Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12240


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Full Text
MM ILVI. NUMERO 236
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CAPITAL E LUBS OBDE IA0 SE PACA PflHTE.
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*>,<,W(, Efl$A FEIRA 18 DE OUTBRO DE I87&.
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PAEA OETTBO RO DA IBOVKCIi.'
Por tres mezci abantados ........... 6#7!d
Fot seis ditos idem. .... ....... U|B0O
FofBMe ditos idem.......... ....... 40#sso
. Por nra tDO idem............... 27#00O
de Manoel
Os Srs. Gerardo
Antonio Altes Pilho*. ao Par ; Goncalves d Pinto, no Maranhio ; Joaquim Joe de Oveira, no Ceari
Perein d'Almeid, era Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba; Antonio Jos Somes,
Francisco Tavares da Costa, em AJagoas ; Dr. Jos Mertins ArvWj
em Nazareth
PARTE OraCIAL

Govcrno KVtDlEKTK .VS8ISSAIM PKLO.IKU. SR. DESRMD.Uir.V
i> ir FBAtinsconE assis rramnA noou. vira-mn- ^ Mw ertiMh i (Remirado- a T. S., t|tt em
1870.
-IDEITR DA RROVINOIA KM 21 OK M MO DE
1" seccao.
W.678.Offlcio ao Exm. Sr. general commm.
'feote das armas.l'le V. Exc miniar por em
hherdide o remit J oaqnim Folix, visto lar sido
alfado incapaz para o servieo do exercito, como
consta do termo de irupcccao que veio .ir nexo ao
sea offlcio de hiutem dundo tib n. 171, a que
respondo.
. 679.Dito ao inspeeter do arsenal de mari-
iiha.n-Autorso V. S., om vina do que expoz em
reseiadir o contrato feito na prjvincia da-Baha
oto o carpintein do i* claase Luei Gome* Bar-
i>osa visto que por doenie nio poda elle continuar
no servieo dessn arsenal e quar retirar-se para
na provincia, onde de?eja irStar-se, corto de que
iesAi expedida? a.-> cnenienies ordena aos agen-
tes da companbia Braailaira de Paquetes para fa-
zeram transportar para ajuella provincia o meo-
rionado earpinteirto.
f: 680Dito ao eapttso do portoProvidencie
Vine, afim de qae me urii npresentido o recruta
qu re acha em dtpdsito no brigue-barca Han*
rac, Luiz Francisco de Medeiros.
N. 81.Dito ao engenbeiro militar.Orto de
11 uanto Vmc. expoz em sea offlcio de 16 do cor-
rente, tenho a dizer em resposta que acabo de re-
eommeodarao inspector da thesouraria de fazen-
da, que mande pagar a Thomaz de Garvalho Soa-
res Braodao Sobriaho a quantia de 15,15, prove-
niente da nova caladura e pintara que fez no
quartel das Cioeo-Pontas, cumprindo entretanto,
que Vmc. me informe se o otesmo qaartei flcou
ira mu estado com o alojameoto neste do eorpo
n. i2. de voluntarios da patria.
2" seccao.
N. 683.Dte ao Sr. Dr. ehefe de polica.Neta
data, mando que o destacamento do corpo proviso-
re de polica qne existe no termo de Nazareth es-
tacione na cdade desse norae e que seja dUsolvido
o de gaarda nacional que anda existe all o que
eommunico a V. S. para o seu conheeimento e flus
convenientes.
N. m.Dito ao Sr. Dr. che fe de polica De-
clare V. S. ao delegado de polica de Tacarat que
como lhe compre deve proceder de contormidade
com a le, contra a reunan do pessoas armada e
criminosos que houverom no termo de sua jurisdi-
' cao reqastando, se for necesiario do respectivo
ehefe da guarda nacional a forca que para isso fr
necessaria, Qeando na intelligencia de que esta
presidencia approvac o seo procedimento legal e
qnanto for micessario para o boa desempacho de
seas deveres.
N. 68.1-ir.a ao Sr. Dr. chafe j*)ia.Res-
pondendo ao offlcio de V. S. de l do corrente sob
a. 732, tenho a dizer-lhe qne aatorso a indispen-
savel elevaco da diaria para a alimentario dos
presos pobres da cadeia do termo de Serinhaem
em vista do qne ponderou o respectivo delogado,
cumprindo, porm, que naja todo zelo as de-pe-
zas, afim de que s recebam alimentos aquelles
que esliverem no caso disso, segando a le.
N. 686.Dito ao mesmo.Nao lendo os subde-
legados dos districlos du termo desta capital man-
dado as relacoes de que trata o ari. 10 do
decreto _n. 1130 de 12 de margo de 1853, as juntas
de revisao da qualiflcacao da guarda nacional res-
pectiva como Ibe foi recommendado em ofucio de
29 de abril ultimo reitere V. S. as convenientes
ordens.
N. 687. Dita ao commandante superior da
guarda nacional do municipio de Nazareth.Ex
peca V. S. as suas ordens para que seja dissolvi-
do o destacamento da guarda nacional que anda
existe nessa cidade.
N. 688. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio de Santo Aatao e
Escada.Expeca V. S. as suas ordens para que
a 31 do corrente a tarde se aprsenle ama guar
da de honra do batalho n. 23 de infartara do
municipio de Santo Antao em frente da igreja de
Nossa Sen hura do Rosario para acompanhar a
imagem da Santa Virgem que era solemne procU-
sao tera de ser exposta a veneracio dos neis.
N. 689.Dito ao commimdaate superior do mu-
nicipio de Plores. Intairado de qnanto V. S. expoz
em seu offlcio de 13 de abr tiltun, tenbo a dizer
em resposta oue acabo de autorisar o inspector da
thesouraria e fazenda a mandar nao s pagar os
vencimenUH relativos ao mez de marco deste anuo
ao alferes los Rayraundo Pereira commandante
do destacamento de Villa-Bella, mas urabera
adiantar ao delegado d'alli Joamim Pereira da Sil-
va Tmtio a qaanua de 1:586:1720 para oecorrer
ao pagamento dos vencimentos daquelle destaca-
mento, a contar do cita Jo mez de abril al. janno
vindouro.
N. 690.Dito ao juiz de direto da oanarca do
Cabo. Transmiti a Vmc. para sea conheeimento
a indina copia da lei n. 918 de 18 do correte
transferindo para a povoacao de Nossa Senbora
do O' a sede da villa de Ipojuca.Igual ao juiz
municipal do termo de Ipojuca.
N. 691.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Ple Vmc. addir ao corpo sob o
sea commando o alferes honorario do exercilo Ma-
noel Caetano Vieira da Paz que perleoceodo ao
corpo de polica desta provincia fez a campaoba
do Paraguay.
N. 692.Dito ao mesmo.Pode Vmc. engajar
no corpo sob sea commando de contormidade com
a sua informaco em offlcio u. 212 de 14 do cor-
rete, o sargento do exercito carpo de voluntarios
da patria Luiz de Franca do alendonca se para
isse fr considerad o idneo.
N. 693.Dito ao mesmo.Mande Vmc, que o
destacamento de polica de Nazareth estacione na
cidade desse nome.
N. 694.Portara.0 vice-presidente da pro-
vincia, attendendo ao que lhe reqoereu o capitao
Luiz Paulino Vieira de Mella 2* tabelliao e esri-
vo do civel e roas annexos do termo do Limoeiro
resolve conceder-lhe 30 das de licenca para tratar
de sua satide.
N. 695.Dita.O vce-presidente da provincia,
attendendo ao qne lhe representen o ehefe de po-
lica em offlcio n. 744 de (6 do corrente, qnanto a
conveniencia a bem do servieo, de ser alterada
dirisSo policial qnanto aos districlos de Pmentei-
ras e Calenda, resolve revogar na parte relativa
ditos districlos as deliberaedes de 9 de maio de
1854,26 de oatabro de 1858 e 26 de junho de 1860
determinando qne o actual districto de Cateada
comprebeoda todo o terreno da ex-colonia militar
de Pimenteiras, comprohendido nos limites do
municipio d'Agua-Preta passando 3* districto de
subdelegado su jeito ao do delegado do dito ter-
mo.
3* SCcao.
N. 696.Offlcio ao inspactor da thesouraria do
faxenda.De eonformidade eom a sua informaeie
de 14 do corrate sob n. 337, com referencia a da
coniadoria destaa thesouraria, mande V. S. nao s
pagar ao alferes Jos Raymundo Pereira oa ao
procurador Joio Fernandos da Rocha, para isso
indicado em ofllelo do commandante superior do
municipio de Flores de 13 di abril ultimo, relati-
vos ao mez de marco p. rindo os vencimentos do
mesmo alferes, na qaalidacle de commandante di
destacamento existente em Villa-Bella, mas tara-
hem remetter ao delegado d'aqnelle termo Joa-
Mi Peretr d Silva Tintlo, jjqoantia de.......
l:58l|720 para oeeorrer ao pagamento dos venc-
maaios do predito destacamento a contar do citado
mea de abril at junho vmdonr.
N 007.'Dito ao mesmo.Tomando em consWe-
rmoequeexpM o enge,nheiro eocafregado das
ofc-rai militares no offloio junto por eopia, datado
vista da inclasa c>U em dnelioau, mand pagar
a Thomaz de Carvalho Soares Brandlo Sobrinho
aqnanliade IqSjOOOpDveniente da nova caiadn-
ra e pintara, ene em virtud* 4erdem d presi-
dencl le no quartel das cinco poatas.
N. 638.Dte ao mesmo.Estando em termos o
inchiso pre t, o nio ha vendo inconveniente, mande
V. S. pagar os vencimentos dos cornetas, clarins e
tambores empregados nos cornos da gaarda nacio-
nal deste muoicipl durante oa meses d marco e
abril deste anno, jegundo consta de offlcio do res-
peciivo commandante superior datado de hontem
sob n. 107.
N. 699.Dito ao mesmi.Tend-) o capitao do
porto segundo partecipou-me em ofucio desta data
sobo. 2 contratado o praticoTrajano Theodomiro de
Moura, para eonduzir at a provincia do Haranhao
a corveta a vapor Magt, mediante a quantia de
iOOi e anta passagem de proa daquella provin-
vincia para esta capital, assim o eommunico a V'
S. para o son conheeimento tina convenientes
N. 700.Dito ao mesmo.Tendo nesta data aa-
t-irisado ao inspector do arsenal de marinha a res-
cindir o contra lo feito na Babia com o carpntei-
ro de 2' cla-sse Lacio Gomes Barbosa o qual foi
contratado para trabilhar no transporte de guerra
em construcco n'aqaelle arsenal, asaim o comma-
nici a V. S. para o sen conheeimento.
fi 701.-Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. fommanico a V. S. em addiumenlo ao
mea offlcio de 6 do corrente, qae segando consta
ile offlcio do presidente do Rio Grande do Norte
de 18 daste mez, foram dadas as convenientes or-
dens ao agente fiscal d'aqaella provincia nesta,
pira ser paga a quantia de 364 proveniente de
urna pequea carleira eom tintara homeoptica
comprada ao Dr. Pedro de Athayde Lobo MoscosoJ
remettida para all.
N. 705 Dito ao mesmo.Mande V. S. por
(concurso o logar vago de 3 escripturario dessa
thesouraria.
N. 70*.Dita ao mesmo.A Augusto de S o
Alboquerqne, arrematante do empedramento, e
oncenos da estrada da Ba-viagem mande V. S.
pagar aemporlancia da ultima prestacin o qae
te direito como se v do certificado, annexo ao
incluso reqnerimento.
N. 704.Dita ao ebefe da reparticipacao das
obras publicas.Tendo noameado, de conf rmida-
de com a sua informaco de 9 corrate, sob n. 121
o emgenheiro civil Joaqnim Gomes-de Olivera e
Silva, para o logar vagj de engeoheiro do 4 ds-
trielo dessa repartico, assim o eommunico a Vmc.
para o seo conheeimento e fias convenientes,
N. 703.Portarla.O vice-presidente da provin-
cia resolve Domear o eogenbejro civil Joaqmm
Gomes do Olivera e S, para o lagar vago de en-
genhelro do 4 districto da repartico das obras
publicas.
4' seccao.
N. 706.Offlcio ao Exm. presidente da provin-
cia da Parahyba.Rogo a V. Exc. a expedicao das
convenientes ordens, para que seja capturado o
criminoso Antonio Pereira de Carvalho, segundo
consta do offlcio junto por copia, do delegado do
termo de Ex, qae se rafere o do ebefe de po-
lica o. 765 de 20 do correte, se acha horaisiado
na fazenda Cacnoeira da villa de Jaicoz, oessa
provincia.
N. 707.Dito ao Exm. presidente da provincia
do Maranhao.Rogo a V. Exc. a expedicao de
saas ordens, aura de qae seja dada para esta ca-
pital orna passagem a proa, por conta do ministe-
rio da marinha, ao pratico Trajano Theodomiro de
Moora, que vai a essa provincia condazindo a
corveta a vapor Mag.
N. 708.Dito ao Exm. desembargador prove-
dor da Santa Casa de Misericordia. Approvo a
deliberacao, que segando consta do offlcio de V.
Exc. de 20 do corrente sob n. 2674, lomou a jun-
ta administrativa dessa Santa Casa de mandar en-
tregar sob as cundicos mencionadas no seu cita-
do offlcio do tenente coronel Jos Rodrigues de
Souza Santos e De mingos Theodoro Rigaeira Pin-
to de Souza, as edacandas do eollegio das orphas
Fraucelina Rodrigues da Silva Res e Cordolioa de
Castro Lima, para erapregarera-se no ensino de
primeiras lettras a seus filhos.
N. 709. -Dito ao mesmo.Respondeno ao offl-
cio de V. Exc. de 20 do corrente sob n. 2631, te-
nho a dizer qae approvo a deliberacao que tomou
a junta administrativa dessa Santa Casa, de man
dar admittir no eollegio dos orphos, os expostos
Bernardo Thomaz e Silvestre, que foram recola-
dos do poder das amas qae o estavam criando, bem
como o de nome Simo que teudo desapparecido
da companhia da parda Mana da Conceigio, foi
appreheodido e remeltido para ai II pelo Dr. ehefe
de polica.
N. 710.Dito ao administrador do correio.
Commonico a V. S. para seo conheeimento
que o vapor TocanUns procedente dos portos do
sol, segu boje pare os do norte s 6 horas da
Urde.
N. 711.Dito a cmara municipal da villa do
Granito.Inteirado pelo offlcio da cmara muoi-
ciqal da villa do Granito de 25 de abril prximo
(Indo, dos motivos pelos qoaes deixarara de func-
cionar as juntas revsra de qualificacao das fre-
guezias^de sen municipio no da i' deste mea mar-
cado por esta presidencia em offlcio do 24 de fe-
veretro, recommendo a mesma cmara que expe-
ca as necessarias ordens, allm de que goardados
os prasos e oais formalidades da lei, se faca nova
coovocacio e se rena as referidas juntas no dia
24 de julho prximo viodoaro, qae para isso flea
designado.
N. 712.Dito a cmara municipal de Ipojuca.
Transmiti a cmara municipal da villa de Ipojuca,
para seu conheciraento e os convenientes, a.inclu-
sa copia da lei o. 908 de 18 do corrente, transfe-
rinde para a povoacao de N. S. do O' a sede da
villa de Ipojuca.
N. 71XDito a cmara municipal da villa do
Cabo.Transmiti a cmara municipal da villa do
Cabo para seu conheeimento a inclusa copia da
lei n. 908 de 18 do correaje, transferindo para a
povoacao de N. S. do O' a sede da Villa de Ipojuca.
N. 714 Dito aos agentes da companha brasi-
lera de paqaetes a vapor.Podem Vv. Si. fazer
seguir hoje para os nortos do norte o'vapor Tocan-
tina as 6 horas da urde. Pica assim respondido
o sea offlcio desta data.
N. 715.Dito aos meamos.Os. Sr. ageotes da
companbia Brasileira de piquetes mandem dar
transporto para o Rio Grande do Norte por conta
do ministerio da guerra a praca do extincto bata-
lho n. 42 de voluntarios da patria Gregorio Fer-
reir Gomes, sua nulher e orna (Una menor.
N. 716.Dito aos mesmo?.Os1 Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes, mandem dar
transporte para a Parahyba por conta do mnisle-
rie da guerra no vapor Tocanttns a praca do ex-
tracto corpo n. 42 de voluntarios da patria Joio
Jos Damasceno e sua filha menor Petronia Mara
de Jess.
N. 717.Dito aos mesmoe.Os Srs. agentes da
companbia brasileira de paquete* a vapor man-
dem dar transporte por conta do ministerio da ma-
rinha at a provincia da Baha o carprateiro de 2*
classe Lucia Gomes Barbosa, qae foi contratado
naquella provincia,
y. 718.pito jog niesmos.-i-Oj Sn. ageotes da
companhia brasileira de paqaetes a vape, man-
dem transportar a ParahySa no vapor Twmiinr,
por conta do ministerio da gnerr, as Bracas do
extincto 42* eorpo de voluntarlos da patria cabo
Dyonisio Alves de Arauio asoldado Antonio Ha-
noel do Sacramento.
N. 71f:-!Ku aes mesmo.Os Srs. agentes da
companhia btastetra de paquetes, mandem dar
transporte para a Parahyba por conta do ministe-
rio da guerra no vapor fteantms, a praca do ex-
tincto btalhio d. 42 de voluntarios da patria,
anspecada Antonio Simplicio Ferreira.
N: 720.Dito aos meamos.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes a vapor, man-
dem dar transporte a seos destinos;por conta do
minisierio^dagnerra no vapor Tocanttns, as pracas
do extincto 42 corpo de voluntarios da patria,
constantes da inclusa relaeio : *
Para a Parabyba. Soldados, Rosendo Adriao,
Amaro Ferreira Saolos, Ignacio Gome de Sooza,
Euiz de Franca, Luiz Vicente de Andrade ; cabos,
Ismael Amerieo de Oliven-a, Alexandre da Costa
de Naseimento, Antonio da Silva Santos, Demin-
gos Guedes Lins de Vasconeellos, Antonio Pereira
Lima.
Para o Rio Grande do Norte.1 sargento Mar-
celino Nones da Silva ; abo Franklin Agostinho
Rogelio ; soldados Raymundo Virissimo da Silva j
e Joo Virissimo da Silva.
Para o Maranhao.!* sargento Tito Raymnndo
de Carvlho.
N. 72J.Dito ao gerente da companhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da companbia Per-
nambocaoa.'mande dar transporte para as Alagdas,
por conta do ministerio da guerra, no primeiro
vapor que para alli seguir a praca do exoito ba-
talho d. 42 de voluniarioda patria, anspecada
Eduardo Gomes da Silva.
N. 722.Dito aos meemos.O Sr. gerente da
companhia Peroambocana, mando dar urna passa-
gem de estado a r no vapor Giqui at Macei
ao alferes honorario do extincto batalho n. 42 de
voluntarios da patria Joio Rodrgaos de Souza.
N. 723.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande transportar a
seus destinos, por conta do ministerio da guerra,
as pracas do extincto corpo n. 42 de voluntarios
da patria, constantes da inclusa relaeio :
Para Macei.Msicos, Joo Man >el dos Aojos e
Antonio Jos dos Santos ; soldad, Manoel Pedro
Correia, Luciano de Sooza Bispo, Jos Ignacio de
Souza, Athanasio Pereira de Vasconeellos, Manoel
Antonio de Jess, Francisco Rodrigues de Araujo,
Alexandre Ricardo de Olivera e Vicente Ferreira
de Paolo.
Para Peoedo :Soldados, Manoel Antonio de
Sant'Anoa, Ignacio Guilhermo e Joo Duarte.
EXPEDIENTE ASS1GNAD0 PELO EXM. SR. DR. ELIAS FRE-
DF.RK'.O DE ALMBIDA E ALBUQUBRQUB, SECRF.TARIO
DO OOVBRNO KM 21 DK DK MAIO 1870.
1" scecao
N. 724.Offlcio ao capitao do Porta.De or-
dera de S. Exc. o Sr. vice-pre-ident
declaro a V. S. em resposta ao sec '
data sob n. 2, qae fleam expedidas as convenien-
tes ordens no sentido do citado offlcio.
2" seccao.
N. 723.Offlcio ao Sr. Dr. cnefe de polica.Da
ordein do Exm. Sr. vice-presidenle da provincia,
transmitu a V. S. a deliberacao desta data jauta
por copia pela qaal fleam alteradas as deliberaedes
de 9 de maio de 1854, 26 de oulabro de 1858 e
26 de julho de 1860, qaaoto aos limites dos dis-
triclos de subdelegados de Cateada e Pimenteiras
e municipio e districlos de delegcia a que Ocam
perteneendo, de eonformidade com a preposta de
V. S. em offlcio n. 744 de 16 do corrente.
N. 726.Dito ao Sr. Dr. chele de polica.O
Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda de
clarar a V. S. que nesta data se pedio a presiden-
cia da provincia do Piaohy a expedicao das con-
venientes ordens para ser capturado o criminoso
Antonio Pereira de Carvalho de qae trata o seu
offlcio a. 768 de 20 do correle.
N, 727.Dito ao commandante superior interi-
no da gaarda nacional do municipio do Recife.
O Exm. Sr. vice-presidenle da provincia manda
doclarar a V. S. que nesta data se reilerou as coa-
venientes ordens para que pelos subdelegados e
juizes de pal roais volados das diversas parochias
deste municipio sejam remettidos as respectivas
juntas de revisao da guarda nacional as re icoes
de que trata os decretos n. 1130 de 12 de marco
de 1853.
N. 728.Dilo >o Sr. Dr. juiz de direito Caetano
Estellita Cavalcante Pessoa,Accuso o recebi-
ment do offlcio de V. S. de boje datado, em que
declara acceitar de eonformidade com o decreto
n. 687 de 26 de julho de 1850, a comarca de
Granja na provincia do Cear, qae Ibe foi designa-
da por decreto de 20 do uiet prximo passado,
para seo exercico sem prejuizo do direito qae
lhe possa assistir a urna outra de superior cathe-
goria, como j reclaoioo.
3* seccao.
N. 729.Offlcio ao inspeeter da thesouraria de
fatenda provincial.Nesta data foi mandado dis-
solver o desuaraenio da gaarda nacional que
existia na cidade de Nazareth, o que eommunico
a V. S. para os lias .convenientes de ordem ao
Exm. Sr. vice-presidente da provincia.
4* seccao.
N. 730.Offlcio ao Dr. Francisco Teixeira de
S, i secretario da assemblea legislativa provin-
cial.N. 112.De ordem de S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia, transmiti a V. S para
lerem o conveniente destino os inclusos autogra-
phos das resoluces sob ns. 918 i 922 do corrente
anno.
a de Faria & Filhos,
da Lentos Brag, no Aracaty -r Joio Mara Julio Charw, no Ass ; Antonio Marqnes da S3ta, no Nata*; Jote
la da Penba; Determino dos Santos Bofcao, em Sanio Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
Babia ; e Jos Bibeiro Gespavinbo no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
bllelas da Europa.
RECIFE 18 DE OUTUBRO DI 1870.,
Chegou honiam de Liverpool por Lisboa o vapor
inglez Gladiator, sahido do ultimo porto a 28 do
passado, immediato ao da sahida do vapor fran-
cs Amazone.
Os jornaes da Franca e da Blgica, chegados
Lisboa, nada adiantavam sobre a guerra, alm
de pormenores, como raelhor se ver dos segua-
les extractos e telegrammas :
No;Hayre faxem-se mullos preparativos dede-
feza; ha dnbeiro, enao apparecendo armas para
os corpos de guias, atiradores, e movis.
n Urna carta deT inlon diz qne no dia 1 che-
garam ali 3700 zuavos e 300 eavallos bordo das
fragatas Drajade, Mrejud, e Drnu.
O PAare de la Loirt refere no da 49 passa-
ram Dar Toare 60,000 horneas de lioha e guarda
movel, e no dia segaiote se dirigiram para o mes-
mo ponto outros 63,000. Igaorara^e qual o seu
deslino.
tO exercito de Lyao divdio-se em 2 corpos, tm
tomar posieao em Nevera e o*>utro em Bourges.
De Chartres dizem era 24 que, houve daranle
o dia 23, om combate favoravel aos franoezes.
o Um jornal de Pars diz que, segando parece,
a capitulaoao de Sedan devia coincidir com um
m :400 firidos, dos da batalha de 9e-
s ealln5es. Refere o mesmo jornal
,9 19 chegou um numeroso comblo de
ivaros ebadeoaes Bruxellas. E'evl-
estes desgracidono receberam os pri>-
rroj! a mator parto i'elles eslavanv
feridos e horrivetmento mutilados,
as roas por onde passlvam as macas
m as ambulancia4, sibiam das casas
'e-trazendo cald>, geleias, copos de vi-
eerveja para offereeer-lhes.
im correspondente da ndrpenience Bel-
forinna pmientar do ex imperador Na-
ao da imperuriz orea por 200 mlhSes de
eo*jP> mil conbs de ri).
OJfcal La Clmhe publica o seguinte extrato
de ama tarta de Mr, Jales Charetie : Accetei o
encar**je_c,i,,siscar-, om Mr. Keratry, e publi-
car, a co)frepondenci!i do imperador, da impera-
Inz e de potros com Mr. Pietri. Tti nao imaginas
a irormaicla queahidia. Opaizqnando ler, o
que tema hdo. ha desntir-se nausear.
Looires, 27 j I0hirase t/2 do dia.-A' ex-
eepcao d algons eombafcs senf importancia, nos
postos amovidos, nao ha\novidade em frente de
Pars, d Prossianos fazeni todos os preparativos
para orai.demera proloogida no quartel general
do re. tem havldo algonncontros de avalla-'
na prximo de Artenny, qtfc fha a 15 milhes fa
rleaqs. O principe Albert eceapa a Baroche
com 24 etnjoadroes de cavallrra e 23 pecas de ar-
lilharia ; 1 os Ailemaes avantam sobre o Lire.
Trocho de i retoa a morte detodc o soldado que
abandonaras snas baodeiras\ A pepnla<;So de
toda a Prloca est a panto de hvantar-se irfUada
contra a Allemanha. Segando notitlcias prossia-
as, Baatfne declaroa que eommanda Metz e o
exercito so servieo do imperador NapoleSo, e que
0*0 tem coosa algoma com a republiea enabele-
cida em Pars. Algoos viajaotes v>e tem sahido
de Paris d>n qne ali ha anarehia completa. Os
zuavos qae fogiram sJofuzilados nis ruastlaci-
dade. Em Strasburgo lera augmentado a brecha ;
a polica tem ordem de nao consentir qoe nenbom
Fraocez il de Franca.
Londres, 27 s 7 horas da nute.Noticias
francezaj, mas dovidosas, recebidas deParis, por
raeio de pombos, dizem qae os Fraoeeies ganba-
rara tres vantagens na sexta-feira em Vi He-Jai ff,
Bravera e Pierrefile. Assegara-se que os Pros-
sianos foram repelllidos das saas posicSes com
perda consideravel. A lata durou multas boras.
As noticias de Toar? dizem qne se discole de novo
a conveniencia de se mudar o governo para Ton-
louse.
Na sna Revista Poltica diz o seguinte o Jor-
nal do Cotnmercio, de Lisboa, de 28 do passado :
Temos boje noticia dos termos, ponco mais ou
menos, da reclaraacao, da Prussia feita Ingla-
terra, contra a'qaebra da neutralidide desta po-
tencia na qhestio franco-allemSa.
a O embaixaor da Prussia em Londres, conde
e Hernstof, drgm> lord Granville, ministre ees
D#goe!os esirangoirs da Grla-Brelanha, ama ex-
pressiva nota, em oome do seu governo, na qual
se queixava da naci ingleza nao guardar stricta-
mente as leis da nentralidade, por isso qoe per-
mute qoe as saas fabricas e commereiaates sub-
ministren Franca artilhara e material de guerra.
Esta exigencia, em termos simples, ponco io-
leresse pedera ter, porqoaoto nao era mais do que
o que tera escripto toda a imprensa allema, desde
qae rompeu a guerra, sobre a falla de forma lula-
de observada pela Gra-Brctanha pelo que loca
obrigacao dos neutros.
< 0 que a nota do conde de Bernstoff (fnha de
mais natural e de mais grave talvoz, era a parto
em qne, referindo-se ao procedimento da Inglater-
ra, censurara esta potencia, dizendo que iratava
de iademnisar-s dos prejaizo eoffridos por al-
gons des subditos inglezes em occasioes qae nada
tinhara de commnm com o actual.
t Lord Granvilie responde que os casos excep-
conses nao podem modificar, nom embaracar as
praticas do direito internacional, qoe regulara as
facilidades e os modos de proceder dos neotraes;
accrescentaodo que a Prnsia nao devia queixar-
se agora, quando ella tinha sido a prmeira que
dra o exemplo no sentido indicado, autorisando
favor da Rassia, no tempo da guerra, da Cri-
mea, o commercio de pecas de artilhara em al-
gons dos seas mercados nacionaes.
Negoo lord Graaville qne tivese havido expor-
tacSo de armas ; mas declarou que, quaodo fos-
sem exactas as iodicacoos, nenhuma relaeai tinha
com sso o direito internacional, mas nicamente
a legislacao ingleza, em cojo aso e observancia
nao era dado a nenhuma potencia envolver-se.
c ministro da Gra-Bretanha, na repartico dos
oegocios estrangeiros, concloe este documento di-
plomtico, declarando qae nao possivel Ingla-
terra mandar as praticas vigentes, oem mesmo al-
terar a sna poltica interna, depois de a ter sub-
mettido ao exarae e approvacao do parlamento, s
porque assira o quer ama potencia belligerapte vic-
toriosa, qae considera favoravel ao inimigo ven-
cido o qoe era rigor justo e regulado segundo a
legalidad internacional.
c Em Inglaterra tem havido ltimamente gran-
de mevimento de tropas. Duas enmpanhias da
Horse Guard sahiram, orna para Shorndiff e ou-
tra para Aldershoth. O regiment 5 leve ordem
de partir para Woolwich. O deposito do bata-
lho do 10 regiment, que est de guarncao em
Chathan, aemarchar para Irlanda, para se reu-
nir ao 1* batalho do 9 regiment em Dablio. O
4* batalho do 6* de fuzileiros e os depsitos de-
vem es|ar promplos para marchar de Aldersbott,
no fim deste mez, para Colchester. Alm desles,
outros differentes carpos tem preveneao.
nacoes meridioaaes da Europa, qae eeastitaem a
naca (shaa.
Estas palavras nao podem passar detapercebi-
aas, erooorais possam ser explicada*eom os la-
turo acomecimeotos,
Nolamos qo^alguns jornaes americanos ee-
raecamafazer calilos sobre o qne. praliear o
rei Gii)herme, urna vez qoe os seas victoriosos
oxerciios chegoem a lomar pcese de Pars, com
previa eeupaeo de Marsella, Lyao, Brdeos e
Dolosa. Suppoem ellas qae o primeiro passo ser
a destniieao da repuhlica de 4> de setembro Mas
isto ha de soeceder p>r si mesmo. Outros resul-
tados mais importantes, accrescentam ditus jor-
naes, se espuram da actual guerra, e dizem elles
respeito Hespanha e Portugal,k Italia e penin
sola oriental.
Segundo elles, a Hespanha passar a ser regi-
da por um principe allemao, Frederico Carie oa
Leopoldo de Hihenzollera.
No primeiro caso se estipulara um pacto de
familia, eom o qual so estabelecen no scalo pas-
sado, e com o qual se manim slreita alllan^e
ir as duas principaes linhas dos Bourbons. Deste
modo, com as duas poderosas monarchias milita-
res, por isso que a Hespanha se organisaria tam-
bera prtissiana, fltariam cerradas n'um circulo
de ferro a Franca e a Inglaterra.
Deste modo voliariamos aos felizes lempos da
casa d'Aostria, e eseusado ree rdar qoe esle
pensameoto envolve a aooexacao do nosso paiz,
para se formar e constituir o grande reino ib-
rico.
Mas se verdadeiro este plano, qae todava
pode rao chegar a realisar-se, nao Sea elle o*
que expozemos. Na Italia tratar de substituir a
dymnastu de Saboya pela de Wurteraburg oa de
Babn.
Procurar farrear-se um s reioo daiTorqoia,
Grecia e Principados, o qual ser dirigido pelo
principe Carlos da Houmauia. A Russia conten-
tar-se-ba com a GaKtria, todas as possessoes da
Azia Menor, Armenia, Syria e Mesopotamia.
A Franca passar a ser governada pelo re
da Blgica, aooexando-a aquella pequeo paiz, em
troca da Alsacia e da Loreoa.
< Estas duas provincias, a Baviera, Badeo, Wur-
temberg e Darmstad, com os eanles aUeraes da
Saina, a Hoilanda, a Dinamarca, as provincias
accidentaos da Austria, assim otmo os governos
russos do Bltico, passaro a constituir o grande
imperio germnico, oeste modo arbitro e senbor de
meia Europa,
< Com a Hungra, Croacia e Transylvana se
crear ura reino para iodemoisar o rei da Bollan-
da. A Suecia ficar em poder do actual rei da
Diuamarea, e a casa de Baroardotte, assim. eorao a
de Lorena, de Bonaparte, de Saboya e de Bra-
ganca sero mimoseadas na America, proporcio-
nando-se-lhes monarchias, no Rio da Prata, no
Per, na Colombia, o no Mxico.
Nao pbantaziaraos esle plano; encoaramo-lo
nao queremos deixar consignado aqoi o que se
escreve nos jornaes allemaes; queremos assim
justificar a poltica que temos seguido, quando
temamos a ambicio prussiana, e quando vamos
as suas repetidas victorias um pongo para a
Europa occidental especlalmeote.
< Mas o plano, cuja vastidio nos assombra,
anda nao tica aqu.
< A' Inglaterra se permiltiria que comquis-
tas-e a India, a Chiaa, e se qazer a Persia e o
celeste imperio. Tu lo isto parece ama utopia, mas
es' escripto, e teme-se que por algara ponto se
chegno a dar execncSo ao plano.
Nao fcil acreditar oa execucao de urna tao
grande obra; todava, se se cooseguisse realisar, o
mundo viria a ser una raonarchia prussifica-
da Parece que tambera baveria partilha as colo-
nias, mas resta a autoridade da Russia chegaria
at s frooteiras ioglezas, e assim as duas poma-
ciae poderiam ser rivaes eternas.
c Todo isto pode ser o fructo da imagiaaeo de
um philosopho allemao; ludo isto pode ter sido
redazido escripto pela simples iniciativa parti-
cular ; no entretanto, destes differentes pontos
partero a) apreeiaces, e cada ura, seguodo a saa
fieao, calcula respeito desta diviso.
O qoe pareen todava dever ser urna realidade,
annilicacio d'Allemanha. Dii-se que os sobera-
nos dos paizes do sol j deram o seu asseotraen-
to para que, nesta parte, se possa levar effeilo
o plano de Mr. de Bismark.
< O proposito dos res da Baviera e do Wur-
te nberg, neste sentido, prelendem deduz-lo da
resposta que deram urna mensagem de algumas
corp racoes popolares, na,qual manfestavam a
confianca que os anima, de que dentro em pouco
os estados meridioaaes eotrariam, embora conser-
vando a sua autonoma, a fazer parto da confede-
raco do norte.
A febre amarella lavra com inteusidade, era
Barcelona, Barceloneta, Valencia e Alicante.
Nos dias 28, 29 e 30 do passado flzeram-se
preces em Lisboa e em todas as igrejas da dioce-
ses, pela conservace do gsverno temporal do
samo padre.
Antonio Maia d Brito.
Joaqaim RoTigaes Tavares d Mello.
Victoriano Mathens Ferreira.
Francisco Momira Pinto Barbee.
Jos Joanaim Wria MachaoV
Antonio Jos Ferreira Monirtro.
Antonio Jorqniro Gonealves Bra
Amonto de Sooea Rgo.
Joaquim Martmho da r>nz Correia
Joo Baptista Boa-Tenlora Rbdrrgaws m, Al
Domingos Jos Antones Gnimarae?
Joio Mana dos Sanie Almeida
Manoel Ferreira Prato Maiheiro
Fraocisco Ferreira Maia.
Joaquim Ribero de Swza.
Manoel Ferreira Ptot.
Jos Fernandes Gomes.
Antonio Goncalves d* Barros.
Manoel Ferreira ^VHoso.
Commisso de comas.Jos Dnartdas
M/guel Jos Al vea, Joro Pereira MonUahe.
ELEICO SENATORIA L-Dmos em seraidav
a cirealar qne o Sr. Dr. Fraoe seo do Rugo Barro
Brrelo digno depotadoassemblea gera+ por e*ta
provincia, dirige ao eorpo elettoral. solicitando ter
incluido na lista sextaoh mw deve ser pninaes ao
poder moderador para a escoiba de do senado-
res para preenchimeoto das vagas deisAAis petos
ilnalos mrquez de OKoda e conde da Boa
Vista :
t Propondo-rae candidato lista ir ilili, qae
deve resultar da eleico de 20 de novemero pr-
ximo futuro, solicito do muito digno nliiasrado es-
pecial da provioeia a honra de mereesr-lbe mw
suffragios.
Bem miogoados si meas servieo* ao peta .
mas essa deficiencia tea eompensacto no
qne incessaotemente emprego em
eom zelo e dedieaco censa publica os
qne o voto popular tera-me eoramrttido oea >
aono de 1850, na qnalidsde de memoro, qae tai
por varias legislaturas, da aserabl provino! 9-
da assemblea geral, onde, ti ve asenlo aa liot .
tenho presentemente.
Se, portanto, tamanha honra, como que ms
ntemente solicito de meas comprovincianos, anda
por esta vez for-me concedida, reeebtl a-Jan agri-
decido como auimacao para qne en prosiga no eai-
penho que rae tenho'dedicado de patear pelo-
desenvohiraento do paiz e pela salisfaeie de ta
maisvitaes necesidades.Recife, 17 de ostakru
de 1870.Francisco de Rug BairoiBcnrHo. >
VIA FRREA PARA OUNDA. Accede** aW
justas reclamacoes do erescido nnmero de nabta-
dores da cidade de Otinda, a directora da cem-
paohia do tnlhos de (erro para essa cidade retel
vea abrir a assigoatara mental de passagsas, ai
s para aquelte ponto, como para lodos o Mar-
mediaro,|cora a redoccaode 13 0/0 do valor tou.
E' digna de loavor lio acertada medida.
escripio. NSo pensamos oa fealisa'cao, neo meamei DEFEsA DE TEflSES. Nio eomecea hoetrm
admittimes a tvossrbitidade de urna parte delta; do Sr. D. Loa de Souza da Suv.-ira, por lerem
faltodo tres dos lentes examinadores.
IGREJA DE S. GONCALO..-A coafrsria do Se-
PERNAMBUCO.
< Contina a imprensa alleraia a apresealar
iias respeito das potencias da eonfoderacio do
norte em preseooa da lata actual. Parece, peto
que escrevem algons jornaes daquelle paiz, queja
nao a galisfaa a Alsacia e a ^Lorena, a entrega da
raetade da esonadra franceza, orna indemnisacae
de gaerra, e a hamlhacao da Fraoca. A Allema-
nha, ou para aaelhor dixer, a Prussia exige mais
par saciar sua ambicio e mando, assim como a
vaidade de soberano e o orgulho des generaos e
diplomaU''. ,
O rei Gailherme s quer fazer a, paz dentro
dos muros de Pars, aoorapaohado le toda a sua
orta a sitado, malor. A folha oJfcial de Berlim
cooflrma esta noticia, que, ha algoos dias, deram
outros jornaes, sem carcter oficial aera offlcio-
so; o que parece effeclivameete sigaiuoar que a
naci prussiana nao transigir, cerno se tem dito,
com o actuaf poder constituido em Franca..
1 Todava acredita-se que a Prussia nao pansa
'ama restauracao napolenica. Assim o dio a
entender as correspondencia de Berlim, qae defen-
der o cbanceller da eonfoderacio, e a* medidas
que elle tem adoptado. O nico lira que se attri-
bue agora ao rei Gulherma, levar por diante as
suas conquistas, e, nado na sua boa estrella e na
excelleate orginisaco do seu exercito, proseguir
na serie de triamphos que tem alcanzado desde o
primeiro dia, para poder tirar delles e da actual
siluaco, o maior partido que Tr poscivel.
Sao estes pontamentos colhicos de urna ara-
golpe de estado, qae combaavara Paliko, Pietri el pa correspoodeacia era que se reuae orna serie de
a imperatriz, e qae devia rebentar no da 5, res-1 netos importantes. E', pois, della que traduzimos
taaraodo-se o poder absoluto, e proclamado/ Na--
poleao IV com a regencia da Iraperalriz N M.
leao III devia abdicar no fimo, o qaal dia ntes
fra mandado para lagar seguro, era Ave*-M a
proclaraaco ^a repblica na dia % prejadico^ ,
planos tramados para o dia 8. -
> A Independenot Belae dii oq
em Broxetla
netos importantes.
o seguiai* paragrapbo, sem nada imittir, que se
refere aos olauos do soberano :
Ignoramos qoaes elles sejam, porque muito
difficil penetramos snas nai intenedes qu dos peo-
meatos dosea ministerio. Mas acreditamos que se
asta tramando alguma coosa muito grande, qae
pode ser nial, se tiver xito, para o futuro das
REVISTA DIARIA.
FERIMENTOS.No dia 8 do corrente, pela? 4
horas da tarde, na villa de Agua Preta, Lanrenti
no Paes de Lima fot gravemeote ferido com uro
tacada por Jos Alfonso de Albuqaerqae, qpe foi
preso em flagrante.
Na freguezia de S. Prei Pedro Goncalves, no
domiago as 3 1/2 boras da noute, Joaquim Ramos
Machado ferio cora urna facada Leandro Jw
Joaquim Peixoto, que foi em agraote preso.
NAVIO. DE GUERRA.Fondeou hootem 00 la-
raarao a crvela americana Portsmonth, viada da
Babia, Anda orusaado.
JURY DO REC1FK.No sabbado foi sabmeUido
a jalgamento o rea SamueL escravo, pronunciado
no art. 2G0 do cdigo criminal, sendo de-Hendido
pelo Sr. Aquilino Gomes do Posto, alumno do 5.*
anoo da Faooldadede Direila reo. tei absolvi-
do. .
Hontem entrn em juramento o reo Thomaz
Pacheco de Aquino, incorso no art. 103 do cdigo;
o qnai sendo deffendfdo pelo Sr. Dr. Gomes P-
rente, pode alcancar do jury & absolvicio de seu
cliente ; appellando, porm .'Aaasa decisan o Sr.
juiz de direito.
MONTE PO pORTUGUESLDomingo reunile
a assemblea geral desta institocao, achaodo-se
presentes 177 socios, e procedeudo-se s elaices
deram o seguate resultado.
Directora.Bernardtao Gomes do Carvalho.
Gregorio Paes do Amaral.
Antonio Augusto dos Santos Porto.
Manoel Soares Pinheiro.
Thesoureiro.Antonio Lopes Braga.
Substitutos. Do vice-presidente. Illm. Sr.
Franoisco Guedes da Araujo ; do 2* secretario.
Maooel de Souza 'LeafFlores; do thesoureiro.
joaqaim Maaoei Ferreira de Souza.
Cooselho fiscal. Presidente Maooel Teixeira
Basto.
I Secretario Antonio Baptista Nogueira.
2o dio Francisco de Medeiros Raposo.
Conselheiros, Joio da Silva Ferreira.
Jos Cordeiro do Rejo Puntes.
Balthazar Pinto de Gonveiai,
nhor Bom Jasas das Dores, erecta na igreja 1
Goncaio, proeedeu no domingo eleico da 1
admmis'rativa para o anno de 1871, a qaal lesa
assim orgaaisada : proredor JoaqaimMigoel do* Ao-
jos ; escrivao Manoel Joaqaim das Chagas; the-
soureiro Jos Aroancio do Espirito Santo; proca-
rador do patrimonio Andr C.Tsino da Oinceicio;
primeiro definidor Manoel Ignacio de Olivera Mar-
tin?.
ILLUMTNAgO A GAZ. Tunos queixa ase
moradores da ponte do Uenda e da Capunga saare
a maneira por que feita a illuminaca 1 puhaaa e
particular nesses lugares; especialmente nar.afci-
mas cinco ooutes. com grave prejuizo publico e
eocoramodo daquelles que, contande com eR, re-
galar, tem sido privados de luz. Chamamos- etra
sso a attencao do gerente dessa erapreta.
HOSPITAL PEDRO II.O movimenlo desee es-
labelecmento- de 10 16 de oatabro de 970,
de 246 doentes existentes, entrar.im 27, saairain
27, falleceram 4, existem 242, sendo 132-iajaaeas,
e 90 malheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias a
8, 6, 6 i i. 6 1/2,6 1/2, 6 11. pelo Dr.RaaH;
as 11 1/2; 12, 10, 10, IGy 1 1/2, 11 pelo Dr
Sarment.
Fallecidos.
Aaoa Rosa, ioterite chronica.
Clara Francisca do Espirito Santo, aooplexia.
Joaqaim Pereira, tuberenlos pulmvnare.
Benedicto, poeomonia.
GUERRA FKANCO-PRUSSIANAvA sodsdaOr
internacional da.regiie franceta, dirigi aosseas
irniaos da Allemanha urna allocueo concebido
nos segumos termos:
c Ao povo allemir.A' democracia soeiosta
allema.Tu nio fazos guerra senao so imporaaor,
e nio naci franceza, tem lio dito e repulida u
teu governo.
Pois bem : o hornern que desencadeo etsa luc-
ia fratricida, que nem sequr soube morrer, a ano
tens em lea peder ja nao oaasie para aav
A Franca republicaaa, pede-te, em asase da
jastica, que retires os tens exercitos ; se o nio fl-
zeres, ser nos-ha preciso corsbater ate qae oio fi-
que um s hornern, e derramar ros do ten o
nosso singue,
Pela voa de 3a nlaoes de seros, aaiaadr
pelo mesmo sentimanio pitrinict e revolorisaa-
rio, repetimos o qoe- declaramos i Enrona coaaja.-
daem 179*
< O povo franeea oio faz a asa eom na* ietmi-
go qoe oocops o sea territorio^
O povo franeea o amigo, e o alliao da toase
os povos livrev
t Nao se intionaette no governo das cateas aa-
coes, e nao sofJre qae as entras oaces sa teatra-
metiam dos seas.
< Repassa o Rheoo.
as duas margen do rio, disputan a.AIfcaa-
nh p a Franca.
c Demos-nos as asios. Esqooeaao* awtaa-
mento 09 eriroes militares, qne os dspotas ana
leera feito comnietler uos contra os autros.
c Proclamemos a liberdade, a ignaMade e a fra-
lernulade dos poros-
Vot mel da nossa alliaasa, fuademos os Jb-
todos-(/nidos da Europa.Viva m raaaHna aai-
wmll Demcratas socialistas da Allemaata,
que antes da declaracio da gaerra piutuilanaa,
como nos, a favor da paz, os demcratas socialis-
tas da Franca esli certas qoe trabaaareis aa*
elles para a completa exnecao dos odios interaa-
cionaes, para o desarmamento geral e para aar-
mooia econmica.
Era nome das sociedades operarlas e das s c-
coes franceus, da Assoeiacae lajaraacieaal ata
Trabalhadores. Cto. Beslay, Bnosae Baearaeh, Ch.
L Cbassiu, Cuemal, Dupas, Herve, Uodeci, Le-
yerdays, Loaget, Marchjind Perraeao, fetos* Tai*
lant.
PI IX E Vieron MAN06X--A C^Jr
entre aFran- a e Heapaaha aso oaassiao aqoae
in.ra.gos ^ aM M ,be .^.a ., resto dos sen
m este ficar no vstieanoJffjP* **** mn
josto fra da Italia por Manas.
O raticaoo est eai Roma, aas a aw e a
est em Roma. O nMU.J f*
Boma, e esta mait do qne Wj- 121 2
Ceurs foi para Biaoe para daiaar a Kosaa a
Papas, a sede do r^"*-(IMf1n j. ,-!- ,
Aada nio passaram tres qaara aa sata *





*
ftr
m Prnambaoo Ter< efra 18 de Outabro de 1870
s:
K
i>
t...
i-seguidos, triamptoafato <*> psr Mr dontor pea
ln t*t\crs\ TH\ \W lu 0 .^.II^.ia aIvmwa 4'sasmi
assiin como Pi IX te *o
e perseguirlo qae me tsz

o VI*
tosoigos
uftmphar
earboaitm>
Esperemt.
franoez diriga ao g eral Thoehu a segrate
^oeWarrs, 10 de sefinrtro.-Mss gaseral.;*-'
Pooco habituado a saudor os peders que"" ele,
vam, e a repetir, quinta ella oahea, *s ceoiur
qaedirifiao. p3derejtaitiJottaodo ellos ge*
wnavara, deinorei- oooeurso para a dilO..* glorieta obra que em- |
prehendestes.
Nema coragem 400 palsobJOstes, nema elo-
queate e patritica circular do Sr. Jalio Favret do
clarando qoe a Fraoeo sB-rfxeiitOdida oe sef
soma, nao sacrificara aera hu so OLieajatla do
sea territorio, ins satbtUfram. O golpe dado na
soberana nacional pelo decreto da dissolucio,
ola m'o permilliu.
II je, (fue o governo da defeza nacional cha-
fn&\ ^y ffvs^YWrow 96M floiwtctfWf niv iwbi' uiu ******
ment em dzer-vos. Por fraoo qoe seja o raen
concurso, offereco-vol-o tetramente para vencer
os dous iniraigos qiie, lendes a qomDaler, o ostran-
feiro, j, a desorden, eco. c
Aceeitai, raen general, a certeza de raioha
mais elevada e afectuosa con>iderw}le.Marque*
iAndellarre.
RAGTIFICAQAO. Nos trabalhos da sessao do
dia tO da correte da canora municipal den s*
um engao de correccio, que convm emendar:
a liohas 78 onde diz, sem que a peticao de Na>ei-
ment ele.lase, bem como a peticao etc. a
liohas 46-li se.laraaeal em vez de lamaeento..
LOTERA.- A qn se acha a veoda a 165." a
beoeflcio da matrir do Booito,.a qoal corre no da
as.
PASSAGEIROS.O vapor Gtqui coauaio para
o snl seu bordos sesuinta:
Fraueitco Jos Pereira. francisco de epraet
Sarment, Jacinlho Jaragu e irmao, Flix de Mo-
raes, Jos de Gas* Azevedo, Joaquan Moaliro
Rosa Lima, Jos loaaytira Caiheiro o 1 ociado. Au
tonio Casado Lima Jalona, Manoel Joaqaim da Oos-
U Galax Jnior, An c nio Pedro de Meno, Maoo?l
los d'Araujo, Manoel Gomes Goulinho, Joan Lou-
reucoda Hojha, Antonio dos Santo* C, Jos Mar-
ques Prezado, Carlos Marques UapUsia, Anlionio
Silva Reg, Antonio Francisco Leite, Or. Carlos
Augusto Vaz de Oliveira, Manoel T. Machado J-
nior, Demingos Ramo* d'Araujo, Francisco de Oli-
veira Barros Salvadir Leite Vedigtl e sua ae-
nnora, AQlouio Guimaraes Bastas, Cuperlino -Gui-
roaroes Bastos, Manuel Jaaquu Goncalves Fcr-
reira, Aotonio Jos do Siqueira Valenlim, Jos Za
charias Vieira de Mello, Lauro Augusto Henri-
ques da Silva, Malaquiaa do Lago Guimares, An-
to Harminia da.Costa.
Sabidos para o norte 00 vapor lpojuca
Beraardino Freir, Joie Francisco d'Albuquer-
que Maranh.io, Sebastiao Isibiao d'Oliveira Salles,
Franci-co Jus Gomes. Andr. A. Soarea da Ca
mar, vigsrio Antonio Prauciseo Aveia, Isaac Tai-
es da Co-ia, Jo.- Vwira Silva e i criado, Jos S.
Medeiros, Jo*) Antonio d Molan Ja, Jos Huiin > da
Souza Rangel, Joao Mra Teixeira d Souza e
criado, Maw.el Bodrigues Santiago, Jao Piolo W.,
Pauta Jos Bodrigues, sua seubora e.i .acrvu.
vigar Joaquim C)el 10 da Cruz, Francisco Go-
mes de Maltas Jnior, 1 lbo e 1 criado. Dr. Uly*-
"" sas de Bai rus Meud.ir.ca, D. I latina e 1 criada,
Haorique. sua cunada esua irmaa, Bouedictu Oo-
rede Albuquerque, lba e 2 escravas.
WBBIw* wJ Par
ca abaixo drqraa parleira i|ttr
buco. O Dr. alo o traUri coa tu-
ta barbaridade ao'mepos por csnsiderc5
aclame.
' Paremos aqu para n5o fatigamos' o lei-
E' que a calumnia te dirige de prefer
L-imento mais liriloaiite, como o
aw beH Truel
U iafac dado ao vicio da embriguet 4
mente apontato no Brejo da Madre Dei J
um. Uranio, o roepoosavel 011 testa de
mesquinho e granito inimigo do vigario Mfrisho,
qoe eteraven a correspondencia publicadaio U
to*MutemrjaoaUaM^4a^^^
genero cora ^e rnioMisear o iliuttre publi-
cadirdas glSias KtMrariM do Or. Aquioo,
que ireev*-dando a luz pouco a pouco*
para qoe sejam devidaraante apreciados.
*'eg*eto do Ayio de Meaidlcl-
ede-
Sanu Casa 0 Miserienrdia do Reelfe, 30 de se-
teuifcro de 1870.N. 3047. Illm. Exm.. Sr.
No me (I olflsio 2936 Uve a honra de Qoramai
cari V. Exc, que para o guarda do Asylo Fran-
cisco Xavier de Souza Ramos, se tiravaro VtiCi-
meatos na raiao de 40*000 mensaes, quando elle
ere-eserc vente de earterioe eHv* oh Iwonca.
sera faxer cousa alguma no eslabelecimenlo, por
cujo motivo lora despedido pelo Dr. Oliveira Fon-
ceca.
Ctbe-me agora participar V. Ex<-, qne tara-
bem (ora licenciado o ajapueq*e da socreuria da
A-vlo, p n iodo o tempo qe drtritsse- a sestao- Oa
assembla provincial, como V, Exc. ver, do eOieio
por copia incluso, e se este erhpregado voltou ao
esiabalaameoto autos da adar-sa o prazo da 1>-
eenc fai por effelto de sua vontade.
Limito-nw a ennooiar o fac-), que anbmetlo a
illu-trada conideracao de V. Exc, sem addicio-
uar-lhe rellexoes algunas.
Oeus guarde a V. BxclUm. e Exm. Sr. des-
embirgador Francisco Je Asis Pereira Bocha,
vioe-presidente da provincia.O provedor Ansel'
mo Francisco Peretti.
PUBUCACOES A PPID0.
Premio ao mrito.
C-jmo vemos pelos arligos laudalorios pu-
blicados neste Diario, que alguem (que nao
o fir ,piio Dr. Aquino) se est dando ao
trab.t'ho de colllgir os trophos conquista
dos p;h Ilustre dootor era as lides Ilitera-
rias, era que teta tomado parte, para Ihe
erigir um mooumeato, coma ama nova co-
lumna de Vendme, que immwlalise seu
nom?, julgaraos prestar um bom sen'ico a
esse bingrapho fornecenlo-lhA urna nova
poca para que sua obra seja mais completa
que ser pussa.
O trabado que offerecemos ao Ilustre
escriptor de iiiconamensuravel valor, por-
que do Dr. Sarment pai. amigo prsdi-
lecto do Dr. Aquioo, e que foi litio perante
a soi'ii'dade medica de Pernambaeo.
O Dr. Aquino fez publicar algaioas refle-
xoes acerca de um relatorio do Dr. Sarmen-
t, como M&elario da so.iedade de' medi-
cina, cuncerneule a caocros uterinos, e o
Dr. Sarment foi-lbo ao encentro com unbas
e denles.
Comeea o Dr. Sarment por contestar
com fdos de sua cliuica e da dos primei-
ros praticos desta cidade as obsenaces do
Dr. Aqumo acerca da frequencia dos can-
cros uterinos, e d'applicacSo das sanguesu-
gas na mesma molestia, e f-lo com muita
superioridade, meiteu a palmatoria no i lus-
tre collega de Paris sem d nem corapaixSo.
Se o Dr. Aquioo se dsse ao trabalho de
publicar entre nos o que caladamente tem
mandado para Paris, e com qoe tem coa -
quistado os apregoados oovores de alguns
mdicos francezes, ouvores que de nada va-
lem para os horneras de senso, talvez qoe
os seus collegas Ibe fossem as m3os con-
testando o valor de laes observacoes, mas
tudo caminha em segredo, de modo que
pode mui bem ser que v muito gato por
lebre, e que os eset plores estejam tomando
por observacoes bem apauliadas, o que n5o
passa talvez de trabalho de pbantagia, ou
de juizos msl formados acerca de fados
mal observados.
O Dr. Aquino nao tem clnica; nunca
procorua er medico de um hospital para
melbor dirigir suas observacoes ; nlo se
d aa trabalho de fazer autopsias, e toda-
va vai mpanzinarjdo os mdicos de Paris,
seus camaradas, com suas observacoes co-
lindas nSo sabemos em que eampo, e com
que m ios. Nioguem deiiar de ter como
mui leal e jodiciosa a publicaco de seus
trabalhos aqtii antes de 01 remelter para
Paris, para terem o cunho da geral appro-
va\-3o de seus colegas. Porm deixemo-
oos de mais considwracoes acerca do mrito
dos trabalhos mdicos do mesmo doutor,
que looge nos tevariam, e vamos direltos ao
ponto a que nos dirigimos. O Dr. Sar-
ment comeea por dizer qoe o Dr. Aquino
n&o cumpre nem petsoaitnmtt nem de
outro modo as obrigacSes contrahidas para
com a suciedade medica. *
A censura grave ; ah que o doulor
dovia dar largas ao seu talento e iUuairacae,
compirecendo empre para tomar parte as
discusses, e aposentando escriptos de
peso; mas <|nal, faiuva qnasi sempre, e nos
aunaos da suciedade nao se encontra cousa
alguma do Dr. Aqnino que raereca ser iida
a nao ser po'ur rire.
O Dr. Sarment udo consultado varios
mdicos acerca da eontequeocia da applica-
00 du bichas no eolio aterino, qulz tamrjpm
ouvir a opiniao de tima velha parteira qo
lioh-i assistido repetidas vezes a seu em-
prego, e acerca da caria qoe em resposta
sua Ilio dirgio essa mulher diz o Dr. Sar-
ment < que mais parece a carta 4a partei
ra pe mmoucana ter sido escriptn por um
discpulo de Andrat, Dupuytrin e Sansn
etc. rte.. do que tudo quanlo o Dr. Aquino
escrctfu a resptito das ap)iicacSes das W
chas no allo uUrim. Dir sehia em ver-
dade que foi a parteira qitem assistio as
Ucdts da Faculdade de Paris. >
Aga. re o Dr. Aquino este pi5o a unba. 0
sea migo Dr. Sarment, jqz competente
peito psra saber o que ha d s verdad* acerca des-
tas dous pontos.
Em 'todo o caso a publicacio qne 10 Jornal io
Recife de boje fez o Sr. Pinheiro reveis o se-
pia o Sr. Pinheiro nio.nega tr comig ruta
veiha no interesse Je sea bom estar.
Io Qne tem conheciment das leslemunbas qne
Asylo de Mendicidade, t da seteabro de 1870.
Ulna, e Exa. Sr.Bm data ds 6 do correte,
determina V. Exc, que eu deelaro se o amanuen-
se d'esle asyto durante o lempo, era qoe Tunccio-
ni'u a assembla provincial, esleve licenciado por
mea antecessor.
Fi sciente ao mencionado amanuense do ofllo
de V. Exc, e elle declarou- me ter ti Jo licenca
para nao comparecer durante o tempo da assem-
bla, mas que so deixira da comparecer dous
mezes incompletos.
Dos guarde V. Exc lm. e Exm. Sr. des-
embargador Anselmo Francisco Pereui, provedor
da Santa Casa de Misericordia.-^O director interino
Jos Joaqun de Oliveira Fonceca.
Conforme.
i Pedro Rodrigues de 8o*sa.
Sania Casa de Misericordia do Reifc,90 de se
tembro de 1870.-N. 30t8 Ilkji. e Exm, Sr.
Nao foi rnente com os salarios da enfermeira do
A tabeleeimeoto que se flieram desperas encubertas,
como o proprto ex-dh-eewr Mello Reg confesson
no relatorio, que com data de 2 de julho prximo
paseado, elle eneammhoa ao Dr. Jos Joaqukn de
Oliwira Fonceca, outrassinalacoes de igual atu
reza lem vindo ao roen conbecimenlo.
E na verdade a pa>so que as contas con-
templada a alimenlacao diaria do mardomo Ce
mente Jas Ferreira da Cosu Jnior e guarda Joo
Ferreira de Oliveira Sanios, certo que o primei-
ro recebia a qua'nfia de 4OJ00O para alimentar-se
em casa, e o segundo 30 nu 40*000 para o m. sma
tim, como V. Exe. veri do offlcio por copia in-
clusa.
Consla-me que eom effeito o mordoroo Ciernen
le alimentava-se em eaea ; toas nao sei se a mes-
ma ooosa se dava cora o guarda Oliveira Santos,
sen lo que se elle na qualidade de guarda liona de
residir sempre no Asylo, em tal caso davse quan
10 elle duplcala na despeza da respectiva ali
mentacSo.
Deus guarde V. Exc. lllm. e Exm. Sr de-
sembargador Francisco da Assis Pereira Roeha,
vice-presidenle da provincia. ) provedor Ansel-
mo Francisco Peretti.

Asyk) de Mendicidade, 10 de seterabro de 1870
Illm. e Exm. Sr. Em offlcio de 5 do correte,
V. Exc. determina qoe eu intorme se o gaarda
Joo Ferreira de Oliveira Sanios e o mordomo Cle-
mente Jos Ferreira da Costa Jnior, percebiam
no lempo de meu antecessor 30 ou 40*000 man-
saes afm de seus ordenados.
O mencionado mordomo declarou-ma qne rece
hia no tempo de raen antecessor 40*000 por mez
para alimentar-se em sua propria casa.
O ex-guarda Santos lambem porcebia mensil-
monie 30 on 40*000 alm do seu ordenado.
Assim tenbo respoodiJo ao supracitado offlcio de
V. Exc.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. des
embargador Anselmo Francisco Peretti, provedor
da Sania Casa de Misericordia.O director merino
Jos Joaqnim ie Oliveira Fonceca.
Santa Casa de Misericordia do Recife, 21 de so-'
tembro de 1870.= N. 3049. Illm. Exm. Sr. -
Com as conlas do mez ds julbo prximo pastad >,
reraettilas pelo ex-director veio urna relacio de
objectos comprados para a secretaria do Asylo na
importancia de 4'i080, como so v da eerudfio
junta n. I.
A' V. Exe. nao deixar de parecer com todo o
fundamento avultada essa despeza para ama se-
cretaria, qoe apenas tem um empregado, e muito
mais se v. Exc. tiv r em vista que compraram-se
19 caivetes, uns finos e eulros ordinarios, 7 toe-
soura?, i saber ; 2 pequea?, 2 malores e 3 de
aparar papel, orna secretaria com prepares por
20O0, 2 e>crevaninhas p ir 12*000, 1 de charo
por 23*000, 1 tinleiro dno par 5*000 e mais anda
3 lintiros do chambo, como se v da eeriido n. 2.
V. Exc. sirva-se avahar se havia ou na* exeetso
oas despeas do Asylo.
Deus guarde a V. ExcIllm. o Exm. Sr. des-
embargador Francisco de A?sis Pereira Rocha,
vice-presidenle da provincia.O provedor da San-
ta Casa, Anselmo Francisco Peretti.
N.I.
Certifico que a centa dos objectos comprados
para a secretaria do Asylo de Mendicidade impor-
ten na quanlia de 291 080.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 19 de setembro de 1870.
O eserivio,
Pei'o Rodrigues de Souza.
N. 2.
Certifico qoe a coma daa objectos comprados
para a secretaria do Asyl de Mendicidade, archi-
vada nesta reparticio flguram 19 caivetes, 7 the-
suuras sendo 1 grandes, 2 peqaenat a 3 para
aparar papel, urna secretarla com prepares para
escripia por 2UO00, i escrivanlnhas por 12*000,
urna diu de charo por 23*000, um linteiro fino
por 5*000 e 3 da chumbo.
Secretaria da Sanu Casa de Misericordia do
Racife, 19 de set.mbro de 1870.
O eserivio.
Pedro Rodrigues de Soma.
Saeta Cata da Miurcordia do Recife, 21 de se
tembro da 1870..N. 3050 Illm. e Exm. Sr.
0 iaodo o ex-direetor Mello Reg filloa em velas
que se gastavam no hospital, depeza, cuja necea-
si Jado mostrei, para aceodir-se aos enfermos
otlo e as partes das enfermaras onda a lu do
gaz nt> ohegatie lio ciar' como se fkesaa de
uiiiter oa oecasiio : asquecen-se elle de te ha-
ver gasto durante orqaaire mezes de sua serven-
ta m Asylo 73 librat de velai na importancia de
50*340 r., alm de 20 latas de gax, que cusa-
rain 162*500- rs. como se v da eeriido junta, de
modo qte durante um aun > ler-te-biao. al gast->
219 libras da velas e 80 latas de gaz se as cousa
nao niudassem.
Deus guarde V. Exc lllm. e Exm. Sr. de-
sembargador Franetsco do A.s Pereira Rocha,
vice- presidente da provincia.
O provedor,
Anitlmo Francisco Pirettf.
Certifico que de 21 de marco a lljde julho gas-
taram-e uo Asyla o Mendicidade 73 libras d*
v. las estearinas na importancia de 56*360 res,
e 20 latas de gaz oa de 1152*500.
Secretaria a Sania Casa lo Slijaricordia do Re
eife, 20 de .setembro de 1870.
Pedro Rodrigues de Souza.
(Contina.)
O vigario Ptffro Hrlono man
grelh s do Uberal*
NSo era possivel i|Ud a Rvd. ,n capasse s furias da npposi{Sn liberal m> Breio.
O seu comportaujent i como vigario, a brandara
n^ cori1^ a auienidade do trato, a conduela
illibada que sempre ha lido,'.'emita, as boas quali-
dades que o ornara, e que slo por todos reconhe-
ci las e apreciadas, nio o garantiram contra os
botes de desaunados calumniadores.
Que vantageta Icancaria o vigario Marinho
Mamando a responsabilidad o sotar ds 140 1 afa-
ma escrito, e levando-o Abarra dos trlbucaet tlt>!
aat? Nenauraa, absolaurnento nenhunn, aoi
taca da Ira/ioeza daa leis que regem a materia.
Mis, como a caiamoia assemeroa e ao eseor-
pio me dsixa graqde ejatriz, qaando nb s>
magtdo sobre a ferlda, vamos esmagar as-e eseor-
pio de forma humana, qoe sob a respoi^biiida-
de legal de um miseravei, ousoa morder o Rvd.
padre Pedro Marinho Falco, digno vigario do
Brejo. -f r
Des presando, os rosultat e doestts, smentB.dif*
"hos da^)ssoa qae escrveu a correspondentfa do
liberal, smenle nos oceuparemos dos facas ca-
lumniosos imputados ao reverendo vigario.
Comeea o mascarado correspondente htOvaade
o tribunal da relai;o pela conflrmajo da snlen
a D. Clarinoa Pergentina. pessoas que comidera
victimas de perseguicos do vigario Marinho etc.
etc. etc.
Faltou aesle pomo i verdad* o correspondente
liberal, parque, ^e^algum aclo praticoa o ligario
Marinho, eom r^lsij aores mencionados, foi no
sentido de ser-lQes memorada a torta na triso,
sendo conservados oa sala livre, pedido . de seus irmJ.is.
Jos Francisco de Araiijo, appelldado narlur
pelo correspondente do Liberal, foi procjsafo,
p rime o assatsiao ie inspector \r,antes decrarou
em miso, 'que coawaetttra o crime por mandado
de,/os Francisco, tendo lagar o ajaste em casa
da ojerelxii CJariuda, e recebendo logo algum di-
ohelro por coma,
A principal provs de que da parte do vigario
Marinho e seas irruios nao havia o menor desejo
de perseguir o iodigitado mandante, est no se-
gulnte faca
O crimines Parnahyba, autor Jo assassujato, foi
interrogado na sala da Cmara, onde se achava
em um quarlo Jos Francisco'; tnslenlou sempre
o que havia dito: o juiz pncurou verificar a
ideiiiidade de pessoa do mamhcle apontado, para
p que mterogou circumstancdamenle o reo Par-
nahvba ; mas nao o actriou com o reo Jos Fr.au-
ci-co, presente na casa da cmara II E o vigario
Marinh e seus trmos gurlaram respeito pro-
undo silencio, em[enhant,o-se apenas, para que
Jos Francisco fosse conservado na sala livre I
E aa verdade muito singular esle meio de per-
gutcao I
O segundo ficto calumnioso altribuido ao vigario
Marinho concebido nos segrales termos :
c Que tendo alforriato alguns escravos livre e espontanea vmtade, por urna cscriplura
pubca que se acha .10 cartorio do labelliao Bas-
tos, nuuca mais os ptdia caplivar etc. etc. etc.
O RvJ. vigario Manho em 1856, quando o c>
leramnous assolav o Brejo, receiaodo por seus
das cbamou o Dr. Jia^sioa Jorge dos Santos e cora
elle se acenseibou sobre o acto, que leacionava
praticar cora lacio aos seus escravos, ,qne nio
desejava ueixar nv captiveiro : 4) Dr. Jorge deu Ihe
amianta de omaescriptura, que elle fez, em que
se declarouqui marrendo elk fiearia'. libertas
os seus escravos, mas que se Uto nao acontecesse,
continuaran $a esr.ravido.
Bis o que realmente houve com relami ao fac-
to da liberdae de escravos lio adulterado pelo
correspondente liberal.
O Rvd. Marinho levou aioda neste negocio o
seu escrpulo tal grao, que, apezar da clareza
da eseriptnri, e do parecer do Dr. juiz de direito
Joaquim Jugo dos Santos, diriga o couselheiro
Francisco de Paula Baptista, dislincto advgado
nsla capital urna consulta, esclarecida cjm copia
auihenlica da eseriptura.
0 cr nselbeiro Baptista em longo parecer tratou
laminosamente da queslo e conclaio respondeado
aos quesitos:
1 Quanio ao 1, o Rvd. vigario Pedro Marinho
Falca > podia revogar a eseriptura Je manaraisso
que pastara a seus escravos.
< Q lamo ao 2, que podia vender esses escra-
vos, ou os qoa dVutre ellas quizesse vender, pois
que continuarara >jjr seus escravos.
Quanlo ao 3* nio pi6 a jutliga obrjga lo a
desfazer a segunda eseriptura de retractacao oa re-
vogafi 1, e iiualqii -r tentativa a tal respeito ser
inconsiderada, exprimir violencia, e escndalo, e
nunca juslica.
Quanto'ao 4 nao pode o mesmo >'r. vigario
ser ac Misado pelo crime de reduzir a escravido
pes eom tliieito de senhor.
Avalie o leitor quo mereciraeuto tem as aecusa-
edes feilas pelo correspondente liberal.
Anda acensado o reverendo vigario Marinho
de terse lie.1.11 cain a quanlia de 6* que a Idiota
Mara achou na feira.
Confundiremos o calumniador cora a segoinle
declaracao do revd padre Francisco Lopes de Car
valbo:
< Recebi do Sr. vigario PeJro Mariobo Falco
em marco deste asmo 18*000, achados na feira,
a saber, n >D);) por um filho de Joio Domragues,
e 5*000 por Mara de tal, para applica-los em
missas pelos donas, visto que sendo publicado por
elle na missa conventual esse dinbeiro adiado,
nao appareecrarn os legtimos donos. E por ser
verdade pa-so a prsenle em que me assigno. Vil-
la do Brej. ( de oulubro de (870.O padre Fran-
cisco Lopes de Carvalho. >
Sao, como as que ficam reftalas, todas as ou
Iras aecusacoes feilas ao vigario Merinho e aos
seus dignos irmacs. Sao partos inferoaet da
mais requintada maldade, gerados pelo odio par-
tidario em que se abrazara, os funibularios da
opposgao liberal no Brejo.
Felizmente o vigario Marinho gosa ali de bem
fundado coneeito, e da eslima geral de seas fre-
guezes, e tem basiaoie resii?aacio para soffrer a?
injuria partidas da seas doums desairelos, e as
fraquezas do seu proxime, perdoaudo Ibes todos
as offemas, como o Divino Salvador pedia a Deus
perdoasse aos seus iuimigos, por que nio sabiara o
que faziam.
Escudado na pureza de sua consejen:ia o viga
rio Marinho continuar a trilhar a senda incelada,
pediudo a Dos que d juizo a quera nao o tem
Rocife 15 de oulubro de 1870,
A. A.
los Ilativo dos Passos Bastes
Realisou-se o que previra, quando tomei a re
solucio de publicar algumas linUas, neste jornal,
acerca da inlerfereneia do Sr. Manoel Coeiho Pi-
nheiro, oa persegiiicio qoe e me move por parte
da polica, a litlo de ter eu tomado um preso.
Eslava certo de que, se oa readade era o Sr.
Pinheiro o autor de semelhanle obra, fcilmente
poderia eu levar o publico ao eoobeeimento da
verdade e pateutear o verdadeiro motivo dos meas
soffrim Dto 1.
O Sr. Plobeiro tem ama boa qaalidade : oas lu-
las era qoe se lem aehaflo, qoer eom grandes
quer com pequeos, jamis tem otado de masca-
ra : desetbucaia e ie viseira erguida qoe elle
sab* com ha ter.
Assim, aecusado por ferr-me as trovas, o Sr.
Pinheiro repelle a aceosc]fo e vem tggredlr-me
com ,0 seu proprio nome : nem ootra gcoosa era
de esperar de qaem tem tanto luiado, de qaem
segundo sou Infirmado, (vera energa de, anta
o chele de polica, sustentar que havia de espancar
um individuo, o |ue levou a effeito, zompaodo as-
sim das medidas que tomara essaautorllade !
Sim, o Sr. Manoel Cocino Pinheiro qoe comigo
tem rixa velha por nio ter conseguido da earaa-
ra municipal a remeci da offlclna de calderero
que tenho n roa do Biura juuio a casa de sus re-
sidencia, vem h>-jfl afflrmar pela impren ser eu
o autor do crime de tomada de preto.
H vemos de elucidar esta questio^Sr. Pinheiro,
o processo est instaurado e a diseusso entra-no*
traveda na roprensa, por eerto qoe palentaar* a
realidado dos helos e tambera a perversidad* eom
qoe sao ell s detnrpados; porara antes de tod>, o
,juh cumpre verificar a parte que o 8r. Pinheiro
tem -omaJo na perseguicao que se me move a ti
tul < de (er eu pratetdo esse crime.
Fo m-iiao o 9r. Pinheiro iraem indutio o Ins
pvi-tnr de qnarteiro a dar a parte que serve
has.: ao procusto, e no qual cmpremettau 11 mes-
mo inspector t deus cambados eanei do qoe fazia T I o que compre verifrar I
Foi 011 nho o 8r. Pinheiro qaem mmistron o rol
,m estemurihas qoe tem de deper nu processo que
me vai ser instaurado T cele nm dos nnajne de
qaesia.
An loa on nio o Br. Pinheiro procurando qaem
se prestaste a ter teitesiuona contra atim f Mi-
mstrou 00 nao o Sr. Pinheiro ao aobelegado da
freguezia do Recife iofermaoes mbta ate crime
piolando as cousat de modo a flesr eu oorapro-
meltido ?
Espero que o Sr, Pinheiro se pronuncie a res
tsibdelegado da Vegueaia para dpo- querida pelo sufptfcjante, coja eentenga, itraBata
procetso, circumtlmcia esta que sao
ponj
re
Que sabe que o mesmo tubdelegado oflciara
a da fregoesit do Paco reqaiaitaado i minht pri-
sao, Jacto ettt trae, a bem da mesis pritio deve-
ra ficar em teredo, porm de qoe tem conheci-
menlo o Sr.' iinheiro qoe o publica pela im-
prensa.
4.* Que le lio foi o Sr. Pinheiro quem minis-
trou e rol daa lestemunha* qae vio depor no pro-
cesso, certo todava que o mesmo senhor indigi-
tou oDitme de quatro peaaoas que podem retorcar
o numero deesas mtsmas testemunhas I
Agora Sr. Pinheiro temos anda as segaintes ver-
jflslra '
1. Que o senhor comigo tem ruta velha ama
da asstetstinbas i|ue vera no rol das qoe nao de
depor no processo contra mim Instaurado, sendo,
te me nio engao o primeiro qae vem aa eabeca
do mesmo rol.
2* Qne entre at mesmas testsmuahas esl men
ciooado o nome de um sea caixeiro conforme tam
bem toa informado.
3. Que V. S. qae comigo lem rixa velha,que V. S.
que lio embmlbado est nesse negocio ; que V. S.
que oio promove a nainha perseguicao, o autor
o responsavel pela puoWcaco do aaouucio do
Jornal do Reaje, em que e me d como autor do
crime de que se traa e bem assim do acliar-me
eu ausente.
flequen a exhibicao do autograpbo desse an-
nuncio e asado elle exhibido as audiencia do juizo
municipal da segunda vara no dia 15 do crranle,
venficou-se ter V. S. o responsavel pela publica-
cio d'elie. Bis a testemunan que, em priraeir-o lu-
gar deoor, contra mim I De que natureza ser
esse sea depoiinanlo Sr. Pinheiro ?1
Fico por ora aqu: o publico ja tem materia
para ir formando o sea juizo ; porm, nio con
clairei aera dizer ao Sr Manoel Coeiho Pinheiro
que aioda creio no pooduaor dos bomens, pelo
que duvido que taoba de ser victima do sea po-
dero ; qae se tivesse alma vil podia estar livre da
trabalops por qoe lu informad de que S. S. ba-
ta nos peilos, dlzeudo ser chegada a oecasiio de
humilhar-me en ante S. S., Mmoji o tinka feito
oulros de condectracoes aos peitoi, e que eolio la-
do licaria em nada ; enganoa-se o Pinheiro se
cootava com sto : hei de oppor-lhe enrgica re-
sistencia : oio possivel qae os tnbaoaes de meu
paz nao eumpram seu dever: em todo o caso a
verdade ha de ficar patenteada.
Tenho muito o que dizer ; porm aguardo-me
para outra vez.
Recife 17 de oiitubro de 1870.
Jos Dativo dos Passos Bastos.
^K. Sr. Dr. juit municipal do termo do Cabo.
Diz Jos dos Santos Neves, teslamentairo do bens
d< finada D Anna Del (loa Paes Brrelo, qne, abem
de tea direito precita que o encrivio Araujo Ihe
certlflq-ie aq p deija :
1.* Em qae da deste mez de outubro Ihe foi en-
tregue nb sed cartorio a tentenca do superior tribu-
nal da relacio proferida na carta testemunhavel
Xcz,oclos do Asylo de Nendlcl-
dade.
Nao quero demorar a explicaejio qoe carece a
ercnmstancla mencionada peto Sr. provedor da
Santa Casa de Misericordia, de haver, na oecasiio
da miaba raadanca, sahido com os meas movis
objeclos pertencente ao Asylo.
O Sr. provedor aproveita tudo para rae fazer
carga ; nao ha cirenrastancia por mais Innocente
que elle nao envenene e adultere I
NirImporta que o meo relatorio de entrega do
Asylo, fosse apresentado dias depois, para o que
nelle expot ser tomado em eonsideracao. Bu de-
clare! ao men sncoesaor que Ih'o remetteria, ape-
nas livewe lempo para essreve-lo. *
Mas no acto da entrega do A-ylo, del so mesmo
meu successor todas as informaedes que me oceorre-
ram na oecasiio ; preveni-o de qae com os meas
movis, linh.vn ido, segando me constara, objectos
do Asylo e qae os havia restituir, e me offereci
para dar-lhe todos os esclarecimentos e inf rma-
(des do que precisasse.
Se nao fui ao Asylo para a conferencia de que
fallei, foi por qae o meu successor me fornecou
ama copia da relacio qne savia mandado fazer, e
por ella flz 9a a conferencia que precisava.
Tendo a minha mud anca sido feito em um dia.
e cora graode atropello, e nao estando eu presente
as arrumaedes, deu isto logar a que mutos des
movis e objeclos que eslava a meu aso, fossem
considerados raeos e mandados sahh*.
Chegaufo ao Ayfc>, raandei sustar a sahida de
oniros, e, apenas me foi possivel, fiz reeolher o que
nio me pertruna.
Na minha ausencia, tendo deixaio no Alyso mo-
vis meus, cara elles raandaram-roe objeclos da
ca-a e nm relogio trocado. Reonnciei o que nao
rae pertencia, e maodei trocar o relogio ; mas oio
deixei 00 Asylo, nem para alli maodei objectos ve
Hns, nem tapete* estragados.
Ha ni*to inlld-ldade, e no proprio Asylo se pode
ver fie r que isto inexacto, examinando-se os ob
jacto* que l existem.
Nao quero crer que as relatoes dos objectos
fossem j arranjalas ageito, para o uto que e.-i
fazendo o Sr. provedor.
Passados assim os faetos. eu coosignei no meo
relatorio o que tioha verbamente exposto ao mea
successor.
Em carta particular, porm, preveni de que
os objectos miados que aioda exis.issem em meu
poder, s os poderia remetler depois que tomas-e
easa, e desencaixotasse o quo eslava encaixotado,
visto qoe nlo era fcil fazer desde iogo, por e-ta
rem todos os meus movis accumulados no_ soti
da cata em qae os recolhi, e na qual eu nao es
tava resid nao.
Oportunamente maodei os objeetos miados qae
foram encontrados.
Ora, todo isto foi feito por acto expontaoeo raen,
sem exigencia de natureza alguma e o Sr. prev
dor quer ao facto dar cores carregadas I
Com effeito I
Recite 17 de oulubro de 1870.
J. P. Barreto ie Mello Reg.
Ao publieo e especialmente
superior tribunal da relaeSo.
Tendo o abaixo a*sigaado interposto aggravo
de peticao d'um despacho do juiz municipal do
Cabo, o bacharel Joo Goozaga Bacellar, oa ques-
ti) de seque>tro aioveataiiancia dos bens da lina-
da D. Anpa Delphina Paes Brrelo, de qu -m tes-
tamenteiro o abaixo assignado, o juiz raaadou to-
mar por termo o aggravo, e fot este minutado pe
lo advogado do aggravante.
Subiodo os autos coaclasao da dito juiz, para
reformar ou susleotar o seu despacho, nos termos
do regulamento de 15 de marco de l8'2,o o juiz,
em ama looga respoeta, sasiealoa o teu despa-
cho, e concluio denegando o aggravo e multando
o advogado.
Requeren o abaixo assignado carta testumunha-
vel, e o superior tribunal da relago, dando previ
ment, mandn que fosse admittido o aggravo 0
segoisae seos tormos.
Ora, vista do exposto, e que consta dos autos,
nada mais tioha da fazer o juiz tenio por o cora-
pra.sa no aeeordao do superior tribunal da rea-
cao, e ordenar ao mesmo tempo que o eserivio,
juniando-o aos originaos do aggravo, llzesse quan-
lo -ames remes* ao superior tribunal da relrcio,
em cumpriintoto do dito venerando aceordi".
Mat o que aoonteeea ? O juiz liraiioa se a por
smplesments a oumpra-te 00 accordo, e tendo
este desaaeho apretentado ao eserivio, disse este
que nio podia curapri-lo, porque o* solos origi-
naos eslavam em conanca ao ajudanle do pncu-
rador fiscal provinciat (qae nada tem qoe ver eom
tal aggravo), e que, quaado voliasseu, aioda tioha
de faz-los conclusos ao juiz, para, depois qoe este
responder, fnzer a remassa dos autos para o su-
perior triteunal da relacio.
Quem pede eontar com a (oMioa do Cabe f
Como qoe assim procede-se contra a expressa
determinacio da le e regulamento citado ?
Que tem aqnelle joiz mais qoe dizer nos autos f
Nao te est vrndo o capricho qae anda conti-
nua nesta quMle, para se atropellar o dintilo do
abaixo assgn.ado, em menoscabo, nao s Ja lee,
como j se disse, como tambera d > jalgado do su-
perior tribunal da relaQio ? Convm observar qae
se esta tratando toda a pres*a de conclu>r o in-
ventario 4 qoe aquel le juiz mandn proceder, no-
meando contra a lei, outro iuventariaute que nio o
tastaraentairo, daoslo-M quanlias fabulosas a por-
tad .-res para Irem (oda presta promover o cura-
primonto de preratnrias, o qun conatitne om pro
oedimioto irrogolarissimc, por quanlo no aggravo
de policio do abaixo aatignado se comp.eh-nde a
qf e'*d *e iovenuritoea qoe me deve eab^r em
vista da tes, oio podando o juiz pro^guir ero
tai aavootarw pela lnterposic.io do referido re-
. t ?"***? V* eomssama esta soblieacio at-
iesta de modo odubitavel o qtia fie* expeodido.
ufe 17 de ooiubro de Ara
Jos de* Santos Neves.
qse fosse admitalo o asjgravo ioterposto jelo too
cante, e queMnoissi teustermos.
2. Se dita testenca seta coto o campra-se do
respectivo juri, e se este eumpra-se cootam ooirat
Stlavras.
3.s Se o aggravo denegado est ou nao ministra-
alo pelo advogado do sonplieaote, bem como com a
resposta do dito Juiz dada depois da misla de-
negando na resposta o aggravo, de coja denega-
cio se pedio a earla testemuohavel cima fallada.
4. Ja estando mlootado o aggravo e respondido
pelo respectivo juiz, o qae falla para ser elle en-
tregue ao superior tribunal da relaQio : pede a V.
S. defer mehtoe reeeber merc.
Em 13 de oulubro do 1870.
Ortiflque.Cabo 14 de outubro de 1870.=J. G.
Bacellar.
O capito Maooel Jos de Santa Anna e Araujo.
servenlaario vitalicio dos olBcios de aegauflo ta
beljio de notas, eserivio do crime, civel, de or
pbias e ausentes da villa e terne da comarca
do Cabo da provincia de Pernambaeo, por sua
magestade o imperador eonstHuclenal o Sr. D.
Pedro II, a quem Dea* guarde etc.
Certifico ao 1.* qaesito, que a sentenca de qoe
trata a peticao retro rae foi entregue em mea car
torio 00 dia 13 do correle mez ao meio da, man
dando o venerando accordo do superior tribunal
da relacio, que se escrevesse o aggravo ioterpoata,
o qual depois de preparado seguisse seos termos.
Certifico ao 2.* quesito, que a sentenca me foi
entregue Jmenle com o cumpra-se do Dr. juiz
muoicnal e de orpbios, e tinelo eu duvjda sobre o
qoe devia seguir, visloque o aggravo j tioha si-
do escripto com a mesma sentenca dei ama infor-
mado, logo ao mesmo dia ao Dr. juiz municipal o
voliaram hornera, 14, ao meu cartorio, dizendo o
mesmo juiz, que a sentenca fosse junta aos auto
donde foi exirahida a carta lestemunha vel.
Certifico ao 3.* qaetito, qae nos talos orginaes
foi o aggravo tomado por termo, minutado pelo
advogado do aggrante, e o juiz dando suas razoes
oio o maodou expedir, por cuja denegacao da ex-
pedido, me foi pedida e dei a carta lestemunha-
vel.
Certifico ao 4. quesito, que em eumprimento ao
venerando accordo e despacho do Dr. juiz muni-
cipal e de orphos mandando juntar a tentenca aos
autos orginaes, deven Jo eu juntar e faze-los con-
clusos para o mesmo Dr. juiz municipal mandar
rnmette-lus ao superior tribunal da relacio, oio o
liz conclusos, por que leodo o agente ds fazenda
proviodial desta comarca o Dr. Carlos Eugenio
Duarche Maviguier pedido em conanca os aolos
orginaes e assignado o protocolo no da 8 do cor-
rente mez, hooiem exigindu-os, responden que os
autos havia reraeitido ao da 10 para o Dr. procu-
rador fiscal da fazenda provincial, o qual em olfl-
cio de 28 de setembro havia pedido, que o* remet-
lesse em conianga, e logo que os recebesse, imrae
dialamente recoloia ao cartorio.
Certifico que non tem mesmo represente! ao Dr.
juiz municipal o de orpbios, contra o procedimen-
to do Dr. Carlos Mavtgnier, isto por ter elle re-
mettido para fora d'esta villa os aulas orginaes.
sltenlo qae exists pendente de deeisio do aape-
rior tribunal da relacio, a carta lesemunhavel, e
ped jne desse providencias para sem demora *e
rem es autos recolhidos ao cartorio. O Dr. juiz
municipal por seu despacho mand u que o dito
agente da fazenda provincial Dr. Carlos Mavignier,
fosso intimado para com fo.ia brecidait reeolher os
autos, e hooiem mesmo foi ell intimado ; al
aprsente d, ta nao foram recolhidos.
ti' o que con-ta e dou f, e patso a presente que
vai por mim escripia e assignada nesta villa do Ca-
bo aos l'i dias do mez de outubro do auno do as-
cimento da Nosso Senhor Jess Corista de 1870.
Villa do Cabo 15 de outubro de 1870.-Em fde
verdade, Maooel Jos de Santa Anna e Araujo.
Liverpool por LsboaM das, \a\
Gladiator, de S78 tonelada,
danto Welliama; eqwpagain ti,
fazenda* e ontroi genero*; i Sawrjder
BcotheriAC. W
Ro 'de Janeiro craxanJo 10 diasCorvis
arasficana Porlomowk cotaaawdaoie es-
pillo'' de mar e guerra A. 'A. Seases,
sus goarnKSo 6 ds jsfO pravas incloarve
oa oflic.aes e 18 psassas.
OhiTMaSo
NSo hoovo sahidas.
EDITAES.
tos-
No vapor Paran que se espera do norte
a i! do cerrente, deve embarcar com des-
tino a crt o'muito dis incto general Joa-
quim Jos GoQcalves Fontes, que com muita
honra e dignidade commandoo as ai mas
nesta provincia.
S. Exc. deixa gratas recordarles aos per-
nambucanos, pelas maaetras attenciosas e
ebeias de bondade, qae sempre se digoon
prodigalisar a todos que tiverain a fortuna
de o communicar e que o reconbecem sent
de qualquer macula.
Que ventos propicios conduzam S. Exc.
ao lugar de seu destino, o que desejam
os pernambacanos, seus am gos sinceros e
dedicados.
Segundo consta-nos S. Exc. saliii a p
de sua casa ra do Hospicio n. 4, a em-
barcar no caes 22 de Novembro no dia em
que sabir o vapor Paran, as tres hora-
ila tarde.
F. A.
Mofla
Pede-?e ao Sr. Gaspar Cavalcanle de Albuqner-
que UaJia para responder estas innocentes per-
guntas:
Qaaoto despendea para comprar as heranets
nniversaes da casa Aratangy ?
Os bens dados aos herdeiros para pagamento
pertenciam oa nio s mesmas herancasf Se per-
leociam am contracto de venda perfeito aqnelle
em que o vendedor figura de comprador e o com-
prador d vendedor t
As I otras passadas por oecasiio d'esse negocio
j foram pagas, ou j esto ellas por lisia do seu
numero de calles pregados oaqnelle qae acei-
tou-as ?
O engenho Murissca, dado em pagamento
uro dos nerdeiros, era que terreno esl assen-
tado?
Quaoto deu pelas trras em que levantan esse
engenho?
Qaaoto gastn para comprar parte da proprie-
dade Porto de Galianas ? J pagoa as letras d'esse
negocio 1
Pelo preco por quanto Sr. Gaspar comproo.
pode ser senhor de todo o imperio : mas a paga?
O Sr. Gaspar Drummon 1 est no foro, e o Sr.
deterobargador Alvaro na llelacao : o Sr. Gaspar
pode continuar comprar.
Ab I Sr. Gaspar, Dous consent, mas nao para
sempre.
ToKie.
.......
COMMERCH).
ALPAWDBGA.
eadimento do dia 1 a 15. 376 702J074
tem do dia 17.....17.271/496
303 973#o70
MOVOUINTO DA ALPANDIGA
olumss entrados cen fazendu
dem idem com gneros
olumes sabidos cora fazendat 92
Idam idem eom gneros 111
*H
Descarregam hoj?. 18 do cnente.
Barca ingleu-Pa/rtodiversoa gneros.
Palacio portugnez-Principiodi-ersos gneros.
Vapor inglezGladiator dem.
Lugar inglezftrnfarinha de trigo.
.KCEBEDOHlA DE HE.NDAS INTERNAS UK-
RABS DE PEP.NAMBUCO.
ndimento do dia 1 a II 31 9ZU777
Jsmdodial7........ 7.W3A6U
39:645*391
CONSULADO PROVINCAL
tendimento do dia I a 13.
dera do dia 17. .
17:763*781
303*533
18.067*3=
MOVIMENTO DO PORTO.
JVatt'es entttios ae *a 11.
Montevideo 23 dtis, pawcb atnericanj
Alfred, de 271 tooeladas, cap lo H- A.
Dennel, eqaipageni 10, carga 80 mullas ;
ordem, velo refj-escar.
Por esta reparticio te fax pubeo pera
nheeimento de qnem lotereasar poass, qoe ate
delegado do termo de Agua Preta foram apers-
henddos dous cavado?, sendi nm easianho e j
vetho, e outro alasio caboclo aioda aovo
pois se julgar com direito aos mesaos eav
poder reclaraa-los perante o juiz 1 mnmcipai 1
peetivo, produzindo nesta oecasiio a devida jass-
cacio.
Secretaria de polica de Pernambaeo 17 de sa-
lubre de 1870.
O secretario,
Edgardo de Barree F. de Larenla.
Faculdade de direito
De orden do Exm. Sr. director termo, e pera
curapriraesio do aviso imperial de 3 de tetasjSfs
ultimo se faz publico o programo qoe deve ser
observado nos examet de preparatorios a ajo*
se tem de preceder a'esia faculdede mo na Se
correte anno e no principio do prximo vintloesa.
Secretaria da freuldade de direito do Reata 14
de outubro de 1870.
O secretario,
Jote Honorw B. av Mmtzn.
Seccio 3.*Rio de Jaoeire.MiassSetio dea os>
goeios do imperio, em t do jetemlr SS 1070.
Illa, e Rvm. Sr.- Devolvo a V. P. o pr^nam,
I para os exames de preparatorio, que V. r. toja-
.tou approvacio do governo, e qoe ser peal ira-
do na forma do art. 6o das iottrscrde* se 3S de
outubro do anno passado. Convem qae a
minacao dos pontos, pera a prava 1
sciencias, se faca por meio de s&rte 00 1
comecarem os exames, fleando oa 1
inutilisadot para a prova oral, nos
22 das sob redi us inatrueedes.
Dos guarde a V. P.Pesas Jet iemrts ie
Souza.$t. inspector eral aterino da anstrat*c
publica do manicioio da corte.
PROGRAMMA PARAOS BXAMES DE PREPA-
RATORIOS.
LATUL
Prova escripia.Yerso para atiot dos *Tim-
dios Classicos.. Edieo de Nicolao A. Alvt,
1870.
Preva oral Leilara, tradaerio e aaalvsa toflka
e grammaiical, e medicao de versos biaos. L-
vros : Horacio. {Odes, l Virgilio, Eoeisa, Cictr*.
Oracdes: Tito Livio. IVs memorabiles.
PORTUGOEZ.
Prova escripia.Coaposieio toare
mulados pela mea de exame.
Prova oral.Leitara, aoarye legica,
ca, e grammalical dos Truchos
cao de Nicolao A. Alve, 1870.
PRANCEZ.
Prova escripia.Veraao para francez dos Tro-
ebos Classicos.i Edieo de Nicolao A. Arvoa
1870.
Prova oral.Leitara, traduce e aaalytt l-
gica e grammatical. Livrot: Caateaabriaad, Mar-
tyres a Genio do r.hristiaaianw. ReaaierTtsntra
Classico.
INGLEZ.
Preva escripia.Veraao para inctat dos Tre-
chos Cla.-icos.. Elicio de Nicolao A. Arves.
1870.
Prova oral.Leitara, tradneeo e auarja lagSa
e grammalical. Livrot: Retamo da Hwtona da
ligia trra por Joao Liogard. Macaolav
crticos e histrico*.
ARITHMETICA.
1. Numeracio decimal.
I. Muliiplic'acio dos nmeros iatriros.
3. Div.-ao dot Bomeroa inleiroa.
4. Radaceo das fraccoes os
nador.
5. Reducco das Iracemas axsvasio
simples.
6. Operarles sobre as frac^det ordasria*.
7. Operacoet sobre as fraeroes deeiaaes.
8. Sysiema mtrico.
9. Opera^oes sobre os nameros
10. Divisibilidade dos numero.
II. Dizimas peridicas.
12. Quadrado e rail qaadrada.
13. Cubo e raz cubica.
14. ProporcSe* por differenea a por 1
15. Regra de tres simples e compon.
16. Regra de joros e de descont.
17. Regra de companbia.
18. Progres- oes por diSereoca.
18. Progess5es por quociente.
20. Tbeoria elementar dos logariibmo*.
ALGEBRA.
1. Addicio e sublraeeao algbrica.
2. Mullipliraeio algbrica.
3. Divisan algbrica.
4. peraroes sobre as fraecdOs atajobrita.
5. Mximo comom diver aigebrieo.
6. Eqaa(dee e probleaat do 1* groo, a 1
incgnita.
7. Eqoacoes e proMemos do 1' groo, a
cognilas
8. Formulas geraes para rosoaacio de ats asa-
tema qualquer de eqoacdes do t* ftk.
9. Solacdes negativas dos priiblaaaa.
das qoaniidades negativas.
10. Dscnssio daa eqaacdes do 1* grao.
11. Diseusso do problema dos cemat.
14. Aaalvse indeterminada do 1* grao.
GEOMETRA
1. Theoria das perpeadicolares e >
2. Tbeoria das paralleJa*.
3. Tbeoria dos tringulos.
4. Dos quadnlaleros e soas
1 Dos polygooos coovexos.
6. Da eircmfereneia a 1
nliohre tas. Propriedade i
xada do eentro do eireolo i
7. Medida dos ngulos central,
eumscriptoe exeeoinco.
8. Em todo o triaognlo e oa toda
guiar sempre possivel meerever a
ver um circolo.
9. Dos circuios seccantaa a 1
geates.
10. Linhas proporcionae.
11. Semelhanca dos tringulos e
12. Propriedade da pcrpeodieaar
vertice do ngulo recto de oa triaos.ato 1
lo sobre a hypotbooasa. O qus4rs4 Se
lado de um triaognlo igual i tomas
drados dot ootros aoos, so 4 recto a 1
posto ao primeiro ; e se <
ou menos o dobro do radon 1 Se oa 1
pela projeecio do oairo sobra eMc
13. Dous parsaelbgramaat Sa 1
mesma altura sao equival
los qnaesqaer sao paopnrcaooaaj ao 1
bases pelas aliara. rea
ralielogrammo, do triaogulo e do
linio.
14. rea do potygomo regatar, d<
sector circular e do trapalo ztraajhr.
18. Relacio entre at ireat de 1
semelhanlea e de ooat cirealu* da 1
A rea de quairalo construido subre a I
nasa igual a siama aso reas
coostroidos sobre oulros daos lases.
16. Linhas proporcionaee coosiderasst so sr-
cala.
17. Avaliacio dot ladea Sai
lares.
18 Das recta e Seo ataoet
ubliquot eoire si.
19. Angolos diedros esoa saeaMa-
20. Das rectas e pitaos asrallefes..
21 Dos tngutas polver.*.
22. Dot Boiyedrat coavex-.
2:1. Semelhaoei dot pelelro*.
24. Dous parallelipipediH la mi^aa I
ine>ma aliara sio eqaiv>ni-*. T-a
pipe a ubbquo, pode ter iri^fraaa ra sts so
roMidtoipatxi rsctaogola T.to orwaa eMpa
4 meude i* om paralleeipipeUu o* base dostsso
aiiura igeal > pritma.
25. Dous naralleliptpsdoe r< cUoguiw da asno
baoe sSi prepoccioossa s oas llura.*- IPasa po-
n elicipedo. roolsogatos n* mumn altara ti
0> ,lt>* reeungulaa quaatqaer &\ pruporctooSM SM
urodaetos das bases petas altu
26. D-us istraedroedsba^iuaea*aaaaBja
altora sao aquivaiootat. Iodo laSroaso
ca parte de um pritma triasgular da aaeaao Isto
e da mesma aliara.

4
i

aaV
^f



Diario de I*erfl




da pbilosop&ia,
i sciencia.
tobildade, en-
S|t7. Volurae do paralleliplpedo, do pHsma, do
anata, da Dvrimida rotular e do we rc,0
TiLt m3S (EErta esphej um rculo.
Toda plMT!%$ca!ar 6 n!o no extremo I
taag ente esphera,
. Aw a volme la esphera.
nmK>raif.
1. Obiecto, alMMf divisao
sua utMedo a relelo can u M* i
2. QMbculMes da alna : snp
3. Da sensibilidade : seus carecieres; sensags,
MtttaMBlOlt-|ilJ)M.
1. Daa nasaas idea um geral; tas diverts es-
pecias.
5. Da p eroapcaa exlarlor, da a*en?ao e aampa.
o\m abstrae^, armariodas*Meas gftraw.
J. Di maoiorisv asftntoeao das ideas,' ipjafina-
8. Do jojae. rapiocnia
9. Dos signaos, e era particular dos vocabulw,
saa retaco com o neiiiaroeato.
10. Da actividade e-ponlanea e reflexa, descrip-
qo dos lo da vootade.
11. Do melilodo : aualyse e synuvwe.
12. Das propoiitdes, suas especies, conversio e
opposiclo.
13. Da deflnicSo, dlvisio le classificaclo.
14. Do sens intimo : esidenci, certeza, aito-
taas, e deoie-osiraeoes.
15. Da obswrvaeao exlerna : iadoccao, analoga
e probaailidade.
16. Dolestemanho tamao: rgras da critica
histrica.
17. Da syllogismo, saas especies, regras -e fi-
guras,
18. Da argumentadlo, saas formas e regras.
19. Dos sophismas e causas dos erras.
SO. Da origem de trassas ideas apreciacao da
opiniao dos autores.
21. Das Meas raadameataes do entendimento
humano; substancia, cansa, lempo, espaco iofini-
to, finito, uoidade, corpo.
22. D.-mon-tragao da liberdade : influencia d
motivos sobre a vontade.
23. D > En, sua nnidade e identidaJe. Espirt-
tnalidade da alma.
24. Exposicao e critica das hypolheses sobra a
uniao da alma com o corpo.
29. Da imuiorlalidade da alma.
26. Da idea de um ente supremo ; prova meta-
phvsicadesua existencia.
27. Prova physica da existencia de Deas.
28. Prova moral da existencia de Deus.
29. D >s attrrontos metaphysicos de Deas.
30. Djs attrbutos moraes de Deus.
31. Da proviJencia considerada relativamente
existencia dj mal.
32. Djs motivos dos actos humanos.
33 Crtica das principaes opinides dos philoso-
phos sobre a nstu reza do de ver.
34. Deraonstracao da le natura!; lei positiva.
35'. Consciencia moral, imputacao.
36. Do mrito e demerito, pena e premio.
37. Moral religiosa; cnlto interno e externo.
38. Moral individual: dos deveres relativos ao
espirito.
39. Dos deveres relativos ao corpo e aos boas
extrnsecos.
40. Moral social dos deveres de beneficencia.
41. Nocdes do direilo, deveres geraes da jus-
tija.
42. Dos deveres geraos na sociedade domestica
e civil.
GEOGRAPHIa
1. Geograpbia : trra, sua figura, movimontos,
superficie ; eixo, polos, equador, meridianos, pa-
ralelos, tropieos, eircubs polares e zonas da ierra.
Divisao da superficie do globo om trras e rguas.
Ilhas e continentes. Primeira divisao das trras.
Ocano e suas divsd"es. Costa, grupo de libas,
archi>e!ago.
2. II irismte visual. Pontos cardeaes e collate-
raes. Rsgio, paiz, nacao, capital. Mares, cor-
reles, campos, montanhas de pelo. Fundo do
mar, sua elevacao at a superficie exterior das
agnas
3. I'raias, ribas, daas, pennsulas, isthmos e
cabos. Planicies, montes, serras, valles, grupos, e
systemas de montanhas, volcoes, neves perpetuas
e geleiro*, massicos eleppe, desertas, e oasis. La-
gos, lagas, patanos, rios, canaes, bacas e ver-
temes.
4. Limites, divisao, mares, fgolphos e estratos
da Europa. Ilhas, pennsulas, isthmos e cabos da
Borona.
5. Montanhas, volcSes, massicos, valles plani-
cies, steppes e desertos, da Earopa. Vertentes,
Imh.M do divisa) das ag jas, .lagos, rios e lagaas
da Europa.
6. Limite, divisao, mares, golphos, e estrenos
da Asia. Ilhas, pennsulas, isthmos e cabos da
Asia.
7. Montanhas, volcoes, massicos, depress5es,
valles, .ilanicies, steprie:! e dsenos da Asia. Ver-
lentes, l'oln do divisao das aguas, lagos,-nos e
lagunas da Asia
8 Limites, divislo, mares, golphos e estreito3
da frica. Ilhas, pennsulas e caoos da frica.
9. Montanhas, volcoes, massicos, valles, planicies,
stepes e dsenos da frica, Vertentes, lagos rios
e lagunas da frica.
lo- Limites* divis5es mares, golphos e estretos
da America. Ilhas, pennsulas, insthmos e cabos
da America.
11. Moni rabas, volcoes, massicos, valles, plani-
cies, stepes e dsenos da America. Vertentes, li-
nha de divisao das aguas, lagos, rios e lagunas
da Amer.ca.
12. Limites, divisao, mares golphos e eslreitos
da oceania. libas, pennsulas e cabos da Ocea-
nia. M mlanhas, volcoes, massicos, planicies, step-
ies e deserto? da Oeeania. Vertentes, lagos, rios e
agunas da Ovinia.
13. Regia) natural, poltica e ethnographica.
Estados soberanos e meios soberanos; divsSes
eroprepa las na sua descripQao. Superficie de um
paiz. Populaeao absoluta e' relativa. Governo e
suas formas principaes. H.'ligia-, o sus di visites.
14. Divisao tt)s povos segundo sen aspecto ex-
terior e desenvolvimente moral. Clima physico,
snas causas c influencia sobre a d9trbuieao dos
vegetaes e animaos ni superficie da trra. Latitu-
de e longtude.
15. Limites, situaco, superficie, divisao, gover-
no e religio dos diversos Estados da Europa oc-
cidental e septentrional. Capitaes e cidades prin-
cipaes.
16. dem da Earopa occidental central.
17. LIem da Europa occideoul meriodinal.
18. I'era da Earopa occidental.
19. llem da Asia septentrional e oriental.
20. Iilem da A'ia raeridioaal.
21. Ileni da Asia occidental.
ti. dem da frica septentrional.
2. I lera da frica oceidentil.
24. Mera da frica meridional
2o. I lem da Atrica oriental.
26. dem da frica central.
27. Malasia e AnslraHa, Polinesia e trras An-
trcticas.
28. Simarlo, exlensi), superficie c eonfiguracao
da America. Sua divisao.
Aspee ir. geral, climas e prodocefies.
PopuU.gao, racas, lnguas, religioes e governo?
da Amerita.
29. Brasil: situaslo, limites, exlensao, snperfl-
cie, configuradlo e divisao do Brasil.
Bahas, portos, caboH, eslreitos, recfes, ilhas,
ontaneas, cordilheiras, piaoicies, verteotes do
BraniL
3!). Liobas de divisao das aguas, lagos, rios. do
Brasil. Capitaes, cidades, villas principace das
ro'toeUs do Brasil. Aspect. geral, clima, popu
lagao, produees, riquezas naturaes, religio e
governo do Brasil.
31. Itepnblica Oriental do Uruguay. Confede-
raei) Argentina, Repblica no Paraguay. Chile.
32. B .Iivia Per. Estados Umd,.s de Venesuela,
ColomUia e Ecuador. Patag.nia. .
32. Guyanis. Aatilhas. America central e Pa-
nam.
34. Mxico. Estados-Unidos da America do Nor-
te. Trras arcieas dina.narquezes. Groelandia.
35. M..odia e ilba de Joao Mayen. Nova Bre-
tanha.
T rritori.) de Alaska.
:*6 Astros e sua divisio em estrellas propria-
m ii lita*. Planetas e cometa*. E'plv ra celeste.
H ayo a iparente. Polos e eixo da e-phera ce-
le-t
E-tr i\** propriamente ditas. C^n-tellagSes.
Se n tlltci grandeza, cor. dniaoci da ierra e
m vi rii< .las estrella. E>t etl s vinav^is, t- m
p..... *i, ilup is e mnltiplas, nebulosa. Via lac
le. .
:t7 '.i<\ : w,,lame, movnn^Bt*, cmsliluieao e
m,.i ^''i 'I. Systetna solar R-nnot*". parjw
d. ,j- m e .capoera, dmfida ie e diaienso^s. Co
ir-i i- i-ti-..l.c.is. Pianolas. Divi***, disuncia Jo
jol, ., terapo d* r-ilnci" e rotar
e ni- imiUrularMadas Ai p auei. d< t, .^101.0 w, blidos, estrellas croles, luz l$<
diacal.
is~rr-:------------
39. Sysiemts lo Ptolomeu e Goperntoo. Ler? drf
Kepler. A|^^^^|^^H^K leis de
Figura da lerr HHN9k (,e 8Ua rdMMsft
e verdadeifa lacia e revoju
Circuios da esphera celeste e da _
meridianos ; culminc.ao dos astros, horisolte ra
cional a appareote meridiano, pontos carda*?.
Rosa dos ventos. BeHptfea. lodiaeo. DiseorAn-
cia entre os signaes e consleMa!cfie zodiacaes
39. Aneo sideral e iroptco a civil. BslaeCes.
Explicajo e diyacao das estachas. PoaielO da
esphera: recta,obJiqn p*rarella. Determinadlo
da posielo da esAeJS pa qualquer lugar do
globo. Dia naturfi a rti|cial, sideral e solar, ci-
vil, verdadeiro e mtjdlo, Refracao : augmento
dos das naturaas pala rotaecao ; crepsculo. Dia
solar mator quo o sideral. Causas-de sao va na-
ci.
40. La: ten valuae, dimetro, distancia da
trra e movltnentos. Ravoluc^io sideral e synadi-
e. Asaeato faiu de atmaspaera. LlPrif^a. Pha-
sa. Eclypsel ao" sol e da raa.
41. Mares. Latitud e longtude terrestres. He-
1. Creacao do mundo. Diluvio, Yoqacao de
Abraho. Movi.
2. Esiabeleomanto do Israelistas na Terra, da
Promissio. Jnisaa. David e Salomao. Divisaq de
reino. Deslrutcio das retos de Imel e de
Jaaa, ~
3. Primeiro segundo imperio noa Aisy-
rios. IrtksMrio da Babylonia. NabuchodosMaar.
4 Egvpto. Conquistas de SesoaKis. PuaasMee
e seus sujeessores. Monumentos e costamos dos
Egypcios. "1
5. Imperie lleio-Peralco, Cytoo suas conquis-
tas. Creso, Darla, Xenzes.
6. Gracia. Tempes haroicas. ArgtuauUs. Guer-
ra coaira Tftebas Guerra de Troya. Iavatao dos
Dorios. Homero. A
7. Lyeurgo SoJou. Colonias gregas. .
8. Guerra medicas. Tratado de Cimon.
9. Gaerra do Peloponeeo. Scrates. Expedido
dos dez mil. Pelopidas e Epaminondas.
10. Philippa de Maeedonia. Demosthenes. Ale-
xandre Magno.
11. Divisao do imperio de Alexaodre. Maeedo-
nia e Grccia at a conquista pelos Romanos.
12. Divisao da lis lia. Fundacao de Roma. Os
res al a abolicao da realeza.
13. Estabelecimento da repblica. Guerra coro
Porsena. Consulado. Dictadura. Tribunato. De-
cemvros. Invasao dos Gaulezes.
14. Conquista da Italia. Gaerra com os Latinos,
Samoitas, Pirrno e Taranto.
15. Primeira e segunda guerra pnica.
16 Guerras civs. Mario e Sylla. Primeiro
iriumvirato. Cesar e Pompeo.
17. Segundo tnumvirato. Antonio e Octa-
vio. E gusto.
18. De Tiberio Marco Aurelio. Os Cesa-
res. Flavios e Antnimos. De Coffltnodo a Deocle-
ciano.
19. Origem e progresso do Cbristianismo. Per-
segui$5es. Conslantino Magno. Triumpho do Cbris-
tianismo.
20. Divisao do Imperio. Invasao dos Barba-
ros. Queda do imperio d Occidente. Principaes
estados fundados em saas provincias.
21 Os Francos. Clovis. Carlos Martel. Pepino o
Breve. Carlos Magno. Restabelecimento do impe-
rio do Occidente.
22. Mahomel e sua religio. Conquistas dos
rabes. Ommiadas e Abassidas. Calitados de
Bagdad e de Cordova.
23. Imperio Bysantino. Justiniano I. Hera-
clios. Isaurios. Maeedonio3. Comnemos. Pateo-
logos.
24. Divisao do imperio de Carlos Magno. Fim
dos Carlovingios na Franca e na Allemanha. Co-
meen do imperio da Allemanha. Dynastia de Sa-
xonia.
25. Dynastias de Franconia e de Suabia. Lula
com o Pontificado. Gregorio Vil, Innocencio III.
26. Cruzadas.
27. Franca. Capetingios.
28. Prauca. Valois at Carlos VII. Gaerra dss
cem annoe.
29. Inslaterra. Conquista dos Normandos. Dy-
nastia dos Planlagenetas. Origem da conslitaicao
ingleza. Magna Carta.
30. Hespanha. Portugal at o flm do 15 scu-
la. Dynastia de Borgonha e de Aviz. Fernando e
Izabel a Calhollca.
31. Estados da Italia. Millo. Veneza. Floren-
oa. Genova. aples.
32. Franca. Carlos VII. Laiz XI. Duque de
Borgonha. Saissa.
33. Inglaterra no 15* seculo. Guerra das
Rosas.
34. Guerra da Italia. Carlos VIII. Luiz XII.
35. Carlos V. Francisco I.
36. Cbrisiovio Colomb). Vasco da Gama. Pedro
Avp^ Pihril
37. Reforma religiosa. Luthero. Caivina. Con-
cilio Tridentino. Companhia de Jess.
38. Guerra de religio em Franca. Fim da casa
de Valois. Gasa de Bourbon. Henrque IV.
39. Grandeza e decadencia da Hespanha com a
Dynastia da Austria. Philippe II. Independencia
da Hollanda. Runio de Pertugal Hespanha. In-
dependencia de Portugal.
40. Inglaterra. Dynastia Tudor. Dynastia
Stuart. Revoluco. Cromwell.
41. Franca. Luiz XIII e Richelieu. Guerra dos
trinta annos.
42. Franca. Luiz XIV.
43. Franga. Luiz XV. Guerra de successo da
Austria. Guerra dos sete annos.
44. Origem do imperio da Russa. Pedro o
Grande e Carlos XII. Catharina II. Divisao da
Polonia.
45. Espirito de reforma. Frederico II. Mara
T^ereza. Jos II. Carlos III em aples e ni Hes-
panha O marquez de Pombal.
46. Inglaterra Segunda revoluco. Ascencao da
Dynastia de Hinover. Jorge I Jorge II. Jorge
III. Conquista da Independencia dos Estados-
Unidos.
47. Revoluco franceza. Assembla constituin-
te. Assembla legislativa. Convengo. Direc-
torio.
48. Napoleo. Consulado. Imperio.
49. Brasil. Capitanas hereditarias. Estabeleci-
ment de um governo geral. Tnom de 9ou
za. Duarle da Costa. Mem de Sa. Fundacao do
Rio de Janeiro.
50. O Brasil no dominio hespanhol. Hostilidades
e invasSes dos Inglezes, Franeezes e HollaBde-
zes. Perda e restaurarlo da cidade do Salva-
dor.
51. Invaslo e estabeleci ment dos Hollandezes
em Pernambnco. Rompimento da insurreicao per-
nambucam, e guerra da independencia at a reti-
rada dos Hollandezes.
52. Rebellio de Beckmao. Destruico dos Pal-
mares. Guerras civis dos Mscales e dos Emboa-
bas.
53. Latas com os Hispanhoes ao sul. Duclerc e
Duguay Trouin no Rio de Janeiro.
54. Desenvolvimiento e progresso do Brasil no
reinado de D. Jlo V.
55. Reinado de D. Jos. Qaestoes e lulas ao sul
do Brasil. Exiioccao do Jesailaa. O marquez de
Pombal.
56. I'rimeiras ideas de independencia do Brasil,
conspiraco malingrada. O Tira-dentes.
7. Transmigrado da familia real deBrangauea
para o Brasil. Rio de Janeiro, capital da monar-
cha portngueza.
58. Guerra com os Hespanhoes ao sul e com os
Franeezes ao Norte.
59. Revoluco de Portugal em 1820 e seus effei-
tos no Brasil. Regresso da corte portugueza para
Lisboa.
60. Prlmeiros. mezes da regencia de D. Pedro no
Brasil. Desde o dia do oFico al o dia do Ypiran-
ga. Aerlama$5b e coroacio do primeiro imperador
do Brasil. Guerra da independencia.
RHETO HCA E POBTICA.
e utilidade da rhelorica e da elo-
uco Ter ..;
18 de Outubro de 1870.

22. i>j genero elegiaco.
23. D) 0"Trj.il'
26. Do g
HKhen#
ranhaS
A cmara tnaaicipal d'esta
sciente ao publico, qu eca vista
31 daloi provincial o., 965 d
anuo, vem dar cometo a arrecada
posto de 300 reto- mensaes, ere
para
impeza da cidadj) a contar do 1," Q car-
Hia1itiWBi_
Secrauria da Sanu ___
eife, 10 de outabro do 1870.
,. O escrivio,
WWflIa
Relacao dao cartas rogiltpidni, procedentoi
rente mez em diaote, cu]o imjoaio Hth *r* do ^[^norte do imperio, existentes na
aonp*'
fi
recadado em duu prestacSes, a)MP *
dos mezes de outubro noveg&ro eorrente
e a segunda em abril e malo vipfcjflro
sendo s obrigados a tal pagamento Q3 pre-
dios que pagueftde 300:000 rs. ijarM1"*-
" Devendo Wr lugar a arrematagSo da
limpeza da cidade, e transporte do xo das
casas, em quaniof n3o tem comeco os ti
balhos da Companhia de esgto que
obrigada, a cinara municipal con
quem >e qujzer alisto encarregar a ap
lar suas propostto, e para mais dareMdo
que Bcam obrigados a mesma cmara tira**, .<
da fazer pnblico o regulamento para islo
fkgMUameie^ntm UmptM da aja*. >
Art. I. A eropreza da limpeza e aceio
th-cidade obrr^ta, edite opagatwo-
lo da quaulia de iOOOO res mensaes a
observar o segomte :
1. A trazer a cidade em estado de lim-
peza, de maneirt a cfferecer o oceio deso-
jado em urna oidade de primeira ordem, de-
vendo para tsttttr os-carros, earro$w, cr
ndas e empregados quantos forem mister,
para o flm destinado.
2. A varrer diariamente as ra e calca-
das, e dellas remover todo o xo, de ma
neira que se obtenha o aceio precizo.
3.' A remover o 'ixo das que nSo forem
calcadas, e esgota-las no invern, de ma-
neira a se manterem as condifes hygVeoi-
cas precizas.
4. A receber o lixo das casa', podando
para isto dividir o trabalho por bairros oa
ras, de sorle que em nenhum caso guarde
o lixo por tempo maior de oito dias, e para
fac litar este trabalho, mandarlo os mora-
dores depositar todo o lixo a margem das
calcadas, das 10 horas da noute a meia
noute, aflm de que seja removido durante
o resto da noute.
5. A fazer depositar todo o lixo em nm
deposito retirado da cidade, que poder
ser em urna das iibas do Nogueira ou Su
assuna, ou outro qualquer collocado em dis-
tancia do antro da populacho, que nao (raga
incoveniente algum, podendo d'elle tirar a
vaotagem que Iba aprouver na applicaclo
da agricultura.
6. A pagar urna multa de I0,$000 reis
por cada ra que nao limpar, e a de 4:000$
rs. pela resciso do contracto.
V. A prestar flanea idnea para entrar
oo gozo, d'este coutracto, devendo ter co-
meco seus trabalbos 30 dias depo.s de rea-
lisado.
Paco da cmara municipal do Recife 24
de marco de 18158. Luiz Jos Pereira
Simes, pro -presidente. Gustavo Jos do
Reg. Thomaz d'Aquino Fonceca.Dr.
Joaquina Jos de Miranda.Dr. Prxedes
Gomes de Sonza Pitanga.
Pa?o da cmara municipal do Recife 12
de outubro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leo
P. P.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
Purante a cmara municipal desta cidade de
Olinda estar nnvamenle em prac,a no dia 20 do
eorrente o arrendamonto da casa sita no Varadou-
ro junto a igreja de S. Sebastil), visto nao ter
comparecido as sessfies de 6 e 13 do eorrente o
preundente mesma casa, para effeetuar a pro-
posta offerecida pelo mesmo, era sessao de 29 do
mez lindo.
Os pretendentes podem comparecer no refe-
rido dia.
I'aoo da cmara municipal de Olinda 13 de ou
tubro de 1870
Francisco das Chagas Salgneiro,
Pro-presdeme.
Marcelino Dias de Aranjo.
Secreta rio.
Perante a cmara municipal desti cidade de
Olinda estar em hasta publica no dia 27 do eor-
rente, e 3 e 10 do mez de novembro prximo vin-
douro para ser arrendado por quera roais offere-
cer um ptimo terreno para edificar na ladeira da
S do lado do poente, cosiendo ZiO palmos de
frente, sendo 160 ditos do lado do sul da casa de
taipa sita mesma ladeira, e ISO do lado d-t or
te, contendo de fundo do lado do sul 200 palmos e
do norte menor numero de palmos, por formar o
terreno urna curva, servindo de base a quantia de
o rs. o paln o.
Os pretendentes deverao comparecer nos indica-
dos dias
P.iq > da cmara municipal de Olinda 13 de ou-
tubro de 1870.
Francisco das '.Ingas Salgneiro,
Pro-presidente.
Marcolino Dias de Aranjo,
Secretario.
ropawfcjfc do correw en i 7
bro de ,70.
Antonio Joa da Sil
ranciscojkiflsji
erraino Fiat
no de Mella e UM
JjanimO|dfltoXk
C, Joaquim da Silva B
deJJliveira, j^j de
sta de Medites,
Luiz Rodr
nerque Mel
bino Monteiro
O en
de outa-
lq Martins Vianna,
GgsUrs WenflbaE
nsfb (2), Justmia-
.,jndes da Cruz,
Jjao/ij Qutano de Souza
Josa Joaquim Pecaira
ialq3 Machado,
noel Rodri
bs, Mara
rediliaoo Gooj Fe"
lio.
ado do reg
Mtnoel dos Passos
U.
THEATRO
san! e mm.
Companhiafranceza
Terca-feira f8 de ontnbro.
BENEFICIO
DO
Professor da orchestra deste theatro
JESINO BIBIASO MONTEIRO
Grande e variado espectculo,
DIVIDIDO EM QCATIIO PARTES
Ni qual toma parte
Mme. de Val-monea
PRIMEIRA PARTE.
Depels de Urna arllhanie avmphoni pela or-
chestra, subir a scena a rauilo applaudida ope-
reta denominada
Un amour d'epicier
Personagens. Adores.
Vermicelle........ Mr. Maris.
Heglis^e........... > Carn.
Reinette........... Mlle. Marietle.
SEGUNDA PARTE.
O Sr. Salustiano em obtequio ao beneficiado
presta-se a tocar na sua flauta urna phantasia so-
bre motivos da opera
A FILHA DO REGIMENT.
Em seguida Mme. de Val-monea deiempenhar
a carta da opera
LA PERICHOLE.
TERCERA PARTE.
Subir scena a mu i linda e applaudida ope-
reta em um acto
LA CANNB D'UN GRAND HOMME.
Da qual tomara parte Mrs. Carn, Raynaud e
Mile. Choiberl e Msriette.
QARTA PARTE.
Representar se-ha a tempre e muito applaudida
scena da declaracao na opera
LA GRANDE DUGHESSE
Pertonagem Adores
La grande duchesse___ Mmo Val-monea.
Fntz.................. Mr. Maris.
Termina osla scena cora um grande e liado
Canean !
dansado pelas mesmas personagens.
O beneficiado desde ja protesta sua eterna gra-
tido a todas aquellas pessoas que se lhe digna-
ran! acceitar bithetes para este espectculo.
O resto dos bilhetes acham-e a venda em ma
do beneficiado na ra de Santa Thereza, e no dia
do espectculo no escritorio do theatro.
Oliveira
flbn.87
10MI
l pono cima o pa-
para o re lo da
i cora ts consignatario
Azevega & C, roa #
P5RNAMBCANA
DI
awgaeio costeira por Tapar-
foto de Galliubas, Rio Formoso e Tamao-
dar.
O vapor parahyba seguir para os
portos cima no dia 20 do eorrente a
meia noite.
carga, encommendas, passageiros e 41-
frete no escriptorio do Forte do Matfo
PAM'
Preiende seguir para o referido porto era poneos
'" o palnabote Rosita mr ter a maior parte da
a, e para a pouea qae lhe falta, trata-se com o
igualarlo Joaquim Jos Goncalves Beltrio,
.o Commercio n. 17-
m
- Ctt-Tietorlno n**^
csixetro do abaixo assignado
____________ 9.1 iMm.
~- Precisa-sa do'rfm A>s>J-anro e
um ei vente que seu tel francez rttt das Lawi F^ita d
Em vht d annoneie qne i _
da fregoezia da Santo Antonio, pan ]___
gar as muito ubi o annunio acuna deelaraday sa cada
ora cnniprlr cora en dever, o qoe me wwea iaa-
pcssivel ; qneremos juntamente pedir ao Ir. Is-
cal para que-tenca sum vista as frentaa da ssV
gumas casas a dJtvHsWffH- f* ra* **?***'
Rosario, cnjosjlAo* papaw-ae aoisseasB-
modo de as sld# H*rL,*ifm vm>0 "*!?
aguas que defJsmM'ddl 1 ndjraa^da notu m if,
cheiro della! "puuc> Wd^nniais eninaaa
ra lio transitavel como es|a roa hrgj dnBaayv-
rio; hontem qnando passava doaa mmt
apaohe um banho que regsel-o.
providencias do Sr. fl-cal, se aswim
abuso deJppareeesse.
Onem se aaba|ofrtMo.
Hio de Janeiro
Para o porta cima segu coca brevidade o bri-
fe naeioa! Dabel, tero parte do *eu carregamen-
to engajado: para com os consignatario* Antanis Luiz de Oliveira
Azevodo & C.,5rua da Cruz o. 7, i* andar.
Eio-Orande do Snl.
Segu cem brevidaoe para o porto cima o bri
Sie nacienal Amtiia : para o resta da carga que
e falla, trata se com os consignatarios Antonio
L do O. Azevedo 4 Q, ra da Cruz n. 7, prirnoi
ro andar.
LEILOES.
1,000 barras de ierro da Soecia e 50 sac-
eos com excedente milho
Aoje
s>
s 12 horas em ponto
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de queT pertencer, de 1,000 barras de ferro da
Suecia sorlidas e 50saceos com milho muito novo,
e ser tudo vendido ero lotes, na terc.a-feira 18 do
correte, pelas 12 horas da manhia, no largo da
escadinha da alfandega, defronte do armazem dn
Sr. Azevedo.______________________________
linio"
DE
dous carros d passeio
e qnatro cavallos
para os mesmos
O agente Martins far leilo por conta e risco
de quera pertencer de dons carros de passeio, sen-
do um forrado d.! novo com os competentes ara
reios e ambos era bom estado, assim como de qna-
tro cavallos em baas carnes para o mesmo carro.
Quinta-feira 20 do eorrente.
As II horas do da ua roa p> Imperador esqui-
da ra do Crespo (hoje Io de marco.)
AVISOS DIVERSOS.
THEATRO
SANTO ANT.
Grande novidade.
SOIRE'
Preparase eora
linda opera
PARA FAMILIA.
tojo o bnlhantismo a muito
BECLARACOES.
J u i z ) dos feitos da fazenda
nacional
Por ordem do Illm. Sr. Dr. jniz dos feitos da
fazenda nacional foi adiada pata quinta-feira 27
do eorrente a praga do engenbo Bom Destino, e
casa terrea na villa d) Csbo, penhoradoj para pa
gamento do que deve o ex-conector Julio Pereira
Mattoso ; sen lo a avala^io do engenho e bemfei-
torias 20:000, e da caja 2 000> ; a prag lem
lugar as 11 horas da manha na sala das au-
diencias.
Recite 13 de outubro de 1870.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Devendo ter lunar n> hospital Pedro II, no dia
19 do eorrente, pelas to horas da mantisa, a festi-
vidade de S. Pedro de Alcntara, padro-3ro da-
quelle esiabelecimento, eonvido pelo presente, em
vinude de ordem da lllroa. junta, a lodos os se-
nhores raordomos e sapplentes, assim como a to-
dos os irmos da Santa Casa, para que se digoem
comparecer a este acto,
Santa casa de misericordia do Recife 15 de
outubro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza
i DefiniQo
quencii.
2. Gneros de eloqueocia.
3. P-r es do discurso.
4. Exordio. ..
5. Narraeio.
, 6. C iiilirinacio.
7. Pror*;ao.
8. Di-p.'-icao.
9. EIii-i'Qo.
II). Oio*i> oratorio.
II. El'iieocia poltica.
li. Ki.M|,ii[i,-ia freu.
13. Ei.i.|'ienria do pulpito.
14 D.m.do le escrver a historia, obra- phi-
lo^.tiica-, dt d.ig >s eyistolas, orvallas e ruinan
OM li bir ( .^.
15. i *.-ea< oraiori.
1 >vgm e dflolcio da poesa e da poe
tic-,
17. Da vpr^incaciv.
IS. Ij HeiMf tyiieo.
19. D n*n roepc.
20. D'geuer- d.-iimtii-a
21. B* |BMrdideuca
SANTA
DO
C SA DA MISERICORDIA
RECIPE.
A Ulm.a. junta administrativa da Santa Casa d.
Vlisericordia do Recife manda fazer publico quf
na sala de suas sessoes, no da 20 de ouiubro, pe-
la' 4 horas da larde, tem de ser arrematadas a
jueni mais vauttgHH oifrrecer, pelo lempo de um
a tre? annos, as renda- dos predios em swgujda de-
clarados :
KSTABELECIMEMTO DR CARIDADE.
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 36.......193d Ra larca do itossro.
Segtindn andar d>> sb-ad" n. 24 .
Ci-a trrea p. 26......
Ra d.i S Rnto (tUmd,.)
'aun terrea '..19.......
Rua de^Maibias F^rr^ira.
C*sa terrea n. 18......* ,
PATRIMONIO DOS ORPHOS
Ru'i.deS Jvg.- (:ntr'ora Pilar.J
trr. a n IOS.......OtfOOO
l.l-in ide.ji n. 10o. ; m istaOOO
dem idem a. 99....... 345*000
LES
PAKT1NDEVI0LETTE
para quinta-feira 20 do eorrente.
A empreza garante ao .publico, que subir
sesna, a mesma opera, com todas as exigencias
de sen autor, como sejaoi;
T.ansf,rnac5es.
Rico vistua ios.
Forros cambiantes
Visualidades
Lin]o e no o scen rio,
pintado pelo mnito hbil scenographo
Mr. Chaplin
A belli sima transforma^ao, em scena, do M-
GICO, para CO'IO, o ao mesmo lempo, ver-se-
ha o panno que fecha o fundo da scena, transfor-
mar para um lindo altar Iluminado cora flamas
de cores diversas.
Os artistas encaregados deste grande raovimen-
to sao-os seguintes :
CHAPLIN,
Nova e grande pintura.
Macntaismo, transformacoos e fogoe de diver-
sas efires :
JOS' ALVE3 MONTEIRO.
Encarregado do guarda roupa.
JULIO CESAR PEREIRA DE ROCHA.
Toma parte a exu.ia actriz
Mme, de Val-monea
representando o lindn papel de
VIOLCTTS.
Aleofriba? msico... Mr Maris.
Pierrot sen lllho..... MUe. Brescia.
Polichinelle........ Mr. Caroa.
Emfim toda o companhia.
LES
Pantins Violette
vai pela primeira vez em Peraa.ubuco, como seu
autor o im gia .id ....
A msica do mullo apreciado e festejado au-
thor Adolphe Adam.
O p-queno resto de bilhetes estao desde ja a
disposcao do re*peitavel publico,
Km breve a einpreza annunciar oulras operan
que lem toda a c io t fazer fnror no theatro Santo Antonio
A empreza visa ao publico que todos os do-
mingos haver das 5 hora< da Urde as 7.
Companhia Fhenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou qno oe premios de seguro por ella
realisados quer martimos qaer terrestres sejam
pagos no acto de celebrar se o contrato.
Pernambnco II de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.
Atiendo,
Sorvete ao meio dia, na rua do Barao da Victo-
ria n. 67, antiga ma N iva.
204000.
GratiBea-se a pessna que tronxer ou denunciar
onde se acha um relogio de metal amarello cora
mistrader de porcelana c tendo em cima urna fi-
gura representando um cacador com un trom-
pa no braco, que roubaram da casa n. 22 do caes
do Capibaribe, residencia de Theodoro Hompcke,
como lid anoonciado : tratar na mesma casa.
Preeisa-se de um
Nova, casa n. 22.
Cosinheiro.
ceznheiro
a tratar na rna
AMA.
Precisa se de urna ama que sarba
com perfeic'ao, e sendo esiranceira prafetiral:
i tratar na rua Nova, casa n. 18._______
KM
Precie-se de urna ama para o servte sMerna
de urna casa de dnas pessoas : a tratar ss raa da
Imperador n. 78.
Instruc<$o publica primaria
A quinta cadeira da fregoezia de Santo Anin
aeba-se aberta desde o dia 10 do correnle, e jnae-
cionaodo prnvisonamenle rna do Duque de Ca-
xias (oulr'ora Queimado) n. 8, terceiro andar, onde
os senhores ch-fes de familias poderlo tlsdrienlar
seus fllhos.
Ausentou-se.
Da casa da rua dos Pires n. 23, ero di ;s do mei
de agosto paseado a mulber Jeronyma, eO' parda
clara, alta, e.-padauda, com mareas de bexiaas,
beieos grossos, e cora os denles superiores podres
e fallos, nsa de amarrar os cabellos a trajava
bem, cuja mnlher sabio de casa por nao estar asa
seu perfeilo juizo : pede se a quem della liver no-
ticia o favor de dirgir-se ao fugar cima.______
Acjba de sahi Inzo officio
\. 8* DA COffCEIClO.
Acompanhado de orna colleccAo de oraeda* co-
mo : Responso de Santo Antonio e oracio de Sanu
Maria Eterna. Fis 320.
LIVRARIA FRAN^ZA.
= Precisa-se de um horaem solteiro para ser
erapregado era um engenho perto da estaco de
Ipojuca a tratar no pateo dn Carao n. I, a se
se dir qual o emprego.
ATTENCAO
Propalando-se (nio sel com qoe fim) qoe pre-
tendo fazer ama viagem Earopa e em eonse-
quencia do que tenho de arrendar oa vender 0
engeuho Peres, tenho a declarar que falsa, nao
pretendo ir a Europa e menos vender o engenho.
Manoel Joaqnm do R> go Albaquerqae.
Aluga-se o sobrado n. 9 na Passagem
ilapdalena : a tratar com J. 1. de M. Reg.
O bad qoe ja foi annunciado, que tinha sido
roubado pe nngr-iganhador, que o conduiia para
a rua Aognsta n. 'M, contnha os objectos seguinle<:
Um vestido de soda preta com listras brancas,
sendo afogado e de molde interico, outro dito de
gr* de aple preto de cordo com o corpo sepa-
rado da -aia, urna saia de la rouxa com barra que
se veste por banco dos vestidos, um vestido de os-
eado ronxo j asado, sendo saia e casaco orna saia
de chita do assento branco com flores mindas e
rouxas e saipicos pretos, um casaco de madapolo
branco, e Teilado com renda o bco da ierra, urna
manta de cabeca, sendo das modernas, com pona
redonda na frente e regago atraz, cora nm lac, 1 do
mesmo fil, um corpinbo de cambraia lisa trans-
parent de preguinhas ou machos, enfeitado de
renda de croch e um laco de fita rouxa no pesco-
(o, um par de borzeguins usado, sendo pardos de
meia perna cora borlas, um livro d9 oraees, cora
capa de raadreperola e vellu o rouxo, tres pares
de meas de senbora e dous ditos de meninas, ora
vestido de alpaca de aeda rouxa, decotado e cora
o cinto da mesma fazenda, sendd de menina, dous
ditos, um de mussulina de flores disbotado, e outro
de chita amarella cora flores roiudas, tambera de
menina, ura vest lo de mussulini branca, sendo
saia e casaco, e a saia cora ura babado em baixo,
(de senhora baixa), um dito de lii verde com lis-
tras pretas e brancas, sendo o corpo separado da
saia, afogado, e com um laco da mesma fazenda na
centura, porem atraz, ura di de chita cor de rosa
e raiuda, urna e 'loa de menina, urna saia de dita
e outra de senhora, o tres camisas sendo dnas de
menina- e moa de senhora.
A quem t>r offerecido estes objectos, pedo se
que os restitua mesma casa da roa Augusta que
ser bem recompensado._____________________
Precwa-sn de am caixeiro que teuha prati-
ca de venda e do" fiador de sua conducta na rua
das Cruzes n. 24.
Deposito de pao e
cestas.
Rua Larga do Ro;ario n. 38.
Fructuoso M. G. avisa a todos os seus benignos
fregoezes, que hontem receben novos sortimentos
de bercos volantes para os resemnaseido*, balaios
de meninos apreoderem andar, maracas rbenos
de palha, banlejas grandes para roupa engomada,
balaios para costara groca, ditos de depo-i:ar pa-
pel rasgado, ditos para facas e garios, ditos para
por fructas na mesa, temos d balaios para depo-
sito de roupa servida, ditos de apafate- grandes
brancose de cores, ditos dueonlecas br.ncas ede
cores, entre estas alias e baixas. eondennha para
encher de doces seceos, balainhos para ninbos da
canario, eestinbas para pastoras no festejo de pre-
sepios, cestnhas finas o mais delicado poasivel para
meninas de escolla, oulras maiores para senhoras,
cadeiras de virae, proprias para passsgeir >s qne
segnem em vapores para a Europa, cestas de todos
os Unannos para fazer-se compras no mercado,
balaics eomprido; e redondos braocos o de cores,
temos em quantidade; cora branca era rolo para
accender lezes. Aqni acham os no amigos o ptimo pao, bolaxa e massas doces, fabri-
cadas com a melhor farinha do aereado; o taraa-
uho do oo*so pao enpre ir.aior doqne -i de on-
tra qualquor parte e *fin o menor go*to u-> azedo.
O admiuistr-d'jr do cemiteriu publi-
co fdz publico, para evitar qae a nv-ntira
continu a especuar, que no cetnit^rio ha
toda liberdade en fazer se pinturas e
caia(5as nos tmulos e catacumbas, ama
vez que os encangados veabam acompa-
nbados de urna rdem escripia e assigoa-
da pelos respectiv >s propriet trios.
0 administrador,
Antonio kuguslo da Fonseca.
Precisa-sa de urna ama
de n. 52.
Barro
301*000
yojotio
240*000
13*000
CAF G4HTAHTE
Tocando nos inwrvsitu a bai.d > marcial.
AVISOS MARTIMOS*
BAHA.
Para o ref .mo por fjtmni guir em pou
h di< o psl ti 1 ot-Hiii.) CU ido. por ter a
ni r parle d' rarfiyam- o engijao, epara
1 re-lo 'jue lh lili triis--* '> n > cousignata 10
Iimuiio U-t Gon.alfas Uettraw ra do Com-
mercio n. |f.
No brigue Relampigo prximo a chegar de Lis
boa, esperara se d >us burro da raja bespauaola :
quera pretender compra-Ios p- dirigtr-se a rua
do ComiiiT-cio n. 48. I* andar.________________
Aluga-se uoia ca era etc^nbe : a traiar
com J. I. de M. Reg rua do omaercio n. 34.
Alnga se o solio da casa a. 40 aa rua No-
va a tritar na mesma.
ua rua oa soleda-
Aluga-se om moIhcuIc r.ozinheiro, que pres-
tase a lodo e qua'qui-r servico, no terceiro andar
do sobrad 1 n. 3fl la rna ta< Cruz"<.
Aluga-se a Casa da rua to* Ptscadoresu. 17,
com co'nnodos oar.i lamida, b>ni quintal eom
portan para o mar: irata-se ni rua V >ra n. 58.
Pre<-ia.ge de um caiteiro i'.m pralica J--
na tari 1, u rna lo t,oni n, BH, in Sin Amaro.
P. r-leu-se u im >ed.ra !< 301001 .idrt^ii'-eii-
te s lina pohr" viuva : jnem ;i HoTiU, qutT'id
restitu I-i pitia enUndn sa nu muaieo) u. 19
nbeir. do iieixe. que > Su I los o- signa" i-in
que f wn v.ii.i h orna li >a g'alillcac'i nn rela-
i;> io .su |.r._________________
Pfws'W If ih mi p.ra laVir e efM0-
mar, na ra* de H rra n. I.

Precisa se d un mu ura casa de pouea fa-
milia, M raa da Cadeia n. 21.
Maneira d cobrar
juros.
Um sujeito tendo prec*5ea de algumas fazendas
fallou a um logisla conhecido, este eonflon-lha a
quanlia de 54*700 de f.izendas, aqnetle por er-
cums'ancias deixou d-< pagar no pra^o tratado ; o
logista querendo sar emooho mandou a.gumas n-
zes cobrar, o snjeito foi ao logista ind'innis'in-lhe
la qaaotia de 30| emires prestacS's, o ridividuo
nunca pedio recibo por entender ser grosseria em
exigir recibos de qnantias de IOS de qu^ra nse
tinha confiado qnaatia d 54*700 ; passanto-aa
alguns dias o logisla diz ao sujeito, Sr. Falas,
vamos acabar com aquel le reato de conta, ama
cous tao diminuu, o 94*980, \eja nao deixe
pausar is para e anno ; resp<>aVu i mjaiasi. Sr.
Fulano, eu no fim deste mez cora qualquer saen-
flcio saldo a sua coma, e logo ana eale receben a
ordenado foi com 30* ao logisla a dss-, esl, lira
o que lhe devo, quando o logista vai bascar aa
livro e diz-lbe aqni Miara 4*700, de que pergna-
tou'o sujeilo, pois au -o 2i*70i), e anu e>ia
a conta que sao 54*700, eu lhe dei 30*, restj
24*700 ; sim, restKind-a o locista, mais s acao
aqu lanQado 20*, e por consegrante deve o sentar
34*700 replicn o snjeito, Sr. Fulano, nao lem-
bra->e qae rocebeu de mira 30*, sendo 10* por
cada vez ? sla\ resoooJeu o logista, mas s est
aqui lancado os 205, e > levo em eonte esle, a o
meu< livros podem ira juize ; o sajeito ni> que-
rendo queslOas, i>or mai* que instale por boas
maneiras, vendo que nada consegua, pogou ao
logista os 34*700, e rerou-se desapontado, que
em a conta cora o recib. quiz leva la, c as-im
p.goiios juros da moratoria da divida.
que se pode ter neg >c;o e c fizerem bom conceito de aenj eredores.
Um pass..
^usiuo
primario eLde matbe-
maticas. ^
L. F. Teixeira, esprti de arti'heria, reforf
i-omiiei ntnmente h.iii 'iludo pela di
irtiri- oubli.'a, a raa d
i.i.i lia J'. nsiru^i-jo iriman>ki
:hwTu'i.a. ein qae Mactaan
n-t -las 5 as 6 Hora*
nsr.s .1m'inhaa as s da
teiaa-
n.37,
tensa-
n-tiea,
rtfoa<'ilra. iii^oessn
daiariK a aaaaUa daa t
, c iimo*H p-rn fenHli
ti, para tnar: naraa "
55. *
Nora de Si Ma





irnambu
--S22-
Arre ni*
prtof
i|MO fetj
Attencao
'
r

tarde.
_______________*O0-
n. 39.
rff-
lituido ao seu escriptorio de
dez lloras ta manhaa at as
aV^M
t,:
aa 1
fVi
Pera awaahecer o dia 14 do crreme furlaram
de pao d'Albo urna burra caslaoha escora coa os
signae* segoiatw : tea as dinas curia, como
tamben o topetes, coco duas cicatriza* de capsa-
Iba nos eneontros, j amigas, que pouco se ae-
vnlgam por estarero eacabelladas, que a do lado
direilo que apenas tem um ou ouiro cabello bran
co, e estes caaetlos .na feohou a cicatriz sao mais
grossos do que o d) corno, a cicatriz do lado es-
-querdo nao est toda fechada de cabellos, e creio
que nao fechar, fie* una pequea abarla que nao
crou cabellos, pojnv acuco se devulga, precisa
examinar muito para dar-se por ella, muito pas-
seira, o est ifMlando ou j igualou a ultima
muda, est bstanle gorda, e alguina cousa man-
ca, etm cora o cabello fino e o espiobaco todo lim-
po de rendas por ser pouco trabalbada, e ser tra-
tada na estribara, nao grande, de meio: a
pessoa que della er-ooiioja ou a encontrar, quei-
ra levar tiesta praca a Soza & Guiraares, na rus
Nova n. 39, ou ein Bab 4* Albo ao Sr. Joaquim Ca-
vateaoli do Atbuquei qua que era pago.

Carlos Cyriaco Radien, Joseohina Neves Ra-
- de Paula, Pedro Secundino de Paulo, cuntiado,
irmaa, prima e primos do sempre chorado Manoel
Leopoldo Leoocia de Paula, convida, a todos os
seus amigos para assistirem a nma missa que por
sua alma se ha -de resar no dia 19 do crrente
pelas 7 horas da manhaa, no convento do Carmo,
que faz nm raet do sen passaraento. Aproveitam
a occasio de agradecerem a t( dos os amigo? que
se prestaran) e acompanharam ao cemitero publi-
co ; e a otBcialidade do 2a bataihao da guarda na-
cional testemooham sna gratido, e pedem descul-
pa de nao os ter convidado para a missa do stimo
dia per ter sido retirado o aumincio.
ATTENCAO
Furtaram de sabbado para domingo, da casa n.
S no sitio da ra de Joao Pernandes Vieira, urna
mesa de janlar, de louro, rom ps torneados de
anarello, tendo 12 palmos de comprimento e 5 l|2
filos de largura, assim como dous bancos compri-
mios da mesma, de louro, cujos Tbjectos nao se
poda carregar com menos de quatro pessoas, pelo
3ue roga-se a todas as autoridades p liciaes para
esC'ibrir e serem restituidos a seu dono, ou quenrl
der noticia ser generosamente gratificado
*' ii *
Jos Pedro das Nev?, Jos Pedro do Reg. Jos
Pedro do Reg Jnior tangente), Jjao Bernardo do
Reg Barros, Angosto Fernando do tiegn, I) Anna
Francisca do Reg e Cirios Sllvino do Reg, espo-
so, pai e rmaos da finada D. Maria Leopoldina do
Reg Neves, agradecen) do intimo de sens cora
dignaran) assiir ai exequias da mesma Uad ; e
de novo Ibes pedem para assitirem a missa e me-
mento dj selimodia, que deveri ser quinta-feia
20 do correnle, na igrrja la Madre de Dos, as 7
horas da manl?.
AVISO
%
ra.
A
<3

S
z mame w \ &
Este antigo estabelecimento, acha-se hoja montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atten
to o grande sortimento de jeias d'onro, prata 6 brilliantes, que
sempre tem e recebem menfialmente das jprincipaes fbricas da
Europa- cajos presos sao em competiveis e as obras garantidas
fe

.230JI34
UOKE1UA RUARTE .
mmmmi
MANUEL A C.
Tem a satisfago de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
% estabelecido uiua nova fabrica de cbapos de sol, na ra da Cadea do Recife n. 9, be je ra do Mrquez de Olinda,
' onde acharo os pretendentes, muilo avallado sortimento de cbapos de sol de todos os preces, qualidades e per pre-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidara especialmente aos Srs. compradores por atacado
Ra a do Imperador n. 28, srraazem da Cara-
pos, ba constantemente um completo sortimento
de escelhldos gneros proprios para mesa, despea
sa e cozinha ;~nomea-los'cada am de per si tor-
narse hia enfadonbo um aanuticio que deve so-
mente despertar a curiosidade do apetite. Se orna
pessoa tem vontade de variar de comida em um
dia de regabofe, nao tem mais nada do que diri-
girle ao armazem do Campos n. 28, roa do Im-
perador, examinar e comprar a vaiedade de g-
neros alimenticios que hanaquehe esUbelcimen-
to, onde a pardessas vantagens encontrara) todos
muita sineeridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendeudo multo barato os segura-
tes gneros que se menciona
Ceblas a 14 o eeoto.
________Lingoas seecas e defamadas a vapor.
Alugase
nma casa terrea, sita na Capunga, cora sollo, co
cheira, e nm peqneno quintal : a iratar na roa
do Vigario n. 31.
3g& darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
$? ma?5es as tazendas que a demora da fabricaco bem diminua, ____________________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIOA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
Eua do Baro da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de cbapos de sol de-seda, merino, alpaca, bretanha de linbo branco e par-
do e de algodo os todos os lmannos e feiticg, aim da immesa porcSo de seda, merino, algocSo e brim,
armaces de todas as qualidades para salisfazer qn alquer encommenda. A modicidade de eusprtcos tSo conbecida
que escusa de mencionar.
ai
CWf
ii IDA DO
DA VICTORIA 41
Roga-se sos aenhortt abaizo mencionados oob-
v(.(|u:o de fomparecercm ra do Barao da Vic-
" Ta n. 46, alku de iraUrera negocios de iuteresse
reciproco :
Americo de Siqaeira Brilo.
Manoel Cin'ido Perrita de Lra.
Joaquim Bsteves Vianua.
Jos Egidio Ferreira.
Jos Vieira de Oli -vira ilaciel.
Jos faaqnim de Aguiar
JoSo Praneiseo Emcterio Porteiia.
Joaoi; I Raes Bar
Joaquim Duaile Correia.
Severio Manuel Duarte.
A abr.ixojassignada con-ando-lho que contra
ella exUte um anounck) no Diario por insobordi-
nada, e pedindo pr< viJencias ao Sr. subdelegado,
a mesma vera pedir as Mderidaaea comiietentes
e com e-ppcialidade ao Sr. subdelegado da fregue-
sa de S. Jos, as provideoeias de nao ser insultada
em sua casa, motivo de ella te tornar insubordi-
nada, como pro vara era occasio competente, pe-
ranle as autoridades.
Xeste novo armazem tem um
variado sortimento de fozendas
francezas, inglezas, allemaas e to-
das todas se venden) por preces
mdicos, afim de acreditar a esta
iijvo armazem.
DE
VRRIJDA IRMAOS.
Precisa se de uma ama para casa de pouca
familia : s tratar ruado C&sugi n. i ioj.i.
Prectsa-se de duas amas, urna para coziohar
e comprar e onlra para engommas e lavar : na
rna de Hurtas u. 1 deposito da charutos.
Da ra do Mondego n. 39, desapparecea um
cachorro do reino, branco e muilo felpudo, com
orelhas grandes : roga-se (juera o pegar lvalo
a dita cesaijoe se gratifica.__________
Na ra do Mondego n. 39. precisa se de nma
ama para toda servico dw tres peswa1 de familia.
Precisa-se de uma negnuha de 12 a 14 an-
nospara andar com meninos : na roa da Gloria n
9 andar.
O-abaixo assigoa^o pede a tollas as pessoas que
lbe deven), o favor de satisfaterem seus dbitos
no praso de 30 das contados da dala desie, cer-
todeflue, os qoe nao flierem serio suas contas
obradas judieialamle, e alguns chamados por
esto, jornal.
Olinda It de oauabro de 1870.
Jhemaa Jos de Cnaroio.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino com alguma pratica
4de taberna; na rna da 0 Ama
Precisa-se de orna ama para cozinhar, Jivre ou
sorava : na fabrica a vapor de cigarros, ruaJar-
,io Rosar!) o.21.
Casemiras nglezas,
fancvzas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
linbos modernos, cba-
pos do sol de seda,
tinos.
RA
DO
Baro da vicori;
antiga ra
NOVA
Assim como tera uma grande
offleina de alaiate, montada com
todos os prepares que ha de melbor,
dirigida por babeis artistas, que
pela sna promptidao e perfeico
nada deisam a desejar.
Roupa de todos os
t;macbos para homens
e meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
RA
rx
Baro da Victoria
aiiiga ra
NOVA
N. 41.
a tal
viWa nde.
Barreiros e Rio Formaw, e dalli ir cm seguimen
to para a Kuc4 : foem pola pncisar, pOe man-
dar enoontra- kt.
PrtWsa-se de ama ama torra servico interno e externo de uraa easa do pono
famMIa: najroa Velha b. 66. _________^
CompanhiaAllianpa
DE
seguros manraos Wtbeletida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..R. 2,e00M)*OO0.
Toma seguro da mercadonas e diH' martimo em navios de vella e lapores para den-
tro e fra do Imperto. Agenei i ral do Com-
merejo n 17, escriptorio de Joaquim Juh Gon-
^taa Relirao.
Na praca da lndepeudencia n. 33 se da di
abeiro sobre penbores de o uro, prata e pedral
preciosas, seja qual for a quantia; e na meem
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
t igualmente se faz toda e qoalquer obrr de en
ommenda, e todo e qoalquer concert tendeni
t mesma arle _______
A verdadera farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha nsada cora ventajosos resulla-
dos nos padecimenlos dos igaos do pelo,
como asthraa ou pucbamenlo de catbarros,
inflamacao de bofe, pleurizes e na ptbysica; re-
commendando-se com igual proveito as pessoas
convalecentes
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Dartbolomeu & C.
34-rPua larga do Rosario34
Ama.
Prec'sa-se de uma ama boa counhelra
do Livramento n. 10.
na ra
Precisa so de um .caixeiro que teha pratica
do taberna : na ra do Codorot n. 7.
Precisa se alugar um preto escravo de meia
idade, paga-se bnm n uguel : nesta lypographia
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Ra do Trap-cbi n, 17, i" andar.
Sacca por todos os paqaeMs sobre o banco d(
Minho, era Braga, e sobre 03 segnintes ligares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valonea.
Guimarae?.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Vianna ao Castello.
Ponte do^Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Faraelcao. *
Lamego.
La nos.
Covjlhaa.
Vascal (Valpasso).
"Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Burros.
41. .
o i fi8t6i s,a4be,ecBle'1to acaba de soffrer uma reforma radical em aectio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
Sl *' n,lmPnte e tudo ato) de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
nao se tornar massante -
Precisa-se de nma ama para cosinhar :
tratar no Manguinho, sobrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, oo n caes da Companbia Pernambuia-
na n. 2; advertese que serve escrava ou livre
mas que cosinhe era.
Jos de Barros Cam^eJIo e sna mulher lendo
no Diano de Pernambuco de 18 de jnnho do eor-
rente anae, um annuneio do agente Martins, de
que senam vendidas em leilio algnmas dividas
perlencentes ao casal de Caetano Pereira Goncal-
ves GuDh, sendo entre ellas ama hypotheca no
engenho Re^muinko perlencentes aos annoncian-
tes; vero pelo presente protestar contra tal aunun-
wo e declarar mui formalmente que o dito entre-
nhe Rederooinho de sua propriedade, por com-
pra feta hvre deserabaracada a Flix Paes da
bilva, no tendeos annunclantes desde essa data
at hr je onerado dito engenho, qoe silo na co-
marea de Sanio Ailo, com divida oo litlo alirum
e para que pessoa alguma chime-se a gnoranei
raaem o presente. Recife 14 de outubro de 1878
RESTAURAN! DE PARS
4Ruadas Larangeiras4
MR. MICHANDON proprietario deste estabelecimento, recebe assigna-
turas para almoco e jantar, por preco o mais mdico que possivel. Bem
como fornece tamben almoco e jantar avulso.
No brgue Relmpago prximo a cegar de Lis-
boa, esperan) se dous burros da rara hespanbola,
quem pretender cnmpra-los pode d'irigir-se ra
do Comm*rcio n. 48, Io andar.
Na ra do Qurimado q. 40 precisa-
se fallar aos Srs. Mermes Dias Fernandos
Camillo Lelles a negocio que os mesmos
senhores sabem.
CASA PARA ALUGAR
Alaga se o 1 andar do sobrado n. 6 rna do
Duque de Caxias : traiar no coracao de ouro,
ra do Cabug.
Sj o 'mdo zeladjr da irmandade do SS. Sa-
cramento de S. Jos, tal vez um dos que votaran)
a favor da abertura de mais daas janellas no pre-
dio do Sr. Bernardo (I I) em preiuizo da mesma
irmandade, as-ume a responsabjldade de todo o
inserido (inclusive a porlugueza phrait) no Diario
de Pernambuco n. 23i, responderse-lbe ba
Outro irmio.
Domingo da Costa Mooleiro, leudo expirado
spir
Liv
SENDO
ALMOgO
Ama.
Precisa se de ama ama forra oo escrava para'
vtna casa de pouca familia : tratase na Inja a.
iada esqainag> ra da Madre de Dos.
* O Sr. Joo da Cucha Meves lem uma carta
.rarui larga de Rosario n. 34. bolica.
ATTENCO
Preeisa-se de nm pharmaeeut co com -as babi-
litacSes precisas e que ntre com algum capital
para tomar conta de uma pharmacia em boa lo-
calidade e com alguma fregueiia, faise este ne-
gocio de dar-se socifdade, por seu dooo querer
e reliraf rara fra : ^raeui iiuier dirija-se a esta
typographii rom ;ts inipiae< J. C.
Victorino J i Fermra deixou de ser caixei
ro do Sr. Jos Maria Guofalves Vieira Guimiraes
d*sde 16 do rorrenie,
Aluga-se um moleque cosioheiro, que pres-
ta-s a todo e qualquer servico; no 3o andar do
sobrado n. 36 da roa das Cruzes.
Aluga-se uma casa na Bna-viagero, ra da
Aurora, a 1* ao lado direilo, tem 6 quartos, 4 sa-
las, cosinha mnito fresca : o sitio est em aberto,
porm vai cercarse, embora se alugue : na ra
do general Victorino n. 54 se dir quera aluga.
ATTENCAO
No sobrado da ra estreiu do Rosario n. ?3t,
precisase alugar nro moleque de 12 a 14 annos :
quem o tver dirija se, que achara com quem
tratar. Na mesma casa prepara se almoco ejan-
tar para fra.
JO'*)
pratos a escolba
Vinho
Caf ou cha.
JANTAR 3
1000
SOPA-3 prciosl esoha'j|
Vinno.
Sobre-mesa. |
Caf oa cha/;
MOFINA
a sua tbesourana da confrai ia de N. 3. do Livra
ment, declara nada dever relativamente a tran-
saccoes da mesma confraria de sua adminislracao ;
e quem se julgar com direilo a algam debito por
elle contrabido, aprsente suas coalas para serem
pagas. Recife 17 de outubro de 1870.
AMA
Para uraa familia ille-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de orna ama mo-
ca para comprar e fazer
o mais servico de easa :
no largo-da matriz de
Santo Antonio n. 4, 2a andar.
Praia, armazem m
MRm Estrata k tari*--!*
Compra e vende roupa fcita
nova e usada, oMeeoa de
cosinha e de mesa, e
tudo que perlen-
ce ao uso do-
mestico.
O sali de pianos e de
mudou-se da roa Nova
roa da
msicas
n. 58, !
asear, fin a
onde contina
buco.
Imperalriz n. \% foja,
ratina recommendando-ie ao lia
recommendando-ie
G. WerdMimer.
m-
D, W. BOWMAK
EIGEIHniO
Com fundiqo.
A RA DO RRM N. 52.
Passando o chafariz
Machinas vapor syslema melborado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar assocar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer coa a|0va-
por e animaes.
E ootros objectos proprios rTagricnl'ara.
Tudo por preco mailo reduzido.
AVISO
Os abaixe assignados, incumbidos pela comis-
sa> de senboras que promovem nm concert e lei-
lao em benelicio das familias desvalidas dos solda-
dos de hnba de Pcrn.mbuco, fallecidos co vali-
dados na guerra do Paraguay, de diitxiMr do
mode que Ibes pareces-e mais acertad* o
d'essa subscripeo, pelo presenta avisan m
vas, pas mais e tubos dos offlciaes soldado* V>
exercilo naturaes d'esta provincia, oo qoa ael.a-
tenbara asseotado praca, asis como a qatlqfkr
prente d'esl*>s, qoe friendo parte de suas fami-
lias vivesse as suas expensa*, e qoe resear em
eslado de pobreza, e finalmente aos proprios edi-
ciaes e soldados, com i xcluso des primeiros, easo
estejam as referidas c ndice*qoe dOBtre d
prazo de sessenia dias, a contar d'rata dataeve-
rao provar com documentos an;h. ticos sua iden-
tidade circuinsiancias de fortuna, afim de poda-
ren) perceber este auxilio.
C's inleressados devero encaminhar em docu-
mentos casa do direciorio do partido libera.
ra do Queimado n. 3 prime-ro andar, cm Unk
os dias uleis durante aqutlle periodo, das 9 bcra*
da manhaa s 3 da tarde, e ende, depois df allen-
didas suas rcclamaeoes, recebero a qoantia que
Ibes tocar.
Para quo o prseme aviso chegoe a^eoiheci-
mento de todos, ser publicado duriameii'e ao*
jornaes mais lidos dVsta cidadf.
Recife, 6 de oulubro de 1870.
Baro de Bemfica.
Luiz Jos Pereira Stmoes.
Abin Jos Tavares da Silva
Commolidado publica
As pessoas qoe precisaren) de asas, cria
cozinbeiros. jardmeiros, feitores, amas de I
eseravos para o servico domestico, caixeiro, Un-
to para a praca como para o mato, rasas sittev,
podero dista data em dame mandar
dos por escriptu ra do Torres n. -ii, V
casa amarella.
Aluga se urna casa no Mooleiro, perto d>
Xisto, baixa do rio : tratar na roa Jo Crespo
n. 17, loja.
Precisa- so de um mestre de mceira, "pan
urna padaria em Uoa. exigindo-se para dita em-
prrgo a boa c u.lucta : no Caes do Apollo atipa-
zein n. 65.____________________________
Prec sa se de uma ama para ofoalnftr e
lavar : na roa de llortstn. 1. _________
Acaba de sahir i luz
E
Vende-se
Livraria franceza.
A
Ama
Alo
__
i'iF>-se moa c^xa miiii irca no lugar
w Montein, a marfem do rio Caoibaiibe ira-
JJMwriia i" de marco, ootr\ra Crespo, loja da
Precisa-sede nma ama
SO, l andar.
na roa de Hortas n.
AMA
,jSfj cioaae aeazareth desta provincia, o lomo n. 12. "
favr de vir a rna do Imperador n. 18 a oocluir'------------------------------------------------------------------
aqoelle nejrocio qne V. S. se comprometteu reali-
PRECISASE
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns ,
de dezembro prximo passado, e depois parala- na n,
neiro, passon a fevereiroe abril, e na la cumprlo \y.-. n?mem, hvre oo captivo, para distn-
e por este motivo de "novo chamado nar dito 'onirPaoj eignalmente de uma ama qoe saiba en-
'""'--------- a 'ramilr >era cosinhar ; trata se ra do Vi-
flm ; pois V S. se eve lembrar que este
de mais d oito anuos, e quaoao o senbor
3o<
o .
- fitbo se achava bo esludo nesta eidade.
Precisa se
npgocio
sau
alujar um negro ou un mole-
que : na rna ae Santo Amaro n. J. taberna.
- Precha se de um bum coueiro, umbem de
Precisa-se de uma ama para coiinfcar em casa u^ servente de pouca fomil: : na rna da Sofedade n. 58. j fraocez, roa das fcaranjeiras n. 10. |
g"" n. 1C, andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthysica e todas molestias do peito.
Salsa parrllha
Cora olceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Cocserva e limpa os cabellos.
PlInlas catnartleaj.
Em casa de THEODOR CHRISTf
\NSEN, roa da Gnu n. 18, encontram-i
jflectivamente todas as qualidades do Tinb
>ordenx. Bonreoirne e1o Rheno.
O
MEMMEMSIvfMt*
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSU1A
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Pasaos.
Offivio do Senhor dos Pasaos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Coneeicao.;
Setenario das Dores de Maria.
Offlcio das Seta Dores de Maria IsmlMt'pM
Novena de N. Senbora do Carao.
Offlcio de N. Senhora do Ca mo.
Novena de N. Senhora d Peana. '
Canucos de N. Senhora da Peala.
Novena do B. S. Joao BaplislaJ
Novena da Senbora Sant'Aaaa.
Trexeoa de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volme encadenada.
21000.
Aluga-te a casa da ra dos Pescadores n.
i/, eom_commodos para famila, bom quintal e-
rom portao para o mar : tratase na ra Nova n.
so.
- PrpeiM.M di moa ama forra
para o servico tatemo de pequea
rna da Arnjzade n. Jl, Capong?
ou escrava
familia: na
Precisa-se de ama ama para easa 4a aoaaa
solteiro : na roa larga do Hoaario a. 31, hfa.
Oflsrece-se um professor para aaafeaar fra
desta eidade as lingoas portuguesa fraacata : a
tratar nesta typograpbi.______________________
Precisa-se de urna ama para comprar a oe-
zinbar : na roa do Duque de. Caxias, ootr'ora do
Queimado n. ti.
Recife Dramige Company UaHed. "
hOtfOCO de gratificacao.
Em consequencia de lerem algias hT>m
maliciosamente quebrado grande na raer de ca-
nos vidrados, dos espalbadoa por divaraas roas
onde sao precisos^ esta empresa offerece a frati-
Precisa-se alugar uma casa com commodos *e*?!*T' t .Ti'2 ,!l~?ij "" *-
para pouca familia, sendo preferid., na freuezia m?Mm a raadeS J"*f
J j ~ agricultrT
AVISO
da Roa vi-ta
edes queira dirigir-se a roa da Craz armazeai
38.
,PAPAS
De domingo 16 1o crrente em (liante baver
papas todos os dias a* 6 l|i hori* di manhaa :
na ra das Larangeiras d. 29, hoel cummercial.
roa
AYRES DE ALRQUBRQUE GAMA.
1 vol. am 16 r
Obra premiada p. i. goverao da pratlaci
Vender -
Livrari
,***.
'*Sv


Diar-
io
UIDUCO
su i te uuiuDro ue ic r
cife, loja de ferrag
\w
Jos de Souza Soares & C.
Com Dimito aior vaUgem coroprjira-e
onro, pntt e pedras p'edosas c a obras vellil: na
Jal Mas db febncio e Onro fc. 1t>, roa o
COjok.
V^NBM.
NOVIDAOE.
O Cosa, jroprielari'* arraatem da Pedra
Maamore roa das Crutts n. 42, olferece por di-
nheiro contado o que de rneloor na so mercado,
por ler receido raaitM dos gneros descriptas
pelo ultimo vapor.
HoriaUees para sopas denominadas Jolienne, qflf
substHue perfeitamente aa mais frescas rvns.
Queijos flamengos o qne de melhur se pode de-
sejar a 3*000.
Caixes de doce da gtrfaba a 800, If, lfSOO e a
i 800, dito em latas a 2* e 2*900.
A vtrdadeira farinba americana rinda de conta
propria a 320 ra. o mayo de urna libra.
Veis3 stearinas a 610 o maco.
Bolacbinhas de todas as qualldades e dos me-
Ihores fabricantes.
Erviihas francesas e iwtof uaj.
Vinbo de todas as qualidade*.
Prelo de Li.-boa desembarcado bontem, era
saceos grande;, a $t
Caras do sertao muito nova e gorda.
Qoeijos de qnalba, elc.,ete.
Saccas cora milho a 4*000.
Especial e aromtico sabo de familia a 500 rs.
o kilo.
CANDIDO ALBERTO ODRE0 DA MOTTA 4 C.
com escriptorio e armezem de gneros de estiva
iravessa da Madre de Dens n. 14, tem para vender
o segu me em conserva ptimamente preparado
m Pars :
Ervilhas (Perito pt).
Pbiiao vkbdb (Haritolt serts).
Dito km qbao (leer* /lageollets).
Espargos (Aspfiys).
Miscella.nea de legumes (Macedoine legumes).
Senochas Ktroltei).
Tomates (tonales);
Coeva db Bwjxellas (Chons de Brtixelles).
Alcxchofras (Fonds /Tarlichanls).
Espinafres (Epmards)
CoGLMEtLos (Champignons).
(Cpes).
Pastis com truffas {Pals tvuffct).
sem truffas ( sans truffs}
ATUSI COM AZE1TB (Ton d IklliU).
Truffas imples (Truffes ate naturcl).
Sabdinua em tomates (Snrdine etc.)
Galantina com truffas {Galantins avec truflee).
Frango (Poulet).
Pombo com ervilhas (PigcoH acec pois).
jALLInholas (Bc:aisones).
Perdiz com azetosas (Perdiz avec olives).
ASSADA
Andorinha (Altouett).'
Codohniz (aille).
Lamprea (Lamproie).
Picado (Andouilleltes t.)
t)
rolie)'.
Saliicha (Saucissono
Caiine quizase (Frincandcau 0.)
Recebeu-se nais
Um completo e variado sortimento de papis
pintados e duirados de dilTerenles qualidades e es-
quistos desenhos, proprios para forro e guarnidlo
desala?, gabinete., escriptorios eic. Na reme'sa
desse artefacto tem havido o maor gosto o capri-
cho da arte do nosso correspondente de Pars.
Com nrna mdica commissSo sobre o cnsto da
fabrica vendemos este papel, pcis desejamosler
effectivamente um deposito do.'sa especialidades
No arraazem de Candido Alborto SoJr da Molla &
C, travessa da Madre de Deus n. 14.
Fumo e papel
Completo sortimento de fumo, tanto para cigar-
ros como para charutos, viudo do Rin de Janeiro,
Baha e Rio Grande do Sul. Papel de seda, linho
e algodao, de diflerentes qnalidades, proprim pm
d fabrico de cigarros. Vend-se constantemente
no armazom do Candido Alberto Sodr da Molla
4 C : Iravessa da Madre de Deus n. 14.
FIO PARA SACCOS.
Vende se em casa de Okel Bindloss A C, ra
la Cruz n. II.
A 8^000.
Vende-se borz^guins fraacezes, obra ga-piada e
mnito bna, pelo diminuto preea de 8* ; venham a
elles, antes je se acr.b;m : n;i ra da Cadeia a.
50 A, toja il miodezas.
Cal
nova
Veride J.i< lira Jos Ramos
8, i* andar
de L sbuCk.
pa da Cru'. n.
Br ins de Angola
OS,LTIMOS LEGTIMOS
Vende-se em cass de T. Jetones & C, ra do
Commeicion.46
Vende-se a taberna sita na ra Imperial n.
245, bem afreguezada, p3r o dono ter de retirar-se
ara (ora da provincia.
UVX DO B t RAO 0A VITORIA
(OUIR'ORA NOVA)
Apresenia-sa raetiui rphozaady do que pode haver de mais Lcllo e agradavel em la-
end*.{aB6 par* $eiibpra& artigo* i..alta moda eoi Paris tarto par* seohori orno
para horneas e awwtios.
MadeR afarmadas, perfumaba* especijes, variedade derlnos objeclospira me-
utoos e hriaqueds para crianc
GRANDE SORTiMENTO
Coutiijameote rebebido, por lado* os paquetes viudo da Europa londe tem ha-
bis correspondentes.
Vndese mnito emeonta e rnaada-se por em pregados do estabeleci ment fazendae
m casa das Eims. familias aGm de melhor escolherem o que desejarem

Ra do Queimado
H0BEIB4 & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimeoto o mais bello sortimento de fazendas
toas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blood da ,sda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas do seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m idem.
Ditas dp crox, idem idem.
Cortinados ricam-nte bordados para camae janellas.
Croxs par adeiras e sofs.
* Vestidos de Cambraia branca bordados.
:r: Popelines de lindos gestos.
Las de diversas qnalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de sem.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito linas para bomens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
i eofadonho mencionar.
Luvas frescas dt Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala> e o
fraude sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CASA CAUV1N A" MARIHIER, ^^^^ivilegiado,
"^^*^^^ ^*"*T ** W Bonlevard Sebastopol, 68 PARS.
. NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentados a Academia du S:ieuias e ao Instituto de Franja,
Sob i fornii"'Je Mulla,
ISViUlluuAU fsol de mouieiiU urna
vedida a dolada para
moa solacfo
Praventiva e curativa das MOLESTIAS COKTiQIOSAS.
do vc'.umf de na relogio, sen indo da
I HILTRO o SEItlXi.A sem os
(raves incon.enlenles de frajilidade.
IXJECTOU PIHLTRO
ESTOJOS
Com a f.irma. e d.' volurae de unf r*ortc-Moeda
COIE.KDO IVbO inXTAUE.STO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOfflEO & C
Depositarios geral para c BRASIL e PORTUGAL
3, ra larga do Rosario. JPEJUSTA^tlJOO.
'portas h.53, ra Dircita, 3 pyrias n. 53, a)iya\
hja do Braga
O abaixo assignado, duno dofc antigo etabeleciraento, tendo em. vista apreseniar um'
completo sorlimeuto de ferragetis, miudezas e eolilen'a, tem re?olvido mandar basilar era i
diversos pm:o- da Europa os meluorcs objectos de sen etabelecimento dos fabricantes '
mais Cimhe<:idos ; pelo que convida ao re>p*-tavel publico e a seus numerosas freguezes,
virem se servir dos objectos do sua carencia, aunde encontraro por menes 10 0|0 do que i
em ouira qualquer parte, um sortimento completo de macliinas para descantear algodao. i
do bem coabecido fabricante Cottorr Gin 4 C, ditas para costura, motores para animae* "
ditos para fogo, inoinbos pra caf de todos os lmannos, da fabrica do Japi, espingardas d
dous canos e de um, tanto inglezas como trncelas, louca de purcelaua, facas e garfos i
de diverg qualldades e precos, bandejas cbinezas, salitre, breu, -barbante, enxofre, papel e
llmalha de ferro, a50, e agulha para fogueteiro ; assim como encontraro constante- '
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe-se eneommenda de rogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonlio numera-lns : veubam ra Direila n.
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do braga.
Farelo a 3^500
Vende-se fareJo em saecos grandes a 3J500,
nos armazeDs de Tasso Irmios & C. : na Praga
do caes do Apolo.
AMA
Presa-se de ama ai a para easa de pouca fa-
milia : na ra da Cadeia n. Si.
Aluga-se para servir em casa de familia urna
ioa ewrava : as Cinco Ponas n. 144.
Moleque
Precisa-se alugar oa comprar um molequ e de
t i 15 anuos, fiel e inteligente que sirva para
criado, tralar na ra Nova n 19, { andar.
ATTENCAO
If armazem de Mills Latnam A C.: na roa da
Cruza. 38, vende-se :
Lona larga e 30 polegaa*.
Dita eetreita de 2o dita*.
Saceo vasios para assaear.
Sellins, si I bies e arreias.
Vinhe de Bordeaax fino en caixa.
Sabao ingtez em caixa.
Sabonetas dito dito.
VINHO 30RDEAUX.
Vndese excellente vinbo Bordeaux em qnar-
tolas e meias quartoh.s: no escriptorio de Cunha
r Manta, roa do Mrquez e. Olinda n. 40-
Farelo
4:200.
Saceos com 100 libras d^ superior farelo
elo barato prego a cima indicado, na ra
da Madre de Dos n. 7
. Vendew superior f.vinha de mandioca.m sac
coa grandes : no escriptorio de Antonio 'Loiz de
Oliveira Azjvedu C, na da Cruz n. 57, pri
meiro andar.
Espanadores de palha
Superior^ a 14OOO : aa roa do Creap.) n, 38,
ja da esquina.
casa cauvin Kmm.
Pharmacoutloo privilegiado
Buccessor m
Boulevard Sebastopol, JO. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Academia de Scieneiaae ao Instituto de Franca.
lUICPPin So" a forma ie Pasiina. devedida e doseada para faser de
I IfU CUuHU momento ama solac^ao PREVENTIVA I CURATIVA das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJECTOn-PfllLTRO
do volume de um relogio, servindo
de PiiiLTRo e Seringa sem os
Gravee inconvenientes de lragiliaade.
COLLYRIO
BARTHOLOfflEOC
pava iao Coa a forma, e do rolme de um Porte-Sloeda contendo
COTUUO TOBO TRATAMESTO.
Contra as affeccoi das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BRASIL e PORTUGAL,
34, roa larga do Roaario. PIIRNAMBUCO. "
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Ha muito que esta provincia pedia tuna casa
que bem satisflzesse as pessoas que sabem apre-
ciar o que cima se v nesse distico. E' nesse
esbelecimeuio que se encontram os melhores
docea de todas as fructas, seceos e de calda, doces
d'ovos de todas as especies de massas, gelas de
goiaba, de arac, de pitaoga e mo de vaeca, ven-
de-se a retalho e em grosso para qualquer parte.
Apromptam-se bandejas com bolinhos os mais de-
licados e com reos enfeites, do qne se encontra
grande sortimento, presuntos em Hambre e ontros
pratos que nao se podem dispensar em qualquer
festa. xaropes de grozella, tamarino, lima e outras
/rucias. Junto a este estabelecimento est ligado
um belio sitio que nelle nunca faltam flores a val-
sas e em boquetes ; apromptam-se boquete? para
noivos riesmento enfeitados de eravos brancos
com toda a perfeicao e delicadea, muitas varie-
dades de plantas para se preparar um jardim e
plantar om sitio. A' vista das encommeuJas fei-
tas se veri tica ra o que cima flca dito.________
CEMENTO
O verdadeiro porttand. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martins de
bMttwa
Vende se a taberna da ra da Senzala-nova n
39 : a tratar na mssma.
Vende-se
Na roa dos Qturteis n. i uma armaco propria
para qualqner esUbeteeimento, podendo o com-
prador tirar oo flear na mesma laja onde est :
quem qnlier pode trauma na ra Nova n 4
Doces, fructas e Abres
Ra da Cruz n. 13.
Lanches todos os do, fructas, pastis, bom to-
cado, minados, doces e impadas.
A 5^000.
Vende-se botinas prelas e de cores, obra muito
boa, pelo diminuto preco de 3 : venham bem
conberj.ia loja de miudezas da ra da- Cadeia nu-
mero 50 A.
Secretaria de ferro
Vndese e est vista em &* dos importado
res Sliaw Hawkes A C. raa da Cruz n. 4.
A 14500.
Vende-se sapatoe de tranca, obra boa, pelo di-
mtiut.preco de IJ90O : na bem conhecida loja
de miud>zas da ra Cadeia n. SO A.
Milho.
Venie-seem saceos grande, de superior quali-
Vende se urna armaco nova em n.uit bom
estado : a tratar no pateo do Paraizo n. 2
Vende Joaquina Jos Ramos:
o- 8. 4 andar
IJIPIJV
roa da Cru:
\
na
Vende-se
dade ^ muito nove, p.,r men^-s prem^ae ora ouira' tres portas de araarello (costadinhoi com excellen-
S,r&ei"Vraa > Y,t*l l4' eseriP- ?4/2C^?r*! a lrV W '* Duquoi Caxias
JLOJA
DO
OE FAZENflAS E ROUPAS FITAS
Ra da Iinperatriz ti. 40, esquina do beccp dos Ferreiros.
DE
iiinkoi irau umu<
O proprietario deste novo estabelecimento comtnonica ao respeilavcl publico
desla cidade, e especialmente as Exmss. famili que est liquidando por precos bara-
tissimo* m utitpB fazendas que exisUam ne'te estabelecimento, ;>lm das que abaiio
v3o relacionadle, cojos precos merecem toda a alinelo do respeilavel publico qoa nao
deixar de com pequeua qnantia reazer-se de qualqner qualidade de fazeudas que pre-
cise. Prevto-se tamben que a mesma toja tem feito sortimento de fazeodas moder-
nas, e continua a sortir-se das do mais apurado o escolbido gosio, que vender mais
barato au& auaioaer. oplra loja.
te com is-jtretos a dHOO a
' com i jarda a 34
Algodi.
peca.
adapolo entes
to de 24 jardtfa 5,J6O*0 pa^ oima
toalmdog de mho, e-de algodaClran*
Cdos, e adamascados por precos commo-
flos.
Chitas escuras e claras de-^40 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
o covado.
Dittm*is ftiae a 560 rs. o metro.
Raloes de mussulina a 44 e 50000
Guardanapos de linho a 30500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 30000 com
10 palmos.
Dito de algodlo a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Colchas de fosto branco de 30200 para
cima.
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a nos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para saias de senho-
ras preco barato.
Lazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inleiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o covado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de laa da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 ra. o covado.
Chales de merino lisos a 20500.
I
Ditos estampados de 40500 para cima,
Camisinhas de cambra ra branca trattspa-
reat, bordadas com enleAes brancos e de
cores a 30000.
Brillantinas brancas de.SOOrs. oeo\ado,
i ditas de corea a 500 rs. o covado.
Lencos da cambraia de limo, e de s-
guiio ateo mais-fino.
Lencos chineaos a 30500 a duzia. \i
Ditos brancos de algodao a 20500,mui-
to finos.
Fito hranco e preto, liso e de salpico
Cortes'd cambraia, hrancadom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Paitos de linho bordados e lisos de es-
guio.
Camisas bordadas inissimas, proprias
para noivos com a competente gravata.
Pnnhos de linho para hornera a 10 o
par.
Colarinbos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretas e de cores, tanlo em se-
tim como em seda, ha de todos os gostos e
feios. .
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sorimento de roupas feitas de todas as
qualidades, e feitios, para pregos commo-
dos, e quem comprar pon;5o para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sori-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brius brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fszer
qualquer obra a vonia'le dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra offici a, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO aclia-semu-
nida de um hom mestre alfaiate para bem
desempenbar qualquer obra da sua arle,
recabindo a responsabi!idade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou manJara-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manh3a s 0 horas da noute."
Francisco Teixeira Mendcs.
GALLO, fpTE
me tmhan t.
I pufelicn, naa>-
da Europa um complete e vi
Os '
lene
pastos a a^

Hfiwtt
finas e riui delicada rfiiecial.dadcs, as qiiaene-
tao reeoltidos a vendw, como oVseu costnw,
por precos muito iiaralinhes e commodoa para to-
dos, com tanto qne o Gallo...
Muito superiores luvas de pellica, pretts, (trast-
eas e de mui lindas cores.
Mu boas e'tWnitVfrollinhas e punnos pan m-
nhora, nesje geaerottoue ha de mais moderw.
Stperiores pettes m tartaruga para coqnm
Lindo e ritjilfcsiral enfeites para caberas *a
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com wdr>-
lhos e sem ellcs i esta fazenda o que pode fcawr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonito* leones de madraperota,
marflm, sndalo e aso, sendo aquellea baacm
cora lindos desenhos, e estes pretos.
Multo superiores meias fio le Escossia para se-
nhoras, as qnaes sempre fe venderam por M^OOO
a duzia, entretanto que, nos as vendemos por M,
alm destas, temos tambe* prande sortimeMo *
mitras qualidades, entre as quaes aigumas mato
finas.
Boas beagalas de si'pwjt canna da India
castao de jnarfim com lindas e encantadoras fi|ro-
rsflo mesrno, ueste geriero o qtie de melfcort
pe desejar ; alm desta* teii.es tambem graadt
(uantidade de outras qualidades, orno sejaaa, ma-
eira, baleia, oso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cnicofmhos de eadea
de outras quadades.
Lindas e superiores iigas de seda e torracaa
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e par* .wtm'
as de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tavtarnga paj tazer
barba; sao mnito boas, e de mais a mais sao *
rantidas pelo fabricante, a nos por nnssa w la-
bem assegnrames sna qaaliUade\e dolicadeza.
Lindas e bellas capellas para nom.
Superiores agulhas para machina e para ci-oxt.
Linha muito coa de peso, fruxa, para eaeher
labyrintho.
Bons baralhor de cartas para voltarete, ansio,
como os teios para o inesrao Qm.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER..
Elctricos magnticos contra as convalsw.-,
facihtam a denlicao das innocentes enancas, te-
mos desde muito recebedores dastej prodifrioio
collares, o continuamos a recebe-los pur todas o*
vapores, afim de que nunca faltem no mercad:
tomo j'tein acontecido, assim pois podero arpe-
les que deltas precisarem, vir ao deposito do gaUt
vigilante, aonde sempre encontraro destes vertU-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao Int
para que tao applicados, se venderao com nm bw
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que ittuaoe
declarados, aos nossos freguezes e amigos a viran
comprar por precos muito raioaveis a loja do tplk
vigilante, ra do Crespo n. 7.
15000
Bival sem segundo,
RA DUQUE OE l'.tiXI.lV "V. 49
(Antiga ra do OuoioiadoJ
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para anhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lso a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 13a para bordar de todas
as cores a.......8/j!000
Garriteis de lidia Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas oOO
Gravatas de cores muito finas a 500
Grozas de boloes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Gaixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Peales volteados para meninas a.
Tinteiros com t tita preta a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banba a 100 e.
Frascos de oleo Philoccmo muito
fino a. v......
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babeza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma, menino muito
superiores a.......
Cartilhas da dootrma fazenda nova a
Libras de linha sorlidas de todos os
nmeros a.......15800
Capachos mnito bonitos e grandes a 700
CarrMeis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior ..
qualidade a.......2420
Caixas de palito do gaz a. 00
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAX1AS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda;
as miudezas pelos baratsimos pregos .ibai
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
120 Duzias de pa'itos seguranca a----- 120
Duzia de palitos seguranca caixa
500 grande a................... 320
Frascos com r leo baboza muito fino. 320
60 Paco te' om p's de arroz o rae-
500
60
000
240
100
200
200
500
240
500
720
10200
500
500
40
240
400
Rofo-Hnte-rheumatico/
Remedio efflcacisaimo contra as dores rheuma-
tieas at boje o mai.- conhecido pelos seos mara-
villosos resultados.
KAROPE DE AGRIAD. um dos medicamen-
tos qne sua eficacia nai enfermidales, tosse e
sangue pela bocea, bronehtes, dores e fraqoeza
no peilo, e?embuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMA- A eelebre raiz
de marapuama, cuja energa e eficacia as para-
lysias, intorpecimenio, etc. etc. muito.;se recom-
menda. '
Todos esses preparados se encontramj.na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
posito na ra larga do Rosario n. 34.
Antes que se acabem.
Medalhas de prata mac: Gr: 30 : vndese na
ra larga do Rosario n. 3i
lorio -Je Jos Lopes G.
p. 87, botica.
RAPE.
Paulo Cordero
Vende-se rap Paulo Cordero fino "Viajado, em
latas, ni-o gr.i-di e vinagrinh): no deposito da
ra do Vigario n, il. Io andar.
Grande pechincha.
Rico* rrtes de cambraia bordado* com 10 varas
i 7#, alpacas e la.* de cores a 400 e 500 r. o
vallo : vende-se na ra do Duque de Caxias n.
J19, loja de Leite, Ponles & C
lhor que ha a............... 320
Vivalhas muito ':nas para fazer
barba a.................... I 000
Caixa de linha bran do gaz a.. 300
Vara de franjas de lidho para toa-
Ibas ....................... 160
Caixas com pennas d'aco de erry
superiores............... SO"
Lencos da cassa brancos e pinta-
dosa.................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ..... 700
Caixas com 50 noveilos de Iitiha
do gaz a........ 40(
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......30600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada poca a 10500 e. 20000
Pecas de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbasfazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., 300
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a. ..... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias cruas para me '
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas parasenbora a. 40500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........20000
Pares de sapatos de tapete a. 40500
Duzias de baralhos para vultarete 30000
Sylabarios portguezes a. 400
Cartes com colxetes i carreras a 20
Abotoadaras para collete diversas
qualidades v..... 400
Caixas com penna de ac muito .
boa de 320 a...... 5a
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agnlha para machina a. 20000
Libras de pregos franceses lodos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos ........ ... 400
Re.cma de papel pautado superior 40000
Resma de papel liso mnito supe-
riora............ 30000
Fogo de patente.
Vende se em ca.*a dos importadores
Hawkes & O, ru i da Cruz n. 4.
Shaw
. DAS FORTES
HMJTERIVE E CEIIS111K
12ni calas c a retalho.
No armazem da ru.t di Vigri.i n. M.
Semenles
de hortalizas do lodo"* a* qualidades : na casa do
ouro, ra do Baro da Vic orla n. 63.
3 cordero previdenti
Rita do Queimado o. f '-
Sovo e variado sortimento de peruir.ana
fi:>as, e ouros objectos.
Alm do completo sortimento de perft
marias, de que cftectivamente est proyi4*;
toja do Cordeiro Presidente, clia l aiM i
receber um outro sortimento que e K
aotavel pela variedade de el
iade, qualidades e c^mmodidadea a
;os; assim,pois,oG; liroPre
e espera coutitaar a '
o respoiii.v.:! paiico cm gftfti I
boa freguezia em Darticabr, i So M
tano elle do sua bem c
9 barateza. F.m. Sita k>ia
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdad'ira de Morraj
Dita da i.]<:;r.e in^lezr, ar/icricr,/:: .
QHtt tedas dos oalborea .
fabricantes. .
Dita de flor de Urangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilele para leu
Elixir odontalgico para miHiglc
j.eseio da bocea.
CosmetiqaeseMporior qnali \i
ros apradaveis.
Copos o 'tatas, maiores e nma, coi
pomada fina para cahel.o.
Frascos coin dita japn
a outras qr.didades.
pinos extractos inglezos, aasricanef
francezes em frssco5J:iaplafi c enJ
Eseei p.irii:! do ..'
ro de vi-:
Ootras i entradas ; a ti
cenle in i e igrat .;.
Oleo philocome verdr.cioiro.
Eruacto 'o30 d qaatc .
x>m eacolhidos cueiroa, em (rafooi dediS^
i entes tamaubos.
Sabonetes em tairait, mai'jias e owt*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em Lfi
as de meninos.
Ditos muito finos em caixmha para bar
Caixinhas com bonitos sabonetas uduUm
frnctas.
Ditas de madeira invernisada coaUfkM) t
uas perfumaras, mnito proprias para pr*
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos,
moldes novos e elegantes, com p de ayf
e noneca.
Opiata ingleza e franceza para
Pos de camphora e ontras
tpaalidades tamnem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda aials rmM.
Cm outro sortimento de coquee e m
vos e bonitos moldes com filets de vidrim*
e algnns d'elles ornados de flora e Itat
estio todos expostos i apreciaclo de om
os pretenda comprar.
GOLLINI1AS EPUNHOSBORDADOe.
Obras de mnito gosto e perfeicio.
FlTcIlaa e flhtaa para clataa.
Bello e variado sortimento de taes
tos, ficando a boa escoma ao gosto do i
orador.
Joaquim Rodrigues Ta- j
vares de Mello.
TBM PARA VENDER
em aeu escriptorio, prica do Ceno
n. 17 :
Fumo em folha
de 1' e V qualidade, e vende nm *n ma
fardos a vontade dos eompradorea.
Cal de Lisboa
. ultima chegada.
J Potassa da Russia.
^ Parlaba de asaBdloca
Vinho Bordeaux.
* de I* qii.ilnl.'di'. Todo de vende mai
ralo ilii que em outra qnalqner pule
Vniid-m- v rv \
Hortas : a |i cjxfrar iaij-
raa Imperial n. 13.





t


Diario de Pemambuco Terqa eira 1
.
xrr
la
2
BAZAR ID PAV
60-RA DA MPERAIR1Z-60
DK
(f
1BT
j
. I'EREIR DA SUVA
Neste importante estabelecimeato encontrar o respeitavel publico, um grandee miadosortientode fazendas donis
aparado gosto e toda.j de primeira necessidde, que te veodem mais baratas do que era outra quai^ow part*. visto que o-do-
to ocio desta firma, adoptaram o systema de s Tendarem a D1NHE1RO ; par poder vender pel- celo,. Kfl.iiando.8fl apenas
a ganbarem o descont ; as peasoas que negoeam em peqaeoa esea'a Meta loja earaaaeem poderao fawr osseo sortiiaeotos
pelos mesmos precos que cmprala as casas inglesas, (importadora) e par maior commodtdade da* Baas, fajad 4 g se dallo
.'. vhoz
kl

I
fceratr -20
traakqa d) tairadat loas
mmUb ^^^p>r'-' "" P*nde aorii-
mento nUaconl Atas, cnmo SKjam : cortes de
poil de chevre com lislras escocers de amae duas
saias o que ba de mais alto nosidade, ricas pope-
linas de seda, granadme,-Has dseocfcaa, alpacas,
bareges, tic, etc., e um completo sorlimento de
chita, neflatflldes, cambraias braaeas e de cores,
organdys e cambra iraperatriz, e outrai maitas
fazendas, tudo do que ba de melhor ueste merca-
do, que tudo se vender o maU barato poaairel.
Cbaaaaaaos a attencao do bello sexo que qtlzer
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
aua proleecao. Manda-se levar em casa das
Exmas. familias todas as fazendas que oes pe-
direm.
20-RUA DA IMPERATRIZ20
Farl* & Leaa.
mm PfOVlDADI
amostras de todas as fazendas, ou mes levan-em ase can para escolberem.
BRINS DE LIXHO DE COR A 1*200| CORTES DE LA ESGOCEZES 6*000
No Bazar dn Pa vio, fez-se urna grande' Vndese bonitos certas de 15a escocesa,
compra de puros brins de liabo, muito en- Tindo cada om em sea papel, peso barato
corpudos, proprios para calcas, palitos, col-
totes 6 roupas para meninos, por serem de
padroes miifdiabes; garaote-se que nio ba
barrel'a que loe tire a cor, e vende-se a
1*200 o metro desta ekcellente fazenda.
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pava o fez se urna grande
compra de toalbas alcocnoadas, proprias
preco de 6*000 cada um; no Bazar do Pa-
vo.
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Razar do Parto vende-se os mais
bonitos e muito finos organdys com listas
largas e miudas 1*000 a vara, dita lilas,
fazenda de muid phantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimos padroes, ioteira-
magem
para rosto, bastante encnrpadas e grandes, i mete novos 800 rs. vara: peobinoba.
que senipre se venderam a 112*000, e li-
quidam-s i a 76500 a duzfaf^ou a 640 rs.
cada urna, boa peohineba.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 RS.
O Pa vio vende chitas ou riscadinhos miu-
diobos cor de rosa e rxinbos, proprios
para vestidos e roupas de cranlas a 200
rs. o covado. Sio muito baratos.
PIRA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Gbegou para o Bazar do Povao um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se veudem de 105 00 at 20*300 o
par, assim como o melhor damasco cem 8
palmos de largara a imitacio de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, sendi os melbo-
res e mais booitas que tem viudo ao mer-
cado.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavio vende-se um sortimen-
to completo dos melhorei setius e grosde-
naples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
CH.TAS A 2* RS. O CORTE.
No Razar do Pavio vende se cortes de
chita miudinbas, sendo rocha e cor de rosa,
tendo 10 covados cada corte a 2* vende-se
a relalho a 200 rs. o cavado, pecbiocha.
CASSAS A 200 RS.
No Bazar do Pavo liqoida-se urna por-
cao de casaos francezas miudas e graudas,
cores Qoas, que so vendem pelo baratissim
preco de 2 io rs. o covado para acabar.
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bzar do Pavio veode-se um bonito
jortirneuto com todos os tamanhos das me-
lhores camisas, de fhneila de 13a, com
mangas, tanto proprias para boi< ens como
para senhoras e vende-se a 3*000 cada
urna, e quem comprar de meia dnzia para
cima teri um {batimento, Sio de muita
utilida Je.
CAMISAS BARATAS a 2*800, 3*000 e 2*600
No Razar do Pavio vende-se urna gran-
de porc'o de casemiras mescladas, tauito
Cncorpadas a 2*800, ditas finissimas com
msela do seda a 3*200, ditas modernas
de qoadros, fazenda de muito gosto a
3*600 o covado ; aproveitem.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavo mais
elegante so timent i de tapetes grandes, pa-
ra lelas, com 4 cadenas, ditos mais peque-
nos, para doas caleiras, ditos para
piad s asnas, portas ; etc. vende-se por
menos do ijue em outra qualqoer parte.
COLCH ,S Bit ANCAS A 35200,3*500 E 7*
Para o Razar do Pavio chegou um gran-
de sortineot) das melhores colchas de fus-
tio, s ndo das melhores e mais e cordadas
que tem iodo, a 75 K) ditas um pouco
mais abata a 5*30. >, e ditas a 3*OO;
tambera no mesmo estabelecimento se ven-
de un gran le sortiment i dj detones e chi-
tas, proprias para colchas, que se vendem
muit. era routa.
ROUPAS PARA IIOMENS
No accreditado Ba:ar do Pavi) encontra-
r o re peit.ve! publico um grande sorti-
mento de roupas para horneas tanto bran-
cas como de core3, a saber :
Camisa1 cinc peitos d'algodio edelinho,
para todos os precos e qua'idades.
Cenlas de liabo e atgodio.
MeUj curtas francjzas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemir.
Ole-is de brim braaco e de cores
Dita de cisemiras pretas e de cores, com
colletes K'ua-s
De toda estas roupas ba para todos os
prec<>s -. quali lides, e tem de mais mais
um perito
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Pavio um gran-
de sortimento dos melhores grosdeoeples
pretos que tem vindo ao mercado, que te
vendem de 1*600 at 5*000 o covado ;
sio todoa muito em conta.
MANrELLETES DE HL
No Baznr do Pavio vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de filo preto,
om laco, pelo barato preco de 10*000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavio vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 ou 3 1(2 metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tarabea no mesmo estabellecfmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de lia de
corea j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da mesma fazenda 4*fH)u e outras
com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENgES.
No Razar do Pavio vend-se o melbor al-
godiosinho americano eofestado para leo-
ges, tendo liso e entrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavio recebeu-se om elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilbos, que se vendem por preco
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu um grande
sortimento dos me'bores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balando eofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendeudo-se por
menos do que em qnalquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo veode-se snierior
bramante d'algodio com 10 palmos de lar-
gura a 1*800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linbodo portocom 3 1/2 palmos de largura
de 7Oai 1* a vara, assim como umg ande
sortimeuto de H-uiburgo ou cregueilai ie
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qndqner pirte ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavio vende-se superior
atoalbado trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto muito barato.
Pao preto muito barato a 3*GO0
O Bazar d) Pavo recebeu urna graudd
porco de pecas de panno preto fino, com -
pradas em leilo, qun serapre se ven leu a
5*000 o covado e pode liquidar a 3*SO0,
por ser urna excellente compra,
COBEKTAS A 3*
V-nJe-se co'iert.s de chita encarnada
adamascada a 3* cada ama, pechincba.
CORTES INDIANOS A 45500.
No Bazar do Pavio vende-ce bonitoscor
tes in lanos com duas saias pelo bara-
tissimo preco de 4*5 rt) cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavio veode-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Liasinhas retas lisas.
Cassa* pretas de lia.
Cassas pretas, fraucezas e inglezas, lisas
e coro salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Dit"s hvradas com braao.
Merinos, caotfl's, bombazinas, qae se
veniiera mais barat do que em outra qual-
quer ptrte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazir do Pavo vende-se chitas pre-
tas maleras com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas t-.Jas pretas, por estarem um ponco
rassas, 12 > o covado; pecbincha.
O projnetarios d este importante esta-
bePeciuieoto roga n ao respeitave pubbco e
particularmente Exmas. familias o favor
de se direm sempre aotrabdbo do lerem
os s-ius annuncios, pela razio de muitos
d'elles serum mudad s amiu ladas vezes.
CACHK-NEZ A 6*000.
No Bazar do Ptrttn veodem.se bonitos p
gran'ie> cacbi-nez de pura lia, pelo bara-
to prci 6500H ''.Hda tro
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 5*.
6*. 7* 8*000.
Vei.de-se um tavltftuii o aoriimt-nto de
fi'issimas cambrai-j victorias, por presos
No Biur '<> Pav3o vend-se um rrande mai b*rra outra qulqipr
Cal de Lisboa.
Vende-se cal. do Lisboa, a ultima chegada ao
mereado, per- preco nuuavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos, ru do Gommereie n. 13.
Quando a AGITA BRTCA, mais precisa scieotiflear m raspeftavel.
gwafc e i particular a m^IHp162^* ^a irumensidade de objeeta qa uJimmb-
mmnemio, k iastommMIqawo ella menos o pode fazar e porqaa mu fatta iarva
luntaria ella confia e espera na benevolencia q> Isa mi lai HlandaiB a iiii.
continoando portanto a dirigirem-e a bem conbecida leja 4a AOD1A BRANCA na 4
Qieiraado n. 8, onde sempre acharo abundancia em Bortimenta de superiohade m
qjaaiidtdee, modicidade em precoa e o sen nunca desmentido AGRADO E SINCE1UDADI
Do qne cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BIAlfCA p4i
dispor, empregado apezar de seas custos no desempeono de bem servir a aqaefl fw f
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto seta mbm
rar os objectos que por sua natorea sao mais coahacido ali, alia minnidaal ia*-
car aquelles cofa importancia, elegancia e novidade os tornan reconmendavais,
bem se a :
Corp nhos de cambrala, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
ALFAIATE
Por qam se mauda fazer com preslesa
e acein qmiquer pc< de obra a capricho
ou go t) do freifuez, teodoo'este importan-
te estib-iecimento todas as qualidades de
panno fin >. a) melhore* e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brano, qur de cor; e quanlo qual-
quer ubra nao ficar ioteiraiue ite ao gosto
des 'reg'ezes fica por coota do estabeleci-
meat'i.
CU \ LES DE MER'N
Gbffgiia cn-a o Bazar do Pavo em elegan-
te antM-tierit de chales de merino de cores
muii n-i c-m pa Ires mu-i > decunt*s
para o'T.lquer urna senhora osar, ditos de
er,i :i com listas de seda n mais fino e
mod u mu; um vi mo ao mercado, e ven-
de-8" p-r pro,, mIU) eul oliala-
BABADiNH )S
sorii: "n'o i mait linu b^h i.imh is borda-
dos
um'
estr
em
quai
0
t t-ans arane,. assim emo
porcio di entr ni -os largos t
i h ,mi:i aculan -e veud muito
:.ais birato d) qu boj
4 te.
uulra
rr'it, e- 6MO e7*.(>, tliiiss.masa 8450' ; tol;i>
e as ra'ur as il iiiuit'i mm dioheim
t ,i i ,i U'I-j, por aate ptauaaa rea. s.
i.ma ntpii c j^r ape s fez no Ba
do lv.5,.
Rua tfa Iraperatriz 60.
Paura vender deprecia
UNDAS"JAPONEZ.\S para vestidos a
A 500 RS.
Chegou um elegante sortimento de las-
iuha do Japio, com padroes da seda e de
muilo boa qoalidade. que se vendem a
500 ra. o covado:. pecbrachj, no Bazar
do Pavo, roa da Imperfiriz n. 60.
POUPELINA DO JAPiO1 A L*600 O COVADO.
Chegou um elegante sortimento de liu-
diss'mas pjupelmas Jipoaezas, com os
mais delicados gostos, tendo muit1)' lustro
e com lisirinhas de seda, sendo esta nova
fazenda quasi da largura da chita france-
za e vende-se pelo barato preco de i*60O
cada covado, no Bjuar do Pa o.
AS POUPELINA8 DO PAVO A 2*000, 0 COVADO.
Cheg m para p Bazar do Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho e seda, que se
vendem pelr> baraibsimo preco de 2*000
cada um covado, assim como ditas com
gortos escossezes a 2*400, pecbiucha no
Bazrr do Pavio.
SEDAS A 2*000
Chegou na elegante sortimento de boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
a 2*000 o covado, na rua da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCIIA ADMI-
RAVEL.
a 2*000, a 2*000.
a 2*500. a 2*500.
a 2*000 a 2*000.
So no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos corts de vestidos
de phantasia com lindos gostos, sendo fazen-
das traparentes com delicados bordados e
listras que a nao ser ama grande pechin-
cha qee se fez na compra seria para moito
mais dinbeiro, e liquida-se a 2* e 2*50 ,
unicamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se delicadas liasiohas traosparen
tes com listrinhas oiiudiobas, imliaco de>
urna s cor e muito brilbantes, pelo bara-
t ssimo preco de 400 rs. o covado, oo B i-
zar do Pavio
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Veude-se delicadas lasinbas com dibV
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs,
o covado, no Bazar do Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de fiis-
simas alpaets brancas lavradas, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no B*zar do Pavo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 560 E 640 RS.
Veode-se um graude sortimento de lin-
das alpacas la'.radas de todas as cores p;ra
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 6i0
e al mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavio.
BAREGES DE QUADRINHOS a 600 RS. O COVADO
Vei dse as mais li idas e moderaas 13a-
sinhas ou bar. gas de quadriobos, proprios
para vestidos, tendo qua>i largura de chita
frsoeeia. e 1 quida-se a 640 ra. o covado,
no B^zar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Veude-se bonitos merinos de urna so
cor com cores muuo proprios para vestido
e roupas pata chancas por ser urna fazen-
da de pora lia e muito leve, vende-se a i*
o covado, oo Bazar d Pavo.
GLACS A l*O00 PARA VESTIDOS.
Vende-se um elegrate sortimento deta
nova fazeoda denominada glacs seode urna
fazenda de lia multo larga e com delica-
dissimas cores, tendo tanto brilho como a
seda e veode-se pelo barato preco de I*,
o evado, no Bar do Pavo.
SEDAS DE QUADRLN03 A 1*280 O COVADO
Veode-se un elegante sortim.nto de se-
das de quadriohos, cm li ni simas cores,
para ves idos e r nipos de meninos, e ven-
de se a i* 80 cadi covado. h' pecbin-
cha no Bt-r do Pavo.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA-
RENTES a 4*. 5*. 6*, 8*. e 10*000
Veude-se fioissuua^camb aiassui$*a, de
muda phantasia tendo 9 varas a 8*30 e
10*00 Ditas bl-ft am 10 jardas fazen-
di moito tma a 6*. 6* e 7,S000. Ditas 0-
nissimas azul.dinbas, que v>lem moito mais
dinbeiro, > e 10*M) : t-das estas cara-
brrias, em rela^au a guali la *e, pelos pro-
cos ac ma ni> mais baratas do que em ou-
tra qiial'joer p'Tte. uo B'r do P v
CAMBRAIA ALLliMA\ COM 8 PALMOS DE LAR-
GURA A 1*600, 11 E 2*300.
Veo ie-se fini^sm cambraia branca tran:
pa ente com 8 palmas de larwun, que fac
li a fazT-se na vestiilo apenas com 4
varas e h mi -a se a 14600, e 2*50'>
vara fa-en 1. ..u v.de muito mais dinh-dro
pechi. ch< o Bj *x lo Pa .
CAtBR.IV TRANSPARENre
Pega a 4* M)
Vendve m.ni.. fii ltj pe;a> de carobraia?
branca^ transp rentes lnn>l..8 l| vaiMa
da p>ca e o-.m um v,ir., ,> laigura a 4*
peel mc'i, un Bi.'-r d. pa,a
A AOVA TM.
A rua do Duque de Caxias n 21
(A1TIGA RUI DO QUEMADO)
lteeb0 sfwnt. :
fcpelht fraBdes doarados, moMes bonitos.
Cwteirw, charuteiras e port-dgarroa de mnita
Bwwau pasta para papis, simples e maHtadas.
Boas caixas vasias para costura com aua corope-
tepte chave.
Delicadas caetas de raarflra com o bocal de
prata.
Modernos pentei de larfaroga, sobresahindo en-
tre elle? os mimosoujffrapmsl&s,
Cummudoj loncdors com loas gavetas 0 kom
espelho.
Port bou'juet, o trae de melhor tem appare-
eido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bous talheres para crianzas.
Vostuarios, ehapozinhos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinaspara senhora, moldes novo
e bonitos.
Cbapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsoes as
mancas
Vende-se os verdadeires collares na Nova Rape-
ranea, rua do Duque de Caxias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS .
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe-
ranza a verdadeira tinta insiera.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeiro
leile de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanca, rua do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENPEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, ru*
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca a sabonete de pos de
arroz._____________________________________
Para exames.
TRADUCgAO INGLEZA
DOS
TRECHOS CLASSICOS
POR
C. PALMER,
R.4*000.
L1VRAR1A FRANCEZA.__________
Muita attenpo
O Campos da rua do Imperador n. 28 acaba
de reoeber em sea armazem, urna partida de se-
ment* de hortahea que pasaa a mencionar as
qualidades e precos.
A saber :
De salsa, a 60 res a oitava.
ne coentro, dem..
De repolho, idem.
De ervilhas brancas, a 600 re? a libra,
De ditas tortas rouxas, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De f.-ijao ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dito araarello, idem.
De dito meia-cara, idem
De dito cor de ganga, d?m.
De tomates grande.!, a 60 reis a oitava.
De pjao de 7 annns para grao, a 400 rs. a libra.
De fdito de 7 annos rxo, idem.
De fspnaifre?, a 60 rs. a < lava.
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Laques oesse objecto muito se pedera
izer qaeiendo descreve-los minuciosamente
!or suas qaalidades, coree e desenhos, tal
o grande e tariado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preten-
dale aa Iba apreentar o que poder de
nibor.
Intrmeiaa em peca de 12 tiras.
Gei^rjw branca e preto de diversas qua-
lidade e desenlias.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Metas de seda para noivas.
Ditas abortas da fio de Escossia.
Costames en uniforma para meninos.
Eoxovaes completos para baptisados.
dita.
Ca pellas brancas para meninas.
Graode sortimento le flore finas.
Filo de seda preto.
PERFUMARA
Grande constate sortimento da
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e psel.
Cidinhas com ditos cromaticos.
Bonitos e modernos ppn'r-s dowrdos pa-
ra circular o coque.
Bonitos brinco de plaqueo.
Aderemos e brincas de nudreswso
Caivetes fino para abrir lata.
Thesooras para visar babadabe.
Aspas para balad.
Novos stereoscopos cosa 48
quaes sao movidas por asi
urnas substituem as outra.
Vistas para stereoscopos.
Bonita caixiahas de vidra
pedras.
Ditas de raadeira envernisada coa'
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqueo
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enanca,
e meis para ditos. Diversos objecto de porcelana, prsprio
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de masa e de lapmhaa.

s
0 COLLAR IB 00111
N. 3.4 IVA M C.4HJGA N. 3.A.
ACKTlMi 1RMA0S
0
m
^ iiuvuiniiiv aa ati,ixavLr ^
Com este titulo acha-se aberto 6 inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro todo qaanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourvesara, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor en
aderecos de brilbantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pal-
ceiras, brincos, alBnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadooho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
qufl em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e quaiquer objecto
pertencente a esta arte.
I
CHAME L.OIMCA0'
Lourenpo F. Mendes Guimares
RUA DA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o sen propretario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, vistarem i
loja da rua da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolio entestado a 30500 Para liquidar vende bramante de B-
a peca, ditas de 24 jardas a 55000, 6jO0, nho e algodao a 1*800 o metro, dito o>
A' rua da Imperatriz
n. 60.
1) Par!) $ii a u U U^i \i n. fj)
a ate,
^asUi-.-ian^ aV^rto
Sahiram luz
As ras em contradanza. .
Linda quadrilba para piano per Colas filho,
Flor da Boa- vista, valsa : a venda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas de Aievedo, rua
Nova n. 11, hoje ma do Baro da Victoria,
N. B. Roga-se aos Srs. assigoaotes de imnda-
rem buscar as pecas de suas assignaturas.
Ultimas publicaces da imprensa, nacional
de msica.
N. 1. Piano. Annetta, polka brilhante, por I.
imollz, 2X000.
N. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por Col
Pilho, 1*.
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
, 500.
-N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazurka, por Ma-
illee B. Zucchi. Iff.
5. 5. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
*", U.
N. 6. Piano, La Grande D ichesg, polka por Lu-
>:ien LamBi-rt, if.
S. 7. Plano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas do> eavallinhos 1S.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, po
E. Casalhore, 1.
N. 9. Piano. Sanlinha, Maraca, i valsas dos ca-
valliabos, U000
N. 16. Pianr. Cbant D'i.-uaux, polka, por E.
Gtfaalbora, H.
*. II. Piano. A flor da Boa-vista, valsa, por
l.* Co|ho da S. A., 1*.
N. 11 Lagrimas d'Aurora, Mazurka, por J. J.
P., 1*.
S. 13. A estrada de ferro, quadrilha, por Hen-
rwae Alkertaxii, U.
.N. li. Canto. Sania Lucia, barcarola napoli-
tana, (i-r Gi'ouaro Arnaul. M.
X. 13 Ukolo. Marta Aria, para M. S. M' aqqari
rU' a.ii.r, de Plutow.
N. 16 Aa mas eiu coniraiUnnja, quadrilha, por
6*500, 7,5000, 8^000, 9,5000, e 100000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para caifas a 4*000, 5*000.
Para liquidacio vende-se algodSo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e salas
para escravos a 160 rs, o covado.
Na rua da Imperatriz vende se chailes de
merino estampados e de barra a 2*000,
2*300 e 3*'00.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 3*500, 4*000. 5*t 00, 6*000,
7*000, e 8*000
Para liquidacSo vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 1*000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias d lencos
brancos de cassa a 2*000, e 35000, ditos
de linho a 50000, 6*oon.
Na rua da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a l*i00 e corbertas de chita a
1*5 JO.
Para liquidado vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidadlo vende-se lpica; para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende ISazinhas para vestidos de
Sras. a 320, 400 e 500, rs, o covado.
OGuimar3i3S vende mursulina de cor;
para vest io de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Men es vende fusto de cores par-
vestidos de seBhoras a 360, o covado.
O L lurenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 300. 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos d senboras 500 rs. o c ivado, ditas
isas a 500 e 640 rt. ocovado, litas matisa-
das a 640 rs.
linho puro a 2*800, esta fazenda pro
pra para lencoes e toalbas por ter 10 pal
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fir"raxj
a 1*400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para veta-
dos a 2*500,2*800 e 3*200 o corte pan
liquHar.
Vendeo se cortes de cassa a 2*800
corte s na liquidarlo a da imperatriz:
Vende-se cortinados para janella a 64
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinho de pa-
pel a 240 rs. para acanar.
Arara vende liasinhas transparentes pan
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidacao, vende-se parapeito li?o j
2*200, 2*500, 3*. 3*500, 4* e 5*, pro-
prio para calsas e palitos por ser be fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim p~ cau-
sas de bomem 1*500.
Vende-se cortes de peealas de duas sata
para senhoras pelo barato preco de a 6*.
cadanm.
Grande liquidacto de roopa feha.
Vende-se palitos de alparca a de core
a 2*.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 2*.
Vende-se ditos de brim de algodao bra-
cos a 2*.
Ven1e-se ditos de meia casemin a 2*.
Vende-se coletos de brim de core a I*
Vende-se ditos de meia cisemira a 2*5rjC
Vende-se caigas de algodao azul a 5"0 rs.
Vndese dita de algodo de listras a 8. Or
V^nde se ditas de brim pardo 21, l*dOC
e 2*500.
Vend.j-se calcas da cas^nira de eore
a 6*8*.
A I ja da Auiva na ru* Ivg aa, tmtitmmma w.n>ei f>* i,, ,..> a frciij
! he...ill o ()., n I ,1 ;Hj. | f^p rfl'WI lll'illn l'ips
'" t i'H c mi ii.i, <|o lilla h'f, c i").. ,-i 11 :
''". iri-i i r ich.il Un d- J^niu ..
iniiiC z.i fl'i la Hihi.i. mciii (i'"S d.i B fin, r.,
i f iivi i. n h. o r..U. vi',.|.. li.- Praufi
ti.ni.em LhIi-w. -n fia- e s^in rilas, o quid
;e L-nJe (auiu c ,ino a retaiho.
Farinha da trra
muito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. AngoJo Baptisla do asdmento, ao p
do caes dos vaporea no forte do Mateos ; vende-se
aos alqueires, a tratar com Bernardo Jos de
Anujo oo armazem do Sr. Annes defronte da al-
fa ndega.
uz saz m
Cbegon ao antigo deposito de Hearr Poratar a
1, roa do Imperador, um carrafamato o fas
ie primeira qualidade; o qual se veadn paruw
i a retalho por menos proco do qu* m oitr <]ak
\ot parte.
CHEGAR \M' Espeeialidadefc
^-^ ** M~A *-J. M.M.%.. lili Contlnuama acharsua venda a ra
'orjoa inatatiUnens aperfeujo-
ados por pieqo muiti comino-
(o: un na Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Boaibaa >mpietas para ci-
einib?, por dim.iuito precio, na
mesma GBBB,
-jarros :ta imperial
fabric de 3. >o
de Nir ii4 o,.
,?niou depo>iii> sil Ph. oa.,.,.' cae* s
ja *fl n. i, i' di.
alfa
Gontinuam a acbar se a renda m
botica n. 88, os mui eonbecidos e aerfdto* re-
medios di relame, e ootroa direrso mer*itm-
tos feitos em Paria, bem como o lamp* 4 eo-
deina de Burth, d^ rbano iolado, da .taren da
ferr.i de Blancard e a plalas do me*, (ni ral
Je enreja, *> de R digital de Lah-Hony, pilmas on conleifc de hia-
mutho p Chrvrier, e ontroa medifaiiMH' rota
profl<'ini*ia uando empregado* na* dnenew Je*
va? resuirat Tia>. as Mr* rhen-iuiira. m
amarellidi, n.. filta cnmleU oo irr-fnUnead
de menstruo, na arrWa*, doatap- d<> rorrea*
. d t- >*>. t^.n ido e l*eoa!..v.i, a
v *ta te. benei* rwH* di* np*rmt^a.t^ttt
.iu neo 'iu uiv^rsiu pou Xle* iw-m fcni. m-
Jim .."ti da< i"1'*: de*o*J**d*-. ta'in .
i i-ompji -avei.-. m -na eflJcae aos aciii aisitaiia
i tos febri- om .M.-eftf ; exi-ttade tan*** aa, *>
emi i'1 i >tn -ufllvnirt qninodade .le r-tm,
a.n ui. u-q'iruj -ni iii.---.to de linus, .,L-. lf BV
abac qa a* mm por mmt <> tj
/n u'ra ttM> .
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Diario de Heruanibuco Tenpi feiru 18 de Outubro de
l MU
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*
Es(e conheeido estabelecimento aeha-se constantemente bem sonido, em virtade das
factura que recebe por todo3 03 vapore e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos o iu;.s resumidos que possivei.
VAMj^XOO FRi^CEK
ftotiuas para eabras e meninas.
Botinas pretaft, brancas e.de niuius outras cores, sortidas e bonitas, do cltirno gos-
[ lo da moda, c procos oais baratos do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Dotiuas de bizerro, cordavao, lustro e peUica. das melbores tabrieas e escoihidas.
Rotas e peraelras rnsslauas.
Botas e perneires pan tnanuria, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e biterro.
Sapatos de borracha para hmeos e sentaras
Tendo enegido grande poroao de sapatos de borracha vende-se pelo costo aflm Sde
desempatar o dinuiro nelles empregado, sao baratissimos.
^i.^patos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de conro de lustro cora salto, do muito boa quaJidade.
Abotinado para meninos e meninas
Sapatos ahumados de differentes modelos, do muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para menina?, muito baratos.
Napatos de tapete.
Sapatos de tapete aveludado, de caserna-a, Je charlte e de tranca francezes e por-
tuguozes para bornens, para sennoras e para meninos. .
PEBTJMARIAS
Exceente3 extracta-, banbas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
ntico, de toilette, saboneles, tintura para cabello?, pomada aograise para bijrodes, f s de
arroz etc., tado st de primeira qnalJade., dos'afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubia.
Quinquilharias

Luvas de pellica do conhecido fabricante lonrio, espelhos para salla?, quartos e ga-
binetes, toaeadere- do diversos lmannos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, puloeiras, botaos, corrent-s e chaves de relegios e tranceiins, tuda do
ouro de lei, correr* e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guar;:ceLdas e ornadas eom lindas pessas de msica, aibons
e caixi.'hcs dortrndns para retratos, caixinhas coro vidro de augmento para distinctamenle
ver-se a perfeica ^ dos retratos, objeclos de phaniasia para toilettes, bosinbas e cesnhaa
de seda, do velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costura?, pe-
queos registros milito Qaos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para eillocar-se vistas, moldorai dooradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
mnrarna, malas, snecos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas pa
pensoez de prata dourades, grvalas pretas e de cores, abotoadoras de cllete e de pnnhos,

cas, estenocopos com tateressantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevafds,
pracas e passeins Be Paris, photoerapnias e caixinhas mgica?, reverberos para candieros,
tapetes de vidrilho o de laa de tres para pos de lanlernas, realejos grandes e pequeo?,
aanacnicos, aeordions de todos os tamanhos, bcrcos de vimes para etianeas, sapalinhos e
toncas de laa, carrinlins de 3 e i rodas maitn elegantes para condu;ir enancas passeio ; e
outras muitas qninquilharias de phantasia, francesas e allemes, precos muito om eonta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da inflnidade de
gneros ce bnnquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
1870.
ATTENGAO
O dono d*8te estabaiecimento
veriSeando as qualidades e os precos
reitura e do conta prnpria.
lde ao publico em geral que continu a
>arat3S de ditos objectos por serem vindos
visita-lo
em di-
D4V1D W. BOWHAN
EMEHHEIRO
Com fnndipo
RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a attenco dos Srs. de engenho para seus acreditados machinismos t
.,m especialidad* para seus vapores que anda urna vez tem melborado.
Os vapores fornecidos por elle e j funeciooando Ihe bao de fazer melhor apre-
;af!o do que qualquer dito proprio.
Deseja tambera mencionar que tem feito urna reduccSo em seus precos; e que
:em promplo toda a espede d3 macuuiismo e outros objectos para a agricultura.
37Ba 11 de Dezembro37
(Oufr'ora Larga do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontrarao sempre os nossos innnmerof
fregnezes notaveis raelnoramentos, indispensaveis para coramodidade dos Ilustres fre-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente ludo que de confortativo *
deleitavel se pode encontrar em um estabelecimento desta ordem.
Assim acba-se all orna excellente casa para banhos, um salao todo alcatifado )
guarnecido de dimm, piano, j<-rnas nacionaes e estrangeiras. etc., ele
dulce tama
CHARUTOS -
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerera obsequiar, tanto nacionaes cerno estraagairos, n-
eo ntrario os commudos necessanos.
A moralidade e bda ordem a norma do
Hotel Central
francez, inglez o italiano.
Normas da Havana.
Suspiros.
NapoleSes
Ha vanas.
Falla-sp o hespanhf
PILULAS
PH9P 2 RE eASTIGLIONE
PA R I S
IDuouto P. MAUREK et C", m Ptnmmhruo; J08E BELLO, m J>rl JUg\
SILVA LOPES, m Bakia; FERREIAA et C1'. tm tarankac.
A MU AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
ni'RIlAY A MViIAX.
He o mais delicado e mimoso ao mes-
mo tempo o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando anda na sua flores-
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeca, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa efDcacia e nao tem outro queo
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvjjrae aperolada apparencia tSo
altamente apreciada e desejada pelas Se-
ihoras.
Como um remedio contra o mau hablo
de boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornarulo-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual ; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mu excellente, para fazer
remover de sobre a pello do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira sen-ir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, c que tanto desfei-
am as lindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluiyo, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm nc
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forc.a. Final-
mente como um admiravel meio de com-
monicar as feices trigueiras e paludas,
urna pe le macia e d'uma transparente al-
vina, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at bo-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido udo isto se refere nica-
mente a Agua t>e Florida de Muiray 6
Lanman.
As imitaces que se tem feito na Franca,
Allemanlia, assim como em outras partes ;
s3o inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tanto recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que- tenbam toda a precaucSo
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
A Genuina
AGUA DE FLORDA
DE
MlIRRAY A LANMAN,
A qual preparada smente pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN & KEMP, DE OVA YORK.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, & C. P. Mau-
rer & C. A. A. Barboza Bartholomeu, 4 C.
Farinha de mandioca
da Baha.
No
roa
escritorio de Joatrolm CTaldo de MM&.
do Vigario-a. 16. i* andar vende-* urttu
de mandioca da Babia moito Osa, ala e ; rn,rf
em sa/os grandes de i alqoeires : o>
les podem examina-la nos trapiches Dama < K i.
!es, no Forie do Mallos.
* Doc^s, iuctfis e flf^res
Rila da Cruz n. n
Sorvete todos os das, das II hora* em tffsnte,
tercas feiras, qnartas e atMifll
tendo as
creme.
<-.
A'tenido. #
Na cocheira n. 1 da ra de Sant-i Aman, w.
bairro de Santo AnUmlo a. I, veude-se um amia
let de duas rodas, rnberto, com os competettnf
arreios, tudo em muito ton *iad por que se vende ;. anuaai-voa, compradore*.
01-'o de licii.o
Vende se oleo de ricino : na rna da Cad<-ia-we-
Iha do Recife n. I, i andar.
Fo hinhas para 1871
Folhinaas de PernamDuco, anecdonca e r^.u ca~
a 320 rs.
Polhinhas do Rio de Janeiro, Laemmerl, iluiraa-
res a C00 rs.
Almnale Luso Brasileiro 1 i. '
Folhiohs de p..na ICO rs.
_________LlViUIlIA FRANfEZV
Vende-se urna maeMna de costara eio p-
feito esiado na travessa do Duque de Camas, t-
tr'ura do Qucimadn n. 1, Io andur.
Pinos charutos Je 100 era caixa a SaSGO : na
ra do Crespo n. 2o e prac da Independeoea mi
mero 39.
Vende-se um terreno tndu morad oii.
mei-agoas, tendo 120 palmo- di frente e 15) m
tundo, perto da estrada deffrro de Or.da : r-.oen;
pretender dirija-se ra do Pires n. 53 que a-te-
r com quem tratar.
PIANO
Vende-se um piano moderno, de muit"> btr.
vozes, e do autor mais afamado : quein p pi-.ten-
der dirija-se ra larga do Rosario o. SI, ,i.
ineiro andar.
Fffritih i de mandioct da aLi
T m par.i vend r muito nova c superar,
em sacra?, a piic > mais commod '.'o rm
em ni.tr.. qualq:ur parte: Jcaqnlai Ja#r
Goafalvee II !iTr. n seo escriptori .i ;ua
do Cnnm>erc?o n. 17.
Farinha de mandrooa de Santa
Catharina.
Ha para vender da muito nova e supe-
rior ebegada recentemente pelo patacho
rabe e barca Santa Mara, por proco c m-
mo :'(>, a bordo dos referidos navios fondea-
dos defrente do trapebe do Exm. BarSo
do Livramento, ou entao para tratar com
Joaquim Jos Gongalves Reltro, no seu es-
cnptorio ra do Coromercion. 17.
Farinha de milho
Vende-se diariamente farinha de milho muida
fina e nava a 120 rs. a libra, e tambem farinha
grossa a 100 rs. : na ra co Cotovello n. 23.
Na ra estreita do Rosario, -obrado o. X>. vn-
meiro andar, tem capellas de rodade?, d ; i -
tua, de sempre-vive e de cravo, prt-pr>; r,ara
qU! m quizer bolar as calacomnas. ji tan fiu
e os letreiras, tudo de kosIj b..r;ij: vj.-n
quizer deve vir comprar do da ft en di i >u
mesma casa Um boquetes de fl<>r de cera, < i
parara-se de cravos naturaes p->ra qnaijn^r fl-i
ta, bordam-se as fitas a ouro, e deve a ese niea-
da ser feita tres das antes.
Potassa aova da Russia a 200 r-. I Ubi
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Dita em grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito mus-'atel de diversas mareas dem.
Dito tinto Paimella superior dem.
Dito dito Vermoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito branco Careavellos idem. .
Dito dito Bacellos idem.
Caldeiras de ferro fundio para engenhos.
No escriptorio de Oliveira Filhos & C. ao lirgb
do Corpo Santo u. 19.
o publico
Vendem-se dous ternes de petos e medidas de
folha e ditos de pao, muito en conta, e la* i rn-
vo3 : quem precisar dirija se a roa dos 6o in :*
pes n. 10.
'
-'
165.
a
3.a
DOS PREMIOS DA W PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 916, .1 BENEFICIO DA NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PENDA DESTA CIDADE, EXTRAHTDA EM 17 DE OUTJBRO DE 1870.
L PREMS. NS. PREMS. AS. PREUS. I XS. PRE1IS. NS. PREMS. i NS. PP.EMS.
I -
i 6 194
6 202
7 0
12 12
13 17
17 30
21 10# 32
2i M 40
28 48
26 50
27 52
28 5:000* 53
30 M 54
33 - 59
37 62
47 65
51 66
52 72
57 78
67 79
70 94
75 97
78 303
79 4
SO 5
91 7
W 18
103 24
17 25
19 "" 29
23 40
28 m 41
31 6J M
32 r- 55
36 60
37 73
44 76
49 87
53 96
58 7
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65 - 404
70 10
74 11
71 - 13
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6*
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98 41
509 46
15 49
19 52
29 5*
31 68
33 63
37 72
40 79
41 80
43 82
45 83
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53 91
64 8
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n 97
76 802
88 4
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1 10
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16 61 25
17
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45 67 _^- *
58 71
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10*
6*
10*
6*
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80 46
87 48
90 50
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96 54
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30 60
33 76
48 77
* 78
47 20* 80
49 6* 81
52 88
57 4
58 1204
5f 14
Ot 15
72 17
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88 22
91 28
92 80
95 _ 54
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1007 _ 58
II 63
14 69
3 71
26 85
31 86
33 87
34 89
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67 92 6* 71 64 70 82 72
83 72 66 73 86 79
71 58 73 71 - 78 88 82
83 64 75 40* 7*# 85 99 88
86 7* 76 6* 90 2400 S600
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93 82 -, 80 ** 8? 2201 11 1 6
95 88 87 U_ 9t 10* 9 12 18
m 86 88 __ 98 6* 10 14 ~^~-\ 22
1400 10* 88 94 f - 18 15 24
5 6* tt 95 _ 2002 20 20 . 57
9 1608 : _ 98 __ 8 3 21 - > 18
10 9 1901 r - 37 22 32
12 10 _ 4 ^ i$ _ 40 23 34
13 13 12 _ 18 - 41 28 , M
14 16 26 __ 19 - . 48 31 a 51
26 19 - 27 _ 30 33 34 87
28 21 _ 33 _ ' 33 69 42 88
30 100* 24 1 34 _ 47 40* 73 53 #0
34 20* 25 36 --- 48 | 77 54 8
38 6* 29 38 --- 49 81 58 68
38 38' 39 --- 37 10* 87 59 0
30 51 42 200* 71 6* 80 90 68 -. 94
40 58 44 6* 88 __> 75 ti tm
43 10* 66 45 40* 83 _ 2300 77 ~ - 2
30 6* 70 47 6* 87 1 78 .
82 72 49 88 . 14 81 _ 10
58 85 53 92 18 82 _ 13
67 93 -*- . 57 08 16 . 89 1
6 1301 ** 58 ^_ 98 18 95 11
74 13 72 -t^ 98 28 96 17
76 19 78 20* 10* - . 29 2504 29
86 20 79 6* ti 35 10 35
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M 1


Pia
PernambtO Terca felfa 18 de Oulubro de 1870
_ ___JL.
_---------
A Teirra,
ESTl'BOS OEOLOGl
Mnita* sciencias *.$ occupam
Do planeta quu b tbitarnus,
Procurando dar li'i
Dos fados quo observam
Mas nenhnma cwga ao Qonto
Em que loca a Geologa
Bascada as verdades
Da mas s5pbilosophia.
So ella tem esludado
A terrestre estructura,
E dos sAjs matemos ,
Tem descido cot postura.
S e la os lera ordenado
Cota verdadeira verligem,
Estudando as loas bases,
Remontando soa drigem.
S ella do globo ioleiro
A grata origem buscou,
E determinoo-!he as pbas'es
Porque desde eniSo passou.
illa se apoia e se serve
Das grande* leis mais geraes
Da phjsica, da geographi,
E das scieucias naluraes.
Mas entre todas aquellas
Que lne sao auxiliares,
Duas sciencias Ibe s3o
Suas mais familiares.
Sao estas-: primelramente
-A grande mineraloga,
E depois em crande escala
A poleontkologia.
A primeiraa rocha em si
Nos ensina conhecer,
A segunda os seres fosseis
Nos ensina descrever.
Assim pois a .geologa
E' a sciencia da ierra
Esturiada as carnadas
4 Em que seu todo se encerra.
At o secuto passado
Anterior ao actual
Inda era a geologa
.Sciencia congectural.
Foi smente no principio
D'este seclo sim igual
Que as bases se flrmaram
D'essa sciencia immortal.
Hatton, Fucbsel, de Saussure,
E outros sabios dis lindos
A sciencia illuminaram
Gom seos notaveis nstinctos.
Foram elles que/uodaram
Em rigor a geologa.
Na natureza estudando
0 que a vista apercebia.
Inda mais : luz dos facloa
Na natureza estampados
Por deiiuccao moitos outr9
Foram logo conformados.
D'ah \io em doas parles
Ser dividida a sciencia,
Urna tirada dos fados..
Oolra s da experiencia,
Deo-se o nome de geogenia
A parte especulativa,
E chamou-se geognosia
A cutra parte positiva.
\poiada na segunda
A primeira hoje em da
l'ma parto res pe i la ve!
Da sciencia geo:ogia.
&ssa parte, que se insere
Na geral cosmographia,
Com o Gnesis, de Moyss
Xera pereua analoga.
O quo o grao legislador
Chama das da Creacao,
Ella chama simplesmenta
Periodos de transiese,.
Em fado mais se observa
Entre as duas igualdade,
Quer na formago da ierra,
yuer na hablabiladade.
1 ierra mostra em simesma
Com mui grande preciso
Os traeos mais evidentes
Da completa formacSo.
Basta smente estudar
Os terrenos que ella encerra
para formar urna sciencia
E dizer o pie a trra.
D'este planeta notavel
As transformaces histricas
Do seu slo esto escriptas
as carnadas geolgicas.
E* assim qu'esse trabalho
Da naturez,* em acgo
Se observa nos terrenos
Que formam sea coracSo.
E' por isso que a sciencia
Onde de fogo v traeos
Diz que foi esse elemento
Que apertou da trra os lagos.
E onde v d'aqaa vestigios
E acba traeos de animaos
Diz que leve aqoosa origem
E seres primordiaes.
Antigamente no Egypto,
Era crela firmealtiva
Da trra em qoe nos vivemos.
A fluidez primitiva.
Era crenga qu estivera
Sob a acg3o raguas nocivas,
E que fra mui chocada
Por commogoes soccessivas.
Passoo a crenca do Egypto
Para a Grecia pastoril,
Qoe Ibt votou^muito culto
- E criterio senhoril.
Tbals de Milleto e Herodoto
Deram Grecia o exemplo,
Indo beber a sciencia
ITOzirU no grande templo.
Foi pois nascida no Egypto
Agrega cosmographia,
Qoe Unto reoome dea
A sna philosophia.
r>v
Discussr
utaes.
rea

Mas base
A essas taes discussOos
SooSo as falsas-ideas
Des antigos sabichoes.
i
Eites.jmauj se preslavam
A coj,her na n Uimza
Ae pro\*ns inroniesia'es
Da suaenurne grandeza.

Assim fui .-.do a sciencia
Al fie si^i Beaumont,
Newton, Werirer, De Saossure,
Baom, Covier, Buffon.
Estes sabios eminentes
Para fundar a sciencia
Na" natureza cclheram
Conselbos e espeiienca.
A luz da sciencia fez-se
Nd siio da propria trra
E forraou se a Geologa
Qoe a Geognosia encerra.
Srgundo ella er a Ierra
Toda <1o fluidos formada
Quando tomn de planeta
\ posteo declarada.
Saciado do Sol, quefoi-He
Centro o .foco geradoi\
Sua fluidez so-explica
Pelo excessivo calor.
Aiuda boje lne serve
De piova muito evidente
ncontrar-se no sed seio
Laj calor sempre crescente.
Tambera $80 prova notavel
As aguas qnents, thermaes,
Os immensos lerramolos
E os vulcoes monumentaes.
De mais os vulcoes nos dizem
Que da torra o centro enorme,
Estando sempre inct-ndido,
Se conserva fluidiforme.
Da trra o calor augmenta
N'uma escala gradual
medida que tarada
No sentido vertical.
P?ra cada trila metros
De peral profundidade
Seu calor d'um grao augmenta
Com sublil contmoidade.
D'*hi se v que seo seio
Mil graos de calor encerra
Distante trinta mil metros
B supe Ji.ie da trra ;
E por tanto, que distancia
D'umas tinte e cinco leguas
Seo calor muito crescdo
A solidez nao d treguas.
N'essa distancia o calor
.Mede mais de iras mil graos,
E essa temperatura
Funde pedras, ferro o paos.
D'esse ponto \5o o Cintro _
Leguas mil e qnatrocentas
Todas de finidos formadas
S de solidos isentas.
Assim Ve-se que da ierra
A crosta solidificada
Tem mui pequea espessura
Com seu todo comparada.
Para formar-se essa crosta,
J nao lia mais illusoes-,
Foram precisos Terra
De annos muitos ralhes.
D'ah se v que seu centro
Gastar um tempo immenso
Para solido teraar-se
Perdendo o calor -intenso.
No tempo em que o nosso globo
Era massa encandescente
Nao contiriha mais materia
Do que tojo .certamente.
De altas temperaturas
Sob grandes influencias
As substancias d'agora
Tinbam outras apparencias.
Per forca do esriamento
De misturas e adheses,
Seus elementos formaram
Mais novas combinages.
O ar, qie enlo a cercjva,
Fortemente dilatado,
A ama distancia enorme
De*e ter sido levado.
A agua que ella contnha-.
Por efleito do calor,
Passou para a atmosphera.
No estado de vapor.
As materias susceptiveis
Doserem volatiiisadas
Tambem no ar exjstUm
Em mil gazes transformadas.
l se v que n'esse tempo
Era essa atmosphera
Mui diversa da qoe hoje
Cerca a nossa bella esphera.
tea.
ta
Dos gazes e dos vapores
Era tal a deosidade
ue vivia a atmosphera
m completa opacidade.

Por isso. nenhnm' dos ratos
Do nosso Sol creador
Poda ebegar i trra
P'ra dar-me vidte calor.
E;,8, pois, bem manifestada
A idea do chaos primeiro
D qoe falla a Escriplura,
Com criterio verdadeiro.
Sendo a trra fluidiforme
Por causa do sea caler,
Ella abateu-se nos polos
E alargoti-se no equador.
Tal 6 a forma que toma
De fluido qualquer porc3o
Quando se acba animada
De um mover em rotarlo.
Da trra o resfriamfcto
Dea por causa eficiente
FOrmar-se na atfperficie
Urna crosta resmente.
E, porq
O* gelogos moder
I-he cbnTtMwo&HTtuleamca:
.
Ao tempo qoe ella fornfou-se
Em 13o negras condi^es
Era a tetra atormentada
Por continuas eommoffies.
Por sso, abrangdo ella
Toda a trra jWn redndeza,
Aprsenla em mailos pontos
Cavidades e aspereza.
Sable ella e nesses pontos
Koram siiccessivamente
Sotopostos os terrenos
Fomados posteriormente.
Mas o primeiro diverge
Dofi outros na formacSo
Porque nelle m> se encontra
Signase de strati/kafo.
A1 despeto de formar-se
Essa crosta resistente,
O vas'o corpo da trra
FWh sempre iricandescente.
E, perqu contnnasse
A massa em efervescencia,
Varas fendas se formaram
Em joa a ckicomferencia.
por essas multas fendas
Sobre a crela com fervor
Derramoo-se grande copia
Da .matetia interior.
O eefunde.grao '-e effeito
Do geral resfrif ment
Foi na densa aUnosphera
Ter lugar um rompimenlo.
Com effilo algunsA-apor.s
Najnassa do ar-comidos
Por sobfe a trra jorraram
Liquefeitos e fundidos.
Hsove eotio ebuva em torrentes,
: Lagos de-^McAo/rc e intome
De varios metaes fundidos
Immeosos rios em lume.
E es rios se infiltrando
Pelas fendas do granito
Fonaaram as -vsias metlicas
Que tem hoje o menolilbe.
E o,gran i lo sb a aeco
De taes .forjas corrosivas
Decompz-se externamente
Por carnadas soccessivas.
Foi entoo que se formaram
Os tervemt primitivos,
Mui diversos do^ranito
Nos modos, constitutivos.
Em segoida veio a agua
Era chuvas torrenciaes.
Concorrer com. a sua aecp
Para a>formac3o dos saes.
Mas essas aguas ja fras
Cahindo n'am slo qaente
Se evaporavam de novo
P'ra recahir em torrente.
E assim foi-se faende
Toda esta evulogo
Na mais completa anarchia
De que falla a crearo.
E carcter distinotivo
Desse periodo immortal
Nao conter tragos de vida
Animal-nem vegetal.
Findo .elle, o ar pesdeu
Parte da opacidade,
Deixandoque o Sol trra
Desse alguma claridade.
Fez-se, pois, a luz na trra,
Segando 'Gnesis diz,
Comecando dar-lhe vida
Como i Deus aprouve e qaiz.
Ahi cemoca o periodo
Chamado de transico
Onde se encontra de vida
Alguma manifestacae.
Nesse tempe a crosta terrea
Tinha pequea espessar,
Era frgil, mu viscosa,
E porianto pouco dora.
As materias abrasadas
Que contnha no seu seio
Se dilatando rasgavam
Varias blhas em sea meio.
E por essas aberturas
Esgaicbava a lava ardente
Formando desigualdades
No terreno inconsistente.
As aguas, pouco profundas,
Do globo a face cobriam,
A' excepcSo das partes altas
Qoe descobertas jaiiam.
Nesse estado j se v
Que se acbava resfriada
A parte qoe tinha sido
Primeramente formada.
Resfriamento aqui
Empregado ao relativo
Em confronto manifest
Com o estado primitivo.
Nesse est ido era anda
Muito intenso o sea calor,
E das aguas se elevavam
Grandes massas de vapor.
Foi ahi qoe comeceram
E liveram cabimento
Os terrenos na sciencia
Chamados de sedimento.
Pelas aguas foram elles
Depostos na accao dynamica,
E lea limo e mais materias
Deram azo vida organiea.
Pelo excesso que o ar tinha
De puro accido carbnico,
Pelo calore humidade
Que Ibe serviam de tnico ;
Os terrenos descobertoi
Se eneberam de vegetis,
Que nasceram t as aguas
A' despeito de seui saes.

iram
Mas, como as aguas soffreram
Mui grandes deslocamentos,
Tudo isso varias vezei
Se cabrio le sedimentos.
E por longa serie de annos
Os destrocos cumulados
Formaram grossas canudas
-De vegelaes misturados.
Do gazes, accidos e saps
Os vegetaea sb a acgSo
Foram logo triturados,
Soffreram fermentag3o.
D'ahi provm encontrar-se
as trras de transico
Grandes massas de minrio
Chamadope ira car cao.
Si5o, pois, de oarvo as minas
Filhas'da decomposigao
Dos vegetaes soterrados
as pocas de transig3o.
A' julgar pela espessura
Das carnadas de carvo
Este segundo periodo
Te ve longa dnracio.
Cora elle despareceram
Os aqnalicos anknaes
E f vegetaes luxuosos
fie proporges coflossaes.
.Para isto concorreram'
Cataclismos horrorosos
E da massa atmospherica
Os fluidos especiosos.
Veio aps esse periodo
D chamado secundario
o qual a trra se mostra
Inda como ui grande aquario.
Nelle as -trras se apresentam
Como tendo formacSo
Nopreprio se das agoas
Em constante agitaoo.
E essas ierras nos mostram
Nos strates das carnadas
De duragao varias pocas
Todas bem caracterisadas.
Seas despojos animaes
Consistem principalmente
Em grande copia de conchas
ortida abundantemente.
Ao lado desses vvenles
Que sao chamados crustceos
Tambem se encontra vestigios
De alguns primeiros cetceos.
Mas o qne mais preconisa
Esses tempos fabulosos
E' a grande q cantidad e
De reptis monstraosos.
Constitoem seus vegetaes
Plantas herbceas pulposas,
E os primeiros arvoredos
De caule e bastes lenhosas.
Se o tempo antecedente
Chamade de transigao
Foi rou'io desenvolvido
Na bella vegetacao;
No periodo secundario
Teve grande primazia
6 principio creador
Do elemento animalia.
Os mares nesse periodo
-Soffreram deslocamentos
Por effeit)s mui -diversos
Mais ou menos violentos.
Com elledes'pareceram
Em caiaclysmos ferescos
As ragas todas aquaticas
Dos animaes gigantescos.
pela maioria de-.wHoa
asses complei
' a si 03 safragios obtid
votos de primeira ou
classe apurada houverem sil
iros concurrentes menos votado* e em or-
dem ascendente. N) caso de empatrtntre
dbas ou mais concurrentes menos votados,
ser pnjudicado o que nao puder utisar
9 *^H1
o dados* a o-
quaau outras qae 00 aio
rdam agora.
bosque de Boln ha tem a porta Mo9*
lot, o de Viocennei, tem a porta immttm
os seos restaurantes magnficos ; pri-
meiro mostra com orgulho o sea frailee
tago de Biches, o- segando tea na bfve
Minimes, o lago de Saint-Mand e <
Cbarenlon.
Tem tambem innmeras cascatlae,
seus votos, era qualqoer hypothese, para g,,,,^ kioskBs e 0 Iemp,0 de uiam, rjng
formar o quocienle ; mas, em igualdade de
circumstancias, a sorte decidir.
XIH. Se llgnra concerrente n5o obti-
ver o qnociente, ou se um 011 outro o ob'.i
ver e entretanto nao flear preenebido o fia-
mero dos q\ devt-mser eleitos, aporar-se-
lia os votos snperflnts da segunda classe
as turmas geraet na subsidiaria, despre-
zada a votagao de primeira classe obtida
pelos concnrren'es incompletos; e coiside
rada a segunda classe como principal rela-
tivamente abs votos superfluos dos eleitos
na primeira, o salvos os votos complemen-
tares adjudicados a concurrentes que cora
elles alcangaram o qu ocien te, proceder se-ha
na forma j determinada em relag3o pri-
meira classe'. E assim em diante.
XIV. Se, apuradas todas as classes,
nao preencher-so pelo complemento do qno-
ciente o numero dos que devem ser eleitos,
ser este preenchido pelos mais votados na
primeira classe, sem os rolos complemen-
tares das turmas geraes o ca turma subsi
diaria mencionados no n. ii deste para-
grapjio, e descontados os de primeira classe
que houverem perdido na hypoihese do fi-
nal do mesmo n. 12 deste p^ragrapho. Se
esses nao forem suDcienles, ser preenchi-
do pelos mais votados com os votos super-
fluos da segunda classe, as mesmas con-
diges dos anteriores ; e assim em diante.
(Continmr-se-ha).
VARIEDADE
(Continuar-se-ha).
ASSEMELEA GERAL
1---------------------------------------------------------------------------------------------
PARECER DA COMMISPAO RESPECTIVA SOBRE q
PROJECTO DE REFORMA ELEITORAL APRESEN-
TADO A ti DE JUI.HO PELOSR. MINISTRO DO
IMPERIO.
(Continuaco)
V. As turmas espaciaos n3o do voto
algum complementar, e s3o consideradas
esgotadas as respectivas cdulas.
< VI. As turmas geraes dio apenas os
votos superfinos, ou excedentes do qnocien-
te flxado.
Vil. A turma stsidiaria fornecer vo-
tos complementares e depois de per-corri-
das por lodos os candidatos concurrentes,
segundo a ordem da preferencia, cada ama
das classes das turmas gerass, guardada a
numeragSo destas, d sorto que n5o se pas-
se aos votos de ama classe as mesmas tur-
mas geraes sem que cada um daquelles can-;
didatos baja percorrido a classe anterior;
e s os fornecer aos candidatos que ni
bouverem alcancado o qaociente com o
votos complementares das turmas geraes.
VIII. No caso de empate de votos en-
tre doas ou mais candidatos concurrentes,
a preferencia ser resol vida em favor do qoe
tiver mais votos na classe immediatamente
inferior aquella em que se formn o em-
pate.
IX. A ordem da votaglo anterior ser
alterada para o efleito da preferencia pro-
porcio que os candidatos concurrentes ad-
judicarem si em cada classe complemen-
tar de torma geral maior ou menor somma
de votos.
X. N3o se adjudicar a um dos candi-
datos concurrentes o voto de classe com-
plementar posterior : em cdula, cojo voto
de classe omplementar anterior j houver
sido adquirido por outro candidato concur-
rente ; mas se algum dos concurrentes,
faardada a preferencia da maioria de votos
a classe anterior, ou resolv do o empate,
se o houver, poder alcangar o qaociente
com o voto de classe complementar poste-
rioi, ser-lhe-ba este adjudicado e desconta-
do ao outro.
< XI. Utilisados os votos superfluos de
ama turma geral, em qualquer classe, serio
consideradas esgotadas as respectivas ceda-
dlas, nao podendo cada ama destas dar mais
do que um voto.
XII. Na torma subsidiaria, o candidato
que tiver em sen favor a preferencia, oq
VINCENNES. Subindo s altoras de
Belleville. de Memilmontan, oa de Chaa-
monl e olnando-se para alm do reeinta
das fortificagoes por c:ma de urna miscel-
lanea de temados e do cbamins qoe se
chama arrabalde de Santo Antonio, muito
ao longo em ora immenso campo semeado
de casis, de bosques, de quiotaes e de
jardins, v-se l muito ahaixo, semelhante
urna gigante pedra, urna torre colossal,
que tem visto passar os scalos e as re-
volugoes.
E' a torre de Vncennev
Junto a esta enorme torre ha um campo
de manobras e em polygono. Do nos pie
faz se una pittoresco passeio.
Pari3 est situada entre duas florestas,
o bosque de Bolonha a oeste, e o de Vin-
cennes a leste.
Vidcennes capital de districto e tem
approximadamente 9,000 habitantes.
Jl torre o que resta da cidadella co-
megada per Felippe de Valois e terminada
por Carlos, o sabio, sobre as ruinas do
castello real de Felippe Augusto ; tinha
oito torres iguaes em volta das suas mu-
ralbas. O tempo e as revolaces derraba-
ram-nas.
Hoje a formidavel cidadella urna resi-
dencia militar, de que se n3o pode avahar
a resistencia em caso de cerco, mas que
contm no seo recinto um arsenal de ar-
tilheria,- casernas, hospitaes, ama fandicJo
de pegas, ama fabrica de armas, ama ad-
miuistragSo, um castello, urna igreja e ora
grande numero de casas.
Algumas fortificagoes, collocadas nos ar-
redores,- servem para proteger **qaalquer
ataque. _
A fa; hada da residencia real de Vincen-
nes tem anda alguma coasa da magestade
dos tempos amigos; esquerda Ievanta-se
a capella, mandada edificar por Carlos V,
a sala de armas e a torre do reservatorio ;
direita fica a torre cojas velhas mura
Ibas ameagadas por tantas guerras n3o tem
menos de 52 metros -de altura e 3 de es-
pessura.
Nos intervallos d'estas construeges ha
com ama certa regularidade, pirarella-
grammos de pegas e pyramides de balas.
Longas filas de obuzes est3o ao lado de
montes enormes bombas.
Entrando-se nos vastos edificios vznhos
enconlram-se salas onde esto em perfeia
ordem enorme quantidade de espingardas,
sabres e bayonetas que chegam para ar-
mar um exercito. A igreja de archite-
tura gothica e de bello eslylo no exerior,
no interior n3o tem nenhum ornamento.
Subndo-se plataforma da torre desco-
bre-se em volta om panorama deslumbran-
te. Em baixo est entre um vapor trans-
parente, a grande e sumptoosa Pars. A
seus ps na floresta em que o polygono
abri larga chaofrandura, por toda a parte
arvores e campo, culturas variadas prolon-
gam-se al ao horisonte, por toda a parte
aldeias, lugares, quintas e jardins.
, O Sena nao est looge, e mais perto o
Marne volteta caprichosamente em um im-
menso campo semeado de ramalhetes de
arvores. De um Jado as moralhas de Mon-
trenil. Do outro lado na margem do rio
em posices caprichosas e pttorescas Port-
Crteil, Saint-Maure, Saint Mand, para o
lado de Pars Alfori, Cbarenlon, Nogente-
aur Marne, Joinvlle e-Pont, Fontenay-sur-
Bois, Mendon e Bellevuc.
N'este immenso espago nao ha ama s
arvore nem orna s pedra qoe nJo seja
urna recordagao.
Todos estes lugares foram percorridos
por horneas que legaram paginas brilhantes
historia da Franga.
Estes campos tem presenciado bastantes
guerras civis e religiosas. Assolaram-os
os normandos,' os inglezes e os cossacos.
N'estas aldeias passaram condestaveis e
marchaes,"principes e pis.
Viram cortejos fnebres coodozindo
luz dos archotes prjgioneiros esperados
pe!aLtorre, e marchas iriumphantes que ao
som das trombetas conduziam os soberanos
4 sua capital. Sobre esta colina, Carlos
VII.mandn levantar o castello da Bellesa,
que tras I memoria Agus Sorel. Em
urna parte do bosque perto de Crteil, ama
pequea casa foi a residencia de Odette que
consclava Carlos VII. Saint-Mand tem
um pequeo porque onde Loiz XIV, antes
de ser o Loiz XIV de Verstiles o de mda-
me de Maintenon, sentio bater o cong3o.
Foi all que encontrn maderaoiselle de l
Vallire, a que loi mais 'tarde a rmla Luiza
da misericordia.
Asombra dos bosques de camino de
Vincenls anda passeiam ootrts phntts-
mas; (Jabrielli d'Astres, Mrrgarida de
riberas percorcem o bosque em mil
ces a ribeira Aifdable e a ribeira
doiir. Possue tambem om hipod
qual na ostagSo calmosa fazera exerticie*
os melhores e mais finos cavallos de Fra-
i;a. Tem tambem orna casa de san, oa
raagnig'0 asylo imperial destinado a rece-
bar os convalescenies que sabem dos hos-
picios o urna escola de tiro nacional.
Escrever > historia da eidade de Vneen-
nes quasi qoe seria escrever a historia da
Franga ; era all que Felippe Augo-lo se
entregav aos prazeres da cace. Foi atllt
que Felippe de Hardi casou o m Bfarie de
Brabint eu i 74, e qtie morrer?m a 2 de
abril de 1305 Joanh, rainha de Navarra
condessa de Champagne, mother de Fsfft-
pe o Bello, e a 1 de junho de 1316 Loit X.
Foi em Vincennes que Eogoerrrad e
Mjrigny foi condemnado i pena capital.
Foi ah que morreram Carlos o Bello, Ha-
rque V re de Inglaterra e da Franca, qja*
morreo a 31 de agosto de 14ti, e Carta
IX a 30 de maio de 1574, na idade da 39
annos.
Vincennes nao tem sido
residencia re.il e um castello,
urna priso de' estado. Com este titeto
tambem representa um grande peesoat aa
historia do Franga.- Torr.ou-se prisao da
estado no reiosdo de Loiz XI.
Entre os prisoneiros Ilustres contaaa-
se o duque de Vandome, o ende de Or-
uano, La Mole, o duque de Beaolort, o 4a-
qne de Alengon, G?ston de Orieans, Loaiaa
Marie de Gonzagne, a duqoeza de Aigsri-
lon, Jean de Werth ; o abbade da Saiat-
Cyran, o principe Casimir, e o doqae e
Hantgan.
No mesmo dia all entraran presos
principe de Conde, o principa de Coat a a
doqoe de Longvil e, tres hroes da Fron-
da ; tambem all estiveram priswoeiro
Doderot e Mirabeau.
Moitos outros Domes se poder aa citar
como o do superintendente Fooqaat,
conde de Thann ; o conde de Ko
madame Gnyoo, o daqne de P>;lignac,
Em 1784 a Bastilba receben os
neiros de Vincennes. A cidadella
de ser prisao de estado. Entretanto 1
fados contemporneos recordaos;
memorias do castello de Vioceooae.
Na ooute de 20 de marea de 18M, om
principe arrancado violentamente d om
territorio neutral abi foi condolido, atarra-
gado, julgado e condemoado. Era o Ba-
que de Engbieo, o ullimo da raca Mostra
dos principes de Conde. Foi hurtado osa
fossos do castello, commetlendo o sa aaai
om dos maiores crimes que registra a hin-
toria moderna.
Em 1830 a fo taleza abri-se anda
receber os ministros de Carlos X fo
estiveram prisioneiros at a
para Ham.
Em 1814 e em 1815 o general
nil, commandaote do castello rocoaonot a
entrega-lo aos exercilot estraogeiroi asf-
\ ando assim o seo imaaenso material.
PERDA DA EXPEDICO ALLEMAA AO
POLO DO NORTE.^Sabe-se qoe no asmo
de 1869 parti para o polo do Norte asna
expedigSo allemSa composta do vapor Ger-
mania, e do navio de vella llanta. Aa oi-
timas noticias qoe se receberam d'esta ex-
pedigSo eram do mez de agosto.
ltimamente chegou a Copeabagoa o
navio Constance, procedente da culona
groelandeza Julunenaab, traieodo a son
bordo a tripulago do navio expedicionario
Hansa, cuja perda eoostitoe um dos soc-
cessos mais extraordinarios qoe so toa
dado.
Segundo a narrago dos naofragoa s
foi no principio de setembro da I8TO ana
Hansa ficou preso nos gelos, depois a Mr
perdido -de vista o vapor Gi raan ai
Aconteca isto oa elevada latitude da 7S,"
Como as apparencias se tornavam cada vez
peiores e se receiava qoe o navio tan
esmagado pelo gelo, a Iripnlaclo cattaeoo
sobre os gelos todas as provise* oae ot-
tavam a bordo. ____
Dorante o mez de oclubro aconlocon a
que se previra ; c gelo esmagoo o navio,
do qual s se pode salvar algosas taboos
e as lanchas. Os pobres oolaotos ica
ram pois sobre ama immensa Una de gato
fluctuaote, no Atlntico, coa oa
noole de invern em perspectiva,
o sol Bao devia levanur-aa pan
n3o passadas algumas semanas.
A marinhagem coostroio nana chop
com carvo de pedra, e como eslava 1
da de v.veres e de combostiveis,
se all como pode, esperando qoe o
dorante o invern, seria iropetlido,
de costme, para o sol, 10 loogo da
mas om terrivel successo, de qoe
continuamente ameacada e qoe nao ta)
deixou um momento da descaneo, teso le-
gar no principio de Janeiro.
A ilha do gelo separoa-se om dase o a>
roptura teve lagar preosaments isiiitn
cboga ; felizmente a maior parte (Testa, an-
s m como os marinheiros fie arana a'aai
mesmo sitio,
Quando se den este (acto fasia san ter-
rivel tempestado de nevo, da modo faa oa
infelizes estavam enteiricados da fri 01
se podiam mover. Mais tarda
ram construir com os restos da ,
habitados mais peqoena e assim
acommodando s circoasupciaa.__
Entretanto a ilha em qoe ^tamjin -
minuindotodos os das por caosa jOar
tora parcial das bordas e.u
que ouviam eslar o I*10
dado de preparar as lanchan
osod'ellas. Finalmeote na
ram levados at 61* de UJtodo
conseguiram com o auxilioden ao
embarcar na costa S. E. da Grcilmtla.
A soa Iba floctuante tinha pe
sim mais de 200 milbas. Depois da tal
tosesforcos coiisegoiramiJojnr o
Farweocel e chegar a Froil S.J
com saude, 1 excepcio do>i
louco. .
Quanto as mpnlantes M
mana po se sabe mal fe
pTO DIARiO ODA IX) prjQPk V

liaban) a<
I -
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