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Diario de Pernambuco ( Sunday, October 30, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12251

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Sunday, October 30, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12251

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12251

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Sunday, October 30, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12251

Full Text

4NN0 XLVJ. NUMERO 247.

PARA A CAPITAL E LUGARES OISE VAO SE PAGA POETE.
Por tres meies adiantados........... .... fiioon
i'or sais ditos i.Lxm ...... ,Z?f.
or seis ditos idoln
Vor urn anno idetri..
Cdda uiuiei o avuJso
i* 20000
320
DOMINGO 30 DE OUTUBRO OE 1870
PASA DEITRO E FURA DA PIOVHCIA.
Por tres metes adiantados .......
Por seis ditos dem..........
Por nove ditos idem.........
Por am amo idem.........
o|75
i 3*0
20I80
271000
Fropredade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
SAO AdEMTBSl:
t)s Srs. Gerardo Antonio Alves - Filhos, no Para ; Gonfalves & Pinto, no Maranhao ; Joaqun Jos de Oliveira, no* Cear ; Antonio debemos Bragt, bo Aracaty ; Jo5o Mara Jnlio Chives, no Ass ; Antonio Mirque. da Suva, no Natal; M Jnstat
Pereira d'Almeida, em Mamanpape; Antonio Alexandrino de Lima, na Paranyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa; da Penha; Belarmino dos Santos Balcio, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martms Alves, na labia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
EXTERIOR.
ni'SXOS-.URES, 9 DS OL'TOBIIO DE 1870.
Entre toda* as noticias destinadas a serem rela-
tadas nesta caria, dou a preferencia narrago do
hnrnvel aiteotad o que teve lu;.ir na Assumpcao
no dia 23 do mente assassiaado o sut> lito brasileiro Fernando
de Araujo Lima.
Anda que seu correspondente do Paraguay Iho
ter dado ou dar pormenores minucioso;,' nc
quero expr me a un peccado de otbate, caso
ts suas correspondencias d'aquella repblica an-
da nao Ihe tenham ido as mos quaudo esta carta
ehegar.
As primeiras noticias, Iransmittidas pelo tele-
grapho do Paran, oommoveram profundamente
toda a pDpnlaca > de Buenos-'Ayres, porque a exa-
gerarlo linda carregado todas as tintas na des-
cripgo do brbaro suacesso. Mas a pura verdade
anda e dolorosade mais, como ver pela descnp-
oio que faz urna carta datada do 1* d'este mez da
Assurapgao.
a Esta infeliz cidade tem sido o theatro de um
desses aeontecimentos que commovem e iodignam
ao mesmo lempo.
< I alguns dias um empregado da agencia de
vapores da eompanhia Rio de la Plata matou com
um tiro de pistola una mullier com quem inanii-
nha relaroes.
G jornal Regenemro annuncia o crime dizendo
que o assassiuo era italiano.
Averiguado o caso, reconheceu-se ser inexacta
a noticia, que o culpado nao era italiano, e a Re-
/jeneracv rectibeou a noticia neste sentido.
Alguns italianos, a maior parte conhecidos pelo
seu espirito turbulento, se deram por ofendidos
pela noticia do jornal, e, nao se contentando com a
reclificago, exiglrara que se publicasse outra re-
dimida por elles.
O redactor negou-se a isto, publicando no dia
seguinte oulro artigo entitulado Os Italianos, em
que tratava com alguma dureza o- da exigencia.
Estes se iucommodaram, declarando que, se nao
se Ihe* publicasse o que queriam, elles mesmos
aram justiga.
Tendo conhecimento a autoridade do conicto
e das reunidas, o chefe de polica acudi, tratan-
do de apaziguar os espirites e promettendo arrao-
jar tudo.
Os italianos retiraram-se da typographia appa-
ronlemeote satisfeitos ; mas poneos momentos de-
poi?, reunidos em crescido numero, atacaran) oes-,
labeJecimento, feriram os operarios que encontra-
ram e incendiaram todo.
O ebefe de policia appareceu immediatamente
rom alguns soldados no lugar da desordem. Ao
ver chega-lo, os italianos atiraram sobre a autori-
dade ; esta respondeu provocacao, e travou-se
ombate, do qual resaltaran alguns morios efe-
ridos. Vendo-.-e vencidos, os italianos se relira-
ram em grandes grupos, escondendo-se as casas
visinbta,
A policia atan estas casas, obriga 01 italianos a
sabir, e coosegue prender uns quatrocentos, que
sio conduzidos repartigo da policia.
Este acto brbaro pioduzio em As3umpro urna
mpresso espantosa, principalmente entre'a popu-
larlo estrangeira, que se reuni no theatro, onde
: M rpdigido um protesto de reprovaglo, expmsan-
In o vivo desejo de ij-ie os vis assassinos fossem
castigados com o maior rigor da lei.
A commissao enearregada de apresentar este
documento ao presidente provisorio, era composta
le dez representantes das diversas nacionalidades,
:ido presidida por Jlo Adriano Chaves.
O presidente provisorio dirigi commissao o
eguiole discurso:
.Senhores da commissao.
A vossa altitud n.ibre, daado ura passo emi-
nteraente humanitario e generoso, que honra al-
tamente a Ilustrada popularlo estrangeira, urna
-.-.aramia mais para o governo do Paraguay em
o -uas delibera-; jes e medidas tomadas, a'res-
:i>ilo d.i caso que mMivj as manifestagos solera-
vs neste momento. Animado ogoverno d)s raes-
n is 'aumentos e -apellido pelos seus deveres
(ara com o poro qne lii- eooott seus destinos, se
de poder augurar honrada commissao
nje representa a pipularao da parte sensata
los estrangeiros de todas a< nacionalidades resi-
lentes nesa capital, que o requerimento bem
acomido, porque o governo coraprehenie que hoje
i i 190 se trata de punir erimes e abominacoes
|ue nao teem exemplo em nassos dias, seno tm
'm m trata de salvar o; principios.
E" mu natural que, em questoes da natureza
magnitude da que acaba de presenciar o povo
com grande sei)iim r.iodo de ver e pensar entre todos os homens paci-
e honrados. E' indnbilavel que.no smente
0 governo devo fixar suas vistas e sua attenco
sobre os aoecessos que acabam de passar-se nesta
capital, sena) tambem a Ilustrada povoaqs es-
trangeira, porque eutendem que toda a causa da
huraanidade causa de todos os homens sensatos,
1 todos os povos cultos e christaos.
As relacoes internacionaes de todo os paizes c-
. Misados se alargam e se nultiplicam indelinida-
inente nestes easos.
t Satisfazersnobresaspiraresdos Srs.estran-
:"iros nao seno o cumprimenlo de um dever, a
-alisfaco devida justica e moral ultrajada.
O governo, pois, conta, como contar sempre,
irn o roseo generoso apoio, pan alllan?ar com
maior eficacia r. seguranca pessoal, podendo tam-
bera pela sua parte todos os estrangeiro* contar
com os seus esforco?, para que todos possam viver
respeitados a sombra de sua proteccao, e protesta
estar ao lado de todos nos momentos crticos e ar-
riscados. Ao expressar me assi.n. senhores, para
com a eommi'-o. digna do passo que acaba de
dar, de meu dever agradecer por mim, e em
-i >me do povo paraguayo, todos os que tomaram
parte nesta generosa manifestaco.
c Tenho dito. >
Devo accrescentar qne a maior parte dos italia-
nos se tem eonduzido de ama man ira dignissima,
-'endj os primeiros a protestar contra este alterna-
do inaudito.
Passo agora a transcrever dous documentos dos
"ommandantes trasileiro e argentino, que offere-
cera mais a'gnos pormeoores sobre o atteatado.
< Commaod] da divisao brasileira, estacionada
na repblica do Paraguay. Quartel general na As-
sumpcao. Setembro 24 de 1870.Exm. Sr.No
jcandaloso motim de que foi victima hontem a
itnprensa de La Regeneracin, foi brbaramente
sassinado um cidadao brasileiro.
Chamava-se Fernando de Aranjo Lima, foi
argento de voluntarios da patria, bateu-se cinco
anuos pela redempijo do Paraguay ; homem la-
borioso, operar.o pacifico e atstdao, suecumbio
finio de sua ca xa de compositor, s mos de urna
turba de assassinos.
Mandei formar auto de corpo de deudo no
'adaver de meu infeliz compatriota e venho pedir
iulica a V. Exc.
E' necessario, e reclamo ura exemplo rpido e
nfUcaz.
a A policia de V. Exe. nao s rae achou oromp-
to para'-oadjuva-la, nao so recebeu de mim pes-
oalmente a certeza de ter a sua di-posicao toda a
torca qne neeessitawie, e me encontrn a'seu lado
no momentos do conflicto, .como tambera oi pre-
vwtda por mim repetidas vetes do oerio aue es-
uvalmlnente. T
c Nao a culpo da confianca que teve nos raeios
yerioaenros de |ue se servio com mais magnani-
midade que prudencia ; porm, i que nao me foi
possivel evitar urna catasirophe que offende a so-
berana da naco Paraguaya, de meu dever in-
sistir formalmente com V. Exc. para que se faca
justica nos assassinoa do cidadao brasileiro, victi-
ma de.-se allantado brbaro e repugnante.
Os assassinos o mataram, sabendo que era
brasiieiro, que era um operario ioofonsivo. qne
nada linha com os suppostos ataques da redaeco
daquelta folha contra residentes italianos.
Candido Piquito, tambera cidadao brasileiro e
operario da mesma iraprensa, refere os pormeno-
res do crime.
0 desgranado Araujo, o mesrao Piquilo e ou-
lro mais se encerrraram em um aposento do pa-
teo, qoando a casa foi invadida. Os assassinos os
seguiram, qu rendo arrombar a porta.
Gritaran que eram simples trabalhadores e
declararan) que eram cidados brasileiros; porm
a respoMa foi atirarem-se porla, forca-la e obri-
ga-los a fugir, airavessando a mullido.
Os oatros doas se escaparam ; mas Fernan-
do Araujo, feridono ventte, logo aosahir doquar-
to, cahio as mos dos sicarios e foi atrozmente
atravessado de urna punhalada no peiio e de outra
na garganta.
Repito, Sr. pres dente, que os assassinos sa-
biara que a victima era brasileiro, pois que mor-
reu invocando sua nacionalidade.
Justo que esta, que nao o ha podido salvar,
apezar de minhas diligencias, possa viogaro cime
reclamaodo, como por esta o faco, o mais rpido
e cxemplar castigo desse altenlado, atroz e escan-
daloso.
Peco a V. Exc. que considere por um momen-
to as circunstancias barbaras de semelhante de-
licio.
Urna das victimas, que me dizem ser oriental
ou argentino, foi morto a pedradas, depois de ter
cahido, e isto no meio. da ra, por urna mullido
sedenta de saogue e de morie.
V. Exc. sabe que tenho ordem do governo de
S. M. o Imperador para apoiar moral e material-
mente a administragao de V. Exc. ; por conse-
grante, nao ser a forca armada que fallar a V.
Exc. para restabelecer a ordem, dominar o tumul-
to, e fazer que a vindicta publica e o sangue bra-
sileiro. lo brutalmente derramado, enconlrera na
lei satisfaco condigna.
Reitero a V. Exc. as expressoes do meu per-
reito apreco, considerarlo e respeito. Deus guar-
de a V. ExcJo' Auto da Silva Guimnraes.k
S. Exc. o Sr. D. Cyrilo Antonio Rivarola, presi-
dente provisorio da repblica do Paraguay.
Entre os morios, tenho o pezar de communicar-
Hie que se encontra o valente e brioso joven ar-
gentino Manoel Fraga, a judanle do general Vedia,
morto com um tiro, achando-se em frente da im-
prensa assaltada.
A uiorte deste senhor tem sido muito sentida
aqu.
lo domingo foi eonduzido o sen cadver ao ce-
miteno ; seguiao urna immensa concurrencia, oa
qial flgaravam o general brssileiroe todos os che-'
fes e offlciaes da guarnicao.
O Dr. Sienra e Carvanza pronunciou um sentido
discurso.
Vedia, sumraamenta commovido, agradeceu so-
bre a sepultura a demonstrado que faziam a Fra-
ga, que era primo irmo de sua senhora. Por
e-te motivo o general Vedia dirigi esla nota ao
governo:
t O general em chefe das torcas Argentina?.
t As-mmpco, setembro 21 da' 1870.
S. Exc. o Sr. secretario geni de e=tado da
repblica do Paraguay, D. Candido Barreiro.
t O infrascripto tem a honra de dirigirse a V.
Exc. manifestando-lhe que teve conhecimento que
entre as victimas do dia de h-mtem se encontra um
cidadao argentino, o qual vilmente foi asesi-
nado.
t E, anda que nao duvde o infrascripto que o
governo de V. Exc. saber tomar medidas enrgi-
cas contra os aut iros de tal crime, er de sen de-
ver representar e pedir a V. Exc. que com lo Jo o
rigor das jets sejam castigados os culpados.
Aproveito-me desta occasiao para reiterar a
V. Exc. os protestos de minha alta consideracao e
apreco. Du? guarde a V. Exc. Julio Vedia.
A justica prosegua em descanso no processo
dos autores do horrivel attentado, e de suppor
que em breve tenham o merecido castigo, assim
como j recaho sobre a sua cabera a execrarao
de todos os homens de bem.
O governo provisorio do Paraguay, assim que
teve conhecimento do ataque e oestruiro da typo-
graphia da Regenerara, raandou ao redactor
da dita folha o seguiote olllcio :
Secretaria geral de estado.Assumpcao, 2'i de
setembro de 1870.Tendo o governo a certeza de
que. pelos acontecmentos do hontem na imprensa
de V., e3ta Sea impossibilitada de funeconar, e
por consegrante cessaria o peridico que V. redi-
ge, e que orgo dos interesses de'um partido que
faz opposiro ao governo, tendo em vista lambem
a conveniencia, tanto para o partido da opposicao,
como para o mesmo governo e o povo, das dis-
cussoes pela imprensa, e que estas contribuem po-
derosamente para Ilustrar a opinio publica, o go-
verno Ihe offerece, para a conlinuaco da publ-
caco do seu peridico, a iraprensa em que se pu-
blicava o jornal o Paraguay, e pora todo o seu ma-
terial sua disposico logo que tver conhecimen-
to de que V. acceta o offerecimeulo,
Deus guarde a V. C. Barreiro, secretario
geral.Ao Sr. D. Jos Segundo Decond.
Eis all urna opposicao que nao se pode quexar
que e governo a incomraoda em sna marcha.
Passsnde agora s consas desta trra, nada
Ihe direi da guerra de Entre-Ros, porque apenas
sabemos que a forcas de Lpez Jordn se retiram
para a federaco dianle das tropas do general Ri-
vas, e que estamos, mais urna vez, em respeta de
ver castigado o assassino de Urquiza.
O coraraandanie Avala foi demittido do comman-
do das forcas nacionaes, porque, perseguindo urna
partida de Lpez Jordn, e lendo chegado s mos
com o iniraigo, nao obedeeeu immediatamente a
urna ordem do general Gelly, que o charaava re-
tirada.
O Sr. Gelly lera tido suas razSes especiaos para
proceder assim para cora ura subordiuado seu,
raas nao ha duvida que um singular meio de
despertar e manter vivo o brio entre os ssus offl-
ciaes.
Apezar de toda a vigilancia do governo, a rebel-
lio estende suas ramilicacoes em Corrientes, mo-
tivo por que o govsrnador daquella provincia mar-
chou carapanha frente de alguma forca.
O fechameato dos porlos do Uruguay nao tem
impedido qne os rebeldes exporten) os couros das
rezes roubadas, refazendo-9e assim de meios para
auxiliar sua obra de destruicao.
Tendo as cmaras despachado os assumptos
que motivaran) a sua prorogacao, no dia 7 do cor-
reate S. Exc. o Sr. presidente Sarmiento encerrou
os trabalhos, dirigindo ao congresso o seguidle dis-
curso :
Concilado3 do senado e da cmara dos de-
putados.Venho presidir ao encerramenlo de vos-
sa5 atufos cm- circumstancias menos favoraveis
que as que se apresentavam quando ioiciastea a
vossa tarefa legislativa.
c Urna periurbacio profunda da paz na Europa
'estendea al squi sua deploravel influencia, que
boje se faz sentir entre todas as nacSes do mundo
Assim indispensavel anoanoiar-voe que bao
de soffrer momentneamente demora em sua exe-
cucao os melhorameutos interiores, que indicaste*
para as nossas leis e que se baseavam no erapre-
go do nosso credit) nos grandes mercados.
Mas, apenas os acontecimento extraordina-
rios, que com tanta violencia se deseovolvem na
Europa, tenham paseado, e a situaco monetaria
haja reslabelecido suas condcSes normae3 as
pracas coinmerciae>, nosso crdito recuperar por
si mesmo seu nivel anterior, sempre que nao es-
quejamos que o crdito a conliaoca no porvr, e
que nao podemos inspira la aos esnranhos seno
dando o exemplo das virtudes republicanas, e inos*
trando o bom uso que fazetnos da liberdade.
Alfecta-nos anda de tnjls perto a r.-beilio
armada que desoa ainda a provincia de Entre-
Rios, posto que esleja prxima a chegar ao sea
termo. Conheceis a sua origem que foi nm cri-
me, sua audacia q e chegon ate a levantar um
perdo de guerra contra a bandeira da nacao, e
vistes a soberba com que ostentou os seus meios
de combate. Esla 3e aeha hoje mu abatida, por-
que os rebeldes de Entre-Ros, j desengaados de
que nao podem dar grandes batalhas canpaes,
uem sustentar com reguUridade um exercito nu-
meroso, lera fraccionado as suas forcas, que prin-
cipiara a debandar dianle da perseguico do exer
cito nacional.
A provincia de Entre-Ros ia ha algum tempo>|
entramio as condicoes indispensaveis para ura
bom systema de governo, e com a vilenla desap-
paricio do chefe que, durante ama longa sene de
annos, exerceu os poderes publico?, se intentou
perpetuar o antigo systema de encerrar na vonla-
de de um homem a vonlade geral do povo, para
impr-se depois naeo, nao como ura membro
della. seno como um poder confederado. Feliz-
mente urna granie parte de seus habitantes se
insprou da melhore3 sentimentos, prestando sea
apoio cela nacional, e oppondo a sna propria
influencia reappar cao de um povo caadilho.
Em presenca daguerra de Entre-Rlos, oode-
mos novamente observar qae a constituirlo de
urna naco como a nossa a obra lenta do lempo,
raedinte esforcos e sacrificios, porque seus resul-
tados -ent i nao smente restituir urna provincia
ao imperio dasinsttuicoe* livres, seno incorpo-
ra-la definitivamente na l'nio.
Seriamos injustos se nao notassemos, como um
carcter feliz dos tempos que a repblica alcan-
cou, a paz em que permanecern) as oulras pro-
vincias, em que os rebeldes de Eotre-Rios tenham
encontrado sequazes, nem mesmo ura echo de sym-
pathia ou urna voz de animacao era um so ponto
do nosso vasto territorio.
Srs. senadores e deputados. Terminis hoje
as vossas laboriosas sesses, e me grato felici-
tar-vos pela actividade que erapregastes sancio-
nando numerosas leis de reconhecida utlidade e
que erviro para activar eflicazmente todos nos-
sos progressos.
O congresso deve avancar neste camnho en-
trando todos os annus de um modo mais completo
no exercicio de suas funecoes legislativas. Diffl-
cilmenle se encontrar um povo que tenha mos-
trado ter consciencia mais subida do bem do que
pjyo.aragfltiao^je enmura a,flrt||'H- au* raai-B-
seutiinos as eminencias 3o governo revelar que
temos a capacidade o os meios para realisar suas
elevadas a?pir'aco:s.
Ordenei que se promulgassem toda3 as lei-
que rae communicasies como um te.ste"nunho de
sentimento vossa Conducta, apezar de differirem
opinio sobre llgumas disposicoes que consignaste
n'aquellas. Crcto que derla esle acto de deferen-
cia ao congresso, que lo unnimemente apoiou a
a aeco e marcha do poder executivo na mais gra-
ve questo da poltica interna, que por muitos an-
nos se ha de suscitar na repblica. Nao preciso
dizer-vos que aqu me refiro guerra de Entre-
Ros.
Srs. senadores e deputados.Volvis ao vasto
descanro e lares com o coatentamento legitimo
que vos polo inspirar o bom cumprimento de vos-
sos altos deveres. Muito feliz seria eu, e creio po-
der s-Io, se ao.receber-vos, qoando voltardes a
este mesmo recinto, e ao declarar abenas as vos-
sas sessoes, pod^r ipreseotar-vjs todos os povos
da repblica esperando em paz e liberdade a ac-
c-io vivificadora do v esas leis.
i Srs. senadores,Srs. deputados.Tenho a hon-
ra de saudar-vos deixandu encerrado o presente
periodo das vossas sessoes. Oulubro 7 de 1870
D. F. Sarmiento.
Fico-lhe devendo hoje o bosquejo do? trabalhos
legislativo.) do periodo que terminou : coraprehen-
deram bom numoro de lea que interessam o pro-
gresso material, e mesmo as de alcance poltico
nasceram sem grandes c ravulsoes de questoes de
partido, moderarlo que era geral, facilitando mui-
to o Irabalho do legislador, de ura exemplo rao-
rigerador para o povo.
Urna das ultimas leis do congre-so versa so-
bre licenca e subsidio para o presidente Sarmien-
to ir Cordova assistir abertura da exposiro, o
que deveri ter lugar em 1 de margo de 1371.'
O senado linha lixado a licenca em quarenta
das e o subsiaio era 10,000 patacoes ; a cmara
dos deputados reJuzio tudo metade : vinte dias e
8,000 patacoes.
Na cmara dos deputados da provincia de
Buenos -Ayres foi votada urna le anloga aquella
que o Sr. Marmol tialia apresentado a dos deputa-
dos geraes, e que depois cahio no senado, isto .
sobre a nullidade de qualquer acto administrativo
provocado por petiro de urna reunio de mais de
cinco individuos.
Ainda urna conseqencia do perdo do assassi-
no Chavarria, arrancado ultima hora ao Sr. go-
vernador Castro pela reunio tumultuosa do mee-
ting salvador. Os liberaes considerara esta lei co-
mo attentatoria contra a liberdade, e se espera que
o senado da provincia nao a sanccione. Pude ser
que aquelles que dio esta interpretarlo forgada a
estajei, por ventura tenham razo ; mas nao po-
dero negar que de-de o dia em que o Sr. Castro
cedeu ao meeting a estatistca criminal, tem pro-
gredido em vulto, ponto que as gazetilhas dos
jornaes se parecem furiosamente com o melhor
romance de Ponson du Terrad ou Paul Feval, no
que diz respeilo erimes de toda a natureza. Que
proporcSes estes lomam na capital de Buenos-Ay-
res Ihe mostrarlo as seeuintes linhas, que traduzo
lateralmente do Courrier de la Plata de honiem :
Anie-bontem, s 8 horas da noite, uraa costo-
reir que passava pela praca da Libertad foi ata-
cada por nove individuos, que, com ura um pu-
nhal na mo, Ihe intimaram que os seguisse.
A pobre raulher, mais mora do que viva, con-
sentio nisso e foi levada a ura lugar conhecido
por Cutenterio ciego, onde foi vctima das mais
extremas violencias.
f Nao contentes com isto, os criminosos a cle-
pojaram de seus vestidos e de 300 pesos que la-
vava.
t Quando se di3punham a fugir, chegaram al-
guns soldados de polica, consegrando appreheodar
qualro dos delinqueotes.
Note-se que a praca da Libertad dista apenas
urna quadra da grande praca do Parque, em aue
sempre ha reaoies do centenares de familias n'a-
quellas horas em que se corametteu o atientado.
E,ja que estou em assumpto ttrico vou re-
latar-lhe um suicidio que este? dias sororendeu
profundamente esta sociedade.
O Sr. Cassafons, ex-socio do Sr. Vrela na em-
preza da Tribuna, homem de urna regalar fortuna
e pai de sete albos, se matou cora ura liro te pis-
tola de grosso calibre, eujas balas Ihe atravessaram
o coracao.
Procedeu a este acto desesperado cora toda a
lucidez de espirito, orno o provam as medidas
que adoptou e as cartas que deixou escripias
Traba preparada v-oeoo, um revolver e um es-
toque ; mas dapou dea^reforeacia uraa pistola,
COJO
I.IJ
gatilbo'atou em ama corda presa pelo outro
em nm columna da cama. Sentn-se em
urna poltrona, e, dirigindo o eaono da arma contra
o coracao, a sparando-a, sabio o liro que poz fim
ao seus da*.
A caria dirigida ao Sr. Varella diz textual-
mente :
A Ileuior Marianno Varella. Querdos^ami-
a gos.O ultimo adeus e ultimo servico que Ihes
pego, como especial favor, que attendam meu
garlos, que hijje se acha estudando no Collegio
' Nacional; desejaria que qoando passe Uoiver-
f siiade o toir.em na imp/ensa como revisor, e
cora meio saldo, para anima-lo nm poaco ; o
* P011'"0 que Iht dexo bastante para educar-se
o melhor possivel, tanto elle como os cairo?, que
sao cinco meninas e outro rapaz.
.vi) se qurfxar minha familia de qne nao
< trab.ilhei battnte para que possa viver com
commodidade epois da minha morte.
Vou uiurre porque esioa imraensamenie
aborrocido desu vida miseravel I !!
I vm Vims. qu tive razo em insistir na
> minha separarlo da Tribuna, porque ao con-
trario teria sido para t Vmcs. ama massada
qae Ihes tivesse deixado minha familia ?em li
quidar os nossos negocios.
Adeus, pois nao Ibes digo, nem em brinquedo.
ale quando, porqus Ihes desejo que vivara de
tres qu.irtos at a tttalidadedo sceulo, quero di-
ar de 75 a 100 annos. Eu teoho meio seculo e
nao desejaria nem por uada passar esta raia.
Oeero um abraco ao compadre.Cassafoust.
Se esta carta nao i um modelo de estylo, nao
revela o menor transtomo de espirito. Que dra-
ma, pois, ter determinado este infeliz a reduzir
seus sete filhos orphaidado ?
A doog* do Sr. ministro da f.zenda, prolon-
gando-so sempre, o governo se vio obrigado a ic-
ceilar a demisso qae reiteradamente pedio o Sr.
Dr. Gozorliaga. Ainda nao foi nomeado seu suc-
eessor; julga-se que seta o Sr. Dommguez ou o
Sr. Riostra, ambos conhecidos pelos crditos que
negociaram na Europa. A Nacao resume n'um
longo artigo todos os erros commettidos pelo ex-
ministro da fazenda, coliaado-o principalmente
por abandonar o posto, justamente quando a sua
repartir > se auna no mais deplorivel estado.
15
Se a guerra de Entre-Rics at neje nao deu em
resultado a sufT^o da rebelliao de Lpez Jor
dan, em eompensacao tem sido am tirocioio, em
que um depois do outro se vao inntlisando os ge-
neraes da naco.
J l vo tres. Emilio Mitre. Conesa e o coro-
nel Avala, que eslava commandando o corpo de
exerato do Passano, por elle organisado depois da
sabida de Conesa, e que se rstirou do exercito
com passaporte do general Gelly, como j corn-
il) uniquei na minha ultima.
Dir-se-lia qae a separago de Avala ja perdeu o
cunta de novidade, visto qae j a noticiei. Sira,
[lorn^jjosieriorioenie apparecerara detalhes um
P-jjco ib*).i cuios6T*iJaT aTnesma exonerecao o
que bem merecen) ser conhecidos e apreciados,
porque lngara muita Inz sobre os motivos pro-
vaveis da eterna prolongarn da guerra de Entre-
Ros.
Diz o coronel Avala em ura manifest publicado
aqu:
Honrado com o commando do exercito do Pa-
ran, aceitei o posto cheo de reconheciinento para
com o Sr. presidente da repblica, pensando tor-
nar-me digno d* sua conlianra por minha con-
ducta. Consequente com os raeus antecedentes
de soldado humilde, nao me desvanec com a mi
nha alta collocago, nein no raeu espirito nasceram
ambiges bastardas.
Cumprir com os desejos do governo, satisfa-
zer as exigencias do paiz, pr tormo guerra rui-
nosa, foi a minha nica ambiro. Nao otnitti meio
para dar ao exercito a tempera que se quena, ro-
deaado-me de homens aptos e dgaos, separando
os que erara obstculo urna administragao hon-
rada e para. Assim consegu mais depressa apre-
sentar o exercito compacto, unido, guiados todos
os chefes s pela ambicao nobre da gloria, base
verdadeira da moral militar, tao poderosa como
as mesmas arma- para tnumphar as bataihas.
O Sr. ministro da guerra rae favoreceu com
a exprefso de sua satisfaco na sua visita ao
exercito. Nada ped, e sem gastos abr a campa-
nha cheo d f e esperanra. Conhecia as forgas
do iniraigo e sen p)der, e" fazendo operaces de
guerra mais ou menos arriscadas, consegu arro-
jar o iniraigo desde o Paran at a estancia de Co-
mas onde, obrigado por michas manobras, recon-
centrou lodo o seu exercilo. Eu linna erdem de
nao olferecer batalha at a approximago do ge-
neral Gelly, sera evita-la, se o iniraigo nos bus-
asse. Mais de urna vez persegu sua vanguarda
at avistar o grosso do seu exercitc, e o iniraigo
nao se mova do seu campo. Assim consegu inu-
tilisa-io at que o general Gelly chegou ao Que-
bracho e tomou o commando dos dous exercitos
no dia 21 de setembro.
O general Gelly tuha chegado all porjndi-
cages minhas. ignorando sempre a situagao do
iniraigo e ignorando igualmente a topograpbia do
paiz. Sua notas, que conservo, e minhas espos-
tas provam que o imped de exceular mais de um
wovimento muito vantajoso para o inimigo, como
a retirada que emprebeudeu do Passo Colorado ao
povo, de Nogoy, passando pela ponte de S. Cbris-
tjvaj, a oooira marcha que ordenou ao exercito
meu mando do Rinco ao Quebracho repassando
o Espinilba para buscar sua incorporagao pelo
camnho do meio. O inimigo permaneca na es-
tancia de Comas. Torae-se um raapp'a de Entre
Ros e se poder apreciar a importancia d'estes
movimenlos. O general Gelly, salvos estes gran-
des enos. chegou ao Ramblon,'e tomando o mando
de tujlo, tornou a acampar, arroyo de permeio. O
inimigo se achava entao na estancia de Gelabert
(tres leguas daili). Comtudo nao nos movemos, e
entao corren a voz neste exercito, que se trazia
ura plano preconcebido de refundir os dous exer-
cil03, e dar-Ibes orna nova organisago. tratei
de pr-me fura do alcance dos intrigantes e de
livrar o exercito sob meu commando das conse-
quencias funestas das intrigas, e para isto requer
que me permittissem operar como vanguarda. Nao
cecebi resposta, e no dia 21 tive ordem de mar-
char para i lelamente.
Na estancia de Gelabert receb ordem de acam-
par em um campo rido. Meu chefe de vanguar-
da, o coronel llerennti, me coramunicou nesse
momento que tinha em frente todo o exercito ini-
migo, com um parque vista, urna legua diante de
nos. Observei ao general o in:onvenienle de pa-
rar etti um campo ruim e a conveniencia de mar-
char contra o iniraigo. Repellio as minhas obser-
vagoes e acampamos.
A's tres horas da tarde a vanguarda pedio au-
x'tli9,V s quatro marchamos, deixando as rezes
ao chao. Ao aaoutecer chegamos ao campo da
nossa vanguarda.
O iniraigo se tinha retirad depois de um tiro-
lelo sem consequenca, favoravel s,aossas armas,
anda que o general Gelly deu cotila dt i como
deum triumpko alcanzado pelo tt*#'a' 7i :)'.
i No da 23 emprehendeaos a marcha sempre
parallela. O meu chefe da Ytaajkaarda communi-
cou-jipe ordens recebidas dd federal Rivas, que
corroboravam os planos da dlssolugio de que j
ninguem davidava. Marcbei sem deter-me, com
esparanga de alcangar o iniraigo e obriga-lo ba-
wr-se. Dqus pensamentos me doraioavara : i.
aproveitar occasilo que o general Gelly perdeu
de conctalr a guerra; 2o, deixar frustrado um
plan *ra que te jegavam os Inleresses sagrados
da nagao para favorecer determinadas 068904".
Ltieguei assim ao arroio de Burgos, e minha van-
guarda alcangoo o arroio de Moreira (11/2 legOa
mais adiante) onde alcancei o inimigo, retirndo-
se, como nos dous dias anteriores, com as suas
carretas de parque. O coronel Herenn me par-
ticpon qne o estava tiroteando, e ao mesmo tem-
po receb nota do general Gelly, argindo-i e
amargamente por ter marchado at ahi, e ore >-
nando-me de retroceder immediatamente tancia de Carb onde elle (icava acampado.
Em consequenca ordenei a retirada ao coi )-
nel Heren que voliou de noite, e respond ao c -
neral Gelly, que no dia segninte me retirara !e
conforradade com as suas ordens. Mais larde 11-
cebi ama segunda nota do general, fazeodo-me r< ,-
ponsavel, se no dia segunto nao me retisasse, e
urna carta particular, respoadendo a um reque :
ment para marchar na vanguarda. Nolla rae di ja
qne esta parle importante da guerra pertencia le
direuo ao general Rivas, a quem eu devia grati
e respeilo, arguindo-me amis'osamente por fal
com minhas pret^nges minha costuraada
desla. No dia 2i as 11 horas da manha ac
pe junto a Calb como me ordenaram, deixar,
o inimigo retirarse Iranquiltammle.
All me foi communicada a ordem do gene al
dissolvendo o raeu corpo de exercito, para dar o
general Rivas tres dos batalhoes, cinco pegas e o
melhor da cavallaria, nomeando-me coramanda te
era chefe do corpo de reserva sob as ordens i n-
mediatas do general em chefe.
Respond ao general que a dissolagao do meu
corpo de exercilo importava urna doslilugo dis-
simulada, cojos motivos nao eram conhecidos, e
pie por tanto se ?e levasse a effeito, prefera me
mandasse meu pa3saporte, por que, para dar ao
general Rivas o mando da vanguarda nao era ne-
cessario alterar a organisago que tiuham os doas
corpos. No da seguiote o general Oelly em pea-
soa veo ao mea campe e me entregou um papel
dobrado, dizeodo-me :Ah tem o que rae pedio.
Era o mea passaporte. Chamei o coronel Barros,
e Ihe ordenei que tomasse o commando do exerci-
to, e qne recebesse ordens do general Gelly. Elle
perguntou ao general a causa, e urna vez explica-
da, solicitou lambem o seu passaporte, qae Ihe foi
coocedido inmediatamente, e uraa hora depois to-
mamos o caminho do Paran. At aqu a rela-
go exacta do occorrido ltimamente em Enlre-
Rios.
Ha um fado de verdadeira transceadenea que
por si mesmo se destaca :
< O raimigo esteve em frente de nossos dous
exercitos encorporados nos das 21, 22 e 23, e se
retirou sera perder era um s hornera, nem urna
s peca do seu pesado coraboi.
Que razo houve para nao marchar contra
elle, em lugar de acampar, como se faz ?...
i Desmembrar e dissolver o que estava feito e
bem disposto, para deixar o inimigo retrar-se sem
luta, para deixar a guerra continuar sabe Deus
at quando, nao podia fazer-se e nao se fez sena a
reprovago de todos que de boa servimos ao paiz
auxiliando o governo em seus propsitos de pac-
licago, para levar a liberdade e o progresso a to-
da a repblica.
Os
generaes que icam frenle ao exercito
tal vez consigam terminar felizmente a gueria, po
der isto ser effeito de sua intelligencia ou boa
fortuna, rao.! nao de seu patriotismo nem de sua
lealdade. Para ferir o companbeiro de anno e de
causa, salvaram o inimigos da pairia, deixando
sua sorte comprometida n*ama guerra que prin-
cipia de novo uo dia em que devia acabar.
Este triste resultado tleixa frustradas as es-
perarlas do governo e da nagao inleira, e se a
Providencia nao inlervier a nosso favor, o gover-
no se ver dentro em pouco obrigado a fazer no-
vos sacrificios, para recuperara attitude que nos-
s i- exercitos perdern). Tempo ao lempo; e caa
am da a responsabilidade dos males sobre aquel-
les que por erro ou ambicio sao seus verdaderos
autores Juan Ayala.
A' vista desta manilestago e sobre ludo das pa-
iavras que deixci griphadas, pensar naturalmen-
te que^o governo, ou sujeitou o coronel Ayala a
um coselho dp guerra por insubordinado e ca-
lumniador, ou formn um conselho de inves.iga-
cao para entender dos actos do general Gelly ?
Pois eu larabern assim o pense; mas enganei-me
redondamente, por que o Sr. ministro da guerra
se limitou a urna simples nota, em que d o seu
beneplcito ao procedlmento do seu general em
chefe cousa que pouco se harraonsa com a auste-
ridade do systema republicano To pouco que
at o Niiaonal, qae de casa, chegou a bradar;
A Nacao, porm, apezar de toa parcialidade.pbri-
gada a defender o gensrai Gelly, faz algumas ob-
semces sobre a guerra, que valem a pena ser
lidas.
O paiz soobe com admirarlo que guerra de
Entre-Ros se tinham destinado 27,000 cavallos,
que a esta hora tero subid* a 30,000. O paiz
soube com sorpresa que na guerra de Entre-Rios
se tinhini gasto dous railhoes de patacoes, que a
esta hora tere subido a quatro milhes. E' in-
crivel, apezar de que hoje pode dizer-se, que na
guerra do Paraguay, cora um exercitj de 20,600
homens, collocado a grandes distancias, com des-
tacamentos e montoneras que causaram novos gas-
tos e distraegao de forgas, nlo se teoha gasto n'um
anno o que se gasteu em Enlre-Rios em seis me-
zes. Pode isto explicar-se naturalmente ? Nao.
Ha indnbitavelmente nm mysterio, que o patrio-
tismo e o interesse pela causa publica Incitam a
investigar o congresso, a imprensa, o mesmo go-
verno.......................................
Nao podemos admittir a descnlpa vulgar que se
deu, que toda a responsabilidade da guerra e da
administrara) militar pesa e deve pesar sobre os
generaes.
Quando se diz que o exercito de Entre-
Rios gastou em sete raezes quatro railhoes de pata-
coes e consumi trinta ral cavallos para flcar a
p, o poder executivo nao pude responder : Nao
sei de nada, perguntai a mea9 generaes, elles sao
os responsaveis; e menos pude admittir-se esla
desculpa, quando o mesmo ministro da guerra em
suas duas viagens foi o contratista de cavallos no
Salto e era Sania F----
f ..... E quando todo faz pensar que o gasta
enorme, quando excede quelle que se fez para
um exercilo duplo, cheo de penuras e operando
em paiz estraogeiro, quando a exphcago destas
despezas nao dada por ninguem, qnando o go-
verno mesmo nao a comprehende, visto que val
repetir s cmaras cora espanto o algarismo das
despezas fetas, quaodo se trata em tim de som-
raas lo consideraveis, com as quaes se ha de
gravar o povo, que se dstrahem das mais urgen-
es necesidades do p3iz, e que comprometiera sur-
damente o seu futuro : entao, repellan s o gover-
no, mais que ninguem, deve sahii a campo e nao
descansar ura segundo at esclarecer este singular
mvsterio administrativo, que nos cusa (rinta mil
cavados comprados, e quatro milhoes de patacoes
gasi'os em sete mezes de montonera.
Veremos se o goveroo argentino far mais al-
guma cousa, alni da nota apontada dirigida ao
general Gelly, para i*clarecer aquillo que para
bem poneos um mysterio.
Mas vejo qae j ca escripia muita cousa sobre
a guerra de Entre-Rios, sera dizer-lhe urna pala-
vra sobre a mesma gr.erra.
A culpa da guerra, que nao d, ura passo, ape-
zar dos muitos que por l do aos exercitos da
nagao, ssgando Lpez Jordao, qne os leva aa--
sear.
S% todas estas miserias se dao n'uma simple-
campanha contra um rebelde assassioo, o que -
na no dia em qne a repblica tivesse de ver-.
envolvida n'uma guerra sena ?
Comtuda o principio republicano est easatm-
do. A Franga ergaeu o pendo republicano. E" un
acontecimenlo qae faz vibrar as fibras ialisaa* oV
todo o republicano, sem entrar em indagar es so-
bre o que significa es! terceira repblica frai-
ceza.
0 principio pouco faz, com Unto qae' mona
venda engrossar o numero das repblicas
Formoa-.se, pois, nina commissao de tidos <>
republicanos das diversas nagdes residente., em
Buenos Ayres, para mandar, por urna estrtaataa
manilestago, nma saudacin fraternal aos aovo-
republicanos do Sena. Foi resolvido qm aaraade
reunio dos republicanos cosmopolita! tivesse ta-
garno domingo 16 do Circo Uuarine proclama!.-
do-se o seguinte :
A' R'pubica franceza.Sautr '.
Os republicanos de todas as nacionalidades, re-
sidentes em Buenos-Ayres, siropalisando eoas >
herosmo e sacrificio que leven os republicano-
francezes a tomar sobre seus homaros os tremen-
dos desastres com que e imperio anniqailna a
Franga, sadam a proclamac > da Repblica Fran-
ceza e fazem votos ardentes para que a repoMie*
seja para sempre a forma definitiva do govern *
da Franga.
Segnem as firmas, principiando por Joan Car-
los Gomes, ao lodo 16. inclusive nm republicano
ponuguez, o Sr. Plantier de Pombal.
Parece qae na reunio preliminar qae den i
luz a proclamago cima mencionada, nao Mi. -
rara os incidentes intensante-, porque un dos
signatarios, o Sr. Luciano Choqaet. decano dr.s
clironistas e redactor do Mosquito, disse antes d-
huntem em ama de suas chronicas :
i Estou um pouco atrazado boje para a chr
nica ; nao de admirar ; hontem estive mm;
ocenpado ; entretive-me em fundar a repblica
universal. Nao rae tratera de intempestivo e c
goador ; acho qae nos falta o sentido prttico. A
manilestago preparada hontem se reduzir a
mandar nma felicitagao repblica franceza con.
todas as restriegues possiveis. isto , que se fel.-
cila repblica franceza, se existir qoando che-
gar a felicitarn, e se faz votjs para que esta for-
ma de governo seja duradoura ; besita-se par
saber se nao muito comprometedor accesceoiar
qae convidamos as ontras nagocs a seguir o exem-
plo ; ba questoes de direito, de forma, de ruelin-
ca a consultar.
Poaca f parecem os repnblcanos co-"moooliu-
ter na terceira repblica Iranceza... e a le cre
que tero razo na duvda se a felicitarao eneg.v
r a tempo ou nao.
No dia 13 teve lagar a recepgo official d >
Sr. ministro e enviado extraordinario do impera
dor da Austria com as ceremonias do (aislo.
O Sr. baro de Petz, contra-almirante da Aus-
tria, percorreu as repblicas do Pacifico eneg-
ciou com os seus governo tratados de commereu
Chegou aqui n'um navio especial da nr.armh.
do seu paiz.
Na occasiao da sua receprao se pronunciara:.,
os seguinles discursos :
Sr. presidente.Animado do desejo de estre,-
tar mais os lagos de amisade que felizmente une
o imperio astro hngaro com a Repblica Argen-
tina, assira corao uniforunsar e facilitar as rela-
goes entre os dous paizes e seus respectivos ra-
bilantes, S. M. o imperador e re, meu augus.
s)berano, se dignou confiar-me a miss > de neg
ciar e concluir com o governo de V. Exc. um tr
tado de amisade. de coramercio e de na..: ._-.",
Supplico, Sr. presidente, a V. Exc. que s-
persaada que estou completamente penetrado d i
importante missodeque lenho a honrad tst
encarregado. Quanto a seu objeclo, Sr. pres! .
te, espero contar com a benevolencia de V. Ex
e cora as disposicoes amigaveis de seu govern>
para o que -e eeamiobaro todos os meust--
l'org os.
Tenho a honra de por em mo? de V. Exc.
as credenciaes de mea augusto soberano, qae ;
acreditara no carcter de ministro plenipounc^-
rio e enviado extraordinario.
i Sr. ministro plenipotenciario e enviado extra-
ordinario' de S. M. o Imperador da Austria e re.
da lluneria.
Ao receber a carta de vasta augusto sebara-
no que vos acredita ministro pleoipotecci iriu -
enviado extraordinario junto ao governo da r.
bhca, me grato manirestar-vos que o carcter i
objecto com que vindes acreditado, o paiz a q
pertenceis e a escolha feita da vossa pe-- i.
outros tantos ttulos ao bom e cordial acoli:
que deveis esperar, tanto do governo, ajana d
povo argentino.
t O dia em que um representante das grandes
antigs nacoes de Europa, se aprsenta Bata pr.-
meira vez entre ns um dia de jubib, orq .
vemos nelle a demonstrago de que o circulo -
de nossas relagoes commerciaes se este-nde, e
gandamos em cousiderago medida que ma-
chamos na senda que nossas instituiges nos ira
cam.
a Creraos ver tambera nella igual dilatara > d
esphera de pacificago nesta parte do i.iuc!
daqnelles governos que oos offerecem sua taaj.:-
de, dezejando estreila-la por arranjos comnie.
ciaes.
< Podis, pois contar, Sr. ministro, que da par-
te de men governo encontrareis as me dores d.--
posgoes para o cumprimenlo de vossa mi>
pois a3 relagoes commerciaes tem isso de vant
so, que nao" podem favorecer realmente a um.
das parles sem estender o inesmo beneficio ou
ira ; os vosses desejos era favor do commercio >. -
nosso paiz. ho de ser necessariaraeale os lu-
mos que ns teramos em favor do voss\
t Sois, pois, reconhecido ministro plenipotenc -
rio e enviado extraordinario do Imperio Aut: -
Hngaro.
t Ministerio das relagoes exteriores.Buenr
Ayres, oulubro 13 de 1870. O presidente da Re-
pblica Argentina.
A' vista da carta credencial que apresenton a
Sr. contra-almirante baro de Pett, pela qual
nomeado enviado extraordinario e ministro pleni-
potenciario de S. M. o Imperador da Austria e
re da Hungra, junto ao governo da Repblica
Argen'ina, o mesmo governo resolve e decreta :
Art. 1.- Reconhece-se n Sr. contra-almiran'.
baro de Petz, no carcter de enviado aajraord
aario e ministro plenipotenciario de S. M. o latae
rador de Austria e re da Hungra, junto ao go-
verno da Repblica Argentina.
2 Coramanique se, publique-se e d se ao
registro nacional.Sarmiento.Carlos Tejelm
Appareceu finalmente o decreto do govern >
da naco que preenche a vaga que deixoc no mi-
nisterio o ex-ministro da fazenda, Dr. Soro.-t
A nomeacao recamo no Sr. Lua L Domiognes
que actualmente se acha om Londres. Durante
sua ausencia desempenhar suas fancgdVs o ad-
ministrador de reas nacionaes, D. Cristobil
Aguirre.

nSTERIOR.
RIO DE alASEIl&O
1C de oulubro.
Do Rio da Prata eotrou lambem hontem o vapor



t
Diario de Pernmlmeo <-. Domingo 30 de Outubro de 1870
m'

nglet Biela, com folhas at 9 coartas de 10 8o1
torrente.
Encerrou-se o cingresso argentino, d&poii de
motados todos os projeclds para cuja disen+sao fira
prorogada a itesao. O presidente Sarmiento obte-
?e uum licita .fie 20 das para, ir assislir aber-
tura da expesiciio internacional em Cbrdova, vo-
too-se-lbe un subsi l]n par. despejas de vhgem
e represenlaci. O ministru da ntt(jior"Veu-
le, pedio e obtevt exonera?*) do en tfcrgo.
De Entre-Rios poocas noticias havia em Buc-
nos-Ayre!s. Apenas se sabia que Upe?. Jordn,
esquitando sempre urna batalhi, dividir asjuas
forcas em Ir- coreos, e marohava na direccafl da
Federaco. Em Corr mes havia symptomas. de
revoita, a ponto dpihrigarrm o gofernadir da
provincia a sahir a campo eom alguroas tro-
pa?.
No Es.'ado-Mrlental o general (Joyo?Snarez pus
sara lambem para o norte do Rio-Negro, onde se
incorpreo ao peera! Caraba I lo, tratando agora
ambos de reorgatear um exercito. Entretanto os
blancos, senhores dos departamentos do ral, torna-
v*m a approxiwar-seda capital. Eslava esta, pe
rm, KifQneniomcote guarnecida n fortificada, e
capar d) repellir quaiquer analto de um exercito
como o dos blanco?, punco, numeroso e na mxi-
ma parto cumposto de cavn'l.ria. Smente pode-
rla facilitar-lh >s a entrada algum lavan lmanlo
dantro da cid.Je, ecusa muito perico prova-
vel.
A Colonia fui evacuada pelas forcas do governo,
mas logo donte reoeeupada com o auxilio de um
vapor de guerra.
Temos niais algumas parlicularidade-j sobre os
deplorave%acontecimiento- que ltimamente n ti-
ca:n is t<'reni-e dado na Axsumpcao. O conflicto
dos Italianos bi nicamente com a polica *para
guaya; houve, porm, de Tacto morto3 e feri-
do?.
Q ando os desordeiros as>altaram a typogra-
phis, lancaudo f"go ao edilicio, entre as victimas
qioflzeraM houve ura subdito brasileiro, Fernan-
do de Araujo Lim que, sendo compositor, depois
de Inver le lo nonio toldado toda a campanha do
Paraguay, irabalhava tran ludiamente ao p dasua
caixa. general brasileiro .Imgio-se logo ao go-
vemo provisorio exigindo jualica e severa punieo
para os culpadas, e le.ubnindo-lhe que poda con-
tar co:n lodo o apoio do que carecesse para d< mi-
nar quaiquer tumulto u manier a ordem. publi-
ca. Outro lauto fez o genera! argentiuo Vedia, um
de cujo* aju lautos havia sida morto uo conflic-
to. Effdctivarente presos muitcs dos desordeiros,
prosegua activamente o processo para se dcsco-
Drirem os assassinos.
S. M. o Imperador, acompaohado de seus sema-
narios, visilou hontem a escola militar da Praia
Velba. onde assislo ao- exames dos alumnos do
curso preparatorio, e retirou-se s duas. horas da
tarde.
raes, visto aehar-se impssibilta'd*de continuar
no exercicio de sen ministerio pelo sen lado, va
letudinaria e avancada Idade: nao podendp, po-
rm, gozar desta roerte ante de*verlHcaT-*s a r
nuncia do. beuefkio, cujas brigaflfies nal Ipode
preencher.
L-se no Parahyba, de Guaratmguet :
O Sr. visconde de Guaralinguet acaba de
pralicar mais'um acto que altamente proclama o
sea genio eaVidosoe esraoir. Alero dos innme-
ros beneficio quateni prestado a caa da Miseri-
rordia desu eidade, acaba de fazer-lhe urna doa
i;o de oito apolices no valor nomina! de 1.000*
cada urna, para fazerem parte d patrimonio. Es-
to acto, que par si raesmo se recommen 1s, dos
que inais ennohrecem aquella que o pral.cain.
a esm la dada a> pobre orna letra sacada con-
tra Dos.
-40-
-Por portara Be 18 do correte fi conced
ao Piigenbeirn Evaristo Xavier ti Verga a exon*-- njRi flivf teqat|ira da urna piugiella. Mas
raeo que pealo do lugar de aju laule. da i||fle|
cao geral das obras publicas, e uomeado ajudante
la eornmisso especial do registro geral e estatts-
tica das trras publicas e pos.-uiJas a cargo di
coosellieiro Bernardo Augusto Nascentes de Azara-
bja- -22
S. M. o Imperador acampanbado da seus sema-
narios, visltou hontem a escola militar da Praia-
Vermelha, onde assistio aos exaine da aula de
malheroaticas elementares, tendo chegado as 41
horas da manliaa, retirndose depois das 2 da
tarda.
Por decretos de 14 do correle foram transferi-
dos para a 2a clas:e os 1" tenentes Frederico Gui-
Iherme de Lorena e Augusto Leopoldo de Noronha
TArrezao.
Por porurias de 20 di corrente foram, por con-
veniencia de servico, dispensados da esereeto de
ajnelos directora do arsenal de guerra d cor-
te o major da guarda nacional Luiz Tollo Munjz
Sampaio e lenehte n formado do exercito loo
Bernardino de Vasconcelos Coimbra.
Por ttulos de 20 do corrente foram nomea-
dos :
O praticant da thesouraria das Alagoas Anta-
Dio Serapio de Carvalho para o lugar de amanu
ense da secretaria da mesma thesooraria, e Anto
nio Valenle do HaieteNAo e Silva para o d-i escri-
vao da mesa de rendas garaes da eidade de S. Joo
da Barra, provincia do Kio de Janeiro.
Por decretos de 13 do corrente foram Hornea-
dos :
O bacliarel Carlos Angu.-to NayloT para o lugar,
que ja lervia inierinamenie, de oicial da directora
geral do ronleacioso do th.'souro nacional.
O 2o cniiferente da alfandega da Bahia, Antonio
Luiz te da nosina alfandega.
O bacliarel francisco Marques dos Santos para
o lngij de curador geral d.is perancas jaceates da
Babia.
0 2 escrpturario da ihesouraria de fazenda da
provincia ds S.na Ca'.harina, Jos Theodoro da
Costa pra o da Io escripiurario da mesma pro-
vincia.
Por titulo de 11 do cortante foi nomealo Au-
gusto Pereira Habello Jnior para o lugar de pra-
ticaote di thesuuraria das Alagoas.
Por portara de U do corrente foi nomeado para
com.-nandante do presidio de Fernando de Noro-
nba o lente coronel. do corpo de estado-maior
de arlilliaria, commissouado no posto de coronel,
Jos Angelo de Morao Begi>.
Por poetara >ie 18 do corrente pennitii -se que
o 2 cadete 2 sargento do 21 bataihip de infanta-
ria addido ao dop sito desta corte SeverinoVirissi-
mo de Lima coutinue a usar dos disnctivos do
posto de aderas, em que foi comnussiuuado duran-
te a marra do Paraguay, aos termos do art. 4o da
lei n. 1,763 de 2S dejunno prximo passado, que
flxou as forcaa de trra para o anno liuanceiro de
1870 a 1871.
18-
Pelo paquete inglez Aruucnnia, da linha do Pa-
cifico, recebemos houi-m folhas do Bio da Prata
at 13 do cnente.
A raspeito de Entre-Rios nada referem de im-
poriancia. O c<>ronel Ayola, a quemo generalGelly
destituir o commado por nohaver obedecido
de promptn a urna ordem de rlirar, publicou as
laias de Bueiios-Ayrea urna especio de manifes-
t em que Caramente acensa os generaes argen-
tinos de pr.',;. hirem a guerra de Entre-P.ics por
conv : d pess laes.
Dizin-.-c quo o presidente Sarmiento a mandar
formar..', c :: elho niilitir de investigacao sobre
os bel. . ddnonciados, e que provavelmente o ge-
neral C-n.-a reasumira o commado do exer-
cito de operacSes na rev liada provincia.
Emquanta Caraballo e Suares reorgani3avam o
seu ezoreilo em Paysand, 03 blancos do Estado
Orienlal eolraram a 12 na villa da Union, a urna
k a de Montevideo, e a 13 apresentaram-se dian-
te 'i.t eapilal, obrigando a guarnilo a acudir s
trincheira-. Diziase queApparicio fizera ao pro-
sidento Itatlle proposlas de paz, offerecendo depr
as armas com a oondicao de se reconhecerem a
todos os ofJhiacs que com elle ndavam os sous
reipectivos postos e assegnrar-se ao partido Blan-
co plena liberdade as eleigoes que seriam espa
cadas pelo tempo sulDciente para os membros da-
quelie partido poderem ser inscripto; nos registros
civel. .Nao se reputa va m inaceitaveis estas bases,
mas neto mesmo era anda liquido se de facto ti-
nliaui sido proposlas ou nao.
O senado negou au govemo de Montevideo a
pedida autorisacao para emi>sa> de bilhetes do
thesouro; e sendo grande a penuria, fatlava-so em
recorrer a um empre timo em Buenos-Ayres, com
hypciheca de bens nacionaes. O commerc o ocha-
va--c muilo deprimido, e os novos direitos da al-
fandega ja haviam ubrigado muitos navios a seguir
para Buenos-Ayres com os seus carregamento?.
O mesmo rumo liaviao lomado varias embareacoes
com emigrantes destinados aa Estado Oriental, que
assim vai senda levado sua ruina por esta fatal
e prolongada guerra interna..
19
Tem se espnlhado ltimamente boatos sobre um
conflicto inminente com a marinha franceza por
cansa das duas presas allomas feita pela canbonei-
ra H'imi'n, e a coja sahida se dizia oppor-se o
goerno Imperial, por.se haverem aquelles dons
vasas demorado no porto aiin do praso estabele-
cido para esles ca^os pelas disposicoes do direito
da- gi
O que a este respeto nos consta que quaiquer
que teja a qnestao que a>r ventura teuha havido,
acia-se ella resolvida pa iliramentes.
As fortalezas leem deixar sahir aquel-
las duas prezas e- litadas pela canhoneira trance
za firnfc, passaVa* que ''iam as 72 horas do es-
tylo depois ila sal-ida 'ia e cuna aliem Hompool
qne largou >sle porto n dia 16 do corralo.
Entretanto facto rtotorlo qu* por parte, da ca-
nhoneira fraocrza Hamclin honve iofraccao de
neutralidade. DlX id ella aqui as suas prezas
innito alm dasS'i horasdepoi9 de ultimada a en-
trega i:a carga nentra, e contratronno'porto gen-
te para irlpola-las. saneias natu-
ral que. o li "ao qaerendo fazer-se
forte com ie ella se*aeba a bra-
cos con, um nlnrigo : nriidavel, deixe sabir aquel-
las pre'.'< bailo de pr .*wto qne sirva pifa re-
damar,des lutoras, e pn biba Bnmlin a reen-
trada neste porto emquiQl i Infar a pierra.
Por cartas ImperU de 12 do rorrete mez
foram natur usados eijadao* brazil 'iros os subdi-
* tos portnguezes: Antonio Jos Vieira, los Vas-
ases dos Sanios, Domingos Alws da Silva, Jo-
Aatn&ioCufloso, i "n Machado .\nnes, Constanti-
no los de Casero e Guiiherme Calvino Al ves da
Ponteen.
Por debelo da mesma data :
Foi Jubilado, com todos os seos vencimentns, o
'lente da fa^-indadede direito do Rer fe. conselht i-
ro Dr. Pedra Autran da M.'.ti e .'.:'.. |t;erqa.
Foi eoncedida dispensa afim
de poder o tenente-coronel Bzeqniel v
de Henex rar es sess Siplonjas de cav-!
leiro a de Cbristo e R
Forrm ci ncedieas as seguintes pens5es. que l-
am pendentes da approvacao da assembla
ral:
De 300 r-. diarkis ao ansper;tla do 2i' cor::
vkIuoWk.s ua pan
ede 100 r-. tambem diar;o?, ao soldado o i re-
gmenio dw avallara ligeira Joao Belchior da Sil-
va, ambos invalidados por ferimentos recebidos
em combate.
De 6004 annuaes ao padre.Jos Rodrigues Mon-
ean, vigario collado da freguezla do Rio-Pardo da
4iocese da Diamantina e provincia de Miaas-Ge-
L-se no Conservador de Minas :
O caso que vamos narrar foi-nos tinsmittido
por pessea de crdito, e por isso o levaBos ao cO'
nhecimenio dos leiiores, comj urna faSdade sin-
golar.
Viva eitt urna casa, situada a um das mar-
gens do rio Machado, urna familia composta do
JU'j.-^niarido, mull ^^Ebos.
Era carreiro e dono da casa, e, como i:
da deste met-com o fllho maia veloo, que teria
cerca de 10 apnos a ajuotar na nutra hargetn do
rio o-iljoi para carrear.
No acto, porm, de junai-los e di posta-los
no. lugirescoiiipeientes, foi-lhenece5g*tcdar al-
gumas patalas n w bois com a guilhala, acer-
tando fatalmente una pancada bo crano do filho,
este :uccunil)o iiinaediatanieole. Ao( gritos an
gustiojos do pibre pai, acode a Intelia mal, qne,
deixamlo margem do rio a creanga qife amamen-
lava, junio com outro lliho, tambem di tenrra ila-
Por decreto n. 4,944 de 26 de marco do corren-
te anno foi concedida antorisaco ao instituto do*
cirurgioes dentistas, estabelecido nesta corte, para
exercersuas funeces e foram approvados os res
pectivos estatutos."
Pelo patacho Conceicao tivemos folhas do Bio-
Grande at 8 do crreme,
Fora solemnemente inaugurado no dia iI a, pn-
meira secoo do caes da allandega dessa eidade.
Fallecer a 3 o capillo de fragata Antonio Ama
dos Santos, commacaite do vapor de guerra Ja-
guarno e encarregado da pralicagem da barra.
Era geralmente eslimado pelo s"U carcter e
cousideraoo peios muitos e bons servicios quepres
tara.
A eommissao da prar-a do commercio nomear
de seu seio nma commisso para aeompanhar o
enterro do volho marinheiro. Os navios nacio-
naes e estrangeiros surtos no p >rto conservu-
ram em signal de sentiniento suas bandeiras a
mei opio.
Noticiando o faeemente di eapitao de fragata
lves dos Santos diz o Commercial :
cr A marinha imperial traja vestes do luto, ven-
do dnsapparecer do seu seio nm dos nrals destinc-
tos de seus ofliciaes. Idoso de 61 anno?, e f?ndo
servido ao paiz 3a, a vida desse illusire marinhe-
ro um poema soberbo d-sse labutir penoso e
llicil do homem de mar, affeito a irabalnos e lie-
roismos que nunca transpiran alm das bordas
de dm navio, e que elle guara egosta e modesto
como se a gloria fosse urna ignominia I
Milito joven pisou o convez do mercante, at
que em 1836, por occasiao da falta de oficiaes de
que -entia-se a marinha d guerra, durante a re
volueao desta provincia, apresenton-se ao almiran-
te Greenfell, e foi nomeado no posto de 2* len-
te, commandante da canhoneira ParArir.com a qual
reunindo-se fiotilha do Rio Grande, pre>tiu en-
tlo eminentes servico?, dando pravas ino:]iiivocas
do mais lid algo valor.
i Desde eatao at.hoje, ora no comm^ndo de
navios do estado, ora em difTerentes commissSes e
finalmente no encargo de administrador da prali-
cagem da barra, soube sempre, a par da maior
desnccao e telo, fazer-se amar de seus subordi-
nados e gsangear a coufianca e respeit.o de seus
superiores. Sentimos nao nos ser pnssivel ajoi
transcrever a f de offlcio bnlhanto dess3 offlcial,
para que a posteridade conhecesse que as caas
3ne cobriam aquella cabera guardavam o segre-
o de muito meri to, val: r e tmnestidade. E a so-
ciedade perde tambera um notavel membro, yen-
do flndar-se um pai extremoso, um cidadao irre-
preliensivel e prestimos.
Fallecer tambem o negociante por nguez Ber-
nardo Jos Pereira.
Havia no Rio Grande datas de Porto Alegre at
4 do corrente, as noticias nao teem internare para
os nossos leitores.
O Joma/ do Commercio de Pelotas de 4 diz o se-
grate :
t Nao raras vezes apresentara-se aos olhps do
nomem factos lao revoltantos 'que o obrigam a
descer de tudo quanto de religioso e humano po-
de existir. Nesta poca ce civilisacao o progres-
so, quando todas as ialelligencias occupan>se em
aperfeicoar as geriC.oes com doutrinas de urna saa
moral e de costumes de urna verladeira piritoso-
pbia, e as tendencias do seclo sao todas regenera-
doras e sublimes, ainda npnareeem acontecimentos
que revelam urna Inqnalinerrel malvadez e urna
perversuade sem limites 0 de que vamos tratar
ura desses.
O Sr. Domingos Gon:alve> Marlirjs Ce Oliveira,
negociante de Porto Alegre, affectado de grave en-
fermidade, procurando nos ares lim e salutares
do campo um lenitivo a seus solTrimentos, dirigi-
se villa da Vacara naesperanei de restabeleier
sua sade. Ahi esteve; porm aggravaram-se
seu3 padecmentos, e ao sentir approxmar-se a
morte desejou os confortes da religiaore:ebeu o
sagrado viatico.
Ne:se solemne momento, de desespero e dr.
quando o infeliz sentia desprender-se da vida, o
padre que Ihe mraistrava o Sacramento da Eucha-
ristia, o vigario da Vacearia. Barnib Correia da
Cmara, exigi urna consslo derradeira, ao que
elle nao pode ou nao quiz acceder. O padre que
eniao ahi fazia as vezes de enviado Jo Senhor, era
vez de consolar o moribundo cora palavras de re-
sigoacao e bemditas, afim de preparar aquella al-
ma para comparecer no tribunal d s justos, es-
quocendo os deveres da missao que Ihe est cofia-
da, e abusando de todos o* preceit js lithurgicos,
lanca sua tremenda excommunhao sobre o enfer-
mo prestes a exhalar o ultimo suspiro. E ainda
nao so isso. Heras depois, o Sr. Domigos per-
tencia eternidade, e sobre seu corpo inanimado
pesava a excommunhao do Rvd. padre.Por essa
razio, acuelle cadver nao podia ser enterrado em
sagrado. Teria de ser Janeado ao campo para
servir de pasto aos corvos. Para evitar isso, po-
r.n, o Sr. padre praticou ama accao. que na sua
idea d?ve ter tdo a? honras de generosa ; suspen
deu a pena de excommunlio com que tinba ful-
minado aqnelle bom christao.
Mas de que raaneira. men Deas,proceden o
padre para ue?truir os ejfellos da excommunhao ?
Oh I sacrilegio I malvad j e \rgonia !...
t Poi-sa ao cadver di Domidgos Goncalve- M.-.r-
tin> de Oliveira. e com um cannivete ou 6onsa se-
mefhanle, cortoo do Cj po pequeos pedacos, re-
t..lii iu-o era alguns !u;ares e depois ag^utou-o
com varas de inarmellu !...
Este fatal acontecimento, virgfm nos annaes
do crime e digno de severa puuicao, chegou ao
coiiheciineuto do rice c raitl portuguez na capi-
lal, Sr. Francisco Jo- B-ilo, que represeatou ao
gobernador do bispadj contra o aulor de tal ini-
quidad", e pretende persgni-lo al que solTra
nma pena seoo igual ao 'olicto, ao menos exera-
plar..
Da villa ije Pir.'.tioy ocrevera a nma folha
Grand :
No dia 19 dq,passado, ao ascurecer, appare-
Ceu ir do lado do sul em
..ridade as?usdora,
equai norisont, em di-
forte dctoflaeo que
is que presencearara
,,: ij ustadissimas. Na
gas, coosidera-se
a ap presagio da peste,
guerra ou miseria. Desrmales us livre Den?.
Segu depots de amannaa cora ns guardas-raa-
rinha em viagem de instruccao al Montevideo, a
cerveta Nitherohy, sob o commado do Sr. eapi-
tao de mar e guerra Artbar Silveira da Molta.
anda aKo tiha galfae o nafro ladod rio, qnan-
ilo ouvindo grito, "ma Para traz e yjqoe o me
nlnn que havia deixado na companhiada cranla,
leudo-1 seguido pela mesm; pinguella, perder o
equilibrio e cahira ao rio.
Cjrreadu^r.cida a acudir.. ai^Ue novo o
terrivel golpe, e apezar dos esforcog que pode
suggerir o amor maternal em semalhanles silua-
c.5es, s conseguio tirar do fundo d'sgua um ca-
dver, i
c Ainda nao para aqu tanta infelicidade I O*
dona consones narretam' ter chegado ao cumule
do di sespero, na presi oca daquelle espectculo
pungente, quo Ihes offre.-.ian aos olhos es cada-
veres de dous fllhos queridos ; carreglo-nos, e
transpdem a pingnella com'tto preciaos fardos...
Mas....oh! horroroso! ol! rriedonhoe tenebroso
espectculo!... Na outra margera s6 encontrara'
fragmetuns do ultimo filho, do innocente que a
desgranada mai amamentava, a quem os porcos
aeftbavam de devorar !...
c Imapine o leitor, agora, a agona daqnelle pai
e daquslla mai em lao singular e horrivel tran-
se !....
Aquelle nao hesilnu nm momento ; corre
casa, pega do orna espingarda, appica-a ao onvi-
do e dispara, fazendo sabir a vida por um rombo
que Ihe fizera no crneo a arma nortifera I
Ao estampido do tiro corre apella desgrana-
da esposa allucinada e lao horrivjl era a sua dor
moral que eahio exhansia e semsenlidos junto ao
cadver do infeliz marido... .
Ao nutro dia, via-se ama loica vagando toa
peias margeos do rio, procurano cora aneeio, no-
vas do esposo c ios lllhos de suas entranhas.
t D-quella desditosa familia s restara aquella
louca !
Altos jnlzesde Deus !
I. se no rnesmo jordal :
Para os lados de Mutuo, em consecuencia
de haver o fugo penetrado imprevistamente em
urna roca, morreram queirtados tres ftomens ;
um carro e 4 ou 5 Juntas e bois foram tambera
devoradas pelo fogo.
Foram inuteis iodos os esforcos para salvar os
tres desgranados. Quando cessoa o fogo foi en-
contrado lulo disforme e OSr. Fr.-.ncisco Xavier Antnnes._ da freguezia
da Guaraliba, conceden, por occasiao de seu ani-
versario natalicio, cartas le liberdade a seus es-
ctatos Eluda, de 16 annm de idade, Eliseu de 5
annos e Amelia de 14 m.*zes.
- 3
Por cartas imperiaesde 20 do corrente mez
foram nituralisados os subditos portuguezes Ro-
zendo Antonio, de Souzz e Antonio Vieira do An-
drde, e o cidadao argentino Severino Ruy Dias.
' Por portada *. il do correte foi nomeado
o Io cinn-gio refrmalo do corpo de saude do
exercito, Di. Augusto Victirino Alvea do Sacra-
meiiti BKra, para o lagar1 m meli",) da compa-
nhia de operarios mi Bares do arsenal de guerra
da corte.
Pelo paquete inglez Lu Plata, entrado hontem
do Rio da Prata, recebemos folhas de Buenos Ay-
res e Monevjdo ar 17 do corrente.
" Na provincia de Entre-Rios. segundo telegnm-
mas offlciaes rebebidos em Buenos-Ayres, pelejon-
so fin lmente una batalha entro as forcas nacio-
naes e as de Lpez Jornan. o dia 23 desetera-
bro em Sinta Rosa o caadilho formou em Hnlia
de 8 a 9,000 noraeis e offereeen batalha ao gene-
ral Wivas. Travou-se o combate que tjLJongo,
perlado e sanguinolento, terminando dizern os re-
ferido- tel>rammas, por perder Lpez Jordn
loda a sua tnfautana e artilharia, escapndo a
destroi;i,1a .ivall,r,a. 609 ho-r-ens, apezar de per
seguida por espaco do quatro leguas por aehar-se
muito bom montada. O general Rivas conti-
nua a perseguir o inimigo na direcelo de Cala,
emquanto o general Gelly inarchava sobre Ga-
legur.y r.li-n de cortar por ali a passagetn aos
fugitivos.
En Bucnrs Ayrce sanJou-se esta victima como
devendo por termo guerra ; a este respeito, po-
rm, prudente aguardar ainda o correr dos
aco'itecim?ntos tanto mais que, ou era falso quan-
to anteriormente se dizia, ou os algansraos das
forcas foram muito exagerados.
No Bstao Oriental mantinham se no mesmo
p as cousas. Eraqnanto Ciraballo e Suarez ao
norte do Bio Negro refaziara o sen ejercito, que
se dizia contar J 4,000 homens, e se. proviam de
cavaihada, os blancos de Medina e Apparicio per-
corrara livremente os departamentos do snl.
Tendo desapparecido de diante da capital sup-
prmha-se que andavain pelas immediaces de
Sania Lucia e S. Jos por achar-se ali corlada a
liulia lelegraphica, eespalhavam se vozes' de que
elles nlo tardariam a vir outra vez invesh'r Mon-
tevideo.
Alguns espirites moderados prmcipiavam a ape-
tecer a paz, tendo por aeccitaveis as bases a que
ltimamente nos referimos, mas esta prolongada
guerra tinha exaltado de modo tal o odio e rancor
eutre os dous partidos, que pareca desesperada
quaiquer tentativa de reconcilia-los.
Regeitada pelo corpo legisiativo a proposta para
ems>ao de biiheles do thesouro, o ministro da fa-
zenda, julgando-se desairado, deu a sua demissao.
Aiuda o presidente Balite Ih'a nlo acceitara,
nem se sabia quem fosse o successor, fallavase
porm em propostas de varios capitalistas para
um emprestimo interno com condiccoes oneros-
simas, mas que o poverno no aperto era que se
via, uao teria remedio senlo aceitar dndose
anda por feliz em achareste recurso.
O vapor de guerra Coquinho escapou de ser
aprisionado peios illancos no raesmo porto de Mon-
tevideo. Achava se fubdeado junto delle um pa-
'habote que simulava carregar farinha para As-
snrapclo. Tarnando-se suspeito esta navio, foi re-
vistado pela autoridade que effectivamente ali en-
controu nove homens, que nlo pertenciara tripo-
laclo, e occnltos entre a carga urna iporcao de
machados de abordagem, espingardas, pistola,
plvora bala. Prests estes homens, confessou
um delles que estavam ali para se apolerarem do
Coquinho na noite seguinte. Os donos da embar-
caco de-apareceram.
Noticia o Telegrapho Martimo de 16 do cor-
rrate :
a O presidente dos Estados-Unidos nomeon nma
