Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12249


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XILVI. NUMERO 245
I
PABA A CAPITAl/E lGAJSS OSDE IAO S ikik FORTE.
Pr tres meze diantadoa................. 6-0000
Per seis ditos iota......''............. 12^5000
Por uro aoD^> idem..................... 24OGO
CuU uiuuicro avuisu................b 320
Os Srs. Gerardo Antonio Al
Pe
AO AE1
Filaos, no Para ; Gon?alves d Piolo, no Maranhao ; Joaqaim Jet de Oiveira, no Cear ; Antonio
l'Almeida, em Alaminguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Par abyba ; Antonio Jos Gomes, na
Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves,
SEXTA FElRfl 28 DE OUTUBBO DF 1870
PABA DEHTBO E FOBA DA PBOVTJCI.
Por tres meies adi'antados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos idem .
Por nm ann'o idem
Propriedade de Hanoel Figiieiria de Faria & Filhos.
6#7I*
43JWC
201210
271000
PABTE OmCIAL.
Noticias da Europa.
RECIPE 28 DE Ol'TIJBRO DE 1370.
O vapor inglez Douro trooxo data* : de Ilam-
barpio 5, de Londres^, e do Lisboa 11 do crreme.
Damos em seguida o qne colhemos ds corres-
pondencias e Jornaes recebdos.
I'.uMA.
Cometamos a oossa revista nscrind) o Protesto
do Santtssimo Papa Pi > IX contra a usurpaclo
dos 831 id M pontifi ios, pelas tropas de Vctor Ma
noel.
Val-ano, 20 de setembro. Bem coohecidas
sao a V. S. Lima, as violentas usurpares da
maior paiie dos estados da igreja, eominettlda*
ein junho de 1839 e -etembro jo anno seguinte de
l pelo g ivvrno establecido em Florenca e co-
nhece igualmente as solemnes reclamares e pro-
testos contra o sacrilego alicatado, feitos por sua
santidade, j eirf alloeucoes pronunciadas em con-
sistorio e depois publicadas, j em iotas dirigidas
em sen soberano ame pelo abaixo assignado car-
dea] secretario de estado ao corpj diplomtico,
acreditado junto da santa s.
t O governo invasor nioteria de certo deixado
de compilar o sacrilego attentado, se o governo
francez, sabedor dos seus ambiciosos intuitos, o
uo NfiM cuntido, turnando sob sua protecao Ro-
ma e o seo redando territorio e maniendo n'este
ma guarnieao. Mai em consequencia de a:cor-
dos feitos entre o governo (rancez e italian i com
os quaes sejnjgava assegurar a conservado e
tranquilidade dos estajos que ficaram a santa s,
as tropa* francezas retiraram-se.
Taes accordos, comtudo, nao foram respeta-
dos em setembro do aano de 1867 algumaa hordas
impelirlas por inios uceultas lancaram-se sobro o
territorio pontificio com a perversa iniencao de
surprehender e ocenpar Roms. Volveram entao
as tropas francezas, que ajudando os nossos fiis
soldadss, aealiaram nos campos de Mentena de
ru-t.ir a audacia dos invasores e de desbaratar
completamente os seus ioiqaios designios.
Tendo comtudo o governo francez retirado as
suas tropas em conseguencia da guerra declarada
Prusia, nao deixou de recordar ao governo de
Klorenca os corapttmissos pelo mesmo conlrahi-
dos nos raencionejos accordos e de obter desse
governo as mafc formaes seguranzas sobre a sua
observancia.
Mas tendo sido desfavoraveis Franca as con-
tingencias da guerra, o governo de Florenca apro-
veitando-se d'estes revezes apesar dos mesmos ac-
cordos, tomn a desleal resolacao de enviar um
forte exercito e com este continuar a osurpacao
dos dominios da santa s, em quanto por todas as
partes reinava, apezar as excitaees que de tora
vinham, a miis perfeita tranquilidade e se faziara,
e principalmente aqu em Roma, expontaneas e
continuas demonstrares de fllelidade, de aJheso
de filial amor augusta pessoa de santo padre.
Antes de realisar-sa este ultimo acto de lio
atroz iajustica enviouse a R->ma o onde Pouza
Je San Martin o, portador d'uma carta escripta ao
santo padre pelo re Vctor Hanoel, na qual se de-
clama qne, nio pdenlo o governo de Florenca
oooier o ardor das aspiracoes nacionaes, nem a
agitadlo do partid,) chamado da ac?ao, se via obri-
gado a occapir R >ma e o resto do seu territorio.
Pode V. S. tilma, imaginar facilm ote a profunla
dor e a viva indignarlo que se apoderou do animo
do santo paire por tao inaudita declarace. Fir-
me, comtudo, no cumprimeuto dos seus sagrados
deveres, e cufiando plenamente na Divina Provi-
dencia, repeHio termi.iante;nente toda a proposi-
to, pois devia conservar intacta a sua sobe-
rana, Hl cora) Ib'a Iransmiltiram os seus preie-
eessoros.
t Em presenca deste facto, que atropclla os sa-
crosantos principios de loJo o direito e especial-
mente e das gentes, cousumido face de toda a
Europa, sua santidade ordenu ao abaixo assigoa-
do eardeal secretario de estado que red une e pro-
tege altamente como em seu augusto nome; re-
clamo e_ protesto contra a indigna e sacrilega
usnrpacio que agjrase ha comiiettido nis domi-
nio da anta s, fazendo responsavel o rei e sen
froverno de l do- os damnos que se orginem
santa s e aos subditas pontificios de tao violenta e
-acrilega occapacap. Outrosioi crdenou sua san-
ndade que se daclare, como o abaixo assignado
era seu augusto nome dechra, ser tal osurpacao
irrita, nulU e invalida, e que nao pode nunca ir-
rogar prejuizo algum aos direitos iuc ntroversos e
legitimis de dorainij epossesso, como taes di-
reitos seus e de seus succossores perpeluammie,
e se a forea o impede no seu exercito, entende e
quer sua santiiade conserva-Ios intactos para re-
cobrar era teupo a possessao real.-
O abaixo assignado, ao informar S. S. I lima.
por ordem suprem dj smto padre do inqualifica-
vcl aconlecimento e aos consequentes protestos e
reclamaees afim de que possa dar conhecimenlo
de tndo ao seu governo, conlla em qae este toma-
r o iotereue divido em favor daeabeca suprema
da igreja catholica, posta em coodie5es de nao po-
der exercer a sua espiritual autoridade com
aquella completa liberdade de independencia que
Ihe iudispensavel.
Cumprida de tal man'ira a soberana vontade,
s resta ao abaixo asssignado aproveitar a nova
epportunidale para reiterar a V. S. I lima, os
sentimentos de sea mais distnclo apreso.t. An-
tOMlli.
Eis a caria qus se anude no documento que
panucamos e de que era portador o conde Pouza
de San Marti no.
Beattssimo papa.Com altelo de filho, com
de catholico, eom lealdale de rei, com animo de
italiano dirjo-me anda como j outras vezes o fiz
ao coracio de vossa santidaie.
a Um tnrbilhao cheio de pergos ama5a a Eu-
ropa. Aproveltaudo-se da guerra que devasta o
centro do continente, o partid) da revoluijao cos-
molita cresce em petulancia e audacia, e prepara
especialmente na Italia e as provincias governa-
das por vossa sanlidale a uitima off-msa a monar-
chia e ao papado.
a Eu sei, beatissimo padre, que a grandeza da
vssa alma nao seria nanea menor qne a grandeza
dos accontecitnf titos, mas sendo eu re catholico
e re italiano, e como tal guarda e responsavel
p)r dUposijo da Divina Providencia e vontade
da nica i, dos desliaos de todos os italianos, s nt >
o dever de tomar em lace da Europa e da cuholi-
cidade, a responsabilidad da manutencio da or-
dem na paninrala, e da segaranca da santa s.
Pois bem, b tatissimo padre, as eondc5es do
animo das popalaces por vossa santidade gover
nadas e a presenca entre ellas de tropas estran-
geiras vmdas com diversos intoitos de diversas
i-rra?, um germen de agrtacao e perigos a todos
evidentes. O acaso ou a efervescencia daspai-
>;oei podem conduzr violeocia e effusao de
singue, que mea dever, santo paire, de evitar e
de impedir.
Eu vejo a indeclinavel necessidade para- se-
guranza da Italia e da santa s, que as minhas
tropu. postadas na guird das fronteiras, pas-
s-wt al.n t*!apar -tqaellw posicSes qae serio
indispensirei segaranra de vossa santidade e
minotencio da ordem. "
V. S. nlo poderi ver n'este procedimento pre-
ventivo nm acto hosiiL o med ver,ao is mi-
no as forjas restringnetr-s absolotaoMMe a urna
aecao conservadori e tutill dos dlreilos fcil-
m-ow onahavis d) povos^fajmanos com a n-

violabili lude #>> sammo pootill-e e da sua espi-
ritual autoridad* 9 com a iudepenlencia da san-
ta s.
S V. S. c.imo^ii davido e como o seu sacro
carcter e a u benignidad d'aoimo me d di-
reito a confiar, inspirada d'nm desejo igual ao
meu de evita* alquer caaflicto e o perigo de
urna viuleqaw, ptwlr lomar eom o conde Pouza
ii San Matino, que Ihe entregar esta carta e que
esta munidVati nstrncefies opporiunas do men
governo, o acoordo qne melhor se creia [ioder
conduzir ao intento desejado.
Pernrn V. S. que espere ainda que o mo-
melo acipi to solemne para a Italia como para
a igreja e para o papado, aeresca a effkaeia das
intenses benvolas que nunca' se poderlo extin-
guir no vosso animo em favor d'esla Ierra que
tambera vossa patria e dos sentmentos de con-
ciliario que en lenho procurado sempre com in
caosavel porssveranca traduzir em fados para
Suesatisfazendoas aspiracoes nacionaes o chefe
a calholicidade, cercado da devocao dos povos
italianos .conservasse as margeos do Tibre urna
s gloriosa e independente de qualquer soberana
humana.
V. S. livrando Roma de tropas estrangeiras,
emancipando-a do perigo continuo de ser o campo
de batalhados partidos subversivos, haver cura-
prido a obra maravilbosa, restiluindo a paz igre
ja e mostrado a Europa, assustada pelos horrores
da guerra, como se podem vencer grandes bala-
Ihas e conseguir victorias immortaes com nm acto
de justica e com urna s palavra d'affeclo.
< Rogo a vossa beatitude de me langar a sua
aposDhca benco e reitero os protestos a V. S.
dos sentmentos do mea profundo respeiu.
Florenca, 8 de setembro. De vossa santida-
de : humildissimo, obedientissimo e devoti-siiiio
filho.Vctor Manuel.
0 santo padre dirigi ao general Kansler a se-
I gumte caru, Intimando-o qne para evitar a ellu-
so de sangue limite a defeza de Roma ao necesa-
rio para protestar contr a violencia feita contra
os estados da igreja.
E' um documeot 1 digno e tocante, e repassado
de maosido evanglica.
General.Nos momentos em que vio consu-
mar-se um grande sacrificio e a injuslica mais
enorme, e em que as tropas de um rei catholico
sera provocacio alguraa, e, o que mais, sem a
menor apparencia de um motivo qualquer asse-
diara e cercam por todas as partes a capital do
universo catholico, simo a necessidade de dar vos
gracas, general, a vos e a todas as no pelo proceder tao generoso observado at h je,
pela adheso que nao teml-s cessado di observar
saota s, e pela vontade de consagrar vos intei-
raraente a defosa desta cidade. Sirvam estas pa-
lavras de documento solemne que testemnnha a
aisciplina, a lealdade e o valor das tropas ao ser-
vir) da santa s.
E:n quanio duraclo da defesa creio do men
dever ordenar que se lmite a um protesto pro-
prio para fazer constar a violencia e nada mais ;
Uto abrir negociacoes para a rendicao logo qae
es teja aberta a brecha.
Que no momento em que a Europa inteira
chora as ianumeraveis victimas qu sao a conse-
quencia de ama guerra entre duas grandes na-
3es, ni) possa dizer-se nunca que o vigario de
esus Cbristo consentio, anda que atacado injus-
tamente, urna grande effusao de sangue. A nos
sa cama a de Deus e pomos a nossa defesa
inteira em suas nil)s. Abencoo-vos de novo Sr.
general, assim como a tojas as nossas tropa.
No Vaticano, era 19 de selembro de 1870.
Pi IX.
Publicamos em seguida outro documento
inportaate, que o texto da capitulacao de Ro-
ma, contratada entre o commandante "das mpas
italianas e o commandanie das tropas prntifieias
para a entrega da cidade de Ronrn.
t Villa Albam, 20 de setembro de 1870.
1* A cidade de Roma, exceptuando a parte
que limita ao S. com o bastilo Espirito Santo e
comprehende o monte Vaticano e o astello de
Saot'Angelo, constilaiodo a cidade leonina, o seu
armimento completo, bandeins, armas, armazens
de plvora, todos os objectos que pertencem ao
governo, serlo entregues s tropas de S. M. o re
da Italia.
2o Toda a guarnilo da Braga sahir com as
honras de guerra, com bandeiras, armas e baga-
gens. Rejebidas as honras militares, depnr as
bandeiras e as armas com excepelo dos officiaes
que conservarlo as suas espadas, cavallos e ludo
o que Ihes petence.
Formarlo primeiro as tropas estringeiras, se
guindo as demais por sua ordem de batalha com a
cabera a esquerda. A sahida da guarnir .Va ter
lugar amanhaa s 7.
1 3 As tropas estrangeiras serio dissolvidas e
immediatamente conduzidas por conta do governo
italiano al aos coofins dos seos respectivos pai-
zes. Fica ao arbitrio do governo lomar ou nao em
considerafo o; direilos a receber pens -s cujo
pagamento poder ser regularmente estipulado
cu.n o governo pontificio.
4* As tropas indiginas onstituem se em de-
posito sem armas com os graos que hoje teem, fa
cultandanlo-se ao governo do rei para prover
acerca da sua futura sorte.
5o No dia de amanhaa serio enviadas a Civita-
Vechia.
o 6o Nomear-se-ha por ambas as parles nma
commisslo composta de um offlcial de arlilha-
ria, outro de engenheiros e nm funecionario da
intendencia para levar a cabo o disposto no arti-
go 1.
Pela praca de Roma o chefe do estado maior.
F. RivaKtt.
t Pelo exercito italiano, o chefe do estaco maior
F. D. Primerano.
' O teneme general commandante do 4 corpo
de exercitoF. Cadorna.
Visto, ractifleado e approvado, o general
commandante do exercilo de Roma. Kunzler.
.No jornal oficial italiano apparecea a narracao
simples do facto da capitulacao de Roma concebi-
da nestes termos e precedendo o texto que cima
se le.
As 5 horas e um quarto da manhia do dia
20, as torcas do 4* corpo de exercilo, commanda-
das pelo general Cadorna, romperam o fogo con-
tra o lanco de muralha qae corre entre as portas
Sacra e Pia, e s dez horas e meia a columna de
ataque formada na villa Patuzi, cora admiravel
ardor, eotrou pela brecha aberta na porta Pia
continuando a avanzar at s ras do Tritone e
do y urinal.
Breve e sobre a brecha apresentou a parla-
mentar o general Kanzler, cbegaiidi estipuladlo
que inserimos.
No dia 21 as tropas pontificias estrangeiras e
indgenas que se tiaham reconcentrarlo na parte
de Roma chamada cidide leonina, desfilar;.m por
diante do commandante gral do 4o corpo na hrt
exterior, qae sae desde a porta Caballeggeri de
S. Paocracio, e ama vez depostas as annas, foram
enviadas pelocamioho de ferro de Civiita-Y'eechia
para os effeios da capitulacio.i
A Roma moderna divide se em tres gfanJes
bairros :
l* Parte inferior da cidade entre as altara? ori-
entaes. e Tiber e o capitolio ;
2* Cidade superior que se eslenle pelas colo-
oias orientaes;
3* Parte da cidade margena diris do rio. A
cidade inferior a sede do mlvimeoto artistio e
commercial.
A cidade superior ou parle orteniaj-fla meicrna
Roma, estende-se pela encosta dos montes Pineio Da
e Quirinal, e oceupa tambera ama parte de plaoi-
cie que une todas as collinas orlenlaes.
Na 3a a grande divisioqtte se compe do Roi-
go ou Vaticano, e do Transtevere, divididos nm do
oolro por urna muralha interna. E' esta a cidade
leonina, que se compe do Vaticano, e se esteode
de S. Angelo al a praca de S. Pedro. Alm do
Vaticano, couta-se no seu recinto S. Paulo, o hos-
pital 00 Espirito Santo,e o casiello de S. Angelo.
Foi o papa Lelo IV quera de um pobre bairrofei
orna formosa cidade cerca&do-a de muralbas no
scalo IX.
Depois da entrada da* tropas italianas em Roma
houve algomas desorden, e manifestaces raido-
sas\ provenientes cm parte dos soldados rmanos,
qoe provocavam os soldados invasores, eem par-
le por algans italianos exaltad )S do partido de se-
ne, que na cidade leonina, e misino debaixo das
jnellas do Vaticano dorara morras ao papal !
O suramo ponlifl.-e pedio ao embaixador da
Prusia coude de Armina, qne solictasse do gene-
ral Cadorna qn9 mandasse u.na'guaniisi.) italiana
para a ciJade leonina, para fuer respeitar o pon-
tfice e sacro co'tegio, e proiege-los do furor dos
exaltados.
O general italiano roensou se por isso qne na
capitolacio perreitaraente detenido, que as torcas
italianas nao oceopariam a cidade leonina, e o ge-
neral Kanzler bavia alangado, qne eram snffl-
cientes para proteger a pessoa do papa e manier
a ordem, a gnarda suissa e a guarda palatina.
Dirigui ose o papa ao general Kanzler, que con-
ferenciou com o general Cadorna, que acceden ao
pedido de S. S. enviando para a cidade Leonina
dous batalhes de linha.
O corpo diplomtico hvia j anteriormente o
general Cadorna, para erapregar os seus bons offi-
cios era favor do Santo Padre.
O governo provisoria de Roma ficon composto
das seguintes pessoas: General Cerroii, G. Lnnati,
L. Boccafogli, M. Montecchi, Ignazio Uenjornpa-
gni, Ludovici di Piombioo, Oresie Regnoli, Paslo
L'.'gioni, a Luig Siraonelti.
No domingo 23 effectuou se o plebiscito, por
si'm e nao se queriam reunir-se Italia.
O resaltado foi, em Roma : 4081o sim, e 46 nio;
as provincias 6406 sim e 22 nao. A votacaq ve-
rificon-se com toda a ordem e socego.
O general Masi romano, nomeado commandante
imitar da provincia e cidade de Roma recommen
don aos habitantes que tomassem as suas occa-
paces ordinarias, e pozessem nm freio as suas
ruidosas manifesfaeoes.
As tropass italiana prestara tanto ao Papa como
aos cardeaes as honras coslumadas aos reis e aos
principes.
Guerra francoallema
A situacao dos exercilos prximamente a mes-
maque indicamos nanos'a ultima revista.
Depois do msllogro das entrevistas entre o Sr.
Julio Favre e o conde de Uismark, depois da ca-
pitulacao de Strasburgo, temos anicamenle a re-
gistrar o eneerramenifl completo do cerco de Pa-
rs, a capituladlo da fortaleza de Tool, algomas
escaramuzas e batalhas de resultados poaco im-
porunti-s entre as torcas sitiadas e sitiantes de P1
ris, a continuacao do cerco de Bazaine, em Met,
algumas sortidas brilhantes desle, tendo por fim o
aprisionamento da praca, e finalmente a entrada
era operaces dos francos-aliradores nos arredo-
res de Paris, e o grande darano por estes causa-
dos aos allemaes.
As correspondencias cora Par; acham interrom-
pidas, nio se reeehendo senio por via de balas,
ou de pombos induslriados.
Nao devo porra deixar de por os nossos leilores
aofaclo deludas as noticias, por miis insignifi-
cantes que parejam, pois sao os pontos de refe-
rencia, a que precisaremos decorrer no desenvol-
vimento deste sangrento drama.
Publicara os j unaes o rotatorio do Sr. Julio Fa-
vre aos seus collegas membros do goveroo de def-
fesa nacional, e a resposta do conde de Bismark,
retilicando algumas asserces coudas daquelle
relatorio. Publicaremos estes documentos que sao
de grande importancia na avaliacao dos acontece-
mentos.
Nega o conde de Bismark que linha exigido co-
mo garanta d > armisticio, a rendicao de Melz e a
oceupaciu de Moni- Valarlen, mas nicamente a de
strasburgo o do Verdum.
Seja, poim, como fr, o que certo que fo-
ram interrumpidas as ncgociae?s para o armisti-
cio, e que contina a guerra a todo o transe.
No da 27 capitul u a praca deToul. O sitio ba-
via coraecado a 14 de seterabro, e oa noute de 27
ardia a cidaie era mais de vinte pontos diffe-
reotes.
A pressao dos habitantes sobre o commandante
forcava-o a arvorar a baniera branca e a fazer
propostas de capitulacao que foram aceitas inme-
diatamente pelo coronel Manteuffel que comman-
dava o sitio. No mesmo da, s se'.e horas da tar-
de entravam os vencedores na cidade.
As condices foram as mismas que em Sedan.
A municipalidad* havia resolvido nao fazer cou-
za alguraa'pai a favorecer entregada cidade,
mas a pressao dos habitantes que r ceavam de
nada servisse deixar de.-truir as sna3 propieda-
des, triuraphou dos sentmentos heroicos das au
loridades civis e militares.
A guarnicio compunha se apenas de 60 ceara-
ceiros, 100 borneas do. linha, 40 gendarmes e 2,000
movis. Nao havia um s artillieiro regalar. 0
commandante, o maior Buck era um militar velho.
Os officiaes allemaes ficaram estupefactos ao sa-
ber que o carainho de Paris havia estado mter-
rompido por seis semanas por urna torca lio in-
significante.
A cidade ficou bastante destruida. Ha poucos
feridos.
Os prisioneiros da movel localforam postos em
liberdade cora a prora '-sa de nao servirera mais
durante a guerra.
Durante o sitio haviara sido 'exerciiados como
artilheiros uns quinhentos movis ; mas no assal-
to do dia 16 lodos os bohitaotes haviara pegado em
armas para repellir o inimigo.
No dia 27 foi Orleans evacuada pelos francezes,
e inmediatamente oceupada por viote e cinco m
allemaes.
Na tarde de 27 rendeo-se finalmente Strasbor-
go, entregando as armas 450 officiaes e 17,000
sil Jado.-, e sendo a praca oceupada pebs alie-
mies.
O general Ulrich f >i enthusiasticameote abraca-
do pelo general allemao, e felicitado pela sua bri-
Ihante defeza.
O* allemaes toraaram 1,070 pecas, assim como
dez milbois de francos e qiuniidade conslderavel
de munices e maotimentos.
O general lriek chegou no dia 2 de oulubro a
Tjurs onde recebeu urna ovacio enlhusiastica.
Creil no departamento d Oise foi occupido
por ora destacamento de 600 ablanos e 400 caca-
dores, que apparecea inesperadameote no carai-
nho de Seulis.
Os allemaes oeenparam no dia J Le Mans.
Era Soissdns tem os francezes feito monas
sortidas, sendo, porra, sempre repellidos.
Em Bitche tarabem os francezes tem f.ito al-
gumas sortidas, sendo porra repellidos ; 00 dia !
comeQoa, porm, o bomDardeamento, que conti
onou os das segnintes com maior intensidade
Brisach foi no dia 8 intimado para se rendir
mas recusoo, foi bombardeada e a villa incendia-
da em tres pontos.
Est-se firmando em T.joI nn corpo de
10o,O00 allemaes para marchar sobre I.von, onde
se estao razen-io granJc; pr^irativos de'defeza.
dtas, mas
As trops
Aartjl
Prassia
O qaa
Ferrires
O mei
Loo Gar
rigwdo-s
llli.la COi
GamU
Levaos Braga, no Aracaty ; Jo3o Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marrpes da Silva, no Natal; Jos Juta
da Peona; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
Bahia; e Jos Bibeiro Gasparinh no Bio de Janeiro.
lz tera-sb tito sortidas quasi todos os
m resaltado importante.
francezas tem sido repellidas com
perdas le ye s. As perlas dos prossianos tem
sido pooe inportanies. Era ompensacio 0 ex;r-
cilo de Bi ne tem conseguido apoderar-se de
Igans cu wyos de rnanlimeutos e muiicoes que
era desl idos aos sitiantes.
e Bazaine se conserva fi :l ao impe-
ser coD'n
preza; q
vavel qae
Parece
goverBo 1
cues iotei
(io e dos
migo
bella em
sar tal d
i.
carne
A
Diz-so
rador.
0 galneta pru'siato pubiuoa no dia 10 ama
ciroalar, 1 enlo que se Pars se nao render in
iHemies, sotfrer a lome e as lerri-
veis eots*ienciaj de ara cerco aperlado, e aos
effeilos di lorahardeamento.
ia de sitio j esl assestada. 0 re da
eecionou o sexto corpo do exercito.
general do rei da Prussia mudou de
ra Versailles.
o do governo de defeza nacional Mr.
lia sabio de Paris em nm balo ; di-
ra seguida para Tours, sendo aili aco-
jdo enthusiasrao.
publicouuraa proclamaQio, dizondo
que ha oTslOOi) horaeus em Pars ; que as l ni
ticac\i$ I ra 3,300 pecas, e que diariamente se
fabricara n milliao de cartuxos. Ha tres liohss
de def.-za. enlo a ultima a das barricadas, atraz
das quaes is habitantes d.: Pars bao de defender
a repnbli< Paris est ineipuunavel e nao pode
tad.-i por assallo, nem tomada por sor-
nio possivel a sedicio nem pro-
liaja fume,
u- havia desaccordo oa delegarlo do
Tours em consequencia das dissen-
as de qne pode resaltar a falta de ac-
(torcos unidos da Franca contra o ni-
ca que a sahida de Pars do Sr. G >m-
IroCCM a Tours, leve por fim fazer ces-
CCOidO.
ordem de Magui or;anisa a venda da
eouta do estado e sageila ama taxa.
uinistracao dos crrelos est organisan-
do o servieo aerosttico para as carias.
Ojnaloffljialde 29 pnblca ama procla-
maclo de Trochu contra alguraa! desordena qae
se deram e violaces de domicilia
_ Um docrelo do dia 3 motivado pela domis-
sao de Foorichon eonfere iatemamenle a Cre-
mleux a pasta da guerra.
Outro decreto determina que a prorogacao do
frazo concedido pelas leis de 13 de agosto e de
0 de setembro, nao seja applicavel s letras com-
merciacs Clradas posteriormente a 14 de ou-
tubro.
0 conselho de ministros resolveu f*zer oo, le-
va ntameoto em massa de todos os horneas at 23
aonos de idade.
Os habitantes das aldeas roda de Paris se re-
eolhem em grande numero com os seas haveres.
O Sr. Gambetta vai a Tours com nstrueces
do governo de Pars para dar maior impulio e
maior haroioua accio governameolal nos de-
partamentos. Chegido a Tours. e qaand) a mul-
tido o aelamava, chegou janella e anoancioa qae
ia sarafflxada nina proclamacio eom as inlences
do governo de Paris : Vim aqol para trabalhar,
disse elle, deveraos ser parcos em deawnstraces,
trabalheraos, pois, nio podemos perder ara mi-
nato. >
O essencial arranjarnm general hbil e ca-
paz de fazer nos departamentos o que Trocha tera
consegdido em Pars ; dar torea ao seolimento pu-
blico meio eoervado por um rgimen de compres-
sao ; e armar os bracos qae esse mesmo rgimen
nio qaiz nanea armar, com receio de que ellas
um da se voltassvm contra elle ; e tudo islo cr-
gaoisando ao mesmo lempo nm systhema de de-
feza proficuo.
D:z-se qae esperado em Tours o general Bour-
baki.se elle conseguir escapnr-se de Metz. Ha lu-
gar para suppr que a fogosa habilidade da sua
natureza guerreira preencha a importante lacuna
que s>b o ponto de vislimilitar se nota em Fran-
ci, onde ha vontades enrgicas e decididas, mas
onde ha ainla umita hesiiaca >, malla iocerteza,
muita perplexidade pela falla absoluta de um che-
fe militar que inspire conflaflea.
Vai se publicar um decreto addiando as eleires
da assembla consltuinte para quando se possam
verificar em toda a extensa da repblica.
O exercilo fraouez de Loire composto de 8(1,000
homens e as oruVns do general Lamolte Rouge,
que fez a campanha da Palia, prepara se para
operar contra os prossianos entre Tours, Blois,
Orleans, Viezon, Bmrges e Nevers. Esl munido
de artilbaria raiada servida por bastante pes-
soal.
Giribaldi desembarcou em Marselh),e par
tio para Toara onde chegou no dia 9 inesperada-
mente; porm, asira que a tropa e o povo soube-
ram da soa chegaia fizeram-lbe urna enthasiasti-
ca manifestar'). Ganbaldi vai pr-se frente dos
franco atiradores.
Os fraaco-atiradores tem feito bastantes servi-
Cos, nio s as iinmediac<3es de Pars, mas at na
Alsacra e Lorena.
Hi muitos nos arredores de Melz e Thionvil-
le. Os prusianos confessara a extrema difflculda-
de dos aprovisionamentos. Os franco-atiradores e
guardas nacionaes atacam e corlara os com-
boyos.
H uve nmassalto dado pelos franco-atirado-
res carroagem em 'qae iam varios personagens
prussianos, um dos quaes ficoa morto, o que est
dando lugar a bastantes eonjectaras e supposi-
Ces :
Atravessavam um bosque as cercanas de
Reos varias carroagens do re Gnilherme escolta-
das por um destacamento namerosissimo de coura-
ceiros. Por aquelle lado o caminho, que domi-
nado por varias emioeacias, estreta-se a ponto de
nao dar psssigem a mais que ama carroagem;
marcbavam frente e retaguarda das carroagens
as torcas da cavaHaria-quando direita e esquer-
da do referido caminho rompen repentinameme
um fog* de fuzillaria ; eram os fraoco-atiradores
que tenlavam ara golpe de mi atrevido e preme-
ditado. ,. .
Urna das carroageus ficon htteralmenie criva-
da de balas, diz-se que nella iam quatro eleva-
dos personagens, um dos quaes fleou morto e os
outros tres gravemente feridos.
Comecam aqui as supposicSes, mais ou menos ex-
travagantes. Dizem uns que o morto o rei Gui-
Iberrae ; outros q-ie o principe Carlos, ou o prin
tipe real; ootr >s anda que era o general Malt-
ke. Oatra eonjectura que os mortos erara o da
que de Ntsou e o seu ajndaolo de campo. Oatra
versio que o duque de Wurtemberg tora grave-
mente ferido.
Nio ha por ora noticias allemaes que fixem o
espirito publico sobre os resultados deste ataque
mysterioso.
Epernon f >i ocenpado no da 4 pelos alie
maesj depois de nm combate valorosamente sus-
tentado pelos guardas movis e nacionaes; as
perdas foram de 1 200 mirtos e feridos francezes,
e eanre alies o general Giichau, e tendo 300 pri-
sioneiros. Os ailemes perderam 200 homens
entre morios e f Tidos.
H-mve" tambem nm combate em Toury, a 80
kilmetros ao sul de Paris entre Pithiviers s Jan-
ville; sendo Twnry oceupado pelos francezes,
abandonado pelos allemles, que perderam Pithivirs
aeste recoatro 20 prisioneiros e o gado qae
Ihos era destinado.
Os prussianos cccnpirara Beanvais.
Os franco-atiradores repelllram nm eorpo
aHeml qie mwcbav- sObre Pootaineblean.
Os lleaii s atacaram no di* 10 as loteas
francezes que oceupavara Arthenay ; o cmbate
durou 5 horas; os francezes foram bataos, e
obrigados a retirar aibresla. Os francezes perde
ram 1.000 homens em Arlhenay, e 3 pecas.
Os allemles atacaram Cheresse, perto de
Dreux, e foram repellidos pelos habitantes; a luta
durou 5 horas.
Os prossianos tem incendiado varias povoaces
como castigo de resistencia oa iraici > dos seus
habitaphs.
As tropas allemles que ficaram disponiveis
pela capitulacao da Strasburgo sao destinadas a
occupr a Alsaeia superior, ea bloquear Colmar
Mulhouse, Sahelastadl, Beirort o Neuhrisach. as
que lomarara Toul vio reforc ir as q e sitiam
Soissons.
O grao duque de Mecklembourg foi nomeado
pelo governo allemao governador gcrl de Reins
indurado os distnclos que nao eslo sob a juris-
dicao dos governadores da Al-acia e da L)
reua.
Contiara as tropas allemaes a atravessar o Rheno
na (I i recia de Mulhouse, e a invadir a Franca des-
linando-se a entrar era operaces nos departa-
mentos meridionaes da Franca.
INGLATERRA.
O goveroo inglez respoodendo s manifestaces
democrticas repete haver esputado os recursos de
que dispunha para conseguir a paz, e alimenta
crenca de estar esperando occasilo ainda de inter-
vir opportuna e efficazraenie; pelos documentos
porra, publcalos actualmente e que alcaucam s
11 de agosto, se v qie as negociares do gover-
no inglez se limilaram a polmica sobre contra-
bandos de guerra, e commercio livre aos neutraes,
e na exigencia feita Italia e a Austtia para da-
ram explicaces sobre os boatos de tratados exis-
tentes que prejudicavam a Graa-Bretanha.
A Inglaterra nio oJe, por falta de forca, impe-
dir a agressao da Franca, nem evitar qae a Pras-
sia depois da capitulacao de Sedan proseguisse oa
luta.
A opiniao publica em Inglaterra nio s entre as
classes operaras, mas entre os proprios estadistas
inclina-se para urna mediaco na Franca, e mos
Ira tendencias a querer arrastar o gjverno para
esse caminho. O governo celebrou ura conselho
de ministros que resolveu reqnir com brevidade
o parlamento, para oavir a soa opioiao sobre a
linha de conducta que lem de seguir.
No dia 29 reuniram-se os membros da mu-
nicipalidad de Londres para elegerem o novo
mayer. A escolha recahio em Mr. D>kin, um dos
mais amigos membros daqnella eorporacio.
Depois da greve que tem tido lagar na Ir-
landa, raanifestou-se oatra em Lim rique, onde os
operarios recusam o trabalho e impedera os outros
trabalhar na razio de o snelliogs por dia.
AUSTRIA.
No da 21 de setembro houve em Trieste um
serio tumulto provocado pela polica.
Na larde daquelle dia o povo triestioo dirigio-se
ao consulado da Italia dando demonsiraces de
rigosijo por lerem as tropas de Viciar Emmanuel
entrado em Roma.
A polica untou dissolver aquelles grupos, que
se apresemava n pacficos. O povo qniz fazer valer
o sea direito de reuniio, e zelar os seus foros,
mas os policas auxiliados pela guarnici >, carre-
garam sobre a povo causando algumas desgra-
nas.
O conselho municipal de Trieste protestou con-
tra este abuso de torca e podio jasti^a ao goveroo
imperial, determinando entretanto a reforma do
corpo de polica que to mal havia compreheodido
seu dever.
Na Bohemia tambem j lavra o espirito republi-
cano. Representava-se ltimamente no theatro de
Praga ama pega patritica, que de tal modo en-
thusiasraou os espectadores, que comecaram a
repetir c> ra os coros a Marselheza, prorompendo
em gritos de 'Viva a repblica.
Em presenca deste aconlecimento o governador
prohibi o canto as funeces theatraes e o sym-
b ilo republicano.
O moviraento liberal adquire na Austria
grande importancia. O governo e o imperador
mnstram-se decididos aapoiar aquelle moviraento,
na-> s para consegnirem manter justo equilibrio
entre- as encontradas ambices autonmicas das
diversas nacionalidades que constituem o imperio,
mas para graparem era torno atlos os elementos
que podem servir dentro de um praso mais ou
menos curto, para fazer frente a ambicio da
Prussia.
O reichsrath tem mais de 80 representantes do
teudali-mo, e acinameole victima da mais extre-
ma agitacio por causa das quesles do Tyrol e da
Bohemia, promo\idos,ora pelos ultramontanos ora
pelos feudalistas, que no seu odio ao partido cen-
tralista, recusam, os prmeiros prestar juramento
constitucional e os segundos lomar assento na c-
mara.
O Sr. Gskra, chefe da esqaerda da cmara
propz, que esta nao coraecasse as suas sessdos
em quanto a Bohemia nio liver eleilo os seus
deputados, proposta que nio querem apoiar os
allemles, que dizem estar resolvidosa retirarera-se
d) parlamentse tal proposta fr adoptada.
ORIENTE.
A Russia contina a concentracao de .forcas
importantes as fronteiras mais visinhas da Tur-
qua, apezar das negativas do Jornal d. S. Peters-
burgo, que conlradiz formalmente, dizendo jue a
Prussia lem sempre seguido urna poltica de paz e
de pendencia.
A imprensa ingleza fallando da sahida do gene-
ral Ignatief de Conslantinopla, julga que as ap-
prehensoes do proceder da Ruwia sao puramente
chimericas.
Os receios, porra, de conflictos no Oriente sio
geraes, e esperam-se importantes aontecimentos
depois oa durante a guerra actual.
A colooia grega dos comraerciantes de Marse-
Iha, ja suspendeu a expedicio de navios para o
Mar Negro, recetando ura rompimento entre a
Hussia e a Porta Ottotnana.
O goveroc ottomaoo vai formar urna especie
de guarda movel composta indislinctamente de tur-
cos o christios.
HESPANHA.
Em todos os circuios polticos se manfesta a
opioiao publica contra a interinidad, e toma coo-
sisteucia a opioiao de que urna candidatura prus-
sia na seria a prefervel a lodas as combina coes.
Entretanto em vista das circumstancias actaaes
da Europa, parece que se pensa em conceder ao
regente as attribuicSes, e que logo qae se abram
as cortes, se adoptar este alvtre.
O Sr. Sargasta explinu i coramissao perma-
aenie das cortes a atttodj do go.veroo durante a
guerra. A coramissio dirigi um voto de appro-
vacio ao governo.
As cortes devera se abrir no primeiro de no-
verabro. ..... .
O gineral Prim chamoa a Madrid ama grande
parte do exercito, com o pretexto de urna revista,
e cora o flra acculio de atterrar os seas iamigos
polticos com o aspecto de ana impooen'e fUfca
publica. .
O general Caballero de Rodas demittio-se do
cargo de governador militar de Cuba, chamado
pelo sen partido para preparar urna sublevarlo
militar contra o goveroo. O general Caballero do
Rodas nao duvidou abandonarlo seu posto sem es
perar as ordena do governo.
O general Cordova foi lomeado para o subs-
tituir.
Se o governo de Rodas foi sangrento, nao menos
sangrento derr ser o de Cordova, so altoaderraos
a qne este general moderado de para raca, e ty-
ranno por essencia.
A promettida revista realison-se eff ciivameaa*
no dia 9, sendo passada pelo regente e sti wriai
Prim, Peralta, Izquerdo e Alaminos. O Alai das
forcis em parada sena de30 mil homens.
FaHava-se muito em urna prxima matonea
ministerial, pela qual largaria a pasta do reiao
Sr. Rivero, pasta qne, segundo se afflrnia, ja fu
offereeida ao Sr. Zorrilha e ao Sr. Obliga.
O governo hespanhol vai mandar para Cuba
urna expedirlo d) 14 mil homens, apezar da
affiancar que a insarreicao est prxima a ter-
minar.
PORTIT.X'..
carrate escr ve no;so corresaoa-
Era 13 di
dente de Lisbt:
Abrem-se as cortas H do eorrenU-. Cni-
na o triumvirato, composlo dos Srs. marqaez de
Si, bspo do Vizeu e Carlos Bento da Silva
Depois de lanas tentativas mallogradas w
eoncilfacao, apo< tantissimos e.-orens depois V
concluida a projeetada concilacao para o gabiaet
se completar no seio do grupo reformista (o d
partido de Janeiro) parece qae houve mai* aspi-
rantes a ministros do que pastas vagas, e o cert
qoe o ministerio aguarda pela remlo das cur-
tes para se compleUr. Dava, p .i, crise oo taln
quo, pcis creio que estes mesmas noticias da
poltica interna lhs transmitti a 27 de *
O Commercio do Porto ante hoatem (?. oms sen-
satas observaedes sobre estes adiamentos, qm*. a
seo ver, bem poaco se justificara ; poiqnaal
ser preciso esperar qoe a junta prepiraona (**
deputados eletos se constiia em cmara depois
da approvaca dos respectivos diplomas ; que te
aguarde pela discassao da falla do ihrono, qoe
pode muito bem acontecer, segando os preceden-
tes dos altimos aanos que ;e limita apenas a nm
mero acto de deferencia ao ebefe do citado, votan-
do se sera discassio poltica, e que passaodo esta
oppo tunldadeque o ministerio teria para tomare
pulso ao parlamento, provoque on f ira provocar
por meio dos seus amigos nm> qoe-io potinca
Ora como d'estas a mais importante entre nos a
linanceira, lera por isso o goveroo incompleto como
est, de preparar projectos de faz rada
Com todas estas delongas pode darse, entre-
tanto, ama eventaalidade extraordinaria, bavendo
s tres ministros, continuando a demoradissima
crise que desde 29 de agosto se vai protetaodo
sem razo ponderosa qoe as j'i-lifiqoe. Taes sio.
em resumo, os argumentos cora qae esses e antros
jornaes menos apaixonados, eslranhara este proce-
d ment. Dos mais fogosos, nao fallamos.
A Reroluro irnica e craciante nao Vixa dr
invectivar o Rvd. bispo e os seos don* eoilngas e
nio menos os ambiciosos qne, porveniaia, lea
dado lugar a essas hesitaco>s e adiaraeolos asa
causa tao grave, como dar governo a nm aaiz
minado de diffi roldadas internas (i tr vn tinao
oeira on dficit) e maiores diffl'oldades externas.
pois se estao latentes, de ama hora pin oatra
podem fazer explosio, e comp".)metter anossa
propria naeiooalidade.
A feicio mais predominante de orna parte <
imprensa, d'aquella que defend^n os aelos da dic-
tadura de 19 de mao (Saldanha) a maior viru-
lencia contra a pessoa di chefe do estelo, contra
a chamada cimarilka pilaciana, e contra os gasto-
que a lista civil consom ao orramenlo de
paiz, enjo thesouro pobre. Prima' oeste governo
o Popular da tarde, folha creada para defender a
si l u ac o de 19 de malo.
Ha perto de nm mez qae oaqnella folha, aob
o titulo de Escndalos, em garrafaes se da ajne
o Sr. D. Luir eonsorae com a eamanlha nao so
os rendimentos da realeza, nio s a tlotacao de
perto de 400 eontos que Ihe d a naci, mas as
enormes quantias de que devedor ao the-
a souro pelos repetilos suppnmento* qne os go-
vernos seas aduladores Ihe teem feilo. sabendo
qae nem em toda a saa vida, por mais loop
que seja, os poder pagar.
Que o Sr. D. Fernando Cotmrgo (sial recete
do estado orna dotacio Ilegal e uidevida, qr
perdeo o direito bem expres.'o mrconiraio de
casamento da virtuosa raiaha, a Sra. 1). Mi-
na II.
< Que o Sr. D. Angosto r cebe nma dotacio
f como herdeiro pre.iiiopliv da cori, qaand
< em Portugal o herdeiro presnmptivo o Sr. I.
t Carlos, que como tal recebe tambem a soa di
taeio II
t Ora, se fosse ama vez soque taes asser$5es
all apparecessera, nio as repetiriria ; mas eom
o offlcio do chronista relatar u qne do pen
dominio da publicidade e e-tes eUtoi apparecr
all ha mais de ura mez, devia consignar o Le.'.
Afflnalos pelo cerno estylo, ref riolo-se s
mesmas pessoas, mas cora maior deseomelimenro,
por isso que faz excavcoes oa propria viJ pri-
vada, e inventara insinuacors tremendas para
certos personagens bem cooheciJos como clief s
de partido e ulicos do primera (lana, corre iov
pressa ama chusma de pamphletos variando d- t-
tulos e de formato, e m.smo de ci*r lodas os das.
Hoje a Ttmpe.ttade pelo Mtof amanhia a Soi6ro, agir a Pagina *!*", mu-
tarde a Estatua, etc. etc O ministerii pub ico tem
querellado de raudos nuraerus do Popufar da tar-
de, que tem urna subscripcio aberta para aaaotfUi
s despezas das querellas.
Hontem brgaram no caf Mar'.inbo o Sr. Sena
Freitas, um dos redactores d'aquella folha, eom
Sr. Mariano Gyrillo de Camino, redactor d<> Du-
na Popular, folba partidaria do ministerio acto J.
Houve logo qoem apartasse os contendores, eoe
succede sempre em brigas de bolequios.
Tem-se fallado mnitn nos fio* de nm trama aau-
dynastico oa antes carlista combinado com os He*-
panhoes partidarios de D. Carlos. Falia-se da p-
prehensio de munices e armas na provincia iL
Minho, e tem os jomaos dito que nm almocrerj
reveloa coasas muito importaotes; qae empro-
raettera allameote dous Hidalgos.
t Falla-se era processos, era scgrelos de justici.
em reclamacao do goveroo provisorio de Hesp.-
oha, em planos occaltos para que a revolueao car-
lista rebentasse era Hespanha e em Portagal ao
mesmo tempo.
t Nistose tem enlretlo.ha amas poa-as de st-
raanas, as noliciar.-tas e correspondentes da lo
Ibas de Lisboa e provincias sem turnearen os t-
dalgos corapromeltidos; mas, ha dias, a manjnei
de Vallada, par do reino e liberal, escreven ao
jornaes urna car_ta as e qualquer sup.oscao de ier ido Braga tratar on
conferenciar cora as summidanes miguelislas ii-
quella cidade e dstriclo; cita o h >tel em qne se
alojou, o mesmo em que eslava o governador ci-
vil ; as pessoas que all'o visitaran, os negocio
de sua casa e da casa de saa mai, a Sra. condes.
da Taip. que alii o levaram ; e conc'.ue faza nd> a
sua prftssao de f poltica, a qual, cuno ar.'ia"
p.irlamentat que e arados primei^is di-cu*.id -re-
da cmara hereslitaria, levia j ser beo. conh ;eiua.
- Por outra parle o governo tem insta lo eom a
mrqu-z da Angeja, para qaa parla para Bruxel-
la-s para a sua embaixada, ou resigne o canjre se
Ihe nio convem. Parece que o marqaez (e#V
de Peniche) lem feito novas exigente* de amr
menlo de vencimenlqs, dn de aa elevar aiaell te-
gajao a eiubaixada ffle 1* ordem, o qo-. nos a
luaes apuros do thesouro, serta pela me
disparate do grosso ca|mr. Todo hio
legraphado d'aqui parto Porto (onde nao ha cn'-
cuvilhice e Intriga que se nio ass alhe primeiro
a Lisb*), eaflnal de onlss o marineada
*~ t anda nao parti para a Blgica.
tn qianto estu coasas se z.-m ova
am
e lemn-

-
; |
4ug
W\


4
Diario de Pernambw Sexta feira 28 de Outubro de 1870
oa rouc fundamento, esgotam-se segunda a ter-
ceira edicSes do r<>lhetim burlesco publicado do
Popular da tarde : O Rei Boubeche ou o
rtmbo dos innocentes, verdadera pechada que o
povinho l com r.viiez, porqb as allusdes ao fal-
lado rapto dos principes, que preeedeu de-pouc*s
naras a deraissao do duque ae Saldanha e a queda
inopiuaSa da dictadura 29 de agosto, como em -reorganisarse aqai a cummissao offlcial para pro
com os' res que corren de todos os angnlos da
Europa.
Cora o sentido de fazer-se urna seria mantfe
tacao externa da naeiooalidade poriagueza e ni)
meos eoiu o espirit > 'e sntimeolo ctirisCa da ca-
ndarle, tem suscitado o distracto medico multar
Jos Antonio Marque, a mporianeia'ra.e ter o
lempo Ibes narrei.
A accusac,5t's da mesma fotea, contra quera
o mesrao j >rpal die ser apuntado pela opinio. pu-
blica, como autor da niorte do Sr. D. Peiiro V., sao
quotidjanas. O cartel de honteraa Urde i vtru-
lento em extreno. Cita varios artigos do cdigo
penal, da novissiim reforma judiclaria, e da caria
coustituciooal; appella- pin a voz publica, para a
imprensa e m-smo para rerta< aliaos feitas em
plepo parlamento, e depois de todas estas citaoo-s.
alluoesrf losinuacM o daphao^ aeeu^acia;, d
no mesmo typi a noticia da recente elevado d
um d< man eminentes estadistas portuguezes pa-
ra ara dos primeiro- cargos do estado.
Qotzera commiraier estes factos solados, raa<
entre os qu ie* parece Inver urna rede mysteri osa
que o* pnie hpar ncaso. Nao o farei, prim'-ir-i
|ae todo, por nao ter os elementos orenos, e ?
ac obra pelos qu sao do dominio publico, q>ie
almha de conducta que leaho iuvariaveirneute
seguido ha deze-^is para dezesete aanos que e.--
crevo para os letores d i Diario.
Diga-se, porm, a verdade; se o eerto que a
cifra da lista civil e>t rnuito exaggerada para as
circumstmcias do thesoaro, nao sarao mais exag-
peradas anda, aa actual conjunctura, as de-peza-
duma guerra civil, para que parece appellaro?
raa^erh, sobre as perdas enormes que essa con-
vulsao p )ltica traria, nao s ao tbesouro, mis a
todo o paiz, j desfalcado em dous mil e untos
conios ptila ausencia das suas transaccoes regula-
res cora arranca e cora a Allemanha dssde que
pnncipiou a guerra,nao seria, digo, arriscar a
naciouahdade portuiiueza levar o paiz triste con-
Janctnn de u:ua dissiracao era que se jogassera as
uistiiuicSes vigentes, que, se nao aitingem o ideal
poltico de um povo iivre, e disso e- to anda mu-
to aqum, pelo menos dao lugar a que o povo so
fea representar ua gerencia publica, e, tendo bmi
senso, consica o que a Blgica tem conseguido,
qur sob o ponto do vista econmico e iDdusiri.il
qur a luz da eon-idera.-o internacional e poltica i
Em vez de ir Dreeipitadamente ao encontr
dos successos, cuja desenlace, posto que se entre-
vea, ainda agora, sujeito aos azares da guerra, se
nao ininifesta completamente ; nao seria mais
conveniente para Portugal aguardar por nm sacri-
ficio coinmum de insolTrimentos, demasas e inle-
resses partidarios ou meramente pessoaes, uue os
horisontes d Europa se tornassera mais definidos
para ora da, com placidez, assentar ra novas ba-
ses, seassim fosse julgado necessario pela grande
maioria da nar.ao, o nosso codirw poltico f E precipitagao em deseooceitu:r pelo ridieoln, pela
invectiva, pela aeeusacao vertiginosa e de todos o
dias o chele do estado,"nao pode, ainda que tal seja
ajntcnco dos que lli provome.m pela irapnm-n
tao i*iplacaveis Iwii.dudes pessoaes,em favorecer
ambiciosos plano* de govemo deulro ou fura do
paiz, ouie espreitando o ensejo de malbaratar a
independia nacional ? A verdadeira demoencia
nao careee vituperio para fazer propaganda. N'um
paiz Iivre. onde librrima a raanife*iacJio do pen-
samento por pai:;vras al por escriplo, a vida pi-
vada do uitim > e mais uhseuro cidadao to dig-
na da protec.-i i da lei, corno a do primeiro cida-
dadio na ord. m hierar,-bica. As. premgativas da
Corda nao vein da voutade da pessoa do rei, mas
do cdigo em que ellas sao reconhecidas e con-
signadas.
Lavaato.se a questn a essa altura, se- acli uem
que opportuno agora substituir aquelle tacto
nacional por miro mais em barmonia com as len-
deocias da actualidnde ; mas nao se d lugar a
presumir-se que forca de de.-gostos se pretende
forcir o rei a urna abdicaco (claramente exigida
pila meneiouada imprensa) alim de que a regen-
cia v .arar s certas e determinadas raaos !
\o se li luar a suspeitar-se que iolluen-
cias exlernas inspirara aquelles vrrimas pasma
de um soberano que nao tem culpa de o ser. nem
de o ser n'uma poca de traBsiccoes em que o
barmetro poltico an la oscilando sob a presaao
dos factos consumados, sera que o observador
iraparcial possa atinar ainda se as indicacoes das
tendencias europeas sero favoraveis demo-
cracia pura, se ao cesarismo, hoje representado
pefa rala de ferro que vai esmagando a Franca,
contando-Itie as agonas e b.ddados esforcos que
heroicamente faz por libertarse da torrente iuva-
aora queja llie asssta ao proprio cora^o, o pro-
prios cauhoes que do Etaena a Versailles abrtram
um caniuho de sangue aos soldados do rei Gul-
Iherme.
Se a opporlunidade pois, mal escolbida para
semar a discordia intestina em Portugal, porque
se nao f izem tambera os possiveis sacrificios e ra-
s eu'eis conceesoes na esphera da prerogativa para
que tirados quae-quer pretextos, mais ou menos
ponderosos, se inaulentia o verdadeiro equilibrio
de syrapathias mutuas que servem de garanta a
ordern publica, realisaeao do impasto, e as con-
veflieataa relacoes que lodos os membros de urna
n n;a i car -cen de inanter para que a prosperi
dide, a paz interna e a auxiliaca i indispensavel
de tolos os elementos nacionaes assegurar ao
p i'o portuguz a5 suas condiQoes de exi^lencia
como pai?. que sabe governar-se por si mesmo ?
Quasi toda a mpreusa, em conckisao, ex-
iraaha esta phase que um certo grupo tem dado ao
molo porque so discutam entre os os interes-
aaa imblicos.
l'or outro lado, se o gabfnote seja elle com
posti de tres ou de sette ministros, nao Uvera
vuhieii mais activa e infaligavel, d*um instaute
para outro se pode aqui dar pretexto a complica-
coes com o paii visinho e por sso Ihe campre
empregar todos os meios para obstar a que se
conspira em Portugal de accordo com os que cons
pirara contra o governo estabelacido em Hespanba.
Urge por lira que as cmaras legislativas
baja cordnra e isencjio bastante para se nao pre-
tornea pelas peqnenas e ephemeras vantagens
de facgao, os grandes interesses dictados pelo pa-
triotisro e pela caasa commum, no presente e no
futuro.
m ver soccorros e donativos em espeele ou era
moeda, para-os feridos e familias das qoe a guerra
tanto de urna como fio outra poten-
Parece que neste sentido se deliberon (e honra
Ihes seja) ha tres dias n'uma reunio magna do
partido regenerador depois de usarera da pala-
vra oa Srs. Joaquim Antonio d'Aguiar (presidente),
Frates Pereira de Mello, e Andrade Corvo. De-
cidi a a conservar no parlamento urna posifo especiante,
sem benevolencia nem harmona.
Falia-se na organisaclo immedtata de segunda
linhi, na compra de trila mil armas armas por
latis do padrao usado em Inglaterra, e em forti-
ficar e defender com torpedos e couraea los as bar
ra* de Lisboa, Porto e Selubal. Parece que se pe-
dirlo meios extraordinarios as cmaras para as
fortificare; e armamento do pairt Ao mesrao
lempo a imprensa ministerial acon?elha que se
colloqoem nos postos diplomticos de mais im-
portancia, agentes que estejam altura da sua
bossq, e que se apfrtera ainda mais certas allian-
ca>, tae-< comii ingleza, e nao menos a dos Es-
Ud Unidas da America.
_ Referindo se s providencias militares que se
vao tomar (o que j sera lempo) diz urna folha
afieirnada ao. ministerio :
Sao nataraes/ estes preparativos. Quando
urna na;3o tao poderosa como Haspanha se
o arreceia e se arma, nos nao podemos deir
d Ihe incitar o exeraplo ; mas as pr.'Cijc.oes
militares nao devem excluir as comblnagS-s di-
plomaticas, pois o mesmo esta tzendo Hs-
patilla e raz.'ui-nb uu'.ras naques de pnrneira
ordera.
t Darte periodo, copiado ao acaso dentre tastos
arligot do bmmdo genero, v-se que o go'eino (
i ii -MM1 -i.il'>), Jesi-ja que sen- ergios01
Itnpn u .. fatarn senur ao goveruo >- Bivpanbi
que aos nao arnaasaoi por causa d aiguuias velei
dadas de un i rica 5 lo jieninsular, ca-W vez maw
evemuaes da-de qae Ei-Rei Vctor Manoel raodoo
a mu capital -le Florela para Roma, san quene-
ahama potoaea europea Ihe gergun'usse porque <
ia a que .-tao da Iberia tero (pal
c) andado mai- -.p'ecida da ioipreas.
Mas Nh'. he-paahilas que se te.n conti-
tioado aemdrp a apuntar para este alvo, tuaudo-ne
atpartiiio la proonis difflculda.e' com que ha
perlo de >\i m-zes tem debaldo lutialo o rinl.
torio pira ti :oraptoUr, que para isso oi buscar
ao q-wo c. 1i',- adiumistralivo 11:11 nrtigo ini qoe
si-miiid.i aunex.i airo Coaaetllo jqaelle que
nar liver etd I amato para se administrar.
omle se v Que tto olv.dadc alm liaa-
diana a wmptUMa cubica deum airendameat"
Iforapni o casta das aossas tradr-cOe* e justas
prosapia* aacieaief;
O armamento d paiz bora. Os meios dipio-
matieo .-a- aieihorcs,
< O bom sonso de governanles e governados,
desdo o ponto mais culminaate da escala hiorar-
chica at as carnadas partidarias mais obseuras.
a as regi5e simulesaaeole laboriosa do paiz, sa-
na o remedio heroico, o desidertum nesse as-
atuapto assg asbaiaso e aogeito a curuagoackis
tura ceifado
cia.
Existiasum ncleo de coramlsiao. Poi refor-
jado. A iniciativa particular do Porto (qae mais
tJrra para iniciativas que Lisboa) tem ja feito re-
petidos convites a philantrop'n publica, e o paiz fi-
gurar con ligoament nes'.as justas de benefiua
s dicituie, a par dos que mais acrisolado amor do
prximo Jjouverem revelado, em orlema minorar
as deagtTcas, viuvez e orphandades en que essa
espantosa hecatombe tem croarlo de luto e lagri-
mas a mais i idale parle da Europa.
Nao facharei esta sera Ihes dizer que o ulli no
aespacho teleiraphieo do ladiid diz que em todos
os circuios a opiniSo publica manifestase contra
a cotinuac;ai da intormidade e<]ue *e julgi que
urna candidatura prussiaaa ser pref^nvel a todas
as coinbiaic's.
< Est portanto agora, longe da telta da dis-
cusso a candidatura do Sr. D. Fernando.
O govemo vai tupprimlr a embaixada de Ro-
ma, dando mais largas atiribuicSas ao nosso pleni-
piterieiano em Italia, e r.'a-ando ama economa
uolavH no respectivo capitulo do nrconenlo
A familia raal, chegou de Cascaas antes de
hrotem.
Foi elevado presid3ncia da cmara dos pa-
ros o duqua- de L'iul. Os adversarios do duque
lera r crudescido nestes ultimo- dias ara* Mwseil-
vas e a:cusac.5es contra o cliefe do par ido ftilto-
rico.
Um pivoroso racen lio destruio no dia 10 do
correte, das 3 para as 4 horas'di madrugada o
predio da travessa da Era n. 3. Falleceu sobre
parte ama seuhora que eslava gravid. e a qtien. o
susto do fogo precipitou as dores di raalernidade.
Era naquelle predio que eu resida fiuaaio corae-
cei a collaborar em 1831 para o Diario de Per
nr.mbucj. Alli moraram tambora Latino Coelho,
A. R. Sampaio, Antonio Jos Viale e ltimamente
Hercules Lainbertino estinavel pintor e Procopio
hbil scenographo. A mobilia lestes doas artistas
foi consiimmida pelas charamas, bem como a de
Silva e Souza editor da Biblia, que habiUva o pri-
meiro aodar^ ardendo-lhe todas as colleceoes que
linha em dep >sito.
Hontem houve urna explnsao de gaz na alfan-
dega, deixando muito raaltratado um operario. O
mesmo desastre havla ha pracos dias succedido
no botequira do theatro da Triulsde, ficando hor-
rivel tiente mutilado um dos creados do caf.
t Fallecen o Sr. D. Francisco da Cunha Mane
tes, tio do actual coude de Lumiaras. Era aju-
lante de campo de El-Rei. Ser substituido pelo
Sr. Canavarra, actual commandaute de lauceiro
n. 2.
Tem sofTrido muito dos olho o marquez iB
S, presidente .lo conselho de ministros.
Os veteraraos da liberdade foram antes de hon-
tem dnpdr no pedestal do monnmenio erigido no
Roclo de D. Pedro IV una cora de bronze re-
pre tentando louros o saudades. Ni fita, que do
mesmo metal, l se, um distico votivo. A cortina
que encabria a cora foi abarla pelo hispo de Vi-
zeu ministro do reiuo. Nao houve a;>parato. Ne-
r-hum dos meuibros da familia real comparen.
Houve discursos verso.- reeiaad] pclj con:ra al-
mirante o Sr. Gregorio de Frenas.
Vai_abrir-.se o theatro lyri le. O circo-Price (equestre e gymnastico) apr^-
sentou este anuo a asetoaf eompaonia que tem ahi
vindo. O gymuasio de que sao empresarios Cazar
de Lacerda, Machado o Cruz oslreou se a 28 do
psssado cora o Homens que riem, drama em tros
actos do proprio empresario. Foi adrairavelmente
recebido e muito bem representado. O theatro de
D Maria II ainda esi fechado. No Real ha boas endientes com a estrondosa ee<-
tapafurdia mgica a Pclle de Burro em qne Ce-
zar de Lima faz o papel principal. No velho thea-
tro de R. dos Condes lera ido o Christovao Co-
loinbo.
Ainda a li accrescenta o uosso correspon-
dente :
En'.rou hontem o Oneida dos portas do Rras
e Montevideo, as 7 h'-ras da manhaa, cora 88 pas-
sageros, sendo i3 para Lisboa.
Reuaio se hontem o conseiho de estado poli-
tico para ser consultado sobre o crdito extraor-
dinario que o goverao precisa abrir para occorrer
a despeza com dum mil e lantos soldados mais
que hs no exercito.
O Diario de Noticias desta manhSa diz qne
se acha combinada a lista do novo miulsterio se-
gundo urnas ioformacoes qoe obtve: presidencia
sem pasti marquez de Sa; guerrageneral Bar-
reros; fazendaCarlos Bento da Silva; reino
Bispa de Vizeu ; juslpaSaraiva de Carvalho ;
obras publicasSebastilo do Cauto; marinha
Mendonca Certez; instruccao publicaLatino Coe-
lho.
Outros sustentavara hontem noute, refera a
mesma folha, que sahna o Sr. marquez de S, e
que o Sr. bispo de Visen formara um ministerio
lodo com elementos seus, o qual seria apoiado
por 55 votos com qoe eonta na casa electiva.
a Outros, emfim, que se suppunuam mais bem
informados, asseveravam que nada na combinado,
e que s na segunda ou terija feira prxima se
tratou da reconstruccio. Parece o mais prova-
Acha-se organisada a commissao de soccorros
para os doentes e feridos. Abria-.-e a subscripeio
e j produzio avuitado quantia I
x Eis us ltimos telegraramas aqni recebidos:
c rVrars, 12 as 3 horas e 43 minutos da tarde.
O Constitucionel diz qoe o correio que atraves-
sou as lnhas den inforraacao de ter havido um
importante combate entre'o monto Valeriano e
Saint Clnud, a 7 de corrente, seado o commando
de Ducrot. Os Prussiacos foram completmente
balidos, abandonaran! as posiedes e recuaram em
boa ordera sobre Versaille.
Londres, 13 s 10 h. e 1/2 da manhaa.-O
exereito frattDez do Loire rerou para o sai do
rio. O general Late Ronge W dmittido, e no-
raeado o general Paladine para o snbstituir. As
tropas allernaas oceuparam Orleans, e o exereito
vai avanzando sobre Rouen e Amiens. Espera->e
que inmediatamente tenbam principio as opera-
c5es de sitio contra Pars. Keratry sabio de Paris
n'um balan. Garibaldi deixou Tours e seguio para
o theatro da guerra. >
< Madrid, 13 as 3 h. da tarde.Espera-se na
prxima semana o bombardeamento de Par* :
toda a artilharia de sitio est collocada. Mr.
Thiers esperado dentro de poucos dias em Tours
Continuara as escaramuzas era Meudon, cora sgn-
alas perdas para os Prn9sianos. Ha bastantes Vn
fermidades nos acampamentos prnsuianos. Cool-
na a agitaeo nos partidos hespanhes.
de hachareis em letra pelo l- secretario Anasta-
co Luii do Bom Successo, outro da blographia
do fcxai.ja Rv.n. Sr D. Maoael Joaquim daSifvei
ra, pelo Dr. Cear Augusto Marales, outro de urna
carta pastoral do Exra. e Rvrp, bispo capellio-mr
6 n^8 ,n.9,r-. Vn n8cr"'e'o em Honra
Ue D. Fre Pedro de Santa Mariana, bi-po dft^H
sopulis, por frei Alfredo de Sinta Candida Bastos,
outro da um orago fnebre do mesrao D frei
fcdro pela conego Joaquim da Fonceca Lima,
OOlro da oaigUracao e discri|ico de todos os
orgios lumlamentae* das principies madeiasue
cerne braucas da provincia do Rio de Janeiro por
Jos do Saldanha da Gama Pllho, um voirae dos
annaes do senado de 18iU, aove relatado* da
cmara iuuaicip.il di Recife, de diversos" nnos,
pelo Dr. Praxed.'- Gomes de Santa Paanga ura
fluiiie da obra Chnniea da Contpanhiade 'jesiu
pelo padre Simio da Vasconcelos, ofertad* pelo
edimr P. A. Martiny.Todas estai otTertas sao re
cabidas com aurado e mandara se arcijvar
E' lido e adiad i um parecer da c.nraissaj de
fundos e orcunentos, approvando o balance do Io
trimestre de abril a junho.
E' lila e remottlda IRRBIMIIIo de redaccSo
da Revista a seguiute proposta da Sr. Dr. Bapiia-
ta Rigueira.
1. Ni agera ser proposto para socio effectivo
dcste Instituto, sam que aprsente ura trabalhn
de sua lavr.i sobre historia ou gaograpnia quer
inadicta, quar publicado; 2. o cuildato'ao lu
zar de soeia eorraspon lente desata, alm da suf-
iciencia lltterarh, concorrer com offerecimento
de um* obra importante para a bibliotheca do
IntUuto.
Depois de alguT considerare! do Sr. pre-
sidente, o Instituto deliberon que se oTJciasse ao
Sr. Thesonrei'o, pedalo Ihe para que baja de
dar todas as providencias de aecordj om a res-
pectiva comais-o flm de que a columna com
memorativa do Arraial Novo do Bom Jasas seja
ni ii orada no dia 28 de Janeiro vind >oro.
Ni i havendo mais nada a tratar levantase
sessao
VIA PERREA PARA OLINDA.-Da f de no-
vembro em diante os trens desta linha frrea se-
ro r guiados pida seguinte tabella :
Do Recife para Olfndas 5 1/2, 6 1/2, 7 1/2, 8
1/2 e 9 i/2 da manh; 2 1/2, 3 1/2, 4 1/2, 5 1/2,
6 1/2, 7 1/2 e U 1/2 da tarde.
De linda para o Reeife s 5 1/2, 6 1/2, 7 1/2,
8 1/2 a 9 1/2 da manhaa ; 3 1/2, 4 1/2 5 1/2. 6
1/2, 7 1/2 o 9 1/2 da tarde.
Nos domingos e dias sanctificados:s 6, 7, 8,
O e 10 da raanha, i, 2, 3. 4, 5. 6, 7, 8 e 9 da larde
do Recife para Olinda ; s 7, 8, 9, 10 e II da ma-
nhaa, 2. 3, 4, 5,6, 7 e 9 da tarde da Olinda para
o Recife.
IhSes de almas, que esquece todas as dissensSes
para se agrupar ao redor da handeira da repbli-
ca, burlando as previsSes dos Invasores, qne con-
tavara com a discordia rn#stina.
A revoluto linha aehado Paris sem recursos
e sem arma. Agora 400:000 guardas naeionaes
foram armados 100:000 guardas movis foram
chamados, 60:000 bamens do exereito est) com
altes.
As ofBcinas produtem caohdes, as mulberes
fabricam ura railho de cartuchos per dia.
t Aguarda nacional tem duas metralhadoras
em cada batolhlo. Recebar canhdes de campa-
aha para as suas sortidas contra os sitiantes.
Os fortes erto oceupados pela raarinha e teem
artilheria raaravilhesa, servida pelos primeiro ho-
raeaide melbor pontaria do mundo.
t At agora oseu fore tem impedido o inimigo
e eslabelecer a mais pequea obra de ataque.
t O recinto, que em 4 de setembro coutava s
com 500 pecas, tem agora 3:800.
Teem mnnic5es para 400 tiros cada ama.
a Contiauam com actividade a fuadiijo de pro-
jectis.
t O recioto est ocenpado corapletaraeate pela
guarda nacional, que conimua a exercitar-se com
patriotismo desde pela manh at aoute.
Estes sollados improvisados melhoram cada
vez mais.
Estabeleceram-se barricadas, por traz das
quaes os parisienses encontraro outra vez para
derTender a repblica esse genero da guerra das
ras.
Tudo isto se tem realisado com socego e or-
GENEROS DO BIIASIL-Era 13 do corrente s
2 limas e 40 minutos da tarda eram assun cotados
na praya de Londros :
O algodo fica frouxo e irregular com baixa de
1/8 nos precos infra : de Parnambuce 8 l/i a 10
d., da Pa'ahyba 8 a 8 5/8. de Macei 8 a 8 3/4,
do Maranho 8 3/4 a 10, do Rio Grande do Norte
8 a 9 1/2, e do Ceari 8 7/8.
O assucar com boa procura de 21/ a 26/
branco, e de 13/6 a 20/ o maseavada.
O caca) do Para de 45/ a 53/.
Os couros seceos de 7/a 9 3/4, o os verdes de
4/ 3/4 a 8/
EM TRA N'SITO.Con: os recebidos em nosso
porto levou o Dowo para o sul do imperio 209
pas-ap^iros.
GNEROS DE ESTIVA.O Douro trouxe os
segurares : qu'-i/os ^0 caixas a C. A. Sodr da
Multa i G, 15 a S uza Bastos & C, 40 a Fonscca
& C, 55 a Carvalho 2e:ilu & C, 13 a J. J. Con-
salves Bellro, 40 a loa > I. da Costa, 3 a J, M.
Palmelra, 00 a Carga intj-as & C, 52 a Magalhae^
4 Corval, 18 a Cuoha & Manta, 60 a M. Fernandos
da Costa & C, 33 a J. Martina de Barros, 12 a
Cruz Neves & C, 17 a Barbo a t C.; fig s10
caixas a |. c. Br.ig A C; macaas- 1 caixa a
A. F. F. Montero, 0 a C. Braga & C.; ch-30
caixas a Souza Hartas 4 C, 10 a L. A. Sequeira,
10 a Mills Lathara i C.; castanhas20 cestos a
J. Braa & C. "
NAVIOS A CARGA.Em Lisboa-Laio I para
Paroambuco, Ligeiro para o Para; no purloSo-
cial a Seixas I para Pernainbuco.
NAVIOS CHEGADOS. A" LisboaAlexanire
Hercttlano a 30, e Nova Mariana a 10 de Per-
aambaco.
NAVIOS SAHIDOS De Lisboa-a 29 Julio pa
ra l'eruambuca, a 4 Angustine (vapor) para o Pa-
r:4 \f'ir*j niOit a ,li- r-i A.. t>.ia>-. t 41 4 Jr|..M<
PERNA1BUC0.
proeei
&<*'vico publico.-Iu-J
EV1STA DIARIA.
INSTITUTO ARCHEOLOGI X) E GEOGRArtlI-
CO.R uuio-se hontem esu sociedade, soore a
.incidencia do Exra, conselheiro inanseaJior Mn-
mz Tvares, com as>isteocia dos Srs. Dr. Aprigi.
hulrnarans, Paula Salles, Biolista. Rigueira, J^ciii-
lito de Sampaio, Fonceca d Abnqurriua, padre
Lino do Monte Carmelo, e maj .r Salvador Heari-
quo.
Nao earh indo presente o Sr. secretario per-
u tuo, o Sr. 2 secretario aceups a respectiva ca-
ilaiw e J leitara da acta la antecedente, quo e
i|i(i..i> 11.
O rnsrw> Sr. 2- secretaria d conta do seguinin
czped'oiite :
Ura olcio do Sr. secreurio perpetuo, coraran
n c.:-' i poder compr-icar presente sc-sao
i vi H achar occup.do eu
temido.
Ooiro do Se. Dr. J. AuslregosUe Rodrigues
L"ii, areilaoi" e agrodf.cendo soa eleico. o>
ocio eorre p >r.daie.~-Intei-ada.
O me>: io Sr. 2* secretario maocinna as 3egnin
Im <'fi-rta : variiia uoioro* da Uiorttile Per'
n-imbucj, pelo coisocjo ) r Figoeird,; algons np
u./ioi u jwicano e Uii'o LiDvral d* Alago:
"las retjwi-iiua* tviWge'; peto Sr. Dr. Cazli
liuiuriii le F ;3eind> s si^mutes fleras: um
mame do drama A Pupils dot Neyvt Nvgit poi
A. D. da Pi-r; .i. ijm exemularde umipanr>
bre o Infanticidio juigaoo pela faligaao, pela
moral e pea i scripta palo Sr. Mro Enefo.
Albuquerque O uira,. oiUra doe. AptfXaqeiUof
wifc.v a necessid.ide de urna eola de agricultura
tbeon.-a a pr.uica iwr C. oa.R.^aadva aulro do,
Cmritfiad, suas finales, i rapracCes sapoaaceas e
saes, traduzda do allemao pir Carlos Gujlbirae
HanBg, uutra da 4 sesao anoiversaria da eaa-
ravel congragacao de Santa Thereza de Josas em
1866, uauo do relaiorio dos trabaJhos do instituto
para o Pira, a 29 Jndith para Pernambuco.
SI.NDH.Este vapor francez era esperado em
Lisboa a 27 do correte, em viagem para o Brasil.
MAR\NHE.\"SE.-De 18 a 20 do corrente devia
tocar era Lisboa este vapor da linha de Liverpool,
em viagem para o Para, Mirahao a Cear.
FUNDOS BRASILEIROS.-Eram assim cotados
na prapa de Londres em 13 do corrente :
5 0/0 do 1855 89 1/2 a 90 1/2.
4 1/2 0/0 de 1832-58 e 60 82 a 90.
4 1/2 0/0 de 1863 80 a 82
NAPOLEO III.0 prisioneiro de Wielrashohe,
segundo um jornal francez, qae se publica em
Landres sob a direcelo do Sr. Rouher, ex-presi-
dente do senado francez, escreveu o seguinte ma-
nifest sob a denomraacao.te minhas ideas:
Ae ter-me u rei da Prussia informado diaria-
mente dos acoutecimentos occorridos desde o dia
em que a Providencia me obrigou a eolregar-lhe
a minha espada, parece chamar o seu prisioneiro
a ser testemunha das condiQdes que os exercitos
prussiaaos impoera Franca, no interasse da Al-
lemanha, segundo a opiuio do re.
< A communicacao do onde de Bismark, dan-
do-rae conta das suas conferencias cora Julio Fa-
vre, confirma-me nesia opiniao; porm, ter che-
gado o momento de eu responder a essa delica -
deza com a expressao dos meas proprios sen1 i
mentos ?
At 4 de setembro, a reserva que mantive e
que conservei depois de Sedan eslava fundada na
firme resolugo de deixar imperatriz ampia li-
berdade de conformar se com os desejos do paiz.
t Desde 4 de setembro foi-me irapossivel Jexar
de pedir que a Franca, anda a custa do sacrificio
da minha dynistia, podesse expulsar os invasores
das suas fronteiras naturaes.
< Com as propostas feitas ao conde de Bsmark,
e cujo resaludo era fcil prever, a guerra ficou
privada do sea verdadeiro carcter na creoca de
livrar o povo francez da respoosabildade de um
movinienlo a cuja energiea preseo teve que ceder
o meu govemo quando declarou a guarra.
Isto era destruir a raiao das motivos que ti-
nbamos para negar-nos a acceitar as condicoes
que se nos impunham, e sobretodo paralysar o
movimenio de defeza nacional no tuomentu em que
ia tomar pi operadas dignas da Franca.
O conde mostrase surpiehendido por ter sid
recusado um armisticio necessario reoonstruo
5*0 de um goveroo regular, e adxnira-se de que
ueuhum dos poderes legaes que existiam expri-
mase a sua opiniao sobre as que considera mode
radisimas proposias do rei.
Ninguem lancaru caruraeate em rosto a ver-
daderos francezes o ter reparado um passo impru-
dente, repelliudo propustas o pouco em harmonia
com o nosso glorioso passado.
Uia dutdlo como o que se realisa entra Fran-
ca e Allemanha .' pode terminar com a ruina
eorapleti de um dos adversarios ou com ama e-
treiu e leal recouciliacao.
O conde dev proprio se a Altornaolu tem um grande interasse
na ruma da Franca, a se adopto esta ultima by-
potn,*B deve esperar que Frtaqi, na sua lerri-
vel1 de-esperacao, se salwa, por si propna, ainda
iua a nurop conunoe a permanecer epe:Udora
IQ'IUl-IVIlIA Hu m. i.....I -.-. :: _- _i
ai:l;reute de uma inva>o que j nao conbece
' l1minha, o^visu com o rei autorisa-me a
^r?lio.prtfer"'a-,,"1?1aJlun? com a Franca
elt Z0 qQ8< na P0116 v,Ver MU1 *rasalto as
^;TllsJe t-Y "" < orto, que apre-
M ttiauS'^J* ,gU,5rr?- ^bilidade de
ii^5 ^ dnlre dQ-8 Patanoiaa.
rai.*a^nra.l,T^t''' a Pio do refalada
rectiva. Porm, pertaoce aos eoaaaistodos oa
.dositerror as .ibriga^^, do vTSpara
qae i sua-aflaeroadade tji.ainda maoZeravel
il,ie a- mus txigeaciai'T wera So Revo recardar so (da qae nunca sa (i
ruicfti sacnlbi.s, aoptfaauuT ii.dk ia ,lr.
apyod-.nJO
PZso qua tuda
oara o k*o oa para oa olas
iiilers-, pcis quaesquer que aajau|rer-
Ti>|jr.S. Daros ani seguida a prodanacao do
minltr-francs- Gambeta, ao c|aB7CTBiiiti sa-
ne uV' guverao reuybucaa i
< Por ordom bo gwverno da repblica detxeJ
Pars para vos lera; cosa as esperaocas do povo
pirMaoaa as i^truccAs a as ordaasdas que ate.
'e a' mis.4o da libertar a Frasca do eslrao<
Irol
Pars atacado ha dazesete dias, aprsenla o
espeucaio de uoa populac>o de ipaii de doas mi-
dera, cora o auxilio enthujiasta de todos.
Paris inexpugna-td, nao pode ser tomado
era victima de uma sorpeza.
i Restavam, p is, aos prussianis dons meios :
As sudic,des e a fume. A sedigo nao vira, nem a
fome tara ponco.
i Paris, sabendo racciocinar, pode desafiar o
iniraigo muito tempo: gragas aos vveres aecurau-
lados, suppartar com firmeza a penuria de vive-
res para dar aos seus irmns dos departamentos
o tem no de chegar era seu auxilio.
Tal a verdadeira situaco de Paris.
Esta situarlo imp5e-vos grandes deveres : i*
ter s por oceupacao a guerra; i acaur frater-
nalraenle o commando do poder republicano, nas-
cldo da necessidada e do direl o, qae nio servir
airiDiro alguraa, que s lem por ambicio arran-
car a Fram;a do abysmo onde a lan^ou a mo
narchia.
> Entilo a repblica ficar estabelecida e garau
tida contra os conspiradores e reaccionarios.
< Aceeitai a m-so, sem ter em canto as diffl-
culdades nem as resistencias, de dar remedie, cura
o auxilio de todas as energas, aos Vicies da nossa
situaco e de supprir com a a tividade a iusulD
ciencia do tempo.
< Nao falura homens. O que se necessita re
solu5onas decisSese perseveraba na execu.ao dos
projectos. E' o que faltou depois ca vergonhosa ea
pitulacjb de Sedan.
As arraa3 e todas as provisor do mesmo ge
nerc ti Iham sido enviados para Sedan, Metz e
Strasburg, como se por um ultimo crime o autor
dos nossos desastres houvesse querido, ao cair, ti-
rar-nos todos os nieies de reparar as nossas
ruinas.
< Agora contratos assignados nos peruittiram
monopolisar todas as espiogardas dispoaiveis no
globo.
Qaanto ao equpamento e ao vestuario era os
trabalbadores nem o dinbeiro faltara. Temos
que empregar todos os nossos recursos, que s;o
i inmensos, despertar do seu lethargo os campesi-
nas e resistir demencia do pnico.
Devemqs multiplicar a guerra de guerrilhei-
ros, oppr os ardis astucia, molestar o inimigo,
inaugurar, erallm, a guerra nacional.
A repaoDea reclama o concurso de todos;
o governn utilisar todas as capacidades, segundo
a sua tradicao, crear chefe; mugas.
i O co deixa-se de favorecer os nossos adver-
sarios, as chuvas do outooo ebegaram.
t Deudos, cuntidos pela capital, os Prussiaaos,
afas lados do seu paiz fustigados, perseguidos por
um povo que sacudi o seu lethargo, seria dizi-
mados ura por um pelas nassas armas, pela fome,
pela natureza.
< Nao, nao -possive! que o genio daFrrnea se
anaiquilla para serapre.
i Nao possivel que a grande naci deixe de
tomar o seu posto no mundo por uma invasSo de
500:000.
a Levntenlo-nos, pois, em massa, e suecum-
bamos, antes qua saffrer a verganha de nm dts-
me ubrameoto da patria.
< No raeio dos nossos desastres resta-nos anda
o sentimento da unidado franceza, da indivisibili-
dade da repblica.
< Paris cercada, afflrma de um modo mais glo-
rioso a sua immortalidade.
a A sua divisa, que ser a da Franca inteira,
:Viva a narao I Viva a repblica urna e in-
divisivel I >
t Impressionada por medidas generosas que ten-
dara a ama leal allianca com a Allemanha, a
Franca ser a pnrneira em concordar que nao ha
razan para que exista uma linha de defeza domi-
nada par fortalezas entre dous imperios.
< Quanto aos grandes sacrificios qae a Franca
ter que fazer, realisa-ios-ha sem vacillar no mo-
mento em que comprehenda as immensas vanu-
gens, que resollaran] para as duas naco-s de uma
paz leal e de uma allianca, que Ibes dara grande
liberdade de accao na Europa.
< Sobre estos bases, as outras potencias qoe
tem que manter uma completa reserva, emquanto
a Franca abrigue a mais remota esperanca de
victoria, teria una causa fundada para intervir.
A sincera e plena expasicaa da verdade, es-
tabeieceu sempre ama corrente sympalhica entre
mim e a Franga, qu nada pode destruir. Jalao
poder afflrmar que a nossa honra nao soffrerla
com uma reconciliacao fundada no desarmamento
de fortalezas que chegaram a ser inuteis ; e com
principio de uma indemnisacao de guerra, calcu-
lada pelas despezas feitas, a paz seria possivel.
c Grajas a estas condiegoes evilar-se-hia que a
Franca tivesse que recorrer a esses terriveis ex-
tremos que tal vez, e por um capricho da sorte,
paderiam fcilmente dar um golpe mortal na or-
dern social da Europa.
< Exliactas as divsoes intestinas qne a expe-
riencia est demonstrando ser a nossa grande
causa de fraqueza, e bvres da excitacao e males
da guerra, a Franca nao vacilara em reconhecer
que assim como deve attribuir as snas desgranas
a falta de unio poltica, umbem deve procurar o
restabelecimento da sua prosperidade e grandeza
na nvinlabilidade das suas instituir/,"?.
Estas consideragSes perdem terreno todos os
dia?, sobretodo se o rei vacillar era toma las em
consi Jerago antes de atacar Paris. Do terrivel
choque que a Providencia permittiu que tivesse
lugar entre a Allemanha e a Franca, fez surgir
males enormes para o bem esUr moral e material
la Europa ; porm se aranas as nac.3es esto re-
solvdas a que nao tenha ootro desenlace senio o
da forca, novo* e espantosos elementos da destru-
cae e mina sahiro dos seos futuros choques, to
desastrosos para a Allemanha como para a
Franca.
Willelmshohe i6 de setembro de 1870. Na-
poleao.
FORTIFICACO DE PARIS.=N'ora jornal fran-
cez que traz a planu das fortifleacoee de Pars
vera a indicacao da distancia de cada om dos far-
tes exteriores s mermas tortiBeacoes
Jas Alve Gaimaries, sna senhora e 1 fllho, Joa-
qnim Jos Alves Guimares, Manoel Lopas, Bento
Jos de Macedo Pocas, Bernarda Estoves,. Agosti-
nho Fernandez, Ramn G. Fernandez, Mauro Cam-
po Fernandez, Modesto Francisco y Goazaies Ma-
noel Francisco y Gonzales, Hy,tino Mrquez. Joio
Jos Rodrigues Mendes e 3 filhas, Eraygdio Anto-
nio da Rocha, Antrnio Teixera de Qaeiroz, Joa
quim Ferrelra Diniz, Jas Joaquim de MaaalhMS,
Vincent Borbolini, Jos Arealy Areal, Toaqnim
Alves Mendes Guimares, Francisco Ferreira, Jos
Ferreira Mrquez, Manoel dos Santos Rosas e 2
filhos, Fructuoso Alexandro, Jos Alexandro Val-
lige, Jeronymo de Castro Salgado, Amonto Gon-
calves Casta, Ramsbottom.
De la provincia farara para o sul :
Irmas de caridad Magnra e Dufaur, Manoel
Jacintho Lopes, Andr Maua, Miguel Arrelaga e
sua senhora.
PUELICACOES A PEDIDO.
No intuito de resubelecer a verdade de om fac-
i que, de modo adulterado, referi o Jornal do
Recife de 24 do corrente, em seu noticiario ; rae
ap esso a dar ao publico a explicacao dooccorrid >.
visto como a mim foi directamente feita a areui-
5o.
O informante d'aquelle Jornal nao foi exacto, e
ceder, de preferencia "a verdade,. as saudades que
lera da mendicidade, da qual tirou tanto proveito.
O facto passou-s as-om :
O mendigo Manoel africano, recolhau-se do ser
viqo de corle de lenha, na tarde de 21, um tanto
embriagado. Nem eu nem os outros empregados
utamos isto.
A penas subiu para o salo de dormida, travou
contestaco com o aleijado Joao Bernardo, e foi a
vas de facto, tentando aliral-o pela janelia afora,
e/depois agarrando-o pelo pescugo, afim de sof-
cal-o.
Tenda_ ea e outros empregados aecudido ao ba-
mlho, naa podemos, por raals exfor^josque auipre-
gamos, tirar o outro das inos do referida lia noel,
que esUva no auge d > furor.
Vi que Joao Bernardo seria necessariamente su-
focado, e entre o salvar a vida de um e o emprego
da alguraa violencia para com outro, prefera este
arbitre, que me parecerir por qualquer acceito.
Eutao deu-se urai pancada era um dis bracos de
Manoel, cora o que elle largon a sua presa, e nada
irais foi preciso.
Terminado o conflicto, foi Manoel recolhido a um
quartinho, que no asylo serve de prisn, e nao na
lalnna, e ah esteva por 2 horas, recbenlo re-
gularmente a alimentario.
O que deixo expasto, sem duvida cou^a muito
deferente do que disse o informante do Jornal da
Recife. Se o facto nao se desse por forca das
circunstancias, nao o delxaria impune o Illm. Sr.
Director, que, cora o maior zelo e caridad, dirige
o estabelerimento.
E bora que o Informante do Jornal do Recife
saiba que as consa? no asylo vo por outrai forma,
aquelle ultimo tempo era que se esbofeliava men-
digos, e se applicava repetidamente a tabica e o
cabo de vassoura, j acabau : assim como acaba-
ran! rauitas cousas e lauzas___
Hoje nao se tolera mais estas cousas, porqna
nao ha interesse era fazer-se carga a ningaern, o
que se quer que as ecuzas vo bem, e riem eu
son capaz de abusar de confianza que em mim ib
depositar para praticar actos reprovados, e en-
casr-jM.
Se o informante ainda snffro de saudades dos
terapos passados, trate de cural-a por oalro
modo.
Recife, 26 de outubro de 1870.
O mordomo,
Joao Manoel da Costa Figuelroa
hro de 1841 e sea regatamanto >
todos os polticos como leis
Conclaindo, ainda usaremos do sagSMto :
Tu es magister in Iiratl, et kme ffmru ?
O kamem i* pata*.
8:300 metros
2:200
2:230
1:600
1:500
2:500
8:000
4900
4 100
3:8-10
2:050
2:100
2:400
D

>
J
I
>
>

Forte Mont-Valerian
de Vanves
de Moni rouge
de Rictre
d'Ivri
de Cuarentn
> de Nogeu
de Rosny
de Noisy
i > de Roiiiainvillo
d'Auberviliiers
de l'gst xmw
Coruane de la Briche 5 020
LOTERA.A que >e acha i venda a 167.' a
nmegeio da igreja de Nossa Senhora da Peoha,
qoa caire no dia 3.
LfiK*M>.Hoje effectoa o agente Martins o lei
! ,1* nm* P"ai,a*> quentidade de objeetos de ala
astro e raarmore rirtora-amente trabalhados,
ara eufritas d sala : na roa do Bario da Victo-
ia n. as H honu do da.
P^eS*.GEIROS*-0 vapor inglai Douro irooM
o ^Bultos-:
iSJ.'* Cann*o 3 fllbos, Maria Amorim, John
n^TV^asorae 1 criada, Fennely; m se-,
bar, CUrlas DavU, a. Krus, W. ChadWN-k e S fl
LT,ft*5'** 8wmwi Neiraeyer. suaoH Augus-
rTikr?7^,ls*4 fU. JoaqaimLuH teutaJ.
^rsvW'f8 SP,w,r* t*' *AMtl U
d?Sl^" d* S1Na Carvalho, Jas Cypriano
J^^^?.0r,0^AQ,,n,, ,fi3o FarUdo, Custodio
Jos Alves Gwtuariee sua lenjaora, Francisco
A resposta do %r. eonselheirc
ilvcra de Sonza.
A leitura da denuncia apresentada P'-lo Sr. Lou-
rencp de S suggerionos diversas pergmitas ao
ilustre advogado que a confeccionou,
No Diario de hoje veio a re-posta Ues per-
guntas. I
O Sr. conselheiro Silveira de Souza confessa que
o Sr. Lourence de S inimigo capiUl do Sr. Gas-
par Uchoa, mas diz que prevalecer a prohibidlo
de poder o inimigo capital denunciar do s u ini-
migo, (icaria o proprio pai, a propria espiga pri-
vada de promover a accao criminal contra o aa-
thor do crime praticado em seu Dlhu oa marido.
Na verdade, a sahida do Sr. conselheiro $lveira
de Souza engenhosa.
Confunde queixa com denuacia, e lira conclu
ses seu geito.
Lea o illustre advogado o art. 72 do C id. da
processo criminal, e ver o seguinte:
A queixa compete ao offendida, seu pai oa
< me, tutor ou curador senda menor, senilar oa
o conjuge. i)
Ora, se pela dispos5ao citada v-se a compe-
tencia do pai e da mulber para iniciar o precesso
pelo crime praticado contra o fllho ou marido,
como contesUr-se esse facto ?
E desde que o legislador especialsa as pessoas
a quera compete a queixa, com que direitose po-
de ampliar semelhanta disposcau ?
Nem se diga que d'est'arte ficaria impune o cri-
minoso, porque, como melbor sabe o Sr. conse-
lheiro Silveira de Souza, que mestre da lei, a
jusl5a publica pode por seu promotor denunciar
o crime e o delinquente Art. 74 Io do God. do
processo criminal; e exofflcio pode ser iniciado
o processoArt. 262 do reg. n. 120 de 31 Ce Ja-
neiro de 1842.
O art. 75 do cdigo do processo criminal assim
diz :
< Nao sa admittirao denuncias........... 6*
Da inimigo capital.
A ord. do I. 3. til. 36 7 expressase da se-
guinte forma :
E declaramos ser inimigo capital de outro, o
< que com elle algum tempo teve oa tea feito
c crime ou civel era que se trate ou mova de-
manda de todos os bens ou maior parte d'el-
t les.
Applique o Sr. conselheiro Silveira de Souza a
integra destas doas disposiedes legaes ao caso
vertente.
Tem oa nao o Sr. Lourenca de S accao pen-
dente contra o Sr. Gaspar Uchoa ? Se tem, nao
pode fugir de consdera-lo inimigo capitel, e n'este
caso nao poda ser elle denunciante, ex-vi do ci-
tado 6* do art. 75 da citada cod.
As prohibi5es do art 75 do cod. do processo
criminal firmam-se, como mu bem diz o Sr. con
selhero visconde de S. Vicente, nos venefaveis
principios da moral- natural e publica; e ao Sr.
conselheiro Silveira de Sooza, nema pessoa aIgu-
ma licito estabelecer, por coojecturas, excapcoei
a ama lei criminal prohibitiva.
Se o motivo da iniraitade capital o que cons-
titu' o crime, sabe ainda o Sr. conselheiro Silveira
de Souza :1. qae essa inimisade capiul nao a
de que traU o art. 75 6o, mas sim da anterior
ao mesmo crime e por facto diverso ;2.* qne
parte offendida compete o direilo de queixa Art
72 do coligo citado.
Nem o offendido pode deixar de ser inimigo ca-
pitel do seu offensor, nem queixa e denuncia sao
ama e a mesrao coasa.
A simples defioieao de uma e outra ni.i.itra a
diTarenr; i qae ha. A queixa o acto pelo qual a
pessoa que tem soffrido por effeito de um crune,
iiifonoa-o ao juizo e peda a poaicao da di-lin
qaenle. A denuncia a participadlo da crime
feita autoridade craipeteute para que a jqstica
pro'eda contra o delinquente.
D'astas dua- defluicdes se c lli?e que n legisla
dor na odia privar ao inimigo aapitol >b dar
quai.x sle que fosse offradidooa estiv-'sfc n-
condi^ l > art. 72 do cdigo da pracesso etimi
nal. a. un a Ul dednecao tirada p 1<> Sr. canse
Inane Silveira de S. uza nao passade um parslo-
8 isas i de fcil resposta, a revelador da canincia
e r.^zJo.
O facto da ter Rdo a dennonia do Sr. Loureaco
da S despachada pelo iilostr.do S:. Dr. ci-efs de
p< lela, u> antoriM nrm legitima a comp-imeia
da ii'esno &'.. i>orque, ura> Cavo %to r u Sr.
conselrar" Silveira de S uza, que muxre da di
re I o, t exvpeiVi de iniruisado cauitai e uiem de
d-feza ridale na < corre a ibngai;ao de i v sligaf -e
aire o autor e o roo eii>toa motivos de ofleiu
a ooe no .ei.'os referid., sera que por um d'elies
saja trazid i a seu conhecimanto
N3o ti veaos or Ora iuulillsar o traba llio do Sr.
conselanio Silveira de Souza e do sen dwua-
iante : fazeao votes para que ella progn I
que dest'arte o calumniador Acara caib'uri'.
mas sua pediiiBos eaelaraciraentos au moctro da
lei para firmarmos o nosso ulterior praoedinvnto,
s assim foruecer ao owtoato don aavogados ees*
ruvo padrao de sapiencia do iiluiUo cunetoniro,
qoe em verdade sej dito, tem feito mais do que
lodas os Bossos e-tadistas leglsladami, tila ,
por meip de uma interpreU5o reVoga e amylia o.
cdigo do processo criminal, a lei de 3 de dexem-
Ao r. cooselhrlrs liveira
Respoodendo ama pergpnto Mas as ana
do Diario de Pernambuco, o Sr. cMisiVir M-
veira de Sooza assim o diz :
< Antes de ludo noUvel o desetabaraco coas
< qoe nm hornera da posicio social a sob o pasa
< de tio borrivel aecusajao, em ves ile procarar
desfazer ou ao menos attenuar a iaipresso re-
sultanle da dita denuncia, era tormos sabis a
< serios, venba ao publico contestar ao Alba
victima a competencia para denuscii-lo i
seu inimigo capital. >
Fique o Sr. conselheiro Silveira de Sooza
vencido que nao ti ve selencia da pergonla qae ase
foi feita acerca da competencia do Sr. Louranca
de Sa, para denunciar le mim ao Dr. eheto da
polica pelo envenenamiento de sea pai e lio. fi-
que arada convencido o Sr cra^dheiro qoe ala
allegarei em minha ilefesa a exrepcio delassaia
capital, nem outra qualquer {|ue po-sa fazer reti-
rar o d-nunciante da autora do proc-sso ajw sa
vai contra mira instaurar. E a?im proced-T, nao-
pelo receio da impressao resultante d \ drnatria,
.rque a mentira nunca m xe-^ion. u a queaa-
quer que seja, e qaem me rouh-rer nao me altrt-
iniira semelhante crime, mas sim porque nao ta-
lero e nem consentirei qoe se me Ara li -elvapsas
e calumniosamente, e muito menos (e crime fcao-
ve) que pela inverso dos papis se proeore des-
viar a syndicancia publica dos v,-rJadtiro* crimi-
nosos.
Recife, 57 do onlubro de 1870.
Guipar Caualcante(LAlbuguerque Ucha
- ATTENDITE.
Lei n. 4 de 10 Junho de 1835.
Art. 1. Ser o punidos c m a pena da
uaorte os escravos ou escravas que mataraaa
por qualquer anuir qoe seja. propimamm
veneno ferircm gra-emente, oa fizeiem qual-
quer outra grave olTaosa p ysica a sea le-
nhor, a sua mulber, a desce -n.es oa at-
send^Dtes, que em sua c mnnhia moraren,
a administrarlor, feitur, e as loas mulberes,
que com elles viverem.
Nio estar Eduardo iocorso oeste arliu'o
de lei ?
Com que fundamento se pedio contra
esse escra -o as penas do art. 19 d C-
digo Penal ?
Seria asneira Sr. advocado ooselheiro '
Tu s nagister in Israel, han ignoras *
O hoinem de palha.
Aos mtdicos.
Aos raeus c-ollegas de qualquer nacionali-
dade e graduiro, qoe sejam, exercendo a
medicina na cidade do Mec fu, oa oas co-
marcas circu i.vizinhas, proponoo, qne dos
reunamos no salo do Club IVrnanBbncano,
sexia feira, 28 do correnle, s 7 boris da
Doite, para decidir, se entre nos teta bawdo,
como me parece, casos bem caracterisaalos
de beriberi, se o numero desses casos ja
denuncia a existencia, ou a propioquidade
da o.'tm ordinariamente epidmica dessa
molestia, e endo estas quesics resovid.is
allirinativameoie. para nomear urna coni-
raisso incumbid* de colleccionar e inter-
pretar as obscrvacSes, qoe houver colhid,
e para rediga Ulteriormente a historia deas*
molestia com as feicos locaes, qoe nou\ m
apresentado.
Uecife, 9| de outubro de 4870.
Dr. Jos Joaquim de Maraes Sarme1 >.
Molina
A' leitara da denuncia apres?utada p-.t
Lourenpo ae S e Alboquergoe, e poMicsda
no Diario de hoje, saggerio-nos as segttn-
tes perguntas :
4
Ser o Sr. Lourenco de S e A'boqoer-
que, ioimigo do tsente-coronel Gaspar Ca-
vaicante de Albuquerque Uchoa, protaoven-
do contra elle, como um dos saccessores do
finado tenente coronel Joao de Si e Albu-
querque, a cobranca de mais de doieotos
contos de ris, em vista da Ord. L 3, Di.
58, | 7?
2*
Podia ser admittida semelhante denuncia
em face do 6o do art. 75 do Cod. do
Proc. Criminal ?
Como cabio nesta, Sr. advogado conse-
lheiro, sendo mestre da lei ?
24 de outubro de 1870.
O homem de palha.
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE S7 DE OTl'BHO
DE 1870.
AS 3 1/4 HORAS DA TAEDK.
Cotaces officiaes.
Cambio sobre Londres 90 d/v II 7|S sor
ii I hontem i.
Dito sobre dito 90 d|v 21 1*1 SI M SI M aor
1*000.
Cambio sobre Lisboa 3 dr 145 0(0 de pre-
mio (hontem).
Cambio sobre Portugal 90 d|v. 130 0>) da pre-
mio.
Dito sobre dito3 d|v 155 0|0 de prsalo.
Descont de letras10 6/0 ao anno
Fretes Por engao do correior, colon mtmtow.
frete de alpodo de Macei para Liverpool lri per
lib. e 5 OrO era lugar de 5|8 por lib. e 5 O|0
Gonzalo Jo<> Affonso,
Presidente.
Pelo secretario.
A. P. de Leos.
ALFANDEGA-
Rendimenlo do dia 1 a 36. .
dem do dia 27.....
9M:t57*35;
37:784*39?
U4.03MK
xovimento ata alfaaaJesa.
Volumes entrados cora faxeodas
< com generes
Volumes sahidos com faxeodas
t com gneros
384
458
7t8
90
-----3U
84*
Descarregam boje 28 de ou labro.
Barca francezalodo BovUtaAnumm
Barca francezaS. Andi -dem.
Barca inglezaDr-t-dnungkt -.rv\i.
Lugar inglez.Vrattwcd-oacalba.i
Lugar nglezlitadiverns jn-nere.
Palaeho nglezSly Bwft fnnh de trige.
Brigne hollaodezCorMio GeitnAt -i-tea.
Escuna rortuguezaAgm-iiiv.r>. fenarss.
Brigae portuguezRelump go utem.
Despacho! de exportafo no 'o 36 ie
ass*a#n
No vapor inglez GludMor, i*ra Li*r*oat,
csrregarara : Pabricie <", M varase eoss
17,988 kilos de algo to ; Ai*** A' aV Mataes
16* saccas com 11,851 kd de n'tiKte ; Battar
* Oiiveira20daeca*'co'w 17.71" loy tm w.
d a ; Rocha S. Guimares 100 >aecaa e*>a aVni>
kilos de altodae ; M .no- Fcoan**? da Cesta h
C. 400 sebeas aom I6.4S8 Silo-1 *lf*a,,
RECEBEIiOHlt\ DE Rr.Nv>VS tN HIAS
GERAES DE PlftN.OlSUCO
Rendimanto do di* la. ai:.V|j|R
Idsmdb dia 87..... SJttJ717
CSSUIAOO PRdMflClJiL.
Ilosdiea Idean do-dia 27. O .
I
I

y




Diario de Peraambuco Sexta feira 28 de Outubro de 1870.
-------------------------------------M------------- iT- ---------_____________________
MOVHIIENT 10 P0RT8.
Natos entrados no dia 27.
Soatharoplon e portos int"raiedos--i5 da, vapor
iD(;9i Douro, de 1783 toneladas, comraandante
A. Gallis, equlpageo 113, carga fazenda ou-
tros geoer-s; a Adamson Houvie 4 C.
Cardiff 40 dias, brigue inglez Ocian Monarca.
de 588 tonelada, eapilao Thomaz Garre, equipa
geni 9, caiga carvo ; ordera.
Montevideo t! dras. patacho brasileiro Valente,
de 263 toneladas," eapito los Maris Ferreira,
equipagera 10, carga 3500 quinlaes hespanhoes
de carne; Marquas Barros & C.
Liverpeol 50 dias, barca ingleza Zenta, de 315
toneladas, cjpitao J. J. Browo, equipagem 12
ara difTereotes gneros; Saunders Brothers
4 G.
Navios taidos no mesmo da.
Rio da Prata e portos intermedios Vapor inglez
Douro, c mraandante Gallies, carga parte da
que troaxe da Earopa.
Hio-Grande do N irte -Barca ingleza Wetch of the
Teign, capillo Hutehing. era lastro.
S. MatheusEscuna brasileira Santo Rota, eapitao
Cassiano Beito Catita, era lastro.
Observacao
Snspendeu do lamarai para New-York a barca
ingleza Union, eapilao W. Vale, com a mesma
carga qne trouxe de Psagua (no Per).
THEATRO
EDITAES.
A cmara municipal da cidade de Olinda
faz pnblico para eonheeiinent > de seus municipes
o regulamento abaixo trancript >, que se ach em
vigor para a cohranea do imposto de aferic >.
Paco da cantara municipal de Olinda, 31 de ou-
tubro de 1870.
ilanoel Antonio dos Passos Silva,
Pro-presidente.
ifarcolmo Das de Araujo,
Secretario. r
llegalamenlo para as afericS s de balanzas, pesos
e tfedidas do municipio de Olinda pelo novo
systema mtrico decimal.
Todos os armazens, depsitos, casas de negocio,
estabeleeimento < de industria de qualquer natu-
reza que i.un (xas ou volantes, onde se compre
e venda em grosso e arreta'ho, mercadonas ou g-
neros sidos ou lquidos, que saja necessario pe
sar ou medir, serio obrigados a ter colleccoes
completas de pesos e medid.is, segundo a nature-
za de seu comraercio, na forma do padro do im-
perio.
Toda- as pessoas assim obrigadas a ter balan-
zas, pesos e medidas, pagaro a afencao da ma-
neira seguinte :
Art. 1. Por cada metro pagaro os logistas 2*,
os mscate? e boceleiras 1*000.
Art. 2." Por cada terno de pe.os, comprando de
vratekiloRr.imrms al o menor peso 41000, por
termo, comecando de dez kilogrammos ; 2*oo0
por terno, comecando de vinte kilogrammos 1*.
Os que excederem a vinie kilogrammos paga-
rao 40 rs. por ki logrramos. -
Pesos avulsos pagaro 80 ris por kilograrumo,
menos oV vate kilogrammos para iraa que paga-
ro 40 ris.
Ar t. 3." Cada marco que nao ceder de meio
kilogrammo pagar 80 ris, os que excederem pa-
garo 40 ris.
Blancas portuguezas que nao excederem a oito
kilogrammo, pagaro 500 ris, as qne forem de
mai'>r capacidade e menor de vinte kilogrammos
pagino 14000, e as qne excederem de vinte kilo-
grammos pagar) 21000.
Balances para marcos e granilorios pagaro
320 ris.
As romanas e deeimaes com petos al trezentos
kilogrammos pagaro 6*000, e as que excederem
pagaro 10,1000.
ArL 4.* A colleccode medidas para secootom
oito vasilhas comecando pelo decalitro a meio de-
calitro pagaro 1*600.
Por c dlecco de cinco va*lh s, comtanlo pe-
lo duplo-litro al meio decilitro pagaro I 000.
A>'t. o.* A colleccao de medidas, contendo res
yasilhas para lquidos principiando pelo double-
lilro al meio vci-litro pagar 1*500.
Por mn terno de quatro vasilhas, comecando de
meio litro at muio deci litro 1*200.
Art. 6." As vendas e armazens sao obrigados a
ter tantos temos, quantas forem as qualidades de
lquidos que venierem.
Art. 7* As medidas avulsas, quer para liquido,
quer para secen pagarlo 200 ris.
Art. 8* Os qur venderem pela* rnas, fazenda*
ou seceos, boom azeile, mal, leite, feijo, milh, ar-
roz pagaro de. afericn por cada medida 3i0 ris.
e o mesmo pagaro os eanoeiros e barcaceiros que
venderem cal, sal, farmha e oulros gneros.
Art. 9. Os que venderem lquidos em barns
ou ancor s, sao obrigados a aferi-ios, marcaido no
texto de cada uin o que pJe conter e pagaro
por cada f,ar de barris ou ancoras 1*000.
Art. 10. Por cada regra de dous metro p.iga
rio 500 ris e sao obrigados a mor parte dellas os
mestres das obras, carapinas, pedreiros, cnteos,
ven ledores de madeiras e todos os que por sua
profisso della possam precisar.
Art. II A* etcoes publi:as continuarlo a
pagar as a e.-icoes, bem como as estafes da es-
trada d ferro e raatadouro publico as balaacas
de arrobar.".
Art. 12. As medidas e pesos sao sngeilos a? re-
visos, qife cusUr metade;todos os pesug e medi-
das afen las pela primeira vez Acara sugeitos a
metale la aterala prescripta.
Art 13. A< afericSes tero comeen em outubro
a dezemhro, e a reviso de abril a junbo, fleando,
porra, os acougues obrigados a reverera de tres
em tres raezes.
Paco da cmara municipal de Olinda, 15 de se-
temhro de 1870Fran teco dasChagas Salgueiro,
pro-presidente.miz do Rege Barro.Francis-
co Luiz Vires.Felippe Manoel de Ghristo Leal.
Alexandre J s Dornellas.
Approvo provi-oriameute.Palacio da presiden-
ca de Peraambuco, 11 de outubro de 1870.
Assis.
Conforme. Confer.Santos Jnior.
EMPHEZACOIMBRA
Recita extraordinaria
Sabbado 29 de outubro.
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Dividido em tres partes.
PRIMEIRA PARTB.
Ouvertura pela orchesira.
Subir a scena a niuite linda e applauida epe
reta em um acto, msica de Offernback
Lischen et Fritzehen
Personagens. Actores.
Lischen......... Mme. Va I monea.
Fritzehen....... Mr. Rivnaud.
SEGUNDA PARTE.
Representar-seta a grande e frenticamente
applaudida opera phantastica em um acto, oinsi-
ca de Ad. Adam
MBS
Pantins^Violete
ga que Ihe falta tratarse oa oa oonsigalarios
Antonio Luiz de Oliveira Aaredo 4 C ra da
Cruz o. ______
Bio-Grande do Sal.
Segu com brevldaie para o porto cima o bri-
gue nacional Amlta : fira o reste da carga que
Ihe falta, tratare com os-consignatarios Antonio
L. de a Azivedo 4 G, ra da Cruz n. 57, prl-
meiro aadar.
--------------- i.........
Pretende seguir para o referido porto em Dn-
eos dias o palMBOte Rosita, por ter a raaior par-
te da carga, e para a pouca que Ihe falta, trata se
com o consignatario Joaquim los Gonc.lves Bel-
tro, a rita do Commercio o. 17.
i i ~--
PersoBagens.
Alcofribas............
Perrot...............
Vnlette........S___
Pulichmelle...........
.
Actores.
Mr. Rayoaad.
Mlle. Brescia.
Moe. Valmonca.
Mr. Carn.
LEILMS.
f AVISO
Uoesoa?SEVEBWA DA R0CHA LWS *is
rritivamenll ,pre",sarT enen1"- e m ella
S2K mm rf erreH0$ de marinha< de <*w ella
u!,a!p rawr qiaeequer transaccSes, paear
tti n^.e,S- qae Wn-** ao DR. JOO BAR-
whnin cado fmPerd,r 32, andar, aqnem
tZut ? Procurador com plenos poderes pa-
T^qnalquer negocio sobre aquelles terrenos.
150
mar-
Todo o macliinismo, sjenario, pintura e vestua-
rios sao cdmpleta mente novos.
TERCEIRA PtflTE.
Representar se-ha a -empre e muito applaudida
scena da d^claraco no 2 acto da ooera
LA GRANDE DUCHESSE
Personagens Actores
L* grahoe duchesse___ Mme Val-monea.
Fntz.................. Mr. Carn
Termina cora cora a nova e linda quadrilha en-
tre madama Valmonca e Mr. Carn
Grand Canean
DE2LARAC0ES.
Admlaistraco
Pernanabnco
de l:o.
do cor reos de
95 de outubro
Por esta aJininistraco se faz publico que em
vrtudd da convenci postal celebrada em 14 de
mar&) do corrente auno entre o Brasil e os Esta-
do-Unidos, promulgada pelo governo por decreto
n. V.'i'i-J do 29 de julho ultimo e publicada no dia-
rit ffli-.ial de 2 de agosto deste anno, sei o expe-
didas malas para S. Tnomaz e New York de cjii
foronda l- cora a mesma convenci.
As cartas pagaro previamente a taxa de 300 rs.
por 15 gri'ii-Tia* ou fraccao de la grammss que
accrescer, fiando aspira pagas todas as despeas
at o logar d > ie-tino.
O* j rn .es tambem pagaro previamente a taxa
de 60 rs por cada um, e esta me*ma taxa "por
cada 30 grammas ou fnccfn de 30 grammas de
outros inpre "*, papis de marica, gravaras, ly
thograph'a*, paotographias, despnhos, mappas e
planos.
Do mesmo raedo sero cobradas pila estaco
postal, n i acto da distribuirn, a taxa de 40 rs
sobre os jornans Impressos de qnalquer rutnreza,
e outros artgw, excepta cartas, qne sero entre-
gues livres de porte. ______
O administrador,
AffonM) do Reg Barros.
Cdrreit gcral.
Relaco das oa'tas registradas, procedantes
do sul e norte do imperio, ex'fite .tes na
Kpariicfe do cerreio em 24 de Outubro
e 4870.
Auna uv i.pia de Campos, Antonio Baymund
da Si ;a Lene, Antonio Mirtins Vianna, Anooi i
jH la l/a. Amarte Olyiip'o de Barros, Arg-
io K idriuoes 4* Albuqnerine, Ge*tr Pereo i i
Silva. (Uilou Jocunda da Silva Amarante, Ki.nl-
-rico !i..,rs, rVeterico Augusto Velloso 'la Sur <
r, J -It -> >n Mershearjx de Atevedo Sun e-., Ki.<-
Kim '. >ht, ltimH, Joaqnim Garili>90 Dias, ;\ '
te unteaMi e AIlHiquerque, Juio Pfw.ci-i;
de Ari-.l* Falcao. J *j BaaUsU d> Med*ir I -
Joaq.i; .i Pedn. M.u,e| G>roes de Mello, S b.n
om. no d* Mello, Sabino Joaqnim d
O ocarrtgadr. rn^tr..,
Mnnoet dos Ptm,* M.f inda
Os bilhetes acharase em mao do Sr. Benjamn
do Carmo Lopes e no escriptorio do theatro a qua-
quer hora.
Principiar as 8 horas.
THEATRO
SANTO ANTONIO
O emprezario d9*te theatro previne ao publico
que no da da posse ao Exra. Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia o Exra. Sr. Diogo Velno Ca-
valcante. ha espectculo em grande alia.
Os Srs. cavaiheiros qu se dignarem abnluantar
com sua presenta este acto de con-iieraco a pri-
meira autoridade da provincia, podera desde ja
mandar ao escriptorio ) theafo encommendar
seus bilhetes.-
0 espectculo lindo e proprio do fim a que
dedicado.
AVISOS MARTIMOS.
meias caixas com batatas novas,
ca M tri-nffolo
HOJE
O agente Pestaa far leilo por cent a e risco
de quera pertetacer. de 150 meias caixas coa ba-
tatas novas, vindas de Lisboa no navio prtuguez
Relmpago, e sero vendidas em um on mais lo-
tes boje, s 11 horas da manlia, no oaes da Cora-
panbla Pernambncana.
CONVITE.
/Manoei Antonio de Azevedo Moretea, sua mulher
Vivina Amalia Cosa Moreira e Athilano Jos da
Costa Lastello Branco (ausente), pelo presente
*uviaam aos parantes amigos de seu sogro e pai
Pedro Jos da Cosu Castllo Branco, fallecido l-
timamente em Portugal, para as-istirem as musas
que por sua alma raandam celebrar na igreja da
ordera terceira de S. Francisco, segunda-feira 31
Ai corrente, pelas 6 hort da manha; pelo que
desde ja se confessam gratos.
Gompanhia americana e brasile-
ra de paquetes vapor.
At o dia 1 de novembro esperado dos postos
do sul o vapor americano North America, o qua!
depnte da deraora do co turne seguir para New-
York tocando no Para e S. Thomaz.
Para fretei e passagens, trata-se com os agen-
tes Henry Forster & u, ra do Commercio n. 8.
Preco das passagens.
Para o Para na primeira classe....... 1204000
Na proa............................ 60*000
GOMPANHIA BRAS1LE1M
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o da 29 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul commandcte
J. P. Guedes Alcoforado, o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos do snl.
Desde j recebetn-se passageiros e engaja-se .
arga que o vapor poder conduzir, a anal deiver
ter embarcada no dia de suachegada. Enoomraen
a-s e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su-
unida.
Nao se recebem como eacommendas seno ot
lectos de pequeo valor e que nao exeedam a daa
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medior
fudo qne passar destes limites devora ser embar
acto como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua
oassagens s se recebem na agencia, ra da Crui
n, 57 jrimero andar, escriptorio de Antonio Lnlz
de Oliveira Azevedo 6 C.
GOMPANHIA PERNAMBUGANA
DC
Navegando costara por vapor
Parabyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, eommandan-
te, Azevedo seguir pan os por-
tos cima no da 31 do crreme
as S horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 29, encommendas
oassageiros e dinheiro a (rete at as i horas da
tarde do dia da saluda : escriptorio no Forte do
Maltos n. 12.
GOMPANHIA PEKNAMCANA
DB
\aTcgac5o costelra por vapor.
Minanguape.
O vapor naciooal Co'unpe,
commandante Silva, seguir
para o porto cima no dia 2H
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encom tiendas, e dinheiro a frete at as horas da
larde do dia da sahida, oj escriptorio do Forte
do Matt. n. 12.
Para o Porto
Sahe impreter velm^nte at o dia 8 de norem
bro o bem conheci lo bngut< portugnez Triumpho:
para o resto e passag^inu, tratase com os consig-
natarios Thomaz de Aquioo Foaseea na ra do
Vigario n. 19.
Para o Hurto
pretende sahir cora a possivel brevidade o brgne
p>rtugu*z Unido : 4>ara carga e passageiros tra-
ta-se. cora os consignatarios Thomaz de Aquin)
Fons'eca & C, na ra di Vigario n. 19.
BAHA.
Para o referido porto pretende' egnir em pon-
eos dias o patacho nacional Coludo, por ter a
maior parte do su carregaraento engajado, e pa-
ra o resto que he taita trata-se &>m o coosigna-
Urio Joaqun) Jote Gmcalves B'Hro roa do
Commercio n. 17.
Eo do Jmeiro.
Para o porto aeim segu com brevidade obri-
(iue nartonal Jsibel, tea p*rte do eu rarrega-
iiihbo engajado : \t*n u resto que Ihe f^lu Ira*
la-si co'ii os iv vrim AzevedVM;.. m 4t-Grtt n. M, H andar,
Rio-Grande do Sul.
l'-i'-i Q p i mi p>tic'"S dias n pj
''!', o joal rt'Cb i
rt#, que so traid c mi l, N^ict- rloo Roende 4
i;, rna da Ca^lei.i n. '.1.
> rom bru i n p rio cima opa-
ai Joven Afiliar, jiara o resto do car-
objectos de alabastro
e pedra marmore
O agente Martin far leilo de urna grande
quantidade de objectos primorosamente trabalha-
dos em alabastro e pedra marmore para enfeites
de sala ____
HOJE l
9 do corrate
s 11 horas do dia, no armazem n. 3i ra do
Baro da VictrTi-, antiga ra Nov;i.
Irmandade das Mmas: erecla na matriz do
SS. Saerameoto da reauezia da Boa-
vista.
De ordem da mesa ragedora convido a todos os
nossos irmaos para comparecarem em nosto con-
sistorio na me^ma matriz, no dia terrea feira de
novembro, pelas 10 horas da manha, aflm de
reunidos em mesa geral se proceder, tomo deter-
mina o capitulo 5 arts. 22. 23 e 24 do compro
misso que nos rege, a eleicao da nova mesa rege-
dora que tem de reger a mesma irmandade no
anno compromissar de 1870 a 1871.
Consistorio da irmandade das almas erecta na
matriz do SS. Sacramento da Boa-vista 26 de ou-
tubro de 4870.
Manoel Domingnes da Silva Jnior,
_____________________Escrivo.
OfTerece-se para alministrar urna fazenda e
tomar conta do curativo de escravos urna pessoa
de naco franeeza, (boas recommendacSes) : dei-
xe earta na rna estreila do Rosario n. 14.
EOTO DB
AULASESPECIAES PIBA OS AI.MMOS OCE Tt:F..
DB Htin EXAJIE EM. M.\n(:0 PRXIMO, K NO
FIM DO ANNO LECTIVO
Rhetorfca e poTca.
Phllosophla.
engrapla.
Histeria
Portnjnier.
Fraocei,
Jos Soares d'Arevedo, professor de lin-
gua e litteratara nacional no gyranasio pro-
vincial do Recife, tem aberto era sua casa,
'ua Bella n. 37, aulas especiaos de prepa-
ratorios, para os alumoos que tiverem de
fazer exame em marco prximo, ou no Gm
do anno lectivo. Diriir-se indicada re-
sidencia, a qualquer hora.
Precisase de um menino
estreita do Rosario n. 14.
aifaiate : na ra
LEILAO
DE
dous excellentes carros america-
nos, e de urna ptima pare-
lha de caval os, sem limita-
Qo de precos
a 3 de novembro
O agente Oliveira far leilo por ordem e conta
de um cavalheiro qm se retira para os Estados-
Unidos, de um carro de quatro rodas e dons as-
sentos, para dous eavallos e com rodas de sobre-
eellente, de outro carro de quatro rodas e um as-
sento, com arreios para, um cavallo, e orna pare-
Iha de eavallos do serviQo do primeiro dos indica-
dos carros
Quinta-feira
ao meio dia em poato, rna do Imperador, junto
casa do Sr. Dr. Sarment ; e para previo exame
de ludo, plera os pretendeotes dingir-se ao so-
brado n. 18, ra da Matriz di Boa-Vista.
Joo Goocalves Ferreira e Silva com fabrica
de cigarros ra das Trin-heras n. 43; faz pu-
blico que seu uome u cima dito, e sao Joo
Connives Ferreira como alguem tem jaldado ; e
para que ninguem chainc-se a ignorancia faz este
annuncio.
AVISOS DIVERSOS.
Kepoose a un spectateu ,
Je vous remercie raflnement, Mr., de l'tfldnl-
gence et des syrapalhies qae vous voulez bien
nous accorder; pn un mot, de vonlnir anos ap-
prendre la DCENE ET LA PBOPBbT. Nous
accepterions vos coosels si nous ne sovions pas
qui vous ies, mais, voici ^e qui a resul' Jes in-
formaimns donnes gratuiteinent a volre serviable
sujet: D.tbord le papier mioute que vous avx-z
donner ao jonrnal n'etait pas propre dnne vons
aviez les mains salles qnant aux siffl'ts que
vous nous promettez, ou nous a assnr que votre
bonehe que vous ne lavez jamis ne peut articu-
ier d'autres sons.
Estamenet. Rae de l'Emperenr (31).
Toot vous.
be Sonfllenr.
AMA
Procisa-se de ama ama "para fazer o servico de
pequea familia, qual se dar bom ordenado ;
a r.ua de S. Jorge (outi'ora Pilar) n. 138 !
andar.
Deposito de pao
cesta.
RA LARGA l>0 ROSARIO N. 36.
Fructuoso M. G. avisa a todos os seas benignos
freguezes, que hntera receben novos sortimentos
de bercos volantes para os resemnacidos, balaios
de meninos apreuderera andar, maracas coberto-
de palha, bandeias grandes para ronpa engomada.
balaios para costura grooa, ditos de depositar pa-
pel rasgado, ditos para facas e garlos, dito para
por fructas na mesa, lentos do balaios para depo-
rto da raupa servida, ditos de acafates grandes
braneos e de cores, ditos de condeeas brancas e
de cores, entre estas altas o baixas, eondennhas
para encher de doces seceos, balaran para ni-
nhos de canarios, cestinhas para pastoras no tes
tejo de presepios, cestinhas floas o mais delicado
possivel para meninas de escola, outras maiore>
para senhoras, cadeirasde virae, proprias para pas-
sageiros que segu em vapores para a Europa,
cestas de todos os lmannos para .azer .se compra*
no mercado, balaios comprindos e redondos bran
eos e de cores, temos em quanlidale ; cera bran-
ca em rolo para accender luzes. Aqji achara os
nossos benif n-s amigos o ptimo pao, bolaxas e
missa doces, fabricadas cora a nvlhor farinha do
mercado; O tamanho do nosso pao sempre maior
do qae o de oatra qualquer parte e sem o menor
gusto de azedo.____________________
AVISO
Roga-se aos senheres abaixo mencionados o.ob-
sequio Je comparecerem no Bazar da Moda ra
do Baro da Victtria, a negocio que lhes diz res-
peito :
Selerino Odorico Pinto.
Joao Valentim Vilella Jnior.
Guilherme Dias dos Santos.
Joan Jos dos Santos Lima.
Jos Magalhes con? fbrica de velas.
Jos Mara Fernandes, morador na villa do
C*bo.
Alluga se a casa da ra dos Pescadores n.
17, com commodos para familia, bom quintal e
porto para o mar : na ra Nova de Santa Rita
n. 53
O Sr. Manoei Silvestre Ferreira Bastos desde
24 do corrente dsixou de ser caixeiro da casa de
Jos Duarte dss Neves.
AM4
Preci-a-se de nma ama para fazer todo o ser
vico de ama pequea casa de familia : a tratar
na Boa-vista, rna da Alegra n. 33.
AMA
Preeisa-se de nma ama livre de meia idade de
boa conducta para o servico interno e externo do
casa de muito pouca ftirnlia : na ra de Santa
Thereza n.
AMA
Preeisa-se de nm i ama para casa de familia: na
ra de Hortas n. 30, sndrado.
CASA UA MaMNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (outr'ora ra d<
Crespo) n. 23 e ca-as do costume.
O 'ahaix) assignado, tendo vndalo nos sens
felizes bilhetes dius quartns n. 3M com 5:000*,
uray|Urv> n. 6"50 ora 200#, e outras sirtes de
100*000 '. 40|000 da lotera qne se acabon dt
extrahir (166a), convida aos pos-uidores viren)
recebet na conforujidade do costume, sem descon-
t algnm.
Acnam-se a venda os (lites bilhetes zarai
tidos da 4' parte das loteras, a bonen>;n da nova
igrej i de Nisa Senhora da Penha (167"), qne s>
sxtrahira segunda feira 31 do corrente mez
PREgOS.
Bilhete inteiro 6|000
M-to bilhete 3*000
Qaarto i|5oo
Em porc-i de 100*000 para cima.
Bilhete int m 5*400
Meio bilhete 3*700
Quarto mao
Manuel MT'ins Pin
JL
O- Sr*. BMtwral J o^uiuj Cnumta u.eiho era
ira e And' Corl-ito CrWho C,in.lr, queiran ap
parecer rut do Hospicio n. 84, a negocio Me sen
(larti'irl^r interi
- Ainga-e i, i essa -tr. Oitnda na ra d M*-
ihias Ferreira, por 3 meza- para ipassar a fe*t.
e ptto doa b:.ih-M salgad.^, iif m.iilo arat"
pr'C" : a tratar o ir.vsu mi B'ila %. 10.
- xluga ;b ii.o o >|uiiu sitio a Tto-j e.i .
ni ilou- ,) e copiar: a tratar rom A. de Abren *#) no
'-ua -la Aur ir > pfowria, das 4 da ma
tital a< 6 da ta i
uiin erada para uijk
/.oihir e enionumr para duaj pessoas
ua ra da Santa Cruz n. 46, burro da
urv. eu
: afrailar
su.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franeeza.
. A
Fotographia imperial.
E
AJERIA DB PISTIRA
DE
/. Ferretra filela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
jovo estabelecimentn photographico sito rna de
labug n. 18, esquina do pateo da matriz. Ostraba-
hos que desde ento, tem sabido de nossa offleina
em gerahnente agradado, sendo recebidos por
irgans rresso qne ltimamente tem tido a phou grapnia,
i por outros cora alegra, por verem a provincia
lotada com nm estabeleeimento digno d ella, e in-
xratestavelmente e prijieiro qne nesse genero
ioje possue : tambem nao nos poupamos em cousa
ilguma para monta-lo no p em qae se achs, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
preciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
j estrangeiras que gostara das artes, oa tiverem
lecessidade de traba!hos de photographta a risi-
larem o nosso estabalectmento, que estar sempre
iberio e sua dispusicao todos os dias desde as 7
tioras da manha al as 6 da tarde.
Para os trabalhos de photographia possalmos -tp
versas machinas dosmelhores autores francezes,
nglezes e allmemes, como sejam : Lerebonrs et
decretan, Hermagis, Thomaz Rosa, Voigtlander el
3onh eWulf. Ullimauente recebemos tres novas
aachlnasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 oa 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas a
gualuiente i^oladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
Jas para cartoes de visita, e assim em menas de
jru qnarto de hora despacharmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, umaduzia de eartoes
uais ou menos, com os seus retratos smente, on
3m grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da iireccc
3 feitnra dos trabalhos de photographia dei-
tando pencia e talentos do distincto pintor
ilkmao, o Sr.
Jorge A. Roth
)s traba'hns de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pasel.
O Sr. Itoth acha-se ligado a nossa emuv.-i por
ama e.-:criptnra publica, e at o presente tem se
lesyellado na exemets de'seai trabalhos.
No nessne-iabeliTimerto acbam-se exposlos ou-
tros trabalhos imii irtantis do Sr. Itoth, tanto um
miniaturas aquareila como oleo, retratos
leo, quadros sacros e diversos onlros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
laranho natural, asaioi como de quadr s sacro?
;>ara omaTnnt-crio de i?rejas nu capellas. Tam-
+oem acodamos encommendas de quadros histor-
aos.
Assegnt-.-nos que os precos dos diversos tra-
oalhos da p^ssa casa sao *nni rasosveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10)$00 A
DZtA
urt5rs be VISITA COM O COLORDO ao nato-
RAI. A 16)5000 A Dl'ZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
raixilhado em moldura dourada e regalando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
do o quadro palmo e meio de tamanho
Jnlgamos que bastarlo os precos cima para
larmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
3Stahlecimento, quanto sua perfeicao cada um
renha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
nosso estabeleeimento sao das 8 horas da manha
I da tarle; entretanto de urna hora s 5 da tarde
sm casos especiaos pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chuya, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguraraos que esses dias sao
mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela dogura e persistencia da luz, e p< r termos o
aosso terrado construido com. taes proporcSes e
melboraraentos, que arada chovendo .orros ne-
ihura inconveniente ha para fazer-se bellos re-
.ratos.
J. Ferreira Villela
0 CIBTOlO DESTA
Frederieo Maya
Tem a honra de acientificar ao upeita-
vei publico em geral, e aos seos cfaote*
sm particular qae 'elle madoa o sea gabij
oete de consoltas da roa Direita o. 11 pan
i do Qaeimado n. 31 primeiro andar, con
a entrada peto pateo de Pedro II, od* p-
Je ser procurado para os misteres de toa.
profissao," todos os dia< atis dea t hora
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que eontiaoa a prestar-
le a* vontade dos clientes nao s oa cidade
:omo nos seas sabartiios, para jade as-
idas serio precedidas de ajaste, ole ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicao de
seos trabalhos, o qae j bem eohecido,
assim como as commodidades dos twecoe.
m&mmwmwoumw
I
roa
ari-
NOSSO SEVHOR JESS CHRISTO,
MAHIA SANTISSIMA
E
?ARIOS SANTOS.
_ A saber:
Setenario do Sedbar Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Seutwr dos Passos.
Noveat do Hwiino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceico.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santsima-.
Novena de N. Sennora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Caimo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da St-nhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volunte encadernado.
25000.
Irmandade da Senhora Mi dos nomens
de igreja da Madre de Dos.
Sao convidados ledos os nossos irmos para se
reun rem em mesa geral no dia 30 do corrente
no consistorio da mesma igreja, para se eleger a
nova mesa que t m de funcekjnar no anao vin-
douro. '
Joo Valente da Cruz,
E>eriio interino.
, precisa se alagar, o-u nioiequu de 10 a 14
annos de idade, qae sirva para andar na-roa : a
tratar na travessa do Queimado, toja n. 8.
AMA
Pre-isa-se de urna mi para o servico de nma
casa de rmnea familia : na praga da Independen
cia n. 7 o 29. ^____

=* O abat < a--ign tu faz ver ao respeitavel
publico e com espeeialidade ao corno do commer
co, que tem ja-to e contratado a compra da ta-
berna sita na p Woacao do Barro, pertencente ao
Sr. Joo da 8da Cxeiro: qnem se julgar pre-
judiea !> por qoaJquer transaeco, dirij^-*e no pra-
so de 3 das da data deste, na ra do Cotovelo nu-
mero 3.
Ernesto W. Lms C-valcante de Albagnerque.
reVS0r
Um bomem rom a tonga pratica de mais de 20
anuos de rpvi.ai.dVj-iraaes, offerece o sea prest
rao para o referido ti n ; quem precisar dene re-
cado na ra Nova n. 4.
caixairo
Anda -se prectai de nm raixein cm pratica 'e
taberna e miud.-u, e qae tenha de 14 a 18 annns,
.,ara a ilha de ornando ^ a tratar na" rna da
Cruies n. 33.2" wdr, das 9 da manha ao meio
dM._______________________________________
Peds sr au Sr. Raoje Bouaiu o ubsequio-de
apparecer rna d t nperiuu n. 80 a negocio de
orgeoert.
** 3r*. Aono Jtiloiiu Aives Teixeirt e
J krmaaem da Conip Ra Irayessa
Crnzps n, 2,
meire andar, di-ie di-
nheiro sobre peihores
de ooro, prata e brlfaan-
tes, seja qual for a fian-
tia. Na mesma easa com-
pram-se os mesmos me-
taes e
____AC
RO
DYVETOT
I4--Bua Estreita da Rosarb-14
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
ce ao uso do-
mestico.
i, w. mu%
ENGSHHEIEO
Com fu:idit;ao.
A RA DO BRM N. 52.
Pass ndo o ;lif riz
Machinas va, or sysiema roeihorado.
Hod;is d'aftoa.
Formas de futro pan pngar assucar.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro balido e fundido.
Rodas dent-cks para moct com agoi, va-
por e animaes.
E oatros objectos proprios d'agrieaara.
Tudo por preco muito reduzido.
fina do Ea o da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra N-iva. )
Bilhetes garantidos da pr-
Y.nela.
EsU 'eliz easa acaba de vender entre os
muito feliz bilhetes a sorte de 400* em qiatr
i|uartis o. 7, e o turo inteiro de n. 1702 coa a ser-
le de 100*, alem de outro* premios menores :
pod.mdo os seus possuid ires virem receber, qae
promptameote sern pajtos.
O abaixo assignado eovida ao respeitavel pu-
blico para virem no seu estabeleeimento eosaprar
os felizes bilhetes garantid is, que nao djiario de
tirar qualquer premio como prova pelos acanw
annuncios.
Acham-se vdnpaos muito felizes bbetes ga-
rantidos em beneflcio da nova igrjja da Pwka,
i|uo ser extrabida segunda-feira 31 do corra-
te mez.
PREGOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1004000 pava -roa.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*350
Joo Joaqnim da Costa Letle.
y .
1
J
Acaba* Mhlr JUaa <
k wtmm m
LIVRARIA FRANGEZA
Rna do Oreipo, K* 9.
Filkliau
ANECDTICA E RELIGIOSA
PARA 0 ASHO DK 1871
3S
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Qora a p&thvsica e todas as molestias do peiu
wa'sa parrlia
Cora aleono e ehagas amigas, impigens e dar
ros.
Tonteo
Cdwerva e Kmpa os cabello.
PH.nlas cal >4.
Puramente vegeta-v, on i, tr.\ se
soe?,purgue pnriHca'u ii Vende se eft-ctivurnente !lUrt p#
Jotmston di C roa d*-S?nz.illi N'eva o. 41
*- Para cisa if h
ama ama de meia t A \nr
eotmbar : a Irata em itnt
to da roa da Auroran. 14, l


rTypolito Oadault. Eduardo Gadanlt, Leapoldo
Oadault, Manoel F. nceca de Medeiris, ainaan
Wiiruvio Pinto B.ndeira Aceioly de Vascasello
e Anlr Lnlz Deloocbe, agradeeem a todas as
pescas qne assistirara as exe iiiia' e asomaaaka-
ram ao enterro de sua presaJa mai n roer D. Oaa-
beliaa Tibnrcia de Oliveira Jajoroe Gadanft, e
convidara a sens prenles e a todos oa atoa aaa-
go- para ouvirem a missa do stimo dia, na nu-
trir da Bu-vista, no sabbado SO do crrente aa 7
horas da manh a.
A o commercio
O abaixo assignado, liqnidatario da extineta ar-
ma de Teixeira & Irmo, declara que na prsenla
data tem saldado todos os dbitos da me-rna firma:
se alguero se julgar com direito mesma, qiteira
aprontarse no prazo de tres *e*. a contar il
data. Recife, 27 de outubro de 1870.
Jji Sociedade Monte Pi Bra-
sileiro.
Do or 'em do director convido a todoe oa saetea
para uo domingo 30 d crrante romparaesna
pelas da fivguezia da Boa-vista, allm de asaisiir arass
sol nne que a mesma aoeieda le u-m le naadar
celebrar a sua padroeira, depois di qual lera Ing^r
a ni-tilladlo da roeuc.ooala socied-iUe, aa aasaa.
t9 a i pateo do mesmi norae.
S-,cretara dasicielaJe d.Mmie Pi Braadatra
26 de outubro de IH7IV
Manoel de Miranda Castas,
l set-retarii'. ^______
CHKJSTi
:otrar*fo
r.ue a)M
Zm casa de 'i.
vKSEN, roa da Crui p. 18, eo
iidstivamete i
-riam
pj
ANNOS ftClDKM COS.
ft. P
1860 1864
. in br.-4*
LIVR.UUA FK4SGEZA.


Diario de Pernambuco Sexto feira 28 de Outubro de 1870
AVISO
Ignacio da Silva Deir visa a seus Ireguezes
ooe acaba de chegar com sua tropa de excelletites
burro e que segu para Agua Preja, tendo bre-
vemente de voltar para a freguez ia (la Escaaa,
Cabo, etc. : quera preeisar fazer algoma eoeoov
menda, -pode dirigir se ao Sr. Jos Mana Pee-
tan, qne se enearregar de transnietli-ia ao an-
nuncianle.
Aeuba de sahi luz o officio
DE
W* S. DA COKCEICJlO
AeompaohaJo de orna collecco de eracfies co-
no : Responso ie Santo Antonio e ora cao de Sauta
Mida Eterna. His 390.
LIVRARIA FRANr.EZA.
r
O bacbarel Celso Tertuliano muden o
sea escriptorio para a ra das Cruzes,
boje Duque de Caxia?, casa n. 3i, 1* an-
dar, onde pode ser procurado.
D!A E FINADOS.
Na ra Direita n. 133, I. ja de cera, ba
uma pes>oa catacumbas no cemiterio publico, dande a
mesma pesioa todos os preparo?.
O salo de pianos e de
msicas
mndoa-se da ra Nova n. 58, i* andar, para a
ruada
Imperatriz n. 12, loja,
onde contina recomrnendando-se ao lllm. pu-
blico.
, G \Verth?imer.
AMA
Precisa se de una ama pnra eozinbar em casi
de poaea familia, ou para andar eom urna crian
ca : na na da Imporalriz n. 43, 2o an lar______
til 1/1 MIUIL
RTERESSANTE COMPOSIClO LlTTERARiJ.
C0NTEND0 :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do as sombro.
A lagrima
A uoote do delirio.
O misterio.
Obi orna carta critica dirigida ao autor pcl<
f'r. T. B. ligueira Osla.
i volume brochado 2 000.
AS CENT1LflS
Poesas patriodCM sobre a guerra do Paraguay
1 volume brochado 2UU0
NA
LIVRARIA FIUNCEZA
PRECISASE
De um h mi in. livre ou captivo, para ''istri-
fcuir pao ; ^ ipu..mente de um ama que eaiba en
gt minar bem cosinhar ; trata te rna do Vi-
gario n 6, l* andar. ________
Pieei-a i-e de un muco de 16 anno9 ou de
an honra da i; annos, que saiba lar e es&e.er:
sa rna da Concordia n. fi8.
Amas.
Paga se bom alngutl a urna ama que jeja per
feita fogommadeira, e a uutra para ser emprega-
laenslgom tn.-ahodo e servico de cata : em
S. Jo ti do Mai gninho, sitln n. 2.
- Pnci-a sealugar un pireto esclavo de roea
da I ti >.n a nsnel nesia tyimgraphia
Asiciago i ommercial Bei.e-
ficen'e.
Tendo se eagol do a li-ta dos soppleutes para
preeneher as vagas habidas na itrectoria, e nao
eeando prfvitla erta chrrooat ncii nos estatuios.
conv r,ida pelo presente a asaeti.hlea gerl. para
o dia 4 de nov. mbro prximo futuro aomeiu
da, ns'iver C"ino ci nvier.
Associacao i>miT)er ial Reneficente de Pruara-
buco 22 de culubro d I870.
Jos Silva Loyo,
Presidirte.
Jos Henrique Tudade,
SWrtilarM interino.
Para indar eom ciiane.s, precita se alugxr
ama rapariga forra oo e sera va : na ra da Ca-
deia n. 8. tma-m.
Preei-a .-, alugar una escrava ninca para o
SBrvico int.r o tle nina ca
do Crespo n. 12. I* amhr.
A luga se
urna casa terrea, sita na '"anunga, erm sotan, co
-boira, e nm pequeo qolntal : a tratar na ra
de Vieario n. 31.
Na praca da Independencia n. 33 se Ja d>
aheiro sobre penhores de onro, prata e pedra:
preciosas, seja qual for a quantia ; e na meim
asa se compra e vonde objectos de onro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de er
eommenda, e todo e qualquer concert tendeo <
a mesma arte
B
i MUDANCA. I
ms

O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a roa do Ira./erador n. 37, 2* andar
do sobrado cujo armazera conserva aja-
da boje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
(rente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sua proflssio de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.
O conelbeiro Jos Rento da Canha Fi-
gueiiedo aviza tos seus xons Uto ales, que
elle acba-se restituido.ao seo escriptorio de
idevocacia, podeodo ser .procurado nos dias
uteis desde as dez horas da maoh5a a as
i da tarde.
m mar a\ Precisase de urna ama para pouca
AJHAfamilia: na ra do Cardeireiro n. 68
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar ruado C&bug n. 1 loja.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
HIC1FE A* OJLIMDA.
Por ordem da directora, e em execucSo
ao qoe dispe o art. 13 dos estatutos, sao
convidados os Srs. accionistas para a sessSo
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
qaal ter logar no dia 31 do corrente s 10
horas da mant5a no sal5o da estatu provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companbia,* 19 de outubro
Je 1870.
Joo Joaquim Altes,
Io secretario.
AVISO
Do 1. de novembro em diaDte partirSo
os trens, nes dias nteis:
De manha.
Do Recife s 5 1/i, 6 1/, 7 1/2, e 8 1/2
horas.
De Onda s 5 1/2, 6 1/2, 7 1/2, 8 1/2
e 9 1/2 horas.*'
De tarde.
Do Recife s 2 1/2, 3 1/2, 4 1/2, 5 1/2,
6 /2. 7 1/2 e 9 1/2 horas. /
De Oiinda s 3 1/2, 4 1/2, 5 1/2, (f 1/2,
7 1/2 e 9 1/2 boras.
Nos domingos e dias santificados.
Do Recife s 6, 7, 8, 9 e 10 da maoha
e 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 da noute.
De Oiinda s 7, 8, 9, 10 e 11 horas da
manha"a, e 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 da noute.
Nos sabbadcs sabe mais um trem s 10
boras da nouie.
O superintendente,
A. de Abren Porto.
Precisase de urna ama, paga-se bera,
para coziiibar e comprar: na ra Estrita do
Rosario, n. 23, 1 andar.
H
Preci-a-se de urna ama para cosintiar:
iratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, na n. 2; advertese que serve escrava ou livre,
mas que cisinhe oem.
Retaiha-se terrenos no Porto i a Madeira em
Beberibe. A posicao topographica dos memo>
terrenos, sua boa quatidade para plantarles, como
se poder ver pelos siiios nelle situados, muito
i s recommenda : os prctendentcs er.cunlraiao pes-
oa babilitada para qualquer negocio relativo a
iit' s terreno?, no referido logar, nos domingos at
as 9 h>ras da amaiihaa.
Ama,
Precisa-se de ama ama que cczinha bem, en-
eomme e compre pra urna pessoa : na ra do
Turres n. lo, 2' and r.
M0F1NA
Roga-se ao I Im. Sr. Ignacio V.eira (je Meio, es-
crivao na cidade deN;i;:areih desta proviuia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a oocluir
aqnelle negocio que V. S. se comprometten reali-
-,.r, pela terecira chamada deste jornal, era Gris
de dtzflmbro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiri e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
a ; pois V. S. se deve leuibr&r que este m-gocie
de mais de oito annos. e qnando o senhor son
lilho se ada va no estudo nesta cidade.

Precisa-se de urna ama, preferindo-ce escrava,
para o servico inlL-rno de urna cata de pouca fa
ItnHa : a tratar na ra. a Palma n. i.
Ka roa da Imoeratiix n. tOmnito se o);..-- ji
filiar cnm o Sr. Fiancisce Deodaio Lins, a d> go-
do de sen int"r> sse.
AVISO
Aluga-ae urna casa terrea com bastantes
commodos para familia grande, aende morn o
Sr. commendador Antonio Joaquim de Mello : a
tratar na na do Vigario n. 20.
Pede se a corto carne secta, conhecido por pa-
ndada, que por favor deixe de andar calumnian
do pessoas que de ti rio se lembram, de dia trata
de venderes carne secca para agradares a leu pa-
trio, de noite 'ai jogar os trinta e um ou vispnra,
como leu costume, que e melbor do que anda-
res te metiendo em camisas de onze varas, /deves
taber que os nossas matas anda produzem bons
qairis.
O papo V...
Os abaixe assignados, incumbidos pela comrr.is-
-a i de tenhoras que proninvem um concert e le-
jao em l.enellcio ilas familias desvalidas dus solda-
dos do boba de Pcrnii-buc", fallecidos '"U invah
didos na guerra do Paraguay, de di-ti ibuir di
moda que Ibes pareces-e mais acertado o prodoetc
d'essa subsrripcao, pelo presente avisam s viu
vas, [iais mais e lilbos dos olBciaes e s b'ados d.
exercito naturaes d'esla provincia, ou que nella
tenham assealado praca, assim como a qualquer
prente d'estes, que f^zendo parle de sua* fami-
lias vivesse s suas expensa-, e qne se achar em
estado de pobreza, e Analmente aos proprios offl
ciaes e soldados, com excluso dos primeiros, caso
estfjau as referidas c ndicoe=que dentro di
prazo de sesseoia dias, acontar dVs'adata-fOeve-
rao provar com documentos aniheoticos sua iden-
tidade e circumstancias de fortuna, afim de pode-
re m perceber este auxilio.
Os interessados deverio encaminhar seus docu-
mentos casa do directorio do partido liberal,
ra do Queimado n. 8 primeiro andar, em lodos
os dias uteis durante aquelle periodo, das 9 boras
da manha s 3 da tarde, e ende, depois de atlen-
didas suas reclamacSe*, rcci^bero a quantia que
Ibes tocar.
Para que o presente avise chegue ao conbeci
ment de todos, ser publcalo diariamente nos
jornaes mais lidos d'esta cidade.
Recife, 6 de outubro de 1870.
Baro de Bemflca.
Luiz Jo- Pereira Simes.
Abilio Jos Tavares da Silva.
Quera precisar de um caixeiro de idade de
16 annos e co.n baante pratica de molbado
Jir.ji-se i ra da Imperatri n. 28, qne se dir
ejnf. ________
massador.
Precisa se do um amas-ador : na ra dos Pir;s
mera 50.
Ciuhe ro.
Precisa se de um cozinbeiro, dando fiador : na
nuJ Crespo n 9, livr Honeaok
Precisa-se u una pe?.,. ([be querr encarre-
^0 do trabaIho de um Jardim : a tra^ na ra
Hofteip4CioD.il.
Igreja de Nossa SenliDBjpo
Monte emOinda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senbora do Monte em Oiinda, segundo o
proraettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo que terminasse o invern,.e para
o qual S. Exc. Rvma. tem emprfgado todos
os raeios e esfor^os seo alcance, acontece
que o referido n2o pode ser de prompto
concinido, j porque os recorsos da ordem
benedictina -tem de ser tambera aplicados
repararles e concettos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extrar$I') das outras partes da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. n Sr. D. abbade, sup-
pca aos devotos de N >.s Senbora do Mon
te-que se presten a ajnrlar.com snas esmo-
las a coadusSo dosreerdosconcertos ere-
parafoe na dita gn ja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse thn se dirigir
o ji.iz peipeiuo
_________ Manofl Luiz Virth-s.
- Aluna-Ne urna boi c.xe..i. ia hi.>, agua
e sar, ni i ni d> Luna em Saato Amara u. 4. :
tratar coa ltaleinus Lenz.

1T5
Attenpao
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n urna
escala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atten
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
Ignacio da Silva Deir, em visgeR prcvtari
de Pernambuco, avisa a sens frepnere que coav
duz excellente tmpa de burros, qne **'*
villa do Pillar, Porto Calvo, Caslanna Grande,
arreiros e Rio Formo*, e dalli ir cm sejnimen-
to para a Escada : qnem pot precisar, pede maa-
darencontra-le.___________ .____________
"Comahia Allian^a
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. 1,000 OtOtfOO.
Toma seguro de mercaduras a din tiro a risco
martimo em navios de vella e >apores para dea-
tro e frs do Imperio. Agenei i i roa do Coan-
mercio n 17, escriplcrio de Joaqhioj Jcs Goo-
calves Bel trio.
A verdatieira farinha pertoral de
S. Bento.
Esta farinha usada eom vantajosos resolli-
dos nos padecimenlos dos orgos do peiu*,
como asthma ou puchamento de calbarros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na plbysica; re-
commendando-se com igual proveilo as pessoas
convalecentes.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartholomeo A C.
________34Pa larga do Ros ario34________
CASA PARA ALUGAR.
A luga se o i' andar do sobrado n. G rea do
Duque de Caxias : tratar no coraco de ocro,
ra do Cabug.
HIOREIRA DUARTE .
Ama
Pega se boin ordenado p<>r urna ama qne cnzi-
nhe para urna casa de familia : oa roa da Senza-
la-velha n. 90.
Offerece-se
lid
Tem a saiisfa(3o de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lb.es mais commodo, tem
estabelecido urna nova fabrica de chpeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. O, bt je ra do Mrquez e Oiinda,
onde achar3o os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os presos, qualidades e ptrpre- ;*}$
Cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidara especialmente aos Srs. compradores por atacado jj>>
darem, sendo possivel su3s encomraendas, pois poder5o assim serem mais bem servidos, visto pederem escolher as ar- &M
mages as lazendas que a demora da fabriracSo bem diminota, ,___________ fS^.
3|
m
NA AHTIGA E
su
m
BEM CONHECIDA FABRICA
L

j-
m
DA
Ra do Bario da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grnele sortimerito de chapeos de sol de seda, mene, alpaca, bretanha de linbo branco e par-
da e'de aigodo os todos os tc-manros e feitks, a>m da iramesa ponao de .t-da, merino, algodSo e brim,
armai;5es de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommer-da. A modicidade de seus prtcos lo conhecida
que escusa de mencionar.
-i
uim nova modista para costura de seohorae me-
nina : apparecendo quero qneira, dirjase i roa
do Nogu.rira n. 6.
< liib do Jlontriro
A abertura do Club ter lugar no da 1* de no-
vembro prximo futuro, eendo alterada a tabella
..'as mensalidades pela segninte maneira :
Assignatura de nevembro a fcril mezes 38i.
1 trimestre30000.
1 mez10000.
0 em rezarw,
P. I. Layme.
Ama
Precisa-se de urna aua para rasa de ponca 'a-
milia : na roa nova deSaota i! ti n. 73.
Aluga se a loja do sobrade n i defn o-
do oilao da igreja do Livramento. onde foi botica
a tratar na ra do Livramento n. 17, loja de cal-
cado. _____________
Precisa-se da i.OUOi a prmnio por seis me-
zes, pagando-so o premio do 2 por rento, e par*
garanta se d d<>us escra^os, fleando os n (erid- -
escravos em eoomai>kii de seo ser-hor os pre-
tendentes annunciem por este j nal para stren
procurados.
Admiravel lembran Neste novo armazcm tem om
variado sortimeuto de f^zendas
framezas, ioglezas, al!em?s e to-
das todas se vendem por prec/s
mdicos, ;;im de acieditar a estj
ajvo aimzem.
Casemiras irgleza?,
'race zas, de tedas as
juali'Jades, brins de
ores e brancos, cob i-
i i nos modernos, cba-
es .e sol de seda,
tinos. R.\
DE
ARIUM IRMAOS.
aarSo 5a Vteterla
antig rna
\
Tl
N. 41.
Assim coT.o Um nma grande
offlina do^ilfaiate, montada com
todos os prepatos que ha de melbor,
dirigida por habis artista, que
ppla na pmmptido e piifeifjo
nada deisam a desejar.
Roupa de tndos os
smanhospra homens
, meninos.
Por todos es paque-
tes recebem-se s me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras quo ba
na Europa.
RA
Dedara-se qoe os cava is do enjei h MaW,
do termo de Agua Preta, c m i v^m-se tedoe de
omlhas cortada* e pi II dos Je crina, i-.nlas I
tropeles, e lao rentes, que a caoi a motri o saba-
!o. alm de um ti lanuulo com !stes animaes s puxam o enze-.ro, e n:.mc '
transitam at a e-taco de Agua i'r : n'^ utri
qualquer parle '|iie se etro-.l^r t furtidos,
tanto mais por esiarem ta n" m d- n fieiar '.
Baro da Vic-.: la
ac liga rna
NOVA
K.41.
Este estabelecimento acaba de irflrer. urna nferma radial em are o. artistas ecenmodos. e fm por.tralidao'e nasencom-
aoendas, finalmente em udo afim de melhor serviros seus numerosos freguezes*ceixa-se de annonciar todas as fazendss, para
a3o se tornar massante
Companhia Fhenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realizados qoer martimos quer terrestres sejaru
pagos no acto de celebrarse o contra!*
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Loiz A. Sequeira.
te
CAPELL4S
Na mesma casa tem um completo sorti-
mento de capelln francezas para tmulos
por menos preco de qne em ontra qualquer
parte com as segrales inscriptos:
Meo pai Saada-ie
Mtnha m3i uma lagrima
Meo esposo jfeu flilho.
Mraba espora Mioha filb?.
.nc^aJ. '",Peridor > 9 tem uma pessea qne
Z^,?J e\.ue utDU catacnmhas e tmulos no
E D iC1.' aaBd8 1ne folos. norembro' eoramemoracao dos fleis de-
Ama.
nr^oV, Un" ma wr wlnhr e rom-
1^9
RA DA CRUZ
Chapas de ferro gaivanisadas para telheiros, etc.
Tacnas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m'o.
Venezianas para jinellas.
Machinas de desciropr algodSo.
Machina de cortar fumo.
Macbica de cottr papel.
Motores para dot cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodaio.
Balances, prencas, cofres de ferro, 'ogSes de ferro, enxofre, s
ferro e moitos outros artigos.
Sociedaie lecr.*;.iyi No .
TJaao.
De crdem do eanaafta aimim-irativ) (MBd 4
todos os senhoies socios, con tsrabero ao< f rh;-
res socios distinc.os nao eSeetires i coraam
rernna sala de-ta s> cielade, '.: -fin lJ te i
vembro prvxinM viuJouro, as tO boras da nn-
nha, atlm de proc*der-*e a "lici> d> bovi c .
selho, e a dos 12 diiect >re a de f i r
nar no anuo adiiiiui.ativo de I4"0 a l-l (ar:-
26 e 31).
Fuco observar a-* senhoi<5 s ;, iyi- *".-. ,
a d.ver mai-< do una n ei- dtdaoV,
rao tomar >ar'e nos va ch dt s- r>
e-t expres-amrale afoWbtdo |Im mh i
tutos (ait..'].").
Sala da- se-.-5es do ccnselhi admini.ralf 4*
sr-ciedade Reereava Thn U.uii 7 '.i mt ti
de 1870.
Ct. i tn -' ",
SerreNi' ).
Ansa
Xa ra dj M.-rquez do Onda, rutr'nra r
n. SO, precisae de uma ama para naaMkV.
A >lireciiii.i provisori< 'la irm.-inda'- ito
Sacranenio da Irega zii da Cap i."^ asMMai -
irmais instnlla! >Tf* p;Ti compireci-rcm na <*as^
do nspicv.) meiuiatr ir,>, .Mm. Sr. P n:-? t,p*-
to a i; ra I- J i-i4, que sre a"i'slot d*
matriz, a 30 loe rrente, alio ;. i f z ma -as
joias de -'i o a-ignart-ra a e .-porti.aaeladn
insta!! ca.
Preci-a-se la i.WH a pteiio r BM tie-
zes, p;gar.do->e o afeatfci de 1 p r Mats e p-,r\
garanta se >> dnoa escravos, orando aarearrid <
escravos em companhia de sen Man : o pre-
tendentes que auri'jock'iB por ee j rnal pr.ra
rem procuradjs.
Ama
Precisa-e de urna ama para caa do oome-i
so, que saib) lavar, enguramar e cninhar aa roa,
da Crnz n. 2t. 1 andar, por cima da norte.
Ama
Precisa se de uma ama livre o escrava par*
crzinhar : na f.briea a vapir de c'Jutoo roa
larga do Rosa.io n. 21.
Quem precisar d uma aaan pan amrir eom
meninos em casa de familia, din i--e ao Hnaoanl,
pfrtn la
a bei'a
malha de
AGUA DE VICHY

Aluga-se nma tioa casa e sin > muito
siaco da Jaqueira, em Pjnte d Ucba,
do rio : e tambem so veode oo ilnga-se
bilia de amareilo existente na mesma: a
caes da alfandega o. 3.
Criado.
Paga -e hem alngnel a oro criado do 12 a II
annos para servico de casa de peqoeaa Camila ;
em S Jos do Mangninho n. f.
Ama de Uite.
Na rna Augusta n. t, 2* indar, piecasa-ae do
ama ama que tenha bom leite, eom ihaitaam e
sera Albo mamenlar.
DAS
Fontes Hauterive e Celestins.
No armazem da roa do Vigario n. \l.
ama para coaiiibar co.np.ar e... casa de pouca
fiioiiia.
A luya h un. ca.-a no
Xist'. l/aua do rio : a tratar
a. 17,1 j.
tsuieuo, porto do
na ra do Crespo
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Fritnrin. Bussia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffecteur sa antbo- I
rizado, he mu superior aos laropcs de cuisinier, de Lanev e de sdseparrilha. De fcil
digestao, adagnived ao paladar, e no alfato, elle cura radicalmente aem mrrrurl, aa
allccrtes ila pelle. Imiili<-n. nlpurrM. l-
norndM. oror bu lo. e os accidentes provendos dos partos, da idale Critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arr be he especialmente cecommendada -ontra as deences syphilicaa recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao iodiiro de iioi.issio.
l>i-i.osiio geral da verdmleiro IIUH LAHEtTElH, en casa do dontor GIRADKAU DI
SAfNT-tiEHVAlS, ra Iticbef, t. Paii. .
I
Os alunados do lirado il.noefhidore do Ooet-
ra Lobo, que a presentaran! eert-do do bapeioa*
no inventario do mesmo podem receber *eo le-
gado na roa do Impera tor o. 10,
Francisco Xivier Pnreiro de** _,
Aluga-se o sobrado i f w
dagdalena : a tratar eco J. I M.
f abneles d alcatro.
Ant >wo Neoes de Cas.
Este axedmdo preparado, ojoa I
acceilaf^o tem merecido tiesta
muito se renmiBenda para rnra certa I
impigens, sarnas, c stas, cocn, H
is roiJ Mas de pelle, sendo
vp para a barba, outro
oete.
nico deposit do terdadhfO, M
naiia edrogaiia de WrlteaMBo C,
ra larga du Rosvio d. 31.
-
,




iBtflfi
ifi

Diario d Peraambao Sxla eira 28 de Oulubro de 1870.
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
MAO HA JI AIS CABELLOS BR1TCOS
A tintura jaoitoeea para Ungiros cabellos da cabera e da barba, foia iiaica adinit
tida i Expotifo Umverta, por tur sido reconhecida superior s todas as preparac5es
ate boje existentes, sem Iterar a saude. Vende-se a 1(9000 cada frasco Da
Ruada Cadeia n: 51 l*andar.
AMIGA
Este conheeido estabelecimento acba-se constantemente bera sonido, em vjrtude da3
facturas que recebe por todos 03 vapores e navios franceies, dos arligos abaixo menciona-
j dos, a presos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAVCEZ
Botinas para teahoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de omitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e procos mais barates do que em outras partes.
Botinas para tioniens e meninos.
Botinas de bizerro, eordavao, lustro pellica, das nieloores fabricas e escolhidas.
Botas e pernelras rnssiaaas.
Botas e perneiras para mantaria, das melhores qualidades, de cauro da Russia, Jus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e senhor&s
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se peto custcf aflm Pde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baralissimos,
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de multo boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninas como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca framezes e por- ?A
taguezes pora homens, para senhoras e para meninos.
\
DJ
1
T
DB. A111X41 O. Ii. pi mo
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ra doBaro da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
A yiava do Dr. Sabino 0. L Pinho, proprietaria da amiga e bein conhecida Pharmacia Especial
Homeopathica de seu linado mando, desbando raanter o crdito de que gosa este estabelecimento de
corresponder cada vez mais a conflanca que em seas remedios depositan os anvgos da homeopatliia
nao tem poupado esforcos, afira de dar ao seu estabelecimento tolos os melhoramentos necesarios, e
co;loca-lo a par dos pngressos que tem teito a homeopathia oestes uliitnos tempo. a
Com ese intuito a mesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna pe* oa habilitada
cora pralica de 10 anuos era pharmada homenpathica, e encarregado ao babll Inedico horaeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello do dirigir o consultorio, tendo sob snas vistas a preparacao dos medica
mentos.
Achamlo-se esta casa em relacoes cora os primeiros estabelecimentos deste genero na Europa,
de onde he vera os medicamento*- necessarios, contina a oPterecer a seos freguezes todas as garantas
e modicidade de precos.
Prepos das boticas
Joaquim Jos Gon ves BeltrSo
Ra do Trap:che n, 17, t" todar.
Sacea por dos os paquetes sobre m banco di
MiDbo, em Braga, e sobre os segtiinte logares en
Onrfntr'l
Portugal
Lisboa.
Porto.
Valeoea.
Gr.imares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ve*.
Vianna do CasteHo.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Pamelicao.
Lamego.
La nos.
Covilhaa.
Vascal (Vilpasso).
Miranik'lla.
Beja.
Barcellos.
Companhia
PERFUMARAS
Eicellentes extractos, banhas, leos, agua de cologue, florida, divina, lavaode, den-
tnflce, de toilette, sabonetes, tratara para cabellos pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Gondray, Piver e Lubra.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conheeido fabricante Jouvin, espetos Dar sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore- de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botdes, crrenos e chaves de mlcgios e trancelins, tudo de
ouro de le, correntes e brincos de plaqnd, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro
caixinhas de costara ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, calxinhas cora vidro de augmento para distinclamente
ver-se a perfeicao dos relratos,-objectos de phsntasia para toilettes, bolsrahas e cestinhas pa
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costaras, ne- Hj
quenos registros muito finos e delicados, booquets de flores de porcelana, jarros Dronrio H
para gabinetes e santuarios, .quadros promptos para cllocar-se vistas, molduras douradas '
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para ees- 1
moran, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oeulos, lunetas oo
pensipez de prata doorados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de pnnhos, ,
carteinnhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, eseovas, ponteiras de esBum &
para charutos e para cigarros, Jocos de domin, rodetes, tgatelas e outros difTerentcs, ve-
neziauas modernas muito conveniente para port >| e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
ca?, estenocopos com mteressaotes vistas de figuras e das mais bmitas ras, boul.vard*
pracas e passeos de. Pars, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para eandieirosT
topetes de vidrilho e de laa de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinhos M
toncas de laa, carnnhns de 3 e 4 rodas muito elegantes para coudu;ir enancas passeio ; e
outras multas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito era cont.
.,.. p*ra.es.te artj& n5P ."a espaco era tempo para a masante leitura da inflHidaJe de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
Co bu los
1 botica de iz medica-
mentos............
1 dita de i ditos___
30
36 >
48 >
60 >
120 .
20
Tinturas
1 botica de 12 medica-
mentos............ 12J0OO
1 dita de ti dito!..... 21000
1 30 28000
i *> 36 320OO
* 48 iOOOO
* 60 3--000
20 80*000
i 24) I40J0U0
Acabamos de receber um br-nito sortimento vle cartelras de diversos tamanhos e gostos, vendidas
a escoma do comprador.
10*000
1 o*000
2O000
21*000
:]0*000
:t't*000
50*000
Calxas
l caixa de 24 vidros
com tntu-a e 48
tubos.............. 30*000
i dita de 36 ditos e 60
tubos............. 60*000
1 dita de 48 ditos e 120
ditos.............. 80*000
1 dita de 60 ditos e 240
ditos.............. 100*000
Este grande laboratorio possue todos n* medicamentos at boje descobertos, quer europeo?,
quer indgenas, e bera assim ludo quanto respeita homeopavhia ou a ua pratica.
MEDICAMENTOS
2i000
Apis antarihrica (especial para rheamatis-
mo) 1/ onca.......................
Cactus grandiflora (para bronchites,pneu-
monas ele.) 1/2 ticas............... 2
Calndula (lueimaduras etc.) 1/2 onca.. 2*000
Enitolia (para bouba?) 1/2 onj.a........ 2*000
Erythroxillon sativa 1/2 onga........... 250"0
Marapuama (para paralysias) 1/2 Plumera (para mordeduras de cobras)
i/2 on?a............................ 2*000
Plantagu mavor (para febres intermi lien-
tes)................................ 2*000
Rabo de taiii (para as affuc Sea do
peito)............................. 2i000
ila excellentes
de olbo?.
2*000
Sarracenea-purpurea (para tarifas)___
Schynus (poderoso as aiTecc5es de gar-
ganta).............,............... 2d000
2*000 Tomaquar (para darros)............. 2000
" Taramala.......).................... 2000
Opodeldoc de Rhus 1 vidro............ 3*000
Opi deldoc de Bryonia 1 vidro.......... 3*000
Emplasiro de rnica 1 carto........... l *000
Chocolate-especial homeopalhico 1 libra. 1*000
Cf homeopalhieo 1 libra............. 1*000
Pao para dento3 1 caixmha............ 1*000
Pernada homeopathica para o cabello
1 vidro........................... 1 *000
Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
DE
Santa Thereza.
De cenformirta com o art. 11 dus estatutos >o
convidados os Srs. accionistas realBaruin at i.
dia i de novembro prjimo, a priraefra entrada
na razao de 20 0/0 do capital snbscnpto podeendo
dirigir-se para esse ilm ao escriplorio do director
caixa o Exm. Sr. baio da Soledade, na prara do
Corpo Sanio.
Previne-se aos referidos seiihore=, ma do art 12 dos mesmos eslatolot, oeixarao de
ser considerados accionistas, aqueelle dos sij-na-
NOViDDE.
O Coila. proprietaim do amwzrm 4a Pertra
Maamore roa das Cruzes n. 12, Jertcj fvt V
nbeiro remado o que da roeibor ha aw mer-
por tor recebido altillos oV generas dmcripMS
pelcKUilimo vapor. ,
Hurialic para sopas ub.-iiiiie pefciianiente a* iiiai- ftr^aa r>a
Queijos fl-.i'.ip.-giij o qce de m- bi>r s | kt ^
ejar a 3*1 HJO.
(.so-'S Je dnca griaba a 8T0 t. l2tT
1*810, iJilu em laUi a e 2j
A verd^ileira t. ptopria a 320 rs. a nr.u-i .! ntt l.hf.
Velas siearmas a 6i0 maro.
Bolacbinhaa de todas as fariMaln I *>s
Ibore filirfranles.
Ernlhas frauazas e poriegoezas.
Vinbo de todas as iju: lidad,.
Prelo de Li-I. .a* desembar^do ItaM, es
saceos grande?, 5J
Caros do serian cuito nova e gorda.
Saccas n.m n.iilio a 4* Especial e aroii.atku >atao de familia a 360 .
0 kilo.
larios que nao
marcada?.
Hecife 20 de otitubro de
fizirem as entradas
1870.
las ep'ca^
Ama de !eit
Precisa se de urna ama
paga-se bera : a tratar na
28, luja.
que tenba Ibom leite.
ra do QaeimaJo n.
Aluga-se um molecuie de i9 anuos, bom co-
zinheiro, e qoe presta- .-e a lodo servicoL de qnal-
quer casa de familia : no 3o andar do llsobrado l>.
36 da ra da? Cruzes.
COMPRAS.
om muito maior vaniagera c^inpram-se
ouro, praa e pedras preciosas e n obras velhis:
F./rinha ele niandioca <)e Suj.ld
Chtharina.
Ha para vender da maito cova supe-
rior ciicgaJa reo nlemenle p*!r> palacio
rabe e barca Sania Mara, por prv(o a ta-
mo o, a berilo do* re iV i s i visa IwDdat-
dos defnnte do ir^pche do Es. B rao
do Livr.irai iil. od enlao p..-a uU :nm
Joaipiim Jos GoncaWes Btti. >, do sea -
cr pierio ra do Commerci n. 17.
apparelhos modernos de dooches oceulares para traameoto das inflammajoes
pelo Dr. Sabino
Vende-se tambem o thesouro homeopalhico ou Vademcum de hjmeopaths,
L. P nho, 2" ediejio.
ATTENCAO
Nao cxisiiodo al boje meio de poder vmficar-se a bondade oo efflcacia dos medicamentos
homeopilhics seaao pelos efeitos que delles resultam, em sua applicaeao na* diversas enfermila les,
segue-se qoe este ora'negocio todo de confianza e de l ; por i>'so aconselhamos aos que cumpram
remedios homeonathicos que procurem antes urna casa que Ihes inspin confianza, do que nuera venda
mais barato.
e;peciae
que prcci
T.idas as prepararoes desta ea^a
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que connue a viafta-b ?
venicando as qualidades e os precos baratos de ditos ol-jectos por serem viedos era di- !H?
reitura e de conia propria. M
ao feilas escrupulosaraente por meio de machina.
ie* e dtua.xo das vistas de um disiineto medicq.himeopalha.
Distr bue-sc gratnitameote aos que coieprarem porfi de medicamentos : ora rgimen homeo-
ptico, orgaiiifado pelo fallec Jo Dr. Sabino, um avu'so sobre o empregj da vaccina homeopathica e
do Plomera; e ara folheto sobre o cholera ptlo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathico
O antigo consultorio de-le cstabelecimpnto dirigido pelo
consulta tu-Jos os das des 10 luna da raanhaa ao nieu-dia.
O Dr. San: s Mello responde com promptido quaLjuer consulta que Ihe dirigirera do interior.
le e eicoutiado a qual uer hvra do dia ou da nuuto, para cbamadus, tanto na ciJade como para o
interior.
ConsoltM e medicamentos, grates para os pobres.
43Eua do Sarao da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
PE BAMBUCO.
laja desoas do
Cabnga.
Co.-acao de (Juro n. 2 ra <
Compra-se un sellim inglex que e-t bera estado : na ra Purmnai n. 21.
u
Attenpo
Compra-se ura casal <\ garrotea da mea ouri-
na. de 'juMquer (amanho : quem tiver annunrre
ou dirija-te a rna larga do Itosano o. 27.
V1N0AS.
Vnde se a fabrica d cigarros sa na di.
Forte n. 2, propria para prin ipiante : .i Ira
mesma.
Farinha do milita
Vend-so diariamente farinha do miRio mcta
rraa e nava a 120 rs. a libr, e tamben farinha
grossa a 100 rs. na ra o Cotovi>|lo ttJ 2^>.
Vende-te una Uoda ,-. I ra na
offleina de f.'rrador ma do Impe .
de S. Francisco, ;e dir qm-m vende.
ip-hwra e
defreote
A 84000.
Vende-se bon goins francezes, nhra | hspiada e
nnito boa, pelo diminuto preco de i ;
liles, antes que se aesbera : ua ra da
0 A, luja de mjadexao.
renhm a
I ll I:
'''
GRANDE
Attenpo
armacao e perteOMl ..
largo dj Tarea n. ll, sropria para qoaltfl t i n-
ripiante, red.-nd.ise ao comprid.>r a H-sidenci;
Vende-se a armarn e perlencui da tjbena d.'.
do sobrado de ura andar p
lra:ar no mesmo sobrado.
r cima da unwna : a
37Ra 11 de Dezembro37
{Ouh'ora Larg > do R< sario)
No muito conhpcido HOTEL CENTRAL Pcinn^ro semDre os possos'innumero:
frpguezes noUvtis melhameLtjs, indispenaaveis pra comuiodidade dos Ilustres ire-
queotadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ba con lanternente tudo que da confortativo t
deleitavel se pd^ encontrar em um estabeltcicoento desta ordem.
Assim acha-se all urna escellente rasa para bmhos, nra sailo todo alcatifado ?
guarnecido de chatis, pi^no, j rnaes nacionaes e estrngpiras etc., efe
DULCE Fi\TE
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londinos
Leaes
E de ootros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos qoizerpfn obsequiar, tanto nacionses como estrangeiros, n-
eo ntr^ro os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Fallase o hespanbel, francez, inglez e italiano.
Normas da Havana.
Suspiros.
Na poli oes
Havanas.
VEGETAL AMERICANO
Vende-se superior fa Inha Je maniioetl
&>9 grandes : no eseripturio de Ah ni
Oii'.cira Azevedo 4 0, rna Ja Ciuz
niciro andar.
ni'
em sac
taOfl d'-
57 ,'ii
um conp muito eleginle, e uraa
Na ufDcma do f.rrador di frile circo se dii quem o dono.
vi tr.ria.
S. Fr. :;-
DliCUiiSO l-M AITLA^U ,
definirlo d. gmaiira pn nnnciada pi lo santo Ora
cilio do Vatiaoo bre a
IWALIBILIDADE
do Sommo PoniiBre, i>i g.i.Jo em Li-ua pelo pa-
dre Carlos J. Rudein^ker,
1 brm-lrara-1 OfO.
LIVRARIA FRA.MI-ZA,
Milho.
Veode-se em saceos grandes, da superior quali-
dade e muilo nove, por mem s proco que era outr.i
lualquer parte : na ra doVigar.o n. li, esenp-
torio de Jos Lopes G.
CAL Mi 1 LISBOA
Vende Joaqun Jos Ramos : na roa da Cru:
a. 8. andar
-
Em lempos inodoi nos in-nbuiu *:.<
montoeperoamaior nvultjrw iiomodo de
curar aiitorii rnunlt-1 ni \ u
PEITOKVL DE AMCDU
TANTO NO TRATAMENTO 'A .
rosee, "'-o.
ASTIIV.^, T!ll>!i i,
noiijllPAO, hESTMI :: .o
i;iui.N<:iin;>.
TOSBt GDSmtLSA,
DQBn he'pr.i:..
i xi'ti.rriiAc.v.) N s.\n,i r..
Como em loil.t a ^i;inii- sm.: i'.a eiifcnr?t-
hi.lrs da i;m,c\nta. do i-eto : ios o*a-*
da iiEsi'iBAr.'o. que tanto atoriner.tam t
aemsolTrera hamanidadf. V m.ip.:ira ai>-
tiga ili- curar consislia gerahn?ate iia Sf
caplo de vesicatorios. -
pUcarexteriormente o s fortissmv^
compoatBa de sul)>!ir,ii.is vt-i.-antcs, alia
de pmduzir empolh ; eujoa ililfcrenfesir--
dos de corar, nao faziam : o ^ifraajaa-
cer e diminuir as (>n *',< nlM CMMav
contrbuindo por eata bma iVmm r.\in a
mais fcil e corta para :i enf-rmidr. 'c a
tiui.ioinev'rtavolde sua\.-iir.:,i .' ia:md.-
jerente pois o el re ''
PEITORAL DE iNACJ :MT\ I
VM F. EZ DE ir.!(IT\R. ,R R CAfT -.*
l.\.VLI)!TOS SOfFHUICXrOS O.
CA.vi\, \r-1:>:i 'j:\ k >. .> \ \ zv,n
AI.I.IVIA A MOTAf O
DE.-KMV"I.VE 0 r\TKN"|v!F;.NTO.
FOSTIK.X'V O OHH
e fiz cora (pie .> sysk.nu
Desalojo iJ'moa m:!i
.no o m mo wstij io da .
< ia em m< dici
Lentes dos Collogios de Medicina de er
lestificam serom exartas n v : i leiraa
retecoes analgicas, oo n-
encia de mill::ires .!. rV r^, ^
Hespanliola, nrada
sofficientes para su; m&o >:.'
PEITORAL DE AIS rTAI
Deve-se notar que este remeJo se i
inteiramente izentode TeneoM, ImH m
raes, com i vi > que porm,
algiiiis di ses i! n-9
aqaeltes qu sao dados b i C mil Opf
Acido lij ilrocianico, tona ..n a a$e
" partodos Kan pi m q
ticOm rite se engaita a .q tb) pv
blioo. A Comp .v : de > a aimMi .vito.
a;icln-'' linda : c.r. -i:n ul
m frascos da iiir.i,.!,!
quaitilbo cada um,e com a .o,e que se Ir-
ma so d"uma colber MpjMi*: basta g'*-
ramente a applicaeao d'um ou dous frac
para a effectuacao de qualquer cura.
Acba-se venda nos eslabelecimeiilos fe
I*. MauerC, J C B-avo C A.
Caor. B. M. Bailw-za e Bariolomeo 4 1.
ar -
E SAUDADE
MAO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanlia & G. S
Acaba de abri se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti- ?t
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vendei o mais barato pos- j
fcivel. |3
Todas as joias ser5o caramidas ouro de lei, pois os seos donos tendo em )*
vista so adquirir fregaezia uSo i.lvidarlj, vender bom e por precjs os mais i
razoaveis possiveis. 3!
Convida-se o publico a vir a este es'abelecimeato, certo de a^e ficar Je
satisfeito. rS
A* MO DE OURO RA DO CABUCA W. 9 A jjg
\ ^ fe ^si ^ ':* } UU&yS&QQ Qf W'
DE
BA RT NO LO ME O & C
?*n a vi caria ai iMiei utifas e recentes, eattrriH palmtMr, uthai; Uim mitiIm,
Venctj, en grsJ Matra \in m loftimtlM tu riat reiiinlarls.
DEPOSITO fiERIL
OTIOA E3 DROOARIA
54, BOA URCA DO R0ZAR10, M
PERNAMBCO
HUfffc
A ihripsntiei i lnrsw noleniu do p.ito
pilK>n. ftumi pe "erM brnnrhiti. u
te
to.defd*
- JyLtrculnlo
jai m-ms broneliiiet currhe
^SL-irL^^. '*"!* Ve,l Americio.
^5r,tJ1ll'u,,B ^o
;. ptimo, rwludo. rt. ,a ..STaSaf pS
jo. nos jolpmoi ukm4 i oowTm opi >
Kiuad* nono poi d. u u,0, p,lWrae, foi,.
Jl ^n!^lr" c- v 'v' *-
Mr clii ^I': tT"* ,^u, P' f" >- -
SZT .?T """ P*. tOOdo .pro lf
Oa, |w ayamuMMiiinf mu m. Bm4-
lh, poit m meo ipdecimnto pw Mr illiiU* A
lio homrel mal. Coa i miis fifaiflcaTi trtliAAt
tabtCNfo-iM Vmci. iffeetnoM o rfeoobecido cru4
- S*miM AurMSaa Cu U d. tuntn Jt 1M4
Ilion Sn Btrtholonieo i C. Dcpoit d* qim m
metes de soffrimeoio con ama to*se locesimta, fiitfe
eilraordioaro, tipectoracAo de an ceurrbo /!]>.
do. perd loul dji fereu, qoe menor p.i.o
me litipii eeaiplelinente, caosido de tomar mu
-o remedio! sem reaoliado titea felicnlade de litare
Vmea. prepararan o tarop Vegetal Americaso, a .-
elle gracaa a Dos, ma acbo rbttabelecido ha auia A
doia metea, a mboato como se nada urenae aoSrido. i
f retidlo ma lorca a eata declara? Jo, qoe poderla Vaca
taier o aao que qaiterem.- Son com estima da VaMt
mulloa respeitador o en.do. Anin ;, i
Caira a $,U. J,f, $ da fa.a-.ira da 186A.
AtiaaU qoe ase) do tarop Vegetal Atoen
componalo doa re Bartbolomeo A C. para cur*
rorta d. Outo-^u a tr..q> ama rouqodlo. qaef,
tana edUader, laAeinaiacAa a dor aatanaaj
/nade (alia dra,.ir^l... | Hqiiei eoopletaai
labeleeulo cosa a* so ndro da meano i.r
TASSO IUU0S i C,
Tem venda em seas armaztn?. ?-lm de nulr
arligos de ten r.ego io rf guiar, es seguintes, que
estao vendendo a prec/is mais baratos quo em ou-
tra iioalqaer parte :
PUHTAS de pinho almofadadas.
FARELL em saceos grandes a 35300.
GRADES de ferro para cercados.
E^TEIRAS da Indi para cama e forrar sala*.
CANOS de barro frcnre? para esgoto.
GKSSO superior rm barricas e as arroba?.
CE.VE.NTO de todas as qualidades liaix
precos.
MACHINAS de de-car. car algmlao.
BARKIS crandes com peixe da Suecia.
LONAS e briozdesda Russa.
OLEADOS americanos para forro de carro?.
FOGOES americanos muito bous e econmicos.
VINHO 'le Bordeaux em calxas.
COGNAC nperior de GautierFrerps.
MILHO de Fernando a 3 o sacro
AGUA florida;
BARRI5 de carne salgada de p reo e de vacca.
Cal nova de Lisboa
Vende se na roa do Barao do Triompho, omr'o-
ra doBrum n. 80, arraax- ra de Pe eir da Ctinha
Irrolos.
VJE^IIE-^JE
ou altifi-se um sitio muito be-m si-
tuado amargrm de rio fopbatir,
no lugar d.. Poco da Panella, f enle
an (nrii. dj Pula, c.im boa casa rtr
vi venda cont ndo lulas qn.rii-, cxiiba fra.
c >in mais t r.-thirthast ra rin-i aojias, c tu l> n-
ximmol'i psra hn pedes ou criad m, boa corh,i
r, iMribaria, qnariu para c.iaiks cacimbn, b.4i>
armajm frocio. eib mi u uimno da pn-
voacSo do rVM.ii da Paella marg in d.i lio, e de
vi.le t-n lrrr- do Chacn, f. i uli mmente orcu
tjad-i por )Lm Adtur : a tratar con o cuflaWfDda-
4i>rTa8a
Grande rennio!
Rui io Imperador n. 28?
n azem do Campes.
Como se est .-pn limando o t.nipo dn rm
fes, o proprie ano deste esUbelt-rmett tea
esmerado em fazer reonir t-m tea armasen
compleio e variadissimo sor lmalo i
alimenllriis.
XaV) se prope a dcscr. ver iKfliMM'aknaBt leales
n* gneros coniid.s em s*u arir;-ir-m por e b '-
nsr de mais enfadonho.
Garante aoneaMe, que sua norma de ba no
;empo /euder pao por pao e qneijo p..r a\tn
Avisa especinlm -nte aos fomanles. qc> ree-b-
de sua especial encnmmenda urna furura de cha-
rutos superi. res de8.Flix da Baha, da .vnia-
les marcas : exp.>siri>, marquezes, nri.a, aaav
dores e parapua-su ihos.
Veitham todas as d.'?pen dade suprir-se de gneros de primeira oajahdakie.
Bom ebararo
Cli.ru! .s fin; s do b>m conbecido tbrir*nte Jta>
qnim Jns des Reis ; vende se na ma N va o .
fibria do Pereira, ptln? sefuittes prren :
Exposicn, neta caixa 3*,.
Palmeiras, meii raxa 3|.
Lyriroa, meia eaiia 2aViOO.
Ilia.h lelos, caixa iA.'iufl.
Reiial.a imperial. c;.ixa 31.
Aproveitem a pecliim-ha.
Para offerta*
Latas com superior d. ce see, ienaV de cajas,
linio mangaba, tambem extte doce da a>j-ea
calda, e ludo se vende t> >r preeea awJaW : aa
tua do Rom J. z<.s n. 38, aolip raa da Crar, a
han rn do l'ecife.
Ven.ie ->e ama ana e-i de lntara ri raja
Imperial n. l-M): a ir.i^r n mestwi ea.
Vende.
r.s Sha
te1 rttarta de *f> rro
.le-se e eaia' via em casi dos n
H.iwke A I"., r-ia rls
ii'ann\
Vende-se um hm maaaa, -
roe % iraiar aa ma di Kosrri > da B-n-ritm aa-
nter." R6.
Ventie-se una r-
L nt'.eirn, no Largo d*
fin : tratar na-
SO, ou na
'en.a rna aa *w
lajat]
I a r-fa a.
N


6
Diario de Pemambuoo Sexta {eir 28 e OutuW de 1870.



BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEBEIR4 DA SILVA & .
PECHINCH1S
uo
PAVAO
Neste imoc rante estabelecimento encontrar o respeitavel pnblico, um grande e variado sortimento de fazendas domis
apralo gosto e todas de primeira necessidade, qae se vendem mais baratas do que em ootra qoalqoer parta, visto qae os ne-
vos socios desta firma, adoptaram o systema de s venderem DINHEIRO ; para poderem vender pelo costo, limitando-e apenas
a ganharem o descont ; as pescas que negociam em pequea esca'a nesta toja earmazem poderlo fazer os seos sortimeatos
pelos me:>mos precos qne cmpram na casas inglezas, (imi orladoras) e para maior commodidade cas Exmas. familas se dar
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam emsaas casas para escolberem.
PAR NOTADOS CORTINADOS, COLCliS. GROSDENAPLES PRETOS
Obecvu para o Bazar do Pov5o om aran- Chegoo para o Bazar do PavSo um gran-
de wTtinienta dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdenaples
bordaio?, proprios para camas e janellas, pretos qoe Um vindo ao mercado, qoe se
qne se vendem de 100 00, at 200 > 0 o veodem de 10600 at 5(3000 o covado ;
par, asio como o melbor damasco cem 8 sao todoa milito em conta.
oalmo- da largura a imitagao de damasco MANTELLETES DE FILO
de seda, proprias para colcha*, e propria- Ni Bazar do PavSo vende-se moderoissi- [? o TninAratriZ 60
mente colchas de damasco, sendi os melho- mos mantelletes ou basquinas dent preto, **** ."-V _._..
, bonitas qoe tem vindo ao mer- dIjco. pe.o^barato precede 10*000 ca-' ^^^J^Vr? wSdos A
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES. A 50 RS- .
No Basar do PavSo vend-se o melbor al- Chegoo um elegante sortimento de I5as-
godSonho americano eofestado para len- innas doJapSo, com padroes de seda e de
ces, tendo liso e entrancado por preco moiV) Doa qnalidade. qoe se vendem a
moito barato. 8^0 rs. o covado. E pecoincha, no Bazar
ESPARTILHO. '& Pav roa da Imperairiz n. 60.
No Bazar do PavSo recebe-se nmelegan- poupelinas no japo a Ii$600 o covaoo.
te sortimento dos mais moderaos e melho-I Chegou om elegante sortimento de hn-
res espartilbos, qoe se vendem por preco diss mas popelinas J>onezas, com es
moit0 em conta. ma's delicad >s gostos, tendo ma'to lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do. PavSo recebeu um grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para Cu-
brir almofadas e pratos; vea ien do-se por
aenos do que em qualqner parte.
PARA LENQOES
No Bazar do PavSo vende-se stnerior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar-
gura a t)58(X) o metro, dito de linbo coro a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ils I nhodop'rtocom3 1/2 palmos de lar gur*
de 720at 15 a vara, as-im como umgiande
sortimeoto de H mburgo ou cregueilas ie
todos os nmeros, preces ou qoalidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tia qnalqoer p>rte ; aproveitem-
vATOALHAUOS
No Bazar do PavJo vende-se superior
atoalhadw trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 1*600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; todo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 445(0.
No Bazar do Pa 3o vende-se benitos cor
tes in lanos com duas saias pelo bara-
tsimo prego de 455 O cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo veode-se constante-
mente o melbor sortimeoto de fazendas
20 __ Ra da emperatriz 20
Acaba fe ehetar para a toja de fazendas finas
denominad La Vlle de Pars, om grande sorti-
mento de fazendas finas, como sejam : cortes de
poil de chevre cem listras escocezas de urna e dnas
atas o que ba de oais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadines, Jas escocezas, alpacas,
bareges, etc., etc., e nm completo sortimento de
chitas, madapoloes; cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia iraperatriz, e outras muitas
fazandaa, todo do que ha de melhor neste merca-
do, qoe tudo se Teoder o mjs barato -possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo qoe qolzer
andar na nrnda, e ao roesmo lempo esperamos a
soa proteegae. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas que nos pe-
direm.
, 20-RUA DA IMPERATRIZ20
Farl A Lessa.____________
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de bftboa, a ultima chegada ao
mercado, por prego rasoavet-: no armazem de
Manoel Teixeira Bastos, ra do Commercio n. 13.
G
cado.
TAPETES
Chegoo para o Bazar do PavSo o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra soda, com 4 cadeiras, d'tos mais peque-
os, para doas cadeiras, ditos para
pian is, tramas, portas ; etc. vende-se por
meos do ijue em outra qnal mer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No acreditado Ba;ar do PavSo encontra-
r o respeit-vel pnblico um grande sorti-
meoto i'e roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber
Ca:nisas con: peitos d'algodSo e de linbo,
para todos os precos e qua'idades.
Cero las de linbo e algodSo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto
casemira.
Ca!g-is de brim branco e de cores
Di> a de casemiras pretas e de cores, com
colletes U3PS
De tolas estas roupas ba para todos os
preces e qoalidades, e tem de mais mais
nm perito
ALFAIATE
Por qnem se manda fazer com prestesa
e aceio qiaiquer pega de obra a capricho
ou go lo do freeuoz, tando n'este importan-
te est; b i-: imento todas as quaiid^Jes oe
panno fin\ as melbores e mais moder-
nas en seo/iras, assim como os melhores brins,
qor hranens, qur de cor; e quanlo qual-
quer bra nao ficar ioleiramente ao gosto
dos freguezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do Pavao nm elegan-
te sotiiient' decha'es de merino de cores
muito bons com padroes moit) dec^otus
para qoalqoer urna senhora usar, ditos de
crfn n com lisias de seda o mais no
modrirc que tem vi;>do ao mercado, e ven-
de-se por p eco muito em conta.
TOALHAS A 70500
No Basar do Pavo fez se urna grande
OMBpra i toalhtt alcochoadas, proprias
para rosto, bastite eocorpadas e grandes,
que sempre se venderam a|l25")"0. e li-
quidam se a 7o500 a duzia^ou a 640 rs.
cada u.iia, boa pecbiocba.
CORTES DE CHITA
a 352 O a 358*0
3520 3*520
3)5840 35200
No B zar do Pavo vende-se cortes d fi-
nis:wus ka< com padroes claros e escu-
ros, tend 10 II e!2 covidos; sendo f*-
zend; qoe vale m ito mus dinheiro e liqi-
da se pe ipnco cima para a^abir, na roa
da lino 'ratrii o. 60 Bazar do Pjv3o.
BRINS DE CORES A 2*5 O e 35500
Ven lem-w modernissimos brins de linho
decir co as cores fixas sen lo o co te
de caica a 25 JO e 3)55 .0 e em vara a lk,0)
e IdCO", pecniBCha, no Bazar do P.iv5 > rm
da Ijjd r tdi n. 6o.
CORPINHUS BRINCOS A3O0O
No Bazar do Pavo ven 1em-se eorpiobos
decun- rai; braMM brdalos, sendo fa^en-
da que e Itqoi la-s a 3I030 por es arem um
pono maltratados, pecitncha, na ra dj
Impera!r7. o. *'<0.
F T0E8 DE COR E BRANCOS
Venden-se bonitis ros'ow brancas e de
cores, ropr os para vestido* e rcup^s de
meDloos, ondo de cores a 800 ris o cova-
do e brincos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo roa di Iiips-
ratriz n. GO
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a SOO res,
a 20 res.
Venl-m--. chitas largas com muito bons
pannos e soree fiza*, celo barat > preco de
200 (\> o covado ; cortes das mestias com
40 eovados a 250 'O, pachioCia, no Basar
do Pato.
AS C\SS\S DO PAVAO
Covado A 2)0 ris.
a 800 res.
a 26M ris,
Vend n-se ooni^as cissas de cores miu-
dinbas p-li barato oreco de 2)0 ris nc>-
vado.no artueai do Pavo rua'dd lai-
peratfi n fti>
PANNOS P.\RA S.ilAS A UOOO, O METRO.
No Bazar do PavSo venie-ae Dootti a-
mdtOrar-ca -aorpada para saias, sendo
com ba >ad e ire^as le uu lvi >, a. largor i di fa?e da o compint^nto >a
saia. r q : >-. t e fizer co-n 3 ou 3 t|2
metro- a veo e-iw a \&, 1528 h I?; m-
assini '' os j i;m iem n> me^iuo csiaoeieci-
ment w n e bonit is :-ai.s urantus bor-
dada''. i i -ao p< ''-oscid nu, das
de l"n o'.-sji p'-m-a^. non c ii
barr^ fr ni. a 4 o o,
eoor I 6> < 6 ,
totL isi r de i e baraw.
:IIN\UBA.
V' a a -m
Impera* i] Pa a>.
pretas para luto, como sejam :
Liasimas .retas lisas.
Cassas pretas Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qoalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com braoco.
Merinos, canto -s, bombazinas, qne sa
veolem mais barata duque em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Jao vendem se bonitos e
grande- cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preeo le 640011 cada um
PCHIC.NCHA EM CAMBn.\I.\S VICTORIAS, A 5),
6,5, 75 830 0.
Veade-se um ex lemii lo sortimento de
fioissimas cambraias victorias, por preco-
mais baratas do que em ontra qualquer
pane, eodo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 750jO, floissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liqnidam-se por este preco em relaco a
nma grande C'iupra que se fez no Baza'
do Pava).
BAB\DINH)S
No Bizar do Pivao vende-se om grande
sortimeoto d >s mais ra 'S babadiob js borda-
dos tapados e v ans trenles, assim como
urna gran le porcao de entr^miios largos e
estreit >s, que para acabar se vende moit
em coma e mais barato do que em ootra
qualqner parte.
SEITNSDE CORES E GROSDENAPLES
No Bazar do Pavo veode-se um sortimed-
to completo dos melnores setins e grosde-
naples de tudas as cores, que se vendem
muito em conta.
TOALHAS.
Vende-se toaibasdo Porto com labyrin'ho,
proprus para rosto, no Buar do Pavio
ru* da Imperatriz o. -60.
Colchas braocis 3M O, 3 5300 75000.
Para o Baar do Pava chegou um graode
sortimpnio das melbores colchas pretas,
sendo das memores e iais socorjadas q-ie
tum vindo 75J)'. dita um pouco mai-
baixa 35500 e dnas 35200; tambnm bu
tae-mo esiabelecimeoto. se vende um grao te
forti nento de crotones e chitas proprias
p.ira edrhas qoe ?p 'enlem omito em couta.
Sedas de qaailriah s a 152SO a ttalo
Vf.ndrt-se 'mele- de q-ia linho, i-,o'n lio I >.-imas cores, para
i vestido' e roupas dte meotoos, e venda-e
I i 15280 cada c>ado; pecliiocha oo
Bjzar d Pavio.
Midiioln rnf s ,r'n a peca 3-5n0f>.
Ven 1e s* pegas de milm H e festido,
ten lo 12 jaidiscidi p.f 3530 e 3551)*'.
oe^hiocha, oo Bazar do Pavj ra da
Im). a n/. n. 60.
CHALES uE RENDA.
C a es 2- 00 .
Chales I #6l.
(. flm a 2000.
Ven I -se Orna grande iioiqio de chales
S o> i en I ) r.ioch, sendo previ*
ro i 4 n iIh.s, f /. > | i .,' (ipr^ se v-io-
iofi 55') t) li > i o i j O- ci la um.
no II r 11 a to, a raa da
'- 60.
e com li3iriahas de seda, sendo esta nova
fazenda ooasi da largura da chita (ranee
za e vende-se pelo barato prego de 15600
cada c vado, no Ba/ar do Pa-So.
AS POPELINAS DO PAVO A 25000, O COVADO.
Chegou pa- a o Ba/ar do Pavo om bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, qoe se
vendem pelo baralis-imo prego de 25000
cada om covado, assim como ditas com
goet-is escossezes a 25400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
soas a 25000
Chegou u n elefante sortimento de boni
tas sedas de listrinhas, om as cores mais no
vas qua tem vinlo ao mercado e veudem-se
a 25000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do Pavo
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
R.VVEL.
a 250P0, a 25000.
a 25500. a 25500.
a 25000 a 25000. .
S5 oo Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos cortes -de venidos
de phantasia com lio tos gostos, sendo fon-
das traparentes com delicados bardados e
listras qoe a nao ser om graode pecbin-
cha qr,e se fez na comora seria para moito
mais dinheiro, e liquida-se a 25 e 2550 ,
unijamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 1*3 O COVADO
Vende-se delicadas lasmna- transpa eo
tes com listrinhas miudinba, imiaiao df
urna s cor e muit brilnantes, pelo b m-
tssioo prego de 4')0 rs. o covado, no Bi-
zar >io Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vetide-se deicadas lidiabas com "Uff--
rentes gosto pe'o norato pr^co de 500 rs.
o covado, oo Hazar do Pava .
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bomu sortimento de 6ois-
simas alpacas braocas Uvrada-, imitagao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
^smenlos oo U-z.ir do Pavo.
ALPACAS LAVRADaS A 400, 560 E 640 RS.
Vende-se um grande .-ortimento de lin-
das alpacas la -rajas de todas sxores p vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e a mil e tartos res o covado, no Bazar
do Payao
BAREGES DE QUADRINIIOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais li das e moderna la-
sinnas ua bar g^s de qjal'inhos, proprios
para vestidos, tendo qua-i largara de cLita
'rsncfza. e l quiJa-se a 640 r3. o covado,
no B zar do Pv".
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vender bonitos merms dd orna so
cor com cores mu o proprios para vestid
e roupas para rreangas por ser urna fazen-
da o> pora la e. muito leve, veode-se a 15
o covado, no Bajar d Pa^o.
GLACS A 15>X)0 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegmte sortimento de-t^
nova fazenda denominada glaces snodoomi
fa/.endi de la muito larga e com del ca-
disstmas corea, leudo lauto brilbo como a
seda e veode-se peto barato prego de f&
covado, no B itar do P'vo.
CASEVTRAS A 75000
Vendem-se crtes rte ca cores para caigas send > f izenda que vale
mu.-o mais di ibeiro e lijuida-se a 75^0"
o corte de c^lga, no Biiar do Pavj a roa
da (moerat iz o. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 45, 55,65,85, e 105000
Vende se ussuiias camb atas apisa>, d
mona phantasia leudo 9 vtras a 850) e
I0500li. Ditas bi- o v>m 10 jardas fazeo-
da muito tina a Kd, 65 e 70000. Ditas n-
oissimas azul 'dmh.is, que v. lem muito mais
nheiro, 5 e 105 oiias, era relago a qoali1ae, pelos pre-
cos acma sao mais h-ruas do que em ou-
tra qoalquer parte, no Bazr do P.v
CAMBRAIA ALLEVIA 00 8 PALMOS OE LAR
GURA A 14600, ti E 2*300.
Vene-se Hni-si.o .ambraia branca tran
pa ente com 8 palmos de largor i, que fac
li^a faz^r-se m vestido apnas com 4
aras e li un la se a lt6oo, 5 e 25100
vara fa en da <\a- v- E pecbnch CAMBRUV TRAN APAREN r
Pega a 4)>u0
Vende-e muiii fi-n8 peas de cam*waia.s
branca trai.sp rites. tat da pega e o
E )cliiMcria, uo Ba/ar d 1 Pa5 .
&! ra da Imperatriz
n. 60.
A Wk BI
A ra do Duque de Caxias n 21
(AMTIGA RA DO QUEMADO)
Receben e segainte :
Espelho3 grandes doarados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e port-cigarros de mnita*
qnalidadea.
Bonitas pastas para papis, simples e matlsadas.
Boas caixas vasias pira costara com sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim'com o bocal d*
prata.
Modernos pentes de tartarnga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegrapbistas.
Coramodos toacadores com daas gavetas e bou
espelho.
Port bonqaet, o qae de melbor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qoalidades.
Bons talheres para criangaa.
Vostuarios, chapozinho?, toacas, sapatcs e meias
para baptizados.
Toalhas e fronbas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Cbapozinhos gorros e bonete para meninos
meninas.
convulsoes
Qaando a AGUIA BRRNCA, mais precisa identificar ao respeitavel
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qne ol
te tem recebido, justamentelquando ella menos o pode fazor o porque essa falta orto
lontaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e relivario.
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecidaieja da AGUIA BRANCA i wa fc
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de snperiorMlldo e
qualidades, modicidade em pregos e o sen nunca desmenttido AGRADO E SrNCERIIaiDf -
Do qoe cima fica dito se coohece qoe o tempo de qoe a AGUIA BRANC*. podo
dispi", empregado apezar de seos costos oo desempenho de bem servir a aquellee ejw
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem
rar os objectos que por soa natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente
cara aquellee coja importancia, elegancia e novidade os tornan recommendaveat, "
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costomes ou uniformes para meninos.
dito.
Capellas brancas para meninas.
Graode sortimento de llores Boas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimeoto de
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e pise!.
Cminbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doarados pi-
ra circular o c que.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderegos e brincos de mzdreperof
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinboa.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistea, m
quaes sao movidas por om
urnas substitoem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caiiinhas de vidro enfeitadoe i
podras.
Ditas de madeira eovermsada coa
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqdo de
Contra as
as
enancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, roa do Duque de Caxias n. 21.
PARA UNGIR CABELLOS
para pretos ou castanhus, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirt
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITARSE ROLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, ras
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E A FORMSE AR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAI
Peqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
\ntonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambnco caes da alfan-
lega velha n. 2. 1* anda.
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na ra Direita
botica n. 88, os mui eonhecidos e acreditados re-
medios da veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Pars, bem como os xaropes de co-
ieina de Berth, de rbano iolado, de iodareto de
ferro de Blancard e as ptalas- do mesmo, peitoral
r le cereja, pos de Rog, depurativo de Chable.
ligital de Lah'llnny, pillas oa confeitos de bis
matho de Chevrier, e outros medicamentos eujs
urodcieneia qaando empreados as doencas t
vias respiratorias, as dores rheamaticas, na
irnarellidao, na falta completa on irregularidad?
ie menstruo, as diarrhas, doencas do coracar
t do estomago, tem sido e incontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentacoe
>u uso qae diversas pessoas delles teem feito, as-
im como das plalas detominadaN bravmas in-
wmparaveis em sua efflcacia nos acommettimen
ios febris on sezdes ; exi-tindo taratam na mesnu
rasa, alm de sofflciente tjnandade da drogas
ira nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
ahaca e pincis, que se vendem por menos do qu
sm outra parte.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana,
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbaa^
mmwmmmmmmm wssammamwmam
i ^
B co
8-
S-
J
N. 3 A BUA DO CABUGA N. 3.A. I
afl
es
CO
?
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antipo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorvesara, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos pregos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor en
aderagos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderegos, pol-
ceiras, briocos, alflnetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqnoi-
ros, colheres, palileiros salvas e outros moitos objectos que seria enfadoobo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior prego do
qufl em outra qualqner parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
A ARARA
ATTENCAO
Lourengo Pereira Meods GuitarJes, participa a todos os seos Avedore
tanto da praga como do mato, que estaodu I quitando suas casas commf rciaes. o qoo
deve fazer at o fim do corrent-- aono, por ls-o mea a todos os seos devedi res a vreti
.-al lar seus dbitos o mais breve ponsivel; nitro sim, declara aos seos devedoro', qoe
os que i o estiv.rem na loja tem e natar todos os seus dbitos, pro>ando i-ro m lari
o abatimento que f ir t-reciso para a liquidagl > de suas dividas, para isto podarlo di-
rigir-se ra da Imperatriz n. li, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
MIMAS PAR
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 2-CARNEino
vianna ara completo sortimento de ma-
guas para costara, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes eslao em exposigo oo
mesmo Bazar, garaotindos-e a sua boa qai-
lidade, e tamb m eosinn-se com perf^igio
a todos os compradores. Estas machinas
sao igoaes no seo trabalho ao de 30 costu-
reras diariamente, e a sua perfeigo tai
como da melhor costureira de P.iris. Apre-
sentyoi-se tnoarhoa executados pelas rar.s-
mas, que mui'.o devem agradar aos preten
deotes.
0 1
o
a vilo l 8 u i i;t t ; iz U. 60,
t > (i hoith d iiii.u s 9 da
osta' constauteineute abert4>
nuute, !
E' BARATO
P'ira acabar.
Tarlatana a 320 rs. o metro, OMias tura senhora
* Hki doiii, taita branco* ubinhulos
l*O0, M.ISOOeSaOOOaiioi, dtw brancos
pando* abatbitos ,14, sjtoo e4# a dn'i, ma
topAln franeet enm JO rs a pega W, e^o
nris rnr* x no 940 rs. o covad i,
ricuras a JOO, l0 e 160 rs. u cvd setim w.n
5^ 1 pmitriii iuu 1 -urt,.. rM 1 oova, a 300 "
, ciiv..di alpaca de t-w V00 rs. o
MHl.raias bruscas a 11, 3#300, MOO, o, fij
7 l"Ji de lta prjci.> aara tusm d 1
* .s a 1**0 r*. cv*4,s c.,^ti de l* enm I "t
.mi! -.-1 :t4, ctHitrH>r0
i ra do UaqtM ia &*uM,-aaiiga fe QuemuiJ^
uumero 19.
Vende-se cortes de castores para calcas,
a ROO rs. Cortes de brins de cores a
1A500; cortes de gang s para caigas a l,
iM-rtes de casero-ras preta para calcas a
3dS00, 4d, U e 61000.
Coi t s de cbitas a 2:300.
Veode-se cortes de chitas para vestipes
a 2-550J. Ditos de cas>a para vestidos a
2o500. .
Pecbin ha a 4(5000.
Vende-se pegas de algodo a 4,5, SjJ, 65'
e 7,5O[i.
Para liquidar a 35500.
Peca< de madipuio com 2 jardas a!
35500. Ditas de dito om 24 jardas a 50,
0,5, 6*500, 1$, 84 900 *).
UQIDACAO.
fegas de a'god si no de listra proprio
para roupas tiaSOO e covado 1(5" rs. pira liqu'dir.
Cbitas escuras para vestidos a 28O, 32 )
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
Vende-se pegas le cmbraias victoria, fi-
nas a Od, 6#30 e 70000.
E' moito barato,
Colarinhos de p-ipel a 240 rs. a da.ia.
Coraidos p-ra janellas a 50000.
Vende-se cortina os pra j Mellas a 50
o oar. Brim jarlo li>o para caiga de ser-
vigo a 500 rs o metro.
Cortes de percales a 60000.
Vende-se corles de percales d dnas
saas de bom as barras a 60000. v
C1. crias de chita.
Vende-se a 10>O'J, ditas (ha? a 215 (O.
ditas e-ieirnaJas h ^iamasadas a 3051)0,
ditas forra-la i ."0100.
Gmgas 1 ara callfe a 280 o covado.
II
BALES OE ARCOS A 100 X).
Wde-se ba!5as de i5 a 3 > arcos a
e 155 0 cada um. CrtPS de c as em
papel a 20500 cada um, para liquidar.
Bra man t de linbo e a'g d> cem 10 pal-
mos de largura o 40800 o metro.
rtnno de libo a 760.
Veode-se braoante da 10 pal a s de lar-
Hura proprio para leaces a 238 *) o aaeCro.
Lencas deseda a SO rs.
Vende-se orna pnrgSo de lengos do
a 800 rs. cada om.
Chales de casta a 1000.
Ven1e-se orna grunoe i-orcao de
de cassa a 10000 cada oto, para liquidar.
Fusta a 360 rs.
Vende-se fusilo de cores para veatidoa
a 380 rs o covado.
AlgoiJo infestado a 900 n.
V"nd;-se almadio enias lo pa looces
e t-'alna* a 900 rs. o metro, dito masa-
do a 10200 o m'tro.
Oalrs de eria estampad)s a 20OM.
V-nie se cna,les de aeno sua alea
.6.0 barras a 20, 20500 e 3 p*ra acabar
Gran le porcao d M ihos.
Veode-se graode porga) de refalbaa da
cas-as e coiUs a 240rs. o cova jo.
A festa est na porta
Roupa feta en ocirjilo
Por preciobo ramavel
Todos seenrrM ari->
A SABER :
Liquidaci-t de raapi 'a. ^^
Venle-se palitoia de proprio p^ra andar ca asa a l#'00 ; 1
to- de ganga a 20000 ; ditos da oea ea-
|ai'ra a 3/000 ; ditos de aip^a <
1 a 305 M) e 40100; duos de "
1
t
o
Brim do itstra ao lado para calcas a 400 p^ o a 60, 80 a 10SO0O ; dit 'e
rs. o covado. miras di :ores, a 63 e 80' O :
Lencos oran-.is a 0000 a duzia, para li- d- cassiaeta de c.r*, a I0W; ;
i|oMr; gnode oorgi) de mantas pira hriis ,e qiairiahosa 10* O; di-* *
km-atas a 20.1 rs. c^da oidj para liq-i. iar s-mi-as de cores, a 20*X), 'J
Cassa^ fr n:n a 280 rs Clgis azues p Vpde >e cahM< frnieza-. para vest los di agolSosiaao d Iwra *& O
28-e 32 ri. u covado. ,h i.ri.n parlo a 1060), 140 205'
Or/aniry,1 ces p'ard vestidos a 40o t de dit> braaco di liao a
e8j
e 6i0 -i>a i
A |iacis de g ros
thO 1 -i -: 1 .1 .
para vestidos a SOQ
rs
Lusi.i 1.1 i loe a 323, 4>J u ')
. o c ^a lo.
0
5.. i>
li
t S da
por
da daseioiraa de cores *
im ; camisa* de o>4 a
alodosinh>. t>r praa |rr o
r fiznla foro, lf8 ;
,l- suioa a li6t).)rs. P ra I |a 4
1 una da 'oja da i (it-ara ao MM**d PuW.-.
T-i CMK'-laaio 1-j s-m 1 P"r 'o quei |.dxr- afl^H
.-^s f ten a t |, ii >de dirigr-aa I roa dj Laper.uu pj.
7, desde 0 ras da uaou as 9 da uoote.

r



y
No armazera de Milis Lalbau A C : na roa da
Cruz n. 38, ven !
Lona largs de 30* poeead-s.
Dita ertreita dej*"- di
Saceos vastos >sra asacar.
Sellins silli a e srrei -.
Vinhe de B'rdeaux flaot-m caixa.
Sabao ingrz mi raixa.
Sabieji dilfi dito.
Farelo
. 4:200.
Saceos com 100 libras d- superior hrelo
dlo barato preco a cima indicado, na rusj
da Madre de Dos n. 7
Jos de Souza Soares & C.
Polaca nova ds llussia a 400 rs. a libra.
>M de Lisboa.
Cera em Tela?.
Dita era grnme.
Vrabo do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito mus atel do diversas marca3 idem.
Dito tinto Palmaba superior idem.
Dito dito ViTnifira ideii.
Dito dito lavradio idem.
Dito branco Carcavellos idem.
Dito dito Bucellos idem. /
Caldc-ir,. de ferro fundido para eugenhos.
Vo escriptorio de Oiiveira Filbos 4 C. ao larco
do Corpo Santo u. i 9.
B BABAO BA VITORIA
( OUTH'ORA K0VA ) '
Apresenia-se metara rpbozeado no que pode baver do tois helio e agradavel em h-
-enoa* boas para Senboras artigos de alta moda em Paria tanto para senuoras como
para bomens e meninos.
Miudezas afarmadas, perumarias especiaes, variedad* de lindos objectos para me-
amos e brmquedos para criancas..
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha*
oeis correspondentes.
Vende-se muito emeonfa e maada.se p r em pregad s do estabelecimento fazendas
em casa das Exms. familias anua de melbor escolberem o que desejarem.
NOVIDADES
TRI
DO
LOJA. DO
FAZEISMS E....
ua da Imperatriz n. 40, esquina do
AS FEITAS
beco dos Ferreiros.
rWia eA ? ProPrielar0 desla nov estabelecimento communica ao respeitavel publico
ti-simf'. 'e esPscialment0 as Exrass familiis qu'j est liquidando por precos bara-
"!? ?9 ant'ea8 fazendas dpiir A ~j~ F.vyUo uk^wu wuj a atu iiVciu uu itpeuavei puunco quinao
chei p ra Pe1aena (uantia refazer-se do qualquer qualidadede fazendas que re-
ni. o Tr ne*8e tambem 1ae a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moer-
hartn m 'Qa>a sorli'"se das do mais aPurado e escolliido gosto, que vender mais
uaraio que qoalquer outra loja.
6S-
-
I -
ni
sodas de coress a 1^600 o
1 PEOHI
g Bo"S
5 cavado, linios poilo de cbevres lar- 2
6 ges com list as de seda a 500 reis 5*
* o covado ; na loj das Columnas,
K ra 1. oe Marco ( ortr'ora do *
ft Crespo) n. 13, de Antonio Corroa
de VasconeeHos.
&
7 Ra do Queimado 7
Acatan de sabir a uz asse-
guhi }e i
lima lida wtlsa d'Anlili
Ideal4 realidad* mi i* \< nia
pbuta.id poli m^e^mi Cazal-
bore
Posihaolinda pbantasia execnta-
da ?com grande applauso pela
musica allema
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que lauto furor aqui tem
feilo
ACABA DE PUBLICAR-SE
a collecco de msicas dos cavallinhos para
! -030
1,5000
13500
10000
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blnnd de,seda ricamente bardados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenos.
Ditas de 12a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricammte bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de liados gostos.
Uas de diversas qoalidades, lindos gostos e mdicas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos cora lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sera bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para bomens. '*
D tas inglezas para homens e meninos.
s de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
i enfadonho mencionar.
Luvas frescas do Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
(rande sortimento das acreditadas e vertadeiras
Esteiras da India
mmmm
Algodosinho com 18 jardas a 20800 a
Madapolo enfestado com 12 jardas a 3
e tooOO a peca.
Dito de 24 jardas a 50000 para cima.
Atoalhados de linbo, e do algod3o tran-
cados, e adamascadas por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 s. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
o covado.
Ditas mais finas a 300 rs. o metro.
Balos de mussulina a 4$ e u,?000
Guardanapos de linbo a 3-3500 a du-
zia.
Bramante de linbo a 20500 6 30000 com
10 palmo?.
Dito de algodo a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40003 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamaitos.
O Ichas de fusto branco de 30200 para
cima.
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p Has n.
hja dj Braga
Mri2X0 ^Sn,ad0: dfono deste am,S etabelecimento, tendo em vista apresentar
completo sortimento de forragens, miudezas e cotilcria, tem resolvido mandar bnrar
diversos nnnrn Ha R-.irAno no k;i-. j. ___t., '""ai uar
Recebeu mais grande sortimento de mu-
sicas para piano, e piano e Canto, e tambem
a opera
Ui
em outra qnalnaer parte, nm so.meDto completo de machinas para deseaiwar alaodl
LL" ^cido/auncante Cottorr Gin 4 C, ditas para castora, motores p-ra aoinVao^
ditos para fago, moinhos p.j-a cafe de todos os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas de
mente grande porco de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos de vista, alcaide un
cera numero de objectos, qne se tornara enfadonho numera-los : venham ra Direila n
5S, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga toja do Braga.
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a finos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa-as de senbo-
ras preco barato.
Laazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
intdraraente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Laazinhas tapadas e transparentes de
militas diversidades de cores de 320 rs.
ocevado para cima.
.Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de la da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 20500.
Ditos estampados de 40300 para cima.
Camisinbas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos el de
cores a 30000.
Brilhantinas brancas de 500 rs. ocovajdo,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lenco* de cambraia de linbo, e de Js-
guio al o mais fino.
Lencos cbioecea a 30500 a duzia.
Ditos braucos de algodao a 20500, mui
to linos.
Fil branco e preto, liso e de salpico
Corles de cambraia, brancacom salpico de
flor. r
Ditos de lii liso a 50000
TarlateDtt brancas, e de cores.
Peitos de linbo bordados e lisos de es-
guiio.
Camisas bordadas inissimas, proprias
para noivos com a competente gravati.
Punbos de linho para bomem a 10 o
par.
Cblarinbot de linho lisos e bordados.
Grvalas pretnse de cores, tamo em se-
tim como em seda, ha de todos os gostos e
feitios.
HOUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sorimenlo .:e roupas feitas de todas as
qualidades, e feitios, para precos comrao-
dos, e quem comprar porcao para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins braucos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qualquer obra a vontade dos freguezes,
quer para bomens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officia, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-se mu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenbar qu'alquer obra da sua arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
pietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manhaa s 9 horas da noute.j
Francisco Teixeira Alendes.
para piano e canio, e tambem os memores
pedacos para piano so composicSo do Ilus-
tre compositor braseiro
Carlos Gomes
que tanto furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA NA
MSICA
DE
A. J. a Azevedo
A RA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
, GA BA NOVA N. 11).
Covado a 160 rs.
com pequer
Cambraia franceza para vestido
torie, covaoo tGO rs.
Dita dita da, covado 30. 400 e 600 rs.
Chitas Muras, covado 280, 320 e 360 rs.
Laa para vestido, covado a 200, 240 a 500 rs.
Alpaca de listas, alta cwvidade, a lf, f, lf.
Cambraias brancas victorias e transparentes
peca 3*.a 12* ^
Algo o e madapolo, p.^ca a 10.
M d-kines, UzoiiJa nova ara calca, corte a 3*.
Corte* de vestidos branco com barra de cor,
eortea 2a.
Saiat bordadas, grande peehiodia, a 24 e 2*300
Sout*ffll>aruues de alpaca a 1*600 e 2*.
Na loja Flor da Bea-vfeu, de Panto Guimaxaes,
__________rna da linperatrit n. 48.
Fogao de patente.
Vende-se em casa m importadores
Hawke & C, ra da Crez n. 4.
d
Sbaw
F.
annhi d- mr oci daBahia.
Tera para V;n em seci j:-, a pr< c ra ', commodo do qo
em ontr qoaH|^pr p;r!a : Joaquim Jr.j
Goncalv^s B-nrS'. no a escriptorio ra
do Com creo d. 17.
um W. BOWMN ."
EHGERHEIRO
Com fundipo
RA DO BRfl 52
Passando o chsfariz.
Chama a ttencao dos Srs. de engenho para seos acreditados machmismos
:om especialidade para seus vapores que anda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por ella e J funecionando loe hao de fazer melhor apre-
nacao do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que km feito urna redueco em seus precos: e que
tem prompto toda a especie de nwebinismo e outros objectos para a agricultura.
Eival sem segundo, Eival sem segiindo
RIJA Et 11 K DE CAXI.M I. 4 RITA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
(MilM ma dO OIPilIh'Uld) Estou disPst0 a continuar a vender tola
punga ua uu vuiuidUUj as miudezas pe!os baratissimoa precos abai
Contnua a vender tudo muito bom e xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
Cos admirados.
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e eos tu-
ra a. ........
Papis de agulhas francezas a ba-
lao a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todafc
as cores a.......80000
500
60
10000
PRECIOSA DESCOBERTA
TNICO
O TNICO DELSUC qae boje aprsenla ao publico, depois, porm, de um severo
exame e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue urna superioridade
incontestavel a todas as outras preparaqes, que at boje tem apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilhanle lustro que prodaznos cabellos, tirando immediaiamen-
te todas as caspas e coceiras, favendo cora que appareca em bom estar impagavel
Esta.agua corap5e-se de substancias cuidadosamente escolbidas, purificadas e
confeccionadas com o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo Ul a dar J
nma acc5o veroadt-irameote effica2 consoladora, e beuigna.
Derrama >eesta agua na Cdbca, e esfrega-se levemente; immediaUmenie fiam
os caballos limpos e com um brilbo magnifico. nuwwniewe ncam
Deposito
rnente em casa do autor, Andr D, 1-er cabeeireiro de Pars.
Ra T de Vlarqo (antiga Crepo) n 7 A V andar
O veniatlwro
Mad'e Cf.'-<
ftarro
E^Ei m_____
P"'.aad. 9- se Vende na roa d?
ii. ariwxem de Joac Marlins dt
(mmo
hZm&?*y v"t*f*' t iifo daiPeaha,
oem aifeiHUin h iwiie ronrta. nara analoaer
SfZ!a':m f0M,,> EeDlla precisas babiHta-
CTfci": aobS ,,raurno
C'd nova
a- 3*.
i Lisoa
^. rna da Maare de Oetts
%&
Nol cojlonunioi proennr ttttUdot pira tcredtMr I Teattil Amrriunn 4* .*
BlufMobtido*pelapeisoiiqaeaedifDirimaccU- toraou eompletaneBl* roacoTq^S!Kn?,M,"
toaae, e ae impossibillton de cvaofxM L. rf *"*
d. .Ur d. ijrie, FSSZ"**:
.pl wukUeaMot^ qn. fM^JS^S JZ1
doineaaio larepe, depoi, d jater rtcorridba
Me, lita dura rre-iit iBft ; panpf* fio wmrire i
MUtUdM conaulrradoa fratiiioi, tlln que lasft
loeebarlauaisai; mu ni qoeraedooBenderi>paa-
*>Mqc eapeaUDpin'nta ooaofrereeerim.ot que abano
iraDKiipin, oa biatm* paalicK aenite-uudi. Ibaa
mm fratullo pela atuofio. tfpwaade q cubas
Wae earrobiirar o foneeii, a acceiacu qna lem mere-
** loa taroa. tmlmhmiiie.
SaKir. r,.Dolo" C neo Bal nbida
?ape.u> neamo de oaedicaiMiHoa qne tomav, a elle
^.rrie M tercer, colber (ni llirU. d. teda e>e
ajeiofrmco. gnio poa a T-n]u<<, nufnto a
n. fb. dmo rcovabecUBento. D. V, S nnl< .
casa iO de r.bri|de IRCR ^^ taaot.
tilas. Srs. CarlbflUiiwifVC.,ftenkMa,,-._
, am que ue ura de atwrtto C ?
trairaentoe.
qn oetree nm ra^l
se. urea* pera ..rW atheadoe de uZ*3
W' ~ Cnmn' ~ */ di
"teaM
&ai*
waoe*. vio
ramete miau m<* \
de igrandt oomeada. QaejpM|
eipressao alUmento eieeerVeVl
exfirorie etr*x) qae? Iheee __________
a^Dioe'^ipdoT^A^i^^i^^J*
B/e 2 dt eattbre M ig|, -
Carriteis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de cores muito finas a 500
Grozas de botes madepersla fi-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tmta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fila elstica muito fina a 200
Lata com superior banba a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes mnito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Carthas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
uumeros a....... 10800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de relroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulbeiros de osso enfeitados a, 240
Libra de nha francesa superior
qualidade a....... 20420
Caixes de palito do gaz a. 00
Ru-! nte*rheutHHtoo.
Remedio efficaeissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mai conaecido pelos seos mara-
vilhosos resoltados.
XAKOPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua ..fQVam as entermidades, toase e
sangie peil bocea, bronchites, dores e fraqoeza
no pcit, s.-*-i-ubutu e molettiaa de ligado, que me-
Ibnr tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre rail
>Je manpuama. roja energia e efflcacia as para-
1ysia, intorpeclmento, etc. etc. moito.se recom-
meuia.
Todo ewes preparados se encontram^na pbar-
raacia e-dragara de Bartholomeu & C, nnico de-
posito na rna larga do Rosario o. 34.
120
320
320
320
10000
500
160
S00
100
7
400
RAPE.
Paulo Cordeiro
Veqde*terrp Panto Cordeiro ftno viajado em
Iat*i,o*otwioe.vr8rluho: oo.deposito da
rne t Vikino a, H. l- andar.
Orasde pechincha.
120 Duzias de palitos seguraba a___
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com nlcobaboza muito fino.
Pacote com p.'.s de arroz o me-
lhor que ha a...............
I Vavalbas muito unas para fazer
barba a....................
Caixa de linha bran< do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com pennas d'a?o de Perry
superiores ...............
Lencos de cassa braucos e pinta-
dosa.....................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......30600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para me *
nos diversos tamanbos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas parasenhora a. .
Pares de sapalos de tranca do
Poeto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartees com colxetes carreras a
Abotoadoras para collete diversas
qualidades......
Caixas com peona do ac moilo
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia dt agulha par' macuina a.
Libras do p.-egos framv7<>s todos
os tamaulK>s a......
Pacota de papel com o quader-
nos..........
Resma Je papel pao'1"' uperor
Resma de papel Hco supe-
rior a. ...
DO
GALLO VTGILAsTE
Ra de Crespo b. ;
Os propnetarios deste bem
cimente, alm dos ninilos i
postos a apreciarlo do respeitavd poi
dorara vir e acabara de i
da Europa nm completo e %a
iaas e ui delicadas es'K.,.;-.!i
tao resolvdos a veatn i*
por precos muilo baratkabos e aAtaaoJ
dos. com tanto que o Galle...
Muito superiores luvas de pellica, prcas, bsleV
cas e de mui linda-1
Mui boas c bonitas f<,'., r,:.- 4^
thora, neste genero o que :a le ,. .
; o es peales de tartarug .-.?a c -
Lidos e riquissimos enflifea j.ia c...;- .
Exmas. senioras.
Superiores trancas pretas e de r1rei
Hus e sem ellos; esta fai^nda
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loquea dn ma: .roia.
maram, sndalo e osso, sen.,
cora lindos desenhos, e et
Milito superiores meiai ossia n.-
nhoras, as quaes sempre se ve
a dnzia, enlretaclo quo n.t a^
aim dcstis, ten,
outras qualidades, entre a
linas.
Boas bengalas de .: r. .j -. ;
castaode irllm coi
ras do mesrao, inste g<
pode desejar ; alm
ciuantidade de oatr*
deira, baleia, osso, l, rrach
Finos, bonitos e airoecs chici .
de outras qt^aJidde.
Lindas e superiores
paras(;urar as mei
Roes meias de sed., b i
as de 1 a i2 aunos Navalhas cabo de m-;
barba; sao rutilo boas, e do mais i
utidas pelo fabricante, o ni* por i
eni asseguranus sua nulidae c .
Lindas e bellas capalas para r.. -.
Superiores agulhas ara and
Licha muito boa de peso, fro
iabyrintbo.
Boas baralhos de cartas para lar
como os tentos para o ateaaa uro.
Grande e vanado sorliaeata c p-
ftmiarias e dos melhorea o mais cr
lumistas.
COIARES DE ROEli
Elctricos magcaier.s conira w u.
facilitara a deatirlo dasiaBOCMl
mos desde muito recelcdi^ros d ;ec--
collares, e coninuamoi a recebe-'
vapores, afini de que Dnocaa!..
temo j tem ac Mecido,
jes que (!e!ies pvecis:. m, i'u i, 6
vwilantc, aonde sompre ricoatrai
deires collares, e os qaafs atteD-."
para que .o aapHeadoa, g? leaiar i .::. tm ms
dimiiiuto lucro.
Rogamos, poii, avia dci '.'
declarados, aos aossos fre|
comprar por preco muito raros
violante, rna i.o Crespo r.. 7.
T
a


J cordeiro pre


tte rito
500
20000
500
500
500
40
500
32(>
40500
2m>
10500
30OCK
400
20
:
tf
25O0(
40<
40IXH
.Epanarfor
Sappriore' > i- "
Fo tnht ?
, FdthiBkisatoPet-i
3J0r.
Fdlhinhas'do Rio
rleeia oDO'fs.'
. Akaaaat? 1*m P
I Flhe!jU k>
H0"(la
\e palh^
lo Crespo n jj
ra 1871
cdotiea ereiini y.
.lemmert, Guima
EZA.
ropria para r>xen
i' L'iperairi n. t3 A.
Vende-.e nu.
da oajniadnan n
: mmoit lAf do cbar
Yeadene aa ra do M .rquez de Olinda a. 40.
eeonptono d Cunha a Manta.
Ra to <6ueSaeai>
Novo e variado sorlim/nto de
finas, e outros o..
Alm do completo aoru
toaras, de que effectivnnen'e l
loja do Cordeiro Inevidente,
receber um outro sertimento ..
nota vel pela variedade de obj :-
dade, qualidades econimodij "
?cs; assim, pois, o Coreiro 'r. :
e espera contiauar a merecer .
do respeitavel publico a ftni'
boa freguezia em particular,
tsndo elle de sua bem conbe
e barateza. Em dita loja m
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudra/.
Dita verdadeira de 3f urray A '
Dita de Cologne ingleza, amri:.""- V
ceza, todas dos memores e m?.;a.::r-.^HW-
fabricantes.
Dita de flor de laraogetraa.
Dita dos*Alpes, evilete para t.*'s:
Elixir odontalgico para con"
tsssio da bocea.
Cosmetiques de superior qu;:d*a cjv
ros agradaveis.
Cupos e latas, maiores e laonorcj, :
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, Irar.6
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, stn
trancezes em frascos simples e c.;
Essencia imperial do fino e agradan-
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiroi i j-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'eleo de superior quaiidi
om escomidos ebeiros, em francos da i
i-entes tamanbos.
Sabonetes em barras, maiores e mtasn
para mios.
Ditos transparentes, redondos e en Sj
ras de meninos.
Ditos muito fios em caixinha para hvfe
Caixiahas cem bonitos sabonetes imita!*:
fructas.
Ditas de madeira invernisada couteaio
aas perfumaras, muito proprias para pn
entes.
Ditas de papelio igualmente benitas, Ua
oem de perfuman as finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, i
moldes novos'e elegantea, cora p de rt
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para deottr.
Pos de campbora e ostras dfof
tualidades tambem para dentet.
Tnico oriental de Kemp.
Alada Mis eoffuee.
L'm outro sortimento de coques t *
os e booitos moldes com fllets de vidrafc?
algims d'elles ornados de flores e tbi
star- todos expostos apreeiaco de qtn;
pretenda comprar.
GOII.1NHAS E PUNHOS BORDADOS
ibiiu de muito gosto e perfeico.
* ^ellaa e atas pata rlntos,
vanado sortimento de taea <$*
,n a boa ecolba pt>stfl 'a
% quimRodr p?nes IV
vare- de Mt*1 a
TEM PARA VENtlKR -
-.o mpierio, preca a Inafa <.
umo em f Iba
r i qualidade, e ver- ;>
1 -lAne dilS f.Hli|,<*0iif
*'al de Li b*a
t-gada. *"
* "'Mssada Rii^m
*iha le taMHIea
a Viuho Bonlf ux.
I ilidade*. Tad. d. v. .i
te i.i que em aira qt
>%#
V nde se 9 caes de Cp.bar be, lug r ds.
W'iha, pedra-mulatiaaa de caatarta a !*#>
palmo.
BneHBBDD


V

8
DhiSo de Pem^mbuco Sexla eira 28 (ii ?J>ro e 870
lf
VARIEDADE

CONlfEhliNClAS DE JLLS PAVEE COM O C iNDE
DE BISMAUK.
Huforio de Mes Favre.
* Aos memtiros do governo da def.-zi
nacional.Meus queridos cilleras. A in
urna uoio de lodos o- cdados mui
tir.ulartnente a dosmcmbros qOa coostituem
o governo sempre urna nerssidade de
SivacSo publica. Cada nm dos dos os
a tos deva Cimntala. O que acabo de
c-iaiprir foi inspirado por esta e.ntim -tito
e tera aqnelle resalta !o. Tive a honra d
C-cn tolo,"o cbaocaller prassiauo n5> In-
sisti li'este poato, fzendo-me peguntar
pie gar ntias Ihe podamos off-recer para
a ex^cugio de em U-alado. Aplanada piir
mim esta segunda difficuldade. c/a necessa-
id proseguir avante
Propuz-se-.me enviar nmcorreio que eu
aceeitasse.
tof uiHsmo tampo se telegraphou direc-
lmente para > de Bismaik, e o pri
ministro da potedbU que nos servio
radi rn dissj ao nosso enviado
rdinafio que a Frang s nao po1 : aceres untando quesera para de
h mo en nSo retioct-desso ante urna
i ao qmrlcl general,
vo-lo^xpliea" com todos os ppnnvi>es,j ., > --o >ni\ i n!-, qua cnnhecia afondo
mas na Dista issc. Somos umgovern > do U| nfcr cor gao, respan'deo que eu
pnb'icidade. Si- nos momentos d? \J [dativa ojspnsto para iodos os sacrificios
cocSo a s.grelo iodispensavel, e lindaj^arai tnraprir o rom dever ; q-i1 elle to-
era dev3 publicir-se por todos os m'ios. i siVr*va tambera um puco dillic dioso ir
Se pos, como governo. valemos algmna I iti4vz das liabas iuimigaa ao encontr do
consa, valemos pela opinio dos nossos
c ouridados p necessario que essa opi
ci.lo nos jnlgue cada momento e pira
jornalos fera o direito d-! coohccer toto.
Jalguei do meo dever ir ao qoartel ge-
neral do ejercito inimigo'e a!li fui.
Doi-vos j conta da misso que'me ra-
posera o ton dizsr ao meo paiz as raznw
ojee me deterja oaram. o (ira que me
propnnha, e que crei?ter conseguido.
Nao necessiio relerabrar a p. diuca inan-
gurada por nos e que o ministro dos ne-
gocias estrangeros eslava muis part cu I ir-
mente encarregado de formular.
Somos, antes de ludo, os homens da paz
a da liberdade.
Al ao ultimo momento oppozemo n>s
guerra qae o governo imperial preparava
com um in'eresseexcluivamente dynaatico;
e, qnando este governo cabio, declaramos
prese verar mais enrgicamente do que antes
na poltica da paz. Esta declarago lite-
mos quando, pela loucura criminosa de uu
bomem e dos seus conselbeiros, os nossos
exordios eslavam destruidos ; o nosso
glorioso Bazaine e os seus valentes solda-
dos bloqueados diante de Metz; Strasbnrgo,
TonJ, Palsburgo destruidas pelas bombas;
o inimigo victorioso e em marcha sobre a
nossa capital. Nunca sluago algoma foi
mais cruel; nao inspira ella comtud o ao
paiz neohuma idea de desalent e eremos
ser o seo mais fiel interprete, impondo ca
ramete, esta condigo : Nem urna
polegada do nosso territorio, nem orna pe-
dra das nossas fortalezas.
Se no memento, pois, em que acabava
de retiir se um feito tamanho como o da
destiluico do provocador da guerra. 3
Prussia tivesse querid tratar sobre as ba-
ses de urna indemnisago que se filara, a
paz esta va feita, c teria sido por todos re
cabida como um immenso beneficio e urna
firma garanta de reconci'iago entre duas
nages divididas somente por urna poltica
odiosa.
Esperavamos que a homanidade e o in-
teresse bem entendidos alcangariam e*U
victoria, formosa como nenhoma ontra.
pirque teria encelado urna era nova, e o-
diplomatas que unissem ella os seos no-
mos terian tido por guia arazo, a philo
sopiia e a justic tendo como recompensa
a benfao e a prosperidade dos povos.
Com esta nica idea emprehendi a tarifa
perigosa que me confiasteis. Devia inme-
diatamente inleirarme da attilude dos ga-
binetes europeus para tratar de attrulnr o
sen apoio Isto esquecera completamente
o gabinete imperial uu pelo menos n5o ob-
tivera resultados favoraveis. Lincoo-se na
guerra sem ter pacluado allianga a'guma,
sem negociates formaes, e sentindo em
redor s a bestidade ou a indifferenca,
recebeodo assim o amargo fructo da sua
puli.ica aggressiva para cada um dos esta
dos vizmbos, ja pelas suas ameagas, j
pe ssuaspretences tambem.
Logo que nos installmos no Botol de
Vilie (muniripalidade), um diplmala, cuj)
b trae nao opportuno revelar, pedio-oos
que entrasemos em relag.j.s com elle.
D'jsde o dia anterior o vosso ministro
receba os representantes de todas as po-
tencias.
A repblica dos Estados-Unidos, a hel-
vtica, Italia, Ilespanba e Portugal reco-
Dbecijm offlcialmen'e a repblica fran-
cesa.
Os mais governos autorisavam os seus
respectivos agentes a manter com ella rela-
COea officiosas, que desde logo nos permit-
tam iniciar conferencias que deviam ser-aos
proveitosas.
iria esta narragso, j de si extensa,
maior amplitude, se descesse a detalhar a
curta, mas instructiva historia das negocia-
roes que se realisaram. Creo com ludo
poder assegurar que nao Ihe faltar mere-
C:m3nto para o nosso crdito moMl. Limi-
to-me a dizer que por toda a parte encon-
trarais honrosas sympathias.
O meu fim era, reunindo-as, dzer s
potencias signatarias da liga neutral que
interviesst'm junto da Prussia, segundo as
bases qoe eu tinha proposto. Quatro des-
das potencias assim m'o prometteram :
3oSegurei-!hes. em nome do pair, a maior
g; atidSo ; aspirando, com ludo, tambem
o concurso das ontras. Urna desUs pro-
melteu-me a sua acgo individual para
conservar urna inteira liberdade e a outra
ofereceo-se-me para me servir de interme-
diaria para com a Prussia : fez mais : em
vista das Instancias do enviado extraordina-
rio da Franga, recommendou directamente
os meus trabalhos diplomticos. Eu exi-
ga muito mais ; mas nenhom apoio reju-
sei. sabendo que o interesse que nos de-
monstrava era um auxilio que n3o devia
mos desperdigar.'
Entretanto corria o tempo; cada hora que
passava approximava mais das nossas por
tas o inimigr. Presa de pungentes com-
moges. promett-me nao deixar que o
cerco de Pars principiasse sem eu tentar
um ultimo esforgo, anda que me encon-
trasse s para o cumprir. E' intil de-
monstrar o interesse que isto trazia com-
sigo.
A Prufsia occaltava-se e n5o consenta
em ser interrogada : esta si ua,aon5o po-
da sutatar-se ; permittia ao nosso ini-
migo o fazer recahir sobre nos a responsa-
bilidade da continuagao da luta, obrigando-
doi ao silencio com respeito as inUngoes
que para c ronosco tiesse. Era neces-
aario, pois, mudar a sitaaco Apezar di
miaba grande repugnancia, tive de deci
dir-me a utilisar-me dos bons fficios que
me oflre ram e em 10 de setembro en-
tiei ao $r. Bi>mark um teiegramma per-
gontaodu-lhe se eslava disposto a entrar
em trap>acc3e mediante orna entrevista.
A primeo a resposta foi evasiva, pretex-
tando a irregulandade do nosso governo,
mas que julgava que eu
nosso venced >i
me resignara.
Dous dus depois ebetoa o correio : ven-
cidos mil obstaeuls tinha visto o chancel-
ler que Ihe dsse qu eslava voluntariamen-
le disposto a tratar comigo
Eu tinna querido urna reposta directa
ao talegrarama do nosso intermediario, e
esta dt-morava-se. O cerco <^e Pjris es-
treitavasd. NSo era possivel esperar mais;
d*ci S me importava que esta marcha fosse
ignorad i emquanto aquella se cuapria.
Rocommendei este s-gredoe fuidolorosa
oisute sorprendido bontem tarde ao sa-
ber qoe elle n3o linoa sido guardado. Foi
urna colpavel indiscrigao.
Receiava tanto isto que al para com-
vosco, meus queridos c.dleg.ts, euguardei
o segredo.
Nao toraeesta resolugSo sem um vivo
pozar. Mas, conhecendo o vosso patriotis-
mo e. a vossa aleigo, conSava em sjr ab-
solv do. Jjgava obedecer urna imperiosa
oecesidade. No principio vo- emretive
com a agitigo da minhaconscencia, e disse
que nao descansara em quanlo nao fizesses
tudo quant > fosse humanamente possivel
pira honrosamente terminar esta guerra
abominavel.
Eslava decidido ; eu quera tratar a
qaesto com o Si-, de Bismark, afim de
car livre de qualquer compromisso e de
ter o direito de nao tomar nenhom. Fa
i; ovos eslas declaragOes, e fago-as ao pnz
para vos livrar de urna responsahilidade
que em mim so deve pezar. Se a minha
ida urna lalli, eu s dew soffrer o cas-
lig'J-
Eu tinha, entretanto, advertido ao minis-
tro da guerra, que se fosse do sea agrado
me dsse um ofTLa! que ms conduzisse as
avangddas. Nos ignora varaos a situago do
quar'el general. Suppunbamodo em Gros-
bois Encaminhamo-nos para o inimigo
pjla porta de Charenion.
Sjpprimo lodosos pormenoresd"estado-
lorosa viagem. cheios de interesse com
ludo, mas que n5o sera opportuno oarra
los aqui. Conduzido Villeneove Saint-
Ge iges, onde eslava o general em chefe
commandando o sexlo corpo, soobe bas-
tante tarde, porto do ineio dia, qoe oquar-
te! general eslava env Meaux. O gener.l,
cojo proceder nao rae merece queixas,
propoz-me a enviar um official portador
da segrate carta que eu tinha preparada
para o Sr. de Bismark:
Sr. conde: Sempre acredtei que,
antes de romper seriamente as hostilidades
debaixo dos muros de Paris, era absolu-
tamente impossivel nao se ensaiar alguma
transaego honrosa.
A pessoa que leve a bonra de ver a
V. Exc. ha dous das, disse me ter recolhi-
do de seus labios a expressSo de um de-
sejo anlogo. Vim at s avangadas para
me por disposigSa de V. Exc. Espero
que V. Exc. me far saber como e onde
poderei ter a boma de conferenciar com
V. Exc. alguns instantes.
Tenlio a honra de ser com '.ta consi-
derago, de V. Exc. humilde e obediente
servidor.Julio Fuere, i
Elavamos separados por urna distancia
de 10 Udmetros.
s G da manbaa seguiute recebi a res-
posla que transcrevo :
Acabo de receber a caria que V Exc.
melhaiRj, apre>ar-se-iiia a assignlaMa
Disse qoe raconh.-cr opo-
aicSo repela a guerra, mas ,qne p poder
que boje representa esa mesnja oppo^rcio.
lio precario, qoe seto cabo de alfuns
das Paris n3o for toHM'da, ha de ver-se ar-
rasada e destruMa pelo populacho...
I ilerrompi-o vivamente para dizar-lhe que
em Paris n3o havia populacho; mas oro
povo ntelligente e unido, qua corrhecia as
nossas ioengrjes e qoe i) se fazja cimpf-cu
do inim go, embarazando a nossa missSjde
defesi, e pelo que tocava ao nosso podr.
acbavamosnos. todos prorifp'.os a deplo
as m3 >s da assembla qoe l trabamos
convocado.
Esta assembi'a, rep'iciu o conde, ter
seos designios-, qoe di nmnima frm po-
demos lio>e adeviohar; mas que se obede-
cer ao senlimento franc-z, optar peta
guerra.
A Franca no podar esqnec.3r a capitu-
laflo de Sitan, como n5p se esqueceu do
Waierloo nem de Saiowa, quenjolhe dizia
respeilo cerlamente. E>epois inisto larga-
mente sobre a vontade pronunciada da na-
go franceza em atacar a Allemanh e de
tirar-lhe urna parle do sea territorio ; desde
Luiz XiV at Napolalo IH. essas tendencias
n3o tinlwm mudado; pois que ao arwun-
ciar-se a declaragJo de guep-a. o corpo le-
gislalivo traba recebido com acclamaes as
palavras do ministro.*
Fiz-lhe observar que a maioria do corpo
legislativo tinha aceitunado a paz algmnas
semanas antes; qno esta maioria, image
do imoeraifor. tnhi-se considerado por d^s-
raga obrjgada a seguido soc?gadament.:;
mas qoe a nago, por duas vezes consulta-
da, quando foram as eleicoes de 1809, e c,
plebiscito, tsha-se manifestad--- enrgica-
mente inclinada a urna poltica de paz e de
liberdade.
A c ni versarlo pro!ongou-se sobreest'!
monte Vali-
de, coma, 9^.-9tes,
riaao.
Eu, pirm. inlerronipP-rr dzendo : c E
demasiad 3 pedir-no* Paris. Como
podis admiuir a idea do que urna assem-
bla frapceza defibere debaiso1 dos vossos
eanhSes 1... Tenho a bonra de dizer-vos
que transnailWrei fiel nenie ao governo a
nossa entrevista; porra nSe-sei com cerle-
/.; se me alreverei a dizer-lbe que me fizes-
tes semeiharfte propn^a .
Procuremos algmna oolra combinacao
raspondeu me-elle. E i fallei-llie da re-
ndan da assemWa em Tuurs. nao'toman lo
garanta -Iguma da partido Pars.
Sle propoz-me fallir ao re. e insi;lindo
oa ocorpagao de Slwsburg i, accrescBnto :
t A cidnde brevot!ier>ie cahir em- nossas
maos f d.-pend isso-aprnas d3 o-- calculo
de engeobiro. Tambara vos p?ci qoe a
giiarnigo' se renda pris'wneira de guerra .
A estas palavra^, hw de dr e levan-
tando me, repJqnei-lhe:Esqneceis-vos que
Callaes corO Fntmk S-. conde ; sc-i-
Ikar urna goarnigo heroica que tora tasa-
do a vossa aduiira^ao e de todo o mun
9, sera urna- iodignidaoV. e eu nS) vos
prometi, nv dizjr que mt propuzestes
la I condigo.
conde responden me qe n3o tinha M'o
intettgode of'-nder-me. q>w s*i conforma-
va cem as leis d guerra ; raes qae se o re
consenlisse, este artigo po'drria ser modifi-
cado.
Nd i;n de um qoarto de bow volloo. O
re acceitava a ccxnboago w-Toors ; po-
rm insisti em que a guarncSo- de Stras-
bnrgo fieasae prisionera.
FaUMm-me as forgas e senti-me um
instante desallecidoi- Voltei-me para devo-
rar as bernias que me escaldaban; des-
ciilpei-roe desla fraqneza involnntaira e dei-
Ixei emira* escapar eslas palavras :
Enganei-me, Sr.. e*>nde. ero-vir aqu;
ponto, susientndo o conde asna opinio e'naomear-ependo. porgue son bastante forie
en a minha, ats que instado vivamente por para o disculpar a meus proprios- oibos ;
se dgnoo escrever-me, e terei grande pra
zer em que V. Exc. me faga a honra de
vr ver-me esta manha n'este lugar de
Miaux.
O prncipe Biron, portador d'esta,
tratar que V. Exc. seja ccnduzido sem o
menor perigo atravez as nossas limas. Te
nho a honra de ser com a mais alta con-
siderado, humilde servidor de V. Exc.
De Bismark.
Uispista a escolta, s 9,puz mo cami
nho com ella.
Chegado a M;aux, peno das 3 horas da
tarde, fui detido por um ajodante de campo
que. vinha annuncar-me que o conde t nha
sabido de Meaux com o re para passar a
noite em Ferrires.' Nos tinhamos-nos cru-
zado no caminho de forma que retroceden-
do um e outro, deviamos forc'>samene en-
contrarmos-nos.
Retroced na minha marcha indo j a
apearme no pateo de orna cass completa-
mente sajueada, como todas as que vi du-
rante a minha expedigSo. Ao cabo de urna
hora juntava se comigo o Sr. de Bismark.
Como n5o era possivel pdennos fallar
commodam^ote no sitio em que nos achava-
raos, dir.girmos-nos ao castello de Haute-
Maisson, propriedade do Sr. conde de Vil-
lac. A nossa conversagSo teve lugar n'um
salo cujo soalbo estava semeado de despo-
jos de todas as clisses.
Quizra poder descrever-vos esta conver-
siiTi i por inteiro, segundo o dia seguinie a
dictei a um secretario, porque eada um dos
seus pormenor s lem sua particular impor-
tancia ; mas agora nao posso fazer mais do
que analysala.
Comecei por significar o fim que motiva-
ra a minha viagem ; e tendo dado a conhe-
cer por meio da m nha circular as intengo!,
desejava saber quaes eram as do prmeiro
ministro prussiano. Parecia-m3 ioadmssi-
vel, continue, sem expicagoes previas, urna
guerra terrivel, que, apezar das suas vanta-
gens, occasionava ao vencedor grandes sof-
frimentos.
Devida ao poder de om s homem, esta
guerra perda toda a sua razo de ser, des-
de o momento em que a Frang-a conquista-
va aquelle poder para si; eu garanta o
amor da Franca pela pai; mas tambem a
sua resolugo inqbebrantavel de repellir to-
da a condigo que nao fizesse da pal seno
urna curta e ameacaaora tregua.
O Sr; de Bismark responden-me qne se
elle jugasse que fosse possivel ama paz se
mii'para que manifestasse as suas condi-
ges, respondea-me sem embapgo que a
segoranga do sen paiz Ihe impunha a con-
servagio do territorio qoe a garantisse.
BopeGo-me diversas vezes : Slrasburgo
a ehave da casa; dj,vo, portanto, pos-
sui-la.
Pedi-lhe enlio que fosse mais explcito,
e respondeu-me anda : inutiK porque
nao podemos eneoder-nos ; isto-m)gocio
que eleve tralar-se-mas tarde Rogoei-lhe
que traiassemos disso j, e respodeo-me
ent) que os departamentos do Baixo e do
A to Riieno, nina parte do departamento do
Mozella com Metr. Cbateau Salios e-Soisson,
Ihe eram de tal forma indispensav^is, que
nao poderia renunciar a elles.
Objeclei Ihe que o assentiraeo'o das po-
voacoes, das quaes dispuoha conv. tanta fa-
cilidade, era ponto muito duridoso, e qoe
o direito pnblco da Europa nao Ihe permit-
tia prescindir delle. Com effeito res-
pondeu-me elieconsta-me que-essas po-
voages nao gostam de nos, e persnado-me
que nos daro muito que fazer ; mas de to-
das as formas, nao podemos desprender-
nos dallas. Tenbo a certeza de qoe dentro
de pouco lempo taremos que sustentar urna
guerra contra vos, e queremos-faz-la com
todas as vaotagens. >
Protestei, como devia. contra taes deas,
dizendo ao mesmn lempo que pareca ver
esquecidos os importantes elemmtos fia
discusso : a Europa, em prmeiro lugar,
que teria por exhorbtantes essas pretan-
g5es, opporse-oia a ellas, e em segundo la-
gar, o direito moderno, o progresso dos.
costumes aolipathsana certamente com
urnas taes exigencias. Accresceole que,
pela nossa parte, nunca as acceitariamos ;
que poJiamos morrer como nago, mas
nunca deshonrarmos-nos, e qie por outro
lado, s o paiz era competente para resol-
ver soore a cedencia de territorio; que
apezar de estar certo dos seus sentimentos
sobre esta ponto, o governo quera consul-
tado, e que alm disso era o paiz com
quem a Prussia se achava frente a renle ;
e que finalmente para o dzer pjjuma vez,
via claramente que essa nago, embriagada
com as suas victorias, nao pretenda agora
seno a destruigo da Franga.
O conde protestoo, es^udando-se sempre
com a oecessidade de umi garanta nacio-
nal. Continue: S isto nao representa
da vossa parte um abuso da forpa, por Iraz
da qual se oceultam designios mysteriosos
dexai nos reunir a assamb a, as suas
fcssde o principio nao cwli seno conseien-
cia do meu dever. G;larei ao raen gover-
no tudo o que me bave dilo e se elle jul-
gar conveniente tornar a enviar-me junto de
vis, por cruel que me seja, tereia honra
dfeveliar.
Agradego-vos o ac ilhnaenlo que me fizes-
tas. porm vejo que niv ba remedio seno
deisarque os acontec melos se camprim.
O povo de Par* valoro* e est resolvido
aos ollimos sacrilicios ; o-seu herosmo p^-
r)e mudar ocurso dos acootecimenlos. S)
tiverdes a honra de venct-4a, nunca'a sob-
metiereis. Axnaeao inteipa est animada
dos mesmos sentimentos, em quauto en-
centrarmos nelia um elem*r>to de resisten-
cia para \os ootnbaier. Llesta urna hita in-
definida enlredoos povos que deveram es-
tender-se a rao. Esperaba outra soluco,
e parto muito triste, posto que nao menos
cheio de esperanea.
Nada mais accrescente a este discorso,
umasiado e'roq enrava a paz e eocontrei oaM-vontad i infle-
xi*el de conxjoista e de guerra. Pedia a
possibidade de interrogar a Franga-repre-
shtada por urna assemblatlivremente elei-
u e respondeu-se-me mostrando-se-me as
torcas caudmas, debaixo das'quaes devia in-
Ldefectivamente passar. Nao censuro nada.
Limilo-me a fazer constar os fados e ssig-
nala-los ao meu pais e Earopa. Qoiz ar-
-dentemeate a paa e muito mais ao ver du-
rante tres das as miseri .s dos nossoe cam-
pos, at ao ponto de sentir augmentar em
mim o amor a ella com tal violencia que
nn vi obligado a chamar todo o meu valor
em meu auxilio para me nao deiur domi-
nar. Desejei do mesra > modo um. armisti-
cio, desejo o anda, e a nago podo ser con-
sultada sobre a terrivel questo que a fata-
lidide faz pesar sobre ns.
Conheeeis perfeilamente as coniges nue
pretenderam fazer-nos soffrer. Como eu,
e sem discusso, mostrastes-vos unnime-
mente acordes em qoe era indispeusavel
Otiganos o paiz e lvanle-se ou para re-
pellemos quanlo lije aconseihamos q.:e re-
sista a todo o trise, oo para arrostar om-
eata prova decisiva, pars est ds-
i a arr^sta-ia.
Os departamentos orpanisam-se breve-
mente viro em seu auxilio. A inda se nao
pronnncou a ultima palavra oeste dnello,
em que a forga se pbo frente a frente do'di-
reito. A' xkma constancia portence agora
faaer qoe se pronuncie pela jmtica e pela
liberdade.
O vi '-jw-esidenie do governo da defeza
nacional, ministro dos negocios estraageiros
Julio Forre Pris, 21 de setembro de
1870.
llelotorio do Conde d" Bismark.
Ferrires, 27 de setembro.O relatono
do Sr. Julio Favre apresentado aos ttv*
oollegaa depois da nossa entrevista de 21
setembro obriga-m- ad rigira V Exc. urna
cotninuii cago qn Ihe d urna idea exacta
do que se passou entre nos. N) todo nS<
pode.deixar de recenhecer qneq Sr. Favre
proewou dar urna conta exacta da transae-
go. Se nao o conjeg*io comple'ament i os
seus erres esto bastante explicada pela
duraco das nossas entrevistas, e pelas cir
cumsiaorias em que so realisaram. Relati-
vamente ao fundo da- sua argumenfco,
devo comudo observar que o prmeiro
thema da'nossa coaversacSo nao foi a con-
duso ita paz mas a demn armisticio que
a precedesse.
Em quanlo s nossis oondrges de paz
declarei catnegoricam;nte-ao Sr. Favre que
be radical ia a fronteira, qw reclamaramos
togo que a Franca tivesse publicamente con-
cedido o principio de cesso de territorio.
Em connoxo com isto alldi a formago
de um novo districlo do Mosela com os li-
mites de Saarbrnck, Chaleau-Salins, Saarge-
mu'id, Metz e Tnionville como um accordo-
que cabia as nossas intencesr mas nao
renonciei ao direito de fazer qaalquer ou-1
tro ulterior pedido proprio par ndemni-.
sarrao nos dos sacrificios que a continuagao
da guerra podesse impr-nos.
O Sr. Favre chamou a Str-asbargo a chave
da casa deixando em duvida- de qne casa
quera fallar.
Eu- respond q le Strasbugo era a chave
da nossa casa, eoppuz mep8rtaa>em dei-
xal-a em mitos estranlias.
A nossa primeira convepsaga* em Cha-
teau-Hautc-Maissen, prximo de Montry,
limitou-'se a urna excurso abstracta sobre
os caracteres geraes dos tempos passados
e presentes.
A nica ot^ervago pertinaz do Sr. Favre
nessa occasie .o que pagara qoalquer
somma,.<- todo o dinheiro que temos mas
oppunba-se a toda cesso de territorio.
C)mo eu declarasse qne tal aesso era
indispensavel, disse, que nesse aso sera
intil abrir negociagoes para a paz, e ar-
guiu-me com a supposigSo de que o ced*r
territorio bumilbaria e menos anda deshon-
rara a- Franca. Procnrei convncela de
que os termos em que a Ffanga obtivera da
Italia e pedido Aliemanha anda sem a
desculpa de urna guerra previa, termos
que a Franca nos impona iadcbitavelmente
se tivessemos silo derrotados, e no* que
se esconda quasi a guerra at os ltimos
tempos, nao podiam ter de deshonroso ero
si raasmo para um pi vencido depois de
urna brilhante luta, e de qoe a honra da
Franga nao era de outra quabdade nem de
outra natureza do que a de todas as mais
naces.
O Sr. Favre negou-se igualmente a ver
qoe coro questo de honra, a actual resti-
tugo de Strasburgo estara a par da antiga
resliluco de Laudan e Sarreioois, e que
a honra da Franga nao se vera mais com-
prometlida com as Ilegitimas conquistas
de Luiz XIV que com as da primeira rep-
blica ou do prmeiro imperio, As nossas
conversagoes tomaram urna direcgo mais
pratica em Ferrires, referindo-se qeesto
de um armisticio. TendO'Sido este o thema
d;- ram noros vveres e com noiH de-
0 Sr. Pavre negoa-se prtmptoriamtile
a entregar parte alguma das forticaf&
de p.iris, e tambem a que se entregisse a
guarnigao de Strasbonrg prisioneira de
guerra. Prometteu comtdo coosoltar a
opi'iio dos seus collegas em Pars a rn-
peito da outra alternativa qoe eonaervav o
staiu qtio dian'e de Paris. Gonsequenteaaeo-
te o progranma qne o Sr. Julio Fra* le-
voo a Paris como resultado das conversa-
goes, e qne fo: all regeilad >, nada contmba
relativamente s con iigbus futuras da paz.
Un;<*ment indicava un armisticio de duas
on tres semanas que se concedera sob
as segumtes a lim de fazer possivel a etei-
go da assembla nacional que ia reu-
nirse :
1 D miro e fra de Paris, manutengo
do itiitu qno militar ;
2.-' iiitro e fra de Metz, continoaeao
das hostilidades n'uu: circulo qoe-ser cui-
dados tmnilc d feo id;
3.a Eirga d; Stransbourg com asna
giiarn<>o, e evacuago de Tool e Bilcbe,
conc icndo-se ssuas giMrnge.a retirada.
(Icio qoe todos os governos i;eo raes
participam da nossa conviccio de qne este
ou* recknento era mu atetavel, Se o go-
verno fraceez nao se aproveitou dee para
clerrr urna as embla nasiooal em todas as
partas da Fran;a. inclundo as que temos
riccopadaa, indica isso a resoIngSo de^ ro-
longar as ddliculdades que sa oppwm
.,az e demonstra tambera qoe nao se co-
nhecem N desejos do povo franc-z. Tidoo
qnu vemos aqui nos convence de que
eleigoes geraes livres produzriam
maioria favoravel a paz.
Hogj a-V. Exc. comm-inique esta c'.rca-
lir ao governo junto do qual est ac "edita-
do.Bismark,
recusar toda a bumilh.go. Tenho a pro-exclusivo alli, fioa destruido o asserto de
funda conviego de que, apezar dos sori- me ter netrado a nualauer armisticio
mentos porque a Franga atravessa, ella ap
prova a nossa resolugo e as suas ideas
julguei inspirar-me diriRindo ao Sr. Bismark
o segrate despacho, termo desta negocia-
gao:
t Sr. conde.Expnz fielmente aos meus
collegas do governo da defeza nacional a de-
claraglo qoe V. Exc. tave a bondade de fa-
rer-me.
Tenho o senlimento de dzer a V. Exc.
mos deporamos o nosso poder, e ella no- que o governo nao pode aceeitar as Voseas
mear um governo defitiilivo que apreciar
as vossas condiges .
Para a execugo desse planorespon-
deu nie o condeseria necessario um ar-
misteio, que eu nao quero aceeitar por pre-
go algum .
A conversago fa iornando-se cada vez
mais violenta, e a noite appronmava-se.
Pedi ao Sr. de Bismark urna segunda entre-
vista em Ferrires, onde ia repensar, e sa-
humos cada um para o seu I ido.
Disejando cumprir a minha misso at
ao ultimo extremo, devia insistir sobre mu-
las questes em que tinhamos, tocado, e
concluir. Foi por isso que, o reunir-me
de novo com o conde, s 9 horas e meiajla
noite, Ihe observei que, como as condigoes
que eu fra procurar deviam ser communi-
cadas ao governo e ao publico, resum las
bia quando terminasse a conversaglo, para
impedir que nada se publicasse sem o con-
sentimento de ambos. Novos apoquen-
teisrespondeu; abandono-volas todas,
e nao acbo inconveniente algum na sua di-
vulgago .
Reatamos a nossa discusso, que se pro-
hngou at meia noite1. Insist particular-
mente na necessidde de convocara assem-
bla. O conde parecen dexar-se conven-
cer pouco a pouc i, e acabou por tratar do
armisiicio. Pedi qntize das e passamos a
discutir as condigoes; porm o conde nao
se explcava de orna maneira franca, reser-
VdOdo-se sempre consultar com o rei. Em
vista disto, convidou me para o dia sigui-
te s 11 horas.
Resia-me s dizer orna palavra, pois ab
reproduzir esta dulorosa narrgo, o meu
corago sentase agitado por todas as emo-
g5es que o torturaram durante esses tres
mo taes das. As II horas achava-me no
castell j de Ferrires. O condo sabio do
aposento do rei ao meio dia menos om
quarto, e da sua bocea oovi as condigJS
coro que accetaria o armisticio ; estavam
consignadas em um papel escripto em lin
gua allomas, pelo que se me den communi-
cago verbal.
Pedia elle, para tratar, a occupaglo de
Strasburgo, Toul e PbaUburgo, e como re-
lativamente a esta pedido ea l nha dit i que
a assembla devia ficar reunida em Pars,
quz neste caso um forte dominando a cda-
propostas, por mais que admittssa um ar
misticio se este tivesse por objecio a eleigao
e a reunio de urna assembla nacional;
porm nao ple subscrever s condigss
qoe V. Exc Ihe propoz.
Pela minba parte tenho a conscenca de
ter feito o possivel para que cessasse a effu-
so de sangue e voltasse a paz s nossas
duas nagoes, para as quaes seria um gran-
de beneficio.
Detenho-me ante o dever imperiosa qoe
me manda nao sacrificar a boma da minba
patria, visto que esta se acha disposa a
resistir enrgicamente, e sem reserva me
associo a essa determinago, do mesmo mo-
do que vontade dos meus colleg is.
Deus, que nos jalga, decidir dos nossos
destinos ; tenho fe na sua justiga.
De V. Exc. respeito-o criado Julio Fa-
vre.%[ de setembro de 1870.
Terminei, meus queridos collegas, e
como eu, seris deopmio que, anda quan-
do raefficaz, a minba misso nao foi de to-
do intil; demonstroo que sonbemos diri-
g-la pelo melhor camnbo. Hoja, como no
principi < della, maldizemos urna guerra
acceita somente pera nao soffi ermos menos-
cabo na n osa bonra nacional. Fizemos
ainda mais; destruimos o sophisma cora
que a Prussia se encapotava, sophisma que
a Europa nao nos ajudava a dissipar.
Ao pisar o nosso solo, a Prussia deu
face do mundo a sua palavra de que ataca-
va somente Napoleo e seos so.da dos, res-
peitando a nago. Hoje sabemos a que
ater-nos.
A Prnssia exige tres dos nossos departa-
mentos ; duas pragas fortes, urna de 100, e
outra de 75,000 almas ; e ootras oito ou
dez cidades, igualmente fortificadas; sabe
que esses povos que quer anneiar a si a
repeliera; porm sem se preoecupar com
isso, oppoe o fio da espada aos seus pro-
testos de liberdade cvica e de dgndade
moral.
nago que pede para obler a facu'.dale
de consultar-se sobre os seas proprios as-
sumptos, a Prussia propou-lbe a garanta
dos canhojs que, estabelecidos no Monte
Valeriano, protegem o recinto onde devem
legislar os nossos depotados.
Eis aqu o qua ubemos, e o que, estou
autorisado a di|er-vos.
me ter negado a qoalquer
condigoes algnross.
O Sr. Favre ao fazep-me nesta e n'outras
occasies, a honra de dar textualmente as
roinhas proprias ideas, como por exemplo ;
i seria preciso um armisticio e nSooqoero
por modo algum e outras se-melhantes,
obrga-me a rectificar as suas allegacoes.
Eu nunca cm conversagoes desta genero
fallo por mim como ceaiedendo ou negan-
do cusa alguma seno communico apenas
as intengoes e pedidos do governo cojos ne-
gocios trato. Nessa cooversago foram ara-
bos da opinio* de que poderia concloir-so
om armisticio para dar nago franceza
occasio de eleger ama assembla repre-.
sentativa que s podia validar o litlo ao
poder possuUo pelo governo existente para
fazer possivel a nos concluir com elle urna
paz valida em consonancia com as regras
do direito internacional.
Observei que para um exereito em meio
da sua carreira victoriosa sempre dam-
noso um armisticio : que na occasio pre-
sente especialmente dara tempo Franga
para reorganisar as suas tropas e fazer pre-
parativos definitivos sem que outhoreuem
vantagens militares equivalentes.
Mencionei como taes a entrega da praga
forte que difficulta as nossas commonica-
goes com a Aliemanha porque se por um
armisticio iamos ser detidos em Franga mais
tempo que o absolutamente necessario, de-
viamos insistir em augmentar os meios de
trazemos provisoes. Referi-me a Stras-
bourg, a Toul e a outras pragas menos im-
portantes.
A respeito de Strasbourg, dsse, que
bavendo-se realisado j ser dominada a
esplanada poda considerar-se prxima a
conquista dessa praga, e que portento nos
acredita vamos com boas rascs para pedir
que a guarnigo se rendesse prisioneira da
guerra. A's guarnirles das deinai< pragas
concedia-se retirarem livramente. Paris era
outra difficuldade. Tendo cercado comple-
tamente esta cidade nicamente podamos
permittirque restabilecesse as commoni-
ges com o resto da Franga se a importa-
go de novas provisoes. tornada enlo pos-
sivel. nao debitasse a nos.a p)sigo mili-
tar e nao retardasse a data em que poda-
mos esperar que ficasse desbastecida, Em
consequenca disto, teodo consultado as
autoridades militares e temado 33 ordens
de S. M. sbmetti, a final, a seguinie al-
ternativa : ou a praga fortificada de Paria
se pus nossa disposigo pela entrega d'u-
ma parte das fortificagoes que a dominam,
em cujo caso permiitmos que Pars sepo
nha em communicagb com o reito da
Franca e se abtstega ; oo no raso negativo
a conservaremos cercado durante o armis.
ticio, porque d'outro modo se ac.iaiia ha-
bilitada, fiado elle, a. pnpar-sa-n >s itforga-
Circuiares do conde fc Bismark aos
representantes aHentdt*
* Rem, 12 de setembro de 1810 As
erradas apreciac ;s que sa teem feito rela-
tivamente nossa >iioaco para com a
Franga obrigaro-me a escrever-vos d-indo-
vos a connecer as intncoea de S. M o
re e dos governos allemaes nossos ala
dos. Jjlgavamos ver no ptab acito e no
estado de-coosas apparentemante satisfaga
rias, qoe secrera em Franca orna garanta
de paze otestinonho das dispo*icoes pa-
cificas da nago franceza. Os aconteciraee-
ios rizeram-nos cumtudo sospeitar qoe
assim nao era e demonslrwamnos com
qnaiita facilidade varia a opinio do pavo
,'raneez. A.maioria, quasi a uninimdade
dos represenlaates da naga, o sen ido a oa
orgos da opinio publica na imprenta exi-
gram lo alio quanto impriosamectt* a
guerra da conquista contra n e abofa-
ra m a voz. dos poneos amigos da pa; ata
ao ponto de que o imperador Napoleo po-
desse sem alterar a verdade dizer a S. M.
o-re, como ainda affirma boje, qae o as-
indo da ooino publica o forgou a declarar
a gnerra que elle nao qnera.
Em prasenca deste fasto nao podeejos
procurar as nossas garantas as disposiebes
do povo fraocez. Nao davemos dissaaolar
que pelo proseguimenlo desta guerra -
cessitames procorar nos orna paj dora-
vel mas- prevenir-nos contra nm altaqpe
novo n'um prximo futuro. Por faveraseb
que sejam as condigoes qoe propoobaoMai
Francu nao nos perdoar nunca a noasa vic-
toriosa resistencia ao sea criminoso aUiqoe.
Se hoje nos retiramos desta paiz sem exi-
gir alguma cesso de territorio, algoma
sonlriboigo, sem pretender nenhoma ou-
tra vaatagem mais- do que a gloria dos
nossos exercitos, a nago francesa conser-
var-nos-ba o mesmo odio e a mesma sede
de vnganga ferida como ba side na soaam-
bico e na sua paixo de d mo ir, e n i es-
perara para obrar seno o dia ::a que po-
desse esperar um resultado k oravtl.
Nema duvida na justga da ooaaj cansa
nem o receio de nao sermos bastante for-
tes foram as cansas que dos c nselharam
em 1867 a evitar urna guerra qne dos era
inminente, seti-i o receio de excitar taes
paixcs com as nossae victorias a brindo
asim urna era de mutua irritago qoe pro-
vocasse guerras sem tregua, renovadas
Esperamos, ganhnud > tempo e procurando
manter as aelagoes pacilcas das duas Ba-
gos, adquira, bases e -Udas para ama era
de paz e de prosperidade reciprocas.
Hoje, depois de se nos ter forgado a fa-
zer urna guerra que a todo o transa ojoo-
ranns evitar, devemos esforcar-nos por
obter seguranzas completas para a nossa
defeza contra os prximos ataques da
Franga.
As garantas que em 1815 se proenram
contra as tendencias ambiciosas dos rao-
cezw, em beneficio da paz europea, ja na
Santa Allianga, ji em accordos posterioras
feitos em vista do interesse geral, pardo
ram com o lempo a sua acgo e o seo va-
lor d i forma que a Alemania teve que de
fender-se solado e s contando com a pro-
prias forgas e recorsos contra a Franca.
Um esforgo lio colossal orno o q fazemos nao pode nem deve fazer-se todos
os das; por conseguate vemo-nos preci-
sados de adquira garantas materaes para
a seguranga da Alemanba con'ra os ataques
qie Ihe podem vr da Franga, e garantas
ao mesmo tempo para a paz da Loopa,
que nenbum damno pule espirar por par-
te di Alemanba Eslas garantas aao la-
vemos de pedi-las a om governo proviso-
rio da Franga mas propria Frang qoe
lem mostrado qoe est pr -mota a seguir o
seu governo, qoalqner que seja. as
contra nos,- como o prova a serie de i
ras aggressivas feitas de ba dona seceJos
pela Fianga contra a Alemanba.
Eis aqoi porque as nossas condigoes de
paz devemos procorar nicamente tonar
muito difBcil Franga orna forte aggrtssab
contra a fronteira alleroaa e sobretodo con-
tra a fronteira da Aliemanha do sol, sea
defeza at hoja, tratando de separar esta
fronteira e pr consequenca o ponto de
partida dos ataques francezes, dando i Ale-
manha como baluartes defJeo ivoa, as pra-
gas fortes com o auxilio das quaes a Franca
nos ameaca. Procorai.. se fordes mter-
roga.io, exarmir-vos no sentido desta do-
cumento De Bismirk.
Miaux, 16 de setembro de 1870. Ce-
nheceis a circular qoe Mr. Jutas Pavie di-
rigi aos represeataoies da Franca eoes-
irangrtiro em nome dos possuidoret de
poder em Paris. e qoe se intitulan governo
da defeza nacional.

ffYmiwnf m ial
TYP- PO PIERIO -*tA [)0 PUQd DI CAXU*.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2XTM0R8H_OEDI2B INGEST_TIME 2013-09-14T04:21:33Z PACKAGE AA00011611_12249
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES