Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12239


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Full Text
-*
NO XLVI. HUMERO 235
Vi-
i'
i
t
~


PABA A CAPITAL E iTCABKS OTOS IAO S fA6A NttL
or tres mezes adwados .............. MOOO
Tur seis dito* id*n......... '^ IsSoOO
for nm anno i.l?n........ AAftftr
Cadf mumero av#o.......'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.', 320
jggjjggA FEIBI 7 DE QUTUBRO OE fg70
PAKA D0TBO TOBA DA PROVUCIA.
Por t^inezes adiantados ..........".....
Por seis ditos idem......v..............
Por nove ditos dem.....\-...........[*'t
Por um tono idem...... .....'
6|7I
31600
2OHS0
#000
MAMBUCO
Propriedade de Maooel Fignaira de Faria & Filhos.
A ASWT8:
Os Sn, Gerardo AMo Alves Filhos, no Para ; Gonces d Pinto, do Maranhao ; Joaqoim Jos de Oliveira, Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; JUo Maria Jolio Chavea, do Asad ; Antonio Marque, da H* no Natal; Jos Jos*
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexand/ino de Lima, na Parahyba ; Antonio Tos* Gomes, na Villa da Penha; Belarmiao dos Santos BolcSo, em Santo AnCio; Domingos Jos da Costa Braga,
__________________^_ ftm **azarelh Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Attrtins Aives, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
parte crnaii.
Jtcrj ti-i jti'uvlaela.
XPEOiE.vr* v>si;.v\j) i'-:d exm. sn. dsssubirga-
oo.ikh\n,::s:) os xau P4itA rojua, vice-
1-nEjiDxrK d.\ paiviv.riA, c 19 n-j maio.
l'seccio.
N. 60!. -Dito ao Exm.Sf. general coraraanlao-
le das arma?.Minio V. Exc. por em liberdade o
retrata [nada Fel Lyra, que de parle do Dr. che-
le de polica Ihe, fj ii>re*eatalo em G lo corrale
para o srrvico di exercito, visto ter provado sen
i;i o lega!.
N. 805. Dito no Sr. commananle do presid)
de Fernando llasponJead ao offLiio que Vine,
me dirigi ora 4 do c irreato sob n. 134, tenho a
diterlh) que aostt data manad satisfazer o pe-
dido que veioaanox) ao citad i oflcio, com a
reduceao uliead.i pel contadura da tlusourana
de fattmla, altelo a n-ulllrieneia do respectivj
crdito.
t. 597. Dellberacio," O vice presidente di
provinria :.tie: l.;i lo ao que requeren Jmqnim
Rodrigues Maii de Oliveira, revive conceder-ih;
lieenca para poder trocar iwwle com os semen-
ciados d*i presidio de Fernando o gneros alimen-
ticios pelo milito i fejo de prodcela da ilha, e
hem ass.m para pMor embarcar para esta capital
os refer tos legumes, devend i este ser aorosenta
do ao respectivo commandauu para a conveniente
sSpeecSo.
8* scrco.
N. fjiR OiBcio ao Sr. Dr. cliefe de polica.
Mande V. S. receber e recolher. a casa d deten
ci os sentenciados que se achara a borlo da cor-
veta a vapor Mag, com destino ao presidio de Fer-
nando.
N. 6')9. Dita ao commandante superior da
guarda nacional do municipio de Tacarat.Com
petindo ao governo imperial a vista do art. 49 da
lei n. 60 d- 19 de Miembro de 1830, as nomea-
c8m Jos ajudanles dos corpos que sero esollii-
103 entre offleiaes lo exercito, e n) se achan-
do vago o posto di< tenente m?rtel-mestre do ba-
lalhao ."il, por ter sido para elle transferido por
deliberarlo^ de 7 de dezembro de 1867, Manoel
Nanea da Concoirlo Harreto, que exerci. igual
posto no batalhao 31 do municipio do Buique, ni"
pode por estas raz'S ser approvada aproposti
que inclusa devolvo, e veio acompanliada do ofli
o de V. s. de 2 do corre nte.
N. 610. Dita ao commandante superior da
suarda nacional do municipio de Tacarat Pode
V. S. vir a esta capital cnelh demorat-se o lem-
po que solicita em seu offlcio de um do cor-
rentn.
N. 611.Dita ao baclnrel Benlc Ciciliano d.s
Santos liamos.Secando consta do Diarto Oficial
n. 99 de 29 de abril ultimo, f)i Vine removido por
decreto de 20 do dito mez, do termo de Flores para
o de Santa Luzia, na provincia de Alagoas, o que
Ui communico pera os devidos flns.
3'secgo.
Jf. 61?.Offlcio ao inspector .da thesonrarta de
fazenda. Transmuto a V. S. para promover a
compra do, objectos inlispensaveis a oIDeina de
sapateiros e alm xarifado do presidio de Fernn
do, o pedido junto raieodo-se nclie a redcelo in-
dicada pi la eontadoria dessa thesoursria a quo al-
lude o offlcio de V. S. n. 331 de 13 d> correte,
vista a insullkiencia do crediu deslribuido para
o exercicio correte. ,
N. 613.Dita aomesmo.Em vista do pret jun-
to em duplieata que me remetteu o commandante
superior deste municipio com offlcio da 17 do cor-
rente sob n. 103, mande V. S. liquidar e pagar os
vencimentos relativos a 1' quinzena deste mez, das
praeas do 6o batalhao de infaotaria, destacadas na
ilha do Pina.
(i. 611 Dita ao menino. Comrnunico a V. S.
para o seu conhe;imento, que em vi-la do que
requereu a profes-ora publica da cadeira d) po-
voadoda rejai, expeeo ne-ta data as necessarias orilens a
litesouraria provincial para fazer Masar o descon-
t que da par.e dos seus vencimentos offereceu o
supplic'nle para a* despotas da guerra.
f. 615.Dita ao mesmo. A Antonio Jos de
Arantes & (',. mande V. S. pagar depois de liqui
d idos em vista da relaco nominal e pr?t juntos
em duplcala que, me remetteu o commandante
superior do municipio do Bonito, com offlcio de
l lo crreme, os vencimentos relativos ao mez de
marco ultimo des guarda? nacionaes destacados
na cidade de Camar.
N. 616.Dita ao mesmo. Communico a V. S
pitra os flns convenientes, que segundo offlcio de
do crtenle do promotor publico da comarca
do Limoeiro los Maria Freir tlameiro Jnior, ea-
trotl elle napiella data no gosc de um mez de l-
i:?m> que lite foi concedida por esta presidencia
om 5 de abril ultimi.
N. 617.Dita ao mesmo. Communico a V. S.
para seu conhecimento que em vista do que re-
quereu o bacharel Francisco Jacintho de Sarapaio,
professor do gymnasio provincial, expeco nesta
data as necesarias ordena a thsouraria provin
eial, para fazer cessar a contar de .ibril prximo
lindo, o descont de 3 / que o aupplicanle offe-
receu de seus vencimuntoa para as despazas da
puerra.
N. 618.Dita ao mesmo. Transmiti a V. S. a
inclusa folba e re ico m de mostra por duplieata
tirando os veneimeut n para os oflhiaes e pracas
da pret do exlincto corpo n. 41 de voluntario da
patria at 11 do currante dia anterior ao de ana
dessolucao ali.n de que V. S. mando com urgen-
cia effectuar o pagamento doa ditos offlciaes e pra-
vas a proporcio que se forem apreaentando nessa
repartifo para os receber.
.N. 620. -Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.O chefe da reparlicao das obras publi-
cas pariicipou-me em offlcio de hontem sob n.
i:t6, que acbando se no caso de ser definitiva-
mente reeebido o calamento da eslrada da Boa
Viagera e bem asim a obra supplemenlar do alar-
amento do mesmo, mandou lavrar o respectivo
termo e den ao arrematante o competente certifi-
cado, o que declaro a V. S. para seu conbeci
ment e ns convenientes.
.Y 621.Dita ao mesmo.|Attendendo ao qne
ollieiton o commandante supenordo municipio
de Agua-preta em offlcio de 17 do corrate, re-
ccmmendo a V. S. que mande pagar a Antonio D >
mingues de Almeida Pocas e nao a Joaquina Dias
de Almeida Costa como se Hadaron em portada
da presidencia de 29 de novembro ultimo, os ven-
cimentos, cajo pret acompanhon a citada portara
d < guardas nacionaes destacados no povoado
dos Montes durante o mez de julho do anno pro
ximo passado.
N. 6!2.Dita ao chefe da reparticao das obras
publicas.Inteirado de quanto Vmc. partieipon-
me em offlcio de hontem sob n. 136, acerca do re-
cabimento deflnitiv) do calcamento da estrada da
Boa-Vlagem e bem assira da obra supplemenlar
do alargamento do mesmo, tenho a dizer em res-
posta qne dei aciencta desse offlcio a Thesouraria
provincial para o flns convenientes
N. 623.Dita ao mesmo.Inform* Vmc. sobre
as 4 inclusas propostas apresentadas fura a es-
irada de ferro do Limoeiro era virtude do edital
de 29 de marco ultimo jauto por copia.
N. 624.p rtaria.O vce-presidente da pro-
vincia teodo em vista o que requeren o prati cante
u o is pQb,iCM Jom Lucio d Albaqaerque
Mello e bem assira o que a este respeito ioformou
o respectivo ehee em offlcio de 9 do correte sob
n. 124, reaolve cooceder-lhe mai* t metes de li-
cenca, send) t mez com vencimeuto e outro sem
elle para tratar de sua saude, devendo eta li-
cenca ser copiada da data em que se flndou a
que Ihe fe convelida nltimamante.
4* teceo.
N. 627.Portara ao gerente da corapanhia Per-
nambacana.O Sr. gerente da conipanhia Per
nambuaana nianJe Jar transporte por tonta do
ministerio da guerra al Qnyanna ao anspecada
do exlincto batalhao n. 42 de voluntarios da pa-
tria Luiz da Fonceca Monte d'Assumpco.
N. 618.Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pornambucana mande dar transporte
para as Alag.\s por cunta do ministerio da guerra
no vap ir Giqni /que ,para all segu no dia 21 do
corrale, tos Sn. lferes|do exlincto batalhao n.
42 de voluntarios da patria Antero Tavares da
Silva, Luiz Gonzaga deGes e o lente Heliodoro
Avelino de S raza Mont uro.
N. 629.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da
companhia Pernambusana mande dar urna passa-
gem do estado a r at Micei nj vapor Giqui a
Antonio Proeopio Galvio.
N. 630.Dita aos agentes di companhia brasi-
leira de paquetes a vapor.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes- mandom dar
transporte para a Parahyba por conla do ministe-
rio i>'a guerra no vapor que se espera do sul a
prae-a do exlincto batalhao n. 42 de voluntarios da
patria Jos Francisco da Costa.
N. 631.Dita aos meamos.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes mandem dar
transporte at o llio Grande do Norte por conla
do minstorio da guerra, ao anspecada do extincto
batalha i n. 42 <'s voluntarios da patria Antonio
Lucas Evangelista.
N. 232.Dita aos mesmo?.Os Srs. agentes da
companhia brasileira do paquetes mandem dar
transporte at o Pira por coma do ministerio da
soldado do exlincio batalhao n. 42 de voluntarios
da patria Antonio Pereira Pessoa e dous Albos me-
nores,
N. 633.Portara.O vice presidente da provin-
cia atienden lo ao que requeren o professor pu-
blico da cadeira da villa de Agua-preta Pedro Ivo
Pinto de Miranda, e tendo em vista a intormaeo
do director geral interino da instrueco publica
de 20 de abril prximo findo sob n. 121, resolveu
cooceder-lhe dous mezes de licenga com ordenado
smente e a contar de 2 do crrante para tratar
de sua saude.
N. 634. Dita. O vce-presidente da provincia
altendendo ao que reqaereu Carlos Slurbar, pro-
fessor da cadeira de allemao do gvmaasi > provin-
cial e tendo em vista a informaclo do regedor
d'aquelle estabelecimento de 7 do crreme resolve
con;eler-llie dous mezes de licenca com ordenado
smente para tratar de sua saude.
BXPEOIE.tTE A3SIGNA00 PRLO Sn. DR. ELIAS ERDE-
BIC0 DE ALMEIDA E ALBOQUERQUE SECRETARIO
INTERINO, K',l 19 DE MAI) DE 1870.
1* seccao.
N. 63i bis.Offlcio aa Exm. Sr. brgadero com-
mandante das arma?.De ordem de S. Exr. o Sr.
viw-presidenle da provincia, declaro a V. Exc.
em resposta ao sea cfflcio desta dala sob n. 268,
que tlclm exped Jai as convenientes orden? a the-
souraria de fazenda para mandar effectuar com
urgencia o pagamento aos offlciaes e pracas do
exlin:to batalhao n. 42 de voluntarios da patria.
2.* seccao
N. 613.Offl:io ao 9r. commandante superior
da guarda nacional do mnnicipio d'Agua-Preta.
S. Esc-, o Sr. vica-presidente da provincia, raspon-
enlo ao offlcio de V. S. datado de 17 do corren-
te, manda declarar que a thesouraria provincial
lem ordem para pegar a Antonio Dornogues de
Almeida Pegas e uao a Joaquina Dias de Almeida
Cosa, os vencimentos constantes do citado of-
flcio.
N. 636.Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio do Bonito. -S. Exc.
o Sr. vice-presidenie de provincia respondendo ao
offi-io de V. S. dita lo di 12 do corrente mez,
manda declarar que a thesouraria de fazenda tem
ordem oir pagar os ven:imentos constantes do
citado oflicio.
N. 637.Dito aa promotor publico da comarca
do Limoeiro, Jos llana Freir Gameiro Jnior.
S. Exc. o S\ vice-presidente da provincia respon-
do ao seu offlcio de 1 do crreme manda declarar
que Oca inteirado de haver V. S. naquella dala
entrado no goso da licenca qne Ihe foi concedida
por porlaria de 23 de abril ultimo.
4.' seccao.
N. 638.Offlcio ao Dr. Francisco Teixeira de
Si secretario da assembla provincial.S. 111.
De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente da pro
vincia transmit por copia a V. S. em resposta ao
seu olflcio de 16 do corrmle sob n. 53 para ser
prese ule a assembla legislativa provinoial a in-
clusa informaran ministrada pelo governador do
bispado em 18 deste mez sob n. 199 acerca do
projecto n. 101 do crranle anno.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DESEMBARGA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA, VICE-PRE-
SID3NTE DA PROVINCIA KM 20 DE MAIO DE 1870.
4" secgao.
N.642.Dito ao ministro plenipotenciario do
Brasil em Londres. Csnvindo que a reparticao da
vaccina esteja seinpre provida do fluido vaccinieo
para aecudir a necessidade da inoculadlo desta
provincia e satisfazer as repetidas requisicoes que
Ihe sao restas por ou ras limitrophes, vou rogar a
V. Exc. se sirva eaviar-me alguns tubos capujares
ou laminas de pus vaccinieo, do melhor qne ahi
poder obter, dignando-se de renovar essa remessa
de 6 em 6 mezes. Approveito a oecasio para
apresentar_ a V, Exc. os meas protestos de alta
coasideracao e perfeita estima.
N. 643Dito ao Exm. Sr. general commandan-
te das armas.A' vista do que V. Exc. expoz em
aeu offlcio de 16 do corrente sob n. 264, com refe-
rencia ao que representou-lhe o encarregado da
vaccinaco dos recrutaa e pracas, acerca da m
qnalidade do (luido que actualmente se est em-
pregando na inocularlo acabo de dirigir-me ao
Exm. Sr. ministro do imperio em Londres para
que remella alguns tubos com pus vaccinieo do
melhor que ahi houver renovando essa remessa
semestralmenie. O que-de:laro a V. Exc. em res-
posta ao seu citado oflicio.
2.' seccao.
N. 643.Dito ao commandante superior interi-
no da guarda nacional do municipio do Recife.
Expeca V. S. as suas ordens para que sejam subs-
tituido no presidio do Fernando os guardas cons-
tantes da relaco junta por copia, devendo dles
regressar para esta capital.
N. 646.Dito ao commandante superior da
gaarda nacional do mnnicipio de Barreiros e Agua
Preta.Tendo por deliberaco desta data conce-
dido ao leneute da 3' companhia do batalhao o. 46
de infamara da guarda nacional do municipio de
Agua Preta, Manoel Pablo de Souza a transferen-
cia por elle pedida para a 4' corapanhia do bata-
lhao 53, tambera desse mnnicipio, asim o cora-
mu"i*f a v- S. para os devidos flns.
N. 647.Dito ao commandante saperior da
guarda naciunal do municipio do Brejo e Cira-
brea-Tendo por deliberaco desta data do con-
tormidade com a proposta do tenente-coronel
commandante do batalhao n. 38 do municipio de
(jmbres, sobre que informon V. S. era offlcio de
7 do crreme n. 43 nomeado para o referido hala-
Inao os offlciaes constantes da inclusa relaco
assim o communico a V. S. para seu coabecimento
e direccao.
N. 648.Dita ao aiz municipal da vara.
Nao tendo seguido a 14 do crrante para o Cear
o criminoso Joao de Medeiros por nao ter sido
apresentado ao Dr. chefe de polica, orno foi or-
denado a esse juizo, ihe communico que foi expe-
dida nova ordem a companhia pernambucana mu-
tilisada a 1* para dito devmdc por coosegnime
vmc. mandar apresentar o dito seotenetado ao Dr.
chete de polica para ter o conveniente destioo.
N. 649.Dita ao promotor publico, da comar-
ca de Flores.Intoirado de quaoto informa Vine.,'
em offlcio de 3 do mez findo sob oa crnanosos
qne infestara essa comarca, teal> a dizer-llie
que esta presidencia ja den as providencias que
julgou necossarias curaprindo, que esja promoto-
ra promova a oecasio doa criminosos a que se
refere era dito offlcio.
N. 650.Dita ao promotor publico da comarca
de Flores.Inteirado de quanto Vine, me commu-
niea em offlci de 8 de Margo prximo find-i, te-
nho a declarar-lhe que so deram as necessarias
providencias para soceorrer as pessoas indigentes
dessa comar;a, persegu los pela (orne que as-
sola tendo de esperar que um estado to calami-
toso tenha j desaparecido.
N. 631.Porlaria.O vce-presideote da provo
cia altendendo ao que Ihe requereu Uinoel Paulo
de Souza tenente da 3.a companhia do batalhao n.
46 de infantera da guarda nacional do munjei-
pto de Agua Prela e em vista do que informaram
o? commandantes desse e do batamo n. 33 di
dito municipio, e o respectivo commandante ?up;-
rior em cilicio de 29 do mez Ando, resolve trans-
fer-lo da referida companhia para a 4.' do supe-
dito batalhao d. 33 daquelle muuicipio para ser
inais conveniente ao servico.
N. 652.Dita.O vice-presidente da provincia
teodo em vista a proposta do lenle coronal
commandante do batalhao n. 38 da guarda nacio-
nal do municipio de Cimbres, e que a re-peil i
della infermou o respectivo commandante superior
em offlcio de 7 do crrante sob n. 43 resolve no-
raear para o referido batalhao os seguales offl-
ciaes :
^ Alferes secretario Manoel do Nascmenlo de
Siqueira Barbosa (kvalcanto; da i' companhia Al-
feres Antonio Alexandre de Vasconcellos : da 3
companhia tenente o alferes da mesma Joaquim
Brasiliaoo e Siqueira; alferes Joaquim Alves de
Siqueira Barbosa.
3'seccao
N. 633.Offlcio ao iospeetor da thesouraria do
tazeifJa. Communico a V S. para os devidos
fias que segundo partecipou o juiz de direito da
eomarca de Pao d'Alho bacharel Vicente Ferrei-
ra Gomes, era oflicio de II do corrente nessa dala
reassumio elle o exercicio do respectivo cargo,
renunciando 2 dias de licenca que ltimamente
Ihe fra concedida.
N. 634.-Dito ao mesmo.Embista do pret jun-
to em duplieata que me remetteu o commandan-
te saperior deste manicipio com o offlcio de 18 do
corrente sob n. 106, mande V. S. iiquidar e pagar
os vencimentos relativos a quinzena deste mez,
dos guardas nacionaes do 4* batalhao de Infante-
ra destacados na fort.leza do Buraco.
N. 653. Dito ao mesmo.Tendo-me o capito
de fragata Ignacio Acdole de Vascoseellos pan
cipado em offlcio de hniHem datad > sob n. "I ln
ik a
ver entrado no exercicio do lugar de capital
porto desla provincia, para o qual fora nomeaJo
por decreto de 4 de Abril ultimo, passando na
mesmdata o commando do brgue-barca llama-
rac ao tambera capito do fragatt Augusto Ce-
zar Pires de Miranda qne fra nomeado para
commandar o referido brigue-barca assfm o com
muoiGo a V. S. para seu conhecimento e direc-
oo
N. 636.Dito ao mesmo.Se nao houver inc-,n-
venieute, mande V. S. pagar ao capitao Henrique
Eduardo d < Costa Gama/que assira o solcita no
inciuso requer ment, que me remetteu o brga-
dero commrndante das armas com o offlcio de
13 do corrente, sob n. 252, a quantia de 12000
proveniente do ajuguel de nm carro em que o
mencionado capito foi a Olioda por ordem supe-
rior, para conduzir preso a esta capital o aliena
do capito reformado do exercito Augusto Leal
Ferreira, que seguio para a corte no vapor leo-
poldina^ afira de ser recolhido ao hospital Pe 1ro .
N. 657.Dito ao mesmo.Por haver Trajano
Aosirerkliano da Costa dado parte de doente, no-
me-u o juiz de direito da comarca de Palmares,
segn lo participou em offlcio de II do corrente, o
bacharel Antonio Borges Leal para exercer interi-
namente o cargo de promotor publico da mesim
comarca o qual entrou em exercicio a 10 do reto
rido mez, o que a V. S. communico para oa fins
convenientes.
N. 658.-Dito ao mesmoCommunico a V. S.
para os devidos (ins que segnnlo participou o juiz
de direito da comarca de Palmares, em offlcio de
13 nicipal e de orphos do termo de Agua Preta ba-
charel Pedro Gaudino de Ralis e Silva Jnior, o
exercido do respectivo cargo ao Io supplente.
N. 659 Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Devolvendo a V. S. o pre! junto que velo
annexo ao seu offlcio de 5 de l'evereiro ultimo sob
n. 68, a que respondo recommendo-lae, em vista.)
das ratees que expz o conmandanle "superior do
Limoeiro em sna informaco de 20 de mareo pr-
ximo findo n. 2, qae mande pagar integralmente
os vencimentos das pracas destacadas naquella
villa, dorante o mez de dezembro do anno prxi-
mo passado as quae3 constara do citado prel.
N. 660.-Dito ao mesmt. Mande V. S. depois
de liquidados em vista do pret junto em dnplicata,
pagar os vencimentos relativos ao mez de abril ul-
timo, dos guarda: nacionaes destacados na cidade
d i Rio Formoco, devendo esse pagamento *,ser
effectuado ao negociante Francisco da Costa Mai),
conformo solicitou o commandante superior da-
quelle municipio em offlcio do i do crreme.
4." seccao.
N. 661.Offlcio ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia do Cear.-i-Em additameuto ao raen offlcio
de 14 do corrente, tenho a declarar a V. Exc. que
nao tendo podido seguir no vapor que sahio nessa
data o sentenciado Joo de Medeiros s expedio
hoje as convenientes ordens para que siga no pri-
mero vapor qne para alii partir.
N. 662.Dito ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da ompanhia Pornambu-
cana, mande dar transporte para as Alagoas por
conta do ministerio da guerra as pracas do extinc-
to batalhao n. 43 de voluntarios da patria Maooel
da Hora de Deus e sna mulher Carlota Mara da
Cruz, Mauricio Jos de Souza e sna melher Mara
Beoedicta, e Manoel Joaquim da Silva.
N. -*63. Dito ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana, mande dar transporte
por contado ministerio da guerra, para as AlagOas
no primeiro vapor qae para all seguir aos solda-
dos do exlincto batalhao n. 42 de voluntarios da
patria Alexandre Ricardo de Oliveira, e at Pene-
do a Jos Victorino dos Santos e Bernardino Jos
dos Santos.
N. 664.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana, mande dar transporte para
as Alagoas por conla do ministerio da guerra no
primeiro vapor qae para all seguir, as ojacas do
extinito corpo o. 42 de voluntarios patria Joo
Uiptisia Nepomuceno, Joo Jos de Oliveira e An-
tonio Thoraaz dos Santos.
N. 665.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da cora-
panhia Pernambucana mande dar transporte por
conla do ministerio da guerra at Majsor no pri-
meiro vapor qae seguir para all ao furriel Fran-
cisco Zovoasie Nepomuceno praca do exlincto ba-
talhao n. 42 de voluntarios da patria.
N. 666.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da cora-
panhia Pernambucana mande dar transporte p>M
conta do ministerio da guerra par o. A.racaty a.
l>r? ( |w'o batalbo-n. 42 de voluotarios da
X ftr-7 Fra"dsco da Costa.
. "*'Bilo ao mesmo.Nao teodo podido se
guir para o Cear o sentenciado Joo de Medeiros,
e que trata a porlaria desta presidencia de 14 do
v?"en ao val">r que sabio nessa dala, o Sr. ge-
rente oa companhia Pernambucana, d passagei
e quo traa a dita portara "no primeiro vapor
qae para alii seguir, licando de ncnbtim effeito a
dita portara de 14 do correntp.
l 66$. Diio aos agenles da companhia Braat-
leira de paquetes vapor.Dedan aos Srs. agen-
les da companhia Brasileira de paquetes vapor
que lendo resolvido nesta data maodar dar trans-
P?. """a Penedo, em um dos vapores da compa-
nhia PeroaralHicaaa aos voluntarios da patria do
extincto batalhao n. 42, Jos Victorino dos Santos
e Bernardino Jos dos Santos, fica de nenhum ef-
fes lo a porlaria de 16 do corrente, que mandava
dar transporte aos meamos voluntarios para as
Alagoas pm vapir d'essa companhia.
N 66'J. Dita aos mesmo-. -Oa Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes maniera dar
transporte por conta do ministerio da guerra para
a.Parahyha no vapor que se espera do sul ao 2
cadete do extincto batalhao n. 42 de voluntarios da
patria Antonio da Silva Neves Cratoho.
N. 670.Dito aoa meamos(As Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes mandem dar
transporte para o Maranh.v, por conta do minis-
terio da guerra, no vapor que se espera do sul,
as pracas do extincto batalhao n. 42 de voluntarios
oa patria Francisco Xavier Banddra e Lourenco
Teixeira Alvos de Miranda, e para a Paralaba
Joa> Victorino da Paixo.
N. 671.Dita aoa mesmos.-Oi Srs. agenlea da
companhia Brasileira de" paquetes mandem dar
trausporte, por conta do moisterio da guerra, oo
vapor que se espera do snl para o Para, ao rms-
pecada Jos Mariano da Cua, e para a Parahyba
aoa cabos Marcolino Fernando- PimeRla e Climaco
Vieira de Monte e os soldados Jeronymo Mitro da
Silva j) Marcolino Jos Bento, todos do exlincto
batalhao n. 42, de voluntarios da patria.
2* seccao
N. 672.Offlcio ao Dr. chefe de polica.O
Exm. Sr. vice-presidente da provincia manda de-
clarar qne ficou inteirado do que V. S. Ihe com-
munica em offlcio n. 746 le 17 do corrente, quan-
to ao sentenciado Joao de Medeiros foi nesta dala
expedida a conveniente ordem para ter transporte
para a provincia do Cear, no primeiro vapor da
companhia Pernambucana que para all seguir, o
dito sentenciado.
N. 673.Dito ao commandante superior da
guarda nacional do mnnicipio do Rio Formoso.
Exm. Sr. vicepresidente da provincia manda
declarar a V. S., em resposia ao seu offlcio do Io
lo I do corrente, que a lliesouraria provincial
tem ordem para pagar ao negociante Francisco
da Costa Maia, os vencimentoa constantes do citado
offlcio.
N. 674.Dilo ao juiz de direito da comarca de
Palmares.O Exm. Sr. vice presidente da provin-
da manda acensar o recebimento do offlcio de V
de l' do correle, oiu que eonununica ter o
juiz moiiieipil de orphos do termo de Agua
Preta passado no dia anterior, por molestia, o
exercicio do dito cargo ao respectivo primeiro
supplente.
N. 673.Dito ao mesmo.De ordem do Exm.
Sr. vce-presidente da provincia, aecuso o recebi
ment do offlcio de V. S., de II alo correte, em
que participa ter a 6 d'este mez mineado -o ba-
charel Antonio Borges Leal para exercer interina-
mente o cargo de promotor publico d'essa comar
ca, prestando elle juramento e entrando em exer-
cicio 10 do referido mez.
N. 676.Dito ao juiz de direito da comarca de
Pao d'Alho. 0 Exm. Sr vice-presidente da pro-
vincia man la declarar a V. S. que leon inteirado,
pelo seu offlcio de 11 do crrante, de ter nessa
data reassuinido o exercicio de seu cargo, renun-
cian lo dios dias da licenca que Ihe foi ltimamente
concedida.
N. 677.Dito ao juiz muncipal do termo do Pan
d'Alho (Io supplente "m exercijio).O Exm. Sr.
vice-presidente da provincia manda declarar que
ficou inteirado, pelo seu offlcio de II do corrento,
de ter V. S. nes cargo de jui municipal d'esse t-rmo, como seu
primeiro supplente, no impedimento do eTectivo.
INTERIOR,
Para.
MIMi 2 MC SETEMBRO DE 1870.
Dexou hontem a adminstraco da provincia o
Exm Sr. Dr. Abel Graca qne a governou por es-
paco de seis mezes.
Durante este tempo fii S. Exc. incansavel tra-
bajador no inleresse do bem publico e infitiga-
vel obreiro do pregresso desta importante pro-
vincia.
Flho dessa escola poltica que tem por divisa a
ordem e a jnstica, conservador de firmes croocas,
S. Exc. nunca transigi um s momento com os
seos adversarios polticos ; administrador Ilustra-
do, justo e honesto nunca fez urna injustica nin-
guem, e a sua administraco te ve por norle a m.iis i
severa obdiencia lei e o mais sagrado respeito
aos dircitos individuae?.
Ameno no tracto, modesto na posico era que o
seu merecimento o collocou, nieguen) se dirigi
elle que nao fosse ouvido cora toda a attenco e
attendido sem demora, quando a justica Ihe as-
sista.
Assnralndo a administracao foi o seu primeiro
cuidado o seu inaior empeoho economisar os di-
nheiros pblicos, consenlindo somonte que se ti-
zessem as despezas absolutamente indispensa-
veis.
Convicto de que o Para precisa de grandes me-
Ihoramentoa materiaes necessaiios ao seu gran;
dioso futuro, que nao longe est, den impulso
todas as obras existentes e iniciou outras que fe-
lizmente pode levar a effeito.
E' urna verdade iocootestavel que o que de
peior existe nesta cidade este maldito p verrae-
Iho e subtil que incommoda, suffoca e prejudica
a sale dos seus habitantes.
S. Exc. oSr. Dr. Abel Graca logo que tomou a a
redeas da administracao, leve noticia de que mul-
tas ras e estradas desla cidade se achavam em
estado deploravel e inteiramente inlransitaves.
Sem perda de lempo autorisou a amara para
mandar proceder sem demora aos reparos noces-
sarics, oas mas que ddles precisassem, fim de
evitar reclamacSes mais vivas, e salisfazer nma
grande necessidade reputada urgente, emquanto
o calcameoto pelo novo systema nao vier sanar
inteiramente o mal de que todos se queixam.
Ao passo qne estas providencias se davam, o
ihesoaro provincial pubticava per ordem de S.
Etc. nm edital convidando concorrentes para a
grande obra do calcamento pelo systema de paral-
lelipipedos.
Esta obra cuja utilidade geralmente recoohe-
cida. Id contratada por S Exc. com as melhores
vanttgens pessiveis, e finando devidamente acau-
telados os interssses da provincia.
De aceordo com as bates deixadas por seu il-
lusire antecessor o Sr. Dr. Joao Alfredo Correa
de Oliveira, eflectuou S. xo. um contrato com a
oompaabta do Amazonas pan tres liabas distrae-
tas d navegaco, contrato de grandes vanlagens
pan a provincia e sem duvida a bmIs econmico
tres llnhas de navegaco, com a mesma sobvenco
que se Lua urna s desta capital at Obtdos.
O encanainenio d'agua potavel primeira oeces-
sidade d populacho e diariamente reclamada, me-
receu os estudos do Ilustre administrador qtw nao
poupava estreos era tornar cada vez raaie paten-
te o seu inters pelo bei estar e desenvolv-
ment da provincia.
Ficando rescindido o conlrMo effectuado com o
finado consmeodador Joio Augusio Corra, S.
Exc. mando pela secretaria do govern.) abrir
concorrencia para novo contrato, com baies qne
tiram qualquer dospeza provincia visto que nao
se d garanta de juros.
Na verdad*, no actual estado dos cofres pbli-
cos o contrato do encanaraento d'agua com garan-
ta de juros como eslava feilo, nao podia Adiar de
atfectar gravemente as renda provincaes, j em-
penhadas com avultadas despetas que le sao ab-
solutamerue necessarias para satisfazer os com-
promisos comrahidos.
A' realzar-se o contrato de accordo cob as ba-
tes deixadas por S. Exc. e Sr. Dr. Abel Graca,
p le-se ditei, sem 'modo de errar, que a provincia
ficar sem a mais leve despeza, com um uielhora-
menlo que attestar aoa vindouros a ecooomia e o
zdo do bem publico, com que S. Exc. adraioistrou
s Para.
Cheganio ao seu conhecimento que a barca
pharol tnha garrado, ficando fra do sen lugar, e
que a boa do bixo da Tijoca havia de&eppareci-
do tornndose esses transtornos inteiramente pe-
rigs aos oavios qne demandassem eale porto,
S. Exc. orden m imraediatamenlo que para la se-
^uis:e ft corveta J/oj, afira de colloiar a barca
no seu lugar, asaim como a boia qne a mpetuosi-
lade das vagas havia feilo desapparecer, prestan-
do com e>ta medida importante servico ao com-
mercio e navegaco da provincia.
O relalorio de ura presidente o esoelbo onde
se retratan) suas habilitacSes, seus talentos, seu
tino administrativo, seos actos, suas ideas, suas
tendencias e snas aspiracoes.
Quem ^uiter, pois, julgarcom acert a adminis-
tracao do Sr. Dr. Abel Graca, leia o seu relalorio
apresenlado assembla legislativa provincial.
Nesta pei.a importante, copia fiel de que S. Exc.
lez dorante o tempo que governou esta provincia,
v-aa que a fu poltica foi a mais moderada que
imaginar-se pode, que fez da justica um sacerdo-
cio, que nao negou o direito a ninguera, que n>
terreno da lei nao vio amigos, nem adversarios, que
a economa dos dinbeiroa publicoa foi o seu prin-
cipal pensamento, e que o bem estar de todos a
manutencao da ordera publica era sua incessanie
preociupaco.
Nem um disturbio se deu durante a sna admi-
nistracao, nem urna reclamacao bem fundada con-
tra a injustica de autoridades appareccu de parle
alguma.
Fallando assemba provincial S. Exc. no seo
relatorio pedio abdican de muitas despezas u-
tios demonstrando at a evidencia que o estado de
llaancas da provincia nao era lisongeiro, e que
urga fazer se economas para que no futnro nao
su lutaise com embarazos dilllceis de vencer.
Apresentou diversas medidas tendentes me-
Inorar a instruccao publica, baze do engrandec
ment moral do povo, feote de beneficios que
nunca mnrrem c que sao serapre vantajosos por-
quo a instrueco dexa traeos laminosos que nnn-
ca se apagam e que o tempo nao pode destruir.
Apresentou as bases para um projecto que re-
gularisasse as aposenladorias dos empregados
provinciacs e municipaes, Joaies que tinhm por
lim evitar que a verba dos empregados aposenta-
dos se elevasae, e provar que aposentado: ia para
o empregado mais urna remuneraco de boas
servidos do que am favor do governo.
Rmim, o relatorio de S. Exc. presta -se a urna
analyse minuciosa e importante de que nos nao
podemos oceupar dentro dos eslreilos limites de
nm artigo, e tambera porque seria difflcit a tare-
la de ennumerar todas as ideas, todas as medidas
aprusenlada- e hbilmente discutidas por S. Exc.
iniellgencias mais escl irecidas se oceupem desse
trabalho.
Coocluiado estas ligeras liabas aqu laucadas
como nma demonstraban sincera da admiraco
que nos inspira o honrado magistrado, o Exm.
Sr. Dr. Abel Graca, ciamos certo, de que a pro-
vincia do Para na"; pode deixar de sentir profun-
da gralidao pelos enumeras beneficios jue S. Exc.
Iho fez durante sua gloriosa administracao.
( Do Jornal do Para.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIAUUL
PRONUNCIA. Pelo subdelegado da fregue-
zia de S. Pedro Marlyr de Olinda, foi pronunciado
Jacintho Jorge de Medeiras, como incurso as pe-
nas do ari. 193 do cdigo criminal.
COMPANHIA DE SANTA THEREZA.No sab-
bado, 1 hora da tardo, reuniram-se, pela vez
primeira, no edificio da Companhia Pernambuca-
na, 28 accionistas da Companhia para abasteci-
mento de agua potavel cidade de Olioda, repre-
sentando 2040 acedes, para procederem a installa-
co da companhia ; e, tendo sido aclamado pre-
sidente, por unanimidade de votos, o Sr. baro da
Soledade, chamou para seus secretarios os Srs.
Dr. Manoel de Figueira Faria e Justino Jos de
Souza Campos.
Em seguida procedeu-se leitura dos respecti-
vos estatuto?, approvados pelo governo imperial
pelo decreto n. 4595 de 10 de selembro ultimo,
seodo declarada astillada a companhia, e proce-
dendo-se a eleiqoes, que derara em resultad :
Presidente da assembla geral, Dr. Francisco de
Assis Oliveira Maciel, por 66 votos.
Vice-presidente, P. F. Needham, por 64 votos
Secretario, Dr. Luiz Goncdves da Silva, por 64
votos.
DirectoresBaro da Soledade Francisco Fer-
reira Borges, e Francisco Goncalves Nelto, cada
am por 60 votos.
Gommisse fiscal. Ferreira & Matheus, Joao
Pereira Moutioho, cada um por 62 votos.
O gerente da empreza, era virtude do arl. 24
dos estatutos, o Sr. Justino Jos de Sonta Cam-
pos.
A directora, apenas tomou posse, apresenlou a
idea de |er ella aulorisada a reunir as duas em-
prezas de illuraraaco gaz e abaslecimento d'a-
gua potavel da eidade de Olinda; o que, estando
autorisado pele art. 3* dos estatutos, e sendo de
conveniencia para ambas, resolveu a assembla
geral conceder plenos poderes para a fuso das
duas emprezas. Nessa oecasio loram apresenta-
dos es desenhos, plantas e propostas, previamente
mandadas confeccionar, trabalhos que muito gra-
daran! aos accionistas presentes.
D1NHEIR0.Os vapores Ipojuca e Gequi leva-
ram sabbado as segnintea sommas :
Para Natal 33.000*000
Mosssor 7:000*000
Penedo 10:679*300
SUICIDIO. Na fregnezia de S. Lourenco da
Matta, no dia 12 do corrate, sniddou-se por es-
ti-angulamento Marcolino Carneiro de Albaqaer-
que.
RA DO CORONEL SUASSUNA. Moradores
desla roa se nos queixam do pessimo procedi-
ment ds urna fllha de Jerusalera, que
hora chamamos para isso atteoco da autori-
dade compelen!.
PROTESTO DE LETRAS.O eserivo dos pro-
testos Jos Mariano, est de semana ; eartom
ra Duque de Caxia?, amiga rao dm^Crnxe?. *.
1 andar.
PROCLAMAS. Forana lidos no donunfro 16 su
mairi da fregnezia de Santo Antonio os proclama-
seguiates:
4.* denanciaeo.
Maneel Loureago da Cosa Pereira, rom Addai-
de Florentina da Costa.
Benedicto Manoel do Nascimeoto, coa Anno
Mana da Concei^o.
M yses de Ucboa Sara/va, com Rosa Maria do*
Prazeres.
O bacharel Jos Eustaquio de Oliveira e Silra.
com Emilia Candida Rigueira Duarte.
Jos Cwdoso da Silva, com HenriqneU Plorenb-
na de Jess.
Antonio Lopes Ferreira, com Manan na Ceopoi-
ama de Mello.
Jos Barbosa da Silva, com Poodana de Jess
Castor.
Maooel Roz'endo Torqualo d'Aheeida, coro Esti-
ba Laura de Aodrade Luna
1' deounciacao.
Francisco de Paula Pires Raaaos, com Clandiaa
Marcionilla de Alcntara.
O bacharel Paulo de Amorim Salgado, eom
Amelia Augusta Nery Ferreira.
Firmibo Jos de Araujo, com Amelia Seaborinhi
da Cosa.
3.* denunciico.
O bacharel Francisco do Reno Baptista, com
Maria Magdalena do Carroo Nune?.
Augusto Pacheco de Faria, eom Neomecia Laa-
ne Marrano.
Feliciano Daarte da Paixo, eom Jusliaa a>
Jess Bezerra.
Amaro Gomes Carneiro Bdtrao, com Aona Rosa
llilencourt Los.
Arthur Cavalcante Btencourt Laceria, com
Amelia Theolona da Crnz.
Antonio Jos Alves de Figueiredo, coa Julia
Malina de Carvalbb.
Victoriano Antonio de Paula, eom Claudios Ma-
ria da Conceico.
Joaqnim Alves, com Lanrindi Delina de Lima.
Augusto Marques do Nascimento, con Maria
Alexandrina Carneiro da Silva.
LOTERA.A que se aeha venda c a ItVV, a
beneficio da nova igreja de Nossa Seohora da Pe-
nha, a qual cerr no da 17.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia U d^
correte :
Antonio, pardo, Pernambuco, 6 mezes, Boa vis-
ta ; espasmo.
Silvana Maria da Conceico, parda, Pernambu-
co, 22 anno?, casada, Recito ; infeeco ptrida
Thereza Joaquina da Costa Gomares, branca,
Pernambuco, 38 anuos, solteira, Santo Antea ;
liepalile chronico.
Antonio de Pontee, eabodo, S. Jos; rwlestii
interna.
Maria, escrava, parda, Pernambuco, 6 das, $.
Jos ; convnlsoes,
Um prvulo, cujo nome ignora se, pardo, P r-
nambuco, 6 mezes, Sai lo Antonio; espasmo.
Joo Jos de Siuza, pardo, Pernambne, l!> as-
nos, soliero, Sanio Antonio. tubrculo? oalneo-
nsres.
Maooel, braaco, Pernambuco, 15 dias, Boa-vista;
ttano.
Francisco Augusto de Mello, branco, Portugal,
37 annos, solteiro, Recife ; pneumona.
CHRONICA JUMfMRM.
TKllirVtl. DA !ii:i,tt I.
SESSO EM 15 DE OUTl'BRO DE 18T0.
ahi habita,
q/M at aqui s? tem fdto poroii* so ett Jaundo a qual profere as tnaiores Qbscenidadea qualquor
'RESIDENCIA DO EXM. SR. CO.ISELHEIRO C SA.TTUCU.
Secretario Dr. Virgilio Colko.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargauores Gitirana, Guerra procurador da corsa.
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Matta,
Doria, Domingnes da Silva, Regucira Costa e Soom
Leo, sbrio-se a sesso.
Passados os feitos, derain-sc os seguintes jalga-
nentos :
RECURSO COMMERCIAL.
Recitrrente, o juizo; recorrido?, Almeida Borge?
& CJuizes oa Srs. desombargadore? Molla, Lou-
renco Santiago, Domingnes da Silva e Rgr.eir-t
Costa.Improcedente.
CARTA TESTBMIMIAVKL.
Do juizo municipal do Cabo. Aggravante. .
baro deNazareth; aggravado, o juiao. adr.d
oa sesso de 11 do corrente.Nao tomarara c>se-
c monto.
ACORA VOS DE PETICO.
Aggravante. Mathas Lopes da Costa Maia; ati-
grado, o juizo.Juizes os Srs. desemharfadbr^
IjDomingues Silva, Gitirana e Lourenco Santia-
go.Deram provimento.
Aggravante, Bernardo Jos da Costa Valeste:
aggravado, o juizo.Juizes os Sr?. desembarg
res Molla, Souza Leao e Regueira CojU.
proviraenlo.
HABEAS CORPTS.
Negaram soltura a Manoel Joaquim de &nt Au-
na.
Pediram-3e nformaciie* a respeito do pacirnt-*
Antonio JosVeigas, adiando-se at qae ta*
chegasse.
Concedern) ordera a Manoel da Han Wa? *>r-
ley para o dia 22 do corrente as 11 horas >
dia.
PASSAGBHS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra:
Do juizo municipal do Recife.ApsessaV, In
Gomes da Costa ; appellado, Jos unbio Alv-<
da Silva. Do juizo mnnidpal de Marnaagna-
pe.Appellaote, Manoel da CosU Lima ; asseib-
dos, Skunders Brothers & c.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago:
Do juizo municipal do Redfe.AppeBaatea, a
herdeiros de Manoel Figueira de Faria; apssM
dos, Manoel Pereira Magalhes e seos Bino. Am-
pollantes, Jos de Sonta Nunes Braga e *ua ssi-
Iher; appellado?, Frandseo Gonralves ServlBS
ouiros. Do juizo municipal de Garashoss.Ap-
pellante, Gorgonio Jos Vianna ; appellado, gori
dos Anjes Aives Caldas. Do juizo municipal 4 >
Bonito.Appellantes, Frandseo Amonio Soares a
outros; appellado, Vicente Ferrdra Padilha Cs-
lumhy. Do juito municipal do Limoeiro.Assd-
lanle, Manoel Alves Maciel; appellado. Lata Fraa-
ciaco Barbosa de Sonta Cumar.
Do Sr. desembargador Lourenao Santiago, ao
Sr. desembargador Almdda Albuquerque:
Do jnito munidpal do RecifeAggravanle, An-
tonio Henrique Rodrigues; appdlad, Loa 4
Silva Ferreira. Appdlantes, Joio Wbearo aVMu-
raos e outros; appellados, Manoel Psreira Maga-
Ihese outros. Do jnito municipal se ssfi IJ-
pellante padre Jos Gomes dos Rei Lima; pp
lado, padre Jos d'Annnnciaeio Souat- l>> J<
muoicipal de Camaragibe.Apoetante, Frasetfr-
GoticalvesBerns; apptUado, fce Frasefceo sa
Costa Wanderley.
Ao Sr. u^sswloargador Sosa Lsfo: _
Do iuito mnnidpal do Reciir.-ApjieMssw, m
Antonio Feroandes Fradlqae; appissfe, jubjiswl
d'Albuquerque Castro, __ ..
Do Sr. ^serabarg^Alnaeida ABmqsfiB as
3r. desetibargadorT|ot<|;

. *
I
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s^ifcgasanuw


ernambttoo Segunda eir 7 de Outubro de 1870


-r-i i -Miau
_

I
l
I
4

L
'*
Do ioixo municipal do Recite. ApptlOte, o
ovni prtMW*; apprtl***. Mvia Joaquina
de Oliveira fiama*. Appellante, D. Isabel Matnil-
des da Silva: fallado, Tbeodorio-Maduro oa
Fonsca. DojnrydoLimoelro.Appellante, o jai-
xo; appellado, Madoel Dionisio dos Juntos-
Do Sr. desembargador Motla ao Sr. desembarga-
dor Doria : _,,, Zmam
Do jury do Sobral.-Jpilaote, Osorio FeHpne
Jos* francisco; app4a> juslp. Do lury fie
S. Jos do Mipib.ApfeHanto. o -Imcharel Anto-
nio Feliupe do Alb9frqae Maranhao, por au
oseravo Claudino; apfMIai, a juslica. *
AoSi\ desembargifler Dorain|ues da Silva:
Do juizo municipal dt Oliada.-Appellante, Tne-
reza Julia Botelho; apaellado, Francisco AtTonso
Itetelho. _,
D) Sr. desembargado r Domingoes da SHva ao
Sr. desembargad* Regueirl Costa:
Do juizo municipal da villa de Patios Appel-
lantes, Lua Emiliano do Figueiredo e outros; ap-
pelladas, Mn-ioel Alexaudre de Araujo Guerra e
outros. Difjuizo municipal de S. Miguel.Appel-
lantes e*Ttpetlados juntamente, Antonio e Moura
Castro e Firmino Teixcira da Moura.
Do Sr. desembargador Rcgueira Costa ao Sr.
desembargador Soma Leao:
Appellacao crime.Appellante, Manoel Reinaldo
Pereira; appellada, a iusca.
Do Sr. desembargador Souia Lelo ao Sr. des-
embargador Gr.irana :
Do juizo municipal de Macei.Appellante, Ro-
drigo Antonio BraMleiro Mace; appellado. Ma-
cano da Costa Morae?. Dj juiro manicipal no P lar.Appellante, Jo.quiui Gomes da Silveira; ap-
pellado, major Joo Jos de Almeida. Appellacoes
crimes.Appeliaute, Joao Vwira Dantas de Us-
ire; appeJIada, a jusli.;a. Appellante, Domingos
Gomes de Aguiar ; appellada, a juslica.
Ao Sr. deaelhbargadnr promotor da justica :
Deligencia crate do iury de S. Bernardo.Ap-
pellante, o juizo ; appellado, Pedro, escrauo.
Ao Dr. curador peral:
Deligencia civel do juizo municipal de Cmara-
gibe. Appellantes, Silva Leao & C.; appefla.ljs,
os herderos de Alexandre Jos Rodrigues.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
faites:
APPK1.I.AQOKS CIVEtS.
Dj juiro municipal da Fortaleza Apoellante,
Jusliniaoo .Nunps de Mello; appellado, Manoel No-
nes de Mellt.
Do Uesife.Appellante, D. Maria das Nevos Mi-
ran a Oliveira; appellada, Rosa Mara da Concei-
cao.
Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Appel-
lante, Traj no Amarico de Calda* Brando, como
adminiitradur do oatrmonio de Nossa Senhora das
Dores di Canoa Fstula; appellado, Jos de Souza
Barbosa, sua mnlher e outros.
Conflicto de jurisdicao.Entre os juizes munici-
paes de S. Jos de Mipib, c Goyanunha, provin-
cia do Ro-Grande do Norte."
BISTBIBUICOES.
Ao Sr. desembargador Glirana :
Appellacao eriuie do jury do S. Bernardo.Ap
pellante, o juizo; appellado, Pedro, escravo de
Manoel Alves de Farias. Recurso crime do joizo
de direito da Granja.Recrreme, o juizo ; recor-
rido, Antonio I s da Luz.
Ao Sr. desembargador Liurenco Santiago :
Recurso crime do juizo de direito do Boni
to.Reo urente, o juizo; recorrido, Antonio Go-
mes de Morae?.
AoSr. desembargador Almeida Albuquerque:
Recurso crime o juizo de direito da Imoera-
triz.Recurrente, o juizo; recorrido, Joaquim Ja-
cintlio do Sampiyo. Appellacao crime do jury
de Paltneira dos inJios.Aopellante, o juizo ; ap-
pe ado, Manoel Pereira de Oliveira Cabelludo.
Ao Sr. desembargad cr Molla :'
Appellacaj crime do jury de Cannl.Appel-
lante, Pedro Coibo da Silva; appellado, Jos dos
Sanios Lessa Jnior.
Ao Sr. desembargador Doria:
Appellacao crime de S. Jos de Mipib.Apel-
lante, Pudro fet de Mello; appellada, ajas*-
5. Recurso cummercial do juizo especial do Re-
cife.Recrrante, o juizo; recorrido, Florencio
Tertuliano do llego Costa.
Ao Sr. desembargador Oomngues da Si va :
Pi'orogacao de inventario.D) Jos Calaraneio
de Siuza. Appjllaeao crime do jury da cidade da
Areia. Appellaaln, o carene! Bernlgo Binicin de
Avili Lins; appalladi, Jos Ferreira de Men-
donea.
Ao Sr. desembargad jr He?ueira Cosa:
Appellada ernno d) jpry do lc.Appellante,
o promotor; appellado, Jos A'ilouio de Amo-
rim.
Ao Sr. desembargador Souza Leao:
Ap;ie'hcao crime do jury do lc. Appellante,
Roque da Ros] Freir; appellada, a jnstica.
A' l hora encerrou-se a sessao.
arth d BirrosTAntonio h; SilvrPontejGato
raes, Francisco Gnedes de Araujo.-V.
destabrgadof fiscal. ." Uo,
Do eerrator Antonio Botelbo Pinto de iwg
Jnior, apraseniaudo coabeCimento de le
feito o imposto relativo ao pnoiotro semaa
}870 i i87<.Regietre s o confiecimento e en-
tregue-se. MS _
De Henrique Guilherme Stopple, no mesmo sen-
tido.- Registre-te o concectoento e dewva-se.
Da Beruardino de Vaconrellos, tambera no mes-
mo aMlido.Entrefue-se a conhocimenlo flepoi
de reglatrado. .
Dada a har (II 1/i da manhaa), o Exm. Sr.
preildente eneerrou.a aesso.
TRSt'.%!. DO COHHERCIO
ACTA DA BTSS^O ADMINISTRATIVA BE 13 DE
OUTURUO DE 1870.
?tSSroENCIA DO BXM. 8R. DESEMBARGADOR ANSRLMO
PRANCISCO PERETTL
As 10 Itoras da manhaa, estando reunidos o?
Srs. debutados Miranda Leal, Basto e nupplente
S Leita i, faltando com participaco o-Sr, depu-
tado Rosa, etn cojo impedimento foi Borneado o
Sr. Miranda Jj o Sr. providente abri a sessao.
Foi ida e approvada a acta da sessao de 10.
EXPEDIENTE.
Olfioio do JSsm. Sr. baraodas Tres-Burras, par-
tocipanlo ler sido nomeado miniatro e secretario
de estado dos negocio da Justina.Mandju o tri-
bnnal que se respondesse aecusando-se a recep-
cao.
Ofllcio do seeretario do tribaaal do 'ommercio
da corte, remetiendo a relaeo dus comniorciantes
al matriculados no roez de setembro pioximo
pi-sado.Para e archivo.
lflcio do conservador do commerco de Macei,
acompantado da petigao do correlor Guilherme
Garren, em que pede prorogacao de licenca.Co-
mo pede
Jornal Q/fi-ici < ns. 221 a 230.Ao .archivo.
Ao Sr. (.iiutado .-ufpenle S Leilo foi distri-
buido o livro copiador de Fernandes & Irmio.
DESPACHOS.
Requer mentos:
De Joao Capistrano de Oliveira & C.,-suoces- >-
res de Santos & Cveira, pedindo a tranifereocia
da actual firma para o livro Diario que perten-
cra a extincla.Como reaaerem-
De Manoel Marque da Costa Soares, submet-
tendo registro sua nomeagao de eaiveiro passa-
da pelo b De Ferreira Alrmao para r meacao de seacaixeiro Antonio Bapti-la da Mal
ta.Como pedem-
os Manoel Joaquim de Amorim Garca, senle
de leudes da provincia do Rio Grande do Norte,
apreseniaido, para depois de registrado ser-le
entregue, o conheeimeato de ter pago o iropieo
de prolissio pertenceote ao exefek de 1870-
.1871.Sim.
De Sebaslto Conzeil, submettenlo registro a
apprtivacao em que conslilue bastan'e procurador
sua mulher Eliza Th/bant.Seja registrada.
De Valentas do Villn Lobo para eertifiear-sp-
Ihe o registro da nmeacao de sea caixejro Ma-
noel du Nasciuento Carlos Vital.Como pede.
De Machado A Moura, igual certificado quaoto
ao seu calxeiro Jos Mana Hodr|uej de Algiei -
da.C Tlique-Ms,
Dj ajuin Ferreira dos Saatos Ciim,bra Gi^j-
loares, apreseotano pr.i ser registrada a n-
ineacaoUo seus caixeirus Heariane Jps da Cu:dia
aobrinho e Antonio Piulo do Mello,Registrs-se.
De Francisco Jos da Silva Gtiaares, para que
- Ihe cenilique->e entre os exoreicios de 1888
18G9, 1863 i 1870, existe regisirsda a nomeacao
de uq eaiiabro, e quai seja o seu orne.Certifi-
<|ue-.-e.
Do Ferreira & C, offececeodo a registro a no-
maaeao de. seu* caixeiro* Sinclelico Araericn dos
Santos Joao Fraieisoo da Costa.Seja registrada.
D J >s Je Azevedn Maia e Silva, juntando o
documento jue se refere, e Iba foi eligido por
despacho de do tur,i prximo passado. -Na for-
ma r.i| :eiila.
De B ljim.no da Caoba Corles, averbacSo no
#enlio jo cootmuar como sea caixeiro AgoVlinhn
l>* Fnneo,Xao se faz precisa a averbagau re-
queridi.
De JoquiM Julio da Cosa, BseripcSo de sea
caixeiro" Rayutundo Nonnaia do-Andrade Lima.
coja nomeaga.1 apresen!*.Onto requpr.
I)' ;ro, Pilho A Sobrinhu, firma com-
iiierci.l iue :-o campee ni da Snva. W.uoel Cirpinteiro Hijo o M
Carpmiei. da Silva,su;jlit.a liespaoftoem, e-iiu'i
lee.diis o pn^eiro na villa d Oucf.nce, ieind-
Hcspaoha, e os demais ntu-ta cidad, BouuBorcia i
tos etn annazeit 'de molados, fabeicas de refinai
assucar, e jtt.uo e boiboaa, pedindo ser dita lir-
o os eomuiiTeian'es Ilatheus Auslin & C, Luiz
los da Silva Guinjares, Manoel Jos da Silva
Guimaraes, Thctnaz da Aquiao Fonceca A C, Joto
SESSAO JUDICIAR1A EM 13 DE OUTUBRO
DE 1870.
?RESIBENCU D0 VtM. SR. DESRMBAROAO0R A. F. V*
era.
Secretario, Mo Guimaraes._
Ao meto dia declarou-se a berta a sessao, estn ao
reunidos os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Res Suva, Aceroli, e es Srs. diputados
Rosa o Basto, Miranda Leal, e supplento Sa Leitao,
Lida, fot approvada a acta da sessao anterior.
ACCORDAOS ASSIONADOS.
AppeHente Jos Maria Palmeir, ppellados An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.; appeliaute
Joaquim Francisca do Espirito Santo, appellaao
Jos Feliciano Nasaretb.
JULO AMENTOS.
Jaizo especial do commerciu: oaibargantes jp-
peilantes reo- os curadores flscaes da ma.-sa fal-
I.Ja de Antonio Pedro de Mello, embargados ap-
pellados autores Jos Marcellino da Rosa A Filho ;
juizes ns Sr*. Silva Gnimaraes, Reis e 8ilva, Leol
e Basto. Koram desprezados os embargos.
Juiro especial d<> commercio : appellante autor
Joan Francisco de Carvalho, apptlUdos reos Ma-
noel Franctco da Silva Novaes e Manoel Jos Go-
me; Lima; juizes os Srs. Silva GuirtiarSc-, Res o
Silva, Miranda Leal e S Leitao. Foi ooflrinada, vice-presilento da provincia.O provedor Ansel
a scnleBca appellada, sendo voto vencido o Sr de-
sembargador Reis e Silva.
Juizo especial do commercio: appellantes ar-
restados a viuva e herderos de Diogo Jos da C is-
la, a ppellado arrestante Antonio Dusrte Carneiro
Vianna ; jurzes os Srs. Silva Gulmaraes, Reis e
Silva, Miranda Leal e S Leitao. F .i confirmada
a s nteora appellada.
Juizo especial do commercio : appellante autor
Antonio de Azevedo Noves, appellado reo Bento
Jos de Macado Pocas; jnizes os Srs. Reis e Silva,
Accioli, Miranda Leal e S Leitao. Foi confirmada
e senlenc appellaada, sendo o Sr. Miranda Leal
voto vencedor por difireme fundamento.
Juizu municipal e do commercio de Macei:
embargante executado Joaquim de Azevedo Maia.
embargado exeipiente los Antonio de Almeida
Gniraarles; jnizes os Srs. Accioli, Silva Unima-
res, Miranda Leal e S Leitao. Foram julgado<
uo provados os embargos mfriogenles do julgado
d'este tribunal.
Juizo especial do commercio : appellante autor
Joaquim da Silva Costa, appellado reo Joao Rodri-
gue) Cordeiro; jnizes os Srs. AbcMi, Reis e Silva,
Miranda Leal e S Loito. Ordinou-se urna dili-
gencia com o voto do Exm. Sr. presidente, sendo
votos vencidos os Sr?. Reis e Silva e S Leitao.
Appellantes Jos Joaquim do Castro Moura e ou-
tro, appellado Galdino Francisco de Macedo; ap-
pellanle Maternus Lenz, appellado Antonio Gomes
Netto; appellante e administrador da massa fallida
de Antonio Pedro de Mello, appellado Flix Sau-
vage; appellante Antonio Francisco do Oliveira,
appelladosTasso Irmos; appellante Joaquim-Fran-
cisco do Espirito Santo, appellante Silvano Blum.
Adiados pedido dos Srs. deputados.
PA88AGKNS.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes jurou
suspeicao e passou ao Sr. desembargador Rer e
Silva : appellante Salvador de Siqueira Cavalcan-
le, appellado L -opoldo Ferreira Martms Ribeiro.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr.
desembargador Accioli : appellantes Jos Alves
li.rlnsa e nutro, appellado Amonio de Souza
Braz.
AGCRAVOS.
Juizo especial do commercio: aggravaote Ma-
inel Jos da Costa, aggiavado Manoel Pereira
Magalhies,
O Exm. Sr. presidente jurou suspeicao e foi o
feito apresentado ao Sr. desembargador Silva Gui-
maraes.
Juizo espcial do commercio : aggravantes Jos
Victorino de Resende A C, aggravados os admi-
nistradores da massa fallida de Antonio Mara
O'connel Jersey.
O Exm. Sr. presidente negon provimenlo.
Encerrou-sa a sessao a urna hora e meia da
tarde.
PUBLICACOES A PEDIDO.
.\e ;ocos do Asylo de Headici-
dade.
Santa Casa de Misericordia do Recife, 20 de se-
tembro de 1870. N. 30i4. Illm. e Exm. Sr.
O ex-director do Asylo Mello Rogo, enviou-me
com dala de 23 de juiho prximo passado, o alu-
cio que por copia acorapaohou o que V. Exc. re-
meto seh n. C917 e eora a data de 32 encaminbou
ao Dr. Oliveira Fonceca o relatrio, que depois Lz
publicar no Diario de Pe nambuco de 1 do cor-
rente h. 197.
laclino-me a pensar que ambas estas datas de
22 e 23 de juiho ultimo, sao suppostas, porque o
offlcio de 23, que de materia urgente, nao teria
sido entregue ao Dr. Antonio Maria de F.iria He-
ves no da 3 lie agosto, como eu declarei a V.
Exc em dito mou ofBcio u. 2947, e uetn o relato-
rio de 22 teria sidj someato entregue ao Dr. Fon-
ceca odia 6 do referido mez de agosto, como
constado offlcio incluso por copia n. 1.
Sapponho com todo o fundamento que uo s o
oh'eio de 23 como o relatot-io de 22 foram ridigi-
dus depois que ao da 27 de juiho eu U\ ao Asy-
lo, visita, de que foi iuteirado o ex director Mello
Reg, a qnem baviam de ler dito o que a enfer-
meira de Asylo, Joaquina Umbelina e o horteiau
Jos daosta Guimaraes me cimmunicaram por
occaeio dessa visita, e eu Uve a uuora de partici
par a V. Exc. em o meu offlcio n. 2936.
Saja uorm orno fer, o ex director Mello Reg
no meaoionado olcio de 23 e relalorio do 22 de
jullto apona cenas dnspezas, que diz fazia com o
ordenado do hortelo,que conserva va na fofha, de-
pois que es-e empregado nao exista mais no
Asylo.
7. Exc elhor do que en eel no caso de ava-
i.r se regular o procedimeato, que leve o es-
direetr Mdlo Reg, segunda elle proprio allega,
sendo qne se a pequea Mara, filha da as^aia
Margarida precisa va de ser criada, devia ser enviada
adffiiflistracao da Santa (Jasa deUi sencordia pa-
ra dar-lhe destino, nao devondo as despezas com
essa enanca eerem ferias simuladamente cote a
verba destinada para pagamento do hortela
Tamoem nao podia -o ex-director Mello llego,
segundo pareee-me, contemplar a enfermeira Joa-
quina Umbelina como reeebendo 28 mensaes, ao.
passo que apenas Ihe dava l. Se Umbelina so
meraceu este ultimo salario, elle o que justa-
mente devia figurar na foUia respeeliva, e nao po-
da o indicado x-director tancar oao dos I3
restantes para salariar um criado, cajo nome
altas nao se declara e nem *rem inscripto as fe-
Ihas, ao panio qne nellas existem mencionados os
Domes de doas criados, veneendo 21* mensaes
cada um, como se v da ceid ao n. 2.
Deus guarde V. Bxc Hita, e Exm. Sr de-
sembargador Francisco de Assis Pereira Bocha,
vice-presidente da provincia. i provedor Ansel-
mo Francisco' Pereti,
N.l.
Asylo de Mendicidad* 2 de setembro de lt?0.
Iilm. e Exm. Sr.Era resposla ao offlcio datado
Je hontem, em que V. Exc. me perguata em qne
da me fui entregue o rtfleio que me dirigi o meu
antecessor, relatando o estado em que deixava a
cstabeleeimento, tenho a dizer que o mesmo uQQ
co ou relalorio me f i pesoalmente entregue por
mea antecessor no dia 6 de agosto Iludo ; romu
consta do offlcio, que dirig no dia 8 do dito mez
acensando a leitura daquelle mitr i.
Deus guarde V. Exc. Illm. e Exm. Sr. des-
e.Tibargador Anselmo Francise Peretti, provedor
da Sma Casa de Mi-ericordia.O director ii,>ivi.i
Jos Joatfuim de Oliveira Fonceca.
Conforme.
O escrivo.Pedro Ri/drifues de Souza.
'e Miseripordla do Rectte, jo de se-
Illm. a* Exm Sr.
rae o ex-direeator do
de Jt juiho
Mtaf asando ao seo successor Dr Cj^^H
Foooece, moeirei em o meu offlcio n. 29i8 nutrir
arguma duvida a respailo da realdade dessa data,
por nuanto, atienta a materia, o flm de semelhan-
te relatero parece quo sfora'feito em tal dau
nao tena sido enviado como toi, ao Dr. Fonceca
no"dia deagoatoullimo.como ponderei no ofllcio
anterior, isto 14 da tois da mencionad da-
la, mormeoto quaido o relalorio, qne sa alindo,
presu-me-sa e^cripto no mesmo Asylo.
Mas preeeindmV disto devo notar que nesse
relalorio diz o ix-direotor Mello Regu as seguintes
paiavrai :
< E' possivtl qut no atropello deminha mniem-
ca nao estando en presente as arruma^des com os
meus moris, fossem alguns da casa que estavam
ao meu vso. JVQo temi'anda tomado casa minha
e estando lodos os meas movis rccolkidos i urna
casa, na qual nao me acho de estada, nao posso
fcilmente nreriguir o que por ventura meperten-
cm, c sendo man fcil a conferencia feila neste
asylo, conforme j verbalmente expuz V. 5. aqui
virei fazer essa conferencia.'
Ignoro se o ex-director Mello Reg foi ao Asy-
lo fazer a conferencia a qne rt ferio-se as pala-
vras acinu copiada?, o qrre sei 6 qne so depois de
6 de agosto fu ijuu devoJveu ao estabelecimento os
movis constantes da reaco por copia n. 1, entre
osquaes uVuram um guarda oaaa e um guarda
roupa, que nao sao movis que se confundam com
facilidado.
Posteriormente, isto no dia o do corrente vol-
taram da rasa do ex-director Mello Reg, os ob-
jacios constantes da redaeco n. 2, entre os quaes
so veem una fructeira de vidro com fcuarnicao de
metal fa.lando a 3a orlem.
Deus guardo a V. ExcIllm. e Exm. Sr. des-
embargador Pranetaco de Assit Pereira Rocha,
mo Francisco Peretti.
N.l.
Noto dos objectos que voltaram da casa do Sr. di-
rtetor e dos que foram :
Viram :
Um guardt Iones envidrando (de amarello).
I" .ii guarda roupa de amarello.
D tus lavatorios de ferro, estragados.
Um dito de madeira com tanipi de pedra mar-
more. -
Urna tina para compras.
Ditas camas de ferro.
Tres tapetes usados qne deixaram de ser inven-
lanados.
Urna banqninha de amarello j nada.
Seguiram :
Urna banca de amarello com (res gavetas.
Urna armario de amarello envidracado e enver-
nisado de novo.
Um tpale de soph.
Dous ditos pequeos.
Asylo 13 de agosto de 1870.
0 mordomo, Clemente Jos Ferreira da Costa
Jnior.
O guarda, Frederico Velloso Koof.
Conforme.
Pedro Rodrigues de Souza.
N. 2.
Relacao dos objecloe que vieram di casa do Sr.
ex director, no dia 5 ao corrente
Urna prateleira pequea de madeira para canto
de parede.
Urna fructeira de vidro com guarnico de metal,
faltando a terceira ordem.
Duas b.mdeijas.
Dons pannos da Costa, para cobrir mesa.
Um crochet para cobrir encost de cadeira.
Tres copos finos parn agaa.
Cinco calics fino- para vinho.
Urna assadeira de porcella.
Um relegio americano, de parede, cora desper-
tador.
Voltaram para a casa do ex-director na mesraa
data os seguintes objectos :
Ura relogio americano de parede.
Um bde.
Asylo de Mendieilade, 9 de setembro de 1870
O mordomo, Clemente Jos Ferreira da Costa
Juuior.
O porterro,
Conforme.
Joao Manoel da Costa Figueira.
Frederico Velloso Koop.
*J escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Ctsa de Misericordia do Recite. 80 de se
tembro de 1870..N. 3046 Illm. a Exm. Sr.
Puhlicou o ex-director do Asylo de Mendieidado,
Mello Rogo, o relalorio que dirigi ao seu succes-
sor, Dr. Oliveira Fonceca, como V. Exc. poder
ver do Oifliro de I do corrente n. 197, segunda
pagina, segunda e terceira columnas.
Quai no linal desse relalorio V. Exc. poder ler
as soguintes palavras:
Eu presumo que durante a minha administra-
cao as despezas foram matares do que deviam ser,
por causa de minha numerosa familia, composta,
cmo de 21 pessoas.
.4 alimentaran regular de to numerosa fa-
milia acarretana, sem duvida, maior despez
rasa, E era esta a principal razao que me creou
o proposito de nao permanecer por muito tempo
n'rste Asylo, eu nao quera em meu proveito, im-
par onus ao seu patrimonio.
Mais iibaixo MU o ex director na aeertada es
colha do Dr. Fonceca, o qual, segundo elle reco-
nhece, alm de todos os outros requisitos, para bem
servir o cargo de director, tinha a condicao econ-
mica de ser slteiro e de entrar para o Asvlo sem
familia.
A tunta aeceila a confisso, que em seu relato-
rio fez u ex director Melio Reg, e que consta das
palavras que foram ;-.cima reprodozidas.
S faltn ao mesmo ex-director apontar as dis-
posicoes legaes, |ae Ihe permiHiam custa do
Asylo sustentar a sua numerosa familia ; o que
jamis poder fazer, e por isso nao conteraplou
as conus, que apresentou secietaria da Santa
Casa, as despezas feitts com esta sustentacao, mas
eneapotou-as com as do estabelecimento, dando
isto lugar para que com todo o fundamento se in-
fira, que nao s o dispendio com o sustento de sua
familia, mas outros muitos gastos erara realisados
com os diuheiros recebidos para o custeo do Asylo.
Sobre as palavras do ex-director Mello Reg,
quo refer-me, escasado mais largo omnenlo.
Quanto escriptaracao d > Asylo, se o ex-direc-
Mello flego, como diz em seu indicado retal rio,
estudou e concebeu o naelhor systema para adop-
lar-se, elle tambera declara que nao Ibe foi possi-
vel execatalo, e asira confirma o que eu disse
nn men offlcio n. 293S.
Deus guarde V. Bxc Illm. e Exm. Sr. de-
sembargador Francisco de Assis Pereira Roeha,.
vice-presidente da provincia.
O provedor,
Anselmo Francisco Peretti.
da imppr sua rootade a junta da Santa Casa ; mas
que. a independencia desta o tom muita vezas fei-
to recuar e assignar-se vencido,
ns o Sr. Correia da Brito velo pr-sa do men
' Ibe agradec, e fez o Sr. provedor ca-
lic.
Para ter ta sabido conceito a independencia da
unta dt Sania ,Cisa, bastava conhecer a maior
parte dorWttcteres que a aompfle, e por-iatj fa-i A'nna fez, no Ha tdo correte mez, na Bslrtfa
novo o protesto que ja flz quanto a Mminoacao do
Sr. provedor.
Recite 10 de outubro de 1870.
/. P. Brreto de Millo flego
(14 offlcio.)
O Exm. Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, inganoo-se em sua asseveracio de qne eu
pretendo qne o mordomo preste llanca perante o
director do Asylo, e nao na Sania Casa.
Eu o que disse foi que a flanea do mordomo era
garanta ao director, que quem recebe oinhairos
na Santa Casa.
Mas que a flanea fosse prestada perante o di-
rector, nao d ss9 tal, e o ficto de mandar que essa
fianca fosse dada a Santa Casa urna prova do
mea pensar em contrario. O mordomo que em
ob sua responsabilidade e recibo os obje;tos do
Asylo, e que nao empregado particular do direc-
tor, nao poda em caso algum prestar fianca pe-
rante esle.
Sobre e te assumplo nao carece dizer mais.
Reelle-11 de onltrbro de 1870.-
- J. P. Brrelo de Mello Reg.
O Sr. desembargador Peretti voltou carga so-
bre os negocio do Asylo de M ndicidade, daado
nova serie de odelos presidencia, qae hoje co-
meos a ser publicada.
Nao a deixarei passsr desaperceblda, hei de lo-
ma-la na devida considerarlo, porque desejo ver
os negocios de qae se traa bem eminoctosamsote
diseutidos. D este proposito nao cedo, e j o tenho
terminantemente manifestado aquelles que me
teem fallado para por termo discusso.
Eu quero que no fim de contas, fljue tudo cla-
ro e patente, nao quero trevas era mysterioi.
Nao importa que d'essa disenssao Hqoe a male-
dicencia e aos meus desaffectos pretextos; nao re-
receio que urna s das aleivosias e argniodes qae
se me ficara deixe de ter explioaco satisfaatoria,
e espero conseguir que, d'aqui por diante, o ca-
rcter do Sr. provedor seja apreciado conforme ,
e nao pelo que pareee.
Ja urna ve: disse qae, estando bem com a mi-
nha consceneia, me era indifrerente estar mal
com o mundo inteiro, e hoje o repito ; nao se me
d da maledicencia, nem da perversidade com
que se me qner collooar em m oosicao.
Eu hei de acompanhar o Sr. provedor par paco ;
e a sea lempo porei ludo a lirapo. Por eraquanto
trato de justi(icar-me no terreno das arguicSes.
Mas estando anda atarefado com a priineira
serie dos offleios do Sr. provedor, nao quero con-
fundir os factos, tomando Ihe logo o encontr
nesta segunda serie.
Ella lera a saa vez.
Alm de que, dos tres offleios de hoje, nao vejo
materia nova ; elles reproduzem por forma di-
versa, arguicSes j refutadas, servindo-se apenas
de comparares que s pdem ter nrn effeito ap-
parenle.
Algumas insinuacoes que adiantara, nao perdem
pela demora da contestaco.
Entretanto eu pedlrei ao Sr. provedor que nao
descanse, tire mais abjura tempo aos autos e s
oraedas, para dar urna terceira serie de offleios.
Aproveite as vaotagens que ora tem para satisfi-
zer o sea intento e fartar o seu despeito
Emquanto a presidencia recebar os offleios, e o
patrimonio da Santa Casa, ou o boleo particular
dos mordomos carregar com a despeja da publica-
cao d'ellos, nao d para traz. Asslm pode ir raui-
to longe, e se perder o aeu tempo nao gastar
o seu dinheiro.
Recife, lo de outubro de 1870.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
Ainda o Dr. Aquino Fonceca.
IV.
Nao somente as obras de medicina, que fo-
ram f itadas em um dos artigos publicados no Dia-
rio de Pernambuoo, que se encontr o nome do
Dr. Aquino Fonceca. Nae LicSes de clnica me-
dica do professor Jacond, pag. 796 da 2' edico
publicada em 1859, se l o segante :
< Entre as phlegmasias superficiaes, as mais
< frequentes sao os furnculos e aotrazes, cujas
a relacoes com o-diabetes, br.m conhecidas desde
muito no Brasil, ttm sido bem estudadas por
Aquino Fonceca, Jordao e Marcbal (de Calvi). >
Ja nao sao agradecimentos da Academia Impe-
rial de Medicina de Pariz, nem citacoes do nome e
trabadlos do Dr. Aquino Fonceca, em discussoes
n'essa respeitavel acadomia, e em divers is obras
muito importantes : a citacao do nome de um
medico por um professor da faculdade Pariz, em
lieoes dadas aos seos discpulos no hospital da ca-
ndado d'aquella capital.
Mas, que vale tudo isto? Nada, na opinio d'a-
quelles que nada tem produzid j, em beneficio da
scienca.
Oblivemos de um dos amigos do Dr. Aquino
Fonceca a carta que em 23 de fevereiro de 1866,
este dirigi o conservador da bibliottieca de Santa
Jenoveva de Pariz, o bem coohecido de todo o
mundo e al do Brasil, Fernando Deniz, e a tradu-
zimos, como vai mais abaixo :
< Biblioibeca de Santa Jenoveva. Pars 23 de
fevereiro de 1866.-Sr. Dr.Ea ra'exprobo des-
de algumas semanas por nao ter ainda respon-
dido a cartacheia de inlere.sse que livestes a bon-
< dade de escrever-me respeko das epidemias
de febre amarella, que lera feito tantas victimas
no Brasil, carta que "se baseia sobre urna das
< notas addicionadas por mim a edlcao Viagem
< do padre Joes d'Evrenx, por mim publicada em
1864. E-nie impossivel dizer-vos hoje qual i
< o eogeaheiro brasileiro, cuja opinio guiou-me
n'essa occaso, e que entretanto reproduz com
< um prudente sentimento de duvida, que n'essas
especies de materias deve ter todo aquello que
nao pertooce a scienca. Vossa carta e vossas sa-
< bias momeras lancaram para mim urna grande
< luz sobre a qaesto; e se ea tiver de reimprimir
< aprecio.'a viagem do companheiro de Claudio de
< Abbeville, dar-me-nei por feliz rectificando coo-
< venientemente a nota que me (Uestes a honra de
citar. KeceDe, pois, meus agradecimentos Sr.
Dr., por vossa carta, e pelos interessantes es-
te criptos que a acompanbaram. Ha n'esto mo-
a ment em Marselha um sabio medico francex de
9>t. SoaftBrandio sabe ser sotiraocelro isla-
muras dessas meiguices faceciosas, e sua sen ten-
ca ba de ser a expressao do direito e da jostica,
como promettemos mostrada ao publico.
Recife. 17 de outubro de 1870.
Srs. redactores da Revista Diaria,A pro po i lo
dos ferimentos que Manoel Jacintbo de Santa
N..2.
Certifico que as com m apresenpula* pelo px-
.: rcctur do Ai-yto Joaquim Pe.ln AM*'
R gi ligurain n >s mez.-s e n ^SOm
los, v ncendo 5 o >alar.. de 2ii eaaa^Mlf!
'e. 154, no de uiaiu 4, vcocundo dou
duus I5| e Oos de junho e juiho dotis, vene.
cada um 244 mensaes.
Secreuria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 20 de setembro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
\egoe<>*- do Aylo de Ueodlel-
dade
(13' offlcio.)
O Exm. Sr. provedor da Santo Casa de Miseri-
cordia, nao sei coa que fim, pretenden armar-me
urna intriga com as Srs mordomos, diaeado qne os
arg de subservieaeia a S. Bxc.
-Contesto igto, por que en ura s dos meas arti-
gos nao disse eousa que podesse prestar-se a nata
inierpetracao i|ue S. Exc. quer dar as rainhas pa-
lavras.
Nao importa que o %r. provedor, para esta ia>
triga, ae ampare na segante moco 4o Sr. Corroa
de Brito.
Qae grasiando feralmente a idea de qne o
Exm. Sr. provedor irnpde a sua voota.de aos sen*
collegas, de forma que a junta elle ; e nao aendo
'i0 axac*> 91rof "* delicadeza com que o mesmo
Exm. Sr. traes aos membros da junta, e gracas a
independencia com que astee se pronunciara em
inalquer oeeasio, o que leva multas vezee o moa-
ni -Exm. Sr. a molftaar a sua opinio no mentido
oestes, ou no caso contraro a mandar declarar o
sea voto veoeJdo ; se faca bem saliente esta, alr-
cumstancia nos offleios que se dirigirem a arasi-
it'ncia.
O Sr. Corris de Brlto, apeur das grasas do
siy o pesado da saa inotto, e tambeut do tal
smiido oestesem qoe sao posso mellar a dente*
ler qne partisse de mina toju*
luja de attriwltr-ae a juula da Santo Cata, lubaer-
iie-ic'a ao 8r. pfoedor.
A<. contraro o Sr. Owreia da Brto referio-aaa
.'..me grassa (i nodo da oUmHi
i a mim. Se a dem grasa giratmaBat faei
respon*avel |tpr isto ? E? que o frlpr^
n u r..mprebenden a forra do asitnanm
':.,' quiz hi9T o Sr. Correia de Brito anor ilto
acobertou-se com a sua mocio. ^^
O Sr. Cif rea de Brito as vezes autcaav 4 < til
ta o foi, arrastando, cora bem TTti- a Oii miin i la nm
dor a levar ao cenhecimaoto da presidencia m
marinha, qae me parece pariilhar vossas opi-
< nioes medicas; e minha inlencao de dar co
nhecimento de vossa carta ao Dr. Berlbulus, em
a sua prxima viagem a Priz, e dos escriptis es-
peciaes que a acompanbaram. Elle saber, pen-
< so, aprjveiiar-se d esses ercriptos em proveito
< da scienca, o por consequencia da humanidade.
Permitit me agora de agradecer-vos a bene-
< nevla approvagao que tvestos a bondade de
< manifestar proposito da publicacao da Viagem
do padre Jos dEvrenx. Se tenho um profun-
do petar, de nao poder fazer presento voseo
bello palz de maior numero d'essas antigs e
encantadoras relacoes. Eu tinha pensado parti-
cularmente na de Leguen, da qual a bibliotheca
do museo de Historia Natural posse nm exenv
Piar, e aem duvida alguna esee. enrioso escrp-
to, que diz particular men te respe i to Pernain-
Jauce, torta sido publicado com muitos outros, se
noaao infeliz editar, o jo en e intelligente lia-
raid, nao tivesae sido Uto inesperadamente
r>ubado suas otis eccopacSes; e temo que
por muito tempo se nao possa continuar o'essas
publcacoes, mesaw m Pariz.
Recabei, Sr. Dr., a exoresso de meas mais
diatioclos entiraentoe.
Fernando Deniz.
Nova, na pesio* de Jos Francisco d Silva, al-
guem desse Iofar, sem duvida de m vontade
polica actual, especialmente quando o Sr. major
Belarmlno do Reg Barros esta em exercieio, tora
procurado tazar erer, j nesta Revista, e j pelo
Liberal, ser o mesmo Sr. major Belarmino protec-
tor de Manoel Jacintbo, resaltando disso passeiar
elle (desassombradamente pelo distrcto da culpa
aera receio ponic 10 devida, o que inexacto.
O Sr. m ijor Belarmino nio esta va (como nao
est) no exercieio da subdelegada, quando se de-
rara os ferimentos de que se trata ; e podemos afflr-
raar qae nenhum compromisso existe, que traga
preso o Sr. major Belarmino a Manoel Jaciotho,
petos raros da gratido.
Quera pois, Manoel Jacintho? Um homem
pobre, sem influencia, sem prestigio ; artista In-
telligente, e como poltico dedicado aos principios
conservadores.
Os servicos que porventura possa como tal ha-
ver prestado, os ba feito ao partido, e nao ao Sr.
major Belarmino ; e ainda mesmo quando algum
neste sentido Ihe honvesse sido particularmente
feito, a sua probidade e as maneeiras dignas com
as quaes, como autoridade, se tem conduzido, re-
pelle qualquer suspeita de patronato, e proteceo
decidida quem qur que se desvie do eumpri-
meato de sous deveres como cidado, como poli-
tico e como humano.
Descanse qnem se tem ocenpado pela imprensa
com essa triste oeeurrencia ; se as pessoas que
indica nommalmeute em sen cscripto publicado
na Revista do Diario de hoje, jurarem, no pro-
cesso que se vai instaurar, a verdade do qae Ti-
ran a preseneiaram, como se diz, Manoel Jacinthe
nao fugir pronuncia, esmo tem fgido prsao
pela insciencia do logar onde se acha ; sendo qae
aquelles que afflrmam errar esse criminoso por
este distrcto, fariam grande servico soeiedade e
favor polica, se mdicassem o lugar certo onde
elle existe.
Magdalena, 7 de outubro de 1870.
M.J.
A escola de agricultura de Orlg-
on e o pretendido Dr. Lou-
reneo de S e Albuquerque.
Ha em Franca tres escolas de agricultura, esta
belecidas em Gngnon, Grand Jouan e Saulsaie.
Essas escolas tem por fim preparar agricultores,
cultivadores e ajudantes roraes.
No fim de tres annas de estados n'essas esco-
las, os discpulos reeonhecidos capazes e merito-
rios por um jury de exame, reeebem apenas ura
certificado de capacidade.
N'ellas se nao d grao algum acadmico, e at
hoje a nao eooferio o grao de bachare ou doutor
em agricultura, nem mesmo as universidades da
Alemanha, que rendem deplotnas.
O Sr. Lourenco de S e Albuquerque, filho do
fallecido tenente-ceronel Joe de S e Albnquer-
?|ue, foi, segundo dizem, discpulo da escola de
Irignon, como o tem sido ontros brasileiros, e nao
sabemos se passoo pela prova final e teve certifi-
cado de capacidade : entretanto, do-lhe particu-
lar e publicamente o titulo de dottlor e elle rece -
be-o como se Ihe fosse devido, persuadido talvez
que sao os enfeites da moeda que lite do o va-
lor. >
Fifa esse pretendido doutor que os Drs. Sonto
e Sodr, da Babia, escreveram, e eile qne tem
ocenpado e vai ocenpando as columnas do Diario
de Pemambtico, s Ihe fallando ornar sua assig
natura com e titulo qae tao generosamente Ihe
do, talvez porque sabe quo existe no oodtgc cri-
minal o art. 301.
Piquoin, pois, sabendo todos que o Sr. Louren-
co de S e Albuquerque apenas doutor pour
rire.
Henriette Corn.
N. 378.SALSA-PARHILHA DE BRYSTOL. -
Por certo espaco de lempo brilbaram sombra de
desesperados e mendazes embustes, numerosas
salsa-parrilhas de urna fraudulenta natureza, po
rm a sua existencia fiodou logo que se apresen
too no mundo este grande especifico. Pelo espaco
de trinta e cinco annos consecutivos tem marcha-
do sobre os restos mu fraga dos dos competidores
embusteros, coja existencia tem sido concorde
com os seus inomparaves triumpbos. Tem se
guido os rastos da molestia d'onde quer e emqual
quer forma que se achasse, e sua carreira tm si-
do marcada cora as curas as mais adoairaveis, que
tanto lustre e fama tem dado arte de curar. As
escrophulas, as affeccoes do ligado, as febres inter-
mitientes o remiltentes, dyspepsia, a neuralgia, e
todas as enfermidades ulcerosas e cancerosas, ce-
dem ante sus maravilhosas propnedades, com a
mesma certeza ura que o effeito segu a causa.
Acha -se a venda era todos os principaes estabele
smenlos de dragas.
N. 379.-TRANSFORMA 0 SYSTEMA. Urna
das maiores maravilbas da scienca medica a ra-
pidez com que a salsa-parrilha de Brystol, restitue
as forcas perdidas aos doente<. S a experiencia
pode permiltir aos enfermos o realisarera os seus
effeitos nos casos de debilidade geral. Pouco im-
porto o estado de prostracao physica que o doen-
to se veja reduzido, pois a salsa-parrilha de Brys-
tol, Ihe tornar a restituir. Alguns mdicos teem
suggerido a injeccao do sangue puro as veas dos
enfermos, porem esle poderoso restaurativo con-
verte cala orna gota de sangue no corpo do doen-
te em um tnico efflcaz, capaz de prestar novas
forcas aos msculos, aos ervos, ao estomago e a
todo o raachinismo animal. Que neahoma pessoa
por mais fraca e dbil que-seja perca a esperanea
de vi ver at urna idade mu avancada, por qne nes-
ta preparaco existe um principio vital, que resta-
belece as forcas dos lois debis, como pir encan-
to. Vende-se por toda a parte do mundo civili-
sado, as prjncipaes boticas e lojas de drogas.
Meteoro o phanolo;rico.
Move-se pelo cariorio do Sr. Facundo um In-
ventario em que um dos herdeiroa impugnou di-
Vll"s P*ssivas superiores a um eonio de res.
O gao Sr. jaiz, de eonforuiidade com o pare-
cer do Dr. curador geral, maadou que se proee-
dewem as parttlbas, ficando aalvo aos credores
fazerem valer os seas direito* polos meios ordina-
rios ; mas os Srs. partidores, enlendeudo qne, o
Sr. juiz e o Dr. curador nao aadaram aeertada-
mente, attedderam a todas esaas dividas impug-
nadas, e, usando da saa suprema autoridad* do
sie culo sic jabeo, adjodiearam ao seo dilecto e
mimoso toreao iaeemiariatie-o bens do paga
mani de toda* aa Mas.
O herdeiro novameoto raelamou ao Sr. Juiz
ggj art,,,rrd> dos partidorea e pedio que
,me.m **P*n4aa oafeaaa dastioados para d'icao
"**mtum dak tfatf. Hodas, afira de ser,,,
" T^av81 bMt*lwfc*. nuno pra que-a U-
zeodaBiaaajadatraudaa, carao tudo est detor -
minada pala lifj ill.ii gda par Per. de Carv. n
"; eauataana a mnaurants alardea
dw> par tuna ba de ser como
Juaaai aUmtadaa
Cw effeito, easa Sr. inveoUriante tem mais eu
ERRATA.
No Diario de 8 do corrente mez, no artigo as-
signado pelo f iervador,bonitense, rectifique se
as palavras infra notadas :
Na linha 39, em lagar de atacare, diga se aca-
ta-se.
dem 42, em vez de tornem-se, digam-se tor-
nam-se.
dem SO, em lugar d'afrontar ao inimgo, dga-
se, afrontar ao amigo.
dem 78, em lugar de s podara, diga se s
pode.
dem 92, em vez de, que perdemos diga-se,
que perdermos.
dem 91, em vez, de que invinharemos, diga-se
inviaremos.
dem 101, em logar de, eslao deelarando-se, di-
ga-se, es tao delacerando-te.
COMMERCIO.
ENGLISH BANK
Jf Rio de /aneiro Limiteo
DescoaU lettraa da praca i taia a cod-
encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente hu
(raso flxo.
Saca vista ou a praso sobre as cidadei
(>rlneipaes da Europa, tea correspondente
ia Bail, Baenos-Ayres, Montevideo, New
) New-Orleans, e emitte cartas de credi<
apar os meamos lagares.
HUA 00 COMMERCIO N. 36-
CEBEDOBIA DE RENDAS IHBPUU* 8-
RAB8DE PeRHAMBOCO. ,__-._-_
landimento do dia 1 a 11. *R5SK
damdodial....... 3:07SJJIW

OOSSDLADO PBOVIIICAL
Seoenlo do Ha 1
dem do dia 18.
a 14.
18:i85i00
480*33
18:M5*434
PRAGA DO REQFE
m 15 de ouruano de 1870, as 3 nonas na Taaavn
REVISTA KM.%r4l>.
Cambios.Saecon-se sobre Londres a 21 1/1
iransacdes bancaria e a 21 3/4 particulares, tem
tendencias a subir; sendo o valor dos tagnes
effectuadns para Liverpool de pouco valor.
Algooao. Vendeu-se o de Pernambuco da
9800 a lo* a arroba ou os 15 kilograaaaaa.
Couros.Os seceos e salgados veadenaa-a* dt
200 a 220 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India vendea-se a 3 JOS*
a arroba.
AzEiTK-BoccO de Lisboa venden-ae a 31300
o galo.
Bacalho.Retalhou-se a 18* por barrica.
Batatas.Vendeu-se a 41 a arroba.
Bolachinuas.dem a 51 a barrquinba.
Cara.dem de 5*500 a 61200 a arroba.
Cha.dem de 2*200 a 2*900 a libra.
Cbrvkjadem de 5*600 a 9*000 a daa da
botijas.
Loica Vendeu-se aingleza ordinaria a 320
rs. por cento de premio sobre a factura.
Hantbiqa.A ingleza vendeu-se a 1*100 a
libra, e a franceza ? 1*.
Massas.Venderam-se a 8* a caixa.
Oi.no de lixhaqa.dem a 2*200 o galn.
Passas.dem a 12* a caixa.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Queuos.Os flamengos venderam-se a 2*700
eada um.
Sabao. Vendeu-se a 170 rs. a libra do inplez.
Todcinho.Vendeu-se o de Lisboa a 16*008 e
o do Rio-Grande do Sul de 8*800 a 91 a Vinagre.O de Portugal vendeu-se da 145# a
150* a pipa.
Vnmos__Os de Portugal venderam-se de 220*
a 260* e os de outros paizes de 1901 a 210* por
Velas.As de coraposicao venderam-se a 5dU
o pacote de 6 velas.
Descontos.Regulou de 10 a 11 /, ai anno.
Fretes.Do algodao, carregaudo era nisso
porto 3/8 d. por libra sem capa, corregtndo no
Rio-Grande do Norte 1/2 d. por libra 5
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios sal id >s no dia 15 de outubro.
MaranhaoBarca portugueza Formosa, eapiao
Antonio Monteiro de Almeida, carga parto da
que trouxe do Rio de Janeiro.
Rio Grande do NorteEscuna hollandezi Marta-
reta Arendina, capillo H. H. Yonge, em lostro.
Penedo e portos intermedios Vapor brasileire
Giqui, commandante Macedo, carga varios g-
neros.
Granja e perras ioiermediosVapor brasileiro
Ipojuca, commandante Moura, carga difiranle*
gneros.
JVac/o entrado no da 16.
As17 das, hiate brasileiro Emilia de 186 to-
neladas, capito Manoel da Silva Lourciro, equi-
pa gm 8, cirga sal e outros generas ; S Lei-
tao A lrmao.
rVatio sabido no mesmo dia.
Rio Grande do Sul Patacho brasileiro S. Bartko-
lomeu, capitao Jis Goncalves Pedro, carga aa-
secar.
EDITAES.
A.I.FAN0K6A.
\aadmeniodo Ha la 14. .
*m do dia 15. .
JKMMENTO fJA ALFANDEGA
356fS9lt6
1:742184S
376:702*074
m*il
noacio de tor 8. Exc, como ^"T^^lc^q-oT^^^^^Kento oSe^
'olamos entrados cm 'azeudas
dem dro i;nrn generor
'oumeesamos oom latondas
dem dem com gneros
B
191
140
-------331
Detcarregnm hoje 17 do corrmt,
Barea ing!eia-& Quem-ferro ^^
Barca ingleza-Patrit-diversos' gneros
Bngue oglez-^.in-bae.lho '
Lugar fpglmAiaoiyiarartaha de tngo
Lugar inglezFerndem.
Paceo pomwi-Princinio-ivm, tmm.
Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. director interioo, e para
cumprimento do aviso imperial de 3 de setembro
ultimo se faz publico o programma que deve ser
observado nos exames de preparatorios a qoe
se tem de proceder n'esta facnldade no fim do
correte anno e no principio do prximo viadouro.
Secretaria da freuldade de direito do Recife 14
de outubro de 1870.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Seecao 3.' Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 2 de setembro de 1870.
Illm. e Rvm. Sr.- Devolvo a V. P. o programma,
para os exames de preparatorios, que V. P. sujei-
tou approvaco do governo, e que ser publica-
do na forma do art. 6o das instrucedes de 30 de
outubro do anno passado. Convera que a diacri-
minacao das poutos, para a prova escripia da*
scieneias, se faga por niein de sorte no dia em qoe
comecarem os exames, ficando os raesmos pontos
inutilisados para a prova nral, nos termos do art.
22 das sobreditas instrucedes.
Deus guarde a V. P. Paulino Jos Soares de
Souza.Sr. inspector geral interino da insirncca
publica do municipio da corte.
PROGRAMMA PARA 05 EXAMES DE PREPA-
RATORIOS.
LATIM.
Prova escripta.Versao para latim dos Tre-
chos Classicos.> Edico de Nicolao A. Alves,
1870.
Prava eral.Leitura, traducrao e analyse lgica
e grammatieal, e medicao de versos latinos. I.i-
vros: Horacio, {Odes, | Virgilio, Eneida, Cicero,
Oracoes: Tito Livio. Res memorabilee.
PORTUGUEZ.
Prova escripta.Composicao sobre themas for-
mulados pela mesa de exame.
Prova oral.Leitura, analyse legica, etymoiogi-
ca, e grammatieal dos ^Trechos Classicos. Edi-
co de Nicolao A. Alves, 1870.
PRANCEZ.
Prova escripia.Versao para francez dos Tre-
chos Classicos. Edico de Nicolao A. Alves.
1870.
Prova oral.Leitura, tradnrcao e analyse l-
gica e grammatieal. Livros: Chateaubriand, Mar-
tyres e Genio do Cbristianismo. RegnierTheatro
Classioo.
INGLEZ.
Prova escripia.Versao para inglez dos Tre-
chos Classicos. Edico de Nicolao A. Alves
1870.
Prova oral.Leitura, traduccao e analyse lgica
e grammatieal. Livros : Resumo da Historia da
Inglaterra por Joao Lingard. Macaulay Eneaioa
crticos e historeos.
ARITHMETICA.
1. Numeraeao decimal.
2. MuliiplicacSo dos nmeros inteiros.
3. Divisio dos nmeros inteiros.
4. Rodoccao das fraccSes ao mesmo danoani-
nador.
5. Redcelo das fraeedea axpresaio sais
simples.
6. Operaedes sobre as fraecSes ordinarias.
7. Operares sobre as fraecoes deetmaea
8. Systema nvetrieo.
9. Qperaodes sobre os numeras complexos.
10. Divisibilidade dos numeras.
11. Dizimas peridicas.
11 Quadrado e raz quadrada.
13. Cubo e raiz cubica.
14. ProporaSes por dilfcrenca e por qnoeiaan.
15. Regra de tres simple* e imposta
16. Regra dejaros e de descont.
17. Regra de oorapanhii.
18. Progres-9es por dlfferenga.
18. PrugPssSes por quoeietue.
20. Tbeori elementar d.s logarithmos.
ALGEBRA.
I. Addieao e subtraccao algbrica.
1 Hnfriiilicacjio algebre .
3. Divisan algbrica.
4. OperaeSes sebre a* fraredes algbricas.
5. Mximo comum din.- r ainebrico.
6. Equaeo?s e problema- o grao, a nata
iac-ig i.,.
7. E.-jnaces e problemas J 1 grao, a loas m-
engntl.is
8. F.-rmnlas geraes p.-i-.. i.- l.ra.. ilesqiays-
tema uiwquer de eqaac >'<" I* grao.
9 S diico negativa? 'o' pr....it.inas. tbatnra
das i|n,n'i tul -s negativas.
10. Di-i'ii-.-ao das equanV.'. Jd ( ^.j^j,
II. DTiis-u do prohi' "rreio.-
It. Ana'ye iadein
GEOMET
1. Tliearia das parpen n.;. ij, a i4diaus
2. Tiieura das oaralle
.1. Tbeoria do triango*^.
. uos qo ..dniatero,, a saas variedadk*.
r. pnlygonos convexo.
, Da arcumfereocia e sus i
.'


T\l.
PT4tml>aotf ~ Segunda fyin 17 de Outu^ro de 1S70.

;
i

If
liaba ree
xxda __^^^H
n todo (x
ffsar 6 sompre potajMl taacrever e okcoaaor*.
ver um circulo. /
*r-Dos eirenlos seec-iatos des eireuto* ten-
gentes.
10. Liabas proporcionaes.
11. Seeaeaiaoca do* ti-iaoplos a des polygon*.
. 12. Prapriedade da p*p*a*euJ_ ab.aixada do
vrtice aagtilo recto de ate tribalo reetanga-
bre a hjpvwnusa. O quadrado de aaalaur
am mangato igaal somma M ooa-
m do* oa*s aow, m 4 reata o anI op-
to -o primeiro ; au obtuso a agdfc, ais
meaos o dabro da prodacto de tan desasa todos
* PWjecao do oam sobrt elle,
IJ. Dous parallelogrammos da mesraabase a da
a, Kara sio eqoiireleaies. Duu rntata-
jos qnaesquer sao proporcionaos aos producoslas
bases pelas atoras, rea. do rectanguto, do pa-
aJieiogrammo, d triaugulo e do trapezio rect-
leoul
rpaes.
Jft*_te da Earopa o?
^e cidades prin-
srsos
A* P.,i.
IlDU.
atarE!.i fl5*.00 ."111"- d0 cirenlo> do
..jL.iu .s"n/ttre M 'reai da 80us Po'vgooos
semethantes e do dous ciraalos de raios diftVrentes.
A rea de qualraia constru*) sobre a hvpotbe-
nusa igual sjmraa das reas dos qndrades
construidos sobre outroe dous lados.
m Liabas proporcionaos consideradas no cir-
culo.
ociwintal central.
opa occidental mondica
ropa oeridental.
da Asia 8pt_trteol e oriental.
g4aA,a}en
; Memila Asia oocidenui.
11 Mam da frica septentrionak
M. dem da Afrtoa oeeideatel.
Jdem da Afrio oaridoaal
25. dem da Atrio oriento!. *
26. dem da Afriaa teatral.
17. Malasia e Australb), folinesyia e trras Ad-
a rencas.
18. Sltoaeao, extensio, superficie e coagaracao
da America, .na divisao.
Aspecto geral, climas e prodoecbes.
Populfcao, rafas, lioguas, mugidas e gernas
a Aotarioa.
e i'onlauracaj
19. Brasii: situaco, limites, extensio, superl-
ce, conflguracao e divisao do Brasil.
Bailas, portes,
ladas doa aajygonos regu-
certeza, axio-
induccao, analoga
regras
17. AvaJhcaa des
lares
18 Daa reatas e dos planos perpendiculares e
obliquap antro si. ^
1. ngulo diedros e su* medie*.
*0- Das rectas e planos parallelo:.
pos aoajnls.polyedroe. ftp f\
m- Des potyedrns convexos.
i. SemelhaoQi dos polyedros.
- Dous paralleliplpados da mesma base e da
nesma altura sao equivalentes. Todo o parallfT-
ppe Jo oWiquo, pode ser transformado em om pa-
railelipipedo rectngulo. Todo o prisma ehhquo
e melada de um parallelipipedo da bate dupla e a
altura igual do prisma.
25. Dous parallelipipados rectaogalos da mesma
base sao proporcionaes s suas altaras. Daos pa-
raileltpipedos rectngulos da mesma altura sao
proporcmae* a* suas bases. Dous paraltelipipe-
aos rectngulas quaesquer sao proaorcioaaes aos
producios das tases polas alturas.
S6. Dous letraedros de basas igiue? eda mejma
altura sao equivalcBtes. Todo o letraedo a ter-
aparte de un prima triangular da mesma base
e da mesma altura.
27. Volaine do parallelipipedo, do prisma, do
cvn 'ro, da pyramide e do cone.
*& Suporllre lateral do prisma, do cylindro
recto, da pyramide regular e do cone recto.
t !?" ^oJ* sec5* 'eila na esphera om circulo.
Todo o plano perpendicular ao raio no extremo
tangente esjfiera.
30. rea e volunte da esphera.
PHILOSOPHU.
1. Objeelo, utilidade e diviso da philosophia,
soa utilidaJo i: rih'-a> coro as mais sciencia;.
2. Das faculdades da arma : seosibilidade, en-
tend men, voolade.
3. Di sen sentimentos, paixoes.
4- Das nussas ideas em geral; snas diversas es-
pecies.
5\ Da percepcao exterior, da attengao e compa-
8. Da abstracQo, formacao das ideas geraes.
7. Da memoria, assoclaeo das ideas, imagina-
8. D> juiue raciocinio.
9. Do3^signaos, e em particular dos vocabulos,
sua relacao com o pensamento.
10. Da actividade espontanea e rellexa, descrip-
gao dos actos da voolade.
II- D> methods : aualyse e synlh-ise.
12. Das propoiiQoes, suas especies, conversao e
opposicao.
13. 6,i deflaicao, divisao te classilicaco.
14. Do sensa ntimo : evidencia, certez
mas, e demoasiraeos.
15. Da observaco externa
e prnbabilidade.
16. Do testemnnho liumano: regras da critica
histrica.
17. Do syllogismo, snas especies, regras -e fi-
guras.
18. Da argamentacao, snas formas e regras.
1C. Dos sophismas e causas dos erros.
20. Da origera de nossas ideas; apreciacao da
opiniao dos autores.
21. Das ideas fundamenta*}} do entendiraento
humano ; sub-tancix causa, lempo, espado infini-
to, finito, unidade, corpo.
22. DaaaoBaraoo da liberdade : influencia tu
motivos sobre a vontade.
|3. Dj Eu, srfa unidado c identidade.
tualidade da alma.
2). Exposgi) e critica das hypotheses sobre a
una i da alma com o corpo.
23. Da iminortalidade da alma.
26. Oa idea de um ente
physica de sua existencia.
27. Prova physica da existencia de Deus.
28. Prova moral da existencia de Deas.
29. Do> allributos metaphysicos de Deas.
30. D is attribatos moracs de Deus.
31. Di pnvilenciaconsiderada relativamente
oxistencia d> mal.
32. D >s motivos dos actos humano?.
33 Criticadas principaes opiuioes dos philoso-
phos sobre a o>tureza dodever.
34. Demonslracao da lei natural; le positiva.
3o. Coasciencia moral, imputado.
36. D) mrito e demerito, pena e premio.
37. Moral religiosa; culto interno e externo.
38. Moral individual: dos deveres relativos ao
espirito.
39. Dos deveres relativos ao corpo e aos beas
extrnsecos.
40.'Moral social dos deveres
41. Nocoes do direito,
Hea.
42. Dos djveres geraes na socedade domestica
e civil.
GKOGRAPHIh
1. Gsographia : trra, sua figura, morinuratos,
superficie ; eixo, polos, equador, meridianos, pa-
ralelos, trpicos, circuios polares e zonas da trra.
Divisao da superficie do globo om trras e rguas.
Ilhas e continentes. Prmera divisao das trras.
Ocano e suas divisoes. Costa, grupo de ilhas,
archipelago.
2. II irisonte visual. Pontos cardeaes e collate-
raes. R'giao, psiz, afio, capital. Mares, cor-
rentes, campos, montanhas de gelo. Fundo-do
mar, sua elevado al a superficie exterior das
agua*.
3. Praias, ribas, dunas, pennsulas, isthraos e
cabos. Planicies, montes, serras, valles, grupos, e
aystem h de montanhas, volcos, neves perpetuas
e gelero<, massicoi etappes deserta, e oasis. La-
gos, lagas, patanos, rios, caoaes, bacas e ver-
tentes.
4. Limites, divisao, mares, fgolphos e estreites
da Europa. Ilhas, peninsulas, istbinos e cabos da
Borona.
5. Montanhas, wlcdes, massicos, valles plani-
cies, steppes e oesertos, da Europa. Vertentes,
linhas de -llvisio das aguas, lagos, rios e lagunas
da Europa.
6. Lmite?, divisao, mares, golphos, e estrenos
da A Asia.
caaos, eatasitoe, recites, libas,
moottnbas, cordilheiras, planieias, rerteates do
30. Linhas de dtriaa das aguas, lagos, rios. do
Brasil. Capitaes, cidades. villas principaes das
provincias do Brasil. Aspecte geral, lima, popa
laclo, prodncBes. riquezas nataraea, rdigiao e
goerno do BrasJr.
31. nepublica Oriental do Uruguay. Confode-
racio Argentina, RepoWica ao Paragaay. GMIa.
32. Bohvia Peni. Estados Unidos de Veoesaela,
Columbia e Equador. Palagonia.
32. Guyana*, AMIas. America cantral e Pa-
nam.
34. Mejitco. BstadoaJJaldo8.da Aaafca do or
te. Terra* areiicas oa-narejuezei. Groelaodi*.
38. Islandia e ilha de Joib.Mavaa. Nova Bre-
lanln.
Territorio da Alaska.
36. Astros e sua divisao
mete dius.
i'- Duarte
Rio de JaniP!
0 Brasjl
e invades
es. -Perd
dor.
I. Invasio o esubelecimento i
era Peraambaco. Roiapimeato da insurraj
nambacana, o guranla independencia ""
rada dos Hollandeie.
52. RebefISo de BMcman. Destraicio
mares. Guerras civi dos Mscate e '
bas.
83. Lates com o Jfespanboes ao sil Dudare e
Saa rroa,n no ** de Jaeiro.
54. Desenvolvimos- e progresjWaairao
remado de D. Joio T.
St. Reinado de D. Jos. Qaestoes lubw sosal
do Brasil. Extincciodos Jesutas. O marqaai de
Pombal. -
86. Primeiras ideas de independencia do Brasil,
conspirado raallograda. O Tira-denles.
67. Transmigraca>da familia real deBranganca
i*i a Duanl n:. j.. a^u.T__ ..^u.i J. -----------
KE
nacional
WlsaaT. juis doa feitos da
lepara quiota-feira 27
Bora Destino, e
los para pa-
lio Perera
do aoganao e bemfei-
Por ordem do III
nxenda nacional foi !
do correte a praaa do
casa terrea aaxflte d
m 20?0W|, o da ua *.80ftT a fcraca tem
ir ss 14 horas da manda* na sata das au-
cas.
jgjfe ia da ootaar* da 70.
satTcasa da iiiiSa(ioaDiA do
RRQfE.
^^'f^^rtadaSaata C** da Misericordia
^i,D n u'se *!* sc"wte ro no J7 do corrente
eijs horas damanh ao salto da caja dos as-
para o Brasil. Ro da Janeiro, capitel da monap- agio llim. Sr. thesaanatro Bmmeodador Jos
cha portugueza. nraai-erre'
ftra .ef-TOc porro prek-ndo egnir em pou>
.^8U6ho D8cional Co'a*. Por ler I
i mufl K CfeR,mfflt0 engajado, e pan
*tL r"to,lratWP com consignatara
Jos Goncalves Behrio roa do Cora
m
Maranhao
! Lcmpany nuilCat
<*e R.-atiflcacao.
algnns iodiviJaaa
oda nnmero da ra-
Ke cTTe TJri
f>(W)0Oj
Ei:i conse
malicioameme
licacao.a
criptorid----------- -----
ceder contra iodo aquette que ilfailhiii u
obrfc. if

graii-
acima o pa*
para o re lo da
Espri
supremo ; prova meta
de beneficencia,
deveres geraes da jus-
7. Mmianhas. voledes, raaggicps, depres5es
valles, planicies, steppes e desertas da Asia. Ver-
tent-, linli i (1^ diviio das aguas, lagos, nos e
lagunas da Asia
8 Limites, divisa, mares, golphos e estreitos
da Ain-1. I'h psniasulas o cabos da frica.
9. Montanhas. voledes, massicos, valles, planicies,
stepes o diseriiis da frica. Vertentes, lagos rios
e lagunas da AtViea.
lO" Limites' dirisoes mares, golphos e estreos
da a n-n.'i. I has, pennsulas, iastbmos o cabos
da Am'ira.
11. Minunnao, volcos, massicos, valles, plani-
cies, it.'ie- e lesertos da America. Vertentes, li-
aba 9a li >is > da; aguas, lagos, rios e lagunas
da Amer.ca.
li. l/iii'v 11 vi sio, mares golphos e estreitos
da ojean!, has, pennsulas e cabos ai Ocha-
nte. M otaphas, volcos, nlniii| planicies, step-
pes e i arte u Oceauia. Vertentei; l*gs, rio e
Jaguoa- da O Minia.
13. R-'gi'i natural, poltica o ethnozraphica
Esl e meios sot.-ran"s ; di\
em," ripeo. Stip i |
paiz. Molote e reloiita. 0>vrn" <
suas f-- n ias. R"ligia>, e snas Itvi-o.
14 i'ivos segundo sen a^pe(.t t-x
ten-r nente moral Cihna physico,
suis can neta sobre t distribuido dos
?egot**- e miaaes na superficie da ierra. Latitu-
de e longitude.
15. Limites, sitoaeio, auperflcie, divisao, gaver-
em estrellas propria-
Planous u cometas. Espinra calaste.
Rotacao appareate. Polos e eixo da espher* ce-
leste.
Estrellas proprmente ditas. Ceusteilaedas.
Sciniillacao, grandeza, cor, distancia da trra e
mjvimento das estrellas. Estrellas variaveis, tem-
porarias, duplas e mltiplas, nebulosas. Via lac
aaai
37. Sai : volme, movmeatos, coasdluioao e
manchas do aal. Systoma solar Cometes, partes
de que se compem, deosidade o dimeosoes. Co-
metas peridicos. Ptaaetaa. Divisao, distancia do
sol, votume, massa, tempo da revollo e roteco
e mais particularidades dos planetas. Asteroi-
des, aerolilhos, blidos, estrellas cadente!, laz zo-
diacal.
38. Systeraas de Ptolomeu o Copernico. Leis de
Kepler. Attraccao o repulsao, leis de attraccio.
Figura da trra : deraonstraco de sua redondeza
e verdadeira rrma, de sua rotacao e.revolncao.
Circuios da esphera celeste e da trra : equador,
meridianos ; culminacSo dos astros, horisonte ra-
cional e appareate; meridiano, pontos cardeaes.
llosa dos ventos. Eclptica. Zodiaco. Discordan-
cia entre os signaes o constellacSes zodiacaes
39., Anno sideral e trpico ou civil. Estaedes.
Explicaco e durarlo das estaces. Posicao da
esphera: recta, obliqua pararella. Determinacao
da posicio da esphera para qualquer lugar do
globo. Dia natural e artificial, sideral e solar, ci-
vil, verdadeiro e medio, Refraecao : augmento
dos das naturaes pela refraecao ; crepsculo. Dia
solar maior que o sideral. Causas de sua varia-
cao.
40. La: sen volume, dimetro, distancia da
trra e movimentos. Revoluejfo sideral e synodl-
ca. Aspecto o falta de atmosphera. Libracao. Pha-
ses. Eclypses do sol e da loa.
41. Mares. Latitude e longitude terrestres. Me-
ihodo de as determinar.
HISTORIA.
1. Creacao do mundo. Diluvio. Vocacao de
Abraho. Moyss.
2. Estabelecimento dos Israelistas na Terra da
Promissao. Juiz *. David e Salomao. Diviso d
reino. Destruico dos reinos de Israel e do
Jud.
3. Pri metro o segundo imperio dos Assy-
rios. Imperio de Babylooia. Nabuchodoaosor.
4 Bgyplo. Conquistas de Sesostris. Psammetico
e seus successores. Monuraenlos e costuraes dos
Egypcios.
8. Imperio Medo-Persieo, Cyro e suas conquis-
tes. Creso, Dario, Xerxes.
6. Grecia. Tempos heroicos. Argonautas. Guer-
ra contra Thobas Guerra de Troya Invasio dos
Dorios. Homero. #
7. Lycurgo Soln. Cilonias gregas.
8. Guerras medicas. Tratado de Cimon.
9. Guerra do Peloponeso. Scrates. Expedisao
dos dez mil. Pelopidas e Epamiaondas.
10. Philippe de Macedohia. Demosthenes. Ale-
xandre Magno.
11. Divisao do imperio de Alexandre. Macedo-
na e Grecia at a conquista pelos Romanos.
12. Divisao da Italia. Fundacao de Roma. Os
reis at a abolicao da realeza.
13. Estabeleciment da repblica. Guerra com
Porsena. Consulado. Dictadura. Tribunalo. De
cemvros. Iovaso dos Gaulezes.
14. Conquista da Italia. Guerra com os Latinas,
Samoitas, Pirrho e Trenlo.
18. Pnmeira e segunda guerra pnica.
16. Guerras civis. Mario e Sylla. Primeiro
triumvirato. Cesar e Pompeo.
i7. Segundo triumvirato. Antonio e Octa-
vio. E-tabelecimento do Imperio. Reinado de Au-
gusto.
18. De Tiberio Marco Aurelio. Os Cesa-
res. Flavios e Autoninos. Da Commodo a Deoole-
ciano.
19. Origera e progresa do Christiaoismo. Per-
seguiedes. ConstentinoMigoe. Triumpho do Chris-
lianismo.
20. Divisao do Imperio. Invaso dos Barba-
ros. Queda do imperio d Occidente. Principaes
estados fundados em suas provincias.
21 Os Francos. Clovs. Carlos Martel. Pepino o
Rreve. Carlos Magno. Restebelecimento do impe-
rio do Occidente.
22. Mahomet e sua religiar Conquistes dos
rabes. Ommiadas e Abassidas. Calfados de
Bagdad e de Cordova.
23. Imperio Bysantino. Justiniano I. Hera-
clios. Isaurios. Maeedonios. Comnemos. Pateo-
logos. '
24. Diviso do imperio de Carlos Magno. Pim
dos Carlovngios na Franca e na Allemauha. Co-
raeco do imperio da Alleraanha. Dynaslia de Sa-
xonia.
28. Dynastias de Franconia e de Suabia. Lata
com o Pontificado. Gregorio Vn, Inoocencio III-
26. Cruzadas.
27. Franca. Capelingics.
28. Prauca. Valois at Carlos VII. Guerra das
cem annos.
29. Inglaterra. Conquiste dos Normandos. Dy-
na-tia dos Plantagenetas. Origem da conslituicao
iogl-'za. Magna Carta.
30. Hespanh. Portugal at o fira do 13 sca-
lo. Dynastia de Borgonhae de Aviz. Fernando e
Izabel a Catholiea.
31. Estados da Italia. Milao. Veneza. Floren-
Qa. Genova. aple*.
32. Franca. Carlos VII. Luiz XI. Duque de
Borgonaa. Saisla.
33. Inglaterra no 16 secute. Guerra das
Rosas.
34. Guerra da Italia. Garlos VIII. Luiz XII.
35. Carlos V. Francisco I.
36. Christovo Colomba. Vasco da Gama. Pedro
Alves Cabral.
a historia, obras phl-
37. Reforma religiosa. Luthero. Calvino. Con-
cilio Tndentino. Companhia de Jess.
38 Guerra de roligiao em Franca. Pim da casa
de Valois. Casa de Bourbon. Henriqae IV.
39. Grandeza o decadencia da Ha->panha com a
Dynastia da Austria. Philippe II. Independencia
da H .llanda. Runiao de Peilugal He.pauha. In-
dependencia de Portugal.
40. Inglatf-rrfc Dynastia Tudor. Dynastia
Stnari Rovoluco-. Cromweil.
41. Fringa. Luiz XUl e Ricbelieu. Guerra dos
triiiia annos.
4i. Franga. Lniz XIV.
43. Franga. Luiz XV. Guerra de successio da
Austria. Guerra dos seto sanos.
41. Origera do imperio da Russla. Pedro o
rao le e Carlos XJJ. Catharina II. Divisao da
Polonia
45. Espirito ne refirma. Fretterico H. Maria
T'ier i> i ||. Garlo, III em aples 0 ni Hes
panhi i) laurpMi do Pombal.
46 Inglaterra S^g.inda revoluoo. Arengan da
siia d- mover. Jjrgel Jorge II. Jorge
'.oiqiisu di Independenaia dos Estados-
U ii'log.
47 ovnlo^
\ssetiib a
torio.
48. NipolSo.
49. Bra
meato de
franceza. Assembla constituin-
legi-lativa. Convenci. Direc-
_ C insolado. Iniperio.
Capiunlas hereditarias. Estabeleci-
um governo geral Tnotoe da Sou-
portugueza.
58. Guerra com oa Heipanhoes ao sul e control1
Francezes ao Norte.
59. Revoluco de Portugal em 1820 e seus affei-
tos no Brasil. Regresso da corte portugueza (tara
Lisboa. >,
60. Prlmeiros meze da regencia de D. Pedro no
Brasil. Desde o dia do Fico al o dia do Ypiran-
ga. Acclamaeao o cmale da primeiro aparador
do Brasil. Guerra di' mapendenela.
RUSTO UCA E POTICA.
1 DaJalfao a uJaaada da rbetarica e da el*.
lueaeia.
^Genoao* de efoqneacla.
X Partes do dtsearso. ^ *^
4. Ejcordi.
*. Narnoaa. ,1
6. Confirmacao. *
7. Peroraele.
8. Dlspojlcao.
9. Elocucao.
10. Ornato oratorio.
11. Eloquencia politica.
12. Eloquenela forense.
13. Eloquencia do pulpito.
14. Do modo de escrerer .
losophcas, dilogos, epstolas, novellas e romn
ees histricos.
15. Da accao oratoria.
16 Da origem e definicao da poesa e da po-
tica.
17. Da versifleaco.
18. Do genero lyrico.
19. D genero pico.
20. Do genero dramtico
21. Do genero didctico.
21 Do genero elegiaco.
23. Di genero pastoril.
24. Das escolas classica, romntica e realista. -
25. Da critica Iliteraria.
26. Do gosto, do bello e do sublime.
A cmara muuicipal (Testa cidade faz
sciente ao publico, que eoi vista do art. 33
31 da lei provincial n. 985 do crrante
anno, vera dar coraeco a arrecadago do im-
posto de 300 reis mensaes, creado para
limpeza da cidade a contar do i. do cr-
rante mez em diante, cujo imposto ser ar-
recadado em duas prestaces, sendo ai."
nos raezes de oniubro tiovembro corronte
e a segunda em abril e maio vindooros
sendo s obrigados a tal pagamento os pre-
dios que paguem de 300:000 rs. para cima.
Deveado ter lugar a arrematarlo da
limpeza da cidade, e transporte do lixo das
casas, em quanto nao tem comeco os tra-
balnos da Companhia de esgto que a isto
obrigada, a cmara municipal convida a
quem *e quizer disto encarregar a apresen-
tar suas propostas, e para miis clareza do
que fleam obrigados a mesma cmara man-
da faier publico o regolamento para isto
creado.
Regulamento para limpeza da cidade.
Art. i." A empreza da limpea e aceio
da cidade obrigada, mediante o pagamen-
to da quantia de *:50O,5uO0 reis mensaes a
observar o seguinte :
1." A trazer a cidade em estado de lim-
peza, de maneira a cfferecer o aceio deze-
jado em urna cidade de primeira ordem, de-
vendo para isto ter os carros, carracas, ca-
noas e empregados quanio* orem mister,
para o Qm destinado.
2. A varrer diariamente as ras e calca-
das, e delias remover todo o lixo, de ma
.neira que se obteoha o aceio precizo.
3. A remover o ixo das que nSo forera
calcadas, e esgota-las no invern, de n-
neira a se manterem as condteoes bygren-
cas precizas.
4." A receber o lixo das cas, podeodo
para isto dividir o trbalo*? por bafrros oo
ras, de sorte que em Beofrara caso guarde
o lixo por lempo'maior oV orto rtras. e para
fac litar este irabalho, aaodarao os mora-
dores depositar todo t> lixo- a margen! das
calcadas, das 10 horas da noote a meia
noute, afim de que seje removido durante
o resto da noute.
5. A fazer depositar todo o lixo em um
deposito retirado da cidade, q poder
ser em orna das ilhas de Nogoeira ou Su
assuna, ou oulro qualquer JoHoeado em dis-
tancia do antro da populai^k*, que nao traga
incoveniente algom, podendo efelfa tirar a
vantagem que llis aprouver m appliaca\)
da agricultura;
6. A pagar urna, multa de 100008 peta
por cada ra qu nlo limpar, e a de 4:000)5
rs. pela resciso do contracto.
/." A prestar flanea idnea para entrar
no gozo d'este contracto, deveado ter co-
meco seos trabalbos 30 dias depo^s de rea-
lisado.
Pago da cmara municipal do Recife 24
de marco- de 1868. Luiz Jos Pereira
SimOes, pr-presidente. Gustavo Jos do
Reg. Thomaz d'Aquino Fonceca.r.
Joaquim Jos de Miranda. Dr. Prxedes
Gomes de Sooza Pitanga.
Paco da cmara municipal do Recife 12
da outubro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Ledo
P. P.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
ira, far pagatnaat do trimestre ttaoor
.-..lo a setemtrra es amas que se opreaea-
fl.H, conduzindo as 6Cfcvas qoe ihes (oran coa-
Miferieordia do
_ Sagae om brevidade para o
lara7lWi,*?'n Arthur> Pra '
A^&fpH^ni ,raU-C0"> o consignatarios
gjj+jfk de Oliwira Azevego C, roa da
~0MPNHIA

PBRNAMBCANA
M
VaWegafio costeira .
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e Taman.
dar.
por vapor
Precisa-se de urna ama para esmaiai a aa>
sionar : na rna Duque de aaias, outr'ora V>
Qneimado n. tt'.________ __
O Sr. Yetorhro Luiz dorisaBeos nao
caixeiro do abano assignailo
___________________?. i. Ltete.
Praawa-sa de um aoa eapetro a Hrnaesa 3
um servaato qae seja Ibrro *a aeravo : no ko-
tel franca* raa das Larasfelraa a.alO.
Falta de limposa
fiadas.
"22TBtaria da Sanu"8s* da
" 10 de outubro de 1870.
Pedro Rodrigue sde Souza.
3L
Fiscalisacao da fregoezn de S. Jos*.
9 oaeal da IregiieilB de S. Jase- previno a todas
as pessoas que tiverem estableementos na tees-
!**' I"9 durante a astete do vero irriguara pe-
la* 9 horas d- maahaa as frontes dos mesiaos, sob
P2S de s* de ffl<'u- Reci,e 12 de outubro de
1870.O fiscal,
Ernestino Cavalcanti da Albnquerque.
meia noite.
Ricebe carga, encommeodas, passageros e di-
aaeiro a frete no escriptorio do Forte do Matto
0. 12.

Santa Gasa de lsericordia
do Reeife
Detendo ter lugar no hospital Pedro II, no dia
19 do corrente. pelas 10 horas da manliaa, a festi-
vidade de S. Pedro de Alcntara, padroero da-
quelle esubelecimaoto. convido palo proseate, em
virtnde de ordem da ltala. Junte,'a todos os se-
nhores mordomos o supptentes, assim oomo a to-
dos os rmaos da Sama Gasa, para que se dignara
comparecer a este acto.
Sania casa de misericordia do Recife 15 de
outubro de 1870.
O escrivo,
Fedro Bodrigoes de Souza
-i"-'ji agn
m
THEATRO
sum awoi\io.
Companhiafranceza
Terca-feira 18 de outubro.
Recita extraordinaria
BENEFICIO
DO
Professor da orcoestra deste thealro
JESiTIO BIBIANO MOMTEIRO
Grande e variado espectculo,
DIVIDIDO EM QATRO PARTES
No qual toma parte
Mme. de Val-monea
PRIMEIRA PARTE.
Depoi9 de orna brilhante symphonia pela or-
chestra, subir a seena a muito applaadida ope-
rela denominada
Un amour d'epicier
Personagens. Actores.
Vermicelle........ Mr. Maris.
Regsse............ Carn.
Reinetle........... Mil;;. Mariete.
SEGUNDA PARTE.
O Sr. SlostiaDo em obsernio io beneficiado
presta-so a tocar na sua flauta urna phantasia so-
bre motivos da opera
A FILHA DO REGIMENT.
Em seguida Mme. do Val-monea deserapenhar
a caria da opera
LA PERICHOLE.
TERCEIRA P\RTE.
Subir 9cena a rouiu linda o applaudida ope-
reta em um acto
LA CANNE D'N GRAND HOMME.
Da qual tomam parto Mrs. Carn, Ravoaud e
Mlle. Choiberl e Mxriette.
QUARTA PARTE.
Representar se-ba a seropre e muito applaudida
scena da declaracao na opera
LA GRANDE DUCHESSE
Persmifiens Adores
La granee dochesse Mme Val-monea.
Fntz.................. Mr. M ris.
Termina esta sc&m com um grande e lindo
f f
Pretetide segar para, o referido perto om poneof
nas o palnabole Rosita por ter a maior parte dt
sargado para a pone* que Ihe falta, trata-so com o
nisMniitarf foaquifn Jos Ooncalves Beltrae,
rna do Gommereio n. 17.
vtib ALEGRE. ~~*
O brigue nacional 9, Monoel v* seguir com bre-
vidade para Porto Alegre, e reebe carga a frete:
tratare com Oliveira Pllhos A C. ao largo do Cor-
yo Santo n. 19, on corneo capitao na pr|ca.
Kio de Janeiro
Para o porto cima segu cora brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parlado sen curregamea-
to engajado : para o resto que Ibe falta trata-se
com os consignatarios Antonia Lniz de Oliveira
Axevedo 4 C/rua da Cruz n. 57,1 andar.
Rio-Grande do Snl.
Segu cem brevidade para o porto cima o bri
Sne nacional Amelia : para o resto da carga que
le falta, trata se cora os consgnatenos Antonio
L de O. Azevedo & C, raa da Cruz n. 57, nrimei
ro andar. '
Km viia d aaaoBcie qae puMcoa o Sr. feo*
u vapor Parahyba seguir para o* fragaaiia da Santo Antonio, para cada qual re-
ortos cima no dia 20 do corrente a **r." 'reatos dos seus esubolecfmeatos, acharaos
muito til o aaouncio cima declara**), se cada
uro cnmprlr cota seo dever, o qoe me paree* m-
pcssivel ; queremos juntameate pedir ao Sr. n>-
cal para que lance suas vi?tas nas freaies de al-
gnmaa casa* a estableementos na ra larga do
Rosario, cojos donos nao qncrem darse ao ncora-
raodo de as mandar virrer. auim cotrm erra**
aguas que despejara das 9 horas da norte as II,
as quaes tornam-se encommodatlvas, porqpe o
chairo deltas i pouco agradavel, jamis em au
roa lao traqaiuvel como esta ra > larga do Roaa-
rio; boniem quando pasaeva com ainaafasaMa
apaobei om banho que regata-m*. Bmiiaaaiie
providenaias do Sr. fi.cal, se auim semeffamte
abaso detapparecesse.
se aebs offendldo.
'.Y
LEILOES.
umi
DE MOVIS
quadros, madeiras, varas e rodas para car-
ros, am cabriolot em armar;5o, um dito
velho, gal5es e venezianas pmmptas, ma-
detra preparada para a< mesmas, ferra-
mento e muitos onlros objectos perten-
centes ao espolio do finado Poirier.
HOJE
O agente Pinto, aotorisado celo Sr. cnsul de
Franga, levar Ipifo os objectos cima mencio-
nados, perteucentes ao espo.io do finado subdito
francez Poirier, e existentes na casa do pateo do
Paraizo n. tO, as 10 horas do dia cima dito, na
referida oficina de carros.
D. Francisca Caetena de AtmeMa Caiaaao, An-
tonio Pedro Cavalcanti de Albnqneraae Uaa, Jos
Paulino de Almeida Catanho e o barbarai Haaoel
Thomaz de Barros Campello, sinceramente agr
decendo s pessoas qae se dignaran iriimpasMn
os restos mortaes de sen muito arezado esposo,
cuchado e lio Francisco Manoel de Almeida Ca-
tanho, convidara as mesmas pessoas para asststi-
rera as missas do stimo dia, que por alma do
mesmo finado se manda rtsar na matriz de Santo
Antonio, das 6 as 7 bora* da rannbaa, segunda
' ira 17 do corrente.
Cosinheiro.
Precisa-se de nm eezraheiro : a tratar
Nova, casa n. 22.
a* roa
DE
1,000 barras de (erro da Suecia e 50 sac-
eos com excellente mtibo
Terca feira 18 do corrale.
s 12 horas em ponto
O agente Pestaa far leilo por conta a risco
de que t perteneer, de 1,000 barras de ferro da
Suecia sortdas e 50 saceos com milbo muito novo,
e sertudo vendido em lotes, na terca-feira 18 do
corrente, pelas 12 horas da manhaa, no largo da
escadinha da alfandega, defronte do armazem dn
Sr. Azevedo.
AMA.
Precisa se de urna ama que salba
com perfeco, e sendo estrangeira
a tratar na rna Nova, casa o. 23.
engommar
preferivel:
AMA
Precisa se de ama ama para o servido interno
de ama casa de duas pessoas : a tratar na rna do
Imperador n. 79.
lnstrucqo publica primaria
A quinta cadeira da fregerzia de Santo Antonio
acba-se aberta desde o da 10 do corrente, e jonc-
conando provisoriamente ra do Duque de Ca-
xias (outr'oraQoeimado) n. 8, terceirn andar, onde
os senbores chefes de familias poderao matricular
sens fiibos.
Canean
dansado pelas mesmas personagens.
O beneficiado desde ja proteste sua eterna gra-
tide a todas aquellas pessoas que so Ihe digna-
ran) acceitar bilhete* para este espectculo.
O resto dos bilbetes acham-se a venda em mae
do beneficiado na ra de Santa Thereza, e no dia
do espectculo no escritorio do tneatro.
AVISOS MARTIMOS.
COIMA BMSILEIRA
DE
Perante a cmara municipal desta cidade de
Olinda estar novarante em praca no dia 20 do
corrente o arrendamento da casa sita no Varadon-
ro jante a igreja de S. Sebastij, visto nao ter
comparecido nas ses-oes de 6 o 13 do corrente o
prekndente mesma casa, para effectuar a pro-
posta oflerecida pelo mesrao, ora sesso de 29 do
mez lindo.
Os pretenden tes podem comparecer no refe-
rido dia.
Pago da cmara municipal de Olinda 13 de ou-
tubro de 1870.
Francisco das Chagas Salgueiro
Pro-presidente.
Marcottno Dias de Araujo.
_____________________Secretario.
Parante a cmara intuqcipai jesli cidade de
Olinda estar em hasta publica no da 27 do cr-
ranle, e 3 e 10 do mez de novembro prximo vin-
douro para ser arrendado por qum mai offeie-
cer um ptimo terreno pra edifieac na ladeiA da
Sed) lado do poeuio, contendo 30 paluios de
frent sendo 160 ditos do lado do sul da casa dr
i upa site menia larfira, h 1*0 do lado di or
te, contendo da fundo dolado do sul 00 palmse
do no te m^nor numero do calmos, pur firmar 0
lerreno urna curva, servio.do iie base a qaaalia *
40 rs. o palo o.
Os pretendeiite devorao comparecer nos indica-
do dias
Paco da camhr'a munioioal de OHnd 13 de oa-
tubrodel870.
Francisco das 'higa* S^gueiro,
Pro-pieidente.
Maicoliuo Dias do Araujo,
Secretario,
Paquetes a vapor.
Dos portes do norte esperado
at o di* 21 do corrente o vapor
Paran, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qual depois da de-
mora do eosiume seguir para os portes do sal.
Desde j recebem-se passageros o engaja-se a
;arga que o vapor poder eonduzir, a qual dever
ier embarcada no dia de suachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia di
ua sabida.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
ectos de pequeo valor e que nao excedam a J
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
;ao.
Tudo que passar destes limites dever se
ioibarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageros que suas passa
ens s se recebem ua agencia ra da Crux n. 57
[ andar, escriptorio de Antonio Luiz de Olivein
Vxevedo &. C.
C0MPA1IA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos porte do snl esperado
at o dia 23 do corrente o vapor
rinos, commandante o primeiro
teen le Jo-, C. Duarte, o qual
depois da demora do coatume
seguir para os portes do norte.
Desde j recebem-se paasagetros e engaja arga que o vapor poder eonduzir, a qual deven
ter embarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do diadasu-
ahida.
Nao se recebem como OHCommendas senao ob
jectos de pequeo valor eque oao excedam a daa
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medica.
rudo que passar destes limites dever ser embar
-ado como carga.
Previne-se aos senneres passageros que sua
passagens s se recebem na agencia, ra da Cru;
n, 57 jrtmoiro and ir, escriptorio do Antonio Lu
de Oliveira \zcvedo 4 O.
AVISOS DIVERSOS.1
Companhia Phenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana dehaerou que os premios de seguros por ella
realzados quer martimos quer terrestres srjam
pagos m acto de celebrar se o contrato.
Pernaraboeo 11 de outubro de 1870.
Pela companhia Phenix Pernambucana
J. H. Trindade.
F. F. Borges.
__________________ Laia A. Saqueira.
Ea Apipupos
Alnga-se na povoacio de Apipucos urna excel-
lente casa, na qual estove outr'ora o hotel fran-
cs, tem boaaeommudoj para iamiiia, e deita os
fondos para o rio : a tratar na raa da Paz n. 2
por cima da taberna.
ltenlo,
Sorvete ao riieio dia, na rna do Baro da Victo-
ria n 67, antiga ra Nova.
204000.
Gratiflca-se a pessoa que irouxer ou denunciar
onde se acha um relogio de metal araarello com
m trador de porcelana- e tendo em cima urna fi-
gura representando um cacaor com urna trom-
pa no braco, que roubaram da casa o. 22 do caes
do Capibaribe, residencia de Theodoro Kompcke,
como foi annunciado : tratar na mesma casa.
Bh
COMPANHIA PtHNAMBUtlVNA
as
*avega?o eoatelra jor vapor
Em direitura a H ce e Peiietto.
O vapor .WVindoaii sonaman-
daate, Julio seguir para os por-
tes cima no dia 22 do correle
as 4 horas da tarde. Recebe car
' ga at o dia 21, encommenda-
nheiro a frete at as 1 horas da
Urda do da da saluda ; aaoriptorio no Forte do
Mattos a. 12.
O bao. que ja foi annuuciado, que tinha sido
roabado pete negro ganhador, que o condola para
a raa Augusta n. 92, continba os objectos segulote<:
Um vestido de seda prea com lislras brancas,
sendo afogado o de mokte interico, outro dito de
groa de apte preto de eordo com o corpo sepa-
rado da saia, urna saia de la rouxa com barra que
se veste por baixo dos vestidos, am vestido de ris-
cada rouxo j usado, sendo saia a casaco urna saia
de chita do assento branco com flores raiudas e
rouxas e salpiCos prptos, um casaco demadapolo
branco, e-ifeitado com renda e bico da terfa, urna
manta de cabeca, sendo das modernas, com ponte
redonda na frente a regaco atraz, com um lae> da
mesmo fil, um corpinho de cambraia lisa trans-
parente de preguinhis ou machos, enfeitado de
renda de croch o um lago de fita rouxa no Desco-
co, um par de borieg aos usado, sendo pardos de
meia pena com bor as, um livra da oracoos, c mi
capa de madreperola e vollu o rouxo, tres pares
do metas de seuuora e dono ditos de somas, um
vestido de alpaca de seda rouxa, docolado o cora
o cinto da mesma Nzen la, ende do moaina, don*
'liios, um de mu.uiina de II iros denotado, e outro
de chita amarolla com finos minias, tambera de
menina, mu vest lo de mussulini branca, sendo
saia o casaoo, e a saia 'Win um bahado em baixo,
(ilo seonnra baixa), om dte de la verde com lis
iras pretas o brancas, sendo o corpo separado di
siia, afogado, e com un lacj da mesma (alenda na
centura, porm atraz. um diio de chita cor de rosa
e rniuda, urna e lea le menina, urna saia de dito
8 outra de senhora, e ires camisas, sendo duas dV
meninl e uro* de stnli r.i.
A quem f>r off rei-nti o-tos objectos, p<>de se
qa" os resino* m son -asi da ra Augusta que
sar bem rwmn bh* li
-v Precisa-so te ooi c^ixein |im louhi pratT
a de viml. e li! i 11 .r lo u i 'Mu lucia ni ra
das Cruzas n. ~*
Austinton-se.
Da casa da ra dos Pires n. 23, em di;s do mez
de agosto passado a mulher Jeronyma. c- parda
clara, alta, e.-padauda, com marcas de bexigas,
beicos grossos, e com os denles superiores podres
e faltos, usa de amarrar os cabellos e Irajava
bera, cuja mulher sahio de casa por nao estar em
seu perfeito juizo : pede ?e a nnem della tiver no-
licia o favor de dirigir-se ao fugar cima.
0 r baixo assigaado, tendo vendido o sen es-
tabelecimento de cabelleireiro da ra do Mrquez
de Olinda n. 51, vera pelo presente agradecer
todos os seas amigo amigos e fregueses o bora
acolhimento e sympalhia qne sempre Ibes mere-
cen, offerecendo-lhes sen limitado p, estimo onde
quer que o destino o cooduza.
Recife, 13 de outubro do 1870.
___________________l'ustave Hercelm._______
Ac-ba de sabi luz o ofcio
DE
\. S. Di OMEIlO-
Acompanhajo de urna collec^o de oacoas co-
mo : Responso ie Santo Antonio e oracao de Santa
Maria Eterna. Ris 320.
LIVRARIA FRANCEZA.
AMA
Precsa-se na rna de Pedro Alfonso n. 22.
= Precisa-se de um homem sotteiro para ser
empregado em um engenho perto da estacae de
Ipojuca a tratar no pateo do Carmo n. I, e so
se dir qual o emprego.
AUSENTO-SE ~
da ra do Pires n. 23, em dias do mez de agosto
passado, a mulhpr Jeronyma, cor parda, alta, es-
padada, com marcas d bexigas, beicos grossos e
com os denles superiores podres e faltes, usa de
amarrar o cabel/o e Irajava bem. E-ia mulher
sahio de casa por nao estar em seu perfeito juizo :
pede-se quem d'ella liver noticia, o favor de di-
rigir-se ao lugar cima, que ser ham recompen-
sado.
21
tarr
>
No brigoe Reltiitpig or.tximo a chegar de Lis
boa, e-penin so d .o- Uarro da ra$a hosoanhola :
quem preternter e i npr i-I > ,. te Uingir-se a raa
do Commercii i. 4H, i- imUr.
Alaga-so unta iu-g 0,u Ueberibe ; a traur
com J. L de M. Hego na do emoiercio a. 3a.
ATTENCAO
o
Propalando-se (nao sei com que fim) que pre-
tendo fazer urna viagem Europa e om coose-
qoencia do que lenho de arrendar ou vender o
eogeho Peres, tenho a declarar que e falsa, nao
pretendo ir a Europa e menos vender o engenho.
Manoel teaquim do Reg AlBuqqerqnOi
Aluga-se o sobrado n. Snat^assagemda
Magdalena : a tratar com J. I. de Rege.
Deposito de pao e
cestas.
Raa Larga do Rosario n. 36.
Fructuoso M. G. avisa a todos os seos benigno*
freguezes, que hontem reeebou anvos sortimeotos
de berca3 volantes para os reseranascidn.s. baiaios
de meninos aprendern) andir, maracas cobertos
de palba, bandejas grandes para roapa engomada,
balates para costura grwra, ditos de il-po-iiar pa-
pel rasgado, ditos para facas e garfos, ditos para
por fruetas na mesa, taraos de baiaios para swpo-
-ito de rohpa servida, ditos de acafeles graadea
brancase de cores, ditos docoftec.-is br.ocas eda
coros, entre osias alus e baixas, conlt-cinuaa para
encher de doces seceos, balainhos para ilbos de
canario, eesbahas para pastora* no festejo de pre-
sepios, oesnnhas finas o mais delicado p>sivel para
meninas de escolte, outras maiores para seohoras,
cadeiras de vime, proprias pata pas-ngoiro que
sepuem era vapores para a Europa, cestas de toaos
os umanilos para fazer-se compras no marcado,
baiaios compridoi e redondos branoos de cores,
temos em quantidade ; cera branca em rolo para
accender luzes. "Aqu aeaaca os ao as beMgaos
amigos o ptimo p>, botexa a rnaants doces, fcbn-
cadas com a meihor farinh do n ercad >; o taasa-
nhj do m>*ao pao senpro maior dojiM > ao ou-
tra qnalgqer parte o sro o wanwr gante do asedo.
0 adtnmisir.du*' d) cetoiierio poWt-
co f z publico, para evitar qiw a meatira
cont-nue a especuar, qae no c h
toda litwilad e^n MX-ir-sa *
caiacjs aos ttimulos e ealaauniOa, ama
ves que os encarroado* imana acoiapa-
ahados de ama rdaa* es.Ttpta e laaignay
da pelos roapactivHpMpri.
O admii
Amonio \wusk> da Fornica.
Precisa-se do uiaa ama : oa ra da Scleda-
de o. SI

I




MI
H

Diario Pernambuco Segunda felfa 1
*
23E
alera de pintura
b
DE
DE
J. Ferretra Vlla
SlAS tem unido de nossaofflcina
.L^SmafiSeagradado, sendo receidos por
mno eme tltimamente tem tido pnoUgraphra,
fDoToutrcs com alegra, por verem a provincia
dotada em ata estabeleeimento digno d ella, e ln-
coaleaiaveltoente o primeiro que nesse genero
lude oossue : tambera nlo nos poupamos em eousa
aleuma para monta-lo no p em que se achs, es-
perando que o pnblieo do Pernambueo sabera
apreciar nossos esforcose recompensar qossos sa
.rificios.
Coavidaraos a todas aquellas pessoas, nacionaet
e esiraBgeiras que gostam das artes, ou titerera
neoessidade de trabalhos de photographia a visi-
taren o nosso estabelecimento, que estara sempre
iberio e a su disposicao* todos os das desde as 7
feoras da manhaa at as 6 da tarde.
Para ostraaalhos de i-hotofraphia possuimos -ra
versas machias dos memores autores >nceea;
incluzes e altwlTO&'es, como sejsm Lerebours e
Secretan, Hennagis, Thomaz Rosa, VoigUauder el
Sona e^ult ltimamente recebemos tres novas
machinas* sendo urna ellas propna para tomar
obre o esmo vidro i ou 8 imageas diversas e
iMUu. otar* de? a IJ imagens diversas 9
iTutteewe isoadas, de sorte no caso de
ranee eoncurrewm pederemos retratar sobre
no mica chapa al 8 pessoas diversas e isota-
dw para cartSes tJe visita, e assim era raen-.de
am jarlo de fcora despactiarmos 8 dirTerenies
nesseis que pec*m cada un, nma duzia de cartoes
luats ou menos, com os seos retratos sometite, ou
en grupo com outras.
Encar regamos-nos excesivamente da mreccao
*j feitura dos traballtes de photograpbia del-
atando aencia e talentos do distado pintor
*llemao, oSr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pirtura, a aquarera, a "oleo, e a
O Sr Roth acha-se ligado a nossa empresa por
de9veflado na execucSo de seus trabalhos.
No nessoesiabelecimerto acham-se expostos ou-
"ros trabalhos im|rianU s do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos a
leo, quadros sacros e diversos oulros trabamos.
Tomamos encommendas de retratos a oleo ate o
amnbo natural, assim como de quadros sacros
iara ornamentaco de igreias ou capellas. iam-
iem aceitamos encommendas de quadros hislon-
aseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CAHTES DE VISITA NAO COLORIDOS A O0OU A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 160000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
I620#to00 cada uro, indo convenientemente en-
caixilhado em moldura dourada e regulando o
fcusto da pessoa retratada de 3 l pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanbo
Julganu* que bastarSo os precos cima para
damos idea di baratesa dos trabalhos do nosso
establecimento, quanto sua perfeico cada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos^ no
nosso estabelecimenlo sao das 8 horas da manhaaa
i da tarle; entretanto de urna hora as 5 da tarde
em casos especiaes pode-se tambera retratar qual-
quer pessoa. .
Nos dias de chuva, ou por tompo sombro po-
cemos retratar, e aseguramos que esses dia3 sao
os mais favoraveis aos t-abalhos de photograplua
pela docura e persistencia da luz, e per termos o
no*so terrac) constru 1o com taes proporcoes e
melhoramentos, que arada chovendo gorros ne-
nhura inconveniente ha para fazer-se tallos re-
J. Fireira Villela
iO
f3
te
S3
s
C5
P
U
"ce-
be
a
o
es
2
AttenpS(
Ignacio da Silva IWr, em -fium a previncU
dePerriWbo,aTbaaeD:, ^^0, -M con-
dal excellente trw de ourr0g qtt<, pMsari na
villa do PIMar, Porto, GtlV0i c,stanha Grande,
Barreiros e Rio> Fo'-tnoo, e dalli ir em seguimen
to para a Esead^ ; quem p0|S precisar, pede man-
dar enconlra.rt.
Ama de leite.
Precisa-se de tuna ama
de boa condnet, qoiwta *"**.^Tl
danef, sera Albo a t*m**r : a tratar na m da
Praia, arroazem w. t3 t.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'urna
dsoala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
i
Precisa-se de urna ama torra ou captiva para o
servico interno e externo de nma casa de pouea
familia: naji-na Velha n. 66. __________________
Companhia Allianpa
seguros raaritiiuos eslabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL. -R. 5,000 000*000.
Toma seguro de mercadonas o dinero a risco
martimo em navios de vella e vaporea' para den-
tro e fra do Imperio. Agenci i ra de tora-
merco n 17, eacrptoro de Joaqnim Ju& uon-
(alves Beltrao.
DYVETOT
14-Rua Estreita do Imiw-U
Compra e vende roupa eila
nova e usada, objectos de
cosinha e de rat sa. e
tu do que perlen-
ce ao uso do-
mestico.
Wh
3IOREIHA DIJARTE .
manul&c
Tem a uffio de participar o. seus numerosos fregtezes que em vista de se r-Jes mmcoj modo, ton ^
erem escolher as ar-
m Zem sendo possivel sua encoromendas, pois podero assim serem ma.s bem sen-idos, visto pod
coes as tazeodas que a demora da fabricarlo bem diminuta,___________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
m
s

Na a do Wrperador n. 8, armazem d Cam-
pos, Inconstantemente ura completo sortimento
de escolhidos gneros proprios para mesa, dtspen
sa e cozinha ; nomea-los cada um de per si tor-
nar-se-hia fotadonbo um annuncio que deve so-
mente despertar a curosidade do apetite. Se urna
pessoa tem vontade de variar de comida em uro
da de regabofe, nlo tem mais nada do qne diri-
gir-fe ao armazem do Campos n. J8, ra do Im-
perador, examinar e comprar a variedade de g-
neros alimenticios que hanaquelle estabelecimen-
lo, onde a pardessas vanlagens encontrara) todos
muUa sinceridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendendo muito barato os segra-
les gneros que se menciona
Ceblas a i* o cento.
Lingoas seccas e defnmadas a vapor.
CASA DA FORTT
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (outr'ora ra
Crespo) a. 23 e casas do costume.
O abaixo assigoado, lendo vendido um meio n.
1286 com 900*, um meio n. 2232 com 2O0#
e outras serles de 100*000 n 40*000 da lotera
que se acabou de extrahir (164'), convida aos
possuidores virem receber na conformidade do
cosiume sem descont algum.
Acbam-ae a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 3* parte das loteras, beneficio da no.a
(2fof igreia de Nossa Senhora da Penha (165")> qne
W --
O salao de pianos e de
msicas
mudou-se da ra Nova n. 58, 1* andar, para a
ruada
Imperalriz n. 12, luja.
recoramendando-se ao Illa, pu-
dt
onde contina
blico.
G. Werihemer.
DA


Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo. ^
(Antiga Ra Nova) &
Ha sempre um grande sortimen.o de chapeos de sol do seda. mrini;S";^D^ ^
do e de algodo os todos os lmannos e feitics. alni da immesa por so de Kda. "^^23^^
armaces de todas as qualidades para sasfazer qualquer encommenda. A modic.dade de teus pregos e tao connectua
m
Sa travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, praia e brilhan- |
es, seja qual or a qnan- g
tia. 9ia mesma casa com- |
pram-se os mesiaos me- |
taes e pedras.
extrahir seeundaeira 17docorrente roez.
PRECOS.
Bilhcte inteiro 6000
Meio bilhete 3J000
Quarto 1*800
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*380
Manoel Martins Pinza
Alugase
nma casa terrea, sita na Capunga, com sotao, co
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
ii. w. umw
EIGEIHQRO
Com fundi^k).
A RA DO BRM N. 52.
Passmdo o fhafriz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar assocar.
Moendas de caooa.
Taixas de ferro batido e fondido.
Rodas dentadas para moer cota agoa. va
por e animaos.
E outros objecbs proprios d'agrkoliara.
Tudo por preco muito redolido.______
AVISO
B\BA0 DA VICTORIA 'A
.Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazeddas
francezas, ingleeas, aemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acieditar a esta
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
franetzas, de todas as
qualidadjs, bros de
coreso brancos, colei-
rii hos modernos, cha-
peos de sol de seda,
Anos.
RA
DO
DE
IRRUDA IRMAOS.
0 CIKIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita
\ei publico esa geral, e aos seus clientet
em particular que elle mudou o seu gabi
neto de consultas da ra Direita a. 12 para
a do Queimado n. 31 pimeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissao, todos os dia< uteis das 9 horai
da manhaa s 3 da tarde. ,,
Tambem previne, que contina a prestar
*e a vontade dos clientes o5o s na cidad
orno nos seos suburbios, para onde ai
idas serlo precedidas de ajuste. Elle ga
ante o boro desempenho e a perfeiclo t
. seos trabalhos, o que j bem couhecido
assim como as commodidades dos precos
mmm mmwmmm mummw
i MUDANCA.
O Br. Caroline Fraaciseo de Lima San-
tos nwdou sua fiidencia e consultorio
Sara a ra do Imperador n. 57, 2* andar
o oblado cujo arraaeem conserva ain-
da hoje o Jiome de Alianca, tendo
entrada, qe pelo -lado da ponte Seto
de Setenare-, o mesmo numero 87, da
frente. Afci continuando o dito Dr. no
ecercicio de au* proOsea e medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora 4* da e da aoute.
Baro da Victoria
antiga ra
NOTA
N. 41.
Assim como Um urna grande
cflicini de alfaiale, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida jor habis ailistas, que
pela sua promptid3o e perfeico
naia deixam a desejar.
Roupa de todo3 os
tamanbospara homens
e meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores o mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
D-
Na praja da Independencia n. 33 se da di
aheiro sobre penhores de ouro, prata e pedrii
jreciosas, seja qual fnr a quantia ; e na mesrra
jasa se compra e vende objectos de ouro eprata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
commenda, e todo e qualquer concert tendent*
i mesma arte________________________________
A verdadeira farinha peiloral de
S. Bento.
Esta fariuha usada com ventajosos resulta-
dos nos padecimentus dos orgos do peito,
como asthma ou pnehameoto de catharros,
inflamacSo de bofe, plduriies e na pthysiea ; re-
commendandose com igual proveito as pessoas
convalecerjtes
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Barlholomeu dt C.
34Ba larga do Rosario34________
Ama.
Precisa se de urna ama boa cozinheira
do Lvramento n. 10.
na ra
Precisa-se de um caixeiroqoe lealia pratica
de taberna : na na d ('odnrou n. 7.
Baro da victo ia
auliga ra
NOVA
. N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em amio, artistas e ccn.modos, e 6m pontoalidade inajen com-
mendas, flnlmento em tudo afim de raelhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as iazeuu* >
ao se tornar massante;
AMA.
Precisase de urna ama para cosiohar :
tratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, ou no caes da Companhia Pernambu:a-
na n. 2; adverte-se que serve escrava ou IWre,
mas que cosinhe nem.
INTERE88ANTI COMPO0 LITIlllARI.
CONTEND0
A nolte do xtasis.
O sorriso.
A nolte do assombro.
lagrima
A noute dj delirio.
^m>mna Dr. T. B. Rq.'ueira Gista.
1 volurne brorhadfl-laOOO.
ASCENTKLHAS
Pootlas | cuerra do Paraguay-
l> 12^000
NA
MVRARA FRANCEZA
ASSOCIAgAO :OMMERCIAL AGRIOOLA.
De ordem do presidente sao convidados os se-
nh >res associades a comparecerem no dia 17 do
correte as 11 horas da manba, no sallo da raes
ma associac^o, para em assembla geral elegerem
os membros da nova directora.
Secretaria da Assoca$io Coramercial Agrcola 7
de outubre de 1870.
Joao Marta dos Santos Almeida,
Secretario.
Jos de Barros Carapeilo e sna mulher lendo
no Diario de Pernambueo de 18 de junho do cor-
rente anne, um annuncio de agente Martins, de
qne seriam vendidas em leilo algumas dividas
pertencentes ao casal de Cselano Pereira Goncal-
vea Cnnha, sendo entre ellas nma hypotheea no
engenho Red-muinho pertencentes aos annuneian-
tes; vera pelo presente protestar contra tal annun-
cio e declarar mui formalmente qne o dito enge-
nhe Rederaufnho de sua propriedade, por com-
pra feita livre e desembarazada a Feiix Paes da
Silva, nao lendo os annuneianles desde essa data
at h(je onerado dito engenho, que sito na co-
marca de Santo Antio, com divida ou ttulo algum
e para que pessoa alguma ebame-se a ignoranci
fatem o presente. Reeife ik de onlubro de 1878
Alaga-se um moleque cosinheim^qoe pres-
ta-s a todo e qnalqoer servico; no 3* andar do
sobrado n. 36 da ra das Cruzes.
RESTAIMNT DE PARS
4RuadasLurangeiras4
MR. MICHANDON proprietario deste estabelecimento, recebe asigna-
turas para almoco e jantar, por preco o mais mdico que possivel. Rem
como fornece tambem almoco e jantar avulso.
- Precisa se alugar um preto escravo de meia
idade, paga-se bom a ugnel : nesta lypographia
Joaquim Jos Gon^al-
ves Beltrao
Ra do Tiap ch.) n. 17, Io andar.
Sacca por todos os paqnes sobre o banco di
Mmho, em Braga, e sobre oa segrales lugares en
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chave?.
Viseo.
Villa do Conde-
Arcos de Val de Ver.
Vianna do Castello.
Ponte do Lim?.
Villa Real.
Villa-Nova de Faraelico.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vasca I fValpasso).
Mrandella.
Beja.
Barcellos.
Os abaixe assignadus, incumbidos pela cocais-
si) de senboras qne promovem nm concert e lei-
lo em benelico das familias desvalida* dos solda-
dos de linha de Pern: mlraco, fallecidos en invali-
dados na guerra do Paraguay, de distribnir !
mode que Ibes parecesse mais acertado o pr>idnctc
d'essa subscripcao, pelo presente avi.-am as vin-
vas, pais mais e fiihos dos oflieiaes e s-ldaJos d
exercilo naturaes d'esla provincia, ou qae neiU
lenham assenlado prata, af?!ra cmno a qnaliner
prente d'esles, que hiendo parte de su* fa-
lias vivesse s suas expensa-, e qne M actar em
estado de pobieza, e finalmente aos proprios .ffi-
ciaes e soldados, com exeluso dos priruviro, caso
estejam as refeiids e.>ndieoe-qae dentr do
praio de sessenia dias, acontar dYsiadalaoeve-
rao provar om documentos antbt micos -iu dei-
lidade e circunstancias de fortuna, aflm de pode-
rem perceber e^te auxilio.
( s interessados dev rao pneamiiiinr ?-;os doca-
mentos casa do directorio do ?ard> hberal.
ra do Queimado n. 8 primero anl.r. tu too
os dias uteis durante qutlle per>, as hora
da manhaa is 3 d tare, e cuJ1, d p s de atfea-
didas uas reciama;ojr, receber) a quanlia qL>
lh-s mear.
Para que o presente aviso rh-*gn
ment de todos, ser publicado dia'!;-.!,
jurnes mais lidos d'eaU ci.ud-.
Recife, 6 de oulubro de 1870.
Baro n*e Beroftca.
Luii Ju^ Pereira SimOcs.
________________Abiiie Jos Tavar"j San.
ommodida? pul'
As pessoas qne preciaren) de amas, cria
cozinlipiros. jardineiro?. nitores, amas > Wle,
escravns para o servico domestic", eaixeires. taa-
to para a piara como para o ma, casa* sittos,
podero di s:a dala em dianle mandar aspe*
des por escripli roa do T rre- n li. i andar.
casa amarella.
Caixeiro
Aluga-se urna casa na Boa-viagem, ra da
Aurora, a ao lado direito, tem C quaria. 4 sa-
las, cosinha muito fresca : o sitio est era aberto,
porm vai cercar se, embora se afugue : na ra
do general Victorino n M se dir qusm_aloga._
SENDO
ALpgo
I K)K)
JANTAR 3
3 pratos a ascolba
Vinho
Caf ou cha.

1(5000
SOPA3 p:;*.oa > escoiba
Vinho.
Sobre-mesa.
Caf ou cha.
MOFINA
ASEA
Preeisa-se de nma ama qne compre e cosinhe
para duas pessoas: largo da matriz de Santo An-
tonio n. 12.
PRECISASE
De um homem,
TTENCiO
en>
Vi-
sobrado da ra estreita do i 35
precisa-se alugar um raoleque de 12 a 14 annes :,
anchi o liver dirija se, que achara com q
tratar. Na mwrna casa prepar-ee -Imoco
I lar pra fra.
Roga-se ao lilm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazarelh desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a oncluir
aquelle negocio qne V. S. se eomprometteu real-
sar, pela terceira chamada de*te jornal, em flos
de dezerabro prximo passado, e depois para ja- De 1,nmim iTr "cantivo nara ditri-
.nero, passou a fevereiroe abril, e nala cumprio, bn,reD5Lm. 2^11,^^
e por este metivo de novo chamado para dito r^ iJX^l?? ?^^\^.aZ
jirajpoisVS.sedevelembraraue uTop^o .^^^ a
j de mais de oito anuos, e miando o senhor- s*u *------ ^, i aunar. --------------------------
Alba se achava no estudti nes'., | Precisa se do dua^ amvs forras ou escravas
Precisa s<) atngar um negro ou ura w< le- r
qne : "a ma dft Santo Amaro n. taberna.
Ajudaute de eoslah.
Po Rwteuratiie de Pariz, ra da Larangeira
o. tf ^-ecisa-M de um judant .ha.
' engomraem com perfeico .' na ra da Auto.-
n. 40. v
Ama
, PrecisA-s de urna ama : na ra de Ho.'ia n
50, andar.
Precisa se de um bom copeiro, e tambem de
um servente que seja forro ou captivo : no hotel
francez, ra das Larangeiras n. 10._____________
Offerece-se urna mulher para tomar conla
de urna cozinha ds casa de pouca familia ou de
homem solteiro : a tratar no becco das Miudnhas
n.^L__________________________________
Precisa-se de urna ama forra ou escrava
para o servico interno de pequea familia : na
roa da Amizade n. 21, Capunga.
Burros.
No br gue Relmpago prximo a ebegar de Lis-
boa, esperam se dous burros da raga hespanhola,
3uem pretender compra-Ios pode dirigir-e ra
o Commercio n. 48, Io andar.
ESCOLA PHARMACEUT1CA DB PARS
Medalha de Vrata 1860
OE'
UOUEUB
GODRonco^ivT
GYOT
EXTRACTO DE ALCTRAO.
nico medicamento approvado por todos o
Hospitaes de Franca, Blgica Espanha como a
melhor prparacio iiutantanra e regulada em
dotes a AGUA DE Al.CATRAO.
(Duas collieradas grandesd, liquido por cada
litro de anua, ou urna eolhtn 4a pequea por
cada copo grande.)
O niodMrartor mal enerulr* dai m-
eoaai do mtoDiaao, on bro.<<-bl c 4
Mala
Exigir a Urna do tnrtutor />> .
Deposito Obbak ^^Z^y*
Rnt deiFraars-Boiirgeoi, 17 ^^J^^a^
v- r.Mtis. -^/*7
no Rio de Jiuuxto, Diipichelk; *i
'.mhuco, P. I
Precisa se ds nm menino cora ilgmsit praca.
de laberna : no pateo do Terc.i n. i.
Desap;iarecen da casa da roa d* Lareap:-
ras n. 17, na terca-feira nltima, o menor orpfeio.
de nome Tranquclino, com os -ifiws Mpmm:
pardo escuro, cabellos enriados reate, Isa M
olhos qua'i sempre lacnn: m!I l-;voo viJin
cami-a prtia de lulo e ralea banca j asas* :
quem o aprehender leve-o a dita asa qw aM
se agradecer.
O abaixo asslgnado ren fael Batalha a sna taberna qae linlia att ia rt
de Visconde de PeloUs n. *, lina e e*emlarc--
da de todo o activo e pastive at esa *aB.
Recife, 13 de oulubro de 1870.
Maximiano da S.iva
PEDIDO
A' roa do I.ivramenio n. 38, priroeiro
precisase fallar com o seguiotes *nhore
Julio Adolpho Ribas (acadmico -.
Querino Candida de VascoaecHaa.
Joaquim Cavalcan'.i Se Aibaqaerqae Melk> FaW
(Pombal).
Jeznino Angusto dos Santos Fragoso.
Virissimo Correa de Lvra (Croaagi oa Ticaac^
Jos Hermino Pontnal (etgeaaw Preerrora
Fernando Barata da Silva (eacenho Xoin)ai.
Antonio Gomes Cordeiro de MeHo.
Eduardo de Paula Santo*.
Francisco da Silva Porto.
Trame Joaqnim do R ao Barras.
Acaba de sabir & lux
B
KA
Livraria franceza.
A




00
mifi(\ODifTOiiem
NOSSO SENHOR JESS CHWSTO,
MARA SANTISSIMA
I
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jen Pasee
Offlcio do Senhor dos Pasaos.
Novena do Menino Dens.
Novena de N. Senhora da Gweeia*..
Setenario das Dures de Hara.
Offlcio das Sele Dores de Mara Saatmte-
Novena de N. Sennora do Ormo.
Offlcio de N. Senhora do Ca me.
Novena de N. Sunh ia da Prnha.
Canil


Snyu&buoo
fe ir a 17 de
-i
AO AftMAZEM
DO
I*
VAPOR FRANCEZ
17-llliMH. 1
Este cootecdo estabelecimento acha-se constantemente bem sorlido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navio francezes, dos artigo abaixo menciona-
ses, precos os mais resumidos que possivel. I r
CALCADO FBASCEI
Botinas para cea horas e menluas.
Botina prelas, branca e de muitas outras cores, sordas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para horneas e atenaos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e peluca, da? melheres fabricas e escarnidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peroelras para manttria, da melhore qualHades, de couro da Russia, lot-
"sapatos de borracna para horneas e seniora
Tendo coegado grande porcia de sapatos de borracha vndese pelo casto, anm Jde
iesempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimos. -
Sapatos de lustro para horneo.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
nara meninos como para meninas, mailo barato.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete avetudado, de easemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tnguezes para horneas, para sentaras e para meninos.
perfumaras
Canos de ferro g> ,or b,ral
ToTBirsB, e curvas pala os mesmos!
n. 25. .71
Moinhos para caf e para milno
Os memores momhos para caf e para mUuo Ju* tem viudo te mareado
se encontrara no armazem da travessa do~Corpo Santo u. 25
-------

PRECIOSA DESCOBERTA
CUBAN 111 ARAVlXHOaAS
DO -.
TNICO DELSUC
Nec plus ultra
Tirando immediatamente todas as caspas e cciras dos cabellos.
Deposito
lJBente em casa do autor, Andr Del*u' cabetteireiro de Paria.
Ra Io de Marqo (antiga Crepo) n A, ]* andar

i
Lll
I
infice,
Excellentes extractos, banbas, leos, agua de colme, florida,
de toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada angroise
divina, lavaode, den-
para bigodes, pos de
arroz 'ele, ludo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Gondray, Piver e Lubtn.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jcruvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes toucadore- de diversos lamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas brincos, pulceiras, boioes, crrenos e chaves de relegios e tranceln*, tudo de
onro de li, correales e brincos de plaqu, a imilacao e de mais gosto
catxinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas
do que as de ouro,
"pessas de msica, albuns
e caixilbos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinciamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objecto de pbntasia para toilettes, bolsinhas e cestiohas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito Anos e delicados, boequets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, qnadros proraptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de rres, abotonaras de coliete e de punhos,
carleirinhas para olas, thf sounnbas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jozos do domin, rodetes, bagatelas e outros differentci, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas esteriocopos cora interessantes vistas de figuras e das mais bonitas mas, bouleyards,
oraess e pas--eios de Paris, photojraphias e caixinhas mgica?, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e peqnenos, -
harmnicos, acordions de todos os tauaohos, berros de vimes para mangas, sapatmhos e
toucas de ta, carrinhos de.3 e i rodas muito elegantes para condunr crianzas a pa>seio ; e j*
outras muitas quinquilharias de phanlasia, francezas e allemae?, a precos muito em conu.
i3i3iii)@(D3!)^ i?aaa oaGMi^
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a mascante leitura da inSnidade de
gneros c brinqu6dos fabricados em diversos paizes da Europa.
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37-Ra 11 de Dezembro37
(Outr'ora Larga do Rosario)
No muito conhecido HOTEU CENTRAL encontrarlo sempre os nossos innmero?
freguezes notaveis melhoramentos, indispensaveis para commodidade dos Rastres (re-
quemadores.
No HOTEL CENTRAL encontrase-ha constantemente tudo que de confortativo
deleitavel se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acha-se alli urna excellente casa para banhos, um sal5o todo alcatifado a
guarnecido de diwns, piano, j >rnaes nacionaes e estrangetras etc., etc
DULCE FAR\TE
Normas da Havana.
Suspiros.
Napoleoes
Havanas.
TTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral quo continu a
vericando as qualidades e os precos baratos do ditos objectos por serem vmdos
visita-lo
em di-
reitnra e
propria.
m m?m$
XQ
DA\
EHGEHHMO
Com 'undic
RA DO BRUM
Passaudo o chafariz.
Cnama a atteocao dos Srs. de engenbo para seus acreditados inactiiiuinos e
espeoialidade para seus vapores que anda urna vez tero roelhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionando ln bao de lazer meinor a
52
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estraageiros, ec
contraroos commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano...
a do
Advertenpia em
tempo.
Acha-se justa -
^Htaa bicca pe-
^ne se julgar com direilo tobre a dia rae.
dirija-ae a ra ds Roari i n# 35, dentro do praso
de tres dia, do contrario nao se atender ;i le
clflaiicjio algnma que pp Acaba de S publicada em Paris e ?e Icn*
venda era casa dos prineipaes livrein s de Por-
tugal e do Brasil, e em Pcrnambuco na livraiia
franceza :
A DECLARACAO
DA
IlFALIBIUDADE do papa
A luz das obras dos iheologos mais eminentes da
escola ultramonlana, do jeiuita Clemente Sch'a-
der, do reverenda padro Paber, do arcebispo de
Matines, etc.
i volume brochad-)......ns- t*300
Para darraos urna idea d j interessante cuntedo,
extrahiraos os captulos seguinte, : ideal do papa
segundo os pan danos 4o systema papal ; o papa
real, tal qual existe na historia : materia o forma
dos Sacramentos ; o papa julga toJos e nao pode
ser julgado por ninguem ; o papa re> ebeu de Dos
a sunima do poder temporal e espiritual; c papa
pode escravisar qualquer poro; o papi pule
mandar qaeimar vivo que nega a sua infaUjbida-
de ; os papas sanceinnario os eodipos da inqnisi-
?io, usurpando o p der do hispo pelo estabeleci-
mrato deste tribunal ; os papas prohibem de em-
prestar dinheiro a joros; opportunidade de aug-
mentar ou diminuir o poder papel, etc.
ESTARTO MENELECIEM 1832

AVISO
Precisa-se alagar urna casa com commodos
para pooea familia, sendo preferida na freguezia
da Boa-vi:ta : quera tiver aiguma neslas condi-
es queira dirigirse a ra da Cruz armazem n.
Oozinheiro
Precisa-se de um bom cosinhero, pafa-se bem
e prefere-se eslraogeiro. : na ra da Imperan i?, o.
J4, toja.
PAPAS
SalsaparHha de Brislol.
LEUIUMA-E ORIGINAL
De domingo 16 do corrente em diante haver
papas todos os das s 6 1|2 horas da maohaa :
na ra das Larangeiras n. 29, hotel com mt re al.
COMPRAS/
Lom muito raaior vantagem compram-se
onro, prata e pedras preciosas e o obras velhas: na
loja de joias do Cora cao de Onro n. 2 D, ra do
i'-abug.
VNDAS.
DE OURO
Nova loja de joias
RA D CABUGA' N.9 A.
Os vapores fornecidos por
ciaco do que qualquer dito proprio
Deseja tambem mencionarque tem feito urna reduccao em seus precos; e
lem prompto toda a especie de maenmismo e outros objectos para a agricultura.
pre-
que
DO CABUGA'
DE
Manoel da Cunta Saldanha & G.
0& Acaba de abrise este estabelecimento de joias, o qaal tem grande sorli-
^ ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes tender o mais barato pos-
if iivel.
<*< Todas as joias setao garantidas ouro de tei, pois os seus donos tendo em
i-Jv vista so adquirir freguezia n5o olvidaran, vender bom e por prec>s os mais
s razoaveis possiveis
NOVIDDE.
O Cota, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa das Cruzej n. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de raelhor ha no mercado,
por ler recebido maitos dos gneros descripto-
pelo ultimo vapor.
Hortalices para sopas denominadas Jolienne, que
subtilue perfeitamenle as mais frescas ervas.
Queijos flamengos o que de melhor se pode de-
sejar a 3*000.
Caixoes de doce de goiaba a 8<;0, 15, i200 e a
1*800, dito em latas a 23 e 25500.
A verdadeira (arinba americana vinda de conla
propria a 320 rs. o maijo de urna libra..
Velas stearinas a 840 o maco.
Bolachinhas de todas ?s qualidades e dos me-
Ihdtes fabricantes.
Ervilhas francez .s e porlugmzas.
Vicho de todas as qualidadus.
Farelo de Lhboa desembarcado hontou), om
saceos grandes, i :
Cama do sertao muito nova e gorda.
Queijos de qualba, etc.,ele.
Saccas com milho a 45000.
Especial e aromtico sabio de (imilla a SO rs.
o kilo.

Convida-so o publico a vir a este es abelecimento, certo de que Gcar (*jg
satisfeito.
A' MO DE'OURO RA DO CABUCA N. 9 A
"-//'- ((..vi M^:^^&&&ty \'t
m
FLHINHAS
4 *end a*
LIVRARIA FRANCEZA.
Rus do Oreo, PC' O.
u tStmtiu FitUihat
ffillOTlCH RELIGIOSA
PARA 0 AMO DI 4871
PRE50 R.a 320
Preciia^se de urna ama para
do Crespo n. 18, 2o andar.
cozinha : na ra
Farinha de mandioca
da Babia.
No Mori|Aorio de J >aqum Gcralo do Bast s,
ra do vlgarlo n. 1P, l" anlar veude-se farinha
de mandioca di Bahia muito fioa, alta e torrada
em saecns^randf- de 2 alqueires : os prienden-
tes podem examina-la nos trapicos Damas e Pin-
tes, no Forte do Matts^______" ________
Doc^s, frcts e flores
Ra da Crnz n. I i
todos os di as, das II horas em dianf,
(er$as-(oirs, quartas e sbbados de
S o irmao zelad>r da irmandade do SS. Sa-
cramento de S. Jos, talvec um dos que votarara
favor da abertura de mais dua3 janellas no pre-
dio do Sr. Bernardo (!!) em prejuizo da mesma
ir.i.andade, as-urr.e a responsa'ilidade de todo o
inserido (inclusive a portugueza phrase) no Diario
di, Pepnambuco o. 234, responder-se-Ihe ba
Outro irmao.
Sorvete
leudo as
crctoe.
- stengo.
Xa roeheiri n. 1 da ra de Santo Aman, no
bairro de Santo Aa!.nio n. 1, vende-se um cabrio
let de duas roda, coberto, com os competei te;
arreios, tudo em maito V111 c-tado, pelo pr-'co
por que se vende : iijimai-vos Cnmpradore?.
0GRANDE PURIWCADOR DO S.\NMJEt
Esta cxcellefile e admiravcl medira, c
preparada d'uma msmeira # mais MeMt-
ca por Chimicos e Droguistas mtii d'uma instruccSo profmla, tendo tklo ut-
ios annos de experiencia ao par d'uma km-
ga e laboriosa pratica.
A sua composi^lo n5o consiste d'om sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim.
composta d'extractos d'om numuro Ak ra-
les, hervas, cascas, e foihas, pemiii) i-
das ellas, sua virtude epecial ou poder
em curar as molestias as qoaes teem s?d>
ou essento, no sangue ou nos luimorvs
e estes differentes extracto*egla, arham-
se por urna tal forma q^bmados a fc:u.
de consorvarem em toda a sua torta, o rv-
rativo especial de virtode, que cada ai c
per si possue. A raiz da planta d> Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, am
nos usamos nesta prepara^*), sendo a <\m-
lidade que toos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composii.o iii Snl*-
parrilha de Brlstl entra nwideS
por cento deste concentrado extracto. Ella
080 encerra em si cousa algmm, q/m po!-
sa por leve ser perigosa oa injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella mteiramente
diversa de todas essas mais preparares,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao accondkionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em dost?s
mui diminuas d'uma colber i'e -ni per
cada vez. Nos pelo contrario engarra*-
mos a
SALSAPAWURA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por cst-
dividimos com os consumidores, o gran4s
proveito e vantagem alcancado por ?!
que acondicionan! sua prepararlo emga-
rafas pequeas. Cada um dos frascoMa
nossa Nlsapari*illia de Brwtol
oonteem a messa quantidade igual i por^e
contidanaquellas garrafas pequeas, e alte
disso, possue anda muito ms forra e
virtude medicinal do que aqoelb, qep |
ventura se possa acliar conti!;i rtentrf' 4
seis garrafas de pequeo tanrimo. am-
ianto mui natural, que aquelles, qoe * acbam oceupados em preparar a vender m
suas produccSes, em gan-afas peqnena-.
murmurem e gritem contra os nossos n-
cosgrandes proclamando, que a nossa *al-
saiiarrilhn de Brislol nio fi*#* a
menor virtude ; persa quo ,'*J^"*r
te sao ellcs fMMW m sih-nho, qaaado !'-
oamos, ou simplcsmcnlc refeinaoes fers
com essas cent nares de riTtdVset'
temunhos autbeiitkos, poi sos reesud"
de todas as eMrJH da sociedade, ees *s
plenamente atteslam o pHlernrHrve
iludes maravilhosas da nossa.
SALSAPARWLBA Dt MISTOU
A vantagem de U-nnos os nos
prios agentes naquelles lugares
differentes railes, drogas, i
tas de que se compoem as u. ;.>33 aas*
sao produzidas, que
cer aquello constante cuidado e daesil
minuciosa escolba; c o que assegora egs-
rante uniformidadu de MMm
Em quanto que, por oalro lado, at
nos pounamos nem dinheiro. sea
gencias; alim de alcanrarmos o meki<'
e unicaiiente o sMnordscada M -%
ou ingrediente que entra na i*>p
Cao; pois levados e r-.,!ip,'neiraln de
mais firme e persuasiva conliaaea;
demosafontanuite dizer aosdoentes !
das as naces, e de toda si Mn 1 .
Saisajssrrtllia de Sfr!s*r)|. posaaem
um reni
nenliumon 0. quev>s teos mVj ofcre-
cido at lio; -. e o qnal p ha*!*
mallogrsr vossas expectssss, na ptuerf.u
e effeciva cura da: T-raed**
M
P LULAS
phc0 2 ru bastigliont
par s
^.MAUIIEB H C-, em Ptmambuee; J^E BELLO, m Porto AUaro\
871.VA, LOPES, m Bahia; FERnEIAct C, m taranhto.
rmnnnm
Domingo da Costa ilooteiro. tendo expirado
a sna tbesourana da confrai ia de X. S. do Livra
! ment, declara nada dever relativamente a trsn-
I saceSes da mesma contraria de sua administracao ;
I e quem se julgar com direito a algum debito por
elle conirahido, aprsente suas contas para serem
pagas. Recite i7 de outubro de 1870.
Jtisde 8ant'.\nna
Francisca Apolioara de Sant'Anna. Ricardo Perei-
rs de Sant'Anna e Alexandrina- de Sant'Anna agra-
deeem Aug. Sobre. Cap. Segredo e Amor da
Ordem, a parte que tomaram nos sentimentos pelo
fallecimento de sea prezado espeso, pai e avo Jos
de Sant'Anna, pelo que con/essam-se eternamente
penhorados.
Jos de Sant'Anna
Francisca Apoliaaria de Sant'Anna, Ricardo Perei -
ra de Sant'Anna e Alexandrina Goncalves de San-
t'Anna, esposa, flllio e nota do Qoado Jos de
Sant'Anna, confessam-se penhorados para com os
amigos e prenles que se dignaram acompanhar
o finado sua ultima morada, e aasislirem as
missas do stimo da do sea fallecimento, e pedera
descnlpas em geral das faltas coraxettidas, nata-
raes em taes occaaiSes,
,. tJ&gSi!
Na roa do Queimado n. 40 precisa-
se zllar aos Srs. Hermes Das Fernandes e
Gamillo Lelles a aegocio que os mesmos
senliores sabem.
GAS* PABA ALUGAR *~"
Alaga se o i' andar do sobrado n. roa do
Ouqne de Caxias : tratar no coracao de ouro,
ra do Cabug.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a pbtliysica e todas as molestias do peit
Na*sa parrllha
Cnra Ulceras e chagas antigs, irapiflpBS e dar-
ros.
Ton Ico
Coc3erva e limpa oe cabellos.
Pilllas eai'jariica*'
Em c;isa de TtJE LNSEN, roa da Cruz n. 1&,
iffectivameuio todas as q.
Alguns amigos do finado Domingos Anlunes
Ferreira Tasso rnandam celebrar ama missa pelo
eterno repouso'do mesmo, na igreja da Madre de
Dos, na terca feira 18 do cerrente, as 6 horas da
manhaa, trigsimo dia do sen fallecimento ; e des-
de j se eonfessam agradecidos aquelles que os
acompanharem nesta piedosa recordag o daquelle
a quem consagraram profunda e sincura sym-
pathia. .
Aluga-se a rasa da na dos Pescadores n.
17, com commodos para f.imila, bom quintal e
cora portio para o mar : tratase na rna Nova n.
55:___________________________________
Ol-o de liciO
Vende se oleo de ricino : na ra da Cadta-ve-
Iha do Uecifo n. 1, 2* andar.
Fo hinhas para 1871
Folhinhas de Pernarntiuco, anecdolica erelig;osa
a 320 rs.
Folhinhas do Rio de Janeiro, Laemmect. Guima-
raes a 600 rs. %
Almanak. Laso Brasileiro [
Folhinhas de port 160 rs.
_________LIVRUUA FRANCEZA._________
Vende-se urna machina de costura era per-
feito estado na travessa do Duque de Caxias, ou
tr'ora do Qaeimado n. I, 1 andar.
Finos charutos de 100 em caixa a 5'J0Q0 : na
rna do Crespo o. 2'i e prci da Independencia nu-
mero 39.
Vende-se um terreno todo murado com oito
mei-agaas, tendo 120 palmos de frente e 150 de
tundo, perto da estrada de ferro de Onda : quem
pretender dirija-se ra do Pires n. 53 que acha-
ra com quem tratar. ___________
Tinla.
Sypfcls,oulia. V<-
liasseres EserssV
loses,
Irregulsrifladssde
Seis
Ferainino,
Ncnosidae>.
Debilidade Geral,
Fenra e Maigaa.' c
Febre e Sesees
Hulosas.
Para ama familia slle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de urna ama mo-
ga para comprar e fazer
o mais servico de casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio n. 4, 2* andar.
AMA
PIANO
Vende-se um piano moderno, de muito boas
vozes, e d) autor mais afamado : quem o preten-
der dirij.i -o roa larga do Rosario n. 21, pri-
meiro andar.
Escrofult-.
Chagas a ii i gas,
Ulceras,
Feridas l Icrosas,
Tumores
Abscessos AposUraas.
Erupces,
Herpes,
Salsagem
Impigcns,
Lepra, febres intermitientes e reraiUentef.
hydropesia e ictericia, etc., ele.
Ontro-sim, achar-se-na, qoe para o sem
resultado e petfeito enrativo de todas
las enfermidades cima apealadas- i
(amento da cora,
do e apressuratlo; asando so as
tempo das nossas mni valiosa
regetaes asenearads* ele
tomadas em doses moderadas
cao ou conjunctamente cosa a
ellas fazem remover e
quantidades de materias amrbtca e ka-
mores viciados que se despreadsaa e irre-
mente circulara espalhados pele syatesaa,
rsto causado pelo oso da SsJsaparrNba; a
por esta forma facilita a rolla e eserocia
normal das operaedes unceksttes,
Acha-se a venda nos estateteeasases as
A. Caors, J. da C. Bravo A C, f. Maarir
C, BM,4 A.arbosa. Bart.elomea AMA
P(ecisa-se de urna ama para cjzinhar eai casa
de ponca familia : na roa da Soledado n. G8.
I-'ft'Cia-se d urna ama para -
solleiro : na ra farga ilo Rosario n. 31,
Offerece->e om prc fe-sor ;?ra leccionar fr
defla cidido as linguas Krlugueja e /radeea :
tratar nesta Ivnnoranhl cr-pt
Tarinha de mandioca da Baliia.
Tem para vender muito nova o superior,
em sacca3, a pre^o mais commodo do que
em outra qualqaer parte: Joaqnim Jis
Goncalves Beltrao, no ma escriptoiio ra
do Comuercio n. 17.
Farinha de niamiroca de Santa
Calharina.
Ha para vender da muito nova e supe-
rior cbegaa recentemniiie pelo patacho
rabe el nta Marn, pov pre( i C m-
Exm. I
ilo I
Vend -se'
Urna carree e um bai
na ri'a do Maiquez do Uervai a. ,
incordia.
maeM sor*.: i **
Farinha de milho
(ralar nesta lypographf,
Vend-se diariamente farinln *e
lina e njva a liO n. Iif>i
grossa a 100 r*. : na rj

ry o *>ri>
Ao publico
Ven
f.ilha c dit--s d#
<0. __________
A 8SO0O.

ICIQ U.
W|B H i;
I IIMHI
i IUI 1


Di
-rtri^;.i
nambuco Segunda eira 17 de JuTubro de 1870.

GRANDE
BAZAR DO PAVA
60-RUA DA'lMPERATRIZ-60

DI
PEREIRA DA SILVA 4 C.
Neste imputante estabelecimento encontrar o respeitavel p\iblco, um grande e variado eotiisaento de faaeodas do ais
rado gosto e todas de prime ra necssidade, que se vendem mais baratas do que em outra qnalquer part>, * wt socios desta firma, adoptaran o systema de so veoderem DINHEIRO ; para poderem vender pelo tarto, limi*aadese apenas1
ganbarem o descont ; as pessoas que negodam em pequea esca'a nesta teja a armazem aoderSo faaer os sus sortimento?
petos mearnos precos qoe compram as casas inglezas, (importadora*) e para maior commodidaw- (as Exa^s. famrlH se dsra
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escoberem.
m
frra20
de hiendas finas
mfi* ae bwwjju unas, como Bejara ;
gojl de chevre com llsiras eseoeeas de urna e duas
saias o que ha de mafo alia oovidarie, ricas pope-
linas de sada, granadme?, las esooceza, alpacas,
bjv&e9, tic, ele, e um completo sorlimenlo de
chitas, mauapolSes, eambraias brancas e de cores,
orgitwys o cambraia imperarte, utras muilaa
(ateodas, ludo do que ba de inelnor aein morca-
do, qoe lado se vender o mais barago possivel.
Chumamos a attencao d*o beHo seto que qnlzer
ailar na moda, e ao mesmo lempD esperamos a
sua prcieccaH. Mtnda-se levar em casa das
Exma* Tamilias todas as fizeadj,s qoe nos pe-
di rem
20-RUA DA IMPERATRIZ20
deLessa.
, umfrande S **' e flmKPti*>}w a sua bw fregosla, da immensidade de objectos que i
ajejam : cortes de j?" _*"l_'f_ Justamentefaaabdo ella menos opodefazere porque essa faiU
Cal de Liaban.
Vede-8e al de Lisboa, a.ultima chegada ao
marcado, por prego ra>avel : n. armazem de
MSBqajl yxeira Basto-, ra do Coinmercio" n. 13.
1MNS DE LINHO DK COR A 1*200CORTES DE LA ESCOCEZES A 85000
No Bazar d" Pavao, fez-se una srande
compra de poros brins de linbo, muito ea-
corpados, propriospara calcas, palitos, col-
Jetes e roopas para meninos, por serem de
padrSes miudinbes ; garante-se qoe n3o ba
torea que lhe tire a cor, e vende-se a
/1200 o metro desta excel lente fazenda.
TOALHA8 A 750O
No Bazar do Pavo fez-se orna grande
compra da toalbas alcocboadas, propras
para rotto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a\!2)9lO quidam-se a 7500 a duza^ou a 640 rs.
cada urna, boa perhinctoa.
tfiHTAS E RISCADINHOS MIUDINHOS'1
200 RS.
O PavKo vende chitas ou riscadinhos miu-
diohos cor de rosa e rdxinbos, proprios
para vestidos e roupas de creancas a 200
rs. o evado. SSo muito baratos.
PARA XOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbegou para o Bazar do PovSo am gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 103 00 at 203X) o
par, assim como o meloor damasco com 8
palmos de largura a imitarlo de damasco
de sada, propras para colchas, e propria-
aente colchas de damasco, sende os meloo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sortimen-
to completo dos inel'n res setins e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
CH:TAS A20RS. O CORTE.
No Bazar do Parlo vende se cortes de
hita miudinhas, sendo rocha.e cor de rosa,
eiilo tO cavados cada corte a2 vende-se
a retalbo a 200 rs. o cavado, pachincha.
CASSAS A 200 RS.
No Bazar do Pav3o liquidare urna por-
jo de cassas francezas miudas e raudas,
cores flms, que se vendem pelo baraiissim
precj de i rs. oeofao para aestoar,
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bizar do Pav5o vende-se um bonito
sortimeuto c m todos es tamanhos das me-
hores camisas, de flaoeila de la, c>m
mangas, tanto iropria para b<> ens como
para senhoras e vendase a 3000 cada
ama, e qiem comprar de meia Unzia para
cima tara om ibatimeoto, Sao de muita
aiiiidaie.
CAMISAS BARATAS a 2*800,3*000 e 2*600
No Bazar do Pavo vende-se urna gran-
de pon.ro de casemiras mescladas, muito
encorpadas a 2*800, ditas finissimas com
msela do seda a 3*200, ditas modernas
de qu.sdros, fazenda de muito gosto a
J*60i) o covado ; aproveitem.
TAPETES
Chsgou para o Ba/.ar du Pavo o mais
alegante -ortiinent de tapetes grandes, pa-
ra lofls, om i cadenas, d;t^s mais peque-
mos, para d^as caleiras, ditos para
an b, -amas, portas ; eti. vende-se por
nos do que em oda qialqu^r parte.
OLCU S BRANCAS A 3*2'K),3*oOi> E 7*
Para i Bazar do PavSo cbegou um gran-
de soi ti neut'j das melares colchas do fus-
tao, s-ndi) <)as melbores e mais e corpudas
que tem vindo, a 7*00.', ditas um pooco
mais abaixc a 5*500, e ditas a 3*0U0;
iamhera no mesmo estabelecimento se ven-
den o gnnte sortimento de eret ^es e chi-
tas, potirias para colchas, que se vendem
muit em -onta.
ROUPAS PARA HOMENS
No accieditadi.' Bazar do Pavo encontra-
r o re?peitvel publico um grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas cirx paitos d'algodo edelinho,
para todos os precos e qua'idades.
Cerollas de linbo e algodo.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
asemini.
Calcas de brira branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes ipuafs
De todas estas roupas ba para todos os
precos e qaaldades, e tem de mais mais
am perito
Merinos, caotas, bombazinas, qoe so
ALFAIATE vendem maisbaratj do que em outra qual-
Por qaem *e manda Uzer com prestesa qaer parte.
a aceio quaiqner pecideobra a capricho
so govto do freguez, taodo n'este importan-
te estabelecimento tudas as qua'id Vende se bonitos cortes de lia escooezas,
vindo cada om em seo papel, peto barato
preco de 6*000 cada um; no Bazar do Pa-
vo.
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Bazar do Pavo vende-se os mais i
bonitos a muito fios organdys com listas
largas e miudas 1*000 a vara, ditas lisas,
fazenda de muita pbantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimes paJroes, inteira-
mente novos 800 rs. i vara; peebincra.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegoo para o Baz?r do Pavo um gran-
de sortimento dos melbores grosdenaples
pretos qoe tem vindo ao mercado, que se
vendem de 1*600 at 5*000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
MANrELLETES DE FIL
No Bazar do Pavo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om lago, pelo barato preco da 10*000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavo veode-se bonita fazen-
da branca cncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 ou 3 1(2 metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tara be-n no mesmo est bellecimento
se venda bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de la de
cores j promptas amas com barras diffe-
rente*, da me com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do PavaD vend-se o melbor al-
godo-inbo amfricano eDfeslado-'p*ra len-
ces, tendo liso e entrancado por prego
mnito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo receben-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilhos, que se vendem por preco
muio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do. Pavo recebeu um grande
sortimento dos melbores taonos de croch,
proprios para cadeiras de balatco Eofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendeodo-se por
menos do qne em quaiquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo vende-se su erior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a l*80(iomeiro, dito de lioho cora a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linhodo p<>rtocom 3 4/2 palmos de largura
de 70 a i 1* a vara, assim como um glande
sorliineuio de H mburgo ou creguellas ie
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnslqner p*rta ; aoroveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalbade trancado, com 8 palmos de largu-
ra a l^iH.O o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto muito barato.
Panno preto muito barato a 3*600
0 Bazar d > Pavo recebeu urna grande
porgo de pegas de panno preto fino, com-
pradas em lelo, qua sempre sa venden a
5*000 o covado e pode liquidar a 3*600,
por ser una excellente compra,
COBEUTAS A 3*
Vende-se cohertjs de chita encarnada
adamascada a 3* cada urna, pechiucha.
CORTES INDIANOS A 4*5t0,
No Bazar do Pavo vende-se bonitos cor
tes indianos com duas saias pelo bara-
tsimo prego de 4*5 K) cada um, pe-
chincha.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veode-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas .reta* lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?. \
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
PECHINCHS
DO
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
j tas inglesas com salpicos 200 rs. ocovado,
panno (loo, as raelhor* e raats moder-1 ditas \:das pretas, por estarem um poiio.
sus cawni'-as, assim como os melh-res brins, russas, 12 o covado; pecbincha.
jur branow, qur de cor ; e quanio qual-j 0< proretarios deste importante esta-
quer < b i ni tcar iotmrameote ao gosto bel ecimeoto rogam ao respeitave' publico e
ios Freguesas .a por conta do estabeleci- j particuhrmeme s Exmas. familias favor
ment.
CUALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do P,uo a te solMoient decha'es d merm de cores
muitn :> o cjm pi lr< muii'i decmtes'
de se darem sempre ao trab-ltio do lerem
os seus aonnncios, pel razo de muitos
d'elles serem mudad s auiiu ladas vezes.
CACHK-NEZ A 6*000.
No Bazar do wao vendem se bonitos ?
para qu^lqmir urna senhor. usar, dit-s de grande, cacbi-nez de pura la, pelo Iwra-
crepi n com lisias de seda o mais ano e |n preg, ie 6i00> cada nm
modern. qictim vi do ao mercado, e ven- pehicncha em
de-se por p*co mono en >joala.
Ra da Imperttrfe: 80.
Para Tender eprmmt
UNDAS JAPONEZAS PARA VESTIDOS A
A 00 RS.
Cbegou am elegante sortnaato de la*-
inbaa do Japo, com pairos da seda e de
moilo boa qoatdade que se vendem a
500 rs. o covado. pchincha, au Bazar
do Pavfa, ra da Imperairix n. 60.
POUPELINAS DO JAPO A 1*600 O COVADO.
Cbegou um elegante sortimento de lin-
dsimas poupelinas Japoaezas, comj>s
mais delicados gosios, tendo mu to lustro
e com listrinhas de seda, senlo esta nova
fazenda cuasi da largara da chita france-
sa e vende-se pelo barato preco de 1*600
cada covado, no Bazar do Pa-io.
AS POUPELINAS DO PAVO A .2*000, O COVADO.
Cbegou par o Bazar d > Pavo um bo-
nito sortimento das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de linho a seda, que se
vendem pelo baratsfimo prego de 2*000
cada um covado, as&im como ditas cotr-
go>tos escossezes a 2*400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS a 2*000
Chagou un elegante sortimento do boni-
tas sedas de listrinhas, com as cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado veodem-se
a 2*000 o covado, Da roa da Imperatriz
Bazar do Pavo.
AOS 2000 VESTIDOS PECHINCHA ADMI-
RAVEL.
' a 2*0CO, a 2*000.
a 2*500. a 2*500.
a 2*000 a 2*0C0.
S no Bazar do Pavo.
Vende-se bonitsimos cortes de vestidos
de phaotasia com lindos gostos, sendo fazen-
das traparentes com delicados bordados e
listras qoe a nao ser um graode pecbin-
cha qt;e se fez na compra seria para moilo
mais dinbeiro, e iiquda-se a 2* e 2*50 ,
unicamento no Bazar do Pavo.
LASINHAS TRANSPARENTES A 400 RS O COVADO
Vende-se delicadas laasinbas transpa en
tes com lisir'nbas miudinbas, imiugo de
urna s cor e muito brilbantes, pelo bara-
t ssimo prego de 400 rs. o covado, no Ba-
zar do Pavo
BONITAS LASINHAS A 500 RS. O COVADO,
Vende-so delicadas ldsiobas com liflV,-
renles gusto pelo, barato prego de 500 rs.
o covado, do BazaKdo Pavo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven le-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacas brancas lavrada>, imitag3o
de seda, propras para vestidos de baile ou
casamentas no B*zar do Pavo..
ALPACAS LAVRADAS A 400, 360 E 640 RS.
Vende-se um grande sonimento de Ira-
das alpacas lavranas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e al mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pavo
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Veode-se as mais li >d sinhas ou bartgts de qoadrinhos, proprios
para vestidos, tendo qua-i largara de chita
frsDceza. e Iquidase a 340 rs. o covado,
no Brfzar do Pavo.
MERINOS DE CORES PARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s
cor com coies mni'o proprios para vestido
e reupas para creangas por ser urna fazen-
da de pora la e muito leve, vende-te a 1*
o covado, no Bazar do Pao.
SLACS A 1*U00 PARA VESTIDOS.
Veade-se um elogate sortimeoto de>t
nova fazenda denominada glacs senda urna
fazenda de la muito larga e com delica-
dsimas cores, tendo tanto 6rilbo eomo a
seda e vende-se pelo barato prego de 1*.
o evado, no Bazar do Pavo.
SEDAS DE QUADRIX03 A 1*280 O COVADO
Veode-se u u elegante sortimento de se-
das de quadrinhos, com lindisaimas cores,
para vesdos e r rapos de meninos, e ven-
de-se a 1* 80 cada covado. fc' pecbin-
da no Brr do Pavo.
GRANDE PECHINCHA EM CAMBRAIAS TRANSPA
RENTES A 4*. 5*. 64, 8*. E 10*000
'Veude-se finissimas camb aias soissas, de
muita phantasia tendo 9 varas a 8*500 e
10*00u. unas biapo com lOjirdas fazen-
da muito Una a 5*. 6* e 7*000. Ditas H-
uissimas azul dinbas, que va lera muito mais
dmbeiro, a 8* e 10* K), : t-idas estas cam-
prias, em relago a qualidaie, pelos pre-
gos acma s > mais baraUs do que em ou-
tr* qnalquer pare, no Bitr do P v
CAMBRAIA ALLEMA 00 8 PALMOS DE LAR-
bHA A 11600, U E i*500.
Ven le-se flnissun cambraia branca tran
pa ente com 8 paim-sde largor*, qne fac
Ii.a f.iZir-8e rm ventilo anna a. i
a m
A rua do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QEIMADQ)
Recebeu seguinte :
Esplhoi grandes dourados, moldes benitos.
Carteiras, charuleiras e port-cigarros de muita*
qualMles.
Bonitas pastas para papis, simples e roatisadas
Boas caixas vanas para costara com sna p-
tente chave.
Delicadas canelas de marflni com o bocal d(
prau.
Hbdernee pente? de tartaruga, sobresahindo en-
tre el les os mimosos telegraphistas.
Coinmoes UHKadore* oein uas gavetas e bam
espelho.
Port bouquet, o que do melhor te* appare-
flido.
Port relogios de muitos i|iulidad3s.
Bon3 uMMre para eriancas.
Voslaaros, chapoanhos, toncas, sapalos e meiai
para baplados.
Toalhas e fronbas de labyrinlho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo*
e bonitos.
Cbapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as coavuls5es as
crianzas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, ra do Duque de Caxias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos ou castannus, recebeu a Nova Espe-
rance a verdadem tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirc
leite du rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LABANJA.
Vende-se na Nova Esperanza, ra do Duque d*
Caxias n. 21.
PAPEL PARA EXFKITARSE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, rus
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sahonetes de pos dt
arroz
lnntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao a.
continuando portanto a dirigirem-se a bem conbecida lcjs da AGUIA BRANCA I
Queimado- n. 8, onde sempre acharto abundancia em sortimento de si
qualidades, modcidade am precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E"
Do qne cima fica dito se couhece que o tempe da que a AGUIA BRANCA
dispr, empregado apezar de satis cnstos no desempenho de bem servir a aquellas
bonram procurando prover-se em dita toja do que necessitam, entretanto sem aa.
rar os objectos que por sua natureza sao mais conbacidos ali, ella resumidamente
cari aquellos caja importancia, elegancia e novidade os tornan racommendaaals,
bem saja :
Corpinhofl de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas da setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas coras e qua-
lidades para caitos.
Lequea uesse objecto muito se poderia
dizer quorendo deacreve-tos minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de ebegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lbe a presentar o que poder da
molbor.
Entremeios em pacas da 12 tiras.
Guipure branco a preto de diversas qua-
lidades e desenbos. .-
Ditos de algodlo com flores a lisos.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores bus.
Fil de seda prtto.
PERFUMARA
Grande a eoit nte sortimento de uta.
sempre melhor quelidarfe.
Lindos vasos com pos de arroz e paaael.
Ciixinbascom ditos aroai-li-*.
Bonitos e motlemes pintes ticurales) pa-
ra circular o .que.
Bonitos brioeoB de plaqueo.
Aderegos a brincos de madreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspes para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistu, as
quaes sao movidas por ms
Veos de seda para chapenas e m'onU-' nmas snbstituem as otitras.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas eaixinbas de vidro enfeitados) i
pedras.
Ditas de madeira envernisada cos
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquee 4a
Tonqninbas de fil, sapatinhos bordados eriancas. "
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, preprio
Camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lipinhas.
mmmmmmmmmmmm ssscuswnrai
i ^
I
I
3
O COLLAR IE OH I
M 3 A RU.4 M CAMIfiA \ 3A. t
mmt uns
P ra ex unes.
TRADUCgO INGLEZA
DOS
TRECHOS CLASSICOS
pon
C. PALMER,
r-.*aO00.
LIVRARA FRANCEZA.
1
3
00
Com este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor esa
aderagos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios admeos, pul-
ceiras, brincos, alQnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faqoei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ooro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior prego do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
s
iiiiisiii mmmmmmmmwsmmmi
uuuAdr
Lourenpo P. Mendes Guimaraes
RA DA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as leii
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, ama .te da economa, 4 visiUrem i
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 3,55001 Para liquidar vende bramante de b-
a pega, ditas de 21 jardas a 55000, OliOO.'nho e algodo a 1,5800 o metro, dito d*
6,5500, 7^000, 80000, 95000, e 105000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para caigas a 45000, 55000.
Para liquidago vende-se algodao de lis-
tras proprio para caigas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende se cbailes de
merino eslampados e de barra a 25000,
5500 e 3*1'00.
linho puro a 25800, esta fazenda pro
pra para ienges e toalbas por ter 10 pal
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr^caza
a 15400 o coi tinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vea*.
dos a 25500,25800 e 35200 o corte pan
liqoiiar.
Vendeo se cortes de cassa a 25500 e
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liquidago a da imperatrix.
Muita attenpo
O Cimpos da ra do Imporadnr n. 28 acaba
de reoeber em sen armazem, urna partida de so-
mentes de hortaliza que passa a mencionar as
anualidades e precos.
A saber :
De salsa, a 60 reis a oitava.
He coentro, idem..
De repolbo, idem.
De ervilhas brancas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas rrwxas, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De fiijo ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dit i araarelln, dem.
De dito meia-cara, idem.
De dito cor de ganga, idem.
De tomates grandes, a GO reis a oitava.
De etjo de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
De 'dito de 7 annos rxo, idem.
De espnaifres, a 60 rs. a citava.
Val nova de Lisboa
Vende Joaqnim Jos Ramos : ra da Cru; n.
8, { andar
para caiga a 35500, 45000. 55tOO, 65000,
75000, e 85000.
Para liquidago vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
70, 900, e 15000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias do lengos
brancos de cassa a 25000, e 35600, ditos
de linho a 55000, 65/J00.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 1540D e corbertas de chita a
15500. .
Para liquidago vende-se cortes de casto-
res para caigas de bomem a 500 rs.
Vende-se cortinados para janellas a ff
a pega para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collaiinhos de pa-
pel a 240 rs. para acanar.
Arara vende larnbas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidago, vende se paraueito !i?o z
25200, 25500, 35. 35500, 45 a W, pro-
prio para calsas e palitos por ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de bfm pira car
sas de bomem 15500.
Vende-se cortes de pealas de duas saias
para senhoras pelo barato prego de a 6#\
A Arara vende chitas largas para.vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para cadaum.
vest'do a 440, rs, o covado. Grande liqaidago de roapa feita.
Em liquidago vende-se alpacas para ves-! Vende-se palitos de alparca e de corea
tidos de Sras. a 500, rs, o covado. a U.
A Arara vende laazinhas para vestidos de' Vende-se ditos de canga Dar bosaess
Sras. a 320, 400 e 500, rs, o covado. a 2.
O Gnimaries vende mursulina de cor | Vende-se ditos de brim de algodao bran
para vestido da Sras. a 440 rs. o covado, eos a 25.
CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55,
65, 75 MOLO.
BABADiN Vende-se um ex, lemii 10 sonimento de
finissimas eambraias victorias, por prego-
No B tar < P>vo veode-sfl um rande mai> bar.ta* du que em nutra qualquor
aort" taih to b^b -tinr t>or (a. piirlet e.llt CHlla pM(.a 10 m ^ 6
dos t ans.-reoo- a-uim ,mo 65500 r 7^00, fl, i^mas a 84500 ; toda-
omi R rgiQ de entr m >o,largiKS e esia- camoraas valem mi ib mais dinheiro
astre.' .ara acihn e ve .ule i, o e .li|iii.1< n-ae por esie prego om rea,")-
em (O ai> biralo du qne em oatra orna uranio compra qoe se fez no Baza' i
qualqui pa.-m. do Pavo.
b.a uzr-se rm vestido apenas c-m 4
varas e h IH( !a se a 1^600, t e 25500
YLl^t ""a"'1 mu,| m,s d'"^iro
E pectii. cha Pavo
CAMBRI\ TRANSPARErG
Pega a 45 'O
Vende-se mu.t.. fln,g pei;as de carobr;)i^
branca iraosp^rentes, ieni.,8 |,j aas(a
ia ptcaa o>ai um *kr< .e larunra a 4a
E i.ech cita, no Ba^r 1, PasJ ,
A' ra da Imperatriz
. 60.
Brins de Angola
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vand-se en cas9 de T. JetTeries & C, ra do
Commerein. 48.
A loja da Aurora na ra larga d > Rosario n.
3S, pertencente a Manoel Jns Lopes & Irmao, re-
neberam o bom e desejado rap rosso muito fres-
co ; a-^iin cirno mais quilidiii'es, como seja :
gasee liuo, prnceza, mchado, Rio de Janeiro,
princ--za fino da Baha, meio grosso da B.hia, ro-
15' franre da Rihia e rotao vind de Franca e
taiubem de Lisboa, em latas e sem ellas, o qual
se vende tanto em libra* como a rtatho.
Vende-se a laberua siiT na ma Imperial n.
2lo, bem afn'guezada. par o dono ter de retirarse
a ra fra da provinria,
dita branca a 500 rs.
O Men les vende fusto de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
0 L 'urengo vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 408 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a, 500 rs. o covado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matisa-
das a 640 rs.
Ven le-se ditos de meia casemira a 2#.
Vende -se coletes de brim de corea a t J-
Vende-se ditos de meia casemira a 2|5r/
Vende-se caigas de algodo aznl a SoOra.
Vende-se dita de algodo de listi asaHOOn
Vende-se ditas de brim pardo 2& l#flOG
e 24500.
Vende-se caigas a 65"85. -
Fannha da trra
liAZ GAZ 6AZ
muilo superior, depositada em barricas, no arma-! r^o-nn m tBtan Aor^,tn u u~.~.
asm do Sr. Angelo Raptisla do Nascunento, ao P *gTA^Sm Z%$?S'J
lo caes dos vapores no forte do Mattos ; vende-se ,' nrimflirannlii'jrt^mi\.Su!r^,iE
aos alque.res, ralar com Bernardo Jos de a^uZ no?^!'n^L^J^Lm ^"^
Araujo no armazem do Sr. Annes defronte da al- | "^!'nwos prece *> qw
fandega. ______ j
I
Farelo a f00
Vende-se farelo em sucos grandes a 3J300,
nos armaren d^ Tesen Irmaos i (',. : n i Praga
i|o caes do Apilo.
0 Bu-ic 1> P7
jifc a *ai li Upintfiz a. Bi), ^r,V cja^ii^'oace aberto
diS o horas di minaai as 9 d nmta.
Prec
mili..
AMA
civ de una a a n>r.i casa de pnuca fa-
na tan du Gaileja n. |.
Alujase para vif Hni osa !! familia Umi
Dea e-i-rava : nao C.inru P ma- n. I4i.
Moleque
Precia-se alugar ou comprar um moleque de
Ha 15 annos, fiel e inteligente eme sirva para
crie Jo, i galerna ru ova n. i, f andar.
rHFiliARAHf Especialidades.
\JJLJLJ \J /JlX1.jL1tX Concinuanva aehar-se a venda na roa Direiu
Hnnii^ iii4lntMiPn anprffipn-' botiiea n- ^ os mui conheeklos e cn-Ji.du r-
roqOS mSiailiaiieOS apenei(JO- medios di. veame, e ontros diverw ineea.iM^
atlos por preco muito comino- Wlns em Paria, bem cono saniM de co-
r t an i de,na de B.Tthe, de rbano k>Jado, o> M^lnret a
do: lia ni !NoTa U. 28, loja de ferro de Blancard eas puntado mewoo, p^loni
4 i i i o ___o de cereia, hs de Rog, depurativo Je CijMl
AlllonlO redro de SoUZa JSoares. digital de Labellony, pilulasoacM.fe.to.. BnmhlMi c'iiinlt
0int).is completas para Cn- Proft-incia quaodo empreai* om dwnM S
einib, por diminuto preco, na T,as respiratorias, nae dlres rbHH.naiir*, m
1 i > amarelhdao, na falta completa ou irrefotaidaie
[liesliWl CUSO. s de menstruo, as diarrbas, doe*c n&o
9 do fiomago, tem sido kieiMiiuaeit, em
m^.________*> ', ~1 resitode^iM^a^artarquea,
oigarras (m WBMM ,a u<"i",,iv
fabrica de S. Icio
de ffieiheroj.
nico depo-ito em Pernambueo caes da alfn-: nhacs
leca velha n. % 1* tnM i em ouM^NP
jlm como cta
compara veis
tos feb
ene i
um 4^|

-,
alsasto


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I

r

Di
d y,
-runmb,
;umla eira 17 de Outubro de li
H-------
Sahram luz
As ru; s em contradanza.
Mofa TOarlha para piano por Colas filho,
flor da Boa vi-;n. val : a venda no erando ar-
mazem de picaos e, o msicas de Azevedo, roa
v*n' "' h'J'! rua d0 iiiri" da Victoria,
V B. Rogase aos Si. asignantes de uunda-
rem Pasearas pojas de suas a>signaturas.
Ultimas publica-roes da imprensa nacional
de mostea.
N. I. Piano. Aimulta. polka brilhaote, per I.
Smoliz, 8,4000. !
N. i. Piano. Minerva, polka brilhaote, por Golas
tildo, i.
N. 9. Piano. OHoj Diabo, polka brllhsnte, por
, 300.
N. *. Piano. Urna lagrima, Mazurka, por Ma-
^ o. 8. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
'& .
N. 6. Piano, l,a Grande Duchess, polka por Lu-
can Lamtc, 15
N. 7. Pian. Carmen, Anita, La ra vera, 3 pol-
kas dos cavallinlios, 15.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, do
E. Casalltore, 1$.
N. 0. Piano. Santinha, Maroca, 2 valsas dos ca-
vallinhos, 1*000
N. 10. Pianr. Clianl D'Oiieaux, polka, por E.
Gasalbora, 1*.
N. II. Piano. A flor da Boa-vista, valsa, por
Jos Coeibo da 8.'A, 13.
N 11 Ligrimas d'Aurora, Mazurka, por J. J.
N. 13. A estrada de ferro, ouadrilha, por lien-
rique Alberi.wi, I i.
N. l. Ganlo. Sania Lucia, barcarola napoli-
tana, por Gennaro Arnaud, i.
N. 13. Canio, Marta Aria, para M. S. M' aqqari
mu' amor, de Flotow.
N. 16. As ras em coniradanra, onadrilha, por
r.olsFilhi, U
Jos d'Sonsa Soares 6: 0.
hua no barAo da Vitoria
(OUTR'ORA NOVA)
Apresema-se metam rphozeado no que pode haver de ruis -a-lio c asrcdavel oru r-
sodas fiaas para Senhoras arligos de alta moda em Pars tanto para sentaras como
para borneas e meninos.
Miudezas afarmadas, perfumaras especi tes. variedad de lindos objectos para me-
amos e brinquedos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
- Continuamente recebido por lodos os paquetes vindo da Europa aonde tera ha-
Seis correspondente?.
Vndese muito emennta e manda-se por em pregad, s do esta!?el,;cment fazendas
^m casa das Eims. familias afim de meliior cscolhereni o que desejarem.
OE FAZENDAS E
Rua da Imperairi.4 n. 40,
PAPAGAIO
ROUPAS FEITAS
'^
esquina do
DE
becco dos F
erreiros.
O proprielario deste novo estabelecimento communiea
NOVIDADE;
DO
Ba doQueimado 7
n-i',,1 ""'------*","------"*;,'" -'"-""" .a-uuiM ao respeitavelpublico
|J ciuaae, e especialmente as Lxmss. fami'ns que est liquidando por precos bara-
tissimos as antigs fazendas que existiam ne:te estabelecimento, alm das que abaixo
vao re.acioDadas, cujos precos meeccm loda a att.nco do respeitavel publico que nao
wihm oe com pequea quantia refazer-se de qnalquer qualidade de fazendas que pre-
cise, nevina-se tambem qu a mesma loja tem frito sonimeoto de fazendas mnrfe.r-
hiC0nli"ua.a 80rlir-se (,as do mais apurado o cscolliido gosio, que vender mais
Daraio que qualqaer oulra loja.
bello sortimenlo de fazendas
Grande pechincha.
Ricos cortes de cambraia bordados com 10 varas
a 7S, alpacas e laa do cores a 400 e 500 rs. o
cavado : vende-se na rua do Duque de Caxias n.
19, loja de Leite, Puntes 4 G.
GANDIDO ALBERTO SODR0 DA MOTTA & C.
com escrip'.orio e .irmezem de peneros de estiva
iravessa da Madre de Dns n. 14, t-m para vender
o segu'.nte em cjnserva ouimaraente preparado
m Pars :
Ervtlhas (Pehl pnis).
Fbijao van! {Haricots veilt).
Drro em env) (Film flageo! le s).
Espabgos (Asperg s).
MlSCELLANKA DK LKGUMEf (Maccdoint leQUDUS).
SstrounAs (enrolles).
Tomates" (I>>/>ia/cj>.
Gouve de Bhuxsi.LAs (CIwhs e BnixelUs).
Alcachofiia'. {Fonds d'arlicltatas).
RspuiAFnirs {Epinards)
Goocmellos {Chimpignom).
(C>rs).
RltTIBS com mu-fas (Pli't Irtt/fs).
sem tiutfas ( sans ruffs)-'.
ATCM COM AZF.ITE jTO '1 tkniU).
ranrFAS simples {tmffrs au naturel).
Sardisha m tomates (Snrme etc.)
Galantina com buffas (Gdlantins avec truffee).
Franco (PoiiW).
Pombo cos ERViLiixs (Pigcon avec pois).
Gallinholas tfcaisones).
Perdiz com azeitonas (Prf* arec olives).
assada ( ,-otie).
Andorixha (Uonelte).
Codorniz (Gaille).
Lamprea (Lnmproie).
Picado {Andouilletes I.)
Salxicha (Saucissono I.)
Carnb clizade (Friiuanieau O.)
Re ebeu-se mais
l'm completo e variado orlimento de papis
pintados e doirados de dKTcrentes qnalidades e es-
quMiios desenhos, proprios para forro e guarnieao
desalas, gabinetes, escriptorio, etc. Na remessa
desse artefact i tem havido o rnaior gosto e capri-
cho da parte do nosso correspondente de Pars.
Com uroa mdica commissao sobre o casto da
fabrica vendemos este papel, pois defeiamos ter
eilectivameute nm d^poito dessa especialfdade.
No arautein de Gandidj Alberto Sodr da Molla &
u, a travessa da Madre de Deus n. 14.
Fumo e papel
Completo sortimenlo de fnmo, tamo para cigar-
ro* como para earotos, vindn.de Rm de Janeiro,
Baha eRi,i Grande do Sul. Papel de seda, lineo
e algodao, de di^renlas qnalidades, proprios para
o fabrico de cigarros. Vndese constantemente
no armazr-m de Ganidc Alberto Sodr da Molla
ft L. : a travessa di Madre de Deus n. 14
E' chegado a este novo estabelecimento o mais
loas, sendo sua espeeialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond do,seda ricamente baldados.
Gorguro de seda branco para \estido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 15a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para camae jancllas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L5as de diversas qualidades, lindos costos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico:
Cretohes para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e menino.*.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas nue
* enfadonbo mencionar.
Luvas friscas de Jonviu
Sortimento de tapetes para guarnices de salas, alcatifas n.ira forro do sala, o o
rraodo sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
AlgodSosinh.) com 18 jardas a 20800 a
peca. *
MadapolOo enfilado com 12iardas a 3A
a 3*31.0 a pera.
Di'Ode 24 jardas a 550C0 para cima.
AfoalhnfJbs de linho, e do agodo tran-
cado?, e adamascada por precos crame-
los.
Cajas escuras c claras de 2i0 <$. o ce
vado pra cima.
Jambraias de cores miudinhas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
INo?8 de mussulioa a 4 e 85000
Guardanapos de linho a 3^300 "a du-
zia.
Bramaoto de linho a 20500 e 3j5000 com
10 palmo?.
Dito de algodaj a 1*800 o mclri.
Mcias para senhoras de 4003 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 35000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
ostarpanhos.
C lehas d3 fusilo branco de 3#200 para
cima.
CASA CUVIN A- HA8IMER, SSSU?
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApresenUdaj a Academia d SricncUs e ao lstituio de Franp,
IKJFlinn So!> '"',"" ,li ,,JSlilla' *WIMfc * liVUMJUHU l et de n\ Preventi e earatlva das MOLESTIAS CJi.fA610SA8.
IMECTOR-flIILTRO"0 "'^isde
aiiuuuivil liliailV graej iiconfeniettei de fragilldade.
ESTOJOS
Com a forma, c de volume de um PortoJloeda
COTBXDO 101)0 J/IATAMENTO.
COLLYRIO Contra as alTeccis das palpebras,
preparado sob a meszaa forma.
BARTH0L01BE0 i C
Depositarios geral para e BRASIL e- PORTL'fiAaL
34, rna "larga do Rosario. PERNAMBIJOO.
Sportasn. 53,rua Direita, 3 portas n. 53,anliyo\
hja do Braga
O abaixo assignado, dono deste anUgo estabelecimento, tendo em vista anresflniar i-r.
completo sornmemo de ferragens, miudozas e cotileria, tem Volvido^mandar Csar em
diversos pontos da Europa 03 melhores objectos de seu estabelecimentodo. fabrteantos'
mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico
Ditas de cor de 3J000 para cima.
Toaluas de rosto de 300 rs. para cima.
Cobertores, de 15a finos, a 8,? e 10^000.
Ditos encarnados a 4,5500.
Ditos de algodao a !>oO0.
Cimbraia tapada muito larga com pre-
gas c bordada, propria para sa-as de senho-
ras pre$o barato.
Laazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias do baixo, fazenda
iqleiramenle nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes o tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Laazinbas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o cevado para cima.
Alpacas lisas e de forta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4,5000.
Dib-s de organdy de dito dilo a 8^000.
Cortes de 13a da Escoca a 6,5000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 2,5500.
Ditos estampados de 4,5500 para cima.
Csmisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 35OO.
Brilhaniinas brancas de 500 rs. ocovado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia d linho, e de es-
goio at o mais fino.
Lencos ehinezes a 35500 a duzia.
Ditos brancos de algod5o a 2,5500, mui
to linos.
Fil branco e ^reto, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, branca:om salpico de
flor.
Ditos deiiiliso a 5,5000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados o lisos de es-
goiio.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para uoivos com a competente gravata.
Punhos de linho para bomem a 1,5 o
par. .
C^lariiibos de linho lisos e bordados.
Grvalas pretas e de cores, tanto em fe-
lim como em seda, ha de todos os goslos e
feitios.
IjOJJL
DO
GALLOMILAYTE
Rna & Crespo 9
Os proprieurios desie bem mberi,!. esu'ia*-
cuentf-, alm dos mnit* bjectos qn,
to-a apreciacio do reapeiin
rara vir e acabara d'1 rec-t"
da Europa um enmnleto e v*r*i mr i
Anas e mtd delicadas f-pecialiadcs, ai 1
tao resolvido? a cook- Ji
por precos muito barato hot e eoomoia 1 in
dos. com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pr'!*>, bna-
caa e de mui lindas tret.
Mui boas e bonitas gollinhar. e dobcmh p*ra ftv
nhora, oeste genero o que ha de mab soaeraa
Superiores pentes de tartaruga pan epayan.
Lindos e ricrnJssimos enCeites para .bejas da
Exmas. senhoras.
Superiores trancas proUs e de ors coa vafc*-
1103 e sem elies; esta faieuda o que pode baar
de melbor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqoea de m-rlrffala.
marfim, sndalo e osso, saad* aquel' 4 bracaa
com lindos desenhos, e estes pretal.
Muiio superiores meias fio de Escwsi.-. para a
nhoras, as quaes semi.T.' se veaiari 1 AMr
a duzia, enlretanto qne nos as vendemos por *U.
alm de tas, temos tambem grande, soc
outras -iiialidades, entre as linas. ^
Boas benglas de anaeriar eanna da lidia*
castao de martm com linda? o enran!iir.-.. fcn
ras do mesmo, oeste genero o i >
nilo desejar ; alm desta- erao* UraL. r-.-aaaV
ROIPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sor;imento de roupas feitas de todas as
qoalidades, e feitios, para precos commo-
dos, e quem comprar porcao para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qnalquer obra a vonta:Je dos freguezes,
qoer para homens ou meninos, e por me-
nos proco que qualquer outra offiea, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-semu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qualquer obra da' sua arte,
recahindo a responsabidade sobre o pro-
prielario da loja.
Dam-se-as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio achase aberta d
horas da manh5a s 9 horps da noute.5
Francisco Teixeif Mendes.
Eival sem segundo,
Rl'A DUQUE DE CAXlAfJ IV. 49
(Aniiga roa do Qneimado)
muito
mente grande porcao de fogo"do ar.'e recebeTe-encmmenda eZfoT^^"^^Tm
cem numero de objectos quo se toruaria enfadonho numora-lns : \Cnhara 1 ra KaT tt
5d, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga. a D-
BU 11(1,
Na rua estreila do osario, sobrado n. 35 pri-
raeiro andar, t.-m capellas de saudades, de perpe-
tua, de sempre-vivo e de cravos, propria} para
quem qulzer botar as catacumbas, j com as litas
e os letreiras, tudo de gosto e barato : qnem
quirer deve vir comprar do dia 23 era diante. Na
mesma casa Ubi boquetes de flor de cera, e pre-
pralo se de crav,, naturaes pra qualquer offjr-
u, bordam-se as fitas a ouro, e dev a eneomraen-
da ser feita tre das antes.
Paulo Cordero
Vndese rap Panlo Cordero Uno viajado, ara
latas, meto groas e vinagrinho : no deposito da
roa do Vigario n. U. 1 andar.
Potam aova .1, Rasia a 200 rs. a libra.
i^ de I.i.-b >a.
Gera eru v.-ias.
Dft em gni: i
Vnfio d P.i'-M >iipeti,jr engarrafado.
Dfto do diU' Btfm i'!em.
Dilo mu,- *'-! d( diversas marcas idem.
Dilo tinto P..u.! i >-unerior dem.
Dito dito Ve.ni.ieia idem.
Dito dito aves*!) tin.
Dnahrirtr- Gircavellns MeW.
Dito dito hn.jflll s hm.
Cald'iras do fer. o fundido para enacuhos.
No crtfcioilf, de Olivlfl Pilbos & C ao largo
Vende-ie
??? *'**aM'<,- taa^eehadaras : a tratar na m> Duque de Caxiai
CASA CAUVIN S.
Pharmaeoutlco prlvilcciado
ucoeesor
Boulevard Sebastopol. 85. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprnentadas a Academia de Seieaeiai e ao hislitato de Franca.
Contina a vender tudo
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para tmhas e costu-
ra a......., .
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 15a para bordar de todas
as cores a.......8000
500
60
15000
IH IkTPPAfl Sob forma de Pastilla, devedida e doseada para fiser dfl
II1U LUMU momento ama solcelo PHEVEHTIVA E CDBATIVA das
' MOLESTIAS CONTAGIOSAS
INJECTOR-PHILTRO
Graves
do volume de um relogio, sen-indo
de Philtbo e Seringa sem os
inconvenientes de ragiUaade.
Cora a forma, c do volunto de um Porte-loeda coateada
TOBO TltATAJIENTO.
COLLYRIO
BRTEOLOMEO A C
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o ItRAKHL e POKTI IV4X
34, rua larga do fiosario. l'EBNAMBUOO.
Doces, fructas e flores
Rua da Cruz n. 13.
Ha multo qoe esta provincia pedia urna casa
que bem satisliesse as pessoas que sabem apra-
ciar o que cima se v nssse dstico. E' aesse
estabelecimento que se encontram os melhores
doces de todas as fructas, seceos e de caUa, doces
d'ovos de todas as especies de inassas, gelas de
goiaba, de arac, de pitanga e mo de vacca, ven-
de-se a retaiho e em grosso-para qualqoer parte.
Apromptamse bandejas com bolonos os mais de-
licados e com ricos enfeites, do que se enconlra
grande sortimento, presuntos em flerffbre e ontros
iralosque nao se podetn dispensar em qualquer
asta, arou^ de grosella, tamarino, lima e outro
fructas Junto a este estabelerimento est ligado
uta bello sitio que nelle nudea faltam flora.' a vul-
sas e em boquetes ; apromptam-se boquete? para-
noivos rienmentn enfeltados de eravos brancos
com toda a perfeieo e delieadeu, umitas varie-
dades de planta- pra se preparar hoi jarVJim e'
planiar um sitio. .V v,*ta das encomincnJs re-
tas se veriflr-ara o qne ffma flea diio.
. i
O verdadwr.. p iii:.ni. S se vende na ra dt
Madre de Deu< ... i ,- ,.. dH Jo|0 *jartnS &
barro,
A
Vende sa sai
DrtC
ds ni
TalaM
Vende se a taberna da rua da Senzala-nova n
39 : a tratar na inssma.
Vende-se
Na rna dos Quarteis n. I ama armado propria
para qnalquer estabelecimento, podando o com-
prador tirar ou Bear na mesma rna onde est -
quem quizer pode traiarna na rua Nova n. 4.
Doces, fructas efl res
Rua da Cruz n. 13.
Lanches todo- es dias, fructas, pastis, bom bo-
tado, (binados, dores o hnpadas.
A 5*1000.
Vende-so kotiMS [iretas e de cores, obra amito
b.>a, pp|o diminuto preoo do 3* : veahaai a bem
.ConHf'-i-'a liiji >e miuleas da rua da Gadeia nu-
mero SO A.
Stu rffarifi. de frrro
Venda-id o est a v.,-ta em casa dos importado-
res SImw Ifiwki & C., ra da Cruz n. 4.
1^500.
i, abra boa, .peto di-
"ypW*!1! bein_fonhecifa loja
ms Ja nu<|;, (hdelaii.MI *.
Vandese em
da Gnu o, IL
OPAl
casa

rua
Milho.
Vender era saceos grandes, desnpetwr nto*
Wk mullo B0V9, por r^f ttiM^ ,,,.;,.irl
qualquer p (ario 4o Jos Lopes
'aa&Vigario^nT4, eaerip-
o
Ni .. hajj A C.
Crin n. 38, v, i,
Lona urga Je 30 palmo;.
DiU esfjfta de 25 palu
car.
Oleo de linhaca.
VinbP de Bordeaux finoem caixa
Sellas, 8ilb6es e arrwos.
na rua da
Carriteis de linha Alexandre a.
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores moito finas a .
Grozas de botoes madepersla fl-
nissimos a.......
Novello de boba de 400 jardas a.
GafaUs com 100 envelopes muite
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteitos com trota preta a80rs. e
Pe^as Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philoeomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bonitos a
Duzia de sabonetes muilo finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco corh agua de colonia Pivora
Dito de oleo babozaa.....
Caixas de lamparina* a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
t,artilhas da dootrina fazenda nova a
Libras de linba sorlidas de lodos as
nomros .......ijjboo
Gapactlos mnito bonitos grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oftavas a........
Agulhsiros de osso enfoitados a, .
Libra de linba franceza sopAKr
qualidade a.......
Caixas de pililo do gaz a. .
8<>vK'tn$e*hettmatii30.
Remedio effleacissimo contra as ifres rheum-
tlcas at hoje o mai?, conhecido pelos sana mar-
vilhosos resaludes.
XAROPE DE AGRIAO. um dos medicamen-
tos que sua efflcacia as enfermidales, tsse e
aangue peta bocea, aronebitw, rtores e fraqueza
no peto, escrobuto e molestias de flgado, que me-
lbor tem aprevado.
Tt.NTURA DE MAllAPAMA.- A celebre rail
de raaraiiuama. cuja energa e efflcacia as para-
tysias, mtorpeelrrienio, etc. etc. muito se reeom-
menda.
Todos e*5s preparados se encentran\na aliar
_acia e drogara de Banholomeu *
psito na rua larga do Rosario n
AnU* que seacubum.
Medalla., de prata1 mao: Gr: 30 : vende-se Da
ru*'langa do Rosarle n. 34
Rival sem segundo
RUA DO DUQUE W CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
bom e xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
120 Dozias de palitos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a...................
Frascos com oleobaboza muito fino.
Pacote* com p.te de arroz o me-
lhor que ba a...............
Vavalhas muito finas para fazer
baria a....................
Gaita de linba bran do gaz a..
Vara de franjas de lidbo ptra toa-
Ibas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
snperiores................
Lenco da cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a........
Dozias de mias cruas superior
qualidade a.......3 Pecas de babadinhos com 40 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p.ca a 1#S00 e.
Pegas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rt. #......, .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia do linba frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para m*.'
nos diversos tamanhos a. v .
Dozias de meias brancas moito
- finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Ddzias de baralhos para vnltarete
Sylabarios portogoezes a. .
GartSes com colxetes t carreras a
Abotoadnras para collete diversas
qoalidades.......
Caixas com panna de ac muito
bOa de 320 a......
Caixas com snperiores obreias a.
Duzia de agolha para macbina a.
Libras dfe pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 qoader-
ros ...........
Re?tna de papel paodo soperior
Resma de papel liso omito sope-
rior a ...........
100
500
500
500
60
600
240
100
200
200
500
240
600
720
t#2O0
500
500
40
24G
400
700
640
240
2A420
00
Farinha de & Matheus
Vende Jbooel Aa^iiai Quines Bfatra conWnte1

ao rcntoCoe^*tm<)mu<]m4to>
nalWdfc
- Vendd-aa um arnMffco aova rai muito boa
estado ^^.MJttfao-^Pax-aifl ^ n ,
TlHUMa
MBJaW-1
f ndar
Ventara n. lTproprii pan principiante: a tratar
na. roa Formo n. 13 non A. B. kmja.

120
320
320
320
1,9,000
500
160
S00
100
700
400
500
20000
500
500
500
40
500
320
4^500
2*000
liKKX)
3*000
400
20
400
50C
40
2*000
240
400
4*000
de outrs qualidades.
Lindas e superiores g?.s de sda e borrada
para separar as meias.
Hoas meias de seda para senhora e tara nun*-
nas de 1 a t annos de id
Navalhas cabo de mariini e tarJarnga ^ara f-ar
barba ; sao muito boas,e de mais a mais sa*, a>
rantidas pelo fabricante, e nos por nansa ve: tam-
bera assegurams sua qualidade e rLrfkadexa.
Lindas e bellas capellas para no ir.
Superiores agulhas para machina par* craca.
Linha moito boa de peso, frouxa, par enetnr
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltareu-, ana*
como os teios para o mesmo flra.
Grande e vanado sortimento das metbore* p-
fumarias e dos melhores e mais coahec1 Jo Bar-
fumistas. ^
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos coma aananNaMai <
farilitam a dentifao 'das innocentes eriancaa. Se-
rnos desde rmito reecbedorcs dcsies pri-fiswaB
collares, i-Minnanaos a recebe-los po
vapor? i de qne nnnra aitem no tn^rea
DI -ido, assim pois pode':
! : arem, vir ao deposito do cale
':.; -e encontrarao de". tdn-
,!"::'- qnaes aUandmdo- nt
':iK: V *, se venden') ew- me
dimiiiui'.; :-!-m
oadarartM- nos no. "- f-e;es ear.iig i
S"?Fa N'./naveis loia J.; aaJ
vigil.vr j.J
iifljr-
vi: si"
........ i
Fog&o de pa'ente.
Vende se em casa dea importadores
Hawkes & C, roa da Crm n. i.
3*600
Shaw
FO.NTES
E GKSTlffi
Km catUas e ai retalho.
Aarmaxem da rna do Vicario n. II.
sMaaaa^vfl
OmXmCa
de bortalica5 de toda tu qualidades : na usa do
ouro, roa do Bario, da Victoria n, 03.
Jcordeiro previo
Ron }u Novo e variado sortimento dprtnWajB>
fiias, e ontros '
Alm do completo sortimenlo pen
tnarias, de qoe effectiv
leja do Cordeiro Prevkleote,
receber um outro sortimenic ,
aotavel pela variedado de aiMRtos. i
dade, (pialidades ecommoi
eos; assim, pois, o Coi.
e espera continuar a merecer aap
do respeitavel publico ea;
boa fregoezia em particular, .
lando elle de sua bom c.
e barateza. Em dita lo .
apreciadores do bom:
Agoa divina de E. Coodray.
Dita verdadeira de Murraj Lunaum.
Dita de Cologne ingiera, americana, fr;
ceza, todas dos melhores e mais ac: J i U.
fabricantes.
Dita de flor ds larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para cunnervsfio i
asseio da bocea.
Cosme tiques de superior qualxic p eht
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores crn*-!:. :*. cf.
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, la rpira:
a outras qualidades.
Finos extractos inglozes, amerii
francezes em frascos simples e en .'
Essencia imperial do fine e agradara] ci;
ro de violeta.
Outras concentradas e de Mtm igc
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verd2dciro.
Extracto d'oleo de superior qaliia.
com escoibidos cheiros, em trajee de dil?
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e asnort
para maos.
Ditos transparentes, redond c aa C|i
ras de meninos.
Ditos muito finos em cakinba para ba?b.
Caixinbas com bonitos sabonetes xilaas'
fructas.
Ditas de madeira invernissi cctandoi
oas perfumarias, muito proprias para prt
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, taa
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e /
moldes novos e elegantes, com p de am
e boneca.
Opiata ingleza e francesa para denlas.
Pos de campbora e outras dTereai?
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada Mal soquea.
Um outro sortimento da coques da i
vos e bonitos moldes com filis de vidrQat
a algns d'elles ornados de flores e fita:
esto todos expostos aprecircio de qnt
os pretenda comprar.
GOLL1NHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e perfeicio.
VabraDaa e aftas para lu .
Bello variado sortimento de taes bi-
tos, llcando a boa escoBu ao gosto do eos
orador.
JoaquimRodr'gues la-
vares de Melio,
TES RARA VElTOfiR
em es eseriptorio, praca do Carnt Same
n. 17 :
Fnmo em ftJha
de 1 rpjakdada, vanV nm *n r.ais i
farden a vontato dos oanapradana
* Cai de Li-bo
ultima riMfadn.
Potnsia da Rmm
Farloka ale saaaKfloea
Vi libo Bordeaux
de I* qaaMade. Ta* &
b-rato do que a sotra ^
Wmwm
v--i.r-.n-w panas de as -#
Hwtas: a peaaoa denratefetar un,- .. .r.,*-.
roa Imperial n. 11
,



i
t
ASSEMBLE\ GRU
f.VM VRA DOS DEPUTAOOS.
KM 30 DE SETKHBR0.
/'. i'fjraiima. ministerial.
(Conclu
A prwenca di r. l.itor ita comniss i es-
pecial, ni umbid > por eti augusta launra!
de iniciar as medidas con '-tmenles a
m-niu seivit, diu o nobie depMado polo
i" dislricto da provincia do Rio i ao gabiaete nina feico earacientca
acerca dessa grave quest u que jusiamenl-
aiuella que mas alfeel a principal I "le
Mi npiezi, publica, a agriou tura ; o on-
poi-se assiqj ao pasamento revelado po.'
su mesma cmara em urna votagao sdem-
ne que lia das tee lugar a proposito *
preferencia para a discusso do projecto of-
ferecid > pe:a commisso especial.
A observago do honrado deputido acha
cmplela resposla no.seo propiii enuncia-
ilo. Bastara allende ao fado de ler sido
rn miado aos consolos da cora o relator
da ommisso especial incumbida por esta
mesma caraira de tratar com urgencia dessa
grave questo, para reconheoer-s) que. ion-
fi di li ivi-r a menor oppasic. .o ao pansa
lea*' '-jvtl I poli cimira, nav a-si con-
tttad i etae ptasamenis' (azeqd*-se r
> .iii.-j bu jabaels. Ilutara que u noo
rad*> di'puta-i, dupUmentc mea cil.'gi,
cora i memoro desta casa e lamhem da cjm-
ruis- especial, faz judo j >stica ao criterio e
lluoracj di caraira dos Srs. dapuinljj,
reconhccesse que ella nao tena volado a
eleico urna cosuussao especial, n-w
aceitado emelhairto idea, se nao estivesse
convencida da oecessidade de tratar L-sse
assumpto. (Apoiados.)
0 9a. Ju.vji'eiiu : Resolvca a qoestao
da opporuuidado.
O Sn. Axdrade I'kileira: Nao rJSO-
veu
O Sr Ministro oa Agiucultba :E. p >is
que anomala pode haver em ser chamado
ao gabinete o representante do urna idea
adoptada pela maioria ou unanimidade da
cmara dos Sr*. deputados?
Como accusar-se a organisa$o do mhis-
lerie de 29 de setembro, porque juMaueh-
te corresponde ao pensamenlo da cmara f
Esse pensamenlo foi revelado evidencia,
quer pela votagao quasi unnime do reque-
niii oto q e pedio anomeago da commisio
especial incnmbiiU de tratar deste assumplo,
quer pela sol itude com que atienden ao
projecto do meu nobrc amigo, depui do
por S Paulo, relativamente aos escravM
peitoBcentes ao dominio do tsta o (Apea-
dos.) Qual foi a voz que se levantou oeste
Recinto pata impugnar aquella de'.iboi'telo ?
i do seio dos ajeas
O.
I iunr#mF
pro|
..igo,
E dfclaral'com
> gabineljf^H
s nobret deputaos qoe

n patriotitMo
pira a prudente soloclo de otrn queslio
que ioteressa a tidos os brasileiros, e a qae
se ligam os mai,)res ioteresses da sociedad.?
nicamente promover un rnonifestaclo de-f(\Iuitobem.) O nobredepotado pe> Cear,
nado.
Aiodi mi
deputtd) pe'j
J ihi i, que cai-
que, volmti contra o requer raento de re-
ferem-i i, n3o tinlia em vista pronunciar-se
sobre i qnast lemealo servil, ma:
ro
inlianca para con o gi!)ineto. Do mesmo
ni.i..o o llostrado depita lo pelo 4.distric-
u do Itio de .Iiiieiio demonstrou quo a
;iref ren:ia valida ai importara acondem-
:i 'i'ii.' do prnjeit > da commisso. (Apoia-
dos )
S, piis, o taaver.lade ios factes,
faril ivconllecer se a 'roprjcedeir*.ia do con-
eeito d > honrado dep dad i quindi) nos
disse qii3 o gliinete iii> repres.ntiv* a
op niao dtsta augusta cmara.
RHeva anda notar que a -omnissio es
recia] prevendi a poss'bilidade da preten-
der se adiar par.: a prxima spssIj legisla-
tiva a adupr) de algtaas das medioas
lerbiidis no rojecto, procurou adrede
fie.iitar cssa solu(;3'i, div dindo o tra -alho
em tilului espciaes, de modo qie fcil -
mMite po loria s-i destacaras diaposicoes
\\-.) Re jul^Hsera mii* urgsntes,e reservar
i- nutras para sereui coas deradas quando
esta augusta cunira entenlesso convenien-
te. Expondncm frinqu-za ft lealdidi o
sen piusamento sobre as medi las pro os
tis, nenbuoa do- meuibros da commisso
pretjndtu diiBculUr a realizacSo de qual-
mior sol:rS) que a sabedorfa dos poderes
do elido pan'ces-n .conveniente lomar.
j no!) o deput do o sabe to bem c mo
eu, p lis que fji um do* dignos memoros
les a comniisso. ^J
Apraaentida a questo de conSanca, e
encerrada a discusso sem que aquellos que
pngnava n peh opiciS-i contrar a pudess^m
explicar o seu voto, na" i era possivel que
vol:issem contra o requerimento os propri-
os que o haviam iniciado. P. la minba parte
offerecenio a esta casa o.projecto n... deste
anno, que servio de base aos estudos da
commisso especial, jl concorrea eiricaz-
menle pan a sa futura solucSo; e assirn
tambem o nob-e deputido pelo Ro de Ja-
neiro ha da continuar a prestar o sen va-
lioso auxilio mestna idea, pois que ja de
accordo com a commisso especial sobre
um dos ttulos do projcte. apenas di, rgio
quinto opporlunidade. e isso por julgar
indispensavel a certeza de dados estatislcos
to fiis qaaot) fr possivel. A nossa di
vergencia, portanlo, vi ero breve despa-
recer ; eu o espero.
(raedi las que se referan)
lesaccordo
incipio.
i: M is sobre
um prof&to restricco, nio as encaram a
qoestao de freoto
O S. Abajo Lima : Deu-se al anda-
mento a um pr jecto que se refera a urna
parte da qqestSo, a alforria dos escravos
que estavanfi no nsofructo da corda.
O Sn Gouea de Castiio : N5o se a
prejudjear direito:- adquiridos.
O Su. Araujo Lima : -O quo demonstra
todo istj ? Demonstra que esta cmara,
que 08 proprios merobros do gabinete de-
i-ahido entend .m que algnma cousa se de-
via f izer na questo senil.
(Ha apartes).
Demw, laucando se os Ihos p-ra o nos-
so paiz, quem que nao reconbeca o mo-
vimento emancipador qua opera no im-
perio lodo? Q.nndj, poi<, ee o esiado
da cmara e do paiz, como se quer fazer ao
apartido conservador a deshonra de da-I
como mantenedor da escravidaoT Coma se
Njj foi ella aceita com o pr.ipno concurs)
do i lustivdo gabine e de 10 dojullio:'
i Apoiados) K portanlo, senhores, romo
e pode ostranliar que o minist rio de 20
de setembro inscrissa no seu programma a
a oecessidade de resolver prudente e caute-
losamente a transcendente quosto do ele-
mento servil, se essa necessidade foi reco-
nhecida, nao s por esta augusta cmara
como pelo Ilustrado gabinete a que temos
i bonra de suxeder? (Apoiados.)
Pelo colri o, o gabinete deixam de
corresponder t-spectativa desta cmara se
nao comp ehendesse no seu programma essa
grave questo que tanto preoc-uipou a at-
lenco das duas casas do parlamento, c que
foi admitLda pelos diversos membios do
gabinete do 1 de julho, quando reco.ih^ce-
ratn a necessidade de tratarse dest as
sumplo, e apenas exigirn) o lempo nece-sa-
rio para obterem alguns esclaiecimeutos.
eompromettendo-sfl a tratar de sua soiucao
na prxima sesso legislativa.
Apreciemos agora a questo da preleren-
cia votada p.ir esta cmara acerca ao pro-
[co da commisso especial, em coja dec-
sSo o nubre depatado jolgon haver animo
ma com o programma do aciual ministe-
rio.
Apresentado o trabalho da cimm;s o
especial, nenbumdos membrosda commis-
so se mistrou impaciente em provocar a
discusso immediaia de lo importante as-
sumplo Havecdo consignado as saas ideas
com fr. nqueza e lealdade, nenhum dos mem
bros da commisso pretenden alterar a
ordem dos ir.ibalhos da cmara para reque-
rer urgencia lessa materia.
Os merobros dessa commisso obedeeram
ao honroso mandato da cmara, e tendo
cumprido o seu dever, limitaram-se a espe-
rar a opportunidaie natural de sustentaren!
as opin'wes que haviam manifestado, quando
inesperadamente foi r. querida e obtida a
urgencia para tratar-se de um projecto
presentado pelo meu nobre amigo deputa-
do p.lo 3o districto de S. Paulo que trata-
va nicamente dos escravos da n}c5o cojos
servico* foram doados cora.
Convencido da inconveniencia do tratar-se
de ama medida parcial e incompleta sobre
um assumplo lo complexo em suas mu-
tipias e variadas relacSes, eu faltara entao
ao mea dever, se nao pedisse a preferencia
do proieem offerecido pela commissSo es-
pecial, que, alm de nao ter esse grande m
conveniente, offerecia a vantagem de nao
consagrar urna preferencia que n3o poda
achar ap)io as les da moral da jusbea.
Nesta convieco fundamental o requeri-
mento, a que alludio o mea nobre amigo,
allegando entre outras razes a necessidade
de ampliar a todos os escravos que ptrten-
cem ao dominio do estado o mesmo favor
que o projecto conceda restrictamente
parte desses escravos que esli ao servico
da coroa, e bem assim a urgencia de de-
cretar-so urna matricula especial que pu-
desse auxiliar o compromisso eolio toma-
do pelo gabinete de 10 de jaltao, perante o
senado, de habilitar-so a tratar da solucio
desle assumpto em maio do anno prximo.
O nobre ex-ministro do imperio reconhe-
cendo a procedencia destas adegaces, de-
ciaroa entSo qne o gabinete aceitara aquel-
las duas emendas, mas que nao admittiria a
preferencia requerida para a discusso do
projecto da commissSo; e estabelecea se
urna questo de confianca a tal respeito.
Nessa situac3o inesperada procedeu se
urna votacio, qae, longe de importar a con-
demnag.o do projecto da commisso, s sig-
oificou a confianca qne sempre merecen o
gabinete de 16 de julho da paite desta an-
gosta cmara. Adiar a discossao do pro-
eceei expr-me a ser mil comprehen lido
se assim proeedesse. Em assumpto to
nave nao podia exhibir urna tal volubida-
de, que a um simples aceao ministerial me
jnlgassQ s slrangiJoa to flagrante con
tradic-io!
Deste procedimento, porm, Sr. presi-
dente, ninguem podo jadicioamente on-
c'uir que en renegasseos principios do par-
lid i conservador que sempre pertenci,
ou que me apartasse das opinioes desta
augusta cmara, em cujo seio eu vejo com
p.-azer os represeutantes das ideas de or-
dem e progresso que cjraclerisaro a actual
situaco.
S ildado desse pirtido, eu {algo ter j
exhibido as neceisarias provas da minha
dedicaco, (Apoiados.) Compartihei sem-
pre os seas dissabores e as saas glorias
(apoiados), e p irtanto, nao dou o direito a
ninguem de esperar pelos meas artos para
saber quies os meta principios pblicos e
qu I a minha conducta como membro do
actual gahinct1. O mc.i pascado, posto que
obscuro, cabal garanta para a perseve-
ranea das conviccoes sembr sustentadas
com lealdade nes;a tribuna. (Apoiados.
Nida mais devo acrescentar sobre este
ponto.
O honrado depatado, porm, lamentou
que a illustrada opposiQo que no senado
se manifestara to enrgicamente contra o
gallineto de 16 de julho, nio se tivesse
aproveitado da inconstimeionalidade qne S.
Exc jnlga haver na organisagao do.gabinete
ac nal pira contostar a egitimdade da sua
existencia.
S-^rn incorrer em u^ia repartigo que j
declarei intil, limitar-aoe-Mi a parodiar o
pensamenlo do meu nobre amigo, lamen-
tando tamboril que, quando os nossos pro-
prioj adversarios noenxer^aram essa phn-
tastes iiiconstiliicionahdade, seja o nobre
depotado, um dos raembros mais distinctos
e apreciados do partido conservador, com
cojo apoio temos o dir- ita da contar, que
pretenda demonstrar semeibante vicio na
organisagao do gabinete da 29 de setembro!
(Vpoiados; muito bem.)
Agora, Sr. presidente, resla-me apena
dirigir duas observacoes ao nobre depotado
pela provincia do Cear, coja illustracao e
distincto carador s?mpre respeilei.
O reparo de S. Exc. s ibre a miaba pre-
senga no actual gabinete a despto da re-
geifo do requerimento de preferencia para
discusso do projecto da commisso de que
tve a inmerecida honra de ser relator, nao
pode resistir anreciago que acabo defazer
desse fac'o. Manifeslouse a confianca da
cmara para com o gabinete de 16 de julho,
mas nao a condemnago do projecto da
Quanto ao nobre depatado pelo Cear, osa asseverar que a vmanaipacao pro-
verdade que S. Bxc. no cometo da presen-
te sessio felicitara o governo por nao ler
consagrado no discirso da coro nenhum
lopico concernente solucS da questo do
elemento servil, mas lambem verdade que
poneos dias depois de haver assim proce-
dido, o propio nobro depatado apressou-se
a iniciar o projecto a ojue alio li e qsw se
acoi annexo ao parecer dacomm's*5o espe
Tal, em cujosartigos S. Exc. eslipulon me-
didas to adiantadas sojjre este mesino1 as-
sompto que a commisso 980 julgon conte-
niente aloptar seno una'pequeaa parte.
O nobre deput do, pofs, que segundo a
sua propria pbrase. assim sa alistou nass
sania cruzada, ni poda estranhar que gabineta actual o acompanhe rwsen proprio
proeedimenlo. Pelo "contrario, parecen nos
ser urna razo para merecer a sun valiosa
adh'sao, e delta nao desesperamos.
Explicada assim a minha posiejo, Sr-
preside.'.te, eu juig haver tambero precisa-
n o pensamenlo do ministerio com fran-
queza e lealdad e de m'ido a nao deixar
p irar nenhama duwda sobre o nosso futu-
ro pnwedimento.
Urna ultima explicagiio, porm, -neces
saria para provar a minha consideracio pan
com o nobre deputa; o pela provincia do
Cear.
O moir nobre amigo foz sobresahir a cir
cumstancia de ter sido o ministro da> agri-
cultura convidado ero ultimo lugar. Ccmfes-
so, Sr. presidente, que mr> procure saber
a ordem em que o Ilustrado presidente do
conselho- do gabinete- a que tenho a honra
de pertencer, se hav-a lembrado dos dignos
cidados que compeem o ministerio de 29
de setembro, entre os qases a minha pre-
senta servir para contristar o elevadome
recimentn desses Ilustres eavalbeiros.
ommisso, quo nao podia ser jaigado sem
previo exame, e sem a indispensavel dis-
cusso. (Apoiados.)
A moderacao ainda- nio contestada das
ideas propostas pela commisso; e a adbeso
geral quo raereceram, al m?smo do ^Ilus-
trado presidente do conselho do gabinete
de 16 de julho, constituem um pro:eto
enrgico conlra uau tal assergo. Nem ja-
mis nmguem preteadeu tancar a esta au-
gusta cmara a pecbi de escravocrata. O
que todos queremos que a soluc3o dessa
grave questo seja prudentemente dirigida,
de modo que, respeilado nao s o direito
de propriedade como, os grandes inleresses
que a ella se ligam, possaraos realizar
subslituicao do irabalho servil sem que-
bra das forcas pruductvas do paiz, e
sem perturbago das relaces socaes, que
indubitavelmenle constitoem a mais solida
garanta da ordem e da prosperdade.
Nio posso comprehender, Sr. presidente,
como se pretenda achir contradieco entre
o programma do ministerio e essa opinio
lo francamente revelada' pela cmara dos
depatados! Contestada urna tal argigo
em todos os seus reductos, resta a nica
qnesto de biverem alguns membros da ca
mar entendido que se devera discutir de
preferencia o proje. to da commisso. ao
passo que a maioria entendsn deyer adiar
para a prxima sesso aquella dscnsso,
adaptando, porm, desde j algamas med
das muito significativas. Mas essa mesroa
divergencia lo pequea em sea alcance des-
apparecen pela contingencia da terminaco
dos trabatlios L-gislativos. Expirado o tempo
legal, e j esgotadas diversas prorogages,
nao seria por certo conveniente urna nova
Longe de proceder a- e*sa indagae/o, e
esquecendo-me at- de avaliar a magnitude
do encargo cojo dcsempenbo se exiga da
minha dedicago e patriotismo, s enrei-de
verificar se o pensamento poltico do. sea
Ilustre organisidor, bem como o dos sei s
membros, se harmooizova com as naiohas
opinies, se o partido conservador esigia
a minba cooperaepo e se eu podia esperar
a indispensavel coadjavaejio e apoio- dos
raeus correligionarios polticos: na pro-
cure saber qoal a ordem em que fra lem-
brado, se em primeiro on ultimo lugar.
(Apoiado. Muito bem ; muio bam.)
O SR. ARAUJG LIMA ~Sr-presidente,
depois da expoe.go, e defeza do program-
ma do gabinete, feitas pelos honrados mem
bros do mesmo gabinete,, reputarme-ta dis-
peosdo de tomar parte-na discusso, se
me nao julgasse na obrigago de afastar do
partido conservador ama imputaeo que
Ihe vi assacar por um nobre depatado qae
fallou em nome deste partido, e- que deu
a escravido- como ua predicado- que lhe
essencialmente inherente.
Senhores, em ama das sessbes anteriores
o nobre ex-ministro> da justica. a qnem me
retiro se exprima uestes termos : Se eu
estivesse na Inglaterra, ni.i seria conserva-
dor, estarii o lado de Brigbt. Ao envez
do honrado depatado, em qjialquer parte
do mondo, na Tarquia, naRussia, na ingta
trra qu no Paraguay, seria eu conservador.
Senhores, os amigos das formas liberaos
de governo cha.nam-se liberaos; mas os li
beraes soffrem diversas modificages; eomo
ordinario em poltica, e bem assim n?s
diversas carreiras da aclividada humana,
uns marchara, outros correm, outros final
mente vao aos saltos. primeira classe, que
se compoe dos liberaes conservadores, per-
lengo eu aqui, como em qualquer parte do
mundo.
Isto posto, apezar da mais pronunciada
qualincaco de miaba ndole de conservador,
-me impossivel comprehender on admitir
que a manutenco da escravido seja idea
do partido conservador, bem como qae a
gramma da lavra ou do partido- liberal ?
tfo, senhores, o- partido conservador nun-
ca, nunca.adopto semelhante programma.
Hoovesse o elle- feilo. e desde esse mo-
mento, repito-o ainda, Ht3ria eu risca4o do
partido conservador.- (Afuilo bem )
Sniores, a escrarioo depois da ultima
pliaso porque, passou n Amrica do Norte
est exHoeta, est morta. Deaconhec-lo-
ter oavrdos e nao owvir, ter olhos e nao
ver. (Apoiados).
E qnesEao de ignablade religiosa, de
ignaldade civil, de nobilitoeu, energa e
tniballio. ii dignidade nacional, ptira que o
Brasil pos* apreseniar-se no congxesso das
mges de cabeg.a levaiitaitev no p de igual-
dide para esm as mais nages, apaga-la
essa grande nooa qm o afeia.
era ha ejemplo de que-em paaalgnm
8-; ex'.irpasse e te cancro- pelas proprias
furgas da natomza.
Senhores, o-governo n -someste um
escudo, 6 lambem Bmaalavaneai O gover-
no. que nao sabe imprimir direcQos gran-
des ideas que agitam a socedade indigon
de presidir a seus destinos. Apoiados}
OSu. Andraor- Figueira :'J gobern
nao revolucionario.
OSn. CanbidojMendes:Ms faz revo-
Incoes pacificas, e eslas sao indispensa-
veis'.
OSb. Abaujo Lima :O nobre depetado
pelo Gear alludio ainda a una forga sope-
1 ior yie domina os ministerios. A- censora
do honrado deputado nao fundada, nem
conveniente.
" Teobores, a iftffhencia do crwfe do estado
sobre os seus ministros, ou destes sobre
aqoeWe. quista-uro tanto poeril. Haum
Lgranrh principe aom pequeos ministmw ?
|A influencia do monarcha ser immeosa.
t pode pile aprj*rrtar#pra o em-
pregs qae n3o s3o do coufl.iwca adversan s
capaaes. E' assiBMjue eu auendo a tole-
rancia a qua o governo alinda.
Tom o governo exposto seu programma
com tamanha franqueza, qne nao quero
abusar da paciencia da cmara, insisliodo
em assumpto que lo claro e manifest.
Rematarei fazendo nma observaco. Nos-
sos adversario?, na tribuna e na imprensa,
combatem nos com urna tenacidade infati-:
gavel. Sois filbos di frande e da violen-
cia, dizem elles. Nunca a verdade foi tan
clamorosamente valida. 'Simulando com
presso, mas realmente abandonada pela
napa, em t rinde dos abusos que com met-
iera, i oppdsico incorrtn no crime'de de-
sergij-, ogf do pleito eeioral. Coroposta
de cid.7d*w provectos na lulas pofllteas,
ou de irwncebos esperangosos, qua con^iia
taram a pijsifabque ..ecupav*. defendendo
a causa dos- npprimdos, esfa camira foi
eleita com bberdade poaco vulgar, por ni 1
haver lula. 9o |6de negado a> paixUo p>-
litica em delirio. A pnreza de oaesa origen
est vingada.
Se nos puzessemo em divergewria com
o-gabinete actoa',. qne promelte un fioiiti-
ea rhibre e generna, capaz de satisfacer nos
principios, bim como- aos interesse? I^giti
roo- do partido conservador, qne *riam
nos-os adversarios T Devorados de psises
illegitmos, nos argirpiam elles, nmliurogo-
verno' vos satisfaz f.
S'-nbores, o pirtidi- conservador anda
urna vez dar lestemanho- da prudencia'-
sabedor com que ten procedido em tod?
os lempos, prestando um- apoio franco e
leal ao gattrue.i* de 29 rte-'seternbro. (Apoia-
d s. Muia> b4m. muio- bm>
toral dj*trMs reprmett^in,
das oaive *
ti i a das norias apefts ero doxe de asas
circnmscripcfi ^^
Em vila !" ** mnM
exportas acrfdtla a cooart
tuaes circrMPlinclas do paj
Sr. daputado Paolino Jos So P
consuttilos os interets*
os direitos, e sobretodo cmnn
>
des vantagen; ^
l. A de tornar.mais fiv a MH
consfguiniemenfe mais regrUma a represte-
tacOtnacional.
11> A de lib-riar a grande *"***
cidadao, principalmenle os menos f .vocea-
dos de fin-tona, da oppress' qn sowra
das autoridades subalternas per ai
voto. t
* O projesto ap-esenlado nesta
qne est assigaiado pelo Sr. Sonza Ci
e muitos entras depilado/ entre o
ir Sr. Paulino teSau. e o projecto
cii'o na sesso do amo paseado pekr 8f-
i'erera, da Siivov conlem dspesicoes qaass
idnticas, t o me3rois*imo systewa l^f
projscto qae a cororabso acab> de aiaas
iwr. -Vs pe inenas alteraces qo* esisie*
saltiim- aos olhos, e* p>in ser fkilaaeaiB
apreciadas.
l*m novo systera a qve sen ssrt aatr.
o Sr. Jbu tiendes, shamon do qctceaat
foi ir'itmantente aprsentado e igiulsase
com os deirwis submettido i consdbratio
da commissV). Nelle procora-se dar reere-
senlarB'no j s minoras, como a^s
pretendemj mas s fracg"es do corpo elei-
loral que- possaro chegar ao nomero detar-
rninado pelo-.rudente.
A idea capead realizarse pela aoeif
NtnKiiewmais pedindo a* pehivra, o Sr. jsegunte: divdidw o numero total dos sks-
presulente eonvida aos Srs. depntados a i lores pelo nomem dos depfedo?, senada>-
comparecerem amanha j iraa bora di tar-
de, nopago do senado, atim'de assistirem
sesso imperial do enp.rrameto da as-
semb!a geral'legislativa.
Km seguid l-se e assgn**se a acia da
sesso de boje.-
Lev.nia se a sesso s 1V hora a 20 mi-
nutos da noite.
ieclo complexo da commisso por entender prorogaco para tratar-se de om assumplo
a cmara qae devia conceder ao gabinete o cuja transcendencia exige urna discusso re-
a cmara qae
lempo que pedia para estudar a questo.
nao era condemoar ara projecto qae, at
segundo as declarages do Ilustrado presi-
dente do concibo daqoelle gabinete, deve-
ria ser presente ao senado, e portanlo teria
a sos aibesio aa maior parte de suas dis-
posicoes. (ApoadosT. E a mesma opioiao
flectida e demorada. pois, nao sendo
possivel tratar-se desse projecto na presen-
te sesso, porque invocar-se urna divergen-
cia oocasional, caja existencia desapparece
naturalmente pela ultimaco dos nossos tra-
balhos ? Nao devemos acreditar qae os no*
bres depatados pretendam suscitar emba-
emancipagao servil o se|a da cora ou do
partido libe. al. A abolirn da escravido,
digo o sem receio de contestaeo, program-
ma da uaco inteira.
Senhores, declaro-o com toda a franooe-
za: se o partido cousen ador inscrevesse
em sua bandeira-ma aolengo da escravido
, no mesmo instante riscava-me eu de
suas fileiras. (Apoiados.)
O Sr. Anobadr Fwueiba : J disse
que a questo era quanto aos m os.
O Sr. Abaujo Lima : O nobre deputa-
do a quem alindo, aquilatando a materia
por s melhante forma, esquecia, parece, os
factos que tem occorrido nesta cmara e no
paiz inleiro.
No principio da sesso foi o gabinete in-
terpelado acerca desta materia: respondeu
o Sr. presidente do conselho qoe 0S0 pre-
tenda iniciar medida alguma.
O que fez a cmara ? Apezar das deola-
rages do gabinete, nomeou orna commisso
especial para estudar a materia, e propftr
ama solacio reflectida e meditada.
Gorreram os tempos, voltou do Paraguay
ara membro do gabinete que all represen-
tava. o Brasil. Qae juizo ennnciou elle no
senado ? Afastando-se de alguma forma da
opinio de sens collegas, disse qae a ques-
to nao podia ter um adiamenlo indefindo.
(Nao apoiados.)
O Sb. Gomes Castro : Nesse ponto
V. Exc. comeca a encontrar opposigo ; o
gabinete j tinha o mesmo pensamenlo que
o Sr. ex-ministro de negocios estrangeiros
revelou ; nao havia desaccord entre e>les,
e s assim se explica o nosso apoio.
O Sr Abajo Lima : Com as decla-
races do Sr. ex-ministro dos negocios es-
trangeiros, seas collegas, segando parece,
conbecendo o terreno pouoa solido em qae
pisavam, asseotaram de dar om passo na
materia, adheriram as ideas daqnelle ex-m-
Ha um. pequeo principe coro grandes mi-
nistras-?- A inOocia passar. para os-mi-
Distrest
O S Gomes bb Castuo :Isso est na
ordem das cousas.
O Sb. Abacjcv Lima:Temos grande
prncipe, com grandes ministros ? k in-
fluencia ser reciproca. Sob este aspecto,
a questo futil.
Mas a cora ufectivamenla avassalla sens
ministros ?
A ordem social, como a- ordem paHtica,
repoosa sombra de bellas ficgoes 00 men-
tiras.
Pai aquella qae demoostram a justas
nupcias. O oaso jnlgado a verdade.
Bellas ieges, on mentiras., que resgnaram
a dignidade do.homem e-removema ncer-
leaa eterna dos direitos.
Na ordem polilica d-*e a mesma cousa.
Qual a base fondamentai de nossa organi-
sagao poltica ? a rape icablidade, a in-
violablidade. da cora pelo fixo e immuta-
vel no meto, das incertezas c variages qae
s3o inhrenles s constituigos humanas.
Para esse prinipio bella ficgiio ou men
tira, grande salva-guarda da socedade, peg
respeito oacatamento, pego que a cora jar
mais sejachamada ao campo do nossos de-
bates. (Apoiados).
Descarreguem-se todos os golpes sobre
os ministros (apoiados) incapazes, indignos
da pos*go que oceupam, que se escravisam
vonfcide de qae'm quer qoe seja; mas a
coia mantenha-se na regiao elevada qoo a
conslituigo lhe assignoo, superior a todos
os ataques. (Apoiados).
Uma Voz :E' at conlra o regimonto.
O Sr. Arabjo Lima Senhores,. tenho
estado em divergencia com mais de um
gabinete, mas nunca empreguei sem Ihante
arma, que, alm de Ilegitima, altamente
detrimentosa a todos os partidos. (Apoia'-
dos).
Feitas estas observagoes. e passando a
outro assumpto, declaro desde j que pres-
to minba adheso ao programma do gabi-
nete de 29 de setembro, que satisfaz as as-
piragoes do paiz.
Qual tem sido o pensamento constante
desta cmara desde encelar seas trabalhos?
Tem ella inalteravelmente mostrado de-
seos de modificarem-se as leis qae inves-
tem a autoridade de forga exagerada, ou
pam iadevidamente a liberdade, como as
leis da reforma judiciaria, da guarda nacio-
nal, de eleigoes, etc., etc.
Escolbendo d'entre eslas leis as que lhe
parecem mais urgentes, o gabinete promette
oceupar-se da reforma judiciaria.
Neste ponto vai de accordo com as ideas
qae a cmara tem manifestado.
O Sr. ministro da jostiga, segando aca-
bamos de ouvi-lo, alfianga que o gabinete
trar ao conbecimento desta cmara outras
materias, que lhe sao sympalhicas.
O nobre presidente do conselho no sena-
do incluio em sen programma a reforma
eleitoral.
Nestes termos, como corabater-se o pro-
gramma do gabinete, qaando elle promette
tratar dos variados assamplos, objecto cons-
tante das asprragoes desta cmara ?
Mas a tolerancia, dsse-se, pode ter mais
de um sentido perigoso. Eis como enten-
do eu as coasas.
Qaando em 1888 appareceu o gabinete
de 16 de jalho peranle a cmara de ento,
foi recebdo de bayoneta calada, negndo-
sele pao, agua e atWuz. Nestas condi-
ces o governo nio podia deixar de ser
enrgico, mesmo intolerante e violento;
porque lutava com adversarios qoe lhe dis-
putawn a vida, qae lhe negavam todos os
raeios do directo dos negocios poblicos.
Hje que s condigoes sio diversas, qoe
o gabinete tem a vida segara, qae tem to-
dos os meios de governo, bem pote elle
ser mais tolerante e generoso naqoillo qae
o admtte, em assutnptos qoe n|Q |lo de
coqfiana,"
P.XRKCKR PA COMUISPO nESPKrrHVA- SOBRE o
PROJECTO DB UKKORMA K-LEITOKAL .WnESEN-
T,MK) A %i DE JULHO PELO Sfl MIJS-TUO DO
IMKEIU0.
rGon/'nMOfo)
t Fazendo eleitores os joiees de paz e
os vareadores,. 0 projecto teve em vista
faer ignalmente concorrer os qae-twn a
consa^rago do voto popular; ero nutra
raza) ba ou pd biver pana tal ineuso.
1 Coro estes eleitores jure propri pode
julgar-se sem rbvida que estariam sati6e-
tas a exigencia da reforma eleitonK roas
o projecto nao qn'w acabar com o- ereito
rado existente, para o qnaK concorrero to-
dos os que sao qualiticados as jwrtaspa-
r.'Cbes.
A\ legslagie- vigente exige diversas
conditoes para ser votante, e entre elas a
de ter 2UO0 de renda liquida, p^la>altera
gao qoe a lei db 1846 fez-no art 9^ art.
5o da constitoieo do Imperio ; mas-a ver-
dad que Porca de abusos as qaalifica-
ges-boje s altendem as conveniencias de
partido e nada mais. Exclae-se nao o qoe
pao.tem a renda, mss'o adversariOv eom
que nao se coota. Os recursos creados
na lei nao twa. produzdo infelizmente re-
sudado algaa.
Se as qjjabficages tivessem de ton-
tinwar corno- at agorarse nao fosse o cor-
rectivo dos eleitores jure proprio, a cim-
mis o dtiv.da alguma teria em propr que
sa acabasse com os eleitores de paroebia,
at porque-real beneficio se faria e classes
menos favorecidas da fortona,. st as dis-
pensa3se dn concorror para as eleicoes ;
mas acredita a commisso quo ho. de me-
ihorar muito, e em todo o caso compre
altender aos que actualmente podem ter
voto, que a massa geral dos cidados.
pela intelligencia qoe tem vigorad qoauto
exigencia da renda liquid*-.
A conservagai) dos actuaos eleitores
tira todo o pretexto s queixas dos qae de
oulro modo I -mentariam a sorte dos que nao
tm om titulo I Horario, nem. habitam casa
por qpe paguem certo imposto locativo.
Biz-se, poDm, que, concorrendo es-
tes aleitores de paroohia nos collegins clei-
loraes com os eleitores jfm proprio, que
sero em muelo maioi numero, ficare
aq^eiles nullificados.
Nao se pode afirmar qoe em todos, os
collegios os eleitores jure proprio sero em
maior numero: as grandes cidades qyai'
certo quo assim acontecer, mas nao.nos
[pequeos ^Dvoidos d interior, onde natu-
ralmente se equilibrarn. Mas, anda quando
por toda a parte sejara em maior numero,
seria preciso que todos estes eleitor-es jure
proprio, p nsassemde om s modo e-fossero
adversos aos eleilores de paroebia para ven-
ce-los t mas inteiramente o contrario que
se ha de dar. Os eleitores jure proprio ho
de sabir de todos os partidos, bp de re-
presentar todas as opinioes e todos os inle-
resses, e em parte delles ho de achar apoio
os eleitores de parochia, de maneira qne
esles nunca se acharo ss^ sendo mesmo
provavel qne encontrem-se oom correligio-
narios em maior numero, pois em regra, a
ser livre a votacio, a eleicao de parochia
acompanbar o pepsamento da maioria dos
eleitores jure proprio pela influencia que
esles nao deixaro de ter na assembla pa-
rochia!.
A concurrencia dos eleitores jure pro
prio ha de nulliflcar, sim, em grande parte
os abasos e violencias da actual eleico ;
pois desapparece o grande inters se de
vencer a todo o casto quando hoaver c r-
leta de qae os eleitores de parochia nao de
cdro s por si do resaltado da eleico
secundaria : este simples correctivo ba de
nvnorar muito o soffriment das classes
menos favorecidas que entretanto nao ficam
privada1 de dar voto e de concorrer para a
eleigo de seus representantes, quer geraes,
quer provinciaes.
Accresce ainda que nao sao os eleilores
de parochia os aicos representantes da
massa geral dos votantes. Sao tambem os
vereadores e juizes de paz, cajo numero ba
de ser crescido, e que, se tem voto por
lerem merecido a confianga de seas co-pa-
rochiaraoj.
c O argumento da confuso do systema,
directo e indirecto, e a promscuidade de
duas classes de eleitores no mesmo collegio,
nio parece de grande peso. Todos os depa-
tados e senadores sio eleitos pelo mesmo
modo, isso o essencial; nao ha represen
tactos differentes, como alias dam-se em
ootras naces.
K Inglaterra tem. em, sua legislaco elei.
res e meraWros d assemSIa provii
a eleger, estaberpce^se o quociente eleitoral1;
assim, por evemplev se tro uro* pro1"
hsover mil eleitnre, o foreca'dez os
tndos,-cem votes ser o qnceiente, e
depi>tado quem desocar aqncHe
Como, porm, votaodo cada elertor a
si> nome, sera nao s provavel, como _
certe-qoe nao se-poW*em dividir porlrac-
ges inteiramenteienaes de micem atodM
os eleitos terem eraesaao numero de *e*n,
cada eleilor vola ero certo numero-dt noaaes,
segoado o numero dos que tiverem- d ser
eleitos, contando-se apeaas para a *>rein
apnraeo o primeiro noroe inseran, dlaeb
rando-se desde loga -eleitos os qoe i*esees
obtdo quocente, passando a eoropeetar
na seganda serie de nomes os qae, cea-
quanto mais votados, noo obtivercaalea-
gado m primeira, e aesia por diante a a
ultroai Para consegoir-se o resaltad dea*
apuracao preciso ona Irabalho loega f
(ii-lime, e para nada tirar o medito ajee
por ventura possa ler a commisso repetir
as diversas regras do processo da ayasacio,
taes como as aprsenlo sea aalor.
f 0.a O processo da apuraco ser o
sega inte :
L.Conlagem dos eleitores qoe eoa>-
correrem aos diversos collegios; e dev
mero total delles repartido pelo dos-'
potados geraes ou provinciaes a eleger, e
por tros cidados qae devem coanpi
lista senatorial, verifwar-ae o qoes
desprezada qualqaer fraego da dvaao
c 1L Mappa da votacao parcial de
collegio, cednla, segund a noroenna* deda
a estas nos collegios e por ciasen dav
voto.
- MI. Ooadro da soroama total dae roles
dos candidatos em cada-classe.
IV. Hela gao dos qoe. con os Toteada
w o
primeira classe on da principal ctasee apa-
rada, obtiveram o qaocieole dos qae- aaan>
derem, e dos qae o na* obliveraaav
* V; ftelago dos eleitores qoe excede-
rana o quocente oa qae apenas o>3fcan ram, desde o mais votado al'* o qna-o han
ver sido menos, e noaaeraco delke.
Vi. Relago dos qoe obtivereaa <
ente na classe principal immed"
asurada e que devero cempleta-lev 1
tus classes.
VII. Formago das turma dos
apenas obtiveram o tundente, do m
i'.xcederam. e dos que o nio obtiveraaa;
a. decla/go dos votos saperrlnoe,
aos segundos, e dosvoto3 deficientes!
to ao ltimos.
c Os que apenas obtiveram 0 qoocieate,
formar cada um saa turma, deaoiaioada
especial.
' Os qae o excedern), formar cadas
ua turma, denominada geral, numerada
eslas turmas segando a maior acia da
cada um dos eleitos.
Os que nao o obtiveram, toratarlo
lodos nma.s turma, denominada
diaria, eomegando pelas cdala dos
votados at as dos medos volados-
1 As turmas especiaes geraes sao
pas, em que agrupo-se por classes as ao-
tages das cdulas, cujos volos da priesai-
ra oa da principal clisso aparada
dados a cada uro dos candidatos
c A turna subsidiaria o mappa cas
que agrupao-se tambero por classes as aa-
tages de todas as cdalas, cojos vates aa
primeira classe oa da principal classe aja-
rada foram dados aos candidatos qaa- ala
obtiveram o quocente.
t VIH. Relacio dos que nao coaaaleta
rain o quocente com os votos comido asa
turmas geraes e qne devem compart lo aa
torraa subsidiaria,
K. Relago dos qoe cuaajMaiBi
quocente oa torroa subsidiaria a sae de-
vem ser levados relago V ; e s qaa a
nio completaran), cojos votos 1
perdidos para tornarem livre a
tivas cdulas,
c S ?" Os principios regaladores aia;
c I. Ha tantas classes de votos
forem os nomes qne cada cdala
conter. o primeiro voto de eada
de primeira classe, o segando ds
e assim os outros.
II. O voto de praaeira ciaste
ao de segunda, o desta ao de toreesra,
assim em diante
c 11 f. Apurados os votos da
classe, sao declarados eleitos, srgaaaa a
ordem da votaco, os qoe hoaveraai aaja*
dido o quocente e os qoe apeaas a ase-
veren) aloangado.
c IV. Os qne nao o boaveraai oatjda
sero relacionados para o effeilo de,
dada sempre a preftreacia do aada
do no caso de competencia sobre o vi
ama cdala, adjudicaren! a os
plententares obtidoa as
apenas os preciosos para fe
da primeira oa ds principal classe
o quocente.
YP. 00 DIABJQ- UVA


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