Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12250


This item is only available as the following downloads:


Full Text

4NN0 XLVI. NUMERO 246


#
?AM A CAPITAL E LU6ABES OIDE WO SE PAGA POSTE.
Por tres mezo* adiantados
Por seis ditos idem .
Porum anno daip.. .
Cada uiuutci'o afulsu.
SABBADO 29 DE.OUTUBRO OE 1870
.-I -------- | ,! I
PASA EKTBO E FOBA DA PROVISCIA.
Por tres mezas adiantados
Por seis iuis idem. .
Por oove ditos idem .
Por nm armo idem .
6f7O
131600
201280
271000
Propriedade de Hanoi Rgn^rta de Faria & Pilhos.
NTOS:
y
SAO ACENT
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filbos, no Para ; Gonfalves & Pinto, no Maranhao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no,Cear ; Antooto de Lemos B.-aga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqoes da Silva, no Natal; Jos Juntia
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba Antonio *0s Gomes, a Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Buloao, em Santo Ant5o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em AlagoappDr. Jos Martins Alves, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFMAL.
Ooreruo da provincia.
EX?r'.DlK\T:: .'.SMGXAD.) PE." EXM. Sil DKSttUAROA-
UH FHA.XCISCO DS ASSIS miKIltA ROCHA, VICE-PUE-
SIBK.STE DA PKuVIXA, EM DE JUNH0 DE 1870.
1" seccao.
N. 51.Dito lo inspector do ar-enal de ma-
rinho.Autoiiso V. S. a mandar abstar na com-
panhia de apreudizes artilices d'esse arsenal, viito
edir as condigi's legies, o menor de n-ine Eu-
phrosim, de qua trata o r'-qaeriraento que devolve-
re Joanna Paula de Oliveira, e sobre que versa a
SOS inlormacao de 7 da corrento, sob n. l%9.
N. 52. Di lo ao commandante do presidio de
Fernando.Constando de aviso da rppartico da
guerra d I 54 de malo nltimo, ter de ser reiiiellido
para este presidio o reo Tnomaz, eondomnado a
gatea perpetuas; assim u communico a Vmc. para
sea eonhecimento o lins convenientes.
N. 53.Portara.O viee-preidente da provin-
cia, attendendo ao que requeren o capilo do ba-
'allio 11 de infamara do exercito, Manuel Joaquim
Bello ; e lendo em vista a informara) do general
eomaundante das armas em II de maio ultimo,
sob n. 232, e parecer da junta de sade ; resolve,
de conformidade eom o art. 5 I." do decreto n.
3379 de 3 de Janeiro de 1866, e nos termos do
art. 1." I." e 2. do mesmo decreto, conce-
ler-lhe tres rae res de licenga para tratar de saa
sade nesta provincia.
3* taecio.
N. 5,*;.Officio ao Sr. i)r. chele de polica.
Nesta data tr usmilto assemlila provincial a re-
presan:acao do delegado do termo do Hio Formoso,
a qne alinde o ofDcio de V. S. de 30 do mez lindo,
-cb n. 807, dewndo, em vista do estado em que se
acha a eadeia d'aquelle termo, ser remettidos para
a casa de detengo. n'sla cidade, os reos indicia-
do^ em enmes graves.
N. .'iC.Dito ao commaodante superior interino
da guarda nacional do municipio do Recife.Ao
.segundo tenente do primeiro batalhao de artilharia
sob seu coramando superior, Francisco Corbiniano
de Arantes Franco, qne mudou o seu domicilio
para o Rio de Janeiro, mande V. S. passar a guia
de que trata o art. 13 do decreto n. 1130 de 12
de mareo de 185:!, conformo pede o mesmo offlcial
no requerimento sobre qne versa a sua infirma-
co de 21 de maio ultime, sob n. 117.
N. W.Dito ao juiz municipal da 1' vara.Se-
cundo consta do aviso da repartilo da guerra de
24 de maio ultime, tem de ser reraetiido para esta
provincia, alim de ir para o presidio de Fernando
de Noronha, o reo Thomaz coodomnado galos
perpetuas, como solicilou n Exm. Sr. ministro da....
'm 2 do referido mez ; o que coramunieo a Vine,
para seu ennhecimento e direccao.
X. 58.Dito ao juie municipal do t*rmo de Ga-1
ranhuns.Em resposta ao ,fu>io de Vine, de 22
do mez dudo, (eolio a dizer-lhe que cumpra o seu
dever, procedeudo a inventario sem dar pelo pra-
so concedido por pessoa incompetente.
N. 59.Portaria.O vice-presidente da provin-
cia em vista do officio do Dr. chefe de polica n.
794 de 25 de maio ultimo, resolve exonerar dos
argos de 3, 4o, 5o e 6 supplentes do subdelegado
do districto da. freguezia de Gamelleira do ter-
mo de Serinhem, os cidado3 Antonio da Silva
Ribeiro, Francisco Lins Gonralves Chaces, Manoel
le S Canteante do Nascimento e Manoel Vicen-
te Pereira.
. CO.Dita.O vicepresidente da provincia
onfjrmando se eom a proposta do Dr. chefe de
polica em oflico n. 794 de 23 do mez finio, resol-
ve romear pira os I a .-ares de 1, 3o, 4o, 5o e 6
-upplentes do stiblclegado do Io districto da fre-
guezia de Gamelleira do termo de Serinhem, os
cidadaos siguintes na ordem em que vilo enlloca-
ilos.: Io Miguel Alexandrino da Fonceca Galvo,
1 Manoel Vicenie da Costa Pereira, 4o Antonio
loaquim da Fonceca Galvo, 5o Francisco Tito Xa-
vier de Lemos e 6 Manoel Marinho de Andrade e
S.
X. 61.Dita.O vice-presilente da provincia
iiiendendo ao que requereu o 2o tenente da 2'
companhia do Io batalhao de artilharia da guarda
nacional do municipio do Recife, Francisco Corbi-
niano de Arantes Franco, e teno em vista a infor-
rtiago do tenenle-coronel daquelle batalhao a que
se refero a do respectivo commandante superior
datada de 31 de maio ultimo sob n. 117, resolve
que ao referido 2" tenente se passe a guia de que
trata o art. 45 dodecrco n. 1,130 de 12 de maico
Rio de Janeiro.
N. fiz.Dita.O vice-presidente da provincia
attendendo ao que requeren o juiz de direito da
comarca de Rio Formoso hachare! Marcos CorrCa
da Cmara Tamarindo, resolve conceder-lb-e urn
mez de licenca para tratar de sua sade eom or-
denado na forma da lei.
3"seccao.
N". 63.Officio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Communico a V. S. para os devidos fins
que segundo consta de officio do juiz municipal e
de orphaos do termo de Ipojuca bichare! Joo
Baptistade Siqueira Cavalcante, do i" do enrrente
nesaa. data entrn elle no goso da licenca que Ihe
f >i por esta presidencia concedida.
N. 64.Dito ao mesmo.Recommendo a V. S.
qne em vista da inclusa conta em duplcala e
raais d cumenlos junios que me remetteu o enge-
nheiro encarregado das obras militares eom officio
de hontem, mande pagar a Thomaz de Camino
Soarcs Brando Sobrinho a quantia de 4:G85000,
a qne tem direito por baver concluido as obras e
concertos do quartel do Hospieio, a que se obrisou
por arrematarao approvada pela presidencia em
24 de fevereiro ullimo.
N. 65.Dito ao mesmo.Se nao bouver incon-
veniente, mande V. S. pagar ao gerente da com-
panhia Pernambucana, que assim o solicita no in-
clnso requerimento a quantia de 11:166^660, pro-
veniente da snbvencao relativa ao mez de maio nl-
timo, eom qne o governo imperial auxilia aquella
compannia, qne segundo allega, satisfez os aeus
cora prora I ssos no mez cima citado.
N. 66.Dito ao mesmo.Providencie V. S. para
|ue depois da liquidados em vista das folhas c
pret nornenaes juntos em duplicata, relativos aos
mezes de margo e abril dele anno, os vencimen-
ws do offlcial e pracas da guarda nacional desta-
cados na villa de Floresta, seja paga a sua impor-
tancia a Heorqae Soares de Araujo e Mello, na
<|ua|idade de procurador do commandante do ba-
talhao n. 34 de infantina, conforme solictou o
commandante superior do municipio de Tacarat,
em- officio de 14 de maio nltimo.
N. 67.Dito ao mesmo.Respondendo ao offi-
cio de V. S. n. 351 de 19 de maio nltimo, tenbo a
dizer qne fiea approvada provisoriamente a tabella
3ue veo anoexa ao citado officio do arbitramento
a etapa para as pracas do exercito e da guara
nacional destacadas nesta provincia, e da fnrra-
gera para a cavalhada do deposito especial de ins-
trnecio, no simestres qne tem de correr de julho
-i dezembro deste anno, eom a modirisago, poroi,
de ser esta elevada a 11000 diarios, conforme in
mas, em ana ioformacao de 31 de maio ultimo sob
"'yanta por copia.
N. 8.Dito ao aeamo.Antoriso V. S. de con-
formidad* cara a sua normacao de 31 de maio
ultimo n. 388, om referencia, a da contadoria
dessa uesoararia acerca do reqaerimento que in-
clnioi devoto) a mandar pagar sob minha respon-
sabtlidade, aos U-rmm do decreto n. 1,884 do i?
de fevereiro de mi, o premio de 300jH)00 a qne
5
6 i C
lo
16 . 1
21 .
30 f
39 . 1
40 < 5
47
tem direito o ex-2 radete do corpo n. 54 de vo-
luntarios da patria Ermindo Deoclecio de Loyola,
visto nao haver crdito para esse pagamento.
N. 69.Dilo ao inspector da thesuuraria da fa-
zenda.f^-Transmitio por copia V. S. para o seu
conhemento e deyida execocSo nao s a lei pro-
vncitl n. 928 de 30 de maio nltimo, mas tambern
a deliberlo desta data, pela qual resolv de coo
formidade eom a mesma lei. abrir um crdito snp
plemetar na importancia de 53:272760 a diflV-
renies verbas da lei do orcamento vigente constan
tes da mencionada delibera^o.
N. 70.Dito ao chefe da repartiejio das obras
publicas.Remetto por copia a Vine, para seu
conhecimento e fins convenientes, a inclusa deh-
heracao desta data pela qnal resolv em vista do
6 do art. 8o do contracto de 28 de julho de 18G8.
approvar o regularmento organisado em 18 de
abril ultimo pelo respectivo superinten ientft para
os machinistas e m; is empregados inhalemos da
compaohia dos iridios urbanos do Recife a Olinda,
constante da eopia tambem junta.
N. 71.Portara.O vice-presidente da provin-
cia resolve de conformidade eom a lei provincial
n. 923 de 31 da marco ultimo a importancia de
33:272*760 a differentes verbas do orcamento vi
gente como abaixo se declara :
Aos arts. 2 2 350S320
3255S8
148*190
769*271
1:868*980
1:974*152
14:754*830
28:000*000
8 4:080*281
33.272*769
4' secQao.
X. 72.Officio a cmara municipal do Recife.
Remetto por copia a cambra municipal do Recife,
para seu conheclmento a inclasa delibarago desta
data, pela qual resolv em vista do g 6 do art. 8
do contrato de 22 de julho de 1868, approvar o re
gulamento organisado em 16 de abril ultimo, pelo
respectivo superintendente para os machinistas e
mais empregados subalternes da compannia dos
trllhos urbanos do Recife Olinda constante da
copia tambem junta.
-V. 73.Dito ao superintendente la companhia
dos trilhos urbanos do Recife Olinda. Remetto
pjr copia a Vmc. para o sen eonhecimento o fins
convenientes, a inclusa deliberacjio desta data pela
qual resolv em vista do 6 do art. 8o do con'racio
de 22 de julho de 1868, approvar o regnlainsnlo
por Vmc- organisado em 18 de abril prximo lin-
do, para os machinistas e mais empregados subal-
ternos da companhia dos trilhos urbanos do Reci-
fe Olinda, constante da copia tambem jnnta.
N. 74.Portara.O vice-presidento da provin-
cia em vista das ioformacSos do director da com-
panhia dos trilhos urbanos do Recife Olinda e
Beberibe, e do chefe da repartirlo das obras pu-
blicas de 18 e 27 do aorrente, resolve de conformi-
dad* eom o 4 do art. 8* do contrato de 22 d* ju-
lho de 1868, approvar o regulamento abaixo trans-
cripto organisado pelo respectivo superitendenfe
em 18 de abril prximo lindo, para os machinistas
e mais empregados subalteancs da mesma com-
panhia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FRF.DF.-
RICO DE AI.MKIDA E ALBUQUERQUE SECRETARIO
IXTERINO, EM 2 DE JUNHO DE 1870.
Ia seccao.
N\ 73.Officio ao engenheiro encarregado das
obras militares.S. Exc. o Sr. vice-presidente,
manda declarar V. Sr., em resposta ao sen offi-
cio de hontem, que a thesouraria de fazenda tem
ordem para pagar a Thomaz de Carvalho Soares
Brando Ssbrinho a quantia de4:685*000 constan-
te do citado officio.
2.' spccSo.
H. 76.Officio ao Sv. Dr! chefe do polica.De
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia,
transmiti V. S. os ttulos juutos de nomeaciio
dos Io 3" 4o 5o e 6o snpplentes do subdelegado do
Io districto da freguesla de Gamelleira, do termo
de Serinhem, de conformidade eom o officio de.V.
S. n. 794 de 23 do mez findo.
N. 77.Dito ao mismo.De ordem do Exm.
Sr. vice-prciidente da provincia, transmuto a V.
S. para os devidos fins, a deliberacao desta data
junta por copia, pela qual, de conformidade eom a
proposta de V. S. em officio n. 745 de 16 do mez
rindo, tica sujeito a jursdiccao do delegado do ter-
mo de Agua-Preta todo o torreno da freguesia de
Nossa Senhora dos Montes, a qual faz parte'daquel-
le termo.
N. 78.Dito ao commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Tacarat.S. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia, manda declarar a
V. S. em resposta ao seu officio de 14 do corren-
te, que a thesouraria de fazenda tem ordem para
pagar a Henrique Saraiva de Ariujo e Mello, os
ve mmenlos constantes, do citado officio.
X. 79.Dito ao bacharel Joao Baptsta de Si-
queira Cavalcante, juiz municipal e de orphaos do
termo do Ipojuca O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, manda declarar que flcou inteirado pelo
seu officio de 1 do crreme, de ter nesta data en-
trado no goso da licenca que Ihe foi concedida.
4.* seccao.
X. 80.Officio ao -Or. Francisco Texeira de S,
1* secretario da assembla legislativa provincial.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia, transmiti a V. S. para ser presente a assem-
bla provincial, o officio junto por copia do dele-
gado do termo do Rio Formoso, a que se refere o
do chefe de polica n. 801 de 30 do mez tindo, so-
bre a cadeira daquelle termo.
da 22 de oirrijBBO
o Sr. in3-
Manoel Escoci do Nascnento.MliUtoi prvido
o lugar que re^oer.
Antonio Fetosa de Mello.A vista, d* raforma-
cao nada mais se deve ao supplicante. a
24
Tenente coronel Alejandre Magno Peixoto de
Alencar.Fiea expedida a conveniente ordem.
Antonio Witruvo Ptoto Bandeira Accioli de
Vase.incellos.Itequeira a'aaaemtila legislativa
provincial.
Flavio Ferreira Catao.Ufarme o Sr. engenhei-
ro chefe da repariigo (fcfi obras.
Ilermina Celecna' da (Jamara Santos..-1-!ufirme
o Sr. inspector da ihe>ouraria provin
H-'rnu.'geues Scrates lavares de 'ftjeoncellos.
informe eom urgencia o Sr. inspector da the-
souraria de fazeuaa. '
Heraciu de Gusmao Coelho. Passe poWaria
cencedendo a licenca requerida coui ordenado na
forma da lei.
Joao Pinlieiro Catle.ladfarido em vista da
informacSo.
Joaquina Mana, da ConceiciO.lofjrme b Sr.
Dr. chefe de pi liea.
Commendador Jos Joaqnim le Lima Bairao.
Informe o Sr. regador do gymnasio.
Justina Mara da Conceicao. Inforne o Sr.
desembargado!- pruvedor da Santa Csa de Miie-
rieorJia.
Joaquim de 'Gusmao Coelho. A thesoorana
provincial cora officio desta data. I
Mauoel Antonio de leas.At thesouraria pro-
vincial eom officio desta data.
Manoela Thereza de Jess.Seja posti en li-
berdade. ,
Mara Cieobolina oc Mello Ottoni.--Em vista da
lo-
infirmacao n> tem lugar o que requar.
Manoel Ignacio de Jess.Conceda-se na forma
do decrelo n. 3>7'J de 3 de Janeiro; du. 1866.
Thom Rodrigues da Cunha.-T(corni*c Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
PERNAMBUCO.
despachos da prbsidencia do
de 1870.
Antonio Jacintho Borges. Informe
pector da thesouraria de fazenda.
Antonio Francisco Caetano Velloso.J foi pr-
vido o lugar qne requer.
Barao do Livramento. A' thesouraria provin-
cial cora officio desta data.
Eufemia Luiza Mara das Virgen?. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
Francisco-Affonso de Oliveira.Ja foi prvido o
lugar que requer.
Francisco Tolentino de Fgueiredo Lima.J foi
prvido o lugar que requer.
Francisco de Souza Rangel.Ja foi prvido o
iugar que requer.
Francisco Antonio de Assis Ges. Conceda se.
Francisco Xavier de Souza Ramos.Informe o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Garanhuns
ouvindo o juiz municipal respectivo.
Henedina Floresta dos Santos Cordeiro.A vista
da ioformacao conceda-se eom ordenado fomente
Ildefonso Lucio Monteiro da Franca.J foi pr-
vido o lugar oue requer.
Ildefonso Joaquim dos Passos.J foi prvido o
logar que requer.
Joa6 Lucio de Lemos Dnarte.J foi prvido o
logar que requer.
Joaqnim dos Santos Azevedo.J foi contratado
o trabalho de eseriptiirac.ao a que aliado.
Jos de Barros Cavalcante Lins.Jr foi prvido
o lugar qne r3quer.
Joao Leoncio Texeira e Silva.De-e no Foi-
simon, pagando as comecrias.
Manoel Jos do Nascimento. Rivalidado tolte
querendo.
* Manoel Felippe do Espirito Santo.De-se certi
dio da patente, pwando-se n'ella a ar- :
REVISTA DIARIA.
AS5ASSINATO.Xo logar Agreste, de termo de
Garanhuos, Jos Francisco assassinou Com dnus
tiros, no da 18 do correte, a Joaquim Silvestre
de V.isconcello, por questoea de posse de Ierras,
FACULDADE DE DIREITO.-Comecaram hon-
tem os actos dos alumos, tendo o seguointe resol-
tado : .
1. anno.
Jos Novaes de Sonza Carvahlc, smplesmente.
Jos Fructuoso da Silva, plenamente.
Alfredo Alves Mathens, smplesmente.
Antonio Gomes Pereira Jnior, plenamente.
2.* anno.
Antonio Hercnlano de Soaza Bandeira Fillio, ple-
namente.
Luiz.de Almeida Araujo Cavalcante Filho, ideo.
Antonio Clodoildo de Souza, idem.
Joaquim Jos Godinho Jnior,.dem.
Arthur Annes Jacome Pires, dem.
Honorio Hermetto Correa de Britto, smplesmente.
3." anno.
Jos Lomelino de Menezes Vasconcellos de Drum-
mond, plenamente.-
Alexandre Rodrigues dos Anjos Fi'ho, idem.
4. anno.
Francisco Rodrigues Selle Filho, plenamente.
Jerenymo Lonrenco de Araujo, idem.
Jos Ck mente da Silveira, iiem.
3 anno.
Luiz Rodrigues de Menezes V. de Drumond, ple-
namente.
G.'.spar Ferr?ira Frazao de M. V. de Drummond,
idem.
Angelo Jansen de Catiro e Albuquerque, dem.
Bemvenulo Alves de Carvalho, idem.
VIA FRREA PARA OLINDA.Pedem-nos pa-
ra lembrar ao Sr. superintendente que, em diver-
sos pontos ,1a estrada, ha ramos Je arvoredos Se
pendidos que hatera no rosto dos passageiros, pu-
dendo n'uru des .-nido causar grave damno. Sen-
do fcil o corte destes ramos, esperamos que o
Sr. supeiintmdente o mandara fazer.
DIARIO DE PERNAMBUCO.Se chegarem hoje
os vapor-'s ingk-z La Piala e hrasiieiro Cruzeiro
do Sui, destrihuiremos a'iianhaa nosso numero de
segunda feira.
COMPANHIA SANTA THEIIEZA.-* At o da 3,
de novembro prximo deve.n os accionistas desta
companhia realisar a primeira entrada do capital
subscripto, na razo de tinte por cento.
GOMPAXHIA PERNAMBUCANA. Remeltem-
nos o seguinte :
Constando-nos que va i ser dirigida ao Sr. ge-
rente da Companhia Pernair.bucana urna pstieao de
varios acadmico, pura ser transferida a viagem
do vapor que deve sahir d'aqui no dia 31 do cor-
rente, para o dia 4 do mez vindonro, lembramos
ao digno Sr. geiente que eom esta transferencia
vai ferir de perto ao conimercio ; ao passo que
pode conciliar tuJo, mandando no dia 8 nm vapor
at ao Aracaj. sem olender aos interesses do
commercio, pelo contrario nao s favorecendo aos
autores da suprada iietujao, como tambem
mais de dez acailemicus que no dia 8 estode acto
feito.
NOVA METRALHADORA.Lemos no Progrets'
du Sane et Loire : v
N'este momento em que todas as intelligen-
cias se oceupam do nico fira da defeza de Pa-
rs, fabricam-se machinas de toda a especie, e, de-
vemos dize-lo, muitas d'enlre ellas deinonstram
da parte dos seus inventores mplhor vontade lo
que senso pratico.
E' por isso que queremos apresentar aoj boj-
sos leitores tuna arma multplice, que parece reu-
nir todas as desejaveis condlcoes de guerr:
urna metralhadorp porttil.
Eis em pnneas palavras a sna descripc_ao :
A arma, fechada, tem o aspecto de um g&ncho
de moco de fretes; pode ser levada s eosti
um soldado e pesa nicamente 10 kilogramo*
Posta cm aceo desdobra-se um-cvala?
quatro ps e apparecem cinco canos Ch!
paralellns, susceptives por um movimento, 4
rem dirigidos em todos os sentido?.
a Adapta-se as culatras urna caixinha eom qna-
renta cartuxos, oitenta ou cem, se se deseja 4
momento preciso, urna manivela girando q
lentamente tanca cinco balas por segundo, ou t
zentas por minuto....
t Um soldad) bastante para manejar asna
vontade esta metralhadora ; porm preciso e
tro para o transporte dos projectis.
c As eompanhias de atradores franela*
nifestado desejos dd se munreto d'es""
doras.
a O su inventor chamase Makl
DIVIDA INGLEZA.O governo ingles
decidir urna somma de 1308:406 libra
que ser appplicada amortizacao da ..
cional ingleza desde o 1 de outubro al
zerabro pr ximo.
Esta noticia produzio uma alta nos
gleze.
INNUNDACAO.-Segundo ff
traogeiro, na Virginia, situada
a Pensilvania e a Carolina Septentri
do Ndrte), o Ohio e outros ros
de seu teiln, causando grandissi
deslru'ndo muitas povor.c5es.
A Virgini;', uro dos 13 nri
M oceuparta pelos inglezes em 1384, e iu
aome de Virginia em honra da raioba Vir-
*el, sendo o berco do grande Washington.
^^Pi qQe desagua no Mississipi, muito cau-
* P'i:orre uma extenso de 1,600 kilo-
PASCMENTO.Fallecen hontem a Exma. Sra.
D. Joanna Joaquina Pires Ferreira, mi dos nossos
I* o Drs. Porteilas, victima de longos pade-
entos o seu funeral deve ter lugar hoje a 5
ras la tarde, na igreja da Ordem Terceira do
Larmo.l a' seus dignos tilhos e genros damos os
nossos L'noeros pezames.
jizAde
bro dia'i.
andieticia1
Antonio
tobro s
PAZ.Sendo 3* reir Io de novem-
antificado. fra, por isso, transferida
do juizo de paz da freguezia de Sanio
ara o dia 2* feira 31 d'este mez de on-
esmas horas e lugar do costurae.
SOCIEDDE DOUS DE JULHO.Damos em se-
guida um yikio da directora da sociedade pa
triotica Ddu\ de Julho da sociedade acadmica
Onze do Agioto :
Ulm. Sr.i-Recebemos o offlo datado de 14
do crrenle, uue V. S. na qualidade do segundo
secretario inilrino da sociedaie acadmica Onze
de Agosto, dirfrio a sociedade Dous de Julho pa-
tritica bahiam em Pernambuco, acompanhando
um relaioro d^de'peza's feitas por oecasio do
beneficio, que fuera a lustrissima sociedade, que
V. S. representi em favor desta, no ineatro
Gymnasio do Moiieirc, na noute de 13 de a eos-
lo d'este anno ; e\ igualmente a quaniia de 171*,
producto liquido rb predito beneficio.
Limenta V. S.wm sen ollicio o insignificante
resaludo i|uederaki tanta boa vonlade e Untos
esforco, como os Smpregados pela illustrissima
sociedade Onze de Atesto, a qual como V. S. pon-
dera, por sua inexperiencia nao coutava eom as
grandes despezas quefizer.- e nem cora os obst-
culos que encontra p\ra lcancar o embolso do
que aiuda se deve soiiedade acadmica Onze de
Agosto, como provou V\ S. eom a nota que apre-
sentou e Ihe fora devolvta.
Como representante! da sociedade Dous de
J0H10, patritica babiana. em Pernambuco, vamos
responder o referido offio de V. S. podiudo que
se digne de fazer a no*a resposta ao conheel-
raemo da direico da sotiedade tao dignamente
representada por V. S.
Dedicando-se a sociedaie Dous de Julho a so-
lemnizar o anniversario da Iidependencia do im-
perio na provincia da Baha, promovend) em ron-
ra d'este dia a manunussao 4e enancas escravas,
tem e tem serapre em vista ilcancar equelle lim
eom os sens recursos propri^s sera ir solicitar
auxilio estraoho;. mas sendo a manumsso dos
captivos um acto paramente de cardade, nao
licitp su sociedade regejtar qualqoer offerta
que ella se faca destinada a augmentar o nu-
mero, das manumettidas, o por isso receber tudo
o que voluntariamente se Ihe offerecer eom agrado
para lio nobre lim, nao olhaodo para o valor da
(Tena,1 1 iin para o seu destino
Cu^-Toneirado d'este principio a sociedade
Dous di Julho patritica bahiana em Pernambuco
cordfilmente agradece sociedade ajademica Onze
de Afosto a offerta da quantia de 171*090, pro-
ducid liquido 0 allndido beneficio, e seu tempo
fara l'ella a applieacao que destinada.
a Ireus guarde a V. S.Recife 26 de ouiubro
de 18f0.film. Sr. Dr. Joo Baptista Guimarae3,
2o seiietario da sociedade Onze de Agosto.Dr.
Ignnc\o Alctbnidts Velloso.Di: Silvio Tarquinio
Villas Boas, d
DINHEIUO.O vipor.W'iiif/'i/i'/ vindo de Macei
troux as seguintes quantias para os Srs.:
Dr. Jbo da Silva Ramos 816:000
NogueSra & Medeiroj 732:000
Alfredo & C. 650:000
loje o oilirao dia em que recebem carga
os vapores Pirapama e Giqui para os portos do
norte e sui conforme o annuneio da mtsraa com-
panhia.
PASSAGEIROS.Vieram de Macei
brasileiro Mandah :
W'il.iam Ritchard, Joaquim Jos Bezerra Monte
negro, Manoel Bezerra Gedes, Claudina Mara da
Conceicao, sna lilha e duas escravas. Mana Lean-
Jra da Purilicacao, e 3 guardas naeionaes.
-- Vieram de Goyanna no vaper brasileiro Pa-
rahyba :
Joaquim Xavier de Soiiz 1, Sabino Jo- de Vas-
concellos, Antonio Joquim Piohiiro de Carvalho,
Jos Rodriguesyde Araujo Pedroso.
" CBMITEKIO PUBLICO.Ooituario do dia 23 do
correte :
Julia, franca, Pernambuco, 5 mezes, freguezia
da Graca \ intermitente.
A'Jtonio Alberto Mauricio Falco, branco, Per-
nambuco, 25 annos, slteir^, Boa-vista ; ptbysica
pulmonar. '
Silvano, escravo', preto, Pernambuco, 6 mezes,
Boa-tfisia; denticlo.
Margarida, escrava, parda, Pernambuco, 4 me-
zes. S. Jos} tumor.
Thom, preto, frica, 51 annos, solteiro, Santo
Anionlo indopercardite.
Mara Carlota de Albuquerque, branca, Pernam
balo, 50 annos, viuva, Boa-vista ; amolecimento
cerebral, hospital Pedro II.
26
no vapor
Ferreira, preto, Pernambuco, 60 annos,
vi ovo. Boa-vjito ; tubrculos pulmonares, hospi-
tal Pedru H.
Rusa Mari, preta, Pernambuco, 80 annos, sol-
teira, Bja-visU, interite chronico, Hospital Pe-
:dro II
Joaqojm de Oliveira Franco, branco, Portugal,
31 auoos, casado, Boa-vista ; colite chronico.
Francisco escravo, pardo, Pernambuco, 22 an-
nos, solteiro, Boa-vista, gastro hepatite.
aria da Conceicao, parda, Pernambuco,
feo aiinofcvwva, desinleria.
^H^HRarda, Pernambuco, 7 annos, Boa-vista;
hepai
Virissirao Pereira de Souza, Babia, 17 annos,
*ro, Recife ; pthysica pulmonares, maritimo.
a grtncisco Leandro Machado, pardo, Per-
HU annos, casado, Roa-vista, pthysica
5 Antonio de Albuquerque, branco, Pernam-
'npg, viuvo, Nossa Senhora da Graga ;
_
rissma, escrava, preta, Pernambuco, 50 an-
aftera, Poco ; pthysica.
Bina Mara da Conceicao, preta, Per-
1, 16 annos, solteira, Baa-vista ; tubercu-
ilcnabares.
Baria da Gloria, parda, Pernambuco, 2 1|2 me-
to Antonio ; eonvui5es, casa.dos expos-
27
Vicente do Nascimento, pardo, Paraby-
folteiro, Boa-vista; hvpelrophia do
tal Pedro II.
Luiz dos Santos, branco Pernambuco,
:ro, Boa-vista; anemia, asylo de
neu Celestina Ramos, branca, Pernam-
7 annos, solteiro, Santo Antonio ; tnfiereu-
lonam*.
ora, pret, *ernamboco, 45 amaos, solteira,
-. leaao orgnica do coracao.
CHROMCA JUDirURU.
rninr.\.vL do commercio
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 27 DE
OUTURRO DE 1870.
residencia do exm. sr. dbsesuhrgador ansbuio
FBANCISt PEHBTTL
As 10 horas da inanhia, estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto e Miranda Leal, faltan-
do eom partecipacao o Sr. deputado supplente Sa
Leilo, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a
sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 24 eom
declaraco de ter a ella fallado cora partecipacao o
Sr. deputado S Leilo.
EXPEDIENTE.
Foram distribuidos os ires seguintes livros :
Copiador do Joaquim Jos Gonralves Biltrao. Dia
rio do S Leito & Irmos, dilo de Guimares V
AI colorado.
DESPACHOS
Requer mentos :
De Antonio da Costa Ribeiro, apresentando M|
gisto a nemeaejio de seus caixeiros Joaquim Alves
Pinto Dias e Ernesto Martins.Registre-se.
Do Manoel Antonio Gongalves, pedindo ccrlidd
de constar da respectiva noraeacao a declaraco
de ser brasileiro o seu caixeiro Joaquim Fredenco
de Sani'Anna.D se.
De Nicoli Hartery, de 72 annos de idade, natu-
ral da Irlanda c morador nesta cidade, e Alberto
Forster Damon, de 52 annos, oriundo de Massa-
ehussets nos Estados-Unidos da America do Norte,
morador era Philadelphia e de presente nesta ci-
dade, peJindo serem individualmente matriculados
eommerciantes, para, como socios da firma Ma-
ih'-us, Austin t C, contlnuarem nella na confor-
midade do contrato, qne ltimamente celebraram
e submetteram registro. Altestam em abono
dos impetrantes Johnstn Pater & C, Augusto Fre*
derico de Oliveira e H-snry Firster. Vista ao Srt
desembargadorr fiscal.
De D. Umbellna Libania de Lemos Guimares,
viuva de Guilherme da Silva Guimares, pedindo
o registro da nomeacao de caixeiro que dra seu
filho Guilherme da Silva Guimares.Regstrese.
De Amaro Jos dos Prazeres, pedindo igual-
mente o da que dra Candido Pereira do Sou
za.Registre-se.
Replica de Carpinteiro, Filho & Sobrinho, sobre
o indeferimento dado sua pretencao de matri-
cula.Adiada.
COM IXFORMAgO DO SR. DBSEMBARGADOR FISCAL
Officio do conservador do commercio da Pan-
hyba, dando eonhecimento do facto praticado peto
ageote de Leilo Felippe Carneiro Estrella, con-
trabindo sociedade commercial, e o requenmenlo
em qne o dito agente defende-se do semelbante
argui$ao.Procedase de conformidade eom o pa-
recer fiscal.
Nada mais havendo despacho, o Exm. Sr. pre-
sidente eneerrou a sesso s 11 horas e meia do
dia.
SESSO JUDICIAR1A EM 27 DE OUTUBRO
DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!! A. t. Pl-
RF.TTI.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio dia deelarou-se aberta a sesso, estando
reunidos os Srs. deserabargadores Silva Guima-
res, Reis e Silva, Accioli, e os Srs. deputadot
Hosa. Basto e Miranda Leal, faltando eom partee^
pagad o supplente S Leilo,
Lida, foi approvada a acta da ses-o passadai
ACCORDOS ASSIGNADOS.
Appellante o administrador da massa fallida ik
Pedro Ja Silva Reg, appellado Flix Sauvage ;
embargamos os administradores da massa fallida
de Araorim, Fragoso, Santos & C embargado Dot
mingos Francisco Ramalho ; embargante Antonio
Francisco de Oliveira, embargados Tasso Irmos I;
embargante Joo Evangelista de S, embargdo
Jos Fur 11 andes Gomes.
lLGAMENTOS.
Juizo especial do commercio : embargantes ap>
pelbntes reos a viuva e herdeiros Q> Diogo Jos
da Costa, embargado appellado autor Antonio
Duarte Carneiro Vianoa ; juizes os Srs. Silva Gui*
maraes, Rosa e Silva, Rosa e Miranda Leal. Fo-
ram desprezad >s os embargos.
Juizo municipal e do commercio de Campin
Grande, provincia da Parahyba: appellantes auio-
res Jos Joaquim de C;istro Moura e Joo Baptista
de Araujo, appellado reo Galdino Francisco de Ma-
cedo; juizes os Srs. Reis e Silva, Accioli, Basto e
Miranda Leal. Foi reformada a senlenca appel-
lada.
Juizo especial do commercio : embargante ap*-
pedante exequenle Jos Barbosa de Carvalho, em-
bargado appellado executado Barbosa & Souza;.
juizes os Srs. Silva Guimares, Reis e Silva, Rosa
e Miranda Leal. Foram desprezados os embargos.
. Appellante Tbeodoro Christlansen, appellados
Rabe Scamettau & C.; appellante Urbano Jo-
de Mello, appellado Jos Velloso SoaresAdiados
pedido dos Srs. deputados.
Nao estando presante o Sr. S Leilo, nao foi
por isso proposlo o feito adiado 20 do correte
mez entre partes, appellanto Salvador de Siqueira
Cavalcante, appellado Leopoldo Ferreira Martin
Ribeiro.
Contina sobre a mesa o feito em que sao pai*
tes, appellante Jos Alves de Aguiar, appellados oh
administradores da massa fallida de Antonio Jos
de Fgueiredo.
PASSAGBNS.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desmbargador Res e Silva: appellante Bernardj
Jos Bodrignes Pnhero, appellados Wilsons &
Hett. .
Do Sr. desembargador Silva Cuimaraes ao Sr.
desembargador Silva Accioli: appellante D. Maria
Felisinina do Reg Costa, appellado Manoel Pereira
Magalhies.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. desem-
bargador Accioli: appellante Jos de Oliveira Li-
ma, appellado Joaqnim de Souza Ferreira ; appel-
lante Joaquim Francisco do Espirito Sanio, appel -
lado Nathan Danheisser; embargantes E. A. Burle
& C-, embargado Oliveira, Filho-* & C
DESTRIBUigOKS.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares: embar-
gante Joaquim Jos Goncalves Beltro, embargada
a Companhia Vigilante. '
Ao r. desembargador Reis e Silva: appellantes
Joaauim Juvencio da Silva e outros, appellado
Fredenco Lopes Guimares.
Ao Sr. desembargador Accioli : appellantes Lo-
sar Augusto Zanotti e ooiro, appellado o adminis-
trador da massa Taluda de Pedro da Silva Reg.
AGGRAVO.
Juizo especial do corarercio : aggravanie Ga-
briel Antonio de Cistro Quintaes, aggravado Fran-
cisco Manoel de Siqaeira.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Encerrou-s a sesso a 1 hora da tarde.
CAMARAMUMC1PAL.
B.' SESSAO ORDINARIA AOS 12 DE OUTUBRO
DE 1876.
PRESIDENCIA DO SR. DR. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Pitaoga, Gameiro, Dr. An-
gelo Heariques, e Costa Jnior, abrio-se a sesso
que foi lida e approvada i acta da antecedente.
Len-se o sef atarte ,
EIPBD1ENTE \
Um officio do engenheiro cordeador, informan-
do favoravelmente o requerimento de Antonio ios
Santos da C mceigo. A commissao de edra
gao.
Outro do mesmo, informando favoravelnente
reqaerimento do padre Joaqnim Pereira Freir.
Concedeu-se
Outro do mesmo, informando favrraveliMM* u
requerimento do padre Luiz d'Araojo Bartos-
Concedeu-se.
O Sr. Dr. Pitaoga apresentoa o seguinte orejee-
lo de posturas adiieonaes :
Art. 1* As retinara-, pallaras, on fabricas, qu*
trabalham por meio de fogo s podero d'ora en*
da ote ser eslabelecida nos logaras designados pa-
ra as ferraras, calderarias e ootras uflicinas, -
para ah serem removidas a existentes em laga-
res diverso, quando por qualqoer cirennastancia
deixarem d pertencer aos que agora as ainaaa.
nao po lendo, porm, estas comtado trabalharem
cjid calva 1 de pedra, salvo se forem runv.dU' a
vapor. O? infractores incorrero a mnlia de 30
e na do dobn> na reincidencia,
Art. 2' As offleinas e estabelecimentos qn*
trabalharem eom fogo deverao ter chamin que
cooduzam todo fumo ; a chamin lera altar. >a-
perior a qualquer e.iflcio as su as vuinkaao?
no permetro de cem metros, fleando maread o
praso de noventa das para collocarj oa prolon-
gamento das chamins. Os infractores iaeorreri
na multa de 30000, e no dobro na rainctde-
cia.
Pago da cmara municipal do Recife II 4
outubro de 1870Dr. Prxedes Gomes le Sonza
Petinga. Approvado e que se offlcie a presen-
cia.
Diniz Dias & ('.., commnniea baver comprado a
officina de ferrara, existente na casa n. I da ira
vessa da ra das Flores.A commissao de .-ade.
De-pacharain-se as peligoea :
De Antonio Milburges Saraiva Galvo, Antonio
Carlos de Almeida, Alvaro Pereira de S, D.imi>
da Silva Coutinbo, Faustino Jos da Fnnxca, H*n
rique Leiden & C. Dr. Ignacio Firmo Xavier. Jos
Lucas Ferreira, Joo de Deas da Silveira, Joe
Moreira de Brito, Joo Jo- Pacheco, Jco Gomes
da Costa, Mignel Franeiscio de Souza Reg, Ha-
noel Martins Fiuza, Manoel Antonio t^aralvp-,
Manoel Marques de Lemos- e Miguel Canudo de
Me le ros Pinto ; e levantoa-se a sesso.
0 Sr. Dr. Moscoso apresentoa o segainU; pra-
jecto de postaras :
1 Art. Fica prohibida a venda de canea m
fressuras depois das tres horas da tarde, nos me-
zes de outubro a margo, e depois das anco norats
da tarde nos mezes de setembro a abril.
Art. 2 As carnes ou fressuras qne foren a-
con'.radas depois das horas cima marcadas, te-
ro app re hendidas e enterradas oa lastradas ao
mar em grande distancia, e a pessoa pie as esn-
ver vendendo pagar a multa de 10* e o dobro ao
caso de_ reincidencia, alm de offrer quatro dus
depriso.
Art 3* As pessoas que se apoderaren das
carnes ou fressuras depois de enterradas oa lan-
u"l> 10 mar ur.nrrt>rin n im a An arli-'o an-
tecedente.
t ArL 4* As carnes serio condnziJas dos ma-
tadouros para os agougaes em earroeas fechada*
por gelosias e fjrradas por loalhas liiopa, atad
penduradas em ganchos de ferro de modo ojee
nao fiqoem sobre postas. Os infractores iocorr^
rao oas mollas do artigo antecedente.
< Art. 5* Fica marcado o praso de 60 dias pa-
ra a fabricara) de earroeas appropnadas, nodo o
qual nao ser permeltido fazer a cooducca aaa
carrogas ordinarias.
c Paco da cmara mnnicipal do Recife It 4e
oatubrode 1870.Dr. Moscoso.Approvado a ajne
se officie o presidencia.
Eu, Lonrengo Bezerra Carneiro da Cuaba, se-
cretario subscrevi.
Ignacio Joaquim dVt Somii Ltao pr-presio>Ble.
Joss Uaria Freir Oameiro.
PUBLICACES A PEDIDO.
O subdelegada da) Poco
Com a epigraphe cima e o aoonymol'w 1*'
nrfo toma banhos frosfe me arge no Curre"
Pernambucano de 25 do corrile. o> prohibir t >-
mar-se banhos no lugar denominado Cabor, sob o
pretexto de que tem sido serapre de cosiume es-*
banhos, inoffensivos decencia publica, p-npant
as altas ribanceiras do lagar occuium-no as vasia
dos poucos moradores viznhos e dos traaisraaai's.
accrescentando o articuli-ia que eu emea p;i s >-
mos infractores desta prohibigo.
Effectivamente prohibi, nao os banhn-, sr^uni
o articulista ; porm o escndalo de indis- r
que ousavam, de lodo despidos, correr e eamba-
Ihotar pelas margeos e c roas do rio. sem a sr-
nor considerago s familias que abi se bauhaw,
s moradoras a margem, honesiidade publica.
Prohibi smente o desaforado escndalo. li*i
de vigorar-lhe a prohibigo emquanto K>r autori-
dade na fcvgueiia, conforme Ja o disse aai
que nao o articulista, pois este nao toma Kaalas
frios.
Contestando a ultima parte do citado perio ..
desafio o articulista a exhibir as tae prows d-
que alardea, em como eu e meu pai Infria?i nos a
prohibigo, qne o articulista chama de injjsta
arbitraria ; a hoaestidade acolbe e aprecia.
Contina o articuliila, qne ba dias flz prt-n r
conduzir minha presenga algumas pessois aja
a|li se banhavam, e da? quaes nao poseo aioaur
faeto pouco resgaardador do decoro, oa acto al-
guno que ofendesse a decencia.
Em resposta, limitme a indiearo mesan > lacla
de estarem algumas dessas pessoas despida 1, >ara-
coteandose pelas margeos e eordas d > tai,
advertirem que mu limitada distancia nwraui
familias e outras se banhavam, faci esle ajae ie>
deu em resultado serem condolidos saadefcga-
cla, e que. de certo, nao resgua-dador do deco-
ro, nem inoffensivo decencia, seaao ahaaseav
immoral e reprovado, a despeito da opinio c era-
ra, exclusiva do articulista.
Diz ainda o articulista que ea flz <\rewtt ad-
guem, e que esse declarando-meem termos poo-
co araaveisqne se nao vestira para banhar-^,
foi pacfica e immediatamente depois laagar^e
ao no.
Nao exacto.
Entre' os condazidos subdelegada revotton->-
nm, que me dispensei de mandar reeolber pa>
san, limitan lome ao summario da culpa, ejne r 1
se Ihe instaura perante o juizo municipal da se-
gunda vra d'esh cidade.
Qaem assim procede est muito i eavalheir 1 d>
epitbeto dearbitrarioe de outras, que Ihe cou-
ceia o articulista.
Entretanto, devo eb-erver qne esse 1
nao foi imm'di'rianien'r depois atirar-se de*|ao a
ro, nem me consta que o tenba fcito de Ha**
presente data.
Arge-me Onalmento o arlknlisU e aay
inqaerir testemanhas, e diz que d nasa pai "Qiire- ,_..^.. -
Essaproposigao, falsa, ndieal^iasaswi
merece deferencia de orna raspaste.. J*j
me do oonirario o artcosta, na ***?*.**
que me nao alterara as sois eanaassaa ama-
ra ac
Km de enmprir mea eTew, qaaesjoar \z
am 01 assaltos da intriga e da calumnia.
Acredite-me o sartcnllsU.
Pogo, 28 de sntnbr<> de 1870^
Mine/ Jos 4e Pataa Ptata.

