Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12236


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Full Text
HIHHBH^HHB
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I
ANNO XLVI. NUMERO 232
,
. PAJA i CJITAL E U6ABK OIDB MAO SE FAfiA POHTL
W tres mezes adiaolados..................
JtVt seis ditos dem...................
'or um anQo idom............!...."!...
Cada atunero avulso. ....... ,'r .
ooo
124OO0
244000
aso
QUINTA FEIRA 13 DE OUTUBRO DE 1870
i
PABA DEITBO E OEA DA PB07IJCIA.
Por tres mezes adiantados.................
Por m dito idem................... .
Por nove ditos idem...................
Por om anoo idem...............
81750
i3#aoo
sonso
7#000

Fropredade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
AO ACEMTEM:
Cs Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves A Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Jos de OliTeira, no Ceari ; Antonio de Leos Braga, no Aricar/ ; JoJo Mari Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marones da Suva, no Natal; Jos Jaste*
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Bolarmino dos Santos Bulcao, em Santo Anfo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, era Alagoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparmbo no Bio de Janeiro.
EXTERIOR.
qnesto oriental,' para Chilty, Kent e oatros
BtEXOS-ATRES 2i DE SETKMBRO DE 1870.
Para na nadar contra a correrle, principia-
rei com as cousas da Europa, que al hoje pare-
cen mais argentinas, que qoatqaer queslo do
Entre Rio*, do esado de sitio ou de inlervcnco
no Estad i Oriental.
Com effeito, desde a cbegada das noticias rui-
dosas do tlieairo da guerra franco-prussiana, uraa
verdadeira ftbre se tem apoderado deste puvo, de
toda as ckfSM da sociedad,}, de legislatura, do
clero e sa impronsa.
Com sua indole_ de exagerar ludo, coragem e
desalent, dedicaco e egosmo, todos se tem lan-
zado ao terreno ardente e mesmo inconveniente
da< sympathias e antipathias, em urna lula entre
doue pov i igualmente representados aqui no ban-
quete do (rabalh), na trela do desenvolviraeolo
miaUeelual, comraercial c industrial desto paiz.
Xas ras, na* praea, as igrejas, nos thealros,
as cmaras, na Bolsa, nao se ralla de outra con-
sa que da batalhas de Forbach, Woerdt, Meiz e
do sitio priv.ivi.-i j.; Pars, e quando digo que se
talle, devo aceresceatar que com a niesma ve-
i 'mencia ou mesmo com mats ardor, mais pai-
xo. que se ?e iratasse de urna grande batalha
em Entre los, batalha que livrasse o paiz do ca-
en qm o est devorando.
Os jornaes teem desenvolvido nma actividade
febril, vap;res expressamente fretados, vo bus-
car a Montevideo as mil noticias diversas com que
se enchem as columnas dos joroaes a nao poder
mais.
A lodo o momento numerosos fugeles annun-
ciaui milbares de bolelins, os mais contradicto-
rios, mu: exagorados em colorido, segundo os jor-
lues de-ndera esta ou apella causa, a as defen-
ilem Como se fos.-em propras.
A Tribuna tem feitu e*forcos sobrehumanos pa-
ra pintar as victorias franeezas, para enterrar to-
do? os prussiauo* nos campos da Franca, desde o
rei Guilherme at o ultimo tambor E acompa-
li .da em sua taref.i pelo Nacional, que depois de
sua trans, rinacao em diario legivel, anda natu
ramente em b'isca de elementos capazes de ga-
rantir-lhe a vida.
Em qnanlo ao resto dos jornaes, com exeepeo
do Conrrier de La Plata, que naturalmente est
no asa direito de destruir completamente todos
os exercitos allemes, os outroi jiroaes da trra
sao niui m derados na preferencia que do cau-
sa alemj.
Mas nao creia que nestas poueas linhas, quero
(zar propaganda, qae de certo nao estara no
seu logar ; quero apenas fazer notar, como as
uuestdes que directamente ntaressam repblica
Argentina, sao consideradas exaetameute como se
na i existissem, apezar da importancia quo f
Ihes ,i"isti; sao de (al maneira abandonadas, que
hontem um jornal,despertando ara pouco desta
f"bre franco-prussiana, exclamon com toda a ra-
li' nuidade :
t Por Deus I Lembremo-nos nmjpoueo que so-
mes argentinas, e que nos nossos campos tambem
se derrama sangue, e sangue argentino .'
Vamos, pois, nos lambin a oste sangue, an-
da que apenas vallia a pena, vista do pouco ou
ti nhum recurso que por elle se obtem.
He Eolre-Bios averno* de contentar-nos, com
;i uoticia de que os exercitos nacionaes iam a
operar a sua jun:cao, e que Luengo, com um res-
to de 70 homens, linha repassado ao entre Ros,
de volta da sua malhgra.ta expedicao a Santa-
K.\
Kmquanto juneciio dos exercitos, ser mais
ama garanta para que a guerra se prolongue um
pouco, devida pessima organisacao destes exer-
. que se movera com centenares de carretas,
em que arrostra todas as c ommodi lades da vida.
O generaos argentinos, se de um lado esli dts-
postea a derramar o sangne necessaro pira eo
i r oa louros da victoria, do outro lado querem
contera beber bom, dormir mellior, a nao descui-
dar os vicios, em tima especie de sibaritismo, que
ireiuoa a Lope .Jordn todas as occasiSes
que qn>r, de escapa-para onde quer, e de can
.-..,- as tropas ateraMes por marchas e eontra-
marchas a passo de boi. Bem montado, em equl-
ai neoliuma. o caudilho se transporta rapida-
ment; di; um ponto a ontro. evitando qtialquer
encontr decisivo, e achando entretanto intelligen-
<-ias em ontra provincia, que anda podera fazer
-.'rias complicacoes se este estado de cousas du-
rar.
E qne ha de durar, ah et a prova, que boje
ninguom sabe onde se acha Lpez Jordaa ; de ma-
neira que os exercitos nacionaes reunidos teem
que perseguir nma verladeira sombra. Lograro
:.i anca-Ios com seus bois ?
K. comludo, apez.ir desia Jpessima situagao.o
Sr. r.iinsitro da guerra, de volta de sua vijgem a
Tatre Ros, veio (ao cheio de contentamentq e de
esperanc.as do que tinha feito para organisacao
il i> exercitos, que pmlou na cmara dos senado-
res tai quadro fagueiro, que o senado por unani-
dad volcu contra a formacao do exercito de re-
serva, decretada pela cmara dos depulados, dei-
xando em p a le da declaracao de estado de si-
tio em Santa F e Corrientes.
Ho do lembrar-se que a creago deste exercito
de reserva foi arrancada a cmara dos depulados
pelo quadro tugro que o Sr. ministro de estran-
giros, subsliluindo o ministro da guerra ausen-
te, tracou da situaco, corroborado pela declara-
ban do ministro do interior, que um primeiro revez
. -iprometteria tudo.
Agora, a contradicijlo do ministro da guerra,
ao mas se pode explicar pela completa falta de
unidade na accao do gabinete, porque os peque-
nos encontros parciaes em que apenas guerrilba^
de Lpez Jordn forana batidas, nao servem para
;u-iilicar este enlhusiasmo repentino, esta con-
ri.inca completa depois de um abatimento man-
.-lo.
Se boje sobreviesse um revez para ai armas na-
cionaes, nma complicaao as outras provincias,
o governo se aeharia oa situaco mais precaria,
porque urna le repellida por unammidade nao
pode reapparecer em diseussoo no mesmo anna.
A -i lado deste triumpho do Sr. ministro da guer-
ra apparece um oulro : a cmara dos depulados
o absolved da aecusaco de Carlos Paz pela pri-
so de sea irmio Ezeqniel, redactor da Reforma
do Rosario, S. Exe. lancou toda a culpa ao mi-
n.saro Irtoedo de Sanu F ; se ter per-
doado aos seas colleg, dos quaes ningaem to-
mn a defesa no momento da aceusacao, ou se
quiz vingar-se um pouco, desfazendo o trabalho
do Sr. Dr. Tejedor na qnesio do exercito de re-
serva, sao questes eooerUs com o misterio das
repartieres mioistsriaes que nao posso aclarar.
Em compensacao destes dmu triumphof do Sr.
de Gaiuza, o Sr. ministro do interior aoflreu urna
derrota a queno do banco Nacional, queslo
rvyn pootot pracariita j anteriormente refer, e
que mowram a eamara a adiar a discossio para
o anoo que vem. i
Calvez ja o proeura-me depois de amanhaa
ie Furtado Coefco. Peto meaos & Exe. parece
te-to compreheadido assim, porque a naci de bo-
je refere qae qaaado o mandaram chamar para
asststir discoaaio responden : J Ihes disse
que nao quero ir. Nio vou. Facamo que qoerem
estea....
Qaem cpaaeee S. Ec. o Sr. Dr. Flix Sara-
tieM, na tara amito trabalho em erer esta ver-
sao.
DeouiroWo.o Sr. ointoro de enrangeiros
a quem
nao tem silo mais feliz-na
cuio diluclJacSo tiiina vindo i) coramissionado Dr.
Ellouri, de Montevideo.
Transerevo primeiro os dons docnmenloe que
virara a lu oeste assumpto, e chamo a atiendo
principalmente sobe a respoila do Dr. Tejedor,
que nao brilha nem pelo estylo, nem pelos con-
cetos nella vertidos.
A nota do Sr. Ellouri era concebida como se-
gu :
Buenos-Ayres, setembro 17 de 1870.A S.
Exe. o Sr. ministro de relarSos exteriores, Dr. a-
Carlos Tejedor.Depois de receber instruccoe*
terminantes do meu governo para dirigir me a V.
Exe. sobre os assumpios que teem sido motivo de
muias conferencias, tenho a honra de consignar
tiesta nott quaes sao as medidas quemen gover-
no solicita d" argentino, em cumprimento de seus
deveres de neutrahdade na guerra interna que
alDigea repblica Oriental.
San notorios os trabalhos que se executam no
territorio argentino e especialmenie nesta cidaJe,
por activos agentes d)s revolucionarios, que teem
convulsionado aquella e oo duvidoso o direito
qu9 Ihe assista de reclamar medidas que estenli-
sera es-es irabalhos.
i Frustra-los em sou principio, tirando seus
perpetradores do theatro em que e*to operando,
o primeiro objecto que dave ter-se em vista, e
o segundo fazer a polica dos Ros da Prata e Uro-
guay, para impedir que cheguem s costas orien-
laes as expedicoes e auxilios preparados em ter-
ritorio argentino, com destino aos revolucionarios
que possam escapar vigilancia preventiva que se
exerija.
Meu governo, Sr. ministro, se acha disposto a
impr-se seriamente o cumprimento de deveres
anlogos, respeiio Repblica Argen'.ina, e a este
respeilo posso annunciar a V. Exe. que receber
em breve ofiicio delle.
Rntrelanio, sendo urgente proceder a impedir
que os trabalhos desta cidade tenham xito neste
momento, em que os revolucionarios oceupam par-
le do littoral, prximo a capital da Repblica
Oriental, solicito formalmente do governo de V.
Exe, segundo combinamos em nossas conferen-
cias queira ordenar a inmediata internaco dos
individuos cujos nomes se expressam na relacao
adjunta, a respeilo dos quaes essa medida est
mais que autorisada, por sua conducta notoria-
mente contraria abstencao que lhes impe a
hopitalidade que recebem.
Protesto meus respeitos a V. Exe.
Deus guarde, etc./oj E. El/aun.
t Ministerio das relacoes exteriores. Buenos-
Ayres, 19 de setembro de 1870.
Foi-me entregue no sabbado 17 do correte
pelo disuado general eonllJencul Dr. Elteuri, nma
nota pela qual, invocando o? deveres da neutrali-
dade na guerra internacional, que afllige a Rep-
blica Oriental, solieilava em norae de sen gover-
no a internacap de vmle e duas pesadas, e urna po-
lica attva une rios da Prata a IJragaay.
t Apresentada essa uela ultima hora, m men-
t antes de regressar o Sr. agente, me fei furioso
iimitar-me a aceusar a recepcao, de accordo com
seus desejos, verbal mente manifestados.
Cumpro agora o dever'de umaresposta mais
extensa, com o intereese de flxar bem o objecto
das conferencias que precederam, os principios
que nellas suslentou o governo argentino, e as re-
gras a que sujeitar o cumprimento de seus de
veres de dteutro.
Ligados os dous povos em oulro lempo por
urna nacionslidade commum, separados apenas
por eslreitos nos, sempre os partidos de ambos os
paizes lm lido entre si estreilos vineulos, que a
lembranca de lulas anteriores em que participa-
ran) contribuio para fortificar ; e por muio (em-
po nao (em havido revoluco possivel n'um ou
n'outro que nao affecte mais ou menos a paz do
vizinho, promovendo a discnsso e excitando pai-
x5e9 como se fossem assumptoH propro?.
Urna poltica sabia, a poltica ao menos qne o
governo argentino ter por norma de conducta
uestes negaems, consistir em propender para o
rompimento dessa allanca na guerra civil que os
feitos e a historia eslabeleceram, com graves dai-
nos do desonvolvimenlo progressivo de cada rep-
blica ; porm emquanio esse trabalho se nao fl-
zer pelos esforcm e combinaco?3 dos homens de
estado, os novos feitos que se verifiquen!, lm de
considerar-se debaixo desa dupla face.
Se deve ser sagrado entre ambos os paizes
cmiprir rigorosamente as obrigagSes da neutra-
hdade, deve se-lo igualmente recusar todo o corr.-
promisso da allanca, e anda toda a eomhinaco
capaz de eslender a< resolucoes internas de urna
e ontra margem, uniodo-se para combater jnntos
debaixo da pressao de cirenmstancias criticas, o
comprometiendo as vernos que elles mesmos nao o tm, nem pela
constituicao, nem pela pratica.
Cumprindo esses deveres de neutralidade, o
governo argentino reconhece <|ue nem suas cida-
des nem a costa de seu (erritorio podem ser o lu-
gar em que os inimigos do governo oriental ac-
cumulem homens e elementos de guerra para in-
vadirem sua pairia, ajudar invasores anteriores ;
porm nao pode ver com igual raprovaeo, que os
Orientaes aqui residentes se reunam e se oceu-
pem de poltica, manifestando por palavras ou pe-
la impenda suas sympalhias.
A primetra manifestacao sor reprimida por
todos os meios ao s>u alcance como o tem sido
at aqui, outorgando-se anda a nlimaco dessas
pessdas, porm, a segnnda ser respailada como o
nos cidados argentinos inimigos da actualidade,
que podem reunir-se, fallar e oscrever livremente
contra o governo.
A neutralidade nao obriga, nem pode obrigar
a violar a liberdade do pensamenlo em nome de
inleresses estrangeiros, quinlo ella acatada
apezar de por em perigo muius vezes os inleres-
ses proprios.
c A neutralidade nao obriga, nem pode obrigar
a abrir as prisoes ou mostrar o caminbo da emi-
gracao aos mesmos que honiom apenas, j em p
a revoluco, foram presos pelo governo oriental,
que por seu proprio consent nenio os deixou pas-
sar a esta margem em vea de conserva-los presos
ou aflista-los ;e com effeito eram pessoas peri-
gosas.
A neutralidade, emfim nao obriga, nem pode
obrigar a levantar esquadras e collocar verdadei-
ros exercitos de observacao, para impedir que de
costas tan extensas nao se escape alguraa vez um
hornera oa am elemento de guerra.
a Taes sio, Sr. ministro, os principios qae o go-
verno argentino professa a este respeito, e ao?
quaes ajustar sea procedimeoto nio so sobre a
lista de internados qne Ihe foi apresentada, se nao
tambem sobre a polica fia vis I, em commum, que
em sua nota se limita a insinuar o Sr. agente, an-
nunciando-me ofBeios directos desse governo.
Sade a V. Exe. com toda a consideracao
Carlos Tejedor.Ao Exm. Sr. ministro de reta-
rdes exteriores da Repblica Oriental do Uru-
guay.
A NaQao, com seu estylo fri e incisivo co-
mo um escapello, acompanha a resposto do mi1
nistro de estrangeiros de commentarios que dei-
xam estabelecida a especie de precipitacao com
que se tem procedido a resolver esta questo de
tanto peso para as duas nacflea.
Princlpiou S. Exe. o Sr. ministro por commet-
ter um erro de palavras da ultima gravidade. E
em lugar de fallar de abttem-ao empregon a pala-
vr dZneutralfdade.
, Mas, na daflpjciQ dq Andre? Bello, Watel,
ly, Kent e oalros a neutralidade significa o
ssguinte :
a Povos neutros n'uma guerra sao aqaelles qne
nao toraam parle nella, permanecendo amigos
communs de ambo) os beiligerantet, e nao favo-
recendo um com prejaize do outro. >
Neste sentido o Sr. D. Tejedor declara o seu go-
verno amigo commum tanto das autoridades cons
tlluintesldo Estado Oriental, como de Aparicio, Me
dina e Basiarrica, cojos dous ultimo* sahiram das
filas de Lpez Jordam. Adruca declara beligeran-
tes os invasores, collooando-os altura de urna
lula justa com o governo legal. Em seguida se p5e
no caso de negar igualmente ao governo oriental
o direito de munir-se de armas e municoes no ter-
ritorio argentino, porque a neutralidade consiste
em na proteger um em prejuizo do outro.
Se concedo que tudo isto rwo foi o fundo da
nota de S. Exe, pelo menos nao se pode negar
que a forma, e em poltica um erro pesa mais
que um delicio.
Queira Deus que S. Exe. nao tenha que recon-
siderar a sua nota, o que qnalqner revez do go-
verno oriental poderia mnito bem occaiionar.
S. Exe. o Sr. ministro da fazenda, continuando
doente, o Standard falla do Sr. Riesira para subs-
ltoi-lo no gabinete.
As complicacoes europeas, compromettend a
reasacao do emprestimo dos trinta milhdes de
pataco js decretados, o Sr. presidente Sarmiento se
dirigi ao congresso para que este autorise o seu
governo a contrahir cem o banco da provincia um
emprestimo snpplemenlar de dous milhdes de pa-
taches, para altenJer s exigencias da guerra.
Xa administracao da provincia de Buenos-Ay-
res deu-se um facto de grande transcendencia e de
inconlestavel iocoostitucionalidade.
Chavarria, que tinha assa'sinado alevosamente
sua mnlher.de dia claro, n'uma ra muio con-
corrida, ferrado, alm disto, sua lilha, foi condem-
nado a mor te.
A vista do horrivel crime, o governo confirmou
a sentenca, apezar de urna peticio de mnitos se-
nhores que pediam a commutacao da pena. O reo
foi levado ao oratorio para ser fuzilado no dia se-
guirte.
Alguns jornaes clamaram-contra este espect-
culo horrivel, e promovern) urna rennio popu-
lar, que foi encabezada por D. Hctor Varella, o
orador nato de todas as reunidos populares. Re-
solveu-se peticionar em massa ao goverhador pa-
ra livrar Buenos-Ayres da ignominia de um cada
falso. O povo todo se transporlou reparticao do
governo, e o governador, exhortado em nome da
humanidade, perdona.
Depois disto fez se ao r) uraa especie de ova-
Cao, indo busca lo capel la de S. Juan, e levan-
do-o a cadeia com tambores e acompanharaento
de povo, desfazendo assim pelo burlesco o gran-
dioso do acto. Nao pode admirar ito sabendo-se
que Hctor Varella eslava meando no negocio:
mis deve estrantiar -se que o governador, qae nao
tinhi attendidn pelillo das senhoras qne \i li-
nha infligido ao reo o supplicio de dez horas de
oratorio cedesse a ama intervencao tumultuosa,
e perloasse inconstitacionalmente, porque nma lei
nega o direito de perdo em caso de assassinalo
aleivoso.
Salvou-se nma vida, muito bem. Ninguom o
applanda man que eu, que durante vinte annos
de trabalhos litlerarios : mais de urna vez levan-
tei rainha dbil voz contra o assassinalo ofltcial.
Mas peecaram na (rma, e estabelecerara pre-
cedentes de plomis, tao deploraveis, qne logo em
seguida o Sr. deputado Marmol snbmetlea a c-
mara iim projecto de le. declarando milla toda e
qualquer resolucao tomada pela autoridade a pe-
dido de maisdequatro pessoas.
A explicacao de que urna pranle parte da po-
pulacao se assustasse com o perdo concedido pe-
lo governador encontra-so as noticias multiplica
das de assassinatos, que diariamente se eomme
tem e que consttuem a parle ttrica das chroni-
cas do dia. Anda hontem trouxeram de Merce-
des um individuo, que vem dar conta de quatro
mortes.
Quando as cadas nao ofTerecerem nenharaa
seguranza, quando os presidios sao puras excor-
Cdes ao campo, comproh3nde-se que o cidadao
pacifico, apezar de todo o horror que Ihe causa a
pena de morle, estremeca veado jmpunes os cri-
minosos.
Tinha de fallar da memoria do Sr. ministro do
interior, apresentada s cmaras quando j esto
a terminar os seus trabalhos; mas a hora est
avaocada, e guardo este documento para a minha
primeira, em que Ihe darei conta dos trabalhos
materiaes effectuados na repblica.
30
Confeso que debaixo da impressao profunda
que eausaram as noticias da Europa de um alcan-
ce to poderoso, todas as censas que os das pas-
sados me forneceram para a minha caria obrigato-
ria, me parece to pailidas, que me cusa um es-
forjo grande, dar cumprimento mjnha tarefa de
chronista das margeos do Rio da Prata, em qne a
guerra, a pequea e gentil guerra en famille, pa-
rece um canto de sabia, comparados os seos rui-
dos com a espantosa Iinguape ai dos canhdes do
eollosso do norte. E eomtudn, a pezar da grande
ligio que para todos resulta da lata gigantesca
entre a Franca e a Prussia, as liedes que brotara
para nos especialmente das guerra# sudamerica-
nas, me instigiam a estar sobre a brecha, e a
contar-Ihe mais um pragrapho da epopa, que
principiou com o assassinalo de Urquiza, e que
terminar quando Dos fr servido.
Antes, porm, de eomec/r minha parte noticio
sa dos exereitos qae combalem em Entre-Kios,
devo dizer Ibes algumas palavras sobre a impres-
sao que eausaram aqm as noticias vindas pelo
Caldera, porque tambem nisio ha um certo colo-
rido local, que nao caresse de intoresse.
A tout seigneur, tout hon neur._ Fallare!, pois,
primeiro dos Allemes. cajos irmaos acola, alm
dos mares, alcanearam triumphos anima na histo-
ria do mundo. Esta pequea colonia, que desde
o principio da guerra, tem sido menos prodiga de
acedes, quando se trama de alliviar a miseria in-
cesantemente inevitavel nesta luta, e menos so-
bria de palavras, que, infelizmente, tantas vezea
augmentan os desengaos, recebeu tarooera ales
noiicias com dignidade, e digo-o francamente, com
inteira generosidade. calculada para nao amarga-
ra r ainda mais situaco dos qne aqni enoravam a
sorte cruel dos seas irmaos. Xenhuma palana
imprudente, nenhum gesto irrefiicfido, do meio do
mais febril inthusiasmo ; todo se passou oa roda
intima, como compete aquelles que, respetndo-
se, respeitam os demais...
Eraqaanto aos Praucezes, j compreheoder as
magoas qae devia causar a cada coracao bem or-
ganieado a terrivel nova da destreieao dos sena
melhores exercitos. To profonda e sienciosa foi
a na dr, como talvea ruidosa tivasse sido a sua
alegra se o Doos dos exereitos tivesse favorecido
as suas aguias.
Somenie os afrancezados do paiz, e principal-
mente a Tribuna soltou a voz, e depois de nao lar
duvidade am momento do completo triumpho dos
Franceze* e da destrnicao, hornera por hamera,
dos Allemies, annunciou ao mundo que a Franca
imperto teve de suecumbir nejessartaroente, em
quanto a Franca repblica teria sido, victoriosa
sem falta, palavra de Hctor Varella.
Se se Mvease de torear, estas asseroSea ao seria,
se formara ama triste idea do jornalismo, qae coa
taita faeiHdade e levndade toma o nome pata
causa,
E porqa. a Franca imperio nio podia ser forte,
irrj*f|vaj, rlctorloaa, como e a Frusau rema t
Quo fez o noma odRas quostoes em que daas na-
tdes, governadas pilo mesmo systema, alcai;am
resultados to divewos ? Por onde penetrou a
desorganizan complata n'uma, a decjdencla rpi-
da, vertiginosa, eoMjaamo a outra se fez grande,
latamente, mas \naianiemenla ? Concedo a cada
nma o direito de a fazer propaganda para as suas
instituicoes, mas qae seja apoiada no bom senso e
na equidade.seno se converte em redicalas acia-
maedes.
Infelizmente e?ta< ultimas sao moedas que abun-
dan) no mercados, e nao flta de quando em quan-
do quera della faz suas provisdes para importa-la
tambera na nossa trra Etempla odiosa sunt I
Espero me perdoaram esta siiuaco da canilha,
por caasa da sobriedade eom que abuso das cila-
ciencia dos Ieltores, dirijo as vistas para o outro
lado do Paran, e transerevo as noticias de Eoire-
Rios, na lingu gem geonina das partieipaedes,
qne, ainda que nem sempre brilhara pelo estylo,
tem um especki sabor crelo.
Derrota da vanguarda de Lpez Jordn. (Na-
rao). Hontem fomos os udcos a dar ultima to-
ra a noticia da der> ota da vanguarda de Lpez
Jordn, que. fui commuoieada por um telegramma
de 23 s 7 1/2 da noute dirigido Nardo.
O Nacional de hontem rectifica ofncialmente a
noticia dada pola amo, in*erindo um telegram-
ma do coronel Borges dirigido ao ministro da
guerra com data de 24 s 9 e 50 da rr-anha.
Depois do ier posto em evidencia o bem que
nada o governo nacional em noticias oIBciaes,
Nardo publica o seguinle telegramma de 4 de se-
tembro s 8 horas oa noute:
t Antes iu hontem a vanguarda do inimigo es-
lava carnean.lo. Nesta situaco as divisdes en-
treranaa do nesso exercito carregaram e a dis-
persaran) immediatamente. Em seguida se pz
em marcha todo o exercito nacional, emprehen-
dendo urna aetivissima perseguicao.
De urna correspondencia do dia 23 extracto o
seguinte :
No da 21 incerporou-se o exereito do Uru-
guay no Passo do Rmcon del Quebracho com o
exercito do Paran, sn que o retraigo tivesse evi-
tado esta reunio, como se esparava. Hoje esto
reunidos os dous exereitos, operaedo que devia se
ter feito ha mnito tempo, e que teria dado em re-
saltado a terminacho da guerra.
Com a reunio do; dous exercitos entrar o
general Gelly a dirigir a guerra, e com gente to
valente como Rivas, Avala e Borges. qae mais qae
valente sao de ama aetitidade reeoobecida, nao
duvido que a inlelligencia e actividade do general
Gelly em breve dar cabo de rebelde Lop*z Jor-
dn, que se mettea no mato para evitar ama ba-
talha.
Nao era de esperar, que este csodllho estpi-
do tivesse deixado organisar se e sahir a provca-
lo, sem qne peki menos tivesse lido am choque
para encobrtr sna retirada e a incorporaeio dos
dons exercito'. >
Prevenho outra ve cjne cito textualmente e con-
tino :
t Setembro 23.Xada sabemos do exercito. O
general Gelly persegue o inimigo sem descanso, o
que o conveniente para acabar com o rebelde e
a rebelliio; se isto se tivesse feito, estara pacifi-
cada a provincia.
O montonero Lpez Jordn mandou urna di-
vsao ao mando do coronel Ocampo e outros cabe-
cilhas para victoria, operaeo que fez antes e que
disirahio o general Conesa, evitando com isto que
o perseguisse; mas desta vez se engaa. O exer-
cito o persegue sera deixa-lo, e pouco Ihe importa
que destaque esta forca, pois que quanto mais se
retira mais perda o que deixa na sua reta-
guarda.
Pela direceao que leva o montoneiro se snp-
pde que vai a Concordia, e, como de suppor
deve estar advertido o coronel Nelsen, e alli nao
sahir como no Uruguay e a demais que o perse-
gue o exercito.
Pelos aassados que esto chegando sabemos
qne est allucinando suas hordas cora urna revo-
luco era Corrientes, e que vai frontera para
reunir-se com os revolucionarios.
E' de esperar qne, segando a perseguicao qua
Ihe fazem, de nm momento a ontro tenhamos no-
ticias que o fizeram abandonar as carretas, typo-
graphia e todo o pesado que leva O assassi-
ne Ricardo Lpez foge covardemente, mostrando
mais urna vez sua covardia e nullidade. Permitio
a reuna.) dos dous exercitos, tendo podido bater
o coronel Ayala, que tinha a metade das forcas
que o caudilho rebelde---- E' sensivel que a um
caudilho obscuro e ambicioso, qae nao mais que
um compadrito-gnton, tenham dado urna impor-
anca immerecida___ Gelly nao ha de consultar
ferro de Coneja, que em logar de seguir Lpez
Jordn per Gamillo O;ampo. O erro com-
metlido depois da batalha do Sauce e da retirada
do caudilho rebelde do Paran, o maior de vir a
encerraree com o exercito nesta cidade. costar
muito ao thesiuro nacional e s propriedades par-
ticulares desta provincia (sic.)
J que fallamos do prejuizos soffridos nesta
guerra, chamamos a attencao do governo nacional
sobre os estrangeiros qoe esto se preparando
para allegar prejuizos immensos, que pensara co-
brar vinte ero lugar de um Urna vez, Sr.
Sarmiento, que se evjtem os abusos, e ja que o
estrangeiro est em melhor condico qne o filho
do pai par j cobrar seos prejuizos, ao menos evi-
temos no possivel o aboso, e milito mais des le
que alguns resnenle serviram oe inleresses do
rebelde___ No campo do inimigo se encontra-
ran) alguns degollado. Bsta mesma serte leve um
prisioneros do 2 de linha. Este actos barbaros,
devem ser condecidos para que os eonhecam bero
o paiz e os defensores do caudho rebelde.
Mas j basta esla sublime embmlaada patriti-
ca. Para amostra do estylo j sobra. E como
alm disto, todo quanto consta do theatro da
guerra, deitasemee agora a vista sobre o relatorlo
do Sr. ministro do interior, tara impr-nos do a-
diantamento material desta repblica, sen impor-
tar-nos eom qw este relitorio tenha sido apresen-
tado no flm das sessdes do congresso.
Falla S. Exe. o Sr. Dr. Vetea Saesfield lextoal-
mente porque tarta medo de prejudicar san estylo
elevado, se meramente exlraclasse.
O governo tem notado eom satisfactoria attencao
qae em saas relacoes eoo os governo das provin-
cias qtte formara a repblica, nio lera lido nem a
mais ligeira desavenga, encootnado sena actos
sempre o mais respeitoae acatamaato.
So um incidente entgravel veio perturbar a
paz publica : o assassinalo do governador de En-
tre Ros___ Como um tribu de merecida jus-
tica para com ai provincias da Buenos-Ayres, San-
ta F e Corrientes, e mesmo a de Kntre-Rios, oreio
dever consignar aqui que as orden da aoloridade
nacional e todas, as medidas adoptadas para- conju-
rar a rebetliao da D. Ricardo Lope Jordn en-
contraran eficaz apoto a immediato oumpritnenio
aos governos aos quaes se dirigirn___
Teroaioado. aliaba da earainho de ferro central
argentino em (kirdova, as provinaia lo norte e as
de Cayo tinha m direito a sua vez do esperar os
roaanaos beneficios levados a seo aaio por ouiros
oaminhos de ferro. O poder legislativo j tinha
previsto isto era parte ajenado duas I ais suoeeasi-
vas pan a eonstrueee da camiabo da ferro ao
Bio Qaarto arrancando am pnaJA do central
argentino ; o poder executivo se auressorou a
cumprir essa lei, formando um contrato eom o re-
representante da D Jaua Siotoaons, de Londres,
Cuyo se approximam do literal, e seu coromereio
valioso vira reali.ar-se as pracas argentinas com
enormes vantagens sobre as do Chile, qae boje
abastecem algunas deltas. O raminho de ferro
da Concordia vae eomecar a eoostruir-se. O go-
verno sufflcieotemeote srganisado colebroa eom
D. Paulo de Mootravel esto contrato, e formada a
companhia na Enropa, ja ebegaram a Buenos-
Ayres os engenheiros qne devem emprehender as
obras para as quaes e materias j veem em ca-
ininho....
Como companhero iadispen3avel dos caminhos
de ferro, o telegrapho elctrico mereceu a atten-
cao especial do P. .
Temos j funecionado e tendo prestado impor-
tantes servleos ao paiz a proposito da guerra de
Entre-Ros, o telegrapho que liga Buenos-Ayres
com Sania F. J est morado o cabo snb-flavlar-
quo liga esta ultima cidade com o Paran : d'onde
continuar nma linha at Cimentes e outra atra-
vessar o territorio entre riano ; e o governo con-
fia que em todo este anuo poder commumear
cora estas povoaedes retiradas. O telegrapho de
Valparaizoj contratado no anno anterior, est em
obra, e em pouco tempo estaremos unidos instan-
tneamente com as repblicas do Pacifico at o
l'.irana. A ine-m i empreza d'esta lin ba, os Srs
Clirk & C, se apresentaram ao governo com om
novo projecto de contrato para construir urna li-
nha de Buenos-Ayres a Rio de Janeiro, e o P. E.
espera que a careara, estudando este projecto,
despachar este assumpto introduzindo as refor-
mai que jalgar convenientes.
Para ligar Buenos-Ayres com o Rosario por
urna linha telegraphiea nacional, o governo da
naci tinha convredo com o da provincia de Bue-
nos-Ayres, que este construisse para aquella am
(elegxapho sobre os mesmos postes do actual, co-
deado a naci a esla provincia a parle que Ihe
corresponde do telegrapho que hoje existe.
A cmara sabe que este convenio foi mais tarde
impossivel de'levar-se cabo, e sesperava o P.
E. qae a_ cmara saaccioae a lei qae autorise a
construccao da linha por conta da naco, para ira-
mediatamente contrata la.
Unida esta capital com o Rosario, qae o pon-
to de partida do telegrapho do littoral, era indis-
pensavel chegar Gordo va tambem com ama li
nha telegraphiea para d'alli seguir para o norte e
oeste da repblica
A eamara curaprehenden assim esta necessida-
de e dictou duas leis aulorisando a inversio
de noventa e oito mil palacdes em postes e (los
d'esta linha, enja construccao esl contratada por
um curlisslmo prazo.
Entretanto o P. E. contralou eom os Srs. Rojo
a construccao de urna linha telegraphiea de Cor-
dova a Jujai, antecipando-se aquella qae unir
o Rosario com Cordova, porque la est termina-
as a do caminbo de ferro central argentino, que
corre na mesma dlreecao e j est aberto ao pu-
blico.
Entrando a repblica a organisar ara systema
de telehraphos to vasto como combinado, era in-
dispensavel om corpo de manipuladores e tele-
graphislas argentinos, que podessem fazer o ser-
v'co de todas as linhas. Com este objecto e ama
vez creado pela cmara o em prego de inspector
geral de telegrapho, o presidente da repblica
dispoz formacao de urna escola pratica de tele-
graphia, pondo a a cargo do inspector comeado,
da qual ja sahiram alguns manipuladores habis
qae h"je servem em algumas eslaedes di telegra-
pho do littoral.
Devo dizer-lhe que nesla escola so segaslou a
diminuu otnma de mil pataedes na conslrucco
do telegrapho que serve para o estudo, e na com-
pra dos apparelhos de manipularan. Nesta escola
se instruem simultneamente jovens de todas as
provincias vindos para este flm
Depois disto S. Exe. se oceupa dos correios e
dos carreieiros, para continuar na qnesto immi-
gracao, em que diz :
O P. E. poderia estender-se muito fallando
obre immigraco, mas sua palavra soria sempre
paluda ao lado da luminosa informaran que o
comit central de immigraco Ihe dirigi, e que
apezar de sua extinecao julg dever incluir ne-lc
relaiorio.
E como eo j anieriormen(e fallel seus leitores
sobre o relaiorio do precitado oomtt, posso dar
aqni por concluida a exposi^ao de S. Exe. o Sr.
ministro do interior.
Nao tendo anda sido votada a lei do orcamento,
o Sr. presidente da repblica prorogou com data
de hontem as sessdes legislativas at-qae se tenha
volado o orcaroenlo e alguns outros projectos de
lei de urgencia, assim como a lixar os fundos para
atteoder s despezas que se devem da guerra eom
o Piraguay, o crdito para compra de cavallos
para o servico das frontelras, deciso de um a
queriroento de Bolot & C. para estabetecer 2000*
familias de colonos no Chaco.
A proposico de abate para conservaco d? car-
nes, suscitou ama longa discusso na eamara.
A commissio respectiva aconvelhava a compra
do segredo mediante o meio roilhao de pataedes e
a metade do imposto de 8 cen(avos ere cada arro-
ba du carne exportada.
O Sr. Marmol supprimio e meio milho de
pataedes, daado 4 centavos por cada arroba ex-
portada.
O Dr. Raeoson se conformou. eom a idea em ge-
ral, rechacaado o imposto coreo inconstitucional.
O Dr. Oconies formaiou un projecto, em qne
incluio rademmsaco instantnea para o invento
e imposto para a exportaqo.
Postos voia^o os quatro projecto, resnltou
reprovaco de lodos am por un, o qae indica ca-
ramente'que a cmara, alad que reconhecesse o
benelicios que poderiam resallar se a inveocao se
mostrase* realmente pratieavel, nao podia sympa-
thisar eom as pretencoes exagerada do inventor,
qae leara absorvido realmeate os beneficio qoe
se podem esperar.
Decretou-se por lei qne os paraHekpipedos im-
portados para calcar aa ras em toda a repblica,
nao pagaro imposto alguna. Esta noticia talvez
anime algara especulador dessa edrte a empre-
header a importacao d*este material to indisaen-
savel aqm qne e o paiz ere qae se v at agora o
peior calamento de raas. Ao mesmo tempo ticou
autorisaao o governo da provincia a proceder ao
calgamoaio das ras de Buenos-Ayres, a eslabele-
cer cloacas, e melhorar a eoadacio da aguas-
corraaies, qae aessima Todo este svimento
abre caminbo aos capitalistas
ramo.
Oa fondos pblicos subirn a 65.
A Nado publcou o discurso do Sr. ministro
Prannos aoempaahando-o com as segrate re-
ftexdes ;
Damos no nosso numero de hoje o impor-
tante discurso do Sr. ministro Paranbos sobre a
queslo paraguaya, o tratado da allanca e os li-
mitas.
i Como dissemo antes, a exposieSo de am
hornera de estado. Nao brilha por essa oloquencia
deslumbrante que ciracterisa ontros oradores do
parlamento braaileiro ; mas grave, metholico,
mosira perfeitamente conheeimento dos tactos e
tem conscianoia do que fez e do que diz, sem de-
xar de aasteatenlar com bro suas ideas, advogao-
do pelos intaraasoa da allanca e dosculpando di-
plomticamente oa erros dos que impcdiram que
sa flaeasemais.
< O Sr. Paranhts manifeston-se inais brasileir.
do qua os saos adversarios, suatontaado a verda
deira inlelligencia do tratada de allianca, nio '(i
e sangrenta guerra do Paraguay, ere qae te di-
reito de eligir pelo menos o qae e-seo, no quedin
respeito a limites, e a paz no porrtr pelo ana du
respeito garantas.
c O Sr. Paranbos mostroa-se mais irgiiaaia
que alguns argentinos, que nio trehnn n uaanl
de sacrificar nossos limites definidos pelo ara-
tado de aliiaoca e reivindicados e assegurad->
pela victoria. Elle sostena no parlamento braai-
leiro qae todo o Chaco al Babia Negra penenrv
aos Argeotloo, conforme o tratado, diz km
quando o Paraguay o poe em queslo, e eoncadV
ao Brasil os limites do tratad., de alliaaea, ti
objeegao alguma.
t Entretanto o protoolln qne se relacionaba
com esta quesiSo, nao foram despachados aesta
sessio pelo governo- argentino.
Eslas apreciaedes nao podera ser indinereates .
S. Exe. o Sr. ministro Paranbos.
DIARIO DE PERNAMBUCO
qaa eipera a approvacoio da eamara para eoajecar conforme eom ana letra e iq espirito, aenao coa-
a por m opra. .on. eau liaha te proyiaelai da I forme eom os sacrificios que, o Qrasil fez ii lona
noticias da sal do iaaperi*.
RECIPE, 13 DE OUTUBRO DE 1870.
Chegaram hontem ao nosso porto os vaporr-s
Cruzeiro do Sul e Gironde, trazeod > dalas: do Rio
da Prata at o 1' do correte, do Rio-Grande
Sul at 25 do passad, do Rio de Janeiro al 7, a
Bahi- at 10 e das Alagoas al 18 do correle.
RIO OA FIMTA.
C'negaram corto dessa procedencia os va-
pores Nova Sentan e Gironde.
Era Entre-Ros a vanguarda ds Jordn La-
pez fui batida pelas forcas nacionaes, eroarrganda
depois disso todos os meios de evitar ama derrota.
O ministro da guerra Carel a tinha rollado ca-
pital, oude fez eahir oo congresso o projecto na*
aulorisava a formacao de um exercito de reserva
Este passo. se> inculcava Maanea ao proxana
triarapho das armas do governo em Entre-Rio*.
nao mostrava eomlado maira previdencia, tanto
mais que o mesmo ministro reernheeea a necean -
dade de maoter o estado de sitio aas proviaaia
de Sania F e Corrientes.
O congresso argentino em Bnenos-Ayres fi
prorogado at votar o orcamento e oulro profer-
ios referidos no respectivo decreto de prorogafio.
Apezar da governo argentino aaver retasado aa
oriental as medidas de amizade qoe este reclaaaa-
va, e que deviam consistir em internar alguna in-
dividuos que de Bnenos-Ayres aoxiliavam a ratei-
llono Estado-Oriental, e em policiar activametu
os nos- para impedir a remesas de soreorras a
mesma rebellio, a cidade de Mootevhio seotia-
tranquilla depois- qne os blancor se tinham af-
fasiado das suas immediaedes. I*na se que Ir-
dina e Aparicio tinhara marchado ao encontr #o
exercito do norte, qae, commaadsdo pal fenaral
Caraballo, ha va transposto o Rio-Ragro para a la-
do de sal, o esperava-se i todo a mntenlo notoria
de nma*batalha. .Va forma do cosame. previa- a derrota dos rebeldes e o seo eoreolelo anmansl-
lamento, porque, batidos por Caraballo, vinant
eahir as mos de G yo Saarez, qne eslava reb-
zendo o seu exercito "do sol.
Entretanto a vanguarda do general CaraaaNo
tinha batido junto de Dolores orea partida blanca
de 200 homens, qne se refngiarare na praca, e a
noite seguinle escaparan), abandonando a baga-
gem e uraa pera de arliharia qoe tinharo con-
sigo. Ao reesm tempo receiava-se qoe o< blan-
co, esquivando ama batalha, traasferissem oatrx
vez o theatro das ooeracoes, oa aniej eorrerias,
para o norte do Rio-Negro, tstaoeleeendo masa
algnma espeeie de governo em qualquer povoaejao
daquelles departamentos.
Em Montevideo houve erise ministerial, pe-
diado q ministro da faz>-nda, Dacan Ste-rart, a sna
demisso, que ainda Ihe nao fra eoneedida. S
era com ludo bem lquido, se elle retirara o sen
pedido ou insista nelle. O corpo legislativo lan-
cou um imposto de a / ooaravel a partir de I de
oiiubro, sobre todos os gneros de ultramar, e ao>
masme lempo antorisou o governo a eootrabir naa
emprestimo s dous milhdes, garantido pelo ama-
rao imposto. Apenas se tioham conseguido per
ora 509,009 pesos sobre letras da alfaadega I*.
ao mez, cora a desvantairem aiada de receber
governo papel dos bancos e obrigar-se a pagar eaa
metal e no dia do vencimento.
Havia noticia de urna batalha peleijada nos Cor-
ralitos 21 leguas ao norte da Colonia, entre o
exercito do norte eommandado pelo general Cars-
ballo e os blanco* de Medina e Aparicio. Peur
se sabia do resaludo, dizendo-se haverere sido in-
lerceptadiis em Santa Lnaia o correios qo o ge-
neral Caraballo mandira ao governo. Assira an -
elamavare os blttacos essa batalha como na gran-
de triumpho por elles amaneado, tendo o sen exer;
cito derrotado completamente o de Caraballo, e al
obrigado este a capitalar, ao passo que as htaaa
goveroistas afnrmavam torera apenas eonb-cimen'
de urea batalha campal, mi nao de nma derrota
das armas do governo. Trena ehegado Cokau
alguns extraviados du exercito de CarabaHo ; ana
estes diziam ter deixado a linha de ba*alaa ainda
bem sustentada, havendo apena! alguraa eavaUa-
ria dispersada. Entretanto a opinio mais geral
em Montevideo era de ter e governo sotlndo nm
revez, raaeir on menor, e o tacto della real on in-
culcadamente nada saber do resaltado era anda
am argaraeato. favor daouclla opiniao.
O Dr. .Manol Herrera y Obes foi-nomcado mt-
aistro de estrangeiros.
No lagar eorapeiente danos ama aainuciosa cor-
respondencia de Baenas-Ayres.
RIO-GBAXDE DO SVI.
O resillado da eleico de um depnudo as-
sembla geni pelo 2* districlo da provincia, fal-
tando o collagio da Cruz-Alia, era o segoinle :
Dr. Joaqaim Mendonea 114 voto.
Dr. Silva Tavares...... 49
te dia 17 ehegra capiul da provincia n
geaeral visconde de Pellas.
A eegada do Sr. visconde de Pellas Parte-
Alegre, diz o CoaunerciaJ, oftereceu nm dia d
completo regosijo aos habitantes da capital A
recepcao nao podia ser mais esplendida. Aa au-
toridades elvia e miliares, tropa e inmenso pov
assistiram ao desembarque e o vtetoriararn eoa
grande enthnsiasnio. a
0 capao Vicente Jos Gome e sua sennora.
noradores no Ip, diatricto da Cooceico do Ar-
que eateodem do rolo, passaram carta de liberdade 19 eecraaotv
sem receber delles a menor retriboico.
0 Jornal do Cmmmtfcio de Pelotea diz o se-
guinte :
c Mai3 ama barbandade para accreseentar aa
immensos annaes do crime. Manoel Luiz Peaaira^
por alcunha Canetas, pairio e dono do na-.* Pa-
cifico, ha das passados, quando fazia loaba em Pt-
ratiny. com ura eannivete cortn ao rea as oren**
do seu escravo Berlholdp, da 16 annos, coaao cas-
tigo por ter fgido. Tendo o Sr. aubdelagada da
polica conhecirqento du facto, dan toga asa
acertadas, providencias, e o crimiaoaolM ai*nata
preso bpVdp do vapor que ragrasaou ''
Grande, para onde fdra ante bontom, M0^**
Preira, sem o menor, eonstrtogimeoto, eo
io crime parante a autoridade
nhas. O escravp, por orden amenor de sea ao-
no, e acompanbado, aaguir para Piratiny, cea o
flm de abi ser vendido
< 0 Sr. subdelegado de polica y***_,fy
lancha em demanda da que rooduJra a irtoaaa,
eom ordem de o tratar para preceder eorpo da
delicio. ^..
i E' este m crlma virgem, que mrtji iiMb^


ante




U*TUO 3 ^tUde Pernambikoo Quinfe fcra 13 de Outubro de
1870


GKM
e digno de sev#fcf**H
to feroies on toucura
MINAS-GBtttBS.
No d 7 i fcetembro, nd seto da possa da
nova admioistraeio da sociedad* Phflantrogica
Baroacenenn, o presidente entregou cartas de l-"
berdade s crianzas* escravas que sd chavara pre-
sentes ao acto, sendo sete o numero dos libertos.
fi01S. ,
A asserabla provincial irosajha Mi seus
irabalhM.
S. ftILO. i
Em Campias ..g raa.-ava een intensMade a
varila.
O Coneio Paulistano de SI de seterfthto no-
ticia que a Sra. D. Marcena Francisca Ribeire
Guimaries libertara no da 1 k qaatro esoravo*
seus sein ouus ou eoadican alguna. Estas es-
cravos haria poneos dias codfeeram eea meiaco
roesma seDhora. O reverendo padre visitador do
convento do Csrmo da provincia fluminense tam-
be dra carta de liberdade escrava Eufroslna,
perteocente ao eonvento do Carino de S. Paulo.
NaRevista Commtrallose o seguate :
Consta-us que naufragara na praia de Uoa
o vapor nacional Isabel de propriedade dos Srs.
Day di H. Osear, naufragio foi motivado pelas
raodes cerraeoes qne ltimamente tem appafeci-
do n'aquelles lugares.
nio DE JAHBIRO.
Tendo oblido exoneracao o ministerio Iiaborahy,
no dia 28 dj mez passado, foi encarregado de or-
ganisar o nova gabinete o Exm. Sr. senador vis-
conde de S. Vicente ; sendo, por decretos de 19,
nomeados :
Presidente*Bo conselho e ministro de estrangei-
ros, conselheiro de estado visconde de S. Vicente,
senador.
Ministro de imperio, Dr. Joo Alfredo Correia de
Oliveira, depatado.
Ministro da Justina. conselheiro de estado baro
das Tres-Barras, senador.
Ministro da fazenda, conselheiro de estado Fran-
cisco de Salles Torres-Horneo;, senador.
Ministro da marinba, Dr. Luiz Antonio Pereira
Franco, deputado.
Ministro interino da guerra, tenente-general
Joo Frederico Cardwel.
Ministro da agricultura, Dr. Jeronymo Jos Tei-
xeira Jnior, deputado.
DiZia-se que oceupar effectivamente a pasta
da guerra o Exm. general visconde de Pellas;
para o que fra cbarrado a corte com urgencia.
Na sessao do senado, de 30, os presientes
dos fiMnetes velho e novo assim se explicaran) :
t O Sr. Visoondt de Iiaborahy :O senado sabe
que no cometo de junno ultimo, o ex-ministro da
justica, o Sr. Nebias, foi accommettido de grave
nfermidade. o jando melborou retirou-se para
fra dacidade, ende foi convaleseer ; e sabamos
que elle contava vir reassnmir as funecoes do seu
* cargo no u da sessao legislativa. No dia 22, po-
ro.u, recebi urna carta do Sr. Nebias, na qual me
pedia llie obtivesse a demi sao, allegando que con-
tiuuavam seus sofTriraentos.
Reuai no mesmo dia os outros meus honrados
collegas para deliberarmos o que nos cumpria
fazer em tal emergencia.
O Sr. ex-ministro da guerra, ponderando que
urna nova recompoKeo do gabinete eoconlraria
serias dilfiouldades, e muilo provavelmenle o en-
fraqueceria em vez de robustece-lo, declarou-nos
estar firmemente resol vido a acompaubaro Sr. Ne-
bias.
As relexoes -lo Ilustrado Sr. Muriliba e a
perda que com sna retirada teria de soffrer o mi-
-4- nisteno nos decidiram a pedirmos todos nossa exo-
neraca., e a faze-lo e:n quanto esta rain reunidas
as cmaras. __ x
< Fui para esse .n ao paco de S. Chrislovao
domingo passadj, e, vista das razes que tive a
honra de expor-llie, sua magestade o Imperador
se dignan de aun .ir nossa solioitaco, e en jar-
reg)u-ine de diierao Sr. S. Vicente que Ihe fosse
fallar no da seguinte.
O Sr. Visconde de S. Vicente ( presidente do
conseibo ) :Sr. presidente, o ministerio presidido
pelo illuslrado Sr. Visconde de Iiaborahy, pedio e
ubtive a sua demissao, eoino o senado ja sabe. Em
consecuencia disso, tive ordem no dia 26 para di-
rigir-ine ao pago de S. Chrislovao. Aili e Impe-
rador digoou-se eucarregar-me da organisaco do
novo gabioele.
a Hesliei um pouco, por isso que reconheca que
nao possuo as habiliiaces que desejra possuir ;
mas entend que era do tneu dever obedecer e pres-
tar ao paiz os servicos que pudesse.
Fui, pois, procurar a coadjuvacao dos cumpa-
nheiros que comigo iivessem de servir ao paiz em
iMi.i commisso lio honrosa, como ardua ; e, em
virtude de esfurcos meus, tive a fortuna de conse-
guir a coopera-cao Ilustrada, em que muilo confio,
dos dignos brasileiros quecomigo corape o actual
gabinete.
Collocados nesla alta posico, assim de honra,
como de responsabilidade, d> nosso dever mani-
festar ao parlamento como pretendemos dirigir a
administraco e o goveruo do estado.
E' desnecessario dizer que procuraremos ob-
servar e fazer as leis e os principios da justica ;
por que isto um dever de todos os governos, a
base dos direito- individuaos, civis e polticos do
homem e do cidado Sem este respailo nao ha li-
berdaJe pralica, n-m pode baver verdadeiro pro-
gresso. Ha vemos, por tanto, de cumprir a abr-
gaceo que a este respeto resulta para nos da lti,
da honra e da conscieneia.
Ao par da devida e discrea economa, pro-
curaremos cooperar quanto for possivel para os di-
versos melhoramentos que o paiz demanda para o
desenvolvimenio de suas forcas ndustriaes, que
sao as fonjes da riquiza e do poder dos povus.
O paiz requer sem dnvida algumas medidas e
reformas importantes. Apontaremos entre ellas a
que se refere ao assumplo do elemento servil e
destribnico da justica. O primero reclama urna
solucao breve, mas prudente e previdente, que har-
monise os graves iateresses envolvidos ne.-ia ques-
. to.
< A boa destribnico da jusiica ama divida
sagrada dos goveruo*. A reforma judieiaria, pos,
ser um dos especiaes ubjectos que chamarao a al-
teocao do ministerio, no intuito decoadjuvar ata-
refa legislativa.
Na luta das opinioes polticas, ou da inQuen-
cia que aspiracoes diversas tem sobre a direccao
dos interesses soeiaes, a moderacao til ao esta
do uiii a lodos. Nem a verdade pode ser bem
reconhecidi, era o verdadein ioteresse publico
bem apreciado, quando a inteiligenca soffre algam
movimenio de paixo.
O ministerio por sua parte nao s concorrer
quanto puder para que a moderacao presida a
essas imponantes discussdes, mas desejar mestno
a coadjuvaco de todos os Brasileiros ( apoiados i,
sem quebra das soas opinioes eonscienciosas.
Elle procurara distinguir sempre os servicos
feitosao estado, a honra e os (alemos, onde quer
que Majan e quaesquer qne sejam as ideas pol-
ticas.
Tendo exposto como pretendamos dirigir as
relaces interiores do e-tado. pareoe desnecessarie
referir-me > suas relaces externas. A poltica
do Brasil tem sido sempre baseada sobre os drei-
tos, sobre a honra e os legtimos interesses do paiz,
juntamente com as aspiracoes de paz, harmona e
araisade para co.n todas as nacoes.
t E' o cpn- tinln de expor ao parlamento.
O S'\ Silceira da Molla diz qna um resto
dos usos par..me nares o facto que se observa de
virem ao parlamento os ministros que sahiam e
os que entra n. doclar uns a razio db sos retiradas
eos ontros a de sua ei:irada para o govrfno. E'
condlgo esseoeial na forma do govam,em que
vivem.s emimra uo.Timalioeote, trataremos mlms-
ti-rios de viv r pi>r meio do parlamento.
Apta con mo mais imprtanle para o paiz
sabei a razs-i p >r qu sahem os mioiiteriosdo que
o p ir que entraran ; preciso obter-se rettposta
explcita sobre o p r que do que sahem, bem
como saber dos que entrara, donla vam, para oa
de vo.
da ra*ta?.**nl.o;*sl3 eoirttU,re, do
ministerio anterior, deVam querer litrca passada, asedis dfcvem tar s ufesmas.
o nao sao, o paiz tioha o dirdlRi de saber
r nm,
sem rqysterios, nem rodeios, jKQai o poni dp ..fin-
tica qne differencia um do autro ministerio. Na
quhstao do elemento sertU, aundo o "midisleTlo
traasacto hesiundo, ora ooncadia, ora negara, nem
'umjt.Ttni uvw ii-*r nonre ptnwionie do. -.corona*
A expi^agi-, ornea, mitrgrnda, de qne o mi-
nisterio se retirou, por que o Sr., conselheiro Ne
hias grave ii-nri doente tinha de rtlrar-se, e corr
He s;-.h,n,i i n >i)ie ox-miorstm da guerra,*fteaotti>4
o mini-lerio enfrarjueenfo se pa'sasse pof nina re-
comp sijo, tij-i pol'v,s3trsfazer ao paiz ; recorda
rae o ministen i j sj recompiz aps a sshitla do
Sr. Alencar, minutro urutq illnsirado, e do Sr.
Antao.
a O orador nao yole acreliUre npp5e qae
nem mobo.n o p'iit, que o ministerio se julgasse 6:0)0*000.
fraco yar^ co.'i'i.m. -ai oente por1 que d itn ni n
brs sk linhaio d*j rAirar : para prova-lodir qne
ns mi i nunca inorre'n cora i*'me-
mos iiscerim ; s o tURji-i
mundo r uMiham i i J as razoe- iobrc
ex-pre-Merrte rfo conselho nao ho de ser aceJlaN
peto paiz.
Passa agoTi as declaTaces' feitas pelo nobre
presidente Jo cooselh i, e declara fue as objee-
joes que vai apresnlar ieit am ser a uf fitas
pala maiori i. Donde vieram e para onde vio os
uobres ministros ? Se da maioria nao ha motivo
consuno aciual para dtorminar o eamiobo que s
deviflMDir ; e S. fcxc. tiveske dito que nao que
ria conceder i oppciicio liberal taes e taes refor-
mas. Unta o orador urna causa parlamentar para
explicar a ascenoio do actual gabinete.
O prdgramma apreseotado pelo nobre presl-
deute do consaho que deve indicar para onde
vao os nebros ministros; ulo gost de discutir
programmas porque sao elsticos, sio' um chavo
parlamentar, mas pede -ao senada que note que o
Sr. presidenlo do conselho, qne nao dit as consas
sem peasar, falln apenas em promessa de boa
justica e soluco breve da questao do elemento
servil; pergunia porque nao se pronunciop, en
ira outras, a raspeito da reforma aUitoraJ, tanto
mais qnando j ha este respeito um projectu
apresentado peio nobre ex-ministro do imperio.
t Era concluso, o que v que o paiz vai ser
mystiflcado mais urna vez; O ministerio ratiioi-se
por um motivo quo nio o verdadeiro, que nao
se quer dizar, e este falsearento traz carao resul-
tado nao poder o paiz julgar das coDdicoes de le
gitimidade do a tual ministerio.
O Sr. Visconde de S. Vicente (presidente do
conselho), observa qne na discussj de um pro
gramipa nao possivel dar todo o desenvolva)en
lo que i leas importantes sem ouvida demandar
fara todava observacoes, embora resumidas, so
bre os principaes tpicos do discurso do honrado
senador.
Ooinauanto niio siga o orador a ordem das
ideas de S. Exc, procurar-nao olvidar ueonuraa
dlas; se assim nao acontecer pede-lbe que o
advirla.
< Nenhum dos actuaos ministros -fez diligencias
para subir ao poi;r; nenhum quiz conqnislir
um posto de laj al;a responsabilidade. J decla-
rou aue hesitara em aeceiur tao grave comrassan,
e qup smente fra movido pelo dever de servir
ao seu paiz ; se desejasse conquistar o poder ti-
oha a tribuna e ler-se-hia servido della para em-
pregar diligencias.
< Perguntou-se de onde veio o ministerio,
para onde vai ? lima resposta satisfactoria seria
Ioniza.
< Cr, que no puz todos os partidos querem a
ordem, o progre-so e a liberdade ; a maueira por
que acerca de um outro destes assurapios cada um
delles exnressa as suas aspiraedes, queestabe-
lece a difTerenca; algons empregam a perseve-
ranca, principalmente em desenvolver a liberdade
e e progresso sem usarera da mesma energa em
relaco menntenaao de certos inleresses soeiaes;
para ouiros esta manutencao o alvo principal
dos seus esforcos: anda outros desejam combinar
e harmonisar todos estes elementos, e iss > que
estabeleee os diversos matizes poli lieos que se
observam no paiz. Conservador, corno e con
tiouara ser, o orador doseja a ordem, a lber Ja-
dade e o progress.i, e ao mesmo lempo harmoni-
sar onire si tanto quanto ser possa estes elementos
de prosperidade nacional, que consiiluem tambem
as aspiracoes do pariidc conservadar.
Se se pretendo um progresso mais lento, mais
releetido, a diDemnca entre es partidos nao tao
profunda que se nao possam conciliar estes em
ranitos assumptns de interese publico. Jalga assim
ter respondido d'oude veio, para onde vai.
Notou o nobre senador que o orador se refe-
nsse smente s graves e complexas questoes do
elemento servil e da reforma judicial. Pensa ter-
se exprimido de outro modo : o paiz sem duvida
demanda medidas e reformas muito importantes,
entre as qoaes es|)ecialisar as aumentes ao ele-
mento servil e urna boa destribnico da justica ;
se nao incluio nem a reforma eleitoral. nem a d >
recrutamento, nem a das municipalidades, nem
outras de que j te tem oceupado o poder legis-
lativo, foi por temer, como aconteceu a um dos
ministros da Inglaterra apresenlaudo ao mesmo
tempo diversos projectos, que a produccao simnl-
tanca de tantas idiias pudesse distrahir a altenr .
do parlameato, quando cada assumplo exiga a
concentracao de ludo o esludo.
a Na prxima futura sessao podem passar todas
ou smente algumas das reformas a que aspira o
paiz; o miuisterio cooperar, quanto em si caiba,
para que todas ellas passem ; nao Ihe parecen Jo
isto, porm, empreza fcil, deve prefrir aquellas
a que liga mais importancia, e que presume serem
a mais rdante aspiraco do paiz.
Ser jnais explcito; em sua opinio. quer se-
ja a eleicao directa, em absoluto, melhor que a
indirecta, quer o orador leona ou ni por ella a
maior sympathia. ha urna questao prejudicial a
decidir. Anda nao conferenciou com os seus col-
legas sobre esse ponte, mas entende que a eleic <
directa nao podo ter lugar antes da reforma do
art. 90 da conililnicao do imperio.
Julga ter respondido aos tpicos do nobre se-
nador.
Na cmara dos deputados hooveram as ex
plicacoes, qce se acham por extenso publicadas
em nossa 8.' pagina. ..
Encerraran,-se no dia i* do crreme, os tra-
balhos daassetnblageral legislativa, pronuncian-
do S. M. o Imperador a segrale falla:
Augustos e dignissimos Srs. representantes
da naca).Durante o periodo da presente sessao
a tranquillidade oublica conliuuou inalterada em
toda a extenso do imperio, e as nossas relaces
com as potencias estrangeiras manliveram-se no
mesmo estado de boa inteiligenca e amisode.
< Foi celebrado pehs potencias alliadas e pe'.o
goveroo provisorio da repblica do Paragaay, o
accordo preliminar de paz de 20 de junbo prximo
passado.
< Agradeco vos os meios com que babilitastes o
governo para attender ao servico' pnblico, assim
como o vosso zelo, oceupando-vos de importantes
m > Jidas destinadas ao progresso do imperio. Con-
fio que os esforjos do vosso patriotismo ho de
concluir na prxima *essao taes trabalhos, e de
preferenciaaquelles que a nacao mais instante-
mente reclama, e qne, tranqulisando todo os jus
los interesses, satisfaro vitaes necessidades de
nossa ordem social.
Augustos e dignissimos Srs. representantes da
naco. Regressando a vossas provincias, estou
corto que continuareis no louvavel empenho de
acooselhar a unio entre todos os Brasileiros, e de
apoiar as ideas que eootritmirem para a prospe-
ridade de nossa patria.
E"t encerrada a sessao.
Por decreas de 21 de setembro liveram mer-
ca dos titulo de :
Baro de Campias, Bento Manoel de Barros,
aa provincia do 5. Paulo ;
Barao de Nioac, Manoel Antonio da Rocha Fa-
ria, negociante brasileiro residente em Montevi-
deo ;
Baro de Anadia, o bacharel Manoel Joaqun)
de M Alagas.
Ferara aeraciados:
Com o ofBcialato da ordem da Rosa, por serv -
coa prosudos ua misso especial no Paraguay,
Adolpho Paulo de Uliveira Lisboa eLuiz Antonio
de Alvarenga I'eixot..
Com o mesmo grao, por servicos prestados ni-
Paraguay, o cnsul eral do Brasil naquella rep-
blica Miguel Juaquim de Souza Machado.
Cora o grao de ca vaHeiro da ordem da Cflrato,
por igua-'s tarricos o vico-cnsul do Brasil am
Assninpoiu, Joo Mendes Tota Filbo.
Por cartras imperiaes de 33 forara condeco-
rados :
Con a gr-crui dalordem de Christo, D.D meni
co Saugiiigni, internuncio apostlico e enviado
extraordinario pouiifi-i".
Com a gra cruz da Rosa, o conselheiro Malbta*
da Carvalho Vascuoceilos, Demiiry de Glinka. e o
brigadeirogeneral D. Wenceslao Paunero, envia-
dos extraordinario e. ministros plemp'-tenciai os,
primern de S. M. Fidelissima, o segundo de S.
M. o Imperad da repblica Argentina.
Per derrets' guintes pens--* inoaaes. dependenlas na parte
pecuniaria da apDroTac& da aesembla garal, por
tvicos di guurra 4o Pragnay.
Ao teqnite gen 'ral maT.jtiez do Hatral,
Araanhense da mesma thesouraria, Jos Anto-
Qio G,.ncalves
Per decretos de JO de agosto:
Para m orneados:
O'bschaiiel Cnrlos de Souza Martins. escrinara-
rio servindo de secretario da polica da provincia
do PaurVy.
O capitao Modesto dos Santos Ferreir, teen
topes da Gomensoro, da comarca de Guarapuava,
oa provincia do Paran, para a de Guaratinguet,
oa provincia de S. Paulo, ambas da {. dutrancia,
por assim o ha ver pedido. Marcou-sa-lhao prazo
de tros mezes para entrar em exercioio.
Foi reconduiido o bacharel Basiliane Marques
Vreira, no lugar de juiz municipal e o> orphos
dos termos reunidos de S. Bernardo e Tutoya, na
conatfWanta ^r-^aafay^^, >n||>j-trojain do Maranho.
Forim nomeados juizes municipaai e da or-
Uria n. 10 da ftttrda nanenal nvprMSsia de
O capitao Antonul Pinaalro da Cmara, maiJT
ajudante de erdens do enramando superior da
guarda naciodal los municipios da capital e
annexos da provin lia do Rio Grande do Norte.
Pedro da Alcntara Deo, capitao secretario fe-
ral d'i mesmo corneando ii|inor.
O piajor Francisco Xavier Pereira de Mello, te-
nenie-coronel coaunandaate do 1* batalho da
ariilharia da guarda nacional da provincia da
Para.
0 capilo Jos Fraoeieeo de Siqoeira Mendes,
tenenie-corooel co'ramndante do batalho de ln-
fanuna n. 32 da guarda nacional da mesma pro-
vincia.
Em vista da representacio dos respectivos presi-
dentes :
1W tiemittido do exetcJeio, naeonformidade do
art. 10 do decreto n. 2,029 de 18 de novembro de
1897, o lenenie-cornnel com mandante do batalnV)
de infamara n. 32 da guarda nacional da dita pro-
viocia, Joaqun) Mondes N'eves.
Foi transferido para o servico da reserva :
O coronel commandanle superior da guarda
nacional do municipio da Assembla, na pro-
vincia das Alagas, Manoel de Farias Cabral, n-
cando aggregado ao respectivo estado-maior.
Por decreto de 20 de julho foi nomeado o ba-
charel Antonio Arnaldo de Oliveira^ juiz munici-
pal e de orphao> do termo de S. Joo Baptista do
Presidio, na provncia de Minas- Geraes, e nio do
termo de Ub, como sd publicou.
Por decretos de S de agosto:
Foi removido o juiz de direito Jos Alfredo Ma-
chado da comam de Chique-Chique, de 1* eu-
trancia, na provincia da Baha, para a de Piraliny,
de 2*, na do Rio Grande do Sul.
Foram nomeados :
O bacharel Joo Bernardo de Magalhles,
juiz de direito da referida comarca de Chique-
Chique.
O bacharel Aleixo Marrano de Figueiredo. juiz
municipal e de orph js do termo do Rio-Bonito, na
provincia do Rio de Janeiro.
O bacharel Francisco Doraingues Ribelro Vian-
na, juiz municipal e de orphos do termo de Cim-
bres na provincia de Pernambuco.
Francisco Geraldo da Silva Barroso, ofi-
cial da secretaria da polica da mesma pro-
vincia.
O lente Andr Ferreira dos Sanios Caminha,
lenle corojel con-.mandaote do batalho de in-
famara n. 42 da guarda nacioual da provincia do
Cear.
Raphael Archanjo Mara da Fonceca, capilo se-
cretario geral do comisando superior da guarda
nacional dos municipios do Principe e annexos da
provincia do Rio Grande do Norte.
O capitao Hermenegildo Lopes Braga, major
commandanle da 2' seccao do batalho de infan-
taria da guarda nacional da provincia do Amazo-
nas.
Fez se merc a Manoel Candido Coelhoda Silva,
da serventa vitalicia do offleios de 2 labellio e
escrivAa do judicial do termo da impi.-atriz, na
provincia das Alagas.
Foi exonerado seu pedido, o bacharel Joo
Vieira de Araujo, do lugar de juiz municipal e de
orphos do termo de Cimbres, na provincia t de
Pernambuco.
Por decretos de 31 de agosto:
Foram uo meados:
O bacharel Pedro Augusto da Casia Silveira, uiz
muuicipal e de orphos do termo da Limera, .na
provincia de S. Paulo.
O major Jos dos Santos Patury Jnior, tenen-
te-corouol commandante do baialho de infama-
ra n. 20 da guarda nacional da provincia das Ala-
goas.
O lenente-coronel Jos Luiz de Caldas Lins, che-
fe do estado-maior do commando superior da
guarda nacional do municipio do Rio Forraoso, na
provincia de Pernambuco.
O major reformado Thomaz Lins Caldas, tenen-
te-corouel coramandaole do baialho de infan-
taria n. 44 da guarda nacional da mesma pro-
vincia.
Conoedeu-se reforma no mesmo posto ao tenen-
te--oruiel copimandante do batalho de infintaria
n. 20 da guarda nacional da provincia das .Ala-
gas, Amonio Moreira Lemos.
Fez-se merc a Joo Baptista de Assumpco, da
servenlia vitalicia dos oflkios de tabellio, escrivo
do crime, civil, execuces, capellas e residuos,or-
phos e annexos do termo de Valen^a, na provin-
cia do Piauhy.
Por decreto do 24 de setembro, foi nomeado
Thomaz Velloso Tavares, para o lugar de2con-
ferenie da alfandega de Macei, provincia das Ala-
gas.
Por decretoo de 6 de outubro :
Forara nomeados:
O juiz de direito Jo- de Araujo Brusque, chefe
de polica da provincia de S. Pedro do Rio Grande
do Sul.
O bacharel Cosario Jos Chavantes, juiz de
direito da comarca de Cacapava, na mesma pro-
vincia.
O bacharel Antonio Goncalves "de Camino,, juiz
de direito da comarca da Bagagem, na provincia
de Minas-Geraes.
F i removido o juiz de direito Francisco Ferra-
re i r# Coi rea, daquella para a comarca de Itape-
merira, na provincia do Espirito Santo, ambas de
1' eutrancia por assim o baver pedido.
Foi designado o capilo Jos Felippe de Barros
Cavalcante, para exercer as funcces de majar do
batilho de inf.rataria n. 44 da guarda nacional da
provincia de Pernambuco.
Por decretos de 14 de setembro :
Foram nomeados:
O bacharel Juaquim Jos de Almeida Pires, juiz
de direito da comarca de Pianc, na provincia da
t'arahyba ; fleando sem effeito o decreto de 12 de
abril do auno passado, que o nomeou para
a comarca do Rio Paran, da provincia de
Goyaz.
bacharel Luiz Ignacio de Mello Barrete,
juiz de direito da referida comarca do Rio Pa
rana. .
O bacharel Jos Mara Moscoso da Veiga Pessoa,
juiz de direito da comarca do Teixeira, na provin-
cia da Parahyba.
O juiz de direito Hermogenes Scrates Tava-
res de Vasconcellos, chefe de polica da provincia
do Para. Mareou-se a ajuda de custo de----
1:230*000.
Foi concedida ao juiz de direito Esmerino Gomes
Prente, a exoneracao que pedio do cargo de ebefe
de polica daqoella provincia.
Foi designada ao mesmo juiz de direito a comar-
ca de Granja da l1 entraocia, na provincia do Cea-
r. Marcou-se-lhe o praso de 4 mezes e ajuda de
custo de 600*000.
Foram mais nomeados:
O bacharel Agosnho de Camino Mas Lima,
juiz municipal da i* vara do termo da capital da
provincia de Baha.
O bacharel Manoel Lopes da Cuaba Maciel, juiz
municipal e de orphos do termo de Garaohuns,
na nroviucta de Pernambuco.
O bacharel Casimiro Borges Gondinho da Asis
juiz municipal e da orphos dos termos reunidos
de Obidos e Faro, na provincia do para.
Forara removidos, seu pedido :
u jnu de direito Luiz de Albuquerqoe Martins
Pereira, da comar.a da Bea-viata, na provincia de
Pernambuco, para a do Craio, na .do Cear, am-
bas de 1- entrela ; ticando sem efJoito o decreto
de 25 de agosto Uiino que o removeu para a co-
marca da Granja, na mesma provncia.
O juiz municipal a de orpoaos Jos Francisco
Ucba Gaaleauu do termo da Mogy das Cruzas
para,*s termo* reaaidaa de S- Rnquei Uoa o Pie-
dada, todos t>a provioeia de S. Paulo.
O juiz muuicipal de orphos Ptdro de Cal*-
zans do termo 4 Cacapava para o de S>nn Mam
da Bota do M**"u
Graade Jo Sul.
O juiz municipal e da orbaos Bfydio iPrincisea
das Cha gas da segundo para o prtmeiro dos refe-
rid.>s lermaa.
P*i reoondxlllo o tackaral Antonio Jur *
---------------
zar pela sna retirada.
O bcharel Francisco de Ans Pacheo Jrinior,
do termo da It, na provincia de S. Paulo.
O bacharel Antonio Mxima Nogneira Pendo,
do termo do Para, na provincia de Minas-Ger es.
O bacharel Candido Alves Machado, do termo
de Formigas, na mesma provincia.
0 bacharel Manoel Rodrigues da Cnnha Vianna,
dos termos reunidos do Principe e Aeary, na pro-
vincia do Rio Grande do Norte.
O bacharel Jeronymo Americo Raposo da Sa-
mara, dos termos reunidos da Maiondnde, Porto
Aleare e Pao dos Ferros, na mesma provincia.
Foram nomaados para a guarda nacional das
segutotes provincias :
O eapilao Goncalo Martins Lisboa, major aju-
dante de ordens, o lenle Joo Vieira Damasco-
no, capitn quartelmestre. e Mariano Joaquim
Cavalcaoti, capilo cirurgio-mr do commando
superior da guarda' nacional dos municipios de
Paulo AfTmso e Pao de Assucar, na provincia
das Alafias.
O capilo Antonio de Lelis e Souza Pontos, ma-
jor ajudante de ordens e o aliares Joo Apolina-
rio Borges, capitao secretario geral do commando
superior da guaida nacional dos municipios do
loga e Campia Grande, na provincia da Para-
hyba.
FeJisberto de Oliveira Freir, tenente-coronei
chefe do estado maior do commando superior da
guarda nacional dos municipios da capital, S.
Chrstovao e Itaporanga, na provincia de Ser^ipe.
Concedern)-se as honras do posto de coronel
ao lenente-coronel commandanle do 1 batalho de
infamara da guarda nacional da capital da pro-
vincia do Maranho, Antonio Jos de Souza.
Coocedeu-se reforma :
No posto de coronel, com as honras do lugar de
commandanle superior, ao coronel aggregado
guarda nacional dos municipios do Penado e Trai-
n, na provincia das Alagas, Theotonio Ribeiro e
Silva.
No de major ao capilo do batalho de infanta-
ria n. 27 da guarda nacional da provincia do
Cear Sancho Albino de Mesquita.
Concedeu-se a demissao que pediram :
O bacharel Francisco Antonio Barbosa, do lugar
de juiz municipal e de orphos do termo de It
ua provincia de S. Paulo.
Fez-se raerc da servenlia victalia dos segrales
offleios :
A Ignacio Ferreira Serrsno Sobrinho, de tabel-
lio e escrivo do geral, civel, crine, execuces,
capellas e residuos do termo de Mamaoguape, na
provincia da Parahyba.
Por despacho de 4 de outubro concedeu-se a
exoneracao pedida pelo 4 escriturario do the-
souro nacional, Pedro Soares de Mello.
Por portara de 28 de setembro. foi noraea-
ao o 1" tenente reformado da armada Francisco
Manoel Alvares de Araujo, para conduzir o vapor
Saldanha Marinko, do porto de Jaragu ao rio das
Velhas ao rio de S. Franeisco, e para proceder
oeste e nos ros Paraeat e Rio-Grande, a urna
viagera de exploraco.
Lemas no Jornal do Conmetxio :
i Reuniram-se hontem (18 de setembro) em as-
sembla geral, sob a presidencia do Sr commen-
dador Militan Mximo de Souza o> accionistas do
Banco do Brasil.
Submettido discusso o parecer da commis-
so de exames de comas, o Sr. Dr. Vieira Bueno
impugnu as apreciaces do mesmo parecer na
parte relativa ao accordo celebrado em 29 de se-
tembro do anno passado com urna firma commer
cial desta praca e bem como na que diz respeilo
aos empresiimo? de apoliees da divida publica
perleneeotes ao banco, facto que a commisso no-
tara ter-se dado de julho a setembro do anno pas-
sado.
< Tratou de mostrar que naquelle accordo ti-
nharu sido attendidos, tanto quanto era possivel,
os interesses do banco ; e, quanto ao empresiimo
de apoliees, disse que era em sua opinio essa
operaco legal, que lora feita com toda a cautella
e que della r sul tara lucro ao banco.
< O Sr. F. Belisario, relator da commisso, en-
trn em minuciosa exposico dos fados, le vara m
a mesma commisso a manifestarse contra o mo-
do porque se fizera o accordo, sustentando que o
bao bera em peiores condiedes que os outros
credores da firma cora que se celebrara o referi-
do accordo rcebendi estes ltimos ttulos de va-
lor fcilmente realisavel e que effectivaroenie fo-
ram realizados por precos muilo approximados
ao- da avaliaea >.
' Insisti sobre a irregularidade dos empresti
mos de apoliees, que podiam, em rauitos casos
servir para favorecer manobras de agiotagem ; e
observou que esse irregularidade tornav,'.-se mais
notavel porque em urna das occasies em que
se fizeram desses emprestimos, o banco achava-
se em negociarles eom o geverno para a compra
de apoliees.
O Sr. Dr. Teixeira Jnior responden ao relator
da commisso, dizendo que este se esquecera de
mencionar urna circumstancia importante, qual a
de declarar q-ie entre os credores da firma refe-
rida bavia privilegiados, representando a somma
de 100:OOO ; ora, tendo se destinado para paga-
mento destes credores 2O0-.O00J, ab itido o crdi-
to dos privilegiados, destinou-se-lhes realmente
100:000* apenas, ao passo que para o pagamento
do banco do Brasil se applioaram ttulos e pro-
piedades em somma preporconalmente muito
maior ; se a realisacao desses (lulos e preprie-
dades, elTectuada sob a actual almlnistracao, nao
eorrespondeu avahar,io, a culpa nao poda ca-
ber a directora, que celebrou o accordo.
< Os emprestimos de apoliees pareciam-lhe ope-
raco legal; as apol'ces nao tiobam sido empres-
tadas, mas para assim o dizer alugadas, e a ope-
raco fra feita. com toda a seguranza.
Nem poderia ter por fira abaixar o preep des-
tes ttulos no mercado, antes favgrecera a opera-
cao que ento se negociava com o goveroo.
< Achavam-se anda com a palavra os Srs.
Fernandes Moreira, membro da actual directora,
e F. Belizario, relator da commisso, qnando a
requerimento do Sr Joaquim Teixeira de Carva-
Iho foi encerrada a discusso, e, sendo posta a
votos, foi approvada a concluso do parecer.
Procedeu-se em seguida eleicao do preci-
dente e membros do conseibo director co banco,
e forara recebidas 137 cdulas para a eleicao do
presidente e igual numero para a dos membros
do conselho.
As cdulas recebidas representavam 416 vo-
tos que deram o resultado seguinte:
Pra^dente, o Sr. commendador Mlito Mxi-
mo de Souza. 389 votos.
Seguiram-se: o Sr. Dr. Francisco de Assis
Vieira Bueno com 13 votos, e outros menos vo-
tados.
A eleicao dos membros do conselho deu -o
segrate resollado :
Dr. Jos Fernandes Moreira 369
Dr. Francisco J M. Homem de Mello 36?
Jur Joaquim de Lima e Silva Sobrino
Jordn Crewse 33o
Dr. Mao-el Marques de S 589
J Joaquim Pinto de Carvalho Ramos ion
Dr. Fraoeieeo de Asis Vieira Bueno 133
Antonio Jo-dos Santos 63
Mantem (! de outnbro) s li horas da isa-
nhaa, a ex-directora entregou a administrrcao
deste estabelecimento ao presidente e conselho-
director ltimamente eleitos.
Em seguida foram nomeados gerentes do ban-
ca, na firrna dos now estatutos, os Srs. Luiz
Alves da Silva Porto e Diogo Duarte Silva, que
execeiara os cargos de secretario thesoureiro
do mesmo banco.
a fraguezia da Guaraliba pracadau-se a
ame en ntat ossada humana, qie foi encoo-
8. Exc. agradecen, mo-
_ ^** a *"* nuinana, q
da Boca do M-niia, imbos na i^vin^ 4a fiit {!?,no a*a,po ** Padmamargem de urna ca-
lrt,L. An Su I ^^iT
De axarae e mvenigates feitas resulta a
anppowea de ser aquella ussada a da preu Lu
tiilr icUlle 8uPerior a 100 anuos esc*a*a de Ao-
f,,,"* Maru da Gaaaeie>, que sahira para Wabar
aau v.rfwr east, atiriUuiudo-se. soa morte a
no onrechil de eamp) bario de'S.B)ijde
2:000*0to. 'da Caetoaira, na provine. da fMbia.
A., bngsJeiroshonor.d-ios bario > SanfAnna Fez-M mare4a mventa aMiciados sagakMas
toUrfloto; b-irj, ju S-rcv, e FraoWtoo Vei- offleios:
ra de Fsrii H ies ; e <* wrorieW honofairMis A FtoraneJa Rodrigues da Miranda Franao, >
Vnu. Am. ni.iura Charo, '*W'fli' **iHb 'da iury a das exaeaxor trkmmn *
4mar.,l Ferrad.r, F.delis Pae da flv*, fiAWel tW*oi elpl4a prevUtiannFamautera.
iinnealvM da CdoB. Frntti'o ttfonfto Mfcrifns, A>'*9a>*lmdmim to GosnUianleiro, da t
noel de (X.veim Bueatv. a M-jtel'erjrUe'de tkbelllfd aasaHHio da aivl), crina e de pratcatosi
Moraes, de I:d0fli cada uro. *'" -da-Mhn do tarraa'f Nmda, a eatu aroviaciai
- Por titulo* de u ftsnm nomeado%: iA*fnchaim.ftWlBeoUns Cat*, da awrKU
a.-eseniMarano. daOumS5h>-da 8. Nto, lrttpbim, an^*ataMdoosdoVa^dolarmo.
os pratieaoies Je o Lourenco da Silva Antero e Por decretos de II de setembro:
Manoel Correa Das,' Foi removido o Jaii de direito Jas -Sfmndigg
1f,*?J5:*?*K?'i* j Tendo pedido exoneracao de aspectec-da al-
r>iw>ga da orle o t. vaador Jo- Machado &
J ^^ ,i oumeado para o subst.itnii, por
decreto de 5 de outnbro. o Sr. Dr. Jt^ Mauricio
Fernandes Perea> Barrea.i
* *l0*f1;^ de outuaru) um comrai^io eon-
* '"^ara. Fernwdo. Angosto da Rucha, Br
' ^"',,"5j a Hermano Haupt, aoMsantou ^
veador Jos M.chado Coiho de Castro una
nfam aittin^ por u^4 na,*wP
J** <*i*lum d'asu prao cono 4pTq a gra-
udao e reeoohecimento oos servicos prestados nn
cargo da inspector da alfaudega da corle e pe-
trando-se muito penhorado por esta manifestaco
altamente honrosa para o funeciodarid qte soubs
alliir o exacto cumplimento dos seus deveres
como fiscal da fazenda publica, com a altenco
que^erecem os legtimos interesses do com-
mercio.
Alm da deminstracao de apreco ereconhe-
f fenlo dos seu-ftoUa servtnoa aomi insfector da
andega da edrte, q| o Sr. veador Jos Machi-
oo Coiho de Castro tora da parle de noitos ne
Eciantes d'esta praca a hontem nuicimos, rece-
u tambem S. Exc. no dia 3fdo paseado, urna
manifeslacao no'mesmo sentido apresentada pelos
membros da comnnssio da Assoda^o Commereial
do Rio de Janeiro
A alfandega da corle arrecadou : ao mez de
setembro 2,390:^2x1)35 ; e de 1 a 6 de outubro
451:8435892 rK
Eis as noticias eommerciaes da ultima data :
Effecluaram-se transaeces mais que regula
ras em cambio sobre Londres a 21 3/4 d. papel
bancario, 22, 22 1/8 e 22 1/i d. papel part-
cular.
< Negociaran)-se crea de 15,000 soberanos a
101950, 5,000 ditos a 104960, varios lotes de ouro
nacional a 21 e 22,*/. de premio, pequeos dito-
de apoliees geraes Je 6 /. a 89 1/2 e 90 /.. *00
aeces do Banco do Brasil a 1651500 a prazo e
20 ditas da companhla de carris de ferro de S.
Chrislovao a 340,1000.
As operacSes em cambio para este paquete
comecaram, por asiim dizer, logo aps da sahida
do Oflida,-com transaeces regulares no da 23
do passado a 22 d. papel bancario. A 24 anda se
passaram somraas menos que regulares a 22 d.
papel bancario e a 22 1/i, 22 3/8 e 22 1/2 d. papel
particular, conservando-se essas laxas at o dia
28, quando os bancos abrirn) a 21 7/8 d. e o pa-
pel particular foi negociado a 22 1/8 e 22 3/8 d.
< No dia 30 passou se algum papel da praca a
22 d., mas a taxa bancaria contradi a 21 7/8 d.
No dia 4 do sonante baixou a taxa do papel ban-
cario a 21 3/4 d., e aisim se conservou al hoja,
tendo-se reailsado entretanto algumas transaeces
nesla especie de papel a 22 d no que nos consta,
cora condiedes especiaos. O papel particular foi
oestes dias do crreme mez negociado a 22, 22
1/8 e 22 1/4 d., e tambem a 22 1/2 d.
< A estas eolaces saccarara se 540,000.
a Sobre Franca e Hamburgo apenas passaram-
se soturnas insignificantes, devido ao estado de
guerra em que esto aquelles paites.
< A oscillaco dos precos dos soberanos foi
grande. O mercado abri no dia 23 do passado a
114200, 114100 e 114050, baixou a 24 para 144
e 104900, subi de novo a 27, tornou a baixar a
30 e nos primeiros das desie mez Quciuou entre
114 6 104900, fechando o mercado firme luje a
104900 e 104930. O ouro nacional (oi vendido a
18, 21,211/2 22 % de premio, e as oncas 354500
cada urna.
< As apoliees geraes de 6 % estiveram firmes
de 91 a 91 1/2 / at o da 27 do passado, desse
dia em diante os precos coaservam-se sempre
frouxos entre 91 e 89 />, fechando o mercado a
89 1/2 e 90*/* As. do empresiimo nacional de
1868 forara negociadas a 1:0504 com dividendo, o
1:0004 e 9954 ex-divideodo.
c Em acedes da ban -os e companhias publicas
tornou se notavel o movimento das do Banco do
Brasil, que conservaran) se em grande oscillaco
entre 1754 e 1674 a dinheiro e a prazo.
Houve abundancia de dinheiro e os desceios
na praca estiveram facis de 5 a 9 % ; a taxa do
Banco do Brasil nao soffreu alteraeio.
i As transacc/3es effectuadas para o paquete
fraocez Gironde sommam :
Sobre Londres cerca de 540,000 a 22, 22
7/8 e 21 3/4 d. papel bancario, 22 1/4,3/8, 1/2,
1/8, 22 1/i, 3/8, 1/2, 22 1/8, 1/4, 1/2 d. papel par-
ticular.
. Sobre Franca cerca de frs. 6,000 a 435 e 440
ris por trancos
t Sobre Hamburgo cerca de M/B 7,000 a 814
res por M/B.
Sobre Lisboa e Porto regulou o premio da ta
bella seguinte :
150 a, 275 / P1"13-
9 a m / a 30 d/v.
118 a 173 % a 60 d/v.
117 a 172 /. 90 d/v.
Os soberanos vonderam-se desde 114200 at
104800, fechando firmes boje 104900 e 104950.
< Em ouro nacional fizerara-se algumas trans-
aeces a 18, 21 9 22 % de premio.
i Urna partida de oncas da patria obteve......
354500.
As apoliees geraes de 6 / (orara negociadas
a 91 l/i, 1/2, 91. 1/i, 99 1/i, 99, 89 1/4, 1/2, fe-
chando firme a 89, 1/2, e 9J /
As do emprestimo nacional de 1868 obtve
ram 1:0504 inclusive dividendo, 1:0004 e 9954
ex-divideodo. >
Sanio para Pernambuco, a 28 do passado, o
patacho portuguez Mana,
baha.
Sobre a capital da provincia cahio, no dia 6 do
corrente, urna terrivel tempestade, cujos resultados
sao assim descriptos pelo Jornal :
< Depois ds um dia de grande calor e de urna
tarde de grande ventana, cabio na noite de 6 do
correle a tempestade de que j hontem demos
noticia. Os relmpagos que incesantemente Ilu-
mina vara toda a abobada celeste, o ribombar dos
troves que, por assim dizer, abalavam todos os
edificios, os raios que se va cahir em varas di-
reccas, formavam um espectculo grandioso, po-
rm horrivel, que nao est habituada esta ci-
dade, A ebuva eragrossa e torrencial, mas feliz-
mente pouco acuitada de vento. Durou at de-
raanhaa.
t Temos noticias de varios desastres produzdos
pelos raios.
i Na eapelli do Sechor dos Milagrea araanbe-
ceu partida a soleira da porta principal, assim co-
mo a de urna das portas lateraes, que nao se po-
de abrir para celebrar missa.
t A cruz da igreja matriz da Victoria foi tam-
bera partida por um raio.
c Na casa do Sr. desembargador Bahia, na pra-
ca da mesma freguezia, ura raio quebrou a boira
do telbado e levou um caxilho, deixando o rasto
bera visivel.
t Na casa d) Sr. engenheiro Wilson, no corre-
dor da Victoria, um raio esmigalhou um maslro.
< Na freguezia da Penha cahio tambem um no
alambique do Sr. Maia.
< No largo de S. Raymundo, freguezia de S. Pe
dre, na casa do venerando octogenario o Sr. Fran-
cisco Antonio Raulino, que ltimamente tem sof-
frido mutos golpes dolorosos era pessas de sua
familia, um raio, entrando s 10 horas da noute
pela extrerni i-ide da cumieira, penetrou no soto.
deseen ao primero andar e sabio no pavimento
terreo perto de urna grade de ferro, e junio ao
lampean do gaz, que ficou despedazado, e causan-
do grandes estragos na pare le lateral e nos forros
do edificio.
< Um dos aposentos que o raio mais estragou,
foi um pequeuo quartooode o mesmo Sr. Raulino
tinha estado momentos antes.
< Em sna pas-agem pelo soto o raio matou
instantneamente a D Eulalia Amalia faroun
Rabello, (liba do fin'do major Antonio Mara Ra
bello, e qne viva em corapaubiade soa madrasta.
fllha d Sr. Raulino.
Essa joven infeliz contava apenas 22 annos
da idade. Tendo-se reenlhido ao seu quarto, rbeia
de medo, pedio un a fllha do Sr. Raulino, viu-
v, qne oceupava um aposento fronteiro, para
ihe permitiir que urna saa filhinha menor, de no-
roe Joanna, fosse dormir com ella, e sendn-lhe isso
concedido, pozerara-se as dnas a rezar, do mesmo
modo que defrente rexavam diante de um orato-
rio a vmva fllha do Sr. Raulino com suas outras
li hinhas.
t Apenas concluid-s as oraces, d^itaram-.e,
mas immediatamente houve nm grande estampido
que parela prolongarse sobre suas canecas j le-
vaniaram-se todas coro precipiucao para se diri
girera reciproeamenle de ura para ontro quarto,
como se instincto da salvacao as levasse a proco)
rar o apuio unas das outras ; nao chegaian a
eocontrar-se, porque todas cabirara sem sentidos.
A infeliz D. Eulalia esteva atolla, aprese l n I.
queimado um lado do corpo, e toda a roupa c rta
da como por dente de formigas; a iouoceilte q m
Ihe fazia companhia, coqjpletamentedesluiiibrid
e soffrendo dos olho-, que anda nao supportaip
claridad?, um* outra moga com as faces leve-
mente affecladas.
i c Caniprehonde-se a desolarlo que tal aconte-
clmeotu ca--ou no seio de nma familia uurae-
rosa.
Foi chamado o Sr. Dr. Wuchorer, que as vio
logo depois do suiistro.
. O Sr. major Barrus, subdelegado da fregu-,
da, apenas teve scie.ucia do faci co.uj.ar ." o. i
qonvidiiu oSr. eng'ohoiro Dr. Scpulv.ida p
* a casa poda continuar a ser hahit.ida sen) n*
month, una esqusdre ingleza aab a >
almirante H-imaat.canpaaU daqnMra frapn
Liverpool, Pkm'x, Enymi a L^Uqr. a fas cv-
vetas Pearl e SatelUU.
Ambou, no da 4, por ter pardo a lana, a
patacho Vems, qae i de S. IflfaVl fan Pw-
nambuco.
EaUeceran.; oaorooel rarsanmak Pedro Aa>
i-'nio foso da AraCra ; a pfttwtita Er-
nesto Aogusto da faro ; a 9 vigsria garal
mo Monis da Silva, lacaada'soa ferlnaa t i
de 20:0004 suas iriaas rasideaaaa am _
buco, a deixando llvres doas escravo* sem. *
crA alfande? renden no mez dV iiiIWn
623:0024701.
- Lemos no tonal:
t Hontem (7 de outubro) das tres para as
quatro horas da raanha, a bordo da fragata al-
mirante Liverpool, nm oficial, de noaae JfiiBsde,
de marinba japoneza, qne veio pratican Jo aa f-
f--rida fragata, suicidon-se de ama m leeira hor-
rivel, rasgando com nm pnntnl a barriga aa*
cruz, e dando depois diversos golpes aa pes-
coco.
Attrbue-se esse deploravel acontecimasfe a
melancola de qne anteriormente as nauetrava
possuido.
Foi sepultado hontem tarde no e__
raglez, no recinto rsservado para os hebreos.
< O infeliz era b mdhista.
< Antonio Ferreira Pinto Pindobal, pardo, o 3*
annos de idade, onrves, e ex-fiscal di Caara,
era ulitimanente trabalhador da Alfand-'ga. sede
nem sempre poda ser admiuido ao tr-toalh, fal-
tando-Ihe por esse motivo as meio* d-f -nsientar a
fami!ia,_a que ora dedicado, e eonitaate de qua-
tro irmias honestas e nma sobrinha.
Veio a oilade pela nann, e voitaado a I ha-
r da tarde, diripirio-se pelo cammh qne vai dar
fonte da Brotas, onde soicidou-se cora aun fa*-
de pistola.
O subdelegado proeedec na forma fa ka, a <
ficou ser a arma, que Ine tora aehada ao lado, i
va, pare:endo ate comprada n aqneNe da.
Joio Baptisu de Souza Pe(|ea, pinto dar,
maior do 40 anuos, trabalhador d'enxtda, nada
sabido do hospital da Misericordia nos primairsa
dias d'este mez, tornou-se tacitora a sombro,
sendo antes jovial. Na quinta- fera pelas 9 _
da manb, sahio de casa, a aa cerca qaa divido
rocas onde moram os eidados Benjitnia dos
tos Martins Vallasques a Salvador Pires e Carva-
lho e Arago. enforcoo-se no galbo aV nm cajnri-
ro, tendo-se encontrado vasia no en ana girrata
de agurdente.
< O subdelegado proeedao a corpo dn eVeto a
s necessarias averigaieet. >
O cambio regnlava: sobre Londres de 21
3/4 d.
ALASOAS
A presiden "ia da provincia designen o dia S
de novembro prximo, para se proceder el sacas
de eleitores espesi-w, que tem de votar pira
prehenehiment de nma vaga de senador.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
ESTRADA DE FERRO DO RECIPE AO
FRANCISCO.Este va de comniimcacb, no
ximo lindo mez de setembro:
Renden 44:6164040
Despendeu 38:9414*t
>.
Dando de saldo
5:6741821
dfto 'le os iranqujHsiir.
D pois de tres da de demora no porto d
capital, vinda da Valparaso, seguio para Pby-
No mesmo periodo transiuram na haba :
15:683 passageims, e foram tran^p>rtai-
1:273 volumes de bagagem, pesando 61:441 kle-
graron) as,
2:5oo:o73 kilogr. de mereadorias, e 523 ant-
maes.
as mereadorias esto comprehendida* : 1:004
saecas de algodo pesando 76:830 kilo iramnaa, c
406 sa:cos do assucar pesando 39:837 kitogr.
A despeza foi 87,28 0,0 da receto.
INSTITUTO ARCEOLOGICO E GEOGRAPHICi>
PERNAMBUCANO.-Reune-se boje *m setene or-
dinaria.
UMA PROVIDE.VC1A.Os raros da eanalisee>>
peral, qne fieam nos extremos opposa* da arara
da Independencia, lm uestes oliimos dias dad"
passagem emanacoes ftidas, verrta leiraoteele
insupportaveis, Unto aos transente, cano ao>
moradores d'alli.
Nao ser impossivel nma providencia, que, de
urna vez para sempre, fa^a desapparecer essa fe-
peiico qua-i constante d'aqoellas exbalacoes, aja-
vielando o ar, nao pode deixar de Diluir aa aau
de publica 1
Cremos qne ha providencia bem tarjl, basta
querer-se, para que ella lenha lugar, toado asam
Um o inconveniente apoatado.
QUE TAL INo livrof de registro d ranera
respectiva, acha-se registrada a provisf do des-
embargo do Paco de 3 de junho de 1863 ao rk
de fra de Torres Vedras, para anal se Ihe erte-
nju, que visto nao querer servir de virvador am
individuo, que tinha vindo nomeado evo pama,
nao apparecer para se prender, se Ihe punieai
seis horneas porta, ganhand cada nm ISO r>
por dia cnsta do mesmo refugiado emqaaato ar>
apparecesse para servir o dito rarg.
A foi na, d'onde col hemos esta noticia, conelu-
dizendo, que esses sao os bons tema- en qne.
como depois veio dizer o marquez de Potaba!,
se busca vam os borneas para os cargos, e ao estes-
para aquelles.
DINHEIRO.-O vapor Cruzeiro io M tronv
8004000 para o Sr. Jos Rodrigues de Sonsa; e
para as provincias do norte as sefnintes:
mas :
Parahvba
Natal
Cear
Maranho
Para
De nossa praca levoa esse vapor
para Natal.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPHICO-
Deve reonir-se boje esta soeiedade em
ordinaria s 10 horas do dia. Orden do
eleicao da directora para os quatro mezes
ros de 1871.
MONTE PI ECCLESIASTICO.-Sahbado, as 3
horas da tarde, tem de reunirse a aaaaaaauVa
geral para assis ti r revisan dos estatutos qne ten
de reger a seciedade,
PRIVILEGIO.Por decreto de 13 de setenar.,
foi concedido aos eogenbeiros Franeisco Aatsak.
Pimenta Bueno e Panio Jos de Oliveira, privile-
gio para a Introdcelo as provincias de 8. Pasta
e S. Pedro das machinas, vehculos e arados da
sjsteraa de R. W. Toow>n.
DIREITOS DE IMPORTACO.-Pelo ministerio
da fazenda, em 24 de setembro, foi expedido, sob
C n. 4061, o segrate decreto, preeedid da expli-
carlo de motivos mira :
< Senhor.O art. I*, g 1 do decreto a. 1,780 de
20 de outnbro de 1869, determina ees as taxa.
do 40 e 30 0/0 augmentada sos airlos da ns-
portacao das mereadorias estrangeiras sejam aa-
ouaknente alteradas p> lo governo na razia anana
da sabida do cambio cima de 18; e en* palas
tabellas juntas, organizadas na directora fetal da
contabilidale do thesooro nacional, se i
que,o cambio medio sobre Londres, nos 12
decorridos do eomeeo te outubro d" ana;
at agora, foi as pracas do Bra>fl pffJi"
de 21 pence por 14 ; tenho a honra de :
apprvacao de V. M. Imperial o de-rete hiato.
Son, senhor, com o maior KattimiHe, e> V. M.
20040011
1004001
6:O00ffOH
>. i V^Pn'i'9
3ooffon
5:000*100
tshaa > 4f f/f- a"M 4VU,
roeootitM h^nJffii
e>> das niiraadura aa>
Imperial subdito muito tl?l e reveale. -I
de ttaborahtj Rio de Janeiro, 94 d0 1870.
AttenoVndo ao qne m represent a-i
e secretario de estado dos oefaeloa h nal
para execucao ds nltima parte do| t*, art. lda
lecreto n. 1,780 de 20 de ouiahre de tfff, M par
bem decretar:
Artigo nico. Astthaa *
qne o citado deoteta de!
aos direitos de Im^orn^n
trungeiras, Scarie renjanas doram* a l
1871, a prtBrtrdl'34'dr\ a seftada 1
< O monde de liaa..rahy. wnnHHia
1), enador do^taiperio, pre-Naota'dat.
ministros, ministre *' sewetm'diVMhas/sJn) nv
goeios dvraieedi ptesidautt'di (MuanMa *#>-
-ouro nacionaj, asiim o teaha ennadtda fna
-xecotar.
c Palacio do Rio de Janeiro. VtHttttmi*
< S70, 49- da iadepeaoenei m ii lM|iisl> |3an a
rubrica de 8. M. a Imperador. ftamni
borakp.
MrCr?teOIto.-4lr h*** feda-1
acu>sao Ja
-
f
I
5 hora
dade, para pres
i
^Ptnnnnfi




:ajDi#3.vdfftfl^gitaoc^rnT fi^ feim 13 4*; Qqti^ d 1870.
I

.jK
PUjbbopci
4* fia
locciona hoja. A oraera
oae Clfwfel Atea
ca.
Na declara-
aea Sarment,
o corrala, dea-
I na
Conc*defam"eid pelo Sr. a sessao de 13 do corrttue, ouvida .a aWridade
competente.
PASSAGras.
Sr?' ri^'Pd^ M 8r"de86ml,ar-
Do juiomankipaJ doAraeaty.Apaellantes,
Aaaonie Correa de Sonza e sua mulher; appella-
enrlcio f^^^BaptiUBfcrboaaemrmilher.' Do
ws* JjaofljOWpal do BaliJtw.-Appellaafle.AiMOnio
PASSAGEIROS-Sahiram para arropa*) pe, &ZLItotfiSK-;'OTf^L^
lele francez Gircnde: ww "^ ^^ 1T, ^ juinrawtjici
. esto typographTc de arot
pammr cmfttenaas. i
TStaHOO'OE PERffAMJUGO.-tBatT,
ameadon oo n> d setetnbro 4:309*M
| sidente trans)
os Veigas para toral, pedia
lamas pan
ci?.
iJFiWVf6- ^b"*', ^<#M Ferreira Va-
Mmhiiu da ftettf'R Mas, Simn Btdiq;
Panto.las de Olive. Augusto de Olirttra.' Jos7
i. Pajuil,
ra do dio Formbso -inVfepor brasileiro
P"errera da Cosa, uinfcruta e duas
doty*to*daurWapa>b*JJai^
ndor
luqiieMae, sala lir Jos
4 criado, df embargador Alvaro Barbalho Ueha
8arro8 Brrelo, sua senbora e I esaravos. cora-
mandador Antonio Gimes Netto, capillo Aurellaoo
Augusto de Sonta Pedrt, teneotelos de Barros
Rodrigues Falcao, aiferes Joao Bernardo do Reg
Barros, los'Ltriz da Silva,' sua Senhora e 2 cria-
pal do Araeaty.-Appellaote, Itaias'joa Bodri-
ues; appeltado, Maooei do Nasctmento ftodrlgues
dos, Joao Evangelista da Silva, Frederico Ferreira
Franca, Anto'nio Pereira Vanna, sua ssnboft o
! criado, Eleainnde Rodrigues Germano, Jos
Correa dos Santas, Manoel Francisco Marques,
Antonio Manuel de Soma, Jalee-Joseph Durand,
Agne Metilaaie, Jules PeroandW'Thnm da PYan-
3 Argnif, Cezar Leme\ Jlo T. F. Jnior,
Manoel Y. Actodo" Jnior, 'JM. da F. Lima,
t-elixBfMa Olive ira e ana sen&ora, Manoel da G.
Moralra; Cartdido Z. Medsirosis'sua senhira, Fran-
cisco de P- Mindllo, coramendador Jos J. de
fo,i ao
Oliveira e sua sentara. IsaqiM Tavares dcOsia,
Arddnio Archa Flecha, Manoel Francisco, Miguel
Z de de Aguiar, Mltaoel J. G. Ferreira, Jos B. de
C. e Silva Ma sefli* M, itfjor Antonio F. Leite,
Alcides de Sauza CasTfd'; Jos Isidro de Souza
Castro, Jo M. da Silva, Antonio Colrim Jnnior,
Iranci-co de Muraos Sarment, Joaqnim M. da R.'
Lima, Jales Salegan, major Alarios G. de Car
vaWe-Gnimaraes,1 Antonio dos Sabios Carvalho,
7 ex-praca* do xercito e 2 da armada.
Bario de Mamanguape, sua senhora e sua
sogra, senador Ambrosio Leilao da Cunha, senador
Domrag* J. N. Jsguaribe, Dr. Manoel F. Vieira,
Dr. Luiz A. V. da Silva e 1 criado, Dr. Augusto
fe. de Cauro, Dr. Julio Barbosa de Yaseoncellos,
sua senhora, i filho e 1 criado, Jos E. G da
Nlva, D. Maria F. da Q Ribmro e 2 filhos, padre
tran;ieo P. Pesada e 1 eserarn, tente Theodoro
A. Ramos, alferes Silvino B. de Carvalho, alferes
Manoel de Faria B., Jos J. de Oliveira, Emilio J.
Moreira, Tlnberio G. Peres e 1 criado, Jos H. de
M. Montenegro, Auraliano A. de Carvalho. 27 ex-
pracas do exercito e l da armada.
LOTERA.A que se acha venda a 163",
Deaertcio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
ni, a qual corre nj dia 17.
CEMITEUIO PBLICOObituario do dia 8 do
corrente :
Claudina de Albuquerque Maranhlo, pardo, Per-
nambuco, II annos, solteiro, BoavisU; phthisica
pulmonar. Hospital Pedro II.
Francisco Bautista, preto, Alagoas, 8i annos,
viuvo, Boavfeta; velhice.
Benedicto, preto, escravo, Piauhy, 28 annos, sol-
teiro, Boavista; gas'.ro intente.
9
Vendiana da Silva Ramo-, pardo, Pernambuco,
2i annos, casada, Capinga; peritonite.
Joao Jos da Sonta Gomes, branco, Pernambu-
co, 60 annos, casado, S. Jos ; hemorragia cere-
bral.
Jcsepha Theodora de Figueiredo, branco, Per-
nambuco, 49 annos, viuva, Santo Antonio; para
lysia.
Joaquim los deSant'Anna. pardo, Pernambuco,
45 annos, viuvo, Boavista ; estupor.
Libaaio Jos de Brito, branco, Pernambuco, 30
annos, soltairo, Sanio Antonio; inflamacao.
10-
Antonia Maris do Rosario, preta, frica, 70
annos. solteira, Recife: espasmo.
Felippo BeHo Maciel Olinda, branco, Pernambu-
co, 40 tonos, viuvo, Puco ; febre perniciosa.
Josepha Francea da Silva, parda, Pernambuco,
24 annos, solteir, Boavista ; diarrha chroniea.
Banto Jo- do Meleiros, banco, Pernambuco,
4o annos, casado, Santo Antonio; phthisica pul-
monar.
Jos de SantUnaa, brinco, Pernambuco, 76
anno?, casado, S. Jos; hydro pericardite.
Franeisco Mi noel de Almeida Catanho, branco,
Pernambuco, 76 annos, casado, S. Jos; apoplexia
cerebal.
11 -
Joao Pereira da Oliveira, pardo, Pernambuco,
'i0 anno?, casa lo, Santo Antonio ; repentinamente.
Ron ildria da Conceico, parda, Pernambuco,
3o annos, casada, S. Jos; itericia.
Aotoiij Maaoei de Sampaio. branco. Pernam-
buco, 8 annos, casado, Recife; febre gastro he-
patite.
Mmoel, escravo, preto, Pernambuco, 1 dia,
Santo Antonio; espasmo.
Manoel I iaquim Antonio da Silva, pardo, Rio-
Granile do Sul, 33 annos, solteiro, Recife tubr-
culos pulmonares.
Do Sr. desembarga!^- Buerra ao Sr.desembar-
gador Lourenco nAof
Do juizo muioJpHp>Iace. Appellante, pa-
inkgi Gqoe dos Res Lima; apellado, padre
Jda d, Anpunciacao o Souxa. Do uiw cruateipal
do Recife.=Appelrnta, Jos Loarenco da Silva ;
sa ?PJ?"d0. Maarioio Cantoso. Appellante, D.
Silva Novaes, D. Per*r feria daaNeves Mirada Oliveira; JettTdCV
m Mana da Conoeigio. Appetante, Jos Antonio
Remande Fradique; appelliido, Joaquim d'Afcu-
qurque Caslru. Appellante, Antonio Henriqaes
Rodrigues; appeflado, Luir da Silva Perreira. Do
juno municipal de Camaragioe.-Apiellante, Flan
oifco fioncalres Baris ; appellado, Jos Franeisco
a Cos Wandartojr. Da juilo municipal do Aca-
rac.Apellantt, Frineisco Anastasio de i Ma-
na ; appIta*L Anua Francisca do M
:Jxtgf
Appellaco crim- do Jury do Aracaty.Appef-
Jm*o, o promotor ap(*|lioo, Manoel lHooiwo. dos
; Do r. dosemhargador Almeila AJbaqoerque ao
sr. deserabargador MotU:
Do juizo mdielpM la villa de Souia.\ppeMan-
tes, Pedro Jos Antones da Miranda e outros; p-
peliados, Dr. Vicenta. Ignacio Pereira e outros. i fid
juizo municipal do Recife.-Appellante, Antonio
Larlo* Pereira de Burgos Ponoe de Len; appella
ao, Antonio de Siquoira Cavalcante. Appe^iRdes
ernnes. Appellante, Dr. Antonio Fen'ppe O'Albu-
querque Maranhao por sen escravo; appelladD,
a jusiic>. Appellante, Osorfcj Felippe Jos Fran-
cisco; pp3llida;ajustlca.,
Do Sr. desetifergador Motta ae Sr.' desembarga-
3or Doria:
Appellacoes crinM, do jury de Malta- Gran-
de Appellante, e juiro; appellado, Manoel Fran-
cisco dos Santoa. Djs fritos da fazenda de Ala-
goas.Appellante, Brlies Hermelinda Carneiro do
Albuquerque; appellada, a fazenda. ConQiclo de
ju-isdtcao, i entre os iuitez de orphios da cidade
Victoria e o do Bonito.
^ Di Sr. deserabargador Domtngaes da Silva ao
sr. desembargador Regueira Costa:
Do jnizo municipal de Baturit. Appellantes,
Dellmo do iNaseiraenlo Goes e sua mulher ; appel-
ados, Jos Ildefonso Pareira do Goes o sua mu-
lher. Do jnizo municipal de Mamanguape.Ap-
pellante, Jacinthb Luiz da Silva: appellado, Fran-
cisco de Salles Haideo.
Ao Sr. deserabargador procurador da cora :
Appellaco civel do juizo municipal do Reci-
fe. Appsilantes os religiosos do Caro; appella-
do, Manoel Pereira Magalhaes.
Ao Dr. curador geral;
Do juizo-municipal de Camaragibe.Appellan-
te, Luiz Marques de Lima; appellado, Ignacio Ma-
noel Saraiva. Do jnizo municipal de Garua-
rAppellante, Jos Franeisco Xavier Cruvello;
appellados, Joao Francisco Xavier d'Azevedo, boje
sua viuva, habilitada.
Assignou-se dia para jalgaraeato dos seguintes
fetos:
APPEI.LAQOKS CIVIS.
Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Appel-
lante, Joao Viceoto de Lana Freir; ap ,ellado,
Geroncio Estanislao Aff.mso Do juizo municipa
de Quixeiramobim.Appellante, Ernesto Brasil de
Mattos; appellados, os herdeiros de Miguel Alve.
de Mello. Do juizo municipal do Recife.Appel-
lante, Henrique Guilheime Sleple ; appellado, Au-
tonio Gomes da Silva.
^)ISTRIBCIQ5E!.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do juizo municipal do RecifeAppellante, Joao
Gomes da Costa; appellado,Jos Euzebio Alves da
Silva.
Ao Sr. desembargador Guerra:
Do juizo municipal de Macei.-Appellante, Jos
Correa Leal; appellados, Jos Joaquim de Farias
Carneiro e outros. Do juizo municipal do Reci-
fe.Appellante, oExra. conde da Bo;i-Vista; ap-
pellado, Manoel Muniz de Aranjo Castro
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Dos fetos da fazenda di Recife.Appellantes, a
viuva e herdeiros de Francisco Muniz dos Anjo?
Paula; appellado, Ignacio Frans.w Cabral Canta-
ral. Do juizo municipal de Mioti. Appellante,
Jos Francisco Pinheiro Caja; appellados, Francis-
co Manoel de Luna e sua mulher.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Do juizo rauoicipal do Recife.Appellante, Emi-
lia Rosa Garca; appellada,'D. Josopba Leopoldina
de Mello Marinha.
Ao Sr. desembargador Motta :
Do juizo municipal do Recife.Aggravante, Ber-
nardo Jos da Costa Valente; aopellado, o jui-
zo. Recurso de lailencia do Recife.Recrreme
o juizo; recorrMos, Almeida Borges & a
Ao Sr. desembargador Souza Lelo:
Recurso crime do juizo de direito de Naza-
retb.Recrreme, o juizo; recorrido, Antonio Jos
Pereira.
Levantou-se a sessao a 1 hora
quarto.
acabarem os trabalbos, e que nesse *
dara fazer os competentes annuncios,
do que est a asaembla convocada r.
nr as nove e raeif horas da manhaa.
Concluindo, dizemos que nio qu>
cas, muiio menos pela imprensa,
mais que fazer, qon Discutir fnvolid
tas linhas escrevemo, foi s para
cerimooia eom que o tocio t
avancou urna propoiico temer;
O ocio
COniMR
pela im
tome.
aos 23 de s?tembro iJ 18/0.
Eh Lui Francisco Berreto
escrivJo o stibsci4i.
AbjJiO'Jot'Ttyares da S>lva
PAACA DO RSCIFB 12 DE OUTUBhO
DE 1870.
AS 3 1/2 HOBAS DA TABDI
Cambio sobre Lpldres 90 d/v 21 5|8 ||.lii fc
banco 21 1|2 por li. *u
Frete de alge
Nort para
Mesqui
Pelo secretario,
A. P. de Lomos.
l^duzias de chicars e pires.""a'"HfS, *i
eimsntododfa
2i 638*518
'ol
296.0464107
jdalfaKdL^
fnieBdu
geiMre*
idtnies cvn fMondas
(eavlSB ote
6
104
'olumessabiios eom fazenda
dem dem eora gneros
------110
1
19'
320
0 5r-. SttUtoa 8ag|> Horros da Lacera
i codesUa'o^Kkl^^rWelfir de Peraam.
buxv,-imtermo por'S M. imperiai
coDslBckmat-o Sr. D! Pedro II aquem
v DeustgBrde te.
f'acd Bbr^OBfo praasnle que no dia 27
QomezdcroBjWHi'd^'-isitajQte anno, s
f deaisattaiar'aorva'^ i qoem mais
der em pfcc> pfftkiHdetijaizo, depow da
audiencia rftpectlfai -OS aovis e gwwros
mtes:
Dascarregam boje 13 de oalubro
Barca inglezaRodench Dhufarro.
Barca ingiezaSea Quem\Aem.
Barca inglezaPa/rwdiversos gneros.
Brigae inglezDor-abacalho.
Brigue inglezPortia id*m.
Brigue inglezJane idem. _
Lugre inglez Emblyn fariJtt de trigo.
Escuna dinamarqnezaPitia idem.
sECEBEDORlA DE RENDAS INTERNAS Gtt-
RAES DE PEIWAMBMbO.
tendimento do dia t-a II. ... 20
ldm dodia 12....... 2:iH"
22:8054974
CONSULADO PROVINCAL
tendimento do dia i a 11. 15:383*884
dorado dia 12...... 382*829
15:7661713
CHRONICA JUDIGMRI/L
TRIUtJ.Vl?, DA Ill.'l. 41 lo.
SESSAO EM 11 DE OUITJBRO DE 1870.
PBBSIDE.NCIA DO EX3I. SR. C0.NSE1.HE1R0 C:. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virt/tlio Colho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desera
bargadores Gitirana, Guerra procurador da cora,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Doria, Domingues da Silva e Regueira Costa, fal-
tando eom sauna iSr. deserabargador Souza Leo,
abrio-se a sessao.
Passados os feitus, deram-se os seguintes iulsa-
mentos :
AGGRAVe DE INSTRUMENTO.,
Do juizo municipal de Goyanna. Aggravante,
Antonio Jo.-, de Pigueirlo; aggravado, ojui-
, zo.Jnizes os Srs. desembargidores Guerra, Re-
gueira Costa c Doria.Pi.-ou adiado.
CARTA TESTED.VIlAVEr,.
D_> jnizo municipal do Cabo. Aggravante, o
bario de Natanth; aggravado, o juizo.Jnizes os
Srs. deseiuiirgidores Guerra, Motta e Lourenco
Santiago.Fie.u alalo.
AG08AV0S DR PETigO.
Do jnizo mnniripi! do Recife.Aggravante, An
Ionio Monra d>s Raa; aggravado, o juizo.Juizes
os Sr. Jeseinbargailores Guerra, Lourenc i ^antia
go e Almeida Albuqaerque.Negou-se provi
ment.
Agravante, Antonio Luiz Martina; aggravado,
ojuizn. Juizes os Srs. desemhargadores Guerra!
Gitirana o Loureag Santiago. Deram provi-
ment.
appsllc5es civeis.
Di juizo mUBieipa* de Ipojuca.Apwllaole, Jos
FraojijOO dn Hegeiifaia; .appellaio, Francisco
Manoel ie Se,|ueirxConlirmada a sentenga.
Dj jujao municipal do Recife.Appellant Jos
Alves Bar> na; appellado, Elias Emiliauo Ra-
mo. C-iofl-inada a ientenca.
Dijiizi 11, pitos da faz nda do Recife.Ap-
pellaoie, a fizotia; appellado, Anonio da Silva
Dj jiiz initoioipai de Porto- Cal vaAppiNant
Alexan-ire Wt,'o-r; appellado, Jos Ignacio de
MenJoaca.D apresado o embargo.
Do juizo municipal do Recife.Appellantes. a
TTUva e herdeiros Je Gailherme Patricia B tt-rr*
Cavalcame; ip^!HdW, Manoel Pereira Maija-
lb*.Ilecsburam s mbargos.
Do ja to mnnirnai da eidade d'Areia.Aptiel-
lanie.MAHoel Maaoek Praiiei^eo Alves Gama.Reformad* a s;n-
tenfa .
I> jsiz. Tiunrip* do ReciteAppellaol, An
tooi^M.,ur* -; appelladm FeUciaoa Mana
aAsEiT* A" a" V a% ^su; appellaio.
francisco IQao da Cdata-Despresad, s os e,
e menos um
PUBLICAGOES A PEDIDO.
kanoft
AmU.AQA0 camit.
^wfrtgBLa&,
novo jViry.
0 Dr. J, J. de Miraes Sarment n5o foi
medico assistente do Dr. Victoriano de S e
Albuquerquer, embora Ihe tivesse feito vi-
sitas dorante saa enfermidade, e houvesse
assistido a algumas conferencias.
E' inedico assistente aquelle qoe encarre-
gase do trata.mento de qualjuer doeute, to-
mando soore si a respectiva responsabili-
dada, assigna as receitas que pa.tsa, expe
em conferencia o quetem observado epres-
cript-), e d o attesta lo mortuario, no caso
de vir a saccambir o doente ; mas om me
'lico, smente porqua fez visitas a um do
ente, e assistio a a guarn coeferencias.
en concurrencia eom o assistente oo assis-
lentes, n5o pode ser considerado como
tal.
Nio sao contas de honorarios, que pro-
vam que um medico foi assistente.
Um coUtga.
Monte Pi Porfcugugz
Um socio amigo da verdade, e mais migo, tal
vez, anda de pulgonear, ap eciando a informacio
dada Revista Diaria a erca d.t occorrilo do-
nmgo era sessao da assembla geral, diz, eom
toda delicadeza de que capaz, que o informante
iliadio a na fi djs Srs. rodatores da misma re
vista, e faltou verdide em dizer, que s ell-
ftes liiham sido addiadas para domingo vindou
ro em consequf ncia da hora estar adan ar'a.
O socio amigo da verdid jnstament* que a
ell-t [Uta e procura illndir a bou f de quem ler
o seu arrazo .do, qoandf diz que a assembla,
i c m-cia de seus eterei, chamou a atteog o do
5r. presidente parai a doutrina da 2" pirte do
art. 23, e padin-lbe a s ia inteira observancia,
i olied-'cendo en lio o Sr. presidente ao impero
< da lei, depois de breves expliqaces.
A assembla naochimm aaltencaoie niguera;
quem a cham tocio, e nao Consta- que ese socio tivesse prjcu-
r.gso dos cent) e tantos presentes, nain ainda a
uha para ser re fesentante defles, o dito Sr. so
en apenas nma parte ( foi a centesima v ge-ima
sexta) da assembla, e deciJuhmetate a parte nao
pode absorver o lodo.
Nao foram tambem as obserragoes disocio,
senimella da lei, que flzsram o 3r. presidente ad-
uar para domingo as eleieota; loi, como se disse,
(>or estar a hora idian'adi. a aisim acabarla o
noto eleoral multo larde eom ineoramodo dos ao--
Cl"S.
MOVIMENTO DD PORTO.
iVacio sahido no da 11.
CanalBarca iogleza Barbadoes, copitio Jaymes,
carga algodao.
Navios entrados no dia 12.
Rio de Janeiro e Bahia7 dias, vapor brasileiro
Cruzeiro do Sul. de 1119 toneladas commandan-
to J. de P. Gt Alcoforado, equipagem 6i, carga
vanos gneros; a Antonio L. de 0. Azevedo
& C
Rio de Janeiro e Bahia5 das, vapor francez Gi-
rond, de 1797 toneladas, commandante H. de
Somer, equipagem 131, carga difTerentcs gene-
ros ; a Tisse Frere.
Rio de Janeiroli dias, patacho portuguez Ma-
ria, de 176 toneladas, capito Pedre Mariins
Branco, equipagem 10, carga farinha de man
dioca e outros gneros ; a Euzebio Raphael Ra-
bello 4 C.
Triestre81 dias, lugar inglez Fern, de 177 tone-
Udas, caonao Jaymes Coltharpe, equipagsra 7,
carga 2086 barricas eom farinha de trigo ; a
Henry Forsier A C.
Rio Formoso6 horas, vapor brasileiro Parahyba,
de 104 toneladas, commandante Joaquim Jos
de Oliveira, equipagem 14, em lastro ; a Cora-
panbia Pernambucana
Navios sabidos no mesmo dia.
AracatyHlate brasileiro Novo Invencivel, capitao
Joio Sabino Anlune-, carga differentes gneros.
Para e portos intermeoiosVapor brasileiro Cru-
zeiro do Sul, commandante J. de P. G. Alcofo
rado.
Bordeaux e portos intermediosVapor francez
Girond, commandante H. Somer.
FalmouthBarca franceza Coligny, capitio Nicols,
carga couros e outros gneros.
Liverpool por Mossorbrigue inglez Iris, capitio
Valot, em lastro de areia.
MamanguapeVapor brasileiro Cururipe, com-
maodanlo Silva, era lastro.
EDITAR'
acias branca e pintadas a 400 rs. 78 liras
de tigejas pintadas a 800 rs. 48 pessas de
57*589 ^&JV^Wn-pA*-n*- r
o dDEas de coucos de pao a 250 rs.
4.d|to!
rs. 9 urpmas a 100 rs. 4 dzias aban s
a 160 rs. l/ma pipapqr l^OQO. Urna qoir-
tola 3^0DfJ. Urna dila eom 2 canadai' de
vinagre por 8.J000. 1 bafril cora 5 cana-
das de vjntao branco por 255000. 1 barril
^ 1/2 caaada de aieito doe por 6iJ80f>.
2o saceos de eHp'a a "200 rs. i dito eom
roihas por 20000. 4 libras de flha de lou-
ro a lO rs. 121 garrafas de vinho a 300
w. 4 frascos tm genebra a 200 rs. 81
meias botijas de serveja Bss a 300 rs. 18
garrafas de serveja ordinaria a 200 rs. 7
ditas de serveja da trra a 160 rs. 2 latas
de ervilbafl a 300 rs. 2 frascos de sal re-
finado a 290 rs. 12 lata* de bolachinbas a
640 rs, 7 garrafas de cognac a 600 rs. 6
frascos de vi tiro de bocea larga a liJOOO
cada om.'
83 massos de cigarros a 40 rs. 26 pe
dras de anular 60 rs. cada urna. 1 1/2
arroba de velas de carnauba a 8^000. 50
mauosas d'alho a 100 rs. 100 dtuias de
phosphoros de gaz a 120 rs. 10 duzias de
pbospboros seguraaca a 300 rs. Urna ar-
roba de sabao amaretk) a 160 rs. Seis mo -
Ibos de sebolas sem valor. 2caixas de ale-
tria e talheria por 30000. 5 libra de cra-
vo da india a 200 rs. 5 libras de pimenta
do reino a 203 rs. S libras de cominhos a
200 rs. 1 libra de alfaaema a 200 rs. 2
flandes eom farinha de ararnta a 30000. 2
libras de eb da india a 10000. 5 libras
de assucar mascavad) refinado a 140 rs. 4
I bras de assucar refinado branco a ltOrs.
8 libras de bolaxas finas a 100 rs. 23 li-
bras de baoha de pirco a 300 rs. 10 li-
bras de manteiga franceza a 500 rs. 10 li-
bras de toticinbo a 300 rs. 10 latas de
500 rs. 2 libras de cha por 20000.
4 libras de cha mofado sem valor, 2 res-
mas de papel para embrulho por 20000. 2
arrobas de' arroz pila 'o a 20000. 1 e meia
cuia de feijSo a 500 rs. 4 libras d palha
a 100 rs. 3 ancoretas vazias a 10000. 30
garrafas vazias inclusive! francos e botijas
alOrs.
Os quaes gneros foram penhorados por
execuco de Job Pereira Bastos, contra Ce-
mentino Goncalves de Farias, e na falta de
licitantes ser a arrematarlo falta pelo pre-
co da adjudicarlo, eom abatimento respec-
tivo da lei.
E para que ebegue ao conhecimento de"
todos mandei passar o presente edital que
ser affixadonos lugares do coslume e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco aos 11 de outubro de
1870.
Eu, Ernesto Machad > Freir Pereira da
Silva escrivSo o escrevi.
Sebastio do Reg Barros de Lacerda.
I*, per.* obH^^B?!U,
irSxerntari o lindo "i<,ai!e Pm Po,to Afcr* e e
4.e> XCIC'
rprendentes desloeatdes'em cadeiras, pelo
lo artista jtiveo pernambucaoo Vicente do
tindos e arriscadiSsiSos grupos pyramidart,
por toda companhia.
,ia. 6. ACTO.
JW68 ??Ieios na eordo bamba, pelos artiuts
Cos, francisco do Iteg e Santos.
artista Valeriano exeeutai o
[seguida
" Ibalho
0 HOMEM RAK).
7.' ACTO.
~.*pparatoso trabalbo tovenudo pelo artista Va-
leriano, o grande quadrb histoco intitulado
OS MARTIRIOS DE UM ARTISTA.
Os benefleiados implorara a proteecao do phi-
Wltropico publico dest eidade, cora ospeeialidado
. corporales commercial e acadmica, aos
tjuaes desde j se confesaam gratos.
Principiar s 8 horas.
Presos
Camarotes eom 4 entradas........ 8,
Cadeir*s.......................
BoraesJ..........;.,............ I
Paquetes a vapor.
DMt>
:arga
Corapanhiafranceza
Sabbudo 15 de outultfo.
Recita eiiraordlnaria
BRNEFICIO
no
PROFESSOR DE DANSA
JOAOUn ERREftA DOS SAITOS
Gran* e variado espectculo,
Dividido em tres partes.
. PMMEIIU PARTE.
Depois de nma' brilhante syraphonia pala or-
chestra, subir a scena a muito applaudida ope-
reta denominada
Le Violonexs
Personagens.
Reinette........
Mathieu........
Pierre..........
A cmara municipal d cidade de Olinda fa
publico que em sessao do 6 do corrente resol/eu
mudar o nome da povoacta dos Arrombados para
o de povoacao de Duarte Goelho, primelro dona-
tario da capitana de Pernambucano.
Paco da cmara municipal de Olinda 7 de outu-
bro de 1870.
Manoel Antonio dos Passos o Silva,
Pro-presidente.
Marcolioo Dias de Araujo,
_____ Secretario.
JUISO DOS FETOS DA KAZt.NDA .\AUlO.NAL
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silta, offlcial da or-
dera da Roa e juiz privativo dos fetos da fazen-
da nacianal por S. M. o^r. D. Pedro II, ele
Faco saber todos que este vrrem que no dia
13 de outubro futuro, na sala das audiencias pelas
11 horas da manhaa perante est& jnizo se vende-
rao era praca os bens seguintes : penhorados aos
h'Tdeiros de Jolino P-reir Matloso, ex collector
da villa do Cabo, e de ?eu ador para pagamento
da fazenda nacional : o engenho Bom Destino no
lermo de Agua-Pret, sendo avahados as bemfeilo-
ras do mesmo, consislindo em urna casa de enee-
nh) e purgar sobre pilares, 200 palmos de com-
primenlo e 42 de largura, tendo ao lado um te-
Iheiro que serve de picadero eom 17 palmos de
laruura, assentamento eom 3 rojos, estufa roda
d'agua, moeoda de ferro, cora formas, casa de vi-
venda, senjalla, casa de familia, tudo de taina p
em mi) estado, eom 162 palmo* de frentps e mais
4 casas em rato e-lado era 8:009JOOO; o as tr-
ras do raesrao engenho comprehendendo o lugar
denominado Roncador, eom urna legua de frente
e igual extencao de fundo pouco mais ou menos'
em 12:000*000; urna casa terrea na vil? dj
Labo de taipa cora 63 palmos de frente e 63 de
fundo, 7 janellas na frente e 2 portas, orredo'r no
centro, 7 guarios, cosiuha, quintal cora 130 Dalmos
de extencao, e um terreno devoluto ao sul da mes'-
ma casa eom 18 palmos de frentp. sendo todo o
terreno foreiro, avallada em 2;000|000, e o en-
genho Solidada avahada em 18:000|000
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei pas-ar o presente quesera pub'icado pela
imprensa e alBxado no lugar do costume.
Dado e passado tiesta cidade do R^-ife aos 2i
de setembro do 1870. "
E eu Luiz Francisco Brrelo de Almeida, escri-
Ab'lio Jos Tacares da Silva.
OECLAfiACOES.
Vai praca de venda no dia 13 do corrente
depois da audiencia do Dr. j Jz de orphaos, um
terreno foreiro em Santo Amaro fronteiro casa
de saude do Dr. Ramos, cora 62 palmos de frente,
pe a quanlia de 700f. O mesmo terreno tem urna
pequea casa de taipa e tjolo, comprehendida no
mesmo preco.
vao subscrevo.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qup
na sala de suas sessfies, no da 13 de outubro, pe-
la. 4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
|uem mais vantagens offerecer, pelo lempo de ora
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEMTO BE CARIDADE.
Ra das Calcadas.
Casa terrea n. 36.......1933000
Ra larga do Rosario.
Segando andar do sobrado n. 2i 303*000
Becco da Gloria.
Casa terrea n. 65......2165000
PATRIMONIO DOS ORPI1AOS.
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar.)
Casa terrea n. 108.......20i000
dem idem n. 105......J 13U000
dem idem n 99......... 343000
Idem idem n. 96......t. 000
llera idem n. 94......... 204OO
Sitio da Mirueira n. 4.....240*000
Os pretendenles deverao apresentar no acto da
irrematacao das saas llancas ou comparecerem
acompannados dos respectivos Dadores.
Secraiaria da Santa Ca.- a da Misericordia do Re
cife, 10 de outubro de 1870.
O escrivao,
_______ Pedro Rodrigues de Souza,
Actores.
Mlle. Brescia.
Mr. Maris.
Mr. Raynaud.
SEGUNDA PARTE.
O beneficiado vestido de baodarilheiro executa-
ra um lindo e difUcil passo de dansa, muito ap-
plaudido em Madrid, intitulado
Aragoneza
Mr. Carn se far ouvir, eom todo o chiste que
o caracterisa, na bella e engracada cancao cmica
intitulada:
Lk MANDOLINE A DODO.
Em seguida MU;. Marietti) igualmente so fara
ouvir, cora urna canconeta intitulada
LA CANOTIEIRE DE SAINTE CLOUD.
E Mlle Choiberi na canconeta
Mon Rve.
TERCEIRA PARTE.
Variacao de flauta composta e executada pelo
festejado flautisU Salmtiano.
Em seguida o beneficiado em costume Saboiano
executaia um lindo passo das panderetas do
S ltimbanco
Mlle. Brescia cantar ama aria intitulada
PASS\ LA MAxNO.
Madame Val-monea se far ouvir eom urna aria
denominada
A Flor dos Alpes.
E' este o espectculo que o beneficiado offereee
a seus amigos, e ao publico em geral, quem
pede seu valioso auxilio ; mostrando-se agrade-
cido aquellas pessoas que j se dignaram acceilar'
bilhetes.
O beneficiado approveita o eDsejo para dar um
publico testeraunho de sua gratidao ao Sr. Salus-
tiano, pe > modo cavalhein.so porque se prestou
em coadjuvar seu collega em arte.
Mostra-so igualmente grato Mme. Val-monea
que de boa voniade concorre para tornar o espec-
tculo mais digno da apprecacao do publico, bem
assim ao Sr. Duarte Coimbra pela altencao que
sempre Ibes dispenson ; e aos mais senhores de
quem recebeu provas inequvocas de symothia.
Para mais comraodidade da mukas pessoas
enirada do espectculo ser as 8 l|2 horas.
O resto dos bilhetes acham se roa estreita do
Rosario n. 31, 2o andar.
THEATRO
CAF CANTARTE
Domingo 16 de outubro.
Grande divenimento noPavilhao de Smto An-
tonio, s 5 horas da tarde por Mlle. Brescia. Choi-
beri, Mnettp, e Mrs. Carn e Raynaudv
Os intervall.is serlo preenchidoi pela banda
marcial.
Entrada 1,3000.
Dos portoa da Mrtf i
ateo da *) MrrftfiBMr
,Paran, eomsaBdMti J.a
va Moraes, o qf al apoti 4t-
seftura para o* atrai 4 ni.
rmnt n a.
las e dhfteiroafreteatas de
na sabida,.
Nlo 30l wwasBHuJiQ.il 11 Jai''das *Mioonv
lectos de pequano valor e que nio eietaa a t
utodm de peso ou 8 palmos eabess i mtS-
io.
Todo qao pasear destes limites
embarcado como carga,
Previne-soaos Srs.passafeiro* ens so se recehera na agencu roa aaCrata.17.
( andar, escripiorio da Antonio Luiz da livairs
UeyedoC
COMPANHIA PERAMMJCArW
VarexaeSo eostera par
Porto de Gallinhas, Rio ForiaN Ta
dar.
O vapor Parakfta seguir para ea
rtos cima no dia 20 do correan
eia ndte.
R -cebe carga, eneommendas, passageiros a V
nheiro a frete no escripiorio do Porte do Mattaa
M- II _______
COMPANHIA PERNAMBCAtU
DE
Navegagdo costeira por vapor,
Goyanna.
O vapor Parakyba sear pa-
ra o porto adma ao &p lid
crreme as 9 horas la um.
Recebe, carga enciw indas
passageiros e dmbefro a fraja no
esenptorio do Forte do Mattos n. ll
.^k
: $
Companhia smericaiia e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado ew-York,
por S. Thomaz e Para o vapor amerieaaa Nmik
America, o qnal depois da demora do eostmne se-
guir para os portos do sal.
Para fretea e passagens trata-se eom os afa-
les Henry Porster & C.. ra do Commereio .
Frete sobre dinheiro % /. para qualqoer por-
to da escala do imperio, sendo quantias maiores
de 10:0004000.
Tendo aberto seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,000 por qnalqner vapor da Imha, a
companhia segura qualquer remessa de ilinheiro a
1/6 /. para qualquer porto da encala do imperio.
O valor deveser deoiarado em libras esterinas
e o premio pagavel na mesma moeda na seo eoai-
valente.___________
bahaT-
Para o referido porto pretende s-guir em pon-
eos dias o patacho naeional Catado, por ler a
raaior parte de seu carregamento engajado, e para
o resto que Ihe taita trata-se rom o eoosignaiar
Joaquim Jos Goncalves Beltio roa do Coas-
rae rcio n. 17.
Cea .Ve Aracay
A escuna Georgiana segne era poneos dias, lea
a raaior parte do sen carregamento proaspto : a
tratar eom Tasso Irmaos A C.
Maranhao
Segne eom brevidade para o porto cima o pa-
Ihabote nacional Joven Artkur, p.ira o reto da
carga que Ihe filia trata se eom os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevego & C, roa a
Cruz n. 37.
Maranhao
A barca portngueza Formosa seguir para o
Maranhao em poneos dias, receba carga a reta
mdico : (rata-se eom Oliveira, Filhos 4 C ao
largo do Corpo San o n. 19.
Kio d* Janeiro
s 8 1{2
Espectculo escolhido de eutre os melhores que
tem subido scena n3te tlwatro.
Toma parte a i sigoe actriz
Mme. de Val-monea
AVISOS MARTIMOS.
Para o porto cima segne eora brevidade o bri-
gue naeional Isabel, tem parte do sea orregamea-
to engajado : para o resto que Ihe falta trata-s
eom os consignatarios Antonia Luiz de Oiiv. in
Azevedo 4 C.'rua da Cruz n. 57,1* andar.
LEILOES.
IiElXAO
DE
44 buris eom minteiga ingleza
HOaTE.
O agente Pestaa far leilao por eoota a risco
de quem pf rtencer, de 44 barns eom maateifa ia-
gleza -ahidos hontem da alfandega, os quaes seria
vendidos em uraou mais lotes, qumt--feira 13 do
corrente, s 11 horas da manhaa, no arman da
Annes, defronte da alfandega.
r nto o Sr. presIJsqte, caan aluem mis, fez
r que a actual directora sendo provi loria, e
issno nao havendo ainda a p'ecisa regalaridade.
filiara sem se ir contra a IpTfazer se as eleicSis,
,*lo -nenos assim o pensa muiu gante iaBcomo
oisvi nao ha va o modor empenbo^ e creii. o so
.ai articulista, que se o &t. prndente tvesieflue-
n lo por qmlquer motivo, flae as eleices tve5-
-em lugar em acto cnn'.nuo, do m-srao pensar
era grande malcra sen io a t lUlidale da lssm
tuda eom exclosao, Ulvez de iW'piirtB)' o'Sr. pre-
^nlzo d>s feltoa la fazeatla
nacional.
O Dr. Albino Jos Tavares, official da im-
perial or-frm da Rosa e juiz pri ativo dos
fetos da fazenda naciona ele
Faco saber que em vista da execocSo qne4
ra7enda nadonal encaminha contra os ber-
Jeiros de JuSr/Pweirg Muioso, ex-colleo-
tor do Cabo, fez- e penhor era dous es-
cravos de nome Monica e Secundino avada-
dos a primelra em 1:000^1 e o segundo em
I:* 00, em consequencia do que e em faw
do.docreto a. 1695 de 15 de setembro de
I8B9, sSo convidados palo pre-aote quaes-
(jur-r liciiantea para apresentarera suaa pro
postas dentro dopMso de<30 das, a contar
da data deste, acbando-so os meamos escra-
vo para serena examinados na villa do
Cabo.' a priawira era poier de Francisca
Gamillo .ia Paula Phac; e o segundo em
p.rler de fairo Victor Bolitreatix.
B para q^e ebegue a ooca de todas
mandei passar o presente quesera pablica-
Correio geral.
Relatfo das cartas registradas, procedentes
do sul e norte do imperio, existentes na
repartiosj do correio em 11 de outa-
bro de 1870.
Ant nio Jos da Silva, Carlos Thomaz de Al-
meida, Joaqdim Cardoso Dis, Joaquim da Silva
Ramos, J.is Leandro de Almeida Dantas, J
Nicolao Regueira Costa, Jese Ignacio Acciole de
Vasconcelos, Jos Mendes Vieira, Joao Baplista de
Medeiro*. Joo de Marsillac, Leurenco Justiniann
de Hvllanda e Suma, Manoel Gomes de Mello,
Mirunho de Frenas Vieira de SMIo (2), Maria
Amalia de Albuquerque Mello (ii, Sabino Mon
tetro de Mello.
O encarregado do registro,
Manoel dos Passos Miranda.
THE1TB0
SSPgRANv4 PRPABIJCiN*
Quiatoyfeira 13 di correte.
El BENEFICIO
DE
VALERIANO E FRANCISCO DO REG.
D'p>ii qne a arclmutn *xeeyitar um Hada
"ympnona, subir a soeoa peh artista Valeriano
a seflipre apphiddfda seen dramaiic, intituloda
A qoestif n$* krisileira.
_ ACTO.
artiisj Valetoao e Fraadscu do ftgo.
ARACAJU'
Para o referido porto segu nestes quairo dias
i patacho brasileiro JVoco (oslo, e por isso qaem
qnizer apreveitar em.arcar carga a freie commo-
do pode entenderse eom o consignatario Joaquim
J s Goncalves Beltro, ra do Commereio nu-
mero 17.
COMPANHIA PERN-VMBUCAA
DE
Navegando costetrapor vapor
Macei, escalas, Peaedoe Aracaj.
a*ff|ar O vapor (lieut, commandante
/^/]f\ ,Maoelo,seguir para os p.irtos aci-
^anamaam ma no dia 13 do corrente as 5 horas
da lame.
Recebe carga passagairos o encom aoodas, at
o pia 14 as 2 horas da tarde do dia da sabida no
scnpi! no d "edo Maus n II
CMPANHLV PERiNAMBUCAiSA
DI
Vavegacd costeira por vapor.
Parahyba, Nata', Ma'co, Moasorv;), Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acaracn e
Granja.
0 vnpor Ipojuca comman-
dante, Miara seguir para os
pora* adma no dia 15 do corrente
as 1 fions da tarde. Recebe car-
ga al o dia 14, eocominenda*
ttasaagetros e dinheiro a frete at a t horas da
^ardedo dia da sahida : esr.riptorio no Porte- do
tfatfos n. n.
(Manda seguir para o ref irido porto*m ponao
lias o palnaboi Rosita por ler a malor parte d
W\ f para a piuca que Ih- falta, tratase cob e
consignatario Joaquip J,* Oanaaivaa Haltrao, s
ro* do Cumnterciy o, 17.
FAZEJVDAS
INGLEZAS
Hoje
J. O. C. Doyle far l-iln por internado do
agente Pinto de um completo e variada iinlamiu
de fazendas inglrzas, propntas do mercado, a exis-
tentes em seu annazem da ra do Commereio
a. 48.
O leilao principiar s 10 horas
DE
75 caixas eom garrafas e mias ditis eom
azeite doce muito lina
HOJE
O agente Pestaa le ara leiio 75 eaisaa m
superior azeite doce en garrafas e meia a .erie
vendidas por conta e ns;o de qnna ptTHeawr.
em um ou mais lotes, quinta-luir 13 do corrale,
pelas li horas a mantaa.oo rmaseos do jiaae*,
defronte da alfondega.
LEILAO
DE
FAZENJHS
AVABI/VDAS
MOJE
t8 daVCi
No arraazem a
ate
Bal


A
Diario de Pernambaco Quinta feira 15 de Otubro de 1870
JLWOLAO
DK
30 barricas com genebra era
botijas, 50 rasqueiras com
dita
O agente Pesua fara leilia por eenu e risco de
fluem pertencer, da 30 barricas com genebra ero
botija* e 50 frasqneiras coro diu,aa qoaes aerao
veodJas ero lotes ou m nio, boje, as 11 Doras da
roanhia, no armttem ik> Anuas, ao largo da AI
landcga ____________________
Aos Srs. eommandantes des
navios surtos no porto.
Sexta-feira
14,do eorrente.
O igenle Oliveira far leillo na roa e arma-
ren* da companbia Pernambucana de exeellentes
masUros, vergas, paos de buiarrona, todo de su-
perior piob de Riga, ancoras.de taroanho proprio
para o* navios qne navegam para o nosso parlo
correte* de (erro para navios, barcacas e escotas
poleame de diversas biiolas e cylindros, ripas para
aguada, ama roda de leme e pertetsces e muitos
ostro objectos I pertence* de navios que pddero
desde j sor examinados e mesmo negociados par-
ticularmente no referido armazem da Companbia I
Pernarobncana.__________________________ I
LEUAO
DE
movis, lou a saber :
A.ESMEHALDA
.'
*0
53
8
XO

*S>
m
Ama de leite,
Preei9a-*ede ana ama de leite, pafa-se bem
na rna AngasU n. 2, 2* anJar.____________

Attentjao
Ignacio da Silva Deir, a viagem provincia
de Pemambaco, arista teu fregueen qne con-
dui exeelleate tropa de bnrro, qne pastara na
villa do Pillar, Porto Calvo, Casttnha Grande,
Barreiros Rio Fornoto, e dalli ir n seguimen
lo para a Bscada: anam pot* precisar, pede man-
dar encontra-lo. ________

I
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servico interno e externo de nina casa de ponca
familia : na na Velha n. 66.
mmnat i op tttj m : swnt op^ajato *
Preeita-se de orna ama lina oo sanio, |
de boa conducta, qne teoba boas leite coa) aawav
daoeia, sean fllb a mameaUr : a tratar na rea a
Praia, armazem na. 13 e 18.
taes,
Um piano forte, 4 tancas pare cortinados, 1
mobika de Jacaranda com i sof, 1 jardlneira, 2
roa) apto i. 4 cadeiras de bracos, e 18 de guarnicao,
1 dita obra do Porto, 1 moni lia de raiz de ama-
TeTlo, 1 lavatorio, 1 berco, 2 espteos doarados e
cuadros.
Urna mesa elstica, 1 guarda-tou^a, 5 appara-
ors,18 cadeiras, louc^, copes, clices, garrafas,
compotelras, 1 machina de costura perfeita, 2
malas de viagens, louca, vidros, crx.-iaes e muitos
nitros objeclos periencente* casa de familia e
aslenles fio sobrado da
DA DA AURORA N. 42
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
dscala de poder servir vantaj osa mente os sens freguezes, atien-
to o gran le sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- enjos prepos sSo em competiveis e as obras garantidas
de le.
mOREIRA BIT ARTE .
- Em casa de THEODRO CHR1ST(
.4SEN, roa di Cruz n. 18, encontram-i
jflectivamente toda as analidades de tinh'
forrieaox. Boargogrje edo Rhano.________
Severiano de Siqueira Cava lante fea a sua
Unsferencia de seo escriptorio para a ra do Im-
perador n. 77, 1* andar, onde podera ser procu-
rado das 9 Doras da macha* as 4 da tarde.______
Companhia Allian DE
seguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 200 0C0*O00.
Toma seguro de mereadonas e dnneiro a risco
martimo em navios de vella e vapore* para den-
tro e fra do Imperio. Agencia roa do Com-
merek) n 17, ecriptorlo de Joaqnim Jc* Gon-
calve Bel trio.___________________________
Sexta-feira
14 do correte
O agente Pinto levar leifio, por eonta e risco
3e quem perte o:er, os movis e mais objectos
cima-mencionados, existentes no primeiro aadar
pavimento terreo do sobrado da ra da Aurora
_.<42.
Principiar s 10 horas. ____
dos gneros, armario, utencios e dividas
perteocentes ta-berna sita roa de San-
ta Rita n. 53.
O agente Puntual vender em leilo por man-
dado do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, a requer-
ment de Luiz Goncalves Ferreira, testamenteiro
e inventarame dos bens que flearam por falleci-
menlo de Francisco Jos de Freitas Guimares, j
cima mencionados, em um ou mais lotes, von-
ude dos licitantes
Sabbado 15 do crreme
na taberna sita roa de Santa Rita o. 53, s 11
horas,
MANUEL & C.
Tem a saiisfacao de participar aos seos numerosos freguezes, qne em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
, estabeledo ma no*a fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do ttecife n. 9, boje roa flo Mrquez de Olmda,
Ifl onde acharao os prettindentes, raiio avetado sortimeito de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
cos mas commodos do qtie comporta o nosso mercado : convidara especialmente aos Srs. compradores por atacaflo
darem, sendo possivel suas eocommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
ma?es as tatendas que a demora da fabricado bem diminuta,________________________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
DYVETOT
M-Rna Eslreita < Uum-U
Compra e vende roupa feita
nova e asada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
ce ao aso do-
mestico.
ATTENCAO
o
Urna pessoa pratica em negocio de molhados e
habilitada para tomar conta (como caixeiro ou ad-
ministrador) de qualqner estabelecimento on ar-
maiem, dsela empregar-se nesta praca, offere-
cendo pessoa idnea como ador de soa conducta.
Para lnformac6>s dkijam-se ra da Senzala-ve-
Iha n. 13fe, escriptorio.______________________
Precisa-se de um leitor para um pequeo sitio
no Corredor do Bispo n. 31, Boa-vitta.
/
0 salao de pianos e de
msicas
raudou-se da rna Nova
ruada
n. 58, 1* a-dar, pan a
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Gamboa do Garmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha^empre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de Unho branco e par-
do e de algodao os todos os tamanhos e feitios, aim da immesa porcJSo de seda, mer.n, alg
armacoes de todas as qualidades para satisazer qualquer encommeeda. A modicidade de seus prego
qne escusa de mencionar.
15o conhecida
E MOVIS
quadro-, madeiras, varas e rod-s para car-
ros, um cabriolet em armaco, um dito
veiho, galoes e veuezianas pnmptas, ma-
dflih preparada para M mesmas, ferra-
mento e muitos outros objectos perten-
centes ao espolio do finado Pnirier.
eguaa-felra 11 do correle
O agente Pinto, autorizado iielo Sr. cnsul de
Franca, levar lei;o os objectos cima mencie-
nados, pertencentes ao espo'io do tinado subdito
fraocez Poirier, e existentes na casa do paleo do
Panizo n. 10, as 10 horas do dia cima dito, aa
refeiida ofQcina d cams.
i HIJA DO BARIO DA VICTORIA M
AVISOS DIVERSOS.
llavera sessSo ordinaria quinta-feira 13 do
corr nie pelas H horas da manha.
OIDKM DO PA
e mais trabalhos de com-
Parecores
missSes.
Secretaria
-de 1870.
do Instituto, 10 de outubro
Jos Socr-ee d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Monte pi portuguez.
A dire:toria convida todos os senhores socios
reunirem-se em assemblea ^eral domingo 16 do
eorrente, as 9 1)2 horas aa manhia, no Gabinete
Portagnez de Leitura, afim de M tratar da eleico
da nova directora, conseibo fiscal e commiseao de
conta9.
Secretaria do Monte Po Portuguez em Pernam
buco 10 de outubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos,
Secretario.
Precisa-se de um feitor para um sitio, a pre-
lere-se casado : a tratar na rna Dtreita n. 10.
Desappareceu
tem nm sigaa.1 no nariz, estatura regular, cabello*
aparados, Jevou vestido de chita rexa, chales de
marin azul, e tambera Ievou um quadro coro a
estampa de um santo ; cuja mulber sabio de casa
na noite de dia 16 de agosto pr simo passado por
nao estar em sea perfeito jnizo : pede-se a qnem
4ellativer noticia n favor de dirigir-se ao lugar
.cima, em casa do Sr. Manoel Lopes.
Ama.
Precisase de ama ama para cosinhar e com-
rar oara urna pessoa : na roa de Hortaa n, 18,
4* andar.
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to-
das todas se vender por presos
mdicos, afim de acreditar a este
ajvo armazem.
Gasemiras inglezas,
franelas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
rihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
Qnos.
RA
DO
DE
ARBUDA IRMAOS.
Baro da Victoria
antiga rna
NOVA
N. 41.
Assim como tem nma grande
offiina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha demelhor,
dirigida por babeis artistas, que
pela sua promptido e perfeicSo
La'a deixam a desejar.
Roupa de lodos os
tamanhos para homens
e meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
RA
DO
Baro da victoria
aotiga ma
NOVA
N. 41.
Este estabelecimento acaba de soffrer urna reforma radical em aectio, artistas eccrrmodos, e m pontoalidade as encom-
tnendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
n5o se torear massante. ___________ _______
Precisa se de urna ama que saiba eos .,ii
s engommar para casa de pouca familia : tra-
tar na roa do Cabop n. 1 leja.
Alogam-se as casas ns. 1 e 3 na travessa da
ladeira em Apipacos : quem as pretender dirja-
se ilha dos Ratos, casa n. 8, defronte dos trilhoe
deslinda.
Aluga-se o 1* andar do sobrado n. 1 da ra
Imperial: a tratar no andar terree.
Attenpo.
Pcrdeuse bontera, pelas 5 horas da manhaa,
ana argoia de ferro com tres chavas, desde a rna
lo Rosar!) da Boa-vista al a rna Velha, passando
pela rna da Matriz : quem a achou, pede entre-
ga-las na botica do Sr. Ribeiro na praca do Conde
d'Eu, o sera reeompen_do.
RESTAURANT DE PARS
4Ruadas Larangeiras4
MR. MICHANDON proprietario deste estabelecimento, recebe assigna-
taras para almoco e jantar, por preco o mais mdico que possivel. Bem
como fornece tambem almo?o e jantar avulso.
Precisa se de urna criada para comprar e
Mzinhar para nma s pessoa: na ra larga do
Rosario a. 1, 1 andar.
Amasador.
Precisa-se de nm amacador : na roa dos Pires
a. 30. _______________
Companhia Phenix
Pernambucana
A directora da companhia Phenix Pernamba
cana delberon qne os premios de seguros por ella
realuados quer martimos quer terrestres spjam
pagos o acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco 11 de outubro de 1670.
Pela eompmhia Phenix Pernambucana
J. H. Trlndade.
P. F. Borges.
Lo j A. Seqorira._______
Ao Sr. fiscal do Beci.
Roga-se-lhe o favor de providenciar, para
potan seasar o aboso de qoe oa> proprietarios
earroeas it coBdifio de eneros; iem de os
zerem estacionar na rus la
gurda d'Alfaadega ao
Precisa ae de nma ama para
tincar: no sobrado n. 28 sito no
comprar e co
largo do Terco
Esc
ava
Precisa-se alngar nma eserava para o ser ico
xteroo : na roa Bella n. 16.
AMA.
Precisa-se de orna ama para cosinhar:
tratar ne Manguinho, obrado novo dos Srs. Car-
pinteiro, oo no cae* da Companhia Peraambaia-
na n. 2 ; adverte-se que serve eserava oo livre,
mas qne cosinbe Dem.
AMA
A' ra do Livramento a. 6 precisase de ama
aM perita eosinkoira pan eau de homens sol-
teiroa- v
SENDO
ALMOCO
14000
JANTAR
SOPA-3
1O0O
3 pratos a escolha
Vinho
Caf ou cha.
pratos a escolha
Vinho.
Sobre-mesa.
Caf ou cha.
>'an a do Imperador n. 28, armazem de Cam-
pos, bateonstantemente um completo sortimento
de escolhidos gneros proprios para mesa, despen-
sa e cozinba ; nomea-los cada nm de per si tor-
nar se-hia enladonho um annuncio que deve so-
mente despertar a curiosidade do apetite. Se urna
pessoa tem vontade de variar de comida em nm
dia de regabofe, nao tem mais nada do que diri-
gir-fe ao armazem do Campos n. 28, rna.do Im-
perador, examinar e comprar a variedade de g-
neros alimenticios que hanaquelle estabelecimen-
to, onde a par dessas vantagens encontrar > todos
muita sinceridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendendo muito barato os seguin-
tes gneros que se mencioDa
Ceblas a 15 o cenia.
Lingoas suecas e defumadas a vapor.
onde contina
buco.
Imperalriz n. 12, loj,
intina recommeodando-se a an-
G. WertbelBier.
n(m;..es
de agricultura
POR
AYRES DE ALBQUERQUE GAMA.
1 vol. em 16 com estampas
Obra premiada pelo goveino da provincia.
Vende-se em as principaes
Livrarias.
GASA DA FORTUA
Aos 5:0005
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (outr'ora ra <
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido um mel n.
1286 com 900*. um meio n. 2232 com 200S
e outras serles de 100*000 e 40*000 da lotera
qne se acabon de extrahir (161*), convida aos
possuidores virem receber na conformidade do
cosame sem descooto alguni.
Acham-se a venda os feliics bifhetes garan
tidos da 3' parte das lotera?, beneficio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (163*), que se
extrair segunda eira 17 do correte mez.
PRECOS.
Bilhele inteiro' 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*300
Em porclo de 100*000 para cima.
Bilhete int. iro 3*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Finra.
To flaster of Vessels ia the
barbour. a regnlai* bargaia.
There ard for sale at l,ompanhia Pernambuca-
na, waif Top masts, yards, gib booms of superior
pit' h pine anchors, chains blocks, water casks
and many and simdoy .irticles for ships use.
All will be sold by aiiclion on fri-.lay the 14 th.
insl, if notbefore by privateconlract.
Precisa-se de nma ama forra a oscr*
para o servico interno de pequea familia : aa
ma da Amizade n. 21, Capoaga._______________
Ao Illm. Sr. Albino Joaquina Lopes, qpa an
Rio de Janeiro para esta provincia m vapar ame-
ricano Merrmack, entrado no dia do staMr
prximo passado, pede-se o favor apaarecer
no escriptorio da companhia Pernamaneaaa, co
annunciar sna residencia, qne e Ibe aVaeja lattar.
D. 1 B0W14K
ENGEHrEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52%
Passando o chafuriz
Machinas vapor systema meibonco.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar assocar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer coa agoe, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agriccUura.
Tudo por pre?o muito redraid.x
Sna do Baio da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
Esta feliz casa acaba de vender entre os seos
muito felices bilhetes da lotera n. 164' um bi-
lhete inteiro de n. 1432 com a sorte de 400* e
um quarto de n. 1397 com a serte de 100*, e
muitos oufros premios menores que seria enfa-
donbo menciona-los, podendo os_seus donos virem
receber, qne promptamente serlo pagos.
O abaixo assignado covida ao respeitavel pu-
blico para virem mnnirem-se de bilhetes da lote-
ra n. 165 a beneficio da nova igreja de N. S. da
Penba, que ser extrahida segunda-fe ira 17 do
correte raer.
PRECOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 100^000 para cima.
Inteiro 3*400
Meio 2*700
Quarto 1*330
Joo Joaqnim da Costa Leite.
Precisa-se de um caixeiro que tenbi bastante
pratica de taberoa e d fiador a sna conducta :
na rna da Cruz n. 24.
J
Os abaixe asignados, incumbidos pela comaua-
si) de seohoras que promovem um cu eerlo e fca-
lao em beneficio das familias dcsvalia* das nUa-
dos de linha de Pern;n buco, fallecidos i
dados na guerra do Paraguay, de distribuir ti
mode que Ibes parecesse mais acertada) a aroiaca
d'essa subscripcao, pelo presente avtsaoi i* na-
vas, pas mais e lilbos dos offlcia<\s e ^ liaJo >
exercilo naturaes d'esta provincia, ou qaa aaia
tenbam asseatado praea, assim como a jBafqn.-r
prente d'estrs, qua f.izeado parte de toas bou-
lias vivesse s suas expensa-, e qoe te acaar *o
estado de pobreza, e finalmente aos proprmata-
ciaes e soldados, com excluso dos prianiros, cas
es teja m as referidas c< ndic3e>qoe ectro do
prao de sessenia das, acuntar dtstaalaaeve-
ro provar com documentos auih- nticos soa idan-
tidade e cir^um.-tancias de fortuna, a3m de pjd--
rem perceber este auxilio.
(s interessados deveio eneaminh:r seas Jjti-
mentos casa do directorio do partido liben..',
ra do Queimado n. 8 primero and-T, en laoVs
os das uteis durante aqutlle periodo, das t bor.
da manhaa is 3 da Urde, e rnde.oVpni a> attec-
didas suas reclamacoes, rcc-.bero a quaatia /.e
Ibes tocar.
Para que o presente aviso chegoe aocaaacct-
menlo de todos, ser publicado diariate a
jornaes mais lldos d'esta cidade.
Recife, 6 de outubro de l70.
Baro de Bem Oca.
Lniz Jos Pereira Sintof.
Abilio Jos Tavares di Stva.
AMA
Precisa-se de nma ama para o
de pouca familia: rna estreiU do
:( andar.
daeva
a. 15,
Companhia
DE
Santa Thereza.
De conformidade com o disposto noart. 15 o
estatutos, sao pelo presente convidad* os Srs. ac-
cionistas para reunirem-se em assemaia gara! ao
dia 15 do cerrente ao meio dia, ao 1* aaar i >
edificio n. 14, na ra da Companbia Ptrnaaaa-
cana, afim de ser insultada a companbia, ait-
cader se as respectivas eleicocs.
Recife, 5 de outubro de 1870.
Justino Jote it Sonsa C
Uommodidado publica.
AMA
Precisa-se de ama ama para o servico
de nma casa de familia com dnas pessoas
lar na roa do Imperador n. 79.________
interno
: tra-
a madre de Dos, da p*r?!a,nl!*
Consulado; como para P* incordia a 37.
ATTENCAO
Aluga-se nma casa na Boa-Viagen, om com-
modos para familia pastar a fasta, tratar aa ra
Fallencia.
O annuncio de Joaquim Jos, Goncat es Bel tro,
como curador fiscal da massa taluda de Almeida.
Borges de C, me imude o dever de declarar que
son o onico credor d'etU naasa, com eteepcao
do referido Beltro, que, tendo convencionado, de
acedrdo eom a toUlidade doe credores, receber a
imporuncia de sen debito, iam-se recusado a lato
no proposito de prejoaiear-ne, e exereer vingan-
53 por occarrencias qoe se deraa.
Em vio teaho procurado raaVsar- a transaccio
eiu com o Sr. Beltr-, e i requer deposito de
i^ue se Ibe deve que de poojcaJroportaocia para
cortar pela raiz a chitan de que se ten prevale-
cido.
fltelle, deoatkro de 1870.
Joti Joaqun Ak-es.
AMA
ues tas sio competentes os largai; afim da nio -Prejisa-se de urna ama forra'on eserava para j Precisa de' um caixeiro com praiisa de
impedir coi tnitlo gablico.
Jcaide familia iritarM/MdoSogusira *. It. jpari: ma de tima n. 66, em Snto Amaro.
Precisa-se de urna ama que compre e cosinhe
para duas pessoas ; largo da matriz de Santo An-
tocio n. 12.____________________
~ ALUGA-SE.
Preci?a-se alujar ama ama forra ou captiva pa-
ra cosinhar em ema casa de ramilla : a valar a
roa da Cadeia do Recife n. 18 2* andar.________
Offeroce-se uma^enhora portogueza de bons
costnmes, engoma e eoie eom perfeicio.' traur ao
patea de 8. Pedro n. 3 loja.
PRECISASE
De otn bomem. livre on captivo, para distri-
buir pao; igualmente de nma ama qne saina en-
grmmar bem cosinhar; trata se i roa do Vi-
gario d. 16, andar.
SITIO.
Precisa se alngar nm sitio que tenba cas sof-
fnvel para familia, e que seja situado as proxi-
mi'ades de nma das e-tradas de ferro de Apipo-
eos ou Olinda, nio duvidando-se fazer alguma
despeza na cala se ella o requerer e nem a qual-
quer exigencia rasoavel qnanto ao alague! do
mesmo sitio, eom Unto qne este agrade ao preten-
derte : a tratar na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 21.____________________________
Alog don s grandes sitios na Torre, com
baixa para capim, grandes commoiidades, e nm
delles tem proporfJs para criarle : a traur no
mesmo sitio ou na csudao da rna da Aurora, das 6
boras da manhia -i 9 da Urde ; e eom nm delle*
se faz arrendamento por 3 ou 4 anuos
A luga se
nma casa terrea, siu na Capnnga, com soto, co
cheira, e om peqntno qumtsl : a tratar na toa
do YigaK? 1
As pessoas qoe predsarea de
cozinbeires, jardineiros, feitores,
escravos para o servico domestieo,
lo para a praca como para o ma,
poderio dsta daU em duate aw
dos por escripto roa do Torna a. 32, 2
casa amarella.
da leite.
Casa parauluger.
Aloga-se o 1* andar do ssarado a C aa rna ds
Duque de Caxias : a tratar as Confia a Oara
roa do Caboga.
}| Caixeiro
Precisa-se de nm menina eom
de Uberna: do pateo do Tensa.
A casa siu na praia s rna da^7
ae annunciei para alngar on nadar,
_.e ser de algam eclesistico de faiirmu
existente por ora no palacio epiceeal de ~*
CoDsundo-i
eoronel Maaoel
tem vendido pretende
do casal
previno qo
rosolvisa
lenhafeMs
AMi
sem miaa iasinauin, aaw anmaa*
oefaingnemcompris* asan, pamesesa
aanullar u nada* ame mea dshi aasrUs
iluga-8e
nm solio eom commodo pan
1 mu ni ni 1111 jsl^^^^M^^J
Presa-s de ana .-
le boa eondncU, pan casa de as
taita: na roa de tato Taerexa n. ti.
d- L-:


Diario de Pemambuco Quinta feira 13 de Outubro de 1870.
A0 ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
4

Este eonhecido estabelecimento aeba-se consmeme ote bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios trnceles, dos artigo abaixo menciona-
dos, i precos os mais resumidos que possivel.
CAIi^ADO FRMCEZ
Botinas para t enfloras e meninas.
Botinas pretos, brancas e de mu tas nutras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, o i precos mais baratas do qne em outras partes.
Botina* para borneas e meninos.
Botinas de bizerre, oordavao, lastro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peraelras para mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e buerro.
Manatos de borracha para homense sennoras
Tendo chegado grande porclo de sapatos de borracha vndese pelo costo afim Cde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimo.
Mapatos de lastro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, mnito baratos.
sapatos de tpete.
Sapatos de topete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para horneas, para sentaras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabenetes, Untara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tndo isto de primeira qoalidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do eonhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toocadotes de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botdes, correntes e chaves de relogios e trancelins, tud) de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e eaixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de angmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de pbaotasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros propnos
para gabinetes e santuarios, qoadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensioez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnbas e caivetes finos, pentes, eseovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jogos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas mnito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas magi- H
cas, esteriocopos com nteressaotes vistas de figuras e das mais bonitos ras, boulcyards, '
pravas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
topetes de vidrilho'e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinhos e
toncas de lia, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conducir crianzas passeio ; e
outras umitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conto.
(bbiqwidos paiaa Gastaos
Para este artigo nio ha espaco era tempo para a massante leitara da infinidade de
gneros de brinquemos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-jo
verideando as qualidades e os precos barates de ditos objectos por serem vindos em di-
reitura e de conto propria.
EHGEHHEIRO
Com undieo
RA DO BRUM 52
Passaiulo o chafariz.
Chama a altelo dos Srs. de engenho para seus acreditados maoinismos t
um especiaiidade para seus vapores que anda urna vez tem melhorado.
Os vapores fomecidos por elle e ja fuaccionando he hao d3 iazer melhor npre-
ciaco do que qual juer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redueco em seus presos; e qw
;em prompto toda a especie de macbinismo e outros objectos para a agricultura.
ANTIGA
PMRlfM
DO
DR. SABINO O. I.PISTHO
HOJE
Drogara da viuva do Dr. Sabino
43Ra doBaro da Victoria43
(ANTIGA RA NOVA)
A Yluva do Dr. Sabino 0. L. Pintao, proprietoria da antiga e bem oonhecida Pharmacia Especial
Homeopathica de seu finado marido, desejando manter o crdito de'que gosa este estabelecimento e
corresponder cada ver mais a conflanca queem seus remedios depositam os amigos da homeopathia.
nao tem poupado eefere, afim de dar ao sen estabelecimento todos os melhoramentos necesarios,
colloca-lo a par dos progroasos qne tem feito a homeopathia neates ltimos tempo.
Com te intuito a mesma viuva tem chamado para sen laboratorio mal urna pessoa habilitada
com pratica de tOannos em pbarmaeia homeopathica, e enearregade ao babli medico homeopatha
Dr. J. A. dos Santos Mello de dirigir o consultorio, tendo sob suas vistas a preparado dos medica
mentos. _
Achando-se esta casaem relaces com os priraeiros estabeleciraentos deste genero na Europa,
de ondelhe vem os medicamento* necessarios, contina a offerecer a seus freguezes todas as garantas
e modicidade de precos.
s das boticas
Pretjof
lbulos
1 botica de 11 medica-
mentos............ iOjOOO
i dita
1
1
1
i
1
1
de 34 ditos..
30
36
48 >
60 >
120 >
240 >
15*000
20*000
24*000
304000
34*600
50*000
90*000
Hartaras
1 botica de 12 medica-
mentos..___,..... 12*000
1 dita de 24 ditos.
30
36."
48
60
120
240 >
24*000
28*000
32*000
40*000
53*000
80*000
140*000
Calas
1 caixa de 14 vidros
com tintura e 48
tubos.............. 50*000
1 dito de 36 ditos e 60
tobos............. 60*000
1 dita de 48 ditos e 120
ditos.............. 80*000
1 dita de 60 ditos e 240
ditos.............. 100*000
Acabamos de receber um bonito sorlimento de carteiras de diversos tamanhos e gostos, vendidas
escolha do comprador.
Este grande laboratorio possue todos os medicamentos al boje descobertos, quer europus
quer indgenas, e bem asaim tudo quanto respeito homeopathia ou a sua pratica. ,
MEDICAMENTOS
Ans antarthrica (especial para rheamatis- Sarracenea-purpurea (para bexigas).... 2*000
mo) 1/2 onca.................."..- 2*000 Schyous (poderoso as affecedes de gar-
Cactus- grandiflora (para bronchites, pneu- gan)............................. #*>
monias etc.) 1/2 oncas............... 2*0QO Tomaquar (para dartroa)............. 2#000
Calndula (qu'eimaduras etc.) 1/2 onca.. 2*000
Enitolia (para boubas) 1/2 onca........ 2*000
ErythroxilloQ sativa 1/ onca........... 2*000
Marapnama (para paralysias) 1/2 onca.. 2000
Plumera (para mordeduras de cobras)
l/2onca........................... 2*000
Plantago mayor (para febres intermitien-
tes).............................. 2*000
Rabo de tat (para as affcc.oes do
Tarntula............................ J*929
Opodeldoc le Rhus 1 vldro............ 3*000
Opodeldoc de Bryonia 1 vidro.......... 3*000
Emplastro de rnica 1 cartao........... 1*000
Chocolate especial homeopalhco 1 libra. 1*000
Caf homeoptico 1 libra............. 1*000
Pao para dentts 1 caixinba............ 1*000
Pomada homeopathica para o cabello
1 vidro........................... 1*000
i
pello)/........'!............'....... 2*000 Emplastro para callos 1 caixa.......... 1*000
Ha excellentes apparelhos modernos de douches occulares pira tratamento das inuammacoes
Vndese tambem o thesouro homeopalhco ou Vademcum de hjmeopalha, pelo Dr. Sabino
0. L. Pinho, 2" edicao. __________
Nao exstindo at boje meio de poder verificar-se a bondade ou eficacia dos medicamentos
homeopticos senao pelos tlfeitos que delles resullam, em sua applicagao as diversas enfermidaJes,
segue-se que este um negocio todo de conflanca e de f; por isso aconselhamos aos que comprara
remedios homeopalhicos que procurem antes urna casa que lhes inspire conflanca, do que quem venda
mais barato. Todas as preparacSes desta casa sao feitas escrupulosamente por meio de machinas
especiaes e debaixo das vistas de um distincto medico homeopatha.
Dstrbue-se gratuitamente aos que comprarem porcao de medicamentos : um rgimen homeo-
palhco, organisado pelo fallecido Dr. Sabino, um avulso sobre o emprego da vaccina homeopathica e
do Plumera; e um folheto sobre o cholera ptlo Dr. Sabino.
Consultorio homeopathic
O amigo consultorio deste estabelecimento dirigido pelo
file AGS8 MEMs
Consulta todos os das das 10 horas da manhaa ao meto-dia. in,Q,,
O Dr Santos Malo responde com promptidao qualjuer consulto que lhe dingirem do interior,
e encontrado a qualquer hora do da ou da noute, para chamados, tonto na cidade como para o
interior.
Consultas e medicamentos, grates para os pebres.
43- Ra o Baro da Victoria
(ANTIGA RA NOVA)
PE BAMBUCO.
43
CAXEIRO OE
pin
.armacia.
Precisa-se de um caixeiro que entenda de pbar-
mscia : na botica da ra do Cabua n.
II.
AMA.
Pre-jsa-sa de urna ama para o tervig de duas
pessou : na ra da Senzala-velha n. 110, segundo
andar.
No sobrado da ra estretta do Rosario n. 33,
precisa se alugar um moleque de 12 a H anno3:
quem o tver dirija se, que achara com quem
tratar. Na mesma casa prepara se almoco e jan-
tar !>2ra fra. ^^_^___
Guerrere
ande
Irmandade de Nossa &enhora
do TerQ .
O secretario da mesma convida a todos o r-
maos comparecerem noi'omingo t6 de outubro
as 10 horas da manhla. para a eleicao da nova
raea que tem de funceionar no anno de 1870 a
1871, como manda o compromisso.___________
Precisa-se de um bom copeiro, e tambem de
uii servente que mf forro ou captivo : no hotel
francez, ra das Larangeiras n. 10.___________
Gabinete Portuguez
de Leitura.
A direclora do Gabinete Portuguez de Leitura
ne-ta cidade scienfica aos seus associadus, qae
do dia 16 al o da 31 do correte uclusive fica
suspenso o expediente da bbliotheca e leitura de
juraaes, em eoo>equencia de se preceder a um
balanco ; pedindo -os seus dignos associados que
facam recolber os livros em seu poder ate o da
20, para o que encontraro at as 6 horas da
! tarde o cstibelecimenlo aberlo. .
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura em
c. Traba" Peranbuco aos 12 de outubr de Wm
Antonio de Albuquerque Mello,
! secretario.
Acabando de chegar d'Italia c^m um
sorlimento de alabastros, marmores,
lhadoi com a pereieio dos melhores artistas de
Fiorenca, tem a honra de nnnnciar que abri o
seu deposito na ra do Barao da Victoia n. 34 precisa se de ama p^^oa para o servio ae
No-te deposite se encontrar varios grupos fachina : na padaria da ra do Rangel n. 9.
de ligurj?, vasos, jarra?, taras e d flerenies ob- i -_ Q propneUrit do hotel Dinacoes, na ra do
jectos de.ta arte. Cordoniz n. 10, convida aquellas pessoas que qui
As pescas que qnizerem comprar pode appro: \ ^ conlralar no n,esmo hotel a 33*000 rs.
veilar a occasio visto jue o annunciant so esta _aes tena0 tre3 pratos no alinogo. e no iantar
de presente nesta provincia ate o fim do crreme i ^ io^e frucus a ^^j qQe ^\KT, dirija-
mez.________________ 8e a0 n^esmo hotel.
Burros.
No br'gue Relmpago prximo a ebegar de Lis-
boa, esperam se dous burros da-raoa hespanhola,
quem pretender compra-Ios pode dirigir-se ra
do Comnvrcio n. 48, 1 anlr._________ '
Doces, tructas e flores
Raa da Cruzn. 13
Sorvete todos os dias, das II horas era djante,
tendo as tercas feiras, quartos e ;abbad)s de
creme. '
Aluga-se o sob'rado n. 9 na Passagera da
Magdalena : a tratar com J. I. de M. Reg.
"T Precia-se comprar era segunda mao um
lelo e um par de malas : -quem tiver dirjase
ao pateo do Tergo n. 12. botica.
Aluga-se pelo tempo da festa urna boa asa
s sitio com o baaho perto, boa agua de beber,
bastantes frncteiras e baixa de vpim. no Caxan-
ia: quem pretender a mtsraa ca da estacao das Cinco Pomas.
Ama.
Prccisa.se de urna ama de leite
na nitro B.
na ra Nova
Aluga-se urna esjrava de boa conducta par.1
o servico interno de qualquer casa : no 3* andar
do sobrado n. 36 da ruadas das Cruzes.
Praeisa-sa de urna ama de leite com a maior
brevidade possivel : na travessa do Veras n. 51
2* andar. _________
Monte pi popular penam-
bucano.
De ordem da directora convido a todos os se-
ntares socios para se reunireu no da 16 do cr-
rente, pelas 10 horas da manhia, afim de ter lu
gar a assembla geral para se proceder a e lei cao
do conseibo administrativo e mais commssdes que
tem de funceionar no anno vindouro. Facoscieo
taosnossos irmios quespoderao votar aquellos
que nao estiverem incurso no art. 60 de nosso
estatutos.
Secretara do Monte po popular pernambucana.
11 deontnbrode 1870.
O 1 secretorio,
Candido Jo:- de Ges Telles.
Criado.
Precisa se de um criado :
Rosario n. 28.
na ra estreito do
CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18 annos, e
com pratica de taberna : na ra da Praia n. 72,
armazem.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinbar : na ra do Duque de Caxias, outr'ora do
Queiraado n. 22.
Ao Sr. subdelegado do S. Jos, pedera diver-
sos moradores da ra do Peixote no 58* quartei-
rio, que por favor nos tire desie lugar para fra
a moradora de que j se acha in'orinado, pois j
nao a podemos mais aguentar, e esperamos que
nao esqueca.
Ama
Na ra da Cadeia do Recife n. 21, 1 andar,
precisase de urna ama e paga-se bem.
3 IV*
Francisca Apolinaria de Sant'Anna, Ricardo Po-
reira de Sant'Anna e Alexandrina Gon^alves de
Sant'Anna, sinceramente agradecendo as pessoas
que se dignaram acompanbar os restos mortaes de
seu muito prezado esposo, pai e av, convidam as
mesmas pessoas para assistirem as missas do s-
timo da que por alma do mesmo tinado se manda
resar na matriz de Si.nto Antonio, das 7 as 8 ho-
ras da manhaa. sabbad.i 15 do cor rente.
Attenco
Arrenda-se o terreno com asa de morada, pro-
pria para criacao, era S. Bento, fazenda Batalha :
quera pretender dirjase ra do Jardim a. 39.
Perdeu-se urna sedula do 50* pertencente a
urna p)bre viuva : quem a achou, querendo res-
litui-la, pode entenderse no armazem n. 19,
ribeira do Peixe, qu' e dar.) todos os signaes, e
juntamente urna boa gratitkaco em r;lac,o ao
seu valor.
Aluga se o soo Ue cas. n 40 na ra Nova
a jr2tar na mrsma.
OITerece-se nina sentiora para lavar e eo-
gommar roupa de senhora e bomem : na ra das
Gruzes ?. IG.
Nova ir man dado
de Nossa Senhora da Luz, erecta na greja
de S, Jiis de Riba-mar.
iVmlo a mesa administrativa da nova irmanda-
de de N. S. da Coi de fazer a sua hslailaca.i, como
de costme, e nao quereoi.o cOectoar sem que
convide por este diario a todos a juelles irmaos
da direccao de N. S. da Lnz que queiram iniciar
se como irmo da nova irmandade da mesma Se-
nhora, entrando com o excesso dt 1*000 como a
mesma mesa j tinha deliberado, feudo atea tes-
pera da nossa installscao tero direite a ella, sea!)
depois s poderao >er "iniciado, pagsndo pela sua
iniciado a quantia de 50*. como determina o ca-
pitulo 4o art. 12 do nosso compromisso.
Socretaria da nova irmandade de N. S. da Luz
II de outubro de 18! 0.
Leandro Honorino Jus Je Sampaio,
Secretario.
Sabbado 15 do coreante, as 11 horas, depois
da audiencia do Illra. Sr. Dr. juiz municipal da
21 vara, vai a praca para ser arrematada p>>r
quem mais der, urna casa lerca >ta a ra de
Santa Rita D.8I, com 17 pal n -s de frente e 78
de fundo. 2 salas, 2 quartos. 2 portas de frente,
cozinha fra,-cacimba propria, em ehlos fjreiros,
avalada em 2:5005; o vai a praca a reqnerimen-
lo de Anna Benedicta Gome- como inventariaote
dos bens deixados por rsula Mara das Virgens
para enmpriment de legada e mais despeza?.
Moleque
Precia-se alagar ou comprar um moleque de
12 a 15 annos, fiel e inteligente que sirva para
cralo, tratar na ra Nova n 19, 1* andar.
Pillas assucaradas de Iristol.
NAO CONTEN NQI CALOMELAJOS^NEM NUHl'l
OTRO MLNER.U..
A grande necessidade e falta de um ca-
thartico ou de moa medicina purgativa, La
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da foculdade
medica; e por isso, infinito o gosto
prazer que sentimos, em pdennos coa
toda a confianca e segurdade, rrroMMinilu
as pilulas vegetae assucorada de Bhslcl,
como urna exceliente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, toraando-se em um
perfeito, seguro e agradavel catbartko dt
familia. Este remedio nio o compest*
dessas drogas ordinariamente usadas r.a
c.omposirao dessas pululas, qae por ah se
vendem, mas sim, sao preparadas com a>
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaes, iiervas e plantas, depois de se
ha ver chi nucamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que conteem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas porces fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a pc-
'iopkgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
iaravilhoso possivel sobre as regibes do
figado, assim como sobre todas as secre-
foes biliosas. Isto de combinarlo com o
leptandrin, c mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consu-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissiino superor.
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas cegeaes assucaradai
de Brisiol, achar-se-h2o sempre un reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmeir.-
bros ou do corpo,
Dspepsia, ou indi-
gesto,
dAstringencia, ou..
prisSo do ventre
habitual,
Aiia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Affecccs do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do seio
femenino.
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivara
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todos
os purificadores deve ser tomado conjan
tamente com as pilulas, poi-3 que Mlati
suas medicinas, tendo sido expresamente
preparadas para obrarcm de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz.
nao nos resta a menor dvida en dizer,
que no maior numero dos casos, pota
atfiancar n5o so um grande alivio, como
tambem urna cura prompL". e radical, i-t u
est nem visto, quando o doente nao e
ache n*um estado muito alm dos iwuiso
humanos.
Potassa nota ds Rusia a CO y?. libra.
Cal de Lisboa.
G^ra em vela-.
Dita em gruine.
Vinho di P.irto superior engarrafado.
Dito de dito b. .a dem.
Dito mus V' > \\c diversas mareta dem.
Dito ti;::> Pulmelia superior i.. s.
Dito d;i; V ira idem.
Dito dito !..'. '. lio i ''no.
Dito branca <>' los dem.
Dito dito liueeilos dem.
Caldeiras de fero fundido n- N i escritorio V Diii a Filos Gao larga
do Gorpo Santo P. '?______________________
lilliiH
Vndese por barato ir-i\> a proprii-da-ic aa
Ramboa dos Remedios, qae fui I ao Aaaslacie
Gsmellj Pess e leal, que laura 16,000 ; I. -. e t..rnoqne c rnoria
25,000, com i xceln u a barro para toda e 'jnal
i bra, com dous exctllentes viveiros e n'm grands
acule d'agna doce, leudo nina ca>a de scrado de
uin anJar e sotao : as passua* oue pretaoderem,
dirijam-sea referida propri. dale a entender se com
o capillo Delno Lins Gavalcanli Prssoa, eonsenh..-
da mesma p^opriedade. _____ _______
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e podras preciosas e n obras velhas: na
toja do joias do Co relo de Ouro u. i D, ra d(
Cabug._______________________
O abaixo assignado tendo embarcado-se Iwje
a 1 hora e 3 uarlos da tarde, no trem de carga,
na estacao das oficinas, com direccao ao Recife,
ao chegr neta eslaclo reconheceu a falto de nm
volumoso masso de papis que com elles tinha en-
trado pjra o vaglo, constando de pelicSes, cerli-
does, mandados de penhora, contratos com cons-
litintes seus, alm de outros mais papis dejas-
tica qae por ora nao lembrs ao abaixo assignado,
e os quaes nao padem servir a outrem ; e porque
toes papis sem duvida foratn carregades por en-
gao por algom dos passageiros qae com o abaixo
assignado vinham no vaglo de Io classe do dito
trem, roga o abaixo assignado mu encarecida-
mente pessoa, em cojo poder, elles parem, que
por muito especial favor Ih'os leve ra do Cor-
redor do Bispo, sitio n. 31, onde ser francamente
recompensado, alm de se lhe ficar mui grato.
Honorato Joseph de Gliveira Figaeiredo.
A'Ungdo.
Na ebeheira n. 1 da ra de Santo Amaro, no
bairro de Santo Antonio n. 1, vende-se um cabrio
letdeduas rodas, coberto, com os competente.'
arreios, tudo em muito bom estado, pelo pwco
por que se vende ; animai-vos, compradores
PILULAS
I
P
HOGG

towni 9. HAURER H Cu, ** Ptrnan*uo JOBS BELLO, m J>m JUfn,
SILVA LOPE*, m MtkU FEBREIBA ct C'\ n IbradN
I
SOCIEDADE NIAO BENEFICEHTE HA
BITMA
De ordem do conselho da mesma sao convidados
os senhores associidos i comparecerem na sala
de suas testes no dia 16 do correte, as 10 ho-
ras da manhaa, em as?embl geral, afim de tra-
tar se de negocies tendentes mesma.
Secretoria da sociedade niao Benellcente Ma-
rtima em Pernambuco i 1 de outubro de 1870.
O secretario. .
Romao los de Footes Ferrat.
Aluga-se o segundo andar d^ ra da Imp?-
ratrii o. ii : a tratar na ra de H >rtas n. 106.
' A condessa da Boa Vista, Mara Anna do Reg
Barros, Affonso do Reg Barros e e Dr. Henrique
do Reg Barros (ausente) faltariam a um dever
de gratidio, se nao manifeslas^em o sen eterno
reconhecimento. nao s a todos aquelles, quo se
dignaram > omparecer espontneamente ao enter-
ro do seu muito presado marido e pai o Conde
da Boa Vto, como tambem aos qne tiveram a
bnndade de asslstir mia que se celebrou pelo
repouso eterno de sua alma, no stimo da do seu
fallecimento. ________^______
Attenco
Compra se nesta typographia urna colleeclo de
ei provincial do anno de 1866.______________
Barros
No brigoe Relmpago prximo a chegar de Lis
boa, esperara se dous burro* da raca hespanhola :
quem pretender compra-Ios pode dirigir-se a roa
do Commercio n. i8, Io andar.
ODAS.
Atiendo,
Na ra larga do Rosario n. 41. 1 andar, vende-
se os seguintes livr s de direite : Guiso, Abuade,
Andr Autran, Waldek. Gcete muitos OOtros.
i \l. NOVA i UM
Vende Joaquira Jos Ramos :
n. 8. andar ______
na roa da Cruz
Precisa se do dua- amas torras ou escravas
qu" engommem com perfeicao : na ra da Aua>-
r n. 40._______________________________,
Offerecese urna muiher, branca, de meia
idade, para fazer companhia a orna familia e tam-
bem arestar servieos : quem precisar dirija-se a
roa Direita n. 81, sobrado de um andar.______
D se at 6:000/000 a juros sob hypotbeca
em bens de raz, nesta cidade, livres e deseo bara-
cados. quem quizer annuncie per este jornal para
ser procurado. ^^^___
Vende se urna armacao nova em muito bom
estado : a tratar no pateo do Paraito n. t______
Aluga-se para servir em eisa de familia non
boa e*crav : as Cinco Pontos n. 144.
0.<< abaixo asignados tem justo e contratado
com o Sr. loaquim Goncalves Coelho a sua pada-
ra sito no paleo da Santo Cruz n. 1, livre e des-
embarazada : quem se achar com direite a mes-
ma aprsente-so no praso de tres das.
Recife, 1S de outubro de 1870.
Freir Alnvida.______
Aluga-se a casa da roa dos Pescadores n.
17, com commodos para famila, bom quintal e
com portao para o mar: trato-se na roa Nova n.
53.
Precisa-se de urna ama
treita do Rosario, loi* n ii
a tratar na ra es-
Pr*eisa-soalogar nra moleque de 10 a
annos de idade : na ra Direita n. 79, toja do onro
de lei.
AMA
NOVIDADE.
O Coita, proprietario do armazem da Pedra
Maamore a roa das Cruzes ir. 42, offerece por di-
nheiro contado o que de raeluor ha no morcado,
por ter recebido muitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Hortalices para sopas denominadas Julienne, que
substitue perfeitamente as mais frescas ervas.
Queijos flamengos o qne de melhor se pode de-
5eJCaix5es de doce de goaba a 800, U, U500 e a
U8UO, dito em latas alie 2*500.
A verdadeira farinba americana vinda de coma
propria a 320 rs. o maco do urna libra.
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolarhinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e porteguezas.
Vnho de todas as quilidadas.
Farelo de Lisboa desembarcado hontem, em
saceos grande?, a 5*.
Caras do sertao muito nova e gorda.
Queijos de qualba, eie-nte.
Saccas com milho a 4|D00.
Especial e aromtico sabio de familia a 500 ra
o kilo._______________________________i
Carne do sertao
Vende-se por pre;o eommodo, rna da Madre
de Dos n. 34, armazem de Cunha Irn los 4c C
__Vende-se urna cabra boa leiteira. com dous
cabritos, e filha do pasto : na roa das Gnco Pon-
tas nlofJ^^_________________a_______
Vende-se urna taberna na Capui>ga, ra d
Veutura n. 1. propri para principiante : a tratar
na ra Formosa n. 13 om A. H. Aran jo._______
Vende-se a taberna sita na roa Imperial n.
215, bem afreguezada, por o dono ter de retirarse
para fra da provincia._______________r
ATTENCAO
Vende se urna easa tsrrea do pedra e cal. na
raa In penal n. 250, nova e n uito bem construida,
com 2 saiss, 3 quartos cozinha fra, estribara,
cacimba, quintal todo morado com sabida no fun-
do, terreno proprio, a qual rende 25# por mez :
a tratar no armazem da bola amarella no oilao da
secretaria do polica.____________
Antes que seacabem.
Medalhas de prata mac: Gr: 30 : vndese na
ra larga do Rosario n. 34
Precisa-se de orna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra da Cadeia n. 21.
Veode-se em Beberibe um sitio com ICO
palmos de frente e 470 de tnndo; a tratar na roa
Imperial & i33,padan.
Piano.
Vende-se um piano moderno, de m cito boa v>>
es. e do autor mais afamado : qoem o prejeewef
dirjase a rna larga do Rosarlo n. 21.1' annar.
Carro para vender
Na fabrica do gaz vendes* om cabriolel (D-'g
Cari) on troca-se por um narro de 4 redas.
Para a festa
Vende se o siti denominado Dolor cae foi do
Rvm padre Jte. na estrada nova <. Galanga, e
con urna grande ca planta de capir, grandes bailas e oaa gratoV
lagna propria para capim e.vfrdoras, perto d
Capibaribe, muito bu agua : a tratar na av
titio.


I* w
;'
Diario de Peniambuco Quinta, eira 13 Je Outubro de 1870
Oh
H
BAZAR DO
60-RA DA IMPERATRIZ-60
DB
MU III DA SILVA & C.
* w
DE ERANELUS A 3-5500.
& Ra da Imperatriz
Vk paria, ora? frtne sortl
li,MB?0 ,eJam : Prt . Ja*! elmcMtl U nmi e duu
saias o qae ha de mais alta novidade, ricas pdp?
linas de seda, granadme?, lias escocezas, alpaca,
tk, eta, e orn poapleto soriimento 4
ioHBi, nambrataa brancas e de coral,
organdys e cambraia imperatriz, e outras muitas
fazenda?, tado doque ha de melbor nete merca-
do, que ludo se wnder o mais barato possivel.
Cnaronnos 'a aUenc,ao do bello sexo que quizar
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
soa proteccJ). Manda-?e ler^r ern casa 'das
Exras. familias todas as fazendas
diretn.
que nos pe-
mnra-in J??!-? 1 ^^"nto encontrar o respeitavel publico, am frrabde ?ariadsortrmentbd fazendas do mais
ELI v?t a Ie PnBWira necessidade, qae e vendem mais baratas do qae em eutra qulq'ber parta, visto' que os no-
.,2m i : adPUraal sy8tBia d wnderem D1NHEIR0 ; para poderem vender pelo costo, limrtaiido.se apenas
Ir. EL? aesoonte ; as pessoas que negociara em pequea esca'a nesta toja e aromen poderlo fazer'OsseoS sortimeatoa
2SpJ^? Pr60Mne compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. familas se darao
amostras de todas as fazendas, oa ibes levam em suas casas para escolbe*em.
PBCHJQHA EM CASEMIRAS A 4,5000. CORTES DE LA ESCOCEZES A 65000
iNo Bazar do Pavao fet-se urna grande Vende se bonitos cortes de Ha escocesas,
cdmpra em ana leilJo, das mais finas vindo cada om em seu papel, pelo barato
asemras inglezas qae tem Tindo a es- preco de 65000 cada am; no Bazar do Pa-
te mercado, tendo cores claras e escora, *3o.
tedas eoii padroes serios, oroprios para ORGANDYS BRANCO E DE COR
caicas, palitosecoetes; vndese a45000 No Bazar do Patao vende-se os mais
o covado, o qoe em outra qualquer parte bonitos e muito flag- organdys com listts
nao se vende por menos de4; egrande largas e miadas IdOOO a vara, ditas lisas,
Rmvf^? i iMon a fazeoda de mata Pnan'asia 800 rs. a vara,
^ ( DB,U2H2 F C0R' A {mP d'tosdc-es, flnissraws padrSe,, inteir
JK fT Pa!ao* iexV,n* rande mente novos 800 rs. vara: pechlncba.
compra de paros brins de lmbo, muito en-
20-RA DA IMPERATRIZ-20
Farl Lessa.
Vndese nma linda parelha de burros do Rio-
Grande do S '
CAMISAS
No
sortimento com todos os tamanheg das me- ]fronle de S francisco, onde se dir quem o
lbores 'camisas, de flaoeila de Ha, cimH0""10 e pret-
i.!. n.~iTl!ZZi T- ? "R^-J brande do Sul, maito bem ensinados p?ra carro
BdZar do Payaa^nd-se bm tBU> j uu cabrio!* :. para ver na wxeira do ferrador dc-
corp3dos, propriospara calcas, palitos, col-
etes e roupas para meninos, por seren de
padrbes miadinnes ; garaote-se qae n5o ha
brrela que lhe tire a cor, e vende-se a
liOO o metro desta excellente fazenda.
MADAPLAO FINO A 60400 A PECA.
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ma^dapolSo fino de muito boa qualidade,
tendo 22 metros oa 20 taras cada peca,
pelo barato preco de 65000, por se tereco
comprado um pouco enxovalbadas ; pe-
cbincha
CFIITAS ADAMASCADAS A 40 RS. O
COVADO
O Bizar do PavSo vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamaci-adas, pro-
prias (. ara cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que emq.alquer loja se vende a 320 rs.
e liqaida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vao.
TOALHAS A 7(5500
No Bazar do Pavao fez se urna grande
compra de toalhas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a \i 25000. e li-
quidara-se a 75O0 a doila^on a 640 rs.
cada una, boa pechincba.
CHA! EOS PARA MENINOS A 20000
O Pavio vende urna grande por^So dos
iais bonit >s chaposinhos de palha da ita-
!ia propn'os ptra meninos de todas as Ida-
des, ;sen 5o chapos que valem 59C>00 e ven-
dem-se a 2j000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MiUDLNHOS
200 RS.
O Dav!?o vende chitas ou riscadinhos miu-
dinhos ?6r de rosa e rxinbos, proprios
para vesti los e roupas de creanc-^s a 200
rs. o .;t vado. S5o mui'o baratos.
LASINBAS COM PALMAS OE SEDA
Che oa para o Pdv5: o mais bello sorti
3i"nto das mais br.Inantes ISasinhas claras
con bonitas palminbas, de seda; ten Jo lar- J
gara da ebita fraocera e vende-se a I0OOO
o covado rao-le pechincba.
AIPAC1S SUTIS1DAS a 640 RS. 0 COVADO.
Vendem-ee as mais nuderoai e bonitas
as raatsadas com paluiioh-s, muito
propriai para vestidos de senhora e di me-
nins pelo barado preco de 640 rs. o cova-
:>o ; sao muito pm corta.
PARA .\0IVAD0S CORTINADOS, COLCHAS.
ChPr'i pata o Bazar do Pov5o um gran-
v rtknento dos nais bonitos eortinsdot
rda os, proprios para camas e janellas,
m de 105 00 al 205 0 o
p. a-'sii como o melbor damasco ceai 8
I lorgura a imitado de damasco
i ro| ;,ias para colchas, e propra-
i; de damasco, send os melno-
: xiiui b rilas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No B\7'r lo Pavao vende-se urna grande
qnat! i i e das mais elegantes sedas com
Ustriobas, tendo de todas as cores e ai.
farta-cr ; 'a/.enda que ninguem vende por
menos de 25400, e I qnida-se a 25000 cada
cova-io; ao maito laratas.
SE1INSE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar di Pav5o veDde-se am surtimeu-
to completo dos melvres setins e gros!rt-
oaples de u.dis as cores, que se vendem
muito em coota.
POUPCLINAS HE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bizar d v PavSo vende-se nm elegan.
^e sortimento das ma-s bonitas popelinas
de Ha com lista- miu'hias, senio t das
quasi dj i u^a s cor, 4'JO rs. o covado;
abar imn.
GRANDE IE IIIVCHX E\I LAASINHA
A 640 RS.
No B izar do Pava > fez-sa ama grande
comrrj de l^sinha para vestid' s, Slo de
muito b">a qua'idade, amas com ir-tas e
GROSDENAPLES PRETOS
Chegoa psra o Bazar do Pav3o am gran-
de sortimento dos melhores grosdenaples
pretos que tem vindo ao mercado, qoe se
veodem de 15600 at 55oOO o covado ;
slo todos muito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do PavJo vende-se am grande
sortimento das melhores camoraias brancas
transparentes, tem de 3550 at 105000
peca, ditas soissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 25000, 25300 e 350u9
vara, ditas victoria e Upadas da mais infe-
rior al a mais fina qae vea ao mercado;
todo isto se vende muito em conta.
MANrELLETES DE FIL
No Bazir do PavJo vende-se modernissi-
mos mantelletes oa basqoinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 10)5000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 15280 E
15*K) O METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sen Jo com
babadose pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimeoto da saia, a
qaal se pode fazer com 3 ou 3 lj2 metros,
e oende-se 15000 e 15280 e 1600; assim
como tambera no mesmo estabellecimentu
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de 13a de
edres j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da mesma fazenda 45'HX) e outras
com barras bordadas 65003 e 75000,
tudo isto moderno e oarato.
ALGODAO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do PavSD vend-se o melhor al-
godo-inho aouricano e-Testado para len-
Ce, tendo liso e eutraocado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav3o recebeo-se um elegan-
te sort ment dos mais modernos e melho-
res espartilhos, que se veodem por preco
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavao recebeu um graude
sortimt-Bto dos me'oores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pisos, timboretes e at proprios para cu-
brir almeladas e pratos; vendendo-se por
menos do que em quilqaer parte.
Lasinhas tranrparentes a 500 rs. covado
O 'avao receben um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas trasparentes
proprias para vestidos, qae vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do PavSo veode-se snwrior
bramante d'algodao com 10 palmos de lar-
gura a 1580u o metro, dito de lioho com a
mesm3 largura a 25800 cada metro, pannos
ds hnhodo p rtocom i 1/2 palmos dejar gura
de 70at 15 a vara, assim como img ande
sortimento ie H mburgo oa cregueilas ie
'odos os nmeros, procos ou qaalidades,
que se veodem mais barato do que en oo-
tra qnalqner pirti; aproveitem-
mangas tanto proprias para honens come'
para enbotas e vende-s" a 3^000 cada
ama, e quem comprar de meia dnzia para
cima ter om abatimeoto, Sao de muita
ptiHdMn
Crannp peebmeba ora camisa ingTaias a 4e 4-5500
No Bazar do Pav3o fez-se orna grande com-
pra em leiiao, de tiniscimas camisas iagle-
zas com peitos e paobos de linao, sendo
com collariohos e de todos os nmeros a
45000 cada : urna, ditas sem co laabas,
porm fazenda ttnlsima a 45500; gran-
de pechincba.
CAMISAS BARATAS a 25800,350 e 2,5600
No Bazar do Pavio vendes* ama gran-
de porco de casemiras mesaadas, maito
encorpadas a 25800, ditas finissimas com
msela de seda a 35200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
35600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Chegoa para o Bazar do Pavao o mais
alegante sortimeot de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
oanos, camas; portas; etc. vende-se por
menos do que em outra qualquer parte
COLCHAS B3ANCASA 352 Para o Bazar do Pav3o chegou um gran-
de sortimento das melQores colchas de fus
to, s ndo das melhores e mais e corpuda
qoe tem vindo, a 75oO., ditas nm pooco
mais abaixo a 5550 \ e ditas a 350UO;
tambem no mesmo estabelecimento se ven-
de am grande sortimento da cretones e cbi-
s, proprias para colchas, que se venden)
muit em ronta.
GORGBOES OUPOUPELINAS DE SEDA
A *5000 CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pato um e'e
gante sortimento das verdadeiras poupelinaf
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se veodem a 25000 cada < ova Jo,
o que em ootra q alqaer parte n3o se ven-
de por menos de 25500, previne->e que nao
sao algod5o e seda, como ba muitos ; mas
sim puro linho e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Ba*ar do Pavao encontra-
r o respeiUvel publico om grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con; peitos d'algodao e de linho,
para todos os precos e qua'idades.
Ceruulas de linno e algodSo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de paano preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita> de casemiras pretas e de cores, com
cohetes iguacs
De todas estas roupas ha para todos os
jrecos e qaalidades, e tem de mais mais
om perito
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, ,ultima chegada. o
mercado, po^ preco rasn'avel*: do arnvizem Ja
Manoel. Teipteira Bastos ra do Commercio n. 13.
uque deCxias n 21.
(AITIGA BA DO QUEIMADO)
Recebeu seguinte :
E Carteras, chanrteiras e port-dgarros de muitas
qnalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas eaixas vasias para costura com sua cempe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Moderada pntes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodos toucadores com duas gavetas e bem
espelho.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qnalidades.
B ms talheres para chancas.
Vostuarios, chapozinbos, toncas, sapalos e meiat
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo*
e bonitos.
Chapoiinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as couvuIsops as
crifincas
Vende-se os venladeiros collares na Nova Espe-
rance, ra do Duque de Caxias n. 2J.
PARA TINGR CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe
ran^a a verdadeira tinta Ingiera.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque t
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, ra
do Dnquede Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E FORMOSEAR A PELLE
tem a X iva Esperanca s sabonetes de pos de
arroz
ATOALHAOOS
No Bazar do Pavio veade-se snperior
toalbadM trncalo, com8 palmos de largu-
ra a 15600 o metro, dito ae linho adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo sto muito barato.
Baldes regaladores a 450JO 45j0 e 3500 i
Co^garam ao B.zir d> Pavio o ma s bem
reitoa balO'S regadores, sen-lo de fu-t"
a 40)0. ditos de m.iselioa a 45500, lu-
tos de liasioba de todas as cores a 55000,
todos elles sao muito caratos.
Pann preto maito barato a 35600
O Bizar d Pava. r-cebau ama grande
poreno de pecis de i.anno preto fino, com -
ALFAIATE
Por qoera se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pec ou goto do freguez, tendo n'cste importan
te estabelecimento t .das as qualiddes ne
iMBM fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qar de cor ; e qaanJo qual-
quer obra nao ficar inteirameote ao gosto
dos ireguezes Bea por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Chegoa para o Bazar do Pavio nm elegan-
te sotiiment> dechaes demeriQ de cores
maito Duns com ptdres muito decantes
Dar qaalqaer urna senhora osar, ditos de
crepon com lisias de seda o mais fino e
moderno que tem viudo ao mercado, e ven-
Je-se por proco mu-to em conta.
BABAD1.NH )S
Qoando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel nnhkV en
geral, e em particular a sua boa fregwzia, da immensidade de obiectos qae ultKen-
te tem recebtdo, justamenteFqasndo ella menos o pode fazer e porque essa falta! invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderto e reWfcrto
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA fea do
Queimado n. 8, onde sempre achario abundancia em sortimento de superioridli em
qualidades, modicidade em precos e o sea nanea desmenttido AORADO E SINCERjBdE
Do qu achna fica dito se cotihece qoe o tempo de qae a AGUIA BRANCVpoda
dispr, empregado apelar de seos castos no desempenho de bem-servir a aqaellet faei
honram procurando prover-se em dita loja do qae necessitam, entretanto sem eainme
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resucdamento indi-
car iqnees cuja importancia, elegancia e novidade os tortim recommndfvei, come
bem seja :
Capailas brancas para meninas.
Graode Wtime/Mo der flores Boas.
FiltdesedrTretn.
I- JgRFiAWA
Gratide e cotist-jit sortimento de dita.
serrprV melhor qvalide.
Liflds vasos coro pos de arroz e "pise!.
Caxiabaa coaV'ditos romticrs.
Bonitos, e modernos petiies dora
ra ircrjiafo iq.qoe.
Bonito, brincos de plaqueo.
Adereces briacoa de msdreperoi'
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbof.
Aspaspara barSo.
Notos stefoscopos cem 48 vistas, ai
qnaes sao movidas por nm machinisme
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas devidro enfeitadef coa
pedras.
Ditas de rnadetra envernisada comtiapo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquto da
enancas.
Diversos obiectos de porcelana, propric*
para enfeites de mesa e de lapinhas.
Corpinhos de cambraia, primoresamente
anfeitados comflta de setim e obras essas
caja novidade de molde e perfeicio de ador-
nos os tornp apreciados.
Fitas mni largas de diversas cfire e qaa-
lidades para "cintos.
Leques aesse objecto maito se poderia
dizerqnerendo descrtve-Ios minuciosaifiente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e vagido sortimento que loaba
de chegar, mas para nio massar o pretn-
deme : se lhe apresenur o que podr de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Diios de algodio cora flores e lisos.
Veos de seda para chapehnas e monta-
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costamos oa uniformes" para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
pa-
N.3ARU4D0C4B!JGAN.a
AWTI10 i
9
o
j
Ph
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antiio"
estabelecimento dejoias, onde os freguezes e amigos encontrario tudo oaanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Ooro
ooservar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor em
aderaos de bnlhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos duI-
ceiras, bnneos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos qae seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer obyecto
pertencente a esta arte. *
LIOVIIIACAO'
Lourenpo P. Mendes Guimarass
RA DA IMPERATRIZ N. 72
r,.K m- resolvido .sJea Propriefario liquidar todas as fazendas existentes as Iota
Ganbald. e Arara, convida ao respeitavel publico, ama-te da economa, visitaren a
loja da roa da Imperatriz a. 72, pois s de>eja apurar o dinheiro
Arara vende madapolo onfestado a 35300 Para liquidar vende bramante de B-
L1SS' ^*l^diLl^^LW>'.h? e algodao a 15800 o metro, dito

a 35SOO,
por ser urna excellente comora,
BAREGES A360RS.
No Bisar ao P,vo w-ode-se um bonto
STtimaotj dos mus lmd ba eges lista-
dos para vestidos, que valem muito
diQieiro e liquid.-se a 30J
rs. o
mais
cova-
poucos i o va s 440 rs. fa.:e'.ida q-ie semore se vendeu a 15.
ALPACAS PARA vESTDOS FURT1
CORES A310RS.
Viniese iia b.> iio sortimento das ravs
rilba tos iracas escuras fina con-s,
senio omito sao riadas e ten lo um oniho a
cerno 8 Rq U se peb harato preco de s mail mm &l,os coin llita4, *<>
360i%o c v.i j,r se ter fei.o anugrau- Z'(\ fin>"ar6^s 8e,aJ:,re se Tederaa a
Je coai, i 040 e 80i rs., e gr-nde pechincha.
POPE INA3 A 100 RS. GURGHOA 640 RS.
No B.ri; i .'avio v^nle-se um e'egmle No Bazar A) Pavo venle-se om bonito
nais bodas pr.u r-l mu de sortimento dos meiuore orgaroes de lia
diohos senloqisst pan vesti ios -endo ora- linda fareod,
bniho, picuin- muito leve, meia trnsoarente e muito iar-
15a com os .'ost'
nma >o cor t co a muit
cha b40-*rs. cara i',vr>ar.
CII TAS A 5 RS. O CORTE.
No Bazar do Pa 3o vende se cortas de
chita miulio !>, nio rocas ecr ie rose,
tendo V) ovlos c a retamo a W-J.oo>\. p^oc^/adima^i., ajea* ,ima,
N0B,3. ^IZ^^ -C^ES PIANOS A
0o da (ni jis e .< \t k|is,
cores.n.s, |, e v-nlempaia > r u-s a
pregj wM rs. o ivilo' .a^a a ga com furt core* e nquida-se a 840 r-.
o covado por se ter fot grande pechincba
oa compri.'
COE >-se o .Hit s le chita encarnr.d..
pechiacaa.
.. 455-0.
no Baz.r ,j pa Vrta(ie.,e o nitoscui-
tes m lanos com dina sahs p*io bara-
tissimo oreco le 4^3 cala
chincha.
um, pe-
0 B

i
No B^zar do Pavio vende-se om grande
sortimento d >s mah finos babadinbos borda-
dos tapados e traas^arenie,s, assim como
urna gran le porgo de entr mos largos *
e>treits, que para acabar se vende moil.
em conta e mais barato do que em ootra
qualqaer parte.
FAZENOAS PARA LUTO
No Bazir do Pavio vende-se constante-
mente o me'hor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas oret.s, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaadades.
Alpacas urhUs hsas.
D'ts hvradas com branco.
Merinos, canto-s, bombazioas. qae .
;rTr8bardt'dqueemo^^
"So'fct-TW.200 RS-O COVADO
No Baz.r j Pavio vende-se chitas pro
ta singlis com salptcos 200 rs, vJd,.
tM ''-s. J\relas' 'or est-m una douc.
'^^'^"^lojpecbiocha.
PVPro -r etir,os d e>te importaote ni.
bel-ec.ae.to roga n ao respeiK" bl"
par..cul.rmen.e > Exmas. faatlia,,, favor
le se d^rem .sempre aotraMo do lereLl
a seos aoDuocios. pei.razi.de muitoT
d'ales se-em -nodad am.u ladas vezes
CACHK-NEZ A 65000
No Bazar do -vi,, veodem se bonitos ,
anoe cachi-nez de para lia, pei0 ZZ.
to proco Je 6 -000 ca.a am.
P ra hx i mes.
TRADUCgA.) INGLEZA
DOS
TRECHOS CLASSICOS
POR
C. PALMER,
R'.iOOO.
LIVRARIA FRANCEZA.
Muita attenpao
O Campos da roa dn Imperador n. 28 acaba
de rsoeber em seu armazem, urna partida de se-
mentas de hortaliza que passa a mencionar as
qualidades e pregos
_ A saber :
De salsa, a 60 res a oitava.
^e coeutro, dera..
De repolho, idem.
De ervilhas brancas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas rouxas, a 800 res a libra.
De bracotes, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De Mi erviiha papo de rola, a 400 a libra.
De dito amarello, id,-(n.
De dito meia-cara, idem
De dito cor de ganga, id"m.
De tomates fraude.-', a 60 reis a oitava.
Do eya. a 7 ainns pan grao, a 400 rs. a libra.
De rdu de 7 aanoa rxo, idem.
De espnaifres, a 60 rs. a c itava.
65500, 75000, 85000, 9,5000, e 105000.
Veode-se cortes de casemiras de cores
para caifas a 45000, 55000.
Para liquidacio vende-se algodao de lis-
tras proprio para caigas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende se chailes de
merino estampados e de barra a 25000.
25300 e 35-00".
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 35500, 45000. 55iOO, 65000,
75000, e 85000.
Para liquidacio vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 15000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 25000, e 35600, ditos
de linho a 55000, 65K)0.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodao a 15400 e corbertas de chita a
155ii0.
Para liquidacio vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende
linho poro a 20800, esta fazenda pro-
pria para lences e toalhas por ter 10 pal-
mos largura.
V-mde-se cortinados para cama fr>nizj
a 15400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vetU
dos a 25500,25800 e 35200 o corte para
liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a 25300 t
corte s oa liqnidafio a da imperatriz.
Veode-se cortinados para janellas a 6J
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhcs de pa-
pel a 240 rs. para acar-ar.
Arara vende liasinbas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidacio, vende-se o.-rareito fso a
25200, 25500, 35. 35500,' 45* e 5, pro-
prio para calsas e pa.its tor ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 15500.
Vende-se cortes de prcalas de doas saiaa
para senhoras pelo barato preco de a 61.
barateiro vende percalas finas para cadaum.
vestido a 440,_rs, o covado. Grande liquidacio de roopa fcita.
Ud^qs^a%7o^, tcovaT H. ^^ ^ ,pTO 6 ^
Sral^n^^ dt0Sde P h0
paraGSa,o3dSa Sr^a 35"?! *' cosT^ ^ d8 "** "* "
S9
Cal
de
Vende Joaquim Jo^ Bamos
8. I* andar
Lisboa
: ra da Crnz n.
Brins de Angola
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vende-se em a-s de T. JetTerie A C-, ra3 do
Commercio n.4(i
dita branca a 500 rs.
0 Meo >es vende fastio d.) cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O L -urenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360. 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de'lista para vesti-
dos d sennoras a 500 rs. o covado, ditas
'isas a 500 e 640 r. ocovado, -litas matisa-
das a 640 rs.
Venle-se ditos de meia casimira a 2$.
Ven te se coletes de brim de corea a IJ-
V*nde-se ditos de meia csemi-i a255rj0
Vende-se calcas de algodio azul a 5*O rs.
Ven le-se dita de algo lio de listras a 800r
V nde se ditas de brim pardo i$, 15600
e 25500.
Vnde-se
6585.
calcas ds casajaira de core
Farinha da trra
4 s 6 horas d i ram il.t is 9 din Hit.
NOVIDADE EM CASLMIRAS
NA
Loja Flor da B-M-vista
DE
Paolo F. M. Cnimares,
Grande e completo sortimento de casemiras de
quadros e li cado, assim eomo h-ji* panos pretr. ditos azue-
casemiras salpico de sed, merin, brins, teda
para c-lete, cami-as finas inul.-zas. seroulas, meia*
colannhos, etc., etc., ludo'p.T precos n.nito em'
cont, mesmi estbfleciu.eo o >e acha manido
d* nm pento lfam*, cnnci.Vr^U nma das nwlho
res u-.wiras. G.ra..te-s.. b-os hr^, e meaos 10
0|0 do qae em ootro qnalon.r .-st-.b-l.-cimento.
A RA DO WPEH.IDOH 5. 48
_______Jl|n'o a p-vlan fmncpza.
amito superior, depositada em barricas, qo arma-
zem do Sr. Angelo Baptisia do Nascimento, aop
do caes dos vapores no forte do Mallos ; vende-se
aos alqueires, a tratr com Bernardo Jos de
Araojo no armazem do Sr. Annea defronte da al-
fa nde ga.
m tAZ 4Z
> Chegou ao antigo deposito de Henry F-mur *
u., ra do Imperador, ont urnomat d* na
le primeira qualidade; o qual se ita4e em partte
i a retalho por mecos prega do que ero Ter parte.
CHEGARAM
Vf-nde se nl^o de rierhn :
loa do Recib n. I, 2* aadar.
ltili O
na ra da Cadea-ve
Especialidades.
Continuam a acbar-se a venda na na Diraita
rogos natautAneos aperfeico- ^l? n; **
a09 por prego muito com mo-
jo : na ra Nota n. 28, loja de
4oIonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para c-
cimb^por diminuto prego, na
mesma casa.
os mu conhecidos e ncredi'ntoi re-
veame, e oros diversos msan
is reitos em Paris, bem coo o? xarnw* da eo-
ieiita de B^rtb, de raban oda i >. d i xtaret 4
fern de Blancard eai^ailulas do ousno,
ile cenia, pos de Roe*, deporatirn de (]
digital de Labellony, plala oa co tintos de
muiho de Chevrtofc e ontru medca-iieoUn e
proflciBOcia qasod empre(rados as d.m.i^a
vas respiratorias,' uas dores rliea mii-aj,
amarellido, na falta cempleta oa irregular
de menstruo, as diarrtlas, doetjca- !> e tmo
e do ttomago, tem sido e iueooi>-stai{, tm
v sta ie iteaolicos resaltad >s d j^
m uso que divertM pwaa dtd> |,,m f^ito,.
fabiuea da S. Joao ZZ%Z,-
de Mahei,. .:Bft#,TfffflB|.<
depoMto era.farniibaco cas da alfaa eiiira n tiT< q Marwyifcmm uim
Cigarros da imj^yjfli:
ni.
ltf a velha o. % aa4a.
i m iumwv*



b
)
r
Diario
de Pernambuco QuiaU feira 13 de Outubro de 1870.

If RlM
Sahiram luz
As ru;s em contradanza.
Litada qiMdrilha para piano por Colas filho,
Fiord B.a v!>t:i, valsa: a Yenda no raade ar-
masera de piano* a e msicas de Azevedo, ra
Nova n. II, hoja ra do Bario da Victoria,
N. B. Roa-se as Srs. assijmarites de ninda-
rera buscar as pejas.de suas assigiiaiuras.
Ultimas publicarles da imprenta nasional
de rtiUMca.
N. I. Piano. Aunetla, polka bfilbantfi, por I.
Sinoliz. 000.
N. i. Piano. Minerva, polka brlhante, por Colas
Fillio, i
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brlhante, por
, 500.
N. 4. Piano. Urna lagrim,',' Mamrka, por Ma-
ule B. Zucen! !IT.
..'i' {\p,ano- Murte de I^opa polka marcial, por
N. 6. Piaoo, La Grande Duchess, polka por Lu-
cien LamBert, 1.
N. 7. Piano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas do cavalimho.-, 1.
N. & Piano. L< Souvenir, valse de saln, po
R. Casallm, l.
N. 9. Piano. Santinha,' Maroca, 2 valsas dos ca-
val Mnhoa,!-HOflO.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiseaux, polka, por E.
Casalbora, 1 a.
N. H. Piano. A flor da Boa-vista, valsa, por
Jos Coelho da S. A., I.
N. 13. Lagrimas d'Aurora, Mazurka, por J. J.
P-, 1<-
-\ 13. A estrada de ferro, quadrilba, por Hen
rique Alberla22, 1.
N. 14. Cauto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, por Geman Arnaud, la.
N. 13. Canto. Marta Aria, para M. S. Jl' aqqari
tuti' amor, de Flotow.
N. 16 As ras em comradanca, quadrilha, or
Colas Filh). l
Jos de Soitza Soares & C.
RITA IIO AKAO A VITOREA.
(OUTR'ORA NOVA)
Apresenta-se mfctam rphozeado no que pode ha ver de raa bello e agradavel em fa-
zendas fioas para SenhOras art'igos de alta moda em Paris tanto para sennoras como
para homens e meninos.
Miuaezas afarmadas, perfumaras espedios, variedade de lindos objectos para me-
amos e brinquedos para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recetado por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondente?.
Vende-se mnito ernconta e maBda-se por em pregados do estahelecment fazendas
ira casa das Eims. familias afim de uHbor escolberem n que desejarem.
LO JA TO im.wi
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Kua da Itnperatriz n. 40, esquina do be eco dos Ferreiros.
NOVIDADES
DO
loas,
Grande pechincha.
Ricos cortes de cambraia bordados com 10 varas
a 71, alpacas e las* de cores a 400 e 500 rs. o
cavado : vndese na ra do Duque de Caxias n.
19, loja de Leite. Pon tes & C.
A 8^000.
Vendc-se bon >?nn francezes, obra raspiada e
muito boa. pelo diminuto preco de 8a ; venham a
elles, antes que se aranera : a rna da Cadeia n.
50 A, loja de tr.iudezas.
Chapeos do Chile
a variados
Xa ra do Baro da Victoria a. 36, otrora rna
-Nova,
__________________Chapelleria.___________
Vende-Mi a pmpriedadr denominada Timb,
mcluindo dous ngenhoj 6. Pedro e Timbte Fra,
com ptimas trras para cannase quaesquer la-
vouras abrigadas d is enchente.- do rio Cear-me-
rim. Pretende se "0:009, e apezar de ser bara-
tissimo por nta proco, per ter proporoSes para
mais um engenho, muita malta e cercados suffl-
cieates para boiaia e m xo assignado far cooeessSe ao comprador : para
inforaacta dirrjamse a Srs. Fabricio C. em
(inmota Rio Grande 4o Norte-
Timb, 4 e Minora de 1870.
_________________Jos Flix da Rocha Falcao.
Vende ge uaia arraacj propua para quai"
qner principian!'. naxuadeS. Jjs n. 51 (com
commodos para f imilia); a tratar na raa do Hos-
picio n. 30, taberna.
"WBERYNTHS
\ endu-se fronh.i?, toalhas e leDQos delaberyn-
tho, obras mnito b6as : nn Ra Estreita do Rosa-
rio, loja de M.iia & Laodelioo.
7 Ra doQueimado 7
DK
MOREIBA & BASTOS
E' chegado a este novo estabeleeimento o mais bello sortimento I de fazendas
sendo sua especialidade enxovaes pata noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos de3enbos.
Ditas de 13a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idera idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs p ira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L5as de diversas qaalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urrjus para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que La de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para bomens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roopas feitas -e de faemdas que
i enfadonho mencionar.
Lavas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de aala, e o
irande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
IiOJfA
, 0 proprietario deste novo estabeleeimento communica ao respeitavel publico
a cidade, e especialmente as Exmss familits que est liquidando por precos bara-
tissimos as antigs fazendas que existiam ne-te estabeleeimento, alm das que abaixo
vao relacionadas, cujos precos merecen) toda a attencao do respeitavel publico que n3o
amara de com pequea qnantia refazer-se de qnalquer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previoe-se tambem que a mesma loja tem feito sorlinaetito de fazendas moder-
nas, e continua a sorr-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato qu quaiqaer outra loja.
CASA CAUViN
A. MASIKIER, ^-M^utioo^riTitogwo
Bonlevud Slrastopol, 55 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
N Instituto Franpi,
ApresenUdas Academia u Snenci
\ i.^JECCO
Sob fcrmj He l'.stla, deedida c dosuaila para
Hits de niiucDto nina solncoo
Prretlra caratira das KCLE3TIA8 CONTAGIOSAS .
Algodaosinho com 18 jardas a 2)5800 a
paca.
MadapolSo enfeslado com !2 jardas a 30
e 3:5500 a peca.
'Diio de -ik jardas a 35000 para cima.
Atoalbados de linho, e de algodSo iran-
4os.
Chltss escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores indinhas a 240 rs.
<> covado.
Ditas mais finas a 360 rs. o metro.
Bles de mussulina a 43 e SgOOrt
Goardanapos de tnho a 30500 a du-
zia.
Bramaste de linbo a 20500 e 3!rM9 com
10 palmes.
Dito de algodaoa 10800 o metro.
Meias para senboras de 40009 a duzia
para cima.
Ditas para hemens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Ditos estampados de 40500 para cimr.
Camlsinbas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brlr>anin9s brancas de 300 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linbo, e de es-
guio a o mais fino.
Lentes ehfnezes a 30500 a dnzia.
Ditos braceos de algod3o a 20500, mui
to fines.
Fil hranco e preio, liso e de salpico.
Corles de cambraia, branoacom salpico de
ftr.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linbo bordados e lisos de es-
go^o.
-Camisas bordadas finissimas, proprias
gara noivos com a competente grvala.
Punhos de 'linho para bomem a 10 o
par.
Colarinbos de linbo "sos e bordados.
Gravatas gretas e de cores, tanlo em se-
. Cuchas de fosiao branco de 3*200 park ^ erB seda' ha de todos os ** e
KlECm-FHIUie
ESTOJOS
do vnlimp de ora ri'lnio, scrviiidn de
I'UN.Tito t SKKIM^A sein os
erve incoaieoieites de fragitidade.
Coa a forma, e de volume de un PortiHocda
VOTE.\lDO TODO Ifi TAUBSTO.
COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO C
Oeposilarioa geral para e BRASIL e PORTIGIL
34, ra larga do Rosario. -PKRaVAACBUOO.
Venlese m ra Uo Paysaodu n. lo ( chora
Msnino) um caroeiro sellado e nfrea 1 o,
CANDIDO ALBERTO SQDR* DA MOTTA & d
om ewrlptorio e nrmazem de gneros de estiva
travessa da Madre d D^nn n. 14, tem para vender
o seuuinte em conserva ptimamente preparado
ni Paris :
Ebtilhas (Pehts pois).
Feijo vi;rde (Haricots tertx).
Dito em gr.x., (dem fingeollets).
Bsmbooi (Atpi'ig s).
MiscrlLanra dkl^gumes (Macedoiiie legwnes).
BMOOaAS (Carotlesj.
Tomates (Tmales).
COOYKM Hiiuxellas (Citous de Bruxelles).
Alcachofr.v- (Fonds d artichants).
Bseufanuts (Epmnrdx)
Cogcmellos (CU impifjnoiit).
(Cp,s\
Pastis com trcefas (Pals Iruft).
> SEM TRI.FKAS ( S'ltlS truffs)'.
Atcm com azeite (Ton a rhuile).
Trcffas simples (Truffes au mturel).
Sarulxha em tomates (Snrdine te.)
Galantina com TRUFFASGa/onfinj avec trutlee).
banco (Puulel).
Pombo com f-rvilhas (Pigcon avec pois).
allisholas tBtuisones).
Perdiz com azeitonas (Perdiz atec olives).
assada ( rotie).
Andobinha (Allouette).
Codorniz lOaille).
IjAMVrea (Lnmproi).
Picado (AndouUleites l.)
Salxkha [Sa*cis$ano i.)
Cab.ne ccizaf. (Frincandeau O.)
Rq ebeu-s8 mais
Um completo e variado sortimento de papel-
pintados e doirados de dilTerentes qnalidades e es-
anwito d.'.^fihos, proprioi para forro e guanicao
de .alas, pabmetes, esenpiorios etc. Na remessa
desse artefact i tem havido o maior gosto e capri-
cho da i art>- d<> miMo rurrespondente de Paris.
Com urna mudiea commisao sobre o costo da
abriea VMiUnto* este papel, pois de*ejamo* ter
effactiyainriaja um deponito de.-sa especialidade.
No armazem da Gandid) Alberto Sodr da Molla A
C, trave.-H da Madre de Deus n. ii.
Fumo e papel
Cotnpleiu wrMMMii de fnmo, tanto para cigar-
ros como oara oharii! is, vindo do Rio de Janeiro,
Bahia e R;.i firaade fr, Sul. Papel'de seda, linho
e algoda., i: lilterote^ qualidade?, proprio^ pj,r;i
o fabrico <1 ngjrrtK. Vi'ni^-se constantement
no armHZr!,,. ** i'jia^o Alberto Sodr da Motta
& C. : i>avfi da Mjdff da Deus n. 14.
cima.
Ditas de cor de 35080 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a finos, a 8flo 10,5000.
Drtos encarnados a 45500.
Ditos de algodo a 45500.
Cambraia tapada muito' larga com pre-
gas e bordado, propria para sa-as de senbe-
ras preco barato.
iaazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprkis ,para saias de baixo, fazenda
ioteirameate =nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e presos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
rouitas diversidades de corea de 320 *s.
ocvado para cima.
Alpacas usas e de farta cores a 500 -.
ocovado.
Cortes de percala de 2 saias a 45000.
Ditiis de organdy de dito dito a 85000.
Cortes de iaa da Escocia a 65000.
Ditas em peca a 300 rs. o covado.
Oales de merino lisos a 25500.
feitios.
ROUPA PUTA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sormenlo de roupas feitas de todas as
qaalidades. e feitios, para precos commo-
dos, e qun comprar porc3o para negociar
ter um abatimeute razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com qnadtos
e listias, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brius branoos, pretos
de cores e pardos, e maoda-se fazer
qnaiqner obra a vontade dos fregnezes,
quer para tiome&s ou meninos, e por me-
nos piuco que qnalquer outra offlciaa, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-semn-
nida di um bom mestre alfaiate para bem
desempenhur qnalquer obra da soa arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
aqnemas exibir, ou mandara-se levar
loscakeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manhSa s 9 horas da noute.j
Francisco Teixeira Mendes.
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE CAXlAM M. 9
(Anliga ra doQueimado)
UOli
3 portas n. 53, ra Direita, 3 pwtas n. 53, antiya\
hja do Braga
O abaixo assipiado, dono deste antigo estaleleciraento, tendo em vista aore-senur
completo sortimento de feriagens, miadezas e cotileria, lem resokido mandar buscar em
diversos pontos da Europa os melhores objectos de sen estabeleeimento -dos fabricantes
mais conhecidos; pelo que convida ao respeiia*el publico e a seus numeroso" freeuetr-s
a virem se ervr dos objectos de ^a carencia, aende encootrarao por menes 10 OO dj ana
em outra quahiuer parte, um sortimento completo de machina* para descarocar aleodau
do bem conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaos'
duos para fosto, moinuos p.^ra caf de todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espineardas d
dous canos e de um, tanto ingieras como Iranceias, louca de porcelana, facas e trarfos
de diversas qaalidades e precos bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, panel e
limalna de ferro, ajo, e agulha para fogueteiro ; assim como encootrarao constante-
mente grande porcao de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-los : venham 4 ra Direita n
53, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga.
IHK
CASA CAUVIN MS5!R
JPIIJl
* ma e^trwxjo n.irio, tundo*. 36,,pri-
Miro and;,-, ,, f J,la, d<; ,^3^% JVrp-
ro^e?mraVJ?lrUS/*!aCO,nb". as
eosieirfiias mdo da costo e baratj nem
qawer dev vir comprar .',., d.a 15 em diante Na
n^mais,,;m boquete, flor de c e pre
panoja d* cntM rutarais. pw.oualflar ofcr-
da ser eiu tres das aate **ma*a'
Pharmaeotitlco privilegiado
eucceseor ,
Boulevard Sebastopol, BU. PARIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApretenUto i Actdemia de Scienciis e ts histitnto de Prinfi.
III irPPfl Sob i Forma de Paslla, devedid< doseida para fiser de
ItlH bUliHU momento orna solucelo PBEVTSTIVA E CDBATIVA dai
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
-PH1LTR0
do volume de um relogio, servindo
de I'niLTRo e Seringa sem os
Gravea inconvenientes de lragilidade.
COLLYRIO
BARTHOLOMEO G
CTft mC Com *or" do volame de ua Porte-Maeda eontendo
tolUJUO TODO TRATAMENTO.
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BDASIL e POUTI GAL
3, ra larga do Bosario. PJSRNAMBUOO.
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Ha muito que esta provincia pedia urna casa
qae bem satisflzesse as pefsoas qoe sabem apre-
ciar o qne cima se v nesse distico. Er nesse
estabeleeimento qne se encontrara os ttelhores
doces de uidas as froetas, seceos e de calla, doces
d ovos de todas as especies de inassas, peleas de
goiaba, de arac, de pitanga e mo de vacca, ven-
le-se : retaiho e e ,i grosso para qualquer parte.
Apromptam-se bandejas com buhnos os mais de-
licados e com ricos eufeites, do (Jue se em-ontra
grande sortimento, presuntos em fiambre e ontros
ralos que nao se podem dispensar era qualquer
resta, jaropes de grozella, tamarinu, lima e outras
fructa'. Junto a este estabeleeimento est ligado
um bello sitio qne nelle nunca faltan flore. a vnl-
sas e em boquetes ; aprompiam-w ioaueten pava
noivu-i ricamento eufeit-dos de. eravo brancos
com tuda a p< rteJcSo e delicideza, rouitas varie-
dades de plantar para se preparar um jardim e
Ulaniar nm sitio. A' vista das encoinmea-las fei-
m se veriticara o que arim* flra db
CIMENTO
Pechincha
Saias de lia com barra de cor a ol,oal5ea -d|
arcos a 1800, algodonoho cora i pajm s de larb
gura a U a pega com 20 jardas, chitas proprias;
para casa a 210 rs. o covado, ia escura a 240 rs'
o cc-vad" : ea ra do Livrjmento n. 10.
RAPE.
Rap !e Lisboa de superior qualidade, aseim
Paulo Cordeiro viajado e cummnra, rolo francez.
frasse grosso e>flno, meuroo da Baha erossoe
lino: vena-se na praca da Independencia d 5
loja de vidas. '
0 verdadeiro porUaud.
Mldre de Deo> n. 22. arauan
ilarrr-.
Vende-se a uborna da rua': da Senzala-nova n
'i : a tratar na mssma.
i
Vende-se

Contina a vender iudo muito
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para orinas e costu-
ra a.........
Papis de agulbas fraccezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis sabonetas de fruta
Libras de la para bordar de todas
as cores a .......
Cirriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito tinas a .
Gr-ozas de botes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de liona de 400 jardas a.
Caiitas com 10G envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteircs com t nta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Pilocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b mitos a
Duzia do sabunetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oJeo babuza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino maito
superiores a.......
t.arthas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha surtidas de todos os
nmeros a.......1^800
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha fianceza superior
qualidade a.......
Caixas de palito do gaz a. .
Atten#lo
Venfle-se a armaelo e pertenees da taberna n.
14 do largo do Terco, muito propria para qnalquer
principame : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
__________i-------------i.
Na rna dos QqaTtcJs n. I nina arraaeao propria
S se vend na ra d Pra l'^'^er nabeleclmenlo, podeado o eom.
de Jftli Ai/t.rr df Pr'''tor tirM "',fiMr DS mesma :ljia de est :
A 1^500.
Vende sp tapa.* d irinc<., obra boa, pelo di-
m;nul i pn-c de- lavi-i : im bfiu onliecida Ima
.Cade.!., ii. 50 A. ^
le miudi-?H.> .la
atttho.
Vendfi-e em saceos grandes, de snperior qna#-,
dade e muito nove, por meiu a prego qne *m ^utra
Mjnairjuer |rte : na rna d/Vigario n. 14, ecrlp-
torio de Jos Lopes 6.
quem quizer pode traiaoa ca ra uva n. 4.
'Doois, froetas e
Hoa 4anche< t.40-os das frucUs,{els, -bom Dch
cad",/'iJIWkd"s. d'ieo^ g n^idaa.-
AOOO.
mero 50 A.
leffi
Bot- nte-rheuLU{*.tici.
Remedio efflcacissime contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mai? conhecido pe!o9 seos mara-
vilhoso rusultdos.
XAKOPE OE AGRLAO.- nm dos medicamen-
tos que sua eficacia as eufermidales, tosse e
sangue pula bocea, bronchites, dores e fraqueza
no peM, e-crobuto e molestias de ligado, que me-
Ihor u>m aprt/vado.
TIXTHA DE MARAWJAMA.- A celebre raz
de raarapuama, eu]a energa e eflicacia aas para-
lysips, ratrpeclmento, etc. etc. muito,se recom-
rirPDda.
ToAuesiie.prapiradogse ewnteim',iia phar-
nucia e drogara de Bartholomeo C, nico de-
posito na rui. larga da Rosario n. 34.
Rival sem segundo
ROA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda;
as miodezas pelos baratsimos precos abai
bom e xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
20 Dozias de palitos seguranza a.... 120
Duzia de palitos segaranca caixa
grande a................... 320
Frascos com oleobaboza muito fino. 320
Pacote com p^s de arroz e me-
lhor <}ue ha a............... 320
N'avalbas muito unas para fazer
baroa a....................
Caix-i de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidbo para toa-
Ibas ........-..............
Caixas com pennas d'a?o de Perry
superiores................
Lengos Id cassa brancos e pinta-
dosa..................------
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 njvellos de linha
do gaz a........
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......3600
Pecas de bjbadinhos com 10 va-
ras a.........
Petjas de tiras bordadascom 12
metros cada p <;a a 1500 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e. .
Pares de meias crua nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares e sapatos de tapete a. .
Duzias de baralbos para vultarete
Sylabarios porlaguezes a. .
Cartoes com colxetes t carreras a
A^otoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para macnina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Re: ma de papel pautado su per or
Resma de papel liso muito supe-
rior a ........... 3)J600
500
0
1,9000
60006
100
500
500
500
60
600
240
100
200
200
500
240
500
720
1,520o
500
500
40
240
400
au
GALLO VIGILANTE
Rnt de Crespo <
t Cs propnetarics deste bem con he.-ido rabel,
cnente, alm dos mnitos objectos qas taim ex-
pnstos a apreciarlo do respeitavel
daram vir e acabara do recber pelo u!t;-n 7afor
da Europa um completo e v.-.nadr ro *
finas e rani delicadas especulid >-
tao resol\ids a vend., oon o i li i*wt
por procos muito bartanos e conimcod ara 1
dos, com tent qne o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, fjrea-,
cas e de mni lindas cores.
Mui boas e bonitas goiuhas e punhos sin fe
nl.ora, neste genero o que ba d mais mi>n
Superiores pentes de tartaruga para coqrftg.
Lindos e riquissimos enfeites para catcfat tu
Exroas, senhoras.
Snperiores trancas pretas e de cores coa vir-
Ihos e sem elles; esta fazeua o qot podi. basar
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de rratr;paula,
raariim, sndalo e osso, sen jo aqaoiies irmm
com lindos desenhos, e estes pn.:>*.
Muito superiores meias lio de Esc 1 **-
nhoras, as qnaes sempre se venderam piv .;i>#0T!r.
a duzia, entretanto que nos a vendemo- por 20-
aim destas, temos tambem rraude sor.iro ata t
outras qualidades, entre as quaes a2Ui.a> otuu.
Qnas.
Boas bengalas de superior canea a tadia c
casto de marfim com Hndas < eneastadrcis flgo-
rasdo mesmo, neste gonero o tue d<* nirtln* m
pede desejar; aMmoeatas temoa tambero er*
Suantidade de outras qualidades, cono Kg^aa,
eir, baleia, osso, borracha, etc. etc. M .
Finos, bonitos e airosos chc do outras qaalidades.
Lindas e superiores lias de H .cu
para segurar as niyias.
Eoas meias de seda para seubora e 0-7.1 vm-
nas de 1 a 12 annos de Idbde.
Kavalhas cabo de nurlim e iartareca otn teitz
barba ; sao muito boas,e de naia a r.,.i,- <;. |
rantidas pelo fabricante, e nos por m s*a 1 tan
bem asseguramws sua qualidade r, t.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para mchica c pan ttnb
Linha muito boa de peso, froxa, rara cae.
laliyriutho.
Bons baralhos de cartas para vo!tarete, aasLi
como os tantos para o mesme flro.
Grande e variado sortimeno das MlM a Vf-
fumshas e dos melhores e m*is 0 ji\: >
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as Mi Iml_*
fa<-ilitam a dentigo das innocnJ eriMgal Se-
rnos desde muito recebedores dcole? r-."o coilares. coutinuamos a NMbe-loa '
vapor*"-, attm d* qne winsa fahiT. 1 *
w:ri j.i '..' acontecido, assm pois p.. >*
ii;ec:arcm, vir ao d' *'.iit
.' soLinre encontraia,. i rd
.. ... 1 quaes atteud.':'
.ti. applicadoa, se venderLo 1 "o.
dibinuto lauro.
.rnw, p.H--. avala d^sebjectos qu* laroo-
deciarados, ao uussosfrAgMcea aaaf.': s tm
com rar ,<.r precos mcito r tioaveis k ?. I
v.;:1 :.'o. mi .1" ^reeijn n. 7
5 cor (aro previ
Raa trntann n. i
Novo e variad,: sortimento d: j
finas, e outros objt'Clc .
Alm do complete sormei;.,
marias, de que efectivamente t<*
leja do Cordeiro Previden'e, t\"
receber um outro sortimentu q;
aotavel pela variedade de objecl .
dade, qualidades e comm.'irhc:-
^)s; assim.pcis, o Cordeiro Pn.'.
-i espera continuar c merecei
do respeitavel publico em r-
boa freguezia em particular, r
tando elle de sua bem eoauic
a barateza. Em dita loj.: ene
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murraj & 1
Dita de Cologue inglcza, mrr:
ce.-.,:, todas dos melhores e wbac
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para t:
Elixir odontalgico para coas:-.
sseio da bocea.
Cosmetiques de superior qoalidz:'
. -
-

700
640
240
2^(420
00
14000
500
160
800
100
701-
400
500
20000
500
500
500
40
500
320
4*500
20000
1<550(
3,50^^
400
20
40t-
50(
40
20001
240
400
40000


Veode-se a cocnerfa'di rna *a!Pai n. W, bem
afreguetaav com 4 aitK wnd J di atrir e fe-
char,, t fechado e 4 abarto, e 14 MvaJloa g<*dos,
todos de parelha, tanto para- o mato como para a
pca; m diraa taflo de se vender ao com 7
= Vend-se feijo, farinha;
pennas de eraa : na roa d
cera de carnauba
MadiedeDessn. 3,
SecrrMriu desforro
Temiese estylsta m easa des importado
rea Shaw awkes roa da Crui a L
Foga de patente.
* Vende-ne ero ca
(IawkesA C, rui da Crin u. 4
Shaw
[|
nvs Pi)NlEJ
HADTERIVB E ULES1HS
Km caiu e a retalbo.
N<>arraaxem da roa di V g.rio n. 11.

Sentales
de hortaKeas de toda- a qualidades : na casa do
ovo, roa do Baro da Victoria & 63,
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e me
pernada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, Ira s r
outras qualidades.
Fiaos tractos inglezes, amer
franc ezes em frascos simples e er fe i i
Essencia imperial do fino 6 agre,'
ro de violeta.
Outras concentradas e de che
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qua]
com escomidos cheiros, em frase:
-entes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e rv fs
oara mos.
Ditos transparentes, redondos
ras (le meninos.
Ditos muito finos em caixinba pan
Caixinhas com bonitos saboneta b
fructas.
Ditas de madeira invernisada c i".
uas perfumarias, muito proprias p?- py-
lentes.
Ditas de papelio igualmente bonita*, jz.
oem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos
moldes novos eelegantes, com pele ,
i boneca.
Opiata ingleza e francesa para m
Pos de camphora e outras 'i\
cualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada nato evqaet.
Dm outro sortimento de coques 4 z
vos e bonitos moldes com filets de vidr.
ilgunsdebes ornados de flores
wtio todos expostos i apreciacio c
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDA!
Obras de muito gosto e perMcio.
FlTelIau fita para tai as
Bello e vanado sortimento de ta<: c
tos, Hcando a boa escolha ao gof.tf *4 orador.
J'iaquimRodr'ffuesTa-
0 vares de Mel'o,
STEM PARA VENDER M1,
em sen escriptorio, prica doCorpo Saft
'd. 17:
0 Pumo em folba
^ ii. I' e i* qualidade, e vende oro ou ma
a"
i ..i.
vontade dos cooipradores.
Cal de Li-boa
"i chegada.
Ptitofisadafius'a.
': rnrlaha de saaadloea.
Vmho Bordeaux.
9 I" quaHdade. Tudo de vnid* nufl*
^ L. rat'i do qoe en ootra qaalqnarsai
Vend*rn-se partes da um
ttatas: a pessoa que preteodr
roa Imperial n. IX.



C^>



Diario de Pernambuco Quinta feira 13 de Outubrr/ e 1870
___~_

ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
SKSSAO KM 30 DE SETEMBRO.
Programma ministerial.
As 7 Iwnis e meia entrara no sa!3v os
membros do novo gabinete, e occupam seus
especlivos lugares.
O Sn. Fbesidexte :Tam a palavra oSr
PauDo de Souza.
O SR. PAULINO DE SOUZt :-Jio no-
bre ex-presidente do consalh) expz esta
manbia no senado as causas da dissolcgio
do gabineie o dejulho. Nlo obstante ve-
nho, segundo as praticas establecidas, re-
produzcas parante esta augusta cmara.
V. Esc. sabe, Sr. presidente, que nos
primeiros dias de junho ultimo o Sr. con-
seloeiro Joaquira Octavio Nebias, ex-mhis-
tro da justiga, foi accommetudo de grave
enfermidade, da qual comtudo esperramos
que sem muita demora se restabelecesw.
Cumquaato se Ibe retardasse a convalos-
cenga, sabamos que elle contava poder re-
assumir as funccoes do seu cargo antes de
findar a presente sesso legislativa. No da
'i-2 do correte, porm, escrevea o meu
bo'nradQ collega ao Sr. ex-presidenle do
conselho pura que Ihe obtivesse a exon^ra-
<;3o, allegando que continuavam seus sollri-
menlos.
Heuniram-se logo no mesmo dia os mem-
bros do gabinete transacto, para deliberar
idos o que nos cumpria fazer em tal e-.im-
encia.
O Sr. bario de Muriba ponderando qoe
urna nova recomposigao do gabinete euoon-
traria serias dilliculdades, e provaveltLente
o enfraqneceria em vez de fortificado, de
c.arou-nos estar na firme resolugo de
aeompanhar o Sr. Nebias.
As refl-xoes do nobre ministro da guer
dos. Se ella difficil recoobecer bem afinar, era intolerante no sentido vulgar a
vflrdadq.apr^ciir o que raais coovm. O odioso da palavra e da polmica dos pani-
no nao so coocorror para isso, mas dos ?
Acredito que o programan, nio pode ter
semelbante signiflcacio e alcance, porque
os cavalheiros distinctos por todos os ti tu-
ra, e esj'outra perda que com sua retirada
solreria o gabinete, decidiram nos a pedir-
naos toaos a demisso, e a faz-lo emquanto
tstivessem reunidas as cmaras.
Para esse m o Sr. ex-presidente do con-
selho dirigo-se no dia 5 ao pago de S.
ChristovSo e, vista das razes que leva a
bonra de expr, S. M. o Imperador dignon-
se de annuir nossa solicitagio, e encarre-
pou a S. Exc, de dizer aoSr. visconde de
S. Viceole que Ibe fosse fallar no dia ss-
guiete.
Tenho comprido o meu dever.
*> SR. VISCONDE DE S. VICENTE (pre-
sidente do conseibo):O ministerio presi-
dido pelo Ilustrado Sr. visconde de Itabo-
rsbf podio e obteve sua demisso. Em
con'se-quencia disso uve ordem para dirigir-
me o paco de S. Chrstovo. Ah o Im-
perador honve por bem incumbir-me de
organisar um novo gabinete.
Hesitei, por isso que reconheco nao pos-
suir as habilitages que desejra ter. mas
entend que era do meu dever obedecer, e
servir ao paiz quanto pudesse.
Tive, portanlo, de pedir a coadjuvago
de que precisara, e mediante meus estp-
eos, consegu obt-la dos Ilustres cidados
que comigo compem o actual gabinete.
Gollocados em tal posirio que tanto tera
de honrosa cono de ardua, de nosso do-
ver manifestar ao parlamento como procu-
raremos dirigir os actos da administrago e
do governo.
escosado dizer que observaremos e
taremos observar as leis e os principios de
justiga, isso om dever de todos os gover-
nos, a Dase em que repousam os direitos
do bomem e do cidado. a liberdade pratica
e o verdadeiro progresso ; porlanto urna
ebrigago de le, de bonra e de cons-
ciencia.
Ao par da devida e discreta economa pro-
moveremos os possiveis tnelboramentos do
pas, e entre elles o desenvolvimento de
suas forgas industriaes que sao fontes fe-
cundas da riqueza e poder dos estados.
O paiz demanda semduvda alguma? me-
dida! ou reformas muito importantes. Es-
eciallsarei as que. se referem ao elemento
servil e raelb>r administrago da justiga.
A primeira exige urna solugo prudente,
previdente, que procure compor e taarmo-
i.isar os valiosos interesses que nesse as-
sompto est. incluidos. A segunda decide
de valiosos direitos que nao esto bem ga-
rantidos. Invitaremos nossos esforgos para
ccadjovar a larefa legislativa.
Na lula das legitimas opinies polticas,
ou das aspirages de influencia na direcgo
dos interesses sociaes, a moderagio sem-
pre til ao estado, e por isso mesmo a to-
desejaria mesmo a candi vacio de todos .os
Brasileiros sem quebra de suas opint5es
conscienciosas. Elle presara os servigos
fetos ao estado, a honra e os talentos onde
quer que estrato oo quaesquer qne sejam
.i<( Jdas politizas.
Tenho exposto o como o ministerio pre-
tende dirigir a.adnVnistracao, e o governo
do paiz em suas refacas internas. Quanto
s ext^rnis sabido que a constituyo po-
ltica do Brasil tem por base o dreito. a
bonra e seiis legtimos interesses, assim
orno a \nz. harmona e amisade para com
todas as nage.
O SR. ANDR.4DB FIGEIRA :Sr, pre-
sidente, acbamo-oes em presenga do em
facto: u ministerio de 46 de julh'o, qoe
inasguror a srtuago conservadora, aciba
de relirar-se ; om novo ministerio, que veio-
expor-nos o seu programma, acaba de or-
ganiar-se.
Para bem qoalificar este facto, cumpre
coieja-lo'com as normas constitueionaes que
nos tragaram o pacto fundamental do paiz
e as boas praticas do rgimen parlamentar.
O ministerio dfcmissronario retirou-se, nao
porque Iba fajtasse o apoio dos represen-
td.ots da naffb, do sonado e deata angosta
amara, sena' porque, segando acal de
declarar-nos ikj dos *3oa autorisados or-
gaos, cntende que nao pedia preseindirdo
concurso valius de um do* seus memfcros
mais influente &' entenda nao dever por
mais lempo contiiauar no gabinete.
Presupposto o Acto,, manifest me- a
nova oiganisgo ministerial1 nao significa
urna victoria parlamentar ; mas sonMrjte f>
product) da (vonfiawra do Heitor dos rnin'
Iros, Mas poi isso mesmo, senhores, cla-
ro a todas as fcuzes qoe o- programma b
novo ministerio dev conter id#3S vasadas
no mesmo molde, qne havia recebido o
apoio e a sanecao do* representas>tes da na-
go (ap^iados); de uraa quas uosnimidade
desta cmara, do urna* grande aaaioria no
senado.
Este resultado pedia-o
verno coastitociooal, jh boas prartcas do
rgimen parlamentar. Den-se porventin-a
na organisagao do novo- gabinete f E>s o
(joe procitrarei em termos- muito saceiotos
averiguar, miitindo o meo pessoal & singu-
lar juiz. Sr. presidale, oonde* oV parte
a justiga, qne. como n6 aoba de advertir
o ergio aot-jrisado do ministerio, o Inora-
do e illusirado Sr. presidente do cosselbo,
dever eoramom a toos os goveraos, e
nao pode por isso conetito* programma
poltico de governo algum ;. pondo de parle
a economa para realisar a qaal desejo sin-
ceramente ao governo totkva energa e forca
que Ibe sero necessaria*. come bao mietor
o estado econmico e fnnocetro do pas;
|)n lo de parte a moderado, que repotare
anda nao so dever commnnu-a todos os re-
vernos, mas tambera interessebem. enten-
dido, considerarei os asswnptos positivos
do programma; r.otar-lhe-hei as omissoiss
quanto a varios projectos de reformas anda
pendentes de deciso, e, finelmente, loore
na innovago introdozida Da>erganisagao(lo
actual ministerio.
A parte do programma qoe prodama a
los, que compdpm o actual gabinete apoia
ram esse ministerio, sosteotaram essa si-
tuagSo.
Excluidas assim ss duas intelligenias,
resta dir soberana do programma minis-
terial a signiflca$io de traosaccSo ou de
eonciliacio, que desejarei saber se o sen-
tido que loe liga o gabinete.
Senbores, innegavel qoe em nosso paiz
existe urna acgo dissolvente dos partidos;
desoV qoe elles de posse do poder, o teeu
exercido por ora (rato de tempo mais ou
menos longo, v5o-se affrouxaodo suas for-
gas e validade e enfraquecendo-se os vn-
culos de sua cobeeSo.
Ou ejo effeito da organisago soctal que
nao offerese os natura es pontos de* apoio e
de resistencia do espirito de iniciatrva indi-
vwloal, do espirito de corporaejo, dagran-
des propriededes e fortunas e das grandes
familias, ou de excessos dos mesraos parti-
das, ou de aosenc de antagonismo em
suas ideas, o-faeto exacto. Convir, po-
rm, ao jngo regojar das inslteicfies, coo>
vira- na situag3o actual em que o partido
conservador oro disse amda sua oltima pa'-
lavra. imciou, mas nao realisou asreformae
que prometten ao paiz. porque nao leve
tempo para tanto; na sita) actoa em qoe
o partido conservador teny aproveicado da
por da, hora por hora, sua passagem pelas
regies-do poder, terminando1 honrosamente
a guerra, restaurando as ioaocas e dolando
a legislagio do paiz com melhoraraentos
noiaveisv convir aoxiliar aegao dissolven-
te a gao-me tenho feferido ?
A toturanda, Sr. presidente, como tran-
saegao, oontO' coneiiiagao, disseWoote
nais enrgico, mais eSeaz porque a oe-
;ago dos partidos sebretudo em uroa so-
ciedade eomo a nossa, onde a ndole oVpo-
'yo naturalmente eondescendfeBie seoo
inerte para a resisteacia legal, ode o prio-
indoe do go- ;ipio da autoridade tem> tmado irresislivel
imperio.
Se o programma da tolerancia e do pro-
posito de chamar todos- o brasileros, teod
a frouxar os mcnlos decobeslo do partido-
coDservador, se pretend elevar aos postee
de confiaoa'polttica os- ciddos, anda oe
majs dignos- per seas talentos e viriade,
8r. presdeme, poijlico e notorio, te
sido escripto eradocomentos olBciaes nos-
sos, e em todos o joroaes da Europa, que
os philaolropos diqoella regiSo procuraram
por todos os meios persuadir ao Imperante
do Brasil qoe se pazesse testa di propa-
ganda emancipadora. cmara n3o des-
conttecida a resposta que se dea em docu-
mento offlcial oa sera.-'jllicial a um honroso
convite para tal flm. Aceitoo-sa o papel
do astrlogo da fbula, e com os olhos filos
na estrella que os philantropo? da Europa
indicdvam, correu o risco oe precipitarse
no primeiro popo que se abrir debaixo dos
pes.
O trabalho n5o se la esperar: em duas
fallas do throno do corpo legislativo, em
1867 e 18t>8, a idea da abobg5o do elemen-
to servd foi annunciada ao paiz com verda-
deiro assombro. A imprudencia nao poda
ser maior; porque actava-se elle com todas
as suas forgas e recursos, empenhado na
prolongada e porfi ida liria do Paraguay, qoe
absorvia-lhe tod>s os cordados e atlengoes.
Ao ministerio que concorreu para que se
inserisse o imprudente trecho r. > discurso
da cora, auccedea o de 16 de i "'o, que
teve a fortuna de conseguir e "<-lo em
duas- fallas do throno, a do anno paseado e
a do actual.
Escasado me entrar na investigagSo da
resistencia qoe porventura o ministerio de
16 dejulho oppn a que se inserisse na
dla dothrono o tpico relativo ao elemen-
to servil; pertence isso sua vida intima,
.qne nodevassarei. Aceito ofacto, porque
e irrecuoavel, e porque- roe basta.
Nao passou semslnante omisso desaper-
eebida ; pelo contrario foi objecto de debate
cesta cmara e no senado.
$ procediraento do gabinete decabido nao
era seguramente negativo, porque na mes-
an falla do throno-em que- se omittn o to-
pk relativo ao elemento servil pediam
meios para levantar o reienseamento- geral
do imperio, que o gabinete reputara, com
razio, indis^ensavet, assira como outros
dados econmicos para a solueao prudente
da questo, asim qi, esse procedimento
mareceu o maw pleno asseotimento do-cor-
po legislativo, que votou a le para o recen-
seameoto geral do imperio.
Ora se estas eram as vistae do corpo le-
gislativo, se esta era a poltica bem acentua-
da da siiuago, como se explica a organisa
cao de om ministerio em qne a pardos
mais adiaotados-aboliciinistae do paiz. vejo
dos differentos motivos da pposifS, direi. ;um membro da memoria vencida ha poleos
qce aorgac9aca minislariat menee coos- dias na-qoesiio-do elemento servil, o actor
titocioDal. Em tal' caso, neo-sendo eMa, come-^ das interpellagoes ao rainisterro decahido.
nao resultado de urna victoria prtame
tar. mas o producto da confianga do-oledor
dos ministros,- nao representa as ideas e^
interesses legtimos da astual sitoac5o, da-
uoanimidade desta cmara, e da> grande-
maioria do senado (apoiadbs-) que sosteo-
taram o gabieate passado.
o relator da eommissae, cejo parecer foi
repellido da disaasso, e o vejo na pasta da
agricultura, escoRudo para dirigir os desti-
nos da industria, a que mais alecta e iote-
ressa a reforma-? Nio est ah manifest
que om>pensamen4o estranho, e nao a pre-
occupaoio do peneamento parlaoaentar in-
do
Ontra parte do programma refepo-se ao fluio na organisacao dr> actoat gabinete ?
elemento servil. Ah, senbores, e- onde
sobresahe o vicio de orgonisaeJo do-miais-
terio.
Acamara flem bern presente qoe anda
ne&e mez, e peueos diae -antes de- retirar-
se, o gabinete do-16 de jplbe propuoha com
toda a clareza e precisa orna qaosto de
confianga com relago ao formidavel- pro-
tolerancia poltica do gabiaete, o. proposito i bleaa servrl. ^fotacSo t5o esplendidas, qoan-
de chamar a todos os BrasHetros por seu*| lo significativa respondeu* ao apella*do go-
talentos e virtudes, carece de explicagao-j verno ; a maioria approwouo procadameoto
Pode ser por sua generalidnde,. to exacto prudente e verdaderamente previdaote do
e banal, que escape a qualquer reparo>f gabinete de W dejulho; designoa daramen-
pde, porm, conter um sentido.partisolar- te o-marco onde parava -na jornadado ele-
de interesse poltico actual, a tal que cacae*- ment servil.
terise um programma mimsteni-l. sabido qoe- o gabinete procorava, antes-
tolerancia do ministerio se iafere| de ludo, babilkir-ee com oe dadoa-estatis-
Sa a tolerancia do
aos direitos dos ciddos braseiros, qu*r j
iadividuaes ou civis, quer" polticos, direi
que direitos nao se tolerara, respeitaek-.se.
Nesse caso proporia substituir a formula do
programma ministerial por aquella raesma
que o gabinete de lt de )ulho introdoziono
seu programma; e dira, eia vez detole-
ranciarespeito a to-lcs os direitos.Iria
mais longu, senbores, supprimiria urna pa-
lavra de significago eqaivoca em poltica, e
nos nossos annaes parlamentares de signifi-
cago suspeita, qual a detolerancia,
visto que, como respeito aos direitos indi-
viduaes, civis e polticos, est incluida no
programma da justiga, que dever eommum
a todo o governo.
Significar a expresso tolerancia, ac-
cordo de todos os Braseiros que a poltica
anterior inaugurada por esta situago, que o
gabinete decahido, sustentado at seus lti-
mos momentos de vida por esta augusta ca-
FOLHETIM
,\ \\U DEPOTS I SORTi
0 pon
Xavier de Montpn.
ticos e econmicos que a solugo prudenie
das difftrentes rjaesi5es-deste complexo pro
blema exiga e-exige para na sessao futura
a presentar as medidas convenientes para as
qoaes os estados o preparassem. Retiran-
do-se por causas qoe nao me ir.-;uml>e dis-
entir por. agora, mas apenas-aceitar, claro
que do seio da situago conservadora, da
maioria desta caowa, assim orno da
nuioria do senado que nao repravou, antes
spprovou explcitamente o procedimento
tan digno e previdente, nao poda, nao devia
sabir o gabinete emancipador, qne tem- a
honra de comprimntar nos bancos ministe-
riaes. O pensameato emancipador peder
significar o pensamento individual dos hon-
rados ministros, todos muito- distinctos ca
'valheiros. peder significar o pensamento
de quera quer qne seja, mas nao represen
la seguramente o pensamento desta augusta
cmara.
ello
'Nao esto claro que o psnsameato abofteia-
nista, inoculado no eleitor dos ministros
derogou as regra* partomenlaces, ioduio
decisiv?Hienle na-organisago do actuak mi-
DtsleriO"?
Senhores, a emancipago umi nobre
causa ; mas obra langa edifil. En-vez
de acetarmos ligeirameata om programma
de qoe os seas proprios autores nao podem
medir bem as sooseqoaaaias-, relucamos
que o legado de tres socalo e de varias
geragas, instttoica do elemento servil,
mal p4e ser abolida pelos- eeforgos nerse-
terante de ama s gerago. A gloria de
om principe deve- bastar o t-la querido e
[t-la sabida preparar.
' Rgimen do nosso trabalho, base da nossa
organisago social, agente de preduego e
capital a om tempo, a institaiglo nio pode
ser t cada imprudentemente sem darmos ao
paiz orespiro deque tanto carece depois
dos sacrificios longos o pasados de uraa-
guerra porfiada.
Nao>pode sera solog3o de semelbante
problema inserida como programma polti-
co de um ministerio, sem um complexo
da medidas preparatorias, sem procurar,
dar forra publica autoridade, para que a
ordem publica nao seja perturbada; nao
po-sivel aceitar a sologlo breva que pre-
tende o honrado presidente cb conselho,
sera cogitar primeramente as graves
qoestes econmicas qne com elie se pren-
dera na substituigo do trabalho escravo
pelo trabalho livre, e em tantas outras.
E' verdade, Sr. presidente, que o pro-
gramma ministerial nao nos esclarece sobre
a natureza das medidas a empregar ao in-
P.lKTE TBRCKIRi.
A C01ESSA DE 8AH0N
(Conlinuago do n. 226;.
I
Uno encontr.
Tres mezes depois dos acontecimentos
qoe termnam a segunda parte da

nossa
historia, na tarde de um formoso da de
verao, am cavalleiro vestido com grande
simplicidade mas cavalgando um magnifico
animal, trotava pelo caminbo, mal
lonservado, qae levava de Clermont
Pars.
O cavalleiro de quem fallamos traba dei-
xado atraz de si a aldeia de S. Judas, por
onde atravessou sem demorar o cavallo
:.?.va se duoar seqaer de olhar para a ta-
boleta reluzente da eslalagem das Armas
de Franfa, gloria do nosso anligo conhe-
cido tio Guilherme, e ao tempo em qoe o
a presentamos ao leitor, acaba va de entrar
na espessura do bosque de Ebreuil, cujo
arvoredo secular forma va nma grande abo
bada de folhagem por cima da estrada.
Um preboste do marechalato, i frente de
um pequeo destacamento de qaatro ou
cinco borneas, vinha camlnhando passo
no sentido inverso.
O viajante passou por entre os represen
laates da ordem publica ; mas, por desdem
ou por ootro motivo, fez qoe os nSo vio.
N5o acootecea o mesmo ao preboste,-mi-
litar ancilo, alto e magro, quem os nossos
leitores nlo terio de corto esquecido desde
os primeiros capitolos da nossa narrativa.
Dionisio Robustel, pois no era ootro,
estremecen rudamente quando o tal viajante
passou ilnarga d'elle, e dando om grande
marro no poito, gritoa:
Com trezenlos mil raios !
elle todo inteirinho !
E levou machinalmente a mo s pisto-
las ; nao acabou,.porm. o gesto comecado,
e retorcendo com furia o spero bigode
murmurou :
Vamos l, devo ter juizo ; j passon
o tempo em que eu estava no meu direito
e cumpria o meu dever se dUparasse con-
tra aqoelle mariola. Agora havia de pedir-
me conta a justiga da sua vida, e podera
custar-aie bem < ara a bala qoe dsse cabo
da um malvado assim. Tenho que edei-
xar passar de lar^o, e j nao pequea ou-
sadia nao o cumprimentar humildemente,
com a fortuna Um personagem de tanta
importancia t
O digno preboste, ceg pela raiva.en-
terroo as esporas na barriga do cavallo, que
de nada tinha culpa e que certamente nao
estava acostumado aquellas immerecidas cor-
reeges.
Um soldado ainda novo, admittido havia
pouco tempo no corpo do marechalato, e
quem Dionisio Robustel bonrava com par-
ticular predilecgo, approximou-se do seu
chefe e disse-lhe com modo familiar:
Que tem, senhor preboste ? Parece
qae est zangado I
E nao te engaas, redargu'0 Dionisio.
Deu-lbe assim como qae um ataque
de raiva, continuou o rapaz. Pode saber-
se, nao o offendendo, qual o motivo de
tudo isso ?
Viste aquella cavalleiro qae passoo
agora pela gente ? perguntou o preboste.
Vi. Era um sugeito bem galhsrdo,
montado em cavallo magnifico : tem cara de
fidalgo.
De fidalgo I repetio Dionisio delatan-
do ama gargalbada sardnica ; isso, isso,
um fidalgo ; com toda a certeza om
fidalgo, mas tambero, outra coasa.
Ento qual 1
-* O maior criminoso de toda a Franga.
Mas que fez elle ? perguntou o rapaz
sobresaltaodo-se um pouco.
Tem feito todo quanto ha mo o in
tutode comegoir tt emancipacao ; propoe- oppmicao- qaa consojpa tortor miolkw
nos apalo itm, accrescentando ^ue a ao-
lugo, um ser breve, deva ser prudente e
prevldoote.
A emaueipago sem davda ora ideal
qae est as vistas de todos os Rrasileros
sem distinegao de partidos ; mas os meios
por empregar, para conseguir o resaltado,
podem variar, e neabura mais perigoso do
que arvora-la em programma de governo
sem definir a natureza das medidas, que
esclarego e tranqnillisem os interessaios.
Passarei a notar, Sr. presidente, a inno-
vagSo, em meu conceico escusada, que e
dea na presente organisago minis eriaj
relero'me a nomeagSo do honrado ministro
de guerra interino.
V. Ex parlamentar antigo, sabe ojoe
tem sido estilo invariavef ealre n6s aecu-
mular om dos ministros a pasta vaga inte
rinameote, emquanto se espera o cidado
convidado para preencbe-la definitivamente.
Este tem sido o eslyfo seguido em quasi-
todos, se neo-em todos-os ministerios que
temos tido, e aindi oltimamente no gabi-
nete de 16 dejulho, er que o honrado
ex-ministro da guerra, oSr. barSo de Mu-
riliba, preenebeu satisfactoriamente duas
pastas laboriosas, pensionad is, como sao
as do guerra e Justina, durante os trabalhos
legislativos, a qpe concorriaassiduamenie.
Hbje, qne os trabalhos parlamentares vo
findar, eque os novos ministros enceto
sua vidb; depois de om longo repouso- por
que razo um de-Hes nSo preenebeu a pasta
da guerra interinamente, at qua se eon-
cordasee D3quelle que a o'm definitiva-
mente occopar ?
Allega se, bem o sei, a trariecao de oo-
tros paiees, e muilo- especialmente do Rio
da Prata^ oode nesfes oltimos anoos tercos
ido aprend t tanta ousa.
Conservador por instmeto, prefiro muito
o procedimeoto adoptado no noseopaiz oel
menos, emqoanto motivos muilo-especiae
e extraordinarios nao me persoadirem da
oecessidade de repadie-lo.
Se a raterimdade per poucos-dias, se a
pasta que se Irata de preencher interina-
monte nao- tem trabalhos extraordinarios,
de momento, por que raio apartamentos
ve um precedente qu* nao nos olereceu
anda, e nao-poda oftrecer na occasiSo in-
convenientes -t r"elo prasor da innovadlo, e
s- por elle.
Se a pratica pode ser antorsada pelos
precedentes-de outros paizes, se pede mes-
mo ser abonada por coneiderages de otili-
dade publrea em- ama ou>ontra conjooctnra
especial, nao pode tarobem offerecer peri-
gos, inconveeiontes. sobretodo em ua>paiz
em Por ultimo, senhores, permitt qae, or-
g5o de um partido regular, professando sin
ceramente as ideas polticas do seu.credo
coostitucionalv amigo do> governo partamen
Upo do systema representativo, en deplore
e reprove;altamente o proeedimentoda hon-
rada opposifo do senado, guardando o
silencio diante de urna orgaaisagSo roinbte-
rial. em meu concedo penco regular em
face da conslitnic3o, ao espor-se alhvlwje o
programma ministerial.
E esta ama coasa eommum a tod-s os
partidos: se queris o ji)go regatar das
ieetituigSes,. a livre expaosao dos paatidos e
dos seus rateresses legimos. zelai qjvanto
ser possa o principio conatitncionaN na or-
ganisago dos ministerios para que o pen-
pensamento dominante das diversas situa-
nies polticas.que se satceilerero no paiz.
seja fielmente representado nos ministerios
e nao um pensamento estranho...
Acredite* sempre qae a honrada opposi-
co ou antes os difTerentes matizas da hon-
rada opposigo do senado se lecaniasseny
para advegarem desia vez urna cansa que
nos eommum a todos, mas que ella pro
cura moaopolisar.
Tenhoooncluido.
O SR.. VICONDE DES. VICENTE (pre-
sidente do cooselho);Tenho muita honra
e satisfifoero responder a ura dos mera-
bros desta casa, coja Hlustraco. e carcter
de muito lempo reconhego e aprecio.
. S. Ex. comegon o seu discuoso expres-
sandoqoe a organisago do actual gabinete
Ihe pareca ou irregular, filhi s6m3nte da
confiooga do eleitor de ministros, que
alias indicava urna midanga de politrea.
Ha de o nobre diputado permittir-me
que Ibe diga que as ms conctuses pode-
riam caber ou S9retu exactas em outra hy-
pothese qae nao a. de que se trata. A re-
tirada de um ministerios pode verirkar-se
por diversos motivos. Os esforgos de ama
moeda falsa, em snmma todos os crimes
castigados pela justiga.
E' impossivel!
E' tio possivel qne o senhor gover-
nador civil da Auvernia olereceu tres mil
libras quem apresentasse o mariola mer-
lo ou vivo. ,
E deixamo-lo fugir, indo all soaioao
e passanJo ao pe de nos f Corramos atraz
d'elle, sera perda de tempo I Apeaar de
ir mais montado que nos, pode ser que o
alcancemos ; e em todo o caso agarra-se
uas pistolas e maoda-se-lbe ama bala.
Dionisio Robustel ferrou outro murro no
peito, para mitigar de certo a sua indigna-
gao.
Ah t pobre Baptista, o tal fidalgo
para nos caga prohibida I replicn elle em
voz baixa e com amarga irona. As ordens
do re mandara-nos respeita-lo. Para isso
que serve o ter urna familia rica e pode-
rosa. A' quem contar com taes recursos,
ludo permitdo : o crime converte-se em
brincadeira, e a expiagio nnnea ehega.
Quer dizer que o rei iadultou quelle
homem ?
-O re fez ainda mais: ao indulto pre-
cede ao meaos am parecer, ama senlenga ;
mas ainda isto pareceu muito para o indi-
viduo em quesillo, e nem parecer, nem
senlenga, nem nada se fez contra elle. O
rei, aconselhado pelos seas favoritos, que
sao os prenles do tal fidalgo, declamo
pora e simplesmente qae o patife nao
criminoso, que nio fea nada mo, e qae
devia cessar a acgo da justiga. Qaalqoer
pobre diabo vai parar i forca, mas om
fidalgo outra cousa.
Isso nio 6 justo, senhor preboste.
E nio com trezenlos mil raios,
nio jaste I mas qae Ihe haremos de fazer?
O rei o rei; em elle mandando o preciso!
obadecer, e ainda qae se engae oa o en-
ganem, devenios obedecer i sua vontade.
Ab soffoca-me i raiva I S ama coasa
me consola, mesmo assim.
Qual senhor preboste?
E' qae om maroto pooca vezes larga
as manhas qae tem. Com o crime socce-
parlameoto, determnflo a q-idf *>
terio, aosi como a oVtermiot Mte
confkinca oa eoroa. Taabooi pdn c
a dissolugo de am ga&ineto a divaignm
de ideas antro oa seas membros e potras
eventaaHdadeo, que nio ponaivel paniW e
assignalar.
Se o gabinete do Ilustrado viieoadt i
Itahorahy, se houvesse retirada 4o poder
pelos orforcos de moa opposigo, sen en-
vida que se o chefe dsssa opposic*), tom
chamado para orgautsar novo gabinete o
faria de cooformidade com a poltica ven-
cedora. Se o ministerio se houvesse reti-
rado por falta de confianca da cora, enav
priria examinar qaal o oijecto oa i naaip
to que estabelecera o conflicto entro a
cora e o ministerio qae se retirou; e eo-
lio o novo mioisterie naturalmente realiza-
ra alguma modificago oh poltica, pan
nao ss por novamente em coofficto coa
cora.
Em qualqner destas bypotbeses, cabe-
riam perfeitamente as concluaoes de nobre
depotado ; mas na de qae nos oecopamos,
me parece qoe nio.
A exposigo ba pooeo feita peto Mostra-
do conseibeiro membro desta casa, o qoe
dignamente occopava orna das paitas do
g ibinete <6 de julbo, patenteou qoat foi o
nico motivo da retirada desse gabinete.
Conseguiotemente nao lgica a coockisao
do nobre depotado, de que oa hoave mo-
danga de politica, oa o ministerio actaal
s lilbo da confianga da cora. Pelo contra-
rio, ene itbo da cora fundada tamben
na confianga do parlamento.
A cora eonhece qaal o pensamento dos
membros da quasi totalidade da cmara dos
Srs. deputads, direi mesmo da totalidad*,
porque alguma divergencia qne ba sobre
algnns ponto secundarios, qne nio poden
referir homogeneidade da comnaaobad po-
litica.
A corto tambom coobece qeal a opiniio
ila maioria do senado : e portante creio po-
der dizer que a miaba oliima concrosad do
nobre depntado nio procedente.
O novo- gabinete desej* e conta coa o
apoio da cmara dos S depntade*.
Nao me-expirqnei bem, Sr. presidente,
ou nio fui comprehenddo, quanto ama
outra observagiodo illuetre orador a qnem
wnbo a honra de referirme. Proeurarei
repetir o qae-disse, e por em contraste
com a interpellagi qae toe den o obre
depulado.
Ea -disse qne, na lula das opinwes, a mo-
derago sempre til, e qne o ministerio,
pela sua parte, concorrena para isao, sem
qoebra de snas opinies conscienciosas. Isto
cAo pode ser traduoido como urna toleran-
ca e mormeete ama tolerancia ciaesificada
como foi. Os direitos por isso mesmo qoe
sao direitos cortamente nao precisara de
tolerancia : deve e hio de ser respeita-
dos.
OS*. Aiamuss Figeia' :A enuncia-
o...
O Sn. Pre5mti do Cohsslho :(toando
eu digo opioiie nio ponhs em da?ida qoe
constitoa am direito, mas o modo de emit-
ti-la e discut-la que demanda modera-
gio.
Dabi nio se segu entretanto qoe essa
moderaro signifique condescendencia para
.com opinies diversas daqoellas qoe se jul-
guem as melliores. Se ama opiono, oa
liberal, ou progressista, ou conservadora,
ulil, ea nao tenho que examinar oa vor qaal
a sua origem. Desde -toe me convenco da
sua utilidade o que me compre adoptal-a,
porqoe o interesse do paiz prevalece a todo*
os outros. Se a opiniad nio me parece
conveniente corre-me o dever de a nlo
aceitar porqae o paiz a entidade que de
preferencia merece todo o ooo interesse
e dedicago.
Pelo que toea--ao aasnmpto do elemento
servil, offerecerei smente taa considera-
gao ao nobre depulado e espero qne S. Exc.
ter a bondade de anonir a ella.
Parece-me conveaiente reservar lodo o
ulterior desenvolvimento sobr este ponto
para quaodo forem formuladas as normas
por que deve ser regulada tio imprtame
materia.
O Sn. ntuM Figieiba.:Pode indicar
por um modo geral.
^Conlinuetr-te-kai
fame: roabo, assassinio, incendio, sacrilegio, | do O mesmo qae iQQcede com bebMa :
orna gota pacha outra. O crime attrae.
Mais larde ou mais cedo, ha de o patife
commetter alguma aova infamia, e como
as cartas patentes de remisso- liquidaos s
o passado, o senhor governador civil ha de
recuperar os seus direitos e ha de resti-
tuir-me os meus. J nma vea o tive agar-
rado, e fugio-me ; se ihego, porm, a apa-
Dha-lo segunda vez, juro que nao fugir,
ainda que eu para o conseguir tivesse de
prender aos meas ps a grilheta qoe o
prendesse elle tambera. Repito, juro
f de quem son I
Tanto o odeia, senhor preboste ?
Se o odeio r Eu estava prompto a
corlar ama das mios, s com a condicao
de o levar ao patbulo. E' meu inimigo
pessoal.
Ah !
Sim, meo inimigo.
E Dionisio Robustel, voltando-se para
tras, ameacou com o puobo fechado o ve-
loz cavalleiro, coja forma indecisa ainda ap-
pareca ao longe.
Offendea o ao senhor? perguntou Bap-
tista.
Zombou comigo e matou cobardemen-
te, traigio, om homem dos melhores e
dos mais intrpidos que en liaba. Ainda me
nio pagou essa divida de sangue, mas ha de
m'a pagar. Diz-m'o nio sei que presenti-
mento.
E como se chama esse grande crimi-
noso ? perguntoa Baptista, admirado da
cruel expresso qae notava pela primeira
vez ao semblante anguloso do preboste
Ghama-se o marqaet de Saint-Mai
xent, redarguio Dionisio. E agora, meas
filhos, galope Preciso de afogar a mi
nha ira n'ans poneos de copos de vinho, na
estalagem das Armas de Franca.
O pequeo destacamento obedecen aquel-
la ordem, e os cavallos, vigorosamente es-
pora dos, tomaram toda a brida pelo ca-
mioho de S. Judas.
Aioda que flogisse nio reparar nos sol-
dados do marechalato, o marques tinha co-
Dhecdo perfeitaoMote Dionisio.
Ah vai asi patata ajana Is perder
em certa wcasno ai ion trea mil SP, cqosi
que nonca me perdoar. De qnio peqae
na coasa estn pendentes os destinos hu-
manos t Se eu naquella noute nio tivesse
podido fugir, estara extincta estas horas
a estirpe Ilustre dos Saint-Maixent.
E appareceu am sorriso nos labios do
nosso hroe.
II
A casa Isolada.
Meia hora depois do encontr que aca-
bamos de referir, teve Saint-Maixent de
metter passo o cavallo para subir urna
ladeira, qual snccedeu umi descida r-
pida.
O caminho atravessava depois um bulli
goso arroio, por cima de ama ponte de po-
dra, trepando logo cspide do outro
monte.
O valle formado por estas duas eminen-
cias teria ao muito cem passos de largura.
Mesmo beira da estrada, ao p da pon-
te, via-se urna casa de triste aspecto, pre-
cedida por um lelbeiro, que servia de ca-
poeira, e cercada por ura jardim mnito des-
cuidado, onde vegetavam algumas hortali-
gas e bastantes roseiras de todo o anno
carregadinhas de flores.
Ura ramo de sarment, suspenso por
cima da porta, pareca indicar qae aquella
casa era ama estalagem oa pelo menos
urna venda de vinho.
Saint-Maixeot paroa o cavallo, aitenton
bem na situago de tio solitaria viven ja, e
murmurou :
Seria difficil encontrar cousa mais de
molde.
Depois de feita esta reflexio, approximou-
se da porla e gritoa :
O de casa I
Appareceu quasi no mesmo instante ama
velha e am rapazito.
A velha poderia ter seus sessenta annos ;
era urna especie de ruina viva, arrogada,
encovada, vacillante, toda trmula, com as
mios gretadas e os dentes retorcidos; era
n'oma palavra, a realisacio complecta da
idea qoe em todos os temos, se tem feito
das bruias.
O rapazito, de ove, 0u des anoos de
idade, pareca am gnomo, coreanday
cambaio, e de m cara.
Nada mais singular qae o aspecto d'a-
quelles dous entes, n'um sitio lio solitario,
e diante d'aquella misrrima casa.
A braxa e o gnomo encaravam em Saint-
Maixent com ar admirado, quasi estpido,
e sem dizerera palavra. Pareca qoe nio
acerlavam a comprehender como nm via-
jante bem vestido e montado num escol-
ente cavallo, uvera a lembranea de parar
diante d'an.uella casa.
Avoanha, disse afinal Saint-Maixent,
estou cansado e o mea cavallo tambera;
temos om e outro fome e sede. Pde-Dos
dar aquillo de que precisamos, pagando, j
se entende ?
A velha dea eabaga negativamente, e as
brancas rpas dos seos cabellos espalha-
ram-se-lhe como serpentea pela cara cor
de lijlo.
Nio, responden ella com vos ronca.
Mas porque ?
Porque nada temos do qoe Vaic pie-
cisa.
Nio obstante, parece me qne ama
estalagem esta casa, redarguio o marqoez
indicando com o caicotiobo o ramo da sar-
ment.
Sim, era orna estalagem... qnando
viva inda meo filbo Ricardo... o pai
d'este pequeo... Mas Ricardo morrea...
Mal qoe elle sabio no caixio, eotroa-noa a
miseria em casa, e bem v qoe nio po-
demos vender aos visitantes, orna ves qoe
nao temos nem para nos. Siga sea cami-
nho e procure melbor alojamento.
Siint-Maixent, em vea de contormar-aa
com este conselho. apeiou-se do cavallo.
Mettao se-me na cabeca fase-la ganaar
hoje algam dinbeiro, respoeden o mirqnes
rindo ; estoa moito cangado para ir sais
a'.m, e sem difficuldade provavel que lado
se poder arraojar, em haveolo boa von-
tade. Ora ouca.
(Conttanar-se-ba).
VKBQ DIAUU-ttljA OJ DQU1 USG*SU3
i
aa...


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