Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12225


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Full Text
me XLVI. HUMERO 22.
<


PABA A CAHTAL I WGAMS O IA0 SE PACA MU
*o lezag adiimtafto .
Por ses dito* dem .... ............ 6OGO
Korum anno idem.. '............ liGOO
c&da momaro avulso..." .............. 240000
........ .... 320
DIARIO DI
SgrajjlltA 30 DE SEPEMBRQ Q |70>
PA1A DJEV7B0 FOBA DA PBOVMCIA.
Por ?m. .
Por note ditos idem .
Por om auno dem
6*710
13*500
Propriedade de Jffanoel Rgn^ira de Paria & Flhos.
m Na^reU,; r>, Tmm ,,, q^ em jt%M|. Dr. ^ MjrtD! A|w,_ ^ ^ ^ ^^ ^ ^ fc ^ o M da au i**,
PARTE OFCIAL
Repartir o da polica.
Subdelegacia do Peres, 96 de setembro do 1870-
Ulna. Sr. -Ao oficio de V. S. datado de 21 do
'vorreote pelo quai determiBa que para dar cum-
plimento ordem da IHra. Sr. Dr. chefe de polica,
informe eu circumsianciadaroent! 30bre o ficto
d.' qne trau o Liberal daquella data, sob o titulo
tentado policial, resp>ndo que, segunda-l'ei
rad do crteme, s 11 hora* do dia, esUndo eu
assitind.) o servigo de plauaces de cannas, que
tira pouco distante do engenbo, e a margem da
rada que d Ibura vae ter ao pavoado do Barro,
n este districlo, alu passira Joao Baptista Evan-
gelista, -com destino ao mencionado povoado ou
i- Aras, onde quotidianameute vive em orgias
que me fra allantado pela propria mulher
rtclie, que me lera pedido providencias ; chamei-o
para endagar do seu procedimento, e como suas
reapostas nao i'ossem satisfactorias dei-lhn voz de
prisao, e ordenei a dous trabajadores meus que
ycfiectuaiieem, onseguindo entreunto o raesrao
Iwangetista encapar do poder delles, nao tendo
havido ferimento ou ontra qualquer offansa
Evangelista. Este o facto que se deu cora refe-
rencia Evangelista, e as declaracas por. ella
feas perante esta delegacia, que juntas por cer-
tido, sao a prova mais cabal do que acabo de re-
ferir.
Acerca do individuo fallecido na casa de deten-
cae, que se refere o Liberal supra citado, foi
ura escravo de D. Maria de Moraes Cysneiro, se-
nr.ora do engenbo Ibura, o qnal tendo sido preso
pelo inspector de quapteiro Manoel de Hollanda
cavalcante, em ociasiao que se espancava a Fraa-
<-i*eo Leite, teve de responder a ura processo
por esta subdelegacia, no correr doqual fallecen
n aquelle estabelecimanto, como flea provado com
a-certidao que igualmente junto. Parece me tkur
cabalmente demonstrado a improcedencia das ar-
vruigdes que me forara feitas e os meios torpes de
>ine se servem disaffectos meus com o flm de de-
preciar-rae ante o publico. Nao novo o estra-
tagema de que lancou mo esse quem quer que
seja coitumeiro autor de ciladas. Unto mais redi-
alo quanto perverso elle Parece Sr. Dr. que o
ieoio do mal pousou neste districto e como signa I
ne sua passagem aqui deixou urna alma minada
pele egosmo, e frtil em producios que so pode-
na ser suggeridas polo prince das trevas fde quem
procede.
E' o que tenho a informar a V. S. Deus guar
*' V SIHra. Sr. Dr. Joao Hircano Alves Ma
iuel, digno delegado de polica do termo do Recife.
EXTERIOR.
ASSUMPCAO, I. DE SETEMBRO.
film. Sr. Dr. administrador da casa de detenco.
Jos Maria de Albuqnerqne Lima, bem de
seu direito precisa que o escrivio deste estabele-
iraento revendo o livro de entrada-, o sahidas dos
preso?, que ahi sao recolhidos, Ihe d por certido
que constar dos asseniamentos do preto Soria-
no, escravo de D. Maria Freir de Moraes Gvsnei-
ro, nestes termos. Pede a V. S. deferimento EL
H. M.
Passe. Casa de detecgo, 2i de setembro de
1870.Rufino de Almeida.
Em cumprimento do despacho supra certifico,
que do asientamenlo de priso do preto Soriano,
escravo de D. Maria de Moraes Cvsneiro (e nao
Saliano, escravo de D. Maria Freir de Moraes
Cvsneiro) consta o segainte : Soriano, escravo de
D. Maria de Moraes Cvsneiro, fillios de pais incg-
nitos, preto solteiro, natural do Cabo, idade 22
annos, profUso carreiro, estatura cinco ps e era-
ca pollegadas, cabellos pretos e carapinhos, ros-
to compndo, olhos pretos, nariz chato, bocea pe-
quena, com todos os dentes na frente, bucando,
tem urna cicatriz sobre o olho dreilo. Kecolhido
no da 16 de setembro de 1867, ordem do sub-
delegado do districto do Peres, preso em flagrante
por enme de ferimentos leves. Em 20 do dito
mez foi a presenca daquelle subdelegado para se
ver processar. Falleceu no dia 22 de setembro
de 1867, na enfermara d'esta casa, de urna hpr-
na-estrangulada. E nada mais conlm em dito
asscnlamento de prisao do que dou l.
,"."Casa de detencao do Recife. 2i de setembro de
1870.
O escrirao Hermclindo Luiz de Carvalho.
F.stava urna estaraplha de 200 rs. legalmenie
inutilsada.
Auto de perguntas Joao Baplista Evange-
lista.Aos 22 dias do mez de setembro de 1870,
mala cilade do Recife de Peroambuco, em a se-
cretaria de polica perante o Dr. delegado da capi-
tal, Jjo Hircano Alves Miciel, comigu esenvo
shunt f,Ji '"do e comparecen Joao Baptista
Knngelista. 0 Jaiz Ihe fk as seguintes perun-
ta5 :
IVrguntado quai seu oome, dade, estado, pro-
lisso, filiacao, naturalidade, morada, e se sabia
ler c escreverrespondeu chamar-se Joao Bap-
tiMa Evangelista, de 28 annos de idade, casado ;
vive da agricultura; iilho de Mana Jos do Espi-
rito Santo; natural desta provincia ; morador no
districto do Peres ; nao sabe ler, nem escrever.
Pergnntado quacdo,;como, e por quem Ihe foi
lito o ferimento de que acaba de ser vhtoriado
respondeu, que no domingo nolto ( 18 do cor-
re? ) acliava-se cm um samba na povoacSo do
Barro, do di -trieto do Peres, e achando-se elle
respndeme com os seus companheiros um pouco
embriagados, e nisto um seu sobrinho em bri-
ga com outros meninos recebeu urnas pancadas,
pelo que. tomando elle respndeme a sua defeza,
vieram tambem es outros seus companheiros por
parte dos outros meninos; travou-su urna Iota,
da quai sahira corneo mencionado ferimento, nlo
podando saber elle respndeme por quem fura
feito. Qae no dia segunda-feira, vindo elle res-
pndeme de sua casa para a dita povoago, encon-
trara o subdelegado districto do Peres, que se a-
chava no servico margem da estrada, o qnal j
sendo fabedor do ficto o chamara ; e, receianao
comparecer i dito chamado, foi continuando seu
caminho, pelo que mandn aquella autoridade
.lius trabajadores livres, que tambem se acha-
vam do serveo, que o prendessem, os quae<, se
agarrando com elle respndeme, o magoaram dei-
tando sangue do ferimento, apezar de que pode
elle respndeme evidir-se, vindo prucarar o te-
nente-coronel Alexandrmo, enn quem veionodia
ferga-feira presnea do Dr. chefe de pelicia,
quem dase que o ferimento havia sido feito pelo
subdelegado, contra quem se achava entao zanga-
do, por o ter mandado prender: o qoe foi Ihe1
igualmente iconselhado pelo referido tenente-co-
rooel Alexandrlno.
Pergootado por que motivo deixou-se levar por
seroelbante conselho, nao acceitando como de-
va reapondett que por suppor ser em seu bene-
flejo, sabendo somenle que era elle lente coro-
nel intrigado coro o mesmo subdelegado no di
vaqueo. vieram trazer ao Dr. chefe de polica,
como disse o mesmo lenle-coronel.
Pergunudfl, finalmente, como Ihe tendo dito o
lente-coronel ser intrigado com o dito subdele-
gado, acceitou delle aquello conselho -respondeu
.,. 2L "?" have.r'deu J^ PT nao
S2S2 i TS?^ ?m prever! a seo rogo
5o Hircano Ake$ SlaaeK
Aarintnn da fkmfca.
(Extractas de correspondencia)
II mtem era destituido pela convenco nacional
o triumviro Cyrillo Rivarla e boje o destituido re-
cobra o poder, graras ao impulso da mesroa con-
venQo Huntem a a^sembla constitoime entrava
na casa do govero paraguayo e dizia ao nico re-
presntame do poder executivo: Cessou a ossa
autoridade, e arvorava em presidente uterino da
ropublica o presidente do supremo tribunal do
justica Dr.D. Facundo Macuaim ; boje desappa-
rece Machaim e resurge Rivarola, apoiado unni-
memente pala mesma assemblea I notando-se que
para a deslituico do resurgido so houve discre-
pancia de cincu votos I
Ha mais que notar o seguinte : Rivarola publi-
ca um manifest ao povo em que reorganisa o go-
verno provisorio e apresenta como secretario ge-
rat o chefe do partido contrario, isto Candido
Bareiro.
A situaco do hontem era resultado de urna
combuasao, e a de boje lha de urna compli-
cacao. K
. | tt*p"9 aetinida. Iriumpbo do povo. Paraguay j nao
tem partidos.. '
Vejamos agora o papel de cada urna das entida-
des polticas que contribuirn! para a ordem das
cousas actuaos, ou para a comedia que se repre-
sentou aos olhos de espectadores desprevenidos e
Tomaram parte principal nessa comedia a boa
f, a traicao, a inepcia e a astucia.
A boa fe representa o triumviro de Rivarola
confiado na familia Decoud que representa a trai-
fao : a inepcia caracterlsase na convencao cons-
utuinte e a astucia na pessoa e no circulo de Can-
dido Bareiro.
Os representantes dos poderes alliados ficaram
na espeetativa, comquanto queiram alguns que o
diplomata argentino toraasse parte no bom desem-
penho da representafo.
O mais que posso assegurar que, se os dous
representantes da alliaoca influiram no espect-
culo, esliveram-nos bastidores al que sahirara ao
prossenio a festejar o desenlace da peca.
Segoera-se agora a apreciacao do enredo.
A familia Decoud talvez a mais numerosa de
vares que ambicionara o poder da repblica. Para
surtir os S9us flos reconciliou-se com Rivorola
ames que tivesse lugar o suffragio das urnas, e,
portanto, merecendo a condanca d'aquelle trium-
nro, pode represeqtar-se directamente era tres
O iiM.I.,,1 l.i ''.'"" -' ~ -" <~.i. nir, uuuo represeqiar-se airectamente era tres
ldrgnr Z-fT"* deAAlbw'uetro"e,L,n.a- membros da convencao e indirectamente em ami-
lllm. br. l)r. adra mstrador di r.a<*dn dnlnnr^n. one iln ium /. ..:. j_____,t.......____
l do Pe"0, que por va de regra Ihe prestaram
adnesao para tudo no seio da assemblea consti-
tuir. Demais essa familia para angariar adeptos
possuia o irresistivel chamariz da administracao
publica e de uraa typographia subvencionada pelo
governo, enconirando-se em toda a parte os De-
coud collocados pelo modo seguinte : ura na che-
fatura de polica, outro ua secretaria dos negocios
do interior, outro na fl-clia geral do crime, outro
na secretaria do tribunal de juslira. outro na re-
dacc.ao de um peridico offlcial (a Regeneracao),
outro em ura.i commissao de polica, e outro, fi-
nalmente, menino de 10 annos, no archivo da che-
fatura policial. Cada um d'estes empregados per-
cebia os seus ordenados com tanto patriotismo que
a familia Decoud representava annualmente con-
tra os cofres paraguayos urna somraa talvez supe-
rior que ganham no mesmo decurso de lempo
os sete merabros do gabinete do imperio.
A' vista de taes mritos e importancia entendeu
melhor a familia Decoud alargar os seus domi-
nios, fazendo do triumviro Rivarola o seu melhor
degro para galgar o fastigio da magistratura pa-
raguaya.
J se v que o plano era muito bem fundado, e,
pois, deram raaos obra os Srs. Decoud.
Abrio-se a convencao, e o che.'e da maioria, que
Ungi sustentar Rivarola, flgurou-se no proprio
secretario d'este D. J. Segundo Decoud que, real-
mente dispondo de intelligencia e InstrucQao, lo-
grou subir cadeira da presidencia permanente
da assemblea constituinle por urna dilTerenca de
29 votos contra 13.
Rivarola eslava contente porque o seu secretario
representava o papel decisivo na eortvencao, porm
nao reparava que o joven presidente de 2J annos
abra espaco_ou para seu pai, ou para si proprio.
0 Dr. Machaim desgostou-se, porque fui derrota-
do na eleicao presidencial, da preponderancia do
seu amigo e correligionario Segundo Decoud, e
para evitar a conlinuacao longa de lal valimento,
proraoveu a idea de presidencia meusal e venceu
com tan:a promptidao, que no dia seguinte Voz
do Poco applaudio sarcasticamente a dissidencia
da inoioria.
Convm notar que durante essas maehinacoes e
divergencias pessoaes, Rivarola passava pelo des-
gosto de nao ver reunidos am seus salos os mem-
bros da maioria que o apoiava. E parque seria t
Porque Rivarola nao era o nico aspirante presi-
dencia do Paraguay, notando-se que os Decoud,
Machaim e Godoy erara os que mais trabalbavam
para alienar do triumviro lodos os votos possiveis,
e para tanto influa muito a falta de compareci-
mento de toda a maioria na residencia de Rivarola.
Dizem que este comecou a desconfiar de tama va-
sante, porm uo creio que para logo acertasse
com a razio d'ella e com os meios de mal lograr o
estratagema dos seus inimigos disfarcados.
Proseguindo as sessSes da convengo, demons-
traba ella que nao eslava mai disposta a preenchar
o llm para que fura convocada, visto que entreten-
do-se em discussdes a resppito da inviolabilidade
de seus membros, da liberdade de imprensa e de
urna facultado de meios governamenues ao po-
der executivo, que nao careca d'elles, despresou
por emquanto ou aprasou a realisacaj do seu ni-
co mandato, islo a coufecgao a carta funda-
mental da naro paraguaya.
-Nesse interim a gazeu da opposigo nao perdeu
vasa em aggredir ao governo provisorio, e cada
vez mais unida e compacta mostrou-se a minora,
tanto mais qnants am calando no espirito publico
os argumentos da Voz do Poco em re-lacao des-
inleJIgencia e indisciplina que reinava as. fllslras
da maioria.
Em tal estado de coaras apparece nesta cidade
o cavalleiro Biezebut encarnicado, na pessoa do
celebrrimo_e Jnunca asss temido Fortnalo Flo-
res queta nao ser para um deierminaHo. Hmsedi-
cioso, na i tinha razo de representar-se n'um paiz,
cujo governo ja o quizera deportar. Rivarola des-
coniiaudo muiio das tencSos e dos servicas desse
novo Judeu Errante, at porque, conslou-lhe que
Wns'"',w haviara dado grapas pela chepa-
aa ae nores, ordenou ao che Te de polica Dacoud
para que immediatameata ieporlasse do Paraguav
esse flagello arabulame. Fortunato Flores, rece
bendo a intimaQao, re/.gio logo contra ella, indo
queixar-so a pedir m-.xiUo ao seu cnsul, a quem
nao agrada muito a presenca de tal administra-
Jo, e para sute/,tar.se melhor recorreu protec
Sh *'iua* membros da constituinle, nao se
sabose o u',a0ria s.nento .ou ee tambem da mA
pena. A v rdade que quando o goyernista Godoy
levautoa _se para impugnar a ordem de Rivarola
contra Fortunato Flores, os membros da minora
aPrr ciarain e aceitaram a idea como os hebreus o
*lana que chovia de Deus.
Foi por consequencia quasi unnimemente ap-
provada a nomeaco de Godoy, resaltando a se-
guinte nota dirigida pela assemblea constituinle ao
governo provisorio.;
3:
A honravel assemblea constituinle resolveu
que seja suspensa a ordm de deportamento dada
contra o coronel oriental D. Fortunato Flores at
que V. Exc. explique es motivos que obrigaram o
poder executivo a dictar seraelhante delermi-
nacao.i
Isto succedeu no dia 28 de agosto.
Imagine-se da indignacao e sorpreza do gover-
no provisorio, tolbido era tao insignificante raeio
de manter a ordem publica e a seuuranQa indivi-
dual, quando, ha poucos dias, estava autorisado
pela mesma assemblea, que o adverta pedndo ex-
plicagSes, a erapregar todas as medidas tenden-
tes a vigiar e guardar a tranquillidade publica.
O triumviro Rivarola eslava furioso, e tendo
em maos ara decreto pelo quai seriam fechadas as
Dorias da imprensa da Voz do Povo, renunciou
idea de executa-lo, porque nao s reconheceu qoe
expor-se-hia a nova reprovagao, como tambem
porque vio que estava entre dous partidos dos
quaes nenhum Ihe era solidario e adheso, por cau-
sa da firmeza des bareirislas e pela versatilidade
dos Decouds.
Apezar de comprehender tudo isso, Rivarola
empregou o seguinte raeio : reuni alguns mem-
bros proeminentes da maioria, entre os quaes o
presidente da constltuinte, e fez Ihe ver qae nao
eslava na dignidade do governo provisorio obede-
cer a mocao dos Srs. eonvencionaes, dizendo mais
oue nao quera ser o primeiro magistrado do Pa-
raguay a cusa do servilismo e fraze para com um
poder que, por soberano como constltuinte da na-
cao, jamis deveria desconsiderar o executivo
que antes de existir a covenfao nao precisara de'
censores para providenciar e manter a ordem pu-
blica ; que a vista de taes razoes, la responder
enrgica e terminantemente assemblea consti-
tuinte, razendo-lbe sentir tanta Incoherencia e
exorbitancia, que s inspiravara a elle triumviro
magniilco recorso de ama renuncia, para que o-
vernasse algum outro mais feliz em consolidar a
maioria e empresnr-se a todos os dejares admi-
nistrativos perante a convenci.
Depois de assim fallar-lhes, consta que foi con-
erenciar com os representantes dos poderes ai-
liados, que Ihe prometteram toda coadjuvacio, con-
forme um d_s artigos do convenio preliminar de
pai, caso S. Exc. nao se quizesse exonerar do eo
verno provisorio.
Nesse mesmo dia em que taes coasas se deram,
-amo a lume na gazota offlcial a renuncia do
triumviro Loisaga dada em carcter indechnavel
perante o seu collega, eolio anlco representante
aa trindadegovernamental abracada e sustentada
pela allianca.
Dixem que, firmada na idea de que uto valia
ira, a assemblea constulnte deliberou-se a des-
tituir o solus, totus et un do governo provisorio
ou triumvirato.
Mas engaam-so os que se enWara nesta ra
zao A mJioria por fas ou pornefas entenda que
eralhe incommodo Rivarola e assim entenda, por-
que os Deconds e Godoy e Souza j reunidos e re-
conciliados cora Machaim buscavam o majs frivo-
lo dos pretextos para jusiificarera sea flm.
No da 31 de agosto, reunida a convenci, to-
mn a palavra o chefe da minora Miltos termi-
nando por urna moclo que approvada por 38 vo-
tos contra 5, se traduzio na seguinte nota dirigida
a Rivarola :
Ao Exm. Sr. D. Cirillo! Antonio Rivarola,
membro do governo provisorio.Sou encarrega-
do, pela honravel convencao da repblica, de le-
var ao conhecimento de V. Exc. que, em conse-
quencia da renuncia indeclinavel do triumviro D.
Carlos Loizaga e de outras razoes que leve em
vista, declarou ce-sado o governo provisorio do
triumvirato e nomeou presidente provisorio da re-
publica o presidente do superior tribunal de jus-
tica Dr. D. Facundo Machaim, que havenlo pres-
tado o solemne juramento, que se decretara, pas-
sa a tomar posse do governo, na casa em que V.
Exc despachava.
O honravel congresso reconhecendo os serv
Qos que V. Exc. prestou ao paiz nos momentos dif-
Hceis porque tem passado, espera contar sempre
com as luzes e patriotismo de V. Exc. em qual-
quer occasio em que forera necessarios seas es-
forgos as tarefas que Ihe estao encommendadas.
Deus guarde a V. ExcJos Segando Dec-
coud, presidente.
Por esta nota se v que nao quizeram dar lem-
po a que Rivarola dsse explicacfljs sobre Fortu-
nato Flores, a que rellectisss um pouco e resol-
vesse nao extinguij na sua destituido focada o
governo provisorio, que tinha jas a ser sustenta-
do pelos alliados, e finalmente a que Rivarola pu-
desse espontanea e dignamente renunciar peran-
te Loizaga, como este perante aquelle, aconteci-
mento qoe seria para desmoralisar plenamente a
constituate.
Resulta de tudo isto que o plano j estav de-
lineado e nao sei o que mais alraire-se o accordo
entre a maioria e minora, se o raeio de que ser-
viram-se os Decouds para na convenjo livrar-se-
da pre>enca_de Machaim, que os incommodava
para a eleicao de presidente da repblica e que
felizmente engodoi'-se na honra da presidencia
provisoria.
Seja l como fr, o Sr. Machaim apresentou-se
na casa do governo e, em presenca de toda a Gon-
vencao, que at esse lugar se encaminhara por
mocao de ura dos Decouds, tomou posse da ad-
mjnistraclo, pedindo, ou por irona ou por convic-
cao, o concurso das luzes e patriotismo de Riva-
rola, ao que respondeu ,'este= que nioguem d
o que nao tem, e por isso que elle uo dava luzes,
porm que honradez e patriotismo possoia de so-
bra para dar em favor da sua patria.
Retirou-se a convencao, retirou-se empossado o
novo governo e, por deciso da constituinle, cor-
rern) pelas ras alguns magotes de povo, apre-
guando e applaudiado o grande e inesperado gol-
pe de" estado.
Convra notar que Rivarola, por despedido, nem
por isso deixou de dormir, se que dormio, na
casa do governo, tend, antes de ser destituido,
mandado soltar alguus partidistas de Bareiro que
estavam incarcerados e que eram os doos Taboa-
das e J. Baptista Gil.
Peco attengao para este incidente porque mui-
to influe no desfecbo das perioecias polticas do
dia 31.
Comprehendam os leilwes que todo o relatado
e o que vai a relatarse pura verdade ; imagi-
nera que levanta-seo panno.
O soenario representa o interior de tres casas ;
ama que de Machako, outra qae dos Decouds
e outra, finalmente, que a casa da guverno.. ;
mas nao, para que baja encanto e sorpresa na at-
tengao dos espectadores convm supprimir a casa
do governo. E' nonte. Em casa dos Denoud reina
a folganca pelo bom desempean dos seas papis,
e o joven Segundo ri-se gargalbadas pela arma-
di! ha em que cahio o Dr. Machaim. Este era sua
casa, rodeado de bons b desinteressados amigos,
que quanto antes, procurando receber o premio
dos seus sacrificios, sacrificando os constantes ri-
varolistas, pedem ao nove presidente que nao par-
ca tempo em despacha-los ; damittindo e depor-
tando os inimigos da siluaoao, entre os quaes se
aeba Brisuela. Machaim accede ao pedido de lo-
dos at que, absorvuV) na grandiosidade. de sua
neva posicio, e fatigado de tantos pirabens, re-
clina-se n'uma poltrona obrigando pelo somoo es
=
d governo Rivarola est tranquillo, eomo o Mo-
cerne qoe dorrae, porm o tramviro esi acorda-
do, bm que pensar elle ? Talvez oa> grande pro-
va da patriotismo qae dea em nao levar a chwtte,
quai novo Crotmcil, sjaembros da constituinle
P*ra.W-Ut, segundo lastima, ainda o redactor do
diario offlcial do governo provisoria. Rivarola
continua a pensar e cansa de pensar ua effuso
d sangue qmievjiou, na solwrania da sua qu-
aa e no seu futan*-que vai ser o de ou*ro Ctnci-
rutus. i
Mas nesse cansaco depeosameto eis ue ouve'
pancadas na janelto..... deseonfia do rumor a
iae deshoras----- manda espiar por um dos
,n^'Unrras-"- e3Pi(>---- volvem a zer-lhe
que e Rufino Taboada com alguns do sea par-
. Que pasen adHtmle, ordena o corajoso ex-
rlhn,!ro" EaUim os bareirisus precedidos de
taboada. QJajs s as suas propostas ? El les
la cochicham e se crachavam com o maior
adversario do seu chefe, 4___e sahem.
Mudara-se as scenas. 4
E dia.
Apresentara-se os mesmos interiores das casas
de Machain e dos Decood. Estes estao despeos
e cada vez mais convictos de que esto dirgiodo o
inoro da patria e camiotiando ao coroaraento dos
proprios interesses no'consent ment ao mesmo
tempo automtico a orgulhoso do novo presidente
que Ja se est dispondo a ir despachar na casa do
governo.
L toma o chapeo o Sr. .Macbaim___ l se en-
caminha vaidoso para a porra, mas quanlo vai a
f{*a"3P-la, Prha dolor t encontra-se ou, para me-
lhor drzer, esbarra-se com uro postilhao de gaze-
tas que |hedeixa o seguinte e fulminante mani-
fest:
O governo provisorio ao povo.
Coneidadaos! A convencao constituiente, que
101 convocada pelo governo do triumvirato para a
conreccao da carta fundamental que ha de reger
os poderes publicoss da nago, talseou a le de sua
creacao, e antes de dar comego obra, julgou
conveniente declarar-se em aberta rebellio con
ira o executivo, dando o escndalo de resolver a
cessacao do governo provisorio, com toda a vio-
lencia de que sao capazes os boraena que obram
separados de suas attribuigdes.
" O governo apoiado n bons elementos que
lem em sea seio a convenga, e hoje contando
com o apoie de todo o povo, pela nov organisa-
eao administrativa, resolveu resistir entrega do
poder, estribado na razo e na justiga e contando
com o auxilio decidido e com a opinio de tolo o
paiz.
O governo vos proraette qae n5o ser altera-
da a ordem e que es'e incidente em nada mudar
a situago do paiz, porque agora o governo conta
com a maioria sensata da convencao e esta as-
semblea popular, que reeonbecida pelo governo,
proseguir tranquillamente, oceupando-se de coo-
feccionar aoonstituico, para cujo mandado foi
convocada.
. ^Wfroo tos respondo pela sgarauga da
situagao.-lendo real que os raaos elementos se
acham por si innrilisados.
Constancia no trabaRio e f no porvir, e den-
tro de poucos dias todos nos saodaremos os pode-
res permanentes que bao de dirigir os destinos da
nagao. Assumpgao, de setembro de 1870. .....
Cirilo Antonio Rivarola.Candido Bareiro, secre- alliaoca ? Nao
tario geral.
Qusixa-se Vctor Hugo de que os homens
sejam brinquedos das ondas no meio do nau-
fragio.
,E o grande Machaim nao teve razo de quei-
xar-sa por servir de joguete dos homens que sup-
punha naufragados no mart mangnum politkutr.f
De ura dia para outro ver-se apeado I era teve
tempo de publicar o seu nome abaixo de um de-
creto.
Elle no-se por ver o resrgnado Rivarola desti-
tuido pela massa convencional, rio-ss de gosto.
rio-se de orgulho, rio-se sem saber do que ria e
sera dar o espectculo do protogonista desformi-
sado do homem que ri; rise sem consciencia
de que delle riam, e agora va se deposto e ob-
jectj de irrisao diante da.juelle pedacinho de pa
pe.
Nao durou menos tempo a soberana de par da
Inglaterra era GUcivinplaiHe! Ao menos este dis-
poz de alguns momentos para com a inspiragao da
sua disformidade escarnecer da miseria dos gran-
des sobre a grandeza dos miseros; ao menos cor-
respondeu na disformidade moral, que para certas
sociedades bem se pode chamar abnegado, dis-
formidade physica, qne Ihe nao foi dada pela na-
tureza. Sim, Giwinplaine soube desoecupar ama
cadeira de lord, com quanto estendessem 03 seos
collejas que elle nao era digno de occupa-la.
E o Sr. Machaim. Este nao sabia o que oceu-
pava, era um presidente disforme, tinha forgosa-
mente que cahir.
Mas o que me trouxe por mnitas horas estupe-
facto foi a ascengao de Bareiro qae surgi nessa
revologao como um desses tragos inesperados nos
dramas de Sliak.speare.
amigos a urna retirada, seno em lempo, aa 'menos sinos.
em ordem. Na eaaa dos Decouds adormecen! lodos
bem segaros de que Machaim um instrumento
inexpugnavel e de que Rivarola nao jaaix aseen
der ao poder.
Si Rivarola ora muado em pese pelitieo, Ba-
reiro figura de Alias. Quem earrega pode mais
do que quera carregado.
O. partido de Bareiro fez que Rivarola reco-
brasse o poder. De qoem 2. victoria ? Do novo
secretario de estado geral ou do amigo trium-
viro ?
Parece que Bareiro esteudeu os bragas ao seu
uimigo para dispor melhor da sua gvmoasca,
para com mais presteza escolher o vazio deixado
pela queda que tenta das.
Rivarola a estatua. Bareiro o pedestal que
procara derrubar a estatua. Vwgonha para os
Decouds que deixiram Bareiro ositotar-se lo ou-
sado equilibrista.
E a convencao 1 Exorbitoa do mandato, como
diz Rivarola, quando Ihe exproba a destituirlo;
enirou as suas rbitas, porque em menos d i{
horas resumi o que destiluio. Logo, se essa
assemblea depoi hontem e hoje repox, segando as
regras arittameliets e algbricas, vale zero o que
ella fez, e quem nada fax loada R* o que a
convencao perante o fuinro do Paraguay. E para
documento la vai a nota em que, sem outra des-
culpa que urna reconsideracaa i tempo, a consti-
tuate do Paraguay fe* o que ainda nenhuma outra
do mundo consegua fazer.
O proprio Miltos, que promoveu a desttuicao
daRivafola no da 31 de agosto,.foi qaem pedio
reconsiderago do acto no dia i do corrente, obri-
gando a convengao a confesear o vua culpa da
sua inepcia, pois que declarou arrependerse do
engao em qu tncorreu acudindo mesquinhas
paixSes de um circulo que por instantes consenuio
sorprenie-la.
Eis a nota dirigida ao Sr. Rivarola :
, 1 de setembro de I870.-Ao Exm. Sr. presi-
dente provisorio da repablica, D. Cirilo Antonio
Rivarola.A honrada eootago nacional facul-
iou, na sua sessao de hoje, ao abaixo assgnado o
levar ao conhoimento de V. Exc. que por unaoi-
m.dade de votos nomeou a V. Exc presidente pro-
visorio da repblica.
A mesma honrada assemblea sanocionou que
esta resolugao fosse publicada por bandos na
capital e por circular nos departamentos campe-
< Deus gur.rde a V. Exc-Joa del R. Miranda
vice-presidente.
O presidente da assemblea J. Seguado Decoud
ira ao poner. recasou sa a por em votacao a reoonsideraco, toartvi-ios que !he infligi a tvrannia de Lpez e
Muda -se scena e apparece q imejw da casa vendse abrigado, para nao assistir a derrota do Mar"*aHb,e a nao trepidar as suas iswrages.
sea cfrcalo, a retirar-se com elle do seio da eon-
TencSo.
O que mais sorprende saber qae Mactnim
mal qae se no deserapossado do govwno, correu
a ieeir>possar-se da cadeira do coovendonald'unde
vomito tos e blasptoemias contra a reaego de
Rjvarohi Gdoy que tinha tillado e votado pela
deposigao de Rivarola, atteota a razo de que peto
renuncia de Loizaga, o governo provisorio nao
r pedia ser representado per um. lanieotou) que
presidencia-de Machaia fss mallograda em nas-
cedouro c- propeique se nomeasse>mais um-d'entre
os conveoeionees- para tomar parle do governo
provisorio com Rivarola,. vigiando ssimos actos
deste que na opinio do orador era piiov ove L-
pez, porque- era trm tyranne br%tto e Lope: eru um
turanno cirriisach!
Machaim grilou e vociferon,- porm caiodo em
si e vendo que eram baldadas a vociferaoos re-
tiroo-se do congresso paraguayo.
Emqoanto isto l se passava, Rivarote,. unido
coa Bareiro, desmontara e remontara a suacao a
seo talante, ^
Eis as principaes aomears e saisses:,
,..57es,d,nte do supremo tribunal de Justina, Caio
Millos, em lugar de P. Machaim.
Julio do coinraercie, Dolores Gomales, eai Jugar
del-ilgueiras.
Juixodo civil. Ortii, era logar de Joao Godoy*.
uapuao dj porto, Remiges Causal era law oV
Ferreira.
(oraraandante das Torgas, Pedro Rkaloi, m li>-
gai^ de F. Baez.
Chefe de polica, Roino Tabeada, era lugar de
rrancuco Decoad..
Fiscal geral do Estado. Bernardo Valiente, eu>
lugar de Joao Decoud.
Secretario do tribnaal de justiea. Angelo Pena-
era Jugar de Adolfo-Decoud.
Nada mais gracioso que ver-se em nm dia. chafe-
de polica quera anda no dia anterior eslava pre-
so Rufino Tboada sahio da eada para tomar
conta da cada e talvez prendera quem o pren-
dera e vigiara.
N|nguera pJe figurar o alarido e frenes de
gosto qne vai pelo gento, ou para melhor dker
mullieno desta cidade. Rivarola reeebe as coa-
gratujages populares cora loda-a cortezia e sa-
tisfagao. Bandos e bandos de malberes, qae as
suas lubricas dancas lerabram-me o estado primi-
tivo dos povos, veovevo e voltam n'om delirio
de prazer, qae ja embriaguez) para festejar o
resusciudo presideate e o victorioso Bareiro. A
canal ha, que representa urna das formas de glo-
rias, isto a popularidade, nao cessa de acclamar
iriuinpbantemenie a-nova situacaa poltica. E-. no
hm de todas essas palmas e do lodos esses wi- la refsoa a palomit* o tudo baila diablica e brba-
ramente.
Mas, ninguerape negar que- reasseneio do
Rivarola, sustentada por Bareiro, encontrou eran-
do apoio de hacionaes e estrangeiros.
A Voz do Povo-iem que mudar de propaganda
aind^i que se deesulpe cora a evasiva Lumon.fuit
lafoire. A. Regenera cao toma o. papel amigo do
peridico bareinsta. O que a poltica I
A Imprensa assemelha-se era certos- momento
com as cobras que inadam de pelles.
Convm agora entrar up maw serio e positivo.
Os representantes approvaran a presidente de
Machaim, que cessava o governo protegido peta
alliaoca r Nao tiveram tempo de manifestar a^
^a opinio com quanto digam que participano
Machaim o sea empossamento ao brigadero Auto
Oaimres, aste responder qpe nao traba-ern lal
sentido commuoicacao alguma do govesce provi-
sorio, ie que nao conhecia o Dr. Machaim como
presidente.
E os representantes da alanga manifestaram
adhesao ao golpe de hoje que reetaurou o governo
provisorio? Mostraram e nem Ihes caba outra
delermioagao. Seria preciso que os alliados s
estiveasem.Do Paraguay pana sustentar aa familias
Decoud, Rcald e Machaim aue sao as uoioas fra
de coijobale.
Eis jas notas com quo oe generaes Julio Vedia o
Auto Guinaares se dingiram em nome da aianga
ao actual governo- provisoaio.
AKsumpcio, 1, de setembro.Exm. Sr. secre-
tario geral do gnverno, Di Candido Bareiro. -Tb-
nho a ihoara de aecusar a recopgao da no de V.
Exc. etn data do hoje.
Dp posse do manifest que V-Exc me enva,
da.sitiaeo poltica em.qae os econleciment-js col-
locarajiu.o governo de V. Exc. ser-me-ha grato
leva-l pblica Argentina, .".coropanhando-o ds coasde-
rages[ que inspira ao abaixo assgnado a referida
atoaam
O Exm. governo provisorio, pode contar com o
apoio moral e material que os tratados obiigam o
abaixc) assignado contribuindo para a manatenco
da ordera publica, atim de qoe semtrophos possa
levarle a cabo, com a brevidade possivel, a orga-
nisagp da repblica e o estebelecimenu das au-
toridades- permaneotes com qpe devem os alliados
Armar] os tratados definitivos de paz.
F^zendo votos pela fecidade da repblica,
que o'goverio de V. Exc. temporariamente presi-
de, e felicitando a V. Exc. pelo alto posto a que
foi chamado, me dado saudar a V. Exc a quem
Deus guarde por nimio-, annos.Juto V&dia. a
Esta ooia do diplmala, argentino deslez se em
congratulages e protestos a Candido Bareiro, e
parete-me que de to lisongeiras phrases j so-
destao uraa profunda confianca no futuro.
Port*m so Deus sabe e dispoe do que o homem
quer saber e poe.
Vamos adiaute. Falta agora a representacao. do
Brasil no Paraguay.
Cbmmaodo das forgas brasileiras estacionadas
no Paraguay, Assampgo, 1 de setembro de 1370.
Illa, e Exm. Sr.Cabe-me a honra de acensar
recebildo o ofQcio,cora data de hoje, que V. Exc.,
em ame do governo provisorio da repblica, se
digno., dirigir-me enviando dous exeropkares do
manifest relativo aos acootecimentos que tiveram
lugar hoje mesmo, atim de que este commando
pudesse formar juizo da verdadeira situago poli-
tica em quo taes aconteciraentos ho collocado o
governo de Y. Exc.
A par do occorrido e do que V. Exc. expe
em seu citado offl ;io, de meu dever declarar a
V. Exc. para que chegue ao conhecimento do Exm.
governo, que este commando, fazendo plena justi-
ga das sentimentos que animam o mesmo gover-
no, prestar todo o auxilio de que eUe oecessitar,
nao 1* para a manulengo da ordem publica,
como para garantir o respeito dovido s autorida-
des legalmenie constituidas.
Ppr e3ta occasio me asss agradavel apre-
sentar a V. Exc. os prolestosde minha mais alta
na, respeito e considoragao. Deas guarde a
V. Exc. lllm. e Exm. Sr. D. Gandido Bareiro,
ministro e secretario ge/ai 0(> governo provisorio
desta repblica.Jos Auto da Silva Guimaraes.
Est, pois, a situaco firmada nos poderes da
allianea e na opinio nacional. Consta que os De-
couds tentaram reagir, porm me parece que
Unto Ao se atrevem.
E' verdade qae dizem os hespanhoes que Deus
toga rfs que quer perder. Perdidos estao os que
atraicoaram Rivarola ; agora s padero -tirar um
besforCo, juntando-se com Bareiro para dar a que-
da Daquelle.
Dizem que Bareiro j nao aspira a presidencia e
sira a vice presidencia da repblica. Nao o creio,
porm o futuro oo-lo dir. O que verdade
que Rivarola homem corajoso e decidido. Os
Deixemos agora as revolocoe e tratemos da
Aqoi chegon oo da *5 e veilrou-se co dia 17
na canhoneira Warp-, o Sr. Slerans, amum do-i
**jtfw.nl*)s acredita*) junto aoEstadTflrW-
tar a repblica do Paraguay.
S. Exc. no da-26 apresentoa a sua car, cre-
dencial era nome do goverao do lysses Gm a
invern provrsono do-Paraguay, 'sao mni ,hni-
tatms de apreco as-sandacaes e protestonran^
p2J5^a*y erD D0me da WJaSa Amerieana..
man?^ ^P<>noa essa visita a recoimeci-
raeDto do governo Drewserlo
*Aw^^t r*2?Beias de L'<* e da destitmcii
* H varla, deu-se orna oca de notas aura-
S! wTfS genersl Vedi *e.- di
rasponsaailidade de lenente-coronei Kmiel Galte-
r^rtT reda-ercl *'d Joaa, Po aS
?L oP'niaoespendida peto diplonwta argn-
tiBO; porajae enJendeu qne o crime de Galleas-
sendo alias abus del.berdade o^impra^aTeSia'
ni a? **Lo,Mga e con, "* I soc-
cedeu.lkou o negeoio reduzdo.anadate por-
qoe^Sallegos rercu-se da redaecao < Vozdd-
O governo do trinmvirao deu ao Sr Costa B>-
aerra o pnvilegio de introduzir vte e tastos mi-
hoea de ouro na rculacao da republaa. Cons-
ta-me que Bezerra-aao mais que- um anote de
urna associagao aaonyma.
. Appareceu ura manifest do Dr.. Macltaim E*
irrisorio.
Retirea-se para o Rio raade do Sal- no dia i
do crreme o vissende de Pelotas,.que estava em
Humana. Fica em seu lugar o brigadeia Auto
Gunnaraes,
A esta hora j dave estar-nessa corte cense-
meiro ftranhos, qae muita-falta heje faz- aos ne-
gocios-diplomtico do Brasil ne Paragat*y. E'
necessario que quanto antes-venha am diga *ubs-
atot de S. Exc, qne j se fazia esperar pelo?
seu*. eollegas de gabinete.
Ptepara-se aqurom grande 3>-ewa baile da-
do pelos brasileiros em commemoragao do ani-
versario da independencia de imperio
PEMAMBITCO.
EEVISTA.DIARIA.
INSTOUCCAO PiIBLICA.-Porportaria.dB pre-
sideocia da provine, de 2S,27 e 2B do correte,
ioractt iKnneados
Professoraj pualiea de iastruccao prmaiHa : de
-Nossa Seohora do Gr" de Ipojoca, D. Igez Rhcian*
Ferewa de Lyra; do Caobotinho, D; Celilia Libe-
ra^ de Oliveira Santos ; do Sanhor, Dt Camila
de Carm Torres-; da Las, D. Ign-'z Barbalhu.
liJcbw Civalcanle; e da Venda Grande, ift aterro-
na CeUciaa da CinKa SaaUs.
Professores ioterinos de ostrueja primaria: da
2' catara de Gjyanna, Idriuliano' Ernesto de Mo-
raes Carvalho; 00 Sanhord, Rufino Epinbaaio Ro-
drigues dos Saatos; de Garaeleira, Ad.:lpho As-
n|ll'n'e.AHquefi|oe; da-Una, Arjailmo
de HeHo Carnes*; e da Cresta, Angelo Francis-
co, da Costa.
6YMNASI0 PROVINCIAL.- Per po.taria da
presidencia da provincia, de 26 do corrate, foi no-
meado Vicenie* Ferreira da Silva Braga, porteiro
do gyranasio provincial.
ASYLODEMENDICtOADE.Por portara da
presidencia da provincia.de 27,"de corrente, forara
aomeados : Joao Manoel da Costa Figneiroa, mor-
doroo; Joao Manoel d Squeira, porteiro ; e Pe-
anlo do Reg. Barros, amanuense do asylo de men-
dieidade.
DDLEGADOS LITHCRARIOaV- Par portara da
presidencia da provincia de 26 do corrate foi
Borneado delegado litterarie da fregneaia dePc.
d,lho, Urbano Jos-d Por portara da presveneia do 26 do cor-
rente foi mandada considerar comcdelegacia litte-
raria da reguezia da Capuaga, a do 2? districto-
da freguezia da Boa-vista.
COXSetHO DEiNVESGACO^Por portari.v
da presidencia da provincia, de*22"e 27 do corre-
te forara noraeadw o* Srs.: brigadero JoaquUn.
Rodrigues Coelho. Kelly, prosidente;. coronis re/,
formados Antonio Pedro de S Barreta, e Hygiao
Jos Coelho, vog*3 do censelho de investigagao
que tero de responder o coronel honorario do eaer-
cito Alexandre de Barros Albuquerqae, para a ve-
rificaoao e quaUificago dos facto* constantes dos.
exames procedidas, |las comraissoes nomoadas,
pela assemblea, provinoial, na escriatnrag.io a ca-
xa doexlincto corpa de polica de&ta provin-
cia..
GUARDA-NACKXiAL.-Per portaras da presi-
deacia da provincia,, de 26 do. corrente, luodatu.
se dar guias de passagem : para, o 29 batalbi
de iofaolaria do municipio deGaranhuns, ao a.
nenie quartol-mesue do 28a, Manoel Ribairo de
Carvalho;. e para o municipio de Itamb, u ato-
res porta-estandertedo Vt> baialho de i3nuai:i
do municipio de Nazareln, Leocadio Joaquim di
Conceigao.
CONSULADO PROVINCIAL. Por portaras da
presidencia da provincia, de 22 do correle, firam
nomeadas : foitor conterente do consulado provin-
cial, Antonio Feitosa de Mello; 3 osuriplurario
interino. J-.is* Afhnso do Reg Barros; e feit >.
conterente, Joaquin> Pires da Silva.
ASSASSNATO.Na noute de 1L do crreme
ero trras do engenbo Santiogo do districto de Ita-
pissuma, em Iguarass, Jos Viceate Batalho ,'.-
sassinou, por zelo, Maria de tal, com quem vU
via amasiado, dando-Ihe tres facadas e diversas,
caretadas. O assassioo logrn evadir-se.
NJAO.JURIDICA.FuDCCionoa hontem esta so-
eiedade, tendo servido como autoridades os Srs,
Gonealo de Favo juiz de direito;. Guilherme Cam-
pos promottor publico e Ernesto Vieira- advogado.
O uio foi candemnado no grao medio do ari. 12,
do cdigo criminal.
ESPERANZA PER NAMBCANA. Nesta-thea-
tro, sito a ra da Espranos, na Soledade, ha viera
espectculos dramticos e gymnaslicos, pela eom-
panhia de artistas nacionaes', no sabbado s 8 ho-
ras da Doule, e no domingo as 5 da tarde.
BENCAO DE IMAGENS.-Na matrit de S. Frei
Pedro Googalves, hojea 4 horas da tarde, isero
benzidas as imagens do Senhor dos Passos. do
Senhor Crucificado, do Senhor Morlo, de S. Jo.,
de Nessa Senbora das Dores, e de Santa Mara
Magdalena,, pertencenles irmaadadade do Saii-
hor Bom Jess dos Passos, erecta nessa matriz.
Para maior realce do acto, a mesa regedora de-
seja que as demas da cidade mandem dar um
repique em suas igrejas, quando ouvirera snbir
ao ar gyrando'.as de foguetes.
DIREITO ADMINISTRATIVO Sob a rubrica
competente damos hoje urna expheacao do Sr. Dr.
Vicente Pereira do Reg ao aviso do. ministerio d 1
imperio, que hontem publicarnos em nossa Reasti
Diaria, transcripto palavra por pjlavra do Diario
Offkial.
AS FINANZAS DO PAIZ- Le-se no Joniaf >
Commercio de 14 de corrente:
0 Sr. ministro da fazeoda fez hontem no sea-
la r nomem corajoso e oecioiao. us do declaracpes que devem interessar muito a nos
artyrios que !he infligi a tyrannia de Lpez en- sa praga, pois mostram acliarem-se as llnangas
do paii em p isicao muito lisongeira, principal-


e PemambtiCQ Sexta feira 30 de Setembro de 1870
f-.
ate attendento-se ai qae acabarais oe tat de
ma itterra ionga e portada, q exigi ener-
an aerileioe, ... ,.
ese 8. Exc. qu\ cjm o, producto Wijiii-
e Toai^Ha cmo e uas prevnolas, pfide o
o thesoa^Hro pasivo 4a guerrae oceor
rer as dei^ikVeiSioarias, inetuaive rwnui de
cambia* para pagamento de juros e amorlisacio
SnMim emprestinto* na praca deUoadres at o
^orreat anuo, eonsarvando era nos ce
Nidos de alguna importancia.
* Nesta cTrcsinsianeta, eoncluio S. Exe. lio va
aneeessldada de recorrer a operages de creOtto,
qner dentro, quer fra do paix, para as despeas du
estado.
Le-se na me*raa folha de 15 :
O Sr. ministro la fazeada deeiarou hontera no
senado qae, e elliver no goverao quaaao para o
anno prximo se abrirem as cmaras, proporqae
do 1* de julbo seguint em diante comece re-
doccao at a exuocgao dos irapostos creados para
a guerra.
Disse tambera S. Exc que vai ser publicado
um decreto do goverao, para que do 1* de ou'.ubro
prximo em lianle seja o augmento de 30 a 40/.,
nos direito* de importadlo reduzido na proporga >
0a subida do cambio sobre Londres cima de 18
4, conforme s prameitea quanie se manden co-
brar esto augmento.
Tudo lato, accrescentou S. Exc. se ppde-* de-
?8 fuer sem sacrificar a conslgaagia de urna
qa>ta annual para a anioilisacju gradaal do pa-
pel-onoeda.
AULA PUBLICA PRIMARIA.Coraecou hontem
a tunecionar, na ra da Roda n. 11, a priraeira ca-
deira da fregueria de Santo Antonio, son a presi-
dencia do Sr. itrofeijor Slaaoel Antonio Ferreira
Braga.
LOTERA. A que se acha venda a 162'
a beneficio da igreja de Nossa Sonhora da Con-
eeipo dos Militares do Recife, que se extrabira
hoje 30 do correle mez.
PASSAGEIROS. O paquete brasileiro Tacan-
tins, levou seu bordo para os portos do sul os
segnintes: .
Francisco de Paula Mindello, Jos Goncalves da
Silva Pinto. Th.>ra de Franca, Joaquira de Souza
Ferreira, G. Baptista dos Santos, Antonio Regalhei-
ro, Francisco Luii Pereira, Antonio M. Ramo-.,
Jos Garnardo, bacharel Vicente Cyrillo Mariano,
Manoel Jos da Oliveira, J. Francisco Santos, Pe-
dro da Silva Luna, Roberto F. Nogueira, D. Ale-"
xaodrina Magalhaes e 2 menores, Francisco Gon-
calves Fortes e 1 filhos, Antonio Joaquim Alexau-
drino G. de Oliveira, 3 recrulas de raarinha, Bea-
to Jos Soares, Philadelpho A. de A. Reg, D. Rosa
Ferreira Cali, Luiza Tiioraasia dos Santos, Gan-
dido Walfredo do Figueiredo, Antonio Gairaaraes
da Silva Vairio, 2 pragas do exercito, Anna Maria
da Conceicaj e Mi noel da Costa Moreira, 5 escra-
vos. ...
Sahidos para a Europa no vapor inglez
Oneida:
Dr. Francisco Pinto Pessoa, sua senbora e 1 ir-
mio, Amaro Gomes G irreia Cezar e 1 criaio, Joa-
quim de Carvalho Juoior, Francisco Meades, Fran
cisco de Oliveira Franco, Luis A. da Rocha Fra-
ts, Henrique desSantos Fernandos. Jos da Silva
Neto, Antonio da Cruz Ledo, John Morsliall.
Vmdos dos portos do sul no vapor brasileiro
Vousenon :
General bario de S Borja e sua familia, major
Luna e major Mrgulbao,qua segae para o Para
condnsinda o 3" batolhio da artilharia a p com
inerqae. Do joixo .municipal da T
la, w
Alnaquerque. Do juixo .municipal *^H
do.-Appellante, major Attenio %a,mnLMj
aliada, D Rosa Alexandrin J
lante, padre Jote Gomes dos Res Lima, appw^
padre Jos d'Ann-neiagio Souza.
Do Sr. daaeiBbargador.Louranco Santiago, ao
Sr. deeembargador Almeida Albuquerque .
Do Juizo fes feitos deata eidade.-Appei^anwa,
bacharel Podro Jorge de Souza; appellada, a
fazenda. ^,. .*
Do Sr. desembargador Regneira Gosta ao w.
embargador Souxa Leao: .
Appellacoea civeis do julio municipal do Reci
fe^peCte,,. O. Cesarla podida Nobre^de .
tallo a roa
mar
ttTa-Dr. Lobo 1
i pessoal

deaeabargador Soma Leao:
Appellacde civel do jul
fe.Appellente, D. Cesarla *r
Goauio; appellado, major Antonio da SJ J-
mao. Appellau'e. o carador** aP*^
Manoel Joaquim Baptista administrador da massa
de Amaro Goncalves dos Santos.
Do Sr. desembargador Regueira CosU ao &r.
desembargador Gitirana : ,
Appeila5ao civel do jn.zo municipal do Sen-
nhaenT-Apfellante, bacharel Manojl Nicola Re-
gueira Pinto de Souza. Ddj.zo municipal de
Penedo.-AppelUnte, Jos Rodrigues Delgado de
Aquino appellado, Manoel Soares Pinto Telle
A" 1 hora da tarde encerrou-se a sessao.
dos solda-
inglez
399 pracas 21 oOiciaos e 40 raullieres
dos.
Vlndos dos portos do sul no vapor
Oiutda:
Francisco Aujusto da Rosa, Hnnette de Val
Moneo, Veuve Tarrazio. Dr. Antonio P. Ferreira
Lima, Alexaolrine Sep, Dr. Jlo Frencisco da Ro-
sa, sua mulher e 2 (litios.
CEMTTEllIO PUPLIO.Obtuario do dia 27 de
setembro de 1870.
Francisco, branco, Peroambuco 2 mezes, S.
Jos; heatite.
Manoel Uorigies daTriodado, preto, Pern^m-
baco, 22 inoi, soltelfo, S. Jos ; ttano osponla-
B0.
Antonio Vielra de Lyra, branco, Pernarabuco,
co, 80 anuos, toheiro, S. Jos ; congesto ce-
rosa.
Francisca, pirda, Pernaubuco, 7 mezes, Capu-
ga; eonvulsoes.
Maria. parda, Pernarabuco, 2 aauos, S. Jos ;
eonvulsoes.
Liandro Pai-, P;rnarabuco, 60 annos, casado,
Boa-vista hospital Podro II; tubrculos pulmona-
res.
Carolina, branca, Pernambuco, 3 annos, Santo
Antonio; desynteria maligna.
Silverio Jja'quim Martins dos Santos, branco,
Pernambuco, 48 anoos, casado, Santo Antonio ;
anazarca.
2S-
Julia, parda, Pornambuco, 1 hora Afogados ; es-
pasmo.
Lniz, prete, Pernambuco, 11 mezes, Boa-vista ;
dallos.
Manoel Francisco Duarte, branco, Pernarabuco,
ti annos .-oltoiro. Boa-vista, hospital Pedro II ;
entente.
Joanna Fjlicia do Rosario, preta, frica, 90 an-
uos, solteira, velbice.'
Mari i Paula da Silva, preta, Pernarabnce, 20 an-
nos, sol; ira. Recife; tubrculos pulraoaares.
Jos Ramualio da Silva, branco Pernambuco, 60
annos, viuvo, Santo Antonio, loso orgnica no co-
ra cao.
CHRONItA JUDMIARIA.
TRIBCJX.4L DI IIELAV-IO.
SES3AO EM 27 DE SETEMBRO DE 1870.
*assiDK.\cia Db exm. sr. coxselheibo c. s.vntugo.
Secretario Di: Virgilio Colho.
As 10 hora* da manhaa, presentes os Srs. desear
argadores Gilirana, Lourenco Sautiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Doria, Domi(jgues da Silva,
Regueira Costa e Souza Leao, faltando com causa
o Sr. desembargador Guerra procarador da coroa,
abrio-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julga-
mentos :
RECURSOS CR/MES.
Do juizo de direito de S. Jos de Mipib.Re-
crreme, o julzo; recorrido, Joaquim Marques da
Silva.Jaizes os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Souza Leao, Doria e Gilirana.Impro-
cedente.
Do Sobral.Recrreme, Raymundo Gomes Pe-
reir; recorrido, o juixo.Jaizs os Srs. desem-
bargadores Muta, Doria, Doraingues da Silva e
Sonta Leao.Deram provmento:
AGORA Va DE PETICO.
Aggravante, Luiz Correa Duarte; aggravado,
o juio.Juizes os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Regueira Costa e Domingues da Sil-
va.Deram provimento.
APPEULAQdCS CRIHES.
Do jury d'Assembla.Appellante, o promotor;
appellado, Manoel Francisco da Silva.Improce-
dente.
Do jury da Granja.Appellante, Manoel do Reg
Trigaeiro Filho; appellada, ajustica.Nullo o
processo.
Appellante, o juizo; appellados, Florencio Anto-
nio Hispo e outro.Annullaram o proeesso da
prenuncia exclusiva em diante.
Appellante, Manoel Jos do Nascimeoto; appel-
lada, a justija..Vullo o processo.
Do jury de S. los dos Milagros.Appellante, o
juizo; appellado, Jos Vicente Alecrim. Nao to-
maram eonhecimeoto.
APRLLA$5aS CIVEIS.
Do Mo munipal do Recife. Appella nte, Joa-
qaun Ferr.anies da Rosa; appellado, Dr. Antonio
iptos Seqaelra Cavaleante.Beepresarara os
Do juizo municipal de Pedras de Fogo.Appel-
lante, Joaquim Monteiro Guedes Gondim; ajipella-
do, Virginio Horacio de Freilas.Reeoberam os
embargos.
PHOROGACAO DE INVENTARIO.
Conecderam o praso legal para prorogacao de
inventario a Francisco Laiz dos Santos.
Assiga ju-se da para jalgameato dos seguintes
feitos:
APPELLEC&RS CIVEIS.
Do jaiio municipal do Recife.Appellante, Jos
Joaquim da Costa Maeiel; appellada, a mesa rege-
deira da or J mo lerceira do Carino.
Do jnizo municipal do Bonito.Appellante, Jos
Francisc p Xivir Cravello; appellada, herdeira de
Joo Francisco Xivier d'Aievedo.
FASSAGIKS.
Do Sr. d^-embargador Gitirana ao Sr. desembar-
o jmz.1 nunicipal do Asarac.AppellanMs,
Francisco Jos Aives e outros; appellado, Manoel
Laiz Pereira Bran l >. Do juizo munici
to-Galvo. \ppelUnies, os nerdetroa do apiia
Manoel Gomes de Barres; appellados,
ros do bario de Beberibe. Do juizo municipal do
Cabo.Appellante, Josa Loareo(o da Silva; ap-
pellado, J.io Mauricio Cardoso. Do juizo munici-
CAIARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 14 DE SETEM-
BRO DE 1870.
PRESIDENCIA DO SR. DR. SOUZA LEAO.
Presentes os Srs. Dr. Moscoso, Gameiro, Losu
Moreira e Dr. Pitanga, abrise a spssao e oi naa
e approvad a acta da antecedente.
Leu-se o seguate
EXPEDIENTE
Um oulcio do Exm. Sr. vioe-presidente da pro-
vincia de 0 do corrente, recommondando a cma-
ra que, eia cumprimento do que Ihe foi determi-
nado por aviso expedido pela reparticao do impe-
rio, d as ordens e providendias precisas para que
os eleilores das freguezias (leste municipio, se rea
nam no dia 20 de novembro prximo vindouro,
nos respectivos collegios, a6m de procederem a
eleicao de um senador pela vaga deixada por fal-
lecimento do marquez de Olinda.Que se tacara
as commonicacoes necessarias.
Outro do mesrao, de 12 do corrente, transmit-
lindo por copia cmara, para os devidos fins, o
aviso circular expedido e:a 27 de agosto prximo
Qndo, pelo ministerio dos negocios estraogeiros,
em que se recoinmenda a miis restricta neatra-
lidade durante a guerra que rebentoa entre a
Fraafa e a Prassia e os paizes alliaaos, que a esu
prestam o coacurso de saas armas.Inteirada.
Outro desta cmara, pedindo autorisaijao para
despender pela verba eventuaes, at a quanlia de
2:000< no exercicio de 1869 1870, com o serv-
co do cemiterio, com 'despacho do mesmo presi-
dente, mando especificar e3sas despezas.Ao pro-
curador.
Outro do procurador fiscal, cora despacho da
presidencia de 6 do corrente, no qual manda in-
formar sobre a competencia que diz o mesrao
procurador fiscal ter a cmara relativamente aos
enterrameatos de miseraveis. A' coraraiasao de
oolicia.
Outro do contador, communicando que as oes-
pezas da limpeza da cidade, para que se marcou
a verba de 9c000{000, no 4o do, art. 2 da lei
provincial n. 901, excederam na qnanlia de.-..
2J4360, e que falu anda quantia de 1:000jl
para occorrer a laes despezas.Pegase autonsa-
io ao Exm. presidente, dando a razio desse aag-
ment de despeza.
Outro do mesmo, communicando quo tendo^a
cmara para gastar irais a quantia de 1:00W000
com as desperas que correm pela verba even-
tuaes, estas excederam na quantia de 18*396 e
que falta anda para occorrer taes despezas at
o ultimo de setembro corrente a quantia de
900JOOO.Peca-se autorisacao ao Exm. presidea-
te, motivando o excesso das" despezas.
Outro do engeaheiro cordeador, informando o
requerimento de D. Maria Garneiro de Souza La-
cerda Villa-Seca, n i qual pede iicenca para repa
rar as suas qaatro casinhas na estrada do Gaxan-
g.ladeferto-se.
Oatro do mesmo, informando contra o reqneri-
raento do visconde de Suassuna, no qual pede li-
cemja para reconstruir o seu trapicho denomina-
do do Pelournho, sito n? largo do Corpo Santo.
Indeferio-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmeme o
requerimento de Robert Leghlbon 4 G, no qual
pede lieenca para abrir ouira porta no oltao
do sobrado n. 136 da ra da Senzala Velha.
Conceden-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento do bario do Livramento, no qual
pede Iicenca para fazer os reparos necessarios no
muro e portao de sua chcara na Passagem da
Magdaleaa.Goncedea -se.
Outro do mssmo, informando favoralmente o
requerimento de Anna Joaquina da Coacei?5o, no
qual pede liceo$a para reedificar a san casa de
taipa na ra da Larangeira fregaeiia da Varzea.
Coacedea-se.
Outro do mesms, iuformando o requeriraentojde
Alvaro Augusto de Almeida, no qual pede licen-
tja para murar o seu terreno entre a ra da Sau-
dade e a dos Fervelros (hoje Sete de Setembro).
Mandn-se cordear.
Outro do mesmo, informando o roquerimento
de engenheiro civil Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro, no qual pede a entrega definitiva da obra
do muro da Cabanga, e o recebimento da ultima
preslacio do seu contracto.Mandou-se pagar.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Ricardo Jos Gomes da Luz, no
qual pede Iicenca para fazer alguns reparos ao
sobrado n. 98 da ra Imperial, cajos reparos con-
sistem era picar e rebocar de novo a frente, fazer
cornija, collocar cano internado para as aguas plu-
vias?, fazer de urna janella da frente porta e bo-
tar urna varanda, assim como correr o temado.
Goncedeu-se.
Outre do raesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Gandido de Jess Jordao Caldei-
ra, no qual pede Iicenca para construir ama casa
de taipa, com 30 palmos de frente e 45 de fundo,
dentro do seu terreoo aa estrada nova do Caxan-
g.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
requerimento de Ballhazar Goncalves Maehado, no
qual pede Iicenca para mudar a porta cocheira
que existe no moro da casa n. 1 da roa da Guia.
Concedeu-se.
Outro do mesrao, informando favoravelmonte o
requerimento do coramendador Jos Pires Perre-
ra, no qual pede Iicenca para fazer da sua casa
terrea n- 62 da ra da Imperatriz, ara sobrado de
dous andares com tres portas e competente va-
randa no andar e tres janellas no segundo.
Concedeu -;e.
Outro do raemo, informando favoravelmente o
reqnerimento do Sala'tiano Angosto Pimenta de
Sonza Peres, no qual pede licenga pira collocar
marcos de ti/ollo e cal na diviso do sea sitio em
Paraaraeirim.Coacedea-se.
Outro do mesmo, informando favoravelmente o
reqnerimento de Josepha Maria da Annunciacio,
no qoal pede lieenca para facer ama casa de taipa
no lugar do acode de Apipucos.Concedeu-se.
Outro do fiscal da regueila de S. Fre Pedro
Goncalves, remetiendo o eonhecimeoto da quantia
de 21/000 qae recolheu ao cofre da Santa Casa
de Mise icordia, importancia liquida da arremata-
cao de cabras apprehendidas na mesma freguezia.
Ao archivo.,
Oatro do fiscal da fregnezia de Santo- Antonio,
reraeteodo o conhecimento de 54000, que reco-
Iheu ao cofre da Santa Gasa de Misericordia, im-
portancia liquida da arrematacio de gado cabrum
apprehendida na dito freguetla.Ao archivo.
Outro da fiscal da frtguezia de S. Jos, remet-
iendo dous termos de infraccio de posturas, con-
tra Virginio Horacio d Freilas e Jos Lucio Lins
Ao procurador.
Oatro do mesmo, communicando o estado de'
ruinas em que se acba a casa n. 99 das Ciaen
Ponas, que propriedade desta cmara.Ao en-
genheiro.
Oatro do mesmo, communicando as difflcnlda-
dcs qae se encontrara ao servico da limpeaa dos'
acoogues, e observando qae nio ha tempo par*
bem se fizer taes limpezas porque se talbam as
carne at as 6 horas da tarde, nio restaado fnais
trtnoo nenbura paraesse trabalho.A' commissio
do Matadouro.
Acerca do reqperimentos dos berderos do l-
ente- coronel Bernardo Antonio de Miranda foi li
do o seguate parecer :
t Para podermos d^r cumprimento a commn-
nicagio de que fomos incumbidos por esta cama
ra, a espeilo il Jos herdeiros do falleci-
do trnente coroael Bernardo Antonio de Miranda,
requerciiio que se ordene ao engeaheiro cordea-
dor. que faca a ddigenela possivel para saket e>
determinar qu la cmara man--
den I entre a roai
ex-engenaira
Dr. Giliai arremata uerro
Francisco Botelho de Andrade, e dando do resul-
^^KApprovado seja 4^^^^^^^^H
um parecer da c< (MNada
erar sobre os reques Mia
Benedlcu Gomes de Souza e o bacl iiano
Aagnsto Pereira de Carvalho, e ontros, para a
qoal foram nomeados os Srs. Dr*. Pitanga e Mos-
coto; estando rnente o ultimo assignaoo por des-
cordar o primeiro, o parecer concebido ana se-
guintes termos :
Tendo sido incumbido de procurar um accor-
( do com os herdeiros de Francisco Joaquim Pe-
reira de Carvalho e os do desembargador Fir-
mino Aatonio de Sonaa, tratei de examinar as
petigdea de uns e ontros e papis a ellas anne-os
e passo a narrar o que deprenendo desses pa-
pis, e das ioformagoes do advogado desla c-
mara a respeito de taes pretencoes.
Eip novembro de 1848 a cmara iotenjon ac-
f caoconira Francisco Joaquim Pereira de Carra-
ho, pela qnantia de'7:262306, em qtie'flcoo al-
i caneado o proenrador- Mello Paeheco, aflaocado
i por aqaelle : em l8S4a cmara obteve sentenca
i a seu favor, e pelos turnos, demoras e inciden-
i tes da jostiea desde outubro de 1868 que a
causa est parada, por que o juiz relator man-
i dou que promovesse a habilitaco dos herdeiro?,
que na causa tivesse iDleresse.
t Em 18 de marco de 1859 o bacharel Aurelia-
t do Augusto Pereira de Carvalho ea raaior parte
dos herdeiros de Francisco Joaquim Pereira ?
Carvalho, vendem o sitio e casa de vivenda a
ra do Hospicio d. 2, hypothecada eamara
c para garanta da flanea dada pelo fallecido a
Mello Pacheco, ao desembargador Firraloo An-
tonio de Souza, sera reserva ou excepcao de ob-
t Jecto ou cousa alguraa. que se ache dentro do
sitio e casa para ji mais poder ser exigido por
elles vendedores, seus herdeiros e sucewsores
palavras texmaes da escriptura.
a Da mesma escriptura consta qae os herdeiros
vendedores deixaram cada nm sua quarta parte
a corresjiondente a 1600Q#0O0, que deviam a ca-
mar municipal e aos herdeiros da viava deMel-
chiade, para no caso de aflnal seren vencidos;
c o desembargador Firraino no pagar aos ditos
credores e no case de os credorescmara mu-
racimal e viuva de Melchiadesperderem a ac-
t ci, ser dita quantia entregue a elles herdeiros
< e vendedores, ou qualquer quantia que sobrasse
t depois de pagas as dividassao tambem pala-
vras textaaes da escriptura.
Ora vista desses trechos da escriptura pa-
i rece boa razio que quera venden a proprieda-
a de e recebeu o valor della, nao tem mais direito
t a ella, por que cedeu-o com todas as formalida-
c des que em direito se requerera, aoutrera : mas
t como nessa venda ha una condicao, parece que
todos as vezes que o comprador der cumpriraen-
to i ella, tem feto o seu dever, salvo se ha al-
guma le, -que alias parece ser contraria a boa
razio, que mande o contrario disso.
O exarae da escriptura e das petic5es levadme
t a suppor, que nenhuma razio tem s herdeiros
t de Francisco Joaquim Pereira de Carvalho, de
t se apresentarem requerendo a esta cmara como
senhores do predio e sitio ra do Hospicio n.
t 2, quando elles ( qoasi todos os herdeiros) ven-
t derairr'e traspassaram a propriedade com lodos
os seus direitos ao desembargador Firmino An-
tonio de Souza, que sendo o senhor e possuidor
da propriedade o nico responsavel para com
a cmara pelo pagamento da quantia de......
a 7:262*306, que fisou depositada em sea poder
i
para ser entregue cmara quando ella vencer
a questo.
t Nao podendo por tanto combinar com o pare-
i cer do advogado, quanto a preferencia qae era
i igualdade de circunstancias se deve dar ao de-
i vedor, salro se elle se refere ao comprador des-
embargador Firraioo Antonio de Souza. ou seus
herdeiros, e ainda menos quanto condicao que
elle quer que se estabeleca ao cntratador de
i nao poder hever dos devedores mais do que o
i prego da cessao sem os juros decorrido3; e nao
podendo eu, lego como son as doutr as do
i direito civil saber se ha alguma le ou disposigao
r em que se funde o advogado para as?im pensar:
parecendo-me todava que ser nullo qualquer
contrato que esta cmara faga cora os herdeiros
de Francisca Joaquim Pereira de Carvalho, pois
elles j nao sao senhor 'S da propriedade, p r te-
i rera a vendido e passado todos os direitos que
sobre ella tinham ao desembargador Firmino
Antonio de Soaza, requeiro que se pegara ao ad-
i vogado as seguintes iuformac5es.
t !. Qual a razio ou le em que se funda para
coosdsrar o venddor da casa, e qae "bor tanto
. bao A mais senhor d'ella, cora, direito de prefe-
. reacia ao comprador e boje senhor e possuidor
da propriedade, que serve de garanta a divida
i da cmara.
2." Qual a razio por que nio mandou proce-
r der a habilitaco por parte da cmara, e se nao
< ench'i-gou r.issointeressepara a mesma cmara
e se julga uiais1 proveitoso a ella que a causa es-
i teja parada desde outubro de 1868, perto de 2
annos.
t 3 Qual a razio por que a questao posta era
juixo era 1848 al o presente ainda nao fo deci
dda, e se isso depende nicamente de causas
t estrauhas ou de falta de activdade dos procu-
t radores da cmara munlipaL
Pago da cmara municipal do Recife em 14
de setembro de 1870.-Dr. Lobo Moscozo. -
Approvado, e que se reraettesse ao advogado.
A commissan de saude examinando a questao de
que se oceupam Pedro Alexandruo e Jorge Ave-
lar, que se julgara encommodados pela existencia
da relinacao estabelecida na ra de Marcilio Das,
re olveu-a por mutua convenci entre elles e o
dono da relinacao, que se obnga a elevar o tubo
do boeiro de modo a nio entrar fumo na casa dos
queixosos.Approvado.
Fo lido um parecer assignado pelo Srj. yerea-
dores Pitanga e Gameiro, em apoio ao requerimen-
to que fez o Sr. vereador Moscozo, para se abrir
urna trada da Ponte de Uchoa para a nova ma
triz da Graca.Approvalo, e que se pega do pre-
sidente autorisagio para "contratar a desapropna-
gao do terreno.
Outro da commissio de polica, approvando as
contas de compra e venda de farnha aprsenla-
das pelo fiscal da freguezia da Boa-vista, Jerony-
mo Jos Ferreira.Approyado e que se ottlcie ao
presidente pedindo-se autorisagio para approva-
gio desta coota, e para qne se posa carregar na
verba eventuaes o prejuixo que bouve.
Um requerimento do bacharel Francisco Augus-
to da Fonceca e Silva, pedindo de novo que a c-
mara levante o embargo opposto a exhumagio dos
L restos raortaes de seu finado pai.A commissio
de cemiterio. .
Despachararn-se as petigdes de Antonio Pinte de
Barres (3), Antonio Joaquim Lopes de Carvalho,
Alvaro Augusto de Almeida. Bento Martins da^Sil-
va, Bartholomeo Francisco de Souza e entres, ban-
dido Theodoro Rodrigues Pinto, Gongalves Lopes
k C, Gabriel Pereira Smoes, Dr. Ignacio Firmo
Xavier (8), Ismael de Almeida Leite, o engenheiro
civil Joaquim Pires Carneiro Monteiro, Joanna Ma-
ria da Triodade, Jorge de Abre j Lopes Gama, Jnio
Cavalcante Lamenha Uns, o capitao Jos Car-
los Manso da Costa Res, Joaqoim Alves da Silva,
Luiz Eduardo de Hollanda, Manoel Martins Finza,
Migael Francisco de Oliveira, Maaoel Antonio ce
Jess, Manoel Marques de Lemos, Pereira A Ir-
mios, o prefeito de Nossa Senhora da Penha, Ri-
cardo Jos Gomes da Luz, e levantou-se a sessao.
En Lourenco Beeerra Carneiro da Cunba, secre-
tario subscre vi.
Declaro em tempo que o Sr. vereador Moscozo,
reclaroon que era um requerimento e nao parecer
o que foi apreseotado por elle como memoro da
commissio nomeada para tratar do accordo entre os
herdeiros do finado coronel Francisco Joaquim Pe-
reira de Carvalho.
Eu Lourenco Bezerra Carneiro da Canoa, o de-
clarei.
Ignacio Joaqum de Souza Lea, pro-presidente.
Dr. Pein 4e Akayie Lobo Moseoto.Jos Marta
Freir Gameir*. Ignacio Pessoa da Silva. Dr.
Prajuei Qomet t Souxa Pitanga.
ros e hospicio dos alienados os quaes cora
mais numeroso gastaram apenas 396*710
B que em manteiga despeaden-se no asylo du-
rante o referido mer de junho coa 105 pessoas a
quantia de 188, quando o hospital Pedro II com
mais de 272 pessoas gastou 119*. .
t O qae acabo de dizer raostra-se da certidio
junta, passada pelo escrivio da Santa Casa. >
O Sr. provedor sendo o primeiro (ou ulvez o
nico) que desconfiado eonceito qae merece a saa
honrada palavra, nio prescinde do reforc da cer-
tidio do escrivio da Santa Casa I Tudo quanto
allega sujeita a confirmacao do referido escri-
vio!
Felto este reparo, direi ao Sr. provedor que, era
relagao a insistencia em fazer raengao do donativo
de Sr. bario do Livramento, nio careno dar outras
explcagoes alm das qae tenno dado em outros
artgos; e por isto s tomare em eonstderagao os
demais pontos do sea offlcio.
Aiada ao seu proposito de deafazer o meu argu-
mento de qae nos lazaros a despeta diaria-de cada
pessoa era superior a que s faza no asylo, rea-
nio-o ao hospicio aos alienados, e contiouou a fazer
com para coes!
Mas, foi o proprio Sr. provedor que se encarre-
gou de demonstrar no seu anterior offlcio, qne o
asylo comprara a carne de qae precisava por
maior prego de qne os outros estaoeleciraentos
cargo da Santa Gasa, todo foroccidos por meio de
contrato lavrado na competente secretaria.
No meu precedente artigo, por miaba vez, de*
moastre a improcedencia da censura feita por S.
Exc. a este respeito, e fiz bem sensivel a difieren-
ga que se d entre a alimentagio que recebiam os
mendigos os recolhidos aos lazaros e hospicio
dos alienados.
Portanto, se o asylo pagou mais eara a carne
qne consumi no mez de junho, e deu durante elle
alimentagio muito mais ahondante que es outros
estabelecimentos que o Sr. provedor poz em com-
paragio, fura de davida que a sua despeza de-
vera ser maior, e qae s para insistir em circuas-
taucias sem valor, foi que S. Exc. soccorreu-se
mais a este argumento.
Que a alimentagio que se dava no asylo era
mais sia e abundante do que a que recebem os
recolhidos aos estabelecimentos a cargo da Santa
Casa, veriflea-se no mesmo asylo, depois qne este
cahio na gerencia exclusiva de referida Santa Ca-1
sa, e passou a ser suprido por contratos feitos na
competente secretaria.
Reduzindo os asvladosa ama ragio escassa e qai-
g insuficiente, se" ha de necessanamenle reduzir
a despeza consideravelmente.
Da despeza cora maateiga feto no atylo, com-
parada com a do hospital Pedro II, nio se pode
deduzr argumente proveitoso ao fim do Sr. pro-
vedor.
E' preciso nao ter-se em altengio as cousas,
para aceitar-setal argumento.
Uma casa de enfermos nio pode consumir a
mesma qmatidade de maateiga qae ama casa de
pessoas sidias, erabora seja o sea pessoal de me-
aos de metade.
No hospital Pedro II nio se d maateiga a todos
os enfermos, nem suficientemente quelles que
della podem farer uso.
No asylo, nio dava-se isso, nao obstante nao se
consumirem os 80 rs. diarios por cada pessoa, que
marca o regulamento interno. Em vrtude deste
regulamento, pod!a-se ter gasto no mez de junho
a quantia de 252*, com 103 pessoas, e segundo
diz o Sr. provedor s se despendern! 188*.
Alm de que a alimentagio quj se da aos enfer-
mos no hospital Pedro II, tio escassa, que todos
que d'ali sahem, queixara-se da sua insuficien-
cia.
Prosegue o Sr. provedor no sea offlcio:
A vista do que flea expendido, neste e nos
precedentes offlcios, parece-me que nio deixei de
ser verdadeiro, quando ao fallar das despezas do
asylo no relatorio do Io de julho, as qualifiquei de
excossivas. Este excesso, que nolei, demonstra-se
peta redugio que taes despezas teem experimen-
tado sob a direegio do Dr. Oliveira Fonseca, se-
gundo se collige da parte do seu offlcio do 1 de
eorrente, constante da copia n. 2. >
O offlcio do Sr. Dr. Oliveira Fonseca, a que fez
referencia o Sr. provedor, diz que, nos 10 das do
mez de julho, separadas as despezas dos emprega-
dos das dos mendigos, despendu-se com cada um
deslcs 457 por da.
Esta despza diaria de cada mendigo, sem con-
tar-se os empregados, faz uma differenga para
menos da que se fez do 1 a 21 do mesrao mez de
julho (na razio de 702 por cada pessoa) de 245.
Esta differenga provm da alimentagio dos em-
pregados, inclusive o directore sua familia.
O Sr. provedor, porm, se quizesse expr es
factos com lealdade teria feto bem claro estarcir-
curastanca, de estarem as despezas dos mendigos,
na conta do Sr. Dr. Oliveira Fonseca, separada das
dos empregados, o que nio se fazia anterior-
mente.
Entretanto, farei ainda notar uma outra cir-
cunstancia, que se deprehende do offlcio do mes-
mo Sr. Dr. Oliveira Fonseca, qae a diminuigao
aa quaatidade da alimentagio.
Desse offlcio v-se que nu Asylo foi adoptado o
syslema de rages diarias, o que quer dizer ali-
mentagio foroecda por pesoe quantidades iguaes.
Este modo de foroecer alimentagio, dimiaue de
alguma forma a que se d sem coata, e aa razio
do que pode comer cada iadividuo.
Isto aao soffre contestagio.
Continuando, pede o Sr. provedor a presidencia
que tome em consideragio que, no sea relatorio,
fallando de despezas excessivas, nio as particala-
rsou como agora o fex, por ea o ter aggredido, e
elle carecer mostrar que nio loi inexacto, e ac-
rese enta :
E de mais, dessas mesmas expressSes nenhum
dez?r se segoia ao ex-directer, a favor de qoem
se podia allegar que a demasa argida na Despe-
za era effeito do tributo que elle, ao menos no pri-
meiro mez de exercicio, havia pago a inexpe-
riencia.
O que, porm, convioaa era que o mal nio
progredisse, e nio se tornasse regra, e a correc-
gio de um passado infeliz dependa muito da boa
vontade do ex-director auxiliado por algum mor-
domo experimentado da Santa Casa.
Nio*me conveneeu alada S. Exc que tivesse eu
necessidade de corregir passado infeliz no Asylo.
Anda hoje pens que o futuro daquelle estabele-
cimento prndese ao bom tratamento qne se dr
aos asylados; e da mesqaaharia da alimentagio,
vira o desagrado dos asylados, e s nesta posicio
licarao quelles que, por sua incapacidade physi-
ca, nio tiverem outro recurso. Os validos, capazos
para algum trabalho, nio quererio se conservar
all, e legalmente nio poderao ser a isto constran-
gios.
heuver na reaKdade recolhido, e para que ao de
pois oio se d ficticia sahida aos gneros nio re-
ceidos por meio de rages exageradas. >
Este trecho foi redigide com a intengao mais |
malvola ; encerra ama insinaagao de alcance
gravssirao, roas falba de lealdade e franqueza aa
arguigao que deixa, com palavras dnbias, apenas
transparecer.
En sou obrigado a explicar es fado,' de eonfor-
midade coro as ordens que del; mas desda qne o
Sr. provedor deixa escapar a suspeila, que en nio
devo considerar como uma leviandade perversa,
mas sim codo nacida das pesquisas que tem ti-
to, oio Ihe opporei por emquaoio contestagio.
Limilo-me a pedir-lhe franqueza, dizendo os da-
dos em que se firma para presumir sabidas, fleti
cias de gneros, referindo os factos como elles
sao. pata que eu saiba como bei de aprecia-los.
Ea que, durante o tempaem que fancewnoa a
assembla (de 29 de marco a 3 de julbo) sania do
Asylo antes ta entrada dos gneros e me recolhia
depois da hora dajeomida dos mendigos; nio tomo
desde j o empenho de contestar o Sr. provedor,
quero ver os dado* em que assenta sea insinua-
gio, para ver o valor que pode ter.
Antes disto, ponderarei que >e no Asylo nio se
fez durante o meu exercicio de director, fiscalisa-
gio por meio de mordomo da Santa Casa, nio te-
culpa, a culpa do Sr. provedor, e sobre elle
pesar a responsabilidade do abuso qne insina
ter existido.
E como prova, transereverei aqui um trecho da
informagio que dei a presidencia em data de 8 de
abril, qnando o Sr. provedor pedia para o Asylo
ser fornecido por meio de contrato feto na com-
petente secretaria :
E nio vejo, dizia eu, embarago e fiscalsagio
por parte da Santa Casa na circumstancia de nio
haver para a supprmento de generes a este Asy-
lo contrato feito na secretaria da mesma Santa Ca-
sa, e receber esta directora maiores quantias do
qoa recebem os empregados dos outras estabele-
cimentos, porquanto a fiscalsagio pe ser mni
efflcaz na inspeegio dos gneros, das contas e es-
crpturagio. O mordomo da Santa Casa que vier
a liste Asylo, e se dr ao trabalho de examinar
tudo pelo miado, que der instruegoes suas, nao
peder fazer uma fiscalisacio regular ? O meio de
fiscalisar 50*000 nao difireme do meio de fis-
calisar 50:000*000, assim naja boa vontade de fls-
calisar.
Esta informagio chegou as raios do Sr. prove-
-dolr, e por ella devera ter comprebenddo que eu
tiuha boa vontade idea de fiscalisagio por in-
termedio do mordomo, e at indicara o como se
devia proceder, mostrando assim desejo de sugei-
tar-me a todo o rigor da fiscalisagio, sera Ihe op-
por embaragos.
Mas o Sr. provedor qne auuca teve intengoes de
fisealisar, e s anhelara a satisfagio de seu ca-
pricho em ter o Asylo sob sua immedia'a subor-
dinagio nio deu -Ihe mordomo, e o abandonon
completamente.
Entio dingi-me a elle directamente com data de
28 de abril, pedindo-lbe a nomeago de um mor-
domo, nestes termos, como consta do offlcio por
S. Exc. mandado publicar .
i Oatro sim, rogo a V. Exc. se digne noraear
mordomo para este estabelecimento, nio s para
qne seja examinado devidamente, como tambem
pira orientar-me sobre coasas era qae nio quero
obrar por arbitrio proprio.
A' 6 de maio foi nomeado um mordomo, o Sr.
cpitio Amaro de Barros Correa. Se este senbor
nio era mordomo experimentado, e foi nomeado
por ser meu correligionario poltico, devo declarar
que nio ped ste favor ao Sr. provedor, e ao con-
trario, como disse uma vez ao Sr. conego Rochael,
desejava qne fosse nomeado o Sr. Floriano Correa
dft Brtto, por ser meu adversario e desafecto
gratuito.
' O Sr.capitio Barros Correa, comparecen no asylo
no dial2,examaoo-o,e mo fez sentir que tendo ali
eBiava em boa ordem e regular. Com elle combi-
ne contratar o fomecmento de gneros, o que nao
se realison pelos motivos qae j expuz.
Depois, encontrando-me com o referido modor-
mo, me disse elle que nio ia mais ao asylo, que
era melhor as cousas continuaren! como um, at
qpe votasse a assembla proviacial a separagao
desse estabelecimeoto da Santa Casa, o que entio
j eslava praposto.
, A vista disto tendo occasiio de tratar a presi-
dencia da provincia sobre negocios do asylo, pe-
di-lhe em 22 de junho que noraeasse uma pessoa
d|e confianga para examiaar o estado daquelle es-
tabelecimento e fisealisar a applicagio dos dinhei-
ros que recebi.
Parece que quem assim proceda t'raha desejo
encero de snjeitar o asylo a fiscalisagio regular,
nio quera que ali se dessem abusos, e traba
consciencia de que nio os havia praticado.
Entretanto desaltendldo pela presidencia e aban-
donado o asylo pela Sama Casa, ao depois de mi-
nha exoneragio que o zelo se excita, e vai at as
urdiduras, e manejos secretos, tudo isto com a ia-
tengio malvola de se me collocar mal, de al se
me calumniar, sem outro fim que nio seja vagar
despeitos I
E' notavel isto t
O Sr. provedor da Santa Casa, zeloso como se
mostra, podendo por si fisealisar o asylo, e deveo-
4o-o fazer por forga desse dever, negligenciou-o,
hoje me arge, seni ao menos doer-lhe a cons-
cieoca I
E quera nio v era lodo este afn do Sr. prove-
dor, era lodos os manejos que se tem empregado
nao zelo, nem cumprimento de dever; mas b de-,
sejo reprovado de fazer-me carga a todo o
transe t
Recife, 22 de setembro de 1870.
/. P. B. de Mello Reg.
PUBLICACOES A PEMBO.
Negocios do Asylo de Meadlel-
dade.
(sexto ornen).
O offlcio deque vou boje me oeenpar pree-a-
mente aquel e em qae a maligaidade tomou maio
res proporcd>s; pode-se dizer, a setta mais en-
venenada que o Bacn. 8r. provedor da Sauta Casa
de Misericordia me arrensesson.
Vou, pe, mostrar que, a erauito da toda a
maliguidade ceo qne foi redigido, valle tanto o
nenos qae os precedentes.
Diz S. Exc:
. Qne a ieaporttnaia e 495*180 de .tarne verde
consumida mi asylo dorante o mes de j,iobo, al*
da carne tacea oflsrecida pelo bae do Loramen-
lo, eonstitne ama somma superior a que" se des-
pendeu coa o nesaio genero no hospital \ w lau-
Mas, se o Sr. provedor, durante o lempo em que
exerc o cargo de director do referido Asylo, ti-
vesse mostrado o zelo que hoje inculca, a habili-
dade e geito nos interrogatorios secretos e as ur-
diduras sybilmas, e me feito convencer de que os
negocios all carecam correegio, e dirigido com
seas eonselhos e insirucgoes, encontrara em mim
a melhor voniade e inteira docilidade.
Nio o quiz fater nanea, abandonon o Asylo a
sua sorte, deixou sem inspeegio, e s por oficios
delle tratava, nb com o flm de zelar os seus in-
teresaos, e sim de obtr da presidencia urna randi-
Acacio Henal no regulamento de 21 de outubro
de 1869, que podesse desaggravar seu amor pro-
prio offendido pela creagio do mesmo Asylo sem
ser S. Exc. ouvido I Seu fim, pois, era todo de
represalia ao instituidor daquelle etabelecimento.
Se o Sr. provedor tivesse enmprido com o seu
dever de primeiro fiscal do Asylo, certameole ha-
via de ter reconhecido que nunca me falta dese-
jo de reparar os erros passados, tanto qae se al
gama vez me acontecer ;i Infelicidade de me ver
salpicado de sangue, por haver concorrido par o
asaassinato de algum Facundo, nio terei duvida
em fazer-me devoto para corngir esse passado in-
Ainda bem, que o Sr. provedor reconhece que,
em principio da orgaalsagio do Asylo, era preci-
so que en pagasse o tributo a Inexperiencia. Per-
ianto nao era muito qne este tributo fosse pago
por mais de tres metes, tempo em que as func-
goes de depilado a assembla provincial pertuba-
vam a insaeegao qae en devera ter sobre o Asylo.
E de mais, nm eetaheteeiment nov>, que se tem
de n entar, exige tempo e experiencia para flear
em condigSes desoja veis. Nio o mesmo n'um es
tabelecimento organisado, em quelba ordem e sys-
lema estabeleeidos.
Entretanto o Sr. provedor, com intengao ferina,
eonclue assim o sea offlcie :
A intervengio de ara mordomo nos estabele
i imenios para que n meado, no lodo proficua,
porqnaato elle pode verificar o numero de pes*
oaf qne se prsame existir nenes e>tabeleclmen
tos, examinar quaes as rages dadas a e'sas pes-
so; uantidade dos gneros comprados ou
fornecidf s ; limitar essas compras e fjrneciroea-
to8^fjconsumo de poneos das mandar consumir
de prafereacta oa gneros que sao de fcil corrup-
cao e sobretodo evitar quando os gneros que se
consone sajaeonwrados como snecedia no Asylo,
para qae nio se figure entrar para os estabeleci-
mentos maior porejto de gneros do qae a.qae se
O Colaborador d'este Diario em sea artigo de
23 do corrente, parecendo querer desviar a opi-
niio publica da conviegio qne geralmente se vae
formando da verdadeira causa da morle dos ir-
ruios S e Albuquerque, relato o Tacto da moles-
lia de um sobrinho dos fallecidos como em todo
semelhante, sem que para isto os mdicos que as-
sislirara uma conferencia, revelassem a menor
suspeila de envenenamento.
Como prova de saa asseveragio publicou o de-
poiraento do Dr. Sarment, no qual este distincto
chymico faz uma minuciosa confrontagio emre os
symptomas observados na molestia do tenente-co-
ronel Joio de Siena de ^eu sobnnhi Ernesto,
ooncluindo por dizer qne ha entre os dous casos a
mais completa semelhaoga.
Para o flm que o Collaborador teve em vista,
reveloo muito tino era dar Inz sraente a opinio
do Dr. Sarment, mas para bem esclarecer a opi-
nio publica seria mais conscentaneo qae fossem
publicados os depoimentos de outros mdicos, para
habilitar-se o leitor a formar por si um julzo em
questao lio melindrosa.
Os facultativos que assstiram conferencia do
Sr. Ernesto de S se nao gosaram da aura que cer-
ca o nome do Dr. Sarment, sio todava mu con-
siderados n'esta cidade pelas provas que tem dado
de suas habilltacdes, sendo que merecer de omi-
tas familias conn>nga superior aos chymicos mais
apregoados; e assim julgamos coaveaiente, depois
de algamas ligeiras coasideragoes acerca de ar-
tigo a que nos referimos, fazer publicar ses de-
poimentos.
Notamos que o Dr. Sarment s fizera a con-
frontagio dos symptomas Observados no Sr. Ernes-
to eom os do tenente coronel Joio de S, nao se
dando igual trabalho com os do Dr. Victoriano.
Vimos que os tres mdicos, com o proprio Dr.
Sarment consideraran) unnimes os incommodos
do Sr. Ernesto cora intoxicacao paludosa, e que
os Drs. Sarment e Aquino deposeraro na polica
que os dous tos d'este senhor baviam fallecido de
febre typhica; e, segando estoa informado por
pessoa muito competente sao censas mni distinctas
intoxicacao paludosa e febre typhica, logo nio
foram os tres duentes atacados do mesmo mal, se-
tundo se deprehende das palavras do proprio Dr.
armenio.
Molestias ha, creio eu, que, sendo diversas em
sua natureza, manifestara todava grande seme-
lhaoga em seus symptomas.
Lendo os depoimentos dos Drs. Estevio e Ramos
estamos eertos que estes senhores nio deixa
riam passar oa conferencia qne assstiram, a
opiniio de seroelhanga entre os tres casos em
ijuesti i, mas de tal nao se tratou entio, e apenas
se assentou que o Sr. Ernesto manifestara us ef-
feit s de uma Intoxieagio paludosa.
O Ilustre Collaborador do Dia'to nio foi bem
Informado quando disse qne a familia S e Albu
qurrque julgando os antagonistas do Dr. Sarment
mi questao o envenenamento impotentes para n
tutu scentifica, qve se dte abrir sobre o resulta-
do dos ex'imet medico-legues, mando conselho
de seu adrogado, segundo dnem contralor o Dr.
Souto na Baha, para vir at esta capital discutir
e sustentar sua opimao ende ten* collegas.
A familia S e Albuqurrque protesta contra un.
tal insulto bogado em seu nnma mdicos liivdis
nelos, pois nunca peosou em mandar convidar o
Dr. Sonto para tomar parte em tal ds 'us-o, es-
tando convicta de que a eao>a da verdade qae elles
sustentara ha de ter justa dele xa por parte de al-
guna mdicos d'esta cidade, qae oio de ter empe-
nho em qne se faga a luz em nm negocio, que tab-"
tos eseriptores procuran envolver em trevas.
O que ha, porm, de positive, acerca dos Drs.
Souto e Sadr, o seguate : apenas ttmilia Sa
e Albuquerque revela opinit dos mdicos da
Babia, eonstou-lhe qae o Dr. SatmeTito blasonara
por toda a parte, ser inexacta aquella asseveracao
entio um doaOilbos do teoeate-eeronel Joao de Sa
esereveu quelles Ilustres medices pedindo suas
opiasBat porescrfpto, a flm ae, fe preciso fosse,
fazer ealar essas intxaetiooe?, ao que elles d bom
grado annuiram. .
Quanto ao que di s o ColUborador do Diario
acerca da valiosa e dogmtica opiniio do Sr. Dr.
Francisco do Reg Barres de Laeerda para pro-
var a denudado da molestia do Sr. Ernesto com a
de seus tios, julgamos qne isso serve apenas para
denunciar o mo terreno *em que a parcialidade
collocou o autor de tal correspondencia, abandonan-
do o depoimento dos Srs. Drs. Ramos, Estevio e
Portella, para apeear-e de ama pessoa que,
com quanto casado con a irmia dos ara. Ss, to-
dava leigo era materias medicas.
Ora admira que cinco mdicos assistndo quoli-
dianamenle molestia dos irmaos Ss, nio podes-
sem formar um diagnostico eerto, com se v dos
depoimentos da polica, emquanto que o Dr. La-
cerda, antes da conseferencia, assegurava, como
declaran e Dr. Sarment, ter certeza da iiVntida-
de do mal. Para isso claro est, que era preciso
conheeer os symptomas caractersticos do mal afim
de estabelecer a identidade d'elle.
Logo o Dr. Laeerda codilbon os cinco mdicos.
Cremos, porm, que S. S. nio se animara a fa-
zer semelhante' declaracio ao Dr. Sarment, desde
qne sua consciencia e bom censo revolassem-llie
a falla de competencia para se ingerir n'essas ma-
terias. Assim como tambem nio podemos aceitar
como exacto ter o Dr. Laeerda dito que havia
acompanhado e estndado a molestia de seus fina-
dos cunhados, desde que sonbemos que apenas
elle os vira poucas vezes e de relance.
Aehamos, pois, qne o autor do communicado
quando voltar imprensa nio deve continuar a
fazer asseveragoes inverosimeis como estas
Abaixo transerevemos os depoimentos dos Drs.
Ramos, Estevio e. Portella para os qnaes chama-
mos a altengio dos nossos leitores.
Depoimento do Sr. Dr. Ramos.
Perguntado se, na conferencia que fueran) i
Ernesto de S e Albuquerque, reconbecen nelle os
mesmos symptomas que apresentaram os finados
tenente-coronel Joio de Sa e Dr. Victoriano de
S, e qual foi a deci io dos mdicos em conferen-
cia avista dos symptomas aae apreseatava este
doenle ?
Responden que nio, qae nenhuma semelbanea
achou entre o caso presente e os dous citados; e
que na conferencia se assentou terminantemente e
?em cousa que deixasse a menor duvida: qae
ludo qae o doente apresentara eram effeitos de
uma eachexia paludosa.
Disse mais que rile que foi o assistente do mes-
mo Ernesto, em um periodo desta molestia, canhe-
cedor de sua marcha desde o principio al o dia
da conferencia, nio pode de modo algum admittir
tal seraelhanga, sendo o caso presente conhecido
e satisfactoriamente explicado em todos os seus
sympicmas pela sciencia.
Disse que quando foi chamado ha crea de nm
mez para tratar do mesmo Ernesto, que naqueUe
di:> ti nha chegado doente do engenho Guararapes
onde saa residencia, o encontrou cera muita fe-
bre, uma itericia geraL augmento consideravel de
figado e do bago, vomito bilioso, que soube entio
que havia talvez 15 dias que o doenle solTria de
uma febre complicada mais ou menos de vmi-
tos, e que, nio tendo cedido no engenho aos medi-
camentos empregados, viera para o Recife afim de
se medicar, e que nessa mesma manhaa fra a
casa do Dr. Sarment, sem febre, e qne elle diag-
nosticara uma inflamago do flgado e bago, (como
e mesmo doulor nos asseverou na conferencia ha-
vida) receitando-lhe entio um emplastro de vigo
ou de cicuta, e amas gottas amargas.
Que, encontrando o doente no estado em que
cima discrevea, maadou-lhe applicar em conti-
nente nm largo vsicatono sobre o flgado e um
purgante de calomelanos, com que o doente roe-
Ihorou, principalmente dos vmitos. Que conti-
nuou no tratamento talvez por uns quioze das,
empregando os meios que molestia exiga, es
quaes nao pode minuciosamente expr por nao ter
agora presente na memoria, mas recorda-se hera
que a molestia apresentava accesos separados,
ora por franca Intermitencia, ora por simples
intermitencia, e qae nestes periodos empregon a
quina e o sulfato de qoinino, e com estes meios o
mal cedeu completamente, tendo desaparecido a
febre, a ilirics, o engorgitamento do flgado e do
bago, e reapparecido o apetite, chegando o doente
a readquerir torgas e apresentar bom semblan-
te ; que, contra seus eonselhos, foi o doente para
o engenho onde tinha sido accooim3ttido dessa fe-
bre, e no mesrao dia que ahi ehegou ella reappa-
receu complicada com os vomto9.
Tres dias depo9, vollando elle ao Recife, o man-
dou chamar para o examinar e que entio q acheu
cora bastante febre, queixando-e frequentes vezes
ser accoramettido de vmitos ; receitou-lhe uma
limonada de citrato de magnesia, tomada era pe-
queas porges, e inde visito-lo no dia seguinte
por crea de quatro horas da tarde, o encontrou
sem febre, dizendo-lbe que o purgante produzio
bastante effeito, e que os vmitos tinham cessado.
prescrevendo-lhe pillas de sulfate de qoinino, e
JisseIhe que o mandasse chamar nocas de reap-
pareciraento da febre; que depois disso s leve
ncticia do doenle uns quatro das antes da confe-
rencia, por Ihe baver dito uro prente do mesmo
qne o doente se acha va no engenho S. Franotsco,
da Varzea, em estado muito grave.
Depoimento do Dr. Estevao.
Perguntado se. na conferencia que fizeram
Ernesto de S e Albuquerque, conheceu nelle os
mesmos symptomas que apresentaram os finados
lenente-cronel Joio de S e Dr. Victoriano de
S, e qaal foi a decisio dos mdicos em confe-
reaeia avista dos symptomas que apreseatava este
doenle ?
Respondeu, que nao, quanto i primeira, e quan-
to segunda que foi diagnosticado por todos que
o doente Eroslo de S estova soffrendo de ama
ioloxicagio palodosa.
Depoimento do Dr. Tortella.
Perguutado qaaes os symptomas que observe u
aa conferencia que fizeram ao doente Ernesto de
S e Albuquerque, e qual a decisio dos m-
dicos em conferencia respeito da molestia do
doente ?
Responden que os symptomas que observou fo-
ram sem duvida alguma de intoxicagio paludosa,
diagnostico buscado nos antecedentes e no estado
actual do me9mo seohor. Ha cerca de dous me-
zes foi este senhor tratado de febre intermitente
ou antes remitente, por dous collegas que Ihe
administraran! preparages ante-peridicas, re-
coaheceado ingorgitamento do bago e ligado eom
derramamento de bilis; cedea esse estado por al-
gum tempo e reappareceu urna segunda vez. Pre-
sentemente, isto na conferencia que assisto,
achou Ernesto com alguma febre, fraqueza geral,
ponto doloroso na parto media da espinha verte-
bral na da mais importante no estado actual, ex-
cepto os symptomas communs todas as molestias
agudas, como seja prda de apetite, mo estoma-
go e'c .
Fallando em primeiro lagar na conferencia por
ser o mais mogo dos mdicos presentes, emiti o
sen diagnostico de intoxicagio palndosa, que foi
aceito pelos outros collegas; apenas nm delfes no-
tando que havia sememanca da molestia por elle
observada com um estado complexo a qne dio o
a me de beriberi, conviado aflnal que na sua po-
sigio particular entoxicagio paludosa e beriberi
sio molestias idnticas.
P. S J estova para remetler este pequeo ar-
tigo para a typograpbia, quando no Diario de 27
do corrento depara com nm interetsanle artigo,
ou antes, nm complexo de mentiras: em respecta
cumpre-me dizer o seguinte: ....
Pedimos aquella distincto esenptor. digno suc-
eessor do Quareima, que era suas mentiras nio se
afaste Unto da verosemelhanca, porque os Drs.
Nabuco eArminio nunca estiveram no engenho
Guararapes, e o conselheiro Silvetra de Souza,
depois da merte dos irmos Sis, nao fui ama so
vez ao dito engenho.
A' vista do nosso pedido, esperamos qne s. S.
nio continuar a escrever desses artigo para e
publico, porque elle produziriam efleito te fossem
publicados em o Io de abril, porm, para entre
qualquer dia, sio mais que improprios.
Tto Ki*.
Recite, 28 de setembro de 1*70.
Senhor correspondente de Liberal, %W
te ve o arrojo de cortar r da jutuica d ac-
tual vigario capitular, respood -roe. qoal
ser o juiz que se possa Hviar das ferinas
lingoas apando o Primiro jah ni* se pWe
iivrar ? E dilHcil trela a de ii-lar am sj-
lema chjcaoisU e desarrasoawl d'aquellas
partes que, cerrando os olb a brilbaute
luz da justica do Exm. Sr. vigario capitu-
:
t
4
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It


DttW de PrdMMbttoo &*U tom, 20 de Sfeacoro de -Wp.
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lar, cooijfo Jlo Cariiosuno, e
pericia, o abra ms trevas di am-
rtiao e do tapate, qaa lae desvara o es-
pirito e the parverta o eateadjrieato. N5d
posso deixar de r-lhe ao eacottro, para
que a ras iojasta correspondencia, no seja
. acredidada, senSo por mira, aera muitas
oatras peasoas que o conhece, pelas de boa
f, qae longe de bem coaaece-Io, pdem
sappr qiie a verdade e i raio est cora
Y. S.
Seria melhor e mais lotmvel V. S. ter
cedido de boa vontade sea zelo, seaao
capricho, i sua madrasta ; -porque, assim,
ompria com o sagrado de ver da obediencia,
e, fatia o publico acreditar ser V. S. ho-
mem cordato, do que tentar ferir a rectidao
d'aqusile jaii que tanto se esmera pela luz
da boa razio.
V. S. pode flcar certo que boa adunis-
tracto do Sr. vigario capitular esti inheren-
te do boa conceito publicj, e sua cor-
respondencia longe de ser acreditada.
Recife, 37 de eeteoabro de 4870.
S.
da sua Joio loi, qae nao quix redtetter ao juizmunici-jBrigue
pal, no reca fundado ma duvid de qae aquella | BrigaetWM
[flella Figueirensfiem.
ur.otti.
Pernambaco, 28 septembre
1870.
Mes ehers compairietes.Vous comais-
sez les nouveiles qae nous a apportes le
courrier d'hierl Notre dvonement doit
s'accroltro daos la mesare des douleurs et
des dangers de la patrie nous ne pourons
contribuer qu'avec de Pargent an soulage-
meot des misres occasiones par l'iovasion
de notre pays; prodtguons le. Pars forti-
fi ne se reodra pas, soyez-en surs, et la
lutte n'est pas fioie. Montrer a notre ad-
mirable arme, aux citoyens qui, de Joules
parts, viendront moonr sous les mors de
Pars, oucbasser ltraoger, qae noassom-
mes avec eux et de tout notre coeur, c'est
lee encourager, c'est produire un elet mo-
ral suprieur tate aide matrielle I La
colon ie francaise de Para vient de m'envoyer
4:7430000, celle du Cear 1:0000000. La
deuxime liste de la souscriptioo de ce coo-
olat s'ive a 1:2443000; ajoutons encor
ceschiffres. Je m'incris personnellement
poar 2000000 dans la nouvelle souscrip-
tioo. Que cbacun de vous dans la mesare
de ce qa'il peut, se joigne moi ? II ne
saurait y avoir parmi nous d'opinion politi-
que. Empire, royanme, rpublique, que
noas importe ? Nous ne connaissons, noas
ne voalons connaitre que la Franee eovabie,
la France qu'il faut dlivrer la France pour
laquelle ses enfants a l'traoger sont prts
touts les sacrifices. Apportez moi ce que
vous vondrez, si peu que vons vondrez,
mais apportez moi tous quelque chose et,
au nom de la France, dont je suis sur d'tre
l'interprte, je vous remercierai et vous
benirai teus!
Votre tres affectionn compatriote.Os-
min Laport.
Ser una prophecla ?
Pedemnosa transcripto do seguinte trecho,
publicado em o numero 17 do Catholico de 5 de
junho prximo Ando :
< "Ser urna prophecia ? Lemos na Unidade j
Catholica de 19 de abril : Porque nao se falla de
Deus na aova conslituigo do imperio francaz?...
Basta-nos s este fado para dizer-mos que a nova
constituicao francezi approvada pelo senado, vo-
tada pelo povo, nao lia de durar um anuo. iepa-
rem bem no vaticinio que escrevemos luje, terga
feira depols da Paschoa de 1870.
Nao somos propbetas, nem filbos da prophetas,
porm com a f no coragao e com a historia na
mao fcil o prenuncio...
Da constituicao feta na quareama passada, dis-
cutida nasemaaa santa, votada no lempo paseboal,
nao ba de ficar um artigo quando chegar a Pas-
choa de 1871,
A nova constituido patrocina os principios de
1789, mas nao patrocina nem pode patrocinar a
si mesma nem ao imperio, nem ao imperador; e a
tormenta da revolucao que nunca cessa, ha de
expelitr da Franga, no espago de um auno, o im-
perio e o imperador.
juiz o conservasiB preso, orno devia, Laurioo Pa-
cota pronunciado em furto de cavailo 4j ex jiU-
delegado (conservador) de Afogados Antonio Xa-
vier, tem encontrado no subdelegado Joio Jos
jama e tao descarada proteegio, que mora de po-
Weo na mesma raa II
Francisca Pajeo, hornera de mos costames apon-
Udo pelo ded da oainiio publica como o fiagello
dos fazendeiros, pelos grandes prejuizos que Ibes
caasa em furto de gados, outro querido pro-
tegido do mesrao subdelegado, qae nada teme por-
que est em iua pioa e 6 veremeio I
Manoel Ferreira Sobral, criminoso na provincia
da Parahyba. teve tanta importancia, qae foi ins-
pector no lugar, e sen crine em vez de ser motivo
para ter recolbido cadeia, servio de valiosa re-
eommendaeo para seaerhaate emprego, exornan-
do esse cargo at o dia o dia 15 de Janeiro, quan-
do tai preso pelo subdelegado suppiente Braz
Lopes, o qual no dia seguate foi brutalmente ti-
rado pelo actual protector do poder da guarda,
e conduzio para sna casa como nm cidadlo, e
boje mora no Brojo da Lage com a mesma pro-
teceaol
Um pobre matuto soffreu nm tiro, que loe des-
techara ama escolla que bnha esse subdelegado
na roa, e que servia de insultar os transentes.
O crime flcou impane, e o criminoso contina na
mesma santa paz, de que s deve pagar o cidadlo
pacifico e honesto I
Entregar a subdelegada a semelhante homem,
foi tao geral reprovacio publica, qae bem signi-
ficativo o facto de terem alguns inspectores do dis-
trieto immedmtameote deixado os seos lagares I
Sis teeteeauahas das fados qae deixo escriptos,
todos os moradores do logar; porm como espero
que o governo mande, como de justiga, raspn -
sabilisar sea subdelegado, aprsenlo as segnintes
testemunbas :Agostinbo Nogaeira de Carvalho,
Andr Pereira da Silva, Antonio Xavier Becerra,
Lucio dos Santos Pessoa, Joo llrate da Cruz,
Severino Ferreira Neves, Joaquim Pereira da Sil-
va, Francisco Ignacio Barbosa, Marco Pacheco de
Siqueira, Jos Leandro.
Assnmo toda a respoasabilidade do que deixo
eseripto, e voltarei imprensa para ir dando coota
a o publico e ao governo do que fr occorrendo
semelhante respeito.
Povoacio dos Afogados de Ingateira, 88 de agos-
to de 1870.
Flix Ferreira de Siqueira.
Patacho ioglezJestie
SECEBEDORlA DE RENDAS INTERNAS 6E-
lirUK3JE PERNAMWJCO. i
endimeo*dia 1 a 18. 43:707*435
idem.dojdja 9........ 84U714
44:519I49
Idesu heroica
dad
e bella cid
! tflMJ
idor do ver*^'
MOVIMENTO DO PORTO.
Nwio lahido no ita 28.
Mamanguape Vapor brasileiro Cururipe, com-
mandants Jos H. da Silva, carga differentes
gneros.
Navio* entrados no dia 29.
Bahia9 das, hiate portanuez Novo S. laurengo,
de 111 toneladas, capilao atanoel Antonio Viei-
ra, eqoipagem 7, carga 7800 arrobas de carne ;
Thwoaz d'Aquino Fonceca & C.
Aracaty ,. 7 das, hiate brasileiro Nossa Senhora
dos Navegantes, de 65 toneladas, capitao Anto-
nio de SooM Castro, equipagem 7, carga algo-
dao e sal; a Barlholomeu Leurenco.
Navios sahos no mesmo dia.
A&s P'cuaa norte-allemaa Johanna, capitao
C H. M t, em lastro.de areia.
dem Ei ia norte-allemaa Catharma, capitao
C M. AU,/.
na doastadora guerra entre a Prossia a
odacto foi repartido entre al
nacionalidades.
nnm seD que aeve ter lutado a companhia alm denlo ser o
tempo proprio, diversas cousas se Ihe anttmpoe,
ues como a caresta de ludo quanlo se faz noces-
sano a vida.
Temos observado o njerito artstico da cornos,-
nma, e podemos afflancar que digna da nossa
tima e consideracao ; assim como da nossa pro-
Rogamos, pois; ao brioso povo desta capital, aes
respeitaveis corpos do commercio, acedemietr e
*s "naia classes da soeiedade, qae sempre,
em todas as occasioee tem dado as mais bellas
provas do sen patriotismo e benevolencia, que se
aignem concorrer no supracitado da, se nao ehuv:
rer, com sen bolo, atim de soavsar a sorte pr*.
canadesse ncleo de artistas, certo de que en-
viaarao tndo ao sen alcance, para bem agrada-
reui ao publico e mostrarem-se agradecidos.
Assim esperam algnns amigos.
Haver um trem especial da Soledade
Apipnccs.
Prego 'de entrada 1 000 por cada pessoa.
807 II
ns objertos oa pa-
v anaci no leilao
EOITAES.
Ao Es.ni. Mr. presidente da pro-
rela.
Venho a imprensa denunciar o proced ment
violento e brutal, que acaba de ter para commigo
o bem coohecido vendelbao deste districto Joo
Jos da Silva, que com pasmo geral acha-se oceu-
pando a subdelegacia I Baldeado esse anaphabeto
dos ps da serra de Colonia nesle lugar, onde ap-
parecera nao a multo tempo, em sua baixa pro-
iisso de almocrevar, sem for^a moral, e protec-
tor publico de criminosos, era o mais improprio
para ser subdelegado.
Son opposicionista, porm, fago a devida justica
ao governo declarando, que se elle conhecesse, que
tal era o-homem, nao Ihe confiara semelhante
cargo. Qui) semelhante, e tao desacertada no-
meacao, apenas nm desses actos de boa f, que
se dao no dominio de todos os partidos, e que
prevalessem, em quanto nao se tornam conhecidos
do peder a quem incumbe revogal-os. E hoje,
qae todos os partidos, renunciando os escndalos
de proteccSes inconvenientes, procurara moralisar-
se, confiando o poder as pesoas habilitadas, a es-
colha dsseJoao, s pode passar como um so-
nho infeliz, que se dissepava, ao primeiro desper-
tar do governo. E' o qae espero e toda a popa-
lacio do termo.
Eis o qae hoave.O tenentecoronel Joao Vieira
de Mello, deu-me procuradlo para cobrar nesle
termo os mpjstos provinciaes, que os rematara,
incumbilo ao tal Joao de enviar-lhe os dinheiros,
que Ihe fosse entregando, quando directamente
por mim nao Ihe podesse fazer as remessas. Nesse
p estavam a< cousas, quando retirando-se para
Europa o Sr. tente-coronel, em sua ausencia,
arrogase o Joao a competencia exclusiva da co-
branca, suscitando conflictos, e prejudicando a
gravemente, porque os eontribuintes na duvida de
pagarem a mim, ou ao subdelegado, ao exhi-
mindo se I Para nma terminacho pacifica a seme-
lhante situacao me dirig no dia 20 do corrente ao
subdelegado", e li;-Ihe sentir, que era eu o compe-
tente para a cobranza da qual entretanto desesti-
ria logo, que me appreseniasse outra procura cao,
que levogasse, a que me fora cooliada; e que era
preciso qae isto licassedicidido de maneira a evi-
tar aquellos prejuizos, -que io em progressivo aug-
mento.
Tanto bastou para qae elle, mais urieso, qae
confirmado possesso, em horrivel exploso de gri-
tos, insultos e ameacas, estpida e grosseiramente
rae njunasse, em desabrida linguagem bocal, cujas
insolencias assim terminen.
c Sou veremeio, fui alumiado subdelengado, e
toa em minha pica, e s o deixo cobra a dispois
qae aos desabus nosbracamate I! I
Assim maltratado e violentado em presenca do
muito pjvo que havia no logar por ser occasio
de feira, retirei-me e abandonei a cobranca dos
irapostos, na resoluclo de pedir ao governo nm
freio, qne ponsa contr esse sea a gente desvaira-
do e Insolente Anda a bem pouco tempo era
elle o humilde almoereve, qde se desfazia em mil
agradec meatos ao entregar as eargas e receber os
fretes; hoje porm o, valentio, qne araeaee com
es bracamate. Nao a muito tempo era aquelle
menino, que vindo do Recife de pes no chao tan-
gendo dnas eargniohas de agurdente, seboso,
enaazeabanda, como de ordenarlo sao os que se
dedicara a semelhante raeio de vida, tendera a
calosa e pardavasen mo a mea pai.o capita> Luiz
Ferreira pediado-lhe uns vintens para matar a
fomeoo resto da viagem no que fora attendido ge
nerosameate, porm boje o asseadessirao subde-
legado, que blazona estar em sna pica mas
que aida nao sabe Isr I Hoja o homem de fer-
ro, >ia a morslidade publica, insultando
es homens pacifico*, prevaleseendo-se do emprego
pan ex ocias e proteger criminosos,
como entra ontros fastos, qae de outra vez men-
eionarei, se v dos segrate:
Em novembro da auno passado o inspector
Agottinho Nogoeira de Carvalho preodeu o erimi-
loato Manoel e bem conheeido ladro de
ios; porm foi logo solt pelo subdelegado
Senhores redactores da Revista Diaria.X sim -
8les leilura do extracto que Y*. Ss. publicaran)
oje do aviso imperial de 13 do corrente (setem
bro), mea respeito, poderi talvez alguem suppor
que eu tivesse requerido ao goverflo supremo a
approvacio da obra de direito administrativo,
que se refere o mesrao avisa, e qae me hoavesse
ella sido denegada para ser adoptada as facolda-
des de direito.
Para prevenir, pois, iuizos temerarios ou infun-
dados declaro, que tal approvacao nio requer,
nem podia requerer, porque ainda estou tratando
de compor e organisar a dita obra, que at no
acto da revisao das provas typographicas pode ad-
mittir maitas aiteraoes e correcedes.
O que requer nicamente foi o auxilio de
8:000000 para Ir occorrendo s despezas da res-
eetva impresso, fundado na disposico do art.
37 do regalamento complementar dos estatutos
das faculdade3 de direito, datado de 24 de feverei-
ro 1855, cojo theor o seguinte :
Art. 257. Os lentes, ou qualqner pessoa, que
compuzerem compendios ou obras para uso das
anlas, e os que melhor iraduzirem os publicados
em liogua estrangeira, na conformidade do art.
72 do estatutos, ten a primeira impresso cus-
ta dos cofres pblicos, e alm d'isso privilegio ex-
clusivo por 10 a anos, e am premio at 2:000*000,
a juizo do governo, conforme o merecimento da
obra.
A esta simples declaracao me limito, deixando
ao juizo publico a appreciacoes da jastica ou in-
justiea da imperial deciso negativa, qae reverente
acato, como devo; e rogando-ibes, senhores re-
dactores, a insergao destas poacas liabas por favor
ao seu assignante ,
Dr. Vicente "Pereira do Reg.
Recife 29 de selembro de 1870.
Pela secretrria da cmara municipal desta ci-
dade se-faz publico qae. nao lando sido effectuado
boje 28 do corrente, como eslava annuneiada, a
arremata^aa do imposto de 60 rs. por cada p de
coqaeiro de produccao, continuam as mesmas em
praca nos dias 29 e 30 do correte, e sob as con-
dicoe mencionadas no edital de 21 do corrente.
Secretaria da cmara municipal do Recife 28 de
setembro de 1870.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunba
___________________Secretario._________
De ordem do Illm. Sr. conselheiro inspector da
thesonraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico para, conhecimento de quem interessar, qae
no dia 5 de oatubro prximo vindoaro as duas
horas da tarde rao a praca, para serem arrema-
tadas perante a junta da mesma ihesouraria, por
quem por menos fizer os reparos que precisa o
canno de esgoto do armazem n. 11 da alfandega
desta cidade oreados em 142*796 reis. As pes-
soas a quem convier deverao comparecer na mes-
ma thesouraria no referido dia e hora indicados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, em 27 ft cal-maior,
Manoel josc Pinto.
para
DECLARACOES.
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial avisa-se aos differen-
tes eontribuintes da renda provincial no anno fin-
do de 1869-70, que com o prsenle mez se encer-
ra o recebimento por asta reparticao das respec-
tivas quotas, passando dahi por diatte a ser o
mesmo effectuado judicialmente.
Consolado provincial i de selembro de 1870.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
A Fran?a.
Foi ainda desta vez derrotado o exercito fran-
cez pelos soldados prussianos.
Foi, mais urna vez, a causa da justiga, pois qae
a causa da Franga a causa da civlisagao e da
humanidade, insultada pela ambiciosa e retrgra-
da Prussia, que pretende ser a encarnago viva do
despotismo militar na Europa.
Os obreiros, dessa Babel poltica, temos f em
Deus, serlo dispersos e confundidos.
Oh I quem nao v em todos esses insuccessos
da Franca o santo e magestoso martyrio, em que
se retempera o direito para surgir forte, Inventi-
va!, divino I
Quera nao l na fronte da Franga angustiada, e
na cora de espinhos, qua Ihe circunda a cabeca,
o sea deslino sublime, tragado pelo dedo da Pro-
videncia divina ? I
Fui chegada a hora solemne, em qae a Franga,
o Messias da civlisagao, devia soffrer os tormentos
indiziveis do Golgolha, para reapparecer mais bri-
lhante ainda, e assentar para sempre no mundo o
sou dominio de luz, qae signifba a supremaca
da justiga e o reinido da paz.
Sim; a Franca expiroa e o sol das nagoes obum-
brou-se em seas horizontes. Mas a Franca resus-
citar e resuscitar grande, como todos os reino!
da torra; porque de sea seio se derramarlo a
flux todos os perfumes da paz, que embalsamarlo
o mundo; de seu coragao rebentarao todos es
fractos da justiga, qne abastecerlo as nagoes, e
de seu cerebro gigante se espargirao os mais vi-
vos e admiraveis esplendores do pensamento hu-
mano, que mergulharlo os povos em ama eterna
aurora boreal da inlelligencia. Ella resuscitar e
resuscitar to poderosa como as milicias celes-
tes ; porque o Deus dos exercilos o seu Deus.
Nlo desesperen) os Francezes.
O destino da Franca brilhante, porque assim
o quer a Providencia Divina, que traga-o em ca-
racteres de ouro na fronte angustiada de sea povo.
Depois das amarguras do Golgolha, os prodigios
de urna resurreicao, qae deixar o mando encan-
tado. Nascer entlo ama ordem de coasas, que
regenerar a face .da trra. Magnus ab integro
seculorum nascitur ordo o echo da lyra roma-
na, que ba de repercutir as cordas de todos os
alades modernos.
A Franca nlo ser aniquilada, porque nlo pode
ser aniquilada a civilisaglo, porque nao ple de-
sapparecer do numero das nagoes aquella, qae
por tantas vezes as regenerou.
O mando moderno o que deve-o Franga de
93; pois bem, o que ha de vir a ser o mundo
do porvir, dev-lo-ha ainda a Franca talvez de
1870 ou 71.
D.!us vela pela Franga e ella In de v'u a ser en-
tre as qagees, o que Deus entre seus anjos
A Franga, que tem Vctor Hugo e teve apo-
lelo I, nlo se ple aniquilar e nlo se aniquilar
nunca.
Recife, 28 de setembro de 1870.
J. V. M. V.
De ordem do Illm. Sr. director das obras pu-
blicas se taz publico que do Io de outabro prxi-
mo vindouro ser vedado o transito a vehculos e
anmaes, pelo passadigo da Passagem da Magda-
lena.
Secretaria das obras publicas 26 de setembro de
1870.
O secretario,
_ _________Feliciano Rodrigues da Silva.
TBEATRO
SOTO AMO.
Companhiafranceza
Sabbado L de outubro.
6.* RECITA DE ASSIGNATRA.
Espectculo em grande gala, offerecido ao be-
roe pernambucano, o Exm. Sr. Bario de S. Borja.
Ao comparecer o Exm. Bario em seu camarote
a orchestra tocar
O hymno nacional.
Em seguida a companhia cantar
O hymno da victoria
Symbolo da gloria de tao illastre pernambucano,
Para mais brilhantismo deste espectculo faca
a sua estra a insigne prima-dona
MDAME DE VAL-MON'CA
O espectculo dividido em tres partes.
PRIMEIRA PARTE.
Madame de Val-monea, executar agrande can-
gao dos militares na opera de cffenbach
LA GRANBE DUCHESSE.
Mr. Carn, cantar a sua sempre e muito ap-
plaudida cangao cmica
LA MANDOLINE A DODO.
Mlle. Marielle, desempenhara a nova e linda
cansoneta
MR, SIEN NICOLS.
SEGUNDA PARTE.
Opereta cmica em um acto
Companhia ainericna e brasflei-
ra ie paqoees a\apor.
At o dia de oatubro esperado dos por-
tee do sul,o vapor americano South America, o qual
depois da demora do costuras seguir para New-
Tora, tocando no Para a 9. Thomaz.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
fes Henry Forster & G, roa do Commercio n. 8.
. Frete sobre dinbeiro % / para qualquer por-
to da escala do imperio, sendo quantias maiores
de 10:000*000.
Tendo aberto. seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,000 por qualquer vapor da linha, a
Hpjmhia segura qualquer remessa de dinbeiro a
1/6 / Para qualquer porto da escala do imperio.
O valor deve ser declarado em libras esterlinas
a o premio pagavei na mesma moeda nn sea eoui-
valente.
sobrado de qualro andares e
soMlo da ra do Torres m 14
edificado eni chaos proprios
Quinta-feira i de oulAro.
O agente Pinto ;levar laiho, precedida a com-
petea* autorisacao, a casa de esquina da ra do
Torres, a qual toma-s recommendavel pela son
boa. coastrucglo, e por ser edificada em ra de
commercio. O leilao se effeetnar s 11 horas de
da cima dito, no escriptorio do referido agente.
Kio de" Janeiro
--
i Para o porto cima segu com brevidade o bri-
Ee nacional Isabel, tem parte do sen carregamen-
engajado: para o resto qne lbe falta trata-se
n os consignatarios Antonia Lnlz de Oliveira
Azavado A O, roa da Cruz n. 57, andar.
PARA.
Segu paraje Para no dia de outubro cora a
carga que poder obter a fretes muito commodos o
fatata americano Charles Thomson, chegado hontem
ae New-York ; a tratar com Tas=o Irmlos A C
Persona gens.
Elvira...........
Cotignae.........
Mosqaito........
Gongalez.
Actores.
Mlle. Choiberl.
Mr. Carn.
Mr. Raynaud.
Mr. Maris.
a bel-
DU-VEX da opera boffe de Offem-
DUCHESSE
COMMERCIO.
ENGLISfl BANK
Jf Rio de /aueiro Limitea
Descorita lettras da praca taxa a coa
'encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente hi
l raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade:
jrlncipaes da Europa, tem correspondente!
a Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New-
j New-Orleans, e emitte cartas de crdito
>ara os mesmos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEOA.
tendimento do dia 1 a 58, .
deus do dia S9. ,
797:1881833
40.0871545
837:1764380
MOVTMBNTO DA ALFANDEGA
'olumss entrados cora fazendas
Idm dem com gneros
'olurres sabidos com fatondas
dem idem com ganaras
813
578
-----791
174
145
-----319
. Dasearragam hoja 30 da setembro
Hiate inglezCharles Tompton diversas gneros.
Barca inglezaPatriotidem.
Barca portuguezaFtrmosadem.
Arrematado.
A praga dos predios annunciados para hoje fica
transferida para o dia 30 do corrente, cujos pre-
dios sao :
Um sobrado de um andar com sollo e sobre so-
llo na ra do Brum n. 18, com 29 palmos de
frente e 130 de fundo, paredes dobradas, avada-
do em 10:0004000.
Duas meiaguas nos fundos do sobrado cima,
com 15 palmos de frente e 45 de fundo, avahadas
em 8001000 cada ama.
Dous caixes sendo um de n. 23 e outro de n.
25 na mesma ra do Brum, contendo duas meias
aguas dentro de cada um delles com 40 palmos
de frente e 200 de fundo, avallados cada um em
1:000*000.
Urna meiagua na ra dos Guararapes, de n. 24,
com 2o palmos de fronte e 20 de fundo avaliada
em 200*000.
Cujos bens foram penhorados a Bernardo Jos
Rodrigues Pinheiro e sua raulher, por execnclo
que Ibes raove Luiz Antonio Vieira, hoje sua le-
gitima herdeira D. Joaquina Benedicta Vieira da
Silva.Escrivlo. Santos.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Fr. Pe-
dro Gongalves se faz publico que fura recolhida
casa de detenglo por fgida a preta Severia, que
diz ser escrava de D. Francisca de tal.
Subdelegacia do Recife 29 de sefembro de 1870.
O subdelegado suppiente,
Bahar Juntar.
Circular n. 39.
Ministerio dos nego-ios da fazenda.Rio de Ja-
neiro 13 de selembro de 1870.
O Visconde de Itaborahy, presidente do tribunal
do thesouro nacional, ordena a s senhores inspec-
tores das tbesourarias de fazenda que fagam ces-
sar a venda de apohees da divida publica at ul-
terior daliberaglo.
______________Visconde de Itaborahy._______
Inspecco do arsenal de
marinha.
Faz-se publico que a coramissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelho,
mastreago, veame, amarras e ancoras do va-
por Pirapamt da companhia Perambucana de
navegago costeira, achou todos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
Inspecglo do arsenal de marinha de Pernambu-
eo 28 de setembro de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
idininistraco dos crrelos de
Pernambaco 89 de setembro
deiStO.
Mala pelo transporte nacional Vassemon.
X correspondencia que tem de ser expedida
hnje (30) pelo vapor cima mencionado para o
Maranhlo, ser recebidapela maneira seguinte :
Magos de jornaes, irnpressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar at ao meio dia, cartas
ordinarias at a 1 hora da tarde, e estas at 1 1|2
hora da tarde, pagando porte dupla.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
Administrado dos correos de Pernambuco
30 de setembro de 1870.
Malas pelos vapores Pirapama e Mando.hu da
companhia Pernambucano,.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
OH) pelos vapores cima mencionados, para as
portos do norte at a Granja, e para os do sul at
Penedo, ser recebida pela maneira seguinte :
Magos de jornaes, irapressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar at as 2 horas da urde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e astas at 3 1[2
pagando porte duplo.
O administrador,
Affonso do Reg Barros.
NO 3RANDE JARDIM DA
FABAIGA DE CERVEJA
DE
H. LEIDEN d C.
RA DO GENERAL VICTORLNO N. 35.
Beneficio da companhia de msica allemaa
Sabbado SO de setembro
Diversos amigos e patricias da mesma compa-
nhia tem concordado entre si, em promover am
beneficio a favor dos eximios artistas, que tantos
pplaasos tem merecido do respeitayel publico
A acglo passa-se no reinado de Luiz 13.
TERCEIRA PARTE.
1. Romance
JE REVIENDROI
Canudo por Mr. Maris,
2 Madame de Val-ranca, desempenhara
la legenda
oach.
LA GRANDE
3. Romance
PERDE.
desempenhado por Mr. ltaynuud.
4 Mlle. Brescia, cantar a nova e linda ca-n
gao italiana
PASS.V LA MANO.
O emprezario deste theatro nao se tem poupado
a despezas afim de augmentar o pessoal da sua
cempanhia, acabando de contratar urna das pri-
meiras damas do Alcagar do Rio de Janeiro a
Sra. de Val-monea, por isso pede ao respeiUvel
puolico para o coadjuvar com a sua concurren-
cia ao theatro, visto que tem de preparar opere-
tas de grande espetaculo e de muitas despezas.
O amprezario previne que acha-se disposigao
dos illustres vates pernarabucanos qne queiram
felicitar o inclylo general o Exm. Sr. is.ro de S.
Borja, o camarote de 2" ordem n. 6.
O theatro achar-se-ba ornado cora todo o gosto
e elegancia quer interior quer extenormente.
.Os bilhetes acham-se a venda ao escriptorio do
theatro das 9 da manhla em diante.
Precos
Camarote de 1." ordem.............
2.* ordem desde n. 1 at 10........
Os nmeros U, 12, 13 e 14.........
Cadeiras.........................
Principiar s 8
Para Lisboa
Sabir precisamente sabbado, 1 de outubro,
para Lisboa o palhabote portuguez Diligente, capi-
tao Trindade ; recebe at ento passageiros e car-
ga a frete : a traur com Marques, Barros & C,
no largo do Corpo Santo n. 6, 2* andar, ou com o
capillo na praga.
Nli'
i Preiende seguir para o referido porto em poneos
das o palhabote Rosita por ter a maior parte da
earga, e para a pouca que Ihe falta, traU-se com o
consignaurio Joaquim Jos Gongalves Beltrlo.
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILAO
DE
DIVIDAS
HOJE.
s 11 horas da manhla.
O agente Pinto levar novamente leilao, por
despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio, as dividas activas da massa fallida de Guima-
rles & Silva, constantes do mandado existente no
escriptorio do referido agente, ra da Cruz n. 38,
onde se effectuar o leilao s 11 horas do dia ci-
ma dito.
DE
PREDIOS
sita roa de Aguas
i03Di)0
12*000
163000
WOQO
horas.
THEATRO
SANTO ANT
CAF CHUTARTE
Domingo 2 de outubro.
A pedido de muitas pessoa?, comecar o diver-
tmenlo, s 6 horas da tarde e acabar as 8 da
noute
O jardira e o pavilhao, acham-se conveniente-
mente Iluminado gaz.
Os concurrente- podem desde s 5 horas tomar
aeento, Unto no sallo como no jardira.
As Sras. teem lugar reservado na galera da
dlreita.
Em vista das despezas, o emprezario deste es-
tabelecimento, resolveu elevar os pregos da entra-
da para 1*000.
Outro sim, o numero de concorrentes ser li-
mitudo.
PROGRAMMA.
1. A banda marcial dirigida pelo Sr. Mondon-
ga, tocar dnas escoltadas pegas do seu grande
repertorio.
i' Mademoiselle Choiberl canur a linda can-
ganeta
Hatte-l !
3* Banda marcial.
Intervallo de 10 minutos.
4 Mr. Raynaud, cantar a cangoneU
PERDUE.
5 Banda marcial.
6 Intervatlo de 10 minutos.
7" Mlle. Mariette, executar a cangoneU
PASCA.
Seguindo por Mr. Carn, a parodia cmica
PAS DE CA.
0 resto do tempo ser preenchido pela banda
marcial.
i Principiar s 6 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
NaregacSo costeira por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
para os portos cima no dia
30 do corrente meia noite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete no escriptorio do Forte
de Mattcs n. 11
Cea'-a' e Aracaty
A escuna Georgiana segu em poneos dias, tfem
a maior parte do seu carregamento prompto': a
traur com Tasso Irmlos & C.
Maranhao
A barca portugueza Formosa seguir para o
Maranhao em poucos dias, recebe carga a treta
mdico : trata-se com Oliveira, Filbos 4 &, ao
largo do Corpo Santo n, 19.
O agente Pontual, competentemente autorlsado,
vender em leilao os predios seguiates :
Urna casa terrea em solo proprio siu ra de
rtas n. 79.
Urna diu idem dem idem
rdes n. 94.
J Duas meias aguas (por detraz da ra Nova) pri-
meiro becco da Camboa do Carmo ns. 4 e 6.
Metade de um sobrado de nm andar e solio,
salo proprio, ra do Hurtas n. 140.
Um sobrado de ura andar sito raa do Caldei-
rejiro (entrada a mesma do sobrado da ra de
Hortas n. 140
AVISOS DIVERSOS.
Agradecimoato.
Acbando-se minha malher j resUbelecida de
urna grave pneumona aguda, de que lira accom-
roetuda, nao posso deixar de reCorrer t esta
meio, afim de testemunhar o sincero e profuaio
reconecimeoto de que me acho possojdo pata,
com o mu distiacto raedieo horaeopatha, o Sr.
Dr. J. A. dos Santos Mello, a cuja prouoiencia
medica devo a vida de minha mufhet.
Acceite, pois, o Sr. Dr. Santos Mallo, as nosaoa
mais cordeaes agradeeimentos, e esculpe-no*, se
com estas linhas ofendemos sua reconhecida mo-
destia.
Recife, 30 de setembro de 1870.
_________Jos Bernardo Correa de Barros.
, az\ .
O Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrade, tem
a honra de convidar os amigos do finado Antonio
Peregrino Maciel Monteiro, 2 Bario de Itamarac,
para assistirem ao desembarque dos restos mor-
Ues desse Ilustre pernambucano, aeompankando-
os da rampa da ra da Aurera, froateira ea-
pella ingleza, at a matriz da Boa-vJsU, onde le-
ra lugar o deposito dos mesmos restos, sabbado
Io de oatubro s 8 horas da manhla._________
Precisa^iTwmmiQMleiOjM anoos,
para andar vendendo miudezas na ra, prefere-se
portuguez : na Capunga, ra das Crioulas n. 5.
AMA
Preeisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba engommar e fazer o servco interno de nma
casa de familia : a traur no Corredor do Btspo
no 23, ou na ra da Cadeia do Recife, armazem
n. I._______^___________________
Precisa-se de am homem que Miba
ler escrever para destribuidor deste Dia-
rio, prefere-se aqaelle que j foi praca do
exercito.
Desapqareceu urna crianga de 4 annos da
idade, de coralva, cabellos ruivos e estirados, o
qual falla ainda tato e um ponco gago : quem o
liouver recolbido. tenba a bondad de leva-io ou
manda-lo a seu pai ra da Pahua n. 24.
^
I
r ;
na armazem
horas.
Hoje
n. 16 roa do Imperador, s 11
LEILAO
as
DE
ceblas
coirtiiuiaqao.
HOJE
10 horas ca manha
E
m
D. Joanna Cosma Gomes de Oliveira e Joao Go-
mes de Oliveira, pungidos da mais profunda der
pela morte de seu marido e tilho Secundino Pre-
diliano Gomes de Oliveira, por este meio cordial-
mente agradecem aos seus e aos amigos e paren-
tes do finado o piedoso obsequio parecido ao seu enterro ; e bem assim Ihes ngam
e de assistirem a missa, que por alma do mesmo
finado mandara celebrar no dia Io de oatubro,
petas 7 horas da manhaa, na matriz de S. Fr. Pe-
dro Gongalves.
Monte po popular peinam-
buciao.
De ordem da directora convido a todos os se-
uhores socios para se reunirera no dia 30 do cor-
rente mez. pelas 7 horas da noite, afim de ter rn-
gar a assembla geral, para tratar do negocios
urgentes e de importancia para a mesma sociacia.
SecreUria do Monte pi popular pernambucano
28 de setembro de 1870.
O I secreUrio,
Candido Jos de Goes Telles.
no largo da escadinhada alfandega.
LEILAO
DE
FAZ1I1AS
HOJE
30 de setembro
Augusto C. de Abreu continuar o seu leilao de
faz radas por intervengao do agente Pestaa, hoje
30 (le setembro, s 11 horas da manhaa, em seu
armazem roa da Cadeia.
s 11 h:ras do dia 4 de outu-
bro na portn da associaqao
commercial Beneficente.
agente Euzebio vender os segrales predios:
ma casa terrea de n. 23, siu ra da Concei-
gao, freguezia da Boa-vista.
0 sobrado de n. 16, chaos proprios, da ra de
Machias Ferreira em Ol'nda, cujas chaves esto na
casa coctigaa para ser examinado.
As casas teireas de ns. 43 e 44 sitas na roa de
Mathias Ferreira, e mais a de n. 6 siu na ladeira
da Misericordia.
LEILAO
DE
|joias, ouro, prata e
brilhantes.
Mauricio Jos dos Santos Pinheiro, esUbelcido
com casa de penhores praga da Independencia
n. 33, fara leilao no mesmo, por intervengao do
agente Martins, no dia S de oatubro, s 11 horas
do (lia, de todo< os objectos dados era penhor,
constantes das camellas ns. 266 B, 279 B 231 B
232 B, 340 B, 153 B, 319 B, 331 B. 358 B, 374 B
308 B, 377 B, 378 B, 315 B, 383 B. 386 B
326 B, 150 B, 110 B 302 B. 305 B. 365 B, 260 b'
264 B. 387 B, 329 B, 230 B. 78 B, 375 B, 229 b'
122, 85, 25,126, 102, 129. 67,93. 134, 124, 137,
139, 113, 142, 64, 158. 161. 147, W9, 113, 156
141, 159.174 167, 5 M, 33 M, 61 M, 64 M, 68 M.
73 M, 178 MT7 M, 91 M, 132 M, 90 M, 133 M, 110
M.H2M, 114 M. [V M. 122, 135 M, 136 M,
ML 144 M, 161 M, 153 M. 154 M, 156 M, 159 M
168 170 M, 175 M, 201M, 176 M, 186 M, 187
km.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar : a
tratar na praga da Independencia n. 39.
O abaixo assigoado tendo de fazer urna via-
gem para fura da provincia, pede ais seus deve-
dores para virem pagar suas eontas ba muito tem-
po vencidas, do contrario sera obrigado a entrega-
las ao seu procurador para serem recebidas ju-
dicialmente, e roga a quera julgar-se seu credor
para trazerem suas eontas para iramediatamenza
serem pagas ; a entender-se na ra do Brum nn-
raero 70.
Johnn Dosmelly.
Aluga se para escriptorio o Io andar, sala a
alcova do sobrado n 31 da ra de Pedro Affonso :
a tratar no armazem do mesmo sobrado.
Precisa-se alugar um moleque do 12 a 14
annos para o servigo 'e casa de pouca lamilia :
na ra estreiu do Rosario n. 14.
Joaquim Gongalves Cselo e Pedro Gongalves
Pereira Cselo, pesarosos com o flleoimento da
Exma. Sra. D. Felsbina da Silva Maciel, esposa do
seu prestiraoso amigo Sr. coronel Anbal Antones
Maciel, da provincia do Rio Grande do Sal, convi-
da as pesgoas de sua amizide para assistirem as
raissas que por alma daquella nada mandam ce-
lebrar sabbado 1 de outubro as 7 1|2 horas da
manhla, o igrgja do convento de S. Francisco.
AMA
Precisa-se de nma ama para comprar e cori-
nbar em casa de mogos solteiros: na ra do 1 da
Margo 0.7 A, andar.____________________
Ama.
Precisase de urna ama que compre e coonbe
para casa de rapaz solteiro : na raa do Duque da
Caxias n. 12.
Irmandade
Do SS. Sacramento da matriz da Boa
Vista.
Pelo presente convido a todos os nossos innacs
que tive.em coahf cimento deste, para que no dia
! de outubro prximo futuro, pelas 7 bora da
manhaa, comparegam no consistorio da matriz,
afim ", em communidade, ir acompantiar o fre-
tro qne deve cendnzr os resto* monaes do noaso
irmao o finad > Bario de Itamarac, <'s quaes tem
de serem depositados em nossa matriz.
Consistorio 29 de setembro de 1870.
0 escnvlj,
_____________Simplicio da Cruz Ribeiro.
Precisa-se de dous Portaguexes para servieor
de campo : a tratar na roa da Cadeia do Recia
n. 27, 1* andar.
_________________i------------------- ....
Ao corpo commercial e ao publico.
Francisco Jos da Silva Braga tem justo a con-
tratado cora o Sr. Antonio Rodrigues de Araujo a
compra de sua taberna siu ra de Paysaoa,
livre e desembargada de qualquer oous: quem
te jolgar com direito mesma queira dirigir-ae
dita taberna no praso de tres das, a contar da
data dete. Reeife 28 de setembro de 1870.
1
Precisa-se de nma ama que saiba eoxiahara-
eogommar para casa de pouca familia: a traca*
na ra de Cabug n. 1, leja.
MUTILADO



Dii
ac Sexta feira 30 de Setembro de 1870
A
W3
U3
Fotographia imperial.
E_____
DE PIXTURA
DE
ALERIA
J. Ferretra pllela
Ama
Precisase de urna ama
80, I. andar_________.
na ra de Hortasn.
Precisa-se de ama a.na de leite
Qnaimado p- <_________________
na roa
d,
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'mna
escala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brilhantas, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cnjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JIOREIRl DUARTE C.
A. Roth
MANUEL & C.
Tem satisfacSo de participar aos seas numerosos freguezes, qao em vista de ser-Ibes mais *"Jdo'
tem|
estabelecido una nova fabnca de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Becife o. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
>onde achario os pretendentes, muko avutedo sortimento de chapeos de sol de lodosos preces, quabdades e por pro-
ios mas commodos do que comporta o nosso mercado : con^dam especialmente aos Srs. compradores por atacado g
darem, sendo possivel suas encommeodas, pois podero assira serem mais bem servidos, visto poderem escolner as ar- sJ*
maces as tazendas que a demora da fabricarlo-6 bem diminuta.
NA ANTIGA E BEM COMEADA FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL


m
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo. ^
(Antiga Ra Nova) E
Ha sempre um grande Sortimento de chapeos deso de seda, merjn, -alpaca, bretanba de!^bn> e>!*-S
a* .Lma ? m^ n um.*~ !Tmim aim A* immesa porcaoi de seda, merino, a|gp,d30 e..bri_'.|^
do e de algodo os todos os tamanhos e* feitios, alm da immesa .
armacoes de todas as qoaiidades para satisfazer qualquer eocommenda. A i
qoe escasa de ^mencionar.
15o conhecida'
SR5
$11
H
FV..V >*''O
1

mi.
9 -jv
\M
PRECIOSA DESCOBERTA
-CUBAS HARAVILHOSAS
DO
TNICO DELSC
Hec plus ultra
Tirando immediatameate todas as caspas e coceiras dos cabellos.
Deposito
rnente em casa do autor, Andr Delsu", cabelleireiro de Paris.
Ra Io de Varqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
nssfsvi^
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Eecife51

Chama a attenclo dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
feral, para a segukite tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por centi
ais barato do que em outra qualquer parte:
Gabelleiras para senhoras a 254, Cadeias para relogio a ij$, 6-5,
AU RO
D'YVETOT
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 14.
Urna qualidadedecommerciofaltava nesta popa-
osa, cidade um estabelecimenlo em que se compre
9 venda toda a qualidade de raupas feitas novas
e velbas. um basa* que se denomina em Paris
Bric e Brac. E' este o estabelecinr.ento que se
abriu ra estreita do Rosario n. ti. Assim,
todas as pessoas qne quizerem vender, on com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
ibjectos do servico domestico, inclnsive trem de
osioha, podero dirijir-se ao indicado estabeleci-
menlo para contratar, e ofFerece-se para ir em
;asa dos pretendentes para effectuar as compras
-9 vendas.
Desde o dia 7 de abril panado acha-se aborto o
Svo estabelecimenlo photegraphico sito roa do
bngi n. {8, esquina do pateo hos qne desde entao, tem sabido de nossa offleina
ton pnHMf agradad, sendo raufaidmi por
liguas copa admiracio pele extfaordiaarij pro-
greaso que alti mamen te tem Me a paotc gnfaia,
a por outros com alegra, por verera a provincia
dotada com um estabelecimenlo digno d ella, e in-
cootestavelmeote o primeiro qne nesse genero
hoje possue : tambem nao nos poupamos em coosa
ligrima para monta-lo tro p em que se acha, es;
peraiido que o publico de Pernambneo saber
ipreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
s estrangeiras que sostara das artes, oa tiverem
aecessidade de trabamos de photograptna a visi-
taren! o nosso estabelecimento, qne estar sempre
iberio e sua disposicio todos os das desde as 7
horas da manhaa al as 6 da urde.
Para os trabathos de photograpbia possnnws -ip
versas machinas dosmelbores autores francezes,
mgtezes e aHmemes, como sejam : /Lereboors el
Secretan, Hermagis, Thomaz Rosa.-"' oignamler el
Sonh eWulf. tJItimamente receb' rfos tres novas
machinasi sendo urna deltas propala para tomar
obre o otesao vidro 4 oa 8 iA^os diversas e
soladas, e oatra de 6 a 12 iirt\gfus diversas
igualmente soladas, de norte ojue no caso de
grande concurrencia poderWs retratar sobre
ama unioa chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartes de visita, e assim em menas de
| um qoarto de hora despacbarmos 8 "differenies
pessoas que pecam cada ama, ama dazia da cartoes
mais oa menos, com os seas retratos rnente, on
sra gropo com outras.
Encorregaroos-nos exclusivamente da direc(;ao
e feitara dos trabalhos de photographia dei-
nacdo penda e talentos do disncto pintor
allemo, o Sr.
Jorge
os trabalhos de pintara, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tera-se
jesvellado na exeenfae de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento acbam-se expostos ou-
tros trabalhos imtionantes do Sr. Rotb, tanto em
miniatnras aquarella como oleo, reiratos
3leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentajo de igreias oa capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTES 0E VISITA NAO COLORIDOS A 1G<$00 A
DUZIA
CART5ES DE VISITA COM O COL0RD0 AO NATU-
RAL 16)5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo oa aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
aixilhado em moldara dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o qaadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarao os precos cima para
iarmos idea da baratera dos trabalhos do nosso
astablecimento, quanto sua perfei^ao cada um
renha julgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos^ no
qosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
jm casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chava, oa por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
3S mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela dolara e persistencia da luz, epir termos o
aosso terraga construido com taes proporcSes e
melhoramenlns, que anda chovendo ;orros ne-
ahnm inconveniente ha para fazer-se bellos re-
iratos.
J. Ferreira VUlela
^luga-se
urna escrava com todas as habilidades, e W j^n
alaga-se oa vende-se um bom piano : na rat ,j0
Aragio o. i, andar.
dommodidade ptibHca
As pessoas que precjsarem de mas, criados,
coiinheirof, jardineiros, feitores t ima9 ,je |ete)
estravos para o servico domesti as, caixeiros, tanto
para a praca como para a ffi'ito, casas e sitios,
podero desta data em diante, mandar seus pedidos
por escripto ra de Torr.es o. 32, i* andar, casa
aaiarella._____ ___________________
Criada lime ouescravo
Precise-se de ura criado livre on escravo de 10
a 12 annos de idade, para servico tanto interno
como externo de ama casa de peqnena familia : a
tratar a na da Palma n. 34.
Ama
A roa do Livramento n. 6, precisase de ama
ama perita cosinheira para casa do homens sol-
teiros.______________________ %_________
* O abaixo assignado leudo liijuididu suas con-
tas com os Srs. Joao da Silva Faria & Irmas, da
praca de Pernambuco no dia o de juoho do anno
pissadn, e pago o saldo no vlaor de 10:913*160,
por intermedio do Sr. Manoel da Costa Lima, dei-
xou de receber dos ditos Srs. diversos documen-
tos que estavam em poder delles, entre os quaes
ama procoracao bastante, autorisaodo o primeiro
socio para tratar de todos os seus negocios, e ama
letra de 532*870 rs. acceita pelo mesmo abaixo
assignado a 5 de raaio do dito anno, a oilo meses.
E porque at boje os ditos Srs. Joao da Silva Fa-
ina 4 lrmao, que tlcaram de Ibe remelter esses
documentos nao os tenba remettido, julga o abai
xo assignado conveniente fazer esta declaracao
atim de que se saiba que a reterida letra est pa-
ga, e aquella procuracko sem vigor.
Mamamguape, 21 de setembro de 1870.
Jos Marlins Fernandes Nogueira.
USA Di FORTUNA
Aos 5:000*
Bilhetes garantidos.
A. rim Primeiro de Marco (oatr'oca roa o
Crespo) o. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de on-
aa sorles, um meio n. 3339 cora 3:0001 da. lo-
tera qne se aeabon de extrabir a benelc da
I Sania Casa de Misericordia de Recife (16**) con-
vida aos possuidores virem receber na eonlbr-
midade do costnme sem descont aJgnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 5* parte da lotera, beneficio da igreja
de Nossa Seohora da Conceieao dos Militares do
Recite (162*), qne se extraara sexla-feira 30 do
torrente.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qoarto 1*100
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 3*400
Meio bilhete 2*700
Qoarto 1*30
________________Mataoei Martina Finia.
Offerece se um borneen para caixeiro de en-
genho, do que tem bastante pratica: a tratar na
ra do Padre Floriano n. 18.
PEDIDO

I
30*, 35# e......40000
Ditas para nomem a 355, 405 e 50^000
Coques a M,W, W, 20*,
254, 305 e.....505000'
Crescentes a 125,155,185, '205,
255, 305 e .... 325000
Cachos oucttspos a 35, 45* 5&,
5, ?*, 81, 95 e. 105000
Tranca de cabello para annei
560 e....... 15000
franca para braceletes a 105,
155, 205, 25 e 305000
75, 85, 95, 125 e.
Corte de cabello, .....
Corte de cabello com friccio. .
Corte de cabello com lavagem a
champou. .....
Corte de cabello com limpez da
cabera pela machina elctri-
ca, nica em Pernambneo. .
Frisado ingleza on i francesa.
Barba. ,......
1155001
50t
501
15001
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pira c
servido interno e externo de urna casa de pouca
familia : na roa Velha n. 66.
D, W. BOWHAN
ENGENHEIBO
Com fundi(jo.
A RA DO BRUM N. 52.#
Passando o chafariz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assncar.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros Objectos proprios d'agricultura.
Todo por prei;o omito rednzido.
15006
50f
25

SIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e Aolres
O dono do estabelecimento previne s
Sras. e aoe cavalbeiros qa ha nmxmas.lS
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
PFUMEIBO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI^O
Dirigid* pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripto, no qne serao sa-
tisfeitos com promptido.
Presu-ae tambem a chamados para o
interior, a proco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Bar2o da Victoria43
(Antiga roa Nova).
MA
Precisa-se dd urna ama
eO, 1 andar.
na ra de Hortas n
HETORICA
CURSO DE FERIAS
POR
Francisco Fe feorja e Olive!"a.
Honorario20#000.
Do Io de outabro ao ultimo de fevereiro.
42Ra dos Prazeres42
Ama de leite,
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem
na- ra Augusta n. i, 2o andar.
Aluga-se um sillo com boa casa de viveuda
e grande quantidade de arvoredos de fructo, en
tre os quaes boas laranjas de umbigo, sapotis,
guiaba-, etc.,no largo do chafariz da Passagem da
Magdalena : a tratar com o seu proprietario no
sobrado da esquina que volta para os Remedios
n. 29.
ADVOCACIA.
O advogado Dr. Joao Thom contina
em sea escripteno rna do Queimado n.
31,1 andar, entrada pela praca do Pedro
II. Em casos urgentes pode ser procura-
do em sua residencia no Chacn ou Casa
Forte.
Aluga-se
um negro de 20 annos, proprio para todo servico
na ra estreia do Rosario n. 43, leja.
AMA.
Precisa-se de urna ama que engomme cora per
feicao, inditlerente qus seja nacional ou estran-
geira : a tratar na ra -Nova,' casa n. 22. ,
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAJO |
tem o sen eseriptoro roa do Imperador SM
n. 67, onde pode ser procurado das 9 no- "
ras da manhaa s 3 da tarde.
alio Dar tintara doa cabeUos e barba, as-iba DDca admitida na ExppsicJo Urveriali
*^ como n5o prejudicial a sade, por ser voi!
mcomoum empregado somnte oceupa- latil, analysada e approvada pelas acadaj
neaie serico.n mas de sciencias de PARS E LONDRES*
ATTENCAO
A MO DE OURO
Nova loja de joias
RA DO CABUGA* N.9 A.
DE i
Manoel da Conha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qoal tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as qaaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as joias sero garantidas ouro de lei, pois es seus donos leudo em
vista so adquirir freguezia n3o oividarSo, vender bom e por precos os^mais
esto estabelecimento, certo de as fcar
Retalha-se, vontade dos compradores, algn
i lotes de terrenos, que restara, do sitio Aguasinha,
em fleberibe, por precos rasoaveis. A posicao
; topographica do terreno muito o recoramenda. so-
bre todo pir llear prximo da estacio projectada
I da via terrea. Os pretendentes podero dirigir-
as intormar-se do tenente S Peixoto, no mes-
mo lagar, e para qualquer negocio 4 roa do
Crespo n. 12, l- andar.____________________
A verdadeira farinha peitoral de
1 S. Beato.
Esta farinba asada com vantajosos resulta-
dos nos ppdecimeDtos dos orgaos do peito,
como asthma oa pochamente de catharros
inflamacao de bofe, pleurizes e na ptbysiea; re-
commendando-se com igual proveto as pessoas
eonvaleeentes.
Unko deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Bartiiolomeu & C.
aip
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBAfiOS
00
itECIFE A OJLIMDA.
or ordem da directora s2o convidados
os Srs. accionistas que se inscreveram para
a nova emissao, realisarem at o dia 30
do corrente a Ia prestacio na razJo de 10
r; devendo ficar sem effeito as inscrip-
coes cuja Ia prestaco n5o fr realisada no
prazo sopradito, as quaes serlo distribui-
das pelos subscriptores que ainda n3o s3o
accionistas, os quaes devero realisar a i*
prestacSo das aeges subscriptas dentro do
praso de cinco dias contados do Io de ou-
tubro vindonro.
Para esse fim ser encontrado "o Sr. the-
soureiro da companhia no respectivo e&-
criptorio das 10 horas da mahSa as 2 da
tarde.
Recife, 21de setembro de 1870.
Joao Joaqnim Alves,
Io societario.
liejEiue eB3 'jepae opanJas 'g a sajjox
ap enj ea : sciue op siaaaiaiaeisnoo oassiaajj
- Jo.- Dativo dos Passos Bastos faz sciente ao
respeitavel publico e aos seus freguezes, que tendo
reformado a sua cfcioa sita a ra do Barao do
Triumpho n. 64, antiira ra do Brura, onde encon-
trarlo sempre alambiques de diversos tamanbes,
serpentinas, cobres de roda, passadeiras, lachos de
todos o"s tamanhos, todo o sortimento para o t-
urico do assucar, sinos de diversos tamanhos,
bronzes para engenho3, bombas de repncho e as-
pirantes pelo nove sistema, fabrca-se tambem
qualquer obra de ferreiro e serralheiro,gradeamen-
tes, portSes, tanque?, fogSes, ferragens para na-
vios, encarrpga-se de encanamentos para agua, e
tambem faz-se corladeiras para cortar bolachas a
yapor, tuda por menos prego que em ouira parte,
garantindo todas as suas obras._____________
A' rna do Jardim n. 45 precisa-se tallar com os
seguintes senbores :
Julio Adolpho Ribas (acadmico).
Queran Candido de Vascencellos.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mello Fbo
(Pombal).
Jezuino Augusto dos Santos Fragoso.
Virifsirao Correia de Lyra (Cruang ou Vicenea
Jos Hermino Pontual (engenho Preferena).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquim do R-so Barros.
MOFINA
mnibus para a Var-
zea.
> Para melhor commodidade dos Passageros de
domingo 2 de outubro, comeca o mnibus para a
Varzea, sahindo do Recife as 7 horas da maohaa,
i da Varzea a? 5 horas da tarde. Nos dias atis
as S horas da tarde, e da Varzea as 7 i|2da ma-
nhaa ; ficando o de Cachang s horas do cos-
lume.
AO PERDIDO
I Desappareceu da casa n. 40 rna da Uniao, no
lia 26 do corrente, um cao grande, cor vermelha,
levando ao pescoco urna eoleira de sula : quera o
citar pode leva-lo all oa :i ra do Marqoei de
Olinda, eseriptoro de Leal & lrmao, que ser gra-
tificado.
Preto.
Precisase alugar um preto para o servido or
dinano da padaria da ra da Senzala-velha n. 96
a tratar na mesma.
i Aluga-se nma escrava para o servico interno
'le casa ; e tambem aluga-se nm andar da casa
n. 13 da ruado Amorim : a tratar na ra do Im-
perador n. SO.
i Leal & lrmao ra do Mrquez de Olinda
3. 56, precisara de um feilor para o engenho Bo-
nito, comarca de Nazareth, e offerecem vantagens.
O Dr. Manoel Enedino Reg Valenca
contina no exercicio de soa profisso de
medico ra da Camba do Carmo u. 21
Io andar.
AluMff-se
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivlo na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a ronelnir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em los
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na 1a cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor sea
ilho se acbava no estado nesta cidade.
USA DO Or
Rna do Baro da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
O abaixo assignado vendeu da lotera n. 161
em beneficio da Santa Casa da Misericordia, ex-
trahida no dia 24 do crreme, os seguintes pre-
mios : ura meio bilhete n. 3339 com a sorte de
5:0001, um meio n. 1001 com a de 400/1, ou-
tro meio n. 3381 cora a de 1004 e um quarto n.
99 com a de 1003 alem de outros premios menores;
podendo os possuidores vir receber, que prorap-
tamente serao pagos.
E' a terceira vez que esta casa to nova vende
o premio da sorte grande.
Tem exposto venda os felizes bilhetes / da lo-
tera n. 162 em beneficio da igreja de N. S. da
Gonceiclo dos Militares, cuja extraeco dever ter
lugar em 30 deste mez.
PRECOS,
Inteiro 6*000
Meio HJOOO
Quarto 1*500
De 100(3000 para c'ina.
Inteiro 5#400
Meio 2*700
Quarto i 350
Joao Joaquim da Costa Leite.

com
urna axcellente casa terrea nos Arrombadns,
nuito commodo, quintal murado, e reedificada Je
ovo, com gradeamento de ferro, e a frente de azu-
ejo : a tratar na ra do Air.nrim n. 37.
Precisare de ama ama para o servico e
lima pequea familia : na tinturara fraoceza, ra
(I i Iroperatriz n. 55.
Offerece se um bom cozinheiro : quem pre-
eisar dirjase roa velha de Sinta Rila n. 3:>.
Na roa Augnsta, sobrado n. 17, Io andar,
precisa-se de urna boa ama para o servico interno
ae pouca familia.
O Sr. Lobo que foi caixeiro dos Srs. T. Jef-
rrs & C, queira vir entender-se com Jorge Tasso,
roa do Amorim n. 37.
I Existem no eseriptoro de Jos Joaquim da
Silva Gomes, ra da Seozala-velha n. 138, 1
andar, duas cartas para os Srs. Marcolino Antonio
Pereira de Carvalho e Jlo Tertuliano Pereira de
Carvalho.
ATTENCAO
Todas as pesoas que ?e julgam com direito a
telogios, ou objectos que se achavam em poder
do fallecido subdito portaguez Joaquim Barbosa
Cupertino, com loja na ra Nova 67, devem re-
rlama-los ao abaixo assignado na roa larga do
Rosario constituido depositario pelo consulado de
Portugal, no prazo de 8 dias, contar da data
deste, e Ando o dito prazo, nao sendo reclamados
serao entregues ao referido consulado, para se-
rem vendidos era leilo publico por conta de quem
pertencer. Recife, 26 de setembro de 1870.
Joao Luiz Vianna.
COLIMIO
DE
N. S. DA GLORIA
DIRIGIDO
PELOS PRESBYTEROS
loo %n(onio Pinto de Rezeade,
bacharcl formado em direito,
e Francisco domes Dnartc Pe
reir Coentro, bacbarel for-
mado era tbeologia.
Em Portugal, na cidade do Porte, na airosa roa
de Cedofeita ns. 230 a 236, vai abrir se no prxi-
mo oumbro, este novo estabelecimepto aonde se
ensinarao os principios de religiao, as materias qne
constituem o curso geral dos lyceos, escripturacao
commercial segundo os melhores systemas e bel-
las art
Admpemse alumnos internos, simi-nternos e
externos.
As pessoas que desejarem approveitar-se desta
casa de educaca, podem dirigir se desde j rus
da Cadeia n. 6, os Sjs. Rningues & lrmao, que
duro as informacoes necessarias, e ministrarar
programmas.
BRAZ1LIAN STEET
Railway Company (Limited)
Attenpao
Tendo apparecido ltimamente bilhetes
falsos recomraen Ja-se aos Srs. negociantes
e mais pessoas que os costumam receber
como dinbeiro qne nao os aeceitem mais se
nao as esta^oas, para evitar perdas e pre-
venir assim a falsificado, cujos autores a
companhia procura lazer punir pelos meios
leg-es.
Eseriptoro da companhia, 22 de setembro
de 1870.
William Raiolinson.
Gerente.
O abaixo assignado com sua rfflcina de ouriv-.-
na ra da Penba por mais de dons annos, tendo
ganho a sympatbia do respeitavel publico, j cora
seu trato de negocio e commodidade do preeo de
suas obras, e cumprimeoto de palavra, offerece de
nove o sou prestimo na ra de Santo Amaro, fre-
guezia de Santo Antonio, n. 16, para onde madou
3ua offleina, e prompto sempre estar como dante.
Outro sim, roga a seus freguezes remicos que Ih-
devem, a vir saldarem suas contas amigavelmenie
no praso de 5 dias da publiracao deste, do contra-
ro ser chamado juzo, oa por oatra, publicado
seus nomes e as quantias por este jornal.
Recife 26 de setembro de 1870.
Francisco H. S. Morera.
Os indios do Jagna-
ribe,
(Publicando nacional)
Acaba ne sabir das offleinas do Jornal do Re-
cife o volnme desta hisoria [do secuto V//. se-
gando o intitula sea autor o Sr. Dr. Frankfin
Tayora.
a secundo edi^ao, e acha-se con$ideravelroen-
te correta e augmentada. A leltnra produs inte-
resse.
Prestanda-se o assompto a vastos desenvorvi-
menlos. consta todavia a obra de 4 voluines, qne
para mais facilidade para o comprador, sero pu-
blicados com intervallos razoavels.
O i* volume esta exposte venda na encader-
oacao parisiense de Paula Monteiro, ra do Im-
perador n. 71, a razao de 2#000 rs., onde as pes-
soas, que se dignaram assgnar para a obra, po-
dem mandar buscar sen livro.

Na ra Direita n. 29, 2* andar, aluga-se nma
negrinha de 13 annos para servir em casa e andar
eom criancas, e mais ama oatra para servico de
casa, de 18 annos. _______________,
Precisa-se de ama ama que compre e coz-
nhe para casa de ponca familia : na rna nova de
Santa Rita n. 41.____________________;.
MUDANjA.
Jos Marques de Airosa Braga faz sciente a seus
frpgoezes, que mudou sna fabriea de calgados qne
tinba na loja do sobrado Q. 21 do largo do O
Santo, pira o 1* andar do mesmo sobrado, od>
T procurado t. qualquer li
Ama de leite.
Preeisa-se de urna ai
bng n. 9.
na rea

(\



Piano de Pem___b_co Sexta feira 30 de Setembro de 1870.
f
.:"..! i .;r
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
Este eonhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, era vrtnde das
actoras qae recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
4ee, precos os mais resumidos qae possivel.
CALCADO FRAMC12Z
Boticas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas oatras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para borneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
Botas e pernelras russlanas.
Botas e peraeiras para mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcio de sapatos de borracha vende-se pelo casto afim "de
patar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baxa de couro de lustro cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete. _.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
taguezes para homens, para senfioras e para meninos.
PERFUMARAS

Excelientes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, dea-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., todo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do eonhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore> de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lnvas, brincos, pulceiras, boiSes, crrenos e chaves de relegios e trancelins, tud de
ooro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitarlo e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas cora lindas pessas de msica, albnns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas cora vidro de augmento para distintamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de pbantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, 'ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades,. figuras e de sanios, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, aboto&duras de collete e de punhos,
carteirnbas para notas, thesourrahas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joeos do domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para porus e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esterocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
prcas e passeios de Paris, photorraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilbo e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berros de vimes para enancas, sapatinhos e
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condunr enancas passeio ; e
oatras muitas quinquilharias de phantasia, fraucezas e allomaos, precos muito em coma.
Para este artige nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da innidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que con:inue a visita-jo
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em di- II
rotara e de cunta propria. .(Sw
__s_itiii^si_^_si wasstssuBB^t
DAVID W. B0
ECEllliElRO
Com fundi RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a att9nc2o dos Srs. de engenuo para seus acreditados macninismos e
:om especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecienando lhe ho de fazer melhor apre-
ciacSo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redcelo em seus precos; e que
.en proropo toda a especie da machinismo e outros objectos para a agricultura.
v*
OLEO
DE FIGADOS FRESCOS
BAGALHAO de
i $ti miPm,
, em Pcmair.'ntcoi JOS CELLO, em Porto JUgre
ha-, FERlEI&A el
Hotel Flor da Boa-vista
Raa da Matriz da Boa-Vista o. 8.
Neste hotel encontrar o respeitavel publico com
asseio e proraptidao, nao s a refeicao diaria, por
menor preco que em outra qualquer parte, como
tambera fornece-se comedorias mandando se levar
as casas das pessoas a tempo e hora convenientes.
Nos domingo, e das santos havera roao de vacc,a
excellente e outras iguarias.
Trabahador para padaria.
Para o Rio Grande do Norte precis
trabahador dos ltimos ehegadot das H^^^H
mesmo sem pratica : a tratar com Tasao Ir
C., roa do Amorim 3<.
SADVOGADOS.
Elseo Martios.
Antonio Siqueira.
8 Escriptorio ra estreita do Rosario
numero 4.
O bacharel E. Martina propoe-se a ex- JB
| ercer a profisso de procurador de causa, jjB
5 e pode ser procurado no sea escriptorio j
I das 9 as 3 horas da tarde. 8
*mmm&mmm*-wmm&
ATTENCO
o
De sabbado 31 do corrale em diante h
lodos os sabbades um mnibus para Nazaretb,
devendo partir do Reeife as 3 horas da madrugada,
e voltando as segundas-feiras as 3 horas da tarde,
conduz o numero de 10 pessoas : a tratar na ra
de Pedro Affonso (antiga ra da Praia n. 41). Ain-
da contina ir para a Victoria o mesmo mnibus,
porm em lugar de ser 2C* ida e volta 16* : a
tratar com o scu propietario Jos Pinto Tavares
Jnior.
Os abaixo assigoadjs fazsm Miente a todas as
pessoas que tem dado obras encadernar em sua
loja e offleina do largo do Collegio, qae lenhara a
bondade de vr procurar ditas obras e pagar as
respectivas endaderaac/ies, visto que algumas j
tem decorrido mais de 6 annos, sem que seus do-
nos as tenbam reclamado ; pelo qae, passados 30
dias da data deste, serio vendidas para pagamento
das despezas da encadernaeio. todas aquellas
que nesse praso nao forem procuradas e pagas.
Reeife Ji de setembro de 1870.
Gimares k Oliveira
_________Em liqoidacao__________
Precia-se de um servente que seja forro ou
captivo para todo o seavico : no hotel francez, ra
das Larangeiras n. 10.___________
Esc ava
Precisa-se alugar urna escrava : na raa Relia
numero 16,
Manoel Joaquim Gomes precisa faltar com o
Sr. Pedro de Mello Botelho.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava para
o servico de urna casa de pouca familia ; na ra
daSoledade n. 66.
Precisa-se de um moleque de 12 ou 14 an
nos para fazer compras e mais algum servico de
easa de familia : na ra do Hospicio n. 38.
Ama
Na roa do Vigario n. 5, f andar, precisa-se de
urna ama livre ou escrava para cozinhar, em cujo
desempenho se qner asseio e perfeicao.
Atten Francisco de Mattos Pacheco tem justo e contra-
tado comprar ao Sr. Rento Jos Domiogues a ta-
berna sita na Casa-Forle, livre e desembarazada :
se algaem se julgar cora direito a qualquer recia-
raacao, eutenda-se com o annuociante no mesmo
lugar, contiguo mesma taberna, no praso de tres
dias, ou aunuucie por este Diario para ser procu-
rado.
Na roa da Saudade n. 33 precisa-se de um
criado ou criada livre ou escravo, que saiba cozi-
nhar, e que se preste ao servico tanto interno co-
mo externo de urna casa, pagase bem.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
A direcco do Gabinete Portuguez de Leifu
precisando proceder a um bataneo em sua bibl a
theca, pede aos seus associados se dignem at o '-
15 de outubro, fazer recolher os livros que lidia
rem em seu poder. ve-
Secretarla do Gabinete Portuguez de Leituraam
Pernambuco aos 27 de setembro de 1870.
Antonio de Albuquerque Mello,
Io secretario.
Precisa-se de um caixeiro que tenba Dastan
te pratica de taberna e d fiador de sua conducta!:
na roa do Rangel n. 8 confronte o becco do trem.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar em casa de homem sol lei ro : no pateo da
ribeira n. 3, taberna.
Roubaram do 1 andar do sobrado n. 52 ea roa
do Queimado. um relogio de ouro n. 4513, orien-
tal, machina descoberta, lavrado, e urna correte
tamcem de ouro, simples : previne-se aos seoho-
res oorives e ralojoeiios, ou a quem for estes ob
iectos ofierecidos, que os apprehendam e levem
loja de seis portas em frente do Livramento, que
ser bem recompensado.
Ama
Precisa-se de urna ama escrava ou forra para
comprar e cozinhar era casa de pouca familia : na
ra Nova n. 24, loja. _____
aixeiro.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna, porm que nao tenha mais de 14 ann s
de idade, para a ilha de Fernando: a tratar na
ra das Cruzes a. 33, 2o andar.
Aluga-se o 1 andar do sobrado n. 1 da ra
imperial: a tratar no andar terreo.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama livre ou sujeita, porm
de boa cundueta, que tenha bom leite e com abun-
dancia, sem lilho a mamentar : a tratar na ra da
Praia, armazem ns. 13 e 15.____________________
Aluga-se ama escrava cora oodias de pari-
da com muito e bom leite : a tratar na ra de
Aguas-verdes n. 80.
Ama.
Precisa-se de las amas que engommem e co-
sam com perfeioi\naconaes ou estrangeiras : na
rni da Aurora i. iO.
A quem i lite; es ^ar
Quem preciar de urna pess( habilitada em
escripturaco mercantil por partidas dxbradas,
deixa carta fechada com as iuiciaes E. S ra da
Matriz da Boa-vUta n. 34.
Sao convidados todos os socios da sjcedade
Emancipadora para se reunirem em assembla
geral no da Io do outubro, as 6 horas da tarde,
nos saloes do Club Pernambacano, afim de ouvi-
rem o relalorio dos trabalho* durante o auno fi-
nanceiro lodo, eieger nova direceao, e resolver
todas as questoes que forem propostas como de-
termina o artigo 28 dos estatutos.
Reeife 22 de setembro de 1870.
O 1" secretario,
Gervasio Carapello.
Para cozinhar era urna casa de fa-
milia de duas pessoas : a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1* andar.
Ama de ieit
Na ra do General Victorino n. 54 se dir
quem tem um pardo para alugar, comprador,
cozinheiro, e entende do sorvico de copeiro.
ALUGA-SE
UMA easa terrea sita na Capunga, com sotao, co-
cheira, e nm pequeo quintal : a tratar na ra do
Vigario n. 31.
O Costa da raa Duque de Caxias n. 42,
toma pelo presente a lioerdade de convidar
aos amigo e freguezes que sempre o bon-
raram e coDtinuam a faze-lo com o concur-
le sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de que n^o deixario
de agradar-se, nSo s de seus generes,
como do tratameoto e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACAO
* Uvas verdadeira Feral
Ameixas secas.
Peras.
Macas.
yinho do Porto de diversas qualidades
entra ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
dero vinho de pasto, dito verde da me-
bor qualidade possivel-
Qoeijos flamengos empeUicados e praloo
melbor qae tm vindo a este mercado.
Ervilbas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
Bolachinbas de especial qualidadede to-
das as marcas' conbecidas.
Manteiga ingleza e franceza de Ia sorte.
GNEROS DO PA1Z
Doce degoiaba em latas
Quijos de Minas muito frescos e de boa
qualidade.
Club do Monteiro
Assigna-se para o Club do Monteiro por seis
mezes, a principiar em outubro at 31 de marco
prximo futuro sob as segnioles condicoes :
Os senhnres assignanles do anno prximo passa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
rao, ficando sujeitos a deliberacao da directora os
que se propozerem este anno.
Haver duas partidas, send'o urna na abertura
e outra no encerrareento, reunio familiares aos
sabbados, bavendo nicamente convites para che-
fes de familia.
Precos da assignatura.
Seis mezes 30*000.
Tres mezes 30*000.
Um mez 10*000.
Os senhores que des^jarem assignar terao a bon-
dade de se dirigirem ao emprezario, abaixo assig-
nado, no Club Pernambacano, at o lim do cor-
rele mez ; e dessa data em dame ra da Auro-
ra n. 68, das 10 as 3 horas da tarde.
P. J. Layme.
MUDANZA
%k O escriptorio di Dr. Joaquim Jos de
>ftl Campos da Co^ta de Medeiros e Albu gt
r*^. nimrnnp ict-j i rns octraif^ An R^jirit
^ querqoe esta
S^ rio n. 24.
ra estreita do Rosario
&
Alugain-se dua casas por ftstaou por aBno
na Varzea, lugar Ambol, cora sitio e commodos
para grande familia : a tratar com o reverendo
padre Dmaso, ou na ra do Crespo n. 7.
_ Oilerece-se um mogo brasilero que sabe
bem ler, escrever e contar'para caixeiro de algum
engenho perto ou mesmo disiante desta praga, do
que tem bastante pratica, mesmo para ensinar
primeiras letras : quem do seu presiimo se qui-
ier utillsar, annuucie por este Diario para ser
procurado.
Jl'tengdo.
Precisa-se de urna sala e um quarto para um
rapaz olteiro : quem tivtr e qu7er alugar dirja-
se a esta typographia que achara c.im quera tratar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peioral de Cereja
Cura a pbtbysica e todas as molestias do peito.
iiafsa parrilha
Cara ulceras e cnagas aatfgas, impigens e dar-
ros.
Tnico
Cocserva e iimpa os cabellos.
Plalas catitrticas.
Precisa-se e urna ama de leite : na ra do
Apollo n. 2-j, 1* andar.
J. Ferreira Villela
l>HO I 4P4.il iPHI 1 IMPERIAL.
18RA DO CARUG18
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da retdificacaa desta photographia,
e que se prolongaram por tanto tempo, acham-se
telizmente terminados e ella aberta ao servido do
publico desde 7 de abril paspado.
O predio em que est col locada esta photogra-
phia acba-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e ang-
menios tendo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do qne a Photo-
grafiia Imperial do Sr. Iosley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos
pnmeiros do mondo, segundo a opinio dos mais
abalisados mestres, a no-sa photographia acha-se
disposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas asregras
recommendadas pelos mais destinctos professores
de accordo com as modificac,oes necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e esludadaa pelo ba-
bilissmo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o intiror do predio em que est nossa
photographia foi mudado desde a soieira da porta di
ra at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores- para se fazerem as novas galas
edificndose um novo terraco envidrando mu.
espacoso e elegant?.
Coreo sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente curte para examinarmns as melhores pho-
lographias all, e foi a do Sr. 1. Pacheco, a jjw
melhor corresponden aos nossos desejoe e aspira
edes, e da qual trouxemos os planos depois de
estarmos .'do um mez estudando e apro-
vetando as (edes de tSo djstincto mestre. Peo-
-amos qne juntam).
pratica de 13 annos de pl
liedes ultiman ente
tendo montado a i
COMPRAS.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velhas: na
loja de joias o Coracao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
rNDAS.
9iw s s>aa?iaa
DO DISTIN )T0
Corpo patritico de lanceiros
O BAZAR DA MODA tem recebido ltima-
mente um grande e especial sortimento de
todos os objectos proprios para este fm
como sejam:
PARA SENHORAS
Gazes florentinas de lindas cores, o co-
vado 2000, e outras muitas fazendas pro-
prias, e de bom gosto.
As mais ricas sabidas de baile a 40 e
45$)00.
Ojs mais bellos e elegantes bournus de
grande aovidade a 16<5000.
Mantas de la e seda em ponto de ma-
Iha, e muitos adornos da moda, de o a
Delicadisr.imos sintos de fil com lindos
enfeites de bellissima pbantasia a 8od.
Gollinbas e punhos de grande varie-
dad.
Corpinhos de cambraia, eneitados de (i-j
a i^OOO.
Luvas de pellica muito fresca, grande sor-
timento, e muitos outros artigos proprio
ao um, tanto em fazendas como cm miude-
zas i) perfumaras.
PARAGAVALHEIROS
Gravatas brancas, no que ha de melhor,
com laco e para dar laro.
Camisas de linho'muito finas, simplemen-
te bardadas de muito gosta 7r>00,
Collarinhos bordados e tizos.
Luvas fresquissimas e grande sortimenlo,
tudp se vende o mais commodo possi-
vel.!
Jos de Souza Soares & C.
A ra do Duque de Caxias n 21
AHTIGA RA DO QUEIMADO)
Becebeu seguinte :
E-ipelhos grandes dourados, moldes bonitos.
& rteiras, charuteiras e port-oigarrog e moita>
qual dades.
Bqaitas pastas para papis, sitnples e matisadas
Bolas caixas vasias para costara com sua compe-
tente; chave.
Delicadas caetas de marm com o bocal df
prata.
Modernos pentes do tartaruga, sobresahindo en-
tre eiles os mimosos telegraphistas.
Copmodos toucadores com duas gavetas e borx
espelho.
Port boaquet, o que do melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bojns talheres para chancas.
Vestuarios, chapozinbos, toncas, sapatos e meias
para'baptsados.
Toalhas e fronhas de labyrinlho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novo
e bopitos.
Chapozinbos gorros e bonels para meninos
meninas.
Gujtra as co^nilsoes ras
crianzas
Vene-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranca, ra do Duque de Caxias n. 21.
PAltA TLNGIK CABELLOS
para pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe-
ranza a verdadeira tinta ingleza.
PAltA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeirt
leitel de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA..
Vbnde-se na Nova Esperanca, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFE1TAR-SE BOLOS
recejbeu-os muito lindos a Nova Esperanca, ra
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACIAR E AF0RM0SEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arraz.
imaf
NOVIDAOE.
0 Costa, proprietario do armazem da Pedra
Marmore roa das Cruzes n. 42, offerece por di-
oheiro contado o que de melbor ha no mercado,
por ter recebido mnitos dos gneros descriptos
pelo ultimo vapor.
Queijos fUraengos o que de melhor se pode de-
sejar a 3*000.
Caxoes de doce de goiaba a 800, 1, 1*200 e a
1*800, dito em latas a 2* e 2*300.
A verdadeira farinha americana vinda de conta
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Velas stearinas a 640 o maco.
Bolachinbas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Ervilhas francezas e portuguezas.
Uvas a 1* a libra.
Vinho de todas as qualidades.
Prelo de Lisboa desembarcado hontem. era
saceos grandes, a 5*.
Carne do sertao muito nova e gorda.
Queijos de qualba, etc., ele.______
Vendem-se partes de um sobrado da ra d
Hortas : a pessoa que pretender comprar dirija- s
a ra Imperial n. 12.
Sal do Ass
MSICA.
Sahiram luz
As ras em contrae!auqa.
Linda quadrilha para piano por Colas filho,
Flor da Boa- vista, valsa: a venda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas de Azevelo, ra
Nova n. 11, boje rna do Bario da Victoria,
N. B. Rogase aos Srs. assignanles de mnda-
rem buscar as pegas de suas assignatura-;.
Ultimas publicarles da imprenta nacional
de msica.
N. 1. Piano. Annetu, polka brilhante, per i.
Smoliz, 2*000.
N. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por Col-s
Filho. 1*.
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
.... 500.
N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazurka, por Ma-
tileeB. Zuechi. Iff.
5. 5. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
**, 1*.
N. 6. Piano,- La Grande Duehess, polka por Lu-
den LamBert, 1*.
N. 7. Piano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas dos cavallinhos, 1*.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de salob, po
E. Casalbore, 1*.
N. 9. Piano. Santinha, Maroca, 2 valsas dos ca-
vallinhos, 1*000.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiscaux, polka, por E..
Casalbora, f*.
N. 11. Piano. A flor da Boa-vista, valsa, i-, r
Jos Coelho da S. A., 1.
N. 12. Lagrimas d'Aurora, Mazurka, por J. -'.
P-, l.
N. 13. A estrada de ferro, qndrilha, por Hen-
rique Albertazri, l.
N. 14. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, per Genuarn Arnaud, i*.
N. io. Canto. Afana Aria, para M. S. M' aqqari
tutl' amor, de Flotow.
N. 16. As ras em coniradanca, quadrilha, per
Colas Filho, 1*.'
Rival sem segundo,
RA DUQt'KUi: CAXI.44 1\. 4
(Auliga roa do Queimado)
Contina a vender tudo muito bem e
muito barato a sabor:
Libras de areia preta muito boo. 120
Tesouras finas para unbas e costu-
ra a......., 500
Papis de agulhas francezas a ba-
lito a......... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta WiOO ,
Libras de la para bordar de tods
as cores a....... GffOOO
Carriteis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeile para machinas 500
Gravatas do cores muito linas a 800
Grozas de boior.s madepersla ri-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400" jaldas a. 0
Caixas com 100 einelopcs muito
superiores a...... 000
Pentes Volteados para meninas a. 240
Tntenos com tinta preta a 80; IdO
Pegas de fita clstica muilo J-;i a
Lala com superior banha a ICO o. 3
Frascos de oleo Philocomo muito
Bao a.........
Frascos de macaca' perola a. 240
Frascos de eitracto muito b nios a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes iuplezes a GOO rs. e. 11200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo baboza a..... 500
Caixas de lamparines a. 40
Sabonelcs a forma menino muito
superiores a....... 240
Lartiihas da doutrina l'azenda nova a 400
Libras de linba surtidas de todos os
nmeros a....... IpSOO
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis :> retroz preto, com 2
oitavas a........
Agolteiros de osso enfi 240
Libra de linba franceza superior
qoalidade a....... 2400
Caixas ile palito do gnz n. 20
A bordo do palhabote
frente ao Caes do llamos
mc-s & C, ra do Amorim n. 37.
Garibaldi, ancorado
a tratar cora Tasso
em
Ir-
RAPE
Rap de Lisboa de superior qualidnde. assim
Paulo Cordeir viajado e v mmum, rolo francez.
grosso e lino, m^uron da Babia gro-
iino : vend^-sa na pra<;a da Independencia n. o,
Inja de violas.
- Ven- billa de faia
poeto Oso : trafa-s na rna de Santa i
Fechich

taberna d
lar na

Fazendas Gnas
acabar
A' ra do Crespr n. 95
Loja de Manoel Dias Xavier
BASQUINAS de gorguro e grosdenaple
superior enfeitadas, ultim gosto a 185.
CORTES de gaie bordados brancos e de
cores, lindos padroes, a 7, o corte.
SEDAS de cores miudiohas a 1 j o co-
vade.
CHALES de fil arrendados pretos a 2
cada um!
CORTES de laa, lindos padr5es, a 3$ o :
corte.
ESGIAO pardo de duas larguras muito
lino a t o eovado.
CAMBRAlAS adamascadas para cortina-
dos com 20 varas a .103300 a p
MADAPOLAO sjperiur a >, H
e 6*800'3 p^r.
ALG0DA0Z1NH0 superior com 20 jar-
das a U a pe
CAMBRAlAS novas miudmuas e de lis-
o covado.
tizadas e miudinhas
argu-
a.

Potassa nova da Russia a 200 rs. a libra.
Cal do Lisboa.
Cera em velas.
Dita em grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito muscatel de diversas marcas idem. ,
Dito tinto Palraella superior idem.
Dito dito Vermoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito braiico Carcavellos idem.
Dito dito Bucellos idem.
Caldeiras de ferro fundido para engenbos.
No escriptorio de Oliveira Filhps & C. ao largo
do Corpo Santo u. 19._______|__________________
Milita attenpo
O Campos da roa do Imperador n. 28 acaba
de reeeber em seu armazem, urna partida de se-
ment* de hortahea que passa a mencionar as
qualidades e precos.
A saber :
De salsa, a 60 reis a oilava.
ne coentro, dem..
De repolho, idem.
De ervilhas brancas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas ronxs, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 res a oilava.
De pepinos, dem.
De feijio ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dito amarello, idem.
De dito meia-eara, dem.
De dito cor de ganga, idem.
De tomates rrandes, a 60 reis a otava.
De eijo de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
De fdito de 7 annos rOxo, idem.
De espnaifres, a 60 rs. a oilava.
Vende-so
a preces mdicas vinho do Porto, superior quali-
dade, em caix.is engarrafado, e barris de qua\
e de decimos: no escriptorio d Soares Primos,
ra do Vigario n. 9.___________________________
Calcados estrangeiros
Grande s.rtimento de calcados de todas as qua-
lidades para homens, senhoras, meninos e mer
pele preco mais razoavel do qae eu outra qual-
quer parle : na loja de calcados dt* sobrado ama-
rello da ra da Cruz n. 21.
MUIL
na da ra

Vi
Cante de sol n ipe
bra, e a kilo a 1*080.
\\


6
de Pemambuco Sexta eira 30 de Setembro de
------------------------------------1.....
1870.
f

i
i
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RU DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA
Neste imprtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, am grandee variadosortimentode fazendas domis
aparado gosto e todas de primeira necessidade, que se vendem mais baratas do que em outra qoalqner part, visto que os no-
Toi socios desta firma, adoptaram o systema de so renderem D1NHEIR0 ; para poderem vender pelo costo, limitando-se apenas
a ginbarem o descont ; as pessoas qne negociam em pequea esca'a, nesta loja e armazem poderlo (azer os seas sortimeatos
pelos mesmos precos que compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. familas se daro
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas para escolberem.
PECH1JNCHA EM GASEMIRAS A 40000. CORTES DE LA ESCOGEZES 6(3000
No Bazar do Pav3o fe-se ama grande Veode-se bonitos cortes de 13a escocezas,
caapra em am leilao, das mais finas rindo cada om em sea papel, pelo barato
casemiras inglezas que tem vindo a es- preco de 6)5000 cada am; no Bazar do Pa-
ta mercado, tendo cores claras e escaras, vo.
todas com padrSes serios, oroprios para' ORGANDYS BRANCO E DE COR
ea^as, palitos e colletes; vende-se a 40000 No Bazar do Pa?ao vende-se os mais
o covado, o qne em outra qoalqner parte bonitos e mnito finos organdys com listas
nao se veode por menos de 60; grande largas e miadas 10000 a vara, ditas lisas,
vantagem. fazeoda de muita pbantasia 800 re. a vara,
BRINS DE LINHO DE COR A 10200 ditos d cores, flnissimrs padroes, inteira-
No Bazar d Pavo, fez-se orna grande mente novos 800 rs. vara: pechincba.
compra de poros brins de linbo, muito en- GROSDENAPLES PRETOS
tas de atrair a attenco de ama grande fre-
guezia, como a de qae ctaalmeote despoe,
e sim para scientificar (a interese de todos)
a qualidade de seas objectos os quaes s3o
sempre de aparado gosto e perfeico; tor-
nando-se qaasi indispensavel para aquellos
apreciadores (do bom) freqnentarem a No-
va Esperanza, pois que ella capricha em re-
ceber constantemente, o que ba de melhor
relativamente a sua repartico: o qae se po-
der verificar qaando em qualquer reuaiao
de pessoas (amantes do xique) v-se om
bonito enfeite em am bonito vestido, am
A Nova iLsperanpa
1 lina Duqve de Cutes-* r
>PE*ANCA taz os seos
anuncios expoodo aos seis freguezes e a Qaando a AGIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel pubt
todos em garal o graade sortimento su- eral. m particular a sua boa fregoezia, da immensidade de pbjecl
perioridade de seos objectos nao com vis- te tem recebido, jastamenteftaando tila menos o pode fazer e porque essa falta 6
lontaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e rele
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA na do
Qaeimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridad* m
qualidades, modicidade em procos e o sea nanea desmenttido AGRADO E S1NCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA pode
dispi-, empregado apezar de sena castos no desempenbo de bem servir a aquellos
booram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem es
rar os objectos que por sua natureza s3o mais conhecidos ali, ella resumidamente i
cara iquelles caja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendivais, nao
bem seja
ate Mi-
aroma agradavel escapar d'um alvo lento, aos os tornan apreciados.
corpados, proprios para caifas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padroes miudinbes ; garante-se qne n3o ba
barrella que lhe tire a cor, e vende-se a
10200 o metro desta excellente fazenda.
MADAPOLO FINO A 60400 A PECA.
No Bazar do Pav3o vendem-se pecas de
macdapolSo fino de mnito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 varas cada peca,
pelo barato preco de 60000, por se terem
comprado om pouco enxoialnadas; pe-
ebincba.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende muito boas chi-
tas inglezas incamadas adamaccadas, pro-
pinas para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que em qoalqoer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa-
rto.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavao fez se orna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a 1120000, e li-
quidam-se a 7 500 a duzfrjou a 640 rs.
cada urna, boa pecbiocba.
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavo vende urna grande porco dos
mais bonitos cbaposinhos de palba da Ita-
lia, proprios para meninos de todas as Ida-
des, sendo chapeos que valem 50000 e ven-
dem-se a 20000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 RS.
O Pav3o vende chitas ou riscadinhos miu*
dinhos cor de rosa e rxinoos, proprios
para vestidos e roupas de cranlas a 200
rs. o covado. S3o muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Chegou para o Pav3o o mais bello sorti
ment das mais brilhantes lasinhas clara;
com bonitas palminbas, de seda; ten lo lar-
gura de chita franceza e vende-se a 10OGO
o covado grande pechincha.
ALPACAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
Vendem-se as mais moderna; e bonitas
alpacas matsadas com paltniobas, muito
proprias para vestidos de seohora e da me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA XOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chegou para o Bazar do PovSo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 100000 al 200)00 o
par, assim como o melbor damasco com 8
palmos de largara a imitagSo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propia-
mente colchas de damasco, seod os melho-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
qnanti.iade das mais elegantes sedas com
listrinbas, tendo de todas as cores e al
furta- 6r; fazenda qae nioguem veode por
menos de 20400, e liqoida-se a 20000 cada
covado; s3o moito baratas.
SE1INSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos melhores setins e grosde-
nap!es de todas as cores, que se vendem
mnito em conta.
POUPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pav3o vende-se um elegan.
le sortimento das mais bonitas poupelinas
de la com listas anadiabas, sendo todas
qaasi de urna s cor, 400 rs. o covado;
9 baratsimo.
GRANDE PECHINCHA EM LASINHA
A 640 RS.
No B3zar do Pavo fez-se urna grande
compra de lasinha para vestidos, sendo de
mnito boa qualidade, urnas com listas e ou-
tras com mselas, e muitos largas, que com
poneos covalos se faz vest lo e liquida-se
440 rs. fazeoda que sempre se venden a 10.
ALPACAS PARA VESTIDOS FURTA
CORES A360RS.
Vende se um bonito sortimento-das mais
brilhantes alpacas escaras forta cores,
sendo muito encorpadas e tendo om brilbo
como seda, liqoida-se pelo barato preco de
360 n. o covado por se ter feito ama gran-
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Bazar do Pav3o vende-se um elegante
sortimento das mais lindas poupelinas de
lia com os gostos miudinhos sendo qaasi
ama j cor e coa muito brilbo, pictrin-
cba b 400. rs. para acabar.
CH TAS A U RS. O CORTE.
No Bazar do Pa/o vende-se cortes de
chita mi odio tas, sendo rocha e cor de rosa,
tendo tO c i vados cada corte a2-J veode-se
a realho a 200 rs. o c .vado, pechincha.
* CASSAS A 200 R3.
NoBa?ar do Pavo liqoida-se ama por-
{2o de cansas francezas miadas e grautlas,
cores finas, qae se veadempelo h;iratissm
prec<> de. 200 rt. o covado para acabar.
Chegoo para o Bazar do Pavo om gran-
de sortimento dos meibores grosdeoaples
pretos qne tem vindo ao mercado, que se
vendem de 1(9600 at 50000 o covado ;
s5o todoa moito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pavo vende-se :am grande
sortimento das melhores cambraias brancas
transparentes, tem de 30500 at 100000
peca, ditas suissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 21000, 20500 e 30OCO i
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at amis fina que vem ao mercado;
todo Uto se vende mnito em conta.
MANTELLETES DE FIL
No Bazir do Pavo vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 104000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 0 METRO
No Bazar do Pav3o vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gara da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 na 3 1|2 metros,
e ueode-se 10000 e 1 ,-5-280 e 1600; assim
como tarabea no mesmo estabellecmeoto
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de 13a de
corea j promptas urnas com barras diffe-
rentes, da mesma fazenda 40^00 e outras
com barras bordadas 60OOD e 74000,
todo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pav3D vend-se o mslhor al-
godo-inho americano e-Testado para len-
[.ce?, tendo liso e entrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeo-se om elegaa-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilbos, qae te vendem por preco
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu um grande
sortimento dos meibores paonos de croch,
proprios para cadeiras de balaaco sofs,
pianos, tamboreles e al proprios para cu-
brir almeladas e pratos; vendendo-se por
menos do qae em qualquer parte.
Liasinhas trasparentes a 500 rs. o carado
O .Javo rcebsu um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, que veode a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavao vende-se su)erior
bramante d'algod3o com 10 palmos de lar-
gura a 108OU o metro, dito de linbo cora a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds linbodo purtocom 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 10 a vara, assim como um grande
sortimento de II mburgo ou creguellas de
todos os numerus, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqner parla; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o veode-se superior
atoalbado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 10600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; ludo isto moito barato.
Baldes reguladores a -10090 10500 e 50000
Cbegaram ao Bazar do Pavao o mais bem
feitos baloes reguladores, sendo de fusto
a 40000, ditos de musselina a 40500, di-
tos de 13asioba de todas as cores a 5#O00,
todos elles sao muito baratos.
Panno preto mnito barato a 30600
O Bazar d> Pavo recebeu urna grande
porco de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilao, qae sempre se venden a
50000 o covado e pode liquidar a 30600,
por ser urna excellente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do P*v3o vende-se um bonito
sortimento dos mais lindos bareges lista-
dos para vestidos, qae valem muito mais
dinheiro e liquidi-se a 300 rs, o cova-
do, ditos muito mais finos com listas a 400
rs, estes harenes sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande pechincha.
GURGUHAOA640RS.
No Bazar dj Pavo vende-se um bonito
sortimento dos melhores gurgnrdes de 13a
para vestidos t>endo umi linda fazenda,
muito leve, meia transparente e muito lar-
ga com furta cores e liquida-se a 640 rs.
o covado por se ter foito grande pechincha
na compra.
COSE TAS A 30
Vende-se comit s de cbita encarnada
adamascada a 35 cada nma, pechinca.
CORTES INDIANOS A 4J5tO.
No Bazar do Pa o vende-ae bonitos cor-
tes indianos com tsimo preco de 405 *0 cada um, pe-1
chincha.
CAMISAS DE ERANELLAS A 30500.
No Bazar do Pav3o vende-e am bonito
sortimento com todos os tamanhes das me-
ibores camisas, de flanella de la, com
mangas, tanto proprias para hoaens como
para senhoras e vende-se a 30000 cada
urna, e qoem comprar de meia dnzia para
cima ter om abatimeoto, Sao de muita
utilidade. 0*y"Sli
Granoe petbinclia om caaisa iuglvus a 4e 40SOO
No Bazar doPav3o fez-se orna grande com-
pra em leilao, de doissimas camisas ingle-
zas com pertos e punbos de lindo, sendo
com collarinhos e de todos os nmeros a
40000 cada urna, ditas sem coilariohos,
porm fazeada Qnissima a 44500; gran-
de pechincha.
CAMISASBARATAS a20SOO. 30000 a2600
No Bazar do PavJo vende-se urna gran-
de porco de casemiras mescladas, muito
encorpadas a 20800, ditas finissimas com
msela de seda a 30200, ditas modernas
de qoadros, fazenda de muito gosto a
30600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
os, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do que em outra qualquer parte.
COLCHAS BRANCAS A 30200,30500 E 70
Para o Bazar do Pavo chegou nm gran-
de sortimento das melhores colchas de fus-
to, s-ndo das meibores e maise corpadas
que tem vindo, a 7000.', ditas am pouco
mais abaixo a 50500, e ditas a 30000;
tambem no msmo estabelecimento se ven-
de um grande sqrtimeato de cretones e chi-
11 s, proprias para colchas, que se vendem
muit em oonta.
GORGUROES OU POUPELINAS DE SEDA
20OGOCADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo um ele-
gante sortimento das verdadeiras poupelinas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem'a 20000 cada covado,
o qne em outra q -alqoer parte cao se ven-
de por menos de 20500, previne-se que n3o
sao algodo e seda, como ha muitos; mas
sim puro linbo e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Ba:ar do Pav3o encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roupas para borneas tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas com peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qualidades.
Ceroulas de linbo e algodo.
Meias curtas francezas e ioglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
am moderno e linde laco.um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve^
zes uns aos outros) estes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA:'realmen-
te 11!! procurar descrever emannuacios os
artigos qae contem dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamos com aquella
graga e perfeicSo com que s5o elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANQA con-
tentase em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
91Roa Duque de Caxlae*1
Cal de Lisboa.
Vende-pe cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos, roa do Commerck) n. 13.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
Farinha de mandioca.
Veode-se superior ariuha de mandioca, vinda
do sertao do Cear, em saccas de 2 1|2 e 3 at-
queires cada sacca, por preco mdico : ra do
Viftario n. i4, escriptorio de Jos Lopes. Davim.
Fitas mni latgas de diversas cotes e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
% o grande e variado sortimento qae acaba
de chegar, mas para n3o massar o preten-
derte se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 42 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda paca chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade superior
e vendem-se em caixa ou porteo mais pequea,
e mais barato do que em.outra qualquer parte !
na roa da Cadea do Recite n. 51, { andar.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finaft.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor qeajidade.
Lindos vasos com p de arroz e piasel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos A modernos pontea dourado*
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinbot.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, ai
quaes sao movidas por om machAmo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas devidro enfeitadof ton
pedral.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquede ds
Armapo.
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qoalqner peca de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
(.panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os meibores brins,
qur brancos, qur de cor; e quando qual-
quer obra nao ficar inteirameote ao gosto
dos freguezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottiment j de chales de merino de cores
muito boas com padroes muito decentes
para qualquer urna senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em conta.
BABADINH)S
No Bazar do Pavao vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de ntremeos largos e
estreitos, qae para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em outra
qoalqner parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Lasinhas retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qnalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cants, bombazinas, qae so
vendem mais barat j do que em outra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do PavSo vende-se chitas pre-
tas inglezas com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas tedas pretas, por estarem nm pouco
russas, 12 J o covado; pecbiocba.
Oj propietarios d este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalho do lerem
os seas annuncios, pela razaode muitos
d'elles serem mudad s amiadadas vezes.
CACHE-NEZ A 6#000.
No Bazar do Pavo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 6(5000 cada am.
Veode-seuma armacao de amarello com dous
balcoes: na ra do Barao da Victoria n. (ou-
tr'ora rna Nova)._____________________________|
Farinha de milho '
Chegou ltimamente nova farinb de milho em
saceos, cujos precos sao mdicos, como os de ou
tr'ora: a tratar com os consignatarios Amoro)
Irmos & C, ra da Cruz n. 3._________________
FffiOSOS
DE
OLINDA
Lindos costumes de 13a enfeitados pro-
prios para banhos, chegados pelo ultimo va-
por, vendem-se na loja do Barateiro a ra
da Imperatriz n. 32, pelo baratissimo preco
de 154(000!!!
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbas.
i i
l 0 COILA
5N.3ilUiMCAWGlN.U
I mmu unios i
Com este titulo acha-se aberto 6 inteirameote transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro todo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adwecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco de
qu em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencete a esta arte.
nTTENGAO i
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, muito propria para qaalf-
quer principiante : tratar no sobrado por cima
da mesma.
Chapelinas e chapeos
para senhoras, loja da Turqueza acaba de rej-
eber excellente sortimento.
Basquinas
muito novas e de bom gr3 de aples : na lojd
da Turqueza.
Gintos
de veludo e de seda, variado sortimento : na la-
ja da Turqueza.
Camisas bordadas
variado sortimento : na loja da Turqueza ra dp
Baro da Victoria n. 9, (antiga ra Nova).
Punhos e gollas
de veludo para senhora : na loja da Turqueza.
PORCOS
Farinha de trigo um pouco avariada para por-
eos, bois, galinhas, etc., etc., a 5 a barrica com
6 arrobas, assim como tambem serve para pada-
ria por nao estar mnito estragada : na ra do Li-
vramenlo n. 36, armazem Baliza.
CHUMBO VELHO.
Vende-se chumbo velho : no armazem da bola
arparella no oitaa da secretaria de polica.______
ATTENCAO
Vende-se um boi e urna earoca de quatro ro[
lias, e mais tres rodas de sobrecelente, tudo mui-
to em conta : no caes do Ramos, junto r tend
de Ferreiro.
UAIII LIBDU&UO'
Lourenpo P. Mendes Guimares
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seo proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, visilarem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolSo enfestado a 305001 Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 30000, 60OOO, nho e algodo a 10800 o metro, dito de
Milho.
Vende-se em saceos grandes, ds superior quali-
dade e mnito nove, por menos preco que em outra
qualquer parte : na ra io Vigario n. 14, escrip-
torio de Jos Lopes G. ________
Carne do sertao
chegada pelo ultimo vapor, por preco razoavel :
vendem Cunba Irmaos & C, ra da Madre de
beos n. 34.
Vende-se urna b mita urna de amarello para
deposito de ossos : na sachristia da matriz do Cor-
po Santo.
Secretaria de ferro
Vende-se e est vista em casa des importado-
res Sbaw Hawkes & C, rna da Cruz a. 4.
0 Bazar do Pavao sit> a ra da Imperat iz n. 60, esta' constantemente abert o
das 6 horasdamanaih as9 di noute.
BOM E BARATO
Ra, do Cresuo n. 20.
Venda-se chitas escuras a 200 e 240 rs. o cova-;
do, clara miadas a 200 e 24(Trs.o covado, algodSe
mesclado, 4 palmos de largura, a 200 rs. o cova-
do, peca de algodo de 20 jardas a 3, peca de
madapolao a cambraia lisa 81|2 varas a 3*800 a
peca, cambraia victoria fina n. 14 a 4*800, atoa-
lbado 2 larguras a 2|400 a vara, lencos de seda
da India a 1*280: na loja do Guilherrae.
Grande pechincha.
Ricos cortes de cambraia bordados com W varas
a 7*. alpacas e laas de cores a 400 e 800 rs. o
cevado : vndese na ra do Duque de Caxias n.
19, loja de Leite, Puntes A C. ________________
Doces, f: uctas e fl -res
Ra da Cruz n. 13
Lanches todo- os dias, fructas, pastis, bom bo-
cado, folhadoa, doces e impadas.
01-o de ricino
Vende se oleo de ricino : na ra da Cadeia-ve-
Iba no Recite, n. 1, I* andar.
60500, 70000, 80000, 90000, e 100000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para calcas a 40000, 50000.
Para liquidado vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na rna da Imperatriz vndese chailes de
merino estampados e de barra a 20000,
20500 e 30000.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 50100, 60000,
70000, e 80000.
Para liqoidacSo vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se dnzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60'JO.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 10400 e corbertas de cbita a
10500.
Para quidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
0 barateiro vende percalas unas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320, 400 e 500, rs, o covado.
O Guimares vende mursuiina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Menles vende fusto de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O Lourenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 410 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o civado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas^matisa-
das a 640 rs.
linho poro a 20800, esta fazenda pro-
pria para leogoes e toalhas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr?eaz a
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vestid
dos a 20500,20800 e 30200 o corte pan
liquidar.
Vendeo-se cortes de cassa a 24500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 r. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e palitos por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de peealas de duas saiai
para seDhoras pelo barato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de ronpa feita.
Vende-se palitos de alparca e de corea
a 20.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se colotes de brim de cores a 10-
Vende-se ditos de meia casemira a 25rj0
Vende-se calcas de algodo azul a 800 rs.
Vende-se dita de algodo de listras a 800ri
Vende-se ditas de brim pardo 20! 10600
e205OO.
Vende-se calcas de casemira de core
a 6080.
Farinha da trra
moito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. Angelo Baptista do Nascimeato, ao pe
do caes dos vapores no forte do Mallos; vende-se
ao alqueires, a tratar com Bernardo Jos de
Aranjo no armazem do Sr. Annes defronte da al-
andega.
Veode-se a casa terrea n. 11, sita em Olinda,
ra do Urgo do Amparo, com excellentes com-
modos e grande quintal, solo proprio : a tratar no
decife, ra da Cadeia n. 40.
GHEGARAM
Potjos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito com mo-
do: na roa Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de SouzaSoares.
Bombas completas para c <-
cimba, por "diminuto preqo, na
mesma casa.
A 10000
Os melhores espanadores de palba ;
Crespn. 25, loja da esquina.________
na ruado
gaz m CAZ
Chetou ao amigo deposito de Henry '**
el, ra do Imperador, um carreftment' JU-
le primeira o^alidade; o qual se vende em partiii
i a retalho por menos preco do que n outt* quM
juer parte.
o engenho Camocim na freguexia de Taquara da
provincia da Parabyba, o qual offerece as seguin-
tes vantagens: excellente porto de embarque,
atrat do eugenbo, grande terreno onde se pode
terreno nma ilba rica de pastagens e qae-dispen-
sa cerca, muito boas trras para eanna compostas
somente de barro-massap, muito productivo de
roca, feijao, milho e arroz, com grande porco de
coqneiros em dous pontos diversos, perto do litoral
tres quartos de legoa, e cinco legoas da cidade de
Goyanna : quem pret nder comprar este engenho,
di rija-se roa do Vigario n. 14, ou ao proprio
engenho.
CANTARA DE LISBOA.
. ^1^.^J2 i tratar ao
los: a tratar na rna Direila n. 101. armazem da tmwsa do Corpo Santo n. W.
Attenpao
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v
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I

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Diario de Peranroco Sexta feira 30 de Setembro de i870.
rrrr
CAHUDO ALBERTO SODR*D\ MOTTA & C.
ijfii lilil ilii o arnwtwn de gneros de esRva a
tratwsa da Madra Dansji. 14, tem par vender
o naiiln*n ein eoroerva ptimamente preparado
emParis :
Ehttlhas (PrfO pois).
Fiuao teri>e (faricots rrrH).
Dno n on \o (dem ftageotiets).
gBMMos (Aspar s).
Mucllama de lf.gumes [Uacedoine lejumes).
Smotras (Carottes).
Toiutks (JbmoM).
Com di Bboxcllas (CAoh* de Bruxr/fci).
Alcachopiu1- (Fund d'aitichanls).
Espinafres (Epmards)
Coccmbllos (Champignons).
(Ce/**).
Pastis con nm (P/ trv/fs).
SEM TRUFFAS ( JJB truffis};',
Atumcom azbite (Ton Tboffas simples (Truffes au natural).
Sardixha ex tomates (S'irdin* etc.)
Galartoia com thufias (Galaitint avec tru/Jee).
Frahoo (PomW).
Pombo com euvilhas (Pigcon anee pois).
Galukholas (Bcaisones).
Perdiz com azeiton.vs (Perdix a*ec oliva).
assada ( > rotte).
Aicdorinha {Allowtte).
Codorniz (Gtalle).
Lamprea {l.-improie).
Pkado (Andouitlettes t.)
Salxicha (S'iucismno t)
Cari ouizads (t'rineanieau O.)
Recebeu-se mais
Um completo e variado sortimento de papis
pintados e doirados de differentes qualidades e es-
quiaito desenos, proprios para forro e guarnicao
de salas, gabinetes, escripiorio, etc. Na rernessa
desse artefacto tem havido o maior goto e capri-
cho da parte do nosso correspondente de Pars.
Com urna mdica commissio sobre o cusi da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ler
efectivamente um deporto dc.-sa especialidade.
No armazem de Candido Alberto Sodr da Motta &
C, i travesa da Madre de Deas n. 14.
Fumo e papel
Completo sortiment de fumo, tanio para cigar-
ros como para charutos, vindo do Kh> de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Sol. Papel de seda, linho
e algodao, de differentes qualidades, proprio* p^ra
o fahffco de cigarros. Vende-se constantemente
no armazem de Canudo Alberto Sodr da Molla
A C : travessa da Madre de Deus n. 14.
Especialidades.
Continuare a achar-sc a venda na ra Direita
botica n. 88, os mni conhecidos e acreditados re-
medio da veame, e muros diversos medicamen-
tos feito* em Paris, bem como o> xaropes de co-
deina de Borth, de rbano iodado, de iodurete de
ferro de Blancard e as pilotas do mesmo, peitoral
(Je cereja, pos de Ros, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pillas ou conferios de bis-
rouiho de Chevrer, e muros medicamentos euja
profieiencia quando empregados as doencas das
vas respiratoria'', as dores rheumatk-s, na
amareilidao, na falta completa ou irregnlaridade
de menstruo, as diarrhas, doencas do coracao
e do tomago, tem sido e iicontestavol, em
vista dos bene,1cos resultados das experimentales
ou oso que diversas pessoas delles teem feito, as-
sim como das pillas denominadas lira vinas in-
comparaveis em sua efflcacia nos acommettiraen-
tos febrB ou sezoes ; existindo lamben) na mesma
casa, alm de snfficiente quaniidade de drogas,
on nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
nbaca e pincis, que se veodem por menos do que
em ontra parte.
Antes que seacabem.
Medalbas de prata mac: Gr: 30 : vndese na
rna larga do Rosarie n. 34
AR DA MODA
AUti. jt
DE
ARMAZEM
Jos de Souza Soares & C.
RA BO BARAO VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Apre'senta-se meum >rphozeado no que pode havor de mais bello e agradavel em fa-
zendas finas para Senlioras artigos de alta moda era Paris tanto para senhoras como
para homens a meninos.
Miudezas afarmadas, perfumaras especia*, variedade de lindos objectos para me-
amos e brinquedos para1 crianzas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-se moito emeonta e raanda-se por empregados do estabeleciment fazendas
em casa das Exms. familias aura demelbor oscorherem o que desejarem
NOVMDES
--------
DO
TRIUMPHO
7 Ba doQueimado
DE
MOBEIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
mas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenbos.
, Ditas de 12a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos postos e modernas.
Ricos b urnus para passeio, com lislras de setim.
Sahidas de baile o que ba de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linio, e um grande sortimento de roupas feilas e de fazendas que
* enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para gtiarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rrande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CASA CAUVIN A- mabiher,*h*sezreei*do
*"**"* ^##**# i oulevard Sebastopol, 65 PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresen '.idas a Academia de Scicnrias c ao lns'.itatu de l-'raiifa,
lUICPPAn Soba Iorma de ,lj'''lla' dcfcdida c doicada para
IlllItwbnU fascr de momento urna solacean
Preveativa e curativa das MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
NORMA
RIJA MOV A V 48
Pechineha sem igual.
(jasaros do gorgurio de soda pretos, ricamente
enfeitados e os mais modernos que tem vindo ao
mercado, a 254, saias brancas bordadas a 13, ditas
de cores a 65 ; popelinas de todas as cores a
1*500 o covado ; tedinhas de quadros a i200
ris o covado : cortes de dina brancos, borda-
dos, proprios para baile, a 8 ; gorguro de
lia e seda a 1*600 e 15800 ris o covado ; las
de bonitos gostos a 560 ris o covado ; popelinas,
ricos padross escosezes a l|i00 ris o covado ;
cortes de vestido de cambraia com barra a 5$
cada nm; sahidas de baile, bornons de varios gostos,
legues de sndalo, vestidos de blond e muila* ou-
tras coras que se deixam de mencionar por se
tornar enfadonho.
IV IIJfirr.AIi IHIIirniiA110 vo,Bn!e ** "ra rclopio, f-nindo da
lyECTOR-PlllLTRfl^-^^^^^^d..
COTA lf\t> Com a forma, e de volume de um Porto-Moed
BO I VJ UO COTBNDO TODO TA TAMEKTO.
COLLYBIO Contra as affeccoia das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO C
Depositarios geral para e BRASIL, e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PBRNAMBTJCa
Pechineha
Saias de laa com barra de cor a 5J, bal5es de
arcos a 1800, algodozmbo com 4 palmos de lar-
gura a Si a peca com 20 jardas, chitas proprias
para casa a 340 rs. o covado, la escura a 240 rs.
o eovado : na rna do Uvramento n 10.
TIJULLOS.
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p ras n. 53, antiya
hja do Braga
O abaixo assignado, dono dcste antigo estabelecimento, tendo em vista apresentar um j
completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar bascar em ]
diversos pontos da Europa os melhores objectos de seu estabelecimento dos fabricantes :
mais conhecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seas numerosos fregneres,'
virem se servir dos objectos de sua carencia, a- me encontrarao por menos 10 0(0 do que :
om outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodao, i
do bem conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaes, ]
ditos para fogo, moinhos pira caf de todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de
_ dons canos e de um, tanto inglezas como francezas, louga de porcelana, facas e garfos
S~ de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, brea, barbante, enxofre, papel e
aM limalha de ferro, ago, e agulha para fogueteiro ; assim como encontrarao constante-
mente grande porfo de fogo do ar, e recebe-se i'ncommenda de fogos de vista, alem de um
cera numero de objectos, que se tornara enfadonho numera-los : venham ra Direila n.
53, toja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga toja do Braga.
LOJA DO PAPAGAIO
DE FAZENDAS E AOUPAS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 40, esquina do becoo dos Ferreiros.
I
O proprietario desta novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
desta cidade, e especialmente as Exmss. familiis qw est liquidando por precos bara-
tissimos as antigs fazendas que existiam necte estabelecimento, alm das que abaixo
vjo relacionadas, cujos presos morecem toda a attncSo do respeitavel publico que nSo
deixar de com pequea quantia refazer-se de qna!quer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-se das do mai3 apurado e lescolhido gosto, que vender mais
barato que qualquer outra loja.
Ditds estampados de 4^500 para cima.
Camjsinbas de cambraia branca transpa-
a 2,5800 a
a H
Algodosinho com 18 jardas
peca.
Madapolao enfestado com 12 jardas
e 3550O a peca.
Dito de 24 jardas a 55000 para cima.
Atoalhados de linho, e de algodao tran-
cados, e adamascadas por precos comino-
dos.
Chitas escoras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudiohas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Baloes de mussulioa a 4$ e 5000
Guardanapos de linho a 3500 a du-
zia.
Bramante de linho a 20500 e 3000 com
10 palmos.
Dito de algodSo a i 800 o metro.
Meias para senhoras de 4)5000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 3?>000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
Os tamaitos.
Colchas de fusto branco de 3-3200 para
cima.
Ditas de cor da 3(5000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a finos, a 8,5 e 104000.
Ditos encarnados a 4,5500.
Ditos de algodao a 1#500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senho-
ras preco barato.
Llazinbas Irences trancadas, comlistras
largas proprias para saias de baixo, fazenda-
inleiramenie nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o cevado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4,5000.
Ditos de organdy de dito dito a 8,5000.
Cortes de 15a da Escocia a 6,5000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 2^500.
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 35000.
Brilhantiaas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 re, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guio al o mais fino.
Lencos chmezes a 35500 a duzia.
Ditds brancos de algodao a 25500, mu
to finejs.
Fil! hranco e preto, liso e de salpico.
Corees de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditqs de fil liso a 55000
T.rlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
gui3o.,
Camisas bordadas finissimas, proprias
para rjpivos com a competente gravati.
Punjios de linho para bomem a 15 o
p?r.
Colairinbos de Iinuo lisos e bordados.
Grafatas pretns e de cores, tanto em se-
tim como em seda, ha de todos os gostos e
f^itiosj
ROUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sor ment qualidjides, e feitios, para pregos comrao-
dos, ej quem comprar porco para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mentoj de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qoalqiier obra a vonlade dos freguezes,
qoer para homens ou meninos, e por me-
nos pieco que qualquer outra ofcina, e
para siso a LOJA 00 PAPAGAIO acha-se mu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desemjpenbar qualquer obra da sua arte,
recabado a responsabilidade sobre o pro-
prietajio da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quero as exrbtr; ou mandam-se levar .
loscaijseiros.
A leja do Papagaio acba-se aberta d
horas da mauha s 9 horas da noute.
Francisco Teixeira Mendes.
IjOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo a. 9
Os propietarios d. esMfcefe-
eimente, alm dos muitos objei nna ei
postos a apreaiacio do respeiuvel paWico, maa-
daram vir e acaiam de recebar peto ultimo tajoc
da Europa um completo e vanado sortimento m
finas e mui delicadas especialidades, as qnaeg -
tao resolvidos a vender, como de sen costana,
por presos muito baratinhes e commodos pira to-
dos, com unto que o Gallo.... ___
Mnito superiores lavas de pellica, preU3, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e pnnhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moerao.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. sonhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com rian-
lhos e sem elle*; esta fazeuda o que pode hatw
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperoU,
marnm, sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores moias fio de Kscosf ia para se-
nhoras, as quaes sempre se veederam por 30#flOO
a duzia, entretanto que nos as vendemos por SO*,
alm desta% temps tambera "t.-uide sortimento de
outris qualidades, entre as quaes algu-Jias mnito
finas. ^
Boas bengalas de superior canna da India t
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor sa
pode desejar ; alm destas u aos tamtern grande
Jaantidade de entras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airoso* chicotinhos de
ligas de seda e borracha
cadee
de outras qualidades.
Lindas e superiores
para segurar as Bou*.
Bo:s meias de seda para enhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navaihas cabo de marfim e tartaruga par?^ fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegurames sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para eneber
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assiat
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
fadlitam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde multo recebedores destes prodigiosos
collares, e con: ruamos a receba-los por toueso
vapores, a ? nunca faltem no mercado,
temo ido, assim pois podero aquei-
vir ao deposito do galle
vigiu. "ontraro destas verda-
deu-os attendendo-se ao fim
para q;.. i i app'ica nderao cor. um mai
oimirnto ltr.ro.
Rogamos, "; i .Jtos que deixamos
declarado>. e amigos a virem
comprar por pr< niti rii-oaveis loja do gallo
vigilante, ra iln '' -. n. 7 ^^^_^___
U VILLE DI PARS,
tival sem segundo
BA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
20Ra da Imperatriz20
Farl & Lessa.
Acaba de chegar a esta nossa nova loja de Ja
zendas finas um variade sortimento de fazendas de "^""nuiia.
laa e seda, como sejam : granadme do ultimo Dazias, de palitos seguraoca a....
gosto, pspelinas de urna s cor, alpacas e laazi- Duzia de palitos segoranca caixa
nhas de cores, o que ha de mais moderno, tudo grande a...................
por baratissimos oreos, brilhantinas de cores, te- ^scq com r leobaboza muitofino.
Vende-se urna porcao de alveosria groca de
marea regular e bom barro : contrata-se a por-
cao quo qaizerem. tanto destes, como tapamento,
tenas e Itdrilho ; para velos e tratar ra Im-
perad n. 430. casa com portao de ferro ao lado.
ps de rozeiras de varias qnalidades, assim como
de sapotis, abacate, figueira, laranja cravo e pi-
nheira, por pre^o razoavel : a tratar na Boa-vista,
rna do Vi.conde de Goyanna, outr'ora Mondego,
namero St.____________________^_
Vende-se
Ni roa dos Qaarteis n. i urna armacio propria
para qualqner esUbelecimento, podendo o com-
prador tirar on flear na mesma bis onde esta :
qoem qnizer pede tratarna na roa Nova n. 4.
i*
H HfflES &
u u i. J.
Farinhi de Mag
Roa dnPraa, travessa do Carioca n. ^vnde-
se superior fariah a de mandioca em suecos gran-
des, a proco de 6*000 e 6*900 para acabar.
_________ -S88B83838)8|
Joaqnim Rodrigues Ta-
varen de Mello,
TEM PARA VENOER
em sen eseriptorio, praca do Corpo Santo
n. 17 :
Famo em folha
de i* e 2* qualidade, e vende nm on mais
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima ebegada.
PotaasadaRussia,
Fartaha de maodloea.
Vinho Bordeaox.
, de 1 qualidade. Tudo de vende mais
barato do qne em ontra qualquer parte.
hra a Testa do general.
. dazias
de ognetes do ar por menos preco do qne era
VSS' K' |1Tante'se *wlida!e : na ra
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaioias, gallinheiros te
Chapas de ferro galvanisado para eobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Milner e onlros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Do em enxadas.
Etanho em barra e verguiaha.J
Folha de Flandres.
Arados americanos para Iaderra OjVarze?.;
Carrinhos de vio.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo'defaco.
Ditas de serra.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de forca det.3"cavallos e motores para 2 c&vailos, para mover ate
achinas de algodao.
Cadeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Balancas para pesar.
Oleo de linhaca em latas da Ierro.
Trilhos de ferro para engenhoey
Bombas americana?.
Macacos de estirar.
Balaucas e peso deciiuaesfe ontra!.j
Fogoes de patente.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretas para caminhos de ferro.
Um grande sortmeoto de forraes* 'entilarte. |
cidos das indias, fazenda nova a imitarlo de per-
cala, baldes de clina fingindo saia de cor com lin-
das barras, fust5es proprios para vestido e roupas
de meninos; agora grandes e admiraveis pechin-
shas, saias brancas com lindos frisados a 3|, ri-
cos corpinhos bordados mnito finos a 5*, baloe.
modernos de arcos a 2*, ricas colchas para cama
alcocboadas, sendo^brancas e de cores, a 5*, 6* e
7*, cambraia victoria fina a 5*, ditas transparen-
tes a 5*, 6* e 7<,chitas finissimas escaras e claras
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de cores a
440, lencos brancos de cassa a 2*500, ditos chi
oezes a 3*500 a duzia, madapolao fine a 6* e
5*500, e muita superior a 7, 7*600 e 8*, algo-
daozinho largo proprio para tenees a 6*, panno
de algodao branco trancada proprio para toalhas
de roosa a 1*600 a vara, nramante pata lences a
i*000 e 3*500, o qne ha de melhor, esguiao fi-
nissimo a 2*200 e 2*500 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderem
escolber. Tambem temos completo sojtimento de
perfumaras dos primeiros fabricantes francezes e
mglexes; as pessoas que se dignarem vir a esta
loja terio occasio de reconhecer a realidade
que annnnciamos para nos justificar._______
de
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Niclheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da
degavelha n. 2. 1* anda.______________
alfan-
Fogar
in de patente.
em ra*a dos importadores Shaw
Hawkes A C. ru. da Cruz n. 4.
lia de cana.
Vende- lia de cana a 320 a libra on 680 rs. o
klo : no largo do Carao, esquina da rna de Bor-
las 1
CASA CAUVIN A. IAIBIIBR, ~--sBe*u-r-
VHWH VHUf III Boulev.rd. Sebastopol, BB. PJLXUS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApretMtadu t Aeademil e Sdeatiu >o tasitiio it Prasfa.
INJECCO ^^^&^^^tK'.&
MOLESTIAS CORTA'08AS
Farina de maudioca do Mar-
nho e da Baha
Vende-se no eseriptorio de Joaquim Gerardo de
Basto ra do Vigario Tenorio n. 16,1 andar,
encllente farinha de mandioca vinda do Mara-
nhao e da Babia, em saceos grandes, muito fina,
alva e torrada : es pretendentes podem examna-
la nos trapiches da Companhia Pernambucana
Dantas e Fontes ____________
rotla de amareilo em bom
100
700
400
Vende-se urna
estado : na camboa do Carmo n.
16.
Attencao
Veade-se a armacao e pertences da taberna n.
11 do largo do Terco, muito propria para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma. ________________________
Madapolao f rancez com 20
varas,
proprio para saias e camisas de senhora, pelo ba*
ratissimo preco de 65500 a pe?a, garante-se ser
fazenda de 10* em qualquer parte. Tambem ha
grande porcao de chitas francezas escuras e cla-
ras pelo nunca visto prego de 200 rs. o eovado :
isto to na loja das seis partas em frente do Livra-
ment. _______
Graves inconveniets de fraettiaade.
ESTOJO c*''0"^
, un
Eo u-ante-rheumatic.
Remedio efflcacissime contra as dores rheuma-
tics ate boje o mai: conhecido pelos seos mar*
vilhoMs resultados.
XAROPE DE AGRIAO.- nm dos medicamen-
tos que sua efflcacia as enfermidades, tase e
sangue pela bocea, bronebites, dores e fraqueza
no peito, e-crobuto e molestias de ftgado, que me-
Ibor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA. A celebre raz
de marapuama, coja energa e efflcacia as para-
lysiis, intarpecimemo, ete. etc. muito.stj'recom-
menda.
Todo- ep preparados se encontraro| na phar-
raacia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
psito n* ru larga do Rosario n. 3i^__________
120
320
320
Pacote cam pos de arroz o me-
lhor que ha a............... 320
Navaihas muito finas para fazer
baria a.................... 10000
Caixi de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidbo para toa-
lhas!....................... 160
Caixas com peonas d'aco de Perry
superiores................. S00
LeDeos da cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado...... .
Caixas, com 50 noveilos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......3)5600
Pe^as de bibadinhos com 10 va-
rasa.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p^a a 1)5500 e.
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de i cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas para m '
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares1 de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos' para vultarete
Sylabarios porluguezes a. .
Cartoes com colxetes i carreras a
AOotoaduras para colltte diversas
qualidades.......
Caixas com peona de ac muito
boa de 320 a. .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacole de papel com 20 quader-
nos :........
Resma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a ...........
COLLYRIO Contra as affeccoi das palpebras, preparado .ob mema forma.
n anr-TIAT tiUV 9 p Depositarios geral para o BRASIL e PORTIGAL
BARTHOLOflLU al 34, rw brga do Rosario. PBRNASIBUOO.
500
2(JOO0
500
500
500
40
500
320
4)5500
2,5000
1^500
3)5000
400
20
400
50C
40
24OOO
240
Ocordeir vidanfct
Roa do i; / .-C.'aiO e. 1*8.
Novo e variado so: '.miento de perfamax^-
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de per*:
marias, de que efectivamente est provida:
loja do Cordeiro Previdente. ella acaba
receber um outro sortimento que se t
aotavel pela variedade de objeclos, saper
dade, qualidades e commodidads de pr
eos; assim, pois, o Cordeiro Previdente peo
e espera continuar a merecer a aproe i
do respeitavel publico cm geral e
boa freguezia em particular, nao se
tando elle de sua bem conhecidamansic*
9 barateza. Em dita loja eontrarSo
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fr?s
ceza, todas dos melhores e mais acreditada
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgia) para conservaco fe
t88eio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che;
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coe
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparant
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel ch*!
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igrjtj
mente finas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidat
com escomidos cheiros, em frascos do diffe
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em flfo
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barbe
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan&
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
as perfumarias, muito proprias para prt
lentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, UK
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com p de arro
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentei.
Pos de camphora e outras differeaU
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Atada br* c^iim*.
Um outro sortimento de coques de r-
vos e bonitos moldes com filets de vidrilh*
e alguns d'elles ornados de flores e fita;
estao todos expostos 4 apreciacao de quo
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
FiTellas e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes obj
tos, ficando a boa escoma ao gosto do cok
prador.
400
4)5000
3)5600
Doc s, fructas e flores
Ra da Cruz n. 13.
Sorvete todos os das, das 11 horas em dianto, e
todoi os saboadoi haver de creae.
Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordeaox, de C. Marganx e I. O. Medoc.
Ervilhas franeeias em manteiga.
Papel para cigarros Doc
Phosphiros de seguranza.
Agflas de Vechy.
Hant Qne.
Celestine.
Mereori doce, eaixas de meia libra. ,
Papel de peso, grande sortimento.
Na ra-do Vigario, armatem n. 11.
Panno de algodSo.
Vende-se sup-rior panno d'algio da Baha : no
eseriptorio de Antonio Luir d'OIiveira Azevedo &
C. i roa da Cru n. 67,1* andar.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comnriniento, qualidade superior, em eaixi
porgao mais pequea
cife n. 51, Io andar.
e superior, ero u* m
na roa da Cadeia do Re-
ai mn di u
Vende Joaquim Jos Ramos :
n. 8. andar.
na roa da Cru
A 1,800.
Liados c rtes de percales a 1*800 rs.
do Crespo b. Vi, loja da esquina.
--------'
rna
CEMENTO
O verdadeiro portland. 86 se vende na ru da
Madre de Dos n. 11, armaieni de Joio MartW
Barro
iU



Diario de Pernambaco Sexta eira 30 de Selrpibro de 1810
i.
f
!
i


YARIEDADE
HORROROSO MASSACRE DOS FR
CEZES EM TIENTSIN.
(Gonclusa).
Outro negociante francez, Mr. Clwlw
o aviado que estavam aneando as irin is le
oiridae, diligeaciou ir lar com ollas
as defender, mas agarrado na* ras fui fal-
l em Ufas. Sua e;posa, sabondo que
marido tinha encontrado a mone, fugo pa-
ra a casa de um chinez chrisio, aonde (i
coa at noite, qae djjfarcada com filos
iezes se attreveu a voltar a casa, pli-
sando poder yar o cade ver do esposo, d.i-
p os de ama intil basca volava Inta-
Cjo do chinez : mas sebdo descoberia pe-'
hs tropas de Chunh How, foi logo mirla
as mas. Dorante a tarde daquelle oua ",a
esquecido dia, o Dr. Frazer. da armada
real ingleza. clmrgo residente em Tient-
an, foi accmmettilo, e deven a vida
montar una cxcellenle cavallo, qae logia
)n elle atravez da mnltdo.- Cincuenta
homens de Canto, suspoitos de viverem
em harmonia com os europios, foram as-
sassinados durante a excltaco popular;
no Gm da lard varios malvados anda fo-
remachados rodeando a colonia eslran-
geira. e um foi encontrado com una
pistola carregada. nfessando qu9 tinln
sida mandado para malar miis algum
europeu que estivesse ao servco das al-
aodegas.
Nooavia em Tientsin nenbuma forc pa-
ra defesa de propriedade e vida britarini
ca. O consol ingles quatro das antes li-
nna oflicialraente pedido a Chong How, co-
mo auloridade principal de Tientsin, para
ornar precaucoas afim de evitar a revolta
e assegurar prolecco aos estrangeiros.
inaelle nunca se dignou responder a es-
lis Importantes e olliciaes requisices.
Sobre Chung How cae, sem duvida ne-
nhuma. toda a responsabdidade d'este me-
sacre, e de esperar qae elle tenha o C3*-
t.iro que merece por ser causa da marte de
untos innocentes.
O laclo que Cbung How, mandarina
eai alta posro, governdor e senhor des-
pota ha nove annos em Tientsin, com um
refiraento regular imperial, armado de ca-
raoiu Eolield, debaxo do seu commando,
com meios de mantsr a ordem na cidade,
e leudo n'do instado pelos cnsules inglez
e franco*, para obstar a revolta, com bas-
t ale antecedencia para o poder fazer. dei-
xa bem claro ver a connivencia qae hou-
ve entre elle, o povo a a tropa para levar
a cabo e;la onspiracSo, contra os infelizes
e'irepeus.
Esse covarde e selvagem potentado fez
:vi los sordos, quando Ihe pediram q'ue
mantea tropas defender o hospital da
caridade, que nao distava muito do Yatnen,
onde elle se conservava passivo e escondi-
do do quarto, emquanto doze senhoras (rao
cana, e mais pessoas, eram massaendas
quasi a porta da sua residencia. E inulil
pergantar. pois, em qaem recae a culpa
de todos estes attentados.
Heve notar-se que Tientsin n5o no in-
tanar do imperio, mas sim um porto de
mar, onde o ultimo tratado foi assignado,
e onde o direilo de residencia para as ir-
mas de caridade e missionarios tinha sido
garantido por tratado feilo depois da
guerra.
O assassinato dos europeus, que por um
pacto internacional tinham assegurado po-
li erem vjver e commerciar em Tientsin,
fui praticado n'um hospital publico, onle
eram soccorridos os doentes e os marti-
mos de todas as nacoes que visitavam Tien-
tan, e onde eram tratados e servidos pelas
boas irmas. Nesta mesma casa de carida-
de fra Chung How obsequiosamente re-
cebido quando visitou aquellas ollicinus de
piedosos trabalhos em servido dos pobres,
dos doentes e dos orphos do seu proprio
povo; e lano elle se convencer dos bons
servicos das irmas da caridade, que este
: averno Ibes dera provises e dinheiro pa
ra ellas soccorrerem os pobres de Tien-
tsin.
E depois d'esta saneco e cooperario
nos trabaihosdas pobres irmas, que elle a?
abandoua ira de olliciaes inferiores, dos
seos soldados e do povo.
Chamem-ilie apathia, covardia, o que qui-
zerem, mas simelhaale conducta ha de ser
empre julgada com a mais atroz conni-
' enca com o partido ante-estrangeiro, que
deseja o sangue de todos os europeus.
(iracas energa e promptido do cnsul
britnico, os interesses commerciaes da co-
lonia de Tientsin nao soffrerammais que mo-
mentnea interrapclo durante a excitado
do povo, e o resultado de terem infringido
o tratado com o assassinato de tantos sub
ditos francezes. O que as autoridades fran-
cezaa fario anda se nao pode saber.
O conde de Rochechouart, encarregado
de negocios de Franca em Pekn, pelas ul-
tmas notbias recebidas, tabiase que es-
tan detido na capital do imperio, e que o
imperador o h3o deixa sair de Pekin, por
que nao tem forca para o proteger na sua
nada para Tientsio, onde receia que os
ssassinos de tantos compatriotas seus o
assassinassem tambem.
Se com effeito o encarregado dos nego-
cies francezes est detido por oatros moti-
vos e diflicil de saber.
Pode ser que o detenham, com receio
das immediatas medidas, que tomara para
onter reparacjto do horrivel golpe dado no
prestigio francez na China, e retendo-o all
para ganhar tempo de acalmar a dolorosa
impressio, que o ultimo massacre produ-
zira.
Em poaco tempo o almirante francez deve
cliegar aqu, e se nao impuzerem a mais
prompta e completa humilhaco ao governo
ciinez, a influencia franceza ter deixado
de existir na China, a contar de 21 de ju-
djo, da em que tanto do sea sangue inno-
cente, foi derramado pelo triumphante ini'
migo. Nao deve haver duvida de que o re
ado miseravel da expedico franceza da
Corea em 1866, e a immumdade do gover-
no de Corea, depois do massacre dos dous
bispos francezes e dos sete padres sem ter
sido pelo governo francez exigida o castigo
dos coreanos, fez diminuir moto desde eo-
lio a influencia franceza na China. O dei-
xarem os coreanos assassinar os subditos
francezes, sem lhes pedir reparares, ani-
moo os chinezes a considerar a Franca suf-
icientemente desprestigiada para poder sof
frer malores insultos e humilhaces; e
todos aqoelies qae est o em relacao com os
norte, sao concordes em notar
qaa esta deploravel depreciaco do poder
francas assampto de geral conversaco na
alta dasse da aociedade.
za, tem sido rebaixada
i o mes-
ie de Yuen-sin-
Umn car a influencia franceza na sua amiga posi-
fSo. e de esparar que nio se perca esta
opporlaaidid.
Quando nos hmbramos, qoe as irraSas
da caridade 'teem immorredouro direito
grailo dos marojos e soldados da mari-
nha e do ejercito francez. pelo seu heroico
e caridoso cuidado, *nos doentes e feridos
da Crime* e em muitos outros campos de
bitalha, esUioios convencidos, que logo que
cigue a Franca a noticia, de que estas
mesmas irmias foram brutalmente assass-
aadat na China, com a connivencia do go-
verno chinez um universal sentiraento de
horror e de do se levantar na marinha e
no exercito francez, que pedirlo tremenda
vinganca pelos crimes, qae n5o sendo ex-
piados, fao recahir sobre a nac3a franceza
eterna infamia, pela ingratidSo pratica ta
para com a fnstituc3o que tem sempre es-
tado nobremente ao lado de seus mariohei-
ros e de seus soldados, no meio dos perigos
da goerra. e da pesie, consolando os ltimos
momen'os dos prenles, e dos amigos de
uiuitos que hoje servem no exercito e na
marinha, e nao esquecerao, que a honra e
0 bno dos militares francezes esto obriga-
dos a proteger, e.raesmo vingar a memoria
d'estas irmas de misericordia, que anda
alm da morte continuam as suas compa-
nlieiras de traballio a causa de bondade pela
sustentarlo da qual ellas sacriflearam as
suas proprias vidas. Mesmo na China a
memoria o'estes novos martyres europeus
exercer influencia a favor d'um novo pe-
riodo de relac5es estrangeiras, e para os
muitos que se lembram da alegre e carido-
sa irma Luiza, que veln cabeceira de
tantos do> nossQ!> compatriotas no hospital
de Shanghai, que dr e indignacio nao sen-
lira o quando sooberem, que o sea aojo da
guarda, que. Ibes velava cabeceira do leito
da doenca; foi ultrajada e assassinada br-
baramente em Tientsin I
Era a irma Luiza urna senhora irlando-
za, irma d'um respeitavei ecclesiastico, a
paz seja com a sua alma.
Acceitem as irmas da caridade de Pekin,
Shanghai, e Ningpo, e d'outros logares a
profunda vsympatbia e condolencia do e*-
crip'or d'esta noticia, que teve reacoes com
as irnr.as de Tientsin, e testemunha da
sua exemplar e trabalhosa carreira, das snas
virtudes na observancia da sua misso de
misericordia e caridade; possara as irmas
da China, saber qae n'esta hora o desgosto
e afflicco existe em todos os coracoes ea
ropeus na Cuna, e que todos p-artilham e
tjoaam parte na dr, que a este momento
as afilige.
d tlicil de julgar quaes serao as conse
qoeocias d'estes deploraveis fados aqu re-
latados, mis ao menos possivel discernir
as causas a que devemos a sua existencia.
Sobre as pessoas que inauguraran a perni-
ciosa poltica que preparou o cammho para
a offansa, deve ser chamada a attenco, e
recabr a inteira responsabihdade dns crimes
que se commstteram. Se nao podem ser
legalmente responsavei pela cansa da sua
poltica, ao menos a reprovaco publica
pode chegar-lhes, e exigir em processo a
conviecto de complicidade com os seus de-
testaveis amigos chinez*.
Talvaz que os cycophantes que adoram
as perfeices de Confucio, e se aquentam
escassa luz do mysterioso Tasti, venham di-
ligenciar a justificacSo do massacre de Tien-
tsin, assim como outros disseram que os
chinezes fizeram bem recusando honras ao
duque de Edinburgo. e em insultar a sir
Ratherford Alcock, em Nankn. Estas foram
pequeas offensas, e se consola aos escrp-
1 tres do Cycln chinez e aos seus admirado-
res, o encadearem estas circumst^ucias para
obedecer s ordens de seus senhores, nin-
guem c fra ver com iudifferenca o hor-
roroso ataque mulheres innocentes e a
estrangeiros indefesos e a um cnsul fran-
c?z, isto om a connivencia do governo chi-
nez n'um porto aberto aos estrangeiros, e
em lempo de paz. 0 horror do ultraje s
pode ser egualado traico da governo
chinez; e mais cedo ou mais tarde, o im-
perador ter de responder s indignadas
forcas da Franca, e de esperar qae s de
Inglaterra tambem, pelo vergonhoso atten-
tado bumanidade, que nao tem egual nos
lempos modernos.
Fiz escrever estas paginas no Daily -Netos
de Shanghai, e peco para serem impressas
abi, para o publico de Londres ver e ter co-
nhecimento do massacre de Tientsin.
Esperamos ver aqai o almirante francez
at ao dia 14. Emquanto ao almirante Kel-
lel, julgo que elle tambera vira ; mas o go-
verno inglez tem mandado retirar quas
todos os ravios das costa?, e assim nos es-
tamos quas sem prolecco. A poltica de
lord Clarendon de ceito ajudou atrazer-nos
este horrivel massacre.
Podereis agora mostrar a lord Malmesbu-
ry qual o verdadero carcter chinez.
Estamos todos tristes e impressionados.
sentindo-nos profundamente humilhados
com os ultrajea praticados em pessoas que
rus tanto estimavamos.
Julgamos que Cbefoo ser o rendez vous
das esquadras; assim esperamos estar a
salvo.
LORENA. 0 goveno* geral prussiano
desta provincia franceza dirigi a seguinte
proclamaco aos seus habitantes:
Sua Magestade, o nosso re, dignou-se
nomear-me governador geral da Lorena.
Come?o hoje a exercer o raeu cargo, e rogo
aos habitantes que se dirijam a mim com
plena confianca em todos os seus negocios.
N5o exijo, ainda que sejaes de origem
germnica, que patenteeis patriotismo ; mas
nos esperamos e -exigimos de vos, como
fbons cidados, o respeito s leis. As leis
do paiz fieam orovisoriamente em vigor
at a introduccao do cdigo geral allemo.
t As administrac5es da polica, dos cr-
relos, dos telegrapbos organisam se com
todas as consideraces possiveis, e com
respeito s leis e regulamentos existentes.
Em quanto ao direito commercal e ao sys-
tema monetario, os regalamentos sero es-
tabelecidos depois da paz : at ento fleam
em vigor os antigos.
* Espero que os habitantes da Lorena
nao darao occasio ao emprego da lei mi-
litar, que ca em vigor al nova ordem, e
que lodos se esforcaro em contribuir para
a conservacSe da ordem e da tranquilli-
dade. O general Bonin.
DEFJIZA DE PARS.Mr. Edmond Te-
xier escre*e de O
del.
i S ja lod i'" 11 ios. t resolvam-se|
todos a ni
i Osacm i mellior meio
de exterminar o iwimigo.
a Temos os forte, temos as fort'rficacQes.
Se os fortes cabera em poder dos prussia-
nos, se, por escalada feliz CDoseguem eu-
trjr na praca, saibam de anterao, que ho
de achar milhares de fortifcacoes inte-
riores.
i As barricadas I
Sim, as barricadas. 'O povo de P>ns
conhece essa guerra, j a fez, e ha de fe-
ze-la contra o inimigo, com tanta raaior
eneruia, visto que pode ser auxiliado por
todas as machinas de guerra que o governo
tem sua disposico.
c No dia em que quinhe&tas barricadas
armadas de artilhera se levantarem em
Paris, Pars ser inexpugnavel.. Todos os
exercitos do caro Fritz, do pracpe Carlos,
de Steinroelz, de Vogel de Falkeostem,
esbarraro ante essas massas o calcado
das ras. Cada janella ser urna setteira,
cada casa um forte.
Se os prussianos entrarem em Paris,
nao tornaro a sabir. >
SEDAN. A capitulo desta araca
assim concebida :
Art. i" O exercito francez. sob as or-
dens do general de Wunpllen, achandose
actualmente eercado jwr tropas superiores,
em redor da Se Jan, dea prisiorfeiru de
guerra.
Art. Visia a vaionw defeza d'ijste
exercito francez, sfio santos todos os-ge-
neraes o olliciaes, bem coinu os empregados
superiores com graduaco de olicial, que
derem a sua palavra, por ascrtpto, de nao-
pegarem em armas conira a Alleraanha,.e
de nao procederem por ipialquer modo-
contra os seus interesses at ao fim d*
guerra actual. Os ofliciaes e empregados
que acceitarcm estas condcies conserva
rao suas armas, e o que pessoalmente lhes
pertenca.
i Art. 3o todas as armas, bem como o-
material do exercito, consstind> om bao.
deiras, aguias, artilhera, minic&es. etc.
sero entregues em Sedan, a urna coramis-
so militar e nsiituida pelo general i>m che-
fe, para serem entregues immediatamente
aos commissarios alternaos.
Art. 4o A prafa de Sedan ser entregue
no seu estado actual, o mais lardar, na tar-
de ilo dia 2 disposico de Sua Magestade
o re Cuilhe.me.
% Art. 5o Os officiaes que nao lverem
contrahido a obrigaco mencionada no art.
I" bem com) as tropas desarmadas, sero
conduzidos, em ordem mi litar, oos seus
regimentos oo corpos.
Esta medida comecar no da 2 de se
tembro, e estar c incluida no dia 3.
Em Freoois, de setembro de 1870.
De Moltke, Wuapffen.
DMA CONVERSACAO DE NAPOLEO
CjM O GENERAL TJRR.Antes do de-
sastre de Sedan, o general Tarr escroveu
urna carta a um seu amigo de Inglaterra,
na qual referia urna conversaco que Uvera
com NapoleSo as Tulherias em.2i.de ju-
nho, pelas tres horas da tarda.
A guerra aiaba.v.a de ser declarada, e o
general observaba que aqnella declaraco
havia cabido no meio da Franca como urna
bomba.
O imperador respondeu:
Eu nao tinha idea aiguma de fazer a
guerra, mas como se deram certas cir-
cunstancias, acceitei-a. Vale mais faze la
agora do que adia-la, porgue os- esforcos da
Prussia minam continuamente Paris, Flo-
renca e Vienna, e o seu trabalao de desor-
ganisaco avanca a passos largos. A ponta
da espada nao dirigida s conira mim, o
se as demais naces europeas a nao vem
timo peior para ellas. Vejo um perigo
europeo, nao hesito em dize-lo. Se a Fran-
ca car sem auxilio, nao importa; nao a
primeira vez que a Franca tem combatido
para salvar a Europa.
Os fados, diz o jornal de que transcreve-
raos isto, mostram que Napolio era sincer
n'isto que dizia ao general Turr, Que. nao
tinha idea de fazer a guerra est provado,
pois que nao se tiaha preparado para ella
Os seus adversarios e a imprensa d'elles,
sustentada pelo dinheiro da Prussia, como
hoje est averiguado, aecusava-o de gran-
des despezas com armamentos e nada di-
ziamdasque fazia a Prussia. A verdade
era que Napoleo em vez de se preparar
para a guerra se empenhava com a Ingla-
terra, comease v pelos documentos diplo-
mticos altimamente publicados, para que
esta pedisse o desarmamento da Prussia.
Tambem Napoleo dizia a verdade quando
falava dos esforcos da Prussia que mina-
vam Pars. Os factos varam iogo confir-
mar isto. O ouro da Prussia espa!hava-se
profusamente tanto pela espionagem como
pelos republbanos de Paris, nao pelos de
boa f que os ha em toda a parte, mais
pelos que especulara com o nome de rep-
blica.
ponto m
QUE TAL I De Coblentz escrevem o
seguinte, que dizem constar de um pro-
cesso instaurado no tribunal militar :
* 0 capito Farstemberg, do dcimo re-
giment de bussares, foi ferido na noute de
18, no campo de batalha de Gorze.
Vollando a s depois de um prolongado
desmaio, ao romper do da, vio varias pes-
soas moverem-se de um para outro lado
como se estivessem oceupadas n'uraa tarefa
grave.
t Ao aproximar-se urna d'ellas, o capi-
to percebeo, que levava no braco a cruz
de S. Joo, e isto animou-o, pois careca
|^de soccorro e eslava j a ped-lo ; porra
a voz se Ihe embargou na garganta vendo
qual era a tarefa d'aquelles nomens.
O qae levava a cruz de S. Joo cha-
mou a attenco dos seus companbeiros para
um grupo de cadveres o feridos que esla-
va perto do capito. Este, segundo consta
do processo, distingui perfeitamente urna
pessoa vestida de capello militar, e doos
cora trages de cavalleiros de S. Joo.
< Estes homens entretinham-se em des-
pojar os cadveres, e mesmo os feridos,
que estrangulavam : cortavam os dedos
quando lho costava a tirar os aunis.
capito referi que aquellas hyenas
se aproximaran! d'elle, comegando entSo a
gritar, e quando fazia um esforco para se
levantar, tocou casualmente no "revolver de
seis tiros que traza, disparou sobre as fe-
ras, ferio' o capello, e os outros fugiram
mas foram presos pelas patralhas do cam-
po.
< Acharam-lbes urna quantidade Immensa
ando Wolf
Ludwig Antoh Von SHulpoape i em
1813 e foi tenente em 1831 ; major em
1854 ; coronel em 1861 e general em 186o.
Tomou parle activa na guerra contra a Aus
tria como qKaartel-mestre general do 2^
exercito.
Assistio s butalhas do Ntcbod e Sadowa,
e subi a tenente-ganeral em 1867.
VON K\MEC*E. JOrge Amoldo Car-
los Von Kamecke, nasceu em 4817, foi te*
nente dd 1 de ngenheiros era 4836, e
majorero 1855. No auno segumte foi em-
pregado como secretario militar do emba-
xador prussiano em Vienna. Era 4866,
cerno cbfe de estado-maior do 2o corpo
de exercito assistio s aeces de Podol,
Gilschin e Sadowa, e sqbio a tcnente-ge-
neral em 1868.
Todos estes generaos pertencem- no-
breza', e por isso tem a pancula von ante-
posta ao a 'peludo.
Os allemes, e principalmente os pms
siano, nao prescindem d'essa formalidade,
que obeervam com rigor.
I
OCONDfiDE BISMARK. Otbon Sche-
nhausen' baro e depois conde de Bisowk,
nasceu a 1 de abril de 4844 em Scbenbau-
sen, peno do Elba.
A sua familia nobiliaria remonta-se, se-
gundo os ses biographos, at urna nobre
familia feudal, qoe teve origem nos chefes
de urna tribu-sva.
Etudoii direito era Goengue, em Ber
lin e em Greifraold. Depob entrou na car-
reira militar.
Sendo primeiro voluntario na infantera
ligeira. >i nomeado tenante na laniwchr.
Em 1840 era memoro da dieta na provincia
da Saxonia e da dieta geral em 1847.
Em 1851 entrn na carreira diplomtica.
A sua posicao- na segunda enmara do ga
bmete prussiano cbamou a attenco do re
Fredehco Gulberme IV.
O re nomeou-o para a legaco de Franct-
fon. j
Eia 185 foi enviado a Vin(ia e concorr
reu para sacudir a Austria do Zollverieu.
Eni 1859 foi Bismark nomeado embaixa-
dor para S. Pelersborgo e l se deteve at
1^6-2. conquistando a amizade do Czar que
Ihe, conceden a ordem de S* Alexandre
Neweki.
No mez de maiod'aquelle anaofoi trans
ferido para a embalsada de Paris.
A 2 de selembro de 1862 k* chamado
para a presidencia-do conseibo de ministros
sendo logo encarregado de duas pastas :
da do palacio real e da dos uegocios es-
trangeiros.
No mez de feverevro de 4861. protestou
conira a aecusaco-dirigida pelos deputados
ao re. aecusando-o de haver violado a
consutoico.
O tratado secreto que celebrou com a
Rassia a 8 de fevereiro foi causa de grande
indigoaco da par- da cmara, qae pro-
testou por urna maioria de 24fi< votos con-
tra 45.
Depois da campaaba de Sadowa cometa
mais importante qoe nunca o activo papel
do conde Bismark.
O mbistro assigna com a Austria a 26
de jolbo o tratado de paz preliminar de
Nikolsboorg.
No anno de 186Z verifica-so a organisa-
Co da Confederaco. do norte parte impor-
tante da obra levada ao cabo pelo conde
da Bismark.
Formara a Confederaco vinte e doo*
estados, com ama populaco-de 29 mlb5es
de habitantes,
Criam-se tres poderes : a presidencia
conferida ao rei da' Prussia, um conseibo
federal, composto de representantes dos
estados que formam parte da Confedera-
(3o, e a dieta ou parlamento geral eteito,
segundo a antiga idea do Sr. de Bismark,
por meio do suffragio universal.
A nova constituico federal approyada
pelas comarcas prussianas e posta em vigor
desde 4 de julho.
Por effeito do natural reconhecimento,
fie* o Sr. de Bismark nomeado chanceller
da confederaco e presidente do conseibo
federal. [
O Sr. de Bismark, ao deixar a embaixi-
da de Paris, recebeu a merco de cavalle o
da Legio de Honra.
O rei da Prussia concedeu-lhe o titulo
de conde a 46 de setembro de 1865
Em 4867 recebeu do rei Victor Manoel
com urna carta autographa, o cordb da
ordem da Annunciada.
O conde de Bismark um profondo
pensador pbylosopho, hbil poltico, grande
diplmala, audaz e incansavel.
Desde muito novo acariciou na sua men-
te um vasto e grandioso plano, qual o da
unidade da Allemanha.
A SANTA HELENA DE NAPOLEO ID.
Para as proximidades da capital do ami-
go Hesse-Eleitoral vai residir o sobrinho do
exilado de Santa Helena.
O Hesse-Eleiloral divide-se em quatro
circuios : Hesse-Inferior e Schaumbourg,
Hesse Superior, Fulda e Smalkald, e Ha-
au.
Antes das sessoes de territorio feitas pela
Prussia ao grao ducado de Hesse(paz de
4866) o Hesse-Eleitoral tinha 474 milhas
quadradas, e depois, 472, pouco mais.
O Hesse-Eleitoral tendo sido occopado
pelos prussos emjunho de 4866 foi reunido
ao reino da Prussia por decreto de 20 de se-
tembro, tendo lugar a posse em 8 de outu
bro do mesmo anno.
A sua populaco era em 4864 de 745,063.
A urna legua da magnifica cidade de Cassel,
capital do Eleilorado de Hesse Cassel, er-
gue-se urna grandiosa residencia de vero
chamada o castello de Wilhemshoebe.
Unida cidade por urna lameda de tilas
aprsenla urna soberba vista pela sua sita-
Co na vertente oriental da colina chamada
Habichtswal Igebirge.
Data este edificio do seculo XVIII, e alm
dos seus immensos jardins e bosques, as
suas obras mais notaveis sao :
4' A grande cascata, que desee de um
ligo e tem 43 metros de altura, 47 de lar-
go e 300 de extenso, interrompendo se
de espaco a espacn por meio de represas e
correado por-uma especie de escada mons-
tro.
2o A grande fonte, com um repuxo que
se eleva a 63 metros de altura, e passa por
ser o mais alto do mondo. Estas aguas
correm smente as quartas e domingos.
3o O Rieseoschloss ou palacio dos g-
3z nie'.rus de
de bronze de HescoiV tem
mais dn 40 metros de elevac,*), e pelo b-
terior da qual se sobe a disfroctar o seu
grandioso panorama.
A tradico do paiz cbama a esta estatua
o Grande Cbristovo e accrescenta qoe tra-
balharam as obras 2,000 homens durante
44 aunes, e que ocusto foi taraaoho' qae
aunca se deo noticia das eontas.
No meio d'estas construyes est o pa-
lacio do Eleitor; onde vai habitar o impe-
rador Napoleo, Sabindo do Cassel para
Withemsboehe chamar a attenco do im
perador captivo um monumento construido
por sea to Jero&ymo. duraate" o 'sea rei-
nado de WestphaiVa dedicado a* abrigo dos
pobres. ,
Ter* Napoleo Hf o sea Hudson Low ?
ROMA.Sobre evacuco do territorio
pontificio- foram trocados os dous seguintes
despachos entre os govemos francez e ita-
liano :
t Paris-, 2 de agoste-de 4870. Senhor
baro.Quando os acoatecnentos de 4867
obamaram de novo aos estados romanos as
/ropas francezas que tinham s;do retiradas
no anno antecedente, o governo do impe-
rador fez saber que o sea fim nao era sub-
trahir-se ao cumprmento da convenci de
15 de setembro de 1864- A Franca iater-
vinba para ocorrer proteoc estipulada
n'aquelle acto, em fayor da- sata s, as
declarou ao mesmo tempo, que se nao con-
siderara de manerra algbma desligada do
compromisso contrahido com a Italia.
O gabinete e Fl"renca,. peta sua parte,
nonca contestn o valor des compromisses
qoe o obrigavam para comnojea. As de-
claracoes que fez, a lnguagem elevada de
que usou ltimamente no soio do parla-
mento italiano, deram-nos oTsso ama garan-
ta. Retiramos pois as tropas qoe traba-
mos actualmente ero Civil Vecthia.
As duas patencias acbam-se oeste moda
ooilocadas de novo no campo da eonvenco
de setembro, em virlude da qual a Italia
se obrigou a oSo atacar, e a defender no
caso de necessidade, contra qaalquer ag-
gresso, o territorio pontificio. Poado ero
vigor as diferentes clausulas d'aqoelle acto
os dous gabinetes eteram-fce orna nova
eeasagraco, que, fnrtalecendo a aulorida-
de, e voltando aos tormos da obTiga$fo que
ape a Franca^ nos deixa ptena eoofianca
na vigil inte firmeza com que a Italia ba de
secutar todas as condicoes que Ihe dizem
respeito.
Sois convidado a ler este despacho ao
Sf. Visconti e a dexar-lhe urna copia, se
elle manifeslan desejo d'isso.Grwmont.
Florenca 4cde agosto de 1870. Se-
nhor ministro. O enviado extraordinario
e- ministro plenipotenciario do- Imperador
vek) communicar-nos um despacho em qoe
o seu governo no fai notificar fue restabe-
lece a execw;o da eonvenco de 45 de
setembro de 4fl64, retirando as snas tro-
pas do territorio romano.
O governo do rei toma nota d'esta re-
soluto do goyerno imperial. Goabeceis,
Sr. ministro quaes sao as declararles qae
eu fiz no parlamento na sessae de 3 de
}ulbo ultimo. Peco-vos que empregueis a
mesma lnguagem para com o ministro dos
negocios estrangeiros do imperador.
O governo do ra, oo que Ibediz res-
poito, ba de conformar-se exactamente coro
as obrigacoes que para elle resullam das
estipulacoes de 4864.
Teobo apenas necessidade de aceres-
centar que contamos com urna justa rec-
procidade da parte do governo do impe-
rador.
Dignai-vos fazer leitura d'este despa-
cho a S.- Exc. o ministro dosnegocios es-
trangeiros do imperador, e deixar-lhe orna
copia, se elle a desejar. (Assignado) Vi
conti Venosta.
FUSILAMENTOS EM PARS.Mr. Mi-
chelel, esenptor de nomeada, e autor de
urna Historio da revoluco franceza, acerca
dos repelidos fusilamentos que tem havido
em Paris, dirigi a carta eloquentissima se-
guinte aos membros da comraisso de de-
feza :
Em nome de Paris.Aos ebefes da de-
feza.as vossas proclamacSes ha palavras
^de homens, nobres e calorosos. Pois bem,
se sois homens, pupai-nos a vista de urna
cousa deshumana I urna eousa sinislra e de
mo agouro nesta hora solemne e sagrada :
o espectculo brbaro e tantas execuces
militares.
Que preludio para a defeza de Pars !
Essas impressoes desoladoras de supplicios
que comprimem os coracSes sao porventura
boas para os elevar at ao sacrificio, de-
dicaco?
O tempo urge. S eu ponho aqu o
meu nome. Mas se me fra dado mais um
dia, dez mil, vinte mil pessoas assignariam
esta carta. Sou de Pars. Sempre viv
aqui. Tenbo a alma parisiense.
t Repito 'o que todos nos pensamos.
Fallo em nome de urna multido de homens
de diversas cores polticas, nenbuns dos
quaes por certo approva essas tentativas
obsecadas, que ha cncoenta annos, temos
visto repetrem-se e sempre as mesmas.
Seja qual fr a attenco por mais seria,
que se preste a este processo, vai rpido
em demasa, e portanto, mais de um facto
fica na incerteza. Se, em tempo mais se
reno, surgisse um raio de luz, nao se lasti-
mara urna execuco to precipitada ?
c Nos vos pedimos, com a maior instan-
cia, urna atla nos supplicios.
Toda a justica humana, nesta hora, de-
ve ser adiada, deve esperar, respeitar Deus,
qoe vai julgar a naco.
* Paris, 30 de agosto de 4870. J. Mi-
chelet.
COMBATE DE SEDAN.Sao curiosos os
seguales dados topographicos, qoe nos mi-
nistra om peridico de Paris acerca do ter-
reno onde se deu o combate, que foi talvez
desenlace da hita entre a Franca e a Prus-
sia :
t A selva do Argona principia a 4 kilo-
metros de Sedan, estendendo-se at igual
distancia mais alm de Saint-Menehould,
a'uma longitude prxima de 52 kilmetros.
A sua largura muito desigual, porque
n'alguns sitios tem de 42 a 46 kilmetros,
emquanto que n'outros tem muito menos,
tomando o Argona completamente a forma
de um cinto. Este bosque limita por om
lado com os/ Trois-Evches, antiga denomi-
nac3o histrica de Metz, Toul e Verdun, e
por oatro com Champagne! isto estn-
e Sa%-Menelbood,
s Ardenoes, deixaodb
) departamento do Mease e ao oeste
1 Mame, e coftrindo junto de Beaoloy o
pooio de ntercepcae das linhas que sepa-
ra estes tres departamentos.
Est cortada por montanbas, ros, ar-
rojos, lagas e piniapos, qae a torna m-
transitavel, a nlo ser em eraeo pasea gene,
que levara de Champagne a Trois-Evches.
E a primeira a de Cbne-populeuse, por
onde passa om caminho da Sedan para Re-
Ihel. A segunda a Croixanxboix, onde
penetra outro caminho, cooduziodo de Bu-
quenai a Vougires. A tercera a de
Grand-Pr, na* estrada de Stenay a Reims.
A quarta guia de Varennes a Saint-Mene-
hould e chama-se Cbalade ; e a quinta est
n'uma grande va de comiounicacSo de
Verdun a Pars por Saint-Menehould.
CHALONS.Urna correspondencia de
Princet, em data de 22 de agosto, d al-
gn pormenores sobre o abandono do
campo de Cbalons, pelos francezes. Diso
seguinte :
Na tarde de 49 deixei o campo, \~
gindo me para Commepcy, onde esperava
encontrar o corpo do exercilo je...
A costo pude ebegar aldeia de Don-
3ien, 4 kilmetros de Dounremy, e i 12
da floresta das Tres Fontes.
Nao me foi possivel juntar-me ae exer-
cito do marecbal Bazaine.
Por isso jontei-me ao corpo do general
t Tve, com magua minha, de voUtH" ao
campo de Cbalons.
t No da 21, pelas seis horas da tarde,
entrei no campo, deixando a pequeB ci-
dade de Suppes i minha direita.
t G*co esiava enevoado,. e o vente-so-
prava com vielencia, levantando nnvens-de
poeira, que se ennovelavam at grande ai-
tura, e depeis vnbam trra, tendo per-
corrido o espado de dois ou tres kilo-
metros.
c Depois de ter atravessado o campa de
batalha de Atllay e percorrido oito a im
kilometros-de planicie, ebeeoei aponte do
campo que est direita da va ro-
mana.
As barracas-estavam de p, alongan-
do-so ate perderem-se de vista; mas bavia
ali um silencio sepulcral.
Era realmente lgubre. Pareca urna
d'essas c dades antigs, cujos habitantes ti-
nbam fgido precipitadamenta, impedidos
por urna iovasode barbaros.
As estatuas e os monumentos levanta-
dos pelos soldad estavam todos despeda-
zados, e o solo coberto de teagraentos de
gessoe depedras.Na precipitaco da par-
lila, os soldados, talvez para alliviarem o
peso das mochilas, tinham abandonado
parte da sea roopa e do calcado. Em fren-
te dos barracas viara se milhares de botas,
polainas, camisas, eseovas.caixas de graxa
ete. Por toda a parte os vestigios do
abandono e da desolaco. A eoomocao que
seatia venceu a mioba vontade, e nao pode
austeras lagrima.
As tropas tinbam abandonado o campo
s 8 horas. Apenas ainda afli estavam um
pequeo destacamento e algons habitantes,
que pressa emalavam e punham em car-
ros a sua mobilia.
No correm e no telegrapbo tinham
sido queimados os papis inuteis.
As tropas sabiram acompanbadas por
3 a 4 mil cirros de bagogens, qoe eochiam
a estrada n'uma-distancia de seis legaas.
As 8 horas e aeia vimos de repente, a
dous kilmetros do campo, de urna colina
que domina a planicie, um olaro averme-
Ibado, por detraz dos arvoredos, euma
cbamma immensa levantar-se.
Dir-se-bia que o honsonte eslava in-
flammado. n'ma extensa, de msitas le-
gaas.
GUSTAVO STRUNE.Fallecen esle be-
fe que foi do partido republicano a'.ltmo
no anno de 1848.
Depois de se ter dado a conheeer vanta-
josamente como jurisconeulto, como diplo-
mata e como j orna lista, Strone pz-se
frente do partido republicano.
A legio que elle commandav foi disper-
sada em Friburgo e elle preso eeondemna-
do a presidio.
Libertado pelo povo, refugioo-se na Ame-
rica, d'onde regresson em 4863; residi
algum tempo em Cobargo, e d'alii passoa
para Vienna, onde terminou a sua carreira.
ACRSTICO.Um peridico publica a
seguinte composieo latina dedicada, diz,
por um Francez a Napoleo I, em 4844.
Todos encontraram aqui urna alloso ao ac-
tual imperador da Franca:
zihil eram,
s-ugustus factus sum,
-copulorum carnifex
orben turbav,
r-ibertatera suppress,
mcclesiam destruxi.
cmnia fui:
zihil ero.
Recorda-se que faz justamente mil annos
(9 de agosto de 4870) que a Lorena e Al-
sacia com o bispado de Slrasburgo foram
cedidas Allemanha, em vrtude do con-
venio celebrado entre Luiz o Allemo e
Carlos o Calvo, em Mer (Marsao) Loissa.
STRASBURGO.Eis o protesto que o
tenentegeneral Werder, commandante do
corpo sitiante, dirigi, a 49 de agosto ulti-
mo, ao commandante da praca de Slras-
burgo :
De encontr s prmeras nococs do di-f
reito das gentes, V. Exc, sem nenhum aviso)
antecedente, pz fogo cidade de Kehl, si*
dade aberta e sem fortificacSes de defensa.
Este modo de fazer a guerra, inaudito en-
tre nacSes civlisadas. obriga me a tornar a
V. Exc. individualmente responsavel por esse
acto. Alm dsso, mandei proceder ava-
liacSo das perdas occasionadas, afim de es-
tabelecer urna compensaco por meio de
contrbuices a levantar na Alsacia. Nesla
occasio, peco-vos que mandis evacuar o
hospital militar, ao norte da cidadella, por
por estar situado as nossas linbas de tiro
e nao se poder destinguir suficientemente.
Mal que esse hospital fr transferido para
ao p do hospital civil e estiver designado
por meio de urna bandeira, espero qae o
poderei poopar.
< O general commandante do corpo de,
sitioDe Werder, teoente-general.
V
ai
i

YP. DO piAt\lQ~KfjA J DUQUE OBUJlAS


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