0i0m
PATRIMONIO D93 OiiPIIOS.
Ra do General Vi.-iorn..
Casa terrea n 13...................
Ra de S. Jorge (mtrora Ptlari
Casa terrea n. 108.................
dem i lea n. 103..................
! lera idem n. 99............. .....
llera i!. :n n. 96..........,........
dem idem n. 94...................
Opieiendentes deveri apn .lentar
o. rema!..rao ,-,s suas fianf.s, un rompireceri*i
acmnpaahadrs d"s respectivos fiad r..
Senpraria da SanU Caa d; Misericordia do P*-
cife, 18 de ootubro de 1870.
O escrivo,
Pedro I'.. iri'i Pela subdelegada da freguezM de S. Fre
Pedro Goncalves faz se publico qae fui preten-
dido um cavad j de cor eaalaafca, descarriado coas
cangallas e cacoaes o qnal an-lav.- vagando
ras desta freguezia, quem e julgar cora
a elle com pareja nesta subdelegada que prov^
Ihe ser entregue.
Sub -'I. gaea do Recife 2 do novembro de 197W
Joaquim Agripino Furia.lo d*: Meada ara.
Nao se tendo effectuaio a >rr-ma ario a>
imposto de aferieo de pesos e ma lita- Se-te bn-
nicipio no da 26 do corrente, a cmara de awvr
convida ar.s pretendentes a compareerreai aa sea
pago em o dia 4 de novembro vindonro para te-
melbante fira.
Secretaria da cmara municipal do Recife W 4>
outtibra Je 1870.
O sM>retaria,
Lonrenco Bezerra Carnein. da Ca

(Jonselho de compras oavies
O conselho ne dia 5 de novembro proxiaM
douro promeve vista de propostas recebadas as
as II horas da manba, a compra dos ifgniaae
objerlos do material da armada :
10 bildeadeiras de folni. 20 arrobas de er, 12a
bracas do corrente de ferro de l|2 pofefada, la
duzias de chicaras e pires de folha, 6 pacas e
cabo de lmho de 1* qualidade de 3 p dejadas, t
peca- de cabo de linh de 1' |uaiidade do t pala-
gadas, 6 pecas de cabo de linh.. de i* qnaidaaV
de 1 12 nolegada, 8 gas, i pecas de encerado. 30 tnch-mci da qnak-
dade da 30 a 32 palmo- de c imprmenlo, SO tor-
ras de f rro inglez proprio para gr.-dhas, 201
de lolha sonidos, 6foles inglez** de 8 ps de
primate e 6 de largo, 160 UrapeOes para
naci, 48 livros irnpressos de soc-;orroa de 90 a
IjO foi.ia-, 30 11 vos de 2* f.lhas de atel paasa
do, 2 .'culo* de alcance, 400 libras de itigiail
de zinen, 16 paos de gnipapo de 12 palmo ir
compiimento, 10 dnzias de pratos de foiba. ipn
lolhas de papel lixa, 100 pes de ferro, HOO libras
de ine.'.idura de cobre, 8 dnzias de iigetas de Ma
dobradi, 1,200 libras de lima branca de xmeo, f-
vergonteasde pinho para mastros de escalera* av-
o ps de comprmanlo e grossnra no meio I,;
pologadas e 6 vergonteas de pinho pan pioa ti-
cutello de .'!'> ps de'comprmenio, grassura a
meio 7 polegadaa, 30 grozas de torcidas para pt<-
r. I. 30 covatos de damasco de lia infestado a 4'*
alqueire de cal preta.
Sala das sessoes do conselhoda compras nav. -
28 de outubro de 1870.
O secretario,
__________Alexanre Rodrigues dos Anjos.
No da 3 do corrente, depois d i finda a audien-
cia do juizo de orphaos, ir a praca por venda a
casa terrea sita raa das Gata nato n. 4 :.
pela qusntia de 3:6002. qne servir de basa para
a arremstacio.
Pelr sabdelegicia da fregu>zia de S. Pr. P
dro Goncalves se faz publico que acha-se recotb
do casa de delencao o preto Tneotooio por fgi-
do, e que diz ser eseravo de D. Mara Francisca
da Cmccicao e Silva : quem for seu sealior com
pareca nesta subdelegada manido de seos tito!"-,
jne Ihe ser entregue.
Subdelegada do Recife 2 de novembro de 187*
Joaqnim Ag o pico Faado de Veaaaara
Pela recabedoria de rendas i-.lerna* geracs
s faz publico qae neste mes da no veas asi qor
se finda o praso do pagamento, sem malla, do kb
posto pessoal. relativo ao 1* semestre do exarar.-
corrente de 1870-71 lindo o qual ser cobrad*
com a malta de 6 010.
Recebadaria de Peruambura 2 de novembro .V
1870.
O administrador,
____^^ Mano-I Crneiro de Soaza Lacerda
Correio geral,
Relaco das carias registradas, procedente*
du sol e norte do imperio, existente na
reparligo do correio em 2 de oovem-
bro de i870.
Antonio Eucldes da Silveira, AlexanJre Bar
nardmo dos Reis e Silva, Antonio J.i- de Ktat
Braga, AraanciaOlympio de Andrade Barras (S(
Antonio Jos da silva. Carlas Thomaz da Ataaesda
(2), Ernestina Beranger, Fredericn Angosia Tefta-
so da Silveira, Joaquim da Silva Ramos,
Cardos Das, Jo t da Cosa Gomes, Jos.
Pedro, Miguel Paulo de Souza Ramtei,
Gomes de Mello, Sabino Monteiro de Mello, Tris-
to de Aranpe Paria.
O encarregado do registro,
Manoel dos Pasaga lanada
THEATRO
den, BJ i di*, r^ magnifico exemplo: ParaK Daa e passada tiesta cidade do Recife'aos i9
dias do maz da agosto do anno do-nascimeolo d.
Nosso Senhor Jesos Ciiri'to de 1870.
Eu Antonio Joaquim Ferreira de Camino, es-
crivo, a subscrevi.
Eslava sellada com a estampha de 800 rs.
tmm mw\
i i.1 RKCITA DA ASSrGNATUHA.
tgziln i-fe ra 3 Je navflra
Lindo espectculo dividido em tres parta a orga-
nisado por Mrae. de Valmonea.
Ouvertin a pela orchestra.
i'.'.IMEIRA PARTE.
Representar se-ha a linda opereta em ta
msica de Offenbacb
To Braz
LE VIOLIKEUX.
I'ersonageos.
R^nette.............. Mlle Bresda.
Wathieu.............. *r. ""-
P.erre................ '
SKGUXDA PARTS.
A linda op?reta em um acto, mniea
bnch. ,
Litchen et Fritchen;
Persona*. .
Luchen.......... Tm1,V-,TB*^
TBRCEfRAPRTR
Sobir pela qnarta vea a o-oa v^a*Banpa-
reta pbantastica am nm acto, music* da Ad. Xiem
M*K^"
Pantns ^oletta
Alcofribaa.....
[rrnt........
Vnlette......
F J eludidle....-
Periaaagniis.
v.-.v. SBt
.....
Urea
*


Diario de PerusrmLucQ -~ Qui*ta eira 3 fa Novembro de 1070.
Os bfietts achara- a venda d
Wrio dt lb
i eacrip-

5S-
Mamidfto.
i
visos Mununs.
DE
Paquetes a Vapor
Dos porto? do sal esperado
at o dia 7 de novembro o vapor
Tocantim, eommandante Jos Ma-
ra Ferreira Franco, o qoal de-
pois da demora do costame se-
guir para os portos do norte.
Dede j reaebem se passageires e engaja-se a
carga que o vap.ir under condniir, a qual (lever
ser embaroada n dia de sua ehegada, encom-
menda* e dlnbeiro a frete at as 2 horas da tarde
de sua sbila.
Nao se reucbem cr>mi encommendas seno ob-
jectos de penueno valor, e que ni exceda n a 2
arroban de peio ou oito palmos cbreos de medi-
c{lo. Tul que pawar dt-stes limites deber ser
embarcado com rarga.
Previne-mi aos Btv. paisageiros que ?ua pas-
agena j se recbela na agencia, ra da Cru n.
37, primeiro aud.ir, escrip.o/io de Autmi. Lui
da Oliveira Atev* i & G.
? Ntto J
alcho nacional Joven Aithur, para o ato do car-
Sa trae Ihe falta trata-se cora os cjttgnaiarios
ntomo Luiz de Oliveira Aievdo Sc&< ra da
Gnu 57.
Rio-Grande i
Segu com brevjdade para o porto sima o bri-
gue nacional Atuta : para o resto da carga^ue
Ibe falta, tratase com os conitottarios Antonio
L. de O. Aievedo & C, ra la Ora n. 57, pri-
meiro andar.
roo de m
'\ncoVW!
Fiat DO ANUO LKCTfVD
Rhelr eo*rap*la.'
iSS
_--------u
Para o indicado porto vai seguir dentro de seis
Jias o patacho portuguez D. GuUkermina, pelo
que recebe carga a freo comm id >, e quem n
mesmo quizer aproveitar em carregar, quefra vir
tratar com o seu cousigiataiio Joaquina Jjs'Oen-
calves Beltro ra do Commercio n. 17.
'"." MI I 1 g^WjM^i^gW
LEILOES.
G.MPAW. PEK.NA-tBUC.WA.
DK
SfavegacSo cisefra por vapor.
M unanguape.
O vapor nacioaal Co-unpe,
cammandanro Silva, seguir
psra o porto cima no dia 12
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encom nendas, o dinheiro a frete al as2 horas da
tarde do dia da sshida, uj escriptono do Forte
do MatUs n. 12.
Dos pertence* do h >ttl da rita
das Trincheir'is n. 48.
O agente Manas far leilao por mandado do
II m. Sr. Dr. juz de orphns dos pertences do ho-
tul ou botequim da na dasTrincheiras d. 48, cons-
tando de movei*; ronpas e g^ner*, pertencente ao
espolio de Felippe B -Mu Maciel de blinda.
Quima feira 3 do correte
As 11 horas do dia no mesmo estabelecimento.
COMPANIHA PERNAMBCANA
DE
Xavegaeao eostelra por vapor.
Porto de (iallinhas, Rio Formoso e Taman-
dar.
O vapor Parahyba seguir pa
ra os portos cima no dia 10 de
corrente as 9 horas da noote.
Recebe, carga encommendas
passageiros e dinheiro a frote nc
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
co
LEILAO
a*ortHez.
Jos Smfres d'toevedo, preessor de .ta-
gua e'-liUritrtf nacional nogymnasiopro-
vneiardo R'cife, tem aBerta' em sua tosa,
,ua Bulla n. 37, aulas especias de prepa-
ratorio, para os alumnos que tiverem de
fazer etame em marco pfoimo, ou no Qm
do nno lectivo. Dirigir-de indicada re-
aideaeia. a qualquer bofa.______._ ....
Arrenda-.-e i sin da esta cao doomulBus na
faitea, com casa, esta tem 2 salas, 4 quarto e
cotlnba, bom banho e perto porque o rio plisa no
nynno sitio.______ ^_________________
Oiinda.
Ainda senio alugou o sbralo da rnadeMa-
ihias Ferreira n. 8 caiado e pintado, para quem
quizer pas^.ir a festa : a tratar na roa do Impe-
rador, loj da louca n. 57, intitulada pralo de
ouro.
DAS
Mes;egeries imperial
i
Al o dia 10 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vap ir u-aocM Sindh o qual depois da
demora do exturae seguir para BaenosAvres,
i modo na l ihia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para coa'lue.1'. frues e pas-ngens, trata-se
na agencia, ru:i do Commercio n. 9.
.No dia 11 do corrente mez espera-se dos por-
os do sul o vapor trancez Amazona, eommandante
de Joret, o qual depois da demora do costume
seguir para Bofdeos, tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para conli^-oes, freas e passagens, trata-se na
agencia, na do ('ommensfl n. 9.
doas excellt-ntes carros america-
nos, e de urna ptima pare-
lha de cavados, sem limita-
c,o de preqos
a 3 de novembro
O agente Oliveira far leilao por ordem e conta
de um cavalheiro qus se retira para os Estados-
Unido*, de nm carro de quatro rodas e dons as-
sentos, para doas ravallos e com rodas de sobre-
saliente, de outro carro de quatro rodas e um as-
sent, eom arreios para um cavallo, e urna pare-
Iha de cavallos do servijo do priraeiro dds indica-
dos carros e bra assim de um eabriolet de duas
rodas com arreios; e juntamente de dous cavallos
de sella
HOJE
COMPAMIV iKKNA.MBUCAN.\
DE
Wavegaeo costeira po.- vapor.
Goyanna.
afTjjb' 0 vapor Pankyba seguir pira o
-^fl[ o porto cima no dia 6 do corrente as
f 'ai^5 9 lloras da nnie.
Recebe cirga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a fr', r-seriptorio no Forte do Mattos
n.ll_____________________________________
tmm miiw
DE ,
Paquetes a vapor.
j. Dos fortos do norte e-p'rado
at o dia 8 d-! n v >mbro o vapor
fM .; ;: < nnman laote o 1" te-
ii ote J. Ctnlid) Daarte, o qual
' d'ipois da de n >ra d i e sume
seguiri para os i lo -al.
Desde ; -se passageiros e engaja-se .
carga que o r r conmui?, a u! deven
lar embarcada no dia d Mu I t 'p.irn
das- i fro3 at as 2 wis de diada sa-
sani
Nao se recebem como eacomtneadas seno ob
jectos de | eqneno valor oque i -.m a iua
arre.. ron 8 palmos cbicos de ro^dici
rudo que passar deslc-s imites devora ser embar
cado como carga.
Pr.- nhores pa |oq sua
passageos s i ra abena na agencia, raa da Cru:
i!, 57 inmeiro and ir, escriptork) de Amonio Lalz
de Oliveira \cvedo & C.
COMPVN'I:.. PSRNAMIlUi:.VN
DB
Vavesa,-: costeara par v-i>or
Micei, osalas, Peoedoe Araciju
O vapor QiquZ, commialantt
M jaira par i j- pjrt<>s ci-
ma i : :. r S horas
da tanto.
R cebe earga a!6 o di-, ', ene inunendas, passa-
geiros e lio tem a frete at s 2 Ii iris di tarde
do dia de ia sahida do eseViptoiio do Forte da
Matto o. 12.
BIJ M JAMR
Para Ri le Juro iro gti I atru de oito das
o patach ii isileiru Arahe por t-r u **u carrega
ment pr' .i 11, pol-mio aiad.i n'c-ber lgnma
ma, --i r.im.o nrindaxaaeesTavng a (rete :
a tratar d o i j a Goaainstarin kitqaai Jos
iohq lv- l> i, a roa do C min'oei n. 17.
P K HA
o
io-Orande do Sul.
A escuna nugii''za Agut, rapitio F recebe e^.r. > i : : trata >e eom E. K. Rabellu
J (",. r1" -i i'.i ii i ii T'-i i n. t8, no n o capiio.
Para Lisboa
A barc nj i ig n Gruti o, caima' "torgas
Pe-tana ; iin -,.rga ; pasugeiro^ trata-s* eom
E. R. It.b- \ C, raa do Comm.rcio n. i8, ou
com o a>iiiltt<
(>1..IvTnII!A PElLNLMBOtiVS
DE
NaveyLto costeira por vapoj
remando de Norooha.
O vapor i\fandth. cmi-
manJante fnli itioia pira
o port RORM lli...... '* .! 0'.
vtmbro ao in-in di .
Hrr.be ca>a * nd-, |>s>a|i. iiiis e
diobnro 'i i i*as 10 hor < -|t.. ;, Sll.
hida : no i 'oiio lo Forte do IiM|i>< <\. \*.
"Xr
i
Quin'a-feira
ao meio dia era ponto, rna do Imperador, junto
casa do Sr. Dr. Sarniento ; e para previo exame
de tudo, pJem os pretendentes dingir-se ao so-
brado n. Ib, ra da Matriz da Boa-Vista.
de d uas casas t< rreas meias-
aguas e um terreno na Ca-
punga, ra das Cri mas.
O agente Martins far leilao por ordem do
Illm. Sr. Dr. con-al de Portagal, de duas casas
terreas meias-aguas de ns. 2 e i, e um terreno do
lado do sul das nnsmas casas com 25 palmos de
largo, na ra das Crenlas ; .tanto as meias-agua-
como o terreno sao proprios, e tudo pertencente
ao espolio de Manoel de Azevodo Santos.
Sext".-feira
4 de novembro
em seu escriptorio rna^la Gadeia d. 9, s 11 lia-
ras do dia.
movis, lempa e crys-
taes, e vinhos.
A saber :
Um piano forte, 1 exctente mobilia de Jacaran-
da, 2 ricos jarros para flor- s, 8 castic/ies e man-
gas, 2 almofadas, 2 figuras de ornnze, 1 tapete de
of, 6 ditos pequeos e I olalo (forro de sala.
Un ;ama franceza de Jacaranda, 1 toylet, 1
ruarla vestido, 1 guarda ronpa, 1 commoda, 1
lavatorio, 1 estante, din*erente> livros e 1 commo-
da secretaria (i bri do P-rln).
Seis quadros, 1 mobilia, 4 jarros, 4 escarradei-
ras, 1 sof de Jacaranda, i ateaas de jogo, i maza
redonda, 4 ca-ticaes, 1 piano de meza, 1 thear e
umi excellente ina "hia de co-tora.
Urna mesa elstica, 1 guarda longa, 2 appara-
dores, 1 sof, 12 cadeiras, I rne'inha, apparelhos
de Inoca para cha, aloi >< e jnit"-, garrafa?, com-
poteiras, copos, clices, garfas, facas, colheres de
electro piale, \inhos em gariafis, flinlres, trem
de cosinha e Oais, objeelos de casa de familia.
Sexia-feira 4 de novembro
No 2* andar e sotao do sob a lo da raa do Im-
perador n. 51.
Manoel Ji- de S nza. lendo de retirar-se para
Europa com -ua familia, levar a leilao por inter-
vengan do agente Pinto os m >vels e mais objectos
cima descriptos ixi-tente- no 2 andar e soio du
sobrada da ra do baptrador n. 51, onde seeffec
luir o leilt no dia sexta-fe ra 4 d>) corrente.
Principiar as 10 horas.
lillIliS
WGLfZAS
(Para LiQUiiiAg.vij
' 4 (i ir vil e
Simpson Dndt 4 C, f .ia> le lio or interven
Co do a/eie () iveir.i, fa lierf-ilo Sorlimellto le
[.lenlas iugr-, as mai- DfSipi a^ da nieicado e
bem c mhi-iod .s d i leo- b>iiM fie#u*tw, a qu m
cnnvidain e-pe'iu!oieiit(! pa a o tnaattM leilSo, qne
e effec.tuar
Sc.x^a-f ira
s 10 .or <|st manhaa
ein sen aniM/.e r. -i- > a fu* (/' I n r
SmIi" i r...i i \ ; r -me aten dii S .ti- n,lt>,n
bri........i "' 5i l,i migue BOrtO.'ilei trumpki,.
para r- y g'iros, trata ,.i, ..,, u ,]
nat -: '. :i -! '' Aqmuo Fnusnc oa ra A
Vl< > fC'ee I- *\" r ..... a IJ1-SJ V'l hr.'V|.|.;.|p o '
p ii ... ...- a Wir I
i> ...... i'i galarj). Tii 'iiii-/.
' F.' i i ''. i r.U -lo ViaMO I"'.
i(i i** .jiiiir.-.
P r' ~*fv.t) rmi rri v >* ** -.' ri
tfn Ifubrl, t
W o.ri o resto ,.
"H--e i > -"-'.i
*oira \zvej-j ft C, roa da Crnz n. b7, 1* audl. o ubeiro.
cwta \\i34 dudas
i-)r Douro
i
.i).-
11 '.
P o., f r l-..:r,
" ; numh, i" "i ba n i? cinn
.
i i.
PROGRAMMA
da usalliiQo da irmandade de
Nossa Senhora da Luz
Por deliberacao da mesa instllaiora da irma-
date da os>a Seohora da Luz, erecta na igreja
de S. Jos de Riba-Mar, eooviJo a todos os seus
amados irraa .s em zeral para reanirem-se em
nosso consistorio, atlin de assistirem o termo de
abertura da instaliaclo em prtssentja do IHm.
Sr. provedor de capeilas e o seu respectivo escri-
vo, domingo 6 do corrente, s 9 horas da ma-
nha, e Anda que seja esta reunio, lera lugar a
bencao da cruz e do sino da irman Jade, terminan-
do com um Te-Drum em aeco de gracas pela Ins-
tallaco, sendo orador o Rvd. padre mostr presa-
da da cap>-Ha imperial, Fr. Joa^uim do Espirito
Santo. Nessa occa votos e devotas que teem de festejar a Virgen)
Senhora da Luz no anoo de 1870 a 1871. Neste
acto achar-se-ha presente na porta principal da
igreja urna commi.-so para a re. epc,o dos mui
dignos convdalos que nos quizerem honrar neste
acto, e ao me-rao lempo a mesa administradora
scieutiflea todos os conventos, confrarias e ir-
mandades, para que nese dia seja concedido nm
repique na occasiao do Te-Deum, ao meio dia, o
le ser annanciado por gyran loias de fogo e bom-
bas reaes a entrada do acto, continuando a subir
maior numero de fogo?, e ficando a mesa de Nossa
Senbora da Luz installada. Agredece-se suman-
mente todas as igrejas que se prestarem esse
p'. :ido, bem como todas as pessoas que honra-
re m com suas presentas estes actos religiosos e
pblicos.
Secretaria da irmandade de Nossa Senhora da
Luz, 2 de novembro de 1S70.
Lea a J: j 1! morio i. de Sainpaio,
______________________Secretario.
= O capito J-iaqiiim Silverio de Azevedo Pi-1
mentel, roga a seus companbeiros do 42 de vo-
luntarios, que Ihe eoviem novas pmcuracoes,
aflm de tirar seus d plomas e patentes, por isso
que a deixadas pelos mesmo>, foram julgadas im-
procedentes, por falla do sello e reconhecimento
das firmas.
0 mesmo ad.verte a seus companheiros que di-
nj mi suas cartas a ra do Lavraaio o. 101, na
coi te, e que, os ]ue tiverem diplomas e patentes,
passein una procuradlo para cada causa, porque
n3o plem as procurai;5es servir senai) pac,', urna
so. Ao alfares Amero Tavaes da Silva, previne o
anounciante que apenas pote tiror o diptoaia do
Cruzeiro, e que precisa e nova procurago para*
tirar ^ua patente de h m >rarn>.
Ontrosim, pede ios mesmos que Ibe indiquem
suas moradas, fim do auniinciante poder, quand >
exiralnr seus litlos, reroeite-los pelo e.orreio.
nn-nlaJe Ais -timas erecta na matriz do
Snitissimo Sacramento da fregnezia da
Boavisia.
Nao tendo comparecido o numero de irmos,
como determina o capilolo 5 arl. 23 do compro
miMO qoe nos rege, para eleicao da nova mesa
regedora que le.n de rege.r a niesina irraandade
no Uno do 1870 a 1871, de novj eoovido a todufl
os nossos irm is para pompareenrem em nosso
consistorio, domingo 6 do crreme, celas 10 Ii ira
da maullan, illm de que po-amos ter numero
que se con-id re m--a geral, para proceder nos a
eieico da mesilla futura mesa resaaora, como se
aeha esenpto no no*o eompronisao.
Consistorio da irmaiidafe das Almas erecta na
rnatrizdo Saniis-iino Sacramento da Boavi>ta, 2
le novembro de 1870.
O escrivao,
Danorl Domingues da Silva Jnior.
Joaqniiii PiailCe-Ci do Es oriUi Sanio, en-
eordatario da firm fallida M.ia & Espirito Sanio,
avisa aos sen- ere I iree" qne nao liverem mandado
re<-eber os pagamentos da prirroira pre-ta(o de
*tia eme >r lata al o da 5 lo Corrente, que casta
(Pelles pora em deposito a iuiporiancia dos ditus
paganienios.
Recife, 2 de nove ubro de 1870
BALfAR, OLVEIAM
&G
raa do Vigario n. 1 primeiro andar, saccam
sobre a piaca de Lisooa.
Tlinmaz Fernandes da Cunln e seus sobnnho-.
mandara celebrar nina mis-1 r -:da na ig eja d
Divino Kso.nio Shri>, sexta fira 4 do crreme
mez pelas 8 horas da manli.i. p >r alma de seu
panoii. J .i pin d Oliveir.i F .loca, fdlecido n
dia 21 do mez ppixiio p i >a i e mu mi a seu^
amigos e aos A> latlecijo sm a>.-i-i-'ncii a esl-
i-arnliso acl a le-1 j gr'!".....n lia' n-ui,.
A' seQtidissim> oem- i lo.n. Sr. Francisco
Hiheii i d- B lll.l.
A' mai impla-ae| da mirto avab d* ceifar
urna vi la pricin.. a do i|iutre culali Franrisc
Riieir de Hi .u I
i), uecreti di PcovieVueia sao immiitafeis e
p .r iso nos dev un i < re-igiur I
R^-cbni. !*, i ii .*. S.-. Franricii toa
I nm R beir.i de B 'Uto, di** un tJ j* S. FrQcii, >Him tteywe iroia, p- mne-
.. i)iivi4 vm'aT 'S po-a o-, |tela m rt >|. h'm
linmvelave ti.- que tanto acamoito ih-s inl -
i'Cen durante a ^ida e que me-nn. (|,.(M,j. ,L ,u.
>. ,ie lie ..-, t> n i|u.i mu, n|lw, r-miert.1 d'
lu,., i ru1 i a o n.epira-
ve; ,l.rd^de -i U ii*) *JI -tiHni ,, reMe,. d s 00,
l"..te di: : -C|f#i.
J':-
*.
w'ttDI MVEB?3S.
O salao
_ Al- n F.i -ler Ifcliu,.., te,, r,|l, ^,f
.. li-l-do- L'.o.l'- i-^l ,!, m,i ,.
I -..de.....-t.-iadt .-IWVIMxeit .mis res oU rt >1nrrtnr m#. i.en-
i )!' o b .-...raiji.,, ; ^| ||i,.
i -C !|. Ii: -lo s oe-:,.,i, -enl:or. s i-f i. i|,|i
m l'hiailtipln., \\*t*4* -na re^.imfia >ei,.i
. ..c.'.iiio 01 '| m lii.. (hir .pi^>i...
> qoe f-fii (T > i.
r "3isa-sj %
'...lo ba p daa d. rua d
v-za'a-velhi n. !'6
e.rvir
- I1 r l i- u ni ooi. pi -,|, ,.,.,. i, .-,
-rt le "r.evi o- l.ii >. A ii.rt, ,j,. s ,u/. f,\, IT
a.-Klr a hi.t.. Ki o mi d- Ii,.,,., <,,.,,. .,t
. aei: id i ia imm4mI* .nir.-g -i.- m r-
i i Q.tHuiaju u. M, k.J4 Ue AuluM d FoU-tCa s
tlM.
Fotographia imperial.
'CALERA DE PINTURA
DE
/. Ferreira Filela
Jto9de,o dia 7 de abril pavsado acha-se aberto o
'estabelecimento photographico sito rua do
wn!P n',8, efQuina d" pateo da matriz. Osr?ba-
que desde entao, tem sabido de nossa oficina
oralmente agradado, sendo recebidos por
iigans cora admiraclo pelo extraordinari > pro-
irwso que ltimamente tem lido a phot. graphia^
por outros com alegra, por verem a provincia
rotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
jontestavelmente o pri neiro que nesse genero
aoje possue : tamhem nao nos popamos em cousa
iiguma para monta-lo no p em que se acha, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
ipreciar nossos esforcos e recompensar nossos a-
riflcios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
* estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
lecessidade de trabalhos de photographta a visi-
tare m o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberto q sua disposico todfi'os das desde as 7
aoras da manhaa at as 6 da urde.
Para es trabalhos de (botograpbia possuimos di
tersas niachjaas dos raelhorrs autores francezes,
nglezes e allmemles, c'mo sojam : Lerebours el
secretan, Hermagis, Thnmaz Hoss, Voigtlander el
tonb eWulf. ltimamente recebemos tres novas
"nachmasi sendo urna dllas p'ropria para tomar
.-obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas a
gualmente soladas, de sorte que no caso de
zrande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapea at 8 pessoas diversas e sola-
las para cartoes de visita, e assim em menas de
jm quarto de hora despachamos 8 dlfferemes
pessoas que pecam cada urna, rima duzia de cartoes
oais ou menos, com os seas retratos somonte, ou
?ra grupo com onti as.
Encarregamos-aos exclusivamente da direec.ac
s feitura dos trabalhos de photographia dei-
tando pericia e talentos do dislincto pintor
llomo, o Sr.
Jorge A. Roth
is trabalhos de pintan, a aqnarcla, a oleo, e a
jaste!.
O Sr. Roth aeha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptnra publica, e at o presente lem-se
iesvellado na execu^ao de seos trabalhos.
No nossoestabelecimerto ahham-se expostos oa-
iros trabalhos im|ioriaat. a do Sr. Roth, tanto em
niniatnras aqnarelh como oleo, reiratos
leo, quadros sacros e diversos ontros trabalhos.
Tomamos encommeoda; de relratos oleo at o
taranho natural, assim como de quadros sacros
para ornanientacao de igrejas ou capellas. Tam-
oem aceitamos encommendas de quadros histori-
aos.
Assegnramos que os preeos dos diversos Ira-
lalhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
GARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A IOiJOO A
DUZIA
1ART0ES DE VISITA COM O COLOR DO AO N \ TO-
RAL A 16,5000 A DUZIA
R-.trat-'s em miniatura oleo cu aqaarella de
16 20|000 cada nm, indo convenientemente en-
jaixilhado em moldara doaraJa e regulando o
tmsto da pessoa retratada de 3 4 pollegads e
:odo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Jalgamos que basiariio os presos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
stablecimento, quanto sua perfeicao cada um
'enha julgar por seas proprios olhos.
As raelhores horas para se tirarem retratos^ no
losso estabelecimento sao das 8 horas da manha
I '.m casos especiaes pde-sc tambsm retratar qual-
mer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por lempo sombro po-
temos retratar, eassognr irnos que esses dias sao
>i mais favoraveis aos tribuaos de photographia
pela dolara e persistencia da luz, e pi r termos o
meto terrado construido com taes pronoredes e
nelhoramentos, qne anda chovendo orros ne-
hura meorivenienie ha para fazer-se bellos re-
ratos.
J. Frreiru Villela
11
m^.
J M l R1' (I
>.

M irmm da roa |
3 das Crazes i, 2, pri- i
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores i
k ouro, |*ra:i o k\Mn- |
tes, seja qoai m a mu-
I tia. Na mesla casa cora- |
I praai'se os mesmos me- 1
laes e pedras. |
11
u Af|
J
Etia. do Ba o da
Victoria n. 63
( Oulr'ora rua N va. )
Bilhetes garantidos da pro-
v acia.
E-ta "eliz casa acaba de vender entre os seus
i.nito feiizc? bilhetes a sorte re 1003 em d itrs
rnenn de n. 2505, um nteim de n. l\m eom 1002
e outra tambem de 1005 em tres quart >s de n.
671, alera de outros premios menores: podendo
... m'os lossaidores virera rereber, que propia-
mente sern pagos.
O abano as3igaado convida no respeitavel pu
nli para virem no seu estabekcimenio c.nnprai
o- felizes bilhetes garantidos, nao nao flixartlo de
lirar qualquer premio como pr"V; | |. s rnfcsau
aunancios.
Acbam-se vedda os mnii-i Palftes bi'rw'-es ga
rantidos era beoeflcio da ms'riz de O broh, que
ser extrahida segunda-fei.-a 7 do corrente mez.
PRESOS.
Inteiro 65000
Meio :i-s(KMi
Quarto t 500
De t00)JO00 pa>-a e. iua.
Inteiro 8'll0
Meio 257IMI
Quarto l"t"o
tolo toaqnira da r, -ia Leite.
0 CIRtl OhTlNM
Froderico Miya
Tiro honra de s-'i^mi 'c.u ao repeta
ei |otlico em gerai, ao- ens .enU
.m paiticnlar que elle mniloii i "j gah;
,;if i\r rnnsollas da rua Direita n. ii par;
i il.i Ourtmarln ti. '.\\ | iiii-im> aii'lar, oii
i tralla plo paleo d- P.-ilr- II, ondi pt>
'.ver prniMindo jrn ;s mtlerw db 80-
'roriislu. ti,"los rUi\\ utei ty<. 9 hora
la uianltaa as .1 ,|a larde.
Tamtiein iiruv'Dii, j.M -. tii>nia prnaic
a v.iritJl* d'W otidiitos ni s na .iiai<,
mu nos Mu* aoorbKM, p.na lwito a
I is wrtti paMen|idA< !-itt* is trarinihin, o.|ii-j tiorn DBWds
>s. Curso de ferias.
Do l* de noferarn-'v ao ultimo- de' Janeiro faz se
no collegi.) de A. Pairo de Alcntara, i rua do
ik n. 2i, nm corso de feria-, ito
geograptiia, historia universal,algebra-e georrielria,
rbetorica e philosophia para- os eslaantes qne
pretenderem fazer exames em marco.
Joaqnim Peixoto Pilho,
_____________________Directa.r.____________
Aulas nocturnas para os em-
pregados> do commercio.
No collegio de S. Pedro de Alcanura, i rna do
Mrquez de Oiinda n. 24, lecciona se iheoria e
pratica de escnptnr^co mercautil por partida-
dobradas,a fallar francez inglez, alleraio, e por-
tuguez, arlthmetica. musica vocal e instrnmental.
Joaqnim Peixoto Pilho,
Director.
- I'.r i tiatf Ojuip. in.. e
is-*d a o. ori'n r I
. | ... l-OI i-
i-oiii... .cfi^wdC || o. oiiti r | lo-iii.ii-
IceiMh. eTMn.l,,r: ui'.o > i'- 4|ii ir
.re-lai ilinji..* ii ru Ja j no-falTil, ija u. *i,
iua se dir quem ureca.
Cachanga'
Aloga-se pelo tempo da festa urna casa ranite
prxima ao ro, com 2 sala 3 quartos e cozinha :
a tratar na travessa da Palma para o Poenho nu-
mero n. 26,
OaVrece ?e urna ana para aigum collegio, ou
para co.taras, pira ca-a de esirangeiros ou na-
cionaes : a tratar no Csminho novo n. 70
AO PUBLICO
O abaixo assiguado Taz seien:e a seus ere dures
que havendo fallecido sua mulher e tend >-se pro-
cedidj a inventario das bros de seu casal pelo
Illm. Sr. Pr. juiz de orphos Ihe fd concedido n
praso de 13 das, a contar desta data, aflm de que
seus cred res apresentem-se em juizo e proven
a certeza de sea debito para que sejain aevidamen
te attendidos e se ..'yarein bens para sen paga-
mento. Timbambo 28 de onmbro ae 1870.
Jos Calazancio de Souza.
Fadaria universal.
0 abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico desta cidade e doi seos sobarbins, que
acaba de establecer urna paderia e confeitaria
vapor intitulada Universal, rua das Tamannei-
ras ns 3 e 5, do lugar denomnalo Jaqueira
Tendo envidado todos os meios possiveis para
collocar este estabelecimento as condiqoes de
poder satisfazer a necessidade que havia de uui
estabelecimento desta especie nos arrabaldes desta
cidade, o sbaixo assignado espera a valiosa pro-
teccao de lodos os seas moradores.
Promette o abaixo assignado que s empregara
na confecen dos anigos que se prope f ibricir
no dito estabelecimento as farinbas das melhores
qualidades, sendo tudo feto pelo systema trancez,
inglez, portuguez e allemo, para o que j tem
joutratado trabalhadores estrangeiros, conhecedo
res desses systemas.
Para maior commodidade dos moradores desta
cidade o dos seas sobarbios, o dito estabeleciiijeo-
to ter diversos depsitos para os artigos do seu
fabrico em differentes pontos da mesma cidade e
dos seus arredores, os qoaes sero publicados em
prximo tempo pelas cir ulares particulares diri-
gidas aos moradores dos arrabaldes.
No dito estabelecimento e seus depsitos, tanto
na cidade com- nos arrabaldes, recebem se en-
commendas de bandeijas para casamento, partida
ou prra qualqneroulro lim, as quaes devero ser
dirigidas em carta ftehada em que se determine,
pouco mai9 on menos, o valor das rmmmm encom-
mendas, as quaes sero entregues no logar da re-
sidencia dos freguezes.
O'itavo Adolpho Wurffbain.
SClcJaJe Ilesrcat va ''erpsl-
efaore
Por ordem desta presidencia e em cumprirnentrJ
ao art. 13 dos nossos eststulos, sao convidados
lodos os senhores socios a reanirem-se no recinio
desta sociedad-i para a assembia geral, que ter
logar no domhtgo 6 de novembro, afim de ele-
ger-se a (fretideacia e mais mambros que tem da
funeeionar no auno luturo de 70 a 71.
Secretaria da snci^dade Recreativa Terpsichore
31 de oinubro de 1870.
Antonio Annfs Jacome,
secret-rio.
Precisa-ae de trabalhadores : na padana da
rna do Kingel n. 9.
Precisa-se de duas mulheres mcionaes oa es-
trang ir;is, que saibatrr engorainar com perfeicao
e desembanco ^ aquellas qne estfverem estas
eondiQdea, podem dirigir-se rua Ja Aurora nu-
.nero 2i.
Precisa-se de nmarna pira casa de mallo
pouca familia e qu sai.i i rui para comprar : a
Ira ar na rua da Aurora n. 10.
Prerisa-sa de u u mol que d 16 a 20 Minos,
que sejaescravo par., n lervicu ile casa de pouca
familia: a trair na rna do Bario da Vic.oria
outr'ora Nova), luja n. 32
Bartholomeu & C,
-4\r?
i
' a;-.. \aih'Pb e Turro ru
j JtJRUB BWOI...
Olco, Pomadas Emplastro d\ tas i
'.'. PHl'AHsnOSPOH
^RTKOLOMCQ & C
PARMACEUTICOS-llRoOtlIST:
i JurutH-h:- -.-i) plmu h] r!CGOt>-"-'
-jujo o tuais i.^.lufu-tu ton.cu, .-'.).:i.< mt 2-
.aciiic.p cvliiuial |ipicli i... pa.leeim-i.
dn fig'doe bu,-". hapatlM. dures, tumsres iu;ir
g ;-.--' ni. i.; iln afV. hfdrujiesi", irr-
^t--,. it.li au lerru e un a p''n.
iblaroa*. MU dn oieiistriic", ^"r-iP
toa (i.| *-...i*ihj.i<-, U u qo .iiscm *iic.i
..<> oiiputlaDleJ btnH> 0.1ID i- '>.
pru*c*il4M | >>u o..nh-cido e odo pl '.
Ji-iCli iiimlic. do pII e rN>nnjl t.-V
l0pu9iloa .liMribnitnot griti.flftetu :
-"hor iretn rooboear i'lnriih!) t*n mi'u*
1 pplieaclo.
&s&*%.
o abaixo aseign
na (Iba d Fernando
all deixa n sta capital cono
em Io lagar a sen ir nio o Dr. Fram
em 2* ao Dr. Lmz F. Vacief Pioheiro, e m >
solicitador Balbioo SiiBoe* d 0. C. !>*, ae*
quaes deixa illimitalo* p.'ideres para tratar
de seas negocios coramerciaes, cumo de |
interesse.
Freilerieo H. da S: Tavorv
AMi
Precisa-sede nnn ama para eozi
de pouca fanilia : a tratar na praca .
dencia ns.8 e 10.
Ue um eventivo segnro e certo roMrB
lula calvice,
e di e restaura forra e sanAlade a peik.
da cabegai
Elle de prompto faz cessar a queda presa-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ra-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posiro que ae dssejs
n'um estado formoso, liso e meio,
Ce faz crescer os cabellos bastos e csaja
pridos,
Elle conserva a pede e o cseo da catees
limpo e vre de toda a espede de raspa.
Elle previne os cabellos de se tomares
brancos,
Elle conserva a cabera n'um estado de tai
cura refrigerante e agradavr-l.
Elle nao demasiadamente oleoso, gorfe-
rento ou pegadico,
Elle nao deixa o menor
davel,
Elle o melhor e o mais
para a boa conservaran e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o
teado dos cabellos e barbas do>
res,
Nenhum toucador de senhora se pode
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
ebeiro desagra-
aprasitel artiga
EXTRACTO DE UCATIAO.
tnico medicamerln apprr?p i r >r kxi > m
Ho.r.itapdeFtMf fvnnnba roam
I mtlhor prpumr.iM iiulun..!.'?- -r-jultula tm
\mmt \<;i t de \i. \t;i vo.
.' uaicolli ,;:Jai ira*4.-iii, liqn or cada
M litro dt a^'U.t, "H una co'htrfiH pravena par
I coda cupo grande.)
O mo4.lc dor .rito nn-ikt mam mm-
ro'.a d Mn.ni|.i, do ir*> -tt.aa r <
| tirtlja.
F.xiijir firv : da in.tniar s ,
Deposito Cir -.i -
RnrdfsFraiKs Bn.'rsfuis,t7 <=
tai e-ais.
Tietomto no lli ir Jrn-irr, .
I Baha, Sil.. L.. <; M ff-athtem. P. 1
i ('": : i anht*. Fr-rvir.i ''.
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TERDA3EIS0 LE RJT
de lesame-r, Dortear-^a-n
Ru de Seine, 01, & PA.RIS.
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Em rad.i i;arr.la, >ai. ralrr a mita e fmy I mrnt
qne l.-a o ni m-Ir, nm r.4nls im-r*> en anaw
tllociMao n lirniti M Mr i n..r |
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FLHINHAS
s
Arahk* e Mt tam aattkmam
LIVRA.lt I A. FRANCEZA
i.
II ua *. Or<(, P**
PMUUiSNal '

k,*iH~ n i ama matine





Diario de Fernambuco Quinta feira 3 de Novembro de 1870
0 salo de pianos e de
msicas
anodou-se da ra Nova n. 58, andar, para a
roa da
Imperalriz n. .2, foja,
reeotmuendando-se ao Illm. pu-
ende contina
faiteo.
G. Wertheimer.
INTERESANTE C0MPOSI<;e LI1TKRARI.1.
CONTENDO :
A noita do xtasis.
O sorriso.
A noile do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysieno.
"Jora orna carta critica dirigida ao autor pele
Lr. T. B. Rigueira Costa.
i volunte brochado ifOOO.
- AS CENTELflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
i volme brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
PRECISASE
De am bomem. livre oo captivo, para dislri-
Luir pao; e igualmente de orna ama que saiba en-
gomraar bero cosinhar ; trata se ra do Vi-
gario n. 16,1 andar.
Associaqo Commercial BeDe-
ficente.
Tendo-se esgot*do a libia dos suppleotes para
preeneher as vagas havidas na directora, e nao
estando prevista esta crcnmsuncia nos estatutos,
convocada pelo presente a assembla geral, para
no da i de novembro prximo futuro ao meio
da, resolver como convier.
A90caeao Cemmer ial Benelicente de Prnam-
buco 22 de outubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Jos Henrique Trindade,
Secretario interino.
Attencao
Quem precisar ''e om calxeiro com bom talho
de letra, para escripiori oo outro qoalquer oego
ci, dirjase ra das Cinco Ponas n. 148 con
fr.fite a estacan, que achara eom quem tratar.
Casa pa a alujar
O 3 andar da roa da Cadeia n. 4
A Inga
se
ama casa terrea, sita na Lapunga, com sotao, co
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
O Sr. St-ba-uo de Albuquerqoe Mello o og
ado a vir a esta lypogr phia. r
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Ra do Tiapch* n, 17, Io andar.
iJSacca por todos os paquetes sobre o banco di
ilmho, em Braga, e sobre oa seguintes lugares en
Paugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coiinhra.
Chaves.
Visan,
Villa lo Conde.
Arcos de Val do Ve?.
Vianna do Castello.
Ponte ilo Lima.
Villa Real.
Villa -Nova do Famslieo.
Lam
Lao-:.
Covi '-
Va-ral (Vilpasso).
Mi.
Bej .
- -amar Precisa-se de urna ama para pouca i
Jm.JVJumfinilia: na na doCatdeireiro n. 68
Precisase de- orna ama para
familia : a tratar ruado, Crbu
a casa de pouca
ng n. 1 toja, i
AMA.
Precisa-s de urna ama para eosintiar : a
tratar no Manguinho, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, j no caes da Companhia Peroambua-
oa n. 2 ; advertese que serve eserava ou llvre,
mas que eosinhe nem.
Retalha-se terrenos no Porto ua Madeira em
Beberibe. A posicao topographica dos mesmos
terrenos, sua boa qualdade para planiacoes, como
se poder ver pelos sitios nelle situados, muito
os recermnenda : os pretendeiHes encontrarlo, pes
soa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no teferido lugar, nos domingos at
as 9 horas da amanhaa.
Ama
Preoisa-se de urna ama que coznhe
gomme e compre para urna pessoa
Torres n. 16, 2 andar. __________
bem, en-
na ra do
WIOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Naiareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qoe V. S. se comprometteo reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flus
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a (evereiro e abril, e na 1a cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
tlm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quanao o senhor sao
filho se acbava no estudo nesta cidade._________
Igreja de Nossa Senhora do
Monte emOinda,
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Seabora do Monte em Olinda, segundo o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo que terrainasso o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tero empregado todos
os roeios e esforcos seu alcance, acontece
que o referido nao pode ser de prompto
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem reparares e concertos dos predios da
ordem, j porque tem liavido demora na
extracto das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assigoado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sup-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que se prestem a ajodar com suas esmo-
las a conclusao dos referidos concertos e re-
pararles na dita igreja de Nossa Senhora
do Monte, podendo para esse Gm se dirigir
ao juiz perpetuo
Manoel Luiz Vires.
Aluga-se urna boa casa eom mn solo, agua
e gaz, na ra do Lima em Santo Amaro n. 4 : a
tratar com Maternus Lenz.
Aluga-se o sobrado n. 9 na Passage da
Magdalena : a tralar cem J. I. de M. Reg.
Traspassa-se o arrendamento do eogenho Com-
portas, sito na freguezia de Muribeca, com urna
das melhores machinas a vapor, comprada o anno
passado, destilarlo muito bem montada, excedente
cercado todo de vallado, proporjues para grande-
safras e urna legoa ds;anle da estafan de Praze-
res. No caso do preiendenle fazer negocio com
os tres annos de arrendamenlo que falta e quizer
comprar a safra nova, vende-se timbeen gadol
cavallos, burros e alguns escravos, visto o acta,
rendi'iro nao querer contiuoar mais em engenho :
a tratar no mesmo.
Seheiin :t> 4 ('.., de Pars comronFica
m- =iih r- i qur' i'nt.-iti'iii relafSes
om su i lirigir sua* eonespondeoeiai aos
Sr<. C w Fiiho, no Porto, en orden) deas
dir v rinmmoniH eoe sofli Pans.se
jar reMabel rtdas. Emqoanii as remesase de-
vera o ret i a 1* va para Inglaterra para
ser aeetti .-. 1' va a rtn-sa ordem -/e.ipi aos
>esm8 Srs. Casaer (\ F.i". ?uir'> Mtn reo-om-
inen la para o; ; sr saques s/ Franca e Al-
Ifin^Tih.i.
AU
a
DYVETOT
Ra Estrella do Resario-M
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesae
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
uheiro sobre penhores de ooro, prata e pedrai
preciosas, seja qual for a qnantia; e na mesm
casa se compra e vende objectos de ooro e prata
igualmente se taz toda e qualquer obra de en
eomraenda, e todo e qualquer concert tendenu
mesma arte
Joaquim Francisco do Espirito Santo.
concordataria da massa fa'Lida de Mata &
Espirito Santo, pede aossi us credores o favor
de virem ou mandarem receber os i agamen-
losda Ia preslaco de sua conc rdala ; de-
venoo, para esse firo, diiigirem-se ruado
Imperador n. 41
CASA !)A Mim
Aos 5:000$
Bilhetos garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ontr'ora ra di
Crespo) n. 3 c caas do rostume.
O abaixo sssiguado, tendo nnilo nos seo>
f. hzes bilhele* om onarto n. 2368 eom 5:0003,
Din nii" D.981 ton 400. mn inUtiron. 1763 cmii
OOOOO, n outra s-i/les de I00 < 40^000 da
lotera qoe se aeaboo de extrahir (107*), eonda
aos BoSQiiiom ireni recebei na conforinidade
do cosime, seni deneonto aigutn.
Aihaiii-Sd a venda os leizn> buhles f&rai
tidos da 1* os'n- 4a lotera, a bonelleio da m
tn de Cabrob (168") que a* utratR seguoi
feira 7 do Borretite tw%
PRECOS.
Bhete inU'iro (KX)
M^io bilhete 3"00
Quarto loOO
Em porgan de lOOfiOOO para cima.
Bilhete int ir (400
Meto bilhete 2*700
Quarto U.ioO
Manoel Martin* Kiiu.
Corb.iiuuo o Aqiouo Poiivi-a Ui saber a
quem interessar poesa, que se acha auloiisado pur
iiricur. cao bastante de seu pai o cnmmendador
Thom: z de Aquiao Fonsnca para reeebi-r e dar
qoilacao dos alugueis de suas casas, e por tean
faz constar que -i.mente elle o competente para
ele lim. R-rfe i9 rte nntnbro A t8"0
J^
Cosinheiro.
Precisa-se de om cozinheiro, dando fiador
ruado Crespo n. 9, livraria franceza.
na
O bacharel Celso Tertuliano muden o
seo escriptorio para a roa das Crozes,
boje Duque de Caxias, ca>a n. 34, an-
dar, oonV pode ser procurado.
L)IA DE FINADOS.
Va ra Direita o. 133 I ja de cera, ha
orna pes>oa que se encarrega de ornar
catacon bas no cemiterio poblico, dando a
mesma pesroa lodos os prepares.
[t
- f '
Joaquim Pires Ma'itado Portella, seus irmaos e
cunhados, agradeceodo muito cordealmente a to-
das as pessoas, que se dignaram assistir a encom-
mendacao e acompanbar ao cemiterio os restos
mortaes de sua pre ada mai e sogra D. J ;anna
Joaquina Machado Pires Ferreira, roga-lhes ac-
ridade de oovirem a missa e assistirem ao memen-
to do stimo dia na igreja da ordem terceira do
Carmo, s 8 horas da manbaa de sexta-fera 4 de
novembro.
AL
iO
CompanhUAltfnfft
.we .rj-
seguros martimos estaibelecid
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.Ri. MO*
Toma seguro ie mercaonaa 0
martimo em navio* de vella 0 taaam
tro e tora do Imperio. A tend a Man
mercio n 17, escriptorio e
calves Beltrio.
CASA PARA ALCAfc-
Aluga se o I* andar do latrjin u. rw
Duque de Caxias : traur 1
ruado Caboga.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de jois d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
JMOREIRA UARTE .
AS
m
MANUEL C.

Tem a satisfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em 'sis de ser-Ibes mais commodo, tem
sito establecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, hi je ra do Mrquez de Olinda, ^
!|$| onde acharo os pretendemos, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os ptecos, qualidades e por pre- |j
eos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado j
darem, sendo possivel suas encommendas, pois pnderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- *&
maces as tazendas que a demora da fabricaro bem diminuta,__________________ _______________________fS|
NA ATIGA E BEM CONHECIDA FABRICA |
CHAPEOS DE SOL |
DA 3i
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo. ||
(Antiga Ra Nova) j
Ha sempre um grande sortimenlo de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par- P?
j#5S do e de algodo os todos os tamanhos e feitios, alm da immesa potcao de seda, merino, algodao e brim,
3s armaes de todas as qualidades para satislazer qualquer encommenda. A modicidade de seus precos to conhecida
.^g que escusa de mencionar.
Ama
Paga se bom ordenado por ama
nhe para orna casa de familia : na
la-velha n. 90.
Ama
Precisa-se de orna ama para caso 4e
milia : na raa nova de Saam Rrta 73
Ama
Na rna do Mrquez de Otin^oairor'da, a
d. 80, precisa-e de ana aan para
Ama
Precisa-se de urna ama livre os cansa .
cozinhar : na fabrica a vapor As farros i raa
larga do Rosario n. SI.
AVISO
Roga-se aos seoberes abaixo aaeaeainjaa 0 0-
seqnio Je compareeerem no Bazar 4a Moo i raa
do Baro da Victtria, a aegoe aja* aVt afa fea-
peito >
Joao Valentim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Saotos.
Jtao Jos Aw Santos Lina.
Jos Magalhies con fabrica de vetas.
Jos Marta Feruaodea, morador aa va *.
Ctbo.______________________________________
- Aloga-se ama casa em Olaaa aa raa 4o >-
tbias Ferreira, por 3 meza* para pascar a
e perto dos banhos salgados, por salo
preco : a tratar na travesea 4* aa Ma
Vt
Aioga-se om pequeo sitio aa orre, caja
casa tem doos qnartos, duas salas e easaha lora
e copiar: a tratar com A. de A brea fino, a*
roa da Aurora, esUcao provisoria, Aa da aw-
nha as 6 da tarde.
AMA
Precisa-se de urna ama para desafear as e*-*
de pouca familia : a tratar na raa Ao Tapria a.
9, 3- andar. ________
AMA
Precisa-se de urna ama para fazer o servir Ar
pequea familia, a qual se dar bom orAsaaaV
a roa de S. Jorge ( outi'ora Par) a. 138 I
andar.______________________
A negocio de seo interesa se soj* Maar
com um dos herdeiros de Manoel Comes Aa
morador em N. S. da Gloria de Goit da
da Victoria, na rna Angosta a. 31.
Ama
Precisa-se de urna eserava qoe eagimai
o mais servico de urna casa do laaaiaa : a
Visconde de Pelotas (Arag >) a. 37.
>A RIJA DO BARIO OA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
fran ezas, inglezas, aemas e to-
das todas se vendem por preces
mdicos, afim de acreditar a esta
0. jvo armazem.
C.semiras inglezas,
'rancezas, de tudas as
udltdadcs, brins de
ores e brancos'i cole.i-
/i hos modernos, cha-
peos ie sol de seda,
uuS. RUa
aro da Vclcr
DE
1
antiga ra
VOY
N. 41.
Assim como tem urna grande
oflt-mi de alfaiate, montada com
toilos os prepams que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e peifeico
na^la deixam a desejar.
Roupa de todos os
minhospara homen>;
; meninos.
Por todos es paque-
tes recehem-se Ihores e man moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
RUA
Bai/o da a'ie;v> :>
autijja ra
NOVA
K. 41.
bi
Acaba de sahir luz
E
VenoV-se
KA
Livraria frauceza.
W DEVOTA
DE
NOSSO SENHOR JESIS CHklSTO
{MARA SAMISSJMA
E
VARIOS SANTOaV
A aber:
Setenario do Senhor Bi:> Je-us do* Flasas.
Officio do Senhor Asa Pas;;.
Novenz do Menino Den-'.
Novena de N.Senbnra da Cwceii.:.
Setenario das f>>re- de Marii.
Officio das Sete Durps de Mari,- .'aona/sa.
Novena de .\. Senn-ra d Orm.
Offieio de N. Sei.h'.ra ao (^.11 mo.
Niuna de N. Senh ra da Peoba.
Canticta d^ N. Seabora aa P> ata.
Novena do B. S. hi" Bapt
Novena da Sentida Saiit'Anna.
Trezena de Sanio Ao
.N. vi oa do B. S. Ji .-.
(Ja l.ouiio vi Ion e 1 in adernaio.
Agencia
*
Este'estabeleciroento acoHa h, ; ff tr nia reforma Iadj(.a, m K(. ( aniM;is p CeimiM>dofr, e (m prntoalidade as encom-
nendas, hn^.mente ero tudo afim defmelhor servir os seus numerosos freguezes odxa-se de aonunei^r toda^ as fazendas, para
isn sp tornar macante" r

Oompanhia Fhenix
! Fernambucana
A directora da companhia Phenlx Pernambu -
cana deliberoa que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J..H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.
Precisa se de urna ama para cozinhar : na
ra da Cadeia n. 11, Recife. _______
Precisasealngar urna eserava moca para o
*ervlco interno de urna casa de familia : na rna
do Crespo n. 12, i* andar.
\
11..
O Dr. King inndou sua residencia e cooultn-
rio ii.'dico cirorgico para a roa di Aorora nv3i.
1 andar, o 1 (e >t ron-uitas das 7 as 9 horas da
maiiti.i e das 3s 8 Ir-ras da I r I nos li*- oteK ;
ao- r.naipjii|>ts devei >er por e-cripto e acudir a
AMA
Precifa-se de urna ama para servir a um1 pes-
joa : ta roa eurtita do Rosario o. 27, andar.
Francisco dos Santos Uacedo convida aos seus
amigos assi.'tirem a urna missa que por alma
de seu irmao Antonio Pinto dos Santos, fallecido
Diurnamente em Portugal, manda re ar quinta
feira 3 do crreme, as 7 horas da manhaa, na ma
tiz do Corpo Santo ; e desde j cordialmeote
agradece a toda as pessoas qoe se dignaren de
aisistir aquelle aeli._________________________
O ri?liaoo ii'Atnit-ida Morai-s, faz -aber aos
seus fregueze.' que mudu sua corbpira para o
paleo do Paraso a. 10, onde contina a servir
aos feus freguezes rom promptidao, delicadeza, e
por presos,cmnmodos.

^TTENCmO
Zeferino Dominf qes Moreira Jnior deixou de
ser caixeiro lo abaixo apianado de>de o da f f
do corren te ; bun i-fiui d* fazer a cobranza du
memo.
Recife, 29 de noluhro do 1870.
____^______ \rt Trabalhadores
BRAZILIAN STEET
Raiiway Company (Limited)
Pede-se pos senhores passageiros o es-
pecial obsequio de quando arrirem as ve
neziaoas das portas dos carros, arreiem
1 oro cuidado, afim de eviiar qaebrarem-$e
como est acontecenrin diariamente.
Wliam Bawlinson.
Gerente.
RUA DA CRUZ \, I
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assocar.x
Arados americanos.
Carrinbos de m'o.
Venezlanas para janellas. v
Machinas de descarogar algodao.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papei.
Motores para dous cavallos. ,
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balances, prencas, cofres de ierro, fogoes de ferro, enxofre, salitre limalha de
ferro e muitos outros artigos.
111 'ernambdc
Do l)r. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a pattrfsiea 1 b das as i;x4-m do
a a parrha
Cura ulcera" e ti m laaajpB, inniiaaar e
roe.
Tr.nie*
Cor?en-a e lipipa os rabHlos.
Plalas cali arllraa.
Paramente vegeta** em merrarii'
soes, pnrgao e 1 unfiram todo o ysiewi
Vend-sefeDriiv mente em eaa a> !
Johnstrn & C roa da Senzalla IsVva a. 45.

1
AVISO
Roga-se aos senhores passageiros o ob-
sequio de antes de embarraran mumrem- i
se de biiheles para- suas viagens, cumo de-
termina o artigo 2. do n-gol-memo desU
empanhia : nSo se admiltindo mais n re-
cetnroento de dinh irn dentro dos tren*.
Em todas as eslaGoes acharJo os st nho-
Prer.a.se de mn u dous traba liad res para om *' P'"r" bi,bleS a venda.
e ; Urga ti. 3i. I Williflf*' Bawlinson.
I
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Praaicla. Russia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laneeteur sa autho-
ruado, he mui auperior aos zaropes de. cuisinier, de Larrey e de salseparrlha. De fcil
mgestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente aern mrrcurlo, as
uecoes dapelle, I tapicen* alpore*. Iiminna, iilreaa, mirna flt-ar-
""d*. rararbHi*. e os accidentes provendos dos partos, d* idale crica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arr. be be especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potnssio. '
Deposito geral do verdndeiro ROH Ul'l'tXTEL'R, em casa do doutor GIRAUDEAU DE
SAINT^ERVAJS, ra Ricber, H. i Paria.


21SS1T?


PA R
i
|i>*mito 1 I. M Alllli II H :. l'trnam^co: JO.SE IIKI.I.O. r /'orlo JUfrt;\
NI I VA I.OVKK. ft'<^ fKItltKIIH n O". *. Mranl.ao.
Ama de eit
Precisa-se de urna ama que lala aon anu,
paga se bem : a catar na roa do Qoetanado a.
88, loja,____________________________________
Em casa de THEODORO CHRIST|
VNSEN, roa da Cruz n. 18, eocootrasa-at
iflectivamente todas as qoalidadea a viaAi
^ordeamt Rrartfi>CTe edn Hhasaa.
II, W BOWIAN
EIGEIHEUO
[Com fundiqao.
A RUA DO BRUM N. 88.
Pass ndo o chaf riz
Machinas vapor syiteau
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar
Moeodas de canea.
Taixas de ferro batido
Rodas dentadas para moer
por e animaes.
E ootros objectos proprios
Tudo por prco mwlo re '
foa,a-
- Priesa s<- >hjg, r 1 ni irrta
idade. par^-e ln> s p#pI
EmpreU-e i U
ihi-ea de predio nesta ^r*ca,
se 00 cemiira se uina casa a
do se o que tor de razi 1
sq a rus das Cinco Ponas a. ti, aja
|Oeai tratar.,
Dea|iv 11 tren no du 31 Am
la, rm pasar eor de rsf A01
ito voarin d. ie f ii v-1", egiiiud datli fnn a are Aa Qaaast
q3o : rogare. i> rtanu., aqn.i praav *|.*ar A
mar..la-lo lev.r i ra d l>MvtWba m 41 oa
alen .te -1 flear ;ninrr-imrnn'WfniiiV, oapaa
a ijuein o levar.*
-----1. r j a |ym i, rarr^-
vsn 88 e-1.1 'ei-entenimiir ariwa4n.
Prn-i
1 Ve]han. 8},
iaaa



Diario de Pernambuco Quiuta eira 3 de Novembro de 1870.
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
Este condecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtade das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos arligos abaixo menciona-
dos, i precos os mais resumidos que possivel.
CJJL^ADO FRAXCEZ
Botinas para aenhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muita outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e pernelras rnsslanas.
Botas e peraeiras para nuntaria, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e scnhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo.'atim Jda
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete avelndado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e LuLin.
Qninqnilharas
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, qoartos e ga-
binetes, toucadore> de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pnlceiras, hotdes, corremos e chaves de relegios e trancelins, tudj de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinnas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos calxinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
quecos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros pramptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de pays3gens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
rouPama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
peusinuz de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounohas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
rharatos e para cigarros, joros de 'tomin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
faetiaRU moderna muito eonvenieim para portas e janellas, cosmoramas, lanternas magi-
9, esterioeepos com iiueresuutes tisis* de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
piafes e pass^ios dn Paria, phoioirapuias e caixinhas mgicas, reverberos para eandieiros,
tapetes de vidrilho e de lid de cores para ps de lanternas, realejos grandes e peqnenos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercAs de vimes para crmcas, sapatinhos e
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conducir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilleras de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em cocta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O d.no deste estabeleciraento pede ao publico em geral que continu a visita-Id
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren viudos em di-
reitura e de conta propria.
GRANDE
HOTEL CENTRAL
' 37Rua 11 de Dezembro37
(Outr'ora Lrgn do Rosario)
No moito ceobecido HOTEL CENTRAL encontrarao sempre os nossos innumeroi
fregueses notaveis melhoramentos, indispensaveis para conamodidade tios llostres fre-
quentadores. .
No HOTEL CENTRAL encontra-se-na constantemente tudo que de confortativo t
deleitavel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acba-se all orna excellente casa para banhos, um salo todo afcafado a
guarnecido de divans, piano, jornaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
dulce nmm
[Soctedade Liberal Unido Be-
ntficwtc.
De ordem do eouselbb administrativo, sao convi-
dados todos os socios a reunirem-se em asembla
geral extraordinaria no dia 4 de novembro do cor-
; rente anuo, as 7 lioras da noite, para iratar-se de
'negocio* urgente* tendente a tne-ma ^ociedade.
Secrefaria da Soeiedade Liberal Uniao Buieli-
, cente, em 31 de outuhro da 1870
Innocencia Xavier Vitmna Sobrtnko,
i." secvetario.
Normas da Ha vana.
Suspiros.
Napolees
Havanas.
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos ** /
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso nnumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estraageiros, en
contrarSoes commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
\ AO HA MAIS CABELLOS BRA WCOS
A tintura jaooneza para tingir os cabellos da cabera e da barba, foia nica admit-
ida Exposigao Universal, por" ter sido reconbecida superior s todas as preparaces
ate boje existentes, sem alterar a saude. Vende-se a 1(5000 cada frasco na
Ra da Cadeia n. 51 1 andar.
ANTIGA
AM4
Paga-se bem alague! a urna ama que cozmlie
e compre para faioil,a de duas pessoas a lra)ar
na ra Nova n. 10.
COMPRAS.
Compra-se a colleccao
do Diario de Pernambuco de
Janeiro a junho do anno d<
1866: nesta typog yohia se
dir quera compra.
Lom muito aiaiur vantagem comprain-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
Quem quizer comprar doiis terrenos para
editicacao na ra do Kotocolomb em Afogados,
dirija-se ra da Concordia n. 15._______^^^
Cempra-se um cylindro americano que es-
tsj'a em bom estado : na padaria da ra do Kan-
gel n. 9.
M&.
VIMDAS.
DO
DB. S % BISO O. Iu PIA'IIO
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ra do Barao a Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
A viuva do Dr. Sabino O. L. Pinho, proprielaria da antiga e bem conhecida Pharmacia Especial
Horaeopathica de seu finado marido, desejando manter o crdito de que gosa este estabelecimento de
corresponder cada vez mais a confianza que em seus remedios depositam os amigos da homeopatuia
nao tem poupado esforcos, afim de dar aoseu estabelecimento todos os melhoramentos necessarios, e
colloca-lo a par dos progressos que tem feito a homeopatbia nestes ltimos lempos.
Com este intuito a mesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna pessoa habilitada
com pratica da 10 nnos em pharroacia homeopathica, e encarregade ao babll" medico homeopatba
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparado dos medica
mentos.
Aehando-se esta casa em relacoes com os primeiros eslabelecimentos deste genero na Europa,
de onde Iho vem os medicamentos necessarios, contina a offerecer a seos freguezes todas as garantas
e modicidade do precos.
Prepos das boticas
Clobulos
1 botica de 12 medica-
mentos............ 10*000
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore ra das Cruzes n. 42, olferece por di-
nheiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter recebido muitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Macies, peras e abacachi?.
Chocolate de Id a 1*800 a libra.
Castaohas a 320 rs. a libra.
Especial manteiga ingleza e franceza.
Hortalices para sopas denominadas Julieuno, que
substitue perfeitamente as mais frescas ervas.
Queijos flamengos o que de melhor se pode de-
sejar a 2*800.
CaixSes de dc*e de goiaba a 800, 1*, 1*200 e a
1 dita de 21 ditos.
30
36
18
60
IzO
240
13*000
20*000
24*000
30*000
34*000
30*000
00*000
S0000
G05000
Tintaras %
I botica de 12 medica-
mentos............ 12*000
1 dita de 14 ditos..... 24*000
t a 30 28*000
1 36 32*000
i 48 > 40*000
4 60 33*000
1 120 80*000
1 240 140*000
Acabarnos de receber um bonito sortlmento decarteiras de diversos tamanhos e postos, vendidas
a^scolha do comprador.
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas,
quer indgenas, e bem assim tudo quanto respeita homeopailiia ou a sua pratica.
Caixas
1 caixa de 24 vidros
com tintu-a e 48
tubos..............
1 dita de 36 ditos e 60
tubrs.............
1 dita de 48 ditos o 120
ditos.............. 80*000
I dita de 60 dito= e 240
ditos.............. 100*000
1*800, dito em latas a 2* e 2*500.
A verdadeira farinh* americana vinda de conta
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 300 e 640 rs. o maco.
Bolachinhas de todas as qualidades e do;- me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e portuguesas.
Vinho de todas as qualidades.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem. em
saceos grande?, a o*.
Especial e aromtico sabao de familia a 500 .
o kilo._________________________
Calcados inglezes
Borzeguinsjnltzes de sola grossa taxeaJos |
homens a JSO e a 8* o par : na loja de calcado maior palle UOS Xaropt's, om >>
da bota de ouro, na ra da Cruz n. 21, obrado
amarello. __________________________1_
Vende se urna annacao no paleo do S. Jos
n. 87, com todos os seus pert?nces para taberna,
e com commodos para familia : a trata na ra
do Hospicio n. 30.
N
Si
MEDICAMENTOS
Apisantarthrica (especialpararheumatis-
mo) 1/2 onea....................... 2*000
Cactus grandiil >ra (para brouebites, pneu-
monas ele.) 1/2 ooeas............... 2*000
Calndula (qbeiinaduras etc.) 1/2 on<.. 2*000
Enilolia (para botibas) 1/ onca........ 2*000
Brylbroxilloa n uva 1/2 onca........... 2*(mo
Harapnama (.para paralysias) 1/2 onca.. 2*000
Plumera (para mordeduras de cobras)
l/lone........................... 2000
Planta}r,i mayor (para febres iutermitten-
tes)............................... 2*000
i Rabo de tat' l'arn as affec oes do
pey)............................. 2*000
2*000
Sarracenea-purpurea (para bexigas)----
Schynus (poderoso as afleccoes de gar-
ganta).............................
Tomaquar (para dartros) .........
Tarntula............................
Opodeldoc de Rhus 1 vidro............
Op' deldoc de Bryoma 1 vidro..........
Emplastro do rnica 1 carlao.. .
Chocolate f>pi>cial homeopathico I libra.
C?f homeopalhico 1 libra.............
Pao para denles 1 caixmha............ 1*000
Pomada homeopathica para o cabello
1 vidro........................... 1*000
Emplastro para callo, 1 caixa..........
2*000
2*000
2*000
3*000
3*000
1*000
1*000
14000
Vende Joaqnim Jos Ramos
:i. 1 .andar
n
ra
'-i
da Gru
Vende-so o eslabi-lecimento d molhado
sit ra Direi'.a n. S9, o qual olferece nnilai
vantagens, atiendendo-se ao grande eonmereto I
da via frrea do Reciffl a S. Franci.-co, assim c D
tambem por ter a casa a proprtdade para iiiii
prog resto.
Em lempos modernos nentana iiesc#v>
ment operou maior rt'\i>lor5o dodiwo *
corar anteriormente era vopa que o
PEITORVL DE AMCURT.i
' TANTO NO TKATAMENTO DA
TOSSK, r.BOPO,
ASTMMA, TIIBKA,
ROL'QUIDO, AESFlIUJIEMr*
BnONCHITES,
TOSSK CO^rTTLS.\,
DOn^S liK'l'EITO,
EXPFGTVRArAO Vt SA.'WiCB.
Como em toda a grande serie de eoi>ra
dades da caut.anta. do rr.rroe dos o*r..u
na iiKspuiACo, i|ii: tiilo atorme.-iUH -
zem solTrer a Innnanidade. A mar'.eira I v
tiga de curar consista geulir.e ti; na api
cacao de vesicatorins, sangri.^. sarjar ou aj>-
plicar exteriormente ungentos fortiauDir^
composlos de substancias vesicantes, aUm
de produzir empolhas; cojos difleimlnBr-
dos de curar, nao fazir.m seno nfnqor-
cer e diminuir as lonas do pobre !oer.e.
contribuindo por esta forma d'uma ma.>-ra
mais fcil e certa para a enfeiinidad* a ti*v
truico inevilavel de sua victima f Qaem n-i-
jerente poisto o eflri admira^el Ho
PEITOR.AL DE A7UCAMOTA I
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICA B \f. *
lNAUTjrrOS SOKERIME.NTOS AO MBS1
CALMA, MODIFICA E SUATO.* V OOR
ALI.IVIA A IRRITVCO
liKSE.MVOLVE W E-NrEADUIENTO,
FOUTIFICA O COr.PO
e faz com que o syslen.u
Desaloje d'uma maneira pnnnpt.i ra > a
at 0 ultimo vestigio da enfen;
melliores votos em medi'-ina ti Europa '*
Lentes flus CoHegiosd83f0MM4i mt'
testifican! si'ivm wuetm i \irilimm&3*
relacOes analgicas, ooalem disso'a expn
enca de mlliares de pessoas da Aaier a
\ Hespanhola, as qoaes fonim caradas ti a
este maravilboso remedio, sao ais c *
! sulcientes para sustentarem a opmi o
PEITOR.VL DE ANAC.U.TITA !
Dcve-se notar ineiramente iz^nto de venenos, tanto rm. .--
raes, como vegetaes, em 'juatiV. ijn-
alguns destes ltimos, e p3rticn!aT."
aquelles que sao dados sob a forma da
c Acido Ilvdrocanico. forman a lia-e >fik
fcilmente se encana a c;T(fnli.
blico. A Goniposii.'o (. Ana.aln..
-'jaach;t-se linda e carie
j m frascos da meiif.i >!' CBra !' I
! quarlillio cada um. e co.no ; !
na so d"uma culliei iMJBm: r>a;a
ramente .1 ipp i ac 1 1'nm nn !ihi
I para arlV \>.v.- "10 |n:ii nrr cura
Acia-se \.':>ia n< '
i P. Man er A-1:., .'. :
Caor-. B. M. Barbota k Barirytfta
A 8^000.
Vene-se bor/^guins francezes, "bra gaspiada c
imito boa, pelo diminuto preco de S* : venham .
lies, antes que se acabem : na ra da Cadeia n.
>0 A, loja de miudezas.
tUtencao
Vende-so a armaeio e perlenee^ da i tarta p
logar doTr.;)ii. II, propria para ;. rnrin-
cipiantec, cedenJo-.-e ao comprador :: : ..
4TTPVM
a i! Yj \y fo srma. .. A "
Lona 111 l Dita
- IC 4 1 pi: -
S '.i-. filh r;nh de 0 : ; ...ix ( a a Sabi
dn sobrado de um andar po
tratar no rae*iim sobrado.
cima da mesma :
i 1:200.
Ha excelentes apparelhos modernos do douches oceulares para tratamento das inflammacoes
Vend-aq tambem o Ihesouro homeopathico ou Vademcum do tnmeopallia, pelo Dr. Sabino
[.-. Pin lio, 2
Nao os-stindo at bn\o meio de poder venOcar-se a bondade on efllcacia dos medicamentos
tnmcnpathico* *n<) pelos>ffei wgo am negocio todo de conftanca e de f; por isso ac, ns.-lhamos aos que cempram
remedios bomeopatbi&is que procurem antes urna casa que Ihes inspire omBanca, do que quem venda
mais barato. Tudas as preparaces d.'sta casa sao feitas escrupulosamente por meio de machinas
especia*? e debaixo das vistas de um distinelo midieo homeop?lhs.'
Distr bue-e gratuitamente aos que compraren) percao de medicamentos: nm rgimen liomeo-
pathico, organisad 1 pelo fallecido Dr. Sabino, um avuiso sobre o empug) da vaceina Homeopathica e
do Plumera; $ nm fulheto sobre o cholera pelo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathico
O amigo *jfisultorio de^te i-ftabelecimento dirigido pelo
Ble $Jtm@3 KH-IAO
Oon-ulta todo* o? dias das 10 horas da manhaa ao meio-dia.
O Dr. Santos Mello responde com promptidao qualper consulta que Ihe dirigirom
e enjontrado a qoalquer hora do dia ou da noute, para chamados, tanto na cidJ
interior.
Consultas e medicamentos, grates para os pobres.
43Rua do Baro da, Victoria43
(ANTIGA RUA NOVA)
PE tMAMBUC.
do interior,
como para o
A mo de gur
Nova loja de joias
RUA DO CABUGA' N.9 A.
CE
Manoel da Cimba Saldauha & C.
Acaba de abrise este estabelecimento de joias, o qoal tem grande sorti-
mento de todas as joias le ultimo gosio, a* quaes vendm o mais barato pos-
sivel. ., .
Todas as joias sern garantidas onro de le, pois 03 seos d'inos tendo em
vista so adquirir frguezia naoolvidarao, vender bom e uof precis os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabeleciraento, certo de qf.e ficar
satisfejto.
4' lAO DR OURO RUA DO CABUC N. 9 A
... 1


XAROPE SEDATIVO
de catea de Laranjat amargas &o
BROMDRETE DE POTASSTOM
De J.-P. IiAROXE, rmm dc tAmmm iSint Paul, Parla*
Todo* os .Mdicos concoido *m -;ae o BromuW de Potassium nuro lem sobre o
si~u oa nervoMi, nina nrco i'^tm uilmmm .. Reuni.io Ao Xarope Larote de
Laraiija amaina. rujH ar^it regrwra as fuu <* do esiomngo e iios inleniinw,
hum-i>a4iii-uie ipprwii'jo Sem rereio d'a/Jdeuiese pode dar a pessoas adultas.
. ,pi.i,. li que para -..- mol..i.< Hnwi ** prwuva- Har u ereunva, pan
git*(to, BU>oviiii. Umm 4urant t duMif.
I);poJi'P em lUu de Jwfiro, B <**; ni Pernambuco, 9. Maurar ;';
'em HuCiU), raleo Ata*' em Wi A *iai; em Bulua, Da aoaaa em
/.urmnltdv. Vanairaa ; em Ouro Prelo, WbUmob.
Ibo.
i loo lid ._ ,
i a rima h
i r. ;
Vende-so em saceos grandes, de su erior
iiade e muito nc, pot raen ) preco nu
ipialimer pa iio n. ...
r '"le Ins I.-pps G.________________________
CeI nova de Lisboa
Vende-se na rua do Barao d i Triumpho, outr'o-
ra doBrum n. 8J, irmaz m de Pereira da tt
Irmios.
,rri


co o ;
l.t'
n, t

1/

\1
. I
I H
00 nis
Vende-se urna taberna com poneos fundos pro-
prio para alguip principianti' e tambem .-e vende
j armacao : tratar na rua de S. Miguel n. 34
nos Affogadcs.
Attenijo
9
v;'
Crespo } :.. 13. d '.
de Vasco!* eilot.

I
Amanhaa das 9 horas do da em dianle, no pa-
teo de Collegio acharao os conpiadons alpun?
bois muito mansos e gordos a venda : quem
quizer dinja-se ao Ingar acm.a meociooado.
PIANO.
Vonoe-se um piano moderno de muito boas
vozes, e do autor mais afamado : quem o preten-
der dirija se rua larga do Rosario n. 2!, primer
ry andar.________________________________
Vande-se um sobrado de um andar em Be-
beribe junto apante, com mudos commodos, e
mais de dous mil palmos de trra para retaihir,
com frente para a estrala e fundo para o rio : na
praca da Boa-vista n. 6.________________
Vende-se a casa com silio na rua da Trem-
pe ine vai para a Soledade n. 35, e outra na rua
da Gloria n. 92; assim como precisa-se de nm
feitor para engenho : a tratar na praca da Boa-
vista n. 6, botica.__________________________
Vendemsa terrenos proprios para dilira-
cao, sito* naa ras do Tambi e da ConceicSn, no
bafrro da Boa-vista : as pessoas que os p^ leye-
ren) podem dirigir-se rua do Hospicio n 3'. so-
brado, onde acharao com quem tratar, das 2 ho-
ras da tarde por rtiantp,
LIBRAS STERIIM
Veiidrin-.-e libras ^(rima-
de Olinda. scripturio n. 49.

NOVA FU UTA.
Cal tica de LisoAa
ch^p.-da nllimamen'c pelo patachu P>* pro. v ;-
dem Cunha Irma' & C rua da Madre i
IfflliilL
Tem venda cm sens armasen?. alea V i otr -'
ariigo de seu neg io regular, o srguiav-. .-
eslao vendendo a preces mais bariM fu; sk
ira qnalquer parle :
PORTAS de pinh alaofadaaj.
FABEI.I.O em saco grande* a 34S
GRADES de ferro para eercaaW.
ESTEIRAS da India para cama e torrar nia-
CA.NOS de barro francer- para ttfhto.
(RS>0 -uperior rm barricas a arrotas
CEMENTO de todas at qnaiaWn a Wr -
preeot
S VCHLNAS de de BARKIS grandes r..,, pm. da Saacia.
LONAS e brinzdes da Russa.
OLEADOS amerifam para fem> de :arn-
KOiiKS americanos moito kaw t ecoaMaK -i
VI \lid le Bordeaos rm eaixas.
COGNAC superior de Ganiirr Prenr.
Mil 110 de Pf rnsndp a 3# o ot
AGUA florida;
BARIU? de c'arne salgada W jorco t V *>
ii'i) rnnpf m it-'e. a vm? v tira.
Ni ulliciiia di i .i e S Fra-
(! m
Na loja da Agola n> n: i rna dfi fl i>
vende-se u,
praia do novo syr-lem c.mi j s< n ( impe nip
thorto.
di
Cub
O:
Vence -e um fahri
o i'sudo e iiiiiiin tu-
arreios ; assim rtinni
irolador i|u' lamlieio
-epaiMil.......lie : pa .
- Ven'l- h ni i.
ouro: na rua <11 (i
Vt-nd r-ejmi |i
doro Ci/ri.".liuti:eu a io
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i' par
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mi j r rii"! ii
II -. i'..

o-
I",
Ai


a
Diario de Fenambutu Quinla feira WIP^KemDro de 1870.
i -


,1
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPEMTRIZ-60
DE
l'EREIRA D4 SILVA & C.
Neste imorrtante estabelecimpnto encontrar o respeitavel publico, ntn grande e variado sortimento de fizendas do mais
aparado gosto e todas de prime ra necessidade, qae se vendem mais baratas do que era outra qualquer part, visto qoe os no-
tos socios desta Qrma, adoptaram o systema de so venderero D1NHEIR0 ; para polerem vender pelo calta, limitando-se apenas
a ganharem o descont ; as pesoas qoe negociara em oequrma esca'a nesta loja earroazem podero fazer os -eus sortinreatos
pel s raemos precos que compram as casas inglezas, (ion ortadoras) e para maior comtnodidade oas Extras, tamil 13 se dar
amostras t\(> todas as fazendas, ou ibes levam em suas ca*a para escolberem.
#D-- Ru.i da Imperatriz 20
Acabado eheiar para a loja de (alendas Bus
deDoajHHi Paris, um arande sorti*
ment iiaumu^M, eomosejarn: cortes de
poil de thtvre, eom llura? efcocezas de urna e duas
;aias o que ha de mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadines, lias eseoceus, alpacas,
bareges, (te, etc., e um completo sorlinienlo de
chitas, ma Japoloas, cambraias brancas e de core?,
organdys o cambraia imperatriz, e outras multas
hienda!), lado do que ha de metbor oeste merca-
do, que tudo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attenfao do bello sexo qna qolier
andar na moda, e ao metmo tempe esperamos a
sua proteccae. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as azendas que aos pe-
direm.
20-RUA DA IMPEiUTRlZ-20
Farl A Leaaa.
fflUNIE M
PJMA N0IV.ID0S CORTINADOS, COLCHAS. GROSDENAPLES PRETOS
Chpgiu para o Bazar do PovSo um gran- Chegou pi-ra o Bazar do Pavio um gran-
de s rtirnento dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores urtisdeneples
borda os, proprios para camas e janellas, pretos que t- que se vend/m de 105 00 al 200 > O o veodem de 10600 at SduOO o covado ;
par, a-siio como o melhor damasco cm 8 s3o todos mnilo em conta.
oaltuo* de largura a imitacSo de damasco MAN IELLETES DE FILO
le >f.!a. pmprias para colchas, e propria- N Bazar do Pavao venfle-se moderoissi-
twntft colchas de damasco, send os melho- mos manieiletes ou basqoinas de fil preto,
res e mais boDitas que tem vindo ao mer- om k*jo, pelo barato preco de 105000 ca-
PECHINCHA*
O
da ora, barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENgES.
No Bazar do PavSo vend-se o melhor al-
eado.
TAPETES
Checou para o Bazar do Pav3o o mais
elegante sortiment* de tapetes grandes, pa-
ra s< fas, com 4 cadeirss, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
piani'S, ramas, portas ; etc. venle-se por
menos* do que em om>a qnalquer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Ba ar do Pav5o encontra-
r o re*peit ve! publico um grande sorti-
aaeoto cas como de cores, a saber:
sas corx peitos d'algodSo e delinho,
para todos os precos e qna'idades.
Cero l3s de linho e algodo.
M -i -i cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno prsto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Di'a^ de casemiras pretas e de cores, com
eolletcs iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
preces e qualidades, e tem do mais mais
jm perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceta qualquer pecle obra a capricho
oa go to do freguez, temi n'este importan-
te estibeleeimpnto t das as quadiies -^e
pumo fino, as melbores e mais moder-
! liras, assim como os melhores brins,
r brancas, qur de cor; e qoan'o qual-
ebra nao ficar ioleirame-jte ao gosto
ragnetes tica por conta do estabc-leci-
me;:
CHALES DE MERINO
r u para o Bazar do P.u;o ara elegan-
.ent> achales de rairin de cores
tmM cura pvlres rnoit) decentes
pan qualquer urna senhora usar, ditos de
erpeo com listas de seda o mais fino e
i qu^ tem vi do ao merca 1 j, e veo-
lor bmco moo em ooi
TOALHAS A W50
No Baza'r do p-i\> fez se urna grande
com n d- tnalbaa aleocooadas, propriaa
para ri t>, bast oto encorpadas e grandes,
que sHinpre se lenderam a Jl2)5000, e li-
Sfl a 7 500 a daza^oo a 640 rs.
rad u La, b"a pe ibioeba.
CORTES DE CHITA
W2 3520 .520
35-200
N i B zar lo Pava) vende-se cortea ii fi-
h com pad'ss.laros e esca- to n^'J'c', H 6 :1" M*l ,,m
PAVAO
Ra da Imperatriz 60.
Para Tender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VES I IDOS A
A 600 RS.
Cbegou um eiepante sortimeoto de las-
godo inbo arntricano enfestaao p-ra len- inhas do JaPa coai d"es deaeda e de
Ce., tendo liso e entrancado por preco noiVi boa qnalidade. que se vendem a
muito barato. ^^ rs- covado. E pecnmchi,- no Bazar
ESPARTILHO, d" Pav3l' raa da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pavo recebe'u-se um elevan- pocpeunas do japAo a 5600 o covado.
te sort ment dos mais uod-rnos e melho- Cnegou um elegante ortimeato de hn-
res espartilhos, qoe se vendem por preco d'ss mas poupelinas Jiponezas, com os
moito em conta. raa's delicad>s gosto?, tendo mut) lostro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com lisirinhas de se)a, senio esta nota
O Bazar do. Pav5o receben um grande fda nasi da larjura da chita france-
sortimt-ato dos melbores pannos de croch, za o vende-se pelo barato preco de 10600
Cal de Lisboa.
Vende-je cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco rasoavel : do armaem de
Manrtel Teixeira Batos, ra do Gommercio n. 13.
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientifkar ao reapeatel
feral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qoe i
te tem recebtdo, jostamentefqondo ella menos o pode fazer e porque essa faMe n
luntaria ella confia a espera na benevolencia de 'todos que lh'a attenderao e lettm
continuando portanto a dirigirem-ae a bem conhecida leja da AGIA BRANCA Vfia
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de aaperioTideie e
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCHODAI*-
Do qoe cima tica dito se conbece qae o lempo le qoe a AGUIA BRANCA pode
dispr, empreado apezar de aeus costos no desempenho de bem servir a aqoeDw qm
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sen ev
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, elta resomidamenle
cara aquelles coja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveia,
bem soja
os, tend 10 11 el cutidos; ?en-l<> f-
. 'oe V'ie m it i mais linhairo e liq ii
aeim 'ra r.'-absr, na roa
ip r !/!/. n. 6U B';.;i"io Pu t.
. S DE CORES A 255 'I e 35500
'i.-o aoodi rnissim a bnna de linho
'j ateoret 5xa-, se*lo o no te
de catea a 2 55 0 n 355 i> a vara a 15' 0)
i.: no B)zar doP^v > rm
r n. 6>.
_ CDRP'NHoS B\.NC0S A3 000
;'!: <) Pav." i w i corpioK.os
m.rai rn; sbord le'ujre si-oiJeua 85 O e loj
; m- a 350OO p)r es :irem ura
ti 1 'S. pee iincoa, na ra di
n
FU OS DE COR E BRANCOS
~o ounit>} ns'ou brine->s e de
cores, r r o- ;) ra vestido- iBt'n us, -f i do de corrt* a SOO r.^ o c >*a
: r n s, a \V.\ e K4 res, pe-
chinctia, n Rizar do Pav> na d* Imp;-
.
CHITAS BARATAS
i i) ria
) reia.
a "0 res.
ir.- chtas larris c a moi; h is
pa>n s6*.a:, oel > r I
"i' ; c i^s il i m !s ira
40 ..' 11 t 2J0 0, paoh nc n, 00 U ; 1
do P
\^ C\SS\R DO 1'VVAO
2 W ri.
n ""> >es.
a 'li a< c- .. r ; tniu-
mU) oreco le 2 m res c-
d'> Pj a 1 I n-
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qmlquer parte.
PARA fcENCOES
No Bazar do Pav2o vende-se so >erior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linbo cora a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
di I nhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720at 15 a vara, assim como nmg ande,
sortimeato de 11 mburgo uu creguelas le
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do qoe era ou-
tra qnslqoer prti; aproveitem-
ATOALHAOS
No Bazar do Pav3o vende-se superior
atoalhado trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 15600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o tuelhor que tem vindo ao mercado a
3^500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 455(0.
No Bazr do Pa-ao vendo-se bonitos cor
tes indianos com duas sahs para bara-
tissirao prego de -155 >0 cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Basar do Pavo yeiide-S3 constante-
mente o meihor aortmaote de fazendas
pretas para luto, como s^jam : '
Laasinoaa rutas lisas.
Cansas pretas le lia'
Cseas pretas, fraacezas e inglezas, lisas
e com sslpici .-.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
D4.s latrada ora branco.
Uerins, caoto s, borabaziaas, que so
veo lem ;ui> barit do que em outra quaf
qur parte.
CACH8-NEZ A 65000.
No Bazar o *av5o vendem se bonitos *
ran'e- caehi-nez de pora iaa, pelo nar'4-
l'E'HCNCHA EM CAMBRAIAS VICTOIilAS, A -),
65, 75 850 0.
Veide-se om ex^leorti o sortiracnio de
tsimas cambraias victorias, por preco
mai baratan do |ue em ootri qualqii'r
parte, ei h cada peca 10 jardas a 55. 65,
l; ;:" e 75 ><, i'.i.Simasa 8;50) ; tola-.
osa< cambra a- vjiem mnito m3 diobe e liquidante por preco em relaeao;
i>ma grande c ipra quo sj fez uo Baza
do P^v..
BAB\DiNH)S
No B sortineato d s mis lio s babadinb >s borla-
dos taado* e t-ans.urente, assim enmn
urna gran e percao de entr ra ras largos
e>tre t .3. qoe para acabarse veinle m di
em eonia e mai- h rato do qua em oetra
qualquer parta.
*8rlN*DE CRBS E GROSDENAPLfS
No Bazar d vi 1 v-od'.-s-i um sorura^
10 c> op'etn os .[. re* setin8 e tros ^
'tapies '- 1 "i ':!>, que se veo eio
arait 1 em couta. '
M.IIAS.
Ven 1 1 .'a n 1 o Porto cora labyrimho.
prop-j.,. y r 1 ioi i Biar do Pav^
rn di I o( 1, 6n
Colclia< bra esa i 0, 33500*75000.
i O
ti
din
rad
I*
P
a *
a i
no 1
as
n>
o
\\ sai as ai, ueriio.
''_ 1 lo P.ivSV un !
' > ,>i 11 1 T-a
re/as l*: 1 I
Pa -
sort "f-n
sen lo d*
t-IB V|l r
b i'. 3
me m "
sorli 1 11
p -n :
itii \t qu
v !
i
ll'JO
M
*t .
da o e fue 15 r-n
m a 11 1' Ijll 1!
1
*
'av ch g mi uto. j'-< w
'ore*, coicas 'eJ-s,
i r s o-TJCor Hl 'S >I -
75 1 rlVti- b .1 o i'-o mi-
sa 3520o; tamb m n
11. >e ven h 1 un pea '
me- e phia* prupriaa
o "Hi iiIOhhi im. i.
1 l5-';'' >n coalo
mm i nontide 3-iH-r
1 1 h<, para
ti u nos, e vend* >e
i 1: pecliiocria uo
.- o 350!>.
t :' t if>
-Ii;:>o>'
' i ra O
: ; A.
TO.
; 1 de chale--
'. "O pr^t<
ir v. y m
0 1 I UHI
-, a roa oa
cada c .\S POLPRLINAS DO PAVO A 25000, 0 COVADO.
Cbegou para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortia ento das mais mo ernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco de 5000
cada um covado, assim como ditas com
goft's escussezes a 25400, pechiucha no
Bazrr do Pav3o.
SEDAS A 25CO0
Cbegou u a decanto sortimento de boni-
tas seda de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vin !o aa mercado e ^eudem-se
a 25000 o covado, na ra a Imperatriz
Bazar do Pavo
AOS 2000 VESTIDOS PECIHNCHA ADMI-
RA VEL.
a 250pO, a 20000.
a 23500. a 25500.
a 25000 a 2$0f0.
S no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos cortes de venidos
de paaotasia cora lio. ios gosto, seftdo f.zen-
dds Iraparenres com delicados i) irdados e
listras que :i nao ser um giaude pechin-
cha qf-e se fez na compra saiia para muito
mais dinbeiio, e l!;uida-so a 2$ e 2530 ,
unicamento ao B'.zar do Pavo.
lasinhas transparentes a 400 s o covado
Vejide-se iSasinhas traosiia'-pn
te cora lisirnnas miudiobas, imiva^So d'
urna > cor e muir 1 bnltiaU.'s, pelo bara-
tssiuo p-eco de 4oO rs. o covado, no Bi
zar 'o Patio
BONITAS LASINHAS A 500 S. O COVADO.
Vi ii le-.o defiendas liAtobag com tfl-
rentes g'st'i peio o r^to pr^o de 5'X) rs.
u covjdo, no Razir do Pava i.
ALPACAS BRAXCAS.
Venle-se um bo-iiuj sortimento de fins-
si a> aluacs orancas latrai'-, imiuicio
dt Suda, i asameotos 1,0 Btar i!o Pavo
ALPAGAS LAVRADAS A 400, 5G0 E 640 RS.
Vealf-se d;is alpacas lavra la^ "le todas *s cores pura
vestidos e veo iem-se a 400,530 e 640
e a mil e tai tos res o covado, no Bazar
O P-tv5n
BAREGES DE QCAORINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Vrt des- as raaia i ilis emoderean Ifa-
sm as ii har g s d- q ia para -stilos, ten i> qua-i largura de chira
rsruvzi. a lq-iii.sc a 4u r. o coviio,
no R car Pv| >.
MERINOS DE CORES PVR.\ VESTIDOS.
Vende- e >, n>tiM mero s urna so
cor Com cores mu Mrios para vestid
o ron as pt ; T-an;as por ser urna faz-ra-
da ii- ,iora laa iuhho le^e, vender a 15
o cova lo, im Btv d Pa>o.
CLACOS A IjfilOO PARA VESTIDOS.
Veuiiri-s um iln ote so ii'D-'ni') de i
>ova fi/eiili fa-eodi le i.ta > ui.o iir^a e i'ora *l'*-l <---
ds-iras c r-. te i tanto hrilrio como a
S'dan vnnde-*e pe > batato p eco ii 13.
o va lo, no B i do PivJo
CASEM'R*^ A 7.JU00
/eudcm-Sd c res c ca erarariigiva '
ce para o !c s eol f.end ijoe vIe
ra o ui'i di ur ii ,uild-.>e 7jio
co-tad* c g 1, ti R z.ir de P.r'3 a ra
'a Im ai 1 11. vi
CHANDE PECIHNCHA EM CXMRn.UAS TUANSPA-
hentes a 45, 55.65, 85. e l05O.>0
V.-i.il s.-. Ii i.-.s iui 'AtOH oa SU1S- d
tn ota pt, n Hsia :e i.lo 0 viras a 8.V0 > 1
li)J<)!) iiias tu .1 tu ln i Mas 'aze-
* uiuiti 'tu a '.5. 65 7d MiO. Dit s n-
is-i i,- azui d ntn-, 1 e v iem m uto nais
iirhrf r.i. M Ij5 : tfas.s^s a o-
O'Mas. em r-li.;ao a |in|i a 11 i.k ire-
;o- a>; mu s iuhs n-r-ia- Jo qu' e 11 uo.
'" >|aiaf{f*-r pne, 00 It r m f* v
CVMHRwn \Lf.BM.\\ r.M>M P\Lvl IS oF, LaR
nona a uco, a f. umu
Vhii b- h ion 3, taatc M ot-a.ir.a r/>
im KntH i- k i.aiid s -i r*vriac
Ii 1 f z-(- a-;'s Ii 11 a m a 1 i. 4 H i#U>l .
Vira fl 10 I 1 v Itt 111 ,.Vi i|,,i. o || iro
E p-'t". o .-Ii. o Hi ,r 1 l'a 3 .
CA -.-im 1\ TllA.Nv'AUKN'lt
iVca a i j U
Vrnl -H imll.rao > Jit a- | raDiirKOa-.
.A l;

la ,1 CH "ii mu "ar. i UaiMSi < 4>
A MA IPERAMiA
A ra do Duque de Caxios n 21
(ANTIGA RA DO QUEIMADO)
Recebeu seguate :
E-pelhos grandes doorados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e port-cgarro9 de mttita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costura eom sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal d'
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahiodo en
tre elles os mimosos telegrapbisias.
Gimmodoj toaeadores com duas gavetas e bon
espelbo.
Port boaquet, ovqae de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons talheres para criaos.
Vostuarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meiaa
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrimho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Chapoiinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsas as
criancas
Vende-se os ferdadeiros collares na Nova E9pe-
ranca, ra do Duque de CUxias-n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos on castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta incleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, lem a Nova Esperanca o verdadein
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DELARANIA.
Vende-so na Nova Esperanca, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, nu-
do Doque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca *s sabonetes de pos df
arroz
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mol largas de diversas cores e qua-
lidades para ciatos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosameote
por suas qualidades, coree e desenos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n3o massar o prebn-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para cbapelinas e monta-
ra.
Moias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordidos criancas.
Capellas brancas para merinas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento it s,
sempre melhor qualidade.
Lin os vasos com pos de arroz e
Oixinhas com ditos aromaticoa.
Ron tos e modernos pen'es doni
ra circular o anjee.
Bon tos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperot
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinboa.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos com 48
quaes sao movidas por um maenmisnw
! urnas substitnem as outras.
Vistas para stereescope.
Ronitas caixinhas de vidro eafeitasn coa
pedraa.
Ditas de madeira envernisada coa tigpav
ras e com dminos,
Rollas de borracha para brinonedo <
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, .
para enfeites de mesa e de lapinhaal
aswBttiii w ii!
p-
o
6-
N. 3 A RA DO C4BIGA N. 34.1
l.\M I
CHEGARm
toqos instantneos aperfeiqc-
ados por preqo muito conimo-
do: na na Nova i?. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bon^ibas completas ara c -
cimba, por diminato pre(;o, na_|
mesma 'casa.
CEMENTO
O verdarleiro portland. S e. vende na ra da
Madre de Dos d. 22, an.iazem de Joo Martins d-
4rrrv.
Especialidades.
Continan; a achnr-se a vi.-nria na na Direia
botica n. 88, os mui conhecido^ e acreditados re-
medios da veame, e ootros difersoa medicamen-
tos, feitosem Pars! bem como o tarops de co-
liina de Berth, de rbano iolado, de iourein de
ferro de Blancarif e a pillas do pwsrtio, peitoral
le cereja, pos de Roc, depurativo4fl Cbable,
ligital de Labellnny, plalas ou confeitos de bi*
mulho de Chevrier, e outros medicanientos eni
uroGiiencia qaando empreados as doeoets da^
vas respiratoria^, as dor"s rheanalicas, na
imareijido, na falta' cumpl'ia ou irregnlaridade
Je menstruo, as diarrha?, doenca- do c-oraci
^ do estomago, tem sido e incootestavel, ra
vista dos beaelicos resultados das expe^lnontacoe^
>u uso que diversas pes *im como das piluhs denominada- bra vinas in-
omparaveis em >ua rlBcacia nos a-ommettimen
tos febris ou sezow ; exi^tindo tambem na nesmi
asa, alm de snfflcienie quaniidaila de dro.sas
um nao pequeo ihac,a e pincis, que se vendem por motos do qo-
im outra oar'e.
w
0
CO
p^ i&uviiiniv a liiminvu ^
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrar tudo qaanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Unro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade r.os presos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderados de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le i faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonko
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finr.s, pormaior prer,o do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-so todo e qualquer objeelo
pertencente a esta arte.
8

mmmF
v*
ARARA
ATTENCAO
i, |II1J -I'. '.I. '1
.r P,i a
A' raa da Imperatriz
n. C3.
i/ 61, ftstn' iii:isf.;inr.wui:tte iihart<
9 Ia n uf,e.
Acabam de u^mi- io GHVNoB B\ZVH
UNIVERSAL, i.m Nova ... 2. -carneiuo
IANNA um CO'dolclo SOr IIW I md-
i Unas para co^toa, dis aut'rvs musco-
ulitfCidA, a< i|u i*s rtstiii "o xooic5o no
intsrno finar 4 r.*ntiudo3-e a sin bii qu
'dade, e tamb ;n en>iri--o e-Mil porf-*53 '
a todos os compra lores. E-Us machio *
s 1 iguaes no so> trbailio ao d -10 >; stu
r^ims ilunatn 't-, h -\ so.i pnrfeigo 1
'-orno da m^'h liMStoi'cKa ^e'Piris. Apre-
>eiiiifn- sra 1 lili Mxecuiido, pe. ; n s
oas, quo min o deveiu agradar nroie
I otes __/
Ven i* -,- u 11, ,m ; 1 ii.iui imnu !
i,Ki ir y 1,, ., v,] -, ., ,r 4* i,n n ivi, .m
iiuIJi ii-aeu- iia .|i Ii. ,) J..|.-ii'>, ni liirr-i-
I r *i H -,n n S \4 ,,,,:< ,,, -j-i i., ,v, s- 1111
ni 1,1 mi u 111 1 -Cu-j.,, r.hh ii-i.- .'i- n-iteii"-
I.' O 1. ,ir ., <, ;,.>)l r i| .1, iirHi <"| ib
Mt#r-fm ,1111, .n-.ni i|iie i-ji |i! il.i 1
' "ll I I '.,, l) (11 II -'H C-'
': Xir-f ,|. j n ,,r., l ,,|M .,j |) ,:.n;i ) ,
'"' ViOl 1 '1 1 -T'1..1, e riliMUi-ll r-V rwpi I
" "O"..... --"ii .'a r; 1 i,l,. a [H ligi i.
LoorccQo Prrein Mends GuimarJe?, participa a l dos os sr9 d redore
tanto da prac corro do mato que estando 1 qui and 1 suas essas con reiacs. t qoe
deve fazer a: o flm do corrent aoao, por ls*0 mna ledos os seus 'le^e r s a *ir2Si
sal lar eus debitus o mais breve posivel; ou'io s;m, declara aos <'us d-rertore*, qoe
os qui 1 ao estiverem na hija 'em e pagar todos os seni debitof, pro* a do i 'ose ir-
0 abatimento que f>r recisn para a liquiiac rigir-se ra da Imperatriz n- 7i, loja d-. Ar j :i.
Ao resto das pechinchas
Vende-?e cortes de c'.stores "ara calcas,
a ROO rs. C< res de nrins de cores a
1 ."JOO; cortes de ai g s pira calcas a i#.
l-.i rles il eiseroira* ur^tj para calcas a
:i$500, id. 5-?e6;O0O.
C.-trs de Sfetta a ;:.'I0.
Vende-se cortes iie .hitas pan vestipn
i>50. Ditos de casa tiara ves idos a
joOii.
Peer in ha a 45000.
Vende-se pecas de alg dao 4 45, 55, 65
e 75iOj.
P.ra liquidar a 3|90A,
Pecude* oadip > 1 i-.oui 12 jart3S a
jS50U. Ditas ie-iit-i oa i\ ,ardas a 55,
s, tysuo, 75. 8- h 'J50 *).
liquid vgio.
Pecis (iea.'o,a si ii h$irs nroprio
ara roupas e e-Cravos c ra \~i jt das a
ii->oU o oo.ado lo)j r. p Cot-, e>c iias para esi .... u -8J, 32''
lo') rs, o cov* lo.
xmm
Wn le tti n t.I.. ,. J ,!,, .j,, (Mt .
.- 4ll". ^ tlU, ,, l*
la lin.. m l.r.. |>a(JI ,| ,.,l.u m.ii ..
flO l'lll'S.
II 11

iiiusn.a t.l*riw,.|.ua 1
e3
Para acibir
Vende-se p Qis Ra c U'iraiis v doria, ii-
i.b a ii-, ;<3 '1 h 73 'ti 1
E' muito lio'at'.
Colarinhoi .te pa|iei 10 r*. a du.ia.
Co lio dos p ra jan-illas a -i j'l 10.
/enie-s-. ctirtua o^ > < j -It** a !i\
1 ir. 8wm liarlo 11 o i-an cilci do sur-
co a 50 rs .
Cr es in .-er-al s a 5 10;).
Ve 1 "e-H*" ort"s le i-e'Cah 06 duas
um de iioni as birr.is i iisVM0.
C- enas m aij-ft.
ve.d-_., !.$.) 1, ..ta> .1 m 1 ts^,
h a- c Tu i- tnuis;i ias a 345)0,
I Us 'O i :i. #1\0.
tifiK4. ivaoif--. a :'> o retado.
; I I O ill'4 4J .,tt ,m,:| ij|^aj 1 fl
-s. .. 1-1
L ni- o -i a tH ;;".> 4 ifciu', para i-
i -i: iff'M .' ~< ;e icaot p ra
u>- i Vi T-. <-.'l 1 ... : l) 'ti i
fr h'Hti* 48 '
.- o-a'ia*ta p; va.tid
.i 4; is .. .OV.I t
11 .i, y- c COV%S : > p )
BW iva i*
' i'i a
1 i-o -a 10,
1.1. i.i 1
. .4li>.
> vt ri-Hi-io Ja
1 '':
BALKS 0E ARCOS A l-W ).
e di-i- bi- de 18 3 anos a Id
e I8 > i*'i- um. Crt-s de t mm ean
pajel iJBDi ;ida na, para : d r.
Bramante da linbo e a'n 3i cem lo iai-
mos d largura o l8i'0 o metro.
-mo o de linri 76U.
Ve d"-se r,ra anwe da 10 ,,al n s de lar-
aura po >r p4ra Itoftes 1 UN lOOMietro.
Lencos itftit a >0 ra.
Vode-ae h -4 pi?3^ du ''-n-os d seda
a 800 ri. oal om.
Cnales de nssi a 15' 0.
Ven e- o urna franae > em ile chafes
de u. --a a 150 >f> cada u ", i u |ai.lar.
rosiiS a 360 s.
Vendp-se fusilo de curas oara esudos
a 3o ra o c vado.
A -:oi.. .nf'fia" a M) r#.
VenO -se I idJ en'.'.sta tu pir.i iri?6e
a toal' !)1 rs. o metro, i* ,-
do a 15 >' "U tr
- Chales de ce h6 estiMpad^s a im.
V-n cv 11 legte r -ima'os
-u bi r.s a ?5, s|30>l t o-a a.-.a!)ar
(ir nie p re o d- r t m
V nle-54 groh psJBtjti o nii.iiia is)
f s-a. e cotas a 2i0rs. ca :.
A '"e'ta *>l na ."na
Kmpa ie\n ei> o r ia
Po i.Tecio'10 rz --v^i
Ti lo* seenro n
A SABKK
iiiui.li-ai de iOap I ita.
\CI\ *f ..i ||UM do !;. '
prop o l r, andar >m 4 !* '** '
o d _'!.,<. .1 HOMO ; o ,l
-ii -:i 3 irm : -ut-s '"
.V.5". i 0); d'io* \* aa
ni u. 8 1 I0XKO: -i-
', I- 10., a o3 *" :
u C Ti-. 4 t
1 is 1 a 1 i 1 ios 4
s i r. ira*, *
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,, ;1'.0 .M.i.ni *! ,*
* a i y '"
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6- 1$
j;0 d- "sra
n .., ,,,-i 4 I MP', 5
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I ,r, ( 0 IM'H
, 1 ir s te <***
; .i-i. Je
r {** *
, r ndi Pir. !;
do -a si i :a 4 I ;C0-' n. r 1 11 J
(. v a. r s ts* sat
quem 1 a -** 4t
,' .ii.ijtraa raid. I^^> a.
N
a
T
?


Diario de Peruambuco Quinta eira 3 de Novembro de 1870.

:
I
u

Grande, rennioH!
Roa do imperado- n. 28, ar-
t aze.m do Camp
Coma so iwt apr-Ttimando' o temn fes, o proprieano deste c*tabel*cim*ato tem se
amarado em lazar reunir en sc.u a romero um
completo e variadsimo sortimanto de genero?
alimenilciris.
Nao fe propCe a d^ercver nominalmente todo?
os tenanu eoiiii** ''"i seu armazem por se tor-
nar de ma* enfaaWnba.
Garante sotrente, que sus norma de ha ninilo
tempo /ender pSfl por pan > queijo por queijo.
Avisa especialmente Aw fumantes, qne receben
de soa espe -ial MWnntmena uma factura dp cha
ruto? sapariorea deS. Flix da Baha, da sepnin-
teg narra? : expi*K>>, marquezes, n<>ruia?, ama-
dores e paraptia-snanos.
Venham toda as despegas dos arrabaldes e t-
dade snonr-se de gneros de primeira qualidarie.
o rizar
Jos de Souza Soares & C.
RSJA DO BIMO DA TITORIA
(OUTR'ORA,NOVA)
Apresenia-se metam rphozeado nn que pode haver de mais bello e agradavel era fa-
jends finas para Senhoras artigos de alta moda era Pars tanto para senhoras como
para homens e meninos. v
Miuaezas afarmadas, perfumaras especi'.es, variedade de lindos objectos para me-
ninos e brnquedos para chancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Earopa aonde tem ba-
'jeis correspondentes.
Vndese mnito omconta e manda-se p>r em pregad >s do tabelecimento fazendos
?m casa das Exms. familias afim demelhor escolherem o que desejarem.
3=^
t
rvriLdi
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
BE
NOVIDADES
Acabam de sahr a uz asse-
guinr* pecas para
limalinda vafea d'Anliti
Ideal e realidade miiiio b nia
pbintasia pelo maestro Cazal-
bore '
Posllhi linda r.hantirs'a excci;)-
da com grande applauso pela
msica all.":i'T
Habaneras Irrua* i:,. p,tra-
guav.:-, qu an n r aqw i< ;n
feito
UM DE PUBLIC\N E
a Cilli:<; > *-.....v ospara
15000
15000
1(5300
1*000

steas pdi j [)uv, v yio v, V..IU, v tambem
a opera
llU uuiiin
para piano e canto, e tambora, os melhores
pedacos psra piano ? coraposico do Ilus-
tre compositor luaseiro
Carlos Gomes
que tamo faror Cea na Italia, e hoio faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
7 Ra do Queimado 7
STOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de lzendas
toas, sendo sua especiadade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenlio?.
Ditas de 13a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ricam-nte bordados para camae janellas.
Croxs pira cadeirw e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos cora lindos desenlies.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito unas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e ura grande ortiraento de roupas feitas e de fazndas que
i enfadonho mencionar.
Luvas foscas de Jmrm
Sortimento de tapetes para guarnicoesde salas, alcatifas pata forro de sala, e o
rrande 6ortimcoto das acreditadas e verdadeiras
ESCOSTRA S CONSTiRTfUBSTE MI COMPLETO SORTIMEMTO II
CHAPE BE M0I,:
De todas as qualidades I
De todos os fcilios !"
De todas os precos I
4
RA DO CRESPO N 4

..i -^-.^^^
'X'
t, 9* '* hs vi v^St. I bl I
LXJr CONCINTRAO C TITUlACfl
( ."rfiiyot ebegoo a tirar ao laHr9o i
SHa ..(I di. Iliacos II :lli;il,tP|llSllliliVc.S,
" ';''- o i in.i tnnis so'uvel. Aprorcilandoessa
'-.,i ,. col erla, elle prepara um licor omh
^.ilc:ir':o,o,o:i!. sol um ir o-no
fo!:i:i..'. conten uina grande propoVyau Je
urincipiej! adriBi.
O amtr.'ni dr (.mtoi (Goudroii de
'iyo;)|io.s?uepor ja agua de alcalro ordinra, setn Icr
< i onvwiientcs. itaata deilar d'elli) urna
colher de CJif n'wn copo d'agua para obter
lojjo um Jijni iU' excelleole agua de alcatrao
sem ;.'o.-:i, desagradareJ. Cada qual pode
d'ess nianelra preparara sua agua de al-
calra-i qu nflo d'olla precisa, o que offerece
en noiuia '' lempo, facBiada de transporte
eeviia o iiiiiiH'joiao dcsasradavel do alcalino.
0 ,::'inrni >.r .u.x.t substilue com
raolegeai multas luanas mais ou monos
ineries, nos casos de Ueiluxos, broBeUtes,
tOSSeS, cal.ili lu-S.
Esteiras da India
7 DE
A. J. de Azevedo
A RA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. H).
Covado a 160 rs.
Caiabraia francesa para vestido com pequer
toque, cova.to IfiO rs.
Dita dita dila. covado 320. 400 e 500 rs.
Chitos aura*, covado 280, 320 e 360 rs.
L.r.a para vestido, corado a 200, 240 a oOO rs
Alpaca de lita, ala n.ivutaiic. i 15, t
Gamtr;|!.is biauca victoria* e transparente?,
pe^a 3 1 I .
Algod o e madapoi', p. .-a j a 103. ,
MoMrJBM, lazenda ova 'ara calca, corto a 3.
TJrterde vellidos branco com barra de cor,
Corte 3 25.
Saia? bordadas, grande pcchmeha, a 25 e 2300
Sooteinl.ar.'aes d alpaca a JfOO e 2*.
Na ioja Flor da BM-vista, de Panlo (uimaraee,
ra da Im^eratriz n. 48.
Fogao de p-t'ente.
Vndese em casa dos impjnadores Shaw
Hawkes & C, r :i da Cruz u. 4.
ijiortasn. 53, ra Dircita, 3 p rtas n. bZ,antiya\
foja da Braga
O abaixo .vsignado, dono deste antigo e.>tabeleeknento, tendo em vista apresentar cml
completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar bascar em !
rt h.a-fih .^^ r.-. -. .1^. n________.___________IL ...__ > a > 4
em outra .ualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodo,
do bem conhecido fa'oricaote Coltorr Gin & C, ditas para costura, motores para animae*,
jj; ditos para ogo, moinhos psra caf de todos os tamantios, da fabrica do Japi, espingardas -de
SI dous canos e de um, tanto ingieras como fraocezas, louca de porcelana, facas e garfas
gi de diversas qualidades e precos, bandejas chinozas, salitre, bren, barbante, enxofre, pajwl e
S limalha de ferro, ago, e agnlia para fogueteiro ; assim como encontrarao cunsuute-
mente grande pon;ao de fago do ar, e recbese encommenda de fagos de vista, alera de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonlio numera-lo*: veobam ra Direita "n.
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga Ioja dotraga.
Farinha de mandioc i da Bahia.
Tem para vender omito nova c superior,
em saccas, a prefo mais emmo do que
em outri qualqaer parle: Joaquim Jote
Goncalvas Beltro.. no seu escrptorio ra
do Comr/crcio n. 17.
SPKiilR CAF'DO CKAHA.
Ven'e-se na rua do Mrquez de Olinda n. 40,
escriptorio i!e Cunlia & llanta.
Anda n a venda ilgamai liliradeiras,
propria? para Qltrar agua, a< quaes evitam ocho-
lera, febre amarella, e ouiras molestias: vndese
na rna do C iminereio n. 38.
Vieira & C. venden a ana eoebarra de car-
ros de alagaos, enm boas carros e bons*avallos :
na roa Nova n. 59;
l\ii>r slerllBas
Na priea do Corno Santo n. 6.1" andar, escrip-
terio de Marque-, Barros 4 c, hl libras sterlinas
para vender.
_. NOVA LOJA DE FAZNDAS, ROUPA ^
FdTAE POR MEDIDA DE tt
w PINTO A MART1NIANO, A .ti" DO BA- 3
W RAO DA VICTORIA. N. 9 W
#S (AMIGA RUA NOVA) S
^jg O respemvH publico achara ueste no- C
JK novo eslabclecunento o mais completo 1fk
Q> sprtimento d,' pannos, cazemiras, co. eo- M
2 r5es e brins ; e para tranfaraar estas ^5
* faz-'nlas no- mais el- gantes treqoes pa- W
A letot, culi es e calcas ; tem este mesmo -K
2 eM;:belecimento um dos mais httMb al- X
W Blates defla capiul. ^
y% Tambem ?e achi prvido de maltas i
f bOai camisas bordadas e lisa, M'ronl.is SJ
^ ftifias l f, chapeo de sol, grvala?, y&
pa luvas de pellica, etc., etc. A
ATTJRQUEZA |
t Njva i ja ,, fondas tinas de Pinto & J&
no, a roa do Barao ^J
da V ; :, r. ^1 Ene lu'vr KUbHlccimeolo, r.'in do ''A
- cr; ;to de que se aha pro
"d i-,l), d? receber rscguinlcs fa ,
zendas :
Nova- n,p'-,s de cores. Sf
Sya fjHinos*. f>
No vas rautulinas.
Novos chapeos de taiodo.
Novas luvus de pellica,
Eutre-mews c baados bordada*.
wmmm mmmw)
%
ERGENHEIRO
Com undiec
RUA DO BRM 52
Passando o chfariz.
Chama a attenr;5o dos Srs. de engenho para seus acredilados machinamos t
om especialidsde para seos vapores que ainda uma voz tem memorado.
Os vapores fornecidos por elle o ji funcoionendo Ihe hao de fazer nielhor apre-
:iac5o do que qualjuer ditoproprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito uma redcelo em seus precos; e que
tem f rompi toda a especie de raachinismo e outros objectos para a agricultura.
0 airairfto !e Giirot SIDfKgado ci.-m o inaior xito as uiolesiias seguimos :
Lu CEDIDA. t""fl culher de caf para um copo d'ayua ou uuat colher es de
sojxipara urna ijarafa :
BRONCHITES
CATARRHO CE CEXIGA
OEFLUXOS
TOSSE PERMITA!
IRRITAQO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
113 FG'uEF'iTvOS. Licor mroou com vmpouco d'aijva:
AFFECgSS DA PELLE
COMiCHES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EI lTijCOijS. Umaparledc licor eqvairo a agua (erricaciintriramiiteMpcUi.)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRKO DA BEXIGA
O Alcatruo de Gtsyot foi experimentado com um verdadeiro xito nos
principaes hoepitaes de Franca, da Bebjica c da Espanha. Foi reconhecido
que, para os lempos de calor, elle eonttitue a bebida a mais hyaienica, e so-
bretodo durante os tempos de epidemia. Urna intrueco accompanha cada vidro.
Veud-se naphanrjacia e drogara de P, Mau-
rer & comp., ruu Barao da Victoria n, 17
PREOOSAIIESCOBERTA
0 TNICO DELSUC quehoje apreseta ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue tina superioridade
incontestavel a todas as outras prepara(,es, que "at boje tero apparcido, recoramenda-se
por sua bondade, e pelo brilbante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fa/endo com que appareca em bom estar impagavel.
Esta agua compo-se de suistancias cuidadosamente escocidas, purificadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-lhe
nma accao verdadeiramente eflicaz consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabfea,. e esfregase levemente ; immediatamente ficam
os cabellos lmpos e com um brilbo magnirico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr Del^u*. cabe.leireiro de Paria.
Rua Io de VflarQo (antiga Crepo) n. \ A Io andar
rrano i; ESCURO
! io,
:
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o s
h-;;
iilivr i.nevriar eomptWD *ui. ,';.-...
i-d(i a io.l^rn A* f-rro <. Ol"o ,i-
"tsiU K

Full Text
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