Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12248


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Full Text
Wm KLVI. NUMERO 244

QUINTA KWA 27 DE OUTBRITDE 10
PABA
Por tres diaiidos
Por i;n .
Poruui anno Mein.. .
Cada iUlC.o vfeiae .
CiPiTAl E 1GAKBS 0KD lAfl SiSfACA FOHTL
6,$000
320

Ror tres mezes achantad*- .
eis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por um anno idem .

'
. !

I *

PAflA^ssiTRO E FOBA DA PHOYIKCIA.
......
.
..........J

6|7I
131500
20U50
271000
BUCO.
Propriedade de Manoel Pigneira de Faria & Filhos.
SAO ACKIfTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos. no Para ; Gooplve Piolo, no Maranh5o ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Afatoni de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jot
Pereira d'AImeid, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos -Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino dos Santos Bnlc5o, em Santo Antao; Domingos Jos ds Costa Braga,
_____________________ 6m Nazareth Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins AIvm, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PMTE0FFICIA1.
J cuta*
ttovcrno da provincia.
EXPEDIENTE ASglCRADO PELO SXM SI!. DRSEMHAROA
DOl'. IXANCISCODG AS51S PBREl_ IlOCIIA, VICK-PRK-
SIDENTE,DA PROVINCIA, EM 1 DE CUMIO DE 1670.
L* se-gao.
N. (.Dito ao Exm. Sr. penen! eommandante
da3 armas.Tendo nesta dita approvalo provso-
riarm;ute, a tabella consiaole da copia junta do
arbitramento la etipe. para a* praea* do exercito
e da guarda nacional destacada nesta provincia,
e da farragem para a ca val hada d^ deposito de
iosirucglo na semestre que tem do csrrer de ja-
lao a dezembro d ;$ie auno, co:n a modificarlo
porm de ser elevada a IjOO di irlos, confirma
indicoo V. Exc. em sua iaforuiaglo de 31 do maio
ultimo, fo'i n. 291; assim o cummunieo a V. Exc.
para seu confieeimento e los convenientes.
N. 4.Dte ao engenheiro militar Mande Vmc.
proceder rom urgencia os concert-" necessarios
as estivas das enxias do deposito especial de ios
trcelo qne se-adum arruinada', com solicitan
<> brgadeiro eommandante das armas era officio
de 31 de raaio ultimo, sob n. 193.
2.J scelo.
N. 5.Circulares aos enmmandaatea superiores
dos municipios da provincia.K' inn grato, cum
prindo o aviso do ministorio di justica de 19 de
maio prximo (indo, reoommendar a V. S., que fa-
ga patente a guarda nacional sob seu o e-ominando
Hipen if o voto de louvar a gratiie.ago que a C;.-
mar ao* Srs. deputados deliberou tasa condigna
da na asta de suas soasos, aos guardas que at
o brluate feito darn.as do de margo, honroso
terrro da guerra provocada pelo ex-presideole da
repblica do Paraguay conquistaran! para a pa-
tria_ gloria imperecivel.
N. 8Officio so eommandante do enrpo provi-
sorio de polica.Mande Vmc. apresantar diaria-
OMIte ao juiz de direito da 1* vara presidente do
tribunal do jury, emquanto durar a sesslo que
deve Ronir*M amanhaa a guarda que de costu-
raeir para dito tnburr.il.
N. '.).Portara.O vice presidente da provincia
conformando-se com a proposta do chefe de poli-
ca, em officio n. 743 de 16 de maio ultimo, re-
solve a bem do fervico publico, que todo o termo
que forma a freguezia de Nossa Ssnhora dos Mon-
tes, creada pela lei provincial n. 844 de 23 de maio
de 1868 pertencente ao districto da subdelegada
de Carsuipe, liqac sujeitc ao delegado do termo
de Agua-Preia de que faz parte dita freguezia.
3" secglo.
N. 10.Officio ao inspector da thesonraria de
lazenda.Coinmuiiicj a V, S. para sea conlieci-
mento e diieccao, que pelo governo imperial fo-
ram aoprovadas as delibarac5es tomadas por esta
presideuea de mandar que' s continuasse a pa-
gar as etapes que vencerm os oflkiaes constaa-
tes da inclusa relacao em virtude do decreto n.
12o'i de 8 de julho de 1863, visto ostarem taes de-1
libera>.'oes de accordo cora a imperial resoluoao de
29 de Janeiro deste anno.
N. 11.Dito ao niesmo.Em vista da folha e
pret juntos era dup'icata, que me remeiteu o bri-
,'adeiro commaodaote da armas :om o officio de
hoje, sob n. 293, mande V. S. liquidar e pagar os
vencimentos dos offleiaes, pravas e calcetas em-
pregados no deposito do recrutas, sendo os do9
olficiaes e calcetas relativos ao mez de maio ulti-
mo, e os das pracas a 2* quinzena do mesmo mez.
. 12.Dita ao niesmo.Se nao houver incon-
veniente, mande V. S. pagar ao gerente da Com-
panhia Pernambucana, que assim o sollicita no in-
curso requerimento documentado, a quantia de
914870 proveniente do passagens e comedorias
dadas por conta do ministerio da guerra, bordo
dos vaoores da mesina corapanhia Caruripe e
Maniah, as viagens que zeram em abril e
maio deste anno.
K. 13.Dito ao mesmo.Depois de liquidados,
era vista da folha e pret juntos em duplcala, que
me remetten o brgadeiro commandaue das ar-
mas com olico de hoje sob n. 291, mande V. S.
pagar os ven:-mentos do official encarregado d3
deposito de prisioneiros de guerra paraguayos e
dos mesmos piisioneiro-, sendo os daqcelie relati-
vos ao mez de maio ultimo e os desles 2* quin-
cena do mesmo mez.
N. 1 i.Dito ao mesmo. Mande V. S. liquidar
e pagar, em vista da foiba e pret juntos em dupl-
cala, que me remellen o commandante superior
deste municipio, com ollicio de hoje sob n H6, 09
vencimentos dos offleiaes e pracas do 2o batalhao
de infamara aquartelado no Hospicio, sendo os
do oQeM relativos ao mez de maio ultimo, e os
das pracas 2' quinzena do mesmo mez.
N. lo.Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. os in-
clusos requerimentos em que o furrieis do ex-
tracto corpo de voluntarios da patria n. 42, Lou-
renro Ferreira Alves de Miranda e Francisco Zo-
rp.-rtjo Nepomucano, pedera pagamento dos ven-
cimentos que deixarara de receber na corte, rela-
tivos ao trimestre de abril junho, do anno pr-
ximo passado, alim de que mande realisar essas
dividas como restos, a pagar daqpelle exercicio, de
conforindade com os pareceres da contadora des-
sa thesourara, que se referem as suas iuforma-
qSm de 28 de maio ultimo, seb os. 374 e 379, fa-
zendo quanlo ao primeiro mengao das faltas que
ioraoi notadas no respectivo titulo, para que o go-
verno imperial decida es?e respeilo o que en-
tender conveniente.
N. 16 Dito ao mesmo.Tendo nesta data auto
risdo o teoente de engenheiros cncarregado das
obras militares a mandar proceder com urgencia
aos concertos necessaros as estivas das cocinas
do deposito especial de instrucfao que se acham
arruinadas, como declarou-me o commanlante
das armas em officio de 31 de maio altimo, sob n.
292, assim o coraraunico V. S. para o 9eu conlie-
cimento.
N. 17.Dito ao mesmo. Transmiti V. S.,
para os devidos Ims, os ttulos jautos do juiz mu-
nicipal e de orphaos Jos Climaco do Espirito
Santo e Antoaio Paalno Cavalcanie de Albuquer-
que. removendo este do termo de Baiaue para o
de Caruar, e nomeado aquelle para o do Buique.
N. 18.-Dito ao memo.Comomnicando oExm
^r. ministro da guerra, em aviso de 21 de maio
ultimo, haver sollicitado, na mesma data, do m-
nislerio da fazenda a expedido das ord'ens para
s^r augmentado cora a quantia de 49*500 o ere-
dito concedido essa thesourara para as despezas
do IIObras militares, aflra de occorrer ao
pagamento da despeza Ma cora os concertos da
oberta do propro nacional era que reside o direc-
tor do arsenal, assim o declaro V. S. para o sen
conbecimento era addilamento ao sea officio de 5
do mez passado, pelo qual autorsei, sob mioha
re?ponsabilidade, o pagamento dessa despeza.
Is". 19.Dito ao mesmo. Transmillo V. S.,
para seo eonhecimenlo, a inclusa ordem do tribu-
nal do thesouro nacional sob n. 92.
N. 20.Dito ao mesmo.Declaro V. S., para
seu conhecimeoto e aflm de que o Ia?a constar
quem competir, que, segundo o avi90 junio por
. do ministerio da fazenda, de 14 de maio ni-
tral:, os chafes, que de einformidade com a or-
dsm do thesouro nacional, sob n. 82 da mesma
data, sao remov loe de urnas para outras secrjus,
devem aprenjntar 00 thesouro os decretos de suas
nomeaQOas para serem convenientemente aposti-
lados.
N. 21.Dito ao mesmo.Transmiti por copia
V. S., para o seo conbeeiqaeolo e Sos convenientes,
o aviso do mincitorio da fierra de 19 de maio nl-
ti[ira^pprovd'q ^ pifaineato que, mediante fiao-
j ;a idnea, maadei effecluar ao soldado do extincto
53" corpo de voluntarios da patria, Joaquim R>-
Jrigues dos Sanios, do premio de 30J000 que
deixnu de receber na cune.
. N- 22Dito ao inspector da thesourara provn
vincial.Nao obstante a informApao que fez V. S.
era sua informacao de 17 de iiiar^o ultimo n. 170,
ao pagamento do alu;uel da casa que servio de
cadeia no termo do Papaeac a contar de 18 de
abril prximo passado a 16 do Janeiro altimo, re-
coinraendo- Ihe que em vi-la do incluso recibo, e
do que expoz o delegado daquelle tormo, na infir-
njajQ junta por copia ea que se refere a do che-
fe de polica de 4 de abril prximo findo n. 69'3,
mande elTectuar esso pagamento a Manoel Bib iro
Bastos na imoortancia.de &9.
N. 23.Dito ao mesmo.Inleirado quanto V. S.
expoa em seu ofli ;io do 28 de maio ultimo sob
11. 333, a que vieran] annexos as proposlas qao in
clusas devol/o, tonho a dizer em respoctaque pd.-
mand ir despender at a quantia de 2:000 com a
ai-quisicao dii objoetos necess^rios a essa repart-
cao e o retoque da pintura de algumas salas da
mesma.
V 24.Dito ao mes-no.Autoriso V. S. nos
termos de sua informacao de 27 de maio ultun
sob n. 331, a mandar que Juvencio Antonio Gaia,
*eja relevado da multa em que incorrau por nao
ter averbado no consulado provincial dentro de 30
dias a transferencia da casa de dous andares siti
a ra das Trincheras u. 48, no bairro de Sanio
Antonio desta cidade.
J- 2->. Dito ao chefe da repartido das obris
publicas.Mande Vmc. orgar a despeza a fazer-se
com o aterro do canal da ra do Riachuelo de que
trata a 3ua informacao de 20 de maio ultimo sub
o. 180.
N. 26.PortaraO vice-presidenle da provin-
cia attendendo .10 que reqnereu o eitor-coiifareo-
te do consulado provincial Francisco Jos Alvos de
Albuquerque, resolve d9 conlormidade cora o di*.
posto na lei provincial n. 920 de 18 de maio ulti
mo, conceder-lhe um anno de lcenja cora todos
os vencimentos para tratar de saa sade e onde
Ihe convier.
4* seceo
>'. 27.Officio ao Exm. Sr. ministro do irape-
no.N. 51.Pasto as maos de V. Exc. para ser
tomado na consideraejio que merecer o incluso re-
querimento documentado em que Antonio Maria
Marques Ferreira estabele:ido cora botica nesta
cidade pede a S. M. o Imperador a graea de con-
ceder-lhe licenga especial para continuar a ter
aborta a mesma botica.
N. 2dDito ao Exm. Sr. ministro da agricnltu
ra, comraercio e obras publicas. N. 49. Em
observancia ao aviso do Io de junho de 1868 e 27
deoutubro do anno passado, passo as raaos de V.
Exc. em addtament > ao otDcio desta presidencia
de 20 de novembro ultimo sob n. 97 o incluso
mippa da populaciio da freguezia Je Santo Anto-
nio desta cidado que me remelteu o Dr. chef de
polica com ollicio de 30 de maio prximo lindo
sob n. 808.
N. 29.Dito ao presidente da provincia da Cea-
r.Era resposta ao otlieio de V. Exc. de 21 do
mez (iodo sob u. 18, tenho a agradecer a prora pti
dio cora que o delegado do districto do Jardim
nessa provincia prestou-se areqaiscao do delega-
do termo de Saigueiro nesta provncia para auxi-
liar a captura de varios criminosos.
N. 30.Dito ao Exm. Sr. desembargador pro-
vedur da Santa Casa da Misericordia.Em vi.-ta
de sua informacao de 28 de maio prximo findo
sob n. 2693, autoriso V. Exc. a arrendar por mais
6 annos a Rodrigo Piolo Moreira a casa que oc-
cupa a ra Nova n 27 perlencentes aos e?tabeleci
meatos de caridade sob as cendicoes mencionadas
na sua citada informacao.
N. 31.Dito acamara municipal do Recife.De-
claro acamara municipal do Recife em resposto ao
seu officio de 18 do mez prximo Ando sob n. 36,
que aprovo o orcamentona importancia de 423o00
para o calcamenti de que precisa as estralas do
matadouro publico na parte que actualmente se
acha sercada, e concedo a autorisaeao que pede
a mesma cmara para despender aq'uella quantia
com semelhante obra.
N. 32.Dito ao engenheiro fiscal da estrada de
Ierro.Para cumorimento do aviso da repartic/io
clusa inf irraacao ministrada pelo chefe da repar-*}
tigao da* obras publicas em30- d'aquelle mez, sob
n. 147 acerca do requeriraontoqoa loutj devolvo
do coronel Jos Civaleaoti Ferraz d A*evedo, que
acompanhnu o seu citado offino
N. 41.Dito ao raa*mo.N. 117.S. Exc. o Sr.
vicepresidente da provincia, manda trao9Uiitiir
por copia a V. s., a lim de ser aubmetlido a clo*
sbjjirac/w da asembla legislativa provincial, nao
so o requerimento em que Vcenle Ferreira da
Costa depois de fazer co'esideracdes acerca da
eoostruccao do caes da ra de Riachuelo, manda-
do contratar com o sapplicaMe pela lei provincial
n. 886 de 12 de junho do anno prximo passado e
da conservacao do respectivo canal, se propoe
atrralo mediante as condiriies constantes do
mesmo requerimento, mis tambera a nfjrmacjio
que a esto respailo ministrouo chefe da reparticao
oas obras publicas a quem recommendei que man-
dasse orgar a despeta a fazer se com esse Iterro.
N. 42.Dito ao mesmo .\. 138.-De ordem de
3. Exc. o Sr. vice presidente da provincia, trans-
mito por copia a V. S. acompanhado de iaforma-
cao da thesi.uraria provincial de 27 de maio pr-
ximo linJ 1 sob n. 327, para sr presente a assem-
bla legislativa provincial, afn de tomar a dovi-
da c^nsideracao, o incluso officio de 12 de abril ul-
timo 40i que o juiz de direito da comarca de Ca-
brob, pede um auxilio da quantia do l:00i)000
para as obras de uiua greja que se est erigindo
oa villa de Granito ^.ara se celebrar o santo sacri-
llcio da missa e outros actos, cuja planta vai anue
xa o cilado officio do juiz de direito.
N. 43.Dito ao director interino da instruccao
publica.3. Exc. o Sr. vicepresidente da provin-
cia tendo, por deliberadlo desta data e em vista
do seu officio de 27 de maio prximo, sob n. 160,
resolvido conceder a exoneracao que pedio o ba-
charel Francisco Soares de Brilo Jnior do cargo
de delegado Iliterario do districto do Ourcury e
noraeado.para o substituir ao cidado Joaquim
Leonel de Alencar ; assim o manda communicar
a V. Exc. para seu conhecmento, enviando-lbe o
titulo do Humead 1 para ter o conveniente destino.
N. 44.Dito ao inspector da saude do porto.
De ordem de S. Ezc. o Sr. vice-presdente da pro-
vincia communico a V. S. para seu conhecimeuto
que segundo consta de avis da reparticao do im-
perio de 23 de maio prximo lindo, nao podem ser
por emquaoto realisados por falta dos meios ne-
cessarios na lei do orgamontj vigente as providen-
cias solicitadas em seu olliao de 28 de fevereiro
ultimo, no sentido de melhorar o servico a sea
careo.
Qaetano Pmto de Vera*. Remettido ao Exm.
Sr. marecbal ci^inniaudante das armas para atten-
der au supplcntn. se nao houver inconveniente.
irctori do Monte Pi Portuguez. Junte a
supi.hcante cenido da veta da elsicao.
Krnesto Seres de Atevedo.Informe o 3r. co-
ronel commadsoie 'superior interino da guarda
nacila I do municipio do Recife. 1
, Dr. Joaqun OAquino Fonceca.Remoltido ao
",r'iC*rtll ^ l>"r'" Par* ra',n('ar certificar.
Jos Maria das Dores. Seja posto em liber-
dade.
Joao Kantista. G>mes Penna. Iudeforido em
vista das luforinncoas.
Teoente JilvDeoclecio da Silva Pauia Conce-
da-se a lcenca nos termo do regulamento do
corpo e a passagera no transporte de guerra pa-
gando o supplcaote as comedorias.
Jos Mcndesjle FreiUs.Ao Sr. engenheiro che-
fe da reparticao das obras publicas para orear a
obra e cnristruir-se na forma esta informacao.
Dr. Manoel Teixeira Palilo.Junto ao r'eque-
rimeate a que alluiem os supplicantes volte ludo
ao Sr. inspector da thesourare le fazenda.
Mara Adelaida de Birros e Silva. Passando
recibo, entregese os documentos.
Tioaaz Antonio de Gouva.O supplcante vai
ser remettido para o termo de -Avua Preta, para
onde fui ovocada o respectivo proce*so.
tinha na maor consideracao os servaos
Ja agricultura, comraercio a obras publicas de 23
de maio prximo lindo, informe Vmc. com brevi-
dade acerca do que pede no incluso requerimento
o capiio Belrairo da Silveira Lins, ficauio ceno
de que nesta data peco igual informacao ao supe-
rintendente dessa estrada.
N". 33.Dito ao superintendente da estrada de
ferro.Para dar curaprimento ao aviso da repar-
tas di agricultura, comraercio e obras publicas
de 23 da maio prximo findo, informe o Sr. supe-
rintendente da estrada de ferro do Recife a S.
Francisco cora brevidaie acerca do que pede no
requerimento junto por copia o capito Belrairo da
Silveira Lins.
N. 31. Portara.O vice-presidente da provin-
cia em vista do officio do director geral interino
da instruegao publica de 27 de maio prximo lin-
do sob n. 160, resolve conceder a exoneracao que
pedio o bacharel Francisco Soares de Brito" Jnior
do cargo de delegado litterario do districto do
Ouricury.
N. 33.Dita. O vice-presdente da provincia
em vista do officio do director geral inieriao da
instruefao publica de 27 de maio prximo findo
sob n. 160, resolve nomear ao cidado Joaquim
Leonel de Alencar delegado littorario do districto
do Ouricury.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDE-
RICO DK ALIIEIDA E ALBUQUBnQUE, SECRETARIO DO
GOVERNO, EM O Io DE JONHO DE 1870.
i' seceo
N. 36.Officio ao Exm. Sr. general commandan-
te das armas.S. Exc. o Sr. vice-presdente da
provincia tendo autorisado o arsenal de guerra a
mandar concertar osobjectos constantes d) pedido
do commandanle da fortaleza do Brum; assim o
inunda communicar a V. Exc. em resposta ao seu
officio desta dala sob n. 213.
2 seco.
N. 37.Officio ao juiz de direito dal* vara.De
ordem do Exm. Sr. vice- presidente da provincia
communico a V. S. para os devidos los, que flcam
dadas as convenientes orden s no sentido de Ihe
ser apresenada a guarda de que trata o seu offi-
cio de 30 do mez Qndo.
N. 38Por esta secretaria se communlca ao Sr.
bacharel Jos Jos Climaco do Espirito-Sanlo, que
foi remettido para a thesourara de fazenda, alim
de serem Mtthfeitoi os direitos e emolumentos de-
vidos do sen titulo de nomeacao para o cargo de
juiz municipal do termo da Buique. Igual ao Sr.
bacharel Antonio Paulino Cavaleante de Albuquer-
que quanto ao de remorlo para o de Caruaru.
4" secgao
N. 39.OfHsio ao Dr. Francisco Teixeira de S,
1 secretario da asserabla legislativa provincial.
N. 135.De orlem de S. Exc o Sr. vice pre-
sidente da provincia transmiti por copia a V. S.
acompanhado de informacao da thesourara pro-
vincial de 24 de maio prximo finio sob n. 319
para ser presente a asemb!a legislativa provin-
cial afina de tomar em consideras*), o inclu-nlli-
en de 4 daquelle mez em que a cmara munici-
pal da villa da Escada cxpde a necessidad; que
ba de ser quanto ante; nivelad* o cmp3drad.i a
estrada da estacao da liaba frrea anaella villa.
N. 40,-Dito ao mesmo.X. 136.De ordem de
S. Exe. o Sr. vice presidente da provincia trans-
miti por copia a V. S. em respostavao seu officio
de 23 ie margo prximo dudo sob n. 67 para ser
prqseute a assembl legislativa provincial a in-
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 19 DE OUTUBHO
DE 1870.
Barharel Antonio Annes Jacome Pires.Infor-
me o Sr. inspector da thesourara de fazenda.
Americo Vespucio de Hollanda Chacn.Infor-
me o Sr. inspector da thesourara de fazenda.
Antonio Aquilioo da Cosa Cabral.Informe o
Sr. director interino do Asylo de Mendicidade.
Antonio Luir de Andrade.Dirija-sa ao Sr. ta-
nente-corouel commandanle do corpo de polica.
Cecliano Mmele Alvos Ferreira.Informe o
Sr. engenheiro chefe da reparticao das qbras pu-
blicas.
Caodida Mara Rosa.Informe o Sr. director ge
ral da instrucclo publica.
Candido Moreira da Costa.Avista do documen-
to, conceda-se a lcenca nos termos dj despacho
de N de sotembro prximo findo.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Ignez Maria de Mello Reg.Informe o Sr. pro-
vedor da Santa Casa re Misericordia.
Tenente Jos Francisco de Paula Velho.Pas-
sando recibo, sejam entregues os documentos.
Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca.Expeca-se
ordem.
Jacintho Jos de Andraie.Dirija- se ao Sr.
marechal commandanle das armas.
Dr. Manoel de Figueira Faria.Informe o Sr.
inspector d\ thesouraria provincial, indicando a
quantia necessana.
Ricardo Fonseca de Medesja.A' thesouraria de
fazenda, com officio d'esta data.
Silvino Claudino de Albuquerque Sobreira.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
20
Alferes Apolinario Loiz de Carvalho.Passe.
Alferes Antonio Pereira da Bocha.Seja aggre-
gado ao primeiro batalhao de reserva do munici
pi d'esta capital.
Companhia Pernambucana. A' thesouraria
provincial, cora officio d'esta data.