'


P'a*
i
Diario do Fernambuco 4 Sabbalo 29 de Outubro de 1870
A publico e especialmente ao
superior tribunal da relacSo.
. ,',0m.e?u npi?raptie no Diario dt Pernambuco
e 18 do crreme, um* publica rifo assignada pelo
br. j<# dos Santos Neves, na qual S. S. fazeni> a
arito urna narratjo dos facise servnd j -se
no inesaclidoes, pretenda mostrarse victima de
capridibs e injustiras na questo de sequestro e
tnvenlaviancia dte beos-deixados por fallecimonto
de D. Anna Delflna Paos Barreto, de quem tes-
Umcn'.ero.
Nao daramos as honras de urna refutacao ou
rcsposta do Sr. Neves, a nao ter S. S. se dirigido
aquelle egregio tribunal donde tjra de receber
final dc;iso de suasprete'.cfles e a quem procu-
ra pr> i-pnr em favor seo, pntecipando-se pela
impren-a a deeiso de seu aggravo. tuertamente
que nao ser por meio de tae> invectivas qao hi
de resultar o bom xito de sua causa.
O jnlgai.iento daquelle tribunal assim como a
opiniao do publico, nao podem ser insinuados por
. una publicacio, que nao nein podia s t J-I a
verdad^ e conim infundadas coojecturas e falsa*
.afflrmaeW.
S. S. di-le o fallecimento da testadora tem pro
cedido irregularmente, nao so menoscabando do
inais graves do seus deveres, como tarabem pos-
tergwdo i nperi sos preeeitos de direito ; nenho
ra raiio tem de vir 171ra pela imprensa laxar de
ipjnstica e capricho o que nao outra coosa mais
que o el cumplimento de devores ; e S. S. o
roeno* apto para apreciar tases actos, pois, como
ha pruvado, nenhum conbecimento pratico tem de
tal materia e ceriamente guiado pelo peior con
seiheiro. Quera quer que tenlia eonh"cdo a aui-
tude ou Sr. Santo* Neves em relaefcs a es^es ne
gocios ci.nvirff que S. S. tem lido m procedimen-
tu deiuonstratvo de supioa ignorancia ou requin-
tada in f.
Tem sido j estranhos e de-tarrasoados seus ac-
tos que comprometteni sua houestidade e ntereiza;
entretanto fazemos jusiica ao Sr. Noves ; aecre-
dilauos em sua simplicidade ; acosiuroado a vida
graciosn di iialea > e do metro, es?as cousas Ihe pa-
recen) oada : ci no que Ibe dizem, segu o'que
Ihe aconseliiam e assigoa o qu Ibe pedera. E se
saturno Ibes ao encontr umbem pela imprenta,
nao por certo reeeiaodo que sua pubiicieo en
contre echo no venerando inbuual da relaco ;
pote, lili o qu" deve valer e o que de fado vaie,
o o direilo das partes allegado e provado, e nao o
que eserevem ou assignam as columnas dosjor-
Biea ; i;nos apenas esclarecer ao iwDlieo do que
se ba dado e faze-lo convir que o Sr. Statos Ne-
vi- milito dista de ura homem prudente, reflecti-
vo, Hoso de seas deveres e carecedor d8 jusci.
P r<|ue ao fiiram sequestrados os bens deixa
dis por D. Anna DelQoa l'aes Brrelo?
Porque nao Coi o Sr. Santos Nuves aotaeado n-
venlariante f
Porque domoroa-st o tribunal da relaco ?
E finalmente, porque tanto se esforca S. S. por
ser invenlariant ?
En p meas paiavras responderemos a estas pro-
pjsigdes som oes servir dos mehs ignobeis a que
se soceorreu S. S. em sua punlicaco.
floran] sj.questr.vlos os bens deixados por aquel
la senh f raque i lento Jo ajudaute do procu-
rador fiscal da fazo:: la provincial, que lamben)
herdeira, porque teodo fallecido 1 testadora asido
sepultada no lia I de agosto alada ni dia 23 na-
da eonstav.i d o seu testamento no juizo tor
ntori.tl, haveial) bem fuada.iis uspei'.K de que
<- s hese e-i: -s.-em .abandonados e em risco de
ser m extravalos, cnoo de facie-tavamemcoui-
pelo abando.'i 1 e fimm mi* que extraviadas.
Di lenu 1 de se (oestro consta que encontrn se
a casa alarla o entregue aos libertse tanibem
todos os analtos e tud' em completa desordem.
encontrando se al cofres aberio? 10 meio de urna
das salas; nada de ooro, na la de joias, neahaa)
dbjheiro, Beahanu praU seno urna pequea por-
ca ern facas e galpbos e um coco de Jarra, isto
certamen;- por estar as vertas te-'ameiitarias ;
e o iue inais admira uerlliuii ropa da iuada tie
111011 que ou linha a que trajava quando 93
incendiara, ou fra como tantas oulras cousas
que necessariamcte havia ella de ter esbanjada
ou ext"aviada I !....
Batial a casa apreseniava um iriste aspecu,
urna invaao ile barbaros nao a deixaria em mstor
desorden) I E o que fazia o testamenleiro ? I Onde
estava ? I
Nao sabemos. Fez-se o seqnestro, (icaram os
bens depositados, deixando so a casa trancada,
emfin plantando-se a ordem e o respeilo divido
era ta s occasides, e o ajudante da fazenda, jttz
o uriueuo uiuciitaraui que so uao uuoobbb
toma Jo esta medida iminediataiuenie ao falleci-
mento daq"ella senhora. A auloridade teria pre-
venido eriales ; a fazenda e os h'srdeiros teiiam
DUior garanta em sua propriedade.
O Sr. Sanios Noves s no dia 2o q-iatro das de-
pou de enterrada a* testadora, que apparee com
testamento para receber as solemnidades pres-
critas pela lei juiz territorial; e entao mostrou-
*e ollendido em seo amor proprio com o acto de
sesjeestro. E' 5in.'ilar I De entao comecou a
pensar-lhn que so o quera perseguir e que ludo
era iiijuslifa e capricho. E para desabafo de tal
offen* prcumu para a patrocinar o seu direito
extorquido O i'ollector provincial que tamben)
adverado provisionado do? auditorios da comarca
do Cabo, corn o que msior inerenento toraaram
suas conjectura?.
Chegando o prazo da lei para nomeaco de in-
venbranle, emenden o juiz que havendo paren-
tes prximos da fallecida, residentes no termo, e
um especialmente muito seu vizioho, conhecedor
dos bi-ns e dos herdeiros, sendo alm disto tam-
ben) senlior de engeah, outro nao devia, nem es-
tara em condnjes mais idneas para ser inventa-
rame, pois, ia lomar conta d^ um engenho com
suas perteacas e utencllios e urna safra para co-
llier; do faci nomeou o Sr. commendador Do-
mina w Martins Pereira Monleiro, casado com urna
sobrinba legitima e herdeiro.
Nova offensa o Sr. Santos Neves (e esta mais
gra-|)
Eis o sen advogado requerendo, aggravando e
empregando emfim lodos os meios da mais rara
chica na. O Sr. Neves e seu advogado derara ta-
naaha vulto a essas censas ; lancarara-se sobre
o juiz e principalmente sebre o ajudanteda fazen-
da com urna linguagem tio offeniva quanto ca-
Mnuiiosa, que nao tardou que chegasse ao co-
nheciniento do procurador fiscal, que o collector
provisionad) advogasse contra os interesses da
lineada, pelo queraandou em confianca buscar os
autos, istn quando o Sr. Neves recebia o previ-
ment de sua carta testemuuhavel e delles precisa-
va nara o seu aggravo.
Eis como foi o tal aggravo demorado por capri-
cao do juiz e do ajuiunte da fazenda como diz S.
S., e tudo isto consta da certido do escrivo que
S. 9. junlou a sua publicacao.
So anido o inventarame corria-lheo dever de
man lar citar a lodos os herdeiros, e para isso ex-
pediruin-se precatoria, paraos termos e comarcas
de Porto Calvo, Rio Fnnpso, Agua Preta, Barrei-
tos, Nazarelh, Recife e h 'juca ; e isto que o Sr.
NVws chama tratar a toda a prtsia de fazerse
o inventari, e qual as qaantias fabulosas que se
dermi a esses portadores ?
Saiba S. S. e o publico que para todas estas ci
tiro?* que j se acham feitas, lalvez tenha o in-
ventariaule dispendid-i menor quantia do que S. S.
com o s?a advogado.
P 11 -o preza o Sr. Neves suas afflrmaefas I I J
se \, pois, do que fi>a exposlo o quanie foijnsto
e salutar o sequestro; asslm como nada mais con
sentanr- co.d o direito que a nomeaelo do inven-
tarame ; eourrositafica juMiirada a demorado
tal aggnrvo do Sr. Sanios Neves.
a nussa olb'raa proposicao ; porque
ta e mlmn n Sr. Sanios N em querer ser
inventTfa nle f nSo sabenio; nem sera fcil altin-
pir. j lee) dispenlido tal vez que quantias fabu-
losas 1,1 v,,u yogada ,. promette gastar quantia
eolio sil. Ser merameulo por capnclo ? I Acha-
raos i"al cotendido.
a. S. eslabelecido negociante na capital, nao
j/> !e perceber dos mysteres da agricultura, e para
qa.qirr ser invenurianlo leudo de comer urna
safra ?
h parante da fallecida, desconhece necexa-
liaiwinte o-- lien- e seu* berdeiros ; f.i-pormuito*
atmoi ^v-rnspon lente daquell enhora, comosuc-
m pi do que mvstpr prestar coalas,
toni Pn mi mais de 16:000,5000, que ter de
entrega l-s para cumprimenio do testamento ; fl-
BiJu so (todur com boa razo justificar
esta lucia q te S. S. teraaberto para ser o inven
Ua
Ooto molivo nao poderemos aehar em Sen abo-
'rmos quant 1 S. S. hospedo
nestee negocio* dejustica Bao podendo decifrar os
sen- r,-;riij, Uncando-se aos bracos de um
mentor, n,. qoal lano sobra de incida quanto tal-
lece em S. S. experiencia e seiencia.
UM dos coliateraes.
com aquellos que me ao conho-cem, julguei ne-
cessario correr Iraprensa para dixer alguma
eonsa nm minha defeza.
No dia 7 do crreme indo cu i roa da Ro Ja
fallar com ama pessoa. morador*, om um sobrado,
ao descer eu ene mlre duas inulheres na escada
em ama forte altercara); dirigndo-md a ellas
em termos brando*, para que disistissem d'aquelle
barulho, e Isto fiz nao s como cdadao amaute
da ordem, como por me achsr fardado na orcasiao,
fui grosseiraatente repellido por urna das inulha-
res, que disrespeilou-me alta e poderosameDte.'
Possuido de colera, ein um momento de irrede-
xiio, empnrrei a mulher para inlimiJa-la, corren-
do ella inra aloja por urna porta que tem cora
inuoicaco para a raesma escal
Hetlrei-ine tranquilamente para o quarlel, onde
sube logo depois que um tal Roberto, que indi -
gitarh como guarda costas do alferes Francisco
Eduardo Benjamjm, procarava-mo para tenar
viaganoa doiuipurro que eu havia dado na mu-
lher que dizem ser sua amasia.
Em vista disto salii com urna pn.c 1 do corpo, a
encontrando o Dr. subdelegado de Santo Antunie
cunlei-Ihe o fado ; cnto este dirigise patl o
Casa da ra da Roda em procura do Itoberto, mas
Dio e.icontrouo.
Como nao o encontrassn-mos vo'tei e entao en-
contrei com urna praca do corp> do polica que
disse-me que o alferes Benjimim procura/a-oie
acompag.hado do paisano Roberto, e que n'aquelle
iastaala liuham elles dingido-se casa uo subd8
legado.
Eui vista da noticia dirigirme tambom casa
da mesraa auloridade, e no camiuh) rus >ii rend-
me com o negociante Cunha, que eonfirmou-De a
noticia dada pelo soldad < de polica, c iin elle se-
gu para a casa do Dr. M-guel liaeio.
Ao aproximarme casa do referido Dr. en-
omn-i-ine com o aneres Benj.nnim scompanh ido
io Roberto, os quaes, consia-iuo qua estavam ar-
mados.
Este efflcial semprezar a digaidade de um mi-
litar, dirigi se a mim e proronipeu em urna allu-
viao de insullos, que eu s os poderia repellir,
dispond i-ine a perder-rae. o que ludo provo com
o referido subdelgalo, visto como o ficto foi pra-
ticado no nttio do sua casa.
Ac.bando de soflrer lamanho insulto, enlendi
que dever1. luiiender-me com o mea commandante
pira oque dirig me a palacio em sua procura ;
mas nao o encontrando fui sua casa nos Affjga-
dos, onde narrei-lhe o acontecido.
O mu commandante dis^e-me que eu devera
ter tomado testemuch s e prendido os mevs ag-
gressores em nomo da auloridade competente
mas que, nao t?ndo eu assinf pralicado aguardasse
os acontecimentoj.
Voltei p.-.ra o meu quarte!, onde cheguei pelas
6 oras da tarde, e ahi eiicontrii de novo o nego-
came Cunba, que avisou-me qae o alferes Beuja^
mim anda continuava na escada do s"braJo da
ra da Boda preparado para desfeKear-ffle.
Consultando a algn- dos meiw eompsabeiros
aeonselliarain-me que eu sanase acompaqhado Je
um soldado, o que na verdade (iz, sabendo no ca-
ininho de miuha casa que o referido alfere Berja
mim anda coatinuava a procurar-me, acompa-
nhado de pracas de lin'ia. Foi justamente o que
se passou.
i*to; atavossa do Ma-
aquelle pomo c
duro.
Reeifa. 87 de mimbro de f870.
Manoel Cadas Barre).
O Sr. conselheiro blngovelbo.
Cnsla-nos que o Sr. Duarte Coimbra, betlvo e
diligente empresario do iheairo Sonto kntonio,
pretende dar um espectculo em grande salla, no
mesmo thoatro, para solemnisar a posso do novo
administrador, nomeado para esta provinela.
Sr. con*elheiro Diogo Velhn Cavaleante de.
Alliuquerque, escolhido pelo governo imperial para
lio ardua missae, por certa digno desst hcm
nagera que Ihe qur prestar o iofatigatel 1,11
prezarin.
Ha poaco sahido dos conselhos da coro, onde S.
Exc. den as/nats exuberantes provas de un alta
c.ipa.tidade, na difllcl sciencia adminsirati,. vem
o novo presidente, precedido dos melhores crditos
felicitar este bello torro, com um governo digno
de laes auspicios.
Que importa, que artitertos de ruinas proourem
amesquinhar-lbe a pjsicao, marear-lhe as gloras,
quando a illusirada opinio do paiz, de acorlo
com lesteniunhos iosuspeitos da imprenta esl -
geira, ahi esli para render-lhe o preilo devid ao
sen (tiento, faiendo-lhe a necessari 1 justica ?
Parece-nos que o Sr. Duarte C imbra, trataido
de exhibir em seu Ihmtr somelhanie manifes'.a-
cao de aproe ao disliuclo earac -r que vem pre-
sidir os destinos desla provincia, nao laz mais do
que tradnzir de un molo ealhrgorieo, os desejps
unsonos Jo patritico povo"peinambucano.
Compentralos, pois. des1.' sentimento, nao po-
demos deixar de congratular-nos como digno em-
presara d'aquelle llieatro pela feliz leinbranca que
leve, consgnando-lho do alto da imprensa, ud)
fervoroso vol de louvor.
Estamos convencidos de que o Sr. Duarte Coim-
bra ser devidamente correspondido pelo brioso
povo pern imbucano, nesta grata emergencia ; elle,
per cario nao deixar de accoxrer em pressuroso
para o brilhanlismo desta solemne mauifestacio,
da que por do mais merecedor o Exm. canse
Iheiro Diogo Velho, por sua illustracao e vir/ude?.
Justus. !
O Sr. alferes Renjamim falla a venlade, quando
diz que eu sou seu dejafecio : nunca Uve relacjs
com elle, nem com elle Uve fallas em tempo al-
gara.
Alm di repuiaclo do Sr. Cunha e da minha,
leooo a dizer qu o Sr. a.foms Benjamn aaeot
quando di que o mesm1, Sr. Cunba mandara mal-
tratar c.ra paiavras essa senhora. que inculca
de parenta do inesino Sr. C;inha O publico sen-
sato deve conhec^r que um homem que aspira
u ;a poscao commercial nanea anearla inao de
tal expediente ; assira como que o Sr. Cunba nun-
ca foi o mcu fusteniaculo, porjuo tolos me co-
nhecem, e sabeni que 05 mors penenos venci-
mentos me pfleni salvo de to injuriosa inipu
laco.
Se o men commaniantj trmoo noste nofoeio
alguma paite, curaprio mu dever de clicfe, a como
tal nteressado na torio dos seas subordinados ;
mas nao por inforoMQoes de pandegas de eleicSes.
E' este um insulto que por minha digndaje devo
repellir.
O Sr. rlferej Benjamn vem com urna tangente
de afear-rae aos olhos do publico, por ter sido o
meu acto censurado por alguos dos maus compa-
nheiros. David que baj offleial do corno de
polica que possa encontrar em mim motivo de
censura, visto como eu fui aggredido e nao o
aRB"*ssor: mas e infa'ir'nentn iguara at d
aceordo cora S. S., claro esta que porque tem
umprncedimento igual ao de S. S.
No di 10 ene mtran lo-ii'io cora o referido Ro
berto na e-cada do doulor chafe de polica, o qual
liz ir presenca do mesmo doulor com o. subde-
legado da Boavista, maravilhou-me a declaracao
fei;a pelo mesmo Roberto, dixondo que o alferes
Benjamim, tendo o, encontrado na ra, o linha
obrigado a aeompanfia-b, fazendo-o passar assim
por seu guarda costas. Esta declaracao felizmen-
te foi feita em presenca do Sr. Dr. chefe de polica
e do Sr. tenente-coronel Francisco Carneiro Ma-
chado Bios Jnior I
Pode o Sr. alferes Benjamn esforcar-se o quanto
for possivel para calumniar-me.; mas o seu pio-
cedimento cahir, em vista do juizo das pescas
sensatas, e do que dever ler presenciado a auto
ridade respectiva.
O militar que me alira como pecha o eu ser do
governo absoluto, e que tambera serve ao mesmo
governo, mostra com isso o quanlo elle capaz de
praticar.
Joo Ribeiro Mnntarroyos,
Alferes do corpo de polica.
Molina
A' Itilura da denuncia ap'esentyda por
Lourenco S e Alim^aerue, epublicada
no Diario de lioje, suggerio-nas a^seguin-
Usa pergiinlas :
ta /
Ser o Sr. Lourenco de S e Albnqaer-
ojrjp, aimigo do teaenlt-cr.roael flasparCa-
valcante de Albuqnerque Ucb3,/prtnoven-
ilo contra elle, cono tira dos su^cessores do
finado leen'.e coronel Joo de/S e Albu-
qoerqao, a cobranca de mais/de duzntos
conloa de ris. em vista da br. I. 3, lit.
56, I 7 T
Podia ser ad.Tjitti.h seme/hante denuncia
em face do 6o du art. 75 do Cod. do
Pfoc. Criminal ?
Gomo c bjo nesia, Sr. advogado ennse-
Iheiro, sendo meslre da li ?
24 do uulubro de i87C.
O oinein de palha.
f.
logrramos ; HW)
!>ilogrammos 1
logrammes paga-
rao4
1 ris por kilogrammo
menos df vie kilograramos para cima que oaa't-
! rio 40 ris. v *
Art. 3. Cada mareo qae nao exceder do meio
kilogrammo pagar 80 ris, os que excederem pa-
garao 40 ris.
Balaocas portugueHtque nao excederem a oito
kilograramos, pagarlwQ ris, as qoe forem de
niaior capacida la e menor de vinte kilograramos
pagarao l<600, e as que excederem de vlnteNkilo-
g ra unios pagarlo ZJOOO.
. Balsnca para marcos e granitorios pagaro
32 ris.
As romanas e deciravs com pesos at trezentos
kilograramos.pagaro 6000, e as que excederem
pagaro 10*000.
Art. i.0 A colteccSode medidas para seceos c>m
oito vasilhas. coinecmdo pel decalilro a meio de-
calitro pagarlo fjf<
Por olleeco de emoo vallli s, comecanro pe-
lo duplo-litro t meio deci-lliro pgarao 1000.
Art. 5.* Acolleccaode medidas, contendo seis
vasilhas para lquidos, pr.icipiand pelo double-
litro al meio deci-litro pagar U500.
Por um t?roo de qnalto vasilha-, corae^and de
maio litro at meio deci litro U200.
Art. 6." As vendas ,e .afmazeus sao obrigados a
ter Untos temos, quaHl'tjrera as qualidades de
lquidos que venderera.
Art. 7.0 As medidas avujsris, quer para liquido,
quer para secco pagaro 100 ris.
Art.v8. OS q(f venderem pea* ras, fazendas
ou seceos, confo azeile, rael, l.-ie, fejo, milho, ar-
roz pajareo dcafericao por cada medida 320 ris,
e o mesmo pagaro os canoelros e barcaceiros que
venderem cal, sal, farinha e ouiros gneros.
Art. 9." Os que venderem lquidos em barris
ou ancoras, sao obrigados a aferi-los, mapcaudo no
texto de cada um o ,que ple conter e pagaro
por cada par de barris o ancoras 1000.
Art. 10. Por cada regr de dous metros paga
rao 500 ris e sao obrigados a mor parte dellas os
mestres das obras, carapinas, pedreiros, cantos,
veniedoresde madeiras e lodos os que por sua
proflsso della pausara precisar.
Art. 11 As esta cues pdbli:as continuarlo a
pagar as afericSes, bera como as estagoes da es-
trada de ferro e matadonro publico as bataneas
de arrobacao.
Art. il. As medulas e pesos sao sugeitos as re-
visos, que cusUrmetade;todos os pesos e medi-
das afendas pela priraeira vez Acara sugeitos a
metade da aferice proscripta.
Art. 13. As aferioSes terao cemeco em outubro
a deiembro e a reviso de abril a junho, Picando,
porm, os acoogues obrigados a reverem de tres
em tres mezes.
Pago da cmara municipal de Olinda, 15 de se-
lembro de 1870.Fran isco das Chagas Salgueiro,
pro-presideme.Luis do Reg Barros.Francis-
co Luz Vraes.Felppe Minoel de Christo Leal.
Alexandre Jw Dornella3.
Approvotprovisoriani-nte.Palacio da presiden-
cia de Pernambuco, H de outubro de 1870.
Assis.
Conform.Antonio Annes locme.
Confer.Saafos Jnior.
PRACA 1)0 RECIFE 28 DE OITTITURO
DI! ft 70.
AS 3 1/2 nOBM DA TAEDK.
Cotaroes offictaes.
Algodo de Macei 1* sorte660 rs. por kil. posto
a bordo a frote de 5i> e 5 0[0 por libra.
Cambio sobra Londres 90 d/v 21 1|2 d. por
1*000.
Cambio sobre Portugal 90 div. loo 0|0 de pre -
mo.
Gooualo Jos Alfonso,
Presidente.
Pelo secretario.
A. P. de Lemos.
ALFA'DEGA-
liendraento do dia 1 a 27. .
dem do dia 28.....
632:0:59*96
22:959*507
6i:999|W
IdTiinento da alfaadcga.
0 Exm. Sr. Dr. Augusto de
Oliveira.
Recommendavel por inestmaveis servicos
causa do parlido constitucional, nao o menos o
Exm. Sr. Dr. Augusto de Oi.ivf.ira pela sua pro-
vada dedicaco aos nteres-es de que depende o en-
grandeciraenlo da provincia.
A sua loog vida publica responde pela segu-
ranca de suas cooviccoes corno p la sinceriridade
de seus esforcos.
Da robustez de suas e.rencas polticas tem-se
a prova na ienprensa e o parlamento. .No grave
periodo que decorreu de 1846 18i9, foi grande
parte devido seu zelo infatigavel que a iropren
sa conservadora, hablis-mamonte servida, poude
manler a mais respeitavel atiitude na lata ardenle
que caracteriza aquella enocha. Apenas entrado
na carreira poltica, o Sr. Augusto de Oliveira co-
mecou desde entao a despender pela causa consti-
tucional inapreciaveis servicos, assocando-se hon-
rosamente esse grande e trabalhado moviraento
em que conbe Um memoravel papel ao elemento
conservador.
A luta eleitoral de 1848, tao nomeade em nossos
aonaes polticos, poz em relevo a devoeao sincera
do Sr. Augusto de Oliveira pelo triumpho da?
ideas conservadoras. Ninpnem o excedeu, e pou-
cos o igualaran) em acliv Jade, em zelo e em sa-
crificios.
A' urna dedicaco impar na adv^rsidade. o Sr.
Augusto de Oliveira tem sabido alliar nos das de
prosperidade poltica um interesse solicito por to-
dos os progressos reflectido-. Os seus numerosos
e importantes discursos sobre os varios ramos da
adinmistraco ; as suas conhecidas e incestantes
instaucias pela realisacao de melboramentos que
sao a condico do futuro da provincia ; o sen
desvelo por tudo quanlo se prende aos interesses
viUes de Pernambuco ; o fazem jusUtnente co-
nhecido e eslimado como um dos nossos mais no-
uvhs homens pblicos. .
A' estes honrosos pre'd:cados, junta o Sr. Au-
fnsln de Oliveira urna rara qualidade; e 6a de
pleno deinierease passoal com que serve esforca-
dae enf causa do seu parlido.
E' .-.inda nm titulo de honra para o Sr. Augusto
de OLvcira que a sua dedicaco poltica nunca em
um Iv.igo espac tenha hoflrido intermitieneia
Pre?'antssimos c imo sao e cobecem-se, os seus
servicos ordem poltica tem sido ininterrumpidos.
Xo momento em que a provincia 1 -m do eoviar
aran lisu sxtupla ao chefe do estado, pelmen
:e rucurdar quaes sao os diplomas com que cada
candidato vem solicitar as honras do suffragio.
Volamos entrados cora fazendas
cora gneros
Voluraes sabidos con fazendas
cora seeros
341
484
------825
188
140
-------J28
Descarregam luje 29 de oulobro.
Escuna rortngnezaAguiadiversos gneros.
Barca francezaJoao liiptistadiversos gneros
Lugar ingezf(a diversos gneros.
Brigue portuguezRelmpagodem.
Barca fraucezaS. Andr dem.
Barca ingleziDnodnonght carvo.
Barca iugleza-Retvedere idem.
PaUcho iuglezSly Bonisfarinha de triga.
Brigue hotiandezCoroelto Gertrude idem.
RECEBEi'ORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendiraento do dia 1 a J7. 88:404*065
dem do dia 28..... 5:074*676
93:478*731
CONSULADO PROVINCIAL.-
Rendiraento d da 1 a 27. 43:608*955
dem do dia 28. 0 1:908*033
45:516*988
Lendo no liberen de 24 do eorrente urna pu-
-Weacio cintra mim, qae nao passa de urna serit
4s ateidades, que bem podem indispor-mt para
Temos a satisfaco de ver qnas terminado o ern-
barreameot da estrada do ilcboribe at o encon-
iro dos carris de ferro da de Olila, posto que esse
orabarroamento nao possa ser de uiuila duracao,
entreunto um nielhor.iraento t til e necessa-
rio que 1 usta a crer-se na demore qae beuve cm
uelle >e pensar.
Honra, porUnto, a auloridade que emprehendeu
/acuitar a va de commuicaoao d'etta cidade
|Mra um dos mslhores arrebaldes ; mas para qae
isse beneficio nio fique cuntrafeilo, visM> quo
aquella obra foi principiada dofim otra o prin-
cipio, de induccao qae nao aoa sera necntsario
'ogar a mesraa auloridade a eonsommacio de sua
obra mandando emba rear o resto da estrada em
primiuivas circumsiaacu dt ontra, e q liga
MOVIMENTO DO PORTO.
iVap'o entrados no dia 28.
Buenos-Ayres26 dia?, patacho brasileiro Cyro,
de 234 toneladas, capilao Amonio A. da Costa,
equipagera 9, car^a 3,500 ^aintaes de carne ; a
Marques Barros 4 C.
Aracaj por Mace17 horas, vapor brasileiro
.WandaAu, de 222 toneladas, commandante Ju-
lio Gomes da Silva, equipagem 17, em lastro; a
companhia Pernambucana.
Bihia11 dias, patacho brasileiro Fus, de 8>
toneladas, capit) Seodulfo Maximo^Canciano,
equipagem 9, carga 2,460 alqueiros de farinha
de mandioca ; a C. C. da C. Moreira.
Goyanna 6 horasVapor brasil-iro Parahyba, de
104 toneladas, commandante Oliveira, equipa-
gem 14, em laslro; companhia Pernambu-
cana.
Navios sahidos no mesmo da.
MimanguapeVapor brasileiro Coruripe, jm-
mandante Silva, carga vanos generes.
Cearsir-Brgue inglez IdeUtte, capito WflUans,
em lastro.
EDITAES.
~ Ki-eanura niUD'c'P>l da cidade de Olinda
taz publico para c-mhec.imento de seas mnni^ipe-
0 regulamento ubaixo irantcripta, que se acha em
vigor para a eobrauca do Imposto de fericio
Paco da cmara municipal do Olinda, 21 da ou-
tubro ae 1870.
Manoel Antonio dos Pastos Silva,
. Pro-presidente.
Morcolino Diat de Araujo,
Secraurio.
Regulamento para as afericss de balancas, pesos
enedidas do muaieipio de (Miada elo^vj
systeina mtrico decimal.
Todos os armazens, depsitos, casas d negocio,
e^taMiecimenlo* d induniria de aualaner naiu-
reu qao sejam uxtt ou volamos, onde e compro
evenda em grossoe arretalho, mercadonasoni
naroe solidos oa heidos, qne soja necees**.) na
sar ou medir, serio obrigados a ter coyeccoasT
completas de pesos e medidas, segundo a a Br
za dso commeroio, na forma dv padrao do un-
paria
Todas as pessts assim obrigadas t ter balan-
cas, pesos e medidas, pagaro a afaricao da ma-
neira seguale :
3/t. O Por cada metro pagaro os logjstM 2*
os mascates e boceleiras 1*000.
Art- 1* Par cada (eroo de pesos, comecando a>
vinie logrammos al o menor peso 4*000.
h secretaria do tribunal do commtrcio de
Pernambuco.faz constar que se acham paradas por
falta de pagameuto do respectivo proparo os fotos
infra mencionados :
Auter Bernardo Antomo de Miranda, reo o pa-
dre Jos dos Santos Fragoso.
Autores Miguel Ferreira de Mello e outro, r.<
Francisco Ferreira de Mello.
Autor o lenenie-coronel Joo de S Cavalcante
de Albuquerque, reo An:onio Nunes Jacome P-
r,s.
Autor Joaquim Rodrigues T.ivares de Mello, rj
Manoel K,-rroira Garrido.
Autor tfaoel Jos Martins da Corredoura, reo
Antonio Pacifico dj Amara'.
Exequente Manoel Jos Leite, executalo Jos
Francisco do Re)o Barros Jnior.
Autor J..s Martins Alves da Cruz, reo Jas An
Ionio Grncalvcs Pires
Autor Miguel Jos de Abreu, reo Horacio Ti-
burcio da Cruz Muniz.
Autor Fellppe da Silva Pimentel, reos os cara-
dores tiscaes da raassa fallida de Faria & C
Autor Chrysanto Daro Nobre de Almeida, reo
Joo Hyppolito de Meira Lima.
Autor Jos Rodrigues da Silva Rocha, reo Ma-
noel Rodrigues Costa Magalhes.
Autor Francisco Antonio das Chagas, reo Clau-
dio Dubenx.
Autor Manoel Antonio Supardo. reo Joo Au-
gusto de Vasconcellos Leitao.
Autor Antonio Forreira Leal, reo o curador de
Antonio Cazemiro de Gouveia.
Autor Antonio Jos Conrado, reos Antonio Fran
cisco das Neves e outros.
Autor o bacharel Joo Francisco Teixeira, reos
os administradores da massa fal Ida de Guiraares
& Irmo:
Autor Galdlno Thenoistocles Cabral de Vascon-
cellos reos Francisco Antonio de Brito e outro*.
Aaior Joaquim Elviro Alves da Silva, reo Theo-
tonio da Sdv Vieira.
Autor Francisco Ferreira Borges, reos os admi-
nistradores da raassa fallida de Martinho de Oli-
veira Borges, (2 kilos.)
Autor Aotooio Jos de Castro, reos Francisco
Antonio de Brito e' oulro.
Autores Matbeus Austin 4 C, reos Brlo, Quei-
roz & (1
Autor David Wiliiara Bowraan, reos Francisco
Autono de Brito e outros.
Autor Manoel Alves Ferreira, reo Pedro Caval-
cante de Albuquerque Uchoa.
Autor Antonio Joaquim de Vasconcellos, loo Jo-
s Joaquim Lopes de Almeida.
Autora a directora da caixa filial do Banco do
Brasil nesu cidade, reos Brito, Queiroz & C. e ou-
tro.
Autor Agosiinho Rodrigues dos Santos, reo Ma-
noel Paulo de Albuquerque.
Autor Joo Nicrlte de Lyra Cavalcante, reo Ma-
noel Jos da Silva Grillo.
Exequeote OeUviano de Souza Franca, executa-
do Jos Francisco do Reg Mello (2 feitos.)
A u ora a directora da caixa filial do Baoco do
Bra-l nesta cidade, reos Daniel Guimares 4 C.
Autor Domingos da Costa Maia, reo Silvino Joa-
quim Minios dos Santos.
Autor Luis Jos da Silva Guimares, reos Jos
Anto deSouza Magalhes e outros.
Autor Jos Narciso Camello, reos os adminis-
tradores da massa fallida de Seve Filhos 4 C.
Exequente Jos Alves da Silva Guimares, eje-
cutado Elisiario Gomes de Mello.
Autor Joaquim Praheiro Jacome, roo Jlo Tava-
res Cordeiro.
Exequ^nies os curadores flseaes da massa talu-
da de Araorim Fragoso, Santos 4 C, exeouUdo
Pedro Paulo dos Santos.
Autores Johnston Pater 4 C, reos os adminis-
tradores da massa fallida de Amorra, Fragoso,
Santos 4 C.
Autor Joaquim Amaro da Silva Passcs, reo Fran
cisco do Prado.
Autores Moreira 4 Duarte, reo Jos Verissmo
dos Anjos.
Autor Gibriel Aotonio, reo Henrique Lniz de
Barros Waoderley Lias.
Autor Jos Marques dos Sanios Aguiar, reos
Dcrmmgy, Franjeo Raraallio e outro
Exeqoentes Corren 4 Irmo, executado Francis-
00 Vinssimo do Reg Barros.
Exequente Francisc > das Cnagas Ferreira Duro,
execuudo Jos Cesar de Albuquerque.
Exequente Tass Irmos, executodos Albuquer-
que 4 Silva.
Atttr oDr. Xntoaio Vicente do Nascmento Fe-
lotk, reos os .1 i.ii,Qsir.,d iros da massa fallida de
Amonm, Fragoso, Santos 4 C
Exequente Luis de Moraes Gomes Ferreira, oxe-
otados os administradores da massa fallida de
Amonm, Fragso, Sant. 4 C.
Exeqoentes Mello, Lobo 4 C, executados os ad-
rttnttradores da tuasst fallida de Jos Joaquim
Goocalves Bastos.
Arrestante Antonio ValenUm da Silva Barroca,
arrecido t-raakli do Aleluia MaWeira, embargan-
te 3. Jos de |t Leitao Juni ,r.
JSX6queniMTiairaares 4 Lima, execuudo Mi-
** ?r noel Alves Filgueiras.
Exequeme Benjamim Franltlin da Cuaba Ter-
cio, executado Joaquim Coiho Cinlra.
, ij0,u"'li*;o rt,e* Carneiro, reo Ballhawr
aoja neceasaHo nati Joa de Magalhes Bastos.
joro soulball Maliors4C.,
itor Manotl Firmo
Batelbo da Andrada.
^Hf *.TS**. lwoeiros de Minnol Gonca
Justifleantes Jos Joaquim da Silva Gomes 4 C,
justificado Henrique da Cnnha Rodrigues.
Exequentes Tasso Irmos, executado Ignacio
Moreira da Silva, emb.rgantes terceiros Jos Gon-
galves da Silva e sua malber.
Autor Maturino Barroso de Mello, r D Anna
Mana Mnnz.
Autores os administradores da massa fallida de
Amorm, Fragoso, Sanios 4 C, reo Joaquim Aoto-
oio Pereira.
Autores os ditos administradores, rao Bartbolo-
meu Francisco do Sonz.
Autores os dit s administradores, reo Jos Joa-
quim Rodrigues Meodes.
Exequentes a viuva e herderos de Agosiinho
Henrique da Silva, executado Diogo Velho Caval-
cante de Albuquerque, embargante 3o o mesmo
execuudo.
Autores Maooel Jos Ferreira da Silva e outros,
reos os administradores da massa fallida de Joa-
quim Jos Goraes de Souza.
Exequente Joaquim Elias Alves da Silva, execu-
tados a viuva e herdeiros de Francisco Santiago
Ramos, preferente Manoel Alves Ferreira.
Autora a cmara munHpal do Pilar, reo Anto-
nio Theodoro de Almeida Macei.
Exrquenle D. Zeferina Maria de Jess, executa
dos Ferrtira 4 C, embargante Jos Paulo de Car-
valho.
Autores Kalkman 4 C, reo a massa fallida de
Vicente Alfonso Botelho.
Autores Manoel Antonio da Rocha Jnior 4
Irma, roJanoel de Gouveia Pioto.
Exquente Dr. Silvino Cavalcante de Albuqner-
qu >, executado Francisco Xavier Das de Albu
querque Jnior.
Autor Leopol lo Ferreira Martins Ribeiro, reo
Manoel Ignacio de Siqueira Cavalcante.
Exequente Joo Alves da Cruz execntados a
viuva e herdeiros de Jos Higino de Miranda.
Exequente Trajano Guedes de Maura, executa-
do Jos Joaquim da CosU Tinoco.
Exequente Jos Antomo Ribeiro, execuudo An-
tonio de Souza e Silva, embargante 3o Paulo Jos
da Costa Araujo.
Autor Guilherrao Ferreira Pinto, reo Domingos
Jos da Cunha Lages.
Autor o baro de Campo-Verde, reo Antonio da
Rocha Wanderlcy.
Exequente Francisco Esteves Alves, executado
Joo Laurino de Aroxellas Galvo.
Exeqjenie Jos Marques dos Santos Aguiar,
executada D. Anna Ignaoia de Araujo.
Exequente Antonio Duarte Carneiro Vianua,
executado Estevo de Albuquerque Mello Monte-
negro.
Autor Antonio da Silva Pontos Guimares, reos
os curadores fj Podro de Mello
Autor o Dr. Joaquim Francisco de Miranda, roo
Jos Joaqun) Pereira.
Autores Amaral Moreira 4 C, reos os curado-
res ftscaes da massa fallida de Antenio Pedro de
Mello.
Autor Antonio Valentim da Silva Barroca, r
a massa tollida de Sebastiao Jos da Silva.
Au'nre os administradores da massa fallida de
Amorm, Fragoso, Santos 4 C, reo Francisco Bo-
telho de Andrade.
Autor Joo de Azevedo Pereira, roo Antonio Go-
mes Pires.
Autores Tsso Irmos. reo Seraphm Ignacio
Paes Barreto.
SecreUra do tribunal di commerco de Per-
nambuco, 28 de outubro de 1870.
O secretario,
Julio Guimares.

