Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12247


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Full Text

\
NNQ XiLlfl. NUMERO 243
----------------------------- -------*:-------------------------;l----------
PAIIA A CAPITAL E LUGARES ODE XAO JE PAGA POBTE.
Postres mezes adiantados.........\.......
Por seis ditos idem........'....'.......
Por um anno dem.. ..................
Cada mumero avulsg.....'. .*..........
65000
12,5000
240UOU
320
-
QURTA FEIM 26 DE OUTBRO OF (870
PARA DEITRO E toBA DA MVDCII.
Por Ves mezes adiantados......'...........
Por seis ditos dem....................
Por nove ditos idem.................v
Por om auno idem...................
#750
#500
901250
27,9000
JJ I 14111
Fropriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.

O ACEXTB1):
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gon?alves 4 Pinto, no MaranhSo ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Araeaty ; Joo Mara Julio Chaves, no Aas ; Antonio Marqnes da Srlva, no Natal; Jos* Juitao
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarminodos Santos Bnlcao, em Santo Anto; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco lavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jto Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAL.
Co?eruo da provincia.
EXPBJHIKTE ASSIGNAM) PKLO EXM. M OKSSMUAnr.A-
D'Hl I-ilANClsCO DB ASSIS PHRKIRA HOCIIA, VICR-PUE-
SIDEXTE DA l'llJVl.NCIA, EM 31 DE IIA10 DI 1870.
1' m-cc3o.
X. 102i.Dilo ao Exm. -commandante da? ar-
mas.Transm.lto a V. Exc'., afim de informar o
incluso requerimeuto de Pedro de Souza braga,
coberto com offlcio da repartico do ajudanle ge-
neral, datado de 9 do crrante que me ser de-
volvido.
N. 102.1Dito ao mesmo. Tendo nesia dala
encarregado o eogenheiro das obras militares
a mandar prep-.rar alguns estragos feitos no
quartel das Cinto Pootas, pelas pracas do 42"
corpa de voluntarios da patria, quando ah es-
tiveraiu alojado?, reeomuiendo a V. Exe. que'pro-
vilencie em rrdem a liaver toda vigilancia, alim
de evitar que se reproduram taes estragos por
parte das uracos qoe houverem de aquartolar na-
quella fortaleza.
N. 1016.Dito ao eogenheiro militar.Ilespon-
dendo ai seu uftVio de 27 do corrente, dizendo-
Ihc que maude reparar os estragos feitos no quar-
tel das Cinto Ponas pelas pravas do extracto
corso de voluntarios da patria quando alli estive-
ram alojado*, podendo despender para isso a
quautia de 27*370, em que unportam taes repa
ros, segundo se ta do ortain.inlo que veio annexo
ao citado offlcio.
N. 1027.Dilo a> director do arsenal de guer-
ra___Mande Vine admitlirna companhia de apren-
dizes de-se arsenal, o menor de nome Manoel Do-
mingos dos Santos, sobre que versa a sua infor-
maco n. 77 de 27 do corrente, urna vez que seja
satisfeila a disposico do art. 4o do rcgulamento
de 3 de Janeiro de' 1842 e do aviso do ministerio
da gnerra de 4 de Janeiro ultimo, de que se Ihe
rcmeUeu copia em 17 do mesmo raez.
2' seceso.
\ 1028.Ortkio ao Dr. chefe de polica.Rei-
tero a V. S. a ordem j por duas vezes expedi-
das para que pelos subdelegados dos diversos dis-
tnclos desle municipio, sejam remettidos as jun-
tas de Mtiio de qualilicaco da guarda nacional,
as relacdes de qu trata o 4o do art. 10 do de-
creto 1130 de 12 de marca) de 1833, e que se-
gundo offlcio do commandante superior interino
de 23 do corrate, s o de Santo Antonio remetteu
as de dous quarleiro.-s.
X |029.Dit ao Sr. Dr. chefe de polica. -
Inteirado de quanto V. S. expoe em seu offlcio n.
782 de 23 deste mez com relacao ao facto mencio-
nado pelo peridico Liberal de 21 do corrente,
acerca do feriraeoto de Sebastio Tbomaz de Sou-
za lenho a dizer-lhe que convm que seja publi-
cada a informante que sobre esse facto deu o sub-
delegado do primeiro districto da freguezia da
Boa- Vista. ,
N. 1030.Dito ao commandante superior 03
suarda nacional do municipio de Itamb. Para
que possa ser salisfeito o pedido constante do seu
offlcio de 25 de abril ultimo, se faz necessario que
V S. de conformidade com o art. 38 do decreto
u 1332 de 18 de fevereiro de 1834, remetta o or-
camento dos objectos precisos com declaracao dos
corpo on servieo a que sao destinados.
j, |031.Dilo ao commandante superior da
suarda nar'onal do municipio do Bonito e Carua-
ru -Expeca V. S. ordem tiara que preste, jura-
mento o capilao luvencio Tariano Marins, de quem
trata o seu cilicio de 1 de abril do anno prximo
passado, devendo V. S. informar-se dito capilao se
acha ou nao fardado.
K io:i2 Dito ao commandante superior oa
suarda nacional dos municipios de Recife e Cim-
bres-T-ndo nota data a vista da proposta do
tenenie-coronel commandante do batalhao n. 38
de infamara da guarda nacional domunicipio do
Breio a que se refere a nfirmacao de V. b. de
<0 de Janeiro ultimo, sob n 23, nomeado parao
referido batalh>, os olBciaes constantes da deli-
beraco inclusa por copia ; assim o coi
V
osMsVa'occupar o post) de alfrez, existente na
-" conrauhia pela vaga aberta em 29 de maio de
4861 coiii ; promocao a tenente da 3* de Pedro
l'elisberto Pereira, que enliio exercieiao diu pos-
to e nao em lugar do alteres aa mesma Amador
Nuoes de Araujo que consta, da sobredita propos-
n achar-se mudado ha oito annos -para a Para-
laba, e acerca de quem recommendo a V. in-
f irme se se do as circunstancias de que trata o
i 3 do art. 63 da le n. 602 de 19 de setembro de
1830, aura de providenciar-se sobre a sua desll-
S. 1033.Circular a todos os juizes de direito
(Jis comarcas da provincia.Transmiti a V. S.
a injlusa lista de revisa) de antiguidade dos juizes
.!> direito al 31 de dezembro ultimo, que para
i sm fim me foi enviada pelo cbnselho presidente
do supremo tribunal de {ortiga em offlcio de 7
de~te mez. .... *.
N 1034.Dito ao juiz de direito da comarca da
Boa-Vista.Transmiito a Vmc. para sen conheci -
ment a inclusa cpii da loi n. 921 de 18 do cor-
rente, transter.da para a povoaca i de Petrolina a
s.-de de villa de Boa-Vista, e para Petrolma a sede
da freguezia de Santa Mara Hainha dos Anjos da
Cachoeira do Roberto. a _
ft 1035.Circular ao juiz de direito ua co-
marca da provincia.-Por deliberaQao desta data
nomeei por quatro annas contados do da 2o i ju-
Iho prximo vindouro, os cidadaos mencionados
na relacao junta pela ordem em que va indica-
do= supplenti* do juiz municipal e de orpnaos
desta coinirca, o que coaimunico a Vmc. para seu
conhecimento e direcpao, devendo o nomcados
solicitar da secretaria desta presidencia os res-
pectivos titulo e prestar o devido juramento pe-
nte o presidente da cmara muuicipal at aquel-
le dia, como recommendo ao mesmo presidente da
i-amara afim de que convide inmediatamente por
aditaes na forma do decreto n. 2012 de 4 de no-
vembro de 1837, e defira juramento aos que se
apresentarem, lavrando-se disso auto, e conside-
rando-s renunciadas as nomeac,o\s do3 que dei-
xarem de o prestar, o que tuio se dever parti-
cipar a esta presidencia.Iguaes aos demais jui-
zes de direito, mutatis mutanis.
N 1036 Circulares a todos os juizes munici-
pal'dos termos da P^vincia. Por deliberacao
deta data nomeei os cidadaos constantes di rela-
cao junta, supplentes desse joito, por quatro an-
nosde^dejunho prolimo futuro, devendo os
noraeados solicitar da secretaria desta presidencia
c* resoectlvos ttulos e presUr o juramento devido
l\ aqS di perante'o presidente *
municipal respectiva, e considerndose renune a-
das as nomea?oes dos que o nao Ptorem o^que
a Vmc comraunico para os fins conven entu -
Iguaes aos demais juues municipaes, malalis mu-
>indis. ._____
. 1037.-Circular a lodosos juizes da paz
beracao inclusa por copia a>siui o ^ummu.^
V S para seu onhecimeuto e dreccao, declaran-
do-loe que o sargento Jos Valentim Cesar Bar-
licia desta provincia, fez a campanha do Para-
guay.
N. 1039.Dito ao commandante d3 corpo de
polica.Pode Vmc. engajar no corpo sob seu
coinman Jo, de conformidade con o seu offlcio n.
277 e 27 deste mez, o cabo do corpo de polica,
Sebastio Correia de Mello, que servio como vo-
luntario da patria no Paraguay.
N. 1040Portara.0 vce-peosdeote da pro-
vincia tendo em vista a proposta do tenoate-coronel
commandante do batalhao n. 33 de infantera, da
guarda nacional do municipio do Brejo, sobre a
qual informou o respectivo commandaate supe-
rior em offlcio de 10 de Janeiro ultimo n. 23, e
attendendo o que o dito batalhao na> est defini-
tivamente org>nisado, resolve nomear para elle os
seguintes offlciacs:
Estado-maior.
Alteres secretario, Tbomaz do Reg Maciel.
2' companiia.
Tenente, alteres secretario Jos Alves Marinho
Falcao, litando privado do posto Sebastian lord de
Araujo, que sendo nomeadp em 27 de setembro
de 1862 nao solicitou patente ; alteres, Jos Va-
lentim Cezar de Barros.
4" companhia.Tenente, Joo do Reg Maciel
Jnior.
5" companhia.Tenente, Bellarmino Jos da
silva.
6J companhia.-Tenente Evaristo Cavalcanle de
Albuquerque, litando sem effeito a nomeaco teia
em 5 de fevereiro de 1835 de Francisco das Cha-
gas Pereira deBrito, que nao solicitou patente; al-
teres Manoel Bapista Torres.
N. 1041.O vice-presidente da provincia usin-
lo da attribuicSo que Ine eontere o art. 19 da lei
de 3 de dezembro de 1841, resolve nomear por
quatro anuos, supplentes de juizes municipaes e
de orphos do termo.do Recife, comarca do mes-
mo nome, os cidadaos abaixo mencionados na or-
dem em que collocados :
1" vara.
! Bacharel Miguel Jos de Almeida Pernambu-
co Filho.
2o Bacharel Jos Bernardo Galvao Alcoforado
Filho.
3o Bacharel Antero Manoel de Medeiros Fur-
tado.
4o Bacharel Francisco Augusto da Costa.
5 Dr. Joaqun) Jos de Miranda
6o Bacharel Joao Barhalho Uchoa Cavalcanle.
2* vara.
1 Bacharel Manoel Arthur de H>llanda Caval-
canle de AlDuquorque.
2 Bacharel Adolpbo Lamenba Lins.
3* Bacharel Antonio Gonsalves Ferreira.|
4 Bacharel Angusto Vaz de Oliveira.
3o Dr. Graciliano de Paula Bapista.
6 Bacharel Walfrido da Cunha Figueredo.J
Juiz de orphos.
1' Bacharel Jos Eostaquio Ferreira Jacobina.
2 Bacharel Alvaro Caminha Tavares da Silva.
3 Bacharel Jos Mara Moscoso da Veiga Pes-
soa.
4* Bacharel Pedro Alfonso de Mello.
5* Bacharel Manoel Godofredo de Alencastro
Autran.
6o Bacharel Antonio Duarte de Oliveira.
N. 1042.O vice presidente da provincia ussn-
do da attribuicao que Iho confere o art. i9 da lei
n. 261 de 3 di dezembro de 1841, resolve nomear
por quatro annos, supplentes dos juizes munici-
paes e de.orphros dos termos da comarca de Olio-
da, o- cidadaos abaix) mencionados, na ordem em
quo va) indicados :
Juiz municipal e de orph)s do termo de Olinda.
! Bacharel Manoel Antonio dos Passos e Silva.
2o Maj r Jos Joaquim ntunes.
3* Luiz do Reg Barros.
4o Alexandre Jos Dornellas>
5 Jos Eustaquio Maciel MMeiro.
6* Vicente Ferrer da Silra Braga.
Juiz municipal e de orphos do termo de Iguarass.
1" liara i do Rio Formoso.
2 Bacharel Antonio Tristo de Serpa Brando.
3* Tenente coronel Francisco Cavalcanle Jayme
Galvo. p
4' Tenente-coronel Manoel Francisco de Souza
Leo.
6o Capilao Manoel Cavalcante de Albuquerque.
N. 1042.O vice-presidente da provincia usan-
do da attribuicao que Ili3 confere o artigo 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro de 1811, resolve no-
mear porqnatro annos supplentes do juiz muni-
cipal e de orphos do termo de Goyaona da co-
urea do mesmo nome, os cjdados abaixo men
ionados na ordem em que vo collocados
!>' Jmtidian) de Mendonca Lin?.
Antonio Domingues da Cosa Albuquerque.
N. 1046.Dita.O vice-presMente da provincia
usando da attribuicao que Ihe contere o ajt. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro do 1841, resolve no-
mear por quatro snnos, supplentes dos juizes mu-
uicipaes o de orphos dos termos da comarca do-
Rio Formoso, os cidadaos abaixo mencionados na
ordeno eai que vo collocados.
Termo do Rio Formoso
1 Barao de Arafagy.
2 Thomaz Lins de Barros Wauderley.
3o Major Joaquim Francisco Diniz.
4o Pedro Cavalcanle de Albuquerque Uchoi.
5 Major Joo Bapt isla Paes Brrelo.
6 Manoel Vicente de Hollanda Cavalcante.
Termo de Sernhem
1" Bacharel Gaspar de Menezes Vasconcellos de
D.-umniond.
2" Antonio Venancio Cavalcante de Albuquer-
que.
3' Manoel Peres Campillo Jacoms da.Gima.
4o Antonio Peregrino Cavalcante de Albuquer-
que.
5- Francisco Manoel de Souza Oliveira.
6" Bacnarel Sebastio Antonio Accoli Lias.
N. 1047 Dita.O vice-presienle da provin-
cia usando da Attribuicao que Ihe confere o art. 19
da lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve
nomear por quatro annos supplentes dos joixes
municipaes c de orphos do3 termos da comarca
de Santo AqtSo os cidadaos abaixo mencionados
na ordem de sua collocaco.
Juiz municipal e de orphos do termo de Santo
Amo
Io Manoel Cavalcante de Albuquerque S.
2 Capilao Maneel Correia do Queiroz Men-
teiro.
3 Coronel Jas Cavalcante Ferraz de Aze-
vedo.
4 Antonio Brasiliano de Hollanda Cavalcante.
o Joo Florentino de Goes Cavalcante.
6 Hflrmogenes G motives Lima.
Juiz municipal e de orphos do termo da Es-
cada
1 Coronel Francisco Antonio de Barros e
Silva.
2o Bacharel Sergio Diniz de Monra Matlo3.
3 Teoeute coronel Antonio Goncalves Fer-
reira.
4o Ziteriuo Aureliano de Figueiredo e Mello.
5 M moel da Rocha Lins.
6o Fabio Velloso Freir.
N. 1048.Dita.O vice-presidente da provincia
usando da attribuicao que Ibe c infere o art. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear por quatro annos supplentes de jnix muni-
cipal e de orphos do termo de Limoeiro da co-
marca do mesmo nome, os cidadaos abaixo men-
cionados na ordem da sua collocaco.
Juiz municipal e de orphos do termo de Li-
moeiro
1 Bacharel Leandro Francisco Borjes.
2 Paulo Cavalcante de Albuquerque.
3' J >o Felippe de Mello.
4o Sevrino Alexandre Villarim.
5 Jo Francisco Gordeiro de Andrade.
5o Antonio Elias do Reg Dantas.
N. 1049.Dita.O vice-presidente da provincia
osando di attribuiQo que Ihe confere o art. 19
da lei n 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve
nomear por quatro anno supplentes do juiz mu-
nicipal e de orphos do termo de P)id'Alho da co-
marca do menino nome os cidadaos abaixo men-
cionados na o dein de sua collocaco.
Juiz municipal e de orphos do termo de Pao
d'Alho
i Bacharel Cbrisiovo dos Santos Cavalcante.
2o Magno Bruno Marques Bacalho.
3 Joo Antonio da Silva Cabral.
4o Urbano Jos de Mello.
5o Manoel Tiomai de Albuquerque Maranhao.
6o Sebastio Antn:; do Reg Cavalcante.
N. 1030. Dita.O vice-presidente da provincia
usando da attribuicao que Ihe confere o art. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro da 184t, resolve no-
mear por quatro annos supplentes dos juizes mu-
nicipaes e de orphos dos termos de Caruaru os
cidadaos abaixo mencionados na ordem de sua
collocaco. n
Juiz municipal e de orphos do termo de Caruaru.
Juiz municipal e de orphos do termo de Goy-
anna
Io Dr. Bellarmino C)rreia de Oliveira Andrade.
2' Bacharel Francso de Paula Rodrigues de
Almeida.
3o Tenente coronel Amaro Gomes da Cunha Ra-
bello.
4 Antonio Guedes Gondim.
3o Felippe Francisco Cavalcante.
6 Seraphim Vellio Camello Pessoa de Albu-
querque. .
N. 1043Dita.O vice presidente da provincia-
usando da attribuicao que Ihe contere o art. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear por quitro annos supplentes dos jurzes mu-
nicipaes do term) de Itamb da comarca do mes-
me, os cidadaos abaixo mencionados na ordem em
que vo collocados. :
Juiz municipal e de orphos do termo de Itamb
I Bacharel Francisco Cavalcante Lins.
2" Mariano Ramos de Mendonca.
3o Maximiano Jos Inojosa Varejo.
4 Manoel do Reg Cavalcante de Albuquerque.
3' Joo Alvares de Carvalho Cesar.
6 Luiz Guedes Correia Gondim.
N. 1044.Dita.O vice-presidente da provincia
osando da attribuicao que Ihe contere o art. 19 da
lei n. 261 de 3 de 841,Jresolve nomear por quatro
annos supplentes do juiz municipal e de orphos
do termo de Nazareih da comarca do mesmo no-
me, os eidadaos abaixo mencionados na ordem em
que vo collocados.
Juiz municipal e de orphos do termo de Naza-
. relh
! Bacharel Manoel Silveira Marques Bacalho.
2' Bacharel Elysio da Cunha Maraes Pinheiro.
3 Coronel Jo Francisco Lopes Lima.
4 J)lo Cavalcante Mauricio Waoderley.
5# Tenente coronel H 'reulano Civalcante de Al-
buquerque.
6 Jo> Cabral de Oliveira Mello.
N 1043 Dita.O vice-presidente da provin-
cia usando da attribuiQo que Ihe eontere o art.
19 da lei n. 261 de 3 de ve nomear por quatro annos supplenus dojaz
municipal e de orphos dos termos da comarca do
Cabo os cidadaos mencionados na ordem era que
vo collocados : .
Juiz municipal e de orphos do termo do Cabo
! Bicharel Joo Francisco de Arruda t aicao.
2 baeharel Antonio Lins Cavalcante de Atbu-
Dr. Ernesto Viera de Mello.
Major Antonio Vctor da Silva Viera.
Joo Joaquim da Silva Limeira.
Francisco R>drigues Porto.
Jos dos Santos Silva.
, Joainim Theotonio da Silva.
Juiz municipal e de orphos do termo de S. Bento.
Io Major Joo da Porciuncola Valenca.
Jos B-;nto de Oliveira.
Izidoro Ferreira Boteih.
Antonio Bento de Oliveira.
Joaquim Ferreira Callado.
1-
!
3
4
3
6
d<>s
ordem
lreguezias da provinca.-Reitero a Vmc. a ordem
ja por duas vetes expedida por wta preudencia,
para qne sejam remettidos as jnntas de revisao de
qualifieaeau do batalhao de infantera da guarda
nacional dessa freguesa, as rulis de que traa. n
0 i 2* do artigo 10 do docreto n. 1130 de ii a
marco de 1833. L ,
N. lQ38.-0cio ao commandante do corpo de _
policia.-Em vista de informaCo de Vmc. em oT Albuquerque
co de 30 do corrente, seja adddo ao corpa sob o I i MrrJ
- j, commando, o tenenie honorario d) exercitoj
J?; Carlos Vital, que como praea do corpo de po-^Lius.
querqne.
3* bactnrel Ignacio de Barros Rarret).
kr Bacharel Joao Carneiro Leo.
5- Bacharel Unbelino de Paula Souza Leo
6 Tenente-coronel Jos de Maraes Gimes Fer
reir.
Juiz municipal e de orphos do termo de Ipdjusa
1 Francisco los da Cor-ta e Silva-
i' Bacharel Fraociwo llnato Cavalcante de
Bacharel'
.le Barros Vanderley.
ranciseo Santiago de A0!
6" Luc'indo Camello Pessa de Siqueira Caval-
cante.
N. 1031.Dita.-O vce-presidente'da provincia
ufando da attribuicao que Ihe confere o art. 19 da
tei n 261 de 3 de dezembro de 1841 .resolve no-
mear por 4 annos, suppenles dos juizes munici-
paes e de orphos dos termos da comarca do Bre-
jo os cidado abaixe mencionados na ordem de sua
collocaco.
Juiz municipal do orej >.
! Coronel Francisco Alves Cavalcante Cam-
boim. .....
2 Caetano de Oliveira Mello.
3 Tenente-coronel Manoel Claudio Bezerra de
Menezes. .
4 Capito Gminiano do Reg Maciel.
3o Francisco das Chagas Pereira.
6o Jos Alves Mirinho Falcao.
Juiz municipal de Cimbres.
1 Coronel Leonardo Bezerra de Siqueira Ca-
valcante.
2 Severiano MoBteiro Leite.
3o Francisco Cecilio Manso.
4o Satvro Ferreira Leite.
5o Manoel Vicente d'Annuciaco.
6o Joo Leodegaro de Parias Barbosa.
N. 1052.Dita.O vice-presidetlle, da provincia,
usando da attribuicao que Ihe confere o at. 19 da
lei n 261 de 3 deiembro de 1841 resolw nomear
por 4 annos, supplentes dos juizss mnnicipaes e
de orphos dos termos da comarca de Garanhyns,
os cidado abaixo mencionados, na oidora era, que
sao collocados.
T4rmo de GaraohuDVi.
1 Bacharel Jos da Costa Domado.
2* Capito Antonio Vctor GPYtta,
3" Coronel Jo Correa Brasy.
4o Deodato da Costa Thpraai palmetra
5o Antonio Cardeal do A\nw fa
6 Eulalio Ephigenio. dftK reila, Vie,a
Termo do. Bar u Consellio.
1 Tenenie coronet aoel Silvestre d'Albuquer-
qce Maranhao.
I 2 Augnsto Mar ino'Soares Villela.
3 Jos Emiliaoy Cavalcante Ide Albuquerque.
Aanao Tew>- .0 de An,UqaerqUe.
Ttieolwldo Pml0 Teixeira.
Juvenew Snare8 Vj|,ela
Termo de Buque.
"**a*'ate coronel Manoel Camello Pessoa Ca-
valcanu
^ ^ .-nenie coronel Apolmari Cavalcanie d'Al-
iHil ,.rqUe Maranhao Sobrinho.
3 Major Antonio Marques d'Albuquerque Gaval
v .ote.
4a Antonio Benicio Cavalcante d'Alquerqna.
B Jos Hypolo de Souza.
6* Jos Victorian) de Carvalho |CaY*lc4nte.
N. 1033.Portara.O vice presidente da pro-
vincia, de conformidade com o disposlo nos arts.
2, 3* e 4 do decreto n. 3361 de 16 de deaerahro
de 1865, resolve qm o quatriennio dos suoplantes
dos juize< municipaes e de orphos nomeado* por
deliberaces de ta data para os termos dace-
marcas da mesina provincia eornece a coostar-se
do da 23 de julho do corrente anno, e qoe at
esse dia soliciten) os nomeados seus titulse pws-
lem o devido juramento peraala o presidente da
cmara municipal respectiva iodependenle de rea-
na i desta com excopeo dos nomeados pr.ra os
termos das comarcas de Flores, TAcarat, Boavis-
la e Cabrub que podero solicitar os ttulos e
prestar juramento perante os presidentes das c-
maras municipaes, ou juizes de direito respecti-
vos at o dia 31 de agosto, lavrando-se disto auto
e considerando renunciadas as nomeacoes dos que
deixarem de o prestar no praso cima marcado.
N. 1033.Diu.O vice-presidente da provincia
usando d.a-'attiibuico que Ihe contere o art. 19 da
le n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear por quatro- annos supplentss do juiz munici-
pal dos termos das comarcas de Flores os cidadaos
abaixo nomealos na ordem de sua collocaco.
Juiz municipal e de orphos do termo de Flores.
!. Tenente-coronel Pedro Pessoa de Siqueira
Campos.
2." Tenente M moel Gomes Coirabra Campos.
3.* Torquato Jos da Silva.
4.* Amonio Jos de Campos Btrbosa.
5." Manuel Jos Diniz.
6.* Antonio Lopes de Siqueira Braga.
Juiz municipal e de orphos do termo deVillaBella.
!. Major Sebastio Jos de Magalbes Lopita.
2. Major Joaquim Pereira da Silva Tnto.
3. Galdino G .ulives Lima.'
4." Sebastio Pereira da Silva.
5. Francisco Manoel de Magalhes.
6.* Francisco Alves da Cunha.
Juiz municipal e de orpbos do termo de Lngazeira.
!. Tenenete-corone 1 Francisco Miguel de Se-
queira.
2." Marcolino Antonio Xavier.
3.* Espiridio de Siqueira Campos.
4.* Manoel Jos Nunes.
3." Pedro Toenorio Nogueira.
6.' Jordo da Cunha Franca da Britto.
N. 1036.Dita.O vice-presidente da provincia
usando da attribuicao qne Ihe confere o ari. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear" por quatro anno* supplentes do juir munici-
pal e de orphos dos termos da comarca de Taca-
ral os cidadaos que abaixo vao mencionados e na
ordem de sua collocaco.
Juiz municipal de Tacaral.
!.? Francisco Cavalcante de Albuquerque.
2.* Jos Nonato da Silva.
3.* Alventino Jos da Costa Agr.
4. Jos Francisco Cavalcante.
5. Manoel Antonio da Costa Gancho.
6.a Manoel Cavalcante de Albuquerque.
Juiz municipal de Floresta.
!. Corant-l Francisco de Barros do Nascmento.
2," Capito Manoel Salvador da urnz.
3.' Mjor Antonio Valgueiros dos Santos Barros.
4.* Opuo Joaquina Francisco de Sa.
5. Cipit i Jos Goncalves Torres.
6.* Major Antonio Alves da Luz.
N. 1037.Dita.O vice-presidente da provincia
usando da atiribulco que Ihe contere o art. 19 da
lei n. 261 de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear por quatro annos supplentes dos juizes mu-
nicipaes e de orphos dos termos da comarca da
Boa-Vista os cidadaos abaixo meoeiooados na
ordem de sua colloeacao.
Juiz municipal e de orphos da Boa-Vista.
I. Major Antonio do Nascmento Pereira de
Mello.
2.* Jao Tertuliano Rodrigues Colbo.
3. Francisco Jos da Silva Ainorim.
4.* Elisbao Crispiniaoo Colbo Branda >.
5. Ignacio Francisco da Purilicacjio.
6> Alteres Jos Ferreira Gomes.
Juiz municipal e de orphos do termo de Oaricury
1." Major Joaquim Leonel de Alencar.
2." Capilao Joo Ferreira de Siqueira.
3. Antonio Pereira Rodrigues.
4 Tenente Raymundo Leonel de Alencar.
5.* Antonio Osario Alves de Castro.
6." Herculaoo de Lins.
N. 1058.Dita.0 vice-presidente da provincia
usando da attribuicao que Ibe confere o art. 19 da
lei n. 2(il de 3 de dezembro de 1841, resolve no-
mear por quatro annos supplentes dos juizes mu-
nicipaes e de orphos dos termos da comarca de
C ibrob os cidadaos na ordem de sua colloca-
PO '
Juiz municipal e de orphos do termo de Cabrob.
Jos Soares de Mello Avellins.
Jos Francisco dos Santos.
Francisco Antonio de S Padrina.
Benedicto Leite Raliello.
Francisco Izidoro dos Santos.
Juo Qiiintino dos Santos,
municipal e de orphos do termo do Exu.
Tenente-coronel Cwuelio Carlos Paixoto de
1
2.
3>
4.*
5.
6-
Juiz
i.-
Alencar.
2." Simao GerabJo de Carvalho.
Jos Peixoto Silva.
Antonio Geraldo de Carvalho.
Leonel de Carvalho Alencar.
j Joo Antonio- de Lyra.
Juiz municipal e de orpho do termo de Salgueiro.
!. Jos Rufino de Araujo.
Romo Pereira Filgueira Saiapayo.
Antonio hiiupayo Filgueira.
Tnom Ferreira Machada
Antonio Rufino de Araujo.
Joaquim Manoel Sampayov
1^59.Dita.O vice-presidente da provincia
de coteraaidade" coV a pfooosta do Dr. ehefe de
polica em offlcio n. 793 de Id do torrente resolve
'nomear para o lugar vago de 1 sapoteo* dodete-
g,do do termo de Serinhaera o cidadao Manoel
Pires Camello Jacome da Gama.
3*seccao. .
m 1060.Offlcio ao inspector da thesourana de
azeda.-Aotorisando o engenheiro entregado
das obras militares a maodar reparar pela quan-
lia de 27*370, segando o orc.ame.nio jante.por co^
nia akuns pequeoos estragos feitos no quartel das
Sco-Ponias palas pracas do 4J corpo do voluo-
tarios da patria quando alli aquarlelladas ass.m o
communico a V. S. para sea conhecimento e di-
reccao.
NT 1061.Dito
ao mesmo.-Em vista da corita
inspector
I a da coMadoria de-sa rfeesonmia mande. V. S.
entregar ao major Jos Joaquim do Reg Barros,
mediante llanca idnea a qautia tfe 1:170* que
sa acha em- deposito provateme do beneficio da
2* parle da lotera extrahida> a favor das obras
da igreja de Sanio Amaro da Salinas. Qnanto a
entrega do eonto de ris votado pelo % 5* do art.
16 da lei do remenlo vigente para taes obras
opportunamente se resolver a respeit).
N: t66:=D1to ao nwsmo.Antora* V. S. a
mandar pagar em vista da coeta junta que me
remellen o major commandante de corpo prori
soro de polica com offlcio de 30 de correte sob
n. 281, a Agr 4 C a quantia de .prevenirme
do entera de urna praca d'arjuelte cero que
falleceu no Hospital Pedro Ii.
N. 1067.Dito ao ehefe' da repanticao das obn
publicas.Declaro a Vmc. para sesioonhecimtnto
que nesia data acabo de conceder a permi.so qoe
solicitou Antonio de Souza llotelh > para mendar
construir nni canoque d sabida ae agua pin-
viaes de sua casa sita a ra Direo- n. 2S, sendo
que elle se sujeita por tim termo assigaado <>s9a
repartilo as me-mas eondi^Oes estabelecias a
outros em identioas- eirenraslancias.
Ns 1068.Dito ao mesmo.Informe Vmc: aeer-
ca da inclusa proposta de W'lbam llertardes |ra
a Muminaco a gaz des snrbubios do- 'mete.
'<-" sec^o.
N 1069:Circular ao presidente ia cmara
municipal de Flores.Tendo por delib^aco desta
dala nomeado na ordena que vo collocados os ei-
dados mencionados na relacao inclusa- snppten-
tes do juiz municipal e e orphos nesse munief-
po por um-quatreniiio contado do dia.23- de
julho do crrente anno, e devendo os nmneados
sulieitar seus titolos e prestar juramento at- *
dia 31 de-agosto prximo vindouro perante Vine
independente de reuniaoda cmara municipal, ea
peraute o juiz-de direito da comarca, reoommen-
do-lhe qoe neste sentido mande immedietamee
afllxar edilaes de conformidade com o disposto
no art. V do decreto n. 20I2 de 4 de novjmbro d
1837, declarando que fiearo renunciadas as no-
meaces dos que deiitarem de o prestar at
aquelle da, e o defira dos que para e^se fim se
apresentarem lavrando-se disso auto, do qoal re-
metiera copia a esta presidencia.Igual as cma-
ras municipaes da Villa-Bella, lngazeira, Tacara-
t, Floresta, Bea-vista, uricury, Cabrn \ Gra-
nito e Salgneiro.
N. N-70:Dita ao ;prsidente da cmara rnoai-
cipal do Becife.Tendo per dellberaco desta dota
nomeado na ordena em que vo coUocad o ei-
dados menciona/los na reiaoio inclusa, snppten-
tes por um quatriennio- contado do ai 26 de
julho do corrente anno,.e devendo os nomeados
solicitar seos ttulos da secretaria da presideacia
e prestar o devido juramento at aquello-dia pe-
rante Vnae. independente de rennio da. oamara
muoicipal, recemmendo-lbe qoe neste sentido
mande inmediatamente afUxar editaes j cndor-
midade com o disposto ao art. 4 do decreto n.
2012 de 4 de novembro da 1887, declarando, que
Mearn renunciadas as aomeacSes dos q(e dixa-
rem de o prestar at aqpelle dia, e o dilira aos
que para esse fim se apresentarem, levr .ndo-se
disso auto, do qual remetiera copia x osla pre-
sidencia.Igual as cmaras municipaes do Pao
d'Alho, Nazaretb, Goyaaoa, Olinda, Igoass,
Limoeiro, Cabo, Ipojaca, Victoria, Escada, Se-
rnhem, Bio-Formoso, Agna-preta, aVmib, Cim-
bres, Brejo, Buique, Grranhnns, Bora-Comselho,
Bonito, S. Bento, Caruaru e Barreiros.
N. 1071.Offleio a oamara municipal da villa
da Boa-vista.Transmuto a cmara raonicipal da
villa da Boa-vista, para seu conheeiraento e lio?
coa-venientes a inclusa, copia da lei n. 9it de 1*
d o corrente, transformado para a povoaco de
Petrolina a sede dessa villa, e para' P*Wlina a
sede da freguezia de Santa Mara Raraha.dos Ao-
jos da Cachoeira do-Roberto ficaado r>artencene
a esia freguezia todo o riacho do Puntal com suas
aguas e fazendas, tena como a ilha ctaooraioada
do Pontal. .
N. 1072.Dito ao gerente da. cerapaabia rerv
nambucana.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar transporte pata as Alagfias
por conta do raini-iterio da guerra tac- vapor qpe
segu hoje para aH a praga de extinrto batslhao
n. 30de voluntarios da patria,. Maxi> Rodrigues,
de Sonza.
N. 1073.Dit aos agentes-da. corapanbia taras-
leira de paquetes a vapor.Os Srs. agentes da
companhia braseira de paquetes mandea. da
transpone para o Maranhao por eonta do minis-
terio da guerra no vapor que se espera do sul, a
praca do extiocto batalhe- n, 30 de volunurte
da patria Manoel Francisco dos Res.
N. 1074.Portara.0> vice-iresdsnte da peo
vincia, em visu do offlcio do director geral interiu
da instruccao publica, de 25 do crrente., sob-a
163, resolve nomear too de Hollanda Cuacon.
para reger interinamente a cadeira da instrutvao
primaria da villa de Agua Preta, mediaole a gra-
ficacao mensal de 50*000., durante o impodtoaen-
tu do respectivo professor. .
1N. 1075.Dita.O. vice-presidente da provincia,
attendendo ao que requereram as profesoras pu-
blicas de instrucciv) primara Locncia de Luna
Freir e Anna Monteiro de Lim& Reg Valenca,
esta da 2* cadeira da cjdade da \ tetona e aquella
da.dos Arrombados da cidade de Olinda, e tendo
em vista a inforraacio do director geral interino
da iustrueco publica, de 27 do correte, sob n.
159, resolve conceder-lhes licenoa para permuta-
ren) entre si as respectivas cadeirtis.
N. 1076.Dita.O vice-president da provinca
em visu do oflteio do director geral da instruciau
publica, de S? do corrente, sob n. 139, resolve c-
miltr, bem do servieo publico, o professor na-
rino da cadeira da Serra Branca Antonio Silvo*)
de Alencar,
N. 10J7.Dita.O vice-prestdencia, ero vista
do offlcio do director geral da instruccao publica,
de 27 do correte, sob o. 137, resolve nomar a
AntoDio de Medeiros Raposo para reger interina-
mente a cadeira de instruejao primaria te Serra
Branca, mediante a grauficacao annua! de 600*000.
EXPEDIENTE ASS16NA03 PELO SR. DR. ELIAS. FR1DEBI-
CO DE ALMEIDA E AJLBUQKRQUS, SKCRETAKtO DO
GOVERNO IN1BUNO, B 31 DE 11*10 DC 1870.
2.1 seeco.
N. 1078.Offlcio ao Sr. Dr. chefe de polica.
Traosmitto V. &, de ordeoa do Exm. Sr. viee-
preaidente da provincia, o titulo junio de nomea-
junta em duplcala que rne remeUeu o
da sale pabliea com offlcio sem dala, manat v_
S auar ao pharmaceutice Joaaum de Almeida
Pintear coSta do crdito de 40:0M para soccor-
raedieaiuntas fornecidos para a.^'a *"'j'S-
pap dosTndigentes accomraett.dos de eamaraa ae
, V. S.
4
5*
6'
l
*Ngaie62Dilo aa mesmo.-Commuoico
para os devidos fias que segando P^0^^'
de direito da comarca de Palmares, em offlcio de
jl do correte, uessa data reassamio o ereteio
interino do cargo de pronjptor publico dMueMa
comarcan cidado Traiano Au^trecliano da Costa.
N. 1063.-Dilo ao mesmo.-Transmuto a v.sk
pare mandar satistazer a inclusa. coota de 8 rteos
de fuzl fornecidos pelo arsenal de guerra a repar-
UCo de polica. .._, .
N. 1064.-DIO ao inspector da ttesonrartt pro-
vincial.Transmuto a V. S. a relacao nominal dos
Srs. depuuios iius campareceram a sessao urai-
fiario do corrale anno.J
S. 1035.Dito ao mesmo.-Nos termas de sua
I \nformac>) de 27 do frrente Jcora, jre/erencia

cao dr, cidado Manoel Pires Cf.mpello Jacome da
Gama para o logar vago de supplente do dele-
gado de polica do termo de Serinhem, de confor-
midade com a proposte de V. S. em offlcio a. 793,
de 23 do corrente. ,
N. 1079.Dito ao Juiz de direito de Palmares.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia, acenso o recebimento da offlcic de V. S., de
24 do corrente, em que participa ter nessa data
reassuraido o exercicao inteiino de promotor pu-
blico d'essa comarca o cidado Trajano Austreclia-
no da Costa.
N. I080.r-Dito ao promotor publico interino da
comarca de Palmares.O Exm. Sr. vice-prefidente
da provincia manda aecusat o recebimento d i
offlcio de Y. S., de 21 do. corrente, em que parii-1
cipa ter.nessa data reassumiilo o exercici interino
do cargo de promotor publio da comarca de Pal-
mares.
N. 1081.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.S. Exc. o Sr. vice-presidenie da
provincia manda declarar i V, S. que nesta data
expedio ordem thesouraria provincial para ser
paga *-,ra & C. a despezi fetta cora o eni-rro
d ama praca' d'esse corpo faerida no r/icit-.
?Wro II.
3* seclo.
X. 1082.Offiho ao inspector da tbesonfari
provioeial.S. E5C. o Sr. vice-prende?te da pre>-
viTiri.i, tendo, por deliberaco d'et ata, e rao
vista do offlcio do-director (eral tafero da hk>-
tnacTao publica, de 27 do jrrente, sub n. 1"T.
resslvido- demittir, bem V servan pabliea, o
profesor interino da cadeira fia Serra raiw, Aa
ionio Srlvwit< de Alencar, assim o comamnir p*r
seu tonbetiiDenlo.
ir seeco.
N. :tOfflcio jo Di. Francisco T
S, f'secretario da aasembla >)'l*tiv provin-
cial.Ni 19.De orien de S. Eie. e Sr. j'wr
presidente da provincia transmit pnreca a V.
S., em pespost ao sevuttib de 11 de atril pr-
ximo lindrt, sob- n. 17, para ser prasente a!>. btea legislativa provinral: a inclasa imVrtnar-
ministrado pete- guvernatlitr do bisado, eraV *
eorrente, aeerc do pru> n. 6 dVst aime, jar
acompanSoa n .tea citado olcio.
K. lOSV-DIte- ao mesmo.-N. I37.-S; Ear. a
Sr. vice-presidena da prov.-ncia, quem W ra-
seme o oficio de V. S., de 3 do eorrentr m* a.
", manda declarar-llie piar fazer :->nt;ir j .-
setubla legislativ provincial i>pae bo>, a i bor*
da larde, neeeheta no ptiio a coanaiaaw 4a
mssma assenabla qoe te d> apre acto legislativos >*anec deS. Exc.
N. 1083.-Dlfo a meso^3.128.O* i>ri*m
de S Exc. o Sr.' vice-prenideBle da provmo.
transmiti por copia a V. S:. eat resp^a .-*.
ollirio de 27 de -corrale, sor'C. 70, para ser pre-
sente assembla leyislativa- pnvrmcia. a iarts.^a-
ioformaco rrunwtraa nesta dala pelo t^ireriiaditr
do bis jado c-.Toa e projecta o. 103 ceste aaat
que aeompaohcao sea citado cIImm.
5.1086.-WU ao aatsmo^-. !.-'oraVw
de S. Exc. o Sr. viee-presiden^e-da provirwa, trans-
miti V. S. para ser presen a assjmbfcj te- -
gisiotm provincial o iocluso aulrwgrap'ao- dar- -
soluco da in-sma i-sembUJa que aao foi sac>:cioBada pelao-naws aeM derla- -
radas.
Ck*087.-Di ao maso*).J. 130.^* ordew
de S. Exc. o 8f> w-pre*Mlaote da ^moeia
tio por r.jna- V. S. para ser prcMate a-
asseaola legislativa pravnciata iaclosa iaairiBa-
co laioisirada pela gowernad^r do bispadu ana 311
Oo correte, relativamente ao proj'Cto n. E4 'eMe
auno, true acomaaaboa o offlcio que V. Vaae di-
rigi em 27 de abril proxncc fiado, o ;aJ Ira
assir respondida
. K88.Dite ao aaeamo.PK M-3
de Si Exc. o Sr. v;oe-presidente da
transmiilo por capia, V. S. para ser pse-eat* a
assembla legislativa provincial, a inelcsa m>r-
ma.ivi prestada palo director' geral ioceao da
instruceao pobltea om> 2 do correa, cVa.-'MC.
acerca do reqcermem qu> inaio deaalva, *
servente d'aqaeMa ravartie,o Jaianim Jo-i Perm-
ra, que acompaahou- o olfic on* V. S. me dan-
gao ero 24 d'esle- isetv set) n. aVo- ^oal l.aa *mm
atMBjMa.
.N\ 1089.Dite aoBaasroo.N. I3&Da
de Si Exc. o Sr. vice-oreMlaot da provii
ir.msaiartio por copia V. S. para ser c
asemblea legislativa proviida!, a iaeloa inf #-
maga presua pete ebefo- da i^ara>ei> dae
obras publicas ena.3tt do eorrea'.e, sea a. 145.
cere* do reqiaanoaaeaio qca-janto <:aoIvo, d>
porteteo d'aquea reparticiyAlvaro UtaaaCavaJ-
canli Ctmpello. Ftea assim satisMla a
de V. S. constaote d sen ofcoio de 27 esle
sob. Bi 69.
Ii 090.Dito a> nae>mo.5. 133.De
de S-. Exc. o Sr. vice-prasidaote da proriaeia,
traasmitta por copia a V. Si para sa presente
asenabla legislativa provincial a iaaarosa laar-
maeao ministrada pelo juis mcnicipa! do lermo da
Cabo, em 29 do corrate, acerca das ataaaata*
que pigaram do aposto da sa as p**** *>*
clonadas no offlci que V. S. roe dirigi em II
deste mez, sob-n 47. Fkea aosim ? .asfetta pri-
meara par le do sea citado ollicio. e tego q*m ae-
j>un re;cbi Jis da thesourzria de faiaada as ia**-
naacies relativas, a seguida, Ibes ser^ Umlaam
taDMniltidas.
.N. lOt-LDito ao mtsmaN. 1.Da ordmr
d S. Exc-. o Sr. vicf-drvsident da prosaaem.
transmiti por copia L ,T. S., era, resp.ni ao tea
officiodc-28 do correo*, sob n.3), pata **
preseutes- assembla legislativa pruvimrial, a
iuclusa* iBormacoes aaiaislrada pelo eageaneirc.
liscal da. estrada de ftrr do Kecafc a S. /roc*r'
em 28 dlesle- mez, isalivameate o:eorrean>
havida em2ft de feveseir uliim entre a saperua-
tendenteda mesma estrada e c ajodaat d'aqaeUr
enaenheiro.
N. ItPiDito ao director geral iatenao te
inslraco publica.S. Exc. Sr. vicu-pr^ idate
da provincia, tendo, por deaerarao d'esia d
em v./ta de sua isformato de 17 i) ei-rraan,
sob n. 13, resolvido eouceder s prwes^Ta* pu-
blicas- Leoncia oV Luna Fueire e Anna M imir.
de Lima Bego Valenca, esta da agnnda cadeira
da, cidade da Victoria e aquella da das dnoaav
bados na cidade de V.iaia, a lieeaca f^a'pe-
diraua para parmntiare entre si a* reaaaamwaa
cadelras ; aspiro o manda, eommoaicar a, v. aar.
para sen conhocanaento.
N. 1093.Dito ao miaao S Exc. o Sr. vkv-
pres dente da provincia, tendo por del ta-jrae
d'esla data aem vi-:ta deseo oOjeio de 27 4aaar-
rente, sob a. 137, resolvido derouir a bei
servic/) publico o professor Uterino da cadaira da
instruccao. primaria da Serra Branca, Antjan-
Silverio d Alencar, nomeado para o BH|,,|'
a Antonio de Mederos Raposo ; aaamaao waaa
commanicar a V. Exc. para seo tvaaaiiiaaaa .
N. M94.Dito ao mamo.S. Ec. e Sr. ala>
preMdeote da provincia, tendo por detiberara
desta dala e em vista do oficio de V. Exc le h
do corrente, sob-n. 163, esolvido nomear a Ivo de
Hollanda Chacn para reger iiateriaaaaaente a ca-
deira de nstruecao primaria da villa de Agaa
Pteta, mediaute a gratiacacao mual da JW, do-
rante o impedimento do respectivo profcsmr ;:*
stm Iho maala commaoicar para seo conaeo-
mento. .. .fc_
N. 1093.Dito ao inspecto da sade pnaata.
S. Exc. o Sr. vice presidente da provaeta, aaa^aadi,
declarar V. S. qae nesu (teu expedw a ecaraa-
niente ordem thesouraria de fazenaa, aara aar
pago a pharroa:eatieo J aaqaim de Almeila Plato.
da importancia de 5a600 ris, provemeate 4-s
medicamentos fornecidos para a fregoean de Qai-
papi.
r -

!

m ^
%-
aURIO DE PERK>WBUCO
RECIFE, 26 DE OUTBRO DE 1870
Nmilelas da Earapa.
H .ntem pela rnanhaa chegoa o vaoor mftei
Pliier, procedente de Liverpool por Lrar>a, aa
sahido desle porto no dia 10 do corrate. .
De alguns ns. do Jemal 4o C*m*rrf u*-
ba, que nos foram ob-equteiwaiente pliiM".
extrahimos as noticias qoe aaiN i kaic-Tar.
Continua a mesma sltaaco rtV*T*r$^!,^
tes; nenbum facto novo em aattiaj ** "*
de batalha, nenhuma taz qae if "^I* ?
ou pelo meaos, algura Indicio dj que a|a fia* pa-
" Os' esforeos*do Sr. TWers aas cortes *"*
Vienna e S. Petersburjo nao tem predima> ea/'V
. ?
Jmmi


flo de Pernambtkco
Quarta feira 26 de Outubro de
tgnro Entretanto esperava-sn aioda que nesta
capital a influencia do general Iguatieff, chen do
partido aM-prswiaoo, podesse conseguir alg'ima
cooa em favor da paz.
Esperava-se Stabem que a questao do Olien-
te venha servir de incentivo para que a Rnssla
toras urna auitade enrgica nos negooosdo Ooei-
dente, iotervindo mais ou menos activaSeoto em
favor da paz ou em favor da Franca no caso de
necessidade.
Consta va que o presidente dos Bstados Unidos
declarara estar novamente dispasto a estabeleoer a
faarmooia entra a repnbl ea franceza e a raonar-
chia prussiana.
Nostes dous casos varaos manifestada a opimao,
de que, se a Russia adoplar a resaludo indicada,
nenbuma dovida poderia haver de que a sua a;-
cao e a tos E-lad"s-Uod.is se imporara ao go
verno germnico, obrgando-o a acceilar as pro-
postas de governo pruviscrio, ou aquellas que elle
moAoio tinba apresentado.
Tudo isso, porm, sao hypotlie^fs, sao bons de-
sejos de acabar con urna carnificina que horro
ri o mindo, per isso ase nao ha por emquanto
o menor indici o de que as duas potencias che-
guem um accordo, nem de que a raediacao, de
que tanto se tein fallado, possa ser effecliva e efD
ca.
E' verdade que na Inglaterra se acenta de tal
modo a opioio publica no sentido da mediac,
qui se presume ter, dentro em pones o gabine-
te de Gladsione de proceder de accordo coui
aqueila indicagao da vonlaie popular.
Dir.era as cartas de Londres que para se con-
cordar relativamente a este ponto, se deveria cele-
brar em Londres um imporiaulissim conselho de
ministros, ao qual se requera a coavocaeao do
parlamento chamad > para apoatar ao poder exe
cutivo a lioha de conducta que deve observar.
E' este o estado em que >e acham as c msas na
Inglaterra n8 que diz re-'Pito a o No mundo popular a accao manifestase de um
modo difireme.
Urna carta de Lisboa resane a9sim os fados
por teas d.ius:
2 de outubro. Corrern) hoje com insisten-
cia b jatos da ntervencao por parte da Ru-sia, Iu
glaterra, Austria e Italia. Parece, por:n, que
essa intervencao se malogrou, por cau-a das con-
diee-; da p.iz, que erain inaceilavei... Disse se
tambera que a Rauta prop.iz a reunio de um
congresso europeu pedindo a revisto do tratado
de 18o'6. laso Ira aoorJar a esquecida que.-tao
do Oriente. A ida nao foi acceia pelas grande?
potencias. Ha .1 das que tein havido combates
perto de Pars sem vontagens visiveis do quaU
\ qmr das lados. Os prussiauos marcham sobre
Miintenon e sobre o Loire. Urna folha de S. Pe
tersburgo desmente o boato dos armamentos da
Russia. Se esta potencia tentar algum guipe so-
bre Coostantinopla, a Austria se oppor. Em um
conselho de e-tado havido em Londres Inntem
decidi so nao abandonar a neutradaie. O ge
neral Mic-Mahoii chegou a Wiesbaden com sua
esp isa. O gen.Tal vae melhor d) seu ferimeato.
Prosegi'.e o cerco de Verdun e de Mesires.
3 do outubro.Ha na Allemanha IiO.000 se-
dados franceies prisiofleiros, 72 geaeraes e 4,800
ollkiae. A captulaeao de Slrasburgo foi assig-
Bida a 27 do passado, entregando luda a gtiarin-
cao a armas, beiu como a guarda nacional. O
general Ulrick dugio-se a Tours, cnJe dizera ter
ja eliegado. Os prassiaoos suHreram um, derrua
em Svres n lia l'J do passado, e retiraram com
perdas sensivi'is, segundo diz urna cana da Char
tras. O? Frauoezas tem feito sortidas em Soissi ns,
mas tem sido repellidos com grandes pardas. Gras-
a o cholera e a febre ainaraUa as tropas ao-
mes em Reinas, e Chalos. Consta terem sido
morios aoi pelos aiiradoros fraocez;s o duque de
Nassau e o ajulante de campi. Os allemes pe-
dir o a renligo da Jory. Formara campo en-
trincheiraJo em VdraaUlea, Tem havido em Pa-
rs desorden* e ambos aulaciosos. O re da Prus-
sia ii.neou o duque ^e Meklomburgo givernador
gera! de Reims. As subscripcSes promovidas na
loirlaterra favor Mas feridos bem a 7 miihO.-s
de traucos, afora medicamentos e gneros. Con-
tinan) a passar o Ruana tropas allomaos -e mar
cham sobre Schelstad. Dapois da oceupagao de
ttoraa pelas tropas italianas propoz o papa um po
biscito ao povo romano sobre se queiia ou nao
pertiicer ao reino da Italia. Esse plebiscito rea
lisouse hantem, e o seu resultada foi inteira-
mente desfavoravel ao santo padre. A volacao
den 40,8oI sim e 46 niio en Roma, e as pro-
vincias houve 6,106 sim e 22 nao: Reinou or
dem o soeego dorante o acto. 0 chefe da gruja
continua a permanecer era Roma cercado de la-
dos os respeitos e esplendores devidos sua pes
fa ; mas de sui3 inais debis e venerandas esca-
pou-se o sceptro do podar temporal, e Pi IX
deizou de ser re de Roma para ser nicamente
vigario de Christo na ierra.
5 de outubro.Fiila-se era um manifest do
impera lor Wapoteao. Tem entrado em Franca ex
frai.rdraaria porgao de armamcito. O general Ba
zain-' tem feito sortidas de Metz, causando noito
prejuizo aos Prassiaoos. As muiheres de Paria
eserererusi una earla a Julio Favre, dizendo que
b < de aowBpsnhar sens pae*, irmais e maridos
i:i guerra de exterminio centra os invasores ; a
q .', nenes aqaeHes, ellas bao de vingar at su-
ci iiliir a ultima deiias. E->t ai pede Lualre
ii imperatrii Eugenia. Falla-se e:n urna teniati-
va i,, -uicijio de Napolea). No da seguinte de>-
ment i-se p ir nao haver fundamento. O governo
'i' He-pauha ntorvm para que se faga a paz.
aa-se an T.ral um corpo de 100,000 ailemts
o a baeLyon. Ha desaccordo entre
i>s mewbros do gov. roo de Tours. Um lelegram-
ma de Londres diz que os francezes perderam ha
quatro dia> em frente de Paris 1,200 homen^
morios e trezentos prlsioneiros, que entre aquel-
les estiva o general Ferrichon ; que a per
ila dos allemes fui de 200 homens entre
mortos' e feridos. O mesmo telegramma noticia
um combate a 3, em frente de Metz com grandes
perdis para os francezes. Al esta hora anda ha
twi Lisboa quem poaha em duvida a rendigao de
Strasburgo; mas ella infelizmente para os frac
cezts mais que verdadeira. A praga eslava redu-
zi la ultima extremidade. Nw foram cento e
. tantos mas sim 1070 os canhoes all encontrados.
6 Je outubro.O genera' Bazaine continua a
fuer sortidas em Metz, mas sem resultados favo-
raveis. Coneenfa-se em Friburgo um exercito
allemao de 170,000 homens. destinado a operar
na su! da Franga. Poi demiltido o ministro da
guerra fraucez Tronehii ; substituio-o Cremioux.
Os prussiauos apoderarain-se da ppqneoa cidade
do Ejiernon, no deparlamento de Eure e Loire,
depois de urna rigorosa resistencia dos guardas
movis e na?ionas. As f,rcas que sitiara Metz
sao commandadas pelo principe Frederico Carlos
e pelo general Steiarnt*.
* 1 de outubro.Faltam folhas .le alm dos Py-
rineo. Temos apenas que nos soccorrer aos Jar-
naes hespanhes, italianos, ioglezes e aos tele-
prammis de Londres. Eis o que elles communi-
i-aiam boje para Lisboa : O rei Guilherrae da
Proaaia vai transferir o seo quartel general para
Versaille, para o soberb i palacio que presenciou
as intrigas e os esplendor s de Luiz XIV. Vo ser
atacadas as foriificagdes do Paris, por que es Prus
sianos parece receiarem a aproxiraacao do enver-
no. O francos atiradores repelliram um corpo
prussb.no que marchavs sobre Fontainsbleau, cau-
v aando-lhe grandes perdas. O eiercito franctz do
Loire, compde-se de ',(I60 bomena, e comman-
da lo pelo genera! Lam ute Rouge. Est formad'
' irpaaisado entre Tours Biois, Orlean?, Vierson,
Bsncges e Nevers Tem bailante artilharia raia
da. hsi mareado o da 16 do eorrente para a en-
ytalt do ret Victir Bmmanuel em Roma. As na-
g5es parece eoofurraafVra-se com os aeontecimen-
tos da Italia. Os embaixadores eslrangeiros con
servam-se na cidade terna. Chegam-nos nolicia
de algunas vantagens obtidas pflos Francezes
Dz-se .pie clles dvastarara um Corpo prossiano
em Tury e eotrarara na cidade. Os Pnissianos
iiandunaram precipitadamente Pithiviers, perden-
IJo um comboy de animaos. Comegar para 03 Al
emas a hora dos desastres ? A febre amarelia
em feito grandes estragos em larcellona. Agora
gilmente vai era derllnag* Nao ha raovimentos
politices na Hespanha. que parece estar em am
periodo de completa espctacJo.
Em Portugal
"ehemao a tia de >"
an crime d
greJo neste neg rHhne tudo se lirtitar taaito menos d
se diz, porque pre grande vui
man pequen ecu^s. O gnverno demittio o seo
agente oadcefrg em Londres. Est doento em
18t0
Ibe vayjfaa

iiago
eonsequeneia
Brdeos, nao tandil podido seolr para Londre?, o
mawchaj duque de Saldanha. O marque de An-
i conde de Peaiclle) ainda nao parUo para a
sua missao da Be'glca. Creio mesmq que nio
parUTa. O delebre asgass doi-s parte amaah3a para frica, onde vai cumprir
o degredo peraetu a que os- trbunaes o condem-
naram. Agora me mo arabam de me dizer qm
esta era Lisboa a sna antiga quadrilha para o ar-
rancar da priso. Esta noticia traz o povo exal-
tado, mas a tentativa de tai audacia que nao se
pode acreditar. Diz-se que o raarquez de Val-
lada o titular incurso ira, crime de alta traigao em
que se tem fallado. Parece que se tratava de fa-
zer
urna revolugao em sentido miguelisia, de ac-
cordo com os carlistas "conde de Bismark. Nao acredito nesses manejos.
A divida Qucluanle porlugueza diminnio no mez
de setembro, em Portugal 126:900*000 e no es-
iaiigeiro S05':7I8890. A somma total actual-
mente de 8,329.693ii9i. Suicidou-Te ha dias
em Lisboa o depuialo emigrado nespanhol D.
Frederico Caro. Era mancebo de muilas syrpa -
thias e de sentimentos de honra; Diz se>que fra
rouba lo ao jogo o que, vendo-se sem rocarsos,
resolver suicllr-se. A familia real portugua
za tem estado ero Cascaes nso de banhos. P.ir
tudo este nh-z deve reahsar-se o julgamento do
preso Vieira de Castro, no tribonarl da Boa Hora.
Os campooeies em Franga comecam a incom-
raodar os Prussiauos. Uto de mo agouro par
os sitiantes. O conde de Bismark declara em urna
circular que aTrussia nao qner perder o fructo
das soas vict nios, e que se fizer a paz, ha de ser
em ba-es muito segara, para evitar futuros ata-
qus da Frang contra a Allemanha ; que indis-
pensavel que a Prussia s apodere da Loraine e
da Alsacia. Parece que as medidas do governo
francez ten lera a corlar a retirada do inimigo. A
espada de Napoleao fui para o mu:ou do iierlim.
Foi gravemente ferido ao p de Saint-Cloud
principe do Wurtemberg. Sao ms as circums-
(aneias dos sitiadores de Metz. Recrudesce o bom
bardeamento da cidade. Garibaldi chegou a
Frang.
9 de outubro. Hontem pelas 10 hars da
manha cnbarcou a bordo do vapor peftMOei
D. Pedro com destina costa d'Africa 4> celebre
assassino da Beira Joo Vctor da Silva Brandan,
de Midoes. Sabio da cadeia do Limoeiro em um
trem de praga acompanhaJo por dous policas ci-
vis, indo dos lados do vehculo quatro soldados de
cavallana municipal. Ha va gr.,nde moltidao de
povo as ras do transito e a porta do arsenal de
marrana para o veniu Nao houve a mais pe-
quena tentativa de evasao. O preso ia triste mas
.resignado. O vapor aiu barra depois do nwio
da. Levou mais 124 degradados para as diffe-
reotes provincias ultramarinas. Os mirquezes
de Anjeja e de Vallada protes.testam de varios
mo los contra os boatos de tentativa de revolugao
que tem corrido respeito de un titular. Os
nobres fidalgcs achara a coma lo odiosa'que a
querem repellir euiqitamo lempo, receiosos do
mo re rallado que d'ahi ihespiler vir. O mar-
quez de Anjeja pneurouo rei, cuja augusta
pessoa protestouo maior respeito e fidelidade. O
raarquez :e Vallada apresenton o seu protesto na
i;n,rensa. Admira que nao isnha t.nnb m protes-
tado um outra iHnscre (dalgo cijas intimas rea-
goe.-com o general Prim sao muito sabidas. N'esse,
porein nao se tem fili-ido de-la vez. Nidia 12
Jevem ir os velhas voluntarios da liberdade em
corporagao praga de D. Pedro IV depositar urna
aoroa de saudades e perpetuas no pedestal do
monumento do imperador e rei. Hinterr nao
vieram fjlhas francans, e apenas nos ebegnu um
telegramma de Londres que nada a vanea. No dia
3 houve ao p Monforl um combate entre a cav.il-
lana prussiana e os guardas movis, sendo e>tes
repel dos com perdas. Brevemente vai comear
o bombardeamento de Pars. No dia 6 bouve du-
rante lodo o dia combate entre Raon e Druires,
sem resultados decisivos. Foi ferido o general
fraocoz Dupr. Os Francezes sustentaram-se as
suas posiges. Os Allemes foram repellidns em
Ornons pelosjguardas nacioaaes. Esia em mar-
cha para Tours a legiao garibaldina organisada
em Marselha, composta de 800 homens. Mi.
Thiers que flra S. Petersbureo em missao es-
pecial da repblica franceza, tem encontrado se-
rias diflbulda le-, a cr-se que nada conseguir
Morrea o general francez De Caen. Desvane-
era se as ultimas esperangas de paz.
^^B empresa.
; e bem
i obviar
., B di
?umpre vigiarnelo Del
outracto.
id encas
FEENAIBCO.
REVISTA DIARIA.
GENERAL FONTE5.Embarcou hontem tar-
de, com destino ao Rio de Janeiro, o Exm. Sr. bri-
gadeiro Joaquim los Soocalves Fontes, sendo ac-
c-impanhado t bordo do transporte Vassimon por
grande concurso de otQciaei do exercito, e de pes
soas gradas, que assim prestaram um preito de
gralido *o distineto militar. Felizes ventos o
eonduzam ao logar le seu destino.
FSRIMEXTO MORTALNa ladeira do Oiteiro,
em trras do engenho Iioncidor, da freguezia de
S. Lourengo da Malta, s 2 horas do dia ti do
corrate, Manuel los ferio mortalmenle com um
tiro Antonio Meades Pereira, sendo preso em
flagrante.
CADVERES.Nos mangues do sitio Cafuni,
na Ertrada de Paulino Cmara, foi encontrado no
domingo o cadver de um homem de avangada
idade, em estado de completa putrefaegao, pelo
que se nao pode conhecer qual a cansa da morte,
nem a qualidade da pessx
Na freguezia dos Allegados foi tambera en-
contrada, uo domiugo o cadver de urna pre.'a ve-
Ina; declarando os peritos ter sido a morte na-
tural.
esses raulti
rectora da
videncias nio a
nao cessaremes de clamar eomra mdos
que por ah alm se dao no artigo -llluminaeie
publica.
PEDAGIO WDETi'IDO.-Como sabido i
nova da Passagem da Magdalena esta era vas de
ser assentada, e d'ahi a necessidade de mpedir-se
o transito de Animaos e vehculos por all
Esse transito hoje (alto ou pela Turre" ou pelos
Remedios. Em qualquer des casos ha ama gran-
de Vjlia dar se e como eonsequenca perda de
tempo, etc. et:.
Nao podendo continuar cobrar o pedagio na
pomo da Magdalena, o respeotivo cootraciante
inudou-se para a pootesinha da entrada dos Reme-
dios e ah exerce um direito que Ihe contestamos
at que se prove uroa razao de ser.
Quem aiitorisou a mudanga da b.irreira para os
Remed os ? Porque razo se cobra nes lwnedio
um ped*gio quu devia ser cobrado na ponte da
Passagem? Pois obriga-se o transente a dar
urna voltaimraensa, intorrompendo-se-lhe o cami
nho pela Passagem, e ainda em cima cobra-se lhe
um pedagio;
Quer-nos narec?r que mudanga da barreira e
a cobranga do pedagio nos Remedios nao passam
de urna artemanha ao arrematante do pedagio da
Magdalena, e, pois, f iz se preciso que se Ibe pruoi
ba _esa cobranga, nosso ver verdadeira usur-
pa gao.
Em lodo caso convm que se salba com que
autorisago se muden a barreira e porque razo
so cobra um pedagio pelo transito na pessima es-
trada dos Remedios.
E' preciso nao e.-tar consenlindo n'um abuso
que vai lesar directamente os pobres matutos que
se dirigem ao Recife.
Se tudo for indo assim granel, mal iremos.
3JLOTERIA.A que fe acha venda a 167" a
beneficio da nova igrej de Nossa Senhora da. Pe
nha, que corre uo da 31.
HOSPITAL PEDRO II.O movimento desse es-
taheleci ment de 17 23 de oulubro de 1870,
de 212 doentes existentes, entraran) 23, sabiram
36, fallecern) 10, existem 219, seudo 135 homens,
e 8 i muiheres.
Advertencia.
Foram visitadas as eufermarias nestes dias
as 6 1/2, 6 1/2, 7, 7, 6 1/2, 6 1/2, 6 1/2, pelo
Dr. Ramos; as 11 1/2, 11, 10, 10 1/2, II, 11, pe-
lo Dr. Sarment. .
Fallecidos.
Anna Maria da Conceigo ; infeegao purulento.
Feliciana Mua de Jess ; tubrculos pulmo-
nares
Carlota Mana de Jess; gangrena.
Manoel da Paix); anemia.
Adel.iide; luojreuios pulmonares.
Clnudma Mana de SaUl'Anna ; tubrculos pulmo-
nares.
Jovite Faustino das Chagas; tubrculos pulmo-
nares.
Antonio Anaeleto Pereira ; hepatite chronica.
Anna Joaquina do Sacramento ; entente chro-
nica.
Jos Antonio Vieira ; tubrculos pulmonares.
LEILOAmanilla, 27 do eorrente, effecla o
agente Pinto a-10 1/2 horas era seu escriptorio
ra da Cruz n. ;8 o leilao de fazendas inglesas
com avera d'agua salgada.
PAS5AGEIR03Viudos de Mamanguape, no
vapor nacional Cunt ipe :
Jos Garca do Amarai, Joaquim Portillo Garda
do Amaral, iygmo Honorato Ca Souza-Fontes 1
oserava, Anlouio Pereira Vello ;q, Jos Mareo* Far-
reara de M.'nra Andrade, Minoal Jos da Silva
Mata, Manoel da Co-ta Lima, Joaquim Jos de
Amnm o 1 escrara, Hermenegildo do SouzaLoba
e 1 escravo, Manoel Lopes da Paciencia, Bento d. I
*l Do Sr. desembargador Almeida Albuqnefnue ao i
Sr. desemba gador MotU :
I ivel de AlaaovAppellaote, Ro-
drigi i Brasileiro Macelo; appellado, Ma-
cario da Cosa Moraes. Do juizo munloipal de Ca-
maregibe. Appellante, Nicolao Salnstiano de
'Aranfo; appellados, os berdeiros de Joo Candido
de Macdo.
=r
.
Do Sr. desembargadqr MotU ao Sr.desembarga-
flor Dona:
Appellagij prime do jory do Cabo.Appellante,
ojinzo; appellado, Manoel daMotta PimenteL Ap-
pellagio civtil do julzo municipal do Recito.Ap-
pellinte, Dr. Joo Francisco Cavalcante de Albu-
querqae; appellado, Dr. Antonio do Nascimento
MeuezeS de Drommond. AppeJIantes, os berdeiros
de Loureaen Jos das Heves; appellados, os her-
deiros de Jos da Rocha Prannos. Do juizo rea-
nicipal do Catlo do RoebaAppellante, Joao
Baptista daosta C"lho; appellados, Anna Igna-
ca, seus fllhos e nelios. Do juizo municipal de
Mamanguai.Appellantes, Nicoli Tolentino de
Araujo eoutrQ; appellados, os herdeiros de Joao
Candido de Macedo.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
lesera bargador Souza Leao :
Appellagao crime.-Appellante, Araancio Lopes
Rodrigues; appellado, o juizo.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
sr. desembargador Regueira Costa :
O conflicto de juri>digo entre os juizes de or-
pha)s da cidade da Victoria e o da comarca do
Bonito. ,
Ao Sr. desembargador procurador da corta :
Dehgenna eivel do jqizo municipal de Govan-
na.Appellante, o ajudanle do procurador fiscal ;
ajpejlao, Joaquim Raphael de Mello.
Assignon-se dia pafa julgamento dos segnintes
leitos:
Gama P, Jos Martns Nagueira dos Santos, Dr
Jo^ Campello A. Galvo,Olegario Ferreira Colho.
CEMITERIO PBLICO.-Obituario do dia 23 do
correte :
Urna prvula cojo, nome ignora-se, parda, San-
to Autonio, encontrada nos expostos.
Ventora Jos Ferre.ra, branco, Portugal, 50 an-
nos, solteiro, S. Jos ; apoplexia.
Joephina, parda, Peruambuco, 6 mezes, Santo
Antonio ; phtysica.
Umbeluia Tiburcia de Oliveira Jacome Gadult,
branca, Pernambuco, 7o annos, viuva, S. Jos;
eystite.
Antorio, pardo, Pernambuco, 5 mezes, Ba-Vis-
ta ; i'.uiivulsoes.
Mana, parda, Pero&nibuco, 4 mezes, Boa-Vista,
espasmo.
Duarte, pret, frica, escravo, 70 annos, soltei-
ro, Santo Antonio ; dj-enteria.
Marn, parda, Pcraambuco, 15 dias, escrava,
Boa-Visti.; espasmo.
- 24 -
Rosa, prela, Pernambuco, sclteira, Capunga ;
febre.
Um h: mem encontrado morto, pardo, idoso, na
REVISTA CIVKL.
Do Ro de Janeiro.-.-Recurrente, Manoel Ferrei-
ra de S; recorrido, Jo- Bento Pedroso.
Do-juiso municipal da Imperatriz. Appellante,
Clemente Rodrigues do Sobral; appellado, Casimi-
ro de Med iros Cavalcante
Do juizj municipal do Bonito. Appellantes,
Francisco Antonio Soares o outros; appellado,
Vicente Ferreira Padlha Cavalcant".
, De AlagoasAppellante, Dr. Jacintho Paes Pin-
to da Silva ; appellado, Alexandre Bernardino de
Mello.
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Fran-
cisco Gong\lves Netto como tutor do orpho Ar-
thur; appellado, Manoel Joaquim Baptista.
Appellante, o coronel Manoel Ferreira dos San-
tos Netto; appellado, Zeferino Lopes de Barros.
i REVISTA CRIUB.
Appellagao crime do jury do AracatyAppel-
lante, Francisco Dantas de Cerqueira; appellada,
a justiga.
Do jury do PenedoAppellante, Antonio Juca;
appellada, a justiga.
DELIGENCIA CRIME.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
justiga :
Appellagao crime do jurv de Tamboril.Appel-
lante, o juizo; appellado, Domingos Jos de Sou-
za.
Ao Sr. desembargador Gitrana :
App.-llaco crime di jury da villa -oPasso.Ap-
pellantes, Manoel Barbosa e Dellna Mara da Con-
ceigo; appellados a justiga e Antonio Barbosa
do Nascimento e outros.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago:
Do jury d'Areia Appel'ante, Feliciana Maria
da Tnndada; appellado, J >ao Baptista Caianna.
AoSr. desembargador Almeida Albuqaerque :
Do jury da villa de Fhresia. Appellante, Ma
nanno Jos da Cruz; appellada, a justiga. ^o
juizo municipal do Recife.Appellante, Joaquim
silvador Pessoa de Sequeira Cavaleaote; appella-
do, Salvador de Sequeira Cavalcante.
Ao*Sr. desembargador Motta :
Appellagao crime do jury do Reeife.Appellan-
te, o juizo ; .ppellado, Emidio Jas Pedro Men-
dos. Do jnizo municipal do^Recife.Appellante, o
juizo; appellado, Custodio Antonio Soares.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Reurso crime do juizo de direito do Reei-
fe.Recrreme, Jos Lopes Machado; recorrido,
o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria:
Do juizo municipal do Cabo.Aggravante, Ig-
nacio Americo de Miranda; appellado. Francisco
de Paula e Silva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuqnerque:
Aggravo do. peticao.Aggravante, Joo Alendes
Alves da Silva; aggravado, o juizo.
A' 1 hora eneerrou-sa a sesso.
. ACOOJtOAOS ASSI0NADOS.
Embargantes Vianna t Guitnaries, embarga-
dos os administradores da? massa fallida de Ma-
noel de Sonza Carnelro Plmpo.
* roiOAitiinog.
Jateo especial do commercio : embargantes ap-
ilantes autores os administradores Mi massa
lida de Araonm, Fragoso, Santas & C.; embar-
gado appellado reo Domingos Francisco Raroalbo
fnizes os Srs. Si Iva, Gu maraes, Accoll, Basto
Miranda Leal. Pcram despresados os embargos
sendo voto vencido o S?. desembargador Aoeoli!
Juizo especial do commercio:: appellante roo o
administrador da massa fallida da Pedro di Silva
Reg, appellado autor Flix Sanvage : Juizes os
grs. Silva Guimaraes, Reis e S Iva. Miranda Leal
e Sa Leilao. Foi confirmada a sentenga appellada,
sendo o Sr. Reis e Silva veto vencedor por diffe-'
ronte fundamento.
Jnizo especial do commercio : ratifleago de
protesto martimo ; embargante appedante Anto-
nio Francisco de Oliveira, embargados appellado-
Tasso Irmaes ; juizes os Srs. Accmli, Silva Gui-
maraes, Miranda Leal e S Letao. Foram despre-
sados os erabargoSjjen lo voto veudo o Sr. des-
embargador Silva Guimaraes.
Juizo especial do commercio : embargantes exe-
ctalos Joo Evangelista de S e outro, embar-
gante exequanle Jos Fernando' Gomes ; juizes
is Srs. Aecioli, Reis e Silva, Miranda Leal e Raslo.
Foram despresado< os embargos oppostos ao ac-
cordo que julgou uo provados os infringeotes
do julgado, senlo voto veucldo o Sr. desembarga-
dor Aecioli.
Fica em poder do Sr. Miranda Leal o toito adia-
do a 13 do presente ii-z, entre partes, appellante
los Jrtiquim de Ctstm Maura, appellado Galdino
Francisco de Macedo.
Ficara sobre a mu, por nao ter comparecido o
Sr. Rosa, os fejtos entre partes, appellante Jos
Alves de Aguiar, appellados os adminirtradores
da massa fallida de Antonio Jos de Figueiredo ;
embargante Jos Barbosa di Carvalho, emb rga
dos Barbosa de S raza ; appellantes a vnva o her-
deiros de Diogo Jos da Costa, appellado Antonio
Duarte Carnelro Vianna ; appellante Salvador de
biqueira Cavalcanti, appellado Leupoldo Ferreira
Marlins Ribeiro.
PASSAOENS.
Do Sr. desembargador Aecioli a> Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appellante Manoel Perei-
ra Magalnes, appellado D. Juan Busson.
AGGRAVO DB INSTRUMENTO.
Juizo municipal e io commercio de Serinhem :
aggravante Jos Alves de Faria, aggravado o ca-
pilo Jos Pereira de Araujo.
O Exm. Sr. presidente den provimento.
Encerrou-s. a sessa i a I hora da tarde.
rs
gnesfa do Pogo, no tenho prohibido pisada i _
ma banbar-se uo lugar donoaiinado l'aiai ptv*
rom soraente o bachar-se de todo despida e
correr pela margea do rio, eacaadasasM'
milas honestas, a moralidade pHtea.
De accordo coa os arta, 3. I Wsssl
municipaesde 30ie jrUsw de 1849 e o cost-
eo criminal, esta a prohilgo, que bel de
firme e faltosa eo-qnaato fiar anforidat e.
Fiqnem, pois,* tranquillos e aator da i
da pablieago e sena gymsstsucos esm
de banhos que Ibas dispaasarei soospre, !e i
muito gosto, a merecida justiga.
Pogo, 15 de outubro de 1870.
Manoel Jote de Paira P/e
continua no poder o ministerio
trino composto do marqaez de S, bispa de Vi-en
e Carlos bento da Silva. Depois de muius confe-
rencias entre o gabinete e os me'mbros dos parti-
dos histrico e regenerador, nao tendo sido posi-
v formar um ummlerio de fusao e com-iliacao,
n o ac nselharam as critica* circurastancias do
paiz. a o indicavam os homens sensatos do paiz
reeiiiveu u ministerio pedir a sua demi.sao c rei msiou com os ministros para (i;arem
Bvoeaco das curtes que se renan i.'i
ale. 0~ tres mini-tros nnuiram, h p-t-
-nugo nacional ou se completar o
a iv. l)r da cmara nma nova situagio
O eanmveiu tein estado paralysado, devido ao e--
,ado eoorraal da Eoropa, guerra da Franca.
e 4 0i>na estabilidad* dos nossos goveroos. No
au ha o mais parfeito soeego. Fallou-se em ten-
..liras ati-dynasU?a.e Ibricas, e weio, ligar-se
PRONUNCIA.Pelo delegado do termo de Olra-
da foi pronnnciado Jos Antonio de Mello, como'
incurso as penas do ai t. 205 do Cod. criminal.
Pelo subdelegado de Beberibe foi pronun-
ciado Matheus Rodrigues dos Sanies, como incur-
so as penas do art. 205 do cdigo criminal.
THEATRO SANTO ANTONIOPela segunda
vez, na presente poca theatral, sobe scena a
linda e chistosa ooeretla Lrs Pnntins de Violetle,
que tanto agradou na noute de sabbado. Alm
dessa operetta, vo srena mais diversos roman-
ces cantados pelos artistas da companhia.
O empresario attendendo a falta de recursos da
populagao, ha resolvido modificar os pregos dos
bdhetes de camarotes, erando tambera urna pla-
tea pelo prego usual.
CAXAXGAMoradores desse local nos pedem
qae chamemos a attengo da antoridade compe-
tente para o lameotavel estado da estrada nava
junto ao engenho Poeta, que se conserva ainda
arrombada desde a cheia do principio d'este anoo.
Infjrraam-nos tambera ser lameotavel a estrada
que desse local vai para a Varzea pelo Ambol.
Sendo justo o pedido, contamos que a autoridade
competente se esforgar aQm de serero sati>feito
OS queixosos.
ILLUMISACAO PUBLICAHa muitos dias que
o servico da illuminag'o publica nao regular-
mente feito e bem assim que o gaz consum do,
alm de pessimo em qualidade, nao lera a pressi
sufflcienle nos reservatorios para aeudlr conve-
nientemente aos bieos esoalhados pela cidade.
Ignoramos se a companhia actualmente bem
on mal servida de carvao, se consom es'e
producto de boa ou m* qualidade; mas- o que
ningn ni eontesbr qaa a qualidade do gaz
quemado inferior ao determinado noc'ntrato_
ou pelo menos que a porgao consumida por h-ira'
inferior, e portanto a charama mais fraca do que
a e-tabelecda no referido contracto,
O servigo tem sido ma! feito, potqq, ao passo
que urnas ras s3o acosas s 6 horas da tarde,
outras o sao s 8 horas e s vezes mais tarde
aioda, e isto sem que haja Ina cima do hori
sonte.
Temos visto os larapeoes oa combustores da
Ponto de Ucha se apagarem repentinamente, maN
de nina nonte, antes, bem antes da hora fizada no
coniracto, em noutes escuras^ e assim permaneea-
ren, flcando em trevas aquellas lugares. Como
esta, muitas ras da cidade soffrem prejuisos na
sua illu,ninaco,eosproprios edificios particulares
elles esto Constanteinfnie sujeitos.
Temos ouvido varas' qu>dxas de proprielarjos
gao nsam do gaz at depois da meia nouto, qpe
afnrinain que a chamma o'iminue de intensdade
depm da jubila hora, e os ini-smo te^O experi-
mentado esse inconvenioie, sendo toreadas aar
de outraluz como auxiliar as horas de traftaltro
postenores a cima.
Todos esses detoitos, todas essas faltas, reque-
r m promptos e immediatos reparos, afiaa.de ne
entrada do Joo de Barros.
Joao Jo- do Nascimento, pardo, Santa Cathar-
ua, 50 anmw, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pul-
monares. Hospital Pedro II.
Florencia Maria, preta, Pernambuco, 68 annos,
viuva, Boa-Vista ; apoplexia. Hospital Pedro II.
Manoel Pereir* de Lima, pardo, Pernambuco,
50 annos, casado, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares. Hospital Pedro II.
Jos Romano Aneceto, pardo, Pernambuco, 42
annos, casado, Ba-Vrsta ; tubrculos pulmonares.
Hospital Pedro II.
f HRONICA Jl'Dtf I1RU.
TnilIl.VtL A REft.AC.siO.
SESSO EM 25 DE OUTUBRO DE 1870.
fRESIOENCIA DO EXM. SR. CONSELHKIRO fi. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
aargadores Gitirana, Guerra procarador da corda,
Lourengo Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Doria, Domingues da Silva e Regueira Costa, faltan-
do com causa o Sr. desembargador Sonza Leio,
abrio-se a sesso.
Passado* os feitos, derara-se os seguintes jura-
mentos :
AGGRAVOS DE PETIQXO.
Aggravante. Jos da Costa ourado; aggravado
o juizo.Juizes os Srs. desembargadores Guerra,
Lourengo Santiago e Doria. Deram provi-
mento.
Aggravantes, Lopes 4 Paiva; aggravado, o jai-
zo. Juizes os Srs. desembargadores Lourengo
Santiago, Domingues da Silva e Guerra.Nao to-
maran) coohecimento, por nao ser cas) de ag-
gravo.
RECURSO CRUUC.
Do juizo de direito da Granja.Recrreme, o
juizo; recorrido, LaiZ R)drigaes de Sarapayo.
Juizes os Srs. desembargadorea Doria, Lourenc)
Santiago, Almeida Albuquerque o Domingues Ja
Silva.Improcedente.
Conflicto ds juatsnigo.
Entre os juizes munieipaes de S. Jos de Mipi-
btr e o de Goyanninha do Rio-Grande do Nor-
teNao tomarara conbeciment.
APPELLAgAO CTVBL.
Do juizo municipal do RecifeAppellante, Jos
Lar os Manso da Cosa Rodrigues; appellado, Ma-
noel da Silva LopesAtraollaram o processo por
ser leia a concillagao depois da propositara da
aegao.
HABBAS CORPUS.
txvnceden-se ordem pedida por Miguel Gong,
ouvido o Dr. chefe de policia e tambem a Caelsno
^omes Cavalcante, ouvida a antoridade corope-
rRIBftrVAIi CO'TIKRCIO
VCTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 24 DE
OUTUBRO DE 1870.
faEsroaivaA do exm. sn. desembaeg-vdor amsblmo
FRANCISCO I'ERETTI.
As 10 horas da manha, estando reunidos os
t>rs. deputados Miranda Leal e Basto, faltando
com partecpagao o Sr. deputado Rosa, e nomeado
para substtui-lo como secretario o mesmo Sr. Mi-
randa Leai, o Exm. Sr. presidente declarou aberta
a sessao.
Fui lida e approvada a acta da sessao de 20.
EXPEDIENTE.
OIBcio do presidente e secretano da jaula dos
corretores, acompanhado do ultimo boletim com-
raercial.Foi mandado ao archivo.
Jornal Offlcial de n3. 231 217. Tambera foi
mandado para o archivo.
O Sr. Dr. offlcial-maior communicon ter-lhe
verbalmenle dito o ajudante do potteiro achar-se
servindo na presente sesso do jury de Olinda.O
tribunal flcou inteirado.
Foram distribuidos os livros Diario e Copiador
de Cunha, Cuperlino A C.
DESPACHOS.
Requerimentos:
De Joo Chrysostomo Gongalves Rosa, para se
lhe dar certido de ter apresentado registro, em
1869, a nomeago de seu caixeiro Antonio do Reg
Pacheco Jnior e Jos Fortunato Alves, e de exis-
tir alguma nota em contrario. Dse a certido
requerida.
De Jos Baptista Braga, para se lhe registrar a
nomeago de seu caixeiro Francisco Rosario dos
Santos.Seja registrada.
Da Jos Joaqnim Gomes Tixeira, para tambem
se Ibe registrar a nonwacio de seu caixeiro Ja-
cintho Arco-Iris Correa.Vegislre-se.
Ds Jos Pires Chaves, no mesmo sentido quanto
a Cosme Guedes de Araujo. Feta a revalidagao,
por nao torem sida as estampilbas da peligao e
nomeago inntilisadas de conformidade com o art.
19 12 do decreto n. 4503 de 9 da abril do eor-
rente anno, volta a mesma petigao.
De Silva & Neves, tambem no mesmo senudo
quanto aos seus caixeiros Joo Noberto da Fon-
ceca e Francisco Cavalcante de Andrade Feita a
revalidagao, por nao estarera legalmente inutiliza-
das as estampilhas da nomeago e da petigao, vol-
te a mesma petigao.
De Bertholine de C, para igualmente regstrar-
sp-lhes a nomagao de seu caixeiro Augusto Fran-
cisco dos Santos. -Falta a revalidagao, por nao es-
tarera devidamente inntilisadas as estampillas,
qur da nomeago, qnr da petigao, volte a mesma
petigao.
. De Jos Alves Tenorio & C, submettendo re-
gistro o seu contrato social para a vends de dro
gas h imceopatieas. Vista ao Sr. deierabargador
fiscal.
PUBLICACOES A PEPIBO.
Cieifto senatorial.
A' lista sxtupla que tem de ser offerecida
considera gao de S. M. para o pnenehimeoto das
duas vagas existentes no senado pelo fallecimenlo
de dous eminentes cidalos, os Srs. marqnez de
Olinda e conde de Boa-Vista, st-nadorej por esta
provincia, offerecemos um nome sempre respeta-
do por amigos e acatado por adversarios, que por
muitos ttulos sellados por puhlieos servigos o lor
nam digno e credor dos suffragios do eleitorado
pernambuiiMo.
O Sr. baro do Aracngy sempre militando as
flleiras conservadoras; prestando actividade de-
dk'scao raras vezes excedidas i ledas as evolu-
goes da poltica ; prestando'esforgo e pulso, telo
nunca desmenlido e lorga e prolfica experieacia
servigo dos melhoraitentos da provincia ; dando
sempre provas de ausjeridade o coherencia nunca
abaladas na adversidane, ermo prudencia e longa-
ni.nidada na prospendade, tem o direito do ser
aceito o seu nome pola corpo eleimral e ser con-
templado na lista senatorial, confirmadas, assi e
sacciona4s as randas provas de aprego e oen-
siderago seus servigos dadas por esta pro-
vincia.
Se o Sr. bario de Aragagy nao o homem po-
litici talhad.i para as lutas da tribuna, para as
pugnas da palavra, ardentes, vertiginosas ; se sen
espirito pouras vezes ascende s espheras nebu-
losas da poltica em abstracto ; o conselho sensa-
to, a prudencia e a experiencia do publico servi-
go, o conhecimento das necessidades urgentes da
provincia e dos meios aniantes serem ellas at
tendidas e satisfeitas, daro S. Exc. no senado
um lugar importante, endo substituidas, com real
vantagem para o paiz, as florescencias de estylo,
pelos conhecimento8 pratiaos das suas necessi-
dades.
Hoje, que fecha-se para o imperio o eyel da
guerra, e novos hnrisoitesabrem-seao paiz, cheios
de esperangas ; hoje (rae a paz vai como levantar
* charra, o arado, o alvio como abandonados
em meio dos saleo* baldos, e do seio da trra o
trabalho far surgir as raesses que restaurarn as
fontes ubrrimas da riqueza colleetiva e indivi-
dual : hoje, qu*da prosperidade da agricultura
que o grande ervo da riqueza publica, como
disse o Sr. Thiers ha de brotar a prosperidade
nacional ; dos servigos e conheeimentos agron-
micos do Sr. barao de Aragagy mnito ter de es-
perar e confiar o paiz, se elle-, se offarecer urna
grande offleina de trabalho, com i o senado tara-
s le ro.
Magistrado por tempo snfflciente a dar prova
cabal de inteireza de carcter e probidade ; depu-
tado provincial por mais de nma vez, deputado
geral, sao provas essas a confianga do sen part-
do, o qual incluindo-o agora na lista senatorial,
naj far mais 4)0 que corroborar essas provas de
conanga e confirmar os ttulos dos servigos pres-
tados pelo Sr. baro de Aragagy ao partido con-
servador, jusliga e prosperidade do imperio.
Nos que apresentamos o seu nome, temos espe-
ranga de ser elle levado a considerago da cora.
Aos mdicos.
Aos meus collegas de qoalquer oaciooali-
dade e gradaagio, qae sejam, exerceooo a
medicina na cidade do Recife, oa MS co-
marcas circuojvizinbas, propooh.), qae os
reunamos no salao do Club Pematabocaao,
sexta-feira, 28 do eorrente, s 7 borsa da
ooitft, para decidir, se entre nos ten havido,
como me parece, caaos bem caracterisado
de beriberi, se o numero desses caaos i
Jenuncia a existencia, 00 a propinqoidia
da forma ordinariamente epidmica d>s*a
molestia, e ^endo estas quesles reaolvidas
affirmativameate, para nomear orna com-
misso incumbila de colleccionar e inter-
pretar as observaefies, qae houver colhido,
e para redigir ulteriormente a historia dea
molestia com as com locaes, qoe boaver
apresentado.
Recife, 2 de ootobro de 1870.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Mofina
A' leilura da denuncia aprescBtada por
Lourengo de S e Alboqoerque, e publicada
no Diario de hoje, suggerio-nos as srfgaib-
les pergantas :
Ser o Sr. Lourenco de S e A boqoer-
qus, inimigo do tenen!e-coronel Gaspar Ca-
valcante de Albuquerque Uchoa, promovea-
do contra elle, como um dos sneessorus da
tinado leen >. coronel Joao de S e Aibo-
qnerque, a cobranga de mais de doz^ntos
contos de ris, em vista da Ord. I. 3, til.
56, 7 ?
2
Poda ser admittida semelbante dennocia
em face do 6o do art. 75 do Cod. do
Pro:. Criminal?
Como cabio nesta, Sr. advagado coose-
Iheiro, endj mestro da lei ?
24 de outubro de 1870.
O homem de palha.
O ur.
. PSSGttfS.
Do Sr. de-embargador Glrana ao Sr. desembar-
gador Guerra:
Do juizo municipal da Pedras de Pogo.Appel-
lajutus Manoel Imiz da Albuqnerque Pesia* ao-
pellados. Joo Colho de Sonzt e sai malWr '
Ao Sr, desembargador Lourengo Santiago
Appellaco crime dojnry do S,. Bernardo.-Ap
olame, o juizo; appellado, Pedro eseravo deMa-
ooel.Alve* da F.mseca
Do Srdesembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lpurengo Santiago:
. Diiuia. uiuiiicip .1 de BaturH. Appellante.
los Lpn de Luza; appellados, Pedro Guedes
$'jtu t-iior e sua inulh'-r.
i Do Sr. desembargador Lourengo Santiago aft
sr. 4eainaargadur Almeida Albuquerque
. Do Iuji.1 municipal du Recife -Appellante, Pran
: lazenda. Appellantes. los de So usa Nnnes BVatia
K saamnlher; appeMalos, Pranciseo GongdvM
STvrao e eutr. Aegravante, a preta Marn n.,r
-ea enrader; appellado, AmanJio Franeisci> Man-
to. Appellante, Manoel Josefa Graca; appelUdo
rfua Gregorio Martina e sna mnlher.
COM IHFORMAgO DO SR. DESBMBaBGADOR FISCAL.
Contrato social de .Niolo Harlery Albort
Forster Damon.Como requerem.
dem da firma Marques Carneiro. Csmo re-
querem.
Matricula commerjial de Carpioteiro, Filho de
Sobrinha.Na.i tem lugar.
Dita do commerciante Bernardino de Sena Pun-
tual.Como reqner.
Papis tendentes ao delicio qae commettea o
agente de lei!5es. Felippe Curneiro Estrella, con-
trahindo sociedade comraerclal.Adiados.
Nia mais havendo-se sabioeltido despacha),
o Sxm. Sr. presidio encerroa a sessio pelas 11
oras e meia do dia.
3ESSAO JUDtCLARiA EM S4 DE OUTUBRO
DE 1870.
*isnai no am. sa, raaaiBARQADOB. a. r. n-
RITII.
Secretario, Julio Guimar&es.
Ao mel na daclarra-se aberta a sessao, estaudc
reunidos os Srs. desembarga dores Silva Guima-
raes, Hms e Silva, Aecioli, e os Srs. dapnudos
Hasto e Miranda Leal, a sopplente S Leitio, fal-
tando cjmb partecipdca.. o Sr. Rosa.
Lraa, ro approvada a acta da sessi) anterior,
cjm a segrate declaragao : quando se tralon do
(ano em i|ue s partas appellante o adraini-tra
# "?"* fH,lida d8 Pedro aa Silva Re*0' *"'
p.' a lo r.iu Sauvage. por engao se disse, ap-
p.-llant o adrara strador da massa fallida de An-
inio Pedm d Me lio.
. fl!cr-!^ Albuquerque registrn o hhimo pro-
wsio de l*i* a J| dn crrante mea sob o n. iU;
22'10 AWel i* Britp a 18 do dittwnez sob
o n. xuvi.
Vquiau Foaseca e o Dr
a ment (pal).
CoHtinuando as escavagOes dos escriptos em
que os supra mencionados dons amigos se mimo-
fearara com reciprocas amabilidades, encontramos
repetidas vezes as segnintes phrases; que o Dr,
Sarment falta a verdade por habito celebreiras
de sua medicina industriosa, e innmeras outras
de igual quilate que seria am trabalho inflado se
emprehendesse-mos transcreve-las; portanto lii.ii
tar-raos-hemos a aponta-las dando maior espago
a alguus tpicos mais dignos de admirago
Io tpico. O Dr. Sarment sempre encaron a
sociedade da medicina como meio til para si. e
nao como associago til para a providencia.
O presente nao dos melbores, apetar de ee
perceber claramente que o Dr. Aquino nao Be
pode nunca conformar com a eleigio do Dr. Sar-
ment pira secretario perpetuo da sociedadee
qae por isso fallava como desopilado, mas o pu-
blico sensato applandio a preferencia porque sem
duvida o Dr. Aquiuo quer como medico, qner
como litterato flea a perder de vista diaole do Dr.
Sarment.
i tpico.Nestas linhas se v qae o Sr. Dr.
Sarment quiz zumbar de mim com seu talento,
mas devo coofessar que considero o Sr. Dr. Sar-
ment igual muin gente nossa no saber, e que
sq Ibe reconhego ama superioridade 'todos, a
qual nao lhe envejo, e vem a ser ua fertilidaie
de ornato em tuda quanto conta aquellas, que o
nao coohecem bem, quando vem apello, e mesmo
quando nao vem.
0 Dr. Aqulmo deitoa se sobre o Dr. Sarment
com anbas e denles, e ferio-o por todos os lados
3* tpico.Nao sei verdaderamente que relacko
pode ter com a nosssa discusso o ter sido o Dr.
Sarment preparador do curso do Sr. Devergie ;
isto nao me parece mais urna maneira plansivel
de dizer que foi preparador, do que argumento.
O Sr. Dr. Sarment osla persuadido que impondo
muito, mnito ganha; e tem razio : mas nao sua-
ponbo quede ter sido preparador .lhe resulte gran-
de gloria, oa qaoestej persuadido que foi elle o
nico estrangeiro admittldo no curso do Sr. .De-
vergie.)
Nos annos de 1834 e 1838 era preparador d't-
quelle professor particular o men amigo o Sr. Dr.
Maia distncto estudante maranhense e boje esta-
belecido n'aqnella provincia, e nanea o vi a esse
amigo ama palavra que me fues-e er que elie
estivesse persuadido que de ser preparador lhe
resultava alguma gloria, o qae roestra que o Sr.
Dr. Sarmeuto so quer inculcar-se e acha por
qualquer cousa.
Este tpico deve incoramodar o Dr. Sarraeat
qua andava arralando grande sabanea em toxoeo-
logia por ter sido proparador de Devargie, mas o
Dr. Aquino reduzio e>ie honroso titulo ao valor
qae merecem o elogios que elle tem recebido dos
jornae* de Franga.
Familia ponlal, el omnia vanitas.
MaNORL JOS DKfATVA #WTO,,AO AUTOR DA
PlTBUCACO A' PEDIDO DO CORREIO PBIl-
NAMBUCAIt# > DE DO CORRENTEMEZ.
No carcter da subdelegado de nolicia da fra-
habtlitados,
de tikfac*-
O p. uela lleorielte C
No Diario de 17 00 eorrente Hemriem
Corn, esquecida de nossas antigs relac
no quartier latn, pretenden ta.sqoiahar-me
cuidando poder faze-lo impunemente.
Enganou-se ; e pois voo admioiorar-lbe
nma pequea orreccao, embora esieja coa-
vencido de que n3o lhe approvei ara.
Antes, parm, c.e> tanfraUari es irdkt-
se, con vem declarar ao publico qu HecricOe
Corn sempre gasou de pessima repauco
entre os n\ qaectadores quer da Ckaumire
quer da Closerie des Lilas, sendo tila e
b i vida por todos como funcierement brle,
e to bigrement goailleuse qae lhe limamos
posto o sobriquet de Mlle. Fort-etpieuie.
Viudo para Pernambuco, onde ba longos
annos reside, essa depravada rapariga r-
quintou as intrigas e mexericos, e, de
loquee que era, tornou-se qnasi idiota, ar-
rastada pelo pendor qae sempre leve pera
a pedantana e o charlatanismo.
A mana tendo-lbe dado nesses oimos
lempos para se considerar a nica sacante
on savnte do mundo, tem contestado oso
do titulo de doutor, qae jolga exclusiva-
mente caber-lbe por ter sido dijcipala doa
dous eminentes sabios Chicar e Btlbogurt.
Nao contente com o ter disputado ao Dr,
J. da Silva Ramos o seu titulo acadmico
de Coimbra, ent-mden qoe devia igualmente
tirar briga commigo, que vivo no mea re-
tiro da ra do Baro da Victoria som me
importar com o que vai por Grignon e as
universidades da Allemanha.
Mas ainda desta vez a misera e d'jsp-e-
sivel Henriette Corn foi infeliz, asseve-
rando que os alumnos das escolas de affh-
culturo francezas, cursando os 3 amos de
ensino, e sendj reconhecidos
tinham apenas nm certificado
dade.
Para mostrar o erro em qoe labora
Henriette Corn oa MHe Forten-guade
iranscreveremos o art 11 dos respectivos
estatutos, do qaai ver o publico qoe essa
drlesset&o sabe o que diz, tresi, raotm m
se aprsenla sempre adornada com as pea-
nas de pavo, sendo Ufo smente ana no-
jenta gralba. Eis o artigo :
Art. 11. Os alumnos que passar
< 2 annos e 8 mezes na escola e: ,
< todos os cursos, devem apreseotar, sot-
< tentar e disentir o projacto de callara
< que Ibes dado, e Ibes ser oncod
o diploma ou negado conforme soas
< biliiagoes.
Ora, a palavra francezadiplometi*-
duz-se em portugoez por diploma, qoe, por
sua vez, no caso vertente, significa carta
de doutorando, e em geral loto* o nao ie
autoridade constituida que permite o estr-
ado de urna profisso.
Logo, tendo ea am diploma da escola de
agricultura, soa doutor no rigor da sigo.-
ficacao do termo, conforme o define s
lexii.ographos.
So as escolas de agricultura francezas
nao conferem o grao de hachare! 00 dooter
em agricultura, porque en Fraga si
este grao concedido as escolas de
cia. Os hachareis em direito, os i
nheiros ni recebem o trata ment de
tor. Compete, entretanto, aos alosnas eos
escolar de agricultura fiancezas o tolo do
eng-nheiros agrnomos, e sesgoado oso
do nosso paiz recebem, nao so os
em direito, como em icltras e
em geral o tralamento de doutor.
S Henriette Cttii contestar qoo
esta a pratica o Brasil.
E, portanto. nao obstante incorrer oj
sagrado de Henriette Corn,
bar.
Dr.
Gleiqaodos defotos que
mam eejw Nossa Senhora
da Couceiqao aatrav***sa da
ra Bella, sendo celebrada a
misaa na Cbaceiqi > d >s niri-
tares.
Job por Meto.
Illm. Sr. Manoel Horaira deToas.
Joi por devoc>.
O Illm. Sr. Fraotse !>oito m SaotM.
/


Diario de Pernambc -* Quarla feira 6 de Oalu^o d 1670.
4

if'
.iuzporWdfc>.
A Exraa. Sra. D. Mara Reis Gomes.
Juiza por devoco.
A KirnC. Sra. O. Mara Baudeira Mafalbes.
Jai63 perpetuos.
Os Illa*. Sr.:
Joa<]oiio Alvos da Foneeen.
Manoel Lui da Silva Guitoaraea.
Escrvaes por eleicao.
Os Utas. Sr.:
O Miguel Lucio de Albaqaerqae Mello.
Mtnoel Antonio de Carvalbo da Silva Mendonca.
Escrvies por devocao.
03 lllms. Srs.:
Antonio Martina do Cont Vianoa Jnior.
Joio Lua.
', Eserlva por eleteo.
A Eima. Sra. D. Joanna, esposa de Sr. Joa Anto-
w nio Fernandas Pradiqae.
. Escrito.
O Illra. Sr. Bernardrao Jos d'Olvetra.
Procurador geral.
O film. Sr. Lino los de Sani'Anna.
Attenute
Lem. 4 ie 10 de agosto de 1835.
Art. i Serao punidos com a peoa do morte os
eseravos ou escravos que raatarem por qualquer
maneira que soja, propinare* veneno...........
a sea seohor ou a sua mulher, a descenlentes ou
ascendentes que em sua companhia.. morarem, a
administrador, feitore as suas mulherc, que con
lies viverera.
Nio estar Eduardo incurso n'este artigo de
lei ?
Com que fandamento se pedio contra este es-
cravo as penas do art. 192 do odigo penal.
Seria asneira Sr. advogadoconselheiro ?
Tu s magister ia Israel.
O homem de palka.
Theatro Snto Antonio
Repete-se boje nesse theatro a bella opereta
Adam Us Pnlws de Violette.
Quem vio acuella opereta, e o sea desempenho
em a noite de sabbado, s pote dizer muito bem
d'ella, e convidar os amig s para aprecia-la.
Na verdade Valmonca, a melodiosa e intelli-
genle cantora, satisfaz com applauso a gentil e
^paixonada Violetti.
Brema coraprehendeu le role de Pierrot, e apre-
sentou ama nova phase do sen talento.
Carn, o applandido cantor da tnandoline
nodo, esforcou-se e agradoa no Polichinela.
E' pen3, porm, qne Maris eslivesse deslocado
cantando um papel de tenor que nao Ihe pertea-
cia, e estivesse um pouco s spalpadellas no Aleo-
fibras.
A jegunda representacao do Pantins deve estar
superior, e nos afeitamos a convidar o publico
paraapr a-la. ,
' Dd,
Lugar inglesjzn-diverws teneros, 'r
Vapor ingleIa Placeide.ni.
Vapor ioglezDeero id'-
Lugar ioglozUarance bacalho.
Ptacho ingleShy Boots-farinha de tries.
Navio IngleD;-oduowA/carvio.
tKCEBRDORlA DE RUNDAS INTERNA GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
tend ment do dia 1 a 21. 73-.1511333
Idemdodia 13........ 3;M?|oii
77.543*943
CONSULADO PR0Y1NCAL
-tendimento do da I a 24. 3:791 382
dem do da 25 ... 3:623*775
DO
40:41*1127
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 25.
Liverpool por Liboa22 lias do 1* porto e 13 do
2, vapor ingiez La Plata de 812 toneladas,
commandante Jame Kelly, equipagem 37, earga
fazendas a outros gneros; a Sawaders Bro-
thers & C.
Triestre63 das, brigue hollandez Cornelia Ger-
trutiet, de 300loneladas. capito G. G. Uecleinan,
eqnipagem 11, carga 2757 barricas com farinha
do trige ; a Matheus Austro & C
Lisboa44 dias, brigue porluguei Relmpago, de
240 toneladas, capito Joo Epipoaneo da Sil-
veira, equipagem 15, carga diferentes gneros ;
a Thomsz de Aqutoo Fonseca &- C,
Li-boa39 dias, escuna portuguesa A9Hia.de
144 toneladas, capito Pedro .Augusto da Fon-
seca, equipagem 9, carga varios gneros : a Eu-
sebio R. Rabello A C.
Atavio saludo no mwmo dia.
Rfo de Janeiro e BaWaTransporte nacional Vas-
simon, commandante capito teneote A. Tei-
xera.
EDITAES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA
RECIPE.
A Ulna, trata administrativa da -
Misericordia do Recife manda faser publico quf
na sala de suas sessoes, no da 27 de outabro, pe-
las i horas da tarde, ten) de ser arrematadas a
quera mais vantageos onerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELEOMEMTO BE CABJDADE.
Roa das Calcadas.
Casa terrea o. 38.......161*000
Ra larga do Rosario. *>
Segundo andar do sobrado n. 24 303*000
Ca-:a terrea n. 26...... 96*000
Ra dos Acouguinhos.
Casa terrea a. 26. 96*000
Roa de S. Bento (Olioda.)
Casa terrea n. 19.......240*000
Roa de Mathias Ferreira.
Casa terrea n. 15.......130*900
Ra de Santa Rita.
Casa terrea n. 320 g O h 0 g
Dravessa de S. Jese;
dem dem o. 11. 0 0 0 0
Ra da Viracao.
Case lerrea n. 19......
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar.)
dem dem n. 103...... 151*000
dem idem p. 99 _.......345*000
dem dem n. 94......... 204*000
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arrematadlo das anas flancos ou comparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores^
Secrataria da Santa Caca da Misericordia do Re
cife, 20 de outubro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
Assim como Uavera dVn avante m galera da
frente platea jeral.
Pr$H
Camarote de 1.' ordem ( enradas).
J. ordetn desde 11. 1 ale 10 (dem) .
Os lameros H, 12, 13 e 14 (cora 6)..
(feries..................... ".'.'.'.'.
0 pequeo numero de biihetes que .
aebam-*e venda no eseriptorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
8*000
WJOOO
12*000
2*000
1*000
exislem
avisos martimos:
o
o
161*000
203*000
222*000
Les pantins de Violette.
opereta de Adn.
Anaunciase a repeticlo do Pantins para hoje.
Pantins 6 urna joia do repertorio dos Bulles,
e ninguein a lem ouvIJo que nao Ihe J palmas.
Ouvimo la pelo Sr. Naury e agora por Valmonca.
O miseen-sxne capricho e laxo, e por isso
tan'o agradoo.
H'.je repete-se, lazando Raynaud de mgica,
certo de que ir muiio bem, parece-rae que o
bello Santo Ant nio ter enchento.
No geral o espectculo de hoje bom naquclla
parte que temos visto.
At a noite.
N. 403.-BRONCHirES, PERD \ DA VOZ.A
mu-tanga de ares nao cura o bronchites ou perla
da voi, porm, o oleo puro mediciual de fi/ado de
bacalho, deLanman & Kemp, o curar. O Rvd.
Hefcer Raperye, de Mifwaukee, preseatemente en
Buenos Ayres, para onde M com a esperanza de
que o ar trpico o curara de urna drde gargan-
ta chronica de que padeca j hivia muitos anoos,
eseftve o segainte : t A madinca nao me aro-
duzio bem algum, porm aqu me aproveitei do
uso d i oleo de ligado de bacalho, de Lanman &
Kemp, e depos de o tomar pelo espago da don?
mezes posso a segurar-vos, que me aeho mellior,
minha voz tao clara e forte como d'antes, e te-
nho toda a f, quo me bei-do curar perfeilaniente.
Gragas Pruvidenoa, devo sem duvid alguma
este resultado exeellenlo preparago de Lauman
& Kemp. Oiitro> leos de ligados de bacalho,
podero ser eflhaies, porm consta-me, que este
o na realidali-, e islo em summo gri>, e por
isso o recom:n 'lido como tal. O Reo, N. W.
Simntoada, de S. Luiz, e o Reo, J >lin Handford Jo-
nes de Bangor, pulilii;aram resentemente (sem para
isso serera solicitados), seus testemunhn relativa-
mente ao ine-m 1 par>ieular. Evite-ae, pois, o mais
poaalral os oIbo< o-din .ros de,ligados Je bacalho,
porqna .-a 1 falaifisados o para nada servem. Este
especifico paro c.nserva-se perleito em todas as
latitudes, e pJe obtor-se em todas as prncipaes
boticas o lojas drogas.
N. I0L-OLE0 PUO MEDICINAL Di FIGA-
DO BE l!V ALHO, DE LA.NMAN & KEMP.
T.-nle* a guia cnangt, cuja respirago dilRml e
arqaej inte to.se sao provasda presenga eu da ap-
proxiiii;to di p-ysica1? Se assim langai mo
para log da 1 riel Mor preparagai do nico autiJoto
onhujido, |iara a molestia qne recelis. Usai pois
do oleo~puro detlgado de bacalhi), le Lanman &
K ima. Batre o bronco e o negro existo mui pou-
ca dffireigk, e ambn sao os nvlhtres remedios
de sua cla-sc, qoo se podem pr. porar cora os li-
gados fro-c h p ir meio lo mais approva.li proces-
A Sra. Lena d'l Valle, de Bogla, e quo a redmida, segundo *na propria phra-iologia, t
pel'es e osso, em r.tzio de urna tos-e nb-tmada
e contina, saorss nicturnos o expeetorago as-
Histadara, porm quo hava sido milagrosa-
mentu con la, n> espago de d^z semanas com
p.i\e e;nelio. E o m?smo attestado relativamente
muitas miga* e yayuinhas, que primeira vis-
.ta se achivnn j qm~i defamas, fji recehido
"pelos Sr* Lmn de Cara-a-, da Srs. G'rtrudes Peralta, de Buenos
Ayres, e de nutras rautas. Nao resta pois duvida
algn 1, <\i quo o oleo de flgado do bacalhi, de
i.vinm i Kemp, o pulmoaico o naafc poieros
eefllsax. Acn pies lojas de drogas e boticas.
CSMMERCIO.
PR'V -, DO RECI 25 DE OUTUBRO
DE 1870.
AS S i HORAS DA. rARDk.
Algodo da Paraliyba 1* sorte 714 rs. por kil.
posto a bordo, treta 3i c 5 OfO por 1*000
(h nitsra).
Cambio sotire Londres 90 d|v 21 3|4 d. e 21
7|8 d. por 1*000.
Gongallo Jos Affonso,
Presidente.
Mesquita lunior,
Secretario.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limiten
JDensoa tettru da pra^a taxa a cod-
vencioaar.
Recabe diuheiro em conta corrente hi
Iraso Sxo.
Saca vista on a praso sobre as cidade?
prlocipan da Europa, tein correspondente
na Baha, Buenos-Ayres, Moolevido, Ne^*
e New-Uileans, e emitte carias de creditr.
apar os rc-.-S'nos lugares.
BA DO COMMERCIO N. 36-
ALPANDEGA.
Baidimaotcdodialai. 325 1'.0-467
idea to da tS...... 34 873 318
639 713.985
MOVIMENTO DA ALFANDBGA
Tolnmas aumdoa co-nfaienuai
Idas idaai com gneros
fo'unHssanldoieom faiMdaa
Idaa iden com faaeroi
156
00
------240
370
81
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em praga nos dias 21, 22, 24, 23 e 26 do
corrente para ser arrematado por quem maior
prego offerecer, o imposto de aferigdes de pesos e
medidas pea quantia de 18:240*.
A arrematagao ser feila por um anno : aquel
les que pretenderen! concorrer a ella, devem ha-
bilitarse na forma da lei e apresentarem dous di3?
antes as suas habilitacd's para sereai julgadas.
As condigSes do contrato sero declaradas antes
de entrar a praga.
Secretaria da cmara municipal do Recife 19 de
outubro de 1870.
Ignacio Joaqaim de Souza Leao,
Pro-presid3nte.
Loarengo Bezerra Carneiro da Cunha
___________________Secretario._____
Faculdade de Direito
do Eecife.
De ordem do Exm. Sr. director interino, o con-
selbeiro Dr. Pedro Autran da Slatta e Albuquer-
que, se faz publico que a mscripgo para os exa-
mes de linguas, no prximo'mez de novembro se
abrir no dia 3 do mesmo mez e continuar at o
da 15.
Oque se pretender nscrever dever faze-lo na
secretaria desta Faculdade por meo de requer
ment ao Exm Sr director com declaragao da
materia em que se lem de inscrever, e attestado
do director do collegio ou professor qne o houver
ensinado, certilie0ndo a sua habilitago ; a letra e
assigoatura do re.merimento devem ser do proprio
punlvo do examinando, tudo de conformidado com
os arts. Io e 2 das instruegoss que baixaram com
o decreto n. 4430 de 30 de outubro de 1869.
Secretaria da faculdade de direito do Recife 22
de tutubr > de 1870.
O offlcial no impedimento do secretario,
__________M. A. dos Passos e Silva Jnior.
Faculdade de Direito.
Da ordem do Exm. Sr. director, fago publico
que, em ?essao da congregago de 22 do corren-
te foram julgad.s haMHlados para fozer acto te-
Jos s alumnos desta Faculdade a excepgao de
Joao Gomes de Barbosa e Almaida do 1 mmm <>
Antonio Gomes Leal Jnior do 2o que perder m o
anno por excesso de faltas.
Outro sim, fago publico que o servigo dos actos
foi distribuido pela forma seguinte :
Primeiro anno.
Drs. Silvera de Souza, Pinto Jnior e Drum-
mond : a 4 estu lames por dia, as 10 horas da raa-
nha, na 2> sala.
Segundo anno.
Drs. Fgueiredo, Bindera Filho e Jio Thomc :
a 6 esludanlcs, ao meio dia na 1' sala.
Terceiro anno.
Drs. Aguiar, Tarquinio e Drummoud; a 2 es-
tudantes; s 8 horas da manha, na segunda
sala.
Quarto anno.
Drs. Portea, Aprigio e Correa de Araujo, a
3 esladanle?, s 9 horas da manh, na sala das
congragagoos.
Qainto anno.
Drs. Autran, Bapti^ti c llego; a i esladantes,
as 8 horas da manha na 3* sala.
Os pomos serao dados na secretaria as 8 horas
la manha do dia 27 do corrente (quinta-feira)
visto conegarem os a:tos no dia segrate (sexta-
feira) as horas cima designadas.
Secretaria da Faculdade de Direilo do Recife, 24
de outabro de 1870.
O ufflcial servindo de secretarlo.
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior.
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA
NACIONAL.
N quiata-felra 27 do corrente, na sala das au-
diencias, pelas II horas do dia. na presenga do
Illm. Dr. juiz aos feitos da fazenda, se vender em
praga publica urna letra da quantia de 12:* (90,
aceita por Jos Paulo do llego Barreto, e vencida
a 16 de julho de 1870, e penhorada a Sebstio
Luiz Ferreira para pagamento da fa-enda nacional.
Recife 34 de outubro de 1870.
O escrivlo,
Luiz Francisco Barreto de Almeida.
ARACAJU
Para o referido porto segu dentro em quatro
dias o patacho nacional Tres Amigos, e por isso
quein quizer apreveitar em carregar carga a fre-
te comroodo, pode se dirigir ao consignatario Joa-
quim Jos Gongalves Beltro ra do Commerc
a. 17.
flg, a^eeriio vendidas air reserva hoja, a? II
horas u3 ruanha, no armazem do Annos, defronte
da alfandeea.
Aluga-se
COMFAfflIA BMS1LEIM
DE
SANTA GASA DE MISERICOBOIA DO
RECIFE.
A IilmJ. junta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife, na sala de suas sessSes,
pelas 3 horas da tarde do dia 27 do corrente, pre-
cisa eontratar o fornecimento dos medicamentos
de que precisar a enfermaria do Asylo oe Met-di-
cida'de nos mezes de aovembro a dezembro.
Secretarla da santa casa da misericordia do Re-
cife, 22 de outabro de 1870.
O escrivio,
____________Pedro Rodrigues de Souza.
Tribuir! do commercio.
Esta secretaria faz publico que icam archiva-
dos :
O contrato social de Domingos Nones Beirao e
Manoel Nunes Beirao, estabelecilos nesta cidide
com padaria, sob a firma de Beiro & Primo, e o
captol e o 4:399*160.
O contrato social de Nicolao Hartery. e Albert
Forsier Dainon, estabelecidos nc.-la cidade sob a
firma de'Matheus Austin h C, com o mesmo ge-
Lnero de negocio at entao ujado pela mesma fir-
ma, etlo capital de 210:0003000.
Secretaria do tribunal do commercio, 23 de ou-
terabro de 1870.
O ofllcial-maior
Julio Guimaracs.
SANTA CASA DA .MISERICORDIA DO
RECIFE.
Perante a Illma. junta administrativa da santa
casa de- misericordia do Recif;, na sala das suas
sessSes, pelas 3 Horas da tarde do da 27 do cor-
rente, sa ha de arrematar pelo lempo de f a 3
annos, a renda da casa n 16 do becco das Boias,
coneedeodo a mesma junta afumas va tagens, j
na prego, j no praso aquello que se encarregar de
facer os cunearlos de que precisa dita ca3a.
Secretaria da santa eaaa da misericordia do
Recife 18 de outubro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigue sde Souza.
Dr. S-basiio do Reg Barros de Lacor-
da, juiz de dire.to especial do commer-
cio nesta cidale do uecifa de Pernam-
buco, por S. Magestade Imperial e cons-
titucional o Sr D. Pedro II a quera Dtms
guarde'etc., etc.
Fago saber aos que o presente edital viren
e deile no'ieia liverem que 00 dia 27 de oq-
tubro do corrente anno se ha de arrematar
por vend aquem mais der em praga publi-
ca deste joizo, depois da respectiva audien-
cia, a sexta parle do sobrado de 2 andares
e soto corrido, em chaos proprios, ?ito na
ra Dirn'a n 31, freguezi de Santo Anto-
nio, tendo no Io andar varanda de ferro,
e no Ia andar j mellas, com trapeira no fun-
'lo, cuj 1 fondo cleila para o pateo da Penha.
lendo dito sobrado salas, quarlos, e cost-
aba ao lado, avalia.ta dita sexta parte por
2:00050(0, prego d. adjodicag3o 1:600-3,
sendo a va iagao Je todo o predio........
I2:0UQ#000
A qual foi penhorado por execugo dos
administradores da massa fallida de Siquni-
ra & Pereira contra a vitrea e herdeiros do
Dr. Ignacio Nery da Fonceca.
E nao havendo langador qu 1 cubra o
prego da avaliagSo arrematagao ser feita
pelo prego da adjudicag3o cima decla-
rada,
E para que chngue ao conhe:mento de
todo.s mandei passar o presene que ser
publirTo pela imprensa e .ffixado nos lu
gares d costuran.
Re. if.;. 30 ilt; sHterabro de 1870. Eu
.Sfaooel M.na Rodrigues do Nascimento, es-
drrvlo o subs-revi.
Recito 30 da siembro de 1870.
Sebnsliodo fngo B tiros de. Lacrda
Paquetes a vapor.
Dos porto3 do norte esperade
at o dia 29 do corrento o vapor
Cruzeiro do Su/, commandante J
P. Guedes Alcoforado, o qua
depois da demora do couame seguir para os nor-
tes do sal. wj K
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
argaque o vapor poder eonduzir. a anal dever
ser enmarcada no dia de sua chegada. Enconunea
las e dinheiro a frete at ai duas horas do dia d:
ma sahida.
Nio se receliem como encommeadas senao ob-
lectos de pequeo valor oque nao exeedam a 5
uTobas de peso ou 8 palmos cbicos de med-
ci.
Ttdo que passar destes limites dever iai
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
enss se recebem na agencia ra da Gnu n. 67
l* aadar, eseriptorio dn Antonio Luiz de Oliveir:
\zevedo dt C.
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em pou
eos dias o patacho nacional Calado, por ler a
maior parte de seu carregamento engajado, e para
o resto que llie falta trata-se com o coasignatario
Joaqaim Jos Gonfalves Beltrao roa do Com-
mercio n 17.
DE
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XV, eomposia
de 12 cadeiras de guarnico, 2 de brajos, 2 de
balanco, 1 sof, 2 consolos e 1 jardinera com
podra, 1 guardaronpa, 1 guarda vestidos, 1
commoda, 1 secretaria de Jacaranda, I mesa de
jamar, | guarda-louca, porgo de quadros com
moldura donrada, 1 candelabro e 2 serpentinas,
de vidro, 1 machina para costara, 2 mesas para
escrever, 1 toilette com espelho, 1 m bilia de
araarello a Luiz XV toda eatalbada, 1 cama
franceza para casal, diversos pares de consol,
40 cadeiras para sala de jantar, marquezdes,
guarda-vasos de amarelio, quartinheiras. cabi-
das, marqueta?, 100 gaardanapos de Buho, 2
toalhas grandes para mesa de jamar, 2 ditas
menores, diversos frascos com cheiro, escovas
para cabeilos, trabase denles, 1 paute para ali
sar cabello, 12 etiquetas de metal principe, 2
tinas de madeira e muitos outros objectos qae
estaro vista dos Srs. compradores.
Siointa-feira 27 do corrente.
dxas tara leililo em seu armazem
raa do Imperador n. 16, por intervencao do afe-
te Pontual, s 11 horas em pomo, ao correr do
martello.
em Ond.i um sobrad na roa de JUtnias Vrt-
reira n. 8, catado o aiotado da aovo. Aloga-M
por feu ou por aono. K am grasd* :
para numerosa uaUii : a traUr roa i
peradtr, araaaam aiaaea a *7,1
10 de Paro,_________
Aluga-se nm peqoeoo sHIo ia final
casa lem dous qnarto, duas salas eeaWha i
e copiar : a tratar com A. de Abren Parto, aa
rui da Anrora, estace provisoria, tas f da au-
phaa as 6 da tarde.
Preciss-se de am trabnlhadar (amaap-
tivo para o ser vico n ler no e na eslaboleeiaaaato:
a tratar na ra larga do Rasara d. 3i, Mit*.
>a audiencia de hoje (26) val praca um
rrlogio a urna or*>nto, por ujcu^ia .qua nwvo
Joao Paulo de Soota contra Vicente Ferreira da
Silva, 2' vara, escrivo Ath-.yde
Correio geral.
Relagao das cartas registradas, procedentes
do sul o norte do imperio, existentes na
repartija) do correio em 2i de outu-
bro dt 1870.
Anna Olympia fie Campos, Antonio Raymundo
da Silva Leite, Antonio Martins Viairaa, Antoni
Jos da Silva, Amando Olympu de Barros, Anto-
nio Rodrigues do Albuquenpie, Cesar Pere ra da
Silva, Carlota Jocnnda da Silva Amarante, Frede-
rico Chaves, Frcderico Augusto Velloso da Silve-
ra, Jefferson Merab. aux de Azevedo Soares, Joa-
qui n da Silva Ramos, Joaquim Cardse Das, Joo
Luiz Cavalcanti de Albo.|uerque, Joo Francisco
de Arroda Pal lo, Joo Bipli la de Medeiros, Jos
Ji.aquim Pedro, Manoel omfs de Mello, Sabino
Vlontelro de Mello, Sabino Joaquim da Si.va Co-
rado.
O encarregado :1o rejjlstro,
Manoel dos Pa-sos Miranda.
451
Detcarregtm hoje 26 do corrente.
Barea franceu-Jooo BaptisUdivaraos gneros.
Barca fraaota-S Anr\tom.
Barea ingleza-aw/fo Ridhj-bacalho.
miARACOES.
Juizj dos ft'ito ra fazenda
nacional
Por ordem do III01. Sr. Or. juiz dos feitos di
Calenda aaeioaal foi adiada para quinta-feira 27
lo corree a praca do engsnh > Bm {festino. <
i^frea na villa do Cubo, penhorados para pa
amento do pie deve o x-collector Julio Per-im
Mattos ; soalo a avaliajSo do ongiuibo e bemf^i
20:000J, eda caa 2 000J; a prac tem
lugar as 11 oras da manha na sala das an-
uencias.
Recife 13 de outubro de 1870.
THEATRO
SANTO A\
Compinhiafranceza
Qnarta-fcira 26 de outubro.
i0.a RECITA DE ASSIGNATRA,
Grande e variado espectculo,
Ouvertura pela orchestra.
PRIMEIKA PARTE.
Hfle. Marieite, se fara ouvir na nova cangoneta.
Oh^z les autres
Mr. Carn, de>empenhar a nova e chistosa
cauco cmica
Boilramel
Mr. Raynaud, desempenhar o novo romance
Ma era !
Mme. de Valmonca, cantar o Imdisslmo RON-
DEAU da opera
^3 ii>ai aa
SEGUNDA 11ARTE.
Subir pela aagaada vi s ena, grande e
muito applaudida op.-ra r.ntaftiea em om acto,
msica do asigne inae-ir. Adulpho Adam
LES
PANTINS DE VIOLETTE
Persunagenn. Adores.
Vlci.fnbas, mgico... Mr. Kaynaud.
Pierr.it,sea filho..... Mi Bresca.
Vtiiietle.........'... Mu.-. V^monca.
I'nlichinelle......... Mr. Cm.n.
Tdo o veslnar'o o seeoari i novo e lindiasimo
lER'.'IHA PARTE.
Mlle. Marietie, desempenhara a nova e linda
ca ason Va
Un c -up de Venh
- Em fgui la Mr?. Carn e Raynaud cania'ro o
limito applaiiiidn du
LES DEUX CHANTEHS SAXS PLACE.
Mine V.i.ii.piici le,mp nhir a muito linda e
freiieticaiiiHiite apol.oodida legenda D VEM da
opera
LA GRANDE DUCHESSE.
Em romean n de se srhar oVme Mr. Maris
o paffH d^ Aieofrlbat, n.agieo, na op^ra Les Pn
i.ns .le Violette sera dese.ioiMMihado por Mr. Ray-
naud.
l'ra mais cominndidade do publico em geral
preza regolfen m.diflar os presos dos bi-
lbrtf> de ramarute-* de I* e 2" ordem, sendo as-
tes a IOJO0O e l^OO e aqaelles 8^000, os
Srs. assi^u.nit s d.' JO recita flcam com direito
a mais 6 espectculos e os de 15 recitas com. di-
reito a mais dous.
Kio de Janeiro
Para o porto cima iegue com brevidadeo bri-
gue naeional Isabel, tem parte do seu carregamen-
to eagajado : para o resto que Ihe falta trata-sc
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, ra da Cruz u. 7, i andar.
Ro Grande do Sul
Para o porto cima segu em poneos dias o pa-
tacho nacional Garibaldi, o qual recebp carga a
frete, que se trata com Jo> Victoriuo de Rezende
& C, na da Cadtia n. 31
Marauhao
Segu com brevdade para o porto cima o pa-
Ihabote nacional Joven Artkur, p ira o re to da
cargj que Ihe filia tratase com os consiguatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevego d C, ra da
Cruza. 57.
Rio-Grande do Snl.
Segae cem brevdaae para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia : para o resto da carga qne
Ihe falta, trata se com o- consignadnos Antonio
L de O. Azevedo & C, ra da Cruz n. 37, primei
ro andar.
Pili
I
TreT?3e segotropar u icft
has o palnahote fosha por ter
do porro em pan
a maior parte da
iiarga, e para a ponca que Ihe falta, trata-se com c
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltro, *
ra do Commercio n. 17.
COMPANH1 v PERNAMBCANA
Di:
\TaTcgn?5o cosleira por vapor.
Parahybii, Natal. Macaa, iMossrr, Aracaty,
Gear, Mandaba, Acarac e Granja.
O vapor Pirapama, com-
niandctntc Az-vedo, seguir
para os portes tt ma no dis
31 do corrente s 5 horas da
larde.
Ree<4 e carga al o dia 29,
encoramendas, passageiros e dinheiro' a fr le ate-
as 2 horas da larde do dia da sahida, no eseripto-
rio do Fi>rte do Viatt s n. 12.
GUMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Vavega^o cosleira por Tapor
MaaaBsape.
O vaprr nacional Coruripe,
commaudante Silva, seguir
ara Mamanguape no dia 28
o correnle as 6 horas da
tarde.
Recebe carpa, ei-commen-
das, passageiros e dinheiro a frete al as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida, no eseriptorio da
companhia, Forte do Matlos n. 12.
Companhia americana e brasile-
ra de paquetes a vapor.
At o dia Io do novenibro espetado dos por-
ras do sul o vapor americano Nortk America, o
quil depois da demora qp costuine seguir para
New York tocando no Para o S. Thomaz.
Para fretes e pas?Vens trata-se com os agen-
tes Henry Forster 4 C, ra do Commercio d. 8.
Prego das passagans para o Para.
As passagens para o Pr na 1* classe custa 120J
na proa > 60J
LEILOES.
LEILAO
DE
BIVIOS
a ^6 do corrente.
Por de-pacho do Mm. Sr. Dr juiz especial do
commercio d esta cidade, a requerimento dos ad
mioutra lores da mas-a fallida do Joo Jos de
fjjraeiredo, o agente Oliveira fura leillo do sal-
do de 3:I28J, proveniento de urna letra de.....
3:4004 ad.iVttida na massa f. lida do aceitante
Guilh-rma Carvaiho & C, e da qaal f irara pages
8 por cent, de dous dividen les ; e assim mais, do
debito da firma fallida de Siqneira & Pereira, na
importancia de 16:189*279, saldo dedazido o pri-
meiri dividendo de 11 por cento recebldo sobre
18.821*742
Hoje
'
ao meio dia am ponto; no seu eseriptorio sito i
ra da Cruz n. S3, primeiro andar_______^^^
IEIIAO
HOJE
DE
101 e meia c-tiza com 53 arrobas.
O agente Pestaa far leillo por conta e risco
de quem peneacer, de 101 e meia caixas cem
fig08
FAZENDAS
AVASIADAS
Quinta feira 27 do corrente.
O agente Piolo levar leilo, por conta e risco
de quem pertencer, diflerentes fazendas inglezas
com avaria d'agua salgada, constando de mada-
poio, algodo, chita e 2 pecas de tapete para forro
de sala. O leilo ser effr'ctuado s 10 hsras do
dia cima dito, em o eseriptorio do referido agen-
le, ra da Cruz n. 38.
LEILAO
DE
objectos de alabastro
e pedra marmore
O agente Martins far leilo de urna grande
3uanlidade de objectos primorosamente trabaraa-
os em alabastro c pedra marmore, para eofeite
de sala.
Ssxta-feira
18 do corrente.
3 II horas do dia, no armazem. n. 31 ra do
iiaro da Victoria, antiga ra Nova.
AMA.
PrecUa-se de ama ama para rnaJafcsr
prefere-se escrava : na raa do Lina
ro28. _________________________"
Precisa se de am fertor qae Mato
para om engeabo prximo a lacio i-,
ra : 4 tratar n< raa da ma'riz n. 2f, t
ou da Cadeia do Recife n. 56, com Leal 1
Aluga-se ama casa em Oiinda na raa 4a
Mathias Ferreira, por 3 mezes para patear a testa
e perto dos banhos salgados, par Mito tonto
prego : tratar na travessa da ra Bala a. MI
Os Srs. bacharel Joaquim Cordeiro Corlha Oa>
tra e Andr Cordeiro CoeH Oatr, notunm aa>-
parecer roa do Hospicia a. m, a negocia de am
particular inleresse.
Joaquina Rosa Serodio a seos Albos lie
deixar de dar o mais solemne testenmofe a
profundo e eterno reconhecimento a todas aa paa-
soas qae se dignaram, no dia 20 do cottaala, aa-
sistir na matriz do Corno Santo aos nktooa f-
fragios e acompanhar sepnltora o c ida ver de
sea prezadisfimo esposo e pai Joaqafm
Pinto Serodio. Rogara anda a todos os ai.
fallecido o caridoso obsequio de asatireea
sas qae pelo descanso eterao de soa alma .
dam celebrar na referida matriz, pelas 7 toras 4a
manha de quarta feira 26 do Brenle mez, por
cajo servieo a religio e i memoria do Baado m-
va rao mais om penhor i sna mais etrea e eor-
dial conslderacao.
AVISOS DIVERSOS.
Haver sesso ordinaria quinta-feira 7 do
;orrcnte pelas 11 horas da manha.
OBDKM 00 DIA
Pareceres e mais trabalhos do com
misses..
Secretaria do Instituto, 21 de outubro
le 1870.
Jos Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Preona-ae de um menino de 12 a 11 annos
para caixeiro de taberna : a tratar na ra de
Santa Rui n. oi.
m
,IS
O abaixo assigaido, director do collegio de S.
Pedro de Alcaniara, declara aospaisde seus alum-
nos, que as ferias no seu cdlegio de qne falla es
estatutos do me^mo, sao apenas para as ;.ulas se-
cundarias, sendo para a aula primaria somonte do
da 22 de dezembro a 3 de jaaciro, e para as au-
las nocturnas do commer.cio, os dias santificados.
Joaquim Texeira Peixoto Filho,
Director.
_ Tendo a mesa regedora da evorao da Seakora
Sant'Anna de mandar resar por alma deoosBar-
mii D. Maria Leopoldina do Reg .Xeves alffneaaa
missas como manda nossos et iintos, coordo a
lodos os nossos irmaos comparecerem as 7 to-
ras da manha do dia 26, trgessimo da da sea
fallecimento ; e bem assim a todos os pareatea e
amigos da familia da finada.
Consistorio da devnco da Senhora Sani'Anoa
do convenio de S. Ffaoci-.-o 23 de outubro de
1870.
O secretario int rioo,
Arthur \nm' Jacomn i'ires.
Deposita de pao e
cestas.
Ra Larga do Ho ario n. 36.
"ructuoso M. G. avisa a todos os ens beni|nos
freguezes, que hmitem recebou hotos -.rliintn*,.
de barooi volantes para os re-emnaseidos, balaios
de meninos anrenderera andr, mai?cs cob-Ttoe
de palha, ban lejas grandes para roupa engomada,
hlalos para eoatura gr.ga, dito* de .1 postot p-
pel rasgado, ditos para facas e garfas, ditos para
por frtelas na me*, lernos e btalos para depo-
sito de roupa servida, uio- da atablo* grant**
brancose de core, ditos d.- roaieeai hrancas ede
encher de doces seceos, balainhot para m..lK>s da
canario, cestralias para pastoral no festeja Je pre-
sepios, cestinhah finas o mais d toada p stfd p^ra
meninas de estalla, outras malares para seohiras,
cadeiras de vime, pmprias paia p.i--
sepuem em vapores para a Kuropa, cestas de lo i s
os u manhos para maer-ae eoaaaras no luereaoV.
balaics comprido- e roaon Ir brancos .-. Je cores
temos ora quantidade; cera branca em rufo para
accender luzes. Aqu acham os no -os benigaos
amigos o ptimo pan, bolaxa e massas d ip>->, f.ibn-
cadas com a mellior farinha do ercado; o Laau-
nho do nosso pao e.npro maior do que > de oo-
tra qualquer paro e s- Ama
Preci?a-se do una ama para o servicj de urna
casa de piuca familia : na praca da Iniependen
cia n?. 27 29.___________________ _________
ATTENCAO
o
Osafilhados do finado Manoel Izidoro de Olivei-
ra Lobo, que apre-emaram certido de baptismo
no inventario Jo mesmo, podem reeeber o seu le-
pado na ra do Imperador n. 10, eseriptorio de
Francisco Xavier Pereira de Brito.
. ------:-"- I|
Hypollto Galiuit, Bdnardo Gadatrlt, I.c>poldo
Gadauit, IfaneeLFonseca de Medeiros, a:itonio
Witruvio >!y de Vasco; -ellos
eAodrLoiz Delouche, tgradeeem a todas as pes-
soas que aisl lira :; qniaa e aeompai arara
o enterro de sua-presad a mi a logra D. U nbeli-
na Tibur a do 01 n ira Jaeome Gad.Hilt, e c mvi
dim a seas p.rrtiites o a tolos os stus a>nigos
para ouvirem a mis-a do stimo dio, na mntr.z da
ili'a vista, no sabbido 2!) do corrente, as 1 horas
da manha.
AVISO
Desencaminh'u-ae liontem do abaixo asignado
ama bolea de viagem contendoos ohjecios segra-
les : 1 calca, 1 camisa, 1 libra de cha, a obra em
cinco livros os Mieravels, I par de metas, 2 len-
cos, sendo 1 de seda : quem soaber onde se acha
dila bon;a, qneira lar avi-o ra da Pr.iia n. 71,
qae ser gratificado.
___________ Manoel Lourenco dos Sanios.
Ama
Precsase de nina ama para fazer todo o servieo
de ama pequea esa de familia : a tratar nt Boa-
vista, ra da Al<*ria n. 32 ____
AM1
Precisa-se de urna ama para nasa de fanilia':
na ra de ffortas n. 30. sobrad >.
AM\
Precisa-se de urna ama livre, de rm-ia idade
boa conducta para oserrlco interan e externo de
asa de muito ponca familia : na roa do Santa
Thwreza n* 11________________________
O aba.xo assignado Ui ver .ao re-peiiavd
publico o co.n e-p:ci-.l.did> io eorpo d" coinui.'r
ci, que lem justo o conlratado a compra d la
beroa sita na poroafio do Barro, prienceote ao
Sr: Vio da Silva Csxeiro : amm se jui|Mr pn ju-
dicadopor qualquer trau-a-co. dir.j' M no prato
de tres dias da oala doote, na ra do Cotovedo nu-
mero 3.
Ernesto W. Lius Cavaieaoti de A le o qn erque.
Ama deleite.
Na roa Augusta n. 2, 2 aadar. precisa-se de
ama ama qae leona bom leite, com abundancia e
sem filho aumentar.
I'recisa-se de urna ana para hz^ r o ser-
vico >1 pequea fan.ua, qual se dar bom
ordenado; ra de S. Jorge (j.ulr'ora Pi-
n) n. 138 Io andar.
Pele presente sao convidado- os irines da
irmandade das Ahius ,n i.' eja matriz d> Sinto
Antonio desla cilade a cempanc^r.'in no cni-is-
torio daquella igreja, as 1 hor. i%da Urd do dia
28 do corrente, alim de proceder tt nos ti-rmesdo
artigo 10 e seguinies do respectivo comprotnisM
a elei^ao da me.-a retadora q.' to de funccliaar
no anno compromissal de 1870 a 871.
O asoririe,
Joaqiim Leocadio 'Viega.
Piicisa-se de um menino para caixeiro de
taberna : na ra da Santa Cruz n. 71.
Ama.
Precisa-se de ama ama para enzinhar e cons-
|.rar para casa ds hooiem olteiro : na ra do
Queimain a. 7.
Os Srs. Antonio Joa |Bim Alv i Ti-ixeira e
Jo.- F.'ij de Allm |uerq ie teem en Minmeailas :
uo armaiem da C mpanlna iVrnambucana.
1 Franciso do S oza \i rtios i baat do sea
(todito tai sciente ao tespeitavel pnMieo, qne
al.no seu estabelnciim-nlo de lenca a roa Diine
de .".axias n. 2, no dia de julho de 18o9,e reba-
se com a lieeoea da cmara pog. om 6 do me:rao:
am 19 de novembro du mesmo p.gi.u .mira aova
liceiic. como dos coolwciiiipntos ai seu poder.
No di. 29 dn seteu bro prximo pagsaJo requorea
nova licenca para o aono do 71, despachada pela
. na eontadoria foi .-, gad i, i bar
.in abeito o anuo dnd ', mostraudo o cjiii-cnnen-
t nao quizeram dar por ell", visto es ar em aber-
to. Nigar se pagar terceira viz por ter j pago
duas retes em um anno, e que injusto mente sor-
fro em er accionado, leva por mi. i co-
Jheciniento do publico e dos resp ds da raparticao respectiva alim de lomareui aa
devirla cons
Dwappareceu n,i tarde de domingo t3 di>
com-nte. do siti que i i-l> Xico Minr"unho. era
qtie mora o abaixo assignado, (estra la Jos AlHc-
te-) urna vacca castanha clara lavradi de braacv,
cbifr^s coinbucos e agus co magra, a qual f-'i vi ii uaqueJa ine-nia titee
o* esirada qu.-stgue para o Recife c afronta % da
Passag) n : quem a liver acbado'tenha a bomlade
de aiiuunciai |or e-te Diario para ser procarada,
e.paga sa <|iilquer de-peza. !) n.-ino siinf.i
feriado lanibem um tav.illo castaa lodo t-p.ido,
castrado contando ara pequeo signal brancoem
Uio pe bem jiinl sido
nato em pin # di irn quidam qu-1, lend -e au-
sentadoda -er atoro no
rrrgnesJBj
lo Po toess- e Ignacio.
''..valfaati.
- N r.ia'U.ieiia n.29.2" ano.ir, ha parase
adugir um nina negrraha para o serri-
() de rasa, ambo* do 15 annos.
ozi hei o
Precisa se danm czinheiro ou coziubeira : aa
rna di [mperatru o 9, 2 andar.
Superior caf do
Cear.
Vende-se na roa do Marques de Olinia P. W-
osuriptorio de Cunha & Manta.
l



Diario d Peroambuoo Quarla eira 26 de Omtubrb de 1870


Gabinete Portuguez
de Leitnra.
CONSBIJIO DELIBERATIVO.
De arden do Sr. presidente convido a todos os
eenhores conselheiros para se reunirem em sessao
ordinaria que deve ter lagar quarta-feira 26 do
crreme, pelas 6 1|2 horas da urde.
Sec-Petarla do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco aos 52 ae cutubro de 1870.
A. J. Borges Costa,
2 secretario.
AVISO
Ignacio da Silva Deir avisa a seos fregueies
que acaba de chegar com sna tropa de excellentes
barros e nue segae para Agua Preta, tendo bre-
vemente de voltar para a fregnezia da Escada,
Cabo, etc. : quera precisar fajer alguma eneom
metida, pode dirigir se a Sr. Jos Mari* Pes
tana, que se encarregar de iransmetti-la ao an
nunciante.
Acaba de sahi luz o officio
DE
W. 8. DA COXCElflO.
Acompanbado de una eolleeco de oracoes co-
mo : Responso de Santo Antonio e cricao de Santa
Mara Eterna. Ris 320.
__________UVRARIA FRAN^EZA._________
Precisase d um bom cozmheiro que emen-
da de massa, e de outros servidos tendentes a
sua proflssao : na ra da Aurora n. 16.
O conselheiro Jos liento da enha Fi-
gueitedo aviza aoa seus eonstttuiotes, que
elle acha-se rcstoido ao sea scriptorio de
idevocacia, podendo ser procurado nos dias
uteis desde as dez horas 4a manha a* as
3 da tarde.
AMA
Precisa-se de urna ama para punca
familia: na ra do Cardeireiro n. 68
Precisase de ama ama para casa de pouca
familia : a tratar ruado C;'jug n. 1 ioja.
O bacharel Celso Tertuliano mudou o
sea escriptorio para a ra das Cruzo?,
hojo Duque de Caxias, casa n. 34, 1 an-
dar, onde pode ser procurado.
da de finados.
Na na Direita n. 133, loja de cera, ha
ama pessoa que se encarrega de ornar
catacumbas no cemitero publico, dando a
mesma pestoa todos os preparos.
O salo de pianos e de
msicas
n. 58, Io
anlar, para a
mudou-se da ra Nova
ra da
mperalriz n. 12, loja,
recomraendando-se ao Illm. pu-
onde continua
blico.
G. Werthelmer.
Ama de leite,
Precisa-se de uma ama de leile que nao
rgo do chafariz no Recife,
filho : co
tenha
casa n. 26.
AMA
Precisa se Je uma ama para cozinhar em casa
de pouca familia, ou para andar com uma ctian
: na ni;, da linporatriz n, 43, 2o an lar.
A" raa d'i Livramento n. 38, primeiro audar,
preeisa-M fallar com os eguinles senhores :
Julio Adolpho Ribas (acadmico].
Querino Candido de Vasconcclio.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello Fflbi
(Pombal).
lanino Angosto dos Sanios Fragoso.
Viriseimo Gomia de Lyr* (Cruangi ou Vicencia
Jos 11.rmino Ponimi (eegenao Preferenea).
Fernando Barata da Silva (eng^nho Morojo).
Antoui. Gimes Cordeiro de Me!').
v.lur--. -M Part ci.f/l-.^.
.Francisco da Silva Porto.
Thome loaqaira do R no Barros.
PLIIMS.
IXTEBESSAXTE COMPOSIC.AO UTTfRiRU.
OOItTENDO !
A noite do xtasi?.
O sor
A noite do a3sombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com ama carta critica dirigida ac autor pelr
Dr. T. B. I Costa.
i volme brochado 20 0.
AS CENTELHAS
Puesias patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 vulume brochado 2/000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
PRECISASE
De um homcm, livre ou captivo, para dislri-
pao ; e igualmente de uma ama que saiba en-
g rrraar l.em o cosinhar; trata se ra do Vi-
gariob. 16. Io andar.
Preei.-a se de um mogo de 10 annos ou de
um hom?m de 40annos, que saiba 1er e escrever :
na ra da Concordia n. 68.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A 01.1X1) A.
Por ordem da directora, e em execuro
ao que dispSe o art. 13 dos estatuios, sao
convidados os Srs. accionistas para a sessao
ordinaria de que trata o tnesmo artigo, a
qual ter lugar no dia 31 do correte s 10
boras da manha"a no saiao da estaeao provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
de 1870.
Joo Joaquim Artes,
___________________1" secretario.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
para o servido interno de pequea familia : na
ra da Amizade n. 21, Capuoga.
Affl.
Precina-se de uma ama para cosinhar : a
tratar no Manguioho, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, cu no caes da Companhia Pernambu:a-
na n. 2 ; advertese que serve escrava ou livre,
mas que cosinhe Dem.
Retalba-se Ierren uo Porto aa Madeira em
Beberibe. A posicao topographica dos mesmos
terrenos, saa boa q'ualidade para planiacoes, como
se poder ver pelos sitios nelle j situados, muito
os recemmenda : os pretendentes encontrarao pes-
soa babili'.ada para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, uo referido lagar, nos domingos at
as 9 horas da amanhaa.
Ama
Precisa-se de uma ama que cozinhe Dem, en
eomme e compre para uma pessoa : na ra du
Torres n. 16, 2 andar.
MOFIHA
Roga-se ao I'lm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qu9 V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, pa??ou a fevereiro e abril, e nala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lombrar que esto negocio
de mais de oito annos. e quando o senhor sou
filo se achava no estudo nesta cidade.
Ama
Precisa-se de una ama para cozinhar, livre ou
escrava : na fabrica a vapor de cigarros, ra lar-
ga do Rosario n. 21.
Preeisa-se de um servente para a botica da
praca do Conde-d'Ea n. 19 : a tratar na mesma.
i 11
Preeisa-se de uma ama, prcferindo- para o servico interno.de-urna casa de pouca a-
lua : a tratar na run a Palma n. i.
Na ra da emperatriz n. 60 muito se daseja
Fallar com o Sr. Francisco Dsodaio Lio, a nego-
cio de sea infresse.
SITIO.
Os abnixe assignade.s, incumbidos pela cemmis-
S) de senboras que promovem um concprlo e lei-
lao em benclicio das familias desvalidas dos solda-
dos de Ijnha de Pernsmbaco, fallecidos cu invali-
dados na guerra do Paraguay, de dlstrtbniT I
moda que Ihcs pareciste mais acertado pro luc
d'essa snb-cripgao, pelo presente avisara s vio
vas, pala mais e Blbos dos offleiaes e.- dados de
exereito naturacs d'esia provincia, cu que titila
lenbam assentado praeja, assi-n coi Iqaer
prente d'estes, que fazendo i saas fami-
lias vivesse s suas expensa.', e que se adiar em
estado de pobreza, e analmente aos proprlos olrl
eiaes e soldados, com exclusa d primeiros, case
estejam as referidas condi^deque dentro d.
prazo de sessenta dias, a eeqlr d'esta datadeve-
rao provar com documentos ; uib'Btic s sna iden-
lidade e circumstancias de f itsfBa, a:im de pode-
rem perceber este auxili >.
Cs interessados dever (:'.'rs|ihir seus docu-
mentos casa do direri. ^nartido liberal,
ra do QueimaJo n. 8 priim I r, em todos
os dias uteii durante aqiu-ID- las 9 horas
da rnanhaa s 3 da larde, e (i didas auas reelamacSes, rccel tantia que
Ibes tocar.
Para que o presente aviso ... nbecJ-
meato de todos, ser publicado da
jornes mais lidos d'esta cidade.
Reoife, de outubro de 1870.
Baro de Bemflca.
I.uiz Jos Pereira Simoes.
Abilio Jos Tavares da Silva;
Alagase um bom sitio na estrada dos Alllictos
pelo tempo da festa : na ra da Cruz n. 8, pri-
rneiro andar.
Criado.
No Club
criado.
Pernambucano precisase de um
Ama.
Precisa se para comprare co:inhar : no Pas-
eie Publica n. 54, loja.
Amas.
Pagase bom alnguel a urna ama que seja per
eita engommadeira, e a outra para ser emprega-
da em alguin ensabeado e servico de casa : era
S. lo-- do Mangoinho, sitio n. 2.
- Precisa se alugar um preto escravo de meia
idade, paga-se bam a aguel : nesta typographia
Associaqao Coramercial Bene-
fieente.
Tendo se esgoldo a lista dos supplentes para
preencher as vagas havidas na directora, e nao
eslaudo previ.'la esta circumsf-ncia nos estatutos,
convocada pelo presente a aasembla geral, para
n > dia 4 de novembro prximo futuro ao rneio
dia, resjlver como cenvier.
Associacao Cemmer ial Benefi:ente He Prnar;]-
tuco 22 de outubre de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente. .
Jos Henrique Trindade,
.___________Secretario interino.
Para andar com criancas, precisa se alugar
uma rapariga forra ou eserava : na ra da Ca-
deia n. 8, armazem.
Precisa se alugar uma escrava moca para o
servico interno de urna casa de familia : na ra
do Crespo n. 12, andar.
A luga se
urna casa terrea, sita na Caponga, com sotao, co
ebeira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
no vur.Ti i i). 31.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
onetro sobre penhorei de ouro, prata e pedra-
preciosas, seja qnal for a quana; e na rnosmi
casa se compra e vende objecle de ouro -e prata
a igualmente se faz toda e qualquer obra de en
commenda, e todo o qoalquer concert lenenl
mesma
lgreja de Nossa Senhouino
Monte emOnda.
Continuando o concert da igreja de Nos-
sa Senhora do Monte em Olioda, segundo o
proraeltido pelo Exra. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosleiro de S. Rento de assira o fa-
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem erapregado todos
os meios e esfoicos seu alcance, aconlece
que o referido n5o" pode ser de prompto
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem de ser tambera applicados
repararles .e concertos dos predios da
ordem, j porque tem havido demora na
extraerlo das ootras partes da lotera con-
cedida para o concert da sopradita igreja;
e assim, o abaixo assigoado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sup-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que se prestem a ajudar com suas esmo-
las a concluso dos releridos concertos e re-
parac5es na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao juiz perpetuo
Manuel Luiz Vires.
A KSMaERAJnLJttA
ii
es
te
=3

2

iO
c3
te
05
O
as
id
AtteiMjo
Ignacio da Silva Deir, em vnaem iprcvinera
dePernambneo, avisa a sens re-gneres ^ae con-
duz excedente tropa de burros, que paseara aa
villa do Pillar, Porto Calvo, Castaoba Grande,
arreiros e Rio Formoso, e dalli ir em egnimen-
lo para a Escaeh: quem pcls precisar, pede man-
dar encontra-le. ___
Este antigo estabelecimeno, acha-se hoje montado n urna
escala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
MORjEIRA ruarte c.
Precisa-so de uma ama forra ou captiva para o
servico interno e externo de orna casa de pouca
familia : na^rua Velha n. 66.________'
Companhia Al lianza
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15dejaero
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 000*000.
Toma seguro da mercaderas e din-eiro a risco
martimo em navios de vella e laporea para dea-
tro e fra do Imperio. Agenci i roa do Com-
raercio n 17, escriplojio de Joaquim Jcs Gon-
calves Beltro. ___ ._____^^
MANUEL C.
2

m
Tem a satisfacSo de participar aos seus numerosos freguezes, que cm vista de ser-Ibes mais commodo, tem
eslabelecido una nova fabrica de chapos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 0, h( je ra do Mrquez de Olinda,
onde achar5o cs pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e per pre- ^
qos mas commodos do que ccmporla o nosso mercado : cenvidam esrecialmente sos Srs. compradores por atac
darem, sendo possivel suas encoromendas, pois poderlo assim serera mais bem servidos, visto poderem escolher asi
p^ mac5es as lazendas que a demora da fabricacao bem diminuta.
>.
S
NA
m
compradores por atacado 0**
ar-a|

m
%
CONHECiDA FABRICA
DE
Ra do Baro da Victoria
u.
do
esquina da Gamboa do Garm
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de so! de getft, merino, alpaca, bretanha de linho branco e
e de algodao os todos os lamanhos e feifios, a m da immesa poigo de seda, merino, algodo e b
armages de todas as qualidades para satis/azer qualquer encuaim.er.da.
que escusa de mencionar.
immi
m
Bil
A modicidade de seus precos to conhe
n
fin
0.
<2#.
)ar-
im,
Cida
;54

wm
Nesta novo aimazem ten mu
variado sortimento de f.zendas
fran:ezas, iaglezas, aUenHas e to-
das todas se vender por prec s
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
C?semiras ngle'za?,
'rancezas, ele tedas as
ualidades, brins de
ores e brancas, colei-
rirhos modernos, cha-
peos de sol ce seda,
Qnos. RA
Sarao da victoria
DE
ARHUA IRMAOS.
Assim como Um uiria grnele
i ffi'.ina de alfaiate, mentada com
todos os preparos que ha (le melhor,
dirigida por habis artista?, que
pela sua promplido e peifeicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amanlnspan homens
, meninos.
Por todos cs paque-
tes recebem-Eo as me
lhores e mais, moder-
nas casemiras rue ha
na Europa.
A verdadeira farinha peitoral de
S. Benlo.
Esta fariuba osada com vantajoeos resnlu-
dos nos padecimentos dos orgos do peito,
como a-thma ou pochamento de calbarroe,
inflamacao de bote, pleurizes e na pthy?ica; re-
commendando-se com igual proveilo as pessoa?
convalecentee.
nico deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Bartholomen & C
34Ba larga do Rosario34
CASA PARA ALUGAR. .
Aloga se o I* andar do sobrado o. 6 roa do
Duque de Caxias : tratar no corceo de ouro.
roa do Cabug.
Aluga-se una casa muito tresea no !u
do Monleiro, a margem do rio Capibaribe
tar na ra Io de marco, outr'ora Crespo, loja da
esquina n. 8.
1
Ama
Precisa-se de uma ara : na ra de Hortas n.
50, l' andar. ___________________
Ama
Paga se bom ordenado por urna ama que cozi-
nhe para uma casa de familia : na vf da Ser:./
la-velha d. 90.
AMA
Precisa-se de uma ama para coiinhar e cim-'
prar : na na 1" de Marco n. S.'I, casa da furiosa
Aluga se uma casa no Montein, porto do
Xisto, baixa do rio : a tratar na roa do Crespo
n. 17, loja.
Offerece-se
urna nova modista para costura de senbora e me-
nina : apparecendo quem queira, dirija se ra
doXogueira n. 6.
Para casa de homcm solleiro pre:isa-se c'e
uma ama de rreia idade para o MrtifS interno,
cozinhar : a tratar em Sanio Amaro em ieguimen-
lo da ra da Aurora n. 44, andar.
Veude-se um boi manso, proprij para car-
roca a iratar na ra do Hosrrd da Boa-vista nu-
mero 6.
c:lnb do Moutciro
A abertura do Club ter lugar no da Io de no-
vembro prximo futuro, sendo alterada a tabella
das mensalidades pela segninte maneira :
Assignalura de novembro a abril*; DV : s 50.
1 trimestre30^000.
i mez-10000.
Oemprezano,
P. I. Layme.
AlTlel
.-
Precisa-se do uma sota para casa de pouca
milia : na ra nova de Santa Rita n. 73.
Aluga se a I ja du SLbridj n 12 defronte
do oilao da igrejs do Livramento. onde fui botica :
a Iratar na ra do Livramento c. 17, loja de cal-
cado.
Precisa-so de iun menino de 12 a 14 rnoos
de idade, que d dador de sua conducta : a tra-
tar na taberna da travessa do arsonal Je guerra
numero >.
Baro da victo* la
Este estabelecimeno acaba de snffrer uma reforma radio;:! em a*c o, artistas c con modos, e em ponlualidade a|
Sn.S; !inalm&nte e? ,ud0 afim de melhor servir os seus numerosos freguezes' deixe-se de annonciar todas as fazeadas, para
nao se tornar massante
SITIO.
Companhia Phenix
Fernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de segaros por ella
realisados quer martimos quer terrestres jam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
____ Luz A. Sequera.

CAHLUS
ferro
RA DA CB*UK M. 4
Chagas de ferro galvamsadss para telheiros, etc,
Tachas de ferro para assiiear, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados yaerieanos.
Carrinhos de m5o.
Venezianas para jnellas..
Machinas de descarocar algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de corLr papel.
Motores para doos cavallos.
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balances, prencas, cofres de ferro, foges de ferro enxofre, salitre limalha de
e muitos outros arligos.
Aluga-se urna boa casa e sitio muito perto da
estaeao da Jaqueira, em Ponte de Ucha, a beira
do no : e tambem se vende ou aluga^e uma mo-
bilia de amarello existente na mesma : a tratar no
caes da alfandega n. 3._________________
Estrada d Beberibe.
Na dia 21 do correte, as 6 horas da manbaa,
perdeu-se na estrada de Beberibe, da povoacao
Encruzilbada, urna pequea carteira de cernrgia :
a pessoa que a tivr aehada pode entregar ao
che(a da esUcao da Eneruzilhada, que recompen-
sar generosamentf.
Criado.
Paga se bom alnguel a nm criado de 12 a 14
annos para sarvico do casa de pequea familia :
em S. Jos do Manjninho n. 2.
Na mesma casa tem um completo sorti-
mento de capellas francezas para tmulos
por menos preco de que em outra qualquer
parte com as segnintes inscripcoes:
Mea pai Saudade
Mtnha mi Uma lagrima
Meu esposo Mea fiilho.
Minha esposa Minna eiha.
Na ra do Imperador n. 9 t9m uma pessoa que
se encarrega de armar catacumbas e tmulos n
ceraiterio publico, dando o que fr preciso para o
dia 2 de novembro, commemoracao dos fiis de-
funtos._________
Ama de leite.
Precisa-se do ama ama livre on sujeita^porm
de boa conducta, qae tenha bom leite e com abun-
dancia, sem fllho a mamentar : a tratar na ra da
Praia. armazem n3. 13 e 15.
Ama.
Precisa-se de uma ama para casa de b0omen
so, que saiba lavar, eogoramar por cim a do
__ua da Crnt D. 24, i andar, B e c"ziahua
AGUA DE VICHY
DAS
Fontes Hauterive e Celestins.
No armazem.da ra do Vigario n. It.
ROB LAFFEGTEUR
Approvado em Francia, Russia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffecteur sa autbo-
nxado, fie mu superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha. Be fcil
aigestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente tem mercarlo, as
artecesdapelle, Implaren Inorcaa. tumorea. i.lceraa, arnadfte-
LTf f ** ,f .or1D"' os accidentes provendos dos partos, da idale crica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
Pf T'be e sPecialmento recommendada centra as doencas sypbiliticaaTecente. invete-
radas ou rebeldes ao mercuiio e ao ioduro de potassio.
SAlXr?Rl*S "^^'M-o ROB LAFFECTfeUR, em asa do doutor GIRADEA DE
oAim-uchvai^ ra Richer, 12, Pars.
Precisa-so d zos, pngando-se o premio do 2 por cent), e para
garanta se d doos osera os, Meando os referid
escravos era comp.v liia do sen senhor : os pre-
tendentes 3nntineieni por este jornal pera serem
procurados.
Aluga-se o obrado n. 9 aa Pass.ige d!i
dagdalena : a tratar ctm i. I. Je M. Rafe.
Nutrimento
MEDICINA!
PJtEP.VRADO POF.
Ainma & KHn
TARA
Tsica e toda a
epjalidadededo-
cngas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
E x p r e s s a-
mente escolhido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrahe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a nm exame
muitosevero, pelos, chimicos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCO DTODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
exam'nado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalhao,
e naquelle no qual contm a maior porc3o
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, ROFES.FIGADO,
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos d carnes ao mnito
magro que seja, clarea a vista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem do
destruida pelas affeccSes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigestio se acna com-
pletamente desarranjada.devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE RACALHAO
La una o *Jfc Kcmp,
Se que desejam ver-seli\res e exepasm
Je en fertilidades
t


i1
Diario de Pemaiobuco Quaita eira 26 de Oulubro de 187.
i
>
COMPRAS.
Lom mulo maior vantagem compram-se
curo, prata e pedra i preciosas e n obras velhaa: na
loja de joias do Coracio de O uro n. 2 D, roa de
Cabuya._______________________________
Compra-se uro sellim inglez que estrja era
bem estado : oa ra Formo?, n. 21.
V1NDAS.
Vndese a fabrica dn cigarros sita a ra do
Forte n. propri para principiante : a tratar na
meso.
Farinha de milho
Vende-se diariamente farinha de milho muida
fina e nava a 120 r?. a libra, e la-nbem farinha
grossa a 100 r*. : na ra "o Cotovello n. 23.
ATTENCAO
No armaiem de Mills Lathara A C.
Cruz n. 38, vende-se :
Lona larga de 30 polegada?.
Dita estreita de 2o ditas.
Saceos vasios para assncar.
Sellins, silhrjes e arreios.
Vinhe de Bordeanx fldo em caixa.
Sabo inglez em caixa.
Sbemeles dito dito.
na ra da
O BlZAR DA MODA
DE
Jos de Souza Soares & C.
RA DO 15 A H 1<> DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Apresenta-se metm. rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel em fa-
jeadas finas para Senhoras artigos de alta- moda em Paris tanto para senhoras como
parahomense meo dos.
Miudezas ifarmadas, perfumaras especiaos, variedade de lindos objectos para me-
arnos e brinque-dos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa tonde tem ha-
bis correspondentes.
Vndese mulo emeonta e manda-se por em pregados do estabeleci ment fazendas
em casa das Exms. familias afim demelbor escolherem o que desejarera.
liOOri
VINHO 80RDEAUX.
Vndese excelente vinho Bordeaux em quar-
tolas e meias quartohs : no eseriptono de Cunba
& Manta, rna do Marque, de Olinda n. 10.
NOVIMDES
LOJA DO PAPAGAIO
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Kua j^ Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Fe rreiros.
1
Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras de superior farelo
dlo barato prego a cima
da Madre de Deus n. 7.
indicado, na ra
Pi KA
o
Na ra estreita do Rosario, sobrado n. 35, pri-
meiro andar, tem capellas de saudades, de perpe-
tua, de sempre-vive e de cravos, preprias para
quem quizer botar as catacumbas, j com as fitas
e os leireira*, tudo de Rosto e barato : quero
quizer deve vir comprar do dia 23 em diante. Na
mesma casa t?m boquetes de flor de cera, e pre-
paran) se de erara naturaes pan qualquer offer-
ta, bordam-se as filas a ouro, e deve a encoraraen-
da ser feita trrw das antes.
UL1JLIU i) t
Potassa nova da Rnssia a 200 rs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Dita em grume.
Vinh i do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom tem.
Dito maasatel de diversas marca3 idem.
Dito tinto Palmella superior idem.
Dito dito Vermoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito brinco Carcavtllos idem.
Dito dito Bacellos idem.
Calderas de ferro fundido para engenhos.
No escriptorio de Oiiveira FiIho3 & C. ao
do Corpo Santo u. 19.
iargo
PEGHiNCHA-
jg Bo:s sedas de coress a l.jGOO o g,
~'M covado, lindos pilo de cbevres lar-
ges com iisttas de seda a '500 reis X
o covailn ; na loja das Gollumnas, "*
ra l. ce Marco ( ortr'ora do $
Crespo) n. 13, de Antonio Cortea $
de Vasconcello?.
0
0
Acabam de sahir a uz asse-
guinfce* pecas para
i
limalinda waUa d'Arditi
Ideal e realidade muito benita
phantasia pelo mcestro Cazal-
bore
Postilholimla phantasia executa-
da {com grande, applauso pela
msica allerna
Habaneras lindas dansas para-
guayas, qne tanto furor aqui tem
feito
ACABA DE PUBLICAR.SE
a collecgao de msicas dos cavallinhos para
1-5000
15000
i 5500
I 000
FLAUTA
Recebeu mais grande sortimento de mu-
sicas para piano, e piano e canto, e tambera
a opera
IL
para piano e canto, e tambera os melbores
pedacos para piano s composico do Ilus-
tre compositor brasilciro
Carlos Gomes
que-tanto furor fez na Italia, e hoje faz no
Rio de Janeiro.
A' VENDA
iwira
. A. J. dt> Azevedo
A RA DO BARAO DA VICTORIA (ANTI-,
___JjAjUA No VA N. II).
; ticcrctarja de ferro'
rJllt em casa dos importado-
re Shaw ,iWkc & C^rja da Cruz n. 4. ,
?SFrJZ^T irm 0 topeVador tetnw
de S. Franci'c, ; tan quera vende.
_____ DO
TRIUMPHO
7 Eua doQueimado 7
DE
MEIRA k BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
Anas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id>m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam-nte bordados para cama e janellas.
Croxs p ira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L3as de diversas qnalid?des, lindos goslos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, cora listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de lioho, e um grande sortimento d roupas feitas e de fazendas qu
i en/adonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnices de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rande sortimento das acreditadas e vertadeiras
Esteiras da India
. proprietario deste novo estabelecimento comraunica ao respeitavel publico
aesia cidade, e especialmente as Exmss. familiis que est liquidando por pregos bara-
iissimos as antigs fazendas que existiam necte estabelecimento, alm das que ab&ixo
J!-Tr 4H0Dadas' CUJS precos merecem toda a atUncSo do respeitavel publico que n3u
?S, d ^m Pe(lueDa qaant'a refazer-se de qualquer qualidade de fazendas que pre-
ni?" a Fre.v.me-Se lambem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
hori! nDa,a sortir-se aas do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
Darato que qoalqaer outra loja.
e claras de 240 rs. o co-
CASA
MARINIER,
Pharmaceutico privilegiado
successor
Iloulevard Sebastopol, So PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES
-liadas a Atataiit de Sdeadtt
A. MARINIER
c ao liistulo e "uepa.
lIJECA^
.ni le PauiUa, ilcvi-ida e itmciill par
lento una sottefM
Preventivo o c.ratira des MCLESTIdS C0HTA6I0SA8.
IVI'TTAD KniITn/l''0 vo1 ;n,e |,(t nm rolngio, servinda de
I \jf (, I [',[ I { ":LTI!0 SERDCA sen, os
IittfL.Uf.Uil I II ib lili) gravea incoavealeaUt de frajilidade.
ESTOJOS
Com
frajilidade.
a formi. e de rolnmc de. um Porte-Mocda
CU TE.\ DO TODO 1RATAMBNTO.
COLLYRIO Contra as allcccois das palpebras,
preparado seb a loe-ma forma.
Depositarios gcral para e BRASIL e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PEKNAMBTJCO.
' portas n. 53, ra Direita, 3 p ras n. bd,aniya\
foja do Braga
1
AlgodJosinho com 18 jardas a 2800 a
peca.
otipol5 enfestado com 12 jardas a U
e J05OO a peca.
Dito de 24 jarda a 50000 para cima.
Atoalhados de linho, e de algodao tran-
cadoi, e adamascados por preos commo-
dos.
Chitas escuras
vado para cima.
Cambraias de cores miodinhas a 240 rs.
o covado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Bales de mussulraa a 40 e 55Q00
Guardanapos de linho a 30500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 30000 com
10 palmo?.
Dito de a!god5o a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
ostamanhos.
Colchas de fusto branco de 30200 para
cima.
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a finos, a 8*3 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodo a 15500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para. sa ras prego barato.
L3azinbas trences trancadas, cora listrss
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias branca transparentes e tapa-
das de todas as qoalidades e pregos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
mnitas diversidades de cores de 320 rs.
o ccvsdo para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4000. -
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de la da Escocia a 60000.
Ditas em pega a 500 rs. o covado.
Chales de mrito lisos a 2500.
Ditos eslampados de 4500 para cima.
Camisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilhantinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lengos de cambraia de linho, e de es-
guio at o mais fino.
Lengos chinezes a 30500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 20500, mui
lo finos.
Fil hranco e preto, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
guiao.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravan.
Punhos de linho para homem a 10 o
par.
Cclarinbos de linho utos e bordados.
Grvalas prense de cores, tanto era se-
tim como em seda, ha de todos os gostes e
feitios.
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sorlimenlo de roupas feitas de todas as
qoaiidades, e feitos, para pregos commo
dos, e quem comprar porgo para negociar
ter um abatimeuto razoave!, grande sorli-
mento de casen-iras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos.
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazsr
qualquer obra a vonlade dos frpguezf s,
quer para homens ou mininos, e por me-
nos prego que qualquer outra officioa, e
para issotLOJA DO PAPAGUO acha-semu-
nida de um bom mestre tibate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabiidade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as faz. n 1
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha ro aberta d
horas da mordas s 9 oras di noute."
Francisco Teixeira Mende.
Eival sem segundo, Bival sem ssgudo
UA Di'Qrt: :,: C4.ii.isi r. 49 ra do duque de caxias n. 9
(Anliga ra do Quoimadoj
muito bom
500
1*1 0 abaixo assignado, d m te anso e?tabeleeimento, tea > em vista apresentar cmlg
- completo forln:)!-rao do ic-rrageas, miudc-zas e utilera, ;e:j resdTido mandar bn3car om *
::i diversos pernos da Europa os melbores objectos de seu .eiaiento dos fabrican-es 1
i ,pa;s .conhecidos; nelo .;e coovkla ao respe! :avel poblic) e a sens numerosos fre-nezes ^
r^ a virom se servir dos oljeetus de Min carencia, aende enconirarao per menos 10 00 do qne' ""
em utra qualquer p-rte, u:n sr-rlirrn nio comple> de machinas p;ra descarerarlsrodao 8
I do bem coobecido fabricante Cuiten- Gin k C, Sitas para costara, motores
mente grande por.;ao de fogo do ar, e recebe-se encommenda de fogos de vista, alem de um i
4i pera numero de objectos, fiue se tornara enfadonhn niimera-!>s : veuham ra Direita n 5
o, loja do Leouidas'fiio Loureiro, anliga loja do Lraga.
CASA CAUVIN a
Pharmaeeutlco privlleitiado
successor #
Sebastopol, 83. PARS.
Boulevard
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprcsenladas a Academia de Sciencias e ao Instituto de Franca.
ira faser de
4TIVA das
I |J IC P P A fl ^ forma de Pastilla, devedida e doseada
I rtO LbUMU momento urna solucrjo PREVEITIVA I CU
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
1NJECT0R-PHILTR0
Graves
do volume de um relogio, servindo
de Philtbo e Seringa sem os
inconvenientes de fragiliaade.
Con a forma, e do volume de um Porte-Moeda contendo
TODO TRATAMESTO.
COLLYRIO
BARTHOLOHEO i C
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BRASIL e PORTUGAL.
3i, ra larga do Rosario. PEItNAMBTJCO.
DAVID W. BOWIAN
EN6EBE1R0
Com fundipo
RA DO BRUM 52
Passaudo o chafariz.
Chama a attencao dos Srs. de engenho para seas acreditados machinismoa e
oom especialidade para seas vapores qoe ainda nma vez tem memorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionando Ihe h3o de fazer melhor apre-
ciado do que qoal iuer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redaccSo em seus preces; e qne
tem prompto toda a especie de macbinismo e ontros objectos para a agricultura.
PRECIOSA DESCOBERTA
CURAS U1KAVIIIIOSAS
TNICO DELSUC
Nec plus ultra
Tirando immediatamnte todas as caspas fe coceiras dos cabellos.
JDeposito
lmenle om caa do autor, Andr Dei>nc cabe;leireiro de Paris.
Ra (!e .Vlarjo (antiga Crepo) n. 7 A Io and
superiores
Contina a vender tudo
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e coi tu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas.a ba-
lo a........ 60
Caixas com seis sabone.tes de frua #000
Libras de la para bordar de todis
as cores a....... SjJOOO
Carriteis de linha Alc-xandra a. 100
Frascos com azeie para machinas 500
Gravatas de cores muito finas i 500
Grozas de boloes madepersla fi-
ssiraos a...... 500
de linha de 40G jardas a. 00
com 100 envelopes muito
a...... 000
Pents volteados para meninss a. 240
Tinteiios com tinta preta a80rs. e 00
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 20C
Frascos de oleo Philocorxo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b litos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 730
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. IdOO
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos as
nmeros a. ..... 1^800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a. ...... 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 24C
Libra de linha franceza superior
qualidade a. -..... 2420
Caixas de palito do gaz a. 00
Estou disposto a continuar a vender teda
as miudezas pelos haratisiimos pregos abai
e xo declarado?, garantindo ludo boiii e pre-
cos admirados.
120 Dnzias de paites seguranga a------ 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a..............
Rob-.nte-rheumatico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rheoma-
ticas at hoje o mais conhecido pelos seus mara-
vilhosos resaltados.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua eficacia as enfermidaie?, tosse e
sangue pela bocea, bronenites, dores e fraqueza
no peito, escrobuto e molestias de figaio, que me-
lhor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPAMA.- A celebre raiz
de marapoama, coja nergia e effieacia aas para-
lysias, intorpecimenio, etc. etc. muito je recom-
meoda.
Todos esses preparadoi se enconiramna phar-
raacia e drogara de Bartholomeu 4 C,' nico de-
posito na rna larga do Rpsario n. 34.
RAPE.
Paulo Cordero
Vende-se rap Paulo Corceiro fino viajado, en
latas, mero grosso e vioagrinho :' no deporto da
ra do Vigario b, t. i andar.
Grande pechincha.
Ricos cortes de caabraia borados cem 10 varss
i lt, alpacas e laas <\t cores a 400 e 500 rs. o
ovado : vndese oa rna do Dnaoe te Gaxias d.
19, loja de Leile, p..ntes 4 C.
OltOjie )iciro
ik.SndS se.0,P0 d.e ridno : n4 rna 1* Cadeia-ve-
Iba do Recife n. I, J andar
Frascos com ('robaboza muito fino.
Pacote^ c..m p s de arroz o me-
lhor que ha a...............
'ralhas muito as para fazer
bar a a....................
C ix de linha braO' do nz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Oixas com peonas d'aco de I erry
superiores...............
Lencos da cassa brancos e palu-
dosa .....................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado...... .
Caixas com 50 njveilos de linha
do gaz a....., .
Dnzias de meias crudS superior
qualidade a.......
Pegas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de liras bordadascom 12
metros.cada peca a 15500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linba frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias "cruas para me '
nos diversos tamanbos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto .........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartes com colxetes t carreras a
Abotoaduras para colkte diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a. .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de'papel com 20 quader-
nos ;.......
Rerraa de papel pautado super or
Resma de papel liso muito supe-
rior a ...........
320
2<
320
16C
S0(
100
7CK
40i
3 500
25000
500
500
500
40
50C
320
44500
2^000
10500
30OO
400
20
400
500
40
20000
2i0
400
10000
30600
Cal nova de Lisboa
Chegada ltimamente pelo patacho Principia :
vender Cunha Irmos 4 C, a ra da Madre de
Dos n. :Ji.
DO
GALLO VIGILANTE
itna do Crespo n. 3
Os propnetarios deste bem conhecido esafatt-
ehaent, al dos mnitns objectos que linham postos a apreciado do respeitavel pabtico, ma*-
darara vir e acabam di rece^er pi'lo itirr.o v^mr
da Europa um completo variado flD.iP c mui delicada? espMaalW.iiles, a. quzt* <-~
lao rco'vidos a vender, corno de fin c por-proc/js muito baratinhos e commodos para >-
dos, com tanto que o Gallo
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas golnlias e punnos para <*-
nhora, neste genero o que ha de niai? moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coque?.
Lindos e riquissimos enleites para cabca" da
Exmas. senhoras.
Superiores trancas i;reus e de cores com vtdn-
ibos e sem ellos; esta fazenda o que pode bavar
do melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreijeTCta,
niarfim, sndalo e osso, sendo aquelles br*BC
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias flo de Escossia para se-
nhoras, as qnaes sempre se vendern por 3O0OW
a duzia, entretanto que nos as vendemos por SOf,
alera dcstas, temos tambem grande ortiinen d
outr.is qualidades, entre as quaes algumas niua
finas.
Boas bengalas de superior canna da Ina
catlo de marflm com lindas e encantadoras Aire-
ras do mesmo-, neste genero o que d nieltw r
pode deseiar ; alera destas temos tambem gras
auantidade de outris qualidades, cnio sejam, m>-
.eira, baleia, osso, borracha, etc. ele. < te.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadma e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borzda
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 anno3 de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fir
barba; sao muito boas, e de mais a mais sic ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vea. tam-
bem asseguram^s sua qualidade e ilclicadeza.
Lmdas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para madUto apara cr'ie.
Linha muito boa de peso, irona, para ir I;.er
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, usm
como os teios para o mestrio ti:n.
Grande e variado sortimon'.o d?. melbore? fr-
furaarias e dos memores e mas naharita 'cft-
fumistas.
COI.ARKSnF.KOEB.
Elctricos magni ticos eontra as nnil--
fa^itam a denti;ao das rmaoeeBl rrimai
mos desde muito recebedorni destes pr
collares, e continuamos ret : por toam
rapares, aflq de qne nunca faitem nj a,-r-ad.
coraoj ten acontecido, aasim : .- poduric
les que dees prceisartm, vir .-. 1 Ji-pos.o .
vigilante, aonde sempre encontrarn destes
deiros collares, o 01 qnaes atteodeaD-M ao fia
Sara que :,ao applicados, se renderie com nro caa
minuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos afc|>etoa mu de xaave
declarados, aos nossos fregni. '/''(os \ vir*
comprar por procos mnilo razoaveis kja do fah*
vigsnte, rna do Craspo n. 7.
Espanadores de palha
Superiore? \ l000 : na na* do Crespo n. %
Fohinhas paraT871
Folhinbas de Pernambuco, anecdtica e religiosa
a 350 rs.
Folhinhas do Rio de Janeiro, Laemmert, Guima-
raes a oOO rs.
Aimanalc Luso Brasileiro I i.
Folhinhis de porta 160 rs
LIYR.UUA FRAXCEZA.
J cordeiro previdnti
RO do Q'HfiiKMlI' ir. flft,
Vovo e '.iirisdo sortinynti de r>f *
unas, e ocjros objectos.
Alm do completo sort.im.'no
toaras, de pe eflectivamei
loj do Cordeiro Pnv | ajad
receber mi outro 1 1 1
i ,[?. de
fj : '
eespera

1
j bar teit.
.preciadoi
Dita V; ;
Di: (i Co!
:eza,
T:a
la dos Alpes, a vi
Igieo par
oda h cea-
Cosr.
ro ag
(jop
:
.
D
ItSI I
I
1 .-,.
rento* taii'Hat i.
Sabiiet .- .
pora mcs.
Ditos transpaiui: 1 ados los > < \
tai de mcniiu-.
Ditos muito linos em caixinha para o
Caixinhas com bonitos sabonetes imita:.:
(ractai.
Ditas de madeira invernisada contando -:
aas perfumaras, muito proprias para p-.
lentes.
Ditas de papelo .gualmente boni'^a, ti*
bom de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal colorido, a t
moides novos e elegantes, com po de arr
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para Ueates.
Pos de campbora e outras dtfereau
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Remp.
Ainda utaU coques.
Um outro sortimento de coques de o*
vos e bonitos moldes com fileta de viorlae
e algnns d'elles ornados de flores e fita*
estio todos expostos i apreciadlo <'a jut*.
os pretenda comprar.
GOLLSFAS E PUNHOS BOSDADOS
Obras de muito gosto e perfeiclo.
t Tellae e Ata* para ciato.
Beiio e variado sortimento de taea obi
tos, ficxdo a boa escolha ao gosto do coe
prador.
0fi8^^SG^........
^ JoaquimRodrguesTa-
g vares de Mello,
TEM PARA VENDER
era sen e?criptorio, prac> do Corea 'Santo
n. 17 :
Fumo em foftia
de 1' e l' qualidade, e vende na na mato
fardos a vontade dos copjpraderei.
Cal de Li^bor
-, ultima cResada.
B PotassadaEussia
Farinha de uandloea. v
Vinho Bordean.
de qualidada. Todo de vende mais 1
b..r.v.o do qne era outra qualquer jarte. Jf
FIO PARA
Vndese em casada ( .ari,
la Cruz n. .


6
Diario de Fewambuco Quarla feira 26 Je Oulubro de 1870.
.:
i


GRANDE


BAZAR DO
60-RUA DA IMPEMTRIZ-60
DE
PERE1RA DA SILVA
PECWNCHAS
DO
Neste imprtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, nm grande e variado sortimento de fazendas do mais
jporado gosto e todas de primeira necessidade, que se vendem mais baratas do qne etn outra qualqoer part, visto qne os no-
tos socios desta firma, adoptaran o systema de s veoderem D1NHEIR0 ; para poderem vender pelo costo, limtando-se 3penas
a gsnharem o descont ; as peseoas que negociam em pequea esca'a nesta loja earmazetn poderio fazer os :ens sortimentos
pelos mesmos presos qne compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior ccmmodidace das Exmas. familas se daio
amostras de todas as (azendas, ou Ibes levam em suas casas para escotberem.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS. GROSDENAPLES PRETOS
Cbegou para o Bazar da Povio um gran- Chegoo pura o Bazar do Pavo anl gran-
de sortiminto dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdeoaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qne tem vmdo ao mercado, que se
que se vendem de iOd'OO al 2060CO o *eo'dem de 16600 at 50000 o covado ;
par, assim como o melbor damasco cem 8 s3o todoa muito em conta.
palmos de largara a mitacio de damasco MANrELLETES DE FILO
de seda, proprias para colchas, e propria- No Baiv do Pavao vende-se modernissi-
mente colchas de damasco, send< os melno- mos mantelletes ou basqonas de fil preto,
res e mais bonitas que tem vindo ao mer- m laco, pelo barato prego de 100000 ca-
da nm, barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQOES.
No Bazar do Pavao vend-se o melbor al-
20 Ra da Imperatfiz 20
aba de ehegar para a loja de fazendas Inas
f minada L Tille d Paris, nm grandesorti-
mento de fazendas finas, como sejam : cortes de
poil de chevre com listras escocesas de urna e dna
salas o que ha de mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadme?, lias escocesas, alpacas,
bareges, ete., etc., e nm completo sortimento de
chitas, madapolSes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e onlras umitas
fazendas, ludo do que ha de melhor neste merca-
do, que tudo se vendar o mais larato possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo qne qnlier
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
sua proteccao. Manda-?e levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas qne nos pe-
direm.
20-RUA DA LMPERATRIZ-20
Fsrl & Lesaa.
-w
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a nltima chegada ao
mercado, por prego rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos ra do Commercio n. 13.
A
cado.
TAPETES
Cbegou para o Bazar do Pavao o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do que em outra qualqoer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Baar do Pavao encontra-
r o respeiuvel publico nm grande sorti-
meoto de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas com peitos d'algodo e delinbo,
para lodos os precos e qua'idades.
Ceru'.las de linho e algodao.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Cal?as de briin branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
collctes guaes
De tolas estas roupas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
nm perito
ALFAIATE
Por quem re manda fazer com prestesa
e aceio qaalquer peca de obra a capricho
ou go^to do freguez, tendo n'este importan-
te estab-lecimento todas as qualidades le
panno tim, as melbores e mais moder-
nas casemira1', assim como os melbores brins,
qur braocos, qur de cor; e qoanio qual-
quer ora nao ficar ioteirame te ao gosto
dos fregoezes fia por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotii'ient de chaces de merino de cores
multo oras com pairos muit'j decantes
para qualquer orna senhora usar, ditos de
crpi n c,ji listas de seda o mais fino e
moderno que tem viado ao mrcalo, e vun-
le-se por proco muw em oonti.
TOALHAS A 75300
No Ba;:;.r do Pavo fez se urna grande
jomara de toaltias alcocaoadas, proprias
para rosto, bast.nte encorpadas e grand. s,
que sempre se venderam a 1126000, e li-
qnidam-si a 7'.500 a duzia^ou a 640 rs.
;ada una, boa pech'racba.
CORTES DE CHITA
a3$L'<0 a 35840
34620 36520
36840 35200
o B zar io Pavo vende-se cortes d fi-
lis-i asa cbita^ com padres claros e escu-
ras, Indo 10.11 e 12 covidos; sendo fi-
zend- que va'e muitj mais riiobeiro e liqui-
da se pi 1 > preco acim para acabar, na ra
da Imp iratriz n. 60 Bazar do Pava.
BHINS DE CORES A 2551-0 e 35500
Vrn tem-se modernissimos brins de linho
de cor com as cores fixa*. sendo o co te
le cal i a .'55 JO e 355-0 eemvara a 15' 0)
e 16600, -i pecbiBCbs, no Bazar do Pavj rui
da I i' iz n. 6o.
RPiNHS BSUNCOS A 3 5000
No Ua.;ir >io Pavo vendem-3e eorpionos
deci'innij bran:,s borda los, sendo fazen-
da que ie jre se veideu a 85 00 e 105
e li |iii' ->e a 35030 por es'arem ura
pou i il miados, pee .incba, na ra d.\
tapi1! i. O
FU OES DE COR E BRANCOS
Vft i le se fiuoit is fastSel brancas e de
cores, i ros p^ra vestido-, e renpas le
meniMi--, i ido de cores a 800 ris o cova-
PAVAO
Ra ca Imperatriz 60.
rara vcucler depresta
LINDAS JAPONKZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Cbegou nm elegante sortimento de ias-
godaoiiDho a^rfea nfestado para""len- Qas do **$*>, com padres de seda e de
ce, tendo Uso e entrancado por preco muii0 boa qolJde. que se vendem ^
muito barato. ^ rs- c^'ado. E pecbincha, no Bazar
ESPARTILHO. do ^a^3 raa' da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pavo recebe'u-se nmelegan- pocpkunas do japo a 15600 o covado.
te sorttmento dos mais modernos e melho-1 a. Cbegou um elegante sortimento de lia-
res espartilbos, que se vendem por preco diss>mas ponpelmas Jiponezas, com os
omito em conta ma,s delicados gostos, tendo nwto lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com lisirinhasde seda, seno esU nova
O Bazar do Pavo recebeu um grande fe^a faasi da largura da chita france-
sortimento dos melbores pannos de croch, vende-se pelo barato pre^o de 156C0
proprios para cadeiras de balanco eos, I cada covado, no Bazar do f
piauos, tamboretes e al proprios para cu-
brir almtfadas e pratos; vendendo-se por
menos do qne em qualquer paite.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vende-se sa>eror
bramante d'algodo com 10 palcos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds hnhodo porto com 3 !/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como umg ande
sortimento de H.mburgo ou cregueilas le
todos os nmeros, preces oa qualidades,
que se vendem mais barato do que en ou-
tra qnslqner pirtd ; aproveilem-
ATOALHA'JOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalhadi-i trancado, com 3 palmos de larga-
ra a 15600 o metro, dito cado o melbor que tem vmdo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 455< 0.
No Bazir do Pa>o vende-se bmitoscor
tes inlianos com duas saias pelo bara-
tsimo preco de 455 >0 ca ia om, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No 3az< r do Pavo veiie-sj const.nt-
mente o meihor sortima.to de fazenda
pretas para luto, como sejam :
La>innas ret3s lisas.
Cassas pretas le Ha.
Cassas pretas, fraacezas e inglezas, lisas
e com sa'pico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas gretas lisas.
Ditis tavradas com branca."
Merinos, cauto s, bjmbazinas, qae so
vendem maisbarat) do qae em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Javo V3ndem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pun !a, pelo bara-
to preco ;le 6c00i cada um
PEHICNC1IA EM CAMBBAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 850i 0.
Vende-se uio explendilo sortimento de
lissimas cambraias victorias, por prego*
mais baratas do que em outra qualquer
pane, -eido cada pega 10 jardas a 55. 65,
65500 e 753.0, nissiraasa 85900 ; tolas
esa^ camoraas valem miito m-is dinheiro
e liquida n-se por este prego em relaco a
orna aranJe cupra que se fez no Baza-
do Pavi.
BABADlMI )S
No Bzar do Pavao vende-se um grande
sornment d s tois lin >s babadinb)S brda-
los tapados e transparentes, assim como
uma grande porco de entr mj.03 largos e
estreitos, qire para acabar -e vende mnit"
em coala e mais barato do que em ootra
pial juer paite.
SE.INSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo v-nde-sj ura soriime'i-
do e I r. neos, a 400 "e 640 ris, pe- completo dos uel i res selins e ^ros-le-
chincha, n i Bazar do Pava.) ra di Impe-
ratriz D.
CHITAS BARATAS
I I ris.
a :'> res.
a uO reis.
v>ii' ni-:-1, chitas largas ciai moito bons
parn > >s i-r-sOit?, pe) barat prego de
209 -.vado ; cortes das mes nas cora
10 i i 250 'O, pachincha, no Bazar
do Pi
H C\SS\S DO PAVO
(>).. lo i 2iiO ri?.
i i,<\ res.
a UM ris,
1 ,-H ounias cissas de cores miu-
dio >araio prego le 200 ron o c
lap'es de todas as cor. s, que se vendem
uuito em cou'a.
TOALHAS.
Vende-se toa basco Porto com labyrirttbo,
pr. p as para rosto, no Biar do Pavo
ni di Imperalr'Z o. 60.
Colchas braces 3)2H, ;i.;<500e 75CO0.
Pa a o Bazar do PavJ chtgoa um grande
sort i t-n'o das melhore colctias i.retas,
sen'.o dasr^meibi rus e ais 3ncor a las q'.ie
t-iii vindo 75-J" '. diti um ,uco mais
buxa 35500 e lias 35200; tamb-ra no
iueMno esiabei^ci i e i u. se vende um gran ie
orii ueoto d ciiones e chita* proprias
p r-i tMchat que su eniem noitoeincM. U.
Sedas de qiiailiinh s a i;ylM) ao cafado
v.-iidrt-se m eiH^.'nte sur tinento de sedas
do Pavo ra da Ira- di ij >a'l jiiho, cora Hu >ouas ties,.para
H-ii'ios e roupa< i", meninos, e vndese
vad i ar oazera
per^i' i 60
PA.VNOS PARA SAI AS A UOOO, O METRO.
2en
com
a lar
saia
net
iie
dada
ce
bar
e i.
ted
V
Imct
di Pavo ven iw-je bomtt fa-
< 'corpada para saias, sendo
11 6 jre^as le un h i \ ao io
f^7e da o comp:i unto a
t[ i e u e fazer com 3 ou 3 l|2
u e-se a 15, 1A28) e 1J> )\
on'ipm n i me-rao esta e c
u e bonii.. sai t
i lairo p li noa, ita i
^ ja p m a, ama c- >i
S da me* o fi lld:i .i i
ras borda Mi ele O ,
iern e bara >.
;arnalija.
a rba tSD '- <-, oa io..
IO. Bazar d Pao.
a l->80 cala ciado: pecbincha no
B-1Z1 d P'^o
.Vid-,olio eofsiailo i peci 35 Veo S' pee s 14 ra l p W i c fe4' in.
ten o 12 ja-das.-. p e-i 5> Oe 355H''.
o 1
Ira
r
uinch,
A Til o. n",
HALK
es 'f'O
'.rale>
B..ar do Pivi ra da
E HKNDA.
p un
i. ;ii; i 2000.
I -g ^ g- ,i,i h.q'io de chales
- ren l sendo ^preto-
re i i ot;,.s f /. o i '| .'iiorn-8H v-n-
i! i a 55 I' H i l e i r0 cada um.
. 11 no ; '. i
i t o. 6 .
i-.lo, a roa da
AS POUPELINAS DO PAVO A 25000, O COVADO.
Cbegou para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais tnodernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, qne se
vendem pelo baratsimo preco de 25000
cada um covado, assim como ditas* com
gof tos escossezes a 25400, pecbiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25000
Chegou uneleganta sortimento de boni-
tas sedas de listfinbas, com as cores mais no
vas qua tem viaio aa mercado e veudem-se
a 25000 o covado, ca ra da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 NESTIDOS-PECHINCHA ADMI-
RA VEL.
a 250:0, a 25000.
a 25500. a 25500.
a 25000. a 25*00,
S5 no Bazsr do Javo.
Vende-se botitissimos cortes de vestidos
de pbantasia cora liados gostos, sendo f zen-
das traparenies com delicados bordados e
listras que a nao ser uro grande pecbin-
cha qt.e se fez na compra serla para moito
mais dinbei.o, e liquida-so a 25 e 2550 ,
unicameno no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se drii adas lasrahas transpa en
tes com lislr'nbas miudiohas, imitago di-
urna s cor e muito brilnantes, pelo bara-
t ssimo preco de 400 rs. o covado, no Ba-
zar 'o Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-se delicadas lasianas com liff*
r-entes gosto peo h-r^to preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven le-se um bonito sortimjnto de (mis-
simas alpzc s brancas lavrada-, imitaco
de seda, proprias p?ra vestidos de baile cu
;asamentos no Bzar ao Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 610 RS,
Vende-se um grande sonimento de lir-
dss alpacas la-ra-ias de4odas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 610
e a mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Vei de-si as mais li idas e moderaas laa-
sinbas i n bar gas de qua Irinhos, proprios
para vestidos, tendo qua-i largura de cbita
rsnci-za. e 1 quida se a 40.r3. o coradOi
no B zar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos memos de orna s
cor com cores mui o proprios para vestido
e roupas pi a ruancas por ser uma fazen-
da d-i pura la o muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pa5o.
GLACS A 15>J00 PARA VESTIDOS. {
Vende-se um eleg nte sortimento de.>ta
nova fazenda drnomi ada glacs sendo Orna
fazendi de la muito larga e com deica-
dissunas cores, tendo tanto brilho como a
seda e veode-se pelo barato preco de 5,
Civado, no Bi/.ar da Pavo. i
CASEMIRS A 75000
Vendem-se c rtes o ca-emira ingleza de
cues para calos sendo fizend* que vale
ujui'o m;i; di hero e liquida-se a 75000
o ectede calca, no B^zar do Pava a ra
la Ira .erat 'Z n. 60.
brande pechincha em cambraias transpa-
rentss a 45, 55,65,85, b 105000
Vwde-se finissiuia.camb aias suissas, di
mmta phratasia, tendo 9 varas a 85f>0U e
10500; itas bi-:o -i.nl 10 jardas fazen-
da moito ina a 55, 65 a 75000. Ditas r-
nissm.is azul 'diabas, qae v lem muito mais
iiube.ru, 5 t Iu5 'U : t nas ests cara-
o-ras, era relaja a quah la e, pelos pre-
Co> ao oa s > rais baratas do que era oa-
ir^ i|ii;il juer pane, no Bazr doP-v-
CAMBRAIA ALLEAA C0 8 PALMOS E LAR-
UItA A 14600, 2* E 2*500.
Ven e->e Bnug n cambraia brauca irn
pa ente cora 8 palmos de lardar <, qo1 fac
lia fazm-se ..m ve,tito apenas d-m 4
aras e li luida so a 1.1600, ;5 e 25500 *
vara fa eoda io- v le OWQO mais Oiuuiro.
E pechi cIm -o Ba'ar d Pai.
CA.mBR.IA TRA.NSPARENrE
P?ga a 45'u0
Vend>se muiw Boas pecas de cambraias
brancas trasparentes, l*ilo8 l| arasca-
la p-ga e com ura vara o'e largura a 45.
peed ucia, oo Bazur di Pa\ i
A' ra da Imperatriz
n. 60.
A ra do Duque de Caxias n 21
(ASTIGA RA DO QUEMADO)
Reeebeo # segulnte :
Epelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charnteiras e porteigarros de muita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vaslas para costara com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal dt
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre ejles os miraosoi telegraphistas.
Commodo3 toucadores com duas gavetas e Dom
espelho.
Port bouqaet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitns qualidades.
Bons talheres para criancas.
Vostnarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meias
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonete para meninas
meninas.
Contra as eonvulsoes nas
. criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, ra do Duque de Caxias n. 21.
PARA.TINGIR CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova E3pe
ranea a verdadeira linta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, lem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA EBFEJTAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, ru
do Duque de Caxias ti. 21.
PARA AMACIAR E A FORMSE AR A PELLE
tem a Nova Esperanca ws sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAMr
Poqos instant&neos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na na Nova n. 28, Toja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
Qaando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientiflear ae respeitavel pikheo
geral, e em particular a sna boa regnezia, da immensidade de objectos que nftunmsa-
te tm recebido, jnstamebte'qnando ella menos o pode fazer e porque essa falta ijWfr
lnntaria ella confa e espera na benevoleicia de todos qne iu'a attendero e relevarlo,
continnando portanto a dirigirem-se a tm conhecida leja da AGUIA BRANCA rea de
Qneimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridad* e
qualidades, modicidade em precos e o sea nnnea desmenttido AGRADO E SINCERIDAD!.
Do qne cima Sea dito se conhce que o tempo de qne* a AGUIA BRANCA pode
disp-, empregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aqoefle qie a
honram proenrando prover-se em dita loja do qne necessilam, entretanto sen enuoR
rar os objectos'qne por sna natureza slo mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
cari aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, cea*
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Loques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nao massar o prebn-
dente se lhe apresentar o qne poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Gnipnre branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costomes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisador.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados, enancas
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constfnte sortimento de dita,
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos enm pos de arroz e pinsel.
CaixinhES com ditos aromticos.
Bonitos e molernos peales doorados pa-
ra circular o c qne.
Bonitos brincos de plaqno.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesonras para frisar babadmbos.
Aspas para balo. .
Novos stereoscdpos com 48 vistas, m
quaes sao movidas por um machinan
urnas substitnem as outras.
Vistas para stereescopos.
Bonitas caixinhas devidro enfeitados coa
pedras.
Ditas de madeira envernisada con vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para briuquedo de
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Diversos objectos de porcelana, proprio
para enfeites de mesa e de lapiohas.
f
S3
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nicheroy.
Uaico deposito em Pernarabaco caes da alfac-
lega ve! ha n. 2. 1 anda._____________________
Especialidades.
Continuam a acharso a vpnda na ra Dirrila
boiica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios d veame, e otitros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como os sarapes de co-
deiqa de Berth, de rbano iodado, de odareto de
ferro de Blancard e as pilulas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable.
ligital de Labi.llony, punas on confeitos de bis-
mutho de Chcvrier", e outras medicamentos cuja
proQeiencia quando emprernns nas doenens das
vLis respiratorias nas dores rheumaticas, na
amarellidSo, na falta completa ou irregularidad?
le mensftuo, nas diarrhas, doenca< do coraco
i do estmago, tem sido e iiier>n'.sstavel, em
v sU do3 beneilcos resultados das experiraentacoes
*\m como das pillas denominadas bravioM ia-
cmparaveis em sua eficacia nos acomraettimen-
ws febris ou seo.s ; i tin lo l?;nbem na mesma
;asa, alm de safamiento quaniidade de drogas.
irn nao pequeo sortimento ds tintas, oleo de li-
nbaga e pincis, que se vendem por menos do qo>
ura ontra Darte.
N. 3 A RlIA DO CABUGA i\. 3 A.
0
CO
Com este titnlo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel pablico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perol as, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos qne seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualqoer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
nHMNN
m
i
s
Mi
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RARA
ATTENCAO
0
l
> IV i W ) l l
[ n/t s a. 60, estV coastantemeafce aberto
&i& 6 litj.Ms l. iitni\. ts 9 di noute.
MACHIMAS PAR
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova t>. 2carneiro
viannaum completo sortimemo de ma-
chi jas para costura, dos autores mais co-
niit'cidus, as quaes esto em esposico no
misino Bazar, garantindos-e a sua boa qu i-
lidade, e tambem ensina-se cora perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
li i igtiaes no sen trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sua perfeico tai
como da melhor costoreira de Paris. Apre-
slitaoa-se trabalhos executados pelas m-s-
mas, que muito devera agradar aos preien
d entes.
6|
s a
js,
Lourenc Pfreira A'endes Guimare?, participa a todos os sera devedore
tanto da praca como do mato, que estando l qoidand) suas casas commfrciaes. o qne
deve fazer at o fim do correte anuo, por Isso roga a todos os seus devedrrw a viren
saldar seus dbitos o mais breve po-sivel; outro sim, declara aos seos devedore, qae
os qua rao estiverem na loja tem de oear todos os seus dbitos, probando i*to se lar
o ^batimento que fjr preciso para a liqodac" de suas dividas, jara isto poderio di-
rigir-se roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-fe crtPS de castores para calcas, bales de arcos a 14O0O.
3.500 rs. Cortes de brins de corps a Ve^de-se bi^s de 5 a 3Jarcos a ^f
loOO; cortes arg^s para calcas a 10, e 155 cada um. Crts de cssas em
ppela 2^501 jada ac, para liqu Ir.
BraiBant? de linho e a'g Dio cem 10 pal-
mos de largura o 1681)0 o metro,
--an o de linho a 760.
Vende-se bra ame de 10 pal o s de lar-
aura pro ,ri" para leoces a 2J8:)Oo metro.
Lencas de ^:i i a 80 l rs.
Vende-se u.oa j'tc de lencos de seda
a 800 rs. cadi ^ra.
Chales r> cssi a IjOOO.
Vende-se urna gr.-noe [rgio de chales
de cassa a 140 k enda im, para liquidar.
Kusiao a 360 rs.
Ven^e-se fus'' de cores pira restados
a 360 rs o c vado.
Algodo nf sa lo a 900 rs.
Vend-se l.'-do entestado p*ra leocs
e trana a 900 rs. o maro, oita transa-
do a I20 > sx ir-.
Chales de meia4 estampadas a 2090.
Veniie se cn.de* oe bTid estam atas
a barras a $'>0Q e 3 pira ac:.bar
Gr.m 1e p re o d r-1 Ihos.
Vtnle-sn grande- p irc/n tie i e/al aost de
cassas e cniUs a 240 rs. o cova io.
cutes de casemiras preta para calcas a
3^500, 4,5,5;5e6;O0O.
Cortes de ct-il Vende-se curtes de chitas para vestkos
a2*50J. Ditos de cas-a para vesid a
i 26501).
Pedia'ha a 45000.
Vende-se pecas de alg do a 4#,
e 700;.
Para liquidar a 3;:J09.
Pe?a>de madapjin com 12 jsrd^
j^oOO. Ditas le'lito cora 24 jardas a
05, 6^500, 76, 84 e !)60 '0.
LIQUIDAQO.
Pecas de a'g o si .oo da listra probrio
para ronpas ce e-cravos o m 42 jarda i
66800 e covado trio r<. pira liquidar.
Chitas escaras para vestidos a 280,
e 369 r?. o cova lo.
Para cjlnr.
Vende-se pec^s ie c-mbraias victoria
nas a 66, :6Ou e 76000.
E' muito barato.
Colarinhos de papel a 240 rs. a dutia.
Cortinados p. ra janellas a 56000.
Vende-se cortraa os p*ia ja.-ellas al 5-J
o nar. Brim pardo li>o para calca de er-
v'c-o a 500 rs o metro.
Cines oe percales 66000.
Veniie-se cortes .de pe-cales d
saias de bon'ras barras a 66000.
C erta-. de olma.
Vende-se a I6>0>, litas lina? a 245* i0-.
m
i.
E' BARATO
Pira acabar.
Tarlatana a .120 rs. o metro, meian para ppnhora
a ioOO a dnzii, lencos branco abanhait<* a
14600, H, :>00 o 3JO0O a 4mia, dit hrarie -
grandes abanhadu a 3S, 3S500 ej a dinit, na-
iMpolo fraocez cora 20 vaias a pe*}* a 64, cam-
braias de cores a 220 9 40 rs. <> uuvadu, el'i'ai
escuras a 200, 240 e 260 rs. o Covad senm Tan-
cado proprio para vestido, fazen^.i nova, i M) a,
i covado alpacas de cores a 400 rs. o cova<]o,
cambraia- brancas a 3, 34300, 44S00, 5*, j e
74, alsodo de lista proprio para roupa de e&cra-
vos a 160 rs. e covado, cortes de lia com 14 ca-
vados a 34, chales de merino estampados a 34300:
na ra do Oaque de Casias, antiga do Queimado
numero 29.
A tota p^ oa porta
Roopa :e ta en ontraro
Por pr-cintio raioafel
To A SABER :
liquiiafi ranpi *
Vente-se pai ii.tta d<' r
proprio para amla-.^m si a
o- d-* ganga ;i -5000
i sumir a 3 000 : ortos
d
l.J 00 ; di.
ditos era ca-
de a paca dd cor
ditas eocsinada* e ..,lamas ;i 'a^ a 363 00,
litas forradas 56000.
Gangas ara cica* a 280 o evado. a 33510 o 46 0): duos de l"' J
Bri.u de listra ao lado para Calcas a 4?0 pre.o U, 85 a IO*000 } *'" ?
rs. o catado. mir.s di ,, ^ a 8- o ; co lete.
Lingos trancos a WOO a diiua, jari li- d^ cassiaeta. de e ra-,
quiSar; gnnde wrala di) mantas lira arios datq.aiiriaoi
kraatas a |0n rs. cada non para liquiflac simias te c-res
Cassas (raaaas a 280 rs
Vonde-.*e cass.is fran eza'. paia vest
a ^8 e t h. o covado.
Oivandys e cores para estido* a
e 640 o cova lo.
A nacas de cores para venidos a
610 rs. o coalo.
Lasinbas para vestidos a 329, 400 e
rs. o cova lo.
,'l)'); di sda l-
2.>H)0, 35 8 460OO.
; Cicas u< p rae*c"vw a X(M rs.; tom
djS1deg0la...ar.0 yjfftf* *2
del.ri.n par-ut I -rO.!I* e i *' ,-
400: ns de d.t, :. eu da bono ** m
dita^decasa ir s de cores a 5 ,61 T
e e 86 O ; i.'jw* de caita a t ,0- ; a
us do Udi..si..h .r pras.i..ra o afl
q!vi-., por s*r f ni* forj ;
de as-so ioa 1=.60 rs. P ra I |u,dir
O pnp-ietario da loja denominado Arara, de-; ara a., i
rQ-,3J .,n ..a .-.i.... o... ii/i ..lSn. o.r 'S'o quem ]
rrS(.eitavel publ
seus freznezes que et coocluindo sua liqjidatio, por a^o qu
boas fazendas por pouco linhiro teoha| a uendale de dii
172, desde as 6 Doras da maoha as 9 da aoote.
da
a.



Diario de Perriambuco Quarta feira 6 de Outubro de. 1870.
, .HIlfllfH.7
tnrn^rrP^C,'dnr.'a1b9leCmpn!l arha'se ""Intrnenle h orlido, em viude das
JS^ttztt&sa*fraDCeie3'dos arti^abai-m-io-
CALCADO FIMWCEZ
Kotlnas para enhoras e meninas.
Rutinas pretas, brancas e de umitas outras cores surtidas e bonitas, do nltuno gos-
lo da moda, e a preeos mais baratos do que em outras partes.
o Bot,nas pa-a tromens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, da? melhores fabricas e e.-colbdas.
Bolas e peraeiras russsaaas.
tro e bierro.* 9Vf^ P* mantar,a' das nelbores qualidades, de couro da Rosta, lus-
T?na1pa, -fa.K^TO5fiB?'* *CM-
., ,. W !los de lastro para horneas.
Sapatos de ntrala ba.xa de couro de lustro com salto, de mnito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
para J^^^JSS S% <* ** ^ <"l,fc*" e **
Zapatos de tpete.
PERFUMARIAS
Excelienrcs extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavando, den-
trflce,-,.,,, te beles, tintura para cabellos, pomada angroise para b godes, pos de
MTOi etc., tudoMu d-p:ia>ira qualMr.de, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubn
luinquilharias

bnete n!^,.^1*61,1'1"! d ^'do fabricante Joutd, espelhns para sallas, quartos e a-
de hfva hrtn, ^hKyk"' l,:quCS par senhoras e Para menit^. ^ridores
J / ,' b IDw' Pu'ceiras, bntoes, corrent-'s e chaves de relogios e trancelins tndide
2&J% COn;CteS e brnCS de plai TZ^itl 5 nCameBte *"*" e aadas com lindas pessas de nWicaaS
ver 5o4ie*X *ZZZT% c,3ixi0'ia-\f0!n viJro de augmento para Kament
Je^J^S^dTvnt^^ de l-hautas.a para toilettes, holsinhas e cestinbas
nn('r!;.r e ae vimes para braco de meninas, e senhoras, dita para costuras ne-
siiSffS asaSarfeaft fes
nucas de lia, carrinhos da 3 e4 2daSS?'lSS. I'^f8 cnan?3s> s*Pa"M
M 0^ culinarias de 4SiSC&2EH ffiK MZS ffS '
83339331)93 G>&@a 638031393
jeaeros 5 8*8. r5iK SSC? E? *a ***- *
NOVIDADE.
nteiro rn.isaV i-r^zes n.42, eflorece por di-
Sor rMl?i,^Z-,de ?e,hor ha no raercad0-
peloaEvJormmS d0 *ene *WP
fe^mB^a*
verd..(!eira '
propria a 320 rs.
velas stearinas a 640 o maco
Emilias franceas e portuguezas.
viuno de todas as qualidad
Carn; do sertio mnito nova e cordu
Saccas com milho a 4^000
o kilo60'3' C aromatco 9abao de fam" a a 500 rs
on4f dnrr/l'iUlla ''ana'v.nda de conji
vp'.'a a 320 is o maco de urna libra.
Covado a 160 rs.
Cambf aia francea para vestido coa
loqoe, covado 160 rs.
Dita dita dita, covado 3i0. 400 e 800
Chitas escuras, covado 280, 320 e 360 rs
La para vestido, covado a 200, 240 >oo
Alpaca de lisias, alia nevldade^ y j. ,
CambraJas brancas victorias e iran*ai*iitf;
peca 3f a 12.
Algod o e tnadapola 1, peca 5f a 105.
Molkines, lazeada n->va ara caira, rirtt .-. :<.
Cortes de volido.-, brance ctm barra A cor
cortea 2j.
Saias bordadas, grande pechinrha. a 2j eitftot
Sootembarques de alpaca a 1*500 e 2*.
Na loja Flor da B>a-vi _________rua^dalmjieratri7. o. 18.
Fogao de paent^T
Vende-se em casa dns importad-res Sbav
llawkes & C, ra da Crnr. n. 4.
Parinha de mandroca de Sant^
Catharina.
Ha para vender da muito nov e sope-I
rwr cnegada recentemente pele patacho
rabe e barca Santa Marta, por prego com-
ino'o, a berdo dos refer ios navios fondea-
dos derrnte do irapehe do Exm. Barao
do Livramento, ou ent3o pira tratar cot
Joaq.nm Jos Gongalves Beluao, no seo es-
cr.ptorio a na do Coromercio n. 17.
Doc-s, fructas e flores
Roa da Cruz n. 13
Sorvete lodetesdJas, das 11 horas m diante,
tendo as tergas-feiras, quartas e sabbados de
creme.
Parinha demandioc: da Babia.
Tero para vendar muito nova o superi r
em saccas, a prego mais -commodo do qa
em outr.i qualqaer parte : Jmqa i .s
Goncalves Beltrao, no seu escripturio rua
do Comn ercio n. 17.
b
O verdadeiro portland. S se veniW- na roa d.
Madre de Dos r. 2. armaiom d Jlo Uarttas fe
narro
R
Granee reuniao!
u o Imperado- 11. 28, ar-
i-M
M
1^
fiH..nH Di$o em eral oue oobium a vHta-lo
|rSrd^,^.O6pre5O3baral0S<- 'i,.....^pSaerToV ^5^]
NAO HA. MAIS CABjK&OSHjIaKCJOS
, u a v lintUr-a ?!Jeza Para Ungir os cabellu8 da ClbeCa e da barba foia nica admit-
tida hxpostra rJatoersal, por ter sido reconhecida superior s todas as prepar--coes
ate boje existentes, sem alterar a saade. Vende-se a imo cada frasco na
Ra da Cadeia n. 51 i anclar.
?Iova loja de jcias
BA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Slanoel da Cunha Saldanha & C.
^ m,nt4wa,dt!3bri'-3est8, es,.abeltCineto de joias, o qual tem grande, sorti-
mento de todas as jotas de ultimo gosto, as qaaes vender o mais barato.pos- 2
si ve.. r o^'-
38 ,Todasf Jias,sero garantidas ooro de lei, pois os seus donos tendo em ,"5
^ vista so adquirir fregaezia nao olvidaro, vender bom e por preces os mais
*^ razoa veis possiveis. v
, Convid-a-se o publico a vir a este esabelecimento, certo de q e ficar
^ V MO DE OBO BA DO CABUC.4. N. 9 A
ir azem do Campes.
Como so e,; aproximando o tempo d>s regat-
les, o p'oprieario deste estabelecimenlo tem se
esmerado em faser reunir em seu arniazem um
completo e variadi^simo sortimento dj gneros
alimentci s.
Ro se prnpSo a descrever nominalrainte todos
os penerns ctmtfdos em seu armazem por se tor-
nar de mai> ciifadouho.
Qaraate somente, que sua norma de ha mnito
lempo ,',ndrr piio por pao e queijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que recebeu
de sua espe-.'ial encommenda urna facturi de cha-
rutos superiores de S. Flix da Baha, da.; seguin-
tes marcas : exposico, marquezes, normas, ama-
dores e paragna-sumos.
Venham todas as despensas dos arrabaldes e ci-
dade suprir-se de gneros d* primeira ((iialidaie.
Bom e barato, na ra
do Crespo n. 20,
Vende-se chitas escuras e efsfM a 200 e 240
rs. o cavado, algodio maclado, 4 aahBM te f,.
rara, a W rs.. covado, peca.- de slfudfadi 10
jardas a .5. madap-i.'ao a j a peer, caabr
lisas a 3800, a'oalhado de dnaslarcom a2KK<
a vara lencos de seda da li;a a U80: na
do bmlherror.
Para oflfertas!
, Latas com superior d.ice scc.-.j, erd-, ,.....
liman e mangaba, tambem existe oee d- c i;
calda, eludo se vendo por preco- nKaos : m
ra do Bom taras n. 36, antisa rea .la Crnr, i
bairro do Reeife.

)
)



;/



rt
VERDADEIRAS
PILULASoeBLANCARD
COM IODURETO DO FERRO INALTRAVEL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do lodo et do farro, convem especialmente as Airorrm*
FArLT/^nVRS' JSSJ5? PrnCp0,a ET* *PSS* e CLmnos^casos de
ih. 1%J: ? J?EA!em l^Prec'saREAGiR sobre o sangue seja para-restituir
Ibe a sua riqueza e abundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico.
n. B. o odareio de ferro impuro on Iterado um medicamento infiel, y s
irritante. Como prova de pureza e de antliencidade das wdadeiraa W- S)/
alma do Rlanrard, deve-se exigir nosso ello e pr*t* reactiva t^/oant
nosso raa, aqu reproduzid, qu aj ha na parto inferior de um
rotula verde. Deve-sa desconfiar das faliificacoi.
kaehan-e ea jadl aa pharairelaa. PharmaeeuHec, ma Bonaparte, 40, Parto
Vndese superior farinha de mandiot em sac-
eos grandes : no e-criptorio de Antonio Lniz de
Oiivcira Azevedo & C, ra da Cruz n. 57, pri-
icciro andar.
Vende-se urna aroi-gj de lbaros, na r.:.
mpenaln. 150 : a traisr na mesma ea Boni eburno
Charutos finos do b m conhf cidi. faorieanlej -
quii Jos dos Reii; TOade-M na ra .\ >., i.. ,
abr-a do Pereira, pflos segaintes precoz
Exp.sic3'i. m>|a ealta 3i.
Palimiras, iuau rniaa M.
! i --'j->00.
niacii -. r ta 11500.
I!'1;- I n ii.;. tari ealxa ''.
ApTOV : l : i,-| i, rlw.


be
a la
um c.' up moito elegante, e urna victoria.
Na ordetna do frrador defronte de S. Fran-
cisco ee dir qaem o dono.
DISCURSO EM APPLAUSO
a defleicao dogmtica pronunciada pelo Santo Con-
cilio do Vaticano sobre a
INFAUB1L1DADE
do Summo Pontiflce, pregado em Lisboa pelo pa-
dre Carlos J. Rademaker,
1 brochara1 000
LIVRARIA FRA.NCEZA,
Milho.
\ende-se a U a. 6 do l.rm di r
atregnezada e r) iri (I
principiante, por UrpOQc.it fo:., na biu ;
Con prador da-si- stwie lade a a!j m m trecom algum fando < leaba as precisas habilita-
Bm para dirigir o negocio ao balea.) : a iraar no
larg do Terco n. 9.
Attenpo
Vende-se a armacao e pertences da liberna n
largo do Terc n. 11, propria para qaalqtur prir -
eipiante, rednnd-)-e,ao compra 1..r a reside*-,*
do sobrado de um andar por cima da mescia ..
tratar no mesmo sobrado.
Vende-se em saceos grandes, de superior quali-
dade e muito nove, por menos preco que era outra
qualquer parte : na ra do Vigario n. 14, escrip-
torio de Jas Lopes G.
r, "T Yf?8-8*1 no cat;s de i^p.bar be, lagar d*
..'onte-Velba, pedra-mulatinha de canlaria a iaUHi
o palmo.
Farelo aT^IO ~
Vndese farelo em saceos grandes a '.' ;*'
nos armazens de Tasso Irmaos 4 C. na Va
i Jo caes do Apolo.
Vende-se um sobrado de nm andar em Ife-
Aeribe junio a ponte com muios commodos, t
mais de dous -mil palmos de ierra para reta
cora frente para a estrada e fundo para o ri
napracada Bja-vistan. 6.
A 8k0O
Vende Joaquim Jos Ramos : na ma da Cruz
o. 8. 1 andar
Vende-se um boi e urna carroga : a tratar
na ma do Socego n. 31. Na mesTa casa vende-
se tambem uns terrenos no lugar denominado
Agua-Fra, logo ao passar a ponte, os quaes teem
porcao de madeira qm servem para fazer carvao
ou mesmo para lenha.
Vende-se borzeguins francezes, obra ga'p'a'l,-
muito boa, pelo diminuto preco de gj ; venta-; i
jlles, antes que se acabem : na raa da Ca ...
50 A, loja de mindezas.
Brins de Angola"
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vende-se em cass de T. Jefferies i, C. nn -
Commercio n. 46. u
160
DOS PREMIOS DA
J'B
PARTE DA LOTERA CONCEDA POr: LE! PROVINCIAL N. 103, A BENEFICIO DA MATRIZ DO BONITO, EXTRAHIDA EM 25 DE OUTUBRO DE 4870.
-VS. PREMS.
I -
7
11
16
21
33
24
39
43
47
56
62
72
74
73
78
84
86
83
108
27
31
37
48
49
55
87
61
62
66
71
80
87
95
99
201
2
3
8
16
21
-'
26
27
28
29
31
34
400
6
20*
61
10*
h&, PREMS.
241 6J
50
55
56 -
60
62
67 -
68 _
85 _
86 _
87
93
>4
305
12 -
20
31
33 -
35
42 5:000*
45 6|
48 _
50 _
57 -
62 _
72
73
74
79
83
92
97
410
12
20
40
41
49
54
55
63
75
77
79
8C
83
104
6*
KS. PREMS.
485 6
89
92
300
6
10
24
26
30
31
35
38
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45
60
62
67
70
82
85
87
97
NS. PREMS. RS, PREMS.
20*
di
600
13
15
16
18
20
23
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25
35
40
41
43
45
48
50
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6*
10J
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9
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18
19
24
27
28
37
38
40
41
4o
46
51
52
57
59
62
65
806
7
9
14
17
24
28
31
34
35
42
43
48
50
56
57
67
72
74
80
87
900
6
204
64
601
2
6
9
14
17
19
21
22
23
27
33
44
45
60
62
66
76
81
83
89
90
94
1000
11
13
16
19
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27
28
32
34
40
41
55
66
69
73
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77
86
93
95
1103
6*
20*
64
404
64
iNS. PEJiS.
1114
20
26
34
36
41
47
59
66
70
73
76
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1204
11
14
16
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25
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35
36
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39
40
58
61
64
75
76
93
96
97
1302
5
7
10
25
3)
38
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42
40
-XS. PREMS.
ns. p;;ems.
64 1351 65
-".2
56
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1005 92 _
64 97 __
1404 __
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12
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27
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31 105
38 64
40 404
43 64
44
47 _
' 48
54
56
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G9
71 .
74
104 81
64 90
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64 98
1501
8
14
17
25 20*
32 64
39> -_
43
47 _
48 _
___ f
1554 204 1772
61 64 78
62 81
66 87
67 __ 1802
68 __ 5
70 __ 10
73 15
73 16
79 18
81 26
87 27
89 32
93 36
94 37
1610 40
14 -r- 45
16 47
19 104 57
30 64 65
36 84
41 95
44 96
45 1900
92 20
n :-. 23
58 --- 24
' 68 25
61 -- 27
76 --- 29
PO 31
97 1*02 1004 42 48
8 9 64 49
60
10 18 29 v 54 59 60
32 67
35 68
H 37 40 44 76 Bf B3
60X 67 DO 96 Ofl
NS. PREMS.
64
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
104
64
204
64
1999
2003
12
15
17
18
19
24
29
33
35
40
45
48
49
58
59
62
.63
71
75
89
92
93
2105
6
11
12
13
18
21
25
3fl
38
54
60
69
71
88
91
93
6
97
99 \
2200
3

2210
12
17
20
25
34
35
40
43
56
58
60
63
69
71
74
78
80
88
90
99
2300
3
12
17
18
24
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31
33
38
44
45
47
40
51
54
58
60
66
71
77
79
87
91
2404
64
104
64
104
44
2109
11
26
29
30
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48
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61
67
71
79
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89
94
97
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2
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32
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43
64
NS. PREMS. NS. PREMS.

2644 64 2817
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53 28
56 29
63 34
64 104 36
65 65 39
66 __ 41
68 53
69 __ 55
71 _ 57
73 69
77 __ 74
82 84
84 _ 89
93 __ 93
96 94
2704 ^i 2900
6 __ 4
8 __ 13
10 _ 27
19 _ 31
38 __ 34
39 50
42 __ 59
44 60
48 __ 69
49 70
53 73
56 74
61 - 78
63 84
64 85
6f 87
68 88
77 93
78 97
.84 3001
2800 104 12
2 64 15
4 23
6 25
8 35
9 48
11 52
1 4 57
64
204
64
104
64
404
104
64
10*
64
104
64
10#
64
3062
65
69
71
74
79
80
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84
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3111
14
17
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27
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40
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42
43
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58
59
67
75
79
88
87
94
95
3201
3
7
10
17
21
28
29
34
37
47
50
51
64
NS. PREMS.
3255 64
57
58
99
61
62 __
63 __
64
65 _
66 __
68 _
70 _
71
75 __
78 __
80
82
86
91
92
95 _
96
99
3302 404
4 64
7
14
15
18 1004
20 64
33
36
38 _
48
48
56
18
59
60
69
78
77
89
83
88
92 a

1
. i


Diaria de Pernambuco Quarta feifa 26 de Outubro de 1870



TTERATURA.
Sf.rs*o de Santo Antonio fito pelo pm>i\e
josd'almeida martins phecaoob broto, chamavam-no as vocales mais intimas
BATUIUL DE VIZEU K RECITADO POR Wi
NA CATHKWVV- DA MKSMA CIDADE NO DA
43 DE JONHOjDE 1870. .
()/f />>ceri/. r docuerit, Inc
mugais vocabitur in irjuo
ca-lorum.
S. Malh. cap 5o v. \\).
Senhores.A mxima psrtu do genero
humano passa como sombras na* evolucX-s
da historia ; apagam-se nos seculos os f:'a-
a8 vestigios da grandesa do mundo ; e os
salios Itaifetieos a1 ventera e gloria mor-
rea nos tomillos da humauidade inteira.
E de ct-rto : 0 q um tbrono na i>re-
senga do Eterno ? a penas um gro d'ora
Cantado no espado, varrido pelos eciloa
i* suoerftcie do globo. Que vale a espada
do conquistador iatrepido que a massa em
s,;nene e lagrimas a estatua da sua gloria ?
raio qoe estala em das de tormenta c n-
condemnadas por Deus e maldito pelos bo-
rneas : lonco esforg >s, espirilos sem
ianfstaes a importancia da vaidade e or-
gclho ; estatuas de bronze em pedestal de
arga, eabi*tas perante o echo protentos i
da justiga divina
Enlata seores, onde qoe vivo pobre a
tetra a granjea e a gloria f Ser por ven-
tora urna mentira eterna a lula afanosa de
espirito que desoja oobilitar-se na conquista
,'ima nobreida? Sara sem valora de-
. dicago espontanea d'um amor ardente que
inspira a luta contra os inimigos da Cruz ?
Nao, exclama o Evangelho e a f, mil ve-
sos nao. E? grande o nomem que con ins-
ta a gloria cora a Cruz por armas e Evan-
gelho por guia: grande o bomem qu
medita e ora, em quanto os ebrios de val-
tele dormem esc ldados pelo inflo do cri-
me ; grande o espirito que se pren le ao
co pela dogura da esperance, e trra pela
energa de suas torcas, conquistando h-
nanidade o po do espirito e a luz di f ;
grande a victima generosa de ama nobre
Mea, que na hora extrema d'um holocausto
"angustias beija a mo do carrasco que o
assassina.
t'ortuguezes, neste da dupbcadameute
glorioso religie e patria a quem ha ve-
mos de chamar admiravel rente grande ?!
Valentes d'Ormuz e de Malaca, intrpidos
defensores de Arzlla eMazago, vencedores
e Aljubarrota e Montes-Claros dai lugar
di galera dos nohres ao mais nobre de
Portugal. Mas quem esse bomem per-
puntareis vos, que to alto se levanta entre
$ ornamentos d3 nossa patria? Vedc-o,
tro pobre frade. Antonio flor de angelical
pureza, que rebentou no slo do nosso paiz ;
astro acceso por Deus no honsonte da pa-
tria para, contar ao mando inteiro as gio
rias de Portugal : por certo de baixo daquel
la mortal ha de monge baten sempre um cu-
relo abrasado na f do divin) amor, e
por isso qae as garagesde sete seculos con-
iroplam respetosas sobre o pedestal da sua
ptor-a esta legenda sublimeHic magmis
"cnbittrr.
Monge... bomem no trabalho e amor,
reacio providencial do Omnipotente para
iebosio e guarda da sua lei; senlinella in-
fotigavel dos thesouros da f; cadeia lu-
minosa, que nos prende em anneis de f jgo
at aitura suorema do Evangelho e da
Cruz. As geraces d'agora nao comprehen-
*m a robustez" de corages t5o grandes.
Quando as lutas fratricidas da humanida-
4 ensopavam em sangue o sol da Europa,
quaodo a press5o e a violencia esmagavam
con o peso uas armas os santos direitos da
>lacao christa, da estreitura do cenobio
rrgma-M sempre um solemne protesto con-
tra" a injuria e a blasphemia; nos quadros
fe.storicos da idade media desenha-se sempre
o vulto melanclico do monge, pefrumando
o espirito das novas. ragas com as santa?.
ffres da caridade e f ; lampada pendente
cva do Eremiterio para illamrar as pa-
ginas d.) livro di redempcSo.
Antonio, extasiou-se perante as sublimi-
dades admira veis deste sacerdocio de amor;
da
sna alma as conquistas laboriosas do Evan-
gelho, as flores, qoe a. fe 'he rebentava n'al-
ma, medravam aqueridas pelo entbusiasmo
di doria, en y'gor dascrengas tombou-lhe
t; i sos ps da cruz.
. a estampa primorosa das m is
subtHj |i'rias creada- pela robustez da f,
ill>uu-se em \id:i para fugir as glorias
c, i :.ct dos festins da Babylonia
i.3>v.'!ii 'rr-.i:!!: es labios da angelical pu-
reza" : intrpido pela conrieco das suas eren-
ras scrifba una exist-mcu inteira glorifi-
cacflu da caridade chi-liii.
Agora devo pond .ra-vos que a dedicago
de Antonio, tum um carcter de grandeza
que nos frga admiracao e ao espeilo,
nina rearco sub.ime
Hlma sobre as paixQes
das alfeicos ua sua
da existencia, um
sacrificio cspontan.o d'alma e vida santa
doutr na de lusos.
Antonio nao vai para Deus com o corarlo
lcralo li'affrontas e marlyrios, nem escal-
dad com afebre do rime," procurar conforto
no santo balsamo anju qui aporta sobre o corago a cruz
trajando as \e-tes candidas d'uma innocen-,
ia virginaL Vot..r ao co urna existencia
ga&ta pelo fego do oriew o sacriticio dos
P.l08, e a djdicaco das Magdalenas: mas,
ama- a D:us com um coracSo to puro,
qoe nao conbece o crime, o amor dos an
jos. o amor de Antonio.
Alera disso, Antonio dIj f.ti embalado nos
bracos d'um pobre mendigo, mas entre os
affectuosos carinhos d'uma nobre senhora
de Portugal; e, com tudo acceila como he-
ranga a revelaclo mais intima de seus des-
tinos, troca o ouro e a purpura das habita-
gdes p ternas pela ermida soliUria do de-
serto, acuitada pelo spro das tormentas, e
enegiveida pelas chovas e pelo sol Se for
mister deixar a patria esse martyrio lento
de saudade e amor que quebranta o cora-
cttos mais robust. s, velo-heis intrpido em
Ierra de inflis estalando as algemas da es-
cravido mahometana ; se fr mister perd-r
a vida em testemunho de suas profundsi-
mas convieges, ve-lo-heis proclamar a ul-
tima licio d.i fortaleza e amor de joeihos
aos ps doalgoz.
Eis aqui senhores, o mais bello monumen-
to das glorias da nossa patria levantado hoje
sobre os altares de Deus. A poeira dos
seculos nao pode manchar-lhe o esplendor
vivi-isimo da sua gloria, nem rogar-lbe a ae-
rela fulgente que o Ilumina.
E 6 a mim que cabe a subida gloria de
desenliar-vos as feicoes dessa portentosa
imagem f Como heide mostrar-vos sem
luz vivissima quadro que pende em galera
de pissadasras ? Assombra-me nesie mo
ment a minha propria audacia I! mas n3o
importa, nao se perde o vigor da idea pela
singeleaa da pharse, nem a flor menos
bella quando a nuvem Ihe empalidesse o es-
malte com que o sol adorna.
Dignaste-vos Senhor, presidir a esta festa
augusta em que vimos commemorar as mag-
niheencias da vossa gloria. Sobre esse tbro-
no brilha acceso em raios o esplendor da
vossa omnipotencia ; a vossos ps avulta o
ilho mais nobre do meu paiz, e aqu urna
gerago piedosa qoe vem offertar-vos duas
curas unidas pelo annel sympathico que
nos prende religio e patria: sou de-
masiadamente humilde para proclamar vossa
grandeza; mas vos dicestes um dia no G-
nesis do uiivcrso, qoe a luz se faga, e a
amanhecebanhadaemluz a naturezabnteira.
Senhoresse a f luz que avvenla o
espirito, a caridade amor que anima e
prende. Caridade para mim em nome da
vossa delicadesa e da vossa urbanidade.
Roma, a senhora do mondo erguida so-
bre um tbrono de mil imperios, cegou as
nages da ierra com o brilhantissimo es-
plendor da sua gigante espada, mas um dia
troou potente a voz do Eterno, e essa
.grandeza toaabm fulmiaada por um raio.
As turbas do septentriam- rasgara em liras
o mani expleodido da soberana romana,
e para eterm ponicl de seus criraes er-
guem-se>jmo um ocano em furias a?-hor-
das temerosas de um van lalismo goerreiro
e sanguinario.
A dominag.ao'dos Godos m penin^ula le-
vanta-se sobre as ruinas da civilisgao ro-
mana ; e a coragem intrpida dos barbaros
retempera-se n3 idea suprema do Evange-
lho e da cruz ; mais tarde o orgu lio das
ragas destroe os vincu'os da unidade nacio-
nal, e a ignavia d'um principe, e a'traigo
d*um valida desc jonlam um imperio nis
margens do Guadalete.
Os tilhos da Arabia assolam as Hes-
panhas, os mo ros com suas cohor-
tes possantes prostram a cruz sagrada da
redempgao, eos pendes de Islanergucm-se
triumphantes as cidades e castellos ua Lu
silania.
Defeito o lempo arrasta com as suis va-
gas assotadoras as nages e os povo^s, con-
funde a vaidade dos imperios d> mundo,
mas nao ; ole aniquilar a idea que alenti o
espirito e enthusiasma o corago: as mo-
tanhas de Cantabria arde noile e dia a lam-
pada mysteriosa que Ilumina a f, e as lr>-
digSes d'um povo. A iotrepi tez de Pelagio
e de Favilla atenta as bostes espavoridas dos
soldados da cruz, e om esfor.o de patriti-
ca coragem varre do solo da Hespauha as
legio;s de Mafoma, e d'ahi a pouco Portu-
gal ergue-se"a > mundo envolto cheio de
gloria pe os triumphos de Henrique e do
primriro Affooso.
Nesta quadra em que o orgulno nacional
accende o enthusiasmo d'uma geracJo in-
teira, nesta quadra em que as narragois
histricas e os cantos da poesia observara
as wffrigods d'alma n'um sentimento patrio-
tico, Antonio creado por Deus para orna-
mento portentoso da religio e de Portugal.
No alvorecer da vida cahiam-lhe aos ps os
chos clamorosos dos combates que esiron-
davam no slo da Patria ; filhos dos nobres
exclamav o mundo : cahiram os muros
d'Alcacer e as muralbas de Santarem ; cha-
mamvos agora gloria as intrpidas pha-
langes de Aben Jacob. Soperior s paixes
do seu scuIo Antonio responde corajosa-
mentenao faltaro bragos para defender
a patria, mas sao sempre poucos para de-
fender a f; as tendencias de minha alma
me chama a outra parte, e eu nao posso ir
dencontro vontada dos cos.
E' que Antonio nao tnveja a espada de
Gedeao, que refulge gloriosa entre os ex-
ercitos dos Madianitas ; quer o coracao de
Elias abrasado em fogo do celeste amor;
Antonio d5o en veja a langa de Sal rom-
pendo as tileiras dos barbaros Pnilisleus;
quur antes a piedade de Samuel offerecen-
do ao ceu as primicias de seus aflectos.
Escuta a voz do Senhor que Ihe falla n'al-
ma, e esmaga com a omnipotencia da f os
preconceitos da sua origem, e curvado na
presenca da cruz prende no coragao com
amoroso abraco o instituto dos monges de
Santo Agostinho.
Sollo das. ligagoes do mundo pareca-
Ihe erguer-se como a aguia ao cimo da pe-
quenez da Ierra; da altura de suas crengas
contempla as evoluegoes constantes da
bumanidade a luda misrrima de paixoes
mesquinhas.e lamenta a desventura do que
nao vive na doce esperanga que nos pro-
mette o cea.
A ineililagao e o esludo eram a occpa-
gao constante do seu espirito; cada dia da
existencia Ihe abra um horisonte mais am-
pio s suas perspectivas de gloria, e a ima-
gem dos vafoes distinctos nos annaes da
historia lbe pintaram em caracteres de fogo
as sublimidades das conquistas chrislaas.
O estudo da msica era o nico deleite do
seu espirito juvenil ; aquella alma afinada
pelas melodas anglicas exiasiava-se na
dugura d'um cantar piadoso; cada nota
que Ihe desprenda os labios, era como
suspiro d'alma a voat aos eeus: que An-
tonio absorto eTjhanrrxMa-!'pieoy!as era a
imagem do Archanjo aos ps do Eterno,
abrisado era c ammas 6s punssimo amor.
Mancebos qae na prinaaTdi'a da vida cor-
ris desatinados aps d'um phantasma des-
lumbrante de- venturas mundanas, a eda-
cac3o chistS o esteio admirjvel que nos
aiasta das vtrageos aterradoras d'um pro-
fondo abysmq/ onde fraqaeja a 15, domina
excluslvamene o orgulho ; e a variad^ r-
voltasacontra os dictantes prudentsimos
da intellgencia pura.
Antoni comeca a soa vida de espirito
cdendo s vucagois mais iutimas da sna
alma; nobihla a ioteiligencia cora pausado
es'iid das sciencias Iheolfgicas ; medita
uos profundos trabalhos dos vares apos-
tlicos, vi passar diant de seus olhos os
grandes esforgos de viole geracoes chrisOit,
e concentra uo sti proorio espirito as lo-
zes dispeUls nos monumentos duma soli-
da piedade.
Conhecendo asna propria forga, estala
o ultimo annel da cadeia que o prende 10
n>"ndo; quebra todas as Iig.ii3s de fami-
lia e patria, e vai procurar abrigo no mos-
tero de Santa Cruz de Ciimbra. Recente
estava ainda esse monumento erguido pelo
entausismo d'uma inspiragao patritica;
era a primeira pagina da historia da nossa
patria, escripia em caracteres de marmore
pela dedicagao heroica e piedosa de um rei;
era dm poema a cantar as gloras d'uma
geragao vigorosa qoe combaten pela f.
A cruz erguida no vrtice do explendido
m steiro, abria sua azas para'voar no es-
paco ; na bise penda em brago* de aojos
o escudo de Portugal; era o epilogo de
um grande drama criado pelos vnculos
sympatbicos de religio e palr\
Antonio extasta-se na presenca d'esse
monumento miedoso, e a viente com a luz
da mais pora, as (1 rs mais queridas da
sua alma anglica.
Como hei de pintar-vos agora, senhores,
0 viver de Amonio no venerando mosteiro
de Santa Cruz ? Pela maohia ao romper
d'alva quando o spro da aurora balangava
os salgueiros do Moidego, as snpplias de
Antonio eram o prmeiro hynno que de
Ierra chegava ao co ; i\ tarde quando o sol
se atufava no horisonte da costa, ainda
Antonio bem dizia o santo nome de Deus,
mesmo na calada da noite, quando o doble
dos campanarios o chama va oraco, ja
Antono vagava debaixo das arcadas do
mosteiro, apenas alumiado pela lampada do
santuario que quebrava seus raios buligosos
1 obre o tmulo de D. Affonso primeiro.
A intengao de conciliar a lljngria parece
ser ntin resolugSc seria, e agora d6 espe-
rar que eila possa, pela primeira vez depois
de 1850, dar crdito sinceridade da Aus-
tria.
Para reconstruir um estado as condigoes
da Austria, reorganisar as suas finangas
dispersas, e readquirir Ihe a confianca per-
dida, a paz base essencial. e nos espera-
mos que a Austria nao poupe esforgos de
restituir-se, por meios paci;os, na posi?3o
de qoe a flzeram decahir suas guerras, mal
comegadas, mal dirigidas o terminadas, tai-
vez, no peior momento.
Se encirarmos a siluago dos diversos
estados da Europa, e as alliangas qu: nas-
ceram do tratado de Vienna, veremos que
madangas mais profundas se tem produzido
do que parece primein vista.
A tussia, conservando-se isolada e alheia
a todas as desordens de fra, entrega toda
a attengSo ao ssu deseavolvimento interoo-
Apezar de cultivar as melhores re'agoes
com a Puissia. nio ha, por agora, que n;
saibamos, nenlmma atanc entre as duas
lotencias. A* suas relagss com a Austria
sao taes qoe nenhom trago deixara ver ja
a santa allianga. Esse tumpo da santa alli-
anga j passou de lodo.
A Flssia >j3o podo nunca vir a ligigoel
intimas com a Inglaterra e com a Franca;
todos emeodem qne o germen da grem
a occuita no syitema da g poteSo. ____
Lnfa Napolio que a jparenteoiente ?ot)-
iruiu para o engrand--.cimenlo da Franca,
ha de facto deixar apox s s desordeonda
Qnangas, e a maior desmoralianCSto; e os sean
successires, qaer pertengam i ara. on a
mais antigs dynaslias, h3o d.5 sofrer por
largo lempo as conseqoencas de um des-
potismo que se funda no commando do ex-
ercito, na pocia, era operages de bolsa
mais ou menos 'escrupulosas e as elasses
mais bnixas da populagio.
A guerra, que parece ameacar a Allenta-
nha, tem por unko fundamento a insusten-
tabilidade d) presente systema de governo
em Franga ; a fag dha que deve incundia-la
lera de ser applicada de fura. A Franra
justamente c nsideraila como a la>civa per-
turbadora da paz, e assim se explica o sen
isolamento.
A *da da allianga dos peqnenx estados :
Blgica, Hollanda, Suec.a e Dinamaic, qoe
Thiers suggrrio, mal p.le execolar-se. Os
|i-sumios estados nada ganliam com n
guerra; mm fcilmente arriscara nel'.a a
sua existencia.
Com effeito, quero pode recosar a sabe-
doria do mmtas das reffexes e a verdade
dos principios qoe citamos ? X~>o saodestas
emquan'o ellas iisistirern pela centralisace 'apreci.:gis lancadas a o acaso para lodosos
VARIEDADE
FOLHETlIfi
VIVA DEPOls DEJIORTi
|POH
Xavier de Montpin.
P.IKTE TKRCKIRA.J
A C01ESSA DE LUflON
(Conlinuago do n. 242;
VIII
M noticia
Para tornar comprehensivel esta relagao.
eu pelo menos para qoe n5o haja nella
nenhama dessas lactinas sempre incommo-
as para o lelor, ser preciso retroceder
tro pouco, e expr com rapidez alguns
fados, que se tinham dado na aristocrtica
morada dos condes de Rahon.
A partir da conversagao com que termina
a segunda parte des'e lvro, conversagao
dude o marquez respondeu : Qoem sabe
i exclamag5o da formosa Olympia: Marta e
\ival Viva depois de mortal impossi-
>el I nao se passra urna hora, nem um
minuto, era qae Saint-Maixent n5o procu-
rasse a solag3o do problema qoe se propo-
zera- ., L .
Um trabalho mental to assiduo e obsti-
nado, tarde ou cedo baria de dar fructo, e
\eio afinal o dia em que o marquez, en
contrando a Sra. de Chavigny, Ihe disse com
gesto de triumpbo :
J achei I..
k seu tempo sabero os nossos leitores o
que elle tinba acbado.
O certo 6 qoe o nosso here expoz o seu
plano, como ao depois baria de exp-lo
Simoa Raymundo, e que a marqueza o ap-
provou depois de fazer algumas ligeiras ob-
eegoes, fcil e victoriosamente combatidas
pelo dalgo.
Mas, para qoe fosse possivel a realisag3o
esse plano, era indispensavel qae a con-
dessa ficasse szinha no castalio dorante
algans das. Portanto, era preciso esperar,
e o marquez encheu-se de paciencia, pro-
metiendo si mesmo, n3o obstante, qae, se
a occasio nio apparecesse fortuitamente,
..ventana algoma combinag3o machiavel a
para ella se apresentar.
Favoreceo-o o acaso e dispensou-o assm
ie recorrer sua imaginago, inexgotavel
em arbitrios e expedientes para o mal.
Eis o qae saccedea.
Dissemos qae o conde de Rabn era le-
sete-general dos exercito3 do rei; de mo-
do que por muito elevada que fosse a sua
calhegona e a posicao na gerarchia militar,
Esbozos polticos pelo conde de
Munster.
(Cncluso).
Em um ponto de vista material e finan-
ceiro a Prussia est mais forte depois da
guerra, que antes delta; mas precisa di
paz para recolher os fructos da victoria, e
para dar vida e activi jade Confederag3o
Alenla.
A Austria necessita paz para curar s
feridas graves, que recebeu, e para em um
abso'uto socego reconstru'- a machina do
estado seriamente arruinada.
Os esforgos continuamente feitos desde
1850 para constitui-la em um estado com-
pacto e constitucional, falbaram de todo era
consequencia da opposigao de nacionalida-
des separadas, especialmente da Hungra, e
a falta de coherencia dos seus elementos
internos arrastou a Austria s bordas da
sua destroig3o. N3o podeodo os seas pro-
prios horneas de estado manejar o pesado
encargo, qae Ihes caba, o bar3o Reust em-
prehendeu reconcilia la cora a Hungra, e
dar ao paiz inteiro vi Ja constitucional. Do
corag3o desejamos a este estadista talentoso,
snecesso na sua difficil emprezi.
devia stricta obediencia ao seu imraediato
superior, o ministro da guerra.
Dous mezes e meio depois do dialogo de
Saint-Maixent com a formla Olympia, que
citamos no anterior capitulo, recebeu o con-
de um officio do m nistro, ordenando-Ihe
que se apresentasse em Pars no espago de
um mez.
Aquella ordena inesperada e rrevogavel
causou no Sr. de Rahon to viva contrarie-
dade, que tomou quasi as pmporgoes de um
verdadeiro pezar. Nunca Ihe parecer to
dura a necessidade de se apartar moment-
neamente da esposa, por causa de seu mo
estado de sade.
Nao se poda dizer na verdade que a
omdessa estivesse doente; mas anda se
nao refizera completamente do terrvel gol-
pe que recebara, e a sua persistente fraqne-
za, a sna melancola, quenada era capai de
dissipar, inquietavam devras o conde.
Ora, a sua ausencia poda prolongarse
algum lempo, e a incoravpl fraqueza da
condess* nao permittia que a levassem para
Pars.
O Sr. de Rahon confiou as suas preoecu-
pzges Saint-Maixent, que digencou con-
solado, dizendo que, segundo todas as pro-
babilidades, obteria fcilmente do minstro
ou do rei, se elle fosse preciso recorrer,
a autorisagao para voltar s suas trras,
aonde o chamavam to charos interesses.
O conde tinha un mez todo sua dspo-
sigo, e, viajando sem parar, poda ebegar
Paris em cinco ou seis das; resolveu, pois,
nao se por caminho senSo no ultimo ex-
tremo.
Foi f nto que Saint-Maixent sabio do cas-
tillo com especioso pretexto, e fez a peque-
a viagem, durante a qual o acompanhamos
casa deserta, eslalagem das Armas de
Franca e aldea de Chamblas. Voltou afi-
nal ao castello ama semana antes da poca
determinada para a partida do conde.
Aquella semana foi comprida e triste,
como sao sempre os das que precedem nm
acontecimento desgranado, mas inevtavel.
A condessa, especialmente, estava t3o
apoquentada, qae pareca mesmo esperar
alguma catastrophe, e medida que se
approximava a separagSo, cuidava ella que
ria estender-se roda de si um veo fne-
bre, envolvendo-a como om sudario, qoe a
separava para sempre do mundo dos vivos.
Na vespera da partida, disse Saint-Maixent
ao conde, que desejava mandar Paris o
seu criado Lzaro, para elle arranjar certo
negocio de importancia (deixoo-lhe adevi-
nhar que se tratava de urna intriga amorosa),
e pedio-lhe que o levasse comsigo, ao qoe o
fidalgo acceden gostoso.
Chegoo aQnal a hora da despeiida, que
toi aflligidora. ,
K condessa, dominada pela dolorosa op-
io Mar Negro, e nao virem a entender-se
cora e la sobre a questo do Oriente.
Desde o congresso de Vienna, a Russia
tem tilo altera,oes importantes no seu ter-
ritorio, com absoluta encorporago da Po-
lonia que deixoo do ser paiz indep-mlente.
No Caucaso e na Asia os limites1 da Russia
tem-se estendido consideravelmente.
A Inglaterra fez a guerra Russia, e ras-
gou a sua aotiga allianga com eda. D'aqui
vejo a Russia fr.iternisar com a America, e
as mutuas relaeoes destes dous paizes porlem
vir a provar Inglaterra, que elle nunca
devera ter abandonado a ala ga mais na-
tural, que tinha na Europa.
A Fran;a, na forma que adoptou de ara
imperio sob am Roaaparte, collocoo-se em
extrema colliso com as condigoes do con-
gresso de Vienna, que entregaram Napolso
Io condemnago da Europa.
Pela conquista da Algeria. obteve a Fran-
ga grandes accesses de terreno, e depois
da guerra da Italia os seus limites a'onga
ram-se anda mais com a annexago de Niza
e da Saboya.
A Franga conserva-se qnasi t5o solada,
agora, como depois das grandes guerras em
1815, porque a entente cordiale que entre
ella e a Inglaterra se tentou ao tempo da
guerra da Crimea tem poucas raizes no ca-
rcter nocional dos dous povos, para que
possa ser permanente.
Se ella couseguir nnir a si a Italia, a filha
da poltica imperial, e do seu ultimo inven-
to do principio das nacionalidades, a qual,
no seu interesse proprio, deve ella mssma
orocurar emancipar-se da Frmgi, parece-
nos asss davidoso, t3o duvidoso como a
allianga com a Austria.
Podessem a Franga, a Austria e a Italia
realmente combinar-se contra a Prussia ; a
Russia e a Inglaterra ver se-hiam obrgadas
a sastenta-la: porquanto, no obstante a
relactancia da Inglaterra a m;sturar-se as
contendas do continente, ella nao poderia
soffrer a queda da Allemaoha.
Nao ha verosimilhanga algnma de que per
agora se realisem taes alliancas. Os inte-
resses materiaes de todos os Estados tem-se
tornado extremamente importantes para con-
sentirem a possibilidade de guerras, qoe
n3o sejam absolutamente necessarias, e que
no interesse directamente ao Estado o fa-
ze-las.
Se chegassemos ao caio de'guerra, o que
Deus afjste, a Franga e a AHeraanha leriam
de bater-se sos.
Toda a Europa sent, desde que o impe-
rador disse : L'Empire c'est la paix, que
j no ha onde acbar a paz na Europa;
lados cmi qoe muitos -scriplores e polti-
cos se habilitara a ver realzada urna dimi-
nuta porcentagem dn seus calclos: -se
que em cada argumento se escota um ra-
ciocinio que a roaneira de jugar com os
factos histrico rasgad, mas caoldnaa.
Risentindose, oorm, da oecessida te dn
conciliar o que inconciliavel, apparecem
nesta obra coiOo axiomas, o qoe sao apenas
coacluscs imperfeitas ; exicUs no piolo
em que se aprese' tam, mas mcorapatiT
cora o exemplo a que so trazi tas, quando
da abstraeco passarraos a deseovolve-fa
em bypothese.
Nota o revisor do Times, 3 passagm ci-
tada :
t Os direitos dos povos e os da riynast
nao podem separar-se >. Ultra-repnMea-
nos, e ultra-monarchistas, t >dos fem de
concordar na verdade genrica da assergao ;
oa definicao, porem, desses qoe *t
as differengas ; corotodo nao como
cismo de poltica, roas como admiravel
lyse dos factos existentes, e das sips een-
equencias. que o lvro sobremodo apre-
ciado, e admiravel a peoetrago do sea sn-
tor. Podem as suas apreciardes polrticas.
ou os seo desejos de allemao dilerir den
nossos ; porm, nao podemos negar a pre-
cisa.j e previdencia do talento, qoe tio cla-
ramente antecipou ha qoalro annos n I
ra de hoje.
A Franga, declarando guerra i
consolida e alarga a Coofederacao Alternan,
sacrifica a dynaslia napolenica, e irunm
se ; e se a guerra vier, ba de a Frasca, **
nn campo, bater-se com a Allemanha. As-
sm est acontecendo.
O revisor do Times termina com a riraeie
de outra passagem, de igual forga. A
Allemauha, diz o autor, na guerra na na
pz, ba de ter om grande destino. Bom
ser que os seus inimigos sainnm ama
primeiro tiro dado por om invasor, inri
era resposla ama salva real pela Alie
unida.
presso, pelo vago presentimento que aca-
bamos de indicar, nao podia soltar-se dos
bracos de Annibal, e o corago pareca que
Ihe saltava do peito em solugos convul-
sivos.
O Sr. de Rahon entendeo que era preciso
por termo quelle afflictivo lance, qae, no
estado de fraqueza em que estava sua es-
posa, podia trazer funestas conseqnencias.
Apertoo Mara pela ultima vez contra o pei-
to, e, tomando entre as suas as mos de
Saint-Maixent e da formosa Olympia, disse-
Ihes :
Confio-lh'a!... o que de mais pre-
cioso tenho neste mundo Por amor de'la,
e por amor de mim, no a desamparem !
Depois, sem esperar a resposta do mar-
quez e de Olympia, pz nos bragos delles a
condessa, quasi exanime, sabio da sala, en-
trou na carruagem, e gritn :
palope :
Olympia e Saint Maixent, ao ouvirem o
ruido das rodas, correram urna das janel-
las, d'onde viram o trem affastar-se rpidas
mente, e trocaran), um olhar significativo,
voltando outra vez para o lado da condessa,
que, recostada n'uma poltrona e mais pllij
da que as suas brancas rendas, s dava por
signal de vida as lagrimas que Ihe corriam
dos olbos.
Querida prima, disse a marqueza de
Chavigny ajoelhando-se dante da condessa,
porque chora assim ? Que representa, afinal
de contas, essa separago ? Urna prova pas-
sageira, qual a maior parte das muflieres
se submellem sem murmurar. Nenbum
perigo ameaga o conde; a sua viagem ha
de sar feliz, e em breve estar de volta.
Mara abanou tristemente a cabeca, levan-
tou os olhos para o co, os olhos, que ti-
nham em volta urna orla azulada, e balbu-
ciou :
Nao... no... no o tornare a ver...
oanca mais o verei I...
Singular presentimento! disse o mar-
quez entre si; no se engaa tal vez a
triste.
D'ahi prosegao em voz alta e no tom
mais afiectuoso :
Rogo-lhe, querida prima, que affaste
de si lo sombros pensamentos. O conde
deixou-nos o precioso encargo de a preser-
varmos de todo o mal, emoito indignos se-
riamos desta assgnalada prova deconfianga,
se n3o conse*guissemos restituir a tranquil-
lidade ao seu espirito e o repooso ao seu
corago. Em nome de Annibal, sapplico-
Ihe que domine essa abatimento, que elle
causara o maior dos pezares se podesse
presenciado. Esses choros, no seu estado,
prejudic.im-a moito. A senhora 6 a vida de
nfeu primo, ainda mais que a sua vida...
e est, portanto, no dever de a conservar.
Sim, tem razio, bem conhego isso,
volveu Mura; mas tenho eu a culpa de es-
tar fraca ? Tenho a culpa de que, ao v-Io
partir, ju'gasse ficar n'um deserto e ver
abrir-se om sepulcro aos ps ?
Pois bem; a prima que tem a cul-
pa, redarguio o marquez, porque nao de-
via alimentar, nem por um instante, essas
culpadas e insensatas allucinages. Nao,
no est n'um deserto, urna vez que tem
seu lado doas parentes, dous amigos, cojo
carnho sabido, e que, se um sepulcro
se abrisse, quereriam descer elle com-
sigo.
A condessa, commovida por palavras to
ternas, juntou as trmulas m3os as de
Saint-Maixent e Oiympia, apertando-as com
effuso.
verdade, disse ella, sou culpada,
mas vos oatros no duvidaes de raim, e
tratarei de ser forte.
Sim, sim, nos a ajudaremos, querida
prima, exclamou a marqueza.
Passaram-se tres dias.
Nao fcil fazer urna idea das teraas e
affectuosas attenges, do3 incessanles cui-
dados que os dous cmplices prodigilisavun
Sra. de Rahon.
Tanto fizeram qae afinal conseguiram
iranqnillisa-la, dissipando a sua inquetago
e fazendo-a duvdar dos seus present-
mentos.
Muitas vezes a condessa, com os olhos
hmidos, e profundamente commovida, re-
peta baixinho eutre si :
Como bello o ser assim amada I
, Ao anoutecer do quarto dia, pouco antes
da hora da ceia, as duas fidalgas e Saint-
Maixent, assentados sb os frondosos casta-
nberos junto grade, fallaam de Annibal,
thema da sua conversago-ordinaria.
A' estas horas, ha de o meu bom pri-
mo estar muito perto de Paris, dizia o mar-
quez. J me parece v lo entrar no seo
palaci i, pensando sempre na esposa queri la,
e principiar a escrever-lhe. Antes de urna
semma tem carta delle, minha prima.
Ab I Deus o ouga I bradoo a condes-
sa ; emqnanto no receber carta, no des-
canso de todo.
Neste comeos, ouva-se na alameda o
furioso galopar d'um cavallo, que logo ap-
parecen branco de espuma, offegante, e,
ainda assim, cada vez mais esporeado pelo
cavalleiro.
O marquez levantoa-se com ar inquieto e
as feigoas transt rnadas.
Deus me perde bradou elle. Pa-
rece Lzaro!
Lzaro I repeli a Sra. de Rahon pon-
do-se muito branca e cambaleando na cadei-
ra. Como que o seo criado havia de
voltar ? Para sso seria preciso que tivesse
occorrido algnma desgraga. No, no, no
elle... no pode eer elle I
No obstante, era elle.
Percorreu em poucos segundos a distan-
ca que o s?parava dos nossos personagens;
parou bruscamente o cavallo e apeou.
Faltava-lhe o alent, pareca aguentar se
em p muito cus', e as sus feiges alte-
radas tinham urna expresso nada tranqail-
lisadra.
A condessa, que senta o corago oppri-
mido por urna indisivel angustia, quiz inter-
roga lo, mas nao teve forgas. A palayra ex-
pirou-lbe nos trmulos labios, e s pode
fazer um gesto que quera dzer :
Falle, falle depressa !
Que temos ? pergontou o marquez.
Que ha de novo ? Porque voltaste ?
S>u portador de urna noticia m, bal-
buciou Lzaro. Pego Sra. condessa que
me perde o mal que vou fazer-lhe.
O criado caloa-se, e Maria, contorcendo
as m3os com desespero, gntou :
Ah o conde morreu!
Nao, nao minha senhora, volveu L-
zaro com viveza; eslferido, perigosameu-
t9 ferdo, mas juro-lhe que nao morreu.
N'aquelle instante deu-lbe um phenomeno,
que nem temaremos explicar.
A condessa que, segundo era de esperar,
havia de ficar aniquillada ante a certeza de
urna desgraga, cobrou o sea sangue fro,
e com voz qalsi segura, perguntoa ao
criado.
Quem Ihe causou essa perigosa ferida f
Commetteo-se algum crime t
No, Sra. condessa, nao houve crime,
mis nicamente um acaso terrvel. N'uma
rpida ladeira quebrou-se urna das travs
das rodas: os cavallos emparrados pela car-
ruagem, desbocaram-se, e ao chegarem
um cotovello do caminho, preciptaram-se
n'um barranco de vinte ps de profundida-
de, onde o trem se fez pedagos. Quando
appareeeram os soccorros, estava oSr. con-
de desmaiado, e parta mnito sangaa por
duas profundas feridas, urna na cabega
e outra no hombro. Neste estado o levamos
em bragos hospedara da aldeia mais pr-
xima, onde recobrou o> sentidos e onde foi
visto pelos mdicos.
E que disseram elles ?
Qae talvez no fosse impossivel salvar
o Sr. conde.
A Sra. de Rahon esconden o semblante
com as mos.
Talvez' nao fosse impossivel 1... bal-
buciou ella. Eolio est perdido I
Aonde succedeu essa desgraga ? pro-
segao a condessa abafando os convulsivos
solugos.
Ao p de urna trra que se chama
Langeron, respondeu Lzaro.
Fica longo ?
Oh I muito longe, Sra condessa I.
Oxal que, forte e prospera nessa i
de, a independencia de um grande novo nio
se deixe manchar com as ambigoes do des-
potismo interno ; nem se deixe cegar peto
deslumbramento das gloras e do poder, a
ponto de que a Europa acceite para si a
nobre expresso daquellas ultimas linbas.
que as nacionalidades mais pequeas em
territorin, mas na independen--:* t3-> grao-
des como a A lemanba, sabem comprebea-
der e provar, qnando livres das aigei
dos governos que as aniquilan).
Se eu para c ebegar tive d andar mais dn
quaren'.a leguas 1 galope.
E o Sr. conde ric.ou em Langan n T
Ficou, sim, Sra. condessa ; na boape-
daria do Oivallo Branco.
Voc poz-se caminho no mesmo dia
da catastrophe ?
Duas horas depois de ella soeeeder.
Falloii ao S.\ conde antes de partir ?
Tive essa honra.
Elle reconheceu-o a
Sim, minha senhora.
Fallou-lbe ?
Eis as suas propinas palavras :
Lzaro, o tempo urge, porqae esGo
talvez contados os meus dias; nao patea
nem um mnalo, e diga i Sra. condessa qaa
antes de morrer quera ve-la.
Ab bra ou a Sra. de Rabn. Tam-
bem en quero velo I Irei para ao p d'ete.
e a morle no ousar arrancar-m'o ana
bragos i Meu primo, accrescenton vollanan-
se para Sain-Maixent: rogo-lhe que d as
ordens opporlunas e que dirija oa prepara-
tivos, porque me desejo por camino, mal
os cavallos estejam apparelhados.
Tudo estar prompto d'aqui i daas
horas, volveu o marquez, e pego Ihe o favor
de consentir que a acompaobe.
Agradego-lhe, meu primo, e acceito...
acceito com muita gratido.
Eu tamben no quero de
disse Oympia com viveza ; bei
comsigo...
Como I Tambero, a prima,
minha querida prima, apezar dosi
dos de urna viagem, qoe bei de
maii rpidamente possivel ?
Que imporlam os incommodos 7 Par
cousa alguma n'este mundo, sob
pretexto en consentira em me
prima nestas dolorosas circunstancias.
Venha, pois, minha amiga, minha:
e Deas lbe preraeie essa boa accao,
itlimitado carnho.
Minba prima, quaes san oa
que escolhe para a acompwhareni T
O meu primeiro coebeiro, nm
e a minha camarera.
Permilte-me que Ihe faga ama
vago.
De certo.
Pois acho que de mais a
urna vez que Lzaro ha da vir comamata;
dava-lbe de conseibo qae o sapprimnua.
Concedo-lhe plenos poderes, taca a
qae melhor Ihe parecer; s o que lbe peto
a rapidez. Estou sobre brazas, sicto nana
verdadeira agona, e em a/unta nao asa
pozermos caminho, parece-me qaa -u
ou que endoudego.
(CaafmiMr.**.)
TYP. IX) LHArUO-HIA DjMJQUg ft Gljk
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4


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