Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12244


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Full Text
w
iPBBPi
kHHO XLVI. NUMERO 240.
*
D
p
PARA i CAPITAL ,E LUGARES 0KD2 KAO SE PASA POHTL
Por tres mejps achantarlos
Por seis ditos id$m .
Por uro anuo idoiv .
Cada numero avuiso .
6,9000
320
SAMADO 22 DE OUTUBRO DE 1870
PARA DOT20 PSA DA PBQVISCIi,
Por tres mezes adiantados................ W7E0
Por sets ditos dem........ ...-?. 134800
Por nove ditos idea.........;........ 200250
Por om anno idem........ ........... 270000
Fropriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
ink
SAO AG
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Fiihos, no Para ; Gonoalves 4 Pinto, no MrTnho ; Joaqoim Jos de Oliveira, do Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no "Natal; Jos Jwtino
Pereira d'AImeida, era Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos' Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Anfio; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; D'r. Jos Martins ANs, na Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Govcrao da provincia.
2KPK.DIENTK ASSIC..NAD0 KLO MUL SI. DESEMBARCA-
DOR FRANCISCO DK ASSIS K&KMA ROCHA, VICE-I'UH-
SIDENTK DA PROVINCIA, KM 28 DE MAIO DE 1870.
( secgo)
N. 910.Offleio no Exm Sr. general.Commt-
nico a V. Exc. para seu conhecimento e fim con-
veniente, (|ue por despacho desta dada conced lo
das de praso para provar in>encao legal, ao re-
cruta Francisco Pedro de Sonta.
N. 911.'Dilo ao tenante de enginceiro enearre-
gado das obras militaresMande V. Mee. azerr
coro urgencia o concert necessario no pavimento
da entrada do arsenal de guerra, <|iih desabou se-
v'undu declarou-me o director interino daquelle
e.-tabeleciroento em cilicio de houtem datado sob
n. 79.
N. 912.Portara.O vce presidente presilen-
te da attenlendo ao que requereu o major
addido ao 9" batalho de infantera do exer-
cHo Francisco Boiges Lima, e tendo em vista a
infuriiiacao do general commandante das armas de
23 do eorrente suD n. 235, e parecer da junta de
saude, resolve de conformidade com 'o art. 3o
Io do decreto n. 3579 de 3 de Janeiro de 1866, e
nos termos do art. 1" Io o 4* 2* do mesmo de-
creto, conceder-llie 3 uiezes de licenga para tra-
tr de sua saude nesta provincia.
2." secgo.
N.^916.Drto ao Sr. Dr. hete de polica.Nesta
dita crdenei que om inferior e dez pragas do eor-
po provisorio de polica que azem parle do desta-
camento da villa de Salgueiro fossem destacar em
Cabrob, seudo dissolvido o da guarda nacional
que nesta ultima villa ha, o que communico a V.
S. p.ra sen conhecimento e tenho a dizer-lhe que
se o delegado do termo de Cabrob, julgar conve-
niente e as circunstancias exigirem que essas
pracij sejim commandadas por om olcial que
encarregou desse enmmando o tenente honorario
do exercito Gustavo Lustosa Quinaifuina, daodo
Je tildo COOU a esta presidencia.
N. 917.Dito ao mesmo.Com a informago
jQDta por copia do inspector da thesouraria pro-
vincial respondendo ao offleio que V. S. me dirijo
em 24 do correte sob n. 330 acerca do paga man-
to das despezas feitas com o sustento dos preso?
pobres da cadeia de Santo Anto e forneclmento
de luz e agua para o quartel do respectivo desta-
camento.
N. 918. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio deOlinda e Igua-
rass.Tendo por deliherago desta data e de
conformidad* com a sua informago de It do cor-
rente, concedido ao alferes do 10* balalhfio Joa-
quim Cesario da Kosa passagem, conforme reque-
ren para a 6' companhia do batalho o. 9 de
infantaria do servico activo na qual servir como
eTeclivo na vaga uella existente, assim o commu-
nico a V. S. pira seu conhecimento de que deter-
mine a esse offleial que procure apostillar a sua
patente.
. X. 919. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio de Cabrob.Expe-
ca V. S. as suas ordens para que seja dissolvido o
destacamento da guarda nacional que se acha em
Cabrob.
N. 920. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Nazareth.Tendo de confor-
midade com a sua informacao de 21 de marco ul-
timo c a vista do disposto no art. 45 do decreto
n. 1130 de 12 de marco de 1853, designado -i ba-
talho 20 sob o seu cuantiando superior para
e;!e ser aggregado o capilao do batalho 17 de
Pao d'Alho, Jaquim Ignacio Goncalves da Luz,
assim o communico a V. S. para seu conhecimen-
to e afim de que determine a esse offleial que
procure apostillar a sua patente.
K. 91.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.D Vmc. suas ordens para das
pragas que se acham destacada* na villa de Sal-
gueiro deslaquem na de Cabrob um inferior e
dez pracas.
N. 922.Portara.O vice-presidente da pro-
vincia attendendo ao merecimento de que reque-
reu o alferes do 10" batalho de infantaria da
tarda nacional do municipio Joaqun Cesario da
Besa e a que tem elle fixado seu domicilio no de
Olinda segundo infirma o respectivo commandan-
te superior em offleio de 11 do corrente resolve
conceder-Ibe passagem para a 6* companhia do
9* batalho de infamara d > servico activo na qual
servir como effectivo na vaga nelle existente.
N. 923.Dita. vice-presidente_ da provincia
attendendo ao que reqnereu o capilao do batalho
17 do municipio de Pao d'Alho Joajuim Ignacio
Goncalves da Luz e a que este offleial fez a sua
apresentaco munido da competente guia do com-
mando superi r do municipio de Nazareth segun-
do informa e-te em offleio de 21 de margo ultimo,
resolva de conformidade com o art. 45 do decreto
n. 1130 di 12 de margo de 1853 designar o bita-
Ihao 2U do ultime dos referidos municipios para a
elle ser aggregado o mencionado captlo.
N. 921.Dita.O vict-presidente da provincia
attendendo ao que Ihe requereu o bacharel Ma-
noel Barata de Oliveira Mello promotor publico da
comarca de Nazareth resolve conceder-lhe dons
mezes de lceog com ordenado na forma da le
para tratar de sua sade.
3.* seceo.
N. 925.Offhio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Communico a V S. para os devidos (ios
ijne segundo participou o jaiz de direito da comar-
ca do Bon'to bacbarel Joo Rodrigues Chaves em
officio de 24 do mez Ando, no dia 15 daquelle mez,
reassumin elle o exercicio do seu cargo.
N. 926.Dito ao mesmoRecomniendo a V. S.
que de conformidade com a sua informacao de 21
do corrente sob n. 360, acerca do requerimento
documentad^ que incluso devolvo, mande pagar a
Severiano Monteiro Leite, a qnantia de 6804 por
elle despendida com a condcelo dos gneros ali-
menticios, destinados aos desvalidos flagelados pela
secta no termo de Cimbres.
N. 927.Dito ao mesmo.Tendo nesta data e
em vista do offleio do director geral interino da
instruego publica de 24 do corrente, expedido
a conveniente orJem a thesouraria provincial, para
fazer cessar o descont de 5 % que de seus ven-
ciraentos cffereee para as despezas da guerra a
professora publica da cadeira da villa de Pao
d'Alho, Senhorinha Mara de Oliveira Mello, assim
o communico a V. S. para seu conhecimento.
N. 928._DttQ ao mesmo.Tendo nesta data
autorisado ao tenante de engenheiros encarregarto
das obras militares a mandar fazer com urgencia
o concert necessario no pavimento da entrada
do arsenal de guerra, que desabou segando decla-
ron-me o director interino do nesmo arenal,
assim o communico a V. S. para seu conheci-
mento. _'
N. 929.-Dito ao mesmo Communico a V. S.
para os deyidos fins que segundo participou o pro-
motor publico desta capital Dr. Joao Thome da
Silva em offleio de hoje, nesta data reasumi elle
o exercieio de a\x cargo, renunciando o resto da
licenga que Ihe foi concedida.
N. 930.Dito ae mesmo.Expega V. S. as suas
ordens para que no dia de junho proximvutu
ro se passe revista de mostra ao 2* batalho de
infantaria da guarda nacional que se acha aquar-
tellado.
N. 931.Dito ao mesmoTransmiti a V. S. para
os fins conveniemesls inclusas contas documenta-
das da receita e despega da enfermara militar do
presidio de r>rr,aodo, relativas aos mezes de feve:
reiro e margo do corrente anno, e com ellas o pare-
cer da junta de sade que as examinou julgando
as ci nf rmes e regalares.
N. '.':;_.Uitj ao mesmo.Em vista da conta
juma em dpplicata que me remotleu o director
do arsenal de guerra, com offleio de 25 do cor-
rente sob n. 75, mande V. S. pagar a Barthotomeu
Rodrigues de Mello a quantia de 20,3000, prove-
niente da conduego para aquella arsenal do ar-
mamento e equipa ment do batalho n. 42 d- vo-
luntarios da patria.
N. 933.- Dito ao mesmo.Por deliberago desta
dala, mandei que fosse dissolvido o destacamento
de guarda nacional que existe em Cabrob, o que
communico a V. S. para seu conhecimento.
N. 934.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Sobresteja V. S. o pagamento de qual-
quer prestago relativa a construego das pon tes
Porto de Pedras, Gndahy, Anjo em Serinhem
Rio Formoso, at ulterior deliberago desta pre-
sidencia.
N. 9)5 Dilo ao mesmo.Attendendo ao que
expz o 1* escriturario dessa tosouraria Marco-
miro Pancracio Pereira dos Santos, no requerimen-
to sobre que versa a sua informago d9 23 do
corrente sb n. 322, recommendo a V. S. que man-
de pag&r-lhe a quantia a que tiver direito em vis-
ta do desposto n: 1* parte do art. 61 da lei do or-
camenlo vigente, cumpnii ln que o supplicante re-
ferindo-se ao chafe de sua repartigo, nao empe-
gue palavras que possam ter sentido menos res-
petoso.
N. 936.Dito ao mesmo.Remeta-me V. S.
com urgencia urna nota da despeza que se faz
com a illuminago de azeiie na cidad de Olinda
e Goyanua.
4." secgo.
N. 940. Offleio ao Exm. Sr. desembargador
provedor da Santa Casa de Misericordia. Em
vista do que V. Exc. ponderoa em sens offlcios
de 2 de abril ultimo e 6 do corrente sob ns. 2,564
e 2,652, acerca dos regulamentos do Asylo de
Mendicidade, remeti por copia a V. Exc. a inclu-
sa informago ministrada pelo director do mesmo
asylo em 8 do citado mez de abril, afim de que a
junta administrativa dessa Santa Casa tendo-a em
vista e de conformidade com o art. 84 do respecti-
vo compromisso proponha as alteragoes que jul-
gar convenientes fazer nos eitados regulamentos.
N. 941.Dito ao inspector da sade do porto.
Respondendo ao seu officio de 18 de abril ulti-
mo, tenho a dizer-lhe que em vina do que infor-
mou a thesouraria d* fazenda em 27 do corrente
sob n. 369, aulorso Vmc. a mandar fornecer dos
movis do lazareto do Pina aos guardas da alfan-
dega que all se reversar em vigiar o deposito da
plvora sugeita a inspecgo da mesma alfandega
urna cama, urna nisa e duas cadeiras.
N, 942.Dito aos agentes da companhia Brasi-
lera de paquetes vapor. Os Srs. agentes da
companhia Brasiletra de paquetes mandem dar
transporta por conta do ministerio da guerra no
vapor que fe espera do norte, a 9 caixSes contun-
do 1,000 pares de sapalos com destino ao arsenal
de guerra da corte.
N. 943.Dito aos mesmos.Os Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes, considerem sem
effeil a portara de 21 do corrente, em que man-
dei dar passagem para a Parahyba por conta do
ministerio da guerra no vapor tocantins a praga
do extincto batalho n. 42 de voluntarios da pa-
tria Reinaldo Manoel Galvo, mencionado na rea-
gao annexa a citada portara, visto ter esta presi-
dencia mandado dar transporte ao referido Galvo
para o Cear em vapor da companhia Pernambu-
cana.
N. 94':-.Dito ao gerente da companhia Pernam-
bnrana.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
eaua mande dar transporte por conta do ministe-
rio da guerra at Macei no priraeiro vapor que
seguir para all ao tenente honorario do extincto
batalho n. 42 de voluntarios da patria Joo
Paulo Rosa Seve.
N. 915. Dito ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernamhucana mande dar passagem
de estado a r ai a Parahyba ao juiz de direito
Dr, Joo Rodrigues Chaves e ao major em com-
miss" Augusto Rodrigues Chaves.
N. 946. Dilo ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande dar urna passa-
gem de estado a r at o Rio Grande do Norte a
Pedro Paulo Vieira de Mello Jnior.
N. 947. Dito ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande dar transporte
para o Cear por conta do ministerio da guerra
no primeiro vapor que para all seguir as pracas
do extincto batalho n. 42 de voluntarios da pa-
tria Joaquim de Souza Lima e Reinado Manoel
Galvo.
N. 98.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande dar transporte para
Penedo, por conta do ministerio da guerra ao ca-
pilao do extincto' 42 corpo de voluntarios da patria
Secundino Jos Barbosa.
N. 949. -Dito ao mesmo.OSr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande dar transporte para
Penedo, por conta do ministerio da guerra no pri-
meiro vapor que para all seguir ao segundo sar-
gento do extincto batalho n. 42 de voluntarios da
patria.' Manoel Pereira de Souza Cavalcante.
N. 950. Portara. O vice-presidente da pro-
vincia attendendo ao que requereu a professora
publica da cadeira da povoago da Ponte dos Car-
valho, Amelia de Mello Pires Galvo, e tendo em
vista a informago do director geral interine da
instruego publica, de 13 do corrente, sob n. 146,
resolve conceder-lhe um mez de licenga com or-
denado somante, a contar do 1." deste mez, para
tratar de sua saude.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDERI-
CO DE AI.MEID V R ALRUQUERQUE, SECRETARIO DO
GOVERNO INTERINO, EM 28 DE MAIO DE 1870.
1." secgao.
N. 95I.=Offlcio ao director interino do arsenal
de guerra.De ordem de S Exc. o Sr. viee-pre-
sidente da provincia, declaro a V. S., em resposta
ao seu offleio de 27 do corrente, sob n. 78, que ti -
cam expedidas as convenientes ordens aos agentes
da companhia Brasileira de paquetes, para fazerem
receber e transportar para a corte no vapor Gua-
r, que se espera do norte os caixoes, contendo
mil pares de sapalos.
N. 932.Dito ao mesmo.Sua Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, manda declarar a V. S .
em resposta ao sea offleio de 25 do corrente, sob
n. 75, qae a thesouraria de fazenda tem ordem
para pagar a Bartholomo Rodrigues de Mello, a
qnanlia de 205000, constante do citado offleio.
N. 953.Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia declaro a V. S.,
em resposta ao seu offleio de 27 do corrente, sob
n.. 79, que nesta data se expedio com urgencia or-
dem ao tenente encarregado das obras militares
para mandar fazer osconcerlos necessarios no pa-
vimento da entrada desse arsenal, qae desabou
como V. S. deelarou no citado officio.
2.* secgo.
N. 93i.=Offlcio ao commandante superior da
guarda nacional do municipio do Reeife.O lm
Sr. vice-pre-idate da provincia manda declarar a
V. S., em resposta ao seu oQIcio do hoje, sob n.
114, que flearn expedidas a? convenientes ordens,
para que se passe revista de mostra no dia 1." de
junho vindouro, as oito horas da manha ao 2.*
batalho de infantaria, que se acha.iquartcllado.
N. 935.Dito ao juiz ce direito da comarca do
Bonito.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar-lhe, que lieon inleirade de haver
V. S. a 15 do mez lindo, reassumido o exercito de
sen cargo.
N. 956.Dito ao Sr. Dr, Joo Ttnm 4a. Silva.
O Exm. Sr. vice-presjdente da provincia mmda
aecusar o recebimento do offleio de V. S. de hou
em que participa ter reassumido o exercicio de
seu cargo, renunciando o resto da licenga que fora
concedida
4.* seceo.
N. 937.Offleio ao director geral interino da
instruego publica.Sua Exc. o Sr- vico-presiden-
te da provincia manda communlcar a V. Exc, em
resposta no seu offleio de 24 do corrente, sob n.
5S, que licam expedidas as necessarias ordens,
afim de que a thesouraria provincial nao continu
a descontar os 5 por cenlo, que de seus vencimen-
tos olToreceu para as despezas da guerra a profes-
sora publica da villa do Pao d'Alho, Senhorinha
Maria de uliveira Mello.
N. 958.Dito ao Dr. Francisco Teixeira de S,
primeiro secretario da assembla legislativa pro-
vincial.N. 122.Sua Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia manda remetter a V. S., afim de ser
submeldo a considerago da assembla legislativa
provincial a inclusa copia do offleio do inspector
da thesouraria provincial de 25 do corrente, sob
n. 323, as demonstragoss que elle se refere, pe-
dindo dous crditos suppleaientarei na importan-
cia de 37:423*370, para continuago das despezas
de que tratam os ariigos 2." 2. e 18 2. da le
do orgamento vigente, em vita das que ultima-
mente acompaoharam, as quaes dejxaram de ser
concedidas no artigo 4." da lei n. 575 de 5 de abril
de 1864.
N. 959.Dito ao mesmo.N. 123.De ordem
de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia trans.
millo a V. S., em resposta ao seu offleio de 23 do
correBte, sob n. 60, para ser presente a assembla
legislativa provincial a inclusa copia do offleio qae
o superintendente da estrada de ferro do Reeife a
S. Francisco dirigi o governo, em resposta ao aviso
do ministerio da agricultura, commercb o obras
publicas, sobre a oceurreneia all havida no dia
25 de fevereiro ultimo.
N. 960.Dito ao mesmo.N. 124De ordem
de S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia trans-
muto a V. S. para ser presente a assembla le-
gislativa provincial o incluso quadro supplementar
da divida passiva, que para ter esse destino re-
metteu o inspector da thesouraria provincial, em
offleio junto por copia datado de 21 do corrente,
sob n. 307.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Xoticlas do norte do Imperio.
RECIFE 22 DE OUTUBRO DE 1870.
Chegou hontem pela manha o vapor brasileiro
Paran, trazendo jornaes : do Para at II, do Ma>
ranho al 13, do Cear at 15, do Rio-Grande at
18 da Parahyba at 20 do corrente.
paba'.
Nada occorreu que mer;ga mengo.
A alfandega renden de 1 a 10 $o correata
II4.-575*830.
Estavam carga os navios : Salinas para
New -York, Nova Palmira para Lisboa, Marque:
de Santa Cruz o Berlha Reine torff para o Havre.
MARAKHAO.
Tendo-se desenvelvido na capital a varila, a
presidencia, no sentido de evitar que se desenyol-
va urna tal epidemia, dirigi ao Dr. Fabio Baima
o offleio seguinte, daudo as providencias que para
esse fim julgou necessarias :
t Communico a Vmc. que nesta data tenho re-
solvido encarrega-lo nao s de montar no edificio
do hospital regimental 2 enfermaras para seren
aellas recolhidos os indigentes accommettidos da
varila, com a conveniente separaco dos sexos,
como tambem do tratamento dos doentes, median-
te a gratilicago mensal de 100O00.
Para esse fim deve Vmc, alteuto a urgencia
com que convm providenciar este respeito, re-
quisitar do mordomo do hospital da Santa Casa de
Misericordia as camas, roupa branca, e mais objec-
tos precisos e qae nao existirera no hospital re-
gimental, enviande a presidencia urna relago de
ludo o que por emprestimo receber da Santa
Casa, afim de ordenar-se a respectiva indemni-
sago.
Ojiantoa dieta e medicamentos sero forneci-
dos pela mesma Santa Casa pelo prego estabeleci-
do para os doentes all tratados, evitando-se assim
as despezas que se teriam de fazer com cosinneiro
apparelhos de cosinha, etc.
Para as ditas enfermaras far Vm., deaccordo
com o dito mordomo dos hospitaes da Santa Casa,
reunir tados os doentes atacados de varila exis-
tentes no mesmo cstabelecimento.
t Por esta occasio flca Vmc. aulorisado a con-
tratar um enfermeirq e urna enfermeira, mediante
a diaria de mil reis cada um e bem assim um ser-
vente, requintando da presidencia tudo o mais
que entender necessario para o servico das en-
fermara?.
Previno a Vmc. de que nesta data me dirijo
thesouraria de fazenda para ser posta a sua dis-
posigo a parte do edificio do hospital regimental,
destinada as enfermaras e ao referido mordomo
do hospital da Santa Casa, no sentido das demais
recommendag5e3 constantes do presente offleio, e
relativas a objeclos a seu cargo.
Alm dos indigentes serao tratados as ditas
enfermaras os pnsos de justiga, as pragas do
exercito, da armada e do corpo de polica, e toda
as |mais pessoas accometlidas da varila, que
ellas se quizerem reco-her, visto a grande conve-
niencia que ha para a salubrldade publica da se-
ren arredadas do centro da populago s pessoas
atacadas daquelle mal: nesta hypnihese correro
as despezas com o tratamento, no primeiro caso na
forma das ordens e dsposc5es em vigor e no se-
gundo por conta de s interessados.
Para occorrer as respectivas despezas a pre-
sidencia sob sua responjabilidade abri um cr-
dito da quantia de 2 contos da reis, nos termos
do l. do art. 5. do decreto de i. de fevereiro
de 1862. >.
03 empregados da secretaria do governo da
provincia oltereceram ao seu chefe, o Dr. Ovidio
da Gama Lobo, o sea retrato a Oleo.
Lemos no Paiz :
A communho dos alumnos do seminario de
N. Sra. das Mercs, urna das primeiras solemni-
dades d'aquelld estabelecimento. Este anno foi
ella feita com (oda a pompa que permittem os re-
cursos da casa, anda onerada do resto de ama
nao pequea divida.
Ministron-a o Sr. vice-reitor na missa das 7
horas do dia, fazendo nessa occasio da tribuna
sagrada um apropriado discurso o Sr. reitor.
Depois pontificou o Exm, Sr. bispo diocesano
para conferir a ordem de presbytero aos diconos
Carrilio Pereira da Silva Luso, Jos da Gloria San-
tos. Vicente Ferrera Lustosa Lima, e Maximiano
Fehronie Esmeraldo. Destes diconos, um o Sr.
padre Luso, o pumelro filho do seminario de N.
Sra. das Mercs que se ordena ou forma, tend i ali
comegado e concluido os seus estados. Ha um
oulro, timbern filho do rnasmo seminario, que tem
os cursos concluidos, mas que por nao ter a idade
nao se pode ordenar: este o Sr. Mira-sol, hoje
professor de latim rudimental no estabelecimento.
a A' tarde foi toda a casa-e o jardira, onde to-
oava una banda de msica, franqueados visita
do publico, cuja conccrrenela foi immensa, pois
as galeras de ambos os pavimentos, es grandes
ga'.oes e vastos dormitorios, o patio, o jardim, e
toil.is as mais dependencias cTaquelle grande edi-
ficio aehavam-se pejadss dos visitantes, que, como
<- mais acaos, admlravam o genio creador do
> i
EjfO. Sr. hispo diocesano, que com tamanhos sa-
crificios pode realisar urna to soberba instituigo
para a instruego da mocidade.
A casa anrsentava aquelle estado do ordem
e useio.i|ue Ihe caracterstico. .
i Pela companhia brasileira do navegago a
vapor foi nomealo seu agenie na provincia do Ma-
raibio, o Sr. Manoel da Silva Rodrigues.
Na capitana do porto da provincia acham-se
manipulados 1H)9 individuos: 1647 na cabotagera,
100 na pesca, 62 calafates, 55 carpinteros 35 no
trafego do p;)rto, e 10 pratlcos.
A alfaqdega rendeu de 1 a 11 do corrente
77:665ol5i
O camiio regnlava : sobre Londres 22 3/4 a
23 d., e sobr? Portugal 135 a 14 0/0.
Do a 10 do corrente vieram praga do
commereie di capital: 1247 sacca* com algodo,
33 pipas com mel, 2243 alqaeire* de arroz com
casca, 505 sacos com assucar. 996 couros de boi,
1254 alqueirei de farinha de mandioca.
PIAUHY.
A alandeza da Parn.ihyba arrecadou no mez
de setemhro 45021*024 rs.
Lemos no Piauky :
' Nn da 3 do corrente (setembro) s 6 horas da
manha o vapor Piuuhij ancoran no porto da ram-
pa dest* cidade,. deu desembarque ao Sr. capilao
Joo Lpstosa da Cunha, que vinha commandando
ao continaente d? bravos voluntarios da patria
desta provincia, (pe volta da guerra contra j Pa-
raguay.
O contingentecompde-se de 8 officiaes e 3 ca-
detes, 140 pragas de pret.
Alen desses bravos, vieram mais dois solda-
dos invlidos e um lente.
Saltaran) tambem !6 paraguaya?, e 20 meno-
res tambem paraguayos.
O contingente u" compesto de pragas lusidas,
todas bem disciplnalas, e bem trujadas.
v Di porto segnio o contingente para o palacio
da presidencia, onde 'o sairdado por S. Exc. o Sr
Dr. Espioola, pelos Sr>. Dr. chefe da polica interi-
no, Dr. Souza Lima, Dr. Newton Burlamaque,
Rayoundo Pereira de Camino e David Caldas.
nonte houve una passeaia as ras da ci -
dadej. qne toda esta va [Iluminada.
0 habitantes da iraga Saraiva, o ra de S.
Jo-, prepararam urna rica illuminago que esleve
brilbante.
a Ahi, por occasio 4e passar a passeata, o Sr.
Francelino Euzebio Alies dos Reis leu urna poe-
sa ; em seguida fallarara aos voluntarios os Srs.
Dr. Augusto Coln da Suva Ros, David Moreira
Csldaa e Dr. Deolindo Mandes da Silva Moura.
No dia 5 as 11 horai da manha hove Te-
Deutn na igreja matrz ie N. Sra. do Amparo, e
foi ahi depositada a bandeira.
Em rogosijo pela chegada dos voluntarios
houve na Parnahyba e Therezina algamas al-
forras.
Na Parnahyba forara estes voluntarios rece-
bdos com muitos festejos, lendo-lhes o coromer-
cio breado um jaoir. >
CMBA.
O chefe de polica volura da villa da Impe-
ratrz, irigindo presidencia da provincia a se-
guila exposigao do que verificou :
t Secretaria do polica do Cear, 3 de outubro
de 1870.N. 768.Illm. e Exm. Sr.-Acabo de
regressar da villa da Imperatriz, onde chegnei na
manha do dia 24 do mez prximo passado, tendo
saludo daqui na tarda de 22 do mesmo mez, em
vrtnde do que me foi ordenado por V. Exc., em
offleio do dia anterior, sob n. 423, afim de tomar,
por mim mesmi, conhecimento das graves oc-
currencias que all se deram na madrugada do
dia 18, por occasio do pleito eleitoral para cmara
municipal e juizes de paz, formar culpa aos de-
lnqueme*, indicar as providencias que enten lesse
necessarias para o restabelecimento da tranquilli-
dade publica a uacirtcago dos nimos, do modo
que a eleigo >o. concluisse com toda a legabil-
dade, caso "tivesse sido interrompida ; e. finalmen-
te, dar, em meu regresso.conti a V. Exc. do re-
sultado de minha commisso.
Das deligencias e averiguagoes que proced,
fieou para mim pruvado que os dous partidos po-
litcos existentes all preparam-se com to-Ia a ante-
cedencia para disputaren) o triumpho da eleigao,
empregando para isso todos os meios lcitos e Il-
citos seu alcance.
Assim uue, ao passo que faziam rcunmes
promoviam subseripgoes do dinheiro, preparavam
alojamenlos para os votantes, percorriam as ras
em passeita com msica, procuravara inlimidar-se
reciprocamente, chamando para M acompanhar
individuos conhecidamente desordeiros, armndo-
os e dispondo os para urna lula todo transe.
c A exaltago dos nimos, na tarde do da 17,
vespera da eleigo, era tal que na presenga do
doutor juiz dedueito, em frente da sua propria
casa, travou-se um conflicto entre dous grupos
adversos, o qual terminou-se somenio depois que
o mesmo doutor juiz de direito e o coronel Bento
Alves intervieram, separando es lutadores, aconse-
Ihando-os a prudencia e moderaco, e intimidan-
do os com as penas da lei.
t A provocago quo deu causa este conflicto,
o qual felizmente nao teve consequencas dosagra-
daveis, parti do grupo liberal, segando afflrmou-
me o referido doutor juiz de direito em presenga
do coronel Bento Alves, que nao o contestou.
tN'essa mesma tarde um individuo, conservador,
morador no termo de S. Francisco, e por cogno-
mo Menezes, ao atravessar a ra, de urna casa
para ontra, foi aggredido por quatro votantes h-
beraes, que descarregaram-lhe urna forte cacetada
sobre a cabega, deixando-o estendido por trra,
d'onde foi conduiido para, a casa do juiz de direi-
to, que pensou-lhe a erida.
A villa nessa nonte foi invadida por grupos
armados, quer da ara, qner de outro partido.
O subdelegado de polica do distrteto do Ar-
raial, Anastacio Braga, trouxe comsigo ranita gente
armada, conforme elle proprio m'o declaran, e os
liberaes tinham tambem em seus alojamentos no-
mens armados. .
i O conflicto, do qual resultarara os fenmentos
de dez individuos, qne foram vistoriados por mim.
teve lugar pelas duas horas da manha do da 19,
em frente da matriz, e travou-se entre a gente do
crupo conservador, capitaneado pelo subdelegado
do Arraial, que havia sabido em paseata, e que
nessa occasio recolhiase ao seu alojamento as
proximidades da matriz, e a geate do lado liberal
postada em frente da mesma matriz, com o intuito
de gaardaremna para que nao fosse ocenpada
interiormente pelos seus adversarios, segundo coa-
ieCUQnal a causa occasional do "conflicto, e de que
lado parti a aggresso, o que nao posso infor-
mar a V. Exc.
O subdelegado do Arraial afflrma que ao re-
colher-se da passeiata, elle e os que aeompanna-
vam, foram aggredido* por cinco tiros Ja genie
liberal, que achava-se na frente da igreja, e que
s depois de semelhante aggresso, loi que mandou
fazer fogo. '
i Dous individuos, apresentados a mira peto
delegado do polica, afflrmaram-me a mesiaa cou-
sa, acerescentando qae dous dos tiros foram des
parados por um tal Aderaldo e o professor publico
Sampaio, ambos liberaes, tendo estes se concerta-
do, era sua presenga para poretn em ortica essa
aggresso, loga qae o grupo conserva-dor. que an-
dava em passeiata, se recolhesse, e que viram os
mesmos individuos encaminharem-? e para a frente
da matriz, nao obstante os oonselb os que Ihes de-
ram, para os dissuadir de um intento to fu-
nesto.
Os ferimentos, cajos corpos de delicio pro-
ced, l'.ram todos oecasionados por chumbo miu-
do, e em pessoas do lado liberal, com excepgo de
3 do lado conservador, feridos por cacetes e pe-
dras, entrando neste numero o mesmo subdelega-
do do Arraial.
E' verdade que nao apareceu um s con-
servador, siquer, ferido por arma de fogo ; mas
d'isgo n&o se pe concluir que os liberaes nao
Mvossera comsigo gente aimada, e deixassem de
fazer fogo; por quanto o proprio 1 juiz de paz
Luiz Francisco Braga, em presenga do coronel Ben-
to Alves e do doutor juiz da direito, me asseverou,
que da gente d'elle atiravam somante duas pes-
soas, urna de nome Antonio Jos, e outra Francisco
Pereira, disparando sete tiros.
O factf) de nao ler apparecido conservador
algum ferido pir arma de fogo, expliea-se pelo
eoiprego dos cartuchos feitos somenle com pl-
vora, como asseverou me o doutor promotor pu-
blico, que, pir sua vez, cuvna islo mesmo do
proprio coronel Bento Alves.
Os tiros dos conservadores foram todos diri-
gidos para as extremidades inferiores do offendi-
dos, excepto um d'estes que licou ferido na rego
ili'iralica por um carago de chumbo; nao tendo
havido em prego de bala, nem de chumbo grosso,
como alteslanj os ferimentos, que foram tres con-
siderados 'leves.
O pequeo destacamento composto de olio
pracas, e que achava-se de guarda cadeia, nao
tomn parte na desordem, e hora era que esta
aeonteeeu, eslava o delegado de pohcia elTectivo
em casa do juiz de direito, dormindo.
<( A nica autoridad'', segundo conston-me, qne
interveio indebitamenle no pleito eleitoral, foi o
subdelegado do Arraial, pelo que proponho V.
Exc. a exoneragao d'elle, nao s d'esse cargo, co-
mo de 3 supptente do delegado.
< Com relago ao delegado de polica, releva
anda ponderar a V. Exc, que, ha lempos, elle
achava-se lora do exercicio, pretendendo assumi-lo
no dia da eleigo, como V. Exc. ver da informa-
go que minislrou-me.
O processo eleitoral altimou-se das antes
de minha chegada, segundo fui informado.
Tendo sido'jalgados leves os ferimeotos, como
cima refer, quer nos dez individuos do lado libe-
ral, quer nos dous do lado conservador, que foram
por mim vistoriados, e nao tendo sido preso era
flagrante delicto nm s dos delnqueme?, deixei
por isso de formar a competente culpa.
Achando-se a villa em perfeito socego, e os
nimos todos acalmad, e nao tendo nada mais
a providenciar, ou fazer alli, resolv na tarde do
da 29 regressar para esta capital com a forga de
Imlia que me tinha acompanbado, deixando li-
car somente quatro pragas de polica, que faziam
parte daquella forga, para angraen-.ar o destaca-
mento.
Sao estes os esclarecimentos qne julgo dever
iransmiltir a V. Exc. para bem apreciar as ocenr-
rencias,. que molivaram minba ida villa da Im-
perjtrii
a Acompanham estes dous offlcios, por copia.
Deus guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. des-
embargador Joo Antonio de Aranjo Freitas Hen-
riques, presidenta da provincia.O ehefe de po-
lica, Henrique Pereira de Lucena.
A alfandega renden no trimestre de julho
setembro 702:293S623; e no mez de setembro
230:104*108.
RIO GRANDE DO NORTE.
Em 19 do corrente escreve o nosso corres-
pondente :
J se nao filia na questoBahia Formosa.
Corre, porm, do bocea em bocea um fado
que, nao sendo de grande importancia, coratudo
triste e bem deploravel.
t Estacionara em Canguarctama urna pequea
torca de oito pragas, sob o ominando do tenente
de polica Francisco Cezar do Reg Barros.
Os adeptos do celebre Joo Cunha procura-
rain por tudos os meios arredar esse offleial de
sua commisso, e sendo infructferos esses meios,
lancaram mo de outros, que tendessem a desmq^-
rari'sa-lo, e al perde-lo.
Foi assim que Manoel Francisca Ferrera da
Costa, insinuado pelo bacharel Manoel Januario
Bezerra Montenegro, filho de Alagoas, mandou
alta madrugada embargar um cavallo que possuia
o mesmo tenente, para pagamento da quantia de
183010, de que, segundo dizia Manoel Ferrera,
Ihe era elle devedor, ha annos.
Algumas pessoas quizeram acabar com essa
questo radcula 8 caprichosa, pagando ao credor
a quantia pedida, mas este, que s tinha por lim
disprestigiar ao commandante da torga, regeitou
a indemnisago.
Ora a questo do quero porque quero.
t O 4" juiz de paz Manoel Jos de Vasconce-
los, mogo inexperiente, prestou-se de bora grado
tudo quanto os interessados na desmoralisagao
do leneote Cesar jlhe pediram para a realisagao
de seus fins.
t As cousas estavam neste p, marcada a audi-
encu, o aavogado Montenegro, imprudentemente,
requeren que fosse ella transferida para a casa
de Jos Ferreira Mulatinho, alegando achar-se a
casa da cmara municipal, reduzida a um serra-
Iho de concuDina; 1
Ahi trocam-se palavras asedas, o tenente
cheio de raiva, levanta-se precipitadamente, sahe
pela porta tora e foi postar-se em frente da do
seu quartel,' qae era urna sata contigua. em que
se dava a audiencia.
< Defrido o requerimento do Dr. Montenegro
no meio de applausos de diversos odividuos con-
vidados para assistirem quolle espectculo ; e
quando todos se retiraram para a casa **? Mu"
latinho, ao confrontarem com o tenente Cesar,
este fuiroso arremecou-se ao grupo, e, arrancando
dentre elle o Dr. Montenegro, deu-lbe urna tre-
menda bofetada, qae o prostou por trra .
Genuino Pereira de Moraes, que fazia parto
do grupo, atirou-se sobre o tenente Cesar e des-
carregou-se o chapeo de sol que trazia, mas nesse
acto o tenente Cesar saecudindo da blusa urna
faca, e avangande contra Genuino, este, recuanao
para tras, deu ama grande qada, quando nessa
occasio, guafdando o tenente a laca que desem-
banhara, contentoase sement em injuna-lo, ua-
chucando-lhe a cara com os tacoes de seus botmsl
Estas tristes oecorrencias determinavam s-
ras medidas pe r parte do Exm. Sr. Dr. Sily.no
de aecordo eom o Sr. Dr. chefe de polica, logo
que se receberam as competentes comraunicagoes
offlciaes. ...
Alem das providencias tomadas, isto a reti-
rada immedialamente d'aquelle offleial do lugar
do acooiocimeoio, substituicao d'elle por um ou-
tpo tenente d polica, estranho s tatas locaes, a
nomeaco deste para o 1 supplenle do delegado,
em enjo exercicio entrou incontensnte, visto qoe
o 2 supplente do mesmo ^delegado tenente-coro-
net Jos da Cost Villar, embora tivesse procedido
muto bem e com toda a regularidade, poda ser
laxado de parcial na apreciaco dos faetos e no
nrocedimeqto criminal contra os oflensores, jul-
gou S. Exc. acertado mandar aquella localidade o
Sr. Dr. chefe de polica para proceder as necessa-
rias svndicaneias em ordem a conhecer se a ver-
dade dos faetos, laes eram as diTerentes vendes
que sobre ellas eorram e polas quaes se nao po-
di i com criterio lomar medidas mais furles e
coarcitivas.
t O Liberal do uwls, por exemplo, oceupando-
se deste assnmpto, tragou um quadro com as c
res mais negras e carregidas, fallando em tenta-
tivas de morie, e at em connivencias da parte das
primeiras aitotiiaies I
f Chegando, porm, o Sr. Dr. chefe- de pettel*
de Canguaretama deu conta de sua cnmmissS) n
S. Exc, e vista da fiel e oireumstancBda exn<>-
sico, que apresentara, &' ISxe. resolvea demettn-
o leneota Cesar do seu posto.
Esse acto de justiga e moralid.-de. pratlcai
por S. Exc. desconcertou o maldizeote 1,'irrnl A
norte, que, atordoado vio-se na obrigago de rey-
der-lhe ao depois justa horaenagm.
O Dr. Montenegro nao quis iuientar seo desa?
gravo legal contra o autor de sua injuria,ci>u
tenta-se em vociferar na impreasa contra S. E*l\ >
o Sr. Dr. chefe de polica, como se tossern estes o>
responsaves pelo proceder inconveniente d**
quem to conhecido om Macei j, como no Ais.
era Canguarilama com em Campia-Grande da
provincia da Parahyba, onde se diz ter ellesofrid"
iguaes .flVnsas, alem de 18 processos !! !
O Sr. Dr. Montenegro talvez que um iba, en-
Iregando-se reflexo e ao severo tribunal dis sua
DKpiin consciencia, reconhecer os altos e insoo-
daveis decretos de Deus___
E' urna irriso, e serve at de cassuada em
Canguaretama dizer-se que no barulho do dia 22-
de setembro Custodio Rodrigues Ferreira Maia
soflrera um attentado contra sua existencia.
A' semelhante respeito o Sr. Dr. chefa d po-
lica em sen relatorio publicado no Cmsenan
de bonlem, diz o seguinte :
O 2 juiz de paz Custodio Rodrigues Ferreira
Maia, que, por ser irmo de Manoel Franciso
Ferreira da Costa, deixou de funecionar naqoelia
audiencia, e um dts que fazia parte do grupo, *
que me retiro, apenos travou-se o barulho. cor-
reu para a casa de Joaquim Gregorio, a pretexto
de armarse com um pao, sahindo smente depois
de tudo acabado.
Entretanto esse o juiz que, era ofScio de 22
do mez passado, dirigido esta repartigo, nao
trepidou em asseverarque se achou na- lutt
dra voz de priso em flagrante ao tenentee re-
cebera de um dos soldados urna estocada, de que.
segundo diz, escapou milagrosamente, mostrando-
no dia seguinte os vestigios desse imaginario at-
tentado, vestigios que consistiam na rotura da
sea collete-3 palitot. feito-, como geralmente se
presume, para Iludir a credulidade publica longo
do ibeatro do acontecimento.
As pessoas, qae interrognei sobre esta, cir-
cunstancia, entre as quaes figura o 4* juiz de
paz Manoel Jos de Vasconcellos, sao todas aecor-
des em negar a existencia de semelhante attenu-
do, bem como o facto de ter elle dado voz de prisa
ao tenente Cesar, ltenla sua ausencia completo
do lugar de taes moviraentos, por ter entrado in
casa de Joaquim Gregorio, que fica defronte da
easa da cmara municipal. Assim, pois, nio *e
pode de boa f ligar a menor importancia aqaetle
offleio, constante da copia n. 14, rechedo de exa-
gerages e falsidades.
A opposicao, em falta de assurapto serio para,
atacar a admfnistrago do Exm. Sr. Dr. Stlvwo,
lem-a aceusado pe'lo estado pouco lisongeiro ea
que hoje se acham os cofres provinciaes.
t O algodo e o assucar, fontes primordiaes- de
nossas vendas, nao attingiram por eerto este ann->
a dous tercos da safra do aano passado, a guerra,
entre a Franga e a Prussia, quo tem proqazid.i
serias desconfiangas ou perfaito abalo no eomuicr-
cio, o depreciameoto dos gneros de nossa pro-
dueco, a oscillacao de cambio, que esmorece aos
poucos compradores, que aqui apparecero, sao
causas extraordinarias a imprevistas, que deter-
minaran! a crise, que nos ameaga.
Mas o Liberal do Norte nao quer atteDde-Ias,
e pelo que parece quer qae por ellas seja S. Exc.
o nico responsavel I
Era o quo faltan I
Por ahi se pode aquilatar o grao de impor-
tancia, que merecem ai vozes descompassadas
dos systeraaticos opposicionistas desta torra.
t Nao tardar muto que se nao faca S. Exc
tambem responsavel pela cri-e financira do Para,
da Parahyba e de outras provincias I
t E' o acaso de dizer-senao se pJe ^r juiz
com taes mordomos
o No dia 5 in-tallou-e a assembla provincial,
cuja mesa ficou assim composta : presidente Dr.
Jeronvmo Cabial Raposo da Cmara, vice-prtsi-
dente'vigario Antonio Joajana Rodrigues, Io se-
cretario ur. Francisco Amyothai da Costa Barras,
2o Alfonso de AibuquerqueMaranho.
t Por acto de 11 do corrente, S. Exc. o Sr. Dr.
Slvno, vista da communcago do Dr. juiz de
direito de Mossor elevou cathegora de termo
municipio de Carabas c >m toro civil e conselh"
de jurados sepaiado do do Apody, nomeando na
mesma data para servirem os lugares de juizes
municpaes supplentes os cidados segnintes : 1-
Dr. Manoel Antonio de Oliveira, 2o maior Galdino
L. B. Montezum, 3o Manoel L. Fernandes, 4' Ce-
mento de Oliveira Gomes, 5 Cyeero C. P. da Sil-
va e 6o Herculado F. da Silva Carnario.
t Pelo subdelegado de polica da Cruz do Espi-
rito Santo foram presos em flagrante delito come
ladrSes de cavallos, Nicolao Cordein do V;.be,
Manoel Silvestre da Cruz, Francellino Pereira Ma-
noel Felicio e Joo da Costa, os quaes amo sen-
do processados pelo juiz municipal de Goyanmha
na" forma da lei n. 11)90 de Ia de setembro de-
1860. ,
t No dia 6 de setembro no logar Pogo-\ ente-
do termo do Ass foi assassinado Antonio Braga,
Junio? por Mathias de tal, cuja captara tora euec-
tuada immedialamente.
Naufragou no dia 2 do correnle na altura a*
Caissra, a none desta cidade, a barca norue-
guense Sterlyng, procedente de Hambnrgc- eom
destino a Pernamboco. O carregamento qoe ,e
variado, est sendo transportado para a alraooega
desta capital, onde ser arrematado em leilao.
, Foi capturada pelo subdelegado do Principe
a r Joaquina Mara da Conceigo, coaderonada a
priso perpetua no Apody pelo brbaro assassina-
lo pralicado na pessoa di seu proprio mando.
A thesouraria provincial no dia 3. do corra-
te, rnudou-se- da ra Nova para a da Conceigo.
passando a funcionar no sobrado, que otitrora
servia de palacio do governo.
a S. Exc, no intuito de certas despezas e fa-
zer a maior economa possive), pela talla de di-
nheiro nos cofres provinciaes, dispensou todos o*
collabocadores, que, existiara as repartigoes pu-
blicas, demittio a todos os professores interinos de
ensino primario e tomou outras providencias, que
julgou adaptadas em es circuinsuncias.
Hontem houve sesso da assembla provin-
cial. .
A commisso de polica propoz e obteve a de-
msso do offleial archivista, Joaquim Soares Ra-
poso da Cmara.
PARAHYBA.
Nada occorreu, que merega mengao.
PEMAMBUCO.
EEVXSTA DIARIA.
FELICITACAO.=A cammissao nomesda pela c-
mara municipal de Cabrob para >'irlr
ExC o Sr. vice-presidente da provincia pea hon-
rosa terminagodagiisrra, fo. recibida, a te i
tem em palacio, lendo o seu relatorseguu.t pe
^m^^Sr.-A cmara municipal d, vii.t
le cibrobo, lealissima inten-rete. Bos sen.imtn o,
, e seus municipes, quz at.r.bu.r-nos i^
misso de felicitar em eu nome a Y. Exc. comu


-


>.

!

.....



f
WBMBi

delegado do governo imperial, pela glortsa termi-
oacao pe, pelejaram os soldados do imperio de par oom
os las repblica* ailiadas contra o goverao deca-
ido d > Paraguay,
a/ iluto jujtameate orgQlliada per esse esplen-
dido triumpho, conquistado tao preeo de sangue
generoso, a Ilustre corpuracao de que somos- or
fio v o'esse fado urna grande e fecunda pro-
messa, esperanzando que urna pax duradoora, sor-
rindo com os seus beneficios ao paiz gue a natu-
ral talbou para emporio da civilisacao sul-anie-
rieana, venha ceroar, gratificar e premear os ites-
ttmaveis sacrificios que o patriotismo nio medio a
hora do perigo.
No mmenlo em quo milheiros de cidadios
repousaflos das fadiga* le orna campanos* a-per-
runa, depdem o ferro debaixo da m ma-sabre para
toraa-!o defeaxo de todas as formas adaptadas s
tofirras da paz; quando o paiz assiste, intiraamon
leYoinmovido de jubilo, esta tao augusta como
mystenosa gestacao do futuro ; outros nao podiam
ser os votos da patritica cmara municipal de C.v
brob.#
Transmittimlo-os ao governo imperial! V. Exc.
cumplir de sua parte o mais grato dever.P. L.
do Gusmo Lolu.Folippe de Figueiri Paria
Ruano Augusto de Almeida.- Gaspar de Menezes
Vasconcelos de Druramend.-Jos Joaquim do Oli-
veira Fonceca.
Sua Eic. dgnou-se responder que, asocindo-
se aos votos da patritica cmara municipal de
Cabrob, os aeradecia desde j em nome do go-
verao imperial quom os traasiniltiriacom o maior
prazer.
DI.VHEIRO. O vapor Punau trouxe dos por-
tos do norte para es Srs.:
Augusto P. di> Oliveira A C. 26 00030.1
Francisco Jjs di Costa Guimaraes 4:800*000
Thomaz Times 4:5*31117
Lehman:! frres l:u00*U00
Joaquim Gerardo de Bartos 800$00
Deuiosthenes C. AvelTno 7003000
Joaquim Moreira de B. Oliveira Lima 600*000
Jos da Cufia Maia 450*000
Sayo Uaymundo dos Santos 4003000
Jos Pereira de Castro 3003000
Jos Joaquim de Lima Bairao 268*010
Osmia Laporte 203*000
Para o sul d) imperio trouxo mais esse vapor
Bahia 8:9693250
Rio ;ie Janeiro 38:496*600
De Bossa praca levou esse vapor:
Para Macei 6J03000
a U^hia 3.928*000
o Rio de Janeiro 369:334*660
sendo desta uKiina parcella 330:00!) para o the-
sonro nai-ional.
MONTE PI PORTGUEZ.-Consta haver sido
escollado por S. Exc. d*tntre os qnatro el jilos o
Sr. Gregorio Paes do Amaral para o director desta
associaco. No.-sas felicitares ao Sr. Gregorio,
e a S. Exc. pela acertada escolha.
EVASO DE PRESOS. Do poder da escolta
que o aondutia para a villa de Agua Preta eva-
dir-se, no dia 17 do corrente, o criminoso Daniel
de Oliveira Frang; sendo recolhidas prisao as
pravas que couipuiiliam dita escolta.
Da cade 1 do povoado dos Montes evadio-se
a 19 do correle, o criminoso de inorte Bertino
Alves dos Santos, que tirilla vindo do Bonito para
responder ao jury, por trr a senneila abandona-
do seu posto.
ESPANfJAMEN'TO.-No dia 17 do correte foi
gravemente espaneado, em Gamelleira. Joao Bap-
ista FaL-ao por Antonio Alves, que logrou eva-
dirse.
PASSAMENTO.-Dea hontem alma ao Creador
o Sr. Joaqnim Antonio Pinto Serodio amigo cora-
merciaute de assucar de nossa piafa.
VASSIMON'.Chegon hontem do Para pelo Ma
ranhiio e Cear o transporte de guerra brasileiro
rtWMK.
O GENERAL FO.NTES.-Deixou hontem de se
guir para acorte, como pretenda em consecuen-
cia da celeridade da partida do vapor Paran.
S. E;c. seguir, por tanto, no transporio de
guerra Vassimon. i|ue parte para aquella destino
na teres-feira 23 do correte ; e sahindo a p de
sua residencia a ra do Hospicio n. 4 para as 3
horas da tarde, embarcar no caes 2i de novern-
bro, constando nos que em manifeslacao solemne
de consideracao a S. Exc, cujos servaos sao re-
conhecidos, cavalieiros di.-iinetos, civls e militares
teem resolvido acompanha-lo alli at esse ultimo
ponto.
E' urna manifestara) expressiva,a que por certo
tern direito S. Exc. a qoein desejamos prospera
viagem.
TERMO DE LIMOIIRO.O delegado de polica
deste termo communica as seguintes occorrenrias;
que no dia 10 de setembro, Marcelino Jos da Sil-
va, anffirea ara tiro dado de emboscada, ignoran-
do-MO autor; que no dia li, no Ingar Lagoa
Torta. Joaquim Jos de Santa Anna, soffreu um
tiro dado da emboscada, sendo capturados como
autores Manoel Faustino de AnJr.ide e Joao Fer-
[: ila Silva ; que no dia 20, no lugar Pindoba,
J 1 Firmlno assassinou, co:n diversas facadas,
SI 1 noel Ignacio, sendo preso em flagrante.
PRONUNCIA.Pelo Dr. juiz municipal d> termo
A i Calmili forain pronunciados, como ocursos
m* pm.is do artigo 237 do cdigo criminal, Jilo
Itaerra deSouza e Florencio Alves de Carvalho.
transfers o su. eartorio da casa n. 43 para a de
n. 27 da roa do Imperador.
JVENTUDK LrBBRTADORA.-Reune-se ama-
nha esta socielide em sessao diara, s 10 ho-
ras do da, ftmecionando d'ora em diante na rna
do coronel Saassuna,( outr'ora de Hortas) a. 113-
O TEMPOfterecerara-nos a segninte traduc-
io de um soneto de Oxenstiern :
Pedio-me o tempo do mens das conta :
Esct conta (Ib disse) reqiier lempo;
Fois qaem perdeu sem coma um lonno tempo,
Como sem tempo dar ama tal conta T
O tempo recasou de longa centa ;
Pois que (diiia), despreando o tempo,
E que nao dando a conta ao prazo e tempo,
Debalde peco tempo para conta I
Qual conta pode numerar lal tempo ?
(Joal tempo basta para dar tal ennta,
Vi vendo sera contar tao longo tempo ?
Urgindo o tempo, oppresso da tal conta.
Expiro sem dar conta do'men lempo,
Puis que o lempo perdido nao tem conta.
l.NTERESSANTE QUIPROQUO'.Orna senhora
sabia para a raissa, levando um calcado novo e
apertadissirao, que muito a moniflcava. O seu
oosiobeiro aproximou-se delta, pergnntando-lhe o
que destinaba para jantar. A senhora, sem alten-
de-lo, porque n'esse momento soffria urna dr in-
tensaisoltou esta expressoa!i I sapatos !ah I
sapa los 1 batendo com o p no chao. O cosi-
nheiro nao quz ouvir mais nada e foi occupar-3e
do seo inister.
A senhora encontrando gmente para jantar
patos assados, perguntSu a razio da extravagan-
cia ; ao quo o seu cusinbeiro respondeu muito so-
cegadamente :
Q lando V. Exc, sahia, perguntei-lhe o que de-
sejav para jantar e V. Exc. respndeu-rae -.Asta
palosasta pa'os.
A senhora nao teve oniro remedio senao jantar
ae-se dia somente pato asado.
PASSAGEIItOS. O vapor brasileiro Paran
vindo dos portos do norte, trouxe os seguintes :
8nto Jos da Silva Magalbes, Antonio Jo-
Rodrigues de Sduzs, Angelo Nerdi, padre Migcel
A. Pereira de Souza, Mrnoel Silvestre Ferreira
Bastos, Manoel Marques Camacho, Jos d'Araui
Luna, Antonio Justino Pereira da Silva, Alvaro d>'
Mseles M. Jnior, Anna Maria da Conceicao e a
escrava Julia a entregar a Maoo.-I Teixeira Bast s.
Sabidos para os portos do sul no vapor bra-
sileiro Paran .
George G. Guilner, Lourenco da Co ta L-ureiro,
Rufino Luiz Tavares, capitao Prederica A. da Ga-
ma e Co>ta, Francisco F. da Costa Parrio. paire
Maximiano F. Esmeraldo, padre Miguel Francisco
da Frota, Antonio Freir Cidro, Joaquim Jos
Gomes Ribeiro, 7 praeas e 10 escravos.
LOTERA.A qne "se acha venda a 166." a
benelieio da matriz do Bonito, que corre no dia 25
do corren le.
CEM1TERIO PUBLICO.Obituario do dia 20 do
correte :
Claudina Maria de Sant'Anna. parda, Pernara-
buco, 28 annos, solteira, Boa-vista, hospital Pedra
II : tubrculos pulmonares.
Maaoel Francisco da Silva, branco, Portugal, 58
an.os, casado, Boc-vista : pneumona.
Maria Theresa, prela, escrava, frica, 33 an-
uos, solteira, Boa-vista ; melroperitenite.
Albino, pardo, Pernambuco, 7 mazos, Boa-viita ;
nepatite.
Manoel, branco, Pernambuco, 4 annos, Boa-vis-
ta ; pneumona.
Joo, pardo, Pernrmbuco, 3 raezes, Boa-vista ;
bexigas.
Manoel, pardo, Pernambuco, 27 dias, Santo An-
tonio ; convulcocs.
- 18 -
Xavier Fornande?, branco, Hespanha, 40 annos,
casado, Beavista ; febre adinmica.
Justino, escravo, preto, Pernambuco, 2 annos,
Boavista; convulcoes.
Jos Lopes Rosas, branco, Pernambuco, 79 an-
nos, casado, Poco; amoleeimento cerebral.
Maria, branca, Pernambuco, 4 dias, S. .Jos;
congesto.
Felippe Joaquim Vfig'iel, pardo, Cear, 21 annos
solteiro, Boavista, enfermara militar; tubrculos
pulmonares.
Jo G^mes Veiga, branco, Portugal, 28 annos
solteiro, :>anto Anti nio ; congeslo cerebral.
Anna Candna Guedes Bandeira, branca, Per-
nambuco, 41 annos, casada, Boavisia ; peritonile.
llosa Anglica Maria de Freitas, branco, Per-
nambuco, 60 annes solteira, Recife ; tumor.
Paseoa Maria da Conceico, parda, Pernambu-
co, tOanno?, solleira, S.Jos; cjngesiao cerebral.
Feliciana Maria de Jess, parla Pernambuco,
66 annos, Boavisia, hospital Pedro II; tubrculos
pulmonares.
annos de idado, estabeleddo com casa de consli-i
nacao a rna 4, Madre de Deus n. 36, reqnerendo
seradmittido u matricula de coramercti' Lt-,
tesura era abono do impetrante Amorim IrmJos &
C., Urnelro & Nogneira, S. P. Jouhonston 4C. e
Antonio Ignacio do Reg Medeiros. Vi.ta ao Sr'
desembargador fiscal.
lio Migol los Sanios Cosa Jnior, pedindo i
nsenpeao de ifcsM eaiaaiM Oapenino Mariios de
Araiijo-Recoaheclda a Arma do documento lan-
o, registre se. ^ '
De Thom Lopes ds -Sena, no mesrao'sentido
quanto a Manoel Augusto Pereira Lima e Antonio
Gomes de Albnquerque Grangeiro llHaistre se
De Thomaz Jefferies & C, para armotaces no
sentido de nio serem mais seus caixeiros Alfonso
de A buqnerquo Marlins Pgreiro e F*rfix CanUlice
da Silva Lobo.Como pedem.
Dda a h ra (11 1/2 da manhaa), o Exm. Sr.
presidente encerrou a sessao.
to, no caso de ser escolbido nm Individuo qne t
zesse parte da primara, fijarla a segunda cora
po s odividaos somente, e faltara assim
1 mero legal, onde o poder moderador deveria
exercefflo seo direito de escolha.
erlo e gravsimo injonveniente podia
santelido e removido pela eleicao em lista
sxtupla, nSo serum o presicente e o ministro dig-
nos de severa censura, se por acaso deixasse de
attende-lo e de provideneiar oppertunamente 1
Se o acto censurado pelo Liberal ustiflcavel
e, diremos mesmo, reclamado pela necessidade de
salvar ora precedo constitucional, a sua iustiUca-
cao rwo menos attesdivel, se o considerarmos
d.barxo do ponto de vista de urna necessidade lo-
cal, que sem contradiecaj, constitue urna gran-
SESSAO JUDICIARIA f M 17 DE OITTITRRO
DE 1870,
RESIDENCIA DO EXM. SU. DESEMBARGADOS A. F. PS-
nETTI.
Secretario, Julio Guimaraes
raiarne,Jl t,ec,aro"W berra a3es'sao,estanlo
reunidos ob Srs desembargalores Silva Ga.mv
Ros e Basto, e sapnlente S Lento, faltanto m
partecipaeao o Sr. Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da seso anterior.
ACCORDAOS ASSIGNADOS.
Embargante Maternus Lenz, embargado Antoio
Gomes Nettajrappellanti Joaquim Francisco do
Esinrito Santo, appellado Silvano Blura.
JULG AMENTOS.
Juizo especial do commerpo: embargantes ap-
pellados autores Vianua Guimaraes, erabargp-
dos appellautes r)s os administradores da ma^a
fallida de Manoel de Souza Canro Pimplo ; ju-
zes os Srs. Reis e Silva, Silva Guimaraes, Basic e
Silva. Forara desprezados os embarcos.
Appeilante Sal /ador de Siqueira Cmlcante, ap-
pellado Leopoldo Ferreira Martios Ribeiro. Ama-
do _pedido Je um dos Sis. deputados.
iNo estando presente o Sr. Miand Leal, nao
furim propostos os seguintes feitos, nts quaes o
mesmo Sr. juiz, entre partes, embargante Anto-
nio Francisco de Oliveira. embrgalo Tasso Ir-
mios; appeilante Jos Joaquim de C'.stro Moura,
appellado Galdiuo Francisco ds Mawdo ; appei-
lante o administrador da massa faila de Antonio
PeJro de Mello, applllado Flix sauyago ; appei-
lante Jos Alvos de Aguiar, appellados o admiois-
tradores da massa fallida de Antono Jos de Fi-
gueireJo; appellantes os adrain'stralore da mas-
sa fallida de Amorim, Fragoso, Saius & C, appel-
lado Domingos Francisco Ramalbi; appeilante
Jos Barpoza de Carvalho, appelljdos Barbota 4
Souza; appellantes a viuva o herleiros daiogo
Jos da Custa, appellado Antonio Duarte Carneiro
Vianua.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. de-
sembargador Accioli: appeilante Theodoro Ghris-
tiansen, appellados Rabe Schmettiu A C
Do Sr. desembaigador Acciuii.ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appel/ante D. Gerirudes
Anglica Joaquina, appellado o bacharel Joaqdiin
Francisco de Miranda.
AGGRAVOS.
Juizo especial do commerci: aggravante Ma-
noel Ferreira Leite, eapilao di barca porlugueza
S. Joo, aggravado Joaquim lldrigues Tavares de
Mello. O Sr. desembargador Silva Guimaraes ne-
gou provimento.
Juizo especiai do commetcio : aggravante D.
Antonia Ricarda de Mello, aggravados os adminis-
tradores da massa fallida do Antonio Pedro de Mel-
lo. O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Encerron-so a ses.-o a mea hora da tarde.
de conveniencia publica.
Tolos sabem, e somente os que esiao de m f
ignorara, que para coneorrerem a urna eleicao
em quasi todos os collegios'do serto, muitos elei-
tores sao obrigados a percorrer vinte, irinta, e qua-
renta leguas e que essas viagens tornam-se quasi
impraticaveii pelo vero, em razo de falta de
animaes. Ora, se para 20 de noverabro, raez ex
tremamente secco no serto. J se pede aos elei-
lores daqueilas localidades um sacrificio excessi-
vamente penoso ; com que razao, cora que direito,
se Ihes imporia um novo sacrificio, quando e-te po-
deria sor Ihespoupado por urna medida aconcha-
da pela prudencia e autorisada pela lei ?
Os que oblerados pelos odios polticos, s
procuram pretexto para formar queixas, bem
pouco se devem nportar que o eleitores do
centro consumam o seu tempo em viagens in-
commodas; porm urna administracao rasoavel e
solicita deve envidar todos os meios para poupar
esse tempo, sempre tao precioso quedes que
pedera ao irabalho os recursos com que se man-
teen) e as suas familias. E por isso J veem os
jurisconsultos do Liberal, que a ordem expedi-
da pelo Exm. Sr. Assis Rocha, longo de attender
conveniencias de partido e de procurar arranjar
prenles t afjins, teve por mira evitar a probabilida-
de de urna difflculdade constitucional e poupar um
grande encommodo metade do corpo eleitoral da
provincia, antepondo, assim, o bem de muitos
considerares que s avultam quando emprega-
das como arma de entriga.
PUBLiCACOES A PEDIDO.
. COMMUNISADOS.
Gollaborasjao.
CAPTURAS.Pelo inspector do quarteiro de
Reim-rate, do termo de Villa Bella, foi capturado
J se Ribeiro, criminoso de morte no termo de Ca-
bmbo,
Pelo delegado do termo do Salguero, foi cap-
turado Francisco Antonio Pimentel, criminoso de
marte no termo do Jardim, da provincia do Cear
FLORESTA.Datas de Floresta alcancam a 9 do
corrente.
O trmo gosava de tranquillidade. O delegado
de polica, capitao Gu-mo Lobo, prosegua nfati-
gayelinente na captura de criminosos, ordenando
diligencias em sua perseguicao e pi,r este concor-
reudo para garaar a s guranca individual. Os
binn-ns pacincos do termo o acnlhera e coadjavara
com a mc-llior boa vontade.
llaviam seguido cora de-tino a esta capital va-
rios criminosos sob a guarda de una escolta.
IRMANDADE DO TERCO. Domingo ultimo
proceden esta irmaodade a eleigao da meza rege-
dora para a anno de 1871, a qual ficou compos-
ta dos Srs.; Jos Pinto de Magalhes, juiz; Jos
Martms da Silva Borges, secretario ; Jjs Chrys-
pini'tnt da Silva, tliesoureiro ; Jos Syojplicio de
S Esleves, procurador geral.
THEATHO SANTO ANTO.\IO.-Ha hoje neste
iheair* espectculo variado, enjo prograrama
novo. Sbem soma as lindas e chistosas ooe-
retas LtoRM et FrUzchtn, e Les Pantins de Vio-
lette, las qaaes toma parte os artistas Maris, Ca
rou, madama Valmonca e a Sra de Bresria, bem
cono diversas caoconetas e romances. O espec-
tculo reservado s familias.
JOVEVI AMERICA.-Na fabrica de c&rveja; d^
ra do Bario de S. Borja. ha amanha um espec-
tculo gymnatieo e acrobtico, sob a direcc do
artista brasileiro Vicente d. R-go. era beefi;io
da sicudade raanumissora Joven America.
FREGEZI4 DA CaPUNGA.-No domiogo pas-
sado reunram-9e em casa do Sr. Pontual, a con-
vite do Rvm. Sr. vgario Ja fregoezia da Capunga,
diversa, pessoas ah residentes, para tratarera da
creaeao da respectiva irm.-i'ulade do Sacramento.
D^pois de exposto, pelo digno vigario, o moti-
vo la reuuio, e demonntrada a urgente necessi-
dade da ereacao da rmandade, foi cleila nina
commis.-o de nove pessras lendo por presidente
o Sr. Dr. Buariue Nazareth, por secretario o
Sr. P.iheiru Vieira, por thesoareiro o Sr. Pon-
tual, o por procurador o Sr. Monteiro, para
dirigir 'as tr;.balhos preliminares ; bsra como
Hegeu-se uma outra commis-io, composta do?
Srs. Drs. Jacobina e Buarque de Nazareih, e do
respectivo parocho padre Augusto Moreira, para
orgaaisat o comproiriisso pelo qual *e deve reger
a irmandado. A joia que d-ve dar cada iriio
jnstallador foi fixada em iof.
Amanilla deve hiverreunao da commissao di-
rwiora, no lugar designado.
PATICHO PROTKCTOR.-Este navio brasileiro
que naufr.,gou a 28 do passado prximo do Aca-
rara, trasia para o nnsso porto a seguinte carga
W pipas vusa.- 2:0 canas kerosene, 90 ilita-
banha, lo ,lilas eha, 3 ditas e 81 barr- 'n!i>
iiOiit.- maiiieiga, 18 saceos alfazma, 10 fir-
dos pap-1', e I v- lume de fazendas.
DIARIO DE PERNAMBUCO. Se chgar hoie
rs va 1 i < Arinot e ingiez La Place, de>tribui-
rem am maia ik .so nu ero de segaoda-feira.
COLLE'^0 DB ?. PEDRO = O director de-te in-
trnalo, it.i riy do Mirqu< z do Olinda, o Sr.
Joaqui i Teixena Peixoto, alfirrnu a sua cusl.i
urna toado a 19 do cirrenie, em solemni-a$ai> do da
da eu I padroeiro do eslabeleciniento.
ES.JRIVAO DA RELACAO.-O Sr. Augusto Ce-
Jar da Uoba, escrivo do tribunal da relaco,
CHRONICA JUDiriARM.
r^iaiuiVA, do coutu:itero
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 20 DE
OUTURUO DE 1870.
faSSmENClA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ANSELMO
. FRANCISCO PERETTL
As 10 horas da manhaa, estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto e snpplente S Leito,
fallando com causa o Sr. Miranda Leal, o Exm. Sr.
presidente abri a sesso.
Foi lida e approvada a acta da sesso de 17.
EXPEDIENTE.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os seguin-
tes livros :-Diario df> Alves k C, Keller & C, Co-
piador e Diario de Jos Joaquim Gomes Teixeira,
Diario da corapanhia Santa Thereza, Copiador da
mesma.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Antonio Francisco Martins de Miranda, re-
querendo a eliminacao do* caixeiros Manoel An-
tonio de Souza e Manoel Ferreira de Mendonca,
visto nao estarem mais ao seu servico.Como re-
qiier.
De Pereira da Cunha Irmaos, requerendo tam-
nem a eliminago de seu excaixeiro Fraacisco
Jos de Pmho Castro Delgado, e que e Ihe regis-
tre a nomeacao do caixeiro que entrou em seu lu-
gar, Jos de Souza Pereira de Brito. Como re-
querem. ,
De Carlos de Paula Lipes, submeltendo regis-
tro a procuracao bastante que Ihe outorgaram Joo
Quirino de Aguilar & CRegistre-se.
De Jos Isidoro Martms, asresentando para ser
registrado o conhecimento de haver pago o ira-
posto de sua profisso de agente de leiloes, perlen-
ceute ao 1- semestre de 1870 1871. Registrado
o conhecimento, seja entregue.
De Augusto Piolo de Lemos, apresentando tam-
bera o conhecimento d- haver pago gu.it impono
como corretor geral.Registrado o conhecimento,
seja entregie.
De Francisco de Miranda Leal Seve, corretor
Kera,-Regi>ilrado o conhecimento, seja entregue.
De Francisco Mamede de Almeida, tambem cor-
retor geral, dem.Seja ntreme o conheciraenlo
depois de registrado.
Do agent-- de leiloes, Francisco Gomes de Oli-
veira, registro tambem de conheciraeoto de impos-
to de sua profisso. Registrado o conhecimento,
seja entregue ao sopplicante.
De Nicolao Kartery e Albert Forster Damon,
submeltendo a registro o sen contrato social.-Vis
U ao Sr. desembargaJor fiscal.
De Barbosa & Campos, offerecendo registro a
nomeacao de seu caixeiro Antonio Francisco Igna-
cio de Alb'iquerque.Registre-se
. De Joaquim Jos GoncMves Beltrao, offereeendo
igualmente a registro a nomeacao de seus caixei-
ros r-ranci-co Joaqnim Pereira Pinto, Felino Dao-
tao Ferreira O)lho,- Jos Iguacio da Rocha S >-
brinlio, Jos dos Santos Costa Moreira, Leopoldo
Ulmdino Martha, Joaqnim da Cosu Moreira, Hen-
rique_ de Lemos Leal Reis e Joaquim Goncalve
Beltrao Jnior.Registre-se.
De Manoel Marques de Oliveira e Francisco Jos
Carneiro, apresentando para Ihe ser registrado e
seu contrato sociai. Vista ao Sr. desembargador
De Joaquim da Silva Casto, requaedo baixa no
regis;ro a fl. 24 do lv. 3, vino ler dispensado de
ser seu caixeiro Joao Jos Lopes Pereira Junto"-. -
Como reqner.
De Fimo Ir.naos & C, submettendo Registro
ama copia da esofipttu* de dypotheca do brgue
nacional Pirangy.Regi:tre-so como dooomaol..
De J. Joaqom Barbsia da Silva, pedindo que
pela secretaria seja sanida a omisso dos nonie.^
deseos caixeiros r.a< potic^ra em que pedio cer-
tidao le haverom sido registrada as respectivas
nomeayoes. -Coran pede.
P*. Marcellino da Ri-a 4 Filhos, pedind<
certidaode ler sido registrada em.mtubro de I8G7
a oi.iin.acao que deram seus eaixeiros Joauinn
Maree bu.. G.,ocalv-s lt,.sa e Francisco de A-s.i
u'ncaives Rosa, assim cona se houe posterior-
mente alguina declaracao em sentido contrario.
Corao requerem.
De Bernardino de Sena Pontual, brasilea He 39
f tarJava.
Nao era possival que o acto, tao simples o tao
jastillcavel, pelo qoal o Exm. Sr. Assis Rocha, de-
pois do passaraento do conde de Boa-Vista, man-
dou proceder eleicao senatorial, em lista-sxtu-
pla, deixasse de ser aproveitado pelo Liberal, co-
mo um justo motivo de censura, 011 antes, como
um acto de prepotencia e de mero arranjo de con-
veniencias de partido.
Esse reparo da opposicao ha muilo era espe-
rado; e somente se torna, agora, notavel pela lar-
oanca que houve em seu apparecimento. Feliz-
mente o acto de S. Exc. nao atacado por contri
rio s leis, e someole por solfrego. Ainda bem.
No sen irn llectido desejo de censurar, o Liberal
nao atienden que, erndemnando o proeediuento
da administraco, collocava-se uma grande dis-
tancia da lgica; porquanto, se elle o propro
que reconhece e confessa que a lei d ao presi-
dente da provincia a faculdade de marcar o dia
para a eleicao, como, era contrario essa ver-
dade, tao altamente proclamada, contesta ao Exm.
Sr. Assiz Rocha o exercicio dessa faculdade e Ihe
faz qnasi uro crime de haverpor propria autor i
ilude, mndalo que, 20 de novembro, prximo,
os eleitores votera em lista sxtupla, para senado-
res ?
Se os jurisconsultos do Liberal admittem, em fa
vor do presidente da provincia, nm direito, nas-
cido de le clara e positiva, indispensavel que
tambem concedan) o espaco necessrio para o le-
gitimo desenvolvmento desse direito.
Assim, se a lei cenfere aos presidentes de pro-
vincia a faculdade de designar os dias em qne de-
vem ser fetas as eleico;s, sem que torne o exer-
cicio dessa fuculdade dependente de interferencia
d alguem, e visto que i. Exc, sem exorbitar de
suas attnbuicSes, e, mesmo. sera prejndicar o pen
samento do governo, de quem tnha a mais plena
cunfianca, podia mandar proceder eleicao em
lista sxtupla, logo que o falleeimento do conde
de Boa- vista creou uma segunda vaga, no senado
Entretant >, forca confessar que o Liba al, no
ernpenho de deparar com mais algnm paciente,
sobre quem pojsa descarregar seus golpes, chega
a ponto de nao poder ser comprehendido ; por-
quanto, ao passo que attribue o acto do Exm. Sr.
1 -a j0cna ~ tHa "a Tecreacao t propria au-
tor idade, mais adiante lo.o Ihe arreda a respon-
saoilidade, para laoca-la toda, sobre o Exm. Sr.
ministro do imperio, por ter expedido confidencial,
ac nselhando para que se fizesse a eleici, era lis-
ta sxtupla, no caso de fallecer o conde de Boa-
Vista /
Afinal, qual dos dons ser o verdadeiro reo, pe-
rante o moralisadissino tribunal do Liberal ?
Nao somos interprete dos pensamentos o vonta -
Jes da administraco da provincia, e por isso nao
portemos fallar era seu nome; porm entendemos
poder dizer, sera inconveniencia, o que nos coasta
ler oceorrido acerca do aon-flido crime contra
qual se ergue o Lifrai cora lio injusta indigna-
Embora o Exm.Sr. Assis Rocha tivesse a con-
viecao da asislir-lhe o direito de mandar, aulori-
dude propria, proceder eleicao de senadores, por
lista sxtupla depois do passamenio do conde da
Boa vista, reflectido e escrupuloso como entendeu
dever guardar antgas nsancis e esperar resposia
do governo; porm, nesse entretanto, bavendo
chegado a corte cartas de pessoas da familia do
conde da Boa-Vista, que o davam como prximo a
expirar, o Exm ministro do imperio tomou a reso-
lufao de aconselhar o presidente para que no caso
ae reaiisar se o falleeimento 4aqnelie re-'peitavel
cuiadao, e haver tempo bastante para qne as com-
municacoes podess. ehegar s cmaras mais
1 msinquas da provincias mandasse proceder a
eleicao em lista sxtupla.
3 P;,i9' de accordo com a opiniao do governo
oX xL\L,ttral; e '^ Ja ? iV tanto
ZJtT.J}*^' con?, Sr iu""-o do imperio
sao responsaveis, igualmente, por terem-se acbado
m,To fi^am rPer' nao P3ra P*"-.
Examinemos.
sus? fisstssi t jB*a*
X.i^eS^p'ir&mr't-
rior ao designado para ."B? *?
lena impedir que, on eidadaos Sn^ Pd
prim .ra lista triplico se apresea^u.m a
le na segunda eleicao e Si"!611-
daus, ou mesm., todos, fizLse,n wrKT' ^
SSS ?eise **>wb P0Bto2?SS
Ninguera dexari de confessar e de reeonho..
que seria a nallidade da segunda lisia, pj q
infeliz coincidencia mas ama victima ceifada
pela parca cruel.
Acaba de Jescer ao tmulo na villa de S. Bento
o bacharel era philosophia pelo collegio romano,
Antonio Ceryllo de Souza Outra, na tdade de qna-
tro lustros, um anno e tres mezes incompletos.
Depois de haver frequentado a laiinidade o iragua
franceza era Pernambuco e prompto a examinar-
se, na prlmeirapleiade que o Exm. Sr. D. Manoel,
de saudosa aecordacao, enviou para Roma, elle foi
contemplado neste numero.
Havendo cursado na metropole do mundo ca-
tholico, as referida-, aulas, aprendeu mais as lin-
guas italiasa e grega, sempre com plena approva-
foilos seus preceptores, e algumas vezes prima-
dos, e dando mais dous annos em philosohia, me-
recendo tambera ser laureado nesla facoldade,
querendo mais cursar tres annos a sagrada theo-
logia, alim de dootorar-se, e seguir o estado cleri-
cal, para o qual traba vocacao, nao pude conti-
nuar. Affectado por urna phtysica pulmonar em
mao do corrente anno, por conselho dos mdicos,
teve de rollar ao solo que o vio nascer, para res-
tabeleeer-se e continuar novamen'.e na carreira
litteraria,: sendo til a religio e a patria, de-
oois de visitar os santos lugares, e ahi con-
templar os mysterios da reJerapco, chegeu com
eeito a cidade do Recife a 8 de julho prxi-
mo passado, e novamente receitado pelos mdicos
da capital, disseramlhe que seguisse^om brevidade
para a provincia da Ceara, ou serio de Per
nambuco, ajoptou o ar patrio, chegando a esta
villa no dia ti de agosto deste anno, e apenas re-
sidindo dous mazes completos e as mesmas. horas
da sua chegada (quatro horas da tarde) no dia 11
do corrente mez, rendendo plcidamente o espiri-
to a seu Creador, leudse preparado antecedente-
mente por nma sincera confisso recebendo o sa
grado Viatico, a extrema-unc,o e mais orarles da
igreja, jaz sepultado era uma catacumba no cemi-
terio desta villa, fazendo-se primeramente apompa
luneraria correspondente ao lucar.
Adoremos os decretos da Divina Providencia
ominando uma lagrima de saudades na campa
sepulchral, pedindo ao Omnipotente queira per-
doar-lhe as reliquias do peccado dando-lhe o des-
canco.'eteno pelos superabundantes merecimentos,
e preciossimo sangue de nnsso Divino Salvador.
Rquiem eternam dona ei, Domine. Et lux per-
petua luceat ei. Requiescat in pace. Amen.
Villa de S. Bento 13 de outubro de 18"0.
Antonio fenlo de Oliveira.
Nenia.
A sentida morte da esposa de
meu amigo o lllm. Sr. los
Pedro das Veres.
Adeus I se para sempre elle se desse
Embora I para sempre esse adeus seja
Byrojt.
Por entre os das, que matisao a vida,
Do pego infindo de labor ingente
Smistra voz, que reboou no espaco,
Foi o prenuncio de uma dr pungente.
E' que a mo feral da impia morte, '
Cerrando as palpebras de um aojo pnlebro,
Conyerteu-lhe os das n'uma eterna nonte
Por leito deu-lhe glacial sepulchro.
Morte, quanto s cruel I nao attenderas
Da terna esposa o mais subido amor,
v m J! an*gos da cariohosa mi,
Nem d'um esposo a martyrio e a ddr.
Nao te movestes I qual ira ga horrivel,
Lumprindo vaes tua fatal misso ;
Em cada queda tens gemido e pranto,
No fundo d'alraa bem cruel canco.
Ai I quanto soffre a quem causastes dr ?...
Na flor da idade ella deixou exilio;
E aleando n'aza do espago um vdo
Ella voou para subir ao impyreo.
Passou no mundo qual p'regrina sombra,
Anjo sem patria; ao elevar a mente
Pora sem mancha se elevou Deus;
E la foi ter a recompensa ingente.
Que vale a vida de delicias cheia,
Se tambem se enche de pesar e d,
Se n'um momento do sepulchro o anjo
A ludo inquina de voltil p?l...
Se tua vida foi ligeira e breve
Bem como a rosa, que nao abri corla,
Mas que inclinada ao frescor da vida
Soffre o tufao, e da peala rola;
Ao menos gosa da virtude o premio
Dos dotes teus a merecida palma;
Qoen'etreae immortal mancao
Gloria ou recompensa d'alraa.
Recife, 20 de outubro de 1870.
adeiros ppostolos do setnela, v-se sepa-
sados por^raesqaichos nteresses alggos.....
acrilegamenie esearnecendo das saotas pa-
ginas que lecoram para ensinar aos seos
ingenuos discpulos e entjo nSo devo crr
p'essas doutrinas, que esses sabios s en-
sinam para ganbar o pao que os aiinjeau.
- Este mondo d'eslas miserias. Se boje
o mestre diz ao discpulo: eu son vosso pai,
amanha diz sois miaba \ictima.
Eis a verdade que poz am santo myste-
rio conhecida por todos.
Para vos ridiculos Psaphes da sciencia
a mais legtima e gener sa aspralo um
crime, que deve ser punido com o voso
inquisidor anathema, a sci ncia um mono-
polio, a virtude uma mentira, "a dignidade
um vicio.
Quera quer que n o estiver ;niciado uestes
principjos se respirar essa miasmtica ath-
mosphera que vps cerca, ou morre asphi-
xiado se tem puras e sinceras creocas, ou
se transforma em corvo com insignias dou
toraes.
Prefiro o sacrificio dos bomens ao goso
dos irracionaes.
Occorre-me estas con5derac5es porqne
em alguns momentos de destraclo e boa f
alimentei a aspirarlo de ser um dia doutor
em direito, e corno o procedimento reco-
nhecidamente injusto une hontem tivestes
para com o nosso colleg que conqnislava
com o sea merecimento aquello titulo im-
porta uma offensa aosnossos direilos, devo
em satisfago aos impulsos de minha cons
ciencia, em nome da justica, por ello e por
mim levantar com toda energa ama ceusu-
ra em nosso riesagravo, como o nico re-
curso que nos resta.
Porque n3o vos collocaes na altura das
vossas posicoes ? Porque pedir ao candida
to titulo a declaracao dos seos patronos ?
Porque exgis o sacrificio de suas crelas e
o ceg rospeito aos vossos mesquinhos ca-
prichos ?
E porque indivdamnte oceupaes esses
lugares. Se olbardas para o vosso passado
haveis de ver as sombras dos vossos pro-
tectores arrepsndidas da sua generos'dade
pela vossa ingrati t5o.
Elevada posicao aquella que tem por
base o apoio da opinio e a opiniao foge da
immoralidade.
S vos resta a fraca c empalidecida pre-
sumpcSo do Sbsr, que sp vai extinguindo
pelas frequentes provas que daes de vossa
ignorancia.
Onde quer que esteja o livro pie Miar
a sciencia, o moco com inteiligencia vigoro-
sa e com a generosidade dos seus senti-
mentos pode como livro matar o retrogra-
do velho na cadeira da sua to precooisada
experiencia.
Felizmente a nossa opinio nao est no
isolamento. Um notavel jurisconsulto de
qnem talvez vos julgueis collega. (Belme)
para vos aniquilar de todo d7: o livro
acabou com o prestigio dos cabellos brancos.
O moco pnis pode discutir com o velho
sem mendigar sua benevolencia. A sciencia
n5o se adquire por forca da lei e triste d'a-
quelle quera a lei procura e o merecimen
to foge.
Quantos felizes parvos no estao vestidos
pelo capricho dos executores da lei com
essas borlas e com es3es capellos que s
valem geralmente o que custaram ao ar
tista que os fez ?
Concluamos aqui e deixemos esses atri-
bulados e acanhados espiritos que s veem
n'uma collaco de grao de doutor mais uma
ambico de um meio de vida.
Recife 17 de outubro de 1870.
W.
N. B. Em todo nosso artigo salvamos
as excepces.
MOVIMENTO DO P0RT8.
Navios entrados tuitmt.
Para portos intermedios8 dias vapor
Parama, de 810 toneladas, emaamm*-
da Silva Moraes, equinajem 3, V^
les gneros ; a Antonio Loii de O. Atento C
fara pr r Maranbao9 uias 1/1, tnmeporte nado-
nal Vassimon, commaadante cuiBo-laaente; a
A. Texeira.
Liverpool por S. Vieete-38 as, U(ar ingiez
Union, de 244 toneladas, eapilao I. R. Brice
eqmpagem 9. carga earvo; a orden.
Navios sahiio.i no mesm dia.
Barcejona-Sumaea hespaohola Mmnm Lnrm, ca-
P'tao Luiz Maristany, carca algodio.
Portos doSul-yapor trasileiro Paran, m-
mandante J. da S. Mtraes, carga Mferentes fe-
neros. w^
.. Obserracao
bnndiou no lamarao nma barca maleta, as
nao teve communcac,ao com a trra.*
ECITAES.
Mofina
Pede-e ao Sr. Gaspar Cavalcante de Albnquer-
que cha para responder estas innocentes per-
genias :
Quanto despenden para comprar as heraneas
oniversaes da casa Aratangy ?
Os bens dados aos herdeiros para pagamento
pertenciam ou nao s mesmas heranca ? Se per-
tenciam nm contracto de venda perfeito aqnelle
em que o vendedor figura de comprador e o com-
prador de vendedor?
As letras pascadas por occasilo d'esse negocio
j foram pagas, ou j esto ellas por lista do seu
nnmero de calotes pregados naqnelle qne acei-
ton-as?
O engenho Horissca, dado em pagamento
um dos herdeiros, era que terreno est assen-
tado?
Quanto den pelas trras em qne levantou esse
engenho ?.
Quanto gastn para comprar parte da proprie
dade Porto de Galmbas? Ja pagou as letras d'esse
negocio 1
Pelo preco por quanto o Sr. Gaspar comprou,
pode ser senhor de todo o imperio : mas a paga ?
O Sr. Gaspar Drummond est no foro, e o Sr.
desembargador Alvaro na Relacao : o Sr. Gaspar
pode continuar comprar.
Ah I Sr. Ga?par, Dens consente, mas nao para
sempre.
Tio-Kie.
0 inspector interino da alfandega faz poblio ojw
sabbado 22 do corrente, depois do maio di 1 t a
porta de mesma reparticao, ser) levis a
li ista publica, livro de direito, os volantes abai-
xo declarados:
Armazem n. 4
H L triangulo, ns. 228/2J0. Tres eaixas com
60 duzias de caminas de madapoln, rom prilo de
linho. valor do cala duzia 24*000, total___
1:4405000.
H L A E ns. 1050/GI. Duas ntm de loctfo
de linho lis > at 8 lios, pesan lo 754 kilogrammos,
valor deki..(tramma l:;::i, total J:0O>iO82.
N, 1062. Uma dita de dito, at 8 fies p-'aado
256 kiloeramma*, valor do kilogramma I 333, to-
tal 31U248, e 84 kil-^rammos de 12 los, valor
do kilofrramma 2, total 100.
N. 1063. Uma caixa com brim do lioho enma-
rado, pesando 94 kilogrammas, valor do kisoj ii
ma 2*666, total 230* ; e 245 kilogrammas do le-
cido de linho liso at 8 Dos, valor di kilonaaMBa
13:):!3, total 326*383.
H L quadrad >. N. 58. Uma caixa com ?3 pe-
cas de tecido de linho liso al 12 fio, pesiad
53 kilogrammas, valor do kilogramo 2*, total
VL4C. N. 31. Uma caixa com 24 penado
brim de algodi entranrado pesando 121' kio-
gramas, valor do kilogramma, 2i, total 242*.
H N. N. 61. Um erabrulbo cora nrm k.lograai-
raa contendo pastihas aromticas, vak>r do kilo-
gramma 2j, i*.
A E. Ns. 127/135. l'ma caixinba enm um kao-
gr amina de copos do vkiros moldados, valor de.
kilogramma C66, 66S.
Brelink Tormd. Um chipn de tecido de alfo-
dao para hornera, valor I.,.
Dous pares de meias de algodaui carta* para
hemem, de mais 22 centesimos, valor de p.-.r ICC
rs. 333 rs.
Dous limi .(s de risca lo de algo Ja >, valor Je ara
500, total UIIOO rs.
3 lencos de chita, valor de nm 100 rs. Mal
300 rs.
I L Tailor. Um volme com nma calca do ea-
xemira, valor 5*.
S ni Um dito com louca n. 2, pe-ando dons ki-
logrammas, valor do kilogramma 333, total MK
ris.
I triangulo. N. 1/30. l'ma caixa com louca a. I,
pesando 4 kilogramma, valor pjr kagramma Itt,
total 664 rs.
Armazem n. 11.
Triangulo letreiro. Uma caixa com diversos ta-
jelos para mgica, valor de todo 50*.
2000 grammas de peanas emendadas para, en-
feites, valer de nma gramma 66 rs. total 132*.
F & T. Uma caixa com dons kilucraoiino* t
folhas de (landres em obra simples nao cbsailta-
das. valor do kil >grammo 166 rs. 2J331
354 vassouras ordinarias, valor de nma 20 r.,
total 7080.
Armazem n. 3.
Diversas amostras sem valor offleial.
Alfandega de Pernambuco, 19 de ooluiro de
1870.
O inspector interino,
______Luiz de CarralMo Paes i* Anrad,:
Peranie a cmara municipal desta CK>arfe
estar em prara nos dias 21, 22, 24, 25 e 26 do
corrente para ser arrematado por quera raaior
pree j ofTerecer, o imposto da a:'erices de pana e
medidas pela quantia de 18:240*.
A arremataco ser feita por um anno : aquel -
les que prelen'derem concorrer a ella, devem ha-
bilitar-se na forma da lei e apreseniarera dons dia
ames as suas habilitaedes para serem julgada >.
As condicoes do contrato seo declarada* antes
de entrar a praca.
Secretaria da cmara mnnicipal do Recife 19 de
outubro de 1870.
Ignacio Joaquim de Sooza Leio,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Caoba
Secretario.
COMMERCIO.
O Dr. Francisco d'Assis Oliveira Maciel. cavalleiru
da ordem de Girino e jniz d> direito di I" vara
criminal desia comarca do Recife por S. H. o
Imperador etc.
Faz saber que achando-se vago os offlcios de
destnbuidor e contador de orpbos desta capital,
os quaes pela lei prnuincial o. 935 de 12 de jaraa
ultimo foram annexos ao de destribnidor do pa-
las e ledo em vista o qne foi reeoromendado peto
presidencia da provincia em rffi -io de 5 de raez
prximo passado, tica de novo aberra o toafji
dos referidos offkios, e convida aos preteaaoake
apresenlarem seus reqnerimentos no prasod tm
das contar da data deste, datado, asignado pe-
lo pretndeme ou sen procurad* r, e arooipaabadn
de eertido de idade, folha corrida, exaree de sol-
ucinela e mais documentos que entender conve-
niente, sendo todos deviJamenta sllalos, aa eon-
formidade do decreto n. 817 de 30 de agisto de
1851.
E para qne chegne a noticia todos os iateres-
sados ii aiulei passar o presente edital, que sera
publicado pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife. aos rf
de outubro de 1870.
Eu Manoel Antonio Correa, escrivo interino de
jury o escrevi.
Francisco de Assis Oliveira Maeiel.
Baltar Filho.
Ha muitos annos nao traospunba as por-
tas de am dos nossos pardieiros jurdicos
antahontem estiva para assistir i um acto
em que tomava parte um nosso talentoso
am go, que aspira va > titulo de doutor em
direito e confesso com toda sinceridade,
voltei ermo Reuan da cidade santa. Auando
pensava trazer mais orna liclo de sciencia,
mais um exemplo de civilidade, mais um
prova de justica, se j me achava aballado
em minhas crelas nesta sociedade corrum
pida, voltei atbeo relativamente moralida-
de do bomens do nosso paiz.
Este mundo d'estas contradices. Onde
te esp ra virtude eoconira-se vicios, onde
se bus 'a dignidade, surge o servilismo,
nde conta-se com a sciencia. aparece a or-
gulbosa ignur.ncia, emfiu onde deve estar
o altar da justica, v se o sacrilego poste
em are peconbentos abatres a sacriQcam
ci-m a in ligua altivez da impuui la le.
Disse qoe voltei d'aqoel e pardieiro como
Re .aa da cidade santa, porque all onde de-
viam estar fraternalmente abracados os ver-
ENGLISH BANK
l)f Rio de Janeiro Limited
Descorita lettras da praca taxa a cod-
encionar.
Recebe dinbeiro em conta corrente bi;
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidadet
prlncipaes da Europa, tem correspondente!
1a Bahia, Bnenos-Ayres, Montevideo, New
) New-Grleans, e emitte cartas de crdito
apar os mesmos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEGA.
eadimentododiala 20. 469:113969
oem do dia 21....... 20.494* 334
489.608*303
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
olumes entrados com fazendas
dem dem com gneros
clumes sabidos com fazendas
dem idem eora gneros
167
241
-----408
427
183
-----610
Descarregam hoje 22 do corrente.
Barca ingleza-Parrarearvo.
Vapor ingiezGladiator diversos gneros.
Vapor nacional- Parandem.
h.CfibKDOHlA LE ENDAS INTERNAS til
RAES DE PERNAMBUCO.
endimeuto do dia 1 a 20. 56-2601413
lazu doda 21........ .666,518
62:926/931
CONSULADO rROYIffCAL"
endimento do da 1 a 30. 24:009867
demdodiaai. ....... 4t4i737
l l f
24:424*624
O Dr. S 'baslio do Reg Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do coaaer-
cio nesta cidade do hecife de Pernam-
buco, por S. Magestade Imperial e cont-
tituciooal o Sr. D. Pedrj 11 a qoem Den*
guarde etc., etc.
Fico saber aos qne o presente virem edtafealfe
noticia tiverem, que D. Anna Felicia Branca. Gaiaaa-
res, me dirigi a peticao do ibeor seguintr :
lllm Sr. Dr. jniz do commercio.Diz D. Aaaa
Felicia Branca Gnimares leeedora e iavenuriaa-
te dos bens deixados por eu falleetd-> marido Do-
mingos Jos da Costa Guimaraes, o por tm aaaa-
u>, visto os bens da raesraa neran^a nao tarara sido
parlilbados, administradora dos lites ara, aM a
referida heranca de Domingos J.- da CoHa Coa-
maraes, dona de uma letra de Ierra sacada peto
dito fallecido marido da snpplieanle ea 15 a ta-
tabro de 1866, e areeita por Fraarisco liiipaii
Pereira, e j vencida, o para mterroir.p.T a pra-
crip(o da dita letra, vem a >npplirante
nome e no inieresse dos onlros berdVi n,
rer V. S. qne se sirva de maad r tm
termo o protesto da snpplieanle e ser e do ao devedur para sua scieoeia, alai do
rera solvos o direitj e accao qoe leo a
heranca sobre dita letra.
Nestes termos. Pede V. S. so digne
que destribuida esta, se Ihe tome por tona aaaa
protesto, senlo elle intimido ao devedor para a aa
sciencia. E receber mere?.
(Eslava sellada.)
Hecife 4 de outubro de 1870.
Anna Felicia Branca Goiaaraom. _
Na qnal dei o segrate despacho : BartrAoJ-
da e tome se por termo o protesto e m iaaM
o supplicada
Recife 5 de onlnbro de 1870.
Barros de l.arrrda.
Em virtude dete desparb > f r *-*mn pat-
ea > 1e.-triboida ao escriv desie nrt IjoopJ m\-
na R.drigues do Naeimenlo, depoi
plica do theur ^elrulnte :
Iilm. Sr. Dr. jniz do commercin _n z D.
Fe uta Branca Guimaiies, qne ath ibis p a
r. .1 'iipplieaote vera requ-^f y. $_
paia mi* proie-to constante da latirn r tro, so-
opplicado por ediirs. r I >naa t-
j .. ;.n. 453, n. 3 ta cadigu. jn-i-aca
> ser urgente, a auvueia. dt piij dai
s.Jo e publicado o edilal reqor
C iuo procurador, Dr. Tavares Bettori.
Na qoal de) o segninte despacho :I
'** *u a rc-
MbVPJb)


u.
,L
:-iK-wi
o 22 de. Outubro de 1870.
i
\
Recif li frejinfci ie MaU
taha* -Aos. 7 de oulubro da 1870,
na <4(M^^^^H*n>u canario, PP4H
a sn^^B^^^^Mblicia Branca Guima
por seu a Joaqaim Tarares Bel-
ion, e diana peraole nm as testerountaas Infra
asaigoada*, que rdnzia a protesto o cometido de
so per,|aja)tw, a qual oferecia como parte do
presente que lica i;endo, e de como assim o disse e
protestou lancei este termo, na qaal depois de lido
m firmn com as ditas leeteomuhas. Eu Secundi-
oo Hekoduro da Caoba, escrevente jaramentado o
eacrevi. v
Eu Maaoel Mari.i Rodrigues do Nascimeato, es-
cribo o sobscrevi.
Dr Jof Joaquina Tavaraa Belfort, Franoellno
Olympio Pereira da Oliveira Francisco Joaquina
Pereira.
B tendo a supplcante produzido soas teslema-
nhas, selladas e preparados 05 autos subiram i mi-
nba oooclusao, e nelJes dei a sentenga seguiote:
Jalgo justirkada a ausencia do sopplicado, man-
do se Ibe intime o protesto de (oihas por editaes
com 30 dias de praso afflxadys e publicados, cus-
tas ex-cauea e publique-se no eartorio.
Recie 18 de outubro de 1870.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
Por torca desta minha senteng o assar o presente pelo qaal chamo, cito e hel por
intimado o dito supplicado para que compareoa
nests jQizo dentro do dito praso, aura de allegar o
que for de Justina.
Recife 19 de oalubro de 1870.
Eu, Maaoel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi. Recite 19 de onlubro de 1870.
Sebastio do Reg Barros de Laceria.
DECLARACOES.
Na audiencia do dia 22 do corrente vai
praca perante o juizo muaicipal da 2' vara ura
reloeio com ama correte, por execugao que mo-
ve Joo Paulo de Souza contra Vicenta Ferreira
da Silva.___________________________________
J uizo dos feitos da fazenda
nacional
Por ordem do Illm. Sr. Dr. juii dos feitos da
fazenda nacional foi adiada para qulnta-feira 27
do corrente a praca do engenh) Bom Destino, e
casa terrea na villa do Cabo, penhorados para pa-
gamento do que deve o ex-coliector Juliao Pereira
Mattoso ; etilo a avaliaco do engenbo e bemfei-
torias 20:0D0,, e da casa 2 000* ; a pxaga tem
lagar as 11 horas da manha na sala das au-
diencias.
Recife 13 de oulubro de 1870.______________
CONSULADO POKTUUEZ.
Pelo presente sao convidados os credores do es-
polio do finado subdito portugoez Joaquim Barbo-
sa Cupertino a apresentarem as s uas contas na
chancellara do consulado de Portugal na provin-
cia de Pernambueo, dentro do praso de oito dias
da presente data, para seren conferidas e paga
at onde chepar o producto do espolio : findo o
praso marcado nao podem ser atendidas.
Consulado de Portugal em Pernambuco 20 de
outubro de 1870.
O chanceller,
Artbur Aureliano Ferreira Braga.
(^--- ----
.* .
THEATRO
[\ iv A\
Compinhiafranceza
SOIRE PARA FAMILIA.
Sabbado 22 do corrente
9 RECITA DE ASSIGN\TRA.
Grande e variado e^peclacalo,
DIVIDIDO EM QUATRO PARTES
So qaal to'na parte
Mme. d3 Valmonca
Ouvrrtura pela orchestra.
PRIMEIUA PARTE.
M le. MirieMe, se tara odvir na linda canconeta.
LA VIGNERONW'E DE SSES.NES.
Mr. Ra\;i..:; d-ampeotuf o novo romance
Mia
era
Em setoida, o disiincto bailarino, Sr. Joaquim
Ferreira do- Sanios, dausar o lindo passo
n 8 itiixib iic *
SBGUSD PAUTE.
Representar se-ha pela primWra vez a linda
ope ia na ii'i> acto escripia por Mr'
PaL BO S>ELOT, msica rti insigne Offonback
Lisehsn et Fritzehen
Persona ata. Act >res.
I laii......... Mme. Valmonca.
Fnizctn....... Mr. M.ris.
1ERCEIRA PARTE.
Mr. Carn, rao ara a u i seinpre e. rauito ap-
plauJida Bane&i cmica
UN HOHME COHME IL FAUT.
Mil. Muiette, desempenhara a nova e linda
eanso
MR, SIEN NICOLS.
Segnindo pelo Sr. Saltos o muito applaudido

Aragonsza
4. Di DI de^|
libr ou
i o.* VBmca iiiiiiir.
TERCEIRA PABTE.
e perigoso trabalbo denominado,
ilo trapelo execuudo pelos artistas JoJido-
rie e Angr
7.* Msica militar.
QUARTA PARTE.
Perigosissimas de?loeac5es pelo mesmo artis-
ta Vicente do Reg o qual ntsta mesma occa-
siao pela primeira vez representar a ceia ter-
rivel, onda comer e beber com os ps, traba-
lbo nunca visto.
9.' Msica militar.
QUARTA PARTE
10. Finalisar o espectculo com o muito in:e-
ressante entre- mez o bomem Tonel.
Eatrada IjOOO.
Principiar as 5 i/2 boras da tarde.
O jarditn acba-se convenientemente decorado,
havendo lagares reservados para familias. Os bi-
Ihetes acham-se venda ra da Imperatriz, n.
68, e no da do espectculo na mencionada fabrica
de cerveja.
N. B. Os bilhetes. passados sao pagos na en-
trada,
(i) O comer e beber com os ps nao como fez
o maneta.
AULASESPE
DE FAZ:
rBI DO ANNO LECTIVO
Rhctorlea e potica.
Phlloftopbla.
eograpla.
Historia
Portngaez.
Francs,
Jos Soares d'Aiavedo, profesior de lm-
goa e lilteratura nacional no gytnaaslo pro-(
vincial do Recife, tem aberto em m casa,
roa Bella n. 37, aulas especiaos de prepa-
ratorios, para os alamnos qae tivorem de
fazer exame em marco prximo, ou no fim
do aono lectivo. Dirigir-se indicada re-
sidencia, a qualquer hora.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA
M
\avega Parabyba, Natal. Macaa, Mossrr, Aracaty,
Cear, Mandah, Acarac e Granja.
O vapor Pirapama, com-
mandante Azevedo, seguir
Sara os portos cima no dia
1 do correntt s 5 boras da
tarde.
Recebe carga at o dia 29.
encommendas, passageiros e dinheiro a frete at
s 2 horas da tarde do dia da sahida, no escripto-
rio do Forte do Mattoa n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
%'avega^o costelra por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para Mamanguape no dia 28
do corrente as 6 boras da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida, no escriptorio da
companhia, Ferte do Hattos n. 12. ________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegagdo costeira por vapor,
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir pa-
ra o porto cima no dia 26 do
corrente as 9 horas da nonte.
Recebe, carga encommendas
passageiros e dinheiro a frete no
escriptorio do Forte do Hattos n. 12.
MIMNCA.
O Dr. Carolins Francisco de Lima San-
tos mqdou sua residencia, e consultorio
Sara a ra do Imperador n. 57, 2 andar
o sobrado cujo armazem conserva ain-
; da hoie o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Seta
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Abi continuando o dito Dr. no 1
p-exercicio de sua pronssio de medico e S
de operador, pode ser procurado a qual- m
quer hora do dia e da nonte.
cozinhe bem, en-
iftiuOLA.
. eleitof para a
direeiorta, por motivo ados deixado de
aceitar os cargos para que foram elellos sao de
niTi convi<1aaos os senhores associados para a
elei0o em asiambla eral no dia 25 do corrente,
as fl boras da anbaa, aflm de se elegerem os
novos membros.
Secretaria da Associacio Commercial Agrcola
de outubro de 1870.
Joio Mara dos Santos Almeida,
i_______ Secretario.
Caxiro
Precisa-se de um caixeiro para padana, com
pratica da mma e que d ador a sua conducta
no pateo do Terco n. 38.
O abaixo asignado faz sciunte ao publico e
com especialidade ao corpo do commercio, que
comproa, a taberna sita no Barro Vermelho, ao Sr.
Antonio da Motta e Silva : quem se julgar com
direito, queira apresentar soas contas no praso
de tres dias da data deste, para serem pagas, que
passaedo o dito praso nao se responsabiliza por
qualquer debito que appareca, Recife 20 de ou-
tubro de 1870.
J*ao Machado Evangelbo.
v *' r\ > *
ARACAJ'
Para o referio porto segu dentro em quatro
das o patacho nacional Tres Amigos, e por iaio
quera quizer apruveitar em carregar carga a fre-
te comroodo, p-ide se dirigir ao consignatario Joa-
quim fos tonQalves Beltro ra do Commercio
n. 17.
Liverpool Brasil e iver fia-
te Bta Snne s.
Espera-se de Liverpool a 21 do corrente o pa-
quete inglez La Place, de 1,200 toneladas, que
seguir, depoi< de' indispen-avel demora, para a
Balua, Rio d Janeiro e Santos. Tem boas acom-
raod'Ces para pasogeiros de 1' e 3* cmara.
Pdra fete ou passagens, trata-se com os agente.-
Saunders ^rote.-se ., largo
do !*rpo Sa to n. 11.
Para o ref-rido porto pretende sguir em pou-
o$ dias o patah) naeional Calido, por ler a
mai r parte de mu carregam n! i efig^jado, epara
o r?sto que Ihe lalU tr.ita-se co n o consignatario
Joaquim lo*8 G)ti;alv,S Beltro ra do Com-
mercio n 17.
QUARTA PAUTE
Subir pela pri neira zas ena, grand ope-
ra fantstica ero um acto, msica do insigue maes-
tro Adolpbu Alam
LES
PAHT1NS DE VOLETTE
isunagens. Actores.
Al f-iha*, n gico... Mr. Mari.
I -r I,* it Olhii..... M- It
Vi-i-i:............ M e. V .iin.mca.
Pol*htneU......... Mr. Con.
E-!.i ni" e'.a vi prep rada como o exige sen
autor, sen 11 todo o scou^tio e michinsmo com-
P' -lamente n"V.\ aasi n eomn lodo o vistuario e
Krt- n-c.-s irios *3L>> lodos novos e remssimos.
A euiprera aproveita a piteaaV de prevenir ao
pabl -o qae se acham em ensai* operetas de
gran le espeetaeulo as qn>e- t- n certeza que mui-
l> agradar. aos respeiUveis freq lentadores deste
theatro.
O p'qneno numero d b leles que existem
a*ham-^e venda no ecriptor<> do theatro.
Principiar s 8 boras.
Grande e variadisbimo espec-
tculo
GYUNASTICO E ACROBTICO
NOwRASDE j .uuimda
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
DE
H LEIDKN AC.
RA DO BARO DE S BORIA N. 35.
Daiiwo 28 I corrente
BRNEFH.IO
DA
fcn-.i'dade J'i\ i Nm^rica.
-feiricidii "I r'*1 bra-il-ir. Vieeato 4 Re-
! m n mu.d i da aemiTj-nt.i- humanitario* e
fva.l. fe'0 'm'r "* rt* li,,-rrta'1e p dwjanlo
e/adiuvar quanto Ihe for p-^-.ve y-a qne dita
aoT'fi-i-ie p sa lar n^reHieiHo h uxnn frito
alf'-rritr o tn*r num^n. *> ...r,.,,, exi.ui.
B i) n-e ivsjIv'u a*ue. aodo q o pabbc ii .... leixara
acoiwt*rer para mu li u iil.
W.
i) dj Janeiro
Para o porto aeima ^egue con brtvidadeo bri-
itue oaeonal Isabel, tem parte do seo earreganyu-
to engajado : para o resto que liin hita trata-
com os consignatarios Antonia Loiz de Oiiveira
Azevedo A C, ra da Cruz n. 57, Io andar.
I
iltll
Preiene spguir para o referido pirto em pouco-
has o palnahute Ratita par ler a maior parte d.
carga, e para a pouca que Ihe falta, trata-se com (
consignatario toaqmm JJoa Gonfalves Beltro,
ruf. do Onniiner.Mo n. 17.
Na ra do Imperador n. 9 tsm nma pessoa que
se encarrega de armar catacumbas e tmulos no
cemiterio publico, dando o que fdr preciso para o
dia 2 de novembro, commemoraejio dos fleis de-
funtns.
Joo Ferreira Pinto Guimare, convida aos pa-
rentes e pessoas d-; sua amiside a carid.ide de
onvirem alzumas missas no selimo dia do fallec
ment de sua presada irma Hara d< Espirito
Santo Guimarae< Bastos, que tem do celebrar-se
na ignja mitriz de S. Jo- pelas 7 boras da ma-
nha do dia segunda feira 2i do correte, e des
de ja agradece a todas as pes-oas que assistirem
a e AMA
Precisase de nma ana para cozinhar e com-
prar : na na Io de VI-reo n. 23, casa da fortuna.
Previne ao Sr. UVs.ureiro res[iciivo que
meio bilhete di l<>t--r i que lem de correr nj da
i'i deste mez, s"*> n. 2888, acha-se perdido ; no
case de Ihe ser aprese ata lo havend i premia, nao
o pague se nao a Eustaquio Aatmio Gomes, que
seulegitimo (I ) i _________
Jo? Rodrigan Vianna agrade e s pessoas que
se dignaram aeompanhar o< restos mortaes de aso
fallecido socio J s G unes Veiga ao cemiterio pu
blico e roga aos amfgo* do fallecid i para a-. tirem a mista do setioio dia, que era lugar no dia
i do correle, pela 7 hora* da iu..ulia, u,v or-
der ierrira ib Pa i-- >.
I! talha-se ten eu is no Porto a Mateira em
Beberibe. A posico npugrapmea dos me*mn<
' ir ims, sua b".i qu I I le para pa lilaques, como
>e pol.-r ver pelas sitios nelle | sHuados, muite
r c immenda : os preten lenta* encontrara) pes
ua habilitada para juilquer negocio relativo a
!il s terrenos, no refei d i tugar, nos domingos at
as 9 h iras da unanhan.
Ro Grande do Sai
Para o porto cima seg ie em poueoa dias o pa-
tacho n lelonl Garibaldi, o qaal recebe carga a
frete, que se trata com Jo- Victoriuo de Rtznde
& C. a ra da C al i n. 51
Maranhao
S-^gue com brevi la lo par o parto cima o pa-
Ihab->te nacional Joven rtkur, pira o re lo da
carga que Ihe f tita trata se cora s consigna;
Antonii Luiz de Olivera Azevege & C, ra da
Cruz n. 57.
mpuhh miurn
DE
Paquetes a vapor.
D >s porto* do sul esperado
at o oa 23 do corrente o vap o
Arinos, commandante o prnnein-
lenente Jo- C. Duarte, o qual
depois da demora do costu nt
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
urga que o vapor poder conduzjr, a qual de-ver
wr embarcada no dia de sua chegada. Encorara^n
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su
tahida.
Nao se recebem como encommendas seno ot
jectos de pequeo valor e que nao excedam a da.
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medie*
rudo que passar destes limites dever ser emba>
-ado como carga.
Previne-sa aos senhores passageiros qae su
oas-ageos s se recebem na agencia, ra da Om
n, 57 jrimeiro andar, escriptorio do Antonio Luli
de Olivnir A'.everto A C.
Alug .- caid u 7 la a roa u.i nm na cidade de O.iuda : a tratar no sobrado frou-
teiro.
AssociyQo C'ommercial Beoe-
ficen e.
Tnlo se esgit do a li-ta dos snpplentes para
preencher as vaga-* h>?ida< na iirectiira, e nao
ido prtvitla ela circaosl ncia nos^slaluios.
convjcada peopresfnte a assemb'a geral, para
n i da 4 de novinbrn prximo futuro ao meio
dia, resolver c mi > convier.
Aesdciaco Cemmer ial Reneficente de Pernam-
buco 22 d outubro do 1870.
J. s 'la silva Loyo,
Presidente.
Jos Henrique Tiindade,
Socrbtano interino.
0 bacbarel Cel-o Tertuliano mud.-a o ^|
seu escriptorio para a ra das Cruzes, M
5 boje Da |ue de Ca, eaa n. la, l- ;,n- .
:'% dar, un lep le ser pracurdo.
Til v UE FIN \IJ!)S.
Va ra D.reita Q. 1H3 I j i de cera, ha S
|g urna pe8>ua que ? encarrega de ornar Wk
8 catacumbas no ceoitorio p blico, dando a
mesma pesroa todos os prep iros.
Rio-Gran i3 do Sni.
Segaa eem brevi la ie para o p rto cima o brj
gu oauonil Aitui: p Ihe falta, fata o i*.'n o- n>isiunaiari"s Antonie
L de 0. Azev do 4 C, roa da Cnu n. 57, prn.....
ro andar.
! Uwt linda viiMiuou u AVISOS DIVERSOS.1
4o o >mmercio.
O abaiaoijasigiia 1 m i i roa do N>
gifira u. *J, v^.ni. ie h >io-mi > h j-'
UrW ano ne*. f p\M\ ,i a de igual 0'ioie.
en ^ued. ier emityrml.. innii tabeim na ru-* 'i
8ebn%. U, Anclara qu.- fi m me auuuncio i
PItIMRIil \ P \ l>:.
4e-i ,.-ifr .gibJade, irab-.bu i uporuntwim
- a i pelos artiNUs b.a-iitura*, Vicente
i* H />, Joliduriu, Angelo uva.
. 3.* jtaie* Marcial.
eonfif(i,ii que fw puhlicu para eviia
luvi'la fotura*. O Uro, -i n, ^e ao ^nUr d
>. exrnr o- e I rea, equilibrios, ^mHUtnie aunando o.- alterar -a oom-, W
q ie ii ab-ix i >a4ina-i < man anng i ne-U p.-a -a
deeommeicia h, i>a< de tres aunus. llecil
21 d*MSbrode 187.
Antoaie Haroue de Oliveira.
1118
AMi
O abaixo asjignado declara ao respeitavel
publico e com especialidade ao respetavel corpo
do commercio, que coroprou a taberna da ra do
Sebo n. 13 ao Sr. Trnnquelino Pedro de Alcnta-
ra, livre e desembaracada de qualquer onus : se
alguem sejdlgar com .djrsiio mesma, appareca
w"*30 de trjs dae. Recife 20 de outubro de
1870.
_______________Antonio Marques de Oliveira.
0 CIRDBGllO DENTISTA
Prederico Maya
Tem a honra de identificar ao respeita-
m publico eai geral, e aos seus cuentea
m particnlar que elle mudou o seu gabij
Hete de consultas da roa Direila n. 12 para
| do Queimado n. 31 primeiro andar, con
i entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissao, todos os dia; uteis das 9 horat
damanbaa s 3 da tarde.
Tambera previne, que contina a prestar
se a vontade dos clientes n5o s na cidadf
como nos seus suburbios, para onde as
idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao df
seus traba!hos, o que j bem cohbecido
)ssim como as commodidades dos oreos
Ha travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
(es, seja jaal for a qaan-
lia. Na mesia casa com- S
pram-se os mesmos me- I
| taes e pedras. f
Ac bi de Sibi luz o oficio
DE
iW. fc. Di COWCEI^.IO.
Acmpanbalo de urna eullecco de o .icoe- co-
mo : Responso le Santo Aotonio e oraco do Santa
Mara Eterna, fiis 320.
I.IVRXRU FRANCEZA.
7 frjeciaa-ae e um b>>m coz nheiru que emen-
da d.- ni-;s-a', e. de mitro* servais tendeolfs a
sua profi<-o : ni ra di Aarora n. 16.
Deposita de pao e
C3St8B. ,
Ra Lnrga do Ro ario n. 3^.
Fructuoso M. G. avUa a tules os -en benignos
fregueses, que bonlera recelieu novos muliotentos
de berce3 volantes para os re-emna^eido-, balaios
dn meninas anrenderem and r, marncs cobertos
de palha, banlej les ura roo a engomada.
halaioa para c -s ura gnea, ditos de depositar pa-
pel risgado, ditos t':ir'i faraa e pirf s, dita- p r.
p'- frnetas na roeaa. temos de balal para d.po-
sito de roupi serv' ditas de acTates; grandes
trancse de core*, dit s & eun I \ br nca e de
e 'res, entre es a> aluse b:;i\ s, c aiiecmoas para
tueber d- co, balaiah i$ o ra ninbos de
canario, eestiiiins 1 ra -1 >r.i. no f-st-jo de pre-
-epius, eesl :lu- li 1 is o ni i lie i p <-ivel para
meninas de esr .; outras mal ire p ra aburas.
1 as i vi *ifi-'
se.'uem em vapor 9 para aEu 63Sla de
inann>s pinf.zjrse no mercado,
balati s o nip 1 .-un lett
em q-n itida-le; cea branca e.n rolo para
lox#. Aqoi a :liam os no -sos benignos
amigos o optfoaj p b daxa err.a~s.a- doce-, fabri-
cadas com a me!h ir farinha do errado; o lama-
:.h 1 do 11 i'-s 1 pin -e por ir.for do que 'i ue ou
tr.i qnilipier p r n n .
r Para utna l .1 la 111 .il>" |jeqi:ein 'ie-
seja-se encontrar uma p ssoa d r cont culo
c-imp riam T,t que as-i la a dona da casa
em vigiar o servu.o ; ruco di in do o tratumenl 1 agradar,
lige-se por.n p-ssn di toda confi tica,
na na do Imperador n. 14 ano zem Fide-
lidad!) -sh dir rjii-ai _______
Precisa-se de uma ama, preferrado-e escrava,
p.-ra o servico interno de nma casa de pouca fa
oiilia : a iraiar '>a roa 1 Palma n. 4
Pergnnt-w auXxin. a., ...ineitt, mnos
tro da jo-ti?-*, -e um ile-embargador pode ma'tra
ur e repr^h-oder gr >ss'iram"nte sem mo ivo al-
gura aos empregados do tribunal da rela$ao, c imo
iuccedeu ora uma das sesso-s cora u o pobre ve-
iho, pois nos parece que somenie ao presidente do
m'srao tribunal competenta. e que lem aiirihui
j.i> uara em frin 11 habis advenir em partcula
e suspender, ele.
Um e<|.eciadar, que esta va-na; gallera.
__ Hr-'ci a ^e il. um m iC/> de lti annus ou de
un honi'iTi de 111,-nnos. me saiba le: e escrever :
na ua di r.on-vodia n. 68.'
__ ()|T ece se mil 111 >i; 1 pala bcci iaf I
porluguz, piano e msica 1 11 rasa fa :iilia ho-
ne-ta : uuein |uizcr d-ixe caria fe'chada a ra
e-ireil do Kjsitu n. 14,
Aos 5:000|
Bilhetes garantaos.
a roa Primeiro de Marco (onlr'ora raa df
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos sens
feiixes bilhetes qutro quarlos n. S8 cora 5:000,
um mel n. 294 com 400*, e otras sertes de
100*000 r, 40*000 da lotera que se* acabou de
extrahir (I65-), convida aos possnidores vire/a
reeeber na conformidade do costume, sem descon-
t algum.
Acham-ae a venda os feliies bilhetes garan
(idos da 4' parte da loteria, a beneficio da matriz
do Bonito (166*), que se extraair ter;a-feira
do corrente mez.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*600
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*330
Manoel Martins Finza.
Atten^ao
CASA DO 010
Ra do Ba?-ao da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantido da pro-
vincia.
Esta feliz casa acaba de vender entre os sens
muito felizes bilhetes da lotera n. 165' que cor-
reo hoje quatro quartos de n. 3373 com a serte
de 900*, ara inteire de n. 1430 com asorte de
100*, dons quartoS de n. 305 cora a sorte de 100*,
um meio de n. 3226 com 100*,*e muitos outros
premios menores que seria enfadonbo mencina-
los, podendq os seus possnidores virem reeeber,
que prompiamenle sero pagos.
O abaixo assignado covida ao respeitavaj pu-
blico para virem munir-se de bilhetes da lotera
(166) a beneficio da matriz do Bonito, que ser
extrabida terca-feira 23 do corrente mez.
PRESOS.
^ Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1000000 para cima.
Iuteiro 5*400
Meio 2*700
Quarto 1*330
Joio Joaquim da Costa Leite.
I'EIIIIMI
A' ra do Lvrameoto n. 38, primoiro andar,
precisa-se fallar com os seguintes senhores :
Julio Adolpho Riba (acadmico).
Querino Candido de Vasconcellos.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello Filbo
(Porabal).
Jezuino Augusto dos Santos Fragoso.
Virissimo Correia de Lyra (Cruangi ou Vicencia
Jos Hermrao Pontual (ecgenho Preferencia).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Sintos.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquim do R eo Barros.
de familia pobre e honrado oftiet f
dos senhores tirgoeMatee dsta aracat
o> aen escriptutio fm ler M te-
tra, mediante orna, reeonpean ramstd i
peis, se quizer utihsar de seus senrie>a
pira ser procurado.
Precisa-se de uma ana Uvra, de i
e boa condueu, pira servico miera t <_
de casa de mnito paaea familia : na roa del
The reza n. II.
Precisa utn servente que seja forro M captivo: M
francez, ra das Larangeiras n. 10.
Precisase de uma ama para
prar para uma pessoa : na roa
rio n. 15. 1* andar paga-se bem.
Precisase de nma ama de Me : H ratea
Qoeiinado o. 49, Rival Sem Segunde. e>_______
Na ra do Hangel n. 6 precisa-te da VJB cai-
xeiro com pratiea de taberna.
Precisa-se de um servante para a a* I
pra;a do Conde-d'Ea o. 19 : a tratar I
nmuut nuuut
II
INTERESSAXTB COMPOSIQ\0 UrRBttU.
C05TEND0 :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro. a
A lagrima
A noute do delirio.
O mysleno.
Com nma carta crtica dirigida ao ao
Dr. T. B. Rlgneira Costa.
i volume brochado 2*000.
AS CENTELflAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volme brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
jabonetes d'alcatro.
De Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado,- que Cb boa
ceeitaco tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa
impigens, sarnas, castas, coceiras, e
as molestias de pelle, sendo ainda prefer-
ve I para a barba, outro qualqaer nbo
nete.
nico deposito do verdadeiro, na phar-
nacia edrogaria de Bartbolomeo & C,
-ua larga do Rosario n. 31.

Fotograpliiii imperial.
GALERA
E
DE PtXTTI'RA
DE
J. Ferreira Villela
Desde o dia 7 de abril pa^saio achare aberto c
ovo estabelecimentci pbxtographieo silo ruado
;abng n. 18, esquinado paleo da matri?.. Ostral);.-
hos que dede eulao, tem sahido de noss-a offleina
.em geralmente agradado, sendo recebidos por
ii'.'iins com admiraran pelo extraurdiinri i pro
zresso que oHJmaments ,iem lido a ph-i grapha.
por outros-com alegra, por verem a provincia
litada com nin estabeleeimenlo digno d ella, e in
ont iavelmente o pri oeiro que neswi genen
luje prssue : tamb''m nao nos poupamos em cousa
ilguma para monta-lo no p em que se achs, es
oerando que o publico de Pernambuco saber
ipreciar no83os esforzse recompensarnSos sa-
rilic-os.
Convidamos a todas aquellas pessoa, nacionaes
; estrangeirasque gistam das arte?, ou tveren
isidade de trabalhos de plmt--grapha a visi -
o o n-'sso estab l'eini'.'iiio, que estar sempre
ib'-r o e sua disposleio todos s das desde a 7
nras da manli.ri at as 6 da t-rde.
Para es traja I hos de [botugraphia possulmo* h
'er ngleaes e allmemes, c-oio sejain : Liejours pl
i lagis, Th'maz R kmh eWulf. Ultimami'iite refcehemos tros novas
n i'liinasi sendo urna dj!las pri pria pan lomar
'liro o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversa e
colada.*, e outra de 6 a 12 imigeus (Ii"ersa8lia
gualmente i-o!ada>, de sorte que no caso fli-
ide concurreucia podaremos retratar sobre
iiica chapa at 8 pessoas diwr-as e i-uj -
las pnra,cart5?9 de vi-ita, e.sslm em nien Bi
im quarto de hora de-parliarmos 8 differenles
que pe;am cada uma, nmaduzia do car
uis ou menos, com os seus 'etralos scnienle.
;m grupo com outras. -
Eaeaingamos-nos exclusivamente da dir
i ftitura d-is trabalbos de ihot>pr.aplia
lando pericia e talentos dj di-tin-:o pihtoi
,1!,
emo, o Sr.
AVISO
Ignacio da Silva Doir avisa a sens freggeze*
I n,- icaba de ch-'gar ruin sua iroua de xcellentos
MirM--e que gu"*ra. Agua Preta, tendo bre-
>-. -ule u> voltar para a fregoezia da Encada,
lo o. -". qneiu precisar fazr < ,.-n la, pode oingir se ao Sr. J..- Mari. -Pes-
ua, iue se en:arregr o> tranitneui-la ao ao-
nuucianta.
- O abat- M-tAia'to preeia.de earapinaa*
,treiros : quera c|nix-r conuatar peder
-jr se au Ga npo J-t Prinoeus no paviltu
as 10 b 'ra- di manka.
Dr. mi^aavito, QutUtet AotpkM.Wirfrhmm-
FOLHINHAS
*
LIVRARIA FRANCEZA
Kna ao Crespo, tt- O.
u thmM$ r.BJOM
Jorge A.' Iloth
balhos de pintura, a aquarela, a o
stel.
O Sr. Roth acha-s? ligado anossa e
ama escriptura publicn, e at o presente- i
i sjMtl i: ex i'"" le seu i trabara s
v c oe-labele.'inserto acham-se exujpal
iraDlno ira|irriantis do Sr. Rolh, tan:
n ahitaras aquarella como olwi, re r
qnadros sacros e diversos outras trabad
mos' encemroenda i^p relrat-n oleo Lt .r.
;amnho natural, assim orno de qnadros surot
aara ornamentacao de igrejas ouca|iellas. ttm-
i aceitamos encommendas de quadros bi>ori
08.
Asseguramos que os preces dos d"ersos ira-
-oalhos da nusa cata sao mui rasoawi,
TOES DE VISITA ISAO COLORIDOS 10^00 A
DDZIA
URT2S BE VISITA COM-O COLORDO AO NATO-
RAt.AlH(JOOO A DUZIA
Retrates em miniatura oteo tu a mare la de
16 20*000 cada um, imo cnnveni-ntiment^ en
aixilhado em moldura domada e rgulanlo c
>usto da pessoa retratada de 3 4 p<'llegadas e
:odo o quadro palmo e meio do tamanhu
Julgamos que bastara os precos cima para
l rmos idea da baratesa do* trabalbos do nosso
shibleeimento, quanto sua perfeieio cada um
'enha julgar por seus propros olbs.
As melhores horas para se tirawm ritratos_ n(
oaso estabelecimeoto sao das 8 horas da manha
I da tar le; entretanto de nma hora s s da trdf
mi casos especiaea pde-se tanibem retrator qual
iuer pessoa.' .
Nos dias de chua, ou por tempo sombro po-
jemos retratar, e assagurtmos que essts dias sai
os mais favoraveis aos fabaltMS de phfitographia
jela doenra e persitenriar da Im, e p- r termos i
osso terraco consirui'lo com taes propurydes
nethoramentus, que liada chovendo jorros ne-
ihum inconvaalenta ha para faierse bellos re
ratos.
J.Fnehn ViMn
PARA 0 IKIW W 1-71
Em tempos modernos nenhum descnb-
mento opetou maior revoluro no modo 4c
curar anteriormente em vr>jra do que o
PEIT03VL DE AAACABIIITA
TANTO KO TRATAMENTO DA
toSse, moro,
ASTUilA, T11ISICA,
R0UQUID0, Ftl/SFRIAMENTOS.
BUONCITF.S,
TOSSE CONVILSA,
DORES DE PF.ITO,
EXPrcTiiiAo mijUHt
Como em loda-a grande serie de i'oerw
dades da samanta, do petto e dos oacaa
da iiEst'iitAcAu.'qin' lano atoiTtientain e 1
zem solTrer a hurnanidade. A man ;ira an-
tiga de curar cosislia geralmcate na appli-
cacao de vesicatorios, sangri.'is.sarjar oo ap-
plicarexteriormente uncuentos fortiss"
coMpostos de substancias v.sicfJI
deproduzirempollias: cojos dilierenlMl
dos de curar, nao faziam leal l er.fi-
cer ediminuir as furris do p
coalribuindo por esta forma d uma au
nais fcil e certa para a enl a
truicSo inevitavel d sua victima QiemdM-
jerente pois o eff"ito admi
PE1T01UL DE ANACViiIT.V !
VM E E7. DE IRRITAR, V MITIFICA* E CWUAM
INAl'DITOS S IFFHJUENTOS AO D0E.\TC,
CALMA, MODIFICA E sf AVI7.A iK*.
AJJJVIA a ik..ii\i.:ao
DESEMVOI.VE lAToNDIUEXTO,
FORTIFiCA O CORPO
e faz com que o sysU-ma
Desaloje d'uma ma:iera p n rpida
at o ultimo vestigio da r l'ermid.nle. Oi
melhores votos em medicina da Europa (oa
s .los Colli'gios de Medicina (le l>>?Ma}
testicam serem exacta veri adetras esta*
relaces analgicas, ou n-
encia de milliares de pessoas da America
HespanhoUt as quaes foram curadas coa
este maravilboso rumedio, sio rcais qpaj
sulUcientes para su>! 'iilai-ma opiuii do
PE1T0HAL DE ANACALiTA!
Deve-se notar que este remedro se acbs
inleiramente izeiitod' venenos, tanto rnaae-
raes, como \ Ti quanto qu- pi-rfa,
alguns destes ltimos, e partieu'aruieaL.
aquellos que s5o dados sob a forma de Op
e Aciilo Hydrocianic i, fonuam a !wsa da
maior parte dos X;i irnos quaes 6a>
fcilmente se engaita a credulidadt do p-
blico. A Cimi de Ana
a acha-se Im li e cu" ; n
m frascos da medida de cerca i
quartilho cada um, e como a dose que je la-
ma so d*uma colher pequea: basta
ramente a applicacao d'ura ou dous
pira a effectuacao de qualquer cura.
Acha-se venda nos eslabetecin>:jtna da
r*. Mia r 4 <... JO Bavo4 C. i
Giors, B. M. BirS a e Brt:i>lmt.*o C.
ESCOLA PHARMACEUTICA DE PABIS
Medalha de Vrata 1861
O abaixo a^sigiidi fu pobl. e "O arhau,
jnr eli.- 4eqne>i>-ai| n arr^nl' i- -' < U !'.>-
h -ifl frani'Hz em *,aipn|,ii-', p i^1' pre
vine m tfio-m a TTMIjIs.. caaM e anun ei-iU poi
Mste Diario. B* r 18 ootnitro de tiCO.
______ ______. _._ i iiuu-iriw f
paleta dirigir
DE
yoEUR
GOBRONONfflf
GtIYOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
nico iiu-<1h-mnlu pprPTMn pnr Uton
Hnspitat He Franca, rVI-rtet t Ef|nafea r*
Mr p |irp.Tci. imiMnianf r i tyutti i M |
laa* \c.\ \ tt; Ai.t.aTnao.
' Dujs Ihrru4a*fnn4*> i> KfM.'fvrmam
Hit t ow, >* apM tutlmn 4*
pe giamtU.)

Hvtir*.
.^r.
Garuada
ifl
Varibaia.
Bcntiw
I '* i*kmi"
flakn -,l>
i. a* Va.>4
^K.
Jir>. I lilil
'rMcriv
I '-rkt, tiWrrf? i I


Diario de Pemambuco Sabbalo 21 de (tatabro de 1870
r

0 conselheiro Jos Remo da Cunha Fi-
gueiiedo avisa aos seos constituintes, que
eiie acha-se restituido ao seu escriptorio de
ilevocacia, podendo ser procurado nos-dias-
uteis desde as des horas da manh5a al as
3 da Urde.
f. "ana* m Precisa-se de urna ama para pouca
JM.MM.Jmfamilia: na ra do Cardeireiro n. 68
Easiuo primario e de malhe-
r) ticas.
t L. F. Teixera, capillo de artllherla, reformado,
competen lemeole habilitado pela directora da ins
Irocijao pnblica, tero abcrto ra do Destino n. 37,
urna anla de instrnccio primaria, e ocitra de rna-
thenuticas, em qne leccionar loda a arithmelica,
algebra^emetria e trigonometra, fuccionando
tiesta das 5 as 6 horas da tarde, e naqaella das 9
Inoras da manha as 2 da tarde.
AVISO
Roga-se aos seonores abaixo mencionados o ob
^sequo de comparecerem roa do Bario da Vic
toria o. 46, afitu de tratorem negocios de interesse
reciproco :
Amerieo de Siqueira Brito.
Manoel Candido Pereira de Lyra.
Joaquim Eleves Vianaa.
Jos Egidie Ferreira.
Jos Vierra de Olivetra Maciel.
Jos Joamim de Agaiar
Joao Francisco Emeterio Portella.
Joao GH Paes Barrete.
Joaquim Duarle'Gorrcis.
Stverino Maneel Pitarte.____________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar-i ruado Cabuga n. i ioja.
COmPMIHIA
nos
TRMOS URBAROS
DO
RECIBE A OliIMDA*
Por ordem da directora, e em execuclo
o qoe dispe o art. 13 dos estatutos, sao
convidados os Srs. accionistas para a sesso
ordinaria de que trata o mesmo artigo, a
mal ter logar no dia 31 do corrente s 10
:ioras da manh5a no sali da estato provi-
soria da roa da Aurora.
Escriptorio da companhia, 19 de outubro
de 1870.
Joo Joaquim Alces,
Io secretario.
AVISO
De 2t do corrente em diante se conduci-
r carga de bagagem, indo em cada trem
um carro de bagagem e aomeio dia partir
o trem de carga, tocando em'todos os pontos
com es precos das tabeUas aprovadas pelo
governo da provincia.
Recife, 18 de outubro de 1870.
O supreintendente.
A. de Abren Porto.
D
DOS I'ltECOS DE TRANSPORTES SE
MEIt-ADORIAS. FRETE POR
UNIDAD K OD FIUCCO 'DK 10 KILLOGRAM-
MAS.
TABELLA
BAGA

o o o.
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j.
V ra dos Pires
A' do Principe
A' Joao de Barros
Ao bcco do Es-
pinheiro
A' Encrozilhada
A' Belm
Ao Campo-Grande
liiiur.-->--
c o o oooo
- lili liin ->- ---
- ooooooooc
19 K5 M< l -> < *
ooo o-o o o o o o
Ao Sa'gadinho
Aos Arrombados
A' Olinda
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21
de junto de 1870.Assignado, Francisco
de Ass Pereira Rocha.Confere, Antonio
Annes Jacome Pires.
Andr de Abren, Porto,
Superintendente.
E
TABELLA dos. r retes he madeiras e mate
RIAES.|
1)0 RECIFE
Sacco com 1 hec-
tolitro de cal..
Alilheiro de tijoio.
Dito de telha...
ncbamel de 4 a
5 palmos
Trave de 4 a 7
ditos.,.......
Sdem de 8 a 10
ditos........
Prancbao de lon-
ro-----......
dem de aaiarello
Palacio da presidencia de Pernambuco, 21
-de junho de 1870.Assignado, Francisco
-le Assis Penaira Rocha.Confere, Antonio
Annes Jacome Pires.
Andr de Abren Porto,
' Superintendente.
Ama.
" PYecisa-se de urna ama forra ou escrava para
i ma casa de pouca familia : tratase aa ioja n.
15 da esquina da ra da Madre de Dos.
PYecisa-se de urna ama forra ou escrava
para o servido interno de pequea familia : na
roa da Amizade n. 21. Capunea.
MULEQUE
Procisa-se de nm molwjiiK para o servijo de
casa ; na ru do Baxao da Victoria, ontr'ora ra
Jova n.. 36.______"_____________________
e de una ama de laite : trala-se
a ni da Muerta n :ti. _______
PrdcNaee de urna ama q te saiba eiinhar
"*em : na rui do Qiew.ado n. SO.
"
Jxalas, t
ti por 3
por
Attenco
taiacio S'lva Deir, em vtagen prorincia
de Pernrtnjmco, avisa a seus Tregueres qo con-
daz ex celtente tropa de burro*, t|ue pasaart na
villa o Pillar, Porto' Carro, Castanha GraMe,
Barreiros e Rio Formo, t dalii ir m segoimen
to para a Escada : quena pots precisar, pede man-
dar encentra-le.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro; prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensabnente das principaes fabricas da
Europa- enjos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servio interno e externo da urna casa de pouca
familia: narua Ve'.ha n. 66.
de lei.
JflOBEIKA MU"AttTB .

m>
ANUEL & C.

Tem a-satisfac5o de participar aos sehs numerosos fregaezes, que em vsta de ser-Ibes mais commodo, tem ^
^ estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do .Recife n. % neje ra do Mrquez de Olinda, ~
f onde acharo os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e per pre- gg|
fflb eos mas commodos do qne comporta o nosso mercado : convidara especialmente aos Srs. compradores por atacado j^a;
^ darem, sendo possivel suas encommendas, pois poder5o assim lerem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- i
z*2? macees as tazeodas que a demora da fabricacao bem diminuta, __________________________________________
Ze*
%&
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Bahia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000 000*000.
Toma seguro da mercadonas u dinneiro a risco
martimo em navio; de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Ageneii roa do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltro.
Ama de leite.
Precia-se de orna ama Ure on
de boa conducta, qoe tena bom leH etm
iaoeia, sem Albo a mamentar : a tratar M m
Prata. armazem ns. 13 e 18.
AU
Na a do Imperador n. 28, armazem de Cam-
pos, ha constantemente um completo sortimento
de escolhidos gneros proprios para mesa, despen-
sa e cozinba; nomea-los cada um de per si lor-
nar-sehia entadonbo um annuncio que deve so-
mente despertar a enriosidade do apetite. Se urna
pessoa tem vontade de variar de comida em nm
dia de regabofe, nao tem mais nada do que diri-
girse ao armaiem do Campos n. 28, ra do Im-
perador, examinar e comprar a variedade de g-
neros alimenticios que ha naquelle estabelecimen-
to, onde a parde;sas vantagens encontrara; todos
muita sinceridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendendo muito barato os segua-
tes gneros que se menciona
Ceblas a 15 o cento.
_______Lingoas seccas e defamadas a vapor.
Alugase
urna casa terrea, sita na Capunga, com sotan, co
cheira, e nm pequeo qnintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
5:
M
m
NA
BEEVE CONHECiDA FABRICA
DE
SOL

Na praga da Independencia n. 33 se da di
aheiro sobre penhores de ouro, prata e pedrat
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesm;
:asa se compra e vende objectos de ouro e prata
a igualmente se faz toda e qualquer obra de en
eommenda, e todo e qualquer concert tendeen
i mesfl-.a arte
DYVETOT
14-Roa Estreita do Usm-M
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tu do que perten-
ce ao uso do-
mestico.
O salao de pianos e de
msicas
mudou-se da ra Nova p. 58,
ra da
I* aadar, pasa
Imperalriz n. 12, Ioja.
onde contina
buco.
recommendando-se ao I
G. Wertheimer.
DA

Ena do Baro da Victoria, esqnina da Camba do Carmo.
(Antija Ra Nova)


m
A modicidade de seus presos lo conhecida
Ha serapre r.m grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par- 1
do e de algodyo os todos os tamanhos e feitios, aim da immesa porco de tda, merino, algodo e brim,
armaces de todas as qualidades para satislazer qualquer encommenda
que escusa de mencionar.

VKTHH '
.N'este novo armazem tem nm
variado sortimento de fezendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, cim de acieditar a esta
novo armazem.
Casemiras inglezas,
finocecas, de todas as
cualidades, brins de
rts e branco3, colei-
lihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
tioos. PXTA
DE
VRRUDA IRMAOS.
8ar da victoria
.-utiga roa
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
offi-.ina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeio
nada dcixam a desejar.
Roupa de todos os
smanhos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ha
na Europa.
RA
D.
Baro da Victoria
antiga roa
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de snffrer nma reforma radical em are io, artistas e commodos, e m pontcalidade as encom-
mendas, linalmpnte em tudo afim de melhor servir os seas numerosos freguezes' deixa-se de annanciar todas as fazendas, para
nao se tornar massante
AMA.
Precisa-se de urna ama para cosinuar: J
tratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, ou n" caes da Companhia Pernaml)u:a-
na n. 2; advertese que serve escrava ou livre,
mas que cosinhe oem.
ATTENCO
No sobrado da ra estreita do Rosario n. 3o,
precisase alugar uro moleqne de 12 a 11 annos :
quem o ti ver dirjase, que achara coro quero
tratar. Na esma casa prepara-se almoco ejan-
tar para fra.
Companhia Phenix
Fernambncana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberoa que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres se jaro
pagos no acto de celebrarse o contrato,
rnambuco 11 de outubro de 1870.
Pela eompaahia Phenix Pernambucana
J. H. Trndade.
F. F: Borges.
Luiz A. Seqaeira.
AMA.
RESTAURAN! DE PARS
4Ruadas Larangeiras4
MR. MICHANDON proprietario deste estabelecimento
taras para almoco e jantar, por prego o mais mdico que
como fernece tambero almpco e jantar avulso.
recebe assigna-
possivel. Bem
SENDO
ALMOCO
JANTAR
>0"I0
pratos a escolba
Vinho
Caf oo cha.
14000
SOPA3 p~ob escoiha
Vinho.
Sobre-mesa.
Gaf ou cha.
A verdadeira farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha usada com vantajosos resulta-
dos nos padecimentos dos orgos do peito,
como asthma ou puchamento de catharros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na pthysica; re-
commeudando-se.com igual proveito as pesseas
convalecentes.
nico doposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartnolomeu & C.
34Ra larga do Rosario3i
I), \l BOWJM
ENGEIHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRM N. 52.#
Passando o thafariz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar asmar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricaltora.
Tudo por preco maito redozido.
Ama.
Precisase de urna ama boa cozinheira
do Livramento n. 10.
na ra
- Precisa se alugar um preto escravo de meia
idade, paga-se bom a uguel : nesta typographia
Joaquim Jos Genial-
ves
Ra do Trapiche n, 17, i" andar.
Sacca por todos os paqnews sobre o banco de
Minho, em Braga, e sobre 03 segnintes lugares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenea.
Guimaraes.
Cbimbra.
Chaves.
Visoo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Viaona do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real. .
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
CASA PARA ALUGAR
Alugase o 1 andar do sobrado n. 6 roa do
Duque de Caxias : tratar no coracao de ouro,
ra do Cabug.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do peilo.
Naisa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
aros.
Tnico
Cocserva e lmpa os cabellos.
Punas catbartlcas. .
AVISO
Os abaixe assignado?, incombidos pela coanl--
sSi desenhoras que promovero um eorrerto e kj-
lao em benelicio das familias desvalida m solda-
dos de hnha de Pernmbuco, fallei-ido j invali-
dados na guerra do Paraguay, de distribuir *>
mode que Ibes parecesse mais acertado o prodaeto
d'essa subscripta', pelo presente avi vas, pas mis e tlbos dos ofDeiaM e soldado "
exercto naturaes d'esta pruvincit. on me ae?U
tenham asseotado prara, assim cont a qualojatr
prente d'e-tf?, que f.izendo parte de sua-s fai-
lias vivesse s suas expensa?, e qoe seachar ea
estado de pobreza, e Analmente aos proprios oB-
ciaes e soldados, com excluso dos primeirm. cas-i
estejam as ri-ftridas ccndioe^que ienn fl
praio de sessenia dias, a contar dVsta ti%uev--
rao provar com d icumenios ambfnticos ,-ua 1*-
tidade e circumstancias de fortuna, aflm de pode-
rem perceber este auxilio.
( s interessados deverio encamir bar seos dora-
mentos a casa do directorio do partido lifce*ai.
ra do Queimado n. 8 primero andar, em lo* -
os dias uteis durante aqutlle periodo, das 9 han
da manilla as 3 da tarde, e ende, oVpois > atlfB-
didas suas reclamaco, rcebera') a quantia fne
Ibes tocar.
Para que o presente aviso ehejrae aor-m'jez.-
mento de todos, sei publicado diariamente Er*
jornaes mais lirios 'ttta rirtado.
Recife, 6 de outubro de Wlt
Baran de BemhVa.
Loiz Jn< Pereira Sime".
____________Abiii'i J-i-r Tavare< di silva.
Uommoriida-'w pnbli&i.
As pessoas que pricisarern de smai, rr
cozinh>iros. jardneiros, f i'ores, ana* de Itrte.
escravos para o serviro d n c?tico, t*i\'
to para a praca car o para o mato, rasas sito,
poderao d< sta'data em d;,ir:e mandar mis ardi-
dos por escriptu a ra do T rres a. "2, t* ai
casa amarrlla.
Em casa de THEODORO CHR1ST,
VNSEN, rna da Gnu n. 18, encontram-i
jffectivamente todas as qualidades de vich-
ordeaox. Bonreogne edo Rheno.
Os Srs. bacharel Joaquim Cordeiro Coelbo
Cintra e Andr Cordeiro Coelho Cintra queiram
apparecer na ra do Hospicio n. 84 a negocio de
seu particular interesse.
Companhia
Precisa-se de urna ama que saiba
cora perfeic,o, e sendo estrangeira
a tratar na ra Nova, easa n. 52.
engommar
preferivel:
Monte pi popular pe nm-
bucano.
De ordem da direetnr convido a todos os nos-
sos irmaos para s reunirem ero ass^mbla geral
no dia 23 do corrente in"Z, p** Ia-< 1 h^ras do dia,
para se proceder a eleirau da administratao vin-
doura, e se nao b a traUihar em nrjjo-ios de tr.u,U urgrn:ia da
me-ma sm-ied p.
Secretaria do Monte oio popular pToambacpo,
18 de outubro d 1870. .
0 1 srcrMari \
CDiid J de (
MOFINA
PRECISASE
P.oga-8earim.Sr. Ignacio V.eira deMetlo.es- h ?enSnm h?mem' lire on captivo, P.^"1"-
crivo na cidade de Nalareth desta provincii. o ?***? 5 'a-lmente de un myqnmto en-
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a .onrair gr.?m,r.^era cosinnar; trato -se a roa do Vi-
aqnelle negocio que V. S. se comprometteu ^eal- jwno l6>l' andr-
*ar, peta tercpln chamada deste jornal, em fins "
de dezerobro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pey VS. se nev lembrar que esti' negucio
de mais de ito annos e qoaorio o senbor s*o
DE
Santa Thereza.
De cenformida com o art. 1 i dos estatutos, sao
convidados os Srs. accionistas realisarem at o
dia 5 de noverobro prximo, a primeira entrada
na razao de 20 0/0 do capital snbscnpto podeendo
dirigir-se para esse rJm ao escriptorio do director
caixa o Exm. Sr. baro da Soiedade, na praca do
Corpo Santo. .
Previnese aos referidos senhores, qne na for-
ma do art 12 dos mesmos estatutos, deixarao de
ser censideridos accionistas, aqueelles dos signa-
tarios que nao (izerem as entradas as pocas
marcadas.
Recife 20 de outubro de 1870.
Aluga se una casa no Monteiro, porto 4)
Xisto, baixa do rio : tratar na ru Ao ">tSfo
n. 17, Ifja.____________________________
Acaba de sahir nz
E
Vende-se
KA
Livraria franceza.
WVOTA
O
GOLLEGCAO DE IfOVIM EOFRCItS
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SAVnSSTMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Boro Jeras Aos Fmhr.
Offlcio do Senhor dos Passot.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceieic.*
Setenario das Dores de Marta.
Offlcio das Sele Dores de Mara I
Novena de N. Senbora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Peana.
Cnticos de N. Senhora Aa Peana.
Novena do B. S. Joo BaptbtaJ
Novena da Senhor Saot'Anaa.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. & Jos.
Um bonito volme encadernaA.

21000.
fllho se aehava o estado npsta cidade.
Ama

Precisarse de tura am p^ra wainhar, livre ou
va : na fabric a vapur de cigarros, rna lar-
ga do Rosarij d.'M,
Precisa-S de orna ama para faz>r o ser-
vico d-pequea faftilia, qoal se dar boro
ordenad 1; rna de S. Jorge (ootr'ora Pi-
lar) n. 138 Io andar.
- Pr-i-ia se dn nina ama para e'giimm.'re
cuidar no i(ais servigo de casa > urna pessoa 1*1-
teira : na rm do Imperador o, 75, 2 andar.
ATTENCO
Precisa-se de um pharmaceutieo com as habi-
litarles precisas e (fue entre com algum capiul
para tomar conta de urna pharmacia em boa lo
calidade e com alguma frejtoezia, faz-se este ne-
gocio de dar-se sociedade, por sen dono querer
se retirar para fra : quem quizer dirija-se a esta
typographia com as iniciaes J. C.
Aluga-se urna casa muito Irpsca no lugar
do Monteiro, a margem do rio Capibaribe tra-
tar na rna Io de marco, oatrVra Crespo, Ioja da
esqnina n. 8. ______
Ama
Precisa-se de nma ana : na ra de Borlas n
80, 1 andar.
Precisa-se de urna ama para
znhar : na rna do Duque Ae Caxiaa,
Queimado n. 22.
AGRICULTURA
raa
AYRES DE ALBUQOnQOI
1> Cem 16
Obra premolvj pelo goverw
Vende-se em as prjMJaaaj
Livrariaa.
Ama de leit
Precisase de urna ama A Wia,
na travessa do Veras n. 1-1,2"
Ama
Paga se bnin ordenado por urna ama qne cezi-
nbe para uma casa de familia : na roa da Senz
la-velha n. 90.
AMA
Precisase rlp nma ama para eoiinbar em.rasi
da pouca famiia, ou pira anlar cm umaciian
ca; na roa da Imporatrii n, 43,2* an lar.
Na ruado M mefo n. 39. araria A aa
anta para il ur"yy d ta awa As- taaMaa
Cosinhe ro.
Precisa-se de uro eeiiahiira : a tratar an rsa
Ni'Va, caa n. 22._________________________
Clmh m atefrm
A abertura do Ouh ter locar B- Ai r* Ai a-v-
vembro proxmo fu oro, ra .ia mpnsaiiilnlf" ih-I Assiena'iKa de 1 ove >*> afclil9 mmt Sff.
1 trimesir.:tO|000
1 Biei-IOMUO.
Omtnmm,
P I tov-
Prvri. .-
> nter .0 ** i* ha
do Crtipo n. 12, andar.
V


II

1
i

1
Diario de Pernambuco Sabbado 22 de Outubro de 1870.
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
-1.7
Este coohecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios trnceles, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRA^XEM
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras core?, 6ortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precls mais baratos do que em uutras partes.
Botinas para bomens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelbidas.
Botas e perneiras rnsslanas.
Botas e perneiras para maulara, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo_aflm Jde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tpete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., nido isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do coohecido fabricante Jr.uvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore- de diversos tamanhos, leques para senhoras e para menina?, abridores
de lavas, brincos, pulceiras, boioes, crrenos e chaves de relagios e trancelins, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacio o do mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distintamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objetos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquet3 de flores de porcelana, jarros propnos
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras doutadas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Josios de domin, rodetes, bagatelas e outros differentts, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmorama?, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas d3 figuras e das mais bonitas ras, bulcyards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgica?, reverberos para candieiro?,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes o pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berros de vimes para criantes, sapatinhos e fa
toncas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para con iu;ir enancas passeio ; e ||j
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em eonta.
(3boi)(93(D(!>3 pmwa mmmz
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a mas=ante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a
verdeando as qualidades e os pracos baratos o ditos objeetos por serem vindos
reitura e de cont propria.
visit-lo
em di-
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Ra 11 de Dezembro37
(Ou*r'ora Largn do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontrarlo sempre os nossos
freguezes notaveis melhoramentos, indispensaveis para commodidade dos illas
No HOTEL CENTRAL encontra-s-ha constantemente tudo que de confortativo e
deleitavel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acba-se alli urna excellente casa para banhos, um salao todo alcatifado a
guarnecido de divans, piano, jornaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
dulce frmeme
innmero.'
Ilustres fre-
Norraas da Havana.
Suspiros.
apole5es
Ha vanas.
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos
I pape
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estrangeiros, en-
contrarn os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhol. francez, inglez e italiano.
PARA AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos! No armazem da travessa do Corp
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para milho
Os melhores moinhos para caf e para milho que tem vindo a este mercado
se encontrara no armazem da travessa do Corpo Santo n. 25
AVISO
Precisa se de urna ama para casa de familia:
na m de Horras n. 30. sobrado.
Aviso.
Precisa-se de nina ama de leite sem filho : na
ra de Hnrtjs n. .0, sobrade
Precisa-se de urna &'iu ik-i uiiigeuie fiara
o servico de urna casa de poaca familia : z tratar
na ra da praia 'lo Caldeireiro ou ra dos Ossos
numero M._____________________
Para andar com criamos, precisase alugar
nma rapariga forra ou escrava : na ra d.i Ca-
deia n. 8, armazem.
A na.
Precisa-se de nma ama para ca=a de boomem
s, que saiba lavar, engommar por cima da: o*
ra da Cruz n 2i, Io andar, n Precisase de um meninu alfaiatu
estreita do Rosario n. 14.
na la
Aluga-se o sobrado n. 9 na Passage
daftdalena : a tratar cem J. 1. do M. Retro.
di
ca-
0 M4RAVILH00 REMEDIO
DO
Dr. Chas, de Grath
ELETRIGO
KING OF PAIN
Igreja de Nossa Senhora do
Monte emOlinda.
Continuando o concert da igreja deNos-
sa Senhora do Monte em Olinda, segundo o
promettido pelo Exm. e Rvm. Sr. D. abba-
de do mosteiro de S. Bento de assim o fa-
zer, logo qoe terminasso o invern, e para
o qual S. Exc. Rvma. tem empregado todos
os meios e esforcos sen alcance, aconiece
que o referido nao pode ser de promplo
concluido, j porque os recursos da ordem
benedictina tem de ser tambein app'icados
reparaces e concertos dos predios d;i
ordem, j porque tem bavido demora na
extraccao das outras parles da lotera con-
cedida para o concert da supradita igreja;
e assim, o abaixo assignado, de accordo
com S. Exc. Rvma. o Sr. D. abbade, snp-
plica aos devotos de Nossa Senbora do Mon-
te que se prestem a ajudar com suas esnao-
las a concluso dos reieridos concertos e re-
paraces na dita igrVja de Nossa Senhora
do Monte, pockndo para esse fim se dirigir
ao juiz perpetuo
Manofl Luiz Viriles.
Aos dignos socios da Assor.iacao Commer-
cial Agrcola.
Lembramos para presidente o muito dpno : in
telligente collega o Sr. Joao Silveira Cameiro da
Cunha. thesooreiro o Sr. Francisco .Ijs Santos \la-
cedo, 2" secretario o Sr. Jos Pereira da Cunha
Jnior.
Um -ocio.
0 RE DADOR
Para o uso interno e externo.
CURA:
Cholera e cholera-morbus, diarrha,
Qoxo de sangue, em um dia.
Dr de cabeca e dores
de ouvido,
em tres minutos.
Dr de denles, em um minuto.
Neura'gia, em cinco minutos. .
Deslocaces, em vinte minutos.
Gargantas incbadas, em dez minu-
tos.
Clica e convulses, fm cinco minu-
Rheumatismo em um dia.
Febre e febre intermitiente, em um dia.
Dr as costas e nos lados, em dez
minutos.
Tosses perigosas e refriados, em um
dia.
Pleuresa, em um dia. .
Surdez e asthma.
Hemorrboidas e bronchites.
Inflammag) nos rins.
Dyspepsia e erysipelas.
Molestia de figado.
Palpitarlo de'coracao.
Reserve sempre este remedio na sua familia.
AS DOENCAS SE PRESENTAN QUANDO MENOS SE ESPERAM.
Oleo eletricoO King of Pain(o re da dr) aquieta e positivamente dissipa mais
de differentes molestias e dores, e allivia mais os soffrimentos eproduz um mais perfeito
equilibrio nosystema humano, o que nao se pode effectuar no raesmo tempo, com qual-
quer outro remedio medicinal.
Este muito popular remedio est agora usando se geralmente, pela razao que mi-
mares de pessoas se tem curado gratis como dito remedio pelo Dr. de Grath e outros
mais. ,_
Esle importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porem tao
somente para aquellas estipuladas das nossas direcces.
Esl operando nos piincipios da cbimica e da electricidade, e por isso est appli-
cavel para o cu menlo e para a resiauraco da aeco natural dos orgaos que soffrem da
irregular circulado dos fluxos d. s principaes ervos. Goleo eletricoo Ktng of Pain
opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as mchaces das glndulas
etc. cm um lempo jncrivel, breve, sem perigo do seuusodebaixo de qualquer circums-
tancia. ,
O remedio, urna medicina para o uso externo e interno, composto dos elementos
curativos, raizes, hervs e cascas, laes como se tem usado dos nossos antepassados, e
as qnaes tem grandes existencias no mrndo, para curar todas as molestias, sabendo-se
quaes ellas sao.
Foi um "raoile e especial desejo da facoldade de medicina durante muitos annos
de experiencia para aprender os mellares modos que se deviam adoptar para cara- as
seguinles doencas, e que proporces de medicina se devia usar.
nico deposito em P< rnambuco
NA PHARMACIA E DROGARA
DE
Bartholomeu & .
N. 34RA LARGA DO ROSARION. 34.
Precisa-se de um caixeiru poriugiuz de US a
14 annos de idade, o que lenna praliea de iabT-
na e d fiador da sua conduela : na ra imperial
n. 163.
lie Lm nn.1\o si^'k/o c cerlo
Ela calvice,
e d c restaura torca e sanidade a peik
da cabeca
Elle de prompto fazcessara queda pr
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos en
qualquer forma c posicio que se deseje
n'um estado formoso, liso e macto,
Ele fazerescer os cabellos bastos e eem-
pridos,
Elle conserva a pello e o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren
broncos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fsJ
cura refrigerante e agradavei.
Elle nao demaziadamente wleoso, gordo-
rento ou pegadico,
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
da ve 1,
Elle o melhor c o mais aprasivel artige-
para a boa conservaro e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio pa:a o peo-
teado dos cabellos e barbas dos setih ?
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-#
sideiar como completo sem o
O CABELLO.
Tomiee Oriental
o qual preserva, limpa,f(Miilica e sformosea
Acha-se a venda nos estabclecimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo C. P. Manrer
4 C, M. Barbosa, Bartholotneu & C, e txt.
todas as principies lujas de perfuman
9 boticas._____________
Farinha ti^ manuroca dcSaiua
Cathar'm;.
Ha para rendar da nui'" i ova e .
rior ehegada rccenleui n pal;
rabe e, barca Senta Mario, pr rfrrro o tu-
mo o, a borde rto? re-ii < iy\ or.
dos di-fit ule do Irapcbe de Kxm. B-;
do Lvramento, oo W0o pan laureen-
htqnin Josc GoocalvM BcfirS m *ea es-
crpiorio roa do Coromercwi n.
47.
Lom muito raaior vantagem compram-se
onro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: d i
loja de joias do Corceo de Ouro n. 2 1), rafe do
Cabug._____________________________I
Compra-se um cylmdro am ricaao ja udo.
assim como precisa se Je um trabalbador dapa-
daria para o matj : trata-se na ra Je Pfcdn
AlTonso n. 28, armazem.
Doc:. ?, frucaa e ores
Ra da Cruz. n. 11
Sorvele tmli s o? das, u ll I. ra 'm aun:-',
tendo uas Ufy-fcjfM, tUVU\t I >iIbao de
reme.
Compra-te ouro e prata em obras wiias
na rafle Santo Amaro, bairro tle S-into Anljuio
n. 16.
Carrinho para menino.
Compra-se um carrinho de meio uso, qne lrva
para dous mtninos: a tratar na ra da Imaera-
triz n. 4.
PW
NOVIDAD
O Co5ta, proprieiarin do armazem di Itilra
Maamore roa das Cruzes n. M, offinvee por di
nheiro contado o que de melbor lia no raer d,
por ter recebido muitos dos gneros eleser plo
pelo ultimo vapor.
Hortalices para sopas denominada* Jaliennejque
sub.-titue perfeitamente as mais frescas ervas
Queijos flamengos o que do raellior so |Jj u-
ejar a 3000.
Caixoes de doce de goiaba a 8f0, 1^, li'20* e a
138C0, dito em latas a 25 e 2*800.
A verdadeira farinha amencam vina de onta
propria a 30 rs. o maco do urna libra.
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolacliinhas de todas as qualidades e do^ me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e pnrtnpuezas.
Vinho do todas as qualidades.
Farelo de Liiboa desembarcado honien em
saceos grande?, a 5j.
Cama do sertiin muitn n^va e gord..
Saccas com milho a h 000.
Especial c aromtico saLo de familia a '60 rs.
o kilo.
Fogo de paiante.
Vndese em casa dos importadores fihaw
Hawkes & C, ra da Cruz n. 4.
Vende-s? un pi*o m lera*, le ir.o bi-a-
v es, e do nUt nl &* : i;: M
der dirija- ra larga aV Iumm n. 21, ir.-
meiro ar.ilar.____________________________
, Farinia de milho
Vimdi-se diariamente farinia i! 1 lilbo mu .'.."
fina e mva :. 120 Ti. a .ir. l I
grossa a 100 r-. : na na O I 'ih- n. i".
um ecup mi i ale, r oa 'I liria.
Ni offiema do f rrador dfr me it s. Fi
cisco dir quem > de.
Discuhso .j "awpO
deflnicJo dofiM iei prnounciada peio Saao
cilio du Vaticano s I n- .1
INF.Al.Hl.l.'
Sammo Pontific \ 1 ri pdo iin Lkfcfl
dre Carlos l. RudPinaker,
I 1 M-hura-l
I.1VR\RH FRANfEZA.

Taberna
HAO HA MAie CABELLO BRAITOOB
A tintra>jaooDeza para tingir os cabellos da cabeca e da barba, foi a nica admit
tida Exposigo Universal, por ter sido reconhecida superior s todas as preparacoes
ate boje existentes, sem alterar a saude. Vende-se a 1)5000 cada frasco na
Ra da Cadeia n. 51 1 andar.
Vende-se urna taberna em bom lugar bem
alreguezada para a trra, com poneos fundos,
propria paranm principiante, nos Afogados,: pateo
da Paz n. 9 : quem pretender dirija-se a nlesma.
Farinha de mandioca daBala-
Tem para vender muito nova c superior-
em saccas, a preco mais commodo do quo
em outra qualqaer parte: Joaquim Ii
Gon^alves Beltr3o, no seu escriplorio ra
do Commercio n. 17.
Acabam de sabir a luz asse-
guit<3< iecaspira
PIANO
MAO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO

CABUG.V N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abrise esle estabelecimento de joias, o qoal tm grande sorti- 3
[ ment de todas as joias de ultimo gosto, as qnaes vendei o mais barato pos- X*
T? sivel. Todas as joias sero garantidas onro de lei, pois os seos donos tendo era *
vista so adquirir frpguezia nao i^vidarao, vender boro e por prec )S os mais ||
ratoaveis possiveis. / c 4 j%&
Convida-se o publico a vir a este estabelecimento, certo de^ae acara
a' :,IO DE OliORA DO CAfiUCl N. 9 A

ltr A DA CRUZ IV* 4
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaiolas, gallinheiros etc.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para eogeobos.
Cofres de ferro de Milner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em leucol.
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estanho em barra e verguinha.
Folba de flandres.
Arados -americanos para ladeira e varzea.
Carrinhos de m^o.
Venezianas para j mellas. /
Machinas de descarocar algodo de facSk).
Ditas de serra.
D tas para cortar fumo.
Ditas a vapor de forra de 3 cavallos e motores para i cavallos, para mover as
machinas de algodao.
Cadeiras de ferro. *
Camas de ferro.
Prensas para copiar carias. '
Bilanca* para pesar.
Ole i de linh ca era latas de f-rr.
Tnlhos de ferro pra engenhos.
Bombas americanas
Macacos de eslivar.
Bilancw e pesos doclmaes e outras.
F go-'S de patente.
Enxofre. >*
Salitre.
Est >ia I rga e de Ma nnalidade.
Picaretas para caminh>s le ferro.
Um grande sorlimelito de erragens e catil?r:;.
Bom e barato, na roa
do Crespo n. 20.
Vende-se chitas escuras e claras a 100 e 2i0
rs. o covado, algodo mesclado, i palmos d lar-
gara, a 200 rs. o covado, pecas de algodao de 2
jardas a 3, madapolao a 5 a peca, canjbrahs
lisas a 33800, atoalhado de duas larguras aSiiOO
a vara, lencos de seda da India a 1 280: na loja
do Guilberme.
Cal n va de Lisboa.
Desembarcada ltimamente : vende-se bo tra^
piche Alfandega velha._______________i
Para offertas.
Latas com superior doce sec:;>, sendo d* caj,
limao e mangaba, tambem existe doce de cfcj em
calda, e tudo se vende por precos mdicos : na
ra do Bom Jezos n. 36, antiga ra da Cruz, n
bairro do Recife.____________________I
Vndese no caes de Capibar.be, lugar la
Ponte-Velha, pedra-mulatinba de cantara i IJiOO
o palma.
l*MO
benita
Casal-
limalinda valsa d'Arditi
Ideal e realidade muito
pbantasia pelo maestro
bore
Poslilbolinda phantasia execata-
da [com grande applaoso pala
msica allemia
Habaneras lindas dansas para-
guayas, que lanto foror aqoi \em
feito
ACABA DE PUBLICARSE
a collecco de msicas dos cavaltebot para
i #00t'
1*50)
um
FLAUTA
Receben mais grande soracato da -
sicas para piano, e piano e canto, taafeta
a opera
IL
Vndese a fabrica d* cigarros sita alma do
Forte n. 2, propria para prinipiante : a trfctar na
mesma.___________________________,'
Bpui e barato
Charutos finos do bem conlueido fabricante Joa-
quim Jos dos J>is ; vende-so na roa No+i n. i,
fabri-a do Pereira, p.los seguiote3 preco? t .
ExposicSo, meia caixa 3.
Palmeiras, meia caixa - Lyricos, meia eaixa 5f>00.
Iliarhaelus, caixa 'iSiOO.
lteglia imperial i-aixa 3|.
Aproveitem a perl'iurh.
- i >
Fumo deludo tle Ba^epiidy a
1J20II -t libra.
Ra larga do Busano o. 30, B.ur Pe;aau.b.i
cano.
para piano e canto, e Umbem M
peacos para piano compjsi;ao i
ir compositor brasileiro
Carlos Gomes
que tanto furor (ex na Italia, o aoja b*
Hi.j de Janeiro.
A' VENDA KA
DE

JIUSICA
OF.
A. J. fo k%y
k RA D' UXRO D\ VICTIimi (AWD-
GA l U



Diario de Periambuoo Sabbado 22 de Outubro de 1870
r
i
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA 1C.
Neste mcrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sortimento de fazendas do mais
aparado gosto e lodas de primeira necessidade, que se vendem mais baratas do que em ontra qualquer part, vista qoe os no-
tos socios desta flrma, adoptaram o systema de sd veoderem D1NHEIR0 ; para poderem vender pelo costo, limitando-te apenas
a g8nbarem o descont ; as pessoas qne negociam em pequea esta'a nesta loja e armazem podero fazer os seus sortimentos
pelos mesmos presos que compran as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exroas, famllas se daro
amostras de todas as azendas, ou Ibes levam em suas casas para escolherem.
PARA NOlVADOS CORTINADOS, COLCHAS. j CORTES DE LA ESCOCEZES 6^000
Cbegou para o Bazar do Pov3o um gran- \ Vende se bonitos cortes de 13a escocesas,
papel, pelo barato
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qne se veodem de 100 00 al 2O03CO o
par, assim como o melbor damasco cem 8
palmos de largara a imitarlo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propia-
mente colchas de damasco, sendt os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
TAPETES
Cbegoa para o Bazar do Pavao o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
os', para duas cadeiras, > ditos para
pianos, ramas, portas ; et:. vende-se por
meos do que em outra qualquer parte.
COLCHAS BRANCASA 30200,3,5500 E 70
Para o Bazar do Pavao cbegou um gran-
de sortiiaeoto das melaores colchas de fus-
tao, s ndo das melbores e mais e corpadas
que tem vindo, a 7500,', ditas um pooco
mais abaixo a 5050), e ditas a 30000;
tambera no mesrao estabelecimento se ven-
de ura gran Je sortiment) di cretones e chi-
ts, proprias para colchas, que se vend8m
muiL em roota.
ROUi'AS PARA HOMENS
No accreditado Ba:ardoPav3o encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de ronpas para horneas tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camis'is con: paitos d'algodo edelinho,
para tolos os precos e qua'iiades.
Cerosas de liono e algodao.
Meiis curts francezas e inglezas.
Palito i sobreeasacos de panno preto e
casemira.
Caleta ile brirnbranco e de cores
Dita-i de casemiras pretas e de cores, com
colletes gua*s
De tolas estas'roopas ha para todos os
procos e quali Jades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por qo>m e manda razar com presiesa
e aceio quatqoer penle obra a capricho
ou o to do (tagnes, tendo u'e>te importan-
te e;tab Ivimnt) tilas as qaaliA*Jes te
panto lim. as memores e mais ra naB&as6iuiras, assim como os metnerea orina,
qur braac", ..jur Je cor; e quan lo qu li-
mar b kar ioteirame >te ao goie
dos re tzts ti a p,r ooota do estab^leci
ment >.
CB\LE$ DE MER'N
ChpgitQ pa a o Bazar do Pn31 au elefan-
te sotitmenti decbaies demerindde coras
Doit'i rj-ns ora pairoas matli decales
par m abara usar, di: s oe
er.' n con lisias Je seda o rmts flno e
mod-r i i) tem <-i do ao mrcalo,e v;o-
de-se p ir p > -mu Oita.
TOALHAS A 76500
No Bazar do iva fez se urna grande
coaa-rid: t ilnas coc oadas, proprias
p3"a r t>, L>--t .i- eac r:aia< e grandes,
que n se o lera a aj30000. e li-
gad i 7 500 a du/ia->u a (iiO rs
cada una, b"a pe:hiocn.i."
CORTES DE CHITA
a 30200 a 308^0
' 520 a>520
3084 30200
No B zar do Pavo vende-sn cortes d fi-
ns in e '.;,). ca ni Sea claros e esca-
ros, tend 10 II e l condes;, senin f -
zeil qua v.^ie m ti mus ro e liq ii
dc-sp. p 11 p -eco a i n p.'ra a a'o ir, na ra
da I:np;r ,t: /. n i> i B>za" lo Piv3).
C\SE! RAA 75oOO
Vend-m-s^ c i tes ie ca em ra inglva de
core < ara cale, s j-end f zend. que v.de
mu 'o ra->U di iie r.i f limida-se a 700)0
o co teda c 'ca, n> B'Zar do Pava) a ra
da Im;>erat z n. 00.
vindo cada um em sea
prego de60000 cada um; no Bazar do Pa-
vao.
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Bazar do Pavao vende-se os mais
bonitos e muito finos organdys com listas
largas e miudas 16000 a vara, ditas lisas,
fazenda de muita pbantasia 800 rs. a vara,
ditos d c es, finissimos padroes, inteira-
mente novos 80o rs. vara; pecbincba.
GROSDENAPLES PRETOS
Cbegoa para o Bazar do Pavao um gran-
de sortimento dos melbores grosdenaples
pretos qne tem vindo ao mercado, qne se
veodem de 10600 at 55000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
MANELLETES DE FIL
Ni Bazir do Pav3o vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 100000 ca-
da um, e barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600" O METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimeato i saia, a
qnal se pode fazer com 3 ou 3 i j metros,
e oende-se 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambe ii no mesrao est^bellecmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de laa de
cores j promptas urnas com barras diffe-
rente, da mesma fazenda 40'^O e outras
com barras bordadas 0003 e 70000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do Pav3o vend-se o malhor al-
godo inbo aruricano enfestaio para len-
Cas, tendo liso e entrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeu-se um elegan-
te sort ment dos mais mod-rnos e melh >-
res esp.rtilhos. que se vendem por preco
moro Htu conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do i'a\3o r.cebeu um gra.ide
sortimeato dos me'tiores pannos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo totas,
pi:: s, t mbretea e at proprios para cu-
brir aiimfailas e pratos; veu-ieado-se por
cenos do que e D qa iqaor uarte.
PARA bENQOES
No Bazar do Pavao vende-se su)erior
iiiam ota d'algo 12 i cora lo palios de lar-
gara a !0Oo metro, dito de bobo cora a
i esmi laru.*a a 208;h c.i a lietro, pannos
ls I nfto lo p rt tcom 3 !/ palmos dla: ur-
de 7.0a 15 a vjra. as m como omg andf
mu ;; lio i* II iiibnrgo ou craguerid' ie
'ol'S os nu-ier-s. pr^c s ou qualidaies,
qoe s wn lera miis barato dj que en cu-
t. a qn.kjaer p*rti; a >r iverteitt-
aT0aLH\:)()S '
No Bazar do t*avi vender superior
! tnjalo, com 8 palmos de largu-
ra a l^o'.iO o metro, dito delmho adamas-
coi' o meihnr que tem vmdi ao mercado a
30500 o metro ; todo slo milito barato.
Pana) preto uiui.o karata a 33CO0
O Bazar di Pavao receben ti .a grand-
rcao te pac s depaonopreto lino, com-
pra laa e i l iil, i|u i sanjre se venda i
e pode liquidar a 30300,
or 8 t ama esroUratH cu >"a,
CORTES IN0IAN6S A 44600, '
Ni Baz<. i] Pa o vende-ae o nitoscor
les in lia ios mm duts lits peto bara-
i i o >rer;o d W5i0 cala um, pe-
ctiincba.
FAZENDAS PARA LUTO
No 3azr do Pa-o wod-se constmt-
mefite o menor soitoaetT de fazenda^
pretas para lut., como sdjam :
I.m-j i.;s retaa li -as.
Cseas pretas de laa.
Cseas uretra, fraicezas e inglezas, lisas
20 Ra da Imperatrfe 20
_JBkl^^^^^^^^B[ d fafendu finas
itc minada La Ville da Pars, um pande sonir
ment de (alendas finas, como sejam : cortes de
poil de chevre com listras eeooeeus de orna e duai
las o qoe ba de mais alta novidade, ricas pope-
Ibas de seda, granadines, las escocesas, alpacas,
bareges, etc., etc., e um eoropleto sortimento de
chitas, madapoloes, cambraias brancas e de corea,
organdys e cambraia imperatriz, e outras muitas
fazendas, tudo do que ha de melbor nene merca-
do, qne tudo ee vender o mais barato possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo que qnlzer
andar na moda, e ao mesnio tempo esperamos a
sua proteccie. Manda-se levar em casa das
Exmas. familias todas as fazendas que nos pe-
direm.
20RA DA IMPERATRIZ20
________Patria & l-csga.________
Cal de Lisboa.
Venderse cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por proco rasoa-el : no armazem de
Manoel Teixeira Baatos, ra do Commercio n. 13.
A
BRI\S DE CORES A235r0 e 35500
Ven \f l-so modernismos brins de limo ecom saipic
de/cor cm acra 'fixa-. seiJo ocote! Cbitas pretas de todas as qoelidades.
de ca i a 05 JO e 309 o >, eca vara a !!> O I
e 1 00 >, peebisclta, n > B izar do Pava i ru i
da I u r ii' -i (i i
OMP-NH.S BHINCOS A3V100
No Bazar U) Pava > ven lem-se corpinhos', quer parte,
dezm iraii ir n: a b rdi los. s-m-lo fa/en-; CAC'It-NZ
da que le-nure s. vetiza a $$ 0) e 10} i No Bazar lo -a.
e liqaida-u a .i00JO p >r es arem um
pon maltratadas, pa imcor, na ra di
Imperara. f
bV TOES DS COR E BRANCOS
Vende u-se rtui)it>a i'ustS brancas e de
cores, ropros u ra vestido^ e rcapas -Ih
meamos, le'ido ds cores a 800 ris oc>v-
do e tinocos, a iKJ e filo ris, pe-i
A ,ja;as prctiS lisas.
D t !* Iivralis com branc .
Marinos, caotO s, boinDizmas, qa9 so
Vfolrtto naijOarU dtqm en outra qual-
A 60000.
veodem se bonitos h
i_ande- cachi-nez de pu^a a, pelo bara-
ti, prugi Ih 6OI)i caua ildi
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTOniAS, A 50,
60, 70 800 0.
Vende-se- om ex,>l ri'is mai. bir-ita* do
que em outra qnalqu-r
chincha, no B.zar du Pav5, ra d* Imp S, ;,?;iC1,l,,a,lP?C" 10 USS^.Hl 65'
oJa'H) e70Jj, nulsimas a 8^5UJ ; tola-
es a cambra-as valem moit-i mus dinheiru
rair.z n. 60
CdlTVS BARATAS
a 20 i ris
a soy res,
a i O reis.
VenJ H-'e ch4alargas om muito bous
parn e if>r**i* oel h-nt' preco da
200 o co**
10 v i.s 2 tO 0. peoh ncaa,
do P'o.
AS ClSSW DJ PAVAO
C '< a 2 > ri.
i aT0 t.s.
* JIM t t .
Vrtivd j i ii ai c*as le cora mn-
din ;i : no pi h i i ri. c
vad i ji Pj3i a iqj .lj lm-
pert- /
e ii |uida -se por esie preco em relac3< a
orna itiaulu c i.pra que se fez uo Baza
d) Pav2i.
BAlHDiNH )S
No Bzir 'o p^jo ve idte-ee om irrand-
j mes na-* com s :r. nmnw d < m*i< i .^ bab i imh >s bor^ia-
oo Bazar d .s tajiif* e t ans -rw e-. a>sim cmo
u fM jf-an e po'-';3o de eutr m io largos -
efot s. q.i \ata ae4Mr e venda mnii>
e <> "' ..i ., rtu d.i qu.i em o otra
quai'i-Mi partH,
St: 1> t C iHES E CROSUENAPLES.
N" Baza' d v^vi v nd -s ma .ruan-
os *i re 3e:'0i e roaiii-
,dt uojto cm amia. ,.
PECHINCHAS
DO ^_
PAVAO
Ra da Iniperatriz 60.
Para vender depressa
UNDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 500 RS.
Cbegou um elegante sortimeoto de iaas-
inbas do Japo, com padroes de seda e de
muito boa qnalidade. qne se vendem a
500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pavao, roa da Imperairiz n. 60.
POUPELINAS DO JAPO A 06OO O COVADO.
Cnegou um elegante sortimento de lin-
dissimas poapelinas Jiponezas, com os
mais delicados gostos, tendo muito lustro
e com lisirinbas de seda, senio esta nova
fazeada armi da largora da chita france-
za e vende-se pelo barato preco de 106OO
cada covado, no Bazar do Pa -2o.
AS POUPELINAS DO PAVO A 20000, O COVADO.
Cbeg u para o Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes poopelinas de linho e seda, que se
vendem pelo baratis-imo preco de 20000
cada um covado, assim como ditas com
gotos escossezes a 20400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS a 20OOO
Cnegou undulante sortimento de boni-
tas sedas de bstrinhas, c >m s cores mais no
vas qna tem vin 10 aa mercado e veudem-se
a 20000 o covado, na roa da Imperairiz
Bazac do Pavao
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
BAVEL.
a 20OTO, a 20000.
a 20500 a 20500.
a 20000 a 20000.
So no Bazar do Pavao.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de pbantasia om ih ios gostos, sendo fon-
das traparenies com delicados bordados e
listras que a nao s-er uro g'ande pecbin-
cba q^.e se fez na cora ra seiia para muito
mais dinhei'o, e li^nida-se a 20 e 2050 ,
aoicaineoto no Bizar do Pava").
LASIMIAS TltANSPAIIEMES A 4<>0 nS O COVADO
Vemle-se oHi adi-. laasmbas transoa en
tes com lisirnhas luiudmbas, ioiaeSa d
u ia t cor e moilo biilantjs, pelo bm-
t ssi uo prepo de 4'i0 rs. o covado, no B.
zar o l/avo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO.
v'pii ie-sei denoadti 1 isiibas com >iir-
r. ntts giato pe;o Darato pr-co de 500 rs.
o covado, do Hazar rio Pava >.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bou o sonim^ntode fins
sij,a? alutc s brancas i vial imitado
d- seda, pro na- i r.i vestidos de baile < u
^saoieolos no B./r ALPAGAS LAVRADAS A 400, SCO E 640 RS.
Veii'l;b um gran'e ^oriuento de I (i-
d is Iflpicas h raa; de ti as ;s Tts pra
vest'dos e yendem-se a 4t, 5*>*0 e 640
e a mil e tai tos res o covado, no Bai
lo Pavao
BAttEGES DS QDADIUNH0S A 600 RS. O COVADO
Ve des- as m;i> i lis emod-roa- lla-
sii'ias 'ii bar g\s d qjainh.s, propri >-
para vestidos, ieulo qua-i largura de lia
trsncza. e Iqmdase a dio rs. o cova.,
no B /r o Pav5 .
MICHINOS DE SOBES PARA VESTIDOS.
Vende-se botuto* menos u-j urna so
cor coru co;es mai o prouros para vestid
e roupas pi a creancaa p)r ser urna faz-n-
da i ,uira la) h muito levp, vende-se a 10
o co;aio, no Buard Pao
BUCES a 10 m)Q para vestidos.
Vende-se um le nte sorument de-t^
ova fazeoda dinomi a la glacs swdo um
fa.eodi iie la omito Urga e fom del c-
lissimas cores, te idn tanto brilho como a
snda h v.nde-se pee-barato peco dd 10,
o c va SEDAS DE QCADRINOi A I80 0 COVADO
Veotc-se u ti elefante sorum uto de s^-
das rtf q.iadriuhos, cm linli-:mas co es,
para ves Hos e r nipos de meninos, e ven
le >e a 10 80 redi evado, t-' pe.bi -
; a no Ba/..r -1o Pi-i.
GRANDE PECHINCHA E1KCAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 40, 50,60, 80, e 100000
Voiide-se fioiaeiiiiti' ^tmo ^ia^ suiss mota phm'asia tendo 9 vtras a 80&OO t
10000 f unas bi- n -m tu jirdas fazen-
da muito Una a 50, 60 e 70000. Ditas ri-
uissiffd.s azul dmhas, qiev.iem muito mais
iiiibeiro. 0 e lu0 -u : t das est^s rom-
rucias, em relacSu a qualtJaie, putos pre-
co* acma s3 mais nenias do que em ou-
fi qualquer pane, no B./.r do P*v5'.
CAMBRAIA ALLEMA COVl 8 PALMOS UE LAR
GIIA A 14000, U E 24300.
Ven .e->e Hntssim ambr-ia branca tran
ua ente co.u 8 palm.-s de larKur., qoe fac
ha fjz.T-se im vbsIiio apenas cm 4
varas h (Uiia se a i 6iH), .-0 e 20500
yira fa en I. ,11- v le anoto mais diub-iro
E pcOii.ch -o Bi i.r I.. PavS,.
CA\BR*I\ TRAN5l>ARENrE
Peca a 40 n 0
Vende-se muitu fima pe^s de cambraias
brtiaoa. transp.rentes, umi..8 l, tarasca-
da pi ca e em om vara le largora a 40.
pncli nena, no Bjzar d-. Pa<3,
A' ra da Imperatriz
n. 60.
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QEIMADO)
Recebeu 0 seguiote :
Espelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carleiras, charuleiras port-cigarros de muita
qnalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisada
Boas caixas vasias para costura com sua compe-
tente cbave.
Delicadas caetas de marOm com o bocal df
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobressbindo en-
tre elles os mimosos telegrapbistas.
Coromodos toucadores com duas gavetas e bom
espelho.
Port bouqaet, o que de melbor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qnalidades.
Bons talheres para criancas.
Vostaarios, cbapozinbos, toucas, sapatos e meiat
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapetinas para senbora, moldes novos
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsoes
a novidade os tornas
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientiacar m
geral, e em particular a sua 60a freguezia, da immensidade de objectoe 1.
te tem recebido, jastamente|tqaando ella menos o pode fazer e porque estt falta l
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a attenderfo e reafH
continnando portanto a dirigirem-se a bem conbecida Ir ja da AGUIA BRANCA i m aV
Queimado n. 8, onde sempre acharao abundancia em sortimento d.? snperoriiadt as
qnalidades, modicidade em precos e o seo nunca desmentido AGRADO E SuNCEUDADC
Do que cima Oca dito se couhece qoe o tempo de qoe a AGUIA BRANCifaV
dispd-, empregado apezar de seos custos ao desempenho de bem servir a ageolka ama 1
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sean aaaajB
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conhecidos ali, ella mtnanirliaaaaita
ear aquelles coja importancia, elegancia a
bem seja :
Corpinhos de cambraia,* primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qna-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se pedera
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por snas qnalidades, coree e desenhos, tal
e o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n3o massar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas quar
lidades e desenhos.
Ditos de algod5o com flores e lisos.
de
Capellas brancas para
Grande sortimento de floras
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande constante soi-timenlo
sempre melbor qnalidade.
Lindos vasos com pos de arroz e
Cixinhas com ditos aromtico.
Bonitose molernos pentce douradopa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Tnesouras para frisar babadinhoa.
Aspas para balao.
Novos stereoscopos cosa 48
quaes sio movidas por
Veos de seda para cbapeunas e monta' **"" 8abstitQen ** outras.
as
ensneas
Vende-se os verdadeiros collares na^ova Espe-
ranca, rna do Duque de Caxias n. 21.
PARA UNGIR CABELLOS
para pretos on castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, rna do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, rna
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz
CHEGARAM'
Poqos instautineos aperfeiqo-
ados por prego muito commn-
do: na na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro d SoQZR Soares.
Bombas completas para c -
cimba, por diminutu p;eqo, na
mesma casa.
Cigarros da imperial
fabrica ds S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco ca?= da alfas-
l^ga vplha n. 2. I* ai'a.
Especialidades.
Coanauam a achir-se a venda na rna Direia
onca n. 86. os mui eonheeidos e acreditados re-
-i'iiis da veame, e oiitrus diversos medicamen-
los feito*em P.nri?, bern como os laropea de co-
leiiia de BrtM, de rabana iolad", d>' i.>dureto de
ferro de BUneard eas pilnlas i mesmo, peitoral
le ccreja, pi de R'is, depamiivo de Cbnble.
lifiul deLah-lbiny, plalas on nmfeltai de !i--
ualho de Goevrier, e onlros medicamentoa cuj^
.-i^neia i|i.nlo empr.-g dus na 5 s da
vas respiratorias, nss dres rbentiafcas, a*
iraarellidao, nj fr.lta completa ou irr^gulandadi-
le menstruo, as diarrhas, d ene, i do coraca
i d) (M i e i iuronl lavel, en:.
> sta os I He r In nenta$8ef
in aso i'i.' iii'.' rsas p -- tas % :'. i m fetto, a>-
ira ctan das pilotas '! om n-
1 uetlimen-
: 1 1 taoib iU na DMSBM
. alm de sufQciente quaniidade de drogas.
in nio peonen^ ^>rt:;p.o!;".> d 1 tintas, o'eo do li-
nhaga e pincis^ue se vendem por menos do qu>
:n outra narte.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinbas de fil, sapatinhos bordado*
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas devidro
podras.
Ditas de raadeira envernisada com
ru e com dminos,
Bollas de borracha para brnqmia
criancas.
Diversos objectos de porcelana,
para enfeites de mesa e de lapmnsl
s
mmmmmmmmwmm mmmmmwmi
P3
i i N. 3 A RA DO C4BIGAIV. 3 4. f
I j ATINMIMOS 1
Com este titulo acha-se aborto e ioteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo qrjanlo
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de (Joro
m observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publica venha ver o qne existe de melbor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereces, pol-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qnalidades, prata de lei faqnei-
ros, colberes, palileiros salvas e outras muitos objectos que sera eniadonbo
m mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior pre^o do
que em outra qualqoer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
nn, raii
ATTENCAO
V
)
>-
Lourenfa P^reiri Memifs GuimarSe-., gaUjcspa a dos o s^ds d reilon
tanto da prac corroso inato que eto'iki 1 qui and h a c fas cir.m-fciar-i. 1 qie
dte fazer ai o fim d conent anu, pokj U o r. e a ted >i os s^os rfeve I. r s rtm
^allaTseus itbit s i. m.is hr ve po sival J 10 '0 s.m, rt.|ri > u> i! .aje
os qoe 1 3o est v-ren na loja iem e ar] t >d is os seus i-h l-w, ,>r. a 00 i-fo >e tara
o aba-imento q :e f r reis* para a liqunlata ite su^s divioVs, a-a fei pt
riair-Sd ra da Imperatriz n- 7, loja ii Ama.
Ao resto n pechinehas
1e costures j;ara calcas. balks de arcos
Veaue-e cortes
a 800 rs. Cortea de trios de cores a
1500; cortes de a'g s pira c.ilcw a li.
>^5

-fin
9
UMlS PARt
COSTURA
Acabam de chegir ao GltANE BAZAR
UMVKRSAL, ra Nova a. 22-cabneiro
\fc\N>\um completo sorim>;nio oe ma-
l' as p*ra costura, dos autores mais co-
ndecidos, as quaes estilo em expsito no
gaesmo B^zar. g^rantin,ios-e a sua bi qu
id^ile, e taiub m ensim-se com perf.-igS
a todos os compradores. E-tas macliiuas
s 1 iguaes no seo trabalho ao de ;)0 costo-
reiras diariamente, e a sua perfeicao tal
como da melbor costureira de Pdns. Apre-
sentam-ae trau^lbos ejecutados pelas infa-
mas, que muio devem agradar aos prelen
il-ntes
Vt'iul'-nr o !>tabW-c.ineiit< ^e iiinltiadm silo
ra nireila n. 9, o qnal nir-reen murtas van a
iien-, atieu'ii'Qilu.M *< gramil e-xnuieri-.i 1
  • farrea d 1 Kcif.> a S Fr.o -i-.;.. assuo $ un 1 tm
    oem por ter a c*sa a proprn-dade oara un pro
    Vende-sd
    o s.tio do Caja^iro n. com muitos romm.il..s para vr;.nd- familia, cun mni
    tas a'vowaiief'-acio, gua eii.-.n d*^ p ir
    3 r;,> da Aurorj u. 06, q;u acr..ni om |u-in
    0
    b ?v\) sici 1 -u ti. [iHpatj-u a. 8), MtV coa^itiiDafceaberto
    das 6 hars di uiia.iii ^ 9 di u>ate.
    ^ t.t
    - Um di' i a ,\,r,r, .,.,1Hr .,...i, j
    veod oo itio d. imiftj 7..-e..
    rriuola, oov, mmi. g tJ.i, p.), nl t A\*, c
    iando Ivun e abona na leim. awxswla -.-r de
    um mani>i.li.>xirfiiiH : pe >,ias que pr ei-a-
    irm apn.yeiieui a .,c-;,^i s
    , S**6.!* *a rm-Cii de ubena Tna ffla
    imperial u. 156 : a tratar na meto cala.
    cites de c'semra< nr U para cal-as a
    :i500,4.5.6 030.
    Cea s de c it-s a fc80O.
    Vende-se cortes de efi tas para ve.ni o
    a 2'50. Ditos de casa p.n ves idos
    250j. '
    Pedio ha a 400.
    Vndese peca; de alg do a 45, 50, O
    e 74LOj..
    Pera liquidar a 3 50!).
    Peca* de niadap.n9-> cm 12 j'r'as
    $500. Ditas oeditj cm 24 lardas a U,
    i), 63500, 74, M 50 0.
    LIQUIDACO.
    Pec?s de a;g o si'im i lis'ra oroprio
    para roupa ii 500 e co-ado Inv r<. pra li u.t>r.
    Cuitas escuras para vest ios a i8J, 32
    e 360 rs. o cu vino.
    Para itibr.
    Vende-se p?as ie c-iutiral s vic'oria, fl-
    U3S a 65, 5|3">0 e 7d KR
    I' aniUp rst.
    Col ri oh os ie p^fiei a 210 r*. a du ia<
    Cartioidos ptn janrllas a 500)0.
    Vende-Sd cortma os p-a j-. .rlu* a 51
    o uar. Bnm pardo li-o an calca de ser-
    co a 600 rs o metro.
    Cortes 'ie penales a 60300.
    Vende-se cortes de percato, ae dua
    saias de bonicas barras a 601)00.
    Caerla* oe cbita.
    Vendase a t#>Oo, -litas n a 2t5 *),
    di'a< eocirnal^ h a.iimas^ las a :t05 K).
    litas forra-tai 5&J00.
    Gmgas tara calc Br a de tistra ao lado pira c4cn a 40
    s. o'covado.
    L-ico* oraacot a fd*i" a -i.i., ataa |i.
    l'iur; gran le oorci de mantn pira
    *r* atas a i'M r<. &*diii^ p'i. l-q Cassa* fr n- z s a 28o ns
    V-ndn -e cassis fr->i ii, pi a
    a 8 e <*) rs, wii).
    Qr&nfiji ie coes -ara tistidoa t*f
    6i() co*at
    A jiac aere p*r+fe-*ifo- a 100 h
    '5)0 r o co ato.
    L^siniaa para ves i I < 2). 4 Me 5 0
    i, o covatu.
    O Pfprietuii Ja oa dOionj rnl
    ^aa f xeoriSH p..r puuc lOAeim tea
    11, desde aa f aoras d. um^os u 9 da.
    II
    m
    dr.
    P '
    A l) 0.
    Ve d^->' bi s t! i5 a 3 a
    e iA5 o cada un. Crt s de : ssaa
    papol 'i I ;ila ni!, pir< .'
    nananl d- ti 'o e UO d; argih o 'iMOo motre
    -tu o le liAn i a 76U.
    Ve d-s- ra an da lo pal n s da lar-
    gura pro r 'e (dea 248 -oo ^eirj.
    I LPDrts de. el i a *0 rs.
    Vende-se < c.i d'Ien;oj de sedi
    a 800 rs. a4*
    Caes de rssi a 10*0.
    Ven e-e mua ..' ir oicao de cnataa
    de cas-a a 100 "i oda un, para h.faiiar.
    HsNi9 a UO rs.
    vp.n-ir-se fus In de cures para lae.dis
    a 360 rs o c vado.
    A o lo nf s'a'n a 900 r .
    V ni -se 1 113 tnVsta top^ra 'aocjean
    e t alha 90 rs. o antro, oit> trai-i-
    do a 100) u ira
    Q ales de me ia esiasaaa'js a ').
    V "me se i!--ite >e.r'u esuai* a'os
    6. parras a t, <4500 e 3 pua aabar
    Grinie p rcko d r t Ibes.
    Ven te-si gr-le ptrcilde relai : s da
    casas e chiles a 2(0 rs. o covado.
    A Rstla r-li na porta
    Houja te la eo'ontrario
    Po ,r cuno raz aveJ
    Toio. seenron ario.
    A SABER :
    Liiriidt.i. ds rasa 1 Ma.
    Venie-s ... i> >ia de iriosiav
    prop/iopm amia* as* a
    to d- gang a 00-10 ; dilaa
    era n 3 Oon ; it-'S de apara
    a 305W o *0 O), ditos de paw
    p^eo 6y 8.1 1 105000; *liMle
    mir sd-r >re 1 *# a bM**: eo-ieass
    d 1 .ass.aei, Ih c r~. a l#W 1 *m*
    tiri < in ij a 1 iu 's 10)0; du J
    s mi as de r. r a t#00, Sla i|N
    Citc^i uu- p '* srrivo* !*.;
    'elids di agoito -no 1 imra
    4a
    to urim par 140J. ae Um ; *-
    t .1 -i d,t hn c u kohe a MM> 44 ;
    .ti'a de casi ir le corsa S, 9n 7#
    h 80 1 ; .-4 jii-a 4a ;uti a -)> ; 44-
    i s ito 'i -o'*""> '). (* P"* !* asje-
    xi-. por sr f. : su ia 4 I 40 rs. _f ra >sjai4,ir
    A *r>, (9-- ara *
    p-.r q imi
    lida iilgr* a nuda


    -"Si^^B
    Diario de Pernambuco Sacado 22 de Outubro de 1870.
    V
    i ^
    Vean,
    ila Croi
    Vend-s bnr^'pirtn*1
    nolao boa, pelo iimimnt
    <1 les, a
    HA.tojadeiaiu
    trajusplada e
    nhm a
    da Cadeia n.
    Brics de Angola
    OS LTIMOS LEGITIMOS
    Vand-se em -a-* Je T\ Je&rie 4C, ruado
    Commercio n. 4fi
    Farelo a 3^500
    Vende-se fardo em saceos grandes a U'vn
    nos armueas de Tasso Irmaos & C
    do es do Apol>.
    na Praga
    BEoleque
    lla^norT mi ""W ommoleqnede
    12 a 15 annos, Re e .nteligen* que sirva Dan
    cnaJo, a traiama rjiaWow_n 19 .andr
    ATTENCAO
    Jos de Souza Soares & C.
    KUA DO BARM BA VITORIA ~
    . ( OUTR'RA -NOVA )
    7nfUVSr nia_Se met;Mn rPDozeado no qife Pode ha ver de mais helio e agradavcl em fa-
    nar, 1 para Sehoras art'gos de alta moda em Paris tanto para senhoras como
    para homens e meninos.
    .miuaea? afaCmadas> perfumaras especie?, variedade de lindos objectos para me-
    amos e bnnquedos para criancas.
    r GRANDE SORTIMENTO
    Continuamente recebido por todos os paquetos vindo da Europa aonde tem ha-
    bis correspondentes.
    Vende-se muito emeonto e manda-so pof em pregad-3 do <>staheleciment fazendas
    casa das Exms. familias afim de melhor escolherem o que desejarem.
    I.OIA
    ara
    MIVIDADES
    * Latham A C. : na ra da
    No arm.i7.em de Mili
    Cruz n. 38, vende-se :
    Lona larga de .10 nolegada.
    Dita estrella de 25 dir*.
    Sacros vasios para asquear.
    .aellins, silhdes e arrak
    vinto de Bordeaux fiaoem caisa.
    sabio ingles em caixa.
    Sabonetes dito dito.
    TRIU
    DO
    7 Ba doQueimado 7
    LOJA H0 PAPAGAIO
    OE FAZEKODS E ROUFS FEITS
    Kua da Imperatnz n.. 40, esquinado becco dos Ferreiros.
    DE
    . IMNffltt TifflllA BIS,
    dpst-n.1,1 9 ProPr,elar|o desie novo estabelecimento communica ao .respeitavel publico
    k m e e3PecialnQente as Exmss. familia que est liquidando por precos bara-
    3o re?,3S at,2as azendas que existiam necte estabelecimento, alm das abe abaixo
    iliTari i das> CHJ0S precos merecem toda a attencao do respeitavel publico que nSo
    ra ae com pequea quantia refazer-se de qualquer qualidade de fazendas que pre-
    reyme-se tambem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
    '.-
    refazer-se de qualquer qualidade de fazendas que pre-
    ^ h" wtesma loja tem feito sortimento de fazendas raoder-
    ba ato ni "Ua>a SOrt"""Se d,as d0 mais aPurad0 e escolilid gsl0 q^ vender mais
    udraio que qualquer outra loja.
    VNHO 80RDEAUX.
    Vende-se exeeente vinho Bordeaux em quar-
    tolas e metas qnartohs : no escriptono de Cunta
    Manta, ra do Mrquez re Olinda n. 40.
    Farelo
    4:200. *
    Saceos com 100 iibras de superior farelo
    dlo barato proco a cima indicado, na ra
    da .Madre de Dos n. 7
    e claras de 240 rs. o ce-
    de fazendas
    Vende-se superior farinha de mandioca em sac-
    ^s grandes : no eseriplorte de Antonio Luiz de
    Oiueira Azevedo 4C, ruada Ciuz
    meiro andar.
    n. 37, pri-
    M^Ier.d neiro P2TUaisi So so vende na raa di
    Madre de Dos d. 22, arraazera de Joo Martins de
    Bativ.
    fflilho.
    Vende-se em saceos grandes, desnperinr quali-
    dade e muilo now, por menos preco que em
    lattaar parte : na ra doVigario n 14, e
    tono de Jos Looe* G.
    outra
    escrip
    Jarretara de ferro
    rJK-^,6 ?, ;l ViiU em rasa d0i "Portado-
    res Shaw (f.wices & c, rna da Cruz n. 4.
    Vende Joaqkn Jos Hamos :
    n. 8. amiar
    P.5 ISA
    o
    E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sorlimento
    inas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
    Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
    Corgurao de seda branco para vestido.
    Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
    Ditas de la e seda, id- m idem.
    Ditas de crox, idem idem.
    Cortinados ricam-nte bordados para cama e janellas.
    Croxs para cadeiras e sofs.
    Vestidos de cambraia branca bordados.
    Popelines de lindos gostos.
    Las de diversas qoalidades, lindos gostos e modernas.
    Ricos b urnus para passeio, com (istias de setim.
    saludas de baile o que ha de mais rico.
    Cretones par* vestidos com lindos desenbos.
    Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
    Camisas bordadas muito finas para homens.
    D tas inglezas para homens e meninos.
    . a/.A, Jeroa,as.de linno, e um grande sortimento de roupasfeitas e de fazendas que
    flaraaenno mencionar.
    Luvas frescas de Jouvin
    ,,,, Sorlimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala,
    (randa eorttmento das acreditadas e verdadeiras
    Esteiras da India
    e o
    Algodaosinho com 18 jardas a 200 a
    Madapolo enfestado com 12 jardas a 3
    e3&>C0aj,eca. '
    Dito de |4 jardas a 55000 para cima.
    Atoalbados de linbo, e de algodo tran-
    cados, e adamascadus por ptecos commo-
    aos.
    Chitas escuras
    vado para cima.
    Cambraias de cores miudinbas a 2i0 rs.
    ocovado.
    Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
    IalSes de mussulina a 45 e 53000
    Guardanapos de linbo a 35500 a du-
    zta. ,
    ^Bramante de linho a 2^(500 e 3,5000 com
    10 palmos. ,
    Dilo de algodo a I 800 o metro.
    Meias para senhoras de 4;5000 a duzia
    para cima.
    Ditas para homens de 35000 a duzia
    psra cima.
    Ditas para meninos e meninas de todos
    ostamanhos.
    Colchas de fuslao branco de 3^200 para
    cima.
    CASA CAUVSAS a. lunm. --asu?-,-**>
    Boulevaid Sebastopol, fif PARS.
    NOVAS ESPECIALIDADES A. IHARINIER
    Apnscutadas i Acai:cu:a du Snencias e ao Instlo de Fraiifa,
    Sob forma ds Pjstli, devedida' e imimil para
    faser Je ninmeol ama soluccao
    Provcatin e caratia du L0LE3TIAS COtrAS.OSAS.
    ^JECCAO
    Na ra Ptreita do Itosario, sobrado n. 35 nn-
    meiro andar, tem capellas de saudade? de u'erDe-
    tua, de sempre-vive e de cravos, proprias para
    quem qnizer botar as catacumbas, j com as fita
    e os letreiros, ludo de posto e barato : quem
    qoizer deve vir comprar do dia 25 em diante Na
    mesma casa tm boquetes de flor de cera e pre-
    parara-so de era vos naturaes para qualquer offr-
    ta, bordam-sD as flas a onro, e deve a encommen-
    da ser feila tres das antes.
    do volara H un rclo;io, s-nindo de
    I II.TRO e SKKIXliA sem (
    graves Inconvenientes de frajilidade.
    ESTOJOS
    Com
    KfSSkJ de lame de um Porle-Jlocda
    COTE.XDO TODU miTAUEXTO.
    COLLTRIO Contra as affeccois das palpcbras,
    preparado sob a mesma forma.
    BARTHOLOMEO & C
    Depositarios geral para e BRASIL e PORTUGAL
    34, ra larga do Hosario. PERNAMBUCO.
    Potassa nova d2 Ilussia a 200 rs. a libra.
    Cal de Lisboa.
    Cera em velas.
    Dita em grume.
    Vinho do Porto superior engarrafado.
    Dito de dito bom dem.
    Dito mus -at?l de diversas marcas idem.
    Dito tinto Palmella superior idem.
    Dito dito Vermooira idem.
    Ditoditn lavradio idem.
    Dito branco Carcavellos idem.
    Dito dito Bueellos idem.
    Calileiras de ferro fundido para engenbos.
    No eseriptorio de Oliveira Filhos & C ao
    do Corpo Santo u. 19.
    'portas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, antiya\
    foja do Braga
    O abaixo assignado, dono deste antigo
    Ditas de cor de 3.-5000 para cima.
    Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
    Cobertores de la finos, a 80 e 10(5000.
    Ditos encarnados-a 44300.
    Ditos de algodo a 1#500.
    Cambraia tapada muito larga com pre-
    gas e bordado, propria para sa-as de senho-
    ras preco barato.
    Lazinbas Irences trancadas, com lislras
    largas proprias para saias de baixo, fazenda
    inteiramente nova a 590 rs. o covado,
    Cambraias brancas transparentes etapa-
    das de todas as qualidades e precos.
    Laazinhas tapadas e transparentes de
    muitas diversidades de cores de 320 rs.
    ocevado para cima.
    Alpacas isas e de furia cores a 500 rs.
    o covado.
    Cortes de percala de 2 saias a 40000.
    Ditos de organdy de dito dito a 80000.
    Cortes d? la da Escocia a 6)5000.
    Ditas em peca a ?00 rs. o covado.
    Chales de merino lisos a 20500.
    Ditos estampado* de 40500 para cima.
    Camisinhas de cambraia branca transpa-
    rente, bordadas com enfeites brancos e de
    cores a 30000.
    Brilhaniinas brancas de 500 rs. ocovado,
    Ditas de cores a 500 rs. o covado.
    Lencos de cambraia de linho, e de es-
    guio at o mais fino.
    Lencos eaioezes a 30500 a duzia.
    Ditos brancos de algodo a 20500, mu
    to linos.
    Fil [tranco o preto, liso e do salpico
    Cortes de cambraia, brancacom salpico de
    flor.
    Ditos de fil liso a 50000
    Tai latinas brancas, e de cores.
    Peitos de linho bordados e lisos de es-
    guia.
    Camisas bordadas finissimas, proprias
    para noivos com a competente grav..H.
    Punhos de lioho para humera a 10 o
    par.
    Colariubos de linho lisos e bordados.
    Grvalas prctase de cores, tamo em se-
    tim corno eiaseda, ha de todos os gostos e
    feitios.
    ROUPA FE1TA E POR MEDIDA NA LOJA
    DO PAPAGAIO.
    Sortimento r* roupas feitas de todas as
    qoaidades, e feitios, para precos cmo-
    dos, e quem comprar porco para negociar
    ter tira abatimeuto razoavel, grande sorti-
    mento de casenjras de cores com quadtos
    e listtas, casemras pretas, e pannos pretos,
    azues e cor de caf, brius brancos, pretos
    de cores e pardos, e manda-se fazer
    qualquer obra a vontade dos fregnezes,
    qoer para homens Cu meninos, e por me-
    nos preco que qualquer outra officiaa, e
    para issoa LOJA 00 PAPAGAIO acha-semu-
    nida de um bom mestre alfaiate para bem
    desempenhar qoalquer obra da sua arte,
    recahindo a responsabidade sobre o pro-
    prietario da loja.
    Dffi-se as amostras de todas as fazend
    a quem as exibir, ou mandam-se levar
    loscaixeiros.
    A loja do Papagaio acha-se aberta d
    horas da manha s 9 horas da nonte.]
    Francisco Teixeira Alendes.
    cmj
    leto sortimen* de hmge* ^BJ^SS^JrJ^L3SS^. -
    diversos pontos da Europa os melnores objectos de -- '" r bnscarem
    mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel
    sea estabelecimento dos fabricantes
    JtSsj^tsrs&t+i
    era ootra qualquer parte, nm sortimento completo de machinas pars descampar"il
    do bem conhecido fabricante Cottorr Gin A C. ditas "- .-=...-.--.-- rc-ar al?oda,
    ditos para fogo. moinhos pSra caf de todos os "tamanbos, da fabrica ioZfJffi^*?'
    largo
    a PEGHINCHA- I
    0 Boa? sed3s de coress a 10600 o
    <$ covado, lindos poilo de cbevres lar- 5
    W grs com list-as de seda a 500 reis
    JT o covado ; na loja das Collumnas,
    K ra l. oe Marco ( ortr'ora do &
    S Crespo) n. 13, de Antonio Correa
    de Vasconcellos. S
    E' BARATO
    Para acabar.
    . Ia.rJ?y\ana V2? rae,ro- mpias I" senhora
    ?t^4f*.anAa, J.6"^?8 branC0; abanhados a
    U60.2I 25,00e3000adozia, dit.s brancos
    de diversas qualidades e precos? bandejas chinezas,7aitre,Treu, barba^^enxofre *S
    .u "-'idonho nur"
    do iJraga.
    STiTffi de f^T'? se l0aria MWonho umer'-^'r^nha0'r?aa' Wre^T
    o, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja -1- u
    : -1
    liU
    mmmm innnii imm mmmm
    CASA CAUVIN A arimer
    Pharmaewutteo privilegiado
    aucceseor
    loulevard Sebastopol, BB. PARIg.
    NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
    Apresentadas a Academia de Sciencias e ao kstitau de Franca.
    lUjrnPn Sob iforma de PIla, devedidaedosead para fjser de
    IW tWlMU momento urna soluccJo PBEVEITIVA E CURATIVA das
    MOLESTIAS CONTAGIOSAS
    IIECM-PniLTRO
    Graves
    do volume de um relogio, servindo
    de 1'hiltro e Seringa sem os
    inconveaiente8 de fragihaade.
    escuras a 200, 210 e 260 rs. o covad setim tran-
    cado propno para vestido, fazeD-ia nova, a 800 rs.'
    ocovado alpacas de cores a 400 r.. o covado,
    cambraias brancas a 3*, 3*500, 4*500, H, &* e
    /#, Mirolao de lista proprio para rtrapa de escra-
    vos a 160 rs. e covado, cortes da laa com 14 eo-
    vados a 35, chales de merino estampados a 9*1(00:
    na ra do Uoque de Oaxias, antiga do Qnoirnado
    numero 29.
    ROMANA
    ?ente-se ntna bslanca remana com ponco no
    tendo os ppsos qoe Ihe ao nessarios : na roa de
    S Joaa-a 2.
    1 Acha-se abena de novo a padaria da rna da
    Conror lia o. II, bem montada com as melhnres
    larinhas da mtircado, tr&balbaado com tod e me-
    ra, ln palo qu-5 ns seiit priipriHi-
    rius r a todas as-familias para suprifem
    >e d" u, bolacha e massa- flias de ti da-
    **" '[oe prwistam f ervir a i. dos
    do-elh'r mo:k possivel, e cora inda a Adeuda I.-
    etoirri atN-timauto compteto de pao todas ai
    tsToe.
    --------Sr--------------------------------------
    vende-se o.m lerrenoJoaV morad.) cwn'oite
    mei-agas, teodo 120 palraft de frente e i.
    adadefcrrodaOiinda :.qam
    rmatt .;i!-..,...-1 na do Pires a. 33 om acta'
    ra nta qaen
    COLLYRIO
    BARTHOLOMEO & C
    Com a forma, e ^^fi'^rMIoti eo.teodo
    ESTOJOS
    Contra as affecQois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
    Depositarios geral para o BRASIL e PORTUGAL
    34, ra larga do Hosario. PEENAMBTJCO.
    mvii w. wma
    ENGENHEIRO
    Com fnndieao
    RA 00 BRUM 52
    Passando o chfariz.
    -om
    esnflrSL3rfo'r'ff cd0S Sr8' de eD^eDho Para eos acreditados marinismos
    especiahda^ para seus vapores que anda urna vez tem melhorado.
    *m do 0qi:^n7^l^[e e J funccionando-,he h5de fazer melhor a^
    tem oromSaWaSS rae"cionarl?ue tem feito urna reduc5ao em seus preces; e
    tem prompio toda a especie dt mtichimsmo e outros objectos para
    que
    a agricultura.
    PREMISA DESCOBERTA
    CHAS M %ll i^ || HOSAS
    Sival sem segundo,
    RA DUQUE DE CASIAS W. 49
    (Anpma do Ooeimado)
    Contina a vender tudo muito bom e
    muito barato a saber:
    Libras de areia preta muito boo. .
    Tesouras finas para unhas e coau-
    ra a....... 500
    Papis de agolhas francezas a ba-
    lo a. '........ 60
    Caixas com seis sabonetes de frota 10000
    Libras de la para bordar de todas
    as cores a....... 80000
    Carriteis de hnha Alexandre a. 100
    Frascos com azeite para machinas 500
    Grvalas de cores muito finas a 800
    Grozas de botes madepersla -
    nissimos a....... 500
    Novello de iinha de 400 jardas a. 60
    Caixas com 100 envelopes muito
    superiores a...... 600
    Pentes volteados para meninas a. 240
    Tntenos com tinta preta a 80 rs. o 100
    Pecas de fita elstica muito fina a 300
    Lata com superior banba a 100 e. 200
    Frascos de oleo Philocomo muito
    fino a......... 500
    Frascos de macaca perola a. 240
    Frascos de extracto muito benitos a 500
    Duzia de sabonetes muito finos a. 720
    Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
    Frasco com agna de colonia Piver a 500
    Dito de oleo babaza a..... 500
    Caixas de lamparnas a. 40
    Sabonetes a forma menino moito
    superiores a....... 240
    Lartilhas da dootrina fazenda nova a 400
    Libras de linha sortidas de todos os
    numeres a. ,..... 10800
    Capachos moito bonitos e grandes a 700
    Carriteis de retroz preto, com 2
    oitavas a........ 640
    Agulheiros de osso enfeitados a, 240
    Libra de linha franceza superior
    qualidade a....... 20420
    Caixas de palito do gaz a. 00
    Eival sem
    RoifcHate-rheumutico.
    Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
    tieas at hoje o mai.- conbecido pelos seos mara-
    vilhosos resoltados.
    XAROPE DE AGRIAO. um dos medicamen-
    tos qae sna efflcacia as enrermidades, tosse e
    sangoe pela bocea, bronenites, dores e fraquea
    no peito, escr.)boto e molestias de ligado, que me-
    lhor tem aprovado.
    ^UnnLfEpBuAlA^AMA* A,celebr8 raizlDuzia Qe agnlhVpm'ma'china" .'
    de marapnama, coja energa e efflcacia as para- r bras dfl %, franPP7, tortn,
    lysiss, intorpecimenio, etc. etc. moito se recom- P["os irancezes toaos
    menda.
    Todos esses preparados se encontram\na phar-
    macia e drogara de Bartbolomeu A C.,'nnico de-
    posito na roa larga do Rosario n. 34.
    segundo
    RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
    Estou disposto a continuar a vender toda
    as miudezas pelos baratsimos precos abai-
    xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
    cos admirados.
    120 Duzias de palitos seguranca a____
    Duzia de palitos segoranca caixa
    grande a...................
    Frascos com o leo baboza muito fino.
    Pacote com p.'.s de arroz o me-
    lhor que ha a...............
    Vavalbas muilo linas para fazer
    barba a.....................
    Caixa de linha bram do gaz a..
    Vara de franjas de lidho para toa-
    lhas .......................
    Caixas com pennas d'aco de t-erry
    superiores................
    Lencos da cassa braacos e pinta-
    dosa......................
    Caixas com 20 qoaderaos de papel
    pautado .......
    Caixas com 50 novellos de linha
    do gaz a....., .
    Duzias de meias croas superior
    qualidade a. -......
    Pecas de babadinhos com 10 va-
    ras a.........
    Pecas de tiras bordadascom 12
    metros cada poca a 10500 e.
    Pecas de fitas para cs de qoal-
    quer largura com 10 varas a.
    Escovas para unbas fazenda fina a
    Ditas para dentes a 240, 320,
    400 rs. e......, .
    Pecas de tranca lisas, brancas e
    de cores a.......
    Duzia de linha frxa para borda-
    dos a 400 rs. e.....
    Pares de meias croas para ma '
    nos diversos tamanbos a. v .
    Duzias de meias brancas moito
    finas para senhora a. .
    Pares de sapatos de tranca do
    Porto........
    Pares de sapatos de tapete a. .
    Duzias de baralhos para vultarete
    Sylabarios portuguezes a. .
    Cartdes com colxetes carreras a
    Abotoaduras para collete diversas
    qoalidades.......
    Caixas com penna de ac muito
    boa de 320 a......
    Caixas com superiores brelas a.
    GALLO, VIGILANTE
    Rna d* Crespo a. 1
    Os propnettrios deste bem eoeiv
    cimente, alm dos ir.uifa* objectox >
    posto a apreciacao do r^
    daram vir e acabam
    da Europa nm
    finas e mni decada es;*cHtta4aa, ja ^uu
    tao resolvidos a vci tfataaoa
    por precos muito baratinhns e coman tse t
    des, com tanto que o Galla...
    Muito superiores Invas de peluca, pretos, I
    cas o de mui lindas dras.
    Mu boas e bonitas golnbas e pnoia
    ahora, neste genero o que lu do iu* 1__
    Superiores pentes de tartaruga para eoqnaa.
    Lindos e riquissimos enfeiles para cabecaa da
    Exmas. senhoras.
    Superiores trancas pretas e de cures coa vir*-
    Inos e sem elles; esta fazenda o qoe poda kamv
    de melhor e mais bonito.
    Superiores e bonitos leqnes de madiepfrar-
    marfiin, sndalo e osso, seno aqnc,i anac'
    com lindos desenhos, e estes pr.
    Muito superiores meias fin de Escocia para la-
    nhoras, as quaes sempre se vendoram por 30*OTr>
    a duzia, entreunto que nos ?* veni!,
    aiern destas, temos tambem grande sortees! oe
    outras qualidades, entre as quacs alcumas
    Anas.
    Boas bengalas de nparitt ca.ua da ati*
    eastao de marfini com Imdat e nH-antadoras ;
    ras do mesmo, m-st-i gnu-n meter n
    pode desejar ; 1 amliew eraate
    Saanlidade do ontras qoalidacs, como seiam,-
    eira, Lalcia, osso, bcrraefca, r.ir. me te.
    fIdos, bonitos e airosos ;. ,- : aiios da cadeia
    de outras qoalid
    Lindas e su[eriores ligas de seda e bonacca
    para segurar as mate
    Boas meias as de 1 a 12 aSBOl do id
    Navalhas cabo de marino o kirtarnpa ;
    barba ; sao muito Loas.e do mais a mais ao
    rantidas pelo fabricante, e nos por ;. 1.2
    bem asseguranNs sua qualiJade e delicadeza,
    Lindas e bellas capeas para iwiva.
    Superiores agulhas para mcate e para erex.
    Linha muito boa de peso, frooxa, para eaefcer
    labyrintlio.
    Bons baralho? de cartas para voitaree, aate
    como os tentos para o mesmo lim.
    Grande e variado Mftemtta das melhor^
    .fumarias e dos melnores e mais conSMcMos acr-
    fumistas.
    cciares de non;;.
    Elctricos magnticos contra .-.< coavalsBe,
    farilitam a dentijao dwteaamMm atesta
    mos desde mui-o recele.:
    collares, e ci r.tinaamo a reccbe-los pt.r toteas
    vapore.-. auncj 1;
    tfimn lo, assim pois poder! a'
    '. virao deposito do ;.
    W1": '" iteMb deste varta-
    dmros .! % atteadendo-se aolm
    fe?n'-' -nderik com su t-
    diminnto Inc
    . !!, < que ilniinm
    amarados, -. n tih 1 lirmr
    compmr p. ;., .. .-i* i loja 4o galrf
    vigilan..', i-i .. .. >. 7
    120
    320
    320
    320
    10000
    500
    160
    800
    100
    700
    400
    30000
    500
    20000
    500
    500
    500
    40
    500
    320
    40500
    20000
    105OC
    30000
    400
    20
    400
    50C
    40
    20000
    Nee plus ultra
    Tirando immediatamente tod s as cas pas e coceiras dos cabellos.
    ^ma, Dep< sito
    Iftnente em casa do autor, Aadr Dte,-, be.leire.ro de Paris.
    ua 1 de MarQo (antiga Crepo) n, 7 A l9 andar
    RAPE.
    Paulo Cordero
    Vende-se rap Paulo Cordeiro floo viajado, em
    latns. mpio grosso e vinagrinho ; no deposito da
    raa do Vigano b, ti. t*andar.
    Grande pechincha.
    Ricos cortes de eambrala bordados com 10 varas
    a 7#, alpacas e lias de cores 400 e WO n. o
    19, loja dotmte. Pcmte a c __________
    l'O de ricino
    Vende se oleo de ricino: na roa da Cadeia-ve-
    loa do flecie n. i, andar.
    os tamanhos a...... 240
    Pacote d papel com 20 quader-
    nos ............ 400
    Re; ma de papel pautado superior 40000
    Resma de papel liso moito supe-
    rior a .......... ; 30600
    Ca niva de Lisboa
    Chenada ltimamente pelo patacho Principio;
    vendem Cunba frmaos A G., a ra da Madre d
    Dos n 34.
    E$panadores de palha
    Sap^-rinre- t ijnno : na rna do Crespo n. 15
    Fo iinhas para 1871
    Folhiohas de Pernambuco, anecdoca e religiosa
    -IrtWimft*do Ri0 de Jane,ro' LMakwi. 6ma-
    A Imnale Loso Brasileiro If.
    Polhlnhis de porta 100 rs.
    UVRARIA FRANCESA,
    n|4fl issiLiii
    Novo e variado lOftiiMBip totmkmmu
    finas, ecuros obiec
    Aem do completo sortnaeat de psr;
    marias, de qne effectivamente est proviri-
    !oja do Cordeiro ^evidente, efli
    receber um outro sortimeo.,- <,
    aotavel pela v.rriedadft de objec o, s in
    dade, qualidades ecor,
    eos; assim,poi8,oCordeiru?r:.; -
    e espera continuar a merecer a
    do respeitavel publico em geral
    boa freguezia em partieslar, d
    lando oiin 4$ sua bem eaaeim
    3 bartese* f^-JX d;2 1
    Jpreciadoiw o bem:
    Agua divina de E. Couchv-
    Dita verdadeira de Mnrray Laminan.
    Dita de Cologne ingleza, ameriecna, frr.
    ceza, todas dos memores emajaac!
    fabricantes.
    Dita de flor de larangoiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toei.
    Elixir odontalgico para coasrvaco
    isseio da bocea.
    Cosmetiques de superior quaiidade e th^
    ros agradaveis.
    Copos e latas, maiores e menores, M
    pomada fina para cabeiio.
    Frascos com dita japoneza, transparea
    a outras qualidades.
    .Finos-extractos inglezes, americano
    irancezes em frascos simples e cafeiadi
    Essencia imperial do fino e agrada val u.
    ro de violeta.
    Outras concentradas e de ebeiroa ic
    mente finas e agradaveis.
    Oleo philocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qoa.da
    com escolhidos cheiros, em frasees dodi.
    rentes tamanhos.
    Sabonetes em barras, maiores e teir
    para mos.
    Ditos transparentes, redondos e am fi:
    ras de meninos.
    Ditos muito finos em caixinha para bart
    Caixinhas com bonitos sabonetes imitara
    fructas.
    Ditas de madeira invernisada centcodo f
    as perfumarias, muito proprias para re
    lentes.
    Ditas de papelio igualmente bonitas, tav
    bem de perfumarias finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, e
    moldes novos e elegantes, com p de arre
    e noneca.
    Opiata inglesa e franceza para
    Pos de camphora e outras
    qualidades tambem para dentes.
    Tnico oriental de Kemp.
    Alada saals corroes.
    Um outro sortimento de coques
    vos e bonitos moldes com filis de vi
    e alguna d'elles ornados de loria
    esto todos expostos apreaaclo de
    os pretenda comprar.
    GOLL1NHAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obras de muito gosto e petMeSo.
    FiTellas e flfas para aiteui
    Bello e variado sortimento ds lies obt*>
    tos, ficando a boa escoma ao gosto teosa,
    prador.
    -86M6H88ti38i
    JoaquimllodrjyuesTa- j
    vare^ de Mello,
    TEM PARA YKNOfea
    em sea eseriptorio, praca ao Corpo Baste ji
    n. 17 :
    Fumo em folba
    de e i' qualidade, e
    fardos a vontade dos
    Cal de
    ultima ebegada.
    Potassadalttsk
    Fariaka de asdlsus.
    Vinho Bordeaux.
    I* quaHdade. Todo a vend n
    do qoe cm oaar aatejnar p.
    atL-
    Li
    Vende seum
    Irna de S. G-mcalo
    Qaeimado o. 4, toja de
    a ras



    A'
    8
    Diario de Pernambuco Sabbado 22 de Oulubro de 1870
    YARIEDDE
    - paz lurarionra
    I
    Rasteu um mez para ven:er o evr.ito
    imperial, c para precipitar n'um *iysmo
    de singue e de lama o segundo imperto.
    edificado a'uma n ito de violencia, e qne o
    crirae de nns, o ranl de outros, maniive-
    jico, essa guerra t|0 breve, e todava Do
    rivel e to destruidora, dada nao Ecabou
    rain dnraute vinte anuos. A gaerra que
    acaba de desealacar-sa por ura
    1rag
    terri
    oicia'mente. .
    Strasburgo e Meta c niinuam nstmqo.
    0 exercilo 9 principo real da Prussia con-
    tinua a sua marcha sobre Par-. Mi- todos
    anceiain pea paz; anhel;-se pelo momento
    em que a Allemanba e a Franca, pondo ter-
    mo a urna lula sanguinolenta, rostituam as
    uas populagoL-s aos trabdhos reparadores
    e vilisadores que a guerra paralisou.
    Ahora dirotcrveneo das potencias oeu-
    traes soon aiflaa, ou pelo menos aproxima-
    se. N3o s aos governos dos estados qie
    ficaram alheios ao conflicto pertence tentar
    um esforco enrgico para lavaros dois bel-
    gc-ranles a deporem as armas, mas lam-
    ben opiniao bblica compete elevar a sua
    voz, por muito lempo dominada pe iroar
    la artilhaiia. Compete a imprensa, ech
    da opiniao publica, reclamara paz no inte
    res se da Europa e do mundo, no interesse
    dos propros belligerantes.
    Vamos usar desse direito e desempenbar-
    nos desse dever, resolvidos a dizer a *er-
    dade tanto aos vencedores cuino aos venJi
    dos. mas sem nos illudirmos acerca do al-
    cance das noseas paiavras. Por muito sen-
    sata que seja a nossa linguagem, por muito
    rasoaveis que sejam os nossos conselhos,
    para receiar que os belligerantes os na at-
    tendam. As pa'xes que a guerra nlam-
    mou altingiram um tal grao de exaltacjto,
    que a equidade e a razo nao pdetn ter
    grandes esperanzas de acalmar por urna
    parte o delirio da victoria, pela outra parte
    o delirio da derrota.
    A Allemanba, orgulbosa por rnn xito que
    foi alm do que esperava, est dominada
    pela embriaguez do triutnpbo. Diflicil ibe
    ser justa.
    A Franca, mais desculpavel ainda, nSo
    aprecia as necesidades da sua situacao. S
    v a desgraca que a fere. irritam-n'a c as
    bumilhacoes a que obrigou um governo
    amaldigoado, cojos erros ella lem de ex-
    piar.
    - Nestas condices fcil de conceber que
    ds dois belligerantes estejaai igualmente
    pouco dispostos a dar ouvidos" verdade.
    Seja como for, pensamos que mister di-
    zel-a. .
    J dissemos, nao s depjis de ameacaila
    a luta, mas antes de declarada a guerra, que
    a Prussia fra provocada. Maldiremos esta
    guerra nao s porque foi mal escolhida ao
    occasio, seno porque era urna guerra im-
    pa, porque trazia s mos e condemnava
    a odios ligadaes, dois povos feitos para se
    amarcm, para se desaliarem s nos campos
    das scieact3?. das artes, da industria e do
    commercio. para disputarem a preponde-
    rancia nos trnelos do trabalho. Nao fui a
    Prussia que provocou a Franca. Foi o go-
    verno impenal, que movido por um tote-
    resse nao francez e nacional, se nao exclusi-
    vamente dynastico, quiz a guerra todo o
    costo, porqutj se lisonjeava de rebaver o
    poder absoluto, abatendo o rival que acaba
    de o esmagar.
    Esta provocaco grangeou Prussia, in-
    justamente atacada, um alliado, cujo con-
    curso faltara a Franca serva, mas que a
    Franca livre e restituida a si propria. ha de
    liaver'referimo-nos ao impulso nacional, a
    essa chamma patritica qoe se aleiou em
    todas as almas, e que, mais que todas as
    constituic-oes e todos os tratados, mais que
    o ferro e c sangue de 1806, firmou a mu-
    dada da Allemanba, e atou para sempre os
    lagos da grande patria allemia.
    O imperio ameacava a Prussia, e a Alle-
    manba quo venceu. A victoria custou.-lhe
    enormes sacrificios, de que pede repara-
    cao.
    Nao contente de ter repellida a aggressao
    de hontem quer obstar aggressao de ama-
    nha; quer celebrar urna paz duradouia. E'
    justo, e a Europa ioteira est interessada
    em que logre este proposito.
    Mas qual a medida da jastica ? Quaes
    as condices para que a paz seja duradoura,
    como lodos querem ?
    Se se tem em conta o pensar quasi una-
    Lime da imprensa allema, a paz que nao
    >e biseasse n'um argumento de territorio,
    em pViiveilo da Allemaoaa, e em detrimen-
    to da Frnua. seria um logro, urna garan-
    ta Ilusoria de futura segaranca. Sao es-
    tas as exageraces, ,-rs aberraeSes, que se
    explicain. sem se justificaren), pela embria-
    goez da victoria. Ji protestamos contra
    ha Temerosos artgos de jornaes e as re-
    soiucois solemnes de muitas associnces
    poltica* c parUcoiares.
    Nf insistimos no nosso protesto, ao
    qual por ecri<. se assoeiaria a Allemanba, se
    se tratasse dVIla, e se estivera de ani-
    mo quieto e tranquillo.
    O desmmbramelo da Franca seria
    urna injofetica n um grande erro.
    Urna injusti(:a, dizemos, i nao queiram
    coatradizer-nes allegando croe o imperio
    apos-
    Em
    vencedor nao tarta eecrnpafas de se
    aar da margena esquerd* do Rueo
    primeiro lugar, ]\t se nao trata do ms-perio;
    est mais que vencido, morreo, e pode
    acroditar-se qoe a franca, duas vezo vic-
    tima d'el'e. est par; sempre surada d'easa
    enfermidadn inconstitaicional.
    Depois, o que significa essa theoria das
    represalias de povii a povo, esta applio
    (.i) da lei do taliiio poltica f Querieis
    iMiibar-me. ronbo-vos eu. Qual o valor
    de taes raciocinios? S; oimueno vencedor
    quizera arrancar Allemanba as provincias
    rbenaites, cojo patriotismo o csseucialmen-
    te allemioacaoara de o demonstrar por
    um modo" beta esplendidoteamos com a
    maior se,veridade condomnado essa anne-
    xacSo, esse rapto. Sempre q^io t5o d'plo-
    ravel pensamsnio se manifestou em tran-
    ca. cnodea>nmo-ia no nteresse da paa, e,
    sobre ludo, em nomi da justica e dos di-
    reito*. Insp rados pelos mesmos principios
    podemos pois boje censurar todo o proje-
    lo de anaexaclo em sentido inverso, e con-
    demoar com ^ nwsma energa qnalqoar
    uensamento de restringir o territorio fraa-
    cez.
    Censuramo-lo em nome do espirito mo-
    derno, porque se. o esparito moderno lo-
    giou alguma conquista, decreto a nega-
    (;5o do espirito de conquista. Porventara ;y
    nossa simpleza provocar o riso de ceno*
    pbilosopnos alleinaes-, os qdaes, depois das
    Ser esta o aesompto de outro artigo.
    II
    Pode considerar-se urna dimiQuico do
    territorio fraocez como garaoiia de sega-
    ranea para a Allemanba, como um penbor
    de estabilidade para a1 paz f Responde a
    isto a imprensa allemS. Estamos parsuadi
    esta opiniao, que se alTirma na Allemanba dos ds que essa solo$io, clwmada padflca,
    seria s o preludio da novas guerras, ais
    terriveis ainda que a guerra actual, e to
    funestas talvez para a potencia ailem3 como
    esta foi fatal i potencia fraoce. ,
    Ha sem duvida alguma. temeridade em
    fallar urna liogoagem d'esta ao povo, que
    acaba de conquistara admirado do mundo
    pela sua bravura, pela superioridade da
    sua organisac3o militar, pela rapidez fulmi-
    nante das suas victorias, que dev menos
    ao numero dos seos soldados que sua io-
    domavel energa, sua intelligaocia lbil-
    mente disciplinada, i unanimJ asprraces nacionaes ffsua conanrj na sci-
    encrai e a decalo irniaediata e segura dos
    seus ebefes.
    Que um tai povo tenha na sua- br?
    e no seu ftituro, nada mais natural e mai3
    legitimo. Mas a bistori3 Jen conlrovers as
    sengulam, e se gosta de repetirse, df'lhe
    s vezes a phantasia para se contradizer.
    Quando o grande Frederico i espedajou
    em Rosbwb as tropas do ronrecbal d Estrs
    e expoz mofa da Europa o presgb secu-
    lar das arraas rancezas, a Prussia imaginou
    que vencer a Frasca, e qae o Oeus dbs
    batalbas, es'w deus qu& se ri dos seu-; m;MS
    ferventes adoradores, a liaba abandonado
    para sempre. A Prussia- de I806;?gou car
    essa illuso. Sena fra desflora de Ros-
    bacb. Tocou ento a voz Franp de se
    seda concidadSos essa lioislfa paixSo da
    vingaoca. que, ddranle anavs-. ser o prin-
    cipio tisencial da edocafJo dos francezes.
    Famoso resultado para a c)lisac8o I
    E como a propria Alhtoanba podar fe-
    licilar-se por ter condemoado o seu inimigo
    vencido a esgotar al ao fia o cali da ver-
    goDha, por ter inspirado a um povo visinbo
    urna raiva desesperada, anda que essa raiva
    tenha de fervor muito lempo as alma sem
    as f'Zer rebentar f
    Esperar-se-b viota anuo, cincoenla
    annos, sendo preciso; mas da 'ir em que
    a tempestada se deseocadearj (te novo so-
    bre afrontewa franco-prnssiana, com tanta
    nwis violencia quanto acolara de jx>v) fran*
    cz l>nmilhado, mais teispo estiver contida.
    Q'uem pode prever o resoltado de uraa luta
    assmj travad v Acreditare que a perda de
    dua* prov.ncias e dous nwnes de habitan-
    tes seja para a Franca orno tal dmtioico
    que d%bi resulto irremediavel enfraqoeci-
    menl',- e que n"n> possa nunca recuperar
    forga bastante para se levantar? Ha a!gum
    espirito- sensato qoe possa seria-mente inn-
    giaar linba dos Vosges co barreira ro-
    vencivrf ?
    A Franca imperiai nao s-ube defender
    os Vosgaa- contra a Aremaoha.
    Queco-ousaria affirmar que a-AHemaha
    em segofa i mpoTtanc' actual do* elemen-
    to allemio as provincia* russas vteinas
    do seu imperio.
    A paz duradoura n5o est ah, como- SO
    est a razao, a justica e a bumanidade.
    Essa paz, a que toda a gente aspira, est
    no esquecimento dos odios, na fusao dos
    interesses, aa malidade cordial dos dous
    grandes povos de que um usnrpador fez,
    dous inrmigos.
    Est no desarmanaento desses dous ri-
    vaes, se todava esso voto da civllisac3o e
    da democracia nao decididamente uraa
    chimera irrea isavel no nosso ve|bo slo da
    Europa infestado da recordace3 sangrentas
    e de germen de guerra. Mas qoanlo nao
    seria mais chimerico esse sonho umanila-
    rio, se. par* dar mais exienso grande
    parte allem,. se loe incorporasse urna Ir-
    landa, se o vencedor de boje nfligisse ao
    vencido urna IfombacSo, que provocara
    nova represaFra, um desses estragos que
    um podo viril e aliivo alo onserva por
    minio lempo no- corado PSu se deveria
    ento- cuidar no desarrowmento, mas resag-
    nar-se- ao armamento perpetuo dw duas na-
    Ces."
    Por eonseguinter, sob-joalquer ponto de
    vista em'que nos collocarmos, que se julgue
    rnais partlcolarmeiKe dos principio de jus-
    contrarfe entre as; doas aacoaa av bo 9r
    estima reciproca qne nada- posta alterar e
    que estmala a ana emnla? naa Ia4aa e-
    enndas dolrabalho.
    A paz humilbaate, a F/aoca irrUada,
    creando emsegredo projectos de
    contra a Allemanba sempre esperte]
    la, a espera de ama nova aggrestfo.
    A paz honrosa a Allemanba,
    dos seos destinos-, retomando,
    das represalias, a sna obra liaerai,
    rompida pelas viciaras dos seos exertoa:
    a Allemanba una, grande e forte, e'fcce
    da Franca livre, peraeguindo sem preoee-
    pac' de guerra a sua obra democratiza, as
    duas separadla por ama barreira caora.
    mais solida que a linba dos Vosges, a oo
    entretanto unidas pela rommuaidade do aa:
    a dviliaaelo-.
    estar sempre prvenda para defender essa Jica e de-hnroanidade, do direito d_pupn-
    sesbora de
    juagar iuvenciwi, e sena fallar de epzig e-leie e as ueceaaMadea c
    do Warterloo. onde o pficoeiro imperio foi j'preciso fazer-para cor.
    vencido pela Europa cnUipada, as-l>wlbasjiesbofetear o- adversario que se aoab de
    fronteira oonlra a Franca, sesbora de si
    mesma, esclarecida pe s suas derrotas,
    ciosa de ae-reparar, e amparada por um
    ardente dtesej') de vir.gar as aSrontas do
    passado ?
    Soffoiar as pixes ir>tvas no-seo nas-
    clnaento, encadoar o odio pe a generoeidade
    e pela juslica'tanlo quant-) o permuten as
    da guerra, ei o que
    oatatidar a paz, e nao
    do mez passado, que apagaran* as recor-
    daces d'lena, e das quae* a P/uss* lem
    o direito de reivindicar a lonra para ella s
    eseos alhados s^emes, HWtraram to governo e povos fazer-mal era co*side-
    rar a forya comeo sea Hrice refugia*; e em
    contar com a constancia da victoria
    Av goerra actaal po para a Bnnssia
    como pva a Franca um ejemplo das-con-
    troversias da bisaoa e dos-desmentidas que
    victorias das suas armas, nao conhecem ou- el a se eompraz
    era infligir.

    FOLHETIIHI
    \ \\\\ D1F1IS DE Mfl!lT;l
    POR
    Xavier de Montpin.
    PlHTE TERCEIRA.
    A GONDISSA E RAHOM
    (Gonlinoac5o do n. 239;
    .lula e J9aln(-Haixent.
    O marquez e Saint-Maixent, Deus lou-
    vado, era urna excepeo monstruosa, at
    nos annaes do crime. Os malvados da sua
    especie tem sido e sero raros.
    Nao obstante isto, fajaramos a yerdade
    se affirmassemos que no peito d'aqaelle
    homem (n5o nos atrevemos a dtzer no seu
    corac5o), nao bavia logar para nenhum sen
    timento humano.
    O nosso here lembrava se de Julia com
    certo prazer, e at se sentia um tanto gra-
    to aquella bonita rapariga, que o salvara
    com tamanha generosidade; nao suspeitava,
    porm, de modo algom que ella tivesse po-
    dido tomar por paiavras de amor as suas
    expresses de vulgar galantera, e, quanto
    ao juramento de a tornar a ver, esquecera-
    se d'elle completamente.
    Quando o tio Guilberme atroava os ares
    gritando : Jolia I Julia I vem c depressa;
    olha que o senbor marquez de Saint-Maixent
    faz a honra de perguntar por ti 1tinha
    a mocoila volvido si, depois de um
    desmaio de duas boras qnasi; estava, po-
    rm, to fraquinha, que mal teve forcas
    para se levantar e assealar-se na borda da
    cama.
    A voz do pai que a reaniraoo, galva-
    nsaodo a, por assim dizer. Sentio-se mal.
    forte u"o que honca, e disse entre si :
    Est micha espera 1 Quer ver-me I
    Al) I quanto son feliz t <
    0 tio Guilherme centmnava a chamar coto
    tro direito seno o da forfa; mas as nao
    podemos admittir. qoe urna naco victorio-
    sa, por legitima e completa que se>a a sua
    victoria, tenha o direito de trata? a sen
    sabor as populaces em que se esiabele:e-
    ram os seus exerctosr o direito de se apro-
    priar d'ellas sem attender aos seus dese-
    jos. o direito de as dor a este ou quelle
    estado, seraethanca de um rebanho, que
    vai para um ou outro estabulo.
    Se a conquista chegasse s trra, v l !
    .Mas nao se annexa nma provincia s-;m a
    popolav'ao que vive n'ella, que a enriquece;
    e esta populado, qoaado sobretudo e es-
    iranba guerra e s suas consequencias,
    nao merece aer assioiiJhada a um vil reba
    uho mudando de proprietaro, pov-que o
    seu primeiro dono perdeu a causa.
    Ha aoimai que nma questaode direito,
    ha urna questo de dignidade humana: E
    nao este um argumento de occasio um
    principio superior, immutavel, ao qual te-
    mos sido invariavelraente fiis, qoe n<
    uppuzemos aos ambiciosos intuitos da de-
    lirante ambco boti3partista, que procla-
    maramos em fac9 dos exercitos francezes
    victoriosos, e que temos o direito e o dever
    de sustentar contra os appetites que a vic-
    toria agucou na Allemanba.
    A propria iinprensa allem comprehende
    tanto a iniquidade de taes represalias, co-
    nhece tanto que a idea de coaquista an-
    tiptica ao genio moderno e inconciliavel
    com o respeilo dignidade humana, que
    sahindo do terreno do<. principios e do di-
    reito absoluto, c-lloca-se nicamente no
    terreno da poltica pratica. Raciocina de
    ficto, e procura demonstrar que a passe da
    linba dos Vosges, a annexaco da Alsacia e
    mesmo de urna parte da Lorena, seno de
    toda a Lorena, sao para a Ailemanba garan-
    tas striclamente necesarias para a sua
    segurauca, e uara a Europa as nicas con-
    dices sobre que possa assentar a paz com
    bases solidas e duradouras.
    Nao nos ser diflicil mostrar que estas
    consideraces utilitarias nao sao mais a-
    voraveis tuese allem, que as considera-
    res di pratica e de equidade, e que, Ion-
    ge do afliangar a sua tran^uillidade ea do
    mundo, a Allemanba expor-se-bia, abusan-
    do da sua victoria, a peroetuas inquieta-
    roes, deixando no solo europeu as semen-
    tes de guerra que, cedo ou tarde, infalli-
    velmeute germinariam.
    toda a forga. Julia abri a porta do quarto
    e respondeu :
    J vou, pai, j vou...
    E principiou a descer a escada; no meio,
    porm, encontrou o pobre homem, que todo
    offegante, suffocado, parando cada pala-
    vra para tomar alent, comecou a dizer :
    Despacha-te, mulher !... Para que
    diabo ests t sempre encafuada no quarto?
    Nao facas esperar o senbor marquez. Ah I
    aquillo sim, que um Gdalgo s direitas :
    Muito o calumoiaram C pela minha par
    te, gragas Deus, nao tenho de que me
    arrepender. Fui sempre da opoio do re.
    O senbor marquez um modelo de honra,
    de cavalheirismo, de nobreza, e de todas
    as virtudes..... "Viva o senhor marquez !..
    L o tal Dionisio, nem elle sabe o que diz:
    homem honrado, isso mas cabegudo
    que ate melte zanga !... O senhor mar-
    quez deseja proteger-nos 1 Estou louco
    de alegra!.. D-me vontade de trocar
    a nossa taboleta por outra que diga: as
    ARMAS 0E SAINT-MAIXENT I Heim ? Que
    te parece ? O senhor marquez lembra-se
    de ti... parece que te aprecia muito...
    quiz saber se j tinhas casado... Ah se
    todos os fldalgos fossem como elle por mui-
    to feliz se poda dar o povo I.. Mas que
    fazes t ah de bocea aberta, em vez de j
    teres ido apresentar os teus respeitos ao
    senhor marquez ?
    Se o pai nao me dexa passar 1 vol-
    vea Julia com suavidade.
    verdade... Vamos, desee depres-
    sa I...
    O tio Guilberme arredouse para deixar
    passar sua filha, e foi logo atraz d'ella gri-
    tando muito, para o ouvirem na sala baixa :
    Eila ah vai, senhor marquez, ella ah
    vai toda confusa e muito ufana pela honra
    que o senhor marqaez se digna de lhe con-
    ceder !
    Julia, paluda como om cadver, _e sem
    forgas, agora que ebegava realisago dos
    sena sonhos, mas amparada por essa exci-
    tago nervosa que s vezes at denuociam
    A Alternanoa est victoriosa. Est* certa
    de o ser sempre-?' Pode acreditar qe a
    Franga, cojo herc&me foi paralysado- por
    vinte annos pelos rebaixamentos a cm-re-
    gimen de oppressj, de coreupeo e da ite-
    lapidaeo, nao se levantar mais dos-seas
    destroc*, e que n encontrar ma a
    energa necessaria para tonar a desforra ?
    Essa desforra 6-preciso evita-la, toma-la
    impossive).
    Tal -ao mesmo Sempo o ponto de par-
    tida e o alvo dafr competios alleraes.
    Mas, como que nft se w; seb pretexto
    de a tornar impossivel, que oasrigaranime-
    cessaria e fatalmente a Franca- a procurar
    essa-desforra, se i!i tirasseaparte do-seu
    territorio ?
    Suma guerra de ragas, urna guerra im-
    placavel, cujo germen ficar- no mondo,
    longe de o dotar des beneficios da paz. Essa
    pasi bamilhante e vergonhosa para ella,.a
    Franga-acabar taivez por ter qne a soSfer,
    se o governo imperial desorgaoisou as-suas
    forjas a ponto de lhe ser impossivel, qcanto
    ao presente, resisr invasao, mas el!a- s
    a supportar com a vontade de a despeda-
    gar na primeira occasio favoravel, com a
    firme esperanga de tirar vganca.
    & preciso coahecer muito mal o'caracter
    francez para imaginar que se-resignariacom
    samilbaote humi!iaac-ao.
    preciso ter urna idea completamente
    falsa dos recursos moraes e materiaes da
    derribar, e roa-bar-1he uaw parte des seos
    baa urna parte da su* lwnra.
    Emp imtiro logar, pwiBtttendo reitita-
    ir Alsacia o- Lorena o sou carater al-
    Itmo de oiur'ora reconlece-se implicta-
    nieoa que s?> boje fraoOMas. Ha mais de
    rSous seculos qae o sao. e quanto preciso
    qje a semetoaega seja orapleta para qoe,
    darene os viata ulimos annos de compres
    sao imperial ellas n5o tentassem nem^uma
    uaic* vei relatar os lagos opa n'outro tenapo
    as ligavam Allemanba \
    NSo haveri algum pergo para a Europa
    e para a proprhj-Alleman^a-iem que a theo-
    ria das reven icagoes histricas fosse appi-
    cada em todo o -sea rigor. Se a Allemanba
    se jalga com direito de reintegrar no sea
    territorio a AJ9acia e a Lorena que dtolle
    fizaran parte fea ttgOOM doaeaMo* anoos, qoe
    far dos polaco3~ da provincia de P>sen?
    Nao os conservara de certo, porque ella
    era sempre os tem contado no numero
    dee-seos sobJtos e a divieSo da Polonia
    eatre a Austria,.aRussia e-a Prussia -mai
    resentido quo-a- conquista da Alsacia^peta
    Franga. Ir destoaer essa<--dvsao ?
    TiemJararemcs ;i Ailemar.Jw que ela sem-
    pre se dea per nma forga essenciaJmente
    defensiva? Os se$ bornee* d'estado garen
    particoiar importancia a qe essa epinio
    foi- acreditada, na Europa, impotente para a
    aggressao, fc para a Jefensiva, assim
    que defemam a.AHemanba. Os acontecmen-
    tos qa>e acabara de se reataar provaras> qa>e
    a Allemanba a-organisada^ segundo a ex-
    pressio do ftbaoeeller federal, bastante
    foite e bem, coostitoida para se defender
    atacando quem quer qce a ameac9. Nada
    mais ligitimo do que a agresso quando
    essa em forma da defensa. Mas nao suc-
    ceder o meste com urna aggresslo per-
    manente corno a annexaco de duas provin-
    cias francezas ? A Allenaanha na Alsacia e
    na Lorena, nao sera a defensa da Alloma -
    laees. d& censideraj5es btnricas,da ex-
    periencia, dos fados ou dos interesse* com-
    prometlidos n conflicto.- v-se que a Euro-
    pa tem todo perder -n'um desmemra-
    raento da Fwra, e q>e a Aiemanba nada
    tena a ganfcar, nada mais do qne nma es-
    tfotaba satiBigo de amor proprij, bem
    mesqninha para o seu orgnlho. Isto 60-
    fes*a o rei dfei Prussia, escreveodo rainna
    Aogasta. dfrpeis da capituhgo de Sedan e
    da rendigo do imperador, qi eno poda
    esperar sob o seo remado/ noin de orna
    aada
    TORS,Como sabido o 3r. Cr
    eox. membrn do governo da deen nacio-
    nal. foi residir em Toots para, no caso de
    sitio de Pars; poder litar as orden preci-
    sas nos pontos do sal da Franca n oce*-
    Dadoa pelos prussano5.
    i ; ilecreto que concede esta antorsbeio
    concebido cenes termos :
    O governo da defeza nacional cotiiMa
    randa que c ir,djspeaaavel do caso da rnn-
    so io Paris, que o goverao conserve
    sua completa Imerdade daclo para arga-
    ssar a defeza nos departamentos, a wa-
    ter a administracSb ; decreta:
    > rtico I Ir. Oemieox, oembro a>
    governo le defeza nacional, guarda safo,
    e miistro da justica. delegado para r*-
    pre9entar & governo, e exercer os aear
    poderes.
    Art. i.' Cada nra dos depirtaneataa
    graede e fe)sr-gnerra. aada nra glorio-**.
    Abst3do-se de dictar ao povo ffcncez orna mia.sleriaa, estar jnato de le repreaeaO
    paz wrgonhoea,- a Allemanba nSe- procedera do por ana delegada especial, encarrega-
    s otanate para o mundo e para si; rea-
    lisaria um acto de verdadira grandeza ;
    elevarse-bia ainda na estima e reconheci-
    mento-das na?Ses. que eso loege de des-
    con
    civilisagSo geral:
    do
    do
    do serviro d'jsee deeartamento.
    Art: S." roerabro ar governo da de-
    feza nocional ter a-saa sdeem Toor. a
    peder transfer la para ijoalquer parte oa-
    heoeT^rwn^^q^uTeilairpresto *jda o exiiarai as Bcessidad3s da defaa.
    - Art. k0" Os poderes conten a)6s pato
    rato-
    Depeis da gnarra de 66, qoando se j presente decreto ceasar) (jando as
    encetaramas negocrages sobre os-prelimi- Cs con Paro se tornare Jims.
    nares (Je paz, a Austria veDeidaresgotada,i Dorante a ausencia do guarda
    anles recusava a < paz do que ceda urna | &&> da jastica, W: Berode, ai
    parcella de terrilorio. Pi-eeria ooolmuar, o -njnislerio da jostic ficoo
    urna luta desesperada, eslava .prestes a se-. 3iKJ0 erft Qg3r do naioist^ a assgaar
    sanos'
    pullar-se'-soo a* sawsproprias ruinas, e nao
    consenli* em semelbante bamilbaoSa. E a
    Prussia ceda. A Allemanba far- menos
    pela Frasca livre e democrtica do que a
    Prussia fez-pela Austria absolutista e reac-
    cionaria-de 4856=?' Ser-lhe-ha mam diflicil
    esquecer- lena do qtte esquecer Olmnte ? Es-
    peramos-que nada se realisar.
    De certo que a Franca rae poderia sabir
    desta guerra sem pagar as despezas delta.
    e sem fornecer Allemanba serias garantas guarda selfos, ser5o assigaadas por
    que se tornar oecessaro ?a expedioia
    negocios correales, e eepeciaimente oa ajaa
    drzem respeilo contabilidade, peaaoaa a
    3accorro,.
    Segundo as disposigoes temadas ?ek>go-
    verno, as noaieaces e ezoaerages. da ca-
    rcter urgente, que possa tever na para
    fazer no pessoat da magistratura, a para a*
    qeaes se nao possa obter assignatora a
    i^Smmanuel Araqo, meobro do governo da
    defeza nacional, sendo refrendadas pela
    secretario gerai do ministerio da ji
    prorogacaa a
    coaaacrcio. foi
    Franga, ainda que estivesso-privada de dnas nha, seria uraa provocacio systematica, de
    provincias e de dous milhes de habitantes,
    para a julgar incapaz de nunca recuperar
    qoe o rgimen imperial lhe fez perder.
    Com ama paz vergonbo6a, a guerra e a
    desforra da Franga s. s3o questees de
    tempo.
    Se a gerago actual, reduziia impotenv
    cia pela mais fulminare accamulaco de
    revezos que jomis registrou a historia das
    batalhas, est incapaz de tomar a vaatage,
    legar os seus odios, as suas raivas e os
    seus projectos de vinganga s geragoes fu-
    turas ; e os homens aos quaes urna revo-
    lugo por muito tempo esperada acaba de
    confiar o governo da Franga, esses homens
    que representam no poder a fraternidade
    dos povos, o partido da democracia pacifi-
    ca ; esses homens cuja lealdade nao pode
    suspeitar-se, porque nunca deixaram de ser
    neis poltica da paz, esses bomens nao
    serao os ltimos a fomentar no corago dos
    qoe nem s- a Franga tea de se irritar.
    A Europa mtera tea direito de se aba-
    lar por causa dessa orgaoisago da, invaso,
    dessa .instoltaeo da potencia aemo n'um
    slo estrangeiro, no eentro das- populagoes
    estrangeiras. E para-nao citar mais que
    um s dos estados europeus, que dira
    isso a Euesia ?
    Vendo-a Allemanba senhorear-se de duas
    provincias francezas, sob pretexto de que
    outr'ora foram allemaes e de que a victoria
    s restituir sua posse, a Russia nao po-
    der temer que essa Allemaaha to ousada,
    to baoil e to feliz, volte um dia as suas
    vistas para o lado de certas provincias bal-
    ticas, que as inveje e que,, para justificar a
    sua oveja, ella faga exaltar o numero da
    popolago allema desses territorios mosco
    vitas ? Porque o pangermanismo, se invoca
    com xito o passado allemo da Alsacia e
    da Lorena, nada seembaragar de attender
    de paz e de segnranga para-o futuro. Nao
    pode regeitar toda a solidariedade com o
    segundo imperio-qae ella teve nao s> a des-
    graga mas-tambero o erro de supportar du-
    rante viate annos. A ligofoi dnra^de mais
    para nao aproveitar, mas a Allemanba tem
    o direitode se precaver contra a repetigo acwaaaalpreeajaiaajrWfP de
    de certas evenoalidades, por muito invero-
    simeis giie sejam.
    Tem interesse em exigir da Fraaea cer-
    tas condices que paralysam as suas ambi-
    ges guerreiras se, por urna serie-de acon-
    tecimeotos quaesquer, um novo poder se
    avisasse anda de os despertar e ie os ex-
    plorar.
    Se como parece provavel, ella, reclamar
    o desmantelameoto de aigumas fortalezas,
    como Strasborgo. as pequeas eidadellas
    dos Vbsges, Tlbionville e mesmo-Metz. por
    to doloroso qoe possa ser este sacrificio, e
    ainda que neste momento osentiroento na-
    cional tenha nisto grande repugnancia, acre-
    ditamos que a Franga fr bem de se sig-
    nar a isto.
    Nao temos, pois, que indicar ?.s condigoes
    da paz. Qoizeraos somonte assignalar as
    que fariam da paz urna illnso, um logro,
    urna obra estril, levando em si proprias a
    causa da saa destruido. O que preciso
    Europa, Franga e Allemanha, ama
    paz que se torne urna fonte de vida e nao
    um, principio de merte.
    A paz bumilbanto para o*encido, sobre-
    tudo quaado esle vencido a Franga. nao
    - urna paz duradoura, mas urna guerra
    transferida.
    A paa duradoura* a paz honrosa, que
    nao deixa lugar a nenhum. pensamonte sos-
    peito, a nenbuma desconfiaba, e cra pelo
    os propros agonisantes na hora suprema,
    transpoz o umbral da porta.
    Saint Maxent possua as grandes tradiges
    da refinada galantera, propria d'aquelle se-
    clo em que Luiz XIV tirva o chapeo nos
    jardins de Versailles para fallar com urna
    lam da corte, a marqueza de Sevign, se
    a memoria nos nao falha.
    M.d a pequea appareceu, levautou-se o
    fidalgo com viveza para lhe sahir ao encon-
    tro/offereceu-lhe a mo como teria feito
    urna duqueza, e levou-a para urna cadeira
    ao p da saa, onde a.obrigou a sentar-se,
    apezar da sua dbil resistencia.
    Aquello acolhimento era mais respeiloso
    que apaixonado ; Julia attribuio, porm, a
    a pp a rente frieza do marquez presenga de
    seu pai.
    O to Guilherme nao caba em si de or-
    gulhoso. Teria dado de boa vontade o me-
    Ihor tonel de vinho da'soa adega, para con-
    seguir qae todos os habitantes de S. Judas
    presenciassem a honra insigne que recebia
    na pessoa de sua filha, sentada ao p de
    um marqaez. Infelizmente para o sen amor
    proprio, j era alguma cousa tarde, e os
    rsticos bebedores linham desamparado a
    estalagem uns aps outros.
    Saint-Maixent foi oulra vez senlar-se onde
    estava, e attentou bem pelo meado na mo
    cinha, que cerrando as compridas pestaas
    arquejava como a pomba dianle do milha
    fre.
    Bastante custou ao nosso here reconhe-
    cer aquella peqoenota risonha, garrida e co-
    rada, cuja imagem conservara as suas re-
    cordaco.'S.
    Achou-a muito mudada, mas mais bonita
    do que nunca; comprehendeu desde logo qae
    semelhaute metamorphose era- devida ao
    amor, porque s elle pie operar essas re-
    pentinas transformagoes, e o yer a com-
    mogo de Julia na sua presenga, a sua per-
    turbaco, a sua paldez, substituida s ve-
    zes por urna cor viva, adevLhou immedia-
    mente o segredo ci'aquella alma heroica e
    apaixonada : acevnhou qae era amado.
    Lembrqase das paiavras que pronuncia-
    r
    O praso marcado para a
    pagamento dos effeitos do
    das a contar de I i deseteabro.
    Os militares de todas as graduaras, ot
    reaccionarios de todos-os cargos, i
    deram as suas graduadles, oa oa:
    gos em conseqoencia dos aeootoeaneatas de
    4854, quer em virtue de urna aaMi ia-
    dividual, qne em virtude de recaraa4e ja-
    ramento. foram reintegrados aos seas aV
    reitos e ti lotos.
    Diz o decreto que adopta esta dtefMai-
    cao, que voltario, i sea pedido, aoa en-
    pregos qoe comportar a saa singar, a
    proporgo- qne se derea vacaiaraa.
    Em presenga dos acootecimeatos qae ter-
    na nens-ario o cancano de tod&s osFran-
    cezes (ara a defeza da patria, o govoroo
    da defeza nacional resoiven qoe todos os
    militares engajados noservigo estraaaaira.
    sem excepgo, vottassem desda logo a Fm-
    C i para ficarem disposigao do miaiatro
    da guerra. A repartirlo dos aegocioe aa-
    trangeiros ficoo encarregada das diapoai-
    C^s convenientes para o regresso d'eaan
    militares ;i patria,
    Alm d'estas, muitas ootras diaposicSas
    tem tomado o goverao da defeza nadooaL
    om o proposito de man ter a capital cootra
    o inimigo e de consolidar a repobiiea coo-
    tra as aspiragoes imperaoa,
    ra ao ouvido de Julia n'oma noute de tor-
    menta.
    Algumas phrases d'essas que caem dos
    labios sem sahirem do corago e que todos
    os homens dizem todas as mulberes, li-
    nham bastado para inflammar aquella cabe-
    ga romntica, disposta j para urna paixo.
    Havia mais de um anno que a mocinba,
    consumida por am fugo que a ausencia
    avivava, o ia esperando, em cumprimento
    da sua palavra empenhada.
    Romance mais sentimental nao q escre-
    veram La Calprende nem Scudery Para
    que me bei de mostrar cruel ? disse com-
    sigo o marquez. Nisto de gilanteios pode
    se por de parte a nobreza e os pergaminhos.
    Esta pequea verdaderamente formosa,
    e, os danos me ievem I estoo qnasi em di-
    zer que se parece com minha prima, a con-
    dessa Mara de Rabn.
    Mal prononcou este nome, deteve-se o
    marquez ; dilataram-se-Ihe as papillas, que
    ficaram fixas e apagadas, contrahiram-se-lhe
    as feigoes violentamente, encresparam-se-
    Ihe 03 labios, indicando poderoso esforgo
    de um profundo tnbalbo mental, e passou-
    Ihe pela fronte urna sombra qaasi visivel.
    Tudo isto apenas durou o que dura om
    relmpago, e voltou-lhe depois a tranqoil-
    lidade ao semblante, o brilho aos elhos, o
    sorriso aos labios; n'nma palavra, a novem
    passoo sem deixrr signa!.
    Urna espantosa Qspiragao, filha do genio
    do mal, acabava de se produzir no volcni-
    co cerebro do marqaez.
    A pobre Julia estava coademnada I
    Meu digno hospedeiro, disse o fidalgo,
    ao tio Guilberme, quer ter a bondade de
    ir buscar adega urna garrafa de vinho de
    Hespanha ? Desejo brindar comsigo a saa
    de de sua filha, que a rapariga mais bo-
    nita de toda a provincia.
    Vou correndo, senhor marquez, vou
    voando 1 gritou o estalajadeiro.
    E foi aos pulos para a adega, sem sus
    peitarsequer que nao passava aquillo de
    um pretexto do ojarque pata, o arredar
    d'alli alguns minutos,
    com
    :
    O fidalgo, apenas se vio sozinho o
    rapariga, inclinon se para ella, agarrn urna
    das suas trmulas e ardentes mos, sem
    encontrar a mais leve resistencia.
    Jolia, disse elle Jbaixinho e com a
    entonago do apaixonada ternura qoe elle
    sabia fingir como nioguem ; Juba, de nada
    me esqueci. Se c voltei, foi por sua capa,
    porque a amo, e porqae me ama...
    A rapariga estreaaeceu esde-esbicos dos
    ps at cabega e fechou os olhos no
    meio do profundo silencio ouviam-se-lbe as
    apiixonadas palpilages do corago.
    Sim, porque me ama, eootinuou Siint-
    Maixent, ama-me, e eu adoro-a. Julia, de-
    vo-lhe a salvago, e quero consagrar-fhe a
    vida inteira. Ha obstculos, grandes obs-
    tculos que nos separam; mas eu saberei
    vence-los, e espero que breve chegar o
    dia em que nao nos apartaremos. Tenho
    muitas cousas qae lhe dizer... muitas eou-
    sas qoe lbe perguntar. Rem v que neste
    sitio nao podemos ter urna conversigo
    continuada e seria. D'ahi, seu pai inter-
    poe-se entre nos. E' mister que eu lhe
    falle esta noute. Nao me deitarei, e quando
    todos estiverem a dormir, espera-la-hei n'a-
    quelle mesmo quarto onde foi de outra vez
    para me levar a liberdade. Vai, nao as-
    sim ?
    A mocioha ficou silenciosa, e as laces
    tingiram-se-lhe de vivo carmim.
    N3o tinha vacillado, quando foi mjster
    para salvar o fidalgo, em se iatrodazjr do
    noute s apalpadellas n'.esse mesmo qoarto,
    e, todava, velavam ento as sentinellas por
    todos os lados; era immnente urna sor-
    preza, e sorpreza ter-se-hia seguio a
    deshonra. Porque molivo, pois, mudadas
    as circumstancias e nao tendo nada que
    receiar, se mstrava Julia indecisa?
    Por um motivo muito simples ; porque
    n'esse lempo- nao exista ainda o aifaor;
    porque agora j -o perigo nao existia.
    O pudor da donzella recuporava os seus
    diroilos ; a alma casta de Julia tema ins-
    Unitivamente aquella entrevista solitaria, com
    o homem quem amava.
    . Vagou nos labios do marqaez oa
    reprimido. Parecea-lhe obra da
    deira o triomphar de tio debtl
    Pois que Hesita ?
    com entonago dolorosa e com ar da pro-
    funda pena. Ento ao loe aspira
    inspiro-lbe desconfiaoga f Infeliz da naa,
    que me deixei levar pelas minhas UaaSnt
    Nao me ama, bem vejo I...
    Nao o amo !... balbocioo Jaba so-
    bresaltada. Santo Deas Qoe (azaftoff..
    Pois se me ama, porqae aaotrn ala
    responde ? Que receios pode ter de ana
    entrevista d'onde depende a nossa felicidade
    commum ? Julia, em nome do cao, en
    nome do meo amor, diga-me qoe ir
    noute.
    Nao me atrevo.
    Que receia t
    Nao sei... nio sei dizer...
    receie do senbor... talvez de mim
    ma...
    Que doudice I Pois nao ten
    ca em mim ? Ignora que o mea
    iguala o meu amor sem limites ? Jai
    hesite, que me faz ama offeosa nao
    cida. Consnta no qoe lbe paco (
    qoe lh'o soppliqne de joelhos ?
    Oaviram-se n'aqoelle instante oa
    apressados de Guilherme, qne sabia a ot-
    eada da adega.
    Julia, nao ha tempo a perder, anas-
    guio Saiot-Maixeat, s aos resta usa safan-
    do I Respond, responda depressa. Tai T..
    Dos labios da mocinba exhaloo-se
    um suspiro do qae ama palavra ;
    suspiro, porm. dizia clarameata :
    Vou...
    O tio Guilberme entrn na sala
    sobragando urna hojuda garrafa, aja
    triumphanlemente sobre a mesa.
    Aq ii tem um Malvnia qae eu
    ha pelo ideaos vinte annos, bradou ella ; a
    re, que Deus guarda, nao se lamba can
    melhor pinga; e o senhor marqiez aaa a
    diga i
    aez omsorneo
    ra da brnca-
    bil restataacia.
    monauroo aaa
    om ar da pro-
    ! inspiro anar.

    ___________(tbafwaor-at-aa).
    t


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