Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12230


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Full Text
I-
NNO XLVi. NUMERO 226
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PAKA A CAPITAL E ICABES OWE IAO SE PAfiA POITE
Por tbs mezes adjuntados..........
For seis ditos iil-em..............
Por amarino idmn..........' *', ,..... SSS
^20
r",
fi
gMITa FEIM 6 DE QflnfBRe DE 1870
PARA DEITBO E FOHA DA PBOTDKU.
Por tres raeies idiantados
Por seis ditos idem. t .
Por nove ditos idem .
Por nm aono idem .
? *
13*00
OUW
271000
Propriedade de Manoel Rgueira de Faria & Fhos.
NAO 4tF\TKH :
ta I Atada, e* IMp; A*m AleuDdnno I** M Paraba Aoo Jo* Goma, na a d, hd.. Mninodo, San,o, Bol*. Mi.Uk, Domi-go, ,(, Coa. tap
_________________________m N'"""': Fr""i":0 Tmn j' Cm' Alagoa ; Dr. Jos Mrtir Al6fc m Babia ; e Joa Ribelro Gaaparnbo no Rio de Janeiro.
PARTE OmCIAl.
V
/
I
I *
Gorerno da provincia.
EXPEDIENTE ASS1NADO PKLO EX.M. Sn. DESKNBAnGA-
DOR FMANCISCODE ASSIS TERHIRA ROCHA. VIC.K-PHE-
SIDBNTB DA PROVINCIA EM 9 DR .MAIO DE 1870.
1" seccao
K. 253.Dito ao Exm. Sr. general commandan-
te das armas.Inteirado de quan'u V. Exc. ex-
poz em sen offlcio de 8 do crreme, sob u. 131,
tethn a dizer em resposla (ue (<-a expedida a
conveniente ordem para ser recibida as 7 horas
da nsnha do 4ia 10 desle mez. na catedral de
Olinda, a bandeira do batalhao n. 42 de volunta
nos da patria, a cjue dever ser conduzida pelo
mesmo batalhao, devendo V. Exc. providenciar
nese sentido.
v' *yi1)ita mesmo.Transmuto por copia
a y. Exc. pira seu conhecimento e execocno, o
aviso circular expedido pelo ministerio da guerra
em 22 de atril ultimo, acerca do destino que de-
vem ter o armamento, eijoipamento e as bandelras
dos batatMes dos voluntarios da patria, que re-
ressam para as suas provincias, chamando a al-
te ncao de V. Exc. para a ultima parto do citado
avi-o.
X. 23o.Dito ao director do arsenal de guerra.
Mande Vrac. entregar a Luiza Jnvina da Paz os
sea dous filhos menores que seacham alistados
na companhia de aprendes desse arsenal Anto-
nio Francisco de Lima e JoSo Ferreira de Lima,
derendo elia indemnisar a fizenda nacional da
despeza que se liouver feito com os mesmos me-
nores.
X. 25fi.Dito ao cpitio do porto.Manda Vine.
Pvir em liberdade, visto ter provado isencao legal
recruja Jos Victorino de Lima.
K. 57. Portaria. O Sr. coramandante do
transporte de guerra liapieui, receba e condusa
para a corte no vapor sob seu commando, afini
degosarcm do indulto, concedido pelo decreto de
- de abril ultimo, es reos de disereio que chega-
rao do presidio de Fernando, constantes da rela-
ca* junta por copia.
N. 261.Offlcio ao juiz municipal da priraira
vira.Segundo participou o commandante dopre
sido de Fernando de Noronha em offlcio n. 137
de 4 d'este mez, vieram para esta capital a serem
apreeeniados ao Dr. chefe de polica Manoel Fer-
reira do Nascimento Cruz, Antonio Gomes Souza,
Joao de Medeiros, Sabino de Oliveira Farias e Joo
da (Vasta Duarle, o que commnnico a Vmc. para
sea eonneeimento, envlaudo inclusa a guia do ul-
timo
N. 262Dito ao juiz municipal da primeira
vara.Transmiti a Vme: o auto de vistori e
identidade que se proceJeu no presidio de Fer-
nando de Noronha no cadver do sentenciado de
Just*ca da provincia da Babia Theodozio do Carino,
e que ve annexo ao offlcio do commandante res-
petivo de 19 do mez Ando.
N. 26:J.Dito ao mesmo.Transmut a Voc.
para os devidos fins os autos de visioria e identi-
dade de peno* que f-rain manddi proceder nos
cadveres dos sentenciados de jumea Antonio Ber-
nardo Vieira e Jesuinu (escravos), 'ao? quaes allu-
de o offlcio <1d commandante do presiJio de Fer-
nando de Noronha de 4 d-ste mat,
N. 26i.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Mande Vmc. addir ao corpo sob
> seu co.-nmando o alferes hooonrio do exercito
Laurino Flix de Oliveira Luna, a que alinde o sen
ofldo n. 184 de 26 do mez rindo.
N. 263Dito ao mesmo.Pode Vmc. alistar
no corpo sob seu commando o paisano Honorato
dos Santos (Juimaraes, de quem trata o seu oOicio
n 238 de 6 do crrente, se tiver e idoneidade pre-
cisa.
X. 260.Portara.O vice Presidente da pro-
vincia, tendo em vista o que Ihe representou o
conselheiro presidente do tribunal da relaco, em
officio de 1 do corrente, p o que dispoe o art. 1.
do dtereto n. 1294 de 1833, resolve nomear para
'xercer interinamente o cargo de secretarn d'a-
quelle tribunal, no impedimento do actual serven-
luario, o bacharel Virgilio de Gusmao Coclho, como
|ipIo conselheiro presidente foi indicado.
3. 267.Dita.O vice presidente Ja provincia,
conformando-se com a proposta do chote de poli-
ca em offlcio n. 706 de 6 do corrente, resolve no-
niear para o lugar v,ig> de subdelegado do dis-
tricto da Maiha jinha do termo do Limoeiro, o c-
dadao Jos lluliao de Miranda.
3.* secio.
N. 268.Offlcio ao inspector da indurara de
l'azenda.Transmuto V. S. para os iins conve-
nientes as doas inclusas ordens ;m duplcala, ex
ludidas pela reparticao do ajndante general, data-
oas de 14 e 20 de abril ultimo, sob ns. 718 e 719.
N\ 269.Dito ao mesmo.Communico V. S.
para os devidos fins, que, de cmiformdade com o
disposto no art. 1. do decreto 1294 de 16 de de-
zerabro de 1833, e em vista do que representou o
onselheiro presidente da relacao em offlcio de 4
do corrente, nomeei para servir inlerinaimuite o
'argo de secretario d'aquelle tribunal, o bacharel
\ irgilio de Gusmao Culho, pelo dito conselheiro
preboste.
N. 270.Dito ao mesmo.Attendendo ao que
*. S. expox_eir. seu offlcio de 14 de abril ultimo,
sob n. 266, acerca do pagamento da gra:ica<;ao
ile 300 ris que em 5 do corrente maodei abonar
ao voluntario da patria Joaquim Jos Gongalv'esdo
Macedo, lenho a dizer em resposla que considere
de nenhum efieito aquella miaba ordein, em vista
da con>ulta das sec^oes de guerra, marioha e
ju3tica do conselho de estado de 18 de. navembro
de 1867. e a que se'rcfere o seu citado offlcio.
N. 271.Dito ao mesmo.Ilecommeudo V. S.
que em vista da relajo nominal e prets juntos em
duplcala, mande liquidar os vencimentos relativos
ao mez de marco ultimo dos guardas nacionaes
destacados na villa de Flores, e pagar a sua im-
portancia a Manoel de Azevedo AndraaV, conforme
olicitou o commandante superior d'aquelle mu-
nicmlo. em offlcio de 30 de abril prximo findo.
N. 272.Din ao mesmo.Informe V. S. quanto
resta do crdito marcado para a despeza do expe-
diente da re;iartieao de po'icia desta provincia.
N. 273.Dito ao mesmo.Com os e^eiareci-
mentos prestados pelo iospeclor do arsenal de ma-
rinlia no offlcio junio por copia, datado de 8 de
de abril uliiito, e sob n. 1938, respondo ao que
" ,'nra^ dir'P Pm 31 de margo prximo findo,
n. S19, acerca do consideravel excesso de gaz con-
sumido no semestre de julha a dezembro do anno
prximo passado, com a illuminacao do mesmo
arsenal e da casa da respectiva inspecc/io,
N. 274.Dito ao mesmo.Se nao boover in-
conveniente, mand V. S. pagar emproza da il-
luminacao prblica d'esta capital, em vista da son-
ta junta em duplicata que me remetteu o Inspec-
tor do arsenal de m irnha com oB;io de 6 do cor-
rente, sob n. 1950, a quantia de 138|960 ris,
i'U o que justamente se dever do despeza eita
com a illuminacao do gaz para o quartel da com-
pinhia de aprendizes raarinheiros d'aquelle ar-
seiiaL
N. 275.Dito ao inspector da thesouraria pro-
vincial. = Ao negociante Antonio Jos Pereira da
Cuaba mande V. S. pagar, depois de liquidados,
em vista da conu e pret nominal juntos emdu
plicata, que me remetteu o comuuadaole superior
do municipio do Cabo, com offlcio de 6 do cor-
rete, sob n. 1049, nao o* vencimentos relativos
ao mez de abril ultimo, dos gnaTdas nacionaes
destacados nquella villa, mas tamben n 'impor-
tancia do fornecimento de loz aua- para o Ruar-
le! do mesoio destac metilo no Jpradito mr.
N.276.=Diio ao mesmo.--ltendendo ao que I provisorio de polica o alferes honorario do exer-
iu o tooente-coroneJ commandinle do corpo | cito Lonrentino F^lix de Oliveira Luna, que como
provisorio de polica em offlcio de 6 do correte,
sob n. 222, rejommendo V. S. que mande abonar
por adlantamenio om mez de venciment ao te-
nente Joo Deoclecio d Silva Paula, que seguio
em diligencia par a comarca de Garanbuns, e
bem assim tres datas de sold 6 pravas que
acompannaram ao dito tenle, ludo a contar do
1." d'este mez.
X- 277.Dito ao chefe da reoarlicao da? obras
coblicas.Em resposla ao offlcio que Vmc. me
origio em 7 do corrente, lenho a dizer que ap-
provq, a deliboracao que lomou de remover do ler-
reiro para o segundo districto o praiicante Fran-
disco Americo de Aragao Rabello, atienta a ne-
pessidade de ser augmentado o pessoal do ultimo
d'esses disirictos.
N. 278.=Porlaria.O vice presidente da pro-
vincia, tendo em vista o que requeren o offlcal
de descarga da alfandega d'esta capital Manoel
Zacaras da Silva .traga, e bem assm o que a
este respailo informaran, as estafes competen-
tes, resolve concedei-lhe dous mezes de licenca
setn vencimentos para|lratar de sua sale.
4* seccao.
N. 281.uito ao presidente da provincia da Ba-
ha.Envo a V- Exc. por copia o auto de visloria
e identidade de pessoa a que se procedeu no pre-
sidio de Fernando de Noronha no cadver do sen-
tenciado de justica desea provincia Theodosio do
Carmo. que all eslava enmprindo pena.
N 282.Dito ao governador do bispado.De-
*endo ser depositada na calnedr.il desta diocese a
bandeira do natalho n. 42 de voluntarios da pa-
tria do mesmo modo que se praticou com os do 53
e 30, lavrando-se disso o respectivo auto, sirva->
V. S. de dar as precisas ordens, afim de qoe seja
elja recebida naqnella calhedral no dia 10 do cr-
reme as 7 horas da machia, a referida bandeira
ser conduzida pelo respective balalhao.
N. 283.Dito a cmara municipal da cidade do
Recife.Para sati-fazer o dispoUo no aviso do mi-
nisterio do imperio de 27 de abril prximo findo,
remetta-me a cmara municipal desta cidade com
toda a urgencia a authentica da apuracao geral
dos eleilores, feitos no collegio do districto desta
provincia, para preenebimento da vaga do Sr. vis-
conde de Caraaragibe na cmara dos senhores
debutados.
N. 284.Dito a mesma.Inteirado pelo offlcio
que me dirigi a cmara municipal do Hecife em 3
do corrente sob n. 28, de nao sejer apresantado
concurrentes alguu para contratar a construccao
1e pedestal da frente das catacumbas qoe a mesma
cmara mandou ediflearno eemiterio publico, con-
cedo-lhe autorisago que pede para mandar pro-
ceder por administracao a conslniccio do referido
pedestal.
N. 283.Dito ao juiz de paz mais votado do 1"
districio da freguezia do Bnique.Inteirado pelo
seu offlcio de 2 de abril prximo lindo dos moti-
vos pelos quaes deixou de ser installada a janta
revisora de qualifleico dessa freguezia, no da 27
de marco ultimo, marcado por esta presidencia em
offlcio de 7 de fevereiro do corrente anno, reeom-
mendo a Vmc. qne guardado os prasos e mais
formalidades da lei convoque nivamente a referi-
da junta e a rena no da 26 de jonho prximo
vindouro que para isso lica designado.
N. 286.D to ao superintendente da estrada de
ferro.Devolvo ao Sr. superintendente da estrada
de ferro do Recife a S. Francisco as dnas inclusas
cuntas que vieram annexas ao seu offlcio de 12 de
abril nltimo, sendo nma na importancia de.....
130410 e a outra na de 199J710 de transportes
dados nos tres dessa estrada por conta dos minis-
terios da guerra e imperio no mez de marca deste
anno, afim de que sejam essas despezas compro
vadas com documentos qoe as aotonsou, segundo
solicita o inspector da thesouraria de fazenoa em
offlcio de 27 do citado mez de abril em cumpn-
mento das circulares de 14 de Janeiro de 1856 e
10 de 1861, dewndo d'ora em dianle, assim pra-
car quando houver de requerer pagamento de
desuezas ideniieas.
N. 287.Dito aos agentes da companhia Brasi-
hira de Paquetes. Podem Vmcs. fazer seguir para
os portos do norte o vapor Guar hoje a hora indi-
cada em seu offlcio de hontem.
N. 288 Dito aos raesmos.Os Srs. agentes da
da companhia Brasileira de paquetes maudem dar
transporte para o Gear psr conta o ministerio
da guerra no vapor Ornar, a praca do extincto
batalhn n. 30 de voluntarios da patria furriel Ma-
nae] da Silva Pinheiro.
N. 289.Dito aos mesmos.Os Srs. agentes da
companhia Crasileira de Paqu-eies mandem dar
tran>porte por conia do ministerio da guerra no
vapor Guar at o Maranhao ao ex-sollado do ex-
tincto batalhao n. 30 de voluntarios da patria Ma-
ximiant; Antonio da Costa.
EXPEDIENTE ASSIGKADO PELO SR. DR. ELIAS EEDER1-
CO DE AU1KIDA E ALBUQUEROUK, SECRETARIO DO
GOVERNO, EM 9 DE MAIO DE 1870.
1* seeco.
N. 290.Offlcio ao inspector do arsenal de ma-
rinha.O Exm. Sr. vice-presidente da provincia
manda declarar V. S. em resposla ao sen offlcio
de 6 do corrente sob n. 1950, que a thesouraria de
fizenda lem ordem para pagar a quantia de.....
138*960 constante do citado offlcio.
2" secijo.
N. 291.Offlcio ao Exm. Sr. presidente do tri-
bunal da relacao.O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda declarar que por delberacao
des'.a data, e em vista do que representou V. Exc.
em offlcio de 4 do corrente foi nomeado o bacharel
Virgilio de Gusmao Colho, de conformidade com
o decreto n. 1298 de 16 de dezembro de 1833, para
exercer interinamente o cargo de secretario desse
tribunal.
N. 292.Dito ao Sr. Dr. chefe de polica.De
ordem do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
transmiti a V. S. o titulo junto de nomeacao do
cidadn Jos Rufino de Miranda para o cargo de
subdelegado do districto de Malbadialia do termo
do Limoeipo de conformidade com a proposta de
V. S. em offlcio n. 706 de 6 do curente.
N. 293.Dito ao commandante superior do mu-
nicipio do Cabo.S. Exc. o Sr. vice-presidente da
provincia respondendo o offlcio de V. S. datado de
6 do corrente sob n. 1049, manda declarar que a
Ibesonraria provincial lem or lem para pagar ao
negociante Antonio Jos Pereira da Cunha os ven-
cimentos e despezas, constantes dos documentos
que vieram annexos ao citado offlcio.
X. 294.Dito ao commandante superior do mu-
nicipio de Flores.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia manda declarar a V. S. em resposta
.ao sen offlcio de 15 de abril ultimo, que a thesou-
raria de fazenda tera ordem para pagar a Manoel
Azevedo de Audrade os vencimentos constantes do
citado offlcio. /
N. 295.Dito ao juiz de direito de Pao d'Albo.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda aecu-
sar o recebimento do offlcio de V. S. de 1 do cor-
rente era que participa ler assumido a jurisdico
da vara de direito da comaeca de Limoeiro no im-
praca do corpo effectivo de polica desta provincia
fez a campanha do Paraguay, o qne a V. S. eom
munico de ordem do Exm. Sr. viee-pifesidente da
provincia.
pedimento do respectivo juiz municipal de quem i
lsupnlente. ^
N. 296.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de pohcia.-.Nesta data autoriiou-se a the-
souraria provincial a abonar os vencimentos a sol-
do contantes do offlcio de V. S. datado -de 6 do
corrente s >b n. !2i, o qoat fica Mijfn respondido
de ordem do Exm. s>r. viee-priiiidenie da pro-
vicia.
3* scelo.
N. 297.Offlcio ao inspector da thesouraria pro-
vincial. Nesta data foi mandudo addir ao corpo
i.
4* S'ccio.
X. 298.Offlcio ao Dr. Francisco Teixeir de S
Io secretario da assembla legislativa provincial.
X. 9.De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia transmuto a V. S. para serem prsen-
les a assembla legislativa provincial os incluso-
projectos de posturas que confeccionon a cmara
municipal desta cidade com os offleios de 13 e 14
de setembro ultimo jomo por copia.
N. 299.Dito ao mesmo.X. 93.S. Exc. o Sr.
vice-presidente da provincia manda iransmitiir a
V. S. para ser presente a assembla legislativa
provincial a inclusa informarlo ministrada pela
cmara mnnicipal da cidade Goyanna em 29 de
abril prximo findo, acerca do projecto n. 6 do
anno passado que acompanhou ao offlcio que V. S.
me dirigi em 6 daquelle mez sob n. 9, qne flsa
assim respondido.
KXPRDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DESEMBARGA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA. VICB-PRE-
SIDENTE DA PROVINCIA, B.M 10 DE MAIO OE 1870.
1" eeceo.
N. 301.Dito Exm. Sr. ao general commandan-
te das armas.Remello a V. Exc. para o> Hns que
julgar conveniente as relaicSes dos offlciaes e pra-
cas do batalhao n. 30 de voluntarios da patria.
y. 302 Dito ao iospeclor do arsenal de mari
nha.Respondendo ao offlcio que V. S. rae dirigi
era b do corrente sob n. 1948, o autoriso a man-
dar retirar da theseuraria de fazenda. para o que
licam expedidas as convenientes ordens a quantia
de 1843230 em que importam o peculio penen-
cente ao aprendiz avulso Francisco Candido Car-
ueiro Monteiro, visto ter completado a idade de 21
airaos mareado no respetivo regnlamento para
para perceber o referido peculio.
N. 303 Di 'o ao commandante do vapor tapi-
curw.Em additamenlo a men offlcio de hontem
datado, lenho a declarar a Vmc. que a despeza
com o transporte para a corte no vapor sob sen
commando de 46 reos de desercOes, de que trata
a relacao annexa aqnelle offlcio, deve correr por
conta do minisrio da gnerra.
N. 304:Dito ao conselho de compras do arse-
nal de guerra.Autonso o conselho de compras
do arsenal de guerra, a promover a eomnra dos
objectos precisos para a companhia de aprendizes i
menores do mesmo arsenal constantes do pedido
junio sob n. 12.
_ 2* seccao.
X- 307.Dito ao Sr. Dr. chefe de polica.-Res-
pondendo ao offlcio de V. S. de 3 do corrente sob
n. 676, tenho a dizer-lhe qne continu a expedir
ordens no sentido de serem perseguidos os crimi-
nosos que infestam a comarca de Fleres de modo
a serem capturados e punidos de conformidade
com a lei.
N. 308. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio de Olinda.Por de-
aberacao de hoje resolvi transferir capilo Jos
Elias de Vasconcellos da 6" para a 3" companhia
qne se acha vago do 9 batalhao *. infaoiaria da
guarda nacional do municipio de Olinda, o que Ihe
communico para seu conhecimento e fias conve-
nientes.
N. 309. Dito ao commandante superior da
goarda oacional do municipio de Limoeiro.Era
resposla ao offlcio de V. S. Je 22 de mar^o ultimo
n. 3, tenho a dizer-lhe queonvie com a maior bre-
vidade possivel as informaces qoe Ihe forain pe-
didas a 15 de fevereiro prjxima passado e de que
trata o seo dilo offlcio.
N. 310. Dito ao juiz municipal da 1" vara.
Transmiti a Vmc. para os fins convenientes a
guia junta em forma de mappa que era offlcio n,
13 de 28 de maree ultimo, me foi remettida pela
presidencia da provincia do Cear, para substituir
a irregular que existe no presidio de Fernando de
Noronha, relativa a r Rosalina do Espirito Santo.
N. 311. Portaria. O vice-presidente da pro
vincia atiendendo ao que Ihe requereu Franklin
Al ves de Souza Paiva tabellio e escrivo do civel
e mais annexos da cidade de Nazarelh, resolve
concpder-lhe 3 mezes de licenca para tratar de sua
sade onde Ihe convier.
N. 312.Diia.O vice presidente da provincia
attendendo ao que Ihe requereu o capitao da 6'
companhia do 9 batalhao de infamara da uarda
nacional do municipio de Olinda Jo- Elias de
Vasconcellos, e em vista do que ioformou o res-
pectivo commandante superior em offlcio de 25 de
abril ultimo, resolve irausferi-lo dessa para a 3*
companhia do mesmo batalhao que se acha vaga
por ser mais conveniente ao servico.
3.* seccao.
N. 314.Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.Transmuto V. S. as quatro inclu-
sas ordens do tribunal do ihesouro nacional sob
ns. 72 e 73 datadas de 23 e 25 do mez findo.
N. 315.Dita ao mesmo.Em observancia ao
ari. 6 do decreto n. 4,356 de 24 de abril de 1869,
remeti a V. S. o titulo junto de nomcagao de lia
cbarel Miguel dos Anjos Barros, para o cargo de
juiz municipal e de orphaos do termo de Ingazei-
ra e o de reconduccao do bacharel Jos Ricardo
Gomes de Carvalbo para o de Santa Antao.
N. 316.Dita ao mesmo.Faca V. S entregar
so commandante da companhia de apreadizes ar-
tiicc do arsenal de marioha, 1 lente reforma-
do Braz Jos dos Reis a quautia de 1845*03, per-
tencenie ae aprendiz avulso Francisco Candido
Carneiro Monteiro, visto ter completado idade de
21 annos, marcado no respectivo regulamento
para Ihe ser entregue o peculio a que elle tem di-
reito naqnella importancia.
X. 317.Dita ao mesmo. Convm que V. S.
reitere suas ordens, para que de conformidade
com o aviso do ministerio da gnerra de 2 de ou-
tubro ultimo, sejam pages pela collectoria do ra-
to na provincia do Ceara, os vencimentos dos des-
tacamentos dos guardas nacionaes existentes no
Ouricury e Granito, pois que constantemente est
a presidencia recebendo reclamacfcs acerca da
falta desse pagamento.
X. 318Dita ao mesmo. Transmiti a V. S.
para o im deurminado no arl. 6' do decreto n
4,356 de 24 de abril de 1859, a inclusa portarla
do tribunal do thesonro nacional datada de 23 de
abril ultimo, coneedenda ao guarda da alfandega
desta capital, Antonio Jos dos Sanio; Serrina 3
mezes de licanca com vencimentos, na forma da
le para tratar de sua sade, onde Ihe convier
N. 319.Dita ao mesmo.Tendo nesta data au-
torizado o conselho de compras do arsenal de guer-
ra a promover a compra dos objectos precisos
para a companhia de aprendizes menores do mes-
rao arsenal, constantes do pedido sob n. l junto
por copia, assim o communico a V. S. para seu
cjnbocimento.
4.* seccao.
N. 321.Dito ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia da Baha. Transmiti a V. Exc. o offlcio
junto por copla ao chefe de polica desia provin-
cia ii. 680 de 3 de maio de 1870, com relacao aos
criminosos que atacaram a povoacao de Piranhas
assassinando a Manoel Viclor de Souza Ferreira
que segundo declara se acbar na pov^agb de
Corral dos Bois dessa provincia, lim de que V
Exc. providencie como bar. convenienie.
N. 322.Dilo ao director gar?l interino da ins-
iruccao publico.Cora e incluso requerimento do-
cumentado de Verguo Vieira da Costa Pinto re-
meti por copia V. Exc. para sea conhecimento
e execucio a inclusa deliberarlo desta data revo-
gando e mandando que fique de nenhum effeito o
acto da pridencia de 19 de fevereiro de 1867,
pelo qual f 0 memo Costa Pinto demittido do
v-argo de prnfeMor e seja processado pelos fados
de que e_ argiioo na forma prescripta na lei de
in*!ruccao PuWfea n. 369 e 14 de malo de 1855.
n. UJ.Dii,) ft, director interino da Faculdade
de Direito.i-Uesp^dendo 0 offlcjo de V. Exc. de 9
do corrents, tenho dizer que approvo a delibera
cao que loowu a coagregcao dessa Faculdade de
alterar as p ras das duas aulas do primeira anno
eia, raroes mencionadas no seu citada of-
.a'. 324-Dit,> o gdyemador 'do bispadi. Em
additamento ao meu dflcio do honieni datado, de-
claro a v S. para os hns convenientes qoe fi
ransfenda para boje alarde, o recebimento na ca-
linda da bandeira n. 42 de voluntarios
ESTAMPILHAS.-0 Sr. Joao Joaquim da Costa
l^ite, a rna do Bario da Victoria n. 65, Casa da
Ouro, aeha-se autosisado a vender estampllhas do
sello adhesivo.
da patria.
X. 323.Dito ao enu-Wiro fiscal da elrada de
rerro.=Communlco a Vilc. para o seu conhci-
monto e em resposta ao *ea offlcio de 2 da marco
oltimo, (jue-segundo me fi declarado em aviso da
roparticaoida agrcnltura,commrcio e obras po-
nlicas ae 27de abril proxino linio sob n. 16. o
governo imperial tendo deevarado mandar um ins-
pector especial das estradas de ferro que tem sua
sede em Londres, alim de entender se com as res-
pectivas directoras acerca los melhoramentos de
que carecom as estacoes da istrada de ferro desta
provincia e >i ontros assomftos opportnnamenle
sera 'atleodjda a necessidad das conslroccOes
exigidas. *
N. 326.Dito ao gerente di Companhia Per-
nambueana.O Sr. gerente di Companhia Per
n?mo"c* nwnde dar urna ptstigain de estado a
r, at Macaii no vapor de 30 di jonho vindooro,
ao bacharel Jos P.olinn Pessoa le Mello, joiz de
direito da comarca de Serld.
N. 327.Dito ao mesmo. O Sr. gerente da
Umpanhia Pernambucana mande dar duis pas-
sagens de estado a r e duas a pra al o Cear a
Joaquina Gtemrale de Souza Martiis.
X. 328.P.irtaria. O vice-presidento da pro-
vincia tendo em vista o re lueriroetio documenta-
do em que Virgilio Vieira da Costa Pinto, recla-
ma contra o acto da presidencia que exoneren do
lugar de professar publico de insirac?5o prima-
ria, e as informaces do director geni da instruc-
cao publica em offleios de 19 da fevereiro, 20 de
agosto de 1868 e 29 de maio de 1869 que acom-
paara copia do parec-r do conseibo director ap-
provoo-o n ses dendo a qne o dito professor foi demiuido em 19
de fevereiro de 1867, por se Ihe atirtmir na a i>
conduela irregular como faltas no cumplimento de
seus deveres sem que o conselho director formas
se o proceaso desciplinar de qoe tratara os arts.
103 a l07Va lei provincial de 14 de maio de 1853,
atlendnndtj a que a pena de demisso no caso em
questo sement pode ser imposta por deliberar So
do conselho director, com recurso para a presiden-
cia da provincia como claramente determina o art.
95 da etifa*),, attendendo aioda que proeawo
disciplinar 6 indish-msavel, qoer o professor lenha
adquirido direito a ritaliciedade, por nao tenha
servido o lempo preciso para adquir-lo como se
evidencia do art. 97 da mesma lei com as nicas
dilrerencas raarcadss nos arts. 108 e 109 attenden-
do mais que o pet cionario foi demittido descricio-
nariaroente e sem formula de processo contra o
disposto na sobredita lei e sem ao menos ser ad-
miitido defender-sena forma do art. 106, haven-
do assim manifesta pretericSo das formulas subs-
tancian e establecidas no'litulo 3, captulo 1 da
referida lei, com) expresamente declara e reco-
nhece as informales da directora geral da ins-
trucco publica, e parecer do conselho director,
revoga e mande que fijie de nenhum effeito o
ohredito acto da presidencia de 19 de fevereiro de
1867. pelo qual fjj demittido de professor prima-
rio Virgilio Vieira da Costa Pinto e que elle seja
processado pelos fados de que argido pela auto-
ridade competente na forma prescripta na lei da
instruceao publica cima citada.R^metlam-se to-
dos os gapais relativos esta qoerlao para serem
presentes ao eoselh director.
X. 39Dita.O vice-presidente da provincia
attendendo ao que requereu A |uilino Jos de Gui-
ma aes F-.rreira, profesor publico da cadeira de
instruceao primaria de Giyanninha e tendo em
visia a infinnac) do director geral interino da
UHtraeeio publica de 3 do correte sob n. 137 re-
solve c mceder-lhe 69 dias de licenca para tratar
de sua sade. sendo 30 cmsordenado somonte e
30 sem vencimento algum.
eXPEDIE>TE ASSIGN'AUl PELO SR. DR. ELIAS FREDERI-
CO DE ALMEIOA E ALBUQUERQUE, SECRETARIO DO
GOVERNO I.VTEI1IN0, EM 10 DE MAIO DE 1870.
2" seccao.
X. 339.Offlcio ao iurz de direito da comarca
de Santo Antao.O Exm. Sr. vice-presidente da
provincia manda d-clarar qoe ficou inteirado pelo
offlcio de V. S. de 7 do enrrente, do ler o juiz mn-
nicipal e de orphaos do termo da Escada bacha-
rel Alfredo Affonso Ferreira, entrado no exercicio
do seu cargo a 2 do dito mez.
N. 331.Pjr esta secretaria se communica ao
Sr. bacharel Miguel dos Aojos Barros, que devera
della solicitar o titulo de sua nomeacao para o car-
go de juiz municipal e de orphaos do termo de In-
gaseira qoe nesta data foi enviado a thesouraria
de fazenda para o fim de que irata o art 6, dode-
creto 4356 de 24,de abril do anno prximo passa-
do.Igual ao bacharel Jos Ricardo Gomes de
Carvalho.
4* scelo.
N. 332.Offlcio ao Dr. Francisca Teixeira de
S 1 secretario da as.-emblalegislativa provincial.
X. 94.--De ordem de S. Esc. o Sr. vicepresidente
da provincia, transmiti a V. S. para ser prsenle
a assirabla legislativa provincial, a inclua infor-
macao mioistrada pela cmara municipal da villa
do Bonito, em 8 de junho do anno passado, acerca
do requenmento que junto devolvo de Francisco
Pdreira da Costa, qoe acompanhou o offlcio do
seu antecessor de 25 de maio daquelle anno sob
0.69.
X. 333.Dito ao mesmo.X. 93.De ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia transmuto a
V. S. para terem o conveniente destino 36 exem
piares do relatorio presentado pelo engenheiro
chefe da reparticao das obras ipublicas |em 29 de
Janeiro ultimo.
ASSASSIX.VrO.-Xa noute de 2 do correle,
nm escravo do leoeote-coronel Mariano de S e
Alhuqperqoe assassinoo um seu parceiro, oa
freguezia de Muribeca, sendo preso em flagrante.
FERMENTO GRAVF.No districto da fre-
guezia de Botn Jardim, no dia 25 de setembro,
Clemente Ferreira da Silva foi ferido gravemente
cora um tiro desfechado de emboscada nao se
tendo podido descobrir o autor desse crirae.
BARBARIDAD*:.A proposito do que aini dis-
semos sob este titulo remelte-nos o Sr. subdelegado
de Santo Antonio o segninte :
Rogo a V. S. se digne admillir em suas co-
lumnas a seguinte declararlo :
Que tendo expirad > Manoel Luir, dos Santos,
preso remettido pelo juiz de direito do Cabo,
ebegada do trem na estacao dt9 Cin:o Ponas, foi
trazido presenca do Dr. chefe de polica que me
encarregou do ex ame do cadver :
Qoe j estiva este depositado na igreja do Ro-
sario quando receb aquella ordem ; e que ah che-
gando enconlreio n'uma oadiola decentemente ves-
tido, e foi por minha ordein collocado era um dos
corredores :
Finalmente que s 10 horas do dia segninte
foi feito o exame do cadver pelos mdicos da po-
lica, a sepultado a urna hora da tarde.
o Fica assim respondido o artigo do Libfral de
hoje.
LOTERA. A' que se acha venda a 164*.
a beneficio da uova igreja de Saoto Amaro de
Sennhom, a qual corre no dia 11.
CEMITE1UO PUPLICO.-Obtuario do dia 3 de
ouiubro :
Rascemoascido Manoel, branco, Pernambnco,
Boa-vista ; congestio.
Joo, pardo, 2 anuos, S. Antonio ; menegite
agodo.
Benedicta Mara da Conceicao, preta. Peruana-
buco, 35 annos, solteira S. Jos ; meirite.
Josepha Mara de Lira, branca, Pernambuco, 50
annos, viuva, S. Jos; phtysica pulmonar.
Mara, escrava, preta, frica, 80 annos, solteira,
Santo Antonio ; diarrea.
Maria, escrava, parda, Pernambuco, 8 dias. Boa-
vista ; coineloche.
Jos, prole, Pernambuco, 7 mezes, Recife, infla-
ma rao intestinal.
4
Cande de Boa Vista Franciscu do Reg Barros,
branco, Pernambuco, 68 annos, casado. Boa vista;
lezoes hepticas cerebral guiadas por molestias
chromcas da pello.
Antonio, eseravo, nardo, Pernamboco, 4 anuos,
Boa-vista; peoenmonia.
Ivo, pardo, Pernambuco, 4 mezes S. Jos; disen-
teria.
Gamillo Vicente, branco, Pernamboco, 4 mezes,
Santo Antonio ; convDlcoe*.
Ao Sr. desembargador Motta :
Dos reitos da faz oda do Recite.Apaettaate, o>
visconde de Looris; appellada, a fazenda.
Ao Sr. desembargador Doria:
Do uizo mnnicipal do Brejo.Appellante, Fran
cisco Xavier da Feneca; appellado, Antonio Goa-
calves de Oliveira Gnerra.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Do juizo mnnicipal do Recife. Appelbnle, o
Exm. conde de Boa- Vista; appellado, tenante Xa-
noel Muniz de Aranjo Castro.
Ao Sr. desembargador Kegueira Costa :
^ Do juizo municipal de liaturii. AppeHaalr
Francisco Rufino de Souza; appellado.Ignacio Al-
ves Barreira.
Ao Sr. desembargador Souza Leio:
Do juizo de orpha > de Nazaratn.Appellante
lzaias Jos Rodrigues Braga ; appellado, Manee!
do Nasclmento Rodrigues Braga.
Ao meio-da encerron-se a sessio.
PERNAMBUCO.
KEV1STA DIARIA.
JURY DO RECIFE.-Entron bontem em julga-
mento o reo Joo Jos de Aroujo, incurso na 2.*
parle do artigo 116 do cdigo criminal, por haver
resisiiJo,a prisao armado de urna faca de revol-
wer. O reo foi abjolvido, appellando o Dr. joiz
de direito da deoiso.
CAMMRA MUNICIPAL DO BECIFE. Aeha-se
funecionando desde 3 do corrente, era sessio or-
dinaria.
TRANSFERENCIA DE FESTA. A coramissao.
admioisiradora da igreja de Nussa Seohora do
Rosario, da freguezia d>* Sanio Antonio, transferio
para oUia 30 do corrente a festividade da padroei-
ra, eomegando as novenas uo dia 21 a noute.
SEMINARIO DE OLINDAO Rvra. moasenhor
reitor acaba de receber os. seguintes bolos para
as obras desse estabeleciraenlo :
Do v gario do O" de Ipojuca 16*080
Do vigano de S. Joao do Cari ri 71 i 100
Da Fraocisoo Das de Araujo 5O0OO
CHRONICA Jl DKFARM.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSO EM 4 DE OUTUBRO DE 1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da nianha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Domingues da Silva, Reguei-
ra Costa a Souza Leo, faltando com causa os Srs.
desera bargadores Guerra procurador da cora e
Doria, abno-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes jura-
mentos :
RECURSOS COMMERCIAES.
Recrrante, o juizo; recorrido, Antonio Agosti-
nho Sixas da Fonseca. Jnizes os Srs. desembar-
gadores Lourenco Santiago, Regueira Costa, Do-
miugues da Silva'e Motta.Improcedente.
Recrrante, o juizo; recorrido, Rosendo da Ro-
cha Cavalcaute.Juizes os Srs. desembargadores
Almeida ubuquerque, Lourenco Santiago, Gitira-
na e Motta.Deram provimenlo.
APPKLLACAO CIVBL.
Do juizo municipal de Serinbleui. Appellante,
Dr. Manoel Nicolao Regueira Pinto'de Souza ; ap
pellado, Emilio Pereira de Araujo.Despresaram
os ombargos.
DELtGENCIA CIVKL.
Ao Sr. desembarifador procurador da cora :
Conflicto de lurisdicao.Entre os juizes de or-
phaos da cidade da Victoria, e o da comarca do
Bonito.
Assignou-se da para julgamento dos seguintes
feitos:
APPELLEQAO CIVBL.
Do jaizo municipal da villa de Barreiros.Appel-
lante, Joo Guilherme de Mello; appellado, Tibur-
cio Valeriano Baptista.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra :
Appellacoes civeis: Do juizo municipal da villa
de i'o de Assucar. Appellante, Jos Rodrigues
Delgado d'Aquino; aopellado, Manoel Soares Pinto
Filho. Do juizo muuicipal do Recife.Appellan-
te, Jos Antonio Fernandes Fradique; appajlado,
Joaquin d'Alquiuerque Castro. Appellantes. Jos
Moreira da Silva e sua malher; appellado. Valdi-
vno Ribeiro da Silva. Do juizo municipal de Ca-
maragibe.Appellantes, Francisco Goncalves Ber-
ris e sua mulher; appellado, Jos Francisco da
Cosa Wanderley e son mulher.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Appollaco civel: Do juizo municipal do Reci-
fe. Appellacte, Carlos Halnes; appellado, Manoel
Marques de Oliveira.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Aop-llacao civel: Appellantes, Lniz Emiliano
de Figueiredo e outros; appollados, Manoel Ale
xandre de Araujo Guerra e outros. Appel lacio
crime: Appellante, o jaizo; appellado, Manoel Vi-
dal de Negreiro<.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria:
Appeilacio civel: Do juizo d as feitos.Appel-
lantes, o bacharel Pedro Jorge de Souza e outros ;
appellada. a fczenda provincial.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regnoira Costa :
Appellacoes civeis: Do juizo municipal da Ira-
peratriz. Anpellantes, o tenante-coronel Manoel
Ferreira dos Santos Netto e sin mulher ; appella-
do?, Zeferno Lopes de Barros e toa mulher. Do
juizo- municipal do Sobral.Appellante, D. Fran-
cisca das Chagas Bandeira de Mello; appellados,
Antonio Joaquina Goncalves e sua mulher.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leio:
Appellac5-s civeis: Appellante, Trajano Ame-
rico de Caldas Brando, admiuistrador do patrimo-
nio de Nossa Senhora das Dores, de Canna-Fstu
la; appellados, Jos de Souziv Borbosa e on-
tros. Appellante, Joo Vicente de Luna Frei-
r: appellado, Geroncio Estanislao AfLuso.
Do Sr. desembarpador Souza Lelo ao Sr. des-
embargador Gitirana:
1 Appullacao civel: Appellanie' Manoel Al ves Ma-
del; appellado, Luiz Francisco Barbosa Cu-
ruarii.
DISTRIBUICSS.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.:
Appeilacio crime jury da Granja.Appellante, o
jeizo; appellada, Maria^ escrava.
'W
i
CMARA MUNICIPAL
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 21 DE SETEM-
BRO DE 1870.
PRESIDENCIA DO 8R. DR. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Moscoso, Gameiro, Pessoa
da Silva e Dr. Pitanga, abri se a sessio e foi lida
e approvada a acta da aoteeedeote.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
Um requerimento do Dr. Antonio de Vasconcel-
los Menezes de Drummond, com despacho da pre-
sidencia, afim de se allender ao snpplicaote sobre
a dnvida no bito de urna escrava do tinado se*
pai, que foi inhumada eom o nome trocadoA'
commissao do eemiterio.
Ura offlcio do advogado, dando o sen parecer
acerca da rosa sao do contrato do planto de arfe-
res qoe pede Manoel Al ves Gaerra.arremataated
mesmo planto.Que se remeta ao presidente a co-
pia do parecer do mesmo advogado.
Outro do procurador, juntando a copia da es-
criptura de desapropriacao de um terreno no bee-
eo do Faleo, e mais documentos das despexas fci-
las, e pede que se Ihe mande levar em conta dita*
despezas.A' commissao de polica.
Ootro do engenheiro eordeador, informando la-
voravelmente o reqoerimeoto do lenente-corojiet
Francisco Carneiro Machado Rios Jnior, no qual
pede licenea para fechar eom muro o sen terre-
no na roa Direita da fregnezia dos Afogado?.
Mandou-se cordear.
Outro do fiscal da fregnezia de Santo Antoaie,
remetiendo dous termos de infraeco de poetaras
contra Joio Evangelista de S e Tlodoro Rompen.
Ao procurador.
Sobre a peticio do bacharel Francisca Angosto
da FoRceca e Silva, foi lido o parecer que se ta-
gne da commissao de eemiterio.
A queslio suscitada pelo baebarel Franeieeo
Augusto da Fonceca e Silva, acerca do direito ajee
tem sobre os restos mortaes de seu pai de arafe-
reaefa a sua madrasta, qoe tambero se jnlga ma
direito e preferencia, interamenle nova, e fra
do alcance da nossa legislacao ; e podeodo aconte-
cer que idnticas qnesles se pos as qua-s a camarade ache em dilBcnldade.coaio
na actual, e sendo a sua obrigacio procurar re-
mover qualquer difflcnldade qne encontr aa mar-
cha de sua administracao, propde a commissao que
se peca a presidencia da provincia qae se digae le-
var ao conhecimento do conselho d estado, e qoe
delle se solicite resposta as seguintes qnesles:
Primeira, se os restes mortaes sao objectos >
soccesso em urna familia ?
Segunda, qual a lei que regula nessa materia
o direito de suceessio ?
Terceira. perante qne jnizo em caso de dnvida
se deve a presentar a uuestao ?
< Para qne melhor possa o governo dirigir-te
pede a commissao que se mande Unir copia de to-
do o movimento havido e qne se aguarde decisao
para bem'dirigir-se a cmara.
Pac/> da cmara municipal do Recife 20 de
setembro de 1870.Dr. Prxedes Gomes de Sooxa
Pitanga.Dr. Pedro de Alhsyde Lobo Moscozo.
Approvado, e que se offlcie ao Exm. presidente da
provincia.
Um requerimento Jo Sr. vereador Gameir a, con-
cebido nos seguintes termos :
t Tendo faltado agna em todas os ehafarize
desta cidade, no dia 19 do crreme, e por isso dei-
xando de ser populacao abastecida d'agn.-a como
cumpre a companhia, dando lugar ese aconteei-
mento o nao tera mesma companhia cumpridoeom
o seu contrato, pelo qual obrigada a ter tres eai-
xasd'agua as freguezia de^ta cidade, reqner p"r
tanto que se leve ao conhecimento do presidente
da provincia essa oceurencia, e qne se pecam pro-
videncias para que se nao repitam Ues faltas.
< Paco da cmara municipal do Recife 21 de
setembro de 1 '70.Jos Maria Freir Gameiro.
Addiado por fallar numero em consei|uencia d>
nio poder votar o Sr. vereader Pitanga por ser se-
cretario da cd*mpanbia.
Um parecer da commissao de edificarlo asig-
nado pelo Sr. vereador Pitanga, sobre a peiipto da
companhia dos trilhes urbanos do Recife a Olinda,
qne requer a designaga do logar em qoe deve ti
car o esiac.ii central no bairrode Santo Antonia :
Nao ha na freguezia de Santo Antonio lora do
Campo das Pnecezas, oo lados do ibeatro de Saoia
Isabel, um ponto que se preste fcilmente a rollo-
cae o da estacao central da companhia dos lrilhs
urbanos do Recife a Olinda, a meos qne nao seja
na praca que fica junto a ponte da Boa-vista, o
que traria muitos inconvenientes, smdo nm dos
mais notaveis, o ter de atravesiar toda a ra da
Aurora e passar por sobre os trilhos da de Apipa-
eos, podendo d'ahi resultar graves e serios acci-
dentes.
t A commissao conformando-se eom o parecer
do engenheiro de opioio que seja por ora ella
mantida na ra da Aurora, ponto a principio para
isso destinado ; e que offerece toda a commodida-
de, al que por meio de alguina desapropriar >
possa a companhia conseguir um ponto na fre-
guezia de Santo Antonio onde possa estabfiecT
sua estacao, satisf.izendo assim o determinada ao
artigo 1 da lei provincial n. 957.
a IVco da cmara mnnicipal do Recife 30 4
agosto de 1870Dr. Prxedes Gomas de Soosa Pi-
tanga. Approvado e informe-se ao presidente,
sendo remetlido por copia.
Outro da mesma commissao^ e sobre o mesmo
assumpto, assignado pelo Sr. vereador Gameiro.
t Tarece-rae que deve ser mantida a estaca"
central dos inlho- urbanos do Recile a Olinda ne
lugar em que actualmente existe na ra da Auro-
ra, qua para isso Ibe foi de-ignado por esta moni
cipahdade em parecer de 22 de seteiabre de 1969
e approvado pela presidencia.
Nao podendo esta estacao ser no Campo da'
Princezas, nena em algum dos lado do theatro *
Santa Isabel; nao havendo no bairro de SjoIo An-
tonio, por ora, ontro local que, sena icraves e fu-
nestos accidentes para o publico e inconveniente^
para o transito das locomotivas, oforeca a devida
segu ranea, fra de toda a qoestao que a estar*'
central daquolla companhia deve permanecer a
mesma que ora existe.
, i Releva ponderar que a mudanca para o bair-
ro de Santo Antonio, e por con->eguinte a proteo-
gagio dos trilhos para aqnelle bairro, nio ohri-
gatorio, aquella companhia o far se assim enten-
der convenient -. isto o que est eoasignado ao
parecer supradito, e assim se a caara maafci-
pal compete, tendo em vista a eonimodidade oe
seus momci|)>s e es proscripces da eddkario fu-
blica, designar o local mais conveniente para poma





***
ooBooonnni
^p

a 3n
Dnano d Pernambuco QuiaU fcira 6 de Outubro lie 1870
aw nanMiiK iv

de partida dos trena, competencia reeonhecida pela Cantea carentes com juros.

'
resolacio imperial de 37 da evereiro de 1849, to-
r "% asada sobre #Mwr da secco dos negocio do loa-
*- perto do coftteK de esudo, tambero ttra de to-
da a questo ene eJei provincial n. 957 de la de
julbo do corrate ajino, determ nando a transe-
reacia da establo central, vai ferir de frente
aquelle parecer d? M de setembro de 1869, tor
nando obrigalorio para a eompanhia o que lh*
tacui tatito, e nulliQca completamente a attrtbuicao
ne em negocios de tal orden, sempre se recoutie-
cea competir as enmara* a unJeipae;.
< Assim, pois, na impossihilidade de um local,
que se preste con venieoiemeale esta traufereacia,
segando a informacio do eiigenheiro desto cma-
ra, em vista do -i je se tova dito, nada mala ha ao-
crescentaf-se alem do conteudo em diversos pa-
receres que sobre essa materia, ja foram Jados por
-ota cmara.
Paco da cmara municipal do Recite 21 de se-
tembro de 1870.Jos alaria Freir Gameiro.
Prejudicado em parle.
Outro da inesma commisso de edineacio sobre
a Delicio de Egvdio Carneiro Rodrigues Campello.
Preci a-se a iigar ama prea para servico do-
mestico de ama casa de poaca familia : tratar
so pateo do Torco n. 13.
0 amigo corredor da Vanea, ou pequea es-
trada que partalo do Caxang vai ter a Varzea,
e que servo de linha divisoria entre o engenho
Poeta e diversas proprietarics, nao pode ser flxa-
do, cora ped-m Egydio Campello eoutros, por
que pr sta serventa a outros moradores anda
que em pequeo numero, e de poaca forra, alm
de se prestar a urna ra que de futuro pode aai
ser abena, e em cuja frente deve ter serventa
todo o terreno do Engenho Poeta, com quem con-
fina.
Os propietarios cederao ama estrada qu4 a
findar-se e conservar-se ser preferivel : roas el-
las usufraem tambern os beneficios que disto Ibe
redunda, pois nao s d subido valor a stia pro-
priedade, poden Jo dvidi-lo em outros menores, c
que mais produsam, como eleva o valor do ter-
reno que s-i torna mais procurado, sendo que
Umbem Ihes fica a margem da estrada pedida,
servndo nao s do vallado para divsio de sua
propriedad e esgolo das aguas, como para se
prestar a edifleacio, qnando estes terrenos forera
sendo alenos
4 commisso entende que nao se deve fuer
a permuta porque ambas as estradas estao no
uso da sirvidio publica ; no entretanto a cmara
resol ver como julgar acertado.
Paco da cunara municipal do Recife. 20 de
,etembro de 1870.Dr. Prxedes Gemes de Souza
Pitonga a Jos Mara Freir Gameiro Aopro-
vade.
Outro da commisso de polica concebido nos
seguimos termos :
ET da obripaeao da cmara muni pal dar se-
pultura erales de conformidad com o 3* do art
27 do remlaroento do cemiterio approvado pela
le provincial n. 300 de 7 de maio de 1853, aos
cadveres que forera encontrados em qulquer
lagar publico, quando, nao se possa descubrir os
* parales, patroes, seahores ou chefes, ou nao fo
rem reclamados por alguem.
Esta obrigacao a que se nao recasa em cir-
cunstancia alguma, a cmara municipal a rae -
ma que ella unpoe aos estabelecimentos de carros
fnebres existentes nena cidade, c se verifica do
contrat a que se sujeitam seus propietarios co-
mo se v da copia junta ; mas se isio se observa
com os e idavere* dos que sao encontrados, nao
se estn le o favor daquelles que se acbam reco-
cidos a oadeia ou casa penitenciaria, que quanoo
nraito se poleriam aproveitar do favor da lei, se
previamente o administrador daquelle estele-
' cimento tivnsse de conformidade com a lei que
nos r-gula procurado este reeurso.
c Fea destas condiccoes e na ausencia de lei
que nos determine o contrario, intende a cora-
mis-io que nao deve pezar essa despeja sobre os
cofres municipaes, que nao lendo verba destina-
da a um tal flm, e n> estando por forca de sua
lei orgnica brigada a pagamento lessa ordem,
e ue a9tori>adas, nao se deve a isto sujeilar
para que se nao estabeleca um onus que est
corapletaioen e lora de sua aleada.
Parece antes a cemmissao que revertendo
para os cofres de ausentes o producto das ven-
das dGs bens que depois de certo periodo nao sao
reclamados por seos legtimos possuidores, que
sobre estes cofres pesera as despezas feitas com
o enterra tiento dos cadveres dos escravos que
filleeem sem que fossera eonbecidos seu- senlio-
re, porque sem duvida para elles passaria o va-
lor, se o escrav. f..sse arrematado as condkoes
declaradas.
Submoltendo a commisso sua opinio que
inuito dist em razdes jurdicas das que podera
ser < ITerecidas pelo Dr. procurad r fiscal sujeita-
se nao s a decisio da cmara cerno a deciso
definitiva da presidencia.
a Paco da cmara municipal do Recife, 21 de
setembro de I97i>.Dr. Lobo Moseoso. Appro-
vado e ofllciese ao governo. >
Una pe iiao do major Bellarmino do Reg Bar-
ros e outros pe linio permissao para assentar as
ras da cidade trilitos de ferros ao uiv. l do cal-
cemento para o transporte de volumes de_ uns
para outros bairros da cidade.A commisso de
edificarn.
Outra de Ferreira Coala & Irmo, e na qnal pe-
dem licenca par* estabele er-se com fabrica de
serveja no largo do Viseando do Herval n. 8.
A commisso de saude.
Despacharam-se as peticoes de Antonio Gon-
calves llidrigues, Antonio Caetano da Silva, D
abbadedo Mosteiro de S. Beato, Antonio Manoel
de Souza, Balbino Jos de Andrade, O Bar) do
Ligamento, Candido Affonso Moreira, Custodio
Alves Rodrgues da Costa, Claudio Antonio de
Lacerda, Ferreira 4 Martios, Francisco Alves de
Moraes Pires, o bacharel Francisco Angosto da
Foneeca e Silva. Francisco Antonio Alves Mas
arcabas, Genuino Albino, D. Isabel Mana de
Moraes Bastos, los Carlos Mango da Cosa Reis,
a jauta administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia, Joo Correia Loureiro, Jos da Costa Go-
mes. Jo- Moreira de Souza, Jo< Flix Ribeiro
de Carvalho, Jos Dativo, Joaquim Ferreira, Jos
Marrano de Souzi, Jos Francisco Goncalves
Orem, Juventino Prudente Neseaseno, D. Maria
Carneiro de Souza Lacerda, Rotierto Ligbben &
C, Vicente de Paula Justo o Visconde de Suas-
suna, e levantou-se a sesso.
En, Loar ene) Bezerra Carneiro da Cunba, se-
cretario subscrevi, Ignacio Joaquim de Souza
Lelo, Pro-presideute, Ignacio Pessoa da Silva, Dr.
Prxedes Gomes de Souza Pitanga, Angelo Heu
rique da Silva e Bento Jos da Costa Jnior.
LONDON & BRASILIAX BANK, (LIMITED.)
Capital do Banco 15,000 acedes
de 100................. 13,333:333o\W
Acedes emitdas 13,000...... 11^5o:555#5oO
Capital pago a 45 por accoes. o,200:000 JOOO
B.U.A.NC0 DA Cli-K FILIAL EM PEIUIAMBUCO EM 30 DB
SETEMBRO DB 1870.
.4cf'oo.
Letra* descontadas.......... 1,707:546*090
Crditos diversos, outro6 bancos
e eaixas flliaes........... 1,339:614*630
Caixa:
Em moeda corrente......... 295:301*740
Funde de reserva
Massas fallidas a- cargo do Banco
Dividendos ..........
Lucros e perdas........
Ris.
Rs.
3,232:463*060
Pauivo.
Capital fornecido pela calxa
matriz...................
Depsitos:
Em conta cor-
rento...... 384:572*210
Depositosflxos
epor aviso. 1,114:984*480
Crditos diversos, outros b-
eos e eaixas fillaes........
888:888*890
1,499:556*690
844:017*180
Rs.
3,232:4635060
S. E. 4 0.
Pernambuco, ii de outuro de 1870.
j M. Pritckard,
Acttj. accountant.
notas
ditas
ditas
DEja^iuucio na, emissao
do valor de 300*000 4:800*000
< dd OOSOOO 3:000*006
t de 50*900 800*008
3:439*999 mo; porqae se isto leve lugar o exame chimico
101-444*490 nao decidi pereraptoriameate a preliminaren-
1:5S3#M7 WIMUamento por um enmese pela negativa, o-
600*40$ lio bradaremos a luz est feita, o Dr. Victoriano
230*620 foi victima de propi naci de veneno; e i juatica
_______ publica cumpre o dever de punir o autor oa au-
185:680*M tores de tSo brbaro crime.
Temos concluido, e nao mas voltaremos sobre
ste as*uflpto. Estregaremos ae mais soberano
despreso todas asaMunSes on provoeacoei qae nes
queiram fazer, coraoj temos desprzado as que
se nos tem atirado.
Ris.
7:600*000
i S. E. e 0-.
O guarda livros
Franeiteo Joaquim Ptreira Pinto
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO
ALAXCETE DOIWVO BANCO DE PERNAMBUCO EM UQUI-
DACO, EM 30 DE S'-TEMBRO DB 1870.
Activo.
Letras protestadas........152^o-n
Despezas geraes.......
toixa.Petos seguintes valores
9:OU9#670
Em ouro araoediido.
Km notas do uesonro
e da Caixa filial do
Banca do Braml -
Empraueeobre.
904*660
25:489*000
159*916
Rite. -
26:553*076
183:680*916
Capital.
Pasmo.
70:832*000
Eo::: : 7;mo#ooo
COMMUNICADOS.
Collaborapao.
Alada a qiiesto de emvenena-
mrun.
Com a maior calma e sangue fri temos ac n-
panhado a marcha d'esta pravsima e melindrea
questo, sem nos alterar a bulba que sobre ella
se ba feito na imprensa da provincia.
No intuito de auxiliar a opinio publica, jalga
dora em ultima instancia d'esle raeraoravel pleito,
temos escripia alguns ligeiros artigos Uto somonte
sobre pontos de medicina legal, pira dessrobara-
ca-la da obscoridade em que, parece, se preteo-
dia envolve-la.
Para a confeceo de nossos arlgos nao nos soc-
corremos ao auxilio das luzes de neuhum dis
mdicos d'esta capital; nao lh;s pedimos esclare-
ciraentjs, e ne n Ih'os pediremos, porque prefer
mos as fontes puras, d onde elles tambem bebem,
-tu que para isto necesitemos de um pergami-
nho, qae nem sempre atiesta saber ou ao menos
inteligencia.
Nao ignoravamjs, ao encelar a discussao nesse
terreno, a sorte que nos es:av contagioso, reinante na atmospbera do Brasil este
que geralmente ataca a quasi lodos qae se envol-
vere as lutas da imprensa, o lomar pessoaes as
mais importantes questoes da scienia, mistu-
rando nellas granel,; dose do veneno acre da pol-
tica.
Nunca applaudimos, e pelo contrario sempra
reprovamos a perniciosa ireccao qae se lera
dado discussao d'este grave assumplo na im-
prens da provincia. Ambos os contendores se
t ni excedido em demasa.
As invectivas de ladroes e assassinos sobre urna
familia inleira, partidas de um lado, se ha res-
pondido do outro, trazendo-se para a scena at o
agrado do lar domestico, e o desrespeilo as cinzas
dos merlos I
isio horrivel, isto improprio de quem tem
educaco, isto de terriveis consecuencias para a
suciedade.
Nao temos relajees de amlsade e (nem as procu-
ramos) com nenliuma das duas familias, que to
desgra cadamente se debatem neste pleito : lasti-
mamo, apenas, que a atliuda por ellas tomada s
traga em resultado o inevitavel sacriQcio da jas-
tica. E por issi>, desejando ver triumphanle a
verdade, commeltemos a temeridade de tracar al-
gumas linhas sobre a importante queslao de me-
decina legal, nico pharol, que podara servir de
guia iustiga, destruidos, como flearam, pela par-
cjalidade, os outros auxiliares da navegacao em
lao terapesluoso mar.
Nos poucos artigos que havemos publicado, e-
criptos no silencio de nosso gabinete, lendo apenas
diante di nossos olhos os mestres da sciencia, nao
afirmamos, e meaos negamos a possibilidade da
existencia do envenenamento dos irmos Ss;
apresentamos nicamente algumas duvidas que
assaltavam o no<>o espirito, ao contemplar a* di-
vergencias ionumeras das diagooses deseriptas
pelos mdicos assistentes e conferentes dos fina los,
e as immensas coniradiccoes e al disprales (per-
raiiu-se-nos esta phrase um tanto rude) dos ar-
ticulistas que ex cathedra sustentavam a existencia
do envenenamento antes dos ulteriores trabalhos
da chimlca, e dos juris peritos.
Especialmente aos mdicos assistentes e confe-
rentes se dirigiram as nossas objecc.'s, algumas
das qaaes estao boje confirmadas pelo exame chi
mico legal feito na Baha : e smente um odio
injiistiiicavel para com a nossa humilde pessoa se
pode altribuir as qualic icdes com que temos sido
honrados, e com mais particularidale pelo articu-
lista, que ante-hontem tao furiosamente enri.>tou
a lanca, e se alirou no combate feriado a direila
e a equerda.
Tendo bastante flaugma para encarar o fon -
bundo contendor, e para, evitando a sua durinda-
na, continuar o nosso caminho sem cahir no loda-
zal da arena jornalistica em que se debatem certos
gladiadores.
Anda nao consideramos feita a verdadeira luz,
embora o claro Lineado na scena pelo foco dr
luz, formado na Baha pelos homens da sciencia,
pelos domos mdicos que fzeram e exame chimico
legal qae hontem se publicou neste jornal, e que
com toda a attencao examinara is.
Os mdicos na Baha procederam cora todas as
cautelas acooselbadas pela sciencia, e respondern!
aos questos de modo a manifestar-se a sua im-
purcialidade, e amor sciencia.
Cuinpnram o seu dever, respeitaram e honra-
rara o grao que Ibes fot conferido no tabernculo
da sciencia.
A luz, porm, que sobre o negro campo em que
jazia a questao, se projocta, resultante de suas af-
lirmalivas, anda se embacia pela sombra das du-
vidas, qae apparecem, e qae entre ella e a verda-
de se interpe : o campo nao est completamente
esclarecido pela luz otTuscanie da sciencia : no
meio da claridade se notam pontos embaciado?,
seno perfeitmente escoro, e que cumpre serem
esclarecidos pelos mdicos assistentes, e conferen-
tes do Dr. Victoriano, que, se nao estamos em
erro, nao foram os Drs. Aquino e Sarment (pai)
Queremos ver resolvidas as duvidas, que anda
restam, para poderroos arriar a bandeira da incer
teza e em seu lagar car a da verdade, juntando a
nossa humilde voz daquelles que sustentara a
existencia do envenenamento, resultante de um
crime horrendo.
Para nos a prova das circunstancias, que po-
derla vt um elemento vigoroso para o d*-scobri-
mento da verdade, est toda viciada: em face do
qae se colhe da inconveniente discussao bavida,
neuhum valor jurdico lem ella : confissao do sup
posto reo, diagnnses dos mdicos ( nao exceptua-
mos nem ama ), revelaces particulares, todo >
resente de odio, de parcialidade, de prevenepes, e
de todos quautos uefeitos costumam invalidar se-
melhante tenero de prova, e babeando os peritos
na Babia urna parte de sua aflirmacao as infor-
ma edes medicas partidas d'aqui, nao podemos dei-
xar de permanecer em duvidas t.m quanlo nao fo
rem destruidas.
A achala do veoeoo as visceras de um merlo,
a identidade dos symptomas da molestia que suc
cambio o doente, com a que produz o veneno en-
contrado, autorisora a alnrmativa de que houve
propinacao de veneno, e que este produzio a
morle,
Mas os mestres da sciencia ensinam, que nem
sempre a substancia arsenical, encontrada em um
cadver, pode ser o resultado de um crime.
Esta queslao lora sido muito agitada oa Buropa,
por uecasiao de processo semelhantes ao de que
nos oceupamo?, e a scieniia tem chegado,* de-
monstrar que o veneno encontrado em pequea
dse (como ora succede), pJe provir e um re-
medio arsenical, dado ao enfermo po'>n tempe an-
tes de sua morte, e esta subtoo-^ ojo ge d,(ya.
renca no exame chimico da q.fle, provm de nm
crime.
Infelizmente cr^iyj ja> Como 8e acha, a questo
do enver'n4nieDtCl dos rrai,,s Sis as redes das
intrigas das intmizade-, ninguem ple saber de
qae lado est a verdad, e por tanto cumpre ac-
ceitar os fados trazldos publicidade, e apra-
los no qae pJe iniere-sar ao descobrimenlo da
verdade.
Affirma-se na im&rensa e em interrogatorios
perante a policia, qde ao irmaos Ss se applicou
cnu p,ucosdias ames da morte urna preparacao
arsenical (dava se a um euvenenado pelo arsnico
bebidas com arsnico !) segoodo a formula de Is-
nard, preparada na pharmacia central da roa do
imperador, o que foi coutirraado em juizo : um
dos mdicos assistentes requeren ao ebefe de po-
lica a citacao de pessoa da familia S Albuquer-
que para exibir em julio o frasco que contmha
aquella substancia sli a forma de licor, que fui
appiieada ios enfermo-, e cuja guarda cautelosa-
mente elle medico roeoramenoara a familia.
Ora, nest.is circumsUncias cumpre que fique
tirado a limpo e-te ponto iraporuiitismo, q|ie
a ouvem, que disemos sombrea a luz projeciada
pelo exame chimico legal feito na Babia.
Responda portando qaem de direfto f&r, M non-
ve semelbante applieaeao, quem fez, qnem a re1
caitou, em qae quanlidade foi ingerida peto eafer-
PUBLICACOES A PEDIDO.
Pergnaa-O Exta Sr. desembarga^r
Anselmo Frtrrisco Pireti est no co
de occopar urna cadeira no senado 1ra-
* sileiro ?
Respos'aEst.
.E-purque o corpo eleiteral d'esta provine re
coohecendo os predicados de que ornadoo ci-
dado lio illasire como o Exm. Sr. desetmnrga-
der Piretii, nao Ihe do o seu voto ? Pois a pro-
vincia deixa de reeonheoer que o Bm. Sr. lesera-
bargador Piretti renne em si grande sonma de
Hlatrsi;ao, problilnle. e altos eonneeimetos ju-
ridicos, e independencia de carcter ?
E nao sao estes os predicados que dv*n ornar
o represeutanie da naci na cmara viialcia, esta
veneranda corporacao, que em todas as pocas
quem tem salvado o patz ? /
O corso eieiioral, pois, se tem sempr em vistas
acertar illegeado os representantes d> naci qae
estao no caso de o ser, devem dar o sou voto ao
candidato apontado se de ejara o inellorameoto do
paiz.
O eleitor especial.
Negocios do xhjo le llendlcl-
dade /
(8.- offlcio.)
Nao repeliroi o que j dissp em mea relatorio
de entrega do A-y lo de Memicidade, e no officio
que em data de 23 de julbo iltimo dirig ao Exm
Sr. provedor da Santa Casa e Misericordia, rela-
tivamente s observares que fez S. Exc. sobre
os venciraentos do hortelo i enfermeira.
Por esta razao, d'e-te ofiiqo s tomarei em con-
sideracSo o seguiote :
O que posso dizer V. Exc. que para o
guarda Francisco 'Xavier de Souza Ramos se ti
raram sempre ven cimento1 na razio de 40*. como
V. Exc. ver da certdao i. I, passada pelo escri-
vio da Santa Casa, em vsta das cootas do e-x-d-
rector do A>ylo, quand Ramos escreveole de
cariurio, segunde se si da certdao n. i, de um
dos escrivies do juizo especial do commercio. e
nao pie.-tava service io Asylo de Mendicidade,
motivo pelo qual foi lespedido do cargo que se
presuma exercer, con V. Exc ver do relatorio
de 27 de julho proxmo passado, que V. Exc.
dirigi o Dr. Oliveira f'onseca.
Se o desejo do Sr. provedor fosse apreciar os
negocios do Asylo can justicae im parcialidade, e
nao adltera-Ios e itverte-los, teria exposto este
facto de modo diverso.
Como elle nao c fez, mas qoiz envenenar um
faci em sua naturrza simples, direi o que a este
respe ito oceorreu.
O Sr. Souza Baos servio no Asylo com zelo e
assidaidade, desde a sin installacao at principios
de mea de maio. Neste me/., allegando -me moles-
tia grave de pessia de sua familia, pedio me que o
despensasse por alguns das do servio a seu
cargo, sendo Ibe conservados os vecimentos.
Consent oslo, porque o poda fazer legalmeole,
tendo em considrra;ao o motivo justo qae era alle-
gado.
Depois, o mea amigo, Sr. Dr. Antonio Prapcisco
Correa de Araujo, fallou-me para que o mesura
Sr. Hamos coBlinuasse mais lempo no goso da
despensa de servico que eu lhe bavia concedido
sera perda do seu vencimento
A 7 de jnnbo, porm, foi o Sr. Ramos posto em
detencao pelo juizo especial do commercio, e dessa
data por dame suspend-lhe os veocimeotos. No
lira d'acte inez, recebi urna carta de um raeu ami-
go, no sentido de ser o Sr. Ramos pago dos venci-
raentos de todo o raez, o que eu reeusei, e elle
despedio-se.
Das miohas contas apresentadas Santa Casa,
deve constar que o Sr. Rames s recebeu enc-
menlos ate a data e.iada, e que inexactamente
diz o Sr. provedor, ou d a entender que para elle
se Uracam sempre vencimenlos.
Em sutstituico a este guarda nao admitti
outro.
Ao meu successor o Sr. Dr. Oliveira Foneeca,
nao falli acerca do mesara guarda nem de lugar
vago, o que raostra que elle eslava despedido, e o
seu lugar supprimido.
Era, pin tanto, desoeeessario qae eu despedisse
um empregade que j na*, exista oa reparticao, e
que se tinba despedido ha mais de 20 das.
Quanlo a asseveraco do Sr. provedor de que
o Sr. Hamos era escrevente de cartorio, s por
roa f arriscou-se urna inexacdao, que, nem
com o proprio documento que exhibi, pode
justificar. i
A certidio do Sr. escrivio do commercio diz
de abril para ai o Sr. Silva Ramos tem feito al
gum trabalho de escripia fiara o meu cartorio. En-
tre escrevente e o que faz trabalho de escripia
para carinos ha differenca immensa.
O Sr. Ramos nao eslava inhibido de, como
gaarda do Asylo, fazer trabaibos de escripia para
algum cartn com tanto que isto nao prejudi
casse as i oas obi igacSes.
O Sr. provedor em todos os seus nqtteritos se-
cretos havia de ter verificado qae a verdade
esta que refiro, e se adaltera porque quer, de
caso pensado, no triste empeuho de attribuir-
me fallas que nao commetti.
Nao se me d disto, aiada me snto com torcas
para arcar com as insidias, e esta forca ve.m da
conscienca.
Recife, 30 de setembro de 1870.
J. P. Barrtto de Mello Reg.
i deve constar da cerrespondeocia offlcial
uvada, no Azylo, requisicio feita por ioterme-
do Sr. Dr. ebefe de polica.
t A razio de nao ter sido, diz anda o Sr. pro-
tr,h Jlicitada a remessa dos meadigoe do nos-
JMI rearo II, nao pode ser outra senao a falt de
ispafo n aquelles saldes, para conter msior ou-
l?!*!9 pessoas, e a prova ept em qae o Sr. Dr.
Olivel* Fenceca aioda nao tralca de requieitar
esta remessa. -
Ella eoDsIderacio prova o contrare doo,oe pre-
tende o Sr. provedor, prova somente ane o direc-
tor do Asylo nio eslava autorisado para raqui si-
tar a remessa d'aquelles mendigo. Se ella fosse
a Isto obrigado, cortamente o Sr. Dr. Oliveira Fon-
eeca o teria feito, por quanto sendo os referidos
mendigos em numero de 16, segando me consta, o
Asylo poda, nos ltimos das da sua direccio ad-
mira'-los, viste como os qae existiam oo mesmo
Asylo descerara a menos de 80. e a casa admit-
te 93.
Nao contesto o elogio qae o gr. provedor fez ae
Sr. Dr. Oliveira Foneeca. Nem eu quererei ele-
varme sobre as ruinas dos outros ; mas receio
qae S. Exc. seja da escolla de um homem nota-
vefc que dfeia-nunca se elogia outrem senao em
pdio a terceiro.
Face ao Sr. Dr. Foneeca a justica de erer qae
digno do elogio do Sr, provedor ; mas desconfo
qne S. Exc. que parco em elogios, s o elogiou
em odio a mira.
Isto, porm, nao tira ao mesmo Sr. Dr. Foneeca
o direito, que pelo seu enmportamento no Asyk,
fez meneao honrosa do Sr. provedor.
Recife, 2 de outubro de 1870.
1. P. Brrelo de Mello Reg.
0 Sr, Oliveira Foneeca.
Quiz dispensar-me de responder ao artigo, que
o Sr. Dr. Oliveira Foneeca publicou no Diario de
boje, como protesta contra algumas asserc5es con-
tidas em um dos meus artigos, asserrdes ermas
que nao entendem cornea gerencia do Sr. Dr. no
Asylo, e outras que em nada prejudicam ao zelo e
economa com qae elle se houve.
Tinba para isso urna razio valiosa, e era nao
abrir lula com todo o mundo por causa do Azylo
de Mendicidade; mas motivo de defereocia ao Sr.
Dr. Oliveira Fooceca, e o final do sea referido ar-
tigo, me fzeram mudar de parecer, limitudo-me
todava a'poucas palavras.
A primeira traascripcio do meu artigo feita pelo
Sr. Dr. Oliveira Foneeca, ole tem, como elle re-
conbeeea, referencia a sua direccio ao Azylo, e
se a fez foi sem duvida por demais.
Quanto a segunda, o protesto nao tem razio de
ser.
Eu disse que, fallando o sea officio, ou o anne-
xo, em racoes, devia-se entender que a alimenta-
cao dos asylados passou a ser fornecida por peso
e qnantidades igaaes. Diese mas, que este syste-
ma de alimentaco, deixa dirainuic.au na quanlida-
de que esjforoece sem coota e na razio do que pe-
de comer cada pessoa.
Ora, isto nio importa insiouacio, nem cousa que
levemente ao menos Ora o zelo do bom funcio-
nario.
A reduccio da alimentaco de que fallo, adopta-
do o syslema de racoes, dar-se hia sem iniencao
por parte do Sr. Dr. Oliveira Foneeca de faze-la,
dar-se-hia sea ser apercebida, e s por Corea das
coosas.
Mas, nio tendo o Sr. Dr. Oliveira Foneeca adop-
tado o syslema de racoes, bastava dizer isto e nio
careca m protesto solemne como fez.
Eu nao dava grande forca a este argumento da
dirainuicao da alimentacio., tanto que s por de-
mais o apresentei.
Dada esta explicacao nio posso deixar de notar
por parte do Sr. Dr. Oliveira Foneeca desejo e sof
freguidao de discutir os oegocios do Asylo, sobre
os qunes diz mo ter at agora tido razao para to-
mar parle ; desejo e soffreguidio de investigar e
discutir as raides que occasiooaram a reducao da
despea com a alimentando do Asylo $m menos da
meladt.
Nio crelo que o Sr. Dr. Oliveira Foneeca, a
qti'ra nao dei aioda motivo de desagrado, nem de
queixa, se ache aoimado por m vontade qae me
teaha, e qae por ieto deseje vir a coutenda, para
tirar disforra; crea que a sua ioteocio a me-
Ihor, cortamente a de trazer a luz a queslao,
Sirque ninguem com mais precisio que o Sr. Dr.
liveira Foneeca pode discutir os negocios do
Asylo. Ao menos os discutir com lealdade, e
nio como o fez o Sr. pravedor da Santa Casa, e
isto o qae me convm.
Portanto, se o Sr. Dr. Oliveira Foneeca quer to-
mar a palavra na discussao, folgarei muito que o
faca.
Vico nests linhas.
Recife, 4 de outubro de 1870.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
(9 o officio)
Nao me darei ao trabalho de apreciar as consi-
derafes qae faz o Exm. Sr. provedor da Santa
Casa de Misericordia em relacao falt de capa-
cidade que diz ter o Asylo para #eceber os men-
digos que estio recomidos no hospital Pedro II,
por cont do rendimento da qaaotia subscripta
pelo commercio. No seu relatorio j S. Exc. ira-
ton d'esle assumplo, e eu lhe respond convenien-
temente.
E demais, lora do duvida que, se apenas ios
tallado o Asylo, o Sr. provedor tivesse -para all
enviado aquellos mendigos, elles teriam oceapado
os lugares que outres maie tarde vieratn oecupar
por estarem vasios. Se nao os mandn, foi porque
nao -quiz, foi porque lhe parecen melhor flearem
os 4:000* de que falla como augmento da receita
d'aquelle hospital.
Sobre o trecho seguinie que farei o reparos
qae sao preciso* : .
Se entretanto o rato, que se alinde, unna
capacidade para reeeber j o mendigos appre-
headdos pela polica, e j os que fe_achavara no
hospital, pareee-me que era obrigacao do ex-ai-
rector promover a remt saa d'esles ltimos para o
Asylo, requitndo-a,a presidencia oa a chefatura
de policia, se assim o exiga o seu regulamento, e
tanto mas quanto essa remessa seria acompaubada
da ama receita de 4:000*.
Isto querer que o ;arro ande adianto dos bois.
O Sr. proveder e primevo ebefe do Asylo. o seu
administrador supremo, nio rametteu os mendigos
de que se trata, para o Asylo, porque ea nao os
ped!
O regulamento do Asylo ojo imp5e ao director
a obrigacao de raquisiter mendigos, obriga-o ape-
nas a aceitar os que Ibe forem remettidos.
O Sr. provedor devia por aelo proprio enviar
para o Asylo os mendigos qoe existiam na eafer
maria do hospital Pedro II, soeeorridos pelo pro-
ducto da subsenpeao que me refer, consiJe
raudo e isa enfermara extracta, desde qae foi e
mesmo Asylo installado; nio i fez, esqneceu o seo
dever, e atira sobre ralm a colpa, a responsabli-
dade que toda sua Esta interessaoW I
Que culpa tenho eu de nao haver S. Exc. enm-
prido, em relagao ao Asylo, os encargos de prove-
dor da Sania Casa 7
S. Exc., intrigado como esiava eom o Asylo,
akaodouou-o ao pomo de nem ao uenos remettei
para all os mendigos que se achara recomidos no
hospual, nao decline para os outros a responsabi-
lidade desse facto. ,
O Asyfo eoroeceo com lugares snfflcieaies para
admitir esses mendigo, e nao Mrvi de desctilpa a
irona cao que ohr. provedor menciona mendi-
ga TiB'Jat) al* de Santo AOtao. Nao foi t desle
lv f to?*!0 ?yt para Asylo ; tm
nem de Pin d Alho e Natareth riarara.
'Eopaiamento de 12j*0feiieacabo de poli-
ca, que olozo os mendigos de flanto Anto,
que anuda S. Bxe. com nm ceno ar de mysterio,
lo* feito em virtud* de requiaieio do delegado,
Justina ao Mrito
Molestia de olhos
Diante do merecimento real ninguem, que sabe
aprecia-lo, pode flear mudo e quedo, porque o
mrito impide deveres tees, que elles sou obri-
gado obedece-los.
Ha M*U cidade ara medico, que por suas apre-
ciaveis qualidades quer scientifcas como trataveis
em particular, merece ser lembrado : oste medico
o Sr. Dr. Francisco Machado Portella.
Conheco differentes pessoas que, tendo soffndo
gravemente dos olhos, teem sido tratadas com o
Dr. Portella com vantagem outros occulislas
desla cidade ; pelo que eoteodo, qae deve ser
procurado com prefereocia aos outros.
O meu cunhado Romualdo Alves de Oliveira,
tendo sido accommettido de opptalmia, foi tratado
por differentes mdicos, e sempre soffrendo 63-
lado de quasi cgo ; porem apenas o Dr. Portella
principiou trat-lo, o mal foi dimiouiodo a es-
tado de j poder andar na ra, e v sotfrivel-
mente, podeodo at escrever.
A oio ser lalvez o Dr. Portella, per certo qae
sua numerosa familia estara ameaeada de men-
digar o bolo da cari da de.
O Dr. Portella, uem se perito oceulisu, como
Dio exigente, como communenle acontece com
alguns outro?.
Recorameodo, portanto o Sr. Dr. Portella a
todoi os que sofffem de olhos ; pois que encon-
trarlo Delle acora possivel, e,anda raai^ a promp-
tidao qualquer hora, que a gravidade da mo-
lestia exigir sua preseuca.
Os factos coohecidos por mim, e os de que
tenho noticia me autorisam a escrever estas bobas.
Desculpe o Sr. Dr. Portella, se, com a poblica-
(io destas lionas, offendo saa modestia ; apenas
rendo homenagem verdade e aos progressos da
sciencia medica.
Recife 3 de outubro de 1870.
Antonio Faustino C. de Araujo.
O Eini. Sr. geperal fearao de
S. Borja.
Segu boje para o norte a commandar as ar-
mas na provincia de Pernambuco o Ilustre e
bravo marecbal bario de S. Borja.
Ha 32 anuos o distiocto peroarabucano, deso-
jando satisfazer a vocacii que tinha para asar-
mas, de qae ja havia dado exhuberantes prova?
oa guerra de Panellrs, onde servir como volun-
tario, desapegando se ae saa familia e dos lagos
que o preodiam sua provincia natal, marehou
voluntanmente como capito em commisso no
batalho que de Pernambuco parti para a pro-
vincia do Rio Grande da Sal, eutio dilacerada
por essa lata fralrecida de que por tantos aonos
fot sngrenlo iheatro aquella heroica parte deste
vasto imperio.
Apartando-se dentro os seus, o ilustre Per-
nanabucano era dominado pela aobre idea de, ou
acabar gloriosamente em algum combate servin-
do digaaraente ao seu paiz ae a sorte lhe fosse
adversa, oa, se esto lhe fosse propicia, tornar a
sua provincia, tendo conquistado louros e glorias
pela sua conducto, pela sua dedicacio, pela sua
b avara.
De feito: observando vigorosamente essa lei,
que se elle tinha imposto, o bravo Pernambucano
tonto oas lutas do Rio Grande, como na guerra
do Paraguay, atirou-se sempre oo mais encarni-
$ado dos eombates, no mais perigoso das b*lalha_s,
eom o arrojo, o den >do a intrepidez, que lhe sao
caractersticos, e niognem lhe peder cootestar,
sellou por diversas vezes coa seo generoso san-
gue, su* dedicacio, sualabnegacio, seu amera
ordem publica e ao paiz : roas a morte o respei-
tou. Eslava escripto oo immutavel livro do desu-
no qae o oobre guerretro, aioda que mutilado,
("devia soereviver as anas honrosas ferda : devia
eenquslar Irameosa gloria para o rea paiz -'
devia abracar eos poneos irmaos, que aioda res-
tam : devia, finalmente,eom sua presenca eoeher
de jubilo s bella provincia de Peroamhuco, qoe.
vendo-o era eu saio, dM eom nrgulke:O
marethal tarto dr S. Btrkt i nuu /Uh.
Os marea Ibesajam boaiBcosoa.
f'Do Mmal de CmmtnU de 17 de setembro.)
Carta de *. da Uva Reg f
lor, k sen primo o Illoa- sr.
Tne liado Augusto do Reg,
por oeeoslio da morte de saa
presada Ulna Carolina Angas-
tado Reg.
Meu primo.Aotas de ve.lo.desolado, e.dar-Rie
ura abraco de cvnsolacao, ji me fhaviam partici-
pado a noticia da morte da saa filba
Senti algum eommoco e urna nuvem de tris-
teza involveu-rae a fronte, onde raros sao os sor-
risos. Mea Deas I Parece que ama iroz fatli-
dade quer eeifar prematoramenle todas as flores
as mais mimosas da arvore de nossa familia En-
tre nos inclinara a fronte ao sepalchro, aos
vlnte anoos os mancebos esperanzosos, e asjovens
muitas anda nos albores da virgiodade vio em-
mnrehe-er sua grinalda de azucenas no glido
chio da morle, deixando com amargura os gosos
melindrosos da vida I Ephemero viver I
Hoje a sea linda Carolina, essa rosa que ape
as despontava entre a nev, e que nio nio pode
vingar, esse diamante brilhando a flor dos paes
da trra, essa menina erafira sen amor, sua gloria,
saa esperanc no futuro, quem o espectro da mor-
le mareou na fronte eom o dedo hiri.
Estava-lhe a cabeceira o Dr. Carolno Francis-
co de Lima Santos, esse homem qoe lem consu
mido sua vida nessas lutas dfflceis da vida e mor-
te, e suas noites na vigilia e no estuao dessa scien-
cia qne mente e lascina como a miragem do de-
serlo I
Elle podera arrancar o germen da morte das
entranhas da victima adorada, mas qne vale o es-
forco da vaidade humana e o auxilio da sciencia
contra a marcha ordinaria das leis nataraes ?
Quando a espada do aojo impassivel do extermi-
nio cae sobre a cabeca d i victima, quando a mor-
te da creatnra um decreto do Creador, o homem
da sciencia ajoelha submisso e aada mais tem a
fazer I Foi urna fatalidade----E' pois, mistar re-
signarse mea primo.
Saje, foi ella ; amanhia.. .quem sabe T I.....
m testemunho do mea peur qae Ibe posso of-
ferecer T Qae pode offertar aquelle qae s pos-
sae um estro e urna esperaoca paluda ? I...
Escrevi ao correr da peona alguns versos para
mandar-lira ; nao cure de metro, nem mesmo de
harmona, apenas lancei um olbar rpido acom-
panhando o peasamento, qne tem o rgimen na
magua que experimento. Bi-los......si) as ul-
timas flores para serem desfolhadas sobre a se-
pultura de Garolioa, tlvez destratada e sera per-
fume, mas nio sao artificiaos.
Desle muodo em qae as cousas mais mimosas
Sempre teem peior sorte.
Foi rosa, e durou tolo como as rosas;
N um da vida e morte !
Malherbe.
Cae a i'ilha do tronco, a rosa pende,
Da calma ao sol a rola desee mora
Na poaira do chio /
Cae na jornada o viajor caneado,
Mergulha a ave da ooite oo mysterio
Varre o cysne na onda o furacao I
Caminha o teropo. A rosa desgranada
Nao vai de novo os prados esplender !
E os entes qae o destino corta a vida
Nem mesmo c mi de Deas podera ergaer I
E' das leis as trovas a marcha ousada.
aforre o hoirmm, bem como cae a folha I
Um aps outro ; i todos oo sepalchro
Da vida as rosas o mfao desfolba I
Obscuro problema o da vida.
Vaidosa a philoscpbia desespera
No intil prescrutar I
Atraz de nma illusioqne eterna lida I
N'ura sonlio o realismo degenera
Como o corpo ao contacto do ar I
Vivo o cedro do Lbano orgulboso
Sec'los mil, como impvido gigante
Resisto ao furacao 1
Ha reptis no solo palludoso
Qae oaseem, vivera, roorrem n'um instante
No limo qae os geroa da corrapcio I
II
Hontem oo valle branco dos amores,
Atraz do pomar, e p descalco,
Linda creanca, tropecaodo era flores
Das azues borboleus vae no encalco.
L eorre... .e de podar e de esperanza
Rasa infantil descora-Ibe oas faces;
Doarada nuvem, desatada a tranca
Esparsa ao seio em pulsaces fugaces !
Fere as plantas oas sarcas do caminho,
E seas olhos azues boiam oo pranto;
E' breve a dor; ao paternal carinbo
Se abrem seus labios n'um sorrir de encanto.
A' noite, ao lar regressa leda e amena,
Vai no eolio materno repousar 1
Os olhos cerra ao som da cantilena,
E dorme o aojo sombra do loar I
Hoje ero glida imagem s consiste
A graca, o brinco, o riso e as flores delia I
De longe a la na campia triste
Pranta a campa da crea oca bella I
Ai, della I ajoelhou do albor da vida I
Quedou-se esse aojo oo sepulchro immerso ;
Cae a folhagem do cborio pendida
Sobre o tmulo seu que foi seu berco!
declarei oo artiga qae fiz publicar no Diuri dr
Pernambuco, da 17 de agosto prximo passada,
(artigo que at h ije nao fui cootosta-lo) prioeipal-
menle pelos termos |r que interpelado o ad-
vogado da cmara por haver opinado en tavar doa
herdeiros; sou fornido i vetar i iraprensa
dizer, qae a verdade acha-se adulterada
requeraento, porqaanto naataa dan I__
de mem pai, quer o que venders h seos tjm-
nbdei reservando ama parte para garanta as-
Ruraoea da aeco da camera doa n^rdeiraa i
Assim foi Carolina sobre a Ierra;
Candido ser de cinco primaveras I
Foram seus das como as lumes fatuos.
Foram sonbos azues, breves coimeras.
Densa dos campos de gentil roapagem,
Vaga va livre iombra do arvoredo...
E cantara, embalada flor da aragem
Hymoos d'amor, de mstico aegredo r
eus, no throno de luz do firmamento.
Vio-a, das nuvens atravez dos veos...
Raixoa um aojo oe corsel do vento,
Veio busca-la p'ra morar aos cos I
O lar ficoa deserto. Na devesa
As flores se inclinaran) sobre o chao '
E na fnebre lyra da tristeza,
Geme, alt ooite, o genio da seidio I
III
Como a rosa, qae espant madrugada,
E, quando o sol deboca-no borisonte,
Cae ao longo do chio....
Carolina viven ama aivorada...
E i tarde reclioou a braoea fronte
Das campas na soidao I
Foi qual phalena d'aza praieada,
Qae o sol erestoa, no voo peregrino
Pelo roseo pomar I
Ou dvndidn ao mundo desterrada,
Que breve aqu Andando seu destino
Quiz ao muudo regressar I
Onde ella dorme no feral retiro
Urna inseripcio sngala sobre a lonsa
Loe assigoala a morada...
Oh deixa i-a dormir.. .nem uro suspiro.
Ningoem perlube o aojo que repousa
No silencie do nada I
Passe o eoveiro tetrieo, disforme
Nio v bater a enxada peito della,
Nem brusco, resraongar I
Deixera eantar, emquanto o anjo dorme,
Na sombra do aalgueiro a phloraela
Por noites de luar I
Recife 1 de outnbro de 1870.
Ao publico
Tendo sido publicado no Diario de Pernambuco
de 30 de setembro prximo findo, a sessao da c-
mara municipal d'esta cidade di da 14 do mesan,
veio em sua integra un requerimenfo aprsenla do
naquella sessao pelo Sr. Dr. Moseoso, relativo a-
proposias feitas pela viuva do desembargador Fir
ramo Antonio de Sonta, e por mira e outros her-
deiros de mea pai, o major Francisco Joaquim
Pereira de Carvalho, respeito da acgo que a
mesla cmara move eooira mim e ditos herdei-
ros pela dioea prestada por meu pai em favor do
ei procurador da municipalidad, Mello- Pacheco,
e como oio se houvesse publicado a discussao
ento havida, e a leiiura d'aese reqnermeato id
por si pesaa dar focar a Miedos deefavoraveie *
mim e aos mais herdeiros que se tem opposto
extorsao que ae nos pretende fazer, conforme j
naimRmp
Meqnelis, quer oa herdeiros qae anda nao
raro os seas quiobdes, nenhum direito aerare oo
cederara ao desembargador, on qnem quer na
seja, para transigir com a mnnieipaiidaie sobre a
aacao que Ihes move a meami cmara.
No referido artigo que ftx publicar eneontra-s
expost a verdade com toda a exaedao, e aata
cite) at nm protesto que em novembro de 18
foi intimado cmara e ao proprio desembargador
Firmioo, por occasio de ama proposta por ata
feita a cmara resiieito 'essa mesma accie.
Recie, 3 de oulobro de 1870.
Aureliano Augusto Pereira de CarvaHm.
Tributo de gratidao.
Nanea em meo coraco se gravaram Os
odelevei impressSes de recottiecmieulo
por favores de sooido alcance recebidos n
ingenua e extremosa amizade, do que aquel-
las, que actualmente, sobreexcedite a
lodos os impulsos d'alma, me estao de coo-
tinuo avivando memoria ai ineqoitoca
provas da solicitode. desvali e affaooza
assidaidade, qae o Illm. Sr. .Maaoei Fran-
cisco Marques e saa Exm. familia _L>toaran
por timbre de nobresa dos affectatos seo-
timenlos, qae muito os distingue e corado-
risa, para consagra-las oo acervado irata-
mento com que assistiram looga entorna
dade, de qae foi victima e levou linalneoae
sepultura a miaba presadissima e nooca
asss praateada esposa.
No regaco da bospialidade, no wlo
dedicaro prasenteira e nimiamente genero-
sa de lao respeilavel familia receben aquel-
la compnnheira do meo peregrinar a* man
m.mosis caricias e i n fatiga veis cuidado?,
qae humanamente: he possivel iiispeoear-ta
em favor da creatnra, que se acha prostra-
da no leiio da dr e na terrive lula das ao-
gestiis da morte I
E haver palavras, qne poasaoi exprimir
como mister. as effuses de grato reco-
nbecimento, que por servicos de lio alta
importancia cumpre tributar nagnaoim-
dade de quem se orna com a excedencia
de taes dotes Nao o creio : e se por feo-
tura as b, nao as attinge, por crio, a ov
sufficiencia da ininha comprehensao, qoe
apenas sabe resumir todo o expansivo oo
meus poros sentimentos na singelesa da
phrase=Gra/t'rfoo 11 =
E ji que. neste simpes e por demais bo-
milde tributo, vai todo o valor da
cordea olTerenda, s-ja-me permiitido
bem fazer cooparlicipantes della os 111
Sr. comendador Francisco Joo de Barree,
Joao Licio Marques, Dr. LeopoMino Antate
da Foneeca, Rv. padre Antonio Alboqnor-
que Mello e Salvador Leite Vedigal. qoe oe
aillictivo transe por que nei passado, ae
deram a revelar como soem ser oa anejes
sinceros e verdaderamente devotadot.
Recife. 4 de outnbro de 1870.
Mattoel Joaquim da Silva Leo.
Joao Kik a Mo Baptista
Troppmann,
Qniau corto.
Al o mea retiro tem ehegado a noticia da ex-
trema irritacio em qae te tem posto tarabas car-
tas. Sei qae leas injuriado a diverso amif"
meas, aitribaindo-lhes a redaecao das cartas ja*
assigoo. Nio estranho iso.
Apesar do pedido, qne te fiz. nao contova ene
te conservasses calmo, nao; porque era isso -
compatvel com o ten temperamento bilioso por-
que sei que s de ama insapportavel irritatoMa-
de todas as vezes qne, em lugar da lingoaeen da
mentira lisongeira, oaves a da verdade En, pe-
rm, conheco bastante o coraco humane, aera
nio desesperar de conseguir aquillo i qne me pro-
paz, isto a loa regeneracio.
II i certas molestias chrouicas, para coja enra>
necessario o emprego de medicameolus ooaojm,
que produzem um grande abalo oa economa do
enfermo, seguiodo-se logo prostraccio, e
sempre a convalesceoca.
A menos qae sejas differeote dos ontroa
raens, eston convencido de qne a irritacio
sent, provacada pelas miabas cartas, soeca
ama especie de cansa50, que te permittira rcOsc-
tir. E para esse periodo qoe en appellotoda
espero dessa benfica reaccao.
Convencido, como eston, de qne pratien o nena,
nada me demovera do mea proposito. Nio acira-
ves, pois, a iua sitnacSo continan Jo a oflender e
injuriar todos, qae nio qaerem to areeitor per
seu director iotelleetnal.
Acalma-le, Tropmann 1
S homem, s forte 1
Nio tornes impossivei a toa j lio dil&cil ora.
Angustaras, 18 de agosto de 1870.
N. 431-ENFERMIOADBSEm NOME.-Milaarr
de pessoas padecem, as qoaes nao 1
molestia pacifica. No entreuoto sentem-ae
taicas. insensiveis e indifferenles, euaoii sena
tade, dermem sem o desejado deance, e ne l
sen lera-se mseravelmente desvalidas sem a
plaasivel. A censa appareote de tade isto pe*
vm de urna retardada digisti, do astado mwm.
trpido do Sgado, da macnvidade des imestas
Afim de se restitairem os ergios inertes i wo es-
tado de salutifesa aetividade, nao tesa ma do jor
lancarem mi das plalas assoearadas de BriaaaL
O Dr. Benjamn Wallis, de Boston, de 1
qae nio ba nada qae eom ellas se posea
rar, para os caios onde ba falta de energa I
no estomago e suas dependencias, e codo a
urna debilidade geral e depresaao appareaM
com Indo apresentar ama destmrta forma de mo-
lestia qualquer. Todos os qne padecem pr ~
pbysica acompanhado de abaiimenta do 1
acbario qae as plalas assucaradas de Brtel I
servrao de iinmenso beneficio, (ktaao se aoooo
mettidas dentro de frasquiobo de viere, eflao coa-
servam-se perfaias em todea os enotaa. Em to-
dos os caaos aggravadea on proveoieol* de -
purezas de aaagne, a Sahaparrito de Bn-toi, de-
ver ser osada conjoocumeote
N. 451-GRAXDK3 VERDADES WtNTRO tS
UM PEQUEO COMPASSO.-A 1
lames de coosethos mdicos, a
aa o apparemo digestivo n'um calado noavosa, e
ventre livre desempachado, e o ligada a'oca os-
udo de prtate aecao. Porem a fooloo est, da
3ue maneira te ha de conseguir mo ?
ifficil e emfearacada qae parece a respoau, 1
ludo, qualquer homem oo motear qoe
as virtudes das plalas aesaearadaa da Brisaol, pe-
dera vas iaformar promptacaenu. Aa toas eaote-
ordinanas irtudea roedidnacs aaraogno tona ae
enfermidades.
Est o estomago fraco e apaibieo T Ellas ne
dio vigor e etividade. Aeha-ae e venare ooaa
estado cooiheto T Ellas o relaxao o o h
guiar. Aeaa-ae e flgado inerte on aam <
gestivo ? Ellas promptoroeoto pnimifetn a 00
aelividade uatnraJ. A toa principal nhngtejo
de restituir o tyateoia a nm estado aatont, aata
empregsr on asar desneeesaaria forea, i
sar as mnimas dores, oa aaa^eat
e todo isio ellas fazem, e mus aiadv E a
os cases e qoe alT-ciam a palle, oa mjculos, a carne a a-
glndula*, em todos os cates dever-*o-na tt
esse gratule detebatrneote, a SalMpamata te ]
tul, promove a e aecetoram nma P'eopto
Aj pilul .* vio meitldas dentrj de mdrtooe
por.isso a -aa conservae> ondeara eoTno
os clima.
!
>
* 1

rfMMririm
uumiiiLiinlfJ.
PRAVA 00 BJKIV1 I oa 0CTU8M
OlitM.
kS 1 l/t aotu na vanea
OattootobraLiaoroi-fldfvtilpioar


III
" <
-
-*"
Diario de Peraambaco Quinta feira 6 d
'. '.. ';
e 1870.

Goagalio Jos Alfonso,
ftosidente.
Pilo secretarte,
A. P. Ib Lemos.
ENGLISH BANK
Of Rio de /aneiro Limited
Descoota lettraa da pra$a Uxa a con
wncionar.
Receba dinheiro em conta correte hii
i raso fixo.
Saca vista oa a praso sobre as cidadei
prlncipaes da Europa, tena correspondenle
u Baha, Buenos-Afres, Montevideo, New
e New-Qrteans, e emrtte cartas de crdito.
para os meemos tugaras.
RA DO 1]OMMERCIO N. 36-
ALPANDEGA.
Bjeadunento do dia 1 a 4 .
do di 5......
10?:87*3t5
28:3044817
131:177*145
Descarregam hoje 6 de outnbro
Mgae norte allemaoAwne Heletu farinha.
Escuna norte-sllemaoRemhardidem.
Brigue inglez Wdlttr 1. Comminsdiversos g-
neros.
Barca inglezaPatriaidea.
Barca ingleza Rodersch Dhnferro,
tarta inglezaSea Quemidem.
Patacho inglezEmilyidem.
No vapor inglez Amazon, para Liverpool car-
regaram : Keller 4 C. 90 saccas com 6,177 kilos
de algodao
Na barca franceza Coligny, para o Havre
carregaram : Tisset (reres 242 saccas com 17476
kilos de algodao.
RRCEBEDORLA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCO.
ftondiraento do dia 1 a 4 5:2051829
tdemdodiaS........ 1:018*888
6:8241717
CONSULADO PROV1NCAL
Eeoiirnento do dia 1 a 4 4:666*892
dem do dia o ... ,4 2:341*217
~7-07*5O9
MOVIMENTfl P0 POBTO.
Navios entradas no da 5
And13 dias, barca brasileira Ftexa, de 190 to-
. aeladas, capitao Joao A, de P. Victoria, equipa-
gem 11, carga sal; a Marques Barrosa C Se-
' guio para o Rio de Janeiro.
Maranhao45 dias, palbabote nacional Joven Ar-
thur. 96 toneladas, capitao Joiquim Mariano
de Souza, e juipagem 6, carga 1500 saceos com
farinha de manliuca e outros gneros ; a Anto-
nio L. de O. Azevedo & C.
Navto sahido no memo dia.
Para Palhabote americano Charles Thompson,
cap tito Hamlield, carga plvora e outros gene-
ros.
EDITAES.
Eu Manoel Mana Rodrigoes do Nasci
ment, escrivao e snbscrevi.
Recife, .30 dajetembro do 1870.
Sebaskao d top Barr e Lacerda.
jl. i ii
DECLRAME*.
Tendo sido decidido por accorto do tribunal
da relacao de 30 de julho do corrate anto, que
diversos terrenos de raarinha em FeradePotlas do
Barro do Recife desta cidade, que h&vtam sido afo-
rados pela fazeoda na l de lbe perteneerem, sao de
propriedodo de Joaquim Lopes de Almeida; o lllru.
Sr. consalheire inspector desia itteaoutaria de fa-
zenda manda declarar as pessoas constantes da
rafegio gafra qnodevemn s recdlher imme-
diatamante a es thasoaraoja os titnlos que de
taes aforamealos Ibes foram dados e se acbam sem
efliito, omo recouuecer o dominio directo do mee-
mo Joaquim Lopes de Almeida, nos terrenos de-
signados na dita relacao.
Secretaria datbosourariads faiendadePernam-
bnco 3 de ontuoro de 1870.8ervhtdo de offlclal-
maior, Manoel Jos Pinte.
Relacao dos terreuos de raarinha em Fon de Por-
ta, qae se refero -o annoaeio cima.
N. 11.Antonio Jos Coelho.
N. 14.Jos Jaeome Tasso Jnior.
N. 17.Antonio TeixeirafLcpes.
N. 18 A.Fortunato QirdouKde Gouveia.
N. 28.=Dom"ragos Henrique .Tifa, como tutor de
seo filho Deodato.
N. 31 B.Mara 8e veri na da Rocha Lins.
N. 33 B.Jos Joaquim de Castro Moura-
N. 33. CDr. Manoel Francisco Teixeira.
N, 41.Antonio Alves,Barbosa.
N. 48.Jo^ Fernanda da Silva.
N. 55.Joaquim Lopes da Almeida.
X. 168 C.Dr. Frederieo Miguel de Sonza.
X. 168 D.O mesmo.
N, 168 E.Padre Jlo ^Baplista de Albuquerque.
N. 1*8 F.-O mesmo.
N. 168 6.Manoel 'da Silva Lopes.
N. 168 H.Praneiaeo Jos dos Pasaos Guimaraes.
N. 168 I.Thomaz Teixeira Bastos.
X. 309.Joaquim Lopes de Almetda.
N. 311Joo Marques Correia.
N. 313.Jos Fernandos da Silva.
N. 318.O mesmo.
X. 319.Manoel Estanislao da'Costa.
N. 320.Domingos da Silva Molla.
N. 324.Domingos Henrique Mafra, como tutor
de seu lilao Deodato.
N. 326Catolino Goncalves Lessa, Maria de Bar-
ros Correia Lessa.
X. 336 A.Manoel Jos do Nascimento e Silva.
X. 336 B.O mesmo.
N. 338.Jos Fernandes da Silva.
N. 340.O mesmo.
X. 341 A.Antonio Rodrigues de Oliveira.
N. 341 B.Jos Fernandes da Silva Manta.
N. 342 A..Antonio Henrique Mafra.
N. 344 A Jos Joaquim Bezeraa Cavalcante.
N. 345. -Joaquim da Silva Lopes.
X. 345 A.Alexandre Joaquim Satyro.
m&mlQ wm s.amj*
a orenertfi xoentari tuna ofl* wrmplioola/e
subir a scena a sempre applaudida scena dra-
matrea, MiMiada
Cerraqo no mar
pelo artista Valeriano M.da Caoba.
! ACTO.
! pane. O duplo trapesio, pelos artistas, Vale-
riano e Francisco do Beo.
3. ACTO. ; .
0 artista Costa execotar o hornen de bronse,
oa a podra de 6 arrobas.
*. ACTO.
Sorprendentes deslocacoes em cadeiras, peto
diatinclo artista oven pernambueano Vicente do
Reg.
5.' ASTO.
Liados exereicios, no trapesio peto artistas
Viesntodo Reg, Santos, Valeriano,Costa eFran-
cisco do Reg.
6.' ACTO.
Lindos e arriscadsimos grupos pyramWoes,
pelos artistas Valeriano, Francisco do Reg, Costa
e Santos.
7." ACTO. u i
A linda paihacada, petes artistas Valeriano e
Francisco do Reg, intitulada
O HOMEM EMBARRICADO.
Principiara s 8 horas.
O beneficiado espera a coadjuvacae do publico
e especialmente .dos habitantes da freguena da
Boa vista e igualmente agradece ios artistas qae
se digne rara representar em sea beneficio.
Pre^as
Camarotes com 4 entrad........ 8*000
Cadeiras....................... t*0W
Seraes.......................... 1*000
Parante a cmara muicipal desta cidade es-
tar em praca nos dias 4,5, 6, 7 e 8 do corrente,
para ser arrematado por quera maior proco offere-
cer o imposto de 120 reis, por carga de farinha e
legumes vendid3s nos mercados pblicos desta ci-
dade ca importancia de 3:006*0oQ.
Os preteodentes a tal arremataco comparecam
nos dias indicados no paco municipal, munidos de
saas Sancas na forma da Ici.
Paco dn cmara municipal do Recife 3 de outu-
bro de 1870.Ignacio J >a luim de Souza Lio, pr-
presidente.Lourenco Be/.erra Carneiro da Cu-
nha, secretario.
O Dr. Sbastio do Rttgo Barros de Lacer-
da, juiz de direito especial do commer-
cio nesta cidade do Recife de Pernam-
buco, por S. Magestade Imperial e cons-
titucional o Sr. D. Pedro II a qoem Deus
guarde etc., etc.
Paco saber aosque o presente edital virem
e delle noticia tiverem que no dia 27 de oa-
tabro do corrente anno se ha de arrematar
por venda aqaom mais der era praca publi-
ca daste jnizo, depois da respectiva audien-
cia, a sexta parte do sobrado de 2 andares
e soto corrido, em chaos proprios, silo na
roa Direita n. 31, freguezh de Santo Anto-
nio, tendo no Io andar varanda de ferro,
e no 2o andar janellas, com trapeira no fun-
do, cuj i fundo deita para o pateo da Penha.
tendo dito sobrado salas, quartos, e cos-
nha ao lado, avahada dita sexta parte por
2:0000l0, preco di adjudicarlo 1:600?$,
sendo ava iacao de todo o predio.....
12:0'"0*000
A qoal foi penhorado por execuco dos
administradores da massa fallida de Siquei-
ra 4 Pereira contra a viuva e herdeiros do
Dr. Ignacio Nery d Fonceca.
E nao baveudo lancador que cubra o
preco da avaliacio arremataco ser feita
pelo preco da adjudicacao cima decla-
rada.
E para que chegiie ao conhecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publica lo pela imprensa e afiliado nos lu-
gares ti i costume.
Re ife. 30 de seterabro de 1870.Eu
Manoel Miria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Recife 30 de setambro de 1870.
Sebastio do Reg Barros de Lacrda.,
O Dr. Sebastio do Reg Barros de La:erda, juiz
de direito especial do comraercio neti cidnde
do Recife de Pernambnco por S. M. imperial e
Constitucional o Sr D., Pedro 11, quera Deus
guarde etc.
Faco saber oelo presente, que nos ter-
mos do art. Io do decreto n. 1695, de 15
de seterabro do anno prximo pausad,
dentro do prazo de 30 dias, contados da
pablicac5 j deste edital, receber este juizo
propostas por cartas fechadas para arrema-
taco por venda de 4 escravos, aquem mais
offerecer. sendo urna escrava de nome Ma-
ria crioula cor preta, representa ter 24 an-
aos de ida de, sem achaques do servico do-
mestico avaliada por 900(5000.
Um rllho di misma escrava de nome An-
tonio, cor parda, idade de 7 anaos, sem
acbaqnes, ?v4iad0 por 300)>one.
Urna filha da dita escrava de nome Ade-
laida, cibra, idaie 13 anoos p>uco mais m
menos, sem ahiques, avaliada por...
2005000.
Urna fitha da dita escrava de nome Rita,
cabra, idade d>- 2 anoos pouco mais on rae-
nos, sem achaques, avaliada por ISOo^no.
As quaes forara penhorados por execuco
do teo-ote-C'ironel Alexandnno Martms
Correa d Barros, contra Francisco Tnomaz
de Barros CHtirpello e Jos Floreucio de
Oliveira e Silva, como herdeiro de sua Hlha
e ae^^iam-dit-s escravas depositadas em
poder do xecuiador Francisco Thomaz de
BarrosCimy I'), morador na freguezia de
Santo Amaro Jaboato.
E para.eoti't.'ir naodei pasear o p esen-
te.qie val iormim assignadoeser panu-
cado peta iraprensa, e affixados nos loga-
res docohtum).
Dada e passada nesta cidade do Recite
de Pcrnambao, 30 de setembro de 1870.
O abeixo assignado havendo effectuado
ao Illm. Sr. tenente-coronel Jos Joaqnim
do Reg Barros, ultimo administrador do
morgado de Santo Amaro nesta cidade, a
compra de todo o terreuo que em Fura de
Portas era pertencente ao mesmo morgado
a saberas roas do Pharol n. 2 at a
casa n. 68, e d'ahi seguindo pelo corredor
da casa n. 63 da roa do Pilar, tecco da
Molefa boje travessa da FundicSo, ra dos
Guararapes, pelo lado que olha para o po-
ente,at a ultima casa froBteira a forta-
leza do Bram sempre do mesmo lado, "pre-
vine a quem esliver de posse desses solos
que no prazo de 30 dias, contados desta
dala, vetiha com elle entender-se na ra do
Imperador n. 21, para reconhecer o seu
dominio directo e satisfazer-lhe opporluna-
mente o laudemio e os foros que estiver a
dever.
Recife, 5 outnbro de 1870.
Joaquim Lopes de Almeida.
AVISO
Pelo cartorio do escrivao di orphos, Guima-
raes, ra do Imperador n. 13, sao convidados
os cidadaos que abaixo vo mencionados, para
dirigirem-se ao mesmo cartorio afim de reeebe-
rera as carias de alferria das menores do sexo
feminino. que foram libertadas no dia 7 de se-
tembro em virtude da respectiva lei provincial, e
assignarem o competente termo de tutella.
Teoente Horacio Pires Galvo.
Jos Lucio Lins.
Matutino Barroso de Mello.
Joao Hermenegildo B^rges Diniz.
Thomaz Jos da Silva Gusmo.
Alfredo Garca.
Joao da Silva Faria.
Dr. Jos Cardlo de Queiroz Fonceca.
Simplicio Jos de Mello.
Jo? Alves d Lima.
Tenente-coronel Antonio Francisco de Souza Ma-
galbaes.
Cypriano Bruno de Oliveira.
Francisco X Carneiro da Cunha Miranda.
Dr. Jos Austregesilo Rodrigues Lima.
Eu^tregio Au-tricliano de Unto Macedo.
Jos Candido da Silva Braga Jnior.
Dr. Miguel Figueira de Faria.
Joao Tiburcio da Silva Guimarle3.
Dr. Beoto Jo- da Costa.
Jns Hygino Xavier da Fonceca.
Juaquim Jorge de Mello.
Pelo mesmo cartorio sao igualmente convidadas
as pessoas abaixo declaradas, dentre as que de-
ram liberdade a menores em virlude da lei pro-
vincial do anno passado, e que pela respectiva
commisso vieram indicados como tutores, afim
de virem assignar o competente termo de tabel-
las, para que j urna vez foram convidados, e re-
ceberem as cartas de liberdade que ainda restam,
b?m como para darem o esclareomento preciso
acerca d'algumas das ditas menores para que nao
foram indicados tutores afim de se poder provi-
denciar a semHhante respeito.
Luiz 11 rn irlo Castello Branco da Rocha.
Manoel Cyrilo de Oliveira.
Francisco Soares Pacheco.
Dr. Antonio Herculano de Sauza Bradeira.
D. Joanna Angusta de C. Pagele.
Antoni i de Albuquerque Mello. ____
AVISOS MARTIMOS.
COIIPAYHIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 10 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Amazone, o qual depois da
demora do costume seguir para Buenos- Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conduedes, frotes e passagens, trata-se
na agencia, ra do Cramerci n. 9.
No dia t do corrate mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Gironde, commandante
de Somr, o qual depois da demora do cosame
seguir para Brdeos,tocando era Dakar (Gtra) e
Lisboa.
Para condicSes, frotes e passagens, trata-se na
agencia, roa do Commerclo n. 9. ___________
Rio de Janeiro
Para o porto acitm efne cym brovidade Iri
gue saeonat It&f.l, Eem f.iiie dd teu erregamen--
lo engajado : para o resto que llie falla trata-sc
com os consignatarios Antoni* Luiz deAiveira
Atevedo A C, ra da Cruz n. 57, andiVJ
tratar no armazem de awlhado janta a esUtypO'-
trephi-____________;__________,_____i.
PORTO ALEGRE.
O brigue nacional S, Manoel vai seguir eow Ve-
vidade para Porto Aleare, e recebe caifa itte:
tratt-se com Oliveira Filhos & C. ao lartotfCor-
po Santo n. 19, ou com o capitao na prafL
Precisa-sede on criado Hvre n eaeme*: *r --N raa das Crnaca b. Jl, I*
prscise de o* bem holMre q'n tenha Vmi
,. e bea: tratar d MI
'da d as tm> It-Ib. _
Acaba de sabir & lu
LEILOES.
LEILAfJ
DE
dma mobilia de Jacaranda a Luiz XV, comporta
de 12 cadeiras de guarnico, 2 de bracos, I de
bataneo, i sof, 1 consolos e 1 jardioeira eom
pedra, 1 guarda-louca, 1 guarda vestido?, lora-
moda, 1 cama de amarello cora colxo deimola,
1 marquezo de oiticica, 2 ditos de amarillo, 3
marquezas, 4 coasolos, 15 cadeiras de anteo,
3i de amarello, 1 mobilia de aranrello, 1 toilee,
1 relogio para cima de mesa, 1 cama franceza
de Jacaranda, 1 lavatorio eou e?p?lho, 1 riiesa
com estante, 1 armario eovid acado, 1 ber-
ta, 3 mesas para jantsr, 1 machina de cos-
tura, 2 pare de bancas para Jogo, 0 quadro?
com molduras lloarada!, t pares de lanternas, 1
eandieiro a gai, 1 par de censlos de mogno
eom pedra, poreilo de looca parajanlar, diver-
sos rel.igies de prata de algibeira e 1 excellente
cabriolet cora 4 rodas e com asseato para duas
pessoas em perreltb estado, alm de maitos ou-
tros objectos quo estarle patentes na occastio
Hoje
Augusto Seixas- fari lellio por interveocao do
agente Pootual; de todos os objectos cima men-
cionados, no armazem da ra do Imperador n. 16
as U horas enf ponto
milho e 267
sabfto
AMIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sol esperado
at o dia 8 do corrente um dos
vapores di companhla o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se i
arga gue o vapor poder conduzir, a qual deveri
er embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frote at as 2 horas do dia da sos
sabida.
Nao se recebem como eacommendas seno ob
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duat
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
rudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua>
passagens s se recebem na agencia, ra da Cru:
n, 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo 1C.__________________
COMPAMIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at ada 26 do corrente o vapor
Paran, commandante J. da Sil -
r va Moraes, o qual depois da de-
mora do costume seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
:arga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de suachegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia d
ua sabida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
ectos de pequeo valor e que nao excedam a '.
irroLas de peso oa 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Todo que passar destes limites dever sei
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 5*
l* andar, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveir;
azevedo A C^___________________________t
COMPANHlA PERNAMBUGANA
DR
\avega?o costelra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
para os portos cima no dia
10 do corrente meia noite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frtie no escriptorio do Forte
io Matt >s n. 12.
200 SACCOS
COM
caixas com
massa
HOJE
O agente Pestaa far leifio por conta n risco de
quem pertencer, de 200 ateto com milho e 267
caixas com sabao massa, as quaes sero vendidos
em um ou mais lot;s, no larpo da escadinba, ar-
mazem do Sr. Tasso Irma os, s 12 horas da ma-
nha de quinta-feira 6 do corrente.
Em respoata ao
de bontem sobr% a i
por um irmao, ped1
do inserto no Diario
..da Santa Cruz, assignadod
a coBvea^o da mesa gera
pelo novo eomvromse* que d Miar approvado-;
mas como o dito comprerbsso ainrfa falla o cum-
pra-se do Ilmv. Sr. Dr. prveir de eapellas, e xm
te possa fazer mesa feral, lembrarao ao Irmao oc-
eulto a sefnhue me** :
Bemjarafc Virla Dira.
Candido la CoMa Donrado.
Tbetoureiro
Cosario Anmllano Veirara.
POMflrxAor
Joao Demetrio de Aknelda Cflval can ti.
Constituida esta toes, (orramos para que nie
tendam o patrimonio da tgreja da Santa Cruz.
Alguns irmioi,

CASA M FORTIIM
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
do
a raa Primeiro de Marco (omYora roa
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido um meto n.
887 com 9004, um meio n. 1536 com 4004, e ou-
tras multas sones da lotera que se acabon de
exlrahir (163a), convida aos possuidores virem
receber na conformidade do costume sem descon-
t algara.
Acaam-se a venia os felizos bilhetes garan
titos da t' parte das loteras, beneficio da if re-
ja de Santo Amaro de Serinhem (164*), qae se
exrahir terca-fetra 11 do correte mez.
PRE^S.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete intsiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fiuza.
B
VB> -se
NA
Livrarm franceza.
A
MitiDEiwemor
DE
NOSSO SENHOR JESS ONUSTO,
MARA SANTISSB1A
YAMOB SANTO.
Aaajar:
Seapuario do Sentar Born Jess dos Pasma.
OflliMO do Senhor dos Pasaos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhera da Conceicio.
Setenario das Dores de Maria.
Officio das Sete Dores de Maria Saans-.1
Novena da N. Senoora do Carne.
Officio de N. Senbora do Car*.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senbora da Penha.
Novena do B. S. Joo BaptisU.
Novena da Senbora Sant'Apna.
Trezena de Santo Antn.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito -volnme encadernado.
21000.


Ama.
Preeisa-se de urna ama : na ra de Hortas n.
50, i* andar.
B Elseo Martins.
Antonio Siqueira.
Escriptorio ra estroila do Rosario
numero 4.
O bacharel E. Martins propoe-se a ex-
ercer a proQsso de procurador de causa,
e pode ser precurado no sea escriptorio
das 9 3 horas da Urde.
Ama de ieit
Precisa-se de urna ama livro u sujeita, que te-
nha bom leite, sem filho a raamentar : a tratar na
ra do Nigueira n. 17, ou na Capunga porto do
Lasserre n. 13.
25 barrs com maateiga ingla-
za, nmeros a seguir.
HOJE
O agente Pestaa far leilo por conta e riscc
de quem pertencer, de 25 barrs com manteiga
Ingleza numerace a seguir, ehegada no nltimo va-
por, e sero vendidas em lotes de 5 barris, quin-
ta-feira ti do corrente, pelas 11, horas da raanbaa.
no largo da alfandega, no armazem do Sr. Tasso
LUO
Ama
Precisase de urna ama para cozinhar : na ra
do Queimado n. 13._______________^_
Precisase alugar um escrita de
para o sevico de casa : na ra das Crnaaaa.
1 andar._____________________
JPreciss-se de uia para o servir de ama
de duas pessoas: ra da Senzalla Veiha a. 1M>,
2 andar.
Aluga-se urna pequea caa para
milla, no lugar do Minguiobo, podi ndo oaJagaBr
gosar de banhos de ehoque e de un aprasivel ter-
reno plantado e bem cercado: a tratar no i
lagar easa n. 2. .________
MONTE PI PORTUGUEZ
Quem se jolgar credor do Monta Pi Portagnec
queira immediatamente apresentar sna coala ao
secretario ou ao tbesouroiro da mesan ataoda^w,
para ser eneontinente verificada e paga.
Secretaria do Mete Pi Portngnez em
buco 4 de outnbro de 1870.
Joaquim Gerardo de
Secretario-
AVISO
Precsase de urna ama forra ou captiva para
servico ioterno e externo de urna casa de pooea
familia: na ra Velha n. 66.
Precisa-se de urna ama que ejsinne e faca
outros pequeos servir >s oara casa de duas pes-
soas : ra da Trompe sobrado a. 7.__________
Preeisa-se alugar ora moteqne e It a 12
annos : na ra Direita n. 79. loja de onrrm.
Em casa de THEODORO CrJRBTT
VNSEN, raa da Craz n. 18, ene
iflectivamento todas as qnalidades ae
ordeaux. Boamoaae edo Rbenr>.
Aatonio Jos Leal Reis, declara ao corpo
do commercio e quem interessar possa,
que nada de ve por meio de le tiras quer
como sacador, acceitante ou endossante.
Recife, 30 Attenpao.
quadros.
carros,
SANTA GaSA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A illm.a. junta administrativa da Santa Casa dt
Vlisericordia d Recife manda fazer publico que
oa sala do suas sesstes, no da 6 de outubro, pe-
la? 4 oras da tarde, tem de ser arrematadas a
quera mais vantagens offerocer, pelo tempo de ura
a tres annos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEMTO DE CARIDADE,
Ra das Calcadas.
Casa terrea o. 36.......193*000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 24 303*000
Beeco do Quiabo.
Casa terrea o. 8......... 147*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Moeda.
Casa terrea n. 47................... 360*000
Rui do General Victorino /amigamente S >boj
Casa terrean. 13.......240*000
Ra de S. Jorge (outr'ora Pilar.)
Casa terrea n. 108...... 204*000
dem idem n. 105......I 15la000
dem idem n. 99........ *Sx
dem idem n. 96........^'S?,
Mera idem n. 94........ *>i*000
Os pretendemos devero apresentar no acto da
irrematacao das saas flaneas ou comparecerero
icompanhados dos respectivos fiadores.
Serrataria da Santa Casa da Misericordia do Re
ife, 30 de outubro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodriga* de Souza,
COMPANHlA PERNAMBUCANA
l
VaTega^o costelra por vapor
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Ceara, Maodah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca comman-
dante, Moura seguir para os
portos cima no dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahtda : escriptorio no Forte do
Maitos n. 12.____________________________
COMPANHlA PERNAMBUCANA
DB
Vavegaco costelra por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Constipe,
commandante Silva; seguir
para Mamanguape no dia 12
do corrente as o horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete al as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida, no escriptorio da
companhla, Forte do Mattos o. 12.
DE
HOYIS
madeira, varaes e rodas para
um cabriolet em armacao, um
dito velho, galocs e venezianas promptas,
madeira preparada para as me>mas, fer-
ramenta, e muitos outros objectos per-
tencentes ao espolio do finado Poiri r
Sezta-feira
7 do corrente, s 10 horas em ponto.
O agente Pinto, autorisado pelo Sr. cnsul de
Franca; levar leilo os objectos cima mencio-
nados, pertencentes ao espolio do finado subdito
francez Poirier, e existentes na rasa do pateo do
Paraize n. 10, s 10 ho~as do dia cima dito, na
referida offleina de carros.
LEILO
DE
cabos de linho novos, ditos de laborar com
pouco nso, ditos de couro, espia e vira-
dor, diversas velas e toldas, monles
etc., e cerca de 3.00J portas no-as de
pinbo almfadada de deferentes taa-
nnos, assim romo farinha avariada
a 7 do corrente.
O agente Oliveira far leilo por conta de di-
versos e por conta e risco de quem pertencer, dos
artigos suprameocionados
Sexta-feira
s 10 hor.ts da manha
no armatem do Bario do Livramento, caes do
Apollo.
Trabalbador para padaria,
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de um
trabalhador dos ltimos chegados das Ilhas, ainda
mesmo sem pratica : a tratar com Tasso Irmaos &
C., ra do Amorim n. 31.___________
Cozinheiro
Precisa se de urna cosinheira forra ou escreva:
ra da Cadeia do Recife n. 18, 2 andar.
Precisase de una ama de leite, sem filho;
a tratar na rna do Cabng, loja n. 6._______
AMA
Precisa-se de urna ama para cozinhar : a tratar
na praca da Independencia ns. 37-39._________
Moleque
Precisa-3e de um moleque para criado de 14 a
15 annos, fiel e intelligente : a tratar na ra Nova
n. 19, 1" andar.
Precisa-se de um teitor para um pequeo sitio
no Corredor do Bi-po n. 31, Boa-vita._______
THElt
ESPERAR
Q lijta-feira 6 do corrente.
KM BENEFICIO
DE
II- (Br&l^
Logo qae hegu* cora ua digna presenca
Exm. Sr. general
COMPANHlA PERNAMBUCANA
os
Navegando costetrapor vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
*"** O vapor Giqui, commandante
JLVk .Macelo, seguir para os porto* aci-
SUamE ma no dia 15 do corrente as 5 horas
da tarde.
Recebe carga passageiros e encom uendas, at
o pia 14 as 2 horas da tarde do dia da sabida n >
wcript< rio do Forte do Maitus n. 12.
sobrado
sotao
DO
de qur.tro andares
da ra do Torres
e
n.
14, edificado m chaos pro-
prios,
Terci-feira 11 do corrente.
O agente Pinto levar leilo, precedida a
competente antorisacao, a ca do Torres n. 14, a qual torna-se recommendavel
pela soa boa eonstrueto, e por ser edificada em
ra de commercio. O lellio se effectuar s 11
horas do dia aeitn i dito, no escriptofio do referido
agente.
AVISOS DIVERSOS.
0-
Cea t' e A aea y
A esenna Geyguma segne em poneos dias, tero
a maior parte do seu carregamento prompto : a
tratar com Tasso irmaos A C.
Maranhao
A barca portugueza Formosa aeguir par o
Maranhu em poneos dias, recebe carga a frete
mdico: tratase com O iveira, Filtros & C, ao
largo do C>rpn San o n. 19.
Haver sessao ordinaria quinia-feira 6 do
correte pelas 11 horas da manha.
ORDCM DO DIA
e mais trabalhos de com
Perdeuse bontem, pelas 5 horas da
urna argola de ferro com tres chavas, desde a
do Rosari > da Boa-vista al a rna Tena,
pela ra da Matriz : quem a aehou, pede
ga-las na botica do Sr. Ribeiro na praca do Conde
3'Eu,e serarecompeo-ado.__________
Quem precisar d-3 urna ama para easiahar di-
rija-se a ra de S. Joao n. 41.______________
Aluga-se para servir em easa de familia nata
hoa e*crava : as Cinco Pootas n. 144.
Raa do Ba *o da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
Esta 'eliz casa venden no* sens muito felizes
bilhetes a son.; de 400J era um meio de n. 1536,
a sorte de 100 em ura inteiro de n. 2452, outra
de 100^ em um meio de n 1076, e outra de 1004
em deus quartos de n. 631, alem de outros pre-
mios menores; podendo os seas donos virem re-
ceber, que promptamenle serao pagos.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
blico para virem no seu e^abelecimento compra-
rem os felizes bilhetes, que oo deisarJo de tirar
qualquer premio, como prova pelos mesmos an-
nuucios.
Acham-se venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos em beneficio da igreja de Saote Amaro
de Serinhem, que corre no dia 11 do cerro a-
fe mez.
PRECOS.
Inteiro 64000
Meio 34000
Quarto 14500
De 1000000 pira croa.
Inteiro 54400
Meio 24700
Qnarto 14350
Joo Joaquim da Costa Leite.
Ajard namen\ conde, d'Eu.
Pede-se encarecidamente a todos os Srs...
qae foram nomeados em commisso para
obterem donativos, adm de se poder effec-
tuar este melhor^mento publico, o obse-
quio defazerem todos os esforcos, afim de
darem conta dos resultados obtidos na re-
uni3o, que tem de baver quarta-feira (12
do correte), s 7 horas da nnite, em casa
do Dr. Moscoso, ru do Visconde de Al
buquerque.
COMPANHlA
DOS
TRILHOS OREAROS
DO
RECIFE A9 OM\l)l.
De 5 do corrente em di me ter ao trena
a noiie parti lo as 8 horas do Rcife e *
9 de volta de Oiinda, na domingo 9 do cor-
rente terao trens pela mant ira seguinte :
MANH\
IDAAs 6, 7, 8, 9 e 10 horas.
VOLTAAs 7. 8. 9, 10 e 11 turas.
TARDE
IDA1, 3. 4, 5. 6, 7, 8 e 9 horas.
VOLTA2. 3. 4, 8, 6, 7, 8, 9 e 10 b.
Sendo preciso, continuarlo os ireos si
quanto honver passageiros em Olinda. sai
vista da grande fasta de N. S do Rmana,*
que muii coocorrida no Vandoaro.
Recife, \ de outubro de 1870.
O srpreintendente.
A. de brtuforto
.; ". .' : "-T.' ~ *
Pareceres
misses;
Secretaria
de 1870.
do Instituto, 3 de outubro
Jos Soares d'Kzevedo,
S**cr 'tarto perpetuo
N'
Preiend segnir para o referido porto em poneos
das a palhabote Rosita por ter a maior parte di
carga, e para a punca que lbe falta, trata-se com c
consignatario Joaquim Jos Somatas Beltrao, i
ra do Commercio n. 17.
P.TTENQI0
Desabbado 31 do correte em diante haver
todo- os sabbaios nm omnibn- p-ra Nazareth,
devendo partir do Recife as 3 horas da madrura-
da, e vo tar das segundas-I Ira as 3 horea da
urde, conduzodo o nu .aiiC- da W peas :
tratar na roa da Pedro AflJitco (anfa roa da
Pr a n 41.) eom o sea proprietrio Jos Hala
ravares Janior.
D. Cmbelina Libania de Lemos Guimaraes agra-
dece cordialmenie s pesoas qae se digniram
acompanhar os restos m irue* de sua mu anea-
da cunbada D. Emilia da Silva Go i na rae*, a da
novo convida para aslstirem roi-sa d- latan
dia, que por alma d > m '-mo tinado niaada eaat-
brar na igreja do E.pirita Saoto pelas 7 horas
da raanhia do dia 6 crreme.____________
INTEKESSA.NTF, C0MP0SIC0 LITTERARIA.
CONTENPO :
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysieno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volU'ne brochado 24000.
AS CENTKLRiS
Poatias patriticas sobn a guerra do Paragnay.
1 volme broch ido 24000
NA
UVBABIA FRANCEZA
Jos Rodrigues da Silva Rueha manda rosara*
gumas missas pelo repooso eterno de soa eifnaaa
sa mai, fallecida ltimamente em Portagal, e, de-
vendo es.e acto ter lugar no dia 7 do corraos
pelas 7 1|2 horas da raanhia na matriz de 9noS
Antonio, con -ida a sus prente* t amigos o car-
dU'Q ohseqni'i de a**Mirera a ell>._________^^
SalSalaaBBHaBBaBBBSaBVBaBBl
Ama
Precisa-se de nm aua pan o serv cj manta
de ama casa, raa da Seoa-tlla Velhi a. llo\ T
andar.
iisittaiiiiw
MDANCA.
O Dr. CarohM Francisa da "
tos mudou soa ruaidonna a <
para a ra do Imperador o. 57, andar
do obrado enjo afSwm coa^erra aio-
dahije on-roa.frVAoao^-teodaa!
entrada, que pX la*> da poete e
de Setembro, o mesmo tmroaro 57, a
frente. Abi continuando o dito Dr. o*
exercicio de sua prota) de maman
de operador, pode sor aneando z
quer hora do da e da notos
llaffif



I ggfgsj
r.
A. 11]IALDA
Diario de Pernambuco

10
I
a
o
lO
.230 .g
3
i M J
9
g
9 (
S1
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata 6 brillantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cnjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
IIOREIUA MIARTE C.

mm
MANUEL C.
Tem a satisfazlo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-ibes triis commodo. tem
"estabelecido una nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretendentes, muito avultado sortrroento de cbapos de sol de todos os presos, qualidades e per pre-
sos mas comtnodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores.por atacado J|
darero, sendo possivel suas encommewdas, pois podero assitn serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
macoes as tazendas que a demofa da fabrtracao e bem diminuta, _______ NA
NTIGA E BEM COMEADA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
Mt-
m
Sr*
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carme.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sot de seda, merino, alpaca, bretanha de finito branco e par-
$$& do o_ de algodo os todos os tamangos e feitios, a'n da immesa porco de seda, merui, aigoo e brim, j>||
X armacoes de todas as qualidades para satis/azer qaalquerncommeda. A modicidade de *eus precos lao conhecida
$S2& que escusa de mencionar.
5%
BARIO M VICTORIA 41
Fotographia imperial-
GALERA DE PINTURA
DE
J. Ferretra Pllela
Desde o dia 7 de abril paitado acha-se aberto
iovo estabelecimento photographico flto -rua fe
Cabug n. 18. esquina do pateo ita raatrii. Ostr iba-
lhos qoe desde entao, tem sahid de nossa oPJcm
lera geralmente agradado, sendo reeeWdo^ por
ligaos com admiraejio pelo exlraordinari >, pro-
jresso qne ltimamente tem. do a phofc 'rapaia,
3 por outros eom alegra, por verem a rarovtncii
dotada com um eslabelecimeoto digno d 'lla, e in-
xmtestavelmente o primerro que nesse genero
hoje possue : tambem nao nos ponpamoa em coosa
ilguma para monta-k> no p em qne se acna, es-
perando que o publico de Pernarobueo sebera
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras quo aostara das artes, on tivprem
aecessidade de trabalhos de pbotographia a visi-
tare m o nosso estabelecimento, qne estar sempre
iberio e sua dijposicao todos os das desde as 7
horas
Para os trabadnos de pbotograpnia possnimos ip
versas machinas dos melhores autores francezes.
inglezes e llmemies, como sejam : Lerebonrs ei
Secretan, Hermags, Thoraaz Roes, Voigtlander et
Sonta eWulf, ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e outra de.6 a .18 imagens diversas 9
igualmente soladas, de sorte que no caso de
fraude concurrencia poderemos retratar sobre
ama nica cbapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartoes de visita, e assim em menas de
um qtrarto de hora despacharme 8 dillerenies
pessoas que pecam cada urna, nma duzia de cartoes
mais on menos, com os seos retratos smente, ou
em grupo com outras.
Encarregamos-nos exclnsivameole da direccio
s feilura dos trabalhos de photographia dei-
lando penda e talentos do distincto pintor
jllemo, o Sr.
Jorge A. Rdth
)s trabalhos de pintura, a aqnarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptnra publica, e at o presenta tem-se
desyellado na execuce de seus trabalhos.
No nessoestabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos inqionantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
oleo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Turnamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellaa. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoxveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10|$00 A
DUZIA
CART5ES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A i 64000 A DUZIA
Retrates em miniatura a oleo on aquarella de
16 202000 cada um, indo convenientemente en-
.Nxilhado em moldura domada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
iodo o quadro palmo e meio de tamanbo
Julgamos que bastarao os precos cima para
iarmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
astablecimento, quanto sua perfeicao cada um
enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de nma hora s o da tarde
jm casos especiaos pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chava, ou por tempo sombro po-
temos retratar, e asseguramos que esses dias san
mais favoraveis aos trabalhos de photograpbia
pela docura e persistencia da luz, e p< r termos o
osso lerrac construido com laes proporedes e
nelhoramentiis, que anda chovendo orros ne-
ihum mconveniente ba para fazer-se bellos re-
jatos.
J.F.rreira VHiela
op
i||em ts 'jnpue opan8as 'jg -a sajioj
IR311V
Neste novo armezem tem nm
variado coi tomento de f^zendis
"ramezjs ic>;ezas, allemaas e to-
ia toJ^s se vendtm p0r precos
?, afia de acreditar a este
-."-' ID.
DE
VfiRUDA IRMOS.
Caserna inglesa?,
itmortM, de todas zs
qaalida.Jc, brins de
.rts e braneos, colie-
tes moderno?, cbapos
le so! <1? toda, finos.
ROA
M
Carao da Victoria
mr liga ra
NOVA
N. 41.
Assim como tem nma grande
oQ;ina de alfaiate, montada com
todos os prepans que ba demelhor,
dirigida por babeis artistas, que
pela sua promptidao e perfeicao
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
tamabos para homens
e meninos.
Por todbs os paque-
tes recebem-se s me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ba
na Europa.
RA
DO
Precisa-se de
gO, Io andar.
AMA
urna ama : na ra de Hortas n
Ama de leite,
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem
na ra Augusta o. 2, 2o andar.
O Dr. tfanoel Enedino Reg Val
coBtina no exercicio de sua proflssao de
medico a ra da Camba do Carino a. 91
1' andar.
ATTENCAO
Hotel Flor da Boa-vista
Ra da Matriz da Boa-Vista n. 8.
Neste hotel encontrar o respeitavel publico com
asseio e promptidao, nio t a refeicao diaria, por
menor preco que em oulra qnalqoer parte, como
tambem fornece-se eooMdorias mandando se levar
s casaa das pessoas a tempo e hora convenientes.
Nos domiDgo- e dias santos havera mo de vacca
excellente e outras iguarias.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama liyre on sujeita, porm
de boa conducta, que teuba bom leite e com abun-
dancia, sem lho a mamenlar : a tratar na ra da
Praia, armazem ns. 13 e (5.
ROM
DYVETOT
HRna Estreita do Rosario-14
Compra e vende roupa feita
nova e usada, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudoqueperten-
ce ao uso do-
mestico.
fcXtfer-
Roga-se ao film. Sr. Ignacio V.eira
crivao na cidade de NasarMb desu
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a >i
aquelle negocio qne V. S. se fomproieat
sar, pela terceira chamada desle Jornal, tm mm
de decembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a etuaf
e por este motivo de novo rhaaaaaV para
tlm ; pois V. S. se deve lembrar ana este aafi _.
de mais de oito annos, e qnaaao o aeaior tm
Blbo se achava no estndo nwta diada.
MUDANCA.
Jos Marques de Airosa Braga faz scieate a um
freguezes, que mudou sua fabrica de calca** fa*
tinha na loja do sobrado n. SI do largo do Grao
Santo, para o 1* andar do mesmo sobrade, oae
pode ser procurado a qnalqaer hora.
A commisso administradora da irmandade
de Nessa Senhora do RosariQ do bairro de San-
to Antonio, faz sciente an respeitavel publico qne
para maior commodidade transfenu a festa de
sua padroeira para o dia 30 de outobro, deven
do ter principio as novenas no dia 20 do mesmo
mez.
Consistorio da irmandade, 30 de setembro de
1870.
O secretario,
Libanio Lniz da Cunha.
de
O salo le pianos e
msicas
mudon-se da ra Nova n. 58, i andar, para a
ra da
Imperatriz n. 12, loja,
onde contina recommendando-se ao Illm. pu-
blico.
G. Wenheirrer.
PEDIDO
a' na do Jardim n. 45 orna-** bHw a a
segninies seahorfs :
Jallo Adolpho Rabas (acaiaaalr.
Querlno Candido de VascaaetHaa.
Joaqakn Cavalcaoti de AJfeaajaarajM Mefl ftm
(Pombal).
Jezuino Augusto doa Santos Plagio.
Virissimo Crrela de Lyra (Crnaiji M Ticara
Jos Hermino Pootual (cageatbo rratVrenrat.
Fernando BaraU da Silva (engena MuraJf.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thoa Joaqun do B o Barro.
MOFINA
Aluga-se um -un com boa casa de viveda
e grande quantidade de arvoredos de frueto en-
tre os quaes boas laranjas de umbign, aapetis,
goi;iba-. etc., no larpo do chafariz da Passagem da
Magdalena : a tratar com o seu proprieUrio no
sobrado da esquina que volta para os Remedios
o. 29.
Ama
Baro da Victoria
antiga na
NOVA
N. 41.
Na ra do Vigario n. 5, andar, precisa-se de
urna ama livre ou esjrava para cozinhar, era cujo
desempenho se quer asst-in e perfeicao.
II
ATTGNCAO
Kapbael Granados, professor de msicas e maes
tro da ctimpanhia de opera hespanhola (Zarzuela).
3ue acaba de chegar a e-t cidade, (dferece-se para
ar licdes de canto e piano, asi-im como afina e^tes,
ludo.por precos convencionales. Tamhm com'
poe tango, habaneros romanzas, eancoes he?pa-
nhoas para pian* e ranlo, por prego mdico :
quem de seus ser vicos quier utilisar-*e poder
dTigir-se ao holel Central, ra larga do Rosario n.
37, onde residA
- Precisa-se de urna ama forra u escrav
para o servfco interno de pequea familia : na
ra da Amizado n. 21. Capanga.
J. Fot reir Yillela
l'IIO I 04.ll \I'IH % IMPERIAL
18-----RA DO CABUG-----18
A cntraia c pelopnte da matriz.
Os trabalhos da reedificar*? desta |ihi miapbii.
e que se prolongaran) por lnio lempo, adataa-M
felizmente terminados e ella abarla ao teiyu op
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que tst collarada esta pbotogra-
phia acha-se miuto augmentado, e so a parte desti-
nada ao estabelecimento coma cinco utas, ero-
sive as do laboratorio. Todos os concertoa o aog-
menios tendo sido fetos exprenoaaenaa pora se
montar convenientemente a pbotograpnia, e ao so
podeodo melhor modelo escolber do qoe a PfeKo-
grafa Imperial do Sr. los lev Pacheco do Rio do
Janeiro, o primeiro pholographo do Brasil, o un de*
pnmeiros do mando, segando a opiniao dos BMf
abalis; dos mestres, a 'no photographia aefea-se
dlsposta e reedificada pelo meaao piano aa do Sr
I. Pacheco, a qaal foi montada sob iodaa as rgra
recommendadas pelos mais de>tinctos prafessores
de accordo com as modificaces ncosaria ao
clima do Brasil, reconheekUs e escodada* pelo ha-
bilissimo e pralico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em qoe est Ktsa
photograpbia foi mndado desde a sol-ira da p;rta da
ra at a cubera, tendo-se demolido todas a* pa-
redes interiores para se fazen-m as novas saos,
edificando-so nm novo terraco envidraeado nuii
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna vspera expressa-
mente corte para examinarme as mibores pko-
tographias all, e foi a do Sr. I. Parb*co, a aso
melhor irresponden aos nossos desejos e ap ja-
oes, e da qual trouxemos os planos depoia do
all estarmos todo um mez estudardo e aptt-
veitando as lifoes de tao distincto me?trc. Pen-
samos que juntando os nossos estuds e ooga
pratica do 15 annos de pl.ot>graphia i^utiissians
lices uliiman inte recibidas do Sr. i. Pacheco,
leudo montado a no-.-a 'pbotograp!iia con e
acha, podemos offertcer ao illosirado pobfieo
d'esta cidile e aos 0(.s-os na eri -o rejrn.i
trabalhos de pbotigrapbia lio per'eilos, coso so
poder desejar, e disto cnnveacido*, esperare -
que contluuem a dispensarnos a meso pro-
teccao jom que ba 15 annos nos tem honra(. -
ajada do.
Aluga se paia esrnplono l" andar, >ato e
alcova do si brado n 31 da rna de Pedro Mbaao/
a tratar no arma tem do me*mo hial.
Precisase de urna ama para lodo o servico
na ra de llorn n. 30, sobrado.
Este efitabelecimento acaba de snffrer noia feforma radical eaa accMO, artistas ecommodos, e em pontoalrda-Je as encom-
mentlas, fin-lmente em tudo afim de melhor servir os seas numerosos freguezes deixa-se de annuncr todas as fazendas, oara
)3o se tornar massante. F
Ama.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e ora-
i-rar : tratar no largo d'Alfandega n. 4.
AO PUBLICO
O -abaixo assignado, conslando-lhe que se
tem procurado desramar lettra de seu acceite,
nesta praca, previne a todos, e especialmente ao
eorpo commercial, que nao descontera lettra al-
guma, porque o abaixo assignado nao tem nenhu-
ma de seu acceite na cireulacio, e protesta con-
tra o portador e mais signatarios ds taes lettras.
Recife, 1 de outnhro de 1870.
_____________O Visconde de Suassuna.
Precisa se de urna ama que saiba cosinhar
* engommar para casa de ponca familia : tra-
tar na rna do Cabaa n. I lja.
Alugam-se o 1* e 2 andares da casa n. 1 na
roa Angosta, com commodos para grande familia
a tratar na roa da Cadeia n. 61 (botica)
Ami
Precisa-se de urna nma : na ra Relia n. 16.
Alugam-se as caas ns. 1 e 3 na travessa da
laaeira em Apipncos : quem as pretender dinia-
*'!> dos atos, can n. 8, defronte dos trilbos
Aos senhores capjtes de
campo.
Beseja-se fallar a estes senhores: na raaDireita
numero 18.
Precisa-se
de ama ama para cozinhar em easa de mocos sol-
tetros : lraia- Aluga-se a casa lern-a da ra dos Pescado
res n. 17. ha pouco concertada e pintada, com
commodos oara fmilif, bom quintal epoftio pra
o mar : trata-se na ra nova de Santa Rita nu-
ro
THEATRO SAW ANTONIO
CHANDE SUCCESSO
DOMINGOS, DIAS SANTOS EDIAS TEIS
,., d GRftNDE CAF CANTAN TE
Joao tranciseo da Silva Rraga, participa ao publico desta capital, qae neste iheatro haver para
os concurrentes o se,}uinte :
Sorvetes de diversas qualidades
Vinhos. Licdres
Por*0 o. > ~Su lmt
beno- Corac
Chateau Lafite. Semn?e vira
** *. Amor e'terno-
nflc CERVEJA r
BASS E NACIONAL
Gelada e nao ge ada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Roubaram do 1 andar do sobrado n. 52 es roa
do Queimado. um relogio de ouro B. 4513, orison-
tal, machina descoberta, lavrad,.e urna corrale
tam?em de onro, simples : previne-se aos seoho-
res ourives e relojoeiios, ou a quera or estes ob
ectos off.recidos, que os appreheodam e levem
luja de seis ponas em frente do Livramento, que
ser bem recompensado.
Attenpo
Ignacio da Silva Deir, em viagm provincia
dePernambuco, anisa a seus freguezes que con-
duz excellente tropa de barros, que passar na
villa do Pillar, Pjrto Calvo, Castanha Grande,
Barreiros e Rio Formoso, e dalli ir em seguimen
to para a Escada : quem pois precisar, pede man
darenconlra-lo.
AM4
Precisa-se de nma ama poriugurza para casa
estrangeira : a tratar na estaca.; dos trunos ur-
binos no porto di capim.
Ao Illm. Sr. Albn itioquiin L"pes, que veio di*
Rio de lam iro pira esti provincia no vapor ame-
ricana Merrmack, entrado no dia Io le setembro
prximo pjssado, pede-se o favor de apparecer
no escriptorfo da eepapaoBia Pirnambucana, ou
annnnciar sua fesiilfr.cia, que se Ihe deseja fallar.
Os abaixo assigradas faz. m >cienfe a todas as
pessoas quo tem dado ebra* encadfrosr em h i
loja e officioa do largo do Collegro, qoe leabam i
b-ndade de vir procurar Jilas obra* e paa?r a-
res|>ectivas eodadernac es, fisto qu<> aJgnaoas li
tpm decorrido mais e. 6 annos, ttm nae seos dV-
nos as tenham reclamado ; pelo qne, passsos 3t>
dias da dala dte. serio vendidas para pagaaMnt
das de^pezas da eneaj. rnacio. txl;.s -paatto
que nes*e praao na. f rem procuraos pagas
Recife 2i deseteirbro de 1870.
Gdimares & Oliveira
Km lqnit;ri<
Alug.i-se nina excellente casa na ra do
Carmo em Olinia, acabada de n<>v >. on p^lo lempo
de festa para os baohos salgados on por anno :
no corredor do Hispo n. 35 se dir quem aluga; na
mesma casa troca-se ama imagem. de Christocom
todos o pertences de prat, e vende-se urna ina
china de costura muito boa.
-> AIU| i -ubrado n. I da ru
imperial: a trat-.rf o *n'
seir<
.Preeisa se xe/ro com prca de -laber-
in : oa roa e.-Utha do Rosario n. 18,
Rosa.
PiUnga.
Grosella.
Limao.
Cidra.
Lana ja.
Lima.
Queijos.
Flamengos.
I Londrinos.
Minas.
Praio.
SiISSO etc. eic.
O mesmo participa, que.alm das bebidas cima notadas haverao' outras da diversas quilidade
muito agradariio pelo preco e boa qaalidade, e desde j participa tambera que haverao mezas
cadeiras e bancos par.'i que os coneorrentes eslejam a msica marcial, qne tocar durante a tardp no jardim do mosm theatro.
... mesmo, enea lo propietario, avisi que deofro em punca tomp haver om on mar
O'lhares ejogn de .(..rrfn para entrtenimepWdj piblicn que fieqneatar esle eslabeleciraento iZ
desde ja convida, e q r d.nd..'jioeracia. q en
. .. OA ENTRADA iJ.RS,
lomingo^i afiH prpviwlj abrir nc
Doces.
Pastis de nata
Bom bocado.
Empada decamarc.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao de l.
Finetas.
MaSas.
Uvas.
Peras.
Abacaehis.
ele. etc.
AVISO AOS FUMANTES.
Cachimbos e ponteiras de espuma verda-
deira.
O mais completo sortimento, e maitas qual ida-
oes novas qne anda nao vieram a este mercado:
_________XA L1VBARU FRANCEZA_________
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cora a phthysica e todas as molestias do peito.
Na'sa parrilha
Cora ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
roa.
Tonteo
Conserva e Jimpa os cabellos.
______Plalas catbarticas.
Gabinete Portug^iez
de Leitnra.
A direccio do Gabinete Portugnez de Leifura
precisando proceder a am balanco em sna biblio-
"' P^" aos ^Q assoeiados se digaera al o
15 de outubro, fazer recolher os liv'ros que tldia
rem em seu poder. ve-
Secretarla do Gabinete Portugnez de Leituraem
Pernambuco aos S7 de setembro de 1870.
Antonio de Albuquerque Mello,
I* secretario.
Irmandaue do ^enhor dos
Pass s Da Matriz doCor-
po Santo.
Pelo presente sao convidados todos os irmaos
d esta irmandad.?, para leunidoj em meza geral
no dia 7 do crreme mez s 4 horas da larde, pro-
eeder-se a eleicau dos funcionarios para o futuro
anno.
O escrivao,
/. J. L. Bairao.
d, w. mm
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRM N. 52.
Passsndo o chafariz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moeodas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va*
por e aniones.
E outros objectos proprios d'agricnltura.
Tudo por preco muito reduzido.
joe
O de
O Sr. Victorino Lniz dos Santos, nao mais
caixeiro do abaixo assignado.
Keare, 3 de outobro 1870.
_____________________P. I. Layme.________
Lana-se e eugomma se cum perfeicao e preco
"dojjia roa do Jardim n. 1.
Ama de leite.
Na rna da Maogueira n. 7 ha para aingar ama
ama de leite sem cria.
0 I* aadar do Campo das Primez^s ond
runcioou o ex club prnamburano, alug,->e par*1
l'.jles drs, j,ntms, almncu, societades, reo-
moes e c. mvrt...., por pf.^.mnito ramml : a
iratar na mesma casa com o 0,xo agnado.
__________P.f L.v
PRMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI X)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podera-no
consultar por escripto, no que serao $a-
tisfeitoscom promptidao.
Presla-so tambera a chamados para o m
interior, a preco mdico. jaa
Conulia, no consultorio das 10 horas i
ao meio dia.
Chamados, a qnalqaer hora.
Aos pobres gratis. *
43Ra do Bar5o da Victoria43 N
Hl (Aninga ra Nova).
mmm mmwmmmm 18S10
s 6 da tarde. Gavanto,se "oda prW e raoralida4e J-aW o
n. 38,
lunueta. pare i Rus doTrusn 10,
. urna ama quo coi.
Jum peisoa.
iloote po poraMignez
A dirt-c.oria convida tod-is o ~<-nh.-res soeic*
a reuninni-se em assembia geral domingo 9 d->
crreme, aa II horas da manhaa. no GabmetoPnr-
loguez de Lei'ura, na ti para jpr?cbrem o rela-
torio da moma di.ectoria e parpci-r da c.nmi
de emitas, como para era segnida se proeedVr a
eleicjio da nova directora, c in-eiho aVcal e eoos-
ii i-so de comas, que leein de "uac>i.uar no pr-
ximo ano i social.
Para o? fins conven entes vai em s^enida mau-
criptn o srt. 27 dos estatuios :
i Os soci s presentes vota rao lascando eaa tres
urnas ouiras lanas cdula-, indicand > a primeira
.' os nomo- dos membros (5) e subsiNnloi <3) 4
directora pela seguiote forma :
So serao votad s com designaco it earfo o
thesooreiro e o- tres substituios, desle, do ) te-
eretario e vice-presidente; os ootroa awaores
.' a directora (presidenw, vice-presio>oie. I e t
a secreUrio-) serio o qoatro mais votados, t dea-
tes se enviara urna lista ao governo da proviaeia
para > escolba do presidente, nomeaodV) oepon
o mesmo presidente dentre os tres nwibm res-
tantes o vice-presid.-nte, e 2 secretarios.
i A segunda cdula contera os nomos do tinta
< e cinco memaros do conselho fiscal fpresidente
' '"ei* Jecretorios e vinte e deas eonseibeiro*))
o e a terceira os dos membros da commi.- o do
contas.
Secretaria do Monte Pi Portugnez en Pemaaa-
buco 3 de outubro de 1870.
Jos da Silva Ley,
Presidente.
Joaquim Gerardo do Basto,
_ Secretario.
ATTENCA
Retalha-se, 4 Tontada doa compradores, airaos
lotes de terrenos, qae resiam, do aWo Anaaiafea
em Beberibe, por pronas nsoavei*. A eo-iea
topographiea do terreno muito o reeomnoMa. so-
bre todo p ir Ucar prximo da estado r'-t-lrt
da va terrea. Os pretendentes podarlo Sitar-
se informar-so do lente Si Peixoto no ta-
mo lugar, e para qnalqaer negocio i roa do
Crespo n. It, i' andar.
A verdadeira farinha pe toral de
S. Bento.
Esta farinha asada enea vaatajotos nand-
dos nos padecimenlos dos orgaos pessa.
como asthma oa pa chmenlo de cal barros
inflamacao de bofe, plenrizes e na ptbysiea ro-
commendando-se com igual proveito aas paseos
convalecentes
nico deposito na phirmacia o drogar.
DE
Bartholomen C
________34Pus laiya do Rosario34
Na praca da IndtapenaWia n. 23 m da a>
beiro sobre penhores da onro, prata a cedras
^Jsa^ seja qnal for a qaana; e na mS
* compra e vende objectos do onro e n
' ni 4 eqnalqner obra E m-
- qualqaer eoneertr "xnim
i meTna s
ie para
Preci
a a.
:\ 'osinaar
na rna da
(
/\


Companhia

i
DE
Santa Thereza.
De eoa/ormidi,de com o disposto no art. 15 dos
tatelos, sio polo presente convidados os Srs. ac-
cionistas para reunirem-se em assembla geral no
dia 15 do eerreiite aomeio dia, no 1 andar do
edifleio a. 14, na ra da Gompanhia Pernambu-
cans, aflm do sol' installada a coropanhia, o pro-
ceder ae as respectivas eleicoes.
Becife, 5 de outubro de 1870.
Justino Jos de Souza Campos.
i .
AR DA MODA
Jezuino Bibiano Monleiro agradece a todos os
sens amigos que comparecern ao enterro de sua
esposa Mal ilde Francisca das Chagas Monteiro no
da i de outubro ; e os convida para assistir a
missa do stimo dia, sexta feira 6 as 5 horas da
manhaa, no convento de N. S. do Carmo do Reci-
te. Agradece cordialmente a lodos os religiosos
do mesmo convento.
(Jommoilidtie publica. S
As pessoas qne presisarem de amas, criados,
eozinheiros, jardineiros, eitores, amas de leite,
escravos para o servico domostico, caixeirs, tan-
to para a praca como para o mato, casas sitios,
poderao dtsta data em dianle mandar seus pedi-
dos por oscripto ra do Torres n. 38, andar,
casa ama relia.
DE
Jos de Souza Soares & C.
RA DO IIARAO DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Apresenia-se metanv rphozeado no que pode haver de mais bailo e agradavel em fa-
endas finas para Senhoras artigos de alta moda em Pars tanto para sentaras como
para homens e meninos.
Miudezas afirmadas, perfuroarias especiaes, varjedade de lindos objectos para me-
ninos e brinqoedos para enancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vndese muito emeonta e manda-se por em pregados do estabeleci ment fazendas
em casa das Eims. familias alim de melbor escolberem o que d^sejarem.
NOVIDADES
DO
Restaurante Santa izabel, a roa da
Florentina n; 2, <1 pensad por mez a 30#
sem vinho, e* a 45|> com meia garrafa de
vinbo por dia; as pessoas que se dignaren)
querer, ah acharao sempre prompto e com
asseio, e poderao ti atar na me sin a casa.
COMPRAS.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velbas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. S D, ra do
Cabng.__________
Coinpra-se nma earroca em meio uso para
cavallo, e ura trepador de eoqueiro e dendezeiro :
na loja de calcado a. 22, ra larga do Rosario.
Attenco
Comprase nesta lypographia nma collecrao de
lei provincial dn annn de 1866.
VrNDAS.
Vende-se a taberna sita na ra da Santa
Cruz n. 1, bem afreguezada para a trra ; a ca-
sa tem bons eomrootfos para familia morar inde-
pendente por ser de esquina : a tratar na roa do
Rosario da Boa-v. Vende-se,
A taberna sita n? boceo das Carvalhas n. 1. es-
quina di ra da Assainpcio, bem afreguezada :
tratar na mesma. O motivo da venda se dir ao
pretenden!* e a HM tem rommndns para familia.
urna casa na ra d > Almbe n. 9 com muitos com-
modos, tendo a sa'a da freote com um gabinete ao
lado, 6 i|uartu?, sala ajinante, cozmha, e um gran-
de terrajo, na ciJado de Olinda : a tratar na ra
da M'H'J-i n 39, Ifsde as 9 h ras ao meio dia
Acedes da errad de ferro
Vende-ss io aefies : na ra di Craz n. 26, ar-
mazem.
ClLlIllLlOl
yende Joaquim Jos Ramos:
n. 8. andar
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
KWEIIA & I4KT0S
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
toas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestirlos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurao de seda bi'anco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenbos.
Ditas da 13a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricanvnte bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs. v
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
L3as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Bicos b unios para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de- linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
enfadonho mencionar.
Luyas fVfscs de Jouvm
Sortimento de tapetes para guarmees de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
PECHINCHA
LOJA DO PAPAGAIO
OE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Ra da linperatriz n. 40, esquina do beoco dos Ftrreiros.
IiOJA
DO
II
I
O proprietario deste novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
desta cidade, e especialmente as Exmss. familiis que est liquidando por presos bara-
tsimos as antigs fazendas que existiam ne-te estabelecimento, alera das que abaixo
*o relacionadas, cujos precos merecem toda a atttncao do respeitavel publico que n3o
deixar de com pequea quantia refazer-se de qaalquer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualqeer outra loja.
CASA GAUVEN Lttma,n^rssf^M'
Boulevai-d Sebastopol, 65 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ao Institua de Franca,
Aprrsentada* a Academia .'.. Seiaiicits u
li.UUUU
Sbk i turas ib Pastilla, ieredUa doseada iwrs
faser da aaooMBla urna ioiaa(ie
Preventiva c cultiva as MOLESTAS C0KTAGI0SA8.
dozia
dozia
todos
IVSrrt'TT! iUI TliA ia "4* "m reloio, servindo de
Im 1 uiiililLIK) '""Tno c sl",Niisc:"os
"""u" '" "JIV graves laccnrcnieatei de fragiliade.
ESTOJOS
Con
a, rornij. e volnme de nm Porte-Moeda
COTIXDO TODO 1RATXE.VTO.
COLLYRIO Contra as arTeocois das palpebras,
preparado sob a nxsnu orma.
BARTHGIMEO i C
a Depositarios geral para e BRASIL, o POUTUGAL
34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
mm
CANDIDO ALBElTi) SODRE
com escriolorio e armezem de peneros de estiva a
travessa da Madre de Dem n. I i, ifin para veoder
o sego'ote em CJDerva optiiuamentd preparado
em Pars :
Erviiii.vs (Pei!s pas).
Feijaovkrdk (Harnott verts).
Dito im .;;iao (dem liigeollels).
Esfarcos (Atperg *).
Miscrlla.s'ra de li aceioiiu leguMs).
MKhjbas (Carofte .
Tomatk.- (Tomal ..i.
Coovr di: Bm sel ,as (Ch 11 de Bi'uxeilee).
Alcacii),->.. (fbncti ttartkhant*).
ESMNAFBBS (EpVMrit)
CflOCUBLtos (''.kimpignons).
* (Cepei).
Pastt.is com ;:...TAS (Pal* truffs).
Btm pas ( a mm trm0k)
Atuuco.m azeits (Ton n rkuile).
TnUFFAS 3IMP! til TI ;':(,-.).
Sardinua em tomates (Sntdine etc.)
Galantina com racFFAS (Q '.lanlins mee Irafee).
Frango (Poule).
PoKBicom bsvilbas (Pigci'tt atec pois).
Gaiximjolas (Hca.iones).
Perdiz com azeitonas (Perdiz aeer, olives).
assada ( > rot'ie).
Andorimha (Allouelte).
Codorniz (Guille).
Lamprea (Lamproie).
Picado (Andouilleltes t.)
Salxicha (Siiucissono t)
Carne cuizade IFiincandeau O.)
Kecebeii-se mais
Uro completo e variado sorlimento d papis
pintadoa e doirados de dilTerenles qualidades e es-
Juwito desenbos, proprios para forro e gaarnicao
e salas, gabinetes, escriptorios etc. Na remessa
desse artefact).tem havido o maior gosto e capri-
cho da liarte do nosso correspondente de Pars.
Com urna mdica commissio sobre o cnst da
fabrica vendemos esla papel, pois desejamos ter
(lectivamente nm deposito do>sa especialidade.
No armazem de Candido Alberto Sodr da Molla &
C, travessa da Madre de Deus n. li.
Fumo e papel
Completo sortimenlii de fumo, lano para cigar-
ros como para charutos, vindo do Rio de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Snl. Papel de seda, linho
e algodo, de differentes qualidades, proprioi p*ra
o fabrico de cigarros. Ve.ide-se constantemente
no armazem de Canudo Alberlo Sodr da Motta
A C : travessa da Madre de Den n. I i.
Fogo de patente.
Vendee em casa dos importadores Shaw
Hawkes & C. rui da Cruz n. 4.
Cucheira.
Vende-se a cocheira d roa 'a Paz n. 13, bem
afreguezada, cora i carros, sendo i de abrir e fe-
char, i fechado e i aberlo, e 2i cavallos gordos,
todos de parelha, tanto para o mato como para a
praca ; se dir a razo de se vender ao com-
prador.
Atteu^ao
Vende-se, e juntamente os poneos gneros qne
anda tem a taberna denominada Pedra Marmore,
Ua ru Direita n. 4 : a mesma esl collocada
num opiiau) local, e Um btante ffeguezia : ira-
"-se na roa da Madre de Oc-is n. 34.
-- VeudH >e um cabriulei iiifnchno com punco
rlu ?ri,12 e 4 ;1S"' nl'*> ""''W 4 roda" de sobre:
celte, i.mta e v ,0rs |.Ma I e 2 cavallw a
2L' *h ira n. 15.
N
a. 17
Ve:
8,f
nra im la u Imperador
andar.
de
io Raa-oj
' ra da Crnr. d.

Algodiosinho com 18 jardas a 20800 a
peca.
Madapolo enfestado com 12 jardas a .
e 3i$30O a peca.
Dito de 24 jardas a 5;>000 para cima.
Atoalhados de linho, e de algodo tran-
cados, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miadinbas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Baldes de raussulioa a 45 e 5^000
Guardanapos de linho a 30500 a do-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 30000 com
10 palmos.
Dito de algodo a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a
para cima.
Ditas para homens de 30000 a
para cima.
Ditas para meninos e meninas de
ostamanhos.
Colchas de fustao branco de 30200 para
cima.
Ditas de cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a Snos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodo a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senho-
ras preco barato.
Laazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
ocevado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de 15a da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de meriti lisos a 2050".
Ditos estampados de 40500 para cima.
Camisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilhanoas brancas de 500 rs. ocovado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos do cambraia de linho, e de es-
guio at o mais fino.
Lencos chinezes a 30500 a dozia.
Ditos brancos de lgodao a 20500, mui
to finos.
Fil hranco e preto, uso e de salpico.
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000 .
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
guao.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravati.
Punhos de linho para homem a 10 o
par.
Colarinbos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretas e de cores, tanto em se-
tim como em seda, ha de todos os gostos e
feitios.
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sormento ne roupas feitas de todas as
qualidades, e feitios, para precos commo-
dos, e qaem comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casertiras de cores com quadtos
e listras. casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e paidos, e manda-se fazer
qnalquer obra a vontade dos frpguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra ofilci 'i, e
para issoa LOA 00 PAPAGAIO acha-semu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desempear qualquer obra da sua arte,
rrcahindo aresponsabiiidade sobre o pro-
priaiario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quemas exibir, ou maodam-se 'evar
loscaixeiros.
A loja do Papigaio achare aberta d
horas da rainha s ) horas da nonte."
Francisco Tcixeira .Vendes.
um
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, anuya
hja do Braga
O abaxo assignado, dono deste antisto estabelecimento. tendo en viu aprc^entar
ccmpl.->io sorlimeoto do ferragens, madezas e ootilem, tem resohrido mandar buscar era
diversos pon-:os di Europa os nulhores objectos de seu estabekeiueoto dos fabn.-ames }S
ma.s condecidos ; pel-i qne convida ao respdiavel publico e a seus numerosos fiecu"zcs a Firem sa servir dos onjectos de ^ua carencia, a^-nde enconlraro pur menas JO 00 dYom' &
era ontra qnalquer parte, um sortimento completo de machioas para descarocar algoda- 35
bem conhecidu (alineante Lottorr Gin & C, ditas para costura, motor-js para animae^' |
Jas de ****
garros m
Papel e a
mente grande pur^o' de fogu'do ar,"e recebe ?e me^^i^^goiltivim'tS^^^m i*
cera numero do objoejps, que se lomara enfajonho nnmera-!os : venbam roa Direita n S
o3, loja de Leonida Tito Loureiro, antiga loja do Braga. p;
do
CASACAUVINA MAWMER, pha^^^s^^^
' Itoolvard Sbawtopol, S. PARS*
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresesudas a Academia de Scieacias e ao histitalo de Franca.
112 ILTPPn Soba forma de Pki Ha, divrli.la e doseada para faser da
IIIJ CbU AU momento ama aolaccao PBEVEMTIVA E COBATIVA das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
IMJECTOR-PBILTRO
Graves
do volume de um retogio, servindo
de Philtro e Sbbixga sem os
inconvenientes de lragiliaade.
COLLYRIO
BARTH0L01E0 C
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Ha rauilo que esla provincia pedia urna casa
que bem satisflzesse as pessoas que sabera apre-
ciar o qne cima se v nesse distico. Er nesse
estabelecimento qne se encontrara os melbores!
doces de todas as frucia?, seceos e de calla, doces I
d'ovos de todas as especies de massas, gelas de
goiaba, de araf, de pilaoga e mao de vacca, ven-
de-se a relaiho e em grosso para qualquer parle.
Aproraptam-se bandejas com bolinhos os mais de-
licados e com ricos enfeites, do qne se encontra
grande sortimento, presuntos era, fiambre e outros
praios que nao se podem dispensar em qnalquer
festa, xaropes de grosella, tamarino, lima e ouiras
fructa*. Junto a este estabelecimento est ligado
nm bello sitio que nelle nunca fallara flores a vul-
sas e etn boquetes ; aproraptam-se boqaetes para
noivos ricamento enfeitados de cravos brancos
com toda a per'eicao e delicadea, muitas varie-
dades de plantas para se preparar nm jardim e
plantar nm sitio. A' visla das eneommendas fei-
tas se veriHcar o que cima fiea dito.
harm,
Com a forma, e ^jg*Ad|^^te*wU coatendo
ESTOJOS
Contra as affeccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositario geral para o BRASIL, e PORTOJGAL
31, ra larga do Rosario. J^EmAMBUCO.
Pechineha
Saias de la com larra de cor a 5a nales -dfl
ares a J800, algodozobo com 4 palmTde larb
gura a 5* a peca com 20 jardas, chitas pronS
para casa a SiOra. o covado, la escura a 240 r?
"-* na ra do Livramento n. 10.
a eovada
RAP.
P?rrd,efL5b0a -d5 9aperior qualidade, assim
Paulo Cordeiro viajado o commum, rolo ranee"
raenron da Bahia
gasse grosso e flno, --------, ua Ban
99
Vende se a taberna da ra da Senzala-nova
1 a tratar na mssma.
Vende-se
n.? Uaid03 Q"arlis,D- "m wmacSo propria
Overdade.ro poniand. S se vendo na na d& Par Qualqner esiabeleciment., podendo o cum-
Madre de Dos o. 22. armazem de Joo atarns df Pra"or tirar ou flear na rnpsma lija onde esl :
quero qoizer pode iraiarna na ra Nova n 4
A lfOO.
Vndese sapaio? d tranca, obra- boa, pelo di-
loja
m
-*>00 : na bem conllecija
l l,n leia n. SO-A.
Jffliiho.
Doces, tVuctas'efl res
Ra da Cruz n. 13
Lanebes tndo. os dias r wtes pastad bom bo-
Cndo, foliad.^. ri^M Jmpadaa.
A 5^000.
VVTle neranreot gandes, desuiHTinr qna-.. Vende-se b.)iinis pr.'"!,< e di
dadenmu-lon iirs.in^n ,ufra bos, (H>|. dimini-io pr>ro de S aaZaV
BWjKlI'" djV,fear,' Bfip" 'ith"t nL^ -
Eival sem segundo,
RA DUQUE DE CAXlA \. 49
(Antiga ra do Qocimado)
Cont'na a vender tudo muito bora e
muilo baratu a saber :
Libras de areia preta muilo boo. .
Tesouras Unas para un has e costu-
ra a.- ......, .
Papis de agulbas francezas a ba-
lao a.........
Caixas com seis saboneles de fruta
Libras de la para bordar de tod-.$
as cores a.......
Carriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite p-ra machinas
Gravatas de cores muito tinas a .
Grozas de botes madepersla fi-
nsimos a.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pintes volteados para meninas a.
Tinteiios com tnta preta a 80 rs. e
Pecas de fila elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philouomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto miiio b nitos a
Duzia de saboneles muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
t.artilbas da doutrina fazenda nova a
Libr.-s de linba surtidas de todos os
nmeros a.......10800
Capachos duhw bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitava/a........ 640
Agulbeiros de osso enfeitados a, 40
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......25420
Caixas de palito do gaz a. 00
Attencfto
Vende-sc a armacao e pertences da taberna n.
II do largo do Terco, muito propria para qualqner
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
Roi-Hnte-rheuui;>tico.
Remedio efflcacissimo centra as dores rheuma-
ticas at boje o mai.- conhecido pelos seus niara-
vilhosos resoltados.
XAROPE DE AGRIAO.- nra dos medicamen-
tos qne sua efflcacia as enfermidale?, tosse e
sangue pela bocea, bronchiles, dores e fraqueza
no peito, ascrobuto e molestias de figado, que me-
Ihor tem aprevado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de raarapuama, cuja energa e efflcacia as para-
lysias, intorpecimenio, etc. ele. muito se recom-
nienda.
Toilos esses preparados se encontram na pbar-
macia e drogara de Bartbdomeu & C, imico de-
psito na ra larga do Rusario n. 34.
Antes que seacabam.
Uedalhas do prata mac: Gr: 30 : vende-se na
'ua larga do Rosario n. 34
do gaz a.
cruas superior
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DF CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda.-
as miudezas pelos baratissimoa precos abai
ic declarados, garaotiudo tud bom e pre-
cos admirados.
320 Duzias de palitos seguranza a____ 120
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a................... 320
Frascos com i U o baboza muito fino. S20
Pacote-" c >m p s do arroz o 0M<
Ihor que ha a............... 3Stti
Navalbas muito r.oas para fizer
bar: a a.................... | -
Caixi de ttnha bran do gaz a.. O
Vara da franjas de lidno para oa-
Lbaa....................... JGG
Caixas com pennas d'aco de erry
superiores .............. S0>
Lentos d>) cassa brancos e pint-
dosa.................... 100
Caixas com 20 quadernos de popel
pautado ......... T'K
Caixas com 50 novellos de nha
40C
3|606
m
21000
800
50C-
OC
40
50'
320
4,5500
2|000
l|600
3(J00(-
400
20
400
50C
40
2,5000
240
400
i^OOO
3^(600
GALLO piLAiYTE
Roa da Crespa f
Os propnetaxios deste bem conheeido esut^-
cimente, alm dos muitos objectoa qw tiibar *.
postos a apreciacao do respeitavel pattco, mxr-
daram vir e acabam de reeeber pelo ultimo vap
da Europa um completo e vanado aorthneatc, %
finas e mni delicadas especialidade. as o>a *~~
tao resolvidos a vender, como dn sen costara.
Sor precos muito baratinhes e commodo pan Ur-
os, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores lavas de pellica, pretas, brut-
eas e de mni lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e pnnbos para **
nbora, noste genero o qne ha de mais modernt.
Superiores pentes de tartaruga para coquea.
lindos e riquissimos enfeites para cabcas iu
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com Tidrv
lhos e sem elles; esta fazenda o qne pode haver
de raelhor e mais bonito,.
Superiores e bonitos leques de madrepero t.
marflm, sndalo e osso, sendo aquelles bnicca
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Esecssia par se-
nhoras, as qnaes sempre se vendern por 3A|00t
a duzia, entretanto qne nos as vendemos por 30aV
aim destas, temos tambem grande sortimerito *e
ouirr.s qualidades, entre as qnaes ifm mi;*
finas.
Roas bengalas de superior cauna da India
cas tao de marflm com lindas e encantadoras fifD-
ras do mesmo, neste genero o que de melkor s
pode desojar ; alm destas temos tambem graote
Jnantidade de outras qualidades, como sejam, ep-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. ele.
Pinos, bonitos e airosos chieotinbos de eadeia a
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borrad a
para segurar as meias.
fioas meias de seda para senhora e para ave-
nas de t a 12 annos de idade.
Naval has cabo de marfim e tart.nifa para mrr
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sio ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez \. a-
bem asseguramws sua qualidade c delicadeza
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina epara eroaa..
Linha muito boa de peso, fronxa, para en;bar
Iabyrintho.
Bons baralho; de cartas para voilarete, as. m
como os tontos para o mesmo tim.
Grande e vanado sortimento das mdhores pc-
fumarias e dos melhores e mais jonhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convolslet.
facilitam a denticao das innocentes crianzas. Se-
rnos desoo muilo recebedores dosies proaigiosM
collares, e continnaraos a recebo-Ios por todas <-x
vapores, af:ai de que nunca faitee no merca*.
eomo j tem acontecido, assim pois poderac aqae>
les que delles precisaren], v\t ao deposito do gat:
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes vetifc-
deiros collares, e os quaes attend^ndo-se ao tire
para que .-,ao applicados, se vender ao com uxa ir:
diminuto lucro.
Roramo3,pois, avista dos objectos que doir.sr'-c
declarados, aos nossns freguezp^ e amigos a tts
comprar por precos mnito razoaveis loja do gar*j
vigilante, ra cloY-r^spo n. 7.
500
60
1,5000
Gaooo
100
500
500
500
61.
600
240
100
200
200
500
240
500
72H
15200
500
500
40
240
400
Cabriolet
Vende-?edous Mbiinlcts nm rrronrano com 4
MdaKe i as* iit-s, outro frac-.i de 2 rolas, am-
bos eom sm~ arrec ; ? vista n. 18, luja, r j-ijiiello a v^r na cncheira
d l>:.zn. 1. c a tmiar na irareSMj do Pori-
llbii n G ; a : ,n sp eQ i ft.lll :
II
Duzias de meias
qualidade a.
Pegas de babadinbos com 10 va-
ras a.........
Pegas de tiras bordadascom 12
metros cada p.ca a 1<5500 e.
Peras de fitas para cs de qual-
qner largura com 10 varas a.
Esa)vas para unbasfazenda fina a
Dkas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pegas de tranga lisas, brancas e
de cres a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para me
nos diversos tamanbos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senbora a. .
Pares de sapatos de tranga do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baratos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartes com colxetes 2 carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ago muilo
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia (le agnlha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanbos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Refina de papel pautado super or
Resma de papel liso moito supe-
rior a...........

Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordeaux, de C. Marganx e I. O. Medoc.
Ervilhas francezas m manttiga.
Papel para cigarros Duc
Phosplioros de seguranca.
Agfias de Vechy.
Haut fine.
gMercnrln doce, esilM dn meia libra.
P;.>. I de peso, prant> sonimento.
Na ra do Vigario, armazem n. 11.
Patino
Vi n! -~i> iip- h
A*
'i-godfto*
ou -ejuraiamunle, um cavello pn
prio pura cabnolet.
C. ra da Ci uz u.
J cordoiro previdentt
E|ua do acSiisfo n. 1.
Wovo e variado sonirticnlo de perfusarr .
finas, e f-utros objetto*.
Alm o completo sortimemo de p \
aaarias, de que effecvamente mti pnr
:oja do Cordeiro I'revideaie, ena acaba i
reeeber um outro scirlimeno 'sac n ti
loiavel petevariedadedtiobjectos, sai i
lado, qualidades e como
jos; assim, pois. oCm
seapera continuar aourecer .
do respeitavel pu ': tm
ooa fregaez eu
taDdo elle de hu bem :
j barateza. En dita loia <
ipnodadons do bofe:
Afua divina do E. Coofay.
Dita dp. Cologrte -.?.; i
i, ofiasdos meUtof i e
fabricanios.
D;;;i d' Ha de .
Dita dos Alpes, e v
Eiixir o-: n para i
issoia da bocea.
Cosme'.iqueS de soperior q i
-.os agradaveis.
O ib, naioraf tm
pena. para Jio.
]'!..<: c .r> di jas i
des.
Finos ; ;
.
Ou-:.
;.. une eri di
lix! .: ..O '.. ..' )
:om escoihidos
entesUi,,: i,...
Sabonetes em :
>ara m3oc.
Ditos transpareci i jm ^-.
as de meninos.
Ditos muilo cos em eafeba pin
Caixinhas com bonitos sabonaie
racias.
Ditas de madeira inverniada contaudr
oas perfumaras, muito proprias para y-
semes.
Ditas de papeo igualmente taita, taa>
bem de perfumaras unas.
Bonitos vasos de metal colorid*^, e
moldes novos e elegantes, com pe Je an
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para denip.
Pos de campbora e outras di Jenct
cualidades tambem para dente*.
Tnico oriental de Kemp.
Aluda oaals eo<|ne.
Um outro sortimento de coquee de &
vos e bonitos moldes com filis de TidrTh -
a alguns d'elles ornados de flores e tu-
f.stlo todos expostoa i aprecucio de qa?
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e perfeicic.
FlTrlIaui e fitas para etaioe.
Bello e vanado sortimento de taca
toa, fcando a boa escolba ao gosto lo i
prdor.
)fi83r3S88r3$0
Joaquim Rodr gues Ta-
vare< de Mello,
TEM PARA VENDER
em seu escriptork, praca doCorpc
n. 17 :
Fumo em foJha
de 1* o qualidade, e thV na i
fardos a vouude dos eompfsdsvas.
Cal de Li boa
ultima chegada.
Potas?a ua Russia.
ariabsi de nauarlioea
V*inho Brrleaux.
i roa lmpeiil n. 11
i
i* MEE
t
I


f}
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMrt&ATRK--r)&
DE
PEREIKA DA SUVA 4 C.
Neate imprtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e miado sorthnento de fazendas donis
apurado gosto e todas de primeira neceasidade, que se vendem mais baratas do qae-en ontr* qusrqoer partt, viste que os dio-
tos socios desta firma, adoptaram e systema de s venderem D1NHEIRO ; para poderem tender peto cwtp, IHDJttOdO-re apenas
a ganbarem o descont ; as petsoas qae negodam em Deqaena esca'a, nesta loja e artmftem poderto tater os seos ertineatos
pelos mesmos procos qne compran as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das firmas, famllas se daro
amostras de todas a fazendas, ou Ibes levam em soas casas para escolherem.
PECHINGHA EM CASEMIRAS A 4*000. CORTES DE LA ESCOCEZES 65000 CAMISAS DE ERANELLAS A
No Bazar do Pavao fez-se orna grande Vende se bonitos cortes de 12a escoceas,
compra em um leilio, das mais finas rindo cada om em seu papel, peto barato
casemiras inglezas que tem rindo a es- preco de 6JOO0 cada um; no Bazar do Pa-
to mercado, tendo cores claras e escuras, vao.
todas co-u padroes serios, Droprios para ORGANDYS BRANCO E DE COR
caigas, palitos e colletes; vende-se a 41000 No Bazar do Pavao veode-se os mais
o covado, o qoe em outra qoalqoer parte bonitos e mnito finos organdys com listas
alo se vende por menos de64; grande largas emiudas 14000 a vara, ditas lisas,
tantagem. fazenda de maita pbantasia 800 rs. a vara,
BRINS DE LINHO DE COR A 1.9200 ditos d cores, finissimos padrbes, ioteira-
No Bazar dn Pavio, ez-se orna grande mente novos 800 rs. i vara: peehincba.
compra de paros brins de linho, muito en- GROSDENAPLES PRETOS
corpados, propros para calcas, palitos, col- Cbegon para o Bazar do PavSo um gran-
letes e roupas para meninos, por serem de de sortimento dos melbores grosdeoaples
padroes miodinbes; garante-se qne nlo ba
barrel'a que lbe tire a cdr, e vende-se a
14200 o metro desta excellente fazenda.
MADAP )LO FINO A 64400 A PEQA.
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
maadapolSo fino de muito boa quadade,
tendo 22 metros ou 20 varas cada pega,
pelo barato prego de 64000, por se torera
comprado om penco enxofalbadas; pe-
ebincha.,
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamacadas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que emqaalqoer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vSo
TOALHAS A 74500
No Bazar do Pavao fezse urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a \\24000, e li-
qnidam-se a 74500 a duza[.ou a 640 rs.
cada uuia, boa pechinr.ha.
CHAPEOS PARA MENINOS A 24000
O Pavo vende urna grande porgSo dos
mais bonitas chaposiohos de palba da Ita-
lia proprios para meninos de todas as Ida-
des, sendo chapeos que valem 50000 e ven-
dem-se a 24000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINH05
200 RS.
O Pavlio vende chitas ou riscadinhos miu-
dichos cdr de rosa e rxinhos, proprios
para vestidos e roupas de creancjs a 200
rs. o evado. S3o moio baratos.
LAAS1NHAS COM PALMAS DE SEDA
Chegou para o Pavao o mais bello sorti
m"nio das mais brilbantes ISasinbas claras
com bonitas palminbas, de seda; ten lo lar-
gara de chita francesa e vende-se a 14O0O
o covado grande peehincba.
ALPAGAS HUSADAS A 640 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais m< derna. e bonitas
alpacas matsadas com palmiohas, mnito
proprias para vestidos de senhora e d) me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; s3o mnito em conla.
PASA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chivn para o Bazar do Pov5o um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordado?, proprios para camas e janellas,
qoe se vendem de 104 00 at 204 "O o
p?r. a^sim como o melbor damasco com 8
palmos de largara a imitacSo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
nente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas qae tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pa?5o vende-se ama grande
quanti lado das mais elegantes sedas com
listrinhas. tendo de todas as cores e at
furia-, r; fazenda que niognem vende por
menos de 24400, e l>qaida-se a 24000 cada
cova SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se um sonimeo-
to co':,p eto dos melbirej setins e grosde-
oaples de tudas as cores, qae se vendem
mait i em conta.
POUPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VAOO
No B;zar do Pavao vende-se nm elegan.
fe sortimento das mais bonitas poupelmas
de 13a con listas miadinbas, sendo todas
qoasi I orna s cor, 400 rs. o covado ;
o bamii-iioo.
GRANDE HECHIN'CHA EM LASINHA
A 640 RS.
N B -zar do Pavi fez-se orna grande
comn de laasinha para vestidos, s muilo b 'a quadade, ornas com listas e oo-
tras roTime-clas, e maitos largas, qoe com
poncoi covados se f vest lo e liquida-se
440 rs. fazenda qne semo'e se venden a 14.
ALPACAS PARA VESTIDOS FRTA
CORES A30RS.
Ven le se am bonito sorti aento das mais
bruna tes alpacas escuras firla cores,
senl< niaito enervadas e teodo om bnlho
como seda, liquida se pe j barato prego de
360 r*. o covado por se ter feito ama gran-
de C'HUP''.
POUPEUNAS A 400 RS.
N" ta^ar d > Pavao v^nle-se nm elegante
sortmeii'" das mais lindas pau H na* de
pretos qne tem vindo ao mercado, qne se
vendem de 14600 at 54000 o covado ;
sio todoa muito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pavio vende-se nm grande
sortimento das melhores cambraias brancas
transparentes, tem de 34500 at 404000
peca, ditas soissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 24000, 21500 e 34000
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a mais fina qoe vea ao mercado;
todo isto se vende moito em conta.
MANTELLETES DE FIL
N i Bazar do Pavio vende-se modernissi-
mos mantelletes on basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 104000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 14000, 14280 E
14600 O METRO
No Bazar do Pavio vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gara da fazenda o comprifnento da saia, a
qual se pode fazer com 3 on 3 1[2 metros,
e oends-se 14000 e 14280 e 1600; assim
como tambera no mesmo estabellecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de 13a de
cores j prompas urnas com barras difie-
ren tes, da mesma fazenda 440) e ouiras
com barras bordadas 60000 e 74000,
lado isto moderno e barato.
ALGODAO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do Pavao vend-se o melbor al-
godo-inbo americano enfestado p ra len-
ces, tendo liso e atrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebea-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilhos, que se vendem por prego
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavio recebeu om grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
Lasinhas tranrparentes a 500 rs. e covado
O 'av > rscebeu um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENgOES
No Bazar do PavSo vende-se sn >erior
bramante d'algodio com 10 palmo.-, de lar-
gura a 1480o o metro, dito de bobo com a
mesma largara a 24800 cada metro, pannos
ds liobodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 7zOat 14 a vara, assim como umg ande
sortimento de H mburgo ou creguella? ie
todos os nmeros, prec >s ou qualidales,
que se vendem mais barato do que em oo-
t a qnalqner parta ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavio vender superior
atoalbada trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 14600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melbor que tem vind > ao mercado a
34500 o metro ; ludo isto mnito barato.
Baldes regaladores a 450 JO 44300 e 5400 >
Coegaram ao B a ir do Pavio o mas bem
feitos baloes regaladores, sendo de fu.-tlu
a 44OOO, ditos de minselioa a 44500, di-
tos de 13asioha de tu las as cores a 54000,
todos el les sao milito Baratos.
Panno preto mnito barato a 34600
O Bazar d i Pavo receben uta granda
por?3o de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilSo, qui sainpre se vendeu a
54000 o covaio e pode liquidar a 34600,
por ser urna excelUu.te compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar oo Pv5o v mde-se um bonito
s rtimeut) dos mus [indis ba eges lista-
dos para vestidos, qae valem muito maU
dinbeiro e liquid-se a 360 rs, o cova-
do, ditos muito mais finos com listas a 400
rs, estes barones semure se vendern a
(540 e 800 rs., grande peehincba.
GURGUKAOA640RS.
No Bazar do PavSo vndese am bonito
sortimento dos meiuores gargures de lia
lia'-0-0 os gostos mmdnhos sendo qoasi! para vesiilos sendo umi linda f3?enda,
nm- cor e con mait> bnibo, pie-lun-
ch tO> rs. para acbar.
CU TAS A 24 RS. O CORTE.
N ih ar do Pavio vndese cortes de
cbit (iiinilinnas, sendo rocba e cor de rosa,
ten o m' c vados Cida cone a2i venle-se
a re a hn i 20'>' rs. o c vad >, psebincba.
QLSS4S A2l)>R5.
N8a-ar do Pavio qii li-se a oa por-
c3o eatsn franoezas miudas 0 raadas,
co' pie se vendmpelo karnim ti-ino preco de .Iii5 *0 cala
pre > ti) rs. o covado para acao ir. | chincha.
muito leve, meia transparente e muito lar-
ga com furu core' e liquida-se a 640 Mi
o covado por se ter foit > grande pecbiucba
na crmpri.
COBERTAS A 34
V^nde-se cooeit s de cbita encarnada
admasela a 34 ca CORTG5 INDIANOS A 4?5i0.
No Baz^r do Pido vende-se b:nitoscor
tes in liauos com om, pe-
CAMISAS DE ERANELLAS A 34500.
No Bazar do Pavio veode-se nm bonito
sortimento com todos os tamanbes das me-
lbores cambas-, de flaoella de lia, com
mangas tanto proprias para huir ees como
para roboras e veode-se a 91008 cada
urna, e qoem comprar de mera dmia para
cima ter om abatrnoslo, Sao de nraita
ntilidade.
firaaoe petbitcn oa tmm ntfms 1 44500
No Bazar doPavio fez-se orna grande com-
pra em lettao, de 'finissimas camTSs ingle-
zas com peitos e ponbos de. linno, sendo
com collariobos e de todos os numerosa
44000 cada urna, ditas sera co-latinhos,
porm fazenda finissima a 44500; gran-
de pecbiocha.
CAMISAS BARATAS a 24800,34000 e 24600
No Bazar do Pavio vende-se orna gran-
de porcio de casemiras mscladas, moito
encorpadas a 24800, ditas finissimas com
msela de seda a 34200, ditas modernas
de qnadros, fazenda de moito gosto a
34600 o covado; aproveitein.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavio o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do qua em outra quaiqeer parte.
COLCHAS BRANCAS A 34200,34500 E 74
Para o Bazar do Pavio chegou nm gran-
de sortimento das melhores colchas de fos-
tio, s-ndo das melbores e maise corpada
qoe tem vindo, a 7400.', ditas nm poaco
mais abaiio a 54500, e ditas a 34000;
Umbem no mesmo estabelecimento se ven-
de nm grande sortimeato d oretones o cbi-
t 8, proprias para colchas, que se vendem
muit em ronta.
GORGUHOESO POUPELINAS DE SEDA
A 24000 CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavio nm ele-
gante sortimento das verdadeiras poopelinas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 24000 cada covado,
o qoe em outra q alqoer parte n3o se ven
de por menos de 24500, previoe-se que nao
sao algodao e seda, como ba mnitos; mas
sim paro linho e seda ; s3o moito' baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Bazar do Pavio encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roupas pata bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con: peitos d'algodio e de linbo,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroulas de linho e algodio.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasaeos de panno preto
casemira.
Calcas de brim branco o de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roopas ha para todos os
jrecos e qaalidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer peci de obra a capricho
ou go-to do fregaez, teodo n'este importan-
te estabelecimento todas as qaalidades de
oanno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor ; e qnando qual-
qaer obra nio ficar ioteiramate ao gosto
dos fregnezes fka por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do Pavio nm elegan-
te sotumento de cba'es de merino de cores
muito onns com padroes muito decantes
para qualqaer urna senhora osar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino
moderno qae tem viado ao mercado, e ven-
de-se por proco mnito em conta.
BABAD1NH )S
No Bazar do Pavio vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porc3o de entr m;ios largos e
estreit )s, que para acabar se vende mnit
em conta e mais barato do qne em oatra
qualqaer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavio veode-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas o retas lisas.
Castas pretas de lia.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com branco.
Merinos, caot'S, bombazinas. qae se
vendem mais barat. do que em ootra qual-
qaer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavio vende-se chitis pre-
tas imtlem com salpicos 200 rs. ocovad -,
ditas f Jas pretas, por esUrem am ponen
rassas, 12 > o covado; pecbiocha.
0< propietarios d este importante esta-
belecimento rogao ao respeitave1 pablco *
,>articuhrmente < Ezmas. familias o favor
le se darem sempre ao trajino do lerem
..s seas aonoocios, peu razi.de maitos
d'elles serem mudad s ainm ?adis vezes
CACHB-NEZ A 64000.
No Bazar do ^.5, vdem se bonitos -
grande cachi-nez de pura i5a, nei0 bara-
to preco de 64000 caaa 00
A Uova Esperaiwja
1-Rna M|me de Cania-* 1
QUnoo a NVA-ESrRANCA taz es tsus
anunciosexf odo aos seus fregnezes e a
todos ftganl egrage sortilMnto sn-
periofldade de seuaobjectos nio com vis-
tas de atrair a attencio de orna grande fre-
guezia, como a deque actualmentedespoe,
e sisa para scieotificar (a interese de todos)
a qaalidade de seos ebjectos os qnaes sie
sempre de aparado gosto e perfei(3o; tor-
nando-se qoasi iadispensavfl para aqoelles
*preciadores (do bom) frequeotarem a Na-
va Esperanca, pois qne ella capricha em re
eeber constantemente, o que ba de melbor
relativamente a sua reparticio: o que se po-
der verificar guando em qualquer reunan
de pessoas (amantes do zique) v-se um
bonito enfeite em nm bonito vestido, om
aroma agradavel escapar d'om alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos olbam-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos outros) estes sio objedos
comprados a NOVA-ESPERAUCA: realmen-
te 1111 procurar descrever em annuncios -os
artigoe que cootem dita loja, seria trabalbo
insano e nunca o fariamos com aquella
graca e perfaicSo com qne sio ellas fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-1
Qpanle a AGUfA IRRNCA, mais precisa setentificar at
. e am particular t na boa freguezta, da ii*aiiailaa*a 4 objtdtf^
im recbido, justamentefqaando ella menos o pode faser e porqaw M
lontaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Ita'a aHueart 01
cootinnando portento a dirgirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRAUCA i
Queimado n. 8, onde sempre acbar3o abundancia em sortimento de so
enalidades< medicidado em preeoe e o sen nanea deanenttido AGRADO* i
Do que cima fica dito se conhece qne o tempo de qae a AQUA
tentase em convidar a todos gerilmente
visitarem-na para entio ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
l lina Duque de Caxlasi
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de IJicboa, a ultima ehegad ao
mercado, por preco rasoav!: no annann Manuel Teixeira Bastos, roa do Commercio n. 13.
Guipure branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenhos.
Ditos de algodio com flores e lisos.
Capellas brancas
Grandes
Fil de s eoa, rrelo.
diepor, empregado apezar de seas custos no desempenho de bem
honram procurando prover-se em diu loja do qae necesaJUm, 1
rar os objectos qae por sea natureza sio mais conhecidos ali, ea
cari aqoelles coja importancia, elegancia e novidade os tornan -
bem soja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitadoe com fitas de setim e obras essas
caja novidade de molde e perfeicio de ador-
nes os tornam apreciadoe. %
Fitas mni largas de diversas cores e qaa-
lidades para cintos.
Loques oease objecto muito se poderia
dizer quewndo descreve-los minuct)samente
por soas qaalidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qae acaba
de chegar, mas para nio massar o preten-
derte se lbe apresentar o que poder de
rnaSaor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Grand
sempre
Lindo
Caixio
Bonito
circular o
Bonitos brincos de paqoe*.
Aderecos e brincos de _
Caivetes fines para abrir
Tbesouras para frisar
Aspas para bario.
Noves etereoscopos coa 48
quaes sio movidas por
Veos de seda para chapelinas e monta-1 nbtltaiam as ootrai.
na.
PORCOS
Farinha do trigo nm pouco avariada para por-
cos, bois, galinhas, etc., etc., a o* a barrica com
6 arrobas, assim como Umbem serve para pada-
ria por nao estar moito estragada : na roa do Li-
vramento n. 36, armazem Baliza.________
Meias de seda para noivas.
Ditas-abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados j enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana,
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de
Vistas para stereoscopos.
Bonitai caixinhas devidro
podras.
Ditas ds raadeira eirvsrmsada
ras e com dminos,
Bollas de borracha pan
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ARTIGA RA DO QUEIMADO)
Receben segaiate :
E-pelhos grandes donrados, moldes bonitos.
Carteiras, charnteiras e port-cigarros de maita
qaalidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixaa vastas para costura com sna compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marttm com o bocal d
prau.
Modernos pentes de tartaruga, sobresabindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodos toncadores com duas gavetas e bem
espelho.
Port bonqaet, o qne de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de mnitas qaalidades.
Bons talheres para crianzas.
Vostnarios, chapozinbos, toacas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Contra as gouviso^s as
crianzas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, roa do Duque de Caxias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos on castanhos, reeeben a Nova Espe
ranea a verdadeira tinta ineleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
on pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, rna do Buqne de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITARSE BOLOS
recebeu-os muito lindos a Nova Esperanca, ras
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz.
Calcados estrangeiros
Grande sortimento de calcados de todas as qaa-
lidades para bomens. senhora", meninos e meninas
pelo pre^-o mais razoavel do que em outra qual-
quer parle : na loja de calcados de sobrado -una-
relio da ra da Cruz n. 21.

1
D [ILUI i ONU I
\3All4MG4WGAHUf
AMIOIRMAOS i
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarao todo qaaato
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Oore
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos procos.
Espera qne o respeitavel poblico venba ver o qne existe de melbor am
aderecos de brilbantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pal-
cetras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qaalidades, prata de le faqaei-
ros, colberes, palileiros salvas o ontros maitos objectos qne seria enfadonbo
mencionar.
Compra-se oaro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco 4a
qu em ootra qnalqner parte, troca-se e concerta-se todo e qnalqner objecto
pertencente a esta arte.
Eum utiiiAtir
Lonren(?o P. Mendes Guimaraes
BA DA MPERATBJZN. 72
Tendo resolvido o sen proprietario liquidar todas as fazendas existentes aas lea
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amale da economa, i viafeaai a
loja da roa da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 35500 Para li juiiar vende bramante
a peca, ditas de 24 jardas a 55000, 6h00, nlio e algoso a IWO0 o metro, diu 4*
65500, 75000, 85000, 95000, e 105000.) linho paro a 25*00, esta fazenda pn
Vende-se cortes de casemiras de cores pra para lences e toalbas por ter 10 pal-
para caifas a 4($000, 55000.
Pira liquidado vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na roa da Imperatriz vende se cbailes de
merino estampados e de barra a 25000,
z5500 e 30i>OO.
mas largara.
Vende-se cortinados para cama a'"rasa
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de caitas para veas.
dos a 25500,25800 e 34200 o corta para
liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a UBOO
Arara vende cortes de casemira preta corte s na qoidacSo a da imperatriz.
H ra ex: 1 ules.
TRADUCgO INGLEZA
TRECHOS CLASS1COS
POR
C. PALMER,
R-.-4*000.
LIVRARIA FHAXCEZA.________
Libras sterlinas.
Vende Joa^uini Jos Ramos : na ra da Croa
n. 8, andar.
para calca a 35500, 45000. 55 00, 65000,
75000, e 85000.
Para liquidacio veode-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 15000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 25000, e 3600, ditos
de linho a 55000, 65>0i.
Na raa da Imperatriz vende-se cobertores
de algodao a 1540J e corbertas de chita a
155: K).
Para liqmdac5o vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara veude chitas largas para vestido
a 210, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Emliquidacovunde-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende ISaziohas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
O Guimaraes vende mnrsulina de cor
para vest lo de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Men tes vende fu^t5o da cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O L arenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o c ivado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matisa-
das a 640 rs.
Vende-se cortinados para janettae a f#
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinbos 4a pa-
pel a 240 rs. para acahar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaran, veode-se parapeste las 9
25200, 255O0, 34. 34500, 44 e 54. are-
uno para calsas e patitos (.or
zonda e barato.
Arara vende corlas de
sas de bomem 14500.
Vende-se cortes de pecalas de doas
para senhoras pelo Darato preco de a 64.
cadaum.
Grande liqaidacao de roopa feita.
V;nd j-se palitos de alparca a 4a cene
a 25.
Vende-se ditos de ganga para
a 24.
Vende-se ditos de brim de algodao
eos a 24.
Ven ie-se ditos de meia casemira a 24.
Vende-se coletea de brim de cores 1 14-
Vende-se ditos de meia asemi-a a 24SqC>
Vende-se calcas de algodio azul a BoOn.
Vende se dita de algodao de liatras a 800ra
Vmde se ditas de brim pardo 24,14400
e 24500.
Vende-se calcas da case aira ds
a 6584.

0 !* zir.do Pavo sio a fui da Imp4r.1t *iz n. 60, esta' constan lmate aba rfc o
diis 6 horas di mana 1 as 9 di mute.
Muita attenqao
O Campos da ra do Imperadur n. 28 acaba
de reoeber em seu armazem, urna paitida de se
m^nt de honahea qae passa a mencionar as
quahdadt e prec/s.
n A saber :
Devsalsa, a 60 reis a oitva.
re coentro, dem..
De repolho, idem. *
De erviihas brancas, a 600 reis a libra,
e ditas tortas rouxss, a 800 reis a libra.
De bracolas, a <>0 res a oitiva.
De peinnos, dem.
p- f ijao erviih papo de rola, a 400 a libra.
0' rlu.j amartillo, idpm.
D dito meia-ca a, idem
De dito cor de ganga, id-m.
Oe tomates grande--, a 60 ni* a oitava.
K" f?!^-7 ,,",,'', Para feo, a.400 rs.a libra.
Di rdit-.de 7 ano..-rxo, 0em.
Deespnaifre. 60 rs. a tiluva.__________-
Na ra do Pay-and (Cliora-meniuo), ende-
m ora piano de ama em bom estado, a por presa
Mmmodo : a tratar na casa n. 9.
AZ AZ6U
Chefon ao anugo deposito de
1, roa do Imperador, am i
le primeva quadade; o qnal
i a retal ho por meaos preco do aos
raer parte.
Especialidades.
Farinha da trra
mnito superior, depositada em barricas, no arma-
tem do Sr. Angelo Baptista do Nascimento, aop
1o caes dos vapores no forte do M.ittos ; vende-ss
aos alqueires, a tratar com Bernardo Jos de
Araujo oo armazem do Sr. Aanes defronte da al-
fa ndega.
Poqos iu8taut4ne. aperfeiqo-\b^!*,L7lSoTTSa
ados por preqo muito coramo-,^^52Si
do : na ra Nova n. 28, loja de 'err de Bl.incard e as wlnla' doi
. mi i 4.-1 ct aecereia, as de Ko*, depantr*
A.nlOtltO redro de S UZil Soafes. digital deLab^llmy, piljlasoo
Bombas completas para ca-i ^^^ ^rW
cimbi,pordm.nuto preejo, na'SLSSeTh^JS m
.XSL'S
mesma casa.
Cigarros da imperial
fbrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernamboeo caes di airan*
leca reina n. i, i anda.
de menstruj, nw diarrhts, at},>
do eKtomago. i m >M e '
rita do* beoeticos resallados das eij
ou oso qm diversas pe**oas Mli
sim como das pilotas decoran b
comparaveis ,em sna
tos febris oa sesdes ;
erea, alm do nfflcienle
am njo puq*
nh e piucis, qae m
em oatra parte.
/v
mim ir
III


III
Diario de Pernambuco Quinta fera 6 de Outubro de 870.

i
i

.' r.
os
o
Este coohacido estabeleciraento acha-so constanteroenle bem. sonido, era virtude das
facturas que recabe por tojo- os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CAJEADO FRIKEZ
itotinas para senhoras e meninas.
Bolinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais baratos do que em outras partes.
Botina para homeatl e memlooi.
Bolinas da bizerro, cordavn, lustro e pellica, da raelhores fabricas e escomidas.
Botas e pernearas russianas.
Botas e peraeiras para maulara, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para horneas e .se inoras
Tendo chegado grande porjao de snalos de borracha vende-se pelo cusi afim de
desempatar o dinbeiro nelles empreado, sao baratsimo?.
Sapatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muiro boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qnalidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Zapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de caseraira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para horaens, para senhoras e para mentos.
PERFUMARAS
Excelientes extractos, banhas, leos, apa de cologne, florida, divina, lavando, den-
i, de toilette, sabanales, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
etc., tudo ino de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharas
Lnvas de pellica do conbeeido fabrirante Jouvin, espelhos para sallas, qnartos e ga-
binetes, toucadore de diversos tamanhos, laques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, corront >s e chaves de relegios e tranceln*, tudo de
ouro de lei, correutes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e eaixilhos dourados para retratos, caixinhas cora vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phsntasia para toilettes, bolsiohas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para costuras, pe-
queos registros muito nos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros- proprio*
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas Anas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, ocnlos, lunetas on
peusinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de pnnhos,
carteirinhas para notas, thtsounalias e caivetes finos, pentes, eseovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jocos de domin, rodetes, bagatelas e outros diferentes, ve-
neziauas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmorimas, lanternas mgi-
cas, esterocopos com interessantes vistas de figuras das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Pars, phojographias e caixinhas mgicas, revertieres para candieiros,
tapetes de vidrmo e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para criancas, sapatinhos e
ioueas de laa, earnnhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conducir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharas de pbantasia, francezas e allemaes, procos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco era lempo para a mas-ante lei tura da inflnidade de
I gneros de brinquedos fabricados em diversos paires da Europa.
! triflee,
arroz
ATTENGAO
O dono deste estaheleciinento pede a
verificando as qualidades e os precos barato?
reitura e de coala propria.
o nulifico em eral que continu a visita-lo
de ditos objectos por seren vindos em di-
** .mtt
I Jt*
a. i g
5 S 2
50 O M
3
8
s
5
DAVID Yi. NWUN
EHGENHEIRO
Com fundico
RA DO BRU 52
Passando o chafarz.
Guama a atte&cao dos Srs. de engeuho para seos acreditados machioismos e
sota especialidad* para seos vapores que anda urna vez tem melhorado.
Os vapores foruecidos por ella e j funecionaudo Ihe bao de fazer melbor apre-
ctafo do que qual^uer dito proprio.
Deseja tambem roeocioaar que tem feito urna reducgSo em seus precos; e que
tem prompto toda a especie de macbioismo e outros objectos para a agricultura.
5 J
0 G
p en
^ (D
1.
3 P ^
6 j"*^!
ALTAS MMMIS.
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de chegar para a toja de fazendas finas
dencminada La Ville de Pars, um grande sorti-
ment de fazendas finas, como sejam : cortes de
poil de chevre com lis:.r?.s escocezas de urna e duas
saias o que ba de mais alta novidade. ricas pope-
linas de seda, granadinas, las "seoceza, alpacas,
bareges, etc., etc., e um completo sortimento de
chitas, madapoloes, ca.nbraias brancas e de cores,
organdys e cambraia imperatriz, e ontras muitas
fazendas, tudo do que ha de melbor nono merca-
do, que tudo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a atlencao do bello sexo que qnlzer
andar na moda, e ao mesmo lempo esperamos a
sua proteccao. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas que nos pe-
direm.
20RA DA IMPERATRIZ20
Farl & l>essa.
A ESMERALDA.
A antiga loja de modas francezas ES-
MERALDA, ra da Imperatriz n. 5, avi-
sa s Ilustres familias que a leem honra-
do com a sua conlianca, que espera um
bonito sortimento de enfeiles das ultimas
modas, man lado vir de Franca, e que,
em virtude da guerra que asila actual-
mente aquella paiz. tem retardado a sua
remassa. entretanto em quanto nao ebega
das para preparar vestidos vestuarios pa-
ra baptisados, bem como tudo que for
tendente ao adorno do bello sexo.
O proprklario desle esubolecimenio es-
pera que o respeilavel publico continuar
honra-lo com a sua valiosa proteccao e
conlianca, certo de que serlo empregados
todos os e.-ferros para bem serv-lo.
que admira!!!
Tarlalana de cores a 400 rs. o metro, maapolao
francez a t a pe^a, cortes de la com 14 covados
a 3, cassas de cores a iO rs. o covado, chitas
escuras a 220, 240 e 260 rs. o covado mcias para
senhora a 34 a duzia, alpacas de cores a 400 rs. o
covado, lencos brancos embanbados a 2 a duzia,
cretona proprio para lences a 1 200 o metro, de
toda< estas fazendas se dao amostras : na ra do
Duque de Gaxias. antiga do Qnelraado, n. 29.
Doces, fructas e flores
Ruada Cruzn. 13.
Sorvete todos os das, das i i horas era dianto, e
todos os sabbados baver de creme.___________
Calcados inglezes
Borzeguios inglezes de sola grossa taxiados para
hornera a 7joOO e 8 o par : na loja de calcados
da ra da Cruz n. 21, sobrado amarello.
BOM E BARATO
Ra do Creso n. 20.
Vendo-se chitas escuras a 200 e 240 rs. o cova-
do, claras miudas a 200 e 240 rs.o covado, algodw
n'esclado, 4 palmo de largura, a 200 rs. o cova-
do, pei;a de algodao de 20 jardas a 'i, peca de
madapo'.ao a 5J,cambraia lisa 81 \i varas a 3|800 a
peca, cambraia victoria fina n. 14 a 4*800, atoa-
Ihado 2 larguras a 2*400 a vara, lencos de seda
da India a 1**80: na loja doGmlherrae.
Grande pechincha.
Ricos cortes de cambraia bordados coro 10 varas
a 7*, alpacas e lias de cores a 400 e 500 rs. o
cavado : vende-se na ra do Duque de Gaxias n.
19, loja de Leite, Pontes k C.
A 8*5000.
Vende-se borzeguins francezes, obra gaspiada e
muito boa, pelo diminuto preco de 8*1 ; venbam a
elles, antes que se acabem : na ra da Cadeia n.
SO A, loja de miudezas.
Pilulas assucaradas de Bristol.
NAO contkm nem calomelanos nem nenhum
OUTRO MINERAL.
A grande necesaidade e falta de um ca-
thartico ou de urna medicina purgativa, ba
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
medica; e por isso, infinito o gosto e
prazer que sentimos, em pdennos com
loda a conlianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna excellente medicina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
omposico dessas pululas, que por ah se
vendem, mas sim, sao preparadas com as
mais finas e superiores qualidades de raizes
medicinaos, hervas e plantas, depois de se
aaver chimicamente exirahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicinal,
daquellas por?oes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especificos, podemos nomear a po-
dophgtiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
"jaravilhoso possivel sobre as regioes do
(gado, assim como sobre todas as secre-
ces biliosas. sto de combinaco com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
n a tu reza, que jamis fora a presentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradai
de Bristol, achar-se-hao sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efll-
caz, para a cura de molestias, taes com
sejam as seguintes.
Hydropesia dosmem-
bros ou do corpo:
wnm mmal
MI NIC 4.
Sahiram luz
As roas em contra aiK.^a.
Linda quadrilha para piami |-or CaJ
PI'T da Boa- vista, valsa : a raa ao *!
mazem de pianos e e msicas de Amn. i
Nova n. II, boje roa do Har da Viciara,
N. B. Hoga-se aof Srs. assignaob-s de Ral
rem buscar as pecas Ultimas publicaces da imprenta nacuma!
de mnsica.
N. I. Piano. Annetu, polka brilh-inlr, p
Smollz, 2*000.
X. 2. Piano. Minerva, polka brbante. imt i'm**
Filho, i*.
N. 3. Piano. Chi:o Dial, i odia btllhantr, pr
., 500.
N. 4. Piano. Um lagrima, Mazura, pw H-
lee B. Zuccai. IIT.
i. .'i. Piano. Mora de Oipes, polka marcial, pm
, lp.
N. 6. Piano, La Grandr D.ich- ss, polka pa La-
cien LamBert, 1*.
N. 7. Piano. Carmen, AaiU, U Plav-r.i, 2 y*-
kas dos ravallinhos, l.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de sai o, i
E. Casalhore, I*.
N. 9. Piano. Saitinbt, llarora, i nk* im ea-
vallinhos, 1*000.
N. 10. Pianr. Ctaaat DOisaaia, ak, pur %.
Casalbora, I*.
N. II. Piai. A flor da Boa-vista, Jos Coelbo da S. A., IJ.
N. 11 Lagrimas d'Aurora, Mazcrka, p>,r J. 1
P, 1*.
N. 13. A estrada de Ierro, qnadrba, por He-
rique Albertuii, 1*.
N. 14. Canto. Santa Lucia, barrarr-ia aap>>
Una, por Gannam Arn.nil, 1*.
N. 15. Canto. Marta Aria, para M. S. M" aja>ri
lott' am.n, de Plotow.
N. I( As mas em enoiradaara, cjnad";ih>. per
C.H* Kill.-. I*.
Dspepsia, ou indi-
gestao,
dAstringencia, ou..
priso do ventre
habitual,
Asia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Cdtomago sujo,
Affecces do figado
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau balito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam i
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melbor de todo;
os purificadores deve ser tomado conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
amanear nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompU e radical, isto
est bem visto, quando o doente nao se
ache n'um estado muito alm dos recursos
humanos.
VENDE-SE
um terreno na Capunga, na melhor localidad?,
j cora alicerce para ediear urna casa com 40
palmos de frente : a tratar na ra da Moeda n.
39, desde as 9 horas ao meio dia.
Vende-se urna refitiaco com iodos os seus
pertences, em muito bom estado, por commodo
preco : quera pretender dirjase ra nova de
Santa Rita n. 45, que ahi saber quem a o ven-
dedor_________________________________
Oleo de ricino
Vende se oleo de ricino : na ra da Cadeia-ve-
Iba do Recife n. 1, 2 andar.
Pnt-.i:. -ova t Rret-ia a 200 rs. a lAra.
Cal di !.i.-boa.
Ora i ni vel.-is.
Dita fin grniw.
Vtnho l'.iio npoii Dito da ililii Imb ii ro
Dito mus:akl da diversas marra* idem.
Dito Unto Paliiiaila superior dem.
Dito dito Verinoeira dem
Dito dito lavradio idein.
Dito branco Carca vellos idean.
Dito dito Bucellos idam.
Cildeiras de ferro fundido para encraoi*.
o escriptorio de Oliveira Fimos A C ao Urge
do Corpo Santo n. i._____________________
NOYIDADE. ~
O Costa, proprietario do armazem 11 Pedva
Marmore roa das Crozas n. 42, oflVra>-<- por a-
oheiro contado o que da melbor ha no rmreaar.
por ter recebido multo dos gneros !e^na"*
pelo ultimo vapor.
l (Hortaliees para sopa daaaiinada Jaaeaw, aja
substitue perKMtamenle as mais freaca* i
Queijos fliraengos o qoe de melhor aa |
sejar a 3*000.
Caizdes de doce de goiaba a 800, I*, 1*200 c a
1*800, dito em latas a 2* e 2*500.
A verdadeira farinba americana rinda de canta
propria a 320 rs, o maco da urna abra
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolachinhas de todas as qualidade e im me-
lhores fabricantes.
Ervilhas fraoeetat e porloguezas.
Uvas a I* a libra.
Vinbo de todas as qualidades.
Prelo de Lisboa desembarcado noaien:, ees
saceos grandes, a 5*
Carne do seriao moito nova e gorda.
Queijos de guaina, elvele.___________
Secretaria de ferro
Vende-se e est vista em casa de importado-
res Shaw Uawkes k C., raa da Cruz a. 4.
I
LISTA GERAL
105.
a

!>
DOS PREMIOS DA iba P ARTE )AS LO TERU> CONC DIDA POR L 2 PROV NCIAL 1 . 946, A BE& EFIOIO DA jNO^ A I'.Kh JA DE IM. SEA MOKA I )APEN A DE sta a DADE, EXTRA I1IA t M 5 DI OTL BH DI ; 1870.
S. PHfiMS. NS. PREMS. NS. PREMS. | .NS. tfREMS. NS. PREMS. NS. PBEMS. NS. PREMS. XS. l'REMS. .NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. .NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
| 6* 237 6J 461 6* 70a 6* 883 6* um 64 1271 6* 1463 64 1614 4 1848 64 2120 64 2323 64 2533 64 2779 64 2990 64 3185 84
lt 39 62 10 87 900* Jfi 100* 74 64 18 53 22 24 41 ~m 75 96 88
15 __ 47 69 _ 11 _ 89 6* 79 6* 75 67 28 55 104 25 . 27 43 77 99 80
23 mm 49 70 ___ 15 20* 91 80 79 71 10* 33 73 64 30 30 44 79 200* 3006 89 04
27 52 77 __ 17 6* 94 - 84 80 73 84 37 74 43 31 62 84 64 9 91 64
33 59 81 ... 21 99 85 90 79 39 81 45 33 - 85 90 14 85
37 __ 60 86 ^_ 23 __ 901 88 93 - 85 43 87 51 51 86 94 17 97
39 65 505 __ 24 _ 12 _ 1 1365 8ti _ 44 97 . 52 63 2601 2809 22 3213
41 __ 66 11 _. 25 19 98 _ 8 87 45 98 _ 56 78 9 204 20 26 15
60 20* 69 12 30 20 1100 10 88 49 _ 1906 _ 58 81 -t 16 64 26 27 16
61 6/ 70 15 31 ti 6 5:600* 13 98 52 *> 20 _ 61 90 29 27 28 104 17
63 7i 18 __ 32 22 11 '6* 24 __ 93 mm) 53 mm 34 __ 68 93 -- 26 38 104 33 64 24
64 __ 78 20 __ 36 23 22 29 98 ._ 54 mm 87 _ 85 97 ' 28 34 64 36 25
5 __ 77 23 40 38 26- 32 1501 W4 64 37 _ 41 80 99 31 38 42 97
6 _ 93 - 39 _ 46 39 30 33 3 58 _ 51 94 2403 32 39 43 98
68 m. 98 50 __ 60 41 36 S7 5 89 56 _ 2200 6 40 51 47 ~ 48
69 303 53 _ 63 47 39 41 6 80 69 6 8 45 58 204 83 48
73 13 59 M_ 64 51 42 43 8 81 88 42 9 49 80 64 54 49
97 --- 15 62 __ 65 56 ' 44 45 - 12 84 --- 95 14 10 e> 61 61 89 51
101 16 64 _ 69 57 47 48 - 17 1700 98 91 14 65 404 72 85 mm 59
2 --- 17 - 68 75 58 49 52 - 18 1 9005 mm 98 W 15 66 84 78 < 66 83
8 --- 21 _ 72 mm 81 59 40* 50 59 24 104 2 --- 7 .^_ 94 16 *- 70 81 11 --- 73
13 36 20* 603 _ 83 60 6* 51 64 - 28 64 3 K>4 9 mm 28 21 71 85 94 89
16 30 fi* 7 10 85 69 52 71 - ao 11 904 If __ 89 95 76 91 17 - 89
18 20* 31 10 6* 89 70 65 74 33 13 10* 29 _ 30 27 79 8907 78 -- 3300
21 6* 32 22 92 74 72 75 36 40Q4 15 64 33 _ 93 104 32 80 10* 13 80 8
2 35 23 __ 97 86 74 80 37 84 16 H>4 39 36 64 34 83 64 93 104 82 11
32 mm 36 - 27 _ 802 88 79 83 - 39 23 94 45 ^ 39 as **> 90 95 84 89 91
34 _ 54 - 31 100* 3 91 82 84 45 t^ 31 48 ^^ ' 49 mm 39 2706 97 89 99
40 _ 55 38 6* 14 _ 92 40* 87 10* 89 50 fmm 48 52 404 45 104 42 M 33 97 80
42 mm 58 - 39 __ 16 __ 95 6* 94 6* 99 52 _ 54 54 64 84 84 44 * 11 35 3107 --- 39
45 ^^ 61 41 26 99 98 1402 53 _ 67 62 69 48 11 38 16 44
47 ^^ 76 - 42 27 1005 99 15 58 _ 71 68 66 *-* 52 100* 20 39 17 9
%1 . 79 - 49 28 4- 6 40* 1203 16 62 _ 78 *0# 81 ^^ 77 54 64 23 44 19 91
77 87 51 31 14 6* 13 17 63 __ 92 64 84 _ 79 60 27 48 94 *-! M
7 __ 93 - 54 35 16 14 SO 14 im W 86 84 31 49 98 91
201 .. 95 ~ 60 39 23 24 24 88 _- 9 mm 90 88 68 84 51 8 mt 409 - 63 ' 45 _ 24 10* 31 96 70 Am 12 . 81 n 96 2101 91 73 85 3 90 87
9 .^ 1 17 < 76 47 _ 25 6* 32 V 71 _ 14 95 m 78 36 87 36 89
10 _ 2>. - 77 49 _ 38 ' 34 104 32 80 16 mm 99 W 40 __ 89 43 77
14 M i 26 80 10* 52 39 35 64 35 81 _ 27 _ *-** 2300 87 42 _ 80 44 94
23 - 81 64 61 43 30 38 84 33 __ 3 3 98 89 68 ' 47 --- 89
24 33 - 88 66 49 49 42 '84 m 34 Mi 6 7 H 10 2500 83 _ 76 58 89
27 ' 39 '89 " 67 11 . 57 44 i T* 42 1 15 3 80 89 88 10f 89
n * Ht 91 m\ 75 52 09 48 . 09 "f 144 n M ! M _. 84 80 u 99
30 41 99 77 * 55 63 49 12 47 _ 19 18 39 _ 83 ^. 88 63 99
K . 704 78 1


8
Diario de Pernambuco
Quinta
feira 6 de Ootubro de 1870
ASSEMBLA CERSL
i
\
CMARA DOS DEPUTADOS.
tAHECKa DA COMM1SSO K VOTO KM SEPAK.U'O
SOBRE RKFOKMA D5 ACTO'ADDICIONAL, Ai'B
SENTADO NA SCSSO DE 1 l DE SETEMBHO
LLTJUO.
(Cositkiuaclo)
Do mesmo modo nenbuma razio va-
liosa autorisa a entender se que s .issem*
blas provinciaes fallsc" o direito d8 pro -
mover por meios indirectos, qne caiham
em sua competencia, a introducto, les-n-
'olvimento enperfeicoamento de certos ra-
mos de industria as respectivas provincias.
O emprego destes meios, urna vez que .con-
sistan simplesmente em favores, premios.
facilidades e ouiros incentivos e auxilios
concedidos s pessoas que estocadamente
se dediquem reatisacSo daquelles fins,
legitimo, porque, ao passo qoe nao offende
oh cerca direitos de outrem, nem invade
011 embaraca o exercicio de attribuices do
poder geral. desiina-se a concorrer activa-
menti para a satisfacS > de importantes ne-
cassiiades das provincias, e para o incre
monto de sua prodcelo e riqueza, lins
para os quaes, salvos somente os intereses
do estado, foram- constituidas as assemblas
provinciaes.
Semejantemente, sobre conceas>s de
privilegios (2o ponto da duvida). as assem-
b as provinciaes s podem legislar em ca-
nos excepcionaes.
Tomada a palavraprivilegiona ac
repelo propria, mais ou menos larya, a
qoat necesariamente implica restricclo do
princrpro da liberdade de industria, este
objecto ncontestavelmente da competen-
ta privativa do poder geral.
Tem-se lambem comprehendido, po-
rm, na mesraa palavra, em sentido impro-
prio, a autorisaco dada pela administradlo
publica a empresas particulares para a exe-
ur-iio de obras o serviros de utilidade eol-
ectiva de sua competencia, mediante con-
dicoes e o gozo exclusivo de lucros e pro-
veitos que delles provenham, como justa
^ompensaco do trabalho e capital entre-
gados.
claro que a este acto falta o carc-
ter que torna o privilegio, tomado em sen-
tido proprio, excedente das aculdades das
assemblas provinciaes. A intervencao da
.ititoridadp publica era tal caso, nlo se re-
arjndo a objectos sobre os quaes a aclivi-
dade individual pode livremente exercer-se,
nao importa a perda ou cnarctacao de direi-
tos particulares, nem mesmo priva a con-
currencia, pois que se reduza preferir, en-
tre as emprezas rivaes, que se proponham
execucao das obras e servicos a que olfe-
recer condicoss mais vantajosas ao pu
buco.
i Isto posto, nenbuma razio ba para ne-
gar-se as assemblas provinciaes o direito
tfe antorisarem privilegios desta ultima es-
pecie em referencia nicamente aos objectos
mencionados no 8o do art. 10 do acto ad-
dicional, isto obras publicas, estradas
e navegacao no interior das respectivas pro-
vincias, que n3o pertencam administrado
do estado sem pre juizo de quaesquer
obras ou emprezas da competencia desta.
Pelo contrario, tal direito se comprebende
na faculdzde que tero aquellas assemblas
de legislar sobre estes objectos; un? meio
necessario para levaren a eTeito meibora-
mentos importantes que por omro modo se
nao realisariam.
As coramisses julgam, pois, verda-
rteira a segainte interpretado contida no
art. 10 do projecto:
as attribuices das assemblas provin-
ciaes, lidas nos arts. 10 e 11 do acto
addicional, n5o se inclue o direito :
% 1 De legislar sobre assumptos es-
pecialmenteconcernentes industria, sal-
c va a concessao de favores tendeotes sua
promoc) e desenvo'.vimento.
2o De concader privilegios que nao
* se refiram estrictamente aos objectos es-
pecificados no 8o do mencionado art.
10. sem prejuizo de quaesquer obras'oa
emprezas que pertencerem administra-
Cao geral do estado.
Art. 11 do projecto.
< O art. ii do acto addicional prohibe
expressamente que as assemblas provin
ciaes legislem sobre impostos de importa-1
Oo.
Refere-se esta disposiclo somonte
iraportaco de paizes estrangeiros, oa tam-
bero que faita de urnas para outras pro-
vincias do imperio ? Tem-se entendido e
praticado diversamente.
i Em primeiro lugar, a generalidade da
disposico nao comporta esta distincco. Nao
FOLHETIIW
A VIVA. DEPOTS DE 110IIT.;
POR
Xavier de Montpin.
pahte *i:c;i \oa.
O HORSCOPO
(Conlmnaco do n. 225 j.
XXXV
tonancia-sc o noTo drama.
O tempo ia correndo.
A la cheia brilbava no co, trazendo
comsigo (segundo Simoa dizia, conforme
n isto com a opiniio geralmente acceita m-
quella poca), o periodo mais favoravel para
es partos, e pela simples razio que os
nossos leitcres sabem, nenhum symptoma
indicava que a condessa eslivesse para dar
luz mui prximamente. Antes pelo con-
trario, tinham desapparecido todos os sig-
naes exteriores da marternidade.
A senbora de Rahon consomia-se n'uma
profunda tristeza, n'uma grande melancola
que se mostrava incoravel.
Lembrava-se d'aquelle sonbo exquisito
que llie mostrara sen filho como fallaz ap-
paricSo como pbantasma brilbante, mal
vislumbrado e logo desapparecido.
Insista sempre na conviccJo de que o
parto se verificara emquanto ella dorma
somno letbargico, e acreditando qoe tinham
feito desapparecer o flloo das soas eotra
nbas.
* Callava-se diante do conde; mas s vezes
em estando sozinba com Simoa Raymundo
e a marqueza de Gbavigny, dava livre sabi-
da s soas suspeilas e exclamava que tarde
oa cedo se havia de descobrir a verdade.
Annibal, nio podendo perceber urna de-
ntera qoe j passava dos limites do rasoa-
, pota, licito f*y.!-la. Ubi lex non iistin-
tju t, ne nm; interprtt est distinguere
t Atm desta consideraco, o exame do
assorapto demonstra que o pensamento da
lei comprehende ambos os' mencionados
casos.
Sa os producto* importados de paizes
estrangeiros sao pelo artigo citado positiva
e intoiramente isentos de mposices pro-
visiones porque, aleta de outras razes, o
cor.mereio e ascelac5es exteriores, que
delle so originam nao podem deixar de ser
objecto da V.losiva compatencia do poder
geral, obvio que tal isenfJo seria incom-
pleta para o fim pretendido se se limitasse
occa-iao da entrada desses productos no
imperio. Com effeito, admittido o direito
das assemblas provincias de os onerarem
de tributos em sua circulaco pelo interior
das provincias transportando se de urnas
para outras, seguirso-hiam, em relacao
importadlo estrangeira, os mesmos effeitos
que a lei tem por fim prevenir.
* Os objectoj de prodcelo nacional nlo
podem deixar de incluir-se do mesmo modo
na probibiclo de que se trata. Os impos-
tos (aneados sobre estes quando importados
de amas para outras provincias, principal-
mente no caso de assumirem pela elevacao
de ana taxa o carcter prohibitivo, offendem
necessariamimte nlo s interesses geraes e
especialmente os de ouiras provincias, res-
uardados pelos arts. 16 e 20 do acto ad-
dicional, mas ainda direitos pessoaes. visto
que com a restricclo do consumo, sua c >n-
sequencia immediata, traz urna dimiouiclo
de certos ramos de prodcelo e do com-
mercio interior do paiz, prejudicando as
rendas do estado, embarazando o desenvol-
vimemo da riqueza provincial e nacional e
feriudo o principio de liberdade de indas-
tria e de commercio, garantido pela cons-
lituico.
Ainda sob o ponto de vista poltico
ineceitave a intellgencia da lei no sentido
de permiitir s a.-semblas provinciaes se-
melhanle direito, qae, alimentando inters-
sesesentimentos rivaes entre as provincias,
enfraqueceria os lagos da inlegridade nacio-
nal.
< O art. 11 do projecto d, portanto.no
juizo das commsses, acertada interpreta-
co ao texto do acto addicional, declarando
qne a palavramportaQlodo art. 12 des-
ta lei comprehende tanto a de paizes estran-
geir s como a da urnas para outras provin-
cias do imperio.
Art. 12 do projecto.
No art. l d acto addicional.oterpre-
lado pelo 7o da lei de 12 de maio de 18i0,
acham-se mencionados nos casos em que os
presidentes de provincia tem o direito de
suspenuera publicarlo das leis provinciaes,
levando as ao conheemento dos poderes
geraes. L'm destes casos o de offensa e
constituirlo.
< A infraeco do preceito estabelecido no
art. 12 da primeira aquellas leis, peloqaal
prohibido s assemoleas provinciaes le-
gislar sobre objectos nlo comprebendidos
nos precedentes arts. 10 e 11, inclue-se
evidentemente oeste ultimo caso, visto que
o acto addicional parle integrante da cons-
tituiclo. Mas pode entender-se que as
mesmas condicoes devem considerarse as
leis provinciaes que annullem ou con-
trariem clara e directamente disposices de
quaesquer leis geraes ?
Parece s commi-ses que a solucao
alljrmaliva desta duvida a que se confor-
ma com o espirito do acto addicional.
< As attribuices destas assemblas, co-
mo j s pondrou, slo excepcoes das
que pertencem assemblas geral; a es-
pilera em que as primeiras devem ser exer-
cidas pois. limitada pela das ultimas,
sendo determinada a sua linha separativa
pela natnreza dos interesses sobre que
verso as respectivas attribuices: geraes
ou do Estado, e peculiares das provin-
cias.
Dsstes principios incontestaveis deduz-
se que as leis provinciaes, as quaes se
annullem ou coatrariem disposices de leis
geraes, que, regulando interesses commurts,
devam reger uniformimente em todo o Im-
peli, excedem os limites das faculdades
das a-semblis provinciaes, e offendem at-
tribuicss d i poder legislativo geral. Taos
leis acham-se. portanto, virtualmente com-
prehendidas as disposices dos arts. 12 e
16 do acto addicional.
Parece, portanto, s commissoes ser
verdadeira a interpretacad dada no art. 12
do projecto, nos seguintes termos:
Incluem-se na prohibcl> do art. 12 do
acto addicional, para es effeitos declarados
a derogacao de lei geral (art. 7. da loi da
12 de Maio de 1840.)
Artigo 13 do projeto
vel. interroga va muito medo a parteira
o fallava de reunir em consulta os mdicos
mais celebres da provincia.
Como nao gostariamos que nos aecnsas-
sem de exageradlo ou falsidade, vamos co-
piar textualmente algumas Imuas da Causa
celebre que serve de base nossa historia :
c A parteira, sem saber j como havia
de ganhar tempo, e wndo que nao podia
vencer a inquebrantavel .convicejb da con-
dessa, apellidapelo medo, esteve ponto
de a matar. isse-lhe que seu filho fzera
os prirneiros esforfos para vir ao mundo,
mas que certamente estara retido por pbe-
noroenos que explicou entlo, e que tmha
de fazer um violento exercicio para a liber-
tar d'esse obstculo.
* A condessa, firme sempre na sua cren-
Ca, recusou conformar-se com aquella re-
medio ; teve, porm, de ceder s reiteradas
instancias do conde e da marqueza de Cha-
vigoy. Metteram-na em urna carruagem
fechada, e passeiaram-na todo o dia pelos
campos incultos e pelas. estradas mais as-
peras e escabrosas. Os solavancos forana
to fortes, que a fidalga a perda a respi-
rarlo, e nao se comprebende, senlo attri-
buindo-o sua boa natnreza, que ella po-
desse supportar scmelliante supplicio na
delicada situaco da urna recem-parida.
< Depois de tl cruel passeio, esteve de
cama a senhora de Rahon, e vendo que
oioguem a sustentava na sea opiniao, ian-
cou-se nos bracos da Providencia e proco-
roa na-Teliglo o maior consolo.
A parteira tinha-lhe dado violentos
remedios para fazer seccar o leite ; a tidal
ga, porm, resisti todas estas tentativas
de assassinioe reslabeleceu-se lentamente.
Ora ahi est o que succedia om .pleno
XVII (o grande seculo. no drzer dos his
toriadores), no seio de orna das mais Ilus-
tres e poderosas familias da Franca ,
Os mdicos, chamados ao castello umitas]
semanas depois, declararam que o conde e
a condessa se tinham deixado engaar por
O acto addicional, no'irt 15, diz que o
presidente da prbvica"iKionord o pro-
jecto qae Ihe fr reenviado pela assembla
provincial, tendo sido pbr dous tercos dos
membros desta adoptado tal e qual, ou mo-
dificando no sentido das razes por elle al-
legadas.
Differentement tem sido compreben-
dida esta disposiclo. Por um lado, toman-
do-se a palavra sanecionar em seu sent-
lido gramaatical entende-e que o presiden-
to da provincia dev sempre, em ambos os
casos a qne se refere o citado artigo, sane-
cionar a le, e comprir a disposiclo do art.
18. Por outro lado, pensa-se qoe aquelle
sentido nio se conforma com o pensamento
da lei, vista das palavras do art. 19
quando recusar sanecionar a lei por
que estas palavras exp imem nio um de-
ver, mas simplesmente nma facolaade,
qae pode ser ou nlo exercida.
< O projecto firma o primeiro sentido
no seu art. 13, cojos termos slo os seguin-
tes :
A palavra sanecionar, do art. 16 do
acto addicronal, significa que o projecto
de lei, reenviado ao presidente em qual-
quer das duas hypotbeses no mesmo ar-
tigo figuradas, deve ser publicado e man-
< dado executdr nos termos do art. 18. >
< As commissoes esto de accordo com
esta intellgencia.
Parece-lhes qne, sendo ehra, deter-
minada e susceptivel de applicafio. segun-
do suas palavras, a d sposico de que se
trata, s podena nao ser aceito o seu senti-
do literal se fosse differenie do pensamen-
to rea! da Lei; entewdem, porm, qne com
aquelie sentido se ada em barnKmia este
pensamento.
Em primeiro lugar, as palavras citadas
do art. 19 nio exprime idea diversa de qae
se contm tiaquella disposiclo ; em vez de
designarem urna faculdade, como se sup-
pe, apenas mencionara nma omisso com
o lim de ser supprida pelo modo que em
sigment o mesmo artigo estabelece, Con-
siliam-se, portanto, perfeitamente a- duas
disposices.
i Aiem disto, consdsrando-se: qae a
disposiclo do art. 1S do a;to addicional, a
respeio da qual versa a duvida, refere-se
s leis nio sanecionadas pelo presidente da
provincia e devolvidas assembla por mo-
tivo de nlo convirem provincia ; que so-
bra este motivo pertence s assemblas pro-
vinciaes a decislo deliniliva pelo voto de
dous tercos de seas membros; que, assim
votada a lei em nova discusslo, adquire
ipso facto todo o vigor e deve produzir to-
dos os seus effeitos, visto que o direito do
presidente da provincia de suspender a pn-
bcaco de leis provinciaesgc o da assembla
geral de revoga-las, appliaam-se restricta-
mente s qoe se comprebeodem as hypo-
tbeses determinadas no art. 16 do acto ad-
dicional : v-se que a sanefao i qne alinde
a 2a parte do referido art. 15, isto a
que deve ser dada lei votada novamente
pela assembla, qoando se nio verifica al-
guma das hypotbeses do dito art. lh\,
nio um direito, mas urna formalidade que
a lei reputou necessaria, e cajo comprir
ment nlo fie >u sojeito ao arbitrio do pre-
sidente da provincia.
Consegointemente, tanto a letra cono
o espirito da Lei mostra a verdade da in-
terpretaco dada ao projecto.
Art. 14 do projecto
Estate o acto addicional, no art. 15,
que, negada a sancelo a om projecto de
lei, ser este sujeito a nova discussio.
< A indeterminacio destas duas ultimas
palavras tem dado lugar > duvida: se, no
caso figurado, deve o projecto passar por
urna smscusso, ou ter as tres determi-
nadas em regra geral, no 1." do art H.
O art. 14 do projecto decide a qnes-
tao pelo segu nte msdo :
As palavrasnova discussiodo art.
15 do acto addicional querem dizer q.ue
< a assembla provincial deliberar do no-
vo sobre o objecto em urna s discas-
slo.
As commissoes achara esta imterpr3taeo
ajustada com o pensamento da lei.
O preceito do citado 1. do art. 11
destinado a regalar a generalidade dos
casos, e funda se na cessidade da serem
examinados e elucidados com dteos, cal
raa e reflexlo os objectos sobre que teoham
de legislar as assemblas provinciaes. Para
eslas assim proceder enteodeu o legisla-
dor serem indispensaveis tres discusses
sobre cada projecto.
No art. 15 tratase, porem, de um
caso especial.- nio a materia do projecto,
j discutida e votada por aqaelle modo, que
tem de ser novamente discutida, mas s-
falsas apparencias, e que nunca existir a
gravidez
Aquella declarado dea o ultimo golpe as
es seraneas da condessa, que principioa a
duvidar de si raesma, e chegou a pensar
que talvez durante alguns mezes tivesse
sido vctima douma deaencia passageira.
E nao obstante, estranba e sublime in-
consequencia 1 todos os das, as suas ora-
Cues, pedia o amparo de Deus para a crian-
cinha que, segando toda a gente dizia, nio
linha nascido.
O conde de Rahon, nlo obstante a pro-
funda tristeza que Ihe dava a perda das
suas esperancas, redobrava o carinho e os
cuidados para com sua esposa ; bem sabia
elle que era preciso cicatrizar a profunda
chaga d'aquelle sensivel coracio, qae taato
padecer.
Simoa Raymundo, ou para melbor dizer,
Francisca Aryac, cuja mis>lo no castello j
terminara, ratirou-se para a sua vivenda de
Chamblaz, levando comsigo mais um re-
morso e duas boas recompensas, paga urna
pelo conde de Rahon, e outra pelo marquez
de Saint-Maixent.
Era, portanto, complecta a victoria d'este
ultimo fidalgo e da formosa Olympia.
Nao tinham efectivamente supprimido o
obstculo que se interpunba entre elles e a
riqueza immensa de Rihon ?
O senhor de Chavigny podia morrer de
morte natural ou de morte violenta, e os
dous cmplices, ama vez casados, teriam
direito a contar com a heranca to desas-
sombradamente sdquirida.
Hafia nio obstante um vago desassocego
a escurecer a alegra do triumpho.
O crime realisado com tanta audacia
como com xito podia ser intil.
Urna vez qae se dra a primeira gravi-
dez, nenhuma seguraba havia de que ella
nlo so repetase.
E teria de renovar-se entio a infame
obra que acabavam de terminar ? Renova-
la E como ?
mente as razoes pelas qu>afn o presidente
da provincia Ihe negou sauccio. E como a
discussio, assim limitada aos- pontos da
discordia, nlo offorece a mesan difficalda-
de nema mesma importancia da que versa
sobre om assompto que pela primeira vez
e em toda a sua extenslo vai ser conside-
rado, nlo se deve entender necessariamen-
te comprehendido este casona generalida-
de da disposiclo anterior: cessante ratio-
ne legis, cessat ejus dispositio.
t Ora. tendo-se no dito art. 15 estabe-
lecido simplesmente que o projecto nlo
sancionado e reenviado seja submettido
nova discussio, nio licito subordinar esta
disposiclo especial a orna regra, qual e\-
pressamente a lei a nlo sujeitoo, cujo3 mo-
tivo Ihe nlo slo applicaveis. Tamo a letra
como o espirito da lei justifica, pois. a in-
teligencia, que em ama s discussio deve
a assembla deliberar sobre o projecto re-
enviado.
Art. 15 do projecto
c Tratando do caso de ser sobmetido
nova discussio o projecto ao qual ti ver si-
do denegado a saneen, diz o art. 15 do
acto addicional que ser reenviado ao pre-
sidente da provincia para sancinalo, s-*.
por dous tercos dos votos dos membros da
assembla fr adoptad: tal guaf ou modifi
cado no sentido das razes allegada* pelo
mesmo presidente.
Nio tem sido uniformemente compra-
hendido o sentido destas ultimas palavras
Importam ellas a alternativa de, ou sustn-
tense o projocto tal qmi, sem nenbuma
modificaco, oo admiuirem-se todas as al-
teraces indicadas as raaoes allegadas pelo
presidente'? Nenhuma dislincco comporta
esta regra ? Eis o ponto duvidoso.
Para resolver a questao cumpre inves-
tigar a razio da Lei.
A obrigacio, imposta ao presidente, no
citado art. 13, de expr as razes pelas
quaes denega a sanecao, e e direito dado
assembla de anrvullar e C<> de ioas tercos de seos membros, mos
trao que a denegaclo da sanecio un
meio estabelecido, nlo para impedir oa sus-
pender a execucio da vontade- da assembla',
salvos nicamente os casos db art. 16, roas
para obriga-la a reflectir ncwamente sobre
a materia do projeeto vista do pensamen-
to, que contrapozo ao seni compeliodo
quelle decidir definitivamente-qu?l dos dous
pensamentos deve prevalecer.
Daqui se v qoe o campo da nova de-
liberasao da assembla Mea circumscripto r
oa devem permanecer as ideas contidas no
seu projecto, oa serem-lhes substituidas as
que o presidente apresenta. Nao pois,
licito assembla nem intercalar entio no
projecto algama ida-nova. nem adoptar so-
manto alguma das modibeaces- propostas
pelo presidente, rejeitando outras. No pri-
meiro caso ella iniciara, o que s tem lugar
na lormacio do projeoto, que tem' de passar
por tres discusses segundo o art. 11 1
do aeto addicional, o ser sujeito sancelo.
No segundo, podendo. cortar .pensamento
do presidente, e adoptar apenas modifica-
ces de pequeo alcance, desprezadas as
de verdadeira importancia, ou alterar o sys-
lema das ideas pela sua desligaclo, tornara
aquelie pensamento incompleto e defeituosn.
E, se slo possiveis casos em que a adopclo
de alguma, mas nao-de outra das modifi-
caces propostas, tenha lugar sem estas
consecuencias, por versarem. sobre ideas se-
paradas, essas exceptes nio-devem alterar
a regra, e tero remedio no direito da assem-
bla ae renovar o projecto e apresema-lo
sancelo, contendo o augmento ou restricclo
qoe julgar necessarios para rnelhora-lo.
De duas orden distinctas slo, porm,
os motivos pelos quaes podo o presidente
da provincia denegar a sanee); delles trata
o acto addicional separadamente nos arts.
15 e 16. Uns referero-se simples incon-
veniencia das disposices em relacao aos
interesses da provincia; os outros aos casos
expressamente mencionados no dito art. 16y
isto de offensa aos direitos de alguma
ootra provincia, a tratados e constituico.
Na primeira hypothese, a assembla resorve
definitivamente a qoestlo pelos dous tercos
dos votos, e o projecto torna-se efectiva-
mente le. sem embargo do juizo contrario
do presidente ; na segunda, prepondera
impugnarlo deste provisoriamente, iicando
suspensa a pobficac-o da lei at resolucio
da assembla geral.
< Esta distiacc/io fundamental, estabele-
cida pelo acto addicional, quanto natnreza
dos motivos de denegaclo de sanejio, e
quanto aos effeitos deste acto conforme a
categora a que pertencem os que Ihe servem
de base, traz urna consequsncia lgica. E
que, qumdo a sanelo negada a um pro-
jecto por motivos aumentes nio s a urna.
Ha certos crimes tenebrosos que nlo
saem bem duas vezes.
Em tu lo isto peosava Saint-Maixent, e as
suas retlexas continuadas suscitaram-lbe
no espirito urna idea fixa e sombra, que
nlo Ihe deixava um instante sequer de re-
pouso.
Ne presenca de Annibal e da condessa
mostrava-se alegre, satisfeito e risonbo ;
apenas, porm, se va s, todo elle se en-
tregava s sinistras meditaces que deixa-
mos indicadas.
Certo dia perguntoo-lhe a formosa 01ym
pia, com quem elle nio usava tanto fingi-
ment :
Que tem ? Porque motivo anda as-
sim meditabundo e cabisbaixo ? Dar-se-bia
qae o parseguem os remorsos ou que o
devora algum receio.
Remorsos, em mim repetio Saint-
Maixent dando aos hombros; espero, minha
querida, que nlo acredite em semelbante
coosa.
Eu duvidava d':sso, effactivamente ;
bastante o conbeco para estar convencida
de que incapaz de se arrepender.
Faz-roe inteira jnstca, amada mar-
queza. Nunca me arropando do que faco
e ambiciono.
Rem; e i respeto de algum receio,
existe realmente ?
Saint-Maixent cabeceou afirmativamente.
E poderei saber em que se funda
esse receio ? continuou a formosa Olym-
pia.
Pode e at deve sabe-h ; tanto inte-
ressa isto senhora como mim.
Tem razio, disse a fidalga, mal-que
o marquez Ihe deu algumas explicares ;
tudo isso pode muito bem succedar, e nlo
conseguimos talvez nada, mesmo depois de
alcancada urna victoria que nos pareca de-
cisiva. Mas apezar de ver. o mal, nio
atino com o remedio qae se Ihe poderia ap-
plicar.
Espanta-Ole, realmente, marqueza !
como tambera i outra d>a duas categerias,
a regrJ. pala qual a asseabii obrigada,
se resolver modificar o nmrao projecto, a
allera-lo em todas as partes1 iodicafas pelo
presidente, s tem applicacio ao coojuncto
dos motivos de cada especie separadamente,
nao aos de ambas indistioctamente Assim,
se a assembla obliterar completamente
todas as disposices do projecto impugna-
das pelo presidente, por se comprehende
rem em alguos dos casos do art. 16, pode
sustenta-lo ao mesmo tempo, tal qual qoanto
s outras disposices s quaes nlo liver
aquelle assentido por jolga-las s inconve-
nientes provincia. claro qae, cessando
nesle caso a razao da regra, a distinoclo
feita maotcm na em seos justos limites,
conforme o pensamento qoe a dictou.
No seMido das razoes expendidas po-
las commissoes, as quaes Ihes parecer
verdadeiras, interpretada a referida dis-
posiclo do arto addicronal no segointe arti-
go (15) do projecto :
A clausula do art. 15 do acto addicio-
nal se fr adoptado tal qual, oa modifi-
cado no sentido das raaes pelo presiden-
te allegadas, obsta a que a assembla
provincial modifique o projecto, a nio
ser para conforma lo em tudo eom as ra-
zes do presidente da provincia.
Se porm o presidente negar a snc-
* Clor fundando-se ao mesmo lempo no
art. 15 e no art. 16 do aeto addicional,
t pode a assembla provincial, modifican-
do O' projecto no sentido das razos de-
duzidas do art. 16, reenvalo ao oresi-
dente na forma e para os Hteitos do art.
15.
Art. 16 db projecto.
Tem sido objecto de duvida se o di-
reito de denegar a sanecio, conferido ao
presidente da provincia no art. 15 do acto
addicional, pode ser ejercido nao s na oc-
casiio de ser-lhe apreseotado o projecto de
lei pela primeira vez, mas anda segunda
vez. no seguinle caso : quando, reenviado
este ao presidente pela assembla, depois
de nova discussio, nos termos do dito art.
15, para os effeitos do art. 19, entender en-
tio o presidente que o raesmo projecio se
acha comprehendido ero algum dos casos
do art. 16.
A interpretarlo dada no art. (6 do
projecto disposiclo sobra que versa a du-
vida a seguate:
< Denegada a sancelo no caso do art. 16
< do acto addioional, nio pode o presidente
de provincia reconsiderar o projeeto,
quando Ihe reenviado, para recusar-lhe
a sanecio por motivos de duvidas do
art. 16. >
< Se o acto addicional nio declara ex-
pressamente que o direito de denegar a
sancelo, de que- trata o citado art. s
pode ser exercido, qualquer qae seja a es-
pecie do motivos em qua sefunde, qoando
pela primeira vez apreseotado o projecto
de lei ao presidente, tambem de nenhuma
de suas disposices se pode inferir qoe a
este seja livre usar daqnelle direito em ou-
tra occasilo. O art. 16, referindo-se a
certos motivos especiaes sobre os quaes
pode basear-se a denegaclo da sanecio, na-
da determina acerca do teropo em qae o
acto deve ser praticado, tempo j flxad em
termos geraes no artigo anterior ; o seu tiro
nico declarar o effeito extraordinario
que, em tal caso, ter aquella denegaclo :
o da suspeosacio da lei, se pela assem-
bla fr sustentada sera alteraclo, desatten-
dida a impugnarlo do presidente.
Ao espirito da le repogoa a intellgen-
cia ampliativa nesle assmpto. O direito
de sancelo que o acto addicional conceden
aos presidentes de provincia de natnreza
especial e restricta. Sa este emende nio
dever d-la por estar em desaccordo com a
.-ssembla sobro a materia do projecto de
lei, cumpre-lhe declara-lo, expondo as ra-
zes em que se fonda, no prazo perempto-
rio de dez das; a assembla delibera so-
bre os motivos da impugnacio, e por doas
tercos dos votos de seus membros, se os
nlo julga procedentes, sustenta o seo pro-
jecto e o reenva- tal qual ao presidente.
Eis o processo nico estabelecido para ser
observado sem distneces e excepces. A
differenca dos motivos, mencionados nos'
arts. 15 e 16 influe somente sobre os effei-
tos da denegaclo da sancelo : se aquelles
se referem a interesses provinciaes, preva-
lece completa e definitivamente a vontade da
assembla ; se perteneem ordera dos no-
meados no art. 16, sojeito o projecto
suspensivamente decislo da assembla
geral. A denegaclo de sancelo olo pode
ter lugar, portanto, senlo quando o projee-
to apresentado pela primeira vez ao pre-
sidente da provincia.
Art. fZ dvprojecta.
-- Exigmdo o aeto McmmI, no art I*,
< dous tercos dos voto dos meaibros di
assembla r, para o fim qoe m rafero o
mesmo artigo, nio declara m atea mm
tercos slo coudos em relacSo ao
dos membros presentes na
ao numero total dos qoe a conapotm.
Teem sido entendidas aquellas pala
em ambos estes sendos.
O projecto as interpreta do
modo no art. 17:
< Os dous terco de votos de que trata o
* art. 15 do acto addicional slo do* aaaa-
t brns presentes na assembla. >
c Pansam as commissoes que esta a
intelligeocia conforme ao pensameoto da
lei.

disse Saint Maixent com irona, Otando na
sua compice um olhar profundo e escru-
tador.
Porque ?...
Julguei-a urna mnlher de talento...
e na realidade que o era...
E agora j nio sou ?
Nlo, pelo menos n'este instante, por
que o remedio que nio adevinha, devia-lhe
ter lembrado, como j rae lembrou miro...
nico e muito simples.
Expliqne-se.
Vou explicar-me, co'a fortuna I A
condessa um perigo para nos ; desappa-
reca a condessa e desapparecer o obstculo
Por codseguinte, mister que morra.
Mais um crime I... balbuciou a se-
nhora de Chavigny empallidecendo muito.
Um crime necessario. Mas que ten?
Parece estremecer.
Sm, estremeco.. % estremeco de hor
ror e de espanto. J tenho avadado mui-
to no caminbo do mal... mas nio cheguei
ainda esse poeto. Mara minha paren-
ta e minha amiga ; nio quero que a ma-
tera.
Nio quer 1 volveu o marqaez com
entonacao ameaeadora.
Nio nio cam vezes nlo I redar-
gaio a formosa Olympia com firmeza. Bas-
tante i temos feito para obter essa riqueza,
qae nos deslumhra. O senhor nlo ir mais
por diante I
Julga isso, Olympia ?
Tenho toda a certeza.
E qaem me deter ?
Ea f
E como poder deter-me, quando eu
meempenho,em seguir para diente ? Tenia
acaso denunciar-me ? Olhe que seria ama
granda tolice, porque a senhora minha
cmplice, e liga nos urna cadeia indissoluvel.
Nio me pode aecusar sem se deitar a
perder.
Nio, nlo denuncio : faco oqlra cqpsa
methor.
c A primeira razio que se offerece a
favor a que se deduz do principio qoa
para as deliberaces dos orpos conectivo
s se devem attender aos votos dos mem-
bros presentesvota obsentiitm accreacmm
preotibus. Este principio regola todos o
casos, salvos nicamente os que forem ex-
ceptuados por disposiclo expressa ; portan-
to, nlo declarando o citado art. 15 qne esa
reanlo ao numero total dos membros do
que se compuzer a assembla deven ser
eontados os doas tercos de votos, nao se
podem deixar de entender eslas palavras
aro harmona com aquelle principio, isto i,
significando qae os dous itrios sao dos
membros presentes rennidos era numero
legal para haver sessSo.
< Esta ntelligenoia conlrmada pela
considepacio dos resoltados que da contra-
ria se seguiriam. Se-, oa hypotbese a qoe
se referem as palavras coniroverjas, s po-
dessa ser lomada a deliberac por dos
tercos de votos contados na razao do Ho-
mero total dos membros da assembla, ra-
ras vezes esta conseguira sustentar sua
opiniao contra a do presidente da provincia.
Com effeito, dando-se sempre a falta de
comparecimento de membros as sessoes,
bastara qoe poneos fossem discordantes,
para que os restantes, embora eia mui
grande maioria, nlo completassem os- doos
tercos, por aquelle modo compntados. Vk
ria d'ahi nao s o absurdo de ser impedida
frequenteroenle a assembla de levar por
diante o seu pensamenio pela opposieo de
urna insigniticantissima minora, mas ainda
a consequeneia de prevalecer qoasi seapre,
por tal motivo, a opiniio do presi lente da
provincia sobre a da assembla, o qne re-
pugna ao espirito do acto addicional.J
ambigua voce legis ea petius accipiena
est significatio qua vitio oaret, tt ip ra
gerendee aptior est.
A>rt. 18 do provecto.
< O acto addicional (art. 13 parte 2") es-
tatu, quanto s leis relativas aos objedes
de interesse municipal, comprebendidos nos
%% 4, 5o e T do art. 10, e aos assoaapls
mencionados nos Io, 6o, T e 9* do art.
Il.o seguinle : c Serlo decretadas pelas
mesmas assemblas sem dependencia da
sancelo dos presidentes de provincia.
< Tem sido objecto de dovtda, se. qoan-
do Ibes slo enviadas aquellas leis, correaos
presidentes o dever de manda-las publicar,
ainda que neilas se contentiam dispotieeos
que Ihes nlo sejam proprias e pertencaaa i
ordem das que slo sajeitas sancelo.
f Eolendem as commissoes qoe as alta-
das palavras do acto addicional se nao pde
dar sentido lo lato, qae abrania este sano.
< A isenco da sanelo establecida a
respeuo das leis de que se trata, importa
certamente o direito independente e ampio
das assemblas dedisporem como jalgarem
conveniente sobre os objectos a qne essas
leis devem referir-se, e conse^uinteroenle o
dever correlativo dos presidentes de pro-
vincia de manda-las publicar, qualquer qoe
seja o seu juizo a respeto uV sua convenien-
cia, implica tambero aquella d roito-o de
usarera as assemblas, nesle caso, do- meio
estatuido no-art. 19 para as leis que care-
cera de sancelo, isto de ordenare ellas
proprias a publicarlo pelos respectivos pre-
sidentes, quando os de provincia deixarena
de cumprir o seu dever no prazo de dez
das.
Mas app.licavel csia doutrina as leis
que, tendo por materia principal algum dos
objectos mencionados nos referidos para-
graphus, contiverem todava disposices es-
tranhas, sojeitas por sua na'.urea i sane-
Cao ? Bis a questio.
(Continuar-se-ka).
Qoal ?
Impossibilito o crime, anoollandoo
motivo qae pode origra-lo. Quer assas-
sinar a condessa porque eu hei de bardar
a sua fortuna, e espera possuir essa fortu-
na por meio do nosso casamento. Pois
bem: juro Ihe que se minba prima morrer
de morte suspeitosa, quebra^ei as rumbas
reiacoes com o senhor, frustrarei prpjectos e nio nsarei nunca do seo appel-
lido. Ouve ? Assim o juro, e tenba a
certeza de qu< saberei comprir este jura-
mento.
A senhora de Chavigny esperava qoe o
marquez se exasperasse; mas nlo foi assia.
O fidalgo deixou pender a cabeca, e quedoo-
se alguns segundos absorto em fondas ase*
ditacas.
Pois assim seja bradou eHe de re-
pente. Tem de certo razio, e so devo
obedecer-lhe, e se em vez de sopprisair-
mos o obstculo, o arredassemes para o
lado?
Que quer dizer ?
E se en apagasse do livro da vida o
nome da condessa de Rahon, sera diminnir
nem um s dia da sua existencia : n'eaaa
palavra, se ella eslivesse mora e viva 4
um tempo se vivesse depois de noria, n a
senhora boovesse prova d'isso ?
Depois ? _____
. Deixar-me-bia levar effeitn os Man
planos ?
E porque nio ? Mas como se na de
obter osse resaltado prodigioso ? Como
ha de aicanca-lo ? Porqae meios ?
Por ora nio sei; mas vou escofitar
na imagnacio, e bei da encontrar, i f de
qaem sou.
_ Viva e mora om tempo I.. r*de-
pois di mortal... repeli a formosa
Olympi. Isso impossivel I
" Qaem sabe ?...
FIM DA SEflUNDA PARTE.
TYP. DO DlAHt-HUA oo DUtB MOU|

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