Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12228


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Full Text
s
^ma

AlflVO XL.I. NUMERO 224
0*81 *h
PISA A CAPITAL E IUGAKS OIDE HAO SE PAGA PORTE,
Por tres metes .sdiantados
jpor sois ditos ideat .
'i'nrnm anHoid3m.. .
Cada mnmero avulso .
12,
*4000
320
DIARIO D
TERCA FEIR 4 DE OUTUBBO DE 1810.
PABA DEITBO E FOBA DA PiOVIHCIA.
Por tres meies achantados
Por seis ditos dem. .
Por nove ditos dem .
Por ora anuo dem .
t



M70
31600
204290
27#0ft
PERMMBIM
Fropriedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos.
AO AS1TES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncalves d Pinto, no Maranho ; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; &to de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Jno Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jote JtatiM
Pereira d'Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes! na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Cosa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins llfM. na Bahia; e Jos Bibeiro Gasparinho no Jiio de Janeiro.
PABTE OHICIAL
Ministerio do imperio.
Contrauacao dos ofllciaes e pracas Jo exeroito,
suarda nacional. voluntarios da patria nao ineor-
-porados; corpo de sade, repartido ecelesiastca e
paisanos condecorad* em reraunerago dos rele-
vantes serviros prestados na guerra do Paragnav,
por decretos "de 6 do corrente.
Ordem da Rost.
OlBiaes.
Tenentes : Jos Machado de Sonza, pelos com-
' Dates de 2 e i de mato de 1868 ; Euzebio dimes
de Argollo Ferri, peto de t de margo de 1868 ;
Manoel Jos de Castro, pelo de dezembro de 1868;
Ignacio de Oiveira Bueno, expedicao Villa Rica ;
Joaquim de Gaastanheda Pimentel, pelo de dezem-
bro de 1868; Miguel Antonio de Mello Tambo-
rn), idem ; Ignacio Antonio Gomes de Oliveira,
dem ; Tnomaz Tnompsnn Flores, idem ; Helvecio
Mooiz Telles de Menezes, dem ; Antonio Carlos
da Silva, idem ; Jos Salustiano Fernandes dos
Res, idem ; Autonio de Freitas Travassos, idem
Frederieo Augusto da Gama e Costa, idem e Cor-
ailheiras ; Julio Augusto da Serra Martins, dem ;
Jos Pinto Freir, idem; Theodomiro de Mello
Barreto, idem; Pedro de Alcntara Tiberio Capis-
trano, idem ; Antonio Joaquina Goedes de Miran-
da, dem ; Benjamiin Pereira Monteiro, pelos de
dezembro de 1868; Justino da Silveira, idem ;
Justino Pessoa de Andrade, idem ; Jos Joaquim
de Carvalho, pelos de Cordilheiras ; Luiz Fran-
cisco de Paula Albuquerque Maranho, dezembro
de 1868 : Emilio Garca Fres, idem ; Jos Joa-
qnim de Andrade Neves, pelos das Cordilheiras ;
Jos Mara de Maraes, idem ; Pedro Flix de Me-
deiros Mallet, idem ; Julio Placido Soveral, idem ;
Constancio Quirino de Agniar e Silva, idem ; Ig-
nacio de Souza Goura Jnior, idem e de dezem-
bro de 1868; Manoel de Oliveira Bueno Filho,
ide.m.
Primeiros tenentes : Joaquim Alves da tosta
Mattos, pelos de dezembro de 1868 ; Bernardiao
da Silva Torres, idem ; Antonio Fernandes Bar-
bosa, idem ; Eugenio Augusto de Mello, idem ;
Joo Nepomuceno da Cimba, idem ; Pedro Mxi-
mo Barbosa, idem ; Joo Marinbo Falio, idem e
das Cordilheiras.
Segundos ditos : Francisco Clemente Santiago
Daaus, pelos de dezembro de 1868 ; Miguel Mara
Girard.idem das Cordilheiras.
Alferes : Antonio da Costa Cirne, pelos de 2, 4
s de maio de 1868 ; Dionysio Evangelista de Cas-
tro Cerqueira, dem e Cordilheiras ; Benedicto
Augusto de Lorena, pelos de dezembro de 1868 ;
Tnomaz de Mello Guimaraes, Idem ; Tito de Souza
Camiso, idem ; Javlta Duarte Silva, idem e Cor-
dilheiras ; Ricardo Damasceno de Albuquerque,
ltimos feitos ; Clementino de Paula Souza Mala-
rueta, pelos d) dezembro e Cordilheiras ; Fran-
cisco de Paula Almeida Albuquerque, idem ; An-
tonio Lopes Brasil, expedicao Villa Rica ; Geo-
irapho Antonio de Castro e Silva, pelos de dezem-
bro e Cordilheiras; Luiz Vieira Machado, pelos
de dezembro de 1868 ; Antonio Braz de Carvalho,
idem ; Procopio Jos Moreira, pelos das Cordilhei-
ras ; Wenceslao Freir de Carvalho, idem e de
zembm de 1868 ; Delflno Albino Gongalves,
dem ; Colatino Candido Tupraamb, Cordilheiras;
Franceiino Leal Gomes, idem; Hermeto Gomes
Tsurnho, idem ; Carlos Manoel da Silva Aguiar
Franco, idem.
Primeiros cirurgi5es : Dr. Antonio de Souza
Dantas, idem e dezembro de 186B ; Dr. Joaquim
de Mallos Telles de Menezes, idem e Cordilheiras ;
Dr. Eufrosine Pantaleo Francisco Nery, idem ;
Dr. Mauoel Cardoso da Costa Lobo, idem ; Dr. Ar-
thur Cesar Ros, dem ; Dr. Jos Maria de Sonza
Fernandes, pelos de dezembro de 1868.
Kx-dito de commisso Dr. Jos Theodoro da Sil-
vi Azambuja, pelos servidos no hospital de Monte-
video.
Pharmceulicos alferes : Seratim dos Sanios
Soasa, pelos de dezembro de 1868 ; Antonio Este-
ve- Mareondes de Gouva. dem.
Capeio conego Seralim Gongalves Passos de
Miranda, dem.
Cipello padre Fortunato Jos de Souza, idem.
Auditor de guerra Dr. Melcades Augasto de
Aievedo Pedra, idem e Cordilheiras.
Cavalleiros.
Majores : Carlos Augusto da Cunta, pelos de
dezembro de 1868 ; Luiz Carlos Mariano da Silva,
idem dito da guarda nacional Feliciano Teixeira de
Almeida, pelos das Cordilheiras.
Cabites : Ulysses Augusto de Albuquerque
Salles, idem ; Benedicto de Almeida Torres, idein ;
Joo Carlos da Rocha O.-orio, idem ; Francisco de
finja de Almeida Corte Real, idem ; Victoriano
de Medina Martins, idem ; loas Soare3de Lima,
- de dezembro de 1868 e C rdilbeiras; Anto-
nio Gomes da Luz, pelos das Cordilheiras ; Pedro
Jos Cardoso, idem ; Albino Rosiere, idem ; Fran-
cisco Jos Teixeira Jnior, idem ; Jo* Francisco
C >el!io, idem ; Bento Goncalves Xavier de Azara-
liuja, idem ; Edu irdo Augusto da Costa, idem ;
Jeronymo todrigues de Moraes Jardim, idem ;
rtioin'az Carneiro da Cunba, idem ; Marcos da
Costa Brito, dem ; Jos Gongalves de Meirelles,
idem ; Antonio Emilio Vaz Lobo, idem ; Joo de
Olivara Neves, idem ; Laurindo Cardoso dos
tatos Menezes. idem ; Zeferino Aniones de Mi-
nies, idem ; Virginio Antonio Baicellos, idem ;
({aventura Antonio Martins, idem ; Joo Jos Va-
gas, idem ; Feliciano Jos Lina, idem ; Benedicto
Jorge de Faria, pelo combate do forte de Coirabra ;
Jnaq'iiin Ribeiro da Silva Peixoto, pela batalla de
24 de maio de 1866 : Antonio de Godey Moreira,
pelos de 2 e 4de maio e dezembro de 1868 ; Se-
veriaoo de Cerqueira Daliro, idem idem e Cordi-
lheiras ; Tiburcio Vaferiauo de Arruda, idem
iem idem ; Aureliano de Figoeiredo Paes, idem
de dezembro de 1868; Jo= Tavares da Silva,
id-m ; Joaquim Virhsimo Pinheiro, idem ; Joo
Rodrigues das Cnaga, Idem ; Israel Alves de
Araojo, idem ; Joo Jos de Miranda Abren.
idem; Jos Candido de Barros Jnior, idem ; Joo
h Matta dos Santos Filho, idem ; Francisco Ral-
toniro de Albuquerque Maranho, idem ; Joo
Nunes Sarment, idem ; Joaquim Mendes Ouriques
J icques, idem e Cordilheiras ; Jos Baldnino de
Albuquerque. idem idem ; Jos Caetano de Lima,
idem de dezembro de 1868 ; Antonio Ermido dos
Sintes Coelhn, idem ; Felinto Gomes de Araujo,
dem ; Francisco Ramos de Oliveira Guimaraes,
idem ; Ladovino Jos Eleuterio, dem ; Damin
Jos de Souza Guimaries, idem ; Jacmtbo Pedroso
de Almeida, expedicao Villa Rica ; Jos Manoel
de Maia Filho, combates das Cordlheiris ; Anto-
nio Euzebio da Fontoura, idem ; Jayme Pinheiro
de Ucha Cintra, dem ; Antonio Virissimo Ivo de
Abren, idem de dezembro de 1868 ; Francisco Be-
nedicto de Mattos, idem ; Tnomaz Pereira Pinto,
dem ; Domingos Ferreira GoncaWes, expedicao a
Villa Rica ; Manoel Aires Frasio de Lima, dem ;
Dwnvsio Amor, Idem ; Guilherme Jos Hamos,
bates de dezembro de 168 ; Joo Antonio
ViltaaBoan, dem ; Jeronymo Antonio Lopes J-
nior, idem ; Prancweo Ravmondo Ewerton Qua-
dras, idem das Cirdilheiras; i Jos Francisco San-
Vago, idem de dezembro de 1868 ; Jos" Mana da
Sllwira, dem ; Carlos Fredenco da Cunha, idem ;
Joao de *anta Ana Meira, XBedicio villa de
S. Pedro ; Manoel Antonio de Lima Vieira, idem ;
Antouio Teixeira Cabral, combates de dezembro de
*4M8 ; Torquato Jos Codlho, idem ; Manoel Joa-
qurn do Nascimento, idem ; Licerio Augusto Pe-
reira, idem ; Marciano Rodrigues Ramos, idem ;
Antonio Cardoso de Mraexcs, podico villa da
Concaico ; Joo Francisco da Silva, combates de
dezembrotde 1868 ; Joao Pereira Guimaraes, idem
e Cordilheiras ; Leocadio Jos Rodrigues, idem
de dezembro de 1868 ; Constantino Jos Lopes,
expedicao do eeneral Portinho e combates de il
de jolho de 1869 ; Carlos Augusto No?ueira da
Gama, idem idem ; Pedro Soares de Alliayde.
dem idem ; Joaqnim Cavalheiro do Amaral Fon-
toura, idem idem ; Antonio de Finitas Noronha
combates de dezembro du 1868 ; Antonio Carlos
Cidade, id. in ; Joaquim Mauricio Goocalves,
idem ; Joaquim Goncalve Ramos, dei ; Jo Al-
ves Ferreira Marinheim, idem ; Vicente Ferreira
de Faria Goiabeira.idem ; Sebastin de Carvalho
Farinha, ltimos feitos; Isidoro Jof Antnnes,
idem ; Carlos Ignacio da Rosa, combates das Cor-
dilheiras ; Fabriciano Augusto da Silva, idem ;
Amonio Jos Baptista La, idem ; Pedro Joaquim
Alves, idem ; Appk) Avelino de Sonza Monteiro.
idem e dezembro de 1868 ; Romao Ridio, idem
das Cordilheiras ; Vctor Gnedeo da Luz, idem ;
Francisco Dinjz Caldeira, idem ; Dmaso Peroira
Porto, idem ; Antonio Candido da Costa, idem ;
Modesto Rodrigues da Silva, ltimos feitos; Jos
Ribeiro dos Santos, Cordilheiras ; Victoriano An-
tunes de Oliveira, idem ; Joaquim Jos Neves Sei-
xas, combate de 27 de maio de 1866; Isidro Car-
doso de Oliveira Guimaraes, pelo de 2 de maio de
1866 ; Joo Manoel de Lima Mariz Sarment, pelo
de 24 dito ; Francisco Xavier de Araojo, pelos de
8 de maio e dezembro de 1868; Gregorio Alves
de Siquera Bueno, idem de 2 e 4 de maio dito ;
Jeronymo da Fonseca Villa Nova, dem ; Joaquim
Sebastio de Aquino, idem de dezembro de 1868 e
Cordilheiras ; Francisco Antonio de Souza Fran-
co, pelos de dezembro de 1868; Manoel Rodrigues
Pereira, idem ; Domingos da,Silva Barbosa, idem ;
Joo Manoel de Moraes, idem ; Julio Mariano da
Silva, idem; Joo Fernandes Rarbosa, dem ; Ma-
noel Alves dos Santos, idem ; Salvador Antonio Pi
res, idem; Bonifacio Jos Crispim, idem : Antonio
de Souza Maia, idem ; Antonio Joaqnim de Maga-
Ihes, idem das Cordilheiras ; Francisco de Souza
Ferreira Rabello, idem ; Manoel da Cunha Silvei-
ra, idem e dezembro de 4868 ; los Manoel Soa-
tes, combates de, dezembro de 1868 ; Manoel Xa-
vier da Maia, idem ; Joo Teixeira da Silva, idem;
Lncio da Silva Portella, idem ; Joo Candido Gou-
lart, idem ; Eduardo Jos Barbosa, idem ; Alfonso
Fagundes do Nascimento, idem ; Acacio Joaqnim
Correa, idem ; Antonio Jos Das da Silva, idem e
Cordilheiras ; Francisco da Cnnha Silveira, dem ;
Rejnaldo Soares Louzada, idem ; Joo da Cunha
Silveira Filho, combates de dezembro de 1868 ;
Manoel Joaqnim de Almeida, idem ; Francisco de
Pauta do Andrade Neves, idem ; Salustiano de
Barros e Albuquerque, idem ; Maximiano Jos
Gomes de Paiva, idem ; Luiz Francisco Monteiro
de Barros, idem ; Innocencio Galvo de Queiroz,
idem.
Tenentes : Jos Joaqnim de Aguiar Correa,
combates das Cordilheiras; Thomaz Alfonso da
Silva, idem; Amarillo de Olinda Vascoocellos,
idem ; Genero Goncalvea Praga, nltimos feito" ;
Claudio Jos de Andrade Cordilheiras ; Eduardo
Velloso Linhares, idem; Florisbello Jos da Silva,
idem ; Francisco Joaqnim Pereira Caldas, comba-
tes de dezembro de 1868 e ltimos feitos ; Fran-
cisco Vctor da Fonceca e Silva, cordilheiras ;
Clandino Jos da Silva, idem ; Alfonso Justiniano
de Mello, idem ; Candido Maria Alves, idem ;
Antonio de Lima Bueno, idem ; Iganacio Tran-
quilino de Oliveira Bello, idem ; Jos Gomes de
Quevedo, idem ; Jos Francisco da Costa, idem ;
Jos Bernardo da Silva, idem ; Juvencio Soares
de Azambuja, idem ; Justino Silveira da Rosa,
idem e Cordilheiras ; Anacleto Alves de Simas,
idem, idem ; Elisen Teixeira de Mello, idem, idem;
Ricardo Leo Belfort Sabino, combates de de-
zembro de 1868 ; Claudino Raptista Lelo, idem;
Arstides Augusto Cesar Pires, idem ; Flavio de
Abreu Fialhn, idem ; Joo Francisco Duarte de
Oliveira, idem; Justiniano .Candido da Cunha
Barbosa, idem e Cordilheiras ; Luiz Jos de Mi-
randa, ipem ; Jo.o Marques dos Santos, idem ;
Francisco Alves dos Santos, idem ; Ismael Alves
de Almeida, idem ; Laurindo Pinheiro da Siiva,
combate de dezembro de 1868 ; Joao Baptista Car
filho. idem; Joo Dioclecio da Silva Paula, idem;
Joaquim Francisco Pereira da Costa, idem ; Epi-
phanio de Nossa Senhora_da Fe, idem ; Albino
Broat, idem ; Dionysio Jos de Ornellas Filho,
idem ; Jos Joaquim Correa de Moraes, idem_;
Joan Carneiro de Campos, Cordilheiras ; Joo
Jos Bueno, combates de dezembro de 1868;
Argemiro Lopes de Carvalho, Idem ; Joo Carlos
Lobo Bolelho, idem e Cordilheiras ; Pompeo de
Souza Araryboa, idem idem ; Venancio Jos de
Oliveira Furtado, expedicao villa Rica ; Ernesto
Barcellos de Amorim, idem ; Jos Teixeira da Sil-
veira. idem ; Jos Adolpho Pereira Caldas, idem;
Feliciano Xavier Freir Jnior, idem a S. Pedro ;
Antonio Bento Fres, idem ; Antonio Jos de
Borba, idem ; Hilario Pinto de Oliveira Ribas,
combates de dezembro d"? 1868; Jos Alexandre
de Brito, dem ; Pedro Goncalves Dias, dem ;
Jos Pedro Nunes, expedicao villa da Cooceicio;
Timotheo Garca da Rosa, idem ; Joaquim Teixei-
ra do Brasil, combates de dezembro de 1868; Hy-
polito Gomes Martins, idem e Cordilheiras ; Ger-
mano Jos Correa de Araujo Maia, combates de
desemhro de 1868 ; Joo Bip'.ista Correa, expe-
dicao villa da Conceico ; Miguel Calmon Du
Pin Lisboa, idem ; Manoel Gemintano Baptista,
idem ; De;phim da Cmara, combates de dezem-
bro e Cordilheiras; Francisco Pedro da Cunha,
idem ; Gabriel Rodrigues Portugal, I em ; Hono-
rio Horacio de Almeida, idem ; Vasco Alfonso de
Andrade Neves, idem ; Fraderico Cesar Vianna.
idem ; Francisco Martins Cordoniz Jueior, idem;
Bel miro Vicente de Araujo Campos, combates de
dezembro de 1868 ; Adrin Antonio de Almeida,
idem ; Hildebrando Pereira Coimbra, idem ;
Francisco de Castro Canto e Mello, idem ; Joo
Jos da Silva Viveiros, idem; Melaneo dos Res
Pereira do Lago, idem ; Angusto Alvaro de Car
valho, idem ; Jos Damasceno dos Santos, idem ;
Joaquim \lves do Couto, dem; Zeferino de
Oliveira Fagundes. idem ; Mauricio Gomes Jar-
dim, idem ; Manoel Joaquim Teixeira de Car-
valho, idem ; Raymundo Victorino dos Santos,
dem ; Zeferino Lopes da Rosa, idem ; Gabriel
Pires Feij Jnior, idem ; Jos Sinieo Tarouco,
idem ; Francisco Osorio Torres idem ; 'Abei
Mendos de Arruda, ltimos feitos Jeronymo
Ignacio dos Santos, dem ; Antonio Joaqnim dos
Santos, expedige do general Portinho e combale
de 21dejulhode 1869; Antonio Leonarde Pulan,
idem idem ; Jos Teixeira da Silva, idem idem ;
Manoel Ignacio da Silveira, idem Idem ; Joo Ma-
chado Bitteneourt, dem idem ; Liberato Jos
Guterres, dezembro de 1868 c Cordilheiras ; Theo-
doro Goncalves do Naieimento, idem idem ; Joa-
quim Pereira de Miranda Sobrinho, idem idem ;
Joo Bessa da Silveira Bello, dezembro de 1868 ;
Joo da Cunha Silveira Sobrinho, idem ; Joo de
Freitas Pimentel, idem; Joo Damasceno, idem ;
Jos Manoel Guiarte, idem ; Jos de Araujo e
Silva, idem ; Eiisiario Ferreira Prestes, idem ;
Antonio Rodrigues Bautista, idem; Ant mi do-
Santos Cardoso. idem ; Olavo Antonio Ferreira.
Cordilheiras; Manoel Antonio de Moraes, dezem-
bro de 186S ; Cetario Alves de Oliveira, idem ;
Israel de Lemos Pinto, idem ; Joo Consuno
Pinheiro Bitteucourt, dem ; Antonio Claro Borge?
dezembro e Cordilheiras ; Cypriano Nelsio da
Cuoha, idem idem ; Mauricio 'Getnoes Altes Pe-
reira, idem, dem ; Mareos Ferreira de Araujo
Cardoso, dezembro de 1868 ; Basilio- Pereira da
Silva, idem ; Bernardo da Casta Bandeira, idem ;
Xntonio Garca de Miranda, idem ; Pedro Jote
Goedes Luiz, idem : Antonio Galdino de Son
Alves, idem ; Francisco Antonio de Deus e
Costa, idem; Sabino Jos) Ferreira*da Silva, idem
Francisco Antonio Machado, idem ; Anacleto
Ramos de Abren Carvalho Contreiras, idm ;
Belchior Antonio' Ribeiro da Fonceca, idem ;
Arstides Fumino Vero, idem ; Fernando Jos
da Gama Lobo, ideo ; Gamillo Beruardo Galvo,
dem ; Jos Fernandes Jnior, idem Egydio
de Oliveira Prado, idem ; Joaqnim Elias Amado,
idem ; Jos Joaquim Alves, dem e Cordilheiras ;
Jos Correa Telles, idem ; Jos Marcolino de An-
drade Vasconcellos, idem; Francisco Genuino
Simoes, idem ; Luiz Borges Monteiro, idem ;
Joo Machado de Souza, idem ; Joaqnim Alves de
Macedo, idem.
Primeiros tenentes : Jos Antonio Colonia, Cor
dilheiras; Francisco Jos Cardoso, idem ; Fran-
cisco Moreira da Rocha, idem ; Manoel Thom
Cordelro, dezembro de 1868 e ltimos feitos;
Sergio Tertuliano Castello Branco, ltimos feitos;
Jos Antonio Rodrigues, combate de dezembro
de 1868 ; Joaquim Antonio Alvaro Pereira, Cor-
dilheiras ; Antonio Pereira da Silva, dezembro
de 1668 ; Eduardo Jos de Moraes. 2 e 4 de de-
zembro de 1868; Guilherme Von Sienoen, idem
idem; Eugenio Adriano Pereira da Cunha e
Mello, expedicao villa da Conceico; Manoel
Peixolo c >im' do Amarante, combate de 8 de
maio o dezembro de 1868; Emilio Carlos Jour-
dam. combate de 21 de marco, dezembro de I
1868 e cordilheiras; Guilherme Carlos Lessance, presideucia da provincia, do I."
dezembro de 1868; Juliano Jos de
?signado.O marechal de campo, bardo de S.
tija.
Cpnforme.Emiliano Erneito de Mello Tambo
tenente ajudante de ordens eucarregado do
he.
Ordem do da n. 498.
arechal de campo commandante das armas
o Sr. capo do balalho 18 de infantaria
ir tn commisso Jos do Reg Barros, para
ir interinamente o lugar de ajudaute de or-
de Pessoa, vago pela exoneraco que pdio e
ta de semelhante lugar, o Sr. mejor Jos Luiz
iira.
mesmo marechal de campe, previne aos Srs.
mandantes de cornos, depsitos, estarpas mi-
liires, que d'amanha em diante principiar a fa-
tsas suas revistas.
jlssignado.Baro de S. Borja, marechal de
cfpo.
JEonforme. -Emiliano Ernesto de Mello Tambo-
iin, tenente ajudante de ordens encarregado do
djtalhe.
de 1868; Juliano Jes de Amorim
Gomes, idem ; Erico Rodrigues da Costa, idem;
Idalino Favnrino Ferreira Villana, idem ; Candido
Jos de Medeiros, idem ; Gil Braz da Silveira,
dem e Corddheiras.
Segundos tenentes : Adalberto Pedro Xavier
de Castro, Cordilleras ; Emilio Estacio Belmon
di, idem *. Joo Luiz Bittenconrt Costa, idem
Joo Felicio dos Santos, idem ; Raymundo Per-
dilo de Oliveira, idem ; Candido Leopoldo Es-
tevas, idem ; Victoriano Gomes Maciel da Silva;
idem ; Flix Antonio Clandino, idem ; Joao Ro
drignes Lima, idem; Floriano Gomes Maciel;
Aostriclino Villarim, idem ; Jos Antonio de Ma-
cedo Amorim, idem ; Arthur Rodrigues da Sil ;a
Lopes, idem; Honorio de Souza Lima,dem ; Vir-
ginio Napoleo Ramos, idem ; Joaquim Innocen-
cio de Oliveira, idem ; Luiz Francisco Quintal
idem ; Lniz Augusto Soares Woolf, idem ; Sa-
bino do Reg Barros, pelos combates de 3 e 22
de setembro de 1886; Francisco Antonio da
Silva, idem ; Francisco Agostinho de Mello Souza
Menezes, pelos nltimos feitos ; Francisco Xavier
Vieira da Costa, idem ; Jos Rodrigues Jardn,
idem; Luiz Augusto Pereira de Campos, dezem-
bro de 1868 ; Ricardo Alfredo da Costa Carvalho,
expedicao do general Portinho; Jos Luiz Bastos,
dezembro de 1868 ; Antonio B-zerra Teixeira Ca-
valcante, idem ; Tertuliano de Campos Duarte,
idem e Cordilheiras; Joo Ribeiro Nogueira Soa-
res, dezembro de 1868 ; Joaqnim Alves da Costa
Freir, Cordilheiras; Jos Bernardino Bormann,
dezembro de 1868 ; Miguel Vctor de Andrade
Figueira, idem ; Joao Vidal Pereira da Silva, pelos
de 3 e 22 de setembro de 1866 e dezembro de
1868 ; Frederico Rodrigues de Oliveira Vereza,
pelos de dezembro de 1868 ; Jos Candido dos
liis Montenegro, idem ; Eloy Marinho Carneiro
de S, idem ; Raymundo Rodrigues Bayma, idem;
Lniz R .bailo de Vasconcellos, dem ; Fernando
Augusto da Silva Veiga, idem ; Izequel Jos
Goncalves de Macedo, idem ; Emygdlo Csvalcante
de Mello, idem e Cordilheiras; Francisco da Ro-
cha Callado, idem.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
GYMXASIO PROVINCIAL. Por portara
do crrante,
Jos
para o
e mais
c o minan do das armas.
JUARTEL-GESERAL DO C0MMA.ND0 DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 12 DE SETEM-
BRO DE 1870.
Ordem do da n. 496.
O governo de Sua Magestade o Imperador!, hou-
ve por bem em decretos expedidos na data de 6
de setembro ndo, db pensar me do eommando
das armas desta provincia, e nomear para subs-
tituirme o Exm. Sr. marechal de campo baro
de S. Borja, a quem acabo de entregar o referido
eommando, qne pela segunda vez exerci por mais
de 3 annos.
Dando dea oceurrencia conheci ment a guar-
nico, e felicitando-a porque vai ter sua fren-
te um general natural desta provincia de pre-
cedentes honrosos, cumpro o grato dever de agra-
decer aos Srs. commandantes de corpos da guar-
da nacional deste municipio e do de Olinda, de
linha, do presidio de Fernando, fortalezas, depsi-
tos, audictoria de guerra, chefes de estacoe mili-
tares, offlciaes de sade e em geral os ineus com-
panheiros de armas, a cosdjuvaejio que me pres-
tram para que o servic/i fosse feito com a possi-
vel regularidade, eoadjuvacao tanto mais valiosa
quanto foi melindrosa a quadra em que elle teve
lugar.
Aos Srs. offlciaes empregados no quartel gene-
ral, tenente coronel secretario Francisco Camello
Pessoa de Lacerd..> major Jos Luiz Pereira, e te-
nente Emiliano Ernesto de Mello Tamborim, este
ajudante de ordens do eommando, e aquello de
pessoa, de cujo emprego foi a seu pedido nesta da-
ta despensado, devo-lhes a minha gratido, e lou-
vor pelo zelo e lealdade com que servirara seos
empregos.
Sahindo da briosa provincia de Pernambuco, cu-
jos habitantes sempre me bonraram cora suas be
nevlas attenQes, levo comigo as mais vivas re-
cordecSes, e significando-lhes o men eterno reco-
nhecimeato, offereco-lhes com as minhas saudo-
sas despedidas, os mens tenues serviet-s era qual-
juer parte que a sorte me houver de eonduzr.
AssignadoJoaqun Jos Goncalves Pontes.
ConformeEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
i, tenente ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
Ordem do dia n. 497.
Depais de urna ausencia de trinta e tres annos
da provincia, eu tive a fortuna de ver a luz do
dia, volv a ella para desempenhar o espinhoso
cargo de commandante dis armas, que o governo
de Sua Magestade o Imperador houve por bem
contiar-me por drelo de 6 de setembro ultimo,
e no qnal, medante as formalidades da |ei, acabo
de ser empossado.
Conheci Jo da maior parte de meus irmos dar-
mas, compaeheiros aas lides do Rio Grande do
Sul e do Paraguay, julgo-me despeosado para es-
tes de tragar a liaba de conducta que teoho a se-
guir, e para aquelles que anda roe nao coohecem
dire, que a justica e observancia das leis e reg-
lamenos militares, a inantenca da sobordinaco e
da disciplina, sero o alvo a que attingiro todos
os meus esforcos.
Para isso oescessito do consurso e dedicaban de
todos os militares desta guawico, e de que todos
se compentrelo de seus deveres, dos quaes ema-
na a f.ire/i e a confianca qae-deve existir entre os
chefes e os comraandados.
Cont, portento, e solicito este valioso concurso
para o boro desempean de minhas funegoes, e em
retribu cao me encontrarlo sempre disposto a pro
mover o bem estar nos meus subordinados, des-
tribuindo-lbes prompta justica; quando olfeadidos
em seus direitos.
Continuara em vigor as ordens de meu digno
antecessor e camarada, o Exm. Sr. brigadeiro Joa-
quim Jos Goncalves Fooles. concerneotes ao ser-
vico da guarnicao, at que por experiencia se ve-
rifique a necessidade de seren alteradas ou rewo-
gadas.
da
em
jvista da disposicao do 4r 4. da lei n. 939 de 12
de jolho ultimo, foram mandados servir como ad-
iidos no gvmnasio provincial os prefessores do
extracto Curso Commercial, Drs. Francisco Pinto
Pessoa e Manoel de Figueira Faria.
COMMANDO DAS ARMAS. Sabbado prestou
juramento e assumio o exercicio de commandante
das armas o Exm. Sr. marechal de Campo Victo-
rino Jos Carneiro Monteiro, Baro de S. Borja,
que de presente se acha residiudo ra do Impe-
rador o. 4.
S. Exc, teodo concedido a exoneraco pedida
pelo Sr. majir Jos Luiz Pereira de ajudante de
ordens de pessoa, nnmeon para exercer interina-
mente esse cargo o Sr. major em commisso '
do Reg Barros.
DINHEIRO.-O vapor Panana trouxe
Sr. Jos Rodrigues de Souza 8001000 rs.
as seguintes qnantias :
Para a Parahyba 200*000
o Natal 3:0004000
o Cear 8:400*000
o Maranho 2:450*000
> o Para 2:946*500
De nossa praca levou mais esse vapor:
Para a Parahyba 20:000*000
. o Natal 6:090*000
o Maranho 50:140*000
JURY DO RECIPE.No sabbado insUllou-se a
4* sesso juJicaria do termo do Reeile, sob a pre-
sidencia do Sr. Dr. Francisco de Assis Oliveira
Maciel. juiz de direito da 1' vara,; oceupando a
caftifi da justica pnbliea o Sr. Dr. Jos Joaquim
de Oliveira Fonceca. Pelo Sr. fuiz mnnblpal da
2* vara, Dr. Arminio Corlolano Tavares dos San-
to, kram apresentados 15 processos para seren
julgaios.
Homero foi submettiJo julgamenlo o reo Joao
Jos de Araujo (conhecido por Joo Grande), pro-
nunciido n* art. 192 do cdigo criminal.
O reo foi absolvdo, por ter o tribunal recoube-
nhecido nao ser elle o mandante dos ferimentos
constantes do auto de corpo de delicio.
BARBARIDAD.Sobre a noticia que demos
com esta epigrapbe no nusso numero de domingo,
remelteu-nos hontero o Sr. Dr. juiz de direito do
Cabo o seguate :
Cabo. 4 de outubro de 1870.Srs. redactores
e proprietario.\ do Diario de Pernambuco.Li a
noticia que deu a Revista Diaria, de 2 du corren-
te. acerca do preso reraettido de Cabo para o Re-
cite, e o# termos em que exposta me impoem o
dever de dirigir-lhes estas linhas :
Tendo de Julgar um processo, em que eslava
pronenciado por crime de furto, o preso de que
traa a Revista Diaria, requisitei da leparlco da
polica que o remettesse para esta villa. Veio do
Recife o preso, e no acto-de ser recolhido cadeia,
pela tutoridade quero foi apresenlado, eu nao
o vi.
No sabbado, 1." do corrente, procurou-me o
carcereiro para me informar, que o aros* viera
doenie do Recife, que seu mal se augmentara
achaodo-se enlo gravemente enfermo e em com-
pleto abandono, por fallaren) os recursos precisos
para ser tratado na cadeia, e oessa occasio aven-
tou a idea de ser remettido para o Recife, onde
poda ser curado, se seu estado anda o peruiit
tisse,
Fui cadeia, e reconheci que era pessimo o
estado de sade do preso. Morreria sero du vi Ja no
Cabo, se aqni ss conservasse sem trataroento,
como eslava ; e, nestas circumslancias, com o fim
de tentar sua cura no Recife, devolvi ao Dr.
chefe de polica por dous soldados que tinhara de
voltar para all.
Foi essa a razo de ser enviado para o Recife
o preso. Nao havia razo para a auloridade (lo
Cabo nutrir contra elle ni vontade, e para calcu-
ladamente e por barbaridade apressarlhe a morte.
i Parece-me, que a curta viagein do Cabo ao
Recito s dara a morte ao preso, se elle estivesse
com os das contados. Em todo caso doente, como
estova na cadeia, sem trataroento, sua morte era
certa, e nao poda ser demorada.
o Terei mu tos oulros defeitos, mas tenho con
scieucia de nao poder ser laxado com justica de
brbaro, e de ter coocorrido at hoje para a mor-
te de alguem. Neste terrsno nao receio aecusar
gao seria. Eslon conveacido que o informante da
Revista Diaria nao terii lana indignago, se es-
tivesse bem informado das circumslancias do faci.
c Rogo-Ibes a publicaco desta carta na sua
RevHta Diaria, e por essa attengo Ibes licare
muito agradecido.
a Sivu com toda consideraeocollega atlencioso
e amigo obrigado, Manoel Clementino Carneiro da
Cunka. >
CAPTURAS.Velo do Rio de Janeiro no vapor
Ponina, Antonio Centoio Lopes ou Antonio Lopes
de Aguiar, que d'aqui e ausentou em companhia
de Antonio da Silva Paiva, socio da firma com-
mercial de Lopes Paiva, t berneiros ra larga
do Rosario, le'ando cerca de vinte contos de res,
da casa commercial e de diversas pessoas.
Pelo delegado do termo de Floresta foi cap-
tarado Jos Barbosa, criminoso de morte na pro-
vincia das Alagoas.
Pelo delegado do termo de Cabrb foram
capturados Caetano Gingalves, e Francisco Bar-
bosa, indignados autores do assassinato do teneq-
te-eoronel Saturnino Jos da Silva.
FERIMENTO GRAVE.No dimingo s 9 horas
do dia, Manuel Jacinfho de Sanl'Anna ferio grave-
mente, com urna e-tocada, a Jos Francisco dos
Santos, por causa de briga de gallos, pondo-se
jogoem fuga.
CADVER.Do rio Ca,pibaribe, no lugar Poeto
da Panella, foi tirado o cadver do pudo Vlctori-
oo, eseravo de D. Rosa Gungalves de Jess, mora-
dora na Ponte de Ucha. a morte foi produzida
por asphyxia por submersio.
, HOMICIDIO.No dia 3 de setembro. na ateods
Juca, do termo de Gbrob, iodo Luiza de tal ao
acude, e la encuntrando-se com Florencia de tal
com quem eslava inimisada, foi por esta atirids
ao agude, onde pereceu. A delin juente edio-se.
QUESTAO DE ENVENEiVAMENTO.-No Para-
n vieran as visceras do finado Victoriano de S
e Albuquerque, acompanhadas do relatorio dos
mdicos que procedern) aos exame< chimicos.
Amanha daremos aos leilores a leitura desse im-
portante trabalho, para o qual chamamos a atten-
go publica.
MONTE PI BRASILEIRO.-Tendo sido appro-
vados pelo Exm. Sr. rice-presidente da'pnvincia
os estatutos d'esta sociedade, sao* convidados os
associados a se reunirem no dia 5 do correte
(amanha), s 6 1/2 horas da tarde, alim de tra-
tar se de negocios importantes.
RA DUQUE DE CAXIAS Temos serias quei-
xas de moradores d'esta ra contra o ajuntamento
noute e da de vadios na taberna n. 1, praticando
toda a son de immoralidade, sera a menor at-
tengo s familias que residem prximo. Chama-
mos para isto a attengo do Sr. Dr. subdelegado
respectivo.
VISINHANCA PERIGOSA.Remettem-nos o se-
grate :
c O quintal do predio, de tres andares, roa
da Senzala Velha n. 138, est oceupado por urna
porgio de barris com bren, que o sol ardente lem
derretido em quasi sua totalidade; os armazens
contiguos ao mesmo quintal eslo igualmente ec-
cupados, um com gneros de estiva, agurdente,
vinhos, etc., e outros com saccas de algodjo em
pluma, e granel; o? andares sao todos habilita-
dos por eecriporios coumercaes, e residencias de
familias de negociantes visinbos ; nestas circums-
lancias o deposito daqnella por^o de breu empos-
ta todos os accidentes e eventualidades, j do
sol, j de fogo do ar, e de mistura com grande
quantkjade de palba de gigos dos gneros de esti-
va annexos, pode occasionar um incendio horn-
vel. correndo imminente risco o predio, vida e
ben de seus moradores; e, como mais vale pre-
venir e mal, do que remedia-lo ; pedimos,
quem competente fr, para tomar em considera-
cao estas poncas palavras, faziodo remover o tal
breu para outro lagar, raeoos arriscado, afim de
que as familias dos meemos possam dormir tran-
quillas e desassombradas. >
ALAG0A3.Recebemes pelo vapor brasileiro
Paran jornaes de Macei at o 1* do cor-
rente.
No dia 16 do passado deu-se execugo, pela pri-
meira vez, a lei provincial n. 515 de 30 de' abril
ultimo, que declarou de festa provincial e esse dia
por ser o do anniversario da independencia dessa
provincia.
O Sr. Pedro J s Klin e sua Sra. alforrtaram
gratuitamente ao seu eseravo Roques, de 35 an-
nos de idade, com a condigo de servir dorante as
vidas dos doadores.
Em Macei falleceu no dia 16 do passado, Eu-
genia, preta com cerca de 115 annos. Cosa sem
oculos, e gosava de uso perteilo de suas faculda-
des. Foi urna das coslnheiras de D. Joo VI,
quando em 1808 passou pela provincia da Rahia,
seodo esta nessa poca eicrava da rica familia dos
Cerqueira*.
Fallecen, no dia 5 lo passado o chefe de seccao
da secretara do governo Cypriano da Silva Juca,
que poneos dias antes se tinha aposentado nesse
cargo.
Lemos no Diario das Alagoas :
a No dia 10 de setembro, ii 6 horas da tarde
entrn no porto da cidade de Penedo a escuna di-
namarqueza Komi, rebocada pelo vapor Gequitaia
da Companhia Bahiana, o com earregameoto con-
signado ca Est ioiciado o commercio directo do grande
rio. A entrada deste primeiro navio estrangelro
as aguas do S. Francisco foi solemnisada no Pe-
nedo como urna festa da civilisago. Em Villa
Nova, na paoriocia de Sergipe, foi igual o conten-
ta ment.
c Os navios singravam embandeirudos debaixo
las acclamacoes do povo que se aprobara as
margens do rio. Msica e fogueles patenteavaro o
jubylo das populacoes em cu a* plagas aportava
esse primeiro mensageiro da paz e do seu futuro
engrandecimiento.
Esperava-se naquelles dm o brigue nzlez
Ruth, procedente de Liverpool.
THEATRO DE SANTO ANTONlO.-RealisoU-se
no sabbado o espectculo offerecido pelo Sr. Duar-
te Coimbra, proprielario do theatro de Santo An-
tonio, ao Exm. Sr. marechal de campo Raio de
S. Borja, em signal de rogosijo pela feliz volta
provincia de seu nascimento, coberjo dos vrenles
louros ganhos nos campo do Paraguay. O es-
pectculo comegou, logo aps a chegada de Ss.
Excs. os Srs. presidente da provincia e Baro de
S. Borja, pelos hymno nacional e da victoria,
aquelle executado pela orcheslra, e esle cantado
pela companhia franceza, com agrado geral do
publico.
Representaran) se as duas operetas Le Ven-
geur e Le Violonneux, sendo muito applaudidos
os artistas que aellas toinaram parle.
Estrou a Sra. coadessa de Valmonca, distrocla
artista ltimamente chegada da corte para este
theatro. A Sra. de Valmonca artista de muito
mrito, e de profundos conhecimentos da scena,
na qual brilha como astro rutilante. As duas
aris da Grande Dcheme foram cantadas com
graga e mestra, e acataram-lbe pbreneticos ap
plausos.
Consta-nos que na quarta-feira cantar ella
urna Tyrolienne, formada por trechos era allemo,
em fraucez e em italiano.
N'um dos intervallos diversos poetas brindaro
ao Exm. Sr. Baro de S. Borja, sendo nessa oc-
casio erguidos alguns vivas, calorosamente cor-
respondidos.
COMPANHIA PERNAMBUCANA. 0 vapor Ja-
gunriie desli companhia seguir para Macei em
direitura, no dia 8 do cotrente s 4 horas da lar-
de, se par ali houver carga suficiente para seu car
rfgamento: assim, pois, pede-se aos Srs. carrega
dores o ma companhia no Forte do Mallos, a. 12, at o dia
5 do corrente, s 3 horas da tarde, dar nota da
carga que para ali tiver de ser embarcada, alim
de que em lempo seja resolvida definitivamente a
mesma viagem.
NOVA INDUSTRIA.Si b esse titulo lemos no
Diario das Alagoas, de 21 de setembro :
Pouca depois de ampossado, o Exm. Sr. Dr.
Jos Bento Jnior, da admmistragio da provincia,
vendo q o urna das mais palpitantes necessidades
desta capital era o seu calgamroto, e o reuaixa-
ment das laderas que conduzero cidade, com o
fim duplo de facilitar os transportes entre o porto,
e seu aforrooseamento, dirigi circulares diver-
sas pessoas que julgou mais habilitadas para ver
se, na provincia mesmo, poderia-se conseguir ob-
ter pedra, que redusida a parallelipipedos, podes-
se ser empregada naquelle misler, e mesmo tirar
lageios, portadas, vergas, e soleiras, que, com
grande custo e diffleuldade, anda recebemos do
estrangeiro, ou das outras provincias.
* Felizmente o Sr. F. F. Borges. o infatigavel
gerente da Companhia Pernambucana, quo de
passagem se acha entre dos, vindo do Rio S. Fran-
cisco ; aguardando a chegada do vapor do sul que
o couduza, uro d'aquelles quem S. Exc. se havia
dirigido e um dos coniratadores, que conjuncia-
meato coro outros negociantes o capitalistas respei-
laveis de nossa praga coitralaram o referido cal-
garoento, acaba de explorar as margeos do noiso
rio Mandah, subindo por elle at cima da gran-
de cachoeira no Rio Largo, e -no > agrad&vel re-
gistrar que o eocommodo e fadigas, porque o Blas-
mo Sr. acaba de passar, foi coroado do mais fcKz
resultado, tendo descoberto excedentes pedretra.
que tr.ibalhadas, se prestan perfeitameme i
quer obras.
Sr. Borges que se havia prevenido I
em sua companhia pessoas competentes ele., t-z
extrahir de differentes lugares em diversas distan-
cias, pedras qne foram laceadas e redolida- a -
rallelipipedos, que, em numero de nove, eeadozi
comsigo as duas canoas qne compunham a sua
caravana exploradora.
< O Sr. Borges largou da torada pelas oaiv
e meia hors da neme de sabbado 17, e eslava r
volta ante-hontem 19 pelas nove horas (ambem di
noute.
< O Sr. Dr. Oiticica. cuj) engenbo MarUnki.
aportou aquelle Sr. pelas quatro horas da madru-
gada debaixo de forte pancada d'agna, presto* re
coro a melhor vontade, e auxilion a explorar
com o mais louvavel empenho.
Em suas torras do Pertpiry, wienniroa-*
urna grande pedreira de superior qualid.tn>, da
qual seextrahiram apenas varias amostras a
volta, pela excassez do lempo.
Congratnlamo-nos cemos nossos comprovin-
cianos pelo bom xito da empreza, qne trar gran-
des lucros nossa provincia eom essa or indu
tria, cahendo a gloria da iniciativa ao actual ad-
ministrador, coja vootade foi secundada hbilmen-
te pelo incansavel Sr. Borges
Ao Exm. Sr. presidente lembramos a neres-i-
dade da limpeza do rio Mandah, melhorinwati
este, que nos parece indispensavel para aojadle
lio), i
PO IX O GRANDE.=Lemos na RetiUa do Mmn
do Calholico:
Po IX dizia ltimamente a um prelado que
tivera o primeiro pensamenlo do concilio em Ce-
la. Foi do exilio que Deus inspiron-lbe dn>s
grandes cousasj a detraigan do dogma da Imma
culada Conceigo e a reunan do concilio ecomew-
co. Pi IX o Grande ser o Alpha e Ou>ega du
concilio. J esta assembla deu-lhe mais ma
amargura; porm o papa sempre doce e calmo.
Tantas orages elevam-se ao co em favor de Pto
IX e do concilio.
Eu cuuhego urna alma sania, qne, resando
perto da confissio de S. Pedro, ouvio ama ro in-
terior que Ihe dizia : Nao lemas nada, man
filha, eu sou a Mi de Deus, este ccilio sera
meu concilio : eu o presido iovisivelmente.
O papa que me exalton ser tamben exal-
tado. >
i Os padres do concilio sao mnilo edificante.
Todos os dias vo prostrar-se ante o altar do San-
tissiino Sacramento. Sahindo en da sala do con-
cilio, vi em adoracao e admirei o eardeal de Latv
tra-y-Cuesia, arcebispo de Sevilba, prostrado dian-
te da confisso de S. Pedro.
< Um outro dia vi tambero nm velho hispo sa
hir s e profundamente ajoelhar-se diante doSaa-
tissirno Sacramento. Orou por nm esparo cnni-
deravcl do tempo, tendo a cabega entre as mi- .
no meio da multido admirada ; porque deixou
elle a sala do concilio 1 Arrepender-se-hu'do qn-
disse, ou produzio Ihe algum escndalo a qie elle
ouyio 1 Nao sei.
< Urna ootra vez eu vi tres bispos, nm italiano
e dous ingieres orando. Ao retirarem-se- da igre
ja, um joven romano langou-se a seus p> para
Ibes pedir a beogo. Interroguei-o, ao depois eUe
me disse:
Oh I estes bisos ?o lio bons que nos jal-
gamos muito felizes sermoi abencoados por ello* I
Eu conuego um outro que anda muito melhor.
Mora no convento deChiesa Nuova, nao come
quasi nada, nao bebe vmho e passa nma parte da
noute rogando a Deus pelo concilio.
Gomo se chama esle santo hispo ?
E' Mgr. Francisco Cardoso Ayres, bispo de
Pernambuco, no Brasil: e to caritativo para a
gente pobre,si caritatecole per la patera fru-
te I
< Os ollios do joven romano bnlhavamde emo-
go, fazendo este panegyrio do um bispo desconhe-
cido...
Estas palavras, que copiamos textualmente, mos-
tram como era estimado na cidade d >s pontittces
o fallecido bispo de Pernambuco, e por si s bas-
tam para provar as virtudes que ennobreeiaiu
auelle nngnanimo coraran, que nao palpita mais
sob a lous.i do finado.
PROCLAMAS. Foram lulos no domingo 2 sa
matriz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes:
1.* denunciadlo.
Amaro Gomes Carneiro Beltro, com Anna Rusa
Bitenconrt Lins.
Arthur Cavalcante Btencourt Laceria, com
Amelia Theotonia da Cruz.
Antonio Jos Alves de Figneiredo, com Jnlia
Idalina de Carvalho.
Victoriano Antonio de Pama, com Claudina Ma-
ria da Conceigo.
Joaquim Alves, com Lanrindx Delina de Lima.
Augusto Marques do Nascimento, com Maria.
Alexandrina Carneiro da Silva.
0 bacharel Francisco do Reg Baptista, mm
Maria Magdalena do Carmo Nunes.
Augusto Pacheco de Faha, com Neomecia Lan-
ne Marinho.
i.' denunciagao.
Germano Barbosa da Silva, com Joanua Euge-
nia de Si-nna Pessoa.
Valentim Hercniano da Rocha, com Mana E.iu
virgem d'Annuaciacao.
Adolpho Cavalcante de Oliveira Maciel, rom
Serandina Francisca de Macedo.
Francisco Octavio Ramos, com Antonia de Os-
tro Accioli.
Joo Francisco Reges, com Joaquina Martinian t
Pereira Azevedo.
3.a denunciagao.
Joaquim Mamede diiNascimenlo, comMargaridi
da Silva Moreira.
Francisco Antonio Cavalcante, com Olymp-.-i
Doroihea das Chagas.
O bacharel Jos Joaqnim de Oliveira Poneera.
coro Filomena Candida de Oliveira.
Joaquim Vieira de Sonza Galjoso, com Corsina
L imilla de Oliveira.
Joo dos Santos Gouva, com Maria Cintila I
Paula Carneiro.
HOSPITAL PEDRO II.O movimeato desse e-
tabelecimento de 26 2 de onlobro de If70,
de 247 doentes existentes, entra rara 27, sabana*
26. falleceram 8, existem 240, seodo 149 heawats,
e 91 omitieres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras oestes dias as
6 1/2, 6 1/2, 8, 7 1/1, 6 1/2, 6 1/2; telo Dr.
Ramos; as 10 1/4,11 1/2, 111/1, H 1/2, 11,11.
10, pelo Dr. Sarment.
Fallecidos. ,
Leandro Paes, fallecen de Ubereulos pairo, na-
res.
Manuel Francisco Duarte, intente
Enilia, tubrculos pulmonares.
Maria do Rosario, entorila ebronfca.
Pedro Joao Monteiro, hxpertrophia n> eoracii -
Antonio da Rocha Cavalcatto, epilepsia
Manoel Estevao dos Santos, apoplexte.
Silvana, tucerculos pulmonares.
LOTERA A que se acha venda a 16S-.
a beneficio da neva igreja de Nossa Senaora da
Penha, a qual corre qaana feira (6 io cmate
mez).
PASSAGEIROS.Vieram dos portos 4o sal na
valor brasileiro, Poron:




">l

3QG
3Q > ARtai jgfi
ano de Femambraco
-4-
Jos Ferreira Goelho, Albino Gares Goutinho,
loanlaCassia e um Albo menor, Or. Antonio Joa-
quim de Moraes e Silva e um criado, Manoel Ca-
bra, Rita 9- de Andrade, Dr. Carlos Vaz Augusto
do Olitcjr, Manoel de Ai-ruda, Jos Antonio dos
Saatos Weiho, Hennqtie Guilberroe Steple, Bario
4o Araclj, sua familia e 6 escravos, Jos Hercu-
Uno Pereira Lisboa o sua familia, Dr. Francisco
Artimia Fitgueiras Sbbrtfebo e toa familia, AuTonio'
Pedradi Silva, sua familia um criad, Francisco
M. Siqaera, Joo Alves Porto, JD. Adettoc Wan-
derley, Manoel Caolinita, Francisco JtaRonfo Pe-
reira, Antonio 4a Silva Reg, MarciouUjo $*mes
Coatiabo, Manoel Martins da Silva Soares, Jos
Alves de Aguiar, Lauro Augusto H. da Si.va, Pe-
dro da Sena Castro Delgado, Bpamioendas da Ro-
da Vieira, sua senbora e dout escravo, Antonio
Jos de Siqueira Vtente, Flix Netto Fernandes e
ara criado, Antonio Joaquim do Souza Romeira,
um pteso e duas pracas, .lous pretos libertos, dous
irapariaes rnarinheiros, 39 ex pregas, 1 cadete e 1
mulher, 2 gaardas policiaes, 3 escravos e 1 criado
a entregar.
8guem psra o norte :
Raymundo Gomes de Soata, Dr Domingos da
Silva, teneule Polyc.irpo Jos Finheiro, Meraodoli-
o C Leal, Kaynmudo Rodrigues Bayna, Felippe
Paes Sardinh.a e na senhora, Dr. Augusto E. de
S. Fonseca e sua familia, Dr. Jqiu Pedro Maduro
da Fonseca, Nunes Alves de Mello Cardoso. Sebas-
tiio A. do Amaral, Ignacio A. Gomes de Olivera e
55 ex-pracas.
Sabirara para o sul no vapor brasileiro Afn-
MR
Padre Joaquim Praaeisco da Costa, Domingos
Jos da Rocha, Valerio Gomos da Silveira, Aulo-
nio Jos Estofes Jnior, Joaquim Cardoso D.a*.
Luix da Silva Tavares Jnior, L. Jeme", Manoel E.
Alvos, Jos Anselmo Valego, Fernaudo F. Mala,
Jos P. da Silva, A. de S. Leite, Benlo Jos Au-
gusto, S. Gomes de Figueiredo, Joio Jos dos Pas-
aos, Manoel Cesar Bezerra, Jos F. Correa Mar-
ques, Anloaio Pedro da Silva, Joo Alves de Car-
vallo, P. (. de Sumo, Jos Das da Costa.
Sihiram pra o norte no vapor nacional Pi-
rapoma:
Padre Francisco Constancio da Costa, Josepha
do Livramento, Antonio Jos Rodrigues de Souza,
Antonio Paachoal, padre Flix Hermeto do Reg,
Adolph i Eugenio Soares, Raymundo V. Bn$ridc
dos Santos, Quitea da Conceicao, Lutgardes Pog-
gi, Manoel Silvestre Ferreira, M. Lopes, Jos Mo-
rara Lopes e urna eriadi, Jos I)., Joo Mendes da
Rocha, um filho e dous criados, Antonio' Dias Pin-
to, Antonio Francisco Monteiro da Silva, Henri-
qae Cezar S, Jos C iprstaoo H. de Abreu, Dr.
Fructuo o Lios Cavaleanle de Albuquerque, sua
seohora, sua sopr, sua cnnhada e dous lilhos.
Vieram dos porlos do sul no vapor ameri-
cano South America:
Dr. Jos Pinto Braga, Trajano Augusto do Car-
valho, Mano I Barbo-a da Silva, Joaquim Pires
Machado Portella, Joaquim Jos Mendes, Dr. Pedro
Alfonso Ferreira, Cari Hermano.
Sahiran para New-York o portos interme-
dios no mesura vapor:
J. Wiegardt, Mr. Dekock e Arllinr Cardoso.
Sahiran para Lisboa no hiate porluguez
Deligente:
Gailherme Ferreira da Silva, sua senhora e
dous Pulios menores.
Sahidos para o Aracaty, no hiate brasileiro
Deus te Guarde:
Vicent-> Ferreira da Costa, Joao Pinto Tiberio
Chaves, Jo^ Joaquim Doarado.
CEMITERIO PUl'LICO.-Obtuarlo do dia 1 de
outnhro :
Anna Canuda da Silveira, branca, Pernambuco,
12 annos, solteira, Boa-Vista ; ttano.
Pedr Jos Monteiro, preto, frica, 60 annos,
soUeiro, Boa-Vista; livprtrophia: hospital Pe-
dro II.
Manoel Estevao dos Santos, pardo, Pernambuco,
16 annos, solteiro, Boa-Vista ; apoplexia ; hospital
Pedro II.
Antonio da Rocha Cavaleanle, pardo, Pernam-
bnco. 51 annos, viuvo, Boa-Vista ; epilepia : hos-
pital Pe no II.
Receui-na3edo Jos", pardo, Pernambuco, Reci-
fe; acellente di parto.
Lucia, eserava, preta, Pernambuco, 12 annos,
solleirt, Boa-Vista ; hydropesia.
Joanna, preta, Pernambuco, 28 annos, solteira,
Santo Antonio tubrculos pulmonrres.
Jos Clandino do Siqueira, bramo, Pernambu-
co, 22 annos, solteiro, S. Jos; thysiea pulmonar.
Maihil.te Francisca das.Chagas, parda, Pernam-
buco, 35 annos, casada, Santo Antonio ; perto-
nite.
2
Aquilino Crrela Gomes de Almeida, branco,
Pernambuco, 23 annos, solteiro, Afogados; desa-
tera.
m homem branco, nome e naturalidade igoo-
ra-se, Santo Antonio ; apoplexia fu'minante.
Silvana, parda, Cear, 40 annos, solteira, Boa-
vista ; tubrculos oulmonares, hospital Pedro II.
inoro, pardo, Pernambuco, 6 mezes, Boa-vista;
diarrha.
Maria Jas, preta, Pernambuco, 90 annos, viuva,
Boa-vista ; cancro no pello.
-r.----------!!-----------""" r
tonto arfes Ferreira; appellado, Joaquim Franco
co Lavra: Dos folios da fazenda.AupelJante, o
hachare! Pedro Jorge de Souza; appellada, a ra-
zenda.
Do Sr. desorabargador Motta ao Sr. deeantoarga*
dor Doria:
Do jazo municipal da Iraperatrx.Appellantes,
Antonio Purtado Cavaleante de Albnquerque osua
malaer ; appenkfoK/ lgne* da tara* Albuqto*-
que e sin mulher.
Do Sr. dosemihargador Rsgueira Costa ao St.
desenibargaoor Soma Leao:
Aepellaelo civel.Appellante, Manoel Alvos Ma-
ciel; appellado, Luiz da Sirva Barbes Ca-
man'i.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. dcs-
embaigador Giraoa :
Do juiro mum'cipal de Camaragibe.Aopellan-
tes, Francisco GoBjjrtves Beiti e soa mulher; ap-
pellado, Jes Francisco da Costa Wandorlry. Do
juizo municipal do Recife.App^llanle, o Dr. cu-
rador geral; appellado, Manoel Joaquim Baptis-
ta.. Appellantes, Jos Moreira da Silva e sua mu
Mwr; ftppelladw.iVeldfvliioHibeiro da Silva nu
mulher. Appellante, Jos Autnnm dai Noves; ap-
pellado, J >s Goncalves da Silva. Appellanto. a
prota Mana por seu curador; appellado, Amancio
Praneiseo Mendes.
A X h04** levantou-se a sessao.

CHRONICA JUDiriARIA.
TRI3U.li.iL Di RKLAC.iO.
SESSAO EM O 1" DE OUTUBRO DE 1870.
MRMMCIA DO EXM. SR. CONSELIIBIBO C. SANTI.VOO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Guerra procurador da cora,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, Motta,
Doria, Regueira Costa e Souza Leao, faltando co m
cansa o Sr. desembargador Domingues da Silva,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os eguintes julga-
uientos :
RECURSO CRIME.
Recrreme, o juiz de direiti; recorrido, Jos
Carlos de Andrade Lima.Juizes os Srs. desera-
bargadores Almeida Albuquerqne, Regueira Cos-
ta, Motta e Souza Leo.Improcedente.
APPBLLAQOES CIVEIS.
Do juizo municipal da villa de Souza.Appel-
lante, J) Pilympio Mara de Seixas Rorges; ap-
pellada, D. Maria da Conceicao Gomes Mariz.Re-
eeberam os embargos.
Do juizo monieipal de Camaragibe.Appellante,
JoaoBaptista da Silva ; appellado, Antonio Carlos
do Mendonca.Confirmada a sentenca.
Dj juizo municipal do CaboAppellante, Pedro
Fernandes da Silva ; appellado, Francisco Jos de
Torres.Reformada a sentenca.
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Jos
Luiz Ferreira da Costa; appellada, D. Maria Con-
ceicao Chaves.Confirmada a sentenca.
Do juizo dos feitos da fazenda. Appellante,
Jos Mareellino Alves da Fonsaea; appellada, a
faznda.Confirmada a sentenca.
Do juizo municipal do Recife. Appellante, o
bacharel Luiz da Silva Gusmo; appellado, Jos
Joaquim Goncalves de Bastos.Reformada a sen-
tenca.
Appellante, Jofio Francisco do Reg Maia; ap-
pellados, Jos Alfonso Ferreira eontros.Annnlla-
ramo processa di avaliacao em diante.
DELIOBNCIA C.1VBL.
Ao Dr. curador geral: ..
Do juizo monieipal do Cobo.AppeRante, Jos
Francisco de Barros Reg ; appellado, Frincisoo
Manoel de Si ineira.
DELIGE.NCU CRIMB.
Ao Dr. curador geral o ao desembargador pro-
motor da ju-ti
Do |ury de Ciirmragibe.Appellante, Jos Fran-
cisco da Silva ; appellada, a jnstiea.
Assiguau-se diapara julgamento do9 seguintes
feitos:
APPEU^CES CIVEIS.
Do juizo-municipal do R Formoso.Appellan-
te, o bacharel Manoel Nicolao Regneira Pinto de
Souza; appellada,Emilia Pereira o. Araojo.
Do juizo de orphit) de Nazaretb.Appellante,
Joaquim Jos de Lima Freir; appellados, Cliris
tovo 11 Rocha Waadorley e outros.
-Do juizo municipal de Camaragibe.Appellantes,
Manoel Jote de Lima e outros; appellados, o te-
Dente-corond Joo Marinha Faleo Seeupira o sua
mnlher
Do juizo moaicipal do RecifeAppellante. Joa-
Suim da Silva Costa; appellado, Francisco Jos
odrigues Ferreira.
PASSA8CNS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Guerra:
Do juno inuaiciaal do Recife.Appellante, Joa-
quim Francisco de Albuquequo Santiag; appel-
lada, D. Franoteea Tbomasm da Conceicao Ca-
oba.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Laurceo Santiago:
D i jo z laoniclpal do Recife.Appellante, Car-
los H oi,e-; appellado, Manoel Marques de 011-
DisTnniuigoEs.
Ao Sr. desembargador LDurenro Santiago:
Caru testemunhave do Cabo..^gravante, Jos
los Sanios Neves; aggravado, o juizo. Kecurso
commerclal do Recife.Recurrente, o jUiBi; re
corrido, Antonio Agostinho de Seixas Fonse-
ca. Appellacao civel do juizo municipal do Reci-
fe.Appellantes, Domingos Jos da Costa Guima-
i aes e outros; appellado, o reverendo cabido de
Olinda.
Ao Sr. desembargador Guerra:
Appellacao civel do juizo de orphos do Reci-
fe.Appellante, Augusto Colho Leite: appellada,
D. Maria Salom de Moura Mallos.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Appoilacio civel do juizo municipal do Reci-
te. Appellanto; D. Isabel Malhiide da Silva; ap-
pellado, Theodro Maduro da Fonseca. Recurso
cornm^rcial do Recife..--Recorrente, o juizo; re-
corrido, Rosendo da Rocha Cavaleanle.
Ao Sr. desembargador Motta :
Conflicto de jurisdicao.Entre os juizes de or-
phaos da cidade da Victoria e o do Bonito. Re-
curso erime do juizo de direRo do Bonito.Recor-
rente, o juizo; recorrido, Luiz Jos do Nas iienlo.
Ao Sr. desembargador Doria:
Revista civel do Rio de Janeiro.Recrreme,
Antonio Julio da Costa Culinarios; recurrid ,
Forjas e S. Roour*o crime do juiz de direito do
Limoeiro.Recorrente, ojuizo; recorrido,Joaquim
Lonrenco da Motta. Appellacao civel do juizo mu-
nicipal da villa do Teixei'ra.Appollantes, Manoel
Jos, Ferreira de Maria e sua mulher; appellado,
Pedro Victorino de Souza.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
Appellacao civel do juizo de orphaos d'Agua
Preta.Appellantes, Serafim Ignacio Paes Barrat-
U e sua mnlher; appellada, Anna Maria da Con-
ct'ieo.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Recurso crime do juizo de direito da Espa-
da.Recorrente, o juizo; recorridos, Jos Floren-
lino da Fonseca Leo e outros. Appellacao civel
do juizo municipal do Acarac. Apoellante, Gui-
Ihenne Reierra de Armj >; appellada, a viuva de
Joaquim Domingues da Silva.
Ao Sr. desembargador Souza Leao:
Appellacao civel do juizo municipal da Victo-
ria. Appellanle, o crioulo Joao, por seu cura-
dor ; appellados, os herdeiros de Sirao Ferreira
Taboca.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Appellacao civel do juizo municipal do Bui-
que.Appellante, Antonio Marques de Araujo Ca-
valeanle; appellado, Jos Victoriano de Carvalho
Cavalcanto. Appellacao civel do Recife por subs-
tituicao.Apoellante, Jos Antonio-Fernandes Pre-
dique ; appellado, Joaquim de Albuquerque Cas-
tro.
[eir 4 de Outubro de 1870
rfftMUX -!i
r
ritos nicamente pelos vestigios das lezoei
W nefoir qual* posicao em
rdo aUi esteve, se outra qual
^Ir0 ffitnno a Dor ,lle deelaradapndia exi etr
ai&tasleoes ouencommod(i9 que observa u ?
( Jfetjxmdratn que pelot vestigios existen** m\
den retponder que s a potico e assentu -
smente *<*>"** plano atpero e mtenle, \en
do o. trmtiP i tanto cWWb para m de
sortk a teat tubereMndei'eAiaiicas .emsil
nln#i*>B n **(fn a^ta j^-^ J .
limitndo e i ni-
"produzir u i Uei
atrito 'obre a pelle em um eipaeo
mentos curtos era capaz aVp/i
deteripta.
Prguotedo ainda t esta policao a qne wlefe
rere em ftia ultima rosposU supra, o que jnfam
sufficienfl! para produzir as letdes ou eoeo tno
dos cojos vesligioi observaram potlia aind ser
considerado com o.castigo alm do ordinario.
Responderam mo-sim ; pnicao de assetiado
as circunstancias desertrtas, por dia comode-
vera ser para.podir-5e verificaras Itzoe desuip-
tas, i castigo au que otiintno pelas doras pn-
tinuadas que o paciente deveria soffrer, e sqcs-
ls as deelsriKjoes que tee a lazer e debaixe de
seus juramentos prestados teem fazer, em vitu-
de dos quesits escriptos pela parte requrete,
os quaes foram rubricados pelo juiz, e por da
mais naver assigna o juiz, peritos, promotorad-
vogados e testemunbas : dou fe.
Eu Antonio Carlos de Alm>iih, eserfvi^d; po-
ii:ia o escrevi.Luiz Antonio Fernandes Pint iro.
Dr. Jos Sorianode Sduza.Br. Adri56 .ins
Pereirada Silva.Dr. Joao Thom da Silva. Dr.
Joao Silveira de Soaza.Antonio Pedro Fe eir
Lima.Joo Agripino da Cunlia__Carlos Cr i da
Purificaco.Antonio Carlos de Almeida-
en paizes ateniadns em costuraos e civtaco, mor-
COMMUNICADOS.
Ooaborapao.
V
O documento que abalxo v.ii transcripto prova
a toda luz as torturas e sevicias einpregadas para
obterem as deelaraedas de Eduardo.
AUTO DB EXAUE FEITO NA PESSOA DO PRBTO ESCBA-
VO DE NOME EDUARDO.
Aos 13 dias do inez de agosto, do anno do as
cimento de Nosso Senhor Jo-us Cbristo de 1870.
nesia cidade do Recife de Pernambueo, era a se-
cretaria de polica perante o Dr. cnefe de polica
Luiz Antonio Fernandes Pinheiro, contigo escrivao
abaixo, foi vindo o Dr. promotor publico Joao Tho-
m da Silva, o procurador bastante do peticiona
rio Jos Rbeiro da Silva, o Dr. Antonio Pedro
Ferreira Lima, o advngado da viuva e herdeiros
do preto Eduardo, o cuoselheiro Joao Silveira de
Souza, os peritos nominados os Drs. Jos Soriano
de Souza, e Adrio Lins Pereira da Silva, e as tes-
temunbas abaixo aseigoadas que prsenlos esta-
vam, o mesmo juiz disse aos referidos peritos que
era'virtude de seus juramentos ja prestados, en
carregava-lhes que procedessera a exame na pe?-
PUBLICACOES A PEDI1
O r. larnB" e o envenfO
menlo Sft e Alhiiquerqn
Tracar com calma um sceleradoqnalqueio ex-
termioio de urna familia ioteira ; peiur con o (ira
de raalisantoma serie decrimes monstruoso a ura
miseravel escravo; eneher-lhe de corrosivo ineno
ambas as mos, depois de haver Ihe com p >mes-
sas IluBorias corrompido o fraco espirito, al que
por lin> enire (entativas para raais, consantaam-
se dons envennamenos; porque, abusandclo es-
cravo da benevolencia de seus seobures, quali
viviam na maior boa f e confianca conlanca
dupla por ser firmada na conscien :ia e ras lis do
paizconsegue propinar a um dalles, pouco apou
co e sublilmente, parte do veneno at que o uta;
e depois uta outro, que pelo mesmo. uiodo jxpi-
ra, sem se saber de que, nos brajas de toda a k'rai-
lia cheia de assombro 1.....
Sa crime* esses contra os quaes nao ha scie-
dade muralisada que se nao levante cora un s
pensamenlo, no empenho de ver reduzida a^cto
a accao coerciva e raoralisadora da juslica.
Pelo menos o povo de Paris assira o fez, qum-
do Amado, o famoso propinador de veneno Ide
1849, em um dos dias mais solemnes (le jounde
Van), comegnio envenenar no centro da grande pi
dado sote pessas, com o fim de matar a urna a
amasia quem douson tres snoos antes, haviali-
rado fatal vjnganoa. E anda nao ha omito q\e
toda a Franca indignada levantou se como um jo
homem pedir vinganca contra o mais perverso
assassino dos lempos molernos.
Em verdade, em taes crioies ha um quasi ger I
indilforenlism > unindo-se o patronato sem rebun
a urna especie de complicidade, que revoka o prt -
para caminho a no vos erimes. Eulo cada u i
que se armo e defenda-se NM pa ler ; mas re-
gindo sempre contra os elementos dostruidores c i
garanta individual, base infallivel de urna socied.
de bem constituida.
Todava, o que em todo caso muio anima, a
meio das maiores perturbacojs da ordem m iral 3
social, a iramortaldade da verdada, que, por
mais que os raaos Ibe opponbam barreira, susten-
ta-se sempre cima dos horneas co n todos os pao-
cipios que a conslituem. Asam converia que cal-
lera veis, sempre com a mesua foca e igualdade,
estivessem por sobre o crime e o vil patronilo,.
anda dos da mais alta gerarchia, o direito, a jis-
lie.i e a lei.
De outro motlo, i-to deixando de ser os puli-
dor do veneno ; deca rarao essa, qne levando-o
npteca da priraeira autoridad^ policial da pro-
vmda rol corroborada por circumitancas de tal
oaWreza, que espantaram a toda trioeledade; as-
sorerando ainda mais e criminosoqoa elle era o
prwpioador, mas que havia um mandante e mais
um medianeiro, chamado Jos Carnario.
Preso este bomem, mas por modo qae nao pra-
liea potlohi algama ajtfv MassombT&da MS
mente as investigarles dos erimes do enormidade,
ioterrogad.i e a tudo Contesta, isto a formal
declaracao do escravo reo coofesso, porm com ar
4t {era pte prepara salto formidavel
Aps o que, logo solt Camaro, Dio sel por
que especie de raso firmada em justica e em di-
reito. Assim desappirecem quasi sobltamento
reos, cmplices, e portento dons criraos por enve-
nenameofo I E ao desapparecerem. como qne pre-
cipitados em mentira pela ac?io da verdade, do
rapos medianero corra anda por toplaeste ci-
dude, con grande resp mabilidaie para um dos
mdicos assstentes, um jorro de calumnias lan-
oadas sobre as familias das victimas, aioda-eober-
tas do pesado crep. De maneira qne, sobre dous
turnlos o escarneo ; sonre as familias que os
pranteavam injurias e affrontas de todo o ge
ero. Nnnca se vio tanto I
Nao tudo.xMal que pur esse modo foram apa
gados do iivro da polica os dous erimes de mort
por envenenaruento, emo se fossem pos ubti^
que um forte wpro flzesse desapparecer, hatera
palmas de contentes os dous mdicos assistentes
os Drs. Sarment (pai) e Aqulno, cantam vic-
toria, e correra por toda a parte a assoalharem cora
o aceento da mais estranha vaidadeo erro dos
mdicos da Babia e os absurdos ou antes ignoran-
cia de corto eollega? da provincia, que, por seu
turno, ajuizan le uela existencia do enveoenameoto e conjeetnra-
vam acerca da natureza da substancia que os pro-
duziram. Comtodo, nunca de-anmaram os paren-
te das viotimas; e, 8rmes cada vez mais na exis-
ltocia dos erimes, proseguem nos mei scieacia e as leis Ihes suggerem. Enlao eonsegoem
fazer aqui autopsia no cadver do tenente-coronel
Joao de S, quasi 50 dias depois de sepulto, e
mandara logo que ootro tanto se proceda na Ba-
bia, aos restos ra-irtaes do Dr. Victoriano ; sendo
certo que as visceras d'aquelle foram para Paris
a serem l cbimicamedte analisadas, e as deste
estregues, para o mesmo fim, aos cuidados dos
mdicos da faculdade de medicina d'aquella pro-
vincia.
Era qnanto porm as cousas assim se passavam,
via-se com magoa e espanto o empenho cora que
certa gente procuiava arraster a gravissima ques-
to para o campo das reciimoaces polticas ou
antis acobertar os monstruosos erimes com o ca-
belludo manto da poltica Como se a poltica, em
vez;de sor o complexo de teda a moral e juEtica so-
ciaes, deva constituir-se apauagiode erimes e cen-
tro de paixes abominaveis.
E ao lempo que por outro lado tratava-se de
faz ?r com que cahisse no geral esquecimento a
idea de propinacie de veneno por mi astuta e
alfrontadora, comecavam a apparecer na irapren
sa cortos e calculados anonymos; nos que logo a
primeira vista deixavam ver de parte dos cumpl
ees serias appreheasoes pela descoberte scientiftea
dos erimes; outros que revelavam grande e-for-
co de ura dos mdicos assistentes, alim de iiludir
a creduli lade e consciencia publica. E todos con-
trallara doutrinas verdaderamente risiveis e irri-
soriassobre mtoxicar.o, exames medicoUgees.
autopsias cadavricas, anotases cnimicas, etc. ;
sendo certo qae, segundo dz'u a vez publica, era
o referido um dos mdicos assistentes o foraece-
dor de todo o materia! medico que via se ressudar
de alguus dos artigos, cuj autor procurava a to-
do custo encarcerar a logi :a e o bom soase geral.
De man-iira.que, por um lado, urna liogui in
comeosuravel atass;Uoava a turto e a direito re
volva ae .-inzas d*s inorto-t e injuriava o santua-
rio dos vivo ; por utro lado a teiraa em re&ir-
rer-se ao anonymo para o Ara de ebscurecer-se
tambera a verdade da soieneia, mediante os mais
extravagaoies priacipios. Em coocluso de ludo
o veneno uevia ter sido posto nos cadveres, caso
a aialyse cliiraiea chegasse a descobrHo l_
Urna coasid.rago, entretanto, ourapre nao es-
quecer e a segainta : Se os deptoraveis inga
nos dos dous mdicos assistentes era nada podem
cipios urna realdade, nao passando as leis de um prejudiear a sciencla ora seu santuario augusto,
sello ideal por falla de promiscua exequibilidide, tambera certo que nenhum deiar dave baver
a consequencia ser a des?rdem geral e profnndt, que toque a corporacao medica de Pernambuco.
emboraavmais das vezes sem o estroodo quecau- onde realmente, debaixo de todos os pontos de
sam as rajadas revolucionarias. A falsea do mal vista, existem medios lio superiores como os da
tambera lavra pouco e pouco, e muitas Tfezes irn-1 Baha e de outras provincias do imperio. E a cor-
perceptivelraente, jor entre as carnadas subferra- poraco medica de Pernambuco nao se resume
Tfc,.
r. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
ojuizo municipal do Recife.Appellante, Theo-
soa do preto escravo, presente, de nome Eduard
da viuva e herdeiros do tinado tenente-coronel
Joo de S e Albuqu rque, e que respondesseni
aos qaesitos seguintes :
Era consequencia passaram os peritos a fazer
os exames e investigacoes ordenadas e as quo
julgaram necessarias, concluidas as quaes de-
clararan) que passando a examinar com effeito a
pessoa do preto Eduardo, encontraram o seguinte.
Duas polle.ja.ias cima de cada malleo e o ex-
terno encontraram nina cicatriz um pouco expes
sa branca, coberta de escamas epidrmicas, de
forma triangular pouco mais ou menos e com
nma pollegada de exteoso ; na parte superi ir e
externa da borla externa da tno. encontraram
urna ferida circular com meia pollegada de da
metro cora as bordas j cicatrisadas e coberta, no
centro, de nma cresta escura, a qual tendo sido
levantad deixou ver os tecidos subjacentes cober-
tas de gr..melacoes e pii*; era cada nadega ao
nivel da tuberosidade eschiatica, n narara u na ci-
catriz oblonga de meia pollegada de extenso, es-
tando a do la lo direito completamente formada e
a esquerda quasi formada ; ao nivel da regi-j
lombal da columna vertebral, Eduardo censa
dr por occasio da marcha, e que se exacerba
pela pressio, mas os tetdos neste ponto nao apre-
sentara o menor sigoal de violencia externa ; a
vista do qne respondem aos quesitos apresentados
pelo modo seguinte :
! QUESITOS.
1* O preto Eduardo aprsenla em sea corpa
vestigios de sevicias ?
2o Em que devera ellas ter consistido I
3o De taes vestigios se pode conhecer a posicao
que Eduardo oceupou no tronco ?
V Essa posicao era capaz de produzir dor ou
mal estar insupportavel consliluindo castigo alm
do ordinario ?
5 De qne natanua sao as lezes qae o preto
mosira ter soffndo r
6 Aprsenla elle anda e em qae mombros ou
partes do corpo, eontusdes, pisaduras o cteagas re-
sultantes de ferimentos ou de qualquer offeosa
physica 1
Eslava a eftampilha de 200 rs. Recife 1 de
agosto de 1870. r
O advogado,
Antonio Pedro Ferreira Lima.
Era qnanto ao primeiro qwsilo que sim, se con-
siderareai o trooco em qae o preto diz ter estado.-
como sevieia ; ao segundo j fica respondido pela,
declaracao tena, ao torceiro que Eduardo hav-nJo
declarado que es'.ivera no tronco sentado tenda a
mao direita conjunctament presa com os ps, p
de essa posicao explicar a natureza das lerdas
o quartoque stm, attenta a immobilidade que w
pacinte foi oorigado a manter e a curvatura do
tronco para diante por achar-se a mo presa con-
juntamente com os ps, e quereputam ene casti-
go alem do ordinario, porque dte ter estado net-
la horrivelposicao pur al<,uns dias; sem o qu'
nao se teram proluzido as Iez8-s descriptas; wi
quinto que as fondas primitivas deviam ser con-
tusas ; ao sexto flca pre.udicado pela declaracao
feita.
A reqnei imento do Dr. promotor publico, foi
perguntado, se o paciento vista do estado em
qne se acha conforme a deseripcao feita, est ha-
bililsd i a prestar sorvien, e se nao quaiUo* dtasl
mais ou menos sao precisos para poder faze lo.
Responderam qnn sim, se o ervieu for domos-
Meo e leve, mas p iri todo e qualquer servco
fe amda de 8 a 15 dios.
neas de nm immnso combustvel; e se sobre a
superficie existem vastes monumentos sociaes
moradas certas da liberdadn, honra e vida lo ci-
dado geral e terrivei ser o desmoronaraeoto,
quanio menos se o esperar.
i'ortanto, ao lado do crime atroz- sembr urna
fila de soldados ; ao lado da juslica ura horaem
de bem, que saiba restrictamente executaf aino-
ralidade a razo da lei; ao lado da verdadenm
inimigo acrrimo na meutira. P*is bera ; ha ama
verdade que, posto seja um escndalo para nossa
sociedad, compre ser maatida em sua pureza e
creamstancias osseniae-. Esta verdade consis-
tente era una serie de erimes perpetrados no seio
da familia Sa e Albuquerque, no meio desla capi-
tal, com affronta s mais altas autoridadesconsti-
tuidas. Quasi qae teriamos diante dos olbos
Troppmaiin e a familia Kinck, a nao ser um inci-
dente dos menos extraordinarios.
Tambera 6 certo, que nos paizes em que at os
guardas das prisoes traspassam o molno de cha-
ves qae a justica confiara Ihes, e as escanearas
consiituem-e acrrimos protectores dos mais ce-
lebres criminosos, ou j reclusos as cellulas das
primes ou cora probabilidades de o serem, bem pou-
co ha a esperar-se da ac;o da justica, ainda qae
por ventura milito aspire torna-la proficua qual
quer autoridade que a represente. Ento, por
raaior que seja o estroodo de un monstruoso de-
licio, ter em breve de dlssipar-se entre a votara
dos Cinplicos e o fatal inliffereotimo, que ou
provm da cegueira dos partidos ou do geral ego-
israo;que o peior. Era todo caso, bom que
era to tristes circunstancias nao marche o crimi-
noso livre e altaneiro, sera que ao menos una vez
por nutra ihe grite apc uraa voz firme e sonora:
all vai am criminoso de mortejustica, pioicao.
A verdade esta. Dons honiens (nao importara
agora suas posgoes sociaes, e seus credos polti-
cos), falleceram'um aps outro, no meio de oossa
sociedade. no seio de suas familias, cercados de
muilos amigos, e o mais sem te saber ie que,
apezar de terem como assistentes dous mdicos dos.
mais vetustos e oonheddos nesta capital, m da-
qnelles, que chamava.seJoodeS e Albuquerque,
depois de graves o reiterados soffnmeotos, foi aflual
aqu mesmo sepultado ; o outro Victoriano de
S e Albuquerqueeotre o maior atropell), J nos
paroxysmos da vida, e o que admira, a conselho
dos tae< medleos aslstentes, embarcou em diroc-
^io a Babia onde foi tambem enterrado, por ter
fallecido um da ante* da ebegada di vapor.
Deste snecesso, a meu ver todo providencial, o
que resallen? A dse raerte de dous erimes;
pois claro qae se o Dr. Victoriano ou aqni tives-
se fallecido on to distante de torra qae o sea ca-
dver losse langado ao mar, teria, como seu irnsao,
succambido a ama febre typhoide, em vez de ser a
propinacao do veneno.
O eerto que a triste nova de ura provavel en-
venenameato lavma logo em toda a Babia, e pou-
co depois nesta cidade: porque dons mdicos da-
quella capitelos Drs. Sonto e Sdormlnaoiosa-
meirte intelralog do oceorrido pelos prenlos do
Dr. Victoriano, queaeste acompanharam, pera ex
posicao que fizera nm Dr. em metieras, que daqui
seguir com o eoferino, tendo em vista attestado^
a pareceres dos medico* assistentes e ontra* cir-
cnmstaneias mais, declararan, em (alta ie ou-
tros metot razoaveis. que os levastem a diagnosti-
car algnma das molestias ot koje conheciiotque
tuppunkotn ter h.vido envenenomento. E desde
togo aquellas dous facultativo, piucuraido fazer
^''n *'wno C,aaver> esta se oppdz a Bxraa Sra
do Dr. Victoriano, com raroes que s bem p>dem
eorapriiheader as pessoa do seu sexo, ao ptssa-
rem pela dor de pMer objectosaue Ihe sao charos
-como s-jara umfilno.nm pai eum .rido extre
raoso, etc. A natureza tem ama lgica aterneee
Jora, contra a qual murtas vete o cumplimento
resnelo de um dever assamema-se a feocidade.
Ti ndoos prente* condesaaodido, a autopsia, qt
alias muito eonviaba, nao chegou entao a ser rea-
lisada.
A T'* dLlt0' T0,tira ^o8 Pr Pernambuco
romai-lea flxa de que erimes nefandos'haviam
sid;. perpetrados na pwwawde Jeio de g e Vic-
toriano ; eea, que aqu acereando-se de nova-
cireomsianriis rrmto valiosas a de outras tmrh'
C^o^eracS".-, mduzrt toda a rmilla-a pe^Uias
teere o ampostus avtos crlmiiiono* e polo mo-
do quenio estraoBo ao paW,. Bld-f,
que dJ0h Wr do agorado o
A requenmentooo advogado dos herdeiros, fofWaeo um dos era*^ o^n,t J5%\" 'grfude^a'S?^ SiC
perguntado a psritos preseindiodo da dela das las vietima* (por>me aobo. II uLrtde
racao feita pelo prelTEduardo acerea da posicao oio que os reos em geraL coofossam altos eri
m que esrera ao tronco, podas os momuc jm- [mes eomaoilidot) decisraa ler sido olio o propina-
em dous ou tres cnedicos, qua muito pouco con-
siderando a realdade da medicina tem feito dos
diplomas azas de embuste*, rom que devam al-
caocar as altas regidas qnelaspiram ; pelo que, em
vez de profuudarera a difflcil sciencia, eniregain-
se antes a estados que pela vangloria mais fcil-
mente os recommendem credulidade publica.
S assim se poder explicar como os dous m-
dicos assistentes do taante-coronel Joo de S e
Dr. Victoriano deixarara por tanto lempo, estando
sempre s cab9seiras dos doentes, de reconhecer
os sytnptouiaa do.eavaneaamento pelo arsnico,
alias era ambos to caracterisados! Pois certo
qae eonstrfcco e agrura persistentes na garganta,
vmitos nraa vez por outra, logo depois de urna
aliraentaco, prostraco geral subseqnente, ra->fria-
meoto da pello, uraa especie de estupor na phisio-
uimiia, queda do pulso com irregularidade nos ba-
timentos do coracao, raan.festa perturbaco das
faculdades mentees, enfraqui-cimanto notivel das
extremidades pelvianas ou mesmo paraiysia, et:.;
symptomas estes do envenenaraento pelo acido ar-
senioso, cpra mais ou menos variedades devidas
circuraslancias especiaosconstituirra o quadro
syraptomalico apresentado pelos doentes que falle-
ceram sem se saber de que!
E se assim nao os mdicos assistentes que
deixem de parte essa infantil vaidade qae os est
apodreceado, e, cora suas assignaturas, venbam
iraprensa contestar; ao menos, em attencao ao
publico que caucado este de os esperar, em res-
pailo sciencia que professam e por honra pro-
pria I
Ah 1 Uso jamis faro ellos: neste trra (thea-
tro para ambos to insignificante), onde urna certa
gravidade consiste em recuar diante da luz, e i
maior scienci em obler dinbeiro e loucanias para
os dias de grande gala a raeihor porte de sahida
para ambos deve ser sem duvida a mesma praei-
dade.
O eerto porm, qae em outro paiz o silencie
em tees casos, depois de tantos males derramados
pela incuria e jgaorancia......sim, ignorancia
plena dos effaitos do arsnico, seria equivalente
urna morte ingloria, decretada por justa sentenca
da opniao publica lio atrevidamente offendda por
dou-s mdicos sabios, escondidos no anonumo.
E se nos dirigimos especialmente aos dou* m-
dicos assistentes do tenente-coronel Joo de S e
do Dr. Victoriano, porque em regra, sendo os
raedijos assistentes os obngados a sorprehenderm
as molestias em suas mais raras manifestaedes, em
suas phases mais subtis, para tudo exprem aos
conferentes cora a maior eeguranca e exactidio
possiveis (estes que ajuizam de momento pelo que
oavem e observara na occasio), sao os verdadei-
ros responsaveis pelos erro* de diagnsticos e ig-
norancia das causas que nao podem, sera erro, in-
curia eu ignorancia, passar desapercebidas.
Mas, proposito do que temos dito, releve a fa-
milia S e Albuquerque que Ihe faca urna censura
meaos leve, talvez, do que desejra
A censara coasiste era ter ella ento feito a In-
jastica de considerar resumida toda a sciencia me-
dica de Pernambueo nos dous referidos mdicos
assistentes; qnando bem provavel quo, se outros
fossem os mdicos assistentes, se mais conferencias
tlvessea havido entre os dons tbttinadot sabios e
outros monos extticos, que se aoraassera a diier
*_ye,"dade toda ioteira ; que mais bem avisado
audassora acerca da historia do ori#ico e de seas
effeitos na economa animal; que, omfira, fansem
raais orticos do que vetusto, menos fatuos do
qae alilados, para nao estacaren! diante dos mais
comesinhos ef-itos de ora veneno to corrosivo
como eontra-estimalante ou hypistbeoisante dos
centros-nervoso, como e fosem dous mesinbeiro
a prodiglisarem remedios ^mo digo, qae o>
effeitos do veneno nao escaparan!, como oseap-
ram. tea as etfarrapais roupagens ie hepatile
> febre perniciosa, de mattecimento cerebral e
per fim ie febre tupkoide I 8 que, portento, na o
se terianr dado, para desoto da corporacao me-
dica da proviacia. erro to estupendo, no >
raros ou cuaca vistos nos annaes de medicina.
B que por uato, medicis de provioola earanh.
oio caben nprefoad fiara de ennjecturarem
um eovenenamento, apenas pirqueouvlrama;nar
rativa dos sofTriment> das duas victima.
Km ardade, ne rada um dos medicas da Babia
ti vosas dous crneos- e quatro iilhua, seriam lodos
ruoe.1. ge ibumom la axsttem era talento.
vel qon'autre ol
_ dejte cap*! deixem
tambera de existir ramios as eircumaUnctas do
bons medico da Babia Nao ha muito lempo qfte
o mea presado amiga, o Sr. conseineiro Artoha
TDall, mnlto illostrao rute da Faculdade de Me-
dicina da Bahia, para aqu envlou um seu irmio
a ser operado de catrtelas, em duvida por depo-
sitar raais conflanea nos operadores deste provin-
cia O doeate, que me foi reoommendado e ao Sr.
Dr.Costne,. seqdo com effeito operado por este col-
lega, d'aqni retirou-se perfellameota corado.
Qoa I, pois. o motivo de nio terem os mdicos da
provincia ijodkecido os dBvenonaf)enVA' e sim
os da Babia?
E' que os mdicos mais applieajos nem foram
aqui es assistentes dos deas Sas e Albuquerque?,
nem ouvidos em numero snfllelente de conferen-
cias, como a gravidade des .casos e a importancia
das vctima reclamavam.
Assim, atinando os medico da Babia com a
idea de envenenaraento, nio fizeram mal do que
segnir o metbodo de exclusio; isto nao c nho-
cendo elles no quadro nosologieo das enfermida-
des molestia, cojos symptomas e marcha fossem
seraelbnrtes aos descnptrs por um medico, qne
aom a familia S aeompsnhou ao Dr. Victoriano
al a Babia ( apezar da cholera-morbus e a febre
typhoide as?melharem-se .aos effeitos toxico do
arsnico, dado de certo modo) csncluiram bem,
ajseDCT-anaV) que s.um entenenamento poderla ter
occasionado a morte. Bem se v que nada houve
ah de extraordinario.
Portante, por mais qae os dous celebres mdicos
assistentes, ocenltos era aqony.nos, se elogiem qno-
lidianamente no Diario de Pernambuco, cora o
bem calculado fim de contrapesaren! os effeitos
indeleveis, que os erro estupendo, comraeltidos
por incuria e manifesta ignorancia da aeco toxica
do arsnico no systetna nervoso, produziram no
publico, a verdade i esta :
De duas vadades estacionarias na sciencia,
resal tarara erro* faialisimos; de dous apostlos
seas dedicado cultores o lance do acert; e por
esle lance a desooberta de den crime, caso te-
tina confirmado a analyse chimica feita na Bahia
a existencia de veneno no cadver do Dr. Victo-
riano.
A sciencia nao pira, e lomase meteoro quo se
desvanesce logo aos olho d'aquelles qne era vez de
aps ella correrem nnnea a perderem de vis-
ta, estacam on retrocedem, de queda em queda at
enterrarem-se'na mediocridade.
E ven! aqu a proposito dizorqne a preva da
applicaeo e saperioriJade de um medico nao est
era ter elle estabelcido relacoes de amisade cora
umou ootro medico ,;de Pari, e d'aqoi remeiter-
Ihe urna oa outra observacao relativa a diabetes
por exemplo, notando suas variedades devillas ao
clima de um paiz a 4* gr. de lat. norte e 33
de lat. sal; e nem em ser por isse citado en al-
guma obra que por ventora lenha escripto ura ou
outro medico de Pars, formado em Pars. Por-
que, primeramente, o fado de ser um medico
formado era Paris nio o conslitne logo medico de
talento, sabia, e Ilustrado; assim como por ter
um medico escripto naqnella gr: nde capital urna
on ootra memoria, um ou ootro trabalho (cient-
fico, nao dea tido e havido por un grande escrip-
tor, um sabio na sciencia.
Em rainha estada na Europa muilos mdicos
conheci formados em Paris, quu eram considera-
dos verdadeira mediocridades, ignirantes, e es-
criptores sem ventura, cajos trabamos, por tanto,
nem ura conceito raereciara. Um Boyer < ti I ti >, ara
Anber, um Turenne e outros. estavam neste caso.
Ora, se assim segue-se que nao baste ter sido
qualquer medico do Brasil lembrado por algara
amig era certa memoria lida na academia do me-
dicina de Paris, para qne seja realmente um ta-
vant, un bom clnico, superior a todos os oiUros
da tetra.
E quem ignora a affabilidade innata dos fran-
cezes e o habito de bem retribnirem as records-
eoss mal ou meaos moa* de um clrangeiro, urna
vez qae a ella se (incorpore alpino i nova scienti-
fiea, urna ou outra circumstancla especia!, ainda
faltando-Ihe o cunhu da veracidade e da s expe
rienda ? E esta a razio por que, eomo se tem
visto, intuas sao as inexacudo'js encontradas em
muitas obras estrangeiras, acerca do nossos cos-
lumes, pro de civilisacio, ele.
Tanto mais pata desconfiarle dos t.tes mdi-
cos celebres citaos as memorias de medicina de
Paris, se nunca tendo elles publicada no paiz oalal
escriptos mdicos que tanto os recmmendatn fra,
s deste3 se tenha noticia quando seas autores os
exhibam, s com o fim de inostrarem ao publico,
que elles sio tio superiores, que nio podiam ter
diagnosticado era, dous doentes eiqoasi ao mesmo
lempo, febre typhoide por envenenamento. Ao que
accresce, que ha mdicos iheoricos. e medico ibeo-
ricos e praticos ao mesmo lempo, mdicos feiizes e
mdicos chamados infelizes : os theoricos infelizes
podem at ser citados na Ejropa ioteira, sacrill
cando, todava, em seu paiz, por falte de estados
especiaos, de bom senso pratco e outras circuns-
tancias mais, quasi todo os seus doentes.
Esses sao os que escancarara os olhos, dias e
noiles inteiras, sobre dons envenenados pelo ars-
nico, e dizem por fim, depois de muito j terem
desparatado febre typhoide l Esses sao o que
bradara com grande fadiga pulmonar : Somos
sabios, at citados na Europa ; logo nao heuve
envenenamento nos irmios Sas I...
Era todo o caso, a qaesio nao consiste em serem
ou nao sabios os dous mdicos assistentes ; o es-
sencial saber, se, por terem elles ha muito aban-
donado os livros praticos de medicina e especial-
mente os de toxicologia, acabara de sacrificar dais
vidas, por graudes erros comraeltidos e incuria
ouoca viste. Ah I Gaerra, Gueria, se diante dos
olhos tivesse esses dous grandiosos fados clni-
cos......levaras as mos ao rosto de envergonba-
do, e exclamarasTmmpe-ml I................
Reatemos o fio de nossas anteriores considera-
coes. O peior que, a nao se ler dado pelo me-
nos tanta negligencia, as mortes dos irmaos Ss
se nao realisanara ; por que os soccorros a lempo,
os antdotos com que felizmente a sciencia hoje
conta, salvariam arabas as victimas, ainda sob a
influencia dos primaros effeitos do veneno. E
assim descoberto entao o alternado, descbenos j
ha muito esteriam os perpetradores do am crime,
caja irapunidade a dar-se como se espera, ser
entre nos ura largo caraiaho a urna inslita ordera
de erimes.
Entre tanto compre declarar, que por modo al-
gura trataramos de c usurar os mdicos assisten-
tes, se vi-semas que seus erros eram realmente
erros de horoeos da sciencia. Mas como o erro
tanto pode ser o desacert sem culpa, como o des-
acert por grave oraiss no deseinpenho das obri-
gacoes, por tibieza, falta de e>tado e de curapri-
ment de deveres, casos em qae se acharara os
referidos dous mdicos assisteotes vis-ubis ao-
dous eaveoenadospois certo que j mais che-
garara a comprehender, qne paraiysia das pernas,
perturbaco das faculdades menres nodessem ser
oriundas de envenenamento, ao ponto de por fim
s erobicarem cora anwecimento cerebral e fibre
typhoidr<7n verdadeiros culpados iodscalpaveis;
nrmente quando, era vez de coofessarem seus
erro, de virem era publico respeitosamente pedir
desculpa a sociedade, depois de serena os primei-
ro a assistirem s autopsias, a se erapenharem nos
exaraes medico-legistas tendeles a desober a da
verdade, ao contrario ousam ostentar sabenca,
desprezo aos collegas que com elles conferencia-
rara ; e o mais acoutados no sophytna, sus-
teatarem absurdos e principios sem applicagio,
nicamente com o fim de atropellarem a verdade,
nbscurecerera as provas do crime. Mas o soptays-
ma por raais bem tecido que seja sempre sopbys-
raa ; e na ordera dos crime quando mais elle se
estampa, dia a dia, na face do criminoso o de seus
cmplices.
Outro sim. Bra qae pode a cradivao social das
victimas de um crime atroz influir a favor da ira-
punidade ? Onde j se vio a condico da victima
de ter sido pobre on opulenta, de ter oa nio fa-
milia, raais ou menos preponderantealterar a es-
sencia o natureza do crime com relacio a socie-
dale o as leis ? A condico da victima ede sua
familia se influe e infiue mnito, tmente quanto
ao mekis de descubrir o delicio e o dehnqnente.
Se as duas victimas de envenname*) era questo
nao tivessem prente abastados, que podessera
dispor de contos de rea, como taera feito, afira de
deseobrirem os crines e o assassiaos, linda bme
os dous irmaos Ss feriara soeeombido a urna fe-
bre tuphoide ou (MaUot latente a que (ora por
natureta condemnaia a norrer a familia S, se-
cundo se deprehenda do risivel depoimento do Sr.
Dr. Sarment (pai) dado a polica com relaca i a
celebre molestia do Sr. Ernesto de S, o que a seu
tempo ser analysadi.
Quem livor hdo ae esteUatieas da Franca, Ingla-
terra, Suls-a, e de en ros paites raais aoSantedos
do que o Brasil ver, eomo o Mtoresse publico on
cara a eondicio da victimas cora relacio a gra-
vidade doa deudos. Se por exemplo, a orle de
FrHdarico Gromer, assasanado por ana prupri
mulher, aterruu a toda a Suissa, nio foi cerumen-
te pela po-ici social da vieltea, qoe era ara dos-
eonheeidoestraogeiro, recemctwgado era Zuri -h.
onde dar se o-attoaiado, mas sint p-r -ua ntui e-
u bornrela eircum^teactm uraordiuarias.
CoBtoqaer jne teja, o cactoe, qn oltiraamenip
chegou da Babia noticia certa da que teodo-se all
procedido, cora todo o rigor da sciencia, i analyse
chimica das visteraa do Dr. Ticwriaao, n'eilai te
havia encontradono intimo de cada amaarae-
nico em qaantidade; quanttiae, que ao aama
vulgarmente so tuppoe, roas tim que -aprime a
absorpeo geral do veneno e taa presenra n n pa-
rencbymas dos orgio.
Esta descobem fle arserte em nm dos cadve-
res, unida a vario elementos de prova jnndiea,
futro paja nao s j Kirl W remar os cegu
levfcsnres do erirae, amo j teriam sabida |.or fcrca Vtsa graade ccaeba
feita de i ergamfcihatl Par|, lio carcomidos pete
tempo e abandono ; nio para te elogiarem Nspai-
dicamente, mas sim para deacuipar^m-se c m toda
attencao e reipeito ao publico, da tantos enea
commettido.
Mas nao. Elle te dizem abada os primeiro*
mdicos de Pernambuco. proclaman) se em anoay-
a- s os prtmeirot toxlcoiogislat; e nm d'elies
apreciador de Devergie em 1836.
Entretanto, sempre com espanto rre hr rie Itaa-
brar do que dissera e referido aprecioer ie De-
vergie na polica, ao entregar ao ir. Dr. Ptahaira
nm seu parecer ou depoimento por exripio acar-
ea de lao grave questio!.....Qner saber o ta-
buco o que.................................
a Que aqutlle seu trabalho tinha sido bateado em
ceitos apontamentos que Ihe haviam m*> femse-
dos!! > Se isto incrivel, nio deixa de ser arria
realidade, e appello para o 3r. Dr. ehefe de po-
cia e Dr. Estevao Cavaleanle.
Em verdade admira ver a reluetaara *> doma
mdicos assistentes; e mais qae todo a c-r^wat
do que nundoo escrever no Diario ie Petnambuto
de 23 do mez prximo pastado, es;a- rotmoraveie
palavras: Respeitaio peta eertezn ie -nasi lo-
dos os seus diagnsticos nat violentas mes grates
e complicadas que entre nos tem apparerid'). Nm-
guem n'esta cidade, ou Cora dola, ignora a gnu-
de nomeada de que elle go
.......... Nio conbecemos iwr ora n'esta pro-
vincia medico algum com as habilitariet do Dr.
Sarment para discutir theorka e praticumemte
questdes e toxicologia. (!) etc.
Se assim porque nao tem vindo o 8r. Dr. Sar-
ment imprensa explicar oefaclrs. e susteuter
o diagnsticos de febre typhica. antos que da Ba-
ha e de Paris rheguem os resoltados das a.klyses
cbiraicas ? Se tena consciencia de sua semiencim e
-do seu acert acerca dos diagnostico, consi.if ra-
do no sagrado dever qne llt in.pe o pergumiabo
e na iraportencia da qnestio, drbaixo de lodoe ea
pontos de vista, porque nao ten procurado eoos
sua assignatiira combater os erros dos nrticos da
Bahia e dos collegas de Pernamboeo, qne asta-
la m os envenenamento e ot erras ou inenria dos
medie-s assistentes ? Dest'arte seriam bem es-
tampados ten* profundes couheeimeutos ie wtum-
cot-legistat; e a discussio tomara nm raracter
diverso d'aqoelle, qae de proposito em aaonjiaj
sn Ihe tem procurado dar, alias com miiha das-
honra para os medico- assittente.
Mas nio. Passar a pressa o> inpoeir.i los li-
vros de toxicologia, como se eslivesse em bnara
de bara lio; copiar d'elies aqni e all prior:p >s ge-
raes, qne nenhuma apphcaco tem aos euw.* ver-
tenles, e os ir publicando son oanonynn, seio rea-
pon-abilidade moral e carcter aigu-n de sci-racia.
nicamente com o fim de alropellar a q>ie*tat) e
desviar as vistat do publico dos grandes errase to-
cara cjinraetlido sem duvida a melbor sabida
possivel, no circulo de difficuldade em que seesa-
eravaram os primeirot praticot da prometa, lia
celebres or suas obrut de medicina. E se te-
rem impren
talvez depoi que alguma baila prasMana tenhaM-
turado era Pars os fraseos em qae foram remul-
lidas as vii-eras do tenente-coronel Joao da S.
Entao que'os dout Devergie*, apezar da vaidade
que os tem impedido de entraren) em lira %:u
oea, diro alguma cou*a 400 aproveile aaa
sos reo e seas cmplices I
Falla se em vaidada t Ser possivel reali-i,
qne domine teaaelhaate paixio no mediene aaiila-
teni' s ? Sanio O as al onde poderla enegat a
miseria humana ?............................
E o que .1 vaidade era medico qae em uta
dia acabnm de palomear o atrazo em qne esto
na medicina, apesar da babilidade mn qae
por longo tempo soaberam oeealu-lo, a iraaeira
da certos joaldeiros, que, por 011ro a vea lenas
nos altos serios suas lentjonhs, motaram mw,
mas de bem longe ou no erepusenV* de las to-
vernosos tem nunca darem occasiio a Wra e
toque.
A vaidade qne era ultimo resaludo funda--
em erros perniciosos, sacrifica nm aps outro
dous distractos pas de familia, por deacnnbecrr
totalmente os effeitos de nm veneno, contra o qual
a sciencia lera recurso ; e de mai mais esfor-
ca-se por sustentar -e em anonymos, mediatMe
disparates de lo la sorte, e sacrificar a verdade a
interesse dos culpados, enfrtqaeeesMio tottot es
elementos de prova tio necessario* jn<'ica<
realmente muito mais fatal de qne a de Itugeme-
e Antistenes.
Tendo um dia Diogcnes deixado de halmar seu
tonel, sentio que de urna casa Ihe laocar^m agua
sobre a cabeca, e por vaidade nao qoii mudar >
Ingar. Como algn dos aistonles se n.o-tra-
sem compadecidos d'elle, Platio que p>>r acaso
passava disse : Queris que vo*sa eompaixio seja
til semclhante vaidoso. mostrai qne nao o vele
Visto que aqui oa effeitos todos da vida de re-
flectiara sobre aquel que a eooltoha; all, ac-
tuou ella contra duas preciosas existencias, con-
tinua em affronta verdade e ae* mdicos da
provincia
Perianto, se mudar de lugar seria em Dioaaaes,
o antidoto do mal, tambem mudar de tupir sata
para os mdicos assisteotes o melbur remed
pos vel; ao meaos para que o pablico lites ni
appliqae o conselho de Platio, ou taaubma as
palavras de Scrates a Antistenes, esle ontr vai-
doso : tAnlisthenet, eu bem vejo em ti a raidwe
que te perde atravez os furos de tua courara >
C mu re 1 cao aos dous medios usisteatV, aw-
dar de lugar consiste em, snbraissos teiencia e
ao publico, virera iraprensa responder pelo ajo*
fuera 111 convencer por mete de urna ui tnat
cientifica aos collegas qae por ventara esiejaut
era erro acerca dos tactos e suas eircamstancta* .
rtissipar todas as duvida que em nome da ran,
da lo.'ica e da mesraa sciencia for- u-lhe aoreaaa-
tedas. Sao reos, pelo menos tare da -itai,
oa confessem ou defeodam-se. Nada mais da
vida le pueril, ou propria de velhoa em pria
de queda para a infancia.
Aquello que, firme na ver lade e no oVvrr,
ente e sustenta ojdever e a verdade da
cusa rolar ao sopro de um ntilha qae teja de
boc;as qae por ventura vomilem-lhe improprio.
e posto que role, a gloria ir com elle a* inatotto.
Nada mais de escpulas por earainhn indi 1 me :
estndem e venhara imprenta, com a verdada da
scieacia, restebeleeer os fados ea socorra da
justica. O que a honra exige o qave intab a
sociedade. E caso se deliberen) de-xvr aav
prens 1, que ta nao esquecam das raemoraveia pa-
lavras de am dos mais distinetos tiiiiwliiavaati
modernos. 1 Le tempt n'est dome pin* en le 1
cin legisle ppneait te laisser effntutr per tes eter-
tiont thortqnes, per ees fanlmet toemt mam
un sustme de iifense que me mhlmt pus le aaa
des cientifiquet, et il lu sera fucile autemiihuir
reconnaitre. ans tous les cm, e quelle mur-
es proeient fartenic qn'il amrm eettrm*-4um em
davre.
Dr. Oaroliuo Francisco ie Umm .
Negocia do Asy!
dade.
At boje nio tenao bdo razoo para tomar par-
te na diaeusto doa negocios do Ayl da MasaV
cidtde.
Quando exerei interinamente o cargo da es-
to r desse eetabelecimeote re poedi, aaa aaMaa,
que me foram dirigidos pea pwiidmto,
pela Santa Cata ; assim eomo daarani a aaaat
antecessor, que ea esteva proarpio a reppiaat a
quaesqui-r oiciis, que elle me drifitaf.
Mas cuaopre-me tomar em conimpia daax
tpicos do artigo publicado 00 Otaria 4 hato pu-
lo Sr. Joaquim Pedro Barrete de MeaW Mega.
En o pntteiro :
< Quo a aUmotoaaio que te d**e ae wqVy ara
mais sa e absaudeaie do que a me reonavaa
ree ihidns aotettabeleeiraeato* earg da lamia
Casa, verificase no mesmo asutompmt armar
cahio na fitncu extuma da raybrtfa aaaa Cm-
sa, e patsow a ter tupprido per otmtrntm fotuto m
competente secrttmrim. >
c Heiluzrad os atyladot a ama 'rajir raraam a
i|ic in-natoiaala, se ha d umtmtmmtmmemm ea-
dunr detpeaaaonetaeraraliait,
Nao tei te retare-eeaEmpana.amitodtoaa-
a>r d ayl-i at patarras : mimt aaaa ate adatoam
germtta imclum, m ffenm Um Cttmn.
TamoHa naato)i w m pl*r*a. aa1)t*itto*r
astfUtdot a mmmemtjo ottmttm a^a, ataatoaan-
tt. contoom MriMtCji 4U wu Mrrauafdto
dorante mr**1-------------
Mat do
se, que a
da aliraentacio ae aeylo, iiaUqjto oe
qoa o dirig, U Vida 4 ttmt^Um \







l


I
Dior.d* Pa*<> -r-Tw* Mr 4 de Oulnre; % 1870.


da alimentagii, nrednccjto eoasjderavel, de modo
i tornar iosnlTi8letaste*; rag<
Protejo c.JUUflBW|Wf-"r. *ial'*m m,'
ae emquanto rtj igJNP 'do, *y'a <
mtodi^M*. t*-*,JtkMfpfC) dos asylados nio
foi melhor e mais iban&pfe, que i torneada, an-
teriormente, eom to certeza nid foi peor nem
menos abundante.
Se fur precito provare a veracidade desta as-
HHH.
Eis o ontro toco, que curapre-me raetifl-
ear :
< Entretanto, /are anda nolar urna uutra cir-
camstocia, que se deprehende do offlcio do raes
mo Sr. Dr. Oliveira Fonceca, que a diminuigao
na quantidade da amentagio.
* Desse offlcio v se qae no asylo ful adoptado
systema de ragoes, o que quer dizer alimenla-
cao forn'dda por pes e quantidade iguaes.
i Este modo de farneeer alhnentngao, diminue
de algama forma a qae te d sea conta, e na ra-
zio do que pdseoaer cada individuo.
f Isto nao soffre contesUgao.
Sr. Mello ll^go oo lea com attengao o mea
tfMaio, a quj se refere, nem a tabella, que o
acompauhou
Para mostrar o seu engao transereverei ama
e ouira coa :
Asylo de Mendicidade 1 de agosto de 1870.
Illm. e Exm. Sr.Remello V. Exc. nota das
despezas com o sustento dos aaylados desde o dia
21 do mez passado, era que tomei a direccao dat-
te eataboloctmente, at hontem 31.
< Em offlcio de 29, V. Exc. tamban exige urna
ota dw despea?, queso fizeranrem-igual auwe-
ro de dias anteriormente. Sioto dizer V. Exc.
qae na secretaria desle estabeleciraenio nao exista
nenhuma das coalas anteriores ao dia 22 de ju-
loo, estan.l.) toda em podar do mea antecessor,
qae segunda me disse as levon para fazer uui re-
latorio, do qual j^ poda eolber algnns esclarec -
mentos.
i Apenas sei, que em cada dia o mordomo fazia
por escripia o pedido da qaaatia necessaria para
a alimentago, calculaudo em 810 rs. o snsiento
de cada asylado nos das de preceito e em 980 rs,
nos outros das.
c Em cada pedido diario, o mordomo passava
recibo da quautia equivalente.
t J tive occasio de dizer a V. Exc, qae adop-
te! outro systema.
< O mordomo diarimente eacreve minuciosa-
mente todos os gneros que compra, e deserimiaa
s qae entrara para a despensa dos empregalos.
Os recibos silo passados proporgo qae elle vai
recebendo as qua alias respectivas.
c Da nota momea vara V. Exc. qae os genero!
consumidos na alimentarlo doa asylados nos lti-
mos dez dias iraportaram em 366*220 sendo
457 rs. a despeta diaria, termo medio, com a ali-
mentago de cada asylado.
t Deus guarde V. ExcIllm e Exm. Sr. des-
embargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vi-
oe-presideute da provinca.
O directar interino do asylo
Jos Joaqun de Oliveira Fonceca.
Nste offlcio nao ha urna s palavra, da qual se
inora ter havido, depois que priocipie a dirigir,o
asylo, dirainuirfio na alimentago dos asylados.
To somentc os algarismos patenteavam grande
diminuigao na despeza.
Vejamos agora a tabella apresentada pelo mor-
domo e a.ipruvada por mim.
TABELLA DOS 1SYLAD8S QUB RECEBERAM AS TRBS
11 AC ES 53 b DIARIAS.
ti de jnlho omens 27 malheres.
23 c c c c
24 < 1 i
20 f c 16 1
M c c < fl
27 55 1 27 C
28 53 a
29 f i
38 i c C t
31 t 1 C C
8tno estupido e pretencioso, oo era urna
impiedade cyoica, e JaapictoDte, e o rninis-
tfo/doaluir. o guarda da aroa saocta. da tfir
ligiaodo Martyr da Montanha, deixa|bir^e
eclipsando o tiime sacro da f, OTMMnto
arrastra pelos' raarhVs do vicio a candida
tnica do Gbristo. a garnacha do sacerdote,
a qaal o raeoor tomo de p noda, todo
peito em qae palpita ara eorac3o incendid*
aas fragoas das tnslituioSes evanglicas,
nicas, qae dos poden dar nesta vida de
trangifo una boa coexistencia social, e na
vida ulterior e imperfturt o premio dos
nossos sabores, exulta de gavdio, estre-
mece d'alegria, porver que ainda ba sa-
cerdotes, que, eomt o Rvib. Sr. conegoDr.
Luiz Ferreirn Hnbra Peliaca, podem salvar
das ondas da impiedade o preciosa cofre
de nossas tradiccoas religiosas, a ambula,
onde eslo deportados os preceitos da Vic-
tima do Calvarlo.
O amor que voto a comarca em qae uve
o barco e a fregneiia, onde resid por al-
gaos annos, ordeaa-me que felicite aos
bo'ns Nasaranos pera acertada ttomeafio do
Rvio. Sr. conego Dr. Peliaca para vigario
da importante freguezia de Nasareth.
Conoecedor de perto e ba longos annos
das qnalldades, qtie ornamentao a prssoa'
do nomeado e a par do seu trato lhano e
afavel e de sua esclarecida inteiiigencia, e
eelo no cumprimento dos deveres inberen
tes aos cargos, qoe tem oceupado eatre
nos, do ultimo dos quaes pedio demisso
em obediencia a ordem do seu superior
qu* o revestio da importante missao de
apascentar as almas, estou certo qae o
Rvm. Sr. Dr. Pelinca nlo se desusar em
sua freguezia, da linha de conduta, que ba
seguido at o presente e qoe nio ha de
consentir que suas ovelbas se tresmalbem e
qne o lobo invadmdo o redil disime o re-
banho cuja guarda lbe foi merecidamente
confiada.
Faco votos para que o Rvm. Sr. Vigario
siga sempre a sublime passagem do Evan-
gelho : Ego sum pastor bens que pasco
oca* meas e que n3o descance emqaanto
honver urna ovelha desgarrada do ap isco.
Os habitantes de Nasareth mansos.paci-
ficos h3o de dar o devido acolhimento ao
seu novo parocho e as suas doutrias.
Recife, 26 de setembro de 1870.
B.
nio F'rma da Trindade, carga cour ontros
gene
S. af-ithvtis^rJte innleirb -ffiwTliiawlC'W)
Joaquim Jo de Mirani, carga tij
New YaVK%.#talBnMls, MMf Xn|OUI>
South Amriea, commandaiie Teiklepangb, tm
a mesma carga que trouX dos portos do ani.
Rio de Janeiro e portos intermedios8 das, vapor
braslleiro Paraense, de 840 aladas, comrnan-
dante Joio da Sirta Moraes, eqnipam 5i,
carga dftfdrewee gonevoe; Antonio- L. de O.
Aevedo C
>f jntavideV-W dias, patacbo hsspanhol Inunsi-
W, d IW) toneladas, eapitao Franeisco kfaris-
tany, eqniflagem it, carga earne ; Pereira
Ciruiro k C.
Navios ahlos no mesmo dta.
S. TUmbiiz-Patacho Inglez Lady Btrd, capKao I.
C. Rasean, em lastro da area-
Navios entrado no da 3.
Rio de Jnneii-e *0 dias, barca franceza Raoul,
de 484 toheftw, capltio Parquet, eqaipagem,
15, em lastro ; a Tisset Frere & C.
Rio grande SalI das, brige braslleiro 6.
Jos, de 191 toneladas, capifto Antooio Francis-
ca da Canta, eqainagem W, arga <0,000 afre-
ba; de (Jame ; a Aniorifli IrttdwM 4 C
Afotwt sahidos no mesmo iia.
AracatyHiate braseite Dems te Guarde, capillo
Manoel C. da Costa, earga differentes gneros.
Terra HoraPataeho inglez Jeasy, capitlO'W C.
Kidd, em lastro Oe.ari.
Portos do norteVapor nacional Paran, com-
mandante JoSe da Silva flforaes, earga (WTeren-
tes gneros.
-
Un
d'
epic
Mr. Carn,
allla Maxietle.
EDITAES.
c Calculo da despeza media com a alimen-
tario diana de cada asylad i nos dias 22 a 31 de
juiho de 1870, inclusive.
Os genero^ comprados para a alimenticio
nestes dez dias importaram em 4748, sendo...
80660dd gneros que eolranm para a despen-
sa des empreados e 39iit60 de gneros que en-
traram para a despensa dos asylado^. Uestes...
394 j; 160 existem em gneros 27*940, sendo con-
segaintemente o consumo liquido 3665220, o que
dividido por 800 diarias conforme a tabella cima
feita d 457 rs. qne a despeza media cem a a-
mentacao diaria de cada asylado nos referidos
dias.
t Em relacao quatidade e quantidade das ra-
fas nenhunia alteramo tem havido.
Asylo de Mendicidade 1 de agosto de 1870.
O mordomo
Clemente Jos Ferreira da Costa Jnior.
Est exacto.
O director interino.
Jos Joaqnim de Oliveira Fonceca.
Se no mea olBeio n) ha urna palavra, do que
sa possa inferir ter havido m nos abundancia na
amentacao depois que tomei a direccao do asylo,
no calculo aposentado pelo mordomo, e approva-
do por mim, declamase positivamenle que em re-
laco qualidade e quantidade das rafes nenhu-
ma alterara tem havido. Como dizer se, que do
raeu ulli i'j so infere, que houve alterajj, e para
menos f
No m.'U olkio nao usei da palavra ragoes,
usou delia o ex-mordomo na tabella no mesmo
sentido era qu vulgarmente emgregada, isto ,
quinhcs destribuidos par nm certo numero de
pessoas, que vfvem em commum.
Dizendo-se, que os asylados recebiam tres ra-
ies diarias, (isto coraiam tres vezes ao dia) isto
nao sigoica que a porca: de alimento, o qninhao
de cada ura fo;se separadamente pesado e raediio ;
e que iodos os quinhoes fossem absolutamente
iguaes em peso, conta e medida.
E>te ayatama, que alias nao adoptei, de dar a
todos os asylados ragdes iguaes poderia trazer co-
mo consequencia ser a somma total dos gneros
alimenticios ou maior. ou menor, ou igual a que
anteriormente se consuma, confirme fosse a
quantidade. a grandeza, de cada urna das racoes.
listo que nao soffre contestarlo, nem precisa
de dem.mstrago. Eatretanto, s porque o ex-
mordomo do asylo esjreveu urna vez a palavra
romes, o Sr. Mello Reg diz, que do mea offlcio
se'deprehende a dcminuicSo na quantidade da
alimer.tzc.ao.
Basta-rae fazer este pr testo, porque, como ja
disse, at agora nao tenho tido razSes para tomar
parte na discussao do< negocios do asylo de men-
dicidade, e ainda menos investigar e discutir as ra-
zos, pelas quae dorante rainha direccao a des-
peza com aalim ni-.ii;io no asylo licou reduzda
a menos de meta le.
Recite 1 de outubro de 1870.
Jos Idaquim de Oliveira Fonceca.
TestemimSio de eterna gratido
O ab iix i assignado acaba de solicitar e obier
demisso do cargo de ajudante de ordens de pes-
soa do Enm. Sr. general coramandanu das
armas d sta provincia, Joaquim Jos Goagalves
Fontes.
Restituido assim simples e modesta posico de
majar da gaarda nacional e onorario do exercito,
o abaixo ajsiguaJo olvidara o comprimento da ri-
goroso dever, se nio viesse, como vem, agradecer
do alto da iraprensa quelie destioclo cabo de
guerra as provas iaconcasas e repetidas de ex
trema amisade e illimitada confianza com que
elle dignon se de distingu-lo no correr de 3
annos, 5 mezas e 7 das, porque Ihe coube o de
sempeubo da honrosa raissio, de qne, de moto
preprie desobrlgou-se.
Mi) nao s nente a 8. Ere. qae o mfr$ Ar-
mado so acha pre tan igualmente direto oIllm..Sr. tenente coronel
Francisco Camello PjssOa de Lacerda muito digno
secretario do comraanlo das armas desu provin-
cia, e o nao meaos digno anidante de ordens en
carregado do respactivo detalhe, o Illm. Sr. t-
ente Emeano Ernesto da Mello Tamborim, os
qoaes durante o lapso de tempo, que flea consig-
nado, confandiramno cam obseqniosidades qae
jamis se eaqneeer. ,
Recife 1 de outubro de 1870.
hse Luiz Pereira.
ao* Nazarenos
Qoand i a descrema lavra em grande es-
cali no slio di sociedade. e c >m am ver-
mi roidor procora rainar-lhe o corajjio
fevera por fevera ; quaado os s5o preceitos
da ra^ril, e da religi3o, que nos transmit
tiram n >ssas mies com o pabeul primei-
ro da vida, team na quadracalamitosa, que
alve;sano3, degiaerado oa em am faai-
AO PUBLICO
Nenhnm proposito tive de offender ao Sr. advo-
gado Antonio dos Santos Vital, quaudo levei ao
conhecimento do pnblico o facto miraeuloso de en-
contrar dentro de sua carta folha e meia de papel
pardo e proprio para envoltorios, em vez de urna
procuracao, e nm recibo, que dizia remetter-me :
S por amor a minha reputacao o fiz: entretanto
encommodou-se muito com o termo de escamota-
gem, de qae usei, e respondea-me em am cora-
ra unicado inserto neste jornal, de 23 do correte,
de um modo brusco e proprio de si.
Entregara a soberano desprezo a urbanidades
cora que me tratou o Sr. advogado Santos Vital,
se me nao pretendesse elle ferir com ama malyg-
na allaso Gameleirada.
Sabera.todos que em semelhante facto, apenas
ligurei como advogado dos individuos, sobre quera
pesou a culpa; por tanto nao fago caso de tal al-
luso, e provoco ao Sr. Santos Vital, para que de-
clare francamente qual foi a parte qae tive no fac-
to a qne alludio, oa em oatro qualqner qne me
desaire, sob pena de ser tido como infame calum
niador. As venenozas balas dessa calumnia infa-
me, e atroz nao me podera alcangar, e ambos n;
somos bera conhecidos : o publico qae nos apre-
cie e julgae. A minha algibeira esl sempre po-
bre de dinheiro verdade; mas. a minha con-
sciencia rica de tranquillidade. E o Sr. Santos
Vital ter a felicidade de poder assim dizer ?
Deus o sabe. Concluo assegurando-lhe que a
iransforraacao, oa mslara'orpnose da procurago. e
recibo e urna perfeita eseamitagem ; erabara em
birre S. S. com a expressao ; quera a fez nao p>s-
so afflrraar; o que afflrmo qae acerca d'isto na-
da mais direi pela imprensa, vpor que no campo
da insolencia nao apan o a luva.
Gameleira 26 de setembro de 1870.
Pedro Gaudianno de Rets e Silva.
JUISO DOS FEIT03 DA FAZEflDA NACIONAL
0 Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, offlcial da or-
dem da Rosa e juiz privativo dos fetos da fazen-
da nacional por S. M. o Sr. D. Pedro II, te
Fago saber todos qae este virem qae no da
13 de ontabro futuro, na sala das audiencias pelas
11 horas da manhaa perante este jnlzo se vende-
r) em praga os bens seguales: penhorados aos
nerdeiros de Jalio Pereira Mattoso, ex collector
da villa do Cabo, e de ?en fiador para pagamento
da fazeoda nacional : o engenho Bom Destino, iio
termo de Agaa-Preta, sendo a-paliados as bemfeito-
rias do mesmo, consistindo em urna casa de enge-
nho e purgar sobre pilares, 200 palmos de com-
iriraento e 42 de largara, teodo ao lado urate-
heiro que serve de picadeiro eom 17 palmos de
largura, assenlaraento com 5 rojos, estufa, roda
d'agua, moenda de ferro, com formas, casa de vi-
venda, senzalla, casa de familia, todo de taipa e
em mo estado, com 162 palmos de frentes e mais
4 casas em mo estado em 8:000000; e as tr-
ras do mesmo engenho comprebendendo o lagar
denominado Roncador, com urna legua de- frente,
e igual exteDcao de fundo pouco mais ou menos,
em 13:0001000; ama casa terrea na villa do
Cabo de taipa com 63 palmos do (rento e 63 de
fundo, 7 janellas na frente e 2 portas, corredor no
centro, 7 quartos, cosnha, quintal com 150 palmos
de extengo, c um terreno devoluto ao sul da mes-
ma casa com 18 palmos de frente, sendo todo o
terreno foreiro, avahada em 2;O00jO00, e o en-
genho Solidado avahada em 18:000*000.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente qae ser publicado pela
imprensa e afflxado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 22
de setembro de 1870.
E eu Luiz Francisco Rarreto de Almeida, escri-
vio subssrevo.
Abilio Jos Tavares di Silva.
amour
Personaren*.
VfcrmLvIle... '
fl*fli*e-.....
BfifiMe...........
SEG1KDA PARTE.
v Mademoiselle Choibarl naniar a linda
ganeta
Hatte-l !
Mr. Raynand, desempenbar o bello romanee '
L'Hirondelle a prescrit
Mine, de Val-monea, cantar o Iradisslftxr RO-
DEAU da opera
TERCEIRA PARTE.
Subir a scena pela primeira vez a nova e Khda
opereta bouff em nm acta
La legn de musique
Personagens. Actores.
Toquanlin............ Mr. Maris.
Rosetle............... Mlle. Brescia.
' QUARTA PARTE.
Mlle. Marelte, desempenhara a nova e linda)
eaosoneta "
MR, SIEN NICOLS.
Mr. Carn, desempenhara a nova e linda can-
cao cmica
JE NE PEUX PAS METTHE K MAIN DES3US.
Ba egtf da rae. d* Val-monja, exhibir o an-
do Tyroenne da opera
LA VIE PARISIENSE
na qaal a mesraa M ne. desempetrba tres idiomas
settdo em
Francez
Iialiaoo
Allemao
Esla ultima parte torna-se assas recoBimeoda-
vel pala grande difflculdade que existe no seu des-
erapattho, por isso tomamos a librdade de pedir
ao respeitavel publico qae concorra ao theatro,
afim de a poder apreciar.
Os bilhetes acham-se a venda no escriptorio do
theatro das 9 da manhaa em diante.
Prmcipiar as 8 horas.
Ai^a^
COMPANHLA PERNaMBCAI^A
~L KpE
Goyanna.
O vapor Parahyba segvir pa-
ra o portf. cima no ^dia 6 do
crremes^joras da noute.
Reeebe, carga enconimendas
_ Da escriptono do Hrtt, do HaMos n. 11
, i 13 31
Segae para Part o dia 1 de ontabro com a
carga qne poder otrtr a frates moito oottmodos o
am americano' Charles Thomson, cnegado hontem
te WeW-York ; a tratar eom Tasso IrmaVu & C
MU'
Pretende seguir para o referido perto em poneos
duu o pafiabote Rosita por lar a maior parta 4a
earga, e para a pouca que Ihe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Gongives Beltrao, i
roa do Coatmercio n. 1?. '
Kio de Janeiro
Para o porto cima segae com brevidade o bri-
ge nacional Isabel, tem parte do sea erregamea-
to engajado : para o resto qoe loe falta trata-se
eom os consignatarios "Antonia Lnfz de Oliveira
Axevedo & C, ra da Cruz n. 57,1 andar.
i
LEILOES.
DE
AVISOS MARTIMOS.
00MMERCI0.
PRACADO RECIFE 3 DE OUTUBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HOBAS DA TABDE
arabio sobre landres 90 d|v 22 1[2 d. e 23 d
oor 1*000 (sabbado.
Dito sobre dito90 d|v 22 3j4 d. e 23 d. por 1 -5
(hoie).
Gongallo Jos Anonso,
Presidente
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
ENGLISE BANK
Jf Rio de Janeiro Limited
Descoata lettras da praga i taxa a con
-endonar.
Recebe dinheiro em conta corrento b
I raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade;
prlncipaes da Europa, tena correspondentes
a Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
3 New-Orleans, e emitte cartas do crdito.
3ara os mesmos* lugares.
RA DO COMMERGIO N. 36-
Perante a cmara ranicipal desta cidade es-
tera em praga nes dias 4,5, 6, 7 e 8 do corrente,
para ser arrematado por quem maior prego offere
cer o imposto de 120 res, por carga de farinha e
leguraes vendidjs nos mercados pblicos desta ci-
dade na importancia de 3:0000o0.
Os pretendentes a tal arremaiago comparegam
nos dias indicados no pago municipal, manidos de
suas flaneas na forma da lei.
Pago da cmara municipal do Recife 3 de outu-
bro de 1870.Ignacio Joaquim de Souza L?ao, pr-
presidente.Lourengo Bezerra Carneiro da Cu-
nha, secretario:_____________________^^^^
O Dr. Manoel Antonio dos Passo* e Silva Jnior,
juiz municipal o de orphaos, Io supplente em
exercicio do termo de Olinda, por S. M. I, e
constitucional, quem Deus guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, qae dentro de 30 d^a?, re
cebe este juizo prooostas em cartas fexadas, para
a arrematagao por vrada, quera mais offerecer,
n > eserav.i Silustiano, crioui >, com idade de 20
annos, a alia Jo por 1:200JOOO, o qual tem de ser
arrematado requerimeato do tutor dos orphaos,
Luciano Francisco de Souza, afim de ser o s^u
producto recolbido ao cofre d'orphos ; sendo qua
ser dita arramatago effectuada de conformidade
com o que determina o_art. Io do decr. n. 1,69o
de 15 de setembro de 1869.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente que ser publicada pe-
a imprensa e afflxados nos lugares do cusame.
Dado e p issado nesta cidada de Olinda, aos 6
de setembro de 1870.
Eu, Joaquim Hermillo Candido das Chagas, es-
crivaa interino o subscrevi.Manoel Antonio dos
Passos e Silva Jnnior.
Ao sello 303 rs., vaina sem sello ex-causa.
Passos Jnior.
Eslava urna es'ampilha de duzentos res, lnut-
sada na forma da le.
Olinda, 6 de setembro de 1870.
O escrivao de orphaos interino, Joaqnim Her-
millo Candido das Chagas.
CECLARACOES.
'COMPAMHIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 10 do corrente mez espera-se da Eu-
ropa o vapor francez Amazone, o qual depois da
demora do costume seguir para Baenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para condugdes, frete e pas=agens, trata-se
na agencia, roa do ComtnTeio n. 9.
No dia 12 do corrente mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Gironde, comraandante
de Som-r, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gera) e
Lisboa.
Para condigoes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.___________
lOMPAlIA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o dia 8 do corrente um dos
vapoies da companhia o qaal
depois da demora do costume
_ seguir para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
arga que o vapor poder conduzir, a qaal deveri
jer embarcada no da de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sua
abida.
Rao se recebem como encommendas senao ob
jectos de pequeo valor e qae nao excedam a doa
arrobas de peso oa 8 palmos cbicos de medigao
rudo qae passar oestes limites dever ser embau-
lado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua
passagens s se recebera na agencia, ra da Cru:
n, 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Luiz
d Oliveira Azevedo 4 C
50 jacazes com tou-
cinho
IIOJE
as 11 e meia horas
O geme Pestaa far leilo por conta e risco de
quem perteocer de 90 jaeazes eom excedente ton-
cinho escolhido, sem poetas, e serio vendidos em
nm on mais lotes, hije, s 10 e meia horas da
manhia, no rmazem do Sr. Annes, defronte da
alfandega.
168
M, 1
331
170 M, 175 M, 201 M, 176 I
190M. 20M, 203M.L
13 M, 288 M. TVl
Podate seas donos resgatar oa el. las h'i
par ojtrte qne esiao devendo, noi
i vMM'ntella.
MI
*j$&
25
barris com manteig ingja-
za, nmeros a seguir.
Qninu-feira 6 da eoil.
O agente Pesua far laiSe por ca
tqamn pertencer, de 25 larra co
lagiea nnmeraga a seguir, ekegada no i
por. e sarao vendidas em lotes 4a 5 barra,
la-feira 6 do corrente, pelas 11 boau da aaa
no largo da alfandega, junto ao
Antes.
AVISOS MVEBMt.
M ARWMlll
WMHift Kn^lMkll
Haver seesao ordinaria qoint fcira
corrente pelas 11 horas da manhia.
ORDEM DO DIA
e mais trabalhos de
Pareceres
missoes;
Secretaria
da 1870.
\
do Instituto, 3 de

Jos Soares 'kzetta.
Secretario perpetuo.
AVISO
ALFAKOFGA
ejdjnertodi dia 1 .
den: do dia 3 .
323601704
31:558*444
64:519*148
MOVIMENTO DA ALFAKDEGA
:olums entrados cara fazenda;
dem idem com gneros 435
LEILAO
DE
100 caixas com mas-
sas de Lewi
HOJE
s 12 hora* do dia.
O agente Pestaa fura leilao por conta e risco
de quem pertencer, de 100 caixas com raassas de
Newi sortijas, as quaes serao vendidas em nm ou
mais lotes vontade, hoje s 12 horas do dia, no
armazem do Sr. Gomes, largo da Escadinha n 3 A.
Antonio Jos Leal Reis, declara ao carpo
do commercio e quem iniereasar
qae Dada deve por meio de lettras
como sacador, acceitante oa endosaoote.
Recife, 30 de setembro de 1870.
Clnica homcepathica
DO
Dr. Santos Mello
(DURANTE O MEZ DE SETEMBO)
Solestias
BMSIIM
DE
MMH!
Paquetes a vapor.
'olumM sabidos eom azeru:
li'itn idem com genero?
-----435
169
140
-----309
Descarregam hoje 4 de ontabro
Brigue inglez/rfarinha de trigo.
Brigue portugnex Bella Pigueirente diversos
gneros.
Barca ingletaPatriot dem.
Barca ingleza Roderwh Dhuferro.
Barca inglesaSea Quem idem.
Patacho inglezEmily -diversos gneros.
Brigue ingl-zHalttr i. Hommin*em.
Brigue norte-allemwH-Anne Helenefarinha.
UfiCBBEDORlA DE ftKNOAS lNTEKNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
lendimento do dia 1..... 1:776*804
ira d< din 3.....- 9031639
2:680*443
Nao se tendo effectuado a arremaiago
do imposto de 60 rs. por ca ia p de co-
qoeiro de prodogSo, por falta de numero
dos Srs. vereadores, de novo sao convida-
dos os preleDdentds a comparocerem em o
dia 3 de outubro vindooro.
Secretaria da cmara municipal do Recife
33 de setembro de 1870.
Lourenco Beserra Carneiro da Cunha.
Secretario.
Conselho de compras navaes
O conselho no da 5 do corrente mez, vista de
propostas recebidas al as 11 horas da manhaa,
promove sob as condigoes do estylo a compra dos
segrales objectos do material da armada :
60 barras de ferro ingle propra? para grelhas,
6 foles ingleses de 8 ps de comprimento e 6 de
largo, 2l livros impresso* para soccorros, sendo
de 150, 100 e 50 folhas, 2 oculos de alcance, 400
libras de pregadora de znco, 50 cadernos d pa-
pel matta-borro, 100 folhar de papel paulado para
mappas, 100 folbas de papel liso para mappas, 50
fechjs pedrezes, 20 feohaduras de broca para
portas 100 bandeijas ferradas, 2 pecas de tapete,
12 pares de conchas de folba para balanga, 50
brochas de caiar, 12 pedras de amolar, 50 meios
de sota da trra, e 50 pegas de lona larga.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
! de outubro de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CONSOLADO
tendimento do dia 1 .
dera do dia 3 -
PROV1NCAL
512*598
2:2*573
2:783*171
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia i de outubro.
Rio de Janeiro e Baha5 dia*, vapor americano
South America, de 2:000 toneladas, comisara -
danta Tenklepangh, eqnipagom 70, carga caf a
oatros gneros; Henry Forster 4 C.
Bahia14 das, palarho brasileiro Calado, de 9
toneladas, apitao Francisco los de Paula, equi-
pagim 8, carga larinha de mandioca ; Joa-
quim Jos G'ingtlvos Beltrao.
Navios sonidos no memo Ha
LisboaHiate' portognex Vel'ufnte, capito Anto-
Nao se lando effectuado a arrematagra do
imposto da 60 reis, por cada p de coqneiro de
prodaego, par falta de numero dos senhores ve-
readores, de novo sao convidados os pretendentes
a coroparecerem em o dia 4 do corrente.
Secretaria da cmara municipal do Recife 3 de
outubro de 1870. Lourengo Bezerra Carneiro da
Cnnha, seereiario.
Dos portos do norte esperado
at o dia 26 do corrente o vapor
Paran, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qaal depois da de-
mora do costume seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
:arga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ier embarcada no dia de sua ehegada. Encommen
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia di
Nao se recebam como encommendas senao ob-
ectos do pequeo valor e que nao excedam a J
UTobas e peso ou 8 palmos cbicos de medi-
- -
Tudo que passar destes limites devera sei
embarcado como carga.
Prevme-se aos Srs. passageiros que suas passa
gens s se racebem na agencia ra da Cruz n. 57.
! andar, escripiorio de Antonio Luiz do Olivein
Vzevedo k C.
I
1
1
2
2
I
s 11 hotos d dia 4 de outu-
bro na porta da associaqao
commercial Beneficente.
O agente Euzebo vender os seguales predios:
Una casa terrea de n. 23, sita a ra da Concei-
gao, freguezia da Boa-vista.
O sobrado de n. 16, chaos proprios, da ra de
Mathias Ferreira em Olinda, cujas chaves esto na
casa contigua para ser examinado.
As casas teireas de ns. 43 e 44 sitas na ra de
Malhias Ferreira, e mais a de n. 6 sita na ladeira
da Misericordia.__________________________
LEILA
DE
chapeos de Manilha, ditos de Chile, ditos de pa-
Iha da Palraeira, ditos de feltro, 1 piano novo,
fio de vela, brinzSes, papel de cores, conservas
em frascos e quadros pequeos de sanios
Quarta feira 5 do corrente.
Jos Mara Palmera. tendo de alagar_o primei-
ro andar onde tinha o sea deposito, far leilao por
intervengo do agente Pestaa, das mercadorias
cima declaradas, no mesmo primeiro andar do
argo do Carpo Santo, por cima do relojoeiro, no
dia quartafeira 5 do crreme, s 11 horas da
manhaa.
Adente............
Bexigas.............
Bronchite copilar.....
Broocbopneumonia. ..
Catarro sufocante.....
Cephalagia intermitente
Convulgoes,...........
Dentigao..............
Diarrb.............. i
Dysenteria............ t
Entero-collite..........
Febres ephemeras......
Febre intermitente......
Febre verminosa........
Gistro-enterite aguda...
Gasiro-enlerile chronica.
Hyi>ertropbia do coragao.
Leucarrhea............
Meirite chronica........
Pneumona ayada......
i
2
1
1
2
2
4
1
*
I
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2
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1
1
1
2
3
3
1
5
3
3
I
1

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1
1
Ra Nova n. 43.
25 20 37 17
Dr. Santos Mello.
GOMPANHUPERNAMBUCANA
DR
Xaveaa?5o costeJra por vapor.
Porto de Gallinaas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
>^^^_ para os portos aoma no dia
10 do corrente meia noile.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
freie no escriptorio do Forte
wmz
do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNA318LCANA
M
Havega^So eostelra por vapor
Parahyba, Nata!, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca comman-
dante, Moura seguir para os
portos acraano dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, eneommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
urde do da da sabida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12._____________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
coKteira por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
cofemandante Silva, seguir
para Mamanguape no dia 12
do corrente as 5 horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do da da sahida, no esoriptono da
comoaohia, Forte do Mattos a. 12.
LEILAO
DE
dma moblia de Jacaranda a Luiz XV, composta
de 12 cadeiras de guarnicao, 2 de bragos, 2 de
balango, 1 sjf, 2 conslos e 1 jardinera com
pedra, 1 guarda-louga, 1 guarda vestidos, 1 com-
moda, 1 cama de amarello com colxo Je mola,
1 marquezao de oitleica, 2 ditos de amarello, 3
marquezas, 4 c uslos, 15 cadeiras de angico,
32 de amarello, 1 moblia de amarello, 1 toilete,
1 relogio para cima de mesa, 1 cama franceza
de Jacaranda, 1 lavatorio coa espalho, 1 mesa
com estante, 1 armario ravdragado, 1 ber
go, 3 mesas para jantar, 1 machina de cos-
tura, 2 pares de ban:as para jogo, 6 quadros
com molduras douradas, 2 pares de lanlernas, 1
candelro a gaz, 1 par. de consolos .de mogno
com pedra, porco de loug para jantar, diver-
sos relogios de prala de algibeira e 1 excellente
cabriolet com 4 rodas e com assento para duas
pessoas em perfeito estado, alm de muito* on-
tros objectos que estaro patentes na occasio
do leilao.
Quinta feira 6 do corrente.
Augusto Seixas far leilo porintervengio do
agente Pontual; de todos os objectos cima men-
cionados, no armazem da ra do Imperador n. 16
as 11 horas em ponto
LEILO
Ao Illm. Sr. Albn Joaquim 1. pfj. que
Ro de Janeiro para esta provincia m vapor
ricano Meirtmack, entrado no dia e s
prximo passado, pede-.-e o favor de appareeer
no e-enptorio da companhia P<-rnambaeaaa, a
annunciar sua residfucia, t|iie to Ihe tfo-ajn
Aluga-se ama exeelleme casa aa roa
Carmo em Olinda, acabada de nov,. oo pelo
de festa para os baaho- salgados on por aaat
no corredor do Bispo n. 55 se dir qu- n aluga;
mesma casa troca-se ama magem le Chsto
todos os pertences de prat, e vende-se ama
china de costura muito boa.
DE
VavegaeSo
200 SACCOS
THEATRO
SANTO AMOIO.
Companhiafranceza
Quarla-feira l> de outubro.
7. RECITA DE ASSIGNATURA.
TOMA PAUTE
fflme. de Val-monea
Ouvertura pela orchetra.
O espectaealo dividido em auatro partes.
PRIMEIRA PARTE.
Renresentar-se-ha pela primeira vm, a opereta-
cmica em 1 acto
COMPANtJA PERNAMBUCANA -
M
Navegagdo costara por vapor
Macei, escalas, Penedoe Aracaj.
4|k O vapor Siqui, comraandante
s/j/flL .Micelo, seguir para os porto< aei-
mmkmS ma no dia 15 do corrente as 5 horas
da tarde.
Recebe carga passageiros e encom nendas, at
o pa 14 as 2 horas da tarde do dia da sahida no
escripU'rio do Forte do Mait Cea d'eA ac y
A escuna Georgiana segae em poneos das, tem
a maior parle do seu carregameoto prompto : a
tratar/com Taso lrmaos St C. ...
MaranhaS
A barca portugueza Fbnnon segniri para o
Maranhao em poneos dias, recaba carga a rret*
mdico : trata-se com Oliveira, Filhol (*, 6
largo do Corpo Sao o B. 19.
milho e 257
COM
caixas com
sabao
massa
Quinta-feira 6 1j corrente.
O agente Pesua far leilo por conta e risco de
qu*m pertenoer, de 200 saceos cora milho e 267
caixas com sabio massa, as quaes aero vendidos
em um oa mais lotes, no larjto da escadinha, ar-
mazem do Sr. Tasso lrmaos, s 12 horas da ma-
nhaa de quinta-feira 6 d > corrente.
TTLlT
DE
joias, ouro, prata e
brilhantes.
Minricio Jos dos Santos1 Ribeiro, establecido
com casa de penhores praga d Independencia
n. 33, far leilo no mesmo, por intervengo do
agente llariins, no dia 5 de outubro, s 14 hiraJ
(dj da, de todo< os objecUn did >s en penhor,
constantes das. cautellas ns. 266 B, 279 B, 231 B,
232 B, 3i0 B, 153 B. 349 6. 351 B, 358 B, 374 B,
309 B, 377 B, 378 B, 3IS B. 383 B, 386 B.
326 B, 180 B, 110 B. 302 B, 105 B, 363 B, 260 B,
64 B. 317 B, 329 B. 230 B, 78 B, 373 B, 229 B.
121, 88,18,126, 102, 129. 67,95. 134. 124, 137,
139, 133, 141, 64, 158, 161,147, 169,113, 156,
Monte po portagaez
A direc:oria convid todos os srnh t
a reunirem-se em assembla aeral i'omingo t o
corrente, as 11 hora- da manhia, no Chinlerar-
tuguez de Leitnra, nao ^6 |ara arreciar ni o reto-
torio da mesma directora e parear da c -mneisein
de contas; como para em segaida se proeedVr *
eleigo da nova directora, conselho li-eat e caan-
missao de conias, que teem de funecionar no ava-
xiroo anno social.
Para os flns convenientes vai em "*gnda
cripto o art. 27 dos estatntos :
a Os soci >s presentes votara > laocaibio e
urnas outras lamas cndnas, ndicao:! > a |
a os nomes dos membr >s (3) e substitutos (3) Aa
directora pela seguinte forma :
< S serao votad s com designagin de cara
ihesoareiro e os ires substitutos, desie, do ^ae-
cretario o vice-pre-idente; os oros menh*
c c" a directora (oresidontc, vce-pre-id^nle, 11"
i secretarios) serio os qaatro mais votadas, aaa-
t tes se tnvar urna lisia ao governo da provtoato
para a escolha do presidente, romeando denote
c o mesmo presidente dentre os tres Miembro i-
tantes o vicepresidente, 1* e 2* s-^retefte.
t A segn la cdala contera os nonnes doa
e cinco membros do conselho fiscal (p
t 1 e 2 secretarlos e vinte e deus eonselteJbj),
e a terceira os dos memhros da comaaias'a dia
contas. ____
Secretaria do Monte Po Porlnguez em Peraaan-
buco 3 de ontubro de 1S70.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaqnim Gerardo de Bastos,
___________Secretario.__________
ATTENCAO
O abaixo assignado faz pnhlico que deixon 4a aor
caixeiro do Sr. Joaqnim taiz Viei a desde o dto I
do cojrente ; e aproveila o ensejo para
ao mesmo seohor e a sua Exma. familia aa
ras delicadas e cavalbeirosas qae se dignaran d
pensar Ihe at a sua retirada, e a ccniianen %*
annunciante merect pm lodo temoo para i
um tesleniunho de gratido recuabecimentev I
podendo deixar de rogar-thes d>.enlpa por qner faltt que involuntariamente- coma e tee
cumprimento dos deveres a i "?
______ Pranc'seo Jo d:-. Silva Braga.
aosixi a-MgJo, leudo o Diarto de P
ntmbuco du 1* do correal mez, vio edTteJ
jniz dos fetos da fajeada eriil.-annoiKtonWi
raatagao dus bens penh irado aos berdeiro
finado coll clor Jalio Perma Mattos, e i
volve um terreno qne diz ser devolnio,
palmos de frente, pelo presente protesu
pnblicagio, visto como o terreno ine se dto i
rato, o annunciante tem titilo legitimo 4a;
ment de 9 palmos, e posso anUga. sendo
tinado collector s penen:ia oatro; 9i
para que ninguem se chame ao engao utt**-
sente. Villa do Cabo 3 de ontabro d 48TO-
Joa Bor de P-'iv -
AMA
Precisa-sede una
estrangeira : ira
ama
aa
baos no porto do eapim.
atec do
Attenpao
Se faz aaber ao pnoBeo f e a e
pedra a nal'sita a roa do Aljnbn n. a
do Olinda, tem de ser arrematada wt am a>
quera mais dor. sobra a avaMagao e <:*y.i *
esteno jnisode oiphaoado tera4nnanaji
de, tendo di arrenatteno Inflar dto %m*m-
rente, as 11 taras do dia, na sala das
qae 4 a da cmara municipal.




Diario de Pernambuoo Tenp fefa 4 d Otrtubro d* 1870
ESMERALDA
o
ic
c3
S
lO
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
HOREIRA MIARTE .
MANUEL & C.

sss
Tem a saiisfagSo de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-lhes mais commodo, tem
estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, hoje ra do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretendentes, muilo avullado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado oj*
darero, sendo possivel suas encommendas, pois poderSo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- zm
maooes as lazendas que a demora da fabricarlo bem diminuta, ___________________________5
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
, DE
CHAPEOS DE SOL
386
m
DA
m
Ba do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de ebaos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par- >-;
de ebaoos de sol
do e de algodao os todos os tamaitos e" feitios, a'm da immesa porc5o de seda, menuo,
armacoes de todas as qualidades para satisazer qualquer encommenda. A midicidade de seus precos
que escusa de mencionar.
aigodo e brim,
to conbecida
sfis
mmmmmmkMmnm
PRECIOSA DESCOBERTA
CU AS ]? AR AV1XHOSAS
TONICODEL
STec plus ultra
Tirando immediatameute todas as caspas e coceiras dos cabellos.
Deposito
lmente em casa do autor, Andr Del-u-, cabelleireiro de Paris.
Ra Io de Yfarqo (antiga Crepo) n 7 A 1 andar
Wffl
M0 DE DURO
Nova loja de joias
RA DO
CABGA'
DE
m
m
d. w. mm
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52.
Passando o thaf>riz
Machinas vapor systema me'horado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E ontrn objectos proprios d'agriculiura.
Tudo por preco omito reduzido.
Folgraphia imperial
E
GALERA BB PINTURA
J. Ferretra Villela
Desde o dia 7 de abril pastado acha-se abarlo o
aovo esttbelacinaento pbolographico tito rna do
Cabng n. 18, esquita do pateo >ta matriz. Ostraba-
Ihos que desde emao, tem sabido de itossa offioina
tem geramente agradado, sendo recebidos por
ilgoo* eom adssiracao pelo exlraprdinari) pro-
gresao que ltimamente tem tklo a phofa graphia,
e por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
contestaveimente o primeiro que nesse genero
boje possoe : tambem nao nos poupamos em cousa
alguma para monta-lo no p em que ae achs, es-
perando que o publico de Pernambuco gabera
apreciar nossos esforeos e recompensar nossos sa-
crificios.
Comidamos a todas aquellas pessoas, nacionaei
i estrangeiras que postara das artes, ou tiverem
necessidade de trabahs de photographia a visi-
larem o nosso estabelecimento, que estar sempre
aberto e sua disposico lodos os das desde as 7
boras da manbia at as 6 da Urde.
Para os trabalhos de* photographia possuimos -ip
versas machinas dosmelhores autores franceie's,
inglezes e allmeroes, como sejam : Lereboura el
Secretan, Hermagis, Thomai ftoss, Voigtlander et
Sonh e Wulf. ltimamente recebemos tres nova?
machinas! sendo urna dallas propria para tomar
sobre o mesmo vidro i ou 8 imagens diversas e
iwladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas a
igualmente soladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia pederemos retratar sobre
ama uniea chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartes de visita, e assim em meo** de
am quarto de hora despachamos 8 difTerenies
pessoas que pecam cada ama, urna dniia de cartdes
mais on menos, cora os seus retratos somonte, ou
sm grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direcco
s feitura dos trabalhos de photographia dei-
xacdo penda e taentos do distineto pintor
llemo, o Sr.
Jorge A. Roth
m trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
araa escriptura publica, e at o presente tem-se
desvedado na execuco de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento acham- se exposlos ou-
tros trabalhos im|iortantes do- Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
Meo, quadros sacros e diversos ontros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnbo natnral, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTfJES HE VISITA NAO COLORIOS A lOfJOO A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 16,5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 2O4OOO cada am, indo convenientemente en-
jaixilhado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanbo
Julgamos que bastarao os precos cima para
Jarmos idea da baratera dos trabalhos do nosso
istableeimento, quanto sua perfoicao cada um
renba julgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
aosso estabelecimento sao das 8 horas da manha
1 da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
m casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de chava, ou por tcmpo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, eptr termos o
aosso terraco construido cora taes proporcoes e
melboramentns, que ainda chovendo ,orros ne-
ahum inconveniente ha para fazer-se 'belius re-
tratos.
J. F'rreir Villela
Ama
Precisa-se de
oO, andar.
AMA
urna ama : na ra de Hartas n
Ama de leite,
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem
na ra Augusta n. 2, 2 andar.
Aluga-se um sitiu com boa casa de vi venda
e grande quantidade de arvoredos de fructo, en-
tre os quaes boas laranjas de ombigo, sapotis,
goiaba>. etc., no largo do chafariz da Passagem da
Magdalena : a tratar com o seu proprietario no
sobrado da esquina que volta para os Remedios
n. 29.
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti- !
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos- ^g1
sivel; t PS
Todas as jotas sero garantidas ouro de lei, pois os seus donos tendo em %g
vista so adquirir freguezia 5 olvidarao, vender bom e por precos os mais SS
razo a veis pos si veis.
PRIMEIRO E ANTIGO CO.NSLTORIO
HOMEOPATHI :0
DI luido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do inierior podem-no
aconsultar por escripto, no que serlo sa-
tisfeitoscom promptidao.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis."
43Ra do Baro da Victoria43
(Antiga ra Nova).
iS\,
ADVOGrAA.
g O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
Wk temo sea escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manbaa s 3 da tarde.
.><
Precisa-te de um ama : na ra de Hortas n.
80, \. tnjir. _________ -
Criado litire outscraco
Precisa-se de um criado Hvre on escravo de 10
a 12 annos de idade, para servlco tanto interno
como externo de urna casa de pequea familia;: a
tratar na ra da Palma n. 34.
op
'V||ejtait so UtpuR opuu96 '1% a sej^ox
tai cu : sBuit ep eiuaaiaiutisuoo ea-cii3Jd
PENDO
A' rM d Jardim n. 4 preelige Miar Mi w
tegoii/tes senhorts :
Jo'.k) Adolpho Ribas (aeaeniieo).
Qnei.iao Candido de Vasceneellos. ___
J jaqmm Cavalcanti de Albaqoerqoe Bello nm
(Pobal).
Jezoino Ao gusto dos Santos PrafMO.
Virissimo Correia de Lyra (Crnaagi M Viftrnt't
Jos Hermino Pontual (engeobo PrekTtaft).
Fernando Barata da Silva (engrano Morojo).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom JoaqoJm do R *o Barrof.
Jos Dativa dos Pasaos Bastos faz sciente ao
respeitavel publico e aos seas freguezes, qne leudo
reformado a sua ufflcina sita ra do Baro do
Tnumpho n. 64, antisa ra doBruro, onde encon-
trarao sempre alambiques de diversos tamanhcs,
erpentina*, cobres de roda, passadeiras, laebos de
todo* o lmannos, todo o sortimento para o la-
brieo do asaucar, sinos de diversos tamanbos,
brome para engenhos, bombas de repucho e as-
pirante pelo nove sistema, fabrica-se tambem
qualquer obra de ferreiro e serralheiro,gradeamen-
tos, port5es, tanque?, fogoes, ferragens para na-
vios, eocarregase de encanamentos para agua, e
tambem az-se eortadeiras para cortar bolachas a
vapor, tude por menos preco que em outra parte,
garanndo todas as suas obras
Leal A rmao ra do Mrquez de Olinda
n. 06, precisan) de um feilor para o engenho Bo-
nito, comarca de Nazareth, e offerecem vanlagens.
O Dr. Manoel Eoedino Reg Valenca
contina no exercicio de Ma profissao de
medico ra da Camba do Carmo u. 21
! andar.
Na roa Aognsta, sobrado n. 17, Io andar,
precisa-se de ama boa ama para o servico interno
de pouca familia.
ATTENCAO
o
Todas as pessoas que e julgam com djreito a
relngios, ou objectos que se achavam em poder
do faiteado subdito portuguez Joaquim Barbosa
Cnpertino, com toja na ra Nova 67, devem re-
claraa-los ao abaixo assignado na ra larga do
Rosario constituido depositario pelo consulado de
Portugal, no prazo de 8 dias, contar da dala
deste, e findo o dito prazo, nao sendo reclamdos
serao entregues ao referitb consulado, para se-
rem vendidos em leil3o publico por conta de qnem
pertencer. Recife, 26 de selembro de 1870.
Jno Luiz Vianna.
ATTENCAO
Hotel For da Boa-vista
Ra da Matriz da Boa-Vista n. 8.
Neste hotel encontrar o respeitavel publico com
asseio e promptidao, nao s a refeicSo diaria, por
menor preco que em outra qualquer parte, como
tambem fornece-se coraedorias maDdaiado se levar
s casas das pessoas a tempo e hora convenientes.
Nos domingo e dias santos havera rao de vacca
excellente e outras iguarias.
Aluga se para escriptorio o Io andar, sala e
alcova do sobrado n 31 da ra de Pedro Affooso :
a tratar no armazem do mesmo sobrado.
s
Convida-se
satisfeito.

o publico a vir a este estabelecimento, certo de que ficar $jJ|*
A' -MO OE OURO RA DO CABUC N. 9 A
THEATRO MI) ANTONIO
DOMINGOS, DIAS SANTOS EDIAS UTEIS
GRANDE CAF CANTANTE
ATTENCAO
I'.etalba-se, vontade dos compradores, alguns
lotes de terrenos, que restam, do sitio Aguasinha,
em Beberibe, por precos rasoaveis. A po-icao
topographica do terreno muito o recommenda. so-
bre ludo p >r Dcar proxim) da estaco projecUda
da via terrea. Os pretendemos podero dirigir-
se ntorraar-se do tenente S Peixoto. no mes-
mo lugar, e para qualquer negocio ra do
Crespo n. 12, l" andar.
Ama
Na ra do Vigario n. ,", 2o andar, precisa-se de
urna ama livre ou escrava para coziobar, em cujo
despmpeoho se quer asseio e perfeico.
Roubaram do Io andar do sobrado n. 52 ea roa
do Queimado. am relogio de ouro n. 4513, orhon-
tal, machina descoberta, lavrado, e ama crreme
tamcem de ouro. simples : previne-se aos senho
res ourives e relojoeiros, eu a quem for estes ob
jectos offerecidos. que os apprehendam e levem
loja de seis portas em frente do Livramento, que
ser bem recompensado.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama livre oa sujeita, porm
de boa conducta, que tenha bom leite e cora abun-
dancia, sem fllho a mameniar : a tratar na ra da
Praia, armazem ns. 13 e 15.
sin
RPI
DYVETOT
MIm Estrella do losario-M
Compra e tfiide roupa f^ita
nova e usada, objectos de
eosinha e de mesa, e
todo que perten-
ce ao uso do-
mestica.
MOFINA
Roga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Melle, r-
cri vio na cidade de Nazareth desta proveu, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 aroidar
aquello negocio que Y. S. se eompromettoi mfc-
sar, pela terccira chamada deste jornal, en Ih
de dezembro prximo passado, e depon pan Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a eomprio,
e por este motivo de novo chamado para Uto
flm ; pois V. S. se devejembrar qne este tefica
de mais de oito annos, e qaaoao o senbor am
filho se achava no estudo nesta cidade.
Os indios do Jagoa-
ribe,
(Publicando nacional)
Acaba ne sabir das offlcioas do Jornal i* ft-
cife o Io volme desta Aisoria \do secuto V//. se-
ando o intitula sea autor o Sr. Dr. Fraatta
avora.
E a secundo edi(o, e acha-se considera vetara-
te crrela e augmentada. A leilara prodns inte-
resse.
Prestando-se o as-umpto a vastos desemorri-
mentos consta todava a obra de 4 volunte?, ene
para mais facilidade para o comprador, sero pu-
blicados com intervallos razoaveis.
O Ia velme esta exposto venda na eaca4er-
oacio parisiense de Paula Monteiro, roa do Im-
perador n. 71, a razio de 2*000 rs., onde as pes-
soas, que se dignaram assignar para a obra, pi>-
dem mandar buscar sea livro.
MUDANCA.
Jos Marques de Airosa Braga faz sciente a seas
freguezes, que mudou sua fabrica de ealeaos ojbp
tinba na loja do sobrado n. SI do largo do Corpo
Santo, para o i* andar do mesmo sobrade, oaa>
pode ser procurado t qualqner hora.
A enmmissao adminisiraoora da irmanrtaiip
de Nessa Senhora do Ro-ario do bairro de San
to Antonio, faz sciente ao respeitavel publico que
para maior commodidade transferiu a festade
sua padroeira para o dia 30 de outubro, deven
do ter principio as novenas no dia 20 do mesmo
mez.
Consistorio da jrmandade, 30 de selembro de
1870.
O secretario,
Liba ni o Luiz da Cunha.
J. Fe*reira Villela
I'IHM 4M.lt \l*lll Y I WPI.RI Al,
18----RA DO CARUG----18
A entrata pelo pateo da matriz.
Os trabamos da reedincaeaa desta photocrapaie,
e que se prolongaran) por unto tempo, acbaavsa
telizmente terminados e ella aberta ao serTico da
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que tst colloeada esta phologra-
phia acha-se maito augmentado, e s a parte Desti-
nada ao estabelerimenlo conta cinco salas,
si ve as do laboratorio. Todo os concert e al
memos tendo sido fetos expressamente pan
montar convenientemente a photographia, e 1
podendo melhor modelo escolher do que a
grafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do lio de
Janeiro, o primpiro photographo do Brasil, e sua das
primeiro do mundo, segundo a opinian dos bms
abalisados mestres, a nosa photographia acaavsa
dlsposta e reedifrada pelo me>mo piano di
i. Pacheco, a qual foi montada sob toda a 1
recommendadas pelos mais destinctos
de accordo com as modicarfies necessaria a
^limado Brasil, reconhecida e'esiudada* peto feav
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o int'-rior do predio em qne est ,nos
photographia f mudado desde a nleira da porta da
1 ua al a coberta, tenclo-s.- demolido tudas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas.
ediGcando-se cm novo terraco envidra>;ado iim
espagoso e elegante.
Con.o sabido, flzemos urna viagem
mente corte para examioarmos as melhores pk -
U'praphias all, e f. i a do Sr. I. Pacheco, a que
melfaor corresponden aos nossos dt^ejos aspira-
ron, s da qual trooxeoins os planos depou de
alii estarmos todo um mez estudaado e aaro-
veitanao as licoes de tao distinelo mestro. Pen-
camos qne juntando os nos-os e-tudos e ioaaa
pratica de 15 anns de pl.<.tngrapii.-i s atilissima
licoes ultiman ente reeebidas do Sr. I. Pa<-bece,
tendo montado a nos>a phototrraphia toen e
acha, podemos ofTerecer ao illo>trado pub
d'esta cidade e aos k; rabalhos de phoi'.graphia tar. per'eitcs. ei a> se
poder desejar, e disto convencidos, esperas
qne continen) a dispensar-nos a mesa pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem toando -
ajudado.
Tratalbador para padariz.
Para o Rio Grande do Norte precisase de am
trabalhdor dos ltimos chegados das libas. aiasU
mesmo sem pr.-tica : a tratar com TaH) Irmje *
C ra 1I0 Amarim n. 31. i
Licores.
Imperador Theodoro.
Aya-Pana.
T

Joao Francisco da Silva Braga, participa ao publico desta capital, que n'este theatro haver oara
os concurrentes o segrate : K
Sorvetes de diversas qualidades
Vahos.
Champagne.
Bordeaux.
Porto Ano. La fie,, anK)r
Rbeno. Coraeo.
Chateau Lafite. Sempre viva.
Cognac marteli. Amor eterno.
EKVIJA
BASS E NAQONAL .
Celada e nao ge ada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Doces.
Pastis de nata
Bom bocado.
Empada de carnario.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao' de l.
Fructas.
Magas.
Uva.
Pera.
Abacachis. ,
O raesrao participa, que, alera das bebidas-acima notadas havero oatras de diversas aualidade
flue muito agradaro pelo proco e boa qualidade, o desde ja participa tambem que havero mezas
caaeiras e bancos para que o< concorrentes estejam a ?ua vontade, assim como, haver urna bana d*
amsica marcial, que tocar durante a tarde no jardira do mesmo theatro.
ws.^T' jnrairefado pelo prnpnetario, avisa que dentro empouco tempo llavera um oumais
bilhares desde] convida, e quer da alta s-ciodade, qu.r da d.-moeiracia. "Mesuneiecmento, a qaom
,. -. PRECO DA ENTRA da 500 RS,
^Md^'^eabro30"^ *" mm' m,a V**. rifttf*
O deverumentos durarJo duw horas, das 4 as 6 d t Urde.
. A verdadeira farinha peitoral de
S. Bento.
Esta farinha usada com vantajosos resulta-
dos nos padecimentos dos prgos do peito,
como asthma ou pochamente de? catbarros,
inflamacSo de bofe, pleurizes e na pthysica; re-
commendando-se com igual provoito as pessoas
convalecemos
nico deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Bartiioloroeu C.
34Boa larga do Rosario34
AVISO AOS FUMANTES.
Cachimbos e ponteiras de espuma verda-
deira.
O mais completo sortimento, o rauitas qualida
des novas qoe ainda nao viram a este mercado-
_____ NA LIVRARIA FRANCEZA
I'recisa-se de ama ama para enrommar na
roa da Croz n. 57, ^ andar
Rosa.
Pitanga.
Grosella.
Limo.
Cidra.
Laranja.
Urna.
Queijos.
Flameugos.
Londrinos.
Minas.
Prato.
Suisso
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cora a phtbysiea e todas as molestias do neitn
Nada parrilla
Cura alearas e chagas antigs, impigens e dar-
TOS*
Taoleo
Conserva e limpa os cabellos.
Pllnlas eatbartfeas.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ontr'ora roa de
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo assipado, tendo vendido alm de on
tras sones, 2 quartos n. 1366 com 5:000* da lo-
tera que se acabou de extrabir a beneficie da
igreja de Nossa Senhora da Conceico dos Mi
litares do Recife (162'), convida aos possuidores
virem receber na .conformidade dr eostnme sem
descont algum
Acham-se a venda os felizes bilcetes garan
tidoa da 2' parte das loteras, beneficio da igre-
a de Nossa Seohora da Penha (163*), que e ex-
rahir quartafeira 5 do corrente mez.
PRECOS.
Bilnete inleiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete intdro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fioza.
Ao curioao quo no sabbado conduzio orna
cachorrinha pret.. do sitio de Jos Duarte das Ne-
v-, roga-se-lhe o obsequio de a soltar, do contra-
rio mandar-M'-ha buscar pelo visinho que a vio
comluzir.
Tendo deliberado a mesa regedora da irman-
dade das alia, erecta na igreja matriz da fiegue
zia de Santo Antonio desta cidade, mandar fazer
no cemiierio publico algumas catacumbas para
inhumaco dos cadveres de seus irmos qut. fal-
lecerem, pede para isso a coadjuvacao des qoe
quizerera concorrer, alim de que se pussa levar a
effeito es-a obra de to importante necessidade
O scrivo,
Joaquim Leocadio Viegas.
Na ra Nova o.
xeiro qae en enda de
agens.
II, prrti-i?a se dn am eai-
ferragjns, LBereee-se van-
i
VTTENCAO
Precisa-se
a premio de 8.000* a 9:000* pelo tempo que fe
convencionar, sobre bypolbeoa em bens de raiz :
quem os quizer dar annuocie para ser procurado,
porm que seja com a po^ivel brevidade por ser
essa de urgencia.
Os abaixo assignad)s fazem -cinte a loda? as
pessoas que tem dado obras encadenar esa saa
leja e offleina do largo do C-llegi >, que leabasa a
bundade de vir proenrar ditas obras e pagar as
respectivas endadernac'es, visto qne alosnas ja
tem decorrido mais de 6 anuos, sem qae saas do-
nos as tenham reclamado ; pelo que, passado 30
dias da data de>te. sero vendidas para |ii|ianali
das despezas da enc.id.-rnacao. todas aqaeRa*
que nese pr.iso nao forem procuradas e pagas.
Recife 2i de selembro de 1870.
Guimares & Oliveira
Em liquidacao
Attenpo
Gabinete Portuguez
de Leitura.
A direcco dn Gabinete Portngn de Leifun
precisanio proceder a um balanco era sua biblio-
Ibeea, pfde aos seus associad^s se dlfnem at o
15 deoutnbrn, fczer reeolher os livro* qae lidia
Ignacio da Silva Deir, em viagem a provincia
de Pernambuco, avisa a seus freguezes que con-
duz excellente tropa de burros, que passara na
villa do Pillar, Porto Calvo, Castanba flrande,
Barreiros e Rio Formoso, e dalli ir om teguimen
to para a Escada : quera pois precisar, pede man-
dar en contra-le.
lorter.
Ve-
Garan ore?n
rem.ean seu p
Secretariado Gabinete Poriuguer. de Leitarasm
Peroaaiwoo aos 27 de selembro dii 1870.
Antonio > Altuquerqua Mello,
i SttfU rio.
Azovedo & Bastos, em liquidacao, scientifi-
cam ao respeitavel publico e especialmente ao
corvo do commercio, que nada devem ne-ta pra-
ca ou fra dalla, e se alguem se julgar com di-
reito dita Arma, queira apresentar sua conta ou
titulo, na travessa da Madre de Deus ns. 4 e 6, no
Pra,so ^e 3 dias, ser inmediatamente satisfeito.
Rectfe. 2 de oulubro de t870.
Aheiro, Olivein &',
declarara ao publico que venderam ao Sr. Jos
L.pe< de Atevedo o seu estibeleciment de st
e ;r, roa do Imperador n. 83, livr-
: 'de qualpner debito, Unto na pit-
ea como foro e.
IWif.'. 7 lie ag.^ode |K
Prceisa-rt de um -
ra do Haugel a 9.
1 I\iill
O salao de pianos e de
msicas
mudou-se da ra Nova n. 58, andar, para a
rna da
Imperatriz n. 12, loja,
recomraendando-se ao lllm. pu-
G. Werlbeimer.
onde contina
blico.
ATTENCAO
Raphael Granados, proessor de msicas e maes
tro da companhia de t-pera hespinbela (Zarzuela),
que acaba de ebegar a e-t cid-de, ojfereee-se para
dar licoes de canlo e p tudo por precos convenciooados. Tambem cera'
pos tango, habaneros, roraapus,- canches hespa-
nh^aa para pian) e canto, por prec/j mdico :
'ineni de f piiipr utilisar-se poder
drigir-se so hotel Ceu'ral, ra larga do.Cosario n
ki orraf
Manoel Joaquim da Silva Lele, nahado sna ea
repassada de angustia e pungente seaomeiio de
seus temse innocente- fimos, qne saudosospon-
teara a separacao eterna de sua prezadissima es-
posa e carnbosa mi D. Mara Josephina de atao-
rim Leao, que na tarde do dia 28 do mea Hado
voou ao seio do Creador i receber o merecido
premio das sublimes virtudes de qoe se exornara
o seu meigo e generoso coracao, vea palo presea-
te dar o mais prenunciido tesiemoabo de soa
sincera e profunda gratidio t< que, compenetrada da situado aictiva e araar-
gurada era qne golpe to cruel deixou ssergaraa-
dos na dor es objectos da mais intima enrdanMid
daquella, que de-de o fatal momento s aaceia o
fervor das preces religiosa para gniarem seo es-
pirito ao goso da glora celeste ; aahekt asee qae.
bem comprehendido pela bene'dleacia e piedad* da
tantas almas generosas se dignaram miillr ms
ltimos suffragio da igreja, qne tiveram logar aa
matriz do Corpo Santa, e dahi eondnziram os res-
tos mortaes ao seu ultimo jazigo ; por rajes nu-
cios do amizade e actos de refigio grava
nhor sagrado a un et-rno recouneeimena,
mais e mais se augmentara anda as enV
seu perpetuo agradeeimento, se lerarem a excesso
,d sua earidosa boodade e assisiirem as ariaaa e
memento solemne, qne se ha de celebrar na r
ri ta miriz do Oorpo Santo, pelas 8 horas da bm-
oha de frica-Oir 4 do corrala mz de onsaMro.
Ao <

ra da
> pequea
nasa.
Un>:i t>esoa
vel-M^ama*
rrlade, dood
. jcarrea-se

wsmm


Diario de Pemambuoo Terqa feira 4 de Outubro de 1870.
=c
i nt wtatm t wi
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ

na
pri-
Este conhecido eslabelecimento acha-so constantemente bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigas abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
JUbfAIIO FRANCEZ
Botinas para en horas e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do nltimo gus-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melnores fabricas e escelhidas.
Botas e pernearas russlanas.
Botas e perneiras para mantaria, das melnores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro. **
Zapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo aiim [de
desempatar o dinbeiro nelles empregado, sao baratsimos.
Sapatos de lastro para nomens.
Sapatos de entrada baixa de couro de liwro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de difTerentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
ttapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franceres e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trice, de toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Qninquilharias
I
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jonvin, esplhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucado^e^ de diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, boldes, crrenos e chaves de relogios e tranceln?, tuda de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albnns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para dislinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito Anos e delicados, bouqoets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, beDgilas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de cores, aboto&duras de collete e de nunhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma !
para eharutos e para cigarros, Joros de domin, rodetes, bagatelas e outros difTerentes, ve- '
anaas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas magi- i
cas, esterrocopos com interessaDtes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards, '
pracas e passeios de Paris, photograpnias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros, I
tapetes de vidrilho e de la de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos, i
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conduiir enancas passeio ; e
outras muitas qninquilharias de phantasia, francezas e aliemaes, precos muito era centa.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a mascante leitura da inflnidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ravessa
das tees n, 2,
meiro andar, da-se di-
1 nhelro sobre penhores
* de ooro, prata e brilban-
les, seja qual for a quan-
a. Na mesla casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
HwnmffniwHij
VCTORIWO PALEARES.
11 MU!
INTERESSANTE C0MP0SIC0 LinERiRU.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
, O sorriso.
A noiie do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysleno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado JOOO.
AS CENTELHA1S
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
1

Rna do Baiuo da
Victoria n, 03
(Outr'ora ra Nova. )
. Etf.f5l,l^M lorDOU end" Pela qnarta JTL :0C0* em doiu quirtode n. 1366, a
son ae 400j em um bi|hete inleiro oalra de
100* tambem nteiro de n. 3130, outra da 100*
em tres quartos ae 1664, alera de outros pre-
mios menores; podendo os seus donos virem re-
n r'hque promPt mente serlo pagos.
u aoaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
Dlico, que casa feliz como esta poucas naverao,
por cuja razao convido a toaos para virem eoqj-
?rnu q?e D* deixaro de tirar este ou
queiie Preno, como prova pelos mesmos an-
nuncios. r r
.,^,ciam'se? veoda os mi'K> felices bilhetes ga-
SSo 1aara-feira 8 de ontubro prximo lu-
PRECOS.
'nteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De XWOOO para cima.
Inteiro 5*400
/ Meio S*700
Quarto 1*350
______________Joio Joaquim da Costa Leite.
Precisa-se de nma ama qne saiba cozinhar f
eogommar para casa de pouca familia: a tra:ai
naruadeCabugn. 1, loja.
*ma : nt roa Bella g.
m-se !it caas ns. t e a na ira ve da
ladeira em Apipncos : quem as pretender dia-
se Una dos Ratos, ewa n. 8, defronte dos idilio
de Olinda.
ESTABTO MENELEC
COMPRAS.
*,Z.k2 "f Hiaior. vanla?em compram-se
duro, pfta e pedras preciosas e ebras velhas: ni,
Ctt. Cora5O ie Ouro a- ra do
Corapra-se urna carroca em meio uso para
mallo, e ura trepador de coqueiro e dendezeiro
na loja de calcado n. 22, ra larga do Rosario.
Salsaparillia de Brise '
LEGITIMA E ORIGINA *0
KV FP.ASCOS GRANDES W0' *
V
VENDAS.
Na ra das Cruzes n. 38, Io andar, ha quem
precise de um bom bolieiro que tenha bom com
porlamento, paga se bem : a tratar das 10 horas
do dia s 2 da tarde.
Ignacia Mara dos Santos faz sciente ao res-
peitavel publico e principalmente ao corpo do
commercio, que comprou nesta data ao Sr. Bento
Jos Domingnes a ina uberna qne tinba na Casa
Forte n. 15, livre e desempedida de todo o aetivo
e passivo. Recife 30 de setembro de 1870.
CRIADO
Paga-se bem a nm criado de 10 a li annos de
idade : prefere se portuguez : tratar na ra da
Aurora n 18, at s 8 horas da man' a.
Precisa-se alugar um moleqne e 12 a 14
annos para o servico e casa de pouca familia :
na ra esireita do Rosario n. 14.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
-NA
Livraria franceza.
A
GUIA MOTA
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite (sem filho)
Talar na padana da roa Direita n. 84.
ATTENCA
O dono deste eslabelecimento pede ao publico em geral que continu a
[ veriScando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem viudos
reitura e de conta propria.
visita-'o
em di-
DAVID W. m
E8CEMEIR0
Com undipc
RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a attenf5o dos Srs. de engenho para sens acreditados machicismos t
:om especialidade para seos vapores que ainda nma vez tem melhorado. '
Os vapores fornecidos por elle e j fuaccionando Ih'i bao de f^zer melhor npre-
:ia?o do qae qual juer dito proprio.
Deseja tambera mencionar que tera feilo urna redueco em seus precos; e qw
'.em prompto toda a espede de machinismo e oiUros objectos para a agricultura.
-
NOSSO SENHOR JESS CHRtSTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Sechor Bom Jess dos Passos.
OfJQeio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das D>res de Maria.
Offlcio das Sete Dores de Maria Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio do N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Canucos de N. Senhora da Penha.
Novena do 15. S. Joio Baptista.,
Novena da Senhora Sant'Anua.
Trezen de Saulo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
U:a~r>or-ito volume t*n-a aUB PERNAMBUGANOv
O abaixo assignado emprezario do club
pernambucarjo partecipa aos Srs. socios que
d'esta data em diante nao contina a func
cionar mais dito club de sua costa.
Os movis e utencis existentes no andar
terreo ficam pertencendo a alguns sucios
por venda feita aos mesmos senhores.
Recife 30 de selembro de 1870.
P. J. Layme.
Ni abaixo assignados, temos nesta data, de
cominnm accordo,|dissolvido a soeiedade que ti
nhamos na taberna sita ra de S. Jds n. 2, sob
a firma de Ferreira de Amorim. ficando o socio
Ferreira com o estabelecimeoio e por sua conta o
activo e passivo. Recife 30 de setembro de 1870.
Venancio Ferreira da Cruz.
Joaqnim da Co Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 43.
Sorvete todos os das, d.s, H horas era dianto, e
todos os, sabbados haver de reme.
Yende-so
a preces mdicos vinho do Porto, superior quali-
dade, em caixas engarrafado, e barris de quartos
e de ocimos : no escriptorio do Soares Primo*
ra do Viga rio n. 9.
ALTAS NOVIDAMS,
20 Ra da Imperatriz 20
Acaba de chegar para a loja de faztndas finas
dem minada La Ville de Paris, um grande soni-
mento de fazendas finas, como sejam : cortes do
poil de chevre com lisiras escocezas de urna e duas
saias o que ba de mais alta oovidade, ricas pope-
linas de seda, granadines, lias escocezas, alpaca?,
bareges, etc., etc., e um completo sonimenlo de
chilas, madapoloes, cambraias brancas e de cores,
organdys e carabraia imperatriz, e outras muitas
fazendas, tudo do que ha de melhor neste merca-
do, que tudo se vender o mais barato possivel.
Chamamos a attencao do bello sexo que qnlzer
andar na moda, e ao mesmo tempo esperamos a
sua proteceo. Manda-se levar em casa das
Exmas, familias todas as fazendas que uos pe-
direm.
20-RUA DA IMPERATRIZ-O
Paria & Lessa.
A 5^000.
Vende-se botinas pretas e de cores, obra muito
boa, pelo diminuto prego de 5< : venhara bem
conhecida loja de miudezas da ra da Cadeia nn-
mero 30 A.
Attenqo.
Perdeu-se hontem, pelas o horas da manhaa,
urna argola de ferro com tres chavas, desde a ra
do Rosari da Boa-vista al a ra Velha, passando
pela ra da Matriz : quera a achou, pede entre-
ga-las na botica do Sr. Ribeiro na praca do Conde
d'Eu.e serarecorapen ado.
AMA.
2S00O.
tura rpida e Intalrivel do cal-
lo, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeo
& C.
_______3iUn.-, larga do Rosario3i
Na iraca da Independencia n. 33 se da d'
hei-o sobre penhores de ouro, prata e pedw
ireciosas, seja qual for a quantia ; e na mesm;
rasa fQ eotnpra e vende objectos de ouro e prata
* igualmente se fa: toda e qualquer obra de en
ommcnda, e todo e qualquer concert tendent
t ms^rua arte.
H,
Precls-!.e de urna ama de boa conducta para
fazer o servico intern de urna casa de pequea
familia que necupa tres pe-soas : na ra da Cruz
n. 14. 2- andar.______
O Sr. Victorino Luiz dos Santos, nao mais
eaixeiro do abaixo assignado.
Recife, 3 do ontubro 1870.
______________________P. I. Layme._________
Imagens e orotorios.
Na na di Cruz armazem n. 12,
zoaveK
a precos ra-
Ama.
Rita io Torres n. Ifl, i' andar, precisa-se de
ma ama que eozfnhe, compr,1 e engomrae
urna pe-soa.
para
Lava-.^e e ngomina e eom perfeicio e preco
ommodo : na ra do Jardim n. 1.
Ama de leite.
n. 7 ha para aiugar nma
Na ra da Manwieira
ama de leite ?em cria.
O Io andar do Campo das Princezag onde
fnneiooou oexclub pernambncano, aloga-se para
bailes, soires, jamare?, almoco? saciedades reu-
nioes e concert?, por preco muito razoave'l : a
tratar na mesma casa com o abaixo assignado!
___^^_ P. I. Layme.
Aos senhores cap taes de
campo.
De?eja-so fallar a estes senhores: na ra Direita
numero 18.
Precisa-se
de urna ama para cozinhar em casa de mocos sol-
tem* : Irala-se na na do Vigario b 9.
^luga-se
o sitio Cajoeiro n. 6, Com casa grande, com muito
coramodos para grande familia, com mullas arvo^
re3 de fructo, agna encanada : pode ir 'rua da
Aurora a 66, que achara com quem tratar.
Ama
Precisa-s de urna ama que saiba cozinhar na
ra do Mrquez de Oliuda n. 2. '
AMA
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar na
ra do Codorniz n. 8.
Ama
Precisa-se de urna ama para engomma
ra Direita n. 26, 1 andar.
na
- Preci.'a-s^ deum caixeiro ^oMenhTpTaTica
de Uberna e te tl.dor de ua cundacta a tratar
na ra du Rangel n. 8, confronte ao becco dr
Trem. \
Precisa-se de-nma ama qne saiba cozinhar : a
tratar na praca da Indepen encia n. 39.________
Leite Pinto A C. avisa ao respeitavel corpo
do commercio que desde o dia 21 do mez prximo
passado deixou de s^r seu caixtiro o Sr. Joaqnim
Gomes Melgalco.
rRONTISPIClO DO CARMO.
PROtlRA.MMA DA FESTA DE NOSSA SENHOBA DO
CARMO DO FRONTISPICIO.
No sabbado, 8 do corrente mez, ao meio
dia, muitas girndolas de fogo, annunciar
quo uo dia seguiute, ter lugar a festa, lo-
cando a insigne msica militar do 1. bata-
ibo de artnheria da guard' nacional, na
greja do convento do carmo, nessa occasiao
algnmas pecas de gosto.
As 7 urnas da noute desse dia ser le-
vantada a bandeira da mesma Senhora de-
pois de ter p rcorrido o pateo, e logo que
for ella hasteada subirao ac s ares diversas
girndolas de fogo, e um lindo balao; ha-
vento missa resada na madrugada de do-
mingo.
As 10 horas do dia 9 entrar a festa
sendo orador o eloquente pregador Rv. \n-
tonio de Mello e Albuqu-irque, e a orches-
tra ser txeoutada por habei- professionaes.
Finda a festa um ootro balo subir ao3
ares.
As o horas da tarde ainda uo gramle
balo, preparado com esmero e gosto, por
div-rsos devotos, os quaes nao tem poupa-
do trabalho e desptzas.
Segoir-se-b o tiramento da bandeira.
As 7 horas da noute entrar o Te Dettm,
senlo pregador o eximio padre mestre Leo-
nardo Joo Grego, depois do que se solta-
r um lind > e variado fogo de artificio, pre-
parado por um dos mais habis artistas
deste genero, sendo o painel de novo gosto.
O pateo estar < rnado de folhas, bandei-
ras, e signaes, tendo urna columna ilumi-
nada gaz.
rfaflMHiS836iaSB3sa3gSl
A 8^000.
Vende-se borzeguins francezes, obra gaspi?da e
muito boa, pelo diminuto prego de 85 ; venhnm a
elles, antes que se acabem : a ra da Cadeia n.
50 A, loja de miudeza-.
Cabriolet.
\ ende-se dons cabriolis, um americano com \
rodas e \ assentos, e uutro fraacez de 2 rodas, am-
bo; cora seus arreios; este ru* da Matriz da
Boa-vista n. 28, loja, e aquello a ver na cocheira
rua da Paz n. 1, e tratar na travessa do Pnri-
nho n. 26 ; aonde tambem se vende com alpum
dos cabriolis ou separadamonte, um cavado Dro-
pri'i para cabriolet.
A 1^500.
Vende-se sapatos de tranga, obra boa, pelo di-
minuto preco de 15'00 : m bem conhecida loja
de miudezas da rna da Cadeia n. 50 A.
Libras sterlinas.
Vende Joaquim Jos Ramos : na ra da i>uz
n. 8, 1 andar.
Milho.
Vende-se em suecos grandes, de superior qu.i-
dade e muito novo, pownenfs preco que eru oalra
qualquer parte : na ru di Vigaro" n. Ii, escrip-
torio de Jos Lopes G.
:,;,(>.>
D. Umbelina Libania de Lemos Goimares agra-
dece cordialmenle s pessoas que se dignaram
acompanbar os restos mortaes de sua mni presa-
da cun hada D. Emilia da Silva Goi.naries, e de
novo convida para assistirem a mi-sa do stimo
dia, que por alma do mesmo tinado manda cele-
brar na igreja do Espirito Santo pelas 7 horas
da manhaa do dia 6 do crreme.
Antonio da Cruz Lee, tendo de retirar se
para Portugal, no vapor inglez, e nao pndendo se
despedir de seos amigos, por isso f.iz as suas
de-pedidas e offerece se com sen presumo na ci-
dade do Por(o a todos os seus amigos.
Sociedade Monte Po Bra-
sileiro.
De ordem do Sr. director provisorio convido aos
senhores socios para se reunirem no dia 5 do cor-
rente, as 7 horas da noite, na sala das sessoeo, aura
de se tratar dos interesaos da mesma sociedade.
Sala das sessdes do Monte Po Brasileiro em 3
de setembro de 1870.
O 1* secretario provisorio,
Manoel do Miranda Castro.
O restaurante Santa Isabd, roa da Florenii-
na n % d penso por mez a 30* sem vinho, e a
iof com 1|2 garrafa de vinho por da; as pe-
qua se digharein querer, ahi acharo sem pro
prompto e com asseij, e poiero tratar na mesnii
casa.
Aluga-se a dasa 'ern-a da ra d s lucido
res n. 17 ha pooro oncertadj e pinia.i
c.-mmodos pava familia, num quintal epun<
o mar : itrata-se na ra nova te Sanu Rjti na-
rii.i 55.
. Aloga-se a >
Imperial: a tratar no andar ten
Quem pre
e !i i"**
1 an
na ama p:.r,i cosiohar di-
um es. rvo de meia ida le
casa; n?r 13 das Cnues 1. 36,
BOM E BARATO
Ra do Cres. o n. 20.
Vendase chitas escoras a 200 e 240 rs. o eova-
do, claras miudas a 200 e 20 rs. o eovade, algoda*
esclado, 4 palmos de largura, a 200 r.-. o cova-
do, pee* de;,lgdfio de 20 jardas a 3-3, peca de
madapolao a o.cambraia lisa 8 l| varas a 5800 a
peca, cambija vicioria lina n. li a i3800, atoa
IhaJo 2 larguras n alOO a vara, lencos de seda
da India a i j280: na loj.i doGinlherm'e.
Grande pechinchaT
Ricos cortes de eambraia bordados com 10 varas
a 73, alpacas e Has de cores a 400 e O rs. o
cavado : vende-se ni ra do Du.que de Caxias n.
10, loja de Leite, Pon tes & G.
que admira!!!
Tarltana de cores a 400 rs o meiro, madapolao
francez a 6i a peca, cortes de laa com 14 covados
a 33. cassas de cores a 240 rs: o covado, chitas
escuras a 220, 240 e 260 rs. o covado meias para
senhora a 3$ a duzia, alpacas de cores a 400 rs. o
covado, lencos brancos embanhados a 2 a duzia,
cretono proprio pira lences a 13200 o metro, de
todas estas fazendas se do amosiras : na ra do
Duque de Gaxias, amiga do Qneimado, n. 19.
Calpad 3S inglezes
Borzeguin* ingieres de sola grussa taxiados para
homem a 73500 e 8 o par : na loja de calcados
da ra da Crnz n. 21, sobrado amarello._______
Na ra do Paysand (Chora-menino), vende-
se um piano de mesa em bo.ni eslado, e por preco
commodo : a tratar na casa o.' 9.
F ra exames.
TRADUCCO INGLEZA
DOS
TRECHOS CLASSICOS
POR
C. V. PALMER,
R?.4*000.
LIVRARIA FRANCEZA.
,0GRANI)E PUBJFIGADOR DO SINGUE I
Esta excellente e admiravel medicina, e
preparada d'uma maneira a mais scientifi-
ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instrucco profunda, tendo 4ido mu-
tos annos de experiencia ao par d'uma ton-
ga e. laboriosa pratica.
A sua ciiiiipiisiru nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar s molestias as quaes teem sede
ou essenti), no sangue ou nos humores;;
e estes difTerentes extractos vegetaes, achat-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservaren! em toda a sua for?a, o m-
rativo especial de virtude, que cada' um <;e
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilba, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparaco, sendo a qua-
lidade que todos os mdicos mais prezara
e estimam. Na composifo da ftaisa-
parrilha de Brlstol entra mais de VA)
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa algumi, que po-
sa por leve ser perigosaou injuriosa i
sado; e tanto n'est, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparacoes,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr--
iha, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em dos-1
muj diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARMRA DE BRISTOL
em fraseos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o granoe
proveito e vantagem picaneado por aquelles
que acondicionam sua preparaco em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Salsapai'E'ilha de Bristol
ooneem a messa quantidade irual porcao
contiila naquellas garrafas pequeas,e alm
disso, possue ainda muito mais forfa e
virtude medicinal-do que aquella, que por,
ventura se possa adiar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
lanto mui natural, que aquellos, que so
acham oceupados em proparar e vender as
suas produccoes, em garrafas pequea-,
murmurem e gritem contra os dorsos fla-
cos grandes proclamando, que a nossa Sai-
saparrilha de Rriatol nao possue a
menor virtude; porm quo efectivamen-
te sao ellos poslos em tneio, quando indi-
aamos, ou simplesmente rei'orimo-nos para
com ossas centenares de certides e te -
temunhos authenticos. por nos rocebidn
de todas as classos da sociedade, nos qua< ;
plenamente atlestam o jwder curativo e vir-
tudes manrvilhsas da nossa.
SALSAPARflLHA DK itliN'iOL.
A vantagem de termos" os nossos pj
pries agentes narpieiles lugares aor:).>;:;
differeotes raiees, diogas, hervas, e piar-
tas de que se coapfem as nossas medicina-,
o produzidas, que nos habilita ese -
eer aquello constante cuidado c disvello i i
minuciosa escolha; e e que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto quo, por ostro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem d;-
fjncias; afim de alcatiearnufs o melhor
e nicamente o melhorde cada um utigo
ou ingridiente que entra na sua compos;-
co; pois levados e compenetrados da
mais firme o persuasiva confianca; que po-
demos afoulamente dize.r aosdoentes de te-
das as naro >s, e do todos os paizes, que na
iasapE-fSha de ESrislol. possuem
um remeilio mais efficaz e sgguro ; do q
oeobum oatro, que vos tenb^ sido offere-
cido at hoje, e o qual por cerlo nao hade
inallograr vossas expectativas, na piompa
e effectiva cura das eguiutes enfermidades:
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
Erupges,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Tinha.
Syphi!is,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Gera!,
Febra e Malignas e
Febre e Sezes
Biliosas,
Vende-se nma bella mobilia de faia, toilet, cama
e mais accessorios para coinpl-to arranjo de urna
casa, tudo com pouco uso : a tratar na ra de San-
ta Isabel n. 9 confronte ao ilieatro.
1
Din terreno na Capunga, na melhor lociiPdade,
j com alicerce para edilicar urna casa com 40
palmos de frenre : a tratar na ra da Mceda n.
39, desde as 9 horas ao meio di. _____
vende-se urna reduacao com todos os seu
pertenjes, em muito bom estado, por Cimm do
proco : quem pretender dirija-se ra nova de
Sania Rila n. 45, que ahi sabara quem .; o ven
dedor.
umi eaaa na ra di Alinben. 9 com muitus com-
mojos, tpnilo a a'a/l frente com um jwbineto ao
ldo, ti upartos, sala aj aante, eonnha, eun> pran
rraj, na cilade de Olinda : a tratnr na rna
la M ieda o 30. les'le as fth-faii an meio dia
x^tB da errad: de f
d inda.
masaa.
Lepra, febres intermitientes e remitientes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adiao-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa pnlaia
regetaes assncaradas de BristoP.
tomadas em doses moderadas em connec-
c3o ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbificas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espalhados pelo system?,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; d
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacSes funecionaes,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da G. Bravo 4 C..P. Maurtr
C., B M ,& A.arbosa, Bart.olomeu 4 C.
\
Muita attenqo
O Campos da ra do Imperador n. 8 acaba
de receber era seu armazem, urna paitid de se
mente* de licrtalica qna passa a mencionar e
qualidades e preces.
A saber :
De salsa, a 00 ms a oitava.
Oe coeniro, ioein..
De repulhif, ilem.
i)' ervilh.is brancas. affiOOreis a libra.
De ditas lortai rouxis, a 800 reis a libra.
De bracol.is,: io rea a oii
De pfpi
D.' f i papo de rola, a 40^
'" g^fiR*, id'm.
'1
J




i

Diario de Pernambuco Terca feira 4 de Outubro de 1870
______________________________:__________j_________________________


X
GR AIS DE
i\i
BAZAR
60-RA DA IMPERATMZ-8G -\:
DE
PEREIRA DA SILVA id
Neste importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, am grandee miadosortimentode fazendas domis
nd gosto e todas de primeira necessidade, que se vendem mais baratas do que em oatra qualqner parti, visto qae osno-
i tocios desta firma, adoptaram o systema de so Teoderem D1NHE1R0 ; par poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
jr>barem o descont ; as pessoas que negociam em pequea esca'a, nesta loja earmazem poderlo fazer os seus sortimentos
filas sesmos precos qne compran as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exajas, familas se darj
asaestras de todas as fazendas, ou Ibes levam em snas casas para escolberem.
1BOMNGHA EM CASEMIRAS A 4,5000. CORTES DE LAA ESGOCEZES 6,5000
Ho Razar do Pavo fez-se urna grande Vende se bonitos cortes de 13a escocesas,
saapra em um leilo, das mais finas vindo cada om em seo papel, pelo barato
nmiras inglezas que tem vindo a es- preco de 60000 caJa um; uo Bazar7 do Pa-
aereado, tendo cores claras e escoras, vao.
mia& con padroes serios, proprios para ORGANDYS BRANCO E DE COR
oips, palitos e colleter, vndese a 44000 No Bazar do Pavao vende-se os mais
ovado, o qae em oatra qualqner parte bonitos e moito finos orgaodys coro listas
ai se vende por menos de60; grande largas e miadas 1.5000 a vara, ditas lisas,
agein. I fazenda de maita pnantasia. 800 rs. a vara,
S DE LIVHO DE COR A 1*200 ditos d cores, finissimos padreas, ioteira-
No Ba-ardi Pavo, fez-se orna grande
Ta de puros brins de linho, moito en-
cepados, proprios para caifas, palitos, eol*
Setos roopas para meninos, por serem de
postros miudiebos; garaote-se qae n5o ha
3nrrci'a que lbe tire a cor, e vende-se a
flSOO o metro desta excellente fazenda.
SkmDAP 'LO FINO A 6*400 A PECA.
fo Bazar do Pavao veodem-se pecas de
3taodapoi3o fino de muito boa qualidade,
-aodo 22 metros ou 20 varas cada peca,
pato barato preco de 6*000, por se terem
prado om pouco enxovalhadas; pe-
keba
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende muito boas cbi-
8 ioglezas incaroadas adamaceadas, pro-
pias i ara cobertas e cortinas, sendo fazen-
a> qae em qaalquer loja se vende a 320 rs.
Iquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa-
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pavo fez se orna grande
ra de toalbas alcochoadas, proprias
rosto, bastante encorpadas e grandes,
sempre se venderam a \\2*000, e li-
-se a 7500 a duziaou a 640 rs.
sada ama, boa pechincba.""
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavo vende urna grande porgan dos
liis bonitos cbaposiohos de palna da ita-
,'a proprios Cera meninos de todas as Ida*
ees, sen lo chapeos qne valem 5*000 e ven-
i-se a 25000 cada om, moito barato.
aSTAS E RISCADINUOS M1DIXH0S
200 RS.
O Pavo vende chitas ou riscadinhos miu
icbos cor de rosa e rxinbos, proprios
^ara vestidos e rcupas de creancos a 200
33. o C' vado. Sao muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Cbe^ou para o Pava o mais bello sorti
ento das mais brilnantes lasinnas claras
:^n limitas palminbas, de seda; tenio lar-
jara de chita fraace a e vende-se a 1*000
cov'rii gran ie pechincba.
ALPACAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
\ 'ii icm-se as mais moderna e b mitas
apseas matsadas com pslmiob s, muito
iroprias para vestidos de senbora t di me-
^nas pelo barado prer;o de 640 rs. o cova-
o; sao muito em conta.
PARA XOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbppf n para o Bazar do Povo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
beroVo-, proprios para camas e janellas,
3oe se vendem de 10* 00 at 20*3:0 o
-}ir, a si o como o melbor damasco cem 8
p-sfxio- ie largura a imitaco de damasco
ie seda, proprias para colchas, e propria-
rasote coletas de damasco, send os melbo-
7*s e mii baritas qoe tem vindo so mer-
afc
SEDAS DE LISTRAS.
Ra Bazar do Pavo vende-se urna grande
nuanii a !e das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de tojas as cores e at
Surta- r ; fazenda qae ninguem vende por
anos de 25400, e !:quida-se a 2*000 cada
w*a-!o; ?5o muito baratas.
'SElINSbE cores E GROSDENAPLES.
*to Bazar do Pavlo vende-se um sortimeo-
tt> eo'ip'.eto dos meliures setios e grosde-
aaptes de todas as cores, qae se vendem
srait i em conta.
900PELI.NAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No B izar do Pavo vende-se nm elegan.
m sortimento das mais bonitas poupelinas
ie- la c.m lista- mialionas, sendo todas
ipasi do 'ma s cor, 490 rs. o covado ;
bar^s-imo.
BANDE PE (MINCHA E\i LASINHA
A 640 RS.
Ni Bzar do Pavo fez-se nma gruide
ipra de lasinha para vestid s, sendo de
ito b a qualidade, urnas coa Utas e ou-
i co : mosclas, e muitos largas, que com
pncoi i ova tes se faz vestiio e liquida-se
540rs. a/enda que semore se venden a 1*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FURTA
CORES A340RS.
Tea ese am bo-ito sortimento das mais
mente novos 800 rs. vara: pechincba.
GROSDENAPLES PRET03
Chegoa para o Bazar do Pavo um gran-
de sortimento dos melbores grosdeoaples
pretos qoe tem vindo ao mercado, que se
vendem de 1*600 at 5*000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do PavJo vende-se om grande
sortimento das melhores cambraias brancas
transparentes, tem de 3*5)0 at 10*000
peca, ditas suissas finissimas com 8 pal-
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bazar do Pavo vende-se um bonito
sortimento com todos os tamanhos das me-
lhores camisas, de flaoeila de la, com
mangas, tanto proprias para hon eos como
para seohoras e vende-se a 3*000 cada
urna, e qoem comprar de mea dnzia para
cima ter om abatimecto, Sao de muita
otilidade.
Granne peekincba om camisa wUzas a e ioOO
No Bazar iioPavo fez-se orna grande com-
pra em leilo, de finissimas camisas iogle-
zas com peitos e pannos de linho, sendo
com collarinhos e de todos os nnmeros a
4*000 cada urna, ditas sen' co iariahos,
porm fazenda finissima a 4*5*00; gran-
de pechincba.
CAMISASBARATAS a 2*800,3*0G0 e 2*600
No Bazar do Pavo vende-se urna gran-
de porco de casemiras mescladas, uiuito
encorpadas a 2*800, ditas finissimas com
msela de seda a 3*200, ditas modernas
de qnadros, fazenda de moito gosto a
A Nova Esperanza
1 Rna iMrajjn de onfa*ti
Quandbt W^flPli^l^fa> (,te0*
anancios expob li ais freguezes e a
todos em fer o grlnde sortimento su-
perior dad? de seos objectos gao com vis
tas de atrair a attenfo de urna grande fre-
goezia, corno a de que actualmente despoe,
e sim para scientificar (a interese de todos)
a qoalidade de seus objectos os quaes sao
sempre de aparado gosto e perfeigao; tor-
nando-se quasi indispensavl para aqnelles
apreciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Esperanca, pois q.ieella c?pricba emre
ceber constantemente, o qoe ba de melbor
relativamente a sua reparlico: o qoe se po-
der verificar quando em qaalquer reunio
de pessoas (amantes do xique) v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, nm
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc, todos olham-se
reciprocamente e diem com sigo (e as ve-
zas uns aos ofitros) estes sio objectos
comprados aNOVA-ESPERANCA: realmen-
te IIII ppocarar descrever em annancios os
artigos que contem dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamos com aquella
graca o perfeicSo com qne sao elles fabrica-
dos, asslm pois a NOVA-ESPERANCA con-
tentasB e*m convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do qoe ba exposto na mesma loja.
1Him Pnqne de Ci1<
Cal de Lisboa.
Vemle-se cal de Lisboa, a ultima ebegada ao
mercado, por pre^o rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Basto*, ra do Commercio n. 13.
mm

Qoindo a AGUIA'BRRNCA, mais precisa scienflcar ao respeitavel publico #
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos qoe ultimam^-
te tem recebido, jastamentepquando ella menos o pode fazer e porque essa falta nw
lantaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bemeonhecida leja da AGUIA BRANCA roa 4o
Qneimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade m
qxralidades, modicidade em precos e o seu nunca esmenttido AGRADO E SINCERIDAD!
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de qoe a AGUIA BRANCi pdll
dispftr, empregado apezar de seus castos no desempenno de bem servir a aquellos qae a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennonm-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidameute ma-
car aqnelles coja importancia, elegancia e novidade os toraam recommenda^ii, cotte
bem seja
Farinha de milho
Cbegoa ltimamente nova farinba de milho em
saceos, cujos presos sao modieoj, como os de ou-
tr'ora: a tratar com os consignatarios Ainorim
Irmiios A C. roa da Crn n. 3.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidade s para cintos.
Loques oesse objecto moito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenbos, tal
o grande e variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lbe apresentar o que poder de
melbor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branca e preto de diversas qua-
lidades e desenbos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas branca* parameninas.
Grandes sortimento de flores loas.
Fil de seiz, .k'o.
I
mos de largura a 2*000, 2*500 e 3*00 3*600 o covado; aproveitem.
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a mais fina qne vem ao mercado;
tndo isto se vende moito em conta.
MANTELLETES DE FIL
N) Bazar do Pavo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquina j de fil preto,
om laco, pelo barato prego de 10*000 ca-
da am, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gara da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 ou 3 Ij2 metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tamben no mesmo eit^bellecimento
se veode bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada nma, ditas de la de
cre j promptas amas com barras difle-
rentes, da mesmi fazenda 4*fXXj e ontras
com barras bordadas 6*CO0 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do PavD vend-se o malhor al-
gndao inho americano enfestauo pira len-
c3s, tendo liso e entrancado por prego
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeu-se om elegan-
te sort.mento dos mais modernoo e melho-
res espartilhos, que te vendem por prego
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu um grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
Laasinlias tranrparenies a 500 rs. o cavado
O Ja.aj racebea um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vende-se so )erior
bramante d'algodo com 10 palmo;- de lar-
gura a l*30u o cetro, dito de bobo cora
mesma largura a 2*800 cada metro, panoos
ds liobodo pi.rtocom 3 1/2 palmos de largura
de "Oai 1* a vara, assim como umg ande
sortimento de H ie
todos os nmeros, pregos oa qualidades,
que se venJem mais baiaio do que em oo-
tra qmlqner parta ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vender snperior
atoalhado trangado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem viodj ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto maito barato.
BatSfs regaladores a 4*030 4*'iU0 e 5500 i
Cbegaram ao Bizar do Pavo o mais bem
feitos baloes regaladores, seodo de fusta')
a 4*000, ditos da mj.iseliaa a 4*300, di-
tos de lasinha de todas as cores a 5*000,
todos elles sao muito baratos.
Mha-tes alpacas .escaras farta cores,,die M--
aaio muito eoorpadas e ten lo om bnlho
Panno preto muito barato a 3.$500
O Bazar d) Pavo recebeo uaa graoda
porgo de pagas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, qua sempre se venden a
5*000 o covado e pode liquidar a 3*600,
por ser urna excellente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do Pvo vende-se um bonito
sirtiOHtj dos mus iind bareges lista-
idos para vestidos, que valem muito mais
300 rs, o cova-
do, ditos maito mais fiaos com listas
como s; la, liquidase pelo barato preco de I U"-TZ u""s Ui'b {Mm "ilfa 400
3(50r,o covado por seter feito ornaraa-!"-- es!es barees $emm se ?eDderam a
de: compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Ba/ar d > Pavo vende-so um eleginte
640 e 800 rs., grande pecbincha.
GURGUKOA640RS.
No Bazar do Pavo vndese om bonito
aorVoieoiu das mais lindas poa>ebnis de sortimepto dos mno.-es gurgnroes de la
os gostos miodiobos sendo quasi para vest ios sendo umi linda farenda,
P'cbin- muito leve, meia transparente e muito lar-
ga com furta core< e liquida-se a 640 rs.
o covado par se ter foit; grande pechiacha
)- cor e con muito brilho,
be b 40'i. rs. para acabar.
CH TAS A 2* RS. O CORTE.
flfi Bazar doPaVo vende-se cortes de na compr.
chita miu lionas, sendo rocha e cor de rosa, COBE*T*S A 3*
torio .i" cvidos cada corte a2j vendase| Vende-se cowrts de chita encarnada
9 rea'><> 20') rs. o c >vad -, pschmcaa. (adamascada 35 cala nma, oechincua
LASS\S A200R3. CORTES INSANOS A iiStO.
No Ba ar do Pavo Iiqjil.-se una por- No Bazir du Pa o vende-e benitos cor
e5o ci >,s francezas miuds e grradas, tes iniianos com -duas saias p;o bara-
tares :n s. jue se vendemp^lo baratissmlwsioio prego de 4*5 <0 cada um pe-
pn^r '- i ) rs. o covader para acabar., chincha.' '
TAPETES
Chegoo para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortiment > de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em outra qualqoer parte.
COLCHAS BRANCAS A 3*200,3*500 E 7*
Para o Bazar do Pavo chegoa om gran-
de sortimento das melhores colchas do fas-
to, s ndo das melhores e mais e corpa da ?
qoe tem vindo, a 7*00 ditas nm pouco
mais abaixo a 5*503, e ditas a 3*000;
lambetn no mesmo estabelecimento se ven-
de nm grande sortiment > 3 crotones e chi-
t s, p oprias para colchas, que se vendem
muit em onta
GORGUHES OU POUPELINAS DE SEDA
2*000 CADA COVADO.
Cheg.u para o Bazar do Pavo om ele-
gante sortimento das verdadeiras poupelinas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, qoe se vendem a'2*000 cada ovado,
o qoe em oatra q .alquer parte nao se ven-
de p t menos de 2*500, (revine- e que cao
sao algodo e seda, como ba muitos; mas
sim puro lmbo e seda ; sao multo baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Ba:ardoPav2o e.co.tra-
r o respeitavel publico am grande sorti-
mento de roupas para bomens taolo bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas con peitos d'algodo e de linho,
para lodos os precos e qoalidades.
Ceroolas de linho e algodo.
Meias cartas francezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
-re.v-s e qoalidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pega de Obra a capricho
oa o- tu do freguez, teodo o'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
oanno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor ; e qoanio qual-
quer obra nao ficar inleiramente ao gosto
dos fregoezes fica por conta do estabeleci
ment.
CHALES DE MERINO
Cbegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottiment) de chales de merino de cores
muito bons com padres maito decentes
para qaalquer urna senbora osar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vdo ao mercado, e ven-
de-se por proco muito em conta.
BABADiNH )S
No Bazar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais fios babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgo de ntremeos largos e
estreitos, que para acabar se vende mnitn
em conta e mais barato do qoe em oatra
qoalqaer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melbor sortimeato de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinnas uretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico*.
Chitas pretas de todas as qoalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditis lavradas com branco.
Merinos, antOas, bombazinas, qoe sa
vendam maisbarat< do qoe em oatra qual-
qoer pjrte.
CHIPAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
tas inglesas com salpicos 200 rs. ocovad >,
ditas t;Jas pretas, por estarem om pouco
rasgas, 120 o covado; pechincba.
0< proletarios d este importante esta-
belecimento rogam ao respeitavel pubbco e
partkularmeme as Exmas. familias o favor
le se darem sempre ao trabiloo do lerem
"S seos annancios, peU raza 1 de moitos
d'elles serem mudad s amia tadas vejes.
CACHE-NEZ A 6*000.
No Bazar do Jao vendem.se bonitos e
<:anJe^ cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to prego de 6*000 caaa om.
Uhapeiinas e chapeos
18, loja da' Turquesa
;nte sortimento.
Basquinas
para seanoras, loja da' Turquesa acaba de re-
ceber excellente sortimento.
moito novas e de bom gr3 de aples : na loja
da Tarqnex*.
Cintos
de velndo e de seda, variado sortimento : na lo-
ja da Turquesa.
Camisas bordadas
variado sortimento : na loja da Turqueza ra do
Baro da Victoria n. 9, (antiga rna Nova).
Punhos e gilas
de velndo para senhora : na loja di Turqaeza.
Grand
sempre
Lindo
Caixm
Bonito
pafa Gireajar o *>.
Booitos brincoa de piaque<.
Aderegos e brincos de madrepero ?.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhoi.
Aspas para bailo.
Novog stereoscopos com 48 vistas, at
quaes 89o movidas por om oucbiDiM
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas carimbas devidro enfeitados cas
pedrag.
Ditas de raadeira envernisada com vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo 4
cnangas.
Diversos objectos de porcelana, propriet
para enfeites de mesa o de lapmhas.
POMOS
Farinba de trigo nm pouco a variada para por-
cos, bois, galinhas, etc., etc., a 5* a barrica com
6 arrobas, assim como tambem serve para pada-
ria por nao estar maito estragada : Da ra do Li-
vramento n. 36, armazem Baliza.
CHIMBO VELHO.
Venile-se chambo velho : no armazem da bola
amanilla no oitao da secretaria de polica.
0
3
O
P4
N.3ARVAD0CABlAN.SAf
MSTIMA UM
Fazendas Gnas para
acabar
A' ra do Crespc n. 95
Loja de Manoel D8S Xavier
BASQUINAS de gorgorao e grosdonaple
superior enfeitadas, ultim gosto a 18.
CORTES de gaze bordados brancos e de
cores, lindos padres, a 11, o corle.
SEDAS de cores miudinhas a 1| o co-
vado.
CHALES de filo arrendados pretos a if
cada um!
CORTES de laa, lindos padroes, a 3 o
corte.
ESGUIAO pardo de doas largaras muito
fino a 11 o covado.
CAMBRAIAS adamascadas para cortina-
d'S com 20 varas a 10^500 a pega.
MADAPOLO saperiur a 5$, 5300, 6/
e 6500 peca.
ALGODOZNHO superior cora 20 jar-
das a i a pe^a I
CAMBRAIAS novas miudinhas e de lis-
tras a 280 o covado.
CHITAS escaras matizadas e miudinhas
a 200, 340 e 280 o covado.
ALGODO alvo trancado de duas larga-
ras para toalhas a 1 -5.00 a vara.
Do-se amostras com penhor rna do j
Crespo n. 25.
OBizir d) ?&yto Ai a di Lnparatdz n. 60? esta' constantemene abarfc o
dts o oras d^mitt'iai as 9 di iiJtte,
A ra do Duque de Caxias n 21.
CANTIGA BA DO QEIMADO)
Receben segainte :
Epelhos grandes dourados, moldes bonitos.
Carteiras, charuteiras e port-cigarros de muita
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas.
Boas caixas vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre ellos os mimosos telegraohistas.
Commodos toucadores com dnas gavetas e boro
espelho.
Port boaqaet, o qae de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qoalidades.
Bons talheres para crianzas.
Vostnarios, chapozrahos, toacas, espatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronb&s de labyrintho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo*
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Cuntra as coavuls5^s nag
crimeas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, rna do Duque de Caxias n. 21.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos ou castanh is, recebeu a Nova Espe-
ranza a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
oa pannos, tem a Nova Esperanza o verdadeirc
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANiA.
Vende-se na Nova Esperanga, rna do Buque d
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebou-os muito lindos a Nova Esperanca, rus
do Duque de Caxis n. 21.
PARA AMAGUR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nora Esperanca es sa bonetes de pos dt-
arroz.
0
CO
>-
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tndo qoanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venha ver o qoe existe de melbor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, mcios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alQnetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faqoei-
ros, colberes, palileiros salvas e ontros muitos objectos qoe sera enfadonho
m mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qn em outra qualqoer parte, troca-se e concerta-se todo e qaalquer objecto
pertencente a esta arte.
mmmmmmMmmmm mmmmmmmmmm
E1AIII UIIDAdr
Lourenpo F. Mendes Ouimarss
RUADA MPERATRIZN. 72
Tendo resolvido o sen propietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amaate da economa, visi'jraaa a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinbeiro.
Arara vende madapol3o enfestado a 3^500 Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 5;>000, G-^jOO, nbo e algodo a 15800 o metro, dito de
6,5500, 70000, 8^000, 90000, e 100000. linho puro a 20800, esta fazenda pro-
pria para lengoes e toalhas por ter iO pal-
mos largara.
Vende-se cortinados para cama fr-v-za
Vende-se cortes de casemiras de -cores
para calcas a 40000, 50000.
Para liquidac5o vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias a 10400 o cortinado para liquidar,
para escravos a 160 rs, o covado. Arara vende cortes de chitas para fia*.
Na ra da Imperatriz vende se chailes de, dos a 20500,20800 e 30200 o corte p>.
merino estampados e de barra a 20000, liquidar.
20500 e 30 00. | Vendeo se cortes de cassa a 20500 .
Arara vende cortes de casemira preta corte s na liquidarlo a da imperatriz.
para calca a 30500, 40000. 50100, 60000,
70000, e 80000.
Para liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 36O0, ditos
de linho a 50000, 60JOJ.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 10400 e corbertas de chita a
10500.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vando chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para'
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
OGuimares vende mursulina de cor
para vestiiode Sras. a 440 re. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Men es vende fusto d3 cores par-
vestidos de smhoras a 360, o covado.
O L urenco vande cassas Snas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhora-; a 500 rs. o ovado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, utas_matisa-
das a 640 rs.
Vende-se cortinados para janellas a t
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de colla; inhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e pats .or ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de bomem 10500.
Vende-se cortes de pecalas de doas sai
para seohoras pelo barato preco de a 60.
cadaom.
Grande liqnidacSo de roapa feita.
Vende-se pats de alparca e de
a 20.
Vende-se ditos de ganga para
a U.
Vende-se ditos da brim de algodo
eos a 20.
Venle-se ditos de meta casemira a
Vende-se coletos de brim de cores a
Vende-se ditos de meia casemira a 205qC
Vende-se calcas de algodo azul a 500 rs.
Vende-se dita da algodo de listras a 800n
V -nde se ditas de brim pardo 20, 10680
e 20500.
Vende-se calcas d caseaaira da cor
a 6080.
24
10
Calpados estrangeir s
Grande s.rtimpnto de calcados de todas as qua-
lidades para bornes, senhoras, menioos e meninas
pelo prec/> mais razoavel do que em ouira qaal-
quer parte : na loja de calcados de sobrado ama-
relio da raa da Cruz n. 21.
Farinha da trra
moito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. Angelo Baptista do Nascimenlo, ao p
do caes dos vapores no forte do Mallos ; '-ende-se
aos alqaeires, a tratar com Bernardo Jos de
Araujo no armazem do Sr. Annes defronte da al-
fandega.
m m gaz
Chegoa ao antigo deposito de Henr? Pi
, roa do Imperador, om carregamento
ie primeira qualidadu; o qual se vene i
i a retalho por menos preco do qoe a oatr*
]aer parte.
flrTFIARAM Especialidades.
\JiiJ^"iAilf\lTjL Continua m a achar-se a vente oa roa
PnpfM irwtaiitxnpne sanprfmpr* bolic* n os raa1 C0nhed*08 ^rtOHUu n-
roqOS inSiattl.neos aperleiCJO- uiedios da veame, e oulros diversos mrftnn
arlo or nroo mniio nitnme- im folios era Pars, '*m como o xaropes ia e-
auus por preyj uiuuu cuinmo ,ieina de Brth, de rbano wiado.de w*ree
do : na ra Nova n. 28, loia de forro de Blancard e as pillas do mesmo, peilorai
a l T J_ j a o !oe cereJa ^3 de lto\ ^iw* OsaMa,
AntoniO-Fedro de SUZaSoai'eS. digital de Lab'lbny, plalas ou cooMiot t bw-
ii t i a rnuiho de Chevrier, e outros nMsteaaaalss caa
iSOmbas completas para ca- f,roaciPnciaquando empreados aas ii|_ _
oimh* nnr diminuto nrppn na ^as respiraturias as aeres rscamalkas, m
CimDd, por uiuiuiui preqo, a Mawl,jj,s na ^ eompeta m irragnlahasle
mesma casa.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictherby.
nico deposito em Pernambnco caes da alfas-
lega velha n. J, i* anda.
de menstmo, as diarrnaa, doeaeat do
| e do estomago, tem sido a
vista do* benficos resallados das <
Ion oso qae diversas
Jim como das pillas' flujonada* bravias iav
(omparaveis em sua eficacia nos
tos fobris oa sesSes ; axistasV) i
casa, alm de safflciooie i._
nm nao piufnasoroeoto*a Mstas, slsois a-
nhaea e pincis, qoe sa Toadosn mt aataas da a
em outra parte.


Diario de Pernambuco Terqa eira
Ouubro
v i
I
Afal
Sahiram luz
As ru. s em coatrrJangi.
guadri.ha para piano pw Cots llho,
valsa: a venda no (rande ar-
por I.
Linda
Flor da I! la vi mazeni de pianos e e msicas de Awvelo, i ra
Nova n. 1!, hoje na do Bario di Vilorta,
. B. Koga-se aos Si*, assigoantes. de ra.nda-
reni buscar as pecas do suas assignatara?.
Ullimas publicacoes da imprensa nacional
de msica. B
N. I. Piano. Armella, polka brilliante,
Sronltz, iOOO.
M. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por Colas
Mino, l.
N. 3. Piano. Cbieo Diabo, polka brllbante, por
, 500.
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ule* B. Zucrhi. I1T.
..t" *" **** ***"*,u ^f-, pUm mirria!, por
N. 6. Pi.'aos. Li (iranio Duches, polka por Lu-
cien LamBert, Ijj.
N: 7. Piano. Carneo, Aila, La Plavcra, 3 pol-
kas dos cavaluolw, i&.
N. 8. Piano. Lo Sonvenir, valse de saln, no
E. Casalhore, U.
N. 9. Piano. Sautioha, Marora, 2 valsas dos ca-
vronos, UQW.
N. 10. Pianr. Cliant DTJiesnx, polka, por E.
Casalbora, U.
R. II. Piano. A flor di Boa-vista, valsa, or
Jos CoKlho da S. A., 1. *
N. l Lagrimas d Aurora, Mazurka, por J. 1.
N. 13. A estrada de ferro, onadrima, por lien-
rlqne Alberia/n, l.
N. 14. Calilo. Santa Lucia, barcarola napoli-
UBa, p>r Genoaro Araaud, i.
N. lo. Canto. Marta Aria, para M. S. M' aqqari
tutt amor, de Plotow,
N. 16. As mas em eoniradanra, qadrHha, or
Colas Pilho, |._________
NOVIDDL
O Ota, propriwario do armaran da Pedra
Marmore a roa das Cruzes n. 42, offerece por di-
nheiro contado o por ter recebido moltos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Queijos flamenos o que de melbor se pode de-
sejar a 3#,000.
. .S!?5^8 de d,,ce e 8<>iaba a 80O, Ifi, I 200 e a
l.800, dito em latas a 25 e 2J00.
.'A verdadeira farinha americana vinda de coma
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas steariDM a 610 o maco.
BoJachiulins de todas as qualidades e dos me-
mores fabricantes.
Ervilhas fraocezas e portucueza?.
Uvas a a a libra.
Vinho de todas as qualidades.
Farelo da Li>boa desembarcado bontem, m
saceos grande, a 5$.
Carn i do serillo mmto nova e gorda.
Queijos de qualba, ele, ele.
Jos de Scuza Soares & C.
RA EO BlMO DA VITORIA
(UTR'RA NOVA )
Apreseoia-se metam rphozeado no que pode haver de mais bello* agradavel em fa-
zenaas naas para Senhoras artigos de alta moda em Pars tanto para senderas como
p^ra nomens e meninos.
Miuaezas afarmatias, perfumaras especie--, variedade de lindos obiectos para me-
amos e bruiqoedos para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes. r
Vende-se muito emeonta e manda-s por empregadus do estabelecimento fazendas
am cata das Exms. familias afim de melor eseolherein o que desejarern.
Ru
loja m
DE FAZENDAS E
a da Imperatriz n. 40,. esquina do
"i
'AGAIO
[]
I?
rAS FEITAS
becco dos Ferreiros;
I
NOVIDADES
DQ
Ra do Queimado
O proprietario deste novo estabelecimento commonica ao respeitavel publico
esia cidaie, e especialmente as Exmss. famiits que est liquidando por precos bara-
ttssimog as antigs fazendas que exstiam ne-te estabtlecimento, alm das que abaixo
jw relacionadas, cujos pregos me-ecem toda a altencao do respeitavel publico que n3o
f.eixara de com pequea quntia refazer-se do qualquer qoalklade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesm* loja tem feito ortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-se.das do mais apurado o escolhido gosto, que vender mais
barato que qualquer ontra loja.
LO
gailo m
RnadoCr
Os prdprietarios fleite bem"
cimente, alm dos mnitos objertr
postos a apreciacio do reipaitavel'
daram vir e acabara ce receber p-l
da Europa nm eornplato enn
finas e mu! delicada peeialidadari
tao resolvidos a vendar, como dewnc
or precos muito baratinnus e coiaaaodos fm>
o?, com tanto que o (alio....
MuiU) superiores Invis de pelfcra, pretu,
cas e de mu liadas edrea.
Mu boas e tonitaa (oumb*8 o ]Wili'W m
nbora, oeste genero o qne ha de bms modema
Superiores pentes de tartaruga para" nqam.
Lindos e riquissimos enfeites para fax rae Ai
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas 0 de c Jres cu. <**-
ihos e sem elles; esta fazeuda e 1 qao, n, e Imm
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurao do/da branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desenhos.
Ditas de ISa e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs p-ra caderas e sof3.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gOstos.
L5as de diversas qoalidades, lindos goslOs e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para boraens e meninos.
^a Jeroalas.de IRho> nm grande sortimento de ronpas fetos e de fazeadas oue
eniaaonno mom-mnor
mencionar.
Algodaosinho com 18 jardas a 2^800 a
peca.
Madapolo cnfeslado com 12 jardas a 30
e 3;53CO a peca.
Dito de 24 jardas a 5#O0O para cima.
Atoalhados de linho, e de algc-do tran-
cados, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miodinbas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Rsloes de mussulina a 40 e 55000
Guardanapos de linho a 30500 a du-
XII.
Bramante de linho a 20500 e 30000 com
10 palmos.
Diio de algodao a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
30000 a duzia
Ditas para homens
para co*.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Cclcbas ds fust5o branco de 30200 para
Luvas fseas de Jonvin
tetes para gaarncoes de salas, akatifas
meditadas e vercladeiras
Esteiras da India
i-i*. ^or!meD! ?e P^?. P gaarncoes de salas, akatifas para forro de sala, e o
yrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
CASA CAUVIN A-MARKiEa
GANDIDO ALBERTO SdDR:0 DA MOTTA & C
:om escriptorin o armeiem de gneros de estiva
irvessa da Madre do Dan* n. ti, lem para vener
o segu.nle em cjnserva ptimamente prear;vdo
em Paris :
Ervilhas (Petitx pnis).
Feijao vf.hoe {Harico:~s terts).
Dito iv gsim {dem jlaqeollets).
Espa liaos (Axperg's).
MaCBXUNBA lie lkgijme^ (Uicedoine legumes).
Sbuobas (CuroUes).
Tomates (Tomates).
Covs db Bblxellas (CIous de Brvxelles).
Alcachofba> (Fonds d'artichants).
Espinafres (Epimrds) '
GoctMiacos (Champiqnons).
(Cipes).
Pastis com norRas (Pites tmffes).
sem tiiuffas ( sans tru/fs).'
Atom cou azeitf. (ron a 1'huilt).
Trwfas simples (Truffes an nalurel).
Sardixha em t..mates (Sardine etc.)
Galantina com troffas (Galantins avec Irufee)
Franco (Poulet).
Pombo com rrvilhas (Pigcon atec pois).
iAllinhol.v (Bcoi'son).
Perdiz com axeito.vas (Perdiz avec olives).
ASSADA ( rolte).
Andorinha (Allouelte).
Jodorniz (Gaillc).
Lamprea (Lamproie).
Picado (Andntirites l.)
Salxicha (Saucissono i.)
']ar.\e CLizADF.i(Fincrndeau O.)
fie '-ebeu-se mais
Urn eompleto e variado sortimento de papis
piolados e doiraclos de diHeronte-! qualidaden e es-
ui-sitos desenhos^ proprios para forro e guarnicao
(le salas, gabinete*, escriptorio;, etc. Na remeda
u0* arlefact) ,ei" havido o maior gosto e capri-
cho da ..arte do nosso corresponlente de Paris.
Com urna mpdiea commissao sobre o cust da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
eiiectivamente nm deposito dessa especiahdade
No armazem de Candido Alberto Sodr da Molla &
C, a travessa da Madre de Deus n. 14
Fumo e papel
Completo sortiraent. de fumo, tanto para ciear-
ros curo para charuto, viudo do Ra de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Sul. Papel de seda, linho
e algodao, de differentes imalidades, proprios para
o fabrico de cigarros. Vende-se constantemente
no armazem de Canudo Alberto Sndr da MotU
A C. : travessa da Madre de Deus n. ti
Pharaaceutico privilegiado
t suocessor
I!oul.-Ml Sbastopai, 5 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprsenlas a Atatart ta Mataiai a ao lastitaM .1* Fnn?..
iriJECCo
Sob a rrau de P.mia, devedidj decida
lser di- ^omeato unu ilurcjo
Precotiva a curativa daa UOIZSTiAB C0JIT.'.tl06i8.
liara
I1VJEGT0R-PIIILTR0 -
do volme fe uta roln^io, sfrvimlo de
l'UILTnO e SERINGA sera os
travos Inconvenientes de fragiliiade.
ESTOJOS
Cam '/i^T'.r, *l!U!0l"n"' de om Porte-JIoed
COTADO TODO ZATJUEJVTO.
COLLTBIO Contra as afieccois das palpebras
preparado sob a mesma (orma. '
cima.
Ditas de cor de 3(5000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a finos, a 8(J e 106000.
Ditos encarnados a 46300.
Ditos dealgodSo a UoOO.
Cmbrala tapada muito larga com pre-
gas e, bordado, propria para sa*as de senho-
ras pieco barato.
Laazinbas Irences trangadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, faaenda
ioteiramente nova a 390 rs. ocovado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e pregos.
Lzzinhas tapadas e transparentes de
militas diversidades de cores de 30 rs.
ocevado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 46000.
Ditos de organdy de dito dito a 86000.
Cortes de las da Escocia a 66000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 26500.
BARTHOLOMEO & C
Depositarios eral para e BRASIL e POBTUGAL
34, ra lai^a do Roaario. fKElNAACBTJOO.
Ditos estampados de 46500 para cima.
Camisinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 36000.
Briloantinas brancas de 500 rs. ocovado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guilo at o mais fino.
Lencos chinezes a 36500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 26500, mui-
to finos.
Fil hranco e preto, liso e de salpico.
Cortes-do cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil Uso a 56000
'relataras brancas, e ile cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
guiio.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para ooivos com a Lompeiente gravata.
Puchos de.linho para bomem a 16 o
par.
O !;u inbos de linho lisos e bordados.
Grvalas pretas e de cores, tanlo em se-
tim como em seda, ba de todos os gostos e
feitios.
ROUPA FE1TA E POR MEDIDA NA LOJA
1)0 PAPAGAIO.
So-'imento <*e roupas feitas de todas M
qualidades, e feitios, para precos commo-
dos, e quera comprar porco para negociar
ter nm abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com qoadtos
e listras, casemra? pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qualquer obra a vontale dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos proco que qualquer outra officioa, e
para issoa LOJA DO PAPAGAIO acha-se mu-
nida de om bom mestre alfaiate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabilidade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-so as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou mandam-se levar
loscaixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta d
horas da manh3a s 9 horas da noute."
Francisco Teixeira Mendes.
3 portas n. 53, ra Direila, 3 p ras n. 53, anttya
hja d) Braga
0 abaixo assignado, dono desto antigo
i;m j
completo sorime-n.o de ferrageus ^t^Ttaf^Z^n'ffift""
diversos pon^s da Europa o mtlhores objecros de u e affc m^ntH,, fcr tm
mais'conbeclos pelo que convida ao respeitavel publteo e 2 nnmw^ fren0'63
a virem se ervir dos obiectos de sua carencia a*.ndVpr,,i2s^ numerosos freguezes,
ea outra qualquer parte! um SS^^STS^ ?(..r.m!Des. ll .do q,
ditos _
dous canos
Rival sem segundo
Eival sem segundo,
RA niQIEUR CAXI.14 i
IAnllffa ma dO OlIPmado) Esta, disPst0 a conUnnar a vender toda
y- uiuv; as mmdezas pelos baratissimos precos abai-
bom e xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
cos admirados.
120 Duzjas de pa'itos seguranca a.,.. 120
Duzia de palitos seguranca caixa
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonito* leones ffo rriVm
niarlim, sndalo e oit, sendo acuelle? l,r
com lindos desenhos, e ustm pretos.
Muio superiores mei.ia no de Kseos,
nhoras, as quaes sempr se venderam por .
a duzia, entretanto qne cs as ven*"-. por
alm destas, temos tambem itto.'.' norlfT Asi
outras qualidades, entr* as qaaes alfrurr:' ias
finas.
Boas bengalas de i-uperior ca?oa d.-. "nSm*
ca-stao de marflm com lindas e encarad 4 nt-
rasdo mesmo, neste pode desojar ; alcm cosa.- teces tom>n a 'ras*
quantidade de outras eaalidades, cuao ji .
deira, baleia, oso, borMoha, etc. etc. Ke.
Pinos, bonitos e airaos chicotinbos Se raM*
de outras qualrdade*.
Lindas e snperior s ligas de soda e borraste
para segurar as meia -.
Boas meias de sedr. para senhora e para, ani-
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de laarlim e tartaroga par anar
barba; sao muito boas,e de mais ai
rantidas pelo fabricante, e nos xr bsmsi iu
bem asseguramoe sua qaalidade e del>r.rlcza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agnlitas para macbina e pir?
Linha muito boa de peso, Irona, para
labyrintho.
B'ons barallioj do cartas para roltare*'-, aatai
como os tentos para o mesmo m.
Grande e variado sortimento lia kcIV -.s tm-
fumarias e dos melborcs e mai; conoce : r pm-
fumistas.
COLARES DE ROBB.
Elctricos magnticos <-ontra ai eoovrJsfe*!,
facilitara a denticio das iniioeenles cri.'B'^a?. SV
mas desiJi mnilo rerebedores d-^les i>rd
collarr'. nr.linnaacs a recebe-!s .
vap<:;-. t,-n de que nunca faltara ::
f,v ac Titecido, as=iro pois poderlo aspnt-
;':c dn Dirri \i' Jnrcrre encoutraro de. i vers*
t;'-'-"- '.- 'iuaes alien V.od -< .Ast
tjT" ,' .i' ( se vende:".) i'. anc
iiu lucro,
''-'; S':Ljec(os qre >,.iast
declar;. -, ana no. m 'r."aezes e a';v a -fltst
compi-'i i-.? ;,j') iBtMTsk .'ask
vigilante, j i !:, l. :.
Occ: evdeEl
Hki di 'Hi uad n. I
Novo e variad.) sortimento wiperi zr
finas, e ontros objed
Alm do completo sortirr.onto d. per-.
martas, de que effectivameate .
loja do Cordeiro Previdente. eiU
'!

mira qualquer parte, um sortimento completo de machinas ara dwearnrlr ^
bem coDhecido fabricante Goitorr Gin & C.; ditas oara tsi lt! ^ algodao,
para foKo moinhos pira caf de todos os taSno? d Sbrie dS JmmaTP
, diS S& ^S^^^^XS^ S^r
mente grande porco de fogo do ar, e receben encmlneda do^to^TJSTZ:
cem numero de objecios, que se tornara e.ifodonbo Dumera^oV^^
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, amiga loja do Braga. '
Direita n.
CASA CAUVIN abarinier
Fogau de rjatente.
Vende-se em casa dos importadores Sbaw
Hawkes 4 C, rm da Grnz n. 4.
CAL W\ 1 LIMA
Vende Joaquim Jos Ramos
n. 8, andar
na roa da Cruz
Pharmacontlco privileeiado
8uccaesor .
Boulevard Sebastopol, 35. FAIUS
NVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadas a Academia de Seieneias e ao Instituto de Franca.
IM J Ffif fl Sob foma de P'n, deredida __
lili kUVMU momento ama solnccao PBrVEBTIVi 0
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
ra faser de
TIVA das
UM-rHILTBO
Graves
do rolme de um relogio, servindo
de Philtbo e Seringa sem os
inconvenientes de ragilidade.
Com a forma, e do volomo de nm Porte-JIoeda conlendo
TOBO TRATAHEtiTO.
ESTOJOS
COLLYRIO Contra as afieccois das palpebras, preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO 4 G
Depositarios geral para o BRVML e POUTlCAsL
34, ra larga do Rosario. PEENAMBTJOO.
Vende-se
ps de arvoredos, iodos em cestos, e muitos en-
cheriados, muito baratos, pois a pessoa quer dei-
xar o negocio : na travessa do Padre Inglez n 7
lugar do Carainbo Novo. '
Potassa nova di Rasmia a 900 rs. a Mira.
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Bita em grnine.
Vjnho do Pui to snperior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito mus -afp| de diversas marras idem.
Dii.i tinto Palmea superior dem.
* Dito dito Verm^ira idem.
Dito diin lavrHdin idem.
Dilo br.inei Can-ivellos idem.
Diio dito Bucellos idem.
Tttldeira .le ferro fundiA para eafeobos.
No escrjfrtor.,, de Olivara Filhos.4Cao larg-
t<"fD' fciantu n. '9 ,
Farsa, a 4e niaadioa (lo M^ra-
vaa. n50 e dit Bal
RsitoTr'n" h e-v:,r,>0'w de Joaqnim Gerardo d.)
S, d" ViB.no Tenor
JSt t ^a-ndoca ,
alMt, Mrnrf. ** UCMS ffBdes..innto fina,
"* **v4a : o* !Tnitmai iinsinsiiin
la n trapirhes *?
vinda, do Mar- ^rr>-<
antas e Pontea
to Companoia Pemambocana
Doces, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Pechincha
arcos a JM ^dio^Vo^ t &??
) covad : na ra do vramenfo T m ri

Ha muito qne esla provincia podia urna casa
q e bem satisflzesse as pest.oas qne sabem apre
ciar o que cima se v nesse dislico. Er nesse
estabelecimento qne se encontram os melhores
doces de todas as frtelas, seceos e de ealJa, doces
d'ovos de todas as especies de inasnas, gelas de
goiaba, de arag, de pitonga e mo de vacca, xen-'''
dse i retaibo e e.u grosso para qualquer parle.'
Apromptam-se bandejas com bnnhos os mais de-
lieado> e com ricos entortes,
grande sorii
praiosque
festa, xaropes de grosella, lomarino, lima o onirus
frucia. Junto a esto estabelecimenlo esl Hundo
um bello sitio que nelle nunca Mlam flores a vul-
vas e em boquetes ; pr'Mnptam-se boirueto para
nnivos wcamouio enfeilados de crav.is brancos
'n l"1a > PTfeicao e delicadeza, umitas varie-
Jades de plantas para se preparar um Jrrdrm e
planiar um sitio. A" vista das earotnmenlas fei-
tas se verificara o que cima fi>* dn.
ps de jossvaa de variad qualidades, assim como
de.apous.abacate, figueira, laraoj Sem
nheira, por prer) razoavel : a tratar na n V.
ora Mondego,
DAIP-
m ricos enfeites, do que se encentra Pa'J Cordeiro vlsjado e WmlrSVn
imento, presuntc* em fiambre e omros gasse grosso e fino, raeuron da 'BahL rS
nao se podem'dispensar emqualqner fino : vend se na praea da Independencia n t
rtft.L?r'!r i*. *.
Contina a vender tudo muito
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. .
Tesouras finas para unhas e costa-
ra ....... 500
Papis de aguHaas francezas a ba-
15o a......... 60
Caixas com seis saboneles de fruta I^IOOO
Libras de la para bordar de todas
as cores a....... 60000
Carriteis de linha Alexandre a. IQO
Frascos cou azeite para machinas 500
Grvalas de copes mnito finas a 500
Grozas de bolees madepersla fi-
nissimos a....... 500
Novello ie linba de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiios com Unta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 400
Lata com superior banba a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito brnitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Vivera 500
Dito de oleo babaza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
cartiraas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linba sortidas de todos os
nmeros a....... 1,5800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a......... 6i0
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba franceza superior
qoalidade a...... 20420
Caixas de palito do gaz a. 00
320
320
320
1,5000
500
160
SOO
100
700
400
Attentflo
Vende-se a arrnacao e petlenees da taberna n.
11 do largo do Tereo, muito propria para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
ija de violas.
Vend* se a taberna da ra da <^>n..u _. _
39 : a tratar na mssma. SenzaJa-nova n
Vende-se
Na ra dpsfluartws a.J m armacao mronria
para qnalqner labeJecimeoo.. podSo K
nitor trnr ,, ( ,P 8a r8^P, O verdadeiro porUand. 3 IVmorio n. t6, i- andar(i Jadre de Dos n. ti, armazem de Joiu Uarns de I"" *""er .posto iratarn.> as^ma %t^?4
- Doces, f ucs^I~ei
rctanade frrru
Vende-se e esta visto em casa dos importado-
res Sbaw Hawkes & C, ru da Cnu a. 4.
Roa da Cruz n. 13
Madapolao f ancez com 20
va^as,
proprio para saias e camisas de senhora, pelo ba-
ratissimo preco de 6*300 a pega, garante-se ser
(avnda de 10 em qnalqner parte. Tambem ha
grande porco dt> cbis francezas escuras e cla-
ras pele, nunca visto prego de J00 rs. o covado :
isto s na loja das seis portas em frente do Livra-
ment.
Ba> ->mtv>rbuiu; tico.
Remedio effieaeutiimo contra as dores rnenma-
ticas at boje o raai.- conbeeido pelos sena mara-
vilhosos reoltados.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos que sua efflcacia aas enfermida les, tosse e
sangue pela bneca, bronebites, dores e fraqueza
no peuo, e^cMboto e molestias de ligado, que me-
,lhor tpm anrovado "-"-
TPrTRA DE JfARAPUAMA.-- A celebre raz
de mtrapoama raja energa e eulcacia na para-
lys.33, mr^peeroienjoy ate. ele. muito se reeom-
menda.
Todo" esses nrflparadpg eBec.nirara na pbar-
mana e drogan* de Barthelomeu A C, nico de-
posito na ru larga do R grande a...................
Frascos com oleobaboza muito fino.
Pcete* com p.'>s de arroz o me-
lbor que ba a...............
\avalhas mujto linas para fazer
barta a....................
Caixn de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
superiores................
Lengos d3 cassa brancos e pinti-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......3t60C
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a......... 5O0
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1^500 e. 20000
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unhas fazenda fina a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a........ 40
Duzia de linha frxa par borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias croas para imv '
nos diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 40500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........2fJ000
Pares de sapatos de tapete a. 10500
Duzias de baralhos para vultarete 30000
Sylabarios portuguezes a. 400
Cartees com colxetes i carreras a 20
Aootoaduras para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agulha para ma,cnina a. 20000
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos ........... 400
Re; ma de papel pautado superor 40000
Resma de papel liso muito sape-
rior a........... 30600
receber um outro serVimeato
aotavel pela variedade.de objei'..a. .
dade, qualidades ecomnov
eos; assim, pois, o Cordn
a espera continuar a merecer
do respeitavel publico em gei
boa freguezta em particular, .
tando elle de sua bem trnttAt
a barateza. Em dita bjji toco
ipreciadorea do bom:
Agua divina de E. Coadray.
Dita verdadeira de MorraV Ce La*uaa.
Dita de Cologne ingleza, aeiicsnj, tx.
ceza, todas dos memores ais-acr htadi
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete pera toittt
Elixir odontalgia) pare MMTVft^o iu
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qnali.i; Ir- 3 cift.
ros agradareis.
Copos e iatas, maicres o wuent. ce
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, InMBMMi
a ostras qualidades.
Finos extractos ingleses, amsrkanM
francezes em frascos simles eet'i->Ac:.
Essencia imperial do fino e agr^is I dm
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igcu
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdedeiro.
Extracto d'oleo de superior qaaiida'.
com escolhidos cheiros, em frascos Je dii
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e raaon
para mos.
Ditos transparentes, redondos e om gt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para hrb*
Caixinhas com bonitos sabonetes in^Uii
fructas.
Ditas de madeira invernisada contsnda
aas perfumaras, muito proprias pira or
tentes. s,
Ditas de papelio igualmente, bonitas, r
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4'
moldes novos e elegantes, com p da 7
e boneca.
Opiata inglesa e franceza para dectas.
Ps de campbora e outras diffarcii
qualidades tambem para deote.
Tnico oriental de Eemp.
Atada Mais coquea.
Um outro sortimento de coques de 9
vos e bonitos moldes com filets de Tidriiac
a alguns d'elles ornados de flores e fita
estao todos expostos apreciacao de qwr
os pretenda comprar.
GOLL1NHAS E PNHOSBORDADOS
Obras de morto gesto e perfeicio.
Flrellas e fltaa para elmtoa.
Bello e variado sortimento de taes obk
tos, fleando a boa escolha ao gosto do
prador.
i1
Antes que e acabem.
J\ i^aJ1? m,C. Gr : : Tend9W "
nu larga do Bosarie a. 34
Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordeaux, de C. Marganx e I..O. Medoc.
Ervilhas francezas em mauleiga.
Papel ara cigarros Doc
Phosphoros de seguranca.
Agas de Vechy.
Haut Bne.
Olestine. (
Mercurio doce, caixas de meia libra.
Pi-pel de peso, grande sortimento.
Na rna do Vlgario.'armaiem u. H.
Panno de algodao.
Venik-se snpeaior panno d'algao da Babia no
escriptono de Ao|onlo Luii d'Oiveira Azevsdo &
C. i roa da Cnu o. 7, andar.
Joaquim Rodrigues la-
vares de Mello,
TEM PARA VBIWBR
em mu escripiork, praca do Corno Santo
Fumo em folha
de fe qualidade, e vende um na mais
fardos a vontade dos compradoras.
Cal de Li-bua
ultima ebegada.
Potassa daRussia,
Fartaha de aaaaidleea.
Viriho Bordeanx.
r)e I'qualidade. Todo de vende mats
barato do qne em ontra qoalqner parte.
**** 03
vaadem-se parles de n sobrado da ru I
Hor tas: a pessoa qne pretender eonaprar dinia-*
Ama Iaaperul a 11
i

I


Piano
de Pernambuco Terqa fera 4 de Ouubro de 187o
lf
==
a.j__
SENTADO"]
LLTIM0.
EA GERAL
A DOS DEBUTADOS.
HI9S0 E fOTO E* SEPA HA BO
DO ACTO*DDICIONAL, AI'RE
1 SESSA DE 1 l DE SETEMBKO

(Oniinaago)
rmonia com'este systema nter i
projecto as'disposices duvi-
dosas. Assim, no pasee que qnando se
irata de limites e modo de exercicio de fa-
cuidados exclusivamente conferidas s 's
st maleas provinciaes, entendera-se sempre
oomprehendidos nellas todos os direitos que
Ifies s3o .coneexos e todos os poderes on
roeios^necessarios para proveremaos nego-
cios de saa peculiar at'.ribufllb, por o-)tro
lado tomara se em sentido rigoroso as dis-
pusieses restrictivas da lei, destinadas a
^ circumscrever a sua accna rbita qae lites
4f propria. 0 quanto aos objectos qae, sendo
da competencia legislativa provincial.' tm
todava affitidade com assumptos regolados
,je.Pela l^gislaco geral, segu-se o principio d*
r ubordinacao daquella competencia s regras
k estabelecidas nesta legislado.
Asseotado portanto sobre regras inva-
r.aveis, deduzidas do verdadeiro espirito do
acto addicional, o projecto attingeofim. que
se propoe, de por termo s principaes dovi-
das suscitadas sobre a inteligencia desla lei,
assegarandrj as assemblas provinciaes a pie-
ritude dos poderes de que forar investidas
mas delinindo ao mesmo tempo os limites,
por ella tracadoj, da esphera em qae devem
Lvremene gyrar em harmona com o sys-
tema geral de nossas jnstiluicoes.
Art. Io do projedo.
Conferio o acto addicional s assemblas
provinciaes, no g do art. 10, o diretto
de legislar sobre a diviso civil, judiciaria e
ecclesiastica das resoectivas provincias.
E' manife-to que este assumpto, em
sua generalidade, nao pertence i ordem dos
' s se referem a ioieresses privativamente
iros **g-
A diviso territorial do- que se traa, e,
qjanio 10 iodo e condices de soa coosti
clarando ae art. Io qae a attribuico.'-qoe
compote s assemblts provinciaes pe
I" do art. 10 do acto addicional, refere-se
fixaclo das circumacripces territoriaes, se-
gundo as condices estabelecidis as leis ge-
raes de organisacao civil, judiciaria e eccle
siastica.
Ar% 2o do projecto.
t O mssmo Io do art, 10 do a-to ad-
dicional lem dado lugar a outra questo, por
vetes agitada, c a praticas-diversas em re
Iac3b divis5s das parochias.
A paroebia n3o urna circarascripco
de natureza meramente civil; ella princi-
palmente destinada a firrs espiritoaes. Dabi
resulta qae os actos coocernentes crear,
suppresso e alteraco das parochias envol-
vem mteresses de duas urdns dlsnctas
tmpora! e ecclesiastica-, regidos por le-
gislacKS e poderes difiranles.
Como coDsequencia deste principio, e
reconhecimento dos direito do padrasdo,
que no imperio coroprebende todos os be-
neficios ecclesiasticos consagn o diretto ca-
nnico, cojas dfepoeices entrar nos vigoram,
a necessidade da intervengo de ambos
aquelles poderes en tres acto-. Se nem
sempre, e aiud em lempos remotos, o po-
der civil tem se-julgado adstricto -observan-
cia litternl desta regra, necbuma tei expres-
samenle a declarou ioDbsistente e inappb-
cavel no dosso-paiz.
O citado paragrapbo do acto addicio-
nal; con fe rindo s asseasblas provinciaes a
atiriboigo de legislar sobre a diviswo ec-
lesistica, sen* referir-se- intervencao dos
Dispos, teria o pensaraenlo de. exclui-la ab-
solittamenie dos actos relativos a essa divi-
so ? E, no caso- negatwh Jb que posto
ella admissivel?
E' esta a qpestSo agitad. Por din"e-
rentes modos tm. procedido as assemblas
provinciaes, e entre aigumas os bispo da
resptiCtivHS diocese tm-se pwr isso bvan-
tado conflictos.
Parece < commhses que,.se, vist
das palavras do mencionadopawfrapUo, ntr-
nhuina dovida pide baver quaoto a coa-
petencia das asseabl 9 provtniaes de le-
gislar deftnitivamene sobre a diweo nnme-
nca lis parochias1 e alterac de- seus lima*
uitclu nu!,namente Ufada arrsystema gral te, como Ibes aceoseibaramas circouitau-.
de organisai^o administrativa, judiciaria e cias e convenieacia* lcaos, no que se
ecclesiastica do imperio ;awa base e o
eeruento essenctal de sua reasaco: dat
resulta one as mesmas regras devem, emimwwrcba portuimeza; n?tese_cjw tuaavr*.
>- __ A .-.,,-,'. .tara o^l'i.- tv> I' *-i--:^ 2<.ntLll\ !'1H :tmf)ln flllt
Of>
formou aquello peragrapbt> con e direit
consuetudloarioseguido desdeos-teiapos da
todos os pontos do imperio, por de accorefc
aquella diviso com os principios que reg
hm este systema. Consideradas pois, sob
tai ponto de vista, ella nao pode tardo do-
minio do poder legislativo provincia'
a
lar a estas palawae sentid to ampio que;
exclna absolutamene dos actos dfiqseUa es-
pecie o elemento-religioso oblieraodo-s*-
bio de Qaeiroz, *votos os Srs. marquer
de Abrantes e vjsconde de Maranguape,
deu nos segointes termos oseu parecer so-
bre o assumpto de que ae trata :
.A aeccao concorda ktteiramenie com o
conselheiro procarador da coroa, emiquanto
sustenta que ae*divisas das parotbia de-
vem ser lei tas de comum accordo e harmo-
ni entre os doos poderes espiritoil oo ec
clesiastico e temporal.
Da diviso da freguezia resultara con-
seqitencias de ama natureza espiritual, taes
s2o : o vinculo entre a ovelha e o pastor!
os soccorros religiosos, e administraco de
sacramentos que 'se conbecera debaixo do
nome de pasto espiritual, assim, a dout-i-
na de ser esta diviso um acto purami'itte
civil e to estranho rel'igio, que nem au
menos dee ser uuvido prelado respec-
tivo, parece secfo um erro madmisaivel,
coja refulaco er ler sido ueste ponto le-
vada a evidencia na famosa* poiemica entre
o bfepo de Persemboco e a assembla pro*
vincit respectiva. Um do< mais habis e
habilitados sustentadores dessa exageraco,
Dr. Jeronymo ViHela de Castre Tavares-,
cantou bonrosameirte a palinedfa na nota
417 ao 448 do reo compendio de direi-
to ecclesidstico, onde assim se esprime :
Estendah's melbor a qoesto, consultamos
sobre ella autores e pessoas auterisidas, e
Bao envergbamos db- boje sustentar a dou-
trina oppceta aquella qpe oolr'ofa oMen-
di-mos no recinto da assemble.1 provin-
leial.
...Pdfe-so boje, mesmo diierdoetri-
na correte a> deque a divises das pa-
rochias sejam decretadas peto poder legisla-
tivo, precedeodo coiisult diocesaoo, as-
sim ac boa na- cor de pr9ce-ler o poder
legislativo quaud't. pelo desreio de tB; de
Seseubro de *8Si, se foraou freg-j*
de Santo Antonio dos PBbes de frag-
mentos de outrasi
* A vista do eiposlo, julg^a maiori dte
conamisses, que o projecto interprea ver-
iladeiranaente peosawtento da Lei, decla-
rando no art'. 2o que, para o exercicio da.
attrtbic conferida s assemblas pro*in<
ciaes peto art. 10' i 4* do acto addiciosal
neeessarra a audiencia do preado 'disea
sano iw qpaeperteoce crear9's e altgraco dus divieas das pafocbias.
Snteade porn, u dos nenabros da
comoass5esy o Sr. jfeotel Francisto Cop-
re fa, giw, pan o esercieio da attribuict
confewrta s asscmola* prowaciaes pelo
art. te ? r do acto adoVJonaK- n con
difo ntcesDorria a audiencia do prelado dio
a segunda no art. lt, qaeficavam perten-
cendo receita piovincial todas as imposi-
Odes nlo comprehendoes no artigo ante*
iior, compe'tindo as assemblas provinciaes
legislar sobre a soa arrecadago e altera-las
e abol-las como julgassem conveniente.
< Conseguintementr, nao esistiodo anda
i lei que dev$ definitivamente extremar
aquellas duas espberas de accSo, a compe-
tencia das assemblas provinciaes deter-
minada pelo exer.icio do direito incootesta-
vel que ao poder geral pertence, de decre-
tar todos os iarpostos qne as necessidades
do Estado exigirin ; o que implicrtamen-
to envolve a probiDic^o de crearem-se im-
posios provinciaes similares, ou por iden-
tklade de razo impostos que recabindo so
bre a mesma materia, j por aquelles one-
rada, directamente os prejudujuem tocando
em sua base e ongem. Alias deixaria de
maneer-se o principio consagrado no acto
addicional, da diviso e inteira separaco
das rendes geraes e provinciaes.
Mostran, portanto estas consideraces.
aeduidas da razio da le, que oa generali-
dade das e*pressescomtanto que estes
(irnpo-Bos- provinciaes- e municipaes ) n
orejudiquem as imposicoes geraes do Esta-
docompreheode-se a prohibicjSo de que
se trat como se emende no- projecto-
enretanto. em reljalo est objecto,
que, por errnea intelligencia da Lei, ou
levadas pela neceestdade de-crearem recur-
so para satisfazerem as dispeas povn-
ciaes, mas (em'aboeado as assemblas pro-
vincwes invadindo freqoontemeote a espbe
ra do poder geral mroduzindo a coofueao
e a vaeillacoconseaot'i no seu aystero* de
impostos o embararaudo a realizac5t> de
modkwcOes e melboramentos eeooomieo.
A este raspeito asnina se exprime o relato-
rio do- ministerio do* iwgocios da fazeada
de 48&I : Pela inao^ira porfe as W
t sembias provinciaes- legislara em cerios
casos, pde-se afentamente *zer, qae
nao ser possirel mehorar nos* systeis
de impbsiges-;;imniovei*, e saos rendi-
mentes, capital e- reaa movel-, contra-
tos e actos judiciaes,.em surama-todas as-
r fontes de imposto,, neda lem eseapado i-
\m aeco das assemblas provinciaes, e ve-
sabis que algeroas dessas espees de
a proprieade foram reservadas para o the-
. souro geni na par ti iba as rendas do Es-
I tado,
verdadeira intelli-
lei de 42 de maio de 4840; mas que, sen-
do acuelle acto'presentemente urna institui-
do constitucional, a lei que o interpretar
dever limitarle a regularisar sua influen-
cia no jogo do systema, tanto quanto ape-
nas for indispensavel para conjurar o afron-
xamento da unidade poltica do imperio.
Partilbv a opinio dos que desejam ama
mais larg? descentrafisaco administrativa,
comtanto, porm, que mais fortifiqoe-se a
centralisaco poltica ; e essa a razo por
que applasde ontras disfosces do projec-
to. Segando o sea modo de ver, a des-
centralsaco poltica orna fraqueza, por
ser o solamenlo ; e nem deve-se separar
do corpo carecedor de direceo a cabeca
qae deve dirigir. Se a centralisago polti-
ca a vida nacional, porque a coneolida-
c3o, porque a- solidariedade, porque em-
fim a confra'.eniaeJo pelo sesttimento ele-
vado e nobre e urna patria commom, a
icentralisacao adreiolstraiiva prodaz effe'ito
justamente contrarios, e at debilita e ao-
nulla aquella pelas susceptibilidades que o
desc9otentamento soe excitar entre provre-
ciaemais favorecidae e provincias que o sao
menos.
Assim pensandoi swcresceDta1 que nao
n
diao
sera1 isso motivo de serio e justinode- des-
contentamento para ae provincias e para oa
manicipkts qae at ago/a escropoliaar
creacao de Ues impealoa : que nao #
por este lado acceitavel o tem
que o final do art. do projecto
art. 3o.
Arf. 4? de prvfttlo. %
* Compete i assemblas pfOtiocIlBS,
pelos 58' 5o e 6o do art. & do acto addi-
cional, legislar sobre os impostos py-~
eiaes e municipaes, e sobre a Sscafcacao
das rendas e das conlas da reeeita e des-
peza.
A execufo das eis conceraeatea a es-
tes assamptos suscita qnestoes de natareza
judiciaria. Aquellas assemblas perteece
tambeaa o direito de designar em lei se,
pelo juixo commom ou pelo privativo do
feitos da fazenda nacional, devem ser pro-
cessedas taes qoestoes ?
Cracte addicional nada estatu exprs-
smente a este respeito. Entretanto, coasi-
deraodo-se que a fazenda provincial ob-
jecto privativo das provincia, e que a arra-
cad(9o das rendas e a defeza de ooaro
interesses, qae Ibes sao peculiares, depeo-
dem moitas vezes do emprego de meios-
darn seo voto a providencias legislativas, [jndiciaes-, v-se que no direito ampio, per-
qu, pdenlo em verdade moderar a des- ten cunte s assemblas provinciaes de legis-
centralisaco poltica inaugurada pelo acto
addicional, prejudicaro entretanto certa-
mente a vida administrativa provincial e
municipal, pe o cerceamento dos meies in-
dispenseveis sua manutenso.
0* mesmo membro no oceulta qe o
projecto alsia snspeitas de ser esse o pon-
to objectvo da disposioo d art. 3, visto
que recenhece que a disposiej final do art.
i assegura s provincias e ao municipios
os impostos existentes, embora creados sa>-
bre matsria'j tributad'por ligeral, em
quanto a assembla geral legisla>iva nao f>
sar definitivamente quaes as- iroposic5es
pertencenles ao estado -; masentenfle qoa
nao ba abi- urna inturpretaco, sim orna dis-
posico nova.^ que contraria os principios1
coostiiucionaes. Se verdade que as as-
lar sobre tudo o que se refere qoella fa-
zenda, nao pode- deixar de comerehender-se
o de disjr ceroa da applicacao destes
rceios, da confbrmidade com as iostituiebes
e preceitee da legislacio geral.
(Con ti Duar-se-ht.).
VARIEDADE
TRAICAO 9 INCAPAaDADE.A Frm-
ce en Oent revela a seguate cooveraacJe,
que afirma ser authentca, e que iadiea, eu
a traigo mais infama, o a mais absotola
iocapaeidade :
t A scena passa-se no seto da eoraaet-
sembias provin,:iaes nao podem-irapor so-!,s3o noawada para examinar o Projertoje
. .nt.rL, a ,.ih,.^iA: nn- ;* / A declarad de guerra antes de ser apreseo-
inteiraroettte o principio estabe leesdo nu di- cesan no-qne pertence i crea^o- ^^PP^f^
teitq cannico
Se '
, e hartado- na natwesa das-
materia que, por sua"natureza. e como aque-1 i oosas. Se incootstavel que a,divL.>
l, com aqual connexa/depende da legis-jeias parochias iratoria coneequen
i a cao gera
jftC'
-jii'1 a
diz res
mera das circurnscripcoes
suas divisas.
c Fados sem influencia sobre a applica
r.5o dos principios orgnico*, nenhuroa. rela-
jo os prende- origem donde estes- dtma-
nam. As circumstncias e convenienctas
peculiares das diversas localidades sao as
condices nica segundo as quaes devem
na com- [ bre materm- j tributada: por lei geral, e
que foi esse o pensamento do legislador no
aeto addicional, nao comprebend que urna
lei meramente interpretativa deixe- subsistir
e legitime deceerto modo o que pela inter-
pretaco fiea- condemnado como eveesso ou
aboso de poder ; nao isso sem dovida
sao e alterajao "das divisas das paroebia
julganO' procedentes- as razoes- neste sen-
tido produzidas pela seco*) das- negocios
, (ieurespiriiual o- se pod< 'ceriameote ne- da justioa do consell' de esta*ie- oas con-
, quej.ar a legitimidade at-certa poni, da in-| sulla tte-28-de Janeiro dfe 84*v aatjajpato
neitu^Aimplerdete mmaco do nu- erhrancia do ped*- ecchateetco-neste ob4pelos-Si*, bispo de Aeemuna.. Bernardo
^JSS3S!\ deLoac, defeco, sera desceob^cerd^eitos^ interesse, Pereira^de Vasconcellos e Caet.no- !Mtana
egislaco. civil cumpre respeiter. j Lopes Wima. e publicad* no 1 valuar aa
Das consideraces esposia sogue-s*Oomptfarmtk consutX&iSo cornetn* de es-
:agrapbeem.ques-j|fldo sobre os negpem easfoiasiieos,.
! to expressameBle-orevisU aaxclusao-daiuel-? pag 7$.
\ ta interferencia,, a sua dspo*ico,.coocebid*j Artigo 3o rrJett
|m termos geraes j indefiitdos, deve ser* A aitriboicSo que peto
entendida em harmona com o principio as^ do ecto addiciooal perteoce
M. Etram portanto na com-tqual as comraj
putencia da legislaC5o provincial, que abran- ale que ponto eeompat.veba Wl^**>
ctodos os objeclos de interesse local. -principio coro, a, musa que a tai qa di
g EsL doutrina que se funda nos princi- i atlriba Jlo que confenoas as^eaablas pro-
pios constitutivos do systema do acto addi-
Firmada, pormj a
geocia dale, que embarcar o progresso|urna interpretaeao, manifestamente orna
do mal, mefttem-sa- prudentemente no pro- dtsposico nova que nao cabe na faculdade
jecto o actual estado de cousas, declarando- |00ferda assembla geral pelo art. 25 do
se no aru 22. nao- s que as dsposices | acto addicioaeK
provinciaes-vigentes- sobr impostos, eon-
:>*do-art.
I, anteriormente mencionados, revela
que ao espirito desta lei repugna entender-
se em sentido lato a disposico do paragra-
i.ho transcripto. Com effeito, se, daoa a
Mtra deste paragrapho, como j se tem dado,
loda a extensode que susceptivel, ficas-
!>m as assemblas provn:iaes revestidas do
direito de estabelecer-se condices da divi-
so civil, judiciaria e ecclesiastica das res-
pectivas provincias, podera ser por ellas
differeatemeote alterada a natureza destas
livisoes, quebrar-se-ham as relagoes que
i.eoessariamente as devem ligara legislado
eral que sobre ellas assenta, ficana esta
subordinada s leis provinciaes que as mo-
dilicassem, e se tornara impossivel a uni-
dad- da organisaco geral no que se retere
as mesmas divises.
Cumpre, portanto, para conformar a
Mra do texto e que se trata, com o seu
verdadeiro peasamente, rectifica-la mterpre-
tando-a restrictamente. Sctre e^esnon est
rba tarum tonare, sed vim ae potesta-
2^~S ZJST -to ,e ,856 d. retor o Sr.
vmciaes ?
t A generalidade de saa expressif. ra*-
nifesta que o seu pensacarato tei. constitu;'
estas assemblas juizes da cooveuiencia da
creaco, s'uppresso e aHeraoo das paro-
chias, e dar-Ibes compeocia taclosiva para
decretarem definttivainaate a tal respeito. A
interferencia do poder ecclesiaatwo, adraie-
sivel neste assompto, sao pode pois co^
sistir nenv no direito de inica*a, nem no
de embara-;ar o exercicio daquella attribut-
Cao ; mas nicamente, no de ser ouvido,
como rercesenlanle dos interesses religiosos.
Este direito, sem prejudicar da modo algum
a esS'incia.eeffeitosH attribuujae perteacen-
te s assemblas, porque a ellas fica liwre o
atender ou nao s, razes expendidas e
prescindir do acto daquelle poder qpaado
recus?,r pratical-o. s pode ter resudados
bensticos, oppondo aos abasos, a que arras-
tam, a precipitaco ou as paixes e interes-
ses. polticos, a poderosa iaUuencia da tar-
da^.u enunciada pila palavra autosisada e
coijipeiente do prelado diocesano.
A stccjio. dos negocios do imperio do
conselho do wsiado. sob consulta de de
Euze-
tCfi
s assemblas
provinciaes, de legislar sobre oo- impostos.
necessaaios para as desposas provinciaes, e-
municipaes. e limitad pelas palawas que
no mesmo-' paragrapae -sa achaaa> ncom-
tanto qse n* prejudiquem imposioees ge-
raes do Bstado.
t. Interpretando esta isposicao. eclar
o art 3* do projecto qpeeba impoitea pro-
hibico de crearem-se impostos. provin-
ciaes oa.nmoic.paes qaeaaiam* sobare ma-
teria j;i tributada por le. geral.
t Na opinio de tres membros das com-
misse3- esta intelligeacia tradux- o^srdadei-
ro pensameeto da lei*
O acto addicioual invesindo-as as-
semblas provinciaes exclusivamente, no
citado 1.5? do art. W\, da aUnbaico de
legislarem sobre as rendas neeesarias parai
as despezas provinciaes e muateipaes, con-
tera o-principio da completa separaco ew
tre a espbera de aeco daqpellas assem*
blas e a do poder geral era materna de ia
poslo8. As leis do orcameno ik. 38 de 3
de Outubro de 483A e n. 99> de 31 de
4S35,reconhecerao\e forraasam este prin-
cipio, declarando a primeira no m. 36 que,
emquanto urna ki geral nao fixasse de-
finitivamente os impostos relativos recei-
ta geral, constara esta das que j !be per-
tenciam pela lei 8> de Oulubro de &33
com algumas alteraces especificadas; e
trarias a interpretaco dada se nao enten
dero re vegadas sem ac.o- expresso de po-
der legislativo gerai, mas- atada que ellas
podero ser repetidas as novas leis de or-
camento provincial emunicipal, em quanto
por lei geral nao fovem dohottivamente fixa-
dos os imgostos pertaaseale renda geral
do imperta.
Impedindo, peis, aovosnaales, a inter-
pretaQo ti prodsztr perturbacao e abalo
do system fiflanceiro da3-provinciasr pr-
vando-as de grande parte dos recursos de
que actualmente dispein para occorrarem,
e anda assim milito ineofflcwotemeBte, a
suas variadas e importantes necessidades.
A' le especial, qu deve compteAar e regu-
lar definitwaeoente. a appScaoo dos princi-
pios establecidos no act addteional, cabe
a*entar a*-bases do systeaw financeiro ge-
ral do imperio emasuas difeceoles ordens
e relaces.
Pensana dous membros das comrms-
es tamo
prepa-
FOLHETIM
\ um llflTs DE 1MI3
POR
Xavier de MontpiB.
PaurCl NECiU.liDA. a
O HORSCOPO
(Conlinnaco do b. 223J.
XXXUI
O aue sneedea no pavilho en-
tre s nore e s dea da nonte.
Saint-Maixeot eslava paludo de colera.
Lzaro, estupefacto, nao poda crer no
que ouvia, to sorprendente Ihe pareca o
que estava succedendo.
Omordomo, pelo contrario, Uo-abatido
e confuso ao principio, mostrava agora urna
profunda tranquillidade, coofianca absoluta,
e pareca dominar a situaco com ar tn-
umphante. .
Nentauma violencia temo, disse elle,
porqoe se o senhor marquez me mandasse
esta nonte para outro mundo, coosa facillt
ma, amanha seria preso, e d'aqui oito
das estava decapitado.
Devras ?! murmnrou Saint-Ma'xent
rom sorriso desdenhoso.
E' tal e qual, decapitado, prosego
Laotancio ; e nao psl assassinio commet
tido n'oma pessoa baixssima e desprezivel
como eo sou, que l isso pecata minuta
para um fidalgo, mas por outro crime mais
grave, por um crime que nlo tem descul-
pa. Antes de vir 4 conferencia do senhor
marquez, prevendo vagamente que me po-
dera succeder alguma desgraca, lve o
cuidado de por em mabs seguras urna cir-
(umstanciada relacao dos aconteciraenlos
qae oestes ultimos|dias se tem realisado no
castalio, indicando a parte activa e myste-
riosa que n'esses acontecimentos tiveram o
senbor marquez e a senbora de Chavigny,
e ordenei que se ea no apparecer esta
ooote, se entregue amanha esse documento
ao senhor conde de ftahon, que de certco
ba de acb.ar interessaflte.
Saint Maixent, que empalldecera muito,
rasgava o pe!to com s unbas, respondendo
nao obstante :
O senbor de Rahon nao dar crdito
semelbantes aleivosias.
Antes pelo contrrio ba de acreditar
meinmente, volveu o mordomo ; nem, po-
da deixar de ser assim, porque juatei urna
prova aecusaco.
Urna prova exclamou Sanl-Maixent.
Nao existe nenhuma 1
Perda, existe urna, luminosa, irre-
futavel.
Qual ?
A lettra de cincoenta mil 3 assigna-
da pelo senhor marquez favor do mordo-
mo Laclando.
O fidalgo ficon como que ferido por um
raio, e deixou pender a cabera sobre o
peito.
LacUnco nao quiz abusar do seu trium-
pho, e recobrando a physicnomia servil, e
hypocrita, murmurou :
Agora s me resta apresentar ao se-
nbor marquez os meas hamlissimos res-
peitos e pedir-lhe as suas ordens, porque
se faz tarde e eu vou-me retirando.
Saint-Maixent levantou rudemente a ca-
beca, com as sobranceras franzidas e o
olhar sciutillante.
Vai-se retirando Oh por ora an-
da nao !
Deseja o senhor marquez que a nossa
entrevista contine ? perguntou Lactancio
entrando otra vez a tremer.
. E' verdade que desejo.
Cuidei que o senhor marquez ja nao
tnlia mais que me dizer.
Pois euganou-se.
Sendo assim, pode o senbor marquez*
contarvcom toda a minba respeitosa atten-
soes, os S+s. Maaeel Francisco Correa e
Francisco. Balisari Soares de Souza, qae,.
oeste assumpto, a. nica probibico absolu-
ta a do art. 12 do acto-adicional, quanto
aos impostos de mporiaco.
t O Sr. Joo Mndes de Almeida reco-
nhece que as palavras do art. 40 % 5*'dof
acto addicional ota tanto qmestes (impos-
tos) naoprejukfue/n as mposicoes geraos
do estad*, teem, o ccasionado abusos em
damno da receita geral, e accorda, portanto,
na necessidade da imerpretaco de tae>
palavras; duvida, porm, de que a inter-
pretaclo dada ao art. 3? do projecto soja a
melboc por parecer-Me que acarrear a
anniquillaQo da vida provincial e munici-
pal, visto como tanto importa obstar que
as assemblas legislativas das provincias
creeua imposto* sobre materia j tributada
por le* gerok
O mesmo membro diz que nao eran-
te do acto addicional, moderado embora pela
Diz mais que o art. 22 do projecto re-
produz em su primeira parte a disposico
do art. 8o d lei de 12 de maio de 4I840 ;
que justo, que nao ha nisso offens no
art. 20 do acto addicional, at a consa-
gracao da doutvina conslkaeional: mas que
acoocesso para que sub6istam e sejamre-
petidos as leis de orcamento provincial e
municipal impostos prejmticiaes s-impost-
i6es geraes da estado, em quanto rao lei
gpml nao dijmrr quae>so essas-nposi
me, compromisso que pea, se bem que
provisoriamente, a aeco do poder legislati-
vo geral pat> a revogaco de cada wna das
leis provinciaes que boaverem instituido
taes imposto oo que os- repetirem. annoal-
rneute, e que embargara, a opeo de tal com-
promisso o-arl. 478 da coostitaiclo-poltica
do imperio.; que a lei 'Oeges, 7, eod-. de
Bijibus, 4, 4i4, tem applicacio especie de
une se trata: urna le nterpretaUva faz
jarte da lbi interpretada, e o seaefftito,
como diz Heriio, anauneiar que esta de-
vera ter sido entendida, em tal sentido e
.xecutada.detal modo. Aecrescecta amda
que n3o so pede era,, verdade obrgar as
provincias- e os municipios a restituirem
impostos j cobrados, sob o fundamento de
naverem sido creados cootra a doctrina de-
clarada ou ioierpretida ; sao fados consom-
mados, ba. abi um t?reito adquirido irrevo-
gavelmente por sua natureza ; masque a
doutrina nem por sgo. prescreve,. e a de-
elarac&'della por via. de interpretaco con-
demna o. que pendente e no futuro fr con-
trario referida declaradlo.
E^cooclue o mesmo membro,. qpaado
inconstitucJoDal nao fosse a transaeco ini-
ciada ao projecto resta o manifest incon-
veniente poltico de str vario o effeito da
concesso as differentes provincias e mu-
nicipios, porque todas as provincias e to-
dos os municipios nao percebem e nao ar-
recadam os nmnws e idnticas impostos
sobre materia j tributada por lei geral;
tado a cmara.
O Sr. de Keratry :Manchal,
'tem preparados ?
O Sr. Lebceaf:Perfeitaraente
rados-
0 Sr. de Keratry :D-ne* a sua pala-
vra de boara ? Olbe que seria om crame-
comprometter a Franca a urna luta sem es-
tar tudo prevenido de alterna.
O Sr. Leboeof:Dolhe a minba pala-
vra de beora que estamos eeaapleaaieoie
preparados.
\ Biovintnto de satisfeq)
O Sr. de Cassagnac :^-aaa palavra-
Que entende por estas patavra deestamos
preparados*
O Sr. Lebceuf, ( coro aottwridade-):-
Entendo qm se a guerra ditratse um tumo.
nao precisaramos nem UK'botn para una fardeta. (Teatual)
J vimos at que ponto e como estava-
mos preparados.
Os fados desmenaram as palavras do a-
rehal Lebtenf; como so b e concliar is-
lo com a reputaco d letldade e de atuoe-
ridade que tktha na cmara o predeeeasor
do conde dePaliko?
Ai de mim! Eu j respond ; -mas o
senbor marques, engaado pelo mentiroso
do Lzaro, aecnsa-me de falso e trai? >eiro,
o que devras sinto.
Veja l, tio.Lactancio, continuou o fi-
dalgo ; nao aombe com a minba ira. Quero
saber a verdade, e juro que bei de sabe-la.
Ha s urna verdade, e essa j eu
disse. E' isto o que posso responder.
Pois enlo, para as grandes occasies
os grandes remedios, bradou o marquez,
fazendo uro sigoal ao criado, qjae tinha en-
trado p ante p, com um mlbo de cordas
na rnao.
Lzaro agarrou Lactancio de improviso
por detraz, estendeu-o no chao, e ajodado
pelo aarquez, alou-lhe bem slidamente
os bracos e as pernas.
O pobre diabo sollava sordas exclama-
ces e gritos inarticulados.
Quer que o amordacea perguntou
Lzaro.
Nao preciso. Que nos importara os
seus gritos ? Ninguem pode ouvi-los aqu,
e elle de mais a mais nao tarda qne tenba
de fallar. Vamos, accrescentou. voltandc-
se para Lactancio, dou-lhe de conseibo que
seja rasoavel. Responda voluntariamente,
sem nos obrgar a empregarraos a orca.
Onde est o pequeo?
BARO ALBERTO VOW tARNEKOW.
lsceo em 48j9, anBO. qoe por siagnlar
coiocidancia loi mni' fecundo em hroes
militares pasa a Alleminha.
Somecou a soa carreir eemo tenante em
482; ero 4832 j era roaior; cbagou a
general em 1864. Tomo parte coas umita
distineco as batalbas de Trantenaa, Sa-
dowa e Tobeitcbau.
VON 80SK.
General, commandaBte em che* do II
corpo do exercio; aasceo em 1809. e na
soa mocidade foi pagem na corte de Weimar
Enrou no exercito como lente em 4829,
foi major em 1853, e em 4860 aerooel do
4 de fuztleiros.
Em 1864 foi proawvido a major general
(marechal de campo); e ca guerra com a
Austria em 4866 tomn parte as batalbas
de Liebenau, Podo, MnchengraU Hoenigs
graelz (Sad wa) Godo, Hollesx e Presbargo.
No mesmo anno foi promovido a teaente
general, e obteve a. croz da ordem do M-
rito.
cao.
Saint-Maixent disse .^algumas palavras ao
ou. ido de Lzaro, qoe "sabio do gabinete.
Depois cora voz surda, que assobiava de
um modo estranho ao passr por entre os
seus aperlados dentes, proseguio :
To Lactancio, preciso saber p que
fez do menino. Quer dijer ?
Est dentro do tanque, balbuciou Lac-
tancio. Anda que rae facam mil pedacos,
nao obtero de mim onlra resposta. Or
denou-me que deitasse agoa o pobre an-
ginho, e eo obedec fielmeate.
Lzaro, disse Saint-Maixent, mette
lenha no fogo. Faz urna grande fogueira,
amontoa sem medo o combastivel. O pa-
vilho todo feito de pedra, e nao ha que
receiar algum incendio.
O criado foi pondo a lenha em carnadas
borisontaes urnas sobre ontras, de modo
que o lume se conyerteu n'am vu\co im-
menso, cujas labardas crescam, retorcen-
do-se no ar, com formidaveis estdidos.
O mordomo, t reduzido pelas suas liga-
duras mais completa immobildade, jazia
sobre o pavimento.
Saint-Maixent pegn, na tenaa, attcoq
propriamente o lunje, e diste :
Lzaro, tira esse maroto os sapatos
e as metas.
Hum rosnou o rapaz, fazendo urna
careta. M trefa esta, senbor marqoez.
Eu sirvo- um fidalgo, e despir um plebeu,
bumilharmor
Pois v l, humilha-te. Urna vez s
nao fas mal.
Laaaro obedecen, e d'alli dous segn*-
dos estavam nuas as delgadas canellas e os
ps ossudos de Lactancio.
Este ultimo, caoa vez eslava mais aterra-
do, porque apezar de nao comprebeader
anda qaaes eram as tences do marqoez,
compreheodeo que ia succeder algum lance
terrivel.
O que Saint-Maixent quera era i>k por
otfc-a um meio de tortana. muito usado
pelos bandidos da idade media, e que mais
'.arde foi resuscitado pelos famosos esquen-
tadores
Agora, meo fiel servidor, prosegoo o
marquez rindo, ebega o senhor mordomo
ao fogo e aquece-lhe os ps.
Lzaro, como fcilmente se percebe nao
espern que lhe repetissem urna ordem que
to perfeitamente se conformava com os
seus instinclos damnados, e agarrando
Lactancio pela cintura poz-lhe os ps to
chegados ao lume, que o triste soltoo um
grito, e perguntou com a voz entrecortada
pelos gemidos e pelos solucos, se tenciona-
vam queima-lo vivo.
Nao lhe oceultarei, tio Lactancio, re-
dargaio Saint-Maixent, que o vamos torrar
fogo lenlo, al se lembrar do que fez. E,
depois, eu estou perfeitamente socegado,
porque nao poder tardar muito que lhe
chegue a memoria, e que nos diga aonde
est o rapaz, para entab largarmos a soa
interesante pessoa.
Mas... tariamodeou Lactancio, eu
nao disse ja...
Lzaro,- disse- Saint-Maixent interrom-
pendo o velhote, nao vs que os ps d'este
honrado mordomo esto ainda muito longe
do logar ? Chega-os anda mais urna pol-
legada. Nada ha mais efficaz para refres
car a memoria do que o cajor.
os resultados.
O criado esecutou sem vacidar a nova
ordem.
O infeliz Lactancio gritava e contorcia-se
dolorosamentSk. j lhe fumega.vam as plantas
dos ps, e a caree ia-se gretando, espalhan-
do-se ao mesmo tempo tela casa toda um
desagradavelche.ro acarno assada.
Em nome de Deus Todo Poderoso I
Por todos os santos e santas da corte do
co, tenham compaixo de mira gritou
elle. Olhem que morro f... nao veem
que morro !
T. qoe deves ter compaixo de ti
mesmo, volveu Saint Maixent ; tens as tuas
raaos a salvaco. Respondes ou mando
Lzaro empurrar-te anda mais para o lume.
Lactancio quiz resistir; mas. vencido pela
dr, proferio estas palavras quasi impercep-
tivei*:
Eu j digo tudo.
O marquez fez um gesto, e Lzaro le-
vantou nos bracos o mordomo, e assen-
tou o na poltrona, onde logo ficou sem sen-
tidos.
Desataram Ibe as cordas que o araarra-
vam, salpicaram-lbe a cara com agua, e
chegaram-lbe aos oarizes as essencias de
um frasquinbo, qoe Saint-Maixent trazia
sempre comsigo. O paciente abri os
olbos ao cabo de alguns segundos, e pas-
seiou em lomo um olhar espavorido.
Temos perdido muito lempo por sua
culpa, disse o fidalgo. Agora preciso
ganha-lo e trate por conseguate de se por
bom. Porque motivo me desobedeceu.
Por um sentimento de compaixo,
balbucioo Lactancio, nao tive animo para
alirar agua urna pobre criancinha que
oenhum mal fizera.
Por um sentimento de compaixo !
voss I redargoio o marquez encolheodo
os hombros.
Deite esse osso outro cao, tio Lactan-
cio 1 Para c nao pega Voss quiz sal-
var o menino, mas foi para se servir d'elle
como de arma contra mim, ou enlo para
o vender algum da por subido prego ao
senbor de Rabn.
O mordomo aventou os protestos mais
Tu ver8energicos e sustenten que s a compaixio
e as leis da buraacidade o tinham impellido
a fazer o que fizera, e como nao erapos-
sivel demonsirar-lhe materialmente o esp-
irar.o, Saint-Maixent nao insisti e conti-
nuou o interrogatorio n'esies termos :
On le est o pequeo ?
D'aqui duas leguas.
Em que sitio ?
N'om lugar que se chama oMooteeal-
vo, mas que os aldeos aponlam pelo noaaa
de aldeia dos ciganos.
A' quem o coofiou ?
A' una cigana, formosa rapariga qu
deu luz ba poucos dias.
Como se chama ?
Cbama-se Margarida.
E essa Margarida entregar o menino
a quem o reclamar da sua parte ?
Nao.
Enlo ha de ir busca-lo comnosco.
Com todo o gosto ; mas qnaodo ?
Agora mesmo.
Ai de mim I O senbor marquez bem
v qae nao posso andar.
Deixe estar qae nao vamos p; tema
cavados aqu peno. Eia, Uo LacUnco f
Calce as meias e os sapatos, e caminbo
As ordens de Saint-Maixent eram d'aquel-
ias que nao se resiste, e o mordomo bem
o sabia. Calcou-se, pois, t da a pressa.
apezar das intoleraveis dores qoe lhe cao-
savam as suas recentes quelmadoras
Cinco minutos depois, estava cavaiki
entre Saint Maixent e o seo ajndaote, e
todos tres tomaram galope o camiobo da
Montecalvo.
Tome bem sentido, senhor mordomo.
disse o marqhez quando j iam galopando,
que se eu chegar a perceber que aa>
ganou, ou que tenia faze-lo, aasHo-aW
bala no corpo e mando-o para o outra i
do, sejam quaes foram as conseqoeaciae
que possam vir para mim di sua "Jrt\
_ Nada teoho que receiar ; balimaou
o mordomo ; eu disse i verdade, rtiwr-
dade, e oo urda qoe o lenbor raarqaei
se convenca d'isso.
(Con/i'raar-ie-a>
^
I

'
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\
It
I .
TYP. DO DtAKiO-MA UO DULK DtOUS


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