Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12235


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Full Text

MI XLVI. NUMERO 231


II jni,

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PAILA 1 Wfftfi tWlfiSOWE IAO SIPAGA m.'
>or trS filites adiatdof.......... _
Vvgtfub&kta .,.......;; ; ; ;; Jgg
Por um Mino dem.......... ...... *f**^
Cid* muaero tvtlso. ........;......... ***!*
Propriedade de Manoel
i


0WBT*FB4 12 O OUtfBO DE 1870.
"'" ,
PA1A SERBO FWA DA PBOVWCIA.
Por tro* metes adiantados
Vot sei ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por uro. aono idem
#71*
131600
UNO
de Fara & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Par ; Gonfalves A PiDto. ao Maraahao ; Joaqoim Jos de Olivefrr, m Cetr ;
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Antonio Alexaadrino de Lima, na >arabyba ; Antonio JbW %0fi
'"';-,' m N***nto ; Vnamcfi Tavawr da Cosa, em Alagoas; Dr. Joaa
PARTE OmCIAL
Governo da provincia.
BITBDIKNTE ASSIG.NADO PELO EXM. B. DESEJIBABr.A r
DQB FRANCISCO DE ASIS PKBURA ROCHA, Vli'K-l'HK
SlDE.NTE DA PROVINCIA, EH 14 DK MAIO DE 1870.
i' secqao.
N. 443.Dito ao inspector do arsenal de mari-
nha.llespoodendo ao ottleio qus V. S. rae diri-
ge, era 11 do crreme, sob n. l,9o.J, o autoriso a
mandar retirar da ibesoraria de fazenda, para
o qu9 licam expedidas as convenientes ordes, a
quantia de 1:372a 142, pertencente a<* aprendizes
ar^flises desse arsenal, que se ollereceram e mar-
charara para a guerra como voluntario da patria
Jos Pedro Alexandre Bezerra.Manoel'Jos Moptei-
ro da Foneeca, Benedicto Rodrigues Cantpello,
Luizde Carvalho Pimenu, Jos, Bernardin o Perei-
ra de Brito, Mariano Adolpbo Pereira de Mello,
Aqtouja Machado da Lima a Sjbastio Manoel de
Leis, visto terem completado a idade marcada no
respectivo regulamento para receberem o referi-
do peculio.
N. 444.Dito ao mesmo.Man Je V. S. desligar
da companliia de aprendizes artfices desae arse-
nal e eulregar a seu pai Agostinlio Valerio dos
Santos o menor Ovidio Valerio doa Santos, depois
de indemnisada a fazenda nacional da despezi
que tiver feito nesse estabeleciment o referido
menor.
__ N. 443.Dito ao comraandante do presidio de
l'ernando.Preste Vmc. os esclareciraentes qae
no aviso do ministro da justica de 28 de abril pro-
ximo findo, incluso por copia, fio exigidos relati-
vamente.ao reo Manoel Vicente de Araujo, ooohe-
oid,o por Maracaj, coudemnado a raorte pele jury
de Nazareth, e ae cuja senteoca interpoz recurso
para o.poder moderador.
N. 446.Dito ao conseibo de compras navaOs.
Ficara approvados os contratos que o conselho de
compras naves, celebmu com diversas possas,
segundo termo e oflkios datados de 5 e 6 do cr-
reme, para fornecimento do almoxarifado do arse-
nal de marinba, o que declaro ao mesmo conse-
lho para sea conhecimento.
2' seccao.
K- 447.Olllcio ao Dr. chele de polica.O ge-
rente da companhia Pernambucana tem ordem pa-
ra transportar para o Cear o sentenciado Joio de
Medeiros e as duas iracas do corpo provisorio de
polica que o vai escoltando, e qae tiesta data or-
deno ao respectivo commandante os faca apre-
sealar a V. S., devendo pelo jniz maoicipal da
primeira vara, ser posto a sua disposicd, dito
potenciado, assim Ihe commanico para os Ons
convenientes.
S. 448.Dito ao juiz municipal da primeira va-
ra.Commanico a V. S. qae o gerente da conv
panbia Pernarabu -ana tem oroVrn para transpor-
tar para o Cear, o sentenciado Joio de Medeiros
de <|ue rata o seu otlieio de 12 do corrate, e
bem assim a escolta qne o deve ir guardando, pe-
lo que dever Vmc. por o dito sentenciado a dis-
posicd do Dr. chef j de polica pan esse flm.
N. 449.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Mande Vmc. apresentar ao Dr.
chefe de polica duas pragas do corpo sob sea
commando, para escoltaren) at o Cear o senten-
ciado Joao de Medeiros, que para alli tem de se-
guir no vapor da companhia Pernambucana.
3" seccao.
N. 431.Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.Faga V. S. entregar ao commandan-
te da companhia de aprendizes artfices do arse-
n il de marinha, Io tenente reformado Braz Jos
dos Beis, a quantia de l:372!4i, pertencenles
aos aprendizes que se offereceram e marcharam
para a guerra como voluntarios da patria, Jos
Pedro Alexandre Bezerra, Manoel Jos Monteiro
Franca, Benedicto Rodrigues C?mpello, Luizde
Carvalho Pimenu, Jos Bernardino Pereira de
Brito, Mariano Adolpho Pereira de Mello, Antonio
Machado de Lima e Sebastian Mano.-I de Leis, vis-
to terem completado a idade de vinte e um annos
mucado no respectivo regulamento para Ihe se-
rem entregues o peculio a que elles tem direito
mquella importancia.
-v. 432.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap-
provado os contrato que o conselho de compras
navaes celebroo com diversas pessas para previ-
memo do almoxarifaJo de marinha dos oojeelos
onstantes do termo junto por copia ; assim o
commanico a V. S. para sea conhecimento.
N. 433.Dita ao mesmo. Em vista da inclusa
coma que me lemetteu o administrador do cor-
reio desta cidade com officio de hontem, sob n.
:r
provincial constante do oficio o reeptativo pr-
mero secrelario des.a data, aob 8W"forme V.
S., com o seu parecer acera, | ajla sabstito i -
tivn ao projecto n. 33 di I8HE
N. 46J.Oiio ao inesm*4Mia(--A em mi-
nas a cadeia do municipio de l'naja_.fi som a pw-
cisa seguranca, rogo V. Bta^fh-w de- per-
mittrexpedendo aa eonvenitiMii ordens, para que
n > aljube sejain recomidos os presos, qae nelU se
achara ouaqjelles individuo qne forem alli seo-'
do presos, como requisita o chefe de polica no
offlcio junto por copia, de 26 de abril ultimo, sob
n. 543.
N. 462.Dito aos agentes da co.npaobia Brasi-
leira ce paquetee a vapor.Os senhores agentes
da companhia Brasiieira de paquetes, manden dar
transporte para o Maraobao por coma do minute,
rid da guerra ao aaefeoada do extincto batlhio
n. 42 de voluntarios da patria, Antonio da Costa
Mariano.
N' 461Dito ao gerente da companhia Pernam-
bucana. Pode Vmc. azer seguir hoje. para os
portos do norte e sul os vapores Ipojuca e Giqui,
a hora indicada em sea dfflcio de 7 do corrate.
N. 464.Dito ao mesmo.O senhor gerente da
companhia Pernambucana, mande dar transporte
para as Alagoas por.eouu do ministerio da guerra
ao cabo de esquadra do extincto batalh o n. 42 de
voluntarios da patria, Cosme Jos de Santa Anna
e Joao Pereira de Jess.
N. 463.Dito a i mesmo.O senhor gerente da
companhia Pernambucana, mande dar transporto
para Macei, por conn do minterio da guerra ao
segundo sargento Justino Jos do Bomftm, farriel
Jos Saturnino da Costa e ana mulher Bosalina
Hrancisca dos Santo, cabos Fraociseo de Paulo
Monteiro, Joaqum Alves dos Sanio*. Jjaquim Jos
da Costa, Geraldo Corria de Araajo, e os solda-
dos Honorio Bipo do Nasciraenlo, Antonio Aveli-
no da Costa, Joao Damaceno Henriqae. Manoel de
Lima Wanderley e Isarias Gomes da Silvelra, to-
dos ex-pracas do extin.-to 42 corpo de voluntarios
i patria.
N. 466.Dito ao mesmo.O senhor gerente da
companhia Pernambucan--, mande dar passagem a
proa at a provincia do Cear ao sentenciado Joao
de Medeiros, e a escolta qae o aeompanbar, de-
vendo a dwpeza do transporte ser patas naquella
proviocli.
N. 467. Deliberacao. O vioe-presidente da
provincia, attendendo ao qae requereu o professor
publico da cadeira de instruccao primaria da po-
voacao de Pedra Tapada, Flix de Valois Correia,
e tendo em vista as inormaeoes do director geral
interino da instrnccao publica e do inspector da
theseurana provincial de 20 de abril prximo rin-
do, sob n. 125, e 3 do correte, son n. 264, resol
de Lemos Braga, no Aracaty ;
nawilla da Penba; Beiarmino dos
Jo5o Diaria Jalio Chavet, no Ass ; Antonio Marqne# da Silva, no Natal; Jos
Santos BaJcao, em Santo Ant2o; Domingos Jas da Costa Braga,
Bahia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
partcie da ooantia da I92*3fl0, consiaal d?> ci-
tado oflteio.
Btreoftirre adate*aso* rau> ex, sa. wrtunan
P0KPB41ICWCP-M ASet PEBSIRA R0CB4. VICR-MI-
SIDWfr DA PnOYITOA, BJf fftM MA M 711.
W: 47 -Oftlclo ao- Exm general commandaM*
das arnaes.Coosuodo d aviso da rpartico. da-eloe
guerra de 3 de abril proxa fiado ter sido appm-
vada a deJibera^io aoe e* prwidetHoa tonwo de
mandar incluir no deposito do reerl|S para per-
ceberem somonte a e'tape as pracas iovaiidas re-
formadas de que trata o offieio de V. Bxc. de 14
de Janeiro ota dio soto n. 2, at qn? sejam reraet-
tidas nara esta presidedcia1 as gra ordens para
pagamento das peosdes qae obtiveram ; assim o
iieeiaro a V. Bxc. para sen cbnheeimeno.
N! 480.Dito o director do arsenal de guerra.
Mande Vmc. admiltir em orna das eompanbias
desse arsenal pira quefir apto, se esliver as,
conformidades do regulamento, Jos Rnreira de
sooza Braga, (cando asim deferido o requer-
ment do supplieanie.-. qtte aHudesna inorncao
de 9 do corrente, sob o. 72.
i" seccao
N. 48l.-OfBcoV Dr. chefe de poJiela.Decla-
ro a V. S. em resposta ao sen officio n. 705 de 6
(! corrente que determine ao delegado de termo
de Nazareth d as providencias iae julgar neees-
sanas para minorar a caresta e falta de gneros
alimenticios de que se recente o dito termo, pu-
dendo recorrer as pos-mas raais abastadas dessa.
locahdade, e que se queiram a isso prestar, afim
de mandarem as feiras on mercados os ditos g-
neros para seren vendidos a retamo pelo preco
que tiverem sido comprados em grosso.
Y 482.Dito ao raesrao.Declaro ao V.S. para
seu conhecimento e nos convenientes que o ins-
pector da tnesourana provincial participou em o-
leio de 14 d > correte sob sob o. 289 qne da
quantia de 383*400 com que segundo as conlas e
relames annexas ao offlcio dessa reparticao, n 7021
de o des;e mez importarara as despezas feitas cora
o snstento dos presos pibres da cadeia do termo
de Villa Bella, a contar de Janeiro do auno proxi-
?" SfSJ5. mar5 a,Iimo mandou descontar a
de 22J200 correspondente ao preso escravo de
nome Jos.
N. 483.Dito ao mesmo.Respondendo ao of-
ncie de V. S. de 9 do crreme, sob n. 713, lenho
a dizer-lhe que mande proceder ao exame de sa-
a a n* pessoa d' Romao Maximino da Cunba,
aum de se verificar se com efleito a offeBsa fol
bem clasificada pelos peritos que responderam
aos qnesitos do corpo de delicio.
i *f3Dito ao mejmo.Respondendo ao offi-
cio de V. II a. 337 de 20 do raez findo tenho a
guardas nacionae* do 2 Balalblo de Io-
aquarteflado no Hoopicio.
'Dito ao mesmo.-^Iommunico a V. S.
evidos n que segundo parlecipon o ba-
s Rodrigues dos Passos Jnior Juiz Mu-
I de OrpbSos do termo do Bonito em oOl-
ve de conformidade rom o artigo 23 da lato.' 598.1 dizer-lhe qae se deve proceder' na forma da
de 13 de main de 1864, conceder ao referido pro-
fessor a remocao que pedio daquella cadeira para
a quarta da freguezia da Boa-vista desta olaae,
creada pslo artigo 19 | 4. da citada l.;i n 398.
fxrBDtgrr assionado pelo sr. dr. sxias FKcnani-
CO DK ALHIDA B ALBUQUBBOOB. F'{OBITABIJ do
GOVEBXO, EM 9 DE MAIO DK 1870.
2* seceso.
n. 468.Officio ao Sr. Dr. chefe dp. polica.
Nesta data autorisou-se a thesouraria proviocial a
pagar a Antonio da Foneeca e Silva, a quantia de
102d000, constante do otfijio de V. S. datado de
hontem e sob n. 73S, o qual tica assim respondido
de ordem dt Exm. Sr. vice-presidente da provin-
cia.
N. 469.Dito ao mesmo.Nesta data officei ao
governador do bispado, afim de que se sirva per-
mittir expedindo as convenientes ordens parase
rem recolhidos ao aljube os presos que existe na
cadeia dajjidade de Olinda, como V. S. pede em
olllcio n. 343 de 26 do mez findo ; o que c<-mma-
nico a V. S. de ordem do Exm. Sr. vice-presiden-
te da provincia.
N. 470.Dito ao mesmo.Di ordem do Exm.
Sr. vice-presidente da provincia ommooico a V.
S, que nesta data se expedio ordem ao couimirt
dante do corpo provisorio de polica para mandar,
que um oflkial daqulle corpo passe a ommandar
o detacamento existente em Caruar.
iN. 471.Dito ao commandante superior interi-
no da guarda nacional do municipio do Becife.
Tiveram o conteniente destino as guias <)e soccr-r-
rimento dos guardas nacionaes que estverara des-
tacados em Fernando, dos quaes trata o olllcio de
V. S., de 13 do corrente, sjb n. 101, o que com-
munico a V. S.. de ordem do Exm. Sr. vice-presi-
dente da provincia.
N. 472.Dito ao commandante superior interino
da guarda nacional do municipio de Agua-Preta.
O Exm. Sr. vice-presidente da provincia, manda
168, mande V. S. indemnisar o thesouriro da- declarar a V. S., em resposta ao seu officio de 9 do
quella reparticao da quantia de 192i360, que pa
goa a Joao Bapiista da Luz, proveniente de ohjec
tos que forneceu para o telegrapho desta capital,
como se v da mencionada conta.
X. 434.Dita ao mesmo. Depois de liquida-
dos era vista da folha, relarOes nommaes e pret
juntos era duplcala, que me* remetteu o coraman-
dante superior do municipio de Flores, com offi-
ce de 4 do corrente, constante da inclusa copia,
os vencimentos do offieial e pracas destacadas na
villa de Ingizeira, sendo os destas, a contar do Io
de Janeiro a 13 de marco de*te anno, e os da-
quee desde o a 10 do ciUdo met de Janeiro,
mande V. S. pagar a importancia de taes venci-
mentos a Marcolino Antonio Xavier oa Alexandre
Americo de Caldas Brando, indicados para sso
no mencionado officio.
N. 455.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial. -A Bento Jos de Macedo Poijas, mande
V. S. pagar depois de liquidados, em vina do pret
nominal junto em daplhata, que me remetteu o
commendante superior interino do municipio de
Agua Preta com officio de 9 do corrente, os ven-
cimentos relativos ao mez de abril nltimo, dos
guardas nacionaes destacados naquella villa.
N. 456.Dita ao mesmo.Mande V. S. pagar a
Antonio da Foneeca e Silve, depois de liquidados
era vista da conta e relacao jantas, que me re
mellen o chefe de polica com officio de hontem,
sob o. 738, a despeza feita durante o mez de abril
ultimo, com o sustento dos presos pobres da ca-
deia do termo de Caruar.
N. 437.Dita ao mesmo.Communico a V. S.
em additamento ao mea offkio de 30 Ae abril pr-
ximo findo, qtie segundo consta de officio do pri-
meiro secretario da assembla legislativa provin-
cial de 13 do corrente, o depntado Dr. Joa > Ca-
valcaote de Albaquerque, veio da comarca da
Chapada, provincia do Maranhao.
N 438.Dita ao mesmo. Aotoriso V. S. nos
termos de sua informadlo de 11 do corrente, sob
n. 285, a mandar entregar ao vigario da freguezia
de Serinhem, padre Genuino Gomes Pereira, me-
danle flanea idnea e emprestares de um cont
de res, os dous contos de res votados peio 3
do arL id da lei do orcamento vigente para as
obras da matriz da mesma freguezia.
'4.* seccao.
N. 459.Officio ao Exm. presidente da provin-
cia do Cear.o vapor da companhia Pernara-
bacana, qae tem de sabir para essa provincia
ter de seguir o sentenciado Joao de Medeiros, que
segundo officio do juiz municipal da primeira
vara de 12 du correle mez, tendo cumplido 20
annos de prisSo se acha aqai sem guia regular,
pela qual se possa, dirigir ao dtto juiz, sendo a
despeza de seu transporte e o da escolta que o vai
guardando (dau prae do corpo provisorio de
KSS'en ?l* "^volu' "Primeiraoc-
v^iU ^ ?0> *ofres d<* "provincia.
N. WD.Dito ao ojeroaar humado.1
satufawr a dellbeacao da, all
do bispado.Para
assemhl legislativa
corrente, que a thesouraria provincial tero ordem
para pagar a Bento Jos M.ice Jo Pocas, os venci-
mentos constantes do citado officio.
N. 473.Dito ao Sr. tenente-coronel Thomaz Al-
ves Maciel.O Exm. Sr. viie-presidente da pro-
vincia, manda aecusar o recebmento do officio de
\. S. de 9 do corrente, em que participa ter nessa
data assumido o commando superior da guarda
nacional dos municipios de Barreiros e Agua-Pre-
ta, no impedimento do effectivo.
X. 474.Dito ao commandante superior da guar-
da nacional do municipio de Flores.Sua Exe. o
Sr. vice-presidente da provincia respondendo ao
officio de V. S. datado de 4 do corrente, maoda de-
clarar qne a thesouraria de fazenda tem ordem
para pagar a Marcolino Antonio Xavier, ou a Ale
xandre Araerco de Caldas Branda.), os vencimen-
tos constantes do citado officio.
3.* scelo. ,
X. 47o.Officio ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Sua Exc. o Sr. vice-presidente da pro-
vincia tendo por deliberarlo desta data e em vista
de sua informacao de 3 do corrente, sob n. 264, e
do director geral interino da instruccao publica de
20 de abril prximo findo, sob n. 123, rusolvido
conceder nos termos do artigo 23 da lei n. 598 de
13 de maio de 1864, ao professor publico Flix de
Valois Correia a remocao que pedio da cadeira da
povoaco de Pedra Tacada, para a quaria da fre-
guezia da Boa-vista desta cidade, creada pelo ar-
tigo 19 1 da citada lei, assim o manda communi-
car a V. S. para sea conhecimento. tt
4.1 s-ccio.
X. 476Officio ao Dr. Francisco Teiwira do
Sa, primeiro secretario da assembla legislativa
provincial, n. 103.De ordem de S. Exc. o Sr.
vice-presidente da provincia, passo as maos d V.
Exc, em additamento ao meu officio de 18 de abril
prximo findo, sob n. 61, para seren presentes a
assembla legislativa provincial, as iaclnsas contas
da receita e despeza do anno Dnanceiro de 1868 a
1869, que para terem esse destino remellen a c-
mara municipal da cidade de Xazareth com officio
de 30 daquelle raez.
X. 477.Dito ao director geral interino da Ins-
truccao publica.Sua Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia, tendo por deliberacao desta dita, e
em vista de sua informadlo de 20 de abril prximo
(Indo, sob n. 125 e do iuspecior da thesouraria
provincial di 3 do crreme, sob n. 264, resolvido
conceder nos termos do artigo 23 da lei n. 598 de
13 de maio de 1864, ao professor publico Flix de
Valois Correia, a .remocao que pedio da cadeira da
povoaco de Pedra Tapada para e quarta da fre-
guezia da Boa-vista desta cidade, creada pelo ar-
tigo 19 | i da citada lei; assim o manda con mo-
mear a V. Exc. para sea conhecimento.
N. 478.Dito ao administrador de correio.Sua
Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, manda de
clarar a V. S.. em resposta ao sen officio de boo-
lem, sob o. 168, que a thesouraria de fazenda tem
i ordem para, indemnisar ao thesouriro des re-
_ le
contra os clganos qae commetierem crimes, po-
dondo ser presos anda no caso de ser afflancavel
0 "i16 ,e {onm agabnudi nos termos do ani-
2n d ret5u,*rae,lt n- 130 de 31 de Janeiro de
lal, evitando-Ule signos conflictos mas que ps-
talo trazer eomeioeues funestas como o de qne
trata o dio officio, que felizmente nio teve mo
resaltado.
N. 486.Dito ao juiz de dirjito da comarca de
Flores.(nteirado de quanto Vmc participa em
seu oflhio de 20 do mez findo, quanto ao grupo
de criminosos que trazem em sobresalto essa co-
marca, tenho a dizer-|he que esta presidencia es-
pera que continuar a empregar todo o seu zelo
e coadjuvacao, afim de serem presos ditos crimi-
nosos e dispersados taes grupos, ficartdo certo que
as despezas feitas para se conseguir isso, sero
pagos urna vez que nao excedam as necessidades
do servico e que aguarda a salisfatoria noticia da
completa extinecao dos dito* grupos, o restabe-
lecimento da tranquilidade dessa comarca.
X. 487.Dito ao Dr. Francisco Bernardo Car-
neiro juiz de direito do Aracatv.Agora que me
chega as mos o officio de V. S. de 28 de marco
ultimo acerca do* genera alimenticios que o at-
ieres Antonio Joaqnim de Barros Lima, conduz
para as comarcas da Boa-Vi.-la e Cabrob, ao
qual respondo dizendo-lhe jue, j em 12 de abril
prximo findo, solicitou o meu antecessor da di
presidente desta provincia a expedicio de ordens
para que aquelles gneros chegaem a seu destino
ou sejam vendidos no caso de tornir-se im-
possivel a sua remessa, c espero que V. S. o auxi-
lie no sentido de serem elles assim aproveitailos.
certo de que esta presidencia Ihe sei presso-
agradecida.
X. 488.Dito ao promotor publico da comarca
Transmuto a V. S. a representaco janta por
copia que contra o juiz municipal e de orphaas
desse termo, bacharel Bntino Colho da Suva, fez
a cmara municipal respectiva e a informacao e
resposta tambera por copia que a respeito deram
os jaizes de direito e o mesmo municippal, afim de
que, quanto antes proceda de conformidade com a
lei contra o dito juiz municipal por se achar indi-
ciado no crime previsto pelo art. 106 do cdigo
penal ou em qualjuer outro em que que estiver
incurso.
N. 489.Dita ao alferes Antonio Joaqum de
Barros Lima.Chegandome agora as maos o of-
ficio de 2 de abril prximo findo, em que Vmc.
participou estar na cidade do Aracaty sem poder
seguir com os gneros alimenticios que conduz
para as comarcas da R>a-vista c Cabrob por
causa das inuundaco:s causadas pelas chuvas e
endientes do rio Jaguaribe tenho a dizer-lhe em
resposia que ha vendo o meu antecessor em 12 do
referido mez de abril solicitado do presidente des-
sa provincia a expedido de ordens para que
taes gneros cheguem a seu destino,, ou sejam
vendidos no caso de tornar-se impossivel a sua re-
messa deve Vmc auxiliar o carapriraento dos re-
feridas ordens para que que os raesmos gneros
sejam aproveitados.
X. 490. Portara.O vice-presidente da pro-
vincia attendendo ao que Ihe requereu o capillo
da 8a companhia do batalbo n. 39 de infamara
da guarda nacional do municipio do Cabo, Joao
Luiz Gomes Alves Ferreira resolve conceder-lhe
um anno de licenca para ir a Europa tartar de
sua saude.
N. 491.Officio ao inspector da thesouraria de
azeDdooAutoriso V. S\, eos termos de sua iofor-
maclo de 9 do correle, sob o. 315, acerca do re~
querimenlo documentado que incluso devolvo a
mandar pagar ao cirurgiao Jos Antonio de Leo
por conta do crdito aberio para soccorros publ- fquarte
eos a quantia de 45000 proveniente da gratifica.-
cao que venceo de 1 a 9 de Maio ultimo, na razio
de 5000 diarios, como incarregado da inocnlacao
da vaccina e do tratamento dos desvalidos acome-
tidos da varila no termo do Rio Forraeso.
N. 49.-Dito ao mesmo.-Em. vista do pret jun-
io em duplcala que remeneo o brigadeiro com-
mandante das armas com officio de hoje, sob o.
262 e 263 mande V. S. liquidar e pagar oe venci-
mentos relativos a 1 quinzena deste mez das pra-
vas empregadas no deposito.de recrutas edos pre-
sieneiro* de guerra Paraguay.
N. 491Dito ao mesmo.Aos commercianles
Francisco Pereira de Mendonca, & C. maode V. S.
pagar, depois de liquidados em vista das relacbes
nominaos e prels juntos endupllcaU, que rae re-
metteu o commandante superior do municipio de
Garanhnns com offkio de 5 do corrente, sob n. 24
os vencimentos relativos aos mezes de Feverefro a
Abril deste anno, dos guardas, nacionaes des-
tacados na villa do Bom Conselho.
N. 494..Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. o
pret junto em duplcala, que me remeuen o com-
mandante superior deste municipio oom officio de
hoje sob n. 103, afim de que mande liquidar e pa-
gar o vencimeotos relativos a qoiniena deste
W de Atril oltimo, nessa data ras*nniio
* ejreieio las fuoccoes do sea cargo,
N. *.Diio io inspector da thesouraria provin-
tailm vista |is contas juntas em dnphrata,
que m* remelle* chefe de polica eom officio de
d arente b n. 740 mande V. S. liquidar e
egar a-Oespeza fma, durante os meaes de Otn-
a"0 de*e .inno cen o fornecimento de luz e agna
jara.o 'qnarU'l cb destacamento do termo de
fttmiMb,
''Wf,Dito ao mesmo.Devolvende aV. S*. as
*etasrre! 0,0 ***/ ^ correQfc soh *- 289 relativas as des-
"U?* 8 coni 9*,*B' do* presos pebres- da
ca*eia de ViHa-Bellaacontar de Janeiro do anno
P: P- a Barco ultimo, tenho a dizer era resposta ao
rilado afielo que depis de descontada da impor-
*** dtesa despeza te conformidade com o pa-
leontadoria cessa thesouraria a qnantia
o **>() correspondtnte ao-escravo Jos, man-
**vaafom conta ao dslejrado d'aqoelle termo a
de 30aaf00 e pagar a Flavio (Soosalve* Lima o
san4834()) que segundo o predieto parecer
se d a favor do mesmodelefad.
N- 49kDito ao memo.Firo iolerado pelo
sea oftMo de Tdo corrente- sob m. 290 de haver
t ^"J0 ^^P3^0 Par* pagamemo da despea
feila ce#o forneei-rent de taze agua para o
^owteMfo destacaraemo da Magdalena a contar
le 27 a Janeiro do anne-p.p. a de Abril ulti-
mo, abafendo-se da imponancia da respectiva con-
ta a qaatia de 15705-qu nao divida, segundo
0 Pare X. 49i.Dito ao chefe la reperlkao das obras
pubJicaaInforme V. S. cm a possi'vel brevidade
o que se Ihe offerecersobre a experiencia, a que
assisliojfeita na luz do gaz por me do symth-
nvi hydn carbnico, de qpe trata a propo'-la de
beo*'# Jnsto para a illuininijSo da eidade de
Olinda, lia Farinoso e Goiaona.
M xa* sec^ij.
._ 5a.Officio ao Exm. Sr presidente da pro-
vincia de Cear.Tendo o meo antecessor solici-
tado a V. Exc. era lde abril prewmo ftndo, a ex-
pedicio de ordens para qne os gneros alimenti-
cios qae-o alferes Antonio Joaqnim-de Barros Li-
ma condal para as comarcas da Boa-vista e Cabro-
b com escala para essa-provincia, chegaem a seu
destino ea segaio vendidos o caso de lornar-se
impossi*! a sua reraessa enmpra-me reiterar esse
pedido no intuito de serem ditos gneros aprovei-
tados antes que se delenorem.
X. 561.Dito ao barao de Mecejana. Agora
que me chega s mos o offieio de- 9 de abril pro-;
ximo finio, era que V. Ese. declara haver prestado
sen vaiieao auxilio ao alferes Amonio Joaqum de
Barros Lima, encarreado por esta presidencia no
transpone de gneros aliojentimo* destinados a
soccorros dos habitantes Ugellados pela seeca nos
municipios de Cabrob, Salgueinv Granito, Boa-
visia e Ouricury, e que trata de faze-los seguir
at o Crato, procurando remover os-embaracos que
a isso se oppoe. Em resposta c&be-me diier que
j em 12 do referid mez de abril, esta presidencia
provideneiou a semelhante respeilo reiterando ao
presidente dessa provincia o pedido de expedidlo
de ordens para que taes gneros cbeguei a seu
destino, ou sejam venlidos no caso de tornarse
impossivel a sua reraessa; e a V. Exc. rogo que
se sirva de auxilia-lo no sentido de serem elles
assim aproveitados. Eotretanto compre agrade-
cer a V. Exc. os bons desejos e serviepe que ha
presiado e continuar a prestar em favor dos ha-
bitantes das localidades cima referidas, significan-
do-lhe a mas sincera eslima -destinada coaside-
raclo.
X. 502Dito ao governaor do bispado.Par
satisfazer a resol ocio da assembla legislativa pro-
vincial constante do officio do respectivo 1 secre-
tario datado de boje sob n 53i informe V. S>. com
o seu parecer eerea do projecto ni 101 do cor-
rete anno a que-a este acempanha.
X. 503.Dito ao agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes.^)* Srs. agentes da companhia
Brasileira de paquetes mandem dar transporte
para o Para por conta do ministerio da guerra no
vapor que se espera do sul ao soldado do extincto
batalhao n. 42 de voluntarios da patria Manoel Pe-
dro de Souza.
N. 504.Dito aos mesmos.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de paquetes a vapor, man-
dem dar transporte at as Alagoas por coma do
ministerio da guerra ao cabo Manoel da 11 ira de
Deus e sua malher, aos soldados Maurino Jos de
Souza e Manoel Joaqum da Silva, todos do extinc-
to batalhao n. 42 de voluntarios da patria.
N. 503.Dito ao director geral iulenoo da ins-
truccao publica.Bespoodendo ao seu officio de 6
do corrente n. 143, tenho a dzer que pode V. Exc.
mandar admiltir a exame de habilitacao conjunta-
mente cora Ignez Barbalho Uctwa Cavalcaute de
que trata a portara desta presidencia de 7 de abril
ultimo, todos os senhores que para tal fim reque-
reram o praso marcado-para o referido exame.
X. 506.Dito ao engenheiro fiscal Aa illumina-
clo gaz.Mande Vmc. com urgencia (azer os
concertos necessarios nos conductores da i 1 tu ni
naci a gaz do quartel do Hospicios visto que ha
grande desperdicio de fluido occasionado pelo de-
terioramemo dos referidos conductores, como de-
clarou-me o general cotumandante das armas em
officio de 14 do cerrenle sob n. 2(Xk
X. 507.Portara.0 vicepresidente da pro-
vincia resolve nomear a aementino Pfcilomeno
Henriques de Souza, para o lugar-de praticante da
secretaria da presidencia, vago por falleciment
de Manoel Jayme Rodrigues do Xascimenlo.
4XPEDIENTZ SSIGNADO PELO SR. MI. EUSSFBEDERI-
CO DE ALMEIDA E AUUVQORRQWB, SECRETARIO DO-J
GOVBRSO INTERINO, EM 16 DE MAIO DK 1870.
2" seccao.
X. 508. Officio ao Sr. Dr. chafe de polica.
S. Exc. o Sr. vce-presidenle da provincia mao-
da declarar a V. S. qae nosu data expedio as
coavenientes ordens a thesouraria provincial afim
de ser paga a despeza feita durante os mezes. de
outubro do anno prximo passado a marco dest*
aono com o fornecimenlo de luz e agua para o
do. destacamento do termo de Goyanna.
f. 509v*Pilo ao commandante superior da
gtnrda Daajenal do municipio de Garanhaus.
Sua Exc. o SP^rice-presidente da provincia res-
pondendo aeencio de Y. S. datado de 5. i? cor-
rente o sob n 24, manda declarar que a thesou-
raria de fazenda tem ordem para pagar oa venci-
mentos constantes do citado officio.
N. 510,Dito ao bacharel Jos do Paseo Jnior.
O Exm. Sr. vice presidente da provincia manda
aecusar o recebmento do officio de Y. S. de 15
do mex findo em qne participa ter nessa data
reassumido as funeces do cargo de juiz maoici-
pal e de orphaos de termo do Bonito.
N. 511.Dit) ao commandante superior interi-
na da guarda nacional deste municipio.D or-
dem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
communico a V. S. para sen conhecimento, qne
nesta data autorisou a the$ouraria de fazenda a
mandar pagar o vencimentos relativos a 1' quin-
zena deste mez dos guardas nacionaes do 2* ba-
talhao aquartellado no Hospicio.
3* seccao.
N. 512.Offieio aa inspector da thesouraria pro-
vincial.De-ordem de S. Exc.-o Sr. presidente da
proviocia commanico a V. S para sea cooheei-
mento. qae na di 14 do crrante fatteceo. o pra-
licante desia reparlicao- Manoel Joaqnim Rodri-
gues doXascImenlo.
4" seco3o.
X. 53.' Officio ao Df. Francsso Texeira de
Si, 1 secretarle da assembla legislativa provin-
cia! n. ICiis. Exc. o Sr.-vice-presidente- la pro-
vincia a qaem foi presente o officio que V. S. me
dirigi en M. d- corrente aob n. 5> manda de
arar Ihe para fazr eonstur a asscmHIa legis-
Ltiva p.'ovabial ue hoje a ama hora da tarde
recebar no palano do gove.Tio a coramiss da
mesma ajsemblai que tem de apreseKar alguns
acl. legisla?'/os a- sanelo de- 8. Exe.
X. 514.Jtlto a mesmo a. 105. De ordem
de S. Exe. o Sr. Tice-presdnte da yrovioeia,
transiwtio por copia a V. S. em- resposta ao sen
olllcio de 14 de corrente, sob b. 52. para ser pre-
sente a assembli leg/ielativa proviocial a indo
mformaefio mieistrada njsta data pelo govern-
a r do bispado cerca, do snbstiMitivo ao projec-
to n. 33 de 1864, -que- se relere o sea citado-uffl^
co-.
DESPACHOS- DA PRXEM.YW, DO DUS* 4 DE OOTTSBR
DF870.
Antonio Pedro da- Sihva.Infarme & Sr. inspec-
tor do- arsenal de mannfca-.
D. Custodia Mara Cardoso.Informe o Sr. ins-
pector da besourari provincial.
Bchrel Ernesto-Vierr de MelleConcea-se
na frrorv da lei.
Fraoeseo de Assra lon*iro Pess*.Fiea ex>-
pedidi) a conveniente ordem-.
l?rnHa tydia Goedes Hceforado.Passe por-
tana nnmeando a sappticaoie para a cadeira e
'Medras Tapada.
Idalina Maria da Cbneeiea Lima.Passe perta-
ria Borneando a supplieante- para a caateira nn
pede.
fdana Mana de Cjislro.se portaa na fr--
raa requerida.
Jos Guimaraes.D4-se no-aransporte- Vismo*.-
Jes-Ignacio Avila..i*-3r, Dr. procarador fis-
cal da thesonrana provincial para tomar em con
siderarjao e iotorpr o son parecer.
Commeod-aor Manee! Lui Viraes.omo re-
quer.
Manoela Tkereza de Jesos. Informe-o 8r. Br.-J
cSefe de polica.
Maria ifalom dos Santos- Dacia.Passe sortaria
reraovendo a snpplicaDtH para a cadeir do po
voado de tanaarae, cresda-poto lei n. 5*7 de 6 de
Jumo-ultimo.
Exm. Sr..Acootecendo qce poc-Urera _
para a eainpanba oe cornos das (Mercales
ilo exerdto, deixaram n.-nitos oflciaes, el
(Priores e cadetes de fazer o enrame de ar
eadtp no jegnlamenlo n. 773 de 21 de
1351,cuntpre qne srjam nomeadas as
le que tratan os arligos 28 e 29 de nxumo r*
lamento, afim de examinarem, qoaolo aales -
riOKHiM, olBfiaej ioferiore?, e cadetes., qne sur.
esse flm se apresentarem envlando-se enm urmea
ca 3 esta secretaria de estado aeotBfsehadae i
observaces necenanas as rekooes mracieeaTa
no anigo 30; declsranao-e a rpeito din ri4ev-
e sargentos se elle tem em sen favor toda ,
condi?o\ss recmmeadadas no srtwo do U
regulamento.
Dea* guarde a- V. Exc.-Barae de trilito
Sr. presidente n provincia de Penunbw.
Cumpra-se.Palacio da presidencia de Peraaa-
buco 4 de ontnlko de-1870Assis-.
Confere.Antonio Annes Jaeome Perer, offi-
cialmaiar.
AssigM*.o narectol da cansao, Urm 4 %
Borja.
_Conf.jr.-ne.Emiliano' ErneMo de !Mk> T A
rim, lenenae ajudanle de- nicas eacWftMta>
tletalhe.
Anna Beaerra_Cavaleaote da Silva Cestet Ein
vista da^tauUMlRo ni tem lagar o t.ue reqaep.
Christovao de Barros Geme Porto. Ifio pode
ter lugar a remogo reqflerid
Eduardo- Movnay.Remetta-se aos arfcttms < v
pa do oreamento e pethes qne o lupplicane.
allode.
Jowpha Ppedgna Rtbello-PSkdilha. Pasee pot-
tana, nomeando a suptlieanie para a eoeira Or.
Praia dos Carneros.
Joo da Cnba Moreira-.Mves.Nao mimo* va-
ga a que alinde.
Jorge Donraley.Informe o Sr. Dr. inspector it-
sad do porto.
Joao Baptista Comes Penna.Informe e Sr. i
pector da thesouraria provieoial para informar
com br-eviJade.
Tenente Jes dos Passos-Qaeroz.Inforaae o Sr.
teneole-coronel commandante do corpo de polioia*
Luiz da Veiga Pessoa.ae-aelidoao Sr.insoec-
tnr do arsenal de marnia para alieniivr ao sup-
plieante no que requer.
Manoel Pedro da Silva. informe o-Sr. capita
do porto.
Manoel Joaqaim liiliima HaillUlllll ao Sr. di-
rector geral interino da- insirnccao pobliea aera
atiendsr ao supplieante nos-termos de sua iufor-
maclc- de i do correte.
&
Anna Joaquioa Pires Gampollo de Slalo.A.ca-
dera de Pesqueira j est prvida e a lei a qae
allude, s autorisoa a provera suppliaanto emea-
dera da-cnnital.
Antonia Faustina de BawmPasse- portara re-
movendo a supplieante para a cadeir.- de OUio-
d'Agaa dos Bredos.
Constancia Baptista de Altoquerqne.O marido
da supplioaHte est a despstelo d-Dr. eefe d
polica para ser procestNiao.
C'>mpanhia Pernambucana. Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joaqum Pires da Silva.Dirija-so a thesouraria
provincial.
Jopo Aaianeio Pereira Malta.Dirija-se a ihe-
souraria de fazenda.
Luiz Ignacio de Olivoira Jard.--Passe porle-
taria jubilarhlo.o supplieante na forma do.art 29
da lei n. 36V de 14 de maio de i&oa.
Luciano Eugenio de Vkllo. Informe o Se. Dr.
director interino do Asyto de Mendicidad'1.
Luiz da Veiga Pessoa.Remettido ao Sr. enge-
nbeiro ebefe da reparticao das obras publicas para
atteadei ao supplieante no que pede.
Manoel Joaqum torres Gal iodo.Informe o Sr.
director geral da instruccao publica, ouvndo o re-
gedor do gymnasio..
Maria da Concei^o de Azevedo.A, suoplicante
nao foi contemplada na proposta.
Marcofcno Antonio. Xaviec. Passe portara na
ferina requerida.
Manoel Senna da Albuquerque M&raubo. A
cadeira quo requar est oceupada.
Leliosa Silvina de Oliveira e Silva.Passe por-
tara Romeando- a supplisante para a cadeira do-
Salgueiro..
William Richards.Beconhocn-se o engao (te-
olaraado de que na quarta condiecio deve ler-se
120 compareca em. palacio para dar explicantes a res-
peito.
Commando das armas
KARTEL-GENERAL DO COMMANBO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNA5UMJCO 10 DE OUTU-
BRO DK 4870.
Ordtm do da n. 500.
O marechal de campo commandante das., armas
em cumprimento do aviso do ministerio da guerra
de 22 de setembro prximo passado, qne por co-
pia Ihe foi transmittido com otlieio da presidencia
de 5 deste raei, passa a nomear as commissoes
que tem de examinar [pticamente as respectivas
armas, no< lermos dos artlgos 28 e 29 do regula-
mento n. 772 de 21 de marco de 1851, aos Sis,
ofBciaei, inferiores e cadetes dos corpos em guar-
oicae nesta provincia.
Para a arma de infamara.
Os Srs. :
Coronel Joo do Reg Barros Faleao.
Tenenie-coronel Alexandre Auguto de Frta> Villar.
Major Francisco Borges de Lima.
Para a de cavallara.
Os Srs. :
Coronel Joio do Beg) Barros Faleao.
Capillo Jos Joatiuim Coelho.
Capillo Manoel Joaqum Machado.
Ambas as commissSos sero presididas pela Sr.
coronel Barros Faleao, e guardarlo as disposicoes
citadas na parte do sonrediio aviso que ibaixo se
transereve.
Os exames deverio, ser eom a maior brevidade
feiios no quarloi do 9.* batalhao de infamara
quanto aos desta arma, e no deposito especial de
Instruccao quanto aos da arma de cavallaria.
Circular,Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da tierra, era 22 de setembro de 1870,-Him,
Rpartl9So da poici.
Sobdelegacia de po!ici da frejnezia do P.n^ a
Ftoella, 8 deoutnbro de 9870.lito. Sr.A to-
twra do artto) insevo no liberal de >do corre-
is sol. a epejrapbe ftlicia de Por* ia Pk
testa que, a capricho, destina-se wlesfcu--
rancoroso adversario, uoe eatretanlo fog
de de snb^crever son* nxitaladas qceixas para
esee jornal, sena duvia com- outro calclo too- me
nos despre^vel de su Jiraliir-je-lhes a rasnonani
lidode lega).
Em contestado feimein, parte do irae r-
lia* podera nrcar diversos wtemunlws reaen-
tveis ; limito-m.', por.-a, ao de Dr. Jacmate IV
reira do Reg, istinctn memare do partdei-i
idao sustenia-esM jornal i
t> Dr. Jaoniiu. Pereira do tejio tem
em- sea notre carcter de advotado, aatonciu-
ktM subdel-^awa, qa? se serem sempre Ite-
ra do estyl.., ui. moto. mm infg.-r >
mee digno pai-o Sr. Antonio Tfntu de Bvm.it-
gMado ouza dizor o sapposto qoeixosa, om et-
IK-rtado que emoode colher \-aniagrm de 7tabl-
siiades e drwritos.
Se porveniara ocealto a verde* V. Ss.mfmr
me conteste > utesmo Sr. Dr. Penen do fif, om
outrem igualmeMe digna de s#r acrediatle qat-
quer que seja a toa baedeira partiaria.
ST taiubem.falso que o crimioosoFraaeiseeSaaV
r ?s Lopes ni fise preso en .Iifrinie. qw a
-'.epois de ciico^dias, seguase para a casa de e-
tenate.
Soares Lo^s fui elL-olivamente preso em to-
sranie delicio, adez bra* da nao* do d: 19 *.
mea proxime passado, e cmoav logo anato
pre-eoca co ua eavallo que nrura.
Ko da 30> dei priocipo ao snmnavio da cuto).
e ao da 2 do correle o ;t reeolner casa e*>-
titao, depoi nol. e do preceder a diversas diligeaeias, aa mm
pareceram acertadas para o trinaapto da aar-
dade.
FiDalmoDts aexad que Anteso ferisse coa
um uro a Cela*), e ctue-ADUxo aeja enfra >
inepoclor oV qparleir..
Cirila ni i raspt jadeado ao iuclo*o auto i per-
gaoias que .roe-di apenas tire eoobeemont.
desse faca diz nao t>r iniiiizad* eom Jtatar :
qee este Ihe n-> llzera erimeulo ; ene apeaaa ant
carero de ehunnbo Ihe aleancara fhameai*: toat-
bu.s o qua aitribae a reumsianeia de Atitao mt-
tar cacando e disparar a espingarda em (narecaa
ao lugar e.-M.oe elle se acharo, taeotorto pela-
arvores.
i\'o descobrindo o lerimeato na pessa de Ca*-
taoo, e oaviodo delle proprio a exposieao do tac
conforme vento de repetir V. S. (e eoo>n do au-
to de p"rTintas que tfereee a lUusirada aprena-
eo de Y. S.)juliue": oao r procedtoraio o-
iatentar contra Antero. e anda assim o julio.
Qaeira V. S. penniuir-ne dar poblisid an
presente ottkio e auto de pergualas com os qaar-
respontlo as malvolas arcuieoesdo sapposto qoei-
xoso. iafernianle d; UbemJ.
Dea faare a V. S.Hlm. Sr. Dr. Luiz Anto-
nio Fernandes Piobeiro, dtgnis6too ehefe e tofc-
cia da provincia.
O sabdelegado > suppiente, Manoel fea? de "as-
va Pialo.
Auto icpugunta". feitas CmHamo Ittinrm i.-
innata
Ana- tres das 'lo mez de c atnbro do aaao *
naseimento de Xo*so Senlmr Jesos-Chrite de 1871)
nesra. fregaezia 'lo Poco da Panella em a cana aa
residencia do Sr. subdelegado o cicadio Maawr
Jos de Paiva Finio, abi presente Caetant Ferrei-
ra dos Santos, eomigo escritao de sea cargo atol-
xo nomea i lo p> !> dilo Sr. suoJelegade Juran: feita-
ao mesmo as perguntas segainles :
Perfumado qual sen omite, idade, estado, Mia-
V*s eaturalidade, pronssao e morad* ?
Responden chamar-se CaeUno Ftrreira dos Saa-
i.-.-. e que ti;>ha cincoenia annos de idade, rasa!
tilhe de Manuel Antenio das Merc, e de snaam
Iht-r Vieencia Maria Flgosira, natnnl da caito-
de Olinda, vive de plaalacoes, i agradar a* la-
gar denominadoCoqoeirosna valla do ArxtaV
d-i Monleiro.
Perguniadu se initogo de Antero de tal. Ja-
teado de Silvestre Correa da Costa, morador aaata.
povoaco do Monteiro f
Respondeu que nao iu(mi#o de Antero de leu
e nem eom ellolenatido a meaer desaveaea.
Pergn.'.tado raais causa porque foi dao nai
tiro per Amero de tal, em qne lagar, a sa ehV
resullou algum fenmenlo nelle respndeme ?
Bespondeu qne Antero da tal, no onoag) 2 >-
corrsnte, carava no lagar prximo a mora i i del-
le respndeme, e por casoalidade nm eari-co aV
chimbo ja (rio passou soare o hombro direito del-
le responden! sem Ihe fazer terinento algoau.
E como Bada mais rea foi pergnatado nem res-
pondido depois de ser Itdo e o aebar conform?, as-
signa a sea rogo por elle nio saber Mr aera es
erever Aaxencio da Silva Gosnto, o qnal va*
tambera assigoado pelo Sr. subdelegado e nan-
eado pelo mesmo de qne indo don Ir.
En Francisco de Hollanda Chacn, escrivao qu.
o eseri vi.Manoel Jos de Paiva PintoAnxea-
co da Silva tusmao.
FERNAHBCO.
REVISTA DIAKIA.
GUARDA N ACINAL-Por porua da proa
dencia da provincia, de 7 do u'iranje, tonm Bo-
rneados para o 1* corpo de cavallaria do aMBaanja
de Villa Bella os seguintes offlciaas:
Teneote quartei-mestre BeHamano Barbosa Caaa
pos ; alfares secretario Jos ^*_r|itB*'* n*y,,.;
alferes porla-eslaodarle do aanaidrieHaan-
ques Nunes Lima; dito do 3" ewe Banano Tela-
de Meneies; dito do4 dilo Joio Rodrigues de He-
4> companhia.Teaenta Animad Livio Canana.
7* diu.Tenente Jos da Vara Crnx Cananoj,
alferes Manoel Jos de Medeiros.
8* dita.-Alfares Joa Roberto Ferreira.
INSTRUCCAO PVBUCA.-Por ortariat da ojo.