eommissao junio ao governo argentino afim de re-
colher dados os mais minuciosos acerca do com-
mercio de impnrtacao e exportacao entre aquella
repblica e a do norte, e formar um quadro es-
tatisfico do commercio da naci argentino cora os
demais paizes, deSde 1869 al o presente.
Segundo estamos informados, o governo dos
Estados-Unidos pn'tende subvencionar orna linha
de vapores entre aquella e esta repblica, afim de
esmular o coramorcio etitre as duas nacoes.
------"
fez parte e foi oroamanto recompositor, S.
Exc. deve ter presente ao espirito as normas
por que se regeu no prazo que oceupou o
cargo de ministro da agricultura, e por e las
se deve guiar na missao de que o incumbi
o governo imperial.
lima poltica, urna grande* potict que
convro seguir administrado da Pernam-
buco h que tem por base s> de$envolvi
ment das forcas productora! da provincia
pelo derramamento de todas as facilidades
agricultura, e bem assim o franco im-
pulso ao andamento das obras de que ca-
rece a mesma provincia.
N'essi terreno S. Exc. pode prestar im-
portantes e valiosissimos servicos aos seus
adrninMrades, ciraent>ndo as bases do en-
grandecimento que o futuro reserva h Per-
nmbuco, quer pela sua poslo ^eo^ra-
pbjea, quer pela uberdade do seu slo e
activihade de seus habitantes.
S. ExC. deu incontestaveis provas do seu
amor aos meltioramentos matenaes, no
curto espaco de tempo qne foi ministro.
Nao deve ainda estar fatigado : convm pois
qne continu em Prnambuco o que 15o bn
Ihantemente encetou no Cear e desenvol-
veu na tfrte,
Em Prnambuco, se ha alguma difficnl-
dade vencer na realsac3o do que charna-
mos urna grande poltica, consiste, ella na
escolha dos homens de qne se deve cercar
a administracao para levar effeito esse
pensamento ; consiste ella igualmente em
saber approveitar as forjas uteis e as dedi-
caces sinceras, sem quebra dos principios
reguladores da Justina, da ordem e da li-
berdade.
0 Sr. conselheiro Diogo Velho ba de ter
o criterio preciso e o tino tacto que d3o a
esperiencia e o estudo dos homens e das
cousas para separar o joio do trigo e a ha
da m sement, e assim poder seraear con
venienteroente e fazer abuedante collieita em
beneficio dos celeiros da provincia.
Pernambuco, repetimo-lo, nao estranha
S. Esc, que aqui tem estado diversa
vezes, e cuja familia tem aqui a sua sede.
Assim, pois, homens e ousas de Pernam-
buco devera ter merecido' estudo e reflex3o
da parte de S. Exc, que observador at-
iento e espirito cultivado.
Temos sempre lamentado, desde muitos
annos, o pessimo systema adoptado pelo
governo central de enviar para Pernambuco
presidentes tirados do seio da assmbla ge-
ral, e que aqui vera apenas demorar-se o
tempo do intervallo de duas sesses legis-
lativas. Esta pratica nimiamente nociva aos
mltiplos interesses provinciaes, e sbem
de ponto os prejuizos que ella causa, quando
s5o os presidentes inteiramente alheios
Pernambuco.
N'este caso felizmente nao est S. Exc.
o Sr. Diogo Velho, que conhece a provincia.
Resta que S. Exc. nio siga os mesm-s pas-
sos de seos Ilustres antecessores, que, em-
bora dominados dos raelraores desejos, ao
tomarem posse das redeas da administracao
da provincia, ou por que desanimassem ou
por que cancassera, apenas aqui se demora-
rara o intervallo de tempo de duas ses oes
legislativas consecutivas.
Em to curto espaco defleilimo, se nao
impossivel, levar a effeito medidas de alcan-
ce, que tenhara por fim o bem da provin-
cia ; ludo se faz s pressas e sem o indis-
pensavel estudo ; e d'abi vem ter-se frito
moita cousa m, muita cousa prejudicial
aos interesses provinciaes.
Em todo caso j urna vantagem ter
como administrador quem conhece a pro
vincia que vai dirigir, e o que mais , quem
possue ura carcter honesto, um espirito
Ilustrado e justiceiro, e um notavel tino ad-
ministractivo.
Com taes predicados S. Exc, ha de pro-
mover, estamos certos disto, todo o bem
que puder esta provincia, e nos nos fe i-
citaraos pela escolha de S. Exc para pre-
sidente de Pernambuco; offerecendo-lhe um
apoio franco e sincero em tudo que estiver
a nosso alcance.
acha-se preso na eada da villa do
do Amparo
f oficias Chegou hontem pela manhaa o vapor inglez La
Plata, trazendo datas do Rio de Janeiro 23 e da
Bahia 28-do corrente.
Sob as rubricas Exterior e Interior encontrarlo
os leitores por extenso as noticias mais importan-
tes, alm das quaes apenas nos jornaes recebidos
leaos as que seguera.
s. PAULO.
Alcancam a 20 do corrente as ultimas datas :
Fallecen a 11 bario de Jundiahy, acere* do
qual diz a Gazeta de Campias :
No dia 11, s 9 horas da manhaa, fallecen nes-
ta eidade o Sr. bario de Jundiahy. Honrado, leal
e franco, era a iraagem deste typo nobre e tradi-
cional que resume a apologa do carcter paulista.
Conservador convencido, prestou reaes servicos
ao partido em que militou e elevou-se a urna po-
sicio saliente entre os seus correligionarios, sem
que eomtdo o desvario da paixlo, a cegueira do
rancor o houvesse impellido a esse abysmo, aonde
qoasi sempre vio ter os homens que encaram e
poltica como urna luta odienta e desesperada, em
3ue nem se quer licito poupar a individualidade
o adversario. Trabalhou muio, mas nao divor-
cou a poltica da dignidade, da bonr e da pro-
bidade. Partidista, foi sempre o homem de bem.
Dahi nasceu a justa estima que sinceramente Ihe
tribntavam os adversarios, como urna homenagem
devida elevaclo dos seus senlimentos. Exerceu
grande e legitima influencia em Jundiahy, que
era a localidade de sua rt-stdeneia. E alli, como
em toda parte, sua ioflaencia foi sempre benfica
e fecunda era bons servicos. Pudessem todos imi
ta-lo e a poltica deixaria de ser o cjmpo em que
se debatem, sem tregua, os odios e as paixoes.
O Ilustre finado contava 81 annos de idade. e
deixou 61 descendentes. Exerceu com Nreza
diversos cargos pob'icos a de elaicio popular.
Foi deputado pnraeira legislatura da assembla
provincial, lugar que depms continuou a oceupar
por rauitas vezes, teodo sido em urna legislatura
collocado na presidencia da mesma assembla.
Foi coronel commandante superior da guarda na-
cional, teve a commenda da Rosa, e recentemento
o titulo de bario de Jundiahy. Constamos que o
finado deixou livres diversos de seus escravos O
cadver foi conduzio no mesmo dia para Jan-
diahy, onde devia ser dado aterra. Renlendo
justa homenagera memoria de tio ilustro finado
damos os pezames ua respeitavel familia.
Trabara sido encerradas no dia 15 as aulas
maiores da academia.
Comecra a pnbiicar-se na capital ora peri-
dico tiiterario, noticioso, scientico e commercial
intitulado Futura.
as obras da va ferr de Jundiahy, a Cam-
P*as dera-s o desabamento de um corte de trra,
de qne resollara a morte de tres trabajadores.
O Diario de S. Paulo transcreve do Areense
o seniate :
Ura teto de verdadelro canibalismo foi prati-
cado era das da semana pasada no lugar deno-
minad VeWo. Candido Manoel da Silva, por mo-
tivos que Ignoramos, travou-se (le raz5es com An-
tonio Francisco da Silva, cujo resuludo foi Fran-
cisco Bear morte, em eonsequeocia das facadas
que recebera, tornando- adrairavel o cyolsra
do agresor pelo faeto de, depois de perpetrado o
crime, dlrifir-se a pss*a de Rosa, mulher do as-
wssinado, e pedir-lhe nma cbirara de cb, a col i
[H--------
Oreo
Barrero. i
A' mesma folha escre!?em _
a Fomos testemunha de urna scona de vandalis-
mo, a ponto da penna querer fugir de eserevee :
nosso coraclo conlrange.se pela nica lembranea
de to brbaro acto. O^aso o seguinle : Ray-
mundo Pires, qoniecido na paella eidade por um
homem que vivia smente nM corroda do Inpa-
nar.farto j desta vida ce bruto; quiz mais dar nm
novo espectculo a sociedad; tornando-se outrici
daa tarde de lo do corrente. Ignora-se o que o
levou a commetter to horroroso attentado, mas
pelas palavrasmorra que eu quero citer t (!)
que elle diriga pobre mai, anime pelas
facadas, eolHge-se que esse brbaro filho a ma-
tou nicamente para nio ter quem o reprehen-
desse em seos oVboebes. >
O bario de Jondahy, eufa fallecimento no-
ticiamos ha dias, deixo ivres 9 escravos. No dia
du ealerrodi harao sua viuva libertou mais um
pardo de nme Joo.
No Salto, ao norte da provincia, cahira a S
do correte chuva de pedra qne duron meia hora,
t Porcos, galinhas, e outras criacSes, dizem
noticias da locaiidade, licarara eslendidos pelos
luintaes, chegaodo.at a, ferirem-so algumas pes-
soas pelas pedras d forma oval que, ao passo
que iam sendo apanhadas, eram depositadas em
balanca, pesando cada urna para mais de quarta.
No da 6 a gente do campo que rebanhava as
cri.icoes enontron grande quantidade de passaros
e cobras moras em consequencia de tio horrivel
phen imeno para o povo daquelle lado, qu diz ser
primeiro lao forte que presenciara. E'in-alcola-
vel o prejuizo soffrido, pelos fazendeiros, os cafe-
saes fiearara era estado lastimavel.
nio du ja remo.
Lemos no Jornal do Commercio :
Houve bontem, no Prado Fluminense, corri-
das de cavallos organisados por alguns andadores
do sport. O Rosto para este genero de diverti-
mento vai cada vez mais se desenvolvendo entre
nos, e hontem cora o magnifico lempo qne fez, o
prado apresentava nm helio aspecto. As arebiban-
cadas estavam cheias de sentiora e h >mens, e
grande numero de cavalheiros e carros agrupa-
vara-se a um lado ou cruzavam-se em todas as
direccoes.
Ao meio-da foi annnnciada a chegada de SS.
MM. Imperiaes por urna banda de msica, tocan
do o hymno nacional. Logo que suas magestades
oceuparara a tribuna que Ihes reservad, cotne-
Qaram as corridas.
Na priraera vencen o General Moltke, caval-
io rosilho, do Rio da Prata, de 5'annos de idade,
montado pelo Sr. Dr. Costa Ferraz, e logo aps
chegaram o Voluntario e o Bellona.
Na segunda ganhon o Guiiherme 1, ruco qnei-
mado, do Ro da Prata, de 6 annos, montado pelo
Sr. Hvdtmann.
t Na terceira carreir, de carros romanos, a
trole, coube o primeiro premio ao carro encarna
do, puxado pelo Metralhador, cavallo preto do Rio
da Prata; de 6 annos de idide, guiado pelo Sr. Ju-
lio de Freitas.
t O imm;diato foi o carro amarelle, puxado pelo
Bowery-Boy, egua alazaa, do Rio de Jane.ro, de 9
annos.'
Na quarta houve empate, que W decidido de-
6lis la ultima corrida do programma, a favor do
iachuelo, cavallo castanho do Rio Grande, de 10
annos, montado pelo Sr. Alexandriuo Alencar ; se-
guirara-se o Neutral e o Aquidaban.
t Na quinta vencen o Baby. rosilho. de Minas,
le 7 annos, montado pelo Sr." Dr. A. Macedo, le-
guindo--se n Pegaso.
Na sexia corrida a trote, sem peso determina
do, ganhon o primeiro premio o Paran, cavallo
ruco do Paran, de 10 de anno, montado pelo Sr.
Julio de Freitas. Em segnida chegou o Gambetta.
Na stima vencen o Cinricho, chita, oriental,
de 9 annos, mntalo pelo Sr. Arthur, Soler, se-
guindo-se-l!ie o Monitor e Vagaroso.
Na oiiava, steeple-chase, toi vencedor Bis-
marek, gargantho, do Rio da Prata, de 10 armos,
montado pelo Sr. F. Jones. Logo aps chegaram
o Africano e o Taquara.
Os primaros premios em todas as corridas
constaran) de medalhas de onro e os segundos de
prata. Urna eommissao de senhoras era erKarre-
gada da distribiiico dos premios pelos vencedo-
res.
Em quanto duraram as corridas reinoq sem-
pre a melhor harmona e o prado apresentoa sem-
pre grande anima lo. >
Hontem (17) pelas horas da noute, no aposen-
to n. 12 do hotel dos Estrangeiros, onde apitava,
suicidon-se com um tiro de pistola Jorge i Mitre,
de 18 annos de idade, addido a legaco argintina,
nesta corte, bebendo para isso urna garra* de
vinho Xerez, que foi en jontrada vasta ao raesm)
aposento.
Deixou quatro oscriptos dirigidos ao general
Pannero e pessoas da sua familia em Buenqs-Ay-
res, nos quaes nao revela claramente as causas de
semelhante attentado. >
Eis as noticias commerciaes da ultima data :
t Effctuaram-se iransaccoes meaos que regu-
lares em cambio sobro Londres a 22 d. papel
baleario, 22 1/8, 22 i/i d, papel particular.
Negociaram-se il apolices geraes de Q 0/0 a
92 i/2 0/0 e 30 ditas a 93 0/0 a dioheiro, 50 ditas
a 93 0/0 a prazo, 60 acedes do Banco do Brasil a
170J000 a dinheiro, 100 ditas a 171000 para 31
do corrente, 300 ditas a 170000 para o raesmo
prazo, e 300 ditas a 167*000 para o fira de no-
vembro.
t Hontem (23) depois das horas da praca, ne-
gociaram-se 500 aeces do Banco do Brasil a
1704000 para o flm de dezerabro, 100 ditas a
1683000 para o fim de novembro e 309 ditas a
160500 para 15 de Janeiro.
Consta-nos tambera que so Qzeram hojeitrans-
aeQdes mais que regulares em apoliees geraes de
6 0/0 a 93 0/0.
Cambio.As transaccoes para o paquete in-
glez La Plata sommam
=
ALAGOAS.
Em Penedo linbam cabido abundantes
ehuvas, que muito animaram aos agriculto-
res.
A escuna dinamarqaeza Karen, car-
re saeta cjiri ilgd'lo, flO oaros, e 25 to-
neladas de madeira.
PERNAMBUCO.
JlflRIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 30 DE OUTCBRO DE 1870
O boto ndmlaUtrarior
Chegou bontem esta provincia, bordo
do paquete inglez La Plata, S. Exc. o Sr.
conselbe-.ro Diogo Velbo Gavalcante d'A'ibu-
qnerqoe, presidente nomeado para Perwra-
buco.
S. Exc, nfo desconhece as difficnldades
que se antolba i administracao de tina
provincia da ordem e da inportancia da que
foi confiada a sr.a vigilante direcc5o. Tendo
carsado as auhs da Facaldade de Direito
do Recife. tendo passado por assim dizer
SL?2i*JS5S?St5!fi i" "WfiSai
mai
bem saber qua*s slo n necessidades
palpitantes de Pernambuco.
Tendo. ha pooco'tempo, deixado a re-
deas da governaco do estado coojanctamen-
te com o gabinete de i 6 de jolho, de qne
Pfar com a vite aqnillo qne B^a^a fai^r o grao
suWdo a tu aepancio- ^uxar d faca c sa-
ciar-se tambem no sangue dessa inoffewsvi vic-
tima, foi para Candido urna quastao de momen-
to, e dens cadveres sacrificados as suas iras alli
flearam prostraos.
Sobre Londres cerca de Stf 535,000 a !2, 21
3/1 e it d. papel bancario, 2 18, 1/4, 3,8, 1,2,
1/8, i/i, 3/8 d. papel particular.
t Sobre Franca cerca de frs. 35,000 a 433 n.
por fr.
t Sobre Lisboa e Porto regulon o premio da
tabella segrate:
145 a 150 0/0 a vista.
144 a 149 0/0 a 30 d/v.
143 a 148 0/0 a 60 d/v.
141 a 147 0/0 a 90 d/v.
t Metaes.Os soberanos venderara-se desde
10*1)00 at 11*050, fechando hontem a 10B830 e
lOUOO. O ouro nacional foi negociado a SI. 21
3/4 e 22 0/0 de premio e as oncas da patria alcan-
caram 35*500 e 36*000.
Apolices.As geraes de 6 0/0 yenderam-se a
90, 1/4, 1/2, 92, 1/4, 1/2 e 93 0/0 fechando firmes
as duas ultimas cotacoes. As do emprestimo na-
cional de 1868 foram negociadas a 1:01 >*000,
1:012*000, 1:018*000 e a 1:020*000 a me fo-
cham firmes.
AcoresPara as vendas effectoadas regula-
ro os seguintes precos: banco do Brasil, abriram
a 168*. baixaram 'a 165*, snbram depois a
171*500, fechando hoje a 170* a dinheiro ; Banco
Bural e Hypothecario, 176*. 177* e 178*; Ban:o
Commercial do Rio de Janeiro, a 62*: Companhia
de lllaminacao gaz, 90* ; Corapanhia de seguro*
Garanta, 151* e 150* de premio era leilo e 7o*
de premio, venda particular; Uompanhia Uniao e
Industria, 180*.
Descontos.A laxa no Banco do Brasil conti-
nuon a 9 |. e na praca eslavo de 5 a 9 V
Sahiram para Pernambuco.: a 19 a barca
franceza Saint ves, e a 20 a barca franceza Saint
Mtchel.
BAHA.
O Exm. metropolita mandn celebrar
preces publicas, por tres das, para ptedir a
Deus a cessaco dos males que persrfgu^ci
a capital do mundo catholico.
Reinava, com intensidade, na p(ovna-
caa do Rio de Verraelbo, a varila
Para concertar o chronometto aribnu
ao porto da capital, no dia 4, a bar a in-
para
"leza William Turncr, quando ia
Siduey.
-r- Nesse raesmo dia entrou o transpone
de guerra Mursilio Dias.
Ocunb'O reulava sobre Undr
81 /i a 1 3s d.
SF.BGIPE.
Estn lo a thesouraria proviocil
nfflcoldadestnanceiras.em :o > da
diqjinuicSo das rendas, o negociante
oerto do Oliveira Freir, offereceu
dencia da provincia fazer nm emp
de" 100:0000 sera juros, e pagawl seganao
melhor couvier ditos cofres. A presiden
cia da provincia acceitou o offereciiqeniio
apenas da quaotia de 15:000)91000.
REVtSTA DIARIA.
MINISTERIO DA. AGRICULTURA.Sob o n.
4012 e data de 19 do corrente, foi expedido por
este ministerio o sesuinte decreto :
i Attendendo ao qu rae requereu a corapanhia
Pernambuco Sereet Railwa'j, estabelecida na eida-
de de NtrwYork e devidameote representada e de
conformidade com a mnha immediat resoluco
do 12 do corrente mei, tomada sobre o parecer d
seccao dos negocios do imperio do conselbo de
etado, exarado em c-insulta de 4 do mesmo mei,
hei por bem conceder-lhe a necessaria autorisacio
para funecionar na capital da provincia dePer-
nambuco, am de incumbirse da construec.io de
um sy>iemaae carris de ferro que ligue a eidade
do Recife cora seus suburbios, uos termos do con
trato celebrado com a presidencia da r'ferida pro-
vincia em 19 de mareo do presente anno ; fieando
sujeita a mencionada eorupanhia poslnras da
respectiva imimrtp.ilidsde e as Ws e regnlamen-
to brasilclros qaauto aos actos praticadqs no im-
perio.!
GUARDA NACIONALPelo min^lerio da jus-
tioa, em 21 do carente, foi declarado i presiden-
eia de Pernambuco, em resposta a oflicio_do sen
aniece-s ir de 23 de s?iembro ultimo, qoe nao ple
ter lugar, por ser um meio extraordinario de que
s se deve usar em circunstancias grave, a dis-
Densa, nos termos do arl. 61 da lei de 1U de se-
lembro de 1850, do tenente-coronel chele do esta-
de maior da guarda nacional do Limoeiro, Pron-
cisco Olegario de Vasconcelos Galvaa, que no
exercicio de commandante superior tem deconhe-
eido as orlens da presidencia; convin/o que esse
olRcial seja punido pelos raeios ordinal ios de que
trata a citada le.
INDIOS.Era 14 do cerrente foi expedida, pelo
ministerio da agricultura, a seguinle circular s
presidencias das provincias :
Illm. e Exm. SrSendo inconveniente ao
servico publico vfrem esta corle indgenas, dos
que exMem j alteado, sob o onico fundamento
de representaren ao governo imperial a bem
de sens direitos e interesses, o qne mais fcilmente
pdem fazer perant- o governo provincial, recom-
mendo V. Ex>\ que, animidades dos diveros
municipios, onde porventnra demorem aldeamen-
tos, ordene terminantemente qne nao permittam
que os spq habitantes, individual ou conectiva-
mente, emprehendim semeltiante j'^rnada sob
aqnelle nico fundamento, por isso qne, sendo
ella dispensavel aos proprios interesses do3 refe-
ridos indgenas, torna-se entretanto onerosa fa-
zenda publica, por occasionar Intil dispendio
com o regresso ao tarar do seu domicilio.
t E como a esses inliviluos deve o estado toda
a nroieccao possivel, convm que V. Exc. man-
dando exo^ntar esta ordem, tome conhecimento
1 is suas necessidades, que cumpre sem demora
prover, o Ihes rJraistre os auxilios qne estiverem
ao seu alcance.
Outrosim, no caso de serem iadi'pensaveis
medidas qne nao esibam as attribuicoes ou meos
a disposiciiode V. Exc. este ministerio, vista da
competente participaco, tomar as providencia*
que julear convenientes.
D'este modo, economisando-se nma despeza
superfina, como a das viagens dos indgenas a
esta capital, purnar-se-ha tambem aosmesraosum
intil iveommodo eperda de lempo.
Deus gnrde V. Exc.Jeronzmo Jos Tei-
xeira Jnior.
PRESIDENCIA DA PROVINCIA.S. Exc. o Sr.
conselheiro Diogo Velho Cavalcante de Albuqoer-
que assume boje a administracao da provincia,
prestando juramento perante a cmara munici-
pal, 1 hora da tarde.
S. Exc. ao desembarcar hontem, receben a<
continencias do 9* batalho de infamara, que es-
leva postado no caes 22 de novemDro, onde des-
een. A fortaleza do Brnm e n brigue barca lta-
marac deram urna salva quando a galeota Bas-
souilies em frente, conduziodo S. Exc. Maitos
amigos de S. Exc. foram busca-lo borde do La
Plata, e outros ?.?uardaram sua ehegsda ao pala-
cio presidencial para curaprimenta-lo e felicita-lo.
PASSAMENTO.Na capital da Bihia den alma
ao Creador, victima de urna congeslao cerebral,
o Sr. Pelisberto Ignnaeio de Oliveira, Baro >lr
Cruangy, natural desta provincia, onde era nego-
ciante e deputado do Tribunal do Commercio. O
finado era ainda moco, e gosava ae sympathias.
A' seus dignos irmaos e cunhados nossos since-
ros psames.
DINHEIRO.O vapor inglez La Plata tronxe as
seguintes sommas :
London and Brasian Bank 65:000*000
Amorim Irmaos Ai;. 1,400
Manoel Francisco Marques 1,321
PRESIDENTES DE PROVINCIA. Cartas d
crte dizem que se acham noraeados presidentes:
da provincia do Rio de Janeiro, Dr. Theodoro Ha-
chado Freir Pereira da Silva ; e do Piauby, Dr.
Manoel do Reg Barros Souza Leao.
APOLICES. Anda essas cartas dizem que o
Banco do Brasil contraion com o thesouro nacio-
nal a compra de 20,000 apolices geraes de 6 0|o
ao p'eco de 91 0|0-
FACULDADE DE DIREITOFizeram hontem
acto os segnintes estudantes :
l" anno.
Francisco Pottier Rodrigues Lima, plensmen'.e.
Francisco Ferreir Novaos Jnior, idem.
Antonio Jos da Cmara, idem.
Candido Borge3 da Fonceca, idem.
2o anno.
Luiz Demetrio Das Simoes, simplesraente.
Mauoel Augusto da Fonceca e Silva, plenamente
Joao Francisco de Arruda Falcao Jnior, simples-
mente.
Joo Goncalves de Azevedo, idem.
Dous reprovados.
3" anno.
Francisco de Borja e Oliveira, plenamente.
Jos Baltbazar Ferreir Fac, idem.
4o anno.
Jos Maria da Rocha Carvalho, plenamente
Manoel Jeronymo Goncalves, idem.
Arcelino de Queiroz Lima, idem.
5o anno.
Affonso Jos de Mendonca Uchoa, plenamente.
Francisco Vieira Mooteiro, idem.
jacome Martins Baggi de Araujo idem.
PARA A EUROPACom 14 recebidos em nos-
so porto, levon o La Plata 7o passageiros para a
Europa.
RA DO CORONEL SUASSUNA. Moradores
desta ra nos pedom para lembrar ao Sr. Dr. jaiz
de orphiies a prornpt remocao de nma menor, da
casa de sua me (raulber de vida reprovaa), pa-
ra evitar que mais tarda seja augmentado o nu-
mero das infelizes eom mais essa.
FERIMENTO GRAVE. A's n horw da noite d
17 do corrente, no districlo de Iiapi?sama do ter-
mo de Iguarass, Joaquira Ferreir de Saol'Jmna.
conhecido por Joaquina Capenga, ferio gravemeate
com diversas facadas a Alberto BispoQnareania,
sendo preso era continente.
JURY DO RECIFE. Sob a presidencia do Sr.
Dr. Mi-noel da Silva Neiva, juu de reto da 21
vara da comarca do Recife, deve comejar i 1 de
n vembro prximo a 5' sesse jodiclaria do tor-
rente anno.
PROTESTO DE LETRAS.-O escrivao fes pro-
testos Jos Mariano, est de semanai; iENNu
na Duque de Caxias, aBtifa rna dasCHMW . 30
Io andar.
COMPANHIA PERNAMBUCANA-forjado
Exm. presidente da provincia fo. *n hi la do vapor Giqui M compaohu^ara o da
i d.! novembro p. f. a^ rai da Or*.
HOSPITAL PORTUGUEZ.-Kti de (amananeste
...lilieHMM o Sr. nwrdomo Mao^l Josa 6ne-
Maialhaes.
C r \ O DIA DE FINADOS.-Acaba de chafar s
/lita azul, a ra do canag I, * ftaoc*
...riimoiiio de cpelas, nwrtaar*, enea Manas
iroes, a precos rawaveis.
vifiATE NAVAL.-Lemoa en Jonai luercio ta cftrta, de 3 do cftrreota o uputm:
, Urna casa commercial dasta praca iuuoMi do
seu correspondente na eidade do RnK^Mt do
Snl o lelegramma qoe em segadda pibcatw. a
mesma casa, porm, nao repita laijlt <<#*
i O lelegramma i as-ira concebid : Porto
Alegre, 15 da outubro a deas ora da tarde
x

i Lipa*

+


_L
Diario
ce
\- ...
\
consta, por caria particular do commandante do
Cay, qoahouve naqoella corta nm combata na-
val entre urna fragata prussiana e ddas-cantonai-
ras raneezas. a
VIAGBSI DE WSTOQCO.~No di 35 do cor-
rete devia sahir do Rio de Janeiro a curvett Ni-
tkeroy, em vi.gem de nstrucJo ate iMonteviddeo,
cornos guardas raarinhas, sob o commando do la.-
pitao de mar e grraMrthof Silveira da Molla.
NORT AMERICAEste vapor devia sahir do
Rio de Janeiro para New-york e essallas, no dia
26 do crrente.
CIDADE DE GOYANNA.-Temos jornaes desta
cidade at 17 do crreme. Foi abi festejada cora
passeiata cora msica a nomeaco do Etm. Sr.
conselheiro Joo Alfredo Corre de Oliveira pira
ministro do imperio.
Leraos no Mercantil :
< O instituto historien de Goyanna deputou do
seu seto ama comralsso especial para ir na ca-
petla do Eaaenho Novo pcsquizar a sepultura de
Aodr Vidal de Negreiros, um dos hroes da res-
taurado de Pernambuco do dominio hollandez.
No dia 13 do eorrente, a coramisso para all
se dirigi, e achou com effiito urna sepultara in-
tacta, que conjectura ter sido a do di Andr Vi-
dal : mas que nao pode certificar 9erem os restos
mortaos ah encontrados pe.rtencentes esse hroe,
porque faluram certos vestigios, que podiara em
taes casos autheatiear a certeza.
Na sesso de 14 do correte leu o Sr. Dr.
Jos Joaquim Firmino urna importante momoria
sobre o principal iniciador da revoluto pernam-
bacana de 18*7.
< Essa memoria vera especialmente sobra urna
carta medila, e do maior valor histrico, escripia
polo Dr. A ir u da Cmara ao padre Joo Ribeiro
Pessoa de Mello Montenegro.
PIUCA DA BAHALomos no Jornal:
O Sr. Antouio Leonardo Pereira, corrector da
prac.i, acaba de orgaoisar um mappa deraonstrati
vo do mntinento do cambio da Babia sobre Inga-
lorra e Franca suas llictuajoes e Importancias do
Io de outubro de 1869 a 30 do setembro do anco
crreme, nteressante trabalho, do qual extrahimos
as sommas seguinies:
O total das operares foi de 43,851:1375619,
sendo :
3,203:000 sommando era 36,408:037^619,
lermo medio 21 1/8 d. por 1*000.
Fr. 16,620:000 imporundo em 7,443:100*,
termo raeJi a 447 84/100 por tranco.
t As laxas no periodo indicada regularan) de
de 18 a 2") d.
c A contar de 18S7 o termo medio dos cambios
de libras e francos foi :
Em 1866 a 1868-19 78/100 d-300 2/100 ris.
En 1868 a 486S-18 76/190 d-308 74/100 ris.
Era 1869 a 1870-21 1/8 d-47 84/100 ris.
LOTE M A. A que se acha venda a 167.' a
beneficio da nova igreja de N >ssa Senhora da Pe-
ana, a qnal corre amanha 31 o corrate.
PRESAS FRANCEZASDo Joma/ da Baha
extrahimos o seguate :
Hontem (19) amanheceu fondeada neste porto
a barca Wandertr, que sob a bandeira norte-alle-
ma, navegando de Liverpool para o Rosario cora
carregamento de carvao e outros gneros, foi no
no dia 2 do cnrrenlo aprisionado na lat. 23 12' S
e long. 40" 37' O pela canhoneira franceza Le Cu-
rirux, passando a ser guarnecida por pracas deste
vio, apems conservados da primitiva tripolago,
constante de 10 horneo, 4 raarinheiros.
t Este navio f)i levado, por temporal que apa-
nhou, a altura de Porto Seguro e Sinta Cruz, onde
recebeu seu bordo om pescador para o guiar a
este porto.
t Em data de hontem S. Bife, o Sr. Bario de S.
Lourenco dirigi ao Sr. J. B. Marianny, cnsul de
Franca, o segulute oGQcio, acorapanhado de urna
circular do governo imperial, sobre o fornecimento
de carvfu aoa navios belligerantes.
t Esta presidencia recebeu a coramunicago do
Sr. J. B. M irianny, cnsul de Franca, s-obre a arri-
brda a este porto da presa do navio allemao Wan-
derer pelo vapor Curieux da marraba do guerra da
Franca, o qual, capturado em alto mar e rebocado
por seu captor durante tres dias, no dia o do cor-
rente li-ixou do o ser, por se terem rompido as
amarras por oceasio do mo terapo que sottre-
veio ; segurado para este porto com pouca agua e
vveres, sem cartas e sem inslrumentos de nave-
gacao, a exepcao de urna bussola, que logo cora o
tmpora! se des.irranjou em consecuencia da elee-
trieidade accuraulada. A capturada recebeu or-
den de vir es vintrar-se com o captor na Bahia,
para onde viera este na manhaa de 7 do Crrente,
e aqui esperara at 13, e q'ie nao ebegando, o
captor seguir em sna procura para o sul at o
ponto de sai captura, reentrando no da 16 sem
nada saber, segurado o mesmo captor para o norte
no da 17, onde esperava reencontra-lo.
Accresceota o Sr. cnsul qae o commandante
rcrnamluco Domjjgo 30 de Oulubro de 1870.
Mara, branca, Pernambnc?, 6 annos, S. Jos ;
febre perniciosa.
Joal, Peinambnoo, 2 annos, S. J .s, confu-
sOes. .
Jovno Tertuliano Barbosa, branco, Pernambu-
co, 19 annos, solteiro, S. Jos ; febro pewkiosa.
Francisco Ribeiro de Brito, branco, Pernambu-
co, 84 anno9, viuvo, Boa-vista; gastro 'aterite
chronico.
da Silva aoH
D) Sr. desembargador Domingaes
va citm o. jouo iminieip bm">- KJBvrarir>."-Z2.
CHR0NIC1 JUDirURIA.
TRIBL.WL DA HI.L A< AO.
SESSO EM J DE OUTUBROJIRitJrO.
HBSIDKNCIA DO BXM. SR. CONSKLHBnj C. 8ANTUOO.
Secretario Dr. Virgilio CaDie.
A 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirana, Guerra procurador da corda,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa e Souza
Leo, abrio-se a sessao.
Passados os feilos, deram-9e os seguintes iulga-
aaentos :
do Curicnc loe dissera ao partir para o norte,
que levara suas indagad-oes at Pernambuco, re-
viodo em todo ca.o para so encontrar com o va-
por hraocez que deve aqu cnegar do Rio no dia
10 de Doverabro. Descreyendo o Sr. cnsul o pes-
sim > esta I > do navio capturado e os temporaes
por que paou sua tripolaijo, qae doveu sua en-
trada oeste porto a um pescador brasileiro que
tom ni a u bordo, declara qu com o dito barco
se verifica o caso de forra maior, que respeilam
as instruenjes.
Concibe o Sr. cnsul esperando que esta pre-
sidencia nao encjntrar inconveniente em esperar
aqui o navio apor:uenJido. sera meios alguns de
nav.-gar, a cbogada do apprehensor, cujas provi-
d mena sao indispensaveis, e que neste sentido o
Sr. cnsul, para precipitar a volta do Curieux, es-
crevera a s?u commandante urna carta pelo vapor
que a iba de seguir para Pernambuco.
< Esta presidencia de tudo inteirada declara ao
Sr. cnsul, que por sua propria disenpeao o vapor
de guerra Curiux parece ter feito deste porio a
bas- de suas operados para correr sobre os
navies de coramercio da naeao inimiga, o que njs
coocaria quasi como seu* auxiliares, fornecendo-
Ihe os precisos meios de hostilidade ; ao que ter-
minantemente oppe-se a circular inclusa por co-
pia, que esta presidencia acaba de receber do go-
verno imperial, qu assim diz :
O? navios belligerantes tomara) combnstive
nos portes do imperio nicamente para a continua-
c_o da viagera. E' prohibido o forneeiraento de
carvao aoa navis que percorrerem os maros vi-
siulios do Brasil para apresar erabarcacoes do
inraigo ou praticar qualqner ontro genero de hos-
tilidade*.
Ao navio que nma vez reeeber combustivel
era nossos portas, nao se permiltir novo forneci-
mento senao quando houver decorrido nm pra-
zo rasoavel que fa?a crer que o dito navio re-
gressou depois de concluida a sua viagem n'um
porto estrangeiro.
< De cnnformiaade perianto com estas ordeas
do governo imperial, muito erabaracada se dever
tenar a presidencia cora o regresso do Curieux,
se elle quizer fazer deste porto a base de suas
operacoes da, cruzeiro e de captor.
c Quando ao navio aprezado, estando no estado
em que o descreve o Sr. cnsul, e nao sendo pos
sivel lorci-lo a seguir de urompto viagem, de coo-
formidade com as ordens imperiaes, curapre que
o Sr. cnsul declare o tempe indiapeosavel p ira
os concertss e fornecimento de victualluee pro-
visoas mvaes ; e se lhe filiara o* meios de co
nliecer de taes necessidades, esta prosidencia o
poder auxiliar com. o pessoal Ae que di~p t o
porto, para que neuhuraa duvida li jue de que
foram cumpndas as nstruccoes. e guardad; a
neutralidad*, c mediando-a con os daveres de
ama nacSo amiga e de bamanidade.
t Renov ao Sr. coosut os meus protestos de
estima o consideradlo.
PASSAGEIR05. Viudos de Araca e Penedo
o vapor Jiquii :
M*no<.'l Ba'ttiazar Pereira 5iegus, J.aqaim Ans
tero Je Camino, Antonio Pedro de Mello, Jasti-
niano de Mello e Silva, Martiniano de Mello e Sil-
va, Mamel Vieira de Aodra.de, Jajinto Aprigio
C. e i filho menor.
RECURSO CRIME.
Recorrente, Jos Lopes Machado; recorrida, o
iuizo de dreito do Recife.Juizes os Srs. deaem-
bargador Domingues da Silva, Lourenco Santiag>,
Doria e Molla. Nao tomarara conheeimento.
AGGRAVO DE PET1QA0.
Aggravante, Joo Alves Mondes da Silva; aggra-
vado, o juizo.Juizes os Srs. desembargaJores Al-
meida Albuquerqoe, Gitirana: e Regueira Cos-
ta.Nao tomarara conheeimento.
APPBIiLECOKi CIVEIS.
Do juif municipal do Recife.Appellante, Hen-
rique Gqilherme Sleplie; appellado, Antonio Go-
mes da Silva.Confirmada a sentenQ.
Appellanle, a Santa Casa de Misericordia ; ap-
pellados, os herdeiros de JOs da Cumia Teixei-
ra.Coolrmaoa a sentenca.
Apilguante, Jos Cosario de Mello; appellalo?,
Dr. Ernesto dolpbo' Vasconcelloi Chave* e sua
raulher.Confirmada a sentenca.
Appellante, Jos Antonio Fernandes Fradqoe ;
appellado, Joaquim de Albuquerque Castro.Des-
presados es embargos.
Appellante, Guilherrae Augusto Rodrigues Set-
te; apollada, D. Mara Joaquina de Mello Cario-
ca.Confirmada a sentenca.
Do juizo municipal da Imperatriz. Appellant;,
Thoraaz de Aquino Camello; appellado, Manoel
Henrique Piraentel.Confirmada a sentenga.
Do juizo municipal de Quixeiramobim.Appel-
lante, Ernesto Brasil de Mattos; appellados, os
herdeiros de Miguel Alves de Mello.Desposados
os embargos.
Do juizo municipal de Gamaragibe.Appellante,
Francisco Gongalves Beiris; appellado, Jos Fran
cisco da Costa Wanderley.Des presados os em-
bargas.
Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Appel-
lante, Joae Vicente de Lima Freir; appellado, Ge
roncio Estanislao Alfonso.Reformada a senten-
ca.
Appellante, Joo Vicente de Lima Freir; appel-
lado, padre Antero Estanislao Ourique de Vascon-
cellos.Reformada a sentenca.
Do juizo municipal do Recife.Appellante, An-
tonio Henrique Rodrigues; appellado Luiz da
Silva Ferreira.Confirmada a sentenga.
Appellante, o curador geral; appellado, Joaquim
Baptsta administrador da mas*a de Amaro Gon-
calves dos Santos.Despresados os embargos
Do juizo municipal de lpojuca.Ap oellante, Jos
Lourenco da Silva; appellado, Joao Mauricio Car-
doso tteceberam os embargos.
Do juizo municipal do Bonito. Appellante,
Antonio Velho de Oliveira; appellado, Pedro de
Barros Cavalcante.Ao curador geral.
Do juizo municipal de Pattos.Appellantes, Luiz
Emiluno de Figueirdoe outros; appellado, Ma-
noel Alexandre de Araujo Guerra.Defpresados
os embargos.
Do juizo municipal de Nazareih.Appellante,
Joaquim Jos de Lima Freir; appellado, Chnsto-
vo da Rocha Wanderlev.Confirmada a senlen-
?ak .
Do juzo municipal do Recife. Amellante, o
coramendadar Antonio de Siquera Cavalcante ;
appellado, Antonio Carlos Pereira de Burgos.Re-
formada a sentenca.
HABEAS CORPUS.
Concedern! soltura a Caetano Gomes Cavalcan-
te e negaram a Miguel Conga.
DELIGENCIA CRIME.
Ao Sr. desem bargador promotor da justica:
Do jury da villa do Passo.Appeliantes, Manoel
Barbesa a Mara Delfina da Conceco ; appella
do, Antonio Barbosa do Nascimento e outros e a
justica
Do Ass. -Appellanle, Feliciana Maria da Trin-
dade; appellado, Joo Baptsta Caianna.
Do jury de Tacarat. Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Pedro Garra.
Do Recife. Appellante, o juizo; appellado,
Emilio Jos Pedro Mendes.
Appellante, Marianno Jos da Cruz; appella Jo,
o juizo.
DELIfiENCIA CrVEL.
Ao Dr. curador geral e ao Sr. desembargador
procurador da corda :
Do juzo de ausentes do Recife.Appellante, o
juizo; appellado, Custodio Antonio Soares.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
leitos:
ta Albuquirque e outro
Cunha e Albuquerque. Crime do jury de Porto
Calvo.Appellanle, o juizo ; appeliada, Francisca
Maria da Conceco.
Ao Sr. desembargador' Souza Leo:
Appellacao civel do juizo mnuicipal do Catle
do Hoclia.-.AppeJIaote, Joo Baptsta da Costa
Colho; appellades, Ama Ignavia* seus filaos e
neitos. Dj jai muieiMi do ionito.-Appellante,
Sesinando Sergio dos Santas; appellado, Vicente
Ferreira Padilha Calnmbv.
Do Sr. desembarga*" Regueira Costa ao Sr>
ieeerabargadar Souza Lelo: <
, Appellaces civeh.Appellante, Jacntho Lnl
PRAQA DO RECIFE
orjTowrDE 1870. *g 3 horas DAT.umr
-?*.
da Silva; appoilado, Francisco de
dea. AppeUaale, Joaquim de Aceredo Maia; ap-
peliada, Isabel Cordelro de Albuquerque Lins. Ap
pedante, Seraflm Ignacio Paes Brrelo; appeliada,
Anna Mara da Concaieae. O conflicto de jurisdi-
ga>entra os juizes de orphas dos termos aa Vic-
toria e do Bonito.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana :
Appellacoes cveis.Appellante, Francisco Rufi-
no de Souza : appellado, Ignacio Alves Barrei-
ro* Appellante, Jos Cardse de Almeida ; ap-
pellado, Severino Jos de Fanas.
bistribuicSes.
Ao Sr. desembargador Domiogue da Si va :
Revista civel do supremo tribunal Reeerreotes
Costa AFilhos; recorridos, Manoel Caetano Gomes
e outres. Do Juito municipal da Agaa-Prela.Ap-
pellantes, padre Joo David Madeira e outros; ap-
peliados, Pedro Miliciano da Silveira Lessa e ou
trosu
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Appellacao civel do juizo municipal do So-
bral.Appellantes, Jos Rodrigues Lima e sua
muiher; appellados, Casimiro d' Asis Brito e sua
raulher. Recurso crime do juzo de direilo da Pa-
rahyba.Recerrente, o juio; recorrido, Bento
alves Rodrigues Tupinamba.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
Recurso crime do juizo de direilo de S. Jos de
Miptb.Recrranle, o juio; recorrido, Vicente
Antonio Bezerra.
A' 1 hora levantou-se a sessao.
XL ijK*4"^ e ,l0 -' J a Paular
SSr S?" de i45ira iSSnfr . somaU
iwS) mBs elTtCIUad esta semana ...
arrflWTVe,n(1eQ-se o de Pernambuco a 9* a
**S de Macelo posto a bordo a 980O.
Wt-7Vei,deu"se mascavado bruto de
zidUO a arroba do americana.
rJ1rYs, seccos e salgados venderam-se a
*" " por kil.
itrfiS*"0 pUad0 da Io*a veadeu-se de 3* a
iw,iarroba.
e*ocb,O de Lisboa veadeu-se a 3*200
Salles Tna- ta'*>. de Lisboa.
Sahilopara Mimanguapo no vapor brasi
leirp Coruripe*
Manoel da Costa Lima, Valentlm Jos Corris,
R. Cordeiro Miranda, M. Lopes Angelo, M. Jos
Silveira, H. da Silva Sobrinho.
Sahido para Aracaji oo patacho Tres Ami-
#m;
M ra Daolnda Ribeiro Padilha e i filhos me
ores.
Sbados para a Earopa'no paqnete inglez La
Hato :
F. Vieira Mwteiro Prancis-o F. B. Parial . M
Jwge da Suva urna sohriaha, S. G S
Tioc^iBo, Leiz Blysh da Rha, F. Bet des j
D-unngue-, . Ceumacer, F. Jardn, Ant >i o Pi-
re* > ares, B Bncbaff, G. W. Ncoll.
CF..MIT :,uo PUBLICO.Ouitoario do li do
corr 'uu-:
Jeati 'J.ptista Andr Manden, br U ****, a..do, B.viia ; migeilite.
n.^f. e8Cf*'0i pardo, PeroW:.
Ba-vista j espasmo.
APPELLACOES CIVBIS-
Do juizo municipal do Recie.Appellante, Car
los II dnes ; appellados, padre Joaquim Jos de Fa
ra e outro.
Appallante, Jos de Souza Nuaes Braga; appel
lado, Francisco Gonealves Servino.
Appellante, a preta Maria; appellado, Amando
Francisco Mendes.
Do juizo municipal de AlagOas.Aopellante, Ro-
drigo Antonio Brasileiro Macei; appellado,' Ma-
cario da Costa Moraes.
Do juizo municipal de Campia. Appellante,
D. Ritta Candida Vianna; appellado, o coronel
Eufrazio de Arruda Cmara.
Do juzo municipal do Cabo. Appellante, o
juizo; appellado, Manoel da Motta Pidentel.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra:
Do juizo municipal do Recife.Appellantes, a
viuva e herdeiros do Dr. Jos Mamede Alves
Ferreira; appelladas, D. Maria Joaquina da Caoba
e outros. Appellante, Jo.- Jacome Tasso; appel-
iada, a irmandade de S. Pedro.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago:
Do juizo municipal do Aracaty. Appellante,
a cmara municipal; arpellado, Antonio de Mui-
r Silva. Do juizo municipal d'Alagoas.Apelante
Jos Joaquim Pitombo; appellados, Jos Mendes
Ferreira e oulro. Do juizo municipal do Cra
to.Appellante, Francisco Xavier dos Santos; ap-
pellados, Manoel Ferreira Callado e sua rau-
lher. Do juizo municipal de Pao d'Assucar.Ap-
pellanle, Jos Rodrigues Delgado de Aquino; ap-
pellado, Manoel Soares Pinto Filho. Do juizo mu-
nicipal de Aquirs.Appellante, Antonio Bernar-
do das Neves; appeliada, a cmara munici
pal. Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Ap-
pellante, Manoel Lui de Albuquerque Pessoa ;
appellado, J,ao Colho de Souza.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do jury do Aracaty. Appi-llante, o juizo ;
appellado, Podro escravi. Appellante, Ignacio Pe-
reira da Silva; a*jpellada, a justiga. Do jury de
Aqulr-.Appellanle, o juizo; appellado, Paulino
Ildefonso Jacome de Bezerra. Do jury do Ico.Ap
pellanie, o juizo; appollado, Vicente-Ferreira aa
Silva. D > jnry do Pillar.Appellante, Antonio Mi-
guel Pinto Ribeiro; appellado, Joaquim Mariano
de S'*uza Rolira. Cveis do juizo manicipal do Re-
cife. Appellanfe, Galdloo dos Santos aues de
Oliveira; appellado, Manoel de Azevedo Andra-
de. Appellantea, o coramendador Jos Pires Fer-
reira e ouiros; appellado, Jos Joaquim Pereira
de Miralonga.
Do Sr. desembargador Almeida Albnquerqne ao
ir. desembargador Motta:
AppellagSes civeis.Appellantes, Manoel Fer
reir Gomes de Manezes; appellado, Anastacio
Francisco Braga. Appellante, D. Francisca Tho
mazia da Conceco Cnnha; appeliada, a faz-ra
da. Appellant*. Manoel Jos da Graga; appellado,
Jos Gregorio Martins.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria:
Appellaglo civel do juizo municipal do Reci-
fe.Appellante, u Rvra. rbido do 01 rada; appel-
" lOft Jo da Cost Guiraares e ou-
Iro- 'V'; "'". cotuial u irtttfuez ; ppellada,
D. Man I a j lina de Oveira lampos Crime do
i'"7 d i ,i|a:it'. J.SoC na. du
(adft J loaqium da Veiga
Lyr.
Do s- l v nbirgadw Doria ao Sr. desembar-
Urva:
ii-npal J lt-i-T'.Apt.llant", Dr.
3 ' I .cla-
d', B i de Vasconcefios .\I peas de ium-
mona.
PUBL1CAC0ES A PEDIDO.
Ao Liberal. -
Poaco me importa os juizos do Liberal ao meu
respeito, e o empenho cora que me aggride e ca-
lumnia constan.enMnte; mas era por isto deixo
de ratificar urna inexactido cora que, era seu no-
ticiario de boje, me quiz molestar.
(Joan Jo fui exonerado da capitana do porto, nao
Aquel em alcance para com a fazend >, tempo de-
pois da rainh.a exonerago pretendeu-se cobrar de
mira a importancia da livros comprados para
aquella repartigo e mandados pagar por ordem
da presidencia.
Fj isto ama enovagao, porque nem antes, nem
depois do meu exarcicio de-secretario da capitana
do porto se fez tal exigeacia ao secretario, como o
prove cora documentos.
Eiso que ba sobre negocioas de Asylo nao dis-
cuto com o Liberal.
Recife, 29 de oulubro de 1870.
/. P. Barreta de Mello Reg
Itamb 28 de oulubro de 18 90.
Li boje no Liberal de lo do crrante o artigo
em que o bacbarel Jos Tavares la Cunha Mello
procurou molestar-rae, impulando-me urna cor-
respondencia, que contra elle appareceu no Dia-
rto de Pernambuco do 1* do corrate.
O bacbarel Jos Tavares sabe quem foi o autor
dessa correspondencia, e se me attrbae a pater-
nidale della porque tem summo prazer em does-
lar-me.
Conlinue o Sr. Tavares atrilhar o caminho que
vai trilhando. As minbas faces nunca atirar l-
vidas infamias. Cima rainna ca=(iencia vivo
em harmona.
Joaquim Guedes Crrela Gondim.
BACAtHAo.Uetalnou-se a 163 a barrica.
3. s-~Vendeu-se a 33200 a arroba.
bacinhas.dem a 51 a barriquinha.
rt! "Td8m de 3*200 c^ a arroba,
r. dem, de 20 2*90 bra.
botfas em de 5*300 a 9*oa0 a duzia de
JflwlIXHA DE mand">ca.-Vendeu-se de 7i000 a
8*oo o sacco.
Louca.Vendeu-se a iagleza ordin .ra de 340 a
<*> re. por cenlo de premio sobre a factura.
MANTEisA.a ingleza veadeu-se a liOoO a
ibra, e a frauceza 980 rs.
Massas.Venderara-se a 8 a caix.
p:^,'!5"IAC%-rMe,n a 2i200ogalo.
FAssAs.-idem a 93 a caixa.
Presuntos.-dem a 18 a arroba,
cada S'~0s flame,8"s veaderam-se a 2*i00
Sabao.-Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
aldocisiio. Vendeu-se o de Lisbta a 124000 e
o ao Kio-Grande do Sul de 7 a 83 a ($.
VutAflRB.o do Portugal vendeu-se a 1004 a
pipa.
Y,1*"08Os de Portugal venderara-se de 2203
a -b03eos de outros paize: de 193 a SU)3 por
pipa.
Velas.As de composiciio venderam-se a 560
rs. o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras ragulou de 8 a
10 por cento ao anno.
Fretes.ft) algodi, carregando aqui para Li-
verpool 1/2 d. 5 /o, e carregado era Macei a 5/8
Prime! ro.
LA VlfiNEHONNE DE SURERNN"?
cantado por MNe. Mariette.
Segundo
LE TEMP8 OES CERSVS.
executado por Mr. Raynand.
Terceiro.
Mon Rve.
desempenhado por Mlle. Cholberl.
Qaaru.
BONHOMME
canco cmica por Mr. Carn.
Quinto.
UN COUP DEVENT
cantado por Mlle Mariette.
Sexto.
ma era i
exibido por Mr. RaynauJ.
Stimo.
GALATHEE'.
cantado por Mlle. Cboiberl.
Oavo.
AH I MALHEUR.
canco cmica exibida pelo caricato Mr. Carn
Os inlervallos ser) preenchidos pela ba ida
marcial do 2 batalho de infamara.
Prego da entrada UOt'O.
vapor,
THEATRO
d. 5 /.
MOVIMENTC DO PORTO.
N. 359.-OS MARTYRES QUE LEIAM.UMA
PALAVRA AOS DISPKTIOS.-Soflreis martyrio,
e s os que sabera o que dyspepsia, podem cora-
prehender vossos soffrimeot s. Agora ha um re-
medio mo, immediato, absoluto, infaliivel, o
qual se .acha por as;ira dizer porta de vossas
casas. Esse remedio a salsaparrilha de Bristol.
Deveis conhece l. Quera ha, que nao tenha ouvi-
do fallar della i Usai-a, e vos rireis das indiges-
loes e de todos os seus concomitantes e conse-
quencias. N'ama semaaa alliviar o repleto de-
posito desse perlgoso ma'enal, que tanto vos
traz atormentado. A flactuleuca, a oppresso do
estomago, a falta de aclividade tanto do corpo co-
mo do espirito, as vigilias e as angustias durante
o dia, as dores de cabega, as nauseas, as odes-
erptiveis sensagoes qae acompanham a dyspep-
sia, e nao ha nenhuraa outra molestia, que nao
desappareca qual sombra passageira. Tirai-lba a
prova, experimental-a. Encontra-se de venda em
todas as princpaes boticas e taja; de drogas.
1 Nanits entrados no dia 28.
Aracaj e portes intermedios3 dias, vapor
brasileiro Gequi, de 223 toneladas, com-
na dante Jaaqaim G indi Jo de M icedo,
eqaipagem 2i, carga varios gneros;
Companhia Pernambucana.
JYar'oj entrados no dia 29.
Rio de Janeiro e Babia5 dias, vapor in -
glz La Plata, de 1757 tonel'das, com-
mandante A. Hae, equipogem 13 j, carga
varios seeros; Adam son ILwie < C.
Navios lahiios no mesmo da.
CearBarca ingleza Dunloe, capilao Bat-
ten; em lastro.
AracajPatacho brasilero Tres Amigos,
capito Domingos Vianna dos Sontos ;
era lastro.
Liverpool pelo o Riu Grande do Norte
Brigue inglez Willie. capilla Granea, ;
em lastro.
Sowthampton e portos in'oraudiosVapor
inglez La Piala, corarandante Hole; com
a mesma carga que troaxe dos portas do
Sal.
CCSBAJffHA PERNAMBCAUt
A7 DE
/aveyacd(f coHetra por
O vapor Mmdakn, oaa-
mandanm Julio, see/oiri para
o porto cima no da 4 de ao-
ve mbro ao meto di."..
Recebe carga at(- o dia 3,
encommeidas, passageiroa a
dinhelro a frea at as 10 horas do dia daia-
hida : no escriptoro do Forte do Matto? n. ft.
N. 366.-SALVO DA TUMBA. 0 caso raals
grave de noli me tangere (literalmente, nao me
toques.) Molestia terrivel e asquerosa do nariz, a
qual foi observada pelos mdicos, f )i curada com
salsaparrilha de Bristol. O Sr. H. N. Walker, ci-
dado eminente do estado de Nova York, foi um
martyr, durante quatro annos, desta espantosa en-
feriDidade. A molestia operou como ura caustico
sobra o orgo nasal, invadindo as facg5es rame
diatas e progrediado paulatinamente at ao cere-
bro. Todos os remedios conhecidos s serviam
para exasperar mais a molestia, al que o Sr. Wal-
ker prii''i.iou a t mar esteirresistivel auliseptco.
en ro de poneos mezes eslava extirpada i moles-
tia, curadas as chaga?, e sao o enfermo. Conside-
se a alegra e regosijo daquelle que poaco antes
penava sera esperanga a cura, assim como todas
effectuadas por esta maravilhosa composigo foi
permanente. Os peridicos teem publicado pelo
espago de trinta amaos consecutivos, annunci >s de
resultados, nao menos maravilhosos, alcangados
pelo mesmo poderoso agente. Nenhama molestia
exterior por mais terrivel e destruidora que ella
seja, pode resistir-lhe; pois Iimpa o sangne de to-
das as impurezas e elementos corruptos e irrltao-
tes. Vende-s em todas as principaes lojas de dro-
gas e boticas.
BECLARACOES.
O Illustrissimo Sr. conselneiro inspec-
tor da lliesouraria de fazenia dastt proia-
ca, em virlude de ordem da presidencia,
manda fazer publico que no dia 2 ae no-
vembro prximo vindoaro sduas hoias da
tarde perante a junta da mesma taesouraria
ir3o praga para serem arrematados por
quem mais der diversos medicamentos e
objectos qae pertencoram ao extracto corpo
de guarnico.. desta provincia, constante da
rela?3o que ser franquea la aos licitantes
na secretaria da dita ibesouraria. As pes-
soas a quem convier a sobrcdtta arremata-
Cao devero comparecer no dia e bora indi-
cados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Pernambuco,28 de oulubro de 1870.
Servind > de offlcial maior,
Manoel Josa Pinto.
COMMERCIO.
ALFANDEGA-
Kendiraeato de dia 1 a 28.
dem do dia 29. .
65i:999463
26:900*694
681:900*157
Xnvimenlo da alfaadesa.
Volumes entrados com fazend^s
cora gneros
Volumes sahidos com fazendas
eum gneros
84
451
Oz
911
7 413
$35
Descarregara hije 31 de outnbro.
Barca franceza-Joo Bflpis/ Lugar ingiezJ-^versos gneros
Baroa raneesaS. A*>*~.ideui.
Baaca inglezaZetmaidera.
Brigae portagae'.-Ma'np'ijo-idem
Barca iaglezaDr odm.ngkt carvao.
Patacho inglezSly Boots-farinha de trice
Brigue hollandeCoroeUo Gertrude -idem!
Nao se tendo effeciuada a arretuaucao do
imposto de aferico da pesos e medidas deste mu-
nicipio no dia 26 do correnta, a cmara de nevo
Convida aos pretendpnlet a compare vn-m em seu
pago em o dia 3 do novembro vindouro para se-
raelhante lia.
Seereiaria da cmara manicipal do Recife, 28
da aatobro.de 187 trntuamam .
LouruBCj-Batrra Carneiro da Cunha.
28 de
Despachos de exportaeo no dia
otitubro
No vapor inglez Gladiator, para Liverpool
carregaram : BalUr A Oiiveir 88 saccal S
6,175 kilos de algodo; Sauaders Brothers A H
650 accas com 36,30 kilos de ljodU Jame.'
Ryd,r& C. 31 caceas com 2,582 kilos de algod..;
Manoel hernandes da Cesta 103 saccas itnmVat
kilos de algodao
saccas com 8;659
RECEBE' OR \ DE RENDAS rNTERNAS
GEUES E PERNAMBUCO
93:478*731
5:890*565
Randimenio do da 1 a 38.
dem do dia 29
CONSOLIDO
Rendimento dem do dia 29. 0
9:378*296
phovwgET"
45 516*988
1:314*623
46 83l*U
Conselho du compras navaes
O conselho ne dia 5 de novembro prximo vin-
douro promevti vista de propostas r cebidas at
as 11 horas da manhaa, a compra dos seguintes
objectos do material da armada:
10 baldeadeiras de foln-i, 30 arrobas de er, 120
bracas de crrante de ferro de 112 polegada, 10
duzias de chicaras e pires de folha, 6 pegas de
cabo de linho de 1' qoalid.ade de 3 polegadas, 6
pecas de cabo de linho de Ia (uadade de 2 pole-
gadas, 6 pegas de cabo de linho de 1" qualidade
de 1 1|2 polegada, 800 folhas de eobre de 23 on-
Ss, 2 pegas de encerado. 30 cnchameis de quali-
de de 30 a 32 palmos de coraprimento, 60 bar-
ras de ferro ingiez proprio para grelhas, 20 funiz
de lolha sortidiK, 6 foles inglez?s de 8 ps de com-
primelo e 6 de largo, IdO UmpeOe^ para lumi-
nago, 48 livros impressos de soccorros de 50 a
150 folha-, 30 livros de 25 fnlhas de ,iapel pauta-
do, 2 oculos de alcance, 409 libras de pregadura
de zinco, 16 paos de gioipapo de 12 palmos de
comprimento, 10 duzias de pratos de folba, 400
folbas de papel lixa, 100 pes de ferro, 800 libras
de pregadura ie cobre, 8 duzias de tigelas de folha
dobrada, 1,200 libras do 30 branca de zinco, 6
vergonteas de pinho para mastros de escaleras de
25 ps de comprimento e grossura no meio 6 1|2
polegadas e 6 vergonteas de pinho para paos de
cutello de 35 ps de comprimento e grossura no
meio 7 polegadas.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
28 de outubro de 187a
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
toiu msm
ANANHlA
Seganda-fera 31 do correte
Espectculo em grande gala para solemnisar a
posso do Exm. Sr. conselheiro Diogo Velho Caval-
cante de Albuquerque, diguissimo presidente deta
provincia.
Logo que S. Exc. se dignar comparecer era seu
camarote, a orchestra locar urna linda syrapho-
nia.
Em seguida a Sra. condessa de Valmonca can-
tara
0 hymno nacional
fazenJo coro toda a companhia franceza.
Seguir-se-ha o espectculo
Dividido em tres partes.
PRIMEIRA PARTO.
Representarle ha a grande e frenticamente
applaudda opera phantastca em um acto, msi-
ca de Ad. Adam
LES
Pantins Violete
Personagens. Actores.
Alcofribas............ Mr. Raynaud.
Perrot............... Mlle. Brescia.
Violette............. Mme. Valmonca.
Polichlnelle........... Mr. Carn.
SEGUNDA PARTE.
Mlle. Mariette cantar a linda canconeta
LA VIGNERONNE DE SURESNES.
Mr. Raynaud deempenhar o bello romance
Mia era !
Mlle. Brescia exibir a lin'a arla italiana
POSSA LA MANO.
Mr. Carn, cantar a sua sempre e muito ap-
piaudida canga > cumiea
LA MANDOLINE A DODO
Em seguida Mine, de Val-manca, desempenhar
a carta da opera
LA PERIGHOLE.
TERCEIR.V PaRTE.
Representar se-ha a >empre e multo applaudllla
scena da d iclaracao no 2o acto da onera
LA GRANDE DCHESSE
Personagens Actores
La granee duchesse----- Mme Val-monea.
tna.................. Mr. Carn
Termina com cora a nova e linda quadrilha n-
tre madama Valmonca e Mr. Carn
Grana Canean
Os bilhetes acham-se a venda no escriptoro
thealro das 9 da manhaa em diante.
Principiar s 8 horas.
THEATEO
SANTO ANTONIO
Terqa-feira Io de novembro)
ha ver grande caf cantante,
horas do co turne.
Entrada 1$j00.
as
AVISOS MARTIMOS.
do
Companhia americana e hrasilei-
ra de paquetes vapor.
At o da 1 denoveoibrod esperado dos poslos
do snl o vapor americano North America, o qual
depois da demora do co-iume seguir para New-
York tocando no Para e S Tlwmaz.
Para fretes e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Porster & d, ra do Ccmmercio n. 8.
Prego das passagens.
Para o Para na pmneira classe....... 120I00O
-\a proa............................ 6M00O
COMPANHIA PERNAMtCAA-
M
Navegagdo costetrapor vapor
Parahyba, Natal, Maco, Mo;sor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapamat commandan-
te, Azevedo seguir para os por-
tes cima no dia 31 do crreme
as," horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encomraendas
passageiros e dmheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da saluda : escriptoro no Forte do
Maltes n. 12.______
Para o Porto
Sane irapreler velmtnle at o da 8 de norem-
bro o bem conheci lo bngu'; portnguez Tiiiwpao
para o resto e passageiros, trata-so com os consig-
natarios Thoraa de Aquino Foaseca na roa do
Vigario n. 19.
Parao Porto
pretende sahir com a possivel brevidade o brgne
portuguez Uniao : para carga e passageiros tra-
ta-se com os consignatarios Thnmaz de Aquino
Fonseca & C, na ra do Vigario n. 19.
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em pon-
eos dias o patacho nacional Calado, por ler a
maior parte do seu carregamento engajado, e pa-
ra o resto que lhe falta traa se eom o eoasigna-
tario Joaquim Jos Goagalves Beltro roa do
Commercio n. 17._______
Rio de Janeiro.
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Jsabel, tem parte do sen carrega-
raeno engajado : para o resto que lhe felta tra-
ta-sc com os consignatarios Antonio Lniz de Oli-
veira Azevedo & C, roa da Cruz n. 57. 1- andar.
Maranho.
Segu com brevidade para o puto cima o pa-
alcho nacional Jorro ilhur, para o resto do car-
ga que lhe falta trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oveira Azevedo A C, roa da
CfUl n. ".
rm
Pretende seguir para o referido porto em pon-
eos dias o palbabote Rosita, por ter a maior par-
te da carga, e para a pouca que lhe falta, trata se
cora o ciusignalario Joaquim Jos Gongalves Bel-
tro, a ra da Commercio n. 17.
Rio-Grande do Snl.
Segu com brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia : para o resto da carga que
lhe falta, tratase com os consignatarios Antonio
L. de O. Azevedo 4 C., ra da Cruz n. 57,
raeiro andar.
pn-
assit
Para o indicado porto vai seguir dentro de seis
dias o patacho portnguez D. Guilhermina, pelo
que recebe carga a frete comraodo, e quem no
mesmo quizer aproveitar em carregar, queira vir
tratar com o seu consignatario Joaquim Jos Gon-
galves Beltro ra do Coramerc n. 17.
LEILOES.
Paquetes a Vapor
Dos portos do sal esperado
at o dia 7 de novembro o vapor
Tocantins, commandante Jos Ma-
ra Ferreira Franco, o qual de-
pois da demora do costame se-
guir para os portes do norte.
Desde j recebera-se passageires e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deveii
ser embarcada no dia de sua chesaa, encoav-
mendas e dinheiroa freo at as 2 horas da urde
de sua sabida.
Nao se recebem corrn encommendas senao obi-
jectos de pequeo valor, e que n) excedan a 2
arrobas de peso ou oito palmos cbicos de medij-
g.-o. Tudo qae passar (lestes limites dever ser
embarcado como carga-
Previne-se aos Srs. passageiros que sua pas-
sagens s se recebem na agencia, ra da Cruz n|.
-'7, primeiro andar, escriptoro de Antonio Luiz
de Oli'.era Azevedo & C.
Iuspef do arsenal de
aajrhfcha.
Paz-se publico que aapinmisso de peritos
examinando na frma di niada no regulamento
annexo ao decreloTrrTSWie 5 de fev.-reiro de
185i, s/u^osjpaoWBlf aldeira(, apparelhes,
mastreafCea, vAmi,aMrpa, e aacoraa dos va-
pores to$sfreFirmatm da companhia Pernani-
bacana deflavegael easteifa-, achou todo* esses
objectos m estado de poderem as vapores aa-
fjspecco do arsenal de marraba de Parnambu-
eo 27 de Outubro de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
THEATRO
SANTO AMO.
HOJE
GAF CHTAUTE
Di* 5 ho a> ta tardo 8 7,
Grande divertimento ao pavilbo d Jtfdia des-
te tbeatro onde ser aaaaaniiiiluiiailiinnii can
f-Qpaetas e romaotaju.
COMPOTA BRASILEIP.il
DE
Paquetes a vapor.
Dos portes do norte esperado
at o da 8 ds novembro o vapo
Arinos, commandante o 1 l-
ente J. Candido Duarte, o qual
depois da demora do, costurad
seguir para o portes do sal..
Desde j recebem-ie passageiros e engaja-3e >
arga que o vapor posar aondnzir, a qual deveri
ler embarcada no diada saiachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su
atada.
Nao aa recebem como encomraendas senao ob
jectos de pequeo valor e que nao excedan a dna
arrobas de peso ou, 8 patrios cbicos de medcac
rudo que passar distes limites dever ser emba
ado como carga.
Previne-se aos senhoref passageiros que sua-
passagens s se recebem oa agencia, ra da Cru
n, 57 primeiro andar, escriptoro de Antonio Luii
de Oliveira Azevedo 4 C.
COMPANHIA PEaNAMBCANA
M
aTegaeSo eottteira por vaoor
Macei, escalas, Pinedo e Aracaj. ,
M|k/ O vapor Giftifd, commanlante
-/LM_.'*aced,). setrairi para o ptrtt; acii
HH ma no da i do corrate a- 5 horas
da lar ae.
Rocebe carga at o ju 3, encommendas, pass-
Seirose dlnaeiro a frea at i 2 dotas da tarce
o dia de sua sabida n> escri torio d> Forte i
Matto o. 11
rio de jAKaa i
.
Para o Rio de > i lo dw
a pataeh brasi i i >> i r > ?n carreta
meato proai|.i.
cousa. fcssimcom
tratar Cein o ? >
Goncalvo BelUo, roa lo Cmmereio u. 17.
DE
cerca de 600 saceos com milho e 500 ditas
com farelo, papa fechar coritas
Segnnda-feira
31 do corrente
O agente Pestaa far leilo por conta e riseo
de quera pertencer, e para fechar contas, de crea
de 600 saccq* cora milho e 500 ditos com farelo,
os quaes sero vendidos sem reserva, no dia ci-
ma, segunda-1e ;. 31 do corrente. s 11 horas da
manhaa, no trapiche Cunha, caei da Companhia
Pernambacana.
LEUAO
Segnnda-feira
31 do corrente
Henry Wilmer, tendo de desoecupar o sen ar-
mazem de fazendas site ra da Cru? n. 62, far
liilo por intervengo do agente Oliveira, com pre-
ferencia era um s lote, de todos os uteocilios
pertencentes ao mesmo armazem, coosstindo em
duas prateleiras de amare!!*, armarios, duas es-
tantes, mesas para fazendas, estivas alealruadas e
outros objectos indispensaves para estabelecimen-
los de tal ordem
as 12 horas em ponto
no lugar supramencionado.
de
duas casas terreas
e um terreno
aguas
punga.
uieas-
na Ca-
lillas.
por ordam do
ra das Crl
0 agente Martius far leilo
Illm. Sr. Dr. con-ul de Portugal, de duas casas
terreas meias-aguas de ns. i e 4, e um terreno do
lado do sul das mesmas casas com 25 palios de
largo, na ra das Cncalas; tanto as meias-aguas
como o terreno sao proprios, e todo pertencente
ao espolio de Manoel de Azevedo Santos.
Sextii-feira
4 de novembro
em seu escriptoro rna da Cadeia n. 9, s 11 ho-
ras do dia.
LEILO
dous excHllPDtes carros america-
nos, e de una ptima pare-
de caval os, sem limita-
de presos
a 3 d) uovembro
0 agente Oliveira (ara leilo por ordem t coato
Iha

/


;
1

/
Diado de Pernambuco Domingo 30 de Outubro de 1870
de um cavalheiro que se retira para os Estados-
Unido?, de um carro de qaatro rodas e dos as-
sentos, para dona eavailos e com rodas de sobre-
eHenle, de oatro carro de quatro rodas-e um as-
soato. eom" arreios para um cavallo, euma pare-
Iba de eavailos do servio do primeiro dos indica-
dos carros e bf ra assim de um cabriolet de duas
rodas com arreios.
Quinta-feira
ao meto dia em ponto, ra do Imperador, junto
casa do Sr. Dr. Sarment -; e para previo exame
de ludo, pdem os pretendentes dingir-se ao so-
brado b.'1, ra da Matriz da Boa-Vista.
AVISOS DIVERSOS.
- O conselbeiro Jos Bento da Cunha Fi-
gneirede aviza aos seus constitumtes, que
elle actw-se restituido ao sea eseriptono de
devocacia, podendo ser procurado nos ias
uteis desde as dez horas da manha ale as
i da tarde.
I
> Precisa-se de um ama para pouca
AJf Afamilia: na roa do Cardeireiro d. 68
Precisa-se de nma ama para casa de pouca
familia : a tratar roa do Cabug n. 1 toja.
A.

A 2 denovembro prximo, pelas 8 l|2 horas da
Tnanbaa, eeleorar-se-ha na niatrir de Santo Anto-
nio un raissa com memento per alma do patriota
>"UNES MACHADO e de seus companheiros de
martyno na revoluco de 1848 : convidam-se as-
sistir a esse acto todos os liberaes e quantos quei-
ram pratiear para com os finados homenagem
su a memoria e um dever de piedade.
Por ordena da directora, e em execuc3o
ao que dispoe o art. 13 dos estatuios, sao
convidados os Sis. accionistas para a sessao
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
qual ter lagar no dia 31 docorrente s 10
horas da manha no salo da estacSo provi-
soria da 'ra da Aurura.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
de 1870.
. Joo Joaquim Alves,
Io secretario.
AVISO
Ignacio da Silva Deir avisa a seus freguezes
que acaba de chegar com sua tropa de excellentes
burros e que segu para Agua Preta, tendo bre-
vemente de voltar para a freguezia da Escada,
ho, etc. : quem precisar fazer algnma eocom-
menda, poda dirigir-se ao Sr. Jos Maria Pes-
ua, que se enearregar de transmetti-la ao an-
nunciante.
Acaba de sabi , luz o officio
DE
\. S. DA < 0\C EIC lO,
Acompanhado de urna collecco de eracoes co-
mo : Responso de Santo Antonio e ora cao de Santa
Maria Eterna. Bis 320.
U VRAM A FBANCEZA.
AMA.
io
te
0
es
O
O
n&
i
]
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos es^abelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 8,000:000*000.
Toma seguro da mercadonas o dinoeiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e ra do Imperio. Ageoei ra do Com-
merclo n 17, escriptorio de Joaqmm Jos Gon-
calve Beltro.________
O bacharel Celso Tertuliano mudoa o
sea escriptorio para a ra das Cruzes,
hojo Duque de Caxias, -casa n. 34, 1* an-
dar, onde pode ser procurado.
Precisa-se de urna ama para cosinnar : a
tratar no Manguinlio, sobrado novo des Srs. Car-
pinteiro, ou no caes da Companhia Pernambaca-
na n. 2 ; adverte-se que serve escrava ou livre,
mas que cosiobe Dem._____________
Retalha-se terrenos no Porto da Madeira em
Beberibe. A posco topographica dos mesmos
terrenos, sua boa qualidade para planlacoes, como
se poder ver pelos sitios nelle ja situados, mito
os recemmenda : os pretendeutes encontrarao pes-
joa Habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lugar, nos domingos at
as 9 horas da amanbaa.
Ama
Precisa-se de nma ama que cozmhe nem, en-
gomme compre para urna pessoa
Torres ti. 16, 2o andar.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
dscala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos pretjos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOREI:itA BUARTE C
A verdadeira farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha asada com vantajosos resalu-
do nos padecimentos doe orgaos do peito,
como asthma ou pachamento de catbarros,
infiamacao de bofe, plearlzes e na pthysica; re-
commendando-se com igual proveito as pessoas;
convilecentes.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartholomen 4 C.
_______34Ra larga do Rosario34
CASA PARA ALUGAH.
Alaga-se o 1 andar do sobrado n. 6 rna do
Duque de Caxias : tratar no coracao de oaro,
roa do Cabug.
na ra do
NIQFINA
DIA DE FINADOS.
Na-ra Direita n. 133, loja de cera, ha
nma pessoa que se encarrega de ornar
catacumbas no cemiterio publico, dande a
mesma pessoa todos os preparos.
O salo de pianos e de
msicas
ndou-se da ra Nova n. lis, Io andar, para i
ra da
hnperariz n. .2, loja,
recornmendando-e ao Illm. pu-
tule continua
blito.
Werthpimer.
Rega-se ao Uto. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela tercara chamada deste jornal, em fias
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, pasean a fevereiro e abril, e nada curaprio,
e por este nativo de novo chamado para dito
fim ; 4>ois V. S. se aeve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quanao o senhor sau
dlho se achava no estndo nesta cidade.______
Na roa da Imperatrii n. C0 muito se daseja
fallar com o Sr. FrancisceDeodato Lins, a nego-
cio de sea iniTesse.
AVISO
ISKRISSANTE COMPOSiaO UHEEiHLL
CONTENDO :
A noite do exla-is.
O sol ,
A noKe doassembra.
A I'.''
1 i lo i lirio.
On ,.
a priljca dirigida a i aul i
Dr. T. 1 -' '
nado --.(H.O.

LRAS
( sobre Pal
I vol 3 100
.NA
ZA

Cj?

; i
; i ... i '.'i
- Hrn-i
i :t nguel : nesia ty.tographia
Ah:-. jao ommercial Beue-
'ficeo e.
Tenio Be sg itado a li-ta dos
: ra,
I
no dia4 >>< prxixinw {uinru aoineiu
dj. re Iwr como ci nvier.
a- ier-ial Beneftcent de Proam-
fc^su 22 abro de 1870.
los da Iva Loyo,
Presidente,
Jos Hcnriqne Trindade,
Secrntr.no interino.
Os jAaixe assignados, incumbidos pela commis-
s) de seohoras que promovem um concert e lei-
lao em beneficio das familias desvalidas dos solda-
dos de linha de Perasmbuco, fallecidos ou invali-
dados na guerra do Paraguay, de distribuir do
moda que ibes parecesse muis acertado o producto
d"essa subscripcao, pelo presente avisam s viu-
vas, pas mais filhos dos ofnciaes e soldados do
exercilo naturacs desta provincia, ou que nella
tenbam asseotada prara, assim como a qualquer
prenlo d'estps, que fazendo parte de suas fami-
lias vivesse s suas expensas, e que se achar em
estado do pobreza, e iinalmente aos proprios offl-
ciaes e >oldados, com exeluso dos primeiro?, case
estejam as referidas condi^oesque dentro dr
prazo de sessenta dias, a contar d'esta datadeve-
rao provarcom documentos aolbenticos sua den-
tidade e cveomstaG :;>s de fortuna, am de pude-
reeber este anxil ,
i s nteressados doverao encamiabar seus dx-u-
meatos casa do directorio do partido liberal,
ra do (j-ieimado n. 8 primeiro andar, em todos
os dias uteis dorante aquelle periodo, das 9 hon-
da manhaa s :> da tard . e on i'. d. peis d>- atten-
did;- bas reelapia^Ses, recebero a quantia
: ;csr.
Para que o presente avise ehegue ao eonheci-
ment de todos, ser publicado diariamente nos
jornaes mais lius d'esta ei:
ife, (1 de outubro de 1370.
rao de Bemflea.
L iz J s Pereira Simoes.
i da Silva.
Igreja de Nossa Seiih-vivo
MoEte emOindp.
Conli... 11 t!a igrejt daKcs-
bora Hite em O'.ida,
m. e Uvm. Sr. D. abl -
I mosteiro (*. S. Bento de assira o -
;.:.) .i.c Urmioasse o iuveroo. e
o qual S. Esc. Rvma. tem empregado I
os meios e esforfjos sen alfaoce, acontece
qne o referido Dio pode ser de prompto
oido, ji'i porc/.ie os recortes da r.rdem
beaedici Da li m ti r tamb 'i;! app .:ados
reparac5es e cune; i tos dos predios da
ordem, j [-.orque lem havido demora ua
aecp das oatras pan s da lotera con-
la para o concert d.. so| ra lita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exe. Rma. o Sr. l>. i. . Mip-
ptica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que *e prestem a ajudar com suas esmo-
las a BonetnsSo do neJeridos coueerlos e re-
paraces na dita igreja de Nossa Senhora
do Monte, podendo para esse flm se dirigir
ao juiz perpetuo
Manoel Luiz Vires.
Para andar com enanca*, precisa-se alagar
nma rapariga forra ou escrava : na ra da Ca-
deia o. 8. armazem.
Precisa se alugar urna crava moca para o
- servido mterio de urna casa de familia : na ra
do Crespo n. 12. ! andar.
A luga se
cnia casa terrea, sita na Capnnga, com sotao, co
ebeira, e nm pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31._______
Na praca da Independencia n. 33 se da di
ooeiro sobre peobores de ouro, prata e pedral
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesm;
-casa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se fox toda e qualquer obra de en
sommenda, e todo e qualquer concert tendenii
mesma arte -
Ooem precisar de om caixeiro de idade de
1C annos e com bastante pratica de molbados :
dirija-se a ra da Imperatri- n. 28, que se dir
-quem .
Amassador.
na rna dos Piras
Precisa-se de om amasador
nmera SO.
Cosinheiro.
Precisase de om cozinfeeiro, dando fiador : na
roa do Crespo n 9, livraria t'ranceza.
Horeio.
Preci>a-se de ama pessoa que queira encarre-
gar-se do trabalho de um jardim : a tratar na ra
do ilo picio n. 21.
Joo Gooealves Pprrelra e Silva com labrica
de cigarro* ra das Trincheiras n. 43. faz pu-
blico que sen nome o cima dito, e nao Joo
Cune Ivps Pprreira como algnera :em juina do ; e
laia iiie. ninguem cbaino-.-e a ignorancia faz ete
annuncio.
Aluga-se una boa casa eom um sotao, agua
e gaz.na ra do Lima em Santo Amaro n. i : a
tratar com Maternus Lenz.
VVJSO
Terrenas de marinha
D. MARA SEVEliINA DA ROCHA LINS avisa
s pessoas que pre isarem entender-se c m ella
relativamente terrenos de oiarinha, de que ella
foreira.fiara fazer quaesquer transaeces, pagar
laudemios, etc., qne dirijan:-se ao DR. JOAO BAR-
HALHO, ra do Imperad ir n. 22, 1* andar, a quem
consumi sen procarador com plenos poderes pa-
ra fazerqualquer negocio sobre aquelles terrenos.
AMA
Precisa-se 4e urna ama livre de raeia idade de
boa conducta para o servico interno e externo do
casa de muito pouca familia : na roa de Santa
Thereza n.
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de familia: na
roa de Hartas n. 30, sodrado.
Aluga-se o sobrado n. 9 na Passage
dagdalena : a tratar e< m J. I. de M. Reg.
da
Grus W- Nicolls vai para Europa no vapor
inglez La Plata.
Attenpao
*^)a'm prprisar''e vi raixwrn com bnm talli
iVflti, pata eseripiori n otro qnalqo^r nog n
ei", dirija e ru^ > Ponw< n. 14^
lr-iJ '-:; -i <. 'i: ri\hr rom on< > irjfir.
asa pa a niuvtar
O 3- 8. i
Pifi-u. (t( ^a rea d? I
Vela n. 82.
Traspasa->e o airendamento do engeBho Com-
norta^, *ito na frenneiia de Muribeca, com urna
da* melh' rp* machinas a vapor, comprada o anno
pn-;i'in. oVstilteio nioit i liein montada, excellente
do Mo de vallado, proporcoVs para grande-
safras c nma legoa stante da estaeao de Praie
res No ..so do prrtendenle farer negocio com
i tres arnos de arn ndamenlo que W e qiiiier
enmurar a safra novi. vende-se t'mbem gadl
urose algim eseravnx, \i.-to o acta,
inprer eoiilinuar mais em engenbu :
mpo.n.
MANUEL &C.
Tem a satisfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretendentes, muito avultado sortimentb de chapeos de sol de todos os precos, qualtdades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommeodas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
maooes as tazendas que a demora da fabricaco bem diminuta, ^___________________________________
NA ANTIGA E BEM
CHAPEO
CONHECIDA FABRICA
DE SOL
Ama
Paga se bom ordenado por nma ama qne c*zi-
nhe para urna casa de familia : na ra da Senza-
la-velha n. 90.__________________________
c.lnb do Moatelro
A abertura do Club ter lugar no da ! de no-
vembro prximo futuro, sendo alterada a tabella
das meosalidades pela segainte maneira :
Assignatura de novembro a abril6 mezes 50.
1 trimestre30*000.
1 mez105000.
O emprezano,
P. I. Layme.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de poaca fa-
milia : na ra nova de Santa Rita n. 73.
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo. ||
(Antiga Ra Nova) ^
grande sortimento de chapeos de so! de seda, merino, alpaca, bretanha de lioho branco e par- &,%
s todos os tamanbos e feitios, alm da immesa porgao de seda, merm, algodao e brim,
113 sempre nm
do e de aigodo os
armares de todas as qnalidades para satisfacer qualquer encommer.da.
que escusa de mencionar
A modicidade de seus precos to conhecida


Aluga-se a loja do sobrade n 12 defront*
do oito da igreja do Livramento. onde foi botica
a tratar na ra do Livramento n. 17, loja de cal-
cado._________________________________,
Admiravel lembranpa
Declara-se que os'eavailos do engenho Macaco,
do termo de Agua Preta, conservam-se lodos de
oreltns cortadas e pellados de crinas, caudas e
tropeles, e lao rentes, que a caada mostra o sabu-
go, alm de um triangulo com que sao ferrado.
Estes animaos s puxam o engenho, e raramente
transitara at a estaco de Agua Preta : n'ontra
qualquer parte que se encontrar sao fnrtados,
tanto mais por estarem isentos de negociar-se.
Sociedade Recreativa Nova
Uniao.
De ordena do conselho adminisirativo convido a
todos os senhores socios, como tambera aos senho-
res socios distinclos nao effectivos, comparece-
remna sala desta sociedade, terca -feira Io de no-
vembro prximo vindouro, as 10 horas da ma-
nhaa, adra de proccder-se a eleiro do novo con-
selho, e a dos 12 directores que te. da funecio-
nar no anno administrativo de 1870 a 1871 (aru.
26 e 31).
Faco observar aos senhores socios qne se achara
a dever mais de urna mensalidade, que n. pode-
rlo tomar parte nos negocios da sociedade, como
est expressamenie prohibido pelos nossos esta-
tutos (art. 38).
Sala das sessoes do ccnselho admrais.ravo da
sociedade Recreativa Strra Unio -27 da eotubro
de 1870.
G. de Amurira,
Secretario.
Neste novo anuazem tem nm
variado sortimento dj f..ze
francezas-, nglezas, aUemiss e to-
das todas se videm por preci s
moaicos, afim ce acreditar a esta
novo armazem.
Casemiras icglezas,
[rancezas, de todas as
lalid. des, brins de
s e brancos, colei-
rLiios m caos,
le sol e ssda,
unos.
Sax o DE
Ama
Na ra do Marqaez do Olinda,
n. 50, pr.:ci-a-e de urna ama
outr'
para rozinhar.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de horas*
so, que saiba lavar, engommarecizinhar: La roa
da Cruz n. 2. 1 andar, por cima da botica.
Assim como tera urna grande
oficina de alfaiate, montada com
terios o.sprepa: os que ha de melbor, PrPi-isa-se dp urna ama livre cu escrava .
dil fjida por habis artistas, que; coziuhar : n fabrica a vapor de cigarros a roa
pela sna promptidio e perfeico
Dada deixam a de^ejsr.
Ama
xn larga do Rosario n. 21.
Roupa de todos os
manlios para
menin i.
omens
Por todos es paque-
tes recebtm-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RU.\
Bai'o la vic rla
astiija ra
SITIO.
ilnga-se nma i.
e sitio muil > | .
estacio da Jaqaeira, em P,.nte de licha, a
ao rio : e tambera ^e vende cu ilaga-se ama
bilia de amarc-.'lo existente na mesan : a tratar
caes da alfandega n. 3.
Ama de Itite.
r'a ra Angosta n. 3, 2j andar, praeisa-se .
nma ama que toaba bom leite, eom abandancia p
sera fiiho mameotar.
31. 41.
Este eslabelecimeato acaba de soffier urna reforma radical em acaio. artistas eccrrmodo*, e em pontcalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo am de melhor serviros seus numerosos freguezes* ceixa-se de annunciar todas as fazendas, para
nao se tornar massante .^-* __________________________;
Companhia Phenix
Fernambucana
A directora da companhia Phenix Pernamba -
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisado? quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernamboco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Peroambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.
i p I
a onde
iCiver:
, CAPELLAS
Na mesma casa tem nm completo torti
ment de capellas francezas para tomul s
por menos pre?o de que em ootra qualque-
parte com as sepintes insenpees:
Meu pai Saudade
Miaba mai ijma lagrima
Meu esposo jf-a fii'ho.
Minba esposa Miaba filba.
Na ra do Imperador o. 9 tem urna pessoa que
se encarrega de armar catacumbas tmulos no
cemiterio publico, dando o que fr preciso pira o
da 2 de novembro, commemoracao dos deis de
Ama.
Precisa-se de nma ama para coznhir e com-
prar, sendo forra : na travessa da iratriz de San-
to Antonio n. 10.
i
RIJA DA CRUZ
Chapas de ferro galvamsadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mao.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodao.
Machina de cortar fumo.
Mchica de corfcr papel.
Motores para doos eavailos.
Machina a vapor para mover machinas de algodao.
Balancs. preocas, cofres de ferro, oges de ferro, enxofre, salitre mama ae
ferro e amitos outros artigos.
Os atilliadcs 91 i le OU
r3 Libo, .pie apresentarai
no tai podem rec ber i sen la-
ndo na ra do Imperador n. 10, esariptorio
Francisco Xavier Per ira de Hrito.
jgjaboneteu u'alcatro.
e Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaco tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa das
impigens, sarnas, castas, coceiras, e todas
as molestias de pelle, sendo ainda prefen-
vel para a barba, outro qualquer sabe
nele.
nico deposito do verdadeiro, na phar-
oacia edrogaria de Bartholomeo & C,
ra larga do Rosario o. 31.
AVISO
AGUA DE VICHT
BAS
Fontes Hauterive e Celestins.
No armazem da ra do Vigario n. H.
- Ka roa v Hospicio b. 3 precisa-se de nm.i
ama para eozmhar e comprar em ca
familia. r
- AingaMunsa casa no M.,.,irtl0 ^.....
Xlsw, baixa do no : a tratar jna roa do Cresp
n. 17, loja.
ROB LAFFECTEUR
Approvado em franela. Bussia, Austria e Blgica. O arroba vegetal Laffecteur sa antho-
ruado, he mui superior aos xaropes de cuisinier, de Larrev e Je salseparrillia. De fcil
digeslao, adagraverl ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmunte en mrrrnrlo, as
aflecoes da pelle. Implgen*. n inoren, tiuiors. iilrein, hiirnii mko-
rruda. ocorhiiio. e os acciiieuies provendos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobe he- especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
das ou rebeldes ao mercurio e ao iodoio Denosito oeral do verdadeiro BOU I.Ar'r'LCTLl'R, em casa do doutor GIUAlibEAU DE
radas ou rebeldes ao meicurio e ao iorloro ile potasso.
Deposito geral do verdadeiro BOB UKr'ECTE
SAlftrT-GERVAlS, ra Bicher, 12. Pars.

l_J
Roga-se aos senheres abaixo mencionados o ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda roa
do Baro da Victcria, a negocio qne Ihes diz res-
peito :
Selerino Odorco Pinto.
Joao Valentim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joo Jos dos Santos'Lima.
Jos Magalbaes com fabrica de velas.
Jos Maria Fernandes, morador na villa do
Cabo.
- Aluga-se nma casa em Olinda Da roa de Ma-
thias Ferreira, por 3 mexes para passar a festa
e perto dos bannos salgados, por muito barato
prego : a tratar na travessa d roa Bella n. 10.
Aluga-se um pequeo sitio da Torre, cuja
casa tem dous quartos, duas salas e cosjnha (ora
e copiar: a tratar com A. de Abreu Porto, no
rna da Aurora, estaca provisoria, das 6 da ma-
nha as 6 da tarde.
Joaquina Maria da Crnr. Celestma, Francisco
Celestino Rmo<. Li-bina Celestina Neoomu:eae,
Maria Joaquina da Cruz Celestina, Umbelini Joa-
qoioa da Crol Celestina, agradec ra a todas as
pessoas que acompanharam an comilerio pabllc
o resto* morue* de sin fiiha, irma e canhada
llnriqaela Joaquina da Cruz Cel sliaa, con. es-
pecialiaade aos Srs. Antonio Faustino Cavalcanti
,1o v.-.ojo p Mu i I' i il.TCruz.
AMA
Preci'a-s1? d.< urna ama para cozinhar em caa
de pmica faniiliv : a tratar na rna. do Vigario o.
S, 3 andar.
J


Diario ^de Pernainbucb Domingo 30 de Outubro de 1870.
V

i
m
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bero sonido, era virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona*
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAMCEZ
Botinas* para xcnhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
(o da moda, e presos mais barates do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peraeiras para mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapa tos de borracha vende-se pelo custo'aflm "de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, do muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelientes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, mocadores de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, correntss e chaves de relalos e tranceln?, tudo de
ouro de lei, correles e brincos de plaqu, a imilaco e de mais gosto do que as de onro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctaraente
ver-se a perfeiclo dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinbas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito Anos e delicados, bouquets de Acres de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proroplos para collocar-se vistas, moldaras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, alxitoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, tbesourrabas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, Linternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas mas, boulevards,
pravas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de la de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para criancas, sapatiobos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para eonauir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espado nem tempo para a mascante leitura da infinidade de $8
gneros ce brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa. H
TTENCAO
O dono dcste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visa-o *jj
ando as qualidades e os prec.03 baratc-s de ditos objectos por serein vindos em di- g!
reitara e de conta propria. H
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MAO DE OURO
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Nova loja de joias
RA DO CABUG.V N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qjal Uro grande sorli-
raento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes veodei o roais barato po-
wvel. ,
Todas as joias sern garantidas ooro le, pois os sens Jnos tendo era
vista so adquirir freuezia uo olvidarlo, vender bom o por prec >s os
raaoaveis possiveis. .
Convidare o publico a vir 3. este es aber cimento, cario de q
satistito.
A' MO DE CURO RA DO CABUCA N.OA
das alrr
Deordem
nossosirmi .ctrem em nosso con-
sistorio na mesa matriz, no da terca felra i* de
novembro, pelas 10 horas da manilas, Ara da
reunidos em mes geral se proceder, como deter-
mina o capitulo l> arts. 2, 23 e 84.do compro-
misso que nos rege, a eleico da nova mesa rege-
dora que tem de reger a mesma irmandaoe no
anno compromissar de 1870'a 1871.
Consistorio da irmandade das almas erecta na
matriz do SS. Sacramento da Boa-vista 26 de ou-
tubro de 1870.
MauQel Domingnes da Silva Jnior,
_^^^^^^^ Escrivifo________'
Offerece -se para administrar nma fazenda e
tomar conta do curativo de eseravos urna pessoa
de nacao franceza, (boas recommenda?5es) : dei-
xe cart na ra estreita do Rosario n. 14.
Precisa-se de um menino
estreita do Rosario n. 14.
alfaiiie : na ra
Acaba de sabir luz
E *
Vendo-se
NA
Livraria franceza.
HA IEV0TA
ou
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANT1SS1MA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceico.
Setenario das Dores de Marta.
Offlcio das SeteJDores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Jlo Baptista;
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volunte encadernado.
21000.
O abaixe assignado faz sciente ao publico, e com
especialidade ao respectavel corpo do cemmercio,
qne vender a sua loja de miudezas sita na do
Cabug n. 2, ao Sr. Antonio Domingos de Lima, II-
vre e desembarazada de todo e qualquer onus, po-
rm se alguem se julgar credor, apresentem as
cuntas no praso de tres dias, a contar de hoje.
Recife, 28 de outubro de 1870.
Jos Gousalves da Silva Raposo
Precisase de um feitor quetenha pratic a
para um engenho prximo eslaclo de Game-
leira; prefere-se portuguez : a tratar na ra da
Cadeia do Recife n. 56 com Sr. Leal & Irmao.
Aluga-se um mofeque de 16 annos para cria-
do na ra Augusta n. 12.
Joaquim Francisco do Espirito Santo,
concordataria da massa falllida de Maia &
Espirito Santo.pede aossons(credores o favor
tos da 1* prestado de sua concordata; de-
vendo, para esse fim, dirigrem-se ruado
Imperador n. H.
Agencia em Pernambuco
- Do Dr. Aver
itoral d Cereja
rQl:
Cura a phtbysiea e todas as molestias do paito
WH'Jia {sarrillaa
Cara ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
trus.
Tgbco
Conserva e limra os cabellos.
Pllnls catharlcas.
Puramente vegeti.es sem mercurio ; cura se-
soe?, purgao e puricam todo o ystetna humano.
Vende-sr:, it ctivampnte em casa de Samuel P.
Johoston & C. ra di Ssnzalla Nova n. \
Ama de ieit
Precisa-se de una ama que tenha bom leite,
pasa-se bem : a tratar na raa do Queimado n.
a.________________________________
Gabinete Portugus
de Leitura.
A directora do Gabine.ie Portuguez de Leitura
nesta cidade, previne i t.s associados que prin-
cipia o expediente da bibolteca e leitura de jor-
naes no da 2 de novenbro vindouro.
Secretaria do Gai lete l'ormguez de Leitura em
aos i8 lie outubro de 1S70.
A. J. Bovgea Costa,
A. de Albnquerque Mello,
Io secretario.
de oavallo com carga
Hontem 27 do corrente mez, at 3 horas da tar-
oe, em quinto um escravo enirou em ama loja de
lerrtgens para comprar alguns objectos, na ra
o uaeimado, furtram um cavallo com um fardo
ae nzendas e dous saceos, um com goneros de
en_iaeoutro com um grande smbrulho de fa-
sendas. 0 fardo tem inscripto em um dos lados
tngenho Una-e contm as seguintes fazendas:
pe?as de algodao azal americano, 1 de algodo
ae luirs, 2 ae algodaozinho branco liso, l de al-
i *iu lran2ado2 d madapolao fino, 1 peca de
platilha dlinho fina, 1 peca de chite franceza, 3
cortes de chita franceza, meio niasse de meias
para meninas, 1 duzia de lencos de algodao com
barra, o sacco com o embrulho de fazendas eon-
lm 2 cortes de cambraia de cor, 1 corte de laa
de listras azujs, 4 cortes de chita franceza, 1 pec.a
de madapolao para forro, 1 peca de babado bor-
dado largo, etc. O cavallo tem os signaes se-
guintes: cor russilha, grande, um signal branco
na t sta, de segunda muda, tem um espravao em
wn p, passeiro, e tem no quarto direito as le-
tras J A M unidos : pede-se as autoridades poli-
ciaes a apprehenso do ladrao com o cavallo e fa-
zendas, assim como a qualquer particular, a quem
forem offerecidas as fazendas ou o cavallo, que
alem de se ficar agradecido se recompensa gene-
rosamente, na ra do Duque de Caxias n. 2, ou no
engenho Una, freguezia da Luz._______________
Aulas nocturnas
para os empregados do com-
mercio.
No collegio de S. Pedro de Alcntara ra do
Mrquez de Olinda n. 24, lecciooa-se theoria e
pratica de escripturaco mercantil por partidas
dobradas, a fallar francez, inglez e allemao, portu-
guez e arithmetica, msica vocal e instrumental.
Joaquim Peixoto Filho,
Director.
Curso de ferias
Do 1 de novembro ao ultimo de Janeiro faz-se
no collegio de S. Pedro de Alcntara ra do
Mrquez de Olinda n. 24, um curso de ferias, de
geographia, historia universal, algebra e geome-
tra, rhetorica e philosophia, para estudantes qne
pretenderen! fazer exames em margo.
Joaquim Peixoto Filho,
Director.
Precisase de urna ama para cozinhar : na
ra da Cadeia n. 11, Recife.________________
Arrenda-se ou vende-se o sobrado que flea
ao lado da igreja do Poco da Panella em perfeito
estado de asseio, com 4 salas, 9 quartos, cozinha'
cocheira, 2 quartos para criados, cacimba de agua
potavel e grande quintal com portao de ferro :
para contratar-se deve dirigir ao escriptono qne
tica por cima da loja de chapeos de sol de madama
Falque.___________________^________
Christiano d'Almeida Moraes, faz saber aos
seas fregnezes que mudou sua cocheira para o
pateo do Paraso n. 10, onde contina a servir
aos seus freguezes com promptido, delicadeza, e
por precos commodo?.
Joaquim Jos Gon ves Mtrac
Ra do Trapiche n, 17, 1" andaf.i
flSacca por iodos os paquetes sobre o banco te
Minho, em Braga, e sobre 03 seguintes lugarss etr
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gui maraes.
Coiinbra.
Clu.ves.
Viseo1.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Caslello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
La mego.
La nos.
Covilhaa.
Vaseal (Valpasso).
Mirandella.
Boja.
Barcellos.
N0VID&DE.
OCotn. proprietario do irmaz-m da Prdra
Maamore a ra dns Cmzes D. , r .
nheiro coulado o que de naihor i.., w mreadi!,
por ter rccebide ramios dos genero, ,,
pelo ultimo vapor. ^
Mriilices para sopas denominadas Jaliennf je
subslitue perfcitamente a mais frescaf trm*'
Queijos flamcDgos o que ilc mnllior "*i> iv t* sejar a 35C0O. 1 -
Caixik'S de doce de gniaba a 8f 0, \t jijoo 5
U800, dito em latas.a if e 24500.
A verdedeira farinli.i americana vinda de coou
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 640 o maflo.
Bolacliinhas de todas as qualidade : dos me-
lhores fabrican'^
Brvilhai francezas e portuguezas.
Vinho de todas as qualiuades.
Farelo de Lba desembarcado* hontem, ea
saceos grandes, a 54-
Carns do sertao muito nova e gorda.
Saccas com millio a 40O0.
Especial e aromtico Mbo de faraiiia a 500 rs.
o kilo.
Maneel Moreira Campos, enharregado de fa-
zer a cobranea para o 1 batalbao de infamarla de
guarda nacional, perdeu no da 29, no bairro do
Recife um embrulho com diversos recib >s ppdin-
do por obsequio a pessoa que os achou os mande
entregar ao Sr. capitao thesouniro Augusto i^esar
de Mendonca, no escriptono dos Srs. Leal Irmao,
rna do Mrquez de Olinda, ou na ra do Ron
Jezus. taberna dos Srs. Braga Gomes & C. pelo
que Ihe ficar obrig?do, rogando os senhore oQl
ciaes e mais cootribuintes para a caixa do ir esmo
batalbao, que s dever pagar ao abaixo asigna-
do ou aa proprio Sr. capilao thesoureiro.
AMA
Precisase de urna ama para cozinhar
prar no Passeio Publico n 54, loja. .
AO (II
Stehelin Arleospaeh & C, de Paris, coramjQKica
aos senhores negociantes que entretm re ares
com sua casa de dirigir suas correspondenci: s aos
Srs. Casaes & Filho, no Porto, com ordem de as
dirigir logo que as commuaicaroes com Pai is sa-
jan! restabelecidas. Em quanto as remess s de
vero jer mandadas a 1* va para Inglaterra
ser aceita, e a 2* via a nossa ordem s/cap;
mesmos Srs. Casaes & Filho. Outro sim 1
menda para nao se tomar saques 1/ Franca
lemanha^_____ ____
mBBiimm Tiiiwrinr
com
para
aos
rtcom-
e Al-
Irmandade das Almas do
Eecife
Em nome da misa regedora, convido a
todos os nossos irmaos para sa reunirem
no nosso consistorio, em mesa geral, no
dia Io de novembro prximo, s 9 horas da
manha, am de se eleger a nova mesa
que tem de regeE a irmandade no aano de
1870 a 1871.
0 escrivo,
Manoel Jos dos'Santos.
Sociedsde Beneficente
Phitolimia
Por ordem do presidente, convido todos os so-
cios para assistirem as missas que tem de 3er ce-
labradas no dia 2 de novembr j prximo vindouro,
na igreja de S. Francisco, s 6 e meia horas da
manna, pelo repouso eterno de nossos sjcos fal-
lecidos.
Secretaria 'da Sociedade Beneficente Phitolimia,
28 de outubro de 1870.
Ulysses Ribeiro.
Secretario interino
CASA DA F0RTUA "
Aos 5:00011
Billietes garantidos.
Primeiro de Margo (ootr'ova ra
Baro de Cirtiangy.
A viuva, pas, (ausentes),' irmaos e cunhados do
Baro de Cruangy, fallecido na provincia d 1 Ba
hia em 21 do crrante, mandam resar urna missa
por alma do finado no dia 3 de novembro prximo
futuro, na igreja matriz do Corpo Santo, as
horas da manhaa, e pedem aos seus amigos
do finado de assistirem a esse acto de religiil
7 1|2
e aos
0.
Desappareceu na larde de domingo 3 do
corrente, do sitio que fot do Xico Mansuinhp. em
que mora o abaixo assignado (estrada dos kllic-
tos) urna vacca castanha clara lavrada de b anco,
cbifres combucos e agussados, adiando se ux.
pooco magra, a qual fui vista naqnelia o esna
tarde na estrada que segu para o Recife coi ifrou-
te a da Passagem : quem a tivsr senado te ha a
bonlade de an.iunciar poi este Diario para ser
procurada e pago de qualquer dspota. Do ID8S-
mo sitio foi furtado tambem um cavallo casimh 1
todo tapado, castrado, contendo um pequeo srg
aal branco em um pe bern junto ao eascej dito
cavallo tem sido visto em poder de um qnd.un,
que, teado se ausentado da freguezia de Nali
por ser uzeiro 110 l'arto de cavados, se actia mo
rando na freguezia do Poc3 ti para o Chacn, e
charaa-se Ignacio-
Joaquim S. Pessoa de Siiuein C.avalctti.
AMA
Precisa-se de ama a/n; para fazer o snico d<
pequea familis, qual se dar bom ordenado ;
ra de S. Jorge ( outi 'ora Pilar) n. 138 1"
andar._______________________________|
A neg.- ia mieresse se d=seia fallar
com um dos Ii Man le G
morador em . S. a Gloria de Goit da bi
da Victoria, na ra Aupusta n. 31.
Grande reunio!
Ra do Emperador n. 28, ar-
roazem do Campes.
Como so esl aproximando o tempo dos regalnh
fet, o proprie'ario dest estabelecimento tem -se
esmerado em fazer reunir em seu anuazera un
completo e variadissimo sortimonto d genero
alimenticios.
Nao se propSe a deserever noiinalmente kxlos
os gneros coudos em gen armazem por se tur-
nar de mais enfadooho.
Garante somente, que sua norma de ha mnil
tempo /ender pao por pao e queijo por ((ueijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que recebeu
de sua especial enemnmenda urna factura de cha-
rutos superiores deS.Flix da Baha, das seguin-
tes marcas : exposi$ao, marquezes, normas, ama-
dores e paraguassuanos.
Venham todas as despensas dos arrabaldes ci-
dade suprir-se de gneros de primeira qualidade.
ItJl
Tem venda em seus armaztns, alm dc-outris
art[gos de seu neg io regular, os segnintes, que
estao vendendo a precos mais baratos que em ou-
tra qualquer pane :
PORTAS do pinho almnfadadas.
FARELLO em sacas grandes a 3oiX).
GRADES de ferro para cercados.
ESTERAS da India para cama e forrar sala*.
CANOS de barro francer para esgolo.
(1RSSO superior em barricas p as arrobas.
CEMENTO de tedas as qualidade* baixflt
precos.
MACHINAS de deicarocar algodao.
BARHIS grandes com ne'ixe da Saocia.
LONAS e brinzoes da Russia.
OLEADOS americanos ['ara forro de. carros.
FOGOES americanos inulto bans e econmicos.
VINHO le Bordeaux em caixas.
COGNAC superior de Gantier Freres.
MILHO de Fernando a 3$ o sacco.
AGUA florida;
BARR* de i-arne salpSla de |i .reo de vacca.
ilU HVIl JUri
Veni'.e Joaquim Jos Ramos :
i. 8, ! andar
Vende-se > estabeleoimanta & molha
sito raa Dreita 11. 99, o qual efferete OM
vantagens, alieudeudo-.-o ao grande ccimierao
da via terrea Jo Bacife a S. Frai ... oobk.
tambem por ter a casa a proprii om
progres 9. ________________
garros


:.

"

r:
dt
da
lo ao
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
ISIhetes garantidos da pro-
vincia.
Esta 'eliz casa acaba de vender entre os seus
muito feiizcs bilhc.es a sorte de 4003 em quatro
quart n. 7, e outro inteiro de n, 1702 com a sor-
le de 100, alem de outros premios menores :
podendo os seus possuidores virem receber, que
promptamente seriio pagos.
O abaisO assignado covida ao respeitavel pu-
blico para virem no seu estabelecimento comprar
os felizes bilheles garantidos, que nao dsixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se vdupa os muito felizes bilheles ga-
rantidos m beneficio da nova igreja da Penha,
que ser estrabida segunda-feira 31 do corren-
te mez.
PRECOS.
Inteiro 6*900
Meio 34000
Quarto 1*500
De i004000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 31700
Quarto 1*350
Joo Joaquim da Cosa Leite.
A. ra trmetro t
Crespo) o. 23 e casas do costme.
O abaixo asignado, tendo vendido nos seus
kiizes bilhetes dous quartos n. 342 com 5:000-5,
un qu.rto n. 65U com 200, e oatras sirtes de
1005000 i 40OOO da loteria que se acabou de
extrahir (166'), convida aos posadores virem
receber na coifornndade do cstume, sem descon-
t algum.
Acbam-so a venda. 03 felizes bnetes garan-
tidos da 4" paitadas io'gts, a beneficio da nova
groja de Nossa Senhora da Penha' (167'), que s
,-r'-ahir segunda-fem 31 do corrent? mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro* 6*000
;o bilhete 3*000
Quarto 1*300
Em oorcao de 100JOOO para cima.
Bilhete inliro 5*400
M;io biibete 2|7O
Quarto 1*350
Manoel Marlins Fiuza.
Carneiro.
Oir quem achoa b i
:> enc nti r.a ra
Em casa de THEODORO GHRIST
ANSEN, roa da Cruz n. 18, encontram-i
jflectivamente todas as qualidades de vint
Bordeara. Boureoene mo Rheoo.
PESSANHA POVOA.
ANN'OS ACADMICOS.
S. Paolo
1860 1864
1 vol. in8 br.-4*.
LIAUARIA FRANCEZA.
Crv7*>*" V***'*'--- w^r-w-^,

MDANCA.
; O Dr. CaroliD Pranci.'co de Lima San-
tos mudou sua r*. m para a rn:i do Imperador n. 57, 2 andar
% do sobrad! cujo artoaz m conserva aiD-
ada hoje c nome de Alianca, tendo a
^ entrada, ijnj peto lado da poate Sete
1 de Setembrc, o mesmo numero 57, da
f frente. Ah conlinnsndo o dito Dr. oo
exercicio de sua profissan de med) e
de opera/ a quer hor. dj uta e da nmte
Nesta typograpbia se oir quem actn i
st um carneiro
Pires, gnppondo-se ter elle vind i ca -
nho do Manguinh
os sigUi - ra elle restili I
dono a importancia do l I -
com a comida du i |utnta-feira
di:, em i"i !" -r r-\w. en;rgm'._________________
Ama
Precisa-se de nma e |
o mais servico ile una casa I I imil. : .....tUOi
Visconde de Pelotas (Araga
Lom mnrto maior vanta^era con-.pyam-se
ouro, prata e ps i obras ve.has: na.
loja de joias Jo <)o\:_.
Cabug.___________________________________
Compra-se u:n sellim inglez que eleja em
bem estarlo : na ra Fcrmosa n. 2i.
nico ieponio em Pnri
vplha a. i, i* j nda". _________
Calgados iaglc.
Berzeg c ; ar?.
hmen a 7*300 e o
! .. f'ol
amare i lo.______________________a______
Ven-:
!.. 57, c un i a os leus perj oces
r , i : a trr.tar na
do I! tspicia n. 30.__________________________
Ven m S nto .
te da <




V .
iz f
....
i
...

'


Attenpo
COMPANHIA
DQS
TRILHOS RBAWOS
DO
RECIFE A9 OI.1V11A.
ATISO
Do i. de novembro em diante partirao
os trens provisorios, nos dias uteis:
De manha.
Do Recife s 5 l/i, 6 i/2. 7 i/2, 6 8 i/2
Sotoda s3 i/2, 6 1/2, 7 i/2, 8 i/2
e 9 1/2 toras.
De tarde.
Do Recife s 2 i/2, 3 i/2, 4 i/2, 5 i/2,
8 i/2, 7 i/2 e 9 i/2 horas.
De Olinda s 3 i/2, 41/2, 5 i/2, 6 1/2,
7 i/2 e 9 i/2 boras.
Noi domingos i dias santificados.
Do Recife, s 6, 7 8, 9 e iu da maoha
e i, 2, 3. 4. 5, 6, 7, 8 e 9 da noute.
De Olinda s 7, 8. 9. lu e 11 boras da
maoha, e 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 da noute.
Nos sabbados sabe mais um trem de Ci-
liada s 10 horas da noute.
O snperintenden'e,
A. de hreu Porto.
O aoaixo assignado faz puuli i>, que de seu po
dar se iteseocimi'ibon urna letra da quamia de
200*000 acceita a seu favor pelo Sr Mnoel Dnar
te Vieira desta praca em 16 -i-iembro de 1870 e
veucida em 16 de outobre crrame, cuja leirasupe
ii aannociante sao a ter, assignado p< r esquwi
meato na qualidade d sacad.o, e para evitar do-
vidas finuras declara qne ten lu -id.i p intualm me
paga dita letra do dia pu vcncimt-nto, nenhum
valur wri ca*o apareca d fninr , qi'^r en |w*t
do annnnciante, quer em poder ii'.il^iuem. eumo ja
o dfclariKi no recibo que pass u ao mesmo Sr.
Doane Vieira com r^salva d- 'n Lira.
Hecife, 18 de outobro A* 1''0
Joaqun Jnse IsiUio.
O Sr. S.-b-tii ! Amo |nei|Uo M. lio o,ro-
gado a vir a esta typ< gr pbia.
Compra-se um casal de garrotes da raca tonri-
na, de qualquer tamaito : quem tiver annuncie
ou dirja-?e a na larga do Rosario n. 27. ^^^^
up muito
Na oG
cisco ID O
! i
i! a
. .. '.< :-. '
duDo.
Quem quizer comprar dous terrenos para
ediricacao na ra do Motocolombu_ era Afogados,
dirija-se ra da Concordia o. lo.
DlSCWtO bMAPPLAOO
definicaa dogra lada pe o SauloCon-
cilio di "Vaticano bre a
INFALIBILIDADE
o Suramo Pontifice, pregado em Lisboa pelo pa-
dre Carlos J. Rademaker,
1 brocbura-lCO0.
LINARIA FRANCEZA.
rabo.
V1NDAS.
A 8^000.
Vende-se borzeguins francezes, obra gaspiada e
nnito boa, pelo diminuto preco de 8* ; venham a
alies,'antes que se acabem : na roa da Cadeia n.
SO A, loja de miudezas._______________________
Attenpo
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, propria para qualquer prin-
cipiante, redeodo-se ao comprador a residencia
do sobrado de um andar por cima da nfestna :
tratar no mesmo sobrado.__________________
"VENDE-SE
um sitio no principio da
mo a estago do camraho
com soffrivel casa de mor
e casa para feitor,.cober
com ptima baixa para ca
cao, n.argera de um lia
beber e b*nbo, alero de
lente agua de beder, e s<
no riaor do vero : os pre
loja d, s Srs. 9antos Neves & i
pon. 19._____________
ATT"
Vende-se a tabein
M m iuina do h|C'
la para a Ierra e i>
exiflfnles, e tamben
praiur, e lem coinii
iu- p cu;ii ha : os i
a mi-tii' t.herna. i|
.M i en h-'ii a, ti.
iao para se vec
ilesi'il.aro,'.
Milus fi llovu ;
. itab.-Uj* C.,1
la do Arraial proxi-
fi-rro- do Apiput'os.
cheira, estribara
. v.,redo de" frui-io,
qualquor plmta-
<- b<>a ; gua ata
I le t'xcel-
'-- r -
' .- f'i jan- , ra uo Ci >
Vende-se em saceos grandes, de superior qu::i-
dade e muito nove, por menrs preco qne em outri
qualquer parte : na ra doVigari o. li, escrip-
torio de Jos Lopes G. __________
Cal nova de Lisboa
Vende-se na ra do Baro do Triompho, outr'
ra do Brum n. 80, armazem de Pereira da Cunha
Irmaos.
<3>qo&&<> mm 0 &
0
*
NOVA LOJA DE FAZENDAS, ROPA
FEITA E POR MEDIDA. DE
PINTO ft. MARTINIANO. A RA DO BA-
RO DA VICTORIA. N. 9
(ANTIGA RA NOVA)
O respeiiavel publico achara neste no
novo estabelecimento o mais complot V*,_
sortimento de pannos, cazemiras, gorgo- A
roes, e brins ; e para transfornar estas
fazendas nos mais elegantes fraques, pa
let.it, colletes e calcas ; tem esle mesm
estabelecimento um dos mais habis al
faiates desta capil.
Tambem" se acha prvido de mui.
camisas bordadas e lizas, seroul:.
n.eias, lencos, chapeos de sol. grvalas
b vas de pHhca, etc., eic.
T&QEZA
.-
f zenda-. fina-
ini:in". rua d>. h
'iga ru.
ni le Hile
nrps
\ va:
H I
3
n

\


Diario de Petnambuco Domiugo *

Outubro de 1870.

r
GRANDE
BAZAR DO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
l'ERE
DE
DA SILVA id
Neste impcrtante esiabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sortimento de fazendas do mais
parado gosto e todas de primeira necessidade, que se vendem mais baratas do que em ootra qualqoer parta, visto qae os e-
ros socios desta firma, adoptaram o systema de s veoderem DINHEIRO ; para poderem vender pelo cnsto, limitando-se apenas
s gatbarem o descont ; as pessoas que negociam em pequea esca'a, nesta loja e armazem podero fazer os eos sortimeatos
pelos mesmos precos qne compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidaie das Escs. familas se daro
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em saas casas para escolherem.
PAR NOIVADOS CORTINADOS, COLCBAS. GROSDENAPLES PRETOS PFPHlNrHA^
Cbpg^u para o Bazar do Povao um gran- Chegou para o Bazar do Pavio um grao- rCOrlIKWlilO
de sortiraeoto dos mais bonitos cortinados de sorlimento dos melbores gresdeoaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qoe tem vindo ao mercado, qne se
qoe se vendem de 1O0"OO at 200000 o vendem de 40600 at 551000 o covado ;l
par, nsiin cdmo o melbor damasco cem 8 sao todoa muito em conta. |
palmo? de largura a imitacSo de damasco MANTELLETES DE FIL i
de seda, proprias para colchas, e propria- No Banr do PavSo vende-se modernissi-
mente colchas de damasco, sendc osmelbo- mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
res e mais bonitas qae tem vindo ao mer- '-oro laco, pelo barato preco de 10)5000 ca-
cado, da nm, barato.
I
Ra da Imperatriz 20
Acaba do chegar para a toja de fazendas finas
derv-minada La ville de Paris, nm grande sorli-
mento de1 fazendas finas, como sejam : cortes de
poii de eheVre coa lislras escocezas de nma'e dtias
aias o qae ha ds mais alta novidadc, ricas pope-
linas de seda, granadines, laas escocezas, alpacas,
baregee, etc., etc., e nm completo scrtimento de
chitas, inadapolSes, earubraias brancas e de cores,
organdys e cambraia iraperatriz, e outras mnitas
fazeDdas, tudo do qne ha de melhor neste merca-
do, qne tudo se vender o mara barato possivel.
Chamamos a attencao do bellu sexo que qnizer
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
sua proleecaa. Macda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas qne nos pe-
direm.
20-RA DA IMPERATRIZ20
Farl de Lcssa.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco rasoavel : no arniaaem de
Manoel Teixeira Bastos, ra do Gommercio n. 13.
mm mviMii
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pav3o o mais
elegante sortiment'- de tapetes grandes, pa-
ra MBS, com 4 cadeiras, ditos maispeque-
aos para doas cadeiras, ditos para
pianos, ramas, portas ; etc. vende-se por
upos do que em outra qualqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Baar do PavSo encontra-
ra o respeitavel publico om grande sorli-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodSo edelinho,
para todos os presos e qualidades.
Cero las de Itabo e algodao.
Molas curtas francezas e Dglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
asemira.
C-.ii; 'S de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ba para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
nm perilo
ALFAIATE
Por qoem se manda fazer com prestesa
p aceio qualquer peca de obra a capricho
agosto do freguez, teodon'este importan-
te, eslabelecimento todas as qualidades de
panno fin/), as. tcelhores e mais moder-
nas casemiras, assioi como os melhores bros,
jur brancos, qur de cor; e quando qual-
qner bra nao ficar inteirameate ao gosto
Jos fregnezes tica por conta do estabeleci-
acoto.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottimento de chales de merino de cores
muito boas com padres muito decentes
para qcalquer urna senbora usar, ditos de
ALGODAO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pavao vend-se o melbor al-
PAVAO
Ra da Imperatriz 60.
Para vender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Chegou um elegante sorlimento de laas
godSosinho amfricano enfestado para en- Qas do Japao, com padres de seda e de
ces, tendo Uso e entraado por prego mDl boa qnalidade. que se vendem a
muito barato. 50 rs- covado. E peehinch?, no Bazar
ESPARTILHO, |do Pava> rQa da koperairiz b. 60.
No Bazar do PavSo recebeu-se umelegan- poupelinas do japo a 15600, o covado.
te sorlimento dos mais modernos e melho- Cbegou um elegante sortimfloto de lia-
res espartilhos, qoe se vendem por preco dissimas poopelinas Japoneas, com os
moiio em conta. ma's delicados gostos, tendo muito lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com sirinhas de seda, sen-io esta nova
O Bazar do PavSo receben nm graode fazenda ouasi da largora da chita rance-
sortimento dos melbores oannos de croch, za e vende-se pelo barato preco de 10600
Qoando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientincar ao respeitavel publico ea
geral, e em particular a sua boa fregqetla, da immensidade de objectos qne oltimanaen
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta 6 tavo-
Iuntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA roa de
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de superioridade e
qualidades, modicidad* em precos e o sen nunca desmenttido AGRADO E INCEP.roADE.
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA pd
dispr, empregado apezar de seos custos no desempenho de bem servir a aquellos qoe
bonram procurando prover-se em dita loja do qae necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquells caja importancia, elegancia e aovidade os tornam recommendaveis, cano
bem soja
CORTES
a 3I20O
34820
30840
crpon com listas de seda o mais fino i
moderno que tem vindo ao mercado, e ven
M por proco muito em conta.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez-se urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastsnte encorpadas e grandes,
que sempre se venderam aJ120OOO. e li-
qnidaaa-se a 7500 a duza^ou a 640 rs.
cada urna, boa pechioena."
DE CHITA f
a 30840
30520
35200
No B zar do PavSo vende-se cortes * fi>
nisimas chita; com padres claros e escu-
ro?, tend) 10.11 e 12 cavados; sendo fa-
zenda que vale moito mais dinheiro e liqui-
^da se pelo preco cima para acabar, na roa
da Imperatriz n. GO Bazar do Pavo.
BRIXS DE CORES A 255C0 6 35500
Vendem-se moderoissimos brins de lino
.:.i cor c"n as cores fixas, seado o co-te
calca a 2 $530 e 365CO eemvara a 1(500 J
e 1600, pechiacha, no Bazar do Pavo ra
da Imor tria n. 6o.
CORPINHOS BRANCOS A 35000
No Bazar do Pavo vendem-se corpinhos
decannrah brancos bordados, sendo fazen-
da que se r ore sa venden a 80000 e 105
e liqui N-se a 3O00 por estarem am
pouso aal'ratados, pecamcha, na raa da
Impera?riz o. tiO.
FUSTOES DE COR E BRANCOS
Vende^-se bunitos fuslOas brancas e de
cores, mprios para vestidos o rcupas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo roa da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
, a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 reis.
Vea 1 :m-ie chitas largas com mnito bons
pannos e cores fizas, pelo barati prego de
200 f* o colado ; cortes das rnesoaaa com
10 covdos a 2fi0)0, pecbincba, no Bazar
do PavSo.
AS C<^SS 18 DO PAViO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
Vende n-s* oaoitas cissas de cores miu-
!in .a- peL< barato preco ie 200 ris o o
rado, no ar nazem do Pavo roa da Im-
i/. n 60
PANNOS PARA SA'AS A 1*000, O METRO.
proprios para cadeiras e balauco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualqoer parte.
PARA LENQOES
No Bazar do Pav3o vende-se snierior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linbo cora a
mesma largara a 2)9800 cada metro, pannos
ds linhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 al 15 a vara, assim como umg ande
sor ti meato de H embargo ou cregueilas ie
todos os nmeros, precos ou qualidades,
qae se vendem mais barato do qae em ou-
tra qnalqner parte; aproveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalhado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 15600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 45500.
No Bazar do Pavo vende-se bonitos cor
tes indianos com daas saias pelo bara-
tissimo preco de 455JO cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melhor sortimeuto .de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinbas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com braoco.
Merinos, cantor, bombazinas, qii9 so
vendem maisbaratj do que em outra qual-
qoer parte.
CACHE-NEZ A 6,5000.
No Bazar do Pavo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco ile 65000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAtAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 8500.
Vende-se um esplendido sortimento de
finissimas cambraias victorias, por precos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, .eodo cada peca 10 jardas a 55, 60,
65500 e 70000, fiuissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
liquidam-se por este preco em relaco a
orna grande compra qoe se fez no Baza-
do Pavo.
BABAD1NH )S
No Bazar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais finos bab'.dinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de envmeios largos e
eslreitos, que para acabar se vende mnito
em coata e mais barato do que em oatra
qoalqaer parte.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos mehores setins e grosie-
aaples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toaihas do Porto com labyrinlho,
proprias para rosto, no Bazar do Pavo
roa da Imperatriz o. 60.
Colchas brancas 352 0, 35300 e 75000.
Pa'a o Bazar d > Pava > chegou um graole
sortiroenio das melhojes colchas pretas,
sendo das melbores e oais encordadas que
Um vindo 7J0J, ditas am pouco mais
baisa 3.JS00 e ditas 35200; tambem n<>
mesmo eslabelecimento, se vende um grande
sortimento de ertooes e chitas proprias
p-ra colchas qne se vendem o-nitoem cont.
Setos d qiadrioboa i 1J230 a corado
V-Midrt-se om elefante sorlimento de sedas
de qnalnohOK, com liad ssimas cores, para
i vestido- e roupas d meoinos, e vende-se
15280 cada covado; pechincha no
No Bazar do Pavo venie-se bonita fa- Baz*r d.> PavSo.
xenda ora ica >rcorpada para saias, sendo Mubpolao enfestado a peca 35000.
com balados e oregas lena Irlo, cando Vende se pecas de madap 131 e fest^dn.
a lapon da fazenda o comprinento la tenio 12 janiiscda peca 3000e 3$&QD,
saia, a qi\ >e r e fzer com 3 ou 3 1|2 iei:hincha, do Bazar do Pava) roa da
metros e veii'e:se a 15, 1528) e 16*00; Imj^a riz n, 60.
cada covado, no Bazar do Ha o.
AS POUPEUNAS DO PAVO A 25O0O, O COVADO.
Chegou para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linbo e seda, que se
vendem pelo baratista preco de 25000
cada um covado, assim como ditas cora
gostos escossezes a 25400, pechiucba no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25000
Chegou u ti elegante sortimento de boni-
tas seda de listrinbas, com as cores mais no
vas qua t^m vindo ao mercado e veudem-se
a 2,5000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RAVEL.
a 250^0, a 25000.
a 25500. a 20500.
a 250OO. a 25000.
S6 no Bazar do Pavo.
Venderse booitissimos cortes de vestidos
de phantasia com liados gostos, sendo ftzn-
das traparentes com delicados bordados
listras qae a n&ser ama grande pechin-
cha qtie se fez na compra seria para muito
mais dinheiro, e li uida-se a 25 e 2550
unicamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se delicada lasinbas transponen
tes com lisir nbas miudinbas, i inaiaco de
urna s cor e muito brilbantes, pelo bara
t ssimo preco de 400 rs. o covado, no Bi-
zar fio Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
1 Vende-se delicadas lasinbas com dille-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, do Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Venle-se um bonito sortimento de fins-'
simas alpacis orancas lavradas, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
asamentos no Bzar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se om grande sorlimento de lin-
das alpacas lavradas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e a; mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QADRINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Vende-se as mais li idas e moderdas la-
sinbas ou bar-ges de qoadriohos, proprios
para vestidos, tendo quasi largara de chita
frsnceza. e 1 qaida-se a 640 rs. o covado,
no B-tzar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTU)OS.
Vende-se bonitos merinos de urna so
cor com cores muito proprios para vestido
e roupas pa>a creancas por ser ama fazen-
da de pora la e moiio leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavo.
GLACS A 10000 PARA VESTIDOS.
Veade-se um elegnte sortimento desta
nova fazenda denominada glass seodouma
fazenda de la muio larga e com delica-
dissimas cores, tendo tanto brilbo como a
seda e vende-se pelo barato preco de 15,
covado, no Buar do Pavo.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se cortes de caaemira ingleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais di ibeiro e liqoida-sa a 70000
o corte de edea, no Bazar do Pavo a rna
da (mperat -z n. 60.
GRANDE PECHINCHA Ef CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 45, 55,60,80, e 100000
Vende-se fioissimas camb aias suissas, &
muita phantasia tendo 9 varas a 80500 e
10500.) unas bk d 1 muito fina a S0, 60 e 70000. Ditas fi-
nissimas azuUdinhas, qae valem muito mais
dinheiro, a 80 e 100 u.: txlas estas cam-
brtias, em relaco a qualidaie, pelos pre-
cos acma sao mais baratas do que om oo-
ira qnalqner parte,-4 no Bizr doPavfi.
CAMBRA!A ALLEMA COV1 8 PALMOS1)B LAR-
GURA A tftOO, U E W390.
Veo te-se fin^stm oambraa brinca tran-
pa ente com 8 palmos de largan, qoe faci
fazar-se um "vestido apenas com 4
A ra do Duque de Caxias n.21.
(ANTIGA SUA DO QUEIMADO)
Recebau stguinle :
Espelhos grande* dourado?, moldes bonitos.
Carteiras, cbaruteiras e port-cigarroe de moitat
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixa vasias para costura com sua tempe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfiui com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobrosahindo en-
tre elles os mimosos lelegrapbista3.
Coramodoi toacadores com daas gavetas e bom
espelho.
Port bonquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitns qualidades.
Bons talheres para rrianga?.
Yostuarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meia
para baptisados.
Toalbas e fronhas de labyrinlho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Ctiapcziohos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsoes nas
crianzas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
raoca, rna do Daque do C*xias n. 21.
PARA TINGftt CABELLOS
para pretps ou castanhos, receben a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque de
Caxias d. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, ru
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E A FORMSE AR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabouetes de pos de
arroi
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde eperfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas eres e qoa-
lidades para cintos.
Loques uesse objecto muito se podera
dizer querndo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodJo com flores e lisps.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Graode sortimento de flores final.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande 0 constante sortimento de Ata,
sempre melhor qualidado.
Lindos vasos com pos de arroz e pinsel.
Caiiinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modwnos pentes duurados pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madrepero/
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novoe slcreoscopos com 48 vistas, u
quaes sao movidas por um machinuno
urnas substitnem as outras.
Vistas para storeoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitadof con
pedras.
Ditas de raadeira envemisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo dt
enancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
CHEGARAIi
Foqos instantneos aperfeujo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
? CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vend na rna da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joo Martins de
ftarroM
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na ra Direita
botica n. 88, os mui conhecido? e acreditados re-
medios i veame, e ootros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como os x.iropes de co-
deioa de Berth, de rbano iodado, di) iodureto de
ferro de Blancard e as pillas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellony, plalas ou confeitos de bis-
mutho de ChevTier, e outros medicamentos cuja
proficiencia quanJo empregados nas doencas das
vias respiratorias, nas dores rheumaticas, na
amarellido, na falta completa ou irregularidade
de menstruo, nas diarrhas, doencas do coracao
e do estomago, tem sido e iicontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentacoe?
on aso que diversas psssoas delles teera feito, as-
sim como das Diluas denominadas bravioas in-
comparaveis em sua eficacia nos acoramettimen-
tos febrs on sezSes ; existindo tambem na mesma
casa, alm de si>fficiente quandade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
ahaca e pincis, que se vendem por menos do que
em outra Darte.
N.3ARUAD0C4BIM3A.
mmi irnos i
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melhor em
aderlos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
perteocente a esta arte.
ARARA
ATTENCA
Lourenco Pareira Mandes GuiroariSes, participa a todos os seos devedore
tanto da praca como do mato, que estando 1 quidando suas casas commerciaes. o que
deve fazer at o fm do correte anno, por lsso rosa a tedos os seus devedores a virem
saldar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seas devedores, qae
os que nao estiverem na loja tem de pagar todos os seos dbitos, provandb isto se lar
o a batimento que for preciso para a liquidaco de suas dividas, para isto poderlo di-
rigir-se raa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para caifas,] bales de arcos a IO0O.
a 500 rs. Cortes de brin's de cores a Ve^de-se bales de 15 a 30 arcos a ^S
IdoOO; cortes de gaDgas para caigas a 10. e 155 )0 cada um. Cortes de cassas em
cortes de casemiras preta para caigas a papel a 25500 cada um, para liquidar.
30500, 40,50 e 65000. Bramante de linbo e algndo cem 10 pal-
Crtes de chitas a 2:500. j mos de largura o 10800 o metro.
Vende-se cortes de chitas para vestipesl Panno de linhoa 760.
a 20503. Ditos de cas a para vestidos a Vende-se bramante de 10 palm:s de lar-
Ira
assim auno uniM a no mesmo estabenci-
ment se vine buaii.;, sa dada. "> pannos cada ama, utas
ic na d- coruja n- barras ffre' sdam j. fa--nii4^>ro,
1 r......i s ;i 0> e"J 0 ,
isto i- Tiude r e 1h a .
i'.AR
" -, na roa
': 60
1HALES UE BEXDA.
Caes 2-.00 .
Cuales 2000.
L lale 2000.
Vi- 1 H tima gnde poir;io de
le i en 1 o i rOth, se-ido
co
6
4 ''ss. f /. o
' M.I
cla!es
pretos
. ifiil s- i>pre su ven-
- e a t "0 ca a. ao,
varas e li jm Ja se a 1S600, 0 2050 A
vara fa- E pechincha r>o Bar -1- PaI.
CAMBfUW TRANSPARENrE
Peca a 40-iuO
Vende-se muito fiu'w pe^as de cambraias
brancas trdnsprentes, lenioS \\t tarasca-
da p-ca e c-im um vara de largura a 44.
E pecb coa, n<> Ba/.^r di Pava,
A! ra d Imperatriz
n. 60.
UIiS PARA
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 2carmeiho
viannaum completo sortimento de ma-
chi nas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposicSo no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qu<-
lidade, e tambem ensna-se com perfic5o
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no 6eu trabalho ao de 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeicjio tal
como da melhor cosoreira de Paris. Apre-
seotam-se trabalhos execatadot pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.
2050.
Pechio:ha a 40000.
Vende-se pegas de algodao a 40, 50, 60
e 70COO.
Para 1 anidar a 30500.
Pefas.de madapolo com 12 jardas a
o0500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
60,60500,70, 80 e 900 M).
LIQUIDACiO.
Pegas de algodusiubo de listra proprio
para roupas de escravos com 42 jardas a
60500 e covado 160 rs. pira liquidar.
Chitas escaras para vestidos a 280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pecas de umbralas victoria, fi-
nas a 65, 60500 e 7*000.
1' mito barato.
Bom e burato
Charutos finos do bem conhecido fabricante Joa-
quim Jos dos, BeU ; vende-se na ra Nova n. 4,
fabn 'i do Peraira, pelos seguiates pregas :
EKposicao, meia caixa 3J.
PaJmeiras, meia caixa 3J.
Lyrkx*. meia eaix* 2*300.
Riacaoels, caixa 4*500.
Rejrilia imperial, caixa 3*.
Aproveitein a pachincha.
u. 60, esta' constantemente aberto
9 da nuute.
Veude-se uuia muiio bomu"marhma (le
costnra propria para qualquer senhora, nova, che-
Sada ba poneos das do Rio de Janeiro, n Corre-
ar do Bispo o. 55. Na mesma ca^ r casa uon
liada UMgem de Christo cim iodos i- p 'fie -
de prata, e predi e alocar u"ia pre'i qo"
vwiiler na roa atad mesmo que u j >
cam lauto que seia fiel ; tambem na m
vende-se srope ae jai para todas ai
o:.n vin^lo do beriio, e CRomm-i rup. !<
hemwn,^ enh-ira ,t toda a i.
-
Colariahos de papel a 240 rs. duxia.
Carliiados para japellas a 50000.
Vende-se cortinapos p^ra janellas a 50
o oar.4"' 8rm pardo liao paca calca de ser-
vgo a 500rs o meuo.
Cortes de perales a 60000.
Vende-se cortes de percales d duas .
saias de bnas bsrras a 60000.
Caberlas de cuita.
Vende-se a 10:>OO, ditas fiaai a 25530,
ditas eacarnadas e adamascadas a 30590,
ditas forradas 50000.
Gangas para calcas a 280 o covado.
Brim de iistra ao lado para calcas, a 400
rs. o covado.
Lencos brancos a 20000 a doiia, para li-
quidar ; grande porgaj de mantas para
(reatas a 20') rs. cada urna para liquidar.
Cassa< frsncezas a 280 rs-
Vende-se cassas franjeza* para vestidos,
a 28) e >20 rs. o covado.
Organdys ie cores para vestidos a 400
e 640 ' cova-lo
A'pacas d cores para ve; ilor, a 500
6i0 r^. o co Ido.
para tos i ' i, 400 e 5*G
dora proprio para lences a 20800 o metro.
Lencos de seda a 80o rs.
Vende-se urna porco de lencos de seda
a 800 rs. cada nm,
C bales de cassa a 10000.
Vende-se urna gran De porco de chales
de cassa a 10000 cada nm, para liquidar.
Fust a 360 rs.
Vende-se fusilo de cores para rostidos
a 360 rs o covado.
AlgodSo enfestado a 900 rs.
Vendi-se sl^odo enfestado para lences
e t' alba- a 900 rs. o metro, dito transa-
do a 1000 o ovtro.
Oales de merin6 estampados a 20000.
Venoe se coates de merm estam a ios
cAm barras a 20,20500 e 3 s para acabar
Gran le porcjSo dj retobos.
Vende-se grande pon;!* de relalhos de
$assa e cbitas a 240 rs. o covado.
A feta^sU naporta
Roupt tena eaflOntraro
Por pteoinlo rtzoavel
Todol seerorjuar5o,
.A SABER :
Liqaidtfa fe ronpi frita.
Ven te-se paltots debrinsini) da rmho
proprio para andar em casa a 10500 ; di-
to- de ganga a 20000 ; ditos do mei
semira 31000 ; ditos de alpaca de cor
a 30530 o 40'JOO; ditos de panno &no
preto i60, 80 e 100000 ; dito-;de jim-
mir-sda vm, a 60 e 80*'O eojetes
de cassiaeta. de eres, a 105UO ; diHde
bri,s fo qiadriobosa W^i*1*?^'
oumMa a! ,= ASOO. 34 e 40000.
1
'1
semiras d cores, a 90500, 3*
Calcas ajaes pira escravos a 50J rs., wm
de a'go los.nbo de listra a 8 -O r s. Ollas
da hrim par lo a 10600. * *{**' l*!
I* de dito branco de liabo a 6 >0J M ,
3S3.uiras de cores a 5^ 6* J
anisas de cb'M a IdOOi; t-
dila- de C
e 80' O")
tas de al .odosinbo, pr pr as^ari o s
vi;i por ser tonda tora, a
de musa i na a 15600 rs.
Veo-ht se u.u. armac<> do ub.u. ua ra
Imperial n. 130 : a u-aur na metuia iaa.
9 ova lo.
O t >'ietario da o;i denom:nadr. Arara, de ara ao respeiw^t \taws s aos
e-iflre i liqaidco. por <- queai i|uto*r m 'Qir-s de
jnha a twqdateda dirigirse rua.d* luipof^i n.
as 9 da ooate.
"


w
Diario de Pernambuco Dongago 80 de Outubro de 1870.
7


No a ') Jlis Laham
Crnz 0. :H, vene>?e :
Lona largn 6e 30 pnlfj-li.
Dita-e*ire.;.i Saceos vasio: para asquear.
Seibo silliiV.- e i;
Vinhc (1) !'. i; ;m caixa.
SabSfl-lPf'cz wn caixa.
Sabonetas dim
ra da
Earelo
ZAR DA

4:200.
Saceos com 503 libras d-'superior farelo
dlo barato preco a cima indicado, na rus
da Madre de Dens n. 7
n
r":
Russia a 200 rs. a libra.
Pota.sa aova da
Cal de Lisboa.
Cera em vela?.
Dita em ptri
Vinho da Porte enseri r engarrafado.
Dito lie (I lo boitl dem.
Dito iiiu.s -atel de diversas marcas idem.
Diio tinto Palmea stmerir idem.
Dito dito Ve iim ai i.
Dito dito lavradio Idem.
Dito tronco Caravel>oa idem.
Dito dito Bncell
Cal detrs da ferro fiioddo para enpenlins.
No eseriptorio de Olivcira Fiibos A C. ao
do GorpoSanlo u. !9.
.---- -w DE
Jos de Suza Soares & C.
RITA BO BiRAO. A VITOfllI
( OUTR'BA NOVA )
Apresenia-se mclam rpbozeado do que pode have de mais bello e ajradavel em fa-
jeadas finas para Senhoras artigos de alta, moda cm Parla tanto para senhoras como
para homens e meninos.
Miuaezas afarmsdas, perfumaras especi es, variedade de lindos objectos para me-
ninos e brinquedos para crianzas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa sonde tem ha-
bis correspoa .lentes.
Vende-se muito emeonta e maada-se p r empr.'gad s do estabelcimento fazendas
em casa das Exms, familias aGeo demeltior oscolberm o que desejarem.
largo
*
Bo\s sedas do coris a 15600 o
covado, hados puita de ciievres lar-
gos enm l:st-;;s do sfda a OO res $
o covado : na toja das Ollnmnas, **
%k roa 1. oe Marro ( orir'ora -do W
0 Crespo) n. 13. de Antonio Corroa 9
|B de Vasconcelos. iz$
r^i pw /Psflrk.
4
i-
sortimento de fazendas
11JUA1 ilVIlll
Acatem de sMr a mz asse-
ume i peas para
A
r
.LAL
limalinda tralsa d'Arfiitl
Ideal e realidade milito heir
pbanaiia pelo matero tozal-
bo re
i'ostiiholinda phantMi excepta-
da [com grande applanso pela
Bastea attemSa
Habaneras lindas dnnsas para-
guayas, que tanto furor aqu tem
feito
ACABA DE PUBLICAB-SE
a collecQo de msicas dos cavallinhospara
15030
10000
10300
15000
Eua do Quemado
ir b ' % t
E' chsgado a este novo estabelecimento o nis bello
ina3, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestirlos de blond de ,sda ricamente bardados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 15a e seda, id-m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sof?.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Lias de diversas qoalidades, lindos postes e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
Das inglez3S para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de romas feitas e de fazendas que
> enfadonho mencionar.
Luvas friscas e Jo vin
Sortimento de tapetes para guarnicesde salas, alcatifas para forro de sala, e o
randa sortimento das acreditadas e verdadeiras ,
liflJA
AS FEITAS
_ DASE fl
Ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.
3
Esteiras a
*S* T*
^mzmmmm mmzw^w
incuya
Recebeu mais grande sortimento de m-
sicas para piano, e piano e canto, e tambera
a opera
para piano e canto, e tambem os melhores
pedamos para piano so compjsif5o do illus-
:re compositor brasileiro
Carlos Gomes
ene tanto furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
VENDA NA
Y,
moa M
DE
rs.
A. J. de Azevcdo
A RA DO BABO DA VICTORIA (ANTI-
GA BA NOVA N. 11)._______
Covado a 160
Cambraia franreza para vestido com pequer
toque, covado 160 rs.
Dita dita dita, covado 3?0. iOO e 500 r.
Chitas escoras, covado 280, 380 e 360 rs.
Laa para vestido, covado a '200, 2i0 a ."JOO rs.
Alpaca de listas, alta novidade, a l, 13,1$.
Cambraias brancas victorias e transparente?,
peca 3J a ItjS.
Alffoi 'o e madapolai, ppja 55 a- tOiS.
MoUkine, laze.nJa nova i ara calca, corte a 3.
Cortes de vestidos braaco* com" barra de cor,
corte a i$.
Saias bordadas, rrande pechincha. a 25 e 250O
Sotrtembamacs de alpaca a 1500 e 2.
Na Joja Flor da Boa-vista, de Panto Gaimaraes,
ra da Imperatriz n. 48.
Fogao (le patente.
Vende-fl em ca-a dos importadores Shaw
Hawkes & C, raj da Crnz n. 4.
apollasn. 53,ra Direita, 3 p rtas n. V?antiga.
hja do Braga
O abaixo 3ssipado. dono desie antigo estabelecimento, tendo en vista apre*entar cm
' completo sortinieato de fsrrageDs, miadezas e cotileria, tom resolvido mandar buscar em
diversos pon;os da Europa os loelbores objectos tio sea estabelf cimento dos fabricanies
mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes :
virem se ervir dos objectos de sua carencia, ainde encontrarao por nienes 10 00 do que'
em outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodao,
do bera conhecido faincante Cottorr Gin 4 C, ditas para costura, motores para animae*, :
ditos para fogo, moinhos pira caf de todos os tamanbos, da fabrica do Japi, egpiBgardas de i
deas canos e de um, tanto inglezas como francezas. louca de porcelana, facas e garfos i
de diversas qualidades e presos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e
limalha de ierro, ago, e agnlha para fogoeteiro ; assim como encontrarlo constante-
mente grande poreo de fogo do ar, e reeebe-se encommenJa de fogos de vista, alem de um |
eem numero de objectos, que se tornara enfa'donho nnmera-l 53, luja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.


D2 x
iw uyiMiaA 1
0 proprietario deste novo estabelecimento commuriiea ao respeitavel publico
desta cidade, e especialmente as Exris. famiiiis que est liquidando por precos bara-
tissimos as antigs fazendas que existiim ne'te estabefecimtnto, alm das que abaixo
vjo relacionadas, cujos precos me ecem toda a attengo do respeitavel publico qne nao
deixai de cora pequea qoanfla refazer-se de qnalquer qualidadede fazendas que pre-
cise. Preyine-se tambera que a mesma \oy.i tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e coctifiua a sortir-sedas do mais apurado e esclbido gosto, que vender mais
barato que qualquer cuta loja.
.'?odaosinho com 18 jardas a 25800 a
pesa.
Madafiolio enfestado com 12 jardas a 35
e 3^500 a peca.
Dito de 24 jardas a 3(5000 para cima.
Atoalhados de linho, e de algoao tran-
C/doj, e adamascados por prec/ts commo-
rios.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o.co-
vado pnra cima.
Cambraias de cores mtudinhas a 240 rs.
o covado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Baloes de mussulina' a 4$ e 55000
Guardanapos de linho a 34500 a du-
zia.
Bramante de linho a 2,5500 35000 com
O palmos.
Dito de algodSo a 1,5800 o metro.
Meias para senhoras de 4$O00 a dnzia
para cima.
Ditas para homens de 3,5000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
cstamanhos.
Ce lebas de fuslo branco de 30200 para
cima.
Ditas de cor de o-500D para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a finos, a 85 e 10J000.
Ditos encarnados a 4,5300.
Ditos dealgodao ,a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
das e bordado, propria para sa'.as de senho-
ras prego barato.
Laazinbas Irences trancadas, cem listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inttiramene nova a 593 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e presos.
Lazinhas tapadas o transparentes de
muitas diversidades de cores da 320 rs.
o cevado para cima.
Alpacas lisas e de furia cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de la da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 20500.
Ditos estampados de 40500 para cima.
Cawismbaa do cambraia branca transpa-
rente, bordadas com eneites brancos e de
cores a 30000.
Brilnanlioas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas do cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
gtriSo at o mais fino.'
Lencos chi.czes a 30500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 20500, mui
(o tinos.
Fil branco e preto, liso e de salpico.
dortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Ts ra tanas brancas, e de cores.
Paitos de iinuo bordados e lisos de es-
gnio.
Camilas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravata.
Pnaos de linho para homem a 10 o
par.
Oilarir.bos de linho lisos e borddos.
Gravatas pretas e de cores, tanto em se-
tim como em seda, ba de todos os gostos e
fcitlOS.
ROPA FEITA E POB MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Soimento de roupas feitas de todas as
qna idades, e feitios, para precos commo-
dos, e quera comprar porcao para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casem as pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qualquer obra a vontade dos freguezes,
quer para borneas ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officiaa, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acba-semu-
nida de- um hom mestre alfaiate para bem
desemp?nhar qoalquer obra da sua arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
prietario da k-ja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manha s 9 horas da noote.^
Francisco Teixeira Menes.
EHE1
Com fnndipao
RA DO BRUi
Passando o chafar.
Chama a attenc5o dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos e
;om especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem molhorado.
Os vapores fornecidos por elle c j funecionando Ihe ho do fazer melhor apre-
;iac5o do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna reducto em seus precos; e que
tem prompto toda a especie de machraismo e outros objectos para a agricultura.
'RECIOSA DESGOBERTA
Farinha de mrtndiocu da Babia.
Tem para vender muito nova o superior,
em sardas, a preco mais commodo dVquo
era outr.) quafqwr parte: Joaquim Iris
Goncalv?* BeltrSo, no seu escriptorio ra
do Coiri.ercio n. 17. ______
Secretara de ferro
Veode-se e est vita em casa das iroporudo-
res Shaw HawK>-> 4 C. r:ia da Cruz fl. 4.
fcPKiaoiTiF Dt) CEAKA.
Venr'e-j" na ina do Mrquez'de Olinda n. '&.
weriptoriode Cunta & Manti._________
JKMBHSE
^JKkA ou alnga-fe um sitio muito bem -i-
I teadonn'.trgem do rio'Capibaribiv
I eo laq&r *) Poro da Panella, frentf
ao pono d3 Paula, oom boa casa de
"" cwleod. i a salas, 4 qatrtns, ozinha fra,
n ma:< ; ^ra mei-aguas, com bonc
amo* para boopedkron errados, boa cochi-
"* 2oar*'J1o!"-'o para criados, cacimba, bon*
*Hffirr b fc,5^-rte slti0 ultimo da po-
yogio do Poco da Papila ftmargem do rio,.e de.
ZL7Tl21I*i3oC'WTOBl w aHnmmente oscu-
nwo por Adonr : a triar cdtt o c 0 TNICO DELSUC que boje aprsenla ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue urna superioridade
ineontestavel a todas as ontras preparares, que at boje tem apparecido, recommenda-se
por sua bandado, e pelo brilbante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fazendo com que appareca em boai estar impagavel.
Esta agua eomp5e-se de substancias cuidadosamente escolhidas, purificadas, e
confeccionadas cora o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-he
nma aeco verdadciramenteefficaz. consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfregase levemente ; immediatamente ficam
os cabellos limos e com um brilbo magnifico.
Deposito
smente em casa do autor, Andr* Deloc cabeileireiro de Paria.
Ra Io de \arqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
Ko costDicimoi proenrar ttesudo pin icrcditar
soases preparados, e deiamoi qne sua applicario o*
unltadoi obtidos pelas petsotsqae se dignaramaccaita-
'm, lhes deem credit toga; porqoa jSo sempre oa
itUilados considerados gratuitos, deltes que laica
alo o charlatanismo; mas n quereodo ofieoder as pes-
oas qae espootiDeamente oosofl'ereeel'im.os que abaixo
'lotranscriptos, os fazemos piiblicer tMnifeslando-Ikei
tosa grati.lio pela ittenco, sjwraDdo qne Tenhim
*"* corro')orw coneeito, e icteitSQao qua tem men-
Ud nosso xirope. fiaroiome i C.
1. imRtm.
lIlBt. Srs. Hirtholomeo C. ltiiaeo que declaro ser o rope Americano de nma
iflleicii extraordinaria, pois que soffiend h diw di
.aUnta tosse, i ponto de tiao poder djrmir a noiti i
Mspeito mesmo de medicamentos qne tomn, a elle
mnrrle na terceira eolher tui allivwdo, e (oda me
eho boje resMJMlecir'o com o m souenu de qiMi
je frasco: grato pois i osse reinUado-tcinifesto
7v, Ss. ea reo: hetimente. De TV. Si. imi,, te-
wridT e obngido. M,Doel Antonio Vrsfii nnior.
- Su casa 20 de abril de 1868.
:!!as. Srs. LViholnmeo & C. ..disnitroota
i faur qai om tinrim di Kousutur * de um*
Vegetal Americano, de sna eompoeicio, qunde <
arbeTt bastante doenie do tuna ctmirMcJi m Z
tornon compleumenti ronc e qni Inwuir^Jii
tone, e me impossibiliton dlcoofpriro meniditiri
Bivai sem segundo,
S6UA DUQUE Di: CAVIAL X. 49
(Antiga roa do Queimado)
Contina a vender ludo muito bom
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a..........
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a.......80OOC
100
500
500
500
60
Carriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de bo^oes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tntenos com tinta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banba a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. . 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Lartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a.......10800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
o'itavas a........ 610
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha fraoceza superior
qualidade a......' 20420
Caixas de paito do gaz a. 00
Eival sem segurado
RA DO DUQUE DE CAXIAST. 49
Eston disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
e xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
cos admirados.
120 Dczias de palitos seguraba a.... 120
Duzia de palitos seguranca caixa
.grande a................... 320
Frascos com t leobaboza muito fino. 320
Pcote com p.s de arroz o me-
lhor que ha a...........----- 320
N'naihas muito finas para fazer
barba a.................... 10000
Caixa de linha branr do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .'...................... 160
Caixas com peonas d'aco de lerry
superiores................. 800
Lencos de cassa brancos e pinti-
500
60
10000
dosa.
100
de cantor da empmi IjTiea, Wa agmleeeT-lbei m
completo reiukelieiBMio, qne obtrtt cem na b Jdr
do mesmo xarope depoii de ha.er recorrido wu*
tratamentoi. Desejinl qm entro como M iMarrin
o sen xarope pin et teran ilimdbife U* tevM
incommodo, tie fiUI auu piix. Coa miar eou
rae Jo Comineo i eer e* V?. S. atuito Teatn
obngido. Lab; Cremeaa. Recifi Kiamim^n
Illmi Sri Bariboloae* ftC0 xarepe Yful lau.
ricano qne Vt. Si. ten Upaste t tino i 2 tSSt^Ll
mci* para o ceratTO "*- tuiinn ii*.iiii?J _
nii,ando-o i mee albo Joaqiim, meiil
anuos; cima d'esse flagelle, qne it Me*2
eicetlnti don* eno istia mi ltL.W Z
de grande Horneada. Omina seii Vt. J,
expressao iltamvntk linter d* mee NMMseB
meritorio serrieo qsn lie pNttink el fi
tter.to oWgrto. ^Tk^^^J^SSSt *
Uoit 2 dt MtRbre i*U,
R(?b-hnte-rheum tico.
Remedio effliiicissiflBo contra as dores henraa-
ticas at boje o mais eonhecido pelos seus mara-
tilhosos rultidos.
XAROPE DE AGRIAO. um dos medicamen-
tos que sua eficacia as enfermidales, toss-3 e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqneza
no peiw, c-Traboto e Botestias de ligado, que me-
lbor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre raz
de marapuama, caja energa e eOeaeia as para-
lysias, intorpt.-ciroeoio, ett. etc. muito .se reom-
emJa.
Todos esses preparados se encontrara'^na phar-
tnacia e droparia de'Bartholomeu & C, nico de-
pesito na roa larga 4o Rosario n. 34.
RAP.
Paulo Cordero
Vflde-e rap Paulo Gordeiro fid viajado, m
tatas, tfWto (frtiso e vinagrinho : no iteposio da
rna do Vigario n, 11. ! andar.
fi
*
Grande pechincha.
^cos ortes dj OmeTala bordados eort 10 varas
i ?*, lpkca*a;ias.ele joi*9 t 10 8 W n.
nt*eVto : frMenim nt/a Dofae te GiJm a
Caixas com 20 quadernos de papel
yantado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a........ 400
Dtizias de meias cruas superior
qualidade a.....: 30600
Pe as de babadinhos com 10 va-
ftsa......... 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 10fiOO e. 20000
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbas fazenda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias croas para me.'
nos diversos tamaitos a. 320
Dozias da meias brancas muko
finas parasenhora a. 40500
Pares do sapatos de tranca do
Porto........20000
Pares ele sapatos de tapete a. 10500
Dtreias d* baralbos para vultarete 30000
Sylabartos portugowes a. 400
Cartees com colxetes t carreras a 20
Abot'oaduras para colleta diversas
qualidades....... 400
Cateas coi* p?nna de ac muito
toa ) a...... 50C
Caixas com superiores obreias a. 40
DuJa deagrilha para mactiina a. 20000
Libras de pregOs franoezes todos
os tamanbVis a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos ........... 400
Refina de papel pautado superior 40000
Resma de papel liso muito upe-
rior a........... 30600
Espanadores de pallia
Snperiorea a l'ift : na itn 1j Crespo n. .'i
To^inhi^nar 1871
FWhiBbasdoiPern i imrn, an ndoca ereligio?n
. L finmert, Gnima
i r m fcj
o de ricino
Tlffe-ge leo dflffchw: xa, rna da Cadla-v-
u te Aeofe a, 1, f awUr
DO
GALLO VIGILAKTE
Rna o Crespa n. ?
Os propnelarios deste bemconbccid c-,; .
eimenie, alm dos muitos objectos q
postos a apreciaro do re^pcavel
daram vir e acaiiarn do receber pi
da Europa nin completo e. variado ir
Gnas e mui delicadas
tao resolvidos a vender, como i de i
por presos muito baratinhos e conmod,
dos, cora tanto qu 0 6;:!o....
Mnito superiores luvas de pellica, preta, brasv-
caa e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinlias e pucho t st-
nhora, ueste genero o que ha de piis xroaerno.
Superiores pentes de tartaraga pan
Lindos e riquissiraos enfailes para Cifci s j
Esmas. sonhoras.
Snperiorfts trancas pretas e de c6n;s i
Ihos e sem elles; esta fazenda o que f oe nave r
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos legues de mafreperah.
marfim, sndalo e osso, sendo u\ ancos
com lindos desen'nos, e esfes retos.
Muito superiores meias flo '
nhoras, as quacs sempre se vnderam i
a duzia, entretanto que nos a? aO.
atni destas, temos tarabem fr..
outras qualidades, entre as qaaes algu: i
unas.' '
Boas tagalas de superior ca^'ia d
cutio de narirn com lindat a en
ras do mesmo, neste genero o ^je e
pude desojar ; alm
aoantidade de >,.
eir, bale:?,, osso, bor ete. ett.
Fiu i e airosos ebicotinno
de ootras qualidade.
Lindas .superiores ligas de seda e
para segurar as netas.
Boas meias de sed.: i ,;ora e pm
as de 1 a 12 annos de i
Navalhas cabo do taai tarUruga |
barba; sao muito boas.e de mais a mi i
rantidas pelo fabricante, e nos pur r .
bem assegnraniKS sua qualidade e d
Lindas e bellas capellas pan noiva.
Superiores agulhas para machina e pv
Linha muito boa de peso, irona* P* '> "
labyrintho.
Bons baralho? de cartas para voltare.", i
como os temos para o meante iim.
Grande e variado sortimento das mell
fumarias e dos melhores e mais eonix jier
fumistas.
COLARES mROER.
Elctricos magnticos contra ar. eormts3es i
facilitam a denti^o das insoeentes bfi i
mos desde muito recebedores de.-:
collares, e continuamos a recebe-ios por
vapore, afim de que nunca falten) n I
tomo j tem accoteido, assim pois pi
les que dellcs preetaarea, vir ao deposil -
vigilante, aonde sempre rnconlrara..
deiros collares, e os quaes atteneadn-
para que co applicados, se :;>nderao o
diminuto lucro.
Rogamos,pois, avista doscbjeCtM m
declarados, aos nossos freguezesue amigo-
comprar por precos muitp razoaveis loj
vigilante, ra o Cresoo n. 7.
Jcordeiro Drevi
a 3(0 rs.
Polbinhas doRi
raes a 300 rs.
Almanak Luso I; ir \f
FoIWums de p*y.. tro
UVPI1\ FU\NCEZA.
CJl flova de J.isba
ebeeada nUimanente pelo patacho Principio, ven-
det-tKmrra irrjaw & C., a roa da Madre de Deo9
B-3K .
Rna o Novo e variado scrtimenlo o- p rf
finas, e cutres objectos.
Alm do completo sortir
alarias, de me affecfvainente est
loja do Cordeiro Providente, ella a
receber um outro sortimento que
aotavel pela variedade de oijjj
dade, quadades ecor
fos; assim, pois, o Ccriiein
e espera continuar a merecer a ap
do respeitavil publico em gerfcl e
boa freguezia em particalar, .cTk :.
tando elle de sua bem conhedd i
e barateza. Em dita roja eacbntiw
apreciadores do bom:
Agua divina do E. Coudra?.
Dita verdadeira de Murray de Laxa
Dita de Cologne ingleza, america:;:
ceza, todas dos melhores e aisaerod
fabricantes.
Dita de flor delarangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilt
Elixir odontalgico para co&serv*Cio .
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade*
ros agradareis.
Copos e iatas, maiores. e menores, o.
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoniza, trana
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, ameriea
francezes em frascos simples aenfeit-
Essencia imperial do fino eagraclavc
ro de violeta.
Outras concentradas e do cheiros tgiu
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocomeverdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qtu
com escohidos cheiros, em frascos edift-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores c nc
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para
Caixinhas com bonitos saboneics imitar
fructas.
Ditas de madeira invernisada oontendf
as perfumarias, muito proprias pira p:
lentes.
Ditas de papello igualmente bonitat
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal colorido;, c .
moldes novos e elegantes, com p*di
e boneca.
Opiata ingleza e franceza par
Pos de camphora e ootrae dife
qualidades tambem para dente .
Tnico oriental de Kemp.
Altaba mais co^c
Um outro sortimento de cor.
vos e bonitos moldes com iets de >
) alguns d'elles ornados de flor
esto todos expostos aprecio?;
o pretenda comprar.
GOLLINHAS EPNHOSEC.....1
Obi as de muito gosto e per.
Fuellase ismpara '
Beo e variado sortimeaio dt vv
tos, fichado adboa escolba ao ge
pr>ior.
S JiMquimPtodriguosTa- f
de Me!
"V

vare^ TEM PARA VENDE"
em sea escriptorio, pntca dor*M>< 9ito V
p 17 : w
Famoem foilm &
V l'i' qualidade, e vende f
a vuntade dos cempr. -L-
Cal de Li b
|. ida.
mssaniaRu '-g
;;hdeao'l
Vinho Borde g
,i....ljdade. Todo de ^
i lito do qae un nutra qual >

-r- Vende-se no cees de Camba-
Ponte-Velha, pedramulatinba de cantara a
palmo.
da
Iflet
I


8
Diario de Pernatobo'co Domijjgo 30 de Oulubro de 1870
VARIEMOS
r


ROMA.
liamos Ptt seguidaa cari de s>a santi-
dade Pi IX aos cardeae :
Amado fllho nosso, sade e hf-nco
apostlica. Nos Senbor Jess CJHs.u
me humi lia o exalta d a moile c a da,
tUgella e salva, permitir ha pooco que esta
cidade romana sedo do supremo pont'fl
cabisee as ruaos oiinigai juntamente cora
a-quela rtsto dos dominios ecc!esiasli.;o?,
qoe os mesmos niraigos jnlgaram drixar
livre da naorpacSo por algum lempt. Mo-
ndos de dTeeto de caridade para C0!D ls
nossos amados filos os cardeaes da santa
igrej3 romana c vendo nos mesmos os coo-
peradores ddste nosso supremo apostolado,
decidimos hoje, declarar aos mesmos no
nosso luto e tnstoza, como pede o nosso
nfficio a Bjesroa voz da nossa conseioneia.
o; ntimos sentknentos da nossa alma, com
que clara e aberfamento detestamos e re-
provamos este presente estado do cous.h.
Nos. pois, que anda que indignos e
immerecedores gozamos do poder de viga-
no de Quisto ns trra e que somos pastor
tro toda a casa de Israel, agora experimen-
tamos careced daquella liberdade que ne-
restaa para reger a igreja de Deus e jot-
ramos do de ver do nosso ofieio fazer este
protesta a consignar o mesmo em Idtras
pobiieas pata que soja conhocido em lo lo o
u'be como necesario.
* Nem mesino testemnnhando nos que
esta iiburdade KM foi violentamente arran-
cada e tirada, podem os nossos adran arios
responder que esta qneixa e declaracSo- nao
:em fundamento : pois nao lia ninguem de
taa inteliigeneia que nio veja e confesse qo-
s.']do-nos tirado aquella supremo e livre
poder que nos gozramos por direito do
nosso principad) civil no uso do correi c
no publico cominercio das cartas, e nao nos
porteado ti>r no mesmo governo qoe arre-
h: a si esse poder, nos adiamos comple-
tamente privados daquelle caminbo especulo
gocios que deve tratar e expedir o vigario
de Jess Quisto e pai commum dos lifis a
quem os filhos recorrem de toda a parte do
mondo.
A qual observaco se confirma com
mais clareza pelo recente facto que lia pou-
i'cs das aconteceu, nos quaes aquelles que
sabilfl da porta do nos'o domicilio no Va-
ticano, faram snjitos a pesquisicao, exami-
nando os soldados do novo governo se es-
coadiaon alguraa coosa debaixo dos vestidos.
Contra isto reclaraou-se e a esta reclamaco
tt responda com ter sido por engao. Mas
quem nao sabe com quanta facilidad se
podem repetir estes engaos e nascerem
muiros semelliantes ?
t Alm disso um gravissirao mal est
imminente instruccao publica nesta ci la-
de : pois d'aqoi a pouco deve-se abrir o
rano annnal da universidade de Roma e
iquelle lugar que celebre pela frequencia
je perto de 1,200 jovens foi at aqu exem-
plo de trar.qnillidade e ordem, e nico re-
0 de tantas pas christos e honestos
para onde mandavam os seus filbos para
aprender, sem perigo de corrupto, d'aqni
a pooco, ou pelas falsas e errneas doulri-
nas que se bao de ensinar, ou pelas malda-
dos professores ba de cahir n'uma psi-
to bem diversa da antiga.
Foi declarado que as leis regentes em
liorna, depo:s de oceupada a cidade, se
;-ODservari?m no seu inteiro vigor, e com-
rudo desprssadas estas declarares os regis-
tros das parochias foram tirados por forra
laminados, e est bem claro que isto se
pan tirar aquellas indiC3Coes que po-
li servir para a conscripeo militare
. ra outros Gns que fcil conliecer.
i A isto accrcsce qu? os insultos e iniu-
! que nascem do desejo de vinganga li-
Dtpunes, e a mesma impunidade se
serva em qoanto s tropas indgenas, in-
curias feitas aos nossos soldados que lio
Bem merecem da sociedade e da roligiao
i, de todos os homens honestos.
. Finalmente as ordens e decretos lia
neo publicados a respeito dos bens da
a, claramente mostra para onde tendero
esigmos dos usurpadores.
Cintra todas estas cousas j feitas e
utra as peiores que esio imminentes en-
teadftnaa protestar pela nossa suprema au-
dado, assim como nos protestamos ties-
tas cartas, as quaes a ti, amado filho, e
singularmente) a cada nm dos cardeaes faze-
moa urna hree expsito de algumis cou-
sas reservando para nos escrever mais lar-
gamente.
'Entretanto pedimos a Deus Omnipo-
tente com fervorosas e n3o inlerrompidas
siippliMs que Ilumine a-t intelligencias dos
nos*os nimbos para que deixem de apor-
tar de dia para da as suas almas nos lapos
das censura i ecc'esi sticas e de excitar con-
tra si a ira terrivel de Deus vivo, que tudo
ve, e a cuja ma"u ninguem pode fugir.
Pela nossa parte, rogamos com animo
firme e com humildade Migestade Divina
pela intercessiio da Immaculada M5i de Daus
e a dos bemsventurados apostlos Pedro e
Paulo, e assim lazamos com a sania confian-
ca de aleancar aqpil!o que pedimos, porque
Deus e3l prximo daquelles qoo eslio com
o corarn atti bulado e perto de todos
aquelles que o invocam devras.. A ti.
amado filho, desejando paz e alegra em
Nosso Senhor Jesiw Christo. damos com
maior amor a bencao apostlica que parte
do no.so intimo, do nosso coraco.
< Dado em Roma a i'J de setembro, dia
de S. Miguel Archanjo, e no 20 anno do
nosso pontificado.Pi Papa IX.
TEHP.IVEL SWISTRO MARTIMO.No
dia !) de setembro liouve urna lerrivel catas-
trophe na pequea batiia de Cronstadt, on-
de se achaviuj ancorados muilos navios de
grande lotaco.-carregados de petrleo, de
eoxolre e de naphla Entre esses navios
iilnv.imse o Lailorja, americano, de grande
lotcao, a o Ikm liramlis. noroeguez, tan>-
bem de grande lotagio ; o primeiro carre-
gado de oleo de petrleo e o segundo de
naphta, faziam a desca/ga destes gneros
para barcas que deviam conduzi-lo* a S. Pe-
iersbnrgo.
Pjr vulia das II horas da irianha. o
fogo manil'estou-se na oarca n. >IP/r a bordo
da qual estavam j raais de 700 toneladas
de naphta do ikns Brandis ; o incendio pa-
reca ter sido determinado por um explo-
sio que houvera no poro da barca, e cuja
cansa ainda nao conhecida.
Logo que viram o fumo do incendio, as
tripo'agoes do l/idoga e do Httm BtanAU
saltaran) aos escaleres e dispozeram-se a
rebocar a barca para longe da'fileira de na-
vios que oceupavam a pequea baha.* Du-
rante esta operacao. o fogo communioo-se
a urna ontra barca, tambero carrejada de
petrleo, mas felizmente este novo ineeodio
foi promptamente extincio.
Nesie meio lempo.as iripoaces da fra-
gata Smtg, e de outros muitos navios,.al-
anos Oelles a vapor, apressaram se a enviar
soccorros ; os escaleres n. I 6-2 do Smlg
foram os primeiros que chegaram com as
bombas, commandadas pelo tenente Ma-
letchkive. Quando a barca foi rebocada
pelos escaleres para alm da fiteira dos na-
vios, comecaram a trabalbar as bomba.
Ao principio nao saina da referida barca,
abandonada pelos tres homens que se oceu-
p3vam no seu carregamento, sen3o omaes-
pessa nuvem de fumo, parecendo o incen-
dio fcil de apagar-se. O tenente Maletcbkive
e nimios homens da sua tripolaco saltaram
ao lombadilho da barca afim de dirigirem
as manobras, em qoanto outros marinhe-
ros faziam uro rombo no costado da barca
para a fazer sossobrar. Quando a agua pe-
nelrou nella, as pipas rebentaram e ondas
de petrleo incendiado espaharam-se pelo
tombadilho e pelo mar em urna grande ev-
tens3b.
Em nm abrir e fechar de olhos, a chalu-
pa n. 1 foi envolvida pelas charamas ; os
olliciaes e marinheiros que a tripolavam e
os que estavam na barca lanearam-se
agua, cuja superficie eslava coberU de pe-
trleo ardente ; as chalupas nao podiam
approximar se, as do Smly eram as que
estavam mais prximas e o commandante
desta fragata tove anda o casaco e os cabel-
los queimados.
O tenente Maletchkive, que nao sabia na-
dar, foi salvo por um dos seus tripulantes, o
marinheiro Tcherkassow. Durante alguns
segundos vo-se o engenheiro mechanico
Mamonirae no meio das chammas. e dirgio-
se-lhe o jacto de acua de urna bomba, mas
todos os esforcos foram iuuleis e este infe-
liz olDcial, nao pode ser arrancado morte.
O machinita Joo Wessar, e os marinheiros
Mikaow, Wikouliew, Philippow e Schou-
lenow, tambem morreram. Um marinheiro
do Rabotifik dejapparecen e nm ontro i i
Sinily lieou gravemente queimado.
O governador de CrorKtadt foi em pessoa
ao lo^'ar do sinistro, onde chegou 4epos da
horrivel cattrtrophe que acabamos de des-
ere ver.
O incendio s foi extincto meia noite.
AURORA BOREAL.Segundo refere o
Jornal do Havre, foi oltim;imente presen
ciada naquella cidade orna magnifica aurora
boreal, s 10 horas da noit de 21 de se-
tembro. A parte do co comprehendida
entre o norte e o nordeste eslava completa-
mente alumiada por urna cor vermelha mui-
to carregada. De cada nm dos lados, viam-
se alguns raios luminosos, dos quaes um
muito bello e extenso, atravessava a cons-
telaco da grande Ursa.
REPRESALIAS.L#-e no diario francez
Independanl te l'Oise:
Os habitantes dos arredores- de Corny
e de Gorze, perlo de Metz, izeram ba das
fogo sobre os olDciaes prusshnos. Os
Prussianois'coiher&m dous daqnelles s mos
e condemnaram-no* a morrer na feresr. Vi-
roos esses dous infeiizes pooco antes da sua
execupao. Nenbum delles tixba mais de 2
annos. Parecam indillerentes ao borriwl
destino que os esperava e fetnavanr irao-
quiliamente e* seu cachimbo. Ao lado- del-
les ftsiavam o seus parentes : as mulheres
eram todas lagrimas, e-os homens mal po-
diam reconcentrar a su:* indignado.
Approximota-se mu sacerde* para ofle-
recer as ultimaeoosola$es a esles iofeii-
zes. Um. delles- tevantoixie entiv e extia-
mou :
Nao no.+ srrependernos. roe padre.
do que acabamos- de fazer : se agora estr
vessemo* livres aatamos ostro tanto. Nao
infame o morrer pea patr.
Algua* mino*09- depois o seas corpos
balancavan* suspemsof da l'a*a* corda>; Bca-
sam assim tres diaa- para servir de eaemplo
aos seus co
PROPHEBIAvO Mario reproduzjn'bm dos seus ltimos nmeros
urna propbes que se conserv> na biWiotbe-
ca> de Santo Agostinho em Roma, e que
o mesmo peridico pWicnu no dia % de
agosto de \W&. Os acontecrot-otos da Eu-
ropa dao-lbe uno certo- inieresse de acbMli-
dade e mari^en a gra-ves refleses, apegar
de ter j passado a poclsa dos- propheas.
Diz assim :
No terceiro quartul do secio XIX tor-
s*-hao luraulto em todas as partes da Si-
rope e especialmente en Franca, na Helve-
cia o em Italia*; organrsar^se-ho-repblicas,
desapparecerae diversos-monarekas e prela-
dos eos religjesos abandonarlo os seos
conventos; a fome, a peste e o terreme4o
destruiro muitas cidades. Ron abdicar
o seu sceptro em presetica dos ataques dos
fafcos-philosopfeos. O I^apa ser captivo de
sene snbditos e a igreja de Deus, qoe ser
despojada dos seos bens temporaes, ver-3-
ba na condico monrer' oPapa: Um taonarria do norte
com-nomeroso ejercito percorrer.aEuo-
pa. destruir as repblicas e esterminar
todos os rebeldes ; a saa espada, movida
por Deus, defender efSeazmente a igreja
de lesos Cbristo ; corobater en favor da
f ortbodoxa e atacar o imperio maboBae-
tano. m signal celeste ac^mpanhar o
novo pastor da igreja, que teri boa alma e
ensioar ao povo a doatrina de .lesos Cbris-
toy e restabelecer-seb a paz as naces
GUERRAS NO SECLO XIX-Um diario
americano assignala o facto de que nenbum
dos 70 anocs deste socalo gosou de urna
paz completa. Tero seraprehavido guerras
n urnas ou a'octras partes do mundo ; e
a maior parto das batalbas foi a obra das
nacoes civilisadas. A comecar de 1800, a
Inglaterra teve guerra durante 49 annos, das
qoaes tres com a Fran?a, duas com a
Russia. cinco cora a China, duas cota a Di-
namarca, etc. A Franoa tem figurado em
'XI guerras, coraprehendendo a presente. A.
Russia tem urna lista de 21. A Austria,
mais moderada, conta l. Finalmente a
Prossia figura em uitimo lug?r com 7 guer-
ras.
Depois dos conflictos entre as grandes po-
tencias do velbo modo :umpre metier em
linha de conta os numerosos movimeotos
revolucionarios de Italia e de Hespanha, qne
causaram grande eIusSo de sangue. -.A gner-
r$ de independencia, na Grecia, durou 7
annos. No continente americano, a guerra
ou se o estad > ebronico dos paizes do
: a revoluto lem sido o estarlo oerma-
nente no Mxico, Coba, Hdiiy, e S.-Oomiu-
gos tiveram por iotervallos I bracos com o
mesmo flagello. '
Seria difficil encontrar urna naeSo do
mundo que n3o teuha tdo guerras quer no
"interior ou no.exterior, dorante ocur.so des-
te seculo.'
Nos 13 primeiro3 annos do seculo XIX
bouve guerra em toda a Europa, e esien-
deu-se America. Durante os dez annos
seguintes bouve guerra no Medico, na Ame-
rica central e na America meridional. De-
pois iocou a soa vez Asia e frica.
Viole annos mais larde a s:ena passa-se
nnvamente na Europa. As guerr mea, da Hungra, da flaa, da Dinamarca,
da Allemanha, e finalmente da Franca, pre-
enchem o periodj.
UMA HIPRUDENCIA FATAL.Segundo
reere um p-riodico estrangeiro, deu-se ba
pouco na Allemanlr* urna lerrivel desgrasa,
devida seguinte imprudencia :
O capitao de um vapor enearregado de
collocar torpedos, offereceo-se aos oBciaes
seus subordinados para Ibes naosirar o ma-
chinismo destas lerriveis maduas de gner-
ra. linha bebido ma do que ordinaria-
mente, e poz-se a manejar com grande im-
prudencia urna das referidas machinas. Pe-
dio a nm marinheiro omws tenazis, e este.
vendo o estado do epii3>e prevendo o
que ia socceder, lancou-se agua.
Este espediente foi a soa salvacSo, porque
momentos depois os torpedos faziam explo-
sao, e o navio, officiaes, capitao- e tudo
mo encoolnm hoje advogado o^je tratara
de attenuar a* rcomstancias aggravantes e
pedem um bifl de jAsolo?3o para os aeus
defendidos.
Ha um mei>) mtiito simples pera que
coDsgam o seu flm; bastar responder de
um modo plausivel s perguntas segmntes,
qoe j pertencem ao donirio publico, e que
um numero consideravel de pessoas podem
acreditar, por terem presenciado os os fac-
tos de Sedan;
Io Como - qoe o estado- maior imperial,
entndo em Sedan em 31, por volta das
duas horas da tarde, nao fez oceupar nem
contar a ponte de Donchery, situada a cin-
co kilmetros sobre o caminbo de Mezi-
res.
Foi isto para que o exercito do principe
real, apontando j naquella direocao, podes-
se passar immediatamente o Mease, sem
jobstaeoto algum, <* envolver o exercito fran-
cez em toda a parte do NO., tal (jtl como
o verifico.
2o Como que o parque de reserva da
artilheria fiy- deixado no- interior de Sedan,
quando devia esperr-se ama batalh cam-
pal no dia seguinte f
3? Gomo porque a' altora de Mtorfaie,
conbecida como chave ae Sw).n. at' |>ela
gente operara do paiz, nao- foi occuDada
pelos francezesd-ipmte a-noite de 31 ?
4" Por cansarte que motivos estratgicos,
impenetraveis para o vulgo, necessiton o
exercifc sete thel a Mouzon, sendo oito-ou nove kilme-
tros de- marcha por dia ?
f> E finalmente, que coinci^ocias pocVe-
ram motivar que no dia 3* de agosto
noite, ora-olliciar do estado-matorprussiano
annunciasse a dois olliciaes (raacmas, cn-
qoanto bavia a bordo ticaram (cito* em pe- jos ames- poderia- citar, que ?> exercito
dacos e completaraente mutilailos. O peda francez inteiro estara cercado no dia seguin-
co maior que se encontrn foi a cabeca do le por ires-exercito< prussiatios, de modo
capitao : a victima* foram nove.
FOLHETIWI
A \3\\ DEPTs DE MOUT i
POR
Xavier de Montpin.
PIKTE TERCEIRA.
A C01ESSA DE HAHOI
(Continoaco do n. 243J
IX
O rapto.
As de.z boras da noote j estavam ter-
minados todos os preparativos.
Urna pesada carruagem, tirada por dous
vigorosos cavallos, parou ao pe da escadi-
nba do castello.
A condessa e a formosa Olympia mette-
ram-se no vehculo. Defronte d'ellas as-
seotou-se Marineu, promovida dignidade
de primeira camareira, porque Anastacia
Candn, desde que tomara a beberagem
preparada por Simoa Raymundo, perma-
neca n'om estado de desfallecimento que
nao a deixva desempenhaf as suas func-
r.oes, e habitava, n'uma aldeia vizinba,
raa linda casa que a condessa Ibe dra co-
mo premio de dez annos de bons servicos.
Lzaro trepara para a almofada, lharga
dococheiro ; Saint-Maixent montou AeWr,
oformoso cavallo rabe, para escoltar as
tuas senboras, e a carruagem e o cavallei-
ro partiram trote rasgado.
Como aquella partida tao repentina nao
bavia permittido qne se dssem as ordms
invenientes para preparar as parelhas de
moda, era impossivel caminhar mais de dez
ou doze leguas por dia, salvo o caso pouco
provavel de encontrar pelo taminbo caval-
le frescos, e a condessa desesperava-se
ao pensar n'aqoella forcada lentidSo.
O marquez ponha todos os sens cuidados
em a consolar, repetindo-lhe que de certo
os mdicos da aldeia tinham exagerado a
gravidade das fondas do conde, e que de
eerto soa chegada o achariam convales-
A marqueza de Cbavigny, pela sua par-,
te, modulava tambem cora a voz mais
suave do mundo todo iofinilas variaoes
sobre o mesmo motivo, e a condessa, ce-
dendo aquella dupla influencia, se n5o per-
deu toda a inquietado, priocipiou pelo
menos a tranquillisar-se, e encbia-lhe s
retes o coraco urna vaga esperanca.
Ao secundo dia paravam os viajantes
para ceiar e passar a noute na aldeia de
Massiac, que ficava no camfhbo, distan-
cia de tres leguas de S Judas.
A condessa comeu pouco, beben algu-
mas gotas de um vinho de Hespanha, do
qual Saint-Maixeut tinha mettido bastantes
garrafas nos desvos.do trem, e, accommet-
lida por um somno irresistivel, mal teve
forcas para entrar no seu quarto, onde a
formosa Olympia e Marnela a ajudaram a
despir-se, e, apeoasjse deitou na cama, logo
adormecen.
O marquez chamou Lzaro, e indicando
a garrafa do vinho, quasi intacto, disse-lbe
que poda leva-lo, e que obsequiasse com
elle o cocheiro-da condessa. Esta recom-
mendacao foi acompanbada por um othar,
cujo sentido o criado emenden, porque deu
em resposta outro olhar parecido.
O senhor marquez tem mais alguma
ordem para me dar ? perguntou elle.
Tenbo, responden Saiot-Maixent. Em
sendo noute fechada, apparelha o Kebir, e
vai ao meu quarlo chamar-me.
Por volta das nove horas, bateo Lzaro
n' vamenle porta do amo :
Ento ? disse este ultimo. .
O Kebir est prompto.
E o boleeiro ?
Contentissimo com a oflerta, beben
toda a garrafa saude do senhor mar-
quez.
Creio que
heim ?
Com todos
tolo cono isso I
beca, h mal cheguei o copo
enxugando-os logo.
De modo que o Firmino dorme para
ah como pedra em poco.
Ainda nao tinha acabado de beber o
nliimo copazio, quando se deixoo cahr de
chapuz sobre a mesa, roncando como um
nao provaMe o vinho,
os diabos I Nao sou to
Disse que me doia a ca-
aos beicos,
porco. Afirmei que o rapaz se tinha em-
briagado, e os cri::os da hospedara leva-
ram-no para o sen qcarto.
Ora muito beca ; eston contentissimo
comtigo, raeuJLazaro.
Sao lisonjas, senhor marquez. O po-
bre diabo morrer ?
Qua!! Estar doente um, dous ou
tres dias, e mais nada.
Ainda bem Quer saber, senhor
marquez ? olliem que me deram assim
modo que uns remorsos. O Firmino tem
familia.
Ah! honrado Lzaro exclamou o
(dalgo em ar de mofa, e raettendo ao
mesmo lempo no cinto um par de pistolas.
0 marquez sahio da hospedara, montou
cavallo, e parti a galope para as bandas
da aldeia ..de S. Judas, onde chegou em
pouco mais de urna hora ; em vez, porm,
de atravessar a aldeia, deu urna volta, pro-
curo o o ripado que rodea va a horta da
estalagem das Armas di Franca, e n'esse
ripado a cancella que lhe era perfeitamen-
te conhecida desde a noote da sua fgida.
O to Gnilherme n5o tinha ainda feito
obras, e aquella ahertora contnuava a estar
mal tapada pelas sarcas e silvas amontoa-
das.
Saint-Maixent melteu dous dedos na bocea
e imitou com a maior perfeico o grito
nocturno do mocho. Contou depois at
vinte, e repetio aquelle grito, que era nm
signal ajustado com Julia, afim de a avisar
quando quizesse ve-la sem entrama esta-
lagem.
Passaram-se de: ou doze minutos,
J o fidalgo, qce tinha pouca paciencia,
entrava a desconfiar que a mocinhi n5o
tivesso comprehendido o signal, quando
ouvio na porta, alm da cancella, nm roido
depassos apressados, e urna respirado
agitada.
"Pergontoo ao mesmo tempo urna vot
commovida :
o sephor marquez ?
Sou, querida Julia. Son en, redar-
gnio o nosso here. Tenho muitas comas
que lhe dizer. Veja se pode passar por
cima das silvas.
A rapariga saltn, dSo sem trabajho, o
C!nera-fi'amo-prssaBa.
(Cortinuaco)
Arl. 3o Opagameoto do irapusto ejdas hy-
pelbecas fiea suspeneo. 0 imposto c-snbs-
li-Uodo pelas contribwices das communas
federadas, toncadas sobre as classes ricas,
froporcionaknente salvacoda Frama.
Art. 4o O* estado tendo sido abolido, nao
pjder intervir no pagamento das dividas
particulares.
Art. 5o Todas as organisaces munieipaes
existentes sao annulaias, e substituidas em
todas as corarounas federadas por comits
salvac3o da FraDr que exsrceram lodos
03 poderes sob a immediata vigilancia do
povo.
Art. 6o Cada cornil de capital de dis-
trcto-mandar dois delegados para formar
a eoftvencao- revolucionaria do Franca.
Art. 7o. Esta convenci rewir-se-ha im^
mediatamente no hoe de Vil lo de Sarao,
por ser a segnoda cidade da Franca, e mais
ao alcance de prover enrgicamente a de-
feaa do paiz.
Bsta convaaco, apetada portodo o povo
francez, salvar a Franca.
A's armas.
Orla de wogiciat francez sobre a ren-
dirijo Sedan.
Saint-JoHen (Alta Saboya). Diga o limes
o qoe qoizer ; ningeem pode-negar que os
soldados de-Sedan valiam tanto coi no os
de lnkermano ; um s requesito Ihes faltou,
direcc3o e ebefes.
Pobre exercito a> Sedan, que vi agglo-
aerado em Chne e era Monzn antes da
horrivel catastropbe-, e que contemplei de-
pois n'aqpelles dias de luto raais negros ain-
da por causa da chava torrencial e inces-
sante t
Que tristeza t>ae e>pectacolo tao des-
! consolador I E nao obstante havia entre
aquel les-olliciaes muitos homens de coraco,
que, esquecendo a ailversidade, conserva-
ram inulto o seu espirito.
O general Ducrot, que por um effeito pro-
videncial pode escapar e voltar Franca
pode fallar de sciencia certa.
Estou seguro de que, ainda que viva
qunenlos annos, noesquecerei a scena de
expcacoes em que necessaramente leve
de intervir ; e paludo e commovido ter de
revelar terriveis verdades ante os conster-
nados generaes do estado maior imperial.
06 que levaram aquelle exercito ao abys-
monto de espinbos, que se dobravam sob
o peso bem leve d'aquelle corpo.
Fi-lo esperar disse, ella mal che-
gou ao p do seu amado, mas nao foi mi-
nha a culpa. Quaido our o signal ia dei-
tar-me pensando em si, e as mos entra-
ram-me a tremer tanto, que mal me poda
vestir. D'ahi foi preciso andar muito de-
vagarinbo para nao acordar meu pai. Mas
emfim, aqui me tem.
O marquez debrucou-se para a donzella,
tomou-a nos bracos e assentou-a diante de
si em cima da sella do Kebir, que logo
deitou a correr como um raio.
Que faz ? exclamou Julia perturbada.
Minba adorada, volveu Saint-Maixent,
levo o qoe me pertence ; s o meu nico
bem, Julia! Chegou o momento: est
todo preparado ; d'aqni poucas boras
sers minha esposa.
Ah meu pobre pai !... balbuciou
a rapariga. Qoe dir elle amanba, em nao
me acbando ?
Pooco durar a sua dor, porque em
breve ha de abracar a marqueza de Saint-
Maixent.
A marqueza de Saint-Maixent repe-
tio Julia. Posso acaso acreditar no que
oaco ? N3o ser isto om sonbo ?
Um sonho de que n3o acordar, um
sonho de ventura, indefinidamente prolon-
gado.
X
que nao poderia escapar seno passando
Belgici, onde teria que depw as armas e
entregar-se prisioneiro 1Joao- luis.
Tentalea de aadi de Naptlean.
Sob esta epigraphe It-se o seguiste n'uma
correspondencia dirigida deCasseleom data
de 19 de setembro ao diario austraco Ef
Whrtderer r
Foi severamente prohibida pela autori-
dade prusswna s esacoes dfe-lelegraphos
de transmiltirem qoajoer despacho sobre
o focto que vou relatar-vos. e que eu soube
por va autosada; porem hoje de Rwnlia,
apesar de todos os esforcos para aanler o
segredo, corren com a rapidesc do raio a
noticia de que NapoleSo tentara sukidar-se
na noute de tontera, 18-. Segando as com-
muoicaces do olliciab rjue estara-degnarda,
o facto deu-so-do segaiote modo :
-Havia j dous d>as que Napoleo ma-
nifestava um grande estado de e&ei4ac3o;
recetjia, especialmece nos ltimos dias,
freqnentes despachos deParis ede Baslings
(residencia da ex-imperatriz); fallava muito
pouco e durante dot dias ner sahio nem
urna s vez do seu qwarto.
-Hontem,.por volta das S horas orde-
os que lhe- entregzssem immediatamente
qoalquer telegramma*qne chegasse. Effec-
tivamente, poneos momentos depois entre-
garam-lbe no parque dous despachos de
Haatings e de BruxoHas. Ahrio-oe rpida-
mente e empallideceo ao lo los. ><>ltoa em
segaida para o palacio e encerroorse no seo
gabinete." Como decorressem duas horas
sem que abrisse a porta, os seus ajudantes
pr.ncipiarara a inquietar-se e perto das dez
horas resolveram chama-lo com. o pretexto
de fazer-lh* urna communisac^o importante.
O principe Murat encarregau-se d'esta mis-
s5o, mas por mais que baleu j porta e o
chamou era voz alta, nao obte^e resposta
alguma.
Passou outr? meia hora e ento arrom-
se a porta e encomrou-se Napeteao esten-
dido em n'um sof e cora os sentidos per-
didos. Chamam-se a toda a pressa dous
mdicos eno fira de urna hora conseguio-se
faze-lo voltar a si. Tudo leva a crer n'uma-
tentativa de suicidio, que naturalmente o
mundo official se esfoBcar por desmentir.
O governador prussiano de Cassel che-
gou a urna hora bstanle aui3rtada da noute.
to depressa como receben o aviso o encon-
trou todos os habitantes do palacio na maior
agitafao. 6-governador nao sahio de W'i-
lhelmshohe at pela manha e telegraphou
logo o succedido pa?a o qnartel-general ido
re Guilherrae. Toda a povoac o de Cassel
foi ho(e o Wilhelmshobe para ver Nipolea
mas, como natorai, a vjagwa-foi baldada
Segundo o jornal ofDcial prossiano Sto
tsimzelatr eis'a nota dos trophos obtide
pela Allemanha em menos de don mezes:
< Os combates de recoohecimento e de
vanguarda que preludiaram a guerra n3o
causaram naturalmente por urna e ootra
parte seno perdaa pouco considerareis.
Assim succedeu em Geraweiler, LudweHer,
Sntzzelbrunn e nos encontros junto a Sor-
rebrock e Niederbomi,
A refrega de 2 de agosto, na qual os
prussianos se retiraram provisoriamemte da
cidade de Sarrebruck. costou aos francezes
G oflciaes e 67 soldados.
A batalha de Wissemburgo otregou
aosallemaes 3 oficiaes e 1:000 soldados
prisioneiro, e alm d'isso 4 meiralhadoras,
15- caohes de calibre 4, 7 pecas de calibre
8, 31 fourgtmede monices, carros e 14
calas de cartuchos para a infantera.
rSfti balaba de Warth perderam oofran-
cez-s 6:0(30 prisioneiros, entre elles 100
olli;iaes. duas aguias, 6>metralhadorao, 35
caiihes, 42 fomryons. 00 cavallos, as ba-
gagens e as tondas de duas divisos e dous
comboyos de caminbo &d ferro carregados
de vveres.
t No mesmo da perderam emSpikeren
e em c^nseqoeosia desta batalha nos dous
seguintes combates junto a Reicbsbofen e
Sarreguemines, 500 prisioneros, 4 ca-
nhues. 40 pont5es, 10:000 mantas de 13a,
40:003 qnintaes da arroz, caf, aesucar,
rhum. vinno, ate. As provienes de tabaco
por si sos-valiam um milhov
As pravas fortes que se-renderamaos
allemes na primeira quizena de agosto
entregaram-lhes : em Haguenao, 9 oaeiaes
e 103 soldados, 80 cavallos e grande quan-
tidade de armas; era Lichtenberg, $ oflfi-
ciaes, 280 soldados, 7- canhes, 200 espin-
gardas, 30:000 cartiwUos, etc.; emLutjels-
leio, armas e municcos : em Marsal, 60
pecas de artilheria.
As tres-jomadas da batalha de Metz
pao tiveram, em properco dos grandes sa-
critios que custaram aes allemes-, resultados
maieriaes to importantes como os comba-
es da quizena precedente, porijne es fran-
cezes estiveram semppe em posicao de pso-
teger o seu material debaixo da poderosa
praca forte comtudo o- combate de Thion-
vide eustou aos franceses 36 officiaes e. .-
:(IOO prisioneros; o de Gravelotte, 54 ofi-
ciaes e 3:OO0soldados-;: o total das suas
pentos nessas tres batalhas pode calcolar-se
em 25:000 bomens.
o Os allemes lomanm alm disso o forte
As rosas de Saint-Maiient.
Pooco depois entrava no bosque d'Ebreoil
o cavallo rabe, com a sua dupla carga, que
nem pareca sentir.
. N'aquelle sitio, os ramos interlacados das
arvores nao deixavam penetrar nem o mais
tenue raio de luz, e astrevas eram to den-
sas, que infundiam quasi um pavor se-
creto.
Saint-Maixent affronxoo mais a rdea do
Eebir, qoe redobrou em ligeiresa.
Julia,1 agarrada com ambas as mos s
crinas do fogoso corcel, sentia-se dominada
por ama vertigem nao i senta de medo.
Pergontavj 4 si mesraa, e seu pezar,
e aqoelle sombro cavalleiro, qoe a arre-
btttva atrvw da escandio n'qnw csrretra
phantastica. seria verdadeiramente urna
creatnra humana.
Dizia entre si, que o erro commettido
bavia entregado a soa alma ao demonio, e
que iam talvez abrir-se diante d'ella as
hrridas profundidades de um inferno des-
conhecido.
Os saltos do Kebir repetiam-se cada vez
mais violentos e impetuosos, augmentando
o terror de Julia e a sua estranba admira-
Cao.
Saint-Maixent fez de repente um brusco
movimento, e parou o cavallo.
Ouvia se o sussurrar de um arroto, e
esquerda, na beira do caminbo, debuxava-
se vagamente urna sombra.
Era a casa solitaria.
Um tenue raio de luz, que se deslisava
atravez dos vidros de urna janella, indicava
que, apezar de ser urna hora muito avan-
Cada, ainda algoem velava n'aqoella mo-
rada.
Cbegmos, disse Saint-Maixent.
Aqui que nos vao casar ? perguntou
a donzella, profundamente impresionada
pelo singular e desolado aspecto d'aqnelle
sitio.
Nao, querida Julia, replicn Saint-
Maixent ; mas n'esta casa passar a noute
em companbia de urna honrada, mulher, na
qual tenho intera confianca. Emquanto
descaoca um pooco, irei eu avisar o sa-
serdote de qoe lhe fallei, eao amanhecer,
conduzi-la-hei abbadia da Cbaise-Dieo,
que fica prxima, onde receberemos a.ben-
Co nupcial.
Ao ouvir aquellas palavras, sentio Julia
desapparecer, como por encanto o peso
que a acabrunbava desde que sabira de
casa de seu pai, e s pensou no seu amor,
na sua feliidade, censurando si mesma,
como outros tantos crimes, as suas duvi-
das. os seus receios e as suas angustias.
Saint-Maixent tinha-so apeiado, e toman-
do nos bracos a mocinha, po-la no chSo ;
depois, sem largar a rdea do A'eWr, acer-
cou-se da casa solitaria e deo tres pancadas
na porta. Urna voz trmula, e que lhe
pareceu desconhecida, pergunton:
Qnem est ah batendo estas boras ?
, Sou eu, o dono da casa, responden o
fidalgo, r
de Vetry, com 17 olliciaes, 850 soldados e
li> canhoes.
Os combates e batalhas junto a Novart-
Beaumont e Sedan deram em resoltado, an-
tes da capitularlo de Sedan, perto de.....
30:000 prisioneros. Sm Beaumont perde-
ram os francezes 7:000 prisioneiros, dnas
aguias, 11 metralhadoras, 23 canhoes e o
seo acampamento. Antes da capitularlo a
batalha de Sedan entregou aos allemes
25 canhes, 2 aguias e 25:000 prisionei-
ros.
A capitalaco de Sedan fer.- cahir pri-
sioneiros no poder dos allemes nm mare-
cbal, 39 generaes, 230 officiaes de estado
maior, 2:095 officiaes de todas, as gradiia-
Ces, 84:450 soldados e 14:000 feridos. Os
allemes ficaram senhores alm diss, das
agoias de todos os regimentos, de 70 me-
tralhadoras, 330 pecas de campanha, 150
de cerco e 10:000 cavallos. O resto- do
exercito francez, uns 14:500 soldados com
12:000 cavallos >e aigons canhes, refugiou-
se em territorio belga, onde foi desar-
mado.
Resumindo estes resoltados successivos
temos qoe a perda total dos iVancezes de-
pois de cOus mezesdecampar.'ia, .-emcon-
tar os mortos e feridos, foi : I marecha!.
39 generaes, 3;250 officiaes, 104:750 sol-
dados (e os 14:000 feridos de Sedan)-----
10:280 cavallos, 56 guias, 102 metralhado-
ras, 690 pecas de artilheria de campanba e
de cerco 400 foimjons e carros; sem con-
lar urna incalculavel qnantidade de provi-
ses de armas, municoes, objeclos de arma-
mento, etc.
(Conlinuar-se-ha).
O dono da casa, bom de dizer ;
mas s urna pessoa tem direito esse titulo
respondeu a mesma voz.
Pois eu sou essa pessoa.
Entao como se chama ?
O marquez de Saint-Maixent.
Bom... Espere um poucoxinho,
senhor marquez, eu vou, abrir.
A sorpreza do nosso here era espan-
tosa.
Nao havia que duvidar : a voz que aca-
bava de ouvir nao era a de Simoa.
E porque motivo largara a ex-adevinha o
seu posto ? Quem deixra para a subs-
tituir ?
Estava Saint-Maixent n'estas perguntas,
quando se abri a porta e appareceu no
humoral da mesma urna velha de aspelo
singular, com urna lampada na rao.
Aquella velha, que pareca corcovada
pelo peso de um seclo, padeca de orna
tremura quasi continua. A cabeca vacillava
mal segura. Um grande lenco encarnado,
atado sobre a testa e solt por detraz, co
bria-lhe inteiramente os cabellos, e fazia
parecer mais lvida e mais amarellenta a
sua tez encarqnilhada e snlcada por infinitas
rugas. Tinha soire o nariz uns oculos
com aro de rame, qoe lhe oceultavam em
prteos olhos.
Em summa, aquella apparico in-spirava
mais estranheza, que medo ou repugnan-
cia.
Onde est Simoa ? perguntou o
marqoez rodemente, depois de atientar na
velha.
Simoa teve de se ausentar, senhor
marquez replicoq a centenaria ; mas nao se
impaciente.., ella n3o tarda. Quando o
senhor baten, cuidei que seria Simoa.
Volta de nm instante para o outro... en-
tretanto eu a substituirei no qse fr pos-,
sivel ; pode fiar-se em mim completamente.
Eoto qnem Vmc ?
Sou a melnor amiga de Simoa. Ej!a
coitada nao tem segeedos para mim; nata
me occolia, absolutamente nada, nem to
pooco a Francisca Arya
(Contintutr-se-h),
TYP. OQDIAEUO-RrjA Ou DUQUE DS ttXUS.
i
MHMIB
b^Hb^Hb^b^bH