Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12252


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4NN0 XLVI. NUMERO 248.
--------4--------------._----------------------------------------------------------,-------------.-------,------
PASA A CAPITAL LCASES OKDE VAO SE PAGA POKTE.
Por tres Mojes adamarlos.................
!'or sois ditos i'dom.......'............
iNormn artrjo .loro.....................
CtJu uiumero avaUo...................
* ii>V m tu,
~r~.
4
60000
SUFOCO
320

'A
QUARTA FEIRA 2 DE NOVEMBRO DE 1870
>f
PABA DHTBO E IDEA DA PBOVECU.
Por tres1 roae adiantados................. 6#70
Por seis dtoa jdem............ v.......
Por nove ditos dem...........v 4> .
Por um armo idem...................'
BUCO.
i
Propriedade de Manoel Figneira de Vara & Filhos.
SAO AGE.WS :
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos. no Para ; Goncalves d Pinto, no Maranbao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio da Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass -Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jnstino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha J Belarmino dos Santos Buleo, em Santo Anto; Domingos Jos da CosU Braga,
em Nasareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Bahi; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.__________________________________________________
INTERIOR.
(rio i>i: ja \i:im
Dffrtt n. 4'Hll de 24 de sclnnbro de 810.
* O drala de 24.de sttemoro, toman lo o cambio
i I, lixou em :H e %b a poreentageir que nos
:imus ila loi n. 1,730 .l l1 (leve cobrar solara os I i r tos de importarse.
Esta ixirai tem suscitado duvidas que pela nossa
ano au podemos Icisir de tomar em considera
ro, traanlo se, corno se traa, dequcslaoda
tan o intoresse para o comirovi). Sem querer-
nos >le molo nentiiitn adoptar o nosso parecer ae
iio Mostrado estadista que ivfe.rendeu aquelle de-
ralo, o enjo profundo saber respetamos nos e
respeta n pata inteni,>eji-nns licito expor o nosso
modo d>> ver relativamente nterpetracao (la Ici
Dspe tila texTualinente:
i A referida poicen:igm (40 o 30 "/) ser an-
oualmeuie alterada pelo governo na rano inversa
da sabida lo cambio cima de 18. publicada a al-
terara) com tres pera de antecedencia; ces-
sando naquella poca (1 de Janeiro de 1870) a
uutorisacao daia pelo Io do art. 0 da mencio-
nada lei para cutirsnca de 15 % dos direitos de
Importadla um moeda de ouro pelo valor legal.
Dual "cousas dtvemos ter presenil na interpre-
laeao Ua unta le,a sua letia e o seu espirito.
planto a est, parece-nos evidente que o lira da
lei foi compensar o e-udu do prejuiza que Ihe re-
cita va da MfWpcia dos direitos de imporlacao
n>ooeda depreciada.
Era esia a razio da anterior cobranca de lo"/.
daqaclles direitos em moeda de ouro pelo valor
legal; e, -e este imposto foi substituido por aquelle
parece que llevemos snppor em ambos o mesmo
Um, com a dflereoca do novo o sal-fazer raelhor
do que o antigo. intudo a razio mais forte,
tal que nao nos deixa duvida. est no ficto de de-
ver aquella porcentagem diminuir na razo en
que ubir o cambio. Se nao se tratasse de urna
compeuseo do prejuizo resultante da deprecia
cao da moe la, nao vemos porque havia aquella
porcentagem da atorapauliar as flucluacoes do
cambio, diminuindo medida que este sobe.
Sendo atrita, parece-nos lgica conclair que a di-
minoico da porcentagem deve acompanliar a su-
bida "do cambio, de modo que, quando um ca-
ar de subir, attiiigindn o ponto mais alto, isto ,
27 padro legal, a nutra acabo de diminuir, attin-
lindo o ponto mais baixo, isto zero.
Neste caso a .poreentagera xada pelo decreto
levra ser nutra, e muito mais baixa.
Apezar, porem, de ser muito antigo oaphorismo
que a lotfc mata a o espirito vividea, dir-se-hs
que, ainda quando houvesse sido esta a in'eoco
do legislador, nao a inaniestou elle claramente,
lvenlo nos, portanto, cingir-nos a letra da le.
)c fa:to, nio se pode deixar de dar mxima ni-
portaneJa s^expres: oes de que se servio o legisla-
' ior, porquo em snmina nellas que se revela o
*i pi*nsamento ; cumpre, porem, sem Ibes forcar
.i aatural sentido, entende-las sempro do modo
mais consentaneo com a boa ratao, que ?e snppSe
liaver presidido factura da iei. Estabelecido
i?to, vejamosN ?a intelligencia mais ratoavel da
letra so alo coaduna cora a conduso que tira-
mos d-j espirito da lei.
As nicas palavras que para a lixacSo da por-
centigem do que se trata olTerecem duvida, sao
as qu mandam alterar o porcent igem na razao
imtrsa da subida do cambio. E' C3ta famosa
razo inversa o pumo da dis;ordia
Aqui obsjrvaremos em primeiro lugar qne al-
" J na razio inversa pie significar simples-
/mente diminuir um termo na razio que o outro
* augmeatt. Se a lei tivesse ditoa porcenugem
sera annualmento diminuida poderia canluir
na razao da subida do cambio; tendo-s?, porem,
servido da palavraalterada, devia explicar o
pensamon:o, declarando que era na razao inversa
la subida, para explicar que a alteracao era para
menos medida que o cambio fosso a mais.
Supponliamos, porem, que a razao inversa s
que nao paga se nao oque justo nos termas da
lei d) 20 de outubro de 1869.
Expoznmos hontem como nos pareca dover en-
tenderse a lei de 20 de outubro de 1860, na parte
em que ordenou que a porcentagem cobravel so-
bro os direitos de imporlacao fos zan inversa da subida do cambio cima de 18. Dis-
sernos qu", a domo ver, asta subida nao poda r
alem ile 7. p.ijrao legal, ao pawo quo o decreto
df tt do sctonjpo para o slsu calculo da porcen-
tagem corri'-ilndente a) cambio do 21, admittio
urna subida al ao infinito.
So isto e exacto, coma nos- parece e parece
pessoas autonsadas que consultamos, outro que
nao o qne servio para o calculo que se fez no ci-
tado decreto, devo ser o meio para acbarmos a
porcentagem correspondente ao cambio de 21,
guardada a proporcao dos termos estabelecdos
pela lei que sao 10 e .10 % equivalente ao cambio
de 18, e razao inversa da subida d'este de 18 a 27,
ultimo limite admissivel, e que portanlo nao neces-
sita/a ser expre-samenle marcado, viso j se
adiar fixado na legislacao em visor.
Cumpre em primeiro lugar advertir que a por-
centagem de 40 % nj corresponde laieirameote
depreciacao da moeda com o cambio 18.
A lei, porra, por molivos que nao vera agora ao
ca-o averiguar, despresando a porcentagem (saeta
que 50, estabeleeou a de' 40, c portanto sooro
esta quo dev?mos hasear o< nossos calclos. Para
os effuitos da lei o cambio de |8 correspondo 40
/ para urnas mercaderas e :M) /. para nutras.
Parlamos, pordm, do conhecido para o deseo-
nhecido, da porcemagem real de 50 % Pra a,
oeste caso legal, a de 40 % Que a depreciacao
real da fO % fcilmente se demonstra.
Com effeito ao' par de 27 d. o valor de urna
8J889, emquanto qne ao cambio de 18 1. vale
ella 13*333 ; entre estas duas soramas ha a ditTo-
renca de 4*444, que primeira vista.se conliece
representar 50 % do valor da libra ao par.
A regra de proporgao applicada, nj ja ao valor
da mas s laxas do cambio, apresenta-nos o
mesmo resultado ; isto a porcentagem exprime
a razo em que se achara o cambio Bxo ou par de
27, ea dlfferenca entre este e o cambio variavel, e
as-i o temos :
18 : 27 18 :: 100 X
Do que (lea dito deauz-se que o cambio varia-
vel est para a difterenca entre o par Hxo de 27 e
o mesmo cambio variavel, como 100 par. um
quarlo termo que deve exprimir razio igual
aquella ; ou, rhamando C o cambio variavel, (ere-
mos a seguiule proporcao:
C : 27-C : : 100 : X
o que d para o valor de X a seguate formula :
(27-c) 100
X------------
c
Argumentamos at aqui com os termos reaes ;
mas a lei de 20 de outubro, como disseraos, era
vez da porcentagem de 50 fixou a de 40, e portanto
sobre esta baso que pateamos agora a fazer o
calculo. Segundo ella, quando o cambio sobre
Londres osta a 18 d., a depreciacao da moeda cor-
rente corresponde a 40 /, mas assira como os 50
/. reaes desapparecem chegando o cambio a 27,
devera tambera extinguirse estes 40 "/ no mesmo
limite.
Uto posto, pro:eguiremos.
Se em virtude da disposico da lei a porcenta-
gem de 50 passa a ser de 40, a nossa formula deve
reduzirse outra qne conserva com esta a mes-
ma proporcao qoc exiHe entre 50 e 40 ou
50: :i <**. a
c
e procurando o valor da incgnita teremos :
4000 (27-c) 80 (27-c)
X =------------=----------
50c c
Urna vez sbtida esta nova frmula, que a de
terminada pela relami que a lei de 20 de outubro
eslabeleceu, poderemos resolver qualquer caso
oceurreote.
Comecemos por verificar se ella nos torna a dar
exactamente a porcentagem lixada pela lei, e-que
eve aitond?r em todo o rigor mathemalico. Ainda fra o nosso ponto de partida. O cambio variave
ti
i
!
u-sra, para acbarmos a sua expressao exacta, po-
ttemoi lomar urna subida oo progresso illimilada,
t encerrada en? determinados term >s. E' obvio
.ac o decreto lomou a progresso illimitada, pois
oue somonte assm se chpga porcentagem nelle
xada. Para simplificar a argumenlaco, vamos
tomar tnicamente o> 40 /* ^eaio evidente que o
resoltado a qie ehegarmos qoanto a ellos, se ap-
i'car.t, guarda las as pruporcoe3, aos 30 f_,.
Pareco que o decreto para achar a razio in-
versa da nbida do cambio do 18 para 21 relati-
vamen! .'.quillas 40% eslabeleceu assim os
Cerraos
18 : 21 .: X : 40
que, de*pr;ad a fraccao, d os 4*/ queb-
rara marcado'. Por esta regra stgue-se que a
porcentagemda lei nunca se exiinguiria, e que,
ainda qoe o cambio fosse a 100 on 200, o com-
menio toria de pagar 7 ou 3 1/2 /
.l dissernos iiie nos parece isto contrario ao
espirito da lei ; resta, porem, saber s_e a letra
exetoe interamente aquella interpretac.ao, ea em qoe abandonaramos de bom grado, ou se pode
nUender-se de modo consentaneo com ella, caso
em que nos parece ser essa a intelligencia que
r mais razoavel devo preferir se.
Diz a lei :subida do cambio =Ser illimilada
e:la subida ? Evidentemente nao. E-t encerra-
da dentro de certos Uuaites, alem dos quaes nao
vai, alem dos quaes, portanto, deixa de haver
cambio. Ora, a lei falln em cambio, nao poda
cogitar do qu* j nao cambio.
fallar do subida de cambio alem de certo ponto
simplesmente absurdo, coosa que nao deve sup-
f,or-se na lei. Portanto, quando esta eslabeleceu
i razo inversa da subida do cambio, nao poda
.-'-nao refirir-me a urna subida at ao termo que
ella possivel. Para os elleitos legaes este ter-
mo c 27, logo como se e lei dissesse : na razio
inversa da subida do arabio cima de 18 at 27;
pois qoe alem de 27 deixa de haver eamtiio, nem,
Hato, ha subida. As palavrasat 27,erara
porm, ociosos, pois que esse o limite legal da
subida do cambio, e podiam portanto, ser omittdas
- o legislador nio tivesse presente aquello limite
e cofitasse de urna subida al ao infinito.
Parece-nos, pois, que a verdadeira intelligencia,
tanto do espirito como da letra da lei esta:su-
bida de 18 27, e dentro della ti que devemos
procurar a razio inversa nnica a que poda refo-
rir-seo legislador.
Ufna vez estabelecilos o.-tes- principios, ha di
versos meios do achar a proporcao para a altera-
do dos referidos 40 /, mas que todos levam ao
mesmo resallado, extincca da porcentagem com o
cambio ao par. E' i sta a o,neMS i primordial que
desojramos ver assentada; nao nos eximimos
eorntuda do cxpdr qnal nos parece ser a verdadei
Td porcengem correspondente ao cambio de 24,
emo para os efletos da lei, 40 corresponden! ao
.le 18.
Talves estamos em erro; nem. urna vez con-
vencidos, duvidaremos admiui-le. Em materia,
norm, tao delieada coma a de impostes, basta
uscitarem-se duvtas i i 'que estas o
o provado o freto de swm er.mpartidas.por
muilos nogici: som is echo, par qoe nm governo constitucional
se nio desdoure de dar explicagos do seu acto.
Sao tio Jmente essas que ovocanfios para que
o 'comraercio, se tiver de pagar os 34 e 25 7 fixa-
dos pelo decreto de 24 de seieuibro, se esengane
18, ou, pir outra, C^=18. Sub3iituindo na fr-
mula C pelo seu valor 18, teremos :
80(27-18)
X----------=40 "
18
E", pois, exacto o calculo.
Appliqueraos, porlanto, agora o mesmo aaelosi -
nio a questio vertente, e resolvemo-la pela mes-
ma formla, coja queslSo esl verificada.
O cambio variavel e 21, ou, por outra C=2I.
Fazendo a substituirn, como no primeiro caso
lereraos
80 (27-21J
X=-------=22,857
21
Assim. dos, a porcentagem que se devera ter
fixado era 22,857 ; ou de?presada a fraegao 22 %
e nio 34 % como fez o decreto de 24 de setembro
ultimo.
Resta-nos ainda verificar um ultimo ponto, e
mostrar que polo modo por que raciocinamos che-
ga-se ao fim, que o legislador necessariamente se
propoz, a saber, qu quando o cambio chegasse a
27 d., ilenhnma porcentagem se cobrasse sobre os
direitos da imporlacao, ou por outra, que o resul-
tado final do calculo deve ser zero.
Temos, pois, que o cambio ebegou a 27. isto ,
C igual a 27. Feita a substituido na formla
temos :
80 (4727) 80X0
~1" ~~iT~
Parece-nos que estes raciocinio? sio os que con
duzem a solucio exacta da queslao.
Com o auxilio da frmula que establecemos,
verificamos a exacldo da relacao creada pela lei ;
a saaccao foi reciproca ; a frmula sanecionou a
relacio da lei e esta sancefonon a frmala.
Mostramos qoe com o cambio par nao ha por-
centagem algoraa para cobrar : o qoe vero ainda
provar a exactidio da nossa formula. Julgamos,
pois, poder dizer com alguraa cmnanca, que a
porcentagem para a cobranca do augmento dos
direitos do importarlo em 1871 deve ser 22 ou
23, por isso que a trtelo 0,85t para os gneros
que ao cambio de 18-pngave.m 40, e 17, despresa-
da a fracci qne de 0,147, pnra os qne ao mes-
mo cambio pagavam 30.
Agora o governo decidir sn estamos em erro,
e se sao justas ou nao as reclaraaco >s do com-
raercio.
Art. 2. Serao livres de direit) em sua introduc-
cao os artigos seguinles :
Bombas de incendio c seus perlenccs ; carro>,
desarmados.
Ariigus ihrslinadns ao culto divino, quando dos
porlos de que procedan! venhara por conta das
communidades, mosleiros ou templas a cujo serv-
co devera destinar-se, comanlo que por sua quan-
ti'lade nu natura sejam applcavois exclusiva-
nienle ao coito, divino.
Eructas frescas, gado para cracao, prelos e seos
Dcrtences ; lenha e csrvo de lenha, livros im-
pressos, milho e farinha de milho introduzido3 per
trra.
Machinas completas para ombarcaees a vapor,
e aquellas nue a juizo do poder execnlivo srvam
para a implntaco de novas odustrias e para n
fomento da agricultura, da minerico e das artes
e sciencias.
Movis, e ferramcnlas dos immigranics, e os ob
jectos destinados exclusivamente a seu estabeleci-
mento.
Ouro em chapa cunhadi e em pasta.
Plantas de toda a especie.
Papel espiciil ou sem cola para imprimir, tinas
de papel para ImprtKOxS tulegraphicas, proiisas
para litographia.
Seateutes que, a juizo do poder execnlivo, sejam
destinadas agricultura.
Tinta preparada para lypographia e lytograpbia.
Capitulo II.
Dos direitos do exportacao.
Art. 3. E" llvre de diraito a exportaqao pira o
estr.mgeir.) de toda a classe d productos ou
manufacturas, salvo os artigos seguintes que pa-
garan :
1." 6 por cento de seu valor.
Aseite animal, aspas o laminas de aspas, carne
secca e salgada, crina, couros vaceuns e eavallares
de toda a espade, penas de abeslruz, sebos e grai-
xa derretida e em rama.
Art. 2." 2 por ecnto de seu valor. Coaros de
carneiro, lia stija e lavada.
Capitulo III
Da mine ira de calentar os direitos.
Art. 4." Os direitos se liqudaro por orna tarifa
de avaliacao formada debaixo das bases dos precos
era deposito para os artigos de importacio ; e so-
bre os precoa era praca ao tempa de seu embarque
para os de exportacao.
A tarifa de avaliacao reger sem alteracao por
espaco de nm anno.
Art. 5. Os direitos de impertaco sobre as mer-
cadorias nao incluidas na tarifa," serio liquidados
sobro os precos de factura, a qual dever ser
acompanhada cora declaraco, debaixo do jura-
mento de que exacta, pelos proprietarios ou seus
agentes, augmentada com 10 por cento na seda e
joias, e com 20 por cenlo nos demais artigos. A
alfandega poder reter, por espaco de 24 horas,
por conta do thesouro, todas as mercaduras cuja
factura a seu juizo fr inexacta, pagando previa-
mente em lellras de recepciaos iotere.-sados o
importe da avaliacao do modo exprestado anteci-
padaraente; com o augmento Je <40 por cento.
Art. ti." i) poder execnlivo fai a de>gnv>' e
Bxar as avaliacoes das mercadorias o productos
que tenhara de mcluir-se na tarifa de que falla o
art 4.", devondo a porcentagem sobre lias lavadas
ser igual que flxa a tarifa para as sujas.
Art. 7. Concede se s bebidas destiladas ou fer-
mentadas qoe se txpresMDJ no inciso primeirc do
art. I.-, um abatimento de 10 por cento quando
procedam dos porlos simados do outro lado da li
nba, de 6 por cenlo d'este lado e de 3, de cabos a
dentro. Concede se tambera um abatimento de
5 por cento, por quebra, ao azeite, agurdente,
cerveja, licores, vinagre e vinhos engarrafados
Estes abaliraenlos sero concedidos smente no
primeiro porto da naci por onde se elTec'.uar a
entrada da mercad aria.
Alt 8. Os direitos de exportacao se pagaro
no primeiro ponto de embarque, sendo as merca-
dorias despachadas directamente para o estrangei-
ro, nao podendo transitar por agua de um ponto a
outro na repblica, senio os que tiveram pago os
direitos ou aiTnncando-os na forma que determi-
nar o poder executivo.
Pelo impone desses direitos como pelo de im-
portagio, se expodiro klras salisfacao da ad-
ministracao do rendas respeetivat, em papel sella-
do o a quatro metes de prazo.
Capitulo IV
Dispo'ices geraes da alfandega.
Arl. 9. O pagamento dos direitos que se devara
em todas as alfandegas da repblica poder effec-
tuar-se em qualquer das moedas q :e determina a
a lei nacional de zo de outubro de 1836, ou em
papel-moeda de Buenos-Ayres, ou em bilhetes me-
tlicos no banco desta provincia, ou em prata bo-
liviaua por seu valor em praet.
A moeda de cobre s ser/ecebda pelo preco
correte da praca, em proporcao nm ou dous
por cento, sobre a lomma (|ue se abone, licando
excluido todo o dorumento de crdito para o pa-
gamento de direitos de alfandega.
Art. 10. Fica prohibo o transito terrestre das
mercadorias que nio liverem pago direitos de im-
porlacao em qualquer alfandega da repblica, ex-
cento aquellas que transiurem enire o porto da
Concordia e os porlos do llrasil, no rio Uruguay,
pela federacao e tlattaoracae ; as que do Para-
guay passarem para as alfandegas da Federacao e
Hestauracio cun destino ao Brasil o Repblica
Oriental; as que entcarem na alfandega de Cor-
dova desde o Rosario pelo ferro carril central ar-
gentino, e as que do Chyle vierem pela provincia
do Salto a alfandega de Jujuy.
Arl. 11. Communique se aw poder execuf.vo.
Dada na sala de sessScs do congresso argentino,
em Buenos-Ayres. aos 21 dias do mez da setembro
do anno de 187G..tni/?/o Elias.Santiago Calo-
res.Carlos M. Stvana.fernardn Solveyra.
Sala do senado. Sala da cmara dos depulados.
ca; as providencias, cora qoe S. Exc. soube miti-
gar populacao deila eidade os rigores da escas-
sez dos gneros lini-nticios; sao oulros tantos
assumptos V^e deix-.m em relevo as qnalidades
administrativas do T.\m. Sr. deaembargador Assis
Bocha.
Foi ainda sb a :-imii.iatraco de S. Exc. qoe
so rea -"oo a inang"rf,cio dos trahalhos do canal
do rio C, lyaiii elevar a rica eidade dos-
individoo Vctor Jos Francisco da Costa, por cri-
rae de roubo commettido na casa co'mmercial de
Joo Jurenal & Tinoco, establecido no bairro da
llibeira.
A assemblca provincial roandou, por inter-
medio da presidencia da provincia, ouvr o Rvd.
capitular, sobre o projecto, que extingue a fregu-
zia da Serra Negra, comarca do Serd.
Se bouver qaal<|uer demora na devolucio des
se iw-ne 4 airara de um rerdadeiro emporio enm- Se? t*Pf awembla, o que nao de esperar,
deixara de ser afina! resolvido este negocln-n*
mercial.
As numerosas providencias tomadas por S. Exc,
altinontes i rnprcssab e punicao dos criminosos,
que desde ajjnos infestara varios termos da pro-
vincia, impendo-se nomo urna araeaca permanente
ordem publica e seguranca individual, reve-
lara em S. Esc. o carcter altamente justicoso que,
em urna langa e honrosa vida de jnlgaor, cultiva
o. ama a jnRtca comp urna nobre virtude.
Deixa S Exc. a admini lescenw orna enfermidade aguda, que poz por
das era "ave perigo a sua vida preciosissma.
No elevadi cargo qne exercea honradissimaraen-
te, juntoo integro magistrado mais um titolo de
benemerptea aos tantos que fazem de soa adisn-
tada existencia um espelbo de raras virtudes.
\ode'at do norte do imperio.
Amanhaceuamehontem fuudeado ora nosso porto
o vapor Cnutiro 21, doMaranhao 24. do Cear 26, do Rio Grande
9 o da Parabvba 30 do corrente.
AMAZONAS.
A reeehedoria das rendas de Maoos arreca-
dou no mez de setembro 12:921 401.
Na noute de 27 de setembro roubarata o co-
fre da catnara municipal da villa de Serpa, na
quantia Se 7:000i.
pan
Pela presilencia da provincia tinham sido
prorogados at 23 de setembro os trabalhos da
assembla provincial.
Alfandega arrecadou dadla 1 a20 de ontubro
269:686,1133.
-Estava carga ts navios : Ch. Tompson pira
New-yorki Sitiera pora o Hivro, Linda, Unido e
Nova Palneira para Lisboa.
MARANHO
Foi Bdmeado promotor publico da comarca do
Alto-Mearon,o capio Joaquim Jos Marques.
Lemos no Paiz:
c Tem d Exm. Sr. Dr. Maia maito se empeotu-
do para erar una associaco com o lm de pro-
mover a calonisacio na provincia. E' idea de S.
Exc. qat di accao combinada do governo com os
particulares muito se podo conseguir. Embora
para nos seja questo liquida qoe o governo tudo
quanto despender para a introdareao de colonos,
ser abjolutamente perdido, como larga experien-
cia o leal mostrado nesta e as mais provincias,
subindo a sorama perdida a militares de tontos ;
todava kravamns os tentames do S. Exe., o con-
correromoj, quanto tm nos couber, urna vez qne
se tome torio empenho neste negocio, para que
dos sasrjflcios qoc se lonbara a fazer colha se al-
rnm"|ifo*eito. *.-"*"
Reuni o Sr vice-presidenta a primeira vez
no palacio do governo a commisso da praca,
mais alguns negociantes e lavradores, e diversas
pcasoas ola veis, e de todos te ve S. Exc. promessa
de efficaz anxibo. Anie-bontem fez S. Exc. se-
gunda reunio, mais numerosa, a que comparece-
ram urnas cera pessoas, entre as t|uaes os chafes
das mais importantes casas commerciaes da
praca.
a Expoz o Sr. Dr. Maia o fim da rcnniao em
um discurso que leu o de novo invocoo o aoxllo
do commsrcin, e da lavonra e de todos qua por
qualquer forma possam proteger a colonisacao.
Fiado este discurso, couvidou S. Exc. o Sr. Joan
Silva para ler as bases dos estatuas da associa-
cio que pmpuoha, por S. Exc. elaborado?.
t Depois fui por acclamaco formade una rae-
>a provisoria, sendo a propesta de S. Exc, que fi-
cou composta dos Srs. baria de Anajatuba, presi-
dente; Dr. Fredcrico J. Correia, vce-prcidente:
Martins Htyer, secretario; o J. Marques Rodri-
gues, thesonreiro.
Pelo Sr. presidente desta mesa foi nomcada
para rever o; estatutos essa commi.'~o: Dr. 11.
Graga, Dr. F. Correa, Dr. J. Coqueiro, Laurindo
de Oliveir'a, Joo Silva, e F. Nina.
f Foi por ultimo proposto pelo Sr. presidente
quo fossem considerados socios installadores todos
i mu a aehsvam nrp.senies. os nuaes deviam as-
prsenlo sessao.
t A extinecao da fregnezia da Serra Negra e
sua annexaco a do Prncipe (Serid) donde fra
desmembrada, k de justira, reclamada pelo pro-
prio vigario, que actualmente se acha j regen-
cia da mestna freguezia, havendo transferido sua
residencia para a povoacao de S. Joao do. Princi-
pe, por nio poder mais 9tipportar o pessirao tra-
laraento, que all recebia de alguna individuos,
que querem passar pelos intentados da torra.
O Liberal do Norte, qoe esteva em incubacao
desde o 1* do corrente, pela ausencia do seu re-
dactor em chefe que foi para os sertdes de Aogi-
eos, reappareceu hoje cora o mesmo azedorae, mas
cora grande e sesivel dilfereoca tanto na phrase
como no estylo.
< Le se no Assuense :
t No dia 26 do mez pa?sdo, singrando urna
canoa o rio de Macu para ottlcinas, carregada do
sal; e combaiida por violentas rajadas de nor-
deste, sossobrou,' perecondo afogadas 3 pessoas
qne nella vinbam de passagem, Francisco Caco,
-ua mulher e un ttllio desles. Urna outra mu-
llier qat tambera vinha na mesma canoa, pode
aioda ser salva pelo caaoeiro Manoel Pinto, segun-
do nos informan). >
PARAHYBA.
No dia 24 do passado assuraio as rodeas da
adminislracao da provintia o Exm. Sr. senador
Frederico de Almeida e Albuqnerque.
Foi convocada extraordinariamente, para 3
ae dezembro prximo, a assembla provincial.
Noticias do shI do Isoperlo
DIARIO DE PEBNAMBUCO
BECIFE, 1^ DE NOVEMBRO DE 1870.
O Exm. Sr. desembargador Francisco de Assis
Pereira Rncha deikou ante-hontem a adrainistra-
Damos snMegnida a nova^ei de alfandega?, vo
tada pelo caugresso argentino :
Capitulo I
Os direitos ile importacio.
Art. 1. Tula a ntreadoxil de procedencia es-
trangeira oagara em su\ entrada pan o canstrno
20 por cenlo de direitos s bra a sua avallaba).
Excepto i in:i:s nrligo, -.u' p-is-tr.* :
j. Jlreito de 2: prcenlo,
Aguardeat". asst ar. e if, cerveja, licores, fumo,
cha, rinagre, vmho e erva
i O direito de 10 por cento.
Arados, carvo do pe Ira, ferro em Chapas, bar-
ras waram "s para carca?, raa* ira, faro e prat-a
lavradoso maiiofic!ura1o?,com pedras preetosas
ou sem ellas. Pedros preciosas sollos. fc>al com-
mom e sedas.
Todo o instrumento ou uteneih<\com cubi on
adorno de prata e miro, quando e ntam
urna terca parte do seu valor.
cao da provincia, qoc exereeu segunda vez por es
paco de alguns poucos raezes.
o curto periodo em qoe Ihe coobe o desempo
nho de to difflcil corao lab ariosa raissSo, S. Exe.
nao de9mentio o alto conceito, qoe Iho eottaram
os longos servicos que Iho deve a causa publica.
Tolhida pela eslreiteza do lempo, a administra-
cao de S. Exc. nio foi de nenhom modo infecunda
para os raelhoramentos qoe a provincia e dir. Ella assignalada debaixo desta relacao por
dods factos que o nome de S. Exc. (lea honrosa
mente assoeiad >: o contracto da edificaco do
pac' da a mente reclamada, a oda construajio de umi es-
trada do ferro que deve ligar osla eidade do Li-
nioeiro.
S ub S. Fxc. repartir sua attencao solinta por
todos os ramos do servieo publi jo. A r orgaoi-
sao do corpo policial, em que S. Exc, nao pre-
l'i'm lo nenbum r> ?reciraento real, procurou cora-
p usar largamente es servicos do campaoha ; o
ineess inte desvelo que lign in?truc?o publica,
ac lindo pressuroso ao provimento dis numerosas
ea '"iras creadas pela assembla provincial e do-
lando-as dos iastuidore? mais recommendados
pela sua aptido a actividade com qne fez chegar
rros do toda a nalureza aos pontos mais lon-
ginquoa da previncia, visitalos pela ultima sec-
os que se achavam presente?, os quaes
signar-fe em um livro que apresentou. declaran-
do cada um a quantia que davam de jola para a
a com as bases dos estatutos,
c As quanlias assignadas chegaram a cerca ae
3 contos de rek ... .
Pelo diocesano foi nomeado vigario geral do
bispado o rvm. Fabricio Alexandrino da Costa Lei-
te, reitor do seminario de Santo Antonio.
Fallecen na capital, o secretario da capitana
do porto, Ravmundo Ildefonso de Souza Barradas.
No dia 20 procederam os accionistas du ban-
co do Marriho a eleicn dos funecionanos para
o anno de 1871, sahindo eleitos :
Assembla geral. Presidente, Dr. Augusto
Olympio Gomes de Castro; secretarios, Joaquim
Jo* Alves Jnior, e Jos Gonsalves de Jess.
Director.-Manoel Silvestre da Silva Couto.
Commisso fiscal Jos Ferreira da Silva J-
nior, Agostiolio J. Rodrigues Valle, e Manoel Jos
Soares.
A alfandega rendeu de 1 22 de outubro
I49:078|861.
Esiavam. carga para Liverpool os navios
Mana e Seei*',
CK.UIA
0 Exm. diocesano foi rauito bem recebido,
havendo Te-Deum ua cathedral em accio de gra-
cas pela sua feliz volla.
Nos navios portuguezes Sema e Concordta li-
ndan chegado da ilha de S. Miguel 185 mmigran-
tes, alguns dos quaes oleiros, pedreiros, carpioas,
serralheiros e livreiros.
RIO-GRANDE DO NORTE.
Era 29 de ontubro escreve nosso correspon-
, por actos de 13 foram nomoados : Luiz Ma-
noel Fernandes Filho, delegado de polica do ter-
mo de Garabas, o Bernardo Eogenio Peixoto pa-
ra exercer igual cargo no termo da Imperatnz.
_ So dia 15 de setembro ultimo fallecen de
recente, na villa do Apody, onde se achava pre-
sidindo-o tribunal do jury, o jun de rareito da
comarca de Mossor, Dr. Joao Quirmo Rodrigues
*! Conita que no tormo de Maria Pereira, pro-
vincia do Cear, fr* capturado o reo Antonio Al-
ves Cttrneiro, pronanciado em crirae de morte na
villa de Po ds Ferros desta provincia.
, No dislricto de S. B*nto, comarca de S. Jo
de Miiiib, deu-se no da 6 do correnta, um con-
fllCin ontre Antonio Luiz do Mello e Minoel Tb -
maz de Oliveira, resultando sahir este praveraeutu
leri'do com seis facadat. O criminoso nao foi pre-
so por se ter evadido irameditameoto para o ter-
mo do.Bananeiras da Parahyba. .
< Segundo noticias recebidas da iwade daun-
oeratnz entregon- e prioo e arh-so reculh do
a respectiva cada, o ir.dj"riduo de nome Prancisco
Venancio, autor do astassinato praticado na jaes-
sa de sua propria mulher.
\ noote de 19 dette mez foi preso em lugran-
lo delicio pelo alfores Ananias Antun9 Soares de
!flP|jo, coramandante da guarda da alfandega, o
Hontem as 4 1|2 horas da Urde chegou o va-
por americano Norte America, trasendo iornaes
do Rio de Janeiro de 25 o 26 e da Babia do 28 a
30 do pastado. Delles colhemos o que segu:
ro de Jeneiro
Por decretos de 20 de oaloDro, foram nomea-
do? :
Conselbeiros de estado ordinarios os Srs. conse-
Iheiros extraordinarios : Jos Thomaz Nabuco do
Araujo, Jos Maria da Silva Prannos, e bario do
Muritiba.
Presidente : da provincia do Rio de Janeiro, o
bacharel Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
Da de S. Paulo, o bacharel Antonio da Costa
Pinto e Silva.
Da do Piaaby. o Dr. Manoel do Reg Barros
de Sooza Lefio.
Foram exonerados, a pedido des mesmos car-
go, o Dr Jos Maria Correa de S a Beuevides o
os hachareis Anlunio Candido da Rocha e Luiz
Anlonio Vieira da Silva. |
Foi concedido o titulo de visconde do Rio Bran-
co, com grandeza, ao conselheiro de estado Jos
Maria da Silva Paranho?.
Foi concedida a pen?o de 1:200$ annuaes ao
brigadeiro honorario Dr. Francisco Pinheiro Goi-
mares, em allenco-aos servicos qoe prestou na
guerra do Paraguay.
Foi concedido o foro de fidalgo cavalleiro da
casa imperial ao bacharel Lopo Diniz Cordeiro.
Porportoria de 22 foi nomealo o capilao re-
formado do exercito Jos Thomaz Henriques, para
eommandar uterinamente a fortaleza de Cabe-
' ello, na provincia da Parahyba.
Por decreto de 10 houve S. M. o imperador
por bem commutar, sobre censulta da seccao de
jusiica do conselho de estado, na pena de 10 an-
nos de priso cora trabalho a de morte impo ta
ao reo Candido Jos de Souza, pelo jury do termo
de Villa Formosa da Imperatriz, na provincia de
Goyaz.
Por decretos de 19 foram nomeados:
O bacharel Domingos Jos Alves da Silva juiz
municipal c de orphiios do termo de S. An-
tonio de S, na provincia do Rio do Janeiro.
O bacharel Austerliano Correa de Crasto, joiz,
municipal o de orphos do termo de Tacaral, na
provincia de Pernambuco.
O capito Joaquim Jos Gomes de Oliveira, te-
nente-coronel coramandante do batalho deinfan-
taria n. 13 d guarda nacional da provincia de
Pernambuco.
Guillierrae Luiz de Araujo e Souza, tenente-co-
ronel chefe do estaio-raaior do commindo supe-
rior da guarda nacional dos municipios de s.
Rento, a S. Vicente Feries, da provincia do Ma-
ranhao.
O lente Jos Corcino da Silva Raposo, teen
te-coronel c* mraandante do 2." balalho de iofan-
taria da guarda nacional da mesma provincia.
Fica designado o capito Loiz Ferreira de Souza
Lessa, para exercer as funecoes de major do ba-
talho de iofantaria n. 18 da guarda nacional da
provincia das Alagoas, na frraa do decreto de o
de abril de 1856.
Fez so merco* da serventa vitalicia dos seguintes
oficios :
De porteiro dos auditorios do termo de Pelotas
na provincia do Rio Grande do Sul, a Joo Maria
Braga. .
De partidor do joizo de orphaos do termo da ca-
pital de Pernaraboco, a los Firmo Pereira do
Lago.
Da l. labelbo e escrivao de orphos e aunexo?
do termo de Agua Prela, na mesma provincia, a
Custodio Floro da Silva Fragoso.
De tabellio e escrivao do crime, eiwl e annexo>
do termo de Papari, na provincia do Rio brande
do Norte, a Jos Rulio Bezerra da Tiindade.
De tabellio e escrivao do civel, crime e annexos
do lermo de Muan, da provincia do Para, a Jos
da Gama Lobo da Silveira.
Por decreto de 25, foram concedidas as honras
do posto de major do exerciua ao majar ajudante
d'ordena do coinmaiido superior da guara nacio-
nal de Algrele e Uruguayana, na provincia do Rio
Grande do Sul, Thomaz de Azevedo Caripna e as
de 1 cirurgiio do corpo de saude do exercilo ao
Dr. em medicina Joao Piolo do Reg Cesar, em at-
tenci) aos relevantes servicos prestados era re-
htcao a guerra contra o Paraguay.
Par portara de 24, permittio-se que o ca-
pito da corpo da estado-raaior de artharia, Juo
Tlfomaz de Ci.ntuaria, continu tufar dos distinc
livos do posto de major, ora que foi oommissiomi-
do ducanto a guerra do Paraguay, nos ter "; do
art. 4." dalei n. 1,763 de 28 dejonlio prximo | as-
sao que llxnu as torcas de trra para o aun i li
nanceim do 1870 a 1871.
Pelo ini.isterio do imperio, em i2 do p
foi expedido o figuin aviso ;\ presW
Pernambuco:
das de modo reprovado pela igreja, e nao todos
os qoe nao podem sel-o em cemiierios bento?.
Responden-Ihe S. Exc. qoe, reccmmendandn
a citada resolocio imperial que ?e proceda s so-
lemnidades da igreja nos cern erios publico?, co-
ja rea toda estiver benta, para qne nelles baja o
espaco de que se trata, fslo o que se deve obser-
var, sena a ciislincco feita pelo vigario capitular.
t O governo imperial nada lera qoe oppr a
providencia lernJjga-a pelo meatno \j|ario capitn-
relaco aos cemiierios existentes, ama providen-
cia, que nao teria entro fim seno realizar a de-
lermBaco comida na referida retatuefo a res-
peilo dos cemitofios que, d'ora era dianie se esu-
belceerem.
< Mas nao sendo possivt I proceder em lodos ps
casos pelo modo indicado, e cumprindo qoe aao
deixa de liaver lugar reaervada, nio sujeito a pro-
fanaedes. era qoe se sepoltem lambem os qne fal-
lecen! fra das heneaos da igreja, nio so dove tt-
quecer inteiramente o raeio lembrado na imperial
resolucao, do qual se dever laaoar mi pelo mo-
do eon/tante da parte junta por copia, do oficio
do governador do bispado do Rio de Janeiro, de 3
do mez lindo, quando do ourja forma nao poder
conseguir-so o fim a que o goverm se propoz.
i O espado dos cometeriros qoe nao Ior, ou
deixar de ser bento, ser destinado para nelle ?*
sepultaren! todos os qoe nao pnderem sel o em
sagrado, se nao Ivniv-r cemiieno esoecial.
Deus guarde a V. Fxc.iodo Ufio Correa i*
Oliveira.
J se achava na corte o Exm. general vU-
conde de Pelota?.
Nao houvcrara cotaedes de cambio nos doas
das.
Os soberanos ( ) vendiam-i* de 10*880
I0S900 cada um.
RIO-GniNK DO SUL..
A' corte chegra, ao dia 25, o transporte
Guaycw, trazendo jornaes do Rio-Grande at 18
do passado.
Anda nao tinha sido insultada 'a assembla
provincial.
A maior parte das folhas do Ro Graade, rafe-
rindo-so noticias da capiul, dizem ler Bo-
rneado inspector interino, ata barra o capilao de
mar e guerra Francisco Candido d Castro Meoe-
zes; o Artista, porra, assegura qoe o nomeaoV
para esse cargo fra o immediato do vapor di-
guerra Silveira, Manoel Terencio Correa da SH-
veira.
Fallecer repentinamente em Porto-Alegre
D. Anna Doroiha Ribeiro.
Haviara chegado mesma eidade, proceden-
tes do Paraguay, os restos mortaes do general Joo
Manoel Menna Brrelo.
L-se no Rio-Grndense, de Porto-Alcsre :
No ssbbado (8) com o tufao qne cahio lar-
de boa ve ama grande desgraca no logar denomi-
nado Sacco do Quilombo, na baha. O Sr. padre
Belisano Luiz da Costa Prate?, qne d'aqul seguir
em um bote s 10 horas para ir fazer ara casa-
mento no? Tres-Ros, morrea aflogado ao voltar.
por se haver virado o bote Alaban*, pereeend\-
Urabem um menino sacrUtao que o acompanhav
e salvando-so as ouiraa tres pessoas qoe vinham
tarabem. O corpo do infeliz padre Belisano fui
encontrado as ilhas fronteiras, sendo coodnzido
para a eidade, e celebrando-se a encommtndaco
tarde.
c O padre Prates era anda maco e natural do
Rio de Janeiro, d'onde veio com o primeiro bispo
desta diocesa, o Sr. D. Feliciano, sea prente, que
c ordenou aqu.
i Deixou alguma fortuna, que foi arrecadada
pelo juiz de orphos.
A Voz do Poro, de Jaguaro, noticia o se-
grate :
O? Srs. coronel Manoel Amaro Barbosa, Joa-
quim Maria de Oliveira Villas-Boas e FrancL-c-
Raphael de Mella Reg, procedendo ltimamente
partilhas dos bens deixados por seu finado pai s
sogro, Manoel Amaro da Silveira, deram caria de
liberdade ao? escravos Jos, Domingos, Thcreza e
Rosa, que pcrlenciara ao casal.
PARAN.
A lija maennica Perseveranca, estabelecila
em Paranagn, hb^rlou, no dia 5 do passalo, duas
enanca?, una de Ires niezes e outra de tres anco-=
baha
Achava se na capital, vindo da corle, o con-
elheiro Zacharas de Ges e Vasconcellos.
A alfandega rendeu de 1 29 do passad
i.38:923459.
Esiavam carga para Pernambuca o bri-
goe Marinho III, e a barca portogutza Ciernen:m
Sahio para Pernambuco, 26, o bngue /
novio.
lira Exin. Sr.Com o officio
24 i m '
findo deu V. Exc conhecmenm a i-^ie
do que Ihe dirigi em 26 do Jumo ultimo o rvm.
vigario capitular desta diocese indicando : eno
veniencia de fazerem-so acerescenltmei "
cemiierios existen"*, para que, em ob erv.vicia da
imperial resqinQao de_20 de abril do^corren'.e an-
no, luja nellrs e;-pa(;o em que possam enterrar
se aquelles quem a igreja nao concede -epullu-
tura em sagrado ; e adunando quebrada assim,
s devera ser ahi sepultados os quo acabara seas
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
POS5E PRESIDENCIAL- Domingo 30 > i:. -
sado, 1 hora da tarde, no pa^o da cmara mu-
nicipal, prestou juramento e tomn posse SM
rdeas da admiuistraQo da provincia S. Exc. o Sr.
conselheiro Diogo Velho Cavalcanls de Alt;-
querque. '
Tres quartos depois de meio da, S. Ex,-, part
em sge, de palacio para a municipalidad.-, ar
panbado por trescido numero de pessoas grada.-
por um piquete de cavallana.
O edificio da nossa edilidade eslava apnabaJ
de cavalleiros de deslincgo, entre os quaes Bata-
vam-se membrs do corpo consular, magisirafo?.
funecientrio? publico?, offlciaes do exercii. sr-
mada c guarda nacional, o nanitas oulras pc-
nolaveis. mm
A' 1 hora precisa, depois delida om s
municipalidade, presidida pelo Sr. major Jos JV _
ria Freir Gameiro, a carta imperial pela qual M
nomeado o Sr. conselheiro Diogo Veiho prnUanto
de Pernambuco, foi-lhe deferido o respectiva jura-
mento, de que se lavrou a competente acta, i
foi asignada pela maioria das pessoas araawles.
Na ra do Bario da Victoria formn nma boga-
da da suarda nacional, no campo das Pnncez.' i
o 2' bauho de infaotaria de linta, para prestar
as honras devidas a S. Exc. .. .
A' 1(1 'i h-ras da tarde estava S. Exc. al
ta em palacio, onde M coaaprimeniado por todaa
U^soat qae atthtiram o acto de juramcnio o
POAlmfiamos S. Exc urna adminstraC5n pr.f.d,
r*bM rSrma da insUea, o confiamos que iVn.
boS ucr r muito do relio, actividad e nrcum:-
peca- do Exm. Sr. Diogo Velho Cavalcante .!
Aj sslideNo cora am
mo impor.d ; esperan *uo R
nV, <* m acara por sua vez ."..
I* r | .,, badaofclerr
f,rli ia;a dmgida eorn r,i
, como garantem os anleci
.'. Bx.
Si'l'LESrES DE JU1ZSS MUNl'IPAES.-T. n
do deixad de lirar tjulet e presu. jir
,|,,vid. tenpx-Srs I inaii-. d-l'awlal!
ia ti ni o"' Duarle de uver, por pmiana da
urefeidaiieia da provincia de 27 douassi.ni:
Foi lan.-fonlo- de 6 para 9 Mippleuto -t
jtrii.municipal da SJ vara da eonwca
cife o Df. Walfrid a da Cnnlia Figueiredn, e 11
nemead? para 6" supplemeo Dr. Joaquim 0:c a*



Diario de Peraambw Quarta eira % de Novembro de
1870-

Irouxo
9:3O000
1:.'00*000
1:500 1:00000
i-.ooojnoo
600*000
400,-iOHO
Fonseea, e para 6* suppleate do juiz de orphios o
Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado Filho.
CORPO^B ..-Por pananas da presi-
dencia da : > o i8 do paestdo, foram
aposenta i extinelo carpo pro-
visorio da polica Francisco Antonioade S Brre-
lo, em virtude da lei provincial n. 492 de 10 de
agosto ultimo apno do dito corpo Joa-
quim Fernandes de Azovedo, em vista da lei pro-
vincial n 960 \o ultimo.
AUTORIDADES :s.Por portaras da
presidencia da^^H Boe25e 27dopassado. fo-
rana nomendo iiz de Frauca. 2o supplen-
,tedo subdele, istrieto de S. Hcnedicto, do
termo de S. Beoto; Joarpiioi Ferreira Callado, Or-
los Augusto Monis de Mello, Antonio Vital dos
Santos; Joaquina Soaros da Rocha, e Beoicio do
Oliveira Ferreira'Cnllado, 2 6* supplentes di
daleg ido di> termo de S. Beoto ; R-llarmino Al ves
Maciel, Manuel Jos da Silva, Mariano Jo; Bap-
lista. Manuel Jauuario de narros e Mannel Anto
nio da Silva, 2 6o supplentes do subdelegado do
dis'r-tnde Calende, do termo do Agua-Pnta.
3GARD.V NACIONAL.-Por portaras da presi-
dencia da provincia, de 2o c 28 do pissado :
Mandon-se dar guia de passagpm: do munici-
pio de Taearal, para o do Garanbuns, ao eapil"
da 2' companhia do batalhao n. 31 de infantera
J s Peregrino de Miran la; e d 112' equadraode
cavallaria para o 31" batallo do infantera do
municipio de Buique, a i capital da 2* companhia
Mannel Cirnerode Al'mquerqne Lacerda.
Foi designado o eapilao da 7* companba Ma-
noel Carneiro de Albo terque Lacerda, para ser-
Tic de major do 31 di Dinnicipio do Buique.
DINilSIRO. O vapor Cruzeiro do Sul
para us Srs :
Manoe! Francisco Marques
Jos Rodrigues de Souza
Joaquim Jos Gonsalvcs Bel (rao
Antonio do Moura RolinT'
Antonio Jos Pereira Monteiro
Nico|u Tolentino de Carvalhi
Anian Pereira I.-ite
P*v o mi o imperi) trouxe mais esse unor :
Babia 1:400*000
Ra de Janeiro 288:173*1-50
sendo Jes la parcella 276:655*000 para o ihesou-
ro nacional.
.0 vapor Pir.iptma levou de nossa praca a
segrales soramas :
Para a P.irahyba 20:2005000
Para o Natal 300*010
Para o Aracaty 300*000
Para o Ceai 11:400*000
O vapor Cruzeiro do Sul levou de nossa
praca:
Para a Baha 1:433*630
Para o Rio de Janeiro 33l:760*O'.M)
Senda desla parcella 300:0005000 para o ihe-
souro nacional.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A OLINDA.
No da 31 do passado reuitto-se a assembla ge
ral dos accionistas desta compaobia, sob a presi-
dencia do Sr. major Salvador Henrique de Albu-
querquo, para oavir a leilura do relatorioannu e
proceder eleiclo.da nova directora, que flcou
assim omposia : presidente ( reeleto) major Sal-
vador Hi'iiriqud de Albu-iuerque ; primoiro secre-
tario ( reeleto ) Manuel Rbeiro Bastos ; segundo
secretario Aotono Augusto dos Sanios Porto; coin-
missaade exame de contasChrstovao Guilher
rae Bneekenfeld, Jos Antunes GuimarSes e Lud-
gero Teixoirj Lopes._
Durante u mez de outubro percorreram a li-
nha 29,884 p-iSsageiros com bilhetes, alera dos que
tem passe do governo e assignantes.
NORTH AMERICA.-Este vapor, chegado lion-
tem a tarde, lira boje s 9 horas da mauha, no
correio, malas para o Para. S. Thomaz e New-
York,
CRICKET.Jogou-se bontem ama partida de
cricket, na campia de Santo Amaro, entre 03 dous
clubs E.tcelsior e- Pornambucano, vencendo osle.
depois di) po: liada lula.
FACULDA E DE DIREITO.-No sabbado fize-
ram acto os seguntes alumnos :
Io anno
Joao Manoel Vanderley Lms, plenamente.
Antonio I.uiz de Mello Vieira, dem.
Severino dos Saltos Vieira, dem.
Arislhareo Xavier Lope?, dem.
2o anuo.
Jos Joaqun das Neves, plenamente.
Barcino Paes lirtelo, dem.
Carlos Eno de Andrade Pessoa, dem.
Custodio Domiagues dis Santos Jnior, ilem.
Felippe Pereira Nabuco de Araujo, idem.
Francisco Fernando Vieira, idem.
3o auno.
Feliciano Enzebio Dias Prazeres, plenamente.
Pedn )f ptfel 1 de lloraes Reg, Idem.
Alraan-Jre Barroso de Sauza, dem.
4o anno.
Henriqoe d'Almeida Costa, plenamente.
Jos i_- de pereira de Vasconcelio?, idem.
Man vi Jos Mondes BastOJ Jnior, idem.
"i anno.
J i- Pe n ira de Novaos, plenamente.
-Mariinh i do Fretas Vieira de Mello, idem.
J is I)-n!as da Silveira, idem.
Qaiotioo Ferreira da Silva, dem.
EVA=O DE PRESO.-Na noute de 19 do pas-
s.ti'o,.:'.;dio-so da cad\ da villa de Buique, o cri-
minos Jo- Magalbes da Silva Porlo, pronuncia-
do no a: t. 193 do cdigo criminal.
GYMNASIO PROVINCIAL.-Encerraram-sc"oo
da 31 do passade, os trabalhos lectivos deste es-
tabelecimento. Amanha eomecam os exames.
AN.MVERSARIO.Ante-honlem completou 32
anuos sua magestade HJelissima o Sr. D. Luiz I
re de Portugal.
VIA-FERREA DE OLINDA.Anda se nao man-
dou cor;ar os ramos das arvores das margens da
estra la, entre as esLvoes da Encruzlhada e da
ra do Principe. Chamamos para isso de novo a
altencao do Sr. superintendente.
ALFANDEGA.Esla repartido arrecadoa do 1
a 31 de outubro de 725:l72*7o7.
a dar neeessidade de encaHtar na cora Cas-
queira para nio ir pique.
1 A c.rga, que se comonlu do fazenda, no va-
lor de 30:000| poujp miis ou njenes, avsriou-e
loda; sendo arrematada no Aracaty. Parte dalia
eslava no seguro.
' Tudo isso sao consequeneias de carregar-se o
navio mais do que eomporta a sua lotacao.
IPOJCA.Este vapor, da Companhia Pernam-
'bueaoa, feguio da Fortaleza para a Granja no dia
22 de outubro.
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 1 na
matriz da freguezia de Sanio Antonio os proclamas
ieguintes:
1.* denunciadlo.
Manoel Jos de Souz.i Luaa,-co;n Mara Candida
da Silva,
v 2.* denunciacao.
Jos \nton) Pereira da Canha, com Halena Au-
gusto da Silva Mondes.
Jos OJlon Anues Jacorae Pires, com Mara
Amelia de Albuquerquo.
Candido Rodrigues dos Sintos, com Rosala*
Leopoldina Pereira Lob\
J 'fu da Silva Guimares, com Candida Damasia
da Suva Gaimai aes
Antonio Ferreira da Rocha Leal, com Carlota
de Je os Monteiro.
Francisco Aulonio de Oliveira, com Carolina
Tavares.'
Joao da It icha e Silva, srltel, quer se mostrar
livN a (le-empedido.
Manoel Noruerio de Mello, com Mara Martnha
Xavier do Cont.
Americo Nunes Correa, com Candida Maria da
Cruz Neves.
Manoel Al ves Barbosa Sobrinho, com Joaquina
Adelaida do Figuered) Cruz.
O uacbsrel Arminio Coriolano Tavares dos San-
tos oora Marianna de Sa e Albuquerquo.
Amonio Victorino Avilla, com Jjaqjinna Mara
de a q oir.
Marcos Ribeiro Pire?, cou Manoela de Catiro
Lima.
Jun Cavalcanle de AlmeiJa, com Manopla de
Ca-tro Lima.
3.' denuncuca.
Jo.- Francisca do Amofiui, com Ricarda Maria
da Rocha Lima. t
Lu de Franca Zumba, com Alexandrina Valdi-
lina de Aguiar.
Fioriaito CaeUno Demetrio, com Mara Vieira de
Barros.
Gabriel Jos-Caelano, com Emiliana Maria da
Cuuceicao.
Aatomo Vasco de Algonez Cabral, com Maria
LeopolJina Cabral
Floriano Francisco Reges, com Leondia Franco-
lna da Paz.
Manoel Baplisla Jnior, com Ignez da Cruz.
LOTEitlA. A quo se acha venda a 163.'
beoefleio da matriz deCabrob, a qual coire no
dia 7. .--."
COMARCA DE PAO D'ALHO. O Sr. Dr. dele-
gado do polica dessa comarca escreve-nos afr-
inando ser inexacta a noticia que demos ein nosso
n. de 27 do passad 1, sohre un grupo de ladro -
do lugar Capoeiras. Dis-nos o referido delegado
que na Capoeicas nao existera ladr?, equeo
nosso informante illudio-nos.
E' possivel que fossemes Iludidos, eremos mes-
1110 que o fomos, sob a afirmativa do Sr. Dr. dele-
gado, que nos merece mais f. que d nosso infor-
mante, que alias parece-nos sisudo.
PEDAGIO INDEVIUO.-S-I) esta epi?raphe de-
mos a 3d do passade, una noticia acorca da mu-
dauca da barreira do pedagio da M >g lalena para
a entrada da pontesnha dos Remedios.
UmSr. Flav.'o Ferreira C uo, que se diz arre-
mataale a'aquello pedagio, escreveu-nos recla-
mando contra a referida noticia, visto como afir-
ma ter si-lo por ordem superior que effectoou a
mudanc da barreira c nao por sna nica delibe
recle.
Nao tem 13 duvida em rectificar a noticia o'dWl
parte, saspendendo a censura delibre oSr'. Ca
tao para a lancarmos em q_uem competir, vist 1
como temelhaute auiorisagao em nosso ver est
pouc-i em harmona com os interesses legitimi-
dos pobres .mtalos, quem se obriga adir nnn
enorme volta polos Remedios e de quem anda
em cima cobra-se um pedagio injusto por andarem
4,000 bragas de estrada, que > Dous sabe com .
eslo, depois das cheiastleste e da anno passaflo.
Urna vez que se interrompeu o trausito pela
ponte da Passagem para a factura da nova ponte,
e que nunca se cobrou pedagio na estrada dos
Remedios, que alias nao pode ter o nome de es-
trada regular, como cobrar o pedagio na ponte
dos Remedios ?
Se a estrada dos Remedios esl no caso de ca-
recer indemnisacao pelo transito ; porque na 1 se
Ufe poz mais lempo urna barreira e nao se co-
brou u;n pedagio t porque rallo s agora se Ihe
i poz esse empecilho, na falta do pedagio da Kag-
I dalena ?
Eis o que preciso explicar.
PA^SAGEIROS.Da vapor brasileiro Cruzeiro
do Sul, vindo dos pono?, do norte trouxe:
Francisco Severino dos Prazeres, Jos Catharino,
Jos Juaquim Cjelho Barbosa, Guilherme R. Wilsao
oargadores Gitlrana, Guerra procurador da coree, qui eootenbam
Lourenco Sanago, Ahneida Albuquerque, Motta,
Dona, Domingues da Silva, Regueira Costa e Souia
Leao, abrio-se a sessao.
Passados os Jeitos, doram-se os seguntes lulga-
aaentos-: e
RBCRSO CR1ME.
D> juzo de direilo do S. Jos de Mipibu.Re-
crreme, o juix >; recorrido, Vicente Antonio 6>
ierra.Juir.es osSrs.desombargidores Souza Lelo,
Loarcn.jo Santiago, Domingues da Silva e Mot
la.lmproceden
APPELI.F.gOES CIVgIS.
Dojnizo municipal de Campia. Appellante,
D. Billa Candida Vlanna; appelbdo. o :oroUel Eu
frasio de Arruda Cmara. -- Reformada a sen-
tenca.
Dojuizo municipal da Imperalriz.Appellante,
C emente Ro IrigMs do Sobral; appellad", Casi-
miro de Albuquerquo CvaleaoVNullo o pro-
Dojuizo municipal d\ Imperalriz. Vppellante,
o lenle-coronel Minoel Ferreira des Santos
Netl ; appefUdo. Merina Lopes de Cirros.Nao
loiinrain eouhecinienlo.
Di jniza municipal do Pillar.Appellante,Traja-
no Americo de Caldas Brandan, adaiin'?irador do
patrimonio de Nossa Sonuora das Dores de Can-
n-ifl-lula; appellados, Jjs de Souza Barbosa, sua
inulher e outros.Nuilo o processo.
Dojuizo municipal da Fortaleu Apaellante,
Ju ti 1111 no Napes doM-llo; apwiudo, Kanoel Nu
nes de Mol|o._Confirmada a sentenga
Do juizo municipal do Recif. AppeJIaote, Jos
Joaquim da lusta Mo-el; appellada, aordem ter-
ceira do Carme.Nullo o prucesso.
Di juizo ir a -i; ipil lo Recife.Appsllanles, Jo
Moreira da Silva a sua mulher; appellado, Valdi-
vino Ribero da Silva.Ref randa a sentenca.
i), joizo niuiiicip.il do Porto -Calvo. Appellante
Dr. Jacinttio Pies Pinto da Slva; appellado, Ale-
xanlro Bernardina do Mollo.-rC infirmada a sea-
t?ll{8.
Di jun municipal da Fortaleu.-?.ppeliantes,
Francisco Antonio Pereira, siiamullier e outros ;
appellada, Ruta Mana de Jeis.Confirmada a
seotenoa.
Dijuizimiinicip.il da villa do Passn.Appel
lames, Manoel Jos de Lima eWims; Appellado,
lencntp-coronel Joao Marinh Falclo Secnpi-
ra.(vi'ilirrnad 1 a sentenca.
Do ja:zo municipal d) RecifelAppellante, Jia-
.quim da Silva ]osia; appellado, Firniano Jos
Rodrigue! Ferreira. Despresados 0^ embar-
gos.
Do jai) municipal deGtranhuns.-*Aifpellante,
Gqrgonlo J u Vianna; appellado, Miguel dos Ao-
jos Alvos Caldas.Confirmada a sentenca.
Dojuizo municipal d> Acrac. Ajpcllante,
Anna Francisca do M me ; appellado, Francisco
Ansucle de Mello.Confirmada a sentenca.
Dojuizo municipal do Recfe.Appelnte, D.
Mana das Neves Mr reir Oliveira; appellada,
Rosa Maria da Conceieao.Despresadcs os em-
bargos.
Dojuizo municipal do Limoeiro. Appellante,
Manuel AlvesMaciei; ipnoNado, majof Luiz Fran-
cisco da Silva Barhosa Cumar.-Deipresados es
embargos.
Dojuizo municipal d) Bapilo. Appellante?,
Francisco Antonio- Sr aros e ostros ; appellado, Vi-
cente Ferreira Padillia Calumby.-eguw a revi-
so.
Da juzo municipal do Recife.-Appeanles, Car-
los Holras; appellados, padre Joaquim Jos de
Farias e nutro.Refirmada a sentenca.
Dojuizo municipal de Macei.-Appellante, pa-
dre Jos Garaes dos Reis Lima; appe'.lajo, padre
Jos a Auauaeiacia o Souza.Despresa lis os em-
bargos.
I
CaRUARL".Escrevem-nos desta cidade. em 22
do outubro:
Ha dia< que nao Ihe lenho escripto, por falla
de faetos dignos de serem relatados ao publico, o
que nao quer dizer que absolutamente nada tenha
. apparecido oesie e n'oulros logaros do termo;
mas, podejulo ser mal comprehenlido, desde que
ha partidos e que estes sempre interpretam as
cenias d -baxo do ponto de vista poltico que liaos
favoravol, abstenh-a-me s veze3 de relalar-lhe
certas peripecias, qae frequentemenle apjarecem
e que sao o resultado de enrediohos de aldeia, ou
anles do mal entendido orgnlho de alguns e prin-
cipalmente da ignorancia de muitos. Os politices
aquellos que bebem os ares pels conservacao ou
couseciica) da governanca do paiz, que se encar-
reguem de lo ardaa tarefa.
N- Helador imparcial, limitto-me tan somente a
dizer aquilto qaetem retacar com a raeralidade pa
blica, oa que se reci mnienda pelo espirita de no-
aiidade, e do manera que oio offenda quera qaer
qa s?j.
t O que ha do novo presentemente, que boj.
polas tros horas da tarde, ouvio-se una grande
detanaci owta cid4rlT, parecendo coa que u
desraoronamento de um graude oiiflcio. Em pou
m, porAm, soabe-se que fofa a pleiio d diver-
sos (ogaelos e dn un barril de plvora em casa
lo foRiieteiro Amaaeo. O fog.a ateou-se por occa-
siio de oslar elle a broear os fognetes, pelo aitrito
de 110^ 1 pedriaha que exista dentro de urna das
tabocas.
Por um acto providencial eslava a porta da
ca-a aborta e tola a fami ia comporta daqaelle
artista, de sua malber e de seis (Uninos, reunida
na sala da frent-i onde appareceu a cxplosSo, a
qual principiando polos foguetes, dea lempo a que
panbassom todos a ra. Imroediatamenle ouvio-se
um grande estampido, era o barril de plvora qae
lovava todas as tenas, derrubava um dos oiloes da
casa, arr bentava portas e janeilas, e queimava
tudo que 1 iironlrava em sua marcha devastadora!
O pobre hornera e a familia ficaram reduzidos a
r ,upa do c irpo, ma? o delegado snpplente em ex-
rcicio, tenente Porlo, eommlseraado-se de lama
miseria, est promovendo urna subscripcao em fa-
vor dalles. urna accao meritoria que muilo
tli-J aproveitar I
D.'us queira que este exemplo, qae poderla
ler sido mais fatal, nao ler-se dado em ama casa
"opeada do nutras, aproveite quoPes que, ren-
dendo poivT.ideoIro desla cidade contra as pos
uraa da cj:nara mufli^ipal, se esquecem deqoe,
alm, a iligalidade de seu proeedimento, podem
s*r com suas familias victimas de sua iuipraden-
eu.
NAUFRAGIO. Lomos no Cir*n, de 19 de
ontubn :
O cter nacional Tn^rrd naufragou no Ara-
,L. |ar de D0M0 PrW culer comecou
S KQa' ao e8trar Bft barr ao Aracaly en
ffll? rm uma coroa; fonsegaodo porm aa-
*h iC m, ^S10.tiveMe baiiao Pouco, quan-
do atou-se faaa bastante agua, veodo-se o mesire
e sua seohora, Jos Sacavem, Nicolao Florenciano,
Dr. Jos Carneiro Leao, sua senlu.ra, 1 filho e ;i
escravos, Manoel Faria, Manoel Cordeiro, Jos de
Mvdeiros, Jacintho Muniz, Rufina da Conceieao,
Mana da Conceieao, Francisco de Oliveira Cabral,
Jos Antonio de Figueirelo, sua senhora c 1 cria
do, Antonio de Medeiros P uva, Antonio da Costa
Maiaio, Digno Mannel deSouza, Manoi-I de Paira,
Antonio Furtado Eugeuio, Francisco de Almeida
Siuza, Sancho da Cmara, Mariano Ferreira, Joao
Augusto da Cosa Feio, Jos Carvalho, Jos Flix
Cordeiro, Augusta de Jess Manoel de Medeiros,
Mana do E-pirito Santo, Olympia Julia da Fonce
ca, Antonio Jos Tavares, Francisco Bolelho, Ma-
noel Das, Manoel de Souza Mondonga, Manoel da
Costa Huberto, Jos'Paulino de Andrade, Manoel
Alves Vieira de Aranj >, Modesto Ernesto de Ges
Lyra, Manoel Duarie Lyra, fre Antonio do Palro-
cinio e Araujo e 1 criado, fre Manoel da Concei-
eao Monte e l criado, Mathelor Umbelino do Car-
mo, Jos Antonio Martns Leal, Antonio Ferreira da
Cosa, Adriano Francisco Ferreira Neres, Silvano
Rara s, JaaquimMaxmiano Pestaua, Belmro Fran
cisco Kibeiro da Silva, Dr. Benedicto Onofre de Al
buquerque.
Segaem para o sa! :
Exm. Sr. Dr. Venancio Jas de Oliveira Lisboa
e 1 criado, capitn Joaquina Manoel de Medeiros,
leneole JuSo Baplist de Almida, Joao Ferreira
Rastos, Jos Eduardo da Silva, Pedro Augusto de
Carvalho e sua senhora, Agostiuha Jos Tacares,
sua senhora e 1 e-cravn, Bonifacio Adcodate Fon
lenelle 8 recrulas, 12 escravos a entregar.
Vindos do sol no vapor inglez La Plata :
Cooselheiro Dio o Velh-a Cavalcaote do Albu-
auerque e dous criados, conoge Joaquim Piolo de
Lampos, Godefrey O. Mann, Francisco Moolandon,
Ma-ioei das Dores Pacheco, Jos Goncalves de Al-
buquerque e Silva, Pascoal Cleanio, Galale Angelo
Mana. Sollo Guimpe, Salvador Gomes Ferreira
Velloso.
V ndos no vaper amercar.o North Anterior]
dos portos do sul :
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho, Jos
FrancHco da Silva Zuca, Alberto H. Hager, Bober-
to Br iwoe, Carlos Carleo, Cara Moffetl.
CEMITEtUO PBLICO.-Obituario do dia 29 do
corren! :
Joanoa Joaquina Machado Pires Ferreira, bran-
ca, Pemambuco, 70 anno, vuva, Boa-vista ; o-
flammaeao chronica do estreo.
Emilia, branca, Pernambuco, 2 mezes, S. Jas :
gasiro entente.
Isabel, branca, Pernambuco, 6 mezes, Boa-visla;
convulsoes.
Mara, escrava, prela, Pernambuco, 2 dias, S.
Jos; espasmo.
Amelia, parda, Pernambuco, i annos. Boa-vista;
dysenieria.
30
Liberato, eseravo, pardo, Pernarabueo, 29 ao-
os, solleiro. Sanio Antonio ; phthysica pulm Juna, escrava, preU, Peroambnca, 30 auai-s,
solteira, Boa-visla ; varilas.
Laiza, preta^ Pernambuco, 46 anoo, solteira,
Boa-visla; emente coronice, hospital Pedro II.
Maria Jovina Cavalcaote, maraca, PeKoambueo,
17 annos, solteira, S. Jos ; phthysica puloooar. ,
Joanna, parda, Pernambuco, 18 mezos, Boa-vis-
la : brjnchite asmtico.
TheoJorio Maduro da Fonceca, braneo, Pernam-
bnco, lOaonos, solleiro, Recfe; laborelos pulmo-
nares.
Mnorvino Jerfferson Pereira de Oliveira, branca,
Pernambuco, 27 anuos, solleiro, Afogados ; lober-
cnlos pulmonares.
MiuoeJ, pardo, Pernambuco, 8 dias, S. Jos ; ov
pasmo.
APPRLI.AQOE.SCRIMES.
Do jury do Cabo.Appallaut, o juzo ; appella-
di. Man vi di HaUa Pi monte!.-Man Jaran a novo
juiy.
o jury do S. Jos do Mipibu -Appelhnle, Dr.
Antonio Felip.ie do Albuquerque Maraphao, por
seu eseravo Claudino; appellada, a juica.An
n'ullaraiu o processo.
Do jury do Ponedo. Appellante, Antonio de
Je.us; appellada, a justica. Mandare .a novo
jury.
Oo jury de S. BernarAa.App ilantf, o juizo ;
appdlaJa, Pedro, eseravo de Mauoel Alves de Fa
na.A' nova jury.
I-o jary do Aracaty. Appellante. Francisco
(lanas de Oliveira; app-liada, a justiciA* novo
jury.
Da jury o Ponedo. Apollante, J)5o Vieira
Dantas do Coulo; appellada, a juslicijA' novo
jury.
caprucTO de jcnisbico.
Entre os jaitas ,|3 nrpaos da cidiidn da Victoria
e o do ,; ran-a.Jalg iu-se competate a jarisdicao
do juiz de orphios do Bonito.
PASSAGEXS.
Da Sr. desembargador Gitiraoa ao Sr. desembar-
Kajlor Guerra:
Da juiz > municipal do Olinda.Appellante, D.
Tooreza Julia B itelho; appellado, Francisco AIT-ra-
so II olelho. Dojuizo municipal de Pao d'Alho. -Ap-
pellante Jas Cardiso de Almeida; appellado. Ss
verino Jote de Parias.
Aa Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Appell.aeao crime d t jury de Serinhaem.Ap-
pellante, Luiz do Franca Ventana: appellado, o
juizo.
Do Sr. desembargador Lonrcnco Santiago, ae
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Da juizo municipal do Ceato.Appellante, Fran-
cisco Xavier dos Santos; appeilados, Manoel Fer-
reira Callado e sua maiher. Do juizo municipal
da Imper4riz.=Appo!lantes, Luiz Correa Lima e
outros; appellado, Jos Marques de Jess. Da
juizo municipal do Traip.Appellant-, Jos Joa-
quim Pitombo; appellado, Jos Meodes Ferrei-
ra. Do juizo municipal do Recife.Appelianles,
os herdeiros de Man >el Figueira de Faria; ap-
pellada, Mmeel Pereira de Magalhaes oseas
filho?. Dojuizo municipal de Aquirs.Appel-
lame, Antonio Bernardo das Neves; appellada, a
cmara naunkipal.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
>r. desembargador Motta:
AppellacSes crimes.Appellante, Antonio Miguel
Pinto Rbeiro; appellado, Joaquim Marinho da Sil
va Honra. Appellaotn, o juizo; appellado, Vicente
errira da Silva. Appellaole, o juiz >; appellado,
Paulino Ildeffunso Jacomi Rbeiro. Appellante,
Joaquim Pereira de Sauza; appellada, a jus
tica.
seis nonaes.Sendo aborto o oficio
jo -presidente desta cmara, expediram-se os
offleio m
Ootro do mesrao, concedendo a cmara ulorl-
Mean que pedio para se carregar na verba eveq-
al Jto oxerccio prximo flodo, a quanlia de____
Wo<860, prejuizo que hoave na venda da farinha
eiprada pela mesma cmara.Inteirada e que se
commooique ao procarador e coolador.
Oulro do mesmo, ordenando a cmara que re-
meta a presidencia at o dia 31 de dazembro do
anno correte, as enntas e balanco de sua recolta
e despeja no exoreicio prximo flodo, hem como o
orcamento do exen-icio de 1871 a 1872, que deve
ser apresentado a assembla legislativa provincial,
fazendo-se igualmento'a exposicao das necessda-
des mais urgentes do seu municipio.Inteirada.
Oulro do me cmara mandar 1 r n .vamente em arrematado o
impislo deaTerieao de peso e medidas, servinto
de base a quanlia de 18:210* olTerejida por Luiz
Gomes Beaerra.Inteirada e qno se mande afiliar
editaes,
Oulro do mesin >. participan lo que era data de
15 do correte levou ao conho:iaiento do governo
imperial para resoUer como entender justa, o olB-
co desta cmara de 7 do correle sob n. 93, rela-
tivameale a exhumacao de osso*. aventada entre o
bacharel Prancl-c-i Augusto di F.uiseca o Silva e
D. Alexandrina Minados Santos.- Inteirada.
Outro do medie i da camara, remoliendo o map-
pa Inmeiifal de jnnlio a setembro ia corrate
anno do movimento da informara da casa de do-
leucao, o comainnicandi que 110 da5 do correo-
!f ? ,"* c '/^ horas da larde procoJeu a conviie
ao fiscal exameem carnea ex usas a venda na ri-
beira da freguezia de S. Jo-, em estado da putre
racau, o que sendo por elle verificado fez retira-las
ao mercado para sereminutli-jadas; pelo que lem
ora a esta cmara a neces-idade de limitar-so a
venda das carne al as 2 hars da tarde, porque
desta hora em diMle comactm ditas carnes a de-
lenorar-se, o que de grande detrimento a satido
publica.Ao archivo.
Oairo do administrador d cemiterio publico
desta cidade, informando o modo porqus concede
que se fagam as pinturas nos tmulos. Intei-
rada.
Oulro do ongenheiro cordeador, informando que
no archivo dos-a cunara existo a planta da estrada
de Paulino Cmara, a qual nao est marcada no
mesmo aliolumento dos muro? o casas, seado ago-
ra a occasiao opporlaoa de fazer-se alteraijao na
planta, porque se estao assontado os trihos e so
revendo oa reparticio das obras publicas a planta
da freguezia da Bia-Vista.-Inteirala e chame-se
a altencao do engenheiro.
Outro do mesrao, informando fivoravelmente o
reqnenmento de Jos Alves Lima Concedeu-se.
Oulro do mesmo, informando fivoravelmente o
requenmento de Antonio da Silva Ferreira.Con-
cedeu-se.
Ouiro do mesmo, ioformando favoravolmonle o
requenmento de Joaquim Lopes d'Almeida.Coo-
cedeu-se.
Oulro do fiscal da freguezia de S Jos, repre-
sentando cootra Bornardino Pereira Ramos, pelo
modo porque osla edificando 6 casas na ra do
Mrquez do Herval. Se reconhece que a edifica-
do etde eenformidade com as posturas, e com-
petentemente autorisado com licen^a desta cma-
ra. Offlciou-se nesie sentido ao fiscal.
Um requerimento do Dr. Gracilisno de Paula
Hiptista, pedindo que isla cmara Ihe mande pa-
gar a parte que ello possue nos 100 palmos de
torreao na ra d'Aurora com fundos ao Hospicio
o qual sao consenhares os herdoiros do tenen-
le-coronel Remando Antonio de Miranda. A'
commissao j encarregada.
Oulro do Sr. vereador Gameiro : Estando
bastantemente arruinado, e amecando eminente
perigo o edificio no Forte d> Mallos, ende a
assembla provincial fazia a3 suas sessoos, a
qual par este motivo fanecionoa oslo anno n'uma
das salas do palacio da presidencia, e deveodo
aquello edificio, em virtude da planta da cidade,
ser demolido, requeiro, que para este lira solici
le-se por iatermedio da presidencia a oecessaria
autonsacao do goveroo geral visto ser a]uelle
edificio proprio nacional. Paca da cmara mo-
c nicipal do Recfe, a os 19 de outubro de 1870.J.
Maria Frcre Gameiro. Approvado.
Um parecer da commissao de polica, concebido
nos seguntes termos:
A commissao de polica a quem foi presente a
conta do procurador de causas desta cmara
das despezas judiciaes, nao podendo por forma
alguma julgar da exactido das mosmas conta-,
mas snppondo-a exacta de parecer que seja
a approvada a conta. Paco da cmara municipal
do R-cife, 19 de outubro de 1870. Dr. Lobo
Moscoso. Approvado.
Oulro da commiss3o de edillcacao: Antonio
dos Santos da Conceieao, pede para fazer telhei-
ro em seu terreno em" Santo Amaro para guar-
t dar materiaes, e diz o engenheiro que prohibi-
de fuer casas de taipa. A commissao entende
t que se pode conceder licepea para fazr o te-
Iheiro qu3 pede fechando de tijolos em secco
como do costume e nao de paredes coma ps-
rece querer, segundo informa o engenheiro e
que nesle sentido se recommeode ao U cal, aflu
a de nao ser Iludida a boa f dosta corpora-
ao laaeimo tribunal, seja decretada com urgencia
uma providencia que ponha termo ao alludido pro-
eedimento, atlentatorio da direito do supplicante e
do respeito devdo aos jalgados de um Irilmual
superior.
pe
nao
Haveodoo suppleanteloterposto aggravo de
ticSo de um despacho do referido juiz, que
quz admtir o supplicamo mostrar a nullidade
de um eqaeslro illegalnume decretado pela mes-
mo juiz sobre os bens doixados por D. Anoa Del-
Rna Paes Brrelo, de quem 6 o supplicaote testa-
menteiro, privando-o ao mesmo lempo de ser o
inventarame dos ditos bens, como deve ser, uma
vez que a testadora nao deixnu pareles desceo-
dentes ou ascendentes, e sendo manuado tomar por
termo o seu aggravo, que foi minutado polo advo-
gado do aggravante, o juiz, depos de sustentar ex-
tensamente o seu despacho apgravado, tendo de-
morad a para Isso os auto 1 em seu poder por mui
tos dias, prohibi afinal a expedicao do reeurso,
por Ilegal, multando o advogao signatario da res-
pectiva minuta. Disto pelioo supplicanlc carta
lestainunhavel, que o tipcrior tribunal da rea-
cao deu provimento, mandanl-a que o aggravo fo.s-
se admittido e seguisso seas termos.
O sapp iennte, ubendo e>se provimento, fez no
da 13 do corenlo apresontar ao juiz recorrido a
sentenca do superir Iribunal, para que o dito juiz
a mandasse cumprir, ordenando ao mesmo lemp>
que o esc vo juuiasse-a aos originaes do agujrafo
e llzesse lago roraessa deste ao tribunal ad quem ;
mas, tendo o juiz, n.. intuito de pruteliar ees* oe
gocio, pisto simplesmente o cumpra-sena sen-
tenga, o escrivo, tendo duvla sobre o que (lena
seguir, visto que o aggravo j tinha sido esenpto,
podio es.-larecimentos ao juiz, que nianiou na dia
it. que a sentenca fiase pinta ao; autos donde s'
extrabira a carta lestsmnohavoi
O cumprimenlo, porm, desta ordem, encontrn
estorvo, por que, teudo o ;ju Jante do procura lor
fiscal da fazenda provincial do termo, bscliarel
Urlo3 Eiijeniu Dmarche Mavignier, pedido em
conlianca, no dia 8, os autos ongioaes, e sendnlhe
e-tes exigidos para ser expedido o aggravo, res-
ponden quo nao os liohl em seu poder, <*or have-
los iransmillido em confianza ao procurador li-cal
da fazenda ****t*t~i -* =- -:--
litro
kag) Mt
. ii-ifl
efermentadas:
. litr. 1
. 30t
. > 33
. t 39
. 337
kef.
provincial, qua Ih'os havia pedido.
No mesmo dia (II) o escrlvio repre.-enlou con-
tra este procedimonlo do ajudante Mavignier an
miz, pedindo-Iha que desso providencia para sem
demora serem os autos recoihidos ao cari ro. e o
juiz mandnu que o dito ajoante fosse intimado
para cem toda a breoidade recolher os autos, sen-
do fela a intimacao no mesmo dia, como indo
consta da c.rtidio junla, sob o. I, e expoz o sup-
plicante em uma publicacao que fez no Diario d
Pernambuco de 18, joolo, sob n. 2.
Nao toado at haniem sido recoihidos os amos,
a despeito de lodas as diligencias do escrivo, o
supplicanle rejuoreu enrgicamente providencias
que ioconlinen'i pozessem um paradeiro a l-.l
abuso, com quo se demorava a administraeo da
justica que a le quer que soja prompla, e apenas
pode obter o despacho que mandou o ajudante do
procurador fiscal dizer sobre o requerido, -em
prazo, segundo foi communicado hontem t?.rde
ao suplicante pela carta sob n. 3 I
A explicaQo de lado jato ique procura-se ga-
uhar lempo na factura do inventario, que lem pro
seguido, nao obstante a inlerposico do flggiavo
de pelicao do supplicante, no qual'so comprchen-
de a queslao de inventarianoa, vendendo-se Ipn
uma safra pendente, a qual colinda por conla do
acervo no que nao pode haver grande demora,
produzir mnito mais do que a sua vend, que,
segundo consta ao supplicante o alvitre qae pre-
tendo seguir o juiz apoiadi pelo ajudante Mavig-
nier, quemabas incumbe procurar que tenha
todo o incremento possivel o interesse da fazenda ;
sendo bem notavol o accordo em que respeito dos
bens da finada D. Anna Delfina Pae3 Brrelo lem
sempre andado o juiz municipal e o ajudante do,
procurador fiscal. Requer este sequestro nos bous,
nomeacao de inventarame, por entender qnu o
S'ipphcanle nio o llova ser e que nullo o testa
memo da finada, demora em sea poder p >r qran-
lo tempo quer os papis era qno, sena ne-essioade
e sement por svsiema de protellacao, se o manda
ouvir, o juiz tudo Iho defere e ludo Ihe tolera, com
manifest sacrificio da ustica.
O snpplicante, certo do zelo com que V. lixe.
procara sempre manler a dignidade dos actos do
veneranda tribuoal, a que preside, e auimado pelo
espirito de justica que caracterisa a cada um dos
mombros do mesmo tribunar, dirige a presente pe-
tCao,,nao s para evitar que Ihe seja imputada a
demora na prescnlacSo de sen aggravo. como pno-
cipalmen'e para solicitar, segundo dissa em prin
cipio, alguma providencia que ponha termo a pro-
tellacao de (aa se qaeixa, e que tendo a fruslar
o direito do supplicante, despeito do provimento
que obteye o que devia ser mais respeilade por
um juiz inferior, o qual, a nao ser coagid 1 por cr-
deni superior a cumprir o seu dever, s far ex-
pedir o aggravo do supplicante quando Ihe con-
vier, em vista dos precedentes. Nestes termos o
snpplicante mu rospeitosamente pede a V. Etc.
so digne deferir-lhe e reeeber merc.
Recife, 22 de outubro de 1870.
Jos dos Santos Veres.
dem descascado ou pilado .
Assocar braneo......
Idem raascavado......
Idem refinado..'....'.
Sallinhas........
Papagaios ... ..'.'.
Azeite de amendoim ou mea-
dobim........
Idem de coco .
dem de mamona. .
Batatas alimenticias.
Baunilha ....
Bebidas espirituosas
Agurdente cachaca.
Idem do canna ..
idem genebra .
Idem rost lada
Idem alcool. .
dem cerveja .
emrinagre ....
Idem vinho d caj.. \
bolacha fina.compreheiidido^ ,*
bscoit >s........
Idem ordinaria, propria 1 -ir
embarque........
Caf bom.....' \
Idem e dem torrado on moide. .
Cal branca.......\
Idem prcta....... .
Carne socca ( xarque ). ._ .
Garvio vegetal.......
Cora ainarella.......
Idem do carnauba em brut/. .
Idem dem cm velas, ....
Cha..........
'Vicos seceos.......
Colla.........
Couros de boi, soceos ralgad-s.
'dem idem espichados....
Idem idem verdes.....
dem de cabras curtidos .
dem de mica.......
Doce.; em calda .
Idem em gela ou masaa. .
Idem soceos.......
Espadadores do pennas grade* ".
dem pequeos......
lem de palha.......
Estciras de carnauba ....
dem propria para forro ou estiva
de navio........
Estopa nacional......
farinha de ararula.....
dem do mandioca.....
Feijo de qualquer qualidade.
fumo charutos......'
dem cigarros ......
(dern em folha boa ....'
(dem em folha, ordinario oa r. j-
tolho ........
dem em rolo e em latas boca "
Idom, ordinario oureslollio. .
Rap .........
Goman de mandioca, (polvih-).
Ipecscuanha ( raz).....
angico (toros)......
Ca'aros ........
Enxam3........'
Frechaes...... ,
Jacaranda (coucoeiras) .
Lcnlia era achas......
Idooi em toros......
Linhas o esteios......
Lour s fpranebdes).....
Pao Cra l........
dem de jangada......
Quiris ......
vinhatico costadinho de 23 a 'O'
millimotros de grossora. .
Idem praiichoes do dous costa-
dos at 50 milhmetros de cr -
sura......... ,
Idem taboado de menos de 5">
milliraelros do grossara duzia
Taboado diverso...... >
>*Jnba........ kiio*.
Travs......... urna
Varas para jicscar..... du>ia
dem para airuilhadas ...
dem para canoas..... ama
Cavernas de sucupira(em obraj
Fixosdcicupira para carro. par
S*W......... kitog.
Mel de abelha.......
Milho.......... .
Ossos.........
Palha de carnauba..... 'otoe
Pechury........ Pedras "do amolar .
dem do filtrar.......
dem de rebollo
Pennas de eraa. ......
P'assava......... n-ollio
Ponas ou chlfres de novilho oo.
m
m
W7
471
1 M 47
9 V
f m
m
17
2
IM
442
t 43C
t 713
I 1 y.m
C9MO UM
kilng. w>*
471
| 640
9
um M
> ' lfp)t>
Uta* Ul-X
* m
2*1'
(luz i;*. 4*0)011
KM)
1240011
cealo 164001)
l2r
klof. 136 '1
1 w
> 272
oeotru 3#0
3
kilog, DJM
> cu
> 1
1 ->
:, Uim
in>
t itm
duzia COiW
UBI m
| %r+
> i+m
'luzia ttjMO
:ento 3*000
> I2J00O
un 60f
1 10*000
kilog. m
aaa SOOO
daza 6S0Ol>
ua ie' 2OXJ0O
HUD

600O
SS
I ww

I6'i>
X ?
i-H
yi
4#7Ni
160
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembarga-
dor Doria:
Do juizo municipal do Recife.Dia de appare-
cer.Appellante, major Jos Gome; da gilva; ap-
pellado, 1 .aqoim uarte Rodrigue;.
D > Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Appellacao civel do juizo de orphos de Goyan-
na.Appellaole, o ajudante do procurador fiscal:
appellado, Joaquim Raphael de Mello. Appellacao
crune do Jury deGiyaona.Appellaote, o promotor
publico; appallado, Joaquim Jos de Sam'Anna e
outros.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Gilirana :
Do juizo municipal do Catle.Appellaole do
Rocha.Appellaole, Joao Baplisla -da Cos,ta C
Ino; appellados, Anna Ignacia, seas li
los.
Levantou-se a sessao a 1 hora da larde.
ceda-se lleenca.
Outro da mesma commissao, apresentando a al-
teracao fela oas localidades e numero dos urnato-
rios pblicos as quatro fregu-zias da cidade, que
devem ser construidos pela companhia Drama-
ge.Approvado.
Tres petlcoes acerca de trhos de ferro para
facilitar o transporte de gneros e volumes, sendo
uma de Bellarmino do Reg Barros, entra de Mi-
guel Xavier de Souza Fonseca e a terceira de as-
cimento Silva A C Ao advogado.
Despacharam-se as peticSes de Antonio Bernar-
do Quiuteiro, Antooio da Silva Ferreira, Aolooo
Pereira Sampayo, Antonio Jos de Souza, Baltha
sar Goncalvos Machado, Beoto Monteiro da Silva
(2), Claudio Dubenx, Francisco Cavalcante de Al-
buquerque Lms, o escrivo Francisco de Barros
Correa, o brigadeiro Hygino Jos Colho, Heilor &
Sampayo, Innocencio Rodrigues Silva, Joaquim
Jos Pereira dos Santos, Joaquim L ipes de Almei
da, Joaquim da Costa Amonm, Jo5o Evaogelsta
de S, Joao Francisco dos Sanios & C, Joao Leile
Rodovalho, Jos Alves Lima, Joao Bernardo do Re-
g Valenca, Jos Olympio de Castro, Loiz Jos da
Costa Amorlm (i), Lourenco Pereira Mendes Gui-
mares, Manoel Olegario Jordo Caldira, Manoel
Colho Cintra, Mathilde Goncalves Lessa, Ott
Scheider, Pereira & Ir nao, o Exm vseondo de
Suassuna, frei Venancio de Sania Maria Ferrara; e
levantou-se a sessao.
Eu, Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha, se-
cretario subscrevi.
Bento Jos da Costa Jnior, pro-presidente, Dr.
Pedro de Athayde l/ibo Hoscoso, Jos Varia Freir
Gameirol Laetann Cyriaco da Costa Moreira, Igna
ci Pessoa da Silva, Dr. Prxedes Gomes de Souza
PUanga, Angelo Henriques da Silva.
PUBLICACOES A PEDIDO.
CIROMCA JUiHflUSIi.
I ltlB< V4I. I \ KELA4, l.
SESSAO EM 31 DE OUTUBRO DE 1870.
'BCSUaSXCU DO RXM. SR. CO.fSlli,HaW C. SAHTIAOO
Secretario Dr. Virgilio Colho.
CAMAKA miNiaPAL
SESSAOEXrRAOlDINARlAEM 19 DE OUTUBRO
DE 1870.
PBE3U1BNCIA DO SB. DB. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Moscoso/Gameiro Heori-
fcilida e trovada a mu da antecedente.
Leu-seo seguate ~ww.
torinft t} Ex,n- Pr9sMe,,le da Provinceia au-
dos andares superiores do predio do Dr Jos Joa-
se o n lenao Dr. se oao qaizer suger reeber
o proco da compra do mesmo predio, ienois onTa
assembla provmcial volar "reapeeuK'So
eotendeodo-se a mencionad croara coa o2
ter da ihesouraria provraekl, a quem tX
di Jas as coninelanw imu. _i^.:"r"" exPe
AO PUBLICO
Ao publico.
Comparec boje as dez horas da manhaa na se
cretaria de polica, para ser processado pelo falla-
do envenenamento do lente -coronel Joao de S e
Albuquerque, e Dr. Victoriano do S o Albuquer-
que, o em virtude da denuncia do Dr. Loan neo
de S e Albuquerque. *
O deoaiiciaute oo compareceo do balde o es-
perei, ao entretanto para que elle nao tksse pri-
vado de continuar seu processo de conlenleime
em pedir o adiamento, a designaco de novo da
com sua citacao.
Parece me ter cumprido o que affirmei ao Sr.
conseiheiro Silveira de Souza era moha corros
pondeucia do 8 do correte.
Nao se so esta ommooicacao ao publico a
quem garanto ioteirar de todos os actos do meu
processo est escripto em estvlo impenoso.
O Liberal novo censor de estylo concdame o
seu p;rdo, so assim entender, indicando-me a
forma pea qual os meas escritos Ihe podem agra-
dar.
Recife, 31 de outubro do 1870.
Gaspar Cavalcante de Albuquerque Uchoa
Agradecimento
Fre Alexaodrino Jos do Rosario Figoflra,
copimissario visitador do convento do C.rma de
Onda, nao tendo lempo de despedir-se de todas
as pessoa*, que o honraran) com sua amisade, pe
Je desculpa d'esta falla involuntaria, e uOerece-
lhes os seas servicos aa provincia da Baha.
Sumisamente grato ao generoso acolhiuiento
que reeobeu daa distinctos religiosos do Carnio do
Recife, com o* quaes, no espac de & mezes, viveu
oa mais perfela intimdale, a provala a occasiao
para manifestar a todos o sen eterna reconbeci-
mento. Ao mu lo digno provincial, frei Erico de
Santa Anna Riqae, aos meas diselos irmos, fre
Jorge de Sanu Anoa Locio, rrei Bento do Monte
Carmallo Flores, frei Aberio. frei Joaquim de San-
la Maria, frei Flix da Natividade Pinientel, fre
Jos da Conceicio o frei Augusto eu offereg, no
auge de meu reeonheei monto, lado o qae son e
lude o* qae v.ilho. Aeceitem os meus irmass do
Carmo do Recife o sen benemrito prelado, esa
pequea prova da meu recouhecimenlo.
oeato
Jog.

I
KilOg.
reato
doa.
a*
m
8W>
34i>
m
H*
Iji
9f*>
I
vacca.......
Sabao .......
Sal- -.,....
Salsaparrilha.....
Sapa tos de conro braneo .
Sebo ou graxa entrama .
Idem em velas. ,
Sola e vsquela ....
Tapioca.......
Unha* do boi.....
Vassouras de carnauba .
Idem de piassava .. .
Idem de imb. j .
Alandega ae Pernabmbcco, :) de
1870.
O I.*ciironte.Florencio Rotula t OUmw-s
O 1 oonferente los Bapt 1:-'n te Cmtntiih*
Approvo.Alfandga, S9 de a-noat do 7.
Paes de Andrade.
Conforme. Joaquim Tertulr mo de Mtdetne
trigo. $
RECEBKOORIA DE RE.NOAS INTEUNVS
GERAES DE PERNAMBUCO X
Rendimento do dia I a 29. ftTTTIJMi
dem do dia 31..... f*:Vttl
CONSULADO PROVINCIA "#
Reodioionlodedia I a 39. 44:834461".
Idem do dia 31. 0 4M\jtt>>
47JMKI
MOVIMENTO PO FWTI.
Navios entrados no dw 30.
Ass17 dias, patacho brasitriro JVa Jetmt, te
149 toneladas, capitao Manoel FranUa *
Amara I, eqmpagem 8, carga *ti, algndiai aa
iros genero* ; a Bartb alomen T narria
CardifJ43 dias, palacbo intju Joaara, ae 272
toneladas, capuio Al/red Wokk. eaataajaa 9
carga carvao ; a Sannders Brollen A C
Liverpool45 das, lugar iaglea Ifmtgmm* >
216 toneladas, eapilao Francu TfiTaaii. '
Volumes entrados com fazendas
t cem gneros
a
Volumes Sabidos com fazendas
com gneros
diJas as competentes ordens.-Inieirada
rewma copia do oficio ao Sr. TarSK PiuSS
Ontro do mesmo, receaa*ando que leeni
as aaeesserias provincia,, .on, ^ ,e g"
mnia mi) iiff-i^n^ jt *_____ rewMreiB aa
juntes quaiilicadoras da* fregueaas a*
rJE**&* Prwieee.-In-
leirada e que e offlcie 10 latee de i*,
atao doiwaiao, atiaaatmieaadjT,morte
Exm. conde da Us-Yieta, aeaader
do
por esta prc-
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desea* | oude, votado es respectivos eleitres
rderu aos jaizes de 9u^*tflZg
**>> ** de^eSS i
deure, detignade para a tatela a vagT*"
. 9ek> Kxm. aiar<(aea de Olid m proceda 1
a eWcSo parra preenchioaeoto da vaT
l- coude, votaado as resoective* -uu^E. .
mtjmo
emUiU,
A publicacao que se l no Diario de hoja, sob
a assignatnra de Um dos coUuleraes, herdeiro da
Uada D. Anoa Delfloa Pas Brrelo, de quem son
teetaraoQieiro, menos um meio de esclarecer a
nateria do aggravo que interpuz para o superior
tribunal da relico, que o deve decidir a vista dos
respectivos autos, do que um desatufo de despeito
pela representadlo abaixo e o lavoravel despacho
que esta leve ; de*abafo que s se pode attribuir
a algum collaieral que eslea peroitomente identi-
ficado com o juiz muoieipi o o ajudante do pro-
curador fiscal do termo do Cabo, por q"aantoNas re-
flexo's feitas na referida publicacao sao exacta-
mente as mesmas que produziram estes dous func-
cionarios em seos pareceres e despacho, como ve-
ri o superior tribunal da relacao.
O qae na mesma publicacao se nota de indelica-
do e ollensivo mioha penoa e ao meu carcter,
deixo por ora sem reeposto, qae opportuaauenie
appareeer.
Aciualineme, s me cumpte aguardar a deeisao
00 tribunal, para quem recorr e cuja sabedoria
'laitiea nao illudem falsidades o intrigas.
mmfe, 29 de outobro de 1870.
Jos ios Sanios Neves.
IHm. e Exm. Sr. eonselbeiro presidente da reU-
Je.-Jo dos Suata Neves, sent a neeeisidade
de traaer ao eoDaeriaiaaiade V. Exc. un proced
meato tsoaadaioso que para eom el* tea nado o
fiMiniMieipai do tera de Cabo,.baenwl Jaiu
IZSSfi B0,l!,r. coa m de /rualrar dlreitos do
picante, menoscabaado ana deeisao proferida
te preside, gara qa^ atado V. Bxc scieocia delle Arroz oom casca.
COMMERCIO.
ALFANDEGA-
Rendimeoo da dia 1 a 29. .
dem do dia 31.....
681:900X157
43:272X600
723:172X757
&OM,
JaaVt.
NorCoaenU da alandega
87
324
------ Ul
III
312
------423
Desearregam hoje 2 de outobro.
Barca franeeza -Jode Baptistadiversos gneros.
Lugar, iugiez/adiversos gneros.
Barca fraacezaS. Andi'iii/sm.
Baaca ingieza Zennia idem.
Brigue portuguezRelmpagoidem.
Brigue hollandezCoroelio Gertrudt-farinha de
TABELLA ros paseos nos genero sbitos a di
xbito dx axpoHTACo. srma.va di 31 de ou-
tubro 5 DB NOVBMBRO DE 1870.
Mereadorias: Unidades.
Abanos.........duzia
Algodao em caroco.....kilog.
idem em rama ou em laa. ,
Carneiros vivos.......nm
Pbrcos idem
kilog.
Valore
300
S
tiOOO
2*000
68
pagem 8, carga differentes
w PaierAC
Babia 7 das, brigue
257 toneladas, capillo
ganga, equipagem 12, carga
mandioca e ouiros geaaras: a
RaoelloaC
Terra Nova38 dia, tarea i
de 249 toneladas, capiti i Juna
em li.cirga 3:083 barricas
jhnssten Pater C
eaarrafao
nao houve sabidas.
Namoo entrados no iaa ii.
P artos do norte-9 dias, vapor Ir Millo
do Sut, de 1119 toneladas, coi
quim de Paula 6. Aleo/orado,
carga difforentos gneros ; a A. L.
vedo & C,
Aracaty15 dias, hiato
96 toneladas; canitae
eqiupagero 8, carga 311 fardo do
outros gneros; a S Laaao k k
Ass15 dias, palacbo bfaiitoiro
96 toneladas, capillo Joaaaaa al
goiredo eqaiaagem 7, caifa sal e aa
netos ; a Banhaiasaaq sar usar
Triesio8 dias, brteao fagas Jacalea
toneladas, eapttao Masters, saaaaagaa %
2400 barricas com faraha de tna
ores: a annders Brotbers
AssU18 dias, escasa aorte-aaai
de 140 tooeiadas, caattie C. M.
gem 5, sarga saL a ordam______
LiverpoolVagar
WilB. aa, ""
Granea
ra,
les-------
Cear^^^BKa Sea O***, eagH laatr
Jerret, w3*"
\
V
I

ai*


Diarij de Peinembuco Quarla feira 2 de Novembro de 1070.

3
^'tvioe entrados dia 1-
Terr ingiera NckiMK, d
17!) iour equipaje*.,
eaija 2,&7Vt)arricas com baoalbo ; a S*wnders
llreUws 4 C. *
Hto de Janeiro e Bahia-6 dias, vapor araerWane
Xitrtk America, de 2,000 toneladas, coraraandan-
te G. B. Sloeon, equtpagem 73, carga differentes
gneros; a Henrv Porswr & C
Barcellona40 das, brizne hespanhol Sorpreza,
de '310 tunela-is, capul) Jos Poataoell, equi-
pagern 14, carga vinh); a Amorioi Irmoo & C.
Nanos lahidos no mamo da.
Portos do solVapor brasileiro Cruzeiro do Sul,
ooramandante Joaquina de P. Guedes Alcoor*d),
carga varios gneros.
MaceiBarca ingleza Devonvale, capito Hara-
byn, em lastro.
AracalyIliate brasileiro Varia Amelia, capitio
Francisco T. de Asis, carga difireme gneros
EDITAES.
O Dr. Arminio Coriolano Tarares dos Sanio, jui
municipal da 2" vara e preparador dos proces-
aos do jury desta comarca do Kecife por S. M.
o Imperador etc.
Faoo saber que pe i Dr. Manoel Jos da Silva
Neiva, juiz de direito da 2" vara criminal desta co-
marca, rae foi communicado ter designada o dia
14 de novembro prximo vmdoure pelas 40 ora
da manilas, para abrir a 8* sessao ordinaria do ju-
ry, que trabalharem dias consecutivos; e haven-
do hoje procedido ao sorteio dos 48 jurados, que
tem de servir na mesm sessao, em couorraidade
do art. 328 do regul.amrnto n. 120 de Jl de Ja-
neiro de 1842, foram sorteados e designados os ci-
dados seguintes:
Frognezia do Recife.
Francisco Ferrcira Borges.
Gustavo Naseaseno Purtado de Mendonca.
Francisco Vieir Perd gao.
Jos Francisco da Fonceca Galvo.
Freguezia de Sanio Antonio.
Joaquim des Santos Neves. /
Dr. Napoleo SHverio da Silva.
Nanoel Martins Finza.
Dr. Jaciniho Pereira do Reg.
ioo (arlos Augusto de Figueiredo.
Joo Goncalves Pires Ferreira.
Dr. Joao da Silva Ramos.
Dr. Jos Fracisco Ucha Gavalcante.
Dr. Luciano Xavier de Moraes Sarment.
Joaquim Antonio Cameiro.
Francisco Pinto Guimares.
Jos Joaquim de Mendonca.
Freguezia de S. Jos.
Jos Xavier Faustino Ramos.
Joao Jos de Carvalbo.
Freguezia da Boa-vista.
Antonio Peitosa de Mello.
Dr. Antonio Paulino Cavaleante de Albuquer-
que.
Joaquim Ignacio de Carvalbo Mendonca.
Joo Pedro de Josas da Matta.
Antonio Anne- Vicira de Souza.
Hermes Carnciro Machado Ros.
Braz Joc dos Rei?.
Jcaquim Salvador de Siqueira Cavaleante.
Aatonio J>ti Qjarado.
Manoel AI ves (Juerra Jnior.
Dr Miguel Jos da Costa.
Mi nervino de Sou/a LeSo.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Migul Rodrigues de Figueiredo.
Jos Henriques Machado.
Joaquim Pereira Vianna.
Manoel Joaquim de Almeida Soares.
Manoel Teixeira de Albuquerque.
Joo da Silva Faria.
Dr. Manoel Godofredo de Alencastro Aulran.
Castao da Costa e Sa.
Freguezia dos AfogadOs.
Dr. Alvaro Barbalho Cavaleante.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonceca.
Salvador Barbalho Ucha Cavaleante.
Jos Bernardino Pereira de Brito.
Freguezia do Poco.
Alexandre Americo de Caldas Braodo.
Freguezia da Varzoa.
Joo Cavaleante Pilgueiras de Menezes.
Freguezia de Muribeca.
Jos Ignacio de Lyra.
Freguezia de Jaboalo.
Antonia dos Sanios Sonzi Leo.
Francisco Carceiro de Lacerda.
A' todos os quae*, e a cada um de per si, bera
como todos os intere3sados em geral, se convida
para comparecerem no Io andar da casa que foi
cadeia, na sala do jury, tanto no referido dia e ho-
ra, como nos demais das seguintes, em quanto
durar a sessao, sob as penas da lei, se faltarera.
E para que chegue a noticia todos mandei
passar o presente edita!, que ser lido e afQxado
nos lugares mais pblicos e publicado pela im
prensa ; e tambera rometter iguaes ao3 respecti-
vos .-ubdcl-'gados para publica-los e mandarem fa .
zer as mti liornas necessarias sos jurados, aos
clpalos e as iestemunhas que se acharem em
seas districtos. Cidade do Recite 29 de ontubro
de 1870.
En Manoel Antunes Correia, escrivo interino
do jury o escrevi.
Arminio Coriolano Tacares dos Sanios.
de jinco, 1 poa de gnlpapo 4e 12 palmot de
eomprimento, IQdazias de pratos do folha, 400
I mitins de papel ftxe, 100 pies de ferro. 800 libras
da pregadara ft cobre, 8 dallas de tigehs de foth
aorada, 1,200 libras de tinta branca Je zmeo, 6
vergonteaa da pinho par mastros de escaleras de
25 ps de comprl^ento e grossura no malo 8 l|2
potegadas e 6 vBrgonteas de pinho para paos de
culello de 35 oto de*comprimeDto, groasnra no
m?'J P,ea 3ttgrozas de torcidas para pka-
rol, 30 covados de damasco de loa eof>9 ado e 400
alqueires de cal prela.
Sala das sessdes do conselho de compras aavae*
28 de outubro de 1870.
O secretario,
. ________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
- No da 3 do correte, depois de liada a audien-
cia do juizo de orpnos, ir praca por veuda a
casa terrea sita a roa das Cinco Ponas n. 43,
pela quantia de 3:630j, que servir de base para
a arreraataco.
THEATRO
Rio dtj Jui'
Para
gue na
inon o engajadu
u-8e con o consignatario.- J* Oli-
veira'Atevedo & C, rna da Crna B. 87, 1* andar.
fl&ranho.
Segu cora brevldade para o porto cima o pa-
atchi nacional Joven Arthur, pira'ovesto do car-
ta que I lie ralla trata-se cora os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevado & C, ra di
Crnz n. 57._________________ .
Rio-Grande do Sul.-
Segu com brevidade para o porto cima o brl-
gue nacional Amelia : para o res da carga que
Ibe falta, trata se oom os consignatarios Antonio
L. de O. Azevedo 4 C, rna da Cruz n. 57, pri-
meiro andar.
mmm nurnt
M.* RKG1TA DA ASS1GNATURA.
Quinta-fe ra 3 de novembro
Lindo espectculo dividido em tres parta a orga-
nisado por Mrae. de Valmenca.
Ouvertura pela orehestra.
PRIMBIRA PARTE.
Representarse-ha a linda opereta era um acto,
msica de Offenbacn
Tv Braz
DECLARACOES.
O Illustrissimo Sr. conselheiro inspec-
tor da thesouraria de fazenJa desta pro.in-
cia, em virlude de ordem da presidencia,
manda fazer publico que no dia 2 ue no-
vembro prximo vindouro s duaa boias da
tarde perante a junta da mesma tbesouraria
ir3o praga para serem arrematados por
quem mais der diversos medicamentos e
objectos que pertenecram ao oxtiocto corpn
de guarnico desta provincias constante da
relaco que ser franquea la aos licitantes
na secretaria da dita ihesouraria. A6 pes-
soas a quem convier a sobredtta arremata-
cao deverao comparecer no dia e hora indi-
cados.
Se retana da tbesouraria de fazenda de
Peruambueo, 28 de ontubro de 1870.
Servindo de official maior,
__________Manoel Jos Pinto.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE,
A Illma. junta administrativa da Santa casa de
MHer-e rdia do Recifc manda fazer publico que
na sala de sua3 ses5es, no dia 20 do outubro, pe-
las 4 horas da tarde, tera de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer pelo lempo de um
a tres anuos, as reqdas dos predios em seguida
declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE.
Ra larga do Rosario.
Segn Jo andar do sobrado n. 24 A.... 303*000
Ba de Mathias Ferreira (Olinda).
a terrea n. 15................... 130*000
PATRIMONIO DOS ORPUOS.
Ra do General Vktorip.
Casa tarrea n 13................... 240000
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar)
Casa terrea n. 108................. 204*noo
Idom-idm n. 103.................. 18U000
dem idem o. 99................... 345*000
dem dem n. 96................... 203*000
Idooi dem n. 94......."............ 204*000
Os prtndentes deverao apresenUr no acto Ja
or rematagl) as suas flaneas, ou comparecerem
acampaohados dos respectivos fiadores.
S 'creiaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 18 da outubro de 1870.
O escrivo,
Podro Rodrigues e Souza.
Conselho de compras lavaes
O conselho oe da 5 de nownbro proxim.o vin-
doari promeve vista de propostas r'cebidis at
as II horas da mankaa, a compra o%gu
objKM do material 4a armada :
10 b Idaadeiras de folna, 20 arrobas de ere, l i
br..yas de conente de ierre de 1(2 potos
duz;s de chicaras e pires de folha, 6
catw o> liohs de 1* qualidade de 3 ooleg "l i
py<:a- de cabo de linho Je f jualidade i- i n
ac i ||S oofecada, 00 folhaa de cobre
Y\ J'SP de encerado. 30 eith*raei?
J M Palmo> wiprment..
l JL: xn> ^Jropri para grMhai I
^1minv^<,?8'l6f,e, 8 P*
BClo, 48 hvros impresas de sor-
150 oHns, 30 vrd deg ,,
LE VIOLINEUX.
Personagens.
Re nelte.............. Mlle. Brescia.
Mathieu.............. Mr. Maris.
Pierre................ Mr. Raynaud.
SEGUNDA PARTE.
A linda opereta em um acto, msica de Offeu-
bao.
Litchen et Fritchen.
Personagens.
Litchen.......... Mme. Valmonca.
Fritzchen......... Mr. Raynaud.
TERCEIRA PaRTE.
Subir pela quarta vez a scena a linSisiraa op-
rala phantastica era um acto, rausica de Ad. Adam
LES
Pantins Violete
Personagens.
Alcofribas............ Mr. Raynaud.
Pierrot............... Mme. Brescia.
Violette............. Mlle. Valmonca.
Polichinelle........... Mr. Carorr.
Os bilhetes acham-se a venda desde j no escri-
torio do theatro.
Principiar s 8 horas.
Para o indicado porto Tai seguir dentro de seii
aa o patacho portuguez D. Quilkermina, pala
que recebe carga a frete comando, e quera no
raesmo quizer aproveitsr em carregar, queira vir
tratar oom o seu consignatario Joaquim Jos* Gon-
cJIlves Beltrio ra do Commerclofl. 17.
i-.i -jpwaew". "i' .ni
LEILOES.
LEILAO
Dos pertence* do httel da ra
das Trincheiras n. 48.
0 agente Martins far leilao por mandado do
H'm. Sr. Br. juiz de orphaos dos pertences do ho
tol ou botequim da ra das Trincheiras n. 48, cons
lando de movis, roupas e gneros, pertencente ao
espolio de Felippe Bello Maciel de Olfcda.
Quinia-feira 3 do crrante
As 11 horas do dia no mesrao estabeleciraento.
h OTO DE PRBARATORIOS
kSK8PRCt\e3 PARA OS A/.MMOS OUE TEK1I
BKfi EXAME KM MARlt PRXIMO. F. NO
' na D ANfiO LECTIVO
Rhetorlca e potica.
<*hilosophfa.
eograp'ila.
Historia.
*Ortngae.
Praucez,
Jos Soares d'Azevedo, professor do lia-
gua e litieratura nacional no gymnasio pro-
vmcial do Recife, tem aberto em soa casa,
lia Bella n. 37, aulas, especiaos de prepa-
ratorios, para os alumnos que tiverem de
facer exauoe em marco prximo, ou no flm
do inno leotivo. Dirigirse indicada re-
sidencia. a qualquer bora.
Trabalhadores
Arrenda-se o sitio da esfo do oinuibu* na
*ea, com casa, e esta tem 2 salas, 4 quartos e
***a> Dm banho o perto porque o rio passa no
mwo sitio. fu
Um amigo do fallecido Pedro Jus da Cesta Cas-
telto Branco manda r.isar urna missa por alma do
mesmo na igreja de N. S. d* Carmo, as 7 horas di
aanbaa do dia 3 de nuvembro, pelo que pede i
lamina e amigos do mesrao para assiatirera mes-
PamiMa.
Olmda.
Ainda senio alugon o sobraJo da roa de Ma-
toias Ferreira n. 8 caiado e pintado, para quem
qouer paisar a festa : a tratar na ra do Impe-
loj de louca n. 57, intitulada prato "
de
AVISOS MARTIMOS.
SI
DE
Paquetes a Vapor
Dos porlos do sul esperado
at o dia 7 de novembro o vapor
Tocantins, commandante Jos Ma-
ra Ferreira Franco, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-so passageires o engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frele at as 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem comD encommendas senao ob-
jectos de pequeo valor, e que nao excedan a 2
arrobas depuso ouoitopalmos cbicos de medi-
co. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sua* pas-
-agens s se recebem na agencia, ra da Cruz n.
57, primeiro andar, escrpioiio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
LEILAO
dous excelentes carros america-
nos, e de urna ptima pare-
lha de cavallos, sem limita-
c,&o de preqos
a 3 de novembro
O agente Oliveira far leilao por ordem e conta
de um cavalheiro que se retira para es Estados-
Unidos, de um carro de quatro rodas e dous as-
seQtos, para dous cavallos e com rodas de sobre-
saliente, de outro carro de quatro rodas e um as-
sento. cora arreios para um cavallo, e urna pare-
Iba de cavallos do servirlo do primeiro dos radica-
dos carros e bf m assim de ura eabriolet de dras
rodas com arreios; e juntamente de dous cavallos
de sella
Quinta-feira
ao meio dia em ponto, ra do Imperador, junto
casa do Sr. Dr. Sarment ; e para previo exame
de tudo, pJem os pretendientes dirigir-se ao so-
brado n. 18, rna da Matriz da Boa-Vista.
rador,
onro.
-r- Corbiniano de Aquino Ponseca faz saber a
quem interessar possa, que se acha aotorisado por
procuracao bastante de seu pai o commendador
Tuma_z de Aquino Fonsoca para receljer e dar
jullacao dos alugueis de suis casas, e por isso
raiconstar que somente elle o competento para
este ni. Rwfe 29 de outubro de 1870.
m amigo grato a memoria do fallecido Baro
da Cruangy, de saadosa recordacao, convida aos
prenles e amigis daquelle finado, a assistirem
urna missa qae em tenca > de sua alma, ser re-
sala na matriz do Gorpo Santo, as 7 3|4 horas da
nhaa do dia 4 'lo comente.
Joaquim Pires Machado Portella, sens irmo3 e
pilados, agradecendo muito cordealmente a to-
dja as pessoa?, que se dignarain assistir a encom-
mendacao e acorapanhar ao cemiterio os restos
mortaes de sua pre-adi rali e sogra D. Jjanna
Joaquina Machado Pires Ferreira, rnga-lhes a ca-
riflade deouvirem a mis-a e assislirem ao memen-
to do stimo dia na igreja da orJem terceira do
Orino, s 8 horas da maulia do sexta-feira 4 de
novembro.
-~ J.I..LMJ..
2'
^'*}im 9
COMPAIIA BRAS1LEIBA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 8 de novembro o vapor
Arnos, commandante o Io te-
nenie J. CsnJidj Duarte, o qual
depois da demora do costume
seguir para 03 portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
larga que o vapor poder conduzir, a qual deven
*er embarcada no dia de sua chegada. Encommen
lase dinheiro a frote at as 2 horas do dia da su;
laJuda.
Nao se rocebem como encommendas senao ob
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duai
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicar
Pudo que passar destes limites dever ser embar
ado como carga.
Prevjne-se aos senhores passageiros que sua-
oassagens s se recebem na agencia, ra da Cru>
n, 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo a C.
COMPANH1A PERNAMBUCANA
M
avegaco coatelra por rapur
Macei, escalas, Penedoe Aracaj.
O vapor Giqui, commandante
Macelo, seguir para os portn aci-
_ ma no dia 4 do corrate as 6' horas
da tarde.
R cebe carga al o dia 3, encommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
do dia de sua sahida no escriptorio do Forte do
Matto n. 12.
JL'
RIO DE JANEIRO
Para o llio de Janeiro segu dentro de oito dias
o patacho brasileiro rabe por ter o sen carrega
ment prompto, podenJo anda receber alguma
cousa, >ssira com.o raiudezas e es*ravos a frete :
* tratar cora o seu consignatario Joaquim Jos
Gonc^lves Beltro, ma do C >mmercio n. 17.
P RA
o
Rio-Grande do Sul.
A esenna portugueza Agina, capitSo Fonseca,
recebe carga a frete : trata-*e com E. R. Rabello
dt C. roa dn Co'nmercio n. 48, ou cora o capito.
Para Lisboa
A harca portugueza Gratiio, capitao Borges
Pecana ; para carga s passaneiroi trata-s com
E. B. Rabollo & C, raa do Comraercio n. 48, ou
com o capito.
GOMPANHIA PEIUSAMBCANA
. DE
\auegogdo costera por vapot
Fernando de Noroaha.
O vapor Mandah, com-
manJanle Julio, seguir para
o port cima no da 4 di- no-
Vfmbro ao meto dia.
Recebe carga nM 0 dia 3,
enC"mmpndas, p.->' inhniru i no as 10 hur.is U< Ju da sa-
hida : n.. (- urio do Pnrte do Mallos n. 12.
de riuas casas tarreas meias-
aguas e um terreno na Ca-
punga, ra das Crioulas.
O agente Mariins far leilao por ordem do
Illm. Sr. Dr. con-ul de Portugal, de duas casas
terreas meias-aguas do ns. 2 e 4, e um terreno do
lado do sul das mesmas casas cora 25 palmos de
largo, na ra das Cruulas; lauto as meias-aguas
como o terreno sao proprios, e tudo pertencente
ao espolio de Manoel de Azevedo Santos. -
Sext -feira
4 de novembro
em seu escriptorio rna da Cadeia n. 9, s 11 ho-
ras do dia.
LEILAO
DE
movis, loupa e crys-
taes. e vinhos.
A saber :
Um piano forte, 1 excellente mobilia de Jacaran-
da, 2 rices jarros para flores, 8 caslicaes e man-
gas, 2 al mofadas, 2 figuras de bronze, 1 tapete de
sof, 6 ditos pequeos e 1 oleado (forro de sala.
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 loylct, 1
guarda vestido, 1 guarda roupa,, 1 eommoda, 1
lavatorio, 1 estante, differentes livros e 1 eommo-
da secretaria (ebra do Porto).
Seis quadres, 1 mobilia, 4 jarros, 4 escarradei-
ras, 1 sof de Jacaranda, 2 mezas de jogo, 1 meza
redonda, 4 cafticaes, 1 piano de meza, 1 thear e
urna excellente machina de costura.
Urna mesa elstica, 1 guarda louca, 2 appara-
dores, 1 sof, 12 cadeiras, 1 mesinha, apparelbris
de louca para cha, almoco e jantar, garrafas, com-
poteiras, copos, clices, garfos, facas, colheres de
electro piale, vinhos ora garrafas, (landres, trem
de cosinha e mais objectos de casa de familia.
Sexta-feira 4 de novembro
No 2 andar e soiao do sobrado da ra do Im-
perador n. 51.
Manoel Jos de Souza, tendo de retirar-se para
Europa com sua familia, levar a leilao por inter-
vencao do agente Pinto os movis e mais objectos
cima descriptos existentes no 2o andar e solio do
sobrado da ra do Imperador n. 51, onde se effec-
luar o leilao no dia sexta-feira 4 do correte.
Principiar as 10 heras.
aos sens
por alma
fallecido
Francisco dos Sanios Macedo convida
amigos assistirem a urna missa que
de seu irmn Antonio Pinto dos Santos,
ltimamente cm Portugal, manda resar quinta
feira 3 do crreme, a3 7 hiras da manha, na ma-
triz do Corpo Santo ; desde j cordialmente
agradece a toda as pessoas quu se dignaren) de
assistir aquello acto.
A sociedade benefleenta Concilia todos os'seus soch?, paren.es o amigos do finado
Pedro Jos da Costa Castello Branco, a assistirem
urna missa que mandam resar no dia 3 do corren-
te, as 7 horas da manha no convento do Carmo.
Recife 1 de novembro de 1870.
O .-ecreiario,
____ ___ Antonio da Cosa Reg Lima.
AVISOS DIVERSOS.
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore ra das Cruzes n. 42, offerece por di-
nheiro contado o qne de raelhor ha no mefeado
por tor recebido mnitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
M '.raes, peras e abaeacbis.
Chocolate de 1J a 1(800 a libra.
Castanhas a 320 rs. a libra.
Especial oanteiga ingleza e franceza.
Horialices para sopan denominadas Julienne que
substitue perfeitaraenle as mais frescas ervas.' i
Queijos fhmengos o que de melhor se pode de-
sejar a 2/800.
CaixSes de doce de goiaba a 800, U 1200 a a
1*800, dito em latas a 2* e 2*500.
A verdadeira farinh a americana vinda de eontt
piopria a 320 rs. o mh$o de urna libra
Velas stearinas a 500 640 rs. o maco
Bnlsetrinhas de todas as qnalldades e floarae-
Ihiiru.* fabrcanteo.
Ervilhas franc.zas e portnsuera.
Vinhn de tilas as qUilidaiW
Farelo de Li*b eaamharcado
vicos grandes, a bf.
Especia
o kilo."
bonteah, em
e aromtico sabo de familia 4100 3.
ara pw -*
i-nprelor vulmi-nt. Hti n di R-I norejn
ipho:
>s;,g.,r
t u o

fit
.rio n. 18.
Aiuinj
BRAZILIAN STEET
Railway Company (Limited)
Pede-se pos senhvres passageiros o es-
pecial obsequio do qnando rriarern as ve-
neziaoas das portas dos carros, arruem
coro cuidado, aiiro de evitar quebrarom-se
como est actintecendo diariamente.
Williim Rawlinson.
Gerente.
AVISO
Roga-se aos senhores passageiros o ob-
sequio de antes de embarcaren! munirem-
se de biibeles para suas-viagens, como de-
termina o artigo 2. do regulamento desta
companbia : nao se admittiodo mais o re-
cebimento de dinheiro dentro dos tren i.
Em todas as estacoes acharSo os senho-
res passageiros bilhetes a venda.
G.rent.
William Rawlinson.
CASA DA FORTN "
Aos 5:00011
Bilhetes garantidos.
\ roa Primeiro de Marco (ontr'ora ra dt
. Crespo) n. 23 e casas do costumo.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus
felizes bilhetes am quarlo u. 236S com 5:000*i
ura meio o. 954 com 400*, um inleiro n. 1763 com
200*000, e outras sorles de 100* r, 40*000 da
lotera qne se acabon de extrahir (167*), convida
aos possuidores virem receber na conformidade
do costme, sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
ndos da 1" parte da lotera, a beneficio da ma
lr|. de Cabrob (168), que se extrahir segunda
feira 7 do crrante me.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilbete 3*000
Quarto 1*300
Em porcao de 100*000 pura cima.
Bilhete int*ro K#i60
Meio bilbete 2*700
Quarto 1*350
___________Manoel Martins Piuaa.
Precisase de"uma ama
Velha n. 82.
folograpbia imperial.
CALERA DE l'IMI 11 \
DE
J. Ferreira Vlela
Oeade o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
iovo estabelecimento pbotographico sito \ rna do
..aboga n. 18, equina do pateo hos que desde eolio, tem sahido de nossa ofiacina
em geralmente agradado, sendo recebidos por
itgunscom admiracio pelo extraordinari) pro-
zresso que ltimamente tera tido a phot< graphia.
i por outros com alegra, por verem a provincia
lotada cora um estabeleeimento digno d ella, e in-
jontestavelmente o primeiro qne nesso genero
tioje possue : tambera nao nos pouparaosom cousa
ilguma para monta-lo no p em que se acha, es-
perando qne o publico de Pernambnco saber
preciar nossos esforcos o recompensar iiossos sa-
.rincios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naciona
) estrangeiras que gostara das art*, on tiverem
aecessidade de traballws de puotographia a visi-
'.arem o nosso esUbelecimento, que estar sempre
iberio e sua di3posfcao tod >s os' dias desde as 7
aoras da manha at as 6 da urde.
Para os trabalhos de fhotographia postiuimos di
'ersas machinas dosraelbores autores francezes.
inglezes o allmemaes, como sejam : Lerobours e
secretan, Herraagis, Thomaz Hoss, Voigtlander el
>onh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinas! sendo urna dellas propria para tomar
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas d
gualrnente soladas, de sorte que no caso de
rrande concurrencia poderemos retratar sobre
ima nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
las para candes de visita, e assim era menas de
am quarto de hora despacbarmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, urna duzia de candes
mais ou menos, com os seus retratos somonte, on
)m grupo cora outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direcgac
- feitura dos trabalhos de photographia dei-
cando pericia e talentos do dislincto pintor
illorao, o Sr.
Jorge A. Roth
)3 trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tem se
lesvellado na execuce de seus trabalhos.
No nosso estabeleeimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos importantes do Sr. Rolb, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
)leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
taranho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histori-
os.
Asseguramo3 que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10(>00 A
DUZIA
OARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 16)^000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo on aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
.'ui.viltiaclo em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
iodo o qnadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os precos cima para
larmos idea da baratera dos trabalhos do nosso
jstabiecimento, quanto sua perfeicao cada um
ciiha julgar pnr sous proprios olhos.
As mella .res lloras para se tirarem retratos no
: '-so estabeleeimento sao das 8 horas da manha
i da tar Je; entretanto de urna hora s 5 da urde
em casos especiaej pde-sdambem retratar quai-
iner pessoa.
Nos dias do chuva, ou por lempo sombro Do-
lemos retratar, e asseguraraos que esses dias sao
mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e p< r termos o
usso terraQ^ construido cora taes proporc;oes e
nelhoramentos, que amda chovendo -orros ne-
ahana inconveniente ha para fazer-se bellos re-
ios.
/. Ferreira Villela
Precisa se de nm t -.i
e-tabelecimenio I
do Rosarlo Ltrg.
-doras para
a 1 alar m i
Na travessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brujan-
les, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos nie-
laos e pedras.
\wmmsmm mmm im
na rna da Seniale
_ Cnrrsiiano d'Almeida Moraes, faz saber aos
seos freguezos que mudou sua cocheira para o
paiep do Paraso n. 10, onde contina a servir
aas seus fregaezes com proiupUdao, delicadeza, e
por precos commodos.
ATEHCIO
geferino >omfngues M^reira Jnior deirou de
ner oixeiro do abaixo assignado desde o dia 22
do corrale ; bm assim de fazer cobranza do
mesmo.
Recife, 29 de outubro de 1870.
__________Antonio da Silva Pontea Guimares
- E:i.prcsta. >h ca de predio nesta praca, e lambem oeroalta-'
e ou eernprvse urna caaa na ra Dirella vaiMI-
< > v? o qne tor de razio : quera pretender duna-
*i a rna das Cinco Ponas n. 68, que achara oom
luem tratar. ___________
- Deaappjtoea no "dia 31 do caes da Usgoe-X
ta, um uarn c r de rosa de uo.r.e Guar, lea-!
i j!Io on-
*f'" v'-' dMttpfW o ao da Gooa#-
rog*-^e, poruotoiMoam un,tar o iSm de]
Aiuga-.-c o 2'*nr ao sobrado da ra No-i
ra n. 09, est decentemente preparado.-
ioff mudou sua residencia a consallo-
arora b. t,
___ as 9 horas da
maobaa e dan 3 as 5 boras da tarde nos dias uMis ;
Raa do Ba'o da
Victoria n. 83
( Outr'ora raa Nava. )
Bilhetes g-rao(Idos da pro-
vincia.
Esta .'tUz casa acaba de vender entre 03 seus
muito felizer bilhetes a sorte de 100J em dous
meios de n. 2505, una inteiro de n. 2103 com 100*.
e outra tambera de 1005 era (res quart >s de n.
671, alera de outros premios menores : podendo
os seus possuidores vireua receber, que prompta-
menle serao pagos.
O abaixo asignado convida ao respeitavel pu-
blico para virem no sen estabeleeimento comprar
os felizes bilhetes garantidas, que nao djixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos mesmos
annuneios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga
ranlidos em beneficio da matriz de Cabrob, que
ser extrahida seguuia-feira 7 do correle mez.
PRECOS.
Inteiro 65000
Meio 34000
Quarto 1*500
De 400(9000 para crna.
Inteiro 54(00
Meio 25700
Quarto 15350
Joo Joaquim da Costa Leile.
0 i:ilillI.IVl DE.TOTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeta
?ei publico em geral, e aos seos clieotei
em particular qu el'e mudou o seu gabr|
rete de consultas da roa Direil. n. 4i pan
a do Quetmado n. 31 primeiro andar, con
a entrada pelo pateo de Pedro II,'onde p
de ser procurado para os misliires de su;
profissle, todos di ut9 das u oora
da manha s 3 rde.
Tarabena p' le cmouuiu .' prestar
se a tontade do ni > iad<
jomo aos seus t> idas serio prc
rante o bom 6
seus trabalhos,
assim como 3
Para fazer
maninos, precisa
edroondueu e
praatar inja-
qua sa dlfi queii! pn.cisa.
mide a
Padaria universal.
O abaixo assignado faz scienle ao rasftaral
publico desu cidade e dos sen ottorM,' 4-
acaba de estabelecer orna poderla 0 enknm a
vapor intitulada Universal, ra das
ras ns 3 e 3, do logar denominado Jaquaira.
Tendo envidado todos os meios pwsrvti*
collosar este estabeleeimento as ecadiffaa m
poder salisfazer a necessidade que baria t mt
estubelecimenio desta especie nos arrataldea 4aata
cidade, o abaixo assignada Miera a raBtM pr-
teccao de todos os mus moradores.
Promette o abaixo aasignadu qu* s*amurapra
na confeccio dos ariigos qae w praade bMrar
no dito oubclecimenu as firnihas a.a a
qualidadas, sendo todo fetopelo fttmi
mglez, peringuez e allemo, para fue j Um
contratado trabalhadores e-trangeirot, mnhrraaa
re desses syatamas.
Para maior eommodidtde dos ajorwlorts aaaSaa
cidade o dos seus subaifcio-, o dito estaMeeiiM
to ter diversos depositas para os artigaa do ttm
fabrico em differentes (ionios da mansa cMada
dos sens arredores, os qnaes eri > pnldifiai aa
prximo lempo pelas rir ulires particularaa ri-
gidas aos moradores dos arrabaMea.
No dito estabeleeimento e seus depsitos,
na cidade coma nos arrabaldes, rece;ra *
commendas de bandadas para casamcnlo,
ou para qualquer outro flm, as qoaei averia mt
dirigidas em carta ftchada era que te
ponco mais ou menos^ o alor das 1
raendas, at quaes serio entregues ue lagar 1
sidencia dos freguezes.
Ouiuvo Adolpho Wurl
AMA
Precisa-se de urna ama para servir a ama m-
soa : na ra estreita do osario n. 27, r"
O bacharel Cel-o Triuliano mudan o
criptorio para a ra das C uzes, hoje _
Caxias, casa o. 3i, Ia andar, onde pode ser
rado.
Mucledade Reereatira
ekiore
Por ordem dista presidencia e em cnnaprioiea*!
ao arl. 13 dos nossos estatutos, sao 1 laiidaai
todos os senhores socios a rennirem-se nr> reeiak*
desta sociedade para a assembla geral, qae lera
lugar no domingo 6 de novembro, aSra de ele-
ger-se a presidencia e mais rnembroa oe leaa de
funecionar no anno futuro de 70 a 71.
Secretarla da sociedade Recreativa TlryeitbaiJ
31 do outubro de 1870.
Antonio Annes Jico,
____________________? rela rio. _____
Precisase de trabaltud ,res : na padaria *t
ra do Rangel n. 9.________________
ATTENCAO
Precisa-se de duas mnlheres nacionaes ou es-
trangeiras, qne saibarn engommar cora perieifie
e deserobaraco : aquellas qne esliverera neetae
condiQdes, podem dirigir-se roa da .Virn aa-
mero 2i.
Preeisa-sede urna ama para casa ile mnile
pouca familia e qu" saia a rna para comprar a
lia ar na ra da Aurora n. 10.
FOLHINHAS
.loaMi le Mhlr 4 Vm m >>
A cada a*
\ LIVRARIA FRANCEZA
Raa do Orsipo, W 9.
u >fta>4u rtlkiiku
ANECDTICA E RELIGIOSA
PARA 0 A1W0 Dfl 1871
PREgo Ha 'liO
**
Bartholomeu & G,
Vinho, Pilulas, Xarop* TiwroRa
DB JURUBEBA SIMPLES K WHIHIUJOt
Oleo, Pomadas Emplastro da amar*
PLANTA PREPARADOS POR
:iRTK0L0*E0 A C"
l^AKMAGKDTlCOS-DRflOlAS 'Ai
l>FKM4MBi:0
A Jurabba : eu plisu aa* raeeabecta>
i o mais psderum Inico, NM atUm
-:rarnu,ecoiDi.nl tnpliu'l* ct* faiaetaeOM
.'(!. b.-'.u. bi'p'i'. itarvMt, tiiri mn&-
(ic.:laieuU Jo uwre. hydroaaM, ujr
p--, ele; < uociadi >> fie H aa>
l talla ': DMaslria^*, |
os do rnututp, ate., u^n iiiea* ai
. ::> itf|iiaiuei
ir-ipar: i\< jA I a coah-cido* 11
i MiM 4:. ". coa
* asv' '<
l:nribi9M cnu N
c^ a JfnaaaataM
ir^ii>
(acr
i u. 34.
r>E aXTJSi -
l'IO
id*

ara can "UI
i'imhrigjs, lani; Mi
htoas (1* ota or 'iads.
fkar..
.. ra larga do R*i-
1
___


Diario de Pemanibaco
Quari
Notembr de 1870

}
r
I
A 5 de novembro proxkno, pelas 8 l|S h* da
nianhaa, eelebrar-se-ha na matrii de Santo An to-
si urna missa com memento per alma do patriota
NNES MACHADO e de seus compaoheiros de
martvrio na revolucao de 1848 : convidara ai-
sistir a esse acto todos os liberad e qoaulos quoi-
ram praticar para com os finados homenagem a
sua memoria e um dever de uiedade.
AMA
Preci?a-se- de"uma ama
famjjia:
para poura
na ra do Card< ireiro n. 68
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar roa do Cabug n. i ioja.
AMA.
Precsase de urna ama para cosinnar :
tratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, cu no caes da Companhia Pernambuja
na n. S; adverte-se qoe serve escrava oa livre,
mas que cosinhe oem.
O salo de pianos e de
msicas
anudou-se da roa Nova n. 58, 1* andar, para a
nuda
Imperalriz n. 12, loja,
onde continua recommendando-se ao Illm. pu-
klico.
________* G. Wertheimer.______
AS N01TES M VIRCEM
WTERBSSANTE C01POSir,.lO LITTERIRIA.
CONTUNDO :
A noite do xtasis. .__
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pele
r. T. B. Rigueira Costa.
1 volnme brochado 2*000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
i volume brochado 2J000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Retalha-se terrenos no Porto oa Madeira ara
Beberibe. A posico topograpbica dos meamos
terrenos, sua boa quatdade para planlacoea, como
se poder ver pelos sitios neile situados, muito
os recemmenda: os pretendentes encontrarlo pes-
oa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lugar, nos domingos al
as 9 horas da amanhaa.________________
Ama *
Precisa-se de urna ama que coxinhe
gomme e compre para urna pessoa
Torres n. 16, andar. _________
bem, en
na ra do
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.elra de Mello, es-
crivao na cidade de Nasareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aqoelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, era flns
de dexembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a Cevereiro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quando o senhor sao
fllho se achava no estudo nesta cidade.
PRECISASE
De um homem, livre ou captivo, para distri-
buir pao; e igualmente de urna ama que saiba en-
gemmar bem cosinhar ; trata p. ra do Vi
gario n. 16, Io andar. ^_______
Na ra da Imperalriz n. 60 muilo se daseja
fallar com o Sr. Prancisco Deodato Lin, a neg-
ciode seu ofresse.
Associaqao Comraercial Bene-
ficente.
Tendo se esgot do a lista dos snpplentes para
preeneber as vagas havidas na directora, e nao
estando prevista esta circunstancia nos estatutos,
i convocada pelo presente a assembla geral, para
no dia 4 de novembro prximo futuro ao meio
dia, resolver como convier.
Associacao Cemmer ial Beneflcente de Prnam-
buco 22 d outubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Jos Heoriquc Trindade,
Secretario interino.
Attenpao
Quem precisar <*e um calxeiro cora bom lalho
de letra, para escrlpiorii ou outro qualquer nego-
cio, dirija se ra das Ciuco Pontas n. 148 con-
fronte a esiacao, que achara com quem tratar.
Casa
0 3-
pa a alujar
andar da ra da Cadeia n. 4
Muga se
urna casa terrea, sila na Caminga, eora solio, co
cheira, e um paqucao quiiii.il : a tralai na ra
do Vinario n. 31.
0*Sr. Sebasliao de Albuquerque Mello o.og-
ado a vir a e.-ta l>pr Joaquim Jos Genial-
ves Beltrao
Ra do Ti.ii! che n, 17, {" andar.
BSacca part i ospaquetes sobre o banco di
Minho, em Iir;-gi, c sobre os seriantes lugares en
Portugal :
P< rto.
'
''
foii
.
. la .do Conde.
' v. I de Vez.
'.olio.
i)o Lima
. R al. *
Villa-Nova de Famelicao.
!.;;:iego.
La nos.
Covilhaa.
Va"=cl (Vlpasso).
Mlrandella.
Beja.
Barco! los.
liU.lll
Steh'lin Arlenspacli & C, deParij, communiea
aos senhores negociantes que enlrelm relaces
com sua ca?a de dirigir suas conespondencias aos
Srs. Casaes & Fiiho, no Porto, com ordem de as
dirigir logo queas coromunieacoes com Pars se
jara restabeleciaas. Em quanlo as remessas de-
vero ser mandadas a 1" via para Inglaterra para
ser aceita, ca' via a no^sa ordem s/capa aos
mearnos Srs. Casaes & Filho. Outro sira recom-
menda para nao se tomar saques g/ Franga e AI-
lemaoha.
AIJ
DYVETOT
f-Rua Estreila do Rosario4
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
Igreja de Nossa Senhora do
Monte emOnda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senbora do Monte em Olioda, segando o
promettido pelo Esm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosleiro de S. Bento de assira o fa-
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforcos seo alcance, acontece
qae^) referido n5o pode ser de prompto
concluido, ja porque os recursos -da ordena
benedictina tem de ser tambera applicados
reparacBes e concertos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extraeco das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o aBaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sop-
plica aos devotos de Nossa Senbora do Mon-
te que se preslem a ajudar com suas esmo-
las a conclusao dos referidos concertos e re-
pararles na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao juiz perpetuo
Manoel Luiz Vtraes.
Aluga-se urna boa casa eora um soto, agua
e gaz, na ra do Lima em Santo Araaro n. 4 : a
tratar com Maternus Lenr.
Aluga-se o sobrado n. 9 na Passage da
ilagdalpna : a tratar cera J. I. de M. Reg.
Grus W- Nicolls vai para Europa no vapor
irjglez La Plata.
Traspassa-se o arrendamer.to do engenho Com-
portas, sito na freguezin de Muribeca, com urna
das melhorei machinas a vapor, comprada o anno
passado, destllacao-muil'> fiein montada, excellente
cercado todo de vallado, propnr^ocs para grandes
safras o una legoa d s-ante da tstaeao de Praze-
re?. No caso do pretendenti; fa7er negocio com
os tres annos de arrendamenlo que falla e quizer
comprar a safra nova, vende-so i.inibem gadol
cavallos, burros e signos escravo?, visto o acta,
rendeiro nao querer continuar mais em engenho :
a tratar no inesmo.
de cavallo com
carga
Hontem 27 do correte mez, as 3 horas da tar-
de, cm 'juanto um escravo entrou em una Ioja d?
ferrageu para comprar alguns oijectos, na ra
do Queimado, furtaram um cavallo com um fardo
de fazendas e dous saceos, um com gonero* de
ven la e outro con um grande cmbrulho de fa-
zendas. O fardo lem inscripto em um dos lados
Engenho Unae contm as stguinles fazendas:
2 pegas de algodo azul americano, 1 de algodo
de listras, 2 fle algodozinho branco liso, 1 de al-
godo trancado, 2 de madapolao flno, 1 pega de
plalilba de linho tina, 1 p ri de chita franceza, 3
cortes de c^ila franceza, meio masso de meias
para meninas, 1 duzia de lencos de algoJIo com
barra. O sacco com o embrullio de fazendas con-
tm 2 cortes de cambraia de cor, 1 corle de laa
de listras azues, 4 cortes de chita frauceza, 1 pega
de madapolao para forro, 1 pega (te babado bor-
dado larg, et O cavallo tem os signaos se-
guintes : cor russilha, graude, um sgnal branco
na t sta, de segunda muda, lem um espravo.em
um pe, passeiro, e tem no quarto direito as le-
tras J A M unidos : pede-se as autoridades poli-
ciaes a apprehensao do ladrao com o cavallo e fa-
zendas, assim como a qualquer particular, a quem
forera offerecidas as fazendas ou o cavallo, que
alem de se licar agradecido se recompensa gene-
rosamente, na ra do Duque de Caxias n. 2, ou no
enjenho Una, freguezia da Luz._____________
Sociedade Beneflcente
Philotiinia
Por ordem do presidente, convido todos os so-
cios para assislirem as missas que tem de ser ce-
lebradas no dia 2 de novembn prximo vindouro,
na groja de S. Francisco, s 6 e mea horas da
maobaa, pelo reponso eterno de nossos socios- fal-
lecidos.
Secretaria da Sociedade Beneflcente Philotimia,
28 de outubro de 1870.
Ulysses Ribeiro,
Secretario interino
*')
Na praca da Independencia n. 33 se da di
neiro sobre penhores de oro, prata e pedra
preciosas, seja qual for a quanlia ; e na mesmi
casa se compra e vende objectos de onro e prata
igualmente se faz toda e qaalquer obra de en
jommenda, e todo e qualquer concert tendent
% mesma arte
Bario de Crmnmgy.
A viuva, pais, (senles), irmos e eunhados de
Bario de Cruangy, fallecido na provincia da Ba-
ha em 21 do correte, mandam resar nma missa
por alma do finado no dia 3 de novembro prximo
faturo, na igreja matriz lo Corpo Santo, as 7 1|X
horas da reanhaa, e pedera aos seus amigos e aos
do doado de assistirera a ese acto de reiigio.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
Companhia Allian^a
DB
seguros manliraos
na Babia em 15 de Janeiro
d 1870.
CAPITAL.. Rs. J,0COr00WWJ.
Toma segoro de mereadona* *'
martimo em navios de vell e rtpjfta 9**1
troe fra do Imperio. Ageodi i
raercio o 17, estriplorio de
calves Beltrao.
CASA PARA ALUGAR
Aluga se o 1* aodar do sobrado a. i "**>
Duque de Caxias : tratar ao confia 4a atra,
ra do Cabug. _
Amii
Paga se boto ordeoado fer nma aasa
nhe para orna casa de familia : aa rea
la-velha o. 90.
Ama
Precisa-se de urna ama pan en*a 4a
milia : na roa nova de Sarta BU a. 73.
Ama
Na roa do Mrquez de On^xUror a, a
n. 80, precisa-* de naa aa aare
MOREIRA ICARTE C.
:aShi
MANUEL & C.
Tem a saiisfac3o de participar aos seus nomerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, qa ra da Cadeia do Recife n. 9, btje ra do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretendentes, akuio vuludo sortimento d% chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporla o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado ;.,
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poder5o assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar- 9
mgoes as tazendas que a demora da fabricacao bem diminuta,________________^_________^^_____
NA ANTIGA E BEM COMEADA FABRICA
** DE
CHAPEOS DE SOL
Ama
Precisa-se de nma ama livre oa
cozinhar : na fabrica a vapor de cigarras A
larga do Rosario n. 21.__________
Ama de leite.
Na ra Augusta a. t, S* aodar,
nma ama que tenha boro leile, coai al
sem fllho aumentar.
DA
Ra do Barao da Victoria, esquina da Camba do Carmo. |
- (Aatiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par- _
do e de algodao os todos os tamanhos e eitios, alm da immesa porc5o de seda, merino, algodfo e bjim,
armaces de todas as qualidades para satisazer qualquer encommenda. A modicidade de seus presos lo conhecida
que escusa de mencionar.
na
- Nese novo armazcm tem nm
variado sortimento de f.zenls
francezas, icglezas, allemaos e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a est i -.
qjvo armazem.
Cssemiras inglcza?,
francezas, do todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colci-
riolios modernos, cha-
peos de sol de ceda,
tinos. RA
Sarao da Vcloria
DE
ARMJDA
Assim como tem urna grande
offieina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ha de melhor,
dii igida por babeis artistas, que
pela sua promptido e peifeigao
na la deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
meninos.
.
Por todos es paque-
tes recebem-so as me-
Ihores e mais moder-
nas ca&emiras que ha
na Europa.
RA
llaro d^victci-ii
attiga ra
__________________ N. 41.
a*
Este estabelecimento acaba de soffier urna reforma radical tm arc mendas, analmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos iegtuzes teixa-se do annunci.r todas as fazendas, para
ian sp tornar massantef
Companhia Penix
Pernambucana
ISA directora da companhia Pbenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco II de outubro de 1870.
Pela companhia Phenx Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Seqneira.
Cosinheiro.
Precisa-se de nm eosioheiro, dando ador na
ra do Crespo n. 9, livrarfa franceu.
0 baeharel Celso Tertuliano mt.t. a 0
seu escriplorio para a roa das f ozeg,
boje Duque de Caxias, casa o, 34, i an-
dar, onde pode ser procurado.
1 QB9SS fll
DIA DE FINADOS^ .
Na ra Direit n. 133, Ioja de cera, b
urna pessoa que se ncarrega de ornar
catacuijjba.s no cemiterio publico, dande a
rnesm pescoa todos os preparos.
wmiMHuinwiiJi
O aoaixoaasigaadofaz panuco, quede seu po-
der se desemeaminkon urna latra da quanlia de
OOjOOO acceita a seu favor peloSr. Manoel Duar-
te Viera desta praca em 16 desetembro de 1870 e
vencida em 16 de outubro corrate, cuja letra supe
o aonunciaote oao a ter assignado por esqueci-
ment oa qualidade de sacador, e para evitar du
vidas faluras declara que tendo sido pontualmonte
paga dita letra no dia do sea venclmento, nenbum
valor lera caso apareja de fnturo, quer en poder
do anauocaole, quer em poder d'alguem, como j
o declarou no recibo que passou ao raesrao Sr.
Duarie Viera com resslva de dita letra.
Jtecife, 18 de outubro de 1870.
_ Joaquim Jos Leitao.
Aluga.se ama casa no Monleiro, porto do
Xisto, baixa do rio : a tratar na roa do Crespo
n. 17, Ioja _______________
Aulas nocturnas
para oa pregado* do eom-
aerclo.
No collegio de S. Pedro de Alcntara i roa do
Mrquez de Olinda n. 24, leeciooa-se iheoria e
pratica de escrpturaco mercantil por partidas-{
Honradas, a fallar r/ncez, inglez e allemao, porta
gaez e arithmetica, mostea vocal e instrumental.
Joaquim Pelxoto Ffio,
Director.

RA A CRUZ Mt'A
Chapas de ferro galvanisadas para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m*o.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodSo.
Machioa de cortar fumo.
Mchica de cortar papel.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balances, preseas, cofres de ferro, foges de ferro, enxofre, salitre limalha de
ierro emaitos ootros artigos.
Curso de ferias
Do 1-de novembro ao ultimo de Janeiro faz-se
no collegio de S. Pean de Alcntara a. ra do
Mrquez de Olinda u. 84, um cano de ferias, de
geographia, historia universal, algebra e geome-
tra, rbetorica e philo.wphia, para enudanles que'
pretendere fazer exi^a)e8 em marco.
Jo.>quim Peixoto Filho,
^^_^_^_^^ Director.
ROB LAFFEGTEUR
Apmovado em Fraaclsw Russia, Ausia e Blgica. arrobe vegetal Laftectenr sa aotho-
*aoo, he mui snperor aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparrlna. De fcil
ajfestao, adagrared ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente aem amercairl*, u
>dapl|ei implbala, alawrcaa. tomare*. olcera% urna eso
olcera^ urna d<;- I
izf*?** wlMrtOi e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e daacri-
moma hereditaria dos humores.
Joaquim Francisco do Espirito Santo,
concordataria da niassa fa'llida de Maia &
Espirito Santo.'pede aossensjcredores o favor
de viremoumanduremreceherpsBagamen-
tos da i* prestacSo de sua concordata; de-
Imperador n. 41. I dx> Crespo n. 12, i aojar.
Precsase de urna aa^a para
roa da Cadeia n. II, Recife.
0 arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, iavete-
aoas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
i ^U^sXe&tT^ ^ m ""d0 douwr GffiADDEA
Arrenda-se ou vende-se o* fobrado que flea
ao lado da igreja do Poco da paoella em perfeto
estado de asseio, com 4 salas, 9 .Hurtos, ootiha'
cocheira, 3 qoartos para criados, c acimba de agua
potavel e grande quinul com por < de MK:
para contrattr-se deve dirigir ao es. triptorto
fka por cima da Ioja de chapeos de so/d madama
Falque.
m roa |
PILULAS
PEPSINA
2Ri
r=>A.
HOGG
MAUBEB t C", *m Araailw, JOS BELLO, m rm i*m\
LVA LOPES, imjhtkm: PEBBEIRA el O; m Mrnmhm,.
AVISO
Roga-se aos senheres abaixo anaiiaaaiaa a aa-
sequio de-compareeerem no Basar da Maia A raa
do Barao da Vicie ra, a negocio que Ihes ib res-
peito :
Joao Vtlentim Vilella Jnior.
Guilherme Das dos Santos.
Joao Jos dos Santos Lima.
Jos Magalbaes coa fabrica da velas.
Jos Mara Fernandes, morador aa villa do
Cabo.__________________________________
- Aluga-se urna casa em Oliada aa roa da aV
thias Ferreira, por 3 metes para aasaar a hala
e perto dos baohos salgados, por taaisa
preco : a tratar oa iravessa d: na Bella a.
Aluga-se um pequeo sitio da erre,
casa tem dous qoartos, duas salas e eosaaaa
e copiar: a tratar com A. de Aorta Parla, ao
ra da Aurora, estaca provisoria, das % da saa-
nba as 6 da tarde.
. AMA
Preca-se de urna ama para cozinhar asa casa
de pouca familia : a tratar aa roa do Tasara .
9, 3* andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para fazer o servia de
pequea familia, qnal se dar bom erdaiao .
ra de S. Jorge (ootr'ura Pilar i a. I3 I*
andar.
A negocio do seu interesse se dVseja tasto
com um dos herdeiros de Manoel G roes da SO**.
morador em N. S. da Glora de Goit da edad
da Victoria, na ra Augusta a. M. _________
Ama
Precisa-se de urna escrava que engaajsw ta-.i
o mais ser viro de urna casa de familia : aa mac
Visccodo de Pelotas (Araga) a. 37.
Acaba de sahir lu
E
Veade-se
>A
Livraria franceza.
GUIA DIVOTA
OU
DE
NOSSO SEMIOR JKSIS CHRIilTO,
IMAH1A SANTSIMA
E
VARIOS SANTO.
A saber:
Selrnario do Senil I ssoj.
OfQcio do Senhor dos Passos.
NiiVi na do Menina Dens. ,
Novena de N. Senhora da Concecjao.
Setenario das Dores de Mara.
Officio das Sete Dores de Mara .
Novena de N. Seniora do Carpi.
OOc de N. Stahora do Caimo.
Novena de N. Senhora da Pcnha.
Cnticos de N. Seuhora da Penba.
Novena do B. S. Jrao Baptisfa J
Novena da Sennc ra Sant'Anna.
Ti ezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encaderna .
B
2JK)00.
0 abaixo assignado fi scienle ao >obnco, e
especialid..de ai respectavel corpo que vender a ua I 'ja de miadrza? sila roa i
Cabug n. i, an Sr. Amonio Domingos de Lasa, li-
vre e desembaracaila de totio e qual<|ner omm, ao-
rm se algu^m fe julgar credoi, preval a
eontas no praso de tres da, a contir de kajt.
? Recife, 28 deoulubro de 1870.
_________lote Gonsaltei da Silca Rttpim
Precisase de um felor que lenta _
para um engenho prximo esU.,,ao da'
leira; prefere-se portugus : a Vatar aa rea da
Cadeia do Recife n. 56 com h Sr. Leal A
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysicae todas as moleitraa I pmi
Nata parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigna o dar
tros.
Conserva e limpa os
Plalas
Puramente vegeta!
soes, purgan e purificara todo o
Vende se|efttctivaa>Hite en eaaa da
Johnston A C. ra da Seazslla Nova 41
Ama de leitj
Precisa-se de urna ama qoe
Eaga-se bem : a tratar na roa do
Moja.
- Em casa de THEODOW OH BT|
ANSEN, roa da Crns n. 18, wusMIimii
flectivamenle toda* aa anaKaiasiiB **
Bordeara. Bonnrosne do Rha*.
D. I BOWlA
EIGEIBUH)
|Oom andi<^k>.
A RA DO BRM N. IL
Passrindo o chatarz
Machinas vapor sistema
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar
Moendas de caBBa.
Taixas de ferro batido fundida.
lomadas para ------------
por e animaef
Todo por pVi>co maito
- Precisa ae alagar an
idade, paga-H boa a,
>,
b.


- Diario de Peitiambuco Quarla /eir 2 de Novembro de 870.
-
Sciedade Liberal Unido Be-
neficente.
De ordra do cooselho administrativo, sio convi-
dados todos os socios a reaoirem-se em assembla
geral enlraordioaria no da 4 de Dovembro do cor-
rete aoao, as 7 horas da noile, para tratar-so de
negocios urgentes tendentes a momia sosiedado.
Secretaria da-Sosfedado Liberal Unio Benefi-
cante, em 31 de outuhro d9 1870.
Innocencio Xaoter Vianna Snbrmko',
t. secretario.
COMPRAS.
0ompra-3 a eollecc&o
do Diario de.Pernambuco de
Janeiro a junho do auno de
1866: nesta typng pohia se
dir quem compra.
t*m muito maior vaniagem compram-se
ooro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias do Coracio de Ouro n. 1 D, rui do
Cabctg.____________^_^_______
Quem quizer comprar duus terrenos para
editicacao na ra do Hotocoloinh em Afogados,
dirija-se ra da Concordia n. 15.________
Compra-s8 um cylindro amricauo que os-
tsja em bora estado : na padaria da ra do lian-
gei n. 9.
Q BZAR DA MODA
VENDAS.
Grande reunio!
Ra do Emperador n. 28, ar-
mazem do Campos.
Como se est aproximando o tempo dos regabo-
fes, o proprie'ario deste estabelecimento tem se
esmerado em fazer reunir em sen armazem um
completo e variadissimo sortimanto de gneros
alimenticios.
Nao se propoe a descrever nominalmente todos
os gneros comidos em sea armazem por se tor-
nar de mais enfadonbo.
Garante somente, que sua norma de ba muito
tempo /eoder pao por pao e queijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
de sua especial encommenda urna factura de cha-
rutos superiores de S. Flix da Baha, das seguin-
tes marcas: exposicao, marquezes, normas, ama-
dores e paraguayanos.
Venham telas as despensas dos arrabaldes e ci-
dade soprir-se de gneros de primeira qualidade.
Acabam de sabir a luz as se-
guintes pe^as para
limalinda walsa d'Arditi
Ideal e realidade muito benita
phantasia pe'o maestro Cazal-
bore
Poslilholinda phantasia executa-
da (com grande applauso pela
msica allema
Habaneras lindas dansas para-
guayas, qne tanto furor aqui tem
feito
ACABA DE PBLICAR-SE
a collecco de mosteas dos cavallinliospara
l.-SOOO
15000
10000
Recebeu mais grande sortimento do mu-
sicas para piano, e piano e canto, e tambem
a opera
II MMfHW
IL blM
para piano e canto, e q os melhores
pedacus para piano s compjsic-o do Ilus-
tre compositor brasilero
Carlos Gomes
que tanto furor fez na Italia, e hoje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
usa
DE
A. J. de Azevedo
A RA DO BARAO DA VICTORIA (ANTI-
GA BA NOVA N. H).
DE
Jos de Souza Soares & C.
RIJA DO BARIO DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
. Apresenta-se metam rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel em fa-
zendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paria tanto para enboras como
para homens e meninos.
Miudezas afarmadas, perfumaras especiaos, variedade de lindos objectos para me-
ninos e brinqoedos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa apnde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-se muito emeonta e manda-se por ero pregados do estabelecimento fazendas
em casa das Exms. familias afim de melbor escolberem o que desejarem.
N0V1MDES
DO
TRIUMPHO
7 Eua do Queimado 7
DE
MOREIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento.o mais bello sortimento de fazendas
(as, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgur5o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de 13a e seda, id?m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qnalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b-turnas para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o.que ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lidos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para horneas.
Ditas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala, e o
Esteiras da India
uhi
Vfportcu n. 53, ra Direita, 3 p Has n. 53, antiya]
loja d) Braga
O abaixo assignado, dono deste antigo completo sortimento de ferragens,.miudezas e cotileria, tem resolvido mandar buscar em
diversos pontos da Europa os melhores objectos de seu estabelecimauto dos fabricantes
mais conhecidos ; pelo qne convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,
virem se servir dos objectos de sua carencia, aende encontraro por .nenes 10 0|0 do que
em outra qualquer parle, um sortimento completo de machinas para descarecar algodao,
do bera conhecido fabricante Gottorr Gin & ()., ditas para costura,- motores para animae3,
ditos para fogo, moichos p?.ra caf de todos o? tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos e de um, tanto inglezas como lrancezas, louca de porcelana, facas e garfos
de diversas qualidaOes e prego?, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
limalha de ferro, ar.., o a'gulha para fogueteiro ; assitu como encontrarlo constante-
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe se eucommenda de fogos de vista, alem do um
: cem numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-li* : venham rna Direita n.
: 53, loja de Lenidas lito Loureiro, antiga loja do Braga.
EHGEHRO
Com f un di 9 o
Pussand o ch fariz.
Chama a aUeocJo dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos e
sota especialidade para seus vapores que anda urna vez tem memorado.
Os vapores torneados por elle o ja funedonandu luu bao de fazer melbor apre-
:ac5o do que qual juer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna reducoaoem seus presos; e que
tem iromplo toda s especie de machinismo e outros objectos para a agricultura.
Covado a 160 rs.
Cambraia franceza para vestido com pequer
toque, covado i60 rs.
Dita dita dita, covado 320. 400 e S00 rs.
Chitas escuras, covado 280, 320 e 360 rs.
Lia para vestido, covado a 200, 240 a 500 rs
Alpaca de listas, alta novidade, a IS, U, 1J.
Cambraias brancas victorias e transparentes,
peca 3 a 12.
Algod 'o e madapolao, peca 5 J a 10.
Mol?kines, fazenda nova i ara calca, corte a 3 J.
Cortes de vestidos brancos cora barra de cor,
corte a U.
Saias bordadas, grande pechincha, a 2* e2*300
Sontembarques de alpaca a 1*300 e 24.
Na loja Flor da Boa-vista, de Panlo Guimares,
ra da lmperatriz n. 48.
Fogo de patente.
Vende-se em casa dos importadores Shaw
Hawkes & C, ra da Cruz n. 4.
Furinha de mandioca da Bahia.
Tem para vendeTmoito nova o superior,
em saccas, a preco mais commodo do qne
em outra qualqaer parte: Joaquim Jos
Goncalves Beltro, no seu escriptorio ra
do Commercio o. 17.
PREHiOSA DESCOBERTA
0 DELSUC
0 TNICO DELSUC qne boje apresenta ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue ama soperioridade
incontestavel a todas as outras preparares, que at hoje tem apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilbante lastro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fazendo com que appare^a em bom estar impagavel.
Esta agua compe-se de substancias cuidadosamente escolhidas, purifiadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-ihe
nma aeco verdadeiramente efficaz consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfregase levemente ; immedialamente ficam
os cabellos limpos e com um brvlho magnifico.
Deposito
somente em casa do autor, Andr Delsnc cabelleireiro de Par is.
Ra 1 de Varqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
u
i" v1 FALO01
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
EIC0RTR1 SI COISTISTEIISTB Itl COMPLETO SOlTIlERTt DE
CHAPEOS DE SOL:
De todas as qualidades I
De todos os feitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N 4
O 8r Guyot chegou a tirar ao akalrao a
sua acrimonia e o seu amargor insupporlaveis,
o que o loma mais soluvel. Aproveilando essa
fel descoberla, elle prepara ura licor con-
centrado te alcalrao, o qual, sob um pequeo
Toliimc, contem urna grande propovjo de
principios activos.
A ciro de Cujo (Goudron de
Gu yotV-possuu por consequencia todas as ran-
tagens di agua de alcatrao ordinaria, sem 1er
06 ^nconvenientes. Basta deitar d'ejle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um co]>o de excellenle agua die alcatrio
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa mnneira preparar a sua agua de al-
catrio quando d'ella precisa, o que olTerece
economa de tempo, facilidade de transporte
e evita o manejo tao desagradavel do alcalrSo.
0 AlcatrAo de Gnyol substilue i'ni
vantagem muilas tisanas mais ou menos
MHM, nos casos de defluios, bronchtes,
lotees, catarrhos.
0 AlcaurA* 4 Gayot enipregado com o maior xito as molestias seguintes:
EM BEBIDA. Vma colher de caf para um copo d'agua ou dual colhere$ de
$opapara urna garafa :
BRONCHTES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITACAO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EM FOMENTACES. cr puro ou com umpouco d'agua:
affecqOes da pelle
comichOes
molestias do couro cabelludo
EM INJECfOES. Umaparlede licoreqtiatrod'agua (emcoiaiateU*mtnifpo*i.)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alcatrao de Guyot fui experimentado com um verdadeiro xito nos
principaes hospitaes de Franca, da Blgica e da Etpanka, Foi reconhecido
que, para os lempos de calor, elle conslilue a bebida o mata hygienica, e so-
bretudo durante ot lempos de epidemia. Urna intrucco uccompauha cada vidro.
Yende-se napharmacia e drogara de P, Mau-
rer & comp., ra Barao da Victoria n, 17
na do Crep 9
Os propncurios deste bona ronhci* -h^mi
cimento, alm dos mnitns c\- t(- qJr Amkn.
C? a apreciario do re.-p-;ave.t i.ubfcn- ,^
11 vir e acabam de recebar p?h attina \^t
da Kuropa um completo e varado sorthoeaio V
fina? e mui delicadas raprcialHis:!**, as a;>w,.
tao resolvidos a vend 1. como 4c se tiii_
por precos muito baratinho* e con;r:pd< par? y*
dos, com tanto que o Gallo....
Mnito superiores luvas de pejca, preta?, brr-
cas e de mui lindas cores.
Mui bou e bonitas gollinhas e pcaho* pan :
nbora, neste genero o que ha de loats moderno
Superiores pentes de tartaruga para tafea.
Lindos e riquissimos enfeites para eate;a Exmas. senhoras.
Superiores trancas preta.- e te cores coa nr -
Ibos e sem elles; esta fazenda o que poda feBNr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqces de asairepnwa.
marfi m, sndalo e osso, seudo aqoees braacat
com lindos desenbos, e estes pret>s.
Muito superiores meias fio de Eseossia para s-
nhoras, as quaes sempre so vendern per 30408*
a duzia, entretanto que nos aa Tendeme* por M*4
atm destas, temos tambem grande tertinwan*
outras qualidades, entre as quaes algunas bi
Anas.
Boas bengslas de superior ranna da lndv
casto de marfira com lindas e tfteaotajioras lau-
ras do mesrao, neste genero o qae melbor m
pode desejar ; alm destas terooi t.n bea gra
Juantidade de outras qualidades, como sejam, aa-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e airosos chicotiobos 4e eatm
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de para segurar as meias.
Boas meias de seda para senh<>ra r. para aaa>
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartsrupt para fazer
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sio ca-
ramidas pelo fabricante, e nos por nossa irz tam-
ben) asseguramss sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capella* para nciva.
Superiores agnlbas para ina-!iiDa e para -ro-
Linha muito boa de peso, fronxa, para tutktt
iabyrintho.
Bons baralhos de cartas para 1 olUrete, as
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das methores per-
fumarias e dos melhores e mais con acetos- par
fumistas.
COLARES DE ROER
Elctricos magnticos contra as convcisSas,
faeilitam a denticao das innocente? crianzas. Se-
rnos desde muito recebedores d -'.<* pruiriont
collares, e continuamos a rrcebe-los or totea o
vapores, afim de qne nun<*a falt^m no mer-v*'..
tomo ja tem acontecido, assim pois podri aqn**-
les que delles precisarem, vir ao dep.-sito do gati
vigilante, aonde sempre encontrarn ilestes vem-
deiros collares, e os quaes atlendt-nJo-M a* tm
para qne sao applicados, se vtiderao om um as
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objoctes qoe it\zxme-
declarados, aos nossos fregueze e am gos a virta:
comprar por pregos rauio razoavis loja do gar't
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE IMXIAN X. 4 O
(Antiga rna do Qneimado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras unas para unhas e costu-
ra a......... 500
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a......... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta !s>006
Libras de la para bordar de todas
as cores a....... 8000
Carriteis de linha Alexandre a. N 100
Frascos com azeile para machinas 500
Gravatas de cores muito ioas a 500
Grozas de boles madepersla fi-
nissimos a....... '300
Novello de- liaba de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 100
Pecas de lita elstica, muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino ......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b mitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a....... 10800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a....... 20420
Caixas de palito do gaz a. 00
SUPERIOR CAFE DO CEARA.
Vende-se na ra do Mrquez de Olnda-n. 40,
escriptorio de Cunha & Manta.
Ainda existe venda algumas filtradeiras,
proprias para Qltrar agua, a> quaes evitam o cho-
tera, febrj amarella, e oatras molestias: vndese
* r"* do Commercio n. 38.
~ Vielra & C. vendera a sua eoeheira de car-
ros de alaguis, com bons carro e bons tavallos :
a ra Nova D. 89.
M __ JLibra lerllaas -
SMfS* ^CP0 Sant0 n- 6. 2* andar, escrip-
[ l"qw> B*rro B, ba libras iterlinas
pan vender.
BRANCO E ESCURO
Desinfectindo o Oleo de Figtdo de Bactlhie,
o Scnhor Cbevrier deo a esla preciosa prepara-
^o iticrapr.i'iea nm ebeiro e sabor agradareis
qiienenhun a deauasvirludrslbetirain.
stt imintiiiite descoherta, que granjeos
si-u aulnr ii ii, Med.ilha de bonra, Tulgsriasn
usod Olt .i-Figado deBacalho desinfectado.
Os raedi i reccilam prefvrivcimcniea todos
o ontroa. .i, todas as molestias onde se na-
prcg o Or le Figado de Uac&lbo.
Ver por >>..- pormenores os relstorios medt-
caea que coi ir n a noticia que accu'mnsnba cada
fi-asco.
M*S*art
FERRUG1NKU DE CHEVRF.R
O Senhor Chesxkr eomrletou a tus deaco-
beru ajuntan-do a iodura de ferro ao Oleo d
Baealbio desinfectado Este Oleo de Filiado de
BaeaJho femieiiico tena to.las aa propnedade
do oleo a do ferr i, digerc-se fcilmente e nunca
causa prisio de rentre, Ponant i preferto!
is mais preparai;Scsferruginess(Pilutasou Xa-
rope), i:onem m todu ai doencas mde f
emprega o ferro. Tsica pulmonar, broiifhli
rachi.tismo, esorofalai. itupigrna, guia. ii,e.' i
mati-mo cLronieo. ular^ios aiitigr.s, dTaiier- i
sias, convaleaccuciai dif.': ei> t !r. ,'',
constitaiolo.
teta Clcritr^R. *. ru tTit Fttut, KTt trnierfrr <
Hamesma ....afmaeia acbao-se o V1NH0 a ELIXIR d C0C4, etcettaiiM i"tpir- ,.
O TAFPE'i AVDLNERAKIO ro-r ARH1CA para cirrar as ciiagaa, ferMss. eon-.iim,,
j uEAIiLOS ueBISiiillTH compostoscostra as diSTrbeas,djsu;er8s.
Dp.positabio, cm Rio de Janeiro, Duponciiku.b et C". fnl.
Prrnambuco, P. Maorik et C". Mwanhao, FY.nnEim et C\ /' jeri
V Josb BUO. Pellas, Antho Liiv.s.
Kob-> nte-rheumi tico.
Remedio efBcacissimo contra as dores rbeuma
ticas at hoje o mais conhecldo pelos seos mar
vilbosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO um dos medicamen-
tos rae sua eficacia as enermidades, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqneza
no peito, escrobato e molestias de figado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de marapuama, cuja energa e efflcacia as para-
lysias, intorpecimenlo, etc. etc. muito se recoin-
menda.
Todos esses preparados se encontramJina pbar-
macia e drogara de Bartholomeu tt d, nico de-
posito na ra larga do Rosario n. 34.
RAPE.
Paulo Cordero
Vende-se rap Paulo Cordeiro fino viajado, em
latas, meio grosso e vinagrinho : no deposito da
ruado Vigario n, i i. i andar.
Grande pechincha7
Ricos ertes de cambraia bordados com 10 varas
a ~t, alpacas e laas de cores a 400 e 600 n. o
nevado : vende se na roa do Duqae de Caxias n.
n, loja de Leite, Puntes & C._______
Secretaria de ferro
Vende-se e est vista em casa dos importado-
res Shaw Hawkes & a, roa da Cruz o. 4.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos ab;-i
xo declarados, garantindo todo bom e pir-
cos admirados.
Duzias de palitos seguranca a----- 120
Duzia de palitos seguranga caixa
grande a................... 320
Frascos com < k obaboza muito no. 320
Pacote* cum p s de arroz o me-
lhor que lia a............... 320
N'nvalhas muito as para fazer
barba ..................... 1 )
Caixi de linha bran- do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para loa-
lhas...................... 100
Caixas com peonas d'a$o de erry
superiores ............... S0('
Lencos de casa brancos c pinti-
dosa................... IX)
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 70(
Caixas com 50 oovellos de linha
do gaz a....., 40(
Duzias de meias crudS superior
qualidade a.......35(501
Pe^as de babadinhos com 10 va-
ras a. ...... 500
Pecas de lira; bordadascom 12
metros cada poca a 1(5500 e. 2 Pecas de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a. 50C
Escovas para unhas fa/enda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
. 400 rs. e....., 50i
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 4(>
Dozia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 50(
Pares de moias cruas para me
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas "muito
finas* parasenhora a. 45500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2*001
Pares de sapatos de tapete a. l5 Dczias de baralhos para vultarete SdtXw
Sylabarios portuguezes a. 4 CartSes com colxetes i carreras a #
Abotoaduras para collete diversas
qualidades....... "W
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a.....
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para raarnina a. 2- -
Libras de pregflg francezes todos
os tamanhos a. .
Pacote de papel com 20 qi...ler
nos..........
Re?ma de papel pactado miit nr >^
Resma de papel liso mui' "t>
ora
Vende-se cravos : em S.
te da capella, portao Ap pi.
VBMim- i
ou aluga-
tuado a i.
no lugar
ao port< i
viveada conteodo | s'
com mais \ casiobas l
cooimodos para no-pe
ra, 'istribaria, quarto i
arviiredos de fructo. K
voa vido com trras do Ch*
pado por &" Adoar :
dor Tasso,
D Gordairo previdint
Ra do ^em.i. ;.. t.
Novo e variado lertotento 4a partaa i
Anas, e outros oj
A,!em do completo sorimonio lepa
tnarias, de que effc
ioja do Cordeiro Previ*
receber un outro .-i
uotavol pela variedade Oeol %
iade, qualidades ec
ios; assim. poa, c Cor I
eesper r> nt *
do respeii *el pi
boa fremezia en
jando ene de
e baratera. Km dita loja
' i bom:
'Agua di
Dita ve
Dil
s
Dita do .' '!'
Elixir i
.. sio J'' '.
Cr
c i
d OBI
Fin
I
Outras
Oteo' pi
.
om t ros c]
ent::'
Saht- ;ije* bmbw
tiara mi
Ditos tr
,as de mci.ii >.,
Ditos muito linos -a
Caixinhas com 1-onitos safcone: js atlar.
fructas.
Ditas de mt a
uas perfumaras, muito propria para \
lentes.
Ditas de papeio iguaimenve boait.'t,
bem de pe mimaras rias.
Bonitos vasos de metal colofidoa, a
moldes novos e elegantes, cog $f> ; .
boneca.
Opiata tngieza e franceza par dente:
Pos de camphora e oatras ifar,
cualidades tambem para dente?.
Tnico oriental de Kemp
Anda SMads) cosfiir.
m outro sortimento de coq tea e _<
os f bonitos moldes com Alis te dri.
tlguns dVUeh ornados de 1m* iu
stt todos exposlw aprecia**) de sy
>s pretenda comprar.
.lOLLiNHAS F PUtiHOS BORDADO!
>br;s il ii'.iu.giwto per'eifio.
Fl*Hla *. tta* pstrsi elafo*
<. sai>.ii>sortiB!>nui de taes jk
uw, fir-anifo a ^r>* MOM jtosto
jrii(.r.
quimil ir jni^sTa- ;
- M'l'o,
Ci.rs* laatt
i ?* t I h
! nm O

< Ib

/



6
Diario de Prnainbueb Quarla feifa 2 ue
v.

GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SUYA & C.
Neste impcrtante estabeecimento encoDtraro respeitavel publico, om grande e variado sortimento de fazendas domis
apralo gosto e todas de primera necessidade, que se vendem mais baratas do que em outra qualquer part, yuto que os no-
tos 80ciosdPSta Arma, adoptaran o systema de s venderem D1NHEIRO ; para poderem vender peto costo, limitando-se apenas
i ganbarem o descont ; as pessoas que negociara em pequea esa'a nesta loja e armazem^ poderao
pelos mesmos precos que compram as casas inglezas, (importadoras) e para
amostras de todas as fazendas, ou ibes levam em suas casas para escoherem.
20 Ra da Imperatriz -
Acaba de chegar para a loja de fazendas fina*
deDcmnaada La ville do Pars, nm grande sortl-
mento de fazendas Boas, como sejam : cortes de
poil de chevre com listras esoocezas de urna e duas
saias o que ba de mala alia novidade, ricas pope-
linas de seda, granadinas, laas escomas, alpacas
bareges, etc., etc., e nm completo sortimento de
chitas, madapolfjes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e ontras nanitas
faienda*. ludo do que ha de melhor nene merca-
do, que ludo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo que qnlzer
andar na mod3, e ao roesmo tompo esperamos a
sua proteecSe. Manda-s levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas que nos pe-
direm.
20-RUA DA IMPERATRIZ20
Farlft & l.essa.
maior commodidade das
fazer os seos sortimeatos
Extras, fattihs se dar >
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbegou para o Bazar do Pov3o um eran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vender de 103 00 at 200-rO o
par, assim como o melhor damasco cem 8
oalmos de largura a imitarlo de damasco
Je seda, proprias para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, send os melho-
res e mais bonitas que tem viudo ao mer-
cado.
TAPETES
Cbegou para o Bazar do Pav3o o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; ets. vende-se por
menos do que em outra qualquer parte.
ROUPAS PARA IIOMENS
No accrtditado Basar do Pavao encontra-
r o respeitivel publico um grande sorti-
msnto cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodo edelinho,
para lodos os precos e qualidades.
Cero: las de linho e algodo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita> de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguacs
De todas estas roupas ba para todos os
precos e quididades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio quaiqoer peca de obra a capricho
ou goto do freguez, tendo n'oste importan-
te estabeecimento todas as qualidades de
panno uno. as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor; e quanlo qual-
quer obra nao ficar inleirameate ao gosto
dos fregnezes boa por conta do estabeeci-
mento.
CHALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotiiient i de chales de merino de cores
muito oons com padroas muito decantes
pera qualquer urna senhora usar, ditos de
crpon cois listas de seda o mais no e
modera.-) qua tem viado ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em oonta.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez se urna grande
com.-ra da toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a\!25000. e li-
quidam-se a 75O0 a doziar,ou a 640 rs.
cada u.a, boa pechincha.
CORTES DE CHITA
a 3,5200 a 30840
3520 30520
33810 33200
No B zar do Pavo vende-se cortes d fl-
nis.-ionas chitas com padrees claros e esca-
ros, tenda 10 11 e!2 covidos; sendo fa-
zenda que vale muito mais dinheiro e liqji-
da se pelo prego cima para acabar, na roa
da Imp^atriz n. 60 Bazar do Pavo.
BRINS DE CORES A205O e 33500
Ven lem-so modernissimos brins de linho
(1.; cor com as cores fixa<. sea io o co te
de ralea a 235 )0 e 305 00 e em vara a 1300)
e lo60, pechincha, no Bazar do Pava a ra
da Ino r uiz o. 6o.
CORPINHUS BRVNC0SA3W00 *
No Bazar to Pavo vendem-se corpinhos
decaanrah brincos bordados, sendo fazen-
da que sompre sa veadeu a 80JOO e 103
e nqoida-sfl a 33000 por es arera um
pon 11 .ial'ratidos, pee aincna, na raa da
Impera'rh i. O.
FU tTOES DE COR E BRANCOS
Veide n-se launit >s fustas brancas e de
cores, roprofl pra vestido e roupas de
meni' os, 'ts'io de cores a 800 ris o cova-
do bnneos, a 400 e 64o ris, pe-
chinc'ia, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 20 i ris.
a 200 reis.
a 2 reis.
VfinJ p.i- m chitas largas c-am moito bons
pann < e r. s fizas, pelo b- 2(M' < o envido ; cortes das mesnascom
10 r -d s a 230"0, pechmc&a, no
do Pavio.
\S C\SS\S DO PAVAO
f>va i., 200 ris.
;i 400 reis.
a OU ris,
V bunitas cassa* de cores miu-
d:ii i pelobfaH) oreco de 200 rw c >
vad io riiiwai do Pavo ra la Im-
p ,; i
". t.\ SAIAS A 1*000, O METRO,
r ilo Cav3o veO'ii->e oomt
PECHINCHJ1S
PAVO
Cal de Lisboa.
Vemle-se cal de Lisboa, a uliima chegada ao
mercado, por prego rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos, ra do Commercio n. 13.
GRANDE MVUMM
Qiwndo a AGUIA BRRNCA, mais precisa scieotificar ao re*petafil
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectoe qm
te tem recebido, justamentequando ella menos o pode fazer e porque essa falta
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendefSo ni
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhetda leja da AGUIA BRANCA lw*
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de wuwioTifrfc m
qualidades, modicidade em pregos e o sen nunca desmenttido AGRADO E SlNCBUDADt
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA f*
dispftr, empregado apezar de seos custos no desempenho de bem servir a afMMTpi t
honrara procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto tea emtm
rar os objectos que por sua natureza s5o mais cenhecidos al, ella resomidameirtt"
cari aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendareif,
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou pra o Basar do Pavio um gran-
de sortimento dos melhores grosdenaples
pretos que Um vindo ao mercado, que se
veodem de 1600 at joOU o covado ;
sao todoa muito em conta.
MANTELLETES DE FIL
Ni Bazar do Pavo vende-se modernissi- pna \n Tmnai*nfr7 (\(\
mos mantelletes ou basquinas de fil preto, &m a aperatriZ OU.
:om lago, pelo barato prego de 100000 ca-' f f *J *Pr~
da nm barato. LINDAS JAPONEZAS PARA VbSlIDOS A
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.! ^ A 500 Rs-.
No Bazar do PavD vend-se o melhor al-'. tChe?oa,nm elegante sortimento de las-
godo^inho amrricano enfestado para len- inha8 do Japo, eom padroes de seda e de
coas, tendo liso e entogado por prego muil boa qoabdade. que se vondem a
muilo barato. i5W rs- covado. E pecb'mcbJ, no Bazar
* ESPARTILHO. >do Pavo, raa da Imperairlz n. 60.
No Bazar do Pavo recebe'u-se umelegan- poupelinas do japo a 10600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melho- < Chegou um elegante sortimento de lia-
res espartilhos, que se vendem por prego flamas poupelmas Japonezas, cornos
moito em conta. mais delicados gostos, tendo muito lcstro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com l3!rinhas de seda, senlo esta nova
O Razar do Pavo receben um grande fazenda quasi da largura da chita trance-
sortimento dos melhores pannos de croch, za.e vende-se pelo barato preco de 106CO
A ra do Duque de Caxias n 21.
(A1TIGA RA 00 QUEIMADO)
Ricebeu e seguinle :
Epelho* grandes doarados. moldes bonitos.
Carteiras, charotelras e port-ctgarros de muita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisada
Boas caixas vasis para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal d*
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobrosabindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodos toucadores son duas gavetas e beo
es>pelho.
Port bouquet, o que de melhor tera appare-
cido.
Port relogios de muit*s qnalidades.
Bons lalheres para edangas.
Vostuarios, chapozinlios, toncas, sapatos e meiai
para baptisados. *
Toalha e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chapoilnhos gorros e bonets para meninos
meninas.
coavulsops
proprios para cadeiras de balaogo sofs,
pianos, tamboretes e al proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
PARA LENCOES
No Razar do Pavo vende-se suprior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linho coro a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds liohodo portocom 3 1/2 palmos de largura
de 720at 10 a vara, assim como umg ande
sortimento de H>mburgo ou cregueilas le
todos 09 nmeros, pregos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqner prte ; aproveilem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalhado trangado, com 8 palmos de largu-
ra a 10600 o metro, dito do linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; ludo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 43500.
No Bazar do Pao vende-se bonitos cor
(es indianos com duas saias pelo bara-
tsimo prego de !.-;>5 JO cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melhor sortime'tJ de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas Tetas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, fraucezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavralas com branc.
Merinos, cantos, bombazioas, que sa
vendem maisbarat* do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 6^000.
No Bazar do ^avo vendem se bonitos e
grandes cachi-nez de pura la, pelo bara-
to prego de 6 000 cada um
PEH1CNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 50,
60. 1$ 850; 0.
Vende-se um expteadido sortimento de
Qnissimas cambraias victorias, por pregos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, >endo cada pega 10 jardas a 50, 60,
65500 e 70O.XI, dnissimas a 80500 todas
estas cambra'as valem muito mais dinbeiro
e liquidam-se por este prego em relago a
urna erando compra qoe se fez no Bazar
do Pava).
BABADi*rH)S
No Bazar do P^vo vende-se um grande
sortimento dos mais fin >s babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran le porgo de entr maios largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em coala e mais barato do que em outra
qualquer parte.
SEIINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vndn-s um sortimen-
to conpietg dos nrehores serios e grosde-
aapies de todas as cr-s, que se vendem
muito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toabas 'o Portocom labyrintho,
proprid para rosto, io Buar do Pavo
ru* dn Imperatriz n. 60.
Colchas brancas 3*2 0, 35500 c 70000.
Pa a o Ba/.ar do *avS cbegou um grande
sort ri^nio das melhores colchas pretas,
Bazar 'sendo das meihorHs e ais encordadas qoe
|tn vindo a 70JO'>. diti u-n t;Ouco mais
.. ibaua 34500 h duas 3520 >; tambem no
!me>m i esiabeleciuienni. se ven le um grande
sorii liento de crtono* e chitas proprias
pra i; Ii-has que w t ion nito em coota.
Sedas de quadrinh s (01Su ao corado
V i (I -*e m fi'-^n!'soninpntodeedasj
de q a nwi o 'i i f'oas cores, para
w ii to m roop<- oi-oioiiK, e vendi-se
4 i .'^ i i ci t >. echincha no
cada covado, no Bazar do fa-o.
AS POPEUNAS DO PAVO A 20000, 0 COVADO.
Chegou para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linho e seda, que se
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos os tornara apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer qnererido descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas*de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordada para ditos.
A,
Contra as
cas
enancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova E*pe-
ranca, ra do Duque de Caxias n. SI.
PARA UNGIR CABELLOS
para pretos oa castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
veodem pelo baratsimo prego de 20000' ou pannos, tem a Nova Esperanga o verdadeirc
cada um covado, assim como ditas com ,eile dB rosas brancas,
gostos escossezes a 20400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 20000
Chegou un elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vindo aa mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na ra da Iraperatriz
II /
ze' B :orpada paid sai s, h U 1 olaii safas o
re?as le ua l> i a > o s > .; - TI
'. i '-nop i ii no a : \1 !
sai '1 - o f" '.) : ||2 e "-.
H Ira '* '
"as c, !' E
v bou w
da i i
i* "-
1 !>>
t ;.
\ ,
la .i
peca 30900.
i .. e festarlo,
.. i;e 30500,
i P *) roa da
. 1A.
o ile r')3les
! ido pretoi
pr-- se Vjn-
0 cada \.,
., a rm da
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 20000, a 20000.
a 20500. a 20500.
a 20000 a 20000.
S6 no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de phantasia com liados gostos, sendo fazen-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a nao ser nm grande pechin-
cha que se fez na compra seria para muito
mais dinheiro, e liquida-se a 20 e 2050
unicamento no Bjzar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 US O COVADO
Vende-se delicada* lasinhas transpa-en
tes com listrinhas miudinhas, imiiago de
urna s cor e muito brilnaDtes, pelo bara-
t s si rao prego de 400 rs. o covado, no Ri-
zar 1o Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasinhas com diffe-
rentes gosto pelo barato prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de fanis-
si raa 5 alpacs brancas lavrada>, imitago
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no B-zar do Pavao.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se um grande sortimento de lin-
das alpacas lavrauas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e ai mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAltEGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veode-se as mais lindas e moderdas la-
sinhas ru bar.ges de qoadriohos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsncaa. e I quida-se a 640 r3. o covado,
no B.'zar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinas de urna so
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas para creangas por ser urna fazen-
da de pura la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavo.
GLACS A 10000 PARA VESTmOS.
, Vende-se um elegante sortimento de>ta
nova fazenda denominada glacs seado urna
fazenda de la muito larga e com delica-
dissimas cores, teado tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato prego de 10,
covado, no Bazar do Pavo.
CASEMIRAS A 73000
Vendem-se c;;rtes de casemira ingleza de
cores para caigas sendo fazenda que vale
muito mais dioheiro e liquida-se a 70000
o co^te de cilga, no Bazar do Pava a ra
da linperat.iz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Vende-se finissimas camb.aias suissas, de
mmta ph-ntasia tendo 9 varas a 80500 e
10000') Ditas bipo i-4im 10 jardas fazen-
da muito 6na a 50, 60 e 70000. Ditas ti-
nissimas azuladtnhas, qne valem muito mais
dinheiro, 80 e 1u0jOu: todas estas cam-
brias, em relago a qualidaie, pelos pre-
gos cima sao mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bazr do Pava.
CAMBRAIA ALLEMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1J600, \i E 2*500.
Veme-se fluL-siov cambraia branca tran-
pa ente com '8 palmos de largura, que faci-
lita fazar-se m vastirio apenas oom 4
varas e lianida se a 1J600, 0 e 20500 a
vara, fa;enda iua vale moito mais dinheiro.
pechincha no Ba CAM3R\LA TRANSPARENTE
Pega a 40000
Vende-se muito finas pesjas de cambraias
brancas tra:isp.-i*ii!S, tondo8 1|2 tarasca-
da pega o com ora *ara de largura a 40.
g nwhiDCha, a'> Bazar <1 Pavj.>
A! ra da Imperatriz
n. 60.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque ds
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENTEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, rus
do Duqne de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova E>pernga es sabonetes de pos de
arroz -
CHECARARt
Poqos instanUneos aperfeifjo-
ados por preqo muito commn-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
Capel I as brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de
sempre melbor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e
Qiixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados pa-
ra circular o c< qoe.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderegos e brincos de madreperot
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadmbof.
Aspas para bailo.
Novos stercoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por nm machimssM
urnas substituem as ontras.
Vistas para stereescopos.
Bonitas caixinhai devidro
pedras.
Ditas de rnadeira envernisada
ras e cora dminos,
Bollas de borracha para brinquedo
criangas.
Diversos objectos de porcelana,
para enfeites de mesa e de lapinhas.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vendp na na da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins de
Barro
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na ra Direiia
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios desvlame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano ioJado, de iodureto de
ferro de Blancard e as pillas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Roc, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pilulas ou confeitos de bis
mutho de Cbevrier, e outros medicamentos cuja
profkiencia quando empregados as doancas da?
vias respiratorias, as dores rheumaticas, na
amarellidao, na falta completa ou irreeularidade
de menstruo, as diarrhas, doen^a* do coracar
e do estomago, tem sido e incontestavel, em
vista dos benficos resultados das experiraentacSes
u uso que diversas pessoas delles teem feito, as-
jim como das pilulas denominadas bravinas in-
comparaveis era sua efBcacia nos acommettimen-
tos febris ou sezoes ; existindo tambem na mesma
casa, alm de sufflcieole quantidade de drogas,
um nao pequeo sortimento do tintas, oleo de li-
obaca e pincis, que se vendem por menos do qo*
em outra Darte.
\. .> A RU11)0 C4BLGA \. 3 A. f
Cora este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado esta antigo
estabeecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo tudo quaato
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Gwo
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor esa
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e pnalas, mekas aderecos, pol-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco 4
que era outra qualquer parle, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertenecnte a esta arte.

A ARARA
f
ATTENCAO

60, esta'
y da noute,
constantemente aberfeo
Loureoco Pereira Mends GuimarJes, participa a todos os sen devedore
tanto da praca como do mato, que estando I qoidando suas casas commerciaes. o qat
deve fazer at o fim do correntd anno, por Isso roca a todos ossens devedrres a virssi
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seos devedores, qoas
os que rao estiverem na loja tem de pagar todos os seos dbitos, provando isto se tari
o abatimento qud f ir preciso para a liquidacHo de suas dividas, para isto poderlo A-
rigir-se ra da Imperatrz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se corles de castores para calcas, I balks de arcos a \fffifi.
Vende-se ba!9s de 15 a 30 arcos a
a 500 rs. Cortes de brins de cores a
1S00; cortes ds gangas para caigas a 1(5,
cortes de casemiras preta para calcas a
30500,44, 55 e 65000.
Crt's de chitas a 2:300.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
a 24503. Ditos de cas a para vestidos a
20500.
Pechin-ba a 4;5000.
Vende-se pecas de algodo a 4.-J, 50, 6J
e 70COO.
Para liquidar a 30500.
Pecas de madapno com 12 jardas a
II
e I-Vi A) cada um. Cortes de cassas esa
papel a 20500 ;ada um, para liquidar.
Bramante de linho e aigodD cea 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
Panno de linbo a 760.
Veode-se bra ante de 10 pala s de lar-
aura propri" pura leoces a 20800 o saetro.
Lene de >ti\ a 80") rs.
Vende-se urna pnrc3o de lencos de seda
a 800 rs. cada um.
Chales de eassa a 10M9.
Vende-se urna granoe porcSo de chales
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova n. 22carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chi aas"' para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes est3o em exposic5o no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua bfta qu
lidade, e tambem ensina-se com perfejcSo
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seo trabalho ao de 10 costu-
reiras diariamente, e a sua perfei;3o tai
como da melbor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalbos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten
denles.
Vende-se urna muilo bonita machina de
costura propria para qualquer senhora, nova, chf
Sada ha poneos dias do Rio de Janeiro, no Corro-
er do Bupo n. 53. Na raesnaa casa traca-'' nm.
linda img"oi de Chrlsto com 'lo o= perteujos
de prata, e precisa-se alugar ana preta qu aiba
vender na raa aiuda maimo que seja de ida la,
com tamo que sejaoal ; tambera na anima
vndese xarope de jai para tndas-as niolesiia^ di
dolmo viudo do serijo, e engomma-se r > ";
aoojera e senhora com toda a perfeiljao.
X
ATTENCAI
Vendo-se a taberna do pateo do Carra.
oa ea^ulua do boceo da Bomba, muilo f
da par.i a trra e pura o mato, eooi i>
cxistfntes, e tambem sera elles,'a v.mtwle
praJor, tem comraodw para morada do
ros e ciifnha : os pretenleote podera d
mesma taberna, que acbarao eom qui"
30500. Ditas de dito com 24 jardas a 50, te cassa a 10000 cada om, para liquidar
.
360 rs.
cores para vestidos
Fustad a
Vende-se fusil" de
a 360 rs o covado.
AlgodSo .nf astado a 900 rs.
Vendi-se aU d3o enfestado para leoces
e toalha* a 900 rs. o metro, dito traga
do a 10200 o na tro.
Chales de mcrin estampados a 20Mt.
Vende se cnles de aenn esua a los
cOm barras a 0, *500 e 3.J para acabar
Gran le purco d retalbos.
Vende-se grande porci') de retalbos de
cassas e chitas a 240 rs. o corado.
60, 60500, 70, 84 e 900 O.
LIQUIDACAO.
Pegas de aigod si io de listra proprio
para roupas de ccravos c na 42 jardas a
00500 e covado 10J r. pra llqaidar.
Chitas escuras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o cova.io.
Para acabar.
Vende-se pecas ie c na8-65, 60WM e 70000.
K' nnito barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. a dmia.
Cortinados Sara janellas a 50000.
Vende-se cortina- os pra janellas a 50 A fetta est na porta
o par. Brim pardo liso para calca de ser- Roupa fe'ta eoronlrarSo
vico a 500 rs o metn. Pe preciono razoavel
Cortes de percales a 60000. Todo* se eorouparJo.
Vende-se cortes de percales de duas ,A SABER
saias de bonitas barras a 60000. liqnidcii te ruta frita.
Ciuertas de chita. Venle-se > rt.is do arinsmh'a d
Vende-se a 10500, ditas -aa a 25 )0. propiio para andar em casa a 10300 ; dn
la* eicamalas ^Jamascldas a 30500, to* d* gnga a 20OJO ; ditos de ea ca-
dtas forradas 5d000. semira a 3"-00ft ; ditos de alpaca dewr
Gangas oara cl?* a 280 o covado. n 30500 o 40:00; diws de p*"*
Brim de listra ao lado para c?lQasa 400 pre.o i 6J, 80 c I0A00 ; dato de <
rs. o covado. imirsil' :-ire% a Me 8-JiiO ; '*?**
Uncos prancos a 20000 a duiia, para li- de cassneta- At e^res, a 10WO ; -i
iioidar; gnnde oorcf-i do mantas para trias .-le q .ancosa 10O!O; **"*' J
u atas a 20. r;. cada orna p>:>, liquidar. s>ainiras de ci-m*. a 10500, 3^ *'
Cassa Ir ncezas a 280 rs ,Calcas "Tu, p-ra eaeran a HW l*
nde-.- fra'i'Mza* pa a vestidos da a'god"''ni'0 < '""tra a
V
8 > e J20 rs. <> covad
Oraridy cores para vostidos a
r)iO u co.a .o.
de cores para ve
) i i..
400
'i i ) ,

<>f '-vieviM
ijuh est r?i
i
rt? Mm par'., a l**^. ** **' [?'.
. de dit- branc da lobo a WO) *#_,
la edrw a 5-, >
e 80 O.- : <* i** '-
t.is A a irtpna ora o i
,a foro,* l#; d"
demusaian ^ rs. Par hasr
,,!. Ai i a*.**1 ** "
. i ,- w a.iDjr-ts' 4f
da Isaperaffiz a.
i noule.

71
di-


Diario de PemamXuoW^Quarla feira. 2 de Noyembro de 1870.
I
W
I:

t
Este eonhecido estabelecimento acha-se coo?tanteraen'.e bem sonido, cm virtudo das
as qne rebebo Dor todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo mencina-
lo*, a pror.is os mais resumidos que possiveL
CAJEADO FRIUCEZ
3iaas para en>oras a raeu$a:;s.
Bolinas pretas, brancas e de nmitas oulras cores, soriidas e bonita?, do ultimo os-
lo da moda, e precos mais baratos do que em outras partes.
Botinas pava Comeos e .neniaos.
Botinas de bizarro, cordavao, lustro o pellica, da? mehorea fabricas e e.colhJas.
Botas o psraefras riissauas.
Botas e peraeiras pan maulara, das melhores qualiJades, -de couro da Roseta, lus-.
tro e lizerro.
Sapatos de borracha para h ccus o scnhor&s
Tendo chafado rrande porcaide sapatos de borracha vende se pela custo aflm de
desempatar o diobeiro nelles oopregado, sao bantlmiu >-.
patos d lustro para hoaieus.
Sapatos de entrada haixa de couro do lustro com salto, de muito boa qaalidade. j*
Abe-tinado para meninos e meninas
itos abotinados de diferentes modelos, de mnito boas qualidades e fortes, tanto I
pira meninos cota i p n meninas, muit) baratos.
Zapatos de tpete.
Spalos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tugus para bornen*, para sennoras e para meninos.
Excolientes exiractos, banhas, leos, agua de cologne, floriia, divina, lavande, den- -
iice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de |i8
6te, ludo >!o d primeira qnarlade, dos afamados fabricantes, Ccndray, Piver o Lubin. 9
>>>
-* e> *t M
ts
Nutrimento
EBICINA!


!t>
9 B' -

EL*
w
anoz
Quinquilharias
-
.i
U-u
de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de meninas e senhoras, ditas par costuras, pe- 7J
itouquets de flores de porcelana, jarros proprios ffl
totea para CDllocar-se vistas, molduras donradas
., cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
...tens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
"*' P 'S f"n t8re*rt8 v'U de figuras e das mais bonitas nas, boJevards,
RS a '."'?.! d pris?.Phj'oPWM e caixinhas mgicas, reverberos par candieiros
\?r^t "if,l? e de, 'f i16 cures P^P* de ""mas, realejos grandes e pequeos ,
harmnicos, acordums de todos os tamaitos, bercos de vimes para crJaneas, aauatinhos e B
,n,r,o !? C,,:r""Kdv 3 e '^as muito elegantes para conduiir enancas passeio ; e ~M
outras muitas qainqnilhanas de pbantasia, francezas e altamas, presos muito em cont.
TTENCAO
o

p f
tW?
L
O dono ileste oatabeiecimeuto pede ao pub'ico em geral que continu a
verincsndo as qualidades e os preces baratos de ditos objecl.;s por serem viudos
reitura e de conta proprla.
visita-lo
em di-
tV
Nova loja de jolas
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunta Saldanha & C,



CASA caviw y
Acaba de abri-se este estabelecimento-de jotas, o qual tem grande sorli-
* ment de todas asjoias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
r. \ sivel.
^ Tolas as joias serao garantidas orno de lei, pois os seus donos tendo em
^&-*ista so adquirir freguezia nao olvidarao, vender bom e por pregos os mais
^s razoaveis possiveis.
'< Convda-se o publico a lie a este estabelecimento, certo de qoe ficar )M
S& satisfeito. S|
S* A' MO DE ORO RA DO CABUCA N. 9 A jSg
i
PREPARADO POR
Lanman & Kemf
PARA
Ti sica e toda a
qualidade de do-
enra^, quer seja
na garganta, pt'.i-
to ou bofes.
E x p r o s s a-
mente escolhidc
dos melhores fi-
gados dos quites
se extfahe o
leo, no banco
da Terra Nova.
purificado cbi-
micafmente, e
suas
propriedades
conservada-
com todo o cui-
dado, em todoc
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submoltido
a um examt
muitosevero, pelos chimico.s de mais ta!e-D
ot, do goveiuo hespanhol em Cuba,foi de
vulgado por ello e contem
MAIOR PORgO D'IODINA
do que- oulro qualquer oleo, que elle ero
ejam;nado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalbo
enaquelle no qual contm a maior porcc
d'esta invaluavcl propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PE1T0, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarrho, tosse.
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nbecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e cncommodande
quasi nada estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas affecces das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
/ DE
Lausnan & Kemp,
Se que desejam ver-selivreseexepasm
de ermidades
Vende Joaquim Jos Bamna : na rna ti
q. 8.1* andar
Vende-se o eslsMeoniento de moih,
sito rus Direita n. '.'.', -t mata
vantagens, attendendo-te ao pr.-i
da via frrea de'Rscift* a S. Fiinri-, .-
tambera por 1er a casa a |ii ;
progresso.
..i
Cigarros da imperta
fabrica de S. Jco
de Nietkeray.
nico deposito em Pernambueo OMl l alT-
letra velha n. Z. t anda.
Calgados :i:glezes
Borzeguin ingtezr- de sola pros?* -%*:
noiiiens a 7*300 ei8ju par : na bija e c rao..
dabota deouro, naruada t: uz n. i.
amarello.
Vente >e uina armar' ^7^;
n. 57, enm Indos os ?ri. 1.1;.;.,-,.; ,.n
e com commnjos para famia : a
do Hospicio n. 30.
m 1 '11/ m
K NOVA LOJA I>K Vy-'.E'!'.A i
1 FRITA K 1
K n.\T & IJARTINiANO. A ItlA DO B -
ItAu DA Vh TOWA. N. 5)
i (ARTIGA l \ >(
2 O respeitavel pul K rovo f.-i.ibeleciiNrnln
| sorliraenln de panno-.
roes e brin-; e para tras! n
w fazendas no^ mais tf.ganlM f,
^ letot, Cdlletes e calca? ; itm i
estabelecimento db dj- mal- I
faiates desta capilil.
^ Tambem se achn nrovide dr mi
*K boas camisas bordadas e lizas,
XX. meia., lenfo*, chapeos de el, gniit,
Q Invas de pellica, etc., c:r.
1 ATURQEZA
ig Nova loja da r.,zendas linas d- J r ,
SMartiniano. i re ii Bara
da Victoria n. a (nnga ru .' i
g Este novo estaMeeireMlo, i
completo sorlimento de fpie se a:
vido, acaba de receber as -eg :
Ifif- zendas :
5 Noras alpaca* d rVes.
W Novas ppeHaw.
)^ Novas nus.Miliiias.
Noves chap s de veiMlk
%<. Rovas loras de po
^ Batre-meiM e babados kaNad
ai
Pliarmaceutico privilegiado
BllOCRSOr
S('lm-.!U],ol. B> PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. lYIARINiER
AprotenlaUas i Academia 4a Sricifias ( o l.slitoto dr Krai:ca,
IK.IFTrn Sob a te?M HsHIh, SetmtUa c rhHoaSi para
IIU tt'.'riU fuer de momento una H>lMtp
Prorentiva o curativa das KOLESTIA C0STA6t05.iS
IXJECTOR-PUILTRO
do voliime l'lilLTRO r S! KiNl'.A ac i>
graves lDco>.!sieiies de frajk.ie.
8^000.
FCTH la*lQ Com foi*, "te voluiiie de un Porte-.Moi-ila
tO I UdUO COTEDO TODO titi TAME.S'TO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpcbras,
preparado sob a nicsma forma.
RARTUl AWfrn 9. ra DePsilari< Seral para e BRASIL e PORTUGAL
JI1I1UUijUJI1JjU (X U 34, ra larga do Rosario. PERNAMBUOO.
un sitio no principio da estrada do Arraial prxi-
mo a estac.ao do carainho de ferro do Apipucos.
com soffrivel casa de morada, coclieira, estribara
e casa para feitor, cobeno de arvoredo de fiuctn,
com ptima baixa para capim e qualquer planta-
ca>, u.argera de um riacho de boa agua para
beber e b'nho, alm de duas cacimbas de excel-
ente agua de beder, e sempre abundantes mesmo
no naor do ver : os pretendentes dirijamse
loja d po n. 9.
Vende-se borzegnins frascezes, obra gaapiada e
muito boa, pelo diminuto preco de Sf ; veuham a
alies, antes que se acabera : na ra da Cadeia n.
50 A, toja de miudezas.
ti
C
Attenpo
Vende-se a armaco e pertencei da taberna do
logar do Terco n. II, propria para qualquer prin-
cipianlec, cedendo-se ao comprador a residencia
do sobrado de um andar por cima da mesroa :
tratar no mesmo sobrado.
Tem venda em seus armazens, alm de outros
artigos de seu neg io regular, os seguintes, que
esto vendendo a preces mais baratos que ero ou-
ira qualquer parte :
PItTAS de pinho almofadadas.
FARELL em saceos grandes a 35500.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEiRAS da India para cama e forrar sa!a=>.
CANOS de barro franco? para esgoto.
GESSO superior em barricas e as arrobas.
CEMENTO de todas as qualidades baixos
presos.
MACHINAS de decarogar algodao.
DARRIS crandes com peixe da Suecia.
LONAS e brinzSes da Russia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
FOGOES americanos muito bans e econmicos.
VINHO 'le Bordeaox em eaixas.
COGNAC superior de Gantier Freres.
MILHO de Fernando a 31 o sacco
AGUA florida."
BARRIS de carne salgada de porco e de vacca
ATTENCa
Cal nova de Lisboa
Vndese na rna do Barao do Triumpbo, ontr'o-
ra do Itrura n. 80, armazem de Pereira da Cunba
Irmaos.
Milito.
Vende-se em saceos grandes, de superior quali-
dade e muito nove, por menos preco que em outra
qualquer parte : na ra do Vigario n. 14, escrip-
torio de Jos Lopes G.
um coup muito elegante, e urna victoria.
Na officina do f rrador defronte de S. Fran-
cisco se dir quem o dono.
_ Na cocheira da ra do Imperador n. 15 es-
to para se vender dous burros bespanhes que
desembarcaran) ha dous dias, muito grandes, bo-
nitos e noro, proprios para crusamento de raga :
quem os pretender dirija se ao escriptorio dejE.
R. I'abill > & C, rna do Commercio n. 48.
No armazem de Mis LaJiam A C. : o rae oa
Oruz n. 38, vende-se :
Lona larga de 30 polegadas.
Dita eslreita de 95 ditas.
Saceos vasios para assucar.
Sellins, si ludes e arreios.
Viohp de Bordeaux laoem r^;ixa.
Sabao inglez em caixa.
Sabonetes dito dito.
Fareo
4:200.
Saceos com 100 libras d< supe>i.n r
lelo barato pi eco cima indica.;. ri
1a Madre de Deus n. 7.
I
fS Boas sedas de coress a i 600 n r
w covado, lindos poilo de ctevre* lar-
S grs com listras de seda a SOO res 5
2 o covado ; na loja das O.Humna **
9. ra 1. de Marco ( ortr'ora t'c tt
9 Crespo) n. 13, de Autonio OtxiK fe
p de Vasconcellos.
Cal nova de Lisna
chegada oltimamente pelo patacho Wrimh r.
dem Cunha Irmaos & C, roa da Bain da I
n. 34.
PEGHINCHA
DOS PREMIOS DA
.'
I 7.
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 9i6, A BENEFICIO DA NOVA IGBEJA DE NOSSA SENHORA DA PENHA DESTA CIDADE, EXTRAHIDA B
EM 31 DE OUTUBRO DE 1870.
\S

NS. PREMS.
1
I
6
16
17
21
22
26
29
30
33
35
39
47
50
83
67
82
83
89
9
103
13
18
24
33
34
35
37
39.
46
47
56
59
60
62
6
"68
70
74
75
78
7f
85
96
204
6
o. B8. V, EMS. NS. PI IEHS.
6 210 6 419 64
15 20
16 26 __
29 28 _
30 29 _
31 32
36 33 ~~ t
39 __ 36
40 40 __ 37 _
64 49 43 ---
- 57 ... 46 M
io# 59 __ 48 -
H 66 _ 57 aW
69 63
77 _ 64
79 104 72 _
85 U 73
87 77 .
" 89 90
93 93
~ 300 95 .
6 *m 96 -_
~- 8 __ 500
* 14 __ 11 Ak
17
^* H . 28 -
22 m 27 l^l
28 43 __
30 - 57 ...
32 10* 60 ^
10* 37 64 68
64 43 77 __
45 78 _.
_ *9 86 _
50 87 _
57 90 _
58 f3 .
59 95 __
62 96 __
63 - 601
73 2
76 3
78 _ 5
79 104 7
81 64 0 --
91 28
r* 408 32
NS. PREMS. NS. PREMS.
638
SU
60
65
71
75
76
87
94
99
705
M
16
24
26
27
29
31
35
37
46
46
49
51
53
57
71
73
77
81
87
803
7
8
9
13
16
18
33'
37
40
42
46
49
54
09
63
64
1004
64
104
64-
872
78
79
82
90
95
907
9
14
34
54
62
66
67
71
76
79
84
85
86
1000
21
22
25
36
41
47
48
53
86
59
65
66
69
72
74
79
81
84
90
92
97
98
1100
7
11
64
4004
64
204
64
NS. PREMS.
1122 64
24
36
40 -
43
52
74 -
77 -
82 -
93
97
1200
1
2
4
13
16
27
34
46
50
51
53
54
NS, PREMS. NS. PREMS.
104
64
7Q
71
77
82
83
98
99
1301
13
14
1 19
27
28
29
32
39
42
51
54
56
1357
58
64
68
69
71
81
86
1405
7
10
11
13
16
21
28
40
43
45
49
50
58
61
62
M
67
81
82
85
91
1505
13
15
22
41
42
43
48
47
50
51
51
53
85
58
57
64
204
64
204
64

1564
65
77
8t
90
91
- 97
99
1609
K
7
8
9
11
12
13
14
23
28
33
34
39
40
42
60
63
66
67
76
77
78
88
90
93
95
-96
64
NS. PREMS.
104
64
104
64

1705
7
10
18
17
28
1743
45
49
5C
51
61
63
65
66
70
74
76
80
82
83
84
87
89
96
97
98
99
1800
,5
7
8
9
13
18
18
22
30
3%
64
NS. PREMS. NS. PREMS.
2004
404
64
1873
o
00
82
98
64
1902
5
6 404
7 64
8
14
16
25 404
36 64
50 '
5'4
0
58
80
63
66 204
69 64
71
90
92 _
94
104
64
104
64
1004
64
204
64
104 88
64 a
44
48
_ 51
; 8
84
m
. m
66
71
97
2000
12
20
17
29
31
2S
36
44
83
58
7
73
78
M.-
87
18
90
92
04
104
64
2096
2100
1

I
u
12
15
16
29
31
32
34
37
39
40
42
44
46
46
51
58
61
64
67
69
72
77
86
87
92
2209
13
30
31
33
31
39
7
S
6S
64
66
67
76 -
NS. PREMS.
2283 64
93
94 tf.
96
99 -
2302
4
8
13
17
19 -
27
30 -
32 -
35 -
56 -
62
63
C5 -
66 -
67 _
68 5:0004
72 64
104
64

82
90
99
2403
4
7
8
14
17
22
23
48
81
88
68
70
74
8t
83
91
03
98
104
64
900|
64
2503
5
7
13
16
17
19
22
25
34
37
38
40
42
46
50
52
59
73
74
87
88
93
2607
14
17
18
23
25
26
27
30
36
38
3
40
43
44
45
49
5:i
60
62
63"
65
67
64 2673
1004 77
64 80
91
93
- 97
2701
_ 5
13
_ 27
H 29
38
riM 43
Mi 47
_ 48
M 50
-_ 54
__ 87
--- 58
__ 66
_ 67
^ 68
Mj 73
MH 74
78
oa) 79
__ 89
__ 94
- 2803
104 4
64 15
_ 16
__ 21
Mi 36
M 39
--- 42
46
49
-- 50
... 80
_ s
68
70
76
I 82
1 87
64
104
64
404
NS. PREMS. NS. PREMS
2893 64 3120 64
99 204 24
2910 64 35
15 37
19 41 __
20 45
21 58
23 71 __
28 _ 88
29 3203 104
35 7 64
43 _ 10 ...
47 12 _.
50 13 _
58 15 _
56 _ 19
58 25 104
67 __ 28 84
70 33
73 mm 39
74 43
75 44
76 50 .
77 54 _
80 57 _
88 62
94 66 _
96 7t _
3000 7* mm
18 7 i
19 86 _
24 204 92 _
36 64 3308 aaM
48 12 __
m _ 17 __
A 28 _.
67 - ~ i 3*
71 46
74 61
77 _ 1 61
78 6ff
85 _ 1 70
88 ~ i 72
93 74
96 77 **
3104 86 *t



tv
Diario de Pernambueo Quarla
1
*P
nlfrv
de
1870
.1


VAMDADE
AGENDA
DO IMPERIO.
I
Jamis, como agora, 6 o raio o symbolo
da guerra.
Anda fino lia dmis mezes se otiviam pa-
labras de braodura e confraternidad!! un.
\ Jrsal. .
Oiivier, o ntigo republicano t o ministro
apostata, proclama va a toda a Europa qt9
.i imperio enrl paz no exterior e a pros-
la le no interior.
Meses antes, a Franca delegava no Impe-
rador toda a an i liberdade o tuda a sua mv
ilativa, ei) plebiscito era a genuflexo d>j
traeos elibios da grande maiora da nafta,
parante o altar profano do autcrata, cij
cundado de lodos os seus paranympnos e
corybanles, de todos os paracletos e Ihaa-
roiturgos*, que liaviam levado a hom lrmei
le e adaairatel milagre, a catr co
da Franca, a tonsura de um povo, que ti-
vra \"i)i.
R a Franca r\.:\ opulenta, bracejando por
ses mares a'm, estendendo por toda a
parte o sen predominio, projeetando a luz
do seu balsiij as cinco partes doTOimlo,
i irte id interior, activa, enrgica, una, com-
: teta, homggenea, amante lo imperio.- om
o qoal pareca baver feito urna adianc si:-
cm e iim connubio bem esperanzado ; a
Franca esputada e temida, venceura em
iebistopol e na Italia, um puuco malferida
i M ixico, atormentada por Sadowa, mas
ostentando s-mpre o seu vulto enorme, ella
proatrada, vencida, exange, revolvendo-se
aflicta h retalhada nos campos de baldha,
com o estandarte e.-firrapado, prestes ca-
nir-lbe das mos muelles.
lia aqui um mysterio inmenso e um
prande ensinamento e tratemos quanto nos
i licito de desvendado, lancando-lh'j de
cOapa os c!ar5es da philosophia e da iiis-
toria.
Esiudemos a lenda do imperio.
A Franca, bem como todas as naces da
velba Europa, nascen da feudalidade, dessa
grande confederac5o, cujo poder deriva va
da posse da trra conquistada.
A feudalidade foi o caminho para a lber-
drnle ; ninguem boje pode negado.
Organisac3o informe e embryonario, cabo.
tade os elementos referviam em cachees an-
tes de se modelaren em formas estaveis e
regulares, a meia idade a ongem de lo las
as liberdades, assim como o romanismo a
(inte de todos os desp tisraos.
Al lulas da reforma, oestudo aitento dos,
.venios XV e XVI induzem-nos lgicamente
a esta conclusa.
Em todas essas pugnas degladiavam-se o
principio da liberdade e o principio da ser-
v do.
Perante o direito feudal tanto valia o
vmples cavalleiro, como o bao poderoso,
>:orao o prestameiro e o proprio re.
Os res assim como os lettrados, mal que
a sociedade comecon a infoimar-se, sonha-
i am com o direito divino.
Para estabelec-lo era-Ibes necessario ma-
tar o feudalismo e aviventar o direito ro-
b no. *
A legislaco justiniana, era o cdigo na-
tural das cabecas coroadas.
O proprio S. Luiz antes se regulava pelo
direito escripto do que pelo consuetudi-
nario.
O direito ptssoal do Carlos Magno ia sen-
do rasgado mais e mais.
Foi em Franca que mais proeminente so
tomen este caracterstico.
Eslava a Franca retalhada pelo feuda-
lismo.
I impeli franco passar s mos daquel-
ivonios, que Carlos Magno havia Iran-
io fe christa, baptisando-os nos campos
batalba.
- Alenles irroro piara contra a Franra,
. dividida e ieduzida a urna confedera*
feadal, por mi.agre venceu em Bou-
!S.
< : lippe Augusto foi o fundador da ubi-
franceza.
se D8 baies se liaviam colligauo
ira os Germanos, combatendo cada qoal
vanguarda da sua hoste e sombra do
sea pehdao, os vnculos sociaes eram orna
lo, e os grandes e poderosos fidalgos
bavam do rei e mal Ihe recooheciam o
poder, quando dentro das suas baronas.
Nos seus castros, por detraz das suas
barbacana, as suas alvarrana e torres de
menagem, eram elles que imperavara e a nin-
m obedecan. .
0 leoda considerava-se com iguaes d:rei-
ilo suzerano, e este era tanto como
o re:.
IJis se istneVa assim por toda a parte,
na Franc, c roo ji dissemos, o poder real
era urna zumbara.
Ao passo que na Allemanba Osacro impa-
lio romano linha urna organisac3o lgica,
robusta e capaz de resistir a todos os em-
bates, em quanlo n5o infeim a lula com a
curia; ao passo que na Inglaterra a conquis-
ta Dormanda p-la extrema divis3o dos feo
dos, pnpjro o terreno para a.liberdade e
para o '.ory^no ger.rg ano, aps'a expnls3o
dos Stuarts; em Franca corrlam as cousas
d nm modo -absolutamente contrario, e o
rei era quera manos v.ha.
A favor delle s havia a tradlelo romana
poderosas -ni i as Gdli s, a homoaen idadfl
que l'ic hivia ioiprimido a conquista cesrea,
o mais que todo a lembranca gloriosa de
Cari s Magno } o influxo papal.
Foi cun estes elementos que a Franca se
tornon desptica.
J disssnw que o vencedor de Bouvines
lanrou a primeira pedra, a podra angular
do edificio real.
fon os subsequentes desastres.da Fran-
ca ijidaiam grandemente a concluso da
obra, tornando mais intima a allianca entre
a corda e o municipio, entre o rei e o povo.
E de facto a Inglaterra, que bavia pros-
perado rpidamente, impulsada pela m3o
robusta dos Eduardos, sombra do direito
ud,d, comocou de linear pinos cubcosos
para ; Franca.
Aquello, que prestara ao rei de Franca
preito e homenagein pelos seus feulos fran-
cos, era assa* forte para derrubar o seu
uzeraoo.
O cammho estava aberto.
AHiar-se com os bar5es, que Ihe estavam
oferlando ingresso, era o que competa
Inglaterra.
Crcy-, Poitiers, Azincourt, as grandes ba-
talhas, onde os frecheiros do Principe Ne-
go ehacioaram a flor da nobreza e da ca-
vallara, collocaram a Franca beira do
abysmo.
Aperlada entre as garras do leopardo iif-
glez e a lauca do feudalismo, a Franca foi
salva pela ZiiceUe d'Orleam, 'a f feli
glosa e pela tradicio piedosa.
A salvadlo da Franca foi um milagre.
M s desse milagre result o um grande
factoa destruico do feudalismo, que se
tornon cumplice do crime de lesa-palria.
O povo deu forca ao rei para estrangular
o comraum inimigo, e pouco tempo depois
Luiz XI, o tyranno mais cruento, ambicioso
e inielligente da historia, foi assaz feliz para
ver Ca los de Borgonha desbaratado e mor-
to pelos montanhezes da Suissa, que com-
batan pela liberdade.
Foi assim qne os debis reis de Franca,
por um concurso fortuito e extraordinario
de circumstancias, venceram a feudalidade
que ainda hoje impera na Allemanba e na
Inglaterra, inmensamente modificada, mas
confluindo para o equilibrio do estado.
O feudalismo, porm, n3o eslava aioda
aforto.
Atbleta prostrado no circo, os seus ster-
tores eram ainda para temer. Acabou de
mata-lo o spro da liberdade que se levan-
tava na Allemanba.
E com effeito, este um dos fictos mais
assombrosos da historia moderna.
Na Aemanha erguia-se o espirito da re-
forma : Luthero encarnava-o, os povos
aqueciam-se chamma do enthusiasmo re-
ligioso ; Carlos V, carcter doble e falso,
colleava como urna serpe do mar entre as
duas vagas que se embatiam, e ora affagava
os protestables, enviando o condestave! de
Bombn saquear a cidade eterna, e vencen-
do Francisco I em Paiva, ora eslabelecia a
ioquiscio as Flandres. e talava a Ailema-
nha cora os seus mjque'etes elan-quenetes.
A Allemanba acceitou a reforma como um
instrumento de liberdade ; logo aps a Es-
cossia e a Inglaterra destruiram o papismo
e proclamaran a liberdade de consciencia,
a primeira das liberdades.
Os barbes tiveram o hora seaso de se
enllocaren! frente dos povos. .
Oeste conjuncto de tercas a renovaco so-
cial foi-se fazendo a pouco o pouco ; as ra-
ras germsnicas aperfeicoandose successiva
lentamente, pela controversia, pela dis-
cusso, pela liberdade da razo.
Na Inglaterra foi o progresso mais rpi-
do ; mas tanto nella como na Allemanha o
saoge derramado preparou urna boa funda
o urna colheU oparenta.
O que acontec i emtanto na Franca ?
A |.1, transformoa o feudalismo om iris
irumento poltico o que era arma social.
Os Bourbons e os Condes abracaram o
calvinismo porque, mteutavam readqurir o
que iiaviaai perdido.
A idea religiosa era nadj, assim para os
Guises como para os Bourbons.
F
OLHETlIfi
Hll MU M Jlflft i
POR
Xavier de Montpin.
Lo.?o que a queatSo se tornon poltica, a
Fraura havia de ser catbolica. porque aufe-
ria muilo roa s interessea^ ms se a conten-
ga jsg social a Franca podia de ser pro-
testante.
A reforma foi affogada en sangue, e a
malanca de S. B>rtholomeu*os assasslnios
de Henriqtie de Guize e Henrique III, a
aj)ostasia de Henrique IV tornaram possive!
m Riclieleu, que deu o doiradeiro golpe
no feudalismo qn ndo decepou a cabeca a
um M mtmoreney.
A Bidit'ieu, eminente rouge succedeu
Luiz XIV o re-sol, que vemos nos meda-
Ihes com a (.ernca levantada e os tacoes
altos, alim do disfarcar a peqnenez da esta-
tura.
Luiz XIV o ideal dos dspotas coroa los,
a personi6car30 do direito divino.
0 estado sou en, disse elle ao enchotar
do parl.imento urnas dezenas de discursado-
res anoe> e myopes, qne invocando o direi-
to romano, queriam cortar as demasas da
eora, sea elevar o povo.
A sentenca do re tornou-se aphoretica, e
passou emjulgado como formula synthetica
do direito divino.
O rei era todo, era o grande ceotro e a
grande origen.
Os nobres eram fmulos, a bnrguzia
ama cousa, o povo um zero.
. Luiz XIV reparlio a-Franca pela nobreza,
que Ihe fazia ante-camara.
Poetas sabios adoravara o nec pluri-
bus impar, o sol de Versaies, qne como o
dawailama, failava ao mond pelo ail-de-
foeuf do seu palacio.
A Franca tornra-se oriental.
E difficil determinar a difierenca entre o
despoti.mo de Luiz XIV e o de um kna-
khan da Tartaria. _
Aqu era_apenas mais doce na forma ; na
essencia idntico.
Para na 1a fallar -a corte transforraou-se
em liaren, e as familias golbicas, cujo$
avoengos tinham combatido em Ptotemaida
e em Jerusalm, di?putavam a honra e o.n-
teresse de povoar o leito do strapa.
A barra da bastarda era um florao herl-
dico e urna vant?gem palpavel.
Verdade que no lempo de Luiz XV o
harem fez-se prostbulo^ e o Pare-aux-
Cerfs e ainda boje urna lenda de Crpula e
infamia.
O edificio levantado por Luiz XIV nao ti-
nba base, e ai da Europa e da civilisaco se
tal obra fosse perdnravel.
Alravz daquellas sumptoosidades e mag-
nificencias, pelos con-edores do Versailles,
pelas arcaras. e sales enormes, reboava
urna voz fatdica.
Era a voz do povo indignado, que as
mesmas catacumbas asselladas da Bastilba
nao podiam abafar.
Quando o rei-sol immergio nos carneiros
de S. Diniz, o povo dansou ; mas a revolu-
eo vinha anda longe.
O rei havia perdido o prestigio, a reale-
za, porm, comquanto abalada, ficava de
p.
Luiz XIV aievantra a coroa ao curae da
graodesa, e firmara o principio dynnastco,
lornando-o firicro do direito publico.
Mas esse mesmo rei, que fizera da rea-
lesa um raandamento social e um dogma
venerando, albera a Franca, que as pro-
vacoes da guerra da successao salvou-se
pelo capricho da rainba Auna e pelos me-
neios tortuosos do torysmo inglez.
E assim como perante a invaso estranba
o feudalismo bavia baqueado para dar o
passo unidade monarebica, assim tambera
a realesa se enfraqueccu e debilitou pelas
guerras de ambicio que puaeram a Franca
a pique de completo estrago.
A morte da realesa era urna consequeneia
fatal e lgica.
Tanto que o rei se isolou da naco e se
collocoo cima della; tanto que a nobres a
se fez cortesa e deixou de ser, como em
Inglaterra, a cadeia continua, que liga o
povo com o imperante ; a Franca sabio da
rbita, e vencida que fosse a inercia das
cousas, o caticlismo era certo.
Luiz XV veio apressar osacontecimentos.
Ao subir os degraus do tbrono defrontou
com a encycloped zia, e, receloso, fez como os strapas do
oriente.
Voltaire, o Erasmo do seculo passado, e
a encarnac5o do genio gaulez, trouxera da
Inglaterra as idas de Boiingbroke, o cons-
titucionalismo cyuico e sera enthusiaamo,
que Walpole resuma nesta sentenca: cada
homem tem o seu preco.
Locke, philosopho sensualista, era o facho
que guiava il'Aiembert; Diderot estudava
Hume e admirava Clansse e Paraella, ao
passo que o idealismo fatalista de Berkeley
inspirava as declamacoes de Rousseau.
sera responder urna palavra,
As
Todo conspirava para qoe a revoloco
rebontasse violenta e SobretlMo infroctifera
para a Franca.
Ao tumpo que, as orgti torpes de Luiz
XV despjestigiavain mais e mais a realesa,
o influxo Inglez clargava-so efi Franca sera
o nocesjario correctivo.
A Inglaterra, quando fez a rcvoluclo, re-
raontou i idade meda e res'petou a tradc3o
O direito divino foi destruido ; a liber-
dade humana proclamada; mas todos os
elementos' sociaes con-ervaiam a rilarn
primitiva, tanto de po cao .orno de valor.
A branca andn mais vagarosa.
Para ganhar influencia poltica venceu a
reforma ; permillio que a realesa represen-
tasse o estado de facto e dejireito.
A consequcnria lgica. '
Chegada a revolnco, os elemeptos esta-
vam dispersos, e o estado, sem represen-
tante, seria empolgado p*lo primeiro aven
tureiro feliz. D'aqui a possibilidade de um
Napole3o, quo dillere prodigiosemente de.
um Cromwtil!.
Assim, pi is e roauminrto, podernos con-
cluir que a revoluco franceza havia de suo-
ceder lgicamente, como de facto socce leu.
Mas esta revolca veio tarde para a
Franca; melhor fora que a Fronde a hou-
vesse feito. A Franca recaWria assim no
feudalismo oligarchieo, mas sob o influxo
do progresso lera sido livre raas depr-ss?.
A causa da clvilisaco teria perdido, porque Luiz XIV e Nipoleao foram
os melhores Instrumentos de lberdaue,
como ha da se-lo o agora autcrata da Al-
lemanba, o rei Guilherma.
Oulro erro entro a cansas que repa a-
ram a rerolucao franceza ele infloiram o<
destinos, oi de certo o espirito pbilosophi-
co, myope e tacanho. .
j dissemos que a Inglaterra sonbe res-
peitar a t'radiccao e por aso, durante a
poca georgiana, toda de corrupeo e em-
buste, superficie, da lenta e creadora ela-
borac3o, no interior, a constilairo assumio
a forma de equilibrio estavl.
Nao assim em Franca.
Os escriptores do tempo- nao veem alero
da renascenca, que a origen do direito
divino.
A idade media para eiles urna poca
de trevas e confus3o, a barbarlo e o chaos
Montesquieu ostoda a decadencia dos ro-
manos, a legislaco rom na, o viver romano,
do mesmo modo qoe Filongiari e Beccaria.
A repblica bavia de ser romana. Cor-
nelia vencera a Pncelle, o barrete phrgio
sustituira a crista da Ga lias.
A repblica centraoadora, una, compac-
ta, e desptica, ia laocar o rei em- trra, e
com elle a nobresa, que era a creadagem
de VersaHles.
Mas que ficava Franca :'
As iras populares, que condu^em' ao ce-
sarismo.
E assim que Napoleo se ergueu como
una cacbopo enorme cercado de ondas cres-
pas e bravas no meio do ocano.
II
Diz algores Voltaire : Quando nos hou-
ver-mos destruido todo, leis, costumes.
iostituicoes. ba de o auado apresentar um
espectculo estranho e singular. Desgraca-
dos os mocos,, que tcem muilo qne soffrer
na danra infernal, que Ihes estamos prepa-
rando.
Isto dizia o patriarcha de Ferney com
aquelle riso sard mico, que sacuda os er-
vos ao proprio Frederico da Prussia, aquel-
le que em theoria refuten o livro do prin-
cipe, para ter o praaer de validar ptica-
mente 03 mais cynicos preceitos de Machiavel
Voltaire vio bem e aojonge.
A revoloco franceza foi a principio urna
expl sao de enthusiasmo, foi un* dos espec-
tculos mais sublimes e admirareis que
dado ao homem presenciar.
Havia logar para todas as dedicaces e
para todas as generosidades. Os exageros
mais declamatorios de Rousseau eram repe-
tidos entre applausos da multidao, que
quera e mpuiiru um novo pacto social,
como o philosopfco de Genebra o havia en-
gendrado, com todas as utopias e todos os
desvairamentos.
Mas celo su desflzeram as iiluses, com
que os nimos, ainda os mais revessos e
sombros, se embalavam docemente.
s roseas cores do idjllio succederam as
tintas carregadas e escuras da tragedia.
Os gemidos plangentes do povo conglo-
baram-se era urna nota nica, sonora, stri-
dente. Era a voz do trovo, era o estron-
d:ar pavoroso da porcella, era n crepitar
de um raio fulvo, cujos clames illuminaram
de repente a velha Europa, offuscaram todos
os reis, que acordaran pasmados e absortos
da sua tonga e pesada somnolencia.
A frrea mao da realeza j nao tiuha forcas
pan snffocar os griioj <* i'iva e furor, que
o povo soltav? ilelirante o descomposto,
proclammdo os ((reatos e ai /arorogativas
do homem.
O actOi'da' fji trerooni e o re!.?, qir-
ainda ha pouco tinham regalado b direito
divino coni a pratjmallicasancco, debalde
arrebanharam os vassal o?, arraaram exer
cites poderosos, desfraUarain a flimmula,
ap>rtaram os lipis da santa allianca e vierara
embiter n'ess povo, que ousava Jniciar
urna nova po-'.a e urna nova sociedade
A hita entre 0 passado e o futuro, entre
a Europa qne era e a Europa que havia de
ser, entre a expansao e a compress3o, entre
a liberdade e a jargalheira, corren travada
o sanguinosa.
A Franca tornou-se ruido cujas lavas
candentes de-ciam" encapilla la? di era era
e dilaav;>m-se em onda de fogo por todo
o velbo mundo.
A Franca fon po.-ta em pslado de sitio.
Era um foco de infecco: e:n torno della
imp\rlava collocar um corda*} sanitario.
Mas a Franca representa va a ida-mi, a
idea civilisadora, a idea capital.
Ven ida a Franca o mundo recabia as
trevas, e a arvore gencaloaiita da realeza
mais havia de frondejar c virar no terreno
libertado pelos combates.
A Franga. poroto, era ao mesmo mpn
Hercules eAntcu.
Hreules, havia de vencer; Anteo, citiii
papa se alevantar cheia ile hovoa ?i*eiios e
novas fon;as.
A Franca declamo guerra de exterminio
ao passado ; no interior des-'ruia, no exte-
rior aggredia, af que a Europa, afogada
em : anguc, reconbeceu a reryblica e com
ella o i ovo cod'go social.
Este, o prande, o eterno servieo que a
Fran. pr-stou ;'i causa da humanidade.
Sem ella o que seria o mundo ? Orna
treva e nm carecre. Has qoal era a sita-
Cao interna da fringa ? A pelor de tda3,
a situaco de um povo que decretoa a
victoria e venceu, roas que, tendo- distrui-
do todos os elementos, saciado de glorias
e combates, espantado da propria grandeza,
governantlo por ambiciosos torpes, sem
largueza de vistas sem generosidade de
carcter estava merc da primeira es-
pada feliz que quizesse cortar as ultimas
raizes da arvore da liberdade.
Tal era o tristissimo-estado da Franca
Conquistoo o direito de governar-se a seu
talante, e nao sahia como tornar effecUvo
esse direito.
Fez da Europa urna tomaina para fun-
dir a estatua- da liberdade, e almejava por
um tyranno, E' que as causas qoe logo-de
principio rastreamos, connuavam a actual
com a mesma violencia.
Impulsada por ellas, a Franca oi a naci
iniciadora ; ootras porem haviam d- ser as
nac5es conservadoras. Oentbusiasmo oha
dado Franca o vigor e a forca para resis-
tir Europa colligada ; mas o eulhusia-mo
O um f, ge fatoo, que nao ode substituir o
fogo sagrado, e que deve arder, lampada-
rio eterno as aras da liberdade.
O enitiuswsmo o grande semeadordas
ideas, que germinam e crescem eom a lcz
e o calor dos profundos conveneimentos;
mas os frocios s os colhe qoem se prepa-
rou de ante-m3o com todos os elementos de
forca e energa. /
Ora a Franca, como j dissemos, n3o ti-
nha esses elementos.
Careca de um h imem que a governasse
que lie dsse um pouco da tradicc3o ami-
ga, da vida que tiuha vivido," porque a nin
guem licito, assim aos individuos como
s naces,. prescindir do passado e minguar
a larga e profunda influencia dos costomes
bordados e das instituices secolaras.
E' urna le fatal da historia, que quando
cenie atravez 4s bramas densas do teflf*
c da gloria.
A aurola do seo genio floctuu por 10-
bre os exterminios e as assoLfrVjs.
C >:o alcjnc m esta com > sanctdC*
dos martyres da human dado, elle, flot f o algoz dos povos, elle, qu-\ como Atfla.
fez do muido nma bigorna, sobrn a josa a
sua rude m3o despeda 03 orebros go)#6>
do seu gladio martello ?
Qu.il a causa d'esra iereoe t?' rme en-
tre oNapole5o-Pmmftb.il. cl.r*>a*> a
roendu de Santa Helena, mediiW com
vista interior 03 abisoaoi do temfj e ia
espaco, h o guerreiro ambicioso e matvavlo,
que talava a Europ.VBSo emnonr 00
i lea, sen5o por inte e.-at; proprio ; qoe aav
truia thronos e iinpcr t. nao para atetan'
tira liberdade, seno para dciirnwa na
propria casa; qne se sertf da r pobc
para atraicor. la ; dos iliroilr do baataa>
para vilipendiados ; >-- granr.s >nncipio*
lib.-raes para oVosearo* res aro irnaiei,
e olrtigar o mundo, ji pelo terror, j pela
aperlflia, j pela IraicSo, j ca blandicia
e pela- compra, a-ajoelhars-se perante o Ce-
sar, coja tonta 'o e a omnipiteiit". e qoe.
arremedo do Jupifer mylhologico, perpwsa-
va pelo Olympo, p ffoedul> di lerrpcslaes
e ctaclisraos.
A causa d'esta trarjs figurar "o nnlfiplaa
i; dfpe? d i^js Narios p-tutus de *s5, aot>
J
PARTE TBBCEIH.%.
A COUBSSA DE IAHOR
x
rosas de Kalnt-llalxent.
(Conlinuac3o do n. 247)
A centenaria inlerrompeu-se, e, indicando
Jiia, perguntou :
Mas que isto ? Que tem esta tor-
tuosa menina ? Parece que vai desmaiar.
O marquez reparou na sua companbeira.
e vio que estava effectivamente muilo pal-
hda e que pareca "prxima a cahir.
A reacglo das commocoes que a rapariga
acabava de sentir denonciava se cor vio-
lencia, e ao cessar-ihe a sobre-excit..cao
passatceira dos ervos, a fraqoeza converte-
r3 se em absoluta prostraco.
- Julia I exckmoo o marquez. Que
tem ?
A mocinha quiz balbncar orna resposla.
mas nao pode. Levos urna das mos ao
peito, como para indicar que o mal vinha
d'alli ; cerraram-se-lbe as pal peoras, e
sem o auxilio do marquez, que se d u nres-
sa un a agarrar pela cintura, teria cabido
no chao lageado.
E' bom orvaltaar-lbe a cara com agua
fresca disse a velha ; eu a vou boscar.
E' eacnsado. volveu Saint Maixent.
Segure na rdea do anli cavallo, lve-o
para debaixo do telbeiro, ate-o orna ar-
gola, e nao Ibe d cuidado a rapariga.
A centenaria obedecen pasivamente,
sem fazer urna
observarlo ; receben das mos do marquez
a rodea do Kebir, e sabio de casa.
Julia, ;uas inanimada, pesava como um
corpo sem vida nos bracos de Saint-M't-
xent.
Este ultimo lirou de urna das algibeiras
um fnsqoioho de crjstal cheio de liquido
vermelho e transparente, destapou-o e fez
aspirar o seu comeado rapariga, qoe es
treraeceo ligeiramente, sorrio como so ti-
vesse urna deliciosa sensacSo, e perdeo de
todo os sentidos.
O fldaigo tinha previsto de certo este
resultado, porque nao se mostroo admi-
rado.
Pegou na lampada, e, sustentando com a
outra n 3o o leve peso de Julia, subi a es-
cada que conduzia ao primeiro e nico an-
dar.
Dissemos que esse andar era dividido
era duas casas, urna de medianas dimen
soase a outra muito pepaena.
Saint Maixent entroo n'esta ultima, ^oz
a mop.mha sobre o leito que all se via.
Ia j para sahir, quan lo parou esttico e
assombrado, ao ver entrar no quarto con-
tiguo a velha, que pareca ter crescido des-
mesuradamente.
Andava agora direita, a cabeca envolta
as dobras flndoantes do lenco, j nao tre-
ma, e r.'>m qaanio o semblante estivesse
ainda luido e soleado pelas rugas, o seu
porte era o de nma rapariga, de compostura
ii me e ''> d I'. coro os olhos a rebrilha-
rein por tiaixo dos orados.
Qu i n'i iito dizn'r ? pergonton Saint-
Haiieot.
Isto quer dizer, senhor marquez, que
a senhor 1n Rhon nao me poder reeo-
obecr. ama v*-z que mesmo o senbor se
deixou engaar, volveu urna voz que nada
liaba de ti emula. .
Simoa Rsymondo I murmarou o
fldaigo estupefacto.
Em carne e osso I Qua Ihe parece
a metamorphose ?
Co'a breca, mioha chara I exclamou o
marquezjnclinando-se. E' realmente urna
mulber muilo hbil, e quem contar com o
seu auxilio, pode ter o triompho por se-
guro.
Aquella rapariga ?... perguntou Si-
moa indicando a cama.
Nao Ihe parece encontrar n'ella urna
vaga semelhanca com a condessa ? disse
Saint-Maixent, em vez de responder.
Esta qoe ba de morrer ? balbuciou
Simoa com gesto de terror.
Saint-M-ixent fez um signal offirmativo.
Infeliz d'ella murmurou a parteira.
Amava-o de certo, e o*senhor envenenou-a I
E' certo que amava-me, aas juro que
Pegou na espada em ar de navalba, o
entroira apanhar as ros^s.
Juntoo em poucos minutos tamanba
quantid -de d'ellas, que mal as podia abar-
car com ambos os bracos.
Terminada aquella ceifa, voltou paca
casa, subi ao quarto onde Julia permane-
ca no seu letbargo, e cobrio de rosas o
leito e o sobrado.
Ah I murmorou Simoa. Entendo ;
vai mata-'a.
O marqoez dea aos hombros, e redar-
goio :
A pobre peqoena adorava as flores,
e moitas vezes me disse : Qoizera morrer
n'ura leito de rosas Vai realisar se o
seu maior desejo. -^
Saint Maixent sahio da alcova com a par
n3o corre pelas suas veias nem urna gota teira, e depois de dar.volta chave, guar-
de veneno. Nao fui eu que a condemnei
j est no ultimcperiodo deoma enfarmidade
muito aguda, e a sciencia dos mdicos mais
habis nao seria capaz de a salvar. Bas-
lava nma commocao profunda para Ihe dar
o ultimo golpe, e essa commocao acaba de
a sentir, nao triste, mas agradavel, enc-
onante. Esta mesma noute se extinguir
a sua vida, sem agona nem aeSrimento.
De modo que a condessa deve chegar
amanba ? pergantoa Simoa.
Sim, amanh3a.
E se por acaso houver engao da sua
parte ? Se a rapariga nSo morrer t3o de
pressa ?
Nos labios de Saint-Maixent desenhou-se
um d'esses diablicos sorrisos, que to sin-
gular contraste faziam com o sen semblante
formo so e juvenil.
Fique descancada, volreu elle ; af-
flanco-ihe que ha de morrer. Pegae n'ama
lampada, e faca o favor dme acompaobar
Simoa obedeceu.
O marquez sahio da casa pela porta de.
detraz que deitava para um pequeo jar-
dn ebeio de roseiras, o que ji em, tempo
referimos.
os quaes se considera apoleo.
E i primeiro lugar, rs!- r ter rfelie. ar
lad i do imperado., o if)H'unenio ; to des-
pota, que comprima, a fereoipe se eipan--
da ; do homem qoe eego pela victorU,
proelamava a se favor i.r-ito HiaaM *>
lilho- do povo, qse. qoe derr cava os Ihre-
nos emoslrava praticamentt a necesidad"
a'esse- mesmo dirailo ; d*aq \-ftx, t-mtia,
para ludo resumir, que tinha i sin lezade
acreditar qne o niudo era o tiwalro ale-
vantado pela Providencia, pan qw e le e-
ercitasse a sua aclmd-nle devorad; ra. qoan-
do acoalacta exactan>nte o cotr*rio, eera
elle que ?inha incin.-Tieiitemenle fepreatn-
tar um papel eajudar a causa da .-ivilijacao.
Em segando lugar, igualmeite neees-
sario avahar Napole5r>, assim em relacao
Franca como a horaanirlade.
Para a Franca, foi a causa mais p de falsa grandeza, de barbaria rnaf^ dfar-
Cada, de exaotoracJo moral e ptiysica. do
abaixamenlo de nivel intellecinal, da diaai-
noic3o real de forca e an,jment de sobarba
va, que t rnoi aquella na(3o mais ag/res-
siva, mais conquistadora, mais desdeohosa
dos recprocos direitoe e deveres.
A tradiccSo o imperio, tinto pelas vic-
torias oomo pelos desastres, foi nma das
grandes fatalidades da Franca.
As victorias prometthm-Hte ontras ; os
desastres reqoeriam vinganra : as invases.
represalias ; as conquistas de ootr ora notas
e mais largas conquistas.
E assim qoe a Franca merecen a ani-
madverso e o sobresenho da Europa ;
assim,. que, sob calor de fundadas descon-
Baneas, foi licito Prussia ergoer-se, cres-
Cir, ameacar, conqoistar e tornar-se
o arbitro da Europa, at qoe, aps i
guerras, Ihe chegue a decadencia.
Era nelaco humanidade, foi Napoleo,
como cima dissemos, o semeador ceg
involuntario das ideas modernas, qoe bro-
tavam nos campos da batalba como os It-
rios nos cemiterios, que se esoatnavaas cuas
a metralha e a fusilara e surgtam como por
encanto, do meio das ruinas fi>a> gantes e
dos destrocos pungentes, que aiastmvaas o
mondo.
Para a Franca foi um malfeilor sem ge-
nerosidade, que era vida esiranguloo a li-
brtale, e depois da norte, reduzido a
cnzas no rochedo longinquo de Sania He-
lena, anda foimaior torpeco ao establec
um homem necessario, para que um de- jiento do gpverno constitocioaa! e perdu-
signio .rovdencial se cumpra, esse homem
apparece logicamenu no mornsnto oppor-
tuno.
E esse hornera appaieceu. A idea care-
ca de um instrumento. Napole3o surgi
dos campos da batalba, como um dos h-
roes de Ossiin, qm elle admirava, para en-
vergar o manto consteado e emponbar o
scep^o imperial-
III
Napoleo, mais do que qoalqoer ootro
d'esses grandes homens que leem assom-
brado o assomberba a humanidade, possue
urna linda marivilhosa, tecida pelos ni u-
tonios da sua derradera peregrinaco pelos
hitos de Watertoo, pelo seu. grande genio
militar, e por ter encarnada a epopo
guerreira da Franca, que mal soube extre-
mar as batalhas da liberdade das batalbas
do despotismo.
Napoleo ficou estereotypado na imagina-
Co dos povos como um mytao resplande-
ravel.
Para a Europa foi igoalmen m inalle"-
tor mais de um craveira t 'me ; ihC
mixto de divino o partiboh mas MI
aquolt alcance de ideas, aja do a ge-
nerosidade de carcter e a dlieidesa de
sentimentos: sem nm pensaroeoto mico
verdadeiramente grande, que Ihe fosse pro-
prio. que podesse absolvel-o i-erinlea pos-
teridade, como a Alexamln Maguo. Lome
diz um critico inglez. Napoleo foi uar
panerrn com lodos os deferios do oflk.
urna especie de Georae Daa li i, que ounci
pode resistir tentac3o de receber o abraco
fraternal de um llapsburgo, on de om Ro-
manoff.
Mas ao lado de George Dandas saaaaVoi
o volto prodigioso do cunqoistador. qoe
com furor ceg e insano, repeta c tes ver
sos de um grande poela:
(Continua) -te-ha).
dou-a na algibeira.
Simoa empalledeca de horror, por baixo
da capa de lelas com que havia desfigu-
rado a cara,
XI
Amor de pal.
Cinco minutos depois, montou Saint-Mai-
veot'oo infatgavel Kebi\d deixoo a casa
solitaria, tomando galope o caminho da
aldeia 'onde pernoitavara a condessa de
Rahon e a formosa Olympia.
Lzaro que flera esperando pelo amo,
levno o cavallo para a coebeira, e ninguem
da hospedara deu pela expedicSo nocturna.
Apezar da pressa, da impaciencia que a
senhora de Rahon moslrava de ordinario
por chegar ao fira da viagem, n'aquelle dia
eram porto das nove quan 1o accordou, com
a cabeca muito pesada e as ideas confusas.:
precisou de alguna minutos e de grandes
esforcos para recobrar a facuidade de pen-
sar.
Aflnal reappareceram claras e deslindas
na sua memoria se dolorosas circumstancias
que lornavam iodispeusavel a sua viagem,
e diiendo i Marineta qoe a vestM qoan-
to antes, ordenou que se mellessem os
cava I los ao ti era.
Poucos minutos depois, ao terminar a
condessa o seu toncado, pedio Saint-Mi-
xent para lbo fallar. Era portador de nma
noticia to inesperada quanlo desagradavel:
o boleeiro Frmno tinba adoecido a noute
passada ; ardia em febre, acompanhada de
delirio, e estava totalmente impossibilitado
de entrar em servieo.
Meu Deus I Meu Deus I bradou a
condessa de Rahon, desfazendo-se em la-
grimas. Todo se junta contra mim I Qoi-
zera ter azas para devorar o espaco, e de
repente vera um novo obstacolo oppr-se
i minha viagem. Parece Ihe qoe ser pe-
rigosa a doenra de Firmino, meu primo ?
Espero que nSo. Mandei logo cha-
mar o medico, bastante entendido, segundo
me parecen, e nao acha a de gravidade ;
mas olhando as cousas pelo seu melbor
lado, cuido que a doen?a durar ons das.
Que hayamos de fazer ? proseguio a
condessa. Interromper a viagem impos-
sivel ; se eu aqoi esperasse mais tempo,
era cap .z de endoodecer; quero partir qoao-
to antes. Se preciso fr, contentar-me-hei
com qualquer carrocao, e n3o se arran-
jando nada, vou p.
Descance, qoerida prima, redargoio
o marqoez, nao ha de ver-se ora to diffl-
ceis extremos. O mao criado Lzaro
om excedente cocheiro, e pode substituir o
Firmino.
Ao 1 O senhor a minha Providen-
cia. Nao percataos nem om minuto ; man-
de por o trem, v, depressa.
Emquanto se executiva esli ordem, a
senhora do Rahon mandn amar o hos
pedeiro, entrtgou-lbe vinte cinco, lnizes e
recommemlou-lhe que tratasse bem, assi-
dua e esmejaamente de Firmino durante
asuadoenc e convalescenca."
Aflnsl foram diier-lhe que estava todo
prompto.
A condessa, a ormosa Olympia e Mari-
neta assentaram-se dentro da carruagem
Lzaro pespegon-$e magistralmeate na al -
mofada com as rdeas n'uma das maos e c
chicote na outra, e o mar juez montou
cavallo, como de costme.
Parti a comitiva.
Os cvalos, extenuados pelas jornada*
dos das antecedentes, raminhavam forte-
mente, apezar das excitacoes incestantes
do improvisado boleeiro.
Saint-Maixent ia passo, ao p da por-
linhola.
Era mais de meio da quando o tres
ebegou aldeia de S. Judas.
Ao entrar pela tnica roa dr rovoaco,
aviston o marqoez om gropo nuaneroso os
aldeSos, reonidos diante da esUlageas das
Armas de Franca.
No meio daquelle grupo est iva un ho-
mem gordo e pequeo, paludo, coa as pal-
pebras inchadas, os olhos avermelbaaos.
ferindo o peito com as nnhas e arreptaaaBaa
os cabellos.
Aquelle homemzinlio, qoe i nao *er pela
violeacia da ana dor, teria parecido ridi-
culo, era o tio Guiherme.
O marquez de Saint-MaixenJ, guando c
reconbeceo, sentio orna contraccao nertusa.
qoe vagamente se pareca i em
Arrependeu-se qoasi de nao ter d*
volta, para e itar o desagradavel
d'aqoelle pai desconsolado.
Lembroo-se principio de setter <
ras ao cavallo,' e passar como nm i
mas j era tarde. O to Goilberoae
de o conbecer, e, forando por entre a i
tidSo que o cerceta, correo para olio,
booiando:
Ah I senhor marqoez, senhor
s o co oe o traz aqni I O sernor
e poderoso. nao me ha *
rar...
(QmtinHm--#-lm).
as
TYP. DO DIARIO -BA D(i WJQUB M CoXUS.
!


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EKPP99ZOC_D76H5G INGEST_TIME 2013-09-13T22:35:16Z PACKAGE AA00011611_12252
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES