Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12245


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Full Text


Y
)
MHHI
JNNO XLVI. NUMERO 241.
PAfiA A CAPITAL LUGARES 0?IEE SAO SE PASA POETE.
Por tres meies adiantedos \................
Por seis ditos idem ,...............
, Por um anno 4m............!...'.!..
Cada mumero avulso....... *
60000
42,3000
24,5000
320
SEGUNDA FEIM 24 DE OOTBBRO DE 1870
-----------------------------.-------------------------.---------------f---------------------------------------------
PAJA BFHTBO E FOBA ] FR0YI5CIA.
Por tres raezes aiantados ,.....
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos ifem.....'..,'.
Por um aooo idea ....
6|7I
i2
%
27#000
Propriedade de Manoel Rgueira de Fara & Filhos.
A# ACEMITES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Par ; Gonfalves & Pinto, no Maralo ;' Joaquim Jos de Oliveir* no Cear j Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joo Mara Jai Chave* no Asst'i ; AntOHio Maraes da Silva, no Natal; Joa hstt
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gontles, na Villa da Peona; Belarmino do Santos Bolcao, n Sant AntSo; Domingca Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Bio de- Janeiro.
EXTERIOR.
de
II
Assumpcio, 83 de seiembro
1890.
O anniversario da independencia do Brazil foi
."(-leinaisado pelos Brazileiros existente nosta cida-
de com festejos esplendidos.
Dorante quatro das reinou perfeito regojijo era
ccmmemorarao de lio fausto anniversario.
U exercito, a esqaadra e o commercio brazilei-
ros, que se acham no Paraguay, mostraran) ainda
urna vez o enthusiasmo e patriotismo que sem
caractt rsar a uniao dos fllbos da trra da Santa
Cruz, quando ausente dessa imcomparavel torran.
Os festejos, que inais brilhantes nao se poderla
espetar da occasiao e do lugar, consistirn) em
Te-Denm, parada, baile, regata, llumnacdes e pao
de cebo, sobresahindo o baile e a regata.o baile
concorreram mais de mil pessoas de todas as na-
cionalidades e classes. A decorarlo das sallas
era deslumbrante, nao sendo muito luxu sa.
Para os infalveis Adonis e Braz Mimoso havia
urna chusma de coquettet; a pena que esta pa-
lavra franceza tio difcultosa. se torne versio
portugueza. quao necessarias se faiem aquellas da-
mas que timbram em chrismar-se com tal pala-
bra. Tmhi carradas de razio o encyclopedico Gar-
ret, quando via o Francez e o Portuguez em apu-
ros, este para traduzir coquetle e aquelle para tra-
que girava no baile, mas saudade mais que intra-
vraduzvel, saudade indizivel e inexcedivel e insu-
' era vel so com o primeiro lance de olhos para as
>;Ipliides paraguayas, que por certo nao valiam
um mimoso pe da sylphida brazileira. Sao goslos,
e, com quanto digaiii os Hespanhoes qne hay gus-
tos qne merecem palo, em materia de gosto nao ha
s< berania possivel.
Segundo o mesmo travesso Garret, ha muiheres
que se amaro, qne se desejam e que se admiran)
A fallar a verdade, sem ser lio rigoroso como o
general taebano, a Paraguaya oceupa a segunda
dessas condicoes; est portante, no meio, sem que
posena a viriude de um imn irresistivel. Tam-
bera verdade que os Paraguayos nao pensar
i-iim. Mas que querem 1 Traziam os gostos em-
totados e pervertido} pela tyraonia de Lpez I...
J me parece estar dizendo a sofrega leitora del-
ta correspondencia : < Adianto, que preciso saber
quantas polkas, mazurkas, schotzes, valsa varso-
vianas, palomitas, havaueiras e quadrilhas se dan-
.-.i-:iin. >
Mueren mei Deus Seria perder a bola expor-
te um critico de baile a contar o numero das dan-
sas que s imprecionam a memoria dos. bailari-
nas, e nesse baile dado pelos Brazil e ros em As-
surapr,ao, tacase justiri, as peregrinas d.as cordi-
Iheiras exhibiram ama flexiblidade de cvrpos,
urna ineanuablidade de gestos, orna velocidade de
ingoas e urna firmeza merecan) qaalquer outro premio, se ja nao levas-
'era para casa esses cornos, ossas linguas, esses
lnos e seas persas, o merecido culto votado pa-
lo* devotos incensadores de mil deidades, como o
i'jliz Bocage so vangloriava de ser.
O servico do baile (oi portuguez na qualidade
la massa, paraguayo na distribuicao e anglicano
na qualidade das bebidas. Forra dizer que o
consumo fez honra a qaalquer dessas nacionalida-
dos, principalmente a ultima no Port tetar.
Cantou-seo hymno da independencia ao come-
ar o baile, e o Dr. Moniz Brrelo recitou urna
oesiaA liberdadepouco antes de se fecharem
as portas do convivio aos amantes de Terpsychore
e de Euterpe.
No dia seguinte, pelas 3 horas da tarde, prnci-
pe o** funecao da regata, proporcionada cavalhei-
rescamenle peto chefe Lomba e seus commanda-
do3 popularao desta cidade, quotidianamente
enfastiada pelos realejos, attribulados pelos roubos
e ludribiada pela poltica. Os Paraguayos, pelo
modo com que applaudiram a linda festa da re-
gata, demonsfraram que era a primeira vez que
viam no seu paiz tal divertimenlo. As trefegas
Paraguayas, nao tentadoras e francas como aquel-
la ulna das aguas qne tentou e prendeti a vontade
de Adamastor, mas promptas em premiar as car-
reirs dos cuntendente3neptuninos do Brazil, como
eram fugitivas as carreiras de Leonardo as gracas
da iiha de Venus, repito, as trefegas Paraguayas,
na docilidade e comprazer que denonciavam ao
distribuir flores os victoriosos, bem que rememo-
mam a magntica intluicio da mulher no doura-
do lempo das ernzadas.
O chefe Lomba, se j mereca sympathia e adhe-
sdes do povo paraguayo, dohrou de mrito com o
proporcionar-lne o pittoresco espectculo de ama
regata. As gazeUs, em nome do povo, nao can-
sao ainda hoje de pedir oulra regata, como Israel,
sedentoe errante, pedia a Moyses o consolo de urna
doce vertente.
E o chefe Lomba, para ser popular e compla-
cente, est na obrigacao de repetir a regata, que
realmente nada deixou a desejar. quer pela or-
em que reinou, quer pela mansidao da lagoa em
ru se deram os pareos, quer pela amabilidade
do hospedeiros, quer pelo reconhecimento e qua-
l'.dade dos hospedes, entre os quaes se acharara o
governador Rivarola e os generaes Vedia e Auto
i.uimaraes.
As illnminacoes feitas para solemnisar o 7 de
."etembro estiveram tambera deslumbrantes e sim-
ples como os adornos do baile. Na casa em que
habita o general Auto, e qne muito se presta a taes
ornamentarle!, sobre*>hiam as armas imperiaes,
orladas de lestoes de flores e despargindo luzes so-
bre um centro de cornija apoiada em qninze co-
lumnas, que representavam provincias do Im-
perio.
O derradeiro dia de festejo foi tambem propor-
cionado pela divsao naval, donde veio um masta-
reo untado de sebo, que se tincou na praca da ca-
thedral. J se sabe que acanalha nao deixou de
concorrer com todas as suas algazarm, assuadas
e palma para essa justa nunca apreciada no Para-
guay. O povo moleqne cirenodou o pao de sebo
cora um calor de pbrenesi, que em breve fez der-
reter e sumir-se a gordura solidificada, se que
para tanto j nao bastavam os continuos esfrega-
mentos que soflreu de tantos trepadores afanosos
n tranquillo e inofensivo pao.
Ao ver a rapidez com que enfiava na direccao do
eixoda trra o ambicioso atrevidoque tentavagalgar
o tope, onde Ihe acenava a fortuna, defendida por
negacas de seno ; ao ver os frustamentos do quasi
victorioso, que era quasi sempre o mais pateado por
que escorregava com mais velocidade; ao ver as
esperancas sempre mendazes dos que subiam,
aproveitando se das descidas irrisorias do prxi-
mo : ao ver o perigp de vida a que se expunham
lentos bomens pela coDseeucao de tao pouco, di-
zia eorasigo rouita gente, despenada ou tatisfeiu
da aorte :A vida um pao de sebo !
E hoie dizem maitos comigo : A presidencia do
Paraguay um pao de aebo para Rivarola e Ba-
reiro.Ne set se os dus pertencem a ramilla
dos trepadores, o que sel que o segundo esta fa-
zendo com o primeiro, que Ihe pesa aos hombros.
o aesmo que fazem os caalos Bo gorduroso res-
t.in : esperara que sofreguidio dos pnmeiros
trepadores desensebe o p a ponto de que se
cansem aquelies e seja facilitada a assencao aos
prudentes e almos. Bareiro trouxa de Pars um
ananetraaenlo e urna placidez tao constrastave?,
com a inqnietaco e ardor de Rivarola que nao
ser ujnito de stranhar que esse mundo, chamado
governd provisorio baqueie, os hombros dwse no-
y tala chamado secretarlo geraL B toda as
probabilidades vao urirgiftdo ao trieimo ponto.
As forras do partido de Rivarola cada dia se
deixam maii substituir ou invalidar pelas forjas
do partido de Bareiro, que, felizmente para esse
representante de Lpez, vai proseguindo na derru
bada. A derrabada de-fechou-se primeiro na po-
lica, depois na magistratura, depois no foro, de-
pois na imprensa e agora at na propra con
venci I
Os mesmos candidatos, patrocinados hornero
pela vontade de Rivarola, sao expulsor boje do
parlamento pela ascendencia de Bareiro. Nao ha.
pois, que fiar.
E nao obstante dizem alguns inparciaes que Ri
varla sera o presidente da repblica e Bareiro o
vce-presidente Ser tao generoso o prente de
Lpez? Se assim fr merecer urna canoaisacio
em regra.
J nio pertence ao numero dos vivos o diario
paraguayo intitulado Paraguay. A Vas do Povo
taes artes fez que elminou da circnlacao e do offi-
cialismo esje esperancoso representantes de Gut-
teraberg. Dizem que o seu principal redactor, J.
lirisuela, incommodava e muito os bareiristat, que
hoje monopplisam na Voz do Poro a privanza do
actual governo provisorio. lirisuela publicou urna
carta de despedida, em que diz que retirava-se da
imprensa para que nao" perdess9 o partido com a
insistencia da sua pessoa jia redaeco do Para
guuy. Voto com tanto pezar o meu reijmescat ao
Paraguay I Era urna lolha hem interessante e
vibrava raios na penna de Martnez contra o peri-
dico argentino, que hoje campea impune ante a
impotencia de sea nico antagonista, fegeneraro.
Consta que brevemente sahir a lume um novo
peridico, intitulado A situarao e redigido pelo
Dr. Pezzi, aqui recem-chegado".
Os bareiristas, desconfiados da pr?senra do Dr.
Pezzi, nao cessao d rogar ao conselho de hygtene
publica para que repula do Paraguay esse encum
modo visitante. E ludo isto porque o Dr. Pezzi
denota nos seus antecedentes muita sympathia
pelos brasileiros. Nio ha duvida, a gente de Ba-
reiro quer dominar o elementes da politica para-
guaya como um gallo sera competidores n'um po
leiro de gallinhas. lirisuela estorvava, e o Dr.
Peizi assusta. Emquant i nio chegar um ministro
brasileiro ser de rosas a situarao para tal gente.
E isto o que nao convm aos justos e imperiosos
interesses do Brasil.
Ainda nao foi subnilttido discasso o projeeto
de constituirlo paraguaya, de que estio incumbi-
dos alguna membros proeminentes da assembla
constituinte. Que surgir de taes caberas com
tantas prevencoes e com tantas ignorancias 1 Al-
gura plagio? Assim mesmo Deus o queira. Des-
de que seja lido o projeeto da carta fundamental,
passar pelo debate, como gato por braza, e, !ra:-
az, Picar eom forra da lei para nuo, seja eleite o primeiro magistrado da naci.
A Voz do Povo esl de bniooeta calada, espe-
rando a publicacao do regulamento feito pete con-
selho da hygiene e medicina. Os ctiarlaties boti-
carios e mdicos esli, come se diz, com a pulga
na orelha. medrosos da espada do aojo terrivel
Je m txiarminsr e impo proi'an.. Ha da
ser um fecha-fecha de boticas e um retirada de
mdicos como anda nao se vio alveolo de formi-
gueiro visita importuna da chamma. _
Fazem parte do conselho os Drs. Adriio Chaves.
Rozendo Muniz, Simpbronio, Biedraa e Slevrart.
O conselho de bygiene lera muito que fazer,
porque, se ba paiz onde a sciencia de Sery seja
urna novdade e erapeclho, este malfa Jado Para-
guay. Admira que com tal antip^thia ao elemen-
to preservativo j nao tenha rebentado urna amo-
ladora epidemia I E a Voz do Povo grita contra
o conselho de hygiene, porque remov o matadou-
ro publico para longe da cidade e obsta assim a
que os pobres, pela grande distancia, nao possam
aproveitar, os restos das rezes martas para o con-
sumo de Assumprao!
Esta s da Voz do Poro'. Urna medida sanita-
ria de um valor publico e peral devrta ser sacri-
ficada a urna meda econmica de um valor todo
particular e at pouro airoso ao governo. que
deixa a mendicidade soccorrerse das migalbas de
carne, mnitas veres podre, que cohe n um mata-
douro publico I Quera a Voz do Povo que se
matasse a teme de alguns desvalidos ;t cusa dos
damuos causados contra urna povoacao inteira !
O Dr. Pinheiro Machado acaba de soffrer um
roubo de mais de 50:000$. Estio presos alguns
suspeilos do crime. porm a polica paraguaya nao
d signaes de conseguir a captura do verdadero
ladrio. O Dr. Machado torne a preraunir-se con-
tra a velhice, ganbando outro peculio, porque esse
que Ihe roubarara nao mais Ihe volver as rnaos.
Gastar um pobre trabalhador tanto das de copie-
sos suores era basca da messe do futuro de sua
familia, e no termo dos sacrificios interpr-se urna
chusma de tragos larapios, que se apropriara do
tbesouro para dar-lhe o destino das rosas de Mal-
herbes Forte decepcio Para o Dr. Machado
o labor de cinco anaos de tadigas fez-lhe nos bol-
sos a reproduccao do tonel das Danaide3!
Por aqui anda a concertear o meniao Vasion-
cellos, aspirante a pianista, comquanto seu preten-
cioso pal entenda que progenitor de ama cele-
bridade precoce. Deas o embalie nessa presump-
tio, porm ao ver de todos, esse menino nao pas:
sa por ora de um arranhador de teclados. Esta
lio longe do que era Arthur Nepoleao quando ti-
nha a mesma idade!
Aperar de tudo, gracas a \ asconcelles, tero ha-
vida espectculos theatraes neste paiz, que ate
agora s era itieatro de prosttatepes, assassinatos
e latrocinios. a
No da 1 do corrate deu a associacao dos es-
trangeiros Protecrio Mutaa um espectculo em
seu beneficio e que foi muito concorrido e bri-
Ihante. Destribuiose nessa occasiao ama poesa
apologtica ao fim do espectculo, produnda pelo
Dr. Rozendo Muniz, na qual liam-se as seguintes
estropnes :
Emqnanto o seto da Europa
de sangue intil se ensopa
n guerra que s Ihe apraz,
rabsira a America em seu seio,
da paz no doce recreio,
os beneficios da paz.
Molike e Leboeufeis dous torles,
porque multiplican) mortes
nos seas inven tos fataes !
e.-trangeiros irmanados,
sede paz tao devalados
como guerra esses rivaes !
De Lesseps vede o exemplo,
j da fama no ureo templo
era vida impe ao porvir
esse Moyss recem-vindo,
que. em vez d'agua, a trra abrindo,
logrn dous mares unir !
J a guerra nao lourio precte3
n'um sec'lo em que mais que sceptros
vale o grosseir > alvio :
eia, athielas do progresso.
dando s industrias ingresso,
levantai esta naci !
Tem razio o poeta. Taes appellos dignifican) a
poesa. Na verdade sem o concurso dos trangei-
ros pouco a pouco extinguir-sena esta sombra de
naci, que anda se move e promelte corporisar-
se gracas aos sustentculos da allianca. Sem
omitas garantas e cordialidades para cm o es-
trangeiro o governo paraguayo nada conseguir a
bem do seu porvir.
O estrangeiro nio abandona o sed berro e nao
exps o seu capital, por menor que seja, sem que
Ihe aceoem ao menos promessas de prximos re-
conhejmentos. Era um paiz como o Paraguay,
baldo de todos os mcios de receil, deve attender-
se muito aos favores prestades ao estrangeiro.
Alguraa vez, comquanto filho do acaso e pai do
abuso, como diz Vctor Hugo, o privilegie ter qne
ser o condkio sine qua non ; outras veze3, para
nio desanimar ou nutrir ciumes, qne tedos rever-
teriam contra o mesmo paiz, a livre concurrencia
ser de grande prove to.
Tudo est em saber applicar oportunamente os
meios restauradores que reanimem este cadver
de naro. Quera ser o grande medico ? O Pa-
raguayo mais patriota, ou o mais inleliigente ? O
mais inspirado por Deus e melhor correspondido
pelos seus compatriotas.
INTERIOR.
RIO DE
16 di:
ja \i:i R O
Ol'TLBRO DK 1870.
Protecrio mutua e sublime,
quem de ajudar-te se exime.
fugindo aos teus grandes fins,
s no egosmo se emprega.
cultos a Peabody nega,
franquea o passo aos Caics.
Qaio lindo provtr contempla0,
sociedade qne exemplas
ao remido Paraguay!
j (Ueste jas ao premio ,
dos que se irmanao ao gremio
Deus manda a benrio de pni.
Proteccio, nio desanimes;
se as vas bandeiras suppritnes
e nivelas condigoes.
que, a bem da humanidade
ante o principioigualdade
desapparecem nages.
Nao ha lingua, nao ba rara,
anie a unidadedesgrana
que antagonismos desfaz;
tfleda o mundo ao que perfeito
n'um sober?.no--o direito,
n'nma s r-anquis'3 paz-
Da industia incentivos grande?
ede livres qual dos Andes
o cndor, dos ares rei i
progrida a Americ ingente
t qne ao velho ion tinento
a trabaluo impooha a lei.
Damos publicidade. em seguida, s disposires
t'stameoUriaa do conselheiro Alexandre Mara
de Manz Sarment, as auaes honram a sua me-
moria.
eixon livres os seus dous escravoa, e un mi-
sada de 204000 a cada um.
Doitou a Santa Casa de Misericordia da corte
100:0002000.
dem mais a mesma Santa Casa 9:000*008, c:>m
a condicao de dar mensalmente a mesada de 205
a cada um de seus escravos, e 5*000 a um f-
mulo.
dem ao hospicio dos alienados 12:000*000.
dem ao3 expostos da Santa Casa 6:000*000. _
dem ao recolhimento das orphas 6:000*000.
dem 12 dotes de 1:000*000 que nao se poderao
alienar em vida das doptadas.
dem ao asylo de Santa Tbereza 6:000*000.
dem ao instituto dos Meninos cegos 4:000,5000.
dem ao instituto dos Surdos-Mudos 4:000000.
dem aq hospital dos lazaros 6:000*'"00.
dem ao hospital de Beneficencia Portngueza,
4:0005000.
dem a Santa Casa da Misericordia da cidade da
Fortaleza da provincia do Ceara 20:000*000.
dem a ordem tercera de S. Francisco de Paula
Je que era irraaa 12:00u*O00, para como sen ren-
dimento destribuir com igualdade no dia d festa
do Santo Patriarcha por do/e vluvas cu irmaos po-
bres tirados a sorte.
dem a iraandade do Santissimo Sacramento da
freguezia de Santa Anna para as obras da nova
ig reja 2:000*000.
dem a .sociedade Auxiliadora da Industria Na-
cional 2:000*000 para ter usofructo, e no caso de
dissolucio da sociedde passar ao Instituto Ca-
tdico.
dem ao Instituto Catholico 2:000*000, e se este
for dissolvido passar a Santa Casa de Misericor-
dia desta cidade.
dem ao capitio H. A. Mariz Sarment 30:000i.
dem a seu filho seu afllhado 4:000*000,
dem a N. L. S. Mariz Sarment 30:000*000.
dem a fHha deste, saa alliada 4:000*000.
dem a J. S. Mariz Sarment 4:0005000.
dem a cada urna de suas duas irmes casadas
3:000*000
dem a D Anna J. de Mariz Lorena, 12:000*000
que passario por sua morte era partes iguaes a
suas filhas.
Deixou ao filho desta de nnme Dionysio 4:000*
e as ontras tres filhas 2:000*000 a cada urna.
dem ao pharmaeeaJjco J. J. de Oliveira 2:000*.
dem a M. D. da Silva Maia 2:000*000, para go-
sar em sua vida e poreu fallecimento passar ao
Jilho, sea afilhado.
dem a sua atilhada E. D. M. 6:000*000.
dem a sua atilhada Malina, lillia do finado con-
tinuo do thesouro Jos Mara de Carvalho 2:000*.
dem a sua afilhada' Amalia, filha do finado C. J.
Alvares da Silva 1:000*000.
dem a sna afilhada, filha de Floriano Vieira da
Costa Delgado Perdigio, morador na provincia das
Alagoas 2:000*000 e no caso de pao existir pas-
sar para a lha desta mais velha, se a tiver, e se
nao tiver filhas reverter para a irma mais* velha
da dita sua afilhada.
dem a mulher de M. J. de A. Costa 6.000*000
paragosar emsua vida, passando por seu fallec-
mente a sua filha solteira, a viuva e filha desta El-
vira, sua afilhada, em partes Uuaes, deixando mais
a cada urna destas tres a quantia de 3:000*000 e
ao dito A. Costa 4:000*000 que passario por seu
fallecimento as suas tres filhas e a dila neta,
dem a cada um de seus anillados nio mencio-
nados no testamento 400*000.
dem a 40 viuvas pobres e honestas 100*000 a
cada urna.
dem a 20 roalheres pobres recomidas e hones-
tas 503000 a cada urna.
Todos estes legados serio entregues por inteiro,
livres de impostes; que sahirio da heranca.
Deixou a Santa Casa da Misericordia do Porte
20:000*000 para seren revertidos em titules da
divida publica portugueza.
dem ao hospital do Senhor de Matosinhos
2 000*000, que serio entreguis ao commendador
J. J. dos Res, de quenVnio se exigir coma.
Perdooa a todos os seus devedore? que Ihe de-
vem ser.) titulo'. ,
E, iiao podenio saber ao certo quanto podera
apufar de seus beos, determinou que nos legados
pi'w deixados a Santa Casa de Miseri:ordia desta
Uidade e da cidade da Fortaleza se facam os abati-
mentos necessaros do que por ventura faltar para
se realisar integralmente todos es mais legados.
Irapoz a obrigacilo a todos' os estabelecimentos
annaalmente urna missa por alma de seus pato e
pela sua, jo anniversario de sea faUecimento.
Declarou que nada deve e qae se sepulto no seu
jazigo perpetuo, no cemiterio de S. Francisco de
Paula.
Instiluio herdeiros dos remanecentes aos seos
rentes o capito H. A. Mariz Sarment sM.IL
de Mariz Sarmsnto.
a
Pelo paquete nacional Gerente entrado hontem,
tivemos noticias de Porto Alegre at 30 do passa-
do, lo Rio Grande 2, Santa Catharina 5 do cor-
rentt
O resultado da votacio era todos os collegios do
3 distncto da provincia para a eleao de um de-
putad asssmbla geral, era o seguinte :
Votos.
Dr. J. J. de Mendonra 115
Dr. Silva Tavares 77
Dr. Silveira Martins 35
Kaviam principiado no dia 29 as sessoes prepa-
ratorios da assembla provincial.
N dia 26 o Sr. visconde de Pololas receben da
parte, dos subditos portugueses residentes em Por-
te Aligre urna lsongeira manifestacio, que Jornal
do CoKmercio da mesma cidade narra uestes ter-
mos :
Antes de hontem teram os portnguezes em
eofpora^io enmprimeotor o Exra. Sr. general
viscende de Pelotas e offertar-lhe urna medalha
eomemrativa d'< feito de Aquidaban.
A reimio parlo, acompanhado de mosca,
do novo elfico da sociedade Portugueza de Be-
neficencia.
Chegaoos ao palacio em que reside S. Exc, o
Sr. Joao Bautista Talone, depois de dirigir algo-
mas palavra&ao invicto general, entregmi-ihe em
n me da coltnia portugueza desta eidade, urna
medalha de oiro cora a |segainte iascripcaoa
COLUNIA PORTWUEZA DE PORTO-ALKGBE AO INVICTO
GENERAL VISCOSDE DE PELOTAStnd nO VerSO
Aquidaban 1' de marro de 1870.
a Alera do Sr.Taloe, craram outros cavalbei-
ros.i
Os aeraies da provincia nham feito urna col-
lecta em favor dos feridos de sua naeionalidade
na guerra earopa; em um mer arrecadara-se a
quantia de 22:000;.
No dia dous d crreme, devia inaugurar-
se a primeira secri do caes da alfandega do Rio-
Grande.
De Urnguayana esrevem ao B/o-GrondiM em
data de 30 do uassaso :
Ha poneos das chegou aqui, vindo da po-
voacao do Rosario, um Sr. Pinto, con um lancho
qne trazia oito das de viagern. Diz elle que a na-
vegaro daquelle posto facilima, e que o Rosario,
Santa Mara e Ibicuhv tem agua sufflciente para
erq||u^es de 3 1/2 palmos i1) calado, e que
limpando-s o rio e desobstroindr>se ama peque-
a caclioeira, Picar completamente franco. E' a
segunda vtogem que faz o Sr. Pinte, que assegara
em lempos de seeca navegar com 3 ) palmos,
eralmenie. havendo lugares de lo e lo de pro-
fundidade.
J|i 'l&ilA..MWl'i4, uajjadrexaPla;3 "
sua innocencia, mandara-a para a casa de seos
pais. A desgranada moca, nao querendo sobrevi-
ver deagrara, tomara urna grande dse de ar-
snico. Acudiram-lhe promptamente e conse-
guirn) salvar-lhe a vida. m .
As noticias de Santa Catharina sao destituidas
de iateresse.
m
Fundouse no-domingo- ultimo en Nitherov a jo-
ciedade libertadora Guanabarense.
As senboras qoe azem> parte- desta sociedade
contrabiram a oirigacio de esmolar templos
para realisar os fins da sociedade.
Comp6e-se a diretona da da soeJedadw dos se-
seguintes Srs. : presidente, h Jo5cra Costa Li-
ma e Castro ; viee-prtsilente, Dr. Sarcelno Pin-
to Uibeiro Duarte ; fr secretario, Franciee> Emg-
dio de Oliveira ; 2" dito, Jose-Beronrde a Cu-
nlia; Ihesourero, Rapbael Jo^v- de Mallos.
Ante-hontem, das- 8' s 9 horas da noife, ca-
hiu sobre a nossa eidade e baha'um violeato tu-
fa -.
0 excessivo calor qne reinara durante todo o
da fazia prever tempestado noHe, e m cauelas,
que por isso naturalmente teram- tomada, se- d*ve
llriouir o numem refotivaniente pequeo' dos- es-
tragos prodnzidos pele fnracio.
Por emqnanto so temos noticia d->s ?guin*s :
1 na catraia de pesearia virou-se em frente-da
baha- de Botafogo ; das-oito pessoas que a. trino-
lavara', sete teram satvas por mitra catraia per-
tencente a Antonio Soares Das, qoa como aquel-
la fugia tempestado. O'tripotante de nome
Francisco Antonio ain ia nao foi enecRlrade-e sop-
poe-se que morreu afogado.
Desabarara as paredes internas da-casa ni 9'da
ra do Sabio da Mangue, habitada per Zacaras
Jos de Carvalho; felizmente o desabamento nao
fez victima algama.
No morro do Castelle eahio ama parede de cer-
ca de 40 palmos de altura, que all se eslava oons-
truindo.
No carainho da pra^a do Duque de Cxiae- e
Larangeiras cahio urna grande arvore sobre os
trilhos din via frrea urbana qne se esfende para
aquella Itealdade, interceptando a \iagem regu-
lar dos carros denominados bonds.
Na ra do Gassiano abaten o telhado de urna
casa, nio havendo felizmente a lamentar nenhura
dasastre.
Era diversee pontos da cidade foram arranca-
das muita arvores e as cobertas de tslha e zinco
de alguns edificios.
Da parte o Sr. director geral dos telegrapho*
communlram-nos o seguate-:
c O tufi qae aqui seprou eom fot^a hornero
(10), le va va-entre 8 e 9 horas da noute, pela indi-
cars do anemmetro da estacio central dos te-
legraphos, a velocidade medra de 36 kilmetros
por hora.
Em Paraty prineipiou depois das 4. horas e>
intorrompeu. a linba da serra >
O inglez Alien Mary '.tinha sido maeinheir da,
galera ingtosa Elephoi'et Gmtj, actnalraeoto anco-
rado no nosso porto: parece, porm, que depois
de retirarse de bordo lembron-se de que tinha
algumas coatas que a justar com o capitao daquel-
le navio, e, encontrando-o hontem ne armaiem
da ra Drreita n. 46, entrou por essa casa e com,
um fragmento de garrafa ferie- no rosto o referi-
da capto e trarou de fnjir. Perseguido pelo po-
Jfac%"*Barinha8e recolfioirn'prrto. *' "*
A aateridade toraou conbecimento do facto e
procedeu a corpo de delicio uo offendido'
Foi noraeado presidente da provincia de S. Pe-
dro do Rio-Grande do Sul, o conselheiro r ranos-
co Xavier Pinto Lima.
Foi conferido o titulo de conselho aos Drs. Joao
Alfredo Correia de Oliveira, Luiz Antonio Pereira
Franco e Jeronvmo Jos Teseira Jnior, e ao
tenenle-general Joao Fredenco Cald-.ve!.
Por decreto de 14 de seterabro ultimo; fez-se
merc a Americo Vespucio Quadros, da serventa
vitalicia do oificio de 3o tobelliio do publico, ]udi
cial e notas do termo da capital da provinvia do
Para. _
Por porua de 10 do corrente foi nomeado Pau-
lino Eugenio de Freitas, praticanie da secretaria
de estado dos negocios da jastica.
Por portara de 7 do corrente foram nomeado3,
de cooforraidade com o art. 8 de $ Io da let n.
1830" de 27 de setombro do corrente anno, Jos
Alvos da Silva e Antonio Francisco Pinto, para os
lugares de correio da secretaria de estado dos ne-
gocios da agricultura, commercif. e obras publicas,
com es vencimentos da tabella que acompanhou o
decreto n. 4167 de 29 de abril de 1868.
Por portara de 8 do crreme mer foi concedida
a Manoel Ferreira dos Anjos, a demissio qae pe-
dio do lugar de ajucante contador do correio da
provincia do Amazonas.
Por portara da mesma data, foi nomeado Jos
Luir Nerv da Silva para o relerido lagar, com
os vencmentos da tabella a qne se refere o art.
25 da lei n. 939 de 26 de setembro de 1857.
L-se no Rio-Grawtense, de Porto-Alegre, em
dala de 3 do passado :
A escuna hollandera Hellegonda, em viagem
de Paranagu para Montevideo, a a 40 militas da
tilia des'Lobos, tei vistiaa pela 'canhoneira fran-
ceza Briti'x, que est, cruzando em nossas costos;
depois de examinar os papis e eonvencer-se de
que o navio nio era allemio, deixou-o seguir via-
gitu. De Montevideo sahiram para cruzar na em-
bucadiua do Rio da Pr?ta e as nossas costas as
cantwneiras fraaceras Hamelto, Brmx-a Lour-
gur.
Acaba de organisar-se urna sociedade com o
fim de luminar a gax a cidadei dei Santos,^e abas-
teee-la d'agua. Seu capital de 400.000*.
Urna folhr do Rio Grande con o segui-
pios, a quera d<3sca leidoc, de maedarem diter
te
Era Ros de agosto do corrente anno, stuci-
dou-se na colonia po Mundo Novo- um colono aJIe-
rno j sexagenario, com precaucoes tao singnla-
res, que bem vale a pena narrar-se o caso, aos
leitores. ,
t O pobre velho, alias colono remediado, enva-
Tara ha ponco tempo e supp5e-se qae a falta das
cuidadosas miosda esposa, que fosse o amparo de
sua adiantoda velbwe, Ibe inspirara resoktcao tao
desesperada.
c De anteroao preparo* elle tudo para o seu |
nefasto fim, aniquilando tudo quanto poesnia, para
nio deixalo a herdeiros inditferenlee, ja que os
nao possuia chegados. I
c Todos os seus mantmentos iosUlisou elle, pi-
cando-os, atiraodo-os num profundo poco, e da
mesma maneira proceden com a roupa, que tam-
bem pieou e atiro no poco, e ainda aniqailou,
pelo rnestpo systema, quatroceotos e tantos mil
res em papel, que tinua em. ca>a, deixando ape-
nas as canas varias algumas moedas de cobre.
Depois vestio seas tragos domm||ueiros. tedo, po-
rm, o cuidado de uutiliaar o seu chapeo, cortan-
do-Ibes a abas, e sentndole no meio da casa
num banquinho, collocou entre os joelhos ama ca-
rabina carregada. disparando o tiro na cabeca, do
qae resullou-lhe insununea marte, fieindo barr-
velmeute mutilado.
c E' este por certo am caso bem digno, r las
suas particularidades, de ser consignado nos, pe-
gro3 aoaaes dosicidio.
Em Campias falleceu no da 1 do corrente
Joio Jos da Cunha com 104 annos d> Idade. Era
natural da ilha Graciosa e havia muitos annos ha-
btava naqnella cidade.
- 18
Pelo transporte Bonifam, entrado hontem, re-
cebemos folttas do Rio da Prata at 4 do corrente,
e cartas da madrugada d 4.
Relativamente guerra civil na provincia de
Entre-Rios oontinuavam as folhas de Buenos-Avres
dar Lpez Jordn fagindo diante do general Gelly
v Obes e a sua gente dehandando-se-lhe aqui e
all aos 40i> e 500 horneas. Entretanto a ultima
noticia era que urna forra consideravel do candi-
Iho entreriano appareci vista da Coacordia,
que se preparava para nma defeza i todo o transe.
S no dia-3 principiaran a chegar a Montevideo
noticias um tanto mais explcitas sohre a batal'.n
ferila a 29 no Corradlo entre os blancos de Apa-
ricio e Medina e o exeirito do norte commaadado
pelo general CaraballO, recontro de que ja falb-
mos. Foi este combate seguido de outro em So-
riano, e o resultado foi o general Ctrabailo rom a
sua infantoria, tendo-se-lhe dispersado .quasi toda
a cavallaria, ter d-o repassar o Ro Negro para o
lado do norte e rerolher-se Pa>sand para all
refazer o seu exerciro.
Emquanto os blancos celebravam como- um
grande tnumpho estes combates em que pete me-
nos linham levado decidida vantagem, as Jolbas
de Montevideo reeusavam adniiltir que as armas
do governo houvessem soffrido derrota, e davaro
o general Suarer com o exercito do sul ehegado
quelle mesmo campo de Corralite, onde princi-
piara a batalha.
Eis a narracio qae as referidas folhas ratera da-
quelle successos-:
t Erga-se o espirito publico. Far-se a luz.
a Os tres reeonlros e nao dous, como se disse-
ra) do Crranlo e Soriano, se nao importa mura-
phos, timbera nao foram derrotas para as nossas
armas.
t As pardas numricas dos i/anrt foram tr-
plices das nossas; a desmoraUsari> penetren as
fileiras inimigas.
t Hoje chegou villa do Sallo o- bravo coronel
Movano, aeompanhado de varios ctaetes e officiaes,
entre 03 quaes o major D. Luir Vieira, ferdo, mas
levemente, de urna bala ao estomago. O major
Vieira foi terido logo aos pri metros, e no mo-
mento nmoio em qae manda*- formar qaa-
drado.
k primeira batalha, como sabido, ferio-se
no da I, principiando s 11 */i horas da ma-
nhia. O general Cataballo apresentoa era linba
para ituis de 2500 homens, e os blancos 3,-300, e
enire estes apenas. 200 soldados de infamara,
apoiados por soldados de cavallaria apeados.
Principiaram os blancos por carregar nossa di-
reita com urna forra de 800 a 1,000 homens es-
comidos, comraandados pelos cheles principaes.
Entretanto, o coronel D. Simn Martnez, diri-
gi urna carga audacosa contra a esquerda immi-
ga, repellindo a cavallaria blanca. Portn a re-
serva, em forca de mais de 500 homens, qae tinha
ordem de flanquear o inimigo, di se sabe, sem disparar um tiro. A reserva a ala
direito, commandada por Montero, fugio pr-
meira carga dos blancos : a da esquerda com-
mandada por Tolosa, dispersou-se depois da se-
gunda carga dirigida pela coronel Martnez, que
com arrojo extraordinario se vio cortado e cercado
petes blancos, salvindo-o milagrosamente sem e-
rimento algura, e retirando-so cem o seu esqua-
drao do Salto para a divisao do general Mcyano.
c A infantaria, formada em dois qaadrados de
250 hcinens cada um, rompea o fogo desdo o pri-
meiro momento, tendo apenas pela saa frente a
forra de infantaria de Bastarrica, formada em daas
guerrilhas.
a Reformadas as nossas alas pela cavallaria, e
arhaudo-* toda a linba na melhor ordem. conti-
nuou formada efazendofogo at5 s 2 1,2 ou 3
horas da tarde, mas impossibiliuda de ganhar
Tantagem sobre o inimigo pela falta de sufflciente
cavallaria depois da dispersao da reserva.^
< Bati os blancos rodearam com forhf gner-
rilhas e reservas ao oeso exerc to, ouWm teda
a maohia nm agua tinha bebido, e tu viam tros
i dia? ctu nao cunta era dorma. Era tao intensa
a sede que mnitos titeram de illo* la roo bal.'
na bocea.
> Pelas 4 1/2 horas apresentoa ss a guar.,
ayancadas um parlamentar aeoapMfcato pnr
D. I>rnab Rivera, D. Mknwl Mener uu\
Poye, com oBcios para o neoeral Garabato.
Em offfeio Armado por Aparicio.
ral em chefe tf exercito, se Aato i|ac era i
o momentoa rranlr era nnr s towitia tuer-
os Orienlaes, e que como irmios e\travia4> xr-
rependidos se abrafassem a!ti mesan, pood tora*
.'todas as dissesw polticas.
< O general Caraballo, euo o fm ntwirn <
mu louwivel de gaaaar tempo e satMr da snsaV
ficirsilaaeio, responiVu fingiado aceitar a prup
to,. porm exclunxto o general'Medim. firarn
fez previamente junto a> chefes. A' 5 hora* val-
too: outro parlamentan>, segondo pareca,
me lerceirpedioae i
fereaeia, que devepia wr lagar frente do Ara -
exordios, e em sitio e.jwdistante.
< Da parte dos blaoow assisriram Aparicio, aV-
nitz, Muniz, o coronel Fau-tino Hene>z, Perrr
Nin Reyes, eom o secretario de Apelo m
um chefe.
< Gom o gsoeral Earatnllo assisraa os coro-
nis Caraballo, Mayano, Martisa, 9atta. "
comraandantes Vasqes s Irigovea. eeota jarre-
tarte o Sr. D. Joan P. Casare.
A conferencia nio dorou ina aVaaaaaart"
de hora. Primeramente tallaran em partirul
Aparicio e Caraballo de ambos o lados- s* m-
trou dsete da uniao e frateraiaa*. Apae.
chegou dizer: Se por es trazar esta 6t
querem a uniao comnoson, afora mesmo
co, general Carabnilo, s poremos ockra Entio o coronel Moyaao exprimi a nonfa* o>
deixar o convenio apraaado para o dta sagaaa*. -
assim se> !at, voitaado da n par*-o seo aeaas
pamento.
Eraa 6 I horas da toree, e tffam Je-
vaoton o acampamento a tramferi-o para al^nc .
distancia, o geceral CarabaMa levialaa tai -er
immediataoieoie o sen, e-ooo> a sua Tena, arfltaa-
ria, bagagras e feridos, dJiga se pon S. Salva-
dor, ebegaado a Sariano pnta 2 horas a iaro> d
dia 30, depois de asna marea de 18 legaa*. Rata
a p, pela infantaaia e os-earalaeiros nal Boato
dos, tonda os conductor? passado para a anorta
eom todas as cavalbadaa, abaaaVnasdo o easapn
no momento da primeira carga dada peto alna
eos.
Duas horas depois de e-arem em Sor-aa >
espalhou-H a noticia da appmxiosaco do awntax>
que, qae svanrava.com ama vaoguarla da earca
de mil horaans de cavaaria. Os blaaeos pria*v-
piaram o ataque, mas (oran rerhacaaa pata
nossa infantaria qae Ibe fas am fogo- aa* un
at s 8 horas da noute, em que o fogo ceseos. o
nosso exeioito neste peqaeno ratantr saa taq-
un nico ftido. ____
Nesse momento priocipioa a nossa. eavaJtarvi
a atravess.-j/ para o norte no vapor Ghamm e eta
algumas lanchas. A- infaataria ficoc no haca
de Soriano, onde havia sida postada peto cuasaaas-
daote Gaiarsa, qne servio de-vaga ao. ^^ ^^
oiosnTa, oneerra naT rea da S a W acamara, aaa
cercado de estacara. Est nde-e saaae a aaar-
gein do no Negro o que anda o torna maHaaar-
cessivel. O coronal Myaao dea a esto naca* >
nome de Estero Bellaco.
Os blancos cahiram r.a imprudeeeia de ata-
car, julgando talve: que nio haveria mato a*r
gum piquete de intontaria para guardar a
gem, porm, quando meaos o pensava
ceu a nossa iotantar.a e travou um rentado i
bate que dnroa aljun- momentos.
t A nossa infantoria sob o commaado dea va-
leales Vaseaez e Coronado earregoa ba raneta
os duzeotos soldados de infantoria o oaatqnadn**
desmontados apo:ados por outros de eavaHana.
Foi lio violenta a carga, qne a infaatoria fiwu
confundida com os cavaba Iros. Os iafaaias dtti -
roado, qae nao tiobarc bayonetas, *ottarasa ao
armas e cm as coronias espaacavam. o iBjaa-
gos. Coronado Bastarrica chegaraa at dan*
varas de distancia. Coronad., aovara qa*-
Bastarrica ferir" dar vclta ao cavallv e agarrar-
se ao seHini no momooto de mandar carregar a
bavonelt.
" O campo flcou joawadc de mora e '"*''-
Calculase a perda do iniraig' em mai> de3>
homens. Entio este, sem lembrar se qn* os
seus feridos iam morrer qoeiraadoo, ine-fadioc
acampamento por um lado, emquanto o tooanaa-
dante Coronado Ihe lancavao fogo pelo ontro W
blancos retiraram-s* nao apparareraai raa.-,
podendo a nossa infantaria embarcar-se ceatoda
a faclidade, sem que niaguem a incoo)n!od.-s*.
Neste conllicto n.orreram dons n.Hie
infamara de Aparicio, um d'elles itahano. '*
nossos soldados iheram consderavoi presa*, i
maram relogios. espadas, reflese nsoito f^aiaprt--
tenceate aos officiaes martes. Os blancas aadaaj
perfeitameale armados ?om armas aporeepad.-H.
De tarde o inimigo coltoeou margem do rio aaa
peca do artilharia de ao, de cabhre 4. qa baa
sido empregada. na batalha de 29, e daparao al-
guns tires para a margem opposta. -~J*tr
C/ana, que estova fundtado o.m o fendaa nu
mete do rio, metiera urna bato qne tbe aitay-
sou a caixa das rodas. O coronel Koaano est
s-atade. no cenvez, e a bala Iba pasaoa. a aanaa*
de meia vara por ctoaa da caLeca. ....
Ante-hontem eabarcou-se o general laraa*
cem o peu exeicit de 1.300 homeo na vapor*-.
Coquimbo, Genuat Baltle, feaar** e rio LrHfnuy,
. Alm disso aram por ierra uns quioheattH
homens s ordena de Irigoyen ontros enefs
Levaram tamben as eaval hadas.
c Feliz mate nio temos a lamentar a perda a>
chefe ou offictol algnm. Temos ovmlo altar
brilhante procedimento do eommandante (trona-
do, que prancoa prodigios de valor. Os rhef'"
principaes, os Caraballos, Movano, Gallarda, Mar-
tnez, Vasquez, Irigoyeo e outros rivaliuran ea
bravura e actividade.
O general Caraballo, sobre qneai pesavaii
terrivei* aeeusacoes, est astificado. O esero'o
do note salvou-se, e dentro em poueo toraara *
emprehpnder novas oporar,i5es com mato ardo
t Se nao se vencen, deve-se isso cubara .
siguas, poucos, i qaem o gavemo
. '
a o conselho de"guerra"e anpirar hmj rtff'-
rosa pena militar, para que no fnturo \
covardes toda a respoosabilidada aaf
rem aquelies que nio rumpram a se *'
Torna va a fallar se na proxina sabida do r-
siJent^rgeneral Batl'e para a campan Taina**
3e dizia que o governo, nio leudo coasagaada l
vaniar o emprestimo interno para ajar tara aat<
risado. a pedir s cmaras nova aatansaca para
emiltir bilhetes de crdito amorttoaveto coa as
4 por eento de noves direito da alftadcga.
Do Rosario communicaram pelo toieajrai
para Baenos-Ayres a noticia de n irata^aeoa-
tecimento que -e diz occ >rrra na Aa>oani>aiia.^J
noticia que carece ser conllrmada, atada an
ce'Hda nos seguimes termos :
Deu ama folha a noticia de II
ver assassinate nma Pajgiai "^
pretexto armaram-se WlttrJ"
unprensa, matarara os *V*'TZ,ZT
edifleto) e coran: enerara ou< a*^f^%tmwli.
O governo pedio o P^dVKi'i2l'-
nas para confer 0 mou, ^^STlfT
ram-se at cata do gaverno, gritaada ye tara *
ta-lo i baixo. Travaram enlio at|a*aV9 ItaU..
um combate com as torcas paramara e argtati-
paa, do^ amando o jeienT Yef, "


DwfKV de Pemambtico Seginda fera 24 de Outubro de 1870


vinas tajras o conflicto, em que de ambas as partes
ficaraei mortos ou feridos uns 30 homens. Poi
msrto un hadante dotenerfil Vedia.
A, torcas argentina* prenderamJOO Italianos,
pondo-so 3 outros era faga. A" co(Steriiaeao foi
grande, peis o cmbate travou-se as mesroas
ras da Assumpco.i
Por decretos de 12 de oulubro orain ne.mea-
dos :
Conselhoiros de sudo extraordinarios os Srs.:
duque de Guias, conselhelros Francisca de Paula
de negreiros Sayas Lobato e Zacaras de Goes e
Vasconcellos. .
Presidentes; de Pernambuco, eoasslaeiro Dio-
fo Velho Cavaieanli da Alauquerque ; de Minas,
Antonio Luiz Affooso de Camino ; do Maranhio,
Augusto Olympio Gomes de Castro ; do Paran,
VeBatieio Jos de Oliveira Lisboa ; da Parahyba,
senador Frederico de Alineida e Albaquerque.
Por decreto de 5 do correte mez. foi concedida
i D. Mana Clara da Assumpcao, mi do teneote
do exercito Franci ico Xavier de Araujo. morto
em combate, a pensao de 21J mensa??, sem pre
juizo do meio sold que Ihe competir.
Por portara de 11 da correte perraittio-se ao
primeiro cirurgiao do corpo de sade do exerci-
to. Dr. Ayres de Oliveira RamosK eor.tnuar a usar
dos destinctivos do poslo de cirurgio-mrJde bri-
ada, em que foicommissionado durante a guerra
o Paraguay, nos termos do art. 4. da lei n. 1,763
de 28 de juubo prximo passado.
Por decreto de 12 do corrente foi nomnado Es-
tevao Jjs Pires Ferro para o lugar de solicita-
dor dos feitos da lzeuda da corte.
o -.----------
No transporte S. In parte hoje para o Rio di
Prata Paraguay o Sr. conselheiro Jos Alaria da
Silva Prannos, com missao e-peeial para eeebrar
tratado detlnitivo de paz. Acompaobsm-no como
secretario da missao o Sr. deputado Dr. Jos Ma-
a da Sil /a Paranboj Jnior, e comj addido o
primein ofQcil da secretaria dos negocios surta-
geiros Jlo Luiz Kealing. Desejamos S. Exc. e
seus companheiros prospera viagein, e o mais feliz
xito, para a sua importante comraisso.
O Bvd. Sr. Presten, ministro da igreja ingleza,
prornoveu entre os seus compatriotas residentes
neela corte urna subscripto para a compra de
nos, destinados aos feridos das duas nacSes que
agora se guerreiam na Europa.
Foi ja arrecattada a somma de 200, das quaes
100 oram entregues ao consulado francez, e 100
ao consulado norte-allemio.
A subscripto contina aberta. Este fado faz
honra aos sentimentos philantropieos dos subditos
mglezes residentes entre nos.
a das leve denuncia a polica de que falle-
cer, vctima de sevicias, o preto Joo, eseravu
de Manoel Jos Empinla Bittencourt, morador
roa da Vista Alegre n. 5. Teado procedido exa-
me no cadver do preto, a auloridade recolheu
pristo Maria Rosa Seabra Espinla, Jos Francis-
co Duarte Pereira e Manoel Antonio da Cunha,
bem como os escravos Jugurtha, Jas Gregorio,
Thsodoro e Samuel, para averignacoes soora o
ha nicidio do preto ; Man el Jos Espinla Binen-
coart evadi -se.
- 14-
S. M. o Imoerador, auompanhado de seas se-
manarios visitn antedi miera a escola militar,
praia Yermelli,, onde tiegou s 10 1(2 ho-
ras da manira, e retirou-se qaasi s 2 hars
da tarde, depuis de asistir aos exames dos- alum-
nrsda aula preparatoria de inglez e aula da
2* cadeira do Io anno do curso superior, tendo
tambein percarrido as dependencias do estabele-
cimento.
Por decreto de 12 do corrente concedeu-se ao
capitn do 3 batalho de artilharia a p, eom-
missiouadp no posto de major, Anfriso Fialho, a
demissao que pedio do servico do exercito.
O Sr. conselheiro Zacaras de Ges e Vascon-
cellos nao aceiten a noraeacio da conselheiro de
estado extraordinario.
O Sr. visconda de Santa Cruz conceden libar-
dade a um seu escravo da nome Francisco.
Em casa do Sr. Domingos Moutinho est ex-
posto u o lindo lbum que alguns offlciaes do
exorcito, guarda nacional, extractos corpos de vo-
untarios e varios outros amigos olterecera ao Sr.
baro de Muriliba.
^Aa <"ae"ormi imw-irSi -oti rntsfno ^ftiW? is-
cantos.
So centro da capa superior esto as iniciaos B.
**. no centro, de um escudo sotoposto a ama co-
-5a de conde, ladeado pelas figuras da justica e
da guerra, e assente -obre emblemas militares
Judo i Kt centro da outra capa l-se a dedicatoria em
Hesto ovil mmente Jo ouro.
O todo um bonito trabalho e digno de sor
i nal, j caracterisada as i.preosas, nos
clubs, em todas as formas da ssociaijo,
su tradozira no seio dacaraara em tima
vontade r*Hula.
Raras veies se ter ^isto em nosso rgi-
men tanto r^speito pelos fmmedtatos dele-
gados da oacSo.
O patriotismo da cmara respondeu per-
tinentemente este nobre appello. Os nota
veis trbateos que se devem s commisses
diiem o resto.
_ E' no momento em que esta grave ques-
tao se impoe com toda a solemnidade de
urna manifestarlo do espirito nacional, qne
um novo e esperncelo gabinete aonancia
o seu generoso frogrsma. -
N5o urna nova poltica a que se inau-
gura. E' a situaclo quo se firmt, se des-
envolve e toma perante o paiz as grandes
responsabilidades de solacees esperadas.
Quebrado o obstculo que nos imponba a
guerra, a situaco deOoe se sem reboco.
Sem interromper apoltica inaugurada
etn 16 de julho, mas aoc.eutuando-a no que
ella consagra de aspirafoes altamente cou-
fessaveis, o gabinete n8o evita nenbuma
responsabilidade ; o esforco e o trabalho
vam ser as suas divisas.
A tolerancia, que na"o o vacuo das con-
vieces ; a mnderaco, o inviolavel acato
de todos os direios, de todas as aplidas
verdeadas, de todos os merecimentos :
sao virtudes polticas de qud o gabinete de
29 de setembro offerece o penhor em cada
um de seos membros.
O paiz pede reformas. Pede-as. A re
forma jadiciaria, a reforma eleitoral, dons
grandes problemas que se fizeram urna
verdadeira aspir'Cao nacional, sao desde j
proraessas que o paiz tetn registradas,
A grave que-to (h emancipaco ser re-
solvida com attenco aos mltiplosinteresses
que envolve. Tanto quanto esta Mlatfo
se pode por em harmona com os vttaes in
teresses da propriedade ; tanto quanto se
pode querer urna soluco desapaixonada e
profundamente reflectida, o novo gabinete
prometie.
Os nomesque o ornamentam, do garan-
ta da sioceridade de suas prooiessas.
O Sr. viscondk de S. Vicente o pu-
blicista justamente estimado pelos seos li-
vros; o jurisconsulto profundo ; o tratadis-
ta eminente; o parlamentar semprenoraea-
do com honra ; o bomem publico e parti-
cular a-lmirado pelas suas Inzes e pel^s
suas virtudes.
Salles Torres-Homem o parlamentar
distincto, o orador profundo que- levanta
monumentos em cada um discurso, o ho-
rnero que tem feito o mais aprofundado es
tudo do redimen linaaceiro.
No Dr. JoAo Alfredo, v o paiz e v a
soa provincia com um legitimo desvanec-
ment o esplendoroso e cultivado talento
que, as luas da imprensa e da tribunt
jadiciaria e parlamentar, elevon t5o alto o
sen nome e a sua verificada aptidao. Es-
pirito de escolha, o Dr. Joo Alfredo co-
nhecdo e estimado em sua provincia pelo
seu inviolavel apego aos mais rgidos prin-
cipios de moral poltica. Elle saber justi-
ficar nos conselhos da cora o qne Pernam-
buco espera de sua fecunda administrado.
Nos que temos nomeado, e em todos os
pr.ibos caracteres qne conslituem o gabine-
te de 29 de setembro. pode o paiz repou-
sar a mais mperturbavel contianca.
Qnegritem exagerados relormistas, ar-
ehltectos de minas- polit'cas e sociaes, de-
_a*b" pooTr" 'inolHereotV o podbif"a8'!/
justos reclamos da opinio... Opartidocon-
servador corresponder eloquememente
espectativa nacional.
aviso a presidencia
foi expedido o seguinte
provincia do Marinhlo:
Itfm. e Exro. Sr.-Consultou o ininetor
thesouraria de fazenda dessa provincia, i ofu
de 3p de agosta ultimo, se pode ccnmularos re
peeMvoi vsneimentos o coqego effectivo. qae|
professor publico, ou vgario collado ci
Londres 22 a 22
O MaB Alerta, entrado hontem, procedente de
S. Math-u, tronxe a seu bordo seis trip liantes
111 jstaeho ftirlenst, pie teado sahido de Cauna-
etras para o Rio, carregado de madeira, foi a
|ue n.i aitara de S. Ma;heus a 23 do mez pas-
ado.
Salvi'U-se a tripola.;ao na lancha do referido
patacho, a qual conseguio entrar naquelle porto.
15
Entrn hontem o transporte Anicota sahido de
Mastevideo 6 do corrente. Nao trouxe folbas, e
a bordo apenas referiram terera-se feito naquel-
ia cidade algumas prisoe3 polticas, entre ellas a
do Sr. Berro.
^ Sob a presidencia da Sr. veador Lima e Silva
- tiriulio reunio-se hontem a assembia geral dos
accionistas do Banco do Brasil aflm de eleger o
respectivo presidente, em conseqnencia da rennn-
da, que deste cargo fez o Sr. commendaor Mi-
tao Mximo de Soura.
Aberta a sesso, depois de lida e approvada a
acta da anterior, o Sr. conselheiro Jlo Jos dos
Reis propoz que se inserisse na acta urna decla-
raca dadnr Militao, p^los servicos que prestou ao ban-
co durante o breve praso de sua administracao.
como tambero de sentimento pela retirada do
averno senhor do cargo de presidente. ,
Posta a votos a proposta, foi approvada.
Pi'ocedendo-se em sguida eleicao, forara re
cebidas 81 seJulas, representando 2V7 votos, que
apuradas deram o seguinte resultado :
Dr. Jos Machado Coelho de Castro. 196 votos
Cimselheiro Christiano Benedicto Ottoni 30
Dr. Francisco de Assis Vieira Bueno 13
Houve i cdulas era branco.
Em virtude desta votacao foi proclamado pre-
sidente do banco o Sr. Dr. Jos Machado Coelbo
de Castro.
OlflRIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 22 DE OUTUBRO DE 1870.
O ministerio de 99 de setenfero
e o sen progranni*.
O gabinete de 46 de julho tinba acabado
urna g^riosa misslo.
S i os entnenlas servicos qne prestou pe
di-sem desde j o seu lugar na historia do
naiz, dir-se-hia delle pelo melbor dos elo-
gios: 7ERM1N0U A r.riRRA.RESTAUBOU AS
i INANCAS IMPRIMI AO EsnitlTO-P REFORM*
CHA DIRKCCO (RAVE, PROFUNDA, BEFLECTIDA.
No exterior, \>vt daravel. Iiarmonia amis-
to<:n com os nossos nqoietos vismbcs, ere-
di<) b.'m nado; do interior, respeito
lo.i-s os direitos. aprr-co de todos os mcre-
meolot, olena eimpertubardatranquillida-
de. atteneio solicita por todos os gran-les
mefevTameQtof, reformas iniciadas e esta-
dos f i.
S em tima delicada questo, a da eman-
d|uca.), d gabinete julgon por ntelhur pe-
dir miento om-t patritica iniciativa
Q:n !i i > i.il, que entende com os mais
satTilo-* inttresses do paiz, na" en b in
qu'i u gablete Ifte tomasse as seversis rs-i
'posbrhdades sem uica-manifestado fran
ca. explcita e decisiva da cmara eloctiva
Ao envez dos que pensara que do fundo
de um gabinete que se-plaaisam as grandes
reconstruccoes o ministerio de 16 de ja%>
eatendeu sabiamente que a aspiracao naci-
UToticlas do su! do Imperio.
Cliegou sabbado pela manhaa o vapor brasileiro
Anno, trazendojornaes, da corte at lo, da Baha
at 20 e de A taguas al 21 do corrente.
Sob as rubricas Exterior e Interior damos por
extenso as noticias mais importantes; alm das
qnaes encontramos nos jornaes as que seguem.
MATTO GROSSO.
Alcangam a 25 de agosto es jornaes de
Cuyab.
Encerrara- se a sesao da assembia legislati-
va provincial.
No da 28 de Julho tomara posse do cargo
de chefe de polica o Dr. Fernando Maranhense da
Cunba.
COIAZ.
No da 3 de setembro cbe?ou Goyaz, vindo
de Leopoldina, o Rvm. diocesano.
RIO-GRANDE DO SUL.
No dia 1 de outubro devia installar-se a as-
sembia provincial composta dos Srs. senuintes
1." distncto.
Dr. Rodrigo de Azambtja Villa Nova.
Dr. Fausto de Freitas e Castro.
Dr. Luiz Antonio da Silva Nunes. ,
Dr. Antonio Jos Pinto.
Dr Joo Pereira da Silva BorgesFortes.
Dr. Antonio Alves Guimares de Azambuja.
Jos Alvares Ferraz d'Elly.
Dr. Joaquim Jacinlbo de Mendonca.
Dr. Antonio Pereira Prestes.
Dr. A. J. Alfonso Guimaries Jnior.
Dr. Abilio Alvario Martins e Castro.
Dr. Albino Jo*> Pereira.
Dr. Manoel de Oliveira Paes.
Dr. Alfonso M. Abicli da Fontoura.
Dr. Eugenio P. C. Malbeiros.
2. districto.
Dr. Silva Tavares.
Mando Ribeiro.
Dr. Alahyde.
Dr. Moura e Cunha.
Coronel Simoes Lopes.
Eudoro Berliok
Dr. Seve Navarro.
Dr. Domingo dos Santos.
Dr. Feiisberto Coelho.
Dr. Borges Fortes Filho.
Dr. Jos Brusque.
Dr. Carlos Flores.
Dr. Emilio Barrios.
Bernardo Das Sobrinho.
Coronel Pilar.
Os jornaes pnblieam a seguinte noticia:
Nu da 22 de agosto de 1870, os Srs. capitao
Vicente Jos Gomes e soa mulher D. Gertrudes
Euf.-azia Lopes, moradores nolp, districto da
C*ncecao do Arroio, passaram carta deliberdade,
sem contribuicjto algu na, aos seus escravos se-
gaintes: Narcisa cnoula, de'35 anaos; Thnroa
zia, crioula, do 43 aonos; Ivelina, mulata, de 43
aonns"; Csibarina, crioula, de,40anflos; ADge-
lica, crioula, de 36 annos; Laarinda, mulata, de
32 anaos; Floriuda, mulata, de 29 annos; Albino,
mulato, de 15 anoos; Mara, mulata, de 29 aonos;
Firinino, mulato, de ?0 annos; Anna, mulata, de
18 annos; Elisa, mulita, de 10 annos; Manoel,
mulato, de2 annos; Maria, mulata, de 1 anno;
Belisario 55 annos e Fiancisco, mulato, 23 annos
ao todo 16; alm de;te3 ja libertaram na pa bau-
tismal tres mulatinbos.
S.PAALO.
No dia do correoje fallecer em lampinas
D. Reginalda Delphim de Andrade, deixandoli-1
vres ons escravos Andr e Antonio.
O Sr. Jos Joaquim de Oliveira Fernandez
da mesma cidade. por occasio de proceder ao itt
veotario, por fall?cimento de sua esposa, tamben!
u< ciaron livres dous de seas escravos.
. t~ -' "''i de Campias de 6 do correte n>
ticia que no da 2, no bairro da Venda do Matuz^
Aatoitio Piuheiro desfechra um tfro de espingar-
da em seu pai Antonio Jos Pinneiro, do qns re-
sultou a morte deste. Os motivos qne levaran
esse moco a commetter ul attend. eram igno-
rados. A autortdade procedeu logo ao amo de
corpo de delicto.
tan BE JANBIBO.
Pelo ministerio do imperto, em 8 do eorrenw,
Ifllfltnendado.
Em resposja ca'ie-me declarar a V. Exc. naia
o fazer constar ao dito inspector :
1. qne o roni'go efecMvo nao pode era can
algum servir ao ciesmo tempo como vgario coi
lado ou aaeommendado, como se deduz do avii
n. 311 de 27 de outubro d^ 1859.
t 2. Qoe 'nao resulta da natureza dos cargos a
ineompatiUlidridede exercer o conegj effectivoD
lugar de profesor publico, urna vez qm seja poj;
sivel desempeobar satisfactoriamente, em hora?
diflereotes, as fun 'ees de ambos os cargos favisi
b; 220 de 21 de-(orno de 1863). Nao havendr,
porm, essa tossibilidade, o que se deve apreciar
em cada caso espooial, a deeisao nao pede deixar
de ser differente.
Dens guarde a V. ExcJoo Alfredo Corree
de Oliveira. *
O cambio ivgulava sobre
1/2 d. papel .particuler.
\s apolities geraes de 6 0/0 vendiam-se de
3/i a !)1 7/8, e as do mpreslimo d 1868 a 1-0123
cada urna.
A ilrandga arreeadou de'l a 14 do corren-
\7m-k i. / 1 / ).ri.
Sahio para Pernambuco, a 13 do corrente, a
barca argentina Cosmopolit.
E-tava carga para Pernambuco a barca
portugneza S. Manoel II.
DUIIA.
No dia 10 do corrente assumio as rodeas da
administrado da provincia o Exra. Sr. barao de
S. Louronc\
O brigne-escnna do guerra Tonelero sahira
para m Ahromos.
Pela presidencia da provincia oi designado
odia 8 de Janeiro prximo para se proceder
eleicao de um deputado assembia garal, em
substitnicao do conselheiro Lbiz Antonio Pereira
Franco, chamado para a pasto da raarinha.
A soeledade dos Veteranos da Indepenenda
proeedeu eleicao do conselho director respectiro,
que fleou assim organisou :
PresidenteCommandante superior'Joaquim An-
tonio da Silva Carvalhal.
Vice-presiden*.e-chefe de diviso Augusto Wen-
ceslao da "Silva Lisboa.
Io secretarioJoao Pedro da Cunha Valle.
2* ditoAntonio Gentil IMraptan ThesonreiroManoel Flix Pereira de Aranjo.
VogaesCnnegii vigaiio Joaqaim Cajn^iro de
Campos, capitao Manoel Joaquim Xavier,.alferes
Simplino da S;!va Res Jorge Gomes, p/ofessor
Manoel Pedro da Costa Cirne, maj r Joaquim Bap-
tista Imborana. Manoel Joaquim de Magalhaes, e
Andr Diogo Vaz Motum.
EscrivaoFrancisco Ernesto Ribeiro.
Sahira, com destino Franca a annoneira
franceza Le Courieux.
Lomos do Joanal :
Tivpram hontem lugar na cathedral as ese-
qnias solemnes mancadas celebrar p?lo Exm. Sr^
areebispo, conde de S. Salvador, poralma de seas
bravos diocesanos mortos na guerra contra o Pa-
raguay.
A igreja trajavjt completamente de crep r6xo.
a No centro elevava-se vistoso enotaphio, sus-
tido por qua^ro c< lumnas em cads urna das quaes
efttrVam representadas as diversa classes que to-
rnaran) parto na guerra.
A disposicio do cenotaphio era ests : na co-
lurnna da entrada, dolado direifo, via-serepresen-
tado o exercito por armas, artlheiria e unifrme
do exercito ; na no lado esquerdo a marinh por
um navio e uniforme da armada; e na* cr.lnmnas
em frente au aar mor a engmnria por um cas-
tell'i e dous globos, e a inedidna, o cirro e o com-
mercio pelo capillo, barret.s e< .'lesiasticos e ca-
duceo.
Em redor estavam inscriptas as datas de com-
bates em que o exercito e a armada tomaram
parte, o c s logares tnai importantes onde se tra-
vsrm rrnhidas pelejas.
< Xa frente erguia-s um tropho de armas ; e
junto a cala columna eslava collocada urna pira
a exhalar lloveos d'incenso. No centro em un
trnnsfmrante roxo sobro o qual se dfsenvelvia o
sarcfago rematando p^r urna cor6a de ouro, e3-
tavaio vscriptas as provincias do Brasil, e es no-
mes dos mais notareis dos bravos fallecidos.
Na aboba Ja havia profusao de cores moebres,
e em cada' face do'criotaphio estiva collocada urna
cor brasileira, tendo aos lados bandeiras naci-
0,V ao*hedempto?r"'riar ereuia-se tP-' a
* Uop iis da missa pontifical orou o Ilustrado
Revd. p idre mestre pregador imperial Fr. Ray-
muado, que esteve, como sempre, na altura do
assumpto.
E-uiyeram presentes ceremonia o Emx. Sr.
conselheiro presidente da provincia baro de 5.
Lonrenco, Dr. chefe de polica, brigadeiro com-
mandante superior, coronel commandante das ar-
ma-, cmara municipal, clero, diversos funecio
narios pblicos, pessoas do commercio e de todas
classes. Fazia as honras o batalho li de linha,
que durante qnasi toda a ceremonia oceupava a
navo anterior do templo.
Fiudo o acto religioso o batalho desfilou para
a praija do Conde d'Eu. onde deu as descargas,
t A armaco foi confiada ao Sr. Costa Ferreira.
O cambio regulava sobre Londres de 21 Ii8
a213|8d.
Alfandpga renJeu de 1 a 18 do corrate
375:4195878 rs.
SERGIPE.
0 presidente da provincia fez urna visita
Maroin, Capella, Propn, Villa-Nova, liba do Ou-
ro, e Rio S. Fran-ir;o at Piranhas.
No balango dado a 8 do corrente nos cofres
da thesouraria provincial verificou-se o saldo de
22:293JH7 rs.
ALAGAS.
Acha-se no porto a corveta americana Pors-
thmouth.
= Leraos no Penedense :
Terca-feira 27 do corrente, as 9 horas da
ooute fundeou em frente esta cidade o brigne
inglez Ruth commandante Thomaz Curphey vin-
do de Liverpool com 40 das de viagem, o qual
se achava na altura do Aracar, urna legua abai-
xo desta cidade, desde o dia 25 a espera de mar
para entrar.
Veio rebocado pelo vapor Paulo Affonso, da
companhia Bahiana.
< J o Sr. Luiz Campos, digno agente dessa
companhia se havia prestado de bou) grado no
dia 26, pela manhaa, a faze-Io rebocar pelo va-
por JequUaia, da uavegaoo fluvial, porm sera
resultado, por nao permittir a cbea do ro ; re-
sultado este que nada inflie para desmerecer a
boa vontade e empenho cora, que este Sr. se pres-
tou a to til quo apreciavel favor.
A noute us Srs. Araberg & C. mandaran) vir
urna banda de msica e differentes licores para o
seu escriptono no largo de S. Goncalo Gsrcia, on
de obsequiaran) cora a raalor sailsfacao todos os
amigos, que compareceram a sauda lo pelo feliz
xito da entrada do segundo navio, que snlcava
as agua* do S. Francisco, a sua consignaelo. To-
cadas tres lindas pecas de msica, dirigiram-se
difireme cavalheiros, dos que se achavam pre
sentes casa do Sr. Luiz Campos, ficando a m-
sica fra. Ah o Sr. Amberg, no auge do maior
entbosiasmo levanton urna saude ao raesmo Sr.
Campos, era agraoV.ciinento sincero aazelo e in-
teresse que tem tomado bem da sua casa, auxi-
liando-o nos estorbos necessarios para a ntrala
dos seus navios, visto anda nao se acbar o ro
as c.ndicoe- convenientes de dar desembaracada
navegaca. aos barcos de maior calado.
Aps. dirigindo -e o mnn Sr. Amberg
uina das janeUas saudou aos Penedenses dos
quaes espera apaio e coadjuvacao para a sua au
\ mate, nossa forma de governo, ao Ilvre andaman-
Jto da'administracao publica.
c No intuito d atalhar a soicesso dos abaso
!ud*vicum noisas instituicSes e tolhem seus bene-
cios praticos, tomn o gabineu o solemne empe-
nho de auxiliar o parlamento na modlfjcaco de
algumas de nossas leis mais importantes.
tt Mas estas reformas, quaesquer que seiam, nao
alcancariam os nobres resultados a que sao desti-
nada', e nem os sentimentos de moderaco e justi-
ca de qoe se acha o governo imperial animado,
sortiriam seus naturaes effeiios, se seus delegados
as provincias, compartilhando os mesmos senti-
mentos e temiendo ao mesmo flm, onlo ajulassem
pr orna harmona constante do esforcos a Armar
a conflsnca, e a sustenur a verdade e a elflcaeia
das promessas do rgimen constitucional.
O gabinete aspira primeiro que tudo a colher
os elementos de sua vitalidade e forca no apoio
moral do paiz, e este so se obtem ptla religiosa
observancia das leis, pela realisa(.) dos progressos
refleetidos, e por urna administracao que nao so
confunda com a poltica, gynindo separada na es-
phera serena e inaccessivel influencia dos suc-
cessos que produzem a continua moralllade e
agitafao daespbera poltica.
T por isto quo o ministerio exige que V. Exc.
tome por principal missao ser o .dministrador ira-
parcial da provincia, antepondo' o desvelo pelo
adiaitamento moral na populacao e pelos seos
progressos materias a quaesjuer ontras preoecu-
pagoes. Como guarda fiel da lei, cumpre-lue ao
mesmo tempo empcegar todos os seus esfor^os para
qac nao sejara frustrados estes designios, e acero-
(jados pela impuuidade os iibusos e violencias qne
os agentes subalternos da autorilade possam per-
pslrar a pretexto de prestar servico3 que o govern >
imperial rejeita e condemna.
' Conllado na lealdade de V. Exc, o ministerio
ronta que esta linha d> comportanento que acaba-
mos de tracar, e que sem duvida corresponde aos
honrosos "sentimentos de V. Exc, ser invariavel-
mente segnida.
Deus guarde a V. Exc. Visconde de S.
Vicente, a
assembia geral n. 1,667 de 9de*ilbo do cor ren-
te anno .
Dcima.O governo imperial sem prejuizo do
qoe se acha estipulado nos contritos anteriores, Ol-
ear exonerado da obrigaco da garanta do cap
tal addicioml de 485,660 no rn da 30 annos
contados desta data.
Decima prfcneira.Do-se j^,liquidadas as
a
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAEIA.
CIRCULAR MINISTERlAL.-Pelo Exra. Sr. con-
j>efte^rov,3cond. de S.Vicente, prenderte do actual
SibitM deaiadh, rm dirigil a, presidencias da
probadas a seguinte circular:
Rio de Janeiro, 10 de outubro de 1870. -fm.
e Exm. Sr.-NoDwno Oficial encontrar V Exc
a exposiro dos prnripi< d iuteocoes que erri
nome do novo gabinete ti ve a honra de iazer asAtas
cmaras leji^tativas, e qne devem dirigir nosso
pcediraento no desempenho das arduas faoS
Nssa xposlo promettemos a naci com a
lealdade qne I be devida, o respeita a todos dirmi.
tos e so desaoTolvimenlo regulaT das Hbwdade
publicas, asstm como a moderaco na tala cont
os obsuculos que as prren$ow;ir pahtoes Doliti
cas e os interesses partidarios oppoem frequeme
FOItCAS DE TERRA-Sob o n. 1843, em 6 do
corrente, foi sanecionada a seguinte lei da assem-
bia geral:
Art. 1 As'forcT! de trra para o anno finan-
ceiro de 1871 a 1872 constaro:
< 1. Dos offlciaes das differenies classes do
quadro do exercito.
2. Em circurastancias ordinarias de 16,000
pracasde pret, e de 32,000 em oircurasiancias ex-
traordinariis; pdenlo, na insufllciencia de outros
meios ser as Torcas extraordinarias preeochidas
por guarda nacional destacada.
< 3. Das corapanbias de deposito e de apren-
dizes artilheiros, nao excedendo de 1,000 pra-
cas. *
t Art. 2." A disposico lo art. da lei de 20 ds
julho de 1864, que a lei de 28 d junho ae 1865
declarou permanente, observar-se-ha de conformi-
dade com a lei- n. 1471 de 25 de setembro de 1867,
arL 3*
Art. 3. Serio considerados, desde j, como se
graduados fos-em, os offlciaes do exercito e pravas
de pret, que forara commissionados pelos generaes
era chefe durante a guerra e-que se acham actual-
mente conservados nestas commi3soes.
Art. 4. Ficara revogadas a; disposicoes era
contrario.
SELLO DE LETRAS.-Pelo ministerio da fa-
zenda, em 22 de setembro, foi expedido o seguinte
vmo a directora geral de contabilidade do the-
souro :
Tendo presente a represontnco que fez a V.
S. o conselheiro thusooreiro gera. do thesouro na-
cional, aeerca de algumas letras, enjos endossos
eram ali objecto de duvida, quanto ao pagamento
do sello proporcional, e conyindo resolver esta
qfjest) de modo que a soluco abranja os endossos
que possam lar-.se as diferentes especies de le-
tras, de qne trata o regularaento lo sello, aflm de
qne se nao susciten) mais duvidas; declaro a V.
S. o seguinte,:
' 1." Que os endessos feitos ordem, sera a de-
claraco de valor recebido, on em conta. quer
sejam em I ras semprtiso, quer em letras d vista,
antes oii depois da apresentagao dellas, quer em
letras praso, antes oa depois-de vencidas, nao
pagara sello..
%.' Que tambera estao isents do pagamento
desse imposto os endos.-os feitos sobia ttulos
vista, antes'de sua apfesentato, quando cont-
nham a declaracao do valor recebido ou era con-
ta; e bem assim os quo forera lancados em ttulos
praso,_ antes de seu vencimento, com a mesma
declaracao de valor recebido, ou 'ira conta. _
* 3. Que est), porm, sbitos ao sello, nio s
.- "-"*w-w~.rr... m iiions sen piio. aos
quaes nao falte a declaracao do valor*recebido, ou
em conta; os lancados em ttulos i vista depois de
apreeniados ao aceitante, e sem falta daquella
ueclaraca, mas tambem os passados sobre titnlos
praso vencidos, contendo a declaracao de valor
recebido ou em conta.
4. Finalmente, que quanto aos enlossos em
branco, seguir-se-ha o que lica explicado na so-
lu;ao 3, quando os mesmos forera lancados sobre
ttulos sem praso, visla e praso: sendo obr-
gados o sello na hypothese, sem destineco de
tempo ; e na 2* e 3* s depois da apresentaco ou
vencimentos dos mesmos ttulos. Fora oestes* casos
nenhum endosso era branco obrigado ao im-
posto. >
VIA FRREA DO RECIFE AO S. FRANCIS-
CO.Damos era seguida as condicoes do accordo
celebrado entre o governo imptrial e a companhia
da estrada de ferro do Recife ao S. Francisco :
Primeiro.Quando a renda liquida da compa-
nhia exceder o dividendo de 6 112 0|0 sobr o ca-
pital garantido de 1,683660 o excesso de 6 1|2
0,0 at 7 1|2 0|0 ser destinado exclusivamente ao
fundo de amortisaco. O excesso di 7 1|2 at 12
0[0 ser dividido em partes iguaes, pertencendo
urna ao governo imperial, outra companhia e a
ultima ao fuudo de reserva. O excesso de 12 1|2
0|0 ser exclusivamente do governo imperial.
Seguuda.Quanlo o fundo do reserva tiver
atnngido a quantia de 20.000 a terca parte do
excesso de 7 1|2 ou 12 i|2 0[8, de que trata a
clausula antecedente, e que deveria destinar-se
ao referido fundo de reserva, perlencer com-
panhia.
Terceira.O fundo de araorisacao ser em-
pregado ou em ttulos da divida publica do Bra-
sil) ou em accSes da companhia, e deposiiado no
estabelecimento de crdito em que as partes con-
cordaren), vencendo o competente juro, o qual
sera seraestralmente erapregado nos mesmos ttu-
los ou acjSes. Se o governo imperial resolver o
resgate da estrada, ser deduzido do prego deste
a importancia do fnndo de amortisaco que exis-
tir, a todo o tempo que o fnndo de amortisaco
attingir a somma o capital despendido na cons
trueco da estrada de ferro, esta com todas as
suas dependencias reverter ao dominio do Esta-
do sera mais indemnisaco.
Quarta O fundo de reserva destinado s
despezas extraordinarias, como sejam : augmen-
to de estacos e ontras novas iDdis|>ensaveis, aog-
raento e reno vacio do material rodante. Ser
administrado pela companhia, a qnal todava, nao
podera despender qualquer parte delle sem pre-
vio accordo com o governo imperial. Qualquer
desfalque ser preenchido peb modo esiabelecido
da clausula primeira. No caso de resgate da es-
"p ^ TerD0 imperial ou reversao delta
ao hsUdo, o fundo de reserva que houverper>
lencera a companhia.
Qnrata.Era quanto nao houver fundo de
reserva, as despezas especificadas oa clausula
precedente sero levadas conta da receita e des-
pea de- Estado, se forem feitas cora previa appro
vacao do governo imperial.
Sexta.-^Em todo o caso as despezas do oos-
teio e couservacao da estrada, bem como as des
pezas de machinismo e material rodante, sero
levadas a coma de receita e despea da estrada.
stima.Quando o governo impeiial tiver ap-
provado um plano para as obras do porto do Re-
* a c.omPanai deotro do prazo de um anno,
cornado da data que lh fdr marcada ser ebri-
gana a prolongar a estrada de ferro sua custa,
conrorm o iraco que tr asprovado pelo governo
imperial, das Cinco-Pontos ao dito porto. Entre-
unto a companhia Bcar obrigads a construir a
sua cusa et 30 de junho de 1871 urna linha sin-
**! ae-tr,ln."sdas Cincu-Punlas ao lirgo do Arse-
na de Guerra pelas ruis de Santa Rita e da Praia
onlorine o plano oftarecido em 1867 pe Sr. G. O"
"*n: ^ amb ^ hypotheses o governo impe-"
aJ ?, PMSIWm da linha palos terrenos
oeaomioie publico, de accordo cora a adminixtra-
eio provincial a mnnieipal. Mu prolr.ngando a
companhia a estrada pela forma e dentro \fee pra-
n*^-i.^ eclarid0> Prt"r* qnlguer direito
q lEfwd* !"sobra Mte 0bi-
uL\a T**~Aompanhia desisto de qoalquer re
wjjgo . ^Jl^~icfDpann* n*0 P0081- reclamar do
El^?ri" *n ^P0 'an. Por qoalqaer
" di i SSiS'' *u^J P*' aidieioasl
s-Ide 485,690 saperior i* firmada na resoluco da
comas de receita e despea desde a Inaogmraeao d
estrada at agora e servirlo para bise de classifi-
caco das despezas que d'ora em liante tetn de
ser levadas aconta do trfego, as disposieSes das
clau nas quarta, quinta e sexta. E o raesmo Sr.
conselheiro Jos Cari is de Almeda Aras deei?ron
que, em virtude do aviso 74, terceira seclo, de 22
de Julho do corrente anno, do ministerio da agri-
cultura, commercio e obras publicas, por parte do
governo imperial se obrigava a enmprir as referi-
das clausulas. >
CARRIS DE FERRO. -Sob o n. 1847, em 6 do
corrente, foi sanecionada a seguinte lei da assem-
bia geral :
Art. 1. E' o governo autorisado para conce-
der isencao de direitos de importaco aos carris,
carros e acces3orios dos mesmos, que f)rem ne-
cessarios para o estabelecimento do syalema de
carris de ferro de que emprezario Jos Itenrique
Trindade, na cidade do Recife, capital da provm-
cia de Pernambuco.
Art. 2. Sao revogadas as disposicSss em con-
trario.
VIA-FERHEA PARA OLINDA.Sob o n. 16,
em 6 do cerrente, foi sanecionaia a seguinte lei da
assembia geral :
Art. l. E' o governo autorisado para cont
der isencao de direitos de importaco para todo o
material e combustivel da empreza de tiilhos nr-
Danos, servida por machinas locomotivas, da cida-
de do Recife para a de Olinda, na provincia de
Pernambuco, na forma da condico 34 do respec-
tivo contrate, devendo o governo/ sobre represen-
lacio do emprezario, determinar os objectos a que
tiver de conceder a isencio.
Art. 2.a Sao revogadas as disposicSis era con-
trario. -
PROMOTOR PUBLICO.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 19 do corrente, foi no-
meado promotor publico da comarca do Brejo, o
Dr. Cincnato Alves Cavalcante Cambo'un.
GUARDA NACIONAL.-Por portaras la pre-
sidencia da provincia, de 20 e 21 do corrente :
Foi designado o primeiro batalho de reserva,
do municipio do Recife, para nelle servir com >
aggregado o alferes da segunda companhia da
seceo n. 15 de reserva, do. municipio de Seri-
nhem, Antonio Pereira da Rocha.^.
Foram nomeados para o batalho n. 40 de in-
tantiria, dd municipio de Ipojuca teoente-ci
rurgiao Fraacisco Xavier Gonsalves da Rocha ;
tenente quartel-meslre o alferes da 8." companhia
Manoel Fernandes de Albuquerque ; alferes da
2.a Theotonio da Silva Vieira Jnior ; aleres da
5.-Antonio Luiz de Mello Marques; capitao da 8."
o tenente Manoel Heraclito de Albu juerque, al-
feres Ignacio Gomes da Cmara Pimentel.
ASSASSINATO.Das 9 para 10 horas do dia 7
do corrente, .no lugar Bituriznho, do termo do
Brejo, Thomaz Gomes da Sil/a assassinou com
um tiro Honoria filba de Estevo Jos da Silva,
sendo preo em flagrante.
FERIMENTO GRAVE.-No dia 21 do corrente
meia noite, na ra do Cisco da fregoezia da Boa-
vista, foi fendo com urna facada Antonio Fran
cisco Vaz da Silva, pra$a do 2 batalho de infau-
taria de linha, ignorando-se quem o 'iffenden.
CAPTURA.Pelo delegaoo do termo de Gari-
nhuns foi capturado Francisco Jo- das Chagss,
pronuncalo no termo de Papacara, sob o nome
de Francisco da Ignacia, por crime de homicidio
e tomada de presos.
PIRAPAMA.Da Granja e portes Intermedios
chegou hontem rste vapor da Companhia Pernam-
bucana, nada aaiantando em noticias as que rece-
bemos pelo Paran.
NAVIO ARRIBADOA (jalera ingleza TPoofoo-
mooloo, de 627 toneladas, capitao John Andress,
pertencenie praca de Aberdeen, que la do Loo -
dres para Boomay, com 45 dias de vagpm, arri-
bou hintem ao nosso porto, afim d; deixar 4 trl-
polantes que ha cerca de 15 dias se revoitarara
bordo, epancando o capitao, e araeacando maur
este e sua mulher qu com elle viaja. Os m*-
rinheiros vieram para trra escoltados por pracas
do brigue-barca de guerra Itamarac, cdjo bor-
do foram recolhidos presos.
NAUFRAGIO.Sabbado arribon ao nosso porto
a barca ingleza Dorothy Thompson, em viagein de
Caldera para Liverpool, com carregamento desbar-
ras ie prata, aflm de deixar a tripola^ao da barca
nortr.-niicuiSd BVfio, consones ae 11 pessoas, qoe
recolhera no mar na lat. S. 45 e long. 0. de Greeo-
wioh ')
A barca .Eolus, que a do Mxico para Bremen
com carregamento de maleiras, tend j 80 das
de viagem, submergio-se na lat. S. 44* e long. O.
de Greenwich 38, depois de abrir agua urnas vin
te legoas ao sul desse ponto, salvando se apenas a
tripolaco com os, maores riscos, pois qne teve de
passar nove dias alimentindo-se com um presunto
nica comida que pode tirar. Um dos trlpolantes
f)i levado pelas ondas, e pereceu.
MANUMISSAO.O Exm. Sr. Bario de S. Borja,
correspondendo ao regosjo de seus comprovincia-
nos ppfas continuadas ovaces-que d'elles lera re-
cebido, resolveu libertar gratuitamente o seu es-
cravo Antonio, que o a jompanhou quando d'aqui
parti em 1837, e o servio com dedicaco e fldeli-
dade durante o periodo decorrido desde ento at
a sua volta a esta provincia.
Consignando este acto de S. Exc. era nossas
columnas, padimos-lhe Uesculpase ofendemos soa
modestia.
PRESIDENTES DE PROVINCIA.Cartas da
corte dizem qne se acham nomesdos os Srs. Drs.
Joaquim Pires Machado Portell e Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silva, este presidente da
provincia do Rio de Janeiro, e aqielle da do Para.
CONPLICTO MARITIMO=Aioda de nma carta
da corte extrahimos o seguinte :
a Tendo sido aprisionados era aguas do Brasil
dous navios norte allemes, com cargas de neu-
tros, por dous navios de guerra franceze?, qne
aqu se acham cruzando, foram trazidos para den-
tro da bahia deNictheroy afim de descarregar os
generes. Agora, porm, que se acham elles des-
carregados pretenden) os vasas de guerra fran-
cezes reboea-los para fra do porto, ao que se
oppoo o governo imperial, como infraccao da sua
neutralidade. Persistindo os lommandantes dos
navios francezes no seu intento, seguiram para s
embocadura da ba%ia dons encouracados e a cr-
vela Beberibe, afim de embargar a sabida dos na-
vios norte-allemies, erapregando at a torease
preciso for.
PONTE DO CAXAXGA.-Chisou no sabbado,
precedente do Liverpool, o navio ingiez Oread-
naugkter, conduiindo a nov ponte de ferro da
povoacao do Caxaog,
DINHEIRO.O vapor brasileiro Anuos trouxe
para os Srs. :
C, A. Burle & C. 9:875O00
Lehmann f/res 500S000
Quintino Ferreira da Silva 300*000
Trouxe mais esse vapor :
Para o Cear 32:400*000
Para o Maranhio 4:358*000
Para o Para 33:100*000
De nwsa praca levou esse vapor :
Para o Natal 5:400000
Para o Cear 48:00i*800
Para o Maranhio 140,1000
Para o Para 800,1000
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 23 na
matrii da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
1.' iknunciacii).
Antonio Vasco de Algonez Cabral, cora Maria
Leopoldina Cabral
Gabriel Jos Caeito, cora Emiliana Maria da
ConceicSo.
Flonano Francisco Reges, com Leonidia Fran ce-
lina da Paz.
Manoel Baptista Jnior, com ignez da Cruz.
Manoel Rosendo Torqnato de Almeda, com
Emilia tima de Andrade-fcimS".
Gustavo Wertheiranr, cora Antonia Maria de
Aojo Albuquerque.
Floriano Caetano Dnraetrio, cora Maria Vieira de
Barros.
Lui de Franca Zumba, com Alejandrina Valdi-
Una de Aguiar.
2.' dsnuiiciacSo.
Jos Barbosa da Silva, cora Poucians de Jess
Castor.
Antonio Lopes Femara, com Marianna Leopol-
uma dq Mello.
O bacharl-Jos Eustaquio de Oliveira > Silva.
eom Emilia Candida Rigu*ra Daatte
M yses de Uchoa Saralva, com Res Maria dos
Prazeres.
Benedicto Manoel do Naseiinento, coa Anna
Mana ds Conceicao.
Maneel LonreoM da Costa P(*eirs, eom Adelai
de Florentina ds Costa.
too Goncsives Pereira, cem Mara dsvs
Ais-
Jos Cavalcante de Almeda, eom
Lastro Lista.
Jos Carioso da Silva, eom i
na de Jess.
Frarioelino Ferreirs da Pouseca, I
Qaadros Lins. r"
3.' denunciiro.
O bacharel Joio Manoel Mendes da '
vedo, quer -nostrsr-se livre s iaieifS
e Finnino Jos de Arsolo, con Amelia !
da Cosa.
O bacharel Paulo de Amena Salgado,
Amelia Augusta Nery Ferreira.
Francisco de Paula Pires Rasaos, con i
Marciomlla de Alcaetara.
HOSPITAL PORTUGUEZ.Ms de anmaa es-
te estabelecimento o Sr. montano Jos Asftww
de Souza Bastos.
PASAGEIROS.-Vindos do Rio So Jaadrs e
portos intermedios no vapor Armas :
Jos Machado de Mendonca, I lilho e I ererat,
j. I) mingue, F. Rodrigues*, A. MsllsjN. Jos Fer-
reira e2 rllhos, D. de Almei la Coala, D. da Cosas
Ferreira, Joaquim H. F. da Cunha, Antea* L. s
Meneze Antonio It. Crieiro. Esoarde G. f. ?-
luso, alferes C B. de Ma.-edo, Praoojcj M. alos,
tenente Pedro J. de Liraa, Ignacio Ferreira S. Se-
brinho, Dr. Joo G. Ferreira de Agolar s 1 crisis,
Dr.Octaviaoo C. Raposo da Cmara e 1 errade.
Manoel Brasil de Oliveira e sna mulher, 9 prspe
de pret, Dr. Antonio Gomes Ferreira, teernta J.
H. Pereira Cald.I, 16 criminosos e 16 orara de
osculia. 10 reerntas. 4 mnih-res, M. J. de Akaei-
da Jnnior, Etelvina io-.epba Duart", F fe f rtea,
Estanislao A. da Silva. F. Jos, Pereira. D. Pacu-
na C. e 1 um l'ifho. Manod C. de Arasj-, Jw P.
de Aranj., Jos P. Ba-tos, Jianof I dos Paoos Li-
ma, J. M B-iptisia, Antonio P. Magalbirs, M. (*
ssdo Luna, Franci-.o B. > Vaseoneritai e I Mkf,
Joao de M. Ara ojo, Loiz Amonio de Arao|o, Bav
noel Franci.-co da Costa, F. Tavares da CsaSa. A.
P. Alves Branco, T. Jos Ribeiro, Carota eS.
Borges, Jos de Azevedo Snntes, L AAmao Jbr-
lins, Antonio Thomaz Pareira Jnior, Jo- de li-
ma Cavalcante, Dcluno J. Angosto CavateaMe. e
1 eserava. Taeiano da SUva Reg, Mara* H-rars.
Guihermioo Teixira Lima, Vieetile Alees de
Aguur, Elias Jos de Almmda, Elias da Becks
Guedes, major Tiburcio Alves ds C, Praacisse ds
Suiza Machado, capitao Firmino L. de S-, major
jo-c Pedro Ctrvalbo, Dionisio Daem de C Gima,
Manuel G. de A. Leite, Galdioo G. de Siiva, Amo-
nio J., Antonio B. Montenegro, D. Joomea Uav
behna B., Vieente B. Montenegro, PraoVee M
de Siqueira, A. Jos de A. Vasconcellos, J. Jos de
Oliveira Vasconcellos.
Segoem para o norte :
Rvd. Pr. Manuel da Conceicao, Fr. AiUnew lo
Patrocinio, brigaleiro Hercolauo assesi a Sirva
ivdr.a e 1 soldado, Exm. hispo do Cesra, 4 easa-
cbohos, tenente Pedro J. Lima, Boaveawra d Oli-
veira Santyago e 14 praca. de pr-t
Vindus do Gi anja e nonos litarrneni ao
vapor brasileiro Pirnpcmi :
Jos C irreia dos S.ntos, lasllarmino B. M. Leal,
Manoel Jos de O iveir.i. D. Pelizarda Joaquina te
tasete, D. Qsiiopo P. F. de Aioredo. J-msjam a
Silva Pereira, ca litio do pateeho PraUt* e *
nufragos do mesmo, Carlos Antn o des San^j* e
Feiisberto, Antonio Bernardiso ds Sena, SatSs de
Souza Coelho, Braz Fencbirsoa, Antuoio FsaixoU,
Juvenal de Macelo Cabral. Caraili* D.itisti de
Moodtiica, Francisco Z. Nepomneeoo, Joie Jos
(>)rria, Jos Leo F. Son o. Mantel Gomes da
Silva, Lauremino Mraervino Peruanl-t de Soasa,
Antonio Seraphim da Siiva, Manuel da Itada Vas-
eesMHat, Amaro Barrete de A qnerine lara-
nho, Symphrunio Cesar I'aes Barrete, Joamm
Jos de Medeiros, Francisco d) Monte da Suva
Camboim, Manoel E. Figuciredo de Matto, o A sa-
cravo a eniregar.
Viudos do Rio-Formoso no vapor Pars-
hyba :
Francisco da Costa Maia e soa familia, Antonio
da Silva Guim rae, Francisco de SaMss Costa,
Mara da Silva Padilha.
CHROMCA Jl >W IAR1A.
TRIBUMAsL DA RK1. %<. 40.
SESSO EM 25 DE OUTOBRO DE IKO.
'RESIDENCIA DO EXM. SR. CuNSELHBIBO C. S\5TUOi .
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manhia, presentes os Srs. <
largatlorcs Gitirana, Guerra procurador da i
Lourengo Santiago, Aliada Alboqoerqje,
Doria, Domingues da Silva, Regueira Costa e:
Leso, abrio-se i sessio.
Passaos os feitos, deram-se os seguinte jolfa-
mentos :
RECURSO COMMEBCIM..
Recorrente, o juizo; recorrido, Florencio Tarta-
liano do Rege Costa. Juizes os Sra. desembarga-
dores Doria. Almeda Albuinerque, Suoza Lcie a
Gitirana.Improcedente.
ACORAVO DE INSTItlillENTO.
Do juizo municipal de Goyanna. Aggravantr.
Anteniu Jo- de Figueiredo; aggravajo, ejat-
zo.Juizes os Srs. desembargados Goerra, Doria
e Regueira Costa.Deram proviroeolo.
AGORA VOS DE PETIQAO.
Aggravante, Andr de Abren Porto; aggravaaV
o juizo.Juizes os Srs. de-embargadore* Gitiraaa.
Lourenco Santiago e Domingnes da Silra.Sega-
ran) provimeiito.
Aggravante, lonocencio Pereira Xavier Ramos
aggrado, o juizo.Juizes os Srs. desembarga Joras
Doria, Doraiogues da Silva e Regueira CoMa.afo-
garara pro .-imente.
Aggravante, Manoel Joaquim de Miranda Loso
aggr.tvado, o juiw.Jui-.es os Srs. deseaabarpsV
res Regueira Costa, Motla e Souza Leo.Dars
provimento.
Aggravante, Claudio Dubeoux; aggravado,
mizo.Juizes os Srs. dasembargadores Sonza Leo
Motta e Domingues da Silva.Nega
mente.
IIABF.AS COr.PIS.
Concedern) soltera a Manoel da Rocha Waa
derley.
API'ELLACF.S CBUrCS.
Do jury do Liraoeiro. Appellante, Aaloa
Francisco dos Santos; appellada, a juslica.Coa
firmada a sen tenca.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Praseis-
co dos Santos.A' novo jnry.
DBUGSnCU CIVEL.
Do iuiz i municipal do Recite.Appellante, Aa-
tono Peregrino Cavalcante de Alboeoerjue ap-
pellado, Joao Pinto de Leraos Jnior.B^fcraasa
a sentenca.
PASSACSM.
Do Sr. desembargador GiUrana ao Sr. dossmksr-
gador Guerra:
Do juizo municipal da Parahvba.AsseOaate
D. Joaquina Gomes da Silveira, appellado,
Jos de Almeida. Do jnize municipal 4o
fe.Appellante, Jos Ferreira Coelbo; nmsllidu.
Dr. Luiz Lopes Castellu-Branco. Du ja'
pal do Aracaty.Appellante, a cmara
appellado, Antonio de Moura e Silva.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Do juizo dos feitos da fazenda do Recife. Aa-
pellante, D. Francisca Thomazia da Cmcssab
Cunba; appellada. a fazenda.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. Ir ii aidiai
gador Lourenco Santiago:
Do juizo municipal do Pillar.AppWtaate, Ma-
noel Jos da Grags; appellado, Jos Gregorio Jfar-
tins. Do juizo municipal da Imperatrtz./
lante, Lnrz Correa Lima; appeUado, Jos]
de Jess.
I),, juizo mnnieipal da cidade d'Areia./
lantes, Jo !. N. Freir e oatros; appell
major Manoel Gomes la Chuna Lea. On |
rauntipal do Recife Appellante, Jar* _
de Brillo.BaMo; appellado, Manoel J-aqiiim~ ato
Reg Albu-iuerou.'. Appellante, Cari, H.lrs
appellados, padre Joaqnlm Jos d Fu e oa-
tros. Appellante, a preta Marta; pai Hidu.
co Francisco Mendes.
Do Sr. desembargador Lourenco _
Sr. desembargador Alineada AlbuquTrar :
Do jmzi rauniclpit do Recife.Apv ti-rs* J.
clntho Placido da Richa; appatla. IimW
de Bartw Veiga. Du juizo rauairir.al do A
<*. Appellaqte, Manoel Prrrtni 6un.es n [
zes; appetUn, Anastociu PraoriseuBta|at' D*
juizo municipal de Al .gOw.Appellaaie. Rndhtaa
Amonio Brasileiro Maei; ipprfladq. Masara2s
Cuita Mrate.
Do Sr. desefiMnrgador Almeida.
Sr. desembargador Motta:
Appellaeftes ewsis.ApseHaates,
Lsltao e outro; app^laJo, Manoel AaMao d
concellos administrador da capeha de
nhora da Conceicao de Santa Croz.
Nicolao Tolentino de Arante e ootro;
os herdoiros do flaado Joao
Jnior.
outros.
H*
dor Doria:
Do juizo do faites da fataads

I


Dwrio d JPwaafBtbuc Seguida eira 24 de Outu^ro de 1870.


pcllnte, o vieon pellada, a fa-
zenda. Dajob fe. Appellanle,
D. Isabel llalli Theodorlo
Madaro d Fonseea. Bo Juiz municipal do Boni-
to. Appellante, Sogisrn indo Sergio dos Santos;
appellado, Vicente Frrir Padllba Cahiraby. Do
mizo municipal do Recife.AppeHante, Emilia
Rosa Garca ; appellada, Josepha Leopoldina de
Jfeib Marinho.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desensbar-
gador DomiDgues da Silva:
Uo jury do Aracaty. Appellanle, Francisco
Damas de Cerqueira; appelUda, a jastica. Do
' jury de Penedo.Appellante, Autonio de Jess;
appellada, a Justina. Do juizo municipal da Inipe-
ratrn.App'llautes, Antonio Fuado Cavalcante
de Aibuquerque e sua mulber; appellados, Anto-
nio da Cauha Aibuquerque ni raulher. Do
uizo municipal de Campia-Grande.Appellante,
). Rita Candida Vianna; appellado, o coronel Eu
frastode AtTuda Cam ira. Conflicto de jnrlsdico,
entre os juizes de orphaos da Victoria e o do Buni
to. Do juizo municipal da Imperatr. Appellanle,
Clemente Rodrigues do Sobral; appellado, Casi-
miro de Medeirog Cavalcante.
D> Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regaeira Costa :
Revista civel do supremo tribunal Recorrente,
Antonio Julio da Cosa Guimares; recorridos,
Forja* 4 S. Do juizo municipal do Resife.Ap-
peijante, Francisco Guacal ves Nettn, tutor do or-
pbo Aribur; appellado, Maooel Josquim Baptis-
ta. Do juizo municipal do Ass.AppellatHe,
Lourenfo Jos Pires; appellado, Luiz Ganzaga de
Souza.
Ao Sr. desembargador Sonza Leao:
Appellaoio civil do juizo de orphaos de Pao
d'AHn,Ampollante, Jo.- Cirdosa de Almeida;
appellado, Severioo Jos de Farias.
Do Sr. desembargador Regueir'a Costa ao Sr.
desembargador Sonza Leao:
Do juizo inuai.'ipal do Sobral. Appellante,
Francisco Ruliao de Souza; appellado, Ignacio
Alves Barreira.
Do Sr. desembargador Sonza Leao ao Sr. des-
embargador Gilirana :
Do juizo municipal de Camaragibe.Appellan-
te, Ricarte Alexandre Bindeira; appellado, Anto-
nio Francisco Bolla. Do juizo municipal d'Agna
Preta.Appellantes, Jos Alfonso Ferreira e ou-
trn; appellado, Anlonb Gomes de Hacedo. Do
juizo i uni;ipa de Olioda.Appellante, D. There-
za Julia Botelho; appellado, Francisco Alfonso
Botelbo.
Ao. Sr. desembargador promotor da justica :
Deligejncia crime do jury do Pilar.Appellante,
c juizo; appellada,Candida Maria do Espirite-San-
to. Appellante, Antonio Miguel Pinto Ribeiro; ap-
pellados, JooMarinho de Souza Rulim e ontro. Do
jury de S. Jos de Jlipib. Appellante, Pedro
Jos de Mello; appeliada, a Justina. Do jury do
Recifi-.Appellante, o Dr. Joao Francisco Teixeira
cur.-io,ir do reo Jacintho Ramos Machado; appella
da, a justict. Do juizo da Lagi-Grande.Appel-
Isnte, Jos Marquos Ferreira de Puntes; appellada
a justica. Appellante, Joao Raymundo dos San-
tos"; appellada, a justica. Appellante, o juizo ;
ap.. II ni >. Manuel Gomes de Menezes.
Ao Dr. curador geral:
Deligencra civel do Jtilfo municipal de Pene-
do. Apjell me, Jos Francisco Pinheiro Cajo;
appellados, Francisco Maaoel de Lima e outro.
Ao Sr. desembargador procurador da cora :
Do juizo dos feitos- do Recife. Appellantes,
Joao Luiz Ferreira Ribeiro e outro; appellados, a
faz .'na e Pedro Ignacio Baptista.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
I eitos:
APPEI.LEC05S CIVEI5.
Do juizo municipal do Recife.Appellantes, An-
tonio Moreira da Silva e sua mullier; appellado,
Valdivioo Ribeiro da Silva.
Appellanle, Jos Antonio Ferreira Fradique;
apellado, Joaquim de Aibuquerque Castro.
Appellante, Guilh;rme Augusto Rodrigues Sel-
te; appellada, D. Aaua Joaquina de Mello Ca-
rioca.
Appellante, Jos Carlos Manso da Casta Res;
apoellado, Mr-noel da Silva. Lopes.
Dojoito muiicipal da villa do Pillar.Appellan-
te?, Luiz Emiliano de Figueido e outros; appella-
dos, Manof I Al'-xandre de Araujo Guerra e cu-
tres.
D i juizo municipal do Car-raerim. Appellan
tes, Pedro los Aniones de Miranda e outros; ap-
pellals, Dr. Vicente Ignacio Pereira e outros.
Do juizo municipal da Fortaleza Apellantes,
Francisco Antonio Pereira eoutres; appellada,
I ir.a il J 'sus.
D i juizo nnnieipal de Gaiunhun.Appellante,
Garganta Jo.: Viaaua ; appellado, Miguel dos An-
res Csldu.
Do juizo manielpal do Llmoeirn Appellante,
Man I Alv Maeiel; appellado, Luiz Francisco
Barbosa da Silva Cmara.
APPEU,ACOES CHIMES.
Do Jury do Penedo. Appellante, Jos Vistra
D lias de Coito; appellada, a justica.
D i jorj/ d' S. I' y de Mi )b Appellante, Dr.
Felippe le Albaqoerque unahio por
sen eseravo Claudia: appellada, ajosca-
Dojury le Mttl -Grande.Appetante, o jaizo;
appellad i, Manaal Francisco i "8 Santos.
DISTRIBL'igOES.
Ao Sr. desembargador Guerra:
i,-o de pene, 11 d 11! ic.fi.Aggravante, Jos
da Costa Durad ; aggravido, o juizo. Appella
c i ,o 11 juzomuaicipal 1> R'eife.Appellan-
te. D. Mnimos da Ciuc-icao Pereira; appellado,
de Almeida.
' i Sr. .1 v obargador Lourcico Santiago:
iran L ip & Peral a; aggravado, o
. Do jaizo manicipal lo itecife.Appellantes,
o eo.nm-'ii la I ir J Pires Ferreira e outros; ap-
pella 1', J i-e 1i 11 n Perelra de Mendone.
A' l har encerron-se a se-s>.

Entretanto, esse negro rol de mentiras tem vo-1 publico, e algara
mita lo contra o nosso amigo Sr. vigario as m
res carumniai; tfm'.dlzendo>u* o padr Viel
inorreu a raingua abanlouado de sen< parenlB,T
ora que estes o mataram para rouba-lo !tj
Quera conhece os nobres senlimentos do Sr. vi-
gario Cunba e de sua religiosa famila, cuja nfc
decrppj'a ilava noute e dia juntamente con 0*8
fiihas jka roda do leito de dor do padre Vlelra,
tratanf-o com toda delieadesa, conforme pre-
-encou-se, sem duvida se indignar ao ver escrip-
ias no Liberal tamaitas perfidias I
Podemos asseverar que a familia do padre Vlel-
ra nao sentio mais sua morte do qne o senhor
vigario e sua familia, pois fomos testemnnhas de
suas afflicgdes e das cortejos.fnebres qne flze-
ram-lhe.
Diz o Liberal que o finado troaxe suas malas
cheias de dinheiro para o Bonito, entretanto, qne-
rendo elle comprar aoourives Augusto das Chagas
e Oliveira nma obra de onro, declarou-lhe que o
nao fazia por nao ter dinheiro, e pelo mesmo mo-
tivo deixava de comprar o sitio de Manoel Aleixo,
como presenciou o Sr. Laveure I
Em quanto o /fea, de que ta-nbem trata o Libe-
ral, sabemos que o senhor vigario, apenas suc-
cumbio o padre Vieira, escreveu aos seus, pedindo
|ue mandassem alguem, afira de effectuar o pag-
-niento, e por conseguinte mmto injusta e ridicula
a invectiva d'esse vil inimigo, que com o mais
cynico pedantismo qner ingerir-se em negocios
particulares de familias e prenles, com o prazer
rnente de detractar a quem Ihe vota o mais de-
cidido desprezo.
O Sr. vigario Cunea a espinba de garganta da
liga do Bonito, por ser conservador de principios
e ura carcter sincero, e <> desprezo que tem
elle entregado as torpes vociferages do Liberal
BoHtlense a prova mais significativa da nobresa
de seu coracao que nao se avilta a trocar insulto
por insulto, nem infamia por infamia.
Continu o senbor vigario a asssim proceder
que eada vez mais se altear na opiniao dos ho-
raens sensatos, que detestam o regateirisme d'esse
liberal, inimigo imptaeavel da probidad?, e que,
em vez de discutir ideas polticas, occopase de
calumniar da maneira mais degradante contra sens
adversarios.
10 de outnbro de 1870.
Jos Cypriano Bezerra de Mello.
Joao Braulio Correa e Silva.
Antonio Jos Pereira.
Jes Ribeiro Ribas.
Yulpiano Jos de Mello.
Jos Antonio da Motta.
, Thomaz Jo> de Aquino Pereira.
Manoel Claudino Gavalcante.
Liberato Benicio da Funseca Lima.
Firmino Casado da Fonseea Lima.
Francisco Teixeira de Carvalbo.
Antonio Ribeiro Ribas.
Arilino Rodrigues da Silva.
Antonio Jos Pereira Jnior.
Josino Jos das Cbagas.
Francolino de A. Cabral.
Gaudencio do Monte Cabral.
Cbristovo Rodrigues de Menezes.
Eduardo Jos de Sant'Anna.
Manoel E iuarlo da C. Monteiro.
Jos Honorato Claris.
Jos Correa Pessoa de Mallo.
"'"Mr i^-"f
PBLICaCSES A PEDIDO.
Bonito
GertM estamos que o lAeral em seu maldito
estyl > de detract ir nao p Uer jma's marear a
reputa le-peasnalstami; e para que o publi-
c ,,, : d'esta ver lado, na abaixo
as-ignlos tri-Z'mis ao s-mi onhecimento o grai
i i.;-v irsida le c n in miserafe nimias po-
pretea I m <\-\ -grir o carcter d'mn cida-
dii distmeto, um amig de me-ecimanto, um fllhi
o irmii lesTeladj e n*lmeote, nm paroeao aeloso
a toda a prova, een o ftvm. ir. J n tuim da tu-
- tar e amigo.
O Liorai entre o liras seloatics mordeduras,
q te .ia na n isoa d> nweo diga) amigo, traz urna
n-n trravp qi appirmria. mis na roalidad- de
i ira o Importancia, e que t-lavia tem malvo-
la amia -i i i rep'ouzila por eso jornal, a jual
,;, ; I itonio Vieira na caa
d> sn primo e especial amigo o Sr. vigario
Cunba.
,' TBos.rtxphcarc -mo -e ella dau, para que o
publico mis ---i>:r li |ue. inAxint' o que cer-"1 o Liberal.
O Rvm. Si. v,.nrio Cunba e o padre Antonio
Vieira, alen de prl-n i- eram amigos rerdadeira-
l- ledicado, tanto qae a welle se mortiilcava
por ni t r a ola < fluid> sau primo fesolvido-se
a vir morac u'esia freguezia.
En seiHUibo do aun. endent aqni chgou o
pairo Vieira, dketMa qin e-nava dispislo a vir
nr no Bjniio,.por e-iar desg'toso de sua ha-
bitar Dengallas, o aoffflaa gravo eaeommodo de
sauie. ,
Oiereceu-lhfl seu primo um sitio elle determi-
nou-si* a ir bascar quinto tipia em Bengalas;
D'ss- intirin o Sr. o ^>r. vigui >, pre lijando ir ao
pediu-lhe qiif ficagie era seu lugar, por
na. te'r coaljuclor, no que elle a-*entio.
Na ausencia da Sr. vigario. inlo.o padre Vieira
v 'i- j sitio, reseden que ao chegar de volta ape
n s apeou-se seotm-se em frente a porta, sempre
c imbuida pelo vento, e tinodo urna bota e a
meia pira voro qw m ir lia Ihe em um dedo do
p, receben a molestia de que su*,cnbio
Vi .-ganda feira, lerceiro da, ja mal pftde ce-
lebrar. ,. .
O Sr. vigario em ramlnho recebeu participaca
de anar-s,; sen primo mal; conservando com se-
meihaiie nUieia apre- achoa-o j emesia 11 t'n >ml conhecea ; n i -lia
sejoinie nxrwdl um uoriad-H-.*' R-*eife para o re-
r, e i Sr, Dr. Pernirs d Cir.no a vista da
ex .mea que Ihe fii enviada, o consiierou em
mos cr-uins'.aneiis.
ctieg -u o portador^ com os me-
di.un n is i-mi lie expirado.
i.e leuipi d i
P'ii-gaott%4e.i>, de ryu., e par o pro ti.
e'I ,-.b, a humeop.lhia regu .i
me bab litada, emqainto voltava o
p ir'ador do Raeiff.
i irrac.ai o o p1re An
i) o|i lHe,
permciMa, que nasa* pjeba (eejflIMJ'cu,'u
t-.sia comarca.
Assoc3a?uo Comine -clal Agr-
cola.
A Assoc;ar;o Gonmercial Agrcola de
Pemambuco oceupa boje o andar terreo da
casa n. 1 da ra do Apollo, e por ser a
ultima, ella da ingresso em sua bcllissima
sala por tres lados: pela ra do Apollo,
ra do Arsenal, e largo do Arsenal de Ma-
naba.
Apesar do grande asseio do conforte, e
mesmo do laxo, a que seus directores fun-
dadores tem cheado para ornar e mobiliar
sua sala teria sido conveniente, em quanlo
estavam em obras, que tivessem mandado
assentar canalsac3o de gaz, embora oo
fizessim 1 >go acqutsiQo dos aparelhos de
iliuminacao. A situarlo da expleodida sala
da Ass >cia5o Gommercial Agrcola da cida-
de do Recife, podendo em caso de prectsSo
ser Iluminada, poderia dar occasio a reu-
nies nocturnas de utilidade dos socios, e
de oulras pessoas por eles autorsadss a
frequeotar a casa, quer fosse parar o hosoo
da linguas estranoeiras, escnpLirafao mer-
cantil, rper P'ra leiMiraa e ruesmo conla-
r ocias instruclivas.
Reunies dasta especie seriara de grande
uttlidade e proveito para instrc?5o dos cai-
xeiros, dos soi.ios e outros que fossem ad-
mettidos a assislir as lics, e.os livraria
de muitos males----- As eleicas para
nova direccao s3o aonuaciadas para segun-
la-feira 2 i de outubro correte s 10 ho-
ras da manila i. Falla-se qua a futura di-
recgo ser comp>sta dos Srs. seguintes:
Pres'denle.Joo Silvira G d. Caoba.
Io secretario.J >s Al ves B Jnior.
2' secretario.VntonijJ. Borges Costa.
Tuesoureiro.Francisco S. Macdo.
II ni. S: Dr. chele de polica
Lourenco de Si e Aibuquerque, natural desla
provincia, era residente no engenhe guerra, do
termo de Ipojuca, fllho legitimo do fin ido teueote-
caronel Joao de S e Aibuquerque, e cunhado e
sobrinho do tambera finaio Dr. Victoriano de Sa
e Albu |uerque, vera perante V. S. denunciar con-
tra o tenente-oronel Gi^par Civalcante 'le Albu-
qnerque Oenda, senhor do engenho Qu'imduba,
do termo de Serinhaon, conira seu eseravo conhe-
cido por Jo5 Camaro, contra o eseravo do dito
seu tuadb pai, de nome Eduardo, actualmente
preso na casa de deienca >, e contra a mai do
mesmo a preta Eva, |ue foi escrava de feu av
pa.eruo Lourengo de S e Alouquerque, senhor
do engenho Guararapes do Jer.no da capital :
eontra o primeiro c mjo mandante, e contra os
mais coma executores das ro irles dos referidos fl
nados por meio de prep naca de veneno. E para
que a sua denuncia Ihe seja recebida pa^si o de-
nunciante a in-trul-la en forma do art. 78 e se-
gumtes do Bodigo do proces; crimiffal.
Peoliam, anuos, entre aquellos fltialis e o te-
nente-cohinel Gaspar Cavatcante, duas imoorlan-
tes caisas ; urna nojuiz-civel, aserta da jproprie-
dale do engiulv Afatmgil, do tenni de Ipo-
juca, em cuja pess e-tavani os priraeiros; el
adtra ao juiz c mmeTial, sobre divida de avul-
t1a quanlia pnvaieale de leilfa aque lli;- era
abrigado o mesmo prigenbo ; causas m coja di-
cussi, assim com na di s^us innamer'os inci-
dentes, sobre lolj n'iquelle leema, revelou sem-
pre o dito tenente c-ironel o miis intraobavel
odio aos seus ooi-iudores. empr-iiidi cm-im
(emente conira elhs os mais urtuisjse arbitra-
rios.
Na primeira d'aquellas can'as conegmo elle
aOiial, poico mais ou m;nu don* aanos, em
tceir.la da reiagi, em virlude do qnal dovia o
p'rimeiro dos Gualas entregar-ihe o engenho em
que-to, mas nicamente em maio da crrente
aono. O teaente odj I Gispar, porem, que jl
anlesohavia envadido mi armada, causando
c in-idefaveis dannn a aquellas, e os maiores
sus.'- s suas fa ailias, pe a que loga depiij se
retiraram ellos co n estas para esta capital, sem
respeito algam el iumiI do dito accordao, lor-
ian a invadi-la em flm do anno pissado.d'um
modo ainda mais au4icio-b e violento, de nada
valendo aos (loados, quer as reclamaces instan-
tes, quer conira semelhntes attentados dirigiraa
a sutoridade publui. quer me*m > as tentativas de
tasoavel composica, que na falta total de apMo
I -a autoridade, julgaram mais conveniente offv
recer eu implacaVel prepotente adversario.
Cratinuou este na criminosa inva-o de Aratan-
gil ; mas como que se liaviam em punco ani nado
os furores e o vandalismo pie elle all exercia,
em vista daresignici fofeada desos viettmas,
1 nodo em flns de iiwre i l'-te a ino fai deeidida
no tribunal lo c i irn roa a segunda causa pi
o denunciante aci na .Un lio, sen 11 a tenente-eo-
r oiel Gaspar, coadomna lo pir" eul-fnea que pas-
s.u em julgido piiMf ao prim-oro d>s fi l
ifl 'ih > \'atang'd, na un
parlancia de mais de lUO.UUUjOOO.
S il,ir'.he.ido->e U el! il ,| i n'lll I '
i Jevia pr i laiar nu ani n i de um lio n-m la
carcter, e dos prw5e.danies por deraais c niheoi-
d I-. l'l ten i '1 elf-lli -
otes fl>Hi sabia -li fazia
d'aqueUa fatal sentenca do tribunal do coinmercio
comecou o primeiro dos Uados a sentir-se la-
com modado, e por tal forma progrediram os seus
soffrimentos, sera cansa eehecid>, qne em l*
de maio deste meslo anno, tere elle de consultar
oDr. Joaquim de Aquino Fonseea, eque tratado
d'abi em diaate asiduamente pelo mesmo e por
outros medicosi o mai nunca ceden, e eUe sucum-
bi nesta cidade a 18 de dito mas, sem que nenhum
dos referidos mdicos eodesse jamis fazar de sua
molestia um diagnostico seguro, on justificar ate
hoje o que pr ferwn/a teve de dar o seu assts-
lente para o respectivo obituario.
Desde os ultimes das da enferroidide d aquelle
finado, principion tambera o-segundo a sentir n-
coraraodos em ludo semelhante, os quaes foram no
seu progrosso apresentando os mesmos symptomas,
e seguindo a mesra marcha, porem com mais ra-
pidei Uje causaram Igualmente a roorte no ola U
de janko segrate, em viagem qne Ihe foi ordena-
da d'aqui para a Rabia, oie foi sepultado o seo
corpo. AcompaHhou-o neeea viagem, o medico
Dr. Saltos Mello, quev 'aquella cidade dascre-
vendo a alguns de seus ntfis distinctos collejas
d'abi, es symptomas, a marcha, o moda da termi-
nagao e mais circumslancias da molestia de am-
bos os finados, a cojo lado sempre estivera como
amigo da familia, ouvio delles a opiniao uniforma
de que a verdadelra causa de tees mortes Ibes
pareca s poder ser explicada por intexicacao.
Esu horrivel da, que, embora vagamente, ja
havia atravessado o espirito da 'amilla dos finados
o at do publico, veio nella conrmar-se quanao
a mesma familia dispertada por aquella revelacao
dos mdicos bahianos, recordam-se d'um aconte-
cimenio asss deponente, que entretanto na ocea-
siao em que se den, Ihe passara quasi desaperce-
bido, qual o de ter morrido no dia seguinte no
engenho Gnararapes, nm cosioho da casa que na
vespera comra do vomito que lanjara o finado
Dr. Victoriano quando para all foi gravemente in-
commodado, antes de sua sahida para a Rahia ;
o que presenciaran!, e j affirmarara perante V. S.
diversas testemunhas insnspeilas.
Desde entio trataram o denunciante e sua fami-
lia de bera averiguar o facto, cuja hedionda reali-
dade se lhes antolhava ; e rechrado todas as snas
suspeilas no eseravo Eduardo, cepeiro dos finados,
o qual tambera eolio so soube que, logo depeis da
morte do primeiro andava, sem motivo, procuran-
do quem o comprasse para fra da provincia, e
para o mesmo fim induzia outros escravos da casa,
n reitietteram para o mencionado engenho Gnara-
rapes, onde por seguranca o pozeram em um tron-
co, priso ordinaria nos engenhos. Acontecen en-
to que no fim de poucos tfias o mesmo Eduardo,
mandando chamar, de motu proprio, o irmo do
denunciante Joao de S Aibuquerque Filho, e di-
versas pessoas qua com elle se achavam no men-
cionado engenho, para confessar o sen crime, as-
sim o fez, com effeito, com todos os delalbes e co-
herencia, declarando qne envenenara seus seoho-
res instancias de Jo? Camaro, eseravo do te-
nente-coronel Gaspar, que, por duas vtzes, e por
intermedio de sua mi Eva, Ihe viera fallar na ra
da Aurora junto ponte da Boa-vista, dando-lhe
oara aquelle fim dous vidrinhos d'um liquido
bransi. aconselhaudo-lhe sua referida mi que li-
zesse o que Ihe pedia Camaro, nma vez que isso
era para seu bem, pois que aquelle em nome de
seu, senhor Ihe promeltia dar o dinheiro necessa-
rio para a sua alforria; e que Ihe constava que
desse dinheiro a mesma sua mi j havia recebido
um cont de ri?. Tambepi seu pedido, sendo-
lhe ento apresentadus todos os vidnnh3 que exis-
tiam na casa durante a molestia dos finados, elle
sem a menor vacillaclo inmediatamente sepan u
dous, affirmando serern os que liaviam contado o
veneno que administrara quelles, e referindo o
modo, as quantidades, e as ocsasioes em qua o* fi-
zera, coincidindo eslas suas dectaracoes, em tu-
do, exactamente com pbases observadas as mo-
lestias dos mesmos finados.
Esta conflsso, cujas particularidades e perfeita
coherencia se nao podera explicar como cousas in-
ventadas, foi por Eduardo ainda diversas vezes
sustentada com a mesma concordancia o firmeza,
achando-se elle em plena seguranca e livro de to-
do o constrangimento perante V. S., que cora elle
insista para dizer a pura verdade ; e a3sim nao
pode elle deixar de constituir-se urna prova va-
liosa do crime confessado, sobre o jgnal alias, pre-
sentemente nao rosta a menor duvida, vista do
exarae chimico que so procedeu na Bahia as
visceras do finado Dr. Victoriano, qne acaba de
ser d'ahi remettido a V. S., e do qual se verifica
-juo b tu* morte (m cansada pur propinaco d'ar-
*pnico ii i
. Are.cem jiod. 'trr puix'ju nu ffJUIiyu_alao,
por V. S. leto, outros muitos nucios, que nao s
j antes disso faziam crer na realidade daquelle
atteelado, mas tambera, e principalmente agora,
que os seus verdadeiros autores faram os indivi-
duos denunciados, tes sojam 03 que resultam
d'uma carta de Julio Pereira do Lago, dos dep i-
raeulos do mesmo, de Maria Ago Santo, du Maria da ConeeiQao.-etc.; indicios vehe-
mentes que nao podem ser prejudicados pela re-
iraucao posteriar de Eduardo, livado por insina-
Qoes e terrores que, sen duvida, conseguirn! in-
cutii no seu animo pessoas interessadas na occul-
tacao de tan negro crime, e de seus perversos per-
petrador -s. ,
Nao potle aproveilar de modo algum estes se-
melhanie retratacao, depois de evidentemente con-
vencida de faUa no ponto principal, pelo sobredito
exame chimico. ,
era alias, admissivel supp6r-sa que a idea
de lo horroroso alienta jo partisse de iniciativa
propria do eseravo Eduardo, sempre bem tratado,
como todos os mais por seus senhores; ou que o
seu mandante seja outro que nao o dito lneute-
coronel Gaspar, pois que os tinados, homens pac-
ficos e geralraente esti nados, nenbura outro inj-
migo trabara que contra elles podesse exercr to
monstruosa vinganga, nem ontra pessoa havia qie
tivesse interesse algu nem lhes tirar a vida. S
aquelle tenente coronel, inimigo rancoroso das vic-
timas eslava nestas condicoes; s elle era capaz
de tosinistro plano; e como seu realautor, foi,
com ffeita, e sera a menor nsinnuaco, denun-
cia to pelo seu miseravel insti uraKUto.
Vera, por isso, o deuunaiante apresentar V. S.
a sua dennhria contra o referido tenente-coronel
Garpar Cavalcante d'Albuquerque Uchoa. contra
seu escrava Jis Carnario, centra o eseravo Elu
ardo de seu fiasda pai, e contra a-preta Eva, mi
do mesrao, como incursos no grao mximo das
penas do art. 192 do cdigo criminal, visto darem
se respeito de todas as eircumslancia- agravan-
tes do art. 16 2o, 8 e 17. e contra Eduardo e
Eva, alm deesas, mus a do H"
O denunciante jura a verdade de todo o alle-
gado, nao avalia o daino causado pelo crime. por
er inextimavel, o oferece eorao 'estemanhas e in-
fjrminies as pessoas abaixo mencionadas.
Pdde V. S. que, distribuida, autoada o jurada
a sua denuncia, procena ao competente siimmari >,
rii,i,i..i -es dounaeiadoa sob i>ena de revelia, e as
tesleinunhas e iai-ji inanles para virem dep ir, fa-
zenlo V. S.. alen diso, a respeito daqii'lles as
mi- diligencias que forem de lei, sendo junio a
cta o proce.-so do avtnga.icio por V. S. feta, as-
sfm coma tidas
Sens incessanles triamprro* atravs do espaeo de
ore as nscrofutaH, cancros, erysipeUs
dev#)B go reino vegetal.
neK^redHPfreparsf> pelos bon
raaHgnas, e ao mesmo lempo restaura
constiMejb physica. Aos deiis d fore, aos an-
claos vida, para os que seffrem, nm balsamo
suaflsadr e santo, para os abatidos de animo ura
elinir vivificante, para as pessoas do bello sexo
um auxiliar peTpeluo em todos os seus mcom-
modos especiaes, e para todos o remedro mais
eficazie inoffensivo outorgado pela sciencia, para
o allivio e prsemelo dos soffrimentos humanos.
Eeeontrar-se-ha venda em todos estabelecimen-
tos principans de drogas do mundo.
Mofina
Pee-se ao Sr. Gaspar Cavalcante de Aibuquer-
que Ucba para responder a eslas innocentes per-
gunlas:
Quanto despendeu xpara eomprar as herancas
universaes da casa Aratangy ?
Os bees dados aos herdeiros para pagamento
pertenciam ou nao s mesmas herancas? Se per-
teneiam nm contracto de venda perfeito aquelle
em qne o vendedor figura de comprador e o com-
prador de vendedor f
As letras passadas por occasio d'esse negocio
ja foram pagas, ou j estio ellas por lista do seu
numero de calotee pregados naquelle que aeei-
tou-as ?
O engenho Shrissea, dado era pagamento a
um dos herdeiros, ea que terreno est absen-
tado t
Quanto deu pelas trras em que levantou esse
engenhe ?
Quanto gastn para comprar parte da proprie-
dade Porto de Galinhas? J pagou as letras d'esse
negocio ?
Pelo preco por quanto o Sr. Gaspar compran,
pode ser senhor de todo o imperio : mas a paga ?
O Sr. Gaspar Drummond est no toro, e o Sr.
desembargador Alvaro na Relacao : o Sr. Gaspar
pode continuar comprar.
Ah 1 Sr. Gaspar, Dous consente, mas nao para
sempre.
Tio-Kio.
COMMERCIO.
PHACA DO RECIFE 22 DE OUTUBRO
DE 1870.
as 3 i/2 Hoaas da tarde.
Cambio sobre Londres 90d|v 21 3|i e 22 por
15DO0, papel particular.
Frete de algodo para Liverpool do Cear 5|8
por libra e o 0|0
Freto de algodo para Liverpool do Mossor5|8
por hb. e 5 0|0
Frete de algodo para Liverpool do Natal 5(8 e
5 0,0
Frete de algod9 para Liverpoal da Parahyba
5|8 e 5 8|0
Lastros de assucar do Natal e Parahyba20[ por
tonelada e 5 9|0
Goacallo Jos Affonso,
, Presidente.
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
JGLISE BANK
)f Rio de Janeiro Lirailed
Descosta lettras da praga Utta a con-
encionar.
Recebe dinheiro em coala corren i hi;
l raso ixo-
Saca vista on a graso sobre as ciade
jrincipaes da Europa, teii correspondente
ta Bahia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
i New-Grleans, e emitte cartas de crdito,
aoar os mesmes lugares.
RA DO COMMERCIO N. 3J-
ALFANDF .
(031 n:odoiiiala21. 489:608*303
io f 22....... 14 868 5356
tarrica* eom bacaMo ; Samders Bro
tbers'd C.
NewpQrt5! Vm, barca ing'eza William
Jones, de 5l lonelflrfas, capitS' David
Toomai, eqjipagem 9, carga csrrSo ;
Wilson A Hett. "
Cardiff37 das, barca inglez Dreadnaught,
de 379 toneladas, capiao John 4Pa1lut,
eqoipagem 12, carga can lo, ponte de
ferro e outros gneros; Saunders Bro-
thers.
Caldaira59 lias, barca iogteza Dorothey,
de 432 toneladas, capitao Thooopson,
equipagem 12, carga barras de prata e
cobre ; lo mesmo capitao. Veio refres-
car e egaio para Swansea.
Liverpool34 dias, lugar inglez Elisa, de
217 toneladas, capitao David Martel, eqoi-
pagem 8, carga fazeodag e outros gene-
ros ; Simpson d C.
Trieste59 dias. paticho inglez Sly Boots,
de 177 toneladas, capitao James Toiman,
equipagem 8, carga 2080 barrica com
fannha de trigo; Sauoders Brothers
4C.
Nanos sabidos no mesmo dio. '
Portos do NorteVapor brasilein Arinos,
commmdante 1." tenente Duarte, carga
varios geoeros.
Rio de Janeiro e BahiaTransporte nacio-
nal Marcilio Has, comman laoto capitao
tenente Franca.
Penedo e portos intermediosVapor brasi-
lero Mandah, commandaaie Julio Go-
mes da Silva, cirga diHereotes gneros.
Observac&o
Suspenden do lamaro para as Antilbas
barca grega Kleoniky, capitao Procbalis,
com o mesmo lastro que trouxe de Loanda.
Ide para o Cear, barca iugleza Are-
quipa, capitao Me. Kinzie, com o mesmo
lastro qu trouxe do Rio de Janeiro.
Navios intrads no dia 23.
Granja e portos intermedios9 dis, vapor brasi-
leire Pirapama, de 360 toneladas, commandan-
te J.* C. Azevedo, equipagem 25, carga difieren-
tes gneros; Companhia Pernambucana.
S. Maihens13 dias, biate brasileiro Pemambu
cano, de 54 toneladas, capitao Belmiro Baptista
de Sonza, equipagem 7, carga 1,500 alqneiros
de farioha de mandioca; a Jos Maria Pal-
meira.
Barellonai3 dia3, patacho hespanhol Temoteo
II. de 111 toneladas, capitao Ezuquiel Pages,
equipagem 12, carga vinbo; a James Ryder.
Trieste67 dias, lugar inglez Veho, de 199 tone-
ladas, capitao M. Tyrer, equipagem 8, carga
2,292 barricas com farinba de trize a ordem.
Parahyba6 horas, vapor brasileiro Parahyba, de
lOi toneladas, commandante Oliveira. equipa-
gem 14, era lastro ; a Companhia Pernambu-
cana.
Londres43 dias. galera ingleza Wooloomosloo, de
627 toneladas, capitao Jobo Anderson, equipa-
gem 22, carga dilferentes gneros; ao mesmo
capitao. Veio deixar alguns tripulantes que se
revolucionaran), e segu para Bombay.
Xew Castle 56 aias. barca ingleza C-rolier, de
335 toneladas, capitao William Rne, equipagem
13, carga carvo ; a Wilson & Hett.
Sevansea 50 dias, palacbo_ inglez Shepherdess
equipagem 10, carga carvo ; a ordem.
Rio de Janeiro10 dias, vapor ingles Sameon, de
8i5 toneladas, capitao William B. Junes, equi-
pag-m 27, cirga caf ; a ordom.
Havre37 dias, barca franceza Su Andr, de 268
toneladas, capilo Nedelee, equipagem 12, car-
ga raercadoria3; a Burle & C.
Observacao.
Nao honve sahidas.
cia de Pernambnco, dentro de
da presente data, para n
%
#?
al onde chegar << prodacto do espolie
praco marcado ido nodo aer rtlreiiHan.
Cunsulado t- Portugal em Penaaoo
outnbro de 1870.
_________ Arthnr AareHano Ferreira
O eonselho admiaiavavo
liataihao de infanuria precisa
ment das pravas do mesmo, para
|>o do segundo seaoeetredo corrente aaw*: pn-
lendentes apreeeeMea anas preanelae at o dea &
deste, as 10 horas do dia.
Os gneros de boa qnadade, a saber :
Assncar.
Caf muido.
Leona.
Manteiga.
Pes de 6|0
Ditos de 4|0
Carne secca
farinba de mandioca. *
Fsijio,
Froctas.
Temperos.
Azeite doce.
Yioagre.
Carne verde.
Arroz.
Bacal nao.
Quartel du 2e batalbo e infaaUria nas Orne
ontas 22 de outubro de 1820.
Frederieo Casimiro Roinfae a Salva,
___^_________Alfarea ajadaaae._________
Pela reeebedoria de rendas internas i
ae faz publico, em additamento ao
de setembro prximo fiado, qae o l
industrias e profissdes. cojo praao
isem molla, termina neste mez, i
os eslabelecimentos commerciaei, os
de advogados, do selicitadorer, av
os consuliorios de medeciua, os
liles e escrives, ee qoaes todos lerab da
referido imposto com a multa
supradito praso. 1
Reeebedoria de Pejnarnboco
1870.
O administrador,
Manoel Carneiro de Soma Laceria.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illra*. jonta admimstrativa da
misericordia do Recife, na sala de
pelas 3 horas da tarde do dia 27 do
isa contratar o forneeimeoto dos medseai
de qne precisar a enfermara do Asylo ae
cidade nos metes de novembro a dexeafen.
Secretaria da santa casa de misericordia do aW-
eife, 22 de outubro de 1870.
O eserivio,
_________Pedro Rodrigne de Soca.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Perante a Illma. jnnta administrativa da santa
casa de misericordia do Recife, na, sala das saaa
sessdes, pelas 3 horas da tarde do dia 27 do cr-
tente, sa ha de arrematar pelo lempo de I a 3
aonos, a renda da casa n. 16 do neceo das Botas,
concedendo a mesma jnnta algumas vantageas, j
n preco, j no praso aquelle qoe se eaearrefar de
fazer os oncenos de qne precisa dita casa.
Secretaria da santa ca a da misericordia do
Recife 18 de outubro de 1370.
O eserivio,
Pedro Rodrigue uk Smza.
504:473 -6o9
lame
- ni
MOHMENTO D",
oo a tu
ALFANDEIA
113
i i ni"
:ora fasendas 33
a dem core geiser; 173
Desoarregim hoje 2i do corrtnte.
Vapor inglezGladiator -diversos gneros.
Vapor inglezL Place dem.
3BED0RIA Da RENDAS tNTERNAS
ftABSDBPER fCO.
571
268
lili-
ii< dia 1 a 21.
22.....

tendimento do dia I a 21.
'dera do dia 22 .
EDITAES.
fina
is n ni *,i mai-
nosos e sinistros com
liaviam da entrar
atrui Mus iui-*' -
ir.aspirar n.i
e o auto de exa,,. E receber merc.
' '"ves ao me-rao,
lo.uouia da Babia.
X. 372.-AS SEZSS DEv'.FlAPAS.-As pes-
soas armadas com a salsaparrilha de Bristnl, e
que residem nos distfictos em que reinam as fe-
bres iolermilentes e sezdei, pdem realmente
i-m ar dessa e iTermidaile anniquiladora.Um
fraso d'este poderoso tnico vegetal afugenla os
calefrios e perseverando-se no sen oso, a* forcas
so re'tabelecem cumpletamente, e o sysiema se
fortal-co contra a miasma ;>*neradora da" molestia.
Ella tem sido universalmente experimentada pido
espago de 35 annos nas localidades infestadas
pelas sezSes e febres intermitentes. Porm os be-
nignos efeitos d'estn grande especifica cpn-erva
dor da vida, nao se limitam urna s Tasse de
enfermidades ; a sua aecao medicinal te ex-
tensa, como a das proprias molestias, as escr-
fulas de typo mais horrivel. o cancro destruidor,
as coolrarjfjss das juntas, tenduss e msculos, o
enlorpecimenlo e congesto do ligado, o estado
mrbido do estomaiio e do venlre, a asihma, a
tosse convulsa, a*erupc5's, o-rb-u natisrao, a de-
bilidad"! geral, sao sobjugadas com um rapidet e
^egu^anQa la!, qiie assombra os mdicos os mais
xperimentalos ; gracas as sua< qualidades sua-
visad iras, enralrvas e fortiOcanies. V^nlf-se em
lodat as principaes lojas de drogas em toda a
N 375.-SALSAPARRILHV D BMSTOL.-O:.
veneno9 das ntranha* da trra e emoregalo
como remeln malain annuilmenle milhar^s de
pria M'lvnra e as halas n sj nem
na n til' lo miitifiiras. A salsaparnthi de Bns-
lo! e-ia inieiramentn iseau des-as maldfeies do
genero humano, chamadas especifico* miaeraes
62:325^,931
6:516^420
9.4433ol
24:424*621
193SO0
24:619*664
PRACV DCT RECIFE
EM 22 DE OUTUBnO DE 1870. AS 3 HORAS DA TARDE
II32 VISTA SSJtlAlMAL.
Caubios.Saccou-> > sobre Londres de 21 3/4 a
22 d. por l. .
Algodo. Vendeu-se o do Acarac de quali-
d.ade mediana a 621 por kil.
Assocar.Vendeu-se o aovo americana bruto a
2*100 os U kilos.
Acc5ss da divida publica. Ven!?ram-se a 89
1/2 por cenlo.
Couros.Os seceos e salgados venderam-se a
260 rs. por kfl.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 3*050
a arroba.
Azeite-doceO de Lisboa venleu-se a 3*300
o galo.
Bacalho.etalii m-sfi do 16* a 185 por bar
rica e em atacado de 13* a 14*.
Batatas.Vendeu-se a 3*5J a arroba.
Bulaciu.n-hasdem a 53 a barriquinha.
Caf.dem de 5*500 a 6*200 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*300 a libra.
Cerveja.dem de 5500 a 9*030 aduziade
botijas.
. Fari.nha de mandioca.Vendeu-se de 7*300 a
8*000 o saeco.
Louca.Vendeu-se a ingleza ordinaria a 330
rs. por cento de premio sobre a factura.
Mantbiga.A maleza vendeu-se a 1*100 a
libra, e a francea U60 rs.
Masbas.Venderam-se a 8* a caix.
Qleo de lin'iiaca.Tel a 2*2'i'Vo galo.
' Passas.Idfin da *5-M) a S*70J a caixa.
PaESU.fTOs.Idenra 18* a arriba.
Queijos.Os auengos venderaai-se a 2*500
cada um e n prato a 800 rs. a libra.
Sabo.Vendeu-se a 170 rs. a libra do in?|pz.
TouciNiio. Venleu-sooiie Li.-ba a 12*000 e
o do Rio-Graode do Sul de 7*a H* a $.
Vinagre.O de Portugal veudeu-se a 1505 a
pipa.
Vinhos__Os de Pnrlujfil venderam-se de210f
a 260* e os de oulros paize: de 190* a 210* pur
Velas".As de composicJo venderam-se a
rs. 'i pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulou a
550
10
por cento ao anno.
Fretes.D'aqui para Liverpool, pelo vapor, 1/2
por libra e 5 /o
M0V1MENT0 DO PORTO.
Navios entrados no da 22.
Rio,de Janeiro epurtos uilartaaUios8Jti&?
e 20tioras e ch nliimo imrtt 13 noras.
vapor nacinoal rinos, de 9J toucladas.
-comraa dante 1." lenenti iuaqnin C.
D.iarie, equipage-m 5. ci gi dilei-Hiite>
%geu- ros; 4 Antonio L. de O. Aieve
d Havriai dias. barca f anees i Jen- Bap~.
liste, de 318 t neUda, zapita* B ja .
eq ipa/nm 14, carga rmrcdorua ;
Tisset Frr69.
Hrb"r Gra e 17 das, barca tngles>> ta-
bella Ridl'if, de 432 toneladas, capua
WiUiam Sjpp, equipagem ti,-carga 3*J
Perante a cmara municipal desta cidade
estar em praga nos lias 21, 22, 24, 25 e 26 do
corrente para ser arrematado por quem maior
prego offerecer, o imposto de afericSes de pesos o
pedidas pela quantia de 18:2't0*.
A arrematacao ser feita por um anno : aquel
lfinaTafBJD!Wl^^?..a.aB''^sJ^
anles as suas babilitacojs para serem julgadas.
As condicSes do contrato serio declaradas ante*
de entrar a praca.
Secretaria da cmara municipal' do Recife 19 dej
outubro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leao,
Pro-presiiute.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunhai
_________Secretario._________
O tenente Antonio da Bocha Accioly Lin-, 3o Joit
de paz da freguezia do P050 da Panella em ex
ercicio no empedimento do elfeclivo, em viriude
da lei, el:., etc.
Fago saber a s senhores editores especiaos abai-
xo declarados que tendo o Em. Sr. vice presiden-
te marcado o dia 20 de novembro para a elek;o
de dous senadores pelo fallccimenio dos Exms.
Mar juez de linda 1 Conde da Boa-vista, devero
os mesmos senhores eleitores comparecer as 9
horas ua manhi do referido dia, na matriz de
Santo Antonio, afim de dnrera seus votos era 6 ci-
dalos que teaharn as qualidales de ser senado
res como marca a lei :
J i Francisco do Reg Maia, Jos Cesario de
Mello, Jis Franciici Pires, Antonio da Rocha Ac-
cioly Luis, Francisco Carneiro Mmteiro, Manuel
Jos de Paiva Pinto, Sjbaslio Alfonso do H>'go
Barros, Gaidiae Tiifioiteles Cabral de Vascon-
cel o-, Dr. Jos B^rnard) Gilvo Alcoforado, Dr.
Antonio Joaquina de M traes e Silva, Dr. Jos Ber-
nardo Galco Aleolorado Jnior, Felipps Duarte
Pereira Jnior, Antonio Luiz do Reg Brrelo, Joao
NepoTiuceuo Ribeiro, Thomaz Jos Anasiacio da
Cota Pimentel, Joo de Santa Momea Lima. Fran-
cisco R idngoes do P.ts*o, Gervasio Pir Perreira,
Jj Affjaso do Re;o Barros, Antonio Lins Caldas,
Mmnel Antonio de tyra.
E para constir ra indei paesar o presente o affl-
x!-lo u 1 la jar maiSH0ub)ieo desta freguetij e pu
bliear p' la imarensa.
lu distrlcta de paz da frgoczia do P050 da Pa-
nilla 19 "le outubro de 1870.
E eu Manoel Prancisob Coebo Janiar, es rive
i] te o eaenevi.
ABtoni 1 la 11 'i; Aioly L ns.
Faculdads de Direitp
do ilecife.
De ordom'do Exr.i. Sr. direcior interino, o con
sdllvin f)r. Po.lri Autrno di Mat:a e Alnqner
"iue, se faz publico que a in^criiica para o< exa
mes di linguas no pnxirao mez de nuvemiiro se
abrir o dia 3 do mesm 1 mez e continuar at o
dia 15.
Oque se pretender iaKrover devr face-lo na
secreiaria desla Facalda le por meio d' rerjueri-
uwBi 1 ao Ex-n Sr dire'ior com deClaracao da
materia em que se tem de inscrever, e atestado
do director do collegio ou profi'M'ir qne o houver
enunaJn, certifl.v.ndo a sua babllftaca>i ; a letra e
^signaturado reqnerimeoto devora <"r lo proprio
punho do examinand ,' tndo Je confirmidado com
s arts. 1 e 2" das ostrotefiss que baixaram com
o decreto n. 4430 de 30 de oolubro de W59.
Secretaria da faculdade de direito do Recife 22
de tuiuhrode 1870.
O offlial ni impedimento do secretario,
M. A. diis Pa AVISOS MARTIMOS.
ARaCAJU'
Para o referido porto se?ne dentro em ajntatrr
dias o patacho nacional Tre- Amigos, e por ts*.
quem quizer aproveilar em carregar carga a fre-
te comraodo, p^e se dirigir ao rotign'iario Jaa-
quim Jos Concalves Beltro roa do Cnnaaaraa
d. 17._______________________ _________
Liverpool Bra il e iver fu-
te M.ail Srfme s.
Espera -se de Liverpool a 24 do c >rreat3 o pa-
quete inglez La Place, de 1,200 toneladas, ejae
seguir, depois de indispensavel demora, para a
Bahia. Rio d Jar.eiro o Santos. Temaeaa aetaaa
t
'ara rrete ou passagens, trau-se com os ajreaae*
Saunders ^rote se .,largo
do >rpo Sa vo n. 11.
BAfflA.
Para o referido porto pretende s-gair tai pas-
eos dias opata:h> aaeioaal Coludo, por ter a
mai r parte de sea carr-samni > eag*jaJo, e para
o reato que lh falta trata-as com a pasmatano
Joaquim Jos Gon.-alves Beltraj nu do Coaa-
mercio n 17.
Hio dj Janeiro
Para o porto cima *eue com brevidada o atV
ru nacional Isabel, tem oartedo sea csmfanMa-
to engajado: para o resto 'pi Ihe falta
cora os consignatarios Antonio Lniz da
Azevedo & C, rna da >>uz n. 57, andar.
PARA'
Preiende seguir psra o ref v lias o palnabote Rosita por ler a f aior pairte da
arga, e para a pouca que Ib > falta, trata-te coas a
-onsignatario Joaquim Js Gonca>ves> tsatria,
ra !'"> Commercio n. 17.
Eo Grande do Sol
Para o porto cima setne em poucos da pa-
tach"> nacional Garibaldi, o qaal recefc earpa a
Treie, que se irala com J >-' Viclorino de
A C. a rui h Cid ii n. 52
MiraabiS
fSECLARACOES.
Juizo dos feitos da fazenda
nacioaal
Por ordem d> II! n. Sr.sDr. juiz dos feihs
fazenda nacin al f ii a lula para quinla-feira
lo wrn:e a pnri do nginhi B o o-n
asa terrea na viflud Cibo, penbr^.lx
uoent") d "|ue "l MiUoso; eolo a a.'alJi{5o do ingeiibo
urias 10 OM)*, n d,i ci
lugar t* 11 lua la
lieici*a
RoCife 13 iIp ouabro do 1870
. co>$ui,ad> po;tru.ijisz. "1
Ptli pr-ienl
iili i I dual i
a u per imo a
chancellara do co t-ulado de Portugal na prov n

00*; a pnei te n
\i m sala das lut
S-gue cjmbrevilaie pan o porto cima o pav
Ihabite nacional Joven irtkur. para o ralada
carga que Ihe f illa trata se com is coosipaaaama
Aaumio Luiz de Oliveira Azevego k C-, na a
Cru'. n. 57.
Kio-Grranld do SnL
S 'irue cem brevidaoe para o p flj acia a o ari-
gue nacional Amelia : pT.i 0 rsa da earga ipae
ihe falta, trata ^e com o^ consiaaiarios Aatoaso
L. de O. Aiev.do & C. ra da Croz a. 57, priasi
ro andar. ^^^
C)S?.;iIA URiSIUtli
DE
Paquetes a vapor.
Dos porto* do norte
ate o dia S do
Cruzeiro da *tf, i
P. Gnedes Aieoforado, o
depois da demora do co turne seguir para ea
tos do snl.
Desde j recebem-se passafeiroa a
arga que o vapor poder eondnnr, a i
4r embarcada no dia de snaebegada.'.
las e dinheiro a frete at as dnns horas
ua sahida.
Nao se recebera como tim !Ii i i
ectos de pequeo valor e que nao
irrob&s de peso on 8 palmos cabecea ala aadV
rudo que pasear desloe limites Vvan sat
obar -ado como carga. ____
Previne-se aos Srs. passageiroe jaaixs ]
;ns s se recebem na agenei roa da Cn
andar^ e^ripiorio de An'ortio bar di
.;. vedo ^ C._______________ _
coaMI i'^S^^H
oe. |'
Vavegacdo conteira por
O v!i4>.- Pafbfk* samar
ra o porto asina no >ka 1
iMrteiiii- s 9 horas da
-. eacti
r passaceiros a diaMro i
lio. Forte do Mpttoa a. 11
a s



\
* /

Mr-
Diario de Pern&mbuco .Segunda feira 24 e Outubro de 1870
COMPANHIA PERNAMBUCANA
pi
Navegable costeira por rapoir.
Parahyba, Natal, Macan, Mossr.r-, Aracaly,
Cear, Mandah, Acarac e Granja.
0 vapor Pnvpama, com-
mandante Azevedo, seguir
para os portos cima no du
31 do eorrente as 5 horas d
tarde.
Recebe earfa ale o dia 2,
enoommendas, passageiros e dinheiro a frete al
as 1 horas da larde do dia da sabida, no escnpto-
rio do Porte do Mallos n. H. _____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI'
tVavegac&o costeira por vapor
Mamangoape.
P vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
ra Mamanguape no dia ?8
o crreme as 6 horas da
tarde.
Recebe carga, encommcn-
dinheiro a frete at as 2 li-
da sahida, no escrptorio da
das, passageiros e
ras da larde do dia
O conselheiro Jos Bento da Gan_* Ei-
gueiredo aviza aos seas constiluintes, que
elle acha-se reslitoido ao sea escriptorio de
adevocacia, podendo ser procurado nos das
uteis desde as del horas da manh3a at as
3 da tarde.
A3f--Afamili
Precisa-se de ama ama para poaca
a: na roa do Cardeireiro n. 68
AVISO
ompanhia, Forte do Mattos n. 12.
LEILOES.
Roga-se aos senhores abaixo mencionados o ob-
sequio de comparecerem ra do Bario da Vic-
toria n. 46, adra de traUrem negocios de interesse
reciproco :
Americo de Stqaeira Brito.
Hanoel Canudo Pereira de Lyra.
Joaquim Esteves Vianna.
Jos Egidio Ferr ir a.
Jos Vieira de Oliveira Maciel.
Jos Joaqnim de Aguiar
JoSo Francisco Emeterio Portella.
JooGil Paes Brrelo.
Joaqnim Doarte Curris.
Severno Maaoel Ouarte. ^_______
Precisa-se de nma ama para casa de pouca
familia : a tratar ra do Cabug n. 1 ioja.
A ESMERALI1A
LEILO
DE
DIVIDAS
a 26 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juii especial do
commercio d'esta ciliado, a requerimento dos ad -
ministradores da massa fallida de Joao Jos de
Figueiredo, o agente Oliveira far (eilao do sal-
do de 3:128$, proveniento de urna Jetra de.....
3:4004 admiuida na massa fallida do aceitante
Guilherme Carvalho & C, e da qual foram pages
8 por cento de dous dividendos ; e assim mais, do
debito da firma fallida de Siqueira & Pereira, na
importancta de 16:189X379, saldo deduzido o pri-
meiro dividendo de 14 por cento recebido sobre
18:824742
QDARTA-FEIRA
ao meiodia am ponto; no seu escriptorio sito a
ra da Cruz n. 53, primeiro andar. **.
AVISOS DIVERSOS.
Gabinete Portugus
de Leitura.
CONSELHO DELIBERATIVO.
De ordera do Sr. presidente convido a todos os
sedbores conselheiros para se reunirem em sessao
ordinaria que deve ter lugar quarta-feira 26 do
frrente, uelas 6 1|2 horas da larde.
Secretaria do Gabiuete Portuguez de Leitura em
Pernambuco os 22 de outubro de 1870.
A. J. Burges Costa,
2 secretario.

O eonse!b:iro desembargador Jeronymo Marti-
niano Figueira de Mello muito agradece s pessoas
de sna amnade, que Ihe fizeram o favor de assis-
tir s exequia- e enterro de sua querida mirlher
D. Maria Francisca de Carvalho Figueira de Mello,
e roga a seus prenles e a todos os seus amigos a
caridade de onvirem as missas do stimo dia, que
- fera prxima (2o do corrente). pelas 8 horas da
m_hia, nu igreja matriz do SS. Sacrament da
ooa-v no
i n mu]- -r,;-
te
=3
-O
3
l
1
5
1
S3
te
-O
3
O
U
iO
Atten^ao
Ignacio da Silva Deiro, em
de Pernambuco, ama a teas
du excelleaie tropa de borro, M
villa do Pillar, Porto Calvo, Caataaaa
larreiros, e Rio Formoso, e dalli ir aa
lo para a Escada : quem pota precisar,
dar en contra-Je.
S*
COMPANHIA
DOS
TRILHOS DBBMOS
DO
RECIFE A9 OMMDA.
Por ordem da directora, e em execrlo
ao que dispoe o art. 13 dos estatutos, sao
convidados os Srs. accionistas para a sesso
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
qual ter logar no dia 31 do corrente s 10
horas da manhaa no salao da estacao provi-
soria da ra da Aurora.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
de 1870.
Joao Joaquim Alves,
Io secretario.
AVISO
De 24 do corrente em liante se contluzi-
r carga de bagagem, iodo em cada trem
um carro de bagagem e ao meio dia partir
o trem de carga, tocando engodos os pontos
com os precos das tabellas aprovadas pelo
governo da provincia.
Recife, 18 de outubro de 1870.
O sopreintendente.
A. de Abreu Porto.
D
TABELLA dos precos e transportes de
BAGAGKNS E MERCADURAS. FRETE POR
CMDADE 0U FRACGO DE 10 KILLOGRAM-
MAS.
*^ os O)
cooooooooo
Sr 6i 3
=5 to a 75 H g c
ffi 55-a B c .Q.
S^-oP S g-og-
bj~c;. 5 o OJ-n
c~ o n c_ M _f-
o g P5_j 3 s
3
tD -
a
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o

c

| | |
O capilo Joaquim Francisco Luna tendo de
mandar celebrar urna missa na matriz de Santo
Antonio, Jerea-feira 2o do corrente, as 7 1|2 horas
da manha, por ser o 2 a aniversario do passa-
mento do seu sempre lembrado cunhado e amigo
Bernardino Jo- Monteiro, convida a seus paren-
tes e pessoas de sua amizade e as do fallecido para
assistirem, e desde j agradece a todos esso acto
de caridadw e religiao.
tfl T--'' T.T.r:-?r '_*-; -
PerguntK-se aoExm. Sr. conselheiro, minis-
iro da justica, se um desembargador pode maltra-
tar e reprehender grosseiramente sem mo.ivo al-
gum aos empregados do tribunal da relaeao, como
snccedeu em urna das sessoes com um pobre ve-
Jho, pois nos parece que somente ao presidente do
mesmo tribunal competente, e que tem altribni-
^ao para em termos habis advertir em particular
e suspender, etc.
Um espectador que aatava as galleras.
I (-0 M>
c OO
t hC hO te
O O O O O
I i- l- 14. :'- i _-
O O O O O O
re tt i* h *< *
O O O O O O O
ooooooo
K. I i. I L IL IL -- -- _-__
OCOOOCOOC
l 14. \L I i. .- _-. _. _.
O O O O O O o o o c
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atien-
to o grande sortmento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
_KSs

IIOREIRI II1JARTE .
I
Precisase de nma ama forra o* captiva par
servico interno e externo de mas ara i* *
familia: na^-ua Yema M._____
Companhia AIH^
DE
seguros martimos estabelecda
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
capital..r. 2,900momo.
Toma segara id mercaonu wmir
martimo em navio* de vella* >a*or
iro e fra do Imperio. Agenci i roa
mereio n 17, escriptorio de Joaqaia Jeai
calves Beltro.
MANUEL & C.

s-
de ser-lhes mais commodo, tem
i, hr je ra do Mrquez de Olinda,
**<&
'..*'
Tem sattsfaclo de participar aos seos numerosos fregnezes, que em vista
estabefecido orna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recite n.
onde acharo os pretendentes, muio avultado sortmento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado ^>|
darem, sendo possivel suas enoommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- J^
mages as tazendas que a demora da fabricaco bem diminuta.
m
NA

AUTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
- DE
CHAPEOS DE
DA

M
H
>
o<
P3
A' ra dos Pires
A' do Principe
A' Joao da Barran

Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, brelanba de linho branco e par- HI?
do e de algodo os todos os tamanbos e feitios, aim da immesa porco de seda, merino, algod5o e brim,
armacoes de todas as qualidades para satisazer qualquer encommenda. A modicidade de seus precos 5o conhecida *
qne escusa de mencionar.
m
Na a do Imperador n. 28, iitim i
pos, ha'constantemente um completo _
da escolhidos gneros proprios para ntsa, u
sa e coiinha ; nomea-los cada um de per si lec-
nar-se-hia enfadonho um annoocio que deve to-
men te despertar a curiesidade do apete. Se mea
pessoa tem vontade de variar de eo-de em aea
dia de regabofe, nao tem man nada d> ejae darl-
gir-se ao armazem do Campos n. 28, i nu do Im-
perador, examinar e comprar a vanedade de te-
neros alimenticios que ha naquelle eiUbelcciaeav
to, onde a par dessas vantagens eocoutrarj I
muita sinceridade e delicadeza do trato.
Por estar-se vendendo mnito barato os i
tes gneros qne se menciona
Ceblas a l o cento.
_______Lingoas seccas e defnmadas a vapor.
A luga
se
urna casa terrea, sila na Casanga, com sotao, co-
cheira, e um pequeo quintal : a tratar n ro-
do Vigaro n. 31.
Na praca da Independencia n. 33 se d di-
iheiro sobre penhores de ouro, prau e podas
preciosas, seja qual for a quanua; e na meanti
asa se compra e vende objeetos de onro e pnu,
i igualmente se faz toda e qualquer obra de esv
commenda, e todo e qualquer concert
i mesma arte
A verdadeira farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha usada com va atajos o? resalu-
dos nos padecimentos dos oreaos do peto,
como asthma ou puehameoto de eatnarros,
inflamagao de bote, pleorizes e na pthysica; re-
commendando-se com igual proveito as pessoas
convalecentes.
nico deposito na phirmacia e dr icaria.
DE
Bartbolomen & C
________34Bna larga do Rosario31_______
- Precisase alagar nm preto escravo de sassa
idade, paga-se bom a'uguel : nesu tyi
tv4 i
y'-''
iA
DA VICT
Ao bceo do
pinheiro
Es
:.
A' Encruzilhada
A' Belm
AoCampo-Granile
A'iSalgadinho
A es Arrumbados
A' Olinda
AVISO
Ignacio da gilva Deir avisa a seus freguezes
que icaba de chegar com sua tropa de excellentes
burros e que segu para Agna Preta, tendo bre-
verrenle de voltar para a freguezia da Eseada,
-Obo, etc. : quem precisar fazer alguma eacom-
monda, pode dirigir se ao Sr. Jos Hara Pes-
taa, que se enearregar de transmetti-la ao an-
naociaote.
Acaba de sahi luz o otflcio
DE
M. 8. HA C OVC EIC AO.
Acompanhado de urna collecgo de oracoes co-
mo : Responso de Santo Antooio e oracao de Santa
Maria Eterna. Res 320.
____________LIVRARIA FRANCEZA._________
Precisa-se de um bom cozinheiro que emen-
da de roassas, e de outros servicos tendentes a
sua prouesao : na ra da Aurora n. 16.
Palacio da presidencia d dejonho de 1870.As?:;-nad>, Francisco
de Assis Pereira Rocha.- C infere, Antonio
Annes Jacome Pires.
Andr d Ahreu Porto,
Sn i inndenle.
B
TABELLA nos fretes d; madeiras e mate
ra es. I
Neste novo armazn-, tem v.m
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se- vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a esta
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rinhos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos. RU.\
Baro da Viciarla
nE
ARRUDA IRMAOS.
no recife
LEIAM
Sacco com 1 hec-
tolitro deca..
Milbeiro de lijlo.
Dko de telha...
Enchamel de i a
5 palmos
Trave de 4 a 7
ditos........
dem de 8 a 10
ditos.......
Prancho de lou-
ro..........
dem de amarello
ATE A BlfCRU
XII II ATI V
80 rs.
3,9000
4^000
300
500
i^OOO
500
liJOOO
Af OLINDA
O akaico Assignado fas publico que se achara
por elle eqnestrados os arrendamentos da casa
que foi hotel francez em Apipucos, e per isso pre-
vine niaguem a arrend, como se aosuacioa por
este Diario. Recife 18 de outubro de 1870.
_____________Antonio Enarque de Gusmao.
ASSOCIA(>0 :OMMERCIAL AGRCOLA.
Tendo algn* dos sennores socios eleitos para a
directora, per motivos justificados deixado de
aceitar os cargos para que foram eleitos. sao de
novo convidados os senhores associados para a
eleicao m as^embia geral no dia 25 do corrente,
as 9 horas da manbaa, a ti ai de se elegerem os
novas membros.
Secretaria da Assoclacao Commercial Agrieela
2t de outubro de 1870
Joao Maria dos Santos Almeida,
Secretario. *
160 rs.
6#)00
8,9000
600
1^000
mo
1,5000
2^000
Assim como tem ama grande
officina de lfaiate, montada com
todos os preparos que ha demelhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeicao
nada deixam a desej'ar.
Roupa de todos os
amanhos para homens
* meninos.
Per todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e msis moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltrao
Ra do Trapicha n, 17, andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco do
Mmho, em Braga, e sobre os secnintn iugares em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa so Cpode.
Arcos de Val de Ves.
Vianna do fcstello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fameiicao.
Laraego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpassn).
llirandella.
Beja.
Barcellos.
Baro da Vctor la
antiga na
NOVA
L
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soflfrer urna reforma radical em aeccio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes* deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
nao se tornar massante
CASA PARA ALUGAR
Aluga se o andar do stbrado o. 6 roa _
Duque de Caxias : tratar oo coran de oa-a
ra do Cabng.________
Agencia em fernambnco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do porte.
Balsa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar
JOS.
TobIco
Conserva e limpa os cabellos.
______Plalas cathartlca.______
Em casa de THEODORO CHRJSTf
ANSEN, nu da Gnu n: 18, encootnas-ta
jflectivamente todas as oaadades de vinh
^ordeaox, Roargogne edo Rheno.
ATTENCt
;*No sobrado da ra estreita do Bosario n.J35,
precisa-se alugar um moleque de 12 a 14 annos :
quem o tiver dirija se, que achara cora quem
tratar. Na mesma casa preparase almoco ej'an-
lar para fra.
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21
de junho de 1870.Assignado, Francisco
de Assis Pereira Rocha.Confere, Antonio
Annes Jaeome Pires.
Andr de Abreu Porto,
_________________Superintendente.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
para o servico interno de pequea familia : na
ra da Aroizade n. 21, Capunga.
AMA.
SVWHsK__r-
0 baebarel Celso Tertuliano*mudou
mt seu escriptorio para a na das Cruzes,
S ^e Doquede Caxias, casa a. 34, an-
i
o IB
81 an-
dar, onde pode ser proearado.
Xa rna Direita n. 133, Ioja de cera, ha
ama pessoa que; se encarrega de ornar
catacumbas no cemiterio publico, dando a
mesn"a pessoa todos os preparos.
i
Precisa-se de urna ama para cosinnar: [
tratar no Manguintio, obrado novo dos Srs. Car-
pintero, ou no caes da Companhia Peruambua-
na n. 2; adverte-se qae serve escrava ou livre,
mas que cosinhe beni.
AMA
Prevne-se ao Sr. tbesoureiro respectivo que
o meio bilhete da lotera que tem de correr no dia
23 deste mez, sob n. 2888, acha-se perdido ; e no
easo de Ihe ser apresentado bavende premio, nao
o pague se nao a Eustaquio Antonio Gomes, qae
senlegitimo dono.
Betalha-se terrenos no Porto fla Madeira em
Beberibe. A posico topographica dos mesmo?
terrenos, sua boa qualidade para plantacSes, como
se poder ver pelos sitios nelle j situados, mnito
08 "cmmenda: os pretendentes encontrarao pes-
soa habilitada para qualqaer negocio relativo a
ditos terrenos, no referido lugar, nos domingos al
as 9 horas da amanhaa.
Companhia Phenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos no acto de celebrarse o contrato,
nambnco 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.

Na rna do Imperador n. 9 tem ama pessoa que
se eocarrega de armar catacumbas e tmulos no
ceraileno publico, dando o que fr preciso para o
oa z de novembro. commmnrnwn h fn; *,.
funts.
RESTAURAN! DE PARS
4Ruadas Larangeiras4
MR. MICHANDON proprietari deste estabelecimento, recebe asigna-
turas para almoco e jantar, por preco o mais mdico que possivel. Rem
como fernece tambem almoco e jantar avalso.
novembro, commemoracao dos fiis de-
SENDO
ALMOgO
JANTAR
3 pratos a escolba
Vinho
Caf oa cha.
jo:o
JSOPA3 pr:'.o3 escoha
Vinho.
Sobre-mesa.
Caf ou cha.
1,5000
Companhia
DE
Santa Thereza.
Aluga-se a caa n. 7 sKa ra da Ribeira,
na cidade de Olinda : a tratar no sobrado fron-
teiro. ,
Precita :e de urna ama, preerindo-se escrava,
int.-rno do nma casa de piHc
3 tra'ar na rna.da Palma d, "i.'
/lllltl
Ama
Precica-se do urna ama que cozrah'. bem, en-
gomme e compro para urna pessoa : na ra do
Torren. J6, v andar.
A o com mereio.
O abaixo assignado, eslabelecido ra do No-
gueira n. 29, vendo no Diario de hontem e hoje
nm annunc;o assignado por pdasoa de igual nome
em que dfz ter comprado urna tatferna na ra d
Sebo n. 13, declara qun semelhante annuncio oa
se entende comsigo, o que faz,publico para evitar
davidas futuras. Oatrj, sim, pede ao
semelhsnte annuncio de alterar seu &,,
qne o abaixo assignado mais amigo posta'praca"
onde commercia ha mais de tres anous. Rwife
M de ontabro de 1870.
____________Amonio Marques do Oliveira.
rr- ICa ra lo Raogel o. 6 precis-se de um cal-
eiro com pratfca de l*berng.
MOFINA
PRECISASE
gemmar bem cosinhar ; trata se ra do VI-
Roea-sfl an nim c b..i. v:. 4Auun a. Be lim homem, livre ou captivo, para distri-
f&J&Sr&SKS JX pdrovMinc?a.eSo ^\^ff* de .*>* i
favor de v.ra rna do Imperador n. 18 a ronclniri ,n., ?
aquelle negocio qae V. S. se comproraetteu reali-' *ar, n 16' andar-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a Ceverelro e abril, e nala cumprio,
e por este metivo de novo chamado para dito
11' I>-S Y' "' M deve 'emDrar H06 esle negocio
alterar seu om7~Vum l nihn ^alfde 0lt0 aDnos- e Quando o senhor sau
to Jllho se acbava no estado nesta cidade.
Ama
Pree_a-se de nma ama para cozinhar, livre ou
escrava- na fabrica a vapor de cigarros, ra lar-
ga do Bqswiq p. ai,-
Precisa-se de urna ama para fazer o ser-
vico de pequea familia, i qoal se dar bom
ordenado ; ra de S. Jorge fontr'ora Pi-
lar) n. 138 Io andar.
De cenformida cora o art 11 dos estatales, sao
convidados os Srs. accionistas reafisarea as o
dia 5 de novembro prximo, a primeira
na razio de 20 0/0 do capital snbscnpto ,
dirigir-se para ess m ao escriptorio do i__
caixa o Exm. Sr. bario da Sotedade, pna do
Corpo Santo.
Previne-se aos referidos sennores, qae aa Ar-
ma do art. 12 dos mesmos estatuios, dejxaro t
ser considerados accionistas, iqneeUes dos sigaa-
tarios qae nao Qzarem as *Mft4w aas pocas
marcadas.
Recife 20 de ontabro de 1870. _______
ATTENQlO
Precisa-se de nm pharmaeentieo eoa as haks-
lilacOes precisas e qne orre com alram ripil
para tomar coota de nma pbarmaeia em boa te-
cali dade e com alguma freguezia, faz-se asta at-
gocio de dar-se sociedade, por sea aaao ejasror
se reVrar para fra : quem qnizer dirija- a esta
typographia cora as inieiaes J. C______________
Aloga-se urna casa mao trasca a kafir
do Monteiro, a margem do rio Capibarieo : tra-
tar na ra 1 de marco, oatr'ora Crespo, leja da
esqqioa n. 8.
Ama
Precisa-se de ama ama : aa nu de Roas a.
30, andar.
Ama.
Paga se bom ordenado por ama
nhe para ama casa de familia : na rna da
la-velha n. 90.

AMA
Precisase de ama ama para cozinhar en
de pouca familia, ou para andar con jan,
Precisa-se de um servente para a ai aea da
praca do Conde-d'En n. 19 : a tratar aViaesoa.
Precisa se de um bom dopeiro, s tambera de
um servente que -eja forro ou captivo : no hotel
francez, ra das Larangeiras n. 10,
Na rna do Mondego n. 39. preeisa-se ie ansa
ama pira todo servico de tres pessoas e fttzajf
PiTbB
piar
AMA
va ama para
de Marco n. 23.
com-
ea da f mona.


Ir
Diario de Pernambuco Segunda feira 24 de.Ontubro de 1870.


AO ARMAZEM
DO
VAPORFRNCEZ
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtade das
facturas quo recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRAIVCEZ
Botinas para senhoras c meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortijas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e presos mais baratas do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lastro e pellica, das melbores fabricas e escolhiias.
Botas e pernelras rnsslanas.
Botas e peraeiras para mantaria, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro. j
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo'afim de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lastro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qaalidade.
Abotinados para meninos e meninas .
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos* como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo.isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Qunqulharas
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para salla?, quartos e ga-
binetes, toucadore? de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pnlceiras, botdes, crrenos e chaves de relogios e trancelins, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinlias de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, calxinhas com vidro de augmenta para distintamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-s vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, jguras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensipez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
ne?ianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaDtes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulcvards,
pracas e passeios de Paris.photojraphias e caixinhas mgicas, reverberos para oandieiros,
tapetes de vidrilho e de 15a de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para criancas, sapatinhos e
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condujir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a masante leitura da infiuidade de
t gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENGAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verileando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem viudos em d-
reitura e de conta propria.
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MO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas ae joias de ultimo gosto, as quaes vender mais barato pos-
sivel.
Tolas, as joias sero garantidas onro de lei, pois os sens donos tendo em
vista so adquirir freguezta uo olvidara"o, vender pom e por preces os mais
razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de qse ficar
I0 DE OURO RA DO CABUCA N. 9 A
'SE
$m
m
satisfeito.
II
m
\W
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37 Ra 11 de Dezembro37
(Oufr'ora Larga do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontrarSo serapre os nossos innumero
freguezes notaveis melhoramentos, indispensaveis para commodidade dos illustres fre-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de confortativo
deleitavel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acba-se aili urna excellente casa para banhos, um salSo todo alcatifado i
guarnecido de divans, piano, jornaes nacienaes e estrangeiras etc., etc
DULCE HURTE
CHARUTOS
Normas da Havana.
Suspiros.
Napoltoes
Havanas.
Imperiaes
Amadores
Londrnos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estrangeiros, en-
contrarlo os commo/Jos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o bespanhol, francez, inglez e italiano.
0 MARAVILHOSO REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
OLEO ELETRICO
RING OF PAIN
0 RE DADOR
Para o uso interno e externo.
Par* andar com crlanrai, precisase alngir
ama rapariga forra ou tscrava : na ra da Ca-
de! b. 8, armazem.
Arria.
Precisa-se de ama- ama para ca*a de hoomem
so, que s.iioa lavar, engomrcar por cim.i da 0a
ra da Cruz n. 2i, lo >ndar. n e c.zinha ^.a
Aluga-fe o obrado n. 9 aa Passam da
Magdalena : a tratar crYn ]. ]. de M. Hp-o
Igreja de Nossa~8erJii;Ta do
Monte emO'inda.
Continuando o concert da im-eja de No-
sa Senbora io Monte em Olinda, segundlo
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abb-
de' do mosteiro de S. Bento de assim o fa -
zer, logo que terminasse o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforcos seu alcauce, aconiece
que o referido nao pode ser de prompfc
concluido, j porque os recursos da ordeaa
benedictina tem de ser tambera appcados
reparaces e conceitos dos predios da
ordem, j porque tem lvido demora na
extraeco das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assigoado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, sop-
plica aos devotos de Nossa Senhora do Mon-
te que se preslera a ajudar com suas esmo-
las a concluso dos referidos conferios e re-
paraces na dita igreja de Nossa Senhora
do Monte, podundo para esse fim se dirigir
ao juiz perpetuo
Manoel Luiz Viraes.
Cholera e cholera-morbus, diarrba,
fluxo de sangue, em um dia.
Dr de cabera e dores de ouvido,
em tres minutos.
Dr de dentes, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocacoes, em vinte minutos.
Gargantas incitadas, em dez miuu-
CURA:
tos.
Clica e convulses, em cinco minu-
Rheumatismo em um dia.
Febre e febre intermitiente, em um dia.
Dr as costas e nos lados, em dez
minutos.
Tosses perigosas e refriados, em om
dia.
Pleuresa, em nm dia.
Surdez e asinina.
Hemorrboidas e bronebites.
Inflammacao nos rins.
Dyspepsia e erysipelas.
Molestia de fjgado.
Palpitafo de coracSo.
Reserve sempre este remedio na sua familia.
AS DOENCAS SE APRESENTAM QUANDO MENOS SE ESPERAM.
Oleo eletrico0 King of Pain(o rei da dr) aquieta e positivamente dissipa mais
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos e produz um mais perfeilo
equilibrio nosystema hnmano, o que nao se pode effectuar no mesmo tempo, com qual-
quer outro remedio medicinal.
Este muito popular remedio est agora usando se geralmente, pela raz3o que mi-
Ibares de pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. de Gratb e outros
mais.
Esie importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porm to
somente para zqollas estipuladas das nossas direcces.
Est operando nos principios da chimica e da electricidade, e por isso est appli-
cavel para o cu;amento e para a resiauraco da aeco natural dos igaos que soffrem da
irregular crculaco dos fluxos dos principaes ervos. O oleo elelricoo King ofPain
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as ncbages das glndulas
etc. em um tempo incrivel, breve; sem perigo do seu usodebaixo de qualquer circums-
tanca.
O remedio, urna medicina para o uso externo e interno, composto dos elementos
curativos, raizes, hervas e cascas, laes como se tem usado dos nossos antepassados, e
das quaes tem grandes existencias no mirado, para curar todas as molestias, sabendo-se
quaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade de medicina durante ramios annos
de experiencia para aprender os melhores modos que se deviam adoptar para curar as
seguinles dcen'cas, e que preporces de medicina se devia usar.
nico deposito em P-rnambuc
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & C
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
MAO HA MAIS CABELLOS BU A MCOS
A tintura jaooneza para fingir os cabellos da cabera e da barba, foi a nica admit-
tida Exposicao Universal, por ter sido reconhecida superior s todas as preparares
ate boje existentes, sem alterar a saude. Vende-se a I 000 cada frasco na
Ra da Cadeia n. 51 1 andar.
Criado.
No Club Pernambucano precisa-se de um
criado.
Ama.
Precisa-se para comprar e cozinbar: no Pas-
eie Publico n. o, loja .
O abaixo. asignado faz sciente ao publico e
com especialidade ao corpo do commercio, que
comprou a taberna sita no Barro Vermelho, ao Sr.
Antonio da Motia o Silva : quera se julgar com
direito, queira apresentar suas comas no prs-o
de tres dias da data deste, para serem pagas, que
passando o dito praso nao se responsabiliza por
qualquer debitoque appare?a, Recife 20 de ou-
tubro de 1870.
Jeao Machado Evangelbo.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama livre ou sujeita, porm
de boa conducta, que tenha bom leite e com abun-
dancia, sem Albo a aumentar : a tratar na ra da
Praia, armazem ns. 13 e 15.
im mi om
Ra do Barao da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
itiLhetes garantidos da pro- '
Tela.
Esta feliz casa acal de vender entre os sens
muito felizes bilhetes da lotera n. 165* qne cor-
reu hoje quatro quartos de n. 3373 com a sorte
de 9004, um inteiro de n. 1430 com aserte de
10OJ, aous quartos de n. 305 com a sorte de 100*,
um meio de n. 3226 com 100*'e mullos outros
premios menores que seria enfdonho mencina-
los, podendo os seos possuidores virem receber
que promptamenie sero pagos.
O abaixo assignado corida ao respeitavel pu-
blico para virem munir-se de bilhetes da lotera
(166) a beneficio da matriz do Bonito que ser
extrabida terca-feira 25 do correte mez
PKEQOS.
Inteiro 6/000
Meio 34000
Quarto 1*500
De 1000000 para cima.
Inteiro 51400
Meio 5*700
Quarto 1*350
Joao Joaquim da Costa Leite.
Attenpao
Um pai de familia pobre e honrado offerecese
a alguns dos senhores negociantes desta praca
para escrever em seu escriptorio por ter boa le-
tra, medame urna recompensa razoavel: quem,
psis, se quizer utilisar de seus serviros, annuncie
para ser procurado.
Preci?ase de urna ama paracozinhar e com-
prar para urna pessoa : na ra estreita do Rosa-
rio n. 25, 1 andar paga-se bem.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra do
Queimado n. 49, Rival Sem Segundo.
SITIO.
Aluga-se urna boa casa e sitio muito peno da
estaco da Jaqueira, em Ponte de Ucba, a beia
do no : e tambera se Vende ou aluga-se urna mo-
bilia de amarello existente na mesma : a tratar no
cae da alfandega n. 3.____________________
Estrada d Beberibe.
No dia 21 do eorrente, as 6 horas da manha,
perdeu-se na estrada de Beberibe, da povoacao a
Encruzilbada, urna pequea carteira de cerurgia :
a pessoa qne a tiver acbado pode entregar ao
chele da estacao da Encruzilhada, que recompon
sar generosamente._____________
Precisase de um moco de 16 annos ou de
ura bomem de 40 annos, que saiba 1er e escrever :
na ra da Concordia n. 68.
SITIO.
Aluga-se um bom sitio na estrada dos Afflictos
pelo tempo da festa : na ra da Cruz n. 8, pri-
meiro andar.
Amas.
Paga-se bom aluguel a urna ama que seja per-
feita engommadira, e a outra para ser emprega-
da em algum ensaboado e servico de casa : em
S. Ic do Mangninho, sitio n. 1
Criado,
Paga-se hpm aluguel a um criado de 12 a 14
annos para servido do casa de pequea familia :
era S. Jos do Mangninho n. 2.
Precisare de urna ama Hel e diligente para
o servico de ~ma casa de pouca familia : a tratar
na ra da praia do Caldeireiro, ou ra dos Ossos
n. 14.
Na ra da Imperatrji n. 60 muito se daseja
fallar com o Sr. Francisco Deodalo Lm., a nt go-
ci de seo infrcsse ,
Precisa-3e de um caixeiro portogaei de 12 i.
14 annos de idade, e que tenha praliea de taber-
na e d ador do sua conducta : -na ra Imperial
n. 163.
. Precisase de urna ama para comprar e co-
zinbar : na ra do Duque de Casias, outr'ora do
Queimado n. 22.__________
AGRICULTURA
POR
AYRES DE ALBQUERQE GAMA.
li ad^em 16 com estampas
Obr? premolva pelo governo da pravincia.
Vende-se em as principaes
Livrarias.
Club do ffloutefro
A abertura do Club ter lugar no da Io de D#
vembro prximo futuro, sendo alterada a tabella
das mensalidades pela seguintc maneira :
Assguatura de novembr a abril6 icezes 30.
1 trimestre30*000.
1 niez-lOOOO.
O emprezano,
P. L Lavr.ie.
Precisa se a lugar una escrava uiuca para o
servico interno de urna casa d famia na rd
do Crespo n. 12, 1* andar.
As.sociaQao Commercial Bene*
fcenle.
Tendo-se esgot do a lista dos supplentes para
preencher as vagas havidas na directora, e nao
estando prevista esta circurasf ncia nos estatuios,
convocada pelo presente a assembla geral, para
no dia 4 de novembr prximo fuluro ao meio
dia, resolver como convier.
Associacao Cemmer ial Bendceme de Prnani
buco 22, de outubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente. '
Jos Henrique Tiindade,
Secretario interino.
Precisa-se de urna ama livre, de meia ida
e boa conducta, para n serrleo interno exten
de casa de muio pauca familia : na mi du Sama
Therezj n. 11.
AV
'
Os abaixe a3signados, incumbidos pela com mis-
s) de senhoras que promovem uim cincprto e t-
lo cm benelicio d.s familias desvalidas des solJa-
dos de linha de Pernambuco, fallecidos ou revali-
dados na guerra do Paraguay, do distribuir le
moda que lhes pareces;e mais acertado o produ te
d'essa subscripeo, pelo presente avisaoi as v a
va?, pas mais e lillios dos offlciaes n soldados i<
er.ercito naturaes d'esta provincia, ou que i;e la
tenuam asseotado praca, assim como a qoalqi :-r
prente d'estes, que fazendo parte de suas fan i
lias vivesse s suas expensa;, e que se adiar <
estado de pobreza, e finalmente aos proprios.o
ciaes e soldados, cora exclusao dos priraeiros, erX
estejam as refer.das cendigoesque deutro be
prazo de sessenta dias, a cantar d'esta datae e-
rao provar com documiiitos anln ticos sua id-.s:-
tidade e cirumstancias de fortuna, aSm de |
rem perceber este auxilio.
l's interessados dererio encaminbar scus dji -
mentos casa do directorio do partido libci ll,
ra do Queimado ti. 8 primevo andar, cm Un s
os dias uteis durante aqnt-lle periodo, las 9 horas
da manha s 3 da tarde, e ende, depoi de attt )-
didas sua3 reclamagoes, recebero a ouantia q e
lhes tocar.
Para que o presente aviso chegue aocenbe i-
mento de todos, ser publicado diariamente n >s
jornaes mais lidos d'esta cidade.
Recife, 6 de outubro de 1870.
Bara;i de Bemfiea.
Luiz Jas Pereira Simoes.
Abiio Jos Tavares da Silva.
CASA DA rciTOSi
Aos 5:000^
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ontr'ora ra d(
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seras
felizes bilhetes qutro quartos n. 28 com 5:000*,
um meio d. 294 com 400, e outras sortes de
i00000 Q 40*000 da lotera que se acabou de
extrahir (165"), convida aos pos:uidores virem
receber na conformidade do costume, sem descin-
to algum.
Acham-se a venda os fezes bilhetes garus
tidos da 4' pane da loteria, a beneficio da matriz
do Bonito (166"), que se extrahir terca-feira fio
do eorrente mez.
PRECOS.
Bhete inteiro 6*000
Meio biliiele 3*000
Quarto 1*500
Em norco de 100*000 para cima.
Bilbete inteiro 5*400
Meio bhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiuza.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra nova de Santa Rita n. 73.
i
COMPRAS.
Lom muito maior vantagem compram se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas:
loja de joias do Coraeao de Ouro a. 2 D, ra
Cabug.
ite
Alaga-se a loja do sobrade n 12 defro
do oitao da igreja do Livra ment, onde foi botic
a tratar na ra do Livramento n. 17, loja de c .1-
cado.
Compra-se ouro e prata em obras velliai
na ra de Santo Amaro, bairro de Santo AnlooJ
n. 16.
Carrinho para menino.
Compra-se um c'irrinho de meio uso, quo sirira
para dous meninos: a tratar na ra da Impci a
triz n. 4.
Compra-se nm sellim inglez que esteja
bam estado } na ra Formosa n. 21.
m
VENDAS.
Vende-se urna BVacio do taberna na i ia
Imperial n. 150 : n tratar na m NOVIDADE.
O Costa, proprietarlo do arnuietn i> prfra
Maamore ra das Cmzes n. ki, a-rttt por *t-
nheiro contado o qpe de raelbor ha do ncra^
por ler recebido muilos dos gnfiero* **criptos
pelo uliimo vapor.
Horulice* para sopas deaominada-i laetmr, (jue
suliflituc perfcilaini-nie ** mai* friwca erva.
Queijes fl-mengiis o qce de mrlhir e|6dede>
sajar 3*000.
Cauflrn de d(re de piaba a 8c0, la, liOO e a
l*8CO, Cito em lalaj a i* e 2*300.
A verdadeira farinlia aaUftfHa wida propria a 320 rs. o inaco de urna libra.
Velas stearioas a 64 o maco.
11 ilacliuilias de todas as qualidade* e dos me-
lhores fabricantes.
Emitas francezas e porlognszas.
Vinho de todas as qualidade*.
Prelo de L.-lma desembarcado homeis, eo
saceos grandes, a 5*.
Carns do serto muito aova e gorda.
Saccas com mi I lio a 4*000.
Especial e aromtico xabu de familia a 500 n.
o kilo.
Furinha de mandioca de Santa
Catharna.
Ha para vender da muito nova t supe-
rior cegada reetntemente pelo patacho
rabe e barca Santa Mara, f,ur preo ciBb-
ii.o -o, a bordo os reeri.!os navios i'andea-
Jos defronte do Irapxe do Exm. B^rao
do Livramento, ou euto para Iraur co Joaquim Jos Contal ves Belliu, do seo es-
cnptorio ra do Commercio n. 47. *
Doc< s, finetas e flores
Hita da Cruz n. 13
Sorvete todos os dias, das II huras n diaa>,
leudo as ter^as-feiras, quartas e sabiadoa i*
creme.
1
Vende-se um piano moderno, t moto b'as
v07.es, e do autor mais afama lo : qaem o prrt-.r.-
der dirjase ra larga d<> Rosario o. 21, pri-
meiro andar.
UBI
um coup moito elegante, e urna \i toria.
Na offiema do f rrador d' fronte de S. Fran-
cisco so dir q*iem o d'/
DI SCI aSO tAl A''LAC.nJ
(cfinic.i il. giia-ica pn BOBrU4a pi. < Sin! C --
cilio do Vaticano s- bie a
INPAUBIUDADE
Jo Summn Piniilice, pregado em L;-l< a p*lo pa-
dre Carlos J. Rademaker,
1 brochara-1 *C0fi.
L1VRARIA FRASCEZ.V
Vende-se superior Eufadn de mtJkm em sac-
- grandes: no wariptorio dcAntoaM l.iix i*
Olivara Airada 4'li, roa da Cruz n. 57, pri-
ii'iro andar.
CEMENTO
O verdadeiro poruaad. S se i oV ".i roa a
Madre de Dos ;. 3% amatas di Mo linins d
krrn-
Kilho.
Vende-se em i acei ajrand ri -r qnall-
dade e muilo nove, por m<
qualquer parte : na ra d->Vigri. li, i
torio de Ji Loos G.
n 1 T /I ir 1s 13 f - <\ '
IU Uj. YO H i ll >A
V -Cdc J j Etaoaaa: da Crr-
a. 8 ! andar
fendn-se um b i t w : a i
na fu do Soseg d. 31. la tan' a casa vaaa-
sc ;am!iem nta terrenos ao logar danoaaii
Agua-Fria, lego ao passar a ooaM = aja
porfo de madeira as sarna pan hroi
ou mesmo para lenhn.
Cavado a 160 n.
Cambraia fraoceza pan i peojMM
toque, aovad ICO rs.
Dila i.' i .:. c vado 3 0 I 0 r-.
Chitas esc ira?, vado 280,
Lia para ve 9, O a JOO rs.
Alpaca '- I la i!-vi-1 ,
Caml'l. ::.- i
peca 3* i i. *.
Alfod i -. '. .' ;
atol kii
Coi ,
c .-
s *Oi)
Ha I ..;!'- e*,

irogio de paienW.
Vende-se cu e a dos lasacnadM*!
Hawkes & C, ra da Cruz n. 4.
in
'Taberna
Vendc-se orna taberna em bom logar e bent
atreguezada para % trra, com poneos fondos,
propria para um principiante, nos Afogadcs, paleo
da Paz n. 9 : que: pretender dirija-se a meso
Fnrinha de mandioca da Baha.
Tem para vender moito nova o superior,
em saccas, a proco mais commodo do qoe
em outra qualqaer parte: Joaquim Jote
Goncalves Beltrao, no seu escriptorio roa
do Commercio n. 47.
Bom e barato, na roa
do Crespo n. 20.
Vesde-se chitas escoras claras a IGOe SVO
rs. o covado, algodao mesclado, 4 palmos do lar-
gura, a 200 rs. ii covado, peras da algodia da M
jardas a 3*. madapolao a 5* a peca, cimbraba
lisas a 3*800, aloalhado de dnas largura* a 24to
a vara, lencos de seda da India a 1*180: na loja
do Guilherme.
Cal n va de Lisboa.
Desembarcada ltimamente : vende-se no Ira-
piche Alfandega velba.
Para offertas.
Latas com snperl >r doce seeeo, sendo de eaj,
limao e mangaba, tambem existe doce dr caj ana
calda, e ludo se vende por preces nwdim : a
ra do Bom Jezus n. 36, antiga roa da Cruz, a
bairro do ftecife.
Vende-se no i pibaribik. aga
Ponle-Velha, pedni-muiatinha de cantara al* 00
o palm.
Vende-se a fabrica de cigarros sita a roa de
Forte n. i, propria para principiante : a tratar
mesma.
Bom e barato
Charutos finos do bem conhecido bbtfanae Joa-
qun) Jos dos liis ; vende-ae na roa Sova a. 4,
fabn -a do Pereira, peles segnioles prefl '
Exposigao, mei.i c.-ixa 3*.
Palmeiras, meia caixa 3*.
Lyrieos, meia caixa 2*800. -
Riachuelos, caixa 4*H00.
Regala imperial, caixa 3*.
Aproveitem a pecMBCha.__________________
Fumo desliado de Baeepody a
1S200 a libra.
RuaUrga d .aaiua*
l~T


6
Diario de Femambuco Segunda leira 24 de Outubro de 1870.

GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA fi.
Neste imocrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, un grande e variado sottimentode fazndas do mais
apurado gosto e todas de primeira necessidade, que se veDdem mais baratas do que em outra qualquer parta, vwto que os bo-
tos socios desta firma, adoptaram o systema de s venderem Dl.NHEIRO ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
a ganharem o descont ; as pessoas que negociam em pequea esca'a, nesta loja e armazem poderlo fazer os seos sortimeatos
pelos mesmos precos qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. familas se darlo
amostras de todas as fazenda, on Ibes levam em suas casas para oscolberem.
PARA X01VAD0S CORTINADOS, COLCHAS.
Chegou para o Bazar do PovSo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprfos para camas e janellas,
qoe se vendem de 103 00 al iO&TO o
par, assim como o melbor damasco cem 8
palmos de largara a imitacio de damasco
de seda, propinas para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, sendc os melbo-
res e mais bonitas qoe tem vindo ao mer-
cado.
TAPETES
Ghegoo para o Bazar do Pavo o mais
elegaote sortimento de tapetes grandes, pa-
ra suf.s, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do qne em outra qualqoer parte.
COLCHAS BRANCAS A 30200,30500 E 70
Para o Bazar do Pavao chegou um gran-
de sorti nento das melhores colchas de fos-
tao, s ndo >las meloores e mais e corpadas
qoe tem viudo, a 7400?, ditas um pouco
mais ahaixc. a 5550t, e ditas a 30000;
tambem oo mesmo estabelecimento se ven-
de um granle sortimento da crotones e chi-
t:S, proprias para colchas, que se vendem
muit. em roiita.
RUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Ba ardo PavSo encontra-
r o respeit vel publico nm grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodao edelinho,
para todos os precos e qua'idades.
Cero, las de liobo e algodao.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casenira.
Caigas de brim brauso e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes ipaafs
De todas estas roupas ha para todos os
pregas o quali iades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por qnem se manda fzer com prostfsa
e aceio qua'quer pcide obra a capricho
ou o to do fre^uez, tendo n'este importan-
te estabelecimento t.das as qualid les .'e
psono fin, as me!ores e mais moder-
nas aasemiiras, assim como os melhores brins,
qur branco, qur de cor; e quando qual-
quer obra na") ricar inteirame de ao gosto
a s Veguezes :a por conta do estabeleci-j
menlj.
CORTES DE LA- ESCOCEZES A 60000
Vende se bonitos cortes de 13a escocesas,
vindo cada om em sen papel, pelo barato
preco de 60000 cada um; no Bazar do Pa-
vao.
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Bazar do Pavo vende-se os mais
bonitos e muito fiaos organdys com listas
largas e miudas 10000 a vara, ditas lisas,
fazeoda de multa phantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimos padroea, inteira-
mente novos 800 rs. vara: pechincba.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Pavo um gran-
de sortimento dos melhores grosdeaaples
pretos qoe tem vindo ao mercado, qoe se
vendem de 10600 at 50000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
MANTELLETES DE FIL
No Bazar do Pavao vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato prego de 100000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 0 METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gara da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 oa 3 lj2 metros,
e oende-se, 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambem no mesmo estf-bellecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de 13a de
corea j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da mesma fazenda 40^00 e outras
com barras bordadas 60000 e 70000,
tu do isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pavao vend-se o melhor al-
gndoinbo amtricano eofestado para len-
cos*, tendo liso e entraocado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeu-se um elegao-
te sort ment dos mais modernos e melho-
res espartilhos, que se vendem por prego
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar q Pavao recebeu um grande
sortimeeto dos me'bores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco tofs,
piaai.s, t.mboretes e ai proprios para cu-
brir almufadas e pratos; vendendo-se par
Dienos do que em qualquer parte.
PARA LENCOES
PECHINCHAS
PAVO
Ra da Imperatriz 60.
Para vender depressa
LINDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS. -
Chegou um elegante sortimento de las-
iubas do Japo, com padroes de soda e de
muito boa qnalidade. que se vendem a
500 rs. o covado. pecbincba, no Bazar
do PavSo, roa da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS DO JAPO A 10600 O COVADO.
Chegou um elegante sortimento de lin-
diss mas poupelinas Japonezas, com os
mais delicados gostos, tendo muito lustro
e com lisrrinhas de seda, sendo esta nova
fazenda cuasi da largara da chita franco-
za e vende-se pelo barato preco de 106CO
cada covado, no Bazar do Hao.
AS POUPELINAS DO PAVO A 20000, O COVADO.
Chegoa para o Bazar do PavSo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poDpelinas de lii.bo e seda, que se
vendem pelo baratissimo prego de 20000
cada um covado, assim como ditas com
go-tos escossezes a 20400, pechiucha nfc
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 20000
Chegou u n elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, comas cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veadem-se
a 20000 o covado, Da roa da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RAVEL.
a 200-0, a 20000.
a 20500. a 20500.
a 20000. a 20000.
S no Bazar do PavSo.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de f.-hantasia com liados gostos, sendo fon-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a nao ser um grande pechin-
cha q,;e se fez na compra seria para muito
mais dinbeiro, e liquida-sc a 20 e 2050
unicamento co Bazar do Pavao.
LASINIIAS TRANSPARENTES A 400 RS 0 COVADO
\1S50U0. e li-
"ou a 640 rs.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pava i om elegan-
te sottiment' de cuales de merino de cores
muito boas cm palroes muito decantes
para qualquer urna senhon usar, ditos de
crcp.m cum listas de seda o mais fino e
modiruo que tem viodo ao mercado, e ven-
de-so por proco muito em conta.
TOALHAS A 750U
No Bazar do Pava fez se urna fraude
comora de t oduas aicocooadas, proprias
para ro.-t >. b.ist nte escarpadas e grades,
que sempre se venderam a
quidam-se a 7-500 a duzia^
cada utta, boa pe -bincha.
CORTES DEyCHITA
130 a 3f5840
30520 3,6520
30840 3^200
No B zar io Pavao veode-se cortes d S-
nis i n s < ni'a* com padies <-!aros e esca-
ro?, tendo 10 II el covados; sendo fi-
zend. que vale m it) mais dinheiro e liqoi-
da-sep-l r ico a:im< para aabar, na roa
da fauparatrn o. 60 B zar do Pava).
CASE VIRAS A 70000
Ven' :n se crtes te ca-em ra ingl-a de
cores para c*\< Sfendo fizend- que vale
mu'o m-U dihero e lio,uida-se a 70000
o co'te de c.iga, no Bizar do Pavo a ra
da Imperatnz n. 60.
BRI^S Di CORES A 2-55"0 e 3J500
Ven lem-Sb modernissimos brins de linbo
decorc-o ascore usa-, seoio ocote
de calcaba 2 >5 )0 e 305 O e em vara a 1010)
e I 60 '. pecm'BCha, no Bazar do Pava) rui
da I -i > r i'. >i. 6o.
COIII'NHUS B!\VNC0S A3W00
No Bazar lo Pava veniera-se corpinbos
decim iraii Ir n: s brdados, sonto fazen-
di re sa ve i leu a 80.03 e 100
e hqaila-se a 30O,)O por es arem um
pon aliados, paciinsa, na raa di
I n ien rit <. O
1 STdBS DE COR E BRAN20S
- Kioit s fostSJS brancas e de
cores, ro|ino xra- vestidos e roupas de
meni.os, se i-1 de ceros a 800 ris o cova-
do e i r n -s, a 400 e 640 ris, pe-
chinclia, no B*tar do Pso roa da Impe-
ratriz o. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris
a i* reis.
a i 0 reis.
Ven! m-s chttasiargM cim mnitobons
pann 8 e i Osa*, poW bT4. prego de
200 ie.- o co ,], ; c irtes d?s mesuas com
10 so 1 ai" V, vacmoctta, no Bazar
do P.v .
hS CVSSvS DJ PAV.lO
Cova 11 2 i0 ri-.
a 2'>
i -: iii
Vend mo- uwsai de orn nid-
io >rei;i le 2JO ri* o c i,
vad), oo ar i ;;a do Pa^i ra da Im-
peratru n Ou
j No Bazar do Pavo veode-se suprior
hrarn.-:nte d'algoao com 10 palcos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linbo cora ;;
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds hnhodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 7-iOat 10 a vara, assim como umg ande
sortiieato de H-mburgo ou cregueilas le
todos os nmeros, prec/is ou qualidades,
qua se vtndem mais barato do qoe em oo-
tra qnlqner p.Tti; aproseitem-
ATOALHAUOS
No Bazar do Pavo vende-se snperior
atoalioad- t-ancado, com8 palmos de largu-
ra a ltuO o metro, dito oe linoo adamas-
cado o luelhor que tem viodo ao mercado a
30500 o metro ; todo sto muito barato.
i'anu) preto muilo !ara:o a 30600
O Bazar do Pavo r>jcebau urna grande
p^rco de pacas de panno preto fino, com-
pra t.-'se.a leil*o, quj s^mpre se venda a
i WO o cova lo e pode liquidar a 30600,
oor s.r urna excellente compra,
COltTES INDIANOS A 415f0,
No Bazar do Pa ao vende-se bonitos cor
tes inaoos com duas saias pelo bara-
lissimo preco de 45 >0 ca la um,. pe-
cbincba.
FAZENOAS PARA LUTO
No 3azir do Pa.o veode-se constante-
mente o me'hor sortioe^o de fazndas
pretas para lut", como sejam^:
Liasinoas retas lisas.
Cassai pretas Cassas Dretas, fraoce?.as e inglezas, lisas
ecom s'lpici*.
Chitas pretas de tolas as qaalilades.
Ai^aias pretas lisas.
D tis hvrajjs com hranc i.
Merinos, cauto s, b'.mhizinas, qu9 sa
vealem maiabaratp dique em outra qual-
quer parte.
CACHS-NEZ A 60000.
No Bazar do Ja5o vendem se bonitos e
granie cachi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 65000 coaa um
Vende-se u>li:adas lasinhas transpa-en
tes com listr'nhas miudinhas, imitacio d^
urna s cor e muito brilhantos, pelo bara-
tssijjo preco de 400 rs. o covado, no Bi-
zar 'io Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasinhas com "ff-
r^ntes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Venle-se um bonito soMimentode finis-
simas alpacs Mancas lavraiar, imitaejio
de seda, proprias para vestidos de baile un
pasamentos no Bazar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 6i0 RS.
Vende-se um grande sortimento de I o-
das alpacas la raoas de todas ss cores p-ra
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 610
e a: mil e tantos res o corado, no Buzar
do Pavo.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Veude-si as mais li.idas e moderaas la-
sinhas oq bar ges do qoadiiohos, proprios
para vestidos, tendo qnaM largura de chita
frsaceza. e 1 q aidase a 6iO ra. o cora Jo,
no B zar do Pavo.
^ MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-^e bonitos memos de urna so
cor cora cores muro proprios para vestid i
e roupas pora chancas por ser urna fazen-
da di pura la e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Basar d > Pavo.
GLACS A 10UOO PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegite sortimento de>t*
nova fazenda dcnomi ada glacs sendo urm
fazenda de la u.uiio larga e com deic-
dis seda e vende-sa pe. barato preco de 10,
o c varto, nn Bizay do Pavo
SEDAS DE QUADRIN03 A 1*280 O COVADO
Veo.le-se un elegante serum.oto de se-
das de qoadrinhos, c para vestidos e mipcs de meninos, e ven-
de-se a 10 80 cadi evado, b' pecbi -
I
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de ebemr para a loja de fazndas loas
deatminada U Villa d Parts, nm granea sorti-
mento de fazandas floas, eomo sejam : corles de
poil de chevre com listras eceocezas de ama e duas
aiai o que hde mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadme?, lias escoceza?, alpaca?,
bareges, etc, etc., e nm completo sortimento de
chitas, madapoloes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cmbraia imperatriz, e ontra muitas
fxendas, tudo do qne ha de melbor neste merca-
do, qie ludo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attencao do bella sexo qoe qnlier
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
saa proteccio. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazndas qne nos pe-
direm.
20BA DA IMPERATRIZ20
Fari Lessa.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegad_ .
mercado, por preco rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastes, rna do Commercio n. 13.
'Al' i ni nnn i un .
la ao
na*
A mu druuif
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RDA DO QEIMAOO)
Receben e seguinte :
Espelbos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e port-cigarros de moitat
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vastas para costura com sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal de
prata. /
Modernos pentes de tartaruga, sobresanando en-
tre elles os mimosos telegrafistas.
(ommodos toucaderes com duas gavetas e bom
eepelbo.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons talheres para criangas.
Vostaarios, cbapozinhos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chapozinbos gorros e bonete para meninos
meninas.
Contra as convulsoes as
crirncas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, ra do Duque de Caxias n. 21.
PARA TINGHt CABELLOS
para pretos ou castanbus, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirr
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanca, rna de Baque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, ra
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E A FORMSE AR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonctes de pos de
arroz
CBEGAMM'
Foqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito coramo-
do: na ra Nova n. 28, loja de
Anin io Pedro de Souzi Soares.
Bombas completas para ea-
Ctmba,por diminuto preqo, na
mesma casa.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Niclberoy.
aico deposito em Pernambaco caes da al'an-
lega vel ha n. 2, I* anda.
Especialidades.
Continuam a achar-se a venda na ra Direa
botica n. 88, os mui conhecidos e acreditados re-
medios da veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, be;n como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano iotado, de iodareto de
ferro de Blancard e as pilulas do mesmo, peitoral
le cereia, pos da Roe. depurativo de Chable,
digital de Lab'llony, pilulas ou r.onfeitos de bis-
mnlho de Chevrior, e outros medicaTentos cuja
proQciencia quando empregados as doengas d3
vas respiratoria-, as dores rhcarnatlcas, na
amarellidao, na falta c implla oa irregularidadt
de menstruo, as diarrhas, doen.'."< do coracar
e do estomago, tp; sido e iucontestavel, em
v,sta dos benficos resaltados das cxpi'riinf-ntagSpf
ou uso que diversas pessoas delles teqm feito,' as-
"im eomo das Diluas ia- bravlnas in-
iromparaveis era -ua effleaci nos acommettiraen-
tos febris ou sezfles ; existindo tambem na mesma
casa, alera de sufflciente qnaniidade de drogas,
ara nao pequeo sorti-iento da tintas, oleo d,; li-
nha^a e pincis, que se vendem por menos do qu<
em ontra oarte.
GRANDE MWIMM
Qoando a AGUIA BRRNGA, mais precisa scientificar ao respeitavel
geral, e em particular a soa boa freguezia, da immonsidade de objetos qoe L
le tem recebido, jnstamentefqoando ella meaos o pode fazer e porque essa (alta
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qne lh'a attenderao e ral
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida loja da AGUIA BRANCA
Qaeimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento de saperioridadt m
qualidades, modicidade em precos e o sen nanea desmenttido AGRADO E SlNCERJDADt-
Do qne cima fica dito se conhece qne o ternpo de qne a AGUIA BRANCi pi*
dispdr, empregado apezar de seas costos no desempenbo de bem servir a aqueltoa wm
honram procurando prover-se em dita loja do qne necessitam, entretanto sem
rar os objectos que por sua natureza s3o mais conhecidos ali, ella resnaida
cara aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommenda
bem seja :
Corpinhos de cmbraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade da molde e perfocao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques nesse objecto muito se poderia
dizer qnerendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para n2o massar o pretn-
deme se lbe apresentar o qne poder de
melbor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Gnipnre branco e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodJo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-! "5 8ub*Utuem as outras.
da
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande constante (alimento
sempre melhor qnalidade.
Lindos vasos com pos de arroz e
Caixinhas com ditos aromsticos.
Bonitos e modernos pentes de orados |
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadmbea.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 viataa,
qnaes sao movidas por um
na.
Meias de seda para noiyas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados i
podras.
Ditas de madeira enveraisada com
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqoedo s
criancas.
Diversos objectos de porcelana, propriea
para enfeites de mesa e de lapinhaa.
i !
d
I
o
\ 31RUA DO CiBUGA N. 3 XI
agostimio a males
P3
p

CO
rt iiuuuiiimvu iiiiii.iva
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qnalidades, prata de lei faqoei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
a 5&,
PEI1ICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS.
60, 70 830 0.
Veode-se um ext.lddii 1o snnimento de
fioissimas cambr.iias victorias, por precos
maii b^tas do que em outra qualqup.r
'parte, e'ido cada pnca 10 jarlas a 50, 60,
60500 ele1).O, liuiisimasa 85500 ; tojas
[estas cambra as valem muito miis dioheiro
e HfaMa n->:e por este pre?o em relacao a
orna uranle c^upra qae sa fez no Baza-
do Pavi.
BABADiNH )S
No Bzir ''o PavSo veude-sa um grande
sortimento d mai< lio >s bab iinh >s bor.la-
dos tata los e trans urentes, assim como
juma.gran >e porcSo de entr m-ios largos e
:e:-tre.t s, qoe uari icabar *e vende mnite
ei- co na e ntau b rato do qua em outra
'qnal-j.ir parte.
SE 1N>0K C.RICS E GROSDENAPLES.
No Razar d Palu v nd.-s- aiu aoruoaa >-
Ml P'etu o- :: re setins e gros-M-]
aaoles \n i das a rtres, >\u>. s vendem
amito em coma.
v a no Bazar do l'av >.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e O0OOO
Vet.do-se fioissimas earab aiassuissis, d-
mitta phn!a'sia tendo 9 varas a 80500 e
10000). Ditas bi- o : da muito fina a 50, 00 e 70000. Ditas li-
nissimas azui-'dmhas, que v^lem muito.mais
dmheiro, a 0 e It0.: ttdasesUs cam-
brtias, em relacSo a quatiiate, pelos pre-
fos ac'ma sSo mais baratas do que em ou-
tra qualquer parte, no B?r do P.v.
C\MBBAIA ALLBMA COtf 8 PALMOS DE LAR
GURA A U600, H E 2300.
Veoie-se fini>3u cmbraia branca tran
pa ente com 8 palmes de labora, que fac
lua fazer-se i.m vestiio apenas com 4
varas e lhuiJa se a 1S6O0, ;0 e 20500
i vara, fa enda m* vie moito mais dinheiro
E pecbi .cha o Baar '! Pav>
CAMBR\I\ TRAN5PARErE
Peca a 40 KjO
Vende-,e muito fios pe;as de cambraias
brancas transparentes. lea8 i\t varas ca-
la p*cae Cfim um vara de largara a 40
E pfc ucha, no Bar d.. PavS >
& ra da Imperatriz
n. 60.
ARARA
TEMA lil UTO, aQMlMA
ATTENCAO
a
Lourence P.reira Mondes Gtiimarc-, participa a t^dos o% ?eus d^redores
tanto da praca como do mato, que estando I qoidando snat casas comm-rciaes. o qua
deve fazer at o fim do correte anno, por lso r< aa a todos os seui devedrts a vire
saldar seus dbitos o mais breve possivel; ontro s;m, declara aos seos devedore*, qoe
os qu3 rao estiverem na loja lem ^e papar todos os sens debito?, prn'ando i^o se lar
o batimento que f or preciso para a liquidacSo de suas dividas, pan irte poderlo A-
riir-ss roa da Imperatriz n. 72, loja da Arara.

Ao resto das pechmehas
Vende-se cortes de castores para caigas,
a 500 rs. Cnrtes de brins de cores a
10500; cortes de garg s para caifas a *0,'
cries de casp.ratra* preta para calcas a
3*500, |f, Me 64000.
Certas de cfciUs a 2:500.
Vende-se curtes de chitas para vestpesj
Ditos de .cassa p,ra ves'idos a
COSTPi/
Acaban de chegar o GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova ti. 22 carnero
viannaum completo sortimento de ma-
rbi as para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes estn em expoico no
mismo Bazar, g-.rantin Ios-e a sua boi qd -
lidade, e -tambtjm ensina-se com porfeicSo
a todos os compraOores. E sSo iguaes no sen trabalho ao de -'0 costu-
raras diariamente, e a sua pereicSo tal
como da meihor costurara de Paris. Apre-
sentam-se trabamos executados pelas uirs-
mas, que muo devem agradar aos preteh
dentes.
0 B
U Viril
51C l ''li ll
d ts 6 huras
l i'*i,i h
l ini ti
9 Ji mate.
E* BARATO
Pmi\i fiCibir.
Tarhtana a 120 r?. n metra, wp.is para spnhora
i 21500 a 4uzia, lene, i* branco* abmhi'lo* a
liftW. 2, S.'iOi) c 34000 a rfnia, dit s braec is
piulas abanii.il w a 31. 31300 eki a dn'ii, i la
io francez :om ft) vaiss a p^.i a tij,
hraia .le rores a 220 240 f-. .i coa ,
rt-p.uras a 200, 2iO e 260 r-. o ovad satn, inti
i:id> propri'i para radele. U<,-n a nava, a 500 <<
prvido alpacas da im a'i00 n. o remado
rambraia.^brancas a 3|. .'la.iifO, i|S00. 5i. J e
Ti, alindan de li "*. > .-ivdo, norte- de l. com U
8 24900.
250J.
Pecnha a iiOOO.
Vende-se pecas de alg.dao a 43, 5^, 64
e /ICO;'.
Pera liquidar a 31509.
Pejafd roadpoi3o coto 12 jarlas a
5500. Ditas de lito com 24 jardas a 5{,
0,5, 63500, 7/1, 89 e 9,50 0.
LIQUIDACiO.
Pecas de a!g; o si >uo de listra proprio
oara roupas ue e:cravos c m 42 jardas a
65501) e covado 16J rs. p ra Uquidif.
Cuitas escaras para vesii ,03 a S), 32 1
e 360 rs. o covado.
Para zcibir.
Vende-se ppcas e c-mbraias vic'.oria, i-
m. s a b>, ^aOJ e 75 Ui
E' muito barato.
Colarinhos de papel a 210rs. a du.ia.
Corlinidos p ra janellas a 5/1000.
Vende-se cortma os p Lo par. Brim parJo liso para calca de ser-
vio a 500 rs o metrn.
Cortes te percales i 65900.
Venle-se cortes de percales d duas
saias de bonitas barras a 65000.
Cnertas de chita.
Vende-se a \m, ditas tioai a 215 >0.
ditas encmalas h adamas:adas a 355J0,
ditas forradas 5/1000.
Gangas ara calcis a 280 o citado.
Bri n de listra ao lado para calcas a 409
rs. o novarlo.
BALOF.S DE ARCOS A 150 0.
Vcde-si- baiSis de f5 a 3 tarcos a |#
e 455 O cada um. Cortas de e ssas om
ppula 255 lijada um, para liqndar.
Bramante de linho e a:g '5) cea 10 pat-
rios, de largura o 1,5800 o metro.
Kan io de linh) a 76C'.
Ver.de-se t>ra oante da lOpaln s de lar-
aura pro.ir < para le:.ces a 2J8X) o metro.
Linfas fciell a SO' n.
Vinde-se tusa p rol i d^ lencos a 800 rs. cadi uto,
Cbales it e>ssi a 15099.
Veo 'e-se urna gr-noe orcSo da chales
de cassa a lt) M) cada im, para liquidar.
Fustao a 360 rs.
Vende-se fus'5 de cores para Teswlos
a 3o0 rs o C'vado.
Algo-JSo nf:staio a 900 rs.
V.nd.'-se -l/od5o eufestado para (ao(>s
e toalha* a 900 rs. o metro, dito tnsi
do a !5flo .. m^tr-i
Chales il<- nieriai estampa! a 2^909.
Vende se cables de r" estmalos
:6a barras a t, -5500 e 3 pan a:inar
Granle poffao d) r-t Ihos.
Vtnde-se grande porp) de realboa
c.ssa< e ctui4s a 240rs. o covado.
. A fe ta et na porta
Koupa fe la en ontrarao
Po rtmbo razoavet
Todo< se enron .ar3o.
A SABER :
Li(uidafii de reoyi MU.
Venle-se imi iuia dj riosmao Imb
proprio pira anda- *m asa a l|S00 ; *-
to dj gaog a 250t0 ; ditos da aieia o>
lemin a 3j000 ; o-is de apaca de em*
a 35500 e 45 0.); daos de paiw 9a
prH o t 65. 8| e 101000 ; ditos de
mi-as di yirei, a 65 e 85>0 ; co-M

34, cha'e-* deii>ro>6 e^amyados
' vid'
na ruad i nque de Caxias, antiga
auiuaro 2J.
Quennal
Lencos tiranas a 2^000 a duda, oara li- d- casstaetx quidar; grande oorc5> de'mantas ptra bri is .-la qoii'inuosa 14-) O; 4 ma+* sa-
gra\atas a 20o ra. c^duitn p-a liquidar, sumirs de ere*, a 25*>0, 3J a llfl
Cassas frm^zis a 280 rs. Clfis azues p ra ecravos a 509 ra.
V nde-se cassas fra" >7.a.- pt.a vest.!-; d> a go Uoonoo mra a 8 K)'is. .
a 28 ie :)20rs. o rowd. ,;rim par loa 1 *">, 2>e 2|5!K; -
Or^ndys ie co~es para ve ti >s > ion t s de dito hra ic > -le liotio a 3450
e 640 ii coaio : ia ,irt case or s "temores
A patas de cores para ve-i o a 500 e 85 o ; ca
;iO t, o co-aio. s da aLodiosinh'. irpras para o
-io ms i^ara ves id ) a !21, i )0 o 5 .0 i por er fu ol f.ir*, a 158
rs. o c iva lo. ^. 0 ,^u ioa 1 6") > r?. P ra liquid r.
O : A ara, A ara a. r s. eitaveJ pabhc tm
eos fremezas que d. pnr '-qiHu i tr.er mnnir-ss 9e
' as f i to duig.r se i ras da 1
1~, desde as 6 aoras^da maoaa as 9 di
T8I.C; 7#
a IJOO; -



\\

-
Diario de Pernambuco Segunda feira 24 de* utubro de 1870.
Vende-se borz\. -i gajpiada e
nailo boa,pediminnto preci de ? ; venham a
flee, antes qne so acibem : u ru da Cadca n.
BOA, loja de mtadesa*.
Brins de Angola
OS [TLTldfeS LEGITIMO^
Vende-se ara rasi de T. Jeffrritfs & C, raa da
Commercion. 4G
Barelo a 3^500
Vende-se brete em kistos grandes a 33500
nos armaieos da Tasso Innos & n
do caes do Apolo.
C- : 'na Praca
Farinha de milho
rneco inn r a llbra- e ambem farinha
grossa a 100 rs. ; Ra ra o Cotovello n. 23
Jos de Souza Soares & C.
No armazem de Mills Latham A C.
urur n. JS, vende-se :
Lona larga de 30 oolegadas.
Dita estreita de 25'ditas.
Saceos vastos para assacar.
Seilins, siihoes e arrein.
Vinhv de Bi)rd;aux fino era caixa.
aabao inglez em caixa.
Sabonetes dito din.
na ra da
BARAO DA TITORIA '
( OUTR'ORA NOVA )
Apresenta-se metatn rphozeadu-no que pode haver de mais ruello e agradavel em fa-
zendas finas para Senhoras artigos de alta moda era Paris -tanto para senhoras como
para homens e meninos.
Miuaezas afarmadas, perfumaras especi tea, variedade de lindos objectos para me-
Qinus e brraquados para criancas.
GRANDE SOBTIMENTO
Continuamente receido por todos os pjq utos viudo da Europa aondo tem ha-
bis correspondentes.
Vende-se moito" eraconta e maada-se p.ir em pregad s do-estabelccimento fazendas
era casa das Eims. familias am de melor escolherem que desejarem.
MMDADES,
DO
LOJA DO PAPAGAIO
DE FAZENDASE
Kua da Iinperatriz n. 40,
n
esquina do
be
:co
FElTflS
dos Ferreiros.
LOJA
GALLO vfclLAME
Roa d9 Cresp* 9
Os propnetarios de:;le fcera eocheet,, enatf*>.-
cierna, alm dos mnitos object
Ja/i l
Hasis u V ProPnelano desle D0V0 estabeltdmento commonica ao respeitavel publico
i i! e esPecialmeDt as Exmss. familia* que est liquidando por precos bara-
wuws as antigs fazendas que existiam nene estabelecimento, alm da3. que abaixo
a u -
VINHO 30RDEAUX.
Vende-se exeellento vinho Bordeaux em ihar-
tolas e meias quartol's : no escnptorio de Cunta
* Manta, ra do Varquez de Olinda n. 50.
Earelo
4:200.
Saceos com 100 libras d* superior farelo
aelo barato preso a cima indicado, na ra
da Madre de Deus n. 7.
riSvSi CUJ0S pre?os merecem ^da a >tten$lo do respeitavel publico qu* nao
ekA d om Pe(5uena quantra refazer-so de qualquer qualidade de fazendas que pre-
laV* p evine'se tonbem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
h!rt!nti"ua,a sortif-se das do mas apurado e escolbido gosto, que "Vender ma'is
oarato que qualqaer outra loja.
7 Ra doQueimado 7
Na ra estrea do llo=ano, sobrado n. 3o, pri-
meiro andar, tem epellas de saadades, de perpe-
tua, de sempre-vivo e di! erars, preprias para
fluem qriizer bo'ar as caacnmbas. j com as fitas
e os lotrnrjs, ludo de Wsfcj < barato: qnm
quizar de ve tir eooprar 1 da 23 em diaute. Na
mesma casa Hm bojaeU's &< flor de cera, e pre-
paramse de cravos naiaraes pira qnalqnr olTir-
t, lorflam-M as lilas i *nro, e deve a encommen-
da ser Rita tres das antes.
Potassa nova ds Russia a 200 rs. a libra.
Cal do Lisboa.
Cera em velas.
Hit em prime.
1 Viaho do i>oi-'o superior engarrafado.
Dito de ditu baro ide.m.
Dito mus '-atol i!p diversas m>rcas idera.
Dito tinto Pal n-ila superior dem.
Dito dito Verm ieira dem.
Dito dito lavr.iiio Wem.
Dito br.ino Carcavellos idem.
Dito dito tiucellos idem.
Calleir.-.j de ferro fondido tora engenlio.-.
No eseriptorio de Oiiveira FiIIos Ac C. ao la rao
do Corpo Santo n. 19.
I
E' chogado a este novo estabelecimento o mais bello sortiaiento de fazendas
nas, sendo sua especialidade enxovaos para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas do la e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam nte bordados para cama e janUas.
Croxs p ra cadeiras e sofs.
Vertidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindes gostos.
Lias de diversas qualiddes, lindos gostos e raodtrnaj.
Ricos b urnus para passnio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas maito finas para horcens.
tas inglezas para homens e meninos.
> i .Seroulas.(le linh. nm grande sorlimento de roupas feitas e de fazendas qna
enfadonho mencionar. *
Luvns foscas de Joini
Sortimento de tapetes para guarnicoesde salas, alcatifas para forro de sala, e-o
grande eorUmcnto das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
0 Boas sedas de coress a i#G00 o
jag covado, lindos poilo de chevres lar-
Zg gos com listas de'ceda a SOO reis **
* 8 covado ; na loja das Collumnas,
KA roa i." ne Mar?0 ( nrtr'ora do SI
& Crespo) n. 13. d Antonio Correa M
^P de Vasconcellos. 3
mmtm mi wmm
A.
a
ISoulevard
Pliarmaceulioo privilegiado
^necessor
Sebastopol, C5 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MAMMER
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\xj?rfi&n Sob' roir,na '''' ''"::: ,ievr,i"ij **>pjr
IAIvUvHU fastr d- uioinoitc u snlwci'
Prevsnt.v c carativa dai 0LEfcTUS-C0aT63A8.
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io rahirie (ip nm relosio, .vrrindo da
MlILTItO r SEUINA seai os
graves incoavenien;es do fragilidade.
ESTOJOS
Com
l,.i0JI?a *S vitome de nm Porte-lloed
COTENDO TODO IHXTXilEXTO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO C
mmm
D.'positrios geral para e BEK.tSUL e POHTLGAL
34, ra larga do Rosario. PBIRNAl&BXjbo.
A!godosnho com 18 jardas a 2A800 a
peca.
JadapoJ3o enfestado com 12jardas a 35
e jJoOO a pega.
Dito de 2i jardas a 5-5000 para cima.
^Atoalhados de nho, e de algodao tran-
cados, e adamascados por precos comino-
dos.
Coihs escuras e claras do 240 rs. o co-
vado para cima.
Cainbraias de cores miudinhas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Baloes de mussulin a 4 e otfOOD
Guardanapos de linho a 3I500 a du-
zia.
Bramante de nho a 2JS00 e 3(J000 com
iO palmos.
Diio de algodao a I 800 o metro.
Meiaspara senhoras de 4^000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 3000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Calchas de fuslo branco de 3/5200 para
cima.
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de laa finos, a 83 e I0r?000.
Ditos encarnados a 4(5500.
Ditos de algodao a 1^500.
. Cmbrala tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senho-
ras preco barato.
Lazmbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazeuda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Carabraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
ocevado para cima.
Alpacas lisas e do furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 8^000.
Cortes de la da Escocia a 6,5000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 24500.
Ditos estampados de 45500 para cima.
Gamisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilhantinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de c6r0S a 500 rs. o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guio at o mais fioo.
Lencos chinezes a 30500 a duzia.
Ditos braucos de algodSo a 20500, mui-
to finos.
Fil hranco e preto, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitus de linho bordados e lisos de es-
Cante bordadas flnissimas, proprias
para noivos com a competente gravati.
Puubus de linho para homem a 10 o
par.
O larinbos de linho lisos e bordados.
Grbalas pretase de cores, tanto em se-
tim como en seda, ha de todos os gostos e
fui tos.
ROPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sorrimenlo fle roupas feitas de todas as
qnaiidades, e feitios, para precos commo-
dos, e qcom comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorli-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qnaiqner obra a vontade dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officiaa, e1
para issoa LOJA 00 PAPAGAIO acha-se ma-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
prielario da loja.
D^m-se as amostras de todas as fazend
a quera as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manhaa s 9 horas da noate.;
Francisco Teixeira Hiendes.
Acabnm ae salir a uz asse-
guintos pegas para
PIANO
limalinda wa!sa d'Arditi
Ideal e realidade mnito benita
pb-^ntasia pelo maestro Cazal-
bore
Postilhlolinda phantasia execota-
da jcorn grande applauso pela
mnsica allema
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que tanto furor aqui tem
, feito
ACABA DE PUBLICAR SE
a colleccao de. msicas dos cavainhos para
10000
10000
10500
10000
FLAUTA
Recebeu mais grande sortimento de rao-
sicas para piano, e piano e canto, e tambera
a opera
IL
r
-iii
para piano e ramo, e t-mbem os melhores
pedacos para piano s compjsico do illus-
tre compositor brasileiro
Carlos Gomes
que tanto furor fez na Italia, e boje faz ao
Rio d< Janeio.
VENDA NA
A
A RA DO BARAO DA VICTORIA (ANTI-
GAggA NOVA N H).
Secretaria de forro
e eat vst*> .' a_ -
,'sTbAs ifrivaa ir*--.
3j}ortasn.b3,rua Direita, 3 p.rtas
hja do Braff a
O &b&ixo assignado, dono deste antigo estabelecimento, leudo em vista anr
pjj completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem wsolvido 'mandar hi
B oiversos pontos da Europa os melhores objectos de seu estafcJeitaento d?^S carne.
M mm conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a ,eus numemos S
M "?r,Se e"Vir Q0S bjeCt0i de na ow^aV6" e^ont.a,.o por met lo O/ d/mie
em outra qualquer parte, nm sortimento compfetu de machinas para dwarecS alM '
&j do bem couhecido fabricante Cottorr Gin & C. ditas para costura -
motares
para animaos, J,^
ardas de f
e garios ^
> P'pel e Sg
mente grande pors-o" de fogo"do a i^~ii5da SSbV?SfStt *% S
cem numero de objectos, que se ornaria enfadcnUo wmwa^T'v^biWi nft dLu! S
o, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do iraga. e"a D"
ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; ssim
mmmmw. wm
CASA CAUVIN Lmm
Pharmaooutlco pWvllesiado
a,uccessor ,
Boulevard Sebastopol, BB. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Academia de Scieneias e ao Instituto de Franca.
INJECCO
Sob a forma de Pastilla, devedida e doseada para faser da
momento urna soluecao PREVENTIVA E CDBATIVA daa
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
IHJECTOR-PHILTRO
Graves
do volunte de nm relogio, servindo
de l'iiiLTao e Seunga sem os
inconvenientes do fragiliaade.
COLLYRIO
BARTHOLOMEO i G
Cora a forma, e do volum de nm Porte-Moeda contend)
TOBO TUATAMENTO.
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a raesma forma.
Depositarios geral para' o BRASIL e PORTUGAL
31, ra larga do Rosario. PERNAMBTJOO.
M\ID W. NWUN'
EHGEHHEIRO
Com fund pao
RA DO BfiUM 52
Passaudo o chafariz.
^r?2,a attei,*5 dos SrR- de eagenho para seus acreditados machinismos I
wm especialidade para *eus vapores que ainda una vez tem meitwfado. <
Os vapores fot (.ecida) por elle ejd funeciouando Ihe ho de fazer melhor apre-
ciacao do que qoalqner dito prnprio. v
Deseja tambera mfncionar que tem feito urna redcccaoem seus precos; e aoe
tem prompto tooa a especie de acninismo e outros objeelM para a agricultura.
;osa
ESMRTA
v Nec plus ultra
f Tirando immediatameate todas as casnas e-GMeirt* d* cubeBbs.
Deposito
jmente em casa doaator, Andr Deleo: cabedereiro i Parii.
Ra V de Mar (o, (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
Eival sem segundo,
RA DUQUE IE CAXI.I !f. 49
(Anliga roa do Oacimado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta moito Loo. .
Tesonras finas para trabas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lao a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar de Lods
as cores a.......
Carriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Grvalas de cores mnito finas a .
Grozas de botoee madepersla li-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tinta preta a80rs^e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com snperior banba a 100 e.
Frascos de oleo Pbiloccmo muito
fino a..........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agna de colonia Pivera
Dito de oleo babaza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Cartilhas da dontrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros r. ..... .
Capachos mnito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, cora 2
oitavas a........
Aglheiros de osso enfeitades a, .
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......2^420
Caixas de palito do gaz a. 00
Ro*} -nte-rheumM tieo.
Remedio effleaotoim centra as dores rhenma-
ticas at boje o mab coaheokto pelos seus mar-
vilhoso renuludoe.
XAROPE DE AGRIAO.- um do3 medicamen-
tos qoe stta fBcacia as enfermidales, tosse e
sangde peta bocea, bronebites, dores e fraqneza
00 peito, >crobno e molestias de ligado, que me-
ih.y tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de marapnama, cuja energa e sffleaeia as para-
lysias, letrTrpeciaenio, ele etc. moito se recom-
menda.
Todo^esses preparados se encoEtrarn-.oa phar-
macia e drogara de Bartholomeu 4 C, nico de-
pesMo na roa larga do Rosario o. 3.
......... ________________________________________________
sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou dtsposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garahtindo tudo bom e pro-
cos admirados.
l'^O Dozias de palitos seguranca a....
Duzra de palitos seguranca caixa
oOU grande a...................
Frascos com nleobaboza muito fino.
60 Pacote^ com p>"is de arroz o me-
erne:
pontos a apreciarao do r
aaram vil e acafim de n
da Europa nm comp!eto t T
finas e mui delicadas esprv
tac resolvidos a vend
por precos mnito bartdahw e com;.
dos, com tanto que o Gailo...
Mnito superiores lavas de pellica, prataa, ma-
ca: e de mui lindas cores.
Mui bas e bacilas golnhas e puAu.-- pan **-
nlnra, neste genero o que ha d i;aera.
Superiores pentss de tartarega pare eqms.
Lindos e riqnismos erfeitea para catieew a
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e do tikt nm ntfr-
Ihds e sem elles; esta fazoc Ja o que ,-
de melhor e mais benito.
Superiores e bonites leques de repeTrjia.
mfrfim, sndalo e osso, sendo aqneOei uiacr
coin lindos desenhos, e estea pmoav
irluito superiores Bflbl >> te Escotiia para se-
nhoras, as qnaes setnpre e vcoderain per, V)/tV
a duzia, entretanto qae n>, as venteaos p-r Mtf
alm destas, temos tarab m gnmu sorti ar~
outras qualidades, jetre as quaes alea;- cm^.
tinas.
Boas bengalas d- caina da Indb
Mwtao de marfim con. linCaa e e< -aaUa
rasdomesmo, neste genero- o une f ewthoAi
pode desejar ; aim dm tamben gr
auantidade de oatru qnaiidades, eoan a%Ua, bu-
deira, baleia, oss", borraeti; au
Finos, bonitos e limos cuxoticnos ie ai-.
de ouiras qnalii1. 9
Lindas e .superiores ligas de s.;Ja e rraf
para segurar as meias.
Boas meias de seda para scubon epi'j
as de 1 a 12 aanoi^ d
Navalhas cabo de Btffln trtaro?! pcir 'zit
barba ; sao muito beM,e de mais a mt. u
rantidas pelo fabricante, e nos por l, : .
beii asseguram-vs saa qualidade e d
Lindas e bellas capellas para roiva.
Superiores agriuras para machina e par cr-;
Linha moito boa de peso, Cronxa, pan enckwr
laliyrintho.
Bons baralho de cartrs para vaitaRfc, aaws
como os tontos para o mesmo tim.
Grande e variado sortimento das m;lbcrrs per-
imarias e dos melhores e laais eonbc-ei-ics per-
fumiiUs.
COLARE? HE POED..
Elctricos magn ticos contra M convalsSts. *
la-tam a denticao das innocente.- eriaw-as. Se-
rnos desde maito recebcdonH destes pri dtgiaew
collares, e continuamoi a wceb>loi por lc<>et
vapores, .;: i nanea faltem no merca*.
&.
_. verd*-
doiro.s i .]ar, e < attend,!n;!o-&t ao Ib
' -> appiic, .-. j -dero eoai >rn au.
dirrn^tn Ircro.
Rogar. r -!-.-. rrne eteana
di-ciarados, aos >r.iigos a va-e
comprar ; u ;. a loja do fin
vgilante, rn;\ n. 7
3cor 3 -osar
Rin c iiinll a. .
120
320
320
1^000
8:5000
100
500
500
500
60
600
240
100
200
200
500
240
500
720
15200
500
500
40
24(>
400
i 800
700
640
240
unas para fazer
320
RAP.
Paulo Cordero
VwJe-e rap Paulo Cordero fino viajado, em
tatas, mem grosso e vioagriuho : no deposito da
ftjb V|g>ri. <"anflm-.
Grande pechincha.
o Se%^rU* e,c*m*> bordados com 10 nras
%jMiptras#tdv-oom 3 m e SOO rs.o
mw*>: vende** m rm *> Dud* de CxtM *.
a ***** *****C. __________
Oleo da ritmo
Ve& se oleo de ricino: Da ra da Cadeia-ve-
Uta o Reate b, 1, ndar .
lhor que ha a
Walbas muito
bar a a.....
Caixi de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
superiores ...............
Lencos de cassa brancos e pinta-
dosa....................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 aovellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......360(>
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1500 e.
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unnas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de efires a.......
Duzia de liona froxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas par m? '
nos diversos tamanhos a. t .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto .......
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartees com colxetes icarrdras a
Aoloaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas cm superiores obrejas a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamaBhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
fterma de papel pautado super or
Resma de papel liso muito upe-
rior a ., .......
15000
500
160
SOO
100
70C
400
500
2(5000
500
500
500
40
500
320
45500
25000
1*500
35O0C
400
20
400
50t
40
25000
240
400
45000
35600
Oa! n v-a ^ Lisboa
Che#ida nltniuiuente H i pitaehn Prtndpio :
endn Cuaba IrmSos 4 1-,., nu da ^^ ,
Dos n. 31.
Espaa lores le palha
Sapariore^ h t "O : na n ),, Cresno 5. K,
^ohn.as para 187
Folbinhasde P;n un, .., .necdotica emligiosa
*agwVS-
WlBhM do Rio de Janeiro, Laemmert, Goima-
rSw a 5T rs.
Almanak Luso Brasileiro i A.
Folfcinhas de porta 160 ri.
UVBAR1A FRANCEZA.
Novo e variado sorkuento n :.eraiMrli
finas, e outros object.vi.
Alm do completo sorim9to de pT.
marias, de que efectivamente est p:
loja doCordeiro Previdena, ella a
receber um ouro sc-rtiuiento .,-.,.
lotavel pela variedade da o
dade, qualidades ecommodi
eos; assim, pois, o Camkm Preao
e espera continuar iBMtnr avapr
do respeitavel publico em
boa freguezia em Mrtkdat,.
tndo elle de sua bem imaWaririj
s baratez^'. Sm dita Wk-.
ipreciadores do bo;a:
Agua divina de E. Condray.
Dita verdadeira de Murray d Laai.;,-,
Dita de Cologne ingleza, americai.
ceza, todas dos melhore6 e ma.'sacr
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para tosi.
Elixir odontalgico para coniervacSo i
asseio da bocea.
Cosmetiques de superior qoaiidadc
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores emaar.-i;.
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, iraasptnt
a outras qnaiidades.
Fmos extractos inglezes, sm .
francezes em frascos simples e ac.'sifc
Essencia imperial do fino eagradav
o de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros i
mente finas e agradaveis.
Oleo philocom verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior quahdad
com escolbidos cheiros, em fraseo Ce r,
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e oVior.-.
para mos.
Ditos transparentes, redomiot e em fgi
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixma para brt)
Caixinhas com bonitos sabonetej le
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo 1
aas perfumarias, muito propriis pan pr.
lentes.
Ditas de papelao igualmente bonitaj, iz
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de. k. .
s boneca.
Opiata ingleza e franceza para densas.
Pos de campbora e otras differst;
juadades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada miis eoqaec.
Um outro sortimento de coques de s
vos e bonitos moldes com filets de Tidr,":
9 algons d'elles ornados de Core? e fea
estio todos expostos i apreciacir de tm
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BOBDAO
Obras de muito gosto e pereirSo.
Flrellas e ttas pa-a ffntos
Bello e nriado sortimentf de -
tos, ficsndn a boa escolba ao jost
orador.
MtiNM
JmquimRodripes la- (
vare de lelo,
TEM PARA VENfiKR
em sen e-criptoiio, praca do C**p Sm*j>
n. 17
' imo ero falha
"i- quabdad, vende a
ntade don comprad
' I de Li 1
Si,
l'l >^H I;iRuHa
Fa> a.i> de asnHor
Vinhn Bordeaux.
de t* <| ilidadr. Tudo de bnr<' -i nO PARA SACCOS.
Vndese em cata de Ofcel BaWbaa* C, 'ss
da Croi a. 11.
I
de I
fanl
nlh


8
Diario de Pernambuco
Seo-unda
cira 24 t Oaiubro de 1870




/

A
LHTERATRI
DISCURSO PRONUNCIADO PELO SR. PEDRO AMI>
RICO DE FIGUEIKEDO MELLO NA, SKSSO l0-
BLICA DA ACADEMIA IMPERIAL DAS BKLI.A3-
ABTES, EM 26 IIF. SETK.MBRO DE I87.
Meus senhores! Por mais que algons phi-
loophos, seduzidos pelo amor da bninnni
dade, tenham querido inculcar utoa pica
em que o progresso da civilisaco por s< s
ba de ser bastante para reduzir todos os
bomens a orna absoluta igua dade, o Gonhr-
cimento' da natureza humana o a experien-
cia de largos seculos desmentem este sonrio
infantil. A diversidade das intelligencias, das
aptides ? dos caracteres tracou entre os
horneas uai sulco profundo, que deoalde
teniar3o annullar os mais ousados soeialis
las. O ignorante, que vive eslraaho ao
mundo de que faz parte ; o fementido, que
apndala na alma do amigo os mais helfa-
veis sentimenlos; o invcjoso, que de odas-
Ir desconhece as grandes faces do talento
da DSpiraciO e do herosmo, nSo podem ser
equiparados ao sabio que existe como od
centro do aUracoes ioteecluaes nomeio da
creacao, aos grandes caracteres que i Ha-
tram as grandes virtudes, ao limem de
genio, de qnem deriva todo quanto ha far-
inoso e gigantesco na civilismo, pirque 05
P'imeiros constiliiem a parle retrogn ia e
dissolvente dasn'Ces, os outros formara o
seu elemento motor. Uns aventaran) a
censura, o embuste e a calumnia para sutes-
quiabarem as proporcJ>es dos grandes in-
ventos, desprestigiaren! o mrito e darem
em trra com os nimos ainda nao tisuados
a tocha da infamia ; odtros, verdadeiros es-
tandarts do progresso, permittiram que,
sombra das maravilhas sabidas do suas
ra5os, e fosse formando a critica indiciosa
e sensata, para apontar as qualidades, las-
timar os defeitos e cumprir dest'arte a sua
dupla misso de orientar o g?nio transviado
e acostumar o espirito publico aos joizos
dfficeis e melin irosos da eslhetica.
Sao destes ultimos os verdadeiros artis-
tas, isto os bomens a quem a academia
rnanifesta todos osannos a sua estima, con*
cedendo-lbes os seus. premios.
Tal senhores, a natureza e a excelen-
cia do acto que boje celebramos ; e por isso
vemos reunido neste recinto tu do quanto
ha mais nobre e Ilustre no nosso heroico
imperio : autoridades venerandas, profes-
sores abalisados, acadmicos briosos o dis-
tinctos, cid;daos de todas as classes, probo*
e honrados, todos, lodos porfa querem
ver e conbecer os mimosos filhos das mu
sas; todos querem gozar o espectculo
grandioso do triumpho do genio cornado
pelas augustas raaos do seu mais ilia-ire
protector.
Se, porm, este acto j era da sua Bala-
ren grande e solemne, tornou-se sole.nnis-
simo depois que muims e mui brilhantes
successos cllocaram o Brasil em urna poca
essenciaimente orgnica, em que cada facto
social deve achar sua rO as necessida-
des do paiz e corresponder a um ideal con
forme as aspirares da poca. Temperados
cba;.ma da erdade, fortificados as lulas
mcessautes uo progreso, exultando de pra-
?er ao vermos fulgirem os louros da gloria
aa fronte de tantos genios nacionaes, que
se va illustrando no cultivo da msica, da
aichitetura, da estatuaria e da pintura, j
ro podemos considerar os phenomenos ar-
tsticos realizados por brasileiros como um
lo desprendido da cadca dos factos que nos
mostrara, urna pagina solta desse livro ira-
raorredouro em que se vo archivando urna
aps urna todas as glorias nacionaes.
1 E quanto, senhores artistas, nao sao au-
gustas as vossas funcces. quando assim
\0! vedes ligados aos destinos da socieda-
de brasileira! Como nao deveis exultar d*
enthusi'Smo quando reflectirdes que foram
oa vossos antecessores na arle de -ant'ficar
o bello, os esteios mais fortes do progresso.
os percursores mais Ilustres da civilisaco,
os prophetas mais iofalliveis de todas as re-
ligiosa 'jue durante o vasto curso dos se-
;ulos elevaram seus templos no coraco e
-.a c nsciencia da humanidade ?! Chamaes
a historia universal, nao como geralmente
ensinada as nossas escolas, onde se deixam
a sombra todos os factos que respeilam o
descobrimento da verdade, mas trazendo
corasigo toda a intuido do passado, e man-
dai-a desdi brar diante de vos a grandiloqua
f.rophecia da realidade; evocai a a'ma do
mundo antigo, e contemplai-a em toda a
sua nudez !
Vinde, povos senhadores da India, dessa
trra de roysteriosas tradicoes, vinde dizer-
me o que vos resta da vossa antiga gran-
deza O syllogismo, que pretendis terdes
aventado ? Impossivel, que esse escreveu-
0 D5!is entre os vocaboloa do penaamento
do pripicir hornera : os principios da vossa
phiiosophia ideolgica, que segundo' os sa-
cerdotes de Arina continham effeciivamen-
te tuda a sctencia ? A vossa constituicSo
poltica e social, qre encerrava virtualmente
indas as combinacoes possiveis para resol-
veren! em todas as hypotheses iraaginaveis
o pr.ih'ema, do futuro ? Enganai-vos, que
por cima de ludo isto passarara vitoriosos
os soldados de Alexar.ilre, depois passaram
todos os grandes povo e o rminaram com-
pielamente.- A vossa ciencia da natureza,
era que os pji no flus sociaes sa explica-
vam pelos moviiiie ilos planetarios e at
pelos aiient -s ri !> .rolo-jicos ? Desappa
;ceram, como < s vosftoa sonhos em pol-
tica e era (theogonia. liesiam-vos smente
para vossa gloria os gigantescos monumen-
tos da architecinra e ia sciilniura, que, com
as prodigiosas fantasas de Wiasa e de Val*
micbi, salvaram-vos do esqu cimenio da
po-te.dade, ou mesvoo do d-sprezo dos
vossos irnplacaveis conquistadores.
V'mdrt, ierra amarga dos Egypeios, patria
ila melancola e da SOpersUcSo! Onde
eslo os vossos amigos esplendores, e que
resta de tanta ma^niticencia ? Os Pharas
foram vencidos peios persas decadentes, e
sa dD> ps uppressores dos estrangeiros do
occidente : wissa estoica miral fo. cnndem-
ii.ida p >r urna (ira moral, e o caminho do
sol, mximo esforz de vossa fantstica sci-
enc.i. encheu-sa de unes e to,os, desde
que a escola de Akxandria comeQOU a cul-
ti'.r a geometria e a ciencia dos nmeros:
restan*, porffl oa edificios de Pbil, de Ele-
Pbaniioa e de Karnac, para rem restauran-
do pouco : pouco essa estatua gigantesca
que, baseada as pyramides, enchia de
pjsrao e assomoro a tiumamdaae, com sua
ling.iagera a um tempo e3tranba e vehe-
mente.
Vinde sympathic e gloriosa Grecia, mi
formosa do herosmo e da poesia One foi
feto dos vossos deoses, que povoavam ou-
tr"ora os carainhos. as grutas, os ros, os
lagos, os mares, o ar, o fogo, e que reuni-
dos em conselho decidiam, do alto do
Oiympo, da sorte do universo ? Todos ca-
hiram ante a msgestade do Deas de Scra-
tes e das tradicoes mosaicas. Onde est
a Vossa legislacio, desde que appareceu
a de Roma ? Onde est a vossa
philosopliia ? Desabou ao sopro da sci-
encia vulgar dos rabes, que mandaram
Europa o telescopio para refuta-la. Vossa
formosa Minerva escondeu as faces enru-
becids do vergonba, quanlo vio no bercD
da crearlo moverem se Copernco e Gali-
lei, islo dous dos immoiiaes fundadores
do metbodo das sciencias expermentaes,
que ce.-coaiam por suas bases as escolas
deductivas, que pareciam geraeas da eter-
nidad-?. Restara, porm, os poemas e as
estatuas, para, com as leis da arebitectura
civilisarem todos os povos que vos succe-
deram na scena do mundo.
Vinde, Roma opulenta e mageMosa, leilo
primitivo de todas as virtudes cvicas, sede
perenne dos pontfices. Que vos resta de
vossas ?ntigas pretenges de aniquilar as
sociedades, reduzndo todos os povos do
orbe humilde condicao de vassallos dos
vossos vassallos ? Apenas urna saudosa re
cordaco no espirito dos bomens ambicio-
sas e prfidos. Que foi feito dessas.....
300.000 entidades divinas, que guiavam as
vossas iegies alravs dos continentes e dos
mares, e que colligadas contra a Persia,
Babyioaia, Syria, Egypto, Grecia, Cathargo
e todo o occidenteJ derara em trra com a
liberdade social, que baviam proclamado os
povos heiienicos ? Todbs desappareceram
ante o Deus nico da Biblia, da concepeo
coliossal do christianismo. Onde foi que
se escondea vossa antiga fortaleza, vossa
lei, e vossos grandes moralistas? Tudo,
tudo se esvaeceu ao sopro tempestuoso dos
barbaros : e quando vieram os povos mo-
dernos, apenas acharam um livro, o grande
digesto, para pio\ar-lnes que Virgilio e T-
cito foram contemporneos de grandes so-
c-listas ; ficaram sobreiudo as gigantescas
abobadas, os vastos araphilheatros, os cir-
cos, ss pontes e os arcos do triumpho,
que espaihados por toda a parte, attestam
urna civilsimo estraordinana, urna prepo-
tencia poltica sem exemplo na historia dos
povos antecessores.
i Cotitinnarse-lta.)
ligue ao conbeCimeiito do faoto a sua in.
terpretaco social, que fique sorprendido
diante das rpidas .victorias dos Pnwsianos.
Pelo contrario, eramos que neohum exa-
ria deas prever, como a "lgica da cirilisa-
c5o, e deas esperar, como a solucao da.
Providencia.
S aquelles para quem a forca a regra
e a norma das sociedades, atjue admirara
os despotas como o symbolo e a synthese
dos governos, s poderiam i ludir, e esp
rar que tyrannia devia sempre correspon-
der o triumpho.
Dasilludam-se! a forca material, bruta,
inconsciente, cega e prepotente poder ven-
cer um da, dominar, impr-se s multidoes,
e algemar os povos, obscurecer os espri-
tos, extinguir as luzes, condensar as trevas,
que escondido, velado por este eclypse sora-
brio, desconhecido, ignorado, esquecido,
est o direilo, prompto a irrofnper, a sur-
gir, a affirmar-se. a demonstrar a su exis-
lencia, e a estabelecer a sua irrecUsavel so-
berana.
Por isso tambem nao bastara attrboiras
victorias prussianas sioiplesmente dpio-
macia de Bsmark. tctica de Moltke,
organisaco civil e militar do povo prusia-
no. Todos estes factos, bomens e circoms-
tancas, importantes em si mesmo, siio an-
da os instrumentos e os meiosdesta grande
lei que preside evolucao da humanidade,
e que regula o progresso, e que o pro-
gresso mesmo, e desta grande necessidale
que dirijo os mandos e as onsciencias, o
bomens e as sociedades, e que xe chama a
Providencia.
Instrumentos e meios (digaron-'o x^omlu -
do) perfeitamente livres, e.porianto respon-
saveis.
A Franca, que raarchava na vanguarda
da civilisaco europea, que tomara a inicia-
tiva de todas as reformas sociaes, que em-
pela diffosSo da instrucciio a todas as canu-
das, qrier dizer, peto jarogress individual.
Quanto ao mtliarisjno pmssiano, todos
sabein qise a Allemanh^ tem fl"is espirito,
o pbilosopbico e o militar ; mas que 6 mi-
litar sempre subordinado ao primeiro ;
que n5o realmente senSoa arma para de-
fender urna idea, n'ora momoDto dado, o
missionario, para assira dizer de urna pro-
paganda armada. Alera disso, ao passo que
as ootras nacoes o militarismo urna dasse
.parte, com intertisses geraes, tima espe-
cie de casta, o de aristocracia, oa Alleraa-
nba, ao inverso, acba-se idntico compleja-
mente cora a naci\ porque a pn-pria na-
C5o, e toda ella. Leva nos sto a um exem-
plo frisante de qual era a sitnaco interna
dos dois paizes agora em guerra. A Al-
lemanba reagio sempre contra Bismark,
emauaato vio nelle s a tendencia' despti-
ca :' desde qoe comprehendem qne elleexe-
cutava que era o seu proprio peneamen-
to, ou que conduzia sua realisacSc", acei-
tou-o corso um executor d'uma idea hist-
rica. Ora, era esta precy>amrite a utSeren-
Ca entre os dois povom Einquanto .Bis-
mark era oinslromenttraos allemes, per-
feitamente conscios da sua mieso, e sen-
hores do sea futuro, o povo francez, polo,
contrario, n.o foi mais que o nstriimento
de Napoleo e o.execntor passivo da voli-
tada de um homem ; e abdicou c* seus des-
tinos as mos d'tim arbitrio s ioteressad 1
na propna conservaco.
Mas a existencia deste arbitrio; escanda-
loso, desta tyrannia degradante, e da bai-
expediente. elle era ng?nboso e torli', e moa distraepao
o allirio ao caosaco d* oppressfo qoe o po-
vo francez. comffava a sentir ; guerra' ini-
qua e sem cansa, qqe loraolou a indignacSo
da Europa Inteira ; tendo por nico alvo a
suslentaco daquelle throuo, o daquella dy-
nasiia sinistra guerra bita na intencio,
ainda mais conira o partido republicano in-
terior, do qoe contra o esiracgeiro.
Para combater as ambigow fJrossianns,
de certo nao fra ella aventada ; pelo con-
trario favorecia-as. claro, mesmo para
quera nao for diplmala, qnant'i era impo-
lilita. Ss a Franca foSf>' vencida, cava
humilliada, diminuida de prestigio e de
Morca ; e a unidad allema, e o poder da
Trussia censolidavam-se rpidamente. Se
a Franca encesse, nao poderia obstar ainda
a8ira ao agrupamento mais intimo da Alle-
nwnha, c pelo conrrario o sentimento nacio-
naf ferido. e os desastres da patria esSreita-
riam os tac* de ferailia e a.wessariara a
onificacSo.
Era ambos os cwos-, soiTria a grandwa-
poltica da'Fmca-.
Assim ludo conspirara a favor da Pfp-
sia para Ihe alcancar -flCto-ia ; todo colla-
borava para Ihe- assegurar o xito. Ao pas-
so que os Francezes se laid baler sena causa,
e sem urna idea escripia na sua bandera,
s para obedece rao capricho de um bornem
impedido1 pela *Oa ambirao pessoal, a Alie-
raanha ag?redida e atacada rajustamsnte ia
levantar-se para defender a integrid;^e da
sua indepradencia, a contrui)id'de de -
xeza, do servilismo e da abjecrao que >he[ieresses da patria alemar e as grandes as-
cwrespondiam, e en> que ella se apoiava. praces do futuro, qwa pvrra traba por
prehendra a transforraaco
contra todos os preconceilos
VARIEDADE
A GUERRA ACTUAL.
I
Nao ha pensador, cu homem para quem
a historia Dio seja urna lico estril, e que
democrtica
e abusos da
elha desigualdade, desertou sbitamente da
bandeira que ella fra a primeira a arvorar,
abandonando a cansa da liberdade e dos
povos, e trahindo a sua p'opria misso.
Kno sabido, em 1851, Luiz Bonapar-
te, presidente da repblica, coraraetteu um
attentado formidavel, destruindo a consti-
tuicao que jurara, prendando os represen-
tantes inviolaveis, e metralhand oas ras
de Paris a minora corajosa qoe os susten-
tava. Os que escaparam do corbate e dos
fuzilamentos posteriores, forara deportados,"
exilados, perseguidos at as suas familias e
nos seus bens. A Franca presenciou m-
passivel este crime monstruoso, e depois es-
tendeu risonha os pulsos s algeraas igno-
miniosas. Tornra-se porlanto cmplice e
responsavel. perdendo o seu posto de honra
na luta da civilisaco, que Ihe eslava at
all marcado as avanzadas.
Um olhar de saudade de todos os lados
da Europa acorapanhou o desapparecimento
deste guia luminoso ; mas os outros povos
continuaram a camrbar sem elle ; e a evo-
luco histrica que caracterisa o periodo
que atravessaraos, continuon a sua marcha
lenta, progressiva e fatal stravz e a despei-
to dos obstculos que Ihe amonta qootidia-
namente o passado.
Ora, parece ser lei histrica averiguada,
que desde que um povo acaba ou deixa de
cumprir a misso providencial que Ibe es-
lava assignalada, est irremediavelmeote
perdido. Tarde ou cedo, por urna ou outra
forma tem de soffrer a condemnacio a qoe
esto sujeitos todos os povos, que nao sao
guiados por idea algama ou irapellidos por
algum pensamento fecundo. Nao se atrai-
ca impunemente a cansa da humanidade ;
e a deserco do progresso social, tem por
consequencias inevitaveis ou o desappareci-
mento de um povo.ou algutna prova supre-
ma, que o ha de regenerar para a vida das
idase para a civilisaco das raras, para o
futuro da humanidade.
A Franca atravessa esta prova suprema,
d'onde sahir, esperemo-lo, porventura mais
activa e mais fecunda
Emquanto ella adormeca nos bracos do
despotismo imperial, emquanto se pervava
e corrompa no regago daquelle rgimen
aviltante, emquanto as ideas e os homens
se amesquinhavam e atrophiavam sob a
compresso odiosa da raediocridade arro-
gante, emquanto o nivel dos costumes, das
intelligencias, das instituicoes baixava pela
degradaco geral, a Allemanha desenvolvi-
do lentamente os germens latentes adquira
a cohes'o poltica e material que lbe falta-
va, ao passo que crescia o movimento scien-
tifico de que ella sempre fra asylo, e que
a vida intellectual aupraentava de intensida-
de pela elaberaco philosophica, histrica,
critica, pela discusso, pelo livre exame, e
FOLHETIM
\ \\U IIMS D MORT.i
POR
Xavier de Montpin.
IMHTK TERCEIR.
A CONDESSA DE RABN
(Continnaco do n. 240;
VI
EntrcTisia nocturna.
Era mais de meia noule.
Havia nos campos om socego immenso :
loda a aldeia pareca dormir um somno,
profundo, e nao se ouvia nem o mais leve
mido na estalagem das Armas de Franca.
Saint-Maixent esperava assentadO no
quarto n. 5, ao p de orna mezinha onde
urna alampada de cobre projectava a sua
luz teoue e mortica.
O semblante carregado e sombro do fi-
dalgo nao denonciava a impaciencia do
namorado qoe espera pela sua amada.
enunciava-se-lhe as feices um pen-
samento horrivel, tenebroso, infernal, o
mesmo que na imaginaco Ihe brotara
quando pronunciara o nome da condessa
Mara de Rabn, e qoaDdo attentra na vaga
semelbanca que havia entre a dama de
alto cotborno e a fijba bum.lde do lio Gui-
lherme.
Que peasameoto era esse, que assim
prodnzia lio lognbres reflexos no semblan-
te do marquez ?
Em breve o sabe/emos.
De repente, assim como succedera na
noote da fgida, ouvio-se no corredor um
pequenissimo ruido, to pouco perceptivel,
que o marquez a principio ojulgou casual;
foi, porm, acercando-8e o ruido. Ja nao
havia duvida. Era evidente que alguera vi-
este espectculo aftrontoso, dado a' mundo
por um grande pova, era de certo o obsta-
culo ruis formidavel ao progresso da Eu-
ropa (i marcha das- ideas. Os francezes.
amohecidos evidentemente se tiuliautornado
incapazes, impotentes s por si para sacu-
dir aquelle jugo, e para acabar aquella ig-
nomia. Algumas congens heroicas, que
n'ui^ momento de despertar, n'uma hora
de vida quizeram recomecar a marcha- inter-
rompida, debatiarase intilmente contra os
estratagemas dinturnos- de um despotismo
artiOeioso, e contra os preconcetos diurna
sociedade modelada fico daquelle rgi-
men, preparada, educada, affeicoad por
urna longa iniciaco, e por um calculado ty-
rocinio, Todas as velhas instituicoes, todas
as theoriascaducas, todos os elementos theo-
cratioos foram os auxifiares dedicados e os
adiados natos desta empreza nefasta, desta
obra do mal.
Era preciso que urna causa exterior, um
impulso vindo de fra estimulasse enrgi-
camente todos os elementos de vida ador-
mecidos, e estiolados por urna longa prva-
C5o de ar, de luz, de seiva nutritiva.
Era preciso mais que toda esta fraqueza
occulta sob as apparencias da forca, toda a
eslertfidade. toda a iafuencia deleteria e
venenosa deste rgimen, s visiveis para os
pensadores em pochas normaos, se reve-
lassem s multidoes indifferentes, por urna
destas- manifestaces radiantes e grandiosas,
com que a Procidencia, na hora aprasada,
d urna lico aos povoo pouco disposlos a
escutal-a.
As multidoes, rebeldes a luz, precisara,
para se convenceren), destas demonstraces
fulminantes.
Por isso, no plano dabistoria, urna naro,
diametralmente opposta Franca, a Prussia,
e toado com ella p t nica afiinidade e se-
melhaora o espirito militar, necessario para
a luta, se elevava e engrandecida, para ser
essa causa exterior o meio, a occasio do
desapparecimento do segundo imperio, e
tornavase o braco destinado a dar o golpe
decisivo n'aquelle ststema, funesto aos po-
vos, humanidade e civilisaco.
De resto, lem este systema em si mesmo,
e aninha no proprio seio os germens corro-
sivos de nevitavel destruirlo, e os elemen-
tos da pioxima ruina.
Tendendo a azer o vacuo era volta de
s, e a anuul'ar todas as superioridades que
possam empanar-lbe o brilho artificial, pa-
ralysa por isso todas as grandee actividades
prduz a estagnacao das ideas, e atrophia
todas as faculdades de um povo.
Desapparecem os grandes homens, e ex-
tinguem-se as grandes virtudes; nlo ha
crencas era convieces: faltara os senti-
mentos que levantam os povos, e os prin
cipios que determinara as decises energi
cas. Tudo esl abatido, pobre de inspira-
Cao, pequeo, nivelado pela altura da tyran-
nia dominante.
Foi nestas circunstancias de fraqueza
moral, que o segundo imperio, para forta-
lecer o prestigio desvanecido, e reteraperar
na gloria das armas o sceptro deslustrado,
moveu a guerra contra a Prussia, como um
lim suffocar. Alera disso, para o povo al-
lemo, pensador e ilhistrado, era a occaajo
para derrabar aquella dynastki odiosa, ps'r-
goerra de principios, a epeira
boje n'uma gnerrar de racaa. Os re
qoe existem pdo antagonismo dos potoa> e
se oa povos o comprebeedeseeai 1 Maten,
acabar-se-hiam as guerras, eacabar-ainai
os res. Se o rei Goilberaae segoaat
camrabo de Napoleo IH, a boauata
teria a lucrar" com isstf
Seja como for, nlo a rootade do
que deterraiua o carcter dos
fos. A guerra, que era d principias,
ter-se-ba guerra de principios. to*r
para firmar o principio reaccionario
contra a liberdade, continuar para soattB-
tar o principio fantico protestante, contra a
democracia e contra o espirito phiiosopNco
da revoluco. Gompete, pois, ao poo af-
lemo, neste caso, separar-se da poiHica do
governo prussiaBO.
A primeira conaeqoencia da guerra j tai
lirada. a queda do imperio francez, e a
proi.lamaco da repblica. A s^gonda aa
tardar a appareeer. Para contrapor a
peso do germanismo centra'isade, oaces-
siiria e hisiorcament inevitwet a tadera-
cSo das rafas latinas, federaco democrtica
sob a forma republicana, qoe corresponda
ao estado sceia1 e poltico mais adiantado
nesta rafa, 20 contrario da Allemanha ans
adiaiilada na generalisacSo de collnra aodi-
vidval. Assira formar-se-Mo M Estadoa-
L'nidos do owidente da Eoropa em resoiu-
do da guerra.
A terceira e mais remota conseqoeacia
realisar-se-ha taaabem, eaabora era-praza
mais longo.
!t lederaC'O das repblicas latinas deter-
minar una r;:vao nevitavel no as de
gerraanisaio unil.irio. O federalisBBO- alla-
sb a forma democrtica
turbadora constante d paz europea, eaani-4Rjsraark e f;avoor D3 SOnbavam UIvx
qnilar nm rgimen oppressor,
rado da civilisaco futura.
inimigo ju-
quando proraoviam as unidades alternan r
italiana sob o falso o principio das nacJoaa-
Por esta frraa a causa dajpetica e a cau- |Ja(jeSi ^^ essas unidades eraa o
sa do progresso achavam-sr identificadas no
estandarte germnico, e as sympathi^s de
toda a Europa pronunciramos* sbertamenta
eir. seu favor.
a
A luta actual porveriura- a luta supre-
ma do passado contra o futuro. A Franra,
convertida era baluarte dos principios au-
toritarios e apoio de todas- as-reaeces, re-
presentava, mo grado s^n; o passado.
A Allemanha, sera tal vez-- prever todo o
alcance da sua victoria, era o soldado do
futuro, encarregado de abrir-lhe o caminbo^
e a passagem qae o imperio francez taha
obstruido.
Tinhamos escripto o primeiro deste arti-
go, quando os acontecimentos- precipitndo-
se no* deram plena razo.
O imperio francez desabou. O camino
est desembarcado. A misso da actual
guerra-est cumprida. No piano da histo-
ria nao poda ella-ter outro nm: 1
Qui perd. gague. A Franra vencida !ga-
nhou a repblica: victoriosa perdera os
restos da liberdade.
Se os Allemes nao comprebendessein o-
intuito providencial que os dirigi, e qui-
zessem if alm : deslumhrados pela victo-
ria e cegos pela ambicio : se quizessem a
preponderancia poltica, on o engraneci-
mento territorial completamente ioutil para
a causa da civilisaco ; se o espirito militar
comecasse a predominar sobre o espirito
pbilosophico que os goiou ; cedo Ibes che-
garia um fatal desengao.
Urna guerra pura e simplesmento de
conquista, hoje em fins do seci lo XIX, se-
ria urna violencia lo injustiricavel e to cri-
minosa, quanto o era a interferencia do im-
perio francez na evoloro interna da civilisa-
co germnica.
Hoje a Franca reassumio o seu lugar na
cruzada do progresso. Tem urna causa de-
finida e urna bandeira ; tem mais do que
isso, lera um grande principio, o principio
do futuro. J a Europa muduu de opioiao;
pelo menos a Europa latina est completa-
mente convertida sua causa.
Nao v a Allemanha querer paralypar a
civilisaco latina, e tornar-se para lia o
obstculo que Napoleo qoeria ser tians-
forraacTio germnica, depois de o teri sido
vnte aoaoa revoluco" franceza. essa
luta contra um principio e contra urna civi-
lisaco pode tambera ser vencida.
Se a luta continuar, iuvertem-se os prin-
cipios e as baodeiras : phenomeno talvez
qha pelo corredor, amparando-se pareda.
Saint Maixent levantou-se, e andando nos
bicosdos ps, dirigio-se para a porta e
enire-abrio-a.
E&tava urna nuiher encostada ao alizar
para nao cahir ; era Julia, trmula, des-
fallecida e quasi sem alent.
Obediente ordem do que ella amava, e
cujo domiuio absoluto reconhecia, ia en-
trevista, mas, repetimos, liaba medo.
Saint-Maixent levantou-a nos bracos co-
mo se levanta urna crianga tmida, qae nao
se atreve a seguir para diante ; assim a
levou at velha poltrona onde se assentra
asna espera, e poz-se de joelhos diante
d'ella, murmurando Ihe ao ouvido essas
palavras de amor que constituem a msica
mais deliciosa para a mulher que as ove.
O marquez era um homem muito hbil
para accrescentar aquellas palavras algnma
aeco que podesse inquietar a mocinha;
de maneira que ella foi-se tranquillisando
pouco e pouco, respondeu primeiro bal-
buciando e acaboa interrogando.
Traba promettdo voltar, disse ella,
eeuconlava com a sna promessa; porqne
um fidalgo nunca deve mentir ; mas que
das to compridos me pareceram os da
ausencia. Quo lentamente se passavam as
boras I desde que nos separamos decor
reo quasi um seclo Porque foi urna
demora tamanba ?
Pois nao adevrabon ? volveo Saint-
Maixent. \0 meu coraco impellia-rae para
aqui. Mas o perigo de que eu escapei com
o seu auxilio, continuava a ameacar-me. A
minha Cdbeca estava posta prec.o ; as
buscas e as per-eguices eram sem treguas;
por toda a parte me cercava a morte e eu
quera viver... viver para si. O amor
loma va-mu prodente... quasi timido. Ha
pnucos das que o rei, proclamando face
do paiz a minha innocencia, frustroo os pla-
nos dos meus inimigos, e, apenas livre,'j
aqui me tem seu lado ; fiz mai na de-
mora V V
Oh 1 nlo, nao fez bem. Deitar-se a
perder depois de salvo Eu teria morr-
do !... Mas Do me poda ter escripto ?
S duas palavras : Lembro-me e por
muito feliz me dara...
Mas se eu nao poda!
Porque ?
Porque essas duas palavras, em vez
de chegaraoi s suas mos, corriam o risco
de cahir as de seu pai, que a teria aecu-
sado e talvez condemnado... Mas, mais
principalmente porque a calumnia pesava
sobre raim, e urna carta assignada com o
meu nome teria bastado para compromet-
ler a pessoa quem fosse dirigida.
Pensou em tudo ?
Em tudo o que Ihe dizia respeito
Mas agora, agora que o rei Ihe res-
tituio a sua liberdade e que desappareceu
o perigo, nao me deixar consumir de des-
gosto e pezar em tamanbas ausencias, nao
verdade ? Faltar-me-biam as torcos para
padecer... j nao estou como d'antes. As
compridas noutos de insomnia gastarama
minha existencia, e, apezar de ter s vnte
anuos, estremeco idea de qoe poderei
morrer sem estar ao p de si...
Minha amada, prosegnio o marquez,
esqueceu-se porventura das minbas pro
messas ? J Ihe disse: approxima-se o
dia em que nao nos tornaremos a separar.
Nao nos separarmos I murmuroo Ju-
lia. Oh I seria esse o mais formosofsonbo
da minha vida; mas como ha de elle rea-
lisar-se ?
A Jei dos homens e a lei de Deus or-
denara ao marido que nao e aparte da
sua esposa... e ha de ser minha esposa.
Eu sua esposa 1 exclamou a donzella
cheia de prazer, e todava,- sem oastr dar
crdito aos seos ouvions.
realisar mais lacilraeole e mai oepress aa
federaces democrticas sob o verdattawo
principio da liberdade, do pacto livre, a do
consenso mutuo dee-povos.
Sem a actual unidade germnica nao :*
poderia effeetnar a transformaco fteanocra-
tica da Allemanha ; e do canos da antga
confederaco germnica duv'ido*o qne no-
desse sabir alguma loa. O qoe certa*
que ve!ha e estril confedrala de rar-.
principes, duques e senbores teodaes, snc-
ceder no fuluro a nova e leconda federaco
dos povos germnicos, e apparecero t
Estados-Unidos da Earopa centra).
O vemo mondo deaaba.
De t78) al boje, deenrre quasi ana ar-
clo, qae tanto parece deer darar a ana
agonia, e a sua Iota encarnicada conira a
fuluro. Durante este periodo tee algnv
pbases de triumpho epnemero. emqoejnt
gou ter sofocado para sempre as nnaa
ideas e o mondo novo : ma* de cada wi
que este resurga, o passado via-o com aa-
sorabro e com terror levantar-se oom na
vida, mais poderoso, mais fortamnnte ar-
mado, e sentia-se estreitado em bracos mais
possantes, e esmagado n'om ampian
vigoroso. Desta vez, oove-ae j >~
formidavel do desmorenamento. a
te se que- prximo e definitivo o
total.
Fecha-se um eyelo, a abre-se
era ; e em breve" a fraternidade
federaco dos povo?. a repoblica
abundantes em froctoe. e fecunda em an-
neficios. estabelecer-se-bo em paz sanen *
sepolcbro das monarchias, e sobre a 1
tintas de sangue, e malditas de-
dos res.
A GUERRA EM 1&4& E 1870.Do Ba-
rio Popular traricrevemoa o segninle:
Varias estatisticas curiosas das btalas
de 181-3 e 1814 mostrara qn? a guerra j
n'aquella epocha era lo destruidora conn
actualmente.
f Na batalba de Lotzeo i.miio ii de
1813) era qne 96:0iW russos epmsaianua
o'l'i pecas de artilbaria se bateram contra
a 120:000 francezes, cora *50 penan, oa
alijados perderam 10:000 bomens e os fran-
cezes- 15:001. Na batetha de Paottet
(maio 20 de 1813 96:000 rossoac
nos bateram-se coBtra 130:000
As perdas foram 18.000 homens (i
0:000 morios 1 do lado dos adiados, e &ttQ
nico na historia, e caracteristico de urna \ mortos^ t":000 feridosdo lado dos raa>-
poca de transformacao suprema! A Franca
symbolisa desde j a causa do futuro e da
humanidade inteira a Allemanna passar a
defender o passado e a tradicao medival.
, porm, para rereiar que a mooarchia
prussiana, com o instinc'.o das monarohfas;
que se fortalecem pelo odio dos povos de-
deshonrado. Que menos posso fazer do
que repartir corasigo a vida que Ihe devo,
e dar-lbe um nome que, si o agradeco,
est puro e sem mancha ? Julia, ser mi
oha esposa, ser a marqueza de Saint-Mai-
xent.
Ah balbuciou a rapariga. Tomo
Deus por testemunba de que nunca so-
nhei com esse titulo que me offerece 1 Nun-
ca teria pedido essa honra de que sou in-
digna todos os respeitos.
Ames pelo contrario, muito digna
d'ella. Ser esposa to formosa e t3o
amada, que nunca existi ontra assim I Ha
de ostentar com orgulho a sua cora de
marqueza Mas, para cumprir o que tenho
resolvido, preciso de vencer alguns obsta-
culos, e quero encontrar em si urna con-
Sanca absoluta, Ilimitada.
Pertence-lhe completamente a minha
confianca ; creio em si como creio em Deus.
Far o que Ihe eu pedir, seja o que
fr ?
Farei, assim o juro.
Ouca, pois, minha Julia ; voo dizer-
lhe todo : o ebstaculo principal e quasi
nico, opposto ao nosso immediato enlace,
procede do meu poderoso e nobre primo,
o conde de Rahon, qae moito contribuio
para tornar patente a minha innocencia aos
olhos.do rei; e, como se inte essa muito
por mim, empenbou-se em restaurar a mi-
oba deteriorada fortuna por meio de um
casamento com urna menina da sua familia.
Julia fez-se mais paluda qae um cada-
ver.
Mas enio... ento.. disse ella com
immensa anciedade, qoe|lhe traosluzia no
olbar e na trmala voz, tenbo da recusar
urna felicidade que traria a sua ruina...
Sim, esse o meu dever... e hei de cum
zes, que ficaram victoriosos. Nabataamien
Dresden (agoslo 2 200:000 austracos, russos e prossianae eoa-
Ira 100:000 francezes. Os alUados nerde-
ram nesta occasio 15:000 mortose liaimn
e 23:000 prisicneiros.
<>niaoar-*e-l).>
Pois que I Acaso duvida ? redirgoio pri-lo... Nunca serei sua esposa..
o fidalgo. Um cor cao cobre e leal como
este meu, quer que seja respeitada por todo
o mundo a mulher i quem ama 1 Sem o
seu auxilio providencial, teria eu raorrido
Qoe importa a riqueza, para quem
encontrn o amor ? interrompeu Saint-Mai
xent com entonaco apaixonada. Suppe-
de ouro sacrifique a felicidade de toda a
vida ? Se eu pensasse n'isso mereca de-
vras o desprezo .Mas, gracas Djus,
estou ainda na idade^em que as iospiraces
do coraco predominara sobre os clculos
do vil mteresse Meu primo est pelo con-
trario, muito chegado velhice, e l para
elle o dinheiro tudo ; de modo ql&ha
de achar loucos os meus project s, e bus-
car frustra-los por todos os meios ao seu
alcance. E' verdade que nao estou 10b a
sua dependencia, e posso fazer a minha
vontade sem o consultar ; mas sempre me
custaria o indispor-rae com um prente,
que me estima e quem devo muito. Por
tanto, tenciono guardar para elle um se-
gredo absoluto-at ao dia era que possa
allegar meu favor o facto consoramado.
Tomarei as minbas providencias para
que nao se faca esperar to feliz momento.
Um sacerdote, em quem eu tenho pasta a
minha confianca, consjgrar a nossa nio,
e quando j fr minha esposa perante Deus,
quando nao bou'er forca humana capaz de
nos separar, apresenta-la-hei ao conde de
Rabn, e dir-lhe-hei : Aqui est a marque-
za de Saint-Maixent \ Contarei quanlo Ihe
devo, e qoe s com o meu nome poderia
pagar tal divida ; e ento, commovida peto
nosso amor, de armado pela sua belleza
abrir-nos-ha os bracos, e perdoar-me-ha o
ter levado cabo, sem o consultar, o acto
mais importante da vida.
Queira Deus que assim seja t
Deus ha de querer, nao duvide. Vou
igora expHcar-lhe porque motivo preciso
d'essa confianca Ilimitada que ha pouco
lbe ped. Primeiro que tudo ha de permitir-
me que ninguem, absolutamente ninguem
nem mesmo seo pai, saber nada das nos
sas relacOes e muito menos da nossa. pro
xima uno.
Para que Iba hei de fazer esse pro-
mettiinento ? Receia porventura que eu
guardado tanto tempo, e que teria corrida
oomigo ?
Nada receio da sua lealdade ; man n
vezes a alegra deooncia-se sem querer.
Serei valorosa contra a alegra,
tenho sido contra a dr.
Ainda assim, nao basta ; bem
prebende que o nosso casamento nao pode
celebrar-se aqui. Ouando lbe en *eatr
ebegou a hora encontra-la-bei disnoita a
deixar e&la casa e a segnir-me *
Ha de encontrar-me disposta aera
tudo.
Tenba presente qoe seo pai, tai ejaat
como as demais pessoas, deve ignorar a
partida at dar pela sua aasencia.
Pobre pai Quanlo elle padecer
Pode amaldicoar-me no auge da dr f en ?
Nao sei se terei animo para lbe canear m-
manho mal !
Esquece qoe no dia segointe **/**;
tituirei sua filha, volvida em naremn
Saint-Maixent ? O pezar Im deu^lsmem
ser grande, mas maior ser anda a am-
gria. _
Tem razo, sempre temrazao.
trego-me. Ordene como senbor. -. a sera
obedecido pela soa escrava.
-Julia... Julia-.. es om
balbuciou o fidalgo n'om arretM
paixo. E por isso. em na
adoro-a, como se adoran os amos, e ma-
llos.
me to insensato, que por um puohado I revele om segrego de amor, que tetrao ja
I..
\
de a
Pobre Julia, coitada f
Principia va a amanhecer qoann mk
sabio do quarto de Saint-Uto*!
\ donzeia innocente e pora traba
na criminosa emboscada, e j Ihe nao
tava direilo para recatar a obediencia qne
I proraettem ura infame...
(Cbnfnmr n in).
Y DO OIAWO HUA PUQOI M GXU


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