Empreiteiros dos tnllns urbanos do Recife
Apipucoi.Dirijam-se cmara municipal d'esta
cidade.
Francelino Pereira de Ohveira.Informe o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Francisco Apoligorio Leal.Conceda-se com or-
denado smente.
Francelina Forjas de Lacerda.Revalide o do-
cumento que juntou sem estar sellado, e volte
querendo.
Jos Aqgusto de Araujo.Conceda se o praso
improrogavel de oito mezes. Quanto o mais din-
ja-se ao Sr. engenheiro chefe da reparticao das
obras publicas.
Jos Antonio da Cimba Guimaraes.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Joaquim Alves da Silva Santos.Nao pode ser
acceito o offerecimento do supplicante era vista da
informagao.
Padre Jos Vaz Guiierres Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Padre Jos Vaz Guiterrcs. Informe o Sr. the-
soureiro das loteras.
Joaquina Maria da Ccnceicao. Entregue-se-
lhe passando recibo.
Jos Antonio de Arruda.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria proviocial.
Tenente Jos Ignacio Ribeiro Roma.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Leovelgida Maria da Silva Cordero. Entre-
gue-se-lhe.
Manoel Joaquim de Oliveira.Indeferido vista
da informarlo.
Manoel Bezerra dos Santos Jnior, Indefer do
vista da imformacao.
Bacharel Pedro Gaudiano de Ratis e Silva J-
nior.A thesourara de fazenda com officio desla
data.
Teneute-coronel Thomz de Aqnino Cavaleante.
A' vista das informagoes seja enea rapada a obra.
Tarquiaio Camillo Alves Clareao. Informe o
Sr. capito do porto.
Basilio Jos de Araujo.Informe o Exm. Sr. ma-
rechal camraandante das arma?.
Antonio Pedro da Silva.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
M irianua de S. Jos Cavaleante.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica ouvindo o subdelegado de que
se trata.
21
Antonio Pedro da Silva.Informe o Sr. inspcc-1
tor da lliisonraria de faz-soda.
Alferes Antonio Deocleeio Gonzapa. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio dos Santos Vital.Volte ao Sr. regodor
de gyainasio pafa declarar se ha sobras que pos-
sam ser applicada3 ao sustento do lho do snppli-
cante e da dutras, a quom a le 96i concedeu
igual favor.
Antonio Jos Pestaa.A' vista do documento
que jauto o supplicante como requer.
Aunada Costa^Ramos.Pa'sando rMib) scjsm
euirejjHM,
PERAMBUCO.
EEV1STA DIARIA.
AUTORIDADES POLICIAES.Por prtarias da
presidencia da provincia, de 21 e 23 do correte,
foram nomeados: subdelegado do districto do
Riacho de S. Domingos, do termo de Villa Bella,
Manoel A'exan Ir da Silva; 1. suppksnte do
delegado de Villa Baila, Aodrelino Pertira da
Silva.
GUaRDA NACIONAL.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 23 do correte, maniou-se
dar guia de passagem para o municipio de Gara-
nhuns, ao espita > da 2* corapanhia do 31 bata-
lhao de infamara do municipio de Tacarat, Jos
Peregrino de Miranda.
GYMNAS10 PROVINCIAL. Por portara da
presidencia da provincia, de 22 do crrenle, fui
removido da I' para i' cadeira de geograpbia a
historia do gymnasio provincial o Dr. Antonio Ran-
gel de Torres Bmdeira ; e foi nomeado para a 1*
o Dr. Manoel de Figueira Faria, professor do ex-
tincto corso comraercial.
IXSTP.UCCO PUBLICA.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 21 do correte, foi re-
movida da- cadeira do instmego primaria de
Sanl'Anoa do Chaceo para a do Ex, o professor
Chilon Heraclto Peixoto e Silva.
LICEXCA.Por portara da presidencia da pro-
vincia de *22 do corrale, leve licenga de seis me-
zas, para tratar de seus negocios particulares, o
capito do 3 bataluo de.infamara do municipio
do Recife, Frauclsco Antonio de Assis Ges.
ORDEM CARMELITANA. ;Enviam-nos o se-
gnnte :
t Assistiraos fe3ta dos terceiros carmelitas, no
da 13 do correte, e nao podemos deixar de le-
var ao publico o rigosijo que tiveraos por vernios
tanta ordem e Liagnificencia. Procedessem assim
todas as ordens e confrarias, que o culto divino
chegaria ao auge de grandeza que Iba devido.
Os terceiros carmelitas sao dignos de todo o
elogio, pelo modo conveniente porque tem dirigi-
da os negocios de sua ordem : e porque ? porque
a s.ia dviza tem sido a unio. Deas os ajude a
irilhar sempre a senda do verdadeiro christao.
Um espectador.
CLUB POPULAR.Hoje haver sessao. Ordem
do da : revista de joroaes pelo Dr. Nobre ; pre-
leccao sobre direito natural pelo Dr. Figueiredo.
Entrada franca.
NOVA CONVENT.AO POSTAL. Tendo sido
promulgada a conveogao postal entra o Brasil e os
Estados-Unidos, a administrar > do correio desta
provincia comecar a expedir malas para S. Tho-
mz e New-York, a comecar do 1 de outubro,
na forma estipulada.
As cartas pagarn previamente, isto ao strem
postas no cnrrtio, a taxa de 300 rs. por quinte
gramma ou fraegao quo accrescer, ficando assim
pagas todas as despezas at o lugar do deslino ; e
os joroaes pagarlo tambem previamente a taxa de
60 dias por cada um, e esta mesma laxa por cada
30 grammas ou fraega que accrescer de outros
impressos, papis de msica, gravuras, lythogra-
phas. photogrnphia, desenlies, mappas e planos.
Osjornae que vierem dos Estados-Unidos con-
tinuarlo a pagar, no correio daqui 40 rs. por
exeaaplar, assim como lodos os artigos cima
mencionados. As cartas, porra, serlo hvresde
qualqner paga.
ESTRADA NOVA.Moradores deste lugar se
nos qneixao dos mios tratos que urna senhora ahi
residente d urna sua escrava j de iiade avan-
gada. Chamamos para isso a atlengao da autonda-
de competente.
COMARCA DE PAO D'ALHO Ioformam-nos
que no lugar Capoeiras, desta comarca, anda ura
grupo de ladroes que nada poupara. Do Dr. de-
legado de polica esperam os moradores desse lu-
gar providencias.
MONTE PI POPULAR PERNAMBUCANO.
Esta sociedade rene se no da 23 do crreme e
elegeu para cirector no anno de 1871 ao Sr. Dr.
Manoel Francisco de Barros Reg, por ama grande
maioria. ,
INSTITUTO ARCHEOLOGICO E GEOGRAPHI-
CO.Reuoe-se hoje em sessao ordioana.
GENERAL FONTES. O Sr. tenente-coronel
Decio de Aquioo Fonceca, era nome da guarda na-
cional do municipio do Recife, dirigi a seguiote
feliciuco ao Exm. Sr. general Joaquim Jos Gon-
galves Fontes, na occasiao do seu embarque para
corte :
c Exm. Sr. geoeral Fontes.A guarda nacio-
nal do municipio do Recife, faltara ao mais rigo-
roso'dever, se deixasse de agradecer a V. Exc. o
aprego e consideracao que V. Exc. a prouvesem-
pre dirigi-la. E, neste momento, que V. Etc. se
retira desta proviocia, que o ama de coracao, pe-
las maneiras attenciosas e cheias de bondade com
que V. Exc. dignou-se tratar tolos, ella vem di-
zer o seu adeus de despedida, e certificar Y.
Exc. que os pero trabcanos nunca esquecerao o
valente general e amigo dedicado, que soobe cap-
tivar seas coragoes agradecidos.
c Pela minha parte, Exm., Sr. genoral, pelos of-
ficiaes e pracas. do batalhao que mraerecidamen-
:e colimando, s' temos a patentear a Y. Exc. os
nossos mais firmes protestos de subida eslima,
respeilo e considoragao, anhelando nos, como lo-
dos os pernambucanos que ventos propicios con
duza V. Exe. com a raelhor saJe ao lugar que
que o governo destinar I I I
Nessa oeca'ilo offoreepu o mesmo Sr. lenle-
coronel, em frente d^ toda a sua oBkialidade tim
rico rainalhete de flores naturaes preso por uraa
larga fita branca, bordada e franjada doro, em
qne se liam : em urna poataAo Exm. Sr, gene-
ral Fontes, e na outraP/o oKialidade do 1 ba-
talhao ie artilharia da guarda nacional do mu-
nicipio do Btcife.
S. Exc. agrdeceu eora verdadeira emoli .a,
offreadM se exprina* do 'segaioto modo ; q,uo
dos pela guarda nacional
las inequvocas provas de considesago (|ue sempre
Ihe prestou a besma guarda nacional e todo o po
vo peroarabbcano, a quom ser eternamente
agradecido.
VIA FRREA DE OLLNDA.Pedem-nos para
lembrar a directora desta empreza que embele-
ca uro Irem que partii do Recife para Olioda s
9 1/3 horas da ooute. votando dalli s 6 da ma-
nha, a coraegir do 1- de novembro, o que per-
mitlir crescido numero de pessoas empregadas
no comraercio o uso de banhos salgados. Adian-
do justo o pedido, entendemos que deve ser atten-
dido pela empreza.
CASTIGO PROHIBIDO. Remettum-nos o se-
grate, pedndo sua publicarlo :
o Algumas pessoas que tem ouvido o castigo de
palmatoadas que a professora publica da ra do
Mrquez de Olrada empreg.i para com as suas
discipulas, e o methodo de que usa para argu-
mentos, segundo se onve, pedera a essa senhora
que seja mais dcil para suas aluinnas. J nao
estamos na poca em que se costumava encaixar
na cabega as creaBgas o ensino forga de pal-
matoados ; o ensino dcil o mais proveitoso,
principalmente para com mancas do sexo femeni-
no. Esperamos que este nosso pedido ser tido
em consideracao, pois horrivel ouvr-se sampre
o pranto das creangas de mistura com o estalar
da palmatoria 1
LOTERA.A que se acha venda a 167* a
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe
nba, que corre no da 31.
f^JZXaZT '"'"Pendencia liberal tragar, Imb-.s qt*
..?!/ i? lgrl0pe' "ripias, tioba scisaci.'plena do pn^o i
i coasidesseai que sempre uarado^cmira os autores de tio JmieZmZ
sabia que iam ser pronun iados pelo dioo detaga-
do de polica d'aquelle termo, o capillo Jotf> Saa-
_____C0MMUN1CAD0S.
Collaborapo.
X
Ficoa patente daanalyse que! fizamos dos escrip-
tos e declaragSes dos Drs. Estevao, Santos Mello e
Ramos, que nenhum destes Srs. opinou pelo enve-
nenamenlo em quanto os symptoma* eram para
elles apreciavei?, que a probabilidade ou quasi cer
teza com qne elles opinam post mortem pelo enve-
nenaraento qao fundada em juizo medico, qne
assim opinando hoje condemnam a sciencia, ou se
fazem cumphee do crime ; qne, finalmente, nio
se devia dar preferencia ao juizo de hoje (post
mortem e baseado em deelaragdes obtidas por tor-
toras) ao d'ento em quanto os symptomas eram
apreciavei* e podiam ser combatidos.
A polica, pois, entre deelaragdes to pouco fun-
dadas, entre o juizo incerto, incoherente e contra-
dictorio desses mdicos e os dos Drs. Sarment e
Aquino que assignavam a causa da morte boje
como liontem, sustsntando sempre o seu dyagnos-
tico, nao havia que hesitar, anda mesmo pondo de
lado o maor saber, pratica e renome de uns sobre
outros.
Ante a polica, assim como ante a razio escla-
recida, as deelaragdes dos Drs. Sarment e Aqui-
no diagnosticando a molestia a que succuinbram
os finados Joao de S e Dr. Victoriano, deviam ser
mais vabosos do que a daquelle que, repellindo
durante a molestia a idea de enveneoamento, vem
depois declarar impvido que pelo que tem occor
rido depois inclina-se a pensar que a morte podia
ter resultado de envenenamento I ah daquelle
que repellindo a idea e envenenamento diagnos-
ticando molestia enebral, e receilando prepara-
goes arsenicaes, vem depois declarar que os do-
entes suecumbiram a aegao de um veneno vege-
tal e deconhecido, d'aquelle, finalmente que nao
chegando nunca conhecer a molestia, embora
receitasse frequentemente, e repellisse tambem a
idea de envenenamento, vem depois declarar
que o sen espirito esleve sempre em angustio-
sa perplexidade.
Nao basta dizer que as declaragoes do Dr. Aqui-
no sao pedantescas e que o Dr. Sarment se dei-
xou levar por elle I I
O que ficou averiguado das declaragoes dos m-
dicos na polica e nos jornaes foi que nlo houve
juizo nenhum medico scientificamente formulado
acerca do envenenaraeoto por parte desses tres
mdicos destnelos; sendo que por outro lado
houve a negarlo (L fado formulado por dous ou-
tros mdicos mu destractos. Nao era possivel a
hesitagao.
A preferencia devia ser dado ao juizo positivo e
nao ao contradictorio, incoherente, dubitativo, sem
cunho algom do juizo de perito.
A quasi certeza ou probabilidade nlo podia nas-
cer dessa incoherencia.
Nem mesmo agora a analyse chimica das visce-
ras feita na Baha vem dar razo aos tres mdicos
sobre os dons, visto que foi achada quantidade de
arsnico que, ter sido propinado durante a vida,
e determinado a morte, devia ter produzido symp-
tomas que nlo escapariam sua perspicacia e
sciencia, e esses symptomas nunca foram notados
por elles. pelo que s adraittiara a possibilidade de
urna substancia venenosa vegetal e desconhecida.
Ha muito que se Ihe diga ao comparar-se os
symptomas da molestia do Dr. Victoriano e a
adiada do arsnico no seu cadver ; muito que
esmerilhar o cogitar entre essa achada de arsni-
co a a ausencia completa e absoluta dos sympto-
mas que ello devia produzir ; muito que pensar
da ignorancia dos mdicos que nao conbeceram
esses tymplomas apezar de acompanharem a mo-
lestia passo passo, e terem conferenciado tan-
tas vazes, o que guardamos para occasilo oppor-
tuna.
Por agora cumpre-pos ainda continuar na ana-
lyse das outras provas apresentadas polica pela
famiiia S. Ser ainda o assumpto de outros ar-
ugos.
(Contina.)
PBLICACOES A PEDIDO.
A pollciide Cabrob calamnla.-
da pelo correspondente do Li-
beral.
Era urna correspondencia escripia de Cabrob
em data de 20 do passado e publicada no Liberal
de 23 do corrente, correspondencia esta que (bem
como outras anteriores) attribuida ao juiz muni-
cipal d'aquelle termo, se l o seguinte :
t A trauquillidade do termo de Cabrob, como
havia notado na minha ultima, deu luz aro
monstro horroroso, o assassinato do riosso infeliz
amigo, o dislaclo liberal tenente-coronel Satur-
nino Jos da /Silva, commandante do batalhao
d'aquelle municipio.
< Resida em sua fazenda seis leguas distante
da villa, cecupava-se no trabalho domestico, e indo
para o servico, em caminho recebeu dous tiros e
olio facadas, sendo urna d'ellas oo pescogo. >
< O tenente-coronel Saturnino nlo tinha inimi-
gos pessoaes era o chefe do partido liberal d'a-
quelle termo, mogo prndente e estimavel, e afin.l a
influencia real d'aquella freguezia.
t A polica surda aos gemidos da tinca t or
pkaos do illustre finado, nao se altera. O lempo
desoobeiri a verdale, e nao querendo adiantar
julzos. vou dizer somante ao administrador da
provincia que se compadeca dos liberaos do alto
serta i... >
1 E' at. ende se pode levar o odio partidario I
SartK o publico qao, qnando o eicriptor da
. o _
res de Mello Avellms, qne nao deseanem
lo nlo descobrio os criminosos, e alo os pvoeai.
instaurando inmediatamente o summariu criase
ex-officio t
Em data de 22 de setembro (a eorrespoadearia
liberal de 20) divergi o delegado de polica aV
Cabrob ura officio ao Dr. chela de polica um sa-
grantes termos:
< Tendo hontem concluido a nqnerieao a ata-
femunhas no processo que iaslaurei pela ni "
nato feito na pessoa do teoenle-eoronel Salar
Jos da Silva, e estando provado, que os
Frandsco Barbosa da Silva e Caetano Goaarre*
dos Santos foram autores do dito assas*iaaa>, a
nao podendo os conservar nest villa por falta a>
forga, e a casa que serve de cadeia nao ser safa-
ra, resolv manda-Ios para a cadeia do Saajawir
acompanhado das seta pracas qne o delegado de
polica dalli me havia foruc'cido, como eotaaaaai-
quei V. S......................;..........
Nao satisfeito com o resulta lo das primeis a>-
ligencias feitas, conlnuon o digno delegado a eo
Iher mais provas, e era 26 de selerobro dirigw ata-
da tira officio ao Dr. chefe de polica nos seguales
termos :
Contra o criminoso de tentativa de mor* Se-
rum! ) las de Barros, que eommaniqaei a Y. 3.
ter remettido para a cadeia de Saigueiro con os
dous assassinos do tenente-coronel Saturnia.) Jos
da Silva, tem apparecdo indicios de qae e ele,
lambem, um dos assassinos do dito tenente-coro-
nel ; assim como tambem se acha indignado Libe-
rato Soares da Silva, cunhado do assassiao Cae-
tano Goncalves dos Santos, os quaes de corarnaa
accordo flzeram o assassinato. Sobre Seeoaaaao a
Liberato, estou tratando de minuciosa- ndagaroe*
para instaurar-lhes o compleme prneesso.
i O ndgitado Libralo Soares da Silva, deaei
do assassioato, foi boraisiar-se na fazenda Jtt-
nan, o termo de Floresta, onde lera parales a
d'onde natural.
Um. prova exuberante de qne a polica de Ca-
brob se nao mostrou ndifTerente a tao brbaro
alteotado, se encentra nos repetidos offlems do de-
legado ao ebefe de poliria sobre este asampl.
Em 15 do passado ja' o delegado eoraraoaieava
ao chefe de polica, em addilamento ao seo ofneii
le 9. que tinha conseguido descobrir, qaa o aater
do assassinato do tenente-coronel Saturan Bra
ora aggregadodo mesmo teoente coronel, de aoatu
Francisco Barbosa, e qae conseguir prndele sa
villa s 7 horas da noite do da II, poneos anas
depois do crime.
i E entretanto o juiz municipal de Cabrob, lava-
do de odio poltico, se anima a eserever, esa data
de 20 de setembro, que a polica se amstrrrm
surda aos gemidos da nuca e orpkaos a 'Ilus-
tre victima t
Que f merecer pdera as inforataroes de ana
jniz to partidario, que residndo no termo a Ca-
brob, escreve correspondencias da ordem di ojee
publicou o Liberal de 23 do corrate ?
E este juiz pede com instancia ao governo im-
perial para ser reconduzido no mesmo carg), a
para o mesmo termo, onde elle e seo sogro sao
OpelN do partido liberal !
E bem pode ser que consiga o sea dse jo t
Tudo pode ser, sem ser milagre.
Resposta a mola.
Em um pequeo artigo um tanto burlesco, j
pelo seu titulo, j pelo seu contexto e j pela sea
assignatura, inserto oo Otario de boateo, son ao-
minalmenle, como advogado da familia S Albu-
qoeraue, interpelado para responder a duas aer-
gontas que me dirige sea autor, e qne Ibe forara
suggeridas pela leitura da denuncia dada por oa
raerabro daqaella familia o Sr. Loarengo de Si,
Albuquerque, conlra o Sr. len'-nte-eorone Gaspar
Cavaleante de Albuquerque tJcMa, a quem o mes-
mo imputa o envenenamento de seo pai e de sea
cui.li 11 e tio.
Antes de tudo nolavel o desembaraco, eao a
indecencia, com que um hornera de postean sccial,
e sob o peso de to horrivel accosagao, em vez ie
procurar desfazer ou ao menos aitenoar a iaapres-
sao resultante da dita denuncia em termos h:-bei
e serios, venha a publico nicamente para eontx
tar ao fiiho da victima a competencia para aV-
crancia-lo, como seu immigo capital, e descubrir
all erros do respectivo advogado, que qn.iado
mesnio reaes fossem, nada mais daran) do qne
um insignificante iriampho a vaidade e preteadida
sciencia dos seus.
Entretanto tomemos em consideracao as duas
perguntas do autor daMofioa.
I." ponto.
O Sr. Lourengo de S Albuquerqoe deve rom
effeito ser considerado raimigo e inimigo eaoMal do
Sr. tenente-coronel Gaspar Ueha ; sobre e>te mm-
to nao pode haver a mnima duviJa. Mas essaati-
mizade capital nlo provm, de certo, a eireun*-
tancia de ser aquelle, suecessor de sea pai ao plei-
to civel qne havia entre este e o dito teoente-cora-
nel ; este motivo de tal inimizade, se o desappa-
rece de todo diante do motivo muito mais real e
moosiruoso de ser o Sr. tenente-coronel Gaspar
Ucba reputado por elle como asiania 4e a
pai e cunhado. E se a nossa leaisiacao penal ai.
inhitie o filho de denunciar do enveneaador a
sen pai, apezar desta razio da gravissina iaiaai-
zade capital ; se antes ao pai e ao eoojnge n-
pressamente confere e de preferencia o direito da
queixar-se do assassino de sea Ribo oa do oalr
coDjuge, e isso exactamente pelo interesse mais
immsdiato que elles tem na sui ondemoaglo, na >
ser absurdo supnor-se que o recazo ao Hlbo ea>
razio da inimizade capital proveniente de pleito
clvel existente entre o seo pai e aquelle que o lo-
aba envenenado ?
Alm dsso o motivo mais real e mais grava
de inimizade capital boje existente entre o Sr.
Lourengo de S e o Sr. Gaspar Ucba, deve exis-
tir do mesmo modo ecoma mesma inteasilade
entre os mais prenles prximos daqoene, saa
mai, seas irmaos, seus tos e o dito tem-ni? co-
ronel, independentemente mesmo da existencia do
alludido pleito civel, alias extranho a aleona dal-
les, pois, que segando a nossa iepislagio civil tam-
b"m se considera como inimigo de algnea para
nlo poder jurar contra elle, o qut tem mar rutes
iuimigos da parte contra quem teria t jurar.
Ord. liv. 3, UL 38 7.
A prevalecer, pois, a doctrina do autor da aa
ftnanenhum dos prenles prximos das vico-
raas de um atroz assassiaal), sutu competente pa-
ra dar denuncia ou queixa contra o asas*ia. O
propro pai, se os envenenamento? tivessera ejoae-
gado pelo filho, as proprias esposas, nao leriam ul
direito,-e,ne alias o nosso coligo do processo ex-
pres-acnente lites confere no art.71
Ora, o que se deduz do qne temos ponderada e.
que sem eahir-se em absurdo e sewi turnar-se a
nossa lei penai contradictoria e al oaaaviva ;t aa-
tureza, nao se pode adiniltir coma aaabveda
habilidade para a denuncia on oaeiajde
crime commetlido contra pai, etc., atmamaa>
pital proveniente de pleito, como o nao a ">-
zade muito mais real e protones lanMaaia de aro-
prio crime.
Esse motivo de inhabilidade, s pele, aortaoto,
ter app^cacl) a estraooos oa


|t-


?
Diario de Vernambrico -h Quinta eira 21
le Outubro de 1870



i
'

aquMles; e a razo disto cMra, e vem a ser, que
quando entra estes e o denunciado existe inimi-
sade capital, id i e-'ta e lo odia tillio d'ells, pede
ser a denaiwia altribuida, ao passo qae aquella
sua explicado natural e jitiissima no amor e no
legitimo interesa, que a propria lei olo pie deu
xar de presumir eotr.'. eHes, e qae at o funda-
mento do citado art. 72 do cdigo do processo.
Parece-nos pouco racional & opiotto que recusa
ao fllho q direito de qaeixa por offensa feita seu
pai, pelo facto de nio menciona-lo o referido ar-
tigo ; mas admitido qae assim seja, tanto mas
razao ha para nao se Irte negar o direito de de-
nuncia por motivo de inimisade capital, pola que
esta dando-se sernpre entre o fllho e offeBsor le
seu pal, como flca demonstrado, eqoivaleria seme-
ihante doutrina despojar o fllho, em toda a hy-
poihese, d'aquelle direito que alias a lei concede
qualquer pessoa do pov,
Em summa, se a offensa d'onde a inimisade
lei concede a taes pessoas, d preferencia, o- di-
reito de denuncia ou queixa, nao -pode ser ella,
sem absurdo, fnnsiieraja ao mesmo -lempo como
motivo que as inhabilite para da-las, e seria una
monstruosidad- ijue o proprio a-sassfno de um
pai ftsse admitiilo a allegar em juizo como ex-
epco de Inconipetenci i contra a denuncia dada
por um fllho o seu proprio attentado.
2." ponto.
A Ord. Ilv. 3. tit. 56 7 o, define o que seja ini-
migo capital de alguein, e considera neste caso o
que unir elle traz era juizo pleito civel o crinv
de certa importancia, e isto para o tini e iohi-
bi-lo de ser teslemunba contra aquello.
Tudo isto verdade : mas alm do qae j licou
demnstralo de u.n modo geral quauto ao absur-
do de reputar-so a inimisade embora capital,
motivo de inhabilidade para a denuncia ou queixa
de ascendentes e leseo ndenles ou conjugo* contra
o assa sino do outro conjuge, ou pareute era linha
directa, vj-imos o que ha especialmente a ponde-
rar sobre aquella dUpoie&o da citada ordenac,
com referencia quesio vertento.
Esta diaposieae apenas destinada a regular em
materia civet a inhabildade de teslemunba, pode
porventura ser applicida em materia criminal aos
denunciante* e qnetxoso*, e sobretodo ao* que so
acheni uaquellas condices, quando a denuncia e
aqueixa crime se regeoj por principios e disposi-
coos especiaes ? O dopoimenlo testemuohal que
faz prova, pela qual, e segundo a qual, o juiz deve
decidir, tem anuira relao de semelhanca ou ana
logia com a denuncia ou queixa, que nao prova
do criuie, mas depende d'ellas, e nem por si Je-
termina a entenca ?
Si fssa mesma Orden. 1, e o direito em geral,
dispoem tarabem que oo podem os pas ser les-
temnnhas nos kilos dos Albos, e no entanto mu-
guen) contesta que a nossa lei criminal Ihe conce-
de um direito especial para queixar-se daquelles
que os uffeodam, sem excepeo de caso alguiu in-
clusive o de inimi-ad(!, como que se pretende
applicar denuncia ou queixa quaesquer regras
apenas esUbelecidas para a inhabilidade testemu-
nbal ? A razio pela qual aquella Orden, e o di
reito civil em geni inhabilitam taes pessoas eoiui
lesleinunhas o inleresse que Ihes suppoe na
coodemnaeo d>que:cs c-iutra quem iriara jurar;
mas si no'direito criminal exactamente este in-
tere3se natural e justo de pai para iiho, e vice-
versa, o que Ihes .iz dar aquella direito especial,
como se pie invocar nestes casos regras estabe-
lecidas pan aqtieUes por urna razao opposla *
Quando para ua-i ser-s aJmitdo como testemu-
nlia basta a circumstaaeia de parentesco al certo
grao, podem os principios que regulara tal mate-
ria ser adaptados s qoeixas e deuuncias em que
ao contrario, quauto mais prximo e directo o
parentesco, mais liquido e especial o direito de
dal-as, e mais a lei as aulerisa I
Em summa, si mesmo nos cases de denuncia
ou queixa, as circnmslaneias de que se trata, o
lillio ou mulher do assassinado, como suucessores
de seu pai oa marido, era pleito civel que existir
contra o aasassino, sao con>iderados aimigos ca-
pillos d'esle ; si, nao podendo p<;r isso ser contra
elle teslemunhas, :-e segu que nao podem ser
tambem seus denunciantes; segu se mais, como
j lizemos ver, que essa inimisade existila sem-
pre em taes casos independentemente de lal pleito,
e pelo simples facto do crime da que foi victima o
mesmo pai tu marido, nao podem elles em caso
algui dar qneixa ou denuncia daquelle, e omit
menos quaesquer ou'.ros seas prenles prximos
e mais autorisados pelt ualurea e pela lei para
promover a sua punico : doulrina commoda, sera
duvida, acs perverts, mas que a mesma natureza
e a lei repeliera com horror.
Finalmente, ou o fiiho deve ser, como o pai e a
mulher, coraprebendido na disposicSo do ari. 7
do cdigo do processo, e enlao a denuncia do Sr.
Lourenco de Sa e Albuauerque se resoive em
queixa, secando o pensamento d> Sr. Pimenta
ueno : Apont. sobre o proc, crim. parte 2* cap.
2 seclo i* 22, e contra ella nao pode de modo
ilgura prevalecer a inhabilidade proveniente de
inimisade etpital; ou aquella disposicao nao se
Ipptiea aos lilhos, e entao a denuncia do mesmo
!Sr. Lourenco de S equivale em todo o caso a urna
pirticipaco do crime feita ao juiz para que este
proceda x-(flko, e contra esta nao ha iobabili-
d.vle alguina que possa ser invocada.
O Sr. Dr. chefe de polica, cujo nico prudente
arbitrio como juiz dado reconhecer que denuncias
u queixas dadas perante o seu juizo sao fundadas
m motivo justo e legal, e quaes sao Albas uuica-
luente de odio, ou vinganca, e que tambera mes
tre da lei, j receben a do Sr. Lourenco de S e
A.uquerque, e nos seus termos ulteriores proce-
der omojulgar de direito. Portanto nao foi so-
mente o advogado daquelle senhor -ijuem o julgou
competente para assigna-la. Quanto ao mais o
dito advogado, que abaixo se as-igna, nao tem
pressa de explicar aos do Sr. tenente-coronel Gas-
par Ucha, qual a parte que desde j se reserva
ou vira, era alguma hypathese dada, a reservar-se
eflectivamente o seu cliente no andamento da mes-
ma denuncia.
fecife, 26 de outubro de 1870.
Dr. Joo Silceira de Souza.
ATTENDITE.
Lei n. 4 de 10 Junlw de 1835.
Art. 1. Ser o punidos c>m a pena de
morte os escravos ou escravas que mitarem
por qualqner anuir que seja, propinaren
veneno forirra gravemente, ou fizetcm qual-
quer outra grave offensa pbysica a seu se-
nhor, a sua mulber, a descendentes ou as-
sendontes. que em sua c> mpanhia morarem,
a administrador, feitor, e as suas mulberes,
que com ell^s viverem.
Nin estar Eduardo incurso neste artigo
de lei ?
Com que fundamento se pedio contra
esse esTa^o as penas do art. 192 do C-
digo Penal ?
Seria asneira Sr. advogado conselheiro ?
Tu s magister n Israel, lia) ignoras ?
O homem de palha.
Aos mdicos.
Aos meus collegas de qualquer nacionali"
dade e gradmciio, que sejam, eserceodo a
medicina na oidade do Recife, ou as co-
marcas circtiv:vizinhas, proponho, qne dos
reunamos no salo do Club Pernambucano,
sexta feira, 28 do corrente, s 7 boras da
noite, para decidir, se entre nos tem havido,
como me parece, casos bem caracterisados
de beriberi, se o numero desses casos ja
denuncia a existencia, ou a propinqoidade
da forma ordinariamente epidmica dessa
olestia, e ^endo estas questSes resolvidas
aflirraativam'Qte, para nomear orna com-
misso incumbi'W de colleccionar e inter-
pretar as obsenac&es, que houver colhido,
e para redigir ulteriormente a* historia dessa
molestia com as fetcoes locaes, que bouver
apre.sx-nlado.
Recife, 22 da outubro de 1870.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Attendite.
Lei n. 4 de 10 de agosto de 1833.
Ad.^.* Serio punidos cem a |>eoa de morle os
es:rayo> ou esc raya i qoe malarem por qualqofr
maneira qu" sej, propinaren veneno.........a
een s^ahor oa a sua mulber, a descendente ou
asceMtotee que en toa compaa morarem a
dnrioisirad >r, feitor e ai tuas mulhre, qae com
dial viverem.
Nao estar' Eduardo incurso neste artigo de
le? s
Com que fundA-iiento s# pedio contra este es-
ernvo as penas do art. 191 do cdigo penal.
Seria asneira Sr. artvogaio conseibeira ?
Tu s magiswr in Israel.
O homem de palha.
Mofiaa
A* leitun da dennncia apresenlada por
Lourenco de S e Alboquerque, e publicada
no Diario de boje, suggerio-nos as seguin-
'.es perguntas :
Ia
Ser o Sr. Lourengo de S e Albuqner-
qus, inimigo do teen te-corone l Gaspar Ca-
valcante de Albuquerque Ucha, promoven-
do contra elle, como um -dos successores do
finado teen le coronel Ju5o de S e Albu-
querque, a cobranca de mais (Je duzentos
coritos de ris, em vista da Ord. I. 3, tit.
5tf i 7 ?
2
Podia ser admittida semelhante denuncia
em face do 6o do art. 75 do Cod. do
Proc. Criminal ?
Como chio nesta, Sr. advogado conse-
Iheiro, sendo raes tro da lei ?
2i de outubro de 1870.
O homem de palha.
N. a.-TOiMENTOS DA SADE.Urna im-
perfeta digestao seguida de toda a sua invariavel
comitiva, um di-lurfeios ympathtticodo Qpadoe dos
nleslinos, a caust exciunte das lores de cabeca
nervosas. Porque razao pois sjffreis a sua atprmen-
tadura agona e desatinadas dores, quando um
cursa e em alguns casos, urna s dso das pilulas
assucaradas do Bristol, no s poda remover a
causa, como tambem as consequencias ? Dores
de caneca chronic3s, d'um carcter o mais obsti-
nado, ovariavelmeate cedeni este remedio de lo-
dos, o mais brando e o mais efflcaz de quanlos
ealliarticos e antibiliosas mediciuas existemas
quaes nenhuma enfermidade precedente d'um
esionago desrranjado, um estado morboso do
ligado, irregulandade ou prisao do ventre, ou as
dilDculdades inherentes ao bello sexopodem re-
.istir por muilo lempa. Em-tolos os casos em
que o figado se ache seriamente affectado, a sal-
aparrilha de Brisul, o purificader o mais potente
dos fluidos animaes que o n undo jamis cunheceu,
grandemente ficiiilara a cura. As pilulas acham
se mettidas dentro de frasiuinhos de vidros, e
por isso conservar-se ho perfeitasem todos os
climas.
N. 421 -VALE PENA O EXPkRIMEETAR-
SE A SADE ?Se assin. 6 leltor doente, Mil con-
vidalo seguir no trilho da grande roultido que
eneontraram melhoras e alivio, quando elles qua-
.-i que baviam cessado de esperaras pilulas
assiiearadas de Bristol. A exlenso da sua. ope-
ra eao medicinal vasta. Ellas nao s produzem
os cll-itis os mais benficos em todos os casos
immediatos de molestias do estomago, do figado e
dos intestinos, ma* tambem em grande numero de
casos fortuitos. Xos c.sos de espasmo e ataques
convulsivos, sao ellas talas nao s pelos mdicos
os mais experimentados, corro tambem pelo: nao
iniciados, como o mais completo e perfto de to-
doi os remedios. Ellas roovam o systeraa ge-
ral, ao par que brandameolo movem o ventre, e
por i-so, nos casos de prostracao pbysica, quer la-
uda sido motivada pela idade, urna eonstituieao
fraca, ou por qualquer um outro sofTrimento es
peciuco ; ellas para i-so sao inapreciaveis. Em
quanto que os ou'.ros porgautes debitim e cau-
sara clica* e nauseas, ellas pelo contrario recu-
perara s forcas e refrescara o espirito.
As pilulas acham-M! acondecicnadas dentro de
vidrinhos, e por isso couservam-se peifeilase in-
variaveis era todos os climas. Era lodos os casos
de impurezas do sangue, a salsap^rrilha do Bris-
tol, deve de ser administrada jumamente com as
pilulas.
PRACA DO RECIFE 26 DE OUTUBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TAEDE.
Cotacoes ofliciaes.
Algodo l'sorte612 rs. por kil.
Fretede algidao de Macei para Liverpool1(2
por lib. e 5 o 0)0
Pelo presidente,
Hesquita Jnior.
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
ALFANDEGA-
Rendimento do da t a 25. .
dem do di 26.....
539:713598o
3i:513392
594:257*357
Xovimcnto da alfandcga.
Volomes entrados com fazendas
i i com gneros
Voluraes sahidos com fazendas
com gneros
453
6G1
8,
81
-----163
Descarregam h)je 27 de oulubro.
Barca francezaJouo Bapstadiversos gneros
Barca francezaS. ;tndridem.
Barca inglejahabella Ridleybacalho.
Barca inglezaDrtodnonghl carvao.
Lugar ingiezElisadiveisos gneros.
Lugar ioglezA/arancebacalho-
Patacho ingiezS/y Boois farinha de trigo.
Vapor ingiezLa Placediversos gneros.
Vapor ingiezDouroidero.
RECEBEL'ORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBCO
Rendimento do da l a 23. 77:513*913
dem do dia 26..... 5:837*383
83:381*326
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento d dia i a 35. 40:415*127
dem do dia 26. O 1:637*398
42:052*525
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 26.
Livprpool56 dias, barca ingleza Belvidere, de
483 toneladas, capito Coudron, equipagem 13
carga carvo ; ordem.
Pisagua (no Per) -61 dias, barca ingleza Union,
de 295 toneladas, capitao William Vale, equi-
pagem 9, carga salitre, ao mesmo capito. Veio
refrescar.
Navios lahidos no mesmo da.
Sanos e porto intermedios Vapor Ingiez La
Place, commandante J. Kelly, carga parte da
que trooxe da Europa.
Parahyba Brigue ingiez DiUgent, capilo Law-
rensen, em lastro.
Observacao
Suspenden dojamarao para a Babia o logar in-
giez Veho, capitao Tyrer, com a mesma carga que
trouxe de Trieste.
EDITAES.
A cmara municipal da cidade de Olinda
faz publico para conhecimento de seus muniopes
o regulamento abaixo transcripto, qoe se acha em
vigor para a cobranca do imposto de aferico.
Paco da careara municipal do Olinda, 21 de ou-
tubro de 1870.
Manoel Antonio dos Passot e Silva,
Pro-pre|idente.
Marcoltno Das de Aravjo,
Secretario.
Regulamento para as afenco s de baiaocas, pesos
e nedidas do municipio de Olinda pel oovj
>y-ti-ma mtrico decimal.
T ilos o armazens, depsitos, casas de negoeio,
estab 'lerimeniD' de industria de qualquer natu-
r. v.\ qui> cjam gXas ou volantes, onda ae compre
e venda m gr.ig.-u e arreta.no, mercadorias ou g-
neros so idos ou lquidos, que seja necessari- pe
sar ou medir, tero obngados a ler colleccpes
completas de petos e medid .s, seg'utdo a nature-
za de seu commercio, na forma do padrio do Im-
perio.
.Todas as pessaa ;vsim pbrigadas a ter balan-
cas, pesos e medidi, pagario a aferico da ma-
neira seguima :
Art. {.- Por cada metro pagarlo os logislas 2*,
os roiscates e bac?teiras 1*000
Art. 2. Poicada leruo de pe;os, com*jano de
vintekilogrammas at 5o menor peso 41000, por
teVmo, comecando de dez kilogramtnoi ; 2*560
por temo, comecando de vinie kilogranmos 1*.
Os qoe excolerem a vinte kilogramaes paga-
rao 40 rs. por kilogrammos.
Pesos avulsos pagaro 80 ris por kilogrammo^
menos de vinte kilogrammos para cima mo naga-
rao 40 ris.
Art. 3. Caa marw que n5o exceder de meio
kilogrammo pagar 80 ris, os que excojerera na
garo 40 ris.
B llancas portuguezas qoe nao exceieiem a oito
kilogrammos, pagarao 500 ris, as qae forem de
manir capacidade e menor de, vinle kilggrammos
pagirao 1*001), o as qna excederera de viute kilo-
grammos paga rio 2*000.
Balancas para marcos e granitorios pagaro
320 ris?
As romana- 5"dcimas com pesos at trezentos
kilogrammos pagaro 6*000, e ae que excederera
pagaro 10*000.
Art. 4. A eoileccao de medidas para seceos eim
oito vasiihis comeQando pelo decalitro a meio de-
calitro pagaro 1*600.
Por C;llecco de cinco valh s, comecando pe-
lo duplo-litro al meio decilitro pagaro 1*000.
Art. 5. A collecciade medidas, coalendo seis
vasilhas para lquidos principiando pelo double-
litrual meio deci-lilro paar 1^300.
Por um ti rno de qnatro vasilhas, comecando da
meio litro at meio d ci litro H200
Art. 6." As vendas e armazens >o obrigados a
ter tantos lernos.quantas forera as qualidades de
lquidos que veinlerem.
Art. 7." A- medidas avulsas, quer para liquido,
quer para seceo pagaro 300 ris.
Art. 8. s qu- vtndtrcm pela* roas, fazendas
ou seceos, como azeite, niel, l'ite, feijo, milho, ar-
roz pagaro de aferico por cada medida 330 ris.
e o mesmo pagado os can .iros e barcaceiros que
venderem cal, sal, farinha s ouiros gneros.
Art. 9 Os que venderem llqnidos em barris
ouancjrs, sao obrigados a aferi-los, marcando no
lexlo de cada um o que ple conter e pagaro
por cada par de barris ou ancoras 1*000.
Art. 10. Por cada regra de dous metros paga
rao 500 ris e sao obrigdos a mor. parte dellas s
mestres das obras, campias, pedreiros, cantos,
ven '"dores de madeiras e todos os que por sua
proiso della possao precisar.
Art. II As KstaooV pnbli .-as continuaro a
pagar as afericSe?, bem como as eslacoes da es-
irada de f:rro e mai.idouro publico as baiaocas
de arrobaco.
Art. 12. As medidas e nejos sao sngeilos as re-
visSes, que custarmetade; todos os pesos e medi-
das afendas pela priraeira vez ficam sugeilos a
metade da aferica'9 prescripta.
Art. 13. As afericoes lero comeco em outnbro
a dezembro, e a revso de abril a junho, ficando,
porm, os ac.ougaes obrigados a reverera de ires
om tres mezes.
Paco da cmara municipal de Olinda, 15 de se-
lerabro de 1870.Fran isco das Chagas Salgueiro,
pro-presidente.Lulz do Reg Barros.Francis-
co Luiz Virej.Felipps Manoel de Christ Leal.
Alexandre Jos Daruellas.
Approvo provisoriamente.Palacio da presiden-
cia de Perambuco, 11 da outubro de 1870.
Assis.
Conforme.Antonio Annes Jacome.
Confer.Santos Jnior.
Faculdade de Direito
do Eecife.
De ordem do Exra. Sr. director interino, o con-
selhoiro Dr. Pedro Aulran da Malta e Albuqusr
que, se fjz publico que a ioseripcfto para os exa
mes de linguas, no pioximo mez do novembro se
abrir uo aia 3 do mesmo mez o continuara at o
dia 15.
O ijue so pretender inscrever dever faze-lo na
secretaria -.'.esta faculdade por meio de requeri-
mcaio ao Exm. Sr. director com declaraco da
materia era que se tem de inscrever, e auestado
do director do colle^io ou profesar que o houver
eosiuado, certificando a sua habilitaco ; a letra e
assignatura do requerimeuto devem ser do pro-
prio puuho do examinando, tudo de conformidade
com os arts. Io e 2o das mstruccSes que baixaram
com o di relo n. 4,430 de 30 do onlubre de 180!.
Secretaria da faculdade de direito do Recife, 22
de outubro de de 18/0.
O official no impedimento do secretarlo,
M. A. dos Passos e Silva Jnior.
O Dr. Sebastiao do Il^go farros de Lacerda, juiz
de direin especial do commercio nesta cidade
do Recife de Peroambvico, por S. H. Imperial
e constilucioaal o Sr. D. Pedro II a quem Deus
guarde, etj.
Faco saber aos que o presente edita! virem e
delle nolicn tiverem que no dia 27 de outubro do
torrente anno se ha de arrematar por venda a
quem mais der em praca publica deste juizo, de
pois da respectiva audiencia, a sexta parte do so-
brado de 2 andarese soiocorridos em chaos pro-
prio?, silo na ra Direita n. 31, freguezia de San-
to Antonio, lendo no 1" andar varania de ferro,
e no 2 andar j mellas, com trapeira no fundo, cu-
jo fundo deita para o pateo da Penha, tendo dito
sobrado salas, quartos e o-inha ao lado, avalia
da dita sexta parto por 2:000*000, preco da ad-
judicapo 1 600*, sendo avaliaco de todo o predio
12:000*000.
A qual foi penhorada por execuco dos admi-
nistradores da masta fallida de Siqaeira & Pe-
reira contra a viuva e-*erdeiros do Dr. Ignacio
Xery da Fonseca.
E nao havendo lannador que eubra o preco da
avaliaco, a arrematado sera feita pelo prejo da
a-'judicaco cima declarada.
E para que ehegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presante qne ser publicado pela
imprensa e afflxado nos lugares do costme.
Kecife, 30 de setembro de 1870.
En, Manoel Mara Rodrigues do Nasciraento, es-
crlvo o subscrevi.
Recife 30 de setembro de 1870.
Sebastiao do Reg Barros de Lacerda.
O Dr. Sebasio do Reg Barros de Lacer-
da juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade do Recife de Pernam-
buco, seo termo por S M. imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II aquem
Deus guarde etc.
Faco saber pelo presente qae no dia 27
do mez de outubro do correte anno, se
ba de arrematar por venda quem mais
der era praca publica deste juizo, depois da
audiencia respectiva, os movis e gneros
seguintes:
Urna arma (-So de madeira com seus per-
tences, 100. 23 oorins de louca bran-
ca e pintada, a 4i0 rs. 5 bulis a 401 rs.
13 duzias de chicaras e pires, a IfiiOO. It
bacas branca e piolad >s a 400 rs. 78 duzias
de tigelas pintadas a 800 rs. 48 pessas de
louca da trra a 40 rs. cada urna.
6 duzias de coucos de pao a 240 rs.
4 ditas de vassouras de palba a 240
rs. 9 urpemas a 100 rs. 4 duzias aban s
a 160 rs. Urna pipa por i2t$0O0. Urna quar-
tula 3,5000. Urna dita com 2 caadas de
vinagre per 81JOOO. 1 barril com 5 cana-
das de vinho branco por 250000, 1 barril
com i 1/2 caada de azeite doce por 6i50oO.
25 saceos de e-tpa a 200 rs. 1 dito com
rlhas por 2*000. 4 libras de flba delou-
ro a 120 r. 121 garrafas de vinho a 300
rs. 4 frascos com geDebra a 200 rs. 51
meias botijas de serveja Bass a 300 rs. 18
gnate de serveja ordinaria a ZOO rs. 7
ditas de serveja di trra a 160 rs. 2 latas
de ervilbas a 300 rs. 2 frascos de sal re-
tinado a 200 rs. 12 latas de bolachiobas a
640 rs. 7 garrafas de cognac a 600 rs. 6
frascos de vidro de bocea larga a 1^000
cada um.
83 raasso* de cigarros a 40 rs. 26 pe
dras de anotar 60 rs. cao* una. 1 1/2
arroba de velas da carnauba a 80000. SO
mamas d'ai-o a 100 rs. 100 duzias de
pfaoi-phoros le gaz a izo rs. 10 donas de
pbospboros seguraaca a 300 rs. Una ar-
roba de sabSo amareiio a 160 rs. Seis no
loo de sebolas sem valor. 2caixa* de ale-
tria e talherim por 30000. 5 Nbras de Gra-
vo da india a 200 rs. 5 libras de pimenta
do reino a 200 rs. 5 libras de cominos a
200 rs. 1 libra de alfazema a'200rs: 2
(laudes com farinha da aramia a 30000. 2
libras de cha da india a 10000. 5 .libras
de assucar mascavad 1 refinado a 140 rs. 4
libras de assucar refinado branco a 160 rs.
8 libras de bolaxas finas a 100 rs. 23 li-
bras de banba de porco a 300 rs. 10 li-
bres de maotejga franceza a 500 rs. 10 li-
bras de toticinho a 300 rs. 10 latas de
Kraxa a 100 rs. meio alqaeire de sal por
500 rs. 2 libras de cha por 20000.
4 libras de cha mofado sem valor, 2 rea-
mas de papel para embrulho por 20000. 2
arrobas de arroz pila 'o a 20000. 1 e meia
cuia de feijo a 500 rs. 4 libras de palha
a '00 rs. 3 ancorlas vazias a 10000. 30
garrafas varias inclusivel francos e botijas
a 10 rs.
Os quaes gneros foram penhorados por
execuco de Job Pereira Bastos/contra Cle-
mentir.o Goncalves de Farias, e na falta de
licitantes ser a arremalaco feita pelo pre-
?o da adjudic3f,5o, com abatlmento respec-
tivo da lei,
.pi.-a que ehegue ao conhecimento de
toaos mandei passar o presente edital que
ser afflxado nos logares do coslume e pu-
blicado pela imprecsa.
Dado e pssado nesta cidade do Recife
de Pernambuco aos 11 de outubro de
1870.
Eu, Ernesto Machado Freir Pereira da
Silva escrivo o escrevi.
Sebastiao do Reg Barros de Lacerda.
OECIARACOES.
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA NACIONAL.
Na quinu-leira 27 do corrent.', na sala das an-
uencias, pelas i i boras do da, na presentado
II.m. Sr. Dr. juiz dos feitos ta fazeoda, se vender
em praca publica urna letra da quantia de 1225190
aceita por Jos Paulo do Reg Barreto, e vencida
a 16 de julho de 1870, e penhorada a Sebastiao
Luiz Ferreira, para pagamento da fazenda na-
cional.
Recife, 2i de setembro de 1870.
O escrivo
Luiz Francisco Brrelo de Almeida.
Alministraco dos crrelos de
Pcrnauabuco 35 de outubro
de 18 50.
Por est aJminis'.raco se faz publico que em
virtude da convencao postal celebrada em 14 de
marco do corrente anuo entre o Brasil e os Esta-
do--Unidos, promulgada pelo governo por decreto
n. 4553 de 29 de julho ultimo e publicada no dia-
rio fB^ial de 2 de agosto deste auno, sero expe-
didas malas-para S. Thom^z e New York de con-
formidade cora a mesma convencao.
As cartas pagarao previamente a taxa de 300 rs.
por lo grammas ou fraccao de 15 grammss que
accrescer, ficando assira pagas todas as despezas
al o lugar do destino.
Os joman tambera pagaro previamente a taxa
du 60 rs por cada um, e esta mesma taxa por
cada 30 grammas ou fraccao de 30 grammas de
outros impress .s. papis de msica, gravuras, ly
thngrapluas, ph Hographias, desenos, mappas e
plano*.
Do mesmo raedo sero cobradas pela estaco
postal, no acto da distribuirn, a taxa de 40 rs.
sobre os jornaes impressos de qualquer natnreza,
e outros artigoa, excepto cartas, que sero entre
gues livres le porte.
0 administrador, '
AlTonso do Reg Barros.
Crrelo geral.
Relaco das cartas registradas, procedentes
do sol e norte do imperio, existentes na
repartiera do correio em 2i de outubro
de 1870.
Ann Olympia de Campo, Antonio Baymundo
da Silva Leite, Antonio Uarlins Vunna, Antonio
Jos da Silva, Amado Olympio de Barros, Anto-
nio Rodrigues da Albuqnerque, Cesar Pereira da
Silva, Carlota Jocunda da Suva Amarante, Freds-
rico Chaves, Frederico Augusto Velloso da Silvei-
ra, Jelferson Merabeaux de Aievedo Soares, Joa-
quim da Silva Ramos, Joaquim Cardoso Dias, Joo
Luiz Cavalcantl de Albuquerque, Joo Francisco
de Arruda Falco, Joo Biptlsta de Medeiros, Jos
Joaquim Pedro, Manoel Gomes de Mello, Sabino
Monieiro da Mello, Sabino Joaquim da Silva Co-
rado.
O encarregado do registro,
Manoel dos Passos Miranda
THEATRO
SANTO AMO.
EMPKEZA.-COIMBRA
Recua extraordinaria
Sabbado 29 de outubro.
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
Dividido em tres partes.
PBJMEIRA PARTE.
Ouvertora pela orebestra.
Subir a scena a muite linda e applaudida ope-
reta em um acto, msica de Offemback
Lischen et Fritzchen
Personagens. Actores.
Lischen......... Mme. Val monea.
Frilzcben....... Mr. Ravnand.
SEGUNDA PARTE.
Representar-se ha a grande e frenticamente
applaudida opera phantastica em um acto, msi-
ca de Ad. Adam
LES
Pantins Violete
Personagens. Actores.
Alcofrbas............ Mr. Raynaud.
Perrot............... Mlle. Brescia.
Violette........S___ Mme. Valmonca.
Polichinelle........... Mr. Carn.
Todo o raachinisrao, seenario, pintura e vestua-
rios sao completamente novos.
TERCEIRA PARTE.
Representar-se-ba a sempre e muilo applaudida
scena da declaraco no 2* acto da opera
LA GRANDE DUCHESSE
Personagens Actores
La granue duchesse___ Mme Val-monea.
Fntz.................. Ir. Maris.
Termina com com a nova e linda quadrilna en-
tre madama Valmonca e Mr. Carn
Grand Canean !
Os bifnetes achara se em mo do Sr. Benjamn
do Carrao Lopes e no escrip lorio do theatro a qua-
quer bora.
Principiarais 8horas.
AVISOS MARTIMOS.
Cottpanhia americana e brasilei -
ra de paquetes vapor.
Al o dia Ia de nnvembru esperado dos posto
do tul o vapor americanu Nortk America, o qaal
tepu* da deraora do cotume seguir para New-
orfc tocando no Para e S Thomax.
Para ffttei e patugens, trata-se com os agen-
te Hiry Forater & O, roa da Commercio o. 8.
Preco das paasafeas.
k pnmeira elasat....... 1M000
Para o Para na
Na pro..
oiooo
C0MPA1IA BR.\SILEIBJ
DE
Paquetes a vapor.
! Dos portos do norte esperado
al o da 29 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
. P. Guedes lleoforado, o qual
depois da demora do eostume
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
tigt que o vapor poder cooauzir, a qual devert
er embarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e dinbeiro a (rete at as i horas do dia da sa>
iahida.
Nao se recebem como encommendas seno ob
jectos de pequeo valor e que nao excedam a dua
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicc
rudo que passar destes limites dever ser embar
;ado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros passagens s se recebera na agencia, ra da Crui
n, 97 priraeiro and .r, escriptorio do Antonio Luli
de Oliveira Azevedo o C._____________ .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
Navegando costetrapor vapor
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Gear, Maodah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, commandan-
to, Azevedo seguir para os por-
tos cima no dia ."51 do crrante
as o horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
altos n. 12.___________^__^_
CO-MPANHIA PERNAMHCANA
M
Vavegaeo costeira por vapor.
Mamanguape.
O vapor nacional Coruhpe,
commandante S Iva, seguir
para o porto cima no dia 21
do corrente as seis horas da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encommendas, e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sabida, no escriptorio do Forte
do Matts n. 12.
Para o Porto
Sahe iropreter velmente at o dia 8 de norem
bro o bem conheciiobriguo portuguez Iriumpho:
para o resto e passageiros, traia-se om os consig-
natarios Thoraaz de Aquino Feaseca na ra do
Vigario n. 19. ,__________________________
Pardo Porto
pretende sihir com a possvel brevidado o brigue
pdrtuguaz UniSo : para carga e passageiros Ira-
ta-se com os consignatarios Thomaz de Aquinj
Fonseca A C, na ru* >11 Vigario n. 1!).
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em pon-
eos dias o patacho nacional Calado, por ter a
maior parte do seu carregamento engajado, e pa-
ra o resto que Ihe falta trala-se com o coasigna-
tario Joaquim J<>- Gmcalves Bellro ra do
Commercio n. 17. _______________________
Io de Janeiro.
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Jsabcl, tem parte do seu carrega-
men'o engajado : para o resto que Ihe falta tra-
ta-se cm os consignatari. s Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C rna da Crnz n. I>7, Io andar.
Rio-Grande do Sul.
Para o porto cima segu em poucos dias o pa-
tacho nacional Garibaldi, o qual recebe carga :
frete, que se trata com Jos Viclirino Rozeode 4
C, ra da Cadeia n. 52.
Maranhfto.1
Segu com brevidade para o porto aciraa o pa-
tacho nacional Joven Arthur, para o resto do car-
ga que Ihe falla trata se cora os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & <".., ra di
Cruz n. 57.
r "i---------------------
O agente Pinto levar kiBo, por coma a i
de quem pertencr, uifferentes fawn r
com avaria d'agna alfada, constaado n i
lao, algodd, chita, e 2 pecas 4 tapeta para Isrro
do sala. O lelo ser efTectnae s 10 e meia ho-
ras do dia aciraa dito, em o escriptorio do referido
agente, ra da Crut n. 38._________________


objectos de alabastro
e pedra marmore
O agente Marlins far leiic de nm groado
quantidade de objectos primorosamente trabaMu-
dos em alabastro e pedra marmore para eneita-
de sala
Sexta-feira
18 do eorreatte
s 11 horas do dia, no armaietn n. 34 roa do
Baro da Victoris amiga ra 3<>va.
' I
AVISOS DIVERSOS.
Rio-Grande do Sul.
Segu cora brevidade para o porto cima o bri-
gue nacional' Amelia : para o resto da carga que
Ihe falta, trata-se com os consignatarios Antonio
L. de O. Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 57, pri
meiro andar.
PAItA
I
Pretende seguir para o referido porto era pon-
eos dias o palhabote Rosita, por ter a maior par-
te da carga, e para a pouca que Ihe falta, trata se
com o consignatario Joaquim Jos Gon;ave; Bel-
tro, a ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILAO
dos objectos de soperior qualiJaie abaixo
mencionados, que servir-m no lanche
que a Associaco Gommercial lieneficente
offereceu SS. AA. Imperiaes, por oc-
casio de sua passagem.para a Europa.
Guardanapos de lintio.
Toalhas linas de dito para mesa.
Trinehantes.
Facas e garfos com cabos de marllra.
Sacca-rolbas e conadeiras para champanhe.
Etifuelas de metal para vinbos.
Objectos de toilletle e outros, que estaro
vista dos Srs. compradores
Hoje
no armazera da ra do Imperador n. 16, por in-
terveoco do agente Ponloal._______________
LEILAO
DE
Urna mobilia de jaeajand Luiz XV, composta
de 12 cadeiras de guarnico, 2 de bracos, 2 de
bataneo, 1 sof, 2 consolos e Ijardraeira com
pedra, 1 guarda- roupa, 1 guarda-vestidos, 1
commoda, 1 secretaria de Jacaranda, 1 mesa de
jamar, 1 guarda-louca, porco de quadros com
moldura dourada, 1 candelabro e 2 serpentinas
de vidro, 1 machina para costura, 2 mesas para
escrever, 1 toilette com espelho, 1 mobilia de
amareiio a Luiz XV toda entalhada, 1 cama
franceza para casal, diversos pares de consolos,
40 cadeiras para sala de jaotar, rnarquezdes-
guarda-vasos de amareiio, quarliobeiras, cabi2
des, marquezas, 100 guardanapos de linho, e
toalhas grandes para mesa de jamar, 2 ditas
menores, diversos frascos com cneiro, escovas
para cabellos, unhas e denles, 1 penle para
alisar cabello, 12 etiquetas de metal principe, 2
.tinas de madeira, 2 flteiros para cima de bal'
ci, urna porro de seda e de linho para ci-
garros, e urna porco de cachimbos de diversas
qualidades, e muitos outros objectos, que esta-
ro i vista dos Srs. compradores
HOJE
Augusto Seixas far leilo em seu armazem
ra do Imperador n 16. por intervenco do agen
te Pontual. s 11 horas em ponto, ao correr do
manello.
LIMO
DE
FAZENDAS
AS
HOJE
lieponse a un spectateox.
Je \ous remercic inflnement, Mr, de riadat-
gence et des sympaihies que vuos vulei oirn
nou< accorder; en un mot, de vral>;ir n-us ap-
prendre la DECENE ET LA PROPRfeT. Noo-i
aecepterioos vos couscils si nous ne > qui v.ius es, mais, v..i.- ce qui a rosar dos m-
forraations donnes graluitement a volre srvalos
sujel: Dabord le papior minute que vnns avez
douner ao jonrnal n'etail pas propre ilo*c oo
avu-z les raains salles quaut aux mq1:1* qae
vosa n.,u< prometlez, ou nons a as^ur qoe voirn
bouche que vons ne lavez jamau ne peut artka-
ler d'autres son?.
Estamenet Ru de l'Emperenr (.12).
Tool vo.
________________________U Sonfenr.
AMA
Preeisa-se de urna ama para fazr o serrico de
pequea familia, qual se dar bom o retin :
ra de S. Jorge ( ouliora Pilar 438 i*
andar._________________________________
Deposito de pao
cesta.
BA LARGA LO ROSARIO S. 31
Fructuoso M. G. avisa a todos o- seus benigaos
freguezes, que hntera receben novo* sortimoateJ
de bercos volantes para os resemnacid., batato*
de meninos aprenderem andar, maracas eolertos
de palba, bandejas grandes para roupa engomada,
balaios para costura gr..;., ditos de depositar pa-
pel rasgado, ditos para facas e garfos, dito para
por fructas na mesa, lernos de balaios para dpo-
silo da raupa servida, dims de acaules grandes
brancos e de cores, ditos de condecas brancas e
de cores, entre estas alias o baixas, condecalos
para encher de doces seceos, balaiolics para ai-
nhos de canarios, cestinhas para past)ns ao fes-
lejo de presepios, cestinhas finas o mais delicado
possivel para meninas de escola, ontras maiores
para senhoras, cadeiras de virae, proprias para pas-
sageiros que segu em v.ipares para a Europa,
cestas de tojos us lamaabos para .azer st compra
no mercado, balaios comprindos c redooliM braa-
cos e de cores, temos era quant.JaJe; eera araa-
ca em rolo para accender luzes. A ]ui achara ex
nossos benign s amigos o ptimo pao, bobxas *
missas doces, fabricadas com a melhor farinha eV
mercado ; o tamaito do nos so pao sernpre maior
do que o de nutra qualquer parle e sosa a meacr
gosto de azedo.
Os Srs. bacharel Joaquim Cor.leiro Cielho Cin-
tra e Andr Cordeiro Ceibo Cintra, qneiram ap-
parecer ra do Hospicio n. 8i, a aogocio de sen
particular mteresse.
- Aluga-se um.i casa era Olinda oa roa de Ma-
thias Ferreira, por 3 mezes para passar a fasta
e perto dos banhos salgado*, por mnito barato
preco : a tratar na iravessa d rna Bella n. M.
Procisa-se de um feitor que leoaa praiic.i
para um engenho prximo a ostacao de Gaa>etesrs
a tratar na ra da matriz n. 26, 2* andar, oa da
Cadeia do Recife n, *i6, com Leal Jt Irma*.
AMA.
Precisa-se de urna ama pira m-rabar asan.
prefere-se escrava na ra do Livrameato aosae-
ro28.
Alug
ja-se
em Olinda um sobrado na ra de Malbias Fo
ra n. 8, catado e piolad) de novo. Alaga-so por
festa ou por aun E' grande sobrado pan aa-
merosa famlia : a tratar na ra do Imperador, ar-
raazem de.louca n. 57, enliluladoPrat> de Paro
Aluga-se um pequeo siii. J t Turro, caja
casa tem dous quartos, duas salas e cosiab lira
e copiar : a tratar com A. de Abrea Porto, ao
ra da Aurora, estaca) provisoria, das 6 da aw-
nha as 6 da tarde.
GASA DA FOTUM
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
00
de
de
A roa Primeiro de Marco (outr'ora
Crespo) n. 23 e ca-as do eostume.
O abaixo assigoado, lendo vendido aos
felites bilhetes dous quartos n. 3i2 com 5:i
um ira irlo n. 6o0 com 20o*. o oatras
100*000 o 40000 da lotera qoe se a
extrahir (166''), convida aos possuidores
receber na conformidade do eostume,
to algum.
Acham-se a venda os feJizes bilketsa
ttto da 4' parte das loteras, a beaefjnr da
igreja de Nossa Senbora da Peaba extrabir segunda-feira 31 do corroan
PRECOS.
BilQete inteiro 6*000
Meio biihete 3*000
Quarto 1*500
Em porco de 100*900 para cima.
Biihete inteiro 5*400
Meio biihete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martn* Pian.
Acaba de sahir 1
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
giia em
ou
u
DR
NOSSO SENHOR JESS CHIUS30,
MARA SAM1SSUU
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Josas dos 1
Officio do Senhor dos Paisa.
Novena do Menino Deus,
Novena de N. Senhora da CsatlirJi
Setenario das Dores de Mara.
Officio das SeleJDores do Mara l
Novena de N. Senhora do Carme.
Officio de N. Senhora do Carosa.
Novena de N. Seabora da Peaba.
Canucos de N. Senbora da Pcata.
Novena do B. S. Joo Bopaota.,
Novena da Seabora SaarAaaa,
Trezena de Santo Antonio.
Novena do R S Sot. .^
"^"HooT
_ o Sr. Maaoei SMvajtwffc
24 do eorrento datan do asr '
Jos Dnarle dssNevea.
AMA
Proeia-M da urna
S'.r-----
ai Boa-vina, ra da AJogna a.


Diario de Pernambeo Quinta /eir 27 de Outubro de 1870.
**aa

'

ESTCBO BE PREPARATORIOS
AULAS ESPECIAR? PARA IMOS QUE TERM
DE VAZEB EXAMi KM MARCO PRXIMO, E NO
FIM DO ANNO LECTITO
Rhetorlea o potica.
Phllosophfa.
Geograpftln.
Historia.
Por Inga er.
Franeez,
Jos Soares d'Azevedo, professor de lin-
gua e lilteratura nacional do gymnasio pro-
vinckrt do Recife, tem aberto em sua casa,
ra Bella n. 37, aulas especiaos de prepa-
ratorios, para os alumnos que tiverem de
fazer exame em marco protimo, on no fim
do anno lectivo. Dirigir-se indicada re-
sidencia, a qualquer hora.
CALERA de pintura
DE
J. Ferretra Tedela
Desde o dia 7 de abril pa?sado acha-se aberto c
boto estabeleeiraentn photographico sito ra do
CabuR d. 18, esquina do pateo lhos que desde entao, tem sabido de nossa offlcina
tem geralmente agradado, sendo recebidos por
algnns com admiradlo pelo extraordinari) pro-
gresso qae nltimamentc tem tido a pbotcgrapbJa,
Spor outros com alegra, por verem a provincia
Dtada com um estabelecimento digno d ella, e in-
coo testa vel mente o primeiro que nesse genero
hoje pessue : tambem nao nos poupamos em cousa
alguma para monta-lo no p em qne se acha, es-
perando que o publico de Prnambuco saberi
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naeionaes
e estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
necessidade de trabalhos de photographia a visi-
taren) o nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e soa disposicao todos os dias desde as 7
horas da manna at as 6 da tarde.
Para os trabalhos de thotographia possuimos ip
?ersas machinas dosraelhores autores francezes,
inglezes e allraemes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Tbomaz Ross, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna deltas propria para tomar
sobre o mcsmo vidro 4 oa 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas a
igaalmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama antea chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para carto ;s de visita, e assira em menas de
nm qaarto da hora despacharmos 8 diferenies
pessoas que peeam cada urna, urna duzia de cartoes
mais on menos", cora os seas retratos smente, on
em grupo com outra?.
Encarregamos-nos exclusivamente da direecic
e f ara dos trabalhos de photographia dei-
xando pericia e talentos do dislincto pintor
allemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se libado a nossa empresa por
nrna eseriptura pnbljca, e at o presente tem-se
desvenado na execoc&o de seus trabalhos.
Xo nossoestabelecimertoacham-se expostos ou-
tros traha!ho< i:j;iortantis do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aqaarella como oleo, reiratos
oleo, q:-~.I s e diversos outros trabalhos.
Timamos encnmnrndas de retratos oleo at o
tanraho natural, assim como de quadros sacros
para ornan w'.'.rao da iprpjas oa capellas. Tam-
bem acuitamos i -acommeedas de quadros histor-
eos.
Asseptiramos que os presos dos diversos tra-
balhos a nossa ca*a sao mui rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A I0#00 A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COI.ORDO AO NATU-
H.'.L 165000 ADl'ZIA
Retrates em miniatura oleo ou aqnarella de
16 20OOO cada um, indo convenientemente en-
caminado em moldara dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollcgadas e
todo o quaJro almo e meio de tamanho
Julgamos crea bastardo os prests cima para
darrao idea w i Tratera dos trabalhos do nosso
establecim nto, quanto sua pcrfeic,ao cada urr.
Tenha y.Vr \r ir seos proprios olbos.
As raelhore3 h iras para se tirarem retratos^ nc
nosso e-t J'o sao das 8 horas da manida
I da tari?; ec r tanto do urca hora s 5 da tarde
em casos e-peo i pJe-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chava, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e assegur .irnos que esses dias sao
os mais (aforan> sos fr.balbos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e pir termos o
nosso terrac/i construido com taes proporces e
melhorameatns, que amJa chovendo ,orros ne-
nhum ice oveai ate ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J.Frreira Villela
& HRGIO BUfTISTA
Frederieo Maya
Tem a honra de identificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seos ceotei
em particular que elle mudou o seu gabi
netedq consulta* da ruaDireitao. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteret da bus
profiss5o, todos os dias uteis das 9 hora*
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar
se a vontade dos clientes nlo s na cidadt
como nos seus suburbios, para onde a;
idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicSo de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos

^
FLHINHAS
Aeafca *e aaklr 4 Loa e aeho-ae
* tfBd a*
LIVRARIA FRANCEZA
lina do Crespo. Ti' O*
as afaaadaa FoQihu
E
> rARiOAKKODR 1871
pbeco r. 320
Agencia em Penutmbutfl
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cor a phlhvsiea e todas as molestias do peit
* parrilha
Gara ulcera chagas antigs, impigens e da>
_* Tonteo
offlwrn e finpa os cabellos.
Pllalaa cathariIcsn.
n rtB^Hg?ts wm mer(.urjl,. ,.ra SP
v'm*0 TnhiSrTi? 0r'*''>"> m ea*a de S .mad P.
Jonmtf.o k C rna o, y^pn, o n. ii
. to da ra da Aurora o. 41, a, ^
Na Iravessa da roa
das Grazes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nlielro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
es, seja qnal (braqaan-
| tia. Na mesina casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
AIJ
RO
14-Rtia Estreita do Rosario-H
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao uso do-
mestico.
D,
I lie
ENGENHBIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52.
Passno o chaftriz
Machinas vapor syslema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
T3i'xas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, Va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por preco muito rednzido.
Victoria n. 63
( Outr'ora rua^Nova. )
Bfretes garantidos da pro-
vincia.
E?ta feliz casa acaba de vender entre o? sens
muito felizes bilhetes a sorte de 4005 em quatro
quartis n. 7, e ouiro inteiro de n. 1702 com a sor-
le de 1003, alem de oulro? premios menores :
podendo os seus possuidnres virera reeeber, que
promptamenle serao pago?.
O abaixo as3ignad) covida ao re^peitavel pu-
blico para virem no fea estabelecimento comprar
i- f -ii/i's bilheles garantidos, que nao daixarao de
tirar qualquer premio como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se vdnpa os muito felizes bilheles ga
raatidos era beneficio da nova igreja da Penba,
|ue ser extrabida segunda-feira 31 do corren-
te mez.
PREgOS.
Inteiro 6JO0O
Meio 32000
Quarto 500
De 100)5000 para c ma.
Inteiro 5*i00
Miio 2*700
Quarto 1*330
Joio Joaquim da Costa Leite.
vmmaBBmmmmmmaBBEB
Hypolito Gadault. Eluardo Gadault, LeopoMo
Gadault, Manoel PoDeac dn* Medeiros, Antonio
Witruvio Pinto Bnndeir Acci-dy de Vasconcellcs
e Anir Lulz Deloaehn, agradecer a todas as
pessoas qae assistira a u oxeqoiai e aeompanha-
ram ao enterro de nu preaU mai esogra D. 'Tm
belina Tiburcia de Oliveira Jajome Gadault, e
convidara a s-us prenles e a todos os seus ami-
go para ouvirem a missa d. SBtimo dia, na ma-
iriz da Boa-vista, no sabbado 29 do crrente as 7
horas da manha a.
A o cjmmercio
0 abaixo assignado, liquidatario da extincta fir-
ma deTeixeira A Inno, d> clara que na preente
di la ten saldad todos os dbitos da nie-ma firma :
fe alguera se jular com direito raesma, qneira
apresentar-se no prazo d IW! lias, a contar desta
data. RiCife, 27 de nulubni do 1870.
Ju-to Jos Gomes Teixeira.
1O800U
Com esta qamtia aeboaMj bontem urna carteira
com algun9 papis e un al : quem fr seu dono
e dando os signiaes- crios Ihe wr entregue na
loja de oarive* no arco da Conceigao, se indicar
a pessoa que aohou.
Sociedade Monte Pi Bra-
sileiro.
Do oHffl do dirf<*">r convido a todos os socios
para no domingo 30 di,crrante comparecer
in>las 9 hora? da manha* na igr.ja de S. Goncalu
da freguezia da Boa-vMa, afini de assisiir a mis-a
olc-nne que a m ?m* sooieda lo tem de mandar
ceMMr asea padrooira, depoli da qual tera lug r
a installacSo oa meoflrma la soeiedade, oa casa n.
J9 no pato do menmo notn.
SietofMfa A t otP.iaie d,Monte Pi Brasilelro
i de oatubro de tK7(V
Manoel de Miranda Castro,
______________ i' yeretario.
- tm ca3a de THfiODORO CHRIST'
iNSEN, roa da ra n. 18, encontrajM
ifl tivamente tod i as qualidadea de vdJm
I Sordeaui, Boargofie odo Rbeoo.
AVIS
A
Desencaminhou-se nootaai do atadas afaifaado
ama bol^a de viagem cjntendo os ^^HPPI'D'
tes: 1 caiga, l cami, ama libra do na, a obra
em 5 livros os MIseraTets, i par de meias, 2 len-
cos, sendo 1 de mda : quera souber onde se acha
dita bolcja, qneira dar aviso a.'rua da Praia n. 74,
qae sera gratificado.
____________ajaaoel Lonreooo dos Santos.
Precisa-se de ama ama para casa de familia: na
raa de Hortas n. 30, sodrado._________^_
Bartholomeu & C,
VlNHO, PlLULAS, XA.ROPE E TlNTtKU
d> jurubeba simples h ferruginoso ;
Oleo, Pomadas Emplastro da mesm
planta preparados por
BARTHOLOMEO & C
PHARMACEUTICOS-DROQUiaTAa
PRNAMBUCO
A Jurubeb : esta planta hoja recooneeid
como o mais pederoso tnico, como o melboi
desobstruente, e como Ul applicaaa nos padecimcntoi
do ligado baco, bepatites, dnresas, turnares inUr-
nos e especialmente do alero, hjdropesias, erjii-
pellas, etc.; e associada ao ferro uul as palliat
cores, chlorosea a falta de menstrnafo, desirrao-
jos do estomago, etc., e o qoe diaemot attesUt
innmeras enras importantes obtidaa oom nosso
preparados j bem conhecidos a osados peles aau
disltnclos mdicos do paii e Portugal. Em iodos o
nossos depsitos distribuimos gratis folhetos om
melbor fasem conbecar a Jamben* seo* rwiliaA*
% pplicaco.
PESSANHA POVOA.
ANNOS ACADMICOS.
S. Paolo.
1860 1864
i toI. in8br.-4*.
LIVRARIA FRANCEZA.
MEMBRO DA ACADEUl-iDEMEDICINA
Preparado por DESLAURIERS.PH.
Suc DE BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clry Papis
O Xarope depurativo ioiiurario do Dou-
tor Gibert offerece, no seu emprego, um
resultado bom, corto e constante na cura
das impigens, escrfulas, molestiasdajelle,
vicio do snngue, obslr uccoes i>/mphatica.,
molestias contagiosas {syphiliiicasj, leves
o inveteradas, e de todos os accidentes que
"d'ellas dependem.
A receila deste- Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principaea pharmacias do
Brasil.
em Pernambeo: Mairer e C; Joaquim
Martinho da Cruz Correia ; Joao da Gon-
ceicao Bravo e Cta; Augusto Caors ;
Bartolomeo e C'*; Alexa.sdre Rieeiro;
Abbeii RmtiRO; JoSo d S" Faria e Irmao.
VERDADEIRO LE R9T
de IGMVBtET, Docteur-Mdedn
Ru do Seine, 51, l PARS.
En, cada garrafi, val. mire rolha e o papel a^
que lea o meu s.nete, um rotulo imiirr- .
relio eo- ..no l-r.u, M ^S^Z^
breP.im aceilavel
60 0* fo ,.,_
aommimo.jrnza-se
do iliatugrr.tii r Jo
maior detno
<2S>url4.'*--y
AMA
Preti'a-se de nova mi p*ra o ervica de ama
ea?a de ponCa familia : na praca da Independen-
cia n. 27 ?9. *^
= O auaix., a>aign.p tai ver ao reptavel
publico e com especialidade ap corno ^ commer
co, que tem jasto e contratado a compra da ta-
berna sita na povoacao do Oarro, parfeneenle ao
Sr. Joio da Silva Caxotro : qaem se jatear ore
judicdoi por qarlqoer transaccao, diriia-se no pra-
so do 3 das da data deste, na roa do CotofeJ ua-
mero 3.
Ernesto W. Lina. Avafcania de Albaqnerque.
Ama
r,ur*..,;'^hr?|1z%finl- 0Ulr'ra Cn
7 9reas-'"'_0Vji ihar. -
. uevisor
arm^ ff 5or5 *-lona Prat,ea 'de mais d
m narVJ^".'^^e. oBsreca o sen prest-
cadoPn, r^revr,d0 tfa! : 1uem Precisar deixo"-
caao na rna Nova n. 4.
Caixeiro
l^4 8e Preei IVFT^'itT11^85' e q"e tenha de li a 18 annos,
p. mJe ornando : a tratar na ra das
uniea n. 33,2 andar, das 9 da manhaa ao meio
Ped3-se ao Sr. Rion Bonai o obsequio de
pparecer a ra da Imperatriz n. 80, a negocio de
urgencia. e
. ~ Precisa-se de urna criada para comprar, co-
nnnar e engommar para duas pessoas : a fallar
na.rua da Santa Cruz n. 48, bairro da Boa-visu.
Ifmandade da Senbon MI dos Homens
da igreja da Madre de Dos.
Sao convidados todos os nossos irmaos para se
reunrem em mesa geral no dia 30 do corrente
no consistorio da raesma igreja, para se eleger a
nova mesa qae tera de funecionar no anno vin-
douro. .
Joao Valente da Croz,
Escrivo interino.
OMARAVILHOSO REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
OLEO
KING OF PAIN
0 RE DADOR
Para o nao interno e externo.

Precisa-se alugar um molequode 10 a li
annos de idade, qne sirva para andar na ra : a
tratar na travessa do Queimado, loja n. 5.
ESCOLA PHARMACEOTICA DE PARS
Medalha de Prata 1860
DE
UIOUEUR
G0lfcLE\rT
GUYOT
EXTRACTO DE ALCTRAO.
nico medicamenio approrado por todoj oa
HospiUe de Franca, Blgica Espnnha como a
BWnor prparacAo instantnea e regulada em
*" da AGL'A DE Al.CATRAO.
(Dvtu eolheradat grandet, liquido por cada
litro de agua, ou urna colhenia petuena por
cada copo grande.)
.n"i?"Ucador ,nll, rale d.a mi-
eojaa^ do ealomago, dos lircsetilot e da
Kxi.jir fir-nn ,ln inventor. />
Dbposzto Cdiai C^l r ^
RatdcsPrascs-Boargwis, 17 <==^~sr
En pabi "^ s*-t
Deosrro : ne Uto da Janeiro, Dupoochrlle; na
Bahia, Silva Lopr( na Pernambtuo, P. Slaurer
| et C,#; na Uarnnhao, Ferreira el C*.
AMA
Precisa-se de nina ama livre de meia idade de
bea conducta para o servico interno e externo de
ca>a de maili pouca fanjilia : na rna d Santa
Thereza n. 11.
Precisase de um menino Oe l a 14 annos
para caixeiro de taberna: tratar na ra de San-
ta Rita n. 53;
Cholera e cholera-morbos, diarrha,
floxo de sangne, em nm dia.
Dr de cabeca e dores de ouvido,
em tres minutos.
Dr de (lentes, em um minuto.
Neura'gia, em cinco minotos.
Deslocac5es, em vinle minutos.
Gargantas inchadas, em dez mina-
CIRA:
tos.
Clica e convnls5es, em cinco minu-
Pebre e febre intermitiente, tm
DOr-nas costas e sos lados,
minutos.
Tosses perigosas e refriado,
dia.
Pleuresa, em nm dia.
Snrdez e asthma.
Heraorrboidas e broocbites.
lnflamma(2o nos rins.
Dyspepsia e erysipelas.
Molestia de figado.
FaipitaQo de coracao.
Rheumstismo em um dia.
Reserve sempre este remedio na sua familia.
AS DOENCAS SE APRESENTAM QANDO MENOS SE ESTEBAN.
Oleo eletricoO King of Pain(o rei da dr) aquieta e positivamef disaipa
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e prodoi oa maisptM .
equilibrio nosystema human", o que nao se pode effeciuar no mesmo teaapo, com ajoaf-
quer outro remedio medicinal.
Este muito popular remedio est agora asando se geralmente, pela razio qae Bar-
loares de pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. de Grath e or
siem.
Este importante remedio nao se offerece para corar todas as doencaa, porai O
somente para aquellas estipuladas das nossas direeges.
Est operando nos principios da chimica e da electricidade, e por isso ectJ app-
cavel para o cu amento e para a restaurarlo da aeco natural dos orgos qae soflrea da
irregular circulado dos fluxos dos principaes ervos. O oleo eletr.coo Kiag Paia
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as incbares das |
etc. em om tempo incrivel, breve, sem perigo do seo usodebaixo de qnalqoerci
taucia.
O remedio, nrna medicina para o uso externo o interno, cemposto dos
curativos, raizes, nenas e cascas, taes como se tem usado dos nossos antepasuatos,
das quaes tem grandes existencias no mmdo, para curar todas as molestias, sabeado-se
quaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da fu- Idade de medicina durante marte* annos
de experiencia para aprender os rneh >res modos qne se deviam adoptar para cavar as
seguintes doencas, e que propor^oes de medicina se devia asar.
nico d(: psito em P rnambu
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomieu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
rt
O abaixo assignaln, director do cr.llegio de S.. !
Pedro de Alcntara, declara ao? pais da seu j
alumaos, cue as ferias no seu collegio de que fal I
la os estatutos do mesmo, sao apenas para as au- '.
las fecundaras, sendo para a arla primaria so
mente di dia 2J de dezi'mbro a 3 de Janeiro, e |
para as anlas nocturna d<> cummercio, os dias san
lineados.
Joaquim T.ixi'ira Peixoto Filho,
Director.
VERDADEIRAS
PlLULAS 0EBLANCARD
COM IODURETO DO FERRO INALTCRAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propredades do lodo et do ferro, convem especialmente as Amccos
escrofulosas, a Tsica no principio,a fraquesa de temperamento e tamlm aos <
Falta de c6r, amenorrhra, em que precisa rfagir sobre o sangue seja para i
lhe a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso |
jV. B. O iodareto de ferro impnro on alterado e am medicamento inflel,
irritante. Como prova de pureza e de authencidade das rmrimirirmn Pi-
lulaa de Blaneard, dere-se exigir nosso aell* 4n prata rraclira ej
nosso Brnia, aqu reprodnzida, qae se acha na parte inferior da naa
roala verde. Deve-se desconfiar das falsificaooi.
PharmaetMHe, rum Bonmpmrte, 40, arli .
irritan!
k. lula, i
^^k noss<
Aehaaa-aeeaa toda* aa pharmrriaa.
Em tempos modernos nenhum descubr-
ment operou maior- revoluco no modo dt
curar anteriornienle em voga do que o
PEiTORYL DE AMCAIHJITA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CROrO,
ASTHMA, THISICA,
ROUQUmAO, RESFRI AMENTOS.
BRONCI11TF.S,
TOSSE CONVULSA,
DORF.S DE PEITO,
EXPECTURACO DE SAN'OE.
Como em loda a grande serie de enfermi
dades da garganta, do peito e dos orgaos
da respiraco, que tanto atormentam e fa-
zem soffrer a humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmi Ote na appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriormente unguentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alero
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos de curar, nao faziam seno enfraque-
cer e diminuir as forcas do pobre doente.
contribuindo por esta forma d'uma maneirs
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truido ine vita ve 1 de sua victima Quem dif-
jerente pois o effoito admiravel do
PEITORAL DE ANACAIIITA I
VM E F.Z DE IRRITAR, MORTIFICAR E CACZAr
INAUDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IllRITACAO
DESEMVOLVE ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Of
melhores votos em medicina da Europa (o
Lentes dos Collegios de Medicina de Rerlim
testificara, serem exactas e verdadeiras esta:
relaces analgicas, ou alm dissoja experi-
encia do mrlhares de pessoas da Ameriti
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais qu>
suficientes para sustentaren! a opiniao do
PEITORAL DE ANACAIIITA I
Deve-se notar .que este remedio se ach
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanlo que porm
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianico. formam a base di
maior parte dos Xaropes, com os quaes tac
fcilmente se engaa a credul idade do pu
blico. A Composir,3o de Anaiahmta Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meia
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: btstt ge-
ranente a applicaco d'um qo doos frasco?
para a effectuacS de qualquer cura.
Acha-se vehda nos estabeiecimentos de
P. Maurer & C. J. C Bitvo'4 C. A.
Caors, B. M. Rarboza e Bartftolomeo & C.
f
l
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amargas do
BROHURETE DE POTASSTOM
De Jf.-P. IiAROZE, ana atea I.ion Saint Paul,
Todos os Mdicos concordo em que o Bromax* de Potassinm pnro tem sobre
sistema nervoso, urna ac(3o aerftiva acalman*,. Reunido o Xarope Lame e
Laranja amarga, cuja accao regenera as fuo ;5es do estomago e dos intestiiMa,
umversalmente apprecmo. Sem receio d'abidente se pode dar as pessoas adultas,
(ruando solfrem de n.<>leitiaa do eoraf ao, > viaa digeativaa, oa oorreaaa <
assim que para u moleaiiaa nero i* prenhex. Para as cranlas, para >
agitafao, Dlooanit, toase durante den.ico.
Deposito m liio de Janeiro, s Charolot; em Pernambeo, V. afama a C;
em Mani, Talco Diaa; em Ptfjtat, Amero Leiraa; em Bahia, 9* Baaaa. O
Porto legre, Jo*t ateilo; em Karanh&o, Ferreira a 0a; em Ouro Preto,'
|hm M' Itn.o^LOT com o mais feliz resultado na nmipaafra
l Piolileuia resolvidti
> papel foi conservar mo.-4arcia todas as ntaa propredades, obtenrio em nonca
a e ciiu laciliiUule um ifliiin iieri de medicamentos. (.! BocHardut Annitniredethih-opeutit/nede 1868
Eligir a RWignmura lati, pur que ba fak-ili'-ailorcf
PAH1S. Hue Vieille-dk-Temple, i6.
das PlLULAS de BLANCARD
(fcAVE
A nossa correspoTidenria do Brazr] nos hx
saber qim as pi paii acko-sa
OCllt/lIftVnW'llHii'iifW/'t.'t iti WMdoi
fiUeificftn
Para guraiiiire contra t < iqti
mais on raeuos perigosM, i| e escourieai.ae
rasa inancia por detnu das ao
dejdtrca e mesmo di
arrai com instancia aos nu ios tlo-
entcs d
PlLULAS
entre outros nietos practicDjaJ*i la boa
ossoscoll.- iftde
tfuvidar que nimia qu
serajueuteasaule pin nadado
aWio-a as uimi Yilal
DOLCM)
I coniroercio, estes honrados intentar (tinta
ii id mostreni dignos da ronfianca do^ seas
heguez- s; uo de dtividar iguafcnerk: q^oe
ntp idiando loda solaridade com os1^!-
c; llores e os seus cumplices, elles naosefa-
cao um (l er d'or. em diaote de procurar
a:; VF.ROArt-in.vs Pii.ulas m Busc.ko en
arigeus ce 1 e;.d"recaiido-se, quer a ato
iiesmos era "Pars, quer iraSrecUmeaae m
n jjms prarpaes corresponde!*, ota etttt*
i* casas as mais recom- yf/r
mendateis da Franca jf/uia7i
ou do seu pa.
Phormavutie*, nu BomtfwrU, Pmrim. ]
apa prioeipaca


Diario de Pernambaoot Quialu feira 27 de Oatubro de 1870
b
!
Ignacio da Silva Deir avisa a-seus fregnezes
qae acaba de chegar cora sua tropa'de excelentes
'barros etie segu para Agua Preta, tendo bre-
vemente de rollar para a treguetia^da-Estada,
Cabo, ete. : quera precisar faser algama eacom-
menda, pode dirigir se so Sr. Jos >Maria Pes-
taa, que se eaearregar de transmeui-la ao an-
ounciaote. ,
Acaba de sahi luz o offieio
DE
! S. DA COffCEIClOs
Acoropwhado de uoia collecqo -de oracoes co-
mo : Responso de Santo Antonio e orecao de Santa
Mara Eterna. Ris 320.
LIVflARlA PRANOEZA.________
Precisa-se de um boro cozriheiro qae emen-
da de massas, e de outros servidos tendentes a
aoa profisao : na ra da Auroran. 16.
'mmmmm-mmwmmm^m
0 bacharel Celso Tertuliano muden o fll
sea escriptorio para a roa das Cruzes, I
boje Duque de Caxias, casa n. 34, 1 an- J
dar, onde pode ser procurada
DA DE FINADOS.
Na ra Direita n. 133, lo ja de cera, ha
ama pessoa que se encarrega de ornar
catacumbas no cemiterio publico, dando a
mesma pessoa todos os preparos.
O salo i pianos e de
msicas
mudou-se da ra Nova n. 58, 1* andar, para a
roa da
Iniperalriz n. 12, loja,
onde contina recommendando-se ao Illm. pu-
blico.
.______ G. Wertheimer.________
Ama de leite,
Precisa-se de urna ama de leite que nao tenha
filho : no I tro do chafsriz no Recife, casa n. 26.
AMA
Precisa se de urna ama para crzinbar era casi
de pouca familia, ou para andar r m urna crian
5a : na ra da Imporatriz n. 43, 2o anlar.______
PEDIDO
A' roa do Livramento n. 38, primeiro audar,
precisa-se fallar com os seguintes senhores :
Julio Adol(>ho P.iba, (acadmico).
Querino Candido de Vasconcellos.
Joaquira Cavaleauti de Albuquerque Mello Filho
(Pombal).
lezdino Augusto dos Santos Fragoso.
Virissimo Corris de Lyra (Cruaugi ou Vicencia
Jos Hermino Pontual (ecgcnho Preferenc3).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gumes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom J.'"..uim do II co Barros.
INTEHESSAXTE fcOHPOSIQAO LITTERARU.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
O sorrisn.
A noc do asombro.
A Isgrtc i
A noute uo delirio.
O mysterio.
<>ra urn carta critica dirigida ao autor pelt
Dr. T. B. Rigueira Costa.
i volunte brochado 2000.
AS CENTELHAS
Poesas | atriotieas sobre a guerra do Paraguay
1 vuluuie brochado 20
NA
LIVRARIA FRANCEZA
PRECISASE
De u:u bomem livre un captivo, para distri-
buir pao; e igualmente de urna ama que saiba ro-
gommar bem cosinnar; trata se ra lo Vi-
gario n. 16, !" andar. ________________*
Prei-i-a -e ilc u:u moco de 16 annos ou de
um hornera 40 annos, que saiba ler e escrever :
na ra da Concordia n. 68.
SITIO.
Aluga-se um bora s;tio na errada do3 Alilictc
pelo lempo da festa : na ra da Cruz n. 8, pri -
uieiro andar.
Amas.
Paga-se bom alnguel a nma ama que seja per
eila engommadeira, e a outra para ser emprega-
da em algura onsaboado e servido de casa : em
S. Jo* do Margoinho, sitio n. 2.
- Precisa se alugar um preto escravo de meia
idade, paga-se bom a uguel : nesta typographia
Associaqo Comraercial Bene-
ficente.
Tendo se esgot do a lista dos supplentes para
preencher as vagas havidas na directora, e nao
estando prevista esta circunstancia nos estatnlos,
convocada pelo presente a assembla geral, para
no dia 4 de novembro prximo futuro ao meio
dia, resolver como convier.
Associacao Cemmer ial Beneiicente de Prnam-
buco 22 de cutubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Jos Henrique Trindade,
__________Secretario interino.________
Para andar com crianzas, precisase alugar
nma rapariga forra ou eserava : na ra da Ca-
deia n. 8, armazem.
Precisa se alugar urna eserava moc^a para o
servico interno de urna casa de familia : na ra
do Crespo n. 12, 1* andar. ,
Aluga se
urna casa terrea, sita na Capnnga, com sotao, co-
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do ViRario n. 31. ________
Na praga da Independencia n. 33 se da di
oheiro sobre penhores de ouro, prata e pedral
preciosas, seja qual for a quantia ; e na mesm:
casa se compra e vende objectos de ouro e prata
s igualmente se faz toda e qnalquer obra de en
commenda, e todo e qualquer concert tendoni
mesma arte
1
MUDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sua r-jidencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2" andar
do sobrado cajo armazem conserva an-
da boje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Sctembro, o mesmo numero 37, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. oo
erejefo de sa pr. !> -?5.i da medico e
r, pode ser prceurado a tjaa-
vptt bora do da e da mute.
m
3
) censelh'eiro Jos Bento daConha Fi-
gueirdo avia ios seus consUtointes, que
elle acha-se .restituido ao seu-eseriptoriode
idevocacia, podendo ser proowdo nos das
uteis desda as dez horas da oanhaa at as
J da tarde.
eonv
Sr. r
ustar na
m mar Precisa-se de urna ama para pouca
jTl.iTMJmfamilia: na ra do Cardeireiro n. 68
Predlsa-se de nma ama para casa de pouca
familia : a tratar roa do Gcbug n. 1 ioja.
COMPAlfHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OMWBA.
Por ordem da directora, e em execucao
ao que dispoe o art. 13 dos estalulos, s5o
convidados os Srs. accionistas para a sesso
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
qaa! ter logar no dia 31 do correnle s 10
horas da manh5a no salo da estacao provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
ie 1870.
Joo Joaquim Altes,
y Io secretario.
Precisa-se de urna ama forra ou eserava
para o servico interno de pequea familia: na
ra da Amizade n. 21, Capunga.______________
hM.
Preeisa-se de urna ama para cosinnar : ra
tratar no Manguinho, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, ou no-caes da Companhia Pernambuia-
na n. 2 ; adverte-se que serve eserava ou livre,
mas que cosinhe nem.
Betalha-se terrenos no Porto oa Madeira em
Beberibe. A pos i cao topographica dos mesmos
terrenos, sua boa qnatidade para plantacoes, como
se poder ver pelos sitios nelle ja situados, rauito
es recommenda : os pretendentes encontrarao pes-
.oa habilitada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido logar, nos domingos at
as 9 horas da amanhSa.,
Ama
Precisa-se de urna ama que cozinhe bem, en-
cornle e compre para urna pessoa : na ra do
Torres n. 16, 2o andar.
EVI0F1HA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a roncuir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, era flns
de dezembro prximo passado, e depo3 para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la cumprio,
e por esto motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de raais de oito annos. c quando o senhor sen
lho se achara no esludo nesa cidade.
VMA
Precisa-se de urna ama, preferindo-se eserava,
para o servico interno de orna casa de pouca fa-
iralia : a tratar na ra da Palma n. 34.
.Na ra da [raperatrJJ n. 60 muito se
fallar com o Sr. Francisco Deodato Lins, a nf go-
ci de en tatercsse.
AVISO
_Os abaixo assignados, incnmbidos pela commis-
si i de seuhoras que proniovem um concert e lei-
lao em benelioio das familias desvalidas dea solda-
dos de linha de Perntmbnco, fallecidos cu invali-
dados na guerra do Paraguay, de distribuir do
n)od<* que Ihes parecesse mais acertado o producto
JVssa subscriprao, pelo presente avisam s viu-
va?, pas mus e* lhos das olleiaes e soldados dii
exercito naturaes d'esta provincia, ou que nella
tenham asseotado praea, asatsa como a qnalquer
prente d'estes, que fazendo parle de suas fami-
lias vivesse s suas expensas, e que seachar em
estado de pobreza, e Gnaltaente aos proprios offl-
ciaes e Mildados, cora excluso dos primeiros, casi-
estejara ras referidas condic.ie:-que dentro do
praio de sesseula din?, a contar d'esta dataaeve-
rao provar com djcurneutos anthentieos sua idenr
tidado e cireumstancias de fortuna, am de podo-
rem perceber este auxilio.
Cs interessados deverao encaminhar seus docu-
mentos casa do directorio do partido liberal,
ra do QueimaJo n. 8 primeiro andar, em lodos
os dias uteis durante aquelle periodo, da3 9 bcras
da mahha is 3 da tarde, e ende, depois de atten-
didas suas wfmajBss, recebero a quantia que
Ihes t-jcar.
' Para que o presente avisa chegue ao conheci-
ment de todo?, ser publicado diariamente nos
jornaes mais lldos d'esta cidade.
Recife, 6 de outubro de 1870.
Bario de Bemuca.
Lniz Jo' Pereira Simoes.
Ab:o los Tarares da Silva.
Igreja de No*sa Senil yi'jpo
Monte emOinda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senbora do Monte em Olinda, segondo o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Rento de assim o fa-
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esbrcos seu alcance, acontece
qae o referido nao pode ser de prompto
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem de ser tambem applicados
repararles e concertos dos predios da
ordem, j porque tem bavido demora na
extracto das outras partes da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, snp-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que se prestem a ajudar com suas esmo-
las a conclusao dos referidos concertos e re-
pararles na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao juz perpetuo
Matwel Luiz Vires.
SITIO.
Aluga-se urna boa casa e sitio rriuito perto da
estaijao da Jaqueira, em Ponte de Uehda, a beia
do rio : e tambera se vende ou aluga-se urna mo-
billa de amarello existente na mesma : a tratar no
caes da alfandega n. 3.
Criado.
Pagase bom alnguel a um criado de 12 a H
annos para servico de easa de pequea familia :
em S. Jos do Manguinho n. 2. ____
Ama de Uite.
Na rna Augusta n. 2, 2' andar, preci*a-so de
nma ama que lenha bom leite, com abundancia e
sem filho mamentar.
Osa.fll!!.-' Ja O'iv.i-
ra L
Atiendo
Ignacio da Silva Deir, em viagef a
de Pernamhneo, ariss.s seas frefess JB*
dnz excellente tropa de barros, W l
villa do Pillar, Porto Calvo, Castaafe
Barreiros e Rio Formoso, e dali ir cm t..
lo para a Escada : qoera pcls precisar, pedo
dar eocoatrs-le.
Este antigo estabelecimtnto, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajesamente os seus fregnezes, atien-
to o grande sor tmenlo de joias d'ouro, prata brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
MOREIRA OVARTE .
WtWM
Precisa-se de ama ama forra oa esavs para
servico interno e externo de ama easa do traes
familia: narua Velha u. 66.__________________
Companhia Allian^a
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 4870.
CAPITAL..Rs. 2,000-000*000.
Toma seguro de mercadonas e din' eiro s r.seo
martimo em navios do vella o vaporea pora dea-
tro e fora do Imperio. Agenei i i ros do Cosb-
mercio o 17, escriptorio de Joaqoim Jso Gosv-
calves Beltrio.___________________________
A verdadeira farinha petoral de
S. Bento.
Esta farinha asada cora vantajosso rcsos-
dos nos padecimentos dos orgo do peto,
como aslhraa oa pachameato do esdurro*,
inflamacio de bote, plenrizes e aa ptky*es; ro-
commendando-se com igual prove.> aa
convalecentes.
nico deposito na phirmaeia e drogara.
DE
Bartholoroea & C-
34Rna larga do Rosario34
z*&
Tem a satisfac5o de participar aos seos numerosos fregnezes, que em vista de- ser-Ibes mais commodo, tem l-^|
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, beje ra do Mrquez de Olinda, **
onde acharo os pretendentes, muio avultado sortimento de cbpos de sol de todos os preces, qualidades e per pre- ^
gos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado -;
^ darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
^^ maces as tazendas que a demora- da fabricacao bem diminuta,___________________________________________
S>
m
NA miM E BEM
CONHECIDA FABRICA
L
,.' *'
ws

s-*Sfc
DA
m
nafa
:: i
Sua do Baro da Victoria, esquina da Gamboa do Carao.
(Antiga Ra Nova)
la serr.prc um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho brsnco e par-
Si
do e de aigodo cs todos os tamanhos o feitios, a'm da immesa porco de feda, merino, algodo e brim,
h armages de todas as qualidades para salisfazer qualquer encommenda. A modicidade de seusprecos 15o conhecida
|tf| qae escusa de mencionar.
8
WSt
'-


rxii/i^i
'?i*
mt

CASA PARA ALUGAR.
Alaga se o 1* andar do sobrado o. 6 a rao do
Duque de Caxias : tratar oo corceo de ooro,
roa do Cabag.
Ama.
Paga se bom ordenado por ama ama qae cozi-
nhe para ama casa de familia : na roa da Sosn-
la-ve!ha n. 90.
AMA
Precisa-se de ama aira para eoimoar o eooi-
prar: na rna 1 de Marco n. 23. r.sa da ir nc-.a
Alaga se ama
Xisto, haixa do rio
n. 17* loja.
casa oo Mootiiro, porto C>
a tratar na ras do Cresan
Oflferece-se
ama nova modista para costura de seahora me-
nina : apparecendo qaem qaeira, dir.ja-se na
doNogutira n. 6.
Vende-se om boi manso, propno pari car-
rosa a tratar na rna do Kosrrio B-ia-fsi'A sa-
mero 56.
Club do Mmnttiro
A abertura do Club ter logar n: da 1* ds so-
verabro prximo futuro, aoa a tabella
das mensalidades pela segnintc rrann'ra :
Assignatora de novembro a dril m-.:;s 50*.
1 trimestre-30 OCO.
1 mez-105000.
O emprenno,
P. I. Laytr.
Ama
Xeste novo armazem tem nm
vari-3do sortimento de f?zendas
francezas, inglezas, aemaas e to
das todas se vendem por pre?os
mdicos, afim de acreditar a esta
ajvo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, bros de
:6res e brancos, colei-
rii hos modernos, cha-
peos de sol de seda,
linos. RUa
Sarao la Victoria
antiga ni*
iva ir
DE
I
i AR1MIA
N. 41.
Assim como tem urna grande
ofllcina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e pe feigao
nada deixam a desejar.
Roupa de todo3 os
smanbos para homens
meninos.
Por todos cs paque-
tes recebem-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras qae ha
na Europa.
RUA
o
Baro da Viciarla
antiga rna
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em arefie, artistas e commodos, e m pontcalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes^ deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
o5o se tornar massante __
Companhia Fhenix
Fernambncana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos qner terrestres se jara
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambnco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A- Seqneira.

APELLAS
Na mesma casa tem nm completo sorti-
mento de capellas francezas para tmulos
por menos preco de que em outra qualquer
parte com as segointes inscripces:
Mea pai Saudade -
Minha mai ijma lagrima
Mea esposo Meu fiilbo.
Minha esposa Minha filba.
Na roa do Imperador n. 9 tem urna pessoa que
se encarrega de armar catacumbas e tmulos no
cemiterio publico, dando o qae fr preciso para o
dia 2 de novembro, commemoracao dos fiis de-
funtos. '
Ama de leite.
-Precisare de nma ama livre ou sujeita, porm
de boa conducta, que tenha bora leite e com aban
dancia, sem lilho a mamen lar : a traiar na ra da
J. 13 e 13.
RUA DA CRVZI* 4
Chapas de ferro glvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Garrinbos de rna o.
Yenezianas para janellas.
Machinas de descansar algodo.
Machinado cortar fumo. >
Mchica de cortar papel.
Motores para doas cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Ralancas. prencas, cofres de* ferro, fogSes de ferro, enxofre, salitre limalha de
ferro e amitos outros artgos.
AGUA DE VICHT
DAS
Fontes Hauterive e Celestina.
No armazem da roa do Vigario n. 11.
Precisa-se de nma ama para ea-a de pouca .-
milia : na ra nova de Santa Rita n. 73.
Aluga-se a leja do st.brtde n i i der ote
do oito da igreja do Livramento, onde fas toses
a tratar na rna do Livrameniu n. 17, tsji ia cal-
gado.
Prociao-oe da om menino de i2 a li
de idade, que d sdor de sua osadas*) : a nra-
tar na taberna da travessa do ar^oa) do pmm
numero 5.
Precisa-se de 2:(XH) a proicio per se bv-
zes, pagando-se o premio de 2 por talo, o par
garanta se d doas escraves, lieacdo oo refcrilc*
escravos em compaT.bia de sen *eokor : os pej-
tendentes annunc.em pur este jornal pora sarcos
procurados, I
Admiravel lembranca
Declara-se que os cavallw d^ *8gmi Bac-
do termo de Agua Pre;a, cdood>
orolhas cortadas e ptlldos le c risas, casias o
tropetes, e to rentps, qae a eautia mostra o :
SO, alm de um triangulo coa:
Cstes aakssos so pasan o engenho, e
:ran-ifim al a o'. : a'ot'.r
qaalqaer parle i|ao se oanotrsr > Zonado?,
tanto mais por es'arem is'Btes de nigacisr-.*.
AiOfn-sa u-na boi caa e^ra na juoT-
a par,na ru i lo Lima asi Bojoji Amaros, i : a
tratar com Malernus Lenz.
utrimeuto
MEDICINA!
KVBOiUt
Lanmam 6Em.f
PARA
risica i toda a
"iiilidadededo-
(-n;as, qoersf)a
na garganta, i .-
to oa
Av
mem
n '
uiiar, h e c.zinluua
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Francia. Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laffecteur sa autho-
rizado, he mui superior ftos xaropes de cuisinier, de Lan ey c de salseparrilha. De fcil
digestao, adagravod ao paladar, e ao alfato. elle cura radiralmcnte era merr:irlo, as '
aefes dapelle, liuplaenN. alporraw. Himorca. iilroin, tnrnn dcpjc-
nrruiiu. rkrorhuio, e os accidentes prOtendus dos partos, da idale critica, e daacri- '
moni a dos humores,
p rcrcmmcndada contri as doencas sjphilitlcas rdenles, invete-
radas su rebelde- >io v ao induro d rntissio. \
IXTEUft, em casa do doutor GlfAALDEAU DE
SAl.NT-(jLRVAIS, rum l
Eiprwsa-
mente wwsfida
do meOiaraf-
garics dos objms
se extraa
oleo, no barco
da Terra Nova,
purificado ca-
mi a^)nent,
su;ts
proprierJades
i-onservadas
rom todo o coa-
da-lo, em todo o
frasco, se garan-
te per
sido
a i
muitosevero, pelos chimicos de
ot, do governo hespanbol e
vulgado por elle e conten
MAJOR POR do que outro qualquer oleo, qoo la ana
exanviado
IODINO EM PODER SALVADO
Em todo o ol;o de ligado de barafto,
e naquelle no qual contm a raajor pdrtSo
d'esta invaluavel propriedade o aasco
meio para curar todas as doeaeas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO.
Tisica, bronchites, asma, catarrho,
resfriamentos,etc.
Uns poneos frascos d carnes ao
magro que seja, clarea a vista,-) d
todo o corpo. Nenhum ootro
nhecido na medicina oo *
nutrimento ao systema e o
quasi nada o estomago
As pessoas tuj o tea sido
destru ila pelas affoMwfl
ESCROITI
e tod
pletai
iH



Diario de Ftniw&mco Quinta
.
i

eiru
2 7 efe Outubro de 1870.
A0 ARMAZEM
VAPOR
17-RlIA
Este conhecido estabeleciraento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaxo menciona-
dos, preco3 os mais resumidos que possivel.
CAJEADO FR A3CEE
Botinas para tenhoras e meninas.
. Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para bonicos e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolbidas.
Botas e perneiras russfanas.
Botas e pernelras para mamara, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo costo"afim gde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
| para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete avelndado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por- U
tnguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agna de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada ang-oise para bigodes, pos de
arroz etc^ tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condrav, Piver e Lub:n.
MAO HA M AIS CBEMEOS BRA 31COS
K Untura japoneza pa <;a e da barba, foia uaica admit
tida Eccptd^o Universal, por t tehoje eristentes, sem alterar a gande. Vende-se a l90bo cada frasco Da
Ruada Cadria n. 51 1andar.
ANTIGA
IACIV
DO
J
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, esperaos oara salla?, qnartos e ga-
binetes, toueadore? de diversos tamanhos, leques para senhoras e' para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, bot5es, correntes e chaves de re agios e trancelins, tudj de
ourq de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas cora lindas pessas de musk-a, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de aufcmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinbas
de seda, de velludo e de viraes para braco-de meninas e senderas, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas Anas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
moratna, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bergalas, ooulos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, aboto&dum de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesourrahas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros jopos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, csteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boultvards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para caedieiros,
tapetes de vidrilho e de la3 de cores para ps de lanternas, realejos grandes e peaneno?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatihos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conduiir cnauces passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e alleraaes, precos muito em conta. -
Para este artigo nao ha espaco nem terapo para a mas-ante leitura da infinidade de
generes de brinquedos fabricados era diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
0 dono deste estabeleciraento
veriScsndo as qualidades e os precos
reitura e de conta propria.
de ao pub'lieo em geral que continu a visita-lo
iaratos de ditos objectos por seren vindos em di-
MO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DB
Manoel da Cunha Saldanlia & C.
Acaba de abr-se este estabelecimento de joias, o qoal tdm grar.rle sortt-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
fcivel.
Tolas as joias sero caramidas ouro de lei, pois os sen1? donos tendo em
ista so adquiir fregutzia uotividarj, veudor borne por preces os mais
ista so adquir fregu
razoaveis possiveis.
a vir a este es'ab^'ecimonta, certo de (jue :
V<1
DB. iBoo o ii. pimo
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ba do Baro da Victoria43 ,
(ANTIGA RA NOVA)
A viuva do Dr. Sabino O. L. Pinho, proprietaria da antiga e bem conhecida Pharmacia Especial
Horaeopathica de seu finado marido, desejando manter o crdito de que gosa este estabelecimento de
corresponder cada vez mais a confianca que em seus, remedios depositara os amigos da homeopalhia
nao tera poupado esforcos, afira de dar ao seu estabelecimento tolos os melhoraraentos necessarios, e
colloca-lo a par dos prugressos que tem feito a homeopatbia nestes ltimos lempos. I
Com este intuito a roesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna pessoa habilitada
com pratica de 10 annos ein pharraaeia homeopathiea, e encarreg-ido ao babll medico homeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparacao dos medica
montos.
Achando-se esta casa em relacoes cora os priraeiros estabelecimentos deste genero na Europa,
de onde Ihe vera os medicameolas aecessarius, contina a oITerecer a seus freguezes todas as garantas
e modicidade de precos.
s das boticas
Pre^o
Glbulos
i botica de 12 medica-
mentos............
1 dita de 2i ditos___
Tinturas
i botica de 12 medica-
mentos............ 123000
1 dita, de li ditos..... 2i000
Caixas
1 caixa de 21 vidros
10/000 mentos............ 12|000 com tintu-a e 48
lojOOO 1 dita, de ii ditos..... 24000 tubos.............. 50*00
1 30 20*000 Ib 30 28000 1 dita de 36 ditos e 60
1 36 2UO00 1 < 36 323000 tubo............. 603000
1 48 30*000 1 48 403000 1 dita de 48 ditos e 120
1 60 34*000 i 60 553000 ditos.............. 8O3OOO
1 120 5000 1 120 80*000 1 dita de 60 ditos e 240
i 240 90*000 1 240 140*000 Jitos.............. 100*000
Acabamos de receber um bonito sortimento de carteiras de diversos tamanhos e gostos, vendidas
escolha do comprador.
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas,
quer indgenas, c bem assim tudo quanto respaita homeopalhia ou a sua pratica.
MEDICAMENTOS '
Joaquim Jos Gon ves BeltrSo
Ra do Trapiche n, 47, I9 andar.
Sacca por lodos os paquet js sobre o banco di
Slinho, era Braga, e sobre os segnintes lugares en
Portugal :
Lisbaa. .
Porto.
Valenca.
Guitnaries.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameco.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Bejar
Barcellos.
Companhia
DE
Santa Thereza.
De cenformida com o art. 11 dos estatutos, sao
convidados os Srs. acciouistas realisareai ;it o
dia a de novembro prximo, a primeira entrada
na razao de 20 0/0 do capital snbscnpto podeendo
dirigir-se para esse rim ao escritorio do director
caixa o Exm. Sr. baro da Suiedade, na prnra do
Corpo Santo.
Previne-se acs referidos senhores, que na fir-
ma do art. 12 dos mesmos estatutos, deixarii de
ser considerados accionistas, aqueelles dos signa-
tarios que nao .llzerem as entradas as ep>cs-
marcadas.
Recife 20 de outubro de 1870.
NQViDDE.
O Cita, prnprieaiio do ann;-i 4
Maamore roa das Croxt m y* i\-
nlieiro contado o que de itieihnr ka %n mnutk.
por ter recebido m jilos d,> peen* itattiftm
pi.'lo ultimo vapor.
Ilanalices para sopn* denomiBadat ikUaar, rm
substilue perlt-iUmente as wmt tjwmn rra
Queijos fliiiiengus o qu de atttur ejar a 3*000.
t'jixoVs de .l<.ce t* g.>i*ba a SfO. 1*. tJBt t a
1*8(0, dtto em lai .- 5 5330.
A verd^deira farinlw arier..-aiw vir.da a> mu
propria a 320 rs. o m.iro de orna I bra. *
Velas rmrlnil a 640 o maco.
Bolachinhas de todas at qualidades i *
Ihores fabriranles.
Ervilh;.? fraowzas e por:ngneia%.
Vinho de todas i.s qu*lidade.
Farelo de Utbnl dotmbar^ aoMa. en
saceos grande?, a Bf.
Carne do serlao muito nova e gtrda.
Sacca com n.ill.o a 4*000.
Especial e aromatito ral.o de farailia a 9W n.
o kilo.
Apis antarthrica (especial para rheumatis-
mo) l/2onca....................... 2*000
Cactus-grandiflora (para bronchites, pneu-
monas etc.) 1/2-oncas...............
Calndula (queimaduras ele.) 1/2 onca..
Enitolia (para btmbas) 1/2 onca........
Erythroxillon sativa 1/2 onca..'.........
Marapuama (para paralysias) 1/2 onca..
Plumera (para mordeduras de cobras)
1/2 onca............................ 2*000
Plantago mavor (para febres intermitien-
tes)......'......................... 2*000
Rabo de tat (para as affec Oes do
peilo).............................. 23000
3.
23000
2*000
25000
3*000
Sarracenea-purpurea (para bexigas)___ 23OOO
Sehvnus (poderoso as affeccoes de gar-
ganta)............................. 23OOO
Tomaquar (para dartros)............. 2*000
Tarntula............................ 23OOO
Opodeldoc de Rhus 1 vidro............ 3*000
Opodeldoc de Bryonia 1 vidro.......... 3*000
Emplastro de rnica 1 earto........... 1*000
Chocolate especial homeopalhico 1 libra. 13000
Caf homeopalhico 1 libra............. 13000
Pao para dente3 1 caixinha___........ 1*000
Pomada homeopathiea para o cabello
1 vidro........................... 1JOOO
Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
Ha excellentes apparelhos modernos de douches oceulares para tratamento das inQammares
de olhos.
Vende-se tambem o thesouro horaeopathico ou Vademcum de homepatas, pelo Dr. Sabino
L. P inho, 2a edicao.
Xao existindo at hoje meio & poder venficar-se a bondade ou efflcacia dos medicamentos
homeopatilicos senao pelos effeilos que delles resultara, em sua applicacao as diversas enfermida les,
segue-se que Mte um negocio todo do conliaoga e de f; por isso aconselhamos aos que cempram
remedios homeopalhicos qne procurem antes urna casa que Ihe3 inspire confianca, do que quem venda
mai3 barato. Tjdas as preparac5es desta casa sao feilas escrupulosamente por meio de machinas
especiaes e debaixo das vistas de um distincio raedico homeopatha.
Distribue-se gratuitamente aos que compraren) percao de medicamentos : um rgimen homeo-
palhico, organisado pelo fallecido Dr. Sabino, um avuiso sobre o empregj da vaccina homeopathiea e
do Plumeria; e um folheto sobre o cholera pelo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathico
O amigo consultorio deste estabelecimento dirigido pelo
Con-ulta todos os dis das 10 horas da manha ao meio-dia.
O Dr. Santos Mello responde com promptido qual |uer consulta que Ihe diriirirem do intorkr.
e encontrado a qualjuer hora do dia ou da noute, para chamados, tanto na cidade 'como para o
interior.
Consultas c medicamentos, grates para os pobres.
43Ra do Baro da Victoria
(ANTIGA RA NOVA)
43
GRANDE
AGRICULTURA
pon
AYRES DE ALBUQUERQE GAMA.
li ad|em 16 com estampas
Obra premolva pelo governo da provincia.
Vende-se em ss principaes
Livrarias.
11
O abaixo assignado faz publico que se aebam
por elle sequestrados os arrendamentos 0.1 .casa
que foi hotel francez em Apipucos, e por ifso pre-
vine niaguem a arrende, como se annunacu por
este Diario. Recife 18 de outubro i? I8W.
Antonio Buarque de Gusmo.
Ama de eit
Precisa se de urna ama que techa bnn lete,
paga-se ben : a tratar na ra du Queifliado n.
28. loja.________________________________
Aiug.i-se uro molccote de 19 annos, fcom co-
zichiro, e que presta-se a todo servico de mal-
roer casa de familia : no 3 andar do sobrado 1.
36 da ra das Cruzes.
Furiiihu d^ ra mi: oca de Santa
(;t harina.
4a para vender da muito no e sof e-
rior cuegada recetilemeute pt!o patacas
rabe e baria Sarda Marin, por prego o aV
moifo, a bordo tos referido* navios fauc'e-
dos defrente do Irapcb^do Fxro. B-iro
do Livramenlo, ou enlao pira traur .. x
Joaqun Jos Goiicalves Belti-. no seu e>-
cr pioro ra do Cotnmercio 1. 17.
Doc< s, frucras e ora
Ra da Croz n. 11
Srvete todos os das, ds II b r..< m ata.
tendo as tercas feras, queras e -arbadus da
reme.
COMPRAS.
Com muito mamr vr.ntagem ccnij
ouro, prata e pedras preciosa.- e.. ol ra vas: na
oja de joias do Co;aco ue Ouro n. 1 D, ra
Cabug.
sl-ja
Compra-se un sellim inglez que e
bom estado : na ria !" n: -. 1.. 21.
un
*#r
KDAS.
Vndese a fabrica d cigarros sita ra do
Forte n. 2, propria para principiante : a atatar na
mesma.
------------------------------------------------------------------1 i
Farinlia d3 milho
Vende-Sfl diarianwBle farinlia de milho moid.;
fina e nva a 120 rs. a libra, o tambera farmha
1 a 100 rs. : na ra i! v,|,'on. 23.
Vende-se nina linda cabra : na edtheira e
ofB.-ina de ferrador ra do Imperador lefronte
de S. Pra siseo, dir quem vende.
8^000a
-Eua. 11 de Dezembro37
(Outr'ora Lnrg i do Rosario)
No muito cenhecido HOTEL CENTRAL encontraro semDre os nossos innmero;
freguezes notaveis melhoramentos, indispea^aveis para coramodidade dos ilustres Ire-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ba constantemente tudo que de confortativo e
deleitavel se pode encontrar em um estabelecimento desta ordem.
Assim acha-se all urna excellente tasa para binhos, um salo todo alcatifado 9
gu arnecido de ditans, piano, j< rnaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estraogeiros, en-
contrar3o os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolees
Havanas.
Hotel Central
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
VEGETAL AMERICANO
SAUDADE
' DE
BA RTHOLOMEO &C
Pa can eerto 4as ma utifu e recente, etUrran pnlmonar, utim; tom mitih, ularrk
>roacaia!, em goral contra tedei os soffrimentos du litt respiratorias.
DEPOSITO GERAL
U, BA URCA DO R0ZARI0, 34
PERNAMBUCO
Vender borz^guins francrZfs, obra,
uuito boa, pelo diminuto preeo de 8 ; '
lies, antes (ue se acabem : a ra da
50 A, lija de miudeza.*.
f r
Cade
Attenco
Vende-^e a arm.irao e pertenec Ja uD
hrgo du rerco n. 11, propria para qi
cipante, redendose ao comprador a n
do sobrado de um andar por cima da iiiejn
tra'ar no mesmo sobrado.

II ..1 E
bam ?
ia e
lie um t\(i ii\o Mff*
Ela calvi.o.
f da e reetaon foro e ai a petit
da caberjai
Elle de prompte fazce&saraejucdi f aw
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza aos .;*
bellos,
Elle doma e faz preservar os SjsMki i
qualqtier fot na e posir e d<
n'um eslailo formoso, liso a bjsssjs,
Ele fazerescer o cab 3i-
prdos,
Elle conserva a petle e o caaws da -a;: i
limpo e vre de tod ip.
Elle previne es re lona
brancos,
Elle consena a cal -r.i n'i i I .
cura refi ;m!avi!.
Elle r.o oleoso, gw< &
rento ou pegadizo,
Elle nao deraa o ne a dfsagia-
davol,
Elle o memore o mais I artiga.
para a i a\osca-
bellos das
Elle o nico artigo
teado dos
res,
Nenfaum toucador le
siderar como c
O CABELLO.
Toxico Or:
d qual presera
Atha-st i ...
\. Caors, da i
i- C, M. Barbosa, Bartholorneu aC.,i
todas as prim
i botica.
G
roa d'
piin-
i
llt
Vende-se superior fa-inha de mandioca em lae
eos grandes : no e-criptorio de Antonio l.niz dr
Oliveira Azevedo 4 0., ruada Cruz n. 57, pri
meiro and^r.
um coup muito elegante, e urna doria.
Na oficina do ferrador dt fronte de S, Fran-
cisco se'dir quem o dono.
DISCURSO EM APPLASO
definieao dogmtica pronunciada pelo Sanio Con-
cilio do Vaticano sobre a
I.NFALIBILIDADE
do Summo Pontice, pregado em L;b a pelo
dre Carlos J. Rademaker,
1 brochara i JbOO.
. LIVRARIA FRANCEZA,
pa
Milho.
Vende-se em saceos grandes, de superior quali-
dade e muito nove, por menos pn-co que em outra
qualquer parte : na ra duVigario n. 14, escrip-
torlo de Jos Lopes G.
Rui > o :..
i azem do Cao
(et, u pi ipi
ad ..::. |
f. il pli to : j te de |
limont'.-i 3.
Ma si
os ge a ; ;, .
n r '. : bcx
Gra ni I .
itmp.i Audi i .
A> i ...-.., |.- nr tj a
de sua .--..]
ruto- ;i. das at;
ips mareas : i -. a ra *, am*-
dores e paragnt
Venham todas as d..-/ cn-asdos arraaMleV
dade snprir-se de g-npr.is o- primeira cutida
Boii e barato
Charutos finns do bem coi.beeido blrLante
quim Jote dus litis; vende-se na roa .Ha n. i,
fabril do Perira, p.I.,s segaintes prtfM
Exposico, mi ia raixa 31.
Pilmeiras, meia caixa 3*.
Lyricos. meia ca xa 1500.
RiarhuelM, caixa 1|500.
Regaha imperial, cana H.
Aprovcitem a peclncha.
lT
Vende Joaquim Jos Ramos:
n. 3. andar
na
13.
ra da Cru?
4, tbenpcniiea d.s d.wsM moleudo pto.4eKle
. Dh.rjDg,te .a m.l di g.rg.nu ,u iSnSSS^
. o eBphjrieau acaD. de Mr .nreqnecid. eoBis
esta tnerticimenio, qM toaMr i primein or, .fr
iodo, al hajaecahaeido. O i.roTOWeriS?
prntiado paraamM .et.l, .o "onUm am^l
ompci. ib t tomo de opio, n, ,0IDNlle ,u"
W, do planta indgena., enja, propried.dw henefica
>. rara da moletnu qu. parwncem ao, orgo. de "
pirateo bnm ^or dO. obMad por longo lempo,
com ptimo, re.uli.do. cad, tet ma^cre.ceoies pelo
Vt ao julgamoi onMdoa a eonpor% Mrew we
pnbhco ProT.mo. con. o. mum,* ,ba110 0 qn, |
;j;oo. dito. eontamo. q. 0 conceito do qne j com
, ropo Vogeul Am.r.ea.,0 ere*cW d.'d*. a dU,
aeiiando moito .po. de a. todo.o.-p.iior,M em toga!
^ lila. Sr. BarllMlomeo *C.-0 ,srope Ve,.l *m
a, 0r.par.Aj em .n* *,,iiMl|,,llDI ^Ilh,a,

Um, poi> o. mena agrdecimantos par m lar aliviad* *
Uo horrirel mal. Com a mais aignificatiTa graijdti
aobacrawo-ma da Vmc*. affectnoio t reconhecido crladi
Set>riiw Duaru.Soa Caa 14 da faterairo da iW
Illm. Sr Bartbolomeo iC. Depoii dt qaaii m>
metes de aoffriineolo com ama tosse incessante, ai!
extraordinario, eipectoracto de nm cat.rrho amraiii
I do, e perda total dae torcas, que o menor paut!
me fatigava completamente, cansado de tomar mnif ai
tto. remedio, sem resallado tite a felicidadede sabar
mci. preparaiam o xarope Vegetal Americano, e m
elle, grapas a Deni, me acho reslabelecido ha mtil (
doi. meies, e robusto como se nada liresse .offriiU. /
Sandio me torca a esta decliracao, que podere Vae
ler o oso que quizerem. Son com estima de Vmu
amitos reapeitador.e criado. Antonit Jciimm e
Cwr* i Stlv4. Recif. 8 da fetereiro de 186$.
Atiesto qie atei do tarop Vegetal Aq'
eompoHgo .los Srs Bartbolomeo t C. ptra eari
lorie djrfluin qD, nie irnme orna ronquulao. y-
'"'* *'li-iiJer, inilau.macto e dor na gargania, i**
lerespiraco. e H.iaei completsm-
um iioro Jo mee^BBBBBBBBBBBIa
to lerna gralidi i,

pora, ronhaier a leml
..lean, ha 4 |3 meusaes qoe Una* : este o'liimo
miltfrt |aaj
w fWMl*cao par na fa. tsi> i 6*1*0 r*woBicido|, n r
TASSO 1RMA0S k C,
Tem venda em seus armazen?, a!m de outns
arbgos de sen neg io regular, os seguintes, qui
estao vendendo a precos mais baratos que em en-
tra qoalqner parte :
FORTAS de pinho almofadadas.
FARELLO em saceos grandes a 3C00.
GRADES de ferro para cercados.
ESTEIRAS da India para cama e forrar sala*.
CANOS de barro franeer para esgoto.
GSSSO superior fin barricas e as arrobis.
CEMENTO de todas as qualidades baixos
precos.
MACHINAS de derrocar algodio.
BARHIS grandes com peixe da Suecia.
LONAS e briozcies da Russia.
OLEADOS americanos para forro de cr.rros.
FOGOES americanos muito boas e econmicos.
VINHO 'le Bordeaux em caixas.
COGNAC siipi-rior de GnniierFteres.
MILHO de Femando a 3 o saeco
AGUA florida;
BARHIS de e.-.rne s.lg.ida de p-reo o ^e *
Cil no\a'de Lisa,
rhegida nlliniamon'P pelo patacho Prmtiiih v(n
a^-m Cenha kmus & C, a ra dr. Maaie V
n. 34______
Vt'nde-se a taberna n. 4 o largj eUFVaua.
bem afreguezada e muito prnpna p:ra ataaer
principiante, por ter poneos fondos, na bita e
con prador da-se sociedade a alguna ati co qaa ret-
ire com algum fuudo e terna aa precita* hatifcla
coes para dirigir negocio ao balcio : a ratr m
larg do Terco n. 9.
I/.TIU1
O verdadeiro portland. S se nade aa ra*
Madre de Dos c. ii, armazena de icio Maxiaa da
Barror
Bom e barato., na roa
do Crespo n. 20,
Vende-se chitas escoras e claraa 3 NOilV
r-. o coirado, lgoraome-clada,.'aparne de r-
gura, a 00 rs. u cGvado, pec.i* dt itfdieaV
fardas a 3i. madapoio a 54 a pafi, caaoBru^
lisas a 3J.800, a:oalbado de duas Urgiraa afiM
a van, lene-ia de seda da India a UtSQ. aa I. ja
do Guiiherme.
Para oflertas.
Latas com soperi r dr.ee aree, ane% acaj,
lima 1 e mangaba, tambem exfle oe 4 *J era
e ludo se vend por (rece* iaJie : a
ra do bum J. zu n. 36\ amiga na ia CdB,
I
ra
Imne'
Farelo a -1500


o
Diario de v Peniambuoo Quinta feir 27 e Outubro de 1870.
L
I
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60HRUA DA IMPERATWZ-60
DE
- PEREIRA DA SILVA i G.
NMte imprtante cstabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sortimento de fazendas domis
:pnrado gosto e todas de primeira necessidade, qoe se vendem mais baratas do que em outra qoalqoer parta, vitto qae os bo-
tos socios desta firma, adoptaram o systema de s Tenderen DINHEIRO ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
fazer os feus sortimeatos
Exmas. famihs se dro
PECHINCHAS
DO
PAVAO
Ra ca Imperatriz 60,
Para Tender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
o Bazar do Pava"o vend-se o melbor al-'.. Chegou um elegante sortimento de laas-
gndosinho americano enfestado para len-;mn?8 do Japo, com padroes de seda e de
ces, tendo liso e eDtraofado por preco muit Doa qnalidade. que se vendem a
muito barato. 1500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
ESPARTILHO. id Pav2o raa da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pav3o recebeo-se umelegan- poupeunas do japo #a 1/600 o covado.
te sorlimento dos mais modernos e melho- Chegou um elegante sortimento de lin-
res espartilhos, qoe se Tendem por preco dissmas poopelinas Japonezas, com os
moito em conta. i ma's delicados gostos, tendo muito lostro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS! com lis'rinhas de seda, sendo esta nova
O Bazar do PavSo receben um grande j fazenda quasi da largara da chita rance-
sortimeato dos me'bores paoDOs de croch, zi e vende-se pelo barato preco de 106GO
proprios para cadeiras de balaceo sofs, ** *n nnR,,,"1n pa>3n
ganharem o descont ; as pessoas que negociara em requema esa'a nesta" loja e armazem poderlo
pelos me&roos precos qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade oas
amostras de todas as (azendas, ou Ibes levam em suas casas para escolherem.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS. GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Pov3o um gran- Chegou para o Bazar do Pav3o um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melhores grcsdeoaples
bordados, p/oprios para camas e janellas, pretos qne tem vindo ao mercado, que se
qne se vendem de 100 00, al 205000 o veadem de 10600 at 50000 o covado ;
par, assim como o melhor damasco cem 8 sSo todoa muito em conta.
nalmos de largara a imitac3o de damasco MANrELLETES DE FILO
de seda, proprias para colchas, e proprla- No Bazar do PavSo vende-se moderoissi-
oiente colchas de damasco, send< os melho- mos mantelletes ou basqainas de fil preto,
ros e mais bonitas qae tem vindo ao mer- om Jaco, pelo barato preco de 100000 ca-
cado, da nm, barato.
TAPETES ALGOpAO ENFESTADO PARA LENCES.
Chegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para dnas cadeiras, ditos para
pianos, ramas, portas ; etc. vende-se por
meaos do que em outra qaalqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Ba^ar do Pavao encontra-
r o respeitavel public um grande sorti-
mento de roupas para bomeus tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas com peitos d'algodo e de linbo,
para todos os precos e qua'idades.
Cero .las de linho e algodao.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
Golletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por qaem se maoda fazer com prestesa
e aceio qaalquer pect de obra a capricho
ou goto do fre?uez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panco Cao, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como/os melhores brins,
qur branco.*, qur de cor ; e quanio qti*l-
qaer obra nao Scar ioleirameote ao gosto
dos fregueses tica por conta do estabeleci-
meato.
CHALES DE MERINO
Cfcegon para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottuaent1 dech^es de merino de cores
muito tx os c;m pvlroes mait) dec-
psra qaalquer urna senhora usar, ditos ce
er pe n con listas de seda o mais fino e
i <]ue tem vi-ido ao mercado, e ven-
de-so por proco muito em oonta.
TOALHAS A 7550O
No Bazar do Pivao fez se orna gnnd'-
comc-ra da tcalhas alcochoadas, proprics
a rosto, bastite eacorpadas e grandes,
que sempre se \enderam a|120OOO. e li-
quidam-S'i a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
:ada caja, boa pechincha.
CORTES DE CHITA
a 320 a 35840
U']-20 3>o20
3-5840 30200
No B zar do Pavo vende-se cortes d fi-
ns: i s '!as com padroes rlaros e esca-
ro?, tendo 10 11 e!2 covidos; senio f-
zend. iiio vale m iti mais dinheiro e liqoi-
da se ni-lo preco acim para acabar, na ra
da Impmatriz o. 60 Bazar do Pavo.
BRINS DE CORES A205LO e 35500
Tendearse modernissimos brins de tonel
de cor com alcores fixa*. sea lo ocote
de calp a 55JO e 305,0 eemva.a a W 0 I
e 106,Of>, pechiacha, no Bazar do Pava > ru i
da Ijid r iriz o. 6o.
CORPNHS BRINCOS A 35000
No Bazir do Pavo vendem-se corpinhos
decamjrai: tran; s brdalos, sendo fazen-
da que seaiore so venden a 80 00 e 10.>
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de chegar para a luja -de faz en das finas
deor minada La VWe de Paris, om grande sorti-
mento de ftiendas finas, ^como e]am : cortes de
poil de chevre com iiatras escocesas de urna e daas
aias o qne na de mais alta novidade, ricas pope-
linas de teda, granadines, lias escocers, alpacas,
bareges, etc., etc., e om completo sortimento de
chita?, madapoloes, carabraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e ontras mnitas
fazndas, tndo do que ba de meltmr neste merca-
do, que tndo se vender o mais barato possiyel.
Chamamos a atteneo do bello sexo qne qnlzer
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
sua proteecjie. Manda-se levar em casa das
Exroas, familias todas as fazeedas que nos pe-
direm. r
20-RUA DA IMPERATRIZ20
Parla A Lessa.__________
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco rasoavel : no armazem de
Manoel TeixeJra Basto?, ra do Commercio n. 13.
A MU ESPERA1VCA
A ra do Duque de Caxias n 21.
CANTIGA RA DO QEIHADO)
Receben seguinte :
E Carteiras, charuteiras e port-cigarros de muitat
qnalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costura coro sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodo3 toncadores com doas gavetas e bem
espelbo.
Port bonqnet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qnalidades.
Bons talheres para criancas.
Vostnarios, chapozinhos, toncas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintbo.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Chaporinhos gorros e bonete para meninos
meninas.
Contra as coavuls5cS
grande mwm
Quando a AGIA BRMCA, mais precisa scienficar ao .-
geral, e em particular a sua boa fregoeria, da immensidade de obtado I
e tem recebido, jwtamenu*quaodo elU menos o pode fazer e porque est il I
luntorta ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderito e
continuando portante a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANC.
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de foperiorieMi m
qnalidades, modicidade em precos e o sen nunca desmentido AGRADO E SINO"
Do que cima flea dito se conbece que o tempo de que a AGU BI
dispOr, empregado apezar de seos cuates no desempenho de bem servir a a
nonram procurando prover-se em diU loja do que necessitam, entretanto
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conhecidos ali, ella rest
cari aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornara
bem seja

e liqnila-.se a 3^030 por esarern
pon *> maltratados, pec::tncia, na raa
Imperatriz <. o
FiTES DE COR E BRAflCOS
Vciden-se bunit'S fustis branc-s e *
cores, ropripi p menino?, e ido di cores a 800 ris c va-
do e braocf, a 400 e 640 res, pe-
chinclia, no Bzar do Pavj ra d Ioip>
ralrizi. r,.)
CHITAS BARATAS
a 0i ris.
a 200 res,
a i i0 reis.
Vin i Ha- -'. eb pann > e co.-rsfixas lela barat> prego iU
20 ; orles das mes as coa
10euvdo3 a 250 '0, e pecbmeba, no Baza
do F'avao.
AS CASSVS DD PAVAO
Cova!. 2 i0 ris.
a 200're'S.
a Ou iis,
Vend^ i:-s omi as cissas decors miu-
dinbas pelo barate Drecode 200 ris c-
vadi, no ar lai^m do Pavo
peratriz n fiO
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
Ifb Ba/.ar Jo P*vao ven xen-'a br.*' icirpada para sai .s, iodo
com o re^as le uai U i amo
alaiir> \U Uie, o compii'un'o a
safe i-qo -e e fizer co-n 3 ou 3 t|2
met n -m a l#, ia8) h |.$-tn>-
assitu c< ni iscoooEB di meMiio est* e c
mei n m.s ora >.. n.r-
dada-, i .1 '| iairo :..! ,hosc:<|. mim, nas
de li rus j p m a-, n .
barr dan ni i
e ou r.. i um 6-i e ? o ,
tad. isiu < n- :*RN\UfiA.
V' na ra .i,
Impe BO, Ba,.i d Pa-j.
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almcfadas e pratos; vendendo-se por
Renos do qne em qmlquer parte.
PARA LENQQES
No Bazar do PavSo vende-se sojerior
bramante d'algodo com JO palmos de lar-
gara a !,$800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds linhodo portocom 3 4/2 palmos de largura
de 720 at i a vara, assim como t;mg; ande
sortimento de H mbargo ou cregueilas ie
todos os nmeros, presos ou qualidades,
que se vendem jnais barato do que en cu-
tra qnslqner part; aproeam-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav2o vende-se snperior
atoalhado trangado, com 8 palmos de larga-
ra a 1^600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
3tf500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 455C0.
No Bazar do Pa o vende-se benitos cor
tes indianos com duas sai s peo bara-
tsimo prego de 455 )0 caia um, pe-
cLincha.
FAZENOAS PARA LUTO
No 3azar do Pa ao veada-si const*.nte-
aiente o melhor sortimento de fazen-ias
p;etas para luto, como sejam :
Lasinbas retas Ynas.
Cassas pretas .le la.
Cassas pret ;s, francezas e inglezas, lisas
e com saipic'L-,
Chitas pretas de todas as qnalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com branci.
Merinos, cant-s, hombazinas, qne so
vendem mais barat > do que em ootra qual-
quer parte.
CACHS-NEZ A 6^000.
No Bazar do Javo vendem.s3 bonitos e
grande cacbi-nez de pura i5a, pelo bara-
to preco de 6>00it cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 5#,
65, 70 800. 0.
Vende-se uiu explecdiio sortimento de
inigsimas cambraias victorias, por pregos
mais barata* do que em outra qualqusr
parte, .endo cada psga 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70OjO, flnissimas a 86500 ; todas
esias cambra as valem muito mais dinheiro
e liquidam-ss por este preso em relago a
urna grande Cjfupra que sa fez no Bazar
do Pav2j.
BABADINH)S
No Bzar do Pav5o veode-se um grande
sortimento dis mais tinos babidinhos borda-
dos tpalos e transparentes, assim como
uiia gran e porgo de entr unios largos e
estreitjs, que para acabar ?o vende mnit'
em conta e man birato do que em ontra
goalquer parte.
SEI'INSDE CORES^E GROSDENAPLES
No Bazar d Pavo vende-sa un sortim- -
to completo dos mal i<.re; setins e rrosie-
aapies de tudas as cores, que se vendem
nuito em coma.
TOALHAS.
Vende-se toa has -lo Porto com labyrintbo,
proprias para rosto, no Bazar do Pavas
ru< da Imperainz o. 60.
Colchas liranci-s 31 0, 35300 c 7000.
Pa a o Baar d i i*avi i ch-goa om grande
sortiiiipnio das nolboras colchas pretas,
sendo das noetlitires e ais ancor.adas qoe
t-fn vindo 70 > i diti* um pouro mais
baixa 35500 e Mas 35200; tambera no
i mesmo esiabeleci < e no. se vende um grande
sortimento de e p ra colchas que -endein mnito em couta.
Sedas de qaadrinh s a 102SO ao corado
Vendrf-so m hIh .nte sorlimento de sedas
ra da I.n- da q ia1*inho-, >o lio i *>imas cores, para
*e-iidose roop.K i meninos, e veode-se
15280 ca*h covado; pechincba no
Bazar d P^ to.
Hidavolo enf s:ailo a peca 30000.
Ven le si p'*gis -i mil'P lp Bifalt'do,
tpn 'o 12 jarda u i p-ca 30>>O e 3080o,
.'K hincha. B.-ar do Pav5> ra da
ImT a.riz n. rt.
CHALE- E RENDA..
C a es 2 i'O .
Cl.Hlt
ti rn
di
id -i
s de roa i i
i (I-mIhS. f /
o
ii Qij
tria o.
'. ai-> 2000.
d i porgad de chales
nh, sendo preto*
, i empre se veo
50011 \ 11 e a 0OjO cada um.
; i 11 ^vio, a roa da
cada covado, no Bazar do Paxo.
AS POUPELINAS DO PAVO A 20000, O COVADO.
Chegon para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linbo e seda, que se
vendem pelo baraiis-imo prego de 20000
cada um cova-lo, assim como ditas coro
gostos escossezes a 20400, pechincha no
Bazrr do Pav3o.
SEDAS A 20000
Chegou un elegante sorlimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na roa da Imperatriz
Bazar do Pavao.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 20OCO, a 20000.
a 20500. a 20500. ,
a 20000. a 20000.
S no Bazar do PavSo.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de phantasia com lilos gostos, sendo faz,n-
das traparenies com delicados bordados e
lislras qoe a nao ser uui grande pechin-
cha qt;e se fez na coruora seria para racito
mais dinheiro, e liquida-se a 20 e 2050
unicamento no Bazar do Pavo.
LAS1NHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se delicadas lasinaas transpa-en
tes com 3tr"nhas rciudinha?, imitacSo de
uma s cor e muito brilhantes, pelo bara-
t ssimo prego de 40O rs. o covado, no Bi
zar '*o Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com dilTj-
rontes gosto pelo osrato prego de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacis brancas lavradas, imitagao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
smenlos no B-zar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
'Vende-se um gr;:nJe sorlimento de lin-
das alpacas la radas de toias i$ cores p ra
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6i0
e a mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QCADRINIIOS A 600 RS. O COVADO
Veude-se as mais lidas e moderaas laa-
sinhas para vestidos, tendo qua>i largura de ctita
frsnc>z?. e 1 qoidase a d40 r3. o covado,
no B^zar do Pavo.
MEB1NS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos' de uma' so
cor com cores muro proprios para vestid:
e roupas pa a creangas por ser uma fazen-
da d*4 pura la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Basar d "> Pa*o.
CLACS A 10UOO PARA VESTIDOS.
, Vende-se um elegmte sortimento de:U
nova fazenda denominada glacs sendo uma
fazenda de la muito larga e com deca-
dissimas coro, tendo tanto brilbo como a
seda e veode-se pelo barato prego de 10,
Cavado, no Bzar do Pvo.
CASEMIRAS A 7d000
Vendem-se c-.rtes Je casemira ingleza de
cores para caigas sendo f izenda que vale
muuo mais dLhe ro e liquida-se a^OOo
o co.tede ca'ga, no Bazar do Pava) a ra
da Im;eratnz n. 60.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Veode-se ti isima. cimb aias suissas, d
mnita phaniasia tendo 0 varas a 80500 e
100000. Ditas bis; o -om lOjirdassazen-
da muito fina a 50, 60 e 70000. Difs d-
uissimas azuhdtnhas, que v dinheiro, a 0 100 ttyu: t .das estas caoi-
briias, em relago a qualida ie, pelos pre-
gos cima sao mais baratas do que em ou-
tra qXialqner parte, no Bur do Pv,
CAMBRAIA ALLEMA COM 8 PALMOS DE LAR
GURA A U600, H E 2*500.
Venie-se flnisii cambraia brinca tran-
pa ente coui 8 pnlinr-s de largara, que fac
lita fazer-se .^m vestido apenas citm 4
varas e Imula se a HttoO, 0 e 20500
vara, fa-eoda jat v^ie waito mais dinheiro.
E pechiicba io Ba'ar ia Pato.
CAMBR+U TRANSPAKENrE
Peca a 40000
Vende-se muito finas pecas da cambraias
brancas transparentes, tendo8 i|i varas ca-
da pecae co^ um vara de largara a 40.
t pecb'RCba, no Bazar do Pava >
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornara apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Loques oesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dere se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodio com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costemos ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meni
Grande sortimento de flores
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande 6 constante sortimento 4
sempre melhor qnalidade.
Lindos vasos com pos de arroz
Caxiohas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos demadreperof
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesonras para frisar babadinboa.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48
quaes sao movidas por om
urnas substitoem as ontras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas devidro
podras.
Ditas de madeira enveraisada
ras e com dminos,
Bollas de borracha para rrnrjmis
criangas.
Diversos objectos de porcelana, ,
para enfeites de mesa e de lapinhaaC
as
enancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, ma do Duque de Cixias n. 31.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos oa castanhos, recebeu a Nova Espe-
ranza a verdadeira tinta injleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeiro
leite de ror.as brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-?e na Nova Esperanca, rna do Duqne de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebea-os omito lindos a Nova Esperanca, rus
do Dnqne da Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sa bonetes da pos de
arroz__________________________________
CHEGARAM
Poqos instaiit&neos aperfeiqc-
ados por preqo muito commo-
do: na ra Nova n. 23, loja de
Antonio Pedro de Souzi Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma cas;.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
i de Nictheroy.
nico deposito em Pernambaco caes da alfan-
lega velha n. 2, ac^a.
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na rna Direita
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios da veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos era Paris, bem como o xaropes de co-
deina de Berth, ije rabano"iodado, de iodureto de
ferro de Blancard e as plalas do mesmo, peitoral
le cereja, pos de Roe. depurativo de Chable,
ligilal de-Lab^Ilony, pillas oa eonfeitos de bis-
mulho de Cbevrier, e ontros medicamentos coja
procieneia quando empregadoa as doencas das
vias respiratorias, as dores rhoumatieas, oa
imarellido,. na falta completa ou irregularidad
Je menstruo) as diarrhas) doen?a< do, coraca*
e do estomago, tem sido e ioeontestavel, em
v9ta dos benficos resultados das experimentacSes
>u uso que diversas p.?soas delles teem feito, a's-
omparaveis em sua effkacia nos acomraettiraen-
tos febris ou sezoes; existindo tambem na mesma
casa, alera de sulcieole quaniidade de drogas,
ara nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
ohaca e pincis, que se vendem por menos do qu>=
em outra Darte.
CO
t
3
0
IV. 3 A RVA DO CABUOA K. 3A. I
/
c3
t
t
CO
>-
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo qnanaa
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourvesara, o Collar de Om
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderemos, pol-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqoei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria cnfadonbo
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhaBtes e pedras finas, ponnaior pre^o a>>
que em outra qnalquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
m
rmr
A ARARA
ira, aiffl&
ATTMCA
Lorenca Pereira Mends Guirc.arSes, participa a t. dos os seca dfvcdor%
tanto da praca como do mato, que estando I qoMando suas casas comoreiacs. jna
deve fazer at o fim do correnta anno, por is-n rrc a tedos os seus deveit res a vina
saldar seus dbitos o mnis breve posivel; outro s;m, declara acs seos devedors*, qm
os qu rao estiverem na loja lem de pagar todos os seus debito?, pro\a-do -rosa lar
o abaimento qcd fir rreciso para a liquidaca"* de suas dividas, rara isto podertt V
rigir-sfl roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-se cortes de castores para
caigas,
a ROO rs. Cortes de brins de cores a
1500; cortes de gang-s para caigas a i*.
cortes de casemiras preta para calcas a
30500,40, 50 e 6 OOO.
Cortes de chitas a 2:500.
Vende-se cortes de chitas para vestipes
a2?50J. Ditos de casia para vestidos a
20501).
PechiVha a 40000.
Vende-se pecas'vie algidio a 43, 50, 60
e 70OOD.
II
l
s
COSTLU
. Acabara de chegar ao GlUNE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneiro
uanxa-un completo -ortimefito oe ma-
ihnas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as (juaes esto em exposico no
mesmo Bazar, girantindos-e a sua boa qu<-
lidade, e tarab m ensim-se com perfei$So
a todos os compradores. Estas machinas
-3) iguaes no seo trabafho ao de 30 costo-
reirs diaiiauaente, e a sua perfeico tal
como d. mebor costureira de Paris. Apre-.
sentam-se traoalhos executado pelas mi-s-
s que muo devem agradar aos preten
il.mtes.
A' raa da Imperatriz
n. 60.
0
avao At a h
i iz u, 60, esta1 constautemente abertol
a as 9 da noute,
E' JJAUATO
Paci acabar.
ivfna aj30 "rtro' lneias p*ra seDnora
?J,i?a-'''a:> *iC'..* branca abiobJ 1*600, U, 24S00e3i0l)0auzid, dito branco?
Sraojles abanhados a 3a, 3|300 h4# a diui. ma
ip.nao rraocw om tOvara* a peca n I, cam
braias de fort a 9 a 2o rs seovdi, c!.iia-
ecuras a 200, 2V0 e 2W r. o cva.i setim ir.m
cadj prprij par veukt, h>*n<* nwa. i OO r.->
ocovado alpacas de cores a 400 rg. o m\
eambraia.^brancas 5|,3#3(I0, il, fi*. 61 e
'*' alf*" <,e "'*,> WlpNi) para i -i-
vos a IWr, eovdn, ODrtes ie "u fi.)in IV
vadosa J*, chalet denrin6estampada a i")00.
amiga do Queimado
numero 29.
BALES DE ARCOS A 100 "0.
Ve; de-se lia s de 15 a 3 i arcos a
e 155'0 cada um. Crt-s de c.ssas
papal a 20500 cada nm, para ii
Bramante de linbo e a'g .151 cem 10 pal-
mos de largura o 10800 o metro.
fan?o de linho a 760.
Vende-se brauante de 10 ,.a|-n s de !ar-
: Sura pro jno para lences s 2S8 4) o metro.
Lencas de seda a >0 ri.
Vende-se uma purea. de lencos de seda
a 800 rs. cad* nm.
Chales de e?ssa a 1 ->atJ.
I Venie-se urna granoe ,o<-gw do
de cassa a 10000 cada nit, oara
Fusilo a 350 re.
Ven !e-se ustio de cores para
a 360 rs o covado.
Algoifto tnfstaio a 900 rs.
Vend>se ''Uodo enfesta lo p^ra
e t. alna* a 900 rs. o matro, oito
do a 10201 o aHr9.
Chales de merina estampad a 20Mt.
Vnde so chales de nenn estam a los
m barras a 20, 20500 e 3 pra
Gran le porcSo d r.t Ihos.
Vende-se grande porc>de reJ
cascas e chitas a 240 re. o cova Jo.
cbaias
'*oas *

Para liquidar a 35300.
Peca* de madapo o com 12 jardas i
35500. Ditas de dito cim 2i lardas a 50,
60, 60500, 70, 85 900 0. .
LIQUIDACiO.
Pecas de a'gou sioho de listra proprio
para roupas de e-cravos c:m 4i jardas a
00500 e covado 1i5J rs. pm liqmdir.
Chitas escuras para vestidos a.280, 320
e 360 rs. o covado.
Para acabar.
. Vende-se pecas ie c-muraias victoria, fi-
nas a 60, 0O; i e 70000.
E' maHo barato.
Colarinhos de p CoraadDS para janellas a 50000.
Vende-se cortina os pire janellas a 50
o par. Brim pardo liso para calca de ser-
vigo a'500rs o metro.
Cories -ie percales a 60000.
Vende-se cortes de percales d duas
saias de bonias barcas a 60000.
Ciiertas de chita:
Vende-se a t0'Oi),- di'as encnalas h a,lam^>',i',as a 3051)0,
ditas forrada* 50000.
Gangai L^ara eal*5 a 280 o cavado.
Bri-n de listra ao lado para orfcasa4r,0'p-j.o i 60, 8jj
rs. o covado.' mir.s de rtorts,
L neos oran-is a 0000 a duxia, para li-[de cassiaetas de CTes, a 10o* }
qoidar; gnnd-i porcSi de mantas pira [brins qiadrinhosa 10 O; dfca
avatls a''.H r^. cada urm pm liqnioar Isomiraa de cores, a 20*00, 35 e
Cassa^ trancwas a 280 rs- ;Ci!c^s ar.ues para eacrvo' a ''O rs.;
V\\-U -e cas^.s francesas pa(a vestidos dd a."go:liSo*inao d* listra a8 O ; aW
a 28 e i20 rs. o covadi. \ .le brim parlo a 1KWO, %> a i|WO
Or./andj< m cores para vestidos a 400\tu de dito branca de linio a 3 Ba
A festa est na porta
Roupa feta en orlarla
Por precinto ra-oval
Todos se enron ario
A SABER :
Liquidar) de roap> f-ila.
Venie-se pal:itots di inaas proprio para andar em oaa a l#50O ; fi-
lo dt ganga a 20000 ; ditos da ocia es*
senm a 3 jOOO ; ditos -te apaa da car
a 305JO_e 40000; ditos de pa>no la
80 e 105000 ; drt-s de eaaa-
a 60 e 80 a) ; col
500 e
dita; de caseuiras da cores a 54, C)
n 80' OJ; camisas de jn;t3 a t*0>M ;
tis de al.odaosinfn. or. 71
e 6i0 < coa'.o.
A'(tacas de cures para vestidos, a
6iU i;. o co-aii.
L-MHUba* parj vesiidoa a 320, 400 e 5 '0 vic por ser bzend* for*, a 10a-
rs. o covado. Idamasn ina s 10600 rs. P, ra I ipiaW *
O prv)'iets.rio da loja denominidi Arara, decara ao respeitavel pabfc tm
eos fre:nezes que e^t oonclaindj sua liq ii.laclo, por iaso quem quizar utrur-st a
toas Lzeodas p.,r pouco linneiro tenh'a a (malade dirigirse i ra da lasparatris %.
72, dosjo as G Uoxas da maohSa as 9 da uoote.
[
]


Diario de PernEmco Quinta fera 27 *de Outubro de 1870.
7



i f
I /
4
.- >

lis Ulhaai A : na ra da
ATTEfVCO
Ne; Cnu'i
Lana ir:.' srli?.
Dfet#st*e
Saeaos v.i.< :ar.
SUias, Allio.1* e arrcios. s
Viofio de I irJ-aas luoeat caixa.
Sabo ing. xa.
" Iditi- -i,
Farelo
4:200.
Saceos com 100 bras de superior farelo
dlo barato pceo a cima
da Madre de Deus n. 7.
indicado, Da ra
fMA
Na ra estrella do Rosario, sobrado n. 35, ur-
raeiro andar, ten; eapellas de saudade, de perpe-
tua, de aempre-vive e de cravoe, prepria para
quem qui'ter botar Das catacumbas, j coia as Cas
e os luirpira?, ludo de roso e barat) : quem
quizar dere vir comprar do da 25 em diante. Na
mesraa casa t ;m b.ijuete ae fl.jr de cera, e pre-
param se de cra"ns Datante* pan qualquer offer-
la, bordam-se as filas a ouro, e deve a eacomuien-
da ser feita tres das antes.
Jos de ffomza Soares & C.
RUADO BAR^O 'DA/TITORO
(UTU'ORA NOVA)
Aprflsenia-se meUm rphozeado no que pode liaver de oais bello e agradavel era f<-
zendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paris tsutp para senhoras como
para horneas e meninos.
Miuuezas afaroladas, perfumarlas especi-es, variedado de lindos objectos para me-
Qincs e brinquedos para enancas.
GKANDG. SORTirJENIO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Venda-so muito emconla e maBda-se p r era pregad s do eslabeldcimento fazendas
em casa das Exms. familias aQm de melhor escolberem o que desejarem.
NOVIDADE;
DO
Potassa uova d Russia a 200 rs. a libra.
Cal do Lisboa.
Cura em velas.
Dita em grane.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Ditodeditu bom dem.
Dito mus atei de diversas marcas idem.
Dito tinto Palmella taperier idem.
Dito dito Vcrniosira idem.
Dito dito kwradio idem.
Ditobranco CarcaveHos idem.
Dito dito Bucclls idem.
r.aldeirns d<> forro f-.mdid'i para engenhos.
No escriplorio de (Hivetra Filhos Cao largo
do CorpoSaut u. 19.
r
*
t Boas sedas de coross a < 000 o
eovado, lindos poilo ile chevres lar-
gos com stras de seda a 500 res
o eovado ; na loja das Collumnas,
roa i." oo Msrgo ( ortr'ora do
Crespo) n. 13, de Antonio Correa
de Vasconceilos.
#
$
0
8
i
7 Ra do Queiinado 7
DE
MA9VIR. HiCTlQ
E' cliegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
toas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bardados. >
Gorguro de seda branco para vestido. ,
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam-nte bordados pera cama e janeas.
Croxs p :ra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gosios. '
Laas de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos-brarnus para passeio, cora stras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos cora lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito finas para boraens.
D tas inglezas para homtns e meninos.
Seroulas do linho, e um grande sortimento de roupas fetos e de fazendas que
eaadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouviii
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Estoiras da India
wmmmmmmmmm^mk
E.OJA
LO JA DO PAPAGAIO,
FAZENDAS E ROii
Imperairiz n. 40, esquina do
PAS FEITAS
be i"'feo dos Ferreiros.
(UNffiH
O proprietarid" deste novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
desia cidade, e especialmente as Exrass. familits que est liquidando por presos bara-
tsimos as antigs fazendas que tixistiara necte estabelecimento, alm das que abaixo
v3o relacionadas, cujos precos meecem toda a stteBcSo do respeitavel publico que n5o
deixara de com pequea quantia refazer-se do qualquer qualidadede fazendas que pre-
cise. Previne-se tarabem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-se das do mais apurado o escolbido gosto, que vender mais
barato que qnalqaer outra loja.
Acabam de sahir a luz as se-
gB&fs pecas para
PIANO
lOOO
limalinda va'sa d'Arditi
Ideal e readade muilo benita
pbantasia pelo maestro Cazal-
bore
Postilh5alinda phantaia executa-
da {com grande applauso pela
msica alien;.!;!
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqu tem
feito
ACABA DE PUBLICAR-SE
a ol'.ecgo de msicas dos cavallinbos para
\\
1000
1,5300
lOOO
Recebeu mais grande sortimento de mu-
sicas para piano, e piano e canto, e tambem
a opera
IL
para piano e canio, e tambera os melhores
pedacos para piano s composico do Ilus-
tre compositor brasileiro
Carlos Gomes
que taaio furor fez na Italia, e boje faz no
Rio de Janeiro.
A" VENDA NA
LT
MOll
DE
A. J. de Azevedo
A RA DO UARO DA VICTORIA (ANTI-
GA RA NOVA N. 11).
Vende-se um sobrado de um andar em Be-
beribe junto a ponte com muito9 commodos, c
mais de djus mil palmos de trra para retalbar,
com frente para a estrada e fundo para o rio :
napnea da f la-vi-u n. 6.
\
Govado a 160 rs.

Camb'aia frincea para vestido com pequer
toqoe, eovado 160 rs.
Dita dita dila, ovado 350. 400 e 500 rs.
Chitas escuras, covsdo 280, 320 e 360 rs.
La pan valido, covad) a 200, 2i0 a 500 rs.
Alpaca de listas, alta novidade, a iJ, 4J, t0
Camtiaias brancas victorias e transparentes,
peca 3 a itl.
AlfoJ a e muda poli', pcg3 $$ a 105.
Moda uova rara cal^a, corte a 3f.
Cortes de vestido* branJJi com barra de cor,
corte a 2.
Saias bordadas jrande peehinaha. a 1t> eW
Soaernhar;ces de atparo a 14500 e 2#.
Na loja Flor rt;i B>i.-vbu, de Panb Guimaraos,
roa da lmintruriz n. 48.________
Fotjo i patente.
Vetile -m tra ea dos importadores Shaw
Hawk-s c C. ras 3 Cror a. 4.
3 portas n. 58, ra Direita, 3 pirtas n. StStOntiya]
I hja do Braga
US O abaiso assignado, dono deste antigo e;tabetecmento, tendo em vista apresentar um
g completo sortimento de ferragens, raiudeas e cotileria, tem resolvido mandar bu3aar em
K diversos pomos da Europa os melbores objectos de sea estabelecimeato dos fabrtcanes
M mais conhecides; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,,_,
H? virem se servir dos objectos de sua carencia, osndo encontrarlo por nenes 10 00 do que' s
K em outra qualquer parte, nm sortimento completo de macbicas para descarocar algodao, ?
$j* do be.a conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, mitores pa'ra animae?, 3B
^ ditos para fogo, meinhos para cafe de todos os taannos, da fabrica do Japi, espingardas de 8
Sa dous-canos e de um, tanto inglezas como (rauceas, louca do porcelana, facas e garios jj
Sg de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e OB
8B limalna de ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; assim v como encontraro constante- |
mente grande poreao de fogo do ar, e recebe-se encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonho namera-!s : venham ra Direita o. P"
.- 53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga. ':
W.
EBGEJHEiftO
Com fund cao
RA DO BRi 52
Passando o chafariz.
Chama a attenc3o dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos e
m especialidade para seos vapores que ainda urna vez tem raelborado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionando Ihe ho de fazer melhor apre-
:iacJo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redcelo em seas presos; e que
tem prompto toda a especio de macbinismo e outros objectos para a agricultura.
Algodaosioha com 18 jardas a 20800 a
peca.
Madspolo enfestado com 12 jardas a 3$
e 35500 a peca.
Dito de 24 jardas a 55O0O para cima.
Atoaihados de linho, e de algodao tran-
cado?, e adamascados por preco; commo-
dos.
Cb'.tas escuras e claras de 240 rs. o eo-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
o eovado.
Ditas mais finas a 360 rs. o metro.
Bales de mussulina a 4J e -5(500i>
Guardanapos de linho a 3^500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 35000 com
10 palmos.
Dito de algedo a 1(5800 o metro.
Melas para senhoras de 45000 a duzia
para cima.
Ditas para bomens de 35000 a duzia
para cima.
Ditas para menioos e meninas de todos
ostarnanbos.
G lebas d9 fuslo branco de 35200 para
cima.
Ditas de cor de 35000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de la finos, a 85 e 105000.
Ditos encarnados a 45500. '
Ditos de algodio a 15500.
Cimbraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sb's de senho-
ras preco barato.
Laazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. o eovado,
Cambraias' brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e presos.
Laazinhas tapadas e transparentes de
militas diversidades de cores de 320 rs.
o eovado para cima.
Alpacas lisas e de furta eflres a 500 rs.
o eovado.
Cortes de percala de 2 saias a 45000.
Ditos de organdy de dito dito a 85000.
Cortes de la da Escocia a 65000.
Ditas em peca a 500 rs. o eovado.
Chales de merino lisos a 25500.
Ditos estampados de 45500 para cima.
Camisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 35000.
Brilbannas brancas de 500 rs. o eovado,
Ditas de cores a 500 rs, o eovado.
Lencos de cambraia de linbo, e de es-
guio al o mais lino. .
Lencos chiuzes a 35300 a duzia.
Ditos brancos de algodao a 25500, mui
to finos.
Fil branco e preto, liso e de salpico
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 55000
Tarlaianas brancas, e de cores.
Peitus de nbo bordados e lisos de es-
guiao.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos c:m a competente gravati.
Punbos de linho para bomem a 15 0
par.
Colarinbos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretase de cores, tanto em se-
tim como era seda, ha de todos os gosios e
feitios. v
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sor lmenlo re roupas feitas de todas as
qualidades, e feitios, para precos commo-
dos, e quem comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras. casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretoa
de cores e pardos, e manda-se fnzer
qualquer obra a vontale dos freguezes,
quer para bomens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra offieina, e
para issoa LOJA L)0 PAPAGAIO acha-se mu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsbilidade sobre o pro-
pietario da loja. *
D^m-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manha s 9 horas da noute.j
Francisco Teixeira Mendes.
Bival sem segundo, Rival sem segundo
RA IOUEOE CAXIAS BL 49 RA DO DCQE-DE CAXIAS N. 49
inlii*"!! pija (\ (lH4>iii'iHrtl Estou disposto a continuar a vender todas
\ 8 ... yBCIIDdaOJ as mindezas pelos baralissimos precos abai-
bom e xo declarados, garantindo todo bom e pre-
cos admirados.
120 Dozias de palitos seguranca a 120
Duzia de palitos seguranca caixa
320
320
500
60
15000
IOSA DESCOBERTA
O TNICO DELSUC que boje apresenta ao publico, depois, porm, de um severo
exarae e de reiteradas experiencias, tendo a certeza de que possue urna superioridade
incontestavel a tod|s as outras preparares, que at hoje tem apparecido, recommenda-se
por sua bondade, e pelo brilbante lustro que produznos cabellos, tirando immediatamen-
te todas as caspas e coceiras, fa/end com que apparega em bom estar impagavel.
Esta agua compoe-se de substancias cuidadosamente escolbidas, puntuadas, e
confeccionadas cora o maior cuidado, e alm disto combinadas de modo tal a dar-lhe
nma aeco verdaderamente eflicaz, consoladora, e benigna.
Derrama -se esta agua na cabeca, e esfregase levemente ; mmediatamenle ficam
os cabellos limpos e com um brilho magnifico.
Deposito
somonte em casa do autor, Andr Del-u- cabe leireiro de Paris.
Ra Io de Marqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar

Ji.i-u.
I


IK %r
H
34.RA LARCA DO ROSARIO.34.
Farith%'tle mni'idioca da Bahia.
Tera para v*od<>r amito nova o saperinr.
em 83c.-a-, a prf^i rnais commodo do que
em ontr- qnaiq.er parte: Joaqaim J *
Gtwpai.es Beiirl.>. no Mu iScript* i la
do Coiouercio n. 17.
Rol cosisnumo proennr ittMUdo* para crediur
kkos prtfxridos, e dcixamo* qw mi fplicafo o*
resollados obtidos pelas peasoasqoe m dignaramaccaiU-
ios, ibes dem credit* t toga ; porqn* alo sempre os
tusudos eonsiderados gratoitos, a dces qie ai^a
io e ebarlataniam*; mu al auarMda cfeider ai pea-
*mi m etpoDtaaeameBU oos otfenewMi. es qat bailo
o transcripio, a taumai publicar caaifMUdo-lie
>oasa gratidlo pela atteaeio. sparando qas *eibam
rtlea conoborar oeonceito, e acceitacao qnt tem Bere-
do ooaao laropa. BtrthoUmtc k C.
ni TTliTiMa.
nina. Sn. BirtbolonM i C con a oaia sabida
tisftio qne delato ser oxarope Americano de ama
Tficacia eilrjoriiiDaria. pois qoa refrendo ha das da
leaca to?se. i ponto de nao poder dormir a noiu a
>Jt:Tito meamo de medi.anuolos qne loma, a elle
tcjrria na tarcajn colhei foi-al|iido. de todo me
1(1,0 ,hoi' coa o oso edbei.lr de auasi
-eia fcaaeo.- sio p,s t eSM m^iuJo adifesl-va
' ** reoi)fH-i;;,ient>. De'V. **. 1*^0, e.
toar* ViijiHlmtat.
' Pjnkr>T3di5simoeoni
. .Jtr ja b wul Ct oci'iilur u uo do uiapa
Vegetal AmeneaBO, de toa coaaposicto. niaaV aw
achara baetaate ;dbenle de ama eonatipaaj T a,
tornoa complaumanie rooea e qae troaaa ama faa
toase, e me uapossibiliton de enmprir os mena deraraa
da cantor da Mpma lyrit, vaa egraJecar-lbas
cemplau. raaufcelae.me.to, qoa .htm ees. w ^ v3n
da meeao xarope, derxna da fcater racorrido a miUee
tratamentoe. Veaejan qne oatres easoo si raeatrasi
as aeu xarope para ae Terem aamadea da Uo MnSI
da 1868.
Crwsaona. ae*ifc '
lllms Srs lirtholomasC.-O rope Vcul laca
ricato qne *. Sa. Um expaato I naST da^St
eacia para o curativa 'estima, raatiim aisaiJh
ptlcaodo-o a meo tllho /osqni, buba, j. ''"
annos; fictimaTaiM flageUo, o^WaanMeaiiiis
eicedBWads M-a.MiWlS B
de grande .eaeeiU. Ooeiiam r*
etpressto Haaaam fincara a
meriterio sr*t"qM Om I
iBrope, aoisyDUaiilMejMn,.
atiento e obrlgado. Amerlco
Bs 2 de oultbr* i 18M.
'**2
.ueVa*
a ?t. Ss. -rula
Contina a vender tudo muito
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a....., .
Papis de agulbas francezas a ba-
lo a.........
Calas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a .v.....8^000
Carriteis de liaba Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Gravatas de cores muito finas a 500
Grozas de botes madepersla fi-
nissimos a ...... 500
Novello de lioha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a ..... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banba a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a TOO
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 1(5200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a. ..... 240
Lartifbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de liaba sortidas de todos os
nmeros a.......1!800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a.....( 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de liaba franceza superior.
qualldade a.......20420
Caixas de palito do gaz a. 00
Roo- nte-rheuniMtico.
Remedio efflcaeisimo contra as dores rheuma-
tiea* at boje o rom coafcecido pelos seos mar-
vilhosos resoltados.
XAROPE DE AGflIAQ. um dos medicamen-
tos que sua eficacia as enrermidaje?, tosse e
sanfue peta bojea, bronehites, dores e fraqaeza
no peito, escr.ibnto e molestia de ligado, qae me-
User tf TINTURA DE MARAPAMA. A celebre rail
de marapuama, coja energa e eficacia as para-
lysia?, Intdrpecknenlo, ete. ete. muito se recom-
meda.
Todo*ess5 preparados se encontrara na phar-
macia e drogara de Bartholoraeu & C, nico de-
posito nr roa larga do Rosarlo n. 34.
RAPE.
Paulo Cordeiro .
Vende- rap Paulo Cordeiro fino viajado, em
latas, mel grosso e vinagrinho : no deposito da
tat do Vigano n, IL i andar.
Grande peohinoha.
Wflos rrus de cambraia bordado* com 10 varas
a 71, alpae e lias de cor a 466 e 800 rs. o
Wjloj*I^Pootoa,\q q -w
)\ho de licauo
Veadjaoleo de ricino: na roa da Cadata-ve-
Utt iMtfi u.l,V andar
grande a...................
Frascos com o Ir o baboza muito fino.
Pacote' com p.'s de arroz o me-
lhor que ha a................
Na vainas muito finas para fazer
barba a....................
Gaix') de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidbo para toa-
lhas .......................
Caifas com pennas d'aco de Perry
superiores................
Lencos de cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......360C
Pecas de bibadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 15500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para m*v '
nos diversos tamanbos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Dtnias de baralhos para voltarete
Sylabarios portuguezes a. .
Gartes com cohetes t carreras a
Aootoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanbos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Rema de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a T...... 30600
Espanadores de palha
3aperiore \ IfOOQ : na rqa do Crespo n. i5,
Fo atnitas para 1871
Folbinbas de Pernambuco, anecdtica e relifrioM
a 350 rs.
Polhinhas do Rio de Janeiro, Laemmert, Guima-
rSes a 500 rs.
Almanak Luso Br.vilpiro (J
FoUiiohtg fa portx 160 rs.
_-, LIVR.ViUX FR-WCZA.
320
Uooo
500
160
S00
100
70-
400
500
2(5000
500
500
500
40
500
320
4J500
2,J000
1550fi
3,5000
400
20
400
50C
40
2^5000
240
400
44000
GALLO VIGILANTE
' Rita di Crep n. V
Os propnetarios ese bem eochecidn mente, alm dos mni'JM
oi)stu> a apreciaa do p-- .i* pobfee, 2.1a-
j-inun vir o acabam ." 1
J:i Europa nm corr'
Anas e mui delicadas etpfldalMM*.
o resolvido *" vender, con y tea isHiaaa.
por pregos mnito baran'nhea a mmm^-
dos, com tanto qne o GaHc... 1
Muito superiores luya:; d: pti i. T-Ttte.%, DBa
es s e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitos goinhc- para. *-
nliora, neste genero o que La -*>
Sv.perioros pentes de tartn.gi. .
Lindos e riquisimos mfeftespaTi cibm,*.
Ehmas. senboras.
Superiores trancas pretas t e cures cota Tj*r-
lh js e sem elles; esta fazenda c qa*: p*e te*x
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonit s leones i
mirim, sand.iio e os?o, sendo aqueliei braacsx*
com lindos desenbos, e est.
Muito superiores rucies :
nhors, as qnaes sen pn
a duzia, entretanto que nos as t* s p*r iV.
aira destas, lemos tambem
outras qualidades, eau-e-as qi.*.-- i^nam wn-
firias.
Boas bengaiivs de snf
ca>i.o de nin.-r:::i >ra
rasdomesmo, nesv. g>np.r
ocle desejar ; a.; 1 ('.
Jtantidade de oulru ji,ift<-
eira, balcia.
Finos, bonito;, o airosos <:. -tlnic t nM.(
de outras qnalidaBs.
Linii:-.? e Bliiwriut*. pa de aedt
para segurar as melas.
Bors meias de sed.-.
as do 1 a 12 ?i:nos A I
Kavalhas cabo de m.Ti'
barba ; sao mnito boas, e 1 ,
raatidas pelo fabricante, e n por t:<- .'3 Uav
bam assegnram-s sua qua;
Linda* e bellas cate11as pan n 'a.
Superiores airulhas r-ra "'ti."1.,-, e a
Linha muito boa de peso, fron:.?, pura eatenar
labyriutho.
Boas baralhos de cartas tan vollart, amz
como os tontos para o mesmo Bn
Grande e vanado sorumem aa melhorti per-
fumarias e dos mc'.bores e nus couBCCHk par-
(umistas.
QOI.AitES DE ROER.
Elctricos magnciicor- con,
tacilitam a dentirau 1!. tenocenii
mos desde mnito receben
co'bires, a eootinsajoos a rec *-
vapores, afini ci.1 qae nunca faltem
ecioj tem aci.nl eio, s.-api.ii ,' .
le- qaa delles precisaren^ vir ao de..if ;;; o tai
rirjlante, aonde sembr e.-:contrr
de'iros collares, e <.- fua;; atie.*5t!etttu-ia a; Sr
para que sao appHeadoa, se iinderij coa a.
diainuto lucro.
Rogamos, pois, avista do; objectos
declarados, aos ioeso toagueza tatfos v
comprar por presos 'iuito r^ u-.-is loja ao wik
vljrante. roa o Crf.sD.- n. 7.
Brii 3 de
os m/HMos
Vande-aa em casi da T.
Cemneretoeva
roa do
D cordeiro pre^
Etna do <|oeiuai* 1
Novo e variado tortflHBto deparfati'
fina3, eonti'os c
Alm do comp!e.o sv.L: c :..., '.
marias, de que e'ectivamer
loja do Cordeiro Previde^;., eili
receber um outro sortiie!.. fm
ao'.avel pela varieriade do o
dude, quabdades eersumo'.'
Oos; assim, pois, o Cordoir E rs
e espera continuar a merecer 1
do respeitavel publico em
boa freguezia em particular, nio -f
lando elle de sua bem tstm
9 barateza. Ero dita loja e
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudrx).
Dita verdadeira de Murray Lasv
Dita de Cologne ingleza, amencatt-
ceza, todas dos melhores e mais aeree ru
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete pan teilet.
Elixir odontalgico para conservaei?
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidadc
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores. :c
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japouea, transmr.^*
e ostras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano!
francezes em frascos simples e enfeilr
Essencia imperial do fino e agradave eb
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheirot ga
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnaltdao
com escolhidos cheiros.em biscos aLi.
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maicreso mee:
para mos.
Ditos transparentes, redocuos e em fif
ras de meninos.
% Ditos muito finos em caixinha pan bmftt
Caixinhas com bonitos sabonetes imiUBc.
fructas.
Ditas de madeira invernisada contlo I
aas perfumarias, omito promia pan pr.
entes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, tan
bem de perfumarias finas.
Ronitos vasos de metal coloridos, o A
moldes novos e elegantes, coa p de :
b noneca.
Opiata inglesa e francesa pan
Pos de camphora e outras
qualidades tambem pan dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mtais cwqaes.
Um outro sortimento de eoqties Ae
vos e bonitos moldes com fitets de vitola*.
i algucs d'elles ornados de florea fltx.
estSo todos expostos aprectac* At qoc
os pretenda compnr.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDAD
Obras de muito gosto o perfeiclo.
v iTellaa e Itaa para elmtea.
Bello e vanado sortimento de taes ob;.
tos, ficando a boa escolba ao gosto doct
prsdor.
^V ^% ^W ?^\^^%^iPN
JoaquimRodnnies Ta-
rares de Mello,
TEM PARA TENDER
em seu eseriptorlo, inca do Corpo Sai te i
gV n. 17 :
Fumo em folha
fe (1, I* e V qualidaae, e vende am n 1
X fardo* a vontae dos tuasfraeru.
* Caide LXoa
2 ultima chegada.
I Potassa da Rutm.
% Fartama da asaadlaea.
r mx.
dada. Tudo a> vende ama,
-joe era oatra qnalyier 1
na, pedra-moUtiuna d nv
palmo.
^
Ti
. i


Diafio de Pernanvbuco
Quinta feiru 27 i

"'-

LHTERAtM,
SebmAodf. Santo Antonio feito pelo iwnhE-
JOS D'ALM EIDA M.VRTINS PREGADO!) IIF.G10,
NATURA!. DK VIZEC E RECITADO POIl Etl3
NA CAT'IEDRAL DA MESMA CIDaDE NO I'l\
13 DE JIMIO DE 1870.
(Cor.clnst. J
Quando Antn u se alia-lava do aliar, en-
eontrava-se porfo.-gi no silencio da piblio-
tbeca ; era ah um magnifico arsenal era
Era a supplica do Ktierreiro antes de o
meraro cmbale, l'aitio. Nao lia brba-
ro uem idolatra que, se nao sinta abrasar
nos raios ardentes qipi dardejam seus oilws;
na eloqoencii portentosa da sba iospiracJo
divina escola se o tro ve jar assombroso da
palavra qoe levanta thronos, cava abysmos
e so! ve impertas; a persuaso rainba ab-
soluta dos espiros : o vicio morre, 'e os
homens cabem ooulrictos aos ps de nm
Dos .i;>re e .crucificado, que Antonio Ibe
anmmcia.
Ai! que se- delle ?' Centenares d'alfan
que escolhia as'armas paia os combate-' da
f, era al que eusiava as suas forcas p'sra %** 'r';i'n levnnlar-se para cortar llie vida,
fulminar os inimigos da cruz. i s do co r s nao suspender a mo do ter-
Uui dia os monges do mosteiro ac!
de resas completas; Antonio ba gravado
n'alma a primeira estrophe do canto de. Si-
meao : unc dimlis senitm titum
tie, secundum verbum tuum if pace : de
para coni alguns frades de S. Francisco que
esmolavam a candado dos raonges ricos;
Antonio contempla esta revelarlo prowdui-
cial e exclama : Eis aqni a vida que me
pertence As vestes canonicaes pesavam-
ILe soore o? hombros, como se foram de
ferro em brasa, e d'aiii a pouco despe a rica
murca de Agoslinbo, para vestir a pobre
moriaa da religio scraphica.
Onde est agora o lilho dos BoJboeJ r
dos Taveiras ? Procurai-* na estr la ertoi
da dos Olivad* A (rao luz da urna lana
pada quasi mortuaria descobre-se a dear-
n^da nudez de suas paredes 15o nejr as;
mas nao importa; o cliristianismo BunV.a o
terror na suSimidade daf. Ajoelhado no
pavimento fro e sortario eslava um pobre
monge ; a fronte paluda qoe as lagrima es-
mallavam, dizia tanto bondadecomo sori-
mento; as mos erguidas sobre o peo
oram o symbolo d'uma supplica reverente
aos ps do Elerno. Senhor, disse Antonio,
deixai-me morrer por vos, deixai-me fubir
C/Omvosco ao calvario de agonas, permiiii
I ra sacrifique minba vida ao tesiemunho
d3 vossa le.
Volia a Lisboa para'dar o ultimo ideas
a patria. Lagrimas, su-piros d'alma, nao
podem cor. ter o soldado intrpido, que l
vai to longo combaier pela religio; d'ahi
a pouco o mar como espectro d'ancias enor-
mes estende os bracos para affasta-lo da
palria ; desenha-se no horisonte a ultima
sombra da trra de seus pais; Antonio
suffoca os rastrados d'alma com a robustez
de suas crticas e excl una intrpido : tilma
saudade para ti, Portugal, porque fustes
meu berco, mas a minia alma para Deus
que meu pai.
Ei lo agora collocado entre duas imagens
do infinitoo co e o mara seus ps
desenrola-se o ocano como um lencul f-
nebre, que o aUasta do tmulo ; sobre a
sua cabeca brilha o firmamento em alpha-
betos de oero a contar as glorias do Ser
Supremo ; a seus ps a imagem do mnndo
em lulas tormentosas de furor e orgulho ;
sobre sua cabera o deslumbrante painel de
uiuj infinita sabedoria e omnipotencia.
L vai, senhores, atravz da melanclica
spci
no. N.t > es';i atada completa a cora de
l : i que ba de cngir-llni a fronte, e o Se
nbor alTisla-lhe dos labios o calix de mar-
tirio, e manda o vallar Europa para os
trahalljos d'uma nova geera. Agora estnde-
mos a coragem de Antonio as provaco?*
uaais duras da sua laboriosa existencia.
noiie no mar, ferve o ocano em cachos de
espuma, to!dam-se ?s astros com um ne-
i;: orn espesso, pula sem lome o' baixel as
ondjs, se olilla as aguas o braseiro arden-
te das convulses elctricas, vai estalar a
ultima laboa do esquife' que o separa da
cava: meu Deus, exclama ancioso, i pouco
era eu qoe procuraba, a mbrte desojando
que o meu singue vertido nos areaes d'A-
fue. levasse as ronviccOea de miabas eren-
cas ao coraco de meus irritaos; agora de
lerminaes finalisar aqu a minba vida...
Compra-se a vossa roptade.
De repente a tempestade se acalma, os
ares se purifican]: o mar se abonanca, e
ei-lo em breve aportando ns aguas do me-
diterrneo.
A viuda de Antonio Italia e um fado
providencial do Creador do universo : a
igreja do Oriente acabava de romper suas
ligacoes com a capital d>orbe catholico ; as
Iotas fratricidas do imperio ensopa vam de
sangne essa flor da Europa, e o lelo de S.
Marcos abra suas garras sobre o adrralico
para defender a insolencia lyrannica de Ve-
neza.
Antonio o dique opposto por Deus a
esta vertenle de paixes e crimes ; gibante
de caridade e f esmaga com o peso dasaa
forra a altivez de orgulho; na propna (to-
ma, onde a eloquencia dos tribunos tantas
vezes excitava as perturbares populares.
Antonio aniquila a soberna, argumento eter-
no com que o mondo combale a religio.
Terminado o combale. Antonio voltava
para o seu reliro de piedad* e amor; ah
eram poucas e quebradas as oras de re-
pouso sobre o Jeito da trra dura, perpetuo
trabalho do corpo c espirito ; o silencio e a
meditacao eram as oocupaftw constantes
d'nm coraf.no piedoso, que nao eae na ter-
ra a que va ao co.
Distante laboriosa a tarefa (teste ope-
rario evanglico, devorado sempre pela fe-
bre do amor divino! Mal descansava na er-
mida de S. Paulo das longas faegas do
apostolado, escuta alm dos Alpes entre o
phrenesi dos cmbales os gritos da beresia
tuso Antonio, adornado com as flores mais
vivas da caridade ebrista Prximo da
morte, cansado de fadigas e extenuado de
forg-as. susleola anda wctoriosament* a aos-
teridade do sea instituto. Os padres da
sua ordem, congregados em As.ys, prnjpCta
vara alliviar as trabilhosas morlificaces da
religiio seraphica; -opprime-oi o austero da
penitencia, o gor das vigilias: aindrl
coragem de Anton'o combatendo o dalanto de seus irmaos.
Prodigiosa e sublime fot sempre a estampa
desie bomem de amoresclamando-lbe: Qo-
bardes que rugs espavoridos peranteopes;
augusto da caridade chs-i. t Indiscretos
que renunciaos a gloria das sublimidades da
f
seris responsaveis peante Deus e pe-
rante a historia pela violagao dos vossos jrt-
ramentos.
Ooreiro infatigavel do edificio christSo,
vai terminar a sua tarefa sobre & trra, in-
do receber a feria do Eterno Remnuerador.
Chega a hora extrema da sua agona, Anto-
nio poe as m3os no coracSo e nao vacilla :
a morte a linba fatal que separa dous
mundos; o bomem qoe combate pelas pai-
xoes do seculo ebega ao termo da vida com
as armaduras rotas de combates inglcrios ;
aquelle que combate pela f torna-se- vigo-
roso athleta, que.cinge a cora de gloria
com qoe Ibe adorna a frocte a mo do- Om-
nipotente.
Urge por fim ao spro da morte a Sor
mais linda que rebenton no solo de Portu*
al; levanta-o a justica doEierno t aflo-
ra de urna gloria infinita, e, a liumauidada
inteira despreocenpada em seus jmzos peD
afTastamento ds secu'os qie o separa de
Antonio, gravou Ibe em caracteres de fog&ijsso que sois nosso irmo pela-fd apela
"Senliorcs, quando a gerac5es se afastam
da rtnde, eacaldam se sempre do braseiro
da impiedade ; oegoisuw apena boje com
ferro os coraras de agora,
eextingue l dentro o tou saato da calida-
de cbristSa; o vadoso ostenta altivo osga-
da sua falsa gloria, e er ser grande
sombra de nm diploma de esrarneo que o
condemna ; no topo de?1c qondro d ago-
nas levanta-se o membro horrendo do ci-
nismo, e co^i monospre8o, sem pjo as
faces, profana as (Joros nrafs candidas da in-
noencia, levando com as suas garras de
fogo o contagio s vocr.cSe* ruis pura.
Quera ha de aeordar-nos agora destn
sorano lelhargico qne vatecm; a morie ?
Vede. cnhores. aos ps de Antonio avufoa
a imagem venerajija de Portugal ; sobre
suas facw com os ornamcnios esplendidos
de passatvis glorias, e protesta bem alto
contra a perfidia de ses fiihos.
Acorda porluguezes, acordai ; dWgraca
(Jo aquelh iwe adormecer abracado trra,
pois ella ha tfe consumir at os nos-sos ca
daveres, unea idea que (liara de ns*^: des-
granado o que/ nao deseja a liberdad; e-
tal;:*dL) as algeasas da escr>v"d5o que oop-
priae. Falla-ww a coragem ? obrguemo-
nos asombra d'aquelle varar intrpido-que
piotej? a bandeara dePortt^al.
Anifonlp. F-ltes de forras e pobres de
virludwf opi-iine-nos a conscieiicia da nossa
propra fraqoeza; perdemos a eoragem e as
crencas qoe alentam o espirito e purificaai
n corac/w ; manRa perderemos talvez o
ninbi paterno, este berco de flores em que
nascemos-; mas j qae a mo do Elerno nos
elevoa ^ atura d'uma dist'mcia glora, por
L
no pedestal da sua gloria esta- legenda su
prema : Hicnwgntt* vocabinr:
Eis aqu, senhores, o hf.maro exlraordi-do pflho, e do"Espirita Sanie
nario que deixo na historia orna rasteira \ss m S/>j_a-
de luz que gos chama a gloriosas recorda-
Ooeria o mundo cinglss-com perfi-
patria, alcn',ae-nos a Misericordia Divina,
abepcoar'd-nos a todas em noiae do Pai,
) Filho,
Ass m
solida.) dos mares esse novo apostlo levar i msullando a cruz e perturbando a economa
a luz do Evargelho Ierra de infieis. De|da igreja. Sold.do inlrepido corre aopon
joolhos sobre os areaes d'Africa levanta ao
co este su-piro d'amor: Salve trra do
meu mariyriu anda ensopada no sangue de
meus irmos ; alen'.ai, Senhor, a forra de
meus bracos para que minba coragem nao
-vatille na presenca da dr.
lo mais arriscado da lula, a palavra deste
novo apostlo m3is valente que a espada
de Monforte, a imagem do seu pairiarcha
nos muros de Damieto, aconselhando per-
do aos vencidos e caridade aos veucedores.
Admiravel senhores, o retrato do vir-
FOLHETIM
ommi no diario e peublco
]?II.%HA BOIiSA
Suhmabio. Eu e os crticos : um eptla-
jihio : urna pagina do coracao da mu-
Iher ou um coraco-tumulo ; o pe a
viedi la da alma : um p romo eu adoro;
neo se pode chamar crime ao crime q c-iusa amor; um crime acadmico ou
tima defeza de theses malograda ;.a opi-
1 u'm publica i um qrande cachimbo ; a
embriaguez : o ti/ilio do amor e a mu
sica ; o seltenario dos Passos ; urna voz
< i lestial; urna perola da Maurica; a
msica sagrada e a profana ; um con-
traste tenebroso: o theatro de Santo An-
tonio ; lespanttns de Violette e o espect-
culo da fabrica de ceneja.
E'S-me de novo na arena, meus eslima-
leitores, alirando aos qnairo ngulos
da trra e aos quatro ventos do co, nao
a minha palavra mgica, na phrase do ins-
pirado poeta, mas a minha bolsa, a minha
rubicunda e inseparavel companheira.
Quando pela vez primeira abri-vos o
coraco, exibindo anle vos algans produc-
tos da minha bolsa, aorria-me a esperanca
d ser-vos agradavel ; boje estou mais tris-
te ; sim, eslou mais jdesconsohdo, porj.ue
oavi tanta censura, ouvi tanta pilheria,
proposito da minba pobre bolsa, que fi-
quei sem saber se estou vivo depois de
morto ou se estoa morto depois de ten
vwdo.
Ah bem doloroso, bem cruel, nao
poder temperar a comida para todos os
paladares ; e. se riao fosse a certeza de
aborrecer-vos, eu vos repetira alguns dos
comentarios que os meus castos onvidos
oaviram alguns d'esses magarefes de
escrpos alheios, que, mais orgulhosos do
que os sabios todos de Syracusa, excla-
mam o sea eureka pretencioso entre duas
gargalnadas satyrcas, como se a satyra po-
desse ferir o anonymo !
Sim, adoraveis leitores, estou triste, e
todava nao desanimo, apezar de me terem
chrismado por xixisbo, palavra qae sem
duvida tradoz um pensamento negro como
a alma d'aquelle que a pronunciou.
Xixisbo l Sabis o qoe quer dizer
isto ?
Eu ignoro-o ; mas presumo que nao
cousa boa.
Alga'-m disse em minha preseDca
qae sirius receberia a paga das suas in-
justicas para com os thealros ; que em
tempos de guerra ninguem estava livre de
soffrer represalias, sobre todo n'um paiz
d'estes, onde a liberdade de imprensa to-
ca os paroxismos da licetca.
Acredito pamente qae o sobre-luda n'am
pa z d'estes incommodo ; mas nao me
arreceir das represalias na imprensa : mi-
nba capa proteger-me-ba contra os aggres-
sores como me tem preservado de muito
olbar curiosamente malvolo.
Demais que me importa a meledicencia
importuna ? Que me importara os crticos
inconsciente < que so criticam pelo goslo de
criticar ?
Na maiora dos leitores estou certo de
encontrar a indulgencia que requer. Leio
essa indulgencia em muita face paluda, em
mudos olhos travessos. e em muila fronte
iluminada pelos dourados raios da intel-
igencia e do estudo. O resto pouco ou
nada valle.
Alm disso estou resolvido seguir
risca o procedmento de certos polticos do
meu conhecimento que em vez de dizerem
serrar filleiras, dzem simplesmente ser-
rar oucidos !
Sim, bei de ter bem fechados os ouvidos,
d'agora cni diante, s lamurhs dos des-
contentes, s salyras e doestos dos crticos
de mo nome eaos esclpenos dos magare-
fes, eiubora quando eu morrer me escrevam
no tmulo o eplaphio que um poeta rabe
gravou no tmulo de um rei: alegrai-vos
ciandante, aquelle que aqui enterramos nao
ressuscilar !
E j que fallei em tmulos, divinas le-
loras, lde estas linhas, e vede je podis
levantar a pedra de um coracao-tumuio e
decfrar-lhe o enigma.
Ha dias fui visitar urna famiiia em cujo
seio se acha urna creatura verdaderamente
celestial.
(dea.
dos enlaces de vaidade e ouior o elle affas-
ta de si as mentirosas flores que o lempo
concert em p ; qjifr prend-lc a soberba
n is qnadros fascinantes de sens*;5es terre-
nas, e eorre a salvarse do n :ufragiono se-
guro prto e santo asylo da religio e dou-
trina de Jesns. O hornera de bero acabou
a saa digna misso, nao lhe peeaes mais
nada.
De certo, o b#sso espirito abysma-se pp-
ranle esse volto cotlossal da historia Hu-
milde pera intima casaiecao de suas cren-
Cas, affog nacinza da penitencia a faisca
ardente da-ambicao e du orgolho: abrasado
no fogo da-eandade e amor, vai distribuir
os thesonras da igreja s portas do estran-
geiro ; ida*or intrpido nos corbales da
glora, esmaga com a omnipotencia'da cruz
a audacia sacrilega da impiedade.
Portuguezesvai longo o espaoo qpe nos
alJasta de Antonio, anoileceo-nos no mondo
porque nos falta o sol da f, esmorece a
coragem noeoraco doa povos, abalada pelo
spro ardene da deserenca, apago se na
palria o amor da gloria qoe iaeitava os
bros das gerac&es mais poras.
esta porventura a Ierra da nossos
pais ?.
Outr'ora oeste solo abencoado de Portu-
gal rebentavajn.espontaneas as Cores mais
vivas de religio e palria
D. 3>ANN.\ TJBrffiTIXA. (S>
Todos sabem a hstori.- da educa?oe es-
tado de cultura dis mulberes de nosso paiz;
ningnem a ijjnora. Em iperal muit intelli-
gencia as nossa pa'ncias, porm eoraplelo
entorpecimeEio de suas faom^dades otellec-
taas, j por preconcetoSf j pordesleixi
dos pais. Easina-se mal a ler a lingua ma-
terna o besu&ta se a algiHws com os con-
fusos fodimento* da lingu* franceza ;eis o
que se faz, qtando se faz miio. Por corto
que sendo assiai, para eneher de iubtlo o
ver-se ir desapparecendo com a invasao da
luvqoe de todos os ngulo irromp*,- esse
proverbial marasmo, em qse vivem engol-
phads>as nosss patricias, dignas de melhor
sorte.
Bncbe-nos de-uro grande gando O'pre-
senciar a transfermaco, si bem qu lenta,
todavia sensvel,.qe se vai- operaado-em
mis, quanlo ao- pooto da edncac3o das- anu-
i-herey e reconhecimento de .-.-aa aptide para
a carrera das latras, onde em outres pai-
zes ellas tem fe-ito todo o progresso, d* que
so-julgava o homem s capas- Sendo assim,
quanio mais gra esperac^a em boio, algum fructo tsiesmo
(> Foi este artigo escripto para afelha
tteraria .WarfrpsiWo^e nella publicad a saa
hoje esq.oecemos I primeira parte ; mas como cbisse a mesma
as Iradces "da nossas- glorias nos-desvarios olh antes da publicaco da sua segonda
scepticos da kidfferenca- parte, damol-a aqui por intero.
Idalina o nome d'essa primavera, que
conta dezesseis primaveras.
E' linda como a madona de Rapbael, mas
d'essa formosura puramente americana,
que faz a admiraco da velha europa e in-
cita ao amor tudo que tem um coraco ca
paz d'esse anglico sentimento.
idalina lem a lez morena do jambo le-
vemente colorida pela mais expressiva rosa
do Japao. Seas olhos negros valem todos
os brllnntes da trra, seus labios rubros
desafiam o mais christalino rab oriental, e
sens dentes nao invejam a alvura das pe-
rolas de Ceylo.
Que vos direi da alma qoe se contm no
envoluero flexivel de seu corpo delgado e
elegante ?
E' urna menina bem educada, na accepeo
rigorosa da palavra. Houve esmero em
desenvolver-lhe os dotes do espirito me-
dida que a naturezi executava o seu pro-
digio desenvohendo-lhe os do corpo.
Era noute quando subi a escada do pa-
raizo que guarda esse tbesouro. Junto
porta d'esse Edem parei para beber urna
urna, todas as melodas que desprenda
oma garganta soberamente musical. Ella
cantava a grande aria da Lucia ; mas can-
tava com urna expresso to doce, to
suave, e as notas sahiam to puras, to
cheias de mil encantos, qae eu senti-me ar-
rebatado as rzas do genio das harmonas
para as regioes d'alm mundo.
Depois que "o cbo da ultima nota sa
perdeu no espaco, bat e entrei.
Na sala um perfome delicioso embriaga-
va os sentidos, e o teclado dd piano anda
estremeca de volupia pelo contacto de suas
maoziohas sedosas e delicadas como dous
suspiros. i
Idalina, sentada no tamborete de veludo
do pianno, tinba a face vollada para a ja-
aella, por onde penetrava um argnteo raio
de la e ia beiiar-lhe a virginal fronte em-
moldnrada n'um explendoroso diadema dos
mais bastos e sedosos cabellos caslannos
que tenho visto.
Tiniia na mo esqoerda urna rosa que.
com a direita esfolnava languemente.
Approtimei-me mansamente, o sorpren-
di-lhe estas palanas : Urna oma egfobou-
me elle as ptalas do mea amor. Pobre
e infeliz coy cao nem- mais oma esperan-
ca te sorri, e s anda bem enanca !
Sent urna dr aguda traspassar-me o
peito, e disse-ihe baixinbo : Dees oo aban-
dona us seus aojos ; crea n'elle. e espere.
Ella voltou-se sorpreza para miin. Nao
roe tinba visto entrar e admirou-se de me
ver alli.
Fitou-me, estendeinne a raio e sorrio-
so ; mas coa um sorriso to triste, to
triste, que me enlutoa a alma.
De seus olhos peniam lagrimas arden-
tes, to ardentes que deixaram dous sleos
as mimosas faces.
Peguei-lbe da me e beMM-a respetosa-
mente.
Pobre moca! Comprebeodes o segredo
do seu coraco ?
Bem poucos coraces ba assim n'este
mundo !
Mas nao certa mente o carac-o o
thermometro da mulber, disse um amigo
meu quem refer a historia ; o pe a
medida exacta da alma.
Alguem tinba dito : o estylo o hornera;
um folbetinista, parodiando o, disse : o p
a mulber.
Nao sei se assm ; o que sei que o
casamento se resume no p. E, como o
p varia de tamanbo, forma e colorido, o
casamento segu as mesmas variac5es.
Eslou convencido de que mudos casa-
mentos, depois de contractados, deixarlam
de realisar-se se o p da noiva fosse lo-
brgado pelo noivo.
Ha gente que aprecia um p grande,
allema, gordo e vermelho ; oulros prefe-
rem um pezinho microscopio e rosado ; eu
busco sempre o meio termo, e por isso
digo que entre les deux mon ca'ur balance.
Um p rigorosamente brasileiro, esguio,
moreno, gordinbo e rosado ; eis o meu
ideal.
Poucos, rarissimos, tenho visto e sonhado
assim ; e affianco que, realidade ou soobo,
tenho impetos de beijar um p assim at
esvar me n'um beijo que se lhe inhocule
todo intairo.
Inclinme crer que o meu amigo tem
razo ; parece-me qoe quem nao tem um
p bem feito nao pode ter urna alma bem
formada.
O meu amigo pode neo vr descobrr a
quadratura do circulo, mas julgo que des-
cubri a medida da alma.
Sehopenhauer decididamente fez injosti
Ca mulber quando disse qae ella tem
sempre espirito, raras .vezes genio e nunca
intelligen&ia.
Pois baer um p as condicoes qae
aponto que nao seja eminentemente inlelli-
gente ?
Ovidio dza Augusto Cezar que se todas
as vezes que o homem peccasse fosse ful-
minado par um raio, em pouco tempo Ja-
piter estara sem armas.
Vieira, contestando, disse que pelo con-
trario sobrariam armas, porque andando o
castigo par do delicto, o homem evitara
o crime.
Sem davida os moralistas nao se referiam
aos peceados do amor, aos crimes que ti-
verano por origem a garridico da primeira
mulber; porque, coma disse um nosso in-
lellgente e bem infeliz poeta, nao se pode
chamar crim ao crime que causa amor.
Se Deus tivesse tido a precaucSo de en-
cubrir o p d Eva aos olhos cud$oso8 d
nessp campo, que to ampias colbetas co
mee1' ;' prometier nos I
Oh f enlo queso sent ompr3Z?r de
agrcola, que d-ixando de cultivar um cim
M, porque um /also jui/.o o tolla > de U
zel-o, v por algumas sementes, que um pal-
pit" ntimo o mandou nelte langar, germinar
vicosa a plantfoha, que J pelo verdor das fam-
ilias e em breve por suas bella* flores, bem
vingados e abuadandantes froctos Ibe pr
meitc.
Tal silmee se est agora realisanlo
para os agrcolas das leltras entre i\(><.
Est. Lancai as vistas sobre o que e
vai passando entre nos; apreciai devid>
menle.esse surdo mnrnwriniio, que nos ver
despenar dessa apathia, em que jazemos,
dessa iodifferentfa, qoe votamos s mulberes
de nosso paiz, e diz^i, si nSo e verdade quo,
novo Ljrisonies comecam se desdobrar
no f.itUFO das lettras patrias.
Sabis o que significa is-io-f E' o refiixo
da evolucdes transathhnticas. que chega
at'c, o-echo daa ideias, iwie por 14 fal-
lara bem alto. E acaso pode n ficar inde-
fferente ao progresso> qua ido-todo pro^ri-
de t nao ; porque c progresa uro lei
fatal.
Assim que- vemos pouco e pouco ir-ee
dester-rando dentre nos- o preeaneaito ^ne
pede a ignorancia para as mulheres, a liui
de da? logar a ootros pensamenios mais lu-
cidos, que peden a nstracco pasa lodos e
para as mulberes tambem. Unjo
raro encontrar-se ODtre nos um hornera,
que prfesse a privaco completa de ins-
truccao para a nrjlber, o que at* pouco
lempo era muilo coramos. Muitos ad-
mirara com sincersdade o jalenm ibroinil,
qae Ihes (ere as visas, presti>m-lhe boroena
gem e consagram-llw um culto. As H*ocas
vio sentodo a necessidade de respirar orno
ootra aimosphera q:e nao a do cmtxuteci-
:ento e leega de santirem essa grande re-
pttgnancia as leltras,.que c habito Ibes fi-
zera c mtrabir, exp-rmentpa um d-^sejo
boro pronunciado de- 3e instruirem, que se
aoba mais de accordo.aoma sua-ndole, a qal
s'a rotna,.por tantea annos consagrada,
pede modifisar. Desejo s^ to na tan I
aellas, que,, vivificado* por urna-- aura mais
alentadora, que cometa agora-- a soprat,
tem levado mu las a s darem por esforz
seas urna instrueco ou gco tal, que as
poeses ou a posico d seus pais nao Ibes
perniittiam ou nao osestfmulavam dar-Lee^
Felizmente o-urna verdade c qae acabamos
de. dizer.
Hbje a mprensa tera-oe mais ou mena
pronunciado ero nosso paiz pele ideias da
regeneraco litleraria da mulber, que alea
das monas vaniagens, qoe cwasigo traoc
acarreta mais-com a de-completar ou antes
de realisar a sua regeoaraco ntofal planta-
da pelo chris+ianismo.
Os benficos e aproveitados resnltado-
dessa nova ordem de cousas, c,oa comee
a reinar entra-nos com augurios das maia
altas prosperidades, s5o patentea aos olhos
de todos, que de dia em dia contemplare-
mais um vulto, qne se destaca d meio da-
ma'tido, cora o diadema da mclter e o si-
gillo do geni na fronte.
Violante Aiabalipa, Emilia GomidePenido-,
Nioia Floresta Brasilera, Anna de Lossio
Sebiz Mana- Heraclia,. Anna de Mora es, o
tantas outra sao mais- qae elocuentes pala-
vpbs, que corroboram a nossa asserco.
En fim, ama verdade qae a senda dar
lettras comeci entre nos a ser tamben e
corajosamente Irilhadf pela raolher.-a qoem
virantes palmas aguardara no flmdeauajor-
oada. ,___
E como era possrve! qoe por mata fampo
vivesse em um obescoranlismo Tengooliofo,
qXiem a aatoreza fez amiga da lux, oo
vegetasse em um olvido aniquilador, qoem
a parola da creaco f Por certo qoe tal
era impossrvel.
Encerrar e circnmscrever para sempre a?
mollier no nada, f&ra loocara qnerel o, e
aes;a> espera,v-o. esse o deslino que se
assigna aos vermes, mas qoe nao cabe na
flor, qoe anda mesmo larde, quando abala-
lla, tem todava de perfumar e dizer no per-
fume que flor. e*se o destino do vi
insecto, q?ie com a trra se coofuode, mas
'nio o da tstrelia, qne arada quando eoco-
berla pe espesso veo da nveos, que Ibe
vela a face, tem do brhar sempre e dizer
qu:t estrella. E' esse o destino do reptil
Iuof.igo, mas nao o da moier, que eascea
para perfumar e para iuz<-, para inebriar
efliilJDlnar.
Nao possiM que se coalenle coa o
nuil i a mulber, para q*aem o mundo aate-
r.i pouco no dizer de Mhm Necker i
Saassere.
(Catlinuar-te-ka)
Adi, e se a mS do genero humano nio
tivesse tido a garrtice de ostentar nm p
mimoso.- sem duvida nao baveria o pec-
cado original.
O p foi a causa da queda do bomem ;
mas qoantos gosos nao nos proporciona um
p elegante, nm p de duqoeza, como d-
zem os franceses ?
Todos os homens andar presos por nm
pe, vivem e morre-ra por um p. E' essa
a primeira le-do mundo, lei que foi impos-
ta pelo peccado, se gmse ppde chamar
peccado ao trime que censa, amor.
Desconfi que no rol dos crimes de que
falla Ovidio asta o que, ba poucos das,
commetteu urna Ilustrada corporaco d'es-
ta trra, a facuidade de dreito do Recife,
reprovando um candidato ao gro de doc-
tor, que dafendeu suas theses, se nao com
profisciencia deum jurisconsulto, ao me-
nos com a inteligencia neces3aria para es-
capar das forcas caudinas.
A injustioa praticada. por un individuo
cruel, a. praticada por uma corporaco
imperdeavel,
Se como disse Sosrates, eommettsr urna
injustvC'ia maior de-todas as desgranas,
bem desconsolada deve estar hoje a facul
dade de dreito.
Segundo refere um poeta grego, os mu-
ros de Delphos longos annos supportarara
o peso do famoso xosck te rpsua, que lhe
escreveu Scrates ; se eu fra o phlosopbo
gravara ad perpetuam no frontal do veloo
pardieiro nosce. te vsvm.
Tinba, pois, razo Vieira : se par do
crime andasse o castigo, Jpiter nao gasta-
ra as armas. Se para corri-gir os abusos
do poder, sempre nocivos e criminosos
houvesse urna setta aguda e ameacadora,
a altitude d'essa espada de Drnosles sus-
pendera o crime.
N'um futuro, talvez nao distante, assm
ba de vr acontecer. A idea faz a sua ges-
taco ; a opinio publica vira ser a sella;
ella j se vai mostrando.
Alguem lembrou-se de dizer que a opi
nio publica c um grande cachimbo, onde
cada um pode beber sea trago de fumo.
Nao quero dar valor ao pensamento ;
mas, se assim nao acontece ao tal ca-
chimbo o mesmo que certas tacas, onde
fcil applicar os labios e sorver o c a-
teudo.
Em todo caso, feliz aquelle qae, be-
bmdo um trago no tal cachimbo, nao se
embriaga para sempre, o que na realidade
urna grande desgraca.
Nao descosto da embriaguez, acho-a at
agradavel em certos casos; mas s gosto
de embriagar-me com viabos muito finos.
Um calix do potico licor do amor be-
bida deliciosissima. Ha quem assegure
qae produz urna embriaguez mais agrada-
vel do que os soporferos orientaei.
A embriaguez porm qae mais me agra-
da r a prodozida pela msica. Por isso
sou sempre vido d'ella.
Nao posso saber que se toca ou canta se
em algum lugar que n5o corra ouvire
extasiar-me.
Nao ha mnitos das'passavaeu pelo largo
do Carmo ; ouvi msica e canto na Ordem
Serceira Carmelitana: era o seltenario do
Senhor dos Possos. Dirig meas passos
para o templo, e entrei do recinto.
A igreja estava litteralmente chala. Ha-
va gente de todo; os calibres, desde o
ViRIEDIDS
A GUERRA EH 1815 E 1870.
Na batilba de Leipsic, 30CrOOO alliados,
COM i;J8i pe>;as, baleram-se eontraNa po-
lea* que tinba 171:08*) borne: e 7tO pe-
Cas> No primeiro dia da batalba foutnbro
Hi de 1813) os regimentos qne nella loma-
raat> parte activa, perd.tram mais- de metade
da sua gente, o T reg ment de landwehr
de Silecia foi reauzido de 1:800 oldados a
160, e nos tres segootes dias exercilo
adiado perdeu t;000 heasens. As perdas
dos francezes -bram IM mortcs e.....
1 ;:()(* feridos. Sommando as perdas de
todas as campanhas achaaaos qne :\apoleao
perdeu na Rcasia 50-i 000 homens; na
Allemaeha, at ao armisticio, (junh> 4 de
^13)40:000 homens aproximadameote;
as batalhas que terminaran) coro a de Leip-
sic, ISO-mil homens, e fOtttJOO na cimpa-
aba de 1814, que com as perdas de 181
forman nm total de aprecian -idamente na
milhc-de homens? antes qne Napoleia fosee
subjugado. As jardas dos alliados d-.vaste
o mesmo peno lo foram s; mente de ....
100:000 bomensv
E NOTAVEL. da Europa sao governudas por familias de
sangue estrangeino.
Em Uondres a dymnasia hanoveaoa;
em BerHn, Soabia; em Vitan, em Soiasa,
e em Klwenca, saboyana ; em Copenhague,
do Holsteia ; em Stockholrae franceza; eaa
liruxe.iis, Gobargo; na Haya, rbeoaaa; e
em Atbenas, dioamarqueza em S. Potan-
burgo, al ema; em Lisboa Coburgo-Ko-
bary ; e em Par era coaaa a qoe acaba
de cabnv
mais afervorado e sincero devoto, at o
Mit-mailre de luneta no oleo, luva de
perica e bengallnha chibante, qoe alli esla-
va com o rito de ver as mocas.
Entrei, como disse, e dez minutos da-
aois nao era sirius mais d'este mundo :
tinha remoniado s espheras onde se os-
tenta o seu homonymo.
Cantava os versos urna voz meliflua e
doce como nao fcil en :oatrar-se n'ssta
bella ciliado; e depois a msica era to terna
e a orchestra to bem dirigida, qae disse
res um cntico rouhado aos coros cales-
liaes.
A msica sagrada tem ora nao sei q>*e de
suave e insinan!* que mo fascina comple-
tamente. Minha alma aedentemento ine-
briada com as suas melodas ergae se at
os cos: n'essas- occasioes sou realmente
muito christo
Nao sei quanto tempo. durou essa msica
divina ; o que sei que todos sahiram do
templo e que eu anda fiquei ajoelhado junto
um altar, inteiramente enlevado ; e qae
s foi despertado do meu enlevo- por ama
voz que me marmurou aos odvidos : pen-
sa, resaou sonha ?
Voltei agora do co, respond ; e fe-
licito me por encontrar-me na. trra cora
um anjo do Senbor.
Fizera-me a pergunta urna galante perola
dos thesouros encantados da Maarica, alva
e paluda como as sombras, poticas das
visos altemes.
Sabimos juntos do templo. Despedmo-
nosno atrio. Ella seguio para..., nao
digo nao ; en encarainhohme para o thea-
tro de Santo Antonio.
Sou amigo das commoces encontradas:
tinba ouvido a msica sagrada, quera con-
trasta-la com a mais profana de todas as
msicas profanas.
Entrei com o p esquerdo no thaatro.
Ergueo-se o panno e appareceu Mlle Mariet-
te, que cantn a canconeta La vigneronne
de susesnse.
Ab! minhas leitoras, que contraste, qae
tenebroso contraste f
A tal senhora nao qantava, miava cho-
rando !
Fazia uns reqaebros e uns accionados,
que eram um Deus nos acoda I
Senti-me mordido por urna serpete, tve
causeas, e, se nio fosse o desejo de ouvir
Valmonca, ter-me-hia retirado.
Ouveram outras caocooetas, pouco mais
oa menos no mesmo gosto da primeira,
salvo a que cantou o Sr. Carrn, um excel-
lenta caricato cmico da empreza.
Nao sei porque acho semelhanca entre
Carrn e Careta. Creio que porque am-
bos tem seis lettras. .Mas o que facto
que o Sr. Carrn urna careta, viva, pal-
pitante, chistosa, engracada, etc., etc., etal
pontinhos.....
Tambera appareceu um tal Sr. baillarino
das duzias, que fez quatro piruetas e meia,
e... foi-se sem ter dito ao que veio
scena.
S quera adevnhar quem melten na ca
beca daquelle homem (lera ella cabeca t)
que elle sabia dansar 1
Lischen el Fritzchen' o nome de urna
opereta de Offemback, do travesso e buli-
coso Oflemback.
Cantaram-na Valmonca e o Sr. Marris.
Nao synTpathiso com a voz do SI*. Mar-
ris. Acho-a spera e violenta; urna voz
de emporros. Valmonca porm, agrad-
me Alm de enea voz bem> sonora e de
bom timbre, tem ella a arte do chic om,
elle a in chic.
A opereta foi bem execetada, e Va'.maoca
com as suas longas trancas e o seo saiote
encarnado attra'.iio todas aa-vstas.
Finalmente ergueu-se o panno pela ulti-
ma vez, e appareceu o mgico Alentabas.
Comecava Les mitins ds Yiolette.
Conheceis essa opereta t
I", ama verdadeira phantasia. Eatrecbo e
msica, ludo nella phantasli'o.
Alcofribas um mgico qoe leve a sim-
pcidade de crear e educar orna menina
longe do contado dos homens e distante do
balicio das sociedades.
A ave que canta, o p.sno que produz soas
as arvores que do Ir acto, todo Alcofribas
dza menina que eram machinas, mais oa
menos aperleipadas. E a chanca cria,
brincava e ria de tudo, e entretiaha-se com
os bonecos que coaeccionava o nugico.
Quando a alma dos quinze annos ento-
raeceu-lhe o peito, a menina seatio qoe lhe
faltava alguma cousa e pedio-a ao mgico,o
disse-ibe ento que observava que na nata-
reza bavia sempre om binario.
O canario e a canaria, o gato e a gata, e
at a conjuncejio. de dous planetas, sempre
o numero dous, faziam-na dasejar om
da sua especie, mas de genero diverso.
O mgico prcmette satisfaze-la, e
senla-lhe um seo filho bonificado (i
passar o termo.)
A menina sent enlo fallar-lbe o coraco
ante tal boneco. Ama-o e experimenta to-
dos os gosos e desesperos do amor.
O mgico por fim de eontas d-os om ao
outro, casa-os, anda pkantasticamente.
Eis o entrecho, quo, como se v, i bem
simples.
A msica do maestro Adolpho Adam,
segu e acompanba todas as evolnces phao-
tastcas do libretista. msica muito agra-
davel.
A opereta foi bem desempenbada, a nella
a sympatbica Valmonca desenvoheo-se per-
feitamente no mimoso papel de Violetta.
Cantou bem e agradon geralmente. Saa
voz desprendeo-se graciosamente, e na
do canario tocou no ponto do bello.
A Sra. Rrescia, no papel de Pierrot,
de Alcofribas, tambera foi bem. Dea wm
muito soffrivel pierrot.
O Sr. Marris nio me agradou no papel
de Alcofribas; fa'lou-lhe a graciosidade io
mgico, e na Iria ce que font les howmtt e
no doeto que se lhe segu soa vux preston-
se mal s modulaces do cinto.
O Sr. Carrn dea om exceltenie pochi-
oelle.
Emfim e em resumo satisfez-me o fim do
espectculo, e de alguma forma compensoo-
me os arrepios do principio. O contraste
foi entao menos cruel, mas mesmo
foi grande. qne ba indabitavelmei
abysmo entre a msica profana e t reli-
giosa.
Domingo estiva na fabrica de carreja ;
fui assistir o especibalo gyronastico e Kro-
batico em beneficio da Joven America.
Esteve pouco concorrido, e foi sc-Brivet-
menie desempenhado, e... taisons eeau.
At outra vez.
SlUTS.
1TP. DO DWW-KIJA S>y WJOCB Pg CAlUS.



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