Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12222


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Full Text
ri
Ai XLI. NUMERO 2l8
EIRA 27 DE SETEMBRO OE 1870
m
i


v
e

*
PARA A CAPITAL LJJCAKU OHDf 5AO SE PAGA POETE.
.actos.......
.... .........
.
.......
60000
124000
24,5000
320
PABA DEITBO E' rOEA DA ---------, PBovnrciA.
Por um /.es adiantadc em. )na m . 1710 191600 204250 271000
MAMBUCO.
Fropriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ;, Gon?alves & Pinto, no Maranh5o
A AE.VrE9: *
Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braja, no Aracaty ; JoJo Mara Julio Chaves, no Assn ; Antonio Marque da Sirva, no Natal; Jos Jwtino
PflBTE PIAL.
Repartirn da polica.
2* seceaSenrctira da noliea de Pornambu-
co, 26 d(! selembro N. 1299.Illm. e Exm Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das parti-
cipacdes recebidas boje nesta reparticio, foram
hontem recolbidos casa de detenco, os seguin-
tes individuos :
No dia 2'i do corrale, ;i ordem do Dr. juii es-
pecial do commercio, Manoel Gomes da Cruz, por
> achar pronunciado, como incurso as penas do
arl. 263 do cdigo criminal.
A' ordem do subdelegado l Santo Antonio, Ma-
noel Joaqun Barbosa,.por crime de ferimentos; e
Antonio Mendes de Mello, por desordem.
A' ordem do de S. Jos, Aloxandrino Pereira,
Manoal Claulino, Mandilo O' do Sant'Anna e
Emiti de Sait'Anna Oliveira, por disturbios.
A' ordem do da Bisa-vista, Feliciano, escravo de
Luiz Primo Rodrigues Esteves, por embriaguez ;
Daraiana M i ia dos Prazeres e Manoel Pacheco,
por briga Manoel Francisco do Nascimento e
Ravmaudo Pereira de Lima, por insultos.
No da 25, minha ordem, Jo- Rmos da Cos-
ta, rara reinita.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ale-
xandrina Mara da Coneeico, |> >r embriaguez.
A" ordem do de S. Jos, Joo Manoel do Nasci-
mento, por desordem ; Ignacio, escravo do teen-
t-'-coronW Alexandrino Martina Corra de Barros,
por andar fgido; e Jos Gomes da Costa, por
crime de furto.
Deus guarde V. ExcIllm. Exm. Sr. de-
seraba rgador Francisco de Assis Pereira Rocha,
vicepresidente da provincia. O chefe de po-
lica, Luiz Intonio Fernandez Pinheiro.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Briarmino dos Santos Boleco, em Sahto Ama*; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Bahia ; e Jos Ribeiro Gasparnho no Rio; de Janeiro.
tartos; Joo Jos Fernandas da Silva, thesonreiro.
A alfindega rendeu de 1 a 17 do corrente
144:418*332,
O Sr. Vicente Martins Aris, no dia do seu
aniversario natalicio, alforriou gratuitamente
2 escravas suas, Joanna de 3 1|2 anno, e Rita de
15 ine.zes.
Tentaram suicidar-se na capital, escapando
felizmente : o capite da bsrea portogneza Feliz
Uniaoj e o sapateiro Joo de Deus Azevedo.
Lemos no Paiz :
O Sr. J. E. Portal foi, como sbese, exami-
nar as caxoeiras do Itapecur, que impedera a na-
vegacao de Caxias para cima.
0 seu parecer resnme-se no seguinle :
Sao 15 as caxoeiras nesta ordem, subindo o
rio:
Largura. ProfundiJade.
50 8
42 14
50 10
60 8
36 8
32 18
46 8
60 4
60 6
55 5
56 6
45 6
50 8
30 2
20 i
DIARIO DE PERNflWBUCO
RECIFE, 27 DE SETEMBRO DE 1870.
Ydelas do norte do Imperio.
Amanbeceu hontem em nosso porto o vapor bra-
sileiro Tocanlins, trazendo datas : do Amazonas
st 2, do Para at 18. do Maranbo at 20, do
Guara al 22, do Rio Grande at 21 e da Parahyba
ate 2-j do corrente :
AMAZONAS.
Nada occorreu que mereca mencao.
PARA.
Falleeeu, na capital, o negociante Thomaz de
Aquino Correa Jnior.
O Rvdra. conego Siqueira Mendes, chet
do partido conservador na provincia, foi recebido
explendidamente pelos seus correligionarios e ami-
gos.
Os Cearenses, residentes oss provincias do
Alimonas e Para, fundaram urna sociedade para
amparar o proteger os seus comprovincianos ne-
cesitados, fleando a directora provisoria compos-
U dos Srs. : Dr. Esmerino Gomes Prenle, presi
dente; Dr. A. Raulino de Souza Ucha, vice-dlo;
Dr. Francisco Mendes Pereira e M. F. de Mendon-
<;a, secretarios; Joao C. de Albuquerque Torres,
thesonreiro; Dr. Francisco Mendes Pereira, Joo
R. de Souza Ucha e Jesuino Moreira de Vascon-
celos, para organisaram os estatutos
Do Abaetc communicam ao Diario de Be-
letH :
t Foi sepultado nesta fregaezia, no dia 14 de
*etenibro, o cadver do infeliz Florencio Antonio
Martins, que foi assassinado no dia 13 1 hora da
tarde, pouco mais on menos, por seu irmo Ber-
n.irdo Martins, de 20 anuos de idade.
Segundo nos informara os conductores do ca-
dver, deu-se o faci da maneira seguinte :
t Achavamse os dous irmos, a mulher de Flo-
rencio e um primo dos mesmos de nome Remigio
Antonio Martin?, reunidos era casa d'elles no rio
D' ce d'esle districio.
Conversavam em harmona durante algura
lempo, porm Bernardo tomando ao serio algumas
chalabas ditas por seu irmo, pucha por nmi faca
que tratia na Tintura, e d-lhe tres facadas, qne
calmo de espirito soffreu a primeira no lado es-
juerdo entre as costellas, e (cando immovel pelo
acto inexperado, teve o as.-assino occasio de Ihe
dar a segunda no estomago que o prostrou em
trra, e sem perda de lempo, o monsiro cravou-lhc
a ultima no corac que re*oltou a merte em
pouco lempo : eis que Remigio cobra animo e
dirigindo-se ao lugar do conflicto para impe-
dir a evasiva do criminoso, foi gravemente fe-
rido na mfio direita, e na e?querda levemente.
O infeliz assasinado era casado, e deixou tres
filhinhos entregues mendicidade
A alfandega rendju de 1 a 16 do corrente
m 723I43.
MARANHAO.
A presidencia da provincia designou o dia
zi de Janeiro de 1871 para nelle se proceder
eleioao de eleitores para senador, devendo a
eleicao para preer.chimento da vaga, deixada pelo
tallecido conselbeiro Furlado, realisada no dia 21
de fevereiro seguinle.
Na secretaria da presidencia da provincia
foi a'oerto concurso por 60 dias, contados de 9 do
corrente, para o contrato da abertura de um canal
n<> rio Itapicur as proximidades das Caixoairas,
Lar,id j e Sanhar, distantes 30 leguas da cidade
de Caxias, destinado a evitar a passagem das mes-
mas caixoeiras, pondo em communicaejo aparte
do rio que tica superiur ellas com a que lhes flea
inferior, tefldo as seguintes dimense>: 186 rae-
tro.- de comprimento, 13 metros e 16 centmetros
de profundldade, 8 metros e 32 centmetros de
largura, orgado na quaotia de 30:00000i)
Falleceram: o vigano de S. Miguel da Lapa
Pa, padre Jos Das de Oliveira Falca; e o
<*-cripturario da alfandega Rayraunds Nonnato a-
ues Belfo rt.
Foi nomeada, pela presidencia da provincia,
uraa commi.-sao composta dos negociantes Joao
Jos Fernandes Silva, Delphim da Silva Guimares
e Antonio Jos Villa-Nova, para proceder exame
no3 livros da eomftenhia de navegaco vapor, e
respender aos seguinteS_quesilos:
t 1. Se a escripturacao da companhia est re-
cular e conforme as exigencia? do cdigo eoinmer-
'i.L e no caso negativo, quaes os vicios e defeitos
-delia; ,
Qual tem sido annualmente o rendimento
broto da eompanhia, e qual o sea rendimento li-
quido ;
3." Qual o. dividendo que tem sido distribuido
aceionisfcs; se ha excedido a 12 0/0 ao anno,
e se, pela respectiva escripturacao, se prova que
devera t\ti dividendo subir mais;
4. Que applicaco ha tido o excesso sobre os
12Wj d'esses dividendos;
S. Quanus barcas vapor e barcas de rebo-
que tem perdido essa companhia por naufragio ou
<>u:ro qualquer sinistro, quaes tm sido, qual a
eooctaa em que iseo teve lugar, e se estavam ou
nao seguras, e, no caso afflrmativo, porque com-
panhia ; .
6. Porque companhia estn seguros, nao so
o material fluctuaate, como o ftxo da companhia de
naTeeacio;
/. Qoanto tem ganho annualmente a compa-
nhia com o seguro de carga. >
A sociedade Onze de Agosto formn assim a
sua directora: Dr. Antonio de Almeida Oliveira,
presidente; Roberto H.H
1.a Mara do O'......
2.* Criminosa........
3.a Canal lorio.......
4.a Terra dora.......
5.a Emendadas......
i 6.a Olhod'agua......'
t 7.a Cabeca de negro..
8.a Lajazeiras........
t 9.a Santa Qoiteria..y.
10.a Serra..........
11.a Quebra coco___
12.a S. Pedro........
13." S. Joaquim.....
14.a Laranjo........ 30 2 i|3
t 15.a Sanharol........ 20
Observares.A forca da correnteza as ca
xoeiras a comecar da Criminosa al a das Caja-
zeiras tal que invencivel a vapor a passagem
das referidas caxoeiras e precisa ser auxiliada por
cabos fortes, manobrados a bolmete, isto nica-
mente em lempo da secca.
t A passagem das mais caxoeiras conseguirle-
ha forca de vapor.
Desde o momento que se inutilisarem a> ca-
xoeiras denominadas Laranjo e Sanharol por meio
da abertura de nm canal de 80 bracas de compri
ment sobre 30 palmos de largura e de 14 de pro-
fundidade, ca o Alto Itapicur navegavel desde
de Caxias al a villa dos Picos para vapores h-
lice de forca de 30 cavallos demandando 4 pal-
mos de calado, 18 de bocea e 100 de cumpri-
raento.
PIAUHY.
A capital preparava-se para receber digna-
mente 03 bravos v Muntarios da provincia.
A assemblf a provincial votou 15:000i para a
fnndacao de urna colonia as margens do rio
Urussuhy ou do Parnahyba
Os depulados provraojaes offereceram um
esplendido baile ao Ia vice-presidenle da provincia
em exerccio, Dr. Manoel Jos Espinla.
-t O tenente-coronel Jjs Amaro Machado, da
Batalha, em regosijo pela honrosa terminacao da
guerra contra o Paraguay, alforriou gratuitamente
5 escravos seus.
Pela presidencia da provincia foi saocciona-
da a le da assembla respectiva, creando urna
nova comarca sob a denomincao de comarca das
Barras.
O Revm. vigario da freguezia do Amparo, na
capital da provincia, liberiou tambera gratuita-
mente as suas escravas Victoria e Liberata.
CF.AH.
_ Na villa da Imoeratriz, por occasio da elei-
cao de vereadores e Juizes da paz, houveram dis-
turbios e varios ferimentos, com melhor verlo os
leitores dos seguintes oflicios, mandados publicar
pela presidencia da provincia :
Juizo de paz da villa da Imperatriz 18 de se-
terat.re de 1870. Illm. e Exm. Sr.Teode hontem
tarde chegado a esta villa para hoje se dar
principio a eleicao de vereadores e juizes de paz
desta parochia, conforme foi ordeoado por V. Exc.
e achando-me com algiras eleitores e supplenies
em urna casa contigua igreja matriz desta mes-
ma villa, pelas 8 horas da nonte chegou casa
do vigario Pedro Ferreira de Mello o delegado de
polica deste termo, Francisco de Assis e Mello
com o subdelegado do disiricto do Arraial, o ca-
pitao Anastaeio Francisco Braga e Lniz Mesquia
de Loureiro Maraes, com um grande grupo de Do-
men* por elles cipianeados e todos armados, sen-
do esta gente da freguezia de S. Francisco da Uru-
buretama, e, logo qne ehegarara, flzeram dispa-
rar armas e perturbando a ordem, que at ahi
havia, com gritaras de raorram os liberae.-,
e vendo eu que podi resultar tristes consequen-
cias a vista da animarlo dos dous grupos con-
servadores e liberaes, fui ter com os raeus amigos
afim de rem se ter com o Dr. juiz de direito da
comarca, para que este desse providencias enr-
gicas evitar desordens, e communicando tiles
isto mesmoao referido doutor este respondeu, que
os liberaes se contivessera daraute a noute que
pela raanha tomara s providencias necessarias.
Com esta promessa tr?nquilisaram-se os nimos;
mas por urna hora da manha de hoje sabiram
com urna mnsca na, toda gente que havia che-
gado son as ordens do delegado e subdelegado ci-
ma referidos, e unido* ao pftvo que ha>ia reunido
e armade, Joaquim Barroso Braga, primeiro subs-
tituto d juiz municipal d'este termo, se dirigirn)
matriz com gritaras e insultos, e ao chegarem
confronte casa onde me achava hospedado, flze-
ram fogo no povo qne ahi eslava, resaltando mui-
tos ferimentos nos votantes que todos se achavam
inermes, e estes recuaodo assombrados de lio
grande desordem, vi-me na necessidade de tam-
bera abandonar a easa, temendo ser victima do
bacaraarte.Os tiros dnraram por mais de duas
horis, e o terror derramou-se no seio da popla-
cao, e, teniendo maior derramaraenlo de sangue,
lomei o expediente dedspersar o povo e nao com
parecer igreja, mesino porque as autoridades po-
liciaes declararam que o governo havia protnetdo
approvar qnalquer (arca por elles feita.A' esta
bora mesmo, dea da manha, est a igreja matriz
oucupada por uiii numero detresentos a quatro-
eentos homens armados de clavinotes e espingar-
das. Houveram onze ferimentos prnduzidos por
bala e chombo, sendo que. dous individuos se
acham em perigo de vida, se que ja nao morre-
ram. Fica assim V. Exc. sciente das oceurreo-
cias do pleito eleitoral da Imperatriz.Deus guar-
de V. ExcUlm. e Exm. Sr. Dr. Joao Antonio
de Aranjo Freitas Henriqaes, digno presidente da
provincia.O 1. juiz de paz Luiz Francisco Braga.
t Juizo de paz da villa da Imperatriz, em 18 de
seiembre de 1870.Illm. e Exm. Sr.Ha poucas
horas rae dirig V. Exc. communicando as des-
gracadas oceurrencias, qne aqu se derara noite
passada, e continuando a agitacao no povo, e em
bem da ordem publica, o Dr. juiz de direito
I d'esta comarca proenrou entender-se com o te-
nente-coronel Francisco Urbano Pessoa Monlene-
Sro, e nesia conferencia disse que nao era pru-
ente ir a igreja para se proceder eleicao, e
aconselhonqne se procedesse a mesma na casa
da cmara, ou que en adiasse a mesma. Julguei
mais prudente,, para nao perigar a ordem publica
o nltim > alvitre, e como de fado adiei a eleicao,
fazendo publico por edilal, at que por V. Exc.
fossem dadas ordens tendentes mesma. Deus
guarde V. ExcIllm. e Exm. sr. desembarga-
dor Joo Antonio de Araujo Freitas Heuriques,
digno presidente da provincia do Cear.O 4." juiz
de paz, Luiz Francico Braga.
Aflm de proceder s syndicancias devidas e pro-
mover o restabelecimento da calma na villa da
Imperatriz, seguio para ahi *no vapor Ipajuca o
Dr. chefe de polica.
Xo Ico TaUeceu, victima de affecco ao cora-
^vio dito; Drs. Joo
Antonio Coqneiro e Martiniaqo M. Pereira, secre- ?ao, o Ur. r ranfclra boncalves Bastos,
No Acarac grassavam, com intensidade, fe-
bres de mo carcter.
Em S. Matheus fallecen, B. Mara Joaquina
de Santa Anna, deixando urna descendencia de
103 pessoas, 6 fllhos, 58 nelos e 41 bisnetos.
No Bom Successo, no termo de S. Joao do
Principe, Conrado Rodrigues Furlado assassinou
com ura tiro seu irmo Victorino Rodrigues
Carlos.
Na escuna oortngaeza Dias linham chega-
do, vindos da ilha de S. Miguel, 35 mmigrantes.
A' 27 de agosto foi assassinado, no ouartei
rao Vicente da villa de Maria Pereira, o respectivo
inspector de polica Cosme de Araujo Frasao, por
Francisco Ferreira Leiio.
No Inhamum foram zlforriados gratuitamente
cincoenta e um escravos : por D. Josepha Alves
Feitosa 26, porD. Joanna Alves Feito-a 11, por D.
The reza Alves Feitosa 5, por disposic) testamen-
taria do capito Jos Pereira Castello,' que fra ca-
sado cora urna senhora da familia Feitosa, 9.
A sociedade manumiasora da cidade de Ba-
luril solemnisou o aniversario da sua iostallaco
libertando urna esenvinba.
O Dr. Francisco Crdero da Rocha Cam-
pello, promotor publico da comarca de Balurit,
cumprrado a ultima voniade ae sua esposa, lber-
tou a ama saa cria de 15 mezes de idade.
03 herdeiros do finado Antonio Alves de
Carvalho, alfornaram na occasio do inventario
urna escravinha.
A commissao emancipadora do Cariry con-
ferio caria de liberdade s criancas seguintes :
Antonia, (ilha de Francelina, pertencente
Antonio Jos Maciel.
Rufino, Albo de Hercnlana, pertencente Jos
Francisco Collares.
Antonia, filha de Maria, pertencente D. Ma-
ria Joaquina de Aguiar.
Claudina, filha de Constancia, pertencente
francisco de Miranda Collares.
Mara, filha de Herculana, pertencente ao
Rvm. Jos Maria Freir de Brito.
Anna, filha de Mana Francisca, pertencente
ao eapito Domingos Gonealves Martins.
Maria, filha de Maria Josepha, pertencente ao
mesmo.
Era S. Francisco, D. Joanna Paulo de Mes-
quita conferio carta de liberdade urna sua es-
crava, nica que possuia.
RIO GRANDE.
Era 23 do correle escreve nosso correspon-
dente :
Desde 1863 que a rparlicao da polica pro-
cura com empenho organisar a estatistica da po-
pulaco da provincia, e so agora, depois de maltas
e reiteradas exigencias s autoridades subordina-
das, que Ihe foi pnssivel confeccionar este impor-
tante e difflcil trabalho.
Pelo mappa, que se acaba de organisar, v-se
que 262,307 sao os habitantes do Rio Grande do
Norte, sendo 237,981 livres e 24,326 escravos.
Se esta cifra nb exprime a exactido, como
quero acreditar, atientas as faltas e imperfeices
que se notam nos dados fornecidos por algumas
das roesmas autoridades, ao menos approxiraa-se,
quanto pessvel, verdade, pois que, segundo
se calcula, a populacao desta provincia nao exce-
de a 270,000 almas.
o Por ora oceupa a attenco publica a qnestSo
de terrenos de marinha coraprehendidos na po-
voacaeBahia Formosa.
t potentado de atda, Joao Cunha, faz se se -
ohor e possuidor d'aquelles terrenos, e sob frivo-
los e reprovados pretextos, e para mostrar at que
ponto chega o seu podero, tem mandado derru-
bar forca armada as casas dos pobres moradores
d'aquella povoaco.
Semelbanle proceder, por demais reprovado e
criminoso, ia tomando proporces assustadoras;
porquo receiava-se a cada instante um romp-
ment formal entre o potentado Joo Cunha e os
moradores d'alli, aos quaes extorquia dinheiro e
mais dinheiro litlo de foros, que indevidamente
olle cobrava, porque os terrenos nao erara seus,
por pertencerem fazenda nacional.
Como j he dei noticia, riquisicao do res-
pectivo delegado de polica Dr. Flix Antonio Fer-
reira de Albquerque, o Sr. Dr. chefe de polica
mandn destacar naquelia povoaco urna pequea
forca de 8 pravas, para prevenir desordens, con
Hielos e sua tristes consequncias.
c To acertada e lonvavei providencia, tomada
por e~se dislincto magistrado, foi contra a expec-
tativa geral laxada de arbiiraria e violenta peloc
celebres advogados de Joo Cunha, os quaes,
maniacos em citar as leis e os cdigos de todas as
nacoes em qualquer questio por mais insignifican-
te que seja, prulenderam por essa forma pnivar
que ejses terrenos de marrana, erara da proprie-
dade de seu cliente por heranca do seus antepas-
sados !
< Mas qual nao foi o desapontamento aquella
gente, quando o conservador discutindo moderada-
mente es>a questo, provou o contrario, mostrndo
que esses terrenos nunca pertenceram aos ante-
passados de Joo Cunha; que estes foram os pri-
meiros a reconbece-los como pertencentes ao esta-
do, tanto assim que em 1846 elles o pediram por
aforaraento ao governo, o qual lhes nao conce-
deu !
Dtzem qae os defensores de Joo Cunha ten-
taram negar esse faci, mas recetaram era vista
da clara e terminante deciso do governo imperial
era aviso de 2i de Janeiro de 1848 concebido nenies
termos : ,
Ulm. e Exm. Sr.Uespondendo aos olScios
dossa presidencia de 29 de julho ultimo, e em vis-
ta dos documentos depois exigidos e remetlidos
pola thesouraria da provincia a respeito dos ierre-
nos de marinha, cujo aforaraento requereu Andr
de Albuquerque Maranho Arco-Verde, enmpre-
jnedizsr a V. Exc. que approvo e louvo a delibe-
radlo de nao assignar essa presidencia os ttulos
de aforamenlos dessas terrenos, que se passaram
ao dito Arco-Verde, e da extraordinaria extensio
de vinie e urna mil duzentas e oitenla e duas bra-
cas, de nao sanecionar cora o seu assenso actos
manifeslamente irregulares e contra o espirito das
leis existentes, prejndiciaes commodidtde e uti-
lidade publica, e aos mleresses da faienda nacio-
nal, devendo flear de nenhum effeito os termos de
medicao, de marcaco eavahadlo dw ditos terre-
nos, como os despachos proferidos em favor da
concesso d-lles.
Fique V. Exc. alm disso na intelligencia, de
qne semejantes concesses de grandes extensoes
de terrenos exorbitantes dos termos da le.e regn-
lameulos, e ordens existentes a respeito delles se
nao deveni fozer ou approvar; e quaodo as con-
cesses regularmente fetas, se estabelerem foros
diminutos em resultado de avaliacoe* manifesla-
mente lesivas, em attenco a qulidaies e cir-
ebrastancias de terrenos se devero desattender
estas avaaces, e mandar proceder a outras mais
regulares e razoaveis; e que a ordem de 5 de se-
tembro de 1836, posto que especialmente dirigida
thesouraria de Sergipe, deve ter applicaco #
cumprimento era qualquer outra, em que tenham
lugar aforamenlos de terrenos de marinha. Con-
ven que V. Exc. advirta s respectivas cmaras
municipaes, que com a devida attenco commo-
didade dos povos e dos povoados facam as reela-
raacSes dos terrenos, que precises forenj para lo-
gradouros pblicos, como a lei lhes incumbe.
a Deus guarde V. Exc.
c Palacio do Rio de Janeiro, era 24 de Janeiro
de 1818,Manoel Alves Bronco.
Sr. presidente da provincia do Rio Grande do
Norte.
Este aviso, que alias (ot publicado era artigo
do Consertiffdbr, poz termo a toda essa grita le-
vantada costra o Exm. Sr. preside** e ao Sr. Dr.
chefe de poricia, e produzio alen dieto um com-
pleto desraofonamento nos artigo e- emferencias
j-ioopporiunas, que com linguagem virulenta e des
abrida se tem ultiman ente publicado no Liberal
do Nortff t
S. Exc to zeloso pelos interesse fkcaes, co-
mo o pelo bem-estar de seus governados, eoriou
o nogorto dessa questo, mandando a jcr4z terri-
torial proceder a demarcacao desses terrenos, nos
termos da crdem do thesouro de 5 de setembro de
1836.
Hoje, con excepto dos redactores daqnella
gazeta, todos reconhecem a usurpaco, qat se pra-
lendia fazer fazenda nacional, e os pobres habi-
tantes da Bahia- Formosa, qne gemiam sob a pres-
sao da violencia e da extorcao com que eram
tratados por aquello potentado; rogam rartbens
s autoridades que se compenetraran! de. sua triste
sorte, arrancando os das garras daquelles, que-nes-
ta trra se dizara liberaes!
Nesles di is se deve dar comeco sobrasin-
dispensaveis segnranca e salubridade da cadeia
desta capital, as qnaes foram arrematadas pelo ea-
pito Urbano Joaquim de Loyola Barata
* Os presos de justica all reclusos vo sor dis-
tribuidos pelas dilferenies prisdes publicas da pro-
vincia, al-que se conclua-" as uiesraas obra*:
j seguirara para a cadeia de S. Jos 9 presos e
para a da cidade do Prncipe.
_ Os reo* sentenciados e de mais importancia-
sero transferidos para a fortaleza dos Santo* Res
Magos.
< Acha-ie funecionando o jury do termo do
Cear-mirlm sob a presidencia do juiz de direito
interino Dr. J s Ignacio Fernandes Barros.
J foi, absolvido o reo subdito priuguez Ar-
senio Celestino Pimentel, aecusado por crime de
teutativa de raorie.
Nao sei se desta vez sero julgados os fratri-
cidas Joo Pedro de Castro e Jos Pedro de Castro
que ha pouco foram requisitados para respondern
quelle tribunal.
PA8AHTBA.
N'o dia 30 de agost falleeeu em Bananeiras,
o capito Leonardo Bezerra Cavalcanle, merabro
importante do partido conservador.
A Sra. D. Mara Joaquina de Oliveira Mello,
viuva, deixou por seu tesiaraento livres as suas
eservas Maria e Rosaura.
Obacharel Jos Joaquim de Otiveira Fonceca,
coro Filomena Cndida de Oliveinr.
Damio P&reira Gomes Juntor, com Lanrod
Mari* da Conceijao.
Francisco Antonio Cavalcante, com Olympia
Dorothca das Coaga!.
JoaqoimMaraede do Nascimento, ooa Margarida
da Silva Moreira.
3L* denonciacao.
Jos Marinhi do Nascimento, con .'feria Nnnes
da Costa.
Aniceto Elias do Livramento, cora-Mara das
Dores Carvalho de Stedeiros.
Jos do* Santos Silva Barreiros, cora Llbania
de Souza Lobo.
Antonio Jos Ramosr con Maria A meta da Fon-
seca.
LOTERA. A que se acha vena- a 162a
beneficio da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceico dqs Militares do- Rectfe, que se estraiir
sexla-feira 30 do crreme mez.
PaSSAGEIROS.Vindos dos portos do-norte
no vapor Tocanlins :
Jos Anionio Rodrigues, Jeorge Eutom. Fran-
cisco Durio, Amaro Augusto de Barros Correa e
1 criado, Dr. Elysio de Albuqnerque, Ferdwando
Guerrero e 1 fllho, G. J. Bfuraschueiter, Deanaiio
[Augusto d|os Reis, Augusto Cbristiansen, AlejeCa-
tilho, sua senhora e 1 lilho menor, Francisco Gr-
ride, Alexandrina Chrsiina de Oliveira, Joo Fer-
reira da i Silva, padre Flix Hermeto do Riego,
Adolpho Eugenio Soares.
Segiiem para o sal :
Majar Jaquim Antonio Ferreira da Cnnha sua
familia e i criada, Joo Pereira de Souza, Ha
noel Castanheira, Francisco Aureliano de Fi-
gueiredo,; Annibal de Almeida Fortuna, Joaquim
appellado, ManoeT
Costao Sr.
PERMMBUCO.
REVISTA DIARIA.
IMPOSIOS PROVINCtiifiS:Termina depois da
manha (29) definitivamente o recebimento dos
impostos provinciaes, pertencentes ao anno fiado
de 1869-70.
Devem os eontribnintes procurar satisfazer seus
debitas al aquelle dia, pois, terminado elle, s o
poderao efteatnar judicialmente cora accrescimo de
despesa*
NAVIO ENCONTRADO-O patacho inglez Wal-
ter I. Cumins. chegado hontem de Liverpool, fal-
ln no da 21 do corrente, na lat S. 7 30' e Long.
O. de Groenwich, ern a barca ingleza Ad laide
Mary, qne ia de Valparaizo para Liverpool com 48
dias Je viagem, tendo desarvorado na altura do
cabo Horn, sob um grande temporal.
VAPOR IPOJU3A.Saho do porto da Fortaleza
para o d Granja no dia 22 do corrente.
DIN'HEHIO.O vapor Ibcantins trouxc para os
senhores :
Silva A. Joaquim Felippe 2:497*400
Saunders Brothers &C. 1:6301100
Jos Rodrigues de Souza 1:6004000
Mills, Latham & C. 1:S70600
Marques, Barros & C. 1500000
Joaquim Gerardo Basto 1:328*370
Jos Tvare* Pinheiro 9175000
Para o sul do imperio trouxe mais esse vapor.
Bahia 5:832*000
Rio de Janeiro 492:242*230
Sendo desta quantia 456:900*000 para o thesouro
nacional.
O vapor Cururipe, entrado de Mamanguape,
troux" as seguintes quanias para os senhores:
Joan Qnerino de Agoilar 4 C. 4.139*000
Jo^ Bom Ramos de Oliveira 2:134*000
Vaz & Leal l:6lfiS22<>
Silva & Cardozo 1:288*600
Joaqnim Jos Gonealves Belirao 1:025*000
Joao da Silva Faria A Irmo 650*060^
PASSAGEM DA MAGDALENA.Tendo de so
proceder a collocaco da nova ponte da Passagem
da Magdalena, ser vedado o transito de vehicu
los e animiesdo i.'-de outubro em drante.
RITA DO BARO DA VICTORIA.Os comraer-
ciantes desta ra foram favoravelmente attendidos
pelo Exm. Sr. vice-presidente da provincia, no seu
pedido para a reabertnra da ponte^ da Boa-vista ao
transito publico, e por isso Ihe sao sumraamente
reconhecidos.
SECRETARIA DO GOVERNO.Tendo volta-lo
de sua provincia natal, assnmio hontem o exerciem
do earao de secretario da presidencia da provincia
o Sr. Dr. Elias Fredertco de Almeida e Albaquer-
qte.
CONFEITABrA.O Sr. Miguel Pinto, a ra do
Bem Jess n. 13, acaba de fazer grandes raeihora
mentos na snn confertaria, qoe de presente se
aeha preparad? defornecer. qualquer hora odia,
doces, srvete*, fructas e flores, bem como tem
sempre diversas qualidades de objecto" proprins
para lunch. Recommendamos esse antig estabe-
lecimento dos amantes dos bons petiseos.
AMISADE RECIPROCA.Sob esta denomincao
existe roa do Apollo urna sala de dansa, sobr a
qual um de sens convidados nos enva o seguinte :
< Levado pela preciso de dar ranba filha al-
gumas no?oes de dansa, tn a convite do Sr. Silve-
rio Ivo Barbosa assistir urna noite essa reuniao,
pelo que tive occasio de avahar o quantn o mes-
mo senhor esmerado pelas snas alumnas, que
como bom pai de familia sabe comprehender o
zelo que deve aquellas, que Ihe sao confiadas, o qne
prova o bem crescido numero de alumnas que tem
e todas de escolhida sociedade, o qne Ihe deve ga
rantir duradonra estabilidad, tanto- mais quanto
o mesmo senhor completo na arte qne lecciona.
,i Jnlgo que com estas linhas em nada offende-
rei modestia do Sr. Silvecio, e s. me guin o (to-
sejo de recommenda-lo qnelles pais de famiha.
qne, como en, de seus servicos precisarem.
PROCLAMAS. Foram lides no domiugo 23 na
matriz da freguezia de Santo Antonio os proclamas
seguintes: _
1.a denunciacao.
Germano Barbosa da Silva, cora Joanna Eage-
na de Senna Pessoa.
Valentn Herculano da Rocha, com Mara Edu-
virgem d'Annunciaoo.
Adolpho Cavalcante de Oliveira Maciel, cora
Se^undina Francisca de Macdo.
Francisco Octavio Ramos, com Antonia de Cos-
tro Accioli.
Joo Francisco Reges, com Joaquina Martiniana
Pereira Azevedo,
5.* denuuciacao.
Joo dos Santos Gouva, cora Marta Cirylla de
Paula Carneiro.
Joaquim Vieira de Soax Galjoso. cora Corstqa
L'onili* de Oliveira,
francisco
cito e 2 mulheres. 10 sentenciados, 1 alferes e 8
pracas qu
i o escollam, 10 escravos a entregar.
Garcez, 5 recrutas, 9> soldados do exer-
CIIROMCA Jl'DRMRM.
TRlBUMAL DA iu:i. \; lo.
SESSAO EM 24 DE SETEMBRO DE 1870.
PnESIDEMCIA DO EXM. SR. l'.ONSELHF.mO C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio CoCho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gtirana, Lourenco Santiago, Motta.
Doria, Domingnes da Silva, Regeira Costa e Souza
Leo, fallando com causa os Srs. deserobargadores
Guerra procurador da cora e Alineida Albuquer-
que, abrio-se a sesso.
Passados os feitos, deram-se os seguintes julga-
mentos :
RECURSOS CRUtES.
De S. jM de Mipib.Recorrente, o juizo ; re-
corrido, Joaqnim Jos da Costa MMtos.Jnizes os
Srs. desenjbargadores Gtirana, Regneira Costa,
Motta e Souza Leso.Improcedente-.
De juizo de direito de Nazareth*Recorrente, o
juizo;.recorrido, Antonio Freir da Silva.Jnizes
os Srs. dtesembargadores Reguein Cosa, Doria,
Lourenco Santiago e Domingnes da Silva.Impro-
cedente.
Recorrente, ojaizo; recorrido, Antonio Alves
de BarrosJuizes os Srs. desembrgadores Souza
Leo, Dojningues da Silva, Regueira Costa e Gti-
rana.Improcedente.
AGGRAVOS PE PETICAOv.
Aggravj.nte, Jos Francisco da Silva; asgrava-
do, o juizo.Juizes os Srs. desembrgadores 6iti-
ranaj Motta e Domingnes da Silva. Negaran
provimento.
Aggravnte, Gabriel Raposo Soares da Cma-
ra ; aggrajvado, o juizo.Juizes os Srs. desembr-
gadores Regueira Costa, Molla e Dira. Negaram
proviraenip.
Aggravjnte, D. Anna Carolina do Reg Dan-
tas ; aggravado, o juizo.Juizes os Srs. desembr-
gadores Souza Leo, Doria e Motta. Derara
provimentu.
HARAS CORPUS.
Negaran! a soltura a Aniouio da Silva Campos.
appeixac5ks crimes
Do jury d'Agna-Preta.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Alexandre Gomes da Silva. A' novo
jury.
Drt jurx de Canguaritana.Appellante, Domin-
gos .Maxim-1 da Tirada!.-; appellada, a justica.A'
novo jury,
Do jury ida Granja.Appellanie, o juizo; appel-
lada, Mara, escrava.A' novo jury.
Do juryd'Areia. Appellante, Manoel Joaquim
de Lima; appellada, a justica.improcedente.
Do jury da Imperatriz.Appellante, Joo Fran-
cisco da Silva; appellada, a justica.-Reformaran
a pena para o mnimo.
APPELLAgES Vil.
Do jui| municipal d"Areia.Appellante, Manoel
Gomes da Cnnha Lima; appellado, Rento Correa
Lma.t-Alinullaram por incompetencia daaceao.
Do juizo municipal de Goyanna.Appellante,
Firmo da Costa Villar; appellada, Ennira Rolim
Accioli Villar.Ao Dr. curador geral.
Desta c dade.Appellante, Henrique Jos Alves
Ferreira ; appellado, Rodolfo Velloso de Azeve-
do.Nullo o processo.
DELIGENCIA Cn'BL.
Ao Sr. flesembargador procurador da corta :
Do juiz> municipal de Olinda.Appellante. The-
reza Julia Bolelho; appellado, Francisco Alfonso
Botelho.
DELtGESCIA WUt*.
Ao Sr. desembargadnr promotor da justica :
Do jurr do Limoeiro.Appellante, Jos Francis-
co da Sil -a; appellada, a jpstica.
Assgn<>u-se dia para julgamento dos seguintes
feitos:
APPELLECS+:.S CIVKIS.
Do jurto municipal do Recife.Appellante, Joa-
quim Fernandes da Rosa; appellado, Dr. Autonio
dos Santos Sequeira Cavalcante.
Do juiso municipal de Garanhun3.Appellante,
Antonio- Vaz da Costa; appellado, Francisco Igna-
cio da Cdsta.
Francisco Jos Alves e ouln;
Luiz Pereira Brando.
Do Sr. desemtargador Rofzaeira
desembapgador Son Lelo:
Appe.llacoes erris do Sobrat.Appellante, Anto-
nio Ferreira de Sonta; appellado, Antenio Baptistu.
Barbosa. Appellaote, a parda Mana; appellado,
Amancio Francisco Mendes. Appellante, Joaqnim
Jos de Lona Freir j appollade, Christovo da
Rocha Wanderlty.
Do Sr. desembrgador Sonza Lea ao Sr. des-
emoargador Gtirana :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Jos
Ferreira Goethe ; apoeltolo, Dr. Lorz Lopes Cas-
tello Branco. Appellante, Jos Lourenco da Sil-
va ; appellado, Joo Mauricio Cardse. Appellan-
te, padre Jos Gomes dos Reis Lim; appellado,
padre Jos d'Annunciacao Souza.
AoSr. desembafgador AJtaieida Altoperque:
Appellante, Manoel Henrique Piraeatel; appella-
do, Thsmaz d'Aquin CameHb.
A' i hora e raeia encerrou-se a sessao.
C0MMNICAD01
Collaborapo,
ii
APPF.LL.G.M CRIME.
Do jarj do Bonito.Appellante, o promotor; ap-
pellados, Floriano Antonio Bispo e outro.
MMdnS.
DoSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador LoorenQO Santiago-:
Do juiio dos feitos do Hecifo. Appellaoles, o
bacharel Podro Jerge de Souza e outros; appella-
da. a fazenda.
Do Sr.i desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Dorif:
Appella^Jo civel do Recife.Appellante, Gai-
Iherme Augusto Rodrigues Sette ; appellada, D.
Auna Joaquina de Mello Carioca.
Do Srj desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Dcmingues da Silva:
Do jutzo municipal de Barreiros. AppeHante,
Joo Guiherme de Mello; appeliado, Tiburcio Va-
leriano Baptista. Do juizo municipal do So-
bral.Alppellante, D. Francisca das Chagas Ban-
deira d> Mello; appellados, Antonio Joaquim
Goncalv juizo municipal da
Imperatriz.Appellante, Manoel Ferreira dos San-
tos Nell ; appellados, Zefertno Lopes de Barros e
sua mulher.
Ao Sr, desembargador Hegueira Costa :
Do jujzo municipal do Recife Appellante, Jos
Carlos Manso da Costa Reis; appellado, Manoel da
Silva'Lopes. Appellantes, o Dr. curador geral e
outros; appellado, Manoel Joaquim Bapiista admi-
nistrador da massa de Amaro Gonealves dos
Santos.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Do juizo municipal do Acarac.Appellantes,
O Ilustre arliguista do Diamo de Ptrmmlmc
concl as suas observan&es, sobre o pretendido
feixe de pravas, com aseguin palavras:
Ora, ledos estes factos bem averiguados nao
constituiran! urna prova, ou pelo menos indicio
vehemenlissimo, de que a idea de envenenar
alguem rtmava com mlecedenoia na atmosphe-
ra dos engenhos dos dous Gaspares, sagro e
genro, e qne entre as vietimas designados, nao
era possivel que escapassera -sua pervtrsida-
i de, odio e despeito qnelles, com quem esUva
em lucia abena e violenta V que all se inaqu-
naya premeditadamente o-crime; que ve logo
aps a reaWsap-se as pessoas dos dous irmos
Sas?
Abstrahinde de considenepes entras, so este
periodo mostra o valor jurid co das inculeadas
provas on vehementissimos indicio.
Com effeito, -uma metapbysica sublime, e por
demais diaphana e impalpavol. seno arronbo de
poesaesse remado da id6a na ainiosphera dos engenhos dos dous Gaspares;
e assim nao admira que ella eseapasse perspica-
cia do Sr. Dr. chele de polica ; o exarae da at-
mosphera seria diflicillimo para extrahir a idea,
que ahi reinanse de envenenar alguem.
Nao era manos difficil, qnando esse arroubo
potico na linguagem dos mortaes simplesnsente
sigaificasse que o crime tenha-sido all maquinado
premeditadamente, arrancar essa iaa das acla-
raQes de Vov^de Calangra e de Mama, ainda em
si rauito vagas, ou mesmo combinadas com as de-
elarac5es de Eduardo.
Dito isto, varaos ver de qne- valor sao as incul-
cadas prova*.
Logo que ebegaram esa-cidade- as senhora s
do? finados Jcao de S e Dr. Victoriano,, de volta
da Bahia, e qu coniecou eireular eom velemen-
cia o boato de en venena ment, e Si\ Baro <1e
Guararapes d9u-se pressa em-reqaisitar a priso
de Eduardo, stra todava declarar o rootivo.
EduarJo esteva por alguns dias detento, sendo
outra vez, entregue ao mesmo bardo, lamben
sua requisicAo.
E' logo nolavel on, pelo menos, digno de reparo,
que o Sr. Baro de Guararapes nao requeresse
ento o interrogatorio d'esse escravo.
E tinha raaao o senhor barao denaixo de seu
ponto de vista.
Quera musir-se de deelaraco previa n sen-
tido que Ihe eoovinha, subttUoindo os seus meios
de aeco aos da polica, cornos quaes, por eerto,
nao cm que explica a retirada de Sduardo da casa de de-
tencao, e o seu recolhmeto acareare privado em
Guararapes
Entre a reqnisico casa de rteeneo e a sua- apresentacao secreta-
ria de polica mediaram seta dias ; tantos foram
preciso", para qne due tu deelaraooes brotassem,
no sentido desejado, dos labios de Eduardo, met-
tido em tronco. O que oJi se passou queat poder
allirmar ? Bastar a palavra honrada e sempre
verd idekai do Sr. bar e de seas parervtes, para
que seja tida como incontestavel a moderaco des-
se casiigo.f V-lo-heraos mais tarde. E es factos
qne vamos narrar, talvez. s por si den a chavo
dessa moderacao.
Consta dos interrogaserios do preto Eduardo, e
do auto de perguntas fe:tas sen senhor moco, que
aquelle llaera deelaraooes varias. A' principio,
como era natural, negou o enveoenamento ou sua
parteeipaco nelle; ao depois, continuando a pres-
so do tronco, deciarou que fura elle quera propi- -
nra veneno aos finados, e que o lizera a mandado
do Dr. Sil vino Cavaloante de Albuquerque.
Repel i da essa deelaraco, como inieiramente in-.
verosmil, no que concordamos, attbuio Eduardc.
a autora do crime aos seas companheiros, escra-.
vos da fazenda ; mas essa deelaraco tambera nao
foi aceeita. Entreunto continuando Eduardo a
permanecer no tronco, cernido das forrr.igas, e
soffrendo intoleravel tortura, do (jue temos doeu--
aenU) irrefragavet, veio-lh^, ou suggeriram-lh-.-. .
dea de allribuir. a autoria do crime Ba Sr. Gas-
par/ Cavalcanti.
Aqui que, coa razo* se poderia diter, paro
diamlo o arliguista, que Eduardo se impresmumi*
da idea qnereinata na atmosfera a*-Guararunes
de haver envenenamento perpetrado pelo Sr. Gas-
par, e gue nao era poesirel gve eseapasse tpe--
tersidade. odio e despedo aos Ss aquelle, com
quem elles etisam em luta aberta t violenta : e
finalmente, que ali se maquioava premeditada-
mente a torpeza, que veio a realisar-se com atlr-
buir-se sementante erime ao Sr. Gaspar Caval-
canti. E se nao era assim, por que razio os Sr>.
Ss nao apresentaram logo francamente Sduardo
polica *f Porque se substitu-o a polieia, con-
duzindo-o para Gmtarapes, e metlendo-o em seu.
careare privado? Por que, finalmente, nao necei..
taram suas priineiras declaracoes?
Conseguidas essas declaraces, que eram todo
seu intento, os Srs. Ss chamaram diver.-os amir
gos que, dizem, se acharam por acaso no eng-
nho, e flzeram com que ellas se rapetissem pe-
rante ellos, do que lavraram uraa especie de ter-
mo.
A scena dos frascos teve ahi lamben lagar.
Tudo, pois, quanto Eduardo repeli na secretaria
de polieia, relativamente ao envenenamento, lora.
ensaiad e representado era Guararapes mais dt
urna vez; e. se nao mente a fama publica, teve
isto lugar diante dos Srs. conselheiros Silveira
de Souza, Dr. Arminio Tavares e Nabuco, que
quasi parentes da casa.
E admira qne nenhum desses Srs. juriscon-
sultos occorresse a idea de chamar alguma auto-
ridade policial do logar I Ao menos essa antori-
dade poda hoje certificar que Eduardo nao eslava
em posicao intoleravel, nem comido de forraiga?,
e que as deelaraedes foram feitas voluntaria e
pontanearaente. Parece que os Srs. Ss tem an-
dado mal aconselhados I Na secretaria de pjlicia
onde Eduardo mal se podia ter em p, veio elle de-
clarar de novo tudo, quanto j tinha dito era Gwi-
rarapes ; e nao admira que se raostrasse to leo
a desembarazado na escolha dos frascos, que diz
elle, terem comido o veneno.
T logo digno de aota qne o veneno (vegetal oa
]


mmm.
af d Pernambw Terija eira 27 de Setembro de 1870
nio, o qie Iqgo and
Js mws, um menor e
. su* efflet' <* da _
lioaidos. Na'l.estranho a nosso p
de pwegi^^Hberv..r logo, que
torios da ootei se Bzecam ua presen?*
2 iodos oa SI de seo. advogaffo e
de S, que, ao qao parece, fra o TOcarregadode
-obtr as eonflssoes de Eduardo"; e nao admira,
portanto, qae Eduardo repetase ante ue sea !
o t mesroa cnuOssio que fizara era Guararapes.
Nio censaranios ao Sr. Dr. ehefe de polica por
urna cireurostancj, qae pareeeu toda parcial,
qual a de admitlir a resee* dos Sr?. Sas de seu
dvogado ao inlrr fatori >, recusando essa ad-
missio a algans amigos e prente* do Sr. Gaspar.
O Sr. Dr. ehefe. de polica bem previa que os srs.
Ss se voltariara contra elle, desde qae as invest-
gacoes nao sahissem sea sabor.
E agora os fados justificara de sobeio essa ap-
prente pareialidade do Sr, Dr. ebefe de polica.
O que seria eato, se a mvestigacio se fizesse
na saa ausencia ou na da sea advogade ?
EioarJo, em presenca de seus algozes, nao po-
da deixar de confirmar tado qasnto dissra dq
tronco de Guararapes, nao poda deixar de recor-
darse cora terror dos tormentos, qae ali passra.
I-stava, porra, urna dar prova, e era a aea-
reacio de Eduardo cora Manuel Carnario,dessa
acireaco dependa o resultado do trama.
Para nao tornarnios mu longo esse artigo, re-
servamos essa aoalyse para outro.
(Continuar-se-ha).
PUmiCACOES A PEDIDO.
caixefro, p
var enve
Basta
Ao publico.
luesio do
celebre envenena-
aveuto
O Sr. Dr. Aquino e o Sr. Dr. Ramos.
Mostramos no precedente artigo que para es-
erever a corresp,>:ide:ieia publicada no Diario do
Commercto do llio ue Janeiro, nao era preciso ser
medico, bastan ler os autos, e as informacoes,
que a polica liaba acerca das retacos de pareo-
tosco, interesse, ou affecio, que podessem existir
entre os mdicos informantes, e o> propagadores da
idea do enveneiiameoto, para Ihes dar como de
direito, a devida inlerpretacio.
Culpa nao do informante, se dessas iuquin-
coes, esseoctaes aa instaiiracio de um processo,
resultou que o Sr. Dr. E.-ievo primo do Sr. ba-
rio de Guararapes, o Sr. Dr. Ramos medico, e in-
qailino do mesmo baro, e o Sr. Dr. horaceipata
Santos Mino, d;i intimidade e convivencia dos
principaes propugnadores da idea do envenena-
mento.
Com que razio, por qae motivos se mostraram
pois lio irados aqueltes mdicos, e o Sr. baro,
com a simples exposigio de factos verdadeiros ?
Dicanl Paduam.
O honrado correspondente pernambueano do
Jornal do Commercio do Rio de Janeiro alllrmou
ao publico que o Sr. Dr. Aquino nem ama nota
Ihehavia dado, e nem ama ingerencia?tinha tilo
n'aquella corre>pondencia. Nao obstante o Sr. Dr.
Ramo-, que o Achules da cansa do envenena
mente, atirouse com furia hydrophobica sobre o
Sr. Dr. A |uiu >, attribuindo-lh a correspondencia
pelo simples ficto de o sea autor ter posto em no
ta a Ipu n- dos trahalhos i-n*iii -os d'aquelle nosso
distincto medico, prometiendo logo ao publico qae
havia de provar que aquellos traDalhos nada va-
len, nem um mereciraento scientifleo tem.
Tendo o Sr. Dr. Aquino, a conselhos de amigos
prudentes, declarado ao publico, que oa sua qua-
lidade de perito, que era na causa pedente, nom
urna discussio pelos diarios aceitara, ao menos,
emquanto a justica nao hravesse pronanciado a
aa decisa >, o Sr. Dr. Ramo, abusando deste pro
relmenlo honesto do seu collega ; no intuito de
fo mar u;na opiniao fivoravel ao seu cliente entre
o vulgo ignaro, e na esperance de passar entre
elle por ara' poco desciencia, de que ninguem ti
nha idea, e qae a nem um hornera instruido Iludi-
r, tem podido abasar at hoje impunemente da
pacien.i* do seu collega. En, porm, qae nao sou
Dent na causa, ma< prente de um, contra cujos
iuieresses os Srs. de Goararapes pugnam, ha mu-
tos annos, ni) me resigno, como o Sr. Dr. Aqnno
a tolerar o procedimeoto eavilloso do Sr. Dr. Ra-
mos veoho pois afflrmar hoje ao publico que o Sr.
Dr. Runos nao capaz de provar, como lhe pro-
metleu, qae os escribios scientifleos do Sr. Dr.
Aquino nao valm, e nem um apreco roeree.em
dos noiir'ii- notaveis da s-encia na Europa. Nem
unto, Sr. Dr. Ramos I E' levar o odio, e o espi-
rito innato da ganhanca a inaudito excesso I E'
expor-se ao formal desmentido, que ihe vou dar.
Nao sou medico, mas os livreros, particular-
mente o Sr. de Lailbacar, recebem para si, ou de
encommenda para, os mdicos do Recife, quasi to-
das a< obras de mediciua, qae se publicara em
Paris.
Contiendas as materias, sobre a< quaes o Sr.
Dr. Aquino mandn escriptos para a Europa, qual
quer individuo, que souber a lingaa franceza, e
quizer, como en, dar-se ao trabalho de procurar
u'esses livros, a prova formal da inexactido do
Sr. Dr. Ramos, se convencer que elle falta a ver-
dadena esperanpa Ilusoria de passar por nm gran-
de sabio, deprimindo o mrito d'oulrem.
Seria por aemais fastidioso transcrever o que os
autores dizem respeito dostrabalhos scientifleos
do Sr. Dr. Aquino, e por isso darei apenas urna
lista dos autores, que pude conseguir, e que citam
com louvor os traballus do nosso distracto com
Liberal 0. Sftft.
L-se no Lih, artigo sob a >
phe < Veneficio da familia S e Aibu ueique > o
seguinle :
> N'este Jempo nos inforraavam qae o Sr. Dr.
Ayres Gama, guando promotor publico na eo-
< marca de Bio Formozo, levara rnas de ama vez
Camaraoao tribunal do jury, accasando-o
de crime de morle.
Se n'este negocio o Liberal quer jugar com a
verdade, offarecemos o? documentos infra trans-
criptos aura de coubecer a raanera por qua ai
sendo Iludido.
i." Documento.
Em cumprmeato do de pacho supra, certili-
< co que pelo meu cartoro em lempo algum nua-
t ca bouve nenham processo instaurado por qaei-
xa, denuncia oa ex-offlcio contra o cabra Jos,
a conhecido por Camarao, escravo do tenente-co-
ronel Gaspar Cavalcante de Albuquerque choa;
< bem como no meu rol dos culpados nao so acha
lancado o nome do mesmo cabra Jos Carnario
O referido verdade e dou f. Villa de Seri
nhem 21 de setembro de 1870.O escrivao iu-
teriuo do enrae, Joao Affonso Regaeira.
t Deeuraent.
t Cnmprndo com o despacho supra, certifico
< que a cabra Jos, conhecido por Carnario, es-
< cravo do tenente-coronel Gaspar Cavalcante de
Albuquerque choa, em todas a3 sessdes que
t teera havido n'este termo nunca responden ao
jnrv por processo algum. O referido verdade
e dou fe. Tilla de Serinhaem 2i de setembro de
1870.O escrivao interino do jury, Joo Affjn.'o
Regaeira.
E a-sim qae se escreve a historia III
Que sinallefa fui feita a verdade II!
Os senhores do Liberal devem pr-se en res-
guardo cora os seas informantes E basta.
O abaixo assignado tendo liquidado suas contas
cjm os Srs. Joao da Silva Faria & Irmaoda praca
de Pernarabuco no da 5 de junho do anno passa-
do, e pago o saldo no valor de 10:913^160 por in-
termedio do Sr. Hanoel da Costa Liran, deixou de
receber dos ditos senhores diversos documentos
que estavamem poder delles, entre os quaes ama
procuracio bastaate aotorisando o primeiro socio
para tratar de todos os seus negocios, e ama letra
de 3321870 aceita pelo mesmo abaixo assignad.i
em 5 de maio do dito anno, i 8 mezes.
E porque at hoje os ditos Srs. Joio da Silva
Faria A Irmao, que fjcaram de lhe remetler esses
documentos e nao os teobam remedido, julga o
abaixo assignado conveniente fazer esta declaracio
afim de qae se saiba que a referida letra est paga,
e aquella procuracio sera vigor.
Mamangaape 21 de setembro de 1870.
Jos Martms Fernaades Nogueira.
provinciano.
Abel Jurdio.
1. Abeilie...........
March.il (de Calvi;...
consideragSes sobre am
caso de diabeteParis
1857.
tratado das molestias
com ounnas albumino-
sas, ou a3sucarada9
Pars 1863.
estudos sobre os acci-
dentes diabticosParis
18oi.
P. Lalevre........ consi'leracoes sobre a
gangrena glycoemica
Paris 1867.
Durand Fardel...... tratado chimico e thera-
peulico da diabetePa-
ri> 1869.
Na obra roais importante da medicina, que
.ictnalmente se est impriraindo em Franca o no
vo diccionario de medicina e cirurgia pralica re-
digido pelos mdicos mais sabios d'aquelle paiz, o
Dr. Jaccond, professor da faculdade de medicina,
no lomo XI (Pars 1869) cita por vezes o nome do
Sr. Dr. Aquino, e na pagina 263, eilando-o nova-
mente, faz preceder e nome do distincto medico
p-man.hurao por estas palavras emon savant
ami.t Na bibliographla das obras consultadas
indue o nosso compatriota entre os autores de
IribaUws especian.
Ser o Sr. Dr. Ramos capaz de por em duvida o
saber de tantos homens Ilustres na sciencia pelo
si) fado de reconhecerem o merecimeolo de um
Pernambueano distincto?
Estamos que o ser, por pouco, que isto sirva a
ansa do supposto envenena monto, o<; p'ossa ser-
vir a seu< interesjHnda-triaes.
A estas citacijeJHBa o leitor imparcial as que
vieram impre^^as no precedente artigo, e decida
em consciencia se o Sr. Dr. Ramos ser capaz de
provar o que prometjeu ao publico, isto qae o
Sr. Dr. Aquino nio so m hornea) sera mereci-
mento scientifleo, mas at um perfeito ignorante,
como escreveu, sera que a mao lhe tremesse, e
sera que a cooscieacia lhe doesse.
Os h imens incapazes de coatribuir para o pro-
j?reso hs artes, ou das spieo*ris, qaando a mo
caraefer rcunera inveja, e cubica desmed Ja, jul-
yaio elfvir-se dfprimlndo-se o merecimento dos
outros. Baldado iuteute I A raa da fbula ar
rebentou por esses mos sentimeatos.
Melhor seria que o Sr. Dr. Ramos illuatrasse
tambem o sen nome, e o da nosa provincia lio
. iim em iratialhos scieutifleos. aproveitando a
1>om n que tem de medico do nosso nico hospital.
S i ie;u esse jiraude sabef, essa ingente capaci-
ra inculca por cansa do snpposto
n;n::ment, experimente no hospital os nossos
remedios do raatto, faca memorias para as acade-
nias da Eiropa, adquira nome scientifleo que nao
tem.
Verdadj qne essas experiencias s lhe daara,
irabalho sera outro lucro mais do que o renome,
eoasj ece muito menos seasivel do que ao9
ganho; .iiustriaes.
Inf i tendencia do esplrit do Sr. Dr.
mais para a inda;trla do que para i fleos,
roduzido scieatificamente, tem
rialmente o medico mais iasigae do Re-
De
botica, de qae disse i jastiea nio ser dono, nem
Ao publico
LeodG no Diario de Pernambuco de 23 do cor-
rente urna publicacao feita em resposta de outra
do Sr. Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva, son
forcado a respondel-a em partes, visto como o Sr.
Antonio dos Santos Vital, n'ella lembrou-se de
mira, para illudir o publico, e desviar de si a es-
caraotagera, de que lhe arge o Sr. Dr. Ratis.
A carta qne o Sr. Victal dirigiu ao Sr. Dr. Ra-
tis, veio por. intermedio do Sr. Speridiao Barbosa
da Silva, e fui entregue, sera vicio algura, ao mes-
mo Sr. dooior, e aberta felizmente ua preseaca de
militas pessoas distinctas.
Oiga embora o Sr. Vital, nao ser essa a sua
carta; diga ter perdido o tal recibo original e
ler publica forma, diga em flm o que quizer por-
que perante os tribunaes competentes ser deseo-
berta a ponta da meiada, e garantidos os direitos
dos orphios que pretende prejudcar.
26 de setembro de 1870.
era abuso ou brioc ideira?!
A' cerca de 15 das que se acha vedado
ao transito publico a ra no General Vic-
torino onde se acham levaatados alguns
arcos de madeira para os prximos feste
jus; seedo os vehculos obrigados a dar a
volta pela ra do Cotovelo, com grande
erncommodo das pessoas que moram fra
da cidade, por ser aquella ra calcad e
esta latnacenta. Hoje eslava franqueada
de um extremo e vedada do outro, por
urna sentinella do corpo policial que o fis-
cal da fregoezia ali fizera collocar para fa-
zer regressar os carros que inadvertida-
mente pretendessem passar depois de haver
percorrido urna extenso talvez de 50O
bracas.
S5o cousas dasta trra, onde qualqaer ins-
pector ou fiscal para mostrar aotoridade,
manda por brincadeira ou abuso fecbar o
transito publico,
N. 200AGUA DE FLORIDA DE MURRAY E
LANMAN.As senhoras que esli acostumadas
usar pos de arroz, que s faz intumecer o rosto,
feichaudo os poros da pelle, privando a evapora-
cao da superficie,; obrariam com juizo em por in-
teiramente de paite semelhante ingrediente, subs-
tuindo em seu lagaf este puro cosmtico floral ; o
qual nio s perfuma a pelle com urna fragrancia
tao fresca e deletavel como o respiro e ehein das
flores meias abertas ; mas sm tambem faz remo-
ver todas as mculas que desfeiam a formosura
das feicoes, dando aos vasos saperflciaes um^ as-
pecto saudavel e vigoroso, restituindo s feiQoes a
primitiva cor robicunda e macia, daodo-lhes nina
para e linda transparencia e elasticidade. Todas
essas aguas adstringenies, pos e pommadas, etc.,
do dia, nio fazera mais do que arruinar a pelle e
estragar a fortnosnra contaminando mais tarde oa
mais cedo a propria saude ; em quanto que a ten-
dencia desta agua saudavel e arromalica, intei-
ramente opposta. Quando misturada ir"um pouco
Tagua, toroa-se um excedente e exquisito meto de
lavagem, para os denles e gengives, dando boc-
ea e ao paladar um delicioso gosto aromtico. (Era
consequencia das maitas imitacoes qae per ah
existem, recommendamos s pess >as qae compra
rem esta excellente agua, tenham o cuidado de ver
e examinar qae os noraes de Murray e Lanman se
achera devidamente in-criptos sob cada envoltorio,
letreiro, e at mesmo gravado no vdro das pro
prias garras, e na falta dos mesmos, claro est que
toda a mais falsa e para nada serve.)
oie 27 de
ES DE PE'
dia 1 a 3
dem do oa 26. .
tueros
37<972
.1
DECLARACOES.
12*356
OONSUfJO phoviucaT"
jtendimentfl dn dia I a 2i SS:S91I33
laem do da 26 ... 7:317*905
93:911*160
M0VIMENT8 M PORTO.
Mimo entrado no da 36.
Liverpool43 das, patacho inglez W.iUer I. Cum-
men>, de 159 toneladas, capitao M, Davis eqai-
pagera 8, carga differentes gneros ;' a John--
ton Paier A f..
Navios sahid's no mesmo dia.
BhiaPatacho inglez Centur. capifio A. Le
Moigoau. carga parte da que tronxe de ew-
YoYk.
Santa CatturinaPatacho porluguez Ulissa, capi-
tao Joao Jos de Miranda, carga sal e'outros
gneros.
Navios entrados no dia 26.
Portos do uorte8 das e 9 horas, vapor nacional
Tocantins, de 750 toneladas, coranandante Jos
Mari a F. Franco, equipagem 53, carga farinha
de rasfldi ica e outros gneros ; a A. L. de 0.
Azevrdo & c.
Trieste-7i das, palach) nnrte-allemSo Beinhard,
de 129 toneladas, capitao Penaal, equipagem 6,
carga 1561 barricas om farinba de trigo ; a
Amorim Irmao & C.
Terra iova30 dias. patacho inglez Douro, capi-
tao Taylor, equipagem II, carga 3176 barricas
cira bacrhao; a Johnston Pater & C. Seguio
para a Baha.
Atavie sahiio no mesmo dia.
Habor GracePatacho inglez Habor Grace. capi-
tao Browu, em lastro.
COMMERCIO.
: -
'labelecimento de lavar roana,
PRAGA DO RECIFE 26 DE SETEMBRO
DE 1870.
AS 3 i/2 HORAS DA TARDR.
Algodio 1* sorte721 rs. por kil.
Cambio sobre Londres 90 d|v 20 38 e 20 1|2
oor 1*000.
Descont de letras 10 0/0 ao anno.
Goncallo Jos Affonso,
Presidente
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
ENGLISH BANK
O Rio de /aneiro Limited
Descont lettras da pra$a i ttxa a con
'encionar.
Recebe dinbeiro em costa corrente hi<
(raso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidadei
?rlncipaes da Europa, tem correspondente!
la Bahia, Bnenos-Ayres, Montevideo, Ne\
s New-Orleans, e emitte cartas de crdito
para os mesmos lugares.
MlA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDBGA
dandimentododial a 24. 685:810*774
dem do dia 26. 38:738*032
744:548*806
MOVatENTO DA ALFAIfPEGA
dumes entrados cemazendas
dem idem com gneros
'olumes sabidos com f azenda
dem idem com gneros
241
------4i
193
584
-----777
EDITAES.
Peraato a cmara municipal desta cidade es-
tar em praca nos dias 24, 26, 27 e 28 d correo -
te para ser arrematado por quera maior preco
oflerecer o ropjsto de 60 rs. por cada p de ee-
queiro que j d fructo, exceptuados dez ps para
o uso do proprietario pela quantia annual de
348*500.
A arremata cao ser feita por tres annos ; aqnel-
les qae prelenderem concorrer a ella, devem ha-
bilitarse na forma da le.
Paco da cmara municipal de Becife 21 de se-
tembro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leio,
Pro-presidente.
Lourenca Bezerra Carneiro da Cunba,
Secretario.
Perante acamara municipal desta cidade esta-
rao em basta publica nos das 24, 27 e 29 do cor-
rente raez para serem arrematados por quem raai*
offereeer os irapotos do capim de planta por
623*000; cci]aeiros de prodcelo exceptuado 10
ps para o u.-o do proprietario 801* ; 500 rs. por
cabeca de gado vacenm 248* ; alaguis das ca-
stalias da rbeira 70*600 ; mscales e boeeleiras
69*114 ; 1?0 rs. por carga de farinha e legumes
20*WX); 100 rs. por cabeca de gado recomido ao
curral 27*500; repeso do acougue 6*600 ; e 200
rs. por eabeja de gado suino, ovelhnra e cabsum
9*i00. Asna como o aluguel da casa sita no
Varadouro pelaquaatia <^e 60*000.
Os pretenlentes deverio comparecer nos refe-
ridos dias com seus fiadores habilitados.
Paco da cmara municipal de Olinda 22 de se-
tembro de 1870.
Mano'el Antonio dos Passos e Silva,
Pro-presidente.
Marcolioo Dias de Araujo,
Secretario.
A cmara municipal da cidade Olinda
faz scienle aos seus muoiuipes, qne convindo ser
suostituido o actual systema de pesos e medidas
pelo mtrico francez. segundo orden do governo,
tem marcado o praso de tres mezes, contados do
Io de outubro prximo vindouro para se por em
pratica dito ysieiria mtrico; pelo qne todos os
negociamos establecidos naste municipio se de
veri o prevenir dos competentes pesos e medidas
conforme a nalureza di seu negocio, dentro do
prso marcado para dit > lim.
Paco da cmara municipal de Olinda 22 de se-
tembro de 1870.
Manuel Antonio dos Passos e Silva,
Pro-presidente.
Marcolino Dia* de Araujo.
8ecretario.
O inspector interino da alfandega faz publico que
exislindo na mesma os vclnmes abaixo declara-
dos no caso de serem arrematados para con
sumo, coraprehendidos as disposicSes do capi
tulo6* titulo 3." do regula ment de 19 de se
tetnbro de 18S0, os seus donos ou consignatari
os deverio despachal-os no praso de 30 dias,
sob pena de ado elles seren vendidos por sua
conta, sem que Ihes fique competiado allegar
contra os etfeitos desta venda.
Armazem n. 1.
Marca C. J. & C.S. 138.Urna caixa vinda do
Havre na barca "franceza Solide, entrada em 10
de novembro da 1869 consignada a Costa Irmios
&C.
dem Monteiro A Irmao N. 10. Urna dita
vinda de Liverpool no vapor inglez Saladin entra-
da era 12 de fevereiro de 1870; goora-sea con-
signacao.
dem J. J. B. S. A. F.Ns. 2396 e 2397.-Dnas
ditas vindas do Havre na barca franceza Adele,
entrada em 19 do preditomez : a ordem.
dem J. J B. S. A. F.N. 2398. Urna dita da
mesma procedencia e navio, entrada a 21 Idem ;
consignada a Jos Joaquim Barbosa da Silva.
dem J. W. M. Ns. 2, 3, e 4. Tres caixas,
dem, idem. dem, idem ; consignada a Joao Wal
fndo de Medeiros.
dem J. J. B. S. N. 13*t8. Urna dita dem,
idem, dem, entrada em 23 idem ; consignada a
Jos Joaquim Barbosa da Silva Sequeira
dem J. J. B. S.N. 1377.Urna dita vinda do
Havre na barca franceza Fgaro, entrada era 26
idem; coosigaada a Jos Joaquim Barbosa d
Silva.
dem triaagulo S. M. J. T. V. & CN. 5953/77.
Um erabrulho vindo de Trieste na barca ingleza
Mary Caok, dem, idem; a ordem.
Armazem n. 5.
dem 0. A." N. 1. Urna eaixa vinda de Li-
verpool no patacho inglez Louise, estrada em
11 de fevereiro de 1870; consignada a Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo A C
Armazem n. 0.
Marca I.IC. L N. 318. Urna eaixa vinda
do Havre no navio francez Palestra, entrado a 3
de marco de 1870, consignaado a Joio M. Cordeiro
Lima.
dem H.WB.4 CN.202. Duzentas ditas
idem idem, entradas em 7 idem; consignadas a
H. Wild.
dem T. J. P.Sem Damero.Dnas ditas vmdas
de New-York no vapor inglez Olinda, entradas
em 11 de abril de 1870; a ordem.
dem T. J. P.dem. Oito ditas, idem dem,
entradas em 12 idem ; a ordem.
dem T. J.P.dem.Urna dita idem, entrada
em 18 idem ; a ordem.
dem T. J. P.dem.Urna grade, idem idem;
a ordem.
dem T. J. P.dem.Urna barrica, idem idem;
a ordem.
dem T. J. P.dem.Urna eaixa idem idem,
entrada em 19 idem ; a ordem.
dem A. L. R. L. B. C.N. 70/74, 77/79.Oito
ditas viadas do Havre no navio francez Jtan Bap-
ttste, entradas em 29 idem ; ignorase a consig-
nacao.
dem C. Z. & CN. 1 a 200. Duzentas ditas
idem idem idem, ignora-se a consignaco.
dem J. M. C. L N. 231/25.Tres ditas, idem
idem, entradas em 30 idem ; ignora-se a consig-
naco.
dem A. L. B. L. B. C N. 76.Urna digt dem
idem idem, ignora-se a consignaco.
dem A. L, R. L. B. GN. 75.Urna dita idem
dem, entrada em 2 de maio de 1870 ; ignora-se a
a consignaco.
Alfandega de Pemambaeo 22 de setembro de
1870.
O inspector interino,
Luiz Ctrwth Paes de A%itaie.\
< da Boa-vista se faz publi-
co qne se acha a casa de detteucio, o
preto Fortunato, ^r estar fgido, como declarou
a esta subdelegada ; quem liver ao mesmo direito
appareca.
Recif, 21 de setembro de 187a
Subdelegado em exercicio,
Correa Selle.
Consolado provincial.
Velo consolado provincial avisa-se ao differen-
tes contribuintes da renda provincial no anno fia-
do de 1869-70, que com o preseate mez se encer-
ra o recebimento por esta reparticao das respec-
tivas quotas, passando dabi por diante a ser o
mesmo effectuado judicialmente.
Consulado provincial de setembro de 1870.
O administrador,
Antonio Caraeiro Machado Rios.
De ordem da Illm. Sr. director das obras pu-
blicas se 'az publico que do de outubro prxi-
mo vindouro ser vedado o transite a vehculos e
animaes, pelo passadico da Passagem da Magda-
lena.
Secretaria das obras publicas 26 de setembro de
1870.
O secretario,
Feliciano Rodrigues da Silva.
Santa casa de misericordia
do Recife.
A junta da Santa casa contrata com qualquer
folha diaria a publicacao de sen expediente e an
nuncios, para o que recebe propostas em cartas
fechadas devidamente selladas, na sala das suas
sessoes, pelas 2 horas da tarde do dia 27 de cr-
reme, sendo preferida aquella que por menor pro-
co flzer semelhante trabalho.
Santa casa da misericordia do Becife 24 de se-
tembro de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Arrematapo.
A praca dos predios annunciidos para hoje fica
transferida para o dia 30 do corrate, cujos pre-
dios sao :
Um sobrado de um andar com solio e sobre si-
tio na rna do Brum o. 18, com 29 palmos de
frente e 130 de fundo, paredes dobradas, avaha-
do em 10:000*000.
Duas meiaguas nos fundos do sobrado cima,
com 15 palmos de frente e 45 de fuudo, avahadas
era 800*000 cada una.
Dous caixoes sendo am de n. 23 e outro de n.
25 na mesma ra do Brum, contendo duas meias
aguas dentro de cada um delles cora 40 palmos
de frente e 200 de fundo, avahados cada um em
1:000*000.
Urna meiagua na ra dos Guararapes, de n. 24,
com 25 palmos de frente e 20 de fundo avallada
em 200*000.
Cojos bens foram penhorados a Bernardo Jos
Rodrigues Pinheiro e sua mulher, por execncao
que Ihes move Luiz Antonio Vieira, hoje sua le-
gitima herdeira D. Joaquina Benedicta Vieira da
Silva.Escrivio, Santos. _______
goe naeional Isabel, tem parte do sen carregamen-
to engajado : para o resto que lhe falla trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, roa da Cruz n. 57,1* andar.
COMPANHIA HERNAMBCAN/
DI
arega^So eostelra por vapor
Parahyba, Natal, Macao, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapoma, cemman-
dante Azevedo, seguir para os
portos cima no dia 30 do corrente
as 5 horas da tard. Recebe car-
ga ate o dia 29, encommenda?
eiros e dnheiro a frote at as i horas da
tardo do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Maltos n. 12.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem pane do sen carregamen-
lo engajado : para o resta que lhe falta trata-se
eom os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, rna da Cruz n. 57. pandar.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
I *
.Vakegaeio eostelra por vapor
Macei essalas e Penedo.
**fftb/ O vapor .MtiniaAu com mandan >e
/f|/fjk Julio seguir para os portes cima
anHB no dia 30 do correte as 5 oras
da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommeadas, pas-
sageros e di aneiro a frote at as 2 turas da tar-
de de sua sahida, ao escriptorio do Forte do
Mattw n. 12. _________________
Para Lisboa.
Shr uestes seis dias imprelerivelmente o pa-
Ihabote portuguez Diligente, capitao Trindade, re-
cebe a frote a carga que apparecer : traia-se eom
Marques, Barros & C, no largo do Corpo Santo n.
6, 2" andar, ou com o capitao no pavimento terreo
deste edificio.
Recife D amage Comp uy
Limited.
O gerente desta companhia de novo avisa aos
Srs proprietarios e rnquilinos das casas onde se
teem exeeutado trabalho, que qualquer reeia-
raacio justa que tenham a fazer, para ser irome-
diatamente attencida deve ser dirigida ao esenp
lorio da empreza ra de S. Joo.
Recife Drainage Oompaay
Limited.
O gerente desta companhia convida aos Srs.
proprietarios e inquilinos dos predios das fregue-
zias de Sauto Autonio e S. Jos i comparecerem
do 1 de outubro em diaote das 10 at 4 da tar-
de ao escriptorio da empreza ra de S. Joao, ou
no armazem 105 na pracela da Concordia para
escolhorem a classe do apparelhos que desejam
para suas casas ou morachas.
Administracio dos correos de Pernambuco
27 de setembro de 1870.
Mala pelo vapor Tocantins da companhia bra-
sileira.
A correspondeacia que tem de ser expedida hoje
(27) pelo vapor cima mencionado, para os portos
do sul, sera recebida pela forma seguate :
Macos de jornaes, impressos de qualquer natu-
reza, e cartas a registrar at as 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1|2
pagando porte duplo.
As carias e joroaes que forem dirigidos ao Bio
da Prata pagarao previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou fraccao de 15 gram-
olas, e estes 40 rs. por 40 grmmaj ou fraccao de
40 grammas na arogressio eslabelecida as ta-
bellasC e Dannexas s instruccSes do da
dezembro de 1866.
O administrador,
Alfonso do Reg Bairos
THEATRO
SANTO
Companhiafranceza
Quarla-feira 28 de setembro.
5. RECITA DE ASSIGNATRA
Subir scena a muito linda e applaudida ope-
reta em um acto
O To Braz
LE VIOLINEX.
Na qual os artistas Mrs. Maris, Mlle. Breada e
Mr. Baynaud unto se destinguiram.
SEGUNDA PABTE.
Completamente nova.
1." Conconeta
Est-ce un pech
exbida por Ule Thyerri.
2.* Romance
PERDE.
deseropenhado por Mr. Raynaud.
3. Romance
Hatte-l !
desempenhado por Mlle. Choiberl.
4 Canelo cmica
C'est pas maurais
desempernada pelo distincto e muito applandido
caricato Mr. Carn.
TERCERA PARTE.
O matulo admirado, dos feitos do
Chico iabo
as margena do Aquietaban
Amorte de Lpez
representado pelo actor pernambueano Flaviano
Loelno, o qual tem sido bastante feliz em repro-
auzr em scena este trabalho digno do seu autor.
QUARTA PARTE,
neprosentar-se-ba muito linda opereta cmica
em urn acto escripia por Mr. Jules Moinaux, mu
sica do maestro Offembach
LES DEUX AVEUGLES.
Personageos. Actoreg.
uShon....... Mr. Mariz.
G,!?"tor....... Mr. Carn.
kste espectculo digno do povo Pernambu
cano.
Os bilheies aeham-se a venda no escriptorie do
ineatro das % da manhaa em diante.
Camarote de 1." ordem............. 10*900
*'ordem *de n. 1 at 16........ 12*0ie
Os nmeros 11, 13 en......... )6*0#0
Cade,r,s....... ................. IfOlO
m n a. mu Principiar s 8 horas,
rv-i'kr bllh8ls passados pelo actor Flaviano
U)o, teem entrada neate espectculo annun-
AVISOS MARTIMOS.
DE
om cax5o de casa roa do Gaz, e om ter
reno com 120 palmos de frente e 130
deferido, sito trnessa da ra da Con-
cordia, f
O asate Pontaal, competentemente antorisado,
venden em leilo am caixio de casa rna do
Gaz, em respaldo para subir empennas, com canos
j collocados as frontes, cora 35 palmos de fren-
te e 81 de fondo, quintal j mundo, com 19 palj
mos de fundo, cozinha com 8 palmos de largan e
19 de fundo, faltando sement a eoberta, estando
tanto o caixio da casa como da eozinba emboca-
dos ; 20 a 30 alqueire de cal preta, 5 milheiros
de tijollos de alvenaria, 3 travs grandes, porcio
de ara, 4 portas de smarello, 2 janellas, 2 eaixi-
Ihos com bandeira, 9 forraso 3contra-vergas, todo
feito de amarello, 1 terreno silo travessa da
Concordia com 120 palmos de frente e 130 de fon-
do, tendo as frontes muradas e meacio dos oiides
das casas que esto edificadas aos lados, sendo
tanto este como o da casa em respaldo foreiros
Qaarta-feira 28 do corrente
no armazem da rna do Imperador n. 16. s 11
horas.
LEILAO
DE
III Vis l
Quinta- feira 29 do corrente
s 11 boros da manhaa.
O agente Palo levar novaroente leilao, por
despacho do Illm. Sr. Dr. jaiz especial de commer-
cio, as dividas activas damassa fallida de Guima-
raes & Silva, constantes do mandado existente no
escriptorio do referido agente, rna da Cruz n. 38,
onde se effectuar o leilao s 11 oras do dia ci-
ma dito.
PARA.
Segu para o Para no dia Ia de outubro cora a
carga quo poder obler a frotes muito commodos o
hiate americano Charles Jiiomson, chegado honiem
ae New-York ; a trata" com Tas-o Irmios & C.
Rio de Janeiro
Pan o pone cima segas com brevidade o bri-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegae5o eostelra par rapar.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
para os portos cima no dia
30 do corrente meu aoite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dioheiro a
(rete no escriptorio do Forte
io Mattos n. 12. ______________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavegacao eostelra por vapor
Mamanguape.
O vapor naeional Coruripe,
commaadante Silva, seguir
para Mamaaguape no dia 28
do corrente as 6 horas da
tarde.
Becebe carga, encommeo-
das, passageiros e dinheiro a frote at as 2 ho-
ras, da tarde do dia 28, no escriptorio da com
panhia. Forte do Mattos n. 12.
NU'
Preiende seguir para o referido porto em poacos
dias o palnabote Rosita por ter a maior parte da
carga, e para a pouca que lhe falta, trata-se eom o
consignatario Joaquim Jos Gonoalves Beltrio,
ra do Commercio n. 17.
LEILOES.
LEILAO
DE
duas canoas abertas para o ser-
vico de tijollos e ara.
0 agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leilao duas grandes candas abertas
para e servico de ara, tijollos, etc., as quaes fo-
ram reconstruidas de novo, podendo os Srs. lici-
tantes oxamina-las, no da 26 e 27, junto ponte
dos trilhos urbanos.
HOJE
27 do corrente
praca do Capim, junto a ponte dos trilhos urba
, s 11 horas.
na
nos
2> barris com nnnteig* ingle-
za, a sahir da alfandega, 14
HOJE
9 do corrate
agente Pestaa far le lio por conta e risco
de quem pertencer, de 23 barris com manieiga
ingleza em lotes de 5 barris numeracio a seguir,
chegados no ultimo vapor, e a sahir da alfandega,
no dia terca-feira 27 do corrente, pelas 11 horas
da manhaa, no armazem do Aones, defronte da al-
fandega. .
LEILAO
DE
chapeos e mais diversas mer-
cadorias
Quarta feira 28 do corrente.
Jos Maria Palmeira, tendo de largar o primei
ro andar da casa do Sr. Joaquim Jos da Costa
Maia, faz leilio por intervencao do agente Jos Ma-
na Pestaa dos artigos abaixo mencionados exis-
tentes no referido primeiro andar, no dia 28 do
corrente, s 11 horas da manhia, no largo do
Cerpo Santo, por cima do relojoelro, a saber :
Chapns Manilha.
Ditos do Chile.
Ditos de palha de Palmeira.
Ditos de feltro.
Fio de vella.
BrinxSes.
Cha em caixas grandes.
Qaadros de saatos, em pequeos lmannos.
Bocetas pan doce,
Piano de um dosmelhores fabricantes.
Papel de coros.
Conserva ingleza em fraseos pequeos.
DE
PREDIOS
O agente Pontual, competentemente autorisado,
vender em leilao os predios segoiBtes :
Urna casa terrea era solo proprio sita rna de
Hortas n. 79.
Urna dita idem idem idem, sita raa de Aguas
Verdes n. 94.
Duas meias aguas (por detraz da ra Nova) pri-
meiro becco da Camboa do Carino ns. 4 e 6.
Melado de um sobrado de um andar e soto,
solo proprio, ra de Hortas n. 140.
Um sobrado de um andar sito raa do Caidei-
roiro (entrada a mesma do sobrado da ra de
Hortas n. 140
Sexta-feira 30
no armazem n. 16 roa do Imperador, s 11
horas.
AVISOS DIVERSOS.'
Haver sessao ordinaria quinta-feira 29 do
corrento pelas 11 horas da mauha.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos de com-
missoes;
Secretaria do Instituto, 26 de setembro
de 1870.
Jos Soares d'Xzeveda,
_ _________Secretario perpetuo.
ATTENCAO
$,Todas as pesoas qae se julgam cora direito a
relogios, ou objectos que se achavam ero poder
do fallecido subdito portuguez Joaquim Barbosa
Cuperiino, com loja na ra Nova 67, devem re-
clama-los ao abaixo assignado na ra larga do
Bosario constituido depositario pelo consulado de
Portugal, oo prazo de 8 dias, contar da dala
deste, e fiado o dito prazo, nao sendo reclamados
serio entregues ao referido consulado, para se-
rem vendidos em leilo publico por conta de quem
pertencer. Becife, 26 de setembro de 1870.
Joio Luiz Vianoa.
O abaixo assignado com saa offleina de ourives
na ra da Peona por mais de dous annos, tendo
ganho a sympathia do respeitavel publico, j com
seu trato de negocio e commodidade do proco de
suas obras, e cumprimento de palavra, offerece de
novo o son prestimo na ra de Santo Amaro, fre-
guezia de Santo Antonio, n. 16, para onde mudou
sua offleina, e prompto sempre estar como dantos.
Outro sim, roga a seos freguezes romicos qae Ibe
devem, a vir saldarem suas cootas araigavelmenle
no praso de 5 dias da publicacao deste, do contra-
rio ser chamado juizo, oa por outra, publicad*
seus nomes e as quantias por este jornal.
Becife 26 de setembro de 1870.
Francisco II. S. Moreira.
AJA
Quem quizer pagar 30000 mensalraeote pelo
aluguel de urna ama bastante entendida em cozi-
nha, eegommado, costura e mais servicos domes-
ticos, dirija-se ra da Aurora o. 88, Io andar.
LEILAO
DO
sobrado de quatro andarese
sotao da ra do Torres n,
edificado em chaos proprios
Qainta-feira 29 do correte
O agente Pinto;levar leilao. precedida a com-
petente autorisacio, a casa de esquina da ra do
Torres, a qual torna-se recommeodavel pela sna
boa construccao, e por ser edificada em ra de
commercio. O leilao se effectuar s 11 horas de
dia cima dito, no escriptorio do referido agente.
/
Domingos Jos Perreira, sen ilho e filhas agra-
decen] cordialmente a todas as pessoas qne assis-
tirara as exequias e acorapanharam ao cemileno
iublico os restos mortaes.de sna mui presada fi-
lia e irraia, Senborinha Theodora Ferreira e de
novo Ibes vera rogar o caridoso obsequio do assis-
tirem as missas que teem de serem celebradas
pelo ropouso eterno de sna alma, oo dia 28 do
corrente as 7 horas da manhia, oa Ordem 3* do
armo, stimo da do sea fallec ment, e desde
j flcara gratos por mais essa prova de caridade e
Os indios do Jagua-
ribe
(Publicaqao nacional)
Acaba ne sahir das offleinas do Jornal % Re-
cife o Io volume desta historia do cuto V/J, se-
ando o imtala aeu autor o Sr. Dr. Franklin
avora.
a segundo edieio, e acha-se conaideravelanen-
te crrela e augmentada. A leitura prodns inte-
resse.
Prestaade-se o ^ssumpto a vastos desenvolvi-
mentos consta todava a obra de 4 volamos, que
para mais facilidade para o comprador, serio pu-
blicados com intervallos razoavels.
0 1 volume esta exposto venda na encader-
nacio parisiense de Paula Monteiro, rna de Im-
perador n. 71, a razio de 2*000 rs., onde as pes-
soas, qae se digniram as'signar pan a obn, po-
dem mandar bascar seu livro.
Alnga-Si- urna boa casa no Pofo da Paata,
ra do Ouiabo, quintal morado, dous portfies,
com solio, estribara, quartos para pretos e ou-
tros maitas commodidadea : ee preteodeates diri-
jam-se rna Augusta n. 33.
Ama
Precisa-se de urna ama eecnva oa fom para
comprar e coiiohar em casa de iwuca familia -hk
roa Non n. 24, loja.
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J\


Diario de Pernambuco -* Tertja feira 27 de Seteiiro de 1870.
*
I
Preciaa-sede
jjO, dar.
AMA
IESTABTO MKNKLECIEM 1832
ama uu: na ra de Hortaa n
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A na Primeiro de Marco (outr'ora ra do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O abaixo asaignado, tendo Tendido alem de on-
tras sortea, um meio n. 3339 cora 5:000* da lo-
tera qae e aoaboa de extranir a beneficio da
Sania Casa de Misericordia do Recife (141a) con-
vida ao potuidores yirem receber na conlbr-
midade do costante sem deaconio algu*.
Acham-se a venda ce felina bilhetes garan
todos da S' parte da lotera, i beneficio da igreja
de Noesa Seobora da Conceicao dos Militares do
Recito (162), que a* extrahir sextafeira 30 do
corrente.
PRECOS.
Bilhete iDteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Qoarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete ioteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Fian.
AMA
A' ra do Livramento o. 6 precisa-se de ama
ama, perita cozinbeira, para casa de horaen sol-
teiro.
Salsaparilha de Bristol.
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASCOS GRANDES
O capilao Manoel Joaquim Machado, Joaquira
Vital fachado, Francolino do Reg Machado, An-
tonio Joaquira Machado, Francisco Gomes de Car-
valho, D. Umbelina do Reg Machado, D. Glieeria
Agaida Machado, traaos e sobrinhos, mandam
celebrar um memento e missas no da 29 do cor-
aente mez, na igreja do Carmo. pelas 7 horas da
mnha, por alma de seu innio e tio Albino do
Reg Machado, por ser o trigsimo dia de sen pas-
samento, convida a todos os seus prenles e ami-
Sos assistirem a esse acte religioso memoria
o fallecido; por cojas proras de amizade se con
fessarao mais gratos e re?onhecidos.
m\ do mo
Eua do Ba^o da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
O abaixo assignado vendeu da lotera n. 161
em beneficio da Santa Casa da Misericordia, ex-
trahlda no dia 24 do corrente, os seguintes pre-
mios : um raeio bilhete n. 3339 com a surte de
5:000*, um mero n. 1001 com a de 400*, ou-
tro meio n. 3381 com a de 100* e um quarto n.
99 com a de 100* alem de outros premios menores;
podendo os possuidores vir receber, que promp-
tameote sero pagos.
E' a terceira vez que esta casa tao nova vende
o premio da sorte grande.
Tem expoto venda os felizes bilhetes da lo-
tera o. 162 era beneficio da igreja de N. S. da
Conceicio dos Militares, cuja exlraccSo dever ter
lugar era 30 deste mez.
PREgOS.
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1005000 para cima.
Inteiro 5*400
Meio 2*700
Uuarto 1*350
_____________Joo Joaquim da Costa Leite.
Oaixeiro.
Precisa-se de um caixeiro que tenha praticade
taberna, porm que nao tenha mais de 14 annos
de idadef para a Iba de Femando: a tratar na
ra das Cruzes n. 33,2 andar.
Aluga-se ou vende-se urna casa terrea na
cidade de Olinda, na bicca de S. Pedro n. 4 : a
tratar na mestna casa.
Joaquim Antonio Pereira declara qne do dia
20 do corrente em diante deixou de ser sea caixei
ro o Sr. Deornedonte de Almeida Magalhe?.
NO
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Todos os domingos, das Santos e
das uteis.
SOB A DIRECCO
DE
Joo M. V egas.
Sorvetea de diversas qualidades,
De chocolate.
como seiam
De abacxi.
Gaf.
De creme. De maracuj.
Chocolate
Cha.
LUNCHE.
Presunto de fiambre.
Salame de Hamburgo.
Salsichon de Hamburgo
Lingua de Franca.
Peixe de concervas e diversas qnalidades.
Salcbixas de Hamburgo.
Vinhos fios.
Champagne. Bordeaux.
Porto fino. Figueira.
Madeira. Cherez.
Vermouth.
Cerveja Bass e Nacional
gelada e nao gelada
e toda qualidade de refrescos e de licores finos. J
Em coDseqaencia de nao se acharem comple-
tos os trabalho* de carapina e pedreiro e pintor
o emprezario a pedido de rauitas pesseas resolveu
abrir provisoriamente o estabelecimente domingo
25 de setembro de 1870.
Aluga-se o 1 andar do sobrado n. 1 da ra
Imperial: a tratar no andar terreo.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama livre ou sujeita, porm
de boa conducta, que tenha bom leite e com abun-
dancia, sem tilho a mamentar : a tratar na ra da
Praia, armazem ns. 13 e 15.
Na travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
Bhelro sobre penhores
de oaro, prala e brujan-
les, seja qnal Ter a qoan-
a. Na fflesma asa com-
pram-se os mesmos me-
tacs e pedras.
mummmmwm
A quem interes^ar
-2ELB2"* *> V> pessoa habilitada em
ir. SK .aSMM* Por partidas dobradas,
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGUEI
Esta excellente- e admiravel medicina, e
preparada d'uma maoeira a mais scientifl-
ca por Chamicos e Droguistas mui doutos e
d'uma instrucco profunda, tendo tido mi-
tos araos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composicSo nao consiste d'um sim-
ple extracto d'um so artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai-
zes, nervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as quaes teem sede
ou essento, no sangue ou nos humores!;
e estes difieren tes extractos vegetaes, acham-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarem em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raiz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparado, sendo a qua-
dade que todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composico da Salsa-
par rilha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
nao encerra em si cousa alguma, que pos-
sa por leve ser perigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quasi to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparaces,
as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
Iha, sao acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assim por este modo,
dividimos com os consumidores, o grande
proveito e vantagem alcancado por aquelles
que acondicionam sua preparaco em gar-
rafas pequeas. Cada um dos frascos da
nossa Salsaparrilha de Bristol
oonteem a messa quantidade igual porc3o
contida naquellas garrafas pequeas, e alm
disso, possue ainda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa achar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. Por-
tante mui natural, que aquelles, que se
acham occupados em preparar e vender as
suas produccSes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes : proclamando, que a nossa Sal-
saparrilha de Bristol nao possue a
menor virtude; porm quo effectivamen-
te sao elles postos em silencio, quando indi-
aamos, ou simplesmente referimo-nos para
com essas centenares de certid5es e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da sociedade, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravilhosas da, nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compoem as nossas medicinas,
sao produzidas, que nos habilita exer-
cer aquelle constante cuidado e disvello na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de excellencia.
Em quanto que, por ostro lado, nos nao
nos poupamos nem dinheiro, nem dili-
gencias ; afim de alcangarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente que entra na sua composi-
c5o; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianza; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacSes, e de todos os paizes, que na
Salsaparrilha de Bristol. possuem
um remedio mais efficaz e seguro ; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nao hade
mallograr vossas expectativas, na prompta
e effectiva cura das seguintes enfermidades:
Folographh imperial.
FISTI'SIA

GAJLEUIA OBI
DE
/. Ferrara VtUela
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
aovo estabeleeimento photograpbico sito 4 roa do
Cabug n. 18, esquina do pateo .la matriz. Ostraba-
Ihos que desde entao, tem sabido de nossa officina
'.em geralmente agradado, sendo recebidos por
ilgnns com admiracio pelo extraordinario pro-
gresso qne oltmamente tem tido a photr graphia,
a por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com nm estabeleeimento digno d ella, e in-
jontestavelmente o primeiro que nesse genero
aoje possue : tambem nao nos poupamos em cousa
ilguma para moota-lo no pe em que se acba, es-
perando que o pnbMco de Pernambuco sabera
apreciar nossoe esforzse recompensar nossos sa-
:rcioa.
Convidamos a todas aquellas pessoas, naeionae
i estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
aecessidade de trabalbes de photograpbra a visi-
larem o nosso estabeleeimento, que estar sempre
iberio e sua disposicao todos os das desde as 7
oras da manhaa at as 6 da Urde.
Para os trabalbos de pbqtographia possnimos -ip
tersas macbraas dosmelhores autores francezes,
inglezes e allmemes, como sejarn : Lerebours et
Secretan, Hermags, Thomaz Ross, Voigtlander el
3onh eWulf. ltlmamente recebemos tres novas
machinas! sendo ama dellas propria para tomar
sobre o raesmo vidro 4 on 8 imagons diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas e
igualmente soladas, de aorte que no caso de
srrande concurrencia pederemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para cartdes de visita, e assim em menas de
am quarto de hora despacharmos 8 difTeremes
pessoas que pecam cada urna, urna duzia de cartoes
mais on menos, com os seus retratos somonte, ou
ara grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
s (citara dos trabalbos de photographia doi-
(ando i pericia e talentos do disncto pintor
illemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalbos de pintora, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tem-se I
desvellado na execncao de seus trabalbos.
No nosso estabeleeimento acham-se expostos ou-
tros trabalhos irajiortantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
leo, quadros sacros e diversos outros trabalbos.
Tomamos encommendas de retratos oleo ate o
lamnbo natnral, assim como de quadros sacros
ara ornamentado de igrejas ou capellas. Tara-
m aceitamos encommendas de quadros histri-
cos. *
Assegnramos que os precos dos diversos tra-
oalbos da nossa casa sao mu rasoaveis.
cartSes de visita nao coloridos A 10)5100 A
DUZIA
CARTOES BE VISITA COM 0 C0L0RD0 AO NATU-
RAL 16*300 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 204000 cada nm, indo convenientemente en-
caminado em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho.
Jalgamos que bastarlo os precos cima para
i.-.rmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
stablecimento, quanto sua perfeicao cada nm
venha julgar por seus proprios olhos.
As roelhores horas para se tirarem retratos no
aosso estabeleeimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
am casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
\att pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
jemos retratar, e assegnramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalbos de photographia
pela dogura e persistencia da luz, e per termos o
nosso terraco construido cora taes proporcSes e
melhoramentos, que ainda chovendo jorros ne-
ahum inconveniente ha para tazer-se bellos re-
tratos.
J. Frrre-a Vlela
am negro de M,
Alug
S
nbar e engommar: a traur no Forte 5^^
n. 54.
'Mo*
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na roa dos
boararapes n. 2.
Precisa se de nmt ama qne cjir.ijt*
Da rna do Dnqae de Caxias n. 51.
A
~ ?r2c'sa-sa de urna ama par eoxinhar em
casa de hornera solteiro : a tratar na roa Imooritl
n. 47, taberna.
Precisa-se de
Novembro n. 54.
costureiras : no' Cae* tt~S
' AVISO AOS FUMANTES.
Cachimbos e ponteiras de espuma verda-
dera.
O mais completo soKimento, e muius qualida-
des novas qne ainda nao vierara a este mereado:j
____NA LIVRARIA FRANCEZA
Precisa-se de
familia : na ra da i
ama para casa de penca
a n. 32. ^
------------------m
VlNHO, PlLULAS, -X.AROPE E TlNTURA
de jurubeba simples e ferruginoso;
Oleo,' Pomadas Emplastro da mksm*
planta pkeparados por
BflRTHOLOrlEO & CA
PfiARMACEUTlC03-DR0aUI8TAa
A Jurubcb : MU pU*ta e hoje recoobecidi
--orno o mais pederoso inico, como o melhor
iesoblraenle,ecomoUl pplicda bus padecimenloi
Jo ligado baco, hepali'.ea, dnrosas, tnmsres inter-
aos e especialmente do alero, hjdropesias, eryti-
pallu, etc.; e associada ao retro mil Mi paluaj
corea, chloroaes e falla >!e menilraicio, deuiTU-
jos do estomago, ele, e o qne disemoi alteitic
ionnmeraa coras importantes obiides oom nouoe
preparados ja bem conhecidos e asados peles asis
aistinclos mdicos do paiz e Portagal. Em todos 01
qossoi depsitos disthbnimos gratis (olhetos 1
melhor faaem coahecer a Jurubeba seos 1
applieaaao.
slhetos aa
resaludo
COLLEGIO
Escrfulas,
Chagas antigs,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tinha.
Syphilis,ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
Irregularidades do
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
Tumores
Abscessos Apostemas,
ErupcSes,
Herpes,
Salsagem
Impigens, v
Lepra, febres intermitientes e remittentes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado e perfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tamento da cura, grandemente promovi-
do e apressurado; usando so ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa plalas
vegetaes asstiearadas de Bristol
tomadas em doses moderadas em connec-
c5o ou conjunctaraente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprenden, e lile-
mente circulam espalhados pelo systema,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha; 9
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operac5es funecionaes,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo 4C..P. Maurer
C..BM ,A A.arbosa, Bart.olomeu < C.
Offereee-se ama ama de leite : quera preci-
sar dirija-se ao pateo do Hospital, sobrado n. 8, Ia
andar, das 7 s 8 horas da manbaa.
Na ra Direita n. 29, 2* andar, aluga-se urna
neprinha de 13 annos para servir em casa e andar
com criancas, e mais nma outra para servico de
casa, de 18 annos.
Aluga-se urna eserava para o servico interno
de casa ; e tambem. aluga-se um andar da casa
n. 13 da ruado Amorim : a tratar na ra do Im-
perador n. 50.
RHETORICA
CURSO DE FERIAS
POR
Francisco de Borla e Ollvelra.
Honorario20*000.
Do 1 de outubro ao ultimo de fevereiro.
____41Rua dos Prazeres42
Ama deleite.
Precisa-se de ama ama de leite
bag n. 9-
na ra do Car
A MUI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
KIURRAl *fc L.IXMAX.
He o mais delicado e mimoso e ao mes
mo tempe o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em si, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, quando ainda na sua flores-
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeca, nervosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hystericos; de
summa efQcacia e nao tem outro queo
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes,
aquella alvurae aperolada apparencia tao
altamente apreciada e desejada pelas Se-
nhoras.
Como um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas,
tornando-as duras, sadias e d'uma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqueza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual; e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
quadade de brotoejas, ebulic5es, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as.lindas feicSes do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluicjio, destem-
perando-a n'uma pouca d'agua ; porm no
ratamento de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forfa. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as fei?oes trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perfumes que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a Agda oe Florida de Mrrat 6
Lanman.
As imitacSes que se tem feito na Franca,
Allemanha, assim como em outras partes ;
sao inteiramente inuteis e invaliosas ; por-
tando recommenda-se mui especialmente
s senhoras, que tenham toda a precauc5o
e cuidado, de quando comprarem, estejam
certas que compram.
A Genina
AGUA DE FLORIDA
DE
MURRAY 4 LANMAN,
A qual preparada somonte pelos nicos
Proprietarios,
LANMANN & KEMP, DE OVA YORK.
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C. Bravo, 4 C. P. Mau-
rer A C. A. A. Barboza Bartholomeu. & C.
Precisa-se de, ama ama para engommar : na
DE
N. S. DA GLORIA
DIRIGIDO
PELOS PRESBYTEROS
Joo Antonio Plato de Rezende,
hachare! formado em dlrelto,
e F.antasco Gomes Dotarte Pe
reir Coeutro, bac: are! for-
mado em tteologa.
Era Portugal, na cidade fio Porto, na airosa ra
de Cedofeita ns. 230 a 236, vai abrir se no prxi-
mo ouiubro, este novo estabeleeimento aonde se
ensiuaio os principios de religio, as materias que
constituem o curso geral dos lyceos, escripturacao
commercial segundo os melbores systemas e bel-
las artes.
Admittem-se alumnos internos, simi-nternos e
externos.
As pessoas que desejarem approveitar-se desta
casa de educarn, podem dirigir se desde j ra
daCadeia n. 6, aos Sjs. Rolngues & Irmao, que
darao as infbrmacSes necesarias, e rainistrarc
programmas.
4MA
r
Precisa-se de urna ama forra ou eserava, que
seja cozinheira : na ra larga do Rosario n. 22,
2o andar.
Ama.
Precisa-se de duas amas que engommera e co-
sam com perfeicao, nacionaes ou estrangeiras : na
roa da Aurora n. 40.
Jriador.
Preesa-se>a Florr^s rapaz forro ou escravo
na ra d. 29an = g
Cozinheiro
I ra da Cruz o. 57, 2* andar.
Na roa do Apollo n. 24, 2* andar, precisa-se de
or cozinhpirn. ____________
MAOBERO!
Noto loja de joias
RA DO CABUGA' N.9 A.
Manoel Ai Cunte Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimeoto de joias, o qual tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
sivel.
Todas as joias serlo garantidas ourodelei, pois os seas donos tefldo em
vista so adquirir fregqezia n3o olvidarao, vender bom e por precos os mais
i razoaveis possiveis.
Convida-se o publico a vir a este estabeleeimento, certo de qae ficar
I satisfeito.
A' MO DE OURORUA DO- CABUCA N. 9 A
THEATRO mh "mm
BAHDi: SUCCESSO
DOMINGOS, DIAS SANTOS EDIAS UTEIS
,. p fl GRUHOE CAF CANTANTE
Joao francisco da bilva Braga, participa ao publico desta capital, qae n'este theatro haver para
os concurrentes o seguate : ^
Sorvetes de diversas qualidades
Vinhos. Licares
Champagne. Imperador Tbeodoro.
Bordeaux. Ava-Pana.
Porto fino. La bell amor.
Rbeno. Goracao.
Chateau Lafite. Sempre viva.
Cognac marteli. Amor eterno.
KRVEJA
BASS E NACIONAL
Gelada e nao gelada
CAFE CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Doces.
Pastis de nata
Bom bocado.
Rosa.
Ptanga.
Grosella.
Limao.
Cidra.
Laranja.
Lima.
Queijos.
FlameDgos.
Loodrinos.
Minas.
Prato.
Suisso
Empada de carnario.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao de l.
Fructas.
Hacas.
Uvas.
Peras.
Abacachis.
etc. etc.
O mesmo participa, que, alm das bebidas cima notadas haverao outras de diversas qualidades
qne muto agradaro pelo preco e boa qualidade, e desde j participa tambem que haverao mezas,
caderas e bancos para que os concorrentes estejara a sua vonlade, assim como, haver urna banda de
msica marcial, qae tocar durante a tarde no jardim do mesmo theatro.
O mesmo, encarregado pelo proprietario, avisa que dentro em pouco tempo haver am oa mais
buhares ejgo de domin para entreteniraento do publico qae frequentar este estabeleeimento, a quem
desde j convida, e quer da alta sociedade, quer da democracia.
PRECO DA ENTRADA 500 RS,
O dia da abertura ser era breve annaociado pelos jornaes; mas provisoriamente se abrir no
domingo 25 do corrente mez de selembro.
Os devertimentos duraro duas horas, das 4 s 6 da tarde. Garante-se toda ordem e moralidade.
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Eua 11 de Dezembro37
(Outr'ora Larga do Rosario)
No muito canhecido HOTEL CENTRAL encontrado sempre os nossos innmeros
freguezes notaveis melhoramentos, indispensaveis para commodidade dos Ilustres fre-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de confortativo e
deleitavel se poda encontrar em um estabeleeimento desta ordem.
Assim acha-se alli urna excellente casa para bauhos, um sal5o todo alcatifado e
guarnecido de dicans, piano, jurnaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
DULCE FARMTE
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes cerno estraageiros, ea
contraro os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolees
Havanas.
PARA AGUA
Canos da ferro galvanisados por barato prego.
Torneiras, e curvas para os mesmos! No armazem da travessa do Con
Santo n. 2o.
Moinhos para caf e para milho
Os melbores moinhos para caf e para milho que tem vindo a este mercado
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n. 25
XA R O PE
VERDADEIRO LE ROY
de SianoatET, Docteur-Mdeda
Ru de Seine, 61, & PARS.
Bm cada garrafa, val, entra a rolha e o papel azul
ove lera o mea sinele, um ratulo impresso^ ama-
relio coas tSuu luui m cot,,,, nukdOB.
N.B. Remet-
teBsVHeuuiattra
4e 600 francos so-
kr Pars, aeettaTtl
a 0 dlu de vtfta,
watijaM aa
aoacUaaentoea
VEGETAL AMERICANO
t S ALIDADC
BARTHOLOMEO&C
futt cora certa as tauei intiju e reeentei, eatarrUi pnlmonir, asthmi; tom (oinln, oturUi
Voodai, em garal eootra todos o sofinmeotes dai viat reiiintorifs.
DEPOSITO GERAL
BOTICA E3 DROGARA
Si, RDA URCA DO R0Z1RI0, 3*
PERNAMBUCO
Ihe, po oa meas igrdetimontos por me tr ilbiolo *
lio norme! nal. Com a mais signiOeatiTa fraiid,
snbscrewo-me daVmcs. affectuoso e reconhecido eniaat
A therapeatica das dirersa molestias do peito,desde
a pharrBtiIe n mal da garganta at a tnWcnlacio
pulmonar, passando pelas diversas bronchites caurrhaes
a empbrrcma acaba de ser enreqnecid com mais
este meaicameoto, que toatara a primeira ordem entra
ledos at hoje eonbecidos. 0 xarope VegeUl Americano,
jarsntindo puramente vegetal, nlo eontm em sna
aomposiclo am so tomo de opio, e sim fomente snc-
eos de plantas indgenas, cajas propriedades benficas
cora da molestias qne pertencem aos orglos de res-
piracio foraai por nos observadas por longo tempo,
sob ptimos resaltados cada vez mais crescentes; pelo
qne no* jalgamos snlorisados a oompor o xarope qne
agora apresentamos, a a oflerece lo aos medico* e ao
paWieo, Prtvamos com os aitestados abaiio o oa la-
vamos dito, e contamos qne o eonceito da que j gosa
o xarope Vegetal americano creecora do dia a dia,
ieiundo muito aps da ai todos o* poitonea em voga.
IIlB. Sr. Barthalomeo t C.-O tarop Vegeul Ame-
icano, preparado en sna eonceitnaduuma pharmacia,
am ntii remedio para combtter i territel asthma.
Sorna en acuella molestia ha qmatro roexes, sem ainda
lar comba tido os taques menaae* qne tinha; este ni timo
* tiv* fot fortissimo qae me proston por I diu, asei,
** t Ma milagroM xarope, tomando apenas tras
lases, t at o presenta nlo fm de novo atacado. Prasa
Um, fto t 8qae rasubelsjcido por OU m. sUaeW-
Uo horrivel mal. Com a mais signiOeatiTa gndltsa
ictnoso e reconhecido criasst
- Sstiem* harU.-Saa. Casa 14 de fevereiro dolMt
Illms Srs Bartholomeo C. Depois da quasi fas
metes de soflrimento com nma tosse incessante, test-
extraordinario, expectoraco de am catarrho titurtaTT-
do, e perda total das (oreas, qne o menor Bisiaar
me fatigava completamente, cansado de tomar Mttot>
tros remedios sem resoltado tive a feticidade de saher
Vmc. preparavan o xarope Vegeul Americano, t
elle, tracas a Deas,me acbo restabelecido ha asite
dois mexes, e robusto eomo se nsda tivesse softisav A
elidi me torca esto doctaracie, qae podofto>fassss>
sr o uso qse qnixerem.- Son coa estima assfTmssL
maitos respeiudor o criado. JMsw* isag
Catiro Silv. Recife do fevereiro do ISlC
Attesto 'qsjo otti do xarope Vegeul Antoriesaso; O
composieio dos Srs Bartholomeo A C pan carao* w).
fon* deflnxo qao me tronie nma rouqnidio, qa* on aAo
faxia edtender, nflammaclo e dor na girgaoto, tooso,
grande falu de respirarlo, o fiqnei complatatteaU ras*.
tabeleeido con n io vidro do meme xatooio; *,
qne Ihes protesto eterna gratidlo. Recife { do sk>
Miro do 1848. lt*i*m tmmn lrntn*miir.'+
EotAo raconhocioo.


Diaria de Pemambco Ter;a feira 27 d Setembro de 1870
.M
I
A ESMOEW. A M^O A.

*
c3
P
-o
o
A. verdadeira farinha peitoral de
S. Bento.
A' ra do Jardim~n.~45 prapw-se fallar com os
secuintes senbqrs :
Julio Adolpho Ribas (acadmico).
Qoerino Candido de Vasconcelios.
joaquim CavalcanU de Albaquerqae Mello Filho
(Pombal). '
Jezuiuo Augusto dos Sanios Fragoso.
Vjrissimo Correia de Lyra (Cruangi ou Vicencia
Jo Hermino Pontnal (engenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva .Porto.
Thom Joaquim do R o Barros.
MOFINA
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o gran le sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- eujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JflOREIRA HITARTE .
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e naia cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
Am ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanuo o senhor su
filho se achava no estudo nesta cidade.
Esta farinha osada com vantajosos resulta-
dos nos padecimentos dos orgaos do peito,
como asthma ou pucharaento de catbarros,
nflamaco de bofe, pleurzes e na pthysica; re-
commeedando-se com igual proveilo as pessoas.
convalecentes.
nico deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Rartaolomeu & C.
| _______34Rna larga do Rosario34
Acaba de sahir J.uz
E
Vende-se
1. NA
Librara franceza.
GDU HYVTl
ou
MANUEL
Pti
I 9V
Tem satisfacao de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo. tem ^J?
estabeleCido urna nova fabrica de rtwpos. de sol, na ra da Cadeia do Recife d. 9, boje ra do Mrquez de Olinda, ,-j*
onde acharao os pretendentes, muito avultado sortimento de chapeos de sol de todos os preces, qualidades e por pre-
os mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado *
darem, sendo possivel suas encoromendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- ^
macoes as fazendas que a demora 'da fabricaco bem diminuta,________________________________
D. W. BOWMAN
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52%
Passando o chafar
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E ootros objectos proprios d'agricultura.
Tudo por preco maito redueido.
DE
NOSSO SENHOR JF.SUS CHRISTO,
MARA SA.NTISSIMA
E
VARIO SANTOS.
A saber:
Setenarlo do Senhor Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Naveta do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Couceicao.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Maria Santsima.
| Novena de N. Senhora do Carmo.
Gfficio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penba.
Cnticos de N. Senhora da Penba.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
>
NA MIGA E
BEM CONHECIOA FABRICA
E DE SOL
DA
iSifi
Ra do Sarao da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapees de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par-
do e de algodao os todos os lmannos e feitios, alm da immesa porcao de seda, mer.n, algodao e bnm,
armacoes de todas as qualidades para satisfazer qualquer eecommenda.
que escusa de mencionar.
PRECIOSA DESCOBEHTA
CUICAS MABAY1MIOSAS
DO
Sise-
m
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
1 familia : na ra Direita n. 38. ___________
Precisa-se de um homem portuguez para
vender leite e tratar de quatro vaccas : quem es-
tiver habilitado dirija-se Passagem da Magdalena
n. 4, que se dir quem .
otaiM *.+y *r* r^;
A modkidade de seus preces to conhecida
TNICO DELSUC
Mee plus ultra
Tirando immedia mate todas as caspas e coceiras dos cabellos.
Deposito
smente em casa do autor. Andr De-lsuc cabelleireiro de Paris.
Ra .1 de Vlarqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ba da Cadeia do Eecife51
Chama a attenc3o dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico et
eral, para a seguate tabella dos precos de sua casa, os qnaes slo vinte por cenU
mais barato do que em outra qualquer parte:
Gabeeirasparaeenhorasa 250, Cadetes para relogjo a 50, 6#,
1 ADVOGrAlA.
I O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAL'JO
i tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
it ras da manhaa s 3 da tarde.
b/K
30(5, 353 e......405000
Ditas para bomem a 355, 40(5 e 50(5000
Goqoes a m, 45(5, 18,5, 20(5,
25*, 30^ e .....
Crescentes a i#, m, W, 20^,
25, 30,5 e.....32<5OO0
Cachos ou crespos a 3(5, 4,5, 5)5,
6*, 7,5, 8,5, He.,.. 40,5000
lYanc de cabelle para annel
500 e....... 1*000
franca para braceletes a 10,5,
5f,0, 25 e. ... 30*000
7*, 8*. 9*, 12* e.
i Corle de cabelle, ......
j Corte de cabeilo com frcelo. ..
Corte de cabello com lavagem a
champoa......
Corte de cabello com limpez da
cabera pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingieza ou franceza.
Barba.........
15*001
50
506
l*00i
-
. r
4*ooe
501^
m ;
COMPANHIA
DOS
TBILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OIIMDA.
Por ordem da directora s5o convidados
os Srs. accionistas que se inscreveram para
a nova emissd, reahsarem at o da 30
do correte a Ia prestarlo na razo de 10
7o; devendo flear sem effeito as inscrip-
Coes coja Ia prestaco nao fr realisada no
prazo supradito, as quaes sero distribui-
das pelos subscriptores que anda nao sao
acciobistas, os quaes devero realisar a l1
prestaco das accSes subscriptas dentro do
praso de cinco dias contados do Io de ou-
tubro vindonro.
Para esse fim ser encontrado ro Sr. the-
soureiro da companbia no respectivo es-
criptorio das 10 horas da manlia as 2 da
tarde.
Recife, 21de setembro de 1870.
Joao Joaqnim Alm,
4 secretario.
A
ASSIGNATUBAS MENSAES
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE
OldNDA E BEBERIBE.
- As ebegadas dos vapores serao annunciados
. pelas bandeiras das naqoes a que pertencerem ;
sendo brasilero ter, vindo do sni, urna bandeira
, com a letraSe do norteN*-do 1* de outubro
em diante.
O superintendente,
A. de Abreu Porto.
Ama
Precisa-sede urna ama
leite,
de leite, paga-se bem
:i roa Angosta n. 2, 3 anJar.
se um sitio com boa casa de vivenda
imcomoum emprefdo rnente occapa-1 iatil, analysada e approvada pelas acada
mease ser ico.i
mas de sciencias de PARS E LONDRES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e oircs
O dono do estabelecimento previne s l Recommenda-se a superior TINTURA JA
ne. e aos cavalbeiros que ha umxmas. iS PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
lio para tUnra doe cabellos e barba, as- ba- oni^ am>" iComo.nSoprejadical sade, por ser vo- 1 e graBAdrqBantidaie de arvoredos de fructo, en-
: tre os qu.ies boas laraojas de ambigo, sapotis,
j goiabaf. ate., no largo do cha/ariz da Passagem da
, Magdalena : a tratar com o seu propietario no
sobrado da esquina que volla para os Remedios
n. 29.
i* wma&mmmmmmm
AOVOCAA.
O advogado Dr. Joo Thom contina
em ;ieu escriptorio rna do Queimado n.
31, i andar, nlrada pela praca do Pedro
II. 1 i casos argentes pode ser procura-
do em- soa residencia no Chacn on Casa
Forte.
H RO
D'YVETOT
RA ESTRE1TA DO ROSARIO N. 14. l
Urna qoalidade de commercio faltava nesta pop,
losa, cidade nm estabelecimento em que se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velhas, um basar que se denomina era Paris
Brtc e Brac. E" este o estabelecimento que fle
abriu ra estreita do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas que quierem vender, oa coui-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
objectos do servico domestico, inclusive trem de
eosinha, poderao dirijir-se ao indicado estabeleci-
mento para contratar, e offerece-se para ir eip
casa dos pretendentes para eflectuar as compras
i vendas.
$'&H$688r3$ 8&&&8r&
0 O bacharel Joaquim Goncalves ^
fi Lima tem escriptorio de advogado
w ra do Imperador n. 35.
para c
pouca
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
servido interno e externo de urna casa de
familia : na ra Velba n. 66.
AVISO
No porto em frente do sobrado do Sr. Valenca
ao norte da fabrica do gaz existe uraa canoa e c; -
noeiro que se emprega a airaves-ar da freguezia
de 3. Jos a da Boa-vista, e desta para aqueilu,
as pessoas que, nao querendo dar a grando volt
queirara dcila se aprtm itar : paga 160 rs. par
pessoa ; todos os dias das 9 horas em diante.
PRIME1RO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHHO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripo, no que serao sa- S
tisfeitos com promptido.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao raeio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
i3Ra do Bario da Victoria43
(Antiga ra Nova).
AMA.
Precisa-sede urna ama que engomme com pe-
feico, indifferenfe que seja nacional ou estrac -
gei'ra: a tratar na ra Nova, casap. 21_______I
Alugamse duas casas por ftsta ou por asno
na Varzea, lugar Ambol, com sitio e commoda>
para grande familia: a tratar com o reverendo
padre Dmaso, ou na ra do Crespo n. 7.
i Do xarope Vegetal Americano especialidade de Bartholomeo&C
i 34,RA LARCA 00 ROSARIO.34.
'Mol cortomraoi procarir untados par acrediUr
Wmm preparados, e doixraos qne > appiieaclo e 01
Mobaoo* obtide* pelas peasoas que m dictaranaccaiU-
', Ibes dewa eredit* oga ; porqnt slo sempre os
MIMUdo* considerados gratnitos, Viles qne lanea
asi charlatanismo; ou ni querendo ofender u pes-
Maw^wwpMUaieamenM dos offereeera,M qae baixo
* transcriptoi, os taremos pnblicar mawfesundo-lbM
imi ratido pela aUMco, esperando qae venhaa
Oes corroborar o conceito, scamelo qa um aere-
c4* nosso xaropa. itrikolonet ft C.
TTMTStM.
Alas. Srs. Bartholomeo ICCcwi mais sabida
Ms'eclo qne declaro ser isrope Americano de ima
Seacia eiuaordioana, pois qae soSresdo ha dits de
tosse, i ponto de nlo poder dormir a noile a
i mesmo de mediomentos qae tooava, a elle
Me na terceira colher fui alliviailo, e de todo me
eje le.nabeleeido com o oso somonte de qnasi
Jgaee irasco: grato pois i esse resultado manifest a
*s De Vt. S. amigo, ve-
"m*!i': I Antonio Vieses Janior.
& im
<-----renboradi5simo com
* **"'- tseJber o uto do tarop
Vegetal Americano, de ana composieie, qaaaia ase
ebeva bastante doente de ame constipacio, ana ase
tornou completamente roneo e qae trouie nnu {arta
tese, e me mpossibilitos de cumplir os mena devane
de cantor da empreza ljrica, Ton agradecer-lhos mea
completo restabelecimenu, qne obtive com am sa vidr
do mesmo isrope, depois de harer recorrido a maitas
tratamentos. Desejarei qae oatrea como aa raeerraal
f.!l"-op!.,,^ f T,w" ''!*> o tanrfel
ineommodo, U bul nene paja. Coa autor rtailde
dTlS' ~ &*> lUeie SS da tetaste
lllms Srs Bartaolomee 4C.-0 xarope Vestal Ame-
ricano qne Vt. Ss. t*m exposto vendad d7 uda ef
ca para o curativo d'asihma, eanforme obsarvei aa-
pHcindo-o a meo filho Joaquim. menor de aaatr
excedente doas nnos havia resistido a oatros xaraX
ae grande nomeada. Qoeiram pois Vv. Se. accettar a
expressao atumente sincera de mea reconhaciueM aa
meritorio servico que Iba prestaram com o indicad*
xarope, acreditndome pera eempre de Vv. Sa. -riada.
temo e oprigado. Amerieo Netie de MtadoaftT-
fedetoubrodeiBae. *
Livros classicos
Prescriptos peio decreto de Io de fevereirj)
de 4870.
EUTROPIIBreviarinm Historiae Romanae, 1
vol. em 8o encad. 5#000.
FILNN'ouvelles Narrations frangais^s, 1 vo I.
em 12 encad. 4.
LACERDANovo diccionario geral das lieguap
ingieza e portuueza, etc., 1 vol. em fel. enesc.
254000.
MARTIXS BASTOS Interpretado dos cinc()
primeiros livros da historia romana de TitoLivn
Patavino, etc., 1 vol. em 18 encad. 35.
M1DOSIPoesas selectas nos diversos generoi
de composicoes poticas, etc., 1 vol. em 8 encad!.
UOOO.
OUVEIRA MAYAManual de estylo, 1 vol. em
8 encad. 3*.
OLIVEIRA MAYANoches de potica, 1 vol. em
encad. if.
ROQUETTEOrnamentos da memoria e exerci
cios selectos, 1 vol. em 12 encad. 3j.
LIVRARIA FRANCEZA.
2^000.
Cura rpida e iutaltivel do cal-
los, pela pomada
Cialopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomen
4 C,
3 iRa larga do Rosario34
Ro h -v, nte-rheum. tieo.
Remedio efficacissimo contra as dores rhenma-
ticas at hoje o mais conhecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
J. Fereira Villela
rHOTOGRAPUlV IMPERIAL.
i8RA DO CABUG18
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedificacaa desta photographia,
e qae se prolongaram por tanto lempo, acham-se
felizmente terminados e ella aborta ao srrlco do
publico desde 7 de abril passado.
O predio'em que est col locada esta photefra-
pbia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conla cinco talas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e ang-
menios tendo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melbor modelo escolher do que a Pateta-
grafia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro potographo do Brasil, e am dos
pnroeiros do mundo, segando a opiniao dos mais
abalisados mestres, a nossa photographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual fui montada sob todas as regras
recommendadas pelos mato destnelos professores
de accordo com as modificacoes necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e esiudada pelo ha-
bilissimo e praiico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
photographia foi mudado desde a soleira da porta da
roa at a coberta, lendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edificando-se am novo terraco envidracado mui
espagoso e eleganto.
Como sabido, fizemos ama viagem expressa-
mente corte para examinarmos as melbores pho-
lographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a qae
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
rles, e da qual trouxemoa os planos depois de
all estantos todo om mez estudando e apro-
venando as licee de o dlstincto mestre. Pen-
samos qne juntando os nossos estados e longa
prattea de 15 annos de photographia s atlissima
lcoes ultiman ente recibidas do Sr. k Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nnii.erosos freguezes
trabalhos de photographia to perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com qae ha 15 annos nos tem honrado e
ajudsdo.
Ama
Na ra do Imperador n. 14, 1 andar, precisa-se
de urna ama para cozinhar para punca familia.
Aluga se urna escrava com oilodias de pari-
da com muio e bom leite : a tratar na ra de
Aguas-verdes n. 90.
Para urna familia He-
rnia de duas pessoas pre-
cisa-se de ama ama mo-
ga paia comprar e fazer-
o mais servico- de casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio n. 4, 2 andar.
AMA
VICTORIANO PALHAKES.
murara franceza
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maior perfeigo, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a secco sem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazendas.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
s
Joaquim Jos Gonpal-
ves Beltro
Ra do Trapiche n, 17, 1" andar.
Saces por todos os paquetes sobre o banco do
Minbo, em Braga, e sobre os seguintes lugares om
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Laraego.
Lanos.
Covilhia.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
BarceHos.
IXTERESSANTE CCMPOSICAO LITTERiRIA.
CONTENDO :
A note do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro. \
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com urna carta crtica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 25000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguav.
1 volume brochado 2000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
GIRALDES (M. N.)
O Papa-rei e o Concillo
1 vol. em 8 encad. 6*000.
Acaba de sahir a luz es excellente publieacin
devida penna do lente de direito da umversidade
de Coimbra o Dr. Manoel Nunes Giraldes.
LIVRARIA FRANCEZA.
Attenco.
Pede se ao Sr. F.. de Tal.. que por especial
favor mande levar ao armazero da ra que nao
tem cadeia n. 50, a insignia que tirou da gaveta
da rr.esinba do escriptorio (creio que para amos-
tra) e querendo entrega-la a seu dono, este guar-
dar segredo, do contrario 3er sea nome decli-
nado.
O amigo das cadeira?.
AMA
m do
JFo
M
alJstmiffiMiKMK
AVISO
O abaixo assign. ido tendo mandado ama carta
para sea mano Mig uel Flix de Carvalho, no Ga-
mella de Barra Grai >de, e junto acompanhava urna
letra da quantia de it)05 aceita no da 11 de agos
to do correte anno ,elo Sr. Antonio Carlos de
Albuqaerque, de Port, t Calvo, provincia de Ala-
goae, e dita letra venckla ne dia 11 do correle : e
tendo acontecido-o*Tder-e a caria e a dita letra,
J previne em tempo qae in'ngoem a descont, c o
' Si1. Antonio Carlos \<> a pa^ue ao abaixo assignado
i oa a sen mano Migai'l FMt de Carvalho, pois a
(letra nao tem traspasse.- Recife 2i de setembro
I de 1870.
Franeisco FeH% (Joncajves.
ATTENCO
Retalha-se, vontade dos compradores, alguns
lotes de terrenos, que restara, do sitio Agaasinha,
em Beberibe, por precos rasoaveis. A posicio
topographica do terreno muito o recomraenda. so-
bre tudo pir llcar prxima da estacao projeetada
da via lerrea. Os pretendentes podero dirigir-
se informar-se do tenente S Peixoto, no mes-
mo logar, e para qualquer uegocio roa do
Crespo n. 12, 1 andar.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba engommar e fazer o ervico interno de urna
casa de familia : a tratar no Corredor do Bispo
no 23, u na ra da Cadeia do Recife, armazem
n. 1.
Preeisa-se de urna ama forra ou captiva que
saiba engommar e cosinhar : em Olinda, por ci-
ma da padaria do Varadoaro ; paga-se bem e
trata-se na mesma, ou a roa do Vigarfo n. 16,1
andar.
SITIO.
MUDANCA.
Jos Marques de Airosa Braga faz sciente a seos
freguezes, qne mudou sua fabrica de calcados que
tinna na luja do sobrado n. 21 do largo do Corpo
Santo, para o 1 andar do mesmo sobrado, onde
pode ser procurado e qualquer hora.
Offerece se um horaem para caixeiro de en-
genho, do que tem bastante pratica : a tratar na
ra do- Padre Floriane n. 18.
MUDANCA. g
0 Dr. Carolino Francisco de Lima San- g|
tos mudou. sua residencia e consultorio jH|
para a ra do Imperador n. 57, 2" andar S
do sobrado cujo armazem conserva ain- I
da hoje o nome de Alianca, lendo a M
entrada, que pelo lado da ponte Sete S
de Setembro, o mesmo numero 57, da $
frente. Ahi continuando o dito Dr. no jM
exercicio de sua profissao de medico e 5
de operador, pode ser procurado a qual- JQ
quer hora do dia e da nouie.
mmmmmmmu
0 Rl'RGIAO DESTETA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico eia gerai, e aos seus cliente?
em particular qus elle mudou o seu gabi
oete de consultas da ra Direita n. 12 para
do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada- pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profiss3o, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde. >
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n2o s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as'
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim cmo as commodidades dos oreos.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
a sa parrilha
Cara ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
los.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
Plalas catbarticas.
i MUDANCA i
v lew
0 escriptorio dj Dr. Joaquim Jos de 59
Campos da Cosa de Medeiros e ,ilbu jsX
cK querque est i rn* "* nncar;/> *
%k rio n. 24.
ra estreita do Rosario
Alaga-se o excellente sitio- na estrada que vai
do Monteiro ao Arraial, denominado Ladeira dos
Mudos-, o qual tem casa com 6 qaartos, 2 salas
com copiar, coeheira, quartos para criados, agu,a
de beber, rauitos arvoredo* de ftactos; a tratar
no raenoo.
BRAZ1LIAN STEET
Railway Corapany (Limited)
Attenco
Tendo apparecido ltimamente bilbetes
falsos recommenda-se aos Srs. negociantes
e mais pessoas que os costumam receber
como dinheiro que nao os acceitem mais se
n5o as estacoes, para evitar perdas e pro*
venir assim a falsificado, cujos autores a
companhia procura fazer punir pelos meios
iegies.
Escriptorio da companhia,,22 de setembro
de 1870.
Willian Rawlinson.
Gerente.
Club do Monteiro
Assigna-se para o Club do Monteiro por seis
mezes, a principiar em outubro at 31 de marco
prximo futuro sob as segnintes condicoe> :
Os senbores assignantes do anno prximo passa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
cao, (ieando sujeitos a deliberacao da directora os
que se propozerem este anno.
llavera duas partidas, send'o ama na aberrara
e outra no encerramento, reunio familiares aos
sabbado?, bavendo nicamente convites para che-
fes de familia.
Precos da assignatura.
Seis mezes 50*000.
Tres mezes 30/000.
Um mez 10/000.
Os senhores que desejarm assignar tero a bon-
dade de se dirigirem ao emprezario, abaixo assig-
nado, no Club Pernambacano, at o lim do cor-
rente mez ; e dessa data em diante rna da Auro-
ra n. 68, das 10 s 3 horas da tarde.
______^________P. J. Layme.
Papagaio
Desapparecea na noite de 22 do correle, da
casa da roa do Imperador n 75, 2 andar, am
papagaio com os signaos seguintes : ama argola
de lato em forma de clchete no p esquerdo, as
asas aparadas, falla muito e est sempre a cantar
a canco valgarCareca o pai, etc.isto com
clareza, outras vezes a estunur caes gritando
Bota a baixo cabocolo velho: quem o achou
oa delle der noticia ter ama i grande recom-
pensa._______________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e oom
prar : na ra da Cadeia do Recife n. SI, 1 andar
U tenente Antonio Francisco Ferreira da
Cos'a, no seu engenho Vinga, faz sciente ao pu-
blico que (lea recendido o contrato qae bavia feto
com a companhia de seguros de vida denominada
Protectora das Familas, para o qae aatorisoa ao
seu procurador nesta praca para certiticar-se com
o raspecuvo agente o,Sr D: Francisco F., Asando
assim, pois, de oenham effeito qualquer recibo on
ordem procedente desse contrato.
J


Diario de Penuunbuco Terc^i feira 27 de S'etembro de
AO ARMAZEM
DO

(
VAPOR FRANCEZ
17-MlftlH. 7
Este eonbeeido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, em virtude das
helaras que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
ios, precos os mais resumidos que possivei.
CALCADO FRASCEZ
Botinas para en horas e meninas.
BoUnas pretas, brancas e de muitas outras cores, sordas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para bonaens e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escomidas.
Botas e pernearas russlanas.
Botas e pernelras para mantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
* 'Zapatos de borracha para homens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vndese pelo custo adra de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para bomens
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, unto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de caseraira, de charlte e de tranca francezes e por-
tnguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelentes extractos, bantaas, leos, agna de cologne, florida, divina, lavande, den-
trffice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para quartos e ga-
binetes toucadore; de diversos tamanhos, leques para senhoras e para menina?, abridores
de lavas brincos, pulceiras, boles, correntes e chaves de relogios e trancehns, tudo de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de mnsica, albims
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costura?, pe-
queos regislros muito- finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
moraraa, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensioez de prata dourados, gravatas preas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnbas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jozos de domin, rodetes, bagatelas e ontros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulcyards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de 15a de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapatinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condusir crianzas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito era conta.
iBiaiiiapsiDiDS 5>&s& lasiauaas
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da infinidade de
g6ceros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
Odonodeste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a risita-jo
verideando as qualidades e os precos baratos de dll objectos por serem vmdos em ui-
reitura e de conta propria.

DA\i M 6
EHGEHHEIRO
n?IHI
mal
1
Com fundieao
RUADOBRUM 52
Passando o ch&fariz.
Chama a attencao dos Srs. de engenho para seas acreditados maclunismos e
com especialidad*! para seus vapores que anda urna vez tem memorado.
Os vapores fornecids por elle e j fraccionando Ine nao de azer melhor apre-
ciaco do que qualquer dito proprio.
Dsela tamben mencionar que tem feito urna reducejto em seus precos, e que
tem prompto toia a especio de machinismo e outros objectos para a agrictntura-

HARMACU CEHTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de Utetncario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em qae se
no pode osar de opio e de aeos prepara-
dos, e mui convenientes para as criancas
nos espasmos e convulsoes.
CENTRAL
DOty. 38.
Preparados d'alcatrao em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
"PHAIMACIA central roa do i
DOR N. 38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Bbncard.
Pillas de Bland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pllulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magoezia.
Ferro de Quevenne.
Assncar ferruginoso.
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e gdiarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestoes
difficeis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua bemosthalica de Lecoelle, mai re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO LMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rabana iodado excellente coms
binaco do iodo com o sueco de planta-
anti-scorbuticas.
Este xarope empiegado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRALRXDO MPRa:
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
Dilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
acreditada ofDcina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peta como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costo mam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug.v.
Tudo de melhor qualid de.
PnlRMACA" CENTRAL RA DOtHPEiU*
DOBN.33.
Variadissimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
FARMACIA CENTRAL
Ra do imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Facultv, as a cooling and refreshine beverage
in all cases'of fe ver. The frequent use'of^is sa
line preserves foreigners from inany disees to
which they are leable befure becoming acclima-
lised. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
: i'ACA CENTRAL "RA
N. 38.
qa
i rando-se para o I^^^^^H^
encarregado de re04|^^^^L_
das, de iodos os seos de^^^^^^H
ir. Domingos Jos Amu
res, i roa i de Ma>
procurador de todos o* seas negoc
en amigo o Sr. Dr. Francisco de Paula
l
Preisa-se de
oO, 1- andar.
AMA.
urna ama : na ra de Horts n.
PROGRAMMA
> testa de Nossa Senhora do
Rosarlo Orago da eidade de
Goyanna.
No dia de ontubro as cinco horas'da ma-
nhaa, frente da igreja matriz, urna salva de 21
tiros seguida de algumas gyrandolas, e ama banda
de msica marcial, executando variadas pecas an-
nunciarao o amanhecer do dia, em cuja noute se
lera de celebrar as vesperas da festa de nossa pa-
droeira:
Ao meio dia e 3 horas da tarde haver msica
na porta da mesma matriz, e multas gyrandolas de
fogo.
As 7 horas da nonte principiarlo as vesperas de
psalmos, sendo orador o Rvm. padre Manoel Ca
valcante Assis Bezerra de Menezes, e (inalisando
o acto urna salva de 21 tiros, um bailo e algumas
gyraodolas sobiro aos ares.
No dia 2 ao amanhecer ama salva de 21 tiros
algumas gyrandolas subirao ao ar, e a mesma mu-
sica execular diversas pecas annunciando que
chegado o dia da nossa padroeira.
As 10 horas do dia, entrara a festa com. toda
pompa possivei, orando ao Evangelho o Rvm. pre-
gador da capella imperial fre Joo de Santa The-
reza, e flnalisando a festa snbirao aos ares muita
gyraodolas de fogo.
As 3 horas da tarde sahir em procissao percor-
rendo as ras da eidade a excelsa padroeira, i
qnal procissao sahiru com toda descencia e bri -
Ibamismo, tendo de subir ao ar antes de sua sa-
bida ura grande balao, e ao recolher-re urna salva
de 21 tiros e varias gyrandolas de fogos farao an-
nunciar o final destfi acto.
As 7 heras da noate entrar o Te-Deum coni
teda a pompa e brilhantismo, sendo orador o Rvm.
Manoel Vicente dos Santos, e finalisando urna sal-
va de 21 tiros, um balao e muitas gyrandolas da
fogos annunciario o final de toda festividade neste
dia.
No dia 3 pelas 8 horas da noute queimar-se-ba
um lindo fogo de vista, terminando cora um bala
e ma salva de 21 tiros. O fogo feito pelo dis;
tineto artista Tito Francisco de Mallo.
N. s das 4, 5 e 6 a tarde na ra Direita, em fren-
te a matriz, haver grandes cavalhadas como final
de toda a festividade.
Cidade de Gayanna, 22 de setembro de 1870.
03 procuradores
Belmiro Jos Goncalves
Theodoro A Ivs de Vasconcellos.
Francisco Marques da Rocha.
_Trabalhador para padaria.
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de uro
trabalhador dos ltimos chegados das libas, ainda
mesmo sem pratica : a tratar com Tasso Irmaos C., ra do Amorim n. 31.________________
OLINDA.
Aluga-se urna casa terrea na ra de Malhias
Ferreira : a tratar na ra do Livramento n. 30.
TE
l> raa Duque de Caxias n. 42,
ton* P -erdade de convidar
aos amigos e "^^^^^Bserapre o hon-
raram ze.j0 com 0 concur-
so de sua freguezi m visitar o seo
estabelecimento, certo de oue n3o deixaro
de agradar-se, n3o s Te seus genei
como do tratamento e limpea que a todoi
despensa.
GNEROS DE IMPORTAgO
Uvas verdadeira Feral
Ameixas secas.
Peras.
Mac3as.
Vinho do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qoalidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
dero vinbo de pasto, dito verde da me-
nor qualidade possivei-
Queijos flamengos empellicados e pratoo
melhor que tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
Bolacb.inb.as de especia! qualidadede to-
das as marcas conhecidas.
Manteiga ir.gl.eza e frahcpza de 1* sorle.
GNEROS DO PAIZ
Doce de goiaba em latas
Quijos de Minas muito frescos e. de boa
qualidade. _______
Imperado
ATTENCAO
Os abaixo assignados fazem sciente a todas as
pessoas que tem dado obras encadernar em sua
toja e officina do largo do Collegio, que tenham a
bonJade de vir procurar ditas obras e pagar as
respectivas endadernac/'es, visto que algumas j
tem decorrido mais de 6 annos, sem que seus da-
nos as tenham reclamado ; pelo que, passados 30
dias da data deste, serao vendidas para pagamento
das despezas da encadernacao, todas aquellas
que nesse praso nao forem procuradas e pagas.
Recife 21 de setembro de 1870.
Giiimaraes & Oliveira
____________Em liquidacao
Preci?a-se de um servente que spja forro ou
captivo para todo o seavico : no hotel francez, ra
das Larangeiras n. 10. ________________^_J_
Cosinhero.
Precisa-se de um cozinheiro : na ra da Floren-
lina n 20, fabrica de cerveja.
COMPRAS.
Pastilhas de balsamo de tcl e de seiva
de pinho martimo, para as aiecces chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydecio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
.gravidez, e qoalquer affecelo nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angir.o naf, e de Regn'ault,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezssem irritar osintestinos.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabng n. i compra-se ouro, prajta
t pedras preciosas por precos mai3 vantajosos lo
ju? em ouQ-a qualquer parte._____________
com muito waior vamagem coiuprani-se
ouro, prata e pedras preciosas en obras velhas: :ia
loja de joias do Cora.So de Ouro n. 2 D, roa lo
Cabug.
VENDAS.
Vende-se pennas de ema, cera de carnauba,
farinha e feijj em rceos na ra da M3dre de
Dees n. 5, Io andar. _______
XAROPE HYPNOTICO DE CHLORAL.
O chloral um agente therapeutico recen-
temene experimentado, mas cujos benefi-
cios vo sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, elle
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle reccmmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimadoras extensas, nos
accessos agudos de golta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Daas a oito colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer dbter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QULNLNNO DE LABARRAQUE
Poderoso tnico boje to aconselhado bos
gozos de debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
SMH8
Soeiedade Emancipadora.
Sao convidados todos os socios da soeiedade
Emancipadora para se reunirem em assembla
^eral oo dia 1 de outubro, as 6 horas da larde,
no* saioes do Club Pernambucano, afim de ouvi-
ren o reiatorio dos trabalhos durante o anno ti
naoceiro udo, eieger nova direccao, e resolver
tudas as questoes que forem propostas como de-
termina o artigo 28 dos estatutos.
Recife 22 de setentbro de 1870.
O secretario,
Gervasio Campello.
mh TIJULLOS.:
Vende-se urna porgao de al venara groc,a jde
marca regular e bom barro : contrata-se a pdr-
cao que quizerem, tanto destes, como tapameno,
telhas e l.drilho ; para velos e tratar ra Im-
perial n. 130. casa com porlao de ferro ao lado.
__Vende-se urna armaco propria para lab t-
Da ou ouiro qualquer estabelecimento, na ra Di-
reita dos Afogalos n. 30 : a tratar na ra de S.
Miguel da mesma povoacao, casa n. 3t._______j
YEY.IE-SIE
ps de rozeiras de varias qualidades, assim como
de sapotis, abacate, ligueira, laranja cravo e pi-
nheira, por prego razoavel : a tratar na Boa-vist3,
ra do Vijconde de Goyanna, outr'ora Mondego,
numero o!.____________________
Vende-se
urna armacao propria para quatqner estabeleci-
mento, podendo o comprador tirar ou flear na
mesma laja" onde est : quem quizer pode Ira lar
na ra Nova n. 41.
Milho.
DO DISTIN :TO
Corpo patritico de lanceiros
0 BAZAR DA MODA tem recebido ltima-
mente um grande e especial sortimento de
todos os objectos proprios para este fim
como sejam:
PARA SENHORAS
Gazes florentinas de lindas cores, o co-
vado 2(J0OO, e outras muitas fazendas pro-
prias, e de bom gosto.
As mais ricas sahidas de baile a 405 e
455000.
Os mais bellos e elegantes bournos de
grande aovidsde a 160000.
Mantas de lia e seda em ponto de ma-
Iba, e muitos adornos da moda, de 6 a
15,5000.
Delicadissimos sintos de fil com lindos
enfeiles de bellissima phantasia a 800<>.
GolliBhas e punhos de grande varie-
dade.
Corpiehos de cambraia, enfeitados de 65
a 155000.
Luvas de pellica muito fresca, grande ?or-
timento, e muitos outros artigos proprio
ao fim, tanto em fazendas como em miode-
zas e perfumaras.
PARACAVALHEIROS
Gravatas brancas, no que ba de melhor,
com laco e para dar Uqo.
Camisas de linho. muito finas, simplemen-
te bordadas de muito gosts 755GO,
Collarinhos bordados e lizos.
Luvas fresquissimas e grande sortimento,
tudo se vende o mais commodo possi-
vei.
Jos de Souza Soares & C.
A Wk m
A ra do Duque de Caxias n 21
(ANTIGA RA DO QUEMADO)
Receben a 9eguinte :
E Carteiras, charuteiras e port-cigarros de muita>
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e matisadas
Boas caixas vastas para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marflm com o bocal de
prata.
Mudemos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre alies os mimosos telegraphistas.
Commodos toocadores com duas gavetas e bem
espelho.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons talheres para crianzas.
Yostuarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meiu
para baptisado9.
- Toalhas e fronhas de labyrinlho.
Chapeos e chapelinas para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chapozinhos gorros e bonets para meninos
meninas.
Centra as convulso's ras
crianzas
Vende-se os venladeiros collares na Nova Espe-
racca, ra do Duque de foxias n. 21.
' PARA TIXGIR CABRLCOS
pan pretos ou castanhos, recebeu a Nova Espe-
ranea a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, lem a Nova Esperanza o verdadeirc
leile de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperance, ra do Duque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITARSE BOLOS
recpbeu-os muito lindos a Nova Esperanza, roa
do Buque de Caxiss n. 21.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanza es saboneles de pos de
arroz.
Cal nova de L^b-ni
A 55000 o barril.
Na ra do Brum n. 80.
Sal do Ass
A bordo do palhabote.GanfiaW/', ancorado,em
frente ao Caes do Hamos : a tratar com Tas>o ir-
maos 4 C, roa do Amorim n. 37.______________
Farinh i de Mag
Ra da Praa, travesa do Carioca n. 2, vende-
se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des, a prego de 6|000 e 65200 para acabar.
MI SICA.
Sahiram luz
As ras em contradanza.
Linda quadrilha para piano por Colas nlho,
Flor da Boa-vista, valsa: a venda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas de Azeveio, ra
Nova n. 11, boje roa do Bario da Victoria,
N. B. Roga-se aos Sr. assignantes de manda-
ren buscar as pecas de snas asignatura-.
Ultimas publicarles da imprensa nacional
de msica.
N. 1. Piano. Annetta, polka brilbnte, per I.
Smollz, 2000.
N. 2. Piano. Minerva, polka brilbante, por Colas
Filho, U.
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
., 300.
N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazurka, per Ma-
tlleeB. Zucehi. Iff.
.1. 5. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
", it.
N. 6. Piano, La Grande Duchess, polka por Lu-
cien LamBert, i.
N. 7. Piano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas dos cavalhnhos, I*.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, po
E. Casalbore, 1*.
N. 9. Piano. Sanlinha, Maraca, 2 valsas dos ca-
va Minos, 1000.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiseanx, polka, por E.
Casalbora, '.#.
N. II. Piano. A flor da Loa-vista, valsa, por
Jos Coelho da S. A., 15.
N. 12. Lagrimas d'Aurora, Mazurka,'por J. J.
P., U.
N. 13. A estrada de ferro, quadrilha, por Hen-
rique Albertazzi, H.
N. li. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, por Gnnnarn Arnaud, 1J.
N. lo. Canto, Mara Aria, para M. S. M' aqqari
tutt' amor, de Flotow.
. 16. As ras cin coniradanr-a, quadrilha, por
Colas Filho, 1/.
Sival sem segundo,
RA DUQUE tt CASIA IV. 49
(Amiga ra do Queimado)
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de arcia preta muito boo. .
Tesouras finas para nnhas e cof tu-
ra a........ '
Papis de agulhas francezas a ba-
lao a.......
Caixas com seis sabonetes de frota
Libras de 13a para bordar de todas
as cores a.......
Carriteis ci linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de balos madepersla fi-
nissimos a .~
Novello de liuha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes mnilo
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiios com l'nta preta a 80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com sufurior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo moilo
uno a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito bunitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetea inglezes a (100 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo babaza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Lartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de lnba sordas de todos os
nmeros a.......
Capadlos muilo bonitos e grand s a
Carril : n Iroz preto, cpm '2
oitavas a.......
Agolbeiros de osso enfi .
Libra de linha fiauceza superior
qoalidade a.......
Caixas de palito do g;:z a. .
Joapini Rodrigues la- j|
vares de Mello, S
TEM PARA VENDER
em seu escriptorio, pra<;a do Corpo Santo
n. 17 : ,
Fumo em folha
de 1* e 2a qualidade, e vende uro Ol mais )*X
fardos a vontade dos compradora? c
Cal de Lisboa S
ultima chegada. ?ft
Potassa da Russia, g
Fariaha de mandioca.
Vinho Bordeaux. x
de 1" qualidade. Tudo de vende mais x*
barato do que em outra qoalquer parte.
120
500
60
IdOOO
6ff000
100
500
500
500
60
240
i
Oo
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
. 400
!'S00
700
640
240
2/5400
20
Para cozinhar em urna casa de fa-
milia de duas pessoas : tratar ^
largo io Corpo Santo n. 4,. andar.
Ama deleita
de leile :
Vende-se em saceos grandes, de superior que-
dado e muilo nove, por menos preco que era outra
qualquer parte :^na ra doVigario n. li, escrip-
torio de Jos Lopes G.______________
Madapolo francez com 30
Yaras,
proprio para saias e camisas de senhora, pelo ba-
ratissimo preQo de 64500 a peca, garante-se ser
fazenda de I0 em qualquer parte. Tambem ha
grande porcao de chitas franceas escuras e cla-
ras peto nunca visto preco de 200 rs. o covado :
isto s na loja das seis portas em frente do Livra
ment.
'
Carne do sertao
chegada pelo ultimo vapor, por preco rasoavel :
vendem Cunha Irmaos 4 C, ru da Madrj de
Dos n. 3*._________________
Vende-se urna b mita urna de amarello para
deposito de ossos
po Santo.
na sacbristia da rhatrii do Gor-
Precisa-se de urna ama
Apollo n. 2o, 1" andar.
ATTENCAO
Vende-se um boi e una earoca de quatro ro
1 das, e mais tres rodas de sobrecelente, tud.
na ra do to em conta
1 de Ferreiro.
Fogo de patente.
Veqde-se em casa dos importadores
Hawkes & C, rui da Cruz n. 4.
Shaw
Vende-so .
i preces mdicos vinho do Porto, superior quali
dade, em caixas engarrafado, o barris de OMrtas
e de decimos : no escritorio de Soares Pruno?,
ra do Viga rio o. 9> v -______________________
fe Vende-se urna machina de costura, nina >;a-
ma de casal em meio uso : no Corredor do Bispo
n. 35. Na mesma casa troca-se urna linda ma-
gem de Christo.___________________________
Calpados estrangeirps
Grande sortimento de calcados de todas as qua-
lidades para homens, senhoras, meninos e meninas
pelo preco mais razoavel do que em outra qual-
quer parle : na loja de calcados do sobrado ama-
relio da ra da Cy n. 21.
Para a festa do general.
SOO dnzlas
de foeuetes do ar por menos preco do que em
qualquer parte, garante-se a qualidade : na ra
Direitan. 53._______________________________
Secretaria de ferro
la em casa dos importado-
res Shaw Hawk'S & C, ra da Crnz n. 4.
_ ~77vende-se a taberna sita raa de S. J
ntoT teada 31, com commodos para familia, e com poneos
fundos, propria para algum principiante.
Potassa nova da Russia a 200 rs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Ditaemgrume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dilo inuscatel de diversas marcas dem.
Dito Unto Palmella superior idem.
Dito dilo Vennoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito branca Carcavellos idem.
Dilo-dito Bucellbs idem.
Caldeiras de ferro fundido para engenho?.
No escriptorio de Oliveira Filhos 4 C. ao largo
do Corpo Santo u. 19.
Muita attenpo
0 Campos da ra do Imperador n. 28 acaba
de reoeber em seu armazem, urna partida de so-
mentes de hortahea que passa a mencionar as
qualidades e precos.
A saber:
De salsa, a CO reis a oitava.
ne ooentro, idem..
De repolho, idem.
De ervilhas brancas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas ronx, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oil
De pepinos, dem.
o de rola, a 400 a libra.
De dil
^m.
m.
De tomates grandes, a t0 reis & cita
De ei
De fdto de 7 annos n
De espnaifres, a 60 rs. a oitava.


D
de Pemantfmco Terqa (eir 27 de
1870
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA & C.
,n,^n .JSlJff"!?16 ^be,ecinento encontrar o respeitavel publico, om grande e variado sortimento de fazendas domis
X!nf2!t. ? .P"meira nec68sldade> <1 *e vendem mais baratas do que em ontra qaalqaer parta, visto one os nc-
Em ffl^nVd0ptaram SyStema de-S veDderem DINHE,R0 Pra d6rem vende/pelo costo, Itaitandosl ajenas
JESl nS t0 ; pe980aS qoe Degocam em pe(?aena esca''> m* loja ^armazem poderao fazer os seus sortiS
aaaostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em suas casas Dar escolherem.
casas para escolberem.
CORTES DE LA ESCOCEZES A 6,5000* CAMISAS
PECHiNCHA EMCASEMIRAS A 40000.
No Bazar do Pavao fei*e urna grande Veodese bonitos cortes de 13a escocesas,
compra em um letlao, das mais Anas vindo cada nm em en papel, pelo barato
casemiras inglezas que tem vindo a es- preco de 60000 cada um; no Bazar do Pa-
te mercado, tendo cores claras e escuras, vao.
todas com padrBes serios, oroprios para | ORGANDYS BRANCO E DE COR
calcas, palitosecolletes; vndese a4*000 No Bazar do Pavao vende-se os mais
o covado, o qne em outra qualqner parte bonitos e muilo finos organdyscom listas
se^vende por menos de60; egrande largas e miudas 14000 a vara, ditas lisas,
a3o
vastagos.
BRINS DE UNHO DE COR A 1*200
No Bazar o Pavao, fez-se urna grande
compra de puros brins de linbo, muito en-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padroes miadiubos ; garaote-se que nao ba
barrel'a que lhe tire a cor, e vende-se a
10200 o metro desta excedente fazenda.
MADAPOLO FINO A 6*400 A PEQA.
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
maidapola"o fino de muito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 varas cada peca,
pelo barato preco de 6*000, por se terem
comprado em pouco eoxovalbadas ; pe-
chincha.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamacradas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que emqoalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa-
v3o.
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pav3o fez se orna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a \t 2*000, e li-
quidam-se a 7*500 a duziarjou a 640 rs.
cada utra, boa pechincha.
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000 .
g O Pavao vende urna grande porc3o dos
mais bonitos chaposinbos de pallia da Ita-
lia, proprios para meninos de todas as Ida-
des, sendo chapeos que valem 5*000 e ven-
dem-se a 20000 cada nm, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINHOS
200 RS.
O Pav3o vende chitas ou riscadinhos miu-
dinhos cor de rosa e i xinbos, proprios
para vestidos e roupas de creaocas a 200
rs. o ce vado. S3o mnito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Chegou para o Pavao o mais bello sorti
ment das mais brilbantes ISasinbas claras
com bonitas palmiobas, de seda; ten Jo lar-
gara de chita fraoceza e vende-se a 1*000
o covado crande pechincha.
ALPAGAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
Vendem-se as mais moderna? e bonitas
alpacas mat sadas com palminhss, muito
proprias para vestidos de senbora e ds me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chegou para o Bazar do PovSo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 1O0OO at 20*D?0 o
par, arsim como o melbor damasco cem 8
palmos de largara a imitacSo de damasco
de seda, proprias para colchas e propria-
mente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do PavSo vende-se urna grande
quantidade das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de todas as cores e at
forta-cr ; fazenda que ningaem vende por
menos de 2*400, e liqnida-se a 2*000 cada
covado; sao muito baratas.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav3o vende-se um sortimen-
to completo dos melar res setins e grosde-
naples de todas as cores, que se vendem
muitoem conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pavo vende-se um elegan.
le sortimento das mais bonitas poupelinas
de 15a com listan miadinnas, sendo todas
qnasi de orna s cor, 400 rs. o covado ;
9 baratsimo.
GRANDE PECHINCHA EM LASINHA
A 640 RS.
Na Bazar do PavSo fez-se urna grande
comrra de lasinha para vestidos, sendo de
muito boa qualidade, amas com listas e ou-
tras con mselas, e muitos largas, que com
poyos covados se faz vestiio e liquida-se
440 rs. fazenda qae sempre se venden al*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FRTA
CORES A360RS.
Vende se nm bonito sortimento das mais
brilba'tes alpacas escaras farta cores,
sendo muito eoc< rpadas e tendo nm brilbo
como seda, liquidase pelo barato preco de
360 rs. o covado por se ter feito ama gran-
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Bazar do Pavo vende-se um elegante
sort 12a com os gostos miodinhos sendo qnasi
nm*f cor e con muito brilho, pichin-
cha b Oi. rs. para acabar.
CH TAS A 2* RS. O CORTE.
No Bizar do Pavao vende-se cortes de
chita miudiohas, sendo rocha e cor de rosa,
tendo 10 ovados cada cor te'a 2* vende-se
a retalho a 200 rs. o covado, pechincha.
CASSAS A 200 R5.
No Bajar do Pavo liquida-se urna por-
cao de cassas francezas miadas e gratulas.
fazenda de mnita phantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimos padrSes, inteira-
meote novos 800 rs. vara: pechincha.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Pavao um gran-
de sortimento dos melhores grosdeoaples
pretos que tam vindo ao mercado, que se
vendem de 1*600 at 55000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pavlo vende-se um grande
sortimento das melhores cambraias braicas
transparentes, tem de 3*300 at 10*000
peca, ditas suissas finissinas com 8 pal-
mos de largura a 2*000, 2*500 e 3*00 i
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a mais fina que vem ao mercado;
tudo isto se vende moito em conta.
MANTELLETES DE FILO
No Baztr do Pav3o vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato prego de 10*000 ca-
da um, e barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimerito da saia, a
qual se pode fazer com 3 ou 3 tr2 metros,
e uende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tamben no mesmo estabellecmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de 13a de
corea j promptas urnas com barras difi-
rante*, da mesma fazenda 4*fHX> e outras
com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do PavD vend-se o melbor al-
godSoinho americano e-Testado para len-
c, tendo liso e eotrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pav3o recebeu-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilbos, qae se vendem por preco
moito em conta. *
PANNOS DE CBOCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pav3o recebeu um grande
sortimento dos melbores f aonos de croch,
proprios para cadeiras de balance- fofas,
pianos, tmboretes e at proprios para cu-
brir almcfidas e pratos; vendendo-se por
menos do qae em qualquer parte.
Liasinhas tranrparenles a 500 rs. o covado
O ?av3o recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes iasinhas transparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vede-se so)erior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1*800 o metro, dito de linho cora a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linhodo porto com 3 i/i palmos de largura
de 720 at 1* a vara, assim como umg ande
sortimento de Hambnrgo ou cregnellas ie
todos os nmeros, presos ou qualidades,
que se vendem mais barato do qae em ou-
tra qnalqner parta; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalhado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; todo isto muito barato.
Baloes reguladores a 4*000 4*500 e 5*000
Cbegaram ao Bazar do Pavo o mais bem
feiios baloes reguladores, sendo de fastlo
a 4*000, ditos de musselina a 40300, di-
tos de lasinha de todas as cores a 5*000,
todos el les sao muito baratos.
DE ERANELLAS A 3*500.
No Bazar do Pavo vende-se um bonito
sortimento com todos os tamanhes das me-
lhores camisas, de flaoeila de lia, com
mangas, tanto proprias para bon ens como
para senhoras e vende-se a 3*000 cada
urna, e quem comprar de meia dozia para
cima ter om abatimento, Sao de muita
utiiidade. %4MS
Grano pechincha om camisa inglazas ale 4500
No Bazar doPavo fez-se orna graorje com-
pra em leilo, de flnissimas camisas ingle-
zas com peitos e poohos de lineo, sendo
com collariohos e de todos os nmeros a
4*000 cada urna, ditas sem coilariahos,
porm fazenda finhsima a 4*500; gran-
de pechincha.
CAMISAS BARATAS a 2*800.3*000 e 2*600
No Bazar do Pavao vende-se urna gran-
de porcao de casemirSs mescladas, muito
encorpadas a 2*800, ditas flnissimas com
msela de seda a 3*200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
3*600 o covado ; aproveitem.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
os, para daas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em outra qnalqner parte.
COLCHAS BRANCAS A 3*200,3*500 E 7*
Para o Bazar do PavSo chegou um gran-
de sortimeuto das melhores colchas de ios-
to, s ndo das melhores e maise corp?das
qne tem vindo, a 7*00 \ ditas um pouco
mais abaixo a 5*500, e ditas a 3*000;
tambem no mesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortiment) de cretones e chi-
t.s, proprias para colchas, que se vendem
muit.em ronta.
GORGUKES OU POUPELINAS DE SEDA
A 2*000 CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pav3o om ele-
gante sortimento das vefdadeiras poupelinas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 2*000 cada < ovado,
o qne em outra q alqoer parte nao se ven-
de por menos de 2*500, previne-ie que nao
sao a'godSo e seda, como ba muitos; mas
sim puro linho e seda ; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Baiar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roupas para nomens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas com peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroas de linho e algodo.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
case mira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qnali lades, e tem de mais mais
um perito
ALFALATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e acbio qaalqaer pega de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor; e qaando qaal-
qaer obra nao ficar inteirameite ao gosto
dos fregnezes flia por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sotiimento de chales de merino de cores
muito bons com padr5es muito decentes
para qualquer urna senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em conta.
BABADINH3S
A JRtova JSsper*
ttlitt Duque Cavia 1
Quant -ESPE1 seos
anuncios ex pondo aos seas fregnezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-,
perioridade de seos objectos nao com vis-
tas de atrair a atteheSo de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despbe,
e sim para scientificar (a interese de-todos)
a qualidade de seos objectos os quaes sao
sempre de aparado goste e perfeicSo; tor-
nando-se qoasi indispensavtl para aquellos
apreciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Esperanc!, pois qne ella capricha em re
ceber constantemente, o que ba de melhor
relativamente a sua repartirlo: o que se pe-
der verificar qoa'ndo em qaalqaer reuniio
de pessoas (amantes do xique) v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, nm
aroma agradavel escapar d'om alvo lenco,
um moderno o linde taco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zee une aos outros) estes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANgA: realmen-
te IIII procurar descrever em annuacios os
artigos que contera dita loja, seria trabalhc
insano e nunca o fariamos com aquella
graca e perfeieo com que sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta-se em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ento ficaram inteU
rados do que ha exposto na mesma loja.
i Ra Duque de Cnxlas 21
#&&*$$$ $$&$*&
I YE3TE>SE *
0 um ptimo terreno murado, pe-
S dras, soleiras, vergas, cepos, etc., y%
5 para edificaco de urnas quatro |
2 C3sza- yS
W A viuva 4o finado lienriqne Jorge ten- Q
JM do recebido em partilha pelo juizo de or- 'fi
X phos bens para o integral pagamento %
^ das dividas restantes de sea casal, vende
jiS o exeeilente terreno foreiro, morado, na )fi
55 travessa da Concordia entre o sobrado do ^fi
>3 Ur. Beltrao e a carreir de casas terreas Qt
igt do lado do sal, comprehendendo na venda g
55 as meiar^oes dos doos oitoes, entre os
f$t qoaes est simado o terreno ; e bam as-
sim urna porcao de peoras de vartos ta-
manhos e qualidades, proprias para edili-
caqoa* : o que tudo pode ser visto e exa-
minado pelos pretendentes no lugar indi-
cado, qualquer hora, nos dias atis : JT
i tratar na ra do Qaeimado, ou Duque 0
jg de Caxias n 28, 1 andar, das 10 horas
5S da manhaa as 2 da Urde.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima cheg&da ao
mercado, por prego rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Basto*, ra do Cammercio n. 13.
GRANDE IWIDADE
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ultimaaan-
te tem recebido, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa bita invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de, todos que' lh'a attendero e relevwlo,
continuando portante a rigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA rn* do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o sen nunca desmenttido AGRADO E S1NCERTOAJ.
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCA poda
dispor, empregado apezar de seas custos no desempenho de bem servir a aquellos qne a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem enmade-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos alL ella resumidamente ap-
ear aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, uno
bem eja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeidos com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de ebegar, mas para nao massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
, melhor.
Eniremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Mesas de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados enancas.
e mes para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
Capellas brancas para meninas,
Grandes sortimento de floree fina*.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de uta,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pose.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes douradoi
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, u
quaes sao movidas por um machinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitadoe com
podras.
Ditas de madeira envernisada com rispo-
ras e com dminos,
Bollas de borradla para brinqnedo ds
Fariaha de mandioca.
Vende-se superior fariuha de mandioca, viada
do sertao do Cear, em saecas de 2 1|2 e 3 al-
queires cada sacca, por preco mdico : i roa do
Vigario n. 14, escriptorio de Jos Lopes Davim.
Pechinchas novas
NA
Loj Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de 11. Guimares.
Las para vestido, fazendas todas novas, cova-
do 200 a 500 rs.
Cambraias de cores francezas para acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e claras cores fixas, covado 210
a360rs.
Laa Amelia, fazenda nova, covado 800 a 600 rs.
Brim pardo trancado, boa fazenda, metro 500
a 500 re.
Pega de algodao e madapolao, cambraias trans-
parentes e victorias, precos muito baratos : na
ra da Imperatriz o. 48. junto a padaria fraoceza.
Bichas hamburgnazas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translauticos bichas de qualidade superior
e vendem-se em caixa ou porc*ao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na ra da Cadea do Recife n. 51, 1* andar.
1 0 COLLAR DE OTO i
iN.3ARH4PCABUGAN.a
1 mutullos \
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrado tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar. |M
Cympra-se ouro, prata, brilhetes e.pedras finas, pormaior preco do
que em outra qnalqner parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte. &
iimifiiii M*Effi3gawBa
CUm LIQDI1IACA0'
Lourenpo F. Mendes Ouimaraes
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o sen proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amaote da economa, vistorem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Altara vende.madapol5o enfestado a 30500.' Para liquidar vende bramante de -
a peca, ditas de 24 jardas a 50000, 60300, nho e algodao a 10800 o metro, dito de
60500, 70000, 80000, 90000, e IO0OO.) linho puro a 20300, esta fazenda pro-
V^nde-se corles de casemiras de cores pria para lencoes e toalhas por ter 10,pal-
s
I
m
Armaco.
Vende-se urna armacao de amarello com dous
balcoes: na ra do Baro da Victoria o. 2, (ou-
ir'ora ra Nova).
Farinha de milho
Chegou ltimamente aova farinha de milho em
saceos, cujos presos s3o mdicos, como os de ou-
tr'ora: a tratar com os consignatarios Amorim
Irmaos & C, ra da Cruz n. 3.
PARAOSBAHOS
DE
OLINDA
Lindos costumes de la enfeitados pro-
prios para banhos, chegados pelo ultimo va-
por, vendem-se na loja do Barateiro a ra
da Imperatriz n. 32, pelo baratissimo preco
de 150OOOIH
para calcas a 40000, 50000.
Para liqaidacio vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Ns; ra da Imperatriz vende-se chailes de
meria estampados e de barra a 20000, liquidar.
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr?nrAia
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vesi*
dos a 20500,20800 e 30200 o corte pan
Panno preto muifo bara'o a 30SOO
O Bazar dj PavSo recebeu urna grande
porcio de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leil3o, que sempre se venden a
50000 o covado e pode liquidar a 30600,
por ser urna exeeilente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do PavSo vende-se um bonito
sortimento dos mais lindos bareges lista-
dos para vestidos, que valem muito mais
dinheiro e liquida-se a 360 rs, o cova-
do, ditos muito mais finos com listas a 400
rs, estes bareges sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande pechincha.
GURGUKOA640 RS.
No Bazar do PavSo vende-se om bonito
sortimento dos melhores gnrguroes de lia
para vestidos sendo umi linda fazenda,
muito leve, meia transparente e muito lar-
ga com forta cores e liquida-se a 640 rs.
o covado por se ter foito grande pechincha
na compra.
COBERTAS A 30
Vende-se cobert.s de chita encarnada
adamascada a 30 cada ola, pechincha.
CORTES INDIANOS A 45500,
No Bazar do Pavo vende-se bcniioscor-
tes indianos com duas saias pelo bara-
cores fins, que se vendem pelo baratissim i tissimo preco de 405)0 cada um De-
preco de 280 rs. o covado para acabar, j chincha. y
0 Bazar do PavSo sita a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente abert o
das 6 oras da manhaa as 9 da noute.
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais finos -babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de entremeios largos e
estreitos, qoe para acabar se vende mnito
em conta e.mais barato do que em ootra
qnalqaer parte.
FAZENOAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretss para lato, como sejam :
Lasinhas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantas, bombazinas, que se
vendem mais barato do qae em outra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. 0 COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
tas inglezas com salpicos 2Q0 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estarem um pouco
russas, t2'J o covado; pechincha.
Os proprietarios d'este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalho do lerem
os seos annancios, pela razo de muitos
d'alies serem mudad s amiudadas vezes
CACHE-NEZ A 60000.
No Bajar do Pato vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura la, pelo bara-
to preco de 60000 cada un.
1TTENC0
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, muito propria para qual-
quer principiante : tratar no sobrade por cima
da mesma.
ATTENCAO
Vende-se, com os poneos fundos que lera, a ta-
berna denominada Pedra Marmore, sita ra Di-
mta n. 4 ; a mesma est collocada n'um bom lo-
cal e tem muita freguezia : trata-se na ra da Ma-
dre de Dos n. 34.
Chapelinas e chapos
" w, loja da Turqueza
3nte sortimento.
Basquinas
para senhoras, loja da Turqueza acaba de re-
ceber exeeilente sortimento.
muito novas e de bom grs de aples : na loja
da Turqueza.
Cintos
de veludo e de seda, variado sortimento : na lo-
ja da Turgueza.
Camisas bordadas
variado sortimento : na toja da Turqueza ra do
Barao da Victoria n. 9, (an'ga ra Nova).
Punhos e gollas
de velndo para .enhora : na loja da Turqueza.
20300 e 30UOO.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 50iOO, 60000,
70000, e 80000.
Para liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.-
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 30609, ditos
de ulnho a 50000, 60000.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de a godo a 10400 e corbertas de chita a
10500.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para1
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos i de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras.i a 320. 400 e 500, rs, o covado.
O (luirnares vende marsulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Men les vende fu3to d3 cores par-
vestiqos de senhoras a 330, o covado.
O L^urenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o covado, ditas
lisas a 500 e640 rs. ocovado, ditas matisa-
das a 640 rs.
Vendeose cortes de cassa a 20500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e palitos por ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem i 0500.
Vende-se cortes de pecalas de duas saias
para senhoras pelo barato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de roupa feita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se coletes de brim de cores a 10-
Vende-se ditos de meia casemira a 205oO
Vende-se calcas de algodo azul a 500 rs.
Vende-se dita de algodo de listras a SCOrs
Vndese ditas de brim pardo 20 40300
e 20500.
Vende-se calcas de oase^ira da core
a 6080.
Farinha da trra
muito superior, depositada em barricas, no arma-
zem di) Sr. Angelo Baptista do Nascimento, ao p
do caen dos vapores no forte do Mattos ; vende-se
aos alqueires, a tratar com Bernardo Jos de
Araujo no armazem do Sr. Annes defronte da al-
fandeg.
A 1$U00
na ra do
POMOS
Farinha de trigo om pouco avariada para por-
eos, bois, galmhas, etc., etc., a Si a barrica com
6 arrobas, assim como tambem servo- para pada-
ria por nao estar moito estragada : na roa do L-
vramento n. 38, armazem Baliza. ^^^^^
CHUMBO VELHO.
Vende-se chumbo veJtao : no armazem da bola
amarella no oitie- da secretaria de polica.
Os melhores espanadores de palba
Crespo n. 25, loja da esquina._______________
GAZ filZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Fomer
(1, ra do Imperador, um carregamenlo ce gal
le primeira qualidade; o qual se vende em partida
i a retalho por menos preco do qoe em ontr* cpul.
jaer parte. _________
Yende-se a casa terrea n. i i, sita em Olinda,
roa do largo do Amparo, com excellentes com-
modos e grande quintal, solo proprio : a tratar no
Recite, ra da.Cadeia n. 40.
CHEGARAM
Poqos instantneos aperfeiqo-
ados por preqo muito commo-
rlo- na rnaNova n 28 loia !p soltar e engordar 40D canecas de gado, sendo esse
QO. lid rudi-iovd u. o, toja Ce terreno Ul]a nDa riCa de pastagens e que dispen-
Antonio redro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto preqo, na
mesma casa.
o engenho Camocim na freguezia de Taquara da
provincia da Parahyba, o qual offerece as segoin-
tes vantagens: exeeilente porto de embarque,
atraz do engenbo, grande terreno onde se pode
sa cerca, moito boas terra3 pars canna compostas
somente de barro-massap, muito productivo da
roca, feijao, milho e arroz, com grande porcao de
1 coqueiros em dous pontos diversos, perto do litoral
tres quartos de legoa, e cinco legoas da cidade de
Goyanna : quem pret-nder comprar este engenbo,
dirja-sa ra do Vigario n. 14, ou ao proprio
engenho.
* CANTARA DE LISBOA.
Vndese nma canoa j veha de carregar tijo- Soleiras, hombrelras e capieis: tratar no
Attenpo
los : a tratar na roa Direita n. 101.
<"
armazem da travesea do Corpo Santo n. 25.


Diario de Pernambuco Terca feira 27 de Seteinbro de 1870.
i
>
. v.
i*
\
I
CANDIDO ALBEKTOSODH'DA MOITA & C.
comesxripur :m de /enero de estiva
travessa dMadre d, D:>n< n. I i, t"m para vender
o s gfate em conserva ptimamente preparado
Eaviuus (Peliti /*,.
Fehovkbue (Hu.vis veit.
Dito su grao (dem flageottHs).
WAitGos (spero*)-
Mucellansa DE legi'MB (Macedoinc legitmes).
SoiOitAS (Carotle.-;
Tomates (Tomates).
Coctedi Bbcxrllas (Cltous de Bruxelles).
Alcachofqas (Rmd.t fitrtiehanln). V
Bwwakms (EpmmU)
Cocumbllos (Chutapiyuons).
(ft/Kt).
Pasths con trctfas (P/ /rtt/f(!). ,
sbm touffa ( sans truffh)'
Atiicoii aibiti (Ton a l'huilt).
TaurFAS simples (Tmffes au naturel).
Sammhba em tomates (Sardinn etc.)
GAtAHTifAcomtrchfas(Gntantins acec truffee)
Frasco (Ponlet).
Poub com ervilhas (Pigcon avec pois).
Galunholas (Bcaisonrx).
Perdiz com azeitoxas (Perdiz avec olives).
ASSADA ( rot'fl.
Andorinha (Allouette).
ConoBMz {Guille).
Lamprea (Lamproie).
Picado (AndouitMtes t.)
Salxicha (Saucissonn I)
Cari ouhads (Frincandeau 0.)
Re;ebeu-se mais
Um completo e variado sortimento de papis
pintados e doirados de differentes qualidades e es-
3ui8tos desenhos, pronrio* para forro e guarnida)
e salas, gabinetes, escriptnrio*, etc. Na remessa
desse Artefacto tem havido o maior gusto e capri-
cho da parle do nosso curres'poodimte de Pars.
Cora urna mdica comtnissio sobre o cusi da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
effectivamentfl um deposito dossa. especiadade.
No armazem do Candido Alberto Sudr da Molla &
C, travessa da Madre de Deus n. 14.
Fumo e papel
Completp sortiraentn de fumo, tanto para cigar-
ros como para charutos, vindo do, Rin de Janeiro,
Baha e_Rio Grande do Sul. Papel de seda, linho
e algodao, de uifferenles qmlidad.'s, pn.priix p.ra
o fabrico de cigarros. Vndese constantemente
no armazem de Canudo Alberto Sedr da Molla
& C. : travessa da Madre de Deu n. 14.
Especialidades.
Continuara a adiar se a venda na ra Direitt
botica n. 88. os mu condecidos e acreditados re-
medios ds veame, e ootres diversos medicamen-
tos feitos era Paris, bem como os sarape de co-
deina de Rerth. de rbano ioJado, de ioderete de
ferro de Blancard e a pillas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellony, plalas ou confeitos de bis-
mutho de Chcvrier, e otitros medicamentos cuja
profieiencia quando empregados as doencas das
vias respiratorias, as dores rheumatics, na
amarellidao, na falu completa ou irregularidade
de menstruo, as diarrhas, doenca< do coracao
e do estomago, tem sido e iucontestavel, em
vista dos benficos resultados das experimentales
ou aso que diversis pessoas delies teem feito, as-
sim como das Dilulas denominada* bravinas in-
comparaveis em sua effieacia nos acommettimea-
tosfebris oa sezoes ; existindo tambem na mesma
casa, alm de BoffleieaM quanildade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
nbaca e pincis, que se veudem por menos do que
m outra parle.
Antes que se acabem.
Medalhas de praia mac : Gr: 30 : vende se na
ra larga do Rosario n. 34
ARMAZEM
DA
NORMA
RU& TOTA W. 48
Pechincha sem i
Casaeos de gorguras de seda pretos, ricamente
enfoitados e os mais modernos que tem vindo ao
mercado, a 253, saias branca bardadas a 4, ditas
de cores a 6 ; popelinas de todas as cores a
lioOO o coyado ; sedinhas .- (jiiadros a 120
ris o covado : cortes de cuna tirancos, borda-
dos, proprios para baile, a 8 ; gorguro de
la e seda a 12600 e I 8' 10 ris o ovado ; laag
de bonitos gostos a 560 ris o covado ; popelinas,
ricos padroes escossezes a 1100 ris o covado ;
cortes de vestido de cambraia com barra a o
cadanm; sahidas de baile, bornous de varios gostos,
legues de sndalo, vestidos de blond e murta." ou-
tras cousas que se deixam de mencionar por se
tornar enfadonho.
Attenqa
Vende-se urna casa nova era ura dos melhores
pontos da Casa Forte cora frente para a estrada
de Sant'Anna e a nova estrada do Chacn, tem
proporcoes para um bo:n solio, tem cacimba cora
agua de beber muito boa. e deve a mesma casa
servir para estabelecirnento, fu.se todo o negocio:
a tratar com o Hypolito na referida casa.
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AOJj boj Bjo.jmo
oe n VIHQ13IA va ovavaoa vaa
op-Binop uiatesaoq o
Jos de Souza Soares & C.
KtJA BO BIRiO A TITOBIA
(OUTR'RA NOVA )
Aoresaoia-siJ mettio rphozeado no que pie havar de mais bello e .igradavel eoi ,!>
'.endas fiaas para Senlioras artigos de alta moda em Paris tanto para senboras como
oara horneas e meninos.
Miuaezys afarmad.is, pe turnaras especies, vaiiodade de lindos objectos*para me-
aini.s e brinqoedes para criancas.
GRANDE SOP.TIMENTO
Continuamente recchilo por todos os paquetes vindo da Europa aonde team ba-
oeis correspondenies.
Vndese muito emconia e maada-se p'r em prgad s do fistahelecimento fazendas
J,m casa das Exms. famiai afim de melor escolberem o que desejarem.
)
NOVIDAES
DO
TRIUMPHO
7 Eua doQueimado 7
loas,
E' ch-:gado a este novo estabelecirnento o mais bello sormento de l?zendas
sendo saa especiadade enxovaos para noivado.
Vestidos de blond de(sda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vesiMn.
Col-has de seda pura, para cama era ricos djennos.
Ditas de la e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam-'nte bordados para cama e jancilas.
Croxs p^ra cadeiras e sof.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
?Jas de diversas qoalid^des, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnns para passeio, com listras de setira.
Sahidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito linas para homens.
D tas inglezas para homens e. meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
< enfadonho mencionar.
Luvas frescas do Joirrin
Sortimento de tapetes para giiamices de salas, alcatifas para forro de sala, e o
(ruda sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CASA CAOVIN KJSnm
Pbarmaceutioo privilegiado
successor
lloulevard Sebastopol, fi3 jj^AoRIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
A;llttt adas a Academia de Srienrijs e ao li.s'.ituto de Pitilla,
Sol a forma de Pulula, dividida o doseada para
fas.'r d<- momento acia soinccao
I9JECCA0
Preventiva e curativa das MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
IKJEGTM-fDILTn
do Totume de um relogio. smindo de
IHILTRO f S! HINCA ns
gravea iacanveuieotes de ragilidaie.
COTA IAO Com a forma, e de volame de nm Poite-Moedt
tO I llUO COTUNDO 70D0 1RA.TAMEXTO.
COLLYRIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOHEO i C
i Depositarios geral para e BRASIL e I'OItTIUlL
34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
''i

3 portas n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, ontiya
foja do Braga
O abaixo assignado, dono deste antigo eslabelecirnento, tendo em vista apre.entar um
completo sortimento de ferragen, miudeas e coteria, tem resolvido mandar buscar em !
diversos ponios da Europa os melhores objecto de seu efUtbelecimento dos fibricantes ;
mais conhecidos; pelo que convida ao re*pe:avel publico e a sens numerosos freguezes ;
virem se servir dos objecto* de sna carencia, ari(e encontrarao por menos 10 OjO do qu i
em outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodao, :
do bem conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaos,
ditos para fogo, moinhos para cafS de todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de 1
dous canos e de um, tanto ingieras como franceas, louga d porcelana, facas e garios I
de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breo, barbante, enxofre, papel e l
limalha de ferro, ac, e agulba para foguetein ; assim timo encontrarao constante- i
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe se nccaimenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se tornara enfa(.' utho numera-! : venham ra Direita n.
53, loja de Lenidas Tito Lourciro, amiga loja do Uraga.

nq

SMW UM i C,
BA DA CRIZ l
Ningaem contesta
Qae o Campos da ra do Imperador, n. 38, po-
de bem servir aos amantes do bum, pois que o seu
armaiem se aeha bem prvido dos melhores e mais
bem escolhidos gneros alimenticios.
O Campos limita se a mencionar o seguate :
Presuntos ioglezes e portugaezes
Biscoilos, boiacbinbis e bolinhes.
Conservas inglezas e franeezas.
Salchichas e sarchtcMes com tobaras.
Diversas conservas alimenticias.
Salmn e lagesUs em latas.
Licor estomacbteo- e digestivo aya-pana.
Tonemho inglez para hineb.
Ervilhas franeezas e portnguezas.
Camarn seceos do Maranhao.
Doces finos, ralatfo? e era caldas, de goiaba.
etc., etc.
Champanha dos melhores faDneante<.
Vlnhosmaduro do Porto, ditos da Figueira,
verde e palheto, pelo9 ltimos vapores
francez e brasil* iro.
Qoeijos de Minas, de prato e flamengos.
Ovas de Alicantesao ura torrio d'assncar.
0 Campos girante a superioridad* dos gneros
cima descriptos
B queaa darldar venhs ver.
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaiolas, galliuh'iros wc
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para engentaos.
Cafres de ferro de Milner e outro; autores.
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estanho em barra e verguinha.,
Folha de Flandrts.
Arados americanos para ladeira e v zea
Carrinhos de mao.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo^e] acao.
Ditas de serra.
Ditas para cortar fu-ri'.
Ditas a vapor de forca de.i.3Javahos e m i^res para ; cavadas, par movar g
/xhinas de algodao.
Cadeiras de ferro.
Cama* de ferro.
Prensas para copiar cartcs.
Bataneas para pesar.
Oleo de linhaca em latas de ferio.
Trilhos de ferro para engenhosg
Bombas americana?.
Macacos de estivar.
Balaucas e pesos decitoaesje outraa.
Fogoes de patente.
Eoxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qnalidade.
Picaretas para camiabos de ferro
Um grande sormento de ferraw 8 catilari'.
LOJA
OE FAZENDAS E RG?AS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 404 esquina do be -co dos Ferraros.
CASA CAVIN iffl!B
Pechincha
!i? com bun de cor **, baloes ds
arcoa i US, algsdiozmbo com 4 Balos de lar-
gura a SS a Mea eom K Jarda, chitas proprias
para casa a S40 rs. o covado, lia escora a iiO rs.
o covado: oa raa 4o vraawoto o, 10.
Pliarnaueutlco privilegiado
succei^or #
Boulevard Stwartopol, BS. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
I
0 proprietario deste novo estabeleumento coromuni^a ao respeitavel publico
desia oidade, e especialmente as Exmss. famiis que est liquidando por pregos bara-
lissimos as antigs fazendas que existiam ne-ta estatwleiraento, alm das que abaixo
vio relacionadas, cujoa precos me ecem toda a attrncao de respeitavel publico qne nlo
deixar de com perJlieo;i quantia refazer-se do,qualquer quadadede fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma luja tem fito sortimento de fazendas moder-
nas, e cootiuua a soriii-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualquer onlra loja.
Algodosinho com 18 jardas a 20300 a
peca.
Mad?pol3o enfe-tado com 12 jardas a 30
i 3350O a peca.
Dito de 24 jardas a 5?$O0O para cima.
Atoalhadus de linho, e de algodao tran-
cados, e adamascad js por prefios commo-
.os.
Chas, escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinhas a 240 rs.
o covado
Ditas mais finas a C0 rs. o metro.
B.-.lfas de mnssulina a 4 e 55001)
Guardanapos de linlio a 35500 a du-
zia.
Bramante de linho a 2)5500 e 3"000 c:h
iO palmo?.
Dito de, algodao a l8QQ o retro.
Meias para senboras de 4*J0OJ a duzia
para cima.
Ditas pura homens de 3000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de lodos
os tamanhos.
Colchas de fuslao branco de 3^200 para
cima.
Ditas de cor de 30003 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 15a nos. a 8-3 e 10.0000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 1 -5500.
Carabra;a tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senbo-
ras preco barato.
Llazinbas Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o covado para cima..
Alpacas lisas e de furta c6res.a 500 rs.
o covado.
Cortes de pe. cala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de ISa da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 205Of>.
Ditos estampados de 40500 para cima.
Cainisinhas de cambraia branca transpa-
rente bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Bri [(laminas brancas de 500 rs. o covado,
Ditis de cres a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
guiao'at o mais fino.
Lencos chinezas a 30500 a duzia.
Ditps brancos de algodao a 20500, mui
lo linos.
Filo hraneo e preio, liso e de salpico..
Coiles de cambraia, brancacom salpico de
flor.'
Dltpt de fii liso a 50000
T-i|lalanas brancas, e de core?.
Peii'js de linho bordados e lisos de es-
.sniao.
Can bordadas finissimas, proprias
para uoivos c m a competente gravan.
Pateaos de linho para homem a 10 o
par!.
C'ltirinbos de linho lisos e bordados.
Gra^atns pretase de cores, tanto em se-
lim como em seda, ha de todos os gostos e
eitio.
ROUIJA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Soi rnenlo e roupas feitas de todas as
qnaiidades, e feitios, para precos commo-
ros, te quem comprar porcSo para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento! de caseuiiras de cores com quadtos
e listija?. casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
de <:ores e pardos, e manda-se fazer
qalqper obra a vontade dos freguezes,
quer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officha, e
para isoa LOJ^ DO PAPAGAYO acha-semu-
nida fje um hom mestre alfaiate para bem
desempenhar qualquer obra da sua arte,
r cahindo a responsabiiidade sobre o pro-
prietario da loja.
Daib-se as amostras de todas as fazend
aqaemas exibir, ou mandam-se levar
loscaipteiros.
A lijija do Papagaio acha-se aberta d
horas da manha s 9 horas da noute."
Francisco Teixeira Menies.
LA HU DI PARS,
20Ra da Imperatriz20
Farl & Lessa.
Acaba de eliegar a esta nusta nova loja e fa-
zendas finas um variad. sortimento de fazendas de
la e seda, como sejam : granaines do ultimo
gosto, popelinas de urna so cur, alpacas e lazi-
nhas de cores, o qne ha de meis moderno, tado
p^r baratissimos pregos, brilhanlina* de cores, te-
jidos das indi3, fazend nova a imitacao de per-
jalLi, baloes de ciina Gngindo sai a de cor com lin-
das barras, fnstSes proprios para vestido e roupas
le meninos; agora grandes e admiraveis pichin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3. ri-
sos corpinhos bordados muito finos a 5, baloes
modernos de arcos a 2, ricas colchas para cama
aicochoadas, sendo brancas e de cores, a 5, 6J e
74, cambraia victoria fina a 5 a, ditas transparen-
tes a Si, 6 e 7J,chitas finissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de cores a
iO, lencos hraneos de cassa a 2300, ditos chi
:il-zc- a 3SolK) a dnzia, fnalapoln tino a 6 e
5*500, e muit superior a 7$, 76O0 e 8, algo-
la-.-zinho largo propri para ionges a 6, panno
le algodao branco tran^add proprio para toalhas
Ji- mesa a t600 a vara, nramanle para lentes a
2000 e 34500, o que ha de melhor, esguio fi-
aissimo a 24200 e 24500 a vara. Mandamos as
jasas das Extoas, familias para melher poderem
escolher. Tambera temos completo sojtimento de
perfumaras dos primeiros fabricantes francezes e
inglezes; as pessoas que se dignaran vir a esta
ioja tero occasio de reconhec-r a realidade de
que annnnciamos para nos justificar._______
Cigarros d imperial
kbrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da altan-
dega velha n. 2. 1 anda. _______________
Farinba de mandioca
Veude-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Gathanna, ebegada no patacho portnguez Ullsa,
(undeado defronte do trapiche do Sr. Baro do Li-
vramento : a tratar no escriptorio de Joaquim
Jos Goncalves Beltro, a raa do Commercio n. 17,
on a bordo do referido navio,
Vende-se farinha mnito boa chegada hontem,
era saceos grandes e panno da fabrica da Babia,
nos annuens da Ccmpanhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia, casa n. 1,
com los Gongalres Torres.
Farinha de mandioca do Mara-
nhao e da Babia
Veode-se no escriptorio de Joaquim Gerardo de
Basto roa do Vigano Tenorio n. 16,1* andar,
excellente farinha de mandioca viuda do Mara-
nhao e da Babia, em saceos grandes, muito fina,
alva e torrada : os pretendentes podem examina-
la nos trapiches da Companhia Pernambucana
Dantas e Fontea
AyraMBtafcs a Academia de Scitmtiu m httitW) de Fnac*.
III ipnnin Sob i fonn de PnlilU. IHJ LbUAU momento orna solcelo PUflUYivi I COBA
MOLESTIA! CNTASIO*AS
ra faaer de
.TITA das
MCTOR-PBIITRO ""^^.""s^urr
Gravea inconvenientes de Iragiliaade.
Coa a toma, e do ntme de ni Porta-Hieda
TOM TRATAHBNTe.
ESTOJOS
COLLYRIO Contra o affeccoii d palpebras, prepawdo Job a metma forma.
Depositarios geral para o BRASIL. P f VJUAI
34, na larga do Boaario. PERNAMBUCO. *
BARTHOLOHEO & C
urna casa terrea, na raa de S. Jorge (Pilar)
em Fra re Portas n. 60, com duas salas,
dous quartos, sinha fra, soto com dous
quartos, e quintal; tratar na mesma ra
n. 23 l'aadar.
_ Veode-se nma rotla d*> amarello em bom
9do na carabea do Carmo n. 16. ^^^^^
VeodHD-M partes de um sobrado da ra d
Hortas : a pessoa que pretender comprar dirija- s
roa Imperial n. 11
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garaotirido tudo bom e pre-
fos admirados.
Duziag de palitos seguranca a----- 120
Duzia de palitos seguranca caixa
grande a................... 32G
Frascos corr. rlrobaboza muito fino. 320
Pacote cim p.is de arroz .me-
lhor que ha a............... 320
Vavalhas muito linas para fazer
barba a.................... i 1000
Caitf de linha bran> do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas....................... 160
Caixan com pennas d'aco de Perry
superiores................ S00
Lencos da cassa brancos e pinta-
doia...................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linha
dojgaza........ 400
Duzias de meias croas superior
qulidadea.......30600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a........ 500
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 10500 e. 2(5000
Pegas,de fitas para cs de qnal-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unhas fazenda fina a 500
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de icres a....... 40
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e. 500
Pares j de meias croas para me
nosj diversos tamanhos a. 320
Duzias de meias brancas muito
finas para senbora a. 40500
Panes de sapatos de tranca do
Porto ,........20000
Pares de sapatos de tapete a. 10500
Duzia de baralhos para vultarete 30000
Sylabarios portugaezes a. 400
Cartftos com colxetes 2 carreras a 20
Abotoaduras para collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ac mnito
boa de 320 a...... 50C
Caixa com superiores obreias a. 40
Duzia de agulha para machina a. 20000
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacotje de papel com 20 quader-
nos ........ .-. 400
Resmja de papel pautado superior 40000
Resma de papel liso muito supe-
rior a........... 30600
Atten$to
Vetde-se a armacao e perteoees da taberna n.
II do taifa do Terco, muito propala para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
metma.
Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordame, de' C. Margaux e I. O. Medoc.
Enrilhas franceas em manteiga.
Papal para cigarros Duc
Pbosphoros do seguranca.
Agoas de Vechy.
Hant fine.
Cele8tine.
Mcreario doce, caixas de meia libra.
Papel de peso, grande sortimento.
Na,raa do Vigario, armazem n. 11.
Panno de algodao.
Vende-se superior panno d'algao da Babia : no
escriptorio de Antonio Lniz d'unveira Aievedo &
a roa da Cruz o, 57, Ia andar.
Sor
03
LOJA
GALLO VMilLANTE
do Crtwmm n. %
Os proptieur -ttbaae
cimente, alm dos m
postos a apreciadlo 0> aaa^.
daram vir e acabam d recib mo Tanor
da Enrona um completo e variailo sortimento d
Anas e moi delicadas especialidadeB, as quaeeea-
tao resolv dos a vender, como de sea costme,
or precos muito baratinhes- e commodos para to-
os, com tanto que'o Gallo....
Muito superiores tovas de pellica, pretas, brin-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos par se-
niora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de iruruga para coques.
Lindos e riqoissimos enfeites para#cabecas das
Ex mas. sennoras.
Superiores tranas preas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta azeuda o que pode haver
de melhor e tn&is bonito.
Superiores e bonitos leones de rradreperola,
rnarfn), sndalo e osso, sendo aquellos brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nboras, as quaes sempre se venderam por 304000
a duzia, entretanto qne n> as vendemos por 20,
alm destas, temos tambem graado sortimento de
outras qualidades, entre a.- autor algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de raarflm com linJas e pnenntadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor w
pode desejar ; alm destas tunos tambem grano*
quantidade de oatrasqoaliJailes, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, Ble. etc. etc.
"Finos, bonitos e airosos eh>eotinhos de cadeia e
de outiasqualidad"
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as me;
Boas meias de seda para sonhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idado.
Navalhas cabo de martim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas.e de mais s mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por posas vez tam-
bem asseguramws sua quaiidade e delicadeza.
Lindas e bellas capelhs para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crot.
Linha muito boa de poso, frouxa, para eneber
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assn
como os temos para o mesmo Om.
Grande e variado sortimento das melhores per-
himarias e dos melhores e mais conhecidoe per-
fumistas.
COLARES DE ROEK.
Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
facilitam a denticlo das innocentes criancas. So-
mos desde muiro recebedores destes prodigieeos
collares, e eominuam* a recebe-los por todesos
vapores, af.ni >., une nunca fallera no mercado,
como ; ido, assim pois poderlo aquei-
sretn, vir ao deposito do galle
vigii;t i -ontraro destes verda-
deiro.- n atteudendo-se ao flm
paraq ndero com nm mu
dirainttto lucro.
Rotr r 'el'.jeitos que deixamos
declarados, nm r.< ^os r< tu "- e amigos a virem
comprar pi r pr mnito i;ivn,is aloja do gallo
vigilante, roa iU O -.'/
3 cora- 7dentf
A
Ra di. '.. "I-.:/,'.;;'i a. it.
^ovo e variado sortimento de perfuman*
finas, e ouiros objectos.
Alm do completo sortime.m) de pec-
uarias, de que effectivaments est prvida
loja do Gordeiro Previdente. ella acaba
'eceber um outro firtpeate fK m Mx
aotavel pela variedade deobjeeMs, superior
lade, qualidades ecomm!Ud;!d'-'S de p:
jos; assim,pois,oCordeiroPravidnnte poi
a espera continuar a recrecer a wpm
do respeitavel publico em gerai e ds
boa freguezia em participar n15.! se
ando elle de sua bem conhocidj .:;risi'.
e barateza. Ed dita loja eiicanttar*
ipreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamma.
Dita de Cologne ingleza, americana, trt
eeza, todas dos melhores e mais enedtad
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para tonel.
Elixir odontalgico para conserva.;5o t-
isseio da bocea.
Cosmetiqnes de superior qualidado e che
roa agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co>
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza. transpareu
o outras qualidades.
Finos extractos ingiezes, americanot
francezes em frascos simples eenfaitados.
Essencia imperial do fino eagradavel ebe
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros iguti
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad
com escolhidos cheiros, em frascos de dit*
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fif t
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba
Gaixinhas com bonitos sabonetes imiianc
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo f
aas perfumaras, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papello igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de airo
e boneca.
Opiata ingleza efranceza para dentes.
Pos de camphora e outras differenk
qnaiidades tamben para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mal* cornea.
Um outro sortimento de coques de ti
vos e bonitos moldes com fets de vidalita
e alguns d'elles ornados de flores e flta>
esto todos expostos apreciacao de qoK
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e perfeicio.
FlTrlIa c fita para ciiitoa.
Bello e variado sortimento de taes obj*
tos, fleando a boa escolha ao gosto do coa
prador. _________
Cabellos
Vendem-se cabellos de tedas as cores, qualquer
comprimento, qmbdade superior, em caixa on
porcao-mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cri n. 51, Io andar.
CAL Mil 1 LIS M
Vende Joaquim Jos Ramos : na ra da Croe
n. 8, Ia andar.
A 1,800.
Lindos c rtes de percales a i #800' rs.: nu
do Crespo n. S5, leja da aqwoa.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S ae vende tara da
Madre de Dos n. Jf, masen t Joao MaiHm
Barros


'ernambnco""" Ter^a eira 27 de Setembro de 1870

UTTERAT0R1
BISCL'RSO PRONUNCIADO NA PftIMEIi
MAGNA DA SOCIEDAD!
pfcRKAM
BLA GEBAL, BArtO DO l.l
25" DE SETEMBRO PE {>
Sniores.Vat para indo seculo
Brasil rouipendo o lago tres (
que o onia metropole, com a sua ind
deocia procurou aras agr r os principios
constitutivos das modernas liberdades.
lado, porm, dessa tentativa exista, tamo
ainda buje existe, o Iddo social da escavi-
d3o, bice conlncidu pralcs, e ao desen-
volvimento da verdade.ira liberdade, causa
innegavel do intorpecimento das torcas pro-
ductivas das nac5es, nimigo sempre vence-
dor da moraiidade publica e privada.
Profundamente convencido dos graudes
males originados por esse fado anli-cliris-
to, e anti-social, sahi do habito, em que
estou de n5o azer parte de sociedades, a
nio serem pura e simplesmente coramer-
ciaes, e acceitei o muito honroso lugar, que
me -ltes.- de presidente desla sociedade
Emancipadora, actuando em meu animo
mais do que razos de interesse material os
preceitos divinos do Evangelho, e as reite-
radas e terminante* determinases da
igreja.
Senbores. os deveres sagrados da canda-
do e fraternidade, que em nome de Deus
nos irape o Evangelho, esto em man.festa
anti-nomia com a existencia da escravido
entre christaos; e quando me lembro dos
tempos heroicos do christianismo, em que
ii iminavam nos actos.dos crentes as duutri-
nas do Evangelho; em que os fiis, prati-
cando todos os sacrificios atis humani-
dade, at o da- propria vida, principiavam
suas comraunhoes e conversoes pela libiita-
gao dos escravos; quando me record de
Mermes, prefeito de Roma, apenas conver-
tido, libertando perante a pia baptismal mil
e dazentos escravos, ou Chromace, oulro
prefeito de Roma, dando a liberdade no
acto do baptismo a mil e quatrocentos es-
cravos, e exclamando os que vo ser fllios
de Deus nao devem mais ser escravos dos
homens; quando considero nos feitos de
igual magnanimidade, de igual conformidade
aos preceitos do chrisiianismo, que pralica-
ram Santa Melania. Cancio, Sanso, e m-
Ihires de outros ao convenerem-se, pasmo
e lamento que entre christaos se perpetuasse
at boje o escndalo do capliveiro ; e pro-
voca-me incoercivel indignagio, que tendo a
santa s desde Gregorio Mximo proscripto
e punido com a mesma pena de homicidio
o trafego de escravos christaos; que tendo
lr:nta e sete concilios condemnado a escr>-
viuo. desde o terceiro al o dcimo seculo ;
que tendo a igreja condemnado os Portn-
guezes que escravisavam seus semelhantes
ao momento de suas conquistas as costas
d'frica, e declarado que era invenco do
demonio afiirmar que os Iadios e os negros
podiam ser redozidos escravido e priva-
dos da sua liberdade natural contra o direi-
to divino e humano; que tendo finalmente
Benedicto X.IV renovado aos bispos do Bra-
sil os mesmos preceitos que havia dado aos
Mespanues, ainda hoje, j na altima terca
parte do seculo XIX, nio s baja no Bra.-il
sacerdotes senhores de escravos, mas at
qne algumas ordens religiosas andem liti-
gando perante as autoridades pela mano-
tengio dos seus direitos a conservar na es-
cravido seus semelhantes!
Felizmente o nosso seculo to calumniado
por aquelles que maior apreco do forma
do que essencia das coasas, reagio victo-
riosamente contra essas praticas de verda-
deros pagaos, e a nodoa qne por tanto
tempo manchou o nome christo, vai-.-e
apagando com rapidez entre os applausos
do mundo civilisado.
Senhores, nesta grande cruzada do seculo
XIX contra a escravido, dando o seu a seo
do:io, como dejustiQa e de rigoroso de-
ver, quem tomou a dianteira, quem maiores
sacrificios fez, e quem mais conseguio, fot
incontestavelmente a Inglaterra, paiz de li-
berdades praticas, e de profundas credas
religiosas. Nio foi nm acto de poltica,
nem obra de homens de estado. O parla-
mento nao fez mais do que registrar o edito
do povo. Sob forte impulso chris'o. a na-
co ingleza com jim s coraco, urna s voz,
sera distinecio de classe, sexo, partido, oo
communho religiosa decretou a liberdade
dos escravos. O parlamento concedeu vinte
milhoes de libras esterlinas para extingir o
capliveiro em suas possessoes chrisiis, e
autorisou a despeza de perto de nm milho
de libras por anno com as esquadras, que
mantinha as costas d'Africa e da America
para tornar effectivos os tratados contra o
trafego dos escravos. Naquellas pestferas
regioes perden 34,000 homens de todas as
graduacoes da sua marinha; e em longa
serie de annos com tamanho sacrificio mal
pode remir do capliveiro 9,000 escravos il-
iegalmente exoortadi s. Sno ha propor-
co entre o mal que a Inglaterra soffreu. e
bem que fez, o effeito moral da sna cons-
tancia no sacrificio, foi incontestavelmente a
causa do triumpho final da emancipaco no
orbe christo, e djs innumeraveis bens que
delta hao necessariamente resultar. As de-
cises do parlamento eram robustecidas
pelo espirito publico, to poderoso nos pai-
zes verdaderamente livres; parte das im-
mensas riquezas de muitos cidadios coadju-
vava a aeco do governo, e poderosas socie-
dades abolicionistas, faziam sua cusa im-
portantes expedicSes. Assim foi que a In-
glaterra, por meio de enormes sacrificios e
sem faltar ao direito de quem quer que fosse
dentro ou fra della, deu o exemplo da
' abolico do elemento servil, tornando-a in-
evitavel em todo o orbe christo. Greio
que na historia nao ha successo mais su-
blime, nem acto mais desinteressado. Se
os triumphos maritimos da Inglaterra bao
de oceupar espaco cada vez mais cort) nos
anoaes da humanidade, pode affirmar-se
que o seu grande triumpho moral contra a
escravido eneber cada vez mais largas e
brilhantes paginas na razio dos progressos
da civilisaco.
Senhores, ha muitos annos que do mun-
do civilisado teria desapparecido a mancha
da escravido, seno fra o apoio que a sua
persistencia encontrava no sul dos Estados-
Unidos.
Nos principios democrticos, e nos senti-
mentos profundamente religiosos daquel a
lamosa repblica, eslava desde asna origem
a formal reprovacio da persistencia da es-
cravidio. Mas que valem para o commum
dos mortaes os principios religiosos, e a
coherencia poltica contra a srdida torpeza
do interesse, por muito iniquo que seja em
sua origem, por mais funesto que venba a
ser s gerages futuras 1 Bastou o receto
da abolico, ewgtual do funesto elemento r comporta da noesa parte o pfoeedimento da
^^^^^^ a maisj^^^^^^^^fc, esmo lempo de
que a histoi
mem;
Por singular acaso no mesmo m
! 1801, em qne o impera
idamava a emancipaco
llioes de escravos, Lincoln, ao tomar
da presidencia dos Estados-Unidos, era sau-
paracSo dos estados do stil, qne
stentavam com as armas em punho a
persistencia 8a escravido e a cominuacio
indefinita de seus diretos de propriedade
sobre entes humanos.
Perto de dons milhoes de cidados se
arremessaram furiosos unssobre os outros:
mais de sc-isecntos mil ficaram morios no
campo de batalha, e qnasi um milho mais
ou menos gravemente feridos. O sul gas-
lou e perdeu tudo quanto possuia. e o nor-
te ficou individado na espantosa somma de
tres biiioes e seiscentos mil contos, divida,
que em poneos annos estar extracta, gracas
eionoraia do governo, grande activida-
de. trabalho e industria dos cidados.
Esta estupenda somma cora os respecti-
vos joros, unida ao qne perdeu o sul, eaos
innumeraveis valores da lavjura, industria
e comrnercio, que foram destruidos, seria
snfficiente para remir todos ou quasi todos
os escravos; mas para isso fra de mister
qne a razio podesse ter ingresso nos calcu-
os da ambicio, ou que a inteligencia po-
desse conter e dominar os rupetos do inte-
resse, ainda quando de patente iniqni-
dade.
Sjnhores, deste modo de por termo ao
elemento servil Deus nos livre, por sua in-
linita misericordia. O procedimento da In-
glaterra seria digno de imitaco por todas
as naces qne tem a desgrasa de possuirem
escravos; mas podemos ns, ao acabar de
urna guerra militar gloriosa em todos o?
sentidos, mas econmicamente fatal fa-
zenda pobea, pensar por ara s .instante
em imitar o processo racional e josio da
Inglaterra na extineco do elemento servil,
mediante indemnisaco do valor dos escra-
vos ? Adoptar semelhanle arbitrio seria
equivalente a nao lentar, a nao fazer cousa
algorna, e neste caso moralmenie ficaria o
Brasil na America muito abaixo-das repo-
blicas que o rodeiam, na Europa abaixo da
Hespanha, que proelamou a liberdade do
ventre, e na opinio, no conceito dos verV
deiros christaos ao nivel dos pagios- com
fingidas apparencias de sectarios das do*>-
trinas do Evangelho.
Contra to injuriosa imputaco. senhores-,
protesta com valento energia esse admir-
vel espirito publico qjw pelo imperio tode-
se tem erguido contra a persistencia do-
elemento servil. Debalde espiritos estacio-
narios emprehendem contestar a realidade
dessa tendencia do espirito publico. Ella
se tem manifestado por erescido numero-de
sociedades emancipadoras, que espontnea-
mente se vo organisando eatre homens-s-
nos de todas as classes, entre joveos de
tenra ida le, e at entre senhoras e meninos,
em cojos coracoes sempre teve echo o sen-
tmenlo da caridade ; ella se revela clara-
mente nos orcamentos provinciaes, era que
as respectivas assemblas decretam sommas
applicaveis ao resgate de escravos de menor
idade, e com moito maiores esperances de
bom xito fiual as uropostas, discuss5s e
projectos da cmara dos deputados. Se
est-, complexo de acto* e vontades-no
constilie urna opino innegavel e forssal-
menie constituida, difflcil ser, em verdade,
saber-se o que seia opraiao publica-no
Brasil.
Ella ser, porm. a meu ver, impotente,
em quanto urna medida geral e oDrigatoria
nao estancar a reproducido da escravido,
essa abominavel e mii vezes iniqua trans-
misso do capliveiro por va de geracao ;
essa vorgonha eterna do direito romano,
to justo e tao sabio alias a outros respei-
tos. Que vale, porm, alei humana contra
o direito natural, contra, os preceitos da. re-
ligiao. e at contra os nictames da propria
razo ? Em verdade, a primeira melher
que foi cscrava, era necessariamente livre
antes do crime commettido contra o seu di-
reito liberdade.
Que abominavel jurisprudencia nao
aquella que erige a perpr-lraco de um cri-
me eoi direito reprodueco perpetua do
mesmo crima! Onde estara hoje o mundo
civilisado, se o christianismo, opp'jndo o di-
reito forca, nao houwsse proclamado que
cima da lei humana, algumas vezes iniqua,
est o i'ever moral immutavel de sua nata-
reza, e s ibretudo a lei divina ?
Tal felizmente, a convieco geral em
nossos tempos, honra, seja feita ao seculo
XIX; e nao ha naco que nao tenha feito
sacrificios para realisar a extineco do ele-
mento servil. A Hespanha veio na reta-
guarda d> progressu, porque lata com diffi-
culdades econmicas, ainda mais graves do
que as nossas, e porque oriunda, como nos,
da raca latina, carece da iniciativa individual
que Ihe roubou o despotismo do imperio
romano, e que jamis reappareceu; mas
emfnn a Hespanha chegou ao campo de
honra dj seclo XIX, e decretou a liberda-
de do ventre, tornando assim inevitavel a
extineco do elemento servil.
Senhores, entre os povos christaos s nos
osbrasileiros nem urna medida geral, ed
efilcacia mais ou menos prxima adoptamos
at hoje, e se nao frara actos de mera ca-
ridade individual, e os estorcos, louvaveis
sem duvida, mas quasi impotentes de al-
gunas sociedades emancipadoras, dir-se-hia,
que nem de to importante questao set-ata
seriamente. Com^effeitp. as altas regies
do estado todo se tem reduzdo a vaas pa-_
lavras at agora. Felizmente a commisso
da cmara dos deputados, incumbida de es-
tu lar a queslo do elemento servil, apre-
sentou outro da o seu pioject'), cuja idea
capital a libertaco do ventre. Praza a
Deus que as cmaras convertam em lei
aquel e projecto sem delongas premedita-
das, porque elle determina o que e pratica-
vel sem offeusa de direito algum j adquiri-
do, ccom toda a probabilidad se-ra grande
numero de oppositores, d'entre os mesmos
iDfensos idea emancipadora. E j que em
seu extenso, luminoso e mui bem pondera-
do relatorio, appronve a muito iljustrada e
muito patritica commissio da cmara dos
"deputados applaudir a dedicaco e as in-
tenges humanitarias d'esta nossa humilde
sociedade, cumpre-me n'este seu primeiro
dia solemne, e na minha qualidade de pre-
sidente agradecer em vosso nome o bom
conceito que de nos formaram aquolles dis-
tnctos legisladores, e ao mesmo tempo,
soccot rendo-nos da benevolencia de que
usaram para comnosco. pedir-lhes que ven-
eam na realisaco os bices, que j vence-
rana na formolaco do projecto.
E pos que a penuria do thesouro nio
importante qaesto
al; j que de imperioso dover para
iao brasiliro impedir que em
lenos remoto ella nha a
; nos urna solacio, que mesmo de
se pareca cora a que teve no Esta-
dos raidos, imitemos ao menos o exemplo
da Hespanha, e ponhamos termo a horrivel
ioiquidade da transmissSo do captiveiro das
miis aos filhos. Da libertcio do ventre
nio resolta offensa a direito ilgam acioa4,
nem perda de bem possuido. O erescido
numero d'essas libertaces espontaneas, que
todos os dias se publica, denota que a me-
dida lem o assenso do espirito publico, e
fra preciso desconhecer a ndole bondado-
sa, a moita" eVidade dos brasileiros para
negar que ella tem em sen faver a immensa
maioria da afio. Ella isenta das pertur-
barles econmicas, e dos pwigos eveotoaes
tanto da extineco instantnea do elemento
servil, quanto da sua presistencia indefini-
ta, contra a qua* se ergue dentro e fra
do imperio erescido numero de vozes enr-
gica, que por terem do 'sea lado o Veito
natural, e a jas tica divina, devem inspirar
algum receio de que em poca mais ou
menos remota da patarra se passe directa
ou indirectamente funesta accao, a qoat a
sorprender-nos inesperadamente em' nossa
habitual incuria, virva* a ser a la.xima des-
graca do Brasil.
Aos homens, que ir.flera sobre a drecc*>
dos negocios nacionaes,- compre reflbetir
madura u desrateressadamente sobre todas
torpe devassidio, com os vicios e rimes ido arado) destinada a emporrar lateral-
inherentes sua coodici.; f Ella iovelli
da to roubo, porque vive no meio do luxo
sem possuir cousa alguma ; a pregoica,
porque o trabalbo, sempre penoso, se le,
torna odioso, sendo obrigado : i embt\-
guez, porque Ibe d o esqueinwnto mo-
mentneo da infecrdade ; devassido, por-
que o noico goso, que nio exig dinbei-
ro, nem liceoca, e todos esses vicios e cri-
des oriundos da offensa do direito natural,
e da lei divina ni questio serv, sao ag-
gravados pelo duplo effeito da total igno-
rancia, e da completa falta do incentivo mo-
ral, em que vivem os escravos.
Que muito pois, que em toda a parte,
onde existem ou tem existido' escravos, se
observe a corrupcao da familia, a corrup-
to da jostica, a corrapcio do-clero, e por
isso m^sroo a da religiao ?
r}ue resta a um povo, quando' Ihe faltam
estes tres esteios d sociedade humana ?
Onde falta a virtude, ahi nao reside por
muito lempo a riquez; e, a ter-se de es-
colher, a virtude tem incootestave direito
preferencia n-j interesse do cidadao- e da
patria.
Se ever do verdadeiro christo reagir
contra a? principal causa da- degeneracfty dos
costume8> dever do brasileiro, que tem
amor 1 patria contribuir para a snbsttoi
cao do srabelho servil pelo trabalho lrvre,
fonte primoniial de todas as- maravilhas lia
civilisaco- moderna.
Na lula, qne travaram a cauro e a beter-
raba para a> conquista do i mereados do as-
socar est a prova nuais evidente da supe'
rroridade do-trabalho livre sobre o traba-
mente, ao longo do sulco descrpio
charra, o roaeisso de ierra cortado pelo se-
gio e pela rlha. Aopri;cipio a aivca
era ^Ina e consista geral mente n'uma t<-
boa de pao que afastava-se oWiquamente
desde seo ponto de adherencia com a re-
ina ; portanto, s poda impellir a trra
para o lado e nio revjra-la. Actualmente
oas'charras bem construidas, a aivca
aprsenla taT curvatttro, que revira a cama-
da de trra, rsto pe em contacto do ar
a parte interna do torrao. A forma geo-
mtrica, ad ipiada para a dupla enrvatura
da aiivca, custoo muita preoecupacio do
cof/strnctores, s'obnitudo tendo-se em vis'a
a coiftdicSo de dinnouir o mais possivel a
resistencia, nasoida do attrito sem sacrificar
todaiviai a solidez da peca. Os mathema-
ticos aeharam ura campo onde deram lar-
gas a m actividade ^ Dglezes. allemies,
frapceze estodaram racionalmeate o pro-
blema, e aoje a soluco urna realidade
to pratica que o ferreiro sujeita ao seu
marte:lo ao azer urna aWca.
Esta peca aportante da charra 1 ferta,
algumas veres, de madeira>forrada de fblb
grossa de ferro; porm e9t* metal sem
contestacio alguma muito preferivel. A ai-
vca adapta-se^ en geral, a lado direito
da charra, ode se prende por meio de
dous arcobolaates fixos, um 9obre a esco-
ra anterior, e outro sobre a posterior.
4. O cepo a parte da charra que gy-
ra no futido do sulco. e serve como de
apoio e de unic s diversas pecas de que
se compe a machina. Sobre elle esto
prezas as escoras, e termina em pona para
esjas eventualidades, previoindo desastres .
eventoaes, que essa a-arte de bem gover-! loo escravove da priowzia da sociedade queireceber o atvado da rema, r abnca-se or-
nar, arte de que a Providencia a mui pou trabalha, sobie a sociedade que fez traba- draanamente de pao, guarnecido da laminas
eos deu nararal aptidftj. permittindo anda loar, porque s< aesim a pobreza- da beter- de ferro sobre as fwes inferior e esqoerdar
assim em seas altos designios, qne d'esses raba poderi v-acer a opulencia sacbarraa esta guarnico chama-se sapata etalao a
poneos, pela cegueira *s pa'mes ou dos dn^canna. Dada,, porm, a liberdade do parla posterior, sobre a qua, se fazgyraro
interesses, oem todos appliqoem ao bem
commum o don congenrto'que Ibes outor-'
gCH.
Senbores, os-effeitos econornrcoe da e.>.
tinecao gradual do elemente -servil' aneohum
homem sensato- podem aspirar o mnimo
receio pelo que toca prodhcci e riqueza
nacional. Senv duvida oes pai jes onde a
eitioeeo do eaptireiro oi1 instentaoea ,
hou-ve em todos elles enormes- per&irbacSes
na prodncco e por algum- tempo deplora-
ve coosequenciae para a fortuna' poblica
e privada; mas- essas traastornos foram
ainda assim de corta duraeo- Sm todas
as possessoes cfcristas da Ifcglaierra, nos
priraeiroe qualro annos da bberdae a pro-
dueco drminuio to sment* da qoarta
parte, segundo a leioonstra?* numeriea e
incor*estavel oo duque de Broglie. Xas
colonias francezas^ ao momete da emooc
paco instantnea a-grande cuitara 8* aban-
donada por espaco de dous annos, mas o
trabalho vobou progpessivameaie, e raantm-
se em tods ellas.
Tanto as colonias ingfezas. como as- fra-
sezas vo em progressiva prospendade, nao
obstan^ a concurrenuia das fabricas de as-
sucar d* beterrava- as respeetivas meb'-
poles.. N sentemente as nicas vctimas-da abo i3o
ostaotacea do eSemeato servil, vai-se res-
tabelecendo com 3 energa a-rapidezr. dar
quelle povo extraerdioario a produeco ao-
terior > guerra, osperando-ee que j ao
corren anno a dtffcreoca entre a jassada
e a presente prodaccao seja- mu pouca ;
qae breve seja o que j foi,- e dentro am
mu poocos annos-a exceda ;.e d'ist) dos' onde se colloca.
trabalho, e pessadas as perturoafles da
transico, os diretos da natureza bao de
prevalecer, e otriumpbo final ser da
canoa.
Senbores, a cansa da ereancipace-trium-
pha, porque e^a- agitacoda misericordia
vasta e pacifica em todas as conscieocias do
scalo- XIX om-acto-de ac^usaQo iiresis-
tive contra a eseravidBO'. ue fe*>.dos
sote mitbes da-escravos, que ames da
guerra- civil dos Estados-Ubtdos, ainda-exis-
tiams entre povos christaos ? Mal resta os
Ido-Brasil, e os >Je Coba^ menos da terca
parte: e tanto eoHespanha, como no-Bra
silfse vai acabar com. a esGTavido pela li-
berdade do ventrs: A Uligilkoidade da es-
cravido- foi gravada na consrieocia humana
coBJpnctamente pek Evangelho, pela seten-
cia econmica, epela liberdade poltica,
consorcio poucas ?ezes realisado. O Evan-
gelho a eondemn porque ella opprime os
fracos; a poltica a detestat, porque ella cor-
rompe a raca superior, obsta ao augmen-
to da produeco. O- admravel accnlo das
ciencias, de todas as sekas religiosas, de
todos os partidos pollLoe- veoceu os impe-
tos do egosmo, os precooceitos da rotina se-
cular ; e da victor> completa uo dominio das
idas^surgio a reateacodo-keio, que maior
honra Cara ao nosso^eculos e que por todas
nos partilhada. (istiereagh, ministro da
protestante Inglaterra, opinava no congres-
so de 815, exactamente como o delegado
do Papa. O catbelco Buqae de Brogbe
opinava como o protestante Guizot, e este
dizia com seu maviaso estyk> a corda
da emancipaco scea. todo- o suor na testa,
dio certeza os faetos- reaiisadas mesmo-nos
outros pases, onde a abolico do elemento
servil tambem foi instantnea.
Em summa, quatro- dez. quoze annos]
depois da abolico do elemento servil a ex-
periencia mostros por toda a pare que a
tiberdade nao baebarisou a escravatura,. qpe
esta melhorou cdesideravelmeote na^moraJ,
religio, e na iutolligencia ; que o trabatbo>
passadootraasiarnoaevitavel dasua-tiaas
formaco, reassumio, e exesdeu sua anteri-
or actividade, pos que a producto aog-
mentou; que a trra conta milhares e mi-
niares de no vos proprietarios, e a humani-
dade miIboes de homens elevados digni-
dade, que Deus e a uatareza os destina-
ram.
Para nos traoqoisar senhores nao pre-
cisamos de e.xeraptos estranbos. Bem perto
de us est o Cear, ondo, para bem ser,
nao existem mais escravo*. A .extineco do
elemento servil f i all gradual, lenta, suc-
cessiva, e por isso totalmente isenta das
perturbacoes econmicas da emancipaco
instantnea. proporco que o elemento
servil decrescia, augrae&tava a produccio,
e agora que j quasi desappareceu a escra-
vatura, u produeco va em notavel a rpi-
da progressao.
Aqu m*mo na provincia, quem ignora
que sendo boje o numero das escravos a
quinta ou sexta parte do que j foi, e dimi-
nuindo estes cada vez, mais, a produeco da
provincia vai de anno em anno em progres-
sivo augmento, como que na razo inversa
do numero dos escravos ? .que o traba-
lho livre principia adespertar na provincia ;
e entre o trabalho-livre e o-trabao escra-
vo vai toda a differenca de actividade, es-
forcos, ntelligencia e constancia, que exista
entre os que trabalham para si, e os que
trabalham para o outros exclusivamente.
Se esfe accrescimo do trabalho livre na-
cional, embora em pequea escala, basta
para desvanecer o receio da'diminaic) das
torcas productivas do paiz pelo facto da
emancipaco; se, pelo que tem succedido,
se deve contar que o trabalho livre naciouai
ha de manter o augmento progressivo, em
que vai a produeco do Brasil, apeiar da
canstanie diminuigo do elemento servil, o
que nao ser quando vier auxiliar os pro-
gressos da produeco a imigracao estran-
geira, hoje impossivl, mais certa, infalliyel,
assim que o elemento servil for sopprimido
e sanada, como requer a presente civilisaglo,
a intolerancia civil das nossas les em ma-
terias- religiosas ? ,
Catholico profundamente convencido da
excellencia da moral christia, e da sua. sa-
lutar influencia sobre as sociedades huma-
nas, dos progressos da riqueza nacional,
que depois do periodo laborioso da transi-
ci.>, nos ha de.trazer a"extineco do ele-
mento servil, anteponho e muito os benfi-
cos effeitos dessa extineco sobre os cos-
tumes. t
Superfino seria neste auditorio expr as
razos que me levam a dar maior apreco
influencia da emancipaco sobre os costu-
mes, do que ao futuro augmento da pro-
dueco, que della ser infallivel conseqoen-
cia.,
Qual de nos nao testemunha, para bem
dizer, quotidiana, do funesto contagio dos
exemplos, que a nossos tenres filhinbos de
continuo est dando a escravatura cota saa
J que o mal s gera o mal, do mesmo
modo que o bem soler o bem, j que, por
lei de-Deus. do mal se nao- passa ao bem
sem espiaco, isto sera dor, resignmo-
nos a-expiar o crime de nossos antepasea-
dos, que, desobedecendo aos preceitos evi-
dentes do direito natural,, e as terminantes
ordene da igreja infestaran com a escravi-
do a-nossa bella patria. E' o peccado
origina! da primitiva nacinalidede brasilei-
ra, de que vamos remir-nos, mediante certa
crse agrcola e commercial. mas transito-
ria, e fcilmente reparavel, e de que nos
provir, em futuro pouco remoto, incre-
mento de riquez?, e sobretodo a necessaria
pureaa dos costumes,. sem a qual casire-
mos as immundicias do baixo imperio ro
mano, que esse j infeliamente o pendor
actual.
ELpois que essa remisso inevitavel,
cumpre nao a proGrastinar com a nossa pro-
verbial incuria. As delongas, orna vesaven-
tadaesta questio, tem sido fataes, onde
quer que ellas se tem dado. Agitara, e em
vea de melhorar peioram o elemento ser-
vil. Cumpre que todos saibam, que todos
reftictam, que os isconvenientes, os soffr-
menlos ineviiaveis da transico tem sido na
razo da opposico feit-t emancipaca ; que
a Jamaica por ser o paiz, que maior oppo-
sicio fez a emancipaco, foi quem mais sof-
freu com a. sua reaiisacio ; emquaoto a
Mauricia que nada resisti, quasi nada sof^
freu, e hoje a sua produeco trplice, da
que foi a. tempo da extineco do elemento
servil. Qutro tanto succeder infalliv-lraen-
te no Brasil, pois que do bem se nao pode
originar o mal, p>is que seria aontra as leis
da natureza, que a liberdade se tornasse
infensa a produeco, e mais que ludo, por-
que sena impiedade admittir que os pre-
ceitos do Evangelho, eas decisesda igreja
podessem ter por effeito a desgraca o mal,
permanente dos christaos.
Taes sao as consideraees, que neste
primeiro dia solemne da nossa sociedade
me occorreram em desempenho do meu de-
ver de seu presidente.
Ellas vos patenteiam nosso3 bons dse-
instrumento, quando se tem de tirat-o da
Ierra, no fira de cada sulco.
S. O temG ou a kenra a parte da
charra que transmite todo o apperelho
a brea motriz dus animaes. Forma esta
peca a parte superior da charra, e so-
lidajmeote fix^da no cepo com o auxilio dos
dous espeques. Ordinariamente cons-
truido o temao de madeira; porm, em
mnitas eircumstancias, feito de ferro,
principaimente as localidades onde este
metate sua mi de obra nio custrai mu
to, o que incontestavelmente asss vanta-
joso, nao s pela solidez e duracao, como
porque pde-se coosiruit-o- de maior com-
primento sem diminuir sua forca: um Se-
ma; longo torna, eo effeito, a charra
mais regular em sua marcha.
fl.*" 08 bracos dtv charra o a rabioa
(no arado primitivo )$ esto rituados na
par e posterior do temi; medem, geral-
menie,. t"3 de comprimento, e afastam-ee
nm do outro de Soa 60 centimentms
(cercado 1 1/2 palmo ou- 2 paimos). O
lavrjador segura um dos brnro* era cada
mi afim de regularisar a aegio da char-
ra!, quando, por ventura, qnaqner accit-
dente tende a desvia la, .quer lateralmente,
quer de cima para baixo e nk+versa. Con
forme os casos, assisa- elle calca sobre os
braco, oo levanta-osv para tornar constat^
le a profondidade do sulco..
As charras mais aperfeicoadas trazere
de maisr na extremidade- dianteira do le-
mio, urna haste-dentai (cremaillere) mu-
nida de eorrente, coje fim graduar a pro-
funnidade da carnada de-terreno, que deve
ser cortada pela reina* Qooado se tiver
de fazer lavras pouco profondas, bastarjf
abaixar a baste-dentada, em 6ja parte ia-
frior se prendera os tirantes; neste casOi.
evidentemente, a rlba teode a sabir da-
terra Se, porm, qer-se, pelo contrario,
augmentar a profondidade dos soleos, ele-
va-Be a baste, e poriinto o logar da prisao
dos| tirantes de sorte que a ponta da r-
Iha penetra mais fundo no terreno. por
meto de um mechanismo oiwlogo, collocao
do o ponto de priso do tirantes mais a
esquerda on mais -direita, que se cjnse-
gue diminuir ou augmentar a largura da
leiva destacada pela charra.
A charras de trem diamteiro, ou, mais
propriamente, arados com rodas, foram as-
sim denominadas por causa do apparelho
accessorio de que san munidas. As dspo-
sicoes deste (o trem dianteiro) sao extre-
mamente variaveis:.faremos, aqui, s men-
so do de Me'.ieu de Dombaste (o que mais
engenhoso de todos), que pode ser adipta-
doJ ao arado deste mraente agrnomo.
Cumpre observar, que, quando se addicio-
na este apparelbo charra, deve-se sup-
pripiir o regulador desta, porque o eko
do trem ter em si mesmo um reguiador
de extrema- simplicidade, por meio do qual
pde-se levantar ou abaixar, e ladear para
a direita ou esqnerda o ponto de jpnecio
do'temi com o trem.
, As charras-com trem dianteiro sio de
um emprego geral, e s nos logares onde
a cultura acompanna os progressos da ci-
vBacio ; sao os arados, s machinas agra-
rias mais geralmente empregadas na lavou-
ra. Aquellas teem sobre estas a vantagem
de tornar impossivl o dessaranjo da p<:nta
da rlha, quer de cima para oaixo e vice-
versa, quer lateralmente, de sorte que o
seu omprego nao exige do hvrador grande
abiiidade; porm, fi'ellas aforea de traceo-
necessaria maior, e s vezes forca mo-
triz deeompeso de modo prejudicial ao tra-
balho.
Assim. nos paizes onde estas machinas
sft nsuaes, todos os lavradores sao accor
des n'este ponto: que as mios de nm
operario intelligente e exercado, um bom
menor perfeicio da larra ferta.- Urna boa
lavra, disse o coade de GaspriO> suppe
que a trra fot destacada e levai.tada em
prismas mais o menos largos ; qot soffre-
ram mais de M/ que a sua superficie superior fique total-
mente oceulta, e que as hervas que f co-
briam sejam enterradas, como tambem os
estrumes postos no slo; ainda, de modo
que os canaes ou sulcos experimenten! um
movimento de torrao que diminua a ag-
gregacio das molculas; que estas se ap-
poiem umas sobre as oulras deixando va-
tios abaixo deeeus pontos de junecio afim
de poder o ar penetrar na lavra ; que cada
sulco fique bem limpo depois da pas
sagem da charra, e nio se eocba de Ierra,
principalmente daquella que poderia ser ar-
rastada pela aiveca ; que, em sua marcha,
a charra aio se entupa de trra ou de
hervas que atrazariam o movimeato, obr>-
gando o lavrador a parar a machina par*
desembaracah-a desses corpos ; finalmente
que nio p obrigoea fajeresforcos eentinuos
ou rowitos freqpentes para suster a charra
em equilibrio dentro do sulco. Todas as
infraccees estas regras deverio ser con-
sideradas como outros tantoe defeitos, que
para a mesme traceo, ou- para traecoes
pouco diferentes, daro vantagem machi-
na que nio as apreseotar.
Postas estas defmicoes, proposito da
machina agraria por excellenc o arado,
simples ou-eomposto (charra)'^ indicaremos
aos nossos leitores algumas d essas machi-
nas que podero ser ensaladas, com certas
vaotagens, r nossa bvoura.
Sao as charras americanas, construidas
na offleinas dos Srs. IW H; Alie 4 C. de
Nova-York, e das quaes se poder fazer
idea pela Estampa I, /fgwras i, 2, 3, 4, 5-
e (5, que acompanba esta Revista',
X-foetra i, Kst. I, representa urna char-
ra, cuja aiveca>pode gyrar(l) da direita
para esquerda e vice-verse. Pode ser van-
tajosamente erapregada as lavras de arro-
teago sobre terrenos em ladeira, de con-
sistencia media, assim como, particularmen-
te, as lavras preparatorias dos terrenos
pouco consistentes, destinados s sementei-
ras e piaotaces da canna d'assucar e do
caf. Urna das grandes vantagens deste
arado -consiste em ter aiveca- movel, cHspo-
sicaoutilissima nos-terrenos de encostados
montes, que perro/Je tavrar deitando a tr-
ra sempre para o mesmo lado-]
A figiirat, Est. l represen urna char-
ra adaptavel, con vantage, s lavras,
cujo sulcos devam ser separados por pe-
queos montculos, isto aos Uabalbos que
os agricultores franceses denominara en
billom(i); porm oemprego desta char-
ra devera ser precedido peto- do arado,
destinado a dar o primeiro amaobo ao slo.
Poderi tambem, ser destinado -sonchegar
a trra aos ps das plantas, sujertas a se
prostrarem so chio pela accio de ventos
ou dasgrossas ebuvas ; e anda,, i abertu-
ra dos regos proprioe-para a plaotago da
canna d^asaacar, da batata de outras plan-
tas tuberculferas.
A .charra, representada na /^/ 3>-s(. I,
denominada de substilo-; embora om tan-
to pesada, ser proveitosa aos trabamos de
amanbo dilcrt do slo, as plantacoes da
canna e do caf. Sea vantagene este
respeito seriara exakadas, se esta charra
.fosse construida em modelo mais ligeiro ;
porquanto, compre ter sempre em vista e
seguinte, que nos terrenos plantados, jamis
se dever empregar mais de um animal para
a traceo das machinas agrarias.
A charra, fig. 4, EsP 1, poder ser em-
pregada as primeira operaces de amanho
da trra, quando esta estiver ooberta de
hervas ms, e, sobretodo, nos casos em
que o terreno, assaz hmido, nao permita
o emprego da grade:
Finalmente, para as~lavras possantf*. que
exigerB os terrenos argilosos e compactos,
indicaremos os modelos de charras, repre-
senladasi peias figs. o e 6, Est. L A ulti-
ma, especialmente, por sua simplicidade de
construeco e facilidade de emprego, torna-
se assaz- recommendave-f. Em seu favor,
ha de mais a superioridade do-regulador.
Aqu fazemos ponto esse artigo ; em
nmeros sobsequentes iremos considerando
outras-propriedadas do slo com relacio
agricultura ; as machinas variadsimas com
que o bomcm consegoe. sob sua direccio
intelligente, effectuar todas as arrotas com.
o fiB^^de desbravar os terrenos, lavra-los,
cava-Ios, sacha-Ios, em summa todas as
operaces para abrir, esaggregar, afofar e
limpar o slo ; assim como tambem os cor-
rectivos e adub03 para Ihe modificar a com-
posicab ou para Ihe estimular e desenvol-
ver a energia productiva.
jos; e se os resultados consagrados nestes "arado preferivel charra de rodas
pnmenros mezes di nossa installaca) esto
'longe de lhes corresponderem. esperemos
que as nossas boas intences sero coadju-
vadas, e que na prxima reuniio geral da
sociedade o digno presidente da direceo
vos dar conta de maior numero de eman-
cipados do que aquelle que vai cmrannicar-
vos conjunctamente coth o estado economi-
cd da sociedade. _.-
AaBICulTURA.
DO SOLO AGBICOLA.
0 SOLO, SUAS PROPSIEDAOES E A. DIVERSA NA-
TUREZA DOS TERRENOS.
(Continuaco)
Composico dos solos araveis.
A rlha liga-se ao cepo de varios mo-
dos ; o mais simples consiste em juntar
estas duas pecas por meio de um alvado.
Em Franca, a rlha geralmente de ferro
aceirado; em Inglaterrae nos Estados-Uni-
dos, e completamente de ac.
3. A aiviaa (tambera chamada a oreUn
despende menos forca, lavra to bem e to
regularmente, executa a mesma qu^ntidade
del trabalho, e fatiga menos o conductor e
os animaes. porm, incontestavel que
cbarroa de rodas tem notavel superio-
ridade sobre o arado, nos casos de lavras
superficiaes ou em terrenos hmidos e mui
tenaes.
A multido de charras inventadas nestes
ltimos annos, em Inglaterra, na Escossia,
em Franca, na Blgica, nos Estados-Unidos,
naAllemanha, na Italia, e n'outros paizes,
tal, que seria preciso'um volme in-foho
para cital-as e descrevel-as; nio poderia-
mds, mesmo, indicar as que teem sidoapre-
goadas como mais vantajosas. Esta veia in-
ventiva nio est ainda exhausta : o que
parece provar que o termo final da cons-
truccio do arado nfco foi ainda obido. Nao
nos referimos, neste momento, to tenia
da empreza da applicacio do vapor s ma-
chinas de arar: tentativas, obtidas a certos
respeitos, porm pouco satisfactorias o
e*eral-
0 melhor criterio para estimar o valor
pratic de nma charra o proprio traba-
lho que. Ha efleita, isto a maior '
ou
{{) Os francezes chamara a eslas charras
tourne oreille, e o fallec to Sr. Dr. Burla-
maque, de saudosa memoria, designava-as
pelo nome de charras volta-orelkas.^
(2) Biiton, na lavoura franceza, refere-se
ao conjuncto de muitos sulcos ou talhadas
de trra prodozidas pela charra. Distra-
guem os billons chatos dos billons convexos
ou arqueados; estes cooveem s trras ar-
glosas e hmidas, afim de que durante as
grandes chuvas, a agua nio empoce no ter-
reno e escorra como, n'um telhado, a chut
va desee pelas cajhas das telhas ; aquelles
s trras seccas e leves, que hada pdem
soffrer do excesso das aguas plaviaes.
i
CULTURA. DAS BATATAS INGLEZAS:
As batas,.denominadas inglezas, dio boas
colhetas, no Brasil, em as provincias do
sul, ondeo-clima temperado, oo as
provincias mais quentes plantando-as no in-
vern ; porm, em qualqner localidade, o
seu renrtmento extremamente variavel,
conforme o systema empregado na planta-
ci e no tratamento da planta dorante o seu
crescimerrto.
facto assaz conheeido dos lavradores
que as batatas do-se bem em terrenos fofos
e que a produeco augmenta consideraveU
mente quando se accuraula a trra aos pea
da planta, durante o seu desenvolvimento,
devendo-se effectuar a operaco de chegar
trra aos ps das batateiras duas ou tres ve-
zes, para garantirse o mximo resoltado
que se pode obter desta cultura.
Eis. o processo que se deve empregar no
planto deste utilissimo tubrculo.
fContinuarse-ha).
i .
V
\
J
4
TYPTu DlAttiO-KA Di) DUQUE OECAXIA^


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