si4eaete,dAj>roviaeU, de c 7 do crreme, toram
aewdst:
D. MsriaAuta de Jess Campello, profes*ira
publies da cadeira Ja villa de Taearat; D.Ha-
ra da OoBeejoio Azevedo, professora uterina da
cadeira da villa de luzazeira; e D. Arina Sezerra
Cavbante da Silva. Costa, professora Interina da
villa da Boavisu.
DELEGADO LlTTKRARIO.-rPor tari da.
presidencia da provincia, de 7 do correte, foi
exonerado, sea podido, o Dr. iaio Vieira de
Araujo, de delegado luterano da vlHa de Cimbres;
sendo nomeado ara o substituir e Dr. Franoisco
Domingues Ribeiro Vianna.
SETENARIO DOS PASSOS-Comeca no dia 16
do eorrente o setenario do Seuher Itom Jess dos
Pasaos, que se venera na orden terceira do Car-
eno.
ASSASSINATO E FERtMENTO.-No dia i do
orrente na ciladede Santo Anta, Flix Corren
de Araujo aauiaou a Maooel Ignacio de Barros,
e ferio gravemente a ura seu cunliado, segando se
diz, por nao terem elles consentido que matassem
urna vacci que Ihe nao ponencia. O criminoso
foi preso.
AJAUUIXAMENTO DA PRAGA DO CONDE
D'EU.floje ooute devem reuir-se, casa do
Sr. Dr. Mescoso, ra do Viseoude de Albuquer-
que, as pes.soas incumbidas de agenciar donativos
para o ajardinameoio da praca do Conde d'Eu.
INSTITUTO ABCHEOLOGICO. Amanhaa ha
sessio ordinaria s 11 horas do da.
MONTE PI PQRTCGUEZ. No domingo ao
meio dia deve reunirse, no salo do Gabinete
P ortuguez de Leitura, a assembla geral dos ac
cioaistas do Monte Po Portuguez, afim de proee-
derem eleico*d.-\ directora, do conseibo fiscal e
da eommiss de contas.
COMPANHIA DE SANTA THERESA.-Sabba-
4o reunem-se, n'atu dos saldes do edilicio da cora-
panhia Penumbucana, os accionistas da compa-
ohia de Santa Thereca, para abasteeimento d'agua
potavei cidade de Olioda, allm de installar a
companhia e proceder s eleicoes respectivas.
RA DE MATHMS DE ALBUQUERQUE.O
moradores d'esta ra anda nos pedem para cha-
mar a altengo da autoridade competente, para a
ex-praca do exercito Paraso, cijo rao couipor-
tamonto exacerbou-sa com o que dissemos em urna
de no-sas passadas Revistas.
PAVILHO S. vota, inorinam-no?, deixou de ser favoravelmen-
te despachada a peticao pedndo o prazo de um
anne para conservaco no Campo das Prraeezas
do espanlalho do pavilbo Santa Isabel, apezar da
reprovacao publica geral contra um tal pedido I
Parece incrivel que, na cidade do Recife, quao-
to a cmara municipal protesta e pede a demoli-
cao das ruinas do Santa I-abel, por causa de afor-
iiioseamr-nto, conceda licenca para a conservaran
de um barraca.) informe, e qaasi em ruinas, que
s demonstra o patronato e o escndalo I I E
sao, segando ncs ditem, os vareadores que mais
clamara contra os abasos, aquellos que votara em
favor de semelhante eoncesso.
Bem sabemos que pouco oa nada adiantaraos,
roas queremos smeute pr bem patente o escn-
dalo que commette a cmara municipal do Re-
cife.
NOVO ARMAZEM DE LOUCA.-Pedera nos a
seguinte publicaee :
Abri se concurrencia publica d'esta cida-
de, boje 12 do eorrente, o grande e elegante ar-
mazem, com o tituloPrato ill'ouro ra do Im-
perador n. 57, onde o respeitavel publico encoo-
trar um completo sortimmeoto de toda? as quali-
dados de louca, tinto oas como grossas, porce-
lanas, vidros e erystaes, e roaita diversidado de
objectos para enfeito de festas de igreja, salss e
jardias.
Os prepriaarios d'este importante estabeleei-
nieoto, Marques & Carneiro, promettem vender
por presos commodcs e mais em eonta do que em
mitra qualquer parte, serviodo seos freguezes o
uieihor possiv.il, cem promplido e boa f.
Pelo que, o recommendamos proteceo do
publico d'esta capital
GENERAL ULRICH. E vernador da praca de Strasburgo, nasceu em
Paalsburgo oo dia 15 de Janeiro de 1802, tendo,
portanto, 68 annos.
Sabio da escola militar de Saint-Syr em 1820
e entrou na carreira das armas formando parte
do terceiro regiment de infamara ligeira na
qualidad'' de alteres. Enviado com o sea regi-
ment Hespaoha em 1823, fez a campanha e to-
mn parte no cerco do Pamplona, Foi depois no-
meado successivamente tenente em 1824 o cepi-
llo em setembro de 1831. Deslinaram-o entu
frica e subi ao posio de commandantc do 3.*
delinha em 1841. Tenente-cnronel do 79 e de-
pois coronel do 3. de ligeiros em abril, de
1818, fui promovido a brgadeiro em 1852 e a ge-
neral de i:visa i em 11 de agosto de 1855.
Quando rebentou a guerra da Crimea em 1854,
commandava a sub-diviso do Baixo-Rheno em
Strasburgo, e fez esta campanha frente de urna
brigada mixta da guarda imperial, que ento se
eslava formando. ConJuzio-a rauitas_vezeaofogo
de u u modo brilhanle, foi nomeado cncr^re di-
viso nos ltimos das do creo de Sebastopol.
Volundo Franca, foi-lbe conferido o comman-
do de urna diviso ae afamara, que estava com-
prebendida no 5. corpo do exer:ito da Italia ; em
lins de 1867 passou reserva em consequencia da
sua idade.
Fura promovido em 31 de dezembro de 1857
comineo Jador da Legio de honra e grande offl
cial em 2 de agosto de 1862.
O general Ulrich anda boje um homem lo
enrgico como rigoroso e activo. Parece que os
annos nao conseguem destruir aquella natureza de
ac. Nomeado ltimamente para o commandoda
diviso militar do departamento em que nasceu,
tomoa em Strasburgo todas as saas medidas para
oppr ao inimigo que crea a praca ama resisten-
cia enrgica.
Para destruir os tramas dos espides prussianos,
que se diz ha ver em Strasburgo, o general Ulrich
irdenou que fossem fuziladas todas as pessoas que
torem sorprendidas nos telhados.
Parece que os Prussianos linbam sido informa-
dos da sortida de 3,000 homens recentemente exe-
cutada contra elles pelos sitiados. Foi por isso
que o inimigo j eslava prevenido antes que os
priraelros expedicionarios livessem transposlo as
portas da fortaleza.
O general Ulrich tem dous irmos, um d'elles
coronel do exercilo. o um dos que mais se destn-
guem pela saa insiruccao e valor, e o oulro inten-
dente geral.
Os sus d jus sobrinhos e seu lho sao offkiaes
do estado -maior.
Como dissemos, o general Ulrich, apezar de sua
idade, tem o vigor de um rapaz ; a saa energa
niuliiplica-se em Strasburg >. Resolvido todo
pela honra da Franca, diz muitas vezes ao? que o
roleiam :Praca decidida antes a perecer do
iue a render-se, difflcil de tomar : Strasburgo
vai ser um eemiterij para os soldados do rei
Gailberme ; nao ha de ser lodo flores nesta cam-
panha para e^es demonios dos Normandos, que
!;io namorados esti) da formosa Franca, e estou
resolvido a pica-lo? nesta cidade com tantis es-
pinhos, que de certa despertaro da saa embria-
guez de gloria.t
DIAMANTES DA CORO A DE FAAftyA. Al
1791 os diamantes da cora estivera a depositados
no guarda-roupa. O inventario bastaiite cir-
cumstanciado foi dirigido pelos Srs. Bioo, Cliri-ti
no e Delaltre, deputados da assembla nacional
constiminie Horneados commisurios ai hnc, por
decretos de 26 e 27 de maio e 22 de junho de
1791.
O mencionado inventario foi Impresso na typo-
graphia nacional nos dos de 1791, om daas partes,
para ser distribuido aos membros da assembla.
A primara parte trata das pedras preciosas,
sob o titulo de Diamantes da cora, com a sua
avaltaco.
Capitulo primeiro : Diamantes no valor de....
de 16,730:403 francos.
Capitulo segando : Perolas no de 990:700
francos.
Capitulo tereelro : Pedras de cores no de.....
360.604 francos.
Capitulo quarto : Adornos de francos.....
5,834,490.
O que tudo d nm total de 24 milh5es de
IraM
S o Regente enira nesta somma pelov valor de
12 inilhoes de francos.
iJle-!-e" asseverar qao o casto d'estas pedra-
teein, pelo menos, triplicado de valor desde essa
poca.
Haviam 9547 diamante-, 513 perolas, 220 rnbis,
71 tiipazios. 150 esmeraldas, 134 saphiras, 3 ame-
ustas, 8 granadas e 8 pedras de cor.
A segunda parte do inventario comnrehende as
joas, erystaes de rocha, pedras graradas, quadros
e outros monumentos do artes e de sciencias ;
estes thesonros foram destilados ao masen nacio-
nal, e forman, do eratanto, ama das mais admira-
veis gakriaa o Uavre.
>iano de Petnambud j Quarta feira

12 de Outubro de 1870
=3
1/i, 11 1/1, 10 1/8, pe
HOSPITAL PBDRO1L-0 nwvloMSMb Uase M-
labelecimento de 3 i 9 de outubre de 1870,
de 146 anafes *slajS^eo1rarltss jg, sahirara
19, falleceram 3, existem 240, indo 146 homens,
e 91 mulheres. s
Advertenela.
Fora.m visiiadas as enfermaras uestes dianas
6 1/J, 8 l/i,4 1/1, t/M 1/2, 9, 10; pelo Dr,
Ramos; as 12, l, l, 11 "
lo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Claadino de Alhuqaerque Maranbio; tubrculo*
pulmonares.
Franeieco Baptista; wlhiee.
Josenha Francisca da Silva ; diarrbea chroniea.
LOTERA.A que se acha a venda a 169',
benefleio da nova igreja de Nossa Senhora da Pe-
nha, a qual_ corre no dia 17.
LEILAO.Hoje efrectua o
leilao de objectos de relojoria
ralo e ufados, meaas, cadeiws
da casa de so'rvetes roa Nova
da Victoria, s 11 horas do dia.
ageate Martins o
relogios novos de
e mais perteoces
n. 7, hoje Barao
LEILES. Hoje effecta o agn;e Pinto o leilao
de movis nc 1* andar do sobrado da ra Direla
n. 93.
Amanhaa (13) effecta o mesmo agente o
leilao de fazendas inglezas no armazem do Sr. J.
O. C. Doylo, largo do Corpo Sanio.
PASSAGEIRQS.V-odos de Lisboa, no patacho
portuguez Principio :
Jlo de Garvalho, Jos Marqnes Presado, Carlos
Marques Baptista, J. A Francisco, Domingos Ra-
mos, Jos Moraes Alonso, Antonio da Rosa.
fHIBUNAL DO COMERCIO
VCTA DA SESSIO ADMINISTRATIVA DE 10 DE
OUTUUliO DE 1870.
BKS1DENCIA DO EXM. SR. DESESUAAGADOR ANSELMO
FBANCISCO PgRRTTL
As 10 horas da manha, estando reunidos os
Srs. deputados Rosa, Basto e suppleote S Lei-
lo, continuando a faltar com participacao o Sr.
Miranda Leal, S. Exc. o Sr. presidente abri a
sesso.
Foi lida e approvada a acta da sessao de 6.
EXPEDIENTE.
Oflicio ao conservador do cominercio da Para-
hyba, aecusando a recepcao do que se Ihe dirigir
em 29 do mez prximo passido mspoodendo afflr-
malivamente o que Ilegn em sua peticao Feiippe
Carneiro Estrella.Juuie-se peticao ao mesmo
oflicio em queslo indo comjvsta ao dezemoarga
dar flseal, e responda se ao conservador ficar
sciente o tribunal.
Oicio ao presidente e secretario da junta dos
correctores, cobrindo o bolera dos precos corren
tts na praca durante a semana ullimameute linda.
Para o archivo.
Aos Srs. deputados foram destribuidos o* se-
guales livros : Diario de Joao l'uxeira Machado,
copiador de Souza, Moutinbo & C.
despachos.
Reqcerimento de Augusto Candido de Athayde
Seixas, submettendo registro a nomeaco de seu
caixeiro Jos Herculano de Athayde Seixas. Re-
gistre-se.
De Jeronymo da Costa Lima, requerendo ceni-
dao ;do iheor do termo que assignou, de fiel de-
positario como administrador do trapiche Cuaba.
Cerlflque-se.
De Joao da Silva Faria & Irmo, pediado por
curtida i o theor do registro da ooraeacao de cai-
xeiro que deram a Belmiro Pessoa da Silva.Cer-
tifique-se.
De Ferrera Maia & C, submettendo registro
a noiueago de seos caixeiros Jos Antonio Sarai-
va, Geneziodo Belisario de Vasconcellos e Francis-
co Ramos.Registre-se.
De Domingos Nunes Beirio e Manoel Nune* B?-
rao, apreseulando registro o seu contrato social,
achande-se cumprido o disposto no 7o do art. 2o
do decreto n. 4,505.Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Do bacharel Luiz Rodrigues Villares, pedindo
certidao de quando compleou dez annos de exer-
cicio de seu emprego de amanuense interprete,
quanlas licencas obteve, e faltas que naja dado.
Certifique se.
Nada mais havendo-se submellido despacho,
o Exm. Sr. presidente eocerrou a sessao pelas 11
horas e meia do dia.
SESSO JUD1CIARIA EM 10 DE OUTUBRO
DE 1870.
PRBSmtNCIA DO XM. SR. DESEMBARGADOR A. F. PB-
RETTI.
Secretario, Julio GuimarSes.
Ao meio dia declarou-se aberta a sessao estando
reunidos os Srs. deserabargadores Silva Gulma-
res, Reis e Silva, Accioli, e Doria e os Srs. depu-
tados Rosa e Basto e supplente S Leitae, faltan-
do com partecipacao o Sr. deputao Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O escrivo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 8 do correato mez sob o n. 2101
e o escrivo Alves de Bnto a 4 do dito mez sob
o n. 2075.
ACCORDAOS ASSIGNADOS.
Appellante Jos Alves Barbosa, appellado Lou-
renco Puggi; appellante Felinto Elysio de Garva-
lho Cont, appellados Salgado, Soaza & C ; appel-
lante Miguel Archanjo de Figaeiredo, appellado
Joaqaim Jorge de Mello, tutor das menores M-
ncela e Ignez.
Continan) sobre a mesa os seguintes feitos, os
quaes nao foram propostos por nao se achar pre-
sente o Sr. juiz ceno Miranda Leal, entre partes;
appeilaate Joao Francisco de Garvalho. appellado
Manoel Francisco da Silva Novaes ; embargantes
es curadores da massa fallida de Antonio Pedro
de Mello, embargados Jos Marcellino da Rosa &
Filho; appellantes a viuva e herdeiros de Diogo
Jof da Costa, appellad> Antonio Doarte Carneiro
Vianna ; appellante Joaquim da Silva Costa, ap-
pellado Joo Rodrigues Cordeiro; embargante Joa-
qaim de Azevedo Maia, embargado Jos Antonio
de Almeida Guiraares; appellante Antonio de
Azevedo Neves; appellado Bento Jos de Macedo
Focas; appellante Antonio Francisco de Oliveira,
appellados Tasso Irmos; appellante Jos Alves
de Aguiar, appellados os administradores da mas-
sa fallida de Antonio Jos de Figueiredo.
JL'LG AMENTOS.
Jnizo especial do commercio : appellante reo
Joaquim Francisco do Espirito Santo, appellado
autor Jos Feliciano Nasareth ; juizes os Srs. Res
e Silva, Accioli, Rosa e S Leilao. Foi confirmada
a sentenca appellada, sendo voto vencido o Sr.
Rosa.
Juio especial do commercio : appellante autor
Jos Mara Palmeira, appellados reo Antonio Luiz
de Oliveira Atevedo A C.; juizes os Srs. Acciol',
Silva Guimares, Rasa & Basto. Foi confirmada a
sentenca appellada.
Nao estando prsente o Sr. Miranda Leal, nao se
pode sortear juizes para o jalgameuto do fetto en-
tre partes, appellante Joaquim Francisco ,do Espi-
rite Santo, appellado Silvano Blum.
PASSAGRNS.
Do Sr. deserabargalor Silva Guimares ao Sr.
desembsrgador Reis e Silva ; appellantes os admi-
nistradores da massa fallida de Manoel de Soaza
Carneiro Pimpo, appellados Vianna & Guima-
res ; appellante Jos Barbosa de Camino, ampol-
lados Barbosa & Souza
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Accioli: appellantes os adminis-
tradores da massa fallida de Amorim, Fragoso,
Santos & C; appellado Domingos Francisco Raota-
Iho.
Do Sr. desembargador Res e Silta ao Sr. de-
sembargador Accioli: appellante Jos Joaqaim de
Ca-tro Moura, appellado Galdino Francisco de Ma-
cedo.
Do Sr. deesmbargador Accioli eo Sr. desembar-
gador Doria : appellante Jacob Cah, appellada
D. Delphioa Telles de Menezes.
DESTRIBLigOES.
Ao sr. desembargador Silva Guimares : appel-
lante Antonio Jos de Vasconcellos, appellado o
curador fiscal da massa fallida de Joo Ferreira
da Custa Soares.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva: appellante
Theodoro Cbristiaosen, appellados Rabe Scbaraet-
tau A C
AGGRAVO.
Jaizn especial do coramer io : aggravantes An-
tonio Valentim da Silva Bwoca e mais cinco cre-
dors da extincii firma M\ia & Espirito Santo, Joa-
quim Francisco do Espirito Santo e Antonio Josa
da Silva Maia, aggravado o jnizo. O Exm Sr.
presidente jurou suspeico e fui o feito aprsenla-
do as Sr. desembargad.* Silva Guimares.
Eocerrou se a sessao os 40 minutos depois do
meio dia.
n5o foi assistente do Dr. Victoriano e que
apenas o vira urnas tres vezes quaido se
achavamoribundo ; publicamos j coota
infn na quai se v que em 4 diasj fez o
mesnoDr. 9 visitas e 3 conferncaue por-
gnntaremos se quem accompanha nfa bqo-
stia com sua preseas quasi qae] cons-
tante, ser ou n5o assistente ?
Mesmo na estada do Dr. Victorino, no
eogenho, no comeco de sua doenca, o Sr.
Dr. Sarment foi diariamente cowuliado
por mim, e nada se fez sem sai anfteacia.
e daili s veio o drate para o Recle por
determinacao sua.
0 publico que jolgoe.
Joo de Se Albuquerqver.
Extracto do registro do Dr Sarment.
O Uim. Sr. Dr. Victoriaso de Sd e Alba-
querque 18-70.Junho 1, 10, U, 12,
13, 10 visius medicas 501000.
ferencia com os Srs. Drs.
Batovfo
Urna con-
Ramos i
20*00*
7000*0
300a G
lOO^OO
N. B.Teve um engao de duas confe-
rencias, tomando s nota de visitas. 7
Recebia conta supra peloDr. Sarment.
'Jementino de Moraes Sarniento.
o
PUBLICACOES A PEDIDO.
ao r. i> armento (patl).
Emcontra pusi(3o iao que fez publicar
oo Diario de Pemambwo de 8 do curre
tor-o Sr. Dr. Saraeoto, deelarand* w**9*w
DR. CAROLI.NO E OS MDICOS A9SISTENTE9
DOS FINADOS DR. VICTORIA* E TENENTE-
COHONKL JOO DE S.
Em meu communicado de 4 do crrente, era
procara do melhor modo possvel de chamar
razo e aos deveres da profisso os dous mdicos
assistentes do tenente-coronel loo de S e Dr.
Victoriauo, uve tambera em vifta conseguir que,
abandonando eiles essa tnoncnawa jerarchica de
suas altas personalidades, bem pouco propria de
mdicos que presara a ciee e s bascam ser
lado p-la scieacia, pressurosos'iessema imprensa,
ao publico render o devido pnito, e ao santuario
da medicina, perante o qual sh elles reos, ao me-
nos por manifesta incuriacantanto que nao fal-
ussem a verdade.
Para tudo isso euvidei:faaos, principios, lgica,
razo, con seibos etc. Urna cousa consegu, anda que
mal, a outra nao; pois, ceno que viudo ambos
imprensa, um aps o'utro, lo disseram a verda-
de ; porque se um disse neta verdade, o outro
negoa-a redoadameote, tres vezes, era poneo mais
de tres palavras.
De maoeira que bem nzo teria quem qur
que os considerassedou astutos nercadoret,
qae por incuria precipitad) em as-umbrosa tor-
rente, prestos a afogarem-se, cima e abaixo as
profundezas do pego, agarrjm-se, em angustias, la-
zendo un ancora de salvjco da garganta do ou-
tro, at qae por ara os levj sempre a torrente.
Disse eu em o meu referido communicado de 4
do eorrenteque os Srs. Drs. Sarment e Aquiuo,
como mdicos assisteutes dos infelices Dr. Victo-
riano e lente coronel (nao de S eram real-
mente respunsaveis pelos erres de diagnsticos, e
provavelmente por terem deixado morrer dous
distioclos pas de familia, sem os acudirem com os
inoios mais ou menos effic-izes de que dispoe a
scicncia. A isto acode o Sr. Dr. Aquiuo, no Diario
de 7 do eorrente, com um desmentido nos se-
grales termos concebido : Para desfazer equi-
< vocos declaro que nao ti ve parte alguraa notra-
< tamenio do finado Dr. Victoriano de S e Alba-
< qnerque, aera como medico asistente, aem
< como couferente. e que a ultima vez que o vi
foi na nouie de ti de maio d'este armo, vespera
da murte do tenente-coronel Joo de S e Albu-
quenjue, era que ihe disse ao despedir-me, qne
nao rae restava mais isperanca algtuna de sal
' vacuo, c
D'essa declararlo do Sr. Dr. Aquiuo resultou
ficar sera escudo o Sr Dr. Sarment, que ento
leudo jurado a s tts de uses nao dizer urna s pala-
vra em publico, c -rea de seraelhante qaeslo,
para nao de*cer de sua alta posicaodesceu sem
pre, e veio tambera por saa vez desmentir-me,
pelo segunte modo : Declaro que nito fui'medico
assistente do finado Dr. Victoriano de S e Al-
t buqaerqtte' que apenas assist*-a conferencia, e
< Ihe fiz duas ou tres visitas nos ltimos tres das
c de sua existencia depois que voltou de Guarara-
pes, j qnasi moribundo, hacend all sido me-
' dicade- ; e que estes (actos a ninguem autorisam
a considerar-n medico assistente (1)
Bem se v, qne urna cabal resposta minha
essas duas declarares, incada urna de artificios e
outra ebeia de falsidades, improprias de una j
to avancada idade, ara dever de medico e de
bomem de medico pelo qae toca historia dos
envenenamentos das duas victimas de um criine
atroz ; de homem, pelo qae respeita a miaba dig-
nid>de, em defeza da verdade e dos principios da
scieociaquotidianamente mal entendidos, mal ap-
plicados e adulterados, em anonymos, por occasio
de to raemoravel que-to.
A dar-ihes, porcra, a devida resposta, bom ser
que declare ao publico um effeito de minha con-
scienciae que a nao ter necessidade de, oecu-
pando-rae dos mdicos assisteutes do lenle coro-
nel Joo de S e Dr. Victoriano, designar o oome
de cada um d'elles, nunca o faria ; porque a coa-
la em que sempre os tive, o pleno conheeimento
de ambos, d'esses oarops com qae a faluidade
eogaoa os espiritos fracos e que por elles se jul-
gam altara rale col locados cima de muitos que
Ihes sao realmente superiores, me escusariam de
ensejos qae antes me iocommodam profunda-
mente.
Has, sendo a isso obligado, al porque outros
mdicos tiveram parte, qur como conferenies,
qur como assisteutes, anda qae secundariamente,
no trataraento das duas victimas, proseguirei, pro-
vando as falsidades de quetenho fallado.
Se o Sr. Dr. Aqnino nao foi medico assistente do
Dr. Victoriano de S e Albuquerque, o foi cana-
mente do tenente-coronel Joo de S, como pu-
blico e notorio ; e tendo elle -odo medico assisten-
te d'este, assira cerno (o o Sr. Dr. Sarment do
Dr. Victoriano (como mais adianto se ver pro-
vado), concludenle que aseverando en, que
os mdicos assistentes do Dr. Victoriano e tenente-
coronel Joao de S sacrificaran seus doentes por
incuria e indtsculpavel ignorancia dos effeitos do
arsnico na organisaco humana, disse urna para
verdade que nao foi e nem poda ser contestada
pelo Sr. Dr. Aquioo.
De feito.se um foi o raedieo assistente de urna das
victimas do assassioo veueno, e o oatro da outra
igual vicli.naambos foram realmente os medios
assistentes, embora um cada om.
E qual a razo por que o Sr. Dr. Aquino em sda
declaracao, excluindo se da responsabilidade rela-
tiva ao trata monto do Dr. Victoriano nao foi ex-
plcito a respeilo do tenente-coronel Julo de S,
isto nio disseque nao tendo sido medico as-
sistente do Dr. Victoriano o fra sempre do te-
nente-coronel Joo de S 1 Porveotura pretender
anda susteotarque o mal qae a este levou ao
tmulo oSo era era ludo semelbante ao qae levou
qaelle ?
Nao sendo os dous soffrimontos por nonnum
modo diver-os, assim como saas cansas, tao grao
de soturna de erros eommetlea o Sr. Dr. -Aquino
face do tenente-coronel Joo de S, dia e noite, a
diagnosticar ora hapattte, ora febre perniciosa, ora
febre typhoide, como o Sr. Dr. Sarment vis d vis
ao Dr. Victoriano, por espaco de tres das e tres
noiles, tendo feito dez visitas e tres conferencias
(!) sem abastecer-se dos meios proprioj a comba-
ter os medonhos effeitos de nm vebeneno to terri-
vel como comesinho, por nao conhecelos I
Tambera se o Sr. Dr. Aquino, atordoado diante do
exame medico da Baha, procuroa desemba'.acar-
te do seu actual amigo Dr. Sarment, exclurado-
se para encrava-lo, na espectatlv de saAir- bem
cora a nova on de qae o exame chimico, feito era
Pan?, nao encontrara veneno (o que nao breva-
vel), ou de qne os frascos com as visceras dwao-
p*receram ans estrondos da guerra foi nula
grand dwteaklade precedida de m graaJe ardil
Em todo caso, Dom lerabrar ao Sr Dr Aaui-
no, que t pr.p>sicao de Divergi Oa a d\t avec
ratson que dans les affaires criminelles, que ren-
trtht i-iw le domaine de l medicin r'exmrt tient
sourent en ses mains le sort di faecuzi ajerereu
sempre com aplauso o< flon, cela n'est nat
do celebre ex-professor Orflla. Qae eonsnuratfl.
mi-nW tis do exame ehlmleo da Bahia t de
outros elementos de pfova, dos que maltas vezes
despensam urna analyse chlmic. anda aue aor
qaalquer imprevisu circamsunCia nao cnwttaa
firde Parh resnhado aijrnm, o en i todo idntico
os doas m-
j os scri-
raemos da tenente-coronel Joo 9 era tado
senleihantes aos do Or. Victoriano ( como at o
proprio Dr. constantemente asssoalhou, com o fina
deiprotar a existencia da febre typhisa na farai
lia1)-ama vez provado, como est, qne os deste
foiam resoltantes d propinicao de veneno corro -
sito, claro qae os daquelle nao ponera ser
oitnndos de causa diversa,
Mas eraflra, continu a debater-se o Dr. Auui-
n nos instinctos de 'sua rara natureza, que ah o
dxarei.
Agora ao Sr. Dr. Sarment. A respeilo da de-
raco deste Sr. pflncipiaroi por applicar-
0 velho anexra : hr por lias sahtr tosquea-
. A verdade esta.
Logo depois da morte do tente-coronel Joo
d S, antes que para tiuararapes se retirasse o
ir. Victoriano, j adoentado, cora vmitos, segun-
do asseverou-raeo collega Sr. Dr. Estevo Gall-
eante, foi examinado pelo Sr. Dr. Sarment, que o
aconselhara de retirar-se logo e logo para fra da
cidade.
( Provavelmente j liaba sido victima de ama
soffrivel dse.)
Ghegaudo o doente em Guararapes, e crelo que
anda em caminbo, aggravarara-se-lbes os solla-
memos, tanto que era pouco mandou eharaar ao
Sr, Dr. Estevao, e consaltar ao Sr. Dr. Sar-
raento, qae mandou, se Ihe desse um laxante de sal
No engeahp medican o Sr. Dr. JUtavo ao Dr. Vic-
toriano, por espaco de dous ou tres dias, sempre
entre consultas do Sr. Dr. Sarment, at qne ap-
parecendo o primeiro symptoma de perburbaco
das facultades menlae, o Sr. Dr. Estevao mandou
ao Recife consultar ao mesmo Sr Dr. Sarment, co-
rno era costuma, eesle -conselnaraque quantoan-
tesviesseo doente de noto para o Recife. Dito e feito:
pois certo, qae era poucas horas aqu chegou o
Dr. Victoriano cera os nesraos .sytnptomas de te-
nente-coronel Joo deS I
Ento houve logo uraa conferencia, qae a
de qae trata o Sr. Dr. Sarment ; sendo qae por
essa occasio, exigencias do Sr. Dr. Estevao
Gavalcanle, como prente do Dr. Victoriano,
flcou o Sr. Dr. Sarment encarregado do doente
como medico assistente; e como tal (bi qne muito
insisti oara que o desventurado doente, j nos
paroximos da vida, embarcasse para a Bahia com
destino .Europa I
O homem preteodeu talvez fazer o que nio de-
va ; Dos transtorno u-1 he o calculo, per miniado
o contrario.
E para prova do qae acabe de expdr appello
para o Sr. Dr. Estevao, para urna carta do Sr. Dr.
Ramos mim dirigida (carta que expuz vista
de am dos digaos proprietarios do Diario) oade
l-se o seguate : < Pode asseverar qne o Dr.
Sarment foi diariamente coasaltado ama e duas
vezes por dia em quaoto o Dr. Victoriano esteye oo
engeubo; e quando veio para o Recife o vistou
diariamente, sendo que sempre mais de ama vez
por dia, e houve dia de 4 visitas. >
A isto addiciono eousa melhor, qae ae s con-
firma o que rae refiri o Sr. Dr. Estevao, como o
queescreveu-meo Sr. Dr. Ramos: a conta do
proprio Sr. Dr. Sarment, relativa ao trabalbo
que leve na molestia do Dr. Victoriano, aqu oo
Kecife, depois de saa volta de Guararapes.
Eis a conta tal qual foi-ms enviada pelo Sr. Dr.
Lnarenco de S e Albuquerque :
I870.-Juuho 1.10,11,12,13-
10 visites medicas......... SOaDOO
11ama conferencia com os
Srs. Ramos e Estevao..... 205000
NB.
704000
IWiOOO
1001000
Recita 15 de Junho de 1870.Tive am engao
de duas conferencias, tomando s5 notas de vi-
sitas.
Recib a conta supra.Pelo Dr. Sarmeolo. C.
de Montes Sarment.
Ora, se o Dr. Sarment, em tros dias, segundo
a saa declaracao oo Diario, e em cinco, conforme a
saa conta medica, fez dez visitas e mais tres con-
ferencias, como qae pela vez priraeira nesta
grave qaeslo, vindo ao Diario, anima-se a di-
zer que apenas fez doas ou trs visitas e ama
coofereocia por occasio da molestia do Dr. Victo-
riano ? E ten Jo feito o muito elevado Dr. dez
listtas e mais tres conferincias, sem que outro me-
dico appareca que, aqui no Recife, recetasse ao
Dr. Victorianosou eu o aulorisalo a asseverar,
qae o Sr. Dr. Sarment foi relmente o medico as-
sistente do Dr. Victoriano; porjue medico assis-
tente aqaelle que maior numero de visitas faz
ao doente, e Ihe passa as receitas. sejam estas
Sior elle elaboradas, sejam o resaltado da ama con-
erencia. E nunca vi medico conft rente, cuja con-
ta contenha dez visitas e tres sonferencias, era
tres dias, segando diz era saa declarago o mesmo
Dr. Sarment I
E nem se pode aventurar qae o Sr. Dr. Sarmen-
t, tendo feito realmente duas ou tres visitas e
urna conferencia, raandasse coota de dez visitas e
tres conferencias. Coosegaioleraente o Sr. Dr.
Sarment foi o medico assistente do Dr. Victoriano,
durante todo o temo que aqui esteve no Recife
de volta de Guararapes.
Oulrosim: como se explicar, que, encontrando
o Sr. Dr. Sarment o doente quast moribundo, se-
gund diz em saa famosa declaracao, fizesse Ibe
anda dez boas visitas, em tres dias, a mais tres
conferencias com os Srs. Drs. Ramos e Euevo
Cavalcante, este sobre quem subtilraente procuroa
carregar a rao o Sr. Dr. Sarment, s porque as-
sstio por pouco lempo oo eogenho ao Dr. Victo-
riauoaioda que sob as consultares do Sr. Dr.
Sarment, que diariamente d'aqui partan) f
E se o doente estava moribundo, logo que o Sr.
Dr. Sarment aiui o vio, de volta do eugeaho,
reuto mais moribundo deveria estar tres dias de-
pois, urna vez qae a molestia ia sempre avante
E como nessas lo tristes circunstancias insis-
ti, e insisti muito, para que o infeliz, era hora
lo extrema, abaodooasse seus lares, seas amigos,
e fosse para a Bahia esperar o vapor e seguir para
a Europa f E como de lavra do medico assisteu-
te,'figurado pelo Sr. Dr. Sarment, nao foi atiesta-
do oa exposieo algama para os mdicos da Bahia,
e >im do puobo do Sr. Dr. Sarraeoto que nunca
fra medico assistente do Dr. Victoraoo f
Visto portanto, que o Sr. Dr. Sarment com
semelbante declaracao nao s teve em vista des-
mentir-me, como arredar de si urna responsabili-
dade que Ihe estar eternamente encaroada ; e o
fazeado nao se lerabrou aera do triste passa lo,
aem da irapropiedade da occasio. Dia mal
sunt et durissima tmpora. >
Dr. Corolino Francisco de Lima Santos.
Ao publico
Questo do eelebre envenena-
meato.
DR. AQUINO E O DR. RAMOS.
III
Ja mostramos quo o Sr. baro de Gaararap-", e
o Sr. Dr. Ramos, com seus satellites, na famosa
questo do eoveaenamento, uo tiveram a mnima
raso para se atirarem furiosos sobre o Dr. Aqui-
no, por cansa de orna correspondencia publicada
no Jornal do Commercio, do Rio, em qae se lia om
simples extracto das averiguares feitas pela poli-
ca. Tambera nos parece ter provado, qne a nao
ser inexactido involuntaria, houva clamorosa ra-
justica de Dr. Ramos, quando afflrraoa que o; es-
criplos do Dr. Aquino aechara merecimento ti-
ntura, neahama considerado merecern na Eu
ropa; e disso se deve ter convencido o publico
pea longa lista de autores qae Ine indicamos, em
que-vera citado honrosamente o nome do nosso
distincto comprovinciano.
Provaremos boje quaoto ftil e de pouca dg-
nidade o pretexto qae o Dr. Ramos qaiz soccor-
rer-se para fragir-se autorisado dar licOes de
cbymiea elemeatarissiraa ao seu collega. Prevale
cea-se nesse raalevado intento de ara erro typo
grsphico com que sanio impresso om artigo pe-
queo, mas abundantsimo era erros d'essa espe-
cie, sendo tanto no penaltimo paragrapho qne
ningoem o pode entender, e o proprio Dr. Ramos
coufessa que nao o pode entender I
Antes, porm, cumpre-nos repetir qae, tendo o
Dr. Aquino declarado pelos diarios que na san
quaHdade de perito na causa pendente era nenhn-
ma discussSo entrara em qaaolo a (usiica se nao
pronanclasse, o Dr. Ramos poi-so discutir sosi-
oho aproveitando o geral silencio para formar opi-
nio favoravel ao seu cliente, lornando-se d'essp
modo infeoso ao coaceito da pesua de quem su-
mes patronos, pois como bem duia um dos nosso-
mafs Ilustres compatriotas a verdade i a menti-
ra repetida.
Os patronos da causa da pessea quera o baro
de Guararapes e seas mdicos querem por tarca
constituir reo de eoveoenaraeoto, tendo o imperio-
so dever de impedir qne a jactancia, a deturpaco
de algans fado e a inveacao de outros fossem II-
ludndo os leiiores desprevenidos e ageitaodo as
cansas a sea gosto, peairara a Dr. Aqaioo e a
tecessem
Entre
essaa olas boa ve ama do Dr. Aqaino, relativa a
solubilidad* do acido arsenlotopjra mostrar a ira-
possibilidide do envfnenamanto arseoical polo mp
do porque os promotores desta causa o Indicara
ju do arsenioso; m*< o typpgrapho pazacida ars-
nico, o que nao admira, porque oataralmente aera
o copista da ola, era o typographo, nem o correc-
tor da prora, se algara houve, sabiara a dilferen-
ca qae existe entre ;sta< dous compostps arseni-
caes, e senJo-lhes mu familiar a palavra arsnico
talvez nunca oovissen a palavra arsenioso, jul-
gassem at que fosee am erro do copista.
Deste faci, to frequeote as pamleacde* dos
nossos diarias, fez o odio e a tresloneada preten-
co scienUflot do Dr. Ramos, batera raiada para
deprimir o sen collega arguindo-o da Ignorar os
mais simples rudimeatos da ehymica, e al o sen-
tido das palavras asadas naquella scencia.
Quid non eogn motlalia peetora, sacra auri fu-
mes I
Pois o Dr. Ramos, que de lo sabio quer osten-
tar agora, nio vio logo ine a nota dada pelo Dr.
Aquioo, a respeito da salubilidade do acido arse-
nioso, era fundada no que Wurtz professor de
ehymica na facuMado de medicina de Pars, ex-
pi, e qae nesta passagera se nao trata, aem po-
da tratar do acido arsnico. E de mais, qual
o medico de vulgar iastruccao, que ignora que o
acido arsnico, por sur muito soluvel e at deli-
quesceote por ter ura gosto metlico, caustico, for-
te, desagradavel mesmo era raui pequea dse,
nunca foi empregado pelos envenenadores ? Si,
porm, em sua elaica oa em sea immen*o sabor o
Dr. Ramos, vio oa leu algara caso de eoveoamen-
to pelo acido arsnico, publique o, iostroa os seus
collega. figure ao monos com essa observacosi-
nha nos annaes da medicina, e assim Acara pro-
vado qae nao foi por aleivosia que atiribuio a ig-
norancia do Dr. Aquioo ara erro typographico,
mais descuipavel neste caso do que era qualquer
outro.
Nao s em ebyraiia que o Dr. Ramos preten-
de dar licoes ao eu collega, annnncia qne Ihe ha
de dar inultas oatras, e vanglariando-se de ser ba-
charel era medicina pela nniversidade de Goim-
bra, como que deprime a qualidade de Dr. era
medicina pela faculdade de Pars.
Risnin teneatis, amice t
A mais rpida leitura dos regulamentos das res-
pectivas facilidades, tornar patente a differcnQa
qae deve baver entre am bacharel de Goimbra e
ura Dr. de Paris.
Antes de ser estudante de medicina era Paris,
preciso ser baeharel em lettras e bacharel era
seiencias, isto ter grande soraraa de conheci-
mentos Iliterarios e seieotificos, provada era exa-
mes vagos.
Em Goimbra, pelo qae toca arastrueco secunda-
ria, fazem-se xames no coHegio das artes, como os
que aqu se fazera na faculdade de direito, e com o
resaltado que todos nos coahecemos; e pelo qae
toca coohecimentos scientiflcos, freqaeatam-se
dous annos as f lenidades de raatheraaticas e de
seiencias natura es, passanlo-se exaraes de ponto
cjra vrale e quatro Inras para o estudaute se pre-
parar.
Era Paris, os exames das scieocias propriameo-
le medicas sao vagos, como todos os outros; e os
examinadores desconocidos dos examinan ios, e,
salvas insignificantes excepedes, sera a mnima re-
laco com elles on com pessoas da saa ami-
sade.
Era Goimbra os exames sao de ponto, como os
da nossa ftcnldade de direito; e os examinadores
anda mais condecidos dos examinandos do qae
se Recife, cidade 5 oa 6 vezes mais populosa do
que Goimbra.
Quaes devam ser as consecuencias da differeo-
Qa dos respectivos regularaeotos de Coimbra
e de Paris, poder agn ajaizar o leitor.
Nao porm essa differenca o qae maior yan-
ta ge m d aos Drs. da Paris sobre os hachareis de
Coimbra ; esta deriva principalmente dos raailos
estabelecimentos seieotificos em qne todos os dias
se ensinara lodos os ramos dos cooheciraentos ha-
manos, e do grande numero de hospitrtes com mais
de 40.000 doeates aonualmeate, destribuidos e
classifica Jos pira facilitar o estado, e com profes
sores para leicionar sobre os casos mais o)ta-
veis ou mais caractersticos das especies mr-
bidas.
Em parle algama do mundo, qaaoto mais em
Coimbra, existem semelhantes focos de instroeco;
e por isso qae all se encootram estadantes e
mdicos qua em grande numero vera de todas as
parles do mundo completar os seus estudos.
Sao esses inmensos recursos quo facilitara as
descobertas uai scieneias medicas, qae all su fa-
zem em aumero superior as do resto do orbe civi-
lisado. Sem duvida, borneas de genio tem havido
qus era limitados campos de observaco tem illas-
trado o seu nome e a sua patria augmentando |o
cabedal da sciencia.
Scarpa, abrrado a porta aos grandes progressos
da ophtalmoihologia moderna em Paris; e Broton-
neau, fundando em Tonrs a verdadeira patho-
logla das febres tyohoidessao geoios que bas-
tariam para a gloria medica de urna naco.
Com estes e ontros nomes filustres na sciencia
se ouve cada tostante retumbar a graode aboba-
da da faculdade de medicina de Paris, mas, o
brasileiro, que all assiste s experieocias e pre;
leeges acaba os seas estudos sem ouvir urna s
vez o oome de um sabio de Coimbra citado como
autoridade em qualquer ramo das seiencias me-
dicas. E' que os mestres de Coimbra sabera, co-
rao os bons estadaotes de Paris, os qae os oatros
fazem ou escrevem, mas nada proiazem pela es-
treiteaa do seu carapo a observaco e tambera
por falta de estimulo scientifico que Ihes faca pro-
curar o trabalho da descoberta.
A differenca na exigencia e no rigor dos esta-
dos a saperioridade incoolestavel dos mestres de
Paris, qae sao era geral os mestres da scieacia e
os imraeasos recursos scientificios daqaella oova
Atbeoas, sempre devera dar aos doutores de Pa-
ris alguraa supenoridadesinba sobre os hacha-
reis de Coimbra.
Assim o nao emende, oa finge o nao entender
o Dr. Ramos, o qual no ioteresse da existencia do
celebre envenenaraeato qaer dar lujoes todo o
mundo, quaoto mais aos Drs. da faculdade de Pa-
rs. Que gloria immensa para a nossa provin-
cia I I
Os graos de hachare!, bacharel formado licen-
ciado e Dr. concedidos na Universidade de Coim-
bra.
No Io do Cap. 1 do Tit 2* do Liv. 3a que tra-
ta dos eursos das seiencias naturaes e phosophi-
cas dos e-tatutos da Universidade d Coimbra,
maodado execatar pela carta de roboraco de D.
Jos I, datada de 28 de agosto de 1772, se l o
segunte :
a Ordeno qae o curso de medicina, conste de
cinco annos de estudo effectivo, como tenho dis-
posto e or Junado as oatras faculdades maiores.*
No 4a do mesmo capitulo se l o seguinte :
Concluido o corso de cioco annos completos
e feitos todos os actos e exames que abaixo sero
declarados al formalura e approvaco inclusiva-
mente, flearo os que forera approvados com a li-
bertado de execotaram a prsce da medicina e ei-
rurgia em todos os meus reioos e dominios, sem
dependencia de outra alguraa approvaco e exa-
me. >
E no % y desse mesmo captulo se l o seguin-
te :
t Aquellos, porm, que qnizerera ser promovi-
dos nos graos de licenciado e doutor (pelos quaes
someoie podero ser habilitados para ensinarem a
medicina) sero obrigados a curar mais um anno
nt Universidade. E este se chamar anno de gra
duacio. Delle nao poder tambera haver dispen-
sa algama por qual juer titulo qae seja. E nesse
aooo sero obrigados a snvir oaira vez as licoes
de terceiro e quarta anno do curto medico, ftcan-
do no seu arbitrio o outirem tambera qualquer
dos outros leales as materias era qae virem qae
tem necessidade de se iostruirem melhor. So-
mente depois de terem pro vado eom frequeneia e
apphcacio efleciiva este sexto anno, podero ser
admittidos aos actos e exames que devem prece-
der os ditos graos, conforme est disposto no lu-
gar competente.
No ] 1 do Can. 4" do mesmo Tit e livro, que
trata do exame do quarto anno e grao de baeharel,
se l o seguinte :
< Feitos os exames do terceiro anno, entraro
iminodi llmenle os do qutrto.
N i 5* do citado cap lulo, tralanda-se desse
qnartj exame, se l o seguinte :
< Esie eiame principar, corao todos os ou-
iru*, por urna dissertaco vita e emendada pelo
ore-iie ue ; e na sua forma se guardar ludo o
que fiVa estabe ecido nos uxaraes the inccs do pri-
meiro .tuno. Com ', poro), deste oxame depende
o grao de bacharel, a elle assistir secretario
HtC 1
E no S 8 desse mesmo capitalo, se l o se-
guinte :
f Pelo grao de bacharel era medicina e flearo
os estudantes condecorados com as primeiras iu-
signias desta sciencia, e gosarSo de iodos os pre-
vieglos aue slo concedidos aos hachareis Ibjojo
gos e Juristas. Mas nio podero ainda pr\
* medicina puMica o privadamente em
nis tttmerm a appr* gaintf anne, detaixo das mesmas pena fw ali
impostas aos curadores idiotas.
No I 1* do cap. f*, desse snasno Til, km trato
do exame do quiote anno, e 4* formaonra, a* M
segrate :
< Sendo o quinto anm 4 oran
de-tinado ortica da cirorgia e
hospital ; e dndose pelas carta de
aos eatoduuros.aNfco-daiktle *Wsfrsn enisjaal-
quer parte, seo dependencia i otro algna a-
me ; necessario ae o 4o qnsaO) anno asrv
merecimento do qual mpmstam m tomrtditat tar-
tas, seja ta.nbem todo da praea, qnn nao m
teohara todas as cntelas que pede a importa*
da materia.
E no 13 desse mesmo capitulo st l sa-
grante :
< Pelo bom sneoasso e approvaco neste i
(do quiato aano) se havero o estadaotes
mais ceremonia algama por hachareis formad
gosaro de todas as hooras a previlegios e n_
dos ao dito grao, e podero pralicar a cirargia
medicioa em qualquer parte do mens rasna
dominios, sem dependencia de oatro alga li-
me.
No 1* do Cap. 6* do raesrao Tit. e qne trate 1
aooo de gradaacao, se l o seguiote :
c Os estadaotes mdicos, podem appliear s i
saa faculdade, oa com o fim anico de se habtlit-
rem para a pratica delta, on eom o fim de se ha-
bilitaren) tarabem para o magisterio. Para o pri-
meiro ba-taro cioco annos qae ficam orieade
com as saas pravas e exaraes, at (ormatan mt-
elasivameole. Para o seguodo, porm, sera ne-
cessario qae techa mais om aano de licia, fc-
eam exames mais rigen sos do qae oa
tes ; os quaes sao denominados actos gra
por se explorar nelles o merecimento dos candi-
datos para alcaoearera os graos maiores da faent-
dade. S depois desse anno de gradaacao, e ten-
do sido approvado oos respectivos exames, podar
o bacharel formado obter o grao de licenciado.
B oo | 1 do Cap. 9> desse mesmo Til qne tra-
ta do grao de doutor em medicina, se l o se-
guinte :
< Os licenciados qae preleaderem ser reun
dos doatores oa faculdade, fario reajuartakento ao
reitor, para Ihes assignar o dia, ajamando eerti-
do do grao de licenciado passado pelo secretario,
conforme constar do livro do* asseatos.
Nota.Estes estatutos e iodo quaoto antertar-
raente exista, foram modificado pelo segairue de-
creto :
< Decreto de 20 de setembro de 18V4.
lairodarco superior.
Tit. 5* Universidade de Coimbra. Cap. 3* da fa-
culdade de medicina.Art. 103 O curso medico se-
r feito em cinco annos; e repartido o enne dea
diversos ramos da sciencia por dez cadeiras. A
saa destribucao e disposicao objecto regutamen-
tar da facul.-.ade.
Art 104. Para matrcula do primeiro amo,
sao habiltaces i )dispensaveis : 1* a freqneneis
exames das disciplinas do primeiro e segando anee
de mat hemate a : (I) 2* a freqnencia o exame ae
zo-ilogia, botaniea,e pbisica e chimiea na faculdade
dephil osophia.
Capitulo 7*
Das habilitacoes dos alumnos.
Art. 131. Aos aluinos, qne oMiverem apnre-
vaco oo acto do quarto anno, ser conferido, ana
todas as facilidades, o grao de bacharel.
Art 131 Os hachareis furmados, (2) para se-
rera adraittidos matrcula do aono de repetteio
(3) devem juntar certidao suthentiea da temo on-
tido no jaizo das informales floaes a qnalifleaeio
de bons, e de approvados por todos os votantes
em litteratura e costames, oa ao meaos, por enes
tercos dos votos, entrando Untos de muito lea,
quaoto os de sufftcieote, mediocre oa rtprmo,
Art. 133. Nenhum licenciido ser elevado ao
grao de doutor sera proceder nova habilitito, ate
qual ser approvado era ltteraiura e eostnsna
pelos dous tercos de votoi presentes da taenNa-
de, entrando algum voto di muito bom.
Gymnasio Provincial.
Nada pretenda dizer acerca dos artigo qae c-
lao sendo publicados oo Liberal sob a eoigraeee
Cijmnasio Provincial.
O ultimo, porm, obriga-me deixar o silencio,
s per amor minha dignidade, e por satiafaco
ao publico e aquellas pessoas que me distii
com saa amisade.
Como repetidor do gymnasio, tendo por
exercdo interioameole, por designaco dos
regedores com quem hei servido, o cargo de osa-
sor, qne boje exerco por noroeaco de S. Exe. e Sr.
presidente da provincia, era testmnnha presencial
do qae se passava no esiabelecimenio.
Estnd;-, pois sempre presento todos o oa
viraentos e trabalhos dos alumnos, exeepcio das
horas em que se achavam as aulas, pone afir-
mar qne a maior parte dos fados avu:Joatesa
naqoelle artigo sao inexactos; e oaqnelles qn^
poderiam ser eonfessados sem o menor drxar para
o Sr. Dr. Alvaro Ucha eslo narrados e preda-
dos de modo qae os adaltera corapteumeeto, re-
velando assira a m f do articulista, on de anea
Ih'os traosmiltio.
Poderia aoalysar cada om d'esses fados de eer
si; mas dispensme d'esta tarefa, porque ni
moa lira defender o Sr. Dr. Alvaro, quem nio
venho prestar obsequios, de qoe estoo corlo ni
carecer.
Aioda algumas palavras sobre nm tpico de pre-
citado artigo, e termioarei.
Neohuma razio tem o ex-porteiro d'este i
nasio, quem sempre trate i com a maior ar
dade, como elle mesmo o primeiro i
para offender-rae siqaer de leve, aventando |
posicoes que podem ser tomados em sentido i
favoravel a minha pessoa.
Sorprepdeu-me, pois, ler elle dito qne,
tindo-se do cargo de censor o Rvdm. eeaego a Sr.
Dr. Pelinca, por nao poder mais tolerar o rega-
dor, substuira-o um repetidor da'eseoiba do sr.
Dr. Alvaro, dando assim entender qne aqneNe
Rvdm. doutor eslava em desbarmoaia eer*"
quaado pelo contrario tenho a alisfacio io
ta-lo em o numero dos meas amigos.
Hooro-me em ter merecido a confianca do Sr.
Dr. Alvaro U jha ; mas nio para admirar ene
elle me enearregasse interinamente das hoteles
laicas de censor, quando ao tomar posa da eargr.
de regedor d'este gymnasio j encontrn-roe exer
cendoas. e continuei exerce-las at a aomeaeo
do Rvdm. Dr. Pelinca.
Gymnasio Provincial, 11 de outubro da 1870.
Jos Elysio de Carvatho Cauto.
Monte Fio Portuguez
O informante da Revista Diaria, nao trepide
em Iludir a boa f dos Srs. Redactores da anona,
faltando a verdade dos fados oecorrido na pri-
raeira reuaio ordinaria da assembla geral 4a
Monte Po Portoguez, qae teve lagar dowoja t
do eorrente, com tanto qae ministras asna in-
formado que bem soubesse ao sen paladar a sa-
lisfizesse a saa extoica vaidade.
Nao oos importaremos com a englobada appro-
vaco por unanimidade, dos relatorios da dtrac-
tona e comavsso de exame de contas. vito qae
para os approvar foi preciso qae se levantaeiim,
e levantados j se achavam (por (alta da mloras)
a maioria dos socios presentes.
Nao fazemos lambera quesio do roto m kn-
vor a directora consignado no parecer 4 case-
misso de exame de eontea, viste que a reg 4
delicadeza tem eslabebelecido praxe de aa consig-
nar um vote de lonvor a sdminisiraco.
Procuraremos lio smente restebelecer a ver-
dade completamente fallada pelo ioJbrmaate ana
relaco as eleicoes; nao foi porque a ora ean-
vesse adiantada qoe so deixou de proceder a etiae;
mas sim porque abarte a aasiio e declarado pata
Sr. presidente oa assumptos a tratar
bla conscia dos sena deveres,
o Sr. presidente para a dratriaa da
te do art. 25, e pedio-lne a sna Oleare
cia ; eolio o Sr. presidente, depois de I
plicaoSes, obedecendo ao iaanorio dalei,
rio para domingo viodonro as eleieoes de
midade cora a douuioa da parte do art
Esta e a verdade doocoorrido, verdad ene
I
transfc-
(I) E-ta disposico modifleoo os anligos iiMii-
los que exigiam ires annos de maihematiea.
primeiro aano estudam-se os elementos de
menea, geometra e trigommetria puna ; ,
segundo, os elementos da ealento htteraej, co
gebra eleraenur e qs principios d calen) r**
tesimal. direito e inverso.
(*) O grao de baeharel formado 6 e*n$On
iepois de fcito o acto do quinto anno, seno oik
approvado ) estnaoto.
(3) Isto 6, too mais no nnop de HgHtLi
raes majs rigorusos. Nest anno tea da M
liadas do terceiro e quarto
Os exames slo testos por J
tu aues, part ua o lntes
iras, obro qae tersnnV 6 |
por sorte.


L_.
m

iaro de Pernambuco Qoarta eira 12 de Ontpbro de 1870.
%
sendo presenciadpor costo e tantos
pode ser contaM.
fiedle, 10 d?*>iro-ds (761
socios, nao
0nrtoeio<
i* teria*.
Moflna.
Poae-s ao Sr. Gaspar Cavilcante de AlbuqueY'
que Ucba para responder estas ionoeeutes par-
Qoaoto dependeu para comprar as herancas
aniversaes. da casa de Aratangy ?
Os bens dados aos hsrdeiros para pagamento
perteneiam ou alo as raesroas herancas ? Se per-
teoeiaro nm contrato de venda prrlto aquefle
om que o vendedor finura de comprador e o com-
ntaier de vendedor ?
As lettras pastadas por ooeasiao desse negocio
i forara pagas, bu ji talo enas na lista do sem
omeros de calotea piref adbs por anjnelle que ac-
ceitou-as ?
0 eng.ph i Murissoca dado era pagamento a um
OBsJierdeiroSy em que terreno esta asseniado?
loanto dea pelas trras era qne levantoa esse
fenho?
Jaauto gastn para comprar parte da propri-
Porto de Gallinhas ? J pagoa as lettras
negocio?
Pelo preco por quaoto o Sr. Gaspar comproa
le ser senftor de todo o imperio. Ms a paga ?
r Sr. Gaspar Drumrnond est no foro, o o Sr. des-
estbargador Alvaro na roiaco : o Sr. Gaspar po-
de continuar a comprar
Ah t Sr: Gaspar, Deul conseote, mas nao para
sempre;
To HnJ.
AO MEU AMIGO O ILLM. SR. ABDIAS BIBIANO DA
Cl'NHV SALES POR OGCASIO DE RECRBGR AS
AGUAS BAPTISMAES SEL' FILHINHO ABDIAS.
o. d c."
A infancia.
Manila da vida -, infancia,
s jocunda fragrancia
Que das fl )res
Brandamete se evapora,
Da vida Humana s aurora
Era fulgores :
T s emblema sagrado
Pela mai de Deas formado
D'inoocencia;
Dos mais lluros coracdes
Colher sabes Irapulsoes
De clemencia.
Aqu stas symbnli-ada,
Neste infante retratada
To querido
Dos coracoes paternaes
E as agna baptismaes
Reoascido :
Sim renasceste, Abdias,
Cercado das alegras
Desta gente,
Que te desejara ventaras,
Longa vida de docuras
Seriamente.
S feliz, faze as delicias
D'aquf Ha, cujas caricias
Teos seguro ;
D'aquelle que ha-de lidar
S para te ver brilhar
No futuro.
Recife, 9 de outnbro de 1870.
L. A. F.
de cxtencao, e nm terreno devolnto ao sal da mes-
raa casa com 18 palmos de frente, seado todo o
terreno foreira- afanada ernfljMBD, e o en-
genbi Solidada avahada em ifcJuHtfM-
Enara que chegae ao conhedmento de todos
raetol passar o presente qne ser pabKeado peta*
imprensa e anTzd* do lugar d eo'sium.
Dado e passado nesta cidade do Becife1 aos M
de Miembro de 1870.
B ea Lniz Francisco Barreto de Almeida, escrl-
vio sabscrevo.
__________bilio Jos Tavares da Stlva.
O Dr. Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior,
juiz municipal e d orphSos, Ia supplente em
exercicio do termo de CMind, lora M. I. e C
o Sr. D. Pedro II, quera Deas guarde, ets.
Paco saber aos qne o presente edita I viren); e
delle noticia tiverm, qne dentro de 30 alas recebe
este jnlz propostas em cartas fechadas para a ar-
rematadlo por venda, 'qnem mais offetecer, do
escrivo Hol, com 5 anuos de idde ponco mais
ou menos, de cor cabra, avahado por 200*000, o
qual tem de ser arrematado requerimento da
inventarianle des bens do floado tenente Jos Joa-
3aim Lopes d Almeida, para pagamento dos ere-
ores deste; sendo qne ser dita arrematado ef
feetaada de cooformidade com o qne determina o
art do decreto n. 1,096 de lude setrtbro de
E para qne cbogue ao conheeimentn de todos,
raaidei passar o presente, que ser afilado no lu-
gar do costnme, e publicado pela impWftsa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 10
de setembro de 1870.
En Joaqnim Hermillo Candido das Chagas, es-
crivo do orphos interino, o sobscrevi.
Manoel Abtonlo dos Passos e Silva Jnior.
Ao sello 300 rs. Valia sem sello ex causa.
Passos Jnior.
Entava ama estampBha de 106 rs. inntilisada
na forma da lei.
Olinda, 10 de sMeranro de 1870.Oescrivo de
rpbios interino, Joaquina Hermillo Candido das
hagas.
.0
01
COMMERCIO.
Pi'.ACA DO RECIFE 11 DE OUTUBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE
Coaros seceos salgados433 rs. por kil. (hoje)
dem dem idera190 rs por kil. (hontem).
Cambio sobre Londres 90 d/v SI 1|2 por 1J.
(boje).
Dito sobre dito90 d[v 21 3|ipor lOOO (hontem).
Cambio sobre Portugal 90 d[v. 148 0|0 de pre-
mio (hoje).
Descont de letras10 0/0 ao anno (hoje).
Gongallo Jos Alfonso,
Presidente,
"desquita Jnior.
Secretario.
ALFANDEGa
Red! -,"iio : a la 10 237:043^914
dem do da 11. 34:313^673
271:357*589
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
?olomcs entrados cjti fazendas
Idkra id-?m con gneros
Tolcraes sahiros com fazendar
Iderr dem cora gneros
88
141
-------229
187
631
-----798
Dasearregam hoje 12 da outnbro
Brigue inglezWaller J. Comminsdiversos g-
neros.
Barca inglezaPatriotidera.
Barca inglezaRodench Dhu ferro.
Barca ingiezaSea Quem idem.
Brigue inglezDorabaealho.
Brigue inglez-^Por/iadem.
Brigae inglezJaneidem.
Lugre inglezEmblynfarinha de trigo.
Escuna dinaraarqaezaFytla idem.
ECECEDORIA DE RE.nDAS LNTERNAS Gt-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendirasnto de dia 1 a 10. 18:645*454
dem dodia 11. ..... 2:028*550
dulzo do felts da fazeada
nacional.
O Dr. Albino Jos Tavares, oficial da im-
perial oriem da Rosa e juiz privativo dos
feitos 9a fazeada nacional, etc,
Fjqo saber que em vista da execuco que
a fazeada nacional encaminba contra os her-
deiros de JuliSo Pefeira Mittoso, ex-collec-
tor do Cabo, fez-?e penhora em doos es-
cravos de nome Afnica e Secuodino, avalla-
dos a primeira em 1:000-J e o segando em
1:400)91, em consecuencia do qne e em face
do decreto n. 1695 de 15 de setembro de
1869, sao convidados pelo presente qoaes-
quer licitautes para apresentarem suas pro-
postas dentro do praso de 30 das, a contar
da data desle, achando-se os mesmos escra-
vos para serem examinados na villa do
Cabo, a primeira em poder de Francisca
Camillo de Paula Pacheco, e o segando em
poder de Pedro Victor Bolitreaux.
E para que chegue a noticia de todas
mandei passar o presente que ser publica-
do pela imprensa e alfixado no lagar do
costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
aos 23 de setembro de 18/0.
Eu Luiz Francisco Berreto de Almeida,
escrivo o sobscrevi.
________Abilio Jos Tavares da Silva.
Perante a cmara municipal desta cidade,
estar anda em pra^a nos dias 11 e 12 do cor-
rente para ser arrematado por quem maior pre-
co offerecer o imposto de 120 rs. por carga de
farinha e legumes vendidos nos mercados pbli-
cos desta cidade na importancia ne 3:0 Os pretendentes a tal arremataba) coraparecam
nos dias indicados no pai;o municipal, munidos
de saas flaneas na forma da lei.
Paco da cmara manicipal do Recife, 8 de ou-
tnbro de 1870.
Ignacio Joaquim de Soaza Leao,
Pro presidente.
Lourenco Bezerra Cameiro da Canha.
Secretario
Perante a cmara municipal de.-ta cidade
estar em pra$a n dias 11 e 12 do corrente para
ser arrematado por quem menos pre?o oflercer a
obra dos concertos de qno necessita a latrina do
tribunal do jury, oreados na quantia de 198*000,
aqnelles que pretenderem irrematacao, habililem-
se na forma da le.
Pac,) da cmara manicipal do Recife, 8 de ou-
tnbro de 1870.
Ignacio Joaqnim de Souza Leo.
Pro presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha.
Secretario.
j ilCTO.
settpre apsl/odHIo fratialho effl pnrnas de
pao. pelo artista FratfBSCb tfo Rejo.
Em seguida o artista C.*a* execntar o lindo
irabalha : O homein ai life ou a podra de 6
arrobas.
f ACTO.
Sorprendentes desleseles em cadeiras, pelo
distincto artista joven pernambu;aoo Vicente do
Rogo.
I. ACTO.
Lindos e arriscad issimos grupos pyramidaee,
por toda companbia.
6.' ACTO.
GrneVs volteios na cordo bamba, pelo artistas
Costa, Francisco do Reg e Santos.
Era seguida o artista Valeriano execntar o
lindo trabalbo
O HOMBM RA10.
7. ACTO.
Apparatoso trabalbo inventado pelo artista Va-
leriano, o grande qoadfo hittoeo intitulado
OS MARTIRIOS DB ARTISTA.
Os beneficiados implorara a proteeclo do phi-
lantrrpico publico desta cidade, com especialidade
as corporagoes comm^rcial e academiea, aos
quaes desde j se coofesum gratos.
Principiar s 8 horas.
Presos
Camarotes com 4 entradas........ 8*000
Cadeiras....................... 2*000
Geraes.......................... 1*9
trata-se com Olivan flmo^ *
?oSaftton, 19. ommy ^P1#^AfWell
^OMPAiNHlA J'KhN.tfBUCANA
'fiS:
2L
20:674*001
Rendimeato do da 1
dem do dia 11.
CONSULADO PROVINCAL
a 10.
14:754*444
629*440
15:383*884'
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 11.
Santa Catharina 20 dias, barca* brasileira Santa
Marta, de 251 toneladas, capitao Avelino Jos da
Costa, equipagem 11, carga 8:107 alqueire de
farinha de mandioca; a Joaquim Jos Goncal ves
Beltro.
Lisboa35 dias, patacho portuguez Principio, de
178 toneladas, capitao Jos Francisco de Abreu,
equipogera 9, carga, vinho, batatas e outros g-
neros ; ordem.
Baenos-Ayres20 dia?, lugar francez Lniza, de
301 toneladas, capitn Anoelin, equipagem 9, em
lastro ; ordem. Seguio para Belle Isle.
llac?i-9 dias, hiate bra ladas, capitao Jos Peliz de Azevedo, equipagem
6, earg lenha ; Fernandos Irmad.
Bah i8 dias, patacho brasileiro Ti Amigos, de
153 toneladas, capitao Domingos Vieira dos San
tos, equipagem 10, carga 2:500 saceos com fari-
nha de mandioca! Joaquim Jos Gon^alves
Beltro.
Navios saludos no mesmo dia.
Para pelo Maranho Transporte nacional Wer-
nek, coramaodante o eapltj de fragata Goutrin
EDITAES.
O cidado Antonio Angust) da Funceca, cavainei-
ro da imperial ordem da Ro-a, e juiz de paz,
presidente interino do collegio eleitoral do Reci-
fe, em virtude da lei, etc.
Fago saber que, toado o Exra. Sr. presidente
da provinciaofflciado a IIIma. cmara municipal
em data de 9 do mez prximo lindo, designado o
dia 20 de novembro vindouro, para proceder-se a
eleiQo de um senador que preeocha a vaga dei-
xada na cmara vitalicia pelo fallec ment do
Exm. marqui'z di Olinla, e tendo-me sido isto
comrauni:ado era offiei> da Illma. cmara de 14
do mez de ^etembro prximamente Bodo. assim,
convocados os respectivos eleitores especiaes que
compSem o collegio do Recife a comparecer na
igreja matriz deda fregaezia as 9 horas do referi-
do da 20 do mei de novembro prximo vindouro,
os quaes sao : di S. Fr. Pedro Gongaives, de San-
to Antonio, S. Jos, Afogados, Vanea, Santo
Amaro de Jaboato, Muribeea, S. Lourenco da
Malta, Puco da Panella e Boa-Vista.
E para constar mandei aduar este edital nos
lagares mais pblicos de-ta fregaezia e publca-
lo pela imprensa.
Freguezia do Saotissimo Sacramento do bairro
de Santo Antonio do Recife, 8 de oatubro de 1870.
Eu J aquiru da Silva Reg, escrivo que o fiz e
escrevi, do que todo don f.
Anfont'o Augusto da Fonceca.
THEATRO
SANTO WTOMO.
Companhiafranceza
Quarta-feira 12 de outnbro.
Recital extracrdlnarla
Toma parte a insigne actriz
Mme. de Val-monsa
Grande e Yariade espectculo,
Dividido em tres partes.
PRIMEIRA PART!.
Representar-se-ba a linda opereta cmica em
um acto
LA NUIT BLANCHE.
Jean Gustin......... Mr. Maris.
Hercule............ Mr. Carn.
Fanchette.......... Mlle. Brescia.
A accao passa-se em Paris.
SEGUNDA PARTE.
Ainda a pedido de muitas pessoas, Mr. Carn,
cantar a sua sempre e muito applaudida canco-
neta
LA MANDOLINE A DODO
Mlle. Mariette cantara a nova caoconeta
Faut avaler qa
Mlle. Brescia, desempeohar a linda canconeta
LES SABOTS DE LA MARQUIZE.
Mme. de Val monea, cantar pela primeira vez
a muito linda aria
A Flor dos Alpes.
1ERCEIHA PARTE.
Repetir-se-ha (visto o rande furor qne causou)
a grande seena da d"c!aracao na opera
LA GRANDE DUCHESSE
Personagens Actores
La grande duchesse Mme Val-monea.
Fntz.................. Mr. Maris.
Termina esta scena com um grande e lindo
Canean !
Os blbetes acham-se a venda no escriptorio do
ibeatco das 9 da manha em diante.
Principiar s 8 horas.
DE
Porto de Gallinbas, Ri- Formoso e
dar.
O vapo farahyha segalr ipira'oi
portos cima no dia 20 do coTrebte a
_ raeia noite.
Recebe carga, encooliendas, passafelrw e df-
nheiro a frete no escriptorio do Forte do Mat*
n. 12^ _________.
COMPANHIA PfiRNAMBCAA
DE
Navegagdo costera por vapor,
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir pa
ra o porto cima no dia 16 do
corrente as 9 horas da nonte.
Recebe, carga eneommendas
passagniros e dinheiro a frete n*
escriptorio do Forte ao Mattos n. 12.
Companhia americana e brasilei-
ra de paquetes a vapor.
Al o dia 18 do correte esperado New-York,
por S. Tuomaz e Para o vapor americano North
Anuriea, o qual depois da demora do cosame se-
guir para ds porios do anl.
Para frates e pastagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster A C, roa do Coraraereio n. 8.
Frete sobre dinbeiro j */ para qnalqner por-
to da escala do imperio, sendo qnantias maiores
de 10:000*000.
Tendo aberto seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,000 por qnalqurr vapor da linha, a
companhia segara qualquer remessa de dinheiro a
i/6 '/ para qualquer porte da escala da imperio.
0 valor deveser declarado em libras esterlinas
e o premio pagavel na mesma moeda ou seu equi-
valente.
Aluga $
terrea, sita na Caponga, eoa **, -
um pequeo quiwal: a iraur m na
ri'i n. 31.
J.OC.ttfaS'y^^en^odo
Mente Pinto de um edmpkHo e variadosortSenlo
di fazendas inglezas, propra9 do mereade- --
tentes em seu armasen da roa do Coi
O leilao principiait s fO horas
. eexis
Comnereio
75 caitas com garrafas e meias ditas cot
azeite doce muito fino
Qainta-feira 13 do correte
O afate Pestaa levar leilao 73 caixas cora
snpnrior azeite doce era garrafas e meas e serlo
vendidas por conta e risco de quem pertencer,
em um ou mais lotes, qninta-feira 13 do corrente,
pela 11 horas da manha, no armazem do Annes,
defronte da alfandega.
BAHA.
Para o referido porto pretende seguir em pon-
eos dias o patacho nacional Calado, por ter a
maior parte de seu earregamento eagajado, e para
o resto qne Ihe falta trata-se com o consignatario
Joaquim Jos Goncalves Beltro ra do Com-
raercio n 17. _________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
VaTega^So eoselra por vapor
Mamanguape.
0 vapor nacional Coruripe}
coramandante Silva, seguir
Sara Mamanguape no dia 12
o corrente as S horas da
tarde.
Recebe carga, eneommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da saluda, no escriptorio da
comoanhia, Parte do Mattos n. 12.
AVISOS MARTIMOS.
ARACAJ
Para o referido porto segu oestes quarro dias
o patacho brasileiro Novo Gosto, e por isso quem
qnizer aproveitar embarcar carga a frete commo-
do pode entender-se com o consignatario Joaquim
J s Goncalves Beltro, ra do Commercio nu-
mero 17.__________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nevegagdo costea por vapor
Macei, escalas, Penedoe Aracaj
O vapor Giqui, commandante
Macelo, seguir para os porto* ci-
ma no dia 15 do corrente as o horas
da tarde.
Recebe carga passageiros e encomnendas, at
o pa 14 as 2 horas da tarde do dia da sahida no
escriptorio do Forte do Mattss n. 12.
DECLARACOES.
Vai praca de venda no dia 13 do corrente,
depois da audiencia do Dr. j ;iz de orphos, um
terreno foreiro era Santo Amaro fronteiro casa
de saoJe do Dr. Ramos, com 62 palmos de frente,
pe a quaatia de 700*. O mesmo terreno tem urna
pequea casa de taipa e t jlo, coraprehendida no
mesmo prec..
De ordem lo Illm. Sr. cn eleiro mspeciur
da thesoararia de fazenda desta provincia se faz
publico qne nao tendo comparecido licitantes
arrematadlo das casas, barraco, farno de ola ra
e mais objectos da extincU Colonia Militar de Pi-
raenleira, ca a mesma arreraaleco transferida
para o da 22 do corrente, as 2 horas da tarde.
Secretaria da thesoararia de fazenda de Per-
nambuco 10 de oatnbro de. 1870.
Ser vi n do de oflicial maior,
Manoel Jos Pinto.
JUISO.D05 FBI TOS DA FAZENDA NACIONAL
O Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, offleial da or-
dem da Rosa e juiz privativo dos feitos da fazea-
da nacional por S. M. o Sr. D. Pedro II, etc.
Faeo saber todos qne este virem que no dia
13 de oatubro futuro, na sala das audiencias pelas
11 horas da manha perante este juizo se vende-
rlo em praca os bens seguales: penhorados aos
herdeiros de Jalio P reir Mattoso, ex collector
da villa do Cab >, e de -en fiador para pagamento
da fazenda nacional : o engenhp Bora Destino, no
termo de Agaa Prela, sendo avahados as bsrafei te-
nas do mesmo, coosistindo em urna casa de enge-
nh) e porgar sobre pilares, 200 palmos de com-
irimenio e 42 do largura, tendo ao lado um te-
aeire que serve de pcadeiro com 17 palmos de
largara, assealamento com 5 rojos, estafa, roda
d'agua, asneada de ferro, com formas, casa de vi-
venda, jmz ,|la, nasa de familia, ludo de taipa e
m raiestado, com 162 palmos de frentes e mais
t ca ras do mxsmn engenho onlprehendeado o lagar
denomuade. R.ncaJ>r, obn ama:lgaa de frente,
e *Sf JC!I#, att fa,"to ow mais ou menos,
emi 12:00010; ama easa terrea na la do
Cabo djUtpa c..m 1 pala de f renta 63 de
Iiupee^o do arsenal de
Mariana.
Faz-se publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 133) de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelho,
mastreaco, veame, amarras e ancoras do va-
por Giqui da companhia Peroambucana de na-
vegaco costelra, achoa todos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
Inspeeco do arsenal de marrana de Pernambu-
co 8 do outubro de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
COMlM\III A
DAS
Mesagmes imperiales.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por
tos do sul o vapor francez Gironde, coramandante
de Somr, o qual depois da demora do costme
seguir para Brdeos,tocando em Dakar (Gsra) e
Lisboa.
Para condc3es, fretes e passagens, trata-e na
agencia, ra do Commercio n. 9.
COMPANHIA BRASILEIRA"
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 26 do corrente o vapor
Paran, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qual depois da de-
mora do costme seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
sarga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ter embarcada no dia desuachegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia d;
Nao se recebem como eneommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 5
uTobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
co.
Tudo que passar destes limites dever se-
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
zens s se recebem na agencia roa da Cruz n 57
f andar, escriptorio de Antonio Luir de OUveir;
Vievedo & C.
Cea m' e Afacaty
A escuna Georgiana segu em poneos dias, tem
a maior parte do seu carregamento promplo : a
tratar com Tassn lrmaos A C.
Maranhao
Segu com brevidade para o porto cima o pa-
Ihabote nacional Joven Arthur, para o re to da
carga que Ihe falta tratase com os consignatarios
Antonio Lniz de Oliveira Azevege & C, roa da
Cruz n. 57.
Maranhao
A barea portugueza Formo* i seguir para 6
Maranhao em poucos dias, receba carga a frete
mdico : trata-se com Oliveira. Filhos & C, ao
largo do Corpo San o n. 19.
PARA'
Preieade seguir para o referido porto em ponco?
das o palnabote Aosta por ter a maior parte da
carga, e para a pouca qne Ihe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Commercio n. 17.
Kio (h Janeiro
Para o porto cima egue com brevidade o bri-
gue naeiooal Isabel, tem parte do seu carregamen-
to engajado : para o resto que Ihe falta trata-se
com os consignatarios Antonia Lniz de Oliveira
Azevedo A C.,"rua da Cruz n. 57,1 andar.
Aos Srs. commaudantes dos
navios surtos no porto.
Sexta-feira
14 do corrente.
0 agente Oliveira far leilao na ras e arma-
zens da companbia Peroambucana de excellentes
mastaros, vergas, paos de bujarrona, todo de su-
perior pinhd de Riga, ancorasde tamanho proprio
para os navios qne oavegam para o nosso porto
correntes de ferro para navios, barcacas e escotas,
poleame de diversas bitolas e cylindros, ripas para
aguada, urna roda de (eme e pertences e mnitos
ontros objectos e pertenees de navios qne pddem
desde j sor examinados e mesmo negociados par-
ticularmente no referido armazem da Companhia
Pernambucana.
LEILAO-
DE
movis, loupa e crys-
taes. a saber :
Jfr
PrfWMf de nma asna farra n ttcrm: m
rnddafladln. 26._______^
Attenolo
Ha um aotor qae faz fofnlagiez p*lo ami
tetra, para eozionar com eaio V earps. O bm
S-autor a(l responsabilisa por qnaloaer taita aa
I no trabsiho: qualquer acasw ojo* jadaw.
le procurar na ra Direica n. 89, a nttMr
horl. '
O abaixo assignado dedara aos eredorrs s
firma Haia A Espirito Santo, ne
te de deciso do Exm. presidente #V>
trftnnal do commercio o despacho, peto
Ifim. Sr. Dr. juiz especial do coromereie
nada a concordata qae Ihe M concedida, _
por este motivo imposibilitado de pagar as .
Mr aefonda presiaco da mesen concordata,
esto i vencer. Aguardo, porm, a deci-ao !
rior para fazer din pagamento.
Recife 10 de outubro de 1870.
______ Antonio Ji>< da Silva
BU
_ O propneurio do helei Dtst, aa ra d
Cordomz n. 10, convida aqoriu* pessua* ejaw ejna-
aerem contratar no mesmo hotel a 33da>n
mensaes, tendo tres pratoa no alnsoen. e no I
com doce e fruetas : a pessoa qae quizar, i
se ao me-mo hotel.
Doc^8, ruotasie floreiT
Sorvete
tendo as
crerae.
Ra da Crnz n. 13
todos os dias, das II horas em
tercas- fei ras, qoarUs e sakaadoa
Atengdo.
Na coebeira n. 1 da roa de Santo Anaarev
bairro de Santo Antonio n. I, veade-ee ana
let de duas rodas, eoberto, com os
arreios, todo em muito bou) estado, peto
por qae se vende; aniniai-vos, eoopraeores.
Um piano forte. 4 lancas para cortinados, 1
mobiiia de Jacaranda com 1 sof, 1 jardineira, 2
consolos, 4 cadeiras de brujos, e 18 de guarnicao,
1 dita obra do Porto, 1 mobiiia de raz de ama-
relio, 1 lavatorio, 1 berco, 2 espelhos durados e
quadros.
Urna mesa elstica, 1 guarda-lonja, 2 appara-
dores, 18 cadeiras, louca, copos, clices, garrafas,
compoteiras, 1 machina de costura perfeita, 2
malas d* Viagens, longa, vidros. crxitaes e mnitos
ontros objectos pertencentes casa de familia e
existentes do sobrado da
RA DA AURORA N. 42
Sexta-feira
14 do corrente
O agente Pinto levar leilao, por conta e risco
de quem perten:er, os movis e mais objectos
cima mencionados, existentes no primeiro andar
e pavimento terreo do sobrado da roa da Aurora
0.42.
Principiar s 10 horas.
LEILAO
DE iHOVEIM
quadros madeiras, varas e rodas para car-
ros, um cabriole! em armaco, um dito
velho, gal5es e veneziaoas pmmptas, ma-
det'ra preparada para as mesmas, ferra-
mento e mnitos outros objectos perten-
ceotes ao espolio do finado Poirier.
Segnnda-fefra 19 do corrente
O agente Pinto, aotorlsado pelo Sr. cnsul de
Franja, levar leiio os objectos cima mencio-
nados, pertencentes ao espo io do finado subdito
francez Poirier, e existentes na casa do pateo do
Paraizo o. 10, as 10 horas do dia cima dito, na
referida oficina de carros.
i
mmmm
LEILOES.
AVISOS DIVERSOS.
LEILAO
DE
movis, ou Hoje
O agente Pinto, autorisado por urna familia que
raudou de residencia, levar leilao, s 10 horas
do dia cima dito, os movis e mais objectos
abaixo descriptos, existentes no primeiro andar do
Sobrado da rna Direita n. 93, a saber :
Um pian > forte, 1 mobiiia de Jacaranda a Lniz
XV, 2 candieiros a gaz, quadros. 1 espelho oval,
jarros para flores, castices e mangas, 1 cama de
Jacaranda, 1 berco, 1 lavatorio, 1 guarda-vestidos,
tapetes, 1 mesa elastic i, 1 guarda-louca, 1 reio-
gio, baodejas, cadeiras, louca, vidros, bolsas de
viagem e mnitos outros objectos.
O leilao principiar s 10 horas.
THFATRO
ISPERAty PEMAIIIHMI
Qainta-fetra 13 EM BENEFICIO
DE I
VALERIANO E FRANCISCO DO REG.
Dpoi qae a orchentra. ejecutar nma linda
ymphonta, subir a scena pelo artista Valeriano
i sempre applaudida scem dramtica, intituloda
A qoesl* andf brasileira.
2. AfJn).
raoao, 7 janellas na traite el portas, corrednruo, Grande trabalho no quadro uas nuvens. pelos
centro, 7 qoarVM,(^nha,qalntil'eomiTP1li*B^artistas Valeriano e Francisco do ego.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
Vavegaeao costelra por rapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamandar.
& vapor Parahyba seguir
para os portos ae.ma no dia
10 do corrente meia noite.
Recebe carga, eneommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.
COMPANHIA PErWAMBCAJi--------
M
avegaco eostelra por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceari, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipjuca comman-
dante, Mmra seguir para os
portos acimano dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o da 14, enconftnenda-
jassageiros e dinheiro a fren at as 2 hor da
urde do da da sahida : escriptorio no Forte do
aaltos n. 11.
PORTO AtfiGRE.
O brigue nacional S, Afano*/ ra aegair coa bre-
vidade para Porte Aiegre, e recebe ^a7 VtfretV: *
IEIIAo
de 50 jacazes c^m toucinho
HOJE
0 agente Pestaa far leilao por conta e risco de
quem pertencer, e pelo maior preco offerecido, de
SO jacazes cora toucinho, desemearcado a semana
passada, e sero vendidos em um ou mais lotes
vontade, quarta feira 12 do corrate, s 11 horas
da manha, no trapiche Baro do Lirraraento, no
forte do Mattos
Haver sesso ordinaria quinta-feira 13 do
corrente pelas 11 horas da maohla.
ORDEM DO DIA
e mais trabamos de cora-
Pareceres
misses.
Secretaria
de 1870.
do Instituto, 10 de outubro
Jos Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Mont pi portuguez.
A directora convida tolos os senhores socios
reuoirem-se em assembla geral domingo 16 do
corrente, as 9 i|2 horas aa manha, no Gabinete
Portuguez de Leitura, aflm de se tratar da eleicao
da nova directora, conseloo Qscal e commissao de
coatas.
Secretaria do Monte Po Portuguez em Pernam
buco 10 de oatubro de 1870.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaqaim Gerardo de Bastos,
Secretario.
Precisa-sedeura feitor para um sitio, e pre-
fere-se casado : a tratar da ra Direita o. 10.
D. Marcelina Anglica de Castro
deceodo ccrdialmenle s pessoas qae ae i
acompanhar os re-tos mortaes de
zado marido Manoel Maximiano Gnedes, de *
os convida para assistirem as nwsas, qqs per al-
ma do mesmo finado, manda resar sa aaariz a>
S. Fr. Pedro Goncalves, das 8 aa 9 horas a-
nha do dia 12 do crreme.
J ao Alves de Quintal convida seos
pareles para fazerem o caridoso eoseqoto i
virem algamas missas, qae por alma de tan ao-
Iher D. Octavia Candida de Quintal, maad eHe-
brar na matriz d<> Santo Antonio, das 6 as 9 horas
da manha do dia 13 do rorrente, segando aaas-
versario de sen fallerimento.
J^-

A eondessa da Boa Vista, Mara Anea do I
Barros. Affonso do Reg Barros e e Dr. Hea
do Reg Barros (ausente) faltaran] a nos
de graiido, se nao manifestassem o sea i
reconhecimento, nao s a todos aqnelles, qne
dignaram comparecer espontneamente aoea*
ro do seu muito presado marido e pal e Cnale
da BoaVita, como tamben aos que tironea a
bondade de assistir musa qne se retebroo pelo
repoaso eterno de sua alma, no stimo dea do sen
fallecimento.
CMXEIRO )E
pharmacia.
Precisa-se de um caixeiro qne enteoda de ptar-
roacia : na botica da ra do Caboi n. 11.
AMA.
Preeisa-se de urna ama para o servir) de sas
pessoas : na rna da Senzala-velha n. 110, segando
andar.
4TTENQ0
No sobrado da ra estrelta do Rosario
precisa-se alagar um moleque de 12 a 14 i
quem o tiver dirija se, que achara com
tratar. Na mesma cnsa pn-para-se almoeo e'jea-
tar para fra.
n. 38,
Gaerriere
Acabando de chegar d'Italia om nm grande
sortimento de alabastros marraores, ele. traba-
Ihados com a perfei^io dos melhores artistas do
Flnrenca, lera a honra de anonneiar que abri o
seu deposito na rna do Baro da Victoria n. 31.
Neste deposito se encontrar varios groos
de figuras, vasos, jarras, lacas e d Berentes ob-
jectos desta arte.
As pessoas que quizerem comprar pode apore-
veitar a oecasiao visto qae o aaaanciante so" esta
de presente nesta provincia at o nm do correle
mez.
Burros.
No brgue Relmpago prximo a ebegar de Las-
boa, esperara-se duus burros da rara hespaobota,
Juera pretender compra-Ios pode dirigir-se i rao
o Commercio n. 48,1 aniar.
LEILAO
DE
diversos rehuios, ferramentas
para relojo^iros, diversas
mesas, cadeiras e utencilios
para sorvete.
O agente Martins far leilao, por ordem do film.
Sr. cnsul de Portugal, dos objectos cima, per-
tencentes ao espolio do sbito portuguez Joaquim
Barbosa Cupertino, estabelacido com loja de relo-
joaria e easa de sorrete ra Nova (hoje Baro da
Victoria) n. 67, onde tera lugar o referido leiio.
IB.
s 11 horas do da.
Al a hora do leiio se eatregar a seus donos
alguus relogios qne existem.a titulo de concert, fl-
cando seus dooos sujeitos a nao poderem mais re-
clanla-los, devendu->e dirigir ao depositario o Sr.
Joo Luiz Vianna, ra larga,do Rosario n. 21.
LEiLAO
DB
44 bajris cora m mtei^a ingleza
Quinta-feira 13 do crrenle.
O agente Pestaa far leiio por conta e riseo
de qoem p.rtencer'di 44 barn con manHeiga in-
glea -aludo hontem da alfandega, os onaes seria.
vendidos em nm oo mais lotes, quinta-feira 13 do
Annes, defronte da alfaadega.
Desappaeceu
do Caxang nma mulher de nome Mari, cor alva,
tem um signal ao nariz, estatura regular, cabellos
aparados, levou vestido de chita rxa, chales de
marin azul,*e tambem levou um quadro com a
estampa de nm santo ; caja mulher sabio de caa
na noite de dia 16 de agosto pnximo passado por
nao estar em seu perfeito juizo : pede-se a quem
della tiver noticia o favir de dirigir-se ao lugar
cima, em casa do Sr. Manoel Lopes.
Ama.
Precisase de urna ama para cosohar e com-
prar para ama pessoa : na ra de Ibrias n, 16,
! andar.
Amapador.
Preeisa-se de am amacador
n. 50.
na rna dos Pires
Companhia Fhenix
Pernambucana
A directora da companhia Pbenix Pernambu
cana deliberou que os premios de seguros por ella
realisados quer martimos quer terrestres sejam
pagos oo acto de celebrarse o contrato.
Pernambuco II de outubro de 1870.
Pela companhia Pheoix Pernambucana
J. H Trindade.
P. F. Borges.
, Lun A. Sequetra.
RECIFE DRALNAGE G* LleiTED.
Ra. 50* d- gratilV.uijao.
~ a proce-
eorrnte a 11 horr; do manha, oe armaJem do dot eontra todo aqaelle que damnificar as mas
Em eobsequDcia de terem alguos individuos
malleiosamente graod-j numero de ca-
nos vidrados, dos espalliados por diversas roas
unde slo precisos, es a tmpreza offerece a grati-
lekfio acuna a qoem der inf >rrba3es no sea es
eriptorio ra de S. Tole, qae a habilite
obru.
O abaixo assignado lendo embaruo-*e aoje
a 1 hora e 3 qaarto da tarde, no trem de carga,
na estaco das ofD:inas, com direccio ao Recua,
ao chegar neta estaco reconhecen a falta de oes
valumoso mas-o de papis qae com elle naba ea-
trado para o vago, confiando de petieoes, eenl-
does, mandados de penhora, coa tratos coro eoos-
tituintes seas, alera de outros mais papis dejeo-
tica qae por ora nao lembra ao abaixo assigaaee,
e os quaes nio padem servir a ootreai; e porooo
taes papis sem davida forara earregadas per en-
gao por algnm dos passageiros qae cora o abada
assignado vinhara nc vago de 1* classe do dato
trem, roga e abaixo assignado rooi eocarotidb
mente a pessoa, em cojo p der, elles porena, jan
por mnito esoecial favor Ih'os leve roa do Cor-
redor do Bispo, sitio o. 31, onde ser francaeaeole
recompensado, alm de se Ihe B>:ar mai grate.
Honorato Juseph de Oliveira Figne)redo.
Gorreio geral.
Relaco das cartas registradas, procedeatts
do sul e norte do imperio, existan! m
repartiglo do correio em 11 de oatav
bro de 1870.
Ant nio Jos da Silva, Carlos Thomaz de Al-
meida, Joaqdim Cerdoso Das, Joaqnim da Serva
Karaos, Jos Leandro de Almeida Dantas, Jos
Nicolao Regueira Costa, Jos Ignacio Aeeiote de
Vasconcelli>s. Jos Mendos Vieira, Joo Bapstn de
M''deiro, Joo de Marsillac, Lourenco Jastobao
de H illanda e Souza, Manoel Gomes de nabi.
Martinho de Fre Amalia de Aibnquerque Mello (i), S:Mao Moa-
teiro de Mello.
O encarregado do registro,
Mannet dos Passos Mira
da mesma sio ee
coejpereeeTpm
;
SS ftbO-
SOCIEDADE ITAO BEimCEIR
RITMA
De ordem do cooselh
os senhores associados
de suas sess5es nidia Id do
ras da manha, em as*efl*dn geral,
lar-se de aegocies leedenhss om
Secretaria da sociedade Doie
iitima em Pernambuco H de outnbro de W70.
OaeoTptsri.),
R jmo J'x de F.mSes Ferrat.
PRECSASE-
De nm hornera livre un eaptffo, para di
buir pi; e ignalraente de nma asna qu saib eo-
g. mmar bera cosinbar; trate i raa o Tb>
gario n. 16,1* andar.



ir
-.

Diario de Pemambuco Quarta feira li <_e Oulafro de 1870
A. ESINDERiULDA
*o
&
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cnjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
MOKEIRA HITARTE C.
At_wi de leite,
Precisa-sede raa ama de teite, paga-se bem :
aa nU AoftrtU a. 2, 2* andar.______________
Ama
Nto (te VI gario o. 5,_ indar, precisa-se de
ana amairv re o eserava para tozinhar, em cojo
desemperitio se quer asseio e pereicio.
Attenpao
Ignacio d* Silva-Deirt, em vlagera i provincia
de Pernambuco, avisa a seas fregnezes que con-
dui excelleote tropa de barros, que passar oa
villa do Pillar, Porto Calvo, Csstanha Grande,
Sarreiros e Hio Formoso, e dalli irom segnimen
lo para a Eseada: quem pols precisar, pede man-
dar encootra- lo.
Precisa-se de urna ama forra cu captiva para o
servico interno e externo de ama casa de ponca
familia : na ra Velha n. 66.

m
MANUEL <3c C.
Tcm a satisfago de participar aos seos numerosos fregtiezes, qoe -em vista de ser-Ibes mais commode, tem
stabelecio urna nova fabrica de chapeos de sol.ma roa da Cadeia do IVecife o. 9, boje roa do Mrquez de Olmda,
onde acbarao os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
sos mas oommodos do que comporta o nosso mercado : comidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommeodas, pois podero assim serena mais bem'servidos, visto poderem escolber as ar-
roacoes as tazendas qoe a demora da fabricaco 6 bem dirainota, _________ '_________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
3S
'ifctSi
m
Eua do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
_____,*
Ha sempre nm grande sortimento de chapeos de sol de seda, merm, alpaca, bretanba de linbo branco e par- ZzI
de algodo os lodos -os tamaitos e feitios, alm da immesa porco de seda, merino, algod5o e brim,
do e ae aigooao os loaos -os lmannos e
armaeoes de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommecda.
que escusa de mencionar.
A modicidade de seus precos to conhecida
Neste aovo armazem tem cm
ida sortimento de fazendas
era?, inglezas, alIemSas e to-
todas se vendea por precos
mdicos, afim de acreditar a este
d ao armazem.
Casemiras inglezas,
francczas, de todas as
qpadades, brins da
:res e branco3, colei-
rihos modernos, ch-
ceos je sol de seda,
linos.
RA
DE
UIRIJDA IMAOS.
Assim como tcm orna grande
olDcina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ha demelhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
tamanhos para bomens
e meninos.
Por todos os paque-
tes recebem-seas me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qoe ba
na Europa.
Em casa de THEODORO CHRlSTf
ANSEN, rna da Gnu n. 18, encontram-s
-lectivamente todas as qualidades de vinh'
Bordeara. Boorgoene eao Rheno.
Sevehano de Siqueira Gavalcanle fez, a sua
tansferencia de seu eseriptorio para a ra do Im-
perador n. 77, 1 andar, onde poder ser procu-
rado das 9 horas da raanha as 4 da tarde.
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos eetabelecida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL.. Rs. 100:0004000.
Toma seguro de mereadoms e dinneiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fura do Imperio. Agencia ra do Com-
mercio a 17, eseriptorio de Joaquina Jos Oon-
calves Beltro._________
ATTENCAO
Urna pessoa pratica em negocio de molhados e
habilitada para tomar conta (como caixeiro oa ad-
ministrador) de qoalqner estabelecimento ou ar-
mazem, deseja empregar-se nesta praca, offere-
cendo pessoa idnea como fiador de sua conducta.
Para informacoes dirjam-se rna da Senzala-ve-
Iha n. 138, eseriptorio.
Precisa-se do ara teitor para nm pequeo sitio
no Corredor do Bispo n. 31, Boa-vista.
Ka aa do Imperador n. 28, armazem d Cam-
pos, ha constantemente um completo sortimento
de escolhidos gneros proprios para mesa, despen
sa e coznha; nomea-los cada um de per si tor-
narse-hia enfadonbo um annuncio que deveso-
mente despertar a enriosidade do apetite. Se ama
pessoa tem vontade de variar de comida em nm
da de regabofe, nao tem mais nada do que diri-
gir-fe ao armazem do Campos n. 28, ra do Im-
perador, examinar e comprar a variedade de g-
neros alimenticios que hanaqaelle establecimen
to, onde a pardessas vantagens encontrar* todos
muita siaceridade e delicadeza no trato.
Por estar-se vendendo muito barato os seguin-
tes gneros que se menciona
Ceblas a 13 o cenlo.
Lingoas seccas e defumadas a vapor.
NOC.KS
DE AGRICULTURA
POR
AYRES DE ALBUQUERQUE GAMA.
1 ve I. em 16 com estampas
Obra premiada pelo governo da provincia.
Vende-se em as principaes
Livrarias.
-fneitfflv 8o 'jipae oponas 'je ti eio_
op na a : scuis op eicoannavinioa es-asoajj
O Dr. Manoel Eoedno Reg Valehca
contina no exercicio de sua proflssao de
medico rna da Cambo do Carmo o. 31
! andar.
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama livre oa sujoita, porro
de boa conducta, que tenha bom leite e com abun-
dancia, sem fllho a mamentar : a tratar na ra da
Praia. armazem na. 13 e 18._________________
AU
CMBH
DYVBTOT
H-Rua Estreita do Rosario-14
Compra e vende.roupa feita
nova e osada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que per ten-
ce ao uso do-
mestico.
0 salao de pianos e de
msicas
n. 58, !
PENDO
A' roa do Liuaip M, primeiro
iirecisa-ae fallar com e segoinlea seora :
~Julio Adolpbo Ribas (JUiHM.
Querno Candido t VMmW ..
Joaqaim CavalcanU de Aiboqaerq Mefc Fo
(Pombal).
Jezoino Aagnsto des Sanios Fr|o*o.
Virissimo Correia de Lyra (Crnaaji oo VtoMda
Jos Hermlno Pontaal (engento PresVrew).
Fernando Barata da Silva (eogenho Moraj).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santoe.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquim do Reo Barro*.
MOFINA
KA
ra te
andar, para a
aro RA
DO
. 41.
Baro da victoria
aali'ja roa
NOVA
N. 41.
^ Precisa-se de um criado livre ou escravo : t
.ratar no armazem de molbados junto a esta tvpo-
graphia.
~mk DA FORTUNA
Aos 5:000^1
Bilhetes garantidos.
A raa Primeiro de Marco (outr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, lendo vendido um meio n.
1286 com 900, um meio n. 2232 com 200
e outras serles de iOOOOO e 40|00 da lotera
que se acabou de extralnr (161'), convida aos
posjuidores virem receber na conformidade do
costme sem deseonto algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garau
tidos da 3* parle das loteras, beneficio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (165*), que s
extrahir seguada-feira 17 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6JS000
Meio bilhete 3000
Quarto 15300
Em Dor?ao de lOOjOOO para cima.
Bilhete intairo 5,1400
Meio bilhete 2!70O
Quarto 1*350
Manoel Marti ns Fioxa.
Este eslabelecimente acaba de soMrer nma reforma radical em acwio, artistasr commodos, e m pontcalidade as encom-
mendas, n.lmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos frecuezes deixa-se de annnnriar tnrb* fp>wi>c. nara
alo se tornar massanle.
Precisa se ae urna ama que sa iba cosiuuar
engommar para casa de pouca fartilia : tra-
tar na ra do Cabana n. 1 loja.
Aiugam-se as casas ns. 1 e 3 na travesea da
iadeiram Apipacos : quem as pretender dirja-
te liba dos Ratos, casa n. 8, defronte dos trilhos
de OJinda.
Alaga-se o andar do sobrado n. 1 da raa
imperial: a tratar no andar terreo.
deixa-se
de annunciar todas as fazendas, para
Attenpo.
Perdeuse hontem, pelas 3 horas da manha, \
urna argoJa de ferro com tres chavas, desde a raa 1
do Rosarii da Boa-vista al a rna Velha, passando
pela roa da Matriz : quem a achou, pede entre-
ga-las na botica do Sr. Ribeiro na praca do Conde
d'Eo, e ser recompensado.
Precisa se de um caixeiro que tenha bastan-
te pratica de venda e d fiador a sua conducta :
na rna das Crqzes n. >4.
. Precisa se de urna criada p^ra comprar e
cozmhar para nma s pessoa: na raa larga do
Rosario n. 1, andar.
Um homem casado, chegado a pouco das
llhas, se onereee, eUe para feilor de sitio, e ella
para engoramadeira ; quem precisar dirija-se
roa da Imperatnz, padaria do Sr. Costa.
Precisa se de urna ama para comprar e co-
zmhar : no sobrado n. x sito no largo do Terco
Esc
ava
Precisa-se alagar ama eserava para o
externo : na roa Bella n. \%.
sen ico
AMA.
Precisa-se de nma ama para cosinhar:
tratar no Manguinho, sobrado novo dos Srs. Car-
pintero, oo no caes da Companhia Pernambnu-
a n. S; adverte-se qoe serve eserava oa livre,
mas qne cosinhe oem.
AMA
A" roa do Urwmento n. 6 precisa-se de ama
anta penta cosinheirf para caita de bomens ol-
teiroe.
THEATKO mi IJTOiMO
6BA1DE S5.CCESSO
DOMINGOS, DIASSANTOS EDIAS TEIS
;. p H GRANDE CAFE CANTANTE
Joao francisco da isilva Braga,participa ao publico desta capital, qoe n'este theatro haver para
os concurrentes o segmnte :
Sorvetes de diversas qualidades
Vinbos. Licflre6
?0ZtB' us.
nneno. Corado
fc CDtau I-- ,. Sempre viva.
Cognac marleli. Amor eterno.
CERVEJA
BASS E NAQONAL
Oelada e nao gelada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Doces.
Pastis de au
Bom bocado.
Empada de camarac.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao de l.
Fractas.
Madas.
Uvas.
Prai.
"g0.- Abacaehis.
n saisso etc. etc.
ane mainTHS^SS9*' ,('ae'alra d? bbliis m notailas hmo oatras da divems qaalidadef
SnM^I?2rPe,opre0 e "* <*M'to> e desde j participa tambeui qoe harerio mezas,
msica marei!^ ? qai9 2* co,'cor'""es *#<>)*"> "i vontade, assim como, haver nma banda de
i O rn^m q toear4 *nrinl9 Urd no jrdim domesrao theatro.
bifcaresTiSm' S^S^ pek> ProPrieterio. *'' <\ <*ro m pooeo tempo haver nm To llasterat of Vessels in (he
harbonr a regalar bargala.
Thereard for sale at Companhia Pernainbuca-
na, waif Top masts, yards, gib booms of superior
pitfh pine anchors, chains blocks, water casks
andmany and simdoy anieles for ships use.
All will be sold by anction on friday the li th.
insl. if notbefore by prvate contra -t.
mk I oto
fina do Baro da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
Esta feliz casa acaba de vender entre os seus
muito felizes bilhetes da lotera n. 16i' um bi-
lhete inteiro de n. 1452 com a serte de 400 e
um quarto de n. 1397 eom a sorle de 100J, e
muitos onlros premios menores que seria enfa-
donbo menciona-los, podendo os seus donos virera
receber, que nromptamente sero pagos.
O abaixo assignado covida ao respeavel pu-
blico para virem mnnirem-se de bilhetes da lote-
ra n. 165 a beneficio da nova igreja de N. S. da
Penha, que ser xtrabida segnnda-feira 17 do
corrate mez.
PREgos.
Inteiro 64000
Meio 3*000
Quarto i500
De 1003000 para ama.
Inteiro 5*400
Meio JJ7O0
Qaarto 1*380
_____________ioio Joaquim da Costa Leite.
mndoa-se da ra Nova
ruada
Imperalriz n. i% loja,
onde contina recommendando-se ao Illm. pu-
blico.
G. Wertheimer.
Precisa-se de uina ama forra ou eserava
para o servico interno de pequea familia : na
ra da Amizade n. 21. Capinga. ____________
Ao Illm. Sr. Albino Joaquim Lopes, que veo do
Rio de Janeiro para esta provincia no vapor ame-
ricano Martmack, entrado no dia Io de setembro
prximo passado, pede-se o favor de apparecer
no eseriptorio da coinpinhia Pemambncana, ou
annunciar sua residencia, que se Ihe deseja fallar.
D. W. BOWMAN
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52.
Passando o chafariz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricnltura.
Tudo por preco maito reduzido.
IS PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
ig| consuliar por escriplo, no que serao si-
^ tisfeitos com promptido.
|g$ Presta-so tambem a chamados para b
ag interior, a preco mdico.
Consullas, no consultorio das 10 horas
3 ao meio dia.
jgjl Chamados, a qaalquer hora.
5. Aos pobres gratis.
m 13Ra do Baro da Victoria43
Hj (Antiga ra Nova).
Ama.
Ra do Torres n. 16, 2" andar, precisa-se de
urna ama que cozinhe, compre e engomme para
urna pessoa.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira AalMto, n-
crivao na eidade de Ifaiaretb deata uwwliita.
favor de vr a roa do Imperador a.Bi i uBiWr
aqoelle negocio qoe V. S. se eomprometten real
sar, pela terceira chamada deste jornal, en la*
de dezembro prximo passado, e depon
neiro, passou a Cevereiro e abril, e na 1a ca
e por este motivo de nove chamado para i
flm ; pois V. S. se aeve lembrar que erte arfooo
de mais de oito annos, e croando o seahor $
fllho se acbava no estndo neata eidade.________
ATTENCAO
Os abaixo assignados fazem sciente a locas aa
pessoas que tem dado obras i encadenar em saa
loja e oficina do largo do Collegio, qoe leaima a
bondade de ir procurar ditas obras e pagar aa
respectivas endadernac/ea, visto que alfanas ja
tem decorrido mais de 6 annos, sem qne ses
nos as tenham redamado ; pelo que, paam'
das da data deste, ferio vendidas para paga
das despezas da encadernacio, todas aq
que nesse praso nao forem procuradas e pagas.
Recife 24 de selembro de 1870.
Gfmaraes & Oiiveira
__________________Em liqoidacao
A verdadeira farinha pe toral de
S. Bento.
Esta farinha osada eom vantajoeos resaJu-
dos nos padecimentos dos orgaot do paisa,
como asthma oa puchamento de eataarrea,
inflamaco de bofe, pleurzes e na pthysica; re-
commendando-se com igual proveito as penoat
convaleeentes.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Bartholomen k C
34Ba larga do Rosario34
Na praca da Independencia n. Si se da di-
aheiro sobre penbores de ouro, prata o pedrat
preciosas, seja oual for quantia ; e na mesma
asa se compra e vende objectos de ouro prata,
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en-
:ommenda, e todo e qoalqner concert lendeav
i mesma ar ff
Alaga-se para servir em casa de familia ama
boa e-crava : as Cinco Ponas n. 144.
Aula particular.
A escola publica do sexo masculino da prmeira
cadeira de instraccao primara da freg'ezia d-r
Santo Antonio, acha-se reaberta e simaba aa rna
da Roda n. 11, para onde os senhores pas de fa-
milias podero mandar seus filhos.
Vende-se urna armacao nova em maito bom
estado : a tratar no pateo do Parsizo n. 2
Casa para alagar.
Aluga-se urna casa no Monleim, Porto do Nis-
to, baixa do rio : tratar oa roa da Crespo B.
17, loja.________________________________
Aluga-se um sitio no lugar do Caideireir
junto ao sitio do Sr. Dr. Alcoforad >, con casa,
fracleiras, lendo nos fundos do sitio banho: quem
pretender dirija-se anmesme sitio, en no paleo do
Collegio, escripterio do Sr. Dr. Fonseea, pn-ere-se
alugar a pessoa solteira, e sendo casado qne Mana
pouca familia.
Precisa se do dua- airjas forras oo eserava'
qua engommera cora perfeicao : na roa da A_r>
r n. 40.
flerece-se urna mulher, branca, de meta
idade, para fazer cumpanhia a nma familia e tam-
bem prestir servioos : quem precisar dirija-se a
ra Direita n. 81, sobr-.do de um andar.
D se al 3:000*000 a juros sob bypoUeca
em bens deraiz. nesta riiade, livres e deserabara-
cados. quem quizer annuncie por esle jornal para
ser procurado.
Attencao
O espectculo annunciaJo para qnarta-lcira. C-
ca transferido para quando se annunciir.
I
Os abaixo assignados, incumbidos pela commis-
s) desenhoras que promorem um concert e lei-
lo em benelicio das familias desvalidas dos solda-
dos de linha de Pernmbuco, fallecidos cu invali-
dados na guerra do Paraguay, de distribuir do
modo que lhes parecesse mais acertado o producto
d'essa subscripcao, pelo presente avsam s vu-
vas, pas mais e filhos dos offlciaes e soldados do
exercito naturaes d'esta provincia, ou que nella
tenham asseotado praca, assim como a qaalquer
prente d'estes, que fazendo parle de suas fami-
lias vivesse as suas expensa?, e que se achar em
estado de pobreza, e finalmente aos proprios oCQ
ciaes e soldados, com exclusao dos primeiros, caso
estejam as referidas condieesque dentro do
prazo de sessenla dias, a contar d'esta dataaeve-
rao provar com documentos authenticos sna iden-
tidade e circumstancias de fortuna, afim de pode-
rem perceber este auxilio.
Cs interessados devero encaminbar seas docu-
mentos a casa do directorio do partido liberal,
ra do Queimado n. 8 primeiro andar, em todos
os dias atis dorante aquello periodo, das 9 horas
da manha s 3 da tarde, e onde, depois de atten-
didas suas reclamarles, receburo a quantia que
lhes tocar.
Para que o presente avise chegae ao conheci-
ment de todos, ser publicado diariamente nos
jornaes mais (Idos d'esta eidade.
Recife, 6 de outubro de 1870.
Baro de Bemflca.
Luiz los Pereira Simoes.
Ablio Joso Tavares da Silva.
Trabalhador para padaria.
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de ttn
trabalhador dos ltimos chapados das llhas, anda
mesmo sem pratica : a tratar eom Tasso Inros Ar
C, ra do Amorim n. 31.
AMA
Precisa-se de urna ama para cozinhar : a tratar
na praca da Independencia ns. 37-39.
Mudanza
Ke!l Bindloss & C. rrndaram sea armazem da
ra da Cruz o. ?3. para a mesma n. 11.
ASSOCIAgAO OMMERCIAL AGRCOLA.
De ordem do presidente sao convidad** os se-
nhores associades a comparecerem no dia 17 da
corrente as II horas da manha. no salao danea-
ma associac,o, para em assembla geral atepran
os membros da nova directora.
Secretaria da A de outubro de 1870.
Joao Mara dos Sanios Alieida,
___________________Secretario.__________
Ajardinament da praga do
conde d'Eu.
Pede-se encarecidamente a todos os Srs.,
que foram oomeados ero commrssao para
obterem donativos, afim de se poder efec-
tuar este melhoramenio publico, o obse-
quio defazerem todos os esf.ircos, afia de
darem conta dos resaltados obtidos na re-
unio, qoe tem de baver quarta-feira ( i_
do correte), s 7 horas da noite, em ca-
do Dr. Moscoso, ru do Visconde de AJ-
buquerqae.
Bosa.
Pitanga.
Grosella.
Limao.
Cidra.
Laranja.
Lima.
Queijos.
Flamengos.
Londrinos.
Minas.
Precisa-se de nm caixeiro que teoha bastante
pratica de taberna e d fiador a sua conducta
na ra da Croa n. 24.
AMA
Precisa-se de nma ama para o servico de casa
de pouca familia: roa estreita do Rosario n. 32,
3* andar.
Companhia
DE
AMA
Precisa se de urna ama para o sarviee interno
de urna casa de familia eom duas pessoas ; i tra-
tar na na do Imperador n. 79
SITIO.
Precisa-se de um forneiro : qa roa da Goia
maero 86.
PRICO DA ESTRADA
aomiSgo^^^ Nos j,K^;nprovi^ame_te M abrir _c
0 devettimentoe dnrarao dais nof*; *_ 4 as C da trde,< fiaatere toda ordam e moralidade.
Precisa se alogar nm sitio qoe tenha easa sof-
fnvel para familia, e que seja situado as proxi-
mi-ades de orna das estradas de ferro de Apipo-
eos oa Olioda, nao duvidando-se fazer algam
despeza nawsa se ella o reqnerer e nara a qnal-
j_afil do
reten
------------- Jo na
mero 21.
qner exigeiwla rasoavel qnanto ao alogael
mesmo lio, eom tanto que ete agrade ao pre
dente : a traur na rna da r_uk& do ReaUe
-- Prec_a-e de am penoa para o servico de
fachina : na padaria da roa do/Ruge! o.,
Santa Thereza.
De eooformidade com e dispoeto no art. 15 dos
estatutos, sao pelo presente convidados os Srs. ac-
cionistas para rennirem-se em assembla geral no
dia 15 do eerreote ao meio dia, no i" andar do
edificio n. 14, na nu da Companhia Peraamba-
eana, afim de ser installada a companhia, e pro-
ceder se as respeetivae Ieic5*s.
Recife, 5 de ootubro de 1870.
Justino Jos i Souza Campos.
Uommodidade publica
As pessoas qoe precisaren! de amas, criados,
cozinheiros. jardineiro?, feitores, amas de leite,
escravos para o servico domeelico, caixeiros, tan-
to para a praca cerno para o mato, casas sitios,
podero desta dala ero diante mandar seos pedi-
dos por escriplo raa do Torres n. 32, 2* andar
casa amarella. '
Precisa-se de orna ama forra on captiva para
servico interno e exierno de nma s paam: aa
rua estreita do Rosario, esquina do beeea da raa
do Pogo, fraudar, entrada pela padaria._______
Os abaixo assignados tem justo coatmad
com o Sr. Joaqaim Goncalves Coelao a aaa paa-
riasita no pateo da Santa Cruz n. 1, Sna ant-
erabaracada: qnero se acbar cora direito a -Ma-
ma apresente-se no praso de im dias.
Recife, 12 de outubro de 1878.
__________________JVrg tmdsL
Alaga-se a easa da rna do
17, com commodos para baila,
com portio para o mar
53.
bonaaia-J*
trata-sa aa raa itera a.
Preeif a-se de urna
tralla do Rosario, lojaoj
ana : a traur aa raa es-
Precisa-se alagar no
annos o ffl* "* Dirett "
de le.
aa fatt
tejadoi
_ ki.,m'-ae o seguado aadar da roa da snpc-
(asa paranlugar.
Alaga-se' o i* andar do sobrado o. 6 na raa do
Dnque de Ouias a IraUr no Coraco de Ooro i
roa do CabogS.
m
Praeiaa-sede nma aK^ "JJ "u
milla.: na rta da Cadeia
*MBBft.
eaaa _.o\* nn da
com loas aadares e sotao: M mesma rea a. m


Diario de Pernambuco Quarla feira
I !
dm
12 de Outubro de 1870.
viva
Hoje ha eipectaeui
de avite.

Viva o eancatn.
1 Aloga-se o Mirada n. 9 na Passage da
M*tdateo* : a tratar ceaa 1. I. de M. Bego.
Preda-se comprar era segunda mo am
silhio 6 um par de malas : qnem ti ver dirija-se
apateo do Terco n. it. botica.
Alnga-ee pelo tirapo ta Testa ama boa asa
e sitio cora o bando perto, boa agua de beber,
bastantes frocteiras e batxa de capm, no Casan-
fi : qaem prelenier a mesma casa, fa/te ao che/e
da estaolo das Cinco Ponta*.
Ama.
Precisa-se de ama ama de leite :
Damero 5.
na roa Nova
"~_*,Qfa-se """ escrava de boa conducta na
o sei-vicci interno de qualquer casa r no 3- J
do sobrado n. 36 da ruadas das Cruzes
hiwM^Sf"""8" a.e ara* ama de leite com niaioT
b^erMade posstvel : na travessa do Veras n. 51,
Monte pi popular perDam-
bucano.
De ordem da directora convido a todos os se-
nhores socios tra se reunirem no dia 16 do cor-
rente, pelas 10 horas da manhaa, aflm de ter lu-
gar a assemblea geral para se proceder a eleicao
oo conseibo administrativo e mais coramss5es que
tem de funccionar no anno vmdoaro. Facoscien
te aos nossos irroios que s poderlo votar aquelles
que nao estiverem incarso no art. 60 de nosso
estatutos. .
Secretaria do Monte pi popular pernambucano
11 de outubro de 1870.
O 1 secretorio,
_^^^^^ Candido Jos de Ges Telles.
Q BIZAR JA MODA
-/f DE
Jofi de Souza Soares & C.
RA DO BIRiO DA VITORIA
. /(OUTR'ORANOVAO
Apresenia-sa metam .rphozeado ao que pode haver de mais bello e agradavel em fa-
zenoas boas para Senhoras artigos de alta moda em Pars tanto para senhoras como
para omens e meninos.
Miodezas afamadas, perfumara especUes, variedade de lindos objectos para me-
ninos e bnnqoedos para crianzas.
* GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa onde tem ha-
bis correspondentes.
Vende se moito emconta e maada-se por em pregados do estabelecimento fazendas
em casa das Eims. familias afim de melhor escolherem o qae desejarem.
LOJA DO PAPAGAIO
OE FAZENDAS E ROUPAS FEITS
Kua da Imperatriz n. 40,
esquina do becco dos Ferreiros.
NOVEDADES
DO
TRIUMPHO
7 Bna doQueimado 7
O proprietario deste novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
aesta cidade, e especialmente as Exmss. familias que est liquidando por pre<;os bara-
tsimos as antigs fazendas que existiam oe vao relacionadas, cujos precos merecem toda a attencao do respeitavel publico que n5o
aeixara de com pequea quantia refazer-se de qualqaer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-sedas do mais apurado c escolhido gosto, que vender mais
Darato que qualqaer outra loja.
pretas,
Criado.
Precisa-se de um criado
Rosario n. 28.
na ra estreita do
CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18 annos, e
com praca de taberna : na ra da Praia n 7*
armazem. '
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zmbar : na ra A~
Qneimado n 22.
zinbar : na ra do Duque de Caxias,' ontr'ora do
Precisa se de um caixeiro com pratiea de
nadara : na ma do Lima n. 66, em Santo Amaro.
Ao Sr. subdelegado de S. Jos, pedem diver-
sos moradores da rea do Peixoto no 38* qnartei-
rao, que por favor nos tire deste lugar para fra
ajnoradora de que j se acha normado, pois j
nao a podemos mais aguentar, e esperamos que
nao esqueca.
Ama
Na ma da Cadeia do Recife n. 2i, l
precisase de urna ama e paga-se bem.
andar,
COMPRAS.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro prata e pedras preciosas en obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n.iD,roa do
uiuga.
DE
. HOREIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
tnas, sendo sua especialidada enxovaes para noivado. '
Vestidos de blond de^sda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, idem dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricanpnte bordados para cama e janellas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos bournus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas aue
l enfadonho mencionar.
Attenpo
Comprase nesta typographia urna collecro de
ei provincial do anno de 1866.
Burro*
No brigae Relmpago prximo a chegar de Lis-
boa, esperam se dous burro* da raca hespanhola :
qnem pretender compra-Ios pode dirigir-se a ra
doCommemo n. 48. Io andar.
VENDAS.
NOVIDADE.
O Costa, proprietario do armazem da Pedra
Maamore roa da3 Cruzes n. 42, offerece por di-
nbeiro contado o que de melhor ha no mercado
por ter recebido mnitus dos gneros descriptor
pelo ultimo vapor.
Honalices para sopas denominadas Julienne, que
substitue perfeitamente as mais frescas erv.is.
Queijos hmengos o que de melhor se pode de-
sejar a 33000.
Caix5es de doce de goiaba a 8C0, 1*. 1200 e a
1S800, dito em latas a 2 e 2*300.
A verdadeira fariuha americana vinda de conta
propna a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolachinhas de todas as qualidade* e dos me-
Ihores fabricante*.
Ervilhas franeezas e portuguezas.
Vinho de Udas as qualidades.
Farelo de Li.-boa desembarcado hontem, em
saceos grande?, a 5.
Cama do sertao muito nova e gorda.
Queijos de qualha, etc.. 11&
Saccas cr.rV milho a 4-5000.
Especial e aromtico sabo tle familia a 300 rs.
o kilo.
Luvas frescas de Jouvin
___A Sorfimento de peles para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
jrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CASA CAUVIN A- MARIMER, ^-^s^1^0
IJoulevai-d Sebastopol, fS5 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES1 A. MARINIER
Aprcsentadas a Academia I K JFnn 1 Sol) a 'V1 ie, P;,slilla- eeJda e doscada pan
iLUtUUHii (aser de aanaiito usa .-..uccao
Pfcntiva e curativa dai MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
Algodlosinho com 18 jardas a 2^800 a
peca.
Madapolao enfestado com 12 jardas a 30
e 305OO a peca.
Dito de 24 jardas a 5)5000 para cima.
Atoaiuados de linho, e de algodo tran-
cados, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o ca-
vado para cima.
Cambraias de cores miadinhas a 240 rs.
o covado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Bal5es de mussulina a 45 e 5,5000
Goardanapos de linho a 34500 a du-
zia.
Bramante de linho a 24500 30000 com
10 palmos.
Dito de algodao a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a dozia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Colchas de TastSb branco de 30200 para
cima.
PIIILTRO
ESTOJOS Com
do tolume de om relofpo, senindo de
IHII.TRO e SKK1XC.A scnj 01
graiea incoareDientti de fragilidade.
'.iIS'- e e v'olanie de um Portc-Mofda
COTENDO TODO IR.KTAHEXTO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras.
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOIEO & G
Iteposiurios geral para e BRASIL e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PEIfcNAMBTJCO.
3 portas n. 53, ra Direita, 3 portas n. 53, antiya\
foja do Braga
O abaixo assignado, dono do?te antigj
Ditas de cor de 35000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a fino*, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para. sa>as de senho-
ras preco barato.
Lazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baxo, fzenda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinbas tapadas e transparentes de
militas diversidades de cores de 30 rs.
o covado para cima.
Alpacas lisas e de farta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de laa da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 20500.
Ditos estampador de 40500 para cima.
Camisinbas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilhantinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guio at o mais fino.
Lencos chinezes a 30500 a dazia.
Ditos brancos de algodSo a 20500, mui-
to finos.
Fil hranco e preto, liso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
gnio.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente grvala.
Ponbos de linho para homem a 10 o
par.
Colarinbos de linlio lisos e bordados.
Grvalas pretas e de cores, tanto em se-
tim como em seda, lia de todos os gostos e
feitios.
ROPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sortimento oe roupas feitas de todas as
qualidades, e feitios, para precos comino-
dos, e quem comprar porc5o para negociar
ter uro abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazei
qualquer obra a vontade dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officina, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-se mu-
nida de um bom mesire alfoiate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabiiidade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as.fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaiseiros.
A loja do Papagaio acha-se abarta d
horas da manhaa s !> horas da noule."
Francisco Teixeira Mends,
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE V \\l\% m. 49
(Antiga na do Qneimado)
muito bom
uni
Actfies da estrad
de Oiinda,
Venij-se ains
de
ferro
mazem.
na ra da Cruz n. 26, ar-
Attenpo
Vende-se, e juntamrnte os poneos gneros que
ainda lera a taberna denoniraada Pedra Marmore,
sita roa Direita n. i ; a mesma esl collocada
n am ptimo local, e tem bastante freguezia : tra-
ta-se na rna da Madre de Dos n. 3i.
Grande pechinchaT
Ricos cortes de cambraia bordados com 10 varas
a 7f, alpacas e lias de cores a 400 e 300 rs. o
cevado : vndese na ra do Dnqae de Caxias n.
'9. loja de Leite, Pontea & C.
e-tabelecimento, tendo em vista anrespntar
completo alimento de ferragens, miadezas e cotiloria, tem resolvido andar buaSr er
diversos pernos da Europa os melhores objectos de su estabelecimento Z? rE2
mais eonbecldte; peto que convida ao respeitavel publico 5Tse w nnLr?sos^P,P,
a virera se serv.r dos objectos de saa carencia, aende encontraraTr X? ~ -re8-Uezes'
em ontra qualquer parte, um sortimento completo de machinns
do bem conhecido fabricante Cottorr Gia &C, ditas i.sr* rntnn
ditos para fogo moinhoa par. caf de todo^foTttTSnbS'*d ffi dT p eSartS^'
dous canos e de um, tanto inglezas como Irancezas, onca de^ parcelan/' ac^8 e rf
de diversas quaiiJa Jms e creeos, bandniac; ri,inn. tJrfcLT v?I.._?.Da' ,aca* e 8arfos
limalha de
10 0|0 do que
para dtscarogar algodo,
motores
KrS- pr^'\bandeJa' c,hiu^. ^itre, breu, barban e,%nxofre plpel
B 33> loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja
rmiiSj?e5^^
do Braga.

mammm wnnin HUmn mmmm
CASA CAUVIN a. DUBiNiEs, "-"-as-r*-*
" "" Boalevard Sebastopol,
A 8{O0O.
m^l b?";.8n,D9 francezes, obra gaspiada e
mnito boa, pelo diminuto preco de 8j ; venham a
eHes antes que se acabera : na rna da Cadeia n.
oo A. loja de miurtezas.
(Japos do Chile
avariados
Na na do Bario da Victoria n. 36, outr'ora roa
-Nova,
__^_ Cbapelleria.
Vende-se
a propnedade denominada Timb,
inclaindo dous engenhos S. Pedro e Timb de Fra
com ptimas trras para cannas e quaesqoer la-
voaras abrigadas das enchenter do rio Cear-me-
rim. Pretndese 70:000*, e apezar de ser bara-
tissimo por este preco, por ter proporcoes para
mais om engenho, muita matu e cercados suffl-
entes para boiada e me xo assignado far conces35es ao comprador : para
informacoes dirijam-se aos Srs. Fabricio C em
'narapes Rio Grande do Norte.
Timbo, 4 de ontobro de 1870.
,______________Jos Flix da Rocha Falcao.
-^ Vende se urna armacao pcopria para qual'
qner principiante, na rna de S. Jos n. 5i (com
commodos para familia); a tratar na rna do Hos-
picio n. 30, taberna.
Vende-se em Beberibe am sitio com 100
palmos de frente e 470 de fondo; a tratar na roa
imperial n. 193, padana.
NOVAS ESPECIALIDADES
ApruttBtadas a Academia de Scieoeias e ao Instituto de Franca.
55. PARS.
A. MARINIER
I M.l PPP l Sob formj de Pasiilla, devedida e doseada
IHH tUUHU momento orna olaecio PREVENTIVA E C
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
Graves
i para faser de
DBATIVA das
do volume de um relogio, servindo
de Philtbo e Seringa sem os
inconvenientes de fragiliaade.
Coa a forma, e do volme de um Porte-aoeda eootendo
TOBO TRATAMENTO.
ESTOJOS
CJOLLYjtClO Contra as ajfeccoie das palpebras, preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOfflEO & G
Depostanos geral para o BRASIL e PORTUGAL
3 i, na larga do Roscrio. PERNAMBUCO."
LABERYNTHOS
ik ude'5e fronn*. toalhas e lencos de laberyn-
ino, obras moito boas : na Rna Estreita do Rosa-
"Q. 'QjadeMaiadtLandelino.________________
MI 1 ]\M
DAS FO.NTES
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Hamnitoqoe esta provincia pedia nma casa
qae bem satisflzesse as pessoas que sabem apre-
ciar o qoe cima se v oesse distico. Er nesse
estabelecimento qoe se enconlram os melhores
doces de todas as frnctas, seceos e de cal Ja, doces
d ovos de todas as especie de inassas, gelas d-
goiaba, de arac, de pitanga e mo de vacca, ven-
de-se a retalho e em grosso para qualqaer parte.
Apromptam-se bandejas com bolinnos os mais de-
licados e com ricos enfeites, do que se enconlra
grande sortimento, presamos em fiambre e outros
pratos qae nao se podem dispensar em qualquer
resta, xaropes de grozella, tamarino, lima e oatras
fructas Junto a e3te estabelecimento eat ligado
um bello sitio qoe neile nunca faltam flores val-
sas e em boquetes ; apromptam-se boquetes para
noivos ricamente enfeitados de eraros brancos
cora toda a perfeicao e delicadeza, muitas varie-
dades de plantas para se preparar om Jardim e
plantar um sitio. A' vjsta das encomraendas fei-
tas se verificar o que cima flea dito.
"TCEMETO
uSlJ.eT^!>T0 PrUa"- S se vende na ma da
jJrete Dos D. armaxem de Joo Martins de
Fechineha
Saias de laa com barra de cor a 54 oalfat -dl
arcos a U800, algodoznho com 4 paira s d lar
gora a 5 a peca com 20 jardas, chUas nronriY^
para casa a atfrs. o covado, lia' escura a 2i0 3
o covado : na rna do Livramento n, 10.
rs.
RAPE.
B.!iMiL-8bo d5 PWor qualidade,
SS1.0.22?" vJ-alad0_e eonii, rollo france,
assira
[asse groeso e fino, roeuron da Bahia
Sd/vSf aPra5a d^P^cTn90
?^"* m da Senzau-nova n
A 1^500.
Vende-se sapatos de tranga, obra boa, pelo di-
mmoto nreco de 100 : na bem conhecida loja
de mo*"" ''* "- *- "-*-*
iras da rna da Cadeia n. 50 A.
Vende-se era saceos grandes, de snperior quali-
dade e moito nove, por menos procp qoe em otrtra
39 : a tratar na mssma.
Vende-se
Na rna dos Qnarteis n.
prador tirar ou flear na mesma Ijja onde est:
qaem qaizer pode trauma ama Nova n 4 '
Contina a vender todo
muito barato a saber:
Libras de areia preta moito boo. .
Tesouras finas para anbas e costu-
ra a. ......, .
Papis de agulhas francezas a ba-
lo a.........
Caixas com seis saboneles de fruta
Libras de la para bordar de todas
as rores a.......
Carriteis de linha Alejandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de botoes madepersla fi-
nissimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiios com tinta preta a 80rs. e
Pegas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banba a 100 e.
Frascos de oleo Philoccmo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babeza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino mnito
superiores a.......
Cartilbas da dootrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a.......
Capachos muito bonitos'e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......2^420
Caixas de palito do gaz a. 00
120
500
60
1,5000
6ff000
100
500
500
500
60
G00
240
100
200
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
1JB00
700
640
240
Attenclo
Eival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda.'
as miadezas pelos baratissimos precos abai-
e xo declarados, g.trantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de pa;tos seguranga a----- 10
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 320
Frascos com i kobaboza muito fino. 320
Pacote* com p.'s de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
N'avalhas muito as para fazer
barba a.................... i#o00
Caixa de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de iidho para toa-
lhas..-.................... 160
Caixas com penna d'aco de : erry
superiores............... 300
Lencos de cassa brancos e pinta-
dosa.................... 100
Caixas com 20 quadercos de papel
pautado ....... 70(
Caixas com 50 ootellos de linha
do gaz a. ...... 40C
Dnzias de meias cruas superior
qualidade a.......360'-
Pegas de babadinhos cen 10 va-
ras a......... 500
Pegas de tiras bordadascom 12
-metros cada prga a 1^500 e. 2,5000
Pegas de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a., 500
Escovas para unhas fazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pegas de tranga lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias cruas para m '
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 40500
Pares de sapatos de tranga do
Porto........20000
Pares de sapatos de tapete a. 1,5500
Duzias de baralbos para vultarete 3)5000
Sylabarios portuguezes a. .. 400
CartSes com colxetes 2 carreras a 20
Abotoaduras para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ago muito
boa de
LOJA
GALLO VIGILANTE
Rali do Cresp* 9
O proprietarios deste bem o.heeido ttahclc
cimente, alm dos moitos objeetoa qot a
postas a apreciado do respeiuval paMk, mas-
danDii vir e acaiam de recdMT pelo iMan vapor
da Europa nm completo e vanado sortiraeu da
talas e nui delicadas especialidades, as qoat es-
| tao resolvidar a vender, como d sen
Sor precos muito baratinhas a
os, com tanto que o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica,
cas e de mni lindas cores.
Mu boas e* bonitas gollinhas e DOuhoa pan **-
nhora, nesta genero o qoe ha de mais mudar.
Superiores pentes de tartaruga para coqaaa.
Lindos e riquissimos enfeites para eakecw **
Exraas. senhoras.
Superiores trancas prelas e de cores com vit-
inos e sem elles; esU fazenda o que poda lavar
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loques de madrflBerrta,
raarfim, sndalo e osso, sendo aquelles braarae
com lindos desenhos, e estes pretoa.
Muito superiores meias Do de Wnroasia para se-
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 30^000
a duzia, entretanto qoe nos as vendeanoa por Mi,
alm destas, temos tambem grande sorthnente de
ontras qualidades, entre as quaes alromai bmho
finas. t
Boas bengalas de superior caana da laa a
castao de marQm com lindas e encantadoras ier-
ras do mesmu, neste geuero o qni: de aaulnor a
pode desear ; alm deseas temos Umbeaa fraada
guantidade de oatras qualidades, como
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cnicotinhoa de
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de *da e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para n>ei-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de raarlim e Ururnga para fa?f r
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nosaa ves tam-
bem assegoramks sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para maciina e para croie.
Linha muito boa de peso, frouxa, para ncbr
labyrintho.
Bons baralhoj de cartas para voltrete, titira
como os tentos para o me-ru tim.
Grande e variado sortimento das melhorea per-
fumarias e dos melhores e mais ecuhecid** per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as eonvoUfes,
facilitam a denticao das innocentes enanca*. So-
mos desde mnito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por til es
vapores, afim de que nanea faltem no mereaaV.
tomo ja tem acontecido, assim poi? podero aqna*-
les que delles precisaren], vir ao deposito lo gil-
vimlante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os qnaes attendendo-se ao tro
para ne tao applicados, se venderio com nm mri
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos qne MMM
declarados, aos nosson freguezes e amigos a vire
comprar por precos mnito raroavvs leja do galio
vigilante, ra do Crespo n. 7.
J cordeiro prevdentr
Roa o Qneimad a. 18.
Movo e variado sertimentr de paite
tinas, e ontrs objectos.
.\m do completo sormflaio de ptrf
aarins, de guc effoctivamente MtipRni
ioja do Cordeiro Prevident-, e8a w l
reteber nm outro sortimento qne
aotavel pela variedade de objectos, sm
lade, qttalidades acomr';' ::?
assim, pois, o CordeiroP*-
eos
a merecer a a
'
Veade-se a armaclo e pertences da taberna n.
11 do largo do Terco, moito propria para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
Rob- nte-rheumatico.
Remedio efflcacissime contra as dores rhenma- Caixas cem superiores obreias a.
KK rSiBr coahecidope,os -|p- e agulha para macoina a.
XAROPE DE AGRIA0.- um dos medicamen- Ubns de Pre?s francezes todos
tos qne soa efflcacia as enfermidades, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqueza
no peito, escrobnto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de raarapnaroa, coja energa e efflcacia as para-
lyslas, intorpecimento, etc. etc. mnito.se recom-
menda.
Todos esses preparados se encootrarana phar-
macia e drogara de Bartholomen A C, nico de-
posito na roa larga do Rosario n. 34.
Doces, fructas e iLres
Ra da Cro* n. 13.
Lanche todo es das, fructas. nastea hnm *..
cad,folhado, doces elmpadS P b0m Do*
ASkOOO.
Vende-se bolinas pretas e de cores, obra mnito
boa, pelo inmolo oreen de** : Tham iS
V!fc8?ur dT'~***> ^Say* ** -. Ana
mero SO A.
na-
Oocheira.
Vende-s a coeheira da roa -ia Paz o. IX bem
afreguezada, com 4 carros, sendo a de abrir e fe-
char, 1 fechado e i aborto, e 94 eavallos gordos,
todos de parelha, tanto para o mato como para a
praca; se dir a razio de se vender 40 com-
prador______
= Vendase feijo, farinba. cera de carnauba
e peonas de ema : na roa d Madt de Deas o.,
Ia andar.
Secretaria de ferro ~
M^Sblt n.a 1?, n*** m *** oiportado-
rea 8haw Oawkes & C, rna da Cna> *
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 qoader-
nos...........
Re ma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
50C
40
20000
240
400
40000
3^600
qne admira!!!
Tarlatana de cores a 400 rs. o metro, madapolio
francez a 6 a peca, cortes de laa com 14 covados
a 3, eassas d cores a SW rs. o covado, chitas
escuras a 520, 240 e 260 rs. o corado meias para
senhora a 3J a duzia, alpacas de cores a 400 rs. o
corado, len?os brancos embanhados a 2 a dnzia
cretone proprio para lences a UzOO o metro d
todas estas fazendas se dao amostras : na roa do
Doqoe de Caxias, antiga do Quclroado, o. 29.
Fogfto de patente.
Vende-se em casa das Importadores Shaw
Hawkos de C., ra da Croa n. 4.
e espera oontmoar
do reapeitavol publico sas garsl e t
boa'freguozia m panivilar, nlo
tando elle de sua bem conh ,
e baratera. Em dita ;'
ipreci3dores do bdn:
Agua divina de E. Condraj.
Dia verdadeira de Marray&Lascau.^
Dita de Colotjne maleza,
ceza, todas dos melhor^ e m;
fabricantes.
Di1a :W. flor de Unr"
Dita dos Alpe", o vilele para ti
Elixir odoBtalgico pare consarvao3
tssaio da fcocca.
CosmQliques de superior qo.^ii:.. .
.-os agrad;:veis.
Copos e alas, maiorss e menors-,
pomada tina para
Frascos com dita japonesa, Iraoep
a ontr?.3 G,ialisde3.
Finos extractos ngiexes, aserie
francezes om frascos scr-'ea o erl
Essenc.:i imperiaJ c'..> I dar] cae-
ro de i
Oatras counulmlaa 0 ,j ig-ji.,
x : Snas e agradan
Oleo philofltt veraccir.;.
Eilraco d'olco de faperior qoadaiU
com escoihidos che-ro. a ira: eos de di:
rentes ta.'iibos.
Sabonetes em barras, maitrese mem
para m3os.
Ditos transparouies, redondos e ao f;
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para barus
Caixinhas com bonitos sabonetes imiun4
fructas.
Ditas de madeira invernisada eoataodo t
aas perfumaras, mnito proprias para pr
(entes.
Ditas de papelao igualmente bocitas, tus
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arra
9 boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e ontras diffarem
qttalidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Ainda avala eoojaea.
Um ontro sortimento de coques de a*
vos e bonitos moldes com filete de vidrile
e alguna d'elles ornados de flores e fita*
esto todos expostos apreciadlo de quer
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e perfeicio.
FiTelJas e fitas para rate*.
Bello e variado sortimento de taes obite
tos, ficando a boa escolha ao gosto do 1
prador.
Joaquim Rodrigues la-
vares de Mello,
TEM PARA VENDER
em seo eseriptorio, praca do Corpo Sano ',
Fumo em folha
de 1* e 2a qualidade, e rende am 001
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada.
PotassadaKussia
Farias le nr.an'irea
Vinho Bordeaos.
de i* qualidade. Todo de vende
barato do qne em ontra qoalqoer parla, (fe
' ffiroiBatfMi'attat
Veodem-se partes de am sobrado da ras d
Hortas : a pessoa ijae proteja;- -Miprar <*Mia*j
roa Imperial n. 11
K


6
Diario de Pemamhuco Quurta cira
12 de Oulubro de 1870



=

.
GRANDE
BAZAR DO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
iwis,
da ttoptratris 10
Ktffoidrla Tde fsf s.
mmm
DE
PEBEIR4 DA
4 t
Neste mDcrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, uto grande e vanado sortimento de fazendas donan
aourado gosto e todas de primeira necessidade, qne se venden mais baratas do que era1 ontrt qoalqaer partv " sveoderem DINHEIftO ; para podaren vender pelo costo, limiando-se apenas
esca'a nesta loja e armazem pbdero fazer os seos sortimentns
EXmas. faltas se da'ro
tus socios desta firma, adoptaran o systema de
a gaoharem o descont ;.as pessoas qne negociam em pequea .
pelos mesmos precos qne conpran as casas inglezas, (importadoras') e para maior <
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escoberem.
BBM
dem Bfcidi Xa VBI de Taris, um grande sortl-
ment de fazendas finas, como sejam : cirtes de
poil de chevre com listras escocezas de uraa e dnas
aias o qne ha de mais alta novidade, ricas pope-
linas de seda, granadines, lias escocezas, alpacas,
bareges, etc., ete., e ora completo sortimento de
chitas, madapoloes, cambraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e entras multas
fazendas, tndo do que ha de melhor neste merca-
do, que tudo se vender o mais barato posilvel.
Chamamos a attenco do bello sexo que qnlzer
andar na. moda, e ao mismo tempo esperamos a
su proteecSo. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas que nos pe-
direm.
O-RUAD* IMPERATRIZ-20
Farl A I-essa.
Qqando i AGUU W&CX, nais procisi adniVar m iNfriutil gBJjj
gersj, mparttasJir a ni boa frejota, da im'mensfdade de oUjedoi qMoMMM
te ten rfccebido, jostamentefqnando ella m enos o pode fuer e porque em feral
Innlaria ella confia e espeja na benevolencia de todos que lb'a attendero a retenam
continuando portante a eflrigirem-se a bem conhecida kji da A GUIA BRA] nit I
Queinado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em sortinento de snperiori
qualidades, nodicidade em precos e o sen nanea desmenttido AGRADO E SINCEB
Do qne cima fica dito se conhece qne o tempo de qne a AGUIA BRAlfCt |4
dispdr, empregado apezar de seos costos no desempenno de bem servir a aqoeUes ase i
honram procurando prover-se en dita loja do qne necessitam, entretanto sen en
rar os objectos qne por ana nata reza sao mais conhecidos ali, elle resumidanieato
cara aquelles coja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendares, i
das
peghn:ha EM CASEMIRAS A 4000.
No Razar do Pavo fez.se orna graode
campra em nm leI3o, das mais finas
casemiras inglezas qne tem vindo a es-
te mercado, tendo cores claras e escoras,
tedas con padrSes serios, oroprios para
calcas, palitos e colletes; vende-se a 44000
o covado, o qne en outn qaalqoer parte
nao se vende
vantagem.
BRINS DE LINHO DE COR A 10200
No Bazar d" Pav5o, fez-se ama grande
compra de puros brins de linbo, moito en-
corpados, propriospara calcas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padrdes miudinios; garaote-se qne n3o ba
brrela qne le tire a cftr, e vende-se a
4(5-200 o metro desta excellente fazenda.
MADAP >LO FINO A 60400 A PEQA.
No Bazar do Pav3o vendem-se pecas de
naidapolo fino de moito boa qnalidade,
tendo 22 metros ou 20 raras cada peca,
pelo barato preco de 63000, por se terem
comprado om ponco enxovalbadas; pe-
cbincha.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende mnito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamacadas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da qne em qnalqoer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vSo.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pav3o fez se orna grande
compra de toalhas alcochoadas, propinas
para ro>to, bastante encorpadas e grandes,
qne sempre se venderam a \\ 20000, e li-
qo'dam-se a 74500 a dnzia^ou a 640 rs.
cada urna, boa pecbiucbft.
CHA'OS PARA MENINOS A 20000
O Pavo vende orna grande poreSo dos
r ais honit s chaposinhos de palha da Ita-
lia proprios para meninos de todas as Ida
des, sen o chapeos que valem 50000 e ven-
dem-se a 2->000 cada nm, mnito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINIOS
200 RS.
O PatSo vende chitas ou rhcadinhos min-
diohoa cor de rosa e rsinhos, proprios
pira vestidos e ronpas de creancis a 200
rs. o vado. Sao moito baratos.
LASINHAS COM PALMAS UE SEDA
Che-ou para o P^vSo o mais bello sorti
m nto das mais ruantes laasiabas claras
com bonitas palmiohas, de seda; tenio lar-
gura de chita france?a e vende-se a 10OUO
o covado grande pechincba.
ALPACAS M.ATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
V. ii'iem-se as mais modernas e bonitas
alpacas matsadas com palmiohas, moito
propuas para vestidos de seobora e d) me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; san muito em conta.
PARA MOTADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbcgou para o Bazar do PovSo om gran-
da sortimento dos mais bonitos cortinados
borda 'os, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 100 00 at 200 )"0 o
par, .i <\:u como o melbor damasco com 8
''almo- de largnra a imitado de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se ama grande
qaanti ade das nais elegantes sedas com
lislrinhas, tendo de todas as cores e at
forta-rdr; fazenda qne ninguem vende por
menos de 2-5400, e liquida-se a 20000 cada
cova o; sao mnito baratas.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav5o vende-se nm sortimeo-
to cotipieto dos melbcres setios e grosde-
naples de todas as cores, qne se vendem
muiti- em conta.
POUPELINAS OE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do PavSo vende-se nm elegan.
te sortimento das mais bonitas poupelinas
de la con lista- miodinoas, seo Jo todas
qjasi d urna s cor, 400 rs. o covado ;
e barntii-inQo.
GRANDE PEZHINCHA EVI LASINHA
A 640 RS.
Nj Bizar do Pavn fez-se nma grande
comora de lasinba para vestidas, sendo de
moito b a quadade, urnas com listas e ou-
tras con mezclas, e mu tos la .-gas, que com
poacoi cova los se fiz vestilo e liqnida-se
440 rs. fazenda que semure se vendeu a 10.
ALPACAS PARA VESTIDOS FRTA
CORES A30RS.
Vale se un bonito surt asento das nais
furia
CORTES DE LA ESCOCEZES 60000
Vende se bonitos cortes de Ha escocezas,
vindo cada om en seo papel, pelo barato
preco de 60000 cada um; no Bazar do Pa-
vo. .
ORGANDYS BRANCO DE COR
No Bazar do Pavo venderse1 os nais
bonitos e nnito finos organdys com listas
por menos de60; grande largas e miadas 10000 a rara, ditas lisas,
fazenda de muita pbantasia i 800 rs. a vara,
ditos d c-es, finissimos padrBes, inteira-
padrBes,
mente novos 800 rs. vara: pechincba.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegoo para o Bazar do PavSo um gran-
de sortimento dos melbores grosdeoaples
pretos qne ten vindo ao nercado, qoe se
vendem de 10600 at 501)00 o covado ;
83o todoa nnito en conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pav3o vende-se nn grande
sortimento das meihores cambraias bra cas
transparentes, tem de 30500 at 10000;)
CAMISAS DE ERANELLAS A 30500.
No Bazar do PavSo' vende-se om bonito
sortimento com todos os tamanbos das me-
lbores camisas, de flanella d 13a, com
mangas, tanto proprias para h'wens como
para senhoras e vndese a 30000 cada
urna, e qoem comprar de meia dnzia para
cima ter om abatimecto, S3o de muita
Dtilidade.
Grannr pecbincha ota camisa inglaus a t 45500
No Bazir doPavao fez-se orna grande com-
pra em lei 13o, de dnissimas camisas ingle-
zas com peitos e pannos de linoo, sendo
com collarinhos e de todos os nOmeros a
40000 cada' nma, ditas sera Hariabos,
porm fazeida flnissima a 40500; gran-
de pecbincha.
CAMISAS BARATAS a 20800,30OOO e 20600
No Bazar do Pavao vende-se ma gran-
de porco de casemiras msdadas, moito
encorpadas a 20800, ditas flnissimas com
msela de seda a 30200, ditas modernas
Vende-se urna linda parolha de burros do Rio-
Grande do Sut, muito bem ensinados para^ carro
ou cabnolet : para ver na coxera do ferrador de-
fronte d* S Francisco, onde se dir quem o
domno e o prec(>. _______________
Cal t Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por pre^o rajoavel : no armazem de
Manoel Teixaira Bastos, ra do Commercio n. 13.
a peca, ditis suissas flnissimas com 8 pal-1 de quadrs, fazenda' de mnio gosto a
nos de largara a 20000, 20500 e 30OuO 30600 o covado; aprpveiten.
vara, ditas victorias e tapadas da nais infe-
rior at a nais fina qoe ven ao nercado;
tudo isto se vende moito em conta.
MANTELLETES DE FIL
No Bazar do Pavo vende-se modernissi-
nos nantelletes ou basqninas de fil preto,
om lago, pelo barato preco de 100000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavio vende-se bonita fazen-
da branca (ncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de nm lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 oo 3 1|2 metros,
e oende-se 10000 e 10280 e 1600; assim
como tambe n oo mesno estabellecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de laa de
cores j promptas amas com barras diffe-
rentes, da mesmi fazenda 40OO e outras
com barras bordadas 60000 e 70000,
ludo isto moderno e barato.
ALGODO ENTESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pav3o vend-se o melbor al-
godoiinho arntricano e'ifesta^o para len-
ce, tendo liso e eotraocado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav3o recebeu-se un elegan-
te sortimento dos nais modernos e nelho-
res espartilbos, qoe se vendem por preco
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo receben nm grande
sortimento dos melbores paonos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, t-tmboretes e at proprios para cu-
brir almeladas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qu-dquer parte.
Lasinhas traurparentes a 500 rs. o corado
O 'avo recebau um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, que vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENgES
No Bazar do Pavo veude-se suierior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 10800b metro, dito de lmho com a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds l'ohodo P'rtocom 3 1/2 palmos de largara
de 720 at 10 a vara, assim como umg ande
sortimento de H-mburgo ou creguellas le
todos os numeras, precos ou qaalidades,
que se vendem nais barato do qoe em ou-
tra qnilqner parta ; aproveiten-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalbad-i trncalo, com8 palmos de larga-
ra a 10600*0 metro, dito de linbo adamas-
cado o ouelbor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
Bales regaladores a 150 i0 40500 e 3-500'
Coegaram ao Bs bem
feitos balo 's reguladores, sen*lo de fu-t
a 40000, ditos de m-iselia a 40500, di-
tos de lasioha de todas ai cores a 50000,
todos elies sao muito oaratos.
Panno preto mnilo barato a 30606
O Bazar d i Pava recebeu nma grandu
porco le pac^s de panno preto fino, com -
pradasem leilo, qud ss-npre se ventea a
50000 o covado e pode liquidar a 303OO,
por ser orna excellente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do P*vo vjode-se nm bonito
s Ttimvit.) dos mais lindos ba eges lista-
idos para vestidos, que valem muito mais
bnloa tes alpacas escaras furia cores, dnieir0 e quidt-ae a 360 rs, o cova-
sendo miwto ene Tpadas e ten lo om bnlho|d0f Aim mail0 mas 6no8 ^g, lists| m
como seda, liqaida-se pe barato preco de Ts egtes bar8{es 8emire se venderam a
360 r>. o covado por seter fetto ama gran- t40 e ii00 r8-) gri(nde pechincha.
GURGRAOA640 RS.
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Bazar d > Pavo vende-se um elegante No Bazar do Pavo vende-se nm bonito
8ortme'ito das mais lindas p.iujelmas de sortimento dos mejores gurgur5es de la
la con os gostos miodiihos sendo qoasi pan vestidos -endo omi lin ama ^ cor e con muito bnibo, piebn- muito leve, meia transparente e muito- lar-
cha b JO rs. para acbar. jga com furt cores ebqaida-sea 640 rs.
CH TAS A 20 RS. O CORTE. !o covado por se/ter foit grande pecbincha
No B>i7.ar do Pavo vende-se cortes de na compri.
chita miudiohas, -iodo rocba e cor de rosa, COREtTAS A 30
tendo to cavados cada corte a2} vende-se V^nde-se coirt.s de cbita encarnada
a reta !io a 200 rs. o c vadj, pechincba. adamasca la a 3) cata nma, pechiacaa.
CASS4S A20RS. CORTES INDIANOS A 4**.0.
N!la7ar do Pavo liq i li-se ana nor- No Baz"- di. Pa 8o vende-ae Oinitoscor
cao d ; cj->j:s frao-.e'.as muidas e graudjs, tes iniiaiKis cm duaa sais peio bara-
cores ni i, jue te vndempalo baratas m Umodo preco de JJ5 K) cala nm, 6 pe-
preco ta t Jo rs. o covado .para acatar, chincba.
0 Bu ir do Pa7.) sic ? a-ai li [a^ntiz n. 63, estV cjajtir^wrjDate ab9rto
dts 6 horas di miaiili as 9 di jate.
TAPETES
Chegoo para o Bazar do Pavo o nais
elegante sortiment' de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos nais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, canas, portas; etc. vende-se por
menos do qne em outra qaalqoer parte.
COLCHAS BRANCASA 30200,30500 E 70
Para o Bazar do Pavo chegon om gran-
de sortimento das melbores colchas de fos-
to, s ndo das melbores e mais e corpuda-
que tem vindo, a 7000', ditas nm ponco
mais abaixo a 5550'', e ditas a 30000;
Umbem no mesmo estabelecimento se ven-
de nm grande sortimento de crotones e chi-
t s. proprias para colchas, que se vendem
muit. em ronta.
GORGUHES OU POUPELTNAS DE SEDA
A *0OOO CADA COVADO.
Cheg a para o Bazar do Pavo om ele
gante sortimento das verdadeiras poupelinas
ne linbo e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 20000 cada i ovado,
o qoe em ootra q alqner parte nao se ven-
de por menos de 20500, previne-fe qoe nao
s3o algodo e seda, como ba mnitos; ma>
sim puro linho e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado. Ba?ar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico una grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con; peitos d'algodo e de linbo,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroulas de linbo e algodo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita, de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
}recos e qaalidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se maoda fazer com prestesa
e aceio qaalqoer pecide obra a capricho
oo go-to do fregoez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qaalidades de
uanno fine, as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor; e qoando qoal-
qaer obra nao ficar ioteiramente ao gosto
dos fregoezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottiment > de chales de merino de cores
muito bons com padres muito decentes
para qaalqoer ama senhora osar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que ten viodo ao nercado, e veD-
de-se por preco muito em conta.
BABAD1NH)S
No Bsztr do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran-le porgo de entr maios largos <
estreitos, que para acabar se vende moito
em conta e mais barato do que em ostra
qualqoer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veode-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis Uvradas com branco.
Merinos, cant )s, bumbazinas, qne se
vendem maisbarat. duque em ootra qual-
qoer p CHITAS PRETAS A 200 RS. O CQVADO
No 3azir do Pavo vende-se chitas pre-
tas inglesa com salpico i 4do rs. ocovad,
d'tas r-.Jaa pretas, por estarn om poocv
'ussas, 12) o covado; e pechincha.
0< proletarios dete importante est-
bebecimeMto rogaa a respeiuve publico
partisulranete s Exna*. familias o favor
de se drem sempre ao irab'loo do lerem
's seus aonuncios, peU raza de mnitos
d'alies se; em mudad s amia'adas vezes.
CACHK-NEZ A 60000.
No Bazar do V. veauem se bonitos *
ran'te cachi-nez de para lia, pelo bara-
to prec" oe 6>00O ca,a 0A.
a m\ mwmk
A ra do Duque Caxias n 21
(AfTlCA RA DO QUIIMADO)
Receben seguinte :
Etpelhos grande doarados, moldes bonitos.
Carteiras, cbaruteiras e porteigarros de muita
qaalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixa* vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal d
prata.*
Modernos pentes do tartaruga, sobresahindo en-
tre ellos os mimosos telegraphistas.
CommodoJ toucadores com duas gavetas e bono
espelho.
Port bouqaet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de militas qn.ilidades.
Bons talheres para enancas.
Vostaarios, cbapozinhos, toncas, sapatos e meia
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bonitos.
Chapoiinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as convulsSes as
criancas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Esp-
ranca, ra do Duque de Casias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirc
leile de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanza, rna do Duque d
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
receben-os mnito lindos a Nova Esperanga, roa
do Duque de Caxis n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanza es sabonetes de pos de
arroz
bem se a
Corp nhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setin e obras essas
coja novidade de nolde e perfeiCa*o de ador-
nos os tornan apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qaa-
lidades para cintos.
LeqoeS oesse objecto mnito se poderia
ditef qrirebdo descreve-los minuciosamente
por suas qaalidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o nassar o preten-
dente se Ibe aprsentari o qne poder de
melhor.
ntremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenbos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Toaqninbas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande constante sortimento de As,
sempre melhor qualidade.
Lindos vasos com pos de arroz e pinsel.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos penies doarados pa-
ra circular o coque.
Bonitos brincos de plaqueo.
Aderecos e brincos de madreperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesonras para frisar babadinbos.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos con 48 vistas, a*
qnaes slo movidas por nn maebiassat
urnas substituem as oatras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinbas de vidro enfeitados um
podras.
Ditas de nadeira envernisada
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brioqnedo
enancas.
Diversos objectos de porcelana,
para enfeites de mesa e de lapmhas.
S*
F ra ex.tmes.
TRADUCgAO INGLEZA,
DOS
TRECHOS CLASSICOS
POR
C. PALMER,
R--.45000.
LIVRARIA FRANCEZA.
Muita attenpo
O Campos da ra do Imperador n. 28 acaba
de reoeber em seu armazem, urna partida de se-
mpnt.'s de bortalica que passa a mencionar as
qualidades e precos.
A saber:
De salsa, a 60 reis a oitava.
r>e coentro, idera..
De repolho, Jera.
Dh ervilhas braneas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas rouxss, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De frijiti ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dito amanillo, idem.
De dito meia-cara. dem
De dito c6r de ganga, idem.
De tomates fraudes, a 60 reis a oitava.
Da eijo de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
Da fdito de 7 annos rxo, idem.
De espnatfrej, a 60 rs. a r itava. ^^^_
Cal
de
nova
Vende Joaquim Jo> Ramos
8. 1* andar
lisbua
: ra da Cruz n.
Brins de Angola
OS LTIMOS LEGTIMOS
Vende-se em rass de T. Jefferies 4 C, rna do
Commercio n. 46
NOVIDADE EM C\SEMIRAS
NA
Loja Flor da Boa-vista
DE
Paulo F. I. Guimares.
Grande e completo sortimento de casemiras de
quadroe e lisas, a mais modernas que ha no mer-
cido. assim como b<>ns paBos pretos, ditos aiuej,
casemiras salpico de sed*, men nos, brins, sedas
para e Hete, camias ftna* ingieras, seroulas, meias,
colarinhos, etc., etc., tndo pr preei moito era
conta. O nv*ino estao. leciiiw'n.o fe acha mnnido
de nm perito alame, ei neidrad* urna das melho
res tesouras. Girante-se bn*< obra, e menos 20
0|0 do qu fin oatni unilqner <"l ib>-lecimeDio.
A" R\ DO IMt>EKADOK N. 48
i'ini a pjitaria f"ancera._____
UW le cii o
Vende se oleo Sf ririnn : na roa da Cadeta-va-
Iba do Recite a. 1,1* andar.
0
N. 5 AIII.4 D6 C\WGAH 3.A. f
o
^ I1UVU1111UVU IltUIll/LT ^
Com este titolo acba-se aberto e ioteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda e o bora gosto tem inventado na arte de onrii vesana, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico veoba ver o qoe existe de melbor en
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pol-
ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qaalidades, prata de lei faqoei-
ros, colheres, paliteiros salvas e ootros muitos objectos qne seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qoe em ootra qnalqner parte, troca-se e concerta-se todo e qaalqoer objecto
pertencente a esta arte.
JBMMwri
Hilll UODIlACAr
Lonrenpo F. endes Guimares
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resol vid o o sen propietario liquidar todas as fazendas existentes as laja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amaote da economa, vistores s
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinbeiro.
Arara vende madapolSo eofestado a 3 $300 Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 50000, 65jOO, 'nho e algodo a 1^800 o metro, dito de
65500, 7^000, 80000, 90000, e 100000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para calcas a 40000, 50000.
Para liquidaco vende-se algodo de lis-
tras proprio para caigas, camisas e satas
para escravos a 160 rs, o covado.
Na rna da Imperatriz vende se cbailes de
merino estampados e de barra a 20000,
20500 e 30(iOO.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 50i 00, 60000,
70000, e 80000.
Para liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60)00.
Na roa da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 10400 e corbertas de chita a
10500.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas Anas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidago vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
O Guimares vende morsulina de edri
para vestilo de Sras. a 440 rs. o covado,'
dita branca a 500 rs.
O Men tes vende futo de core? par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
0 L'arenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o c ivado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, litas malea-
das a 640 rs.
linho paro a 20800, esta fazenda pro
pra para lences e toalhas por ler 10 pal
mos largnra.
Vende-se cortinados para cama fr**vz>
a 10400 o co'tinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para
dos a 20500,20800 e 30200 o corte
liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a 24500
corte s na liquidaco a da imperatrix.
Vende-se cortinados para janellas a C#
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa
pe a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes pan
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-ft parapeito S a
20200, 20500, 30. 3*500, 40 e 5#, pro-
prio para calsas e patitos por ser toa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo barato preco de a 64.
cadanm.
Grande liquidaco de roapa (sita.
Vende-se palitos de alparca e da
a 20.
Vende-se ditos de ganga para
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo
eos a 20.
Venle-SB ditos de meia casemira a 24.
Vende-se coletes de brim de coras a 10-
Vende-se ditos le meia c semira a 2|5oO
Vende-se calcas de algodo azul a 5* rs.
Ven le- se dita de algo lo de listras a 800n
V nde se ditas de brim pardo 20,14*K
6 24500.
Vnde-se calcas de cas3aira da
a 6084.
Farinha da trra i
mnito superior, depositada em barricas, no arma-1
zem do Sr. Angelo Baplista do Nascimento, ao p
do caes dos vapores no forte do M.ittos ; vende-se
aos alqneires, a tratar com Bernardo Jos de
Araujo no armazem do Sr. Annes defronte da al-
haden.
SAZ UZSU
Hcavy
Chegon ao antigo deposito 4e
-i., rna do Imperador, nm _
ie primeira qnalidade; o qnal se
a retalho por menos preco do era*
juer parte.
r.HFIi-AlUlf I Especialidades.
l\J-11UUlil.lItJ. Continuara a achar se a v-nda na raa
Continuara a acharse a wa
botica n. 88, oa mni eonhecMoa e
medio da veame, e ooiroa
eommn- ,M feilos etn pari*' bBm eo.inf ?
deioa de Berthe, de rbano miado, da
e
Koqos instauUneos aperfeiqo-
ados por prego muito
do: na raa Nova n. 28, loja de ferw a> ^^^^gM
Antonio Pedro de SoUZaSoareS. di3gita|rce'Lab^lony, punas oa<
Bombas completas para ca-' SeA^^iS-jM
cimba, por diminuto prego,
mesma cas.
isTtCL'a
Cigarros da imperial
fabrica de 8. Joo
de Nictheroy.
Dnloo deposito em Pernambnco caes da alfao-
iega vaina a. a, f aada.
n ras respiratorias as fi
na amareltidaA na faltt cmnptett oa
de menstrae, as diarrnas, doeaca^
edo lomafo. tea *>
nsU do biefk5s resurta**
on nso h dWersM peM aHaa Mam tt*o, m-
jim como das stalas dwoaamtia* trampas <-
comparaveis em sai edeacia
i tos febris ou setdesj
casa, atra >
I no nao peqnea i
ohaea e ptnots, qoe se faans *
taorgn parte.


Diario de Prnambco Quarta feiri 12 de utubro de 1870.
iHMAZEM
VAPORFRANCEZ
Este conhecido estabelecimento aoha-se constantemente bera sorttdo, era virttule das
notaras qne recebe por todo* m vapores e navios francezes, dos artigos abaixo meueiooa-
os, a procos os mais resumidos qne possivel.
CAMjQJLOO FR.IXCE2
entinas para zahoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de mudas nutras core?, sortidas e bonitas, do ultimo ao*-
lo da moda, e preces mais baratos do que em oatras partes.
Botinas para tienen* e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e peHiea, dar melhores fabricas e eseelhidas.
Botas e per ae I ras rossianas.
Botas e peroeiras para mantaria, das melhores cualidades, de couro da Rassia. las-
tro e bizerro.
apatas de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado g rande porcao de sapatos de borracha vndese pelo costo afim Ce
desempatar o dinheiro selles empregado, so baratissimos.
Zapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qoalidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Wapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franceies e oor-
tuguezes para horneas, para senhoras e para meninos.


PERFUMARAS
. Encellen tes extractos, banhas, oleo?, agna de colegne, florida, divina, lavande, den-
miice, de toilette, sabonetes, tiatora para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tndo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Coudray, Piver e Lubn
Quinquilharias
Lavas de pellica do conheeido fabricante Jonvin, espelhos cara sallas, qnartos e ga-
binetes, toucadore- de diversos taraanhos, leones para senhoras e para meninas, abridores
de lavas, brincos, pulceiras, botoes, oorrent-s e chaves de relogios e trancelins. tudo de
ouro de le, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de euro
eaixinhas de costura ncamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albaos
v? L^L T ?^toS 'hs com v!ro de aofento para distintamente
2^25* perfe cao dos retratos, objectos de phantaeia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, diUs para costaras oe-
^W09 T fl-nS e deJC8d0S boa1ae,a de flores de Porcelana, jarro "ropri^s
552* e *tam"; 1aaros Pl* para collocar-se vistas, mofearas donadas
paraquadros, estampas finas de paysagens, cidades, flgnras e de santos, vidros para cos-
^r'inalaS',Sar,S".b0,!iasdeyiaen8' esPras, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
ffirih,!pfaU d7ra^S' gravt,as P*"61* e core9> abotonara! de eoHete e de pannos
XJ?Jn ^ Hesounabaa e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
E&*fEa para "F"0*' Jfos *> domi. adates, bagatelas e oatros differentes, ve-
bjmmmtmni mu.to conveniente para portas e anellas, cosmoramas, lanternns magi-
2L2E d ,.DtertSSMt8 Jhu de figuras e das mais bonitas mas, bralewBs,
K S^K PIfonS5PhH0ot0-raphas e 2?W *> "'iberos para candieios
ff ? e eA laa.,de cres P"* de '"ternas, realejos grandes e peqneno?
harmnicos acord.ons de todos os umanhos, bercos de vinies para efiancas, sapanhos
ostras muas qmnquilharus de phantasia, franeezas e alternaos, precos muito em cont
ienero/Kin^ da '^idade de
ATTENCAO
\
O dono deste estabelecimento pede ao nubleo em geral que continu a visita-to
verificando a finalidades e os precos barata-de ditos obi-etos por serem vindos em di-
reitora e de conta propra.
David w. mm
EB6EKHE1R0
Com fundipo
RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a altelo dos Srs. de eDgeoho para seas acreditados machiDsmos e
com especialidade para seas vapores que anda ama vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionaodo Ihe ho de fazer melhor apre-
Mafo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feilo ama reduccao em seus precos; e que
iem prompto toda a especie de machinismo e outros objectos para a agricultura.
GANDIDO ALBERTO SODR DA MOTTA 4 C.
iota escriptorio e armezem de gneros de estiva
iravessa da Madre do Deas n. 14, tem para vendar
) seguate em conserva ptimamente preparado
ra Pars :
Ervilhas (Petas poi$). .
Feuxo vbrbe (Haricolt terts).
Dito em grao {dem fiageolUts).
Espabgos (Asperg.'-s).
. Miscellanra de LEGUMES (Macedoine legumei).
Sknocras (Carottes).
Tomates (Tomates).
Couvb db Bruxellas (Chous de Bruxelles).
AICachofras (Fonds d'artichants).
Espinafres (Epmards)
Coglmellos (Champignotif).
(Cpes).
Pastis com truffas (Pals truffs).
sbm truffas ( sans truffsK
Atcm com azeitb (Ton a rhuik).
TacrFAs simples (Truffes au naturel).
Sardinha em tomates (Sariine etc.)
Galantina com truffas (Galanlins avec tmlfet)
Franco (Poulel). ^ '
Pombo com ervti.h\s (Pigcon avec pois).
ALMKHOLAS (BatSOntt).
Perdiz com aieitonas (Perdix ucee olive*).
assada ( rolle).
Andorinha (Allouette).
CoDOKViz (Gaille).
Lamprea (Lamproie).
Picaso (Andouillettes t.)
Salxicha (Saucsono t)
Carne gi.izade (Frincandeau 0.)
fieeebeu-se mais
L'm completo e variado sortiraento de papis
pintados e doirafibs de differentes qualidades e es-
juisitos desenhos, proprios para forro e guarnicao
de salas, gabinetes, escriptorio?, etc. Na remessa
?*? artefact0 tem havido o maior gosto e capri-,
:no da narte do nosso correspondente de Parts.
Com ama mdica eommissao sobre o casto da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
^ffeetivamente um deporto dessa especialidade.
\o armazem de Candido Alberto Sodr da Motta 4
'.., travessa da Madre de Deus n. U.
Completo sortimento de fumo, tanto para cigar
ros como para charutos, vindo do Rio de Janeiro,
Baha e Rio Grande do Sol. Papel de seda, linho
e algodo, de differentes qualidades, proprios para
o fabrico de cigarros. Vende-se constantemente
00 armazem de Candido Alberto Sodr da Motta
4 C. : travessa da Madre de Deas n. 14.
Potassa nova da Russia a 200 r?. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Dita em grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito museatel de diversas mareas idem.
Dito tinto Palmella superior idem.
Dito dito Vermoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito branco Carcavellos idem.
Dito dito Rucellos idem.
Caideiras de ferro fundido para engenbos.
No escriptorio de Oliveira Filaos 4 C. ao largo
do Corpo Santo n. 19.
Vende- se por barato prreo a propriedade Da
camba dos Remedios, que foi de Joao Anastacio
Camello Pessoa, com nma grande olaria de pedra e
cal, que lastra 16,000 lijlos, e forno qne comporta
25,000, com ezcellente barro para toda e qualquer
obra, com dous excellentes viveiros e um grande
acode d'agua doce, tendo urna casa de sobrado de
u;n andar e sotao : as pessoas que pretaoderem,
dirjam-se a referida propriedade a entenderse com
o capitao Delfino Lins Cavalcanti Pessoa, consenhor
da mesma propriedade.
Atiendo.
Nutrimento
MEDICIKA!
PKEtABADOPOl
LanwMt* Kmp
para
Tisiu e toda a
qualidade de do-
engas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mento escolhido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrae o
"leo, no banco
da Torra Nova,
purificado chi-
m i cal mente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de ma3 tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba,foi de-
vulgado por elle e contem
MAIOR PORCAO D'IODINA
do que oulro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
e naquelle no qual contm a maior porclo
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES.FIGADO,
Tsica, bronebites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nheeido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago -
As pessoas cuja organisacSo tem sido
destruida pelas affeccoes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas' cujadigestSo se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHA0
DE
Lanman fe Kemp,
Se que desejam ver-selivres e exepasm
de enfermidades
jabonetes d'alcatrao.
De Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que t5o boa
acceitaco tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa das
impigens, sarnas, castas, coceiras, e todas
as molestias de pelle, sendo anda preferi-
vel para a barba, outro qualqaer sabo-
oete.
nico deposito do verdadeiro, na phar-
macia edrogaria de Bartholomeo & C,
ra larga do Rosario n. 31.
CHHCOLATE VERMFUGO DE ANTONIO NE-
VES DE CASTRO.
Este acreditado preparado, que tao boa
acceitaco tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa e
eflicaz das bichas ou lombrigas, tanto as
crianzas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pbarmacia e drogari
de Bartholomeo & C, ra larga do Rosa-
rio o. 34.
UUSICi
Sahiram luz
As ras em contra( antja.
Linda quadrilha para piano por Colas iiilMt,
Flor da Roa-vista, valsa: a v*-oda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas o> Anve4o, a r:ia
i\ova n. H, boje rna do Bario da Viton.
N. B. Roga-se aos Srs. aisignaates e m.-
rem buscar as pegas de suas a>signiiura<.
Ultimas publicacoes da imprenta naiooai
de msica. *
N. 1. Piano. Annetu, polka brilhanle. ix r I.
Smoz. SJO00. ^
c.i?" 8; P'*no- MinerTa. Po!ka brilhante, por Cile
rimo, tj.
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante. por
, 500.
..iN'.>4,,Pian'- m* 'grima, Mazurka, por Ma-
tileeU. Zucchi. Iff.
^5. 3. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, per
N. 6. Piano, La Grande Duchess, polka por La-
en LamBert, 1. -----------
N. 7. Piano. Carmen, Anita, La Mayen, .1 r.!-
kas dos cavallinbo, 14. "
N^ 8. Piano. Le Sonvenir, valse de sabe, po
fc.. Lasalbore, lj.
N. 9. PUho. Santinha, Maroca, 2 valsas dos .-
vallmhos, U000.
Casalbo0a*?*'' ^^ DOieanx' P,ka- t>* E-
, 5"fl?i."f" A flr da Boa-visu, alsa, por
Jos Coelho da S. A., 1J. v
N. 12. Lagrimas d'Aarora, Mazurka, |fcr J I.
r., Ij.
N" lh elrada de erro, quadrilha, por Hea-
nqne Albertazii, U.
N. 14. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, pnr Gennaro Arnaud, U.
N. i& Canto. Marta Aria, para M. S. V mm*
tott ::m.!i, deKIotow.
N. 16 As raas em contradanra, qaadrilta. ' Cola* Filh^, 1 j.
HA
Na ra PMreita d l'.i^ano, obrado n. 33, pri-
meiro andar, u-m capellas de .-;.uilades, d perpt-
tua. de sempre-vive e d cravof, propri'.- para,
quem quizer botar as caiaeumbas, j cm as fte*
e os letreiros, ludo de gosto e barai > : qaeai
quizer deve vir comprar do dia 23 em dame.' Na
mesma casa tem boquetes dp flor de cia, re-
param-se de era vos natoraes para qualquer 1 tor-
ta, bordam-se as fitas a onro, e deve a ei Mmint-
da ser feita tres das ante?.
Vende-se urna taberna na Capnoga, m la
Ventura n. i. proprii para principian.- : a tratar
na rna Formosa n. 13 cora A. H. Aranjo
CAL NOVA DE LISBOA
Vende Joaqoira Jos Ramos : na rna da Cruz
n. 8. 1 andar _________
Vende-se urna cabra boa leiteira, com dous
cabritos, e liba do pasto : na rna das Cinco Pon-
tas n. 456.
Na roa larga do Rosario n. 41,1 andar, vnde-
se os seguales livr< s de direito : Gaisot, Abbade,
Audr Autran, Waldek, Gossete amitos outros.
Sementes
de hortalicas de toda? a* qualidades: na casa do
ouro, roa do Barao da Victoria n. 63.
Imagens e oratorios
Na roa da Cruz, armazem n. 12, a pror.^ \,-
zoaveis. _________________
Vende-se a taberna sita na rna lmn- nal a
243, bem afreguezada, por o dono ter de retirar -
para ra da provincia.
ATTENCAO
Vende se orna casa terrea d"pedra e cal. ca
roa Irr perial n. 250, nova e multo bem conMruida,
com 2 salas, 3 quartos, cozinba fra, esuibaria,
cacimba, quintal todo murado cora sabida no fon-
do, terreno proprio, a qual rende 23/ por mez :
a tratar no armazem da bola amarella no oitao da
secretaria de polica.
Antes que seacabem.
Medalhas de prata mac: Gr: 30 : vende se ca
rna larga do Rosario n. 34
Piano.
Vende-se um piano moderno, de muito boas te-
na, e do autor mais afamado : quem o pretend:
dirija-se a roa larga do Rosario n. 21, Io andar.
2.
LISTA GERAL
164.
a
DOS PREMIOS DA ft. PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 828, A BENEFICIO DA IGREJA DE SANTO AMARO DE SERINHEM, EXTRAHIDA EM Iff DE OUTUBRO DE 1870.
.-S. PREMS. NS. PREMS. KS. PREMS.
i
I
2 6* 176
7 77
8 80
15 88
26 92
M 208
32 10
34 14
45 15
47 16
50 19
51 20
58 21
62 22
63 23
66 __ 24
67 104 28
73 6* 29
80 3
82 32
88 33
M 35
95 43
99 44
102 43
11 104 49
13 6* 65
10 69
17 77
23 7
29 ; 83
32 86
38 99
40 301
42 10
44 14
S5 15
37 16
39 1
60 20
62 mm 24
62 26
64 " 28
66 29
68 ,33
69 . 1 14
71 U
6#

353
64
77
83
90
91
98
410
11
13
15
17
19
22
34
43
46
48
56
37
58
61
68
70
73
78
61
88
94
563
20|
6*
NS. PREMS. NS. PREMS.
10*
64
1 -
10
17
SO
26
36
45
46
51
54
56
57
63
64
71
79
85
389
96
605
6
10
29
48
31
M
37
76
77
82
84
91
93
93
96
701
2'
5
6
7
25
30
31
33
37
38
39
40
41
43
94
36
9
66
71
76
79
83
84
83
89
M

99
64
10*
6*
104
6#.
204
64
304
64
104
4

800
5
15
22
24
26
30
33
36
39
40
43
44
49
52
53
37
38
63
68
72
73
75
82
88
906
10
13
19
30
31
37
38
51
3
69
83
86
87
91
1002
3
4
8
14
31
NS. PP.EMS.
104
204
64
104
64
1023
23
27
31
33
38
46
47
49
68
74
77
78
88
91
94
95
1103
5
6
7
13
34
33
41
46
47
51
6
94
99
1203
7
13
15
30
39
43
48
59
65
69
81
84
86
87
4
NS. PREMS.
64
304
64
104
64
9004
H
301
2
10
12
14
17
19
20
22
34
39
42
48
51
53
56
63
64
63
66
72
73
74
75
78
.83
90
97
1402
10
a
20

30
52
5
60
6r
68
:'W a-
16
NS. PREMS.


404
64
1004
64
4004
64
104
84
t
03
84
88

.

1491
95
97
99
1300
8
13
13
16
29
33
36
37
47
53
61
62
7
73
78
84
91
1606
8
13
21
33
34
28
43
47
53
M
39
63
68
74
T7
3
86

1P00
I
14
13
64
NS. PREMS.
404
64
104
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64
-rV
1718
~20~
21
22
26
32
33
36
41
47
49
51
59
63
74
79
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97
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1800
9
11
18
13
20
33
39
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48
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38

63
7
88!
86
1903
4
5
7
8
10
31
3
34
64
1004
64
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
104
64
U
X
1935
38
43
48
53
36
58
60
66
69
71
73
88
95
98
99
3001
6
13
18
33
87
30
33
37
48
57
63
86
67
8
70
74
85
86
87
31O0
1
I
4
8
18
30
31
t
38
104
64
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64
3133
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'40
48
49
64
66
72
76
82
87
90
2202
6
8
14
19
23
87
31
33
36
46
56
59
66
73
74
80
90
98
98
88
3803
8
8
10
12
14
16
30
34
36
41
43
33
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64
404
64
3004
64
104
64
2359
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2402
11
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64
NS. PREMS.
104
64
87 -
93
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14
16
17
19
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33
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44 -
34
96 -
38
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61 -
68 -
65 -
71
75 --
77 -
78 8:0804
83 y
93
94 ~
96 -
2597
2601
3
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33
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40
48
53
03
66
81
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90
95
97
98
3700
2

13
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7
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38
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80
81
83
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93
97
98
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64
NS. PREMS.
494
64
3807
13
16
43
44
48
49
33
37
78
82
86
87
88
90
92
3901
3
8
9
17
19
33
36
33
36
38
43
87
89
68
70
71
78
86
1
93
98
3000
1
3
8
13
18
19
34
64
NS. PREMS.
104
64
1004
64
3033
33
39
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48
50
55
38
59
69
71
74
80
83
90
93
95
98
3108
9
13
14
17
30
34
30
34
38
38
43
47
53
63
59
66
68
74
78
76
77
81
83
3300
10
B
13
64
NS. PREMS.
104
64
104
64
304
4
3315
17
19
30
38
33
43
44
33
64
30
61
70
77
88
93
94
97
3309
13
17
30
34
36
37
33
33
38
30
40
41
48
47
48
80
88
88
01
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68
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76
90
93
98
88
64
304
64
.y.^


8
Diario de Pernambuco -=> Quara eira 12 e Outubro 1870
3:
i
YARIEDADE
!

repente
NEDeCTA RETROSPECTIVA. Os
acontec melos da guerra vieram dar im-
portancia segniote anedocta retrospectiva
que o festivo P. Veron contava, *ntre
ootras cousas, na sua Chronica de Pa
ris db 30 de jolho ultimo. Infelizmente,
a duvida que no final se contm, val, se-
gundo todas as probabilidades, convertor-se
era realidade :
E j qne trato de recordaces, permit
ta-se-rae evocar ootra, que data de 1867.
t Um dia, muito cedo, fui visitar n'a-
qaella poca as galeras da exposicao uni-
versal. Iftvia pouca gente, porque a con-
currencia s principiava depois do meio
dia.
N5o obstante, notou-se de
grande movimento.
Os expuneotes punham-se de p para
ver por cima dos mostradores.
Era indubitavel que occorria'algumi
cousa extraordiaaria.
Um homem alto, franzino, ossudo, de
chapeo na m3o e voltaodo a cabeca cora
movimentos de automato, adiantav;i-se.
acompanhado de alguns sugeitos que mal
[ odiam segiv-lu.
O horaem alto, franzino e de eric.idos
bigodes s dri ,-i.i um oidor indiferente
todos os productos da industria, e os laes
sugeiios corriam atraz d'elle quasi sera
alent.
D3 repente, o homem franzino pira,
abysmado em profunda meditaco. Estava na
seccao das armas, e devora va com a vista
um enorme canhjque pareciamagnetisalo,
emquanto que por entre a multidSo teumda
circulava este nome :
Bismark, Bismark, Bismark.
O conde de Bismark, porque era elle
efectivamente, esteve muito tempo contem-
plando as armas, e dirigise para a porta,
como se nada tivesse que ver de interes-
sante depois de examinar os instrumentos
dedestraicSo.
Nao sei porque, mas seguio macbi-
nalmente.
A multido tinha-se dispersado, e ha-
viam -se Mirado os sugeitos que o acom-
panhavam, e que eram commissaros da
exposicao.
O conde de Bismark, acompanhado de
um ajudante de campo, vestido paisana,
sabio pela porta da ponte de lena. Ao ver
a lapide de marmore na qual est gravado
o nome d'aquella memoravel derrota da
Prussia, deu aos hombros involuntariamen-
te, depois de continuar seu caminho e su-
bir os cem degros da escada do Troca-
dero.
Parou alli na plataforma d'onde se
avista toda Pars.
Nunca me esquecerei do olhar que dei-
tou roda de si. Qualro ou cinco vezes
indcou com a mo ao seu ajudante de
campo pontos differentes, tiro urna car-
teira, tomoc aluns apontamentos, falln
com aoimac5o, tornou a olhar, o afast.u se
lentamente, abysmado segundo pareca em
profundas reflc'xoes.
t Era tal vez urna illusao, mas em toda
esta scena o conde de. Bismark produzio
era mim o effeito da um gavio que atra-
vz do espaco procura urna presa.
escoolio que vem .agora apoderar-se
da presa.
oto officiaee que- todos tinham camprtdo
o seu de ver. S uio f segando me disseram
tinha aconseihado os teus bomens a deser-
larem Affiancam-roe que na fgida, de-
pois da exploso dopuol, alguns habitantes,
insultados pelos movis, atiraram sobre
elies ; isto t3o honivel, qoe nem eu lne
presto inteiro crdito. Ficaram debaixo das
ruinas sescptos homeos, dos quaes cem
cento e cocoeotr Prussianos.
Tal mou charo senbor, a verdadei-
ra relacao do que se passou em Laon ; po-
de publica-la com toda a coofianca. Nin-
guem far nem sequer urna nica refutacSo
n'isto que avanco.
fposterldade o direito loali.enavel de vi ver
trabalhando para a felicidade de todos.
Coocluo, dizendo qoe me felicito de
ter por intermediario com o governo da
defeza nacional, o homem tao distincto,
cojo carcter altamente apreciado, no meu
proprio paiz, carcter elevado, e qoe tem
consagrado com dedicacao todas as forcas
da sua intelligencia a cans da liberdade
humana e dos governos livres.
Recebe, etc. Wasrburm.
MAG-MAHON. Este disliaclo marecha1
francez dirigi ao ministro da guerra da
repblica a segninte carta :
Pourru-aux Bota, 8 de setembro de
1870. Sr. ministro.Tenho a honra de
levar ao vosso conhecimento que obtive das
autoridades militares prussianas autorisacSo
para me transportar a urna aldeia denomi-
nada Pourru-aux-Bois, a algumas leguas de
Sedan, na direcc3o da Blgica,
Achandorae prUionniro de guerra, n3o
posso, nos termos da capiulacSo, voltar ao
servico durante a actual campauha ; mas,
como depois da catastrophe do exercito de
qae live o commando, eu desejo, seme
Ihanca da maior parte dos oflicaes do exer-
cito, compartir a sorte dos meus soldados,
pedirei, logo que o estado da minba ferida
me permita o trai sporte, o qne ser con-
forme a opini5o dos mdicos, eu pedirei,
digo, s autoridades prussianas, ser inter-
nado em qualqner praca da Allemanha. Re-
cebe, eleO marechal de Franca De Mac-
Maltn, t
escreveu a seguinte carta
Paris,
o filho
Julio
HEROSMO. Urna senhora de
que tem o marido nos baluartes e
nos fortes,
Favre :
Senhor.Todas as mulheres carecem
d'este momento solemne, de vos manifestar
o que outras vos tem j dito por modo tao
excellenle. A coragem afogou a nossa dr.
Nos permaneceremos em face de inimigo
at ultima hora. Nossos pais, nossos
maridos, nossos filos, nossos irm3os mor-
ios, havemos de i inga -los condemnando
Guilberme a exterminar-nos a todas. Ento
a justica, a liberdide, a fraternidade j nao
existem, pois bem, para que viveriamos
nos ?
Aqoelles que assumiram as rdeas do
CATASTROPHE DE LAON.Moitos jor-
naes francezespublicam a seguinte nota, que
Ibes foi communxada por um artilheiro da
guarda movel, que estava em Laon quando
se deu a catastropne da exploso do paiol:
A arlilheria da movel chegon Laon
no sabbado 3 de seiembro. Achamos a
populaco muito mal disposta nosso res-
pei'o. A cidade queria abrir as portas sem
resistencia, e os habitantes procoravam des-
viar a infantaria dos seus deveres ; todos
nos pediam qne desertassemos, e diziam
nada menos que fariam fogo sobre os se
atirassemos aos Prussianos ; com estas ani-
maoes que haviamos de defender a ci-
dadella ; todos os das appareciam novas
descrces na infantaria da movel; a tropa
estava desanimada e n3o qeeria defeoder-se;
ouvi-lhe at dizer: Sa nao fossemos todos
uns covardes, torearamos as portas, e ir-
aos-hiamos.
No dia 6, uns trinta huanos avancaram
trote e chegaram at cem metros das por-
tas ; os habitantes grlavam movel: Nao
atirem nao atirem I lam apossar-se da
cidade trinta blanos ; o general autorisou
o fogo, commandado por um capit3o, e logo
<--s huanos se retiraram a galope, deixando
qnalro prisioneiros.
Eram grandes a indignaco e a cons-
ternarlo do povo ; tema as represalias,
como se as leis da guerra n3o fossem atirar
ao inimigo |sem Ihe desafiar a vioganca ;
passava-se isto s cinco e meia da tarde.
No dia seguinte, os movis que sahi-
ram da cidadella foram mal recebidos e
ameacados pela populaco.
Chegou um parl-imeutario s cinco ho-
ras da tarde, e depois no da 8 s quatro.
0 general resisti.
Estavam 700 ou 800 cavalleiros inimi-
gos collocados em batalha cinco kilmetros
de Laon, e por traz d'elles, doze ou quin-
ze kilmetros, avistava-se alguma infan-
taria.
O parlamento tinha-se despedido do
general dizendo-lbe : Ento, amanha das
nove para as dez horas. Guidavamos
que o ataque se realisaria por essa hora, e
os nossos officiaes de artilberia tomavam
todas as suas disposigoes. Estavamos mui-
to decididos a cumprir o nosso dever. Pe-
las sete horas, soube-se que o general es-
tava prisioneiro da populaco, que o cercou
na hospedara onde fra jantar. Sahiram
logo duas companhias para o libertaren,
mas alguns aprovetaram a occasio para
fugir.
A nossa tropa ia diminumdo de hora
para hora. Foram deitando molbos de feno
e de palba nos fossos, e assim conseguio a
infantaria sabir toda de noute; disseram me
que foi ama verdadeira procissSo. s
onze horas disseram-me elles tambem, foi
urna deputacao dos habitantes ter com o
general para o obrigar a capitular; s tres
da manhaa nova deputacao.
Urna oa duas horas depois, era levada
a capitulacao pelo commandante ne Che-
zelles ao qaartel prassiano. A artilharia
tinha s doas desertores. As onze horas,
os Prussianos entravam no recinto da cida-
della, e nos depunhamos tristemente as
armas. Desfilamos, hmos 400 metros
quando ouvimos ama dupla detonago :
era parte do paiel qne ia pelos ares,
Entre os morios, houve infelizmente
NAPOLEO EM WILHELMSHOHE.-
Um diario de Cassel d os seguintes por-
menorr-s sobre a chegadado imperador Na-
poleo a Wilhelmshohe:
t No dia 5, fizeram-se alguns preparati-
vos as vastas habitares do palacio de Wi-
lhelmshohe, para receber o imperador e a
sua numerosa comitiva. Para accommodar
os cavallos e os trens do imperador e da
sua casa civil e militar as cavallaricas re-
aes, foi necessario desmontar, no mesmo
dia, a batera de reserva do undcimo re
gimento de artilheria de Hesse, que estava
acampada, as aldeias visinhas.
A's nove horas da noute um trem ex-
presso docaminho de ferro de Werra trou-
xe o imperador estadio de Wilhelmsho-
he. Vmha acompanhado dos generaos, pri-
ioneros corao elle, Flix Douay eLebrun,
e do general Boyen', ajudante do rei da
Prussia.
Tendo Guilherme I ordenado que pri-
sioneiro fosse recebido como soberano reh-
ilante, as autoridades civis e militares ach
vam-se reunidas na esta?3>), onde fazia a-
guarda de honra um destacamento do re-
giment n. 14 di lrussards imperador vinha cora os geaeraes e os che-
fes da sua corte e do seu gabinete, no
grande coche de gafa do re dos belgas.
Vestia de grande untf>rme e trawa o peito
coberto de medalhas, mas n5*v levava es-
pada,
Quando desceu do wagn, guarda
de honra apresenton as- armas. O' impera-
dor pedio qoe Ihe fossera apresentados t3-
dos os funecionarios que alli havia,. com os
quaes cooversou em allemo.
Pooco depois ebegea a Wi&elnwhohe
urna companbia de 150 bomens comman-
dada por um eapitlo de 80 de- linba da
guarniffo- de Cassel, e colk>cou-se em linba
de batalha defronte d > pavilbo central do
palacio.
Collo';aram>-se' sentineHas em voltado
castello-, as avenidas e ooe- caminaos qne
FRANGA.Para justificar a dureza das
condcoes qoe a Allemanha quer impr
Franca, is alguns algarismoj publicados
por peridicos prussianos:
t A Franca tinha em 1789, 9600 milhas
qaadrada; (em 1808,13.600; em 181,
9668 ; em 1860, 9850. V se pois que a
paz de 1815 deixava anda o territorio fran-
cez maior que antes da revoluc3o.
t Toda a Allemanha, norte e sul, tem na
actoalidade urna extenso de 9631 milhas
quadradas (219 menos que as que boje tem
a Franca.) Separando-se desta naco para
serem incorporados Allemanha os dois
departameutos alsacianos (Alto e Baixo
Rheno e os tres de Lorena (Mosella, Menr-
the e Vosges), om total de territorio de 501
milhas quadradas, o s >lo allemo constar
de 10,132, milhas quadradas, e o da Fran-
ca de 9349.
A cifra da populaco alienta actual-
mente de 38:512:877, e a da Franca de
38:067:000. Com a uniao Allemanha do4
cinco (departamentos precitados.........
(.308cOOO), a Franco s leria 35.759:000
habitantes, emquanto que a Allemanha con-
tara 40.820:877.
Comparativamente ao- preco que a Al-
lemaaha reclama pelos sangrentos sacrificios
que levou a cabo, recordamos que a paz
de Tilsit, ao castigar a Prussia por se ter
defendido contra a ambica napolenica,
reduz o seu territorio de 5:570 1/2 milaas
quadradas com 9:743:000 habitantes, a
877 milhas quadradas e 4:938:000 alma:
isto que a Franca, que actualmente re-
geita a idea de ceder a vigsima- parte do
seu territorio, em *807 cerceava* a Prussia
perto de metade do seo. >
em breve so trava ora combate terrivel. Os
Parisienses levara a morte ia fifeiras dai
legfes ioimigas, e combatem com o valor
que d o desespero; mas succambem dian-
te do numero e da tctica dos Romanos.
Os Romanos possuiram Paris dorante
quinhentos e trinta anuos, e augmentaram-a
as duas margeos.
Em 485, Chlderico I, filho de Mero-
ven, e chefe dos Francos, expulsou os Ro-
manos.
Em 845, os Normandos, altrahidos
pela riqueza desta capital, de soas igrejas
e dos seos mosteiros, precipitaram-se ua
cidade, saquearama e entregaram a s
chammas.
Em 856 esses mesmos salteadores nor-
goyerno, e que devem conduzir-nos vic-. .aM' conduzem. A's dez no#as o imperador
loria ou a raerte, tenham a certeza da nossa
heroica dedicacao.
As nossas irmaas da America nos ani-
mam com o seu passado, e a sua generosi-
dade presente. As pobres mis da Allema-
nha esto tal vez comnoco.
Com todo o respeito, e com toda a
firmeza, Sr. vice-presidente soo nossa af-
fei?oada E E., pintora.
TROCHU.Este marechal francez dirigi
a seguinte proclamado guarnido de
Paris :
Nunca um general leve diante dos
olhos om espectculo, como o que acabis
de dar-lhes.
Trezentos batalhes de cidados orga-
msados, armados, formados pela popula-
cao, acclamando n'uro concert immenso a
defeza de Paris e da liberdade I
Se as naces que duvidarara de vos,
se os exercilos que marebam sobre vos o
viram e onvjraui!
Conheceriara que o infortunio fez mais
em algumas semanas para levantar a alma
da nacao, que longos annos de delicias para,
a abater.
O espirito da dedicago e do sacrificio
enlrou em vos, e ja Ihe deveis o benefi-
cio da cordeal uniao que vai salvar-vos.
Com a nossa formidavel forca eflectiva,
o servico diario da defeza de Paris nao
ser inferior a 70.000 homeos. Se o ini-
migo, por um ataque viva forra, ou por
sorpreza, ou pela brecha, penetrar na cerca
encontrar as barricadas, cuja construccSo
se prepara, e as suas testas de columna
seriara destruidas pelo ataque successivo
de dez reservas escalonadas.
Tende, pois, inteira conSanca, e sabei
que acerca de Paris defendida palo esfoipo
perseverante do espirito publico, e por
300,0'JO espingardas, inexpugnavel.
Em nome do governo da defeza na-
cional, de que eu nao sou perante vs-se-
no o representante, eu vos agradeco a
vossa patritica sollicitude pelos sagrados
interesses de que sois a guarda.
E agora s novas seccoes de defeza !
Ordem, placidez e dedicacao de todos e
por toda a parte.
E recordai-vos, j vo-lo disse, que a
vosso cargo est a polica de Paris n'estes
das de crise.
* Preparai-vos para soffrer com cons-
tancia. Sob esta condico venceris. >
ESTADOS-UNIDOS. O ministro desta
repblica, em Paris, dirigi ao ministro dos
estrangeiros da repblica franeeza o seguin-
te despacho :
t Senhor. Recebi a noute iwssada, s
11 horas, a communicacao, que me fizestes
a honra de dirigir-me, em data de 5 e pela
qual me informaos de que ero virtude de
urna resolue*) adoptada pelos membros da
defeza nacional, o ministerio dos negocios
estraogeiros vos fra confiada.
Tenho, por men turno, a satisfafo de
vos annunciar que recebi do mea governo
um telegramma, pelo qual me encarrega de
reconbecer o governo da defeza nacional,
como o governo da Franca..
Em consequencia, eston prompto a
entrar em relacoes com esse governo, e,
se assim o qnereis a tratar com elle todos
os negocios dependentes das funcces a
meu cargo.
< Trazendo esta communicacao a V.Exc.
rogo Ihe que acceite pira si e para os men-
bros do governo fia defeza nacional as feli-
citarles do governo e do povo dos Estados
Unidos; elles saberiam com eotbasiasmo
a proclamado desta repblica, ojue se ios-
tituio em Franca, sem custar ama gota de
sangoe, e sincera e sympathicamente bao
de assiciar-se a este grande movimento.
que elles esperam e jnlgam ser fecundo
em venturosos resultados para o povo fran-
cez e para toda a hamanidade.
Difractando ha perto de um seculo
os innumeraveis beneficios do governo re-
publicano, o povo dos Estados Uoidos as-
siste com o maior interesse aos esforcos
deste povo francez, ao qual o prendem os
tacos d urna amisade tradicional, e qne
procura fundar as instituices, pelas quaes
se assegaram a goracao presenta e a sai
sabio da estaco-com a sua omitiva, e sa-
bio a urna carruagera tirada por doas ca-
vallos, pertenceoie ao cond de Moots, e
parou rrebaixo do-prtico de castello, ende
a companbia de cacadores loo fez as boa
ras militares. Peuco depois- chegaram as
pessoas da comitiva do imperador em onz
carruagens.
< Afinal, a guarda militar tto imperador
n3o tinha outro fina sen3o afastar a raalti-
do que se suppunba querer atropellar
rudo para ver o imperial prisoeiro. N8o
succedeu assim. Os espectadores enai
poaco numerosos na eslaco e- no castello;
A' noute as habitacoes deste aehavamee
profusamente illuminadas.
Luiz Napoleo rjecopa com prisionei-
ro as proprias habitacOes em qo seu to,*
ha meio seculo, passava o verSo durante- os
sete annos do sea reinado.
PARSO decret' do governo proviso-
rio francez convocando a asseoabla consti-
tuate, concebido- nos- seguales termos :
Francezes : Ao -proclamar ba quatro
das o governo da defeza Racioaal, defini-
mos a nossa misso. O poder estava por
trra ; o qne principiara por um attentado
termiou por um deserco. Tivemos que
receber o-firman deixado por raaos impo-
tentes ,- a Europa, por. precisa de ser
illucidada. E' preciso que comprehenda,
por provas irrecusaves, que todo o paiz
est coranosco. E' preciso que- o invasor
encontr no seu camioho, nao a o obst-
culo de urna cidade inmensa resolvida an-
tes a morrer que a render-se, mas tambem
um povo inteiro, de p-, organisado, repre-
sentado: urna assembla emfim que pssa
levar a toda a parte e a despeito de todos
os desastres, a arma viva da patria.
Em eonsequaneia disso o- governo da
defeza nacional decreta:
Art. 1 Sao convocadas a assemblas
eleitoraes para domingo 16 de outobro, a
lim da elegerem cortes constitointes.
Art. 2o As eleicoes fr-se-bo por es-
crutiaio de lisia corao determina a lei de
15 de marco de 18'9.
ArL 3o O numero de membros da as-
sembla constituate ser de 750.
Art. 4o 0> ministro do interior fica en-
carregado da execofio deste decreto,
Dado oa casa da cmara de Paris em
8 de setembro do 870.^Seguem-se as
assiguaturas. >
CURIOSO EPISODIO.O- segnioto re-
ferido por um diario deumdos departamen-
tos francezes, invadidos pelos prussia-
nos:
Um homem muito coobeeidoy que per-
tenee constituinte, o Sr. Reslay, j de 75
annos de idade, alistoo-se no 20 de linha, e
arranjando os seas papis, preparou-se para
ir para Metz-, onde estava o seu regi-
ment.
No dia 18, de manh3a, cabio em poder
dos prussianos e ass'.stio a batalna daquelle
dia. Tivera especial cuidado em guardar
os seas papis n'uma.das botas, e s vi-
ram nelle um ancio moffensivo ; soltaram-
n'o, por consequencia-, na manhaa seguinte,
e mandavam-n'o para a Betgica.
< Dal i voltou a Franca pelo lado de
Montmdy, e no caminho encontroa-se com
um hahno. Travaram palestra, e o an-
cio ofierecea am charuto ao seu compa-
nheiro> que poaco depois Ihe pergaatou que
horas eram, ao que eUe respondeu puchan-
do pelo relogio.
Apeouse entSoohulano e dispoz.-se a
caminhar a p com Beslay durante uos 10
minuto*, ao cabo dos quaes tornou a per-
guntar de repente a hora.
*Ha pedaco Ibe disse, volveu Beslay.
fPois entao d c o seu relogio.
c Era intil pensar em resistir, e Bes-
lay tirou o relogio; mas ao tiral-o deixou
cahir urna moeda de cinco francos, e o ba-
tano abaixou-ae para a apanhar. Beslay qne
levava um enorme vasse-tte, aproveitoa en-
to a occasio e descarregou-lhe na cabeca
urna pancada vigorosa. O hulano cabio por
trra ; mas levantando-se em acto continao,
dispunha-se a puchar pelo sabr, quando o
anciSo Ibe desandou outra pancada, e o bu-
tano tornou a cahir para nunca mais je le-
vantar, >
OS PRINCIPES DEORLEES.De urna
correspondencia de Parir, dirigida- a um
jornal hespanhol, exirabimos o seguinte :
Sopponhfr que esto perfeitanseote ao
faeto do que se tem passado com o princi-
pes de rleles-, mas como os vi em Calais,
julgo interessate urna narrado circomslan-
ciada da soa passagem por Franca. Todos
eltes tiobam esperado cwn. terrivel aneieda-
de em Bruxellas o xito da mal concebida
empreza de Mac-Mahon, e n'om raom&nto,
no di 3! de agosto; quaadb o corpo de ex-
ercito d'este general tornou* f l pegas e-fes
2,000'prisioneiros ao exererto do prinsipe
da Saxooia, Joinvilte acreMou na possibrb-
dade da victoria das armas franeezas.
Br depress, porm? se soobe na
Blgica o rmmenso desastre de Sedan. O
duque de Aumule, o principe- d- Joinville-e
o joven duque de CBartres nao-vacillam um
instante, e ficando na Blgica' o onde da
Paris para que se nao julgasso que como
pretendente, ia tomar conta d heraoca de
Napoleae, partem no domingo 4 e setem
bro para Paris, onde- ebegam no meio da
revoluto que nra^aelle dia asaistimoe,-
como testenannhas. na capital de- Franca.
No meio da terrivel confusa drosse dia
apeiamse, ignorados de todo o-nwmdo, e4
casa do sen fiel amigj> o duqae di Decazes
e em outra casa inmediata tambera aos
Campos Elisios, e maito cedo- procurara
Julio Favre e suppooho que o general Tro-
chu, esto, amigo sempre. como Ferry e
Keratry, dos principes1-de Ortes.
< Dizsm-lhes que vem para pelejar como
soldados na defeza de>-Paris, jne a- queda
do Imperio' abolir a* leis de proseripeo
que pesavara sobre elles, e que francezes e
soldados nao podiam priva-los de morrer
pera sua- patria. Acescentamqoe se a
Franca consegoisse a soa salvacao contra o
estrangeiro, elles depois de derramaren! o
seo songue na luta, se sobrevivsssem, reti-
nr-se-iam da sua querida trra, para nao
darem motivo urna gaerra civiK
Julio Favre reconbeceu o direrto dos
principes para combaterem pela-patria como
cidad3os francezes, elogiou muito oseu pa-
triotismo, porm apeHou para ello, a firn.
de que, com a sua ausencia n'estes momen-
tos difBeeis- e supremos, facam mais um
sacrificio pela Franca. Paris, disse Ibes elle,
est revolucionado ; o governo, aedamado
irregolacmente por un parte do povo, ten*)
por adversarios o senado e o corpo legisla-
tivo, que o eondemnara como republicano
no interesse da dynastia imperial, eos ver-
mellos, que o acham poaco revolucionario,
e que aecnsam a cacitos de seos membros
de instrumentos da familia Oolees. A pra-
seoca dos principes em Paris pode ser pre-
texto para urna lata que seria terrivel, quan-
do o inimigo est s portas da capital. De
todo os modos, se elles opinarem para que
os principes saiham de Paris, nao querem
s decidir se podero ou Bao permanecer
em Franga. Que partam. Ibes dizem, de
noute para Calais, emquanto o povo nada
saiba e que espereta alli com resigoacSo
patricticaas decisoes do governo da rep-
blica.
Um telegramma, cuja cifra fica combi-
nada, os avisar da rvoluco.
* Auroale e Joinville ficam em casa de
seus amigos, sem fallar com mnguem. O
daqae de Cbartres, que cm soa pobre m3i,
a duquesa de Orleaes, de quera se perder
no terrivel dia 24 de fevereiro de 1848 na
cmara dos deputados, tiaua sahido de Paris
tondo apenas sete annos, quiz ver a cidade
tao querida de sea pai. metteu-se n'nm
Gacre e n'elle, dorante algumas horas, per-
eorreu Paris anda em estado de perpetua
revolucao, sem ser coohecido de pessoa al-
guma.
< noute sguiram todos para Calais, e
s 2 horas da madrugada receberam o tele-
gramma em qae o governo provisorio, in-
vocando o seu patriotismo, Ibes pedia para
que abandaoassom por agora o territorio
francez. Ao priocpe de Joinville, que len
o despacha, arraaaraa-se os olhos de la-
grimas, e a commocao nao foi menor nos
duques de Aumale e de Chartres. Segundo,
porm, o nobre procedimeoto que em 1848
tiveram na Argelia, urna hora depois, e no
meio de urna horrorosa tempestade, faziam-
se de vela para a Inglaterra.
mandos avancaram ainda at Paris. Os ha
hitantes deixaram a cidade depois de a in
cendiarem.
Em 861, ainda voltaram esses barba-
ros para retomaren Paris; mas, doas ve-
zes arruinada por elles,
para saquear.
Fatigados por 13o continuos desastres,
os Parisienses entraram ento a rodeara
sua cidade de torres e fortiflcac5es. As
muralhas nem mesmo estavam inteiramenie
acabadas, quando as hordas normandas,
cerca de 30,000 horneo, vieram acampar
diante de Paris. Os Parieoses defeade-
ram-se com urna constancia e orna temici-
dade que os Normandos b3o poderam es-
goiar.
t Oasstdio duron mais de um anuo
(885887). Os Normandos-, cansados por
to comprido cerco, preparavam-se para a
retirada, quando o- rei Carlos, o Gordo-,
mandn car a bandeira parlamentaria, e
em breva- assignou a- mais vergonhosa ca-
pitulacao que se tem feito, semcoosultaros
cidados de Paris, visto que tinha o direito
de fazer a seu bel-praz^r a guerra e a paz.
Ganbou com isso a deposico.
Em 1358, o Delfim fez intilmente o
assedio de Paris.
Em 1350-, o rei de Joglatarra- nao foi
mais feliz.
Em 1420; Paris foi lomada pelos In-
glezas, que abi se conservaram durante deze-
seis annos.
Em 1427, Carlos VII, tentn retomar
Paris mas repelliram-o os jfcglezes.
Km 1462, o duque de Borgonha s
pode assolar os arredores.
Em 1464, o conde de Chardais, de-
pois de ter rodeado a cidad, alacou^a em
balde por varias vezes.
i Era 1536, foi Paris salva do exercito
de Carlos V, pelas- soas muralbas.
No-reinado de Henrique SI e de Hen-
rique IV, Paris snstentou nm cerco, que ft-
cou famoso na historia (1593).:
< Finalmente, en 31 de man;o de 1814.
a traicao-abri as portas de Pars aos con-
federados-.
Ao ver desfilar o estran^eiro pelas
suas ruas> o povo conservou-se tristemente
silencioso; Mas nos bairros das ricasses-,.
Bta, flores e coras- foram lanzadas em
profus3o sobre as horda do norte. Toda-
va a iutrepida populaco dos arrabaldes,
especialmente aquella que na vespera con-
corrra para a defensa da cidade, conser-
vou diante de^ses soldados estrangeiros-j
urna expressao de physionomia bastante
hostil para' loes inspirar certa ioqatetacSo ;
al fra He duvida qoe, se ella eontasse
com o auxilio da burguezia, t-los-bia ata-
cado as ras e nos bcalevards.
Paris vai ter o seu idocimo-senlo asse-
dio. Tera boje muralbas serias, fortes, bem
situadas, e peitos arrojados. P3ris, luc-
tuct nec nwrgitur.
DO MODO COMO OS PRUSSIANOS FA-
ZEM A DESCOBKRTA E RECONHECI-
MENTO DEUM EXERCITO EM CA&PANHA
E' digno de conhecer-se o mod como
os prussianos saem explorarlo.
general que juiga ter na freote um
corpo inimigo e que pretende vigial-o ou
combatel-Oj elege um oflicial hbil e reso-
lato, que nao-ha poucosnos exercilos a 'le-
ra aes.
Depois eonfia-lhe um peloto de qoinze a
Paris km perto de 400:000 guardas
naes, guardas movis, soldados, oa mari-
nheiros. Strasburgo tem oa te ve 60:000
habitantes. Paris, apezar da emigraco,
pelo menos 1,900:000. Strasburgo s
urna cidadella. sabido o numero dos
nossos fortes.
Portante, fazendo calclos com relacao a
Paris, vista dos que a Gazna de Colonia
faz a respeito de Strasburgo, v-se qoe
sendo alli necessarias 145 pecas, em Para
seriam necessarias mais de 800 para balar
a crea, e ainda mais para bater os foi
seriam necessarios mais de 200 wagbes
dia para o forneciraento das municoes. E
vez de 8:000 quintaes de metal em sais dias,
seriara necessarios 48:000 quintaes.
Estes clculos n3o s3o exactos, porqae
os recursos dos sitiadores devem crescer na
propor$2o da grandeza, da forca e dos re-
cursos dos sitiados.
Conforme os clculos da Gaz*ta de Ca-
nad encontrara! ona> as despezae do assedio de Strasburgo
orcam por um milbo (180 contos) por dia,
as de Paris dever o pois custar mars de 12
milhoes (2:140 cont) por dia.
No assedio de Sebastopol, os francezes.
inglezes, turgos e piemontezes despendern
3 ou 4 mil milhoes, e tendo as soas esqoa-
dra por ponto, deapoio s poderam cercar
urna parte da cidade.
0 Sicle diz mais, qae se pode cakmlar
que em Paris se Ievaotaram 3:000 barrica
das, e defendidas apenas por 20 homeos
resolutos, e com o auxilio das casas, cada
ura d'ellas am forte, a lata ser impossi-
vel.
ALSACIA. O conde Bismark Boblen.
goveroador geral desta provincia, publicou
segninte proclama<}ao:
Os aoentecimentcs da gaerra tornaran
:adispensavel a oceupafao de orna parte do
territorio francez pelas tropas alientas,
aobando-sa boje esse territorio subirahido a
soberana do governo francez, em logar da
qual se estabeleceu a aaloridade da Alle-
meaba. Em nome desta, e per cansa
d'esses aconiecimentos, mt nomeado para
governar os departamentos do alto e baixo
Rheno, e Ja parte do Moaella qoe ;ompre-
hende os dstrietos de Metz. TionviUe, Sar-
guemioes, Gbateao-Salms e Srareboarf.
c A conservacao das leis existentes, o
restabetecimento de ama ordem de coasas
normal e a restituido da soa perdi acti-
vidade a todos os elementos produetarea,
eis o encargo qne devo cumprir e a tarea a
que rao bei de consagrar sem tregoas.
A religiao des habitante d'estas pro-
vincias, as instituices e costnaea do pao,
as vida e fazendas- des alsaciaaos terao em
mim o protector mais iofatigawl, enada
omiitirei, nada esquecerei de lado o qae
tender a tornar menos pesados aos encar-
gos e penalidades proprias a> estado de
guerra.
Todava, nao serpossivei 3on*;guirse
isto, apesar dos aseos bons deseios, se a
habitantes-nao me prestaren) a ana coope-
racao para realizar esta obra, ase do sea
interesse, auxiliando a aova administracao.
da qoal podem e devem reclamar qoaote^
aos mesrros conver.
Nada sorrespoedera melbor ventada
das potencias alliadaa da Allemaaaa qoe
restabelecimento immediato e comoeto daa
normalidades da legadade dopz, para
que cada cidado se entregue confiada e
traoquillameate s suas respectivas occo-
pacoes, cora o que e com o auxilio de Dos
toda a populaco ha de recuperar o seo
bem estar. Estou disposte a coaeegoir este
resultado, empregaedo t>dos es recursos
necessarios, desenvolvendo a foi-ja legal da
alta raiss3o que desempenho e tirando o
maior partid possivei da natnreca extraor-
dinaria das acluaes circumstaiM'iis.
Haguenao, 30 de agosto d* 1W70 O
governador geral da Alsacia. leaenie gene-
naLConfete Bismurk Bokhn. i
OS ASSEDIOS DE PARS.Com o ti-
tulo Flucta! nec mergitttr, publica o Vo-
luntario, peridico de Paris, ama ioteres-
sante nomenclatura dos assedios qae Paris
tem supportado desde a era christa:
< Desde o principio de sua historia, tem
Paris supportado ama rasoavel serie de as-
sedios.
< O primeiro monta no auno 53 antas
da nossa era. Nessa poca, todo o Paris
eslava coafinado na ilha, qae nos chama-
mos a Hit.
c Labienus, qae se assenhorera das
margeos do Sena, apromptava-se para inva-
dir a ilha da Cit, quaodo os Parienses,
vendo a impossibilidade de defenderem a
e se retirara para a altaras visinhas, onda
vinte cavallos, qoe ordinariamente sao hu-
anos oo hussares. O official escolte tam-
bem um soldado di landwehr que conheca
bem o sitio que vai recoahecer.
Este soldado satisfeiio cora a sua miss3o
de pundonor e conanoa, avanca com a
carabina engatlbada e ouvido atiento para
o ponto que Ib* indicara, o qual pontq vai
marcado na carta que leva o official.
0 terreno que se quer reconhecer dista
as vezes 20 ou 30 kilmetros das liabas
prussianas, e est quasi sempre oceupado
litteralmente pelo inimigo.
Detraz do primeiro cavalleiro, que tem a
recomraendaeao de marchar a paseo-pelas
sendas meQDS visiveis, vao outros dois a
distancia de 300passos; e 100 passos atraz
destes vai o official a qoem acompanhara
outros oito ou dez horneas encarregados de
o proteger em caso de neeessidade.
Poc al timo-, atraz deste grupo vo mais
dois cavalleiros, e mais atraz- outro sol-
dado.
Esta columna errante e silenciosa occopa
a estensao de um kilmetro,
Se o primeiro explorador se v surpre
hendido, com um tiro d signalde alea ao
resto do bando; a estesignal os ltimos
cavalleiros voltam peta mesmo camioho a
depois a toda a brida_seguemadirecc3o que
Ibes convra mais.
S o oflicial e a sua escolta continuam a
avancar para conhecer o qoe ba de novo;
e feito isto todos desapparecem.
STRASBURGO.Lemos no Siecle que,
em vista dos clculos da Gazeta de Colonia,
os prussianos teem operado contra Stras-
burgo com 18 bateras, cxn morteiros e
pecas raudas de 24. Cada batera tem ati-
pado 400 tiros por dia, e accrescentando-
lhe outras bateras posteriores, podem cal-
cular-so as pecas em 145. Quando toda
esta artilheria esteja em posico, ser ne-
cessario todos os dias am comboy de trinta
wages para conduzr as muaicoes diarias.
Nos ultimas oito dias, diz o joroal alle-
mo, n3o team sido arrojado sobre Stras-
burgo meaos de 8:000 quintaes de metal.
Em redor de Strasburgo, diz ainda a Ga-
zeta de Colonia, acampam 40:000 bomens,
e s o sustento d'este exercito exige am
numero immenso de carros de transporte.
Ora. diz o Suele, o circuito de Strasbur-
go percorre-se em ama hora e meia, pois
que acerca d'esta cidate s tem 6:578
metros, ou seis kilmetros e meio.
O circuito de Paris 6 de 33 kilmetros e
950 metros, e os fortes destacados augmen-
tam o sea permetro de defeza.
sua posico, poem fogo s saas babitacbes Strasburgo tem s gp;te portas: Paris tem
guarmcSo d4 primeira e paqaena;
O G9VERNO FRAPM;E7.. De om joraat
.nglez extrabimos o segniote : *
Mr. Jules Favre, miciUro dos negocies
estrangeiros, um dos mais destioctos
membr s do novo gabinete. Naseeo em
1809, tomou parte na revolucao de 1830.
:;enilo estudaote no curso de direito; foi
secretario geral do ministerio do interior
im. fevereiro de 1848; pouco depois entrn
:h cmara, e por poaco tempe servio de
.sub-secretario "estado do negocios estraa-
;eiros. O golpe i estado aaatou-o por
aigum tempe Dar fora da poiitica, i qaa{
voliou em 1858, sendo ento eleito depota-
do e desde essa data considerad* o ctete
do partido democrtica
' Mr. Picard, ministro da fazeoda o
bem condecido advocado, a mwbra do
parlamento. Njscu em 18H e teas sido
sempre demcrata decidido.
t Mr. Joles Simn, ministro da instrueco
publica, rtasceu em 1814, republicano
moderado, e a sua repatacao talaaa mm
Iliteraria do que poiitica. Tm-se dadcado
exclusivamente ao estado das questea so-
ciaes. e da educaco popular.
c Mr. Len Gambetta. ministro do inte-
rior, j bem conhecido como pchtieo e
advogado no comee d. soa carreir^. Per-
tence a ama familia genoveza, e lam trala
e doas annos. Ddstingoio-se pela i
vez em publico como advogado de
dos acensados nos processos da
Baudin. em t868. E homem da
talento e eloquencia, e republicano doa i
avancados.
Mr. Crenieux ministro da jaaca.
Nascea- em 1796, foi mioistro da jos
1848, e tem perteocido i escarda
cratica, aioda qae por am momento
cen inclinado a ter con Banca em Lam la-
poleSo.
General Le Fio, ministro da
Nascea em 1804, servio na Algeria e i
o generalato ao governo de 1848,
em que tambem foi denotado.
Mr. LavortBJon, secretario geral
em 1827, e um joraalista
Mr. Foorichon, ministro da
Nascido em 1809, capRao domar t
tem sido desde 188* presdame da
Iho de trabalhos navaes. ...
t Mr. Dorian, ministro das oaras pobHeaa,
depatado e rico proprietario da faaaacOii
de ferro. Nascea em 1814.
Mr. Magui, ministro d'agrtaHara.
Nascea em 1824, e umbem am rico do-
prietario de minas de ferro a seabor da
grandes predios.
TYP. tf> l*HK}-KUA oo MflOI MCaxiaS


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