Pela se;retarw do goveiuo se declara aos
Illms. Srs. Eustaquio Jos das Chagas e M rianno
Pereira de Soma que,segundo e insta de partecipa-
cao da secretaria d'estado dos negocios do imperio
de 12 do crreme, fu n'aquella data lancado no
requerimento era que pediram ser manidos no
soso de s^us direitos de irmos da confraria de
Nossa Senhora da Conceico dos Militares desta
cidade, o despacho do theof seguinto :
1 De aceordo cura o parecer do con-e!hero pro-
curador da euro i, fazenda e soberana nacional,
nao ha que deferir, estando a questo sujeita ao
poder judicial.
Secretaria do governo de Pernambuco, 27 de
outubro de 1870.
O secretorio,
Elias Frederico dAlineida e Albuquerque.
do 60 rs. por cada nm, e esta
cada 30grammas ou frcelo de 30
outros mpressos, papis de miuica, gravara*,
thographias, pbolographias, desea!
planos.
Do mesmo medo sero cobradas
postal, a seto da distribaiei, a laxa de 4# n.
sobre os jornaes impressos de qnalqntr atoran,
e outros artigos, excepto cartas, ana seria enton-
gues livres de porte.
. O administrador,
_________Alfonso do Rffo Barro.
Correio geni,
RelacSo das cartas registradas, precedentos
do so4 e norte do imperio, existentes ato
repartirlo do correio em 24 de oulobro
de 4870.
Anna Olympia de Campos, Antonio jnunii
da Silva Leite, Autono Manas Vunna. AbImmo
Jos da Silva, Amacio Olympio de Barros. Anto-
nio Rodrigues de Albuqner que, Cesar Pereira da
Silva, Carila Jocunda da Silva Amaranto, Frede-
rico Chaves, Frederic Aaunsto V, 11,..., u, SMvct-
ra, Jeffersra Merabeaux de Azevedo' Soart-t, Joa-
quim da Silva Ramos, Joaquim Card o Oas, Jai
l.uii Cavalcanti de Albuquerqne, Joo Fraatoan
de Airuda Paleio, Jio Baplirta d Medeii'i Joa
Joaquim Pedro. Manoel (' ion s dn Medo, Sanano
Monleiro d Mello, Sabino Joaquim da ilva O- t
rado.
O encarregad" do registro,
Manoel dos Pasaos Mirand
EEOLARACOES.
0 Illustrissimo Sr. coasellieiro iospse-
tor da thesouraria de fazenla desti proia-
cia, em viriude de ordem da presidencia,
manda fzer publico que no dia 2 ce no-
vembro p oximo vindouro as duas hojas da
Urde parante a junta da mesma thesouraria
ir5o pra?a para serem arremata jos por
quem mais der diversos medicamentos e
objectos que pertenecram ao extincto corpo
de gaarnica~or de>la provincia, constante da
relaco que ser franqueada aos licitantes
na secretaria da dita ibesouraria. As pes-
siias a quem convier a sobredita arremata-
Cao dev.-ro comparecer no dia e uora indi-
cados.
Se retaria da tbesouraria de fazenda de
Pernambuco, 28 de outubro de 1870.
Servindo de oficial maior,
Manoel Jos Pinto.
TIIEATRO
santo mm.
EMPilEZACOIMBRA
Recita extra rdlaarla
Sabbado 29 de outubro.
LINDO E VARIADO ESPECTAOJ1.0
Dividido em tres partes.
PRIMEIRA PARTE.
Ouvertnra pela orchesira.
Subir a scena a ninite linda e applaud rela em um acto, masica de Offemback
Lischen et Fritzchen
Personagens. Actores.
Lischen......... Mme. Valmonea.
Fritzchen....... Mr. Ravoaud.
SEGUXDA PAi'.TS.
Representar-e ha a grande e freo!ia*la
applaudida apon phantastica em cea acto, tnai-
ca de Ad. Adam
I Fantins Violeta
Personagens.
Alcofribas............
Perrot...............
Viol.-tte........S___
Poliehinelle...........
Tudo o inaehinisino. s;enario, pintura e vesina-
rios sao completamente novis.
TERCEIRA P.aRTE.
Representar se-ha a i-empre e muito apptauJMn
scena da deelarapko on 2* acto LA GRANDE DUCIIESSE
Personagens AC.ores
La granoe duchesse----- Mrae Val-iacnca.
Vri.................. Mr. i^ron
Termina cura com a nova e linda quadrba en-
tre madama Vliuonca e Mr. Carn
Grand Canean !
Os h Ibetis achara se em modo Sr. Ieoi>miB
do Carra i Lopes e no escriplorio do tbeatro a qoa-
quer hora.
Principiara t 8 horas.
THEATO
SANTO ANTOMO
O empresario deste theairo previne ao pnMieo
que oo da da oo^se ao Exm. Sr onselheiro pr<-
sidenle da provincia o Exm. Sr. Diogo Veiho Ca-
valcante, ha espectculo em grande galla.
Os Srs. cavaiheiros qu se dignaren) abnlhanur
cora sua presenca este acto de con-i lenca o a ori-
meira autiridade da provincia, podem desde jt
mandar ao escriplorio di theafo eneoanMndar
seus bilhetes.
O espectculo d liado e proprio do tira t h *
dedicado.
Actor
Mr. Riman!.
Mr. Brevt:;
M rae. Valm< uea.
Mr. Carn..


Conselho de compras navaes
O conselho ne dia 3 de novembro prximo vin-
douro promeve vista de propostas recebidaa at
as II horas da manha, a compra dos seguintes
objectos do material da armada :
10 baldeadeiras de folba, 30 arrobas de er, 120
bracas de correte de ferro de l|2 polegada, 10
duzias de chicaras e pires de folha, 6 pecas de
cabo de linho de i* qualidade de 3 polegadas, 6
pecas de cabo de linho de 1* qualidade de 1 pole-
gadas, 6 pecas de cabo de linho de 1* qualidade
de 1 1|2 polegada, 800 folhas de cobre de 28 ou-
cas. 2 pecas de encerado. 30 enchames de quali-
dade de 30 a 32 palmos de coinprimento, 60 bar-
ras de ferro inglez proprio para grelhas, 20 funiz
de tolha sonidos, 6 foies ingleses de 8 ps de coin-
primento e 6 de largo, 190 limpeoes para ilumi-
narlo, 48 lvros impresos de soccorros de 50 a
Io0 folha-, 30 lvros de 25 folhas de : apel pauta
do, 2 uculos de alcance, 400 libras de pregadurs
de ziaco, 16 paos de ginipapo de 12 palmo.- de
comprimeoto, 10 duzias de pratos de folha, 400
folhas de pajel lixa, 100 pes de ferro, 800 libras
de pregadura le cobre, 8 duzias de tigelas de folha
dobrada, 1,200 libras de 30 branca de zinco, 6
vergonteas de pinito para mastros de escaleres de
o ps de comprmento e grossura no meio 6 1|2
polegadas e 6 vergonleas de pinho para paos de
cutello de 3o ps de comprimeoto e grossura no
I,meio 7 polegadas.
Sala das sessoes dn conselho de compras navaes
28 de outubro de IffrO.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aoios.
reos Bailar dt
Ferreira, rao Francisco
rAalSoP,
radoret liscaW da
i Motta, reo Domiugot Al
Pereira de Miranda, reos o cu-
otua fallida de Jos Alves de
Nao se teado effectuada a arremaiato do
imposto de aferico de pesos e medidas desio mu-
nicipio no dia 26>do correte, a cmara de novo
convida aos pretendentes a coraparecerem em m
.,aco em o dia 3 de novembro vindouro para se-
melhanle fira.
Secretaria da cmara municipal do Recifp, 28
de outubro de 1870
Lonrenco Bezerra Carneiro d Cuoha. ^
Tribunal do commereio.
Por esta secretaria se faz pnolico que netta datr.
foi insenptono hro da matricula do? roramer-
ciantes o Sr. Beroarino de Sena Pontaa!, cidadio
brasileiro, estabelecido nesta cidade com sua casa
de eommereic de roiiiignaco.
Secretaria do tribunal do commerco de Per
nambuco, 28 de outubro de 1870
O offleial-maior
Vufio Guimares.
TfEATRO.
ESPERAS^ PERYlIKCUU
Grande e variadissimo espec-
tuculo
GYMNASTTCO E DRAMTICO.
HOJE
sea a oibeccao do artista
VICENTE DO REG.
BE.NEFIQO
not
Artistas brasileiro*
LYRA E COSTA.
I." ACTO.
A ptssagem de Hamaiti. pelo artista Ljra.
2. ACTO.
Trabalhos ao trapes, pelo anisa hratttiro
Vicente do Reg, Vieira, Silva, Coato e Saatoa.
3.' ACTO.
O muito applaudido trabadlo, o qoadro ana na-
ve os, pelos asustas, Silva. Costa e vieira.
4. ACTO.
A scena dramtica, cerraco no otar, nato ar-
tista Costa.
5* A.TTO. Q0
Exerccios na corda bamba por toda
conclulndo pelo trabalho do hornera raio.
6- ACTO.
Di8cnlto-as pasicSes de deslncace, pela
applaudido artista brasileiro Vicente do R-ifa.
7. ACTO.
Termina o espectculo rom a scena eoatsca oa
elleitos do vioh) novo pelo artista Lyra.
Principiar as 8
PRECOS.
Camarotes coro 4 entradas........
Cadeiras.......................
Platea...........................
Ds bilhetes vendem-se no Meritoria dn
do eorre'on d*
3 e onubro
.Idmiuistraro
Pernambuco
de 1SJO.
Por esu adrauistriico se faz nuLlico que em
virtud* da ouivenoao postal celebrada em 14 ue
marco do eorrente anuo eutre o Brasil e os Esta-
dO-Unidos, pruinulgada pelo governo por decrete
o. 4553 de 29 de julbo ultimo e publicada no dia-
rio offlei.il de 2 de agosto desla auno, tetao ex pe
didas malas para S. Tburaaz e >ow York de coa
{oroNdade com a mesma cunveuco.
As carias pagaro previamente a usa de 900 rs.
pw 15 grammas ou fraeco de 15 gramms
acerescer, caodo assim pagas todas as despea*
at o lugar do destino.
Os jornaes tambem pagaro previamente a tu*
THEATRO
m
111 M. JlISVl
Domingo 30 do outubro.
CAF CinrAHTE
Das 5 horas oa ?irde 8 7#
Grande divenimento no mviibaa do jnrdkat ato-
le theairo onde serio dseos?*
couelas e romances.
Primeira.
LA VIGNERONNK DE
crn'.tdi' por Mlle. Mariette.
Segundo_________
LE TEMPS DES GEHSTS,
executado por Mr. Raynaud.
Tercciro.
Mon Eve.
desemponbadn |
Onart.
BONHOnE
eancio cmica par Mr. Canta.
coi irnm
castado por Mlle
exibido por Mr.
Rajnaui.




r

i
Diario de Pernarabco
GAUTHEE".
cantado por Mllo. Cbuiherl.
Oilavo.
AH MALHEUR.
canelo cmica exibila pelo caricato Mr. Carn.
Os intervalos serlo preenchido* pela banda
marcial do 2 batalhao de infamara.
Preco da entrada 14000.
AVISOS MARTIMOS.
LEILOES.
DE
Paquetes a Vapor
Dos portos do sul esperado
at o dia 7 de novembro o vapor
Tocantitu, commandante Jus Ma-
ra Ferreira Franco, o qual de-
. pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde ji recebem se passageires e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, encotn-
raendas e dinheiroa frete at as 2 horas da tarde
de sua sahida.
Nao se recebem como encommendas senlo ob-
jectos de pequeo valor, e que nao excedam a 2
arrobas da peso ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne ye aos Srs. passageiros que sua pas-
sagens t. je recebem na agencia, ra da Cruz n.
37, primeiro andar, eseriploiio de Antonio Luiz
da Olivelra Azevedo A C.
CO.MPAJVHIA PERNAMBUGAN
DE
Navegagdo costeira por vapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Mandah,
DE
cerca de 600 saceos com milho e 500 ditas
coro farelo, papa fecbar contas
Segunda-fera
31 do correte
O agente Pestaa far leillo por conta e risco
de quem pertencer, e para fechar contas, de crea
de 600 saceos com milho e 500 ditos com farelo,
os quaes serlo vendidos sem reserva, no dia ci-
ma, segunda-feira 31 do crreme, s 11 horas da
manhla, no trapiche Cunda, cae} da Companhia
Pernambueana.
Gabinete Portuguez
de Leitnra,.
A directora do Gabinete Portuguez de Leltura
nesta cidaie, previne a seus associados que prin-
cipia 9 expediente da bibliotheca e leitnra de jor-
naes no dia 2 de novembro viodouro.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitnra em
Peroarabuco aos Wde onlubro de 1870.
A. J.fi jrges Costa,
A. de Albuquerque Mello,
! secretario.
25 de Otobrt? dP 11870:
Carneiro.
LEILAO
dinheiro a frete
. com-
mandante Julio, seguir para
o porto cima no da 4 de> no-
ve rabro ao meio dia.
Recebe carga at o dia 3,
encommendas, passageiros e
at as 10 horas do dia da sa-
hida : no escriptorio do Forie do Mallos n. 12.
DE
dous excellentes carros america-
nos, e de urna ptima pare-
lha de caval os, sem limita-
<;o de preqos
a 3 de novembro
O agente Oliveira far leiio por ordem e conta
de um cavalbeiro que se relira para os Estados-
Unidos, de um carro de quatro rodas e dous as-
telos, para dous cavados e com rodas de sobre-
cenante, de oulro carro de quatro rodas e um as-
iento, com arreios para um cavallo, e nma pare-
Iha de cavallos do servico do primeiro dos indica-
dos carros e brm assim de um eabriolet de duas
rodas com arreios.
Quinta- feira
ao meio dia era punto, ra do Imperador, junto
casa do Sr. Dr. Sarment ; e para previo exame
de tudo, pJera os pretendentes dirigir-se ao so-
brado n. 16, roa da Matriz da Boa-Vista.
Nesta typog'-apbU se dir qoem achou e onde
est um carneiro que foi encontrado na roa dos
Pires, suppondo-se ter elle vindo fgido do cami-
nbo do Maogainho, adame do trem : a quem der
os signaes certos, sera elle restituido, pagando o
dono a importancia do Mauricio e a despea feita
conr comida do carneiro desJj quinta-feira at o
dia em que for elle entrego".
dade da9 almas, erecta ni matriz- do
Sacramento da freguezia da Boa-
r.Vm ijs m,,s1 ruredbra onvido a lodo* os
-i^>"Dau |,ara M*9*t*Xttm em nosso oon-
wtbi na mesma matriz, no dia terca feira de
SSrTSi pelas ,0 noras da manha, aflm de
mn.r!.em mes:i Beral w proceder, como deter-
Mo capitulo S arts. 2!, 23 e 24 do compro-
inr, ,qUe Q0S re8e> a e'e'Cao da nova mesa rege-
.*ue im da reer memi irmandade no
anno pompromissar de 1870 a 1871.
Loasisiorio da irmandade das almas erecta na
labro d is Sacr;iment0 da Boa-vista 26 de ou-
Manoel Domingues da Silva Janior,
______________Escrivo.
i/,*,0fferece/se para administrar urna fazenda e
tomar conta do curativo de e^cravos nma
ae.nacao franceza, (boas recommendacSe?)
r?arta_na rna estndta do Rosario n. 14.
pessoa
: dei-
Precisase de um menino alfaiate :
na ra
Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes vapor.
At o dia 1 d; novembro esperado dos postos
do sol o vapor americano Horth America, o qua!
depois da deivia do co turne seguir para New-
York tocando uo Para e S. Thoraaz.
Para fretei e pusimos, trata-se com os agen-
tes Henry Fbrster A ra do Commercio n. 8.
Preco das passagens.
Para o Para na primeiro classe....... 1204000
Napra.. ._._........................ 605000
"OPAM BRAS1LEM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 29 do correte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
J. P. Guedes Alccforado, o qual
depois da demora do costume
sejuira para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se i
carga rae o vapor poder conduzir, a raal deven
ser embarcada no dia de sua chegada. Encoramen
das e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su?
sabida.
Nao se recebem como encommendas seuao ob
jectos de pequeo valor e que nao excedam a daa-
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos do medica*
Tudo que passar destes limites dever ser emb'ar
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua^
passagens s se recebem na agencia, ra da Cru>
n, 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Lulz
de Oliveira Azevedo & C.
de duas
aguas
punga,
O agente Martins
Illm. Sr. Dr. con-ol de Portugal.de duas casas
terreas meias-aguas de ns. 2 e 4, e um terreno do
lado do sul das mesmas casas com 25 palmos de
largo, na ra das Cnculas; tanto as radas-aguas
como o terreno sao proprios, e tudo pertencenie
ao espolio de Mauoel de Azevedo Santos.
casas terreas meias-
e um terreno na Ca-
rua das (Trioulas.
far leilao por ordem do
Sextu-feira
4 de novembro
em seu escriptorio rna da Cadeia n. 9, s 11 ho-
ras do dia.
AVISOS DIVERSOS.
COMPAiNHlA PEKNAMBUCANA
DE
Navegando costea por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
etty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, commandan-
te, Azevedo seguir para os por-
tos cima no dia 31 do correte
as o horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte do
Mallos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUC.\NA
DE
Nayegaco costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Corunpe,
commandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 28
do crreme as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encom meodas, e dinheiro a frete al as 2 horas da
tarde do dia la sahida, nj escript-.rio do Furle
do Matus n. 12.
ara o Port;>
Sabe imprete.r velmi-nte at o dia 8 de norem
bro o bem conhc-cilo bpgue portuuez Triumplw:
para o resto e pasag3iro.<. trata-se com os consig-
natarios Thomaz de Aquino Fonseca na ra do
Vi gario n. 19.
Heponse a un spectateir.
Je vous remercie innement, Mr., de l'indul-
gence et des sympathies que vous vonlez bien
nous accorder; en un mot, de vonloir nous ap-
prendre la DCEN'E ET LA PROPRETE. .Nous
accepterions vos conseils si nous ne sivions pas
qui vous tes, mais, voici ee qui a result des in-
formations donnes gratuitement votre serviable
sujet: Dabord le papier minute que vous avez
donner ao jouroal n'.tait pas propre done vous
aviez les mains salles quanl aux sifflets que
vous nous prometltz, ou nous a assur que votre
bouehe que vous ne lavez jamis ne peut ariicu-
ler d'aolres sons.
Estamenet. Roe de l'Empereur (32).
Tout vous.
________________________Ij SovflUur.
AMA
Precisa-se de urna ama para fazer o servico de
pequea familia, qual se dar bom ordenado ;
ra de S. Jorge (outi'ora Pilar) n. 138 1
andar.
C4SA D4 FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (oatr'ora ra dt
Crespo) n. 23 e ca-as do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus
felizes bilhetes dous quartos n. 342 com 5:000*,
um qutrto n. 650 com 2005, e outras sirtes de
100*000 n 40*000 da lotera que se acabou de
extrahir (166*), convida aos posuidores virem
receber na conformidade do CMiume, sem descon-
t algum.
Acnam-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 4* parte das loteras, a baneflcio da nova
greja de Nossa Seohora da Peona (167*), que a
extrahir segundafeira 31 do correte raez.
PREgos.
Biliiete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete int-iro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*;J50
______^^_ Manoel Martins Piuxa.
e cavalo com carga
Hontem 27 do corrente mex, as 3 horas da tar-
de, em quanto um escravo entrn em urna loja de
ferragens para comprar alguna objeclos, na ra
do Queimado, furtaram um cavallo com um fardo
de fazendas e dous saceos, um cora gonero< de
veotaeoatro cora ara grande embralho de fa-
zendas. O fardo lera rascripto em utn dos lados
Eogenho Unae contera as .-eguimes fazendas:
2 pecas de algodo aznl americano, 1 de algodo
da listras, 2 de algodoziobo bronco liso, 1 de al-
godo trancado, 2 de madapolo fino, 1 peca de
platilha delinho floa, 1 peca de chita franceza, 3
cortes de chita franceza, meio raasso de meias
para menina?, 1 duzia de lencos de algodo cora
barra. O sacco com o embrulbo de fazendas con-
tera 2 cortes de eambraia de cor, 1 corte de lia
de listras azuis, 4 corles de chita franceza, 1 peca
de madapolo para forro, 1 peca de babado bor-
dado largo, etc. O cavallo tem qs signaes se-
guintes : cor russilha, grande, um signal bronco
oa t. sta, de segunda muda, tem ura espravo em
um p. passeiro, o tem no quarto direito as le-
tras J A M unidos : pede-se as autoridades poli-
iaes a apprehenso d ladreo com o cavallo e fa-
zendas, assim como a qualquer particular, a quem
orem oferecidas as fazendas ou o cavallo, que
alera de se ficar agradecido e recompensa gene-
rosamente, na ra do Duque de Caxias n. 2, ou no
pngeoho Una, fregnetia da Luz.
Aulas nocturnas-
para o empreados do com-
mercio.
No collegio de S. Pedro de Alcntara ra do
Mrquez de Olinda n. 24, leccioaa-se iheoria e
prauca de escripturacao mercantil por panidas
dobradas, a fallar francs, ioglez e allemao, portu-
guez e aruhmetica, msica vocal e instrumental.
Joaquim Peixoto Filho,
Director.
Acaba de sahir k luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
A
- roo m mmiam
ACX.ASR8PKCIAK9 PARA OS ALUMNOS QCE TEBM
DE FAZtCl! EXAjn KM MAItCO PB0XIM0, E ?C0
FBI DO AIWCO LECTIVO
Rhetorlea e pot'ca.
Philosophla.
eograpili.
Histeria.
Por tiltil *7.
Franeez,
Jos Soares d'Azevedo, professor de lin-
gua e lilteratora nacional no gymnasio pro-
vincial do Recifo, tem aberto em sua casa,
'Da Bella n. 37, aulas especiaes de, prepa-
ratorios, para os alumnos qoe tiverem de
fazer exame em marqo prximo, ou no fim
do anno lectivo. Dirigir-se indicada re-
sidencia, a qualquer hora.
,.*
f*r-
OU
DE
I.
Oui^o de ferias
Do 1 de novembro ao ultimo de Janeiro faz-se
no collegio de S. Pedro le Alcanfora ra do
Mrquez de lmda n. 2i, um corso de ferias, de
geographia, historia universal, algebra e geome-
tra, rhetorica e philosophia, para exudantes que
pretendercm fazer exames em margo.
Joaquim Peixoto Filho,
_______________________Director.
Precisase de urna ama para cozinhar : na
ra da Cadeia n. U, Kecife.
Arrenda-se ou vndese o sobrada que tica
ao lado da igreja do Poco da Panella em perfeito
estado de asseio, com 4 salas, 9 quartos, cozinha'
corheiro, 2 manos para criados, cacimba de agua
potavel e grande quintal com porta de ferro
para comratar-se deve dirigir ao escriptorio que
uca per cima da luja de chapeos de sol de madama
falque.
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO.
MARA SANTI3SIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Ullicto do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Seohora da Conceicao.
Selenari da Dores Je Mara.
Officio d\s Sete^Dores de Mara Santsima.
Novena le N. Sennora do Carino.
Offlcio de N. Seohora do Ca mo.
Novena de f. Senhora da Pe-.ha.
Unticos deN. Senhora da Peoha.
Novena do i. S. Joao Baptista..
Novena da Swhora Sant'Anna.
Trczena de Santo Antonio.
Novena do B.. Jos.
Um bonito vVlumo encadernado.
imperial.
21000.
irmandade da^Senhura Mi dos tomens
da igrej da Madre de Dos.
Sao convidados \odos os nossos irmos para se
reun rem em mesa.gerai no tiia 30 do corrente
no consistorio da rofema greja, para ,'e eleger a
nova mesa que tm de funecionar no anuo vin
douro pelas 10 bora^do dia.
Jo Vleme da Cruz,
Eicrivao interioo.
i reviso-
Um homem cora a lossa pratca de mais do 20
annos de revno dejoraacs, Iferece o seu prest-
mo para o referido Um : quem precisar deixe re-
cado na roa Nova n. 4.
Caizero
Anda se precisa de um caixeiro com pratca e
taberna e miudezas, e quetenha de 11 a 18 annos,
para a nha de Fernando ; a tratar na ra das
Crnies n. 33,2 andar, das 9 da manhaa ao meio
da.
(Cristiano d Almeida Moraes, faz saber aos
sens fregueze- que mndou sua cocheira para o
pateo do Paraso n. 10, oode contina a servir
aos seus freguezes com promplidc, delicadeza, e
por precos commodos.
PlTd
ara O .'orto
pretende sahir com a po?sivel brevidade o brigue
portuguez Unii : para carga e pas-ageiros tra-
te com os consignatarios Thoraaz de Aquino
ua ra do Vigario n. 19.
Fonseca &
MA.
Para o referido porto pretende seguir em pon-
eos das o patacho nacional Calado, por ter a
rnaior parte do sea carregamento engajado, e pa-
ra o resto ijae Ihe falla tratase com o consigna-
tario Joaquim Jos GoBfalves Bellro ra do
Commercio n. 17.
Rio de Janeiro.
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Jsnbtl, tem parte do en carrega-
men o engajado : para o resto que Ihe falta tra-
ta-se edm os consignatarios Antonio Lote de Oli-
vejra Azeve lo & (',.. rna da C-'uz n. 87, 1 andar.
Rio-Grande do Sul.
Para o porto cima segu em poucos das o pa-
tacho nacional Gnribaldi, qual recebe carga :
frete, que se traa com Jos Victi rio Rozende &
C, ra da Cadeia n. 32.
Mranho.
Segu cora brevidade para o p-irlo cima o pa-
atch i nacional Joven Arthur, para o resto do car-
ga que lile falta irata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, roa da
Cruz n. 57.
Pili'
- Aloga-se urna casa em Olmda na ra de Ma-
tlas Ferreira, por 3 meze< para passar a festa
e perto dos banbos salgados, por muito barato
preco : a tratar na transa d;t rna Bella n. 10.
Aluga-se um pequeo sitio da Torre, cuja
casa tem dous quartos, duas salas e cosinha (ora
e copiar: a tratar com A. de Abreu Porto, no
ra da Aurora, estaco provisoria, das 6 da ma-
n ha as 6 da tarde.
Precisare de urna criada para comprar, co-
zinhar e ensommar paro duas pessoas : a fallar
na ra da Santa Cruz n. bairro da Boa-vista.
iv:
A 2 de novembro prximo, pnlas 8 l[2 horas da
manhaa, celebrar-se-ha na matriz de Santo Anto-
vlnvcaimif:e,,rn memenl0 Per a|m* do patriota
UNES MA.FIADO e de seus conpanheiros de
martyno na revolucao de 1848 : convidam-e a
sistir a esse acto todos os lib-raes e quantos quei-
rara prati jar para com os fina los homenagem
sua memoria e um d^ver d" pipd ide.
Joaquina M-ra da Cruz Celestina, Francisco
tele-tino Ramos, Libanio r,p|etino Nueneira Ma-
na Joaquina da Cruz Celestino e Umbelin'a da
Gru Celestina, agradeeem a todas as pessoas qoe
acompanharam ao emiterio publico os restos
mortaes de sua fiha, irma e cuahada Ht-nri-
queta Joaquina da Ciuz Celestina, e com especia-
lidad aos Srs Ant mo Kaustino Cavbante de
Araujo e Felina.J s da Cruz
Irmandlde das Airais do
Eecife
Em neme da mesa regedora, convido a
todos os nossos irmaos para se reunirem
oo nosso consistorio, em mesa geral, no
dia l8 de novembro prximo, s 9 horas da
maoha, afim de se ele;er a nov mesa
que teut de regeE a irmmdade no aano de
1870 a 1871.
O escrivSo,
Manoel Jos dos Santos.
-t*sS:-;:. :
Sociedade Bdneficente
Phitlimia
Por ordem do presidente, convido todos os so-
cios para assistirem as mi>sas que tem Je ser ce-
lebradas no dia 2 de noventn prximo vindonro,
na igreja de S. Francisco, ,s 6 e meia horas da
manhaa, pelo repouso eterno de nossos socios fal-
lecidos.
Secretaria da Sociedade Beneflcente Phitolimia,
28 deoutubrode 1870.
lysses Ribeiro,
Secretario interino
MH9HKB ----
TU PI PI
Pergnnto-lhe en, entao j chegon o vapor que
oestes das esperava trazar a tal notieia T Esque-
ja se disso ; anda nao cora o prazer do Liberal
de 20 que V. se deve dar por satisfeito, auezr de
que i, Vicente um santo,porm tira-loe S. fra,
lica ura igual nos, Pergunto mais incoramodou
muito aquella pessoa que no dia 29 esteve cha-
mando por quem nao o incommoda ? E qual a
razi por que esteve paro ir chamar torca para a
mandar retirar (ai I ai no oulro lempo o que
na i farias) pois advertindo que devore i ella,
nao a que por costume tem de nolte pr-se con
lando as estrellas.
Aleas.
Pelo presente sao c. nvidados os irmos da ir-
mandade das almas da igreja matriz dj> Santo An-
tonio desta cidade a cooparecerem no consistorio
daquella igreja a* 4 hora da tarde do da 28 do
corrente, afim de proceier-se nos termos do art.
10 e seguintes do respectivo compromisso, a ele-
cao da mesa regedora, que tem de funecionar no
anno compromissal de 1-70 a 1872.
O escrrvfio.
Joaquim LeocadwViegas.
Precisa-se d um trabalhador/forro ou capli
vo, pora o servido interno de um estabelecimento
tratar na ra larga do Rosario n. 34 botica.
Precisa-se de um menino para caxeiro de urna
taberna na ra da Santa Cruz n/74.
O Sr. Sebasiio de Albuquerque Mello ro-
gado a vir a o;ta typigr phia.
Sartholomeu & C,
E
GALERA de pintura
DE
/. Ferreira Trllela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto c
iovo estabelecimento photographico sito roa de
Jabug n. 18, esquina do pateo da matriz. Oslraba
inos que desde enlao, tem sahido de nossa oflioina
;em geralmente agradado, sendo recebidos por
ilguns cora admiracao peto extraordinari) pro-
zresso que ltimamente lera (ido a phot graphia.
i por outros com aiegria, por verem a provincia
iotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
:ontestaveImente o primeiro que nesse genero
aoje pessne : tambpm nao nos poupamos em consa
ilguma para monla-lo no p em que se achs, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
ipreciar nossos estorbos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras que goslam das artes, ou tiverem
aecessidade de trabahos de photographia a visi-
taren] o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberio e sua dUposico todos os das desde as 7
loras da manhaa al as 6 da tarde.
Para os trabahos de |hotographia possuimos -ip
'ersas machinas dos melhores autores francezes.
ogleze3 e allraeniaes, emo seiara : Lerebours ei
Secretan, Hermagis, Thomaz Ross, Voigtlander el
5onh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
TV-chinasi sendo urna dellas propria para tomar
iobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
;soladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas a
gualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemoa retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartoss de visita, e assim em raenes de
jm quarto de hora despacharmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, urna duzia de cartes
aiais ou menos, com os seus retratos sraente, ou
3m grupo com outras.
Encar regamos-nos exclusivamente da direccV
J feitura dos trabahos de photographia d'ei-
lando pericia e talentos do distinelo pintor
ill'-mo, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabahos de pintura, a aquareia, a oleo, e a
pastal.
O Sr. otli acha-se ligado a nossa empn .-. ,.,1
ama crirt'nra pubHe, e at o presante tera-se
lesveato ,.. i" ;afc de seus tr.iba1 ios.
No n')ss. tofeiiMt' mirtoai-ham-e ex;yslos on-
iros traba!'ios %u-nantis do Sr. Rot, tanl en
niniaturas a 'leo, quadros sacros o diversos ouins trabahos.
Tomamos enc.immnnda de retratos oleo at o
[amono natural, assim como de quadros sacros
pvt ornamentarlo de frejas ou canelas. Tam-
bora aceitamos eucommendas de quadros histori-
toa.
AHegoramn que os prona dos diversos tra-
taltal da nossa casa sao inui rasoav>>is.
C ARTO ES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10500 A
DUZIA
1ARTOES DE VISITA COM O UOLORDO AO NATO-
RAL A 4 Tl^OOO A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20J0O0 cada um, indo convenientemente en-
aixita-lo em moldura dourada e regulando o
insto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
;odo o quadro palmo e meio de taraanho.
Jnlgamos que bastarlo os precos cima para'
3rmos idea da baratesa dos trab8lhos do nosse
istablecimento, quanto sua perfeicao cada um
'enha julgar por seus proprios otos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
josso estabelecimanto sao das 8 horas da manhaa
I da tarJe; entreunto de urna hora s oda tare
3m caso3 especiaes pde-e tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por terapo sombro po-
lemos retratar, e asseguramos que esses das sao
js mais favoraveis aos trabahos de photographia
pela docura e per?istenoia da luz, epir termos o
losso terraco coosiruido com taes proporcoes
0 CIoTBGIlO Kinm
Frederieo Maya
Tem a honra de scientificar ao
vei publico em geral, e aos sea
em particular qoe elle mndoa o m
aete de consultas da ra Direha n. 12 \
i do Queimado n. 31 primeiro andar,
a entrada pelo pateo de Pedro II, oas yo-
de ser procurado para os misteres o so
protiss5o, todos os dia> atis das t
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que cootioa a
^e a vontade dos clientes nao ss> na
otan nos seus suburbios, para
idas serio precedidas de ajuste.
rante o bom desempenho e a perfeicao
seus trabahos, o que j e bem
assim como as commodidades i
Na lravessa di na
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se i*
nhelro sobre penbores
de ooro, prala e brilbaa-
tes, seja qoal for a pan
ta. Na mesma casa wm-
pram-se os nesmos at>
taes e pedras.
wxm
All

DYVETOT
4-Rna Estrella do tosm-ll
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectosxie
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
ce ao uso do-
mestico.
u. w. mm
e:;g2hr:io
Com fuudiruo.
A RA DO BRUM N. 5S.
Pass nl) o li f r
Machinas or .yaiema mc'horado.
Rodas d*aM.
Formas i\- furm pera i pv assu<:ir.
Moendn-s iio cannrf.
Taixas d.' ft;.-ro batido i fondido.
R utas dflotailaa par boo enm *f**,
por e animaes.
Eoutro. obji.c'o.i proprios d'^iciiltora.
Tudo por preco muito redolido.
Sua do Ba"ao da
Victoria n. 63
nelhoramentus, que amda chovendo .orros ne-
hum inconveniente ha para fazer-se "bellos re-
batos.
J. Ferreira Villela
Precisase de um feilor que tenlia protica
oara um engebo prximo estacao de (jame'
leira; prefere-se portuguez : a tratar na ra da
Cadeia do Recito n. ,ri6 cum ) Sr. Leal & Irmo.
Aloge-se um mufeque de 16 annos para cra
do na ra Augusta n. 11
Oh I Mo>eur le sounVur, vous ntes p-.r tort
dans v ,tre reponse. V.-u m'avez pris pour un au-
tre, car je vous donne un conseil dami, ft vOU< me
repondez crame a un enneioi. Je vous derai seu
Icment que voose rempkssez pas les tooclims
de votre eiat, car a la dermer represenlation vous
avez laisse votre travail afa.re a Hdame Valmon-
ei pourtirer d embarras vos camarades
qui ne sachand pas leur role tosaien
figure.
artistes,
bien triste
31
VlNHO, PlLULAS, X.4R0PE K TlNTURi
o jurubeba simples e ferruginoso
Oleo, Pomadae Emplastro da mesm<
plauta preparados por
ARTHOLOMEO & C"
Pharmaceuticos-Droouistai
pekiajubi o
A Jurabeb* : esd pltou boje reconhecid.
mu o m>i psderuso inico, como o melho:
i- Jobsiruente, e como ul jpplicdi nos paiiecimenioi
Jo ligado e baco, bepatites, doresas, tumere inUr
aos e especialmente do otero, hidropesas, errsi-
pellas, etc.; e associada ao ferro til oas pallidm
:ores, cbloroses e falta de meoslroacao, desama-
;oa do estomago, etc., o qoe diaemoa altesUi
unuEBeras coras importantes obudts eom soaaoi
preparados j bem eonhecidoa e asados pelai mr,
distioclu medicodo paiz Ponogal. Em todbs o
Qosaos deposiloa distriboimos gratis (Ihttw oa
melfaor asea conhecar a Jnribeba atoa malMs
< applieacio.
Un speclaleur.
Pretende eos 1u o palhianoie Ratita, por ter a rnaior par-
te n( earg. e psra p0(lca ,,. faiu |I;l|J) <(.
com o r. ns,.mai,r.o /oa^uim J,,se O. d I ve HA-
traVi. a roa j^ormnomn n |7.
Bio-fli^oVdTSuF
Segu om brevidade para a bhi
me nacmnal Amelia n-. ,1
Ibe f,.la, ;raia se
L. rte 0. Arovedo &
meero andar.
para o rn
iB OS CO!,
C-. raa da Croa n.
.i ii br-
. intitiii
67, pri-
-*-aat-
Joaqnim Pires m.i- n:i.|.> IVIelIa, seo
irmaos e cunta os r gam as pessoas de
-na amKade o c i i i,, (itjj ,|.. ||0|r
(-'!).! i c ir ul ) .i. o !,n. ,l,i i ,-,l
lYll) OS .lili.i.:i s | e in icryr-A ,ja -
dem 3a dti C .i .in. s la n pela alma di su<<
Pr-" l. Jornia i^unmA
MhIi
ingles L.
O abaixa assiKMd laz sc.eote au publico, e com
espeeialid de au respeeurel corpo do cam'nercio
que vender a sua toja de miudezas sita ru d
Cabuga n. 2, aoSr. Amonio Domingos de Lima li-
vre e desembarazada deodu e qualquer onus no
rm se alguem se julgar credor, apresenteni as
cuntas no jiras o de tres dia*, a contar de hoie
de mituhrn do 1870. '
os Gontaivet da Silva Ranin
Recife,
O aoaixo as.igua lo faz pu litro, qoade seu do-
.ler^iesemcinimh u urna lelra da nuauia rt
200/000 acceta a seu fa ror peto Sr Ma'n",," Duar
le Vieira de>ta praca em 6 de seiembn. de 1870
e vencida em 16 de ontubre corrente, cuta 'UDe
n annuncianle nana ter assigimdo por esauci-
auu-to ii i qualidudu de sacadur, e para eviur do
vidas /aturas lectora que lento paga dita letra n dia do seu veociaiento, nenhura
vator t ra easoapreca de futuro, quer D nuder
I- ano innanle, qunr em poder d'algnem. como i
i ctaro' no recebo que pas u ao mesmo S>.
0 \ ,- i a cora r^alva de din leirj.
It.-i;iff, 18 d>- uuiubro le 1870.
_________________J.yV'l> Jos Ijtito.
-Na ua direlta n. 29 i a idar, ha
.ar mu nn'i>-!ju e urna negrinha, para
1.5 aniiin.
para ala-
o servico
.pir, i- u^.ru.i nmieiiue deToT
vai |iaro .huropa nu vapui antwt de i l..d., que sirva para andar oa ra,
1 tratar na travessa do Queimado, Iwao. 5.
ESCOLA PHARMACEDTICA DR PARS
Hedalha de Prata 1860
DE'
UQUEUR
ION GONG
GUYOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
nico medlcamenlo approrado por iodo os
Hospititsde Prtna, Beljfica < Bspanha como a
ssetbor prparaco imlamanta e rcaulada tm
dWada AG'A DE AI.CAPRAO.
(Jhuu cotheradat grandi, i, liquido por tmda
litro de a*a, ou urna colhtr, 4a p^utna por
coda cope grande.) ^
O auodliicodor anal erEie, M --.
exigir a firmo do inventor. ^
DETOtlTO OaWAS, CL/t'
lUedtsr'-aiN-lmrgeoB, 17 <~-^J*
DiMMTO : no K> de Janriro. "-ainiilti u
Bobo. Silva Lop,^ ,0 P<*notme"?tbZ
i i.-: n.i .im4aj, Perrrlra ci O,
CHHCOLATE VKHM1FOGO OR ANTONIO .NE-
VSS DK CASTRO.
Este acreditado preparado, que t5o bo
acceiUicSo tem merecido nesta provincit
mnito se recommenda para cora certa i
efficaz das bichas oo lombrigas, Uto &a>
criaocas como em pessoas de rnaior idadv
Unko deposito na pbarmacia e drogan.,,
de Barfboromeo C, roa larga do fioaa-'
rio tt84.
Agencia era Fermimbuco
. Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cara a phthysica a Uwlas as molestias do peip
a sa parrilha
Cora ulceras e ctugas antigs, impigons e dar
ro
Trille
Coosem e limpa .- eab
Plln' ca rticas.
Puramente > ra as-
sdw, purgai p pu
Vende-s-* efl c IIUj| (>'
Johnstrn & C rin l \ Vi
42.
A
Precia se
oaga se bem : a !
,loja.
e eit


i U.l
( Outrora ra Nava. )
nilheles garantidos da pr-
? acia.
Esta feliz ca=a acabt de vender catre n
muito feaitet bilhetes a sorte de OQi em niairo
quart n. 7, e oulro inleiri de n. 170* com a ser-
te de lOOj, alem de ooiros premios mrmtn :
podendo os seus possuidores virem receter. pt
promptamente sero pagos.
O abaixo assignado cuvida ao respetiavel pm-
blico par.1 virem no seo e*labelecimenln r< rrpnr
o- felizes bilhetes garantidos, que nao Mxtrio m
tirar qualquer premio como prova pelt-s iressjm
aonuncios.
Acham-se vdopa os mnito felixes hi'heles ra-
rantidi's era ben.'lii'io da nova igr'ja fa PlMa,
que sera exlrahida segnnda-feira 31 do ei
te raez.
PRECOS.
Ijteiro 6*000
Meio 34000
Quarto iloOO
De IOO luteiro 5M)0
Mein 2*700
Quarto 14350
_____________Juo Joagnim da Costa U
4 o cummercio.
O abaixo assignadn. li<|uidaUro da exiiacta Ir-
ma de Teixeira 4 l'in,, d.cla-a que na pr tm
dala tem saldal.i tnlosus denlos< ma-iaa firmm:
se alguem se julgar rom direito mesma, qassn
apreventar-se no praM d>- ire~ lias, a cuabr m*
data. Rtcife, 27 de uulubro de I870l
______________Jii'lo J'i- Giwnes Teieim,
Sociedade Monte PSo Bra-
sileiro.
De orlem do director convido a
para no domingo 30 d i crreme
pelas 9 horas da manhaa na igreja da;
da freguezia da m-vi-ia. afim de assintrai
sol trae que a id sma socieda le lera sis
celebrar sua padnx'ira, itopois da qni tara l*f r
a instabaco da meuciona la s-'Ciedide,
29 no patno d eaan >me.
Sicrelaria da s M-i.-.iade do Monte Po Bras I
26 de outubro de 1870.
Manoel de Minada Castro,
__________________i ecrotarto.
Km casa de MttkJiXMlO
INSEN, nu da Crux d. 18,
iflectr, ameatc toda^ as qaaJi
l R^H

lnr,1
HKSSa.NHA povoa.
ANNIJS AC\DAMIGOS.
S. Paulo
1860 1864
t v..i. in hr. -14.
LlVH\i||\ KltvS'-.KZV.
Aluga-se ura m I c w de 19 auooa, k>m s-
lioheiro e que pr. -u .. a exts servtc de laal-
nuer casa da faraitn : n. 3'andar do sbralos.
16 da na das r.rut-sy
1N ag3Ic;tRa
AIRES DE AmVQUERQUE GAMA
1 v.
Obra premiada i i protatm: vsa-
|e->e em a?
1
Jrm
' ase . "til* M
Viaooade de i't j- i.vso) n. V.
I


Diario de Pernambuco
SabbaJo 29 de Otbaliro de 1870
AVISO
Ignacio da Silva Deir avisa a seos freguezes
que acaba de chegar cora sua tropa de excelentes
burros e que segu para Agua Preta, tendo bre-
veniente de oltar para a freguezia da Escada,
Cabo, etc. : quera precisar faxer alguma eocom-
meoda, pode dirigir se ao Sr. Jos Mara Pes-
ua, que se encarregar de transmetli-Ia ao an-
nunciaote. .
Acaba de ahi lzoofncio
DE
W. 8. Di COKCEKAlO.
Acompanhado de urna collecco de oracoes co-
mo : Responso de Santo Antonio e orscao de Santa
liara Eterna. Ris 320.
L1VRARIA FRANr.EZA.
WMW
O bacharel Celso Tertul ano mudou o
seu escriptorio para a ra das Cruzes,
boje Duque de Caxias, casa n. 3i, 1 an-
dar, onde pode ser procurado.
0 conselbeiro Jos Bento da Conba Fi-
neuedo aviza aos seus constitointes, que
elle acha-$e restituido ao seu escriptorio ae
adevocacia, podendo ser procurado nos das
uteis desde as dez horas da manbaa ate as
i da tarde._________________________
- mar Precisa-se de urna ama para pouca
AJfM Afamilia: na roa do Cardeireiro n. 68
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar ra do Ctbug n. i toja.
DA DE FINADOS.
Na roa Direita n. 133, loja de cera, ha
urna pessoa que se encarrega de ornar
catacun-bas no cemilerio publico, dando a
mesma pessoa tedos os preparos.
Por ordem da directora, e em execucao
ao que dispoe o art. 43 dos estatuios, sao
convidados os Srs. accionistas para a sessao
ordinaria de que trata o mesmo artigo,
qual ter lugar no dia 31 do crreme s 10
boras da manb5a no sa!5o da e.stac5o provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companbia, 19 de outubro
de 1870.
Joo Joaquim Alves,
i" secretario.
% euralda
Precisase do urna ama, paga-se bem,
fpara cozinhar e comprar: na roa Estrila do
Rosario, n. 25, Io andar.________
O salo de pianos e de
msicas
mudou-se da ra Nova n. 58, 1* andar, para a
ruada
Imperatriz n. 12, loja,
onde contina recommendando-se ao Illa, pu-
blico. .
G. Wertheimer.
AMA.
o
te

'
c3
Sh
JO
Attenpao
Ignacio da Silva Der, /i** J'"**
de Pernambueo, avisa a seas "'S"""
duz excellente tropa <1 M}IT0,v.2L
villa do Pillar, Porto Calvo Caalaaaa
Barreiros e Rio Forrooso, e da >ra a
to para a Eseada: quem pete arataar,
darcncontra-le.____________________.
Companhia Aliian$a
DE
seguros martimos esiabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. J,00fr000|00f>.
Toma seguro da mereadonas a *n eiro a tweo
raaritimo em navios de vella e vaporea pan den-
tro e fra do Imperto. Ageneii i ra Om-
mercio n 17, escriptorio de Joaquu Jta Goe-
cslves Rcllrao. ______________________
Precisase de urna ama para cosinnar : a
tratar no Manguinho, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, ou no caes da Companhia Pernambuca-
na n. 2; adverte-se que serve escrava oU hvre,
mas que cosinhe oem._____________________
__ Ketalha-se terreos no Porto aa Madeira em
Beberibe. A posico topographica dos mesmos
terrenos, sua boa quatidade para plantac5es, como
se poder ver pelos sitios nelle j situados,_ muito
os recemmenda : os pretendentes encontraro pes-
soa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lugar, nos domingos at
as 9 horas da amanhaa. _____________
I
LNTERESSAXTE C0MP0SICA0 LITTEIRli.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Gom urna carta critica dirigida ao autor pele
Dr. T. B. lligueira Costa.
1 volume brochado 2000.
AS CENTELLAS
Ponas patriticas sobre a guerra do Paraguay
1 volume brochado 200
NA
LIVRAMA FRANCEZA
Ama
Precisa-se de urna ama que coiinhe
gomme e compre para urna pessoa :
Torres n. 16, 2 andar.
nem, en-
na ra do
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOREIRA MTARTE C,_____t,r^
A verdadeira farinha pe toral de
S. Bento.
Esta farinha osada eom vaniajosos wjhi
dos nos padecimentos dos oreaos 4 puto,
como asthma ou puehamento de cataarros,
inflamadlo de bole, pleurizes e aa tiby.iea ; ra-
eommeodandn-se cora igual proreitc as paatoa
convalecentes.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bart botonen a C
________34Rua larga do Rosario34________
CASA PARA ALIGAR.
A luga se o i* andar do sobrado a. 6 raa do
Duque de Caxias : tratar no conejo 4a < oro,
rua do Cabug._________________
NIOFINA
PRECISASE
De um borneo), livre ou captivo, para distri-
buir pao; t igualmente de urna ama que saiba eo-
grmmar bem cosinhar ; trata-sea rua o \i-
ario n 1C. 1 ailar.________________________
Preei-a se de uro mofo de ii> anuos ou de
ura bom. ni de 10 annos, que saiba ler e escrever
na roa
da Concordia n. 68.
Amas.
luguel a urna ama que seja per
Paga-se bom
feita engammade-ira, e a entra para ser emurega
da em algum f n-abuado e sorvico de caa : em
. Jo.- - Preeisa-se alagar um prtto escravo de meia
idade. paga-se bnm a ngnel : nesu typographia
As.vociaqo t ommercial Beue-
ficente.
Tendo-se esgot do a li-ta dos supp'eates para
preenchnr as vagas hsudas na directora, e nao
estando prfvifta eela eircanst neia nos estatutos,
eeavoeada pelo presente a assembla geral, para
no dia 4 de novembro prximo futuro ao meiu
dia, resolver eomo coner.
Associacao Cemmer ial Ben^ficente de Prnam-
buso 22 de outubro de 1870.
los ila Silva Loyo,
Presidente.
J s Renrqae Trindade,
Secrt-tario interino.
Para andar din crianzas, precisa se aiugar
nina rapariga forra ou escrava : na rua da Ca
deia n. 8, ar-nazpm.
Preci>a se aiugar urna escrava rauca para o
Mtvqq in!prno de urna casa de familia : na rua
do Crespo n. 12. andar.
\luga ama casa torrea, sita m Capnng.i, com sotao, co
cheira, e um ppqueno quintal : a tratar na rua
do Vicario n. 31. ______________________
Na praca da independencia n. 33 se da d'
oheiro sobre "penhores de ouro, prata e pedra:
--"ciosa?, seja qual for a quantia ; e na mesm
rasa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de coramenda, e tod> e qualquer concert tendeo!
a mesma art'
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazaretb desta provincia, o
favor de vir a rua do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste joma', em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se oeve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e quando o senhor seu
fillio se achava no estudo nesta cidade.

C-J
<
Tero a satisfaz de participar aos seos numerosos fregoezes, que em nsta de ser-lhes mais commodo, tem ^
estabe ecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na rua da Cadeia do Recife n. 9, luje rua do Mrquez de Olinda. gg
#1 onde icbrao^ os pretendentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qual.dades pe -pre. ^
5 Ssmas commodos-do que comporia o nosso mercado: convidam esrecialrxente aos Srs. compradores por atacado J|g
Sem sendTpossWel sois encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-,
macoes as tazenda? que a demora da fabricaco bero diminuta.
'";

Na rua da Imperatriz n. 60 muilo
fallar com o Sr. Francisco Deodaio Ltns
ci de seu intrcsse.
se daseja
a ngo-
Ama
Paga se bora ordenado por urna ama qv wn-
nhe para nmacasa de familia : na roa da
la-velha n. 90.
Club do Soaleiro
A abertura do Club ter logar o ui'in -
vembro prximo futuro, sendo alterada a tabeMa
das meDsalidades pela segointc nuneira :
Assignatura de novembro a abril* aaezes 504
1 trimestre30*000.
1 mez-103000.
O emprezano,
P. I. Laynw.______
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pooca *-
milia : na roa nova de Santa Hita n ":;.________
Alugase a loja do < bride a li darrat^
do nil*) da igreja do Livraroenlo. ocia W kotto '
a tratar na rua do Livraroenlo n. 17, laja ato eal-
cado. ______ _____
premio i or seta :
I por eenK, para
m
t:-v
Ja.--'
J
um
gimn
MUDANCA. 1
O Dr. Carolina Francisco de Lima San- |
tos mudru sua residencia e consultorio 9)
para a rua do Imperador n. 37, 2* andar 5
do sobrado cujo armazem con?erva ajn- g
da hoje o nome de Alianca, tendo a Mj
entrada, que pelo lado d"a ponte Sete S
de Setembro, o mesmo numei o 57, da 81
frente. Ahi continuando o dito Dr. no j
exercicio de sua profisslo de medico e
de operador, pode ser procurado a qcai- |
quer hora do dia e da noute.
m^mmmmmmumw.
Aluga-ae urna ca coraraodos para familia grande, aende raorou o
Sr. commendador Antonio Joaquim de Mello : a
tratar na rua do Vigario n. 20._____________
Os abaixo assignados,-incumbidos pela commis-
s5) desenhoras que promovpm um concert e lei-
lo em benelicio das familias desvalidas dos solda-
dos de linba de Pernmbuco, fallecidos cu invali
dsdos na guerra do Paraguay, de distribuir do
modf que Ibes pareces^e mais acertado o producto
d'essa subscripcao, pelo presente avisam s viu-
vas, pais mais e lhcs dos oflciaes e soldados do
exercito naturaes d"esta provincia, ou que nella
tenham asseotado praca, assim como a qualquer
prente d'estes, que fazendo parle de sua fami-
lias vivesse s suas expensan, e que seacbar em
estado de pobreza, e finalmente aos proprios olfl
ciaes e .-oldados, com excluso dos primeiros, caso-
estejam as referidas condicesque dentro do
prazo de sessenla dias, a contar d'esta datadeve-
rao provar cora domnenlos amhpnticos sua iden-
tidade e cireumsiancias de fortuna, afim de pode-
rpm pprc^bpr esto auxilio.
Ca interessado.; everio encaminhar seus docu-
mentos casa do directorio do partido liberal,
rua do QueimaJo n. 8 primero andar, em todos
os dias uteis durante aqutlle periodo, das 9 horas
da manha s 3 da larde, e onde, depois de atten-
didas suas reclamantes, receberao a quanlia que
Ihes tocar.
Para que o prasaaie aviso chegue ao conheci
ment de todos, ser publicado diariamente no
jornaes mais lidos d'esta cidade.
Recife, C de outubro de 1870.
Baio de Bemfica.
Luiz Jos Pereira Simes.
Abilio Jos Tavares da Silva.
Igreja de Nossa Senh.ujpo
Monte emOinda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senhora do Monte em Olinda, segundo o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo que terminarse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforgos seo akance, aconiece
que o referido nao pode ser de prompto
conemido, j porque os recursos da ordem
benedielina tem de ser tambero, applicados
reparacoes e concertos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extracc3o das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accord
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sup-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que se presten) a ajudar com suas esmo-
las a concluso dos re.'eridos concertos e re-
paracoes oa dita igreja de Nossa Senhora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao juiz perpetuo
Manoel Luiz Vires.
Aluga-se urna boa casa euin um sotao, agua
e gaz,na rua do Lima em Santo Amaro n. 4 a
tratar com Maternus Lenz.
m
*s
Rua do Barao da Victoria, esquina da Gamboa do Carino.
(Antiga Rua Nova)
-nf&
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de so! de seda, mermo, alpaca, brejanha de lmho brant
, de algodo os todos os tamanhos e feittos. aera da immesa porfo de seda, merm algodo
JVZ ,. nT,9Hd:idpa'n.ira 9i:iL mialnnerencoatmeiida. A mcdicidade de seus precos e tao c
m
de linho branco e par-
^xS^n7^iS^^nSSSa quaTquVr enccmmenda.
* que escusa de mencionar.
e brim,
lo conhecida
.-
Preciaa-K dei:Wwa
zps, pagando-se o premio de
garanta se d dons eterama, leamlo >* r wmm
escravos em compabliia de seo sechor : oa arr-
indenles annunciem por esle jorn ti para, sarao
procurados.________________________________
Admiravel lembran^a
Declara-se que os cavallo* do er??- o Maeaeo.
do termo de Agua Prpla. c mroM n.tosd--
orolhas cortadas e pedidos de criaas, taaiw *
tropeles, e lio rentes, que a cauda raostia ajawi-
go, alm de um iriancnlo com in e lia -rradrt.
Estes animaos s puxam o engenti". e rn*uraB:-
transitara al a e?taco d- Agua Pr^u : n'oUr
qualquer parle que se encontrar ?ao tartad.
tanto mais por es'arem isntos o> i..- ar -e.
Neste novo armazem tem om
variado sortimento de fezendas
francezas, iglezas, al'emas e to-
das todas se vendem por prec s
mdicos, am da acreditar a esta
aovo armazem.
Casemra3 icglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brios de
:res e brancos, col'ei-
rii.bos moderaos, cha-
peos ie sol de seda,
unos. Ra
UDa IBMAOS.
T"'.
BarodaVicloria
antiqa rua
II .
Pede-se a certo carne secia, conhecido por pa-
nelada, que por favor deixe de andar calumnian
do pessoas que de ti nao se lerobram, de dia trata
de venderes carne speca para agradares a ten pa-
trio, de noite vai jogar 06 trinta e um ou vi3pora,
como tea costume, que raelhor do que anda-
res te metiendo em camisas de onze varas, deves
saber que os nossas matas anda produzera bons
quiris. #
O papao V...
Quem precisar de ura caixeiro de idade de
16 annos e com bastante -pratica de molhados:
dirija-se a rua da Imperatrit n. 28, que se dir
quem ._____________________^________
Amassador.
Precisase de um amasador : na rua dos Piras
numera 50._____
Cosinheiro.
Precisa-se de ura eozinheiro, dando fiader : na
ruado Crespo n 9, livraria franceza.___________
Horteao.
Precisa-s Je urna p3ssna que qaeira encarre-
gar-sa do trabalho de ara jardira : a tratar na rua
do Hospicio n.,21. __________ ________
Jdao Goncalves Pprretra a Silva cora fabrica
de cigarros rua das Trineheiras n. 43. faz pn-
klicij qne seu nome o cima dito, e nao Joao
^*on(ilves Ferreira eomo alguera tem jnlgsdo ; e
para que ninge^m chame-so a ignoiaacia faz este
randa
AVISO
Terrenas. de marinha
D. MARA SEVERNA DA ROCHA LINS avisa
s pessoas que precisaren) entender-se c m ella
relativamente terrenos de marinha, de que ella
foreira, para faier quaesquer transaeces, pagar
iandemios, etc., que dirijam-se ao DR. JOAO BAR-
BALHO, rua do Imperad >r n. 32, t andar, a quem
constituio seu procurador com plenos poderes pa-
ra fazer qualqupr negocio sobre aquellos terrenos.
dVHi
fa
<$>
^ -s.
CONVITE.
Manoel Antonio de Azevedo Moreira, suamulher
Vivina Amalia Cosa Moreira e Athilano Jos da
Costa Castello Branco (ausente), pelo presente
c nvidam aos parentes e amigos de sen sagro e pai
Pedro Jos da Costa Castello Branco, fallecido l-
timamente ero Portugal, para ai-istirem as missas
que por sua alma mandara celebrar na igreja da
ordem terceira de S. Francisco, segunda-feira 31
do correte, pelas 6 horas da manbaa ; pelo qne
desde j se confessam gratos.
AMA
Precisa-se de urna ama livre' de meia idade de
boa conduca para o servico interno e externo do
caa de muito pouca familia : na rua de Sania
Thereza a.
AMA
Precisa-se da nrm ama para easa de familia: na
rna de Hnrtas o. 30. sodrsdo.
Aljga-se o sobrado n. 9 na Pasaage
Magdalena : a tratar cora J. I. de M. Reg.
da
Assim como tem urna grande
ofkim de alfaiate, moaiada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeico
naja deisam a desejar.
' i
Roopa del todos os
smanhos paaa homens
meninos. ]
Por todos ts paque-
tes receben- se as me-
lhores e mai moder-
nas casemira
na Europa.
RUA
D
BarodaT!co/la
aDti-ja rna
qce lia
N. 41.
Socieda Un o..
De ordem do eonsetho admimsi'a Jo >
todos os senhores ocios, eo r. i ta^ bem
rps socios distinctos nao effectito-, cA^tttm-
reip na sala desta sociedade, tuya Mr de -
vembro prximo vindouro, as 10 b^ras daaaa-
nhaa, aflm de proc3der-?e a eleiran do novo eoe-
selho, e a dos 12 directores que teera de MMia
nar no anno administrativo ae 187 a 1*71 ar: .
C e 31).
Faeo obsprvar aos senhorpj aoc a aeia' i
a dever mais de urna mcasalidade, qu t padt
rao tomar parte nos negoci >s da >,.ci-'!" t1. om-t
est espres-amente prohibido pM n-saa ala-
lutos (art. )'}).
-aladas tessijes do ecnselho :Am..< -.ratirod
sociedade Reereatia
de 1870.
> iva l'ni i" .: '":
. de A na vira.
Secnn
Ama
.\'a rua do Mrquez de Olinoa, a i
n. .'i'), prejis'i-se d.' umi ama para eoz>h
uNa3
.r.
A directora prov-. in.i U i, :iiju-.\ I- di H
Sacrariiento da trearzia da Capoiga, i Mida a -
irmaos iaMaNadorai pan rnmpareer*m nt i*a-i
do respectivo ihesoureiro, o lllm. Sr. V ntaai, j/vt-
to a igreja matriz, a 30 do correte, arim d -aiisf t-reta aatM
joia de 253 e a-ignarcra a r speetiva acto i*
nslallicao.______________
Ana
Precisa-se 3e urna ama p .ra > a-a dp. B-aaaaaa
so, que saibi lavar, ene nimare r z.nbar oa na
da Cr;-z n. H. I" a;iJar. par cima da botica.
Ama
Precisa-se de urna ama livre
cozinhar : na fabrica a tdpor d '; ::
larga do Rosario n. 21. ______
SITIO.
Este estabelecimento acaba de srffrer urna reforma radical em acct io,
aendas, finalmente em ludo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes' teixa-se
ao se tornar massante
artistas ecomrrodos. e em pontcalidade as encom-
de annunciar todas as fazendas, para
Companhia Phenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu -
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres stjam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. II. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Seqaeira.
B
'Pf
CAPELL4S
Na mesma casa tem um complet sorti-
mento de capellas francezas para tmulos
por menos preco de que emtmtra qualquei
parte com as seguintes inscripces:
Meo pai Saudade i
Minha mai urna lagrima
Meo esposo Meu fii'ho.
Minha esposa Minha Giba.
Na rua do Imperador n. 9 tara urna dessoa que
se encarrega de armar catacumbas e tmulos no
cemiterio publico, dando o que for precis para o
dia 1 de novembro, eommemoracao dos fiis de
Juntos. y
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar, sendo forra: na travessa da matriz de San-
to Antonio n. 10.______________ .
,-~ Na rua do Hospicio o. 39 prerisa-se de urna
ama para cozinhar e comprar em easa de pouca
familia.
ferro
RIJA OA CRUZ
Chapas de ferro galvanisadcs para telheiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de mao.
Venezianas para janellas.
Machinas de descansar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar pape!.
Motores para dous cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balances, prencas, cofres de ferro, ogoes de ferro, enxofre,
e moitos outros artigos.
4*
salitre limalha de
AGUA DE VICHY
DAS
FontS Hauterive e Celestins.
No armazem da roa do Vigario n. H.
Aluga so nma casa, no
Xistn, baixa do rio : a tratar
h. 17, loja.
Mooteir, Jiorto do
na rua do Crespo,
ROB LAFFECTEUR
r. Jado em Fraacla. Roasia, Austria e Blgica. 0 arrol:
rizado, he mui superior aot xaropes de cuisinier, de Larrev i
digesto, adagmved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicaln
alfecoes da pelle, Implitena. aiaareaa. tttmorca.
Approvado em Praacla. Ruaa, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffecteursa antho-
rizado, he mui superior aot xaropes de euisinier, de Larrev e de salseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente aa Barrearla, aa
affeedes da pelle, Implaena. alfaraaa. amorra, alceraa, aarna dlre-
nrrada. rarorhula, e os accidentes provendos dos partes, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
Oarr.be he especialmente recommeodada contra asdeencassyphiticasrecente,arete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potessio.
psito geral do verdadero ROB LAFFECTEt
T-CERVA1S, roa Richer, 12, i Pars.
De
SAN
nuca au iiicix-uiiw v av iv~**' r".--
eral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do dontor. GffiAUBBA DE
Aluga-se urna boa casa e sitio ramio p-'ric la
pstaco da Jaqneira, em P me de Ueaa, a lara
do no : e tambem se vende oa tinga-** aaaaao-
bilia de amarello existente na mesma : a traur m
caes da alfndega n. 3.
Criado.
Paga-se bom aluguel a umrria!) de 12 a l'v
annos para servido de casa de pepena faxaia
em S. Jos do Manguinho n. 2. ____
Ama de Lite.
Na rua Augusta n. 2, anda-, proa
urna ama que tenha bom teite, om
sem filho mainentar.
te
9
ATTENIM
Os aliihados do Onado Manoel*dara de ORw>
ra Lobo, que a presentaran! eertido
no inventario do mesrao poden rec
gado na rua do Imperador n. 10,
Francisco Xavier Pereira de Brt'o.
Peds-se ao Sr. Binon Boaaaiaa
apparecer rua da Imperatriz a. 59, a i
n rgencia. ____
gabonetes d'alcairio.
De Antonio Newf CmUo-
Este acreditdo preparado, que Ma
acceita?5o tem merecido nesta yMa.
muito se recommenda para tara certa xs
impigens, samas, castas, coe**f. *"*
as molestias de pelle, sendo anda prelen-
vel para a barba, outro quaifser aata-
nete. ...
nico deposito do verdadeiro^ na naar-
macia ed rogara de Bartbelonwo C,
roa larga do Rosario n. 31.___________
AVISO
Roga-se aos senberes abaixo nriiBii|i aa-
seqoio J4 eomparecerem ao Basa* da Bada a raa
do Baro da Viejkria, a negocio aae mat dia m-
peilo: /
Selerhio Odoricn Rala.
Joao Valenta Vi le! la Juaior.
Goilborme Dia dos Santos.
Juan Jos ds Santos Lima.
Jos MagalhfS com fabrica de veuts.
Jos Mria Peruodes moraJor aa aa
Cabo*
raa


Diario de Pernambuco Sabbado 29 de Oulubro de 1870.

AO AKMAZEM
MJH. 7
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios fraocezas, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAWCEZ
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que era outras partes.
Botinas para borneas c meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolbidas.
Botas e perneiras russlanas.
Botas e peraelras para mamaria, das melbores qualfaades, de couro da Russia, las-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para homens e scnhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo'afim fde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimos. t
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de difTerentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, Unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franeezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, saboneles, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Luras de pellica do conhecido fabricante Jonvin, esnolhos para sallas, qnartos e ga-
binetes, toucadore- de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botos, crrenos e chaves do relogios e trancens, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitadlo e de mais gosto do que as de orno,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albans
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, ridades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de reres, abotoaduras de collete e de punhos,
carleirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, loros de domin, rodetes, bagatelas e outros difTerentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, anternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bonitas ras, bouleyards,
pravas e passeios de Paris, photocraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candiciros,
tapetes de vidrilho e de la de cores para ps> de lanternas, realejos .raudas e pequeo?, 'f
harmnicos, acordions de todos os tamanbos, berros de vimes para crianras, sapatinhos e
toncas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condujir crianzas passeio ; e
outra3 muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
QQ3S3P35)(D3 5>m IQ13BI(ICICD3
Para este artigo nao ha espaco ne.m tempO para a massante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao pulifco em goral que continu a
verificando as qualidades e os preces baratos de ditos objectos por serem vindos
reitara e de coma propria.
visita-lo
em di-
r
A MAO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cnuha Saldanha & C.
Acaba de abri-se esta estabelecimento de joias, o qnal tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as qoaes vender o mais barato pos-
fiivcl '
Todas as joias serSo garantidas onro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir fregaezia uao olridarao, vender bora e por precjs os mais
razoaveis posiveis. c _
Convida-seo publico a vir a este estabelecimento, certo de qse ficar
A' MAO DE OURO RA DO CABUCA N. 9 A
MAO Hi MAIS CABALLOS BRACOS
A 3llosda cabeca e da barba, foi a nica admi-
tida i Exposirto Universal, po :onhecda superior s todas as preparares
ate boje existentes, sem clterar a saude. Vende-se a 15000 cada frasco na
Pa da, Cato n. 51 1 andar.
ANTIGA
1
DO
'1!
DB. S ABIffO O* I. PI 4 HO
HOJE
Drogara da \ iuva do Dr. Sabino
43Ra do Baro a Victoria
43
(ANTIGA BA NOVA)
A viuva do Dr. Sabino O. L. Pinho, proprietaria da antiga e bem conhecida Pharmacia Especial
Homeopathica de seu finado marido, desejando maoter o credo de que gosa este estabelecimento de
corresponder cada vez maU a conianja que em seus remedios depositara os amigos da homeopathia
nao tem poupado esforcos, afim de dar ao seu estabelecirmnio todos os melboramentos necesarios, e
colloca-lo a par dos progressos que tem feito a homeopathia nestes ltimos tempos. y I
Cm este intuito a mesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna pessoa habilitada
com pratica de 10 annos em pharrnaeia homeopathica, e encarregada ao babll medico horaeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparaijo dos medica
mentos.
Achando-se esta casa em relac3es com os primeiros es'abeleciraentos deste genero na Europa,
de onde Ihe vem os medicamento* necessarios, contina a oTerecer a stus freguezes tudas as garantas
e modicidade de precos.
Presos das boticas
(.lbulos
i botica de 12 medica-
mentos............
1 dita de i ditos
1 30
i >
18
60
120
210
Tinturas
1 botica de 12 medica-
lOOOO' mentos............ 125000
133000 1 dita de ii dito?..... 21*000
203000 1
213000 1
:I03000 1
:(3000 1
503000 1
903000 1
30 283000
36 > lOOO
18 > \ bOjOOQ
60 > 333000
1 120 803000
210 1103000
Calas
1 caixa de 21 vidros
com tinta-a e 18
tubos.............. 503000
1 dita de 36 ditos e 60
lubrs............. 603000
1 dita de48ditose 120
ditos.............. 8O3OOO
1 dita de 60 ditos e 210
ditos.............. 1003000
Joaquim Jotr Gon?al-
ves Bltrao
Roa do Trapxhi j\, 17, 1* andar.
JSacca por todos os paquetis sobro banco \
Minho, em Braga, e sobre os segnictes lugar en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea. ,
Qoinari.\
Cuimbra.
Chaves.
Visco.
Villa do Conde.
Arcos de Vil de Vez.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
V,lla Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
COMPRAS.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
r-Mn
NOVIDADE.
O Coff^ propneiarb do Misan 11 j
Maaniorc <>. roa das Crnzes n. 42, 1 ffeiece 1
nheiro contado o qoe de n.eihor la
por ler recibido uiu;!os des gratrw dulIMKW
pe ultimo vapor.
K.iralias pai :> opa deiiorr.ii.arra*. J .l^aiv, -,*
rutolup peiViismente as tuai-
Queijtm lluiieogos o iiu de imUiur ^4.
ejar a 33000.
de di* df goiaka a 8fO, ,\, i|;'x
15810, dilo em latas a 23 2(*.
A verdadera Uriulia a#nrtm viuda o eoati
prosrUi a CiO rs. o maco d un a i;i>ra.
Velas HMridaa a 610 o maco.
Bulachinhas de todas as qualidade* e *-
Ihores fabricanles.
Ervilbaf francetas e porinpneas.
Vinbo de todas as qnalid*d?.
Fardo do Lhboa deseuibarcado iioote.r. -m
>accos grande?, a 5.
Carnj do erlao unufa> nova e cotda.
Saccas com u>illi< a 13000.
Especial o aromtico .-abao de finiiia a 550 r*.
o kilo.
Compra-Mi u:n sellim inglez que esteja
l)m estado : na na ""iirmona n. SI.
em
Attenpo
Acabamos de receber um bonito sortimento de carteras de diversos tamanhos e crastos, vendidas
escolna do comprador.
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas,
quer indgenas, e beiu assim tudo quaoto respeita homeopathia ou a ra pratica.
hebicamemto^
250C0
Apis antarlhrica (especial para rheumatis- Sarraceneapurpufea (para bexigas)-----
mo) 1, J onca....................... 23000 Sohynus (poderoso as affeCQSes de gar-
Cactus grandiflora (para bronehites,pueu- ganla)......................... 25000
monias etc.) 1 'i oucas............... 2-5000 Tomaquar (>ara dartros)............. 25000
% Tarntula............................ 25000
Opodeldoc de.fchus 1 vidro............ 33000
Opodeldoc de Bryonia 1 vidro.......... 33OOO
Emplastro de ariiea 1 cartao........... 13000
Calndula (queimaduras etc.) 1/2 onca.. 23000
Enitoa para bonbas) 1/2 onca........ 25000
Erythrosilloa sativa 12 onca.......... 25000
Marpuama (fiara paralysias) ?/2 onca.. 25000
Plumera (para mordeduras de cobras)
1 2onca........................... 23000
Plantago mayor (para lebres intermitien-
tes)... ..:....................... 25000
Rabo de tat (para as anee, oes do
peito)............................. 25000
Chocolate especial homeopalhico 1 libra. 13000
Ca homeopalhico 1 libra............. 13000
Pao para dentes 1 caixmha............ 13003
Pomada homeopathica para o cabello
lvidro........................... 15000
Emplastro para callos 1 caixa.......... 15000
Ha excelentes apparelhos modernos de douches oceulares para traiamento das nfhmmaroes
de olhos. v 1
Vende-se tambem o thesoaro homeopalhico ou Vademcum de b. raieopatba. pelo Dr. babino
L. Pi nbo, 21 edico.
Sao oxistindo al boje msio de poder verifiear-se a bondade ou. efflcacia dos medicamentos
homeopticos senao pelos elTei-'os que delles resultam, em sua appiicagao na< diversas enfermidales,
segue-se que este um negocio todo de conlianc,a e de f; por isso aconsejarnos aos que campram
remedios horaeonaihicns qne procurem antes urna casa que Ibes inspire conlianca, do que quem venda
mais barato. Todas as preparacoes desta easa sao ditas escrupulosamente por meio de machinas
especiae e debaixo das vistas de'ura distincto medico homeopatha.
Dislribue-se gratuitamente aos que compraren) p'rcjio de medicamentos : um rgimen homeo-
palhico, organisado pelo fallecido Dr. Sabino, um avnlso sobre o emprego da vaccina homeopathica e
do Plomera; e um folheto sobre o cholera peloJDr. Sabino.
Consultorio homeopathico *
O antigo consultorio deste estabelecimento dirigido pelo
P&* MUELOS WEE&&Q
Consulta IcZa o=. das das iO h.irasda manha ao.meio-dia.
O Dr. Santos Mello re?poode com prompndSj qual juer consulla que Ihe dirigirem do interior,
6 encontrado a qualquer hora do dia ou da noule, para chamados, tanto na cidade como para o
interior.
Consulta5* o medicamentos, grates para oc po'. ^^
43Ra do Baro da Victoria43
ANTIGA RA NOVA)
' PEORA JIBUCO.
Compra-se um casal de garrotes da rac.a ;ouri-
na. de qualquer tamanhn : quem tiver aununcie
ou din ja--'' a ra larga do Rosario n. 27.
VENDAS.
Friiiha de mantiroca deSa *
Cuthariua.
lia para vender da muito r.o
rior ct:eada recenlemente pe!- patacas
rabe e barca Sanio Mario, por pnreo ca-
modo, a bordo los referwo n-viis folhii
dos derente do Irap che io XM. R.?ri
do Livramento. ou enlo pira Irala.- jk
Joaquim Jos Goncalves Ikltr oreu -
c.-pxorio ioa do Coromercin n. 17.
Vende se a fabrica de cigarros sila A ra do
Forte n. 2, propria para principiante : a tratar na
mesma.__________________________________
Veode>M nina linda Balee* : na co;t:ira e i lie um cenvi)
oflBcina de ferrador ra do Imperador aeronte la calvice,
de S. Francisco, se dir quem vende.
i i e certo eonu r
A 8^000.
e d e restaura. for.;a e sat laJe a pe
da cabenu'
Ello de prompto faz censara queda pren-a
Vende-se bon.fguins fraBcezes, obra gaspiada e I tura dos cabellos.
noito boa, pelo diminuto preco de 83; venham a i g,le ^ ^ riqui'za !c lusfco aS >
illes, antes que se acaben): na ra da Cadaia n. | ., *
50 A. loja de miudezas. ..
Elle doma e faz prest n i^IlfK *a
.
A
ttenijo
qual.jiHT forma e pos* 3 i
n"um estado ormoae, Uso < macio.
Ele bzerescer os cabellos bastos e rrm-
prdos,
Elle coDsern a p:lle e e cana da ote a
limpo o vre de loria .-, ".-'f de dt-.,
Elle previne os eabeNos de tornarla
brancos.
Elle conserva a cabera D'm
cura refrigerante i
Vcnde-se superior farinha de mindioea em saiv | ge nao depaziadamente
Vende-se a armagao e perlence; da taberna do
largo do Terco n. 11, propria para quaiqoer prin-
cipiante, rodndose ao comprador a mideocia
do sobrado de um andar por cima da mesna : i
tratar no niesmo sobrado.
eos grandes : no e.-criptorio de Antonio Luii <
Oliveira Aieved & C, ra da Cruz n. 37, pr!
meiro andar.
um coop muito elegante, e urna vi, toria.
Na oQk'ma do f:rrdor defronte .ic S. Fran-
cisco se dir quem o dono.
DISCURSO fc-M AI'PLASO
delinic.ao dogmtica pronunciada pelo Santo Coa-
cilio do Vaticano sobre a
i INFAL1BIUDADE
do Sumrao Pontince, pr, gao cin Li=!raa pelo pa-
dre Carlos J. Radeinaker,
I t.roclmr.V-liKio.
L1VIUKIA FBANCEZA,
Milko.
Vend-se ::m saceos grandes, desaperior qiafi-
dade e muii,) novt, por meii's pr-'<;o "ue e'n oBlra
qualquer parle : na ra doVigario n. Ii, esciip-
torio de Jos Lopes G.
GAL MU 1 UM
37
11 de Dezembro
(Otif/ora Larcj i do Rosario) '
No muito conhecido HOTEL CENTRAL en&'Mrarao sempre os nossos innomero
freguezes nolav;is melborameQtjs, indispeu.saveis para commodidade dos Ilustres ir-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constanteuiente tudo que 3 confottativo t
deleitavel se pode encontrar em cm estabelecimeoto desta ordem.
Assim acha-se alli urna excellente casa para benhos, um salo todo alcatifado 3
guarnecido de divn, piano, j'Tnaes nacionaes e estraugeiras etc., etc
Vende Joaqrim Jos Ramos: u:- ra da Crol
n. 8. Io andar r____________________
Cal nova d Lisboa
Vende-ie na ra do Barao d Trinmpbo. i afr'o-
ra doBrum n. 80, armazm de Pareira da Cunha
Irmos.
^K'0^^^ a^ &
rento ou pegadico,
Blle nao deixa o men A ira 4m |
davel,
Elle o inellior e o mais aprasnd artaa
para a boa
bellos das geuhw,
Elle o nico artigo proprio pan pe-
teado des cabewM e barfaae i -s. m
res,
Neobam loaclor de :
ti ar com i :
O CABELLO.
Torito OrSc::':
o qual preserva, limpa, e aioraaom
Acha-se a veirla uos
\. Caors, I. da :. Bravo vi C P. Maawr
4C, M. Barbosj, artuolonteu aCl ;odas as prin^ipaos as
', boticas.
Grande reuii
Ra o [mpprfK.o n. I
v u/riu do Canp .

G mo v esta ;: \ m
' [fi, o i | r! '
redo en f i i .
completo e i

MU >
&
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolees
Havanas.
CHARUTOS
Imp&rias
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que. nos quizerem obsequiar, tanto nacionses como estrangeiros, en
contraro os commodos aecessanos.
A moralidade e boa oraem a norma do
Hotel Central
i
i
m
*
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
& NOVA LOJA DE PAZENOAS, BOPA
FEITA F. P(>l MEDD \ DE
2 PINTO St MART1.MANO, A Hl'A DO BA-
ltO DA Vir.TORU. N. i
(ANTIGA RA NOVA)
O respeiiavel publico achara ueste no-
W novo estabelecimento o mais completo
Q sortimento de pannos, catemiras, porgo-
S roes e brins ; e para tran>forrrar estas
X fazendas nos mais el^antes fraqn.'S, pa-l
Q>, letot, colletes e caigas ; le ni este inesmoj ^
^ estabelecimento um dos mais habis al- W
W faiales desta capital.
1Q, Tambem se acha prvido de muilas 1&
2 boas camisas bordadas e lizas, seroulas w
?K meias, lencos, chapeos de so!, gravita*] a*
M luvas de pellica, etc., etc. i 0^
1 ATURQUEZA
Sai v 11

'
Car
lerop" ,*
\\ N I
de t::1 11
ii.I, l
tt s i
- a^a
Wr.li..'-

; I
: .
i i- na
. i
I-I -.

dace so
Bi
VEGETAL AMERICANO
E SAUDADE
BARTHOLOM EO & C?
Yutt can um u titse uiji e reeeules, eatarrhM pnlmoar, uthmt; Um MBTaitt, NtUlhir
aroDcbiu, eai gtnl contra Udw o toffrimeutos du vial reiiinUritt.
DEPOSITO .EHAI.
0
&
m
Nova loja de fazendas finas de Pinlo
, Marliniano, ra do Baiis
da Victoria o. 9 (antiga ra Nova.)
Este novo eslabelc-ciineoto, ilin d
completo sortimento de que se acba pro
vido, acaba de receber as seguintes fj
zendas :
Novas alpacas de cores.
Noyas popelines.
Novas mussulina.
.Novos chapeos de velludo.
Ni.vas luvas de pellica.
Entre-meos e babados bordados.
v 1, n
t'J !.. su MU -
quii lo ,' '
bbni d>> Pareira, ptkm 'jnirtej pr-*-
!'.:-.i,.- i; ', u i., c .xa M.
P.ilmeiras, r.'"i;. (ms.
Lyrieos. inea cana 2i-'>00.
Riaehaetaa, c-.ixa 'iOO.
Regaba imperial, caixa -M.
AproveMem a pefliiorha. ____
i

J4, BA UBGA DO ROZARIO, S4
PERNAMBUCO
A iheriptuiic du diter-is molestias do peito,desd

Jopeito,aeioo
pturvDgite oa mal da garganta t a lobeicuUfto
polmoMr, paitando pela diefsas broochitea catarrbaei
o taiphjMaa acaba da aer enreqoecida coa mais
este aedicameMo, qoe tomar a primeira ordena entra
iodos ate boje eonbaeidos. O larope Vegetal Americano.
garsntindo paramente tegetal. alo contem m saa
aompoicbo tu a tomo da opio, a sisa toneou ane-
aos de plaaut indgena, cajas propriedadas benefleas
aa cara da asolean a qne periencem aoa orgaos do res-
piracao (oram por nos obserudae por loago lempo,
com optiseoe rataludo cada ves mais erescenie; pelo
qaa aos ja I gamos aitoriaados a eonpor laropa qna
agora apreaanlataaa. a a oflereee lo aoa mdicos a ao
ambiieo. Praitoai cosa as alicatados abano qao U-
amos dito, a contamos qoe a coneeito do qae jl go"
o xnroee Vegetal Americano erescora do dia a da,
sanando wila apeo do si todos os paiaoraas ata <(
na. Sr. Bannaiooao i C.-O laroaa *at*ul *ma
tacao, preparado ata ana coneeitaadieaia pbsrniacia.
i um alil remedio para combater A larri val aslbma.
Sofra ea aqnntla molestia be qnairo mena, aem anda
lar cao batido oa ataqoea mensaea saa liaba; oa aliimo
eja tia (i (aniasioM qoe me prestoa por diat, *<.
swrcm aoa milagreas xaropa. lomeado spenai iraa
doies, a ate o praaeota abo (ai de ajto alasade. ''
!, fot m I oa* rasHababMido par aaw tai. Rtide-
Ihe, pois os meas agrdecimentos por mo lar aliviada
lio Uorruel bm|. Coa a maia signiBcatrfa granis
aibscrsto-me da Vaca, affeclaoso e reconbecido criad*
StatrM Puorie.-Soa Casa 14 da tsTerejro dalMa
Illma Sr Barlhoiooioo i C. Depois da qaasi sai
metes da soffrimento coa ama toase inceusnte, tasU
extraordinario, expedoraflo da nu catarrbo aauralla
do, o parda total daa torcas, que o menor piase
aa fatigara completamente, cansado a tomar maii aa
tro remedio tea resultado lite a felicidade de saber e
Vaacs. preparaiaa o tarop Vegetal Americano, a cea
alie, grecas a Dena. rae acbo restabelecido aa atis
dois metas, e robusto como se nada tireaee soffrida. i
Cdio me (orea a esta declara;io. qaa poderte Vateav
a aso ana qnitwem. Son coa em de Vboa
asilos respeiisdor e criado. iaUmi* /aftas* d
Costra s Stiae. Bacila 8 da fsrtrsira de tSM.
Atiesto qaa ata. de tarap Vegetal Aaarica, b
compoaieio doa Sr Barlbolomeo C. para can de tf
forte dedato qae ae iroaie ama roaqaidio, qaa ate aa>
fatia edtender, inDomaaele e dor nagargaau. itaa*
graade falu de respi recio, e Hei eomplaumeaU rea
Ubeleeido coa aa o ridro do mesae tarop; p>
qoe Ibas protesto eterna gralidie. Beei II de p
oeiro da 1868. Jeataam tVstra draaisi Vtrner .
Sitia rtepirK idii *
VENDE-SE
um sitie no principio da estrada do Arraial iroxi-
mo a ettacio do eaminho de ferro do Api mcos.
com soffrivel casa de morada, cocbjira, eslibaria
e casa para feitor, coberto de arvoredo de i neto,
com ptima baixa para capim e qualquer ilanta-
cio, margem de um riacho de boa agu: para
beber e hnho, alom de duas cacimbas de rxcel
lente agua de beder, c sempre abundantes i nesmo
no rieor do vero : os pretndenos dirijan-sea
loja d-. Srs. Santos1 Noves & Irraao, ra do Cres-
po n. 19._____________________
Vende-sj urna muito bonita macheta de
costura propria para qualquer ser bora, nov, L cht
Sada ha puucns das do Bio de Janeiro, no erra-
or do Bispo o. 55 Na mesma casa troca- e urna
linda imsgem tle Christo com idos os pi ten'ces'
de prata, e preciae alugar urna preta qni iba
vender na roa ainda iiimho que seja de idade,
com tanto qn saja fiel ; tambem na mesn a casa
vende-se xarope de jo para tnd;.s as mole- ias do
polmao vindo do fertao, e engomma-se rdjpi e
hornem e aenhura corr tuda a p*rfeicao.
Vftde- o e>taliKlecim*iito de m i!l
sito roa Dlreita n. 99. o qu.-il offe.reca mnius
vantagens, att nrtend"-se ar> grande coa n
da va frrea do Becife a S. Francisco, assn i corm
tambem por ter a casa a pr-priedade p tu um
progresso.
Vende se ama arrac,> da Ub.'na na r-a
Impeiial n. I.tO : a tratar na rrwma tj. ___
>> retara de frrro
Vende-se e esta vista etn cara aW mfottUr
res Shaw Hawkes C rna da Gran a. 4._______
Vende-s*- um boi man-n. pr roca a tratar na ra do Rosrrio da Bua-vaba ar>
moro 56^__________________________________^_^_
Vende-se ama rasa larrea rila aa v.lla m
Limoeiro, no Largo ds Ffira, propri.i nara oafi-
rio : tratar na rna do Rosario da shavaaia a.
5C, ou na measa villa cora o rvaMar.
TllSK L
Tem venda em seus aranaua*. a m a aaafea
artigos de seu neg io regalar, oa a>aj
esto vendendo a pre? )s mais baratan
ira qualquer part* :
PHTAS de pinho alm"f..da las.
FAKELLO em saceos graades a IMt
(iBABRS de ferro para cerrado*.
ESTEIUAS da India para rama e Ijirar salas.
CANOS de barro fraaeei para et^aaa,
RSSO uperior ^ra karrie* t a< arrataa
CEMENTO de todas as ttoaiedale* bas
pre^s
MACHINAS de de*carcar algaja.
BAKKIS grandes rro peixe da Sarria.
LONAS brinzVs da Rasa-a
OLE DOS americanos para turo tV
FOGCS ameriraana rnaalr. buaat *
VINHO 'le Bordranx fa raixas.
COGNAC superior Ae Gaatier rrafat
MILHO de Fernanda a 3# o jatea
AGUA florida'
PAHRIS de canse saltada aaaoraae
rw>-
XKSfUBHSK
ou aluf*-aMt- srtK. rniaa Vm sa-
nad., a aaarprta a ta Cafa ina*.
ao togw oVT^a aa I^aatHaa. f
ao tno dj Pinta, cara tna a*
viveada cent ndo 3 sata-, i o*ri< rrualaa *.--.
eiin Bia,l casias ra sari-ago. v cm ftana
. mimlos para bxpedes,aB eratsH. boa aerea-
ra, e-inbaru, qaarhi pava criados .^tisana, I
arvoredos de frnno. a>ae siiio f.oMaaata a
voacao do Poco da Paaclla marg do rio, e>-
vide rom ierro s do Chacea, foi alna rasaras
pido |..t .*" Adour : a tratar
dorTa:



Diario de Perambuco Sabbado 29 lie Oulubro de 1870
I
I
"i
>
GR A
BAZAR
PAVAO
60-RA DA IMMATRIZ-60
DE
fil.llli DA SIL-VA &C.
apurado costo e tod?denSl ^2^ !MDtwr re8peIt,vel pnb,ico' am Kracde e variado sortimento de fazendas domis
S! irinffta fi JLSI ? "fCeS8,,dadei ** se veDdem nis baratas do que era ontra qualquer part?, visto qoe os no-
?UhmmTdS^i^!!S^Vtmt 6- VeDderem DINHKIRO ; para porterem vender pelo costo, limitndole apenas
oequeoa esca'a nesta loja earmazem podero lazer os seos sortimentns
maior commod.dade tias Exmas. famllas se darn
&reT7 ;recosfqDe compram as casas inglezas, (importadoras) e para
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em sais casas para escoberem.
PIBA XOIVADOS CORTINADOS, C01CH1S.
Ctargou para o Bazar do Pov5o um gran-
do strtimento dos mais bonitos cortinados
bordador, p/oprios para camas e janellas,
qne se vendem de 10d' 00 at 2050nO o
par, assira orno o melbor damasco cem 8
palmus de largara a imitacSo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
GROSDENAPLES PRETOS
Chegoo para o Bazar do Pavao um gran-
de sortimento dos melbores grosdenaples
pretos qoe tem vindo ao mercado, que se
veodem de 1(9(600 at 55000 o covado ;
s3o todoa muito em coma.
MANrELLETES DE FIL
Ni Bazir do Pavao vende-se modernissi-
PECHINCHfiS
DO
PAVAO
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de cher para a loja de fazendas finas
deof minada La Vllle de Paris, nra grande sorti-
raedto de azends Un?, orno wjara : cortes de
poit de ehevre com lis'ras escocers de nma e duas
saias o que na de mais alta novidade, ricas pope-
linas de eda, granadme, lns escoceza?, alpacas,
bareges, etc., etc., e nm eompleto sortimento de
cWtas, madapoloes, cambraias brancas e de cores,
organdys e- cambraia imperatriz, e ontras mnitas
fazendas, todo do qne ha de raolhor ne?te merca-
do, qoe todo se vender o mais barate possivel.
Chamamos a attenco do bello sexo qne qnlzer
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
sua protecc. M.mda-s levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas qao nos pe-
direm.
20-RUA DA IMPERATRIZ20
Farl Lessa.
us sciud, proprias para coicnas, e propria- udzir uu ravao veoae-se moaermssi- n j t n^
mente colchas de damasco, send os melbo- mos mantelletes ou basqioas de fil preto,! ^U Qa liperatriZ t)U
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
TAPETES
Chegoo para o Bazar do Pavao o mais
alegara-, sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do que em outra qaalqaer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No acreditado Baiar do Pavao encontra-
r o respeit>vel publico um grande sorti-
mento ile roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas com paitos d'algodao e de linho,
para todos os precos e qua!idades.
Cero las de linho e algodao.
Metas cartas francezas e ioglezas.
Pilits sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Caifas de brim branco e de cores
Dilas de casemiras pretas e de cores, com
coetes igaaes
,De todas estas roupas ba para todos os
precos e qaalidades, e tem de mais mais
om perito
om laco, pelo barato preco de 10*000 ca- Para Tender depressa
da nm, barato. LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
ALGODO ENFESTADO PARA LENgES.! A 500 RS.
No Bazar do Pav2o vend-se o melbor al-'. Chegou nm elegante sortimento der las-
gndSo^inho americano enfestado para len- inbas doJapo, com padroes desed e de
ce?, tendo liso e entrancado por preco mu't boa qnalidade. qoe se vendara a
muito barato. 500 rs. o covado. pecbinena, ud Bazar
ESPARTILHO. do PavJo, roa da Imperairiz n. 0.
No Bazar do Pav5o receben-se nm elegan- poupelinas do apo a 1,5600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melho-! Cbegou um elegante sortimento de lin-
res espartilbos, qne se veodem por preco dissimas poopelinas Japonezas, cornos
moiio em conta. mais delicados gostos, tendo mto lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS com listrinhas de seda, sendo esta nova
O Bazar do Pavao recebeu nm grande fezenda cuasi da largara da caita france-
sortimento dos melbores pansos de croch, za,e vende-se pelo barato prefo de 15600
ALFAIATE
Por qnem se manda fazer com prestesa
e aceio qaalqaer pega de obra a capricho
on goito do freguez, tandon'este importan-
te estabdecimento todas as qualidides de
panno fino, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancas, qar de cor; e qaando qual-
quer fibra cao ficar ioleirameote ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
meoto.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotiimenti de chales da merino de cores
mnito erras com padroes maito decantes
para qnalquer ama senhora asar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem viudo ao mercado, e vn-
dese \>u pre^o matio em conta.
TOALIIAS A 70500
No Bazar do Pavao fez se ama grande
comora da toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, basante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a 1125000, e li-
qnidam-sa a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
cada urna, boa pechiocha.
CORTES DE CHITA
3*200 a 3^840
35520 3&520
3^840 3^200
No B zar do Pav5o vende-se cortes d fi-
nsimas chitas com padroes claros e esca-
ros, tendo 10.11 e 12 covidos; sendo ti-
zendi que vale mr.ito mais dinbeiro e liqui-
da se pf lo preco cima para acabar, na raa
da lujp-ratriz o. 60 Bazar do Pav5o.
BRINS DE CORES A 255G0 e 35500
Ven lem-se modernissimos brins de linho
decoi-cra a; coras fixas seodo ocote
e calca a 55)0 e 35530 eemvara a 1500)
e 1600, pechincha, no Bazar do PavJj ra
da InoT.triz n. 6o.
CORPiNHS BR.VNCOS A3W00
No Bazar do Pavio vendem-se corpinhos
decamoraii brincos bordados, sendo fazen-
da que seojre si vendea a 85 00 e 105
e liquila-sa a 35000 por .esiarera um
pouco naliratados, pacoracta, na raa dj
Impera'ri/. o. i0.
FU>TES DE COR E BRANCOS
Veodo n-se buoit is fusts brancas e de
cores, .roprioi pra vestidos e rcapas de
meninos, eido de cores a 800 ris o cava-
do e trancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo raa di Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 20u ris.
a iOO reis.
a 200 reis.
Ven Nra--a chitas largas com muito bons
pannos e rs La?, pe) barat pfejo de i
200 res n cuad<> ; cortes das mesnas com so/ti-^nto das melhore colcias pretas,
lOcovt.l^s a250'0, pachincha, no Bazar sendo das melbnns e ais ancor>al?.s q ie
t-tn vindo 7^000, dita* un oiko mais
proprios para cadeiras de balanfo sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; vendendo-se por
menos do qne em qaslquer parte.
PARA LENGOES
No Bazar do Pav3o vende-se sooerior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a 1|J800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2)5800 cada metro, pannos
ds linbodo portocom 31/2 palmos delargura
de 720 at 1,5 a vara, assim como nmgaode
sortimento de H^mborgo ou creguellas le
todos os nmeros, precos ou qaalidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqoer parta; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalhade trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 1^600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto maito barato.
CORTES INDIANOS A 455CO.
No Bazar do Pa5o vende-se bonitoscor
tes indianos com duas saias p9!o bara-
tissimo preco de -155 K) cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo vaode-se constante-
mente o melhor sortimento de fazanda3
pretas para luto, como sojam :
Lasinhas : retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Da is lavradas com branco.
Merinos, caotdes, bombazinas, qae Sd
vendem mais barat > do que em outra qu-al-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do ?av5o -vendem.se bonitos e
grande* cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 65001 cada om
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 850 0.
Vende-se um explecdi io sortimento de
finissimas cambraias victorias, por preco*
mais baratas do que em ontra qualquer
parte, eodo cada paca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750JO, finissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mtis dinheiro
e lijoidam-se por este preQO em relac3o a
orna grande c-tupra que sa fez no Bazar
do Pavao.
BABADINH )S
No Bazar do Pdvao vende-se um grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgao de entr maios largos a
estreitos, qoe para acabar se venda moit
em coata e mais barato do qua em outra
qualquer parte.
3BHNSDE C'JRES E GROSDENAPLES.
No Bazar de Pav5o venda-sa nm sortimao-
to co-npleto los mel"eres setins e grosla-
aap'es de todas as cr*s, que se vendem
muito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toabas do Porto com labyrintho,
prdprial para rosto, co Bazar do Pavo
ro-i da Imperatriz o. 60.
Colchas brancis 352 0, 3'500e 75000.
Pa-a o Bazar do Pavi i chegou ubi grande
bi*a 33500 a ditas 3520 i; tamban n-
uiem sorti nenio de crtones e chitas proprias
do Pavio.
A? C\SS\S DO PAVAO
Cr>va-ii. 200 ris.
a MO reis.
a 20( ris, p^ra eolehtt que se oiem 'aitoemeoota.
Vend* -.v ounias cissa3 de coras miu- Srdas de qnidrinhis a 152SO ao coTalo
d'tnbaa p'l" barato Dreco de 200 ris o c>-1 V-iid-i-.se >om ele^nte s*n iooentodesedas
vado,no armaaM do P^vo ra Ja loa- de q'-ai-inho, ron lioliiuas cAres, para
peratri: < 60 I vestido* e roupas a meninos, e vendj.-se
pannos paiIa saias A 1*000, o metro. 15280 cada cosado: pechincha 00
No Ba.di do Pav3o ?en-le-se bonitt U- Bizar d p^vSo.
tenda w^ra .-ccorpada fiara saias, sendo Madapolio enfs'.ao a peci 35100.
com ha m e oregas le nn lilo, 'ao-lo Vende s-j pecis da mil'p II e fealn.
alajrgur< I. tama o comp i ntoto 'la t"n ;o 12 janusc-tda p^a 3) lOe 3550'),
saia, qii-l ^e i'e fazer com 3 ou 3 l|2 ntvnincha, no Bazar do Pjv i ra da
metros -.n'p-sea 1r>, 1528) a 15d);
asiitu c'i i so ti'i me meni s *--n e bonins sai s hrancas bor-
dadas, t i! > '| Miro o.) H.08 c de la !- cr-s j p'-m a-, ami> cu:
barras f reo sdam-- M.fa^nda4OiJO,
e oo.li <>5 elIFO ,
-vRN'.MiA.
i na ra,-
Imp:>^ W, Bazai d.. Pao.
lm i a.riz ir. I.
i'.HALKS uE RENDA.
Caes 2 00 .
Chales i *'00.
**<* 2000.
Veud-se orna gruida mcio de chales
i -'Ih rsn I i crochr, s;rdo preto-
" hs, f.z n 11 pro sa tan*
' '' > i lid -j:' O cada om.
B s r ti-i a'rja da
t \ n. 6 i
cada covado, no Bazar do Pa-Io.
AS POUPELINAS DO PAVO A 25*00, O COVADO.
Chegoo para o Bazar do Pav3o um bo-
nito sortimento das mais nodernas e ele-
gantes ponpeliaas de linh* e seda, que se
vendem pelo baratsimo preco de 25000
cada uto covado, assim como ditas com
gotas escossezes a 25400, pecbiucha no
Bazrr do Pav3o.
' SEDAS A 25OOO
Chegoo u a elefanta sortimanto de boni-
tas seda de listrinhas, com as core mais no
vas qua tem vindo aa mercado e veudem-se
a 25000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bazar do Pav3o.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI*
RAVEL.
a 250HO, a 25000.
a 25500. a 25500.
a 25O00 a 25O0O.
So no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitissimos cortes de vestidos
de phantasia com liodos gostos, sendo fazan-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a n3o ser nm granda pechin-
cha que se fez na compra seria para mnito
mais dinheiro, e li.;uida-se a 25 e 2550 ,
unicamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 BS O COVADO
Vende-se delicadas 15asinhas transparen
tes com listrinhas miudinbas, i imitacao de
urna s cor e muito brilnantas, pelo bara-
t ssimo preco de 400 rs. o covado, no Bj-
zar rio Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 BS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasiabas com dilT-
rentes gosto pelo barato preco de 500' rs.
o covado, no Bazar do Pavao.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacs brancas lavradas, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bizar do Pav3o.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 360 E 610 RS.
Vende-se om grande sortimento de lin-
das alpacas lavrauas de todas as cores pira
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6i0
e ar mil e tatitos res o covado, no Bazar
do Pavao.
BABEGES DE QADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vaiide-sa as mais li >das e modrelas 15a-
sinhas cu bargas da quadriohos, proprios
para vestidos, tendo qua>i largara de cbita
'rsnc^za. e 1 qoidase a 640 r3. o covado,
ao Bizar do Pavao.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se beatos merinos de urna 86
cor com cores mni'o proprios para vestido
e roupas po.a cranlas por ser orna fazen-
da d', pora la e muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pao.
GLACS A 15o00 PARA VESTIDOS.
Vende-sa um elegmte sortimento de.>ta
nova fazenda denominada glacs sendo urna
fazendi de la amito larga e com delica-
dissiraas coras, teado tanto brilbo como a
sedae vende-se pelo barato prego da 15,
cowdo, no B izar do Pavao.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se cortes ne ca^emlra inglaza de
cores para calcas sendo f;zenda que vale
muito mais dhhero e liquida-se a 75000
o co-le de caifa, no Bizar do Pava o a ra
la Imperat'iz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES A 45, 55,65, 85, E 105000
Venda-se fiuissnuas camb aias suissas, d*\
moita phmtasia teodo 9 viras a 85S09 e
1050011. Ditas bis.;r da muito floa a 5*. 65 e 70000. Dita ri-
oissimas azuhdinbas, qae v^lem muito mais
-linheiro, a 85 e lUfJ i .: t idas estas cam-
bras, em rela^ao a qualida ie, pelos pre-
cos acma sao mais baritas do que em ou-
tra qualquer parte, no Bizr do Pv3o.
CAMBRAIA ALLEMAA COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A UGOO, U E 8*300.
Veoie-se rlnissim^ cambraia branca tran
pa ente com 8 palmos de largura, qae fac
lita f.zer-se um vestido apenas com 4
varas e h (nua-ae a 11600, '5 e 2550o ,
vara, fa/enda qaa v.le moito mais diubeiro.
pechiichriio Ba?ar rtn Pavo
CAWBUaIA TBAWsPARENrE
Peca a 45-00
vender muito fiu.s pecas de cambraias
brancas transparente, toado8 I,i tanaca-
Ja |it*ga e com um van le largara a ui
ii.acria, tx,, Baar dj Pav3)
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chfjjada ao
mercado, por prego rasoavel : no armazem de
Mapoel Teixeira Ba?los, rna do Commercio o. 13.
A um
A ra do Duque de Caxias n 21
(ANTIGA RA DO QUEMADO)
Recebeu segninte :
Empelos grandes doarados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e port-cigarros de mnita
qaalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costara com sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartamga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegrapbistas.
Commodos toncadores com daas gavetas e bom
espelho.
Port boaqaet, o que de melhor tem appara-
eido.
Port relogios delimitas finalidades.
Bons talberes para chancas.
Vostaarios, chaporinhos, toacas, sapatos e meiai
para baptisado.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e cbapelinas para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chaporinhos gorros e bonots para meninos
meninas.
Contra as convulsas nas
cricncas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, rna do Duque de Cixias n. 21.
PARA UNGIR CABELLOS
para pretos oa castanhos, recebea a Nova Espe
ranga a verdadeira tinta insleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
oa pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeire
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanca, rna do Duque de
Caxias o. 21.
PAPEL PARA EXFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os mnito lindos a Nova Esperanza, rna
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem' a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz
chegaram:
Foqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 23, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabuco caes da alfao-
lega velha n.-2. 1* anda.
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na rna Direita
\ botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios da veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bera como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano iodado, de iodareto de
ferro de Blancard e as plalas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable.
digital de Labellony, pilulas ou confeitos de bis-
malho de Cnevrier.^e outros medicamentos cuja
proflcieneia quando empreados nas doencas da;
vas respiratorias, nas dores rheumaticas, na
amarellidao, na falta completa ou irregularidad^
de menstruo, nas diarrhas, doencas do coraQao
a do estomago, tem sido e incontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentarle?
>u aso qae diversas pessoas delles teem feito, as-
im como das pilulas denominadas bravinas in-
oraparaveis em sua efficacia nos acomraettimen-
los febris oa sez5es; existindo tambem na mesma
casa, alm do sufBciente quaniidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
ohaca e pincis, que se vendem por menos do quf
em outra Darte.
Qaaado a AGUIA BRRNCA, mais
MVD4K
precisa scientificar ao respeitavel
geral, e em particular a sna boa fregneaa da immensidade de objectos qoe ol
te tem receido, jnstamentefquando ella knenos o pode fazer e porque essa falta lar
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderfo e relevara*
contiouando portanto a dirigirem-se a beia conhecida Ir ja da AGIA BRANCA roa 4
Queimado n. 8, onde sempre acharao abni|daDcia em sortimento de snneriorida m
qaalidades, modicidade em precos, e o seannnea desmenttido AGRADO E SINCEODADI
Do que cima fica dito se conhec^ que o tempo de qne a AGIA BRANCl pd
aispor, empregado apezar de seas custos qo desempenho de bem servir a aqoellea qoe
tiooram procurando prover-se em dita loja do qae necessitam, entretanto sem iiiiiman
rar os objectos que por sna natureza s3o mais coohecidos ali, ella resumidamente indi-
cari aquelles caja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveia. ce
bem seja -
Corpinhos de cambraia, primorosamenti
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qnaf
lidades para cintos.
Leqnes nesse objecto mnito se poderiii
dizer qnerendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n3o massar o pretenh
dente se lbe apresentar o que poder dfc
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipore branco e preto de diversas qna+
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
('.apellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande 6 constante sortimento de dita,
sempre melhor qnalidade.
Lindos vasos com pos de arroz e pinsel.
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados pa-
ra circular o erque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madrepero
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinhoa.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos coa 48 vistee, m
quaes sao movidas por um macbiniaiD
urnas substitnem as ontras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados eo
podras.
Ditas de raadeira envernisada com viso
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brnquedo d*
enancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
mmnmmwmwsmm mmMMmmmmwmmwm*
t
I
0
31\. 3 A REA >0 G4BUGAIV. 3A.
AMTIKU MOS 5
Com este titulo acha-se aberto el inteiramente traasfdrmado este antigo
estabelecimento de joias, oode os fre^uezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem ioventadojna arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico) venha ver o que existe de melhor em
aderemos de brilhantes, esmeraldas, obins e perolas, meios adertecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anaeis de iodas as qaalidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se) e concerta-se todo e qnalquer objecto
pertencente a esta arte.
liUll
8
S
m
i
A ARARA
ATTBNCAO
PARA
COSTURA
Acabam de chegor ao GRANE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova o. 2carneiro
viannaum completo sortimento ue ma-
'huas para costura, dos autorts mais co-
uliecidos, as quaes esto em expsito oo
mesmo Bazar. grantiados-e a saa boa qu<-
lidade, e tambro ensin:-se com perfeicao
a todos os compradores. Estas machinas
sao guaesnoseu trabalbo ao de 30cslu-
reiras diariamente, e a saa perfeicao tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se iraiidltius ezecutados pelas mis-
mas, que muito devem' agradar aos preteo
dentes.
A' pa da Imperatriz
. 60.
0
i
uo i.vao
sit >
:
ii
ctf 12 u.-60, esta5 cons>intemeate afiorto
9 da noute.
ii
E' HABATO
Pra acabar.
lanfn* *j3* r- n raeln. *''W "tri senhora
^ivrlt*;'^" branco< abmhdos a
itm, if Um e 31000 a Huxia, dit .s brancos
pude abaaha.il.)s 3*. 3IS0) o\t*>\vU, m-
lapolSo frarteei eoq 20 varas a peca t.
braiith le <*** m M M. ocovad ., r
vraras aWt, Jt e im 0 Ci|VlJi mm r, n.
ead. propri) mrs eBu4o, bteoU o
raiubria> b-a:?s a 3|. ftM, 4*SO, 3t, 01
U aliMi. de ^(a pr.)pri, ^ra .
os a IW in. e *Mmyt corteV de
vade* a 3f tthalw ,|.
ua ra do j^qua da
numero 23.
Loureoca Pfreira Mendes Guimar5e?, participa a todos os seas devedore
tanto da praca como do mato, que estandi l qoidando suas casas commerciaes. o qoe
deve fazer at o Om do correnta aono, por lsso roea a tedos os seus devedi res a virem
saldar seus dbitos o mais breve possivel; jiutro sim, declara aos seus devedore*, que
os que rao estiverem na loja tem Ce pagar jodos os seus dbitos, pro\ando isto se Jara
o abatimento que fjr preciso para a liquidajcib de suas dividas, para isto podero di-
rigir-se rea da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para calcas, baloes be arcos a IdOOO.
itS1"8' C6rles da brins de cores a' Ve^de-^baes do ll a 3)arcos a Id
IcoOO; cortes de gaDgis para caifas a ij.je 155 ; cada um. Cortes de cassas em
i preta para calcas a papel a 2.*5<):i cada um, para liqud.r.
i Bramaote de linho e aig :d) cem 10 pal-
! mos de largara o 15SU0 o metro.
I>an o de Hobo a 700.
Vecde-se hra uante da 10 pal-u s de lar-
gura proprio para lences a 258X) o metro.
Lenres de sed i a SO" rs.
Vende-se ana porco de lencos de seda
a 800 rs. cada ara.
C bales de csssj a l^OCO.
Ven1e-se urna granoe porcAo de chales
de cassa a l;$t)"H) cada nm, para liquidar.
Fustu a 360 rs.
Vende-se fusiio de cores para restidoe
360 rs o covado.
A!god3o enfestaio a 900 rs.
Vend-se lrodo enfestado par-a leofss
tcalha a 900 rs. o metro, oito transa-
do a l.-J-O >i n-tro.
Chales de meiin estampados a 2000.
Viole se cnalea de merm estam a los
coi barras a t&, t&'QO e 35 para acabar
Gnnte pnrcSo d nt Ihos.
Vnde-se grmde porcSa de refalaos de
cas-as e chitas a 240 rs. o cralo.
3(J500, 44, 5r5 e 6000.
Crt-s de chitas a 2:300.
Vende-se cortes de chitas para vestipos
a250D. Ditos de cas^a para ves'idos a
25500.
Pecbin-ha a 4i5000.'
Vende-se pegas de algodo a 45, 5,5, 65
e 74C09.
Pora liquidar a 3.-500.
Pecas de madapoio com 12 jardas a
j-5500. Ditas de dito cim 24 ardas a 5i,
65, 63500, 75, 85 950 '0.
LIQUIDAgAO.
Pecas de algodl siuuo de listra proprio
para roupas de e.^cravos enm 42 jardas a
6^500 e covado I6U r?. pira liquidar.
Chitas escaras para vestiJos a 280, 320
e 309 rs. o covado.
Para acbar.
Vende-se pp$as nas a 65, #800 e 7*000.
E' muito b:rata.
Cohrinhos de papel a 240 rs. a doria.
Cortinados p ra janellas a 55000.
Vende-se cortma.os p-^a jiplls a 55 A festa est na porta
o t>ar. Brim pardo liso para caiga de ser- Roupa teita ensontrarSo
veo a 500 rs e metro. Por ^recioho razoavel
Cortes iie percales a 65000. Todo* se enrouparSto.
Veade-se cortes de percalas d duas A SABER
iias de bonitas barras a 65000. Liquida^' de rdapi frita.
Cioertas de chita. Venle-s v* iuits deoriosino de linho
Veade-se a 15>00, ditas Ihai a 253 K), (iropiiopira andar em casa a 15500 ; di-
das eocirnadas e alamisiadas a 3550O, vo> d- ganga a 5O0O ; ditos de mcia ca-
ditas forradas 55000. senm 3 .-000 ; 'utos de a'paca do cor
Gangas ^ara caleis a 280 o c.vado. a 35500 e 45.03; ditos de panno Gao
Rri n de listra ao lado para calcas a 400 pre o i 63. 85 e 105000 ; ditoi de case-
rs. o covado. miras de ire>, a 65 e 8#kio ; coiietea
Uncos uranws a 25000 a dnzii, para li-' a-* cassuct de c ras, a 15500 ; ditos de
q i. cidj ama pira liquidar.|seminas de c-re, a 25*00, 3} e 4*300.
Cassa< francesas a 280 ns Cdcas a/.u p ra escravos a 50) rs.; ditas
V nda-r-e casst-, franwzai pa.-a vest doi. de agola rao 1*. lisira a8K) s. ; ditas
a z8 e i20 rs. cquA-, de nrim par m a 15000, 85e S*530 ; di-
Ofiwndyi ie co-es pan v-tiias a iOo'tU da dt< lira iw de linho a 3d:.OD e W ;
- 640 cova lo. casj tir.s de cores a 59, 6i 7*
A mes de eres para ve'i io a 500 e i 85 ; <" aisas de ciita a IjOj ; dl-
i i' Q i'i '. i ts di I oiii'sio, proprias jura o ser-
gin'iai partvp.il.. .j, \ u e 3*0 v.-. por r f oda for.e, a 15^>; tss
va'li>. ri) io .su La 1 1J80 n. P.ra kjaidar *
O ot u p.tirio da oia leiomraa4< \nc\, da-.a'a respeitavel pob'
k *
s fre ;a*,>*< pie e-t ij. lora lo *n hq o 1
as 9 da ndute.
P 'pe!
li, ddsjo as 6 loras di
Iaen qJzar m mir-sa da
se a roa di loipinr.-. o.


Diario de Peraaiubuco Sabbado 29 de Outubro de 1870.

m
I



I

No armazera de Milis Lathao A C.
Crui n. 2% vendase :
Lona larga d>30 polcadas.
Dita estrella Jo > Jilas.
Sacus v:tv.o> p.ir as^iicnr.
Sellins silhde? c ari
Vmho de Ii >rJsaux llaoem caixa.
Sabo i/tjflet i tn caixa.
Sabnneles dito dito. *
na ra da
Farelo
4:200. ,
Saceos cora 100 iibras d.- superior farelo
dlo barato pteco a cima indicado, na nu-
da Madre re Deus n. 7.
Pota?sa nova ds Ras^i .-. 200 r<. a libra.
Cal do Lisboa.
''.ora i'in v
I >ita em grama
ViGho do Porto superior engarrafado.
Blinde dito bom i !em.
Hilo mus atel de diverjas marcas ide:n.
Dito tinto Palmelia superior Jera.
Dito dito Vennoeira idem.
Dito dito I*y4u dem.
Dito L>r;inc CarcaveUos idem.
Dito dito Iiucellos idem.
Caldejras ile forro fundida para ei:"enh;ia.
So escriptorio de Oveira FiIIk i C. ao
do Oorpo Sauto u. 19.
Jos de Souza Soares & C.
UUA BO BABM ISA TIT2CDfc
(OUTKOKA NOVA)
Apresema-se raetam rphozeado no que pode haver do mais bollo o agradavel em fa-
zendas afinas para Senhoras artigos de alta moda ero Pars tanto para senhoras como
para horneas e meninos.
Miudezas afamadas, perfumaras especiales, vsriedade de lindos objectos para me-
amos e brinquedos para crianfas.
CHANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-so rauito emeonta e maada-se p r em pregad s do estabobciment fazendas
m casa das Ems. familias aflu de melbor escolaerem u que dosejarem. .
largo
i

LOJA [10 -PAPAGAHr
DE FAZENDAS E RQUPS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 40, esquina do be co dos Ferreiros.
IWJA
DO
GALLO VIGIL;
Roa do Crespo c. ?
Mtofe
0 proprietario oeste novo estabelecimento communi-.a ao respeitavelpublico
uosia cidade, e especialmente as Exmss. famis que est liquidando per preces bara-
tsimos as antigs fszendas que existiam necto estabelecimeito, alm das que abaixo
vao relacionadas, cujas precos meecem toda a alt ngo do respeitavel publico que nao
aeixardo com pequea quantia refazer-se do qnalquer qualidade de fazendas que pre-
cise. I revine-se tambern que a mesma luja tera feito sortimento d fazendas moder-
na?, e continua a sorti-se das do mais apurado e escolhido costo, que vender mais
barato que qnalquer "outra luja.
7 Eua doQueimado 7
4CTAC
6

0
m
Ros sedas do eoress a 10600 o
j tsovado, lilos puilodeclievreslar-
' grs rom list as de eda a .100 reis
o covado ; na loja das Cillnmnas,
ra 1."' oo Marco ( orir'ora do %&
Crespo) n. 13, de Antonio Correa
de Vascdiicellos.
Acabaa e
sabir a
uz as se-
gas para .
I ".000
lima-liada walsa d'Anliti
Id .I f realidad* i&uiii bi nita,
pbauUisid puto &tUO Cazal-
bore
PostiihJlinda phantasia execnta-
da 'com grande applauso pea
muMca allmaa
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqui lem
Bailo
ACABA DE PUBLICAR-SE
a cjecco da msicas dos cavallinbos para
E' chegado a este novo estabeleciraento o mais bello sortiaiento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blunl de,seda riamente bordados.
Gorguro de seda brauco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de ia e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Litas de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim. v
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desanos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para iomcns.
D tas inglesas para homens o meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
i tnfadonbo mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para gnarnicoes de salas, alcatifas para forro' de sala, e o
rrande ortimeulo das acreditadas e verdadeiras
Esleirs da India

j,$ooo
4o00
1;>000
Recebau niais grande sortimento de mu-
sicas para piano, e piano e canto, o tambsm
a opera
\ mm
para piano e canto, e tambem os melhores
pedacos p?ra piano $ composicao do illus-
tre oempesitor brasileiro
Garlos Gomes
qoe tanto furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A" VENDA NA
um
3 podas n. 53, ra Dircita, 3 p rtas n. h%,antiya\
hja do Braga
O abaixo assignado, dono deste antigo estabelecimento, tendo ero vista apresentar
B completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar buscar em -
BB diversos ponios da Europa os melbores objectos de seu estabelecimento dos fabricames ^
mt m;us conuecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seua numerosos fregueres, m
fa virem se ervir dos objectos de -ua carencia, ai-nde encontrarao por mecos 10 0,0 do cm
em outra quali|uer parte, um sortimento completo de machinas para descansar algodan ^
do bem conhecido falricante Cotlorr Gin & C, ditas para costura, motores paVa animae, JS?
ditos para fogo, moinhos pira caf de lodos os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas de gg
5 dous canos e de um, tanto nplezas como francezas, louca de porcelana, facas e garfos ^
B re ders5s 1Halidades e Pre?os, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, pape e B
limalna de ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; assim como encoritrarao constante- i
mente graude porcao de fogo do ar, e recbese encommenda de fogns de vista, alera de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-lw : venhara a ra Direita n. Fft
Algodosiaho com 18 jardas a 2300 a
peca.
Wadapolo enfeitado com 12 jardas a 35
e 35500 a poca.
Dito de 24 jardas a 5)5000 para cima. '
Atoalhados de linho, e de algodao tran-
cado?, e adamascados por procos comino-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 S. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
ocovado.
Ditas rcais Gnas a 560 rs. o metro.
Balos de mussuna a 4) e 500fl
Giiardinapos de linho a 3$500 a du-
zia.
Bramante de nho a 2^500 e 3-5000 com
iO palmos.
Dito de algodSo a 1800 o metro.
. Meias para senhoras de 4003 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 3;>000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Colchas da fuslo branco de 35200 para
cima.
Ditas de cor de 35'300 para cima.
Toalhas de rosto de 300 rs. para cima.
Cobertores de la finos, a 8* e 10:000.
Ditos encarnados a 4o03.
Ditos de algodo a \SSOO.
Cmbraia tapada meito larga com pre-
sas e bordado, propria para sa-as de senho-
ras preco barato.
Lazinbas Irentcs trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inkiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e pregos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o covado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 i-s.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4|$O00.
Ditos de organdy de dito dito a 8O00.
Cortes de 15a da Escocia a 6,5000..
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de raeric lisos a 2,5500.
Ditos estampados de 4&>00 para cima.
Cami;nbas de carrfbraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 3,5000.
Brillantinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guifio at o maii fino.
Lencos chiaezes a 3,5500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 2-5500, mui
to finos.
Fil (tranco e preo, liso e de salpico.
. Cortes de cambraia, bfancacom salpico de
flor.
Ditos delliso a 55000
Tarlatanas brancas,-e de cores.
Pellos de linho bordados e lisos de es-
gi)i5o.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravv.ti.
Punos de linho para liomem a 1(5 o
par.
Colarioboo de linho lisos e bordados.
Grvalas pretas e de cores, tamo em se-
tim como em seda, ha de tolos os gostos e
(sitios. .
HOUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO..
Sor'imento .' roupas feitas de todas as
qna:idades, e tritios-, para precos commo-
dos, c qcem comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e lisiras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brius brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qualquer obra a vontaie dos freguezes,
qoer para homens ou meninos, e por me-
nos proco que qualquer outra officiaa, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-semu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qnalquer obra da sua arte,
rtcahindo a responsabilidade sobre o pro-
prielario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a qoem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acba-se aberta d
horas da manhaa s 9 horas da noute."
Francisco l'eixeira Mendes.
h'd, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
mmmmm mmmmmmmm
m
ao
A. J. de Azevedo
k RITA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. 11).
Covado a 160 rs.
Cambraia franceza para vestido cora pequer
toque, covado 100 rs.
Dita dita dita, covado 3?0, 400 e 500 rs.
Chitas escuras, covado 280, 320 e 3C0 rs.
Lia para vestido, covado a 200, 240 a 500 rs.
Alpaca de listas, alta novidade, a 1*. U, i{.
Camnraias brancas victorias e transparentes,
peca 3* a 12*.
Algol o.e madapilao, peca 5} a 10t$.
Moli-kinf, bzetda nova ara calca, corte a 3.
Corles de vestidos brancos com barra de cor,
corte a 2/.
Saias bordadas, grande pechincha, a 2 e2500
Boatembariae* de alpaca a 15500 e 2|.
Na loja Flor da Bja-v ra da Imperatriz n. 48.
Fogao de patente.
Venden em caa dos importadores Shaw
Hawkj- & C.rai da Cruz n. .
Faffiihe de mandioca da Babia.
fea para tou muito nova o superi'T,
em tmtr*i, i preco mais commodo do que
em outra qualqaer parte: Joaquina l-
Goncav.s Bvltrlo. no seu escriploiio ra
do Camubfaa u. 17.
CEMENTO
O errfedeiro pnrtiaad. S se vende.na rn* da
Madr- d Debo u. 2. ariuasam de Juo Martina
Barrnt
eode.
o largo da onha.
bem alrcgoezad* e milito
priBcipiaw po, ter poaeos fandos, e m, feh de
n-e eooi a'fnro fuado taita m pndtu hibilia-
Cai nov* .a) Cunta ltauoa & L, a ra da atufa/*'n..
3t.
t-, raa da JUdw Bens
EWGEMEEO
Com fundip
RA DO BRi
Passando o chhfariz.
Chama a atten(2o dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos t
;om especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionaudo ihe h8o de fazer melbor apre-
;iaco do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redueco em seus preces; e que
tem prompto toda a especie de machinismo e outros objectos para a agricultura.
Rival sem segundo,
ra !)Ktn:i)i: cavia* n. 49
(Antiga roa do Queimado)
Continua a vender tudo muito bom e xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
uln hiraln a cahur ... -j... j *
Bival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
Eston disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai


Os proprietarios de?te :
cimente, alm do muitos
postos a apxeciarSo do rr
darara vir e arahem i ret'eber pelo i:
da Eurtipa um completo e vanado
finase mni dclicaas i
tao resolvido? a vender, con
por pregos muito bjratlclios e co
o.> com tanto que o Galle...
Muito superiores Javas do r tilica, prtrs
cas e de mni lindas c *
Mu boas e bonitas. *~
nhora, neste (eenro o que to de m
Snperiorea nenies de tartaruga pai
Licdos e rknissirnos
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de c'.r
Ihos e em eilos; esta faicuda i < de mclflof e mis bor'!.
Superiores e bonitos ljqu.:? d -
triarrm, sndalo e oeso, sendo ?<.
com lines deaeonos, e este* pretos.
R'cito superiore3 meias l!r> d
nhoras, as quaes sempre -
a doziti, entretanto qoe sin a< por M,
um daaUs, temos tanbem
outras aualii'ades, tre as j-jcs ,
finas.
Bo:is bencalas de snperlftr ca*
casta a do murfim cun !,n;lau. c cncaiita-.
rar d) mesmo, i
pode desejar ; n n <.;: U:
ahiantidade deontr;squal a-
aira,BaJeia, osi >, borrar! i le. etc.
Finos, bonitos e ai/osos az t
de outras quaJ.;
lindas snpsrioref gu I
paraaogurtr as nulas.
Boas netas de ceda pera senbora para tomo-'
as de 1 a 12 annoa de ida
Navalhas cabo de marm e tartn
barba; sao muiio boas,e da mak a nai
randas pelo fabricaute, e nos por :
bem assefuramfrs sua qnalii'ade
Lindas e bellas capillas para i;orr.
Superiores arnlha: para uiachina e pt-a
Linha muito boa da peso, frouxa, pai
lalyriniho.
Boas baralho? de cartas para vo
como os tcntos para o mesr.io i'::n.
Grande e arado loctanento das melhr per-
umarias e dos meihorcs e uiais c-.... pci-
jkunbtas.
G0LA1BS DF. ROniL
Electrices magnticos cwir;. ate ".
facilitara a denticSo da> inenrer.!. ;
mos desde multo r> oam
rollaros, e conlfmum a r
vapora, ai'un ai qae nonca fattem
fomoj tem acontecido, asjftu p .
les que delics prw wrem, vir ao depci. .
Udunte, sonde :-j:;.. re encontrao i
deiros collares, e es qu
para que ,?.o applkadoa, ae tender;;', c
dimicuto lucro.
Rogamos, pois, avistadoi bj
declarados, aon nossoa ir
comprar por precoa moito ra ...
vigilane. ra do Crespo n. 7.
muito barato a saber
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a........, .
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a..........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a ...... 8;>000
500
CO
I#00
PRECIOSA DESGOBERTA
O TNICO DELSUC que boje apresenta ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue urna superioridade
incontestavel a todas as outras preparages, que at hoje tem apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilhante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fa/endo cora que apparecc em bom estar impagavel.
Esta agua comp5<-;-se de substancias cuidadosamente escolhidas, purificadas, e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disio combinadas de modo tal a dar-lhe
nma aeco verdaderamente efficaz consoladora, e benigna.
Derrama-se esta agua na cabeca, e esfrega se levemente; immedialamenle ficam
os cabellos hmpos e com um brilho magnifico.
fleposito
smente em casa do autor, Andr Dhaz cabeileireiro de Paria.
Ra 1? de Varco (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
0 xafope Vegeta] -jj]
#T^ Mi aiW na '
34.RUA LARCA 00 R0SARI0.34.
Carriteis de linha Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de botoes madepersla fi-
oissimos .......
Noveilo de linha de 400 jardas a.
Caixas om 100 envelopes muito
superieres a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinleiros com tota preta aSOrs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco cora agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Cartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha serlidas de todos os
nmeros a.......1S800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......2)5420
Caixas de palito do gaz a. 00
100
500
500
500
60
600
240
100
200
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
Hol eoMomaiaot pwenrr ueitido para acreditar
acMoa jreparados, e dciamoi qae toa applicacio o
minado obtidos polaa peaaoasqna dignaraiDicctiU-
2L.S. *" ,wdi* *T0*; PoniM ** "*Pn
UMKadoi cooaHjendo gritnilos, Mu qoe lauca
"eWHniiio; mat ni qnereodo ofaiider as pea-
22?S2ti' otlMmut f>aUlM "afciido-Ui
TTUt.
icho hoj. r,Sukelecdo con, oZ^J*i?2
. S. am reeoflheeinenu. D, >. ,. ^TrC
ltrd.r e obrigado. Haoocl Anlonio Vieui JWor
-8oaeaM 20 de abril df 18G8, "i"'amor.
liims. Srs. BirtholamM C. -P.itatito*ioeon
) Um 9M m mm de acooMifer o ase 'de suoh
Vegetal Americano, de na eompoaiclo, oaane i
irtit bMtaoie deente de ca coastipacio qu .
tomn completamente roneo qne troiue ama fertt
tese, e ate mpoaaibiliton de comprir os neos devert
de canter de emprea lyriee, fon agradecr-U bui
completo reeUbelecimeato, qne obtire com nm t idra
do mesa xerope, depois de hover recorrido a biTm
tratamentos. Desejarei qae ootree eseaa M recerm
ao sea iarope pan ee Teres alitiadoe de Uo UrrZ
iUMMauJ. lU f.(l ...i. .;. *>---- _. *!*
iacemmodo, tt bul aeete pas. Com maior rtaiieVi.
raeio contiae a aar de Vv. Se. aiuate. UMnLTI
^rigdo. UU Ckmmu U*iZZS
Ulna Srs BerffcotMMe *C -0 xarope Vetdul __
:.o qae S* Mes esfau t va.de S\tZ
ca pira cnretlfe efeauaa. caaonu iU"
pera enratit d'eaUot, caaorave beenei
ndo-e a ateaer de
rica no
eaeia
pHcani ___
ai.no; iettae d'eeee aefdlo,'q*atr"loa]i,
eiecdenie e daos toaos tea Miitk iii
de grande nomeada. Oseeran pois Vt
expreeeao lunweu sinre de ai rJ^
eriiori eertieo ota lee preaursai M ,
larope, acrecUttodoaM pera da V fi>'
atteata e obrtgado. imeric, iCw.mJSI-^'
iieeif* 3 de aatabra da li8. ""***'
Ro!- nte-rheau tico.
Remedio efBcacissimo contra as dores rbeuraa-
ticas ate boje o raai; conhecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO um dos medicamen-
tos que sua ..'-IBcacia as enfermidades, tosse e
sangne pela bucea, broncbiles, dores e fraqaeza
no peito, f-cr-buto e molestias de ligado, que me-
Ihir t.'ni a.r^vado.
TINTINA DE MAR ATT \SIA/ A celebre rail
de uiarapuama, coja, enargia e eficacia as para-
lysias, iutuipecimento, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos e.es preparados se encontram*,na phar-
maeia e drogara de Bartholoraeu A C, nico de-
posito na ra larga, do Bosario o. 34.
RAPE.
Paulo Cordeiro
Tende-s rap Paulo Cordeiro fino viajado, em
Jatae. raeio flrogao e vmarinho : m deposito da
rqa do Vigano a, it, j andar.
Grande pechincha.
Ricos forte d cambraia bordado com K> vara
a 74, alpaca^ lia de atwae a 403 e SOO n. o
#, foja de>LoJta. Pcatea 4 C^^_________
(Ho^de rieino
,wV7,4r.'*er0te# $l**''- m rna da Cadfaht.
Uu do Recife n, i, |* andar
eos admirados.
120 Dazias de pr!tos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com oleobaboza muito fino.
Pacote< com p'>s de arroz o me-
lhor que ha a...............
\'a\ albas muito tinas para fazer
barba a....................
Caix< de linha bran do gaz a..
Vara do franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com peonas d'aco de rerry
superiores................
Lencos da cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
patalo .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a........
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......3,5606
Pecas debabadinhos com 10 va-
rasa.........
Pecas de tiras bordadascom 42
metros cada pega a 1^500 e.
Pecas de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca Usas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de mias cruas para me '
nos diversos tamaitos a. .
Duzias de meias brancas moito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralbos para vultarete
Sylabarios portugueses a. .
Cartes com colxetes i carreras a
Aootoaduias para col le te diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha par- machina a.
Libras de pregos fnncezes todos
os tarnanhns a......
Pacotc de papH non 20 quader-
nos ..........
Ra?roa de pap-i panta super nr
Resma da papW 'i mntin .npe-
rior a -........
120
320
320
320
1,5000
500
160
800
100
700
400
500
2(5000
500
500
500
40
500
320
4*500
20000
10500
30000
400
20
400
50(
40
20OOC
240
400
40000
30P.OD
Espaa ores \e palha
Saperieres al#l) mu i f!rwi-m n. 25
~T8
ira f relijiios.i
Fohinl i3 p r
Fotbiotaa.de P
a 3tO rs.
Wainlvte da R
re
Polbiab,is de*0.
UVI
(ti-
'.-'Hineri. Guian
joordeiro pre
Hua do Quesaac -. <. I
Novo e variado soilnento de p^ri
linas, e ouiros objectos.
Alm do completo sortimento u.
marias, de que etectivamere est .
loja do Cordeiro Previtier.ie, ella i
receber um ontro atvtmento qne
ootavel pela variedade de objectos, s v
dade, qualidades econmodiua'j;
eos; assim, pois, o Corueirc Pr n i...
e espera continuar a merecer n ap
do respeitavel publico em gend a
boa freguezia em particr.br, n-
lando elle de sua bem conaecid
a barateza., Em dita loja ai
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coadr,v\
Dita verdadeira de Murraj & i.
Dita de Cologne ingleza, buii iiii
ceza, todas dos melhcres e mais t areda .-
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toac:.
Elixir odontalgico para conserva;
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qiaiidadc I
ros agradaveis.
Copos e latas, maioros e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transas -r.r
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, ameriesuo:
francezes em frascos simples e flntmtnitni
Essencia imperial do fino e agradare.
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igea
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qucliciio
com escomidos ebeiros, em irascos de ^6
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiorea e fflencr:
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em t~.
ras de meninos.
Ditos moito finos em caixinha para b.:.
Caixinbas Com bonitos sabonetes imitai...
fructas.
Ditas de madeira invernisada coate
as perfumaras, muito proprias para p*
entes.
Ditas de papelio igualmente bonitas US.
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, i
moldes novos e elegantes, com p de nr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dente*.
Pos de camphora e outras iiereai*
qualidades tambem para dentet.
Tnico oriental de Kemp.
Anda ale ceqnes.
Um outro sortimento de coquea de i-.
vos e bonitos moldes com filete d<. dr
e alguna d'ellea ornados de flores e '
star todos expostos apreciacSo de q.
>a pn venda comprar.
00! .UNHAS E PUNHOS BORDADO::
Obras d* mmtogosto e perfe,"
Vi v el las e Atas para cate
* nado sortimento de tacr
i!., Buiv*< boa escolba aogost.
prdor. '
Jo <|uiiiiR<.drnies Ta-
re de Mein,
l'KM RARA VENDER
'npl in. pr*ca (ti(
n C
S
P

tno eni fulh
fu inu.if, e venoV m
"' < >l"S pitnajrt'diiria
I <\e Ll bou
mk

\\ EZ^.
das on
rmStfto-

(iropria para f>ien-
'a I i'perairix n. 13 A.
SWPEIUOK (1/xF DO CEARA.
?ania-H na na, ... Ifanraez de 01 inda o. 40,
eMrptfrtf4CnalaA Maata.
la Ru*-
taiaai M t
Borl >x.
1 Todo d> v #tr) rn-i
utra qoalp'iT par'
Veode se n<> rae de Capibarba, lu,
Ponte \ elha, pedra-ronlatinba de caMB^BlB
o palmo.
*


8F

r
I

Dinrio de
------f-
Peroamfcuc Sabbado 29 d* Oulubro de 1870
rw

VAREME
Guerra franco pimslaai
(reatares do onde de Bismark m
Representantes alemeles
fco mesmo lempo iv conheciment- 'Je
te tr. Thiers estova ensarregadh. (j urna
aisso confidencial junto do acamas cues
estrangeirns. Creio'poder suppr que u sen
fim ser por un lao demonstrar une o ;i -
toil governo parisiense est uimado do
amor da paz, e por ootro sonfcttar a iulei-
en*5o dais potencias neutraes ein favor d
m.i paz que arrebatara Afleaanha o
rcs'.c.das suas victorias e a Opidina i'e
poder IraUr sobre base seguras era ordem
a rutar os futuros ataques da Franca con-
ira a dl- manto. Pela nossa parte cm
qnanto tactual governo parisiense vai por i Europa
A 09*mc:a du Stiasbafgo,
rio a-ljicrvi.'. q* ailuoi ifessa '
como paito dam ramna,envolye 3.
diminuico do territorio rauoez o'nuiaarea
qotsi igual a(fetla gan'ia pela Saboya e
Niza ; rnal a populacho do territorio a que
chame a tna alinelo, porque do
abrir os olhos aos lenos perspicaz;
~ lia algum tempo qo nnrnei os
les prusunos percorren os n
amentos da fronteira, partcula
aspiramos, excede, verdade, a da Saboya .Vosges; sondam o espirito das popeligoes,
e Niza em tr^s qaartas partes deom-mi
rtio Ora bem. considerando que a r canea
segundo o-aviso de 1806. tem 30 milhoes
A* habitantes, ecom a Argelia, que aH'oa
mci.t' loe subministro urna parte essencial
do su exercito conla 42 milboes, claro
que urna peni i d-> 750:000 na afectara
i osigo da Franca a respeito das demais
potono s, mi-; pelo contrario. neis* a esse
gmgde imperio de psstt dos mesmos abun-
dantes elemento* 'le poder com qe as
atierras oriental italiana pde exercer t
influencia sobre os destinos da
ofluem nos protestantes, que i-so numero-
sos nestas regibes, e que sSo moiio menos
3 francezes do que geralmeote se arredila.
- Erarn os fiFhos e os netos des-ses mesmos
bombas une, ero 1815, manda-vam nume-
rosas depulacoes aoquartel-general inimigo
para pedir que a Abacia vollasse patria
a-llemi. Este faetc* deve notar-se, e dve
aitriboir-se-lbe o intuito de esclarecer os
planos e a carnpenha do inimigo. (h prus
araos-fizeraa mesmo- na Bohsmia e na
S testo, tres mezes- ante.* de abenas as hos-
tilidades contra a Austria.
patarras e aicoes excitando as pkixoes po-
pulares, despertando'o odio e a ira de urna
povoico j vspera da pelos soffri.-nenios
dd guerra, e em quanto vai condemnando
e antalo como ihaceitavel para a Franca
quaiquer base do paz, que a Allemanha po-
drsse acceitar, d8o podemos crer na linct-
riflade dos desejos de pacificaern) que o
aiestno governo est mar.ifastjndo. t'.om
1 tal proceder esn governo loro iropossivel
a paz em vez de preparar para ella o pova
por neto de urna linguagem meditada e guerra nd que
tenrlft' wa, cocj'.a a gravidada das elrcomstan
ms, ss poi-ssemos admitir quo de se ja
v^rdadeiraraente entrar comnosco em n^go-
faces de paz. A pecOo quo se nos din-
gisse de concluir um armisticio sem conse-
guir urna seguranc em favor das oojms
oedicocs de paz poderla
hasta rao para
cu itra os xa-
de setembroul-
Kslas breves indicacoes
firmar a lgica dos factos
teros do manifest de i
timo.
U.iicampnle accrescenlarei quenas nossas
conversac'es chamei expresamente a a^
tein;o do Sr. Kavre sobre estas conside
ra;oes, e que por tanto, como V. Exc. teri
Ihrdprebendd sem necessidade & que en
c. diga, ,'tive.muito U'ge de faze.r allusilo
ilguma allttsiva s conseqnencias d'esia
podesxsem ailectar a futura
po-it.o da Franca no mundo. Btsmark.
sobre a
Procla-.mcM- do gem-ral Ulrich
Mpulafo Haoiantes de Strasburgo : Tendo eu re-
CODoecido que a defeza de Strasburgo nao
ser formalmente possive!, e sendo unnime n'esta crenca
atendida supp'ondo-nos completamente M- o comitel vejme constrangido a recorrer
tos de todo o criterio militar e poltico, nu 'trisle necessidade de eotn
reos de indilTerenca eora os interesses da
Allemanha. Existe alen disso um ootro
obstculo essencial pira que os hranceze*
-^contievam a necessidade em que estao de
Gotr a paz com a Allemanha, e a espe-
ranza que em seus nimos fez nascer o
actual governo d1 alcanzar urna intervencao
diplomtica ou effeetiva das potencias neu-
traes em favor da Franca. Qu ndo o poro
fraocpz chegue a convencer-se de que assim
como por si s> pfovocou arbitrariamente a
guerra, e a> Alleraanlla taralwm por s> so
leve que a sustentar, de egual maneira deve
agora saldar as suas contas com a Allema-
nha. entilo pora brevemente fim a urna re-
itttoeia boje j completamente intil.
As potencias neutraes commetter5o urna
terdadeira deshumanidade se permitlirem
que o governo parisiense entrelenha o povo
cMi esperangas irrealisaveis de intervencHo,
esperancas que naod5o ootro resultado mais
do que a prolangaeo da lula.
Longc estamos sob qualquer ponto de
vista, de querer inlromeltermo-nos as
questoes internas da Franca.
Nao uos importa a forma de governo que
esta nacao queira dar-sc: At o momento
presente o governo do imperador Napoleo
Sm o nico qn-f reconbecemos. As nossas
cnnd^M de pa7, seja qnal fr o governo
teg.timo com quem tratemos e indepenlen-
ti i.iente de saber CDmo e por quem se rege.
a naco fracceza, dictou-n'as a natureza dos
a<:ontecimentos e a lei da defeza necessaria
contra um povo visinho, poderoso e inimigo
da paz
ter
da
parte compreh^ndida entre o .Ni
la em Jife-
4870.-O general
coes t'om o general do exercito Sitiante.
.\ vosas atlitode porosa, durante os lar-
gos dias de tenivels provaces, fez-me de-
morar tanto qnanto era possivel a entrega
d'esta cidade : a honra cvica e militar li-
cam intactas ; agradeco-vos, e tambem ao
prefeilo e aos magistrados- do baixo Rheno.
a energa e concordia que todos manifesta-
ram. assim os chefes, como os otficiaes e
sollados. Vs, especialmente, membros do
comit de defeza, que permanecestes sem-
pre unidos e fortes, nicamente ltenlos ao
sagrado fim que deviamos cumpnr ; vs
quo me snslei:tastes dos momentos difQceis
merecis o mea mais sincero reconbecimen
to. Tambem agrade?o aos representantes
da nossa marinba que fez esquecer a exi-
guidade do numero, com o arrojo e a va-
h-ntia. Agradeco, emflm, a lodos os filhos
da Alsacia, aos guarda-raoveis, franco*
atiradores voluntarios e arlilheiros da
guerra nacional, que tao nobretaenle der-
ramaram o sen sangue por servir a nobre
caosa, buje perdida. En*io. tambem o
mea reconhecimento aos carabioeiros e ^
intendencia militar, pelo zelo com que sup-
porua urna situaco 15o diflicil, assim
como aos encarregados das ambulancias sa-
nitarias. Nao encontrara palavras bastan-
te eioquenies para exprimir toda a nvftha
gralidSo, aos mdicos civis e mililares, que
com absoluta abnegacao se consagraram ao
iratamenlo dos feridos e dus enfermo* de
todas as classes ; a esses nobres alumnos
da escola de medicina, que aceilaram coin
cnihuMasmo sem exemplo o posto perigoso
s ins
Aopinio unnime dosgovernos allemes nos fortes e nos sitios de combate ; s ins-
lo poro allemo exige que a Allemanha tilintes religiosas e outras, que abrirn
suas casas para receber os nossos feridos,
e do povo allemo exige que
steja defendida por fronteiras melhores do
que as que boje possue, contra as aggres-
sfies que contra nos teem sustentado todos
os movernos francezes de ba dous seculos a
esta parte.
m uanto a Franca possua Metz e Stras
boarg, a sua offensiva, estratgicamente
derada, ser mais forte do que a nossa
deeosiva pelo que respeita a toda a parle
do sul e parte da Allemanha do norte ea-
oravada na'margara esquerda do Rheno.
Sendo franceza a cidade de Strasbourg
;nna porta de sabida aberla sempre d'anle
da Ailemanha do sul, em quanto que eolio
cadas aquellas pracas por nos adquirem um
carcter puramente delensivo.
Era mais de vinte guerras nao temos sido
osi aggressores da Franca e nao Iba pedimos
i^nao a nossa seguranca no nosso proprio
territorio. A Frang pelo contrario qual-
quer que fosse a paz que hoje se firmasse,
.msidera-la-bia .nicamente como um ar-
m.sicio e ciosa de vingar as suas recentes
derrotas, buscara como na occasiao pre-
sente, um pretexto qualquer para attacar-nos
contra todo o direito logo que se seutisse
forte para isso, ou por si s, oa alliando-se
om outras naces. Tornando pois a offen-
.iva mais diflicil para a Franga, cuja inicia
tita tem sido at agora a causa de todas as
perturbaciks que ha soffrido a Europa, tra-
bajamos egualmeole pelos interesses eu-
ropeos que nao sao outros que os da paz.
. ha j receio de que a paz da Europa
se altere por causa da Allemanha. Vendo-
jMB obrigados contra lodo o nosso desejo
de desembainbar a espada para acceitar urna
guerra que durante quatro anoos procura-
mos evitar j callando seompre o nosso re
sentido amor proprio nacional pela Franca
incessantemente provocado, queremos exi-
gir a nossa seguranca futura como preco
dos esforcos consideraveis que temos tido
que fazer em nossa defeza.
Nmguem pode aecusar-nos de falta de
Boderaco se n5o cedemos n'esta justa e
equitativa exigencia. Rogo vos que vos
dignis convencer-vos desles sentimentos e
*s facaes valer em vossas conferencias.De
Bismark.
Ferrires, Io de outobro. Segundo ve-
mos pelos peridicos, a secc5o do governo
francez residente em Tours publicou urna
proclamaeo official quefeontm urna pas-
sagera onde se indica que o abaixo asigna-
do disse ao Sr. Julio Favre que a Prussia
continuara a guerra e reduziria a Franca a
potencia de segunda ordem. Arada que
semelhante indicaco s p la fazer effeilo
em circuios onde nao se conheca a lingua-
gem da diplomacia nem a geographia da
Franca, com tudo, o fado de que a citada
manifestarlo official assignada pelos Srs.
Gremieox, Glais-Rizoin -a Fourichon, a de
que estes cavalheiros fazem parte do gover-
no da um grande imperio europn, induz-
me a pedir a V. Exc. que 6 explique as
saas conversac5es officiaea.
as miabas entrevistas com o Sr. Favre
nunca ebegraos a encelar discussSo acerca
dos termos da paz. nicamente, a repe-
tidas instancias do ministro fraacez commu-
eiqoei a este um bosquejo geral d'aquellas
ideas que formam o fundo principal da mi-
aba circular, datada em Meaax em 16 de
setembro. Como eolio nunca nem em par-
te alguma apresentei observacbes que fos-
aem mais alm d'estai ideas. i
curando-os com
i
edificante caridade e ar-
rancando os dos bracos da morte. Con
servarei, emquanlo me durar a vida, a re-
cordaco d'estes ltimos das a os senli
meatos de admiracSo que me iaspirastes.
Recordai-vos vos seuipre e sem amargura
do vosso general, que seria feliz se podes-
se compeusar os sacrificios a os soflrimen
tos que aceitastes, porm que leve neces
Sidade de lechar o seu coraco a esses sen-
limenlos, para nao pensar senao na patria
Esqueeamos, se possivel, o tempo pre-
sente, sombro e doloroso, e pensemos no
que est por vr. Ento, depois d'estas
desdkas, encontraremos a esperanca. Vi-
va a Franca, Qoartel general, 11 de se-
tembro de 1870. O general de diviso,
coramandante em chefe- do 6" exercito,
Ulrich.
Copia d'uma carta do general ucrot ao
general Trocha.
Esta copia eslava no gabinete do impera-
dor, que de certo nunca teve em seu poder
o original.
A copia foi arrecadada, segundo todas as
probabilidades, pelos empregados do gabi-
nete negro. A ola que se v no principio
e que indica : Io que a caria nao est data-
da ; 2o que chegou a Paris na sexta de ma-
nhaa, 7 de dezembro de 18GG, pouca duvi-
da deixa a tal respeito.
Esta carta n5o tinha data ; traz o sello
de Strasburgo e chegou a Paris na sexta-
feira de maha, 7 de dezembro de 1866.
Ei-la :
J que ests disposto a fazer ouvir
boas verdades aos Ilustres nersonaaens
que te rodeiam, accrescenta mais isto :
Emquanto nos deliberamos pomposa e
demoradamente a respeito do que mais con-
viril fazer para termos um exercito, a Prus-
sia dispe-se simples a activissimamente a
invadir o nosso territorio. Ella poder por
emlinha 600,000 homens e 1,200 boceas
de fego. antes de nos pensarmos em orga-
nlsar os quadros indispensaveis para levar
ao campo 300,000 bomens e 00 boceas
de fogo.
Alera do Rheno nao existe nem um Al-
lemo que deixe de acreditar na guerra bem
prxima. Os mais pacficos, que pelas suas
relages de familia ou pelos seus interesses
sao mais francezes, considerara a luta ine-
vitavel enSo entendem a nossa inacco.
Como para todas as cousas preciso buscar
urna razao, pretendem elles que o nosso
imperador entrn na segunda menioice.
Quem n5o for ceg n3o dovidar que
a guerra tem de rebentar quanto antes.
Com a nossa estupida vaidade, a nossa
louca presumpeo, podemos acreditar que
nos ser permittido escolher o nosso dia e
a nossa hora, isto o fim da exposicSo
universal, para o acabamento da nossa orga-
nisaco e do nosso armamento.
Realmente, son da tua opiniSo, e prin-
cipio a acreditar que o nosso governo cahio
em demencia. Mas se Jpiter decidi per-
d-lo, nao esqueeamos que os destinos da
nossa patria e que a propria sorte de nos
todos esta ligada aos seas destinos; e como
nio nos chegou anda ess* funesta demen-
cia, fagamos nos todos os esforcos para nos
deter nessa ladeira fatal que nos arresta aos
precipicios,
c Eis oa po70 pormenor, para o qual
Caria dbSr. Jectr ao Sr. Conti. chefe do
gabinete 4e Napotaa III.
Nao estr^nheis qoe de preferencia me di-
rija a v-s, por causa de unras-sumpto qae
se refere particularmente ao- imperador.
Tereis ouvido fallar sem duvida-do mea ne-
gocio de bonos. Cr Jo que o governo o olh
com muita tudifferenca, e que se n3o pe
mais attensfto n'elle, pode' acarretar cir
cunstancas desagradave'S para o imperador
Tlvez, ignoris que o'este negocio eslava
associado a miro o duque de Moray, inte-
ressando-se nt*ro 30 p cios na supposigTio de que o goverso mexi-
cano o re. pe'rtar e pagara, como se tinha
feio desde o principio. Efe alm d'-*> urna
correspondencia* voinmosa trocada com n
seu agente Sr. de Marpon-.
Em Janeiro de 1861 p?curarara-:e da
pane d'estes serrores para tratar sobre o
assompio; mas esta comb:aco tentoo se
I depois- de minha casa estar em liqnirVacio.
Mal que o accordo se coneluio foi perfei-
lamenle sustentado pelo gowerno frenen e
pela sua legaco no .Mxico. Tin'ia-se^afen-
cada ao-meus cred'ires, em nome da Fraaa,
que seriam completamente pagos, e trabara-
se passad notas nmlo enrgicas ao go-*r-
im me-xicauo a reseito do c-Jinprimenio do
men contracto com elle, ;t ao poni de
h tver um iillimatam de 1862; que ejge
pura e simplesmenie a execugao dos decre-
tos expedidos para esse fim. Depois d'esto
data estive constantemente expsto ao o^o
do partido exaltado, que me pro deu, das-
honrando-me e con>c?ndo-ma todos os
mens bens.
O negocio permaneca assim at ocr^
pag.ao do- Mxico pelos francezes. Sob o-
imperio de Maximiliano, e a instancias do
governo da Franca ; tralou-se novamen*
de um aGcordo. Em abril de f863 conse-
ui uni iransacg5o com aquelte, mediante
o auxilio de agentes francezes.
Na rnesraa poca morreu o duque de
Moray, de modo que a decantada proteceo
do guvtriio da Franca frcou sen effeito.
Ati aqui o substancial da carta do Sr.
Jecker, agiota de Napolelo que Tez pingues-
negocios com este.
Entre as notas e projectes dictados
pelo ex imperador da Franca ao chefe do
seu gabinete figura asegrate, qeenao deixa
de espalhar a.gurxa luz sobra a conducta-
poltica do ultimo imperio :
t Sem data. So a Franca entra resolu-
tamente no terreno das nacionalidades, in*-
porta estabelecer desde hoja para o futuro
que nao existe a naconalidada belga, e se
deve fixar este ponto com a Prussia. O ga-
binete de Bern parece disposto, por ootro
lado, a tratar com a Franca a respeito dos
accordos que dev'em fazer-se de comraum
accordo, e poderia negociar-sa um convenio
secreto que comproraettesse a ambas as
partes.
Sem pretender que este convenio fosse
urna garanlia segura, leria meHOS a dupla
vantagem de ver a Prussia n'elle um penhor
da sinceridade poltica e das intencoes do
imperio.
< Conven nao dissimular, conhecdo o
carcter do rei Guilherme edo seu primei-
ro ministro, que os ullimos incidentes di-
plomticos, como as tendencias do senti-
raent > publico francez, haviam de firma-Ios
na convieco de que n3 nao renunciamos
rectificaco das fr. nteras do Rheno.
Para encontrar a confianca necessaria
a respeito da conservaco d'uma iotelligen
cia intima, devenios dssipar as preoecupa-
coes suscitadas pelas nossas ultimas com-
municaces. Este resultado nao pode obter-
se com palavras ; mister um acto. O que
teria por fim determinar a sorte ulterior da
Blgica, de accordo com a Prussia, demons-
trando em Berln que o imperio procura a
extenso ntcessaria da Franca, trazer-nos-
ha pelo menos a certeza relativa de que o
governo prussiano se abster do por obsta-
culos ao nosso engrandecimento pela parte
do Norte.
mandada ao governo e|
rentes jwnaee.
nstadtr setembro d
(fe diviso, Wimpffen.
__
Ordpm do dia do general Trochu guarda
motil s tropas que guarnecem Pars,
em 20, de setembro.
-No combate de hpntem, que doroiiquasi
todo o da, o no qual a nossa artilheria, cuja
solidez nunca ser de mais elogiar, causou
ao inimigo pardas enorme?, deram-se al-
gn rwideiites que deveis conbecer no m-
leresse tfa grande causa que. devenios de-
fender em coramum.
Um injflstitcavel pnico que nio podaram
conter os esforcos de um exceliente chefe
de corpo e dos seus ollidaes, apoderoo-se
oV> regimenf provi-orio de tnvos que sus-
lrotava a nossa direita. Ao principio rtaac-
g9o, a maior^arle dos soldados reiiraram
ena des irdem para a cidade e espalharaos-se
por ella semaando o terror.
Esses fugitivos, para dsscolpaf o seu pro-
cediesento, alle^aram que os liaba levada
a urna-morte certa, qonndo o sea effeclivo
eslava intacto e n3o unham sido feridos :
que esiavara faltos de cariuchos, quando
nao tinham feito oso dos que levavam como
ipor mi proprio v^riliquei: que tinham
sido vendidos pelo* s-eus chefes., etc.
A vendede que es^es indignos soldados
compromett-'ram logo ao principio um-feito
de armas, cojos resuHados. apesar delles,
foram consideraveis. Outros soldados- de
iriliiitariadh diversos rogimeiitcs uniram-se
a elles.
As desgranas que sofemos no principio
desta guerra j tinham feito affluir a Wris
soltados indioipnados e desmoralisados,
que levara a iquieiag5o e a perturbagao a
lodo-os ponte e escapam-, por cansa das
irciMnstancia'S- acluaes, ir aotoridade dos
seus rhefes r^presso de-qpe carecen.
Esrou lirmeraemo resollido a por termo
a to graves desedens. rdeoo a todos
os deknsores il Paris que se anoderem ova
bornea*-que ni>i-nmpram com os seos de-
veres, dos soldados de todas as armas ou
das gcardas mo-eis, que ragueiam pela c'i-
dfde e estado de embriaguez, propale
noticia aterradoras e deshonren com a sa
attitude o uniforme que usar.i.
Os soidados e guardas movis presos se-
inundo Jo factos. be eorao no- dat* id
e cortarn sem misericordia a krro e .ogo
ixjssa vida ean-pa, ^>ar apagaren] os
ltimos vestigio* do pssssw.
O flirisliainsmo ajofon al-cerf> poni
osta brutal ancia batalhadora 4os germanos,
mas nao pode ex4iogni-la; e quando a cruz,
este talismn qneaencadeia. so despedazar,
entao prevalecer novameate a ferocidade
dos antigo combates, a exaltac> poreneti-
ca dos erserkers, que os postas 4o norte
cantam anda hoje. tinto, aM esse da vi-
ra.cedo, rita as velhas.df*'mdidades guer-
reir: snrgirlo dos seus fabulosos tontillos,
e abrirlo os olfoos coburto de p secn'ar...
Thor se ergoe com o seo gigantescomar-
lello, e abaier agothicas athedraes..
Quando ouvrdes este estrepito, acaute-
lai-vus, ^nossos queridos visinbs de Fran-
ca : e n5o vos envolTaes no qjw nos fizer-
mos na Allemanha : poderia ser-vos funes-
to. Nao aticis a nftjeira, nenra queiraes-
apagar !' Poderieis facilmeaie (pteiraar-vos-
nelia.
Oh! nao sombeis denles conseihos, ainda
qoe vos sejam dados por om entibador, ne^alvarnt'tj: -imli n ante os (ac-
mado todos os poderes epbemero qoe ser-
girain da revoluci, recnbecam hoja qoe a
moo'rchia hereditaria, o porto nica em
que podern era cotrar a paz, a segvaaca
o a noora. ,
O imperio entregoo-nos ao estranglro,
e a repblica, qoe por m lado otpoteate
para su tentar a luta contra o invasor, so
produz por outro profundas pertorbac&es
no paiz comas suas doctrinas e otopias.
S a monarehia hereditaria e tradicional,
unida ao paiz ^mteiro, qae nSo iem, nesn
pode ler represe&tago mais perfeita e ver-
da icra, arrojar- os invasores eo obter
d'tlles urna paz honrosa.
E essa p"az ser duradour e sincera, por
que dando aos exlrangeiros as garantas
de om governo legitimo e honrado, conser-
var alacia a honra e o territorio da Fran-
ca.
Porm' por isso mnmo se cwnprehende
que n3o pode, que n3o deve haver beje
seapoSt' alguma de principios. Os hornea
debis e irresolutos, potan firme em soa
opinies, ncla podem sMvar, nena ao i
que vos convida a desconfiar de lodtM ; nao
zoinbeis do pflantast'co poeta, qoe* espera
na ren- nos doraiaio do espirito.
& pensamcBio precede sempre aaeco.
como o relmpago precer'* o trovS>. 0
trovo entre no* ass^melbs'-se ao carcter
germnico : nao- rpido, as vem lenta-
mente ; mat vera, n3o o duvjdeis. o qaeaoo
ouvrdes um estFondo, como nunca se envo
na Ivieto'ia do mando, saberefe que o iro-
v5o germnico attingio fin^iente a soa
mla.
tos i.ons.iinraados. temen, tremen, tran-
sifea, em vea de defender com a ahtyr
levantada, e lirme n cerjeao e o braco,
o que sabern a verdade e o bem a jos-
lio e n direio. Hoje os roeios tersse
as Sransaroes s serviran para aggtavar
os males (la p'ina. Para taes males exi-
ge-se um remedio radical, assim cosso se
necessilam, para apreseotar e fazer aceitar
esse remedio, horaens coja energa iguale
a forca de suas eenv ecoes.
Aos- meus amigos, e aos mrVbares e na-
Ihares de francezes qoe fazem- enegar aqoi
Aosom desse estampido, as-aguias cabi- as SU!)S vozes, Fraoca nteira-digo
r3o conuzidos ao- estado roaior da prac;: sangue.
rao m'-rtas l do Ho ; e os le*, nos mais
remotos desertos da frica, ir5o com a cau-
da baira refiigiar-s nos seus antros, re a es-
Representar-se-ha eota-i na Ailemanlia on
drama serio, em fase do qual a revoluco
francez2-ser um CROcente idyllio.
Hoje, certo, turto est tranquillo, e s*\0 me,| carota ,
vedes, por aqu e por acola, alguem gesti-
cular cara vivacidade, nao acreditis que
sejam os actores encarregados, algum da,
de representar o draina. Sao apenas uns
poneos de mastos que cerrem adrando e
mordend at que entrera os gladiad' res,
que ho de combater at ultima gola de
os habitantes presos no mesmo caso a
perfeitura de polica. Os militares serao
levados perante os conselbos de guerra,
que est-em sess'jo permanente e soffrera'
a rigorosa applica?56 das dbposiges con-
signadas nos segoiotes artigos das leis rai -
litares :
(Seguea os artigos 213, 218, 250 e~.
253.)
E' este um rigoroso dever para o goveiv
nador de urna pra?3, como Pars, que vai
solfrer directamente as provages de ora
cerco. .*ara;esse fim>pego o- auxilio de to-
dos os horaens de oorago a de boa vr na-
de, cujo numero grande na cidade.
Paris 29'de setembro de 1870.0 pre-
sidente do governo da defeza nacional, go-
vernador de Paris, general Trochu.
Esperai e espera:- tranquillos-; no dia esa
que deva apresent, vos. Em quarenta aonos de estencia te-
nho demonstrado ene nao tem torga esn
mim o arsor ao poder; mas tenho tambem
demonstrado que o senthnen'o mais forte
con o da fe de meas
pas, o men amor > patria. POsso, por
tanto, alirmar que os meus sac/icios es-
taro altara dos meus deverea. Coo-
fianga, abnegago, firmeza I Imsfarao
resto.
Henrique.
Carta do general Wimpffen, sobre a capitu-
lacao de Sedan.
Muitos jornaes reproduziam urna carta
dos generaes ajudantes de campo do impe-
rador, qual julgo dever responder, em-
bora com magoa.. A communicagSo entre-
gue ao imperador pelos capites do eslado
maicr Saint-Aouen e Lauonville continha o
seguinte :
Senhor.Ordenei ao general Lebrn
que intente urna sortida na drecgo de Ca-
rignan, a fago que o sigam todas as forgas
disponveis. O general Ducrot est encar-
regado de apoiar este movimento, e Dooai
ba de cobrir a retaguarda. Resolva-se V.
M. a pr-se frente das suas tropas,
etc.
Dirigindo esta communcago ao impera
dor, era meu intento evitar-lhe a profunda
magoa de verse prisioneiro, e quera apro-
veitar o seu prestigio uo exercito para in-
tentar um movimento de concentrago, sem
o qual era impossivel a sortida.
O imperador nao fez caso desta propos-
ta, e mandn icar, sem contar comjgo, a
bandeira branca, e ao mesmo tempo man
dava um official de sua casacomo parlamen-
tario ao quartel-general prussiano.
Tudo isto, que exclusivamente competa
ao commandanie em chefe, oppunba-se
execuc^o dos-ltimos raovimentos ofensi-
vos.
N5o pois, exaclo dizer-se que o gene-
ral nao foi contrariado das suas ideas a as
ordens que houvera podido dar, e s por
oa sentimenlo de alta conveniencia, na
carta em que dava a sua demissJo, ocsol-
tou os motivos em que se fuodava para nao
querer assignar o armisticio. NSo se re-
signoo a representar o papel de negociador
senao quando lea a resposta de S. M.
O nico documento qoe dirig acerca das
operacoes da guerra fot a relagao official
Proclamando do npublicmo Orense aos
seus correligionarios knspanhes.
Republicanos federaes. Auxiliemos a
Franga.Loro qoe o partido republicano
federal hespanhol soubo qee a republiea se
linda proclamado em^Fraaea, fez ver, por
manifestagoes, por fehcitaees e de mil ma-
neras a sua immensa alegra ao contemplar,
sepultado para sempre no p da ignominia,
o funesto imperio dos Napolees.
0 nosso governo segu um procedimento
mysterioso. Quer ler duas portas abertas.
Se a Prussia vence, prepara-se sem duvida
para presentear-nos cora um monarcha
prussiano, ou o que o mesmo, para su-
mir-nos n'nm mar de sangue, porque todos
os partidos, excepto m, e j impopular,
nao ho de querer um monarcha allemo,
isto a repellc-lo da funesta dorainago da
casa d'Ausiria.
Mas quando os governos no fazem o que
patritico e natural, devem-o fazer os po-
vos. se sao on querem ser livres.
Deve-se, portante, na minha opiniao, ir
auxiliar os Francezes contra o cezarismo
prussiano.
Ha um anno. s provocages de um mi-
nistro, 40,000 federaes pegaram em armas,
e em Va'encia, La Bisbal a outros pontos
sellaram com o seu sangue o seu amor
repblica federal. evidente que nao po-
do ir to grande numero longe da< suas fa-
milias, sendo a maioria artistas; mas pode
ir nma lego hespanhola para comparlir a
gloria e os perigos dos Francezes O nosso
governo nao permitir que aqui nos orga-
niseraos ; mas sem violar a constituicao nao
pode estorvar-nos de ir a Franga individual-
mente, nao parando na fronteira, para evi-
tar duvidas e pretextes, mas caminhando
para o interior. Os Italianos iro com Ga-
ribaldi, e Portuguezes (?), Belgas, e outros
da raca latina, formaro um ncleo de de-
fensores dos Estados-,Unidos da Europa,
desta grande idea qoe proclamaram ba mui-
tos annos. em Londres, os meus amigos
Ledru-Rollin, Mazzini e Kossuth.
Em 1848, depois das tentativas desgra-
cadas para secundar em Madrid, Sevjlba,
Catalunha e Arago, a revoluco de 24 de
fevereiro em Paris. refogiamo-nos grande
numero de Hespanhes em Franca. Agora
poder ir maior numero ; e aos que care-
Cam de meios, os comits e os patriotas po-
dero auxiliados. Urna vez em Franca, a
sorte dos Francezes ser a nossa: assim
provaremos qoe Hespanha une os seus des-
tinos gloriosa repblica, pela terceira vez
proclamada em Franca.
Nao poderei fazer o mesmo que em 1823
e 1848 ; mas i rei fazer com que os legio-
narios" sejam fraternalmente receidos pelos
patriotas francezes.
Madrid, 20 de setembro do 1870..fos
Maria de Orense.
E soar a hora da peleja. 9s povos
unirse-bSo, como nos-palanques de um am-
phythealro, era redor da Allemanha, para
verem a grande, a ter-rive! luta.
Eu vo-fo aconselho; Francezss, enilo
esla quietos, e sobretodo nada de-applau-
sos. N poderiamoa- fcilmente interpre-
tar mal as vossas intengoes, e despedir-vos
um pouco brutalmente, pois que,, se oo-
tr'ora, eom a nossa indolencia e eco a nos-
sa escravido, soubsmos medir-nos cora-
vosco, ntelhor o fareaaos na embriaguez ar-
rogante da nossa joven liberdade. Vos sa-
bis o que se pode en la! estado ; mas esse
nio # o vosso !
Acauelai-vos, pois! ks rainhas intengoes
sao boa?, e digo-vos verdades amargas.
Tendes mais que temer da Allemanha liber-
tada, qpe da Santa Allianga intima com os
croatas e cossacos reunidos.
Priineiro que tudoj nao 'sois amados na
Allemanha, o que quasi incomprebensivel,
porque, na verdade, sois muito amaveis, e
emqnanto estivestes- na Allemanha imito
vos esforgastes por ser agradaveis me-
Ihor e mais bella parle da poputego ali-
nala ,- mas ainda que esta melada da popu-
lago vos amasse, a que nao pega em ar-
vos-aprovei-
o que
mas, a cuja araizace pouco
taria.
Ainda nao pude saber, ao justo,
ves imputara.
Um dia, em Gattinga, n'uraa taberna de
cerveja, nm rapaz da velha Allemanha disse
que era mister vingar no sangre :rancez o
supplicio de Caradino de Hohenstaufen, que
degolastes em aples. De eerto j vos
nao lembraes disto, mas nos de tudo nos
lembramos. Bem vedes que, quando queb-
ramos romper comvosco, nao nos faltarlo
razes de allemo. Era todo o caso, acn-
selho-vos que estejaes precavidos, acontega
o que acontecer na Allemanha, que o re da
Prussia, ou o Dr. Wirth assuma a dicu du-
ra, tendo sempre a arma no brago, e per-
manecei tranquillos no vosso posto. As
minhas intengoes a vosso respeito sao boas,
e quasi me assustei, quando ouvi dizer, ha
pouco, quo tinham o projecto de desarmar
a Franga.
... Como, a despeito do vosso oman-
tismo actual, nascestes classicos, eonbeceis
bem o Olympo. Entre as jucundas divn-
dades, quo abi saboreiam o nctar e a am-
brosia, vedes urna densa, que entre os seos
brandos ocios conserva sempre a couraca,
o elmo e a langa em punho.
E a deusa da sabedoria !
Prophecia de Henry Heine.
Henrique Heine, o famoso poeta allemo,
que reuna sublimidade do pensamento
um espirito sarcaslico, escreveu no seu poe-
ma a Germania, relacSo faceta e phantasosa
da viagem, que em 1844 fez Allemanha,
a seguinte prophecia, dirigida i Franga:
Mas, meus compatriotas, n3o vos inquie-
tis ; a revoluglo tadesca nio ser mais
suave e mais humana porque a critica de
Kant, o idealsao transcendente de Ftche
e a philosophia da natureza a precedern.
Estas doutrinas emanaram das forgas revo-
lucionarias, as qoaes s esperam o momen-
to opportuno para st expandirem e enche-
rem o mundo de admiracSo e de espanto
Manifest de Henrique V.
Vivamente preoccopado pela sitaacao da
Franca, e tendo seguido cora solictude
angustiosa as tristes phases qne levaram o
inimigo s portas de Pars, ^into em| mim
exaltar-se o sentmento do amor patrio, que
me anima, ante a dea de que, depositario
da honra e da vida do paiz, me confiou a
Providencia a misso de o salvar.
Supremos sao os momentos E eu nao
seria o herdeiro legitimo, o representante
da monarehia franceza, que tantos >rodi-
gios realisou, e tantas vezes saivoa i pa-
tria, senao abrigasse a intima convicio de
que me incumbe fazer retroceder a torca
ante o direito, a o espirito de conqaii ta at
justica.
A causa da monarehia, hoje comosem-
pre, c a causa da Franca : e se, cedebdo
for?a dos saccessos, ou aos estimules do
interesse ou a outras consideraces, hoave
quem o esqueceu, hoje brilha para tdos a
luz da verdade, deixand- ver que a rbvolu-
co, debaixo de todas as formas, Jamis
deu ao paiz paz, ordem, seguranca ,ou b
berdade, qae tanto apregna. ArevulucJo
oscillou constantemente entre a anarhia e
o despotismo, e boje, pela terceird vez,
depois qoe impera, a patria est invajdda e
a sua integridade v se ameacada.
Assim, confiando nestas licoes da histo-
ria, qo9 os ltimos acontecimentos tanto
avivan, peco o coocurso de todos os
franceses amantes do sea paiz, qualquer
qoe no passado tenha sido a sua opio iio oa
o seu partido.
Preciso para a salvago da patri i, qae
todos esses partidos prescindam de suas
susceptibilidades, e reconheeam oojde se
acha a representacio verdadeira e g ranina
do direito e da justiga.
Preciso qae todos os franceze i qoe
helaro da> capulaoes liatidct-desde o
anno de1100.
I. Capituiato de Nana, 1700. O gros-
so do exercito russo (SttfOQ horneas) ren-
de-se a Caries XII da Soecia.
II CapitnlagJo de Pultava, 1709. No
dia seguinie batalha de Pultava, os restos
do exercito sueco (16:0G mente) rendeu-se ao czar Pedro o Orsode.
III. Capitulacio de T emiog no Sahleswif
13. Um exercito steco, sob o coa-
mando do general Steenbocb (11:080 ho-
raens), rende-se ao exercito russo-dinaanar-
quez.
IV. Capituteco de Perna, 1738. O
er>jrcito saxonio (17:00 bomens). cercado
pelas tropas de Frederico o Granue, randa
as armas.
V. Capitoiaco de Maxen, 17MX a
dastacamento do exercito prussiano, forte
de 10:000 bomens s ordens do general
Fink, rende-se aos austracos. Acavallarit
abri passagem por entre os inimigos.
VI. CapitulecJo d Yorktown, I7W. Da
exercito inglez de 8:00ft- bomens, ceaaan-
dado por lord Cornwaibs. rende as armas
diente dos americanos do norte, sob o
coramaodo de Washington.
VII. Capitulago de fen, 1805. O ge-
neral austraco Mank rende-se a Napoleo
com 32:000 horaens. A cavallara do ejer-
cito austraco pode escapar-se.
VIH- Capitulago de Prenzlao, 1806. O
general Prussiano principe de Hobeoloae,
com ura exercito de 2*:000 li' mens. ren-
de as armas aite os marech s traneszes
Berthier e Murat.
IX. Captula-.o de latkan, | eflt de Lt-
beck, 1805. i) general pru?s-ano Wocber,
com 100;00O bomens, rende-sc ao marechal
francez Bernadotl.
X. Capitulago de Sulm, 181. O ge-
neral francez Vandanme, cora 2:000 tt-
mens. rende-se ao imperador da Rnssia a
ao rei da Prussia. A cavallaria francesa
abri passagem.
XII. Capitulago -le Vilagos, 1849. O
exerctito hngaro, forte de 23:000 h >ensta,
s ordens do general Georgei, rende u
armas ante os rossos.
XIII. Capitulaco na Carolina do Sol,
1863. Os generaes separatistas Joans too a
Beauregard rendem-se com 30:000boaa
ao general da lnio Sbermao.
XIV. Capitulago de Langensalza, 1767.
O exercito hannovsriano, forte de 16:030
homens, capitula ante os prassianos caaa-
mandados pelo general Vogel o Falkes-
tein.
XV. Capitulago de Sedan, 1870. O
exercito de reserva francez (84:000 hoaets
cora 4:000 officiaes. 120 O cavallcs, 400
pecas de artilheria, 90:000 espulgarlas
chassepols e nm material imof nso), coa-
mandado pelo marechal Mac-Maboa, reodt
as armas ao rei da Prussia, geoeraiusiao
dos exerciios allemes. O imperador Ha-
poleo feito prisioneiro de guerra.
cuiu uuuuu uo auHurac*" Mr"""' .----- 7 .--------.. -----#.i^.n
Eotio apparecerso os stetarios de Kant. que submissamente tem aceiUdo os factos con-
no quererlo ouvir fallar de ptodade nolsammaos.ou qae comjabilo tenjaccia-
Resoluces do comit da sociedade hterm-
cional.
Foi resolvido por unanmidade, na
nio da Rotonda, em 24 de selaotra
187< o seguinte :
Considerando:
1 Que nada ba mais opposto ao
democrtico, e mais perigoso para a
rania do povo do qoe a organisaeao
chica e autoritaria do exercito.
2 Que todos os officiaes actoaes,
a dos pelo rgimen bonapartis.a a al
a esse systema pelo sen interese a
sen carcter, nao podem ser sincarea
fensores da repblica:
O povo reconbece qne os cidanaot
tares leen o direito e o dever da mi
os seus officiaes; declara portante, osi
ciaes acluaes demitidos das soas
e convida, em nome da aaivacio da
e do futuro da revologio, oscida
dos a procederem ii
eleiges.
- Repblica francesa Federaeao
cionana das commotaa.
Artigo. 1 A machina
governameotal do estado
impotente, abolida. O povo da
fica na plena posse de si oesoo.
Art. 2o Todos os tribnoaes erigimos t
civis sao suspensos e saMados pta jav
liga do povo.
(tMnSSSOMSHM).
typ. do uuiuo-aw Doougn m uiui



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUAUC6137_0SIX23 INGEST_TIME 2013-09-14T00:45:23Z PACKAGE AA00011611_12250
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES