Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12246


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Full Text
ANNO ILW. NUMERO 242
> \

V
PAKA A CAPITAL LWABES ONDE HA SE FACA POHTE.
Por trei mezes adiantsdos................. 6000
P-sen ikg.8. (km................... umi
m........;..... 24^000
320
TERCA FEIBA 25 DE OOTBRO DE 1870
PABA DE5TJ10 E FOHA DA PBvTSCIJ.
Caa momero av-lso...................
^?s&yjz
Por tres meses adianUdos
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por um anno dem .
M7fit>
I3#800
**H0
|006
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
SAO AGEOTJEB:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gon?aves Pinto, no Maranbo ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, ao Aracaty ; Joat Maria Julio Chaves, d As ; Anrtaio Marqnea da Sita, no Natal; Jos Jwttnt
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bateao, em Sanio Autto; Dominas Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha; e Jos Bfteiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OTICIAl.
Ciovcrao la provincia.
BZPBSIRXra ftSSHMADO PIL EYU. Sil. DESKMBAnG.l-
DO!'. I'IIVNCISCODK ASSIS PKK'UltA ROCHA, VICK-r-llK-
StDB.ITB DA PROVINCIA KM 30 DE MAIO D3 1870.
i' Seccio.
M 9i.Dito a Exm. ir. general comman(an-
te -las arma*.Pode. V. Eite conceder permisso
ao soldado invalido do corpo do engenheiros Pe-
dro Victoriano d> Siuza, para a comarca do Bre-
jo, pudendo demorar-se al :t mezes, como soliii
toa tiu requerimento que era a iulormaeo de V.
Exe. n. 277 de 13 do cor reato.
N. G6.Dito ao mesmo. Ficam expedidas as
convenientes orden-, afirn de ser hoje recibido a
ii >rdo do vapar Guarne tran-moi t ido corle o
soldado voluntario do deposito especial de instrue
ci i rcul.ino Cavalcante de Alhuquerque, como
V. Ele. solicitou e;n seu oflicio de-la data sob
Q. 210.
K. 97.Dtono inspector do arsenal de mari-
nha.Communico a V. S. para seu conhecimento
e fin conveuiente, que pela ordem do tl\esouro n.
S3 de li do crreme, foi o inspector da the>oura-
ria de fazenda anloriaado a mandar despachar li-
vre de direitos um vidro viudo da Europa para
mostrador do relogi) di observatorio desse ar-
senal. ,
N. 958.Ditoao capitao do pono.Pode V. S.
azer seguir para a corte no vapor Guar' para o
que Beaat expedidas as convenientes ordens, os
reeroUs Manoel Jos de Oliveira e Emilio Maxima-
no Basilio, pondo em liberdad i o de nome Jos
Bezerra da Silva, que foi julgado iucapaz do ser-
vico da armada, como cansa do termo annexo
ao seu offlcn) de 13 do crreme sob n. 47,
N. 909.Dito ao mesmo.Mande V. S. por em
libcrdade os recrutas Jos Flix do Nascimento.
Antonio Jos da Silva, Itrasilino Bezerra Honteiroj
visto terem sido jomados incapazes do servigo da
armada, como con.-ta da relago que veio anne-
xa ao jsa olllcio de 30 do correte sob n. 7.
Pf. 970.Dito ao director do arsenal de guerra,
'lando nesta data designado o l' conl'erente da
alfandega Joaquim Aurelio Wanderley, para subs-
tituir nu conseibo de compras desse arsenal ao 2o
eooferente da mesma alfandega Jos Baptista de
Castro* Silva, que obleve licenga do governo Im-
perial : assim o communico a Vmc. em re-posta
ao sea olllcio de 23 do eorrente sob n. 73.
N. 971.Dilo ao conselho de compras do arse-
nal de guerra.Autoriso o conselho de compras
d > arsenal de guerra, a promover a compra do
ferro em barras, que se faz necessaro para o
trabalhis da oRlcina de 3a classe do mesmo arse
nal constantes do pedida jupio sob n. 17.
2.* scelo.
S. 972.quicio ao Exm.'Sr. ministro da justiga.
X. 102. Nio haveud, segundo consta de in-
formarlo da thesouraria de fizenda para paga
menlo da ajuda de cus na imporlaacia de "i'i,
marea pelo ministerio a cargo de V. Exc, ao jui:
d direito n*meado para a comarca de Granja na
provincia do Cear, r. Gaotauo Esleilita Caval-
eanto Pessoa, acabo do aulorisar essa pagamento
sob minhi responsahilidade, nos termos do decre-
to n. 23 i do 1. de levereiro de 1861. O que par-
ticipo a V. Exc. cono me cumpre, esperando que
so die de approvar osle mea neta.
.V. 973. Dito ao mesmo.N. 103.Levo ao co-
iilieemento de V. Exc. que segundo participou o
>nelbeiro presidente do tribunal da relagio en
orflcio de 28 do eorrente, nossa data concedeu ell
a i hachare! Joao liodrigues Chaves, juiz de direito
da comarca do Bonito, 30 dias de liceaca, com or-
dsnaio na forma d3 le.Igual ao presidente do
supremo tribunal dejustiga.
X. 37i. OlLio ao Sr. Dr. chafe de polica.
Nesta data remeti urna ambulancia para a esta-
rlo de Una da estrada de ferro a ser entregue ao
juiz de paz do segundo dislrict.; da (reguezia de
Ouipap e com deslino ao tralament dos iadigan-
les acommeilidos de eamaras de sangneno distric-
to d; S. Benedicto, o que a V. S. communico, para
sen conhecimento e lins convenientes.
X. 178.Dito ao me?mo.=E:ivie V. S. com ur-
B ;.ciaas infoniianjes que Ihe foram pedidas em
portarla de 23 de ag N. 976.Dito ao commaniantesuperior da guar-
da nacional do municipio de Serinhaem.Concedo
a autorisacao por V. S. pedida em olllcio de 20 do
correte, para a convocan) da junta de reviso da
qualiSeacao do batalhao n. 12 do infamara da
guarda nacional desse municipio.
X. 977.Dilo ao cunmandanlo superior da guar-
da nacional d> municipio de Flores.Mande V. S.
dissolvar o destacamento da guarda naeimal, que
lia em Villa-Bella. Inleirado do que Vmc. com-
municou em seu oIBcio de 15 do eorrente, acerca
d u eneros alimenticios destinados a soccorrer a
populacao indigentes desse term) Ibgellados pela
I >rae em consequencia da secca, recommendo a
Vine que me declare qual a qualidade e qaanti-
daie d)s referidos pobres e que socorros lite fo-
ram.
^ X. 978.Dilo ao juiz de direito da comarca de
Ciraar.Xesta data remello ama ambulancia
nra a eslacao de Una da estrada de Ierro a ser
'trege ao juiz do paz do segundo districto da
guezia de Quipapa e com deslino ao tratamenlo
Jos indigentes aoonimetiidos de cmara de .san-
gue ao districto da S. Benedicto, por me haver
i'mmuaicado o referido juiz, que aquella enfer-
midade fazia all vctima.
N. 979.Dito ao juiz de orphaos da capital.
.Nao podendo ser admittiJo no collegio dos orphaos
o menor Leopoldo, de que me traa o Dr. Eslevao
Cavalcante de Albuqirerque, no requerimento jun-
to por copia, remeti a Vmc. em original a certi-
do de Baptismo e aitestado, que pelo mesmo Dr
forana juntos ao sonredito requerimento, afin de
ju-' providencie como for de direito.
N. 980.Dito ao bacharel Jos Francisco Ges
Cavalcante.Conslando do Diario O/ficial n. 117
de 20 do correte, ter sido Vmc. nomeado por
decreto de 11 deste mez para o cargo de juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo de Serinhaem, as-
sim o communico para o sea conhecimento, e pa-
ra que na forma da le solicite o seu titulo.
X. 981.Ditoao commandinte do corpe provi-
sorio de polica.Approvo o engajamento do vo-
luntario da patria Candido Antonio da Silva de
que trata o seu olllcio e, 275 de 25 do eorrente,
visto ter para isso a necessaria idoneidade.
N. 18i.Dito ao mesmo.Mande Vmc. addir
no corpo sob sea commano, de conformidade com
i saa informacao em offlco n 272 de 23 do cor-
rente, o cabo de 'um do? existentes corpos de vo-
luntarios da palria, Poliearpo Barb isa da Silva, se
tirar para isso a necessaria idoneidade.
N. 983.-Ditoao mesmo.Pode Vmc. mandar
destacar em Baiqao oa Aguas-Bellas, o alferes Ma-
noel Ma'heas Cavalcante, a que alinde o seu oOl
co n 270 de 23 do eorrente.
X. 984. Portara. O vicepresidente da pro-
fin a, attendenJo ao que requereu o jais do di-
reito da comarca de Cabrobo, bacharel Manoel
Francisco Fernandos Vieira, rcsolvu con eder tres
mezes de henea com ordenado, na forma da le,
para traiar do sua im I".
3a secQao.
N. 983.Ofikio ao inspector da thesonrana d^
fwnla.-En o-p..ta ao lli i) V. S. n. 52i
II de jalli luanao p., coin rfrpncia ao juiz
municipal e do orphiisdo tr no de O yanna. ba-
charel Joaqun Cirdeiro Coeiho Cintra, tnho a
dizer-ihe que ten lo esto provao nao ter sido aio-
I \ publicado aa comarca daq ella nome o novis-
simo regulamenlo d> sollo, ao tenipo em que f.i
proferido o despacho noreqaerimonto de Francis-
co do Paula Castalio Curado, a que V. S. allule,
nao polii aquello juiz t lo, iiifrinnindn, a nao ion-
do appelagao ao caso vertenle, a disposicio do ari.
87 4- do regulamento de 10 de jullio da 1850, do
air. 113 4* do de 26 do deztmbro do 18(30, para
so relirireifi a documentos com que instruido o
requerimento e nao a este, vistas diversas deci'des
do ministerio da fazenda com relagao a especie, e
aos alludidos ragulamentos, como a ordem do ihe-
souro n. 148 de 10 de abril de 1863, fora de dn
vida que nao houvo a nfraegao aecusada, ficando
assim decidua esta queslao.
X. 986.Dito ao mesmo.Altendendo ao que
requereu o olllcial reformado do exercito Felippe
Marques da Silva, e tendo am vista a sua infor-
macao de 25 do eorrente n. 366, com referencia a
da contadona dessa ihosouraria, o autoriso V. S.
a mandar qua se continu a abonar ao supplicanio
a etapo de l diarios que venca em virtude do
decido n. 1254 de 8 de albo de 1865, e foi des-
pensada, desde setembro d > anno p. p. por delibe-
ragao do junta do mesma thesouraria.
N. 987.Dito ao mesmo.Pode V. S. conforme
indica -no final de sua nformagao de 25 do cr-
reme son n. 365, mandar pagar sob minha raspn-
sabilidade, nos termos do arl. 586 do decreto n.
2S84 do 1 de feverciro da 1362 a juda de custo
de C73jt marcada ao juiz de direito uome.ido para
a comarca da Granja na provincia do Cear, Cae-
tao Estellita Cavalcante Pessoa, visto nao haver
crdito para essa despesa, segundo consta da cta-
la da informicao.
X. 988.Dito ao mesmo.Cemmuuico V. S.
para os devidos fin", que nesla dala mando que
Bella.
X 989.Dito ao mesmo.Tendo nesta data
mandado disolver o deslacamento de guardas
nacionaes exislenles em Villa B lia, sobr'esteja
V. S. jia remessa para aquella termo da quantia
le 1:5861720 ris, destinada ao pagamento dos
vancimentos, o que se refere o sea olllcio de 27
do correte, sob n. 370, o qual (lea assim respon-
dido.
X. 990. -Dito ao mesmo.Tendo, por acto d'esta
data e de conformidade com a indicacao de V. S.
comida em olDcio de 28 do correte, sob n. 384,
nomeado o primeiro conferenle da alfandega, Joa-
quim Aurelio Wanderley, para substituir no con-
selho de compras do arsenal de guerra ai seguu-
do conferente da rr.esma alfandega Jos Baptista
de Castro a Silva, qua vai entrar no goso da li-
canca que Ihe fii concedida pelo governo impe-
rial ; assim ommunico V. S. para seu co-
nhecimento, a alim de que o fjga constar ao chefe
d'aquella reparlicao.
X. 991.Dito ao mesmo.Transmiti V. S
para seu coniecimeulo a inclusa ordem do m -
nislro da guerra datada da 21 do eorrente, a bem
assim um olDcio circular sob n. 5, do thesouro
nacional, tambem datado de 17 do-mesmo mez.
X. 992.Dito ao mesmo.Transmiti V. S.
as sete inclusas ordens do tribunal do thesouro
naejonal sob ns. 82 e 89, meaos a de n. 86.
X. 993. Dito ao mesmo.Transmuto V.S. i
inclusa ordem do thesouro nacional sob n. 51.
X. 194Dito ao me?mo.Remello V. S. para
os devidos lins o incluso titulo de nomeagao do
juiz municipal e de orphaos do termo de Seri-
nhaem, bacharel Francisco de Goes Cavalcanl.
X. 995.Dito ao mesmo. Cimmuaio a V. S.
para os devidos fias, que, segundo participou o
conselbeiro presidente da relago em officio de 28
do eorrente, nessa data conceder 30 dias da li
ceng com ordenado, na forma da lei, ao bachirel
J iao Rodrigues Chaves, juiz de direito da comarca
do Bonito.
X. 996.Dito ao mesmo.Tendo nesta data au
torisado o conselho de compras do arsenal de
guerra a promover a compra do ferro preciso
para a oQl'iua de terceira classe do mesmo arse-
nal, constante do pa lido junto por copia, assim o
communico V. S. para seu conhecimento.
X. 997.Dito ao mesmo.Em resposta ao offi-
cio que V. S. me dirigi em 27 do eorrente, sob
n. 367, tenho a dizer que pode aceitar o offareci-
ment qui fez Manoel Alvos Guerra, para ncum-
br-so da execugao dos cenceos de que neces-ita
a ponte denominada7 de setembro. pela quantia
do 6:200, a dando a obra prompta do prazo de 6
mezes, e nao no de 4, como mencionan! as res-
pectivas claosulas.
. X. 938.Dito ao inspector da tlrsiuraria pro-
vincial.Inteirado do cometido ao oflicio que V.
3. me dirigi em 27 do eorrente, sob n. 332, te-
nho a dizer em resposta que, se tenar conveniente,
proroguo o prazo de 15 das marcado ao colleclor
de Itamb, afim de entrar para o cofre dessa the-
souraria com a quaotia que diz haver sido roa-
bada, "sob pena de se proceder administrativa-
mente contra elle na forma da lei, se nio effec-
tuar a entrega de que se trata.
X. 999.Dito ao mesmo.Inteirado, pelo officio
que V. S. ma dirigi em 27 do correte, son n.
324, de se haver Thomaz de Camino Soare3
Brando Sobrinho, proposto a fazer a obra do cano
di esgoto ao leste da alfandega d'esta capital com
o abale de 3 por rento no prego do respectivo or-
gamento, tenho a dizer em resposta quo pode acei-
tar essa proposta.
X. 1000.Dilo ao mesmo.Autoriso V. S., em
vista de sua informacao de 21 do crrante, sob n.
310, a considerar abonadas as faltas, que por in-
commodo de sade deu a professora de nstrue-
gao primaria da villa de Garanhuns, Joanna Cesar
de Santa Isabel, no mez de fevereiro ultimo, afim
de que possa ella receber smente o seu ordena-
do por inleiro, relativo aquella mez.
4.' scelo.
X. 1005.Dilo ao Exm. Sr. presidente do Rio
Grande do Xorte.Remello V. Exc. o incluso
involucro contendo 6 pares de laminas a 4 tubos
capillares com puz vaccinieo. Fica assim satis-
falta a requisigao de V. Exc. constante do seu offi-
cio de 8 de abril prximo findo.
X. 1006. Dito ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia da Parahyba.Communico V. Exc. qne
segae com licenga para a provincia da Parahyba
com demora nessa, o major cm commissao Au-
gusto Rodrigues Chaves, segundo declarou-me o
general commandante das armas em officio de 25
do crreme, sob n. 28.
XM007. Officio ao desembargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.Reraetto por copia
V. Exc, aun de ser tomado em consider&gao, o
incluso officio de 23 deste mez, em que o director
lo Asylo de Mendicidade faz algumas ponderagoes
acerca do oficio de V. Exe. de 10 da abril ulti-
mo, dirigido ao uieu antecessor.
X. 1008. Dito ao engenheiro fiscal di estrada
de ferro. Remeti um pequeo caixo contendo
urna ambulancia com destino ao tralamento dos in-
digentes a com met! dos de cmaras de sangue na
fieguezia da Quipapa. afim de que Vmc. a mande
por na estagao de Una da estrada de felro, onde
ser mire ao juiz de paz do 2o districto daquella
frogueiia, Francisco de Siqueira Passo?, o.i
quem pi.r elle so mostrar aulonsado "para recebar.
X. 1009.-Dito ao juii do paz do 2* di-trido da
freguezia de Quipapa, Francisco da Siqueira Pas-
sosTomando em consideracao oesposto rm "ti
offiio jie 17 ilo curante, remello nesia data para
a estagao de Una da errada do tafo, onda Vmc.
a mandar procurar, urna ambulancia en reme-
dios aproprudos ao tratamenlo das oamaras de
sarigua que, segundo o citado oIBcio, grassatn nes
sa lucalidade, alim d seiero eonvonientemeVlte ap
plicados e distribuidos pelos indigentes affeciados
daquella
ministradas pelo inspector da saude publica a
esle inclusas. Ricommando-lho que remella
esta presidencia ma relago nominal dos falleci-
dos e dos restabalecidos, assim como ama infor-
macao cireumsianciada de tado qaanto houver oc-
corrido semelhanle respeito.
X. 101'). Dilo ao gerente da Companhia Per-
naiiibiicaiia. O Sr. gerente'da Companhia Per-
nambucana mantie dar passaiiam para u Rio-
Grande do Noria, pir conla do ministerio Ja guer-
ra, ao cabo do extincto 42* cori>o do voluntarios
da palria, Joaquim Jos Florencio.
X. 1011. Dilo ao mesmo. O Sr. cerenle da
Companhia Pernarnbucana mande dar urna pssa-
uem da estado r, al Penodo, ao padre Firmno
Brazetn Mocha.
X. 1011 bis. Dito ao mesmo.O Sr. gerente
da Companhia Pernarnbucana mande dar urna pas-
sagem de estado r, at s Alagoas, no vapor
Geam, Francisco de Aguiar Jnior.
X. 1012. Dito an nsar. O Sr. gerente da
'impanhia Poruamb icana mande dar transporte,
oor conta do ministerio da guerra, para o Rio-
Grande do Xorie, Saturnino Dias da Moraes, e
para o Cear, Joaquim Francisco Bomtempo,
ambos uragas do exlincio batalhao n. 42 de volun-
tarios da patria.
X. 1013.Dito aos agentes da CompauSia Bra-
.sileira de paquetes. s Srs. agentes da Compa-
nhia Brasileira de paquetes maudem dar trans-
pone para a corle, por conta do ministerio da ma-
rinJu. uo vapor Guar, aos recrutas Manoel Jos
da Oliveira o Emilio Maxmiano Basilio. '
X. 1014.Dita aos mesmos.Os Srs. agentes da
Companhia Brasileira de paquetes inaodem dar
transporta para a curie, por conta do ministerio
da maana, no vapor Guara, ao recrata Joao Bap-
tista da Oliveira.
N. 1015.-Dito aos mesmos.-Os Sr?. agantes da
Companhia ftrasileira de paquetes vapor mau-
dem dar transporte al o Rio do Janeiro, por conta
do ministari- da guerra, ao 2o argento do ex'nc-
to curpo n. 30 de voluntarios da patria, Antonio
Benedicto Cosme D imio o S.
X. 1016.Dito aos mesmos.Os Srs. agentes da
Companhia Brasileira de paquetes mandem dar
transporte para a corte, por coma do ministerio da
guerra, no vapor Guar, ao soldado voluntario do
deposito especial de iostraegao, II ireulano Caval-
cante de Albuquerque.
X. 1017.Portara. O vice-presdento di pro-
vincia, usando da attribaigao que Ihe confere o
arl. 7* da lei do 12 de agosto de 1834, resolve
prorogar al o da 13 de junho prximo vndouro
a presente sosso da assembla legislativa provin-
cial.
e moequs de mos instinclos, que ah se reuneralde gosar as vantagens do arl. f7 attinj
alariamente, sobretodo noate, para praticarem mero de 400, o cessionario. se olrica a
immoralidades, oatordoarem os ouvidos com gri
tiH e obscenidades. Anda Dar iaso chamamos a
itlanca > do Sr. Dr. chefa da polica.
FACULDADE D*E DIREITO.- A congreizago dos
"ulgou sabbado habilitados para fazerem
lanos
s lodos os alumnos da Faculdade, excepcao
Srs. J..J.) (liunes Banfcots tt A4:naida (to' I
EXPEDIENTE ASS1GMAD0 PELO SR. Da. ELIAS FREDK-
niCO .DB LyBIDA K ALUUQtfBROU!* SSCRSTAniO
mamo, em 30 dk uui de 1870.
2" secgao.
Officio ao Illm. Sr. Dr. chafe de polica. O
Exm. Sr. vice-presidento da provincia manda de-
clarar V. S. que nesla'dala se ordenon ao com-
mandante superior da guarda nacional do munici-
pio de Fiares mandas-e dissolver o destaeamento
da Villa-Bella, licando ssim respondido o officio
de V. 8. de 27 do crreme Job n. 797.
X. 1019.Dilo ai presdeme do tribunal da re-
lago.Da ordem do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, aecuso o recebimento do offlco de V.
Exe. da 28 do eorrente, em que partecipa ter nessa
dala concedido ao juiz de direito da comarca do
Bonito, bacharel Joao Rodrigues Chaves, trlnta
dias de licem^i com ordenado na forma da lei.
4* secgao.
X. 1020. OIBoio ao Di. Francisco Teixeira de
S, 1" secretario da assembla legislativa provin-
ciil. S. Exc. o Sr. vico presidente da provincia
manda transmitlir a V. S., para conhscimento da
assembla legislativa provincial, a inclusa copia
da d hbsraco desta dala, pela qnal resolveu pro-
rogar ate o lia 15 de junho vndouro a prseme
sessao da mesma assembla.
^ X. 1021.Dito ao governador do bispado. S.
Exe. o Sr. vil-c presidente, responlendo ao ofllcio
de V. Rvina., datado de II do correte .oh n. 195,
maula declarar qua submetteu ao conhecimento
do Exm. Sr. ministro do imperio a materia do ci-
tado offiah.
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
ASSOCIACAO COMMEIICIAL AGRCOLA. -
Reunio-sc liontem esta as ociagio para preceder
elicao da nova directora, visto terem os mem-
bros eleilos recasado aceitar os cargas, a. esco-
lla recahi i nos Srs.: Manoel Taixeira Ba-tos,
presidente ; Jos Alve3 Barbosa Jnior, Io secre-
tario ; Amonio Jos Bargas da Costa, 2o dito ;
Francisco dos Santos Macedo, theseureiro.
INDUSTRIAS E PROFISSOE3.Termina no ul-
limo deste mez o recebimento do imposto sobre
industrias e profissoes que comprehende lodos os
eslabelacimentos commarciaes, os escriptorios de
adsogados, da solicitadores, avaliadores, etc., os
consultorios do.medicina, os cartorios de tabel-
liaes e escrives.
NAVIO ENCONTRADO.-O vapor Cururipe en-
controu, no lia 23 do correute, defronte do Cab)
Branco, o brigue inglez Alpki, da praga da Sal-
combe, em viagem de Glascow para o Rio de Ja-
neiro, desarvorado do masiaro de gavia, e Ihe
jfferecpu reboque, o que elle regeitoa.
DINHEIRO.Os vapores Pirapama e Curiripe
trouxeram as seguintes quaotias para os Srs.:
12:876*000
11:450*000
5:006*520
4:600*000
4:200*000
3:000*000
2:953*550
2:231*000
1:2505000
1:000*000
1:000*000
800*000
775*000
775*000
749*000
Luiz Antonio Sequeira
Parante Vianna & C.
Alfreda & C.
Jos Luiz Gongalvas Ferreira A C.
Loyo Sobrinho \ C.
Gustavo L. Furtado de Mendonga
Jos Duartc das Xeves
Adriano, Castro & C.
Jos Lopes Davim
Cosme Jos dos Santos Calado
Joaquim Jos Goncalvas Beltro
Jos Bom Ramos de ulvera
J. T. Pioheiro
Mandes & Coelho
Pereira da Silva je C.
Viuva de Guilhcrma da Silva Guimares 600*000
Antonio Ramos de Oliveira 500*000
Amonio Jos Gomes 499*000
Manoel Jos de Miranda 400*000
Joaquim Lopes Machado 285*240
Anteoio Gomes Pereira Jnior 260*000
Joaquim Jos Martins 130500o
MIS3.UHoja, segundo anoiversario do passa-
mento do Bernardino Jns Monteiro, celebra o ria-
dre Jet Esleves Vianna, tima missa pelas 7 ho-
ras da manhaa na matriz do Corpa Sanio e para
este flm convida todos os parentes e amigas re-
sident'es naquclla freguezia.
TRANSPORTE WERXECK.-Tira a mala hole
as 3 horas da tarda, oa adininistrago do rorreto
pata a Rahia c Rio doJmeiro.
RA DOS GUARARAPES. Mor.-.toros desta
ra se nas queixam dos mos trates qae 0ffre
urna molatiniia, o-crava. de sua senhora mulPerl
de mao coragio, qnal seu mai id nao pd la Von
ter, qoando nos momentos de raiva cantiga baiha-
ramonte dita molalinha. Chamamos nara Lo ^
alteago do Sr. Dr. chafe de polica.
actos
dos 5vs.-M,> Gomes Btoa*a-*> A4.'Beida de">|
anno, e Amonio Gomes Leal Jnior do i', por ex-
casso de falla.
Os acias dos diversos annos, comegaro na
sexta-fi'ira (i^), sendo examinados por da : 4 es-
indaules da 1 anno e 4 do f anno, do 2 anno,
2 Jo 3 anno, e3 do 4o anno.
Serlo examimdores :
Io anno.Drs. Silvera do Souza. Pinto Jnior,
e Drummor-.d.
2"anno.-Drs. Figuairedo, Bandeira Filho, e
Joao Thain.
3o auno. Drs. Aguiar, Tarquinio, e Drum-
mond.
4 anno.Drs. Portolla, Aprigio, e Corroa de
Ara ojo.
o aorn.Drs. Aa'.nn, Baptista, e Reg.
FEBRE AMARELLA.Pedem-nos a publicaglo
do seguinte :
O ultimo rapar da Europa trouxe-nos a tris-
te m, va da qua essas frhres esto leinando eru
Barcelona, Barcelonela, Valencia a Alican!o> en-
tretanto em n.isso porto soda aportar algum navio
vindo desses lugares a nao podendo ir para o la-
zareto na liba do Pina os passageros que nelles
vierem, porque ahi exisiei cerca de 2,0'.'0 barrs
de plvora, nao sabemos para onde irlo ter elles
o como se vrar nossa prorincia desse mal. Pro-
videncias a governo pedimos.
CONVERSAD DE UM ISRAELITA. Lemos no
Apostlo,. O faci de urna coaversao sempre causa de
grande jubilo para a igreja, a conquista de ama
alma transviada e sem la, am grande beneficio
para quem lem a ventura de abandonar o erro
em*jue vivia, abracando e reconbecendo alado
Redemptor da humanidadc.
Por isso temos particular satistajlo em trans-
mitlir aos nossos leitores a converjan de Fortuna-
to Toledam, com todas as suas minudencias. Xa-
tural de Argel e descendente de urna familia israe-
lita, Fortunato Toledam veio na idade de 16- para
17 annos para o Brasil, sectario da infeliz seila de
satis pas, e aqu rem vivido ha treza annos. Em
boa hora, porm, lembroa-se de procurar^ um
dos nossos mais nolaveis fazendeiros, nao tan-
to por sens grandes haveres, como por sua pie-ia-
de, senltmonto rehgiiso e beneficente, o Sr. com-
mendador Jos de Suiza Breves, manifestando-Ihe
o desojo de qne fjfse padrinho da baptismo de
am tlilio natural, havilo de urna brasileira. Mal
sabia Fortunato Toledam que essa prova de consi-
deragAo que quera merecer do virtuoao anciio
era t'preanncio de dous graudes beneficios, dei-
xar a uniao Ilcita que tinha o entrar para o gre-
mio da yerdade.
Recefieu do Sr. commendador Jos de Souza
Breves reosla de om vario que professa princi-
piar rigorosos de moral. Nanea me negnei a ac
tos desta ordem, m is tratando-se da um lilho na-
tural, a nica condicao qae ponho o casamento
previo"*;s pas. Nao parou aqui a commissao
do commendador Brevas : encontrando em For-
tunato Toledam disposigo>s sinceras para abracar
a,religio catholica, nica verdadeira, insisti e
consegu) destazer as ultimasduvidas que mpres-
sionavam o espirito do infeliz israelita.
Foi entao que Fortunato Toledam procurou ac
Exm e Rvm. mosenhor vigario geral e geverna-
dor do bispad' e pedio-lhe, que o regenerasse pe-
la aguas do baptismo.
S. Exc. Rvma., depois de urna conferencia com
o neophiti, mando i que fosse examinado na dou-
trina catholica e lendo-sa apresentado safiiciente-
mente habilitado, foi baptisado no da 1 de oatu-
bro. Solemne foi o acto, e edificante pelas dispo-
sicoes com que se apresentou Fortunato Toledam.
Val em breva santificar palo Sacramento do ma-
trimonio ,a nnilo, que produzio o innocente, cau-
sa do tantos bens para sens pas, devondo seguir-
se logo o baptismo deste feliz menino, sendo para-
nhympha de ambos os Sacramentos o virtuoso va-
rio, que servio de. instrumento providencial para
a regeneracao espiritual de Fortunato Toledam.
Registrando este fado que tanto nnbilita ao Sr.
commendador Jos de Souza. Breves, nao temos
palavras para manifestar Ihe o regosijo com que
neste moiuenta eserevemos est noticia. Mas Deus
que v nos corseos dos homens e que onheceos
immensos beneficios, que cercam a vida de lio
prestante cidadao, quao sincero calholico, o ha tie
recompensar.
COMPANHIA DO ACEIO DA CIDADE. Para
conhecimento do publico em geral damos om se-
guida alguns arligos do contrato celebrado pela
presidencia da provincia, com o Sr. commendador
Antonio Gomes Xelto para o aceo a limpeza da ci-
dado do Recifa :
Art. 9.* Os apparelhos de latrina com os com-
petentes reservalorios para agua deverlo ser col-
locados em indas as cass terreas, sobrados e pa-
vimentos teneos des tes, nos lugares mais apro-
priados e de maneira qua cada habitaglo de urna
familia lenha pelo menos, um apparelho.
t Art. 10. Todos os concertos e reparos nos
apparelhos e canalisagao, assim internos como ex
-tornos : serlo fetos cusa do cassonario, sal
vo o caso do deterioraclo provenieale de malfelto-
rias oa negligencia, em que os reparos correrlo
por conta de quem os houver praticado.
> Art. 11. O custo dos apparelhos de latriaa^
comprehendendo-se uestes a baca, caixa, cana-
saglo, reservatoria para agaa e todo mais servieo,
ser o mesmo j estabelecido de accordo com o
attinjam o-nu-
...igaa diminuir
da annuidade marcada para o servio dos appare-
lhos retribuidos 1*000 por cada um!
Art. 22. Os apparelhos de latrina que j K-
verem sido esftbelecilos al o presente nesla ci1-
dade, de conformidade com o contracto celebrado
cuta do cessionario por oulros da rnaaua classe, i momio que ja aW se c mJ
6 do systema aqu proposto, sem que dista mu- 0 encanamon d'araa oniSri V
danga resulte ouiro onus ao seu proprfelaiio, alm
da despeza do encanamento d'agua
rica provincia do Para dependa, granJe pnr, *
circula.-fio, o llnstre ex-presidente ntWen i m-
vegagau o sea mximo desveto. O cr ntracle ff-
agora mesmo, se celebra no Para emn a ,dwi
nhia do Amazonas para tres hih!w da navpfitr>\
ti celebrado sobre as bases deitadas pato es-ai-
mimsirai.Vr. O i I lustrad correspoadaate iTirj Wt
provincia esereve que f i este o contrae iw
. e ca annuida-
de do servico llxado pelo arl. 16.
Arl. 23: Dever ser franqueada ao cessiona-
rio e aos seus preposios a entrada com aviso pre-
vio de vinte e quatro horas nos edificios pblicos
ou particulares, em casas, ritas, pateos, quimaes,
em que for necessario execaiar trabalhos para a
realisago do systema adoptado ou eoncrti>s e re-
paros de tbras, procurando o mesmo cessionario
combinar com os respectivos proprietarios on lo-
catarios dos predios a hora mais conveniente, sem-
pre qae istu for posnvel.
PASSAGEROS. O vapor Paran, sahido para
os portos do:sul, levou os seguintes:
Antonio Moreira Maria da Paixo Ribeiro Lima,
Alexandrina Maria d'Annunciagn, Jos Maria da
Conceigao, Mathlde dos Passos Xogueira, alferes
Jos Joaquim de Freitas Jnior, Maooel Gongalvos
Campos e sea filho, Olympio Podro d'Araujo, Jlo
Domingues da Silva Pinto, 2 escravos do Exm. Sr.
general Fon tes, Noberto Jos Vianna Caparrosa,
Joao Raymundn Martw Pires, Joaquim Jos (Ja-
mes, Manoel Francisco Carvalho dos Santos, 2
pragas de polica, Femando de Cerqueira Carva-
lho Jnior e 1 criado, Antonio Marques Pereira
da Suva, Jos Basilio Severino, Joaqaim Francisco
dos Santos Maia, Manoel Francisco Moreira, Cus-
todio Jos dos Santos,. Miguel Zeftrino d'Aguiar,
Alcides de Souza Castro, 2 escravos.
Sahidos para o sul no vapor Manda hit :
Joao Jos de Oliva, Antonio Jos de Castro, or
berto Jos Vianna C, Francisco Melquades de
Cerqueira.
LOTERA.A que o aeha venda a 166" a
Deneficio da matriz do Bonito que corre hoje.
CEMITERIO PUBLICO:-Obituario do da 19 do
crrante :
Maria Corre i, preta, frica, 7 aunas, solteira,
Recfe ; hemorrhagia.
Prescilla, parda, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos;
espasmo.
Carleta Mara de tan, parda, Peraambuco, 36
annos, solteira, Boa-Vista ; gangrena. Hospibl Pe-
dro II.
Manoel da Paixlo, preto, Pernambaco, 58 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; anemia. Hospital Pe-
dro II.
Adelaida, preta, Pernambuo, 12 annos, Bita-
Vista, tubrculos pulmonares. Hospital Pedro II.
Mara Francisca de Carvalho Figueira de Mel-
lo, branca, Pornambuco, 53- annos, casada, Ala-
gados : hipalo pulmona.
Maria, encontraia na porla da igreja da Penha,
parda. Peroambuco, S. Jos espasmo.
_ 21
Luiz Antonio de Franca, pardo, Pernambaco,
18 anoos, solteiro, Santo Antonio interoeolite chro-
nico.
Jovito Faustino das Chagas, preto, Pernambuco,
19 annos, solteiro, Ba-Vista ; tubrculos pulmo-
nares. Hospital Pedro IL
Domingos, preto, frica, 85 annos, solteiro, San-
io Automo; hernia estrangulada.
Francisca, parda, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos;
emrita.
Joaquim Antonio Pin; > Serdio, branco, Portu-
gal, 60 annos, casado, llecife ; inlero cohio.
Candida Maria da Trindade, preta, frica, 46
annos, solteira, S. Jos ; ervsipela.
22
Ernestina, branca, Pernambuco, Bn-Vsta ; en-
cophalite aguda.
Maria, parda, Pernambuco, 2 mezes, Recife;
athese sypielisa.
Jos Antonio Pereira, preto, Minas, 50 annos,
solteiro, Ba-Vi.-ta ; tuberulo3 pulmonares. Hos-
pital Pedro II.
Anna Joaquina do Sacramento, parda, Pernam-
buco, 40 annos, solteira, Ba-VIsia ; interite chro-
nidi. Hospital Pedro II.
Pedro do Alcntara d is Prazere-, preto, Per-
nambuco, 35 annos, solteiro, Santo Antonio ; as-
cite.
Antonio, encontrado ni porla do Livramenlo,
preto, 40 annos, Santo Antonio ; morlo natural.
Maria, branca, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ;
espasmo. .
Ignacio, escravo, preto, Pernambuco, 12 annos,
Recife ; ttano.
Lino, escravo, preto, Pernambuco, 48 anno,
sollero, Santo Antonio ; cancro no estomago.
Domingos, escravo, pardo, Pernambuco, 17 an-
nos, solteiro, Reeife ; febre typhoide.
Antonio Anecleto Pereira, preto, Pernambaco,
30 a,',nos, casado. Boa-Vista ; hepalite chronico..
Hospital Pedro II.
gaa potare) e notroi .
lames melhoramentns merecer do Exm. Sfr. Df.
ilo Alfredo a mais acurada lteselo. Em al-
guns poucos mezps, S. Exe. deixoo snbre e?ie- Ti-
rios ramos efe publicas neressidade estados adiar -
todos. *
Em nnsso juizo. e joizo de le Jas oa sincere*
amigos do paiz. sao estes ltales mais qna JS-*
ciernes para raeommeodar um cidod a ecafiaa-
ga da cora.
para i
C*.MP0 VERDS.-0mnr!Jorfi( d.-.>innar .
enrarmidade. na forma das ifisirucglejl t^o ;ond) p^rsagnidaj por ^asocia e 'rfcnnos
governo para a execugao do contrato celebrado
em 25 de setembro de 1858, saber : pelo de
terceira classe 50*000, segunda classe, seodo a
hacia de inelhor qualidade, a caixa de raadeua en-
veraizada e tudo mais em melhores coodigSes
85*000.
Os pregos dos de primeira classe,- ope serao
apparelhs do luxo, serlo convencionados entre
o comprador e o cessionario.
c A caualisacao, d'agua nos predios ser paga
pelos precos estipulados enlre o govesno a o ees
sionario, razio de 750 ris o palmo.
t Art. 46..Por todo o servico qua fica o ces-
sionario obrigado pelo presente contrato receben,
salvo a exeepeao do art. 17, de oada familia, que
empregar um so apparelho de lairina 27*000* por
quarteis vencidos, por mez oa por anuo, cofor-
me o ajuste que flzer, das que empregarera dous
apparelh )3 524000 e das qae erapregaren tres
60*000, pagos sempre do mesmo modo.
c Por cada apparelho excedente ao numero fl-
xado neste artigo receber o cessionarip mais C*.
i Art. 17. Nos predios oomprehendutos dentro.
ao permetro da planta a presentada, por Carlos
Luiz Cambrone, para execucao do contrato cele-
brado em 23 de setembro de LS59, que pagarem
aclaaltnente 13*500 do decima urbana ou menos,
o cessionario se abriga a mandar enllocar gratui-
tamente apr.are.hos de latrina de terceira classe
cun os seus acoessoros e a toaar lodo o seraneo
inclusive o da romoglo do lito a que est obri-
gado por esle contrato.
t Art. 18. Cada um dos predios mencinalos
artigo antecedente deixar do go'.ar das vantagen-
do servico de limpeza, escoameoto das aguas ser-
is e remocao do lixo, alli concedidas, logo que
a sua dcima r superior n 13*"Ji).
Arf. 19- l^ago que os predios que ileixarcm
COMMNICADOS.
Collaborapo.
Superioridades inconlestadas arrastam sempre o
cirtejo de inmigos, lano da ordem das. eousas
que se atire despiedadamenle, ineansaw.imonte,
altura qpe se nio pode chegar. Tem % nalureza
humana d'estes caprichos.
Xem daoulro modo se explica qua oa irrecon
cliaveis do Liberal, em contraste com a opioiao
geral por tantos modos e lio irrecusavetmente ma-
nifestada, estejam. a deprimir do reconoecido me-
recunento do illoetre Pernambucaao- que tein as-
sento no conselho da curda.
Odio velho nio canga nem rape asa. Como se ,
nao eserevessem em urna provincia qu,e, eonhe- tisfeito pelo asseio e boa ordom qne rain* na jieila
PJBUCACOIS_A PDIM
Pergnnta que ao 9Mewmm
A lei lora o artigo de redar rao do Ubtrml a
275, prodcelo do potico escriptor a Lnio eru
outras eras, disparlou-nos a curiosidad* pu*
procrennos saber se cerlot ministra* dos Wize-
lempos da liga chegaram aos conselho da rora
conquistando lio elevado logar -peln m*r*x
meios exigidos pelo nosso anglo-escriptor, a asm.
comecando pela gente da casa do publicista po ta.
perguntaramos :
Qnaes as conquistas feitas na tribuna, qnal *
valor poltico, capaz it traztr forr.i mm f>-
nerno, quae as lradicroe$ e mtr'i elemento*, mtr
s do a perseverancia as ideas, e a dedicarme
que recommendavam o conselbeiro Silveira eS.n-
za para oceupar o lagar de ministre da corte '
Qae proras de eapacidade den o referid con-
selherro na gerencia dos negocios ajne corrern
pela pasta de estrangeirs dorante a saa estad
no ministerio Zacaras ?
Une obras de direito publico administrativo j*
esereveu esle Sr. T
(iue traeos de tino administrativo, en > bo-
mem poltico deixou elle na administraba* Vst.-
provincia, alen dos de consuma lo instrnnwn da
vontade alheia para comprimir a lioerdade te *>*
Rodera haver paralelto entre esle Sr. a vis-
conde de S. Vicente?
(ue conquistas de tribuna, qne serviros patu-
co.: a cansa de um partido, lionam os Srs. ten-
Liberato e Affmso Celso, para serem i*i*jjlrn* te
cor'a T
E nio se houveram bem na gerencia tes
ci* pblicos em lio elevado cargo ?
Por ventura serlo superiores em taleat*,
ao estado, dedicacio ao aclaal ministro do impe-
rio, o Dr. Jlo Alfredo ?
Que conquistas na tribuna e na imprensa (r.
algum-da o Aado S e Albuqaerc;** (Catvwhri.
qae talento a lino na adminislragao palMiea nato
elle alguma vez, que o recommeodaateai a* ele-
vado carg de ministro qae oeeapoa por nat V
urna ves T
Qnaes os seus servioos cansa nnMica, on*
juslilicassem a saa elevagau aos conselho* rft
corda ?'
Ser da ndole do systema repMMaJatrro fjn*
um ministerio smente possa ser e >mpo*tde ora-
dores ?"
No actual gabinete nio existir por valora
abalisados oradores, capazas de sustentar na tri-
buna parlamentar qnalqner qusslio por nub
transcewJenle que sf ja ?
Por ventura nao bastar os Srs. Bar) te Tres-
Barras. Salles, e Teixeira Jnior, para por parle
do ministerio responder aos parladoras da opoo-
sigao n senado ?
No gabinete Zacaras contavam-se melkorrs
oradores ?
Ser vedado no cdigo liberal, ana os amigo*
do gabinete S. Vicente sn-t.-nt; m na tribuna paV-
lamenlar as ids do mesmo jatonate, e
liem com as suas luzes '
Os liberaes monopolisaram talentos,
cfeixaram para os sens adversarios. ?
Dar-se-ba o caso de que toss as grandes
rias do partido conservador eslivessem resM
nessa meia duzia de desertores, que se passa
para o inimigo com armas e iiagagros ?
Acreditamos que nao, e qne o e.-criptor do ar-
tigo do Liberal de 17 do correal*, tmha ** olkf-
cor de tranca quando esereveu o seu artiao '>-
que sao os novos ministro*t por s*o nao v ifi-
eslava fazendo apenas o retrato ios ministerios du
famoso lempo da liga.
O Mr. Hispo C'enr*.
Poucos dias faltara para, completar BM ar.oo
qne o Exm. Sr. bispo do Cear Antenote os so
queridos filhos em Jesos Cbristo, segnto >*t\ K--
ma a tomar parte com os seos rmaoo r.a Aposto-
lado, no concilio ecumnico do vaticano onte o
immortal Pi IX pelo seu aeto e invenei'wl *li.*a-
cl, pintou mais urna Uor a linda grina'.da Are-
cda a excelsa Bainba dos Ceos, na daomeo d.
dogma da Concaigao a tanto desoja la e esnaoli
pelos verdadeins catbolicos. Tornaodo se, nesta.
epoeha instipportavel os ardores do sol natpella.
cidade santa, o cliefa te igreja univsraal, sent*-
aliento as necessidades de sens CUao* re>*iver..
adir o concolio at o principio do aaaa vimloort.
Se nio pode faciluwote es<|uecer o qae te o-raf^
se amar.
S. Exe. aprovoko essa opporluaidade para ojt-
lar suad'ocese. Ante-bootem polas M) oras te
manhaa daserabarcon essa ilustra prelado ni^
capital acompanbado do Exm. Sr. vigario c.i>tu
lar,inspector do arsenal de manntaa de sacerdotes, seguindo para o palacio te Satetete
onde fui hosa*dado. .^^
., larda diguon-se visitar o collegio dingite pe-
las irmia; de Santa Dorolba, fleando bastan sa-
fio.
aa-
cendo-o fundo e de perto, especanga se confiada
mente no E&ra- ministro do imperio, nao pelos
actos qae qaerem julgar o elevado funecionario.
Nio os agunrdam. Temea q*w os facios venhana-
responder inexhoravelmenle- s suas preoecupa-
coes.
Em qaanto reconhecera a ongem rigorosamente
parlamanur do gabinete, faxem do que e deye
ser, urna questio da principios e de ideas, qaestio
de nemes proprios. Fiuem-n asim ; e como a
fazem?
Dosconhecem oa, o que e mais certo, ngem
desconhecer que o Exm. Sr. conselheiro Dr. Jo\o
Alfredo nao um carcter inexperimeotado. Af-
feclam ignorar que, na imprensa, na tribuna o na
ailministragao, o il ustro conselheiro deixou mal-
lo deftnidainente o trago dos invariaveis principios
qae sai a saa profissao de f pottica.
Na mprensa em am longo estadio de lula per-
severante, corajosamente dedicado obra da roge-
naragao poltica contra os golpes de um poder es-
vairado ; defendendo oa tribuna em um memora
vel dis urso a orlem de cousas levantada na pro-
vincia pelo ministerio de 16 do jti 1 lio e dellniodo
com urna rara pracisia n sen modo de ver qaanto
s ref-rmas pedidas palo'paiz ; na administraban
je u na importante provincia, dotando-a da nta
veis melhormentos, de alguns dos qnaes vio i
realisago coraegada e de outros deixou as i
bojoueabam de ser adoptadas com gran le pro-
aoa Cifres pblicos.
Co!i"nc! lo tie que o futuro eograa>'imeolo (bj
rlorescema casa de edocigio.
S. Exax Rvm. seniando-so em nm sali> *ci njao
esiavam. todas as alamnas em numero bem errs
cido, deu beijar o anoelj para o que se apcr-ti**
vam am par, na melhor ordem, o ou* lttmw*U>,
S. ie. levanten elhes deu a sua paternal benf.
deixaadotodas peoboradas por tao honrosa visita .
As 5 da tarde segnio ao embarque
do do Exm. capitular, a ao passir pelo ;
marinha recebeu as honras militares eoMB* a
sua alia posigio social.
A' S. Exc. acompanbam 4 samiuarislas que tan-
do terminado o curso theologieo neste seminario
de Olinda, munidos com- as demissonas pasadas
pela vigararia capilalar desta diticnse, vai rere
ber as orden sacras, al o bresbytera do.dxi **
do mesmo Ilustre prelado, juntamente eom nVn*
dos seus eompanheiros que os preceeram na %'a-
gom, recebando assim tuna genensa reeoif peo*
do lanas vigilias e irel.allms literario., onoanoo
na saudosa au.-encia do sea* pas,
Aos mdicos.
Aos raens coligas do qual-i"' i
dadi? e grai1aa?io. que sejam.
nudicina na cidaii do H
marcas eircatiiviaiubas, proyonii). .
i irnos ilo saliit do Club Perna-ti
ssta feira, p do corirnle, ii 7 b*f 04
(

^

=
/
*


t
..... ...;
Diario de Peinamtokco Terca feira 25 de Outubro de 1870
x
noito, para decidir, se entre nos tena havido,
coma me parece, casos bem caracteriaados
de heriberi, se o numero desses easos ja
demncia a existenci i, oa a propinqaidade
da forma ordinariamente epidmica dessa
molestia, e sendo estas questBes resoWidas
afrmativamenie, para nomear urna com-
missab incuiobida de, colleccionar e inter-
pretar as observac5e, que houver colhido,
e para redigir ulteriormente a historia dessa
molestia com as feitfos locaes, que houver
apresenlado.
a.:cife, 22 de outubro de 1870.
Dr. Jos Joaquim de Maraes Sarment.
Ero
dicioa
Mofina
A' leil^ra da denuncia ap-esentada por
Liurenco ae S e Albuquerque, e publicad;1.
no Diario de hoje, -uggerio-nos as seguin-
les* perguolas :
Ia
Ser o Sr. Lourenco de S e Albuquer-
que, inimigo do tehente-coronel Gaspar Ca-
vbanle de Albuquerque Ueha, promoven-
do contra elle, como um dos successores do
finado teen',o coronel Joo de S e Albu-
querque. a cobranca de mais de duzentos
contos de ris, em vista da Ord. 1. 3, tit.
Mi 7 ?
2a
Podia ssfadmitida semelhante denuncia
em aco do 6o do art. 75 do Cod. do
Proc. Criminal?
Como cabio nesta, Sr. advogado conse-
Iheiro, sendo musir da lei ?
24 de outubro de 1870.
O homem de pal/ia.
0 DR, AQWNO FJNSBCA K 0 DB. SARMENT
TAI.
Leiam e admiran.
urna discuaso acerca de um pomo de me
em qu; foram contendores os dous illas-
tres mdicos cima maucioaados. encootram-se
vario: tpicos, que julgaoiis conveniente irazer
ao conhecimento dos leitores que nesse lem-
po (1814) no la na i tomavam parte oestes ne-
poeios, tem tormos em vista linear o pomo da
discordia entro osles dous cavalheiros que vivem
hoje como duas almas no mesmo corpo.
Primeiro tpico, em que o Dr. Aquino chama ao
r. Sarnientocovarde e vil.
Nunca pensei que o Sr. Dr. Sarment que tanto
tem viajado e viste o mundo, que diz ter vivido
coro pesoaa eminentes; que o Sr. Dr. Sarment
que so dU hornera da Innra e de eiragera, nao se
envcrgonhasse de insoltar-rae, s porque me va
ausente ; e se achava i-ostentado por algtiem cu-
jos hueresses so ligam estreilamente com ns ?eus,
fi que eu bivia chocado, por ter querido espajhar
aignraa cltridade sobre algn pontos seicntilkos :
n:snca pensei, euifim, que srai se ser mu cobarde
evil se poJcjse assim obrar, mas engaueime
plenamente ; e engaaci-mo sem refl^xio, ii.ir.ju tu-
to devia leni!)r.ir-ino di amigo pro?erbi>niu-
guem d o q le nao tem.
Segundo up co era que o Dr. Aquino repelle o<
insultos dirigidos pelo Dr. Sarment a ira as i
todas as classes di no-sa sociedade.
Cusa a crer quem coahece a historia de
Pornambu-o, e sabe nido quanto nossos maiore
lheram em pro! da patria por seus esfargis es
parausse porsuas lulas gigantescas, que vinle i
um anuos depois de nossa independencia viria om
estraugoiro nossa trra pedir-nos agasalh) e pao,
eepou com nda a insolencia nos (fina :Vissos
scripto-, bntnens da o;)> isicao, publicados pela
imprensa para deiribir a uppressao que mo sus-
leata, s> eseriptos raaliuenles e difamantes ;
vosia inmoralidad;), magistrados e jurados, che-
gou ao seu ponto culminante, pois que os crimes
horrorosos Acara impunes, o se algum castigo ap-
parece, to raro, qae por inslito ant s parece
vmganca particular, do i|ue juslica publica, vos-
sas paixoes abominavets, pemaiiibcanos, vos tor-
nam mais infelixei do que os habitantes das Ier-
ras esteris e pestferas I Qaem pensara que o
Domo amor proprio o nos-o orgulho so iransfor
inariam em uma apathia, que mais se approxinii
do servilismo do que da prudencia ; quem havia
de snppor que o? 1' rnaaihucanos seriara menos
sensiveis s Qifensas de um eslrangeiro do que os
pretas de S. Domingos ? E nao nos doveims
queixar i-.onira aquoiles que nOs tem levado a este
panto deabjeceo? O lo ests, patriotismo, que
Jiaade-pcrias avista de tantos insultos ?
Aqu diz o Dr. Aquino que os Brasileiros que
tolera ni os insultos que o Dr. Sarment dirigi
av m,i(istrados brasileiros, aos jurados es fami-
sa menos sensiveis s olTensas de um estrau-
i iru do que os pretos de S. Dominga.
Vi rgiatamos nos ao Dr. Aquino em que altura
(i i >. 6. vivendo hoje de cama e nvaa com o cs-
i ingdiro que untas offen'as nos dirigi?
do is proa : ou est muilo abaixo dos taes
i el de S. Domragos, ou enlo est ngindo inti-
> >m o velbo estrangeiro para lhe apanhar
ffeilos de sua vida, e feri-lo depois com as
i.i o Dr. Aquin > das duas posicoes a que
m is ili) convier ; e o Dr. Sarment que se acau-
t'1!1!, que fallo pouco e escreva menos ; depois
ao se ;.rrependa III
Qiicsto de liberdade.
Lwdo atlcntameote a escriptura condicional de
alforria passada por tabelli e assignada pelo
Rftn. Sr. vigario Pedro Marinhi Falco a seas es
cravos em ii de foverelro de 1S30 e a escriptura
postor! ir de retraia^o e rerogapo daquella
priiMra, e isto em 13 de maio do anno seguinte
dr> 1857, passo a expor o qae pens a respeito
dolas.
Sou de opinio quo a escriptura de retratacSo e
revogaca.) assenta em bases legaes, que a primei
ra esrnotura de faci e de direito est caduca c
se:i, elleito e fiualraente que taes escravos nao sao
e nunca foram forros raai estiveram sempre era
cap.iveiro sngeitos ao diminio do dito Rvra. viga-
rio -eu senhor, qne delles pode dispdr nma vez
reogda como o fui a escriptora de alforria condi-
cional.
E' oatnral (e nao me causar isto sorpreza) que
alguns on rauitos invo-ando sua philautropia ful
minera esta ininha opiniio; mais sei tambera que
tac philaiitropiios nao toera que apresentar senao
vagas dcclaniagoes files que se deixera de seos
enilnisiaf inos e cuidem de entrar as concepcoe?
fundainenlaes do negocio : a philantropia irrtflec-
ti la n ida significa, e pndendo produzir males
nenhum bem poder produzir.
Antes de ludo procurando-se a theora.dos con-
tratos J igma no direito que nos contratos depen-
dentes de coadifo-'s-resolutivas p condicSes sus-
pensiva* nao tem elles tfleito sena depois de rea-
lisadas estas condiroes.
E nao preci-o" citar nem eseriptores nem
leis a este respeile bastanlo-me dizer que
c.-ta a doutrina de lodos os eseriptores unni-
memente : igualmente o direito escripto de todas
as nacCes civilizadas: em summa verdade fan-
daiociital.
Ora na escriptura de alforria condicional alm
de outras condic5es essenciaes, da que ella leon
dependente l-se logo a seguine que fomente
ter a Tsente esrriotura de liberdade depois da
mora d i dito R d. E -se raais esta outra con-
I ao la mais do qne suspensiva que Oca o
iliio vi. em quanti existir cora direito e todo o
d.irainio nos raesmos cscravos podendo delles dis-
por como seus, como actualmente sao e por es'e
aeto Mear derogada a doacSo.~de liberdade para
eoin aqudle ou aqqelles que elle outorgare ven-
der indep nJente da mover para esle tira qualquer
ire. em juizo.
K qoe mais? C mo em face de taes condicSes,
eou lioes eapitaei no acto ae poder cam sizo
dizer-se que os escravos Rearara desde logo for-
i s na posse de sua liberdade?
Abi os que contra a realdade viva das coDsas,
qoer< m fundar o direiio em ioiaginacSes arbtra-
la ..* precisara elles que lhe aponlem a essaueial
Jtfferencia qae existe entre o direito em simples
(Rpectaliva e o direito adquirido, sendo qae o pri-
meiro nao direJo; mas apenas ama esperance
o e sem injastifi, pode ser mallogra
da p l.i v iiade e quera a pz dependente de sus,
a W.liberagio e (>de at ser raallograda por
p -i- ri >rea se/n que se possa dizer que esta-
llos tivi-ran por isso effeilo retroactivo. (Leia-se i
Aar< p oto alera de outras, Malher rectroi das
leis).
A pliilaatropia de entbusiasraos argumenta con-
tra osla opiniio com o do art 6 da contitui-
0} do imperio, qae considera como ddadios ora-
os tedos os nascidos no Brasil quer ingenuos
quer libertos.
E, enlao, con esta disposicSo con I as
raaos e diseorrendo (era regra, diiera qne nao ha
con licSes legaes e raudas qae ponhara o goso da
liberdade sogeito a vicssitpde tullirs: quo-urna
vez liberto 6 escravo.entra ello para a cathegoria
dos cidados brasileiros carcter que urna vez
adquirido senao pode mais perder-se para vol-
tar-se ao haraildo estado de capliveiro passano
assim de pessoa que ora para cousa.
E comiste argumento qae elles sustentan!
3em mais exame 6 critica qae a ord. do liv. 3
til. 63 9* qae concede ao senhor o direito de
revogar a alfarria dada ao escravo par motivo de
ngraiidio deste, est rengada e vio at ao poni
de consideraren como ndigos* o ephemera*
quaesqaer condicSes e de qaaiqtier nalureza que
forera que aconapanharera uma escriptura ou
carta do alforria.
Mais quem nov a exageraQ'io que ahi ha ? Oj
libertos diz a constituicao sao cidados brasileiros
o que assume a catheg >ria de cidado nio ple
certamente voltar a cscravida.o. Mais quaes sao
esses libertos esses de que a i:oustituii,-o falla. Eis
a questao.
Kssea libertos nao sao ontros senao os que sa-
hindo por modo legal do cap'iveiro jsto na
effoctiva e ja U posse de sua liberdade.
De felo supponha-5o que um escravo fugindo
da casa de sea senhor fura residir em provineia
differenle, se inculcara como livre como tal vivera
por dous ou mais airaos ahi fura qnalilhado e vo-
tara em eleicSea primarias : neste caso estar elle
de direito livre? flear sendo cidadao bra3leiro
por modo irrevogavel e para sempro ? pjrdcr
para este Om o senhor o dominio que nelle tenha
para nao mais reivindicar esle do .iuio ? Que
philamiropia pois esta que com a c pa de prote-
ger a liberdade alienta contra o direito le proprie-
da le, e aniquilla d causa a'deiobedencia do.- es
cravos aos seas senhores, e Ihesensna a fugirera
de-te dominio, e a ser criminosos ?
Para que aitribuem a nossa sabia coustitnicao
politica pensamentos que sera legisladores nao ti-
veram e era o podiara ter?
Sim esses libertos de que a constituQlo falla,
sao os libert ^s por direito e de facto, isto oses
cravos, que adquirirara sua liberdade de fonlc e
por ineios legtimos e legaes e que esli na posse
de ;ua liberdade.
Ora, no caso em questao os escravos nunca sa-
birara do captiveiroe nunca eutrarara naposse da
libi-rdaile, porqaanlo a priineira condiccao assim
vedmi; porqaanlo sao bera lerininanies estas pa-
hivras da citada condiccao somante lera vigor a
presente escriptura de liberdade depois da morte
do dito reverenda, c a lerceira condiccao os dei-
xou lijar no capliveiro como tainbem expresso
as segaintes palavras Oca o dito reverendo em-
qaanto existir com todo o direito e dominnos
ra sinos escravos, podendo delles dispon como
seu?, como actualmente sao, e por e-te fajto Aca-
ra derogada a presente doacao etc.
P'iis estes que sao os liberto?, de que falla a
conslituicao ? libertos em capliveiro I Isto 6 at
irrisorio : querer com motivo irrisorio forrar es
cravos alheios contra a vontade de seus proprie-
lirios : a violencia mal trajada com as vestes da
phihniropia : em ama palavra o qae ha do dis-
favoravel para a verdadeira cauza d'alforria, para
os escravos que tinham d'eraanar do3 seus se-
nhores.
E nao deve esta ultima conclusao causar ex-
tranheza, pois que lera sido ara mil de todos os^
lempo? que aquelles que mal defendem nma cama*
sao os que mais a comprometiera e a prejudicara.
Ha ainda um outro argumento a que natural-
memo se soc.-orrera os qae soguera a opinio ad-
versa.
E consiste elle pouco mais ou men >3 era que a
alforria um contrato benfico nos quae?, logo
que ha acccilaco do donatario, tica elle consain-
maio, valido, e j nao pode ser retratado ou ro-
vogado somente por parte do donatario. E que
assim logo que os escravos acceitaram aquella
escriptura pubiiea de sui alforria, ficaram desde
logo forros na posse do sua liberdade, nao pdenlo
seu senhor e bemfeilor revoga-la ao depois.
Antes de lulo eu quero cooceder o que ha de
mais largo a esse argumento : quero adraitlir este
consentiraento livre e preramido a esta escriptura
de alforria par Ibo ser ella favoravol no que elles
mais paderao aspirar a sua liberdade.
Mas enlo digo e digo raui a propo-ilo que esla
acceitacao presumida releria se por ventura a es-
criptura d'alforria fosse absoluta, o nao depen-
dentes de condiccoes revogatorias e de condiccao
do lempo.
Mas tendo havido estas condiccoes, condiccoe3
que tornaran] a alforria, nao um acio ; mas ape-
nas urna mera e3pectativa, visto que a acceita-
cao dos escravos a considerarse hiver existido
fo urna acceitacao extensiva a todas as clausulas e
c condicSes estabelecidas ; o portante a sugeicao
do dominio emqnanto o sea senhor viesso e ao
direito reservado para este de em sua rida poder
disp r d'ellos como seus escravos que continua-
vm a ser etc. Isto parece-mo claro.
Eu jiratei como advogado de nma qnestao qua;i
igual a de que se falla, e sendo advogtdo da se-
nhora dos escravos contra o curador destes, venc
a ganha at a ultima instancia.
Digo quasi igual porque o dono dos escravos os
deixava forros cm sea testamento, e isto no caso
de sua rnullier approvar tal alforria conforme
jalgasse que taes escravos eram ou nao digne
deste beneflcio, dependendo por consegrante a al-
forria d'approvaco posterior da mulher d'elle
senhor.
Registrado o testamento depois d morte do
testador os esoravos induzidos por alguns torna-
rara-so desobedientes a senhora, sahiram de casa
d'ella consideram-se forros pela simples testamen-
taria, a senhora podendo pegar dous d'ees man-
dou-os sarrar com sessenta aciales em cada um
d'elles : o promotor denunciou d'ella por esle
facto requereu curador aos escravos para em
nome destes reivindicar a sua liberdade : a accao
criminal cahio por improcedente e a accao ordina-
ria e civil qae mo veio coriio advogado por appol-
lacao tambem foi ganha por parto da senhora dos
escravos, e r no letigio com o fundamento entre
outros, de qae es autores por seu curador, eram
verdadeiros escravos e nao libertos.
Islo posto e paseando a responder as perguntas
que me foram dirigida?, respondo do modo se
guinte:
Quanlo a prmeira, que o Rvd. Sr. vigario Pe-
dro Marrano pnlia revogar a escripinra de rea-
numissSo que passara a esses seus escravos.
Quanto a segunda : que podia vender esses es-
cravos ou os que d'entre elles quizessem vender ;
pois que continuaran) a ser escravos.
Quanlo a tercera nao pode a justica obrigalo a
desfazer a segunda escriptura de retratacao oa re-
yogagao; e qualquer tentativa a tal respeito sera
inconsiderada, exprimir violencia e escndalo, c
nunca justiga.
Qnanto a quarla nao pode o mesmo vigario ser
aceusade pelo crime de reduzir a escravidao pes-
soa livre : pois vendeu pessoa sua escrava, e cora
direito de senhor.
Recife, 6 de agosto de 18C6.
Dr. Francisco de Paula Baptista.
superior aoj mais Roo extractos que nos vio do]
estrangeiro.
CONSULADO PROVIHCAL
COMMERCIO.
ENGLISH BANK
Of Rio de /aneiro Limited
Dosconta lttras da praca i taxa a cpn-
'endonar.
Recebe dmheiro em coata corrate hi;
(raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidadei
jrlucipaes da Earopa. tem correspondente
"ia Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
j Now-Orleans, e emitte cartas de crdito.
apar os mesnos lugares.
11A DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEQA.
.Oiiraeutododia 1 a 2. oO'i:473i6o9
-.ra do di IV ... I I 20:666*808
52o:O*467
aOVIMENTO DA ALPANDEGA
'oiumes entrados coraazendas
dem dem com generoi
oiumes sabidos cora fazenda
dem idem cora gneros
113
451
------864
151
159
-----310
Descarregam hoje 2o do correntt.
Barca francezaioao Baptistadiversos gneros.
Barca ioglezaIsabella Ridlybacalho.
IMach > raglezSAy Bootsfarinhade trigo.
Lugar nglezJ?/iz Vapor raglezLa Placeidem.
Xo brigue hespanhol Mtria iza; para Bar-
celona, carregou : Joaqaim Jos Gongalves Bel-
ir), 51 saccas com 3,761 kilos de algedo.
fo b'igue porluguez Triumpho, ara o Porto
carregaram : Thomaz de Aquino Fcnseca & C,
1.396 couros salgades cora 16,752 kilos.
Na barca franceza Fgaro, para o Havre carre
gou : Belarmino de B. Correia, 4,600 kilos de sal.
TABELLA dos rnEQos dos gbnkros sujprros a di-
11EIT0 DE EXPOnTAg.VO. SEUAIU DB 24 A 29 DE
OUTMBRO DB 1870.
Mercadorias: Unidades. Valores
N. 188. AGUA FLORIDA DE MUBRAY E
LANMAN.A verdadeira prova da genuiuidade e
pureza de qualquer ura perfume extrahido da
ores consiste na sua duradoura existencia quan-
do exposlo a influencia do ar.
O aroma derivado de leos chimicos desvanece
em breve e deixa aps de si um cheiro por certo
raai pouco agradavel, pnrm aqaellB qae obtido
mediante a destillacao de fresgas e odorferas fl >
res, se apura e aperfegoa pelo contacto do ar, e
por consegdnte a sua duraco de maior espac >
de terapo.
Eis por isso que a agua Florida de Murray k
Lajinan, formando uma concentrada produego
das mais raras flores do sul, apnhadas durante o
zenith da sua flores ;encia e maior fragrancia, nio
spossue a fresquido d'am'fresco ramalhete, mas
tambem indestructivel e ioextinguivel, a nao ser
a exc'|igao de lavagem do lenco anteriormente
humedecido na raesma.
N 195AGUA DE FLORIDA DE MUR AY &
LANMAN. Esta aquella excellente e original
agua de ebeiro para o loucador. que (ao altamen-
te tem sido exibida e exortadas por todos os j >r-
naes publico? da America d" Sul, e da qual se
tem veedido tanta? im:.arOes ueste paiz.
Entendemos que fo: "para guarda- o publico
c mira scmelhantes irapo-igdVs, que os propieta-
rio-, do artigo genuino, d-piis de o haverem intro-
dnzida mais de vinle anno?, as repblicas hes-
panhiJr,4, Cuba e Brasil ; eomecarara nao somen-
le a raanufacluraliiiente para este mercado, como
tambera para os mais ja cima mencionados.
Ete excfileoie e iinpagavel artigo j comegou
a ser popular, e de esperar, que aqu em foajve
varaba supplantar e leve a palma, como j tez
na America ao Sul, iodos os perfuroM e esaeo-
cias mais costosas que nos cosluma vir da Eu-
ropa.
Ella igual em lodos os respeitos, qaando nio
Abanos.........duzia
Vlgodio em carogo.....Wlog.
[den: era rama ou em la.
Garneiros vivos.......ura
Porcos idem........
Arroz com casca. .... kilog.
fdem descascado ou pilado
Assucar branco......
dem mascavado......
dem refinado.......
Gallinhas........uma
?apagaios.......
Azaite de araendoira ou raen-
dobim......: litro
dem de coco .....*
dem de mamona......
Batatas alimenticias. .... kilog.
^uinilha......."
Bebidas espirituosas farraenladas:
Agurdente cachaga, .... lilr.
dem de canna......
dem genebra...... .
dem resiilada......
dem aleool........
dem cerveja.......
era vinagre.......
dem vinho de cajo......
Bolacha flna. coraprehendidos os
biscoit^s......... kilog.
dem ordinaria, propria para
embarque........
Gaf hora.......
dem escolha ou restolho ...
dem torrado o;i iiioidc ...
Gal branca.........
dem preta........
Game secca ( xarque ).....
Carvao vegetal.......
Cera amarella.......
Idem de carnauba em bruto.
Idera dem era velas,.....
Cha..........
Cocos seceos ... .....
Colla. ........
Couros de boi, seceos salgados,
dem idem espichados....
dem idem verdes.....
dem de cabras cortijos .
dem de onca.......
Doces era calda......
Idem em gela ou massa. .
dem seceos.......
Espanadores de pennas grades .
dem pequeos......
lera de palha........
Esteras do carnauba ....
Idera propria para forro ou estiva
denavw........
Estopa nacional......kilog.
Farinba de araruta.....
Idera de mandioca..... b
Feijao de qualquer qualidade.
Pumo charutos...... centro
dem cigarros......
Idera era folha bom kilog,
Idera em folha, ordinario ou res-
tolho ........
Idera em rolo e em latas bom >
dem, ordinario ou restolho.
Rap.......... i
Goraraa de mandioca, (polvilho).
Ipecacuanha ( raiz).....
Angico (toros)......duzia
Caibros.........um
Enxams........
Frechacs........ >
Jacaranda (coucoeiras) duzia
Lenha em achas......cento
Idera era toros...... >
Linhas e esteios......um
Lour s (pranchoes).....
Pao Brasil........kilog.
dem de jangada......um
Quiris ......duzia
Vinhatico cosladinho de 25 a 30
raillimetros de grossura. um 16*000
Idera pnrachSes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura......... ,
Idera taboado de menos de 25
millimetros de grossura duzia
Taboado divorso. "..... ,
Tatajuba........kilog
Travs.........urna'
Varas para pescar. .' dutia
Idem para aguilhadas ... c
Idem para canoas.....uma
Cavernas de sucupirafem obra)
Elxos d^ cicupira para carro. par
Melaco.........feo.
Mol deabelha.......
Milho.......... ,
Ossos.........
Palha de carnadba ....'. momos
Peehucy._ ..... kiiog.
Aendimento do da la 22
do da 34.
24:619*664
12:1714688
36:791*352
MOVIMENTO DO PORTO,
' Navios entrado no da 24.
Mamanguane 14 horas, vapor brasileiro Curu-
ripe, de M2 toneladas, commandanle Silva, equi-
pagem 17, carga algodo; Companhia Per-
nambucana.
Terra Nova-38 djas, lagar inglez Maranee, de 158
tonaladas, capitao G. Felmore, oquipagera 8, car-
ga 2606 barricas cora bacalho; Saanders
Brothers 4 C.
Greenock-j54 das, brigue inglez Agenora, de 29
toneladas, capitao W. H. Warrion, eqdipagem 9,
carga carvao; ordem.
Cardiff39 dias, barca ngleza Nebula,,e 236 to-
neladas, capitao Feseowiek, equipage'm 11, car-
ga carvao; Wilson & He.
rVano sahido no mesmo dia.
MossorPatacho inglez Walter J. Cummins, ca-
pillo M. Davis, em lastro.
Pela reoebedoria de rendas internas genes
se faz publico, era additamento ao annuncio do I
de setembro prximo Ando, que o imposto sobre
industrias e proflssoes, cujo praso de pagamento
sera mulla, termina neste mez, comprehende todo
os estabeleciraenlos comraerclae}, os escriptorJos
de advogados, do solicitadores, avaliadores, ele ,
os cnsul orios de raedecina, os carinos de tabel
lies o escrives, os quaes todos terao de pagar o
referido Imposto cora a mulia de 6 0,0 depois do
snpradito praso.
Recebedoria de Pernarabuco 22 de outubro de
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Soma Lacerda.
EDITAES.
c
cenlo
kilog.
um
kilog.
duzia.
cento
300
165
612
44000
24000
68
177
250
140
436
14000
54000
937
675
525
102
54450
195
300
330
300
337
600
300
660
476
204
476
442
959
39
27
258
168
442
*36
763
44360
44000
14438
471
640
' 260
350
104000
14133
784
24180
484000
244000
124000
164000
124000
136
681
92
272
34000
'.320
14090
613
681
545
24180
170
14703
604000
360
14500
54000
954000
34000
124000
64000
104000
103
54000
64000
204000
Perante a cmara municipal desla eidade
estar era praga nos dias 21, 22, 24, 25 e 26 do
corrente para ser arrematado por quem maior
prego offerecer, o imposto de aferigdes de pesos e
medidas pela quantia de 18:2404-
A arrematagao ser feila por om anno : aquel
les que pretenderem concorrer a ella, devem ha-
bilitarse na forma da lei e apresenlarem donsdias
antes as suas liabilitacoas para serem julgadas.
As condigoes do contrato sero declaradas antes
de entrar a praga.
Secretaria da cmara municipal do Recife 19 de
outubro de 1870.
Ignacio Joaqaim de S raza Lelo,
Pro-presid9nle.
Loureneo Bezerra Carneiro da Cunha
______' Secretario.
Faculdade de Direito
do Recife.
De ordem do Exra. Sr. director interino, o con-
selheiro Dr. Pedro Autran da Malta e Albuquer-
que, se faz publico que a inscripgo para os exa-
mes de lingua?, no prximo mez de novembro se
abrir no dia 3 do mesmo mez e continuar at o
dia 15.
O quo se pretender nscrever dever faze- lo na
secretaria desta Faculdade por meio de regueri
ment ao Exm Sr director com declarago da
materia em que se tem de inscrever, e attestado
do director do collegio on professor que o houver
ensinado, certificando a sua habilitado ; a letra e
assigoatura do reqaermento devem ser do proprio
punho do examinando, ludo de conformidado com
os arts. 1 e 2o das instruegoes que baixaram com
o decreto n. 4430 de 30 de outubro de 1869.
Secretaria da faculdade de direito do .Recife 22
de outubro de 1870.
O oflicial no impedimento do secretario,
M. A. dos Passos e Silva Jnnior.
Faculdade de Direito.
^ De ordem do Exm. Sr. director, fago publico
que, em sesso da congregago de 22 do corren-
te foram julgados habilitados para fuer acto to-
do? es alumnos desla Faculdade a excepgo de
Joo Gome- do Barbosa e Almeida do Io anno e
Antonio Gomes Leal Jnior do 2o que perderam o
anno por excesso de faltas.
Outro sim, fago publico que o servgo dos actos
foi distribuido pela forma seguinte :
Primeiro anno.
Drs. Silveira de Souza, Pinto Jnior e Drum-
raond : a 4 estucantes por dia, as 10 horas da na-
nha, na 2' sala.
Segundo anno.
Drs. Figueiredo, Bandeira Fillio e J, o Tbora ;
a 6 estudantes, ao meio dia na 1' sala.
Terceiro anno.
Dr?."Aguiar, Tarquinio e Drumraond ; a 2 es-
tadaotes; s 8 horas da raanha, na segunda
sala.
Quario anno.
Drs. Portella, Aprigio e Crrela de Araujo, a
3 esudan'c, s 9 horas da manha, na sala das
congragagdes.
Quinto anno.
Drs. Autran, Baptista e llego ; a 4 estudantes,
as 8 horas da raanha na 3* sala.
03 pontos serio dados na secretaria as 8 horas
da manhaa do dia 27 do corrente (quinta-feira)
viste comegarem os actos no da seguinte (sexta-
feira) as horas cima designadas.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife, 24
de outubro de 1870.
O offlciai servindo de secretario.
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior.
DECLARACOES.
Juizo dos feitos da fazenda
nacional
Por ordera di Illra. Sr. Dr. juiz dos feitos da
fazenda nacional foi adiada para quinta-feira 27
do corrente a praga do engenhi Bom Destino, e
casa terrea na villa do Cabo, penhorado? para pa-
gamento do que deve o ex-col lector Julio Pereira
Mattoso ; sen lo a avaliaco do engenho e bemfei-
lorias 20:0004, e da casa 2 0004 ; a praga tem
lagar as 11 horas da manhaa ua sala das au-
diencias.
Recife 13 de outubro de 1870.
SANTA CASA A MISERICORDIA DO
RECIFE.
Perante a filma, junta administrativa da tanta
casa de misericordia do Recife, na sala das sua?
sessdes, pelas 3 horas da tarde do dia 27 do cr-
lente, sa ha de arrematar pelo lempo de 1 a 3
annos, a renda da casa n. 16 do becco das Boias,
concedendo a mesma junta algumas va- tagens, j
no prego, j no praso qaelle qae se encarregar de
fazer os concert? de que precisa dita casa.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife 18 de outubro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigue sde Souza.
dos crrelos de
4 de ou(uLro
Iriuiluistrnco
Pernambnco
de 18SO.
Mi/a pelo transporte de atierra nacional
Vassemon.
A correspondencia que lem do ser expedida
hoje (25) pelo vapor cima mencionado para a
Bahia e itio de Janeiro, ser recebida pela manei
ra seguate :
Magos de jornaes, impressos de qualquer L.tu-
reza e carias a registrar at a 1 hora da tarde'
cartas rodinanas at as 2 horas, e e3tas at 2 1|2
pagando porte duple.
O administrador,
_______________Alfonso do Reg Rarros.
SANTA
DO
raolhos
Pedras de amolar .
dem de filtrar .... i
Idera de rebollo .
Pennas de ema. ...*..
Piassava........',
Ponas ou chifres de novilho ou
. vacca.........^0
90.......' kilog.
Salsaparrillia....... ,
Janatos de eouro branco ... par
S.-bo ou graxa emrama kilog
Idem em velas. .*.'... '
Sola e vsqueta .....',- ,
Tapioca.........
Unbas de bol....... cerno
Vajsouras de carnauba duzia
dem de piassava ..... ,
dem de imb. j ,
Alfandega ae Pernabrabuco,
18.
1441000
964000
33
64000
24400
64000
14000
34500
164000
60
320
68
16
14000
817
31
18
34
44796
160
24800
348
10
24043
800
340
476
14200
204
380
768
14200
960
22 de outobro de
0 1.* eonforente.Jote M, de Lyra
O Io eonferente Cieero B. de Mello
ABprovo.-Alfandga, 12 de outubro de 1870. -
Pas i Andrade.
Conforme. Joaqun Tertuliano de IH$dtiros.
1ECEBKWR.IA DE RENDAS INTIMAS <*
RAES DE PEBNAM3C0
iWy8?}0 do a ** M-4U4351
73;Kt333
CASA DA MISERICORDIA
RECIFE.
A Illra.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no da 27 de outubro, pe-
las 4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo lempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE.
Ra das Calgadas.
Casa terrea n. 38.......1614000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 .
Casa terrea n. 26......
Roa dos Acouguinhos.
Casa terrea b. 26. .
Ra de S. Bento (Olinda.)
Casa terrea n. 19.......
Ra de Mathias Ferreira.
Casa terrea n. 15.......
Ra de Sania Rila.
Casa terrea n. 320 g 0 h 0 g
Dravessa de S. Jese;
dem idem n. 11. 0 0 0 0
Rna da Viracao.
Case terrea n. 19.......2224000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar.)
dem idem n. 105. .....; 1514000
dem idem n. 99........3454000
Idera idem n. 94......... 2044000
Os pretendemos deverao apresentar no acto da
arreraatacao das suas fiangas ou comprecerem
acompanbados dos respectivos fiadores.
Secrataria da Santa Casa da Misericordia do Re
cifo, 20 de outubro de 1870.
O escrivao,
___________Pedro Rodrigues de Souza,____
THEATRO
SANTO AMONIO.
Companhiafranceza
Quarta-feira 26 de outubro.
10.a RECITA DE ASSIGNATRA.
Grande e variado espectculo.
Ouvertura pela orcheslra.
PRMEIRA PARTE.
M!le. Mariette, se far ouvr oa nova cangoneta.
Chez les autres
Mr. Carn, desempenhar a nova e chistosa
cang5o cmica
Bonhommel
Mr. Raynaud, desempenhar o novo romance
Ma era !
Mme. de Val-monea, cantar o lindissimo liOM
DEAU da opera
mi paira v&mi
SEGUNDA PARTE.
Subir pela segunda vez srena, grande e
muito applaudida opera fantstica em om aclo,
msica do insigne maestro Adolpho Adam
LES
PANT1NS DE VIOLETTE
Personagens. Adores.
Alcofribas, mgico... Mr. Raynaud.
Pierrot,seu filho..... Me. Brescia.
Violetle............ Mme. Valmonca.
Polichinelle......... Mr. Carn.
Todo o vestuario e scenaro novo e lindissimo"
1ERCEIBA PARTE.
Mlle. Mariette, desempenhar a nova e linda
cansoneta
Un coiip de Venh
Em seguida Mrs. Carn e Raynaud canlaro o
mnilo applaudido duetti
LES DEUX CHANTEURS SAXS PLACE.
Mme. Valmonca desmpenbar a inulto linda o
frenticamente applaudida legenda D VEM da
opera
LA GRANDE DUCHESSE.
Em consecuencia de se acnar doente Mr. Maris,
o papel de Alcofribas, mgico, na opera Les Pan
tins de Violetle ser deserapenhado por Mr. Ray-
naud.
Para mais commodidade do publico era fleral
a eaapreza resolveu modificar os pregos dos bi-
Ihetes de camarotes de 1 e 2* ordem, sen("o es-
tes a 104000 e 124000 e aquelles 84OOO, os
Srs, assignanles de 30 recitas fi^am com direito
a mais 6 espectculos e os de 15 recitas com di
reito a mais dous.
Assim como havera d"ora avante na galera da
frente platea geral.
Presos
Camarote de 1.* ordem (o entradas).
2." ordera desde n. 1 at 10 (dem)..
Os nmeros 11,12,13 e 14 (com 6)..
Cadeiras.........................
Geraes............................
O pequeo numero de bilheles que
acham-se venda no escriptorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
COMPANHIA PERNAMBUfcUU
DE
Navegando costara por vapor,
Goyaoa.
O vapor Pm*k+* apira j-
ra o porto cima po dia 2f d
corrente as 9 horas da MM.
Recebe, carga matmmmim
__ passageroa e dinMrr. a frett w
escriptorio do Porte do. Hrttosa.il
Sd^
Maranhao
Segu com brevidade para o porto acin o pa-
Ihabote nacional Joven Arik*r% para o re lo da
carra que lhe Tilla (rata-aeeom oa eamigaatarios
Antonio Luiz de Oveira Atevego A C, rna da
Crm n. 57.
Rio-Grande do SnT
Segu cera brevidaac para o porto aeima o bri-
gue nacional Amelia : para o resto da earga qat
Ibe falta, trata se com o- consignahr os Antonio
L de 0. Azevedo & C, ra da Crui n. 57, primei-
ro andar.
PAM'
Preiende seguir para o referido porto em p racua
das o palnabote Rosita por ter a maior parle da
carga, e para a pouca que Ibe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Gongalves Beltrao, a
ra do Commerrio n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
%avega?ao costelra por raper.
Parabyba, Natal. Macao, Mossn, Aracaty,
Cear, Mandah, Acarac e Granja.
O vapor Pirapumn, com-
mandanle Azcvedo, seguir
S para os portes arma do dm
31 do corrente s 5 oras da
tarde.
Recebe carga al o dia 29,
raccmmendas, passageiros e dinheiro a fr- te an-
as 2 horas da tarde do dia da sabida, no escripto-
rio do Porte do Matt >s n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
%'aTcga^o costelra por vapor.
Mamangoape.
O vap-r nacional Coruripe,
commandanle Silva, seguir
para Mamangnape no dia 28
do corrente as 6 horas da
tarde.
Recebe carga, eneonaropn-
da<, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da -ahida, no escripteno da
companhia, F.-rte do Matlos n. 12.
LEILOES.
8400C
I0400C
I.4OOO
24OO0
I400-
existem
0
0
3034000
964000
964000
2404000
1304000
1614000
2034000
AVISOS MARTIMOS.
ARACAJU'
Para o referido porto segu dentro em quatro
dias o patacho nacional Tres Amigos, e por isso
quem quizer aproveitar em carregar carga a fre-
te commodo, pode se dirigir ao consignatario Joa-
quim Jos Gongalves Reltro rna do Comraercio
n. 17.
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA
NACIONAL.
Na quiuta-fera 27 do corrento, na sala das au-
diencias, pelas 11 horas do dia, na presenca do
Illm. Dr. juiz dos feitos da fazenda, se vender era
praga publica uma letra da quantia de 12^4490,
aceita por Jos Paulo do Reg Brrelo, e vencida
a 16 de julho de 1870, e penborada a SebastiSo
Luiz Ferreira para pagamento da fa.enda nacional.
Recife 24 de outubro de 1870.
O escrivao,
______ Luiz Francisco B*rroto do Almeida.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
A Illm". Jupia admioistraliva da sania casa de
misericordia do Recife, na sala de suas sessdes,
pelas d horas da tarda do da 27 do correte, pre-
cisa coalraiar o foroaeiniaolo dos medicamentos
de1 que precisar a enfermara do Asylo oe Mendi-
eidade nos mezes da novembro a dezeoabro.
Secretaria dasanu casa de misericordia do Re-
cife, 22 de outubro de 1870.
O escrivao,
Pedrp Rodrigue de Soma.
CUSPAMA BRASILEA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 29 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, coramandante J
____ P. Gnedes Alcoforado, o qua
depois da demora do cosame seguir para o por-
tos do snl.
Desde j recebera-se passageiros e engajarse a
jarga qne o vapor poder conduzir, a quar deyera
ter embarcada no dia de suachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia d;
Nio ae recebem como eneommendas senao ut>
,ectos de pequeo valor e qae nao excedam a '
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Tudo que passar destes limites dever se
ambareado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que snas pasa*
feos s se recebem na agencia ra da Cruz 6"
andar, escriptorio da Antonio Luiz do Olfvein
Axevedo 4 C.
LEILO
DE
IHVI.3 a*
a 26 do corrente.
Por despacho do Illra. Sr. Dr. juiz especial do
commercio d'esta eidade, a requeriraento dos ad-
ministradores da mas-a fallida de J >o Joai de
Figueiredo, o agente Olivera far leio do sal-
do de 3:128$, proveniente de nma letrado.....
3:4004 admlttida na massa fallida do aceitante
Guilherme Carvalho & C, e da qual firam pages
8 por cent 1 de dous dividendos ; e assim mais, do
debito da firma fallida de Siqnera & Pereira, na
importancia de 16:1894279, saldo deduzido o pri-
meiro di ridendo de 14 por cento recebido sobre
18:8244742
QUARTA-FEIRA
ao meio dia ara ponto; no sen escriptorio site a
ra da Cruz n. 53, primeiro andar.
DE
Uma mobilia de Jacaranda a Luiz XV, eomposta
de 12 cadeiras de guarng >, 2 de bragis, 2 de
balango, 1 s >f, 2 consolos e 1 jirdraeira eoai
pedra, 1 guarda ron?a. 1 guarda vestidos, I
comraoda, 1 secretaria de Jacaranda, I mesa de
jamar, I guarda-louga, porgo de quadros cora
moldura dourada, 1 candelabro e 2 serpentina*,
de vidro, 1 machina para costura, 2 mesas para
escrever, 1 toilette cora espelho, I m bilia de
amarello a Luiz XV toda entalhada, I cama
franceza para casal, diversos pares de eonsolos,
40 cadeiras para sala de janlar, marqneze?,
guarda vasos de amarello, qoarlinheras, eabi-
des, marqueza?, 100 guardanapos de lint, a, *
toaihas grandes para mesa de jamar, 2 ditas
raenore*. diversos frascos com cheiro, escovas
paracabeilos. nnbase denles, I ponte para al-
tar cabello, 12 etiquetas de metal principe, 2
tinas de raadeira e mnitos ontros objectos quv
estarlo vista dos Srs. compradores.
Quinla-feira 27 do corrente.
Augusto Seixas tara leilii ero sen armazjm
roa do Imperador n. 16, por intervengao do agen-
te PontuaI, s 11 horas om ponto, ao correr do
martillo.
AVISOS DIVERSOS.
(uno mmmm
Havera sesso ordinaria qoioU-fcira 27 o
correte pelas 11 horas da manhaa.
ORDEM DO DIA
e mais trabamos le eoa-
Pareceres
missdes.
Secretaria
de 1870.
do Instillo, 21 de outobro
Jos Soares
Secretario
i'medo,
perpetuo.
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em pon-
eos dias o patacho nacional Calado, por ter a
maior parte de sea carregaraeoto engajado, a para
o resto que lhe taita trata-se cora o consignatario
Joaquim Jos Gongalves Beltrio 4 ra do Com-
mercio n. 17.
Kio de Janeiro
Para o porto cima segne com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do sea carregame-
to engajado: para o resto qae lhe falta traa-*
com es consignatarios Antean Luiz de (Hlveira
Azevedo A C, ra da Cruz n. 67,1" andar.
Rio Grande do Sal
Para o porte cima segu em pouco dias o pi-
tad nacional Garibali, o qnal recebe carga a
frote, que se trata eora Jos Victorino de Reieude
4 C, roa da Cadeia n. 81
Precisase de nm menino de 12 a M
para caixeiro de taberna : a tratar aa roa de
Santa Rita n. 83. _______
Uma pessoa habilitada propOe-M a lecewoar
em casas particulares as materas tegaiate* : eri-
meiras letras, franoet o rethoriea Taafeeei se
encarrega de habilitar algumas seohoraa ae pee-
tendam de licar-se ao maRisteno, podando ser pro-
curada a ra do Padre Pioriano n. 49, oa a rea
de S. Francisco n. 40. Promnite idiaiaeweei a
commodidade no prego.
Expediente da subdelegada
da freguezia do P .. .
Decreto n... de II de oatobro de l*70i
Hei por bem, para boa ordena e 1
blica, decretar o seguate:
CAPILLO NICO.
Dos baobos.
Art. Pica elevada a catneforia da I
a ingazera siu ao C.. .c, podaado oa
desta freguena banhar-se sem eeraalii,
o dito banho escandaloso.
ArL 2 Pican revegadas as diepoMcSee aei eea-
trario. ^_^^
BIAS
O abaixo assif nido. diraet>'r
Pedro de Ateaaiara, dedara -
dos, qne ao
estatnos do aseetao, ae ai
enndarias, saado para a aala pnanrfa
da 2 de deiembro a 3 de jaaawa. apa
las nocturnas do commercio, w dias
loaqnia "
Irraintfide de S. Consonn t 9. CM-
PWJMll
A mesa Madera 4a IfudiJi da &
11 S. Qinstmaf,
resolveu traasferir a bea
i o dia 13 de aoveeebra.
I
*
\


:
*
-"-
j. u
ejtaambueo
c% *
Aluga-sc
em Olinda ax. F rer de novo. Aluga-so
per fest uiu grande sobrado
para numerosa familia : a tratar na ra do Im-
perador, arsaagem de luuea n. 57, entituladoJa-
o de Puro,______________________ '
Alugi-se um pequeo sitio na Torre, cnja
casa tem dou5 qnarto?, duas salas e cozioha Tora,
e copiar : a tratar com A. de Abreu Porto, na
roa da Aurora, eslacie provisoria, das 6 da ma
nbia i 6 da tarde. '
Precisa-se de um uabalhador forro ou cnp-
tiro para o servico ioieroo de um estabelecimento:
a tratar na ra larga do Rosario o. 3i, botica.
Precisa-se re urna ama para cozinbar
e comprar : paga-se bem : di roa esUei-
ta do Rosario n. 25, primero andar.
AMA.
Precisa-se de orna ama para cosinhar bem,
prefere-se escrava : na roa do Livramento nuroe-
ro 28. ___________________________________
Precisase de utn feitor que tenha pratiea
para um eogenho prximo a estarci d- Gamelei-
ra : tratar Da roa da matriz n. S9, andar,
ou da Cadela do Recite n. 56, com Leal A Irmio.
Aluga-se urna casa era Ofiuda na roa do
Mathias Ferrera, por 3 meies para passar a testa
e perto dos banhos salgados, por omito barato
preco : tratar na travessa da ra Bella n. 10.
':!": (}}.
PBEPAU10IQS
EXPOSiglO UNIVERSAL DE 1151
MCDALHA DE l-CL*Iit
ALF. LABABRAflUE & Gtt


Q&iNIUM LABARRAQUE
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIZ

Os Srs. bacbarel Joaquim Cordeiro Coelho Cin-
tra e Andr Cordeiro Cuelho Cintra, queiram ap-
parecer & ra do Hospicio n. 84, a negocio de sen
particular interesse.
Joaquina Rosa Serodio e seus filhos nao podem
deixar de dar o mais solemne testemunho do sea
profundo e eterno reconhecimenlo a tolas as pes-
soas que se dignaram, no da 30 do crreme, as-
sistir na matriz do Corpo Santo aos ltimos suf-
fragios e acompanhar sepultura o cidaver de
seu prezadissimo esposo e pai Joaquim Antonio
Pinto Serodio. Rogara anda a todos os amigos do
fallecido o caridoso obsequio de assistirem as mis-
sas que pelo descanso eterno de sua alma man-
dara celebrar na referida matriz, pelas 7 oras da
manhade quaria fera 26 do presente mez, por
cajo servico religio e memoria do finado gra-
varlo mais um penhor sua mais eterna e cor-
dial conslderacao.
Tendo a mesa regedora da devocao da Senhora
Sant'Anna de mandar resar por alma de nossa ir-
maa D. Maria Leopoldina do Reg Neves algumas
missas como manda nossos estatutos, convido a
todos os nossos irmos a comparecerem 'as 7 ho-
ras da mnhaa d > dia 26, trigessimo dia do seu
fallccimento ; e bem a3sim a todos os prenles e
amigos da familia da finada.
Consistorio da devocao da Senhora Sant'Anna
do convento de S. Francisco 2o de outubro de
1870.
O secretario interino,
Arlhur Annes Jacome Pires.
On demande aux acteurs de la Corapagnie
Francaise qui travaillent au caf chantant, la fa-
veur de contiouer leur travaux vetus dcemment,
comme ils avaint commenc, et non en-paletots
saes qui ne sont pas toujours des plus propes/ Le
public Pernambucano es indulgent pour les ar-
tisles mais il ne v>ut pas que son indulgence
puisse passor ponr de la betise, ce que ferait les
deux dernieres representations dans les queiles
ees messieurs se sont presentes dans ane mise
plus que neglegee socs qu'on leurai son dit. Que
cecl leur serr de conseil Dans le cas de recidire
ce mme public so verrail dans l'ub'igation de sa-
luerleurentier par oes silleu pom- leur appren-
drea respecter les usages que les acteurs doivent
a un pubhc arai des artistes que seffoscent a ga-
gner ses sympathies.
Un spectateur.
Deposito de pao e
cestas.
Ra Larga do Rosario n. 36.
Fructuoso M. G. avisa a todos os seus benignos
reguezns, que hontem receben novos sortimentos
de berc/is vi lames para os resemnaseidos, balaios
de meninos ai>rena>rem andtr, maracas cobertos
de palha, can lejas grandes para roupa engomada,
balaios para costura groca, ditos de depositar pa-
pel rasgado, ditos para facas e garios, ditos para
por fructai na mesa, temos de balaios para depo-
sito de roupa servida, ditos de azafates grandes
brancos o de cores, ditos de condesas brancas e de
cores, entre estas altas e baixas, condeetnhas para
oncher de doces sceos, balainhos para ninhos de
canario, cestinhas para pastoras no festejo do pre-
sepios, cestmlns linas o mais delicado possivel para
meninas de escolla, outras rnaiores para senhoras,
cadeiras de vitne, proprias para passageiros que
seguem en vapores para a Europa, cestas do todos
os mandos para fazer-so compras no mercado,
balaios enmarido* e telonios brancos e de cores,
temos <*n quaotidade; cora branca em rolo para
ascender lazes. Aqu achatn os nossos benignos
amigos o ptimo pao, bolaxa e massas doces, fabri-
cadas com a melhor farinhu do irercado; o tama-
nho do no tra qualquer parte eiimo menor gosto de azedo.
O Qulnliini Labarraque. um
vinho eminentemente tnico e febrfugo que deve
ser preferido todas as outras preparares de
quina.
Os vinhos de quina ordinariamente emprega-
dos na medicina preparam-se cora cascas de
quinacuja riqueza em principios activos extre-
mamente variavel; parte disso, em razao de seu
modo de preparado, estes vinhos contem ape-
nas vestigios de principios activos, e em propor-
coes sempre variaveis.
O Oslnisii Labarraqiic, approvado
pela Academia de medicina, constitue pelo con-
trario um medicamento de composicao deter-
minada, rica em principios activos, e com o
qual os mdicos e os doentes podem sempre
contar.
O Qui ni un Labarraque prescripto
com grande xito as pessoas Iracas, delibitadas,"
seja por diversas causas d'esgotamento, seja por
antigs molestias; aos adultos fatigados por urna
rpida crescenca, s meninas qui tem difficuldade
em se formar e desenvolver} s mulheres depois
dos partos; aos velhos enfraquecidos pela idade
ou doenca.
No cazo de chlorosis, anemia, cores plidas,
este vinho 'um poderoso auxiliar dos ferrugi-
nosos. Tomado junto, por exemplo, com as pla-
las de Vallet, produz effeitos maravilhosos, pela
sua rpida aeco.
Deposito em Pars, L. FRERE, ru Jacob, 19
Rio Janeiro, Duponchelle; Chevoiot.
Pcrnambuco, P. Maorer y C1".'
Baha, Hasse y C'*.
Ouro-Preto, Candido Wellcreon.
Maranhao, Ferreira y C".
Pelotas, Anteiro Lctis.
Maceio, Falca Das.
Porte Alegre, Francisco Jos Bella.
ANTIGA
DO
Dll. S \ YO O. lia PI IHO
HOJE
Drogara da vinva do Dr. Sabino
43Sua do Baro da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
A viuva do Dr. Sabino 0. L. Pinho, propietaria da antiga o bem conhecida Pharmacia Especial
Horaeopatbica de seu linado marido, desejaodo raanter o crdito de que gosa este estabelecimento de
corresponder cadavez mais a confunda que em seus remedios depusitam os amigos da homeopathia
nao tem poupado^sforeo9, aftm de dar ao seu estabelecinvnto tolos os melhoramentos necesarios, e
colloca-lo a par dos progressos que tem feito a homeopathia nestes ltimos lempos. j
Com este intuito a mesma viuva tem chamado para seu laboratorio mais urna psssoa habilitada
com pratiea de 10 annos em pharmacia homeopathica, e encarregad.} ao babil medico horaeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparacao dos medica
mentos.
Achando-se esta casaem relac^ies com os priraeiros estab;lecimentos deste genero na Europa,
de onde Ihe vem os medicanwloi aeeessarios, contina a otlerecer a seus freguezes todas as garantas
e modicidade de precos.
PARS
APPROVADO PELA ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA
em 27 dezembro de 489
PARJS
Prepos das boticas
1S9I
' FLHINHAS
venda m
LIVRARIA FRANCEZA
Hu do Oreipo. If .
u tbMdu rtuduM
Precisa-se de ama ama para fawr o ser-
vi^ de pequeoa familia, i q.tal ae ara hom
^tSa s t^.8, *" iw*ori Pi'
Calas
i caixa de 24 vidros
com tintura e 48
tubos.............. 50/SOOO
i dita de 36 ditos e 60
tubns.............. 605000
1 dita de 48 ditos e 120
ditos.............. 80000
1 dita de60ditose240
ditos.............. 100*000
Acabamos de receber um bonito sortimento dacarteiras de diversos tamaitos e gostos, vendidas
a escolha do comiirador.-
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas
qaer indgenas, e bem assim todo quanto respeita homeopathia ou a sua pratiea.
Clobnlos Tinturas
1 botica de 12 medica- 1 botica de 12 medica-
10,000 mentos............ 12*000
t dita de 24 ditos loOOO Idita da 14 dito?..... 2450i)0
l 30 20*000 1 30 . 28*000
1 36 > 24*000 1 36 > 32*000
i 48 > 30*000 1 48 40*01)0
i 60 > 34*000 i 60 53|000
l > 120 > 50*000 1 120 i 80*000
1 > 240 > 90*000 1 240 . 14050 JO
/cao-
T
PAKIS
MEDICAMENTOS
Apis antarthrica (especial para rheumatis-
mo) i/ on?a...........s.......^.... 2*000
Gacius- grandiflora (para bronebites, pneu-
monas etc.) 1/2 uncas............... 2*000
Calndula (queimaduras etc.) 1/2 onga.. 25000
Enitolia (para bonbas) 1/2 ono........ 2*000
Erythroxillon sativa 1/2 onca........... 2*000
Marapuama (para paralysis) 1/2 on?a.. 2*000
Plumera (para mordeduras de cobras)
1/2 ongs........................... 2*000
Plantago mayor (para febros intermitien-
tes)................................ 2*000
Rabo de tat (para as affec 5es do
peito)............................. 2*000
Sirracenea-purpurea (para bexigus)___ 2*000
Sehynus (ooderoso as aflecQies de gar-
ganta)....... ..... .............- 2 *000
Tomaquar (para dartros)............. 2*000
Tarntula............................ 2*000
Opodeldoc de Rhus 1 vidro............ 3*000
Opodeldoc de Bryonia 1 vdro.......... 3*000
Emplastro de rnica 1 cartao........... 1*000
Chocolate especial hom?opathico 1 libra. 1
fat hnmeopalhico 1 libra............. jj
Pao para dents 1 caixiuha............ {
Pomada homeopathica para o cabell
E'sobreturlo s suas propriedades eminentemente! absorventes,
que o Canfio de Belioe deve a sua grande eflicacia. Recom-
menda-se-o especialmente contra as affeccOes seguintes;
GASTRALGIAS
DYSPEPSIA
PVROSIS
AZIA
DIGESTOES DIFFICEIS
DORES DE ESTOMAGO
CONSTIPADO
CLICAS
DIARRHEA
OVSSENTERIA
CHOLERINA
MODO DE E":PB:60. -Ocr-no toma-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
foletas. u>i,.!i;.hi!c o betn oslar sente-se logo depois das pri-
meiras doses. lina informacao entensa acompanha cada vidro
de p c caua caixa de pasti'has. "
Vposito em Pars, L. FRRE, 19, rae Jacob.
Vend8-sc ra pnarma-ia e drogara de P. Maurerd C,
ra do Bar3o da Victoria n. 17
PARS
T
/m
PARS
pars
pars
pars
1 vi 1ro
1*000
Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
Ha excedentes apparelhos modernos do doaches occnlares para tratamento das nflimmai-5es
pelo Dr. Sabino
de olhus.
Vende-se tambetn o thesouro liomeqpathico bu Vademecam do h mieopailn,
. L. Pinho, i" edisio.
Nao existindo at beje meio de poder verificar-se a bondade on efflcacia dos medicamentos !
homeopathicos seno pelos effeitos que dnlle^ resultara, em sna applicacao aa; diversas eofermidales
segue-se que este um negocio todo de conBan?a e de f; por isso acon^elhamos aos que cemprara '
remedios homeopathicos que procurem mtes urna casa que llios inspire conflanca, do que uuem venda i
mais barato. Todas as prpparacfles d.'sta ca^a sSb fetas e-crupulosameate por meio de machinas '
e>peciaes e debaixo das vistas de um distiocto medico homeop?tha.
Distr bue-se gratuitann-nte aos que eomprarem p rcao de medicamentos : am rgimen homeo-
palhico, organisado pelo fallec lo Dr. S^biuo, um avu^so sobre o embrego da vaccina homeopathica e
do Plumera; e um foiheto obre o cholera'pelo Dr. Sabino.
Consultorio bomeopathico
O antigo consultorio oVte 'tabelecirnento dirigido pelo
Lonsulla todos os dias da 10 ti j< Ja nw.ri|ia ao nnnilia.
O Dr. Santos Mello respoode com prompudo anal mer consulta que Ihe dirigirn) do interior
e encontrado a qtulqner hora do dia uu da noule, para chamados. Unto na diado cono oara o
interior. *
Consultas e medicamentos, grates para os pobres.
43Rua do Baro da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
PEttVIUBilO.
BRAMO B FSCl'nO
Desinrecliiiido n Oleo do Fira \o do Bscalho,
o SenUor Ghevrier den s p" "'
;8o therapeutie um cbi igrtilateti
nhiimadesuasvir
Eitn.importante des^nherta, r\w grangeou
sriiMitm' una Medalha de uonra, ulptrio
luft Oleo de Figadn deBncalhio desinfectado.
0 mediros o re'ceitam prefcriTelmentea todos
03 ouiros. em todas aa mol"."tiRS onde M em-
pTEt o Oleo Je Pifado de Rncalhio.
Ver par mais pormmnres nsrelatoriaamedi-
caea quetootem a noiim oue accoiu>anha cada
irasco.
FERRt'ULNBO DE CHEVRIER
O Senhor ChevTer complelou a sua '
berta ajnntan-do a iodur* de ferro ao Oleo d
Baralhn desinfectado. E5te Oleo de Fijado de
Baaalhao fernigiiico tem todas as propriedades
do oleo e do ferro, digere-se fcilmente s ranea
eau prisao de entre. Portauto prefi-rivel
Is oais preparaco>ifrrrugneas(Ptalas.i
rop), coavem em todas as doencaa 01
emprfga o ferro. Tsica pulmonar, branrhiirs.
ra>l.iiismo, eserofula, impigens, gota,
matiMno chronico, natarrhoj antipos, dj
siai, conmletecnciat difficeis e fraquei
constiluicio.
fMfwmnnein VltKM/1!H, 21, me tlH Faub. fUnnttunrtre
5 'LPl'arjnaeia acbto-Mo TlRltO ELIXIR de COCA, exee lentet preparacaes tonicaa.
O TArmiTOLM ERARIO con, ARMCApsra furar ebsg.j, ferida
""nDI-OSdeBISMDTHeompolaacontiaasdisrrhas.dj .. a,dores de ;:
Dkpositabio, em Rio de Janeiro, DunMciMUl et Cl#. Baha, Moheiha le
Pernambuco, P. Minan et (?. Maranhao. ruuiHA et C'\ Por
UM
wnno. c
l>h>9^LlllH.
fceograpbla
Hilarla
Fraacez,
Jos Soares d'Awvedo, profewof da \m-
(ua e litientura naciaoal aa gymmm pro-
veca! do Recife, lera aberto em ua casa,
i ua Bella n. 37, afrM especiaes de prepa-
ratorios, para osfilnmaos que Tflreai 4a
razer exame em margo prximo,^pa ao tm
do aono lectivo. Dirigir-se iodicada n-
sidencia, a qualquer uora.
3 MIJDANCA.
M 0 Dr. Caroiio Fraaciico de Lima
tos mudou sai r-iiJencia e cobh
ara a roa do Imperador n. 57,1* i
, o aobrado cojo rmazem eooserra aja-
da hoie o boom de Alianca, lenoo a
entrada, que pete lado da ponte Seta
de Setembro, o mwnw numero 57, a
frente. Ahi cootiMMOdo o cito Dr. av>
exercicio de sna pnmsio de HUie
de operador, pode ser procurado a ifial-
quer hora do dia e da noot.
m
periil-
PISTIHA
Folographia
E
CALERA de
DE .
/. Ferretra Filela
Desde o dia 7 de abril pausado aeha-M alerte
joto estabelecimento pbotograptrieo tt< i na *
aabuga n. 18, esquina do pateo da roatrii. OMraka-
hos que desde ento, tem sabido de aona iJm
tem oralmente agradado, sendo recebados per
lgnns com admiracao pelo extraordiaari > pre-
gresso que ltimamente tem tido a ptakpapkia,
i por ontros com alegra, por verem a prniaili
dotada com um estabelecimento digno d ella, e -
eontestavelmente o primeiro que Desee geaera
hoje ptssne : tambem nao nos ponpamo em eoasa
algnma para monta-lo no p em que te aeb, es-
perando qne o publico de Pernambuco sanar
precinr nossos esforcos e recompensar i
:riflcio!.
Convidamos a todas aquellas pessoas, :
estrangeiras que gostam das artes, ou
oecessidade de trabalhos de pnotogranna a tarem o nosso eslabelecimenlo, qne estar leajnru
iberio e sua disposico todos oe dias desde na 7
horas da manhaa at as 6 da Urde.
Para es trabalhos de i botograpbia posenimee
rersas machinas dosraelhores autores fnnreaef,
inglezes e allmcmcs, como sejam : Lerebonn et
Secreta.i, Hermagis, Thnmaz Ko^s, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
aiachinasi sendo nma deltas propria para tomar
sobre o raesmo vidro 4 on 8 imagens diverja e
soladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas
igualmente soladas, de sorte qne no so de
grande conenrrencia pederemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartes de visita, e assim em metws tt
am qoarto de hora despacharme* 8 diflereines
pessoas qne pecam cada urna, urna duiia de rarlT.e*
nais ou menos, com os seos retratos sement, o
?m grano com outras.
Enc&rregamos-nos exclusivamente da direcraa
) fritura dos trabalhos de pnoloerapbia ei-
xando a pericia e talentos do disato pintar
illemio, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, c a
pastal
O Sr. Roth ncha-se ligado a nossa emprea per
ama escriptura publice, e al o presente t< m se
lesvellado na exeeuc< de sens Irabalbrs
No aessoestabeleeimerio acbamse expeetna on-
iros trabalhos ini|>ortanti s do Sr. Roth, tanio em
miniaturas aquarella como oleo, re'ralos
leo, quadros sacros e diversos ontros tranalbo*.
Tomamos encommendas de retratos o4eo aip
:amnho natural, assim como de quadros sacrn
para ornamentago de igrejas ou capelias. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros'histri-
cos.
Aseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa ca'sa sao mni raso.-.
CARTKS DE VISITA NAO COLORIDOS A 10 >(>3 A
DZIA
CARTIS DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 16^000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aqnarelb as
IC 203000 cada um, indo convenientemente en-
Mixilhado em moldura donrada e regalando o
justo da pessoa retratada de 3 4 pollegadaa e
todo o quadro palmo e meio de tamanho
Julg.mos que bastara) os presos acina para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
jstablecimento, quanto sua p-rfeicao casa na
/enha julgar por seus proprios (dh
As melhores horas para se tiraren) reratos no
wsso estabelecimento sao das 8 horas da 1 lanha
I da lar o; entretanto de nma hora s 5 da tarde
jm casos especiaes pde-se tambem retra'ar qnal-
mer possoa.
Nos das de chuva, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e assegnr tmos que es*es dias sia
mar< favoraveis aos trabalhos de ptoaograpnia
jela doenra e persistencia da lu, e 01 r termos e
iosso ^rracj constrnido com taes protorrOes s
jielhoramenUis, que anda chnvendo a ,irros ne-
ihum inconveniente ha para faier-se !ilos re-
ratos.
___________________J. F. mira Ville'a
AI
EBM
DTVETOT
MRua Estrella do Rosario--^
Compra e vende roupa fyit
nova e usada, objectos de
cosi n ha e de mesa, e
tudo qu perten-
ce ao uso do-
mestico.
ENGFKHEIBO
Vom fundiqao.
A RA DO BBUM N. 82.
Pass-ndo o ihafriz
Mchina vapor systema melhondo.
Rendas d'agna.
F< rmas de ferro para porgar atttcar.
Moendas do caoDa.
- Tiixas dfl forro balido fcotWdo.
Rodas dentidas para moer orna aot, ra-
por 8 animaos. .,
E outro- objeotoa profriot agrwlra.
Tildo por preiyO mato rodmttdo.______
7 Peotieha.
Pe dea se no domingo J3,10 sabir da rasaa do
raa
mesnia fregosla : a l atina ia
grande favor entregaoJB^^^^^^M
reio, on na lvraria parisin k lar.

f
1
..'*vi. '^r-w.


i
Diario de PernamlracG ~ Tew?* felfa 25 de Outubro de 1870

'-
*
Gabinete Portugus
de Leitura.
CONSBLHODEL;
De ordetn do Sr. praaideoia c>u*ido a todo os
senhores conselheiros para se reM em sesi&o
ordinaria que deve ter logar qwaftt-fcna 26 do
corrente, jelas 6 1|2 horas na tardo.
Secretarla do Gabinete Poriuguea de Leitara em
Pernambueo aos 22 de outubro de 1870.
A. J. Borges Costa,
5* secretario.
0 conselhetro Jos Beoto da Caoba Fi-
gueiredo iVza toa nstituintes, que
elle acha-se restituido ao seu escriptorio: de
idevocaca, podendo aer procurado nos das
uteis desde as des horas da manba a' as
i da Utte.______________________m
iHr Jt Preci=a-$e de urna ama para pouca
im.iWl.imfamilia: na roa do Cardeireiro n. 68
A KSIMDEan A MJMB A
familia
jrrecisa-se de nma ama para casa de pouca
la : a tratar i ra do CcL-ug n. 1 ioja.
w
. a P y .
O conselheiro desembargador Jeronymo Marti-
mano Figoeira de Mello muito agradece as pessoas
de sua amizade, que Ihe fizeram o favor de asis-
tir as exequias e enterro de sua querida mulher
D. Mana Francisca de Caivaliio Figueira de Mello.
roca a teas prenles e a todos os seus amigos a
caridade de oo viren) as missas do stimo da, que
se diro pelo descanco elerm da finada na terca-
feira prxima (25 do corrente), pelas fe horas da
manhaa, na igreja matriz do SS. Sacramento da
Boa-v sta.
VV:.
O capiao Joaquim Francisco Lavra lendo de
mandar celebrar u.iia raisf. na matriz de Santo
Antonio, terca-feira So do correle, as 7 1|2 horas
la mantM, por ser o 2* aoniversario do passa-
im>nto do seu sempro lembrado cunhado e amigo
Bernardrao Jos Monteiro, convida a seus paren-
tes e pessoas de sua amizade e as do fallecido paia
assistirem, e desde j agradece a ledos esse acto
de caridade e relisiao.
AVISO
Ignacio da Silva Deir avisa a seus freguezes
que acaba de ctaegar com sua tropa de excellentes
burros e que segu para Agua Preta, teodo bre-
m; i ente de vallar pare a freguezia da Escada,
Cabo, etc. : qnein, precisar fuer alguma eacom
menda, pode dirigir -se no Sr. lo Marh Pes-
taa, que se ncarregar de transmetti-la ao an
nuncianie.
Acaba de sahi luz o oi'ficio
DE
\e S. DA COXCEI^lO.
Acompaohado ce orea collecco de orantes co-
mo : Responso Je Santo Antonio e oracio de Santa
Mara Eterna. His 320.
____________LIVRAR1A FRANCESA._________
Precisa-se de um bom cozmlieiro que emen-
da de massa, e de outros servicos teudentcs
sua iprofssao : na ra da Aurora n. 16.
.1
O abaixo assignado fat publico que se acham
por elle sequeslrados os arrendaremos da casa
jue foi hotel francez em Apipuco?, e por is30 pre
vine niagut-m a arrende, como se annuncioo por
-este Diario. Recife 18 de outubro de 1870.
Antonio Buarque de Gusmao.
ASSOCIACaO ommercial agrcola.
Tendo alguna dos senhores socios nleitos para a
directora, por motivos justificados deixado de
aentar w careos para que foram eleitos sao O.
n >vo convidados os senhores associados para a
leicao em asamblea peral no da 2o do corrente,
as 9 horas da manhaa, alira de se elegerem os
oovos mentiros.
Secretaria da Associa^ao Oommcrcial Agrcola
-20 de oulubro de 1870
Joto Mara dos Santos Almeida,
Secretan .
I tobare! Celso Tertuliana madea o li
seu escriptorio para a na das Cruzes, R9
hoje Baque de Casias, casa n. 3i, Io an- Sy
dar, i'ndo pode ser procurado. H
m mmmmwmmmm
DA DE FINADOS.
\"a roa Direita o. 133, Ioja de cera, ha 22
urna pOMoa que se rncarrega de ornar ffiy
catacan.basno eemiterio publico, dands a jj
magma postea ledos os preparos.

O salo ie pianos e de
msicas
COMPANHIA
DOS
TRILHOS DBBAHOS
DO
liKCIFE A* OMWttA.
Por ordem da directora, e em execucSo
ao que dispoe o art, 13 dos estatuios, sao
convidados os Sis. accionistas para a sessSo
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
qaal ter logar no dia 31 do corrente s 10
Loras da manbSa no safo da estarlo provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
de 1870.
Jo&o Joaquim lves,
Io secretario.
*r
fcC

s
a
te
-o
3
O
Atten^ao
Ignacio da Silva Deir, de Pernambueo, avisa a nm "ty ^fj^"
duz encllente tropa de PTW..T" .JT*.
villa do Pillar, Porto Calvo, CIMHIH
Barrelros o Rio Formoso, t VI
to para a Escada : quem pola yuuaar, ]
dar en contra-le.
' .
AVISO
Do 24 do correte era diante se'oondati-
r carga de bagagem, indo era cada trem
om carro de bJgagem e ao meio dia parliri
o trem de carga, tocando emjtodos os pontos
com os precos das tabellas aprovadas pelo
governo da provincia.
Recife, 18 de outubro de 1870.
O suprekitendente.
A. de breu Porto.
D
TABELLA dos precos de transportes de
AGAGENS E SIERCAD0R1AS. FRETE POR
UN1DADE 0U FRACCAO DE 10 KILLOGRAM-
MAS.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
socala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
MOHEIRA DARTE .
Precisa-se de urna ama forra o
servico interno e externo 4e
familia: Da^rua Velha n. 66. -
aua >c oca
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 3,000 0001000.
Toma seguro de mercadonas q taieirc a:
martimo em navios de vella e nyom para i
tro e fra do Imperio. Agenci i i roa C
mercio n 17, escriptorio de Joaqnia Jos Qtm-
calves Beltro.__________^_____________
"O C O O O O O'O c o
3
,_ M c 3 2
o g STMq g 3 ST
; s*: : %g; --
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r to tC Kl ti, *> ift-
o ooo oo c
l' ti l W IC > >
OOOSJOOOC
I '. I ll l *- j- _-
ooooooooc
li 14 l 14 IC i ;.-
OOOOOOOOOO
PJ
-i
>
A' ra dos Pires
A' do Principe
A' Joo de Barros
Ao bceo do Es-
pinheiro
A' Encruzilbada
A' Belm
AoCmpo-Grande
AoSalgadinho
\os Arrumbados
A' Olinda
Palacio d* presidencia de Pernambueo, 21
dejanbo de 1870.Assignado, Francisco
de Asm's Pereira Rocha.Confere, Antonio
Annes Jacome Pires.
Ante de Abreu Porto,
Superiniendenle.
B
TABELLA nos iretes de madeihas r. mate
RIAES.J
DO RECIFE
rriudou-se da ra Nova
ra da
n. J'S, Io anJar, para a
>nde conlina
blico.
Isnperalriz n. 2, Ioja,
recommendando-se ao Illm. pu-
G. Wertlieirner.
Ama de leite,
Precisas de urna ama de leite que nao tenha
fiiho : no I rpn do chafariz no Recife, casa n. 26.
Aluga-se urna casa no Monteiro, porto da
.Xisto, baixa do rio : tratar na ra do Crespo
u. 17, Ioja.
'AMA
Precisase de urna ama para cozinhar em casa
<;a : na ra da Imporatriz n, 43, 2* an lar.
PEDIDO
A" roa do Lvraraento n. 38, primeiro audar,
precisa-ae fallar com os seguinles senhores :
Julio Adolpho Bibas (acadmico).
Ouerrao Candido de Vasconcellos.
Joaqoim Cavaleaoti de Albuquerque Mello Filbo
(PomUai).
Jezoino Augusto os Santos Fragoso.
Viriwimo Correia de Lyra (Cruangi ou Vicencia
Jos Hermiao Pontaal (ecgesho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Cordeirb de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da SHva Porto.
Tbom Joaqoim do R tro Barros.
Sacco cjii 1 hec-
tolitro deca..
Milheiro de lijlo.
Dito de telha...
Encbamel de 4 a
5 palmos-----
Trave de 4 a 7
ditos........
dem de 8 a 10
dilos........
Pranlio de lou-
ro..........
dem de amarcllo
AT1-; A ENCIU
ZII.HADA
80
35000
4|0OO
300
5(0
I'OOj
500
rs.
AT OI.INDA
1
1G0 rs.
G$000
8 $000
600
15000
OCO
15000
S000
MANUEL
A luga se
nma casa terrea, sita na Captinga, erm soti, eo-
cheira, e om pequeo quiolal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.____________
^2s
Tem a salisfafSo do participar aos seos numerosos fregaezes, que em vista do ser-lhes mais commodo, lera
eslabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recifo n. 1, ht je ra do Mrquez de. Olinda, ;
onde acharao os pretendentes, muito abultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades por pre-
eos mas commodos do que coroporla o nosso mercado: convidam esrecialmente aos Srs. compradores por atacado
l/ darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escclher as ar- |gg
mages as tazendas que a demora da fabricac5o 6 bem diminnta.
WS.
m
m
-->->
NA
TGA E BEM CONHECSDA FABRICA
- DE
APEOS DE
m
te

DA
t:

Ra o Baro da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo. ||
(Antiga Ra Nova)
,- m

Ha sempre nm grande sortimpnto de chapeos de sol de seda, rxerin, alpaca, brelanha de linho branco e par- %*
do e de algodo os todos os tamanhos e feitios, a'-m da mmesa poico de jfda, merino, algodo e br;i,
armafes de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommenda. A rcodicidade de feus precos
qne escusa de mencionar.
VICTORIA \\
iNeste novo armazem tem nm
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, aemsas e to-
das todas se vender por precos
mdicos, afim de acreditar a esta
novo armazem.
Casemiras ingleza
francezas, de todas as
ualidades,
cores e branco3, colei-
rii hos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos. KUa
de
Palacio da presidencia de Pernambueo. 21
de janho de 1870.Assignado, Francisco
de Assis Pereira Rocha.Confere, Antonio
Annes Jacome Pires.
Andr de Abreu Porto,
_________________Superintendente.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
para o servico interno de pequea familia : na
ra da Amizade n. 21, Capunga.
AMA.

Precisa-se de nma ama para cosinnar : f,
tratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, ou no caes da Companhia Pernambuia-
na n. 2; adverte-se que serve escrava ou livre,
mas que cosinhe oem.
Retalha-se terrenos no Porto da Madeira em
Beberibe. A posicao topograpbica dos mesmos
terrenos, sua boa quatidade para plantacoes, como
se poder ver pelos sitios nelle j situados, muito
os recemmenda: os pretendentes encontrarao pes-
oa habiliuda para qualquer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lugar, nos domingos at
as 9 horas da amanhaa.
Assim como Itm urna grande
cfk.ina de alfaiate, montada com
tndos os prepares quo ha damelhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sna promptido e- peifeigo
nada deixam a desojar.
Roupa de lodos os
amanhospara homens
* meninos.
Per todos 0$ paque-
tes recebem-se as me-
Ihores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
'RA
D..
Na praca da Indejiendeaea 33 M <
heiro sobre penhores de ouro, prala
preciosas, seja qaal for a qoaat; n
asa se compra e vende objectoa de oan a prata,
1 igualmente se fax toda e qualqarr ofcra m-
sommenda, e todo e qnalqier eooeerto leiiiti
i mesma arle_______________________________
A verdadeira farinha pe i toral de
S. Bento.
Esta farinha osada coa valajam ruaka-
dos nos padecimentos dos orgioe i polo,
como asthma ou puchamento de catbarroc,
inflamacao de bofe, pleurizes e na ptnysiea; re-
commendando-se com igual proveito as pessoaa
convalecentes.
Unieo deposito na r>h irmacia e
DE
Bai liiolnmeu k C
34Roa larga do RosarioTI
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Ra do Trap'ch1? n, 17, I* a
Sacca por todos os aquel;s sol) o Inncc ds
Minho, em Braga, e sobre os segnntes lopnt em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guioarae?.
Coimbra.
Chave?.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castco.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de PaaeHcio.
Lamego.
Lao?.
Covilha.
Vascal (Vlpasso).
Mirandella.
Beja.
________Barcellos._________________
CASA PARA ALUGAR
A'nga se o 1* andar do sobrado n. ft a m
Duque de Caxias : tratar no f oracij o hr,
ra do Cabug.
Agencia era Feriiambuo'>
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as ulestias do ;
Na'83 parrlILa
Cura ulceras t cliagas antigs, impigets t a:-
ros.
Tnico
Cocserva e limpa os cabello?.
Plalas cat'-rticas.
Puramente vegetaes sem merecrio : -ira
soet, purgio e puriicam todo o svslema Vjmar 1.
Vende-se ellcctiv.mente em casa de >rm
Johnslcn & C ru.i da S^nzilla Nov n.
IC
IVURESSANTE COMPOSIClO LlTTERilRII.
CONTEND0 .'
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Coa urna carta critica dirigida ao autor pelo
r. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 2*000.
ASCENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000
NA
LI.VRARIA FRA.NCEZA________
PRECISASE
De 111 livre ou captivo, para distri-
buir ] ;nte de urna ama que saiba en-
Ermi ra" do Vi-
farion. f*, I" andar.
Aluga-se a casa n. 7 sita ra da Ribeira,
na cidade de Olinda : a tratar no sobrado fron-
teiro.
Ama
Precisa-se de urna ama que corinhe bem, en-
gorme e compre para urna pessoa : na ra do
Torres n. 16, andar.
MOFINA
Has 'o da^ Victoria
as liga ra
NOVA
_________ N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em aectio, ariistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, tinaimente em tudo afina de melhor servir os seus numerosos freguezes* deixa-se de annunciar todas as fazeudas, para
nao se tornar massante
ATTENQAO
i.No sobrado da ra- estreila do Rosario n. .135,
precisa-se alugar um moleque de 12 a 14 annos :
quem o tiver dirija se, que achara com quem
tratar. Na mesma casa preparase almoco (jan-
tar para fra.
Em casa do THEODCIIO Q\t.
AN5EN, ra da Crui n. 18, neos;.;:
jfiectivamente todas as quaikadM d
^nrrlPitnx. Bonr^n?-] #>rlo R'?rjf>
Companhia

Roga-se ao Illm.Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio que V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira ehamada deste jornal, em as
de dezembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a enmpro,
e por este motivo de novo chamado para dito
nm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos. e qnaDDo o senhor su
ulho se achava no estudo nesta cidade.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar, livre ou
escrava : na fabrica a vapor de cigarros, ma lar-
ga do Rosario n. 21.
Aluga-se a casa da ra dos Pescadores n.
17, com commodos para familia, bom quntale
portSo para o mar ; na ra nova de Santa Rita
n. oa 1
Companhia Phenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberon que os premios de segaros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato.
Pernambueo 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
P. F. Borges.
Luiz A. Seqneira.

o.^.rDa do 'mPerador n. 9 tem urna pessoa que
Srregai.e armar ca|acumbas e tmulos no
cemueno publico dando o que fr preciso p>ra o
fnt denovcmbro' commemoracao dos fiis de-
A o com mercio.
O abaixo assignado, estabeleido ra do No-
gneira n. 29, vendo no Diario Te hontem e hoje
um aturando assipnado por pessoa de igual nome,
em que diz ter comprado nma taberna na ra do
Sebo n. 1J, declara que semelhante annuncio ni*
se entende comsig^ o que faz publico para evitar
duvidas futuras. Oatro, sim, pede ao autor de
semelhsnte annuncio de alterar seu nome visto
que o abaixo assignado mais antigo nesta'oraca.
oude commercia fci mais de tres annus Wife
21 de outubro de 1870. "^
_____________Anoioie Marques de Olivara.
Precisa-se de um servente para a bmira da
prap o Conde.d1;t, n. 19 : a rati na mesma i
RIJA DA CUtZ tf, 4
Chapas de ferro galvanisadas para telbeiros, etc.
Tachas de ferro para assucar, etc.
Formas de ferro para assucar.
Arados americanos.
Carrinhos de m?o.
Venezlaoas para janellas.
Machinas de descarrear algodo.
Machina de cortar fumo.
Mchica de cortar papel..
Motores para dous cavallos.'
Machina a vapor para mover machinas de algodo.
Balancas. prencas, cofres de ferro, fogoes de ferro, enxofre, salitre limalha de
ferro e moitos outros artigos.
DE
Santa Thereza.
De cenfurroida com o art. II d s fatua,
convidados 03 Srs. iccionisias reaJisare
da 5 de novembro prximo, a priaaeira > Mrad.
na razio de 20 0/0 do capital snbs*nto iwhoIV.
dirgir-se para esse rlm ao escriptorio 4o drrect -
caixa o Exm. Sr. baro da Soledad?, na pea* i
Corpo Santo.
Previnese aos referidos senhore, ^ne aa fr --
ma do art. 12 dos mesmos estatuto?, defcjMio s
ser considerados accionistas, afsedn in smn-
taros que nao lizjrem as eotrasas
marcadas.
Recife 20 de outubro de 1870.___________
Aluga-se urna casa muito fresca ao iacax
do Monteiro, a margem do rio Capars tra-
tar na ra 1* de marco, ootr'cra Cresso, Inja. da
esquina n. 8.

Ama
Precisa-se de urna ar>a
50, 1* andar.
a roa tMtttmn.
Ama
Paga se bom ordenado por mu ama qm (OsV
nhe para nma casa de familia : na roa da 3*nxa-
la-velha n. 90.
AMA
AGUA DE YICHY
DAS
Fontes Hauterive e Celestina.
No armazem da ra do Vigario n. 14.
ROB LAFFECTEUR
VZTt ,? ** Bussia' A"}stria.e. Mgica. O arrobe vegetal Laffec teur sa aul
riaao, he mu superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha
aigestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente sem mrn
aneedes da De e. Imnltont Innrr.. lmnw*m ..1..-____._
De fcil
pelle, lmplvPtia. alporpa. tumorri, alreraa^ aarna dea-
morhe*;^rdosUhlunWere1."CC,deD,eS Pr0VendS *" *"**' ** ^ Crica> e da a""
nduU!h'n fi .esPecialmeDte .rwammendajla contra as doencas syphilicaa recentes, invete-
raaas on rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
cW?!,.Pe,'a, do verdadeiro ROB UFFECTEl
S ruaRicher, l, Pars.
UR, em casa do doutor G1RAUDEAU DE
Precisa-se de nma ama para rmiaar 1
prar : aa ra 1* i Mareo a. 23. casa da f 1.
prTdo
Aluga se orna
Kisto, baixa do rio
n. 17, Ioja.
casa no m
a tratar aa
raa da Grwao
Acaba de sabir & lux
E
Vaada-sa
KA
Livraria francenu
A
O
DI
NOSSO SENHOR 8DS MWD,
MARA SA5TB8UU
I
VARIOS SANTOS.
A
Setenario do Senhor Boai
Oficio do Senhor dos
Novena do Menino Den.
Novena de N. Seobora da foarai Setenarlo das Dores de Mara.
Offlcio das Sele Doras da Mari
Novena de N. Seobora do Car
Offlcio de N. Senbora do Carata.
Novena de N. Seahora da
Cnticos de N. Seahara da
Novena do B. S. JnSn BapaataJ
Noveaa da Seahora Sant'Aajta.
Treiena de Santo Antonio.
. Noveoa do B. S. Jos.
Um bonito volume
wssr


Diario de PeraaMlmco Tenja feira 25 de Outubro de 1870.
~.a
i
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
t
Este conheoido estabeleeirnento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
faetaras que recebe por todos os vapores e navio* franceses, dos artigo abaixo menciona-
dos, preeos os mais resumidos que possivel.
C AINADO FR1IZ
Botinas para -enfloras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cures, sorlidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e a preeos mais baratas do qne em outras partes.
Botinas para Lomen* e meninos.
Botinas de biterro, cordavio, lustro e pellica, das meihores fabricas e eseolbidas.
Botas e pernelras rnssIaHas.
Botas e peraeiras para mamaria, das meihores qualidades, de conro da Russia, las-
tro e btzerro.
Sapatos de borracha para homens e scahoras
Tendo ehegado grande porco de sapatos de borracha vnde-se pelo custo'fira [de
desempatar o dinheiro nelles emprogado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatog de entrada baixa de couro de lustro cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinado de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto-
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franceses e por*
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Ra 11 de Dezembro37
(Oufr'ora Larga do Rosario)
No muito cenhecido HOTEL CENTRAL encontraro semore os nossos innumerot
freguezes notavets melboramentos, indispensaveis para commodidade dos Ilustres re-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de coaforlaiivo t
deleitavel se pode encontrar em om estabeleeirnento desta ordem.
Assim acha-se all orna excellente casa para banhos, um sali todo alcatifado a
guarnecido de divn, piano, jornaes nacionaes e estrangeiras etc., ele
dulce frmeme
6
Para andar om enancas, preciaj-se alujar
urna rapariga forra cu esciava : na riia da O
dla t. 8, armazem.
Ama.
Preeisa-sedeuria amanara casad booroem
.qa, rl laI?r' r>mn:r por rii da t'
NOVIDADE.
r-rf-a
CHARUTOS
Impetiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso nnumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionses como estrangeiros, en-
contrarios commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Normas da Havana.
Suspiros.
aple oes
Havanas.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
triee, de toilette, sabonets, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condroy, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jonvin, espelhos para sallas, quarlos e ga-
binetes, toucadore? de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pnleeiras, botoes, crrenos e chaves de relogios e tranceln?, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarseeidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuos
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeico dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinbas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, ocolos, lunelas on
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounohas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pragas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para caedieiros,
tapetes de vidrilho e de la de cores para p3 de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para criancas, sapatinhos e
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condu.ir enancas passeio ; e
ontras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e alleme?, preeos muito em conta.
I3B9I3(93!D(!>3 5>&Q& ISIg&MGKDS
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da inBnidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
T
Hotel Central
Falla-se o bespanbol, francez, inglez e italiano.
fr
imvjr.
O dono deste estabeleeirnento pede ao pul'lico em geral que continu a visila-Io
verificando as qualidades e os preces baratos de ditos objectos pof serem vindos era di-
reitura e de conta propria.
O MARAVILHOSO REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
OLEO ELETRICO
KING OF PAIN
o re da dar
Para o uso interno e externo.
Cholera e cholera-morbus, dianha,
(luso de sangue, em um dia.
Dr de cabera e dores de omido,
em tres minutos.
Dr de dentes, em um minuto.
Neura'gia, em cinco minutos.
Deslocages, em vinte minutos.
Gargantas indiadas, em dez minu-
CURA:
tos.
Clica e convulses, tm cinco minu-
Rhettmatismo em um dia.
Febre e febre intermitiente, em um dia.
Dr as costas e nos lado?, em dez
minutos.
Tosses perigosas e refriados, em um
dia.
Pleuresa, em r.m dia.
Surdez e astbma.
Hemorrhoidas e bronebites.
Inflarnmaro nos rins.
Dyspepsia e erysipelas.
Molestia de figado.
Palpitarlo de coraco.
Reserve sempre este remedio na sua miilia.
AS DOENQAS SE APRESNTAM QUANDO MENOS SE ESPERAM.
Oleo eletricoO King ofPain(o re da dr) aquieta e positivamente dissipa mais
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz uro mais perfeito
equilibrio nosystema bnmano, o que nao se pode effectuar no mesmo tetrlpo, com qual-
quer outro remedio medicinal.
Este muilo popular remedio est agora usando se geralmenle, pela raz5o que mi-
Ibares de pessoas se lem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. de Gralli e outros
mais.
Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porm to
somente para aquellas estipuladas das nossas direcroes.
Est operando r.os principios da chimica e da clectricidade, e por isso est appli-
cavel para o cu amen'.o e para a restaaracao da aeco natural dos orgaos que soffrem da
irregular circulado dos luxos dos principaes ervos. O oleo eletricoo KlDg of Pain
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as ncbac3es das glndulas
etc. em um tempo incrivel, breve, sem perigo do seu usodebaixo de qualquer circums-
tancia.
O remedio, urna medicina para o uso externo o interno, composto dos elementos
curativos, raizes, horvas e cascas, aes como se tem usado dos nossos anlepassados, e
das quaes lem grandes existencias no raendo, para curar todas as molestias, sabendo-se
juaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da facoldade de medicina durante minios annos
de experiencia para aprender os meihores modos que se deviam adoptar para curar as
seguines dcer.gas, e que preporces de medicina se devia usar.
nico deposito em P^rnambu
NA PHARMACIA E "DROGARA
JBartholomeu & C.
N. 34RA LARGA DO ROSARIO-N. 34.
m\0 IIA MAIS CABELLOS BR A XCOS
A tintura japoneza para fingir os cabellos da cabera e da barba, foi a tnica admit-
tiih Exposico Universal, por ter sido reconhecida superior s todas as preparares
ate boje existentes, sem alterar a saude. Vende-se a I 000 cada frasco na
Ra da Cadeia n, 51 1 andar.
Criado.
No Club Poinambucano 'precisase de um
criado.
Ama.
Precisa-se para comprar e coiinhar : no Pas-
eie Publico n. oi, loja.
MO DE OURO
Nova loja de jbias
RA DO CARUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cnnha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabeleeirnento de joias, o qual tem grande sorti-
i_ ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
s ivel.
Toias as joias sero garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adquirir freguezia uo olvidarJo, vender bom e por prec>s os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a C3te estabeleeirnento, certo de qae Gcar
satisfeito.
A' MO DE OURO RA DO CARUCA N. 9 A
^
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama livre ou sujeita, porm
de boa conduela, que tenba bom leite e com abun-
dancia, sem Gibo a raamentar : a tratar na rna da
Praia, armazem ns. 13 e 15.
UM lili 010
Ra do Barao da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
E?ta feliz casa acaba de vender entre os seas
muito felizes bilhetes da lotera n. 165* que cor-
rea hoje quatro quartos de n. 3373 com a sorte
de 900*, um inieiro de n. 1430 com asorte de
100*, dous quartos de n. 305 com a sorte de 100*.
um meio de p. 3226 com 100.;e muitos outros
premios menores que seria enfadonho mencina-
los, podendo os seus possuidores virem receber,
que promplamente sero pagos.
O abaixo assignado covida ao respeitavel pu-
blico para virem munir-se de bilhetes da lotera
(166) a beneQcio da matriz do Bonito, que ser
extrabda terca-feira 25 dn crreme mez.
PREgos.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1000000 para cuna,
luteiro 5*100
Meio 2J70O
Qfiarlo 1*350
.Joo Joaquim da Costa Leite.
Na ra da Imperatriz n. 60 muito se daseja
fallar com o Sr. Francisco Deodato Los a nego-
cio de seu intflresse.
SITIO.
Aluga-se urna boa casa e sitio muito perto da
estacao da Jaqueira, em Ponte de Ucha, a bewa
do rio : e tanibem se vende ou aluga-se urna mo-
bilia de amarello existente na mesma : a tratar no
caes da alfandega n. 3.
Estrada de Beberibe.
No dia'21 do eorrente, as 6 horas da manha,
perdeu-se na estrada de Beberibe, da povoaco
Encmzilhada, nina pequea carteira de cerurgia :
a pessoa que a tiver adiado pode entregar ao
ebee ta estacao da Enzruzilhada, querecompen
sar generosamente.____________^^^^^^^
Precisase de ura moco de 16 annos ou de
um hornera de 40 annos, aue saiba ler e escrever:
na ra da Concordia n. 6$.
SITIO.
Aluga-se um bom sitio na estrada dos Afllictos
pelo tempo da festa : na ra da Cruz n. 8, pri-
meiro andar.
Amas.
Pagase bom aluguel a nma ama que seja per-
feila engommadeira, e a outra para ser emprega-
da em algum entaboado e servico de casa : em
S. Jos do Manguinho, sitio n. 2.
AMA

Precisase de urna ama, preferindo-se escrava,
para o servico interno de urna casa de pouca la-
imlia : a tratar na ra da Palma n. 'i.
Criado.
Pagase bom aluguel a um criado de 12 a 14
annos para servico de casa de pequea familia :
em S. Jos do Manguinho n. 2.
Precisa-se de urna ama fiel e diligente para
o servico de ama casa de pouca familia : a tratar
na ra da praia do Caldeireiro, ou ra dos Ossos
n. 14.________________________________
- Precisa se alugar nm preto escravo de meia
dad, paga-se bom a ogncf: nesla typographia
Associaqao Comraercial Beiie-
ficente.
Tendo se esg*ot preeneher as vagas faavidas na directora, e nao
estando prf vista esta cirenmst-ncia nos estatutos,
convocada pelo presente a assembla geral, para
no d a 4 de novembro prximo futuro ao meio
di, resolver como ennvier.
Aseociaco Cemmer ial Beneflceate de Prnam-
baco 22 de culubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
, Presidente.
J>? Henriquo Trindade,
Secretario nterin?.
IgrejadTNoefia Senil ra do
11 Monte em Olinda.
Continuando o conceito da igreja de Nos-
sa Senbora do Monte em Olinda, secundo o
promeUido pelo Exm. e Kvm. Sr. D. abbi-
de do losteiro de S. Beoto de asrira u fa-
zer, loco one terminarse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado lodos
os meios e esforcos seu ai. anee. ..ccniece
qae o referido n5o pode ser de psomplo
concinido, j porque os recursos da (rdem
benedictina tem de ser tambera applicados
reparacoes e couctitos dos predios da
ordem, j porque tem bvldo dehora na
extraccaodas oatras partes da lotera con-
cedida para o concert da supradita greja;
e assim, o abaixo assigaado, de accordo
com S. Exc. R\mu o Sr. D. abbade, sop-
plica aos devotos de Nossa Senbora do Mon-
te que se presten a ajodar com suas esmo-
las a conclusao dos referidos conccrlos e re-
paracoes na dita igreja de Nossa Senbora
do Monte, podendo para esse fim se dirigir
ao joiz perpetuo
Manoel Luiz VirSes.
i*t am.17* ;
llaamoro a ra das Crt u< \i iamii um
nheiro conisdd o (oe 4t Vik*r e m timar
por ler nceWdo man.* 4(.
pelo Dilimo t ^m "' "
ll^laliospara -, pa nom.it, \** tmknme t*
.nb.-liiue noifi'ilanicntp a km. Urna* ni'
Queijos tltmefgns o iil* *: nefkr seite r-
ejar a 3*000. '
Caixps de d.re 1*800, dito om latas a 2* r 2*->.
A verd:deira fariuha arreara *w4.Jc
propria a 350 r* o maco de unu ffcra.
Velas siearioas a 6i0 o uro.
Bulai lunhas de lodiu as |MHa
Ihores fakncantn.
Ervilhas fraatezas porlo#na*.
Vicho de todas as quatubdes.
Prelo de L'ub<> dexabarraAo
saceos grandes, a 5*
Cara i do sertao inaii aova
Sareas com nulhu a 4*000.
Especial c artmatko. salio 4t
o kilo.
t aSMra.
AGRICULTURA
POR
AYRE) DE ALBQUERQUE gama.
liadjem'16 com estampas
Obra premolva pelo governo da pravincia.
Vende-se em as principaes
Livraras.
club do Moulciro
A abertura do Club lera lugar no da i' de no-
vembro prximo futuro, sendo alterada a tabella
das raensalidades pela seguinte maneira :
Assignatura de novembro a abril6 mezes 50*.
1 trimestre30*000.
1 mez-103000.
O emprezano,
__m^_m__. ________ P- 1 Layme.
Precisase alugar urna escrava m6 para o
servico interno de urna casa de famia : na ra
do Crespo n. 12, 1* andar.
AVISO
_Os abai\e assignados, incumbidos pela corarais-
s) de senhoras que promovem um concert e lei-
lo em beneficio das familias desvalidas des solda-
dos de Iinlia de Ptnnmbuco, fallecidos ou invali
dados na guerra do Paraguay, de distribuir de
moda que Ihes parecesse mais acertado o producir
d'essa subscripto, pelo presente avisara s viu
vas, pas mais e (ibos dos officiaes e soldados d>
exercito naturaes d'esta provincia, qn que relia
tenham asseatado praca, assim como a qualquei
prenle d'estcs, que fazendo parle do saas fatni-
ias vivese s suas expensa-, e que se achar nr.
estado de pobreza, e finalmente aos proprios offl
caes o soldados, con txcluaio dos primeiros, i'a.-(
estejam as referidas ccndicScsquo deutro r
prato de sessenla das, acontar d'tsia dalanefe-
lio provar com documentos auihenticos sua iden-
lidade e cireumstancias de fortuna, atimde pode-
rem perceher e?te auxilio.
Cs interessados deverao encaminhar seus d .ni
mentos c.-.sa do tfirettorio do pariifo liberal,
ra do Queimado. n. 8 primeira andar, em i< i
osdias uteia durante aqu lie perodo, las '.) h ra
da manbaa s 3 da tarde, e ende, depois] de a:: i
didas suas reclamaroes, reoebero a quantia que
Ihes tocar.
Para que o presento aviso ebegne aleonbet
ment de todos, ser publicado diariamente nos
jornaes mais lides d'esta cidade.
Recife, 6 de outubro de 1870.
Barn de Henifica.
Luiz Jos Pereira Sim
Abij Jos Tav.-irej da Silva.
CASA DA rORTDlW
Aos 5:000S
Bilhetes garantido
A ra Primeiro de Marco (outr'orai ra "di
Crespo) n. e caas Jo co-Uime.
O abaixo assiRiado, tendo vend
Fariuha d* inaiuhoca decanta
Calharina.
Ha para vender da Moito nota e supe-
rior ebegada' receolem^nte pelo pata. M
rabe e barca Sania .Varia, por pnrn um-
mo'o, a bordo dos refui'ta navit* fnnh
dos defn nle do trap c&e d Ex, tora*
do Livramento, ou eolio para tratar cm
Joaquim Jos Goncalve* Belii *>, ww.
criptorio ra do Ccromcrci n. 17.
Docs, fructas e flores
Ra da Cruz t. II
Sor vete todos os das, das II huras *n &im+t
leudo as tacas-feira.*, inartas e nUa- di
cierne.
um coop muito eleg:nc e nata %i :. -
Na oficina do fcrradnr ir nfe (n :
cisco se dir qnem o dr n .
DISCURSO KM .'TAIO
definicii-' di gmlica pr MBri i-!a p ?.-.'
-ilio dj ValirMo m e*v a
IXFAUBILIDAbE
do Sumrao Por.iifice, ir-gid.. tu. ly fca >;. ;
dre Callos J. RadkaMltr,
1 bnclora lM*
I.IVItAKIA FIlA.M
Vende se i-upirior tmkmu de m'.a.!: ci grandes : no e-criptor:n liveira Azevedo & C, rna da C jz m, 57,
meiro and::r.
CEMKYiO
O verdadeiro purtbnd. S m ede ta r&a do
Madre deDeo d. 21 arc.iz. :. d: : *t Maru
ffetm*.
1
lilho.
Vende-se em saceos gra- r
dade e muito h v>, por mtn ir. i >;ue er.
qualquer parte : na roa 4o\ ii, ? i-
lorio de Mf I.ves^t.
!o
n.
felizes bilhetes qna'ro quartos
um meio n. 29i com 100*, e mitras
100*000 q 105000 da lotera que se i
extrahir (IGa'), cenvida aos possnidores
hi
seus
28 ern 5:000*,
tea de
cabou Je
\rerr.
receber na conormtdade do cosiume, se n da
to algum.
Acbaiv.-se a nuda os felizes biltota gaj'a/:
tidos da 4" parte d?. loieria, a banenci. da malrii
do Donito (166"), que se estrahir tere .-feira 23
do l rrente mez.
PREgOS.
Bilhet-s inteiro 6*000
Meio bilheto 3*000
Quarto 1*500
Em norcao de 1005000 para cima.
Bilheteint iro ."i'iOO
Meio bilheto 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiara.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra nova dcSaota Rita n. 73.
Aluga-se a loja do sobrade n 13 defronte
do oito da igreja do Livramento, onde foi botica :
a tratar na ra do Livramento n. 17, loja de cal-
cado.
Precisa-se de um menino de 12 a 11 annos
de idade, que d fiador de sua conduela : a tra-
tar na taberna da travessa do arsenal de guerra
numero 5.
Precisa-se de 2:000* a premio por seis me-
zes, pagando-se o premio de 2 por cento, e para
garanta se d doas escravos, ficando os referidos
escravos em companhia de seu senhor t os pre-
tendeles annunciem por este jornal para serem
procurados.
COMPRAS.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: na
loja de joias do Coraco de Ouro n^l ra do
Cabngi._________________________^___
Coropra-se um sellim inglez que esteja em
bem estado : na ra Formosa n. 21.
V1NDAS.
Vende-se urna arma cao de taberna na rna
Imperial n. 150 : a tratar na mesma casa.
GIL Rm KIJM
1. H. Ia andar ______ ^^^
Vende-te vv, b< i > ;
na ra de : I.
se lam em nns : :r-;. r, 1
AfOH-Fria, kg> se !*ar a | ,:.
p reao 'le mi leira (|a Hntm j:;a zrr c.
on mosmo pura lenlia.
Covado a 160 ra.
'"amb'sia frauccza | ti.
I' ue, corado !C:> r-.
])ila dita dita, civad 11 M r
CbUaa e.-r.iras, wnin 2', 3*11 3M is.
I.Hi para vcslido, tetado a 2*0. 2V> t9
Alpaea de UtlK>, alta BMadr, a U. '; M
Canbraias br. oe
peea 3J a 12*.
Algol u .....: ; .i .'^.
Mi!!-. ...: i ... .:.' i *.
Crl hm
corte a 2j.
: i'randc i.
S uleurbar : I. '
X.l loj I i'i..:" B
I
Vi;: -
\ \ m i
T : .
cr.'- s .
pm Uui. i \ : i t..i
Goncalves I): l ti .i > ..i..-.
do Comueico d. 17.
Bom b barato, na rus
do Crespo n. 20.
Veade-se chitas escuras e claras a fOf e i*#
ti. o covado, algodo mesclado, I i'Baw d lar-
gura, a 200 rs. ii covado, peca* w alpdae de *
jar Jas a 3*, madapoiao a 31 a teca, caeateaia*
lisas a 3*800, aioalhado de dnas brgnras a i ,
a vara, lencos de seda da India a 1*09: aa loa
do Guilherme.
Cal n \a de LiskM.
Desembarcada ltimamente : vende-M ara
piche Alfandega velha. ____
Para olleras.
Latas com superior doee teeut, sendo 4 caja.
lima > e mangaba, lamben exnle doce t r j na
calda, e tudo se vende por aneas aaden : na
ra do Bom Jeius n. 36, antiga rna na Crtu, n*
bairro do Recife.
Vende-se nm sobrado de um andar em Be-
beribe junto a ponte com muitos commodos, e
mais de dous mil palmos de Ierra para retalba-,
com frente para a estrada e fundo para o rio :
na praca da B ja-vista n. 6.__________________
Grande reunio!
Ra do Imperador n. 28, ar-
niazem do Campos.
Como se est aproximando o tempo dos regabo-
fes, o proprieano deste estabeleeirnento lem se
esmerado om fazer reunir em seu armazem ura
completo e varadissmo sortimoulo de gneros
alimenticios.
Nao so prop5e a descrever nominalmente !
os gneros comidos era seu armazem por se tor-
nar de mais enfadonho.
Garante somente, que sua norma de ha muta
tempo /ender p) por pao e queijo por queijo.
Avisa especialmente aos fumantes, que receben
de sua espe:ial uieommenda nina factura tle
rulos superiores de S. Flix da Baha, das segmn.-
tes marcas : expasicao, marquezos-, norma.'', i
dores e paragua>:-unn
Venham todas as despensas dos arrabald1* o ci
dade suprir-se do gneros de primeira qualidade.
Vende-se a fabrica > cifarn sha rna d*
Forte n. 2, propria para prin-ipUnte : a kuiar na
mesma.
Bom e barato
Charutos finos do bem conneeidn fanrieanat Joa-
quim Jos dos Fiis; vende-se na rna nva a. .
fabn -a do Pereira, pelo sef niales petan; .
Exposicao, meia raixa 3*1
Palraeiras, meia eaixa.3*.
Lyricos, meia eaixa 2*500.
Riarhnel.is, eaia 4*500.
Rpgalia imperial caixa 3*.
Aproveitem a pecbincha.
Vndese a taberna n. 4 do brno de
bem alregnezada e moito nronris para 1
principiante, por ter poneos tane>nv *
con pradnr d-se sociedade a alpanwer
tre co algum funda e Umh* as precwav
co>s para dirigir a negocio a,nafc*j : a
farg do T.tc> p. 9.
1:
ttenpao
Vende-se a armaco e pertennti da lafce*-
largodoTergin. II, propria nara ajnilnaer nrln-
cipiante, r.'ii.-n.t-e ao eoeanrader a rennV.
orado de um JO-ar por fia. da nxav
tratar no ni^n;'
Vende se to u de Capbarae, 'a-:
lia, p-dra mustiaba de c A**>
o palmo.
/!



6
Diario de Pemarabuco Ter(;a Jeira 25 Je Oulubro de 1870.
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA MPERATRIZ-60
DE
I'EREI DA SILVA & C.
Neste inane rante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, na grande e variado sortimento de fazendas do mais
apurado gosto e todas de primeira necssidade, que se vendem np.is baratas do que era outra qualquer parta, visto qoe os do-
tos socios desta firma, adoptaram o systema de so veoderem D1NHEIRO ; para podereni veoder pelo costo, limitando-fe apenas
a ganbarem o descont ; as pessoas que negociam em pequea esca'a, nesta loja e armazem podero fazer os seas sortimentos
pelos mesmos precos que compran as casas inglezas, (importadoras) e para maior ccmmodidade das Exipas. familas se daro
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levara em snas casas para escolberem.
PAR NOIVADOS CORTINADOS, COLCIAS. GROSDENAPLES PRETOS
Cbegou para o Bazar do Povo um gran- Chegou pira o Bazar do Pavo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados de sortimento dos melbores grosdeoaples
bordados, proprios para camas e janellas, pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se
qoe se venden? de 100 00 at 2O0OCO o *eodem de 06OO at 50000 o covado ;
par, assim como o melbor damasco cem 8 so todoa milito em conta.
palmos de largura a ira i taca o de damasco MANTELLETES DE FILO
de seda, propinas para colchas, e propria- Ni Bazar do Pavlo vende-se modemissi-
asente colchas de damasco, send< os melbo- mos mantelletes ou basquinas de fil preto, I
res e mais bolitas qoe tem vindo ao mer- om lago, pelo barato prego de 100000 ca-'
PECHINCHAS
DO
PAYA O
cado.
TAPETES
Ghegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeins, ditos mais peque-
os, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em outra qualquer parte-.
ROPAS PARA HOMENS
No accreditado Bajar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodo e de linbo,
para todos os precos e qaa'idades.
Cem .las de linbo e algodo.
Meias cortas francezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qaalidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pegide obra a capricho
ou go te estabelecimento todas as qualidides de
psnao fino, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assirn como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor; e qoan !o qual-
quer obra nao ticar ioteirameite ao gosto
dos reguezes :a por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegon para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotiiment decba'es de merino de cores
ranilo !)Mns com padr5es modo decimos
para qudquer urna senhora usar, ditos de
crpu coro listas de seda e mais fino e
moderno que tem vhdo ao merca lo, e ven-
1e-se por proco muito em oonta.
TOALHAS A 70500
No Bazar do P3\o fez se urna grande
comer de toalhas aleocaoadas, proprios
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se \enderara a|l20OOO, e li-
quidam-se a 7A500 a duziV,ou a 6i0 rs.
cada urna, boa pecbincba.
CORTES DE CHITA
a 302*10 a 30840
3*520 3^520
30840 30200
No B zar do Pavao vende-se cortes d fl-
oistinus chias com pdroes daros e escu-
res, tendo 10. li e 12 cindos; sendo fi-
zendi que vafe mt) mais rtioheiro e liqi-
da se pelo prego acim pira acabar, na ra
da Imperatriz n. (i> Btzar do Pava" >.
BRINS DE CORES A 205 O e 35500
Ven lem-se modernis-imis brins de linho
proprios para cadeiras de balanco sofis,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte. *
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo vende-se suprior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linbo coro a
mesma largnra a 20800 cada metro, pannos
ds linbodo portocom 3 1/2 palmos de largnra
de 720 at 10 a vara, assim como umg ande
sortimento de Hmburgo ou creguella, e
todos os nmeros, precos ou qualidades,
qoe se vendem mais barato do qoe em ou-
tra qnslqner prta; aproveitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalhad-i trancado, com8 palmos de larga-
ra a 10600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhnr que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
CORTES INDIANOS A 435(0.
No Bazar do Pao vende-se benitos cor
tos indianos com duas saias pelo bara-
tissimo prego de 405 0 cala um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No 3azar do Pavo veoie-sa constmle-
?ente o rae'hor souime^to de fazendas
pretas para luto, c^mo sejam :
Lfasinhas retas lisas.
Cassas pretas la 13a.
Castas pretas, fraacezas e inglezas, lisas
e com salpico*. *
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas (retas lisas.
Ditas Lvra.las com branco.
Merinos, cant-3, bombazinas, que so
ven lera mais barat dique em ootra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Ba/.ar do (*wio vendem se bonitos e
grande- cachi-uez de pura ia, pelo bara-
to preco le 6o00i> caita um
PKIIICNCHA EM CAMBR.UAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 800-: 0.
Vende-se um explercdido sortimento de
i --imas caabraias victorias, por presos
mais bar-tas do que em ootra qualquer
pane, e ido cada peca 10 jardas a 50, 60,
de cor c 'm as cores fisa*. sen lo o co e 60500 e 703,(), llnissimas a 80500 ; todas
Ra da Imperatriz 60.
Para vender depressa
da nm, "barato. LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
ALGODAO ENFESTADO PARA LENOES. i A SWO RS.
No Bazar do PavD vend-se o melhor al-'. Chegou um elegante sortimento de lai-
gododnho americano eofestado para len- inDas do Japo, com padroes do seda e de
toes, tendo liso e eotrancado por preco mml boa qnalidade. que se vendem a
muito barato. 500 rs. o covado. pechiucha, no Bazar
- ESPARTILHO. do pv*o, "a da Imperairiz n. 60.
No Bazar do Pav5o recebea-se umelegan- poupelinas do japo a 10600 o covado.
te sortimento dos mais modernos e melho- Chegon um elegante sortimento de lin-
res espartilbos, qoe se vendem por preco dissmas poapelinas Jiponezas, com os
moito em conta. mais delicados gostos, tendo mo'to lustro
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS e com listrinhas de seda, sendo e3ta nova
O Bazar do PavSo recebeu om grande fazenda ouasi da largara da chita rance-
sortimeato dos melbores pannos de croch, za e vende-se pelo barato preco de I06OO
de ralea a 255)0 o 305 .0 era vara a 150)
e 1-ifiOO, peciiiB^a, no Bizar do PavS) ras
da lao r ri/. n. 6o.
CORPINHOS BVNCOS A3SO00
No Bazar do Pavo ven tera-so corpinoo?
decannrah branc-i borda los. sendo fazen-
da que se o re si veo leo a 80 00 e I0
e liquila-se a 30ODO pir es arem um
pou o nal'ratados. pe: mena, na ra dJ
Imperairiz o. fiO.
fu-;tOes DE COR E BRANCOS
Veode n-se bunit >3 attSa brancus e de
cores, moros pira vestido> e roupas de
meninos, seodo de cores a 800 ris o cova-
estas camb-a-as vlem muito mais dinheiro
e Hqaidam-ae por esto pre>;o em relacao a
urna grande compra que se fez no Bazar
do Pavo.
BABADINH)S
No Bizir do Pavo veode:se om grande
sorumento dosmai?fins babadinbos borda-
dos ta.iadns e transparentes, assim como
urna gran 'e porglo de entr m^os largos e
entrettoa, que para acabar se veQde mnito
em coma e mais barato do que em oatra
qualquer parte.
3BHNSDE C)RES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo v^nde-s- um sortimeii-
do e hranecs, a 100 e 640 ris, pe- t0 coupieto dos niel "res setins e grosde-
chincha, no Bazar do Patio ra di Iinp.- ia".'es ,rt '"das as crns, que se vendem
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 20.1 ris.
a 200 res,
a 2:iO res.
Ven I m-H ch.taslargiS c>m muito bons
p-iin i a r^s fitaj, t>el barU preco de
200 lis o corado ; orles das mes as cora
10 iv dos a 2?0 '. 6 pechractia, no Bazar
do PdVn.
AS CASSVS.DO PAVO
Cova lo a 2j0 ri .
a 2-'t() res.
a 200 tts,
Vendo n-se barril* etsui de cores miu-
din a- pelo barato oree- le 2)0 ris n c i-
rado, no ar oazem do PjSo ra da Im-
Peratri n 60
PANNOS PARA SAiAS A I000, O METRO.
Nu Ba/.ar do Pavao n >k-., Doniti fa-
2eo ,r i. I ara sai com s ofsjifM le ou Ulo, .lando
atar r ti fa7e da o comoim-nto 'a
q I > e fz*r f h 3 ou 3 l|2
1 <\ ''!-; ^10, H8 ) H 105(10
id inmem n me*ino estane c
sai
, i
as mu
ni.
dad
do ';i
ban
1 (MI
t jiJ
V
Im^e
^e n e boni' a' > orancisbor-
n j iairo i-; i,- cidi iiiiu, nas
: ja p m i uiui. ci n
II re sdiio'- ii fi o 11 rt 4U 'O,
r- r '- s a 6i e70' O ,
p r ide.ii el%nii,
\\ i \
i na ra da
- 60, B, u ,\ Pa.ao.
.nudo em conta.
TOALHAS.
Ven le-se toataasdo Portocom labyrmtho,
prip'i.is para rosto, no Bazar do Pavo
ru d< Imperatr'i i. 60,
Colchas branetsi 352 O, 3^500e 70000.
Pa .i o Ba/.ar do Pm8 ch'g m nm grande
sorti;ierjio das meliiores colchas ietas,
sen io das melrmres e ais ncor alis qoe
t-ii, indo 70JOJ, dita* um j.ouco mais
ibaka ;i 34500 h ditas 35-20 ; tambam no
iDe.sino esiabeiecmeiiio. sovimie um grande
jorli i.Hiitn de crtones e chitas proprias
p r* colrhas que se edniu nitoemcout?.
Sedas do quadrinhut i 402HO ao coTaio.
v.nd'i-se mele^mie soi limento de sedas
de qoa l rabo-, '-ora lio 1 hmomm cores, para
ve-iido< e roupas d* meninos, e vende-se
13280 rala coado: pechiucha, no
11 iz i d l'^m.
Hidauolio eof siarto a peci 30000.
Ven in s p,-g s i mi lip 11o e .fest'dn,
t-'n o ljai.. C4 <-. iim;i Bi.ar do Pjvo ra da
Ira a riz >>.
CHALKS ME RENDA,
des '. O .
f ile, 00.
i, iles i 2000.
'>' i i -ae urna g- ds por cao de chales
i s "o i u. Gfoeh, seodo pretos
' i -, f o 11 opre se ven-
'*' oj i i (i.i .c ;, uO cadum,
i"c 6 i. r do avio, a rna da
MijMlbtf ti i
cada covado, no Bazar do fao.
AS POUPELINAS DO PAVO A 20000, O COVADO.
Chegou para o Bazar do Pavo om bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linbo e seda, qne se
vendem pelo baratsimo preco' de 20000
cada um covado, assim como ditas com
gostos escossezes a 20100, pechiucha do
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 20000
Cb.9gou uu elegante sortimento de boni-
tas seda de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI.
RAVEL.
a 2,|0ro, a 20000.
a 20500. a 20500.
a 20000. a 20OPO.
S5 no Baz?r do Pavo.
Vende-se bonitissimos cortes de vestidos
de pbaotasia com lindos gostos, sendo fazen-
das traparentes cora delicados bordados e
listras que a nao ser um grande pecbin-
cha qe se fez na compra seria p?ra mnito
mais dinbeiro, e liquida-se a 20 e 2050 ,
nnicameoto no Bazar do Pavao.
LAASINHAS,TnAi\SPAHE.-*rES A 400 VA 0 COVADO
Vende-so delicadas lasmbas transa reo
tes com listrnbas miudiobas, imitaco de
urna s cor e muito brilbantes, pelo bm-
t ssirao preco de 400 rs. o covado, no Ri-
zar do Pavo
BONITAS LASINIIAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasiohas com difi-
ranles gosto pelo barato prefo de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven le-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacs Brancas lavrada*, imitacoo
de seda, proprias para vestidos de baile ou
;asameotos no Bazar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 610 RS.
Vende-se um grande sortimento de lin-
das alpacas huraas de todas as cores pira
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 610
o a mil e tatitos res o covado, no Bazar
do Pavo.
BAREGES DE QUADRINIIOS A 600 RS. O COVADO
VeadC/SA as mais liidas emoderdas 13a-
sinbas para vestidos, tendo qua-i largara de chita
frsncpzi. e I qnida-se a 640 rs. o covado,
no B-zar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos meneos de urna so
cor com cores moto proprios para vestido
e roupas pira creancas por ser urna fazen-
da da pora la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Barardo Pavo.
GLAGS A 10JOO PARA VESTIDOS.
Vende-se am eleg nte sortimento de>t?.
nova fazenda denominada glacs seodo urna
fazend) de la muito larga e com delica-
rtissimas cores, tendo taDto brilhe como a
seda e v?nde-se pelo barato preco da 10,
cavado, no B*izar do Pavo.
CASEMIRAS A 70000
Vend^m-se c-.rtes e ca-emra ingleza dp
cores para calcas sendo fizenda que vale
mnito m^i; di iheiro e liquida-se a 70000
o coitede caiga, no Bazar do Pav> a ra
da Imoer^t'iz n. 60.
GRANDE PECHINCHA F.M CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Veijde-sa fioissiuw carab aias suissas, d^
muita phantasia tendo 9 varas a 80500 t
10000o. Ditas bis,,o *m tOjirdas fazen-
da muito tina a 50, 60 e 70000. Dit.s ri-
nissima.s azul.'djnhas, que v*lem muito mais
dinheiro, a 80 e 1O0K).: t idas estas cam-
briias, em relaco a qoaliiaie, pelos pre-
cos ac'-ma s5o mais haratas do que em ou-
tra qualqner pane, no Bazr doP-v).
CAMBRAIA ALLEMA C0 8 PALMOS DE LAR
(JURA A 1*600, U E 2500.
Ven le-se tiin>sim cambraia branca tran-
lia ente com 8 palmos de largura, que fac
lita fazor-se vra vestido apenas com 4
varas e li juila se a 4fl6O0, 20 e 20">OO
vara, fa<.eod que vale multo mais dinheiro.
pecbiocba oo Baar do Pava i.
CAMBRUA TRANSPARENTE
Peca a 40ooO
Vende-e moito fins pe^-as de cambraias
brancas transparentes, ten lo 8 l| varas ca-
da peca e com om vara de largura a 40.
pechiBCha, no Bazar do Pav j
A' ra da Imperatriz
n. 60.
i *
20 Ru.i da Imperatriz 20
Acaba de clieaar para* loja de faiendas finas
deofrainada la Till de Pars, nm grande sorti-
mento de azenas flojs, eomo lejim : cortes de
poil de ehem eom listras eooeezas de nma e daas
saias o qoe ha de mais alta noyidade, ricas pope-
linas de sdi, granadme?, las esoocezas, alpacas,
bareges, etc., etc., e om completo sorlimento de
chitas, madapoldes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e ontras muitas
fazenda?, tudo d que ha de melhor neste merca-
do, que ludo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo que qnizer
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
sna proteecie. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as faiendas que uos pe-
direm.
20-ri;a da IMPERATRIZ20
Farl & Lessa.
Cal de Lisboa.
Vende-so cal de Lisboa, a ultima ehegada ao
mercado, por preco ra.wavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos, ru4 do Commercio n. 13.
A PA nruiiii..
A ra do Duque de Casias n 21.
(ANTIGA RA DO QUEIMADO)
Receben e seguinle :
Bspelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e porteigarros de muita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphwtas.
Commodo3 toncadores com duas gavetas e bon
espelho.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios d muitas qualidades.
Bons talheres para eriancas.
Vostuarios, chapozinhos, toacas, sapatos e meias
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novot
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
menina?.
Contra as covulsoes as
crianzas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, rna do Duque de Cixias n. 21.
PARA TLNGIU CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ngleza.
PARA ACABAB COM AS SARDAS
oo pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DELARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA EXFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperan?.!, rus
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E A FORMSE A R A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz_______^^________________________
CHEGARAM'
Poqos instaut&neos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
mam notoade
Qnando a AIUIA BRRNCA, mais precisa scientficar ao respevel pablM m
geral, e em particular a sna boa fregnezia, da immensidade de objectos qoe nMC-
te tem recebido, jnstamentefqoando ella menos o pode fazer e portrae esta (alto
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qne Ih'a attenderao e rat
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i
Qneimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridl
qualidades, modicidade em precos e o sea nonca desmenttido AGRADO E SDCEB1
Do que cima Oca dito se conhece qne o teropo de que a AGUIA BRANCA ]
dispT, empregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aqoelles fM a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto son aBHW>
rar os objectos que por sua natureza so mais conhecidos ali, ella resnadaeseoM M-
cari aqoelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornara reeommeBdtTeia,
bem seja :
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto mnito se poderia
dizer querendo descreve-tos minuciosamente
por snas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para no massar o preten-
dente se lbe apresentar o que noder de
melbor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Goipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-'on^? snbstrtnem as ontras.
ria.
Capailas brancas para menisaa.
Grande sortimento de flores (has.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constate sortimento da dita,
sempre melbor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e piosel.
Caixinhas com ditos aromtico*.
Bonitos e modernos pentes donrades pa-
ra circular o e<.qoe.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de Badreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinboa.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48
quaes so movidas por
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito om Pernambuco cae^ da alfas
lega velha n. i. I' anda._______________
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na rna Direila
botica n. 83, os mui conhecidos e acreditados re-
medios di veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Pan'?-, bem como os xaropes de co-
leina de Berth, de rabana ioJado, de iodureto de
ferro de Blaneard e as pillas do mesmo, peitoral
Jo cereja, p< do Rog, depurativo de Chable,
ligital de Labilliny, pilnlas ou confeitos de bis-
mutho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
proficiencia qoaodo empreados as doencas da?
vias respiratoria*, ras dores rheumaticas, na
amarellidao, na f;i!ta completa ou irregularidade
le menstruo, as diarrhas, doenca* do cora?'
e do estomago, tem sido e iiicontcstavel, em
vista do3 benficos resultados das experimentagoe?
iu uso que diversas pe?*oas delles teem leito, as-
sirn como das pilulas denominada^ hravinas in-
eomparaveis em ^ua elcacia nos aeommettimen-
tos febris ou sc-zoes ; existnda tambem na mesms
asa, alm de sufileienlc quandade de drogas,
un nao pequeo sortimento do tintas, oleo de l-
nhaja e pincis, que se vendem por menos do quf
em outra parte.
Vistas para steresacopoa.
Meias de seda para neivas. J01"138 'nh* devidro fritadas
Ditas abertas de fio de Escossia. ^^ de madeira enTernJMda
Costnmes ou uniformes para meninos, ras e com dminos,
Enxovaes completos para baptisados. Bollas de borradla para b
Touquinbas de fil, sapatinbos bordados enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana,
Camisinbas bordadas para ditos. 'para enfeites de mesa e de lapinhas'.
5)
O
o
I
O COLLAR M OiO
N. 3 A lili NGAHGAN.U
AMTINM IRIlOS
O

I
co
t>-
Com este titnlo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesana, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venba ver o qne existe de melbor em
aderemos de brilhantes, esmeraldas, robios e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faqnef-
ros, colheres, paltteiros salvas e ontros mnitos objectos que sera enfadonbo
M mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
M que em ootra qualqner parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
nmmmzmmmMmm mmmmmmmmmmmamm
A ARARA
ATTENCAO
Lourenfa Pfrein Mends Guimare>, parlicipa a todos os seos d-\edores
lanto da prac como do mato, qne estando I qoidando snas casas corrm. rciaes. o qoa
deve fazer at o fim do corrent-janno, por Uo ro?a a todos os sf us deved .'aliar seus dbitos o mais breve possivel; outro sim, declara aos seos devedoro, tu
os que nao estiverem na luja tem de pagar todis os seus debilo?, pawaaaa i'io se lar
o abatimento que f jr preciso para a liqodac de suas dividas, para hto podurio di-
rigir-se rna da Imperatriz n, 72, loja da Arara.
Ao resto das pechinchas
Vende-?e crtps de cistnre? para calesas,: bales de arcos a l&TO.
a 00 rs. Crtes de brins de cores a Ve^de-se bi'5^s de i5 a 3 arcos a !#
15500; cortes i Rang's pira caigas a i&, e Ifl5 'O cada um. Cortes de c-sias em
curtes de 'casemiras ureta pira caigas a ppela 2350') cada um, para tiqadir.
35500, 4/J, 5re 65000. Bramante de Ihho e alg. Crti-s de rhii.is a 2;:>0O. jmos.de largnra o IiSWuO o metro.
Vende-se cortes de chitas oara vesti?os Hanno de linbo a 760.
Ditos de ca?;a pura vas'idos a
PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GU.YNUE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 2 mannauni completo sortimento de ma-
ihijas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposiejo no
mesmo Bazar. g;rantindos-e a sua boi qua-
lidade, e tambtm ensina-se com perfeico
a todos os compradores. Estas machinas
s > iguaes no seu trabalbo ao de 30 costu-
raras diariamentfl, e a sna perfeico ta'
como da melhor costnreira de Pars. Apre-
senUm-8e irabalboa execntados pel^s ni s-
m9, que mui'o devem agradar aos preten
denles.
E' BARATO
Pini acabar.
aMSOO.
2A50D.
PecUn-ha a 1,5000.
Vende-se pegas de alg-^do a 4#, S$, 6$
e 7iJK)0.
Pra liquidar a 3;.'C>.
Peca? de madip*jio com 12 jardas a
o$500. Ditas de dito com 24 jardas a 50,
0(J, 63500, 70, 89 e 950 '0.
LIQIDAg.VO.
Pegas de a'g afi siaho d lisra proprio
para roupas de e-cravos crea .42 jardas a
'500 e covado ((JO rs. p-.ra liquidar.
Cintas escuras oara vestiion a 280, 321
e 3S0 rs. o covado.
Para scabar.
Vende-se pegas le ctnii>rai;.s victoria, fi-
nas a 60, 6#Od o 70000.
E' mnito barato.
Colarlnhos de papel a 240 rs. a duia.
Cortinados para janellas a 50000.
Vende-se cortina os pira j* o par. Brim pardo liso para caiga de ser-
Igo a 500 rs o moiro.
Cones -1e percales a 00000.
Veode-se cortes de percales d -duas
saias de bonitas barras a 60090.
Veode-se hraoante de 10 pal-n s de lar-
gura pro r para lences a 208'JO o metro.
Lentes de ^eda a AO > rs.
Vende-se una p ici i d; lencos de seda
a 800 rs. cada ora.
Chales de eissi a 10000.
Ven le-se urna granoe porgao de chatos
de cassa a 10000 cdi om, para li ruilar.
Eusta a 360 rs.
Vende-se fusio de cores para vestidos
a 360 rs o covado.
A!goio -nf;sla1o a 900 rs.
Vend-se rd;?do enfestado para leocies
e taina- a 900 rs. o metro, <*ito Hau-
do a l|tt)9 o m tr.
Cuales de netin eslanpadis a 2:0')0.
Vdde se endes de rwO man a-fos
:ob barras a 0, 0300 o 3 p.ra a-jbar
Gran le p rglo di r t Ihos.
Veade-se grande porc? de re/alioa do
cassas e chitas a 240 rs. o covado.
C) ertas de chita.
I' u.
; di-
i
> W\> UGt l I.
ti r
das 6 hora* i
i.'j.m a, 60, esfca* constanteraenfce aberto
ii m ri i os 9 da noute.
Tarlatana a 320 r9. o melro, raeiaa para senhora
?.,;*.\ vi?1*' lHn?',j braac* abaohaJos a
1*600, U:*+**) iUOOO a dmia, dilM brincos
grandes abaohado a 3, 3*500 ei a dazia, mu-
lapolo rraocei com 20 vsrts a |wca a 61, cara
hraus de inhpj-s a ajQ e 240 rs. o novad',., uliiu
-senras a 200, 210 e 260 rn. o covado, setim tran-
cada proprio para vestido, fuenla nov.i. a 300 r..
ocowdo alpacas dn cores a 400 rs. o covado,
cambraia* brancas i 3*, 34300, 4*800, 81, 6 e
7*, alaodao de lista proprio para roupa de essra-
vos a 160 rs. e eovado, cortes de la com 14 .-.
vados a 3*, chiles de merio estampados a J#300:
na ra do unque de Caxias, amiga do Queiuiado.
A fepta est na porta
Houpa re.U eiK'ontrjro
Por pri'ciobo raz"vel
Todoa se eoronpar. >
A SBBR :
Lipidi() de raapi fila.
VenJa-so pal r Vende-se a 10100, ditas flra? a 2?5>0, propiioptra andar em :asa a !0OO
dtlaa eiCimiVs b adamas:aa> a 305JO, to> d gantr? i 30000 ; dilos d< tui
d>tas forra.lai 50000. ^ai.i'i 3000 ; rlitos da a para}, ta ar
Ganai rara caigas a 280 o civado. .a 30530 o 40 03; Itos de paonr m
Brim ile listra ao lado para caigas a 400 pre-o i6>, 80 e 10JOOO ; dit"da eass-
rs. o -ovado. mtrs da ..re*, a 60 e 80 IHlf
Lingos bran-os a :0OOO a dniii, para li-d3 cassiaetas de eras, a l|*>" ; 'toad
qi idar; grande pjrg) de mantas pirajbri.is e q.'adrhnos a 103 O ; d i srta, a-
riatas a 200 rs. cada umi p.M liqai iar !s>miras de rere, a 20100, 3 e 4,'X>3.
Cassai frsncezas a-280 ns- Cilgs azues pra escravos j *>0>> r*.; dttaa
Vjnde-s cassis franiezai pja vestidos de aigodiosinho de listra a8""0 a. ;
a 28 i e -20 rs. o covad u
Orjandys de cores para vellidos a 400
e 610 o covaio.
Alpacas de cores para vestido* a 500 e
640 rs. o co'alo.
' Lasinnai para vestidos a 320, 400 e 5 \0
o covaio.
de brim parlo a 15600, .2e 205. ; di-
tas de dito branco de linho a 3&>0d e i|
dita- de caseuiras de cores a 5*, 61 7#
e 80-0(1; camisa' de bit a 1400 >; d>
iis de al;odtosHibi. propras para o
vi por ser fcz-nda for;e, a I08O ;
de mi.su ina a 10600 rs. P ra Irqaidar
numero 29.
rs.
O proprietario da loja denominado Arara, dec ara ao respeitavel publicn a
seos fregnezes que est concluindo sua liquidaco. por isio q,uem qnizor aaonir-
hoas fdzendas por pouco abeiro tenba a bondadode dirigirse a ra da I
(72, desde as 6 oras da maoba as 0 da noute.
de


Diario de I'eruambuco Ter<;a.feira 25 de Outubro de
1870.
I
i
i
?
A 8^000. I
Vende-so bort?guins franeeie?, obra traspira e'
nulo boa, pelo duiooto preco do 8* wnlwio a I
les, ornes que so e:,bam : na ra da Cadeia n.
oO A, loj de miaJfns.
Brius de Angola
OBI ZAR
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vefldesep.il ras de T. Jefirics A C,
liorarnerci.i n i(
rus do
Farelo a 3^500
Vende.se basta Pin saneas grandes a 3J300,
nos aromen, do Ta>so Iranios & G. : na I'raca
co caes do Apolo.
Farinha de milho
Vende-se diariamente farinha de railbo muida
fina e nava a 120 rs. a libra, o tambem farinha
grossa a 100 r~. : na rua ro Cotovello n. 23.
Jos de Souza Soares & C.
No armazem do Mills Latham A C. : ua rua da
Crua n. 38, veo lose :
Lona larga de 30 polegadas.
Dita estraita de 2o Jilas.
Sargos vastos para assucar.
Sellin*, sillio:- e arreins.
Vinh de Birdean lasen caixa.
Sabo inglez em caixa.
Sab 'heles dito dito.
ShomrdeHhC
VenJe se rxcellente vinho Bonieaux om quar-
tolas e meias quarlul ?: no escrlpton.i de Cunha
ft Mala, rua do Mrquez de Onda n. 40.
RIJA II SARAO DA *ITORI.t
' (outrura NOVA)
Apresenta-se nietas rpfiozeadu no que pode ha ver do mais bello e agradavd e;n h-
endas finas para Senhoras aitigos de alta moda em Palia tanto para senboras como
para homens e meninos.
Miuaezas afamadas, perfumaras especi es, variedado de lindos objectos para me-
amos e brinqoedos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aondo tem ha-
beis correspondentes.
Veude.se muilo emeonta e manda-se p r em pragad s do esta'iclecimento fazendas
em casa das E&ms. familias afim de melhor eseolherem o que desejarem.
HVOVIDADES ~~
_____ DO
TRIUMPHO
Rua do Queimado
Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras d.. superior farelo
dlo batato proco a cima indicado, na rua
da Madre de Deus n. 7.
PA R A
PEGHINCHA
NA
LOJA DO PAPAGAIO
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Kua da lmperalriz n. 40, esquina do be;co dos Ferreiros
DE
IiTA
O prop otario deste novo estabelecimento comraunica ao respeitavel publico
i mn e est,ecialnient0 as Exmss. fami-'iis que est liquidando por precos Dara-
vln r i 3S a?llga8 fazendas Ia* ex'stiam ne=te estabelecimenlQ, alm das que abaixo
Arixni-i,i)n cuj0ii precos me ecem lda a aUtncao do respeitavel publico qu* n3o
rif. u -m Pe(Juena (J,13,itia refazer-se do qualquer qnalidadede fazendas que pre-
cim. Fievmo-se tambem que a mesma luja tom feito soriimento de fazendas moder
ull'J,C,nl,oua a sori-se das do mais apurado c escolbjdo gosto, que vender tnais
oaralo que qualquer outra loja."
Na rua estrella do -sano, sobrado n. 35',-pri-
meiro andar, tcui eapellas de saudades, d perpe-
tua, de semprevivo e de eraaroa, prourias para
quem quizar botar as catacumbas, j.i com as fitas
e os leireiras, ludo do Rost < barata: quem
quizar deve vir comprar do da 2o em dianle. Na
mesina casa Ua boijueie. tu (1 ,r de cera, e pre-
piram se de era vos nataraes pira qualquer orTir-
ta, bordam-so as filas a miro, e deve a encaminen-
da ser feita tres das sutes.
/
PotasM nova d Russia a 200 rs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em vjlas.
Dita em grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito dedil bora tem.
Dito mus'a'! I de diversas marras idem.
Dito Unto Painel la superior idem.
Dito dito Vo:!'.). ira Mem.
Dito dito lavradin iden.
Dito branco Carcaveos idem.
Dito dito OnceMos i i,io.
Caldeira de ferro ftndido para cnge;ibus.
No sseriptorio de Olveira Fileos A C. ao largo
do Corpo Sanio n. 19.
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello Sk-rtimento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond do,seda ricamente bordados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas do 13a e seda, id m idem.
..Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam ntc bordados para cama e jaoellas.
Croxspra cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines ce lindos gostos.
L3as de di-versas qualidzdes, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnos para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroolas de linho, e um grande sortimento de roupas f.-itas e de fazendas que
s enfadouho mencionar.
Cavas frescas de Jouviu
Sortimento de tapetes para guarnicoesde salas, alcatifas para forro de sala, e o
rrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
0
i
i
PEOHINCHi
^

&
Bos sedas de coress a 1-3600 o '
covarlo, Un:1os poilo de chevres lar- w
gv-r com l!st 3S de seda a ROO reis *
o covado ; na loja das Collumnas,
na l.9 oe M reo f ortr'ora do f
Crespo) p. 13, de Antonio Correa
de Vasccncellos.
privilegiado
uccessor
PARS.
CASA CAUVN i. hswioei.ta-~xa.
H B Iloulovatd Sebastopol, r,S -
NOVAS ESPECIALIDADES A. f/IAMNIER
Aprisc.ilacli! a Acailemia du S-iencs c ao luantalo i Franca,
i/.tFrnAl Sob ro,;ma *! N'1^ *! c doeada para
likUkUUHU fjwr de HMucat am duceio
Trvontiva e carata daa uOLESTUS C0BTCI0SA8..
IWECTflR-PIlILIRO^?' Sfl ede
l.lWI.UIUn I II1L1 HU pavs ineoora^utts do fragilidlda.
FJ3Tf"l IOC Coin 'forma, e de volme de om Cnrte-.MoL'da
CO I UJUO COTEMDO IODO IJUTAMESTO,
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebraa,
pieparaJo sob a uicua furuij.
BARTHOLOMEO i C
DeposiUrios goral para e BBS.4ML e l'ORTI i;L
34, rua larga do Rosario. FEBNAMBXKK).
Acabam de sabir a 'uz asse-
gjntes pecas para
limalinda walsa d'Arditi 1^000
Idnal e realidade muilo benita
l'lntitasia pelo imeslro Cazal-
bore 4,0000
PoslilhiInda pliantasia executa-
da Jcom grande applauso pela
mu.-ica allaia liJSOO
HabMa8 lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqui tem
feito if^QOO
ACABA DE PUBLICARSE
a Collecco de msicas dos cavallinbospara
FL4UTA
R?ceb8u mais grande sortimento de mu-
sicas para piano, e piano e canto, e tambem
a oper.i
Sjnrtas n. 53, rua Direita, 3 p ras n. 53, anliya\
hja do Braga
O abaixo assignado, dono deste antigo ejtabeleeimento, teclo em vista annuentar rm!
completo son-meiitodeferragens tniudezas e cotileria, tem rosolviJo^ nLdar bSir en?
m!uTnoDT daE,urpa 0S m|lhores obJecl9 de seu eslabeiccimento fJto" j
ma3 conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos reup*
IZZSe Se.rvir dS 0,,jeclos de sna earencia- ^'- enfantrarto por nienos 10 0,0 dS
c.n outra qualquer parte, um sortimenlo completo do machmas para deswrocS"alodio \
do bem conheeido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura motores 2 aimt-'
ditos para fogo moinhs para caf de lodos os tamarftoV, da fabrica doJap? esSardTsd
dous canos o de um, taulo inglezas como franelas, |oU?a do porcelan SS? aarfos
ilmfhfT qfualldade9 = Precos, nande as finezas, salitre, bren, barbante, enxofje pSel e
mna-,de/erro' -Oi e. ,g,na para 'eleiro ; assirn cmo encontrarao consfame-
mente grande porcao de fogo do ar, e recbese em-ommeoda de fogos de visia alem de ,mi
cera numero de objectos, quo se tornara enfadonho numera-la, : veuba^ra a ja K-.T
hd, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do braga. e"a !
Algodaosinhj com 18 jardas a.2A'300 a
peca.
Madapolao enfestado com 12 jardas.a 3$
e 30500 a peca.
Dito de 24 jardas a 50000 para cima.
^ Atoalliados de linho, e do algorUo tran-
C-sdo3, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 2i0 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
B.l5es de mussulioa a 4> e 55(100
Guardanapos de linho a 30500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 3;>000 com
10 i.ilmo?.
Dito de algodao a 1^800 o metn.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 3$00 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
ostamanhos.
C lebas d3 fuslo branco de 300 para
cima.
Ditas de cor do 30000 para cinn.
Toalhas do rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de laa finos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40503.
Ditos de algodao a 10500.
Cimbraia tapada muito larga com pre-
sas c bordado, propria para sa-as de seoho-
tas preco barato.
Laazinbas trences trancadas, com listras
largas propris para saias de baixo, fazenda
inteiramenie nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de ludas asqualidadese precos.
Laazinhas tapadas e transparentes de
rauitas diversidades de cores de 320 rs.
ocevado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de pe. cala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de la da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covadj.
Chales de merie lisos a 20500.
Ditos estampados de 40500 para cjma.
Camlsiobu de cambraia branca traaspa-
renle, bordadas com enfeites brancos $ de
cores a 30000.
Brilhanlinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado. I
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guiao al o mais fino.
Lenco3 rhhczes a 30500 a duzia.
Ditos brancos de algodao a 20500, iqu
lo linos.
Fil branco e prelo, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpiode
flor.
Ditos de fi! liso 3 50000
T..i hilaras brancas, e de cores.
Peilos de linho bordados e lisos de |es-
guio.
Camisas bordadas finisslmas, propinas
para noivos com a competente gravatii
Pu.nhos de liuhj para homem a Id o
par.
Claiiubos Je linho lisos e bordados]
Grvalas pret':s e de cores, lano em] se-
tim como em seda, ha de todo os gostos e
feitios. *
ROPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
So.-:imento no roupas feilas de todas] as
qua.idades. e feitios, para precos cornmo
dos, e quem comprar porco para negociar
ter um abatimeulo razoavel, grande sorli-
mrnto de casemiras de cores com qua4tus
e listras, casemras pretas, e pannos prelos,
azues e cor de caf, brius brancos, prdtos
de cores e pardos, e manda-se faW
qualquer obra a vonla.le dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco qie qualquer outra officiaad e
para issoa LOJA 00 PAPAGAIO acha-sefyu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenbar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabi'idade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-so as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio achase aberla d
horas da manhSa s 9 horas da noote.j
Francisco Teixeira Alendes.
00
GALLO VGILANT
Roa do Crep n. j
Os propnetarios desie
cimente, alm des muitoa objecin que toha
postos a apreciacao do respeitavel | ublie. g^.
darara vir e acabam de roc'ber pelo n!
da Europa un, complefi e variado r..:*\ linas e mui delicadas '
lo resolvidos a ven
por pregos muito baratinhos e ewnt.
dos, com tanto que o Galio....
Muilo s\iporiores luvas le pellica, pretas, tiaa-
cas e de mni. lindas cores.
Mui boas bonitas gcllinhas e pur.hos para **-
nbora, neste genero o que La de mais nootrat-
Supcriores pentes de tartaruga para coqcefc.
Lindos e riquissimos er .'o tes para cablas tw
Eimas. senhoras.
Superiores-tramas pretas c da cores com vii-~
Ihos c sem clles; esta f:>zen de melbor e mai bonit).
Superiores e bonitos Icqoes do m :drerU-
marflm, sndalo e osso, sendo aquel es hrin
com lindos desenhos, e
Muiio superiores meias ij da Eacoai a pan se-
nhoras, as quaes sempre se veuderam (H
a duzia, entretanto que .os as vend *fi
alm destas, temos tambem gr
oulrs qualidades, entre as quaai alccmas
finas. 9
Boas banfalaa de superior caima da bou. i
castao de rnarlim com lindas e er.
ras do mesnio, oeste geaero o qoc de n:
pode desejar ; alm
Suantidade de ootra^qanl **m. .-
eir, baleia, owo, borraefaa. ele, ce. etc.'
Finos,'bonitos e airoso* ehicoliaim Je c:
de outra. qualidades.
Lindas e sujieriores ligas de seda e -
para segurar as meia.-.
Bojs rr.eias do seda para miara e para naet
as de 1 a 12 annos de iil.(.. '
Navalhas cabo de maruui c lartarnga [h .
barba ; sao muilo boas.e de mais a DMB ? r
rantidas
bem
aflM
tai
CASA CAUVIN L wrinier
W****** WJT*1# flll Boalevard S.
arana* nun^ii mxau
PbermaoeuUco privileaiado
successor a
Sebastopol, BB. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprecentadas a Academia de Sciencias e ao kstituio de Franca.
liltlLbUflU momento urna solurclo PHEVEIITITA E CHATIVA das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
l'T9R-PBILTIIfl "^T'C-t .TJSS**'
Graves inconvenientes de lragiUaade.
COTA IrtQ Com orma e io ^olumc de um Porte-Hoeda eoiteado
tOlUtlUO TOBO TIUTAMENTO.
COLLYHIO Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesraa forma.
BARTHOLOMEO & C
a Depositarios gend para o lEt ISII. e PORTLCAL
3 i, rua larga do Rosario. --- PERNAMBUCO.
para piano e canto, e timbera os melhores
pedacospara piano s compjsif5o do ilTus-
tre compositor brasileiro
Carlos Gomes
que tamo furor fez na Italia, e boje faz no
Rio.de Janeiro.
A' VENDA NA
DE
DE
A. J. de Azovedo
BAJA DO BARO DA VICTORIA (ANTI-
GA hUA NOVA N. 11);
SctTctaria de ferro
rei Sbaw Hawkes k C, raa da Cruz n. poni^
DAVID W. BOWMAN
Enromo
Com undico
RUA DQ BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a attencao dos Srs. de engenho para seos acreditados machinismos e
;om especialidade para seus vapores que anda orna vez tem memorado.
Os vapores fornecidos por ella e j funeciooando Ibe blo de fazer melbor apre-
jtaclo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que Jem feito urna redcelo em seos precos ; e que
tem prompto tola a especie de machiuismo e outros objectos para a agricultura.
Rival sem segundo,
RUA DUQUE E CASIA*, S. 49
(Aniigarua do Qucimado]
CoBt'na a vender ludo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para unhas e coi tu-
ra a......... 500
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a......... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta 1000
Libras de laa para bord r de lodas
as cores a....... 8300
Carritels de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machioas 500
Grvalas de cores muito finas a : 500
Grozas de boles madepersla fi-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... G00
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tmta preta a80rs. e 100
Pecas de fita elastif a muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e: 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito b mitos a 500
Duzia de sabonetes muilo finos a. 720
Sabone'es inglezes a 000 rs. e. 1(5200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babiiza a..... 500
Caixas de lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
tartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a....... i^oo
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agolherros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a....... 2^420
Caixas de palito d gaz a.
00
r ,\
Vm JOSA I lESCOBEiTA
CITKAS 71A HA Vil,HOS AS
DO
TNICO DELSC
Nec plus ultra
Tiraodo iamediataueoie todas as caspaa e aoceiraa dos cabellos.
Deposito
tmente em casa do autor, Andr Del>tn ube.leireiro de Paria,
Hua V de Marqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
Kolt-nte-rlieumHtico.
Bemedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
cas at hoje o mah conheeido pelos seus tnara-
virhosos resudados.
XAROPE DE AGRLVO.- um dos medicamen-
tos que sua eflkacia as enfermidales, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraquera
no peito, escraboto molestias de flgado, que me-
lbor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPAMA.- A celebre raz
de marapuama, cuja energa e eflkacia as para-
lysias, intorpecimenlo, etc. etc. muito se recora-
nvnda.
Todos esses preparados se encontramVna phar-
macia e drogara de Barlholomeu & C, nico de-
posito na rua larga do Rosario n. 3i.
RAP.
Paulo Cordero
Vndese rap Paulo Cordero fino viajado, em
latas, meio jrosso e vinagrinl : no deposito da
rua do Vigaiio b, 11. andar.
Rival sem segundo
RUA DO DUQUE DE GAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo lado bom e pre-
cos admirados.
Dozias de pa'itos seguranca a___ |20
Duzia de palitos segnranca caixa
grande a................... 320
Frascos com r leobaboza muito fino. 320
Pacote? cjm p.'is de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Navalhas muito finas para fazer
bar a a.................... uoOO
Caixi de linha bram do gaz a.. BOO
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 60
Caixas com peonas d'aco de Perry
superiores ............... 00
Lencos cassa brancos e pinti-
dosa.................------ 400
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., 400
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......3^000
Pecas de babadinbos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p^-ca a 1^500 e. 2iJO00
Pefas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbas fazenda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e. 500
Pecas de tramja Usas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias croas para me '
nos diversos tamanbos a. 320
Duzias de metas brancas muito
finas paraseirbora a. 4^500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2<9OO0
Pares de sapatos de tapete a. 14500
Duzias de baralbos para vultarete 3#)00
Sylabarios portuguezes a. 40)0
Cartoes com colxetes 2 carreras a 20
Ajotoduras para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a. .... BOX
Caixas com superiores obreias a.
Duzia qo agulha para macbina a.
Libras de pregos rancezes todos
os tamanbos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Recma de papel pautado superior
Resma de papel liso mnito supe-
rior a ...........
idas pelo abricantc,.e nos por n > t v.
assefornws sua qualMaie c d.
Lindas e bellas capel!..s para nciva.
Supcrures agulhas p.ira machina e p;ra CSM !
Linha muito boa de poso, rouxa, pera t;
labyrintho.
Bon3 baralho de cartas para voltanir, aatiB
como os tcntos para o nosmo lim.
Grande e vanado sortimento das me!bors per-
fumarias e dos melhores e mais eonh>
fumistas.
COI ARES DE ROER.
Elctricos niagnelii M contra aseoavusc:
farilitam a deulico das innocentes erum.is. St-
mos desde mui! recebeoores de>:
collares, ee^r.t'uoamoa a recebe-Ios ,..- Km
vapores, a nunca faltein r.f
tomo |;i lein .v 1 :./.. assrro sab po*-)jBt
jS'.gMt vir ao deposito o fij.
vigila;. ... > ;, i'-onirari dtteaver-
deiio.' i aftenJoadose a
para que im ..; > cderlo cmh c.a mi
diminuid litera.
Bogamos, r 'js, .. MSni qua deixane!
declaradas, aos r. a a.H|<. a v,
comprar por loja do f*.
vigilante, r.-.-i '-. .. n. 7
Cal nova de Lisboa
Chegada ltimamente pelo patacho Principio :
vendem Cunha Irmios 4 C., a roa da Madre le
Dos n. 34.
0 cordero previdtn
Raa tao (|arijuadi -. 1.
Sovo e variadu sortimealo de
finas, e uu;ros objed03.
Alm do comp'.eto sortin
marias, de que effectvame.ile es;
ioja doCordeiro Previdentc, ella acal
receber um outro sortiBMDto
aotavel pela variedado de Ojelos,
iade, qualidades ecomrai
50S; assim, pois, 0 Cordein
aespera continuar a rntre^ci a :
4o respoitavr.l publico em feral 4
boa freguezia em pailicnlar, c
tando elle de sua bem coniu
a barateza. Em dita 'oja e;-.
apreciadores do bou:
Agua divina de E. Coudraj.
Dita verdadeira de Mnrraj' Lzlx&zl
Dita de Cologne ingleza, americana, ir
ceza, todas dos melhores e ah :cr2di
fabricantes.
Dita do flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete pantaStf.
EUxir odontalgico para Ciina^
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior quadado e :L
ros agradaveis.
Copos e latas, maioros e hbmi, 1
pomada fina _para calillo.
Frascos com dita japoneza, L'anap
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, mericaoM
francezes em frascos armplci e. lados
Essencia imperial do fino eagrauavel c
ro de violeta.
Outras concentradas e de chcircc ig
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalia-.
com escolbidos cheiros, em raicos s ir
rentes tamanbos.
Sabonetes em barras, maiores 1 mman
para maos.
Ditos transparentes, redondos e en C.
ras de meninos.
Ditos muito finos em cakiniu para bar;
Caixinbas com bonitos sabonetes iatiUft
fr netas.
Ditas de madeira iovernisada ce auodo i
aas.perfumarias, muito prpprias para r
lentes.
Ditas de papelio igualmente benitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, c
moldes novos e elegantes, com p d) a: t
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de campbora e outras difrait
qualidades tambem para dente.
Tnico oriental de Kemp.
Alada Bufe e4aec
Um outro sortimento de coqi-.iS os e bonitos moldes com fiiets de \>li
e alguns d'elles ornados de flersi e fit
estio todos expostos i apreciacao de ci.
os proteo da comprar.
GOLL1NHAS E PUNBOS BORDADOS
Obias de muito gosto e perfeieo.
FfrellM e lias para emita.
Bello e vanado sortimento de Um V
los, Meando a boa escoma ao gosto do ce*
prador.
Grande pechincha.
fleos cortes de cambraia bordados com 10 varas
17*. alpacas eas atara a 400 e 800 ri. o
ewaaa : ?mJwi m raa i Duque d Caxias o.
10, loja de Leita. Rale 4 C.
0io de ricino
hVdn! Iba do Recua n. l, s andar
Espanadores de palha
Superior^ % tSQQQ : na rua do Crespo n. K
Fohinhw paral87
Polhinhas de Peraambuco, anecdtica e religiosa
ifOlh80flS d R de ,*De,^0 LaeB"t. Guiroa-
Alraanak Laso Brasileiro U
FolhiDhas de porta 180 rs.
1 de pe
UVK
ARIA FRANCEZA.
Joaquim Rodrigues Ta- j
vare^ de Mello,
TEM PARA VENDER
em seu escriptorio, praca do Cosbo feas
Pn'mo em folhi
de 1* e V qualidade, a ti
fardos a vontade das eos
Cal de Li-1
y o'iima cc-eada.
J Ftica da Eussia.
9 1 ..rlasia le !lMt.
g Vinho Bordeaux.
^K rt* I* qualidade. Todo de veade
R( h.rm do que em ootra
flaewrjMf';
FIO PA
Veodese em tr^\ rl Tiatn a k ", n
da Cruz o. li.




Diario de Pernambuco Tutus eira 25 de Olubro e 1870
11
I


/
11
*


a
UTTERATDRi
10 GENERAL PERNAMBUCANO 0 EX\f
BARAO DE S. BORJA.
Quem lem por bymnos de gloria,
o riborahar das ba taifas ;
quem dorme ao som das netrallia?,
e ao soprar dos turbilhes;
quem, nos campos da victoria,
ergue uno ihrono do granito,
lora a 'rnte no infinito
e sesenta sobre roleot*.

Ei-lo allitm e denodado,
o fillio de n ssa Ierra,
Briareo fi'ho da guerra,
g'ganle ffilo gnerreir-o.
Ei-lo cndor das florestas !
Ei-lo genio do combate
risle-o das armas no embate
scinpre nobre e sobranceiro.
Rival do sol no zenith,
qual faisca scintillaole,
voltas boje trhimphante,
eoberto rie gloria e luz.
Moyss da um povo d'heres
dste a victoria bril liante,
com leu gladio de gigante,
que liberdade Iraluz. >
Lelo do norte, vencesU.
A gloria chama U genio,
e Deas do ci no proscenio
do co te bradouvictoria.
A patria le chama rei ;
nero proclmate o mundo,
lancando o nome profundo
do semi-deus na historia.
Manoel Ferreir da Si/r-o.
MSCtftSO PftO.NC.VCIADO PELO SH. PEDRO AMS-
HIGO DE FIGLK1I1ED0 MELLO NA SESSO PO-
III.ICA DA ACADEMIA IMPERIAL DAS BEI.LAS-
ARTKS, EM 26 DE SETF.MBRO DE 1870.
(ConclusaeJ
E vos tambem, sociedades que nascestcs
sob o rein i da idade media, levaniai-vos des-
pidas dos vossos rediculos atavos, e vin le
dizer-me o que resta de vossa lgica, de
vossa dialctica, sciencia, dedlica em que
cada palavra era urna substancia, cada pin a-
se um thema de profundas cogitacoes, e caia
argumento um incomprebensivel exemplo de
penetraco"? Nada 1 Arnauld de Villeneuve,
que vos nao comprehendestes. Abailard,
que vos perseguistes, 6 Rogerio Bacon,
que vos quizestes sacrificar, ja haviam ca
vado a vossa ruina antes que na Inglaterra,
em Franca e na Italia apparecessem os tres
restauradores das sciencias positivas. Res-
la-vos, porm, a cathedral golbica, a mole
gigantesca di ferro e gres para descnlpar-
vos os erros c os tran-vios e symbolisar
eternamente a fe catholica em todo o ardor
de sua pureza primitiva.
E aiada essa archiiectura, em que s
aeharam concentradas todas as vossas es
perangas, l idas as ambiris da theologia,
quem a de; rocon ? Foi o architecto Bru-
nelleschi, que, senhor da propria indepen-
dencia inlellectual, oppoz a razio Indicio,
c de um surto vencou a antiguidade. Ah
est a S de Florenca, que repellio a inva-
sao asctica na Italia, conslituindo-se a pri-
oieira estrophe desse mavioso cntico, da
inlelligencia. o alegre dessa grandiosa sym
mioma, concurso maravilhoso de todas as
raanifestaoes do espirito, a que chamamos
('nascenra.
Ah ful ha formosa da antiguidade exhu-
mada poema de inspirares infinitas! Quem
foi que te trouxe ao mundo ? Foram os pe-
ripatticos que suppnnham regenerar a so
uedade, fazendoa ler Aristteles nos livros
le Avicennes e d'Averres. nos quaes nem
ao menos urna paraphrase do pensamento
do mesfre se encontrava ? Foi a escolstica
dos doutores da anti-razo que gastaram
tres seculos de renhidas discusses a propo-
sito de um parallogismo ? Foi Carlos VIII
e Luiz XII que aplainando a serra dos Al-
pes, tentaran aniquilar o genio italiano,
l irado pelo espectculo das victorias de
urna cvilisaco semibrbara? Foi Co'om-
bo, o duplicador da superficie da trra, cu
ios grandes descobrimentos prolongaram
por mais de dons seculos a duraco da
i-lade media ? Foi Guttemberg que, p.ra
liiominar as novas socedades, recebeu
dellas a triste condic5o de multiplicar intem-
peradamente o mysticos e os escolsticos,
m migos radicaes de todo o progresso ? Foi
Machiavello que escreveu um volume para
easinar aos despotas a f&zerem de naces
iateiras materia bruta de suas experiencias
peculiares ? FoiLutbero, emfim, que tentou
fondar o reino do futuro restaurando o im-
perio do passado ? Nao I Foi Erasmo, o
elieioso chronista de Utreftht, o pintor do
tracifixo de Basila, que, depois de reedi-
tknr nos seos Ailagios n bom seoso da an
liguidade, roandou ao Papa, no elogi da
(tucura, o primeiro eusaio triatnphanto da
crittqn moderna e livre ; foi Copernico, o
retratista de Thorn, que instruido as eter-
nas harmonas da eslhelica, preferio no es-
ido dos cosmos o sy tama racional helio-
cntrico, ao systema vi3ual de Ptolomeu;
foi Kepler, a um lempo msico, dseohador
o gemetra, que da simples iospecgo de
um i figura plana, deduzio as qaatro leis
admirareis que puzeram u's mos de New
Ion a cl.ave do mundo plapetaiio : foi Gali-
leo, ijue do c-st ...lo da p atura passou ao
da msica, par.) il-i, oi-, clevando-se astro
nomia, merecer da posteridade o lito'" de
descubridor do firmamento ; fraro, flatr
mente, Dante, Leonardo de Vinci, Petrarca,
.Miguel Angelo e Rnphael, que, cultivando
as aites d i paz, sooberam realizar, sera vio-
lencia nem perfidia, a grande revoluto
mural e intelectual de que sahirara victo-
rieses os principios da civtfisacSa moderna.
Eis, Srs. artistas, ilgumas desas verda-
des que as historiadores costunaam esque-
cer, nao obstante n lerem ellas mudado ra-
dicalmente a face do mundo.
Iniciados na arte de elernbar a virlnde,
a illnslracao e o herosmo, destinados a
eeedes pnala as geraedea do provir os
liis interpretes das nossas glorias, pene-
Irai-vos pois dj venerando encargo de que
vos adiis incumbidos, dessa especie de ma-
gistratura do que vos revosuo a civihsaca),
e niio vos esquecais nunca que as socieda-
des fuuras leiSo os olhos fitos nos primo-
res sabidos do vosso engenho. quaodo qni-
zerem historiar a vossa pacha. Gloriosa
phalange do soldados do progresso que vin
de cada dia ;juntar mais urna, pedra ao
monumento da patria, nao desanimis ao
verdes o abutre da inveja crocitar frentico
em torno dos vossos trophos; erguei o
escopro creador e desabai-o rpido sobre a
materia prima: o monstro entrincheirado
nos sarjaos lodacontos da preguica fogir
espavorido ao rumor da inspiracjio, e desap-
parecer consumido pela propria raiva, quan-
do sentir apprmcimar-se o facho da ver-
dade.
E vos, sc-nhores, Ilustrados promotores
da prosperidade patria, a quem deve a na-
ij3o tantos elementos de vitalidade, dignai-
vos de considerar sempre as artes liberaes
como o faziam outr'ora os legisladores gre-
gos: pelas suas grandes faces, e luz dos
interesses da civisago. Mais felizes do
que esses operarios, que ora vedes cobri-
rem o peito com o galanlSo do t'abalho,
com o premio das virtudes pacificas, que
tao dignamente exercem, os cultores da
scifncia saJam na creagao de um grande
foco de desenvolvimento inlellectual a auro-
ra de um dia esplendido. Se urna igual
perspectiva se abiisse para os artistas, lenho
a firme con\icc5o de que seria altamente
proficua, nao dmente s bellas-artes, seno
a todos os ramos de desenvolvimento indus-
trial.
A numeosa classe, que tem a honra de
contar em seu seo talentos como Carlos
Gomes, tao enthusias:icamente vid riado
pela Italia; Mesquita, cujas composicoes
sagradas cada vez mais o recommendam
admirado publica; Archanjo Fiorito, que
durante cinco annos consecutivos de traba-
Ihos incessantes nao deixou de auxiliar o
progresso da arte nacional; Victor Merel-
les, o Ilustrado autor da Primara Missa,
da Moema, e de alguns admiraveis esbocos
relativos historia patria; Agostinbo da
Motta, o gracioso pintor das nossas paiza-
gens; Ferro Carioso, que depois de ree-
dificar grande parte da famosa Luvaoia,
projectou ligar por urna arteria sumptuosa
os grandes bairros de Bruxellas, lornando-se
por semejantes factos, elle, Brasleiro, o
primeiro architecto da Blgica ; Chaves h
nhtiro, cujas famosas produccoes, urna das
qaaes colossal, as-eguram-lhe um lugar
distincto na historia da art; contempornea ;
Porlo-Alegre, o Ilustre decano dos artistas
nacionaes, cujo nome urna das maiores
glorias do Brasil; urna classe to provida
de homens eminentes, e em particular a
academia, que apezar de ver limitadas por
muitas circumstancias as consequencias do
seu ensmo, lem formado os principaes pro-
fessores das nossas escolas especiaes, implo-
ra m e merecem a vossa Ilustrada proteccSo.
Os artistas carecem de trabal'.io," principal-
mente de trabalhos de utilidade publica. Eis
o ponto essencial, a quesi5o de mxima im-
poitancia, para quem quizer considerar o
progresso das bellasartfls no Brasil, debai-
xo do seu verdadeiro aspecto. Entre os
muilos artistas celebres de que faz menejo
a historia, raros s3 aquelles que se illas
traram as escolas olliciaes. Incumbidos
de grandes encargos, quasi todos tiraram
disto as regras do metaedo, e o enthusias-
mo uecessario para as grandes realizaces.
A satisfao desta primeira necessidade Ira-
ra, pois, r.ecessarttmeote, a aiWflh do pro-
blem
em tSo importante issump."
t", seja-mfl permitido annunciar-vos solem-
nemente que a academia de S. Lecas acaba
de distinguir com ona primeiro premio o
nosso compatriota JoSo Zeferino da Costa,
a;tual pensionista.do governo; porque est
fado, confirmando do aigum modo a excel-
encia do ensino que olferece a academia
das be!las-artes do Rio de Jineiro, milita
em favor da opiniao que professo, que n >
tan'o as condii;ojs acluies do metbodo,
como em circimstanciis exteriores a elle,
que est encerrado o segredo do progresso
do verdadeiro desenvolvimento das bellas
artes.
E que v-.s falta senhores, que formaes
os grandes poderes do Es.ado, pira ven
ceides as difficuldadts e os ob>laculos de
to gloriosa tarefa ? As riqezis, n honras,
os interesses geraes, e por consequencia o
gosto, os costumese as paixojs patriticas,
ludo isto nSo esta oas vossas p >derosas
maos ? Arbitros dos nosso i destinos, os
primores das arte3 nao se cre3o sera a vos-
sa vontade I Fallai; o genio impaciente vos
escuti; o granito e o marmoro das tnonta-
nhas rolaro ate os alicarces dos nossos edi-
ficio.s e a patria a radecida, que }i saJe
em vos os cultores da verdad* e os promo-
tores do bem, saudar igualmenPj os admi-
radores ferveotoa do bello.
Senhor I A academia das Bellas-artes nao
letn expre.-sss para rasnifest r nignamenta
a gratido que deve a Vossa Migestade, pala
honra que Vossa Mageslade Iho uto ga,
vindo todos os annos distribuic-por susau
gustas m3os os premios de que se tornam
credores, no juizo imparcial da congrogacio
os artistas, quer nacionaes, quer estraogei-
ros, que concorre-n para abr hanlar as nos-
sas exposices. Confiada antes na paternal
benjvolencia do Vo>sa Magestade, do que
no merecimenco pessoal de cada um dos
seu? raembros, a rcademia conta com a
alta proteceo deVissa Magestade, para
associar-se cada vez mais grande obn da
civilisacao patria, de que Vossa Migestade
o mais Ilustre promotor
VARIEDADE
1
FOLHETIM
i m depoTs II MTJ
POR
Xavier de Montpin.
Sabucos pollilcos pelo conde de
W ii usier.
Urna revista desta obra.no Times de 29
de agosto, rhamou-nos a attene8o; e tao
interessanle nos parece, que sentiodo nao
poder da-la na integra, por extremamente
lonfia, aqu extractamos parte.
Naquella poblicac3o, feiu ha perto de
quatro annos em liogua alterna, e ha cerca
de dous traduzida para nglez, emende o
conde de Munster dar os despachos e cor-
respondencias diplomticas de sea pai, o
conde Ernesto de Monster, que tanto figu-
rou no congresso de Vienna, como repre-
sentante do Hanover, e sobretudo como
amigo intimo e pessoal do principe regente
da Inglaterra, que tambem o era entSo
daquelle reino ; mas os quatro captulos
em q.ie o editor faz as suas observares
sobre os aconlecimentos polticos do naeio
seculos ; que se seguio ao celebre tratado
que seu pai ajudara a firmar, sSo US o im-
portantes e cheios de coaceito, que na ver-
dade Ihc d3o direitos de autor distincto, e
na preseule crise mais notavel anda
Laucando a vista pelos quatros pontos
do horisonte europcu, o escriptor, que n3o
devemos esquecer allemSo, e escreve no
centro da Allemanha. toma as quatro prin-
cipaes questoes do dia: os negocios do
Oriente, o absolutismo russo, napoleonismo
em Frauca, e a idea nacional italiana.
Sobre a unidade allem, entende ele,
que Austria se deve nao estar de ha mui-
to i'acficamente consolidada : e considera
os violentos processos de des'mtegrac5o pela
Prossia.applicados, catastrophe, que de-
plora como banoveriano, mas absoluta ne-
cessidade para a execugo do grandioso e
bello pensamento, que ba de unir a raga
germani a era um s gremio poltico, em
um s corpo social.
Conservador o monarchista por convc-
cao, e talvez por heranca o autor n3o dei -
xou comtudo olluscara sua penetrarlo com
prevences v3s, nem acanhar as suas bri-
dantes faculdades nos moldes rachiticos da
poltica miope e estril; subordinando as
suas theorias ao fira principal que as de-
termina, o engrandecimento e a felicidade
de om grande povo, elle abraca a nnidade
allem3, e coopera no movimento nacional,
embora delle nasca antagonismo para a au-
toridade real e para as instituicfos monar
chicas.
E com igual sentimento patritico, que
os estados do sul da Allemanha, detestando
a Prussia quanto polera, se identifican
cora ella, como nico elemento que Ibes ba
de dar a rejWtde c sws dowados se-
ntir*. '
H ais de tres amotino Annter es-
creviu, e fioui elleito btval Inje a pre-
viso pofitic, e a justeza das suas spre-
ciac5es, tomo o leilr poder* julgar das
seguales Irahi, que apenas 5o .-Mnostras
de outras mitas4* subid i valor. Ei-ia--.
t Ser dfflfcH qoe qualquer, recordando
quanto pelas universidad s e ika dellas
aprenden nos ias da sua mocidade-, se
hoje lancar a vista para a presente condi
cao dos n^gxios potico;, deixe do expj-
rimentar um senlHnento deconfuso, ao ver
como todo o estarlo da Europa mudon :
como as relar/jes coimerciaes, e m milita-
res se leein desenvolvi): como dcahio
na Allemanln o direfio publico : con o
vinculo imaginario da- un dade allemar e
at mestno a liga, cessoj de existir: como
a Germania se fenden en* tres partas expel
lindo a Austria : e con a ftrussia com a
Federado allem do NoiIj tomou a si a
edi>caco da Alltinanha, e com isso a res-
ponsabilidade de.torna-la oro forte e gran-
de poder. Repelimos, ihTlicil encontrar
no cabos um ponto seguro de onde formir
juizo prudente, claro, e imporeial sobre o
estado actual das cousas : mas- para o ci-
dado de um patz recontemnte annoxado,
a dilliciildada dobradamente maior. O
principio findanent.il da le^'isiniidade, a
con ervaclo do equilibrio europea-pela san-
ia allianca, a utilidade dos quedrilateros
fortificados para a Lombardia, os perigos
para a Al letn id aa em urna Italia unida, a
necessidade de estabelecer urna liuha sobre
o W para- defesa do Rbeno, U>ios estes
preceilos, sera a f dos quaes o diplomua
allemo sera pelos seus collegas do de
beregd, sao agora sem valor.
Atravsda uliima guerra da guerra da
Crimea, das duas r.a Italia u di guerra Al-
lemanbi, tanto a polilica orno a diplomacia
lizeram la'mla rasa, To las as alliaocas, es-
to destruidas. O egosmo qie nestes lem-
pos maleriaes governa torios os bomens,
dirige tambem ot> estados. C i !'. um
para si. Ni iguem confia no sen prximo.
O principio de nacionalidade, na) nter
venf3o, a soberana do povo e as conse-
quencias destas ideas, sullragio imiversal e
universal direilo de eleico, s3o dnalrinas
dos lempos modernos, a q e os diploma-
ticos da velba escola, se nao podem acos-
turoar. Sao principios que se teem desco-
berlo com cerlo fim, geralmente s para
mascarar Iransacces que esio em. opposi-
c3o directa s leis existentes, ao principios
legtimos, e aos dir tos dos principes. O
principio de nacionalidade, que, devida
mente entendido urna idea behissima, a
m3 do palrioli me, torna-se por este mo-
do meio palavrao usado para adornar in-
tuitos revolucionarios ou ambiciosos. Na-
cionalidade verdadeira e genuina rara de
encontrar. Seraelhanca na phrase apenas,
n3o provadella.
A Russia verdaderamente em si a
maior nacSo, e comtudo possue muitas pro-
vincias de cuja nacionalidade russiana seria
absurdo fallar. Sasrificaria a Russia as
provincias do Bltico, a Finlandia, o Cau-
case, e outras tribus que nao s3o russis ?
Ou a Prussia as provi cas da Prussia e Po-
sen ? Olereceria a Franca a Franca no altar
da nacionalidade ? Que restara da Austria
se ella acceitasse o principio ?
Porm, se de tal principio, bem como do
dos direitos do povo, muitas vezas se abusa
diplomticamente, nos estamos bem loage
de negar-Ihes existencia real, no seu mais
nobre e melhor sentido. Se historia, recor
daces, sympathas, a mesma lingua, den-
ticos interesses maleriaes e commerciaes
tendera a unir orna r.aco em si; se ella se
sent com foroa de defender estes interes-
ses, eoto a nicionddad- existe sdisputa-
velmente. A proteceo das fronteiras exi-
gir muito maiores gastos de poder que
outr'ora; mas, por oulro lado, os inters
ses pblicos recUmam com o cr.'scimento
do trafico e do commercio, muito maior
numero de bomens, e mais largas exlenses
de territorio, e daqu nasce a necessidade
Te crear os maiores estados. E possivel
que oestes dous estados de nacionalidades
dlfferentes, demasiadameate fracos para sus-
tentar-so por si, possam subsistir quando
unidos por sua posico geographica, e pela
reciprocdade de interesses; mas tambem
impossivel pelas razos j expostas, que um
povo que tenha a mesma origem, os mes-
mos costumes, a mesma 1'iagui, interessado-l
em defnder-se dos mesmos inimigos, possa
conservar-se por muito tempo desunido. O
impulso para a unidade vom a tornar-se t3o
poderoso, que ludo Ihe cede ; foi este o
caso da Italia e ser o da Allemanha.
Dynastias que desejam apossar-se de firo-
nos alheios, ou tornar urna repblica em
monarchia, necessitam de aigum pretexto
para taes exigencias. O direito de conquis-
tador geralmente reconbecido como bas-
tante ; rtm onde este n3o t:tste, forc *o k
PAUTE TERCEIRA.
A CONDESSA E RAIN
(Contrauac5o don.241;
VII
O passado deelde do futuro
Ao sabir da estalagem das Armas de
Franca, n3o voltou o marquez pelo cami-
nho da casa deserta onde havia de verificar-
se um dos actos do sinjstro drama que elle
preparava, nem 13o pouco se dirigi para o
castalio de Rahon; mas, affastando-se da es-
trada real e tomando por differentes ata-
Ibos, chegou Puy-Velay no dia seguinte.
Deixou o cavado extenuado na estalagem
do Sol de Prata, a mesma onde j se havia
hospedado mezes antes; alugou ontro ani-
mal, parGo para Chamlas e baten porta
de Simoa Raymondo.
A ex-adevinha da ra da Lanterna nao
pAde oceultar um gesto de assombrq quan
o o vio.
O senhor I o senhor outra vez I bra-
dou ella. '
verdade, eu todo inteiro, minha
amiga, volveo Sain -Maixent. E lenho di-
reito na verdade para me sorprender da
ana pouco ama\,el rcep<;5o, accrescentou o
fidalgo. Os resultados da minha autorio,
visita nao podiam ser mais brilhantes para
a senhora.
Quer dizer que me pagaram o crime
com largueza ?
Exactamente, minha amiga... e pos-
so accrescentar que n'outro tempo commet-
teu vosseraec varios crimes do mesmo ge-
nero por preco muito inferior.
O passado! o passado sempre mur-
murou Simoa. Ainda teociona perseguir-
me ?
provavel.
Que quer de mim ?
Preciso dos seus servicos.
Para alguma obra tenebrosa, nao
verdade ?
E quem, diga-me c, quem que
vem ter com Simoa Raymundo para levar
cabo alguma aeco boa ? perguntou o fidal-
go sorrindo.
Pois bem, exclamou a bruxa com
modos decididos, desta voz perdea o sen
tempo, Sr. marquez de Saint-Maixent, nao
serei sua cmplice.'
Serio ? perguntou o marquez, com
irona.
Com toda a certeza. Oh I bem sei :
vai dizer-me que estou em seu poder, que
me pode deitar a perder e que, recusando
eo obedecer-lhe, tratar quanto antes dme
denunciar. Tudo isso muita verdade,
n3o o neg. Por consegrante, poupe as
ameacas, que serSo inuteis. Estoo farta de
Ihe servir de cgo instrumento. Se o met
deslino consisto em vir a ser enforcada,
cumpra--e o desuno. Morrer assim' ou de
oulro feiii.. pouco importa. NSo farci nem
um g slo, n3o darei urna nica palavra par-
moda/ a minha sorte. D'atoi, en sou faia
lista. O que ba de succeder est escripto,
e nem todos os poderes do mundo seriara
capazes de o alterar. Denuncie-me, pois,
Sr. marquez: aqu espero os agentes da
ei>g.,;;far ourfro. ftjta epipanl deftjbrto'
Napoteo o sufraga nnive;sa!, e re;rosja-s
muitf quando encoaff imitador .
Lo fJrplomata A-awcez, cunversattdj com
o autor em certa occwtih sobre o >oflragio
universal, expressou-se assim : Gen'est
pis un principe, nvm na expedienl qnefijni8
fois necessaire. Nao e om principio,
mas ora expediento ve/es necessario.
Sj o srfffragw universal fora da facto um
principio e n ir um expediento, cada nova
geracao teria o direito de exerivr a sua
prerogati a, e pela orderrr natural cas cou
sas, aq*ii resultara urna nova eleif*), pelo
menos lo los os 30 annos, Hondo sem vajor
alguno essas liabas dynasticas at ho> por
taes reconbecidas. A comed1 do voto- po-
pular rapresentou-s i para a incorporo
deNice eom a Franca-; e .iuer*obs:rva*j-i
o nodo porque elli se pn era scena, flcirta
sabendo quanto vlelo ssraelhantes vofscoe*
Angamente as alleraces poli*cas eram
determiaifias pelos diremos das dyoaslias ;'
pelos direitos de BOCcessQo e de le-^itimda-
de ; e pelo direito de conquista ; o princi-
pio de naciooaldade e os direitos do povo
lomaram agnra a precedencia. So* isto
melhor s massas.
Os direitos do pavo e os das dynostias
nao podem soparar-se, n'ora-estado perfeito
de cousas, carninbam unidos- 'r qoandO' ojo
vo assim, porque de um dos lado ha
falla. Se olharraos par as corresponden-
cias diplmalos dos differentas poiere*, e
para os documentos ofiiciaas dos diversos
gabinetes. tudomslri indicios de pai. Mh
se olbarmo pira as cifras dos orQj-nentos
militares ; se termos os relatnos -lo mi-
nistro da guerra e austraco ; se olbarmos
para a- parte militar da constituido na fede
raco Afipm'a do Norte, e para a-nova or-
g.inisacao militar da Franca, e pira as es-
latisticas militares da Italia, convencemo nos
de que estamos borda de urna guerra
eur pe. Mis, aiada era contraro -diste-,
t m s a expsita) e o recen'.s impulso,
embora vagaroso, da lo ao commerco e a
industria, que'so bons agouros de paz.
Onde acharemos, pois, a razo desse luxo
rninoso a caro, o mais caro que os Botados
podem ter,. a paz avinada ? Todos os pen-
sadores polticos teem, de luiar com a ques-
tao.
Qumdo se descubram as causas compre
extinguidas; que o nao possam fazer, ou
que seja a guerra cousa mevitavel, n5o
a;r dilamos ; se o acreditassemos, deriaraos
que quanto mais deprossa melhor. pre-
cisamente sob o hosso- ponto de vista al-
lomao que fallaramos assim. >
A Franca olhada como o poder que
nos aroeaca, e nao podemos negar que a re-
orgarasacSo do sen ejercito, e os seus-cons-
tanles preparativos militares devem ser con
siderados com tendo urna significaco
muito alm da que pode darse a simples
encommendas de kreech loaders, que se
tornaraui t3o necessarias para os exercilos,
como o foram as armas de fogo depois da
descoberta da plvora, e as de folminane
depois da invengo da capsula. Do mesmo
modo que, quando invencSes protcas de
valor incontestavel apparecem no mundo in-
dustrial, os fabrican'es s3o pela competc3o
obrigados a adopta las, assim tambem
com o armar das tropas.
c Q jal seja o motivo do imperador nesla
reorganisac3o, n5o sabemos dizer, nem
ainda se as razoes que isso o levaram
podem ser propriamente consideradas cerno
no interesse da dynastia.
< Faci vantajoso para a Europa e n3o
ser a Franca ji o poder militar preponde-
rante nella; e a consciencia desse mesmo
fado que concorrem para a idea da nova
organisacjSo das saas freas.
S3in fallarm >s dos vastos esforcoj feitos
pela Prussia e pela Confederado do Sul.
diremos que a simples popular) relativa
dos dous poderes mudou consiJeraveloaan
le em desvantagem di Franca. Qumdo a
Confederado germnica soformouom 1813,
liaba enlao tantos habitantes como a Franca,
cerca de 30.000,00')..Em 1801 a Confede-
rado e a sua parle do Norte, especialmra-
le em populacho, tinha-se desenvolvido com
rapidez sorprendente, e traba \ 000,000 ;
a Franca peo cintrarlo, contava s....
36.000,000 de habitantes.
A populaco da Prussia subi desd
1815 era qae era de pouco mais de
10,000,010, acim.de 19,030,000em 1867.
Em 1815 a Allemanha sem a Aastria era
mais fraca do- qua a Franca era perto de
10.000,000 de populaco, agora a Crafede-
racSo allemla do Sul, com os estados que
se Ihe ligaram, conta tantos, habitantes como
a Franca, qnasi 37,000,000.
Se o imperador dos francezes tenciona
fazer uso de seu exercto recentemente or-
ganisado para atacar a Allemanna, e se
cuida por acceder iniqoa exciticao di>s
limites do Rheno, de assim alargar e for-
*k'cer a Franca, est engaado. I
polica. Quer atar-me de ps e m3os ?
Pode laz-lo.
Saint-Maixent vio-se devoras atarantado
ante aquella sbita resoluco, qae pareca
ioquebrant vel.
Uma mulber em quem o mdo nao fazia
nenhum effeito, uma vez qae nao tema a
morte, n3o se deixaria certamente seduzir
por qualquer recompensa.
E todava, o marquez nao poda prescin-
dir da companhia de Simoa. Obstinndo-
se ella na sua negativa, nao conseguindo
vencer a sua resistencia, frustravam-se to-
dos os seus planos, e derroca va-se com to-
da a certeza o edificio, t3o laboriosamente
construido. Que fizar?
O Hdalgo, convencido de que as ameacas
e os promeitimentos seriara igualmente
inefficazes, resolveu lancar mao do ultimo
recurso que Ihe ficava : a persuas3o.
Simoa, disse-lbe elle, vou fallar com
franqueza; preciso de vossemec, repito, e
para a decidir a obedecer-me, tentei ame-
drontala; mas, seja qual fr a sua resolu-
cao, nada tem que receiar de mim. O dia-
bo nunca to feto como o pintam, diz um
rifao aotigo, e neste ponto pareco-me eu
com o dixbo. Denunciar orna mulher co-
barda, de que eu sou incapaz, juro f de
fidalgo.
Sendo assim, Sr. marquez, lanto me-
lhor para o senhor, redargoio Simoa.
Saint-Max?nt n3o fez caso da injuria con-
tida naquella duvida, e commaou :
Repito-lhe ouira vez que posso pro
ceder como quizer; mas j que se recosa a
ajiidar-me, seja ao menos cqra cerlo conh -
cimento de causa. Voo, perianto, contar-
ihe o que esperava de vossemec.
De qu'o serve isso ? perguntou a par-
teira.
Deixe-me sempre dizer; que diabo!
logo responder.
Bem, estou ouvindo. Mas desde j
Ihe digo : nao cont para nada cora a minba
cooperaco.
Ora adeus! quem sabe? Ameaca-me
a sua negativa, por cuidar qae se trata de
algum crime... mas eu j lbe provo que
nao lem de representar o seu papel em
nenbuma tragedia ; antes pelo contrario, eu
tinba contado com a sua maravilhosa babili-
dade para o bom xito de uma farca, cujo
desenlace nada tem de funesto, porque a
minha herona s ha de morrer na appa-
rencia.
Morrer na apparencia, repetio Simoa,
que apezar seu senlia nascer uma viva cu-
riosida Je. Que significa sso ?
Vai comprehend-lo. Conceda-me to-
da a sua attenc5o e imagine que preparo
para os senbores comediantes do palacio de
Borgonha om embroglio tragi-comico, que
bem poderia charaar-se a Afora viva, ou a
Viva depois de mora.
Contine, contine I disse Simoa es-
tremecendo.
O fidalgo tirn bom agouro daquelle in-
esperado interesse. A parteira n3o s o
ouvia, mas tinba atdesejos de saber. Por
consegointe, era certo que acaba va de dar
um passo muito avancado no caminho da
persnaso.
O nosso here, sem perder nem um se-
gundo e sem tratar c!e investigar o motivo
le tao repentina mudanca as dspnsce-
de Simoa, expoz em poucas p ilavras, com
maravilhosa lucidez, um plano, que os nns-'j
sos leilores ainda n3o conbecem, mas que
d'aqui pouco h3o de ver posto por obra.
Quem essa grande fidalga, contra
quem sao encaminhados. os seas planos
W& provj-rao o nosso bravo exercHo
pifrK'ismo que entlo se accenderia na Al-
leMWik a toda.
* Km remo Luiz Napoleao, do
por bom ^rilhmeiieo. Elle tem. ce
muita> experiencia do qae nIrrtM
factores pen^osi s, e, portanto. nio obstaate
toda as pre^-araces militares qoe poderlo
ler uatrw rao.'ivos, ba de, em quanto ticer
o poder m sua mao, fazer ludo por evitar
uma guerra cora a AHemanba. Napoleo
*abe qne o nw mais seguro de onir a Al-
ie .anua seria ara ataqoe s saas fronteiras.
Foi esta orna das razies mais cogeotes
para a sua polkVJ de pax em 1866.
lira bem conbecidi.) orador francer obser-
vou que era uveadoenca dos Ilemies agora
nao qiiererem ceder nim oi> t palmo de
ierren allemo'. Nos a-nsideranaos esta io-
solenci* como oa- elogio, e fclicitamo-soe
da poder corroborar o /acto,
A fra^a nao est araeacad^ por la.V)
) nenhum, nunca e> ht de ser aos seos st-
loaes liraiVs. Sebera )S perfeitaaent qos
ioluidnos a!lemes, iotlvu?iastas siogolaraa
e neorrigivt; da nacifinlidade, wtxn oHiado-
para a recoufnieH da Aisacia e da %0mu;
pi>rf>m sai meros erlrmsiastas, qoe nio
oodteiu ver qM o-princi}H> de nacionalidade
nao-lem signiicacSo para-o caso; porque
os Inbilanles jjo inteiramente fra cezee oas
suas ule is e os interesses, e nada leen
conservado Ao allemo, ruare que ums-Mo-
liuageai inteir;renle degenerada.
I;:ir guerra ;x>r causa do Riiena e da
Alsacia -ifio lera resultados danitiv a ;
produziria mzer-as, sem eltectuar oenhcsaa
mudenca permanente.
A gaerra com a Aberaanha' poderia vir
s da parte da Franca conlr> a Prussia e
Confederoco do Norte, e a Allemanha e>
Sul, cuja separacao da do Norte, eai case
de guerra com a Franca, nem coma ero
que se pense. A Italia e a llespanhi, por
ootro lado, nem teem tenco j tomar a
offensiva. %
Se complicices' podessem sobrevir cota
os Estados-Lnulos, e-ainda, o qoe pouco
provavel, cora a Inglaterra, isso daa orna
guerra naval. Com o sea gran.te exereito
e a excelente marinha que possoe, e coa
o patriotismo que indnbilaveloierite ;Spira
o seu nobre povo, a franca 0 for'* baste-
te pira difeoder-se nocoiincnle.
ts estavamo qnasi inclinados a crer qoe
nada t3o serio houvesse originad o peasa
ment, e que'o Imperador s desejoo nesta
organisaco mostrar ao- propro eaercito, e
aos que declamavam centra os perigos, qoe
uma Allemaaha poderosa traria a Franca.
que elle nado esquecia do qoe podesse as-
segurar o poder, e a magestade do paiz.
Entendemos qce a universal supicab ao
servico das feiras nao podia ser introdoxida
em Franca, a sua forca soflreria e oeier-
cito deixaria de ser o que tem sido at
hoje. O protector da ordem toraar se-hia
parle do povo, e seria levado pelee correa-
les revolucionarias, que ameacam Fnmea.
Na Allemanha differente cousa. O povo
raais ordeiro e subraisso, e alea, diseo o
soldado allerao tem maior estima pelo seo
lleba pela dynastia que serve.
Emquanto Prussia, o collocar ella o seu
exereito em tal p, que diflicilmeate poda
sustentar-lbe a permanencia, necessidade
deste periodo- de traasieao. A posicio da
Prussia mai diversa da da Franca. A
Prussia precisa estar preparada. E* eviden-
te que a todo momento pode ser aiaearada
por dons lados, posto qoe ora ataqoe di-
recto da Franca, ou da Austria, oo de am-
bas as parles, n3o seja provavel as presen-
tes circumstancias.
A Prussia nao seguir nunca ama poltica
aggressiva (ora da Allemanha. Na sua con-
forraaco actual tem dernarcacoes excelen-
tes ; com a posse do Hanover e dos ducados
domina o commercio do mar do Noile e do
Bltico, e pode ligar as duas aguas palo ca-
nal do Eeder,
Tem magnificas estacues navaes no Kkr
e as boceas do Eras e de Weser, em sara-
ma, a Confederaco Germnica do Norte
: ni estado igual em calhegoria, e em vitali-
dade aos oulros poderes lo los da Eoropa.
A sua consoli lelo i .terna ba de consonar-
se por meios pacficos.
J observ raaos que seria ruinoso pan a
Franca atacar agora a Prussia : o mesmo
applicavel Austria.
Urna cooperado sincera da Anstria con
a Prussia nao fcil de conseguir : a expe-
riencia do vero de 18(36, foi demasiado
amarga para isso. Assim mesma os inte-
resses mutuos dos dous paizes bao aproxi-
mal-os, a nao ser qoe (e esperamos qae tal
nao seja), as vistas da Aastria, e, o qoe
mais reeeiamos, as saas intrigas, es tejara de
aova dirigidas para a A lernanba.
(Co/imir-#e-ea).
perguntou a parteira mal que o marquez
terminou. Preciso de saber o seu nome.
Vou provar-lhe a minha conflanca,
volveu Saint-Maixent; nSo me fez nenhuma
promessa, e todava revelar-lhe-hei o raeu
segredo ; essa grande fidalga a condessa
de Rahon.
J o tinha adevinhado, raurmurou
com voz sombra a ex-nigromante. A fata-
lidade contina a sua obra ; a segunda parte
do horscopo vai realisar-se, e eu sou a
escolhida pelo destino paracumprir as suas
sentencas imprescripUveis. Morta e viva !
Viva depois de mora! Eu bem o propheti-
sei t Ninguem neste mundo pode fugir
sua sorte.
O marquez nSo entenda nada do que Si-
moa estava dizendo ; devorava-a, porm,
com a vista, e bem conhecia pelo semblante
qae oo seu espirito se passava alguma cousa
extraordinaria.
Ora bem 1 proseguio o nosso here
ao cabo de nm momento. J sabe todo :
qae decide ?
Cont comigo, respondeu Simoa er-
gueodo dH repente a cabeca, que tinba in-
clinada sobre o peito, em ar meditabundo.
Acceilo o papel que me destina i Oh I nao
me agradeca, accrescentou ella com viveza;
n3o cedo s suas instancias, cedo uma
vontade muito superior sua.
Veja-se, pois, como que uma vez mais
i propheca da ra da Lanterna ia exercer
decisiva influencia nos futuros acontecimien-
tos, qua tambem agora dava em resultado a
complicidada de Simoa, sem a qual o mar
qnez era impotente para levar cabo os
sens iniquos planos.
Quntos orculos ha, mesnoentr^ os mais
celebres, cuja mysteriosa realisaco poderia
exn'icar-se doste modo
Wo que os aconlecimenlos se proplie
lisassem porque tinham de succeder:
cediara pirque estavam prophelisadoe.
Seja qnal for o motivo qoe a decide a
auxiiiar-me, volveu Saint-Maixent. pode es-
lar cerla de que a minha gratido...
Nao preciso delta para ntda, diese
Simoa interrompendo-o.
Deixe-me ao menos dizer qoe saberet
pagar os seus servicos de maneira qoe ex-
ceda as suas esperanzas.
Recusei a gratido, e tambem nao
quero que me faca promeliiraentos, volveu
Siraoa com gesto desdenhoso. Se por (or-
ea me quizer pagar, acceilarei, mas ear-
lo-bia do mesmo modo, se nada rae desee.
Quandc nos poremos caminho ?
D'aqui uma hora.
D'aqui ama hora eslarei
Ao anoutecer do dia segrale, dous cabal-
los, montados om pelo marquez de Saiot-
Maixent, e oulro pela parteira, pararan oo
bosque de Ebreuil, diante da casa de*
serta.
0 fidalgo abri a porta, mandn entrar a
sua companheira, e descarregou depois ona
grande mala muito pesada que Irazii na ga-
rupa do cavallo e que dentro contiolMi roo-
pa branca, vestidos, algumas provisdes de
primeira necessidade e ama porvo de oa-
jectos indispensaveis. Tudoaqoillo ficoo
disposico de Simoa.
O marquez dormio toda a noile, do qoe
bem precisava, e sabio depois da casa so-
lada, tomando para as bandas do slele
de Rahon, sera passar pela aldea de S. Ju-
das, nem por diante da estalagem das Ar-
mas de Franca, A sua.ausenca tinba do-
rado seis das,
(Contmnar-H-ka).
TYMX) DIARIO -Ky4 IK) WKJl W UJUi-


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