Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12238


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Full Text
I*
i

me\
\
MNO'XLVI. NUMERO 234.
PARA A CAPITAL LCAKES ONDE JAO SS PASA POKTE.
Por tres nwzes adianUdos
*or seis ditos ufcm .
iPoru ano dem.. .
Cada m amero avulso .
6,5000
10IQOO
2*0000
320
SUM I!DE 0TUBR9 DE 1870
-r-*-
PAM DEtTIO E FfloU DA nOTOCI.
Por bjwa mezes admudos-
Por sai* ditos ida. .
Por ne*t ditos idea-. .
Por un anno idem .
i3|800
aomo
S7#00O
Propriedade de Manoel PIgneira de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Gonfalves i Pinto, no Maranuao ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear } Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Suva, no Natal; Jos Just*
Pereira d'Almeida, eni Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Go*es, na Villa- da Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
fim Nazareth ; Francisco*Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Marti* Alves, na Baha; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
____________________---------------------------------------------------------- i ~=r ___________
PAETE OFFICIAL.
X. $65.Dito o mesmo.(kwraanco a V. S.
para os devidos fins, que segando participo, o
ovprno da provincia.
EXPEDir.NTK ASStGMAIK) l'EI.*0 EXM. SR DKSE.MBARGA-
DOR FBANCISCO l>K *SW I'ECXIUA ROCHA, VICS-PIIK-
S1DS.NTE DA pnoYUTCM, KM 18 OS 1IAIU DE 1870.
1" scelo.
.N. 5ii.Dito ao dircH-br do arsenal da guerra.
Man-' Vino, receber no quartel das Cinco Pon-x
tas do e un mandante do extracto batalho n. 42 do
voluntarios a puna > recolher ao* armazens des-
se ar-ciii'. *4f> espingarda', 1G carabinas, 262
o i.lluro-' completos, R canelas o o" calas de
guerra, devendo Vine, fazer > despeza cora a con-
duela de taes objectos e aprcseular a conla pare
ser pasa pela Ihesonraria de fazenda.
N. 345. Dito ao inspector do arsenal de mari-
nha. Mande V. S. d ligar da campanilla de
.aprendize. inarinheiros uesso arsenal e entregar a
MB pai Mii le Baptiza Barbos o menor do mes
jo nomo dep na de inlemnisada a hienda nado
nal da despeza que Uver feito nesse estabelecimun-
lo o referid > menor.
N. 346.Dii. ai mes-no.Fi-a V. S. autorisa-
.do a comprar no mercaJo vinte laudadas car-
vio cok* at o preeo de 435000 a tonellada que
se fazein noce-sarias para a alucina de machinas
desse arsenal como declarou em offlcio de 17 do
corren!*-, sob o. 1961. a ano respondo.
X. 5i".Dito ao capita do porto. Transmiti
a Vmc. pira o tins convenientes, quaro exem-
-plarjs i npre*sos do fnlheio Rpgras para preve-
nir ahalroaroes no alio marmandando traduzir
e publicar pelo ministerio da marino.Igual
mutatis mulamUs ao inspector do arsenal de ma-
rinha.
X. 58Dito ao ennHho de compras navaes.
Approvo os contratas qae o conselho de com-
pras navaes celebrou rom Jos Rufino Climaco da
Silva e Vicente Pereira da Silva, este para vend-r
duas pegas de tapeto a 2J450 o covado, e aquelle
dez dalias -la taboas de pinho de rezina de tres
polcadas de gras-mra e Je cumprimento e de
larguras diversas a 220 rs o p quadrado, como
consta do offlcio do inesmo conselho de 16 do
corrente, a que respmd.
2" serrao.
X. 550.Dito ao Dr. chefede polica.Teodo n
c.ooego governador desle bispado em offlcio de 17
do correte, concedido p-rmisslo para sereno re-
colhidos ao aljube da eidade de Olinda, os presos
que se artum na cadei daquella eidade ; assim o
commnnico a V. S. para que os remova para alli
de conformidade com n seu pedido.
N. 5aI.Dito ao jais municipal de Agua Preta.
Devobo a V. S. o edilal junto de que trata o
seu offlcio de 3 do crrante, poni em concurso a
serventa vitalicia dos ofhVios de tabellio e escri-
vo de orphaos e miis annex^s desse termo, para
que s^ja ldarad i a l?i que os creou.
X. BolDito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica. Pode Vmc. desligar do corpo
sob o seu commando, o soldado Firmino Apolina-
rio de Souza Ramos, de que trata o seu offlcio n.
2M de li doecrrenie, visto alo poder continuar
mtie a s X. 553.Dito ao mesmo. Pode Vmc. engajar
no corpo sob o seu commando, o corneta de um
dos extinctos corpos de voloaUCios da patria des-
ta provincia, Simplicio Antonio do Carino e as
pracas dos menos eorpoa Alexandre Gomes da
Silva, Marcos de Macedo Vianna, Jos Ferrelra do
Carmo, Io* Joaqnnn Xogueira, Antonio Francis-
co de Sanl'Anna, Manoel do Carmo Pereira e Jos
Anastai- o de Oliveira, e os paisanos Joa.Tuim Ti-
burcio Falcao e Jos Francisco Gomes da Silva,
dos quaes tratamos sen? offlosns. 23, 239 e 250
de 12, 13, 16 o 17 do crreme se tiverem a neces-
saria idoneldade.
."o.Portara. O vicepresidente da provincia
em vista do que expon o juiz municipal e deor-
paos do termo do Cabo em offlcio de hoje datado,
resolve nomear de conformidade com a proposta
do referido juiz, Firmino Evaristo Ribeiro Varejao
para interinamente exercer o offlcio de tabellio e
ewrivio do civcl e crimo e mais annexos ao dito
termo, durante o impedimenlo do respectivo ser-
ventnario.
335.O viee-presidente da provincia altendendo
ao que Ihe requereu o bacharel Jos do Patrocinio
Pereira e Silva, resolve conceder-Ihe tres mezes
de licenca com ordenado, na forma da le para
traiar de sua sade, ticando sem effelo a conce-
dida em 20 de dezembro ultimo.
;,. 556.Dita.O vice-presidente da provincia
de conformidade com a proposta do chefe de po-
lica em offlcio n. 618 de 3 do crreme, resolve
nomear para os lugares vagos, quarto, quinto e
s.-xio suoplentes do subdelegado do districto de
Manopla, segundo da freguezia do Rio Formoso,
os ndados seguintes na ordem de sua colloca-
cao : Joaquim da Costa Vaz dos Reis, Pedro Fran-
cisco de Puna Azevedo, e Jos Tavares da Costa.
X. 557Dita.Ovice-presidenle da provincia
em vista do offlcio do Dr. chee de polica n. 725
de 11 do corrente, resolve conceder ao major An-
tonio daP.ocha Hollanda Cavalcante, a exooeraco
que pedio do car.o de delegado de polica do ter-
mo de Barreiros.
\. 358.Dita.O vice-presidenle da provincia
de conformidade cim a proposta do Dr. chufo de
policia em offlcio u. 725 de 11 do corrente, resolve
nomear para o cargo de delegado do termo de
Bu reros o actual urimeiro supplente capito Ma-
noel Honorato de Barros, e para substituir a este
o terceiro supplente capito Antonio Santiago Paes
de Mello.
3' seceo.
X. 560.Offlcio ao inspector da thesourara de
lazenda.Communico a V. S. para seu conheci-
mento e bus convenientes, que ne?ta data auto-
risei ao inspector do arsenal de marinha a com-
prar no mercado 20 toneladas de carvao de Coke
at o preeq de 45 a tonelada, que se fazetn ne-
eessarias para as offleinas de machinas daquelle
cstabelecimento. como declarou o mesmo inspec-
tor em offlci de 17 do corrente sob n. 1961.
N. 261.Dito ao mesmo.Transmuto a V. S.
pera o fin convenientes, as inclusas contas do-
comentadas da receila e despeza, a enfermara
militar sob adminislracao do deposito de recrutas,
e bem assim o parecer da juma de sade, por du-
plcala, que na forma da le eaaminou ditas con-
tas. achando as conforme e regulares.
. 561Dito ao mesmo.lnteirado do qoanto
V. S. expoz em sua ioformacao de 13 do correle
sob o. 328, com referencia a da contadoria dessa
thesourara, acerca do requerimento que incluso
devolvo, recommeado-lhe que nao obstante as tal-
las, de qae se reseote o titulo de divida de que
pede pagamento o cabo de esquadra do exiincto
corpo n. 30 de voluntarios da patria, Bento Vieira
de Araojo, na importancia de 78*866 e e relativa
a seas vencimentos, a contar do i* de Janeiro a
W de juoho de 1868, mande procesar essa divi-
da para os flos eonvenienies fazendo-se meosao de
tae faltas.
X. 563.Dito ao mesme.Em vista da conta
unta em dapiieata, que me remellen o inspector
do arsenal de marioba, com offlcio de bon-
tem sob o. 1960, mande V. S. indemnisar o minis-
terio da marinba da quantia de 6:300|, em que
mportoa o earvlo de pedra fornecido por aquelle
arseual ao vapor Toconriu, de guerra tapteuru.
N. 364.Dito ao mesmo.Transmitto a v. s>.
pata os devtdo fios as gaias de soccorriniento dos
ras Jlo Manoel do Santos e Antonio Meoe-
zea le Amorim, este do i batalho e aqaelle do
juiz municipal e de urpgos do termo do Exti. ba-
charel Levino Lope* de Barros Silva, era offlcio
de 20 do mtz lindo, no dia anterior reas*uraio elle
o exercicio do dito cargo.
X. 566.Dito ao m.;smo.Tendo nesU daU ap-
pp'Vado os contratos i|ae o conseibo de compras
na raes celebrou com Jos Rufino da Silva e Vicen-
te Pereira da Silva, este para vender duas pecas
d.i tapete a 2450 o covado e aqurlle dex duzias de
taboas do nioho de rssina de trea pollegadas de
grossura e de comprimenlo e larguras Jifferente
a 2 rs. o p quadrado, assim o communico a V.
S. para seu coubecimeoto.
X. 567.-Dto ao mesmo.-Mande V. S. pagar
ao gerente da companha Pernambucaua, que as-
sim o solicita do incluso requerimento documen-
tado a qu-nt-a de 140*400, ou o que justamente
se dever, proveniente de passagens e comedorias
dadas a bordo dos vapons Mandah e Giqui,
por conta do ministerio da guerra as vagens que
lizeram neste mez ao Penedo.
X. 368.Dito ao inesmo.Certo de quanto V.
S. expoz em seu offlcio de honlem sob n. 344, te
nho a dizer em resposta, quo lomo a responsabi-
lidade ao pagamento da gratiQcacao de 300< que
compete a cada urna das cinco pracas de que faz
menso o citado offlcio. pertencente ao exlnclo
corpo do voluntarios da patria n. 42.
X. 369.Dito ao mesmo.Transmito a V. S.
para os fias convenientes dous exemplares im-
pressos do folheto llegras para prevenir a abalroa-
goes no alto mar, mandado traduzir e publicar
pelo ministario da marinha.
X. 570.Dilo ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Annuindo ao que solicitou o major com-
mandante interino do corpo provisorio de policia
era offlcio do hootem sob n. 251, recomraendo a
V. S. que mande abonar por adiantamento 7 me-
zes de vencimentos, a contar do 1 de iunho pr-
ximo vin louro em diante ao alferes Joao Pires
Ferreira e a 20 pracas, inclusive um -argento que
se cham destacadas em Paje de Floro-.
X. 371.Dito ao mesmo. Participando-me o
chefe da repartir) das obras publicas em offlcio
de honlem sob n. 133, haver mandado passar o
competente certificado para que o arrematante dos
raparos do atterr i do Aojo, possa receber dessa
thesourara a importancia da 1" prestaco a que
tem direto, assim o declero a V. S. para seu co-
ohecimeuto e fins convenientes.
N. 572.Dito ao mesmo.Declaraudo o chefe
das obras publios, em offlcio de honlem sob n.
134, que por achar-se a obra dos reparos da pon-
te do Gyodab no caso de ser recebida provisoria-
mente, mandou lavrar o respectivo termo e passar
o competente certificado para pagamento da 2'
prestar), a que tem direto o arrematante de taes
reparos, assim o communico a V. S. para seu co-
nbecmento e tins convenientes.
X. 573.Dito ao mesmo.Se nao houver in-
conveniente mande V. S. pagar a Jos Augusto de
Araujo a priiueira prestaco dos reparos do atier-
ro do Anjo e a segunda dos da punte do Gyndahy,
o quaes tem este direito como se v dos certifi-
cados aenexos aos dous inclusos requerlmsntos.
X. 574.Dito ao mesmoTransmiti a 7. 8.0
pret junto em duplcala, auto de que mande liqui-
dar os vencimentos de urna escolla de guardas ua-
conaes, que conduzio do termo do Ltraoeiro para,
esta capital dous criminoso?, e pagar a sua impor-
tancia a Jos Mara Ferreira da Cunha, conforme
solicitan o juiz municipal daqnelle termo em offl-
cio de 9 do eorrente.
X. 575 Dito ao mesmo.Atlendendo ao que
requeren o thesoureiro da contraria da igreja de
Nossa S nhora do Amparo de Goyanda, Francel-
no Ferreira Crespo e tendo em vista a sua infor-
maco de 11 do corrente sob n. 283, autoriso V.
S. a mandar entregar ao supllicante, modiame fi
anea idnea e em duas presiacoes dentro do ac-
tual exercicio o cont de ris votado pelo 5o do
art. 16 da le do orcamento vigente para as obras
daquella igreja.
X. 576.Dito ao mesmo.Autoriso V. S. nos
termos de sua informaco do 12 do crrenle sob
n. 286, a mandar entregar a mesa regedora da ir-
mandade de Sant Anoa da matriz de Grvala ou
ao seu procurador, mediante lianca idnea a
quantia de 8613510, que segundo u parecer da
contadorja dessa thesourara se acha em deposito
no cofre dessa repartilo, proveniente do beneficio
da i" parte da lotera extrahida a favor Jas obras
daquella matriz.
8. 577.Dito ao chefe da reparlicao das obras
publicas.lnteirado pelo seu offlcio de hontem
sob. 133, de haver Vmc. mandado passar o com-
petente certificado para que o arrematante dos re-
paros do atierro do Anjo, pjsa recebera Impor-
tancia da Io prestaco a que se julga com direito,
tenho a dizer em resposia ao citado offlcio, que
dei sciencia delle a thesourara proviuciai para os
lins convenientes.
X. 578.Dito ao mesmo.Accuso recebido o of-
Qcio que Vmc. me dirigi hontera sob n. 134,
acerca do recebmeoto provisorio da obra dos re-
par >s da ponte do Gyndahy, "e em resposta tenho a
dizer que dei sciencia do citado offlcio a theseura-
ria provincial para os fins conveniente?.
N. 579.Dito ao mesmo.Ameacando ruina o
edificio em que est funecionando a assembla
legislativa provincial, spgundo Vmc. informou, te-
nho designado ) salo do docel do palacio do pre-
sidente para nello funecionar a mesma assembla,
em vista do que esta representou e determino-
Ibe que mande preparar com urgencia o mes-
mo salo, em ordem a prestar-se provisoriamente
aquelle lim.
4* scelo.
tar do dia que lindar a que obteve em fevereir^! Drovincisl; assim o manda communicar a V. S.
paa sen coahscimento.
gratuito do gymnasio provincia1.
X. 588.Dita.O vice-presidenle
DIARIO DE PERNAWEUCO
Xotlcia* los Untad*falda* c
i t P4r.
RECIFE, 13 DE 0UTUBP.0 DE 1870.
Chegou ao nosso porto o vapor americano North
corrrenie aono.
X. 585.DitaO vice presidenl d. pi^ma
atlendendo ao que requeren Minervino Jetfcrso
Pereira de Oliveira, colaborador dasaorntam
presidencia resolve coji;eder-the un mea da'
oa coa vencimentos para tratar de sua
Ihe oonvier.
X. 5ta>>DMa>O vce presidenta da provincia
atiendaado aa que requeren a ptoefcwra poMaM
da ca Jaira d inearuccio primaria da villa, d Qat
rieury Anas MoaMro de Lima llego Valenca.
tendo em vista as infusas{ie do duacter garalia* Amerkx, traiendo jomaos de New-York ate 22
terina da iustruocao puhMea e do iaspecar lia he- do passado, do Amazonas at 1 e do Para at 8 do
souraria oroviniual de 10 do abril prximo nade correte.
de 24 do corrate sob os. 123 e 2S8i resutw. estado-.nidos.
conformidade com o a. 24 da le n. 59* de 1-1 da O pre?idende Grant publicou ama Iprocla-
raaio de 1864, conceder referida.piroesaora are* macHio, decorando a neutralidade dos Estados-
no que pedio daquella cadeira pa/a a do baira Umidos ni guerra entre a Franca e a Prussia, e
o Livramento na eidade da Vkioria, eaaati pDhibinJo no territorio e dependencias da repu-
pela le n. 812 de 11 de roaio de 1868. Mica :
X, 587.Dla.O vce-prealaaa da oroviaeia t |. Acceitar ou exercer commisso para ser-
resolve conceder a exoneracao que aedw Xdaad vir a um ou outro dos belligeranles, em trra ou
Araripe de Fara, do logar de repetidor nterin 10 mar;
2." Alistar-se no servico de qualqner dos bel-
N. 580.Offlcio ao Exm. Sr. presidente da pro
vincia da Parahyba. Tendo ouvido as estacSes
competente acerca da reclamacio que fez V. Exc.
em offlci) de 23 de marco ult m> sob n. 1029, re-
lativamente aos direitos cobrados no consulado
provincial de-ta capital de 24 saccas com algo Ja >,
que vieram da villa do Teixeira, deram ellas as in-
formacoes constantes das inclusas copias. Para
que possa resolver o respeito dessa reclamacio e
de ouira idntica que tambera fez o agente fiscal
dessa provincia, rogo a V. Exc. se digno de ouvir
sobre a materia o inspector da thesourara de rea
das d'ahi, como indica o da thesourara da que
no final da informaco de 18 de abril deste anuo
sob n. 235.
N. 581.Dilo ao Sr. baro do Livramenio ge-
rente da companha de reboque. -Transmiti a V.
S. para os fins convenientes, o incluso exemplar
impresso do folhele. Regras para prevenir abal-
samemos no alto mar, mandando traduzir e publi-
car pelo ministerio da marinha.
X. 582.Ditoaos agentes da Companha Bras-
leira de paquetes a vapor. Transmiti a Vmc.
para os fins convenientes, o lodoso exemplar im-
presso do folhele. Regra* para prevenir abals-
menlo no alio mar, mandando tradusir e publicar
pelo ministerio da marinln.I jual ao gerente da
Cempanhia Pernambacana.
N. 583.Dito ao mesmo.Pode Vmc. fazeri se-
guir para os partos do norte e sul os vapores Ipo-
juca e Gequi, no dV. 31 ds arrente a hora indica-
da em seu offlcio de nonte o.
R, 584.Portara -rO viee-presidente da pro-
vincia altendendo ao qu^ re (ten i a orolssora
publica da cadeira da fi ignezi i do Altinho, Gii-
Ihermim da Silva Cuuua, e leudo em viata i lafor-
maco do director geral interino da instrueco. pu-
blica de 26 de abril prximo lindo, sob n. l30, re-
-V de infamarla, os qaaes vieram do presidio de solve coneeder-lhe m\is dous mezes de liceu?a
Fernando onde estiverara destacado, ^setn vencimentos para tratar de sua sale, a coa-
aitendendo ao que requereu
Cruz Ferreira, professora pahliea da instraa^a
primaria de liamarac, e teado era viste a inlor-
maijfio do respectivo director geral interino da ius-
truccao publica de 6 do corrente sob n. IW, reaol-
ve de conformidade com o disposto no art. 1
lei n.887. de 23 de junlio do anno passado, co
der-lhe irais quatro mezes de liceac-i, sendo duas
com todos os vencimentos e outros tanto sem
elle*.
EXPEDIENTE ASSIGMADO PELO SO. DB. BAS
BICO DR ALMEIDA E ALBUQUEBQUB, SBCBSTAOIO DO
GOVERNO, EM 18 DE MAIO DE 1870.
!. scelo.
X. 589.Offlcio ao Etm. Sr. eneral comman-
danto das armasDe ordem de S. Exc. o Sr. vice
presdeme da provincia, declaro a V. Exc em res-
posta ao seu offl :io de 17 do corrente, sob n. 265,
que (lea expedida a conveniente ordem ao director
interino do arsenal de guerra, para mandar receber
oo quartel das Cinco Ponas doeommandaote do ex-
tracto batalho n. 42 de voluntarios da patria e re-
colher aos armazens do mesmo arsenal o arma-
mento e corrame de qu trata o citado of-
lico.
N. 590.Dito ao inspector do arsenal de mari-1
nha.S. Exc. o Sr. vice-presidento da pro.Aincia,
manda declarar a V. S. em resposta ao seu offlcio
de hontem, sob n. 1960, que a thesouraria de fa-
zeoda, tem ordem para indemnisar o mioislerio da
marinha da quantia de 6:300* constante do ci-
tado offlcio.
2a seccao.
X. 591.Offlcio ao Sr. Dr. chefe de polica.O
Exm. Sr. vice-presidenle da provincia manda trans
mittir a V. S. os ttulos junto de nomeaco dos 4o
5* e 6o supplentes do subdelegado do districto de
Manopla, 2o da freguezia do Rio-Formo) ** con-
formidade com a proposia de V. S. em ofli io n.
678 do 3 flo corrente.
X 591.Dito ao commandante si.perior Interi-
no da guarda nacional do municipio do Recife.
O Exm. Sr. viee-presidente da provincia manda de
clarar que tiveram o conveniente destino as guias
de soccorrimento dos guardas nacionaes de que
trata o seu offlcio n. 104 de 17 do correte
mez.
X. 393.Dito ao juiz de direito da comarca de
Cabroio.O Exm. Sr. vice-presidenle da provincia
manda declarar que licon inteirado pelo offlcio de
V. S. de 3 do corrente, de ter funeciooado regu-
larmente a l1 sesso judiciaria do jury do termo
de Cabrob, sendo n'ella julgado um reo conlem-
nado no mnimo das penas do arl. 194 do cdigo
criminal. .
X. 594Dito ao juiz municipal do Cabo.O
Exm. Sr. viee-presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. qn por deliberac:io desta datar no-
meou Firmino Evaristo Ribeiro Varejo, por V. S.
proposto em offlcio de hoje, para interinamente
servir o offlcio de tabellio e escrvo do eivele
mais annexos desse termo, durante o impedimento
do respectivo serventurio.
X. 595Dito ao juiz municipal do termo de L-
moeiro.0 Exra. Sr. vce-presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta ao seu offlcio
de 9 do corrente, que a thesourara provincial
lem ordem para pagar a Jos Mara Ferreira da
Cunha os vencimentos de urna escolla de guardas
nacionaes de que trata o citado offlcio.
N. 596.Dito ao jnii municipal e de orphaos
do termo Ex. S. Exc. o Sr. vice presidente da
provincia manda declarar que fleoo intehado pelo
seu offlcio de 20 do mez flndn, de ter V. S. no dia
anterior reassumido o exercicio do seu cargo.
N. 597.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de policia. O Exm. Sr. vice presidente da
provincia respondendo ao offlcio de V. S. datado
de hontera e sob n. 231, manda declarar a V. S
que a thesourara provincial tem ordem para abo-
nar os vencimentos constantes do citado offlcio.
4." seccao.
X. 598.Offlcio ao director interino da intruc-
clo publica.S. Exc. o Sr. vice-provlnca da pro-
vincia tendo por deliberaco desta data e em vista
de sua informaco de 20 de abril prximo fiado,
e do inspector da thesouraria provincial de 14 do
corrente, resmlvendo conceder nos termos do art.
23 da le n. 598 de 13 de maio de 1864, a remo-
clo que pedio a professora publica Anna Moniei-
ro Luna do Reg Valenca da cadeira da villa de
Ouricury. para o do bairro do Lvramenlo na ei-
dade da'Victora, creada pela lei n. 812 de 11 do
maio de 1868; assim o manda communicar a V.
Exc. para seu conhecimento.
X. 399.Dito ao Dr. Francisco Teixeira de S,
! secretario da assembla legislativa provincial.
X. 107.S. Exc. o Sr. viee-presidente da provin-
cia manda iransmittir a V. S. para terem a conve-
niente desuno os inclusos autographos-das resolu-
coes sob ns. 913 a 917 do corrente anno.
N. 600.Dito ao mesmo.N. 108.Sendo ur-
gente a decretacaodo crdito supplemeotar pedido
pelo inspector da thesouraria provincial para o g
1 do art. 16 da lei do orcamento vigente e de que
trata o offlcio que a V. S. dirig era data de 16 de
abril sob n. 60, assim o manda o Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, communicar a V. S. para
que se sirva de levar ao conhecimento da assem-
bla legislativa provincial para tomar em conside-
raco e providenciar sobre este assuraplo.
N. 601.-Dito ae mesmo.X. 109.-De ordem
de S, Exc. o S. vice-presidenle da provincia trans-
miti a V. S. em resposta ao seu offlcio de 5 do
corrente sob a. 44, para ser presente a assembla
legislativa provincial as inclusas informaedes mi-
nistradas pela thesouraria provincial acerca do re-
querimento que devolvo de Manoel Bezerr dos
Saptos Jnior.
N. 602Dito ao mesmo. X. 110. S. Exc. o
Sr. presidente da provincia a quera foi presente o
offlcio que V. S. me dirigi em 17 do corrente sob
n. 54, manda declarar-lbe para fazer sciente a as-
sembla legislativa provincial que o nico local que
ha as condiepe* de poder servir para continuar
a funecionar a inesma assembla, visto a meacar
deimoronamenloo respectivo edificio, o xalo do
docel em palacio e que para isso cam dadas todas
as providencias em ordem a ser elle preparado
para esse fim.
X. 603.Dito ao regedor do gytnnasio provin-
cial. S. Exc. o Sr. vice-presidenle da provincia
teodo por deliberaco desta dala, concedido a
exoneracao que pedio Xilderico Araripe de Faria,
do lugar de repetidor interino gratuito do gymnasio
de ou-
da proviociajligeranles, como soldado ou marinheiro a bordo
urea Genaiaa dM pe navio de guerra ou ds corso ;
I 3. Contraiar-seoa promover ntrato
krem para o ervieo de qualquer dos beligerantes,
em navio do guorra na de corso ;
[ i.# Fazer sahir das raas limitrophes dos Es-
do lados-Unido* qualquer pesfoi, allm de se contra-
lar ao servico de qualquer dos belligerantes ;
[ t 5. Equipar e armar, tentar ou promover o
bquipamento, ou interior no preparo de fnavios
Inercantes, de guerra ou corsarios para qualquer
los belligerantes, quer mootando nelles pec.as
jquer mudando as existentes, quer mesmo procu-
rando-lhes equipagero.
' 6: Comecar, promover ou concluir expedicao
Hitar contra territorio oa pjssessis dos belli-
gerautes. s
Em toda a repblica poseguia com enthu-
iasmj e subserpcao em favor dos feridos e das
familias dos morios da Franca, na guerra actual
eora a Prussia. Em Xew-York elevase i 30,000
dollars, em S. Francisco da California a 25,000, na
Hivana a 6,000. em Philadelpba a 8,000, alm de
pequeas sorama3 em outras militas cidades.
. A' bordo ~do vapor Pereire seguio para a
franca um contingente de 70 Franceze?, formando
ma" companhia de francos atiradores, que vao
reunirse ao exercito de seu paiz para defender a
p:itria. Entre elle* Toi Mr. Ch. Verdo, ex-praca
de om regiment de conraceira.
- Traduzimos do Courter des Eils Unids :
o Aldea de Tora's River (New Jersey) foi lti-
mamente theatro de um deploravel accidente. Qui
tientas pessoas, entre tnmens, mulheres e mani-
os, pertencenles a seita episcopal de Long Branch,
tinham ido passeio a Toras River. Ao sahir da
estaeso do caminln do ferro, toda essa gente diri-
gi -e para a ponte prxima, que ahateu-se de re-
pente com grande estampido, atirando ao no /O
pajina. Grascas as proraptas providencias- exe-
tutdis pela populacao ioeal, a mtir parle desse*
iofelizes foi tirada viva; Sporm fallecern em
quanto erara transportado' para as margeos, e ou
tros desappareceram para sempro.
O AMAZONAS.
Tocara no porto de Manaus, em viagem para
Iquitos, o vapor Ti-nbo, levando seu bordo o al-
mirante percauo Tucker.
para'
Para a companhia lluvial do Alimonas ctae-
cou ao porto de Belra O vapor Amazona*.
Xo dia -24 de passado assumio as rdeas da
adminstraco do provincia o Io vice-presideote
conego Siqueira Mendes.
Chegou, bordo do transporte Vasminon, no
dia 7 do corrente, o 3o batalho de artilliaria
p, quo fui recebido ontbnaiasticamente pela po-
puladlo da eidade di) Belm.
Incendoa-se completamente, notdit 17 do pas-
sado, a serrara de madeira do Sr. Custodio de
Mello Freir Barata, sito no districto de Moju.
Pela presidencia da provincia foi sancciona-
da urna lei di assembla respectiva, separando os
termos da Cicheira e Muan o creando con e les
ama comarca, que se denominar Comarca daLa-
choeira.
Lemos no Diario do Grant Para :
Em data de 18 deste mcz( setembr^)um amigo
nosso esereve-nos cum muia sati-taco da Bateo,
dando-nos cnta do segu nte :
t O major Valerio Goncilves Xeves.sob lofluen
ca do prestimoso Dr. Barbosa Lima, acaba de rea-
Usar urna graode idea, um graode melhoramento
para o commercio desta provincia, e das de Goyaz,
Matto-Grosso e Minas, con eguindo, depois de te-
lar com immensas difliculdadjs, i abertura de
urna picada, que, par'.iodo da Boa Vista em Goyaz,
veio ler praia dos Arroyos n'ejta provincia. A
picada t^m cerca de 80 leguas de exte.nsao ; a sa-
ber : 30 da Boa-Vista at era frente a S. Joao de
Araguava, na provincia de Goyaz, com direccio de
oriente a occidente e 56d'esle presidio al a praia
dos Arroyos n'esta provincia, com direcelo de sul
a norte.
i Pela dita picada o nosso empretiendf dor ma-
jor Valerio Irooxe-oos 50 bois e 8 cavallos, dos
quaes existtm venda n'esta praia 32 bois, e os
cavallos, ten lo o referido major morlo alguns dos
bois e vendido outros. tendo apenas perdido um
bo, que foi mordido de urna cobra venenosa.
c Junto a esta vai a copia de urna petico q ie
o corajoso emprehendedor dirige a nossa_ assem-
bla provincial, reclamando urna subvenco para
o alargamento da estrada, e demonstrando as van-
tageo*. que d'el'a resultarlo.
Se algumas dezenas de cont? de reis j foram
ganas era pura perda para a abertura d'aquella
celebre estrada do Capim, por onde dizem que vie-
ram uns bois, que nunca chegaram ao nosso mer-
cado, justo que os poderes pblicos da provin-
cia nao deixem de patrocinar os estreos do pres-
tante major Valerio, que aprsenla ja o resultado
urlico da sua idea trazendo comsigo o numero de
bois e cavallos, que cima referimos, e que estao
plenles a todas as vistas.
t A estrada est aberta e provada a possibili-
dade do transito. >
A pessoa que nos escreve, merece-nos mujto
coaceito, e por tanto nlo sem grande satisracao,
que iranscrevemos aqui os trechos da sua carta,
por que ;io intuitivas as vantagens, que tereraos
de gosar, se a abertura da estrada for realisada
com o preciso alargamento, e satisfazendo-se ou-
tras necessidades que Ihe slo Inherentes.
Chamamos sobre lado a aiten;-ao dos poderes
pblicos para o qae ah fica exarado, e para a pe-
tclo. 9ue o ^r- major Valerio dirige nessa as-
sembla, concebidas uestes termos:
i Illms. e Exms. Srs. mpmbros da assembla le
gislativa provincial do Para.Diz Valerio<}oncal
ves Nev?, major di guarda nacional da provincia
de Q vaz, da com triuta leguis le comprimenlo a qual, par-
lindo da eidade da Boa-Viste naquella provincia,
eom a direeoio d fir.nt -. occidente, veio ter ao
presidio de 8. J >51 -te Aragoaya nest provincia, e
quepanin i com a direccio do sul
nurte o couip rio Tocanliui pelo I
uns e matado outros que prefazam aquelle nu-
mero. Assim tambem existen* oito cavallos trans-
portados pe mesma picada. E, pois, o suppli-
eante confiado no patriotismode Vv. Excs. vem re-
qtterer-vos urna subvenco para alargar aquella
picada no territorio correspondente a esta provin-
cia, que sem dovida muito lucrar com to grao-
do melhoramento.
Os cofres desta provincia, Exms. Srs., dentro
talvez de uro anno, hlo de conseguir o quadruplo
d despeza que por ventara flzer com o alarga-
mento da mencionada estrada ; por que o suppli-
canie tem bem fundadas razos para suppor que
no mencionado prazo os ditos cofres provinciaes
hlo de receber mais de dous mil contos de direitos
do gado vaecttm e cavallar que for exportado. A
picada ahi est aberta, Exms. Srs, e os trinta e
dous bois e orto cavallos l esto na supradita
praia para provar que o transporte de Goyaz para
esta provincia vai de dia para dia tomando mais
incremento.
E. por tanto, o supplicaite espera que Vv.
Excs. o defiraui favoravelraenle pelo que receber
merc.Provincia do Para, em 18 de setembro de
1870. Valerio Goncalres Senes.
PERMMBCO.
esquerdo, tr i -ichoeras, e percorrendo
i.a leguas, veio ter a
a extensio de m i
praia d s Arroyo
p, lo da magestosa villa de
Bailo.
t Por c?tas oiteat leguas de cammho o supplt-
caute acaba de transporar urna hoiada de cin-
cuenta bois, dos quaes existen a venda naquella
praia triuta o dous, tendo o supplicanle vendido
REVISTA DIARIA.
ELEICO SENATORIAL.A presidencia da
provincia ordeuou a- cmaras municipaes, em 13
do torrente, que, tendo fallecido o Exm. Sr. conde
da Boa-visia, se proceda no dia 20 de novemhro
prximo, votaclo para preenchimento das vagas
deixadas no senado por esse illustre finado e pelo
Exm. marquei de Olinda.
FERIMEXT) GRAVE.Xo dia 8 do passado,
oo termo doBuique, umescravo de Bento LeiteBe-
nteio ferio gravemente 1 Jos Matheus dos Santos.
O delnqueme foi preso.
CAPTURA.Pelo delegado de Cabrob foi pre-
so, a 19 do passado, Secundo Jos de Barros, pro-
nunciado era crime de tentativa de morte.
TERMO DE FLORESTA.Em datas de 25 e 27
de setembro ultimo, participa o delegado do termo
de Floresta que, constando ao subdelegado do se-
gundo districto d'aquelle termo, que no lugar Ti-
pipara se achavam homnados alguns criminosos
de morte e roubo, dirigra-se ao lugar com urna
fjrc\ de paisanos, aiin do effectuar a captura
d'elles ; e que alli ebegando os encontrara em
numero de 4, bem armados, fazendo fogo sobre a
forca, apenas se llnnlraou a voz de prislo, obri-
ganJ) esta a rssponder, sera resaltado, porque
ellos se evadirn ; e que, fazendo varejar algu-
mas casas do lugar, aps o conflicto, capturar
auma dolas Vicente Ferreira Lima, indicido nos
crimes de resitencia e tomada de presos, e um
dos sequazes do grupo dos Xzarios
Anda a 28 desse mez, cominuoica o mesmo
delegado que, dirigindo-se o inspector de quartei-
rao Eduardo Pinto de Rezend?, com alguns paisa-
nos, ao lugar Pao dos Morcegos, allm da effectuar
uma diligencia, all encontrara um grupa de sete
criminosos, todos armados, os quaes atiraram
sobre a escolta, pelo que 'ravou-se renhida lula
entre aggreditos e aggressores, da qual sahram
flidos gravemente dous individuos que faziam
parte da escolta, um dos quaes falleceu no mesmo
dia. Os criminosos lograram evadir-se.
LITTERATURA DRAMTICA.Este ramo das
lettras pralicas acaba de ser enriquecido, com sua
nova prodcelo, devida penna do Sr. Dr. Fran-
isco Antonia de Oliveira Sobrinho, que deu es-
tamoa um drama sob a denominaclo de Escravo.
Esta revela de plano a ida do escriptor.
O drama com ffetto, um brado, para critica
la escravido como um facto, contra esse mesmo
faotu, cuja ihminac) prtoecupa hojo todos os es-
pirites em nossa sociedade, sendo portaoto essa
liroducco mais uma pedra geuerosa para a cons-
truceo do grande edificio Ja fratern dade, em re-
conhecimento da unidade fundamental do genero
humano.
Agredecendo a offerla da um exemplar do dra-
ma, felicitamos ao seu autor quera applaudimns
pelo incitamento, que decorre do seu escrlpto, cu-
jo mer tinento Iliterario reconhecemos.
COMPANHIA DE SANTA THEREZA.A com-
panhia que. para ahastecimenlo d'agua polavel
eidade oo Olinda, organisou o Sr. Jnalino Jos de
S"Uza Campos em virtude de contrato celebrado
com a presidencia da provincia, deve ser hoje ins-
tallala, ao ineio dia, no salo do palacete da Com-
panhia Pernarabncana, procedendo-se em segui-
da aeleicoda directora respectiva.
POSSESSOE5 FRAXCEZAS.Segundo decla-
radlo de offlciaes e passageiros do vapor JVorft
America, haviam chjgado ilha de Santo Tbomaz,
quando elle ali tocou, noticias das ilhas Martinica
e Guadalupe, narrando que bouveram sublevacoes
dos colonos pretos, os quaes commetteram toda a
sorte de depredacoes e crimes ; pelo que as auto-
ridades francesas fizerara capturar e passar pelas
armas 140 delles, com o que serenou a tempesta-
de. O primero vapor que vier da Europa nos
deve trazer os pormenores.
MON'TE-PIO PORTUGUEZ.-Araanhla s 9 ho-
ras do dia rene se a assembla geral dos accio-
nistas desta socieda le para se proceder eleicao
da directora, do conselho fiscal e da commisso
de contas. A reunilo ter lugar no sallo do Ga-
binete Porluguez de Leitura.
MICROCOSMO,Esta sociedade reune-se hoje,
ao ineio dia,- no Ingar do custume.
FREGUEZIA DA CAPUXGA.Haveodo urgente
necessidade de ser installada na nova freguezia de
Nossa Senhora da Grapa, do povoado da Ca punga,
a irmandade do Sacramento, realisar-se-ha ama-
nilla s 10 horas do dia, uma reooilo de todos os
paruchaoos, oa igreja rcalriz afim de se tratar
desse assumplo.
XOVO ATHEXEU.As 10 horar do da de ama-
nha reune-se, na ra da Padro Ploriano n. 40,
este sociedade, para discusso de negocio urgente.
VILU DE IGUARASSU*.A festa dos padroei-
ros, Sanios Cosme e Damilo, ser celebrada a 4
de dezembro prximo.
SANTA THEREZA.DE JESS. Os terceiros
carmelitas celebrara hoje com toda a pompa a fes-
ta de sua matriarcha Santa Thereza de Jess
nada teodo poupado para o maior brilhantismo.
A' nonte ser franqueada ao publico o edificio do
hospital.
THEATRO OLINDEXSE.Sob a direecao do Sr.
Flaviano Coellio haver amanha, nesso theatro,
espectculo gymnastco-dramUico, em solemnsa-
clo do encerramento das aulas da Faculdade de
Direito, offlerecido ao corpo acadmico.
GABINETE PORTUGUEZ DE LEITUBA.-De-
sejando a directora deste eslabelecimento proce-
der a um balaco na sua bibliotheca, resolveu
saspender o expediente a comecar de araana at
31 do corrente.
MONTE-PIO .POPULAR PERNAMBUCAXO. -
Procede amanilla esta sociedade ele icio da di-
rectora para o anno de 1871.
A-iSOClAgiO COMMERCIAL AGRCOLA.Xa
segunda feiras ti horas do dia, devera reunir se
em assembla geral os membros desta associaco,
afim de procederem eleicao da sua nova direc-
tora.
DEFES DE THESE5.Segunda s terca feira
prxima, 17 e Iftdo corrente, defeode Ineses para
obter o grao de doutor em sciencias joriike* a
sociaes, perante a Faculdade de Direito lo Ren-
te, o Sr. bacharel i). Luiz de Souza da SiWeira.
COMMISSO- DAS ALFAXDEGAS. Psmmi
hontem no vapor americano, de voiu paro a crt
a commisso composta dos desuncios emprrtad*
da alfandega do Rio da Janeiro, Carlos Amarte A>
Sampaio Vianna e Pedro Lopes Rodrigan, a*
em vi rinde de ordem do governo geral lev* o>
inspeccionar e harmonisar o servico tas alfcmfe-
gas da Baha, Pernamhuco, Cear. Maraoha* r
Para, em ordem que fas se elle feilo como o *
presentemente desempenbado na alfandega da
eorte.
Como era de esperar, foram relevantissimos
servir >s prestados pela mencionada coinmi*e a
alfandega desta provincia, e desoopormMo
mesmo acontecesse com as das d mais provoria*.
porquanlo, alora de nutras toman o mais simte*
e abreviado possivel, o processo por ella maaado
adop'ar para o despacho das merradorias, o sjrsf*-
raa de escripturaclo de entradas de navios, etefc-
reocias de despachos e maoifeslos, eseripti
da receita etc. etc.
O commercio tambero muito lucrou eom a
da referida commisso esta provincia, ni;
porque j v sahir as suas mercadori.is no mesmo
dia em que os submette a despacho como limhira
por ter ella feilo cessar o pagamento do posad
imposto decapalazia que al entaoera cmpt-llnl
pagar pelas mercaderas que despachavam por M-
menle desembarcaren! no caes la alfanoVga.
DIXHEIRO.O vapor Nortk Amtriet, iroux
para o Sr. Antonio Vicente Magno 300*, e levan
de nossa praca :
Para a Baha 900*000
> o Rio de Janeiro 3:800*000
FESTA DOS PASSOS.-Na matriz do
Pedro Gancalves celebra-se amanha a
Senhnr Bom Jesns dos Passo>, orando ao Evange-
Iho o Rvm. Leonardo Grego, e ao Te-Deum o llvm.
Fre Augusto. A orcbeslra ser regida pelo dm-
tincte professor Francelino D. de Moora Pess.'*.
cantando os solas as Sras. D. Mana de CistilUr..
D. Luiza de Lartiller e D. Mara de Brescia, o a*
Srs. Aleixo de Castillos, e Man. A masiea I
missa denominada Exaltarlo da Sania Cruz, da
compoficlo do professor Francelino, e por elle
olferecida irmandade dos Passos.
LOTERA.A que se acha venda a 16>, a
beneficio da nova igreja de Nossa Senhora da rV-
nha, a qual corre na dia 17.
LEILO.Segunda-feira 17 do corrente, a* 10
horas, effociao agente Pinto o leilio de movns
vares para cabrialot, e mais objectos pnleoeea-
ies ao espolio do sut>dito franeez Pmrter ; efjMHH
tes na offlcioa do largo do Panizo n. 10.
PASSAGEIROS.Viodos da New-Yark s pato*
intermedios, no vapor americano loria .liwrici .
Huraphvey H. SwiR, Altred G. Swt, tebo H
Thom.
Seguem para o sul :
Antonio G. S lares Ribeiro, E. M. te Prein-.
Joaquira de A. Salisbury, A. C. do Souza, F. L. "..
de Andrade e Silva, A. Sirubing e 1 eriau.
S. Pr?i
festa*.
COMMuNICAPOS.
.\e.go<-o.s do A.oylo de Memlci-
dade.
Santa Casa de Misericordia do Recite, 20 do se-
tembro de 1870
N. 3043 A.-Illm. e Exm. Sr.Xa final do mea
offlcio n. 2943. de 18 de agrsio prximo pastada,
eu live a honra de dizer a V. Exc qae do resalu-
do da presiago das conlas d > Asylo de Moadfei-
dade, relativas aa lempa do ex director Meti Ite-
go, dara opportunamenle parte V. Eic, me
tambera coinmunicaria tuio quanto fosm ccorer-
nente s contas do ex-director na parte do mex Je
julho prximo passado, tm que leve exereirk*
o'auuelle eslabelecimento o exdirectar.
Venha cumprir o que assim prometti, eoeami-
nhando V. Exc. diverso* ofncias sobre "te as-
sumpto e sobre alguns objectos, qae elle natu-
ralmente se me prendera.
Com quanto o Dr. Jos Joaquim de Oliveira
Fonseca t.-nh. achado no da 22 de jalbo, em qa*
tomou posse do eslabelecimento. ptssoal nw-nor *
que o contemplado pelo ex director Mella IV-gi a*>
a dia 21, como se v da certidao ociosa, contad"
a junte aceitando como real o numero dos indivi-
duos mencionados as sobredtas contas, ss apre-
ciar no seguinte offlcio, e nenhuma re? xio tan
acerca da faca de ser em o numera oo- empe-
gados tamben racionado o guarda Francisco Xa-
vier de Souza Ramos, como se v da certidao a.
2; gaarda este, que achavvse seinpre BcaartssV.
conforme a V. Exc. tive a honra de eaaimnotrar
em offlcio n. 2936 o 17 de agosto Bote.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. Jes-
embargador Francisco de Assis Pereir. Bsalka,
viee-presidente da provincia.O provedor .4 mo Francisco Peretti.
Certifico, em vista do tnappa do movimonio ka-
rio do Asylo de Mendicidde, reraetiido pe' Dr. J--
Joaquim de Oliveira Fonseca no mez d> jolho lin-
do, que o pessoa! por elle ei-*ontrado no dia 12 em
que toraou posse do cargo de director Martas *
menor do que aquelle que ftgurava tas contas re-
mettdas pelo ex-director.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do R*>
eife, 20 de setembro de 1870.
Oescrivio,
Pcrfro Roirifua t Stnzm.
Certifico, em vista das cootes isteate n'e^a
secretaria, remettidas pelo ex-director io Asyw
Joaquim Pedro Barrete de Mello Reg, relatora
aos mezes de abril, maio e juoho e la aa* lo jo-
lho que diariamente tiravam-so racoes para 7 toa-
pregados, a saber : director, monto, porvm.
enfermeiro e 3 guardas, um dos qoaes era Fran-
cisco Xavier de Sonza Ramos.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do tte-
cife, 20 de setembro de 1870.
O eserivio,
Pedro Rodrigues ie Sornza.
Santa Casa de Misericordia do Reofe. do se-
tembro de 1870.
N. 3043 B.lllm. e Exm. Sr.Teodo nes'e aso-
cio de oceupar-me com as despezas da alimeara-
co dos asylados no mez de jolho prximo possa-
do devo dizer que de 1 a ti d'oase mez oA\!-
esteve governado pelo ex-director Mello Rogo, s
de 21 a 31 pelo Dr. Oliveira Ponseea.
Do dia 1 a 21 houvenm oito das de peixe
Asylo de Mendicidad, nos qoaes so i
840 libras de bacalbo em 712 nces.
cada racao o peso de dezoilo oaija* e
vas. __.
De 22 a' 31 derara-se 4 das de comida le pnv,
consuinin lo so 170 libra Fammlte i
304
c ,beodo
iras d'aqoaite goorr* a
cala racao o poso *^asar
i oito dias te cumi la te om
mais d 9 a teas. Xos oito _
xe no temp) do director *^loRegn
com bacalbo a quantia de IMfWR,
sob a direccio d Dr. Ohvwn Fooso
a qu.intia de 7*J0, e por *"
cao dd bacalnao 219 rs. nos oito prnaesroo ates, a
90 rs. nos quatro ltimos.
Ga=tou-se pan 7 emprogados w o
comida de peixe,
do mex de jalao, da I a II a
iuHh




i* Pernamlmco Sabbado 15
tubro de 1870
r
r


quantia de 54*000 cora peixe fresco, cnsundo
cada racia diaria 964 rs. Esses empregados no
periodo decorri lo de SI a 3t de julho smente
m ora dia eomeram peixe, cora o qual dispen-
den-se a quantii de 3*200: pelo que custou cada
racao 457 re.
Condumio o Asylo no primero periodo de 1
11 de jolho, duranta o exorjick do director Mello
Reg, 1560 libras de cafna verdade* tribuid a ero
1446 raedes, tocando i cada una o paAo.de 1 li-
bra e 4 onjas : caatou toda a earse 393*500, im-
portando cada racao em 3IS rs. No segund;
periodo consumi o A^t1 490 libras de carne,
desiribuida era 439 raeoes, pecando cada ragao
urna libra, nina ooca e cinco oitavs, e importan
lo a racao em 217r<. por baver custado toda a
carne 108*640.
No primeiro |eriodo de 1 21 de jumo dispen-
dcu-se a quann rie 293*800 eom pao c bolacha
consumidos em 014 raeoes, oustando cada uina
145 rs. No segundo periodo o foroecimento do
pao e bolacha importou em 109*000, sendo 892
as raedes, e custando cada ama 122 rs.
De 1 21 de iulho gastou o Asylo diariamente,
termo luoio, 4*995 cora fructas e 2*476 eom
verdura*: de 22 31 gastn tambera, termo me-
dio, 2*172 cora fructas e 472 res cora verduras.
Despenden o Asylo oom manleiga, de 1 21 de
julho, a quantia de 116*800, costando cada racao
58 rs.; e de 32 a 31 a quantia de 30*210 rs., sa
bindo a racao por 34 rs.
Emli:n, a despeza diaria com a alimeotaeao de
cada pessoa no Asylo eustou, trino medio, nos 21
primeiros das do mez de julho 733 rs., e nos 10
ltimos 501 rs.
Tudo quinto venho de expor consta, da certd
tunta, senda qua no mez do agosto e Dr. Oliveira
'oncees, como se v do subsequenle offlcio, anda
reduzi > mais a despeza com a alimenticio dos
arlados ponto de ser menos da metade da que
se razia no lempo do seu antecessor, e o ex-direc-
Mello Reg.
Deus gaarde V. Exc. Illra. e Exm. Sr. de-
sembargada Francisco de Asi3 Pereira Rocha,
vice-uresidente da provincia.O provedor Ansel-
mo Francisco Peretti.
Certifico que todas as cifras de que trata o offi-
r.io aapra do Exm. Sr. provedor se acham de con-
f'irniidade com os cenlos feitos n'esta secretaria,
em vista das pmprias contas aq' existentes.
Secretaria da Santa Ca cife, 20 de setembro ds 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Santa Casa de Misericordia do Recife, 20 de se-
tembro de 1870.
N. 3043 Cillra. e Exm. Sr.Em quant o ex-
director Mello Reg esleve a testa do Asylo, este
com a aliraentacao do seu pessoal, inclusive em-
pregados em abril, comprehendida a despeza de
alguns das de marco antecedente, despenden a
qnantia de 2:4955540; era maie a de 2:151*840,
o em janho a de 2:1603140, ao passo que o mes-
mo Asvlo, ein agosto prximo passado, sob a di-
roccao do Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonceea,
despeodeu a'quantia de 1:044*840, islo meuas
da metade do que se despenden anteriormente,
como tuio se v da curtidlo junta. Nada aceres-
cenlarei a esta simples declaracao da verdade. que
mustia a differenca das duas direccSs*; sendo
para admirar que o ex-director Mello Reg queira
attribuir os desperdicios de sna administraco
falta de vigilancia por par te da (unta, urna vez
que atada quando se dsse essa falta de vigilancia
iilba sement das disposicoes regulanentares do
Asylo.nao podetia esta circurastancia absolver o re
ferido ex-director da imputacao que Ihe cabo j
pela sna incuria e deleixo, e j porque sustantiva
a sua eroseiJa familia custa do Asylo, segundo
coofessou no rotatorio que cora a data de 22 de
julho prximo lindo dirigi ao Dr. Oiiveira Fon-
ceea.
Deus guarde V. Exo. III m. e Exm. Sr do-
sembaip^dor Francisco da Atis Pereira Rocha,
vice-presidente da provincia. > provedor Ansel-
mo Francisco Peretti.
Certifico, em vista das conta3 do Asylo de Men-
dicidade, existentes nesta secretaria, que com a
alimenticio d> seu pejsoal inclusive os emprega-
doi, despendeu-se era abril, comprehendidos al-
gn* dias do mareo, a quantia de 2:9455540, em
maio a de 2:151*840. era junho a Je2:i60*4i0,
e em agosto a de 1:044*840
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 19 de setembro de 1870.
O escrivao,
Ped-o Rodrigues de Souza.
(Continuar-se-ha.)
togoclos do \ylo de Hendlei-
dade-
(11* offlcio.)
O Exm. Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia, para desculpar o abandono em que deixou
o Asylo de Mendicidade no que dlzia respeito
flscaliVaco e administraco, insiste ainda na
suppo-ta iofracco que se fez ao compromisso da
mesma Santa Casa com a creacao d'aquelle esta-
belecimmto, nos termos do regularaento de 21 de
ouiubro de 1869.
Pretende aiuda S. Exc. que esse regalamento
exclua a Santa Casa do direito de gerir e admi-
nistrar o Asylo, porque este deu e> onomia sepa-
rada, e nao declaran em nenbum dos seus artigos
que a llscalisarao cava a cargo do provedor e
mordomos da referida Santa Casa I
E foi por esta razan, diz S. Exc, que s se oc-
cupou do Asylo por ulQcios, para obter modifica-
Ses no regulamenU, o que legalmente nao se po-
ia fazer nem antes da approvacao do referido re-
gnlamenio, suhmettida assembla provincial,
era depois d'esta approvacao.
Que esta opiuio einiitida peb Sr. provedor nao
passa de urna escapatoria a seu procedimento ca-
prichoso, prova-se com o seguinte artigo do regu-
lamento em questo :
5. O Asylo, bem como o seu patrimonio, tica
sob a administraco da Santa Casa de Misericor-
dia, nos termos do compromisso approvado pela
Ui provincial n. o31 de 9 de nano de le62,*
t' claro e evidentsimo que, em vista d'este ar-
tigo, era a Santa Casa brigada a administrar o
Asylo de conformidade com as disposicoes do seu
compromisso, isto por meio de seus mordomos.
Se o Sr. provedor, por despeito desasado da
circamstancia de nao ter do ouvido acerca do
regulamento do Asylo, nao quiz cumprir eseu de-
ver, nao quz observar o compromisso, cuja exe-
eucao est a seu cargo ; quem, senao S. Exc,
deve carregar cora a respon-abilidade t
Que irapjrtava que peio arL 6." do regalamento
do Asylo a economa il'este estivesse separada da
dos deraais estabelcimentos a cargo da Santa
Casa ?
Isti em consa algama embaracava a fiscalisa-
{ao do mirdorao de mez.
Mas diz o Sr. provedor que nao poda noeoear
mordimo para o A-yl>, porqaa no respectivo re-
gnlamento era endade de-c nlipcid I
E com > noraeon, em 6 de raaio, o Sr. capito
Barr s Correa raord uno de nez no Asylo ?
Ja se v, pois, que nao eram os mordomos da
Santa Casa entidades desconhecidas no regala-
mento do Asylo sub irdinado as disposicSes do
compromisso em ludo quanto nao est especifi-
cado.
Entretanto diz o Sr. provedor em seu offlcio :
< Pensava eu que o ex-lirecior eom a nomea-
cao requisita da, qaeria facilitar a inspecijao d
syl i. e a ascalisaclo das suas despezas. Mas este
naoeri o Bm que elle teve era vista.
E na verdade o ex director uo lardn muitu
em manif star o que pretenda eom a nomeaca
do iBOfdomo, e ruirodou para o Diario oannuncio
con-t.inti; da cjia n.-8, que sabio publicado no
Uia 30 de maio prximo passa'o, e pelo qual cha
raava para>> Asylo os que quizessem contratar o
fooierinieuio de gneros prewsos para a alimenta-
cao dos mendigos e empregaoos.
Dtgoc se S. Exc. aquilatar este procedimento,
e julgar se uuem o teve, eslava dsposto-aad
miitir nos negocios do A que elle agua aecusa te-ios deixado em aban-
dono. i
E' o prrpno Sr. provodor no sen es forjo de cen-
surar-o'e, quera raelhor defeza me faz neite treeh <
do sen oBeio i
D'e.le w v, que, podendo en por mim fazer o
contrat > Je g u-r.-s, demuda m- desta aitriti
deduzda do regulamento de 21 de ouiubro, e
cJiamava a mor lomo da Santa Casa para iatervii
no raesmo conir-u, e dirigir a sua realisaco. -
Por este mudo Java eu prova ioconciissa le que
ma era fgraJwel a ingerencia da Santa Casa n i
negocios do A aquilatar o raeu procedimento i>or oulra face.
E p(lio para o lestemunho do Sr. cajiii i
Amaro de Barros Correa, para que declare,
quando foi ao Asylo nao franqueei o estabuleci-
nwoto ao gen exam* e iospeccao, sera fazer-lhe
obsrvameos, nem resiricao de nalnreza alguma.
Parece-iue que quem Msim procedeu facilou
quiMo pode a Jaspeee?o e Oscasa^lo do Asyle
pela Santa Casa. Urna falta, poderia haverea
comraettido aos olhos do Sr. proveor, foi leriei
mado otn oumpriro regulameoto, por cofa rc-
elo se.esforcava S. Exc. era seos Wtos o*xgea-
cas presidencia. ...;,,
Pirme era sea proposito de faier-me arguye,
allega ainda o Sr. provedor, em prova de que eu.
oqria retirar do 4ffl? a iogereawia da Sanl
Lasa; o seguiote : .J-t,i a,
fi Ter eu pretendido arrendar u quartel da
cavallaria sem Jar parte S. Exc
! Nornear empregados, sem consolta-lo, e sem
Ihe faier sciente as nomeaeftes.
3. Termo pedid o inventario dos morase
man objectos recolhidas ao Asylo e nao o baver
eu .satisfeito. .. .
Sobre o quartel da cavallana, na apena iio .
Elive de representar ao presidente oa pro-
vincia contra o facto de se havvr dado o mesmo
quartel para residencia das pracas invalidas visto
cotro a este pretexto ali se abrigavarn malRltorea e
larapios, que viviam em continuadas orgias, ra-
sendo assuadas o desatinos. Euto, de accorelo
cora os empregados do Asylo, peli S. Exc que a
estes alugasse o referido quanel, o que enes
queriam, se o aluguel fose razoavel.
O Sr. presidente eonveo nisto ; mas precisando
o edificio de concertos, e nao os quereodo, oa nao
podendo a thesouraria defaionda mandar lazer,
ficou sem elfeito a concessio. .
Ora, diga me agora o Sr. provedor qui obriga
cao tinha eu de dar-lhe parle de um negocio par-
ticular dos empregados, e qne nada tinha com o
\-\\o t
A sua censura, porlanto, infundada.
Us empregados do Asylo nao t'-ein titulo de no-
meacao, a admisso d'elles s consta das folbas de
pagamento, e desde que e*las erara remetlidas a
Sama Casa, desnecossario se tornava coramunca-
Co especial.
S deraais, pelo art. 7." 3. do regulamento do
21 de mimbro de 1869, que disp5e nomear (o di-
rector) e demiltir os empregadus que nao forem de
nomeacao do gorerno, nao est estabelecida a obri-
gacao de ser previamente consultado o Sr. prove-
dor as nomeacoes dos empregados.
So eu errei.errei como regulamento, e disto nao
me arrependo, porque antes errar com a le do que
cora o Sr. provedar, emhora S. Exc. se julgue
cima d'ella.
Em relacao ao inventario dos movis, qne o Sr.
provedor pedio em dala de 28 de abril, nao faltei
ao que Ihe disse era resposta, isto que s poda
mandar tal inventirio, depois de rccolhidos ao
Asylo lodos os movis comprados e encommen-
dados.
Quando deixei o Asylo, ainda faltava recolher
alguns objectos, e disto z inencao em uieu rea-
torio de entrega.
Ora, se a condicao que eu pnnha era o recolhi-
monto de todos os objectos comprado?, para ter
lugar a carga d'elles ao Asylo, e ser depois extra-
hido o inventario ; cortamente que nao faltei
ella, desde que deixei e A-ylo antes de estar pre
enebida.
O recolhiraento de cortos movis retardou-se, e
era j preciso dar o balanco eral dos movis e
mais objectos do Asylo, fazer depois a carga dos
que exislissem, e euto remetter Santa Casa o
inventario de ludo com as necessarias sahidav
.Votes que isto pidesso fazer fui demittido
mas ao mea successor dei urna relacao particular
que eu tinha do que havia sido comprado e estavs
recolhido ao Asylo.
Se, pois, o Sr. provedor indagasse melhor das
cousas, nao teria tal vez dilo que rae recuse a
mandar-lhe o inventario que palio ; e se indagra,
e faz esta arguicao, foi, sem dovida. pelo satnico
desejo que tem de me argir por todos os modos.
Recife, 8 de oulubro de 1870.
J. i'. Barreto de Mello llego.
( 12 offlcio.)
Comeca o Exm. Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordia assiui: Se o ex director tivesse
realmente desejado, como d a entender, que fosse
contratado o forneeimeul dm gneros precisos
para aiimentaco dos mendigos e empregados, nao
lanc.ru miio do expediente de quo usou, e teria
recorrido a juuta, a quem compete fazer esses
c nialos para os est beleeimeulos que esto n
seu cargo, nos termos do compramisso, urna vez
que o mesmo ex-director, qur s, qur cora a
assisteucia do mordoiao, cuja nomeacao pedir
d /roe, nao tinha direito atgum de celebrar esses
contractos para o estabelecimento que govern-iva.
Einquanto nao for alterado o art. 52 7 di
compromisso, soliente a junta da Santa Casa tem o
direito do celebrar os contratos de que se faz
inencao, e certamenle ella compo'sla de 19 pessoas
otferecej mais garanta de acert e independen
ca do que o chefe de um dos estabelecmootos
confidos a sua administraco. >
Este argumento inteir'amente contraprodu-
cente.
O contrato feito era presenca de um mordomo
da Santa Casa, se este merece ihe inteira coofi inca,
devia ser garanta suficiente do acert e indepen-
dencia de que falla o Sr. provedor.
E se para o acert de qualquer contrato 6 n-
dispensavel a presenca dos 19 merabros da junta
da Santa Ca>a, mal vo os contratjsde certa mon
ta, que teem sido feitos perante o presidenta da
provincia. Estou vendo, que o Sr. provedor, das
dua< para as tres, reclama-os para a competente
secretaria!
Quanto ao seu dizer, de que s a junta da San-
ta Casa competa fazer os contratos de gneros
para o Asylo, observo a S. Exc.: se isto era di
competencia da junta, por que nao o fez f
E havia do ser o director do Asylo quem fosse
4zer a junta, sua superioracutnpri o vosso de-
ver?
Desle modo S. Exc. confirma o roen acert, de
que foi omisso em relacao ao Asylo, negligenciou
o seu dever, deixando-o* em abandono.
Embora eu nao quizesse o contrato de forneci-
meuto de gneros, a Santa Casa fizesse o que Ihe
cumpria.
Mas. o Sr. provedor o proprio que reconhoce,
que o suprimeoto de gneros do Asylo nao podia
ser conlraelado na Snta Casa, lano que as mo-
dificaces ao regularaento de 21 de outnbro, que
propoza presidencia, consignon o seguinte;:ser
o Asylo de Mendicidade ornecido de gneros por
meio de contrato fetto na Santa Casa.
Ora, se a juuta corapetisse a ailribuico de fa-
zer e.-se contrato, para que pedio o Sr. provedor
a revogacao do regulamento uesta parte 1
O Sr. provedor argumenta -erapre a falsa f.
S. Exc. nao pode ter duvidas em que o art. 6.
e 7.* i 8.*, alieraram os art. 52 7.* do compro-
misso da Santa Casa, no que diz respeito ao Asyi >
de MendiciJade, eporcraseguinte convenidamente
uo pode dizer que o director daqaelie estabele-
eiment nao eslava auiorisalo para fazer por si
s contratos de fornecimentos de gneros.
Tambera nao pode deixar de feeonhecer que s
para facilitar a ingerencia da Santa Casa no A-y
lo, foi que pretend que o contrato alludido fosse
feuo sob a direccao do rnord mo de mez, cuja
nomeacao nao ped que fetse feta ad Aoc.corao
diz o Sr. provedor.
Sobre o mais que era sea offlsio se contm, nao
me dou ao trabalho de apreciar, por qne diz res-
peito a defesa de actas de S. Exc, os quaes se me
parecer, apreciarei em melhor occasio, e com
mais proveito para o patrimonio da Sania Casa.
Recife, 9 de Setembro de 1870
/. P. B. de Mello Reg:
1 ^' era vista uq expolio nSo b*-
>lestias dos fallecidos eram
de i-aj.
Dlsser ^e tal vez as determinaste um
neno vefei orinecido, atteodendo a
qne minia*affeecoes semelhanies sao nroduzi-
'tS-iFiBm*Mu,a i*M,Ih*j ^ d0aj'ni0 da
Mesmo mo r.io partilhei aquella oraMo
por fallarem-rao dados eapeciaes qae oraT
rcemeilrazem a loz algama oousa de imoor-
tante, dando maior for^a ae mea juizo e ao de
< outros collegas iue nao admUliram a ft^re tur-
t niciota ou atxica.. r^
Pedimos toda attencSn para a doclaracao do Sr.
Santos Mello, que o Iransumpto jo oue elle du-
daron na polica.
S. S. repellio por duas vezes a idea de envene-
namente, do Dr. Victoriano, a prlmeira ainda era
vida deste Sr., doas ou tres dias antes da sihida
para a Bahia ; a 2- j depois de sua morie, e con
testando, naturalmente cora boas razos como S
S. sab9 dalas a opinio de feusdslnctos collegas
da Babia, mesmo na hupathese de haver uv vene-
no vegetal desconhectdo que dettrminasse a lesao do
cerebro.
S. S. manteve-.se, pois, nacrenea de queembo-
ra os fallecidos morressem suecumbdos urna
molestia do nalureza cerebral, nenbuma accao to-
xica a havia determin-do : essa errmja portan-
lo robusta, formada na observadlo da marcha da
molestia, e esf era diamentral opposicao eom a
do Sr. Dr. Estevo, que por sua parte se encos-
tou depois da morie do Dr. Victorieno a opinio
dos Drs. Soulo e So Ir.
Sr. Dr. Sanios Mello, parece, porm, ter muda-
do de juzo ao chegar a esta cidade. Faliavara-lhe
ntlo, diz elle, dados especiaes que depois appare-
c 'rain e irouxeram a laz algama cousa de impr-
tame para a quesfao.
Mas, qne dados especiaes forera estes quo fue-
ram vacilar sin opimao, S. S, nao o diz; devenios
entretanto snppr pelo modo porque S. S. falla,
qne esses dados eram scientiticos, por qae nao
queremos wer que as suas observaees de raedi-
dico distincto e pratico experimentado fossern so
brepujadas ato somonte pelas deelaracoes do rao-
leque Eduardo, qae eram os dados que haviam
entilo smente apparecido. Se assim porm,
estamos aulorisado dizer que o juzo de S. S de
bojenao e um juizo medico, <>u por ontra, e que
ao juizo medica al erro manifestado oppoz S. S.
o juizo de hornera, visto cono as declarares de
Eduardo nao revelara por certo ao medico algam
sympioma ou de facto novo at entao uo obser-
vado, qne Ihe litera mudar oa vacilar de sna pri-
meira oppinii.
Mas, nao sendo do juizo do ho nem de que aqu
se trata, e sim do juizo do medico, podernos con-
cluir, sem receio de sermos contestados, que o jui-
zo medico do Sr. >r. Santos Mello foi e ainda ho-
ja contrario ao eovenenamento.
E naturalmente S. S. havia de ficar raaraviiha-
do, que afinal os mesmo Drs. Soato e Sodrvi-
sitantes obsequiosos da familia n'aquella occasio,
e depois mdicos chamados para fazer a autop
sia e a extracao das viceras, e emfira, os raesraos
que tambera lizeram a sua analyse chimica, en-
contrassem no cadver tanta qiunti tode de ars-
nico que foi proprinado sem deixar symptomas
apre'iaveis por S. S. e pelos seus outros collegas
assstentes de Dr. Victoriano, que repelliram at
o ultimo a idea de envenenamento.
Z..
PUBCACOES A PEDICO.
Pao
Collaborapo.
VIII
Sr. Dr. Sanios Mello, no Diario de Pernambuco
de 8 de Juiho, pnblicoii o segrate:
Venho ao publico raetiUcar algumas inexac
< tides coiitidas em a- noticias dadas as gazeli-
IDas do Diario de hoje e jornal de ti.nl'.in.
' Tend chi'g.do a liilna no di- 15 de Junho
pelas 10 horas da manila p >uco maison melos,
< c ra a exm. bou'ia S. toda consternada pela
< mor* do Dr. Victoriano de S, que Uvera lugar
no dia antecedente, as 10 horas e 20 minutos da
mnuia, desembarque! para tratar do euierra-
< me.no.
As 2 horas da tarJe veio o cadever para ter-
< ra, sendo deposita lo era una i groja para se pra
(car o eulerm, e bi, en. rainha ausencia leve
'ugar ara auto de eorpo de delicio pelo subde
legajo da freguesa, enm *s-i-t eos que se liniurara a nspeccao visual, e ao
que. eu disiera em nien aiiest*!.-.
Proeurei por e< a occasio wr e a familia
< on-entia em urna autop n, uao s para venfl-
< cacao do diagoua-tico, eomo porque dnus ou
tres das antes da sabida para a Buhia me
apresentavam esta idi e nutro* colleja* qne
< n'esU occasio c migo Cativarn; idea que nio
t foi acuita por nos.
No dia 16 loram ao hotel on le se hospedon a
exm. familia, os Drs. Soulo e Sodr, que ouro-
do a exposicao das molestias que em poicos
dus nmbaram os dislinctus ir naos Sis, feito
pelos albos de um e cunhado de ontrosea mi-
nha ausencia, e poucos momentos depois con-
i versando comigo qae acabava de cuegar ao bo-
d'Albo 11 de ontubro
de 1890-
Pelo qae nos parece nao -ha disciplina que
possa aproveitar ao vicioso Sollado Velho. cor-
respondente desta comarca para o Liberal: elle
est to arraigado ao aviltante e miseravel cos-
tume de faltar a verlade, que, ainda qnando Ihe
sejam applioados os castigos mais rigorosos, nao
capaz oe corrigir-.se No seu inmundo aranzol,
que vio a luz no 'dia 8 do crreme ha, alem de
outras, duas mentiras lo escandalosas e revol-
tantes, que. mesmo si nao livessemo* ceotrahido o
compromisso de responJer a lodos os artigos
desse caviloso nissivista em que fosse adultera la
a verdade dos factos, cheios de indignacao vira-
mos imprensa refuia-las.
A priraeira : iij verJadeiros ussasstnos do
intpector Delphtno de Fujueiredo pasietam livre-
menle em Mussuripe, sob a protecco do toltun
conlinens....e a policio nao proeurei captura-Ios,
o que nao almtra a ninguem ,
Nao sabemos ainda cora certeza qoaes dos qna-
tro individuos, que atacaram dito inspector,
forarn seus verdadeiros assassrao*; mas o que
podemos alian,ar, o que ninguem"%nora n'este
i i'ii]., que todos elles se achata recolhidos
eadeia de Garce: innocentes como quer o Soldado Vellto.
passaram escoliados rainha porta ha mais de
vinle dias ; Francisco Jos, e Galdino, tendo sido
prezos era Iguarass desde o da 23 do mez pas-
sado, ha seguramente urna semana vieram da ci-
dade do llecife, e esto na raesma priso que
os outros dous.
Pensarn os leilores, que o malicioso corres-
pondente do Liberal igoora/a tudo isso ? Enga-
ara-se redonlamente;... essas historias sao
inmi i Je proposito por elle inventadas para as-un
poder injuriar ao lente-coronel Luiz Maranho,
(que sem duvida o totum continens de que
falln) porque Ihe desafecto ; e s autoridades
policiaos, pelo nico motivo de nem sonhando se
le.iibrarem de sua enluvaia pessoa.
Vio podemos descobrir uenlmma oulra conza,
salvo si o tai Sr. tem a mana de ser escripior pu
buco, e como nao Ihe faz copla narrar com ver
dade os factos occorridos, roraanti*a-os geilo
para assim agradar a seus modernos correligiona-
rios. Mas, preciso dizer, smeote aos dessa ca-
pital; porquanto os dislincios liberaos daqui o
conbecem de longa dala, e Ihe do a devida im-
portancia, ista nenhuma.
A segunda raeutira : o auto de sanidade coa
siderando feriraenlos leves depois de decorridos
71 dias.
Essa historia assim mal contada, e se o a mais
pequea explicac-ao, produz o efleilo desejado pe o
noticiador as pressas: faz acreditar que as auto
dades d'aqui prolegem os crimino-es; porm dita
lelo modo que verdadeiramenle se passoa prova o
contrario: mostra o quanto sao ellas lelosas no
cumprimento de seus deveres, e com que dedica-
cao servern causa da juslica.
Eis o faci tal qual se deu, segundo somos infor-
ma los por pessoa milito habilitada para isso : Ten-
do Mauoel Pedro feito em Jos* Victoriano alguns
fenmentos, o subdelegado ento era exercicio atie-
res Oliveira Mello, sem perda de lempo maodou
proceder a corpo de delicio no olTendido; e como
quer que declarassem os peritos oomeados, que
elles eram de nalnreza a produzir grave iooom-
raodo de sale no paciente e Ihe causar deformi-
dad.', instaurou ex-oficie o respectivo processo
contra o criminoso. Depois de ouvir o numero
legal de testemunbas, ordenou ao escrivao, que
deise vista ao Dr. promotor publico para este in
terpor sea parecer. O Dr. Antonio Domingos Pin-
to, magistrado iotelligeale e restricto eurnpridor
da le, sabendo que nenhuma deformidade havia
resultado dos f-)rrmentos, entenleu que era reces-
sario um exame de sanidade, para qne isso fosse
bem verificado ; assim requeren, deferindo o mes-
mo subdelegado a sua peticao designou o dia se-
grate ao do despacho, para ter lagar o exa-
me. No dia determinado nao comparecendo o ffeo-
dido, foi adiado o trabalho para 4 dias depois,
elTectivameite procederam os peritos o exame, de-
clarando nessa occasio que nao tinha Jos Victo-
riano dot irmdtde dgnma. O criminoso auzen-
tou-se segundo consta para a comarca do Limoei-
ro; mas est pronunciado como tacarse as penas
do art. 205 do end. criin., e logo que appereca a>
autoridades policas saberao cumprir os seus
deveres.
Agora digam os leitores, oio maita coragem
do SoldadowVelho assererar, como asaeveroo no
artigo a qae respondemos, que os seas eserrpto
sao um com/.endo de tentad* ftl Se assim
fosse estamos persuadidos de qae todos aueriara
ser mentirosos.
B sta por boje e.........enii^.Viintea'do
fazer o ponto final, previno ao SoldadVeteo de
qne, se continuar a escrever lio asaaticamenie,
como tm feito al agora; se applicar ootra *
ostrecbos latinos, qae sai de onvidavan sem o
menor proposito, e fra de tempe; sent der s
palairras portnguezas a sua propria stgeifleadio,
e frtalmenle, nao procurar entro dfwrvm, qae
meNnr Ihe ensine a escrerer para o poblleet e
mais tewi a massada de adviabar seus esertptus,
e conseguiatemeate ficaro elles sem as miauts
prometudaa pelo
do em todos, os jornaes desta cidade, a proposit
de um processo instaurado pela anloridade poli-
por um crime de assassinato, no qual figura
{^^t do mesmo Sr. Helio Peixoto.
Bate senbor nem foi preo, nem pronunciado,
otra elle nada se tentn que I be podesse cau-
sar o menor damno, e nSo sel qual o molivo por-
que elle se suppot logo em risco de vida, e se
apcaeeotou pelos jornaes respoosabilisando a mim
e a diversas pessdas respeitaveis de Garantaos,
por qualquer leotattva de assassinato entre a sos
pessoa t
Na verdade o Sr. Mello Peixoto ou nio estova
em perfeito uso ds raso qusnlo asslgnou o tar>
protesto, ou leve o mo gosto de por-se em lettra
redonda para fallar de si, insinuando coasas des-
airosas contra pessdas, eujo conceito nio some-
nos ao seu (
' Ora, se houvesse de-ejo de tentarse contra a
vida do Sr. Peixoto, ou de fazer-se offensas phys-
oas, era preciso proeessa-lo para tornar o facto
mais escandaloso T S o Sr. Mello Peixoto teria
esta lembranca.
Mas a arrogancia com qae falla o Sr. Mello
Peixoto mostra bem que elle nao recea que a sua
passoa seja agredida, e nem juiga capaz de vio-
lencia e alternados as pessas a quem se referi.
Por minba parte son horaem pacifico.
Protesto, porlanto, contra o juizo que o Sr. Mel-
lo Peixoto quiz insinuar a mea respeito, e contra
tudo quanto disse em seu proteste, que s a elle
pode prejudicar pelo que de ridiculo em si con-
tm. llecife, II de agosto de 1870.
Pedro do Reg Chaves.
Monte-pio Fortnguez.
Senhores socio?, alerta f
Velai alternamente pelos futuros destinos de
vossas santas instnices; ellas, ao que parecera,
correm eminente perigo, e amanha que elles
im de dcidir-se.
Lembrai-vos quo a nova directora incumbese
de serias e continuas obrigaces, cajo desempenho
reclama enrgica actividade e zelo, alm de outras
qualidades; aescolha deve reeahir em cavalhei-
ros que possuara taes predicados.
Perianto, sao precisos horraras nio s Ilustrados
e honestos, mas ainda de nina energa e o espirito
empreen Jor, convm, pVis, que cada velo es pri-
ma, em vez de urna demonstracao de syrapathia, o
seotimento do bem, applicado aos interesse* com-
muns da associaco. Ai do futuro destino de vos-
a instituico, se porventara iransigirdes com a
vossa consciencia, que sobretudo deve sempre
presidir estos actos.
Uni-vos todos como um s homem, em um s
pensamento, e dirigi-vos amanha sem falta para
os vastos saldes do Gabinete Portaguez de Leitura,
pelas 9 e 1/2 horas do dia, afim de ah imponen-
temente exeror o vosso exclusivo direito de so-
berana, como homens livres que sois.
Condemnai no aby.-mo das trevas esse vosso in-
differentismo, qae too fatal pode ser, se dexardes
correr revelia to importante cansa, como a da
elegibilidado da futura direc$io, repelimos, ama-
nha s 9 1/2 horas, principiando os trabalhos
eleitoraes s 10 horas em ponto.
Um Socio.
Eieipo senatorial.
Aproxima-se o dia, em qae o corpo eleitoral
desta provincia tem de formar a lista tripiiee para
a escolba de um senador.
Corre, como certo, qae se orgaoisar chapa, sen-
do grande as difficuldades, com que lutam os che-
fes para sua coofeccao.
Todos os candidatos estad de oiuos filos para a
cidade eterna ; quaes contemplara com vistas de
amor e esperanza a justa apresentaco de seus no-
mes, quaes com vistas sombras, onde relampejam
por vezes furores mal concentra.ios, oa se den un
ciara terrores mal encobertos.
Um certo pavor e sorpreza refloclem-se tambem
nos rostes de muitos : e nao sao aquelles, que mais
se eslorcain por simular urna formal indifierenga,
os que se preoecuoara menos das consequencias
provaves de sua exelusao.
A experiencia vai mostrando que o systema de
chapa, na ausencia de opposicao, ttinge de consoli-
dar os partidos, s tem servido de eniraquece-los,
produzindo serios dogostos em muitos, indilTeren-
tisuio em todos, e o que maissolemne desprezo
ao corpo eleitoral. ""
Montado, como se acha, o partido conservador,
e oenhum receto podendo haver, de que sejam in-
cluidos noraes de polticos adversarios, a apresen-
taco de chapa seria hoje cousa injustilicavel, para
nao dizermo- oiTen-iva dignidade dos eleilores.
Eleve-se o corp j eleitoral verdadeira altura de
seu mandato ; doraine-se smente dos iateresses
da alta poltica ; figurera em suas chapas nomes
de correligionarios que, por sua illnttracae, mora-
lidade, seryicjs ao paiz, independencia e firmeza
do principios, possam cooperar para a prosperida-
de publica, e con-eguintemenie da provincia, e es-
tamos certos de que qua'qner qae seja a escolha
da coroa, ella ser de accordo aos interesses da po-
lilica, a que perieocemos.
Convencido de qne estas ideas vingarao no seio
do corpo eleitoral, ede que o Ilustre chefe do
partida no intuito de evitar desgostos, e de nao
augmentar o numero dos descontentes, com ver
dadeiro prejuizo para o partido, nao apresentar,
desta vez, chapa, deixando, a exemplo do que j
se tem praticado en outras proviauias, aos candi-
datos o campo franco, para que cada um dispule
a eleica >, segnndo sea mrito, Influencias e rela-
Qoes polticas, lomamos a lib.Tdade de lembrar ao
Ilustre corpo eleitoral o aome de um peraambu-
cano distincto, de reconhecido mrito e de sri-
cos reaes a provincia o ao partido a que pertence.
Queremos fallar do Exm. Sr. Dr. Augusto Fre-
derico de Oliveira.
Deputado geral, ha vinte annos, S. Exc. se tem
portado na cmara temporaria tal, qual o fura
sempre no principio de sua carreira poltica
amante dos argentes melhoramentos de sna pro-
vincia, e fpropugnador incansavel das legitimas
prerogativas dos que o escolheram para sea man-
datario.
Seu zelo constante, as provas nao equivocas de
sua ilustracao, sua independencia caractersada
pela sua posicio linanceira, sna dedicacao ao par-
tido, seu interesase por tudo que da provincia,
sao ttulos to valiosos, e de tanto alcance polti-
co, que nao podemdeixar de ser justamente apre-
ciados pelos que de coracao, se ioleressam pelo
futuro de sua paovincia.
Em_S. Exc, pois, sobram os dotes que a cous-
lituico exige para o exercicio de tao altas fanc-
ces. E convictos desta verdade que apresen-
tomos apreciaci do corpo eleitoral onomede
to distincto e prestimoso correligionario, esperan-
do v lo figurar na lista, que tem de ser apresen-
tada coroa em primeiro lugar.
Sao estes os nossos votos, qae desejamos seja
tambem os do corpo eleitoral.
Recife, 8 de oulubro de 1870.
Um eleitor,
TRILHOS URBANOS DO RECIPE A APIPOOS.
O commuuieade a respeito das demisoes e sas-
pensSes havidasnos empregados dessa compaobia
qne foi incerto em ura dos Diarios do mez cr-
reme, foi parto nosso sem communicacao ou pe-
dido do nenhum dos emprgados, os quaes ape-
nas os eonbecemos pessoa I mente, 'e por informa-
rles sabemos de sjias circomstancas': sendo qae
prtenlos nuls conhecimento do Sr. Rowlsoa,
digno gerente da eompaabia foi qae escreveraos
aquellas liabas chamando a atteoc|o do mesmo
Sr. Rowlsr n, afim de que, usando da philaotro-
pa de que dotado reiniegrasse o pi diario aos
pas de familias que dalles estavam privados. Isso
Qzeraos por caridade sem idea de eflensa, nem
mesmo nos querer envolver na administraco do
servico da eompanhla. Constando-nos agora, que
esses empregados estad nos exercicios de suas
funeces, nao por effeito de nosso eommonieado,
mas sim pela bondade do Sr. Rowlson o amor ao
mrito e a juslica nos obriga a vir pelo presente
agradecer ao Sr. Rowlson a justica que fez com
taes reintegraedes de quem sempre esperemos
recta ju tica.
O muribundo.
COMMERCIO.
ENGLISH BANK
)f Rio de Janeiro Limited
Descorito lettras da praca i taxa a con-
'enotonar.
Recebe dinheiro aro conta correDto hii
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade
jrlncipas da Europa, tem correspondeDtei
a Babia, Boenos-Ayres, Montevideo, New
s New-Orleans, e emitte cartas de crdito
apar os roesmos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDBQA.
etOimentododiala 13. 333:580*995
dem do dia 14. 23.378:2:10
336:959*226
MOVIMENTO DA ALPANDEGA
'olamos entrados cera fazendas
dem idem com gneros 60
/oluates sahidos com fazendas
oiera i iera cora gneros
----- 60
265
79
-----344
Descarregam hoje 15 do corrente.
Barca inglezaSea O"*"ferro.
Barca inglezaPatriotdiversos gneros.
Brigue inglezJanebacalho
Lugar inglez/'mo/ynfariuha de trigo.
Escuna dinamarqnezaFyllaidem.
Lugar inglezFrnidera.
Patacho portagnezPrincipio diversos gneros.
Patacho portaguezMaa idem.
Despachos de exportacao no dia 13 de
outubro
Na barca bespanhola Maria Luiza, para Bar-
celona carregon : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
169 saccas com 12,876 kilos de algodo.
Na barca franceza Fgaro, para o Havre carre-
garam E. A. Borle & C, 470 couros seceos salga-
dos com 5,610 kilos.
tECEBEDOlllA DE RENDAS INTERNAS lifc-
RAES DE PERNAMBCO.
lendircento do dia 1 a 13. 25:20U160
demdodia 14........ 3:695*362
28:896*522
.;<>NSULADO PROVINCAL
lendimento do dia I a 13.
(dera do dia 14.
16:378*910
903*095
17:282*00")
MOViMENTO DO PORTO.
Navio entrado no da 14.
New-York e portos intermelios21 dias, vapor
americano Novia Amerita,, de 2,000 toneladas,
cotnraandante 6. B. Sloeum, equipagem 69, car
ga varios gneros; a Henry Portier 4 C.
Navios sonidos no mesmo dia.
Cear pelo AracatyEscuna nacionaf Groroiana,
capito Custodio JosjViaona. carga difiranles
gneros.
LiverpoolBrigue inglez Wild Roze, capito I. P.
Smith, carga algodo e outros gneros.
Rio de Janeiro e BahiaVapor americano North
America, commandante Sloeum.
EDITAES.
AL80BA.
J. Addicao e subtraeco algbrica.
' 2. Multiplicaco algbrica.
3. Di timo algbrica.
4. Operacdes sobre ae raeeoes
5. Mixirao coman divieor alfebrtro,
o l'grae, a aa
ba^eeda
paralleli-
Dttpertaior
SR. MELLO PBOOTO.
Nao poseo deixar de contra pn testar o protesto
JOS DATIVO DOS PASSOS BASTOS.
Algnem que cortamente me na > vota amizade,
fez publicar no Jornal do Recife do dia 13 do cor-
rente, ara annaneio em qne declara que auz n-
tei-rae desta cidade por ser o autor da temada de
um preso do poder da juslica, desarmando o sol-
dado de polica e carregando para rainha casa a
espada do mesmo soldado.
Semelhante impniacio urna calumnia : esti-
vo uo lugar antes do tacto e lepois delle ; porm
nao estova presente qaando elle se dea, por ter
ido rninha casa em cujas proximidades teve lu-
gar o occorndo, afim de lomar outra roapa para
acorapanbar o preso ante o subdeleg >do da fre
gnezia.
E' verdade qae chegando depois do aeonleei-
raento, pelo Sr. Jos Aooberto Daarte me foi en
trege a espada do soldado de poheia qne levei
para casa para evitar maiores di-'urbios, visto co-
mo aehei que o mesrao soldado fie ara por deraais
furioso. Por semelhante ucean-enca vai ser ins-
taurado o respectivo processo, e entao me justifi-
care!, ficando desuiaacarado o meu detractor.
Quera porm, que me fere as treva f ln-
forraam-rae que o Sr. Manoel Coelno Piuneiro, que
comigo tero nxa veiha por pretender qae seja re
movida a offlcina de caldeireiro que trabo junio ao
sobrado em qne reside ; quem tem urdido se-
melhante aceosacao, afim de mais fcilmente le-
var agua ao sen momo, pelo qae tom-se eouar-
regado de descobrir te*teinunhas, alica-las pro-
mettendo-lbes dinheiro, etc., etc.
Nio poeso erer qne assim proceda o Sr. Pinhei-
n,, pota, seria luppo lo dotado de maca inatinetos,
jalao qae ainda nao formo a tea respeito ; a ver-
dade a oparecer.
Era todo e eaao, o autor do annaneio perdeu seu
lempo ae eom a sua pnblicaco quiz aiemorisar
meas credores para que desta sor te fosse lechado
o mea eetotelecimenio.
Ne, 14 de utabro de 1870.
Jot Dadivo dos Pastos Batios.
Faculdade de direito
De ordem do Exm. Sr. director interino, e para
cumprimento do aviso imperial de 3 de setembro
ultimo se faz publico o prograrama qae deve ser
observado nos exames de prepratenos a que
se tem de proceder n'esta faculdade no lira do
corrente anno e no principio do prximo vindouro.
Secretaria da freuldade de direito do Recife 14
de oulubro de 1870.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Scelo 3.'Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 2 de setembro de 1870.
Illin. e Rvm. Sr.Devolvo a V. P. o prograrama,
para os exames de preparatorio*, que V. P. sujei-
lou approvacao do enverno, e qae ser publica-
do na forma do art. 6o das iostruceSes de 30 de
outubro do anuo pascado. Convera que a discri-
minaco dos pontos, para a prova escripia da-
sciencias, se faga por meio de sorte no dia era que
comegarem os exames, ficando os mesmo pontos
nutlisados,para a prova oral, nos termos do art.
22 .das sobreditas instrnerdes.
Deus guarde a V. P.Paulino Jos Soares de
Stuza.Sr. inspector geral uterino da insiroecao
publica do raunicioio da corte.
PROGRAMMA PARA 03 EXAMES DE PREPA-
-RATORIOS.
LATIM.
Prova escripia.Versad para laura dos Tre-
chos Classicos. Edicao de Nicolao A. Alves,
1870.
Prova eral.Leitura, tradnecd e analyse lgica
e grammatical, e medican de versos latinos. Li-
ma : Horacio. Odes, Virgilio, Eneida, Cicero,
Oracoes: Tito Lirio. R^s memorabiles.
PORTUGUEZ.
Prova eseripta.Coraposirjo sobre theraas for-
mulados pela mesa de exame.
Prova oral.Leitura, analyse legiea, etyraologi
ca, e grammatical dos Trechos Classicos. Edi-
co de Nicolao A. Alve, 1870.
PRANCEZ.
Prova eseriptaVersad para francezdos Tre-
chos Classicos. Edicao de Nicolao A. Alves,
1870.
Prova oral.Leitura, tradcelo e analyse l-
gica e grammatical. Livros: Chateaubriand, Mar-
tyres e Genio do Christianismo. ReguierTneatro
Classico.
INGLEZ.
Prova escripia.Verso para inglez dos Tre-
chos Classicos. Eco de Nicolao A. Alves.
1870.
Prova oral.Leitura, traduecao e analyse lgica
e grammatical. Livros : Resumo da HiMoria da
Ingls trra por loio Lragard. Macaulay Ensaios
crticos e historie!".
ARITHMETICA.
1. N'umeraca.' deciidal.
2. Muliiplicaeio dos nuuieros Bteiro*.
3. Divisan dos numero-, inleiros.
4. Raducco das fracedes ao mesmo denomi-
nador.
8. Reduccao das fraccoes axpressao raai-
simples.
6. Operac5e3 sobre as f.a'ceg ordinarias.
7. Op.Taco;* sobre a> fra:gdjs deciinaes.
8. Sy-lnna mtrico.
9. Oueracdes 10. Divi-iinlidade dos uumeros.
11. liznna- permdieea.
12. Qndrado o raz quadrada.
13. Cubo e raz cablea.
!k aTJ^'iJ'1'' ,,,,IT',r"nv> por qoooieMe.
15. Regra de tres simples h composta
16. Kegra de jaros e de deseonto
17. Ilegra de companhia.
18. Ptogre*5e*por diflererica.
ix- p"'8H?95es P'T quocienle.
6. Equacoes e problemas do
incgnita.
7. Equacfles problew W i* grin, a m
cogiiitas .
9, Formulas geraes para reeelro m
tema qnalquer de equacSea m I* fre.
9. Solucoes negativas dos problrmae.
das quantidades negativas.
10. Discussao das quedes d 1* frm
11. Discassio do problema dos loimatm
11. Analyse indeterminada do I* grao.
GEOMETRA
1. Theoria das perpendiculares e
2. Theoria das parallela*.
3. Theoria dos tringulos.
4. Dos quadnlateros e anas variedades.
5. Dos poiygunos convexos.
6. Da circuinerencia e suas eoiabiBaqia*
Iraha recta. Propriedade da perpradicalar _
xada do centro do circulo sobre orna corda.
7. Medida dos ngulos central, inscripto, *-
cumscripto e exceoirico.
8. Em todo o triangulo e em kdo pcrvgoi re-
gular sempre possivel ioscrever c
ver um circulo.
9. Dos cireulos seccantes e dos circuios n
gentes.
10. Liabas proporciona es.
11. Seuieinanea dos tringulos e dos peijlM
12. Propriedade da perpendicular aiMiatla
vertiee de ngulo recio de um triangu > reo
lo sobre a hypotbnnusa. O quadrai V qu*
iado de ura triangulo igual soturna itos
drados dos outros dous, e recto o
posto ao primeiro ; e se oMoso oa
oa menos o dobro do prodado de ara dWses
pela prnjecco do outro sobre elie.
13. Dous parallelograraraos da mesnubase c da
mesma aliara sao equivalentes. Doas rectaap-
los qnaesquer sao proporcionaos aos prodoctee a*
bases pelas alturas. rea do rectngulo, do pa-
rallelogrammo, do triangulo e do rrapez raed-
linio.
14. rea do polygomo regalar, dn eirrclo, t>
sector circular e do trapezio circular.
15. Relacao entfe as reas de doas potvgni
se niel han tes e de dous circuios de ratos mneresMs.
A rea de qualra lo construido sobre a bvpoie-
nusa igual siroma das reas dos
construidos sobre ontros dous lados.
16. I/.nhas proporcionaes con-ideradas so
culo.
17. Avaliacao dos lados dos polvg.sos
lares
18 Das rectos e dos planos perpendiculares
obliquos entre si.
19. Angolos diedros a sna medida.
20. Das rectas e planos parbolo..
21. Dos ngulos polyedme.
22. Dos polyedros convexos.
23. Seraelhanc dos polyedros.
24. Dous parallelipipedos da moma
mesma altura sao equivalentes. Todo o _
pipedo obliquo, pode ser transformado em ora pav
rallelipipedo rectngulo. Todo o prisma ebtisja
metade de ura parallelipipedo de bate dopto s a
aliara igual do prisma.
25. Dous parallelipipedos rectngulos da mesan
base sao proporcionaes s sms altaras. Doas pa-
rallelipipedos rectngulos da mesa altara si
proporcionaes as suas bases. Dous psraHifipfS
dos rectngulas qnaesquer sao proporrioaaes asa
productos das bases pelas altaras.
26. Dous tetraedros de bases iguaes e da mesas
airara sao equivalentes. Todo o tetraedo a tor-
ea parte de um pri-raa triangular da mesena base
e da mesma altura.
27. Volme do parallelipipedo, do priw, ds
cylralro, da pyramide e do conr.
28. Superficie lateral do prisma, do evfadv
recto, da pyramide regular e do eoae reda,
29. Tola seccao feta na espbera um
Toilo o rlano perpendicular ao raio no el
tangente a esphera.
30. rea e volme da esphera.
PHILOSOPHIA.
1. Objecto, utilidade e divisan da pWsisptB.
sua utilidado o relacao com as oris ciencias.
2. Das faculdades da alma : seante""
tendimeoto, vonlade.
3. Da sensibilidade : seos carecieres ;
sentinieotos, paixoes.
4. Das nossas ideas em geral; suas drre
pecies.
5. Da percepeo exterior, da attenead e
raern.
b. Da ahtracco, formaclo das ideas ge;
7. Da memoria, assoclaed das ideas, iraafiaa-
cao.
8. Do juizo e raciocinio.
9. Dos signaes, e em particular dos votbalo*
sua relacao com o pensamemo.
10. Da actividade espontanea e refina, deserip-
g" dos actos da vontade.
11. Do methodo : analyse e syotbese.
12. Das proposicoes, suas especies, craversi
opposicao.
13. Da deflnicao, divisad te elassioeaco.
14. Do seosa intimo : evidencia, ca lea, axio-
mas, e demonsirardes.
15. Da observaco exlerna : induccio, aoaJsfu
e probabilidad!-.
16. Do leslemanbo humaoo: regras da critica
histrica.
17. Do syllogismo, saas especies, reara* e fi-
guras.
18. Da argnmentocao, suas formas e regraa
19. Dos sopbisraas o cansas dos erras.
20. Da origera de nossas ideas: apreciaeas da
opinio dos autores.
2i. Das ideas fundamentaos do eatoi
humano ; substancia, cansa, lempo, espaeo
lo, finito, unidade, corpo.
' 22. Demonstracao da liberdade : iaf asacaa d*
motivos sobre a vontade.
23. Do Eu, sua unidade e ideondade. Esaa-i-
tualidade da alma.
2i. Exposicio e critica das hypotaeses
uni 25. Da immorialidade da alma.
26. Da idea de um ente supremo
physica de sna existencia
27. Prova physica da existencia de Deas.
28. Prova moral da existencia de Deas.
29. Dos attributos meiaphvsicos de Deas.
30. Dos attributos moraes de Deas.
31. Da providencia considerada relativa
existencia do mal.
32. Dos motivos dos ados humanos.
33 Criticadas principaes opioides dos
phos sobre a ni turen do dever.
34. Demonstracao da le natural; le
35. Consciencia moral, impotoeao.
36. Do mrito e demerito, peaa e pn
37. Moral religin; callo interno e
38. Moral individual: dos devaras ra
espirito.
39. Dos deveres relativos ao eorpo
extrnsecos.
40. Moral social dos deveres de
41. Nocoes do direito, deveres geraes
tica.
42. Dos deveres geraes na sarirads
e civil.
GEOGRAPflU
1. Geographia : ierra, sua ligara,
superficie ; eixo, polos, eqnartor, i
rllelos, trpicos, circuios polares e
Diviso da superficie do globo < n
lllus e continentes. Primeira divho t}m i
Ocano e saas divisos. Csta, trape ds
archiiielago.
2. H >risonte visual. Pontos farden** e
raes. Rsg.o, paiz, naci, capital.
rentes, campos, monianbas de ass.
mar, sua elevaco al a soparleie extsrlsr das
aguas.
3. Praias ribas, dunas, peainiaUs, bmmmm m
'O'1*. Planicies, nratee, sorras, **,
systemas de montosas, voleos.
t


f.
sasaats
e goleinw, massieos eteppsi,
Ico*, lagdas, patanos, res,
*A Theoria elementar oda lojaritlunos.
lente-
4. Limites, divisan, mares, ignlplsta e
da Europa, libas, pennsula*, btbaMI
Europa.
5. M mtaohas, voledes, mayacos,_<
<*i *, steppes e esenoa, da Enrosa.
Iraha de divisad das aguas, fxs, n
da Ra ropa.
6. Limito?, dlvisio, mares,
la Asia. libas, punsatas
Asia.
7. Monianbatv **,
vafes, planicies, sleaseS a
lentes, linba de di viada atoe
lagunas da Asia
. Lmiil's, divisad,
da Afncv. Imas, poi
9. MoottBhas.
I stepes e dsenos da Atrita.
**
jogunas da frica.
t.


Diario de Peraambuco Sabbwjo 15
10. Limite!, dividas, mira, galanos estreitos
da America, libas, penia-ulas, instamos e cabos
da America.
11. Moutanaas, voIc&h inassiees, tulles, plan;-
es, stepea e iesertos dVAmeriea. Verlenles, li-
aba de dirisk das aguas, lagos, res e lagunas
4a Amrica.
11 Limites, divisao, mares, golphos e estrenos
4a oeeania. libas, pennsulas e cabos da Oeea-
nia. M ratanhas, volcSes, maricos, planicies, step-
nes e dsenos da Oeeania. Vertentes, lagos, res e*
lagunas da Oeeania.
13. Regiao natural, poltica e ethnographioa.
Estados soberanos e meios soberanos; divises
empreg aJas na sua descripcao. Superficie de um
paii. Populaeo absoluta e relativa. Governo e
soas formas prineipaes. Religiio, e sus divisos.
14. Divisao dos povos segundo seu aspecto ex-
terior e desenvolvimento moral. Clima physico,
soas causas e influencia sobre a distribuido dos
vegetas* e animaes na superficie da trra. Latitu-
de e longitude.
15. Limites, siiuacao, superficie, divisao, gaver-
oo e religiio dos diversos Estados da Europa oc-
cidental e septentrional. Capitaes e cidades prin-
eipaes.
16. dem da Europa occidental central.
17. Mem da Europa occidental meriodinal.
18. dem da Europa occidental.
19. dem da Asia septentrional e oriental.
20. dem da Asia meridional.
Si. Mem da Asia occidental.
ti dem 'da A(nca septentrional.
23. liara da frica occidental.
2i. dem da Afrioa meridional.
25. dem da Airiea oriental.
26. dem da frica central.
27. Malasia e Australia, I'olioe-yia o trras An-
trcticas.
28. Situaco, extenso, superficie e eonflguragao
da America. Sua divisao.
Aspecto geral, climas e prodocedes.
Populacao, racas, linguas, religies e governos
da Amerita.
29. Brasii: situacio, limites, extenso, superfl-
cie, configuracio e divisao do Brasil.
Bahias, portos, cabos, estretos, recifes. ilhas,
montannas, cordilheiras, planicies, vertentes do
Brasil.
30. Lionas de divisao das aguas, lagos, rios. do
Brasil. Capitaes, cidades, villas prineipaes das
firovineias do Brasil. Aspecto geral, clima, popu
acao, produces, riquezas naturaes, religiao e
governo do Brasil.
31. Repblica Oriental do Uruguay. Confede-
racao Argentina, Repblica do Paraguay. Chile.
32. Bolivia t-'er. Estados Unidos de Venesuela,
Columhia e Equador. Palagraia.
32. Guyana*. Antilbas. America central e Pa-
nam.
3i. Mxico. Estados-Unidos da America do Nor-
te. Trras arc.icas dina.narquezes. Groelandia.
35. Isiandia e ilba de foio Mayen. Nova Bre-
lanha.
Territorio de Alaska.
36. Astros e sua divisao em estrellas propria-
mente ditas. Planetas e cometas. Esphera celeste.
Rotacao a aparente. Polos e eixo da esphera ce-
leste.
Estrellas proprir.mnte ditas. CsnstellacSes.
Scinliltciu, grao loza, cor, distancia da trra e
movioieotos das estrellas. Estrellas variaveis, tem-
porarias, duplas e mltiplas, nebulosas. Via lac
tea.
37. Sol : volume, raovimentos, eonstituico e
manchas do sol. Systema solar. Cometas partes
de que se compdei, densidade e dimens5es. Co-
metas peridicos. Planetas. Divisao, distancia do
sol, volume, massa, tempa da revolncao e rotacao
e mais particularidades dos planetas Asteroi-
des, aerolithos, blidos, estrellas cadente?, luz zo-
diacal.
38. Systemas de Ptolomeu e Copernico. Leis de
Kepler. Aurarcao e repulso, leis de attraccao.
Figura da torra : demonstrado de sua red mdeza
e verdadeira rrma, de sua rotacao e revolucao.
Circnlos da esphera celeste c da trra : equador,
meridiano- ; culminacao dos astros, horisonto ra-
cional e apparente: meridiano, pontos cardeaes.
Rosa dos ventos. Eclptica. Zodiaco. Discordan
cia entre os sigues e constellacoes zodiacaes
39. Anno sideral e trpico ou civil. Estaco?;.
Explicacao e uracao das estacoe*. Posean da
esphera : recta, obliqua pararella. Dterminaco
da posicao da esphera para qualquer lugar do
globo. ia natural o artificial, sideral e solar, ci-
vil, verdadeiro e medio, Refraccao : augmento
dos das naturaes pela refraccao ; crepsculo. Dia
solar maior que o sideral. Causas de sua varia-
cao.
40. La : seu volume, dimetro, distancia da
trra e movimentos. Revolucao sideral e synodi-
ca. Aspecto e falta de atmosphera. Libracao. Pha-
ses. Eclypses do sol e da loa.
4i. Mares. Latitude e longitude terrestres. Me
thodo de as determinar.
HISTORIA.
i. CreacTn do mundo. Diluvio. Vocacao de
Abrahao. Moyses.
2. E-labelec,monto dos Israelitas na Terra da
Promissi. Inixss. David e Salomo. Divisao d*
reino. D:struicao dos reinos de Israel e de
Jud.
3. Primetro e segundo imperio dos Assy-
rios. Imperio de Babyloma. Nabuehodososor.
i Egvplo. Conquistas de Sesostris. Psammetico
e seus su ;cessores. Monumentos e costnmes dis
Egvpcios.
5. Imperio Mdo-Prsico, Cyro e suas conquis-
tas. Creso, Dirio. Xerxes.
6. Grecia. Temp* heroicos. Argonautas. Guer-
ra contra Tbeba Guerra de Troya. Invaso dos
Dorios. Hjrnero.
7. Lycurgo Soln. Colonias gregas.
8. Guerras medicas. Tratado de Cimon.
9. Guerra do Peloponeso. Scrates. Expedirlo
03 dez mil. Pelopida e Eoaminondas.
10. Philippe de Macedooia. Demosthenes. Ale-
xandre Magno.
11. Divisao do imperio do Alexandre. Macedo-
nia e Grecia at a conquista pelos Romanos.
12. Divisa da Italia. Fundico de Roma. Os
res at a ab-dico da realeza.
13. EstalHlecimento da repblica. Guerra cora
Porsena. Co.isulado. Dictadura. Tribunato. De-
cemviros. Invaso dos Gaulezes.
11. Conquista da Italia. Guerra com os Latina,
Samnitas, Pirrho e Tarento.
15. Pnmeira e segunda guerra pnica.
16 Guerras civis. Mario e Sylla. Primeiro
triumvirato. Cesar e Pompeo.
17. Segundo tnumviralo. Antonio e Octa-
vio. E-tabelecimeulj do Imperio. Reinado de Au-i
40. Inglaterra. Dynastia Tudor. Dyoastia
Stuarl. Revotaco. Cronrwsll.
41. Franca. Luiz X1 e Richelieu. Guerra dos
trinta aaaas.
42. Franca. Luiz XIV.
41. Pnmca. Luis XV. Guerra de sweeesao da
Austria. Guerra dos sete annos.
44. Origem do imperio da Russia. Pedro o
Grande e Carlos XII. Catharina II. Divisao da
Polonia.
45. Espirito de reforma. Frederieo n. Marta
Tbereza. Jos II. Carlos III em aples e ni Hes
panha O marquez de Pombal.
46. Inglaterra. Segunda revolucao. AseencSo da
Dynastia de Hanover. Jirgel Jorge II. Jorge
III. Conquista da Independencia dos Estados-
Unidos.
47. Revolucao francesa. Asserabla constituin-
te. Assembla legislativa. Conveuco. Direc-
torio.
48. Napoleao. C maulado. Imperio.
49. Brasil. Capitanas hereditarias. Estabeleei-
mento de um governo geral. Tnom de Sou-
za. Duarte da Coita. Mem de Sa. Fundaco do
Rio de Janeiro.
50. O Brasil no dominio hespanhol. Hostilidades
e invasdes dos Inglezes, Francezes e Hollndo-
les. Perda e restauraeao da cidade do Salva-
dor.
51. Invaso e esubelecimento dos Hollandezes
em Pernambuco. Rompimento da insnrreicao per-
nambucam, e guerra da independencia ate a reti-
rada dos Hollandezes.
52. Rebelliio de Beckman. Destrulcao dos Pal-
mares. Guerras civs dos Mascates e dos Emboa-
bas.
53. Lutas com os Hespanboes ao sul. Duclerc e
Duguay Trdhln no Rio de Janeiro.
54. Desenvolvimento e progresso do Brasil no
reinado de D. Joao V. .
55. Reinado de D. Jos. Questoes e latas ao sul
do Brasil. Extinccio dos Jesutas. O marquez de
Pombal.
56. Primeiras Ideas de independencia do Brasil,
conspirac) mallngrada. O Tira-dentes.
67. Transmigracao da familia real de Branganca
para o Brasil. Rio de Janeiro, capital da monar-
cha portugueza.
58. Guerra com os Hemanhoes ao sul e com os
Francezes ao Norte.
59. Revolucao de Portugal em 1820 e seus effei-
tos no Brasil. Regresso da corte portugueza para
Lisboa.
60. Primeiros mezes da regencia de D. Pedro no
Brasil. Desde o dia do Fico at o dia do Ypiran-
ga. Acclamacao e oroacio do primeiro imperador
do Brasil. Guerra da independencia.
HIIE ro HCA E POTICA.
1 Defini^o e utiiidade da rnetorica e da elo-
cuencia.
2. Gneros de eloquencia.
3. Partes do discurso.
4. Exordio.
5. Narracao.
6. Conflrmaco.
7. Peroracao. /
8. Disposicao.
9. Elocucuo.
10. Ornato oratorio.
11. Eloquencia poltica.
12. Eloquencia forense.
13. Eloquencia do pulpito.
14. Do modo de escrever a historia, obras phi-
losophicas, dilogos, epstolas, novellas e roman-
ces histricos.
15. Da accao oratoria.
16 Da origem e definicao da poesia e da poe
tica.
17. Da versicagao.
18. Do genero lyrico.
19. D genero pico.
20. Do genero dramtico
21 Do genero didctico.
23. Do genero elegiaco.
23. Do genero pastoril.
24. Das escolas classica, romntica c realista.
2-1. Da critica Iliteraria.
26. Do gost i, do bello e do sublime.
S.9 A fazer depositar lodo o Jixo em om I ** *? Val-monea se far oavir na appiauda
deposit relirado da Hade, que pot!c^^/*""/; '_.
ser em tima das iihs 4 .Nofl i
assuoa.'ou uito qualguer ollocadu em dis
tancia do aolro da popolacio, que nS#ttiga
incoveniente algom, podando d'elleSar
antagem que Iba-" tpronver na appficaclo
da agricultura.
6. A pagar urna malta de KMWOO res
por cada roa que nio limpar, e a de 4:0001
rs. pela resciso do contracto.
/. A prestar flanea idnea para entrar
no gozo d'este coutracto, deveado ter eo-
meco seus trabalbos 30 dias depois de rea-
lisado.
Paco da cmara municipal do Rcife 24
de marco de 1808. Luiz Jos Pereira
SimSes, pro-presidente. Gustavo Jos do
Reg.Tbomaz d'Aquino Fooceca.Dr.
Joaquim Jos de Miranda.Dr. Praxedei
Gomes de Suza Pitanga.
Paco da cmara muoicipal do Recife 42
de outubro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leo
P. P.
Lourenco Bezerra Garneiro da Cunha
Sewetario.
OECLARACOES.
O c apilas Manoel Antonio Hibeiro, juiz de Paz do
prureiro anno ieatt freguezia de S. Jos do
Recife, em virtude da le etc. etc.
Faco saber que tendo o Exm. Sr. presidente da
provincia ilBciado a cmara municipal desta cida-
de designando o dia 20 de novembro prximo futu-
ro para se proceder a eleicao do um senador por
esta provincia, afim de ser preenchida a vaga
occasionada pela roorte do Exm. marquez de Olin-
i.i ; o que me foi communicado por offlcio da
raesma cmara municipal. Assim convoco os elei-
tores especiaos desta freguezia abaixo declarados,
adra de que comp recam na igreja matriz da fre-
guezia de Santo Antonio no refer lo dia 20 de no
vembro prximo lindo as 9 horas do dia. para se
proceder a eleicao.
Eleitores os Sr-. :
Mtnoel Joaquim Ferreira E-teves, Manoel Anto-
nio Ribeirn. Joo Baptista do Reg, Joao Soares da
Fonceca Velloso, Joo Antonio da Silva Pereira,
Jos Simplicio de S Esteves, Jos Francisco dos
Santos Miranda, Antonio de Mello e Albuquerque,
Ignacio P^ssoa E-*teve< da Silva, Jos Lopes Da-,
Antonio Moreira de Mendooca. Eduardo Frederieo
Bonks, Hemeterio Maciel da Silva, Joo Jos de
Carvalh', Joo Cesar Cavalcanti d'Albiiquerque.
Flix Pae-i da Silva Pereira, Bernardino de Sena
Ferreira Leite, Frederieo de Souza Gomes, Jos
Patricio de Siqueira Varejlo, Alexandre Sergio de
Moraes, Felippe Santiago Cavalcanti de Albuquer-
que. J o Caeano de Abren, Jos Anselmo Gol-
zaga de Oliveira. Manoel de Almeida Lima, Miguel
da Puri(i;aco Gomes, Francisco Augusto de Al-
meida, Pedro Ralis Borges, Valdevino Ribero da
Silva, Geraldo Correia Lima, Jos de Mell' Trn-
dada, Candido Jos de Ges Telles, Jos Antonio
Candido de Lira, e*'e como supplente "do eleitor
fallecido o padre Manoel Adriano d' Silva e Albu-
querque Mello.
E para que chegue ao conecmento de todos,
maudei passar o presente. fara ser alllxado no
lugar do coslume e publi''0 Pela imprensa.
Dado o pausado nest^ "feguezia de S. Jos do
Recife, aos 12 de outiro de 187-
Eu Jos Goncilv^ te Sa, eacnvao o escrevi.
lanoel Antonio Ribeiro,
Juiz de paz do 1 anno.
18 De T.borio Marco Aurelio. 0< *~
?es. Flavios e Antoninos. Di Commodo a r=ocie-
chno.
. Origem e progresa do Christiap:'"-/ fJ'
segticSfti. Constantino Magno. Triui'"-' art t,nr,s'
tiani\K>-
ap-vi^ao ros. Qu-ila do imperio d 0<"denle- Princpaes
esH"* fonda los em anas ir*!*"*!^ .
-I Os Fr.ui;>*. ciovis -iarlos Marlel. Pepino o
fevi. Cirli.s Magoo. rstabelecnnenlo do impe-
lo do Occidente.
22. Man-imet e s* religo. Gonqnistas dos
rabes, o nmia:ts e Abassidas. Califados de
,'Bajdadede Cor^va
23. Imp-iri. Bysantino. Ju^tioiano I. Hera-
cles. Isaurixs- Maeedonios. Comnemos. Pale-
logos.
24. Divisa) do imperio de Carhs Magno. Fim
dos Carloviui is na Franca e na Allemanha. Co-
ra eco da imperio da Allemanha. Dynastia de Sa-
xonia.
21 Dymstii' de Franconia e de Su\bia. Lula
com o Pontificad i. Gregorio VII, Inuocencio III.
25. Cruza las.
27. PrnnC. .Cipetingins.
28. Prauca. Valois at Carlos VIL Guerra das
cem anns.
29. Inlierr*. Con jaistA dos Normandos. Dy-
nastia d
ingl-za. Magna CarU.
30 Hv,ianba. P.>rtugal at o fin do 15* seco
lo. Dyoaua da B>rgonbae de Avia. Fernando e
luM a Cahiliea.
31. EswIm i. Italia. Milao. Veoeza. Floren-
ca. Ge ia. aple.
3. Franca. Cirios VH. Luiz XI. Duque de
Borgonhi. huia. '
33 I iglaterra no 15 scalo. Guerra das
Ro-<.
34.'.Gu-rra da I alia. Carlos Vin. Luiz XII.
31 Carta V. francisco I.
36. Clri-t ivii Colomb). Vasco da Gama. Pedm
Alve. rostral
37. Rf .r na re glosa. Lnthern. CiNino. Con-
pfli T>- t^itm Companhia de Jesu<
38 Gierr le r*liaiio em Pranca. ? m a casa
J'1* C.< iei^rboo. Hannque IV.
_*' icia da 4"- mina eom a
Of^ti I* Antri. PJnlippe tt Inlepandeneia
** H Wa. R.nil(, de Partan! He.paona. In-
dependearia ja Portugal. ^^
A c**;,ri* mu ucipal d'esta cidade faz
scienie '-* Publico, que em vista do art. 33
a 31 da lei provincial n. 985 do correle
apA), vem d usto de 303 reis mensaes, creado para
limpeza da cijade a contar do i. do cor-
rnte m?z em diaote, cujo imposto ser ar-
recadado era duas prestarles, sendo al.*
nos mezes de ou'.uoro novembro corrente
e a segunda em abril e maio vindooros.
sendo s obrigal is a tal pagamento os pre-
dios que paguem de 300:000 rs. para cima.
D^veodo ter lugar a arremataco da
limpeza da cidade, c transporte do liso das
casas, em quanto nao tem comeco os tra-
badlos da Companhia de esgto que a isto
obligada, a cmara municipal convida a
i|uem -e qu-zer disto encarregar a apresen-
lar suas proponas, e para miis clareza do
que fcam obri^ados a mesma cmara man-
da fazer publico o regulamento para isto
creado.
Regulamento para limpeza da cidade.
Art. I. A empreza da limpeta e aceio
da cidade obrigada, med rale o pagamen-
to da quaolii de ;500o00 reis mensaes a
observar o segrate :
1. A trazer a cidade em estado de iim
oeza, de maneira a i fferecer o acek) deze-
jado em orna cidade de primeira ordem, de-
pendo pata isto ter os carros, carracas, ca-
noas e enpregados quaoloi forem mister.
para o fim destinado.
i A va. rer diariamente as ras e calca-
das, e d-llas remoer todo o lixo, de ma
ueira que se obtenha o aceio precizo.
3. \ remover o ixo das que nlo forem
.aleadas, e esgota-las no invern, de ma-
neira a se manterea as cndilos bygieni-
Cas pracizas.
4. A r.'C.ber o lixo das casas podmdo
para isto dividir o trabalno por bairros ou
ras, i lixo por lempo maior de oito dias. e para
fac litar este irabalho, 'mamlarSo os mora-
dores depositar todo o lixo a margem das
i^lcadas, das iO horas da noule a mnia
noute, nm de que seja removido durante
u resto da noala.
Juizo dos feitos da fazenda
nacional
Por ordem do Illra. Sr. Dr. jniz dos feitos da
fazenda nacional foi adiada para quinta-feira 27
do corrente a praca do engenhj Bom Destino, e
casa terrea na villa do Cabo, penhorados para pa-
gamento do que deve o ex-colleclor Julio Pereira
Mattoso ; sen lo a avaliacao do engenho e bemfei-
torias 20:0u0, e da casa 2 OOOj ; a praca tem
lugar as 11 horas da manilla na sala das au-
diencias.
Recife 13 de ontubro de 1870.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
Pela secretaria da Santa Casa da Mi-erlcordia
do Recife, se faz sciente que no dia 17 do crrente
pelas 9 horas da manb no sallo da ca?a dos ex-
postos o Illm. Sr. thesoureiro commeodador Jos
Pires Ferreira, far pagamento do trimestre decor-
rido de julho a seterabro as amas que se opresen-
tarera condnzindo as criancas que Ibes foram con-
fiadas,
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Becife 10 de outubro de 1870.
Pedro Rodrigue sde Souza.
Fiscalisaco da freguezia de S. Jos.
O fiscal da freguezia de S. Jos previne a todas
as pessoas que tiverem estabelecmenlos na mes-
mi, que, durante a estacao do verlo irriguen) pe-
las 8 horas di manhaa as frentes dos mesmos, sob
pena de 5 de malta. Recife 12 de outubro de
1870.O fiscal,
Emestino Cavalcanti de Albnquerque.
Sabbado 15 do corrente, as 11 horas, depois
da audiencia do illm. Sr. Dr.' juiz municipal da
2* vara, vai a praca para ser arrematada por
quem mais der, una casa terrea sita roa de
Santa Rita n. 81, cem 17 palmos de frente e 78
de fundo, 2 salas, 2 quartos, 2 portas de frente,
cozinha fra, cacimba propria, em chaos foreiros,
avahada em 2:5002; o vai a praca a reqoerimen-
to de Anna Benedicta Gomes como inventarame
dos bens deixados por rsula Mara das Virgens
para cumprmento de legados e mais despezas.
Uompanhia
DE
Santa Thereza.
De conformidade com o disposto no art. 15 dos
estatutos, sao pelo presente convidadas 03 Srs ac-
cionistas para reunirem-se em assembla geral no
dia 15 do cePrenle ao meio dia, no 1 andar do
edificio n. 11, na ra da Companhia Pernambu-
cana, afim de ser installada a companhia, e pro-
cader e ir. rospni'tlvas ele<;Vs.
Becife, 5 de ontubro de 1870.
Justino Jos de Souza Campos.
Administra?o dos crrelos de
Pernambuco lft de outubro
de 1890.
Mala pelo vapor Giqui da companhia Per-
nambucana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(15) pelo vapor cima mencionado, para os portos
do sul at o Aracaju', ser recebida pela maneira
seguinte :
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar a'. as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1|2
pagando porte duplo. .
O administrador,
Affonio do Reg Barros.
Administracao dos correios de Pernambuco
15 de outubro de 1870.
Malalpela capar Ipojuca da Compaakia Per-
namburena.
A correspondencia |iie tem de ser expedida hoje
(15) pelo vapor cima mencionado para os portos
do norte at a Granja, sera recebida ptla maneira
?egninte:
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar al as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e e-tas at 3 1|2
pagando porte duplo.
O administrador,
Afonso do Reg Barros.
THEATRO
SANIO ArA*"
Companhiafranceza
Sabbdo 15 de outubro.
Recita extraordinaria
B NEF1CIO
DO
PROFESSOR DE DANSA
JOAQUIM FERREIRA DOS SANTOS
Dividido eta tres parles.
Em consecuencia da molestia repentina de que
fra accommeltida raadamoiselle Brescia, o bene-
ficiado aprsenla ao publico este novo programma.
PRIMEIRA PARTE.
Depois de urna brilliante symphonia pela or-
chestra, subir a scena a muilo applaudida ope-
reta denominada
Un amour d'epicier
Personagens. Actores.
Vermicelle........ Mr. Maris.
Reglisfe............ Carn.
Remelle........... Mlle. Mariette.
SEGUNDA PARTE
Madame Val-monea, cantar a linda aria
A Flor dos Alpes.
lo ves'ido de bandarnhei
! difflcil pa*o de dan:-a,
fadrid, iutilulado
Aragoneza
O beneficiado vestido de bandarnheiro execuU
r um lindo e difflcil pa*o de dan?a, muito ap-
plaudido era Madrid, iuiitulado
Mr. Carn se fir ouvir, com todo o chiste qne
o caracterisa, na bella e engranda cancao cmica
intitulada:
L\ MANDOLINE A DODO.
Em seguida Mil M*riett igualmente se fara
ouvir, com urna canconela inntnbda
LA CANOTIEIRE DE SaINTE CLOUD.
E Mlle Cboiben na ame -n.-ta
M >n Rve.
madama Val-monea no lirind da
Luc H3iu B rgia
TERCEIRA P RTE.
Variacio de flauta emposta e execatada pelo
festejado flautista Salu-ti..no.
Eai seguida o beneficudo em ftotatne Saboiano
execuuta om lindo pa*.io da* panderetes do
S.itimbanco

F ^Ste e*npct*wiln a seus amig.is, t ao pomifr
peae seu valioso auxilio ; mostranda-se agrade-
Sets! PeS80as qn*Ji 8e dnarai9 eeBHar*
nki),'!,D^ciad0 alre'i ejo Para dar wn
publico testerauno de saagntidio ao Sr. Salas-
im ^J modo ev'aairoio porqie se preston
em coadjuvar seu collega em arte.
Moslra-ie igualmente grato Mme. Val-monea
qoa-ao bo vonUde conenrre para tornar o espec-
tculo mais digno da appreeiacao do publico, bem
wwi ao Sr, Duarte Coiabra pela attencio qne
npre Ihes dispensou ; a aos Dais aenhores de
qaam receben provas ineqnivoca de ympsthia.
Para mais coramodMad* de mokas pessoas
entrada do especaoslo ser as 8 Irl horas.
O resto dos bilhetes aeham-ce raa estreita do
Rosario b. 31, ^ andar.
' THElTRO
santo mm,
CAF CANTANTE
Domingo 16 de outubro.
Grande divertimento no Pavilho de Ssnto An-
tni.' S bor" d Urde Pr Mlle- Brescia. Choi-
berl, Minette e Mrs. Carn e Ray;nand.
Os intervallos gerao preenchidoj pela banda
marcial.
Entrada 1,5000.
As 8MLi2
Grande e variado espectacalo,
DIVIDIDO EU QUATH0 PARTES
Toma parto a insigne actriz
Mme. de Val-monea
PRIMEIRA PARTE.
Can^oneta deaempentiada por mademoiselle Ma
riette.
LA VIGNKRONNE DE SZERNES.
Mr. Maris cantrra a nova e linda cancao
LE LA COUREIJR.
Mme. de Val-monea, cantar o lindissimo RON-1
DEAU 3a opera
SEGUNDA PARTE.
Subir scena a muito linda e applaudida ope-
reta em um acto
LA CARNE D'N GRAND HOMME.
Personagens. Actores.
Langlume........ Mr. Carn.
Baudril larh...... Mr. R a y au
Sera^bine........ Mlie. Choiberl.
Nanelte......... Mlle. Mariette.
1ERCEIRA PARTE.
Mr. Carn, desempenhar a nova e linda can-
consta
OH I QU'IL FAIT CHAUD.
fSMIIe. Mariette, desempenhar a nova e linda
caosouela
MR, SIEN NICOLS.
Mme. Val-monea desempenhar a nova e linda
canconeta :
LA PERICHOLE.
QABTA PARTa.
LA GRANDE DCHESSE
Personagens Actores
La granfle duchesse Mme Val-monea.
Fntz.................. Mr. Mris.
Termina esta scena cem um grande e lindo
Canean !
Os bilhetes acham-se a venda no escriplorio do
theatro das 9 da manhaa em diante.
--------------'---------------->--------7--------
Previne-ac aos aenhores pasageros aro ro1
paasagess s se recebem na agencia, roa da Crm
o, ti primeirandar, esrriplorio do Antonio Lul7
de Oliveira Aierao A C. ^_^__
AVISOS MARTIMOS.
ARACAJU'
Para o referido porto segu oestes quatro dias
o patacho brasileiro JVooo Gosto, o. por isso qnem
quizer aproveitar embarcar carga a frete commo-
do pode entender-se cem o consignatario Joaquim
J s Goncalves Bellro, ra do Commerco nu-
mero 17.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
VaTegaco cogteira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Firrnoso e Taman-
dar.
y 0 vapoi Parr.hyba jpgnir pira os
portos cima no da .0 ao crreme a
ir.- a noite.
Bocebe carga, encommendas, pas^ageiros e dl-
nbeiro a frete no escriptorio do Forte do Matto^
n. 12.
Preiende seguir para o referido porto em poneos
lias o palnabote Rosita por ter a maior parte da
-arpa, e para a pouca que Ihe falta, trata-se com o
consignatario loaquim Jos Goncilves Beltrao,
roa do Commerco n. 17.___________________
PORTO ALEGRE.
O brigue nacional S, Manoel vai seguir cora bre
vidade para Porto Aleare, e rec be carga a frete :
trata-se com Oliveira Pilhos & C. ao largo do Cor-
so Santo n. 19, oo corneo capitao na pra?a.
COil'A BRVSILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 21 do corrente o vapor
Paran, com mandante J. da Sil
va Moraes, o qual depois da de-
mora do coslume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-so passageiros e engaja-se a
-,arga que o vapor poder eonduzir, a qual devora
ter embarcada no dia desuachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do da d*
ua sabida.
Nlo se recebem como encommendas senao ob
ectos de pequeo valor e que nao excedam a '.
urobas de peso ou 8 palmos cubicas de medi-
Tudo que passar destes limites dever se
mibareado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
Pis s se recebem na agencia ra da Cruz a. 57
andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir
\zevedo & C.__________________________
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegando eos tetra por vapoi.
Goyanna.
O vapor Pttrakyba seguir pa
ra o porto cima no dia 16 do
crreme as 9 horas da noute.
Recebe, carga encommendas
passageiros e dinheiro a frete no
escriptorio do Porte do Mattos n. 11________
C0IPASB1A BRASILEIRi
DB
Paquetes a vapor.
Due portos do sul esperado
at o da 23 do corrente o vapor
rinoi, oilnmandanto o primeiro
lente Ju- C. Duarte, o qual
depois da demora o costunif
segaira pan ob portos do norte.
Desde j reeebem-se paasageiros e ennaja-se
sarga fue o vapor poder eonduzir, a qual dever
tor embarcada no diado suacbegada. Eaaoaunen
la* e dinheiro a frete at m 2 boraa do dia da iu
Ko-sereeeaemeomo oacoaaawaaaa aania ok
lectos de pequeo valor oque aae atrittfna a daa
arroba* do pon ou a atJaaoa eubieos da aWica
Pudo gao pan ar
ado como carga.
BAHA.
Pan a referido porto pretende sfcguir em pou-
eos dias o patacho nacional Calado, por ter a
maior parte de seu carregamento engajado, e para
o reato que Ihe taita trata-se com r- consignatario
Joaqatra Jos Goncalves Beltrao roa do Com-
merco a. 17.
Maranhao
Segu om bre vidade para o porto cima o pa-
lmbale Racional Joven Artkur, para o re lo da
carga que Ihe falta trata se com os consignatario!!
Auteuio Luiz de Oliveira Azevege & C., ra da
Cruz n. 57.
Maranhao
A barca portugueza Formosa seguir para o
Maranhao em poucos dias, recebe carga a frete
mdico : trata-se com Oliveira, Filhos & d, ao
largo do Corpo San o n. 19.________________
Hio de Janeiro
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Itabel, tem parte do seu carregameD-
to engajado : para o resto que Ihe falta trata-se
com os consignatarios Antonia Luii de Oliveira
Azevedo 4 C.'rua da Cruz n. 57,1* andar.
Rio-Grande do Snl.
Segu cem brevidaoe para o porto cima o bri-
gue nacional Amelia : para o resto da carga que
Ibe falta, trata se com os consignatarios Antonio
L de 0. Azevedo & C, ra da Cruz n. 57, primei-
ro andar.
LEILOES.
LEIliAO
DE
18 caixas com figos novos
HOJE
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de que.n pertencer, de 18 caixas com (igos novos,
as quaes sero vendidas pelo maior precootlerec;-
do, sabbado 15 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nhaa, no armazem do Atines, defroote da alfan-
dega.
dos gneros, armag.3, utenci.ios e dividas
Dertencentes taberna sita roa de San-
ta Rita n. 53.
O agente "ontu.il vender em leilao por man-
dado do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, a requer-
raento de Luiz Goncalves Ferreira, testamenteiro
e inventanante dos bens que Acarara por falleci-
mento de Francisco Jos de Freitas Guimaraes, j
acuna mencionados, em um ou mais lotes, von-
tade dos licitantes
Sabbado 15 do corrente
na taberna sita ra de Santa Rita n. 53, s 11
horas,_________________________________
LEILAO
O] MOTIS
qoadros, madeiras, vai as e rodas para car-
ros, um cabriolet em armarlo, um dito
velho, galo e venezianas promptas, ma-
det'ra preparada para a- mesmas, ierra-
ment e muitos outros objectos perlen-
cenles ao espolio do finado Poirier.
Segnnda-feira II do corrate
O agente Pinto, autorlsado oelo Sr. cnsul de
Franca, levar leilao os objectos cima mencio-
nados, pertencentes ao espoio do finado subdito
francez Poirier, e existentes na casa do pateo do
Panizo o. 10, as 10 horas do dia cima dito, na
referida offleina de carros.

DE
1,000 barras de ferro da Suecia e 50 sac-
eos com excellente milbo
T,ti3 feira 18 do corrente.
s 12 horas em ponto
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de queT pertenec-, de 1,000 barras de ferro da
Suecia sortidas e 50saceos com milho muito novo,
e ser tudo vendido em lotes, na ten; i-feira 18 do
corrente, pelas 12 horas da manhaa, no largo da
escadinha da alfandega, defronte do armazem do
Sr. Aievedo.
AVISOS DIVERSOS.
Companhia Fhenix
Pernambacana
A directora da companhia Phenix Pernambu-
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos n) acto de celebrar se o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 18J0.
Pela companhia Phenix Pernarabucana
J. H Trindade.
F. F. Borges.
Luiz A. Sequeira.
ftonte pi eiclrisia>tico em
Pernaubiico.
A directora provisoria desta socedade. convi-
da a todos os seus socios a reunirem-se em as-
sembla geral, no consistorio Ja matriz de Santo
Antonio, no da 15 do correte, s 5 horas da lar-
de, para assistirem revisan dos estatutos, visto
a commissao de redacio ter dado por concluidos
os seu trabalbos.
Secretaria do Monte po ecclesiaetico era Per-
nambuco, 12 de outubro de 1870.
Padre Tkotnaz Coelho Estima.
locatario.
ransge Compan
Er.t eonsequcieta de t-rom ataM (trinMw*
mahcMsameote q.hra*> fraooe immend ra-
nos vi iradas, >i ,> spaMwuna por tfNwaao rao*
onde ftio precisos, esu empreza oflenea a naav
ficacao cima quem der wrormaeoM ao *m~~m-
eriptorio i raa de S Joio, qao a baMMe a pt-
ceder contra todo aquelle quo aaaaallejr ao f
e
obras
Precisa-se de ama ama pan ea
sionar : na ra Duque de Caxias,
Qneimado o. 22.
O Sr. Victorino Luiz dot Saalot uio
caixeiro do abaixo assigoado
_______ P. J.Laam
Precisa-se de um bota
um servente quo seja forro i _
tel francex ra das Laramrwrao a. t
Falta de limpea
Em vista do ananneio que pobeoo o Ir. aaaal
da freguezia de Santo Aotomo, para caa ajaol ro-
gar as frentes dos feus esUbeiecianl,
muito util o annnocio cima andarao, so
um cnmpnr com sen dever, o qao m* parece iaa-
pcssivel ; queremos janiataeoto pedir ao Sr. a>-
cal para que lance suas vistas as frentes a aV
gumas easas e esiabelecimeaao na raa larga 4
Rosario, cujos donos nao qaerem aar-seaniaaaa-
modo de as mandar virrer. umu eoaao eenw
aguas que despejam das 9 horas a noto ao II,
as quaes tornam-se encommodatrvas,
ebeiro dolas o pouco agradavel, jaoja
ra tan traositavei como esta raa tarea
rio; honlem quando pasean coas um
apanhei um banbo qne regalei-ny.
providencias do Sr. fiscal, se asina
abuso decappareoesse.
Qnem se arda
Perguota-se ao jniz e thesoureh-o o
dade do SS. Sacramento de S. Jos, te ae ees-
prestar os lustros e ornamento rico (qne aa eenco
foi reedificado, gastando se nio pequea
nao do cofre da irmandade) mormente a
igreja qne nada empresta por forea de aras
tutos. Se a irmandade nao pode encarrepr-e
do andamento das obras de sna igreja, enea
ella emprestar objectos de valor e risco,
quaes nao concorreu e nein legalmente
posse. Ao Exm. e Rvm, Sr. viga rio
commissao por elle nomeada, eocrpete par
a semelbanles empreslimos.
Um irmao.
r Y .
D. Francisca Caetana de Almrida Catana, An-
tonio Pedro Cavalcanti de Albuquerque Lina. Jane
Paulino de Almeida Catanho e o hachare!
Thomaz de Barros Campelle, sinceramente
decendo s pessoas que se diguaram
os restos morlaes de seu muito prezao
cunhado e lio Francisco Manoel de Alnttsa Ca-
tanho, convidara as mesmas pessoas para
rem as missas do stimo dia, que por al
mesmo finado se manda r sar na matriz e I
Antonio, das 6 as 7 horas da manhaa,
feira 17 do corrente.
Cosinhe-ro.
Precisa-se de um cezinbeiro : a tratar
Nova, casa n. 22.
AMA.
Precisa se de urna ama que satba
cora perfeic/ao, e sendo estrangeira priifcriI:
a tratar na ra Nova, casa n. 23.
Ama
Precisa-sede urna ama : na ra de Hartan
50, andar.
AM4
Precisase de urna ama para o servlcu
de urna casa de duas pessoas : a tratar na raa o
Imperador n. 79.
liitrucqo publica pri toara
A quinta cadeira da freguezia de Santo Antonio
acba-se abena desde o dia 10 uo corrente, e jnae-
cionando provisoriamente ra do Duque e Ca-
xias (outr'ora Queimado) n. 8, tereeiro andar, ene
os senhores chefes de familias poderio matricalar
seus filhos.
Ausentt!i-8o.
Di'casa da ra do* Pires n. 23, em di s do tan
de agosto passado a mulber Jeronyma. c parea
clara, alta, e-padauda, com mareas e besiga*,
beicis gros-os. e com as denles superiores prrs
e faltos, usa de amarrar os cabellos e iraptva
bem, cuja mulher sahio de casa por nao estar esa
seu perfeitn juizo : pede se a quem delh tiver n~<
tcia o favor do dirigir-se ao lugar arima.
O baln assigaado, tendo vendido o eo es-
tabelecimento de cabelleireiro da na do Mirtswz
de Oiinda n. 51, v n pelo presente agradecer
todos os sens amigos amigos e fregueses o boa
acolhimento e sympathia que sempre Ibes anare-
ceu, offerecendi-lhes sen limitado p estimo ene
quer que o destino o naafana,
Becife, 13 de outubro de 1870.
Gustare Hervehn.
Ac bd de sahi luz o offieio
DE
Ma 8*M COMCEI^IO.
Acompanhaoo de una cnileccao de m.eoe- a-
mo : Besponso le Santo Antonio e or cao e Sania
Maria Eterna. Res 320.
LIVRABIA FRAN^aSZA.
Tendo se dado na estaca das Cinco
um preto ganhador um bab com r>apa esn-
nhora e meninas para trazer ra
(outr'ora) e hoje do Coroi.el Sna-sona, ae<
que por lodo a mesmo dia de honlem, 14 o i
reole, nao apparecesse na dita cas 4 n. 92 o tal
bah". e por isso pede-se s autoridades pocsaes
que oajam de appreh-mder dito preto e lev*! i
mesma casa, assim como faz- pessoas particulares que d'elle teohan
qut serio generosamente recorapeasad*. OI
da professora da V-nda Grande, e nelle vianeen
dous requerimentos fnitos ao delegado luterano e
l, e nm titulo da mencionada proleseura, sean a
oe interina.
AMA
Em Apipnpos
Aluga-se na povoacio de Apipucos urna exeel-
Icnte casa, na qual esleve outr'ora o hotel frau
cet, tem bns commodo* para amina, e deita os
fondos para o rio : a tratar na ra da Paz a. 2
por cima da taberna.
. Precisase na ra de Pe Irn Aflboso n. 22.
= Preaisa-se de un homeiB soileiru
empregado era um engenno porto da esiaco i
Ip juca a tratar no paleo do Carao n. 1, o i
se dir qual o emprego.
Alug; -se uim excelente escrava para cozi-
nhir e engommar em casa de pouca familia :
quem precisar dinf i-e Saoto Amaro ao sobrado
junto do cemiterio inglez. _
Atiendo,
Sorvete ao meio da. na roa do Bario da Victo-
ria n 67, antiga ra N iva. _______________
J a i Luiz Ferreira Bibeiro tendo pedido des
oneracao de continuar com o thesuureiro da cim-
fraria do Senhor Bom Jezus da Via Sacra, e como
tenba de presiar cuntas mesma confraria rogo
a q alquer passoa que so julgar eredora da mes-
ma confrana no espCi) de tres annos que ervio
n > cargo de thesoureiro da mesma, de Ihe apre-
sentar suss cuntas para seren pagas, no praso de
ires dia*. Recife la d numhro da 1870.
204000.
Gratificare a pess.ia que tPiuxer ou denunciar
imde se aeba om re m strador ue pnreeUoa e teodo em cima urna fi-
nura representando um oteador com urna trom-
pa no brac-s que r ubaram la casa n. 22 do cae*
do Capibaiibe, residencia de Theodom Hompcke,
como foi aiioniicado tratar na mesma caa.
CASA PAKV ALUGAH
Aluga se < l" andar ii sobrado n. 6 ra do
Duqae de i'^xias : tratar uo coracao da ouro
nado Cabuf.
Jos Pedro das Neves convida a lodos na atan
amigos para assislirem as exequias que se Uk e
cifbrar boje petas 4 h ras da tana, na igreja an
adre de Dees, por alma de mu qaaria espena
Mana Leopoldina do Bego Nevee. _
aanMBMaVP*' ^JBHBBBflttHBBB
AUSENTOO-8B
da roa do Pires n. 23, em dias o reez de apta
passado, a mulher Jerrayma, edr parda, ana, os-
padada, cora marca* d bexigas, beirno groseee e
com os denles superiores podres e hitas asa e
amarrar o eabel/o e trajava beso. E-ia ateJaar
sahio de ca-a por nio estar em sen perfaste jatn:
pede-se quem d'elia liver aotieia, o favor e t-
ngir-si ao lugar cima, que sen bem ilusnpon
sado. ______ ___^^
ATTENCAO
palaadu-se (nao sel ceanjan a) qne pre-
l'r f alaoJo-se (oo asi d^HM|
teodo fazer orna riagem I
.|oeela do qne lena da aofalnr *i
eu;e ,to Pere*. lenne a eetarar an tttsa,
pretendo ir a E itopa e meaoa miJ
Man -el loaquiei o g Atbeen>
~ ProciMi se alugar uaa____
qu i: ua ra de Santo Asar a. 2,


TOario de tVrmmboco Sabbado 15 de OuUbro de 1170
FotograpMa imperial
calera
PINTfMML
Bl
DE
DE
J. Ferretra Vhfa
Desde o di 7.de abril pasaado acha-se bertoc
aovo eeubelecimento photographieo rito-a-nn oo
Cabug n. 18, esquina do pateo da malrte-Ostraba-
Ihos que dwde entao, tem sahido de nossa offlcraa
tem gtralmente agradado, sendo recetados por
alcona com admiracao pelo exiraordinarb pro-
gresso que ltimamente tem tido ? bou granula,
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e n-
contsslavelmeote o primeiro que uesse genero
hojepossoe : tambem nao nos poupamosern cousa
algoma para monta-lo no p em que-se achs, es-
perando que o publico d# Pernambuco saber
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
e estrangeiras que goslara das artes, ou tiverem
oecessidade de trabalbos de photographia a vsi-
urem o nosso eslabelocimeott), que estar sempre
abort e i sua disposicao todos os das desde as 7
oras da manba al as 6 da urde.
Para os trabalbos do photograpbia possuimos -ip
versas macbmas dosraetfeores autores francezes,
ingieres e allmemcs, cono sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Themaz Rosa, Voigtlander et
Soob eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinas! sendo urna deltas propria para tomar
sobre o mesmo. vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoudas, e outre de 6 a 12 imagens diversas a
igualmente impladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa al 8pessoas diversas e sola-
das para cartoes de vimU, e assim em menas de
nm quarto de hora despachamos 8 differemes
pessoas que pecara cada urna, urna duzia de cartoes
mais ou menos, com us seos retratos smente, ou
ena grupo com ontras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
e feitura dos trabalbos de photograpbia de-
xando pencia e talentos do distincto pintor
Homao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabamos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa-por
urna eseriptura publica, e at o presente tero-se
desvellado na execuco de seus trabalhos.
No nesso estabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos inqioriantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trbanos.
Tomamos encommendas de retratos oleo al o
Umnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamcntacao de igrejas ou capellas. Tam-
bera aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balbos da nossa casa sao mui rasoaves.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS tOfJOO A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL 16^000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20000 cada um, indo convenientemente en-
caixiihado em moldura dourada e regulando o
basto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
lodo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos que bastarlo os precos cima para
dannos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
estableciranto, quanlo sua perfeicao cada um
venba julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos^ no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manha
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que es3es dias sao
os mais fvoraveis aos trabalhos de photographia
pela doeura e persistencia da luz, e per termos o
nosso terrac) construido com taes proporcoes e
melhoramelos, que anda chovendo ,orros ne-
nhum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. Fmeira Villcla
Na Iravessa das Cruzes n, 2, pri- I
meiro andar, da-se di- r|
nhe.ro sobre penhores i
de onro, prata e brlian
tes, seja qual for a quan
^ lia. Na mesma casa com ^
pram-se os mesmos me-
2 iaes e pedras.
mmmmm^mm mmm
0 CIRLBGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus centet
em particular que elle mudou o seu gabi
netede consultas da ra Direita n. 12 pari
a do Queimado n. 31 primeiro andar, coa
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sus
protissao, todos os dias uteis das 9 boras
da raanhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde ai
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seos, trabalhos, o queja bera couhecido
assim-como as commodidades dos precos
i MDANCA.
O Dr. -Carono Francisco de Lima San-
tos mudou sna residencia e consultorio 1
para a aa do Imperador n. 57, S* andar 2
do sobrado cujo armazem conserva aio- I
da hoie -o nome de Alanca, tendo a B
entrada, une pelo lado da ponte Sete S
de Seterabio, o mesmo numero 57, da 9B
frente. Ah continuando o dito Dr. no fi
exercicio de na protissao de medico e S
de operador, yode ser procurado a qual- 1
quer hora do dia e da noute.
imiHinni
VICTORIVO PALEUtES.
ASNOITESDAVIRGEM
INTERESSANTE COMPOSrCJfl LrTRRIJtU.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima.
A noute do delirio.
O mysteno.
Com urna car critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B: Rigueira Costa.
i volnme brochado S*000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volme bochado 2*000
NA
LIVRAR1A FrUNCEZA________
Ajpdaate de castalia.
Ko ftestauruile Ae Parir, ra da* Laragoiri
a. 4, precisa-je de ubi ajudante de eusinha.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
asala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e bfilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cajos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
HOKEIlll DIJARTE .
Atten Ignacio da Silva Deir, m vagera provincia
de Pernambuco, avisa a seos freguetes qie con-
doz tedente tropa de borros, que patear na
villa do Pillar, Porto Calvo, Castanha Grande,
arrdres e Rio Formoso, e dalli rom sngulmen
lo para a Eseada : quem pots precisar, pode man-
dar encontra-lo.
I
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servico interno e externo de urna casa de pouca
familia : na ra Velha n. 66.
Em casa de THEODORO CHRISTi
iNSEN, roa da Cruz n. 18, encontram-*
infectivamente todas as qnalidades de vinh*
Bordeaos, Roargogne eflo Rheno.
Companhia Al lianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Ra. J.000 000*000.
Toma seguro de mercaduras e dinneiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencia roa do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaqnm Jos Gon-
calves Beltrio.
tuejruie tira 'jcpnv opa3*w tC'"M"
op tnj cu : tnuc p tiaiinni
0 Dr. Manee! Enedino
contina no exercicio de tas
medico 4 roa da Camota do
1* andar.
m
m
m
%&
m
MANUEL & C
Tema sansfac^o de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem ^^
estabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. ), luje roa do Mrquez de Olinda, *
onde acharao os preten'dentes, muito avullado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qualidades e por pre- i
eos mas commodos do que comporta o nosso mercado : cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
maces as tazendas que a demora da fabricaco bem diminuta,__________________________________________

NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
_, DE
CHAPEOS DE SOL
ews
DA


m
Eua do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par-
do e de algodo os todos os tamantos e eitios, alm da immesa porco de seda, merino, algodo e brim,
armaooes de todas as qualidades para satisazer qualquer encommeEda. A modicidade de eus presos t3o conhecida
que escusa de mencionar.
mi
Na a do Imperador n. 28, armazem de Cam-
pos, halconstantemente um completo sortimento
de escolhidos gneros proprios para mesa, despen-
sa ecozinha; nomea-los cada um de per si tor-
nar-se-hia entadonbo um anauacio que deveso-
mente despertar a enriosidade do apetite. Se nma
pessoa tem vontade de variar de comida em um
dia de regabofe, nao tem mais nada do que diri-
gir-fe ao armazem do Campos n. 28, a ra do Im-
perador, examinar o comprar a variedade de g-
neros alimenticios que ba naquelle estabelecimen-
to, onde a pardessas vantagens encontrar!) todos
muita sinceridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendendo muito barato os seguin-
tes gneros que se menciona
Ceblas a 13 o ceato.
Lingoas seccas e defumadas a vapor.
NOT...KS
DE AGRICULTURA
POR
AYRES DE ALBUQUERQUE GAMA.
1 vol. em 16 com estampas
Obra premiada pelo governo da provincia.
Vende-se era as principaes
Livrarias.
M VICTORIA 'A
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido um meio n.
1286 com 9004, nm meio n. 22-32 com 200
e ontras sertes de 100000 o 40000 da lotera
que se acabon de extrahir (164*), convida aos
posfuidores virera rereber na conformidade do
costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 3' parte das loterias^ beneficio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (165*), que se
extrahir segunda-fera 17 do correte mez.
PREgos.
Bilnete inteiro 63000
Meio blhete 3X000
Quarto 1*300
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilbete int iro o'io
Meio blhete 2700
Quarto U350
Manoel Martins Piuu
Ama de leite.
Precisa-se de orna ama livre oo sujeita, |
de boa conducta, que lenba bom leite coa*
dancia, sem fllho a mamentar : a tratar a* rea a
Praia. armazem ns. 13 e 15. *
RO
DTVETOT
14-Roa Estrella do Rosar#--i4
Compra e vende roupa feila
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tado que perlen-
ce ao uso do-
mestico.
N'este novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
franeezas, inglezas, aliemas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
cualidades, brins de
corea e brancos, colei-
riiihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
RA
DO
DE
RRUDA IRMOS.
Baro da Victoria
antiga rna
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
ofDcina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidao e perfeicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
lmannos para homens
e meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as mi-
Ihores e mais moder*
as casemiras que ba
na Europa.
RA
DO
Baro da Victoria
aalioa ra]
S85S*SB ;-
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer uma reforma radical em acwio, artistas eccrrimodos, e m pon'.oalidade as encom-
inalmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
irnar m^ssante:
mendas, finalmente
^o se tornar massantes
.
Precisa-se de nma ama para cosnhar:
tratar no Manguind, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, ou no caes da Companhia Peroambua-
na n. 2; adverte-se que serve escrava ou livre,
mas que cosinhe nem.
ATTENCAO
o
Aluga-se nma casa na Boa-Viagem, com com-
modos para familia passar a festa, tratar na ra
pa Concordia n. 37.
Precisa-se de uma ama forra ou escrava para
casa de familia tratar na rna doNogueira n. !7
ASSOCIACO :OMMERCAL AGRCOLA."
De ordem do presidente sao convidados os se-
nhores associades a comparecern) no- dia 17 do
correte as 11 horas da manha, no salao da mes-
ma associacio, para em assembla geral elegerem
os membros da nova directora.
Secretaria da AssociaQo Coraraercial Agrcola 7
de outubro de 1870.
Joao Maria dos Santos AI me i da,
Secretario.
f RESTAURAN! DE PARS
4RuadasLarangeiras4
MR. MICHANDON proprietrio deste estabelecimento, recebe assigna-
turas para almoco e jantar, por preco o mais mdico que possivel. Rem
como feraece tambem almo?o e jantar -avolso.
Aluga-se dous grandes sitios na Torre, com
baixa para capim, grande^ commodidades, e um
delles tera proporcoes para criacao :' a tratar no
mesmo sitio on na estacan da ra da Aurora, das 6
hiras da manha s 0 da tarde ; e com um dellej
se faz arrendainenlo por 3 ou i annos
Alug
a se
nina casa terrea, sita na Capunga, com soto, co
cheira, e um pequeo quintal : a tratar na ra
do Vigario n. 31.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre penhores de ouro, prata e pedra;
preciosas, seja qual for a quantia; e na mesm;
Jasa se compra e vende objectos de ouro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
CDmmenda, e todo e qualquer concert tendent
i mesma arte
O salao de pianos e de
msicas
mndou-se da ra Nova n. 58, I* andar, para
ra da
Imperatriz n. 12, toja,
onde contina recommendando-se ao IUm. pu-
blico.
_________________G. Wertheimer._________
Precisa-se de uma ama forra ou eserav*
para o servico interno de pequea familia : na
ra da Amizade n. 21, Capunga.
d, w. u\m\
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO RRUM N. 52.
Passando o ihafriz .
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por preco muito redozido.
AVISO
SENDO
ALMOCO
Jos de Barros Campello e sua mnlher lendo
no Diario de Pernambuco de 18 de jonho do cor-
rente anne, nm annuneio do agente Martins, de
que seriam vendidas em leiio algnmas dividas
pertencentes ao casal de Caetano Pereira Goncal-
ves Cunha, sendo entre ellas urna bypotbeea no
engenho Bed'tnuinko pertencentes aos annnncian-
tes; vem pelo presente protestar contra tal annun-
eio e declarar mui formalmente qne o dito enge-
nho Redemuinho de sua propriedade, por com-
pra feita livre e desembarazada a Flix Paes da
Silva, nao tendo os annunelantes desde essa data
at hr je onerado dito engenho, que sito na co-
marca de Santo Anto, com divida ou titulo algum
e para qne pessoa alguma efaame-se a ignoran
lazem o presente. Recife 14 de outubro de 1878
Aluga-se ara < moleque cosinheir", que pres'
ta-se a todo e qualquer servico; no 3o andar do
sobrado n. 36 da rna das Cruzes.
Aluga-se orna casa na Boa-vagem, ra da
Aurora, a i ao lado direito, tem 6 /quarto*. 4 sa-
las, cosinha muito fresca : o sitie est em aherto,
porm va cercar-ge, embora se ilogne : ama
do fentral Victorino u. 84 se dir quem alaga.
I JO
3 pratos a escolha
Vinho
Caf ou cha.
JANTAR ;
i000
SOPA3 pr;'.03> es-olba '
Vinho.
Sobre-mesa.
Caf on cb.
Anda a estrada do
Cajueiro.
Infelizmente vngou o escndalo de ser nessa
estrada reedificada uma casa completamente Ibra
do alinhamento. Oproprietario desse predio mos-
trou qne muito pode, e que pode at contra a lei,
mas a sna propria eonseiencia Ihe dir que foi
um triumpho inglono.
Consta-nos que elle proprio ata arrependido de
ter procurado nma tan bella oosicao para o sen
predio, e qne os transentes cada vez murmurara
oais contra o zeh quo ba neta trra em favor
dos ioteresses pblicos.
Agora que a obra ett boa de r-;e f Qaem
qnizer v ve-la, e admire o afmmneamentv desta
pobre cidade I...
AMA
Precisa-se de uma ama qne compre e cosnbe
para duas pessoas; largo da matriz de Santo An-
tenion. 11______________
ALUGA-SE.
Precija-se alugar orna ama forra ou captiva pa-
ra cosinhar em ema casa de familia : > tratar a
ra da Cadeia do Recife n. 18 2* andfr.
J. Ferreira V illela
IIHTOC1E&APHI i IIIFERIAL
1^RA DO CARUG18
A entrante pelo pateo da matriz.
Os trabathos ^ reedificada desta photographia
e que se prolonga\ra por nt0 tempo, acham-se
felizmente termmadc\ e e||a aberta ao servico de
publico desde 7 de abr passado
O predio em que estiViioc-aci:, esta photogra-
pbia acha-se muito augmeN^n, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento con\cnco sa)as nclu.
sive as do laboratorio. Todos\eoncertos e aUg-
mentos tendo sido fetos exprewneme para st
montar convenientemente a photogN^ijia e nao se
podendo melhor modelo escolher do qv a phot0.
grafiia Impeiial do Sr. Insley ParhecoNn r0 ,jt
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil,^1 0i
pnraeiros do mundo, segundo a opir/o doV^ajj
abalisados mestres, a notsa photographia acfk,
disposta e reedificada pelo me^mo plano da do
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regra?
recommendadas pelos mais destnelos professore-
de accordo cera as modificacoes necessarias ac
climado Brasil, reconhecidas e estudadas pelo ha-
bilsimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que' est i nossa
photograpbia foi mudado desde a soieira da porta ds
ra at a cubera, icndo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas safas,
edificando-se nm novo terraco envidrando mu
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos uma viagem expressa-
menle corte para examinarme* as melhores pho-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira
;5es, e da qual tronxemos os planos depois de
all estarmos todo um mez estndando e apro-
veitando as licdes de to distincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e longa
ortica de 15 annos de photographia s ntilissima-
licdes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado pnblicc
d'esta cidade e aos nossos nuu.erosos fregueze*
trabalhos de photographia lio perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
qne contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 1S annos nos tem honrado e
ajudado._______________
Os abaixs assigoados, inrnmbldo pels commis-
saj de senhoras qne promovem um esnerto e lei-
io em beneficio das familias desvalidas dos solda-
dos de linha de Pernambuco, fallecidos ou invali-
dados na guerra du Paraguay, de distribuir do
mode que lhes pareces?e mais acertado o prodnetc
d'essa subscripcan, pelo presente avisam s vm-
vas, pais rnis e Hllins dos offici.TPs e saldados di<
exercilo naturaes d'esta provincia, ou qne nell?.
tenham asseatado iraca, a^sim como a qualquer
prenle d'estes, que fazendo pars le sna fami-
lias vivese s suas expensan, e que seachar em
estado de pobreza, e finalmente aos proprios nffl-
ciaes e soldados, com esclusan dos primeiros, <
estejam as referidas ecudicoesque. dentro dr
prazo de sessenia dias, a contar dVstadvadev--
rao provar com1 documentos auih-'nticos sna iden-
tidade e circunstancias de fortuna, aflm de pode-
rem perceber este auxilio.
Os interessados deveran encaminhar ?ens docu-
mentos casa do directorio do partido liberal.
ra do Queimado n. 8 primero andar, em lodos
os dias utei3 durante aqnelle periodo, das 9 horas
da manha s 3 da tarde, e onde, depois de att-r -
didas suas reclamare?, recebero a quantia qne
lhes tocar.
Para que o presente aviso chegne aocnnheri-
mento de todos, ser publicado diariamente n"
jornaes mais lidos d'esta cidade.
llecife, 6 de outubro de 1870.
Baro de Bemfica.
Luiz Jos Pereira Sim-1-.
Abilio Jos Tavares da Silva.
Uommodidacto publica.
As pessoas que precisarem de amas, criado?,
cozinheiros. jardineiro?, feHores, amas de leite.
escravos para o servico domestico, caixeiros, tan-
to para a praca como para o mato, casas siti,
podero desta data em diante mandar sens pedi-
dos por escripto ra do Torres n. 3, 2* andar,
casa amarella.
Caixeiro
He,
Precisase de um menino com alguma pratica
taberna : no pateo do Terco o. ?i__________
PRECISASE
De nm homem. livre on captiw, para distri-
buir pao; e igualmente de uma ama que saiba en-
grmmar bem cosinhar: trata se roa do Vi'
gario n. 16,1 andar._______ -_________
Precisa se do dua- amas forras ou escrava*
qu engommem com perfeicao : na ra da Awo-
A verdadira farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha usada com vantajosos resulta-
dos nos padecimentos dos orgaos do peito,
como asthma oo puchamento de catharros,
inflamacao de bofe, plenrizes e na ptbysica; re-
commendando-se com igual proveilo as pessoas
convalecentes.
nico deposito na phumacia e drogara.
Bartholomen & C.
34Rna larga do Rosario34
. A casa siia na praia e ra de S. Frannseo
1aSpnnciei para alugar ou vendar, demod
ue.ser\algum eclesistico de Severino Giedes
existente^,. ora D0 paia;io episcopal de Ojqda.
9Dw *No-mo que meu
coronel Mano^ joaaam do
tem vendido e
ma.,lo
Joaquim do pego AIW
hiende connuo' a ven'
do casal sem muy. nirvencao, pelo
previno que ningueuwmpre tae. nens,
rosolvida aenullar as vdas qne meu din
tenha feito e faca. Ree \j de ontubro de M
Anna Joaquina aypego Alhuqnerqo
y/luga-^e
um soto com commodos paraNJormida de
caixeiros : na rna das Crnzes n. K_____
Precisa-se de uma ama livre, fte meia
de e boa conducta, para casa de muito pouca
milia : na ra de Santa Thereza n. 11.
Desappareceu da casa da rna das Larangei-
ras n. 17, na terca-feira ultima, o menor orpbao,
de nome Tranqnelino, com os signaos stgnintes:
pardo escuro, cabellos cortados rente, tsm os
olhos qna? sempre lacrimando ; levou vestido
eamisa preta de luto e calca banca ji usada :
quem o aprehender leve-o a dita casa que multo
se agradecer.___________________.
O abaixo asslguado venden ao Sr, Jw Ra-
fael Batalba a sua taberna que traba cita na rna
de Visconde de Pelotas n. 6, livra e deserabaraea-
da de todo o activo e pasivo at esta data.
Recife, 13 de outubro de 1870.
Maxirpiano da Silva.
Prec sa-se de uma ama para eogommar e
lavar : na rna de Hortas n. I.
Ama.
Precisase de nma ama boa cozinheira : na ra
do Livramento i. 10.
Prectsa-sd de um caixeiro qne tenha pratica
de taberna : a rna do Codorniz n.
- Precisa se alugar nm prflto escravo de meia
idade, paga-se bsin aluguel : nesta typographia.
PEDIDO
A" rna do Livramento n. 38, primeiro audari
precsa-se fallar cora os segnintes sennores : /
Julio Adolpbo Ribas (academieo).
Querino Candido de Vaseoncellos.
Joaquim Cavalcanti de Albnquerque Mello Filjb
(Pombal). M _
jBznino Augusto dos Santos Fragoso.
Virifsimo Correia de Lyra (Cruangi ou Viceiyia
los Hermino Pontnal (engenho Preferonca'
Fernando Barata da Silva (engento Meroji
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Pania Santos. .
Francisco da Silva i
Thom Joaquim do R a
"j
L_jm^Bi


f
Diario de Pemambuco Sabbado 15 de Oulubro de, 1870.
AO ARMAZEH
DO
VAPORFRANCEZ
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, era virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, presos os mais resumidos que e possivel.
CALCADO FRilCEZ
Botinas para eslieras e meninas.
Bilmas preUs, brancas t de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e procos mais barates do que em outras partes.
Botinas para homens e meninos.
Colinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melbores fabricas e escolbidas.
Botas e pernelras nissianas.
Botas e penetras para raantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
apates de borracha para homens e senhoras
Tendo chegade grande porcao de sapalos de borracha vende-se pelo custo alio de
ttosmipaiar o dintwiro selles empregado, sao baratsimos.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com sallo, de muito boa qaalidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotmados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
i tiara meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete avektdado, de caserorra, de charlte e de tranca francezes e por->
tuguezes para oonrens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
\
Escolenles extractos, banhas, leos, agua de cologoe, florida, divina, lavande, den-
trinca, de toilette, sabosles, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos fe
arroz etc, ludo isto de priraeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conbecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore? de diversos ttmanbos, leques para senboras e para meninas, abridores
de rnvas, brincos, pclceiras, botoes, crrenos e chaves de refugios e trance-lias, tudD de
ouro de le, correntes e brincos de plaque, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixubas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e earxilbos dourados para retratos, calxinhas com vidro de augmento para dhrtinctamenle
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, holsinbas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
qnenos registros mallo finos e delicados, bouqaets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se "vistas, moldaras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
Diorama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, 'bengalas, ocutos, lunetas on
ponsioez de prata honrados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punbos,
carteirmhas para notas, thtsounnbas e caivetes Unos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jocos dj domin, rodetes, bagatelas e outros diferentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas magi-
oas, eateriocopos com interessaoles vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
I pracas passeios de Paris,_photographias e caisinhas mgicas, reverberos para candieiros,
I tapetes de vidrilho e de 15a de cores para ps 'harmnicos, aeordions de todos os taannos, 'berens de vimes para criaitcss, sapatiohos e
toncas <3e la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito legantes para condurir crianzas passeio ; e
| outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, precos muito em cocta.
@ft0ia(D3ta(D3 vms wmmm
Para este artigo nao ha escaco nem lempo para a mas-ante leitura da ininidade de
| ^eneros de nrinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O doeo deste estabelecinwato pede aa putfico em geral que continu a vs;a-4o
verincando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren vindos em di-'
reuta e de sonta propria.
fi
EHGEMEIRO
Com fund-cao
RA DO BRUR! 52
, Passando o chsfariz.
Canu a atteofo dos Sis. de cngeDbo para seus acreditados machmismos-e
com espfccialidade para seus vapores que anda urna vez tera melborado.
Os vapores remecidos por elle e j funecionando Ihe bao de fazer melhor apre-
ciafo o que qual juer dito proprio.
Deseja tambem mencioiarque tem feilo urna redcelo em seus precos; e que
tena prompio tola a espede de macbiaismoe outros objectos para a agricultura.
AMIGA
ama para comprar e co
rna do Duque de Caxias, outr'ora do
41.
DO
DB. SABIMO Os Ii. PUMO
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ra do Barao da Victoria43
(ANTIGA. RA NOVA)
A viuva do Dr. Sabino 0. L. Pinho, proprieUria da amiga e bem conbecida Pharmacia Especia
Homeopathica de seu fkado marido, desejando manter o crdito de que gosa este estabelecimento e
corresponder cada vez mais a confianca que em seus remedios deposiiam os amigos da homeopathia
nao tem poupado' esforcos, aflm de dar ao seu estabelecimento tolos os melhoramenlos nece.-sarios, e
colloca-lo a par dos progressos que tem feilo a homeopathia uestes nltimos lempos.
Com este intuito a mesma viuva tem chamado para sen laboratorio mais nma pessoa habilitada
com pratica de 10 annos em pharmacia homeopathica, e enearregada ao babll medico homeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparacao dos medica
mentos.
Achando-se esta casa em relacdes com os primeiros estab?lecimentos deste genero na Europa,
de ande Ibe vem os medicamento.? necesarios, contina a ollerecer a seus freguezes todas as garantas
e modicidade de precos.
Frepos das boticas
Advertencia em
tempo.
Acha-se justa-e contratada a casa de pedra e
al fila bicca de S. Pedro n. 4, e qualquor pes-
soa que se julgar com direito sobre a dita casa,
dirja-se a ra da Rosario n. 35, dentro do praso
de tres dias, do contrario nao se attender a re
clama cao algnma que pssa apparecer,________
lbulo*
i botica de 12 medica-
mentos............ 10*000
Idita de 24 ditos.... 13*000
30
36
48
60
120
240
20*000
244000
30*000
34*000
50*000
90*000
Tintaras
1 botica de 12 medica-
mentos............ 12*000
1 dita do 24 ditos..... 24*000
30
36
48
60
120
240
28*000
32*000
40*000
53*000
80*000
140*000
Calas
1 caixa de 24 vidros
com tintura e 48
tubos.............. 50*000
1 dita de 36 ditos e 60
tubos............. 60*000
1 dita de 48 ditos e 120
ditos.............. 80*000
1 dita de 60 ditose 240
ditos.............. 100*000
Acabamos de receber um bonito sortimento decartoiras de diversos tamanhos e gostos, vendidas
escolha do comrador.
quer
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos at hoje descobertos, quer europeas,
indgenas, e betn assim ludo quanto respeita homeopathia ou a sua pratica.
MEDICAMENTOS
Apis antarthrica (especial para rbsumalis- Sarracenea-purpurea (para bexigas) 2*000
moj 1/2 onca....................... 2*000 Schviras (poderoso as affeccoes de gar-
Cactus- grandiflora (para bronchites, pneu- ganta).........>................... 2*000
monias etc.) i/2 oocas............... 2*000 Tomaquar (para dartros)............. 2*000
Calndula (quemaduras etc.) 1/2 onca.. 2*000 Tarntula............................ ?*000
Bnitolia (para boubas) 1/2 onca,....... 2*000 Opodeldoc de Rhus 1 vidro............ 3*000
Er*throxilloa sativa 1/2 ODCa."......... 2*000 Opodeldoc de Bryonia 1 vidro.......... 3*000
Marapuama Phimeria (para mordeduras de cobras) Chocolate especial homeopalhico 1 libra. 1*000
1/2 onca........................... 2*000 Caf homeopalhico 1 libra............. 1*000
f lantago nwvur (para ebres nter mi en- I Pao para denles 1 caixmba............ 1*000
tes).................-____.*....... 2*080 Pomada homeopathica para o cabello
Itabo de tat (para as affeccoes do i 1 vidro....,...................... 1*000
peito)............................... 2*000 Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
Ha excellentes spparelhos modernos de doucues occulares para tratamento das inthmmacoes
de olhos. *
Vende-se tambem o thesooro homeopalhico ou Vademcum de homeopatha, pelo Dr. Sabino
0. L Piabo, 2a edicto.
Nao existiodo at boje meio de poder veriflear-se a bondade ou efficacia dos medicamentos
homeopathicos senao pelos efTeitos que delles resultam, em sua applicacao na< diversas enfermidales,
segue-se que este um negocio todo de conlianca e de f; por isso aconselhamos aos que comprain
remedios homeopathicos que procuren) antes una casa/que Ihes inspire conflanea, do que quem venda
mais barato. Todas as preparacoes desta casa sao feitas .escrupulosamente por meio de machinas
espeoiae, e debaixe das vistas de um distincto medico homeopatha. v
Distribue-se gramitamente aos que comprarem percao de msdicamentos : um rgimen homeo-
palhico, organisado pelo fallecido Dr. Sr.bino, um avulso sobre o emprego da vaccina homeopathica e
do Piumeria; e u:n folhelo sobre o cholera pelo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathico
O antigo consultorio deste estabelecimento dirigido pelo
DR. SAK103 MELUUO
Co>tlta iodos os dias das 10 horas da manhaa ao meio-dia.
O Dr. Santos Mello responde com proraptidao qual juer consulta que Ibe dirigirem do interior,
e -encontrado a quaiquer hora do dia ou da noule, para chamados, tanto na cidade como para o
intorior.
Consultas e medietmentos, grates para os pobres.
43Ra do.Barao da Victoria43
(ANTK3A RA NOVA)
SS2 RMMBIJCO.
CAIXEIRO DE
pharmacia.
Precisa-se ds um caixeiro que entenda de phar-
macia : 1:1 botica da ru.t do Cabue n. i-!
ATTENCQ
PIULAS
f

AURER et C'% m Pmumtw); JOSt BELLO, m Per
A LOTES, mm MMv FERREIRA C'\ tm lUrmk.
HOGG
^IV;|
Jfl sobrado da ra estreita do Rosario n. 3o,
preci?a;se a'pgar um moleque de 12 a 14 annos :
quem o tiver dirija w. que achara coc quem
tratar. _\'a oesma casa preparare alnioco e jan-
tar para fura.
Barros.
No br gue Jielampago prximo a ebegar de Lis-
boa, e#peram-se dous burros da raca hospanhola,
quem pretender compra-Ios pode dirigir-se rna
do Comofreio n. 48, andar.
Offerecesa urna mulber, oranca, de meia
idxde, para fazer companhia a urna familia c tam-
ban prestar servidos : quem precisar dirjase a
ra Direita n. 81. sobrado de um andar.
Aluga-se o sobrado u. 9 aa Passagem da
ngdalena : a tratar cera J. I. de H. Reg.
Bnrro-
Irmandade de Nossa do Terqx
O secretario da mesma convida a todos o? ir-
s:S(w comparecerem no domingo 16 de oatubro
as 10 horas da manhaa, para a eleicao da nova
mesa que (em de funecionar ao auno de 1870 a
1871, como manda o compromisso.___________
Gabinete Portuguez
de Leitura.
A directora do Gabinete Portuguez do Leitura
nesta cidade scientifica aos seus associados, que
do dia 16 al o dia 31 do correte iuclusive fica
suspenso o expediente da bibliolheca e leilura de
jorpae, em cons^quencia de se proceder a nm
balanco ; pedindo aos seus dignos ass>ciados que
facam recolheros livros em seu poder at odia
20, para o que encontrarlo at as 6 horas da
tarde o estibelecimer.to abert3.
Secretaria do-Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambco aos 12 de oulubro de 1870.
Antonio- de Albuquerque Mello,
! secretario.
7,j brigtie fetampoyo prximo a chegar de Lis-
boa, (tftema se dous burros da raja hespanhola :
quem pretender compra-Ios pJe dirigir-se a rna
do Cooimereio b. 48,1 andar.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a tratar
com I. de M. Kejro a ra do Commercio n. 34.
Doces, fructas flores
Ra da Crozn. 13
-Sorvete todos os dias, d&a 11 horas em diante,
leudo as tercas feiras, quartas e sabbados de
cretne.
Aitengdo.
-Precisa-se d* una ama
de n. .
na ra da Solada-
Joaquim Jos Gonpal-
yes Beltrao
Roa do TraiMcie n, 17, Io andar.
Sacca por todos o? paquetes sobre o banco de
Minho, em Brg, e ivbt e segaintes lugares ew
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Guimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Visee.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nwa de Famc-licac-.
Lamego. .
Laftat.
Covilhaa.
Vasca! (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
Agencia em Pernambco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phthyaica e todas as molestias do peito
salsa parrllha
Cara ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas rattiartlcas.
Cura rpida e Infaltlvel los ca
los, pela pomada
fialopean.
Deposito especial na pharmacia de Bariholomeu
AC,
3iRa larga do Rosario
Na cocheira n. 1 da ra de Santo Amaro, no
bairro-de Santo Antonio n. 1, vende-se um cabrio
let de^luas rodas, coberto, com os competentes
arraios, tudo em muito bom estado, pelo preco
por que se vende ; animai-vos, compradores.
__ Aluga-se a casa da ra dos Pescadores n.
17, com commodos para famila, bom quintal e
com porto para o mar : trata-se na ra Nova n.
35.
AMA
Precisa-se de nma ama para casa de ponca fa
milia : na rna da Cadeia n. 21.
~ Aluga-se para servir em casa de familia nma
noa e*crava : as Cinco Pontas n. 114.
Nova irmandade
de Nossa Senhora da Luz, erecta na igreja
de S, Jos de Riba-mar.
Tendo a mesa administrativa da nova irmanda-
de de N.S. da Lnz de fazer a sua installacao, como
de costme, e nao querendo effectuar sem que
convido por este diario a todos aqnelles irmao3
da davoccao de N. S. da Lnz que qneiram iniciar
se como irmio da aova irmandade da mesma Se-
nhora, entrando com o exces;o de 3*000 eomo
mesma mesa j tinha deliberado, sendo at a ves-
pera da nossa installacao lerao direito a ella, sendo
depois so poderlo ser iniciado, pagando pela sua
iniciacio a qnantia de 5*, como determina o ca-
pitulo 4* art. 12 do nosso compromisso.
Socretaria da nova irmandade de N. S. da Lnz
11 deoutubro de 18'0.
Leandro Honorino Jos de Sampiio,
' Secretario.
Moleque
Precisa-se alngar on comprar um moleque de
lt a 15 annos, fiel e inteligente qne sirva para
cralo, tratar na ra Nova' n 19, Ia andar.
MOFINA
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio Ve ra de Helio, ea-
crivio na cidade deNazareth desta provincia, o
favor de yir a rna do Imperador n. 18 a loncluir
aquello negocio qne V. S. se comprometten reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e ju-Ja icuroprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
lim ; pois V. S. se deve lembrar que est gpgocio
da mais de oito annos, e qnando o senhor a*1
lho h acbav no estado nesta cidade.
Francisca Apulinaria do Sant'Anna, Ricardo Pe-
reira de Sant'Anna c Alexaudrina Qonealv de
Sant'Anna, sinceramente agradecendo s pcssltas
que se dignaram acompanhar os restos mortaes de
^eu muito prezado esposo, pai e av, convidam as
mesmas pessoas para assistirem as missas do s-
timo dia que por alma do mesmo finado se manda
tesar na matriz de Santo Antonio, das 7 as 8 ho-
rasda manhaa, sabbado 15 do coi rente.
Onerece-se nma mulher para tomar conta
de urna cozinha ds casa de pouca familia ou de
homem solteiro : a tratar no becco das Miudinhas
n. U.
Acaba de ser publicada em Paris e se acha
venda em casa dos priocipaes livreirrs de Por-
tugal e do Brasil, e em Pernambco na livraria
franceza :
A DECLARACAO
DA
infalibilidae do papa
A luz das obras dos theoloitos mais eminentes da
escola ultramontana, do jeiuita Clemente Schra-
der, de reverendo padre Faber, do arcebispo de
Matines, etc.
1 volme brechado......Rs. 1*500
Paradarmos urna idea d) interessante contedo,
exlrahimos os captulos seguirte;: ideal do papa
segundo os partdarios do systema papal ; u papa
real, tal qual existe na historia : materia e forma
dos Sacramentos; o papa julga tolos e nao pode
ser julgado porningnem ; o papa re ebeu de Dos
a summa do poder temporal e espiritual ; papa
pode escravisar quaiquer povo; o papi pote
mandar queimar vivo que nega a sua infallibi;ida-
de ; os papas sanecionarao os cdigos da inquisi-
cao, usurpando o poder dos bispos pelo estabeleci-
mento deste tribunal ; os papas prohiben) de em-
prestar dinbeiro a juros ; opportunidade de aug-
mentar ou diminuir o poder papel, etc. _____
Irmandede do Senoor Bom Jezus das Dores
em S. Foncalo.
O abaixo assigoado, escrivo da rmrndade do
Senhor Bom Jezus das Dores em S. Goocalo, con
vida a todos seus irmos comparecerem no con-
sistorio da irmandade no dia 16 do corrente, pelas
9 horas do dia, para em mesa geral, de confor-
midade com o compromisso, elegerem os mem
bros da mesa regedora que teem pe funecionar no
anno compromiso! de 1870 a 1871.
Liberato Merenciano de Souza.
AVISO
Precisa-se alugar urna casa com commodos
para pouca familia, sendo preferida na freguezia
da Boa-vista : qnem tiver alguma nestas condi-
coes queira dirigirse a ra da Cruz armazem n.
38.
Cozinheiro
<&3S*k
lie am provjavo sogilfo e ceno toatr
e d e restaura forfa e sanidade a pelk
da cabecat
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustre ** ca-
bellos,
Elle doma e taz preservar os cabellos en
quaiquer forma e posicSo que se deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de fsaj
cura refr^erante e agradavel,
Elle nao demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadizo,
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservado e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pec-
teado dos cabellos e barbas dos sonso
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosei
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo i C. P. Maurer
4 C, M. Barbosa, Bartholomeu & C, e em
todas as principaes lojas de perfumarias
e boticas.___________________
ATTENCAO
o
No armazem de hilio Ltlbara A C. : na mida.
Cruz n. 38, vend se :
Lona larga de 30 palmos.
Dita estreita de 23 palmo*.
Saceos vasios para motar.
Oleo de liuhaca.
Vinhi' de Rordeaux flnoem caixa.
Sellins, silhSe? e arreios._________________
Vendn-se
Urna carmen e om bai manso gurdo : tratar
na roa do Mrquez do Herval u. y."i, amiga lia
Coucordia.
Farinha de milho
Vendt-se diariamente farinha de milbo muida
fina e nava a 120 r*. a libra, e tambem fariuii*
grossa a 100 r*. : na rna o o Coto vello n. 25.
Precisase de um bom cosinhero, paga-se bem
e prefere-se estrangeiro. : na ra da Imperatriz n.
2i, loja.
PAPAS
De domingo 16 do corrente em diante hayer
papas lodos os dias s 6 1|2 horas da manhaa :
na rna das Larangeira* n. 29. hotel commf-rcial.
Qaem precisar de urna ama para servido de
casa estranneira ou mesmo br?.sileira, dirija-se
a ra das Cruzes n. 26, que achara com quem
tratar.
Acaba de sabir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
m 1KV0TA
ou
COLLECCIO DI I
NOSSO SENHOR JKSUS CHRISTO,
MARA SA5JTISSIMA
E.
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setnaarie do Sennar Borr Jesns dos Pasaos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Meninn Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das flores de Mara.
Oficio das Bell Dores de Maria Saotisi'ma.
Novena de Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senh.ira da Peona.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
Precisase de um bom copeiro,e tambem de
nm servente que seja forro ou captivo : uo hotel
francez, ra das Larangeiras n. 10.
COMPRAS.
2
Lom muito maior vantagem comnram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras veilias: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, rna do
Cabog.
VINDAS.
NOVIDADE.
0 Costa, propriotario do armazem da Pedra
Maamore a roa das Cruzes n. 42, offerece por di-
nbeiro contado o que de melhor ha no mercado,
por ter recebido mullos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Hortaliees para sopas denominadas Julienne, que
substitue perfeitamente as mais frescas ervas.
Queijos fhmeagos o quo do melhor se pie de-
sejar a 3*000.
Caxoes de doce de goiaba a 800,' 1J, 1/200-e a
i 800, dito em tatas a 2 e 2*500.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilbas fraocezas e portoguezas.
Vinhc de todas as qualidades.
Farelo de Li-boa desembarcado bontem, em
saceos grandes, a o*.
Carne do sertao muito nova e gorda.
Queijos de qualha, etc.,ele.
Saccas com milho a 4*000.
Especial e aromtico sabao de familia a 500 rs.
o kilo.
Vende-se
tres ponas de amarello ('Oftadinho) com excellen-
tes Techadoras: a tratar na ra Duque de Caxias
n. 57. botica.
FIO PAHA SACC09!
Vndese em casa de Ok'.-l BuidlossA C, a ra
da Cruz n. 11.__________________________
Ao publico
Vendem-sedous temos de posos e medida: tic
Mha e ditos de pao. muito em conta, e todos Ji.-
vos : quem preciar dirrase a ra ios (uurar. -
pes n. 10.___________________________^
Fo hinhas para 1871
Folhinhas do Pernambco, anecdtica ere!L
a 320 rs.
Folhinhas do Rio de Janeiro, Laemmert, Guima-
raes a .'00 rs.
Almanak Loso Bra=ilen 1*
Follunh-is do porta ItiO rs.
LIVRUUX FR.ANf.EZ4.
Farelo a 3^500
Vndese farelo em swis grandes a 3*500,
nos armar.en< de Tasso Irmaos & C.: na Praea
do caes do Apolo.
[fin in
Potassa nova o 1
Cal do U>\ .
Cera em vslas.
Dita em prnine.
Vinho do Porto tapericr engarralado.
Dito de dito bom dem.
Dito mus aui de diversasuiarcas idesQ,
Dito tinto Palmella soperir idem.
I)ito dito Vermoeira ident
Dito dito lavradio i don?.
Dito branco Carcavellos etn.
Dito dito Bucellos idem.
Caldeiras de ferro fundido para engennos.
No escriptoro de Oliveira Filhos & C. ao largc
do Corpo Santo u. 19.
Carro para vender
Na fabrica do gaz vende-se nm cabriolet iDvf
Cart) ou troca-se por um carro de 4 rodas.
XXX,
Farinha de mandioca
da Baha.
No escriptorio de Joaquim Geraldo de Bastos,
roa do Vigario o. 16, 1 andar vende-se farinha
de mandioca da Baha muito tina, alva e torrada
em saceos grandes de 2 alqaeir^ : os pretenden-
tes podern eumina-ia nos trapicos Dama*e Pun-
tes, no Forte do Mattoj.
I

r
FOLHINHAS
trabo ir aktr La e arhas-tw
tcMU B
LIVRARIA FRANCEZA
Rm do Crespo, Tf* O.
ai tfaaadii F^DdiBU
E
itimfliu " PARA 0 A5H0 DE 1871
precio n. 320
*!


6
Diario de Peinambuco Sabbalo 15 de Oulubro de 1870
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA & fe
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sorlimento de fazendas domis
stmrado gosto e todas de primera necessidade, que se vendem mais baratas do que era oatra quaiquer parta, visto que os qo-
m socios desta firma, adoptaram o systema de s veoderem D1NHE1R0 ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
x ganbarem o descont ; as pessoas que negocian em Dequena esca'a nesta toja e armazem poderao fazer es seos sortimeatos
pelos meamos pregos que compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior comtnodidade das Eimas. Camilas se dar5o
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escolberem.
PECH=CHA EM CASEMIRAS A 40000. CORTES DE LA ESCOCEZES 6j5O0O
No Razar do Pavo fez-se orna grande Vndese bonitos cortes de la escocezas,
ewnpra em nm leilao, das mais finas, viudo cada otn em seo papel, pelo barato
easemiras inglezas que tem vindo a es- prego de 6)5000 cada um; no Razar do Pa-
se mercado, (tendo cores claras e escoras, v3o.
todas cotn padroes serios, oroprios para ORGANDYS RRANCO E DE COR
salgas, palitos e colletes; vende-se a 4000 No Razar do Pavao vende-se os mais
o eovado, o qne em oulra qualqner parte bonitos e muilo finos organdys com listas
aSo se vende por menos de60; grande largas e audas a 14000 a vara, ditas lisas,
vantagem. fazenda de muita pbantasia 800 rs. a vara,
BRINS DE LWHO DE COR A 15200 ditos ri c es, finissimos padrees inteira-
No (azar d<> Pavao, fez-se urna grande mente novos 800 rs. i vara: pecbincba.
ompra de puros brins de linho, muito en- GROSDENAPLES PRETOS
I
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de ehegar para a loja de faiendas finas
deoc minada La. Ville de Pars, nm grande sorti*
meato de faiendas linas, como sejara : cortes de
poil de chevre com listrs escocezas de ama e dais
saias o que ha de mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadines, las escocezas, alpacas,
bareges, etc., etc., e om completo sorlimento de
chitas, madapoloes, cambrsias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e outras mnitas
fazendas, tudo do que ha de melbor neste merca-
do, que tudo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a alteocao do bello sexo que qolzer
andar na moda, e ao inesmo tempo esperamos a
sua proteccaa. Manda-se levar em casa das
Exmas. familias todas as fazendas qne nos pe
direm.
20-RA DA IMPERATRIZ20
Fari & JLessa.__________
Cal de Lisboa.
Vende-se cal e Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preyo ra-iavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos ra do Commereio n. 13.
Qaando i AGlA RRRNCA, mais precisa scientifjcar ao respeitavel publico m
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ultimaras-
te tem recebido, justamentefqoatido ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem eonhecida leja da AGUIA BRANCA roa de
Queimado n. 8, onde sempre acharBb abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em presos e o sen nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANC\ pd
dispor, empregado apezar de seus custos no desempenho de bem servir a aquellos que i
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennuae-
rar os objectos que por sua natureza sio mais conbecides ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveii, coa*
bem seja
corpidos, propriospara calcas- palitos, coj-
Eetes e roupas para meninos, por serem de
padroes miudinhes; garante-se que n5o ba
barbel a que lhe tire a cor, e vende-se a
44200 o metro desta excedente fazenda.
MADAPILO FINO A 60100 A PECA.
No Razar do Pavao veodem-se pecas de
ata.dapolo fino de muito boa qualidade,
iendo 22 metros oo 20 aras cada peca,
peto barato preco de 60000, por se terem
comprado um pooco enxovalbadas ; pe-
cbincba.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
' O B .zar do Pavo vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamacadas, pro-
Trias uara cobertas e cortinas, sendo fazen
ds que emqaalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o eovado; s o Pa-
v2o.
TOALHAS A 70500
No Razar do Pava) fez se urna grande
om.ra de toalbas alcocboadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
Tie sempre se venderam a\t20000, e li-
quidam-se a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
cada urna, boa pecbincba.'"
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavo vende urna grande porfo do3
rais tionit s cbaposiohos de palba da la-
'ja proprios pira meninos de todas as Ida-
des, .sendo chapeos que valem 50(00 e ven-
dem-*e a 25000 cada um, muito birato.
HITAS E RISCADINHOS MIUOINHOS
200 RS.
0 av3o vende chitas ou ri cadinhos miu-
dSnhos cor de rosa e rxinhos, proprios
para vesti los e roupes de crean? is a 200
n. o o vado. S5o mui'o baratos.
LASINHAS COM PALMAS UE SEDA
Che ou para o Pava"' o mais bello sorti
TJ-uti das mais brilbantes laa>inhas claras
com bonitas palmiobas, de seda; ten lo lar
gura de ebua francesa e vende-se a J0OuO
a corado grande pecbincba.
ALPAGAS MUSIDAS A 640 RS. 0 COVADO.
V^n.'eui-se as mais m derua> e bonitas
pacas matsadas com palmiob ., muito
iii ['ara vestidos de senbora e di me-
ninas pelo barado prego de 6i0 rs. o cova-
io; sao nito pm conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbpgi u iara o Razar do Povao um gran-
le rtiroento dos mais bonitos c "tinados
borda os, oroprios para camas e janellas,
ine se re dem de 100 00 al 200) 0 o
, r. s si i como o melbor damasco com 8
pilleo- de largura a imitacSo de damasco
le se la, nropriis para colcha, e propria-
tuente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Razar do Pavo vende-se urna grande
quanti ia<'e das mais elegantes pelas com
rinhas, tendo de tolas as cores e at
fona-i-r ; fazenda que ninguetn vende por
cienos de 25400, e l-quida-se a 20000 cada
eova 'o; sao muito baratas.
SEHNSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar d > PavSo vende-se um sorntao-
U) co.. peto dos tuel re^ setins e itrosie-
aapie^ de todas as cores, que se vendem
muito em coota.
TOPEUNAS DE LA\ A 40 RS. O CO-
VADO
No Rdzar do Pav( vende-se um elegan.
:a sorlimento das mais bonitas poupelioas
de Vm cun lista- miu iinnas, sen tu t idas
qua'i de urna s cor, 4'i0 rs. o eovado ;
9 barntis-imo.
GRANDE HEZHINCHA EM LAASNHA
A 640 RS.
Ni B'zt- do Pavi i fezs3 urna grande
Cbegou para o Razar do Pavo um gran*
de sorlimento dos melbores grosdeoaples
pretos que tem vindo ao mercado, qne se
vendem de 10600 at 50uOO o eovado ;
sao todoa muito em conta.
CAMRRAIAS TRANPARNTES
No Razar do Pavo vende-se um grande
sorlimento das meihores camoraias bra cas
transparentes, tem de 30500 at {00000
peca, ditas suissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 20000, 20500 e 30OuO
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at amis fina que ven ao mercado;
tudo islo se vende omito em conta.
MANrELLETES DE FIL
N'i Bazar do Pavo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil prelo,
om laco, pelo barato preco de 100000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 O METRO
No Razar do Pavo vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprime:.to aa saia, a
qual se pode fazer com 3 nu 3 li2 metros,
e oende-se 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambe n no mesmo estabellecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de la de
cores j promptas urnas com barras dille-
rentes, da mesm fazenda 40'"H)O e outras
com barras bordadas 60003 e 70000,
ludo isto moderno e Daraio.
ALGODO ENFESTADO PARA LENgES.
No Bazar do PavD vend-se o melbor al-
godo-inho aouricano erfesta 10 p.ra len-
c3, ten lo liso e eutranfado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Razar do Pavo recebeu-se um elegan-
te son ment dos mais modernos e melbo-
res espirtilhos, que se vendem por preco
muio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu um grande
sortimtnto dos me'bores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco tofs,
pianos, timboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que era qaalqoer parte.
Lasinhas transparentes a 500 rs. o eovado
O Javo racebeu um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas trasparentes
pronrias para vestidos, que vende a 500 rs.
o eovado; muito barato.
PARA LENCOES
No Razar do Pavo veode-se su)erior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 108Ooo metro, dito de linho com a
tcesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds I'.uhodo p,.rtocom i 1/2 palmos deiargur
de 720ai 10 a vara, assim como umg aodf
sortiuiento ie H mborgo ou cregueilas ie
odos os nmeros, prec-s ou qualidaies,
que se vendem mais barato do que em ou-
Ira qnalqaer pirte; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalbadu t'anca 1o, com8 palmos de largu-
ra a 10OO o metro, dito de linfto adamas-
cado o ujelhor que tem viodj ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
Bailes reguladores a 40O.O 40OO e 5000
Co'-garain ao B >zar do Pava i o mas batn
feit's- halo-s reiuladores, sendo de factib
a ISO'O. ditos de mu selia a 40500. di-
tos de liawtba de todas as cores a 50000,
todos elles sao mutto oaratus.
Pauna prelo muito barato a 30600
Rizar d i Pava r-iCebeu urna grand-
CAMISAS DE ERANELLAS A 30500.
No Razar do Pavo vender um bonito
sortimento com todos os tamanhes das me-
lbores camisas, de flaneila de la, com
mangas, tanto proprias para bun ens como
para tenboras e veode-se a 34000 cada
urna, e qoem comprar de meia dmia para
cima ter um abatimeoto, Sao de muita
utilidade.
Granne pecbincba om camisa inglaus a A e 45500
No Bazar do Pavo fez-se urna grande cornal
pra em leilo, de duis^imas camisas iugle-
zas com pedos e punbos de liano, sendo
com collarinhos e de todos os nmeros a
40000 cada urna, ditas sem co lariohos,
porm faze da niisima a 40500; gran-
de pechincha
CAMISAS RARATAS a 20800,30OCO e 20600
No Razar do Pavao vende-se urna gran-
de porcao de easemiras mescladas, muito
encorpadas a 20800, ditas finissimas com
msela de seda a 30200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
30600 o eovado; aproveitem.
TAPETES
Cbegou para o Bazar do Pavo o mais
-legante sortiment" de tapetes grandes, pa-
ra sufs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
oanos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que^ em outra qualqner parte.
COLCHAS BRANCAS A 30200,30500 E 70
Para o Bazar do Pavo cbegou um grao-
de sortimento das melaures colchas de fus
to, s-ndo oas melbores e maise corpsda-
que tem viudo, a 70i.O., ditas um poaco
mais abaixo a 5050 e ditas a 30OUO;
Umbem no mesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortimeot i cretones e chi-
t s, proprias para colchas, que se vendem
muit em conta.
GORGHOES OU POUPELINAS DE SEDA
A /0OOO CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo um ele
gante sortimento das verdadeiraspoupelinas
de linbo e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 20OUO cada tovado,
o que em ontra q alquer parte nao se ven-
de por menos de 20500, prevjoe-e que nao
sao algodao e seda, como ba amitos; ma*
sim puro lichoeseda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Baar do Pavio encontra-
r o respeito?el publico um grande sorti-
mento de roupas para homeus tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con; peitos d'algodo e de linho,
para lodos os precos e qua'idades.
Ceroulas de linbo e algodo.
Mei.is curtas fraocezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos ue panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita i de easemiras pretas e de cores, com
colleles iguacs
De todas estas roupas ha para todos os
>recos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fdzer com prestesa
e aceio quaiquer pec^ de obra a capricho
ou goto do freuuez, tendo n'este importan-
estabelecimento t .das as qualid les oe
A H1A UYWMm.
A ra do Duque de Caxias n 21
(AUTIGA RDA DO QUEIMADO)
Receben # segninle :
Espelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charnteiras e port-cigarros de muita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisada?
Boas cautas-vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal df
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodo* toucadores com duas gavetas e bou
espelho.
Port bouqnet, o qne de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Buos talheres para enancas.
Vostuarios, chapozinhos, toacas, sapatos e meiai
para baplisadns.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senbora, moldes novo?
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as eonvulsoes as
criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, ra do Duque de Caxias n. 21.
PARA TING1K CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza. i
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeiro
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LAR ANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque dt
Caxias n. 21.
PAPEL PARA EXFEITAR-SE BOLOS
refebeu-os muito lindos a Nova Esperanza, rus
do Duque do Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sa bonetes de pos d
arroz
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
caja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqnes uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 42 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
dito.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores final.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande 6 constante sortimento de
sempre melhor qunliilade.
Lindos vasos com pos de srroz e pinsti.
C'ixinhas com ditos aromtico.
Bonitos e modernos pe:i'cs dourjidos pa-
ra circular o oque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madrepeitx
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbot.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, m
qnaes sao movidas por om machimmc
ornas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados um
pedras.
Ditas de madeira envernisada com viipo
ras e com dminos,
Rollas de borracha para brinquedo 4*
Enxovaes completos para baptisado*.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprioa
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhaa.
1
9SU
m
com ira de la^.nba ,.ara vestid s, s-o lo de < porco de p^s de paooo preto uo, com-
oaiio o :a quabdade, urnas con litase ..u-prai.sem leilii, qU sanare s9 venl^u a
tras ronme-clas. e oiuitos largas, que com 55000 o .ain e pode liquidar a 35500
poneos i ova los se f.z vest lo luuida-ae por ser urna excellente c
440 rs. fa/.e'ida q>ie sem >'e s* venden a tij.
ALPACAS PARA vEST'DOS FURf A
CORES A3^0RS.
Vale se um bo iio sorti lento das mais
brilha es alpacas escuas f irla cores,
sendo muito ene r.adas e ten m um nriltio
ninora,
RAREGES A :m$0 RS.
No Rizar do P^vo i ,ude-se um bonto
STtimvUi dos mus lindu ba ej[es ist<-
os para vestidos, que valem muito maU
inieiro e iiquidi-s a 3. rs, o coa-
di, diuM muuo mais finos con listas a 400
com1 seda, liq nda se pe <>arat i preco de .
380 r. o .-ovad i por ter lei o bma gran- [$Q e
de eomp *.
POUPELINAS A 400 P.S.
e 800 rs., grande pecbincba.
GRGUROA 640 RS.
N<> Oa-ar d < Favo vende-se um elegante No Hn-w d Pavo ven le ortuii.'i das mais linda* .. u I na< le 'sirtimeuto dos memores giuyuroes de la
la con os gostos iniiduhus sealoquasi parj vesti ios >endo um. hua fa/enda,
una -ooV- con muit br.ibo, p-cbn- muito leve, meia trmsparente e muito lar-
6a O tO i. rs. uara lorur.
CU TAS A i RS. O CORTE.
Ni ;5/.ir doPa o vende se corles de
cbitH mi'i Ii'i'ihs >^D'io roen! e cor .ie rosa,
tendo to c vidos C"ia co te -, -> keuii-se
a rea bo a 20 r*. o c v-fll pschiucaa.
CASSIS \ 2" Rv
Nola'3" lo Pvlo liq ii.- e una por-
$So eaMi 'rao^e >a 11
co.-es
precj
lo is. |ue
i '. rj.
i <
i e ^r lis,
I UIN s Q
a a a.- j r.
ga cou furta core* e liquidare a fii r.
o covad < por se ter fotj grande pecbmena
na c impri.
C08E V-nde-s co ieit s de ciita encarnad
admasela a 34cal* i.ma, pechiacia.
CORTES INOIANOS A 4v.1'0.
No Bazir d i Pa u MQde-M Oinitoscor
tes in iaios cuna lu-s po'O bara-
Iwsi-o re(;o le 1>5 O cu. um, pe-
cbincba.
te
inno fino, as melbores e mais moder-
nas easemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qar de cor; e qoanio quai-
quer obra nao ficar inleiramente ao gosto
dos .freguezes fi.a por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Razar do Pavo am elegan-
te sotument i de chales de merino de cores
muito d-ios om pidres muit > decintes
para quaiquer urna senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem viudo ao mercado, e ven-
te-se por proco muuo em ooota.
RARADlNH )S
No Rizar doPivo vende-se um grande
sortimento dos mais fiQ ,$ babadinh >s brda-
los tapados e transparentes, assim como
urna granle porco de entr m-ios largos e
estreit >s, que para acabar te vende muit'
em conta e mais barato do que em otitra
quaiquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Baztr do Pavo veude-se constint-
mente o mehor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lacinias retas lisas.
Cassas pretas 'le laa.
Cassas uretos. fraocezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Aloacas uretas lisas.
Dt.s UvradM com branco.
Merinos, cauto s. bombazinas, que so
vendem mai* bint. do que em outra
quer p^rte.
d
Se
s


0 COLLAS DE 010
N. 3 A RA DO CABUGA N. 3A.
HO i IRMAOS
P ra ex tm^.
TRADUCgAO ingleza;
DOS
TRECHOS CLASSICOS
POR
C. PALMER,
R.-._i000.
LIVRARIA FRANCEZA.
Muita attencfc)
O Cam"o< ila ru' i'i Imperador n. 28 acaba
de reci-ber eni sen armazem, urna partida de se
mentas de hortaliza que passa a mencionar as
qualidades e preQM
A sabor :
De salsa, a 60 res a oitava.
^e coentro, idem..
De repolho, idem.
De ervilhas brancas, a 600 res a libra,
De ditas tortas ronxas, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oiuva.
De pepinos, dem.
De fijan ervilha papo de rola, a 100 a libra.
D dito amarello, idem.
De dito meia-cara, idem.
De dito cor de ganga, idem.
De tomates rranles, a 60 reis a oitava.
De eij i de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
Da fdit'i de 7 annos rxo, idem.
Di espnaifres, a 60 rs. a < itava.
1
m
?
Cem este titulo acba-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesara, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderados de rimantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqoei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros amitos objectos que seria enfadonbo
mencionar.
Compra-s ouro, prata, briltiantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra quaiquer parte, troca-se e concerta-se todo e quaiquer objecto
pertencente a esta arte.
mmmmmmmmmm
Lourenpo F. Mendes Gumaraas
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seo propietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, ama te da economa, visi'-arem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s de^eja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 30500 Para liquidar vende bramante de -
a peca, ditas de 24 jardas a 5#000, 65jOO, nho e algo lio a 4(5800 o metro, dito de
(55500, 7,5(000, 8000, 90000, e 100000.1 linho puro a 20SOO, esta fazenda pro
Cal
rt uva
Veiide Joaquina Jj- Ramo
! andar
de L
sb<>a
rui da Cruz n.
Brins de Angola
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vende-se em ea>s de T. Jefferies & C, ra do
Commereio n. 46
qual
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Baz.r d. Pavo veode-se chitas pre-
tas ,!,. con 8aipic08 20 rs Jd
*tw t Mi prela*. pr est.rem um DOui-,
o;sas, a 12. uuova 1 ; Pecbincba. P
O. pro ,r etMOs d e^te imporiaote mu.
beheemeuto roau ao raipeiK, ^,2;
.arii-uhrmeme Exmas. familia
le se direm semure ao trab.ino
s seus annuncioK. pe. raza
l'iihs se nm mu la 1 s
CACH^-NEZ
No Bazar lo 'av
<.jnde cacbi-uez de
i tavor
de lereqi
de minios
an'u tad.8 vetes.
A 60000.
vendem se fvoQi|.ig r
0 Btur 1) 'i/'u
'l s 6 ha
li [aun: u i. 60,
"..w i i miri a. n-9 di
lo preci oe 6OOu
pur ,Ja,
ca.a um,
pelo 0aT4-
estt oasa^iiDace aborto
NOVIDADE EM C VSEMIRAS
NA
Loja Flor da B->a-vista
DE
Paulo F. M. Guioiares,
Grande e eompleto sortimniito de easemiras de
quaums e isas, as mais moderna- que lia oo mer-
cado, assun rumo bun- panos pretns, ditos azue-,
easemiras -alojen de seda, merios, bros, sedas
para c> Hele, ramisas finas inglezas. .prontas, meias,
eolarmhiis, etc., etc., tudo por preces muito era
eonta. O m^stno eMaHwimra n ^e acha manido
de nm perito alfaiale, foiieMer* urna das melho-
res tesouras. G^rante-se bus obras, e meno9 20
0|0 do que pm mitro qnalqner e>t ibelpcimento.
A' R^ DO IMPEItXDO't N. 48
Jonto a pulira franneza.
Vende-se cortes de easemiras de cores
para caigas a 40000, 50000.
Para liquidado vende-se algodo de lis-
tras proprio para caigas, camisas e saias
para esoravos a 160 rs, o eovado.
Na ruada Imperatriz vende se chailes de[
merino estampados e de barra a 20000,
0500 e 30 00.
Arara vende cortes de casemira preta
para caiga a 30500, 40000. 50( 00, 60000,
70000, e 80000.
Para liquidago veode-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lengos
brancos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60)00.
Na roa da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 1040o e corbertas de chita a
105 10.
Para liquidago vende-se cortes de casto-
res para caigas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o eovado.
O barateiro vende percalas finas para
vest'do a 440, rs, o eovado.
Em liquidago vende-se alpacas para ves-1
tidos de Sras. a 500, rs, o eovado.
A Arara vende lazinbas para vestidos de
Sras. a 32 >, 400 e 500, rs, o eovado.
OGuimares vende mursulina de cor
para vesti lo d-i Sras. a 440 rs. o eovado,
dita branca a 500 rs.
0 Meo es venda fu-t) de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o eovado.
O L urengo vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360. 400 e 440 rs. o eovado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senioras a 500 rs. o ovado, ditas
'isas a 500 e 640 rs. ocovado, litas matiza-
das a 640 rs.
pria para lenges e toaihas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr*nraa
a 10400 o co; tinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vet-
dos a 20500,20800 e 30200 o corte par
liqui tar.
Vendeo se cortes de cassa a 20500 c
coi te s na liqoidago a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a di
a pega para liquidar. .
ECONOMA
Vmde-se duzias de colla inhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes pan
vestidos a 500 rs. o eovado.
Liquidarn, venase paraneito H >
20200, 20500, 30. 30500, 4 e 5 pro-
prio para calsas e pa i tos (or ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para ea>
sas de bomern 10500.
Vende-se corles de ppcalas de duas saias
para senhoras pelo barato preco de a 64.
cadaum.
Grdtide liquidago de roopa fita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20.
Vende-se ditos de ganga para bornees
a 20.
Venle-se ditos do brim de algodo bran-
cos a 20.
Venle-se ditos de meia casemira a i|.
Vende-se coletos de brim de cores a !#
V'Mide-sa ditos de meia c-semra a ttSQ/D
Vende-se caigas de algodo aznl a 5"0 rs.
Vende se dita da algolode lislras a 800r
V nde se ditas de brim pardo 20, IfiQf
e 20500.
V^nde-se caigas do cas9nira de cor
a 6084.
Farmha da trra
muito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. Angelo Raptista do Nascimento, o p
lo caes dos vapores no forte do M utos ; vende-se
i"s alqueires, a tratar cora Deroardo Jos de
Araujo do armazem do Sr. Annes defronte da al-
fa nde ga.
(AZ SAZ SAZ
Chegou ao antigo deposito de Henr? FZar_*
1, ra do imparador, om earreganif
te primeira aualidade; oqatl M vende
t, rettlho por menos preco do qne em
raer parte.
f

I
-rjljlljjlj/\ll "liTl Continua -i a bar- nw nnm
1 7"Hreditan r-
Hogos instauUne.-s aperfeiqo- ^^8tme?..o^'t^ *
r m iiiii
A I ja da Aurma na ra larga d' Ro-rio n.
3S, nertf neroli* a Manoel Jos4 l.i.pps & rmao. re-
ppheram o bnm p desejado rap rnso muito frps-
r.ii ; iim 'mo nui- qualldtides, como seja:
gsse Bu, itrinepza, rehu-, Ri d Janeiro,
prim'-ia fnn ii Rahn. m la franppi d B-hia p ml'i vindo dp Franca e
tamham dp Li-h ia. em lata- e pm rV\ O qual
9e v,.nap iSm p, !hr ,< .mv. ;. rp'^lhn
*- VVBitK' -. laik-ioa sua Ka rna l npprial d.
SM, bpm afr.'iiupx* ta. pjf o dono ter de rerar-se
para (ora da provincia.
arios por pre do: na ra Nova n. 28,
\nlonio Pedro de Suza
Bombas complejas para
cimbn, por diminuto preqo,
inesma casa.
in.'l"3 feitos em Pars, oem como
Jeina de Rprth, df rbano o/*'
dp iidnreM i
pennl
raa*!,
loja de ferro de Blancarea^pilQ^0^^
c? de crea. (o-* de Rog, d~" ^ j.
Soares. dfu lW^Si?
ca-
na
muiho de CW'riar, e ont/
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
ie raeostru., as diarrfcs, ""gLjL^T-^
rito,
SraTina
de Nictheroy.
utico depo>ito era SAmrarabueo caes da
lag* elha n. t, 1*
e do wtoiii-'go.
nn aso qu^ ii -erst
sim nw da pihriaa-^
comparara vn na st y^g
u foorU m ?;*-*; IK*1
casa. alii( de anflktar91
'nm ni' i-"l ''"1 sortn1'l?
auto- s* pwi*. s/iiusws sr
> m ootra parta.
de
o *


iwiambuco Sabhado 15 de Outubro de 1870.

\1
r
[i.
t
Sahiram luz

runa era contradanza.
qnartrha para piano p<,r Colas lliho,
As
Linda
Flor da Boa vjsia, valsa: a venda no^rando'ar'
maiem do pianos e u msicas de Az<-ve1o, ra
H<2* *1!, ojo ruado Barita di Victoria,
-Y B. Rogado aos Sr<. asignantes do un oda-
re m buscara pecaste suas asignatura?.
Ultimas pnblieaces da imprensa nacionar
de antuca.
N. 1. Piano. Anniilla, polka brilhanle, por I.
Smoliz, 2S000.
N. Piaao. Minerva, polka brilhanle, por Colas
rilho, i
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhanle, por
, 300.
N. 4. Piano, Urna lafriraa, Mazurka, por Ma-
tileeB. Zucci. I ir.
8. 5. Piano. JHorte de Lopes, polka marcial, por
*i 'i-
N. 6. Piano, La Grande Duches, polka per Lu-
cien LamBerl, IJ.
X. 7. Piano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas dos cavalhnhos. i&.
N. 8. Piano. L Soavenir, valse de saln, do
E. Casalbnre, 1*.
N. 9. Piano. Saniinha, Maroca, 2 valsas dos ca-
vallinhos, uooo
N. 10. Piaur. Char.t D'Oicaux, polka, por E.
Casalbora, 14.
. *m'J*\ Piano- n:,r da Boa-vist, valsa, por
Jos Cocino da S. A., i J.
N. 12. Lagrimas d'Aurora, Mainika, por J. J.
r., ifi.
N. 13. A esin.la de ferro, quadrilba, por Hen-
rique aJbettani, 11.v
N. 14. Santo. Sania Lucia, barcarola napoli-
tana, por (afanare Arnaiul, l.
N. 13. Canto. Marta Aria, para M. S. M" aqqari
tntt' amor, de Flotow.
N. lii. As roas em coniradanca, quadrilba, por
Colas Filh, 14.
ifl
Jos de Souza Soares & G.
nwjA IO isarAo da vitodia
(OTH'ORA NOVA)
Apresen\a-se motara* rphozeado no que pode haver de mais bello o agradavpl em fj-
zendas fiaas para Senhoras artigos de alta moda eju Pars taiito para senhoras como
para bomens e meninos.
Miuaezas afarmadas, perfumaras espcciies, variedado de lindos objeclcs para rae-
Qinos e brinqueds para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebid por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
Oeis correspondente?.
Vndese milito emeonta e manda-se por em pregad s do estalieleci ment fazendas
m casa das Exms. familias afim demrltior escolhefem -. que desejarem.
NOVIDADES
LOJA WTAPA&4I0
, DE FAZENDAS E ROPAS FEITAS
Kua da Imperatriz n. 40, esquina do berco dos Ferreiros.
I4MTA
DO
GALLO VIGILANTE

DO
, 0 proprietario desto novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
iiesta cuade, e especialmente as Exmss. farahs que est liquidando por precos bara-
vSftS?8 *S aDt'eas tadas fIue exist'ani oete estabelecimento, .-dm das que abaixo
flpsrCinadas' C"JS precos meecem to* a alt^Co do respeitavel publico que nao
,f' V ?0n pequea quantia refazer-se do qnalquor-qualidade de fazendas que pre-
as a "rev.ine-se tambera h!rli!conlloua a ortit -se das do mais apurado e eseobido costo, que vender mais
Darato que qualqBer ontra loja.
Grande pechiacha.
Ricos corles do cambraia bordados com 10 varas
a 74, alpacas e lias e caros a 400 e 500 M. o
cavado : venden na ra do Duque de Caxias n
19, loja de Leilo. Pontea 4 C.
A 8^000.
Vende-se boriogqim francezes, obra gaspiada e
ninito boa, pelo diminuto preco de 84 ; venham .1
elles, antes que so acabem : na ra da Cadeia n.
oO A, loja de miudca.
Vende-se por barato pri-co a propriedade na
auiboa dos Remedios, que foi de Joiio Anastacio
Camell 1 Perno, rom urna grande olaria de pedra e
'. fje lastra lli.OOO lijlos, e torno que c mporia
zo,OO, com tedente barro para toda e qual^uer
obra, com drus- exivllentes viveiros e um grande
acudo d'agua doi-c, tendo urna casa de sobrado de
nm and^r e podo : as pMsou que pretanderem,
dirijam-sea referida uropr^dade n entenaer-se com
9 eapitao Deltino Lin Cavalcanti Pessoa, conseohor
domesm proprierf.ide.
Vende-se frunhas. toa llias elencos delaberfn-
tho, obras muito hOis : na Ra Estroita do Rosa-
rio, bja de Maia A Landelino.
Ra doQueimado
DK
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sorlimento de fazendas
tnae, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de^da ricamente bardados.
* Gorgur de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id m idera.
Ditas de crox, idem idem. ,
Cortinados rjcam-nte bordados para caiaae janella*.
Croxs pira cadeiras e sos.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Porvlines de lindos gostos.
L3as de diversas qoaliddes, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretohes para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para horneas.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e nm grande sorlimento de roupas fritas e de fazendas que
i enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sorlimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
anda sorlimento das acreditadas e verdadeiras
Algodosioho com 18 jardas a 20800 al
peca.
MadapoISo entestado com 12 jardas a 30
e 36500 a peca.
Diio de 24 jardas a 50OCO para cima.
Aloalbados de linho, e de a!gr*i3o tran-
c?do3, e adamascados por procos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
ocovado.
Dilas mais finas a 500 rs. o metro.
Rdoes de mussulioa a 40 e 50000
Guardariapos de linho a 30500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 30000 com
10 palmos.
Dito de algodSo a 1800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de lodos
os tamanhos.
dichas de fust3o branco de 30200 para
cima.
ib*-

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\ IVAVPPP'ti Sob a forma dc P*Wi ilcvi-Uida e dosiada par
gL I ili,'Jh I..mT de i.!.,:a.-ulo una soluccao
Preventiva c earatiTa das MOLISTiAS catJTAOJOSAS.
lXJECTOR-PIIILTROd0 E3 %$&%*
liivuuivu 1 lliuiuu grave iacoafcnieules da frajilidada.
ESTCJOS
Com
'niIS"* c ** olume de nm Portc-HocJa
COTENDO IODO UtiTAUEXTO.
COLLYRIO Contra as afTeccois das palpebrag,
preparado sob a mesma forma.
CANDIDO ALBERTO SODR0 DA MOTTA c C.
:om escriptorio e armezein de (leeros de estiva a
ravessa da Madro do Den. n. 14, tem para vender
o seguinte em oasorva ptimamente preparado
m Pars :
fEBVTLHAS (Pfllt.f poit).
FeijIo vekiik [aritott terts).
Dito bm grao (dem flageollets).
Espargos (Asperg).
Misckllanea oK LUGUMES (Maudiiu legutHes).
SRNourus (Canutes).
Tomatus (Tomates).
i^jcve dk Bruxellas (Cnous de Bruxelles).
Alcachotoa* (Fonds a~artkhants).
Espinafres (Epinarih)
r.'W.MKi.ws (Cltnnpignons).
(CpesK
Pasti:is c> TaofFAi (Pals tm/fs).
3EM TRFF.VS ( sntU truffs).'
vtlm com azkite (Ton i Thuile).
Tiiffas simples (Truflcs an nuturcl).
Sarinua em tomates (Sardine etc.)
alantixa com THUFFAs (Galantins apee trufee).
Franco (Poulet).
Poubo com ERV11.HAS (Pigcon anee pois).
'Jau-isholas (Bcciisones).
Perdiz com azeitonas (Perdix aree olives).
assad\ ( rolle).
A.NDoniNHA (Allfiuette).
']ooobniz (Guille).
Lamprea (Lnmproie).
Picado (AndouitMlet t.)
Salxiciia (Saacissono t.)
Carne ocizade (Frincanieau 0.)
Re ebeu-se mais
Um completo e variado sorlimento de papis
untados e doirados de dilTerentes qnalidades ees-
JUHiios de^nho*. proprios para forro e guarnicao
b salas, gallinetos, nscriptorio-, etc. Na remessa
h **! artefac,,) I,,m havido o maior gosto e capri-
eno da arto do nomo correspondente de Pars.
(yira nina mdica cimmissSo obre o cnsto da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
bclivam-rito um dcpoiitr. dessa especialidade.
No armaiem de Candido Alberto Sodr da Molla 4
C, traversa da Madre de Deus n. 14
BARTHOLOKTO i C
Depositarios, geral para e BRAStX e I*ORTLUAL
3, ra larga do Rosario. iPERNAMBTJOQ.
:ilil
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de la finos, a 8"0 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos dealgodo a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
R3s e bordado, propria para sa>as de senho-
ras preco barato.
Laazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias do baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qnalidades e precos.
Laazinhas tapadas e transparentes
muitas diversidades de cores de 320
o cevado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de 15a da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covadj.
Cuales de merio lisos a 20500.
Ditos estampados de 40500 para cima.
Camisinlias de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilhaniiaas brancas de 500 rs. ocovado,
Dilas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
giiiao at o mais fino.
Lencos chinezes a 30500 a dazia.
Ditos blancos de algodao a 20500,mui-
to finos.
Fil hranco e prelo, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tirlatanas brancas, e de cores.
Peilos de linho bordados e lisos de es-
goilo. g
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravata.
Punlios de linho para homem a 10 o
par. >
C'.'lnrjubos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretas e de cores, tanlo em se-
m como em seda, ha de todos os gostos e
de
rs.
500 rs.
t
feitios.
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sorlimento de roupas feitas de todas as
quaiidades, e feitios, para precos commo-
dos, e quem comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorli-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor do caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qoalquer obra a vontade dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officiua, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-semu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qoalquer obra da sua arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manha s 9 horas da noute.j
Francisco Teixeira tiendes.
3 portas n. 53, ra Direita, 3 portas n. 53, antiya\
hja do Braga
O abaixo assignado, dono deste antigo estabelecimento, tendo em vista anre^tar
corapleio sor imento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvi nTandarTascar ei
diversos nonios da Europa os me ores objecios de ir ehhelmm*ni a 5Sl 1
a virem se erv.r dos objectos de gtjm^jNpC enconlrarSo por Znes 10 0,0 d" "ue &
i;mj
em outra qualquer parte,
do bem co
ditos para
dous canos
quni.iuer parte, um sorlimento completo de machinas para desearocar alnd-L.
wnheeido.fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motoresZ Xw
^go mombos p,ra caf de todos os Umanbos, ,1a fabrica do JaSfeStaMrdbi da
e de um, tanto inglezas como francezas,
Japi, espingardas de
de diversas qualidade's e preCosI bande^Tchinc^ ^ trSeu ba bat^Sre '5 f
hma ha de ierro, ac, o agulha para fojueteiro ; assm cmo"StrS? co'ns S.
ment grande porcao de fngo do ar, e recebe-se enwramenda de fogos de "3 alera Hm
cera numero de objectos que se toraaria enfadonho numerad ; Vnbam a raSraT
5J, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga. e a n*
Eival sem segundo, Bival sem segando
nVfi P^VE OE CAXIA I. 49 DUA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
IAnliffa rna do Oueiinado) Est0? dispos aucontiQaar a vender todas
pA.v. v^wvj as miudezas pelos baratissimos precos abai-
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para aunas e costu-
ra a......... 500
Ruado Ci-capo a.
Os propnetarios cimento, alm dos rauilos obv
postos a apreciaco do respeaTel
itaram vir e aeabanxie r
iba Europa nm cmprelo e ??
linas e mni delicada1' esfieriaiMaaV
lio resolvaos a vender, como de *
por pre(os muito baratinhos e cummodcxt (ora *-
dos, com tanlo que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas. bmv
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas goltmbas e pnnboe pan ee-
nhora, neste genero o qae ha de mais modera
Superiores pentes de tartaruga para oqos.
Lindos e riqnissfmos enfeites para %abjae m
Fxmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores rom ?*-
loes e sem elles i esu fazenda o qne pode faaav
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madrepawh.
marim, sndalo e osso, sendo eqoeiles brsMH
com lindos desenhos, e estes pretos.
Mao superiores meias fio de Eseostia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por Sd^tW
a duzia, entretanto qne nos as vendemos por tf.
aim destas, temos tambem grande sortr cnto V
ontras quaiidades, entre as quaes aigcxas ae
finas.
Boas bengalas de superior canna da India*
castao de marfim com lindas e cncantacra* Sfs-
rasdo mesnio, neate genero o que de elabore
pode desejar ; alm destas temos amb : -laa*
Suantidade de outr.>.s qnaliiiades, como ^'.tm, aa-
eira, balcia, osgo, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotiahos de caeia*
do outras quaiidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para sea hora e pan BMf-
nas de i a 12 annos de MxJa,
Navalhas cabo de manim e tartarn?a para fiwr
barba; sao muito boas,e de mais a ma: o a
rantidas pelo fabricante, e nos por aom vea tim-
ixm assegurarmis sua qualidade e deliw "na.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina ep.ra erase
Linha muito boa de peso, fronxa, pan <
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltaretu,
como os teios para o mesrao flm.
Grande e vanado sorlimento das melhora per-
fnmarias e dos melhores e mais conneciios per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonvuLes,
facilitara a denticao das innocentes eriaoc. is-
raos desde mmto recebedores destes piudUav
coeres, r coiinuamos a reeebe-los por l.tentt
vaporea, aflm do que nunca fallem no numaa.
ton-.t j : ;: aconteeitlo, aasim pois poderl* zqnr*-
I:.'ccirarem, vir ao deposito do i?Mk
vi:;!\i scfipra eneontrarao desm venbv
deirtis mte -.-. rraaes atienden do ".ote
paraquw^Ku.picidoa, se venderao com nai aaa.
diinuiui') h;
II"'',-imos, ;- dos cbjeetos qn*. -umm
declarad..:, ...i ff;.:iezes eamifi; a virer
comprar -.r pr MBito razoaTeis fc>ia do lab
vigilarlo.
re-
3 coi
UVA 'J

revidsati
120
60
1,5000
61T0O0
100
500
500

CASA CAUVIN A. MARWIER
Pharmaceutlco privilegiado
buccossot
Boulevard Sebastopol, BS. PARIR,
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
presentadas a Academia de Scienciai e ao hisUtoto de Franca.
IH.I Ffir A(1 Sob *forBa de Ps>'">. devtdida e doseada para fiser da
la* tWUMU momento ama soluceao PREVEHTIVi E (SOBATIVl das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volume de um relogio, servindo
de Philti-.o e Sebinga sem os
Gravea inconvenientes de iragiliaade.
COLLYBIO
BARTHOLOffiEO A C
Com a forma, e do volume de um Porte-JIoeda eonteado
TODO TRATAMENT0.
ESTOJOS
Contra as afTeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BIt.lSII. e PORTUGAL
34, ra larga do Rosarlo. i^KBZSTAMBTJCO.
Fumo e papel
Lorapleto soriimenfc de fumo, tanto para rr-
ros eo> para charutos, vindo do Rio de Janeiro
Baha e Rio Granri- do Sul. Papel de seda, linho
e algodn, de nifferenles qnalidades, prnpri.m pra
o fabii.'o de cigarr*. Vunde-se constantement-
no armazeai de Canudo Alberto Sodr da Motta
* G. : a trevem d- M.idre ie Beus n. 14.
ia ra atr*u do Ro*ano, sobrado.n. 35, pri-
meiro andar, lern caoellas de saudades, de perpe-
tua, de sempre'vive e d eravoa, propria* para
qacm i|u'7.rIhiU> *-raacaBibas, jeom as Ota?
os Icir^Ms, iidu un (uto 0 barati : quem
quizar deve vir curuprai' jo da Vi em diaote. Na
mesma casa iim boquetes c fl.ir de rrtra, e pre-
parara .^e de ef*iM naiunes para qualijuer olfa-
to, barda-e a fun a our. e deve a encommen-
*y *fT tota \rt dma ece.
I1APE.
Paulo Cordeiro
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Ha muito que esta provincia pedia urna casa
q ie bem satisGzesse as pes&oas qne gabera apre-
ciar o que cima se v nesse distico. E' nesse i
estabelecimento qne se encontrara os welboresi
doces de toda* as frncias, seceos e de calda, doce '
d'ovos de todas as especies de massas, gelas de I
goiaba, de arac, de pilauga e inao de yacca, ven-
de-se a ret.-.iho em grosso para qualquer pane.
Apromptanise bandejas com bolinnos os mais de-
licado:, e com ricos enfeites, do qne se enconlra
grande sorlimento, presuntos em Hambre e ontros i
pralos^ne nao se pudem dispensar eiu qualquer j
festa, xaropee de gmzeila, tsmarioo, lima e outras!
fructa*. Junto a este estabelecimento est ligado
um bello sitio qne nelle usca faltam flores a val-
sas e em boquetes ; apromptam-se boquetes para
noivos ricauent enfeil>dos de cravos orticos
com toda a per'eicao e delicadeza, ruuitas varie-
dade* de planta- para se prf|Brtr nm jardim e
planiar um siii,\ \' vwlt das eoc.ommenaas fei-
tas se veriiicaja o que adma fie dio.
O verdadeiro poniand. S se vend na ru da
Madre de Deo> n. 22, ar.uazein de Joao Mai tns de
barm*t
il
Vende se a taberna da ra da Sentala-nova
39 : a tratar na misma.
Vende-se
Na ra dos Qnarteis n. I urna arraacao propria
para qnalqner estabelecimento, porteado o com-
prmlor tirar ou ficar na mesma laja onde eet
quen qnizer pele traanla na ra Nova n 4
Doces, fruetas e fl res
Ra da Cruz n. 13.
Lanches todo, os dias, fcucto3, pastis, non. bo-
cado, folhados dooes e impadas.
A 5^000.
Vende-se botinas pretos e de cores, obrajpuito
boa, pelo diminuto preco de 5* : venham 4 bem
eonhecna loja de miadesas da raa da Cadeia na.
meen SO A. Mir
tcrvtara de ferro
Vende-se e eit a vista em casa ds imooruft-
res Si.aw Hawkes A C. rna da Cruz n. 4 ,rmmmr
Para a festa
' Vende se o fiti tlfnofitiaaqo Dotor oae fci do
Iivni padre J. -, na .i^Ja nova t ua.a
erai nina grabde ca^a muipi frese, nm gJtdt
plaiita de cap o, grandes blia e orna cread
tagua propria para capim e-*erdaras, parte tai u>
Capii-aribe, m^ Awp..*4Wr oo asa
Veude-se em saceos graodea, de snnerior onali- Til j
dade e muito nove, por mear, pre q^ n Sntra UW) 8 TGlllO
A 1^500.
Vende si- sapatw > ira
minuli prec.) de, ]',ot\:
de mjadezaa da rn 'l
n. obra boa, pefodi-
ii h na fouliCrda loja
n. 50 A.
MQO.
Papis de agalhas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis saboneles de frua
Libras de la para bordar de todas
as cores a.......
Comleis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito fiaas a .
Crozas de botes madepersla t-
nissimos a....... 500
Novollo de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 eovelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a80rs. e 100
Pegas de fila elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philoccmo muito
fino a......... 600
Frascos de macaca perola a. 240
Fraseos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sbemeles muito finos a. 720
Saboneles inglezes a 600 rs. e. 1^200
Frasco com agua de colonia Pivera 500
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Saboneles a forma menino muito
superiores a....... 240
t-ariilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sorlidas de todos os
cimeros a.......14800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra do linha franceza superior
qualidade a.......24420
Caitas de palito do gas a. '00
Roo- nte-rheura.tico. '
Remedio effieaeissime contra as dores rhenma-
ticas at boje o mai> conhecido pelos seas mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAD. um dos medicamen-
tos qne sua eficacia as enfermidales, tesse e
sangue ppla bocea, bronebites, dores e fraqueza
no peito, e>erobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMAv A celebre rail
de marapuama. coja energa e efflcacia as para-
lysias, interpecimenio, ele. etc. muito. se recom-
menda.
Todos es?es preparados se epconiram? na phar-
macla e drogara de Bartholomeu & C, nico de*
perito na roa larga do Rosario n. 34.
Antes que se acabem.
MedaJha?e praurose: Gr: 30 : vndese na
ra larga do Rosarte a. 34
Fariaha de 8. Matheus
Mi ioaquim Gomes Braaa confronte
WCHpao a 9|300o saeco eornjU de
VoorJe
ao. areo
ealilrO?.
nwe s urna 'armario Bova en
estado : a tratar no patee do Parala n*
ZSfiSS
^^^Kie ama taberna na Ca
TuTa
ai
BanuForao a. 13 cora A. a Araujo.
(os admirados.
Duzias de palitos seguranca a....
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Frascos com oleobaboza muito fino. 320
Pacote^ com p.*>s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
\3\albas muito finas para fazer
barca a.................... i,j000
Caix.-i de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 160
Caixas com pennas d'aco de i erry
superiores................ S00
Lencos il cassa brancos e pinta-
dosa...................... 100
Caixas com 20 qaadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 nvalos de linha
do gaz a........ 40C
Duzias de meias cruas superior
qnalidade a.......36O0
Pe^as de babadinhos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p.ca a 14500 e. 20000
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unhas fazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranga lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias cruas para ma '
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
j finas para senbora a. 40500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........24000
Pares c!e sapatos de tapete a. 10500
Duzias de baralhos para vullarete 30000
Sylabarios portuguezes a. 400
Cartoes com colxetes t carreras a 20
Aiotoaduras para collete diversas
quaiidades....... 404
Caixas com ppnna de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores obrejas a. 4(
Duzia de agulha para macnina a. 20OM
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos.......' 404
Reou de papel panudo super or 40000
Resma de papel liso muito -upe-
riora........... 30fi"<-
Fog de p ente.
Vende se em ca-a do importadores Shaw
Hawkes A C ru 1 da-Cruz u. i.
\ ni nriY
D\S F^^TES
HAUTSRIVE E
Km calva* a retalko.
Jge afmMem da roa do V.g n.. n. H.
Si'nicntps
Ra o mcujAo a. CJ.
Novo e variado sortimynto de perftiaaaa
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimeato de ,. :-',.
diarias, de que efiectivamente estr"
loja do Cordeiro Previdenie, ei1
receber um outro sortimenio q^:-
aotavel pela variedade de objectcc. 1
dade, quaiidades ecommodidaa
508; assim, pois, o Cordeiro Prcvit
a espera continuar a merecer aap. u.u,.
do respeitavel publico eai gerai e
boa freguezia em particalar, al
tando elle de sua bem cooaecio; m
3 barateza. Em dita loia aaaoBl
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & L
Dita de Cologne iagleza, americana. m
oeza, todas dos melhores e maisacre-'.a
fabricantes.
Dita de flor de Jarangeiraa.
Dita dos Adpea, e vilete para loik
Elixir odontalgia) para cenaorvaeso 4
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade 1 t
ros a grada veis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, traastwrea
a outras quaiidades.
Finos extractos inglezes, americano*
francezes em frascos simples e en o i
Essenciaimperial do finoeagrada,jle;,
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros ifasi
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'obo de superior qusdti:
oom escolhidos cheiros, em frascos di.
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menopa
para mos.
Ditos transparentes, redondos e ea 5p-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para bariv
Caixinhas com bonitos sabonetes imitaad'
fructas.
Ditas de madeira invernisada eonteado t
aas perfumadas, muito propria para bk
temes.
Ditas de papelio igualmente bonitas, tac
oem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal colorido*, t
moldes novos e elegantes, com p de ar?*
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras diSraata
quaiidades tambem para dentes.
tnico orienta] de Kemp.
Alada aaaJa eo^aos.
Um outro sortimento de coquei de u
vos e bonitos moldes com filete de ridriHa
* algnns d'ellea ornados de flores e tac
sto todos expostos apreciacJo fa qaa;
>s pretenda comprar.
GOLLNHAS E PUNHOS BORDAD.0&
Obras de muito gosto e perfeicSo.
Flvellaa e Uaa para cln'vi.
Bello e vanado sortimento de be: dfcjt
tos, toando a boa escolha ao gogtd
jrdor.
g JtaqmmRodr'ffuesTa-
^ vare- de Melk>,
tu TEM PARA vcifnan
*5 "" *eo escriptorio, praea doG-roo Saata!
O n. 17 :
ouro,nwaoBaritodaYiCiOriaa.l. T
Pumo em olha
de e i* qualidade, e vende d
raid.. a v..nuae das contprariores.
('al de Li a>;i
ultima rheiada.
Potassa daJRiif^fH..
Farlaba de aaaadla.
Vinho Borde!u
1* I* qualidade. Todo ^^^^H
qorem
and^m-se partea de jb i
liona: a pessoa } i roa Imperial n. 11


n
ele Pernatttbuco Sabbado 15 dt Ouiubro
ae loiv
ASSEMBLEa GERIL
CMARA DOS DEPUTADOS.
SESSO KM 30 DE SETBMBRO.
Prihjrainma ministerial.
(frmlirHieco)
0 gabinete d i) Je sclernbrj pi
U-se francamente rcmanopador; ele o diz
ruso* piysioii.iaiJ (risada*), nos mjKtibw
que o c:i:p,;m. a u enuncia ero soa Hnjua-
gem, no sen programma.
, 'Bastava esta palavra, senhores, par., que
u me julgassa obligado a levao-ai-mu o
desta tribuna declarar ao gabinete de 29 de
sJierabio qrw pretend) fazer-lbe opvu.;ic5 i
franca.
O Sn. Ganes dk Castiio : Espere o- seus
actos. '
OSr. J. os Alencab: Senhores, termo
a respeito da quest) do elemento servil
coovieces muito profundas, muilo sino ras,
das quaes nao me demove, nem a odiost-
darle que possam ellas excitar, nem o reeeio
do ioeorror na pecha de escravocrata. Se-
ja-rne permittido nesta occasio solemne. en
que mais urna vez assumo a responsabmda-
ili; desta*, conviegoes lembrar que fui um
dos primeiros que se, iosereveram ni cru-
zada santa, oae trabaras por extinguir a es
cravaiuray, nao na lei mas no* cost-jines,
q-iH sao a medula da sociedade.
l\x 15 anuos quando as vozes que hoja
m rvintam cora tanta sofregndSo einmu-
(aciam, uoecupivam-sedos assu.nptns do
politica lo;al, en ina esforgava no camp que
so abria enl > a uiialn actividad* na litera-
tura e na imprensa a banir essa inst.lui-
cao.
Nao posso, seoborat, de modo algara
apuiar orna politica que tende a precio lar
esta reVolucju social. A Ha de emane!-
pago pe.os meios directos do partido li-
beral, deixeittos qne elle a realiza a seu
lemp.i: a nos. conservadores, compro re-
isiir-le (alo apjia los), para que a revo-
llo ao menas se opere gradualmente ; do
coriirano as onsequaaciis sero funes*
ta<.
Nos conservadores combatemos a emin-
iipagao directa quando na opposigo. deve-
mos cwnbai-l a no governo. Sejamos co-
iterantes.
Um Sr. Depitado:Cimbaleras a iuop-
portunidade.
O Su. J. DC Alencar :Combatemos a
i :a da eraaucipagao directa.
O Su. Gomes de Castro:A queslo
de lempo.
O Su. Ju.nqueira :Aeho que o par!ido
eodserndor deve tratir de resolver a ques-
to.
(Ha ostros apartes).
O Sr. J. de Ale.ncar :Ms. senhoce-.
Bao se trata agora da queslo do elemento
servil, e s da sua insercao no programma
ministerial.
Se a corda entenda que era chegado o
momento de tomar o governo do paiz a ini-
ciativa de urna medida directa a respailo da
emancipado ; se a cora entenda que po-
da organisar um gabinete com este pensa-
miento e pan este m, nao evia ter demo-
rado.! realisaeao dessa politica ha tanto lem
po allegada; n3o devia deixar que ciriailos,
M deviam fazer parte desse gabincte,se
livessem pronunciado nesta casa respeito
da queslo ; nao devia deixar que a maio-
ria da cmara dos Sis. deputados se livesse
comprometti.io enunciando sua opioio de
um modo muito explcito em urna votago
solemne. Parece qoe urna fatalidad posa
sobre todas as situages e todos os homens,
:joe os obriza a inconstancia.
Nao ba 15 di as, senhores, um membro
do governo levantou-se nesia casa e pedio
maioria conservadora um voto de confian-
za que tranquillisasse a opinioj ustamento
usostada com as impaciene as de algnns.
E not.ii, senhores, que onobre ex-minis-
Iro do imperio nao procurava tnnqailHsar
a opinio nicamente no intervallo das ses-
.-oes, nao ; para isto basta va que deixasse
correr mais alguns dias e encerrar-se a ses-
so sem que a cmara enunciasse qualquer
voto a tal respeito.
O gabinete de 16de julho quena tranqui
lisar a opioio publica e a agricultura ac
menos pelo resto da legislatura.
Assim, uestes termos muito positivos
aprsenlo!! a queslo de gabinete, e a cma-
ra por orna gran leraaioria por urna maioiia
esplendida, como disse o nobre deputado
pela provincia do Rio de Janeiro,
a o
deu-lhe
umi prova degrandecmfiangaasaociando-se
a ote pernam^uto.
O Su. Barros Baurbto :Acreditou na
promesa antes do que dea a confianza.
O Sr. J. de Alrncmi : E' tretanV\ se-
nhores. apenas 15 da'' sjio passados que
imprevistamente se apresenta aqui, n ste
m;mo recinto, nm novo governo que v m
pedir a esta mesma cmara, > esta raesma
ftiaforii, o seu apoio em favor demadidis
directas sol*'.; a juesto do elemento ser
vil 0compromisso qtn hontcm ossa ca
mar traou com o pi.z na1 a vale 1 i? i
uaa p lavra va ?
Senborcs, istj rae basta e no prose-
guisi. 0 gabia l; de i\) de setembro est
cendemido pela maioria desla cmara. Se
ha coherencia, elle j foi repudie: pe'o
voto previo enunciado In 15 lias aqui oes
te memo recinto. (N3 > apoiad*.)
0 SR. BARAO DAS TRSS-D.VRR.V^ (mi-
nistro da juslifa):Senhons, o tniuis'J.-io
que leve, hoja a bonra de appirecer diine
di parlamento, tirado do seio dille, aceita
cora prazerrnas esta occasio de patentear
iodo o sen psnsameiuo, da modo qflj nao
resta duvdasohr1. a po'iiica que ha de se-
guir, resolvido como esti a ser fiel sua
orgem, vivendo em perfeil) accordo o har-
mona com a opini o que o elevou a
este post em que Ihe iucumbe desempe-
alnr importante, mis ardua trala.
Pissarei a tunar na devida considera
Ol o discurso qui) asab d^ proferir O
uobra deputado pela provincia do Cear.i.
E' verdad que o orgaaisador do actual
ministerio eslava ba raais lempo desigmdo,
hanritado para es'a ardua tarefa na evo tus
lidadd da nina substituida), o que fre-
quento entre nos, mas designado o apon-
ta.l i nata opinio a qa) pertaacebioi,
qial elle tinto so n'Cjmmi la pilas suas
iuzes e ssTvifos. Nao quer isto dizer que
uo partido conservador no baja outros
igaahafnta diga.il dosta honra, mas nem
todos piden ao mosmolempoocci paresia
posicSo. O ministerio actual teve, e nao
po'.ia daixir de lar, urna organisar;3o par-
la, rentar.
O noore deputado polo Cear referio-se
a urna influencia que, se me nao eng-mo-
denoniinou mystjrios3, acostumada a pre-
sidir e d .minar estes aconteicimentos. No
oosso systema de go.erno in.omprehen-
sivel es'sa influencia mysteriosa, quando a
con?tituco expressa e clarameale confere
coral a privativa ttnbnitjio de nomear
livremen'e seus ministros.
O nobre presidente do conselho, hon-
rado com a corallance da cora, procedeu
na organismo do actual ministerio com in-
teira lirerdade. guiando-se somente pelas
suas insoiraces uo desojo de cooperar para
o bem do paiz.
C mclui .a a org rriacio carao Ihe parecen
conveoient", teve a Inura de submette-la
consideraco da cora, oae a jnlgou mere-
cedor de sua ronfiance.
Pez reparo o nobra dapuiailo na demora
havida em conclnir-se a organisaco do ac-
tual rain torio,dad izin lo iahi difdculdad;s
que supe ter encontrado o nobre presi-
dent \ do conselho. A demora nao foi tanta
como expoz o nobra deputado, nem niior
do que ordinariamente cosiuma a haver.
No proposito de mostrar que o actual
minist rio nao teve urna organismo par-
Uintniar, aceosoa o nobre deputado do
mesrao fio a dissoloQo do gabinete an-
terior. Na opiniao do nobre deputado o
gab'nete anterior teve de retirar se por
causa nao declarada, a falta da confianza da
coia. Em contrario do asserto do nobre
deputado eslo s explcitas deelaracoes
dos honrados ex presidente do conselho no
senado e ex-mnis.ro do imperio nesta casa.
Senhores. not; td\ o modo como se apre-
cia o procedimento de homens a uem te-
mos acompanhado e estamos acostumados
a respeitar. A audida perda de coDflanca
:io podia dar-seseno pela divergencia de
opinio entre a cora e secs ministros, e
eolio nao posso cror qi e o honrado Sr.
visconde de Itaborahy e seus Ilustres col-
legas dexassem de declara-ia, e procuras-
seto myslilicar a opinio, substainlo por
outra a verdadeira causa da sua retirada,
sendo corto que em assampto lo gravo o
paiz deve ser bem informado. Nao se pode
attribuir a caracteres to nobres e e'evados
tal p.ocedimnio. que falseara, o systema
(ua nos rege.
" Se..boros, quando, como todos os dias
vemos, a oulros nao falta coragem para
externarem todos es seus pansararotos com
anus ampia liberdade, co ;a-1 ao
i o Sr. visconde de y e a
.llegas para esperara aquille
i de sua i igorosa obrigago ?
O actual ministerio, disse o nobre depu-
tado pelo Caar, foi de proposito organisa-
do para salisfazer ventado da cora acarea
de urna medida mportarjte, a que se refere
ao elemento servil.
Nao ha raio oara qual.Qcar-se de pes-
soal 'e exclusiva da cora a opinio manifes-
tada da necessidade -d-i providencias sobre
o elemento sorvil. Foi na 'alia do throao
de 1857 que pela primeira vez n govefno
enunoiou sua opinio a esle respeito, que
reprodnzio na de 1838. Os honrados mi-
niaros desse lempo exporam ao parlamen-
to em documento puramente ministerial
oain 3o alneia ? Se presiariam a ser instru-
mento da opinio que nao fosse a sua ?
Repelle esta supposirjo a nobreza do ca-
rcter desses honrados exmnislros, nossos
adversar! s polticos, mas respeiiaveys pilas
suas lozes e elevados sentimenlos. Isto nao
exclue que a corja tivesse a raesraa opioio
ao contrario moslra que a linha, pas que
de oulro modo n3o se daa o indispensavel
accordo de vistas enlre a cora e seus mi
nistros, do qual resulla a contianca. Essa
opinio nao pois, exclusiva da cora, }
direit) de suppir que os Mostrea ex-minis-[
iros s3m ao parlamento medidas
navam aprasentar.
deputado pelo Cear, cojos ta-
lentos slo conhecidos, alm de outras qaali-
dades qje tanto o recommendam, caasou-
ir6< profundo pezar annunciando que se
collocaria em oppjsc3o ao gabinete. S.
Exc. nao exhibios motivos qoe o levaram
a assim proceder; referndo-se, porm, ao
programma mioisleria!, no que to:a ao ele-
mento servil, vio no gabinete umi physionc-
raia fran;arasnt^ omancipidora.
J live occasiSo de mostrar que n3o ha
fundamento para serueiharile prevengo ;
nem a anlorisam as declarares d > ministe-
rio, que nao discordara, das de seus ante-
cessores, sobre a necessidade de resolver-
se esla queslo com prudencia e reflexo,
domlo que sejam respeiUdos todos os
justos intercsses. (Apoiad'w). Dmoisdefor
muladas as medidas que team de ser offe
cidas considerai;5o das cmaras que o
nobre depu ado podara quilitiear a pny-
siobomia do rninisterio : liada assim algu-
na divorgeucia do opinio que d'ahi rasul-
tasse creio que nao devia ser sulficiente para
o nobre diputado declarar se ero opposi?o
era nome do partido conservador.
Buranhon o nobre deputado que o illus-
tambem dos mioistros que a manifestaramera p.esidente. do conselho
(apoiados), e, para dizer toda a verdade,
do paiz. (Apoiados)
Vio o nobre diputado no -Cual ministe-
rio urna physionomia fr,incrm)ii'.t! emaoci-
padora. Em qoe flotes ssenla o no'ore
deputado sua assen-o ? O nislerio ac-
tual nao se manrfestou em to grave as-
surapto de modo diverso do ministerio a
FQLHETIIW
i VIH DlflIS DI MORTi
POR
Xavier de Montpin.
PlHTE TBRCI5IRA.
A C01ESS.\ E ttMfl
(Conlinoac3o do n. 233;
, III
Keapparece Julia Cbadoranl.
Na sala da hospedara das Armas
Franca eslavam quasi as mesmas
lem a honra de suceder. (Aporados.)
O nobre ex-rainis'.ro do impeno declaron
no senado, e no mesmo sentido exprimi
se o nobre ex-ministro dos negocir estran-
geiros, que no intervallo da sesso o go'er-
no procurara preparr-se com os estudos
necessarios para a soluto de to importan-
te queslo, alira de olTerecer coositjeraco
das cmaras no anno sepuinte (apoiaoV>s)as
med las que entendesse coovonrente a nsse
respeit >. (Apoiados). O nobre ex-presiden-
te do conselho, sempre que sobre este *-
suinpto fallou, tant > nesta casa, como no
senado, manfes-tou-sa tambero no mesmo
sentido.
O Sr Andra.dc Figueira iMas enlao *
soluto nao breve.
O Sr. Ministro da Justka :O nobre
deputado aecusa o gabinete de professar
opioio diversa d-a do seu antecessor, e ao
mesmo lempo considera-o adverso oppo-
sicao que existia nesta c sa.
O ministerio, pelas opinies qne at ago-
ra teera sido enunciadas quanto a esla
queslo, nao esl em desaccordo* nem core
os ministerios da outra opinio politica que
o antecederam, nem com o ministerio a que
succedeu.
O Srt. Andradc Ficueira -O nobre mi-
nistro da agricultura responde a Y. Exc
O Si*. Ministro *\ Justica :Desde que
foi aventada no parlamento esta quest3o
nunca o partido conservador pronuncion-se
contra ella...
O Su. Gomes de Castro :Nnguem de-
via pronunciar->e nesse sentido.
O Sr. Ministro ba Justica :... todas
as duvidas versam apenas quanto aosmeios
a modo porque deve ser re:olvida.
O Sr. Pereira da Sm.va :Essa a ver-
dadeira base.
O Sr. Ministro da Jstica : Lutando
entSo o paiz com urna guerra o diversos
embarazos, jolgou-so, e cora razo, que nao-
era occasio opportuna de tratar-se de ques-
lo de tanta gravidade (apoiados), princi-
palmente quando notinha do ser resolvida
imroediatamente, e nao estando ainda pre-
paradas as medidas que deviam ser sub-
mettidas assembla geral.
Hoje, porm, senhores, o ultimo da de
sesso deste anno, tratando da necessidade
da adopeo de medidas a este respeito, nao
est o ministerio actual Da mesma psito
em que achava-se aquelle a que teve a hon-
ra de succeder ? O que pretende elle ? Na
seguinto sesso prestar seu coocurso afim
de que o corpo legislativo resolva do modo
mais conveniente esta queslo : era o mes-
mo que estava deliberado a fazer o minis-
terio passado. *
O Sr. Correa :Isto exacto.
O Sr. Ministro da Justioa :Nao tinha
a cora e todos nos conhecimento de qne o
ministerio tratara desta queslo na sesso
seguate ? Sem duvida. Ninguem tem o
de
pessoas
do da em que os nossos leitores se digna-
ram de l nos acompanhar pela primeira
*ez isto., o preboste Dionisio Robustel, o
to Gailherme Cbadoranl, o digno estalaja-
deiro de cara alegre e grande barriga, e a
mesma Julia Chadorant, a loonnha de olbos
ternos. .
Alm d'estes, estavam tambera all os
qoatro soldados do marechalato, o criado
da casa, e alguns camponios, todos elles sa-
boreando a exaltando o famoso viobo de
Baune.
Gailherme, de barretinho de algodo na
cabega e a venta l branco cintura, insignias
classicas das suas funecoes de estalajadei-
ro, cqnservava ainda o semblante folgaso e
o abdomen volumoso.
As ragas que sulcavam a crestada cara
do preboste, pareciam mais pronunciadas e
profundas ; mas no mais n3o hava mudado
a soa pessoa.
S Julia apresentav ni pbysionomia e
na compostara urna mudanza to com-
pleta, que saaja difficil conhecela primei-
ra vista. ..
Continoav vordide i ser muito linda,
Bus por differente modo.
Quando a vinos ba um anno, as feces
ebeadas a qoaai infantis que tinha, fa-
xiam-a parecer mais non do que a rea-
s se referisse
ao elemento servil a reforma jodiciaria
nao bem fundado o reparo, porque S. Exc.
n^ excluio a adopeo de ou'ras medidas
i ra -orlantes que esl dependentes da dei-
berni;ao da assembl-a- geral, o entre as
piaes IVgnra a reformo eleitoral. Nao oc-
ca>io de analysar essas quests de pref -
rencia ; mas seria fcil mostrar que a refor-
ma das-res de 3 da dViembro e da guarda
nacional deve preceder a reforma eiertoral,
nao obstante sua imior importancia.
Fez reparo o no are disputado, ainda no
intento de- mostrar debito* na orfanisaijo
de actual rainisteri), qne deste rize-se parte
o nobre deputado pela provincia do Rio de
Janeiro, que oceupa a pasta dos negocios 1a
agricultura, ainda ha punco vencid) pela
maioria na qjieslo de gabinete apreseotada
pelo ministerio transacto. Esta divergen-
cia deu se em urna queslo que se pode
chamar puramente regimental, porqoanto
nem o ministerio manifest opinio con-
tra, ia s ideas da rommisso especial, nem
o nobre ministro da agr euitura oppoz-se
medida preferida enl3o pelo-gabinete.
Considero/ o nobre deputado urna ano-
mala a entrarla para o gabinete de ora mi-
nistro interinamente. Den se este facto por
circumstancias muito especiaos, e desde que
n3o se nega sua legalidade torna-se ociosa
qualquer discaeso.
Entreunto eonvm saber-se que o minis-
terio n3o procedeu, neste assumpto, sem
boa razao : assuroindo o poder quando est
concluida a guerra que o Brasil com tanta
honra sustentou. contra o estrangeiro, en-
tendeu conveniente chamar para ssu seiu
um general que tanto se tlestnguio nessa
lula gloriosa, e conhecedor das necessida-
desdn exercito; foi por isso- que deliberou
convidar para a pasta da guerra ao Sr. vis-
conde de Pelotas, que se aoha ausente.
vais urna observaba. Sr. presidente,
vou concluir.
Disse o nobre deputado pelo Cear que
na organisacao do ministerio proenron-se
excluir a opposico desta cas*. Nao era
possivel que se dsse seraelhante proposito,
porque o actual gabinete n5o coobece essa
opposirjio ; nem ella haveria mesmo quan-
to ao ministerio transacto, se este, continuas-
se, porque a divergencia que hoove foi so-
bre a opportuoidade do tratar-se da ques-
i3o do elemento servil; mas, tendo o nobre
ex-presidente do conselho e alguas de seus
dignos collegas declarado, que na sess3o do
antro que vem se resolvera essa questo,
hava dosapparecido o motivo da disi-
dencia.
O SR. PEREIU U>A SILVA (altenco) :
A sesso j vai muito achantada, a cma-
ra mostra cansado {n'\o, nao), demais eu
acho-me incommodado, coma prova visival-
raente tainha voz enrouqueeida, e por isso
nao gastarei muito lempo easa.
Se tivesse fallado antes do Sr. ministro
da justica, outro seria o terreno, em que
collocaria as miobas observaces. acompa-
nhando os nobres oradores, que me prece-
deram; depos, porm, do que disse S.
Exc, o campo da discusso est desloca-
do, outro, e nao eonvm mais voltar ao
que era.
Do que se trata va, senhores ? Do pro-
lidade era. Agora, pelo contrario, mostrava
cinco oa seis annos mais dos que tinha.
A cara emmagrecera; urna pallidez naca-
rada tinha substituido as rosadas cores das
faces ; debuxra-se um ci.culo azulado em
torno dos grandes olhos, to brilhantes e
risonhos n'outro tempo, e que por agora,
sob-o espesso veo das pestaas, quasi sem-
pre inc'inadas, s denunciavam a mais in-
curavel melancola.
Com as rosas das faces tiohara desapa-
recido tambero os vaporosos contornos da
cintura, e agora com o vestido da panno
grosso que chegva at ao ch3o, semelhava
urna u'essas figuras quasi immateriaes crea-
das pelo pincel de Giotto, de Cimabu, e
de outros pintores primitivos.
Julia tambera j nao tinoa no andar aquel-
la innocente garridice dos seus annos ju-
venis. Toda a vivacidade, e diremos quasi
toda a vitalidade desapparecera dos seus
movimentos, aos quaes, todava, dava um
attractivo irresislivel a sua propria languidez.
Era evidente que a mocinha andava con-
sumida por qualquer mal desconhecido, e
que ce encaminhava pun largos para
o sepulcro.
Guilberme Chadorant, excedente horaem
e bom pai quanto podia ser, adorava sua
filha nica ; mas acostumado a v-la cons-
tantemente, e nao sendo, por outro lado,
muito observador, n3o reparara em nada
d'isto, e de certo lhe causara a mais penosa
sorpreza quem lhe revelasse que a vida de
Julia estava por um flo.
Os nossos leitores nao de ter adevinhado
qual era o mal secreto que devorava a po-
bre menina : flnava-se de amor, de amor
ceg, ardente, infinito, sem esperanzas.
Desde a noute era que Julia, arriscando
seni hesitar a sua honra, favorecer a eva-
do marquez de Saint-Maixent, tinha
do urna vehemente paiso pelo preso
"salvara, paixo qoe por toda ella se
a torad incendio 'voraz, e que tudo
rando,
r, Jepois de ter inflammado a ca-
coraco, fez sentir os 9eus estra-
todo o organismo da pobre menina;
j pelas veias lhe nao corra sangue, corr
grararaa presentado ipsh verd pera illu-
tre Sr. presidenta do co/rseilh), no senado e
nesta casa. Oq n: comino i ,-tse program
mi ? A par ie palavras banaa que nada
dizera, ou proslam-se a coramenlos des-
agradaveis e diversos, como jostica, toleran-
cia, consciencia, honra, moderado, e deque
n3o devemo faizer cargo, apparecia o mi-
nisterio querendo s dnas epusas, reforma
urgente da questo do. elemento servil, e
reforma da lei judiciaria existente.
Nao annnncava assim nova politica. no-
vas tendencias, novo alvo, novo fim, diverso
do seu antecessor 1 Nao se destacava das
ideas, e do programma do partido conser-
vador, qne est de posse da sitoar;5o? IA
po lia-se tolerar que tendo deixado a gover-
nanga o ministerio de 15 ih juiho porques-
les n) polticas, mis particulares e inti-
mas a pessoaes entre os ministros, nao par-
lara mtarmeete. antes ebeio e repleto ih>
f.>rga que lliedaara as diws casas legislati-
vas, senado a cmara dos deputados, osen
successor nao losse o coutmndor da sua
politica, e tenlasse exigir o apoio das cama-
ras ?
Senhores, examinemos qna! era a posi-
pu, as tendencias, as deas do partido om-
sexvador. Subiodo ao poder em 10 de
julho de 1858. gastou immens tempo em
acabar cora a guerra do Paragoaf, e o c m-
segoio com honra ; gastou immi-Msn lempo
ern reorgan.isar as fluanca publicas desba-
ratadas, e o obtevo com gloria, apparecen-
di agora on;amento* em que a reeeita ex-
cede da despeza e a Ihesoiiro recusa rece-
ber diuhe:r.) dos particulares, os firwlos p-
blicos d 76 a 77 subiram a 90 e 91, o
cambiod- 14 e 15 a 7 o i. No emtanto
nao lhe caba s essa msso; careci res-
tabe'ecar e systema representativo, dando
verdadeira liberdade i eleico, que at aqu
s feic3'> do governo,- reformando a lei
tixistofUe, reformando igualmente as leis de
3 de dzembro, do reerntemento e da piar-
da nacional, que offereciam elementos ao
arbitrio, alim de concorrerem a falsificar e
violentar a Imerdade eleiloral. Compria ao
partido conservador effectoar e realisar as
verdaderas ideas de liberdade, sem as
quaes nopassa de fieco eolre nos o rgi-
men representativo. A rebrma do recru-
tamento subi para o senario na sesso pas-
sada; a reforma judicama raandarao-la
gialroente ha dias ; cumprsa-nos, pois, na
ordera politica tratar da reforma eleiloral e
da guarda nacional, que militarisou o paii,
curvando todoe os cidad(. a um ficticio
servigo. militar,, que os arranca dos deveres
do coramerciordostrabalhos da agricultura,
dos progressos da industria, do desenNol-
vimento das artes, e que -onns que nao
pode continuar.
Entretanto o programma s fallava na re-
forma, judiciaria, e anda ahi-nem um pen-
s monto serio do governo sobre a que re-
mellemos para, o sen ido ; acceita-a o go-
verno tal qualv quando ella,, separando a
polica do judiciario, alargmdo- as flaneas,
garantndo as possoas contra prises arbi-
trarias, nao traa todava das garantas dos
magistrados, nao reorganisa a adminstra-
go judiciaria, nao d s provincias maior
numero de tribunaes de rela^es para des-
centralisago administrativa f
B. na ordem econmica e administrativa,
nao entram igualmente no programma do
partido conservador questes do mais alto
e urgente interesse ? Desceniralisar o paiz,
reorganisando a administracSo municipal,
sobre queja temos um projecto passado em
duas discusses ; reformar a lei de 1860,
que manietou a liberdade ele associages,
que matou o espirito das companhias e so-
ciedades, qpe extingui o chreilo de inicia-
tiva commercial e industrial que tornou o
governo totor dos interesses mais pequeos
dos cidadalos no que di? respeito aos seus
negocios mercantis ? E explicar e interpre-
tar as duvidas levantadas entre as assem-
blas provinciaes a geral sobre a intelli
gencia de alguns artigos do acto addicional
constitoigo, acerca do que temos j ex-
cellente parecer de commisses da casa ?
Pois neahuraa dessas questes achavao
ministerio digna de ser minnciada. de entrar
mesmo no seu programma. de ficar j com
binada quanto sua soluco, antes que esta
se d-, e possara apparecer divergencias no
gabinete ? Nao dova ser tudo tratado de
modo a que os ministros de accordo saibam
o que querem c para onde lo ? E s< for-
mar um gabinete, reunir gente, e aiude de-
pos a Providencia, combinando-os, quando
sorjam as lulas de opinies ?
o corpo e o espirito ao mesmo tempo, ia
minando a rapariga lentamente, esgolando
n'ella as proprias fonles da vida e fazendo
succeder noutes de insomnia aos dias sem
socego.
Se Julia conservava ainda forcas para se
mover, era isso devido certamente exci-
tic3o nervosa qne lhe dava alent.
E depois, a rapariga bem sabia o estado
em que estava; mas a sua morte prxima,
que ella j previa, nenhum pezar Ibe caa-
sava.
Para que havia de viver assim, long^. do
seu dolo, longe de quem ella apreciaba
mais qoe o mundo inteiro ?
Elle jurou que voltaria, repeta a aao-
cinha incessantemenle. Ab 1 se eu podesse
ve-lo mais urna vez, ouvir-lbe a voz, aper-
tar-lbe a mo, ao menos um minuto que
fos-e !... V-lo I... oovi-lo l... a,h I 6
um sonbo que nunca ebegar a realisar se I
Lembrar-se-ha porventura de qne eu existo,
elle, o marquez de Saint-Maixent, o tidal
go nobre e orgulhoso ? De tudo se es-
qaeceo... sim, de tudo... at do nome
da qoe vai morrer por te-lo amado.
Julia entrn muito devarinho na sala
terrea da etalagem, mal podendo ter-se
em p, e semelhando urna sombra ou urna
vis3o. Qoando ella passou o humbral da
porta, dizia Guilberme Chadorant ao pre-
boste :
J se eaqueceu, o compradre Dionisio,
d'aquella famosa noute em que tomou tantas
precaaces e poz tantas sentinellas, e aflnal
de contas nao pode impedir que o pre&o
fogisse, sem que saibamos ainda como lo-
grou faze-lo? Que sarrabulho que foi
n'esta casa t Lembra-se ?
Ora I Se lerabro I redargoio o pre-
boste com voz sombra, deixando sobre a
mesa o copo que ia levar aos labios. Ah I
(embrome at de mais t Ha cousas de
que urna pessoa nunca se esquec. E. de
mais, accrescentou elle ruderaente, se eu
precisasse de refrescar a memoria, te5lo-hia
conseguido boje, perqu nao ba ainda duas
horas que encontrei o infame assassino que
me desbonrou ao fugir-me de entre as
mos.
fogo, ama febre continua, febre que aUcavaj Encontrn o marquez de Saint-Mai-
xent I bradon Guilberme profundamente
assombrado.
Tal qual, d'aqui poncas leguas^.,
no bosque de Ebreuil.
E n3o o prendeu ?
O' to Guilherme Pois anda lo mal
informado qoe nem se quer sabe o que se
passa ? exclamou o preboste dando aos
hombros. Nao sabe que por ordem do re
est o marquez de Saint-Maixent to livre
como o passaro no ar, e que pode, se
muito bem quizer, desatar a gargajhada
mesmo as barbas da Justica e dos soldados
do marechalato ? Sua Magestade, por meio
de cartas patentes, declarou-o puro de toda
a mancha, e t3o homem de bem como o
senhor e eu somos.
Ah t___E pode ser hornera de bem,
l isso pode, volveu o to Guilherme ; quasi
quasi me inilino a acreditar isso ; urna vez
que tal a opinio do rei, do nosso muito
amado monarcha. NSo possivel que (
rei se engae, como fiel vassallo o digo
de maneira que, viva o rei t
Dionisio Robustel deu na mesa um va
ente murro, to valenle que os copos ba-
leram uns nos outros, entornando boa par-
te do vinbo.
Vamos I vamos I varaos l bradou lo-
go n'ora tora em que se misturavam o des-
preio e a ira. Faz-rae compaix3o oovi-lo,
lio Guilherme I... E' possivel que um
homem da sua idade diga o que acaba de
dizer, com mais irreflexSo que um pa-
lerma ?
E o irritivel preboste, desenvolvendo
outra vez o seu tem costumado, princpion
a enumerarlo de todos os crimes commet
tidos pelo marquez de Saint-Maixent, o
menor dos quaes em boa justica mereca a
forca.
E' escusado repetimos as suas declara-
coes, e passemos a fallar de Julia.
Ouvindo pronunciar do repente o nome
de Saint-Maixent, esse nome que nunca lhe
sabia da mente, teve a moca amasensa-
go parecida com a que resolta de urna
commogo elctrica, tanto mais forte quan-
to mais a affectava all pelos arredores e de
que fra encontrado peto preboste i pouc?
leguas, de S, Jadas.
Havia, porm, a no vida le do elemento
servil arvorado no programas. Mi iMa
a ni, taas vezas falln o Sr. presido** do
conselho no senado e aqu, e Beai dase
ainda te accaitava o projeclo da
especial, de qoe foi relator o Sr.
da" agricullora, on* se quena mais deseavol-
vraento as suas bases, oo se adptate as
poocas providencias que por ora enleodia
o ministerio deeahido bastavam para a i-
tuaco.
Mas o Sr. ministro da justica eortoo to-
das estas duvdas. dizendo que s-ahiodo le-
dos os ministro ero campo conservador.
tendo todos-apoiado em indo o ministerio
passado, era o actual gabinete contmoador
do 1G de julho, e adopta va todas as soas
ideas e pmjectos, identfkando-se com o
partido conservador de modo a ser por elle
apoiado como o fra o seo anteceseor. Ac-
ci eacentou at S. Exc. qne a respeit do
proprio elemento ser-, nada tinham ainda
combinado os novos ministros e o queqne-
riarn dizer coro essa palavra no programma
era qne iam eslodar a rroeatao e preparar
as providencias em que cencertassem, se-
guindoem ludo oa passos do ministerio
pasaadov conforme eloqnenlemente os e-
plicra no senado o- ex-ministro dos neg
cio< estrangeiros.
A vista de t > espli-itas dedaraces o
que a camera compra fazer ? Nfera se lem-
brar mais o programma ministerial, deixa-
lo de prlc, nao tentar mais adevinuar-lbe o
sentido, ou pedir explicagOes aos novos mi-
nistros ; t-lo como nrrtil, e acceitando de
preferencia as deciaragees do Sr, ministro
da justiga, esperar os actos do governo e
fazjr-lhe Justina, dando-ihe o apoio, logo
que ellas combinen com* as promessas de
S. Exc.
Cora isto nao quero dizer qne nie possa
iiavor diss^niimenlos no modo de apreciar
urna ou outra rjuesto, oo parles e detalbes
de um assumpto ; nao. Bu mesmo lenho-
rae sempre reservado em direito e liberdade,
a cominrrarei a pratica-lo. En mesmo ae-
parei-me em varias questes dos ministros
que daixaram o poder.
Mas- ri que quero harmona as vistas
gerae; concert na escolha dos objectos
de necessidade publica, accordo em promo-
ver as reformas de que falle?, e que o paiz
exige imperiosamente ; reformas polticas e
econmicas e administrativas; combinacSo
ern desenvolver os progressos materia**,
estradas de ferro, e outros trabalhos pbli-
cos para que a riqueza individual, e a agri-
cultura e industria prosperem e rrescam ;
unio em se cuidar na inlroduacJo de bra-
gos para o trabalho,. de colonos que aug-
menten a populago-livre e branca, votan-
do o casamento civil, idnticos direito aos
caiholicos e protestantes ; desejps serios,
erafira, de deixar iniciativa particular li-
berdade para que 33 espalhe e pos*a pro-
duzir fructos vantajosos que so-ella gera e
desenvolve.
Sia o novo ministerio das tradieges da
rolina ; nao se contente com o- expediente
dos negocios. N3o ser ministro ocenpar
s as pastas, e decidir as questes que Ibe
s3o affectas. Alargue suas vistas, provo-
que por si melhoramenlos, lembre prociden-
cias, orne p3ra o futuro ; trabalbe, trabalbe.
Assim que se moralsam e se- babilitam
os que sao chamados ao poder, assim que
ganham nome no paiz. Pela miaba parte
eslou disposto a aguardar seus actos, a
acompanhar-lhe os passos e apoia-lo sempre
que elle o merega por seos servicos. (Moifo
bem).
OSR, TEIXEIRA. JNIOR (ministro da
agricultura. Attencio):Sr. presidente,
chamado a discusso por dous Ilustres
roembros desta casa, cuja amisade preso,
nao posso deixar de intervir no presente de-
bate, nao s para dar mais urna prova de
considerago aos aaeus illusi.ados amigos
os nobres deputados pelo 4o d stricto da mi-
nha provincia e pelo i" da p^-ovincia do
Cear, como tacabem para deierminar a mi-
nba posico.'
J estando, porm, respondida a parte
principal dos discursos a que me retiro,
quer pelo Ilustrado presidente do conseibo,
quer pelo Ilustrado ministro da justiga, eu
nao incorrerei-em urna reoetgo intil, pre-
tendendo esclarecer aquillo que perfeita-
mente foi explicado pelos meas nobres col-
legas. Resiingir-me-hei, portanlo, ao qoe
se disse era relago minha presenta no
gabinete actual.
(Continaar-M-he).
O abalo foi muito rude e muito subitneo
para urna alma sobre-excitada e um corpo
debilitado.
Julia soltou nm fraco gemido, poz ambas
as mos sobre o corago, cujas palsagoes
impetuosas a sofiocavam, e quasi sem sen-
tidos, deixou-se cahir sobra urna cadeira.
Ninguem reparou no que se passava.
A pobre menina volveu em si ao cabo de
alguns minutos e prestou onvido attento.
Dionisio Robustel esbravejava com toda
a energa da sua iodigoacSo contra o mar-
quez, 4 quem chamava o mais vil dos ho-
mens, o maior infame de todo o mundo, e
o mais baixo criminoso.
Julia ergueu-se para o interromper, e
descerron os labios para gritar:
Clese 1... Cale-se !... mente !
As suas arcusages sao calumniosas O
homem que ea amo innocente I
Conteve-a, porm, o escndalo que d'ahi
poderia vir. Repeta baixraho l com os
seus botesqne era urna cobarda nao pro-
testar em nome do atacado e qoe de certo
justificara com urna s palavra.
Mas ppr mais que se indignava no seo
interior, procorando por assim dizer fir-
mar-se e cobrar animo, os seas impetos de
mulher namorada nao se poderam sobre-
per timidez de rapariga, e flcou silenciosa
deixando cahir dos olhos nanitas lagrimas
de raiva e de vergonha.
Sabio da sala terrea para nao ouvir mais
aquella voz odirsa qoe insultava o seo dolo,
e foi metter se no seu quarto.
Urna vez s, e depois de dar rdua sota
aos impetuosos sentiraentos que a agitavam,
se entregou Julia completamente alegra
que lhe dava a noticia da presenga do mar-
quez n'aquelles sitios.
A mocinha nao duvdou nem um ins-
tante.
Saint-Maixent promettera voltar, e um
fidslgo sempre alheio ao perjario. Por
conseguinte voltava, e voltava para ella I
la v-lo I n5o a linha esqoecido !
Se tardara tanto tempo em t umprr a
palavra empenhada, seria de cert > porque
ao cumprimento do sea inquebran.avel pro-
posito se haviam. opposto grande obsta-
cotos.
Nao teria recebido taivez at eotao a ab
solvigao regia que lhe restitua a liberdade
das suas aeges. Mas agora, apenas livre,
coma attrahido pelo corago aquella casa
humilde onde outro corago o chamava
desde tanto tempo, e quera sabe se essa
syrapatbia nao era um amor nascente 1
Bem se ha de avahar quanto abalo pro-
duziria aquelle furaco de ideas qoe se sac-
cudiam no cerebro sobre excitado da pobre
moga.
Durante urna hora e&teve quasi deuda ;
mas atinal serenou e cobrando a garridice
femenina es seus direitos, e substtuindo o
jubilo Ilimitado ao mais profundo pezar,
disse entre si que S; im-Maixent podia ebe-
gar de um instante para o outro e que era
preciso mostrar-se formosa.
Havia mezes inleiros que Julia, anniqoil-
lada de corpo e de espirito, nao ae mirava
no espelbo suspenso n'uma das paredes do
sen quarto, oo pelo menos mira va-se com
indfferenga, e per assim diaer sem mes-
mo ver.
Approximoa-se vivamente d'aqoeile ase-
desto espelbo tanto meado coosaudo
n'outros lempos, e espantou-se muito de-
veras quando notoo a prodigiosa traosor-
mago operada na sua pessoa.
Que fra feito das suas mrbidas e ro-
chunchudas faces 1 Onde eslava a ro-
sada cutis, onde o sorriso dos labios ?
Santo Deas I balbucioa a mocinha
entre solugos e deixandose cahir sen for-
gas n'uma cadeira, escondendo ao *"<>
tempo a cara entre as mos. Santo Deu !
N3o sou eu I Eovelbeci I Eatou feta !
J me n3o amar l
A idea de que lhe poder'-m mcbar os
olhos, seccou repentinamente as lagrimas.
Lavou a cara com agua fra, e diese
pa" De que serve chorar ? Elle de esto
adevrahar que se esloo modada, 4 por
ler padecido por causa d'elle... e taivez
me perdoe...
(Coniiiiiieivae-*a)..
YP. DO 0ai0-:KUA Ou btJQDl MI GXUs
.
HE


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