Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12221


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Full Text
I.
4NN0 XLVI. NUMER 217.
AIA A CAPITAL I tSABES OKBE HAO 5S AGA POTt
?>>r ^^^Bm adiautados
Por ib .
Poroun anno idem.. .
Cada momero avulso .
6000
12,5000
24000
320
SEGtlM FEIIU 26' DE SETEMBRO DE 1870.
PASA DEHTBO TOBA DA PEOYUCIA.
Por tres mezes adiantados................. 66750
Por seis ditos idem.................... 136600
Por nove ditos idem...................
Por om anno idem................... 276000
Proprfedade da Manoel Figueihfc de Faria & Filhos.
iri
------------------r-
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Concalves d PiDto, no MajanhSo
SAO ACEXTIM
Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de

" ~ ----------' "" "*""""'" i -*"i"n ^se ae unveira, no ideara ; auiwuw^ ^mqs Braga, no Aracatf ; Joao Mari Jolio Chaves, no Assft ; Antonio Marques da Silva-, no Natal; Jos Jortino
Pere.ra d'Alme.da, em Mamangaape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Amonio Jos Gomes, na lilla da Penha; Belarmino dos Santos BnleSo, om Santo Antao; Somingos Jos da Costa Braga,
[
I
/
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na lahia ; e Jos Ribeiro Gasparinhono Bio de Janeiro.
PABTE OmCIAl.
CJovemo da provincia.
LXPEDIKNTl ASSIGNAOO PELO EXM. SR. DESEMBARGA-
DOR FRANCISCO DR ASSIS PERKIRA ROCHA, VICEPRE-
--1DENTE DA PROVINCIA, EM 5 DE MAIO DR 1870.
i' seclo.
N. 134.Dito ao iuspeetor di arsenal de mari-
nha.Respondeodo ao offl ;io qae V. S. me dirigi
em 16 de margo ultino, sob d. 1.922, o autoriso a
mandar retirar da thesouraria de fazanda, para o
qae Qcam expedidas as convenientes orden-, a
i|aantia de 591675, em que importam os peculios
perteneentes aos aprendizes voluntarios da patria,
Aoaoia Manoel Lobo, Marcelino Joao de Souza
Monteiro e Angelo Baptisla, os quaes forana pra-
vas da'eompanhia de aprendizes- desse arsenal e
desaqaartelaramda dita companhia por terein a
idade mareada no regulamentc para receberem o
referida peculio.
2" seccao.
N. 136.Dito ao Dr. chefe de polica.Informe
V. S. qual proced ment que tem havido contra
quem, no da i do jasi passado, espaacou a Ro-
mao Maximiano d? Cunta, no districto de Beberi-
be. O paciente queixju-se ao respectivo subde-
legado.
N. 137. Do ao mesmo.Em resposta ao offl-
cio de V. 8. n. 675 de 3 de maio ultimo, lenho a
dizer-lhe que ordene a remsssa dos presos qoe se
acharo na cada da villa do Bonito, que estiverem
indiciados ero crimss graves, para a casa de de-
tencao nesta 'capital.
N. 138.Dito ao juiz de direito di comarca do
Tacaran!.Respoodendo ao offlcio de Vmc. de 11
de abril lindo, tenho a.dzer-lhe que deve contar
com a approvacao desla presidencia em ludo que
fr .neeessario para a disperso e captura dos
criminosos nessa comarca, sendo de grande eflica
cia a coadjuvario que nesse intuito estn dispostos a
restar os cidadaos pandeos delta, esperando que
fssa boa disposico de parte dellas da qual trata o
final do seu dito offlcio, nao se arrfecer pelo
qae, nao so esta presidencia Ihes ser agrade-
cida, cotnp levar ao conhecimento do governo
imperial, os servidos que nesse sentido prestarem.
N. 139.Dito ao promotor publico da comarca
do Reclfe.Deve Vmc. proceder de conformidade
com a ordem desta presidencia, quanto ao proces-
al mandado instaurar ao ex-cootador da adminis-
tradlo do correo desta capiul Eduardo Firmino
da Silva, por nao cjmpeiir-lbe julgar aqualfi-
caco do crime, como porque qualificado o facto
cnnajqoso no art. 151 do cdigo penal pela autori-
dad* competente a pena de suspenco jndiciaria
por efeitos que a demisso administrativa nao
compete.
Pf. 140.Dito ao commandante do corpo provi-
soria de polica.Pie Vmc. adir ao corpo sob o
sea commando, a Manoel Raymundo Caminha se
provar ser 'alferes nonorario do exercilo. Osando
assim respondido o sea offlcio n. 177 de 16 do
corrente.
N. 141.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vmc. engajar no corpo sob
o seu commaidj, a ex-praca do de polica Jos
Joaqaio Florencio que allude o sea offlcio n.
183 de 20 do mez fiado, se tiver para isso a pre-
cisa idoneidade.
N. 442.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica. Infirmo Vmc. circunstanciada-
mente sobre o que trata o oQicio do delegado de
polica do termo de Villa Bella, junto por copia,
o qual devolver.
3" seccao.
N. 143.Portara ao inspector da thesouraria
de fazeuda.Tendo adoecido o lente reforma-
do Manoel Carneiro Machado Freir, ajudante do
forte do Buraco, foi nomeado para o substituir
durante o seu impedimento, o alferes tambem re-
armado Marcellino Jorge de Campos, segundo par-
ticipou-me o general commandante das armas em
oflicio de 4 do corrente, sob n. 229 ; o que com
munico aV. S. para seu conhecimento.
X. 144.Dita ao mesmo.Pode V. S. conforme
indica em sea offlcio de boje, sob n. 305, mandar
pagar sob minha responsabilidade nos termos do
oprelo n. 2,884 do Io de fevereiro de 1862, a
quaolia de 49#500, proveniente do concert ur-
gente que fez Jos Ferreira de Alcntara do O',
naeoberta do proprio nacional, oecupado ^pelo di-
rector do arsenal de guerra, visto nao haver crdi-
to para esse pagamento, segando consta do citado
offlcio, que flea assim respondido.
N. lio.Dita ao mesmo.Faja V. S entregar
ao commandante da companhia de aprendizes ar-
titices do arsenal de marinha, ltenente refirma-
do Braz Jos dos Res, a quantia de 59167o, per-
tonceate aos aprendizes voluntarios da patria
Aonanias Manoel Lobo, Mareellino Joao de Souza
Monteiro e Angelo Baptista, visto tercm comple-
tado a idade marcada no respectivo regulamento,
para lhe serem entregues os peculios a que tem
elles direito nqaella importancia.
N.-146.Dita ao inspector da thesouraria pre-
vi acial.Inleirado de quanto V. S. expoz em seu
offlcio de 20 de abril ultimo sob n. 244, acerca do
collector ds Itamb Joaquim Jos Moreira de
Agolar, que diz haver sido roubado era Goyanna,
em viagem para esla capital na importancia das
rendas da mesma collectoria relativas ao trimestre
de Janeiro marco deste anno, tnho dizer em
resposia ao citado offldo, que approvo as provi-
dencias que toraoo a junta dessa thesouraria, pa-
ra acautelar os interesses da ftienda, cumprindo
que V. S. d conta a esta presidencia do qne a es-
te respeito se der ulteriormente.
N. 147.Dita ao mesmo.Mande V. S. liqui-
dar em vista da' inclusa conta, a despeza feita com
as diarias fornecidas 17 criminosos, constantes
da mesma conta, a< quaes foram remettidas do
termo de Flores para esta capital, e acham-se re-
corridos a casa de detenco, pagando-se a sua m
poftancia ao tenente Antonio Joaquim Leite Bra-
sil, conforme solicitou o ebefo de polica em offlcio
de 20 de abril deste anno sob n. 536.
4* seccao
N. 151.Dito ao director geral interino da ins-
^incial^De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presi-
denu da provincia; coramunico a V. S. para seu
conhecimento, que segundo consta de offlcio do
desembargadnr. provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia de 4 do correle sob n. 2627, o comtnon-
dador Jos Ferreira Pires, reassamio nessa data
o cargo de thesoureiro da mesma Santa Casa.
-"155.Dito ao m smo.O Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda declarar V. S.
para os devidos fin?, que nesta data ordenou ao
commandante do corpo provisorio de polica, qne
rara addir quelle corpo Manoel Ravmundo Ca
mar, se provar ser alferes honoraru do exer-
cito.
traerlo publica.Tendo por deliberac.ao desta da-
ta e em vista do offlcio de V. Exc. do 28 do cor-
rente son n. 132, resolvido nomear a Joanna Se-
nhorinha Ferreira de Mallo Lima, para regir in-
terinamente a cadeira de instrucejio primaria de
Pesqaeira, mediante a gratifieac.o annual de
600*600; assim Ih'o coramunico para seu conhe-
cimento, convindo qae V. Exc. me declare qaaes
as cadeira? de sexo femenino que estlu vagas e
qaaes aquelUs cujas professoras nao estao em
exercicio e por qae.
N. 152Portria.O vice-presidente da pro-
viacia em Tista do offleio do director geral iateri
ao da instruccio publica de 28 de abril prximo
(indo sob n. 132, resolve nomear a Joanna Sanho-
ritrhayFerreira de Mello Lima, para reger interi-
nameate a cadeira de iostrueco primaria de Pes-
queira, medante a gratificado annual de 6004.
SirWIIRTI ASSIONADO PELO SR. DR ELIAS FREDBRI-
CODBALUEiDA E ALBUQOERQB, SECRETARIO MTK-
BINO DO GOVIRX, EM 5 DE MAIO DE 1870.
2* sec
N. 183.Offleio ao Sr. Dr. chefo de pjlicia.
S. Ec. o Sr. vice-presidente da provincia, maoda
(cio de 20
its Aotonio
1100 coas-
declarar a V. S. em resp
de abril o
vineial tem Ordem para pagar
Joaquim Leite Bra
UBief do citado ofl!
OBSPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DA
19 DE SETEMBR) DE 1870.
Abaixa assignados encarreeados de confeccionar
o compromsso de Nossa Senhora da Luz.Passe-
se poriara approvaodo provisoriamente.
Comraissio adminis-ativa da igreja de Nossa
senhora do Rosario da freguezia da Boa-vista.
Dirija-se thesouraria provincial.
David Willam Bowmann.Dse.
David William Bowmann.Passando recibo, en-
tregue-se os documentos.
Ermindo Deocleciano de Loyola.Indeferido.
Irancisco das Chagas Pereira.-In'orme o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Irmandade do S da igreja da Santa Cruz.Passe-se portara appro-
vando provisoriamente.
Tenenle Joao Deoclecio da Silva Paula.-Re-
mettido a commisso encarregada da distribaico
dos gneros alimenticios ltimamente enviados
para a villa do Bom Conselho, para attender ao
supplicante.
Tenente Joao Deoclecio da Silva Paula.Re-
mettido ao Exm. Sr. baro do Livramento, para
attender ao supplicante.
Tenente Joao Deoclecio da Silva Paula.-Re-
mettido ao Sr. tenente-coronel Monteiro da Franca
para attender ao sopplieante.
Jos Isidoro des Santos.Informe o Sr. conse
Iheiro director geral da nstroccao publica.
Bacnarel Joao Vieira de Araujo-Certifiqne-se.
fcngenheiro Joaquim Pires Carneiro Monteiro.
Informe o Sr. engenheiro ebefe da reparticao das
obras publicas
Joaquim Manoel de Castro Sanios.Passado o
prazo marcado no art. 45 do decreta n. 1130 de
12 de marco de 18,33, ser attendido.
Bacnarel Joao Luiz Cavalcanti de Albuquerque.
Indeferido avista da inferinacae.
Dr. Manoel Texeira Peixoto.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel Joaquim Barbosa.Indeferido avista da
loformaeo.
Marta Mathildes Cavalcanti.A supplicante de-
via saber quando arrematoa a obra, qne esta nao
se poda lazer sem andaime ; paranlo nao tem la-
gar o qae reqaer.
Rosa de Lir Pereira.Dirija-se ao Sr. desem-
bargader provedor da Sanu Casa de Misericordia
em sessao da junta, quanto menor Isabel ; e
quanto ao mener Octaviano, ser admittido no ar-
senal de guerra, se a supplicante quizer, vito ser
raaior de 9 annos.
Sociedade denominada Monte Pi Brasileiro
Passe-se portara na forma requerida.
Sebastiao Antonio do Reg Cavaleanti.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial
Dias 20, 21 e 2.
Angelo Francisco da Costa.Nao tem lugar o
que requer por estar interinamente provida a ca-
deira que pede.
Capitao Antonio Vicente da Costa Azevedo.
De-se-lhe guia para a batalbo n. 19 do mesmo
municipio.
Abaixo assignados recolhidos a casa de deten-
cao desta cidade.Opportuaamente e quando fo-
rera requesitadas pelo juiz competente, a quem
se oflkia nesta data, serao os supplicaute defe-
ridos.
Abaixo assignados moradores e commercante3
establecidos a ra do Barrio da Victoria desta
cidade.Informe o Sr. engenheiro chefe da re-
particao da? obras publieas.
D. Candida Baptista de Azevedo Maia. -Exiba a
planta exigida pelo decreto n. 4105 de 22 de fe-
vereiro de 1868, e autorisaco do juiz der orphaos
para poder ser attendida.
Eduardo Mornay. Nenhum inconveniente ha
em screm os arbitramentos feitos no mesmo acto,
urna vez que nefle se extreme o valor de cada ar-
bitramento, e por isso convm que os louvados
se entendam para os trabalhos de que estao en-
cardados.
Firmino de Oliveira Mello.A' vista da infor-
maeo conceda-se.
Francisco Antonio de S Barreto.Prove qae
nao fui argido da faltar pela commisso da as-
sembla legislativa, proviacial, qae o examinoa o
estado do corpo de polica, ou que dellas ji se
justilicou. '
F. M. Duprat. Nai imendo crdito para a
despeza e que o suppicante trata, e que nao
pode ser considerada eventual em Vista do art. 33
da lei do ornamento vigente, nao pode ter lugar
o que requer.
Flix de Valois Correa.-Tendo os documentos
que allude servido de base ao acto da presi-
dencia da 14 de maio ultimo, pelo qual foi o sup-
plicante removido, nao tem lugar o que requer.
Henrique Cloriudo Taylor.Conceda-so com er
cenado somente.
Jos Vieira Resende. Informe
municipal da 1* vara.
Joao Joaquim de Siquera Varejao.Visto a
dispojicao do art. 33 da lei do orcameato vigente
aguarde o supplicante a reunio da assembla le-
gislativa provincial quera compete marcar
para o pagamento.
Jos Xavier Carneiro de Barros Campello.
Informo o Sr. Inspector da thesouraria Provio-
cial.
| tem logar o qae requer em vista do disposto do
aviso de 10 de agosto de 1869.
I Frei Orio de Sant'Anna Riqae.Informe o
Sr. Inspector da thesouraria provincial.
_Padro.de Alcntara > Guimara Paiiote.
Nao ha que providenciar vista da mformacao.
- 20 -
Antonio Xavier Rodrigues da Silva e Joao Fran-
cisco Lns. Dirjam-se a thesouraria provin-
cial.
Antonio do Santos Vital.Informe o Sr. inspec-
tor da thesonfaria provincial
David Limn, Pedro Bejaraira Coblentz e Samuel
Julio Bert.Remettido ae Sr. inspector da thesou-
raria provincial para attender aos supplicantes
quanto a fianga..
Diogo Henrique de Soaza.Reqaeira por ioter-
roedio do commandante superior respectivo.
Major Francisco Antonio de S Barreta.Jac-
te se ao priraeiro requenmento.
Francisco Bernardes Pessoa de Vasconce-
los.Informe o Sr. director geral interino da ins-
truccao publico ouvindo o regedor do Gymnasio.
Idalina Leite das Trevas.Dirija-se ao Sr. des-
embargsdor provedor da Santa Casa da Misericor-
dia em sessao da junta, quanto aos menores Satur-
nino e Obdulia, e quanto ao menor David pode ser
admittido no arsenal de marinha ou de guerra se
a supplicante quizer.
Jos Augusto de Ara ojo.Juntos os offlcio* do
engenheiro chefe da reparticSo das obras pobJieas
n. 106 de 15 de margo de 1869 e ns. 137 de 19 de
maio, 146 do mesmo anno, e 233 de 22 de agosto
prximo Ando e papis a ^ae elles se referem. in-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial
com brevidade.
Jos Augusto de Araujo.Junto este ao reque-
rmenlo e informacoes qae deram lugar ao despa-
cho de o de maio de 1868, valle ao Sr. -inspector
da thesouraria provincial para informar.
^Jos Henrique Trindade.Passe-se portara na
forma requerida
Joaquim Manoel Bezerra.Informe o Sr. Dr.
juiz municipal da 1' vara.
Joaquim Manoel da Costa.Nao tendo a assem-
bla egislatiua provincial consignado crdito no
exercicio corrente para a indemnsaco que re-
qaer, aguarde o supplicante a sua prxima vindou-
ra reunio.
Joaquim Albino de Gasmo.Certifique-se o
que constar.
Jos Henrique da Trindade.Pagos os direito?
provnciaes e geraes que forem devidos, e a qae o
supplicante ineontestavelmente obligado, conce-
da-se a approvacao requerda.-
Joaquim Jorge de Mello Pilbo.Conceda-se nos
termos do art. 1 1- e art. 5 do decreto
n. 3579 de 3 de Janeiro de 1866.
Luiz Epipbauio de Souza.Remettido ao Sr.
inspector do arsenal de marinha para attender ao
supplicante nao havendo inconveniente.
Commendador Manoel Luiz Vires.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Marcos Gomes da Silva.A* thesouraria provin-
cial cora cfflcio desta data.
Severino Gomes Coutrabo.Segando informacao
do juiz de direito de Pao u'Alho providencion-se
para ser enviado ao tribunal da relacao novo tras-
lado dos autos.
Frei Seralim de Catania e mais religiosos de
Nossa Senhora da Penha.Informe a cmara mu-
nicipal desta cidade.
Thereza Alexandrina de Barros Mello.Conce-
da-se 10 dias com ordenado somente.
PERNAfflBUCO.
o Sr. Dr. juiz
quota
wararia pro.
Joao Hermenegildo Xavier de Salles.O sup-
plicante j foi att3ndido.
Joao Hermenegildo Xavier de Salles.Passe-
se portara removendo o supplicante para a ca-
deira da povoaeao de Caxanga.
Jos Augusto de Araujo.Dirija se a thesou-
raria provincial.
Jos Carlos Vital.Dirija-se ao Sr. commandan-
te do corpo de polica.
Joaquim Jos de Sant'Anna.^-Sa-faca o que
exige o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jos Francisco Pereira.Prove o supplicante o
qae exige o Sr. inspector da thesouraria proviu-
cial.
Tenente Jos Magalhes da Silva Porto Infor-
me o Sr. tenenle-coronel commandante do corpo
de polica para informar s ha forca disponivel
para mudar o destacamento que existe na comar-
ca de Garantiuns.
Luiz Eduardo dos Sanio*.Prove o supplieaote
o qae exige a thesouraria.
Leandro Gomes de Mello Cavalcante.Aguarde
a decisao de governo imperial.
Matheus Pereira do Reg.Satisfaca o que exi-
g9 'nsneclor da thesouraria provincial.
Maria Francisca. o fllho da snpplieante nao
foi preso .para fecrata. est pronanciado.
Manoel Alves Barbosa.-S4 depoi que os tri-
buoaes judicianos julgarem o snpplieante com
direito ao termo que alludt, e nao Jos.Jacome
Tasso, i qaem se passou titulo re afforamenlo po-
dara, ser altendido.
alaria Jos Coneeicaa. Aguarde a decisao
yo governo imperial.
Padre Manoel Tertultauo le Figuelredo.-No
REVISTA DIARIA.
GYMNASIO PROVINCIAL.Por portara de
22 do corrente, a presidencia da provincia, auto-
risada pelo art. 11 da lei n. 511 de 18 de junho
de 1861 a reformar o regulamento do gymnasio
de conformidade com as disposiedes dessa lei,
attendendo qae o art. 33 da lei a. 598 de 13 de
maio de 1864 resiabelecea a de n. 369 de 14 de
maio de 1855 na parte que d;z respeito esse es-
tabelsamento ; resolveu que, emquanto nao bou-
ver sacerdote que accumule as funcQoes de cen-
sor e esmoler, sejam estes dous cargos provisoria
e separadamente exercidos, como dispunham os
arts. 133 e 134 da citada lei n. 369 e os captulos
2. e 3 do regulamento de 25 de jullio de 1855.
Em virtude da portarla sapra, foram interi-
namente nomeado? : o repetidor Dr. Jos Eysio de
Carvalho Cunto, para exercer o lugar de censor, e o
Sr. Alminio Alves Alfonso para o lugar de repeti-
dor, emquanto durar o impedimento d'aquelle.
ASYLO DE MENDICIDADE Por portara da
presidencia da provincia, de 23 do corrente, foi
exonerado, sea pedido, Clemente Jos Ferreira da
Costa Jnior, de moraomo do Asylo de Mendici
cidade.
DISTRICTOS DE :SUBDELEGACIA.-Por por-
tara da presidencia da provincia, de 22 do cor-
rente : f i creado um districto d* subdelegada na
freguezia de Leopoldina, do termo de Cabrob,
tendo os mesmos limites da freguezia, qae Ibe fo-
ram mareados pela lei provincial n. 924 de 25 da
maio ultimo : e foi supprimido o districto de sub-
delegada denominado do Sacco, no termo do Ex.
AUTORIDADE POLICIAL.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 23 do corrente, foi no-
meado 5." supplonte da freguezia de S. Frei Pedro
Goncalves, o Sr Antonio Ferreira Bailar Jnior.
FESTA DE LIBEBDADE.A Sociedade Eman-
cipad ra do elemento servil em Pernambuco eele-
bron hontem, s 11 horas da manba, n> salo
principal do Club Pernambucaoo, sua primeira
sessao magna anniversana.
Essa fesu, onde a liberdade leve a sua apologa
pratica na conoessio de varias cartas de alforna
infelizes que tiveram a pouca sorte de nascer
dos seios da immunda escravido ; essa testa, que
tambem foi coroada pela liberucao de muitos ven-
iros, pelos possaidores de algamas escravas ; nao
leve a pompa qne fra para desejar, visto como
ella ooncorreu bem pequeo numero de cidadaos,.
um bem limitada ncleo de individuos.
Nao queremos fazer censuras ninguem ; mas
um tal indifforeatismo de que proviria 1 Seria da
pouca aceitacao da idea da emancipadlo do to-
mento servil ? Nao, afflrmamos que nao foi. Esse
iodifferentismosem duvida provea da pouco genero-
sa idea deque a sociedade, aproveitando-se da,ucea
sio de s-ua fesia,. ira 1 aojar um tributo sobre a
bolea dos sea convivas. Mas essa idea nao tinha
razaode ser; porqoe, se a Sociedade Emancipa-
dora carece do auxilio de todos para levar effoi-
to os fias de sua creacao, fila nao sabe extorquir,
nem se aprovetta das oceasioes solemnes para,
pondo em xque os bros do individuo, arrancar-
le urna offeraoda que |he nao dictada por sua
propria e espontanea generosidade. Houve, pois,
erro de aprecacao da parte d'aquelles que taes
sentimentos emprestaran aos membros da direc-
tora da Sociedade Emancipadora.
A' parte essa falta de esneorrencia, a (esta esle-
ve esplendida.
O sallo do Club, convenientemente decorado para
a ceremonia, offerecia um aspecto Ijndo, que era
realcado por creseidp numere das libertadas pela
sociedade.
No aguao de entrada toca va urna msica marcial-
A's 11 horas o Em. Sr. baro do Livramento,
presidente da assembta geral da sociedade, em
presenca da directora e do auditorio reunido no
saiio, a^rio a aeas.au, pedindu a Sr. GervaaiQ
Campello, rrimeiro secretario, para lr o seo ex-
tenso JlAperfeiamento bera elaborado disenrso,
que causDo viva impresso em lodos que o ouvi-
ram, e qae imanhia pablicaremos em nossa oia-
v pgii do elementoservil erjearada, anda que ao de leve,
por todas assaas diversas e variadas faces, e bem
assim um minucioso histrico sobre ella, onde se
revelan profindos conhecimentos de historia.
Fioda a litura do discurso, o Sr. primeiro se-
cretario annoiciou que estavam sobre a mes
quatro doenutentos que concediam liberdade de
ventre 50 acravas. sendo 6 pelo Sr. Jos Ma-
theus Ferreira, 32 pelo Exm. Sr. baro do Rio
Fumoso e-seui Qlhos, 5 pelo Sr. Dr. Manoel de
Siquera Civalfanti, e 7 pelo Exm. Sr. baro do
Livramento.
As pimeras fio as escravas de nomes : Rita;
Celestina, Luiza di Cooceico, Josepha, Seraphina,
e Luiza ; as 5 prineiras pardas, a ultima preta.
As segundas sao: Venancia, Justa, Margarida,
bevenna, Rufina, lugena, Claudina, Luiza, Liba,
Gertrudes.Balbina, lervina, Ponciana, JosephaJIa-
chado, Perpetua, Joama, Renta. M-'quelina, Sabina,
Vicenta, Digna, Aquilinas Mara Magdalena, Agre-
proa, Clolhiide, Ros, Mara, Andreza, Damasia,
Candida, Manoella e Apolonia ; todas prelas.
As terceiras sao : JjciBtha, Bertholina e Sccao-
dioa, prelas; Sopbia t Ignez, pardas.
As laartas sao : Floirnda. Antonia, Maria, Gec-
trudes, Rita, Febronia eMaria.
Depois disto foram entregues as eartas de liber-
dade as seguintes :
Alforriada pela sociedade : Jjvina, parda, de 3
1/2 annos, escrava de rancisco Antonio de Fi-
gueiredo ; Adelade, parta, 12 annos, escrava de
Ignacio Francisco Pereirada Silva ; Idalina, par-
da, 8 annos, escrava de Jos Fernandos da Silva
Daltro ; Claudiaoa. parda, )8 annos, escrava de D.
Rozenda C. B. de Menezes; Maria, parda, 4 annos,
escrava d D. Zima Rocbj de A. Lima ; Maria,
preta, 5 1/2 annos, escrava ide D Laiza Eudoxia
Baptista ; Hosa, preta, 201 annos, escrava de Anto-
nio Vasco'Cabial ; Joanna, di 5 annos, Lucia de 6
e 1/2 anuos e Luiza de lOe i/2 annos, pardas,
ecravas do padre Trajano Bstevo da Providen-
cia ; Eugenia, preta, 6 annos, escrava de D. Joan
na M. de S.->Albuquerque ; Rosa, preta, 35 annos,
escrava de Jos Feliciano Nazareth ; Ignez, preta,
30 annos, escrava de D. Joaqun Benedicta V. da
Silva ; Euthalia, parda, 10 ansas, escrava de Je-
ronvrao JoaquimFiuza de Oliveira ; Hmorina, pre-
ta, 40 anno, escrava de Joaquim Martins Moreira;
Florentina, parda, 20 annos, escrava de D. Fran-
cisca Correa de Almeida ; Ignez, parda, 20 annos
escrava de D. Anna da Cooceico Campello ; Rufi
na, parda, 20 annos,.escrava de D. Elisa Rosa das
Neves ; Joanna, parda, 120- ancos, escrava de D.
Maria de Albuquerque Montenegro ; e Claudiana,
preta, 20 annos, escrava de D. Joaquina E. de
Figueiredo.
Alforiad* por seus sennoras, em non da so-
ciedade e para commeraorar o sea primeiro an-
iversario : Virginia, parda, escrava de Luiz Gau-
calves da Silva; Antonia, preta, SO annos. escrava
de D. Francisca Correa de Aimeida ; Cordolino.
pardo, 3 annos, escravo do padre Trajano E. da
Providencia ; Juliana, parda, 3 annos e meio, es-
crava de Eduardu Burle ; Elvira, 10 mezes, Bel-
miro, 1 mez, e Julio, 15 mezes, pardos, escravos
de Jos Matheus Ferreira ; Tertuliano, preto, es-
cravo de Joo de Assis Pereira Bocha; Geno-
veva, parda, 45 annos, escrava de Joaquim Martins
Moreira ; Leonilla. parda, 6 annos, escrava de
Paulo Jos de Oliveira ; RauL pardo, 2 anuos, es-
cravo do Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment ;
Flaviana, parda, 2 mezes, escrava do Dr. Manoel
de Siqueira Cavalcante ; e Vctor, pardo, 5 annos,
escravo do coronel Justino Pereira de Farias.
Alem d'esses foram maisalforriados.emnmada
sociedade pelo Sr. Jos Matheus Ferreira os se-
guntes escravos: Philomena. parda, de 4 mezes,
escrava de D. Francisca de Paula Cabral; e Ma-
ria, de anno e meo, escrava de Viviano da Silva
Caldas.
Como vem os nossos leitores foram os liberta-
dos em numero de 35, dos quaes 20 expendas
da sociedade e 15 por benemritos cidadaos, que
gravaram seu nome no pedestal do mais bello
monumento que (rata* a sociedade brssileira de
erguer no slo de sua estremecida trra natal.
A testa da socied^dej Emancipadora foi, pois,
como dissemos em principio explendida e ma-
gesiosa, e deixou perfeitamente entrever do que
capaz urna associaco de homens livres qae tem
por fim emancipar seus semelhantes, brbaramen-
te escravisados por seas autepassados.
O flm alctocado pela sociedade no cario espa-
co de algans mezes toi brilhame j Dos a proteja
a sua santa e civilisadora misso, afim de que
n'um futuro, que almejamos seja o mais breve pos-
sivel, possamos ver o Brasil regenerado d'essa -do-
enca moral qae lodos os das Ibe est coDsammin-
do a melbor parte de sua seiva, e possaraos oceu-
par um lagar dislincto entre as mais civilizadas
uacjJes.
A sociedade Emancipadora immortalisou seu
noms ni fesia de hontem ; o futuro lhe pertenc,
e com elle ama parte das glorias da emancipadlo
dos escravos doBrasll.
AsSASSINATO.No da 8 do corrente foi en-
contrado, 6 leguas de distancia do tormo de Ca-
brob e meia da faz oda Qutxba, o cadver do
tenente-coronel Saturnino Jos da Silva.. Do exa-
me que se proceden resultou : qu sobre o olho
direito havia um feriwento de bala, que sanio atraz
da orelha, um taino de faco no mesmo lugar,
duas estocadas abaixo do olho, seis carolo* d
chumbo na garganta e tres golpes- de faca sobre
a caneca. Ajada nao tioham sido deseobertos os
autores desse horrivel assassinato, mas a polica
envidava todos oa esor^os para sua deseoberta e
puoico.
RA DO CAMARAO.Temos qaeixas. de mora-
dores desta ra contra nm visiaho que sola todas
noutes a pisseiar petos teinadas um grande ca-
xorro, com grave ineoremodo de quem tranquilla-
mente se acba em sua cama. A' quem de direito
lembraraos que faca cessar esse roo costume.
DINBEIRO.O vapor Pirapam trooxe para
os Srs.:
Perdigao. Oliveira & C............ 5:032*000
tnculados r555individoos, sendo: 642 da pesca-
ra, 412 da cabo^gerrK 491 do trafego. Na ca-
botagem cootara-se 401 brasileiros-, ?.i esIranRe-
ros e 8iescravos. Na pescara todo sao Brasilei-
ros, e no trafego dos portee apenas .Tsao esiran-
geiros.
Na bibliotaeca poblica existem. actuameole,
discrimSnados c elass+fleado, conforme as dspo-
siijes do respectivo regulamento de 31 de drzem-
brnde 1866, 3,746;volBraes, sendo 257 sobre theo-
logia, 232 sobre jnrisprudeneja, 550 sobre seieo-
eias e artes, 532 sobre-eneyetopdias, 987 sobre
historia e 1,157 sobre litieratiir, montandos ledos
a 4,517, inclusives- 772, que estao em braohara e
encaderoando-se.
A provincia divide-se em 15 comarcas, abraa-
gendo 20 termos com julzes lettrados, la annexoe,
e 116 diatriclos de paz.
Exintem actaalraente na provincia IWcadei-
Has publicas para o eosine primario para o seno
mascolino e 62 para o fermnino. total 17i-;.esto
providas, daquellas f99 e dess 53, regidas inte
nnamenie 7, e 19 vagas. No correle anno matri-
eularam-fo 4,562 alumnos do sexo mascolino e-
2,220 da femenino.
* O patrimonio da Santa Casa da Misericordia
eleva-se de presente 99:2623830, nao induhrfo
o edificio em que funedona, nem tambem osga-
dosj. movis o mais objectos. O seu activo attinge
somma de 104:202*838: Esse capital nasceu da
pequea cifra de 24:9692079, proveniente de do-
nativos feitos pela populaoo pobre da provincia
por oecasio da calamitosa secca de 1845.
No anno de 1869 foram inacumilildas por con-
ta da provincia 112 criancas de conformidade com
a resolucao provincial n. 1J254 de 2 de dezeralim
de 1868, exceptuando as comarcas do Crato, ir-
dim e Soeiro onde at boje as commissoes nao
executarom o que Ihes cumpria.
t Em face dos dados que me foram Torneados
verilica-se que a renda geral arrecadada no exer-
cicio de 1869 a 1870 eleva-se a reis2,304:923t73*y
a saber;
Importaeao....... 1,502:277*031
Despacho martimo 6:400*225
Exportago........ 575:451*523
Interior.......... 209:891*381
Extraordinaria..... 11:297*613
,. 2.304:923*073
No ejercicio de 1868 1869, a renda arrecadst*
monten a ris 1,502:951*654, a saber:
Im por lacio....... 862:142*606
Despacho martimo 2:624*620
Exportaco....... 439:789*490
Interior.......... 187:462*970
Extraordinaria___ 10:931*968
1,502:951*654
O valor da importaeao estrangeira, despachad*
directamente na alfandega desta provincia ?*r*
consumo, no exercicio de 1*69 1870, foi de ris
3,990:5|*670. e no exercicio de 1868 1869 de
ris 3,252:203*332, tendo sido, portante, o pri-
meiro superior ao segundo em ris 738:746*34*7
ou 23 /,.
O valor dos gneros de produeco do paiz
exportados directamente para fra do imperio na
exercicio de 1869 a 1870, iraporlou na quantia de
ris 6,383:751*700, e no de 1868 a 1869 no de res
4,876:54**359.
< Da comparado deste* dados verifica-se qne
aquello exercicio prodnzio mais do que este, rrs
1,517 J6ft*341 ou 31^' /
Por coota do exercicio de 1869 1870 a the-
souraria j de fazanda remetleu ao tbesouro naco-
nal em dmbeiro a quantia de ris 1,967:7372629
e, em dala de 5 de julho ultimo, exisia anda em
caxa. sol, a guarda do honrado thesoureiro soro-
nel Manoel Flix de Azevedo e S, o saldo de-ris
176:60*j554, sendo :
Sra dinbeiro...... 134:9415226
scriptos a vencer. 31:329*520
ettras........... 10:336*808
176:6073354.
Os gneros de maior produeco da provraeia,
e que mats-concorrero para o augmento da reeeta
e valor-da exportaco sao o algodo, assucar, bor-
racha, cate, coaros e cera de carnauba. '
No me: ds agosto ullimo a alfandega arpecadou
272:75i936.
O^Club Cearense ft-strjoo o anniversario da irv-
dependenria do imperio com um baile, qne eeiew
concorrdo e animado.
A* 31 de agosto Ikon nos cofres da thesouraria
provincial um saldo de 171:145*202, senda em di-
nbeiro 128:788*012, e o mais em leltras, apoliees
e depsitos.
Pela presiden;ia*da provincia do Rto-Graade
do Norte foi nomeado promotor publico de Mosso-
r, o Sr. Dr. Ulsyses-de Barros Mendonca.
Na capital falleeea, eom 98 annos de idade, D.
Joanna Evangelista de Mello, dentando grande- des-
cendencia de finos, netos e bisnetos.
No termo de- S. Joo, da provincia- da Para-
hyba, fo-am capturados os celebres criminosos
Borlo e Vicento.
HOSPITAL PORTUGUEZ.Est da semana oes-
te eslabelecimento o Sr. mordomo commandador
Joo Lai. Ferreira Bibeiro.
LOTERA. A que se aeha venda a 162
beneficio da igivja de- Nossa Senhora da Coo-
ceico d
Moreira, Rets 4 C................ 4:200*000
Manoel Jos F. Cruz.............. 800*000
Luiz Goncalves da Silva A Pinto___ 800*000
Cuaba fcManta.................. 610*000
Dr. J o da Silva Ramos.......... 523*000
Jos Gailhermo & C.............. 500*000
Oliveira, Miranda & C............. 420*000
Joaquim Jos Goncalves Beltro---- 203*160
VAPOR PIRAPAMA.Cbegou sabbado da Gran-
ja e portos intermedios, traiendo jornaes do Cear
at 14, do Rio-Grande at 20 e da Parahyba ate 23
do corrente.
No da t* installou-se a assembla provincial
fio Cear, fteando sua mesa administrativa assim
organisada: presidente, Dr. Goncalo B. Vieira;
secretario*, Joao Severiano Ribeiro e Dr. Joaquim
Mendes da Cruz Guimares.
Pelo juizo de direito da capital foi pronunciado,
como iaeurso no art. 170 do cdigo criminal, em
dous proeeasos, ojalx municipal resjectivo Dr.Ma
noel da Cunha e Figueiredo.
Do relatorio da presiden a da provineia, apre-
santdo' assembla respectiva, exlrahimos os
seguintes dados tsiauslioos.;
a At 15 de julho ultima existan, na cadeia da
capital, 255 presos. 242 homens a 13 multv
as diferentes estaeSes, em qae se' divide a
capitana do porto desta prqviQcia, achara-s'1
ps Militares" Jo Recife, que se extrattir
sexia-foi a 30 do corrente mez.
PASSAIGEIROS.Vindos da Granja o portos in-
termedicis, na vapor bsasileiro Pirapama :
D. Jaciptba Mara R. Cabral, 2 Olbos e 1 escra-
va, Manoel de Mello Campos, Raphael' Granadas',
Francisco Ribeiro, Maria Garca e 4 filhos, Rosa,
Cornea, Carolina, Corvinia e sua mi, Jos Garca,
Amonio de Paula, Joo Pereira da Silva, Antonio
Nicolao de Medeiros, Joaqoim A. O. Moraes, Joo
Climaco de Aranjo Lima, Raymundo V. Brigido
dojs Santis, Joo Power, Antonio Barroso, 15 im-
migrantes portuguezes, Antonio Manoel de Sam-
paio e 2 criados, Alexandre de Son Nogueira,
Aurellano Angosto de Souza Serrano, Jos Aotonio
Aris, Manoel Cornelia, Jlo Henrique e 1 eicra-
vo, Andr A. S. da Cmara, Dr. Luiz Ferreira No-
brePelinfa, Joaquim .A. Raposo da Cmara, Anto-
nio Joaquim, Maria Lourenca da Cojicetoao, Ma-
noel Gonoes, Francisco Cesar do Reg Barros, Joa-
quim Casimiro de Souza, Jos Joaqoim Nobre C-
mara, Joao Franc isco da Cunha, Sabino Monteiro
de Mello,Domingos Grisoa, Joaquim luiz Goncal-
ves Peona. Mathias Tavares d* Almeida, Cesario
Jos A dos Santos, Bernardino Cabina, Antonio
Pasehoal; Antonio Francisco Monteiro da Silva,
Herculano Guedes de Oliveira, Francisco Guedrs
de Oliveira, 1 desertor, 1 sentenciado, 5 pravas,
Antonio Dias Pinto.
Vipdos de Mamanguape, no vapor nacional
Cnrurip :
Beato M. Ferreira Maciel, Jos Louren?o da Sil-
va Milaoaz, Rento Jos Aulunes, Manoel Fernn-
des, Dr. Flix Antonio Ferreira Albuquerque, Vir-
ginio Honorio de Almeida, Jos Silvino da Almei-
da, Dr. F'rederico Albuquerque e 3 escravos, Fran-
cisco Cuartn.
Viudos de Lisboa, no brigue portuguez Ma
Figueireme :
Joao Pedro de Azevedo, Jos Baptista de Arau-
jo, Joo .Nunca da Silva, JoaquimVietorio Marques,
e Antonio Robrigues Cardoso.
CHROTHCA JI HTHKH.
rRIBUAL DO ('OHIERCIft'
ACTA DA SESSAO AxOMINISTRATIVA DE 22 DE
SETRWKO DE 1870.
rBKsrDfirraa do exm. m. dbskmba'sgxdob aitil >
FHAMCJ8CO JPKBBTTI.
As 10 horas da asurna, estando reunidos os
Srs. deputdos Rosa. Busto e Miranda Leal, fa! -
tando com Darticpacac" o Sr. deparado snpplentp
S Leb, S. Exc. o Sr. presidente dedaron aberta
a sessao.
Foi lida e approvada a- ?eta da sessio de 19.
EXPK3BSVTK.
Offlcio d6 Eot. Sr. vice-presidente da provincia,
enviando o passporte, brr* como a carta d re-
gistro da barca Thertza /.'-por ter sido considera-
da em estado de innavegaMMade.Ateuse-se, e
a secretaria-faga as notas competentes.
Informafo da secretaria sobre a pretenca da
companhia AlliaD?a de seguros-maritimes.(Picoa
adrado.)
DESPACJie*
Requeriraeotos:
De Lydio AlerarM>Bandeira> de Mello, oabmetten-
dn registro anomeacao d* s cixeiro Rodol-
pho Correa db Menea**.- Registre-se.
De Antonio Ferreira da Cosa, submettendo
tambera registro a de seu.caineiro Miood dr>
Siinlos Monteiro.Rejistre se-.
De Antonio XTera Res dr .-;nbirinho, n mesm--
sentido quanto-a de sm caixeiro Eaz Moreira Re
Registre-se.
De Alvaro r.C, ioVra, sendo-o caixeiro Antn i -
Alves do Nascimeuto Feslosa.Rgtre-se-
De Arminio remandes Alves de Lima eMstaoe!
Jas de Soaza, apreseaaando a registro o sen dis-
trato social.V>sta ao Sr. deserabangador rbcal.
De Eduardo da Silva Perreira, requerendo cer-
tido do registro da nonteacao de se caixeiro Ri>-
dolpho Cavalcante ue aJfcnquerqae.D-se-.
De Manoel Marque de Abren Ponto, igua- cer-
tido com relacao ao seta caixeiro Aadr de Abreu
Porto Sobrinho.Skn.
De Jos Barbosa de Mello, certldSo igualsobfe--
o sea caixeiro Faancisi Gil der3uaTeixiB.
Certirkine-se.
De Castro & Aitaner tarmberr>certuio da estar '
registrada a nomeaeo dfe seu caixoire. Paulino Jo--
s Anlun-s.Como requeren).
De Pinto da Si Uva, A. Casco, ne mesmo sevtioV
quando ao seu caweiro Joo Baptm fsrnandaa.
Certftf|ue-se. ,
De Jos Ferreira Entas, tambtn no-mesmo sen-
tido com lelacao ao seu caixoiro Jdaqwm Ferreira
Fbntes.-- Certilique-se.
Da viuva Leconle pedalo ser admittkda regis-
tro a nomeadvo de sea eaixeiro Carlos-Angosto de
Almeida.Registro-se.
De Jos Joaquim de Lima Bairo, pedindo igual-
mente ser admillida registro a- de-seu caixeir
Prederico Colombiano da>Suva Gnimanes.aegis-
tre-se.
De J. Joaquim. Barbosa da Srlve, nal pedid
quanto a de seu caixeire- Manoel Jos-Barbosa da
Silva.Registre-so.-
De Rodrigo Pinto Moreira, dem, .sendo o caixei-
ro Silvestre Baptista de Santa RbsauRegisar-se.
De Santos Falco dr.G^ idem, sendo.es seos cai-
xeiros Jos Fortunato do* Santos Pdrto Junioaj An-
tonio Luiz de Oveira e Ricardo A4res da. Silva
Leite.Registre-se
De Angelo Dias da Sitva Cardeal, idem, sendo
seu caixeiro Manoel Antonio Fdix.-r-Supprida na
forma da lei a data.da estampilla, vefce a pelicao.
De Jos Antonio de Kaedo Lopes, para s lhe
dar por certido-se est, inscripto come.seu Mixtu-
ro Antonio Manoel de Souaa.Como aequer;
De Jos Joaquim lmente! Psreir*, para se Ihu
dar ceriido de ter sido registrada, no. corrate an-
no algara contrato seeial da firma FigueirCio Pai-
va \ Loorenco_-Ceriafne-se.
De Antonio da Silva Puntes Guimares, pera Ibe registrar a nomeaeo de sen.oaiuiro /quiln-
Fernandes.(Adiado.)"
De Chalaba cV Naves, do mesmo sentido'qnant->
de seu ca-xeiro Uygino Redrigaes Pcteira da.
Silva.Registre se.
De Joo Cajistrano de Oliveira dt C, ne mesmo
sentido respectivamente ao sen caixeiro Sebastin
Antonio do Rogo Barros Sobrinho.Registre-se.
De Magaa? *t Crmo, taabem pan se Ibe*
registrar a nomeaeo de sea, caixeiro Antonio de
S de Leilao,Registre-se.
De Joaquim.Duarte 4 Irmio para igirments.
Ihes registrar a de sea caixeiro Manoel Tbvares-d--
Sooia.Rejistrc-se
De Antonio Francisco Martins. no mesmo senti-
do quanto ao seu caixeiro Manoel Svraplicio Tor-
res Registre-se.
De Dominios Toixeira Batos & d, tamben, sob-
mellendo a registro a nomeaeo de seu caiaveir >
Jos de Oliveira Baslos.Registre-se.
De Manrel da Co-ta Azevdo Napoteo, apresen
tando para ser registrada a nomeaeo de caixeiro
qne dera a Fortunato da Costa Mareira Maia.
Registre-sa.
De Joo Ch/istian, aprasenlando igualmente pa-
ra ser registrada a de seus caixeiros Luiz Pire-
Galvo,. AIjbso de Castro Oliveira e Joo Fernan-
das d Maura.Registre-se.
Da Monteiro & Corren, tambem apreseotando
para ser registrada a de seus caixeiros lamino d.<
Azevddo Cesta. Francisco Manoel Monteiro Torres
e Prandsco Jos de Lima Coutioho.Reg^tre-se
De Pacbeco & Azevddo, igualmente aposentan-
do para ser registrada a de sei caixeiro- Joaquim
Pereira da Silva.Registre-se.
De J&aquim Silverio de Soaza-4 C, aposentan-
do par o mesmo fkn a de seas caixeiros Jos Si:-
verio de Souza, Vicente Silverio de Souza,, Manoel
Moreira Pinto e Joo Vctor de Moraes.Sejaw re-
gistradas as nomeacSes.
De Carvalho Zenha & C, pediado que se.tfic-
certifique se seu caixeiro Manoel Victoriano d-
Lima acha-se ou nao inscripto.Certifique-se.
Nada mais bavendo-se submetlidp despaeb >.
o Exm. Sr. presidente eocerrou a sessao pelas 11
horas e meia do dia.
SESSAO
JUDIQARiA EM 22 DE SETSMBRO
DE 1870.
PBKSIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOS A. P.
RETTI.
Secretario, JuHo Gninret.
Ao meio dia deelarou-s aberta a sessao estanl
reunidos os Srs. deserobargadores Sirva Guima-
res, Reis e Silva, Motla, Aceoli e deparados Ri-
sa, Basto e Miranda Leal, tallando casa participa,-
cao. o Sr. S Leito.
Lida, foi approvada a aeta da sessao passada.
Foi lido o offlcio de 20 do corrate do Exm. Sr.
conselheiro presidente da relacao designando e Si
desembargador Bernardo Machado da Costa h
para rever o feito entre partes, appellantJacc!>
Cah, appellada D. Delpbina Tees de Meneaes.
Aposentado o offlcio datada de hoje do Dr. J
Joaqoim de Oliveira Fonseca communicando have:
nesta dala entrado era exercicio do cargo de pro-
motor publico desta cidade, o Exm. Sr. presi,'
mandou aecusar o recebimento.
ACCORDAOS ASSIGNADOS.
Embargantes Wilsons & Hett, embaagado Ber-
nardo Jos Rodrigues Pinheiro ; appellante Mane el
Pereira Magalhes, appellado D. Juan Bttsson.
,I0LC AMENTOS.
Appellante Antonio de Azevedo Neves, appella 1 >
Ben;o Jos de Macdo Pocas.O Sr. Bosa Juroo.
suspeipo e esUndo ausente o Sr. S Leito
se pOde proceder ao sorteio.
Embargantes os curad1 ~ da djsss
m

"vy



lija d Antonio Pedro d^ Mello, em
Mareellino di Rwa 4 Pillw; emnwg.
Bulista Goma* Peana, embargada D. Aon lose-
nha Pereira dos Sanios apellante Andre Barbo-
sa Soares, appellada D. Candida Mara do Frase-
res; appellante Jos Alves de Aguiar, appe!lado3
os administrador-* da.massa fallida de Antonio
Jos de Flgueir lo.Adiados a pedido dos brs.
derrotados. .. ,
Nao estando presente Sr. Sa Leiiao nao foram
prepostos os faltos, adiados as sess5as anteriores,
as quaes o mesmo Sr. jniz, entre parles, em-
barrante Joaquina de Azevedo Mai, embargado
Jos Antonio de Almeida Guimaraes ; appellante
Joio Eraneisco de Carvalho, appellado Manos!
Fraadsco da Silva tfivaes; appellante Joaquina
Francisco do Espirito Santo, appellados Lekmann
Frres; appellante J. Blum, appellado Jos Alves
Barbosa ; aopellitite Joaquim da Silva Costa, ap-
pellado JoalT Rodrigues Cordeiro; appellantes a
vinva e herdeiros di Dioeo os da Costa, appella-
do Antonio Ouarte Carneiro Vianna
Sendo conhecida a suspeicio do Sr. Basto, e
nao estando presente o Sr. S Leitio, nao se fez o
sorHo para que podesse ter logar o julgaraento
do felto antro partes, appellante Joaquim Francis-
co do Espirito SanU, appellado David Flack.
rASS\GENS.
O Sr. desembargador Silva Guimarie averbou
iinnedimento e passon ao Sr. desembargador Reis
e Silva : appellante Joaquim Francisco do Espirito
Santo, appellado Jos Feliciano de Nazareth.
Do Sr. desembargador Silva Guiraara>3 ao Sr.
desembargador Reis e Silva : appellante Jos Al-
ves Barbosa, appellado Lourenco Puggi.
Do Sr. desembargdor Reis e Silva ao Sr. de-
seaibirgador Accioli: appellante Francisco Men-
dos Martina, appellada D. Mara das Nevos de Mi-
randa Oliveira.
Do Sr. des mbargador Accioli ao-Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes : appellante Antonio Fran-
cisco de Oliveira, appellados Tasso Irmaos,
AGGRATOS.
J-.izo especial do commercio : aggravante D.
Mara Goncilves Ferreira Baptista, aggravado Jo-
s Francisco do Reg Mello.O Exm. Sr. presi-
dente negou provimento.
Jnizo especial do commercio : aggravante Fran-
cisco da Silva Reg >, aggravado Jos Carlos Tei-
xelra.O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Eucerrou-se a sesso ama hora da tarde.
COMMUNICADOS.
CoUaborapo.
No Diario de hontem, sob a epigrapheEnre-
nenamento di familia S e Atbuquerqnese pu-
lilicou um artigo sem assignatura ou pseudonymo
algum, respondendo ao correspondente do Diario
ao Rio, que responda tambera outro correspon-
dente da Reforma.
Procura o advngado da familia S e Albuqner-
qne sustentar as assercSes do correspondente da
Reforma, e acoimar ao Dr. chefe de polica de
tibio e pouco zeloso no cumpnraento de seus de-
veres, e no descobrimento desse horroroso crime.
Esse artigo que o que domis serio e positivo
so tem publicado acerca dessa lebre levantada
pelos Srs. Ss o Albmjuerqae, pelas considerares
que fez e accusacdss que levanta contra o Dr.
chefe de polica, nao obstante as aleivosias e fal-
sidades de que est invado, e pela pessoa que sus-
peitaraos o escreveu, merece uina resposta cabal e
peremptoria.
E' o que vamos fazer, procurando quanto sor
possa, sem prejuiza da dlscusao o da verdade,
respeitar o articulista e os seus clientes.
Deixaremos margem, sob o direilo da justa
represalia no qne fjr essencial, as calumnias e os
epilhetns afronlosos, de qne servio o articulista
com relacio ao Sr. Gaspar Gavalcante e aos seus
am gas e par los, que denominoa de asseclas,
O articulista falla cora tal seguran?* dos por-
menores do negocio, que -nos licito deseobri-lo,
porque eile mesmo se descobre; e, portante, te-
mos o direilo de suppor-lhe requintada m f na
exposicio que fez, encobrindo eircumstancias ver-
dadeirs de que elle tem sciencia, tanto pode a
id-ratidade de causa com essa familia Ilustre, no-
tavel e conhecida nesta provincia por mais de um
titulo.
O articulista propoe-se demonstrar : 1.qne as
provas fomeeidas pela familia S e Albuquer-
que as endagaco; que requerimento seu pro-
ceden a polica, eram sulflcientes para autorisar a
convieco de qne a morte fra o resultado da pro-
ni naca o de veneno, e de quera fossa o seu autor;
2.*que essas provas foram estragadas pela ti -
bieza e indeciso do Sr. Dr. chefe de polica, que
nao soube ou nao quiz tirar deltas lodo o pro-
veito.
Alm dessa demonstradlo, que capital, entra
o articulista em oulras consideracoes acerca do
modo por que procedeu a polica, e sobre as in-
munidades de que gosa o Sr. Gaspar, que sao a
ra*.?io da tibieza, pouco^criterio e zelo do Sr. Dr.
chefe de polica.
Quanto as provas, sao assim capituladas : 1".
declara coes de Eduardo feitas no tronco de Gia-
rarapes e na secretaria de polica ; 2 "a morte
do cao que comer do vomito do Dr. Victoriano
era Guararapes ;-3.* o jnizo de tres destnelos m-
dicos desta capital, que acompanharam constante-
mente a molestia dos finados o que opinaran) pela
probabilidade, e alguns pela quasi certeza do enve-
neoamento; 4.' a carta de Juliio Pefeira Lagos,
criado do Dr. Siqneira, referindo o dito de Maira,
na amasia, tambera com referencia Margarida,
da casa do Dr. Gaspar de Drumraond, onde, se-
cundo esse dito, se preparava um ceia para dar
cabo de um grande de Ipojuca; 5.'finalmente,
a indicaco de ama tal Vot, que ouvira dizer
um Calangro, escravo do Sr. Gaspar Cavalcante,
que o lenente-coronel Joio de S morrra por
causa das quesiftes que tinha com o Sr. Gaspar,
e que breve morrena tambera o Dr. Victoriano e
os mais homens daqoella familia.
Quanto ao estrago das provas, eis, era resumo,
em que elle constitue, segundo diz o articulista :
i."nao haver o Dr. chefe de polica se dirigido ira-
raediataraente aos engenhos dos dous Gaspares, in-
terroga-lo* ali mesmo, ou condal i-los pera isso a
esta cidade co.n promplldo e cautelas, antes que
ans e outros se podessem entender on ser industria-
dos por alguera; 2."haver, era vez de assim prati
car, mandado com notavel tibieza bascar Camaro
por um oficial subalterno e pravas desmontadas,
qne andaram perdidas, dando isto lagar que se
erazassem telegramraas, e que Camaro 9e con-
certasse com sea senhor, recebesse dinheiro delle,
mudasse de sella e de roupa, esperando para isso
o offlcal largas horas; 3.8fazer Carnario escala
pele quarlel de polica, antes de entrar na secreta-
ria onde tinha de ser interrogado ; 4."-haver-se
o Dr, chefe de polica com a mesm tibieza e fal-
ta de lino na condueco esla cidade de Marga-
rida e Manoel Calangro; 5.nao ter havido re-
serva nos interrogatorios de Eduardo e'de Eva,
role deste, sendo esta cercada antes de ser apo-
sentada ao Dr, chefe de polica, por pesoas inte
ressadas ua oceultaso do crime, e sendo os 1609
interrogatorios ouvidos por diversas pessoas que
no dia seguinte publicaran) pela imprensa noticias
pouco exactas e parciaest destinguindo-se entre
estes um empregado de polica de quem dependa
a incoramunieabilid.ile dos detentos.
Varaos agora analysar os dous pontos da de-
monstradlo que fica resumida.
Ser motivo do outro artigo para nao fatigar a
alteneo do publico, que desejamos inteira para o
descobrimento da verdade, que d certo ha de ser
fatal alguem,
(Continuar-se-ha).
PUBLICACOES A PEDIDO.
O eu venenaraento dos irmos S
e Albuquerque e a correspon-
dencia do Jornal do Commer-
cio da ere.
-Opublico- est sendo leslemunha dos ataques
qne por modo inslito e virulento estao sendo pela
iraprensa levados ao Dr. Joaquim de Aquino Pon-
ceca por algans de seas eoliegas e por mais al-
guera.
O facto de ler sido .inserta, na mis iva do cor-
respondente d'aqui para o Jornal do Commercio,
nma noticia circunstanciada sobre olio fallado
eoTCneoaraento dos irmaos do Sr. Baro de Gaa-
i-arapes, noticia escripia com exaclidlo e verdade,
e n qual se escreveu respeito do Dr..'Aqulno
coosa que multo abona- a saa j rauito bera for-
mada reputa^ao, eis a causa porque se atiram
contra elle t
Para qu o publico possa raelhor apreciar o ne-
gocio, transerevemos, da allndida e irrespondencia,
a noticia com qne tantos se esto encommodando.
Pela sua leitnra se ver qne nao era preciso ser
medico para escrev-la; e que quam quer que
em passa: nente
.nenamen! de redigir
oulras iguaes. a
era um geiro transeunlo do que ten
corrido, e com apreciaoes muito mis sentlas
que as de urna serie de artigos eora que o Liberal
uliiraameute parece querer divertir-se cora seus
leitores !
Se se disse atguma coasa relativamente aos m-
dicos,^ e se di todos os qne esto empenbados na
qneitao nao se pode dizer o mesmo que e escre-
veu com retecho aos Drs, Aquino e Sarment (pai),
nao isto um motivo serio e honesto para reagir
contra stes dous distinctos luminares da scieneia
medica nesia provincia. Mo?trou-se que o Dr.
Aquino tem reputado na Europa, onde 9eus tra
balhos mdicos tm sido citados cara elogios na
fasuldade de medicina de Paris, e em apoio d'isso
poder-se hia accrescentar, que era um diccionario
de medicina e cirrgia' collaboradi por diversos
mdicos e publicado em Paris em 1869 no artigo
Diabetes citado o nome do Dr. Aquino,precedido
do qualificalivo de savant, e referindo-se um no-
tavel trabalho d'este disiincto medico communica-
do ?o Dr. Jaceud.
Mas, o etogio do Dr. Aquino, sendo assim docu
mentado nao deve incommodir seus collegas, de
quera alias se nao detractou, pois declararse que
esles anda nao tm a pratica daquelle, que sio
mais noves, e que nao tm tido occasio de tratar
de easos como o que agora nss tora occupado,no
um insulto: e se os collegas do Dr. Aquino, que
s julgam offendidos, tivessem lido cora calma a
correspondencia allndida, e nao tivessem dado ou-
vido vozes que sabera se insinuar, e que se de-
leitara era sevar intrigaste-lo-hiam visto.
O elogio de um collega nao offensa para ou-
tros, principalmente qnando elle coraprovado de
modo nio ser contestado.
E se respeito dos outros mdicos nao se pode
dizer o mesmo que do Dr. Aquino, e elles ainda
nao pndora mostrar seus noraes citados com elogio
era autores e oorpos scientifleos estrangeiros, disso
nao culpado aquelle dontor, e nem auturisa a
que se Ihe d a paternidade do qne nao obra sua,
segundo j foi declarado pela pessoa mais compe-
tenteo correspondente autor da alludida missiva
e segundo so v da propria exposicao nesta
coutida.
Nao preciso ser mlico para escrever sobre
Tactos que esli no dominio da publico.
Tamanha grita contra o Dr. Aquino, parece
mais a linguagem da inveja e do despert pela
cerleza de que a sua palavra pesa na opiniao pu-
blica.
La-se a correspondencia :
Sobre a questo do encenelamento, que aqu
ainda querem revK'er, apezar de ter raorrido de
morie natural, quero dar-Ihe ura extracto comp'e-
to, que pude obter de pessoa competente, para
que julgue d'elle com acert e devido criterio.
Ki-lo :
Tenho sido clrcumspecto acerca do supposto
envennamelo dos irmos S e Albuquerque,
porque em assurapto to grave me nao era licito
tocar sem nformac5es fididignaJ e sem attento
exame dos autos
t Pelo qoe daqui se tem escripto com espan-
tosa leviandade, j ah sabera que nra moleque
do engenho Guararapes, depois de ter estado no
tronco do engenho, atormentado julgar pelas con-
tundes, de que se fez vistoria, foi seguado elle disse
Justina, ameacado de ser queimado vivo, caso se
uo confessasse' reo de propinador de veneno aos
fallecidos. Para sahir de to cruel alternativa,
lembrou-se o raoleque de inventar que ura escra-
vo doSr. Gaspar, iniraigo da familia dos fallecidos,
Ihe proraeltera dinheiro para sua alforria, e Ihe
dera ura veneno para os malar.
Estas declararoes foram feitas parante os seus
senhores; ma3, interrogado novaraente pelo chefe
de polica na ausencia dos senhores, declaran, pe-
rante o escravo que elle indicara, que ludo qnanio
hava dito fra nm invento para escapar s cham-
aras, e pedio ao chefe que Ibe valesse, pois que de
ootro modo eslava perdido. Picando assim sera
valor algum o primro dito do moleque, os irmaos
dos fallecidos requererara ura inquorito judicial,
sem fazerera proceder previamente, como em taes
casos se pratica, ao exame medico legal dos cada-
veres, e extraeco do veneno que nelies exis-
ts se.
c Per emquan'.o este inquerito a nica cousa
real que existe respeito desta questo. E' eu
rioso mais de um respeito. Gomo era natural,
nelle representam o principal papel os mdicos
que baviara tratado ou visto os doentcs, e porque
as cousas valetn conforme quera as diz, s pelo
coracter e scieneia dos mdicos, se pode formar
nm juizo approxlmado da verdade. Cinco foram
os mdicos que figuraran) no inquerito, como
succede frequentemente entre os discpulos de
Esculapio, tantos cabecas quantas sentencias.
Dous, o Dr. Estevao e o homceopatha Santos
Mello, horaens de oouca idade, e sem nenhuma
experiencia de casos destes, nao tiveram a mnima
duvida de afflrmar justica que os doentes haviam
suecumbido propinadlo de ara veneno deseo-
nbecido.
Tendo aquellos facultativos visitado os doentes
rauitas vezes durante suas molestias, e nao tendo
nem ellas nem pessoa alguma observado a mnima
circumstancia que fizesse descenflar de envenena-
mento, parece singular, e de certo inexplicavel
por factos averiguados, que aquelles senhores se
tornassem reos de grave responsabilidade, afir-
mando a realidade do envenenaraento, antes da
sua extraeco dos cadveres, contra todos os pre-
ceitos da medicina legal.
Verdade que j se tem observado que um
dos alarmadores primo dos promotores da cansa
crime, e outro mora com o maior enthusiasta da
realidade do envenenamento.
O terceiro.medico que se chama Ramos, ha-
chare! em medicina pela faculdade de Coimbra,
embora locatario do Sr. baro de Guararapes e seu
medico, desejou raanifestaraente apoiar a idea do
envenenamento ; porm, conhecendo melhor do
que os seus eoliegas os preceitos da sua arte e
as eventualidades de responsabilidade criminal,
nao quiz ccraprometler-se, afirmando o facto do
envonenamento.
< Tentando, porm, ebegar por outro caminho
ao mesmo ponto, sahlo-se n'ura dos nossos diarios
polticos com estirados palavriados sobre a diag
nosis da molestia dos fallecidos, concluindo que
nem elle, nem os seus collegas souberam a que
molestia haviam sucumbido, e porque de alguma
cousa devem ler raorrido a incgnita o intencio-
nal raanifestamente o envenenaraento.
Tudo isto seria grandemente risivel, .? nao
ser a gravidade da qnesto. Ninguem ignora, por
estranbo que seja aos conhecimentos da medicina
legal, que em casos destes nao ha nem corpo de
delicio emquanto dos cadaves se nao extrae um
veneno ; e por isso tudo quanto se tem afirmado,
dito e escripto a respeito de envenenamento nada
vale, nada significa para o descobrimento da ver-
dade.
< Outro tanto accede s diacussoes acerca de
diagnosis, como meio de induzir crenca no facto
do envenenamento. Nao ha quera nao veja todos i
os dias os mdicos discordaren), e algnraas vezes
com modos pouco civis, cerca da natureza e da
seda das molestias, e quando elles nao eedem s
razSes que se o reciprocamente, um s meio
existe para reconhezer qual das opinoes era mais
fundada. Este meio era a abertura do cadver, o
exame do estado dos orgos, e petas alteracpes
qoe nelies se eneontram, determinar o valor re-
lativo dos diagnosis feitas cabeceira do doente.
Nao ha palavriado, nem argucii, que possam
.upprir esta prova tina do fundamento de urna
diagnosis.
Ora, esta prova nao existe, nem pode mais exis-
tir, e, portanto, os arrazoados do bacharel Ramos
no baldado intento de Impugnar a diagnosis de
seus collegas nada valem, nada significara, absolu
lamente nada.
* O nosso povo, guindose no juizo que forma
a este respeito, como snecede portoda apart,
pela opiniao que teto da scieneia e prebdade dos
mdicos que alo parecer em materias da sua pro-
flsso, nio acredita no supposto envenenamento.
Com effeito, o Dr. Sarment pai, decano quasi sep-
tuagenario dos nossos mdicos, mui conhecido por
seus escriplos scientifleos e luteranos, e o Dr.
Aquino, cora raais de 30 annos de pratica, com
memorias na academia de medicina 'de Paris elo-
Siado por essa academia, e citado em varias obras
e medicina, sao, na opiniao dos horaens instrui-
dos da provincia, os nossos mdicos mais Ilustra-
dos e os nicos qne tm dado copia de si nos gran-
des centros do progresso scientifleo.
i Amcs elles conhecem e tm sido mdicos da
familia S e Albuquerque, e pelo contrario nunca
virara, nem tiveram retacao alguroa com Gaspar,
de modo que, a nao obedsoerem aos impulsos de
eonsciencia teriain dito, como os seus eoliegas,
fnL^*?'0 ,s Iev*ri ** e teresse ;
e nao obstante, durante vida como depoii da
morte, opinaram pela existencia de una robre ty-
pbuide latente, insidiosa, como Ihe chamara os
mdicos ou maligna, iraicoeira como diz o povo.
A ultima seena deste drama, qne, segando
me dizem, arada nao est em molo, foi o interro-
gatorio do gerente da botica, de que o bacharel
ito a reqi
iado nm i
urimenlo do
^^Ber se
^^arse-
nedico assis-
e bem assim
jaleool, que
consorva-
|ne da mes-
Iter as re fe
Ramos so
Dr. Aquino pl
naquti
tente, se traba dado
me do p;
cjlo das viceras, e o estado do-
rdas viceras.
Pela natureza deste novo feqj.,
que, ahandose veneno nos vasos v\ na.; viceras,
podeiemos ver o feitico virado contri orfeiticeiro,
e naturalmente ho de apparecefeeris hypotheses
e desconflancas, que por agora adejnh nos ares.
Beriberi.
J. Bontius, medico batavo, foi o rimeiro que
descreveu, no anno de 16i9, era s aHistoria
natnralis et medico' Indim. Orientaiis -, a molestia
denominada beriberi.
Vai abaixo a tradcelo, felta prdsa, da des-
cripcio des=a toolestia.
CAPITULO I.
Trata de urna certa especie de paralysa que os in-
dgenas denominamBeribe i.
Urna certa a)leslia mito incomm da ataca os
horaens, e os uainraee Iba dio a denirainacao de
beriberi, que quer dizer ovetha. jquelles que
sao por ell.i accoraraettidos andan irocando os
joelhos e levantando as pernas, coijo faz;m as
ovelhas quando andnm, e ereio quel disto que
provm a deiominacao que ihe do. E' urna es-
pecie de paratysia ou antes de trerajr: pois^ue
se entorpece o movimenio. e sensibilidide dos ps
e maos, e s vezes de todo o corp, efaz tremer.
A caua principal desta ipolestia um humor
crasso e puitoso lento, que durante a trate, prin-
cipalmente em tempo chuvoso (as chuv^aem em
abundancia do principio de novembro atpYincipio
de maio) ataca os ervos, quando os raneas fati-
gados pelos calore? diurnos despea- toca a roupa,
e arredam de si os >bert"fJWi e d'ahire>ulta qn'
esse humor phleugmaticc, firmado grinciptmen
te no cerebro, invade fcilmente os/nervo. As
noites, nestes lugares, podera d/or-se ras em com-
para?io do calor do dia. Neste cav, as articula-
c5es se alongam, nao se contraen), iitrodnzmdo-se
o humor pbleugraatico entre a3 jonf, dp maneira
que os ervos e os ligamentos se aroxara. Posto
que a mr-parte das vezes este nal ataque gra
dual e lentamente,'todava em euros ataca sbita-
mente, quando no verio os honns caneados be-
hem immediato e copiosamente a/ua de coco, como
ua patria durante os dias caojcahres vimos alga-
mas vezes f.izcr-se, quando algusm, excitado pelo
andar aptessaio ou por alguraoutro mormento
vehemente, bibe cora demasa h avidez cereja ou
comequeijo; d maneira que torrem muitasvezes
grande perigo e se expSera a norrer.
Os syraptoraas desta molestU sao com facilidade
conhecidos. Manifesta-se un causaco espontaneo
em todo o corpo, o movimerto e a sensibilidade,
principalmente das raaos e [s, se altera e entor-
pece, e naqnellas sente-se una certa titiIla$ao si-
railhante que oos paizes Jios e no tempo de in-
vern aiaca os dedos das naos e ps, nao haven-
do, porra, tanta dr. Ha vezo embaraco de
voz, de maneira que os deentes nio podem fallar
spnao de vagar; o queacrnteceucomuiigo durante
um mez inteiro que soffi desta mole>tia, sendo
tal o sora de minla voi que 03 assistentes apenas
podiara ouvir-me, e mesn assim Ihes era preciso
estarera perto de raim. Alera destes, aprefentam-
se maitos outros \vmptoaas, que todos eslao em
relacao com esse tiamortenz e fri, bastando, po-
rm, mencionar os prinjsipaes.
Tratemos agora do carativo que qnasi sempre
demorado, poisque esie humor lento e fri com
batido de vagar, emboia por si mesmo nao seja
muitas vezes mortal, cepto se ataca os msculos
do peifo ou thorax, porque nestes casos paralys.
as vas respiratorias e a V;z. Deve ser curado
sera demora, para que se nao veja obrigado a
guardar o leito, se isto vier a suteeder; deven-
do-se per esta razio fazer exercicio, embora seja
preciso erapregar esforco, andando-se a p ou a
cavallo, ou mesmo agitando-se o corpo por qual-
quer maneira, vistoque impossivjl correr. Sao
tambera precisas as frtcc,oes fortes e dolorosas, e
isto fazera aqui raui commodaraente os creados
Hengalenses : as mniheres Malayas. Nossa gente,
porm, ainda se nao acosturaou a taes exercicios,
era aos banhos que sao frequentes neste paiz. As
foraentacoes e enicupios se fazem com urna ex-
cellenle herva chamada Lagondi, a qua,l se parece
pelas fifias con o ro, e de nm cheiro
suave e aromtico. Certamente se io permitte
tanto o uso da camomila' e do meliloto outrevo,
porquanio estas segundo pens, s servem para
diminuir as forcas e abater o4 doentes. Alm dis-
to as mos e os ps devem ser untados com oleo
rosado, poisque, applicados separadamente, irri-
tara a pelle e tornam se custicos. Tem-se alm
disto urna excellente especie de Naphtha trazida de
Sumatra, reino de Java, rego que nos (lea fron-
t.-ira. A essa substancia dao os indios a denorai-
aaiao de Miujac Tannah, que significa oleo da tr-
ra, porque sai desta, do mesmo modo que a Naph-
tha conhecida por nos pela denominacio de oleo
de pedra ou des penedios, e se precipita nos ros.
Esse oleo tido em tio grande apreso pelos barba-
ros, que o re Achnensis, que o tyranno mais
poderoso dessa ilha, prohibe sob pena de morte
que elle seja exportado d'alli; de maneira que os
habitantes, era alta noite, nos trazem s escondidas
algura, se por acaso algum navio inglez ou nosso
toca era suas praias. Esse oleo, applicado s par-
tes affectadas. alivia os doentes como por rajlagre.
Elle na verdade de um cheiro forte, mas nao des-
agradavel.
Sendo, porra chronica esto molestia, e de ton-
ga duraco, nada Ihe aproveita tanto quanto as de-
coccoes'dc quina, de salsaparrijha ou de guaiaco,
as quaes, aquecidas brandamete e em harmona
cora nosso corpo, combaten) excedentemente e fa-
zera expellir acuelles humores frios e crassos por
meio dos sucres e das ourinas. Interrorape-se
com tudo de vez era quando sua applicacio per
meio de brandas evacuaeoes alvinas, para o que
recorre-se de preferencia ao extracto que corapo-
zemos aqui, de leos e gomraa gutta (que o vulgo
denomina guita-gamba), cuja descripcao daremos
adianto.
E' prejudicial extrahir sangae : porque nio a
plethora, mas a cacechyraia que predomina: e
ninguem ignora que o saogue a fonte do calor e
o thesouro da vida.
Os restos desta molestia sio convenientemente
debelados com a triaga, o mithiridacio etc., e com
medicamentos sudorficos e diurticos, e corrobo
rantes dos ervos. Um exercicio moderado e op-
porluno, e urna robusta constituicao fazem desap-
parecer o resto.
N. 369.-0 QUE PODE A SALSA-PARRILHA
DE RRISTOL FAZER ? Dirija-se essa pergunta
esse resto de huraanidade, o Jaime Wyckoff, nio
s arraneado morte, como* tambero restablecido
a sade, q >ando j se chava meio devorado pelas
escrfulas ; Joaquim Meijia, de Valparaso, qa
se eslava definhando com phtysica escrofulosa ;
Jos M. Gomes, de Vera Cruz, qne pelo espaco
de 4 annos padecen da um cancro no nariz ;
Sra. Anta Queiroz, da Havan, desfigurada por um
rheumatismo chroiico ;i Sra. Isidora Aguilera,
de Bueoos-Ayres, que tinha 15 ulceras abertas no
jolho direito ; Sra. bolorez Mndez, gde Lima,
que ficou reduzida aro esqueleto vivo em eonse-
quencia de nma molestia exterior ; e todas atis-
taos e certifican), que depo9 qne os mdicos os
mais eminentes pronunciaran) sua senteuca de
morte ; a salsaparrilha de Bristol, nio s os alli-
vira, mas sira tambem os restabeleceu e lh?s de-
volveu o mais completo estado de sade. Em cada
cidade, povoacio e aldea da Amrica Hespanholi,
achar-se-hio horaens, mulheres e meninos qne
dirio o mesmo. Acha-se venda em todos os es-
(abeleciraentos principaes de drogas e boticas.
COMMERCIO.
Piuca doj recifb 24 d setembro
DE 187G.
as 3 1/2 hohajs da tur
Algodao 1* sorte701 rs. por kil.
Algodao sem inspeegao680 rs. por kil.
Goncallo Jos Afioaso,
Presidente.
Pelo secretaria,
A. P. d Lezna.
fiNGLISH BANK
Jf Rio de /aneiro Limited
DescoQta lettras da pra^a i taxa a cor>
reaefoOar.
Recebe dinheirp em conu torrente bit
Iraao flxo.
Sacaviu oa a prasosobrt aa cidadei
principaes da Europa, tem correspondente*
u Babia, Baenos-Ayres, Montevideo, New-
3 New-Orleans, e emitte cartaa de crdito,
ciara os mesmo* logares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDEGA.
Aandimentododial aS3. .
dam do dia 24..... .
669:733*105
16:077*669
685:810*774
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
'olumes antraos cera fazendas
dem dem com gneros
rir.mesabidos com fazandas
dem idem cora gneros
54
341
-----4
86
218
------304
Descarregam boje 26 de setembro
Barca inglezaRodertch Dhudiversos gneros.
Barca inglezaSea Quemidem.
Patacho inglelEmily idem.
Patacho iaglez Uid Birdbacal ho.
Barca inglezallarbov Graceidem.
Despachos de exportaco no dia 22 d
setembro
Na barca ingleza Barbadoes, para o Canal,
carregaram : Keller 4 C. 137 saccas com 3,181
kilos de algodao.
Na barca ingleza lUtmosa, para Liverpool
carregaram : Rabe Schmmeuau 4 C. 56 saccas
cora 3991 kilos de algodao ; S Leitao & Irmos
411 couros salgados com 4932 kilos,
Da 23
Na barca ingleza Barbaddes, para o Canal car-
regaram : Keller 4 C 254 saccas com 19222 ki-
los de algodao.
Dia 24
Na barca ingleza Mimosa, para Liverpool
carregaram : Matheus Austia 4 C-, 200 saccas
cora algodao.
No hiato portuguez Novo Destemido, para
Lisboa carregaram : P. Ribeiro Pinto Guimarae?
446 couros salgados ; Marques Barros 4 C. 22
saccas com algodao ; C. Acacio da Silva Pam-
plona 2 meios de sola.
Importar*.
Vapor braseiro pibapama, vindo da Granja
e partos intermedios, manifestou :
142 saceos algodao ; a Jos Joaquim Dourado.
12 ditas dito ; a Marlins 4 Leopoldo.
18 ditas dito; Manoel da Silva Poates.
86 ditas dito; a Rocha, Leal 4 C.
74 ditos dito ; a L. A. Siqueira.
1 dita dito ; a Perdigio Oliveira, 4 C.
34 ditos dito; a Viuva da Guilherme da Silva
Guimaraes 4 C.
3 barris vmho; a Fraga 4 Rocha.
1 (ardo fazendas; a Alfredo Garca 4 Irmos.
1 sacco cobre ; a Tasso Irmo 4 C
6 garajaos carne; a A. Alberto de Souza Aguiar.
12 ditos dita ; a Cunha Irmaos 4 C
i dito dita ; a Manoel Marques Pinto.
8 moihos courinbos, 45 meios de sola, 115 cou-
ros salgados, 99 saccas algodao ; a Antonio Fil-
gueiras Secundes.
20 ditos dito, 36 couros salgados i a Angelo Bap
tista do Nasciraenlo.
192 meios de sola, 50 saccas algodao ; a Luiz
(onoalves 4a Silva 4 Pinta.
12 ditas dito, 1 paco te peanas, 10 saceos e 8
barricas gonima : a S Leitao 4 Irmo.
24 volumes cora 144 barricas abatidas, 16 sac-
eos gorama, 2 ditos caf ; a ordem.
4 saccas algodao ; a Gomes de Mttos 4 Irmos.
63 meios de sola ; a Moraes 4 Irmaos.
7 barricas e 17 saceos goma, 34 coaros salga-
dos, i pacote pennas, 7 saccas algodao ; a Jos
Lopes Davin.
TABELLA dos preqos dos gneros sujeitos a di
REITO DE EXPORTACO. SEMA-XA DE 26 DE SE-
TEMBRO i 1 DE OUTMBBO Dg 1870.
Mercadorias: Unidades. Valores
Abanos.........duzia 300
Algodao em caroco.....kilog. 157
dem em rama ou em. lia. 664
Carneiros vivos.......ura 4*000
Porcos idem.......... 2*000
Arroz cora casca. .... kilog. 68
dem descascado ou pilado 177
Assucar branco...... 250
dem mascavado...... 140
dem refinado....... 436
Gallinlias........ama 1*006
Papagaios....... 5*000
Azeito de amendoim ou men-
dobim.........litro 937
dem de.cco ...... 675
[dera de mamona..... > 523
Batatas alimenticias. .... kilog. 102
Baunilha....... W450
Bebidas espirituosas efermentadas:
Agurdente cachaca. .... litr. 195
Idem de canna....... 300
dem genebra ....... 330
dem restilada ...... 300
Idera alcool........ 337
dem cerveja........ 600
envinagre....... 300
dem vinho de caj...... 660
Bolacha fina comprehendidos os
biscoitos......... kilog. 476
dem ordinaria, propria para
embarque......... 294
Gaf bom....... 476
dem escolha ou restolho ... > 442
dem torrado on moide. 959
Cal branca........ 39
dem preta........ 27
Carne secca ( xarque )..... 258
Carvao vegetal...... 168
Cera amarella...... 442
dem de carnauba em bruto. > 436
dem idem em velas, .... 763
Cha.......... 4*360
Cocos seceos.......cento 4*000
Colla.........kilog. 1*438
Couros de boi, seceos salgados. 488
dem idera espichados.... i 640
dem idem verdes..... 300
dem da cabras cortidos ... un 350
dem de onca....... 10*000
Doces em calda......kilog. 1*133
dem em gela ou massa. 784
dem seceos....... > 2*180
Espanadores de pennas grades duzia 48*000
Idera pequeos...... i 24*000
lemdepalha....... 12*000
Esteiras de carnauba .... cento 16*000
dem propria para forro ou estiva
denavo........ 12*000
Estopa nacional......kilog. 136
Farinba de araruta..... 681
dem de mandioca..... > 92
Feijio de qualquer qualidade. 272
Fumo charutos......centro 3*000
dem cigarros...... 320
Idera em folha bom kilog, 1*090
dem em folha, ordinario oa res-
tolho ........ >
dem em rolo e em latos boa
dem, ordinario ou restolho. >
Rap...........
Gomma de mandieea (polvilho).'
Ipecaeuanha (ra). .... .
Angico (toros)......duzia
Caibros
Enxams
Frechaes.
moihos
cento
kilog.
B
I
par
kilog.
cento
duzia
{iassava........ .
tontas on chifres de novilho ou
;JT. ::
Sal. ...,....,.
Salsaparrillia.....
Sapatos de couro branco ...
Sebo oa graxa em rama ...
dem em velas. ......
Sola e vsqueta ......
Tapioca.........
L'nhas de boi .
Vassouras de carnauba .
dem de piassava.....
Alandega ae Pernabmbnco, 24 de setembro de
1870.
O !. conferente. Joaquim A. Wanderley
O 2." conferente Cicero B, de Mello.
Approvo.Alfandga, 24 de setembro de 1870.
Paes de Andrade.
Conforme. Joaquim Tertuliano de Medeiros.
1ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNASIGE
RAES DE PEUNAMBUCO.
lendimento do dia i a 23. 36:701*285
Idea do dia 24........ 933*029
2*800
348
10
2*043
800
340*
476
1*200
204
380
768
1*200
960
37:634*384
CONSULADO PROVINCAL
flendimento do dia 1 a 23.
Idem do dia 24.
85:730*220
863*025
86:593*253
PRACA DO RECIFE
EM 24 DE SETEMBRO DB 1870. AS 3 HORAS DA TARDE
REVISTA SEMANAL.
Cambios.Sacco u-se sobre Londres a 20 1/4,
20 3/8 e 20 1/2 por I i ; chegando o total das
traosaccoes dorante a semana 40,000.
Algodao. Vendeu-se o de Pernarahuco, esco-
Ihido e regular 1* sorte de 10*600 a 10*800 por
15 kilogrammas on urna arroba.
Assucar.Vendeu-se o mascavado broto ame-
ricana a 2*275 por 15 kilogrammas.
Couros.Os seceos e salgados venderam-se a
220 rs. por libra.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 3* 100
a arroba.
Azeite-doceO de Lisboa venden se a 3*300
o galio.
Bacalho.Retalhou-se de 12* a 18* por bar-
rica e 23* ero caixa.
Batatas.Vendeu-se a 2*500 a arroba.
BoLAcniNHAs.dem a 5* a barriquinha.
Caf.dem de 5*500 a 6* a arroba.
Chadem de 2*200 a 2*800 a libra.
Cerveja.dem de 5*500 a 8*800 a duzia de
botijas.
Louqa.Vendeu-se a ingleza ordinaria a 300
rs. por cento de premio sobre a factura.
Mantbiga. A ingleza vendeu-se a 1*200 a
libra, e a franceza ? 960 rs.
Massas.Venderam-se a 8* a caixa.
Oleo de liivhaca.dem a 2*200 o galio.
Passas.dem a 12* a caixa.
Presuntos.dem a 18* a arroba.
Quehos.Os flaraengos venderam-se a 2*800
cada um.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do inglez.
Touci.nho.Vendeu-se o de Lisboa a 15*000 e
o do sul a 10* a arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se a 1405 a
pipa.
VinhosOs de Portugal veoderam-se de 2205
a 260* e os de outros paizes de 190* a 200* pc pipa.
Velas.As de composieo veuderara-se de 560
a 580 o pacote de 6 velas.
Descont.O rebate de letras regulou de 10
a 11 por cento ao anno.
Fretks.Do assucar earregando de3te para o
porto de Liverpool, em lastre, 20/ sera capa, e do
algodao a 1/4 d. e 5 %, a vela e 1/1 d., sem capa,
a vapor.
l
1601 dem J. J B. S. A. F.-N. 2398. Urna dito da
nesma procedencia e navio, entrada a 21 idem;
" consignada a Jos Joaquim Barbosa da Silva.
dem J. W. M. Ns. 2, 3, e 4. Tres caixas,
dem, idem. idera, idem; consignada a Joio Wal-
frido de Medeiros.
Mem J. J. B. S. 11. 13W. -? Urna dita ideo,
idem, idem, entrada era 23 idem; consignada a
Jos Joaquim Barbosa da Silva Saqneira
Idaa J. J. B. S.N. 1377.ulna dito vinda do
Havre na barca franceza Figuro, entrada era/ 26
idem; consignada a Jos Joaquim Barbosa d
Silva.
dem triangulo S. M. J. T. V. le C.N. 5953/77.
Ura embrulho vindo de Trieste na barca ingleza
Mtry Cuok, Idera, idem ; a orden.
Armazem n. 5.
dem O. A." NI. Urna caixa viada de Li-
verpool uo patacho inglez Louite, entrada em
11 de fevereiro de 1870; consignada a Antonio
Luiz de Oliveira Azevdo 4 C
Armazem n. 6.
Marca J. M. C. L N. 318. Urna caixa vinda
do Havre no navio francez Palestrot entrado a 3
de marco de 1870, consignaado a Joao M. Cordeiro
Lima.
dem H. W B. 4 CN. V Duzentas ditas
idem idem, entradas era 7 ideo; consignadas a
li Wild.
dem T. J. P.Sem numero.Duas ditas viudas
de New York no vapor inglez Olinda, entradas
em 11 de abril de 1870; a ordem.
Idera T. J. P.dem. Oito ditas, idem idem,
entradas em 12 idem ; a ordem.
dem T. J. P.-dem.Urna dito idem. entrada
era 18 idem : a orden.
dem T J. P.-Idem.-Uma grade, den idera ;
a ordem.
dem T. J. P.dem.Urna barrica, idem idem;
a ordem.
dem T. J. P.dem.Urna caixa idem idem,
entrada em 19 idem ; a orden).
dem A. L. R. L. B. GN. 70/74. 77/7fcOito
ditas vindas do Havre no navio francez Jean Bap-
tiste, entradas em 29 idem ; ignora-se a consig-
nacao.
dem C Z. 4 CN. 1 a 200. Duzentas ditas
idem idem idem, ignora-se a consignacao.
dem J. M. C. L.=N. 251/253.-Tres ditas, idem
idera, entradas em 30 idera ; ignora-se a consig-
nacao.
dem A. L. R. L. B. C N. 76.-Uma fita idem
idem jdem, ignorase a consignacio.
dem A. L, R. L. B. C-N. 75.-ma fita'idem
dem, entrada em 2 de maio de 1870 ; ignora-se a
a consignacio.
Alfandega de Pernambnco 22 de setembro de
1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
MOVIMENTO DB PORTO.
'Navios entrados no da 24.
S- Matheus8 dias, hiato nacional Mrquez de
Caxas, de 68 toneladas, cap to Jos Jua]oim
da Silva, equpagem 8, carga 2040 alqueires
farinba de mandioca ; a C. C da Costa Moreira.
isboa41 dias, brigue portuguez Bella Figueiren-
se,e 244 toneladas, capilao'Jos Correia de Car-
valho Sobrinho, eqoipagera lo, carga diflerentes
gneros ; a Euzebio Raphael Rabello 4 C
Granja e portos entermedios3 dias, vapor brasi-
lero Prapama, de 360 toneladas, commandante
I Azevedo, equipagein 30, carga dilTerentes gene-
ros ; a corapanhia Pernambucana.
Observacao.
Nao hoave saludas.
Navio entrado no da 25.
Mamanguape13 horas, vapor braseiro Cururi-
pe, de 222 toneladas, coraraaniante Jos Henri-
qne da Silva, equpagem 17, carga loros de
mangue ; a companbia Pernambucana.
Observacao
Al o meio dia nio houve sabidas, apparecendo
leste um patacho.
ESITAES.
Perante a cmara municipal desta cidade es-
tar era praca nos dias 24, 26, 27 e 28 de corren-
te para ser arrematado por quera raaior preco
offerecer o irapDsto de 60 rs. por cada p de co-
queiro que jd fructo, exceptuados dez ps para
o uso do proprietorio pela quanlia annual de
348*500.
A arrema lacao ser feita por tres annos ; aqnel-
les qne pretenderen) concorrer a ejla, devem ha-
b-'litar-se na forma dalei.
Pago da cmara municipal do Recife 21 de se-
tembro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Leio,
Pro-presidente.
Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
um
duzia
cento
Jacaranda (concoeiras) .
Lenha em achas. ....
dem em toros.....
Linhas e esteios......un
Lour s (pranchdes).....
Pao Brasil........ltog.
dem de jangada.....nm
Quiris ......duna
Vinhatico costadinho de 5 a 30
milmetros de grossura. .
dem pranch5es de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
sura .......*#
Ider! tabeado de tenos d 25
mtwnntros de grossura .
Taboado dlvorso. .
j* ...:::: km*.
frve.........urna
Varas para pescar. .... duzia
fdem para a^ulHudas .
dem para canoas '
Cavernas d sucnpira(em obra)
gixos d- cicupira para carro
Helaeo.....
Me! deabelha. .
Mtao...... "
Oesos .
Palba de canato '. ',
fcehury...... 1
Podras de amelar .
Mem de filtrar ....''
dem d rebollo i ',
Penaaadeema. .
613
681
845
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
34000
12*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
um 16*000
duzia
c
urna
i
moihos
kilog.
a
Perante a cmara municipal desta cidade esta-
rlo em basta publica nos dias 24, 27 e 29 do cor-
rente mez para serem arrematados por quem mais
offerecer os impostes do capira de planta por
623*000; coqueiros de prodcelo exceptuado 10
ps para o- uso do proprietorio 801 ; 500 rs. por
caneca de gado vaceum 248* ; alugueis das ca-
sinnas da ribeira 70*600 ; mascates e boceteiras
69*114 ; liO rs. por carga de farlnha e legumes
20*400; 100 rs. por cabeca de gado recolhido ao
curra! 27*500; repeso do acongue 6*600 ; e 200
rs. por cabeca de gado snino, ovelhura e cabruna
9*400. Assim como o aluguel da casa sita no
Varadonro pela quantia de 60*000.
Os pretendentos deverao comparecer nos refe-
ridos dias com seus fiadores habilitados.
Paco da cmara municipal de Olinda 22 de se-
tembro de 1870.
Manoel Antonio dos Passos e Silva,
Pro-presidente.
Marcolino Dias de Araujo,
Secretario.
A cmara municipal da cidade de Olinda
faz scienle aos seus rannicipes, que convindo .ser
substituido o actual systema de pesos e medidas
pelo mtrico francez, segundo ordens do governo,
tem marcado o praso de tres mezes, contados do
1 de outubro prximo vindouro para se por em
pratica dito systema mtrico; pelo que todos os
negociantes estabelecidos neste municipio se de-
verao prevenir dos competentes pesos e medidas
conforme a natureza de sen negocio, dentro do
prso marcado para dito (ira.
Paco da cmara municipal de Olinda 22 de se-
tembro de 1870.
Manoel Antonio dos Passos e Silva,
Pro-presidente.
Marcolino Dias de Araujo.
8ecretorio.
O inspector interino da alfandega faz publico que
20*000 exislindo na raesma os volumes abaixo declara-
dos no easo de serem arrematados para con-
144*000 sumo, comprehendidos as disposicSes do cap-
96*000 tulo6 titulo 3.a do regnlamento de 19 de se-
33 tembro de 1880, 09 seus donos ou consignatari-
6*000 os deverao despachal-os no praso de 30 dias,
2*400 sob pena de Ando elles serem vendidos por sua
6*000 conta, sem que Ihes fique! competindo allegar
1*000 contra os etfeitos desta venda.
3*500 Armazem n. I.
16*000 Marca C. J. 4 C-N. 138,-Uraa caixa vinda do
50 Havre na barca franceza Solide, entrada era 10
320 de novembro da 1801 consignada a Costa Irmfos
68 C
U dem Monteiro 4 Irraio. N. 10. Urna dita
1*000 viada de Liverpool no vapor inglez Saladin entra-
817 da em 12 de fevereiro de 1870; isnora-se a con-
31 signaicio.
18 \ dem J. J. B. S. A. F.-Ns. 2306 e 2397.-Dnas
34 ditas vindas do Havre na barca francesa Aisle,
4*7961 entrada em 19 do preditomez; a ordem.
Santa casa de misericordia
do Eecife.
A junta da Santa casa contrata com qualquer
folha diaria a publicacio de sen expediento e an-
nuncios, para o que recebe propostas em cartas
lechadas devidamente selladas, na sala das suas
sessSes, pelas 2 horas da tarde do dia 27 da cr-
reme, sendo preferida aquella que por menor pre-
co fizer semelhante trabalho.
Santa casa da misericordia do Recife 24 de se-
tembro de 1870.
O eserivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANH1A PERNAMBUCANA
DI
VaTega^So costeira por rapor.
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acaracu e
Granja.
O vapor Pirapama, comman-
dante Azevedo, seguir para os
portos acimano dia 30 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encemmendas
passageiros e dinheiro a (reto at as 2 oras da
tarde do dia da sabida : escriptorio no Forte do
Maltes n. 12.
COMPAffll BMSHM
DB
Paquetes a vapor.
Dos porto* do norte esperado
at o dia 26 do corrente o vapor
Tocantins, commandante J. X.
F. Franco, o qual Oaws da de-
mora do costme seguir para oa portos do ni.
Desde j recebem-se passamiroa e enoaja-sa a
sarga que o vapor poder condunr, a qnal deven
ser embarcada no dia de sua chegada. Bncoaonen-
ias e dinheiro a frote at as duas hora* do diada
sua sabida
Nio se recebem como encommendae sanio oft
tectos de pequeo valor e qie nio excedan a I
arrobas de peso ou 8 palmo cabicos de madi-
cao.
Tudo que pasear dectea Mmitos devtrt ser
ambareado como carga.
Previne-se aos Sra. pasaageiros qne m paasa-
jens s se recebem na agencia roa da Gnu n. 57
C andar, escriptorio de Antonio Luis de Oreir
Uevedo 4 C.

Pela subdelegada da Boa-visto se faz publi-
co que se aeha recolhido casa de dettencao, o
preto Fortunato, por estar lapido, como declaro
a esta subdelegada ; quem livor ao mesu-o direito
appareca. ,
Recife, 21 de setembro de 1870.
Subdelegado em exercicio,
._________________Correa Selle.__________
Consulado provincial.
Pelo consalado provincial avisase aos difieren-
tes contribuintes da renda provincial no anno fin-
do de 1869-70, qne com o presento mez se encer-
ra o recebimento por esto reparti^ao das repec-
tivas quotas, passando dahi por diante a ser o
mesmo eectuado judicialmente.
Consulado provincial 1 de setembro de 1870.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
TTTENCAft
Terca-feira 27 do corrente, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da 1' vara civel tem de
ser arrematada por venda urna casa de sobrado de.
um andar com solio e varias casas terreas por
execucao da legitima herdeira do finado Luiz An-
tonio Vieira contra Bernardo Jos Rodrigues Pi-
nheiro e sua mulher; a ultima praca._______
Tribunal do commercio.
Esta secretaria faz publico que foram archi-
vados :
O contrato de sociedade de Jos de Alraeida Ra-
bello, Antonio de Souza Alraeida e Victorino de
Alraeida Rabello, estabelecidos nesta cidade cora
padaria, sob a firma de Rabello, Almeida 4 C, e o
capital de 3:000*000.
O contrato de Carlos Roberto Tott e Jovenrio
de Souza Lins, estabelecidos na villa de Barreos
desta provincia com casa de commercio de fazen-
das e outros generes, com o capital de 24:000*.
O distracto de Flix Pereira da Silva, Luiz
Abranches de Figueiredo e Jos Maria de Carva-
lho, dissolvende sement qnanto ao socio Figuei-
redo, que se retira pago do seo capital e lacroi, a
sociedade que gyra sob a firma de Silva Figueire-
do 4 C.
O distracto de Jos Guilherme Guimaraes, Fe-
lisberto Ferreira de Oliveira, Bernardo Pereira d
Valle Porto, Ignado Pereira de Valle e Jos Ribei-
ro Lopes, somente quanto ao socio Felisberto que
se retira da sociedade, a qual contina sob a mes-
ma firma de Jos Guilherme 4 C
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
narabuco, 21 de setembro de 1870.
O ofeial-maior
Julio Guimaraes.
RIO DE JA5EIR0
Para o porto cima segu cora brevidad li-
gue nacional Isabel, ten parte doteo rarmniiaa
to engajado : para o resta qne Ihe falta trata-se
com os eonslgitaiarioa Antee Luir de Oawira
Azeveda* C, roa da Crol a. 57, i* andar.


Diario de Per/zambuco Segunda feft 26. ck Setenibre de 1870.
f
H
l
I
\,

COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
ffavegaci? costeara por vapor.
Macei atalas e Penedo.
0 vapor Maniahu commandante
Jal Hfllri pa os portes cima
no dia 30 do corrate as S oras
m
MtaMe.
Recebe carpt at o dia 29, encommendas, pas-
Mgeiros o diaheiro frete at as 2 horas da tar-
de de sua sahida, no escriptorio do Forte do
Mattos n. 11
Para Lisboa.
Sahira oestes seis dias irapreterivelraente o pa-
lhabote portugus Diligente, capitio Trindade, re-
cebe a frete a carga que apparecer : trata-se com
Manraes. Barros & C, no largo do Corpo Santo n.
6, andar, oa coto o capitio no pavimento terreo
edificio.
Kio de Janeiro
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do sea urregamen-
to engajado : para o resto qae Ihe falta trau-se
com os consignatarios Antonia Lniz de Oliveira
Azevedo & C, roa da Crnz n. 57,1* andar.
PARA.
Segu para o Para no dia Ia de ontnbro com a
carga qae poder obter a fretes muito commodos o
hlate americano Charles Thomson, cbegado hontem
ae New-York ; a tratar com Tas-o Irmao* & C.
COMPANHIA PERNAMBCANA
M
WaregaeSo eoatelra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Fonuoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
Sara os portos cima no dia
O do corrente raeia noite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete no escriptorio do Forte
de Mattos n. 12.
as frentes, com 35 palmos do tren-
lolotal j morado, com 19 pai-
ro03 palmos de largara e
9 de (ando, faltando smeule a cubera, estando
?nto S*"^ ** CM* eonw d* coiinha etubuea-
doe ; *) a 30 alqueire de cal preta, 8 milheiroe
de jollos da aWenaria, 3 travs grandes, poroto
de ara, 4 portas de sroarello, 2 janellas, 2 caixi-
ibos com bandeira, 9 forras o 3 contra-vergas, todo
feto de amarello, 1 terreno sito i travs da
Concordia ccm 120 palmos de.frente e 130 de fun-
do, teodo as frentes moradas e meacao dos oitoes
das casas que estao edificadas aos lados, sendo
tanto este como o da casa em respaldo foreiros
Qaarta-feira 28 do correte
oo annazem da ra do Imperador n. 16. as 11
horas.
8
MwmtT____
Jos *; qae ret-
randn ]px;r
.arregad., utas iniu-
de todos os seos devedores, ao so-
cio o Sr. Domingos Jos Antones Gurma-
raes, roa 1* de Marco n. 17, e como
procurador de todos os seas negocies ao :
sea amigo o Sr. Dr. Francisco de Paola i
Penna.
AMA.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navegando costeira por vapor,
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir pa-
ra o porto cima no dia 26 do
correte as 9 horas da nonte.
Recebe, carga eneommendas
_____ passageiros e dinheiro a frete as
2 hars da tarde no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12.
AVISOS DIVERSOS.
ATTENCAO
Os abaixo assignados fazem sciente a todas as
pessoas que tem dado obras eoeadernar em ana
loja e oficina do largo do Collegio, qae tenbam a
bondade de vir procurar ditas obras e pagar as
respectivas endaderoactes, visto qae algumas j
tem decorrido mais de 6 anuos, sem que seus do-
nos as tenbam reclamado ; pelo qae, passados 30
dias da data deste, uro vendidas para pagamento
das despezas da encadernacao, todas aquellas
que nesse praso nao forem procuradas e pagas.
Recite 21 de setembro de 1870.
dimares k Oliveira
Em liqnidaco
Preeisa-se de
50, 1 andar.
ama ama : na ra de Horus n.
SITIO.
Alaga-se o excellente sitio na estrada qae vai
do Mouteiro ao Arraial, denominado Ladeira dos
Mudos, o qual tem casa com 6 qaartos, 2 salas
com copiar, cocheira, qaartos para criados, agu,a
de beber, maitos arvoredos de tractos a tratar
no memo.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DI
Xavegaco costeira por vapor.
Mamaogoape.
O vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para Mamaogoape no dia 28
do corrente as 6 horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
dinheiro a frete at as 2 ho-
28, no escriptorio da com-
das, passageiros e
ras da tarde do dia
panhia, Forte do Mattos n. 12.
W
Preiende seguir para o referido porto em poneos
das o palnabote Rosita por ter a maior parte da
carga, e para a pouca que Ihe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
Precisa-se de
andar.
AMA
fiO, !
ama ama : na roa de Hartas n
LEILOES.
LELIO
DE
daas canoas aberta3 para o ser-
vido de tijollos e ara.
O agente Pootual, competentemente autorisade,
vender em leilo daas grandes canoas abertas
para e servico de ara, tijollos, etc., as quaes fo-
ram reconstruidas de novo, podendo os Srs. lici-
tantes oxamina-las, no dia 26 e 27, junto a ponte
dos trilhos urbanos.
TERCA-FEIRA
27 do corrente
oa praca do Capim, junto ponte dos trilhos urba-
nos, as 11 horas.
DE
25 barris com manteiga ingle-
za, a sahir da alfandega,
Tercafeira
21 do corrente
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de qaem pertencer, de 2o barris com manteiga
inglezaT,em lotes de 5 barris numeracao a seguir,
chegades no ultimo vapor, e a sabir da alfandega,
no dia terca-feira 27 do corrente, pelas 11 horas
da manha, no armazem do Annes, defronte da al-
fandega.
LEILO
DE
chapeos e mais diversas mer-
cadorias
Quarta feira 28 do corrente.
Jos Maria Palmeira, tendo de largar o primei-
ro andar da casa do Sr. Joaquim Jos da Costa
Maia, faz leilo por intervengo do agente Jos Ma-
na Pestaa dos artigas abaixo mencionados exis-
tentes no rsferido priraeiro andar, no dia 28 do
corrente, s 11 horas da manha, no largo do
Carpo Santo, por cima do relojoeiro, a saber :
Chapeos Manilha.
Ditos do Chile.
Ditos de palha de Palmeira.
Ditos de feltro.
Fio de vella.
Brinzoes.
Cha em caixas grandis.
Qaadros de santo?, em pequeos tamanhos.
Rocelas para doce,
Piano de um dos melhores fabricantes.
Papel de-coros.
Conserva ingleza em frascos pequeos.
TLT
DO
sobrado de quatro andares e
soto da rna do Torres n....,
edificado em chaos proprios
Qainta-feira 29 do corrente -
O agente Pinto levar lellao. precedida a com-
petente autorisaclo, a casa de esquina da roa do
Torres, a qual toroa-se recommendavel pela sa
boa constroccao, e por ser edificada em roa de
commercio. O leilo se eflectaar s 11 horas de
dia cima dito, no escriptorio do referido agente.
um caixJo de casa rda do Gaz, e rjm ter-
ws 120 palmos de freate e 130
defando, sito
cordit.
O agente Puntual
vender em le
airespa
* trmtssa di roa da Con-
.' i. n in i
i aatorisado,
i'oa do
i, com canos
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco (ontr'ora ra de
Crespo) n. 23 e casas do costme.
0 abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
tras sones, um meio o. 3339 com 5:000/ da lo-
tera qae se acabou de extrahir a beneficio da
Santa Casa de Misericordia do Reeife (161") con-
vida aos possuidores virem receber na confor-
midade do costme sem descont algum.
Acnam-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 5* parte da lotera, beneficio da igreja
de Nossa Senhora da Conceicao dos Militares do
Reeife (162*), qae se extrahir sexta-feira 30 do
corrente.
PREgoS.
Bilhete inteiro 61000
Meio bilhete 3/000
Quarto 1/500
Em por?ao de 100/000 para cima.
Bilhete inteiro 5/400
Meio bilhete 2/700
Quarto 1/350
Manoel Martin* Fim
AMA
A ra do Livramento n. 6 precisa-se de urna
ama, perita cozinheira, para casa de horaen sol-
teiro.
O capitio Manoel Joaquim Machado, Joaquim
Vital Machado, Francelino do Reg Machado, An-
tonio Joaquim Machado, Francisco Gomes de Car-
valho, D. mbelina do Reg Machado, D. Gliceria
Aguida Machado, irraos e sobrlnhos, mandam
celebrar um memento e missas ao da 29 do cor-
aentemez, naigieja do Carmo. pelas 7 horas da
manha, por alma de sea irmo e lio Albiuo do
Reg Machado, por ser o primeiro anniversario do
sen passamento, convida a todos os seus parentes
e amigos assistirem a esse acto religioso me-
moria do fallecido ; por cujas provs de amizade
se confessaro mais gratos e remanecidos.
Angelo Custodio Rodrigues Franca e seus fi-
lhos muito agradecem aos Illms. Srs. Hygino Fon-
ceca de Queiroz, Pedro Affonso de Medeiro. e Fran-
cisco Rodrigues Tavares, as provas de amisade
qae deram por occasiao da morte de sea presa-
dissimo filho e irmo Pedro Duarte Rodrigue?
Franca, no dia 21 do correte, no povoado dos
Montes (Una). Agualmente agradece aos morado-
res desse lugar, cujos noraes nao cita por ignorar,
o favor que Bzeram e:n assistir ao funeral e acom-
panhar o corpo do dito sea filho ao cemiterio, fl-
cando os mesraos senhores certos de que nunca se
esqueeer desse favor.
Para sciencia dos seus amigos declaram que fa-
rao celebrar oo dia 27 do corrente missas por
alma do dito seo filho e irmao, na Igreja de Nessa
Senhora do Livramento, s 7 horas da manha,
agradecendo desde j aquellos que se digoarem
assisti-las.
CiSl i OVIO
Rna do Ba~'3o da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
0 abaixo assignado venden da lotera n. 161
em beneficio da Santa Gasa da Misericordia, ex-
trahida no dia 24 do corrente, os seguintes pre-
mios : um meio bilhete n. 3339 com a sorte de
5:000/, um meio n. 1001 com a de 400/, ou-
tro meio n. 3381 com a de 100/ e um quarto n.
99 com a de 100/ alem de outros premios menores;
podendo os possuidore3 vir receber, que promp-
tamente serao pagos.
E' a terceira vez que esta casa to nova vende
o premio da sorte grande.
Tem exposto venda os felizes bilhetes da lo-
tera n. 162 em beneficio da igreja de N. S. da
Conceicao dos Militares, cuj extraecc dever ter
lagar em 31 deste mez.
PRECOS.
Inteiro 6/000
Meio 3/000
Quarto 1/500
De IOOiJOOO para cima.
, Inteiro 5/400
Meio 2/700
Quarto 1/350
Joao Joaquim da Costa Leite.
AVISO
O abaixo assignado tendo mandado ama carta
para sea mano Miguel Flix de Carvalho, no Ga-
mella de Barra Grande, e junto acompanhava orna
letra da quantia de 2004 aceita no da 11 de agos
to do corrente auno pelo Sr. Antonio Carlos de
Albuquerque, de. Porto Calvo, provincia de Ala-
goas, e dita letra vencida ne dia 11 do corrate ; e
tendo acontecido perder-se a carta e a dita letra,
previne em tempo que ninguem a descont, e o
Sr. Antonio Carlos so a pague ao abaixo assignado
ou a sea mano Miguel Flix de Carvalho, pois a
letra nao tem traspuse. Recit 24 de setembro
de 1870__________
Oaixeiro.
Precisase de um cixeiro qoe tenha pratieade
taberna, porm qoe nao tenha mais de 14 anuos
de idade, para a ilha de Fernando: a tratar oa
ra das Crines o. 33, 2* andar.
PROGRAMMA
Da fesU de Nmm Senhora de
tesarle Orage da eldade de
Goyanna.
No dia 1 de oulubro as cinco horas da ma-
nha, frente da igreja matriz, urna salva de 21
tiros seguida de algumas gyrandolas, e urna banda
de msica marcial, executando variadas pecas an-
nnnciaro o amanbecer do dia, em caja noute se
lera de celebrar as vesperas da festa de uossa pa-
droeira:
Ao meio dia e 3 horas da Urde haver msica
na porta da mesma matriz, e inultas gyrandolas de
fogo.
As 7 horas da noute principiario as vasperas de
psalmos, sendo orador o Rvm. padre Manoel Ca-
valcante Assis Bexerra de Menezes, e finalisando
o acto nma salva de 21 tiros, um balo e algumas
gyrandolas subiro aos ares.
No ia 2 ao amanbecer orna salva de 21 tiros e
algumas gyrandolas subiro ao ar, e a mesma m-
sica executar diversas pecas annunciando que
chegado o dia da nossa padroeira.
As 10 horas do dia, entrar a festa com toda
SwSB
Precisa- y
perfeicao, pfVindo-se eserava
da Aurora B. 42
a tratar ni roa
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama llvre oa sujertt, porm
ae ooa conducta, que tenha bom leite e eom abnn-
aanes, sem albo a aumentar : a tratar na roa d
Praia. armazem ns. 13 e 15.
Professor.
Urna pessoa habilitada prop5e-se a enslnar pri-
meiras letras, lingaas nacional, ingleza e frtceea,
lora deste praca : na roa DirelU, loja de seHeiro,
achara cemqnem tratar.___________
Cosinheira.
Precisa-se de urna mulher para casa de famil-
que seja soffrivel cozinheira, preferindo-se escrav
i traur no 2 andar da roa da Cadeia do Reeife
MO SE OURO
Alaga-se oa vende-se ama cata terrea oa
cidade de Olinda, oa bicca de S. Pedro o. 4 : a
traur oa mesma casa.
tle un preventivo seguro e certo contr
Ela caWce,
e d restaura forca e sanidade a pelle
da cabecai
pompa possive, orando ao Evangelho o Rvm. pre- Elle de prompto fazcessara queda prema-
tura dos caballos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posicio que se deseje
n'um estado formoso, Irso e macio,
Ele faz crescer os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabera
limpo e livre de toda a especie de caspa,
Elle previne os cabellos de se tornarem
brancos,
Elle conserva a cabeca n'um estado de soj
cura refrigerante e agradavel,
Elle n5o demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
davel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservarlo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tenico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo & C. P. Maurer
& C, M. Barbosa, Bartholomeu de G., e em
todas as principaes lojas de perfumaras
3 boticas.
gador da capella imperial frei Joo de Santa The-
reza, e finalisando a fesU snbiro aos ares militas
gyrandolas de fogo.
As 3 horas da urde sahir em procisso percor-
rendo as roas da cidade a exeelsa padroeira,
qual procisso sahir com toda desceneia e bri-
Ibantisoio, tendo de subir ao ar antes de sua sa-
hida um grande balo, e ao recolher-re urna salva
de 21 tiros e varias gyrandolas de fogos faro an-
nunciar o final deste acto.
As 7 heras da noate entrar o Te-Deum com
teda a pompa e brilhantismo, sendo orador o Rvm.
[.Manoel Vicente d*s Santos, e finalisando urna sal-
va de 21 tiros, um balao e muitas gyrandolas de
fogos annunciaro o final de toa fcsiividade oeste
dia.
No dia 3 pelas 8 horas da nonte queimar-se-na
um lindo fogo de vista, terminando com nm balao
e ama salva de 21 tiros. O fogo feito pelo dis-
tincto artista Tito Francisco de Millo.
N. s dias 4, 5 e 6 a tarde na ra Direita, em fren-
te a matriz, haver grandes cavalhadas como final
de toda a festividade.
Cidade de Goyanna, 22 de setembro de 1870.
Os procuradores
Relmiro Jos Goncalves
Theodoro Alves de Vasconcellos.
_______ Francisco Marques da Rocha.
Sociedade Emancipadora.
Sao convidados todos os socios da sociedade
Emancipadora para se rennirem em asscmbla
geral no dia Io do outubro, as 6 horas da tarde,
nos saloes do Club Pernambucano, afim de ouvi-
rem o relatorio dos trabalhos durante o anno fi-
nanceiro lindo, eieger nova direccao, e resolver
todas as questoes que forem propostas como de-
termina o artigo 28 dos estatutos.
Reeife 22 de setembro de 1870.
O Io secretario,
Gervasio Campello.
ADVOCACIA.
O advogado Dr. Joo Tbom contina
em sea escriptorio rna do Queimado n.
31,1 andar, entrada pela praca do Pedro
IL Em casos urgentes pode ser procura-
do em sua residencia no Chacn ou Casa
Forte.
Para cozinhar em urna casa de fa-
milia de duas pessoas : a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Joaquim Antonio Pereira declara que do dia
20 do corrente em diante deixou de ser seu cixei-
ro o Sr. Deomedonte de Almeida Magalhaes.
TIJOLLOS.
Vende-se urna porcao de alvenaria groja de
marca regular e bom barro : contrata-se a por-
cao que quizerem, tanto destes, como Uparaento,
telhas e Ldrilho ; para velos e tratar ra Im-
perial n. 130. casa com portao de ferro ao lado.
... NO
THEATRO
SANTO ANTONIO.
Todos os domingos, dias Santos e
dias uteis.
SOB A DIRECCAO
DE
Joao M. Viegas.
Sorvetes de diversas qualidades, como sejam :
De chocolate. De abacaxi.
De crerae. De maracuj.
Caf. Cha. Chocolate
LNCHE.
Presunto de fiambre.
Salame de Hamburgo.
Salsichon de Hamburgo
Lingua de Franja.
Peixe de concervas e diversas qnalidades.
Salcbixas de Hamburgo.
Vinhos finos.
Champagne. Rordeaux.
Porto fino. Figueira.
Madeira. Cherez.
Vermonlh.
Cerveja Basse National
;elada e nao gelada
e de refrescos e de licores finos.
Era cbnseqaencia de nao se acharera comple-
tos os trabalhos de carapina e pedreiro e pintor
o emprezario a pedido de muitas pesseas resolveu
abrir provisoriamente o estabelecimente domingo
25 de setembro de 1870.
BRAZILIAN SXEET
Railway Company (Limited)
Attenpao
Tendo apparecido ltimamente bilhetes
falsos recommenda-se aos Srs. negociantes
e mais pessoas qae os costamam receber
como dinheiro que nao os acceitem mais se
n5o as estacos, para evitar perdas e pre-
venir assim a falsificado, cojos autores a
companhia procara azer punir pelos meios
legaes.
Escriptorio da companhia, 22 de setembro
de 1870.
Wittiam Rawlinson.
_____________________Gerente.
O tenente Antonio Francisco Ferreira da
Cosra, oo sea eugenho Vinga, faz sciente, ao pa-
nuco qae (lea recendido o contrato que havia feito
com a companhia de segaros de vida denominada
Protectora das Familas, para o qae aatorisoa ao
sea procarador ueste praca para certiflcar-se com
o rsspecflvo agente o Sr D. Francisco F., ficaodo
ais, pois, de neohum effeito qualquer recibo oo
ordena precedente desse contrato.
Preeisa-se de orna ama para cozinhar e com-
prar oa roa da Cadeia de Reeife n. 51-
Precisa se de urna ama que cozinhe bem :
na ra do Duque de Cax'ias n. 51.
Precisa-so de urna ama para cozinhar em
casa de homem solteiro : a tratar na roa Imperial
n. 47, taberna.
Precisa-se de
Novembro n. 54.
costureiras : no Caes 22 de
AVISO AOS FUMANTES.
Cachimbos-e ponteiras de espuma verda-
dera.
O mais completo sortimento, e muitas qualida-
des novas que anda nao vieram a este mercado:
________NA LIVRARIA FRANCEZA_________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra da Roda n. 32.
COLLEGIO
DE
N. S. DA GLORIA
DIRIGIDO
PELOS PBESBYTEBOS
Joo Antonio Pao de fflezende,
bacharel formad em direito,
e Francisco Gomes Duarte Pe
reir Coeuro, bacbarel for-
mado em tocologa.
Em Portugal, na cidade do Porto, na airosa ra
de Cedofeita ns. 230 a 236, vai abrirse no prxi-
mo outubro, este novo estabeleeiraento aonde se
eusinaro os prineipiosde religio.as materias qae
constituem o curso geral dos lyceos, escripturacao
commercial segundo os melhores systemas e bel-
las artes.
Admittem-se alomaos internos, simi-internos e
externos.
As pessoas que desejarem approveitar-se deste
casa de educacao, podem dirigir se desde J roa
da Cadeia n. 6, aos Sis. Rodrigues 4 Irmao, que
daro as informacoes
prograramas.
necessanas, e ministrarle




7 4m^? boul? m \LMm( DEPOSITO MGERAL Fp.#^ A ECl
AMA
Precisa-se de urna ama forra oo eserava, qoe
seja cozinheira na ra larga do Rosario n. 22,
2* aodar.
Ama.
Precisa-se de duas amas que engommam e co-
sam com perfeico, uacionaes ou estrangeiras : oa
rna da Aurora n. 40.
Criado.
Preelsa-se alagar um rapaz forre oo escravo
na roa Farmosa o. 29.
Cozinlieiro
Nova loja de joias
RA DO aBGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunte Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimnto de joias, o qual tem grande torti-
ment de todas asjoiis de ultimo gosto, ae oaes vender o mais barato pos-
sive. ,
Tofes as joias serio garantidas ooro de lei, pois os seas donos tendo em
vista so tdqowir fregoezia nio o4vidrao, vender bom e por preces os mais
razoaveis potsiveis.
Convida-se publico a vir a este estabelecim8nto, certo de qee ficari
satisfeito.
A' MO DE OURO RA DO CABUC N. 9 A
THEATRO SMHNTOMO
RAIDE SITCCESSO
DOfflNGOS, DIAS SANTOS EDIAS UTEIS
U^WD CAF CANTANTE
urentes o seguint
Sorvetes de diversas qualidades
io Francisco da Silva Braga, participa ao publico deste capital, que n'este theatro haver Dar,
os coflcurrentes o segrate
Vinhos.
Champagne.
Bordeanx.
Porto fino.
Rbeno.
Cnateaa Lafite.
Cognac marteli.
Licores.
Imperador Theodoro.
Aya-Pana.
La bell amor.
Corarlo.
Sempre viva.
Amor eterno.
CERVEJA
BASS E NACIONAL
Gelada e nao gelada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Rosa.
Pitanga.
Grosella.
Limao.
Cidra.
Laranja.
Lima.
Queijos'.
Flamengos.
Londrinos.
Minas.
Prato.
Suisso
mesmo participa, que, alm das bebidas cima notadas havero
que muito agradaro pelo preco e boa qualidade, e desde j participa
^adeiras e bancos para qae os coocorrentes estejam a sua vontade, assim como, haver urna bandada
msica marcial, qne tocar durante a tarde no jardim do mesmo theatro.
O mesmo, encarregado pelo proprieterio, avisa que dentro em pouco tempo haver nm oumais
buhares e jogo de domin para entreteniment do publico que frequentar este estabeleeiraento, a qaem
desde j convida, e quer da alte sociedade, quar da democracia.
PRECO DA ENTRADA 500 RS,
O dia da abertura ser era breve annunciado pelos jornaes; mas provisoriamente se abrir no
domingo 25 do correte mez de setembro.
devertimentos durarao duas horas, das 4 s 6 da tarde. Garante-se toda ordem e moralidade.
O
Doces.
Pastis de nata
Bom bocado.
Eipada de carnario.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao de l.
Froctas.
Macaas.
Uvas.
Poras.
Abacachis.
etc. etc.
outras de diversas qualidades
tambem que havero mezas.
Na roa de Apofl* n. 24, aodar, pneb-M de
oa cozinheiro.
GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Ba 11 de Dezembro37
(Outr'ora Larg i do Rosario)
No muito cenhecido HOTEL CENTRAL encontrado sempre os nossos inDumeros
fregueses notaveis melhoramentos, indispensaveis para commodidade dos Ilustres fre-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de confortativo e
deleitivel se pdd encontrar em um estabelecimento desta ordem.
Assim acha-se alli ama excellente casa para banbos, um salao todo alcatifado e
guarnecido de divans, piano, jornaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
DULCE FARIENTE
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolees
Havanas. ,
CHARUTOS.
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estrangeiros, ea-
contraroos.commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
PURA AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos 1 No armazem da travessa do Corpe
Santo b. 25.
Moinhos para caf e para milito
Os melbores moinhos para caf e para milho que tem vindo a este mercado
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo, n. 25
VEGETAL AMERICANO
C S A LID ADE
BA R T NO LO M E O & C:
tan i Cira certa iu tniei aatifti e recentes, caterrku pulmonar, isidros; tem oTalia,
4niaeaiu, m goral eoatra todos o soffrimeotes das viai reainlorin.
DEPOSITO GERIL
BOTICA 3B3 DROOAAIA
14, BOA LARGA DO B0ZARI0, S4
PERNAMBUCO
A Uienpentlet das diversas molestias do ptito, desde
t phkryngite en nul di farganu it Ubercolicio
pnlmonar, paseando pelas di Tersas broocbites calarrbaes
i o emphysema acaba de ser enreqoecida eom mais
este uMdleamentP. qne lomtk a primaira ordem entre
iodos at hoje eonnecidos. O xarope Vegetal Americano,
{iracundo paramente Tegetal, nao eontm em ana
eompasiclo nm s tomo de opio, aim tornete sac-
eos de plantas Indgenas, cujas propriedades benficas
aa enri d molestias que perlencem aos orglos de res-
piraejo foram por nos enseriadas por longo lempo,
com uptimos resultados cada vez mais crescentes; pelo
qie nos jnlgamos autorisados a compor o xarope qne
agora apnsentamoi, a a offereee lo aos mdicos e ao
psblico, Profamoi com o* attestados abaixo o me lo-
aiH dito, contamoe que coneeito do qne ja gosa
o xarope Vegetal Americano crescer da dia dia,
deixaddo Baile aps da si todos os peitoraM aa toga.
-meo k C.-0 wrops Vegeul Ame-
esj na eeaesitaadiasiau pharmaeia,
* Oa ntil remedio pan combaler A tarritel asthma.
Sofra en aanells molestia ha qnatro mezea, asa anda
Mr eaakatido os ataques mensass que tinas; sata allimo
(fia o sea milagroso xarope, tomando apenas tras
dsos, sud o presente nlo (ti de aovo atacado. Pra
Hm, ojM a iq** rsstabsUtids per tas m
Ihe, pois os meas agrdecimsatos por as ter allriadat de
Uo borrical mal. Coa a mais significativa graUUs,
aobsersvo-me deVmes. affeetnoso e reeonbecidft i
Setarias Dasrtt.Sos Casa 14 de (aterairo datMR
Illms Srs Bartholomeo *C Depois ds ansas,
mezes de soOrimento com ama toase ineassaata-, I
extraordinario, axpsctoraclo de nm catarrho i
do, e perda total das torcas, qne o menor |
me fatigaTa completamente, cansado de tomar aman-
tros remedioa sea resaltado tire a fecidsdo de leiMasn,.
Vmcs. prepararan o xarope Vegetal Amrica** eeeax
elle, grecas s Deas, me echo restablecido ha arateaV
dois meses, e robaste como se nada titease nifTiaa. I
ratido ae foros a ata declaraclo, qne poderla taatv
fazer o aso qae quizerem. Son com estime de tac*.
anitos respeitador s criado. .Antonia fas|iiB Curra e Siles. Recite 8 de feterairo de 186S.
Atiesto qae dssJ do xarope Vegetal Aiaarkaae; e
oaposeae dos Srs Bartholomeo k C. para can dan.
ltfiaxoi
forte d-
fazia__
grande falta aerospirscio, o fi
tabeleeido ean oa s tidro
ixo qae me troaxe ame roaqadlo, qaetae ata
edtaadar, inflemma^lo o dar ae garganta, a)
1 complstaaaau!
idro do mesmo xarope; aaea
os Ibes protesto eterna gratidio. Reeife.! safe.
neirede 1868. /sofisia fer*re i
X


Diario de Perntmbttco Segunda fera 26 de Setembro de 1870
A. EHOS MMuMM A.
*>
m
l5
52?

PEDIDO
V rna do Jardim n. 45 precisa-e (aliar com os
seguales senhores :
Julio Adoipho Ribas (acadmico).
Querno Candido de Vascencellos.
Joaquim Cavalcanti da Alboqeif^tie Helio Filho
(Pombal).
Jezoioo Augusto dos santos Ftagoso.
Virinimo Correia de Ityra ((Cruangi ou Vicencia
Jos Hermino Pootrral \eBgenho Preferenca).
Fernando Barata 4a silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Gordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquim do R> so Barros.
A yerdadeira farinh;
S. Bei.
Esta farinoa otada alu-
dos no padecimentos dM orgaos
como aathraa ou pncrjunento de eatharres,
inflamacao de bofe, tarices e na ptbysica; re-
commendaudo-se coco igual proveito as pessoas
convalacentes.
nico deposito na ph\rmaca e drogara.
DE
Bartioiomeu & C.
34Ba larga do Rosario34
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado nimia
escala de poder servir vantajosamente os sens fregnezes, atten-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das prineipaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiris e as obras garantidas
de lei.
MOREIKA OVARTE .
IYI0FINA
Buga-se ao lllm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
givio na cidade de Nazaretb desta provincia, o
yor de vir a ra do Imperador *n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fias
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passu a fvereiro e abril, e nala curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
ftm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qoando o senhor
Albo se acbava no estado nesta cidade.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
A
san
OU
MANUEL C.
Tem a saiisfar,5o de participar aos seos numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem ^
establecido uea nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recite n. 9, neje ra do Mrquez de Oliuda, -*
onde acharSo os pretendentes, muo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre- ggg;
eos mas commodos do que comporla o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado (&&
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assrm serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar- i
nwcdes as tazeodas que a demora da fabriracao bem diminuta. .. __________________
NA ANTIGA E BEM COMHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Barao da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Roa Nova)
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par-
do e de algodao os todos os lmannos e feitios, alm da immesa porc3o de seda, menso, algodao e brim,
armacoes de todas as qualidades para satisazw quaquer encommenda. A modicidade de seus precos to conhecida
que escusa de mencionar.
D, W. BOWMAN
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRM N. 52.#
Passando o chafar
Machinas vapor systema melborado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para porgar assucar.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricultura.
Todo por preco muito reduzido.
va-
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Orflcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Dens.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Mara.
OiUcio das Sete Dores de Maria Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Oficio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joo Baptista.
lovena da Senhora Sant'Anna.
rezena de Santo Antonio,
o vena do B. S. Jos.
Um bonito volume encdernado.
2*000.
i
Ssv
'
rx*>
PRECIOSA DESCOBEKTA
CUWAS MARAVILIIOSAS
TOMODELSUC
Nec plus ultra
Tirando immediataniente todas as caspas e coceiras dos cabellos.
Deposito
rnenle em casa doairtor, Andr Delsuc cabelleireiro de Paras.
Ra I* ci \larqo (antiga Crepo) n. 7 A Io andar
"GSTAVE
CABELLEUEIRO FRANCEZ
51Bna da Cadeia do Eecife51
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra Direita n. 38. ,
Precisa-se de um hemem portuguez para
vender leite e tratar de quatro vaecas : quem es-
tiver habilitado dirjase a Passagem da Magdalena
n. i, que se dir quem .
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o sen escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manha as 3 da tarde.
CRIADO
No collegio da Conceicao
pairo habilitado.
precisa-se de um co
Chama a attenco dos seus innmeros fregnezes, e do respeitavel publico ei
para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cent*
que em outra quaquer parte:
eral, _
iaais barato do
Cabelleiras para senhoras a 25,
30*, 354 e......405000
'Ditas para homem a 335, 405 e 505000
Goqaes z IU,*W, W, 200,
25*, 30* e.....50^000
Crescentes a W, 155,185,205,
255, 305 e.....
Cachos ou crespos a 35, i&, 55,
6*, 75, 85, 95 e. .
Tranca de cabello para annel
500 .......
Tranca para braceletes a 105,
15|, 305, 25 e.....
325000
105000
15000
305000
Cadeias para relogio a 55, 65,
75, 80, 95, 125 e. .
Corte de cabello,.....
Corte de cabelle com frieco. .
Corte de cabello com lavagem a
champoa......
Corte de cabello com limpez da
cabeea pela machina elctri-
ca, nica em *ernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
Barba. ......
:i550G
501
50*
1500$
15001
501
251
ASIGNATURAS MENSAES
Especial id a de de penteados para casamento
Bailes e soire
COMPANHIA
, DOS
TBILHOS ORBAHOS
DO
HECIFE A* OIJM)A.
for ordem da directora s5o convidados
os Srs. accionistas que se nscreveram para
a nova emissao. realisarem at o dia 30
do correte a Ia prestaco na razo de 10
/.; devendo flear sem effeito as inscrip-
ces coja i~ prestaco nao fr realisada no
prazo supradito, as quaes sero distribui-
das pelos subscriptores que ainda nao sao
accionistas, os quaes devero realisar a i
. prestaco das ac<;oes subscriptas dentro do
i praso de cinco dias contados do i" de ou-
tubro vindonro.
Para esse fm ser encontrado *"o -Sr. the-
, soureiro da companhia no respective es-
criptorio das 10 horas da manha as 2 da
tard.
Recife, 21de setembro de 1870.
Joao Joaqnim Alves,
Io secretario.
U RO
D'YVETOT
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 14.
Urna qualidade de commercio fallava nesta popu-
losa, cidade um estabelecimento em que se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velbas, um basar que se denomina em Pars
Bric e Brac E' este o estabelecimento que se
abriu ra estreita do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, ou com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
objectos do servico domestico, inclusive trem de
cosinha, poderao dirijir-se ao indicado estabeleci-
mento para contratar, e otferece-se para ir em
casa dos pretendentes para effectuar as compras
a vendas.
0 O hachare! Joaquim Goncalves ^
^ Lima tem escriptorio de advogado q
w ra do Imperador n. 35.
ara rpida e fiafaltlvel dos cal-
los, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomen
|C,
3iRa larga do Rosario34
Roh-ante-rheunib tico.
Remedio efflcacissimo centra as dores rheuma-
cas at boje o mais conbecido pelos seus mara-
villosos resultados.
J. Ferreir Villela
PIIOTOCSRAPIII i IMPERIAL.
18RA DO CABUG16
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedifleacia des photogrtpbja,
e que se prolongaram por unto lempo, acoam-se
felizmente terminados e ella abertt ao semep do
publico desde 7 de afcril pamdo.
O predio em que est coliocada esu pbotogra-
phia acha-se muito augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco mus, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
menios tendo sido fetos expressamanle para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Photo-
(rrafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos.
primeiros do mundo, segundo a opiniao dos mais
abalisados mestres, a nossa photographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da de Sr
I. Pacheco, a qual toi montada sob todas as regra
recommendadas pelos mais destinctos professores-
de accordo com as modificaos necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudada pelo ha-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa.
photographia foi mudado desde a soleira da portada
ra at a coberla, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas safas,
edificando-se um novo terraco envidracado mui
espagoso e elegante.
Como sabido, flzemos urna viagem expresa-
mente corte para examinamos as melhores pho-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a qne
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
efes, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo nm mez estudando e apro-
veitando as cOes de tao dlstincto mestre. Pen-
camos que juntando os nossos estudos e longa
pratica de 15 annos de photographia s utilissimas
licoes nltimanente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos ofierecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nuu.erosos fregnezes
irabalhos de photographia tao perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contlunem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudsdo. ______
Ama
Na ra do Imperador n. 14, 1 andar, precisa-se
de nma ama para cozinhar para pouca familia.
Aluga se urna escrava com oito dias de par-
a com muito e bom leite : a tratar na ra de
guas- verdes n. 90.
i
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
servico interno e externo de urna casa de
familia : na ra Velha n. 66.
para c
pouca
AVISO
No porto em frente do sobrado do Sr. Valenca
ao norte da fabrica do gaz existe urna canoa e ca-
noeiro que se emprega a atravessar da freguezia
de S. Jes a da Boa-vista, e desta para aquella,
as pessoas que, nao querendo dar a grando volta,
queiraiii dola se aproveitar : paga 160 rs. por
pessoa ; todos os dias das 9 h>ras em diante.
PRIMEIRO E AMIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHI-'X)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripto, no que serao sa-
tisfeitos com promptido.
Presta-se tambem a chamados para o
nteror, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das JO horas
ao meio dia. '
Chamados, a quaquer hora.
Aos pr.bres gratis.
43Ra do Raro da Victoria43
(Antiga ra Nova).
Para urna familia alle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de urna ama mo-
ga para comprar e fazer
o mais servigo de'casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio n. 4, 2 andar.
AMA
TINTURARA FRANCEZA
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e acbamalo-
ta-se, com a maior perfeico, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, Ifnho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se nodoas e limpa-se a seccosem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tergas e sextas fei-
ras.
timniti riuuiii.
AVI
INTERESSAME COMPOSiglO LITRR11M.
CONTENDO :
A noite do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysleno.
Com urna carta critica dirigida ao' autor peio
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 3000.
AS CENTELAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 21000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
AMA.
O dono 4o estabelecimento previne s
Sras. e aos cavaiheiros que ha umxmae. i
alio para tstara dos -cabellos e barbe, as-
in como um empreado smente oceupa-
nesae srico.
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bu
ba, nica admittida na Exposieo Universa}
como nio prejudicial i sade, por ser vrx
latil, analysada e approvada pelas acad
mas de sciencias de PARS E LONDRES
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE A
x. OLINDA E RERERIRE.
As ebegadas dos vapores serao annunciados
pelas bandeiras das nacOes a que pertencerem ;
sendo brasileiro ter, vindo da suf, urna bandeira
j com a letraSe do nortedo Io de outabno
' em diante.
O superintendente,
A. de Abren Porto.
Precisa-se de urna ama que engomme com per-
feico, indifferente que seja nacional ou estran-
geira: a tratar na ra Nova, casa n. 22. ___
-Mugara-se duas casas por festa ou por asno
na Varzea, lugar Ambol, com sitio e commodos
para grande familia: a tratar com o reverendo
padre Dmaso, ou na ra do Crespo n. 7.______
Alnga-se o Io andar do sobrado n. 1 da ra
Imperial : a tratar no- andar terreo.
Ama
Piecisa-se de orna ama de leite sem filho :Jna
rna do Apollo n. 5o, t andar.
Livros classicos
Prescriptos pelo decreto de Io de fevereiro
Co xarope Vegeta! Americano especalidade f-e BarthoIomeo&C0
34.RIIA LARCA SO ROSARIO.34.
AJugase um eitio no Calaeireiro junto ao
sitio do Sr. Dr. Alcoforado, com casa, fructeiras,
banho nos fundos : quem o pretender diriia-se ao
mesmo sitio, ou no eseriptoiio do Sr. Dr. Fonseca,
no pateo do Collegio.
Commodidade publica
As pessoas qne precisarem de amas, criai"
eounfceiro, jeroneiros, feitores, amas de leite,
domestico,

1W cMtumamofl proeanr Uettados ptu teredilir
'*"*' pwprdo8, duimoi que iu pplicnio e ot
nlt^doi Uidoc mIm pe ~!2"f*"*,a cred" : porqn Uo sempri m
-Hliiut Motiderados gratiiiot, delle* qm liara
o cfarlaUDiimo; u ai qiertodo ofandar ai pea-
*aaatajaapuaaai>einitnt nos offereeerim.os rae ibiiio
*mti$Mmpf, o* tuetnoi soblicar ataaifetando-1kea
MMI iratidie pela attanclo, aaparasdo qae Tesbam
Mea ewrofcorar eoBceito, e acceJUtio qoa laa mere-
* aoiio urope. Bttkelomtc C.
-_ *TTBms*.
. Srs. Binbolomeo k C. E coto a ir.iis subida
D qne declaro aer o urope Americino de ama
^M iSaria, poi qne soffrendo ba diaa de
. i ponto da oto poder dormir a noite a
n* meemo 4e meftcamentoi qne tomata, aell,
a.! !-
sana fcoje reaubeheido ]e qaM|
Vf.Sf.
-ereaV
i eisa
eau.
Manoel An
D (,>CDE;; .:
Vegetal Americano, da na eompoeiclo, qaando ata
acbeva baaunta deente de ama constipacao, que bm
tornea completamente roneo e qne trooie nma feria
tate, e me rmpoaaibiliton da enmprir oa mena davarw
de cantor da empreta lyriea, too agradecer-lbaa man
completo reatabelecimanto. qne obtire com nm a vdrt
da meamo urope, depoia da haver recorrido a maitoa
traumentos. Beaejarel qoa ootroi como en raeonan
ao aen urope para se Tarea aliriadoi da Uo termal
weommodo, Uo bul oeste paix. Coa malcr eonaidV
racio contino a aer de V. Se. atiente, venerador
d iS*0, ~L,il C"moM- ~ tMU* K *">**
VefUlAae-
de tedaafl-
ibaerrai na
rapa
--itar a
liados,
es-
crava* para o servigo domesco, caixeiros, tanto
para a praca como para o mato, casas e sitios,
poderla desta data em diante mandar seus pedi-
dos por escriptiaruado Torres n. 32, i* andar.
de 1870.
ETROPIIBreviarinm Historiae Romanae, 1
vol. em 8 encad. SjtOOO.
FILNNouvelles Narrations frangaises, 1 vol.
em 12a encad. lf.
LACERDANovo diccionario geral das linguas
ingleza e portugueza, etc., 1 vol. em fel. encad.
MARTINS BASTOS Interpretaeao dos cinco
primeiros livros da historia romana de Tito Livio
Pauvino, etc., i vol. em 18 encad. 3 i.
MIDOSIPoesas selectas nos diversos gneros
de composicoes poticas, etc., 1 vol. em 8 eacad.
4/000.
OLIYEIRA MAYAManual de estylo, i vol. em
encad. 3.
OLIVEIRA MAYANocdes de potica, 1 vol. em
encad. i.
ROQUETTEOrnamentos da memoria e exerci-
,cios selectos, 1 vol. em 12 encad. 3.
LIVRARIA FRANCEZA.
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, i" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco do
Minho, em Braga, e sobre os segninles lugares em
Portugal :
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra. ,
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelico.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Beja.
Barcellos.
GIRALDES (NI. N.)
O rapa-re e o Concillo
1 vol. em 8 encad. 6/000.
Acaba de sahir luz esta excellente publicarlo
devida a penna do lente de direito da umversidade
de Coimbra o Dr. Manoel Nones Giraldes.
LIVRARIA FRANCEZA.
MUDANCA.
S
Ama,
Precisa-S9 de urna ama para cozinhar em casa
de rapaz solteiro : na ra larga do Rosario nu-
mero 31.
t$A antiga padaria sita no Varadouro em Olinda
vai reabrir-se no sabbado 23 do correte mez. A
falta que ella fazia era geralmente reconnecida e
o sen actual dono, achandose resolvido a s em-
pregar farinhas novas e das melhores marcas tan
to para o fabrico do pao, como para o de bolacha
e biscontos de diversas qualidades, nao obstante
achar-se aquelle genero por elevado prerp, e ten-
do tambem contratado empregados habis, deseja
e espera a proteccao, tanto dos seus amigos em
particular, como de todos os consummidores e
bons pagadores em geral, protestando que nao
terao motivo de queixa.
Os senhores dones de vendas, botis e quaes-
quer outros estabelecimentos, bem como todas as
pessoas particulares sao convidadas a verificar e
experimentar o qne tica cima dito.
0 Dr. Carolina Francisco de Lima San-
tos mudon sua residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2o andar
do sobrado cujo armazem conserva ain-
da hoje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ah continuando o dito Dr. no
exercicio de sua profisso de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
fquer hora do dia e da noute.
mmmmvmwmmt
0 CIRTRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico ea geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabij
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dias uteis das 9 horas
da manha s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde ai
das sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos nrecos.
Agencia em Peraambuco
Do Dr. Ayer
Fetoral de Cereja
Cura a phlhysica e todas as molestias do peito.
Salsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catnartleas.
i MUDANCA I
%k 0 escriptorio do Dr. Joaquim Jos de jft
Campos da Costa de Medeiros e_.ilbn- Q
querque esta
rio n. 24.
ra estreita do Rosario
Aluga-se o 2o andar do sobrado da ra, No-
va n. 38 ; tera todas as commodidades que se po-
de desejar, e est muito aceiado, jem agua e todo
o despajo encanado para o rio.
Attenpao.
Ama de leite,
Precisa-se de urna ama de leite, paga-se bem
na ra Augusta n. 2, 2 andar.
lllaa Sr BartholoBea tC,
lo Vt. Sa. tea1
eaeia para o
pHCMdG
victima >)
excede:
enteeil
BMfliTOO SktmflO Mal
yia*fnS'|Tl
I aotfa 3 de outabro de 186S.
.Na ra do Torres n. 32, 2* andar, precisa-se
constantemente de amas, tanto forras como escra-
vaa.
Acha-se um boi recolhido, que entrou em
nm qafotal : qnem tiver direito, dando os signaos
e pagando ae despezas ser entregue o mesmo:
mesmo : n rna do Lima n.,14.
Aluga-se um sitio com boa casa de vivenda
e grande qiaantidade de arvoredos de fructo, en-
tre os quaes, boas laranjas de umbigo, sapotis,
goiabat. etc., so largo do ehafariz da Passagem da
i tratar com o seu propietario no
que volta para ot Remedios
5 i
se de nm caixeiro de 11 a 16 auno5
i taberna : a tratar M ra da Gloria
ATTENAO
Retalha-se, vontade dos compradores, alguns
lotes de terrenos, qoej-estam, 4o sitio Aguasinha,
em Beberibe, por preco3 rasoaveis. A posiclo
topograpbica do terreno muito o reeomraena. so-
bre tudo pjr ficar prximo da estadio projectada
da via lerrea. Os pretendentes poderao dirigir-
ge iaforraar-se do tenente S Peixolo, no mes-
mo lugar, e para quaquer negocio ra do
Crespo n. 12, andan
Pede-se ao Sr. F.. de Tal., que por especial
favor mande levar ao armazem da ra que nao
sem cadeia n. 50, a insignia que tirou da gaveta
da mesinba do escriptorio (creio que para amos-
tra) e querendo entrega-la a seu dono, este guar-
dar segredo, do contrario ser seu nome decli-
nado.
O amigo das cadeiras.
AMA
Precisa-se de nma ama forra ou escrava que
i'aiba engommar e fazer o servieo interno de urna
casa de familia : a tralar no Corredor do Bispo
no 23, on na rna da Cadeia do Recife, armazem
n. 1.
I
Precisa-se de urna
saiba engommar e cesinbar: em Olinda,
ma da padaria do Varadouro ; paga-se
trata-se oa mesma, ou a ra do Vigarfo i
andar.
MUDANCA.
i Braga faz scienie a seus
fregn muou sna fabrica de calcados que
,-ado n. 21 do largo do Corpo
a o andar* do m rado, onde
curado a o.talauer h
xelro de en-
a tratar na
Club do Monteiro
Assigna-se para o Club do Monteiro por seis
mezes, a principiar em ontubro at 31 de marco
prximo futuro sob as segninles condicoes :
Os senhores assignantes do anno prximo passa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
fo, rcando sujeitos a deliberado da directora os
que se propozerem este anno.
llavera duas partidas, send'o nma na abertura
e outra no encerramento, reunio familiares aes
sabbados, havendo nicamente conviles para che-
fes de familia.
Precos da assignatnra.
Seis mezes 50*000.
Tres mezes WIOOO.
Um mez 10*000.
Os senhores que desejaram assignar terao^ bon-
dade de se dirigirem ao emprezario, abano assig-
nado, no Club Pernambucano, at o nm do cor-
rente mez; e dessa data em diante a rna da Auro-
ra n. 68, das 10 s 3 horas da tarde.
P. J. Layme._______
AmfT deleita
Preoisa-se de nma ama de leite : na ra do
Apollo n. 25, andar._______g_____________
Papagaio
Desappareceu na noite de 22 do corrente, da
casa da ra do Imperador n 75, 2* andar, nm
papagaio com os signaes segninles : urna argota
de lato ero forma de clchete no p esqnerdo, as
asas aparadas, falla muito e est sempre a cantar
a cancao vulgarCareca o pai, etc.isto com
clareza, ontras veies a estumir caes gritando
Bota a baixo cabocolo velho: quem o achou
ou delle der noticia ter urna i grande recom-
pensa._____________
Ama de leite.
Precisa-se de uoia ama de leite : na Tna da Im-
perairiz n. 2, 2" anda i
Precis.a-se de moa ai. wm
prar : ca ra da Cade do Re. lar

J\


Dtuio tle Ptnambuco Segunda feira 26 de Setembro de 1870.
Trabalhor para piara.
Para o Rio Graade do Noy preeisa-se da um
irabal1 dos iiftimos ebagados das Ilhas, anda
: i tratar com Tasso Irmaoi &
Vmorir n
OLINDA.
_ ra ama casa terrea na ra da Malhias
Ferraira : a tratar na ra do Livraraento n. 30.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Ka roa do Cabug o. i compra-sa ouro, prata
a padraa preciosas por precos mais vantajosos do
que am ontra qualquer parte.
Lom moito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras vebas: na
ioja de joias do Coracao de Ouro u. 2 roa do
Cabtat.
VENDAS.
Calcados estrangeires
Grande sortimento de calcados de todas as qua-
lidades para borneo?, senhoras, meninos e meninas
palo preco mais razoavel do que em outra qaal-
quer parte : na Ioja de calcados de sobrado ama-
relio da ra da Cruz n. 21.
Secretaria de ferro
Vende-se e est vista em casa dos importado-
res Shaw Hawkes A C, raa da Cruz n. 4.
Vende-se a taberna sita raa de S. Jos n.
51, com commodos para familia, e com poucos
fundos, propria para algum principiante.
Vende se peonas de ema, cera de Carnauba,
farinha e feijao em saceos : na ra da Madre de
Daos a 5, 1 andar.___________________________
Para a Testa do general.
SOO duzias
de foguetes do ar por menos preco do que em
qualquer parte, garante -se a qualidade : na ra
Direitan. 53.
Attencao
Veade-se a armacao e pertences da taberna n.
11 do largo do Tergo, muito propria para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
Velas.
De carnauba todo prego, para liquidar : ve
de-se no escriptorio da ra do Vigario n. 26,
andar. _____
ven-
CANDIDO ALBERTO SODR0 DA MOTTA & C.
com, escriptorio e armezem de gneros de estiva
iravessa da Madre de Dens n. li, tem para vender
o seguinta em conserva ptimamente preparado
em Pars :
Ervilhas (PeMs pois).
Feijao verdb (llaricots verts).
Dito km grao (dem flageollets).
Espargos (Asperges).
Miscellanea de legumes (Macedoine legumes).
Senouras (Carottes).
Tomates (Tmales).
Couve db Brlxellas (Chous de Bruxelles).
Alcachofras (Fonds d'artichants).
Espinafres (Epinards)
Cogi'mellos (Champignons).
(Cpes).
Pastis com truffas (Pals truffs).
sem truffas ( sans truffs):',
Atum com azeite (Ton a l'huile).
Truffas simples (Truffes au naturcl).
Sardinha em tomates (Sardine etc.)
Galantina com truffas (Galanlins avec trufee).
Frango (Poulet).
Pomro com ervilhas (Pigcon avec pois).
Gallixholas (Bcaisones).
Perdiz com aieitonas (Perdiz asee olives).
assada ( roe).
A.ndorinha [Allonelti).
Codorniz (Gailk).
Lamprea (Lamproie).
Picado [Andouillettes t.)
Salxiciia (Saucissono I.)
Carne guizade (Frincandeau 0.)
Recebeu-se mais
Um completo e variado sortimento de papis
pintados e doirados de differentes qualidades ees-
quisitos desenlio.*, proprios para forro e guarnicao
de salas, gabinetes, escriptorio*, etc. Na remessa
desse artefacto tem hivJo o maior gosto e capri-
cho da parte do nosso correspondente de Pars.
Cora urna mdica oommissao sobre o custo da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
directivamente um deposito dessa especalidade.
No armazem de Candido Alberto Sodr da Motta 4
C, trave-a da Madre de Deus n. 14.
Fumo e papel
' Completo sortimento de fumo, tanto para cigar-
ros como para charutos, vindo do Rio de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Sul. Papel de seda, linbo
a algodiio, de differentes qualidades, proprios para
o fabri.M do cigarros. Vende-se constantemente
no armazem de Canido Alberto Sodr da Motta
& C : iravessa da Madre de Deus n. I i.
Especialidades.
Continnam a achar-se a wnda na ra Direita
botica n. 88, os mui conhecdos e acreditados re-
medios da veame, e outros diversos medicamen-
tos feitos em Paris, bem como os xaropes de co-
deina de Berth, de rbano iodado, de odureto de
ferro de Blancard e as pilulas do mesmo, peitoral
de cereja, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pilulas ou confeitos de bis-
mutho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
proflciencia quando empregados as doencas das
vas respiratorias, as dores rheumaticas, na
amarellidao, na falta completa ou irregularidade
de menstruo, as diarrbas, doencas do coracao
e do estomago, tem sido' e incontestavel, em
vista dos beneticos resultados das experiraentacoes
ou uso que diversas pessoas delles teera feito, as-
sim como das Diluas denominadas bravinas in-
oomparaves em sua efficacia nos acomraettimen-
tos febris ou sezoes; existindo tambem na mesma
casa, alera de suflkiente quaniidade de drogas,
um nao pequeo sortimento de tintas, oleo de li-
nhaca e pincis, que se vendera por menos do que
em ontra parte.___________________________
Antes que se acabem.
Medalhas de prau mac: Gr: 30 : vende-se na
raa larga do Rosario n. 34
ARMAZEM
DA
NORMA
MAZAR DA MODA
DE
Jos de Souza Soares & C.
RA DO BARAO DA VITORIA
(OUTR'ORANOVAj
Apresenta-se metam"rphozeado no que pode haver da mais bello e agradavel em fa-
zendas finas para Senhoras artigos de alta moda em Paris Unto para senhoras como
para borneas e meninos.
Miuaezas afamadas, perfumaras especiaos, variedade de liodos objectos para me-
ninos e brinquedos para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondentes.
Vende-se moito emeonta e manda-so por em pregados do estabeleci ment fazendas
em casa das Exms. familias afim de melhor escolherem o que desejarem.
NOVIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
HOREIRA & BASTOS
E' chegado.a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
toa?,, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
GorgurSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam nte bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnas iwa passeio, com listras de setim.
Sahidas deb;... que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de sala, e o
rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
CASA CAVSN A.JAWRER
Pharmaceutico privilegiado
successor
Boulevai-d Sebastopol, 65 PARS.'
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Aprcsciitudjs i Academia de Sciencias e ao Instituto de Franja,
!M ICrPAl Sub a forraa Jl> Pjslllla- e doseada para
lliCuunu faaef de momento urna soluccao
Preventiva e carativa das MOLESTIAS CONTAGIOSAS.
INJECKMILTRO
Jo volme de ura relogio, servinilo da
l'IIII.TRO o ^KKI^^.A sem os
gravea inconvenientes di fragilidade.
rrtTO l"\ Com a forma, e de o!nme de um Porte-SIocd
td I WHVd COTENDO TODO 7RKTA1IE.VTO.
COLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO i C
Depositarios geral para e BRASIL, e PORTUGAL.
34, ra larga do Rosario. PERNAMBTJCO.
-^m

s
3 portas n. 53, ra Direita, 3 p ,rtas n. 53, antiya
hja do Braga
O abaixo assignado, dono de?le antigo eslabelecimento, tendo em vista apresentar um
completo sortimento de ferragecs, raiudezas e cotiieria, tem resolvido mandar buscar em i
diversos pontos da Europa os melhores objectos de seu estabelecimento dos fabricanles !
mais conbecidos; pelo que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,
virem se servir dos objectos de sua carencia, a&nd encontrarao pur inenes 10 OjO do que i
em outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas para descarocar algodao, i
do bem coohecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaes,
ditos para fogo, moinhos para caf de todos os tamaitos, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos e de um, tanto inglezas como trncelas, louea de porcelana, facas e garfos
de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, bren, barbante, enxofre, papel e
limalha de ferro, ar;o, e agulha para fogueteiro ; assim como encontrarao constante-
mente grande poryao de fogo do ar, e recebe-se encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos. que se tornara enfadonho numera-!os : venbam ra Direita n.
53, Ioja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga Ioja do Braga.
SHAW HfflES i
IB DI SB I.
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaioias, gi,liiriLeiro8 etc.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estn hado para engenhos.
Cofres de ferro de Milner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estanho era baria e verguiaba.,
Folha de Flandres.
Arados americanos para ladeira e varzea.
Carrinhos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algod:tj"ie facao.
Ditas de serra.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de forc.a de 3J availos e motores pan. 2 cavauJcr, par m>ver ufi
ftchinas de algodao. h
PECHIffCHAS
NA
LOJA DO PAPAGAIO
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.
DB
fMIISCO TEIXEIRA IS,
O proprietario desie novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
desla cidade, e especialmente as Exmss. familias.que est liquidando por presos bara-
tissimos as antigs fazendas que existiam neste estabelecimento, alm das que abaixo
vao relacionadas, cujos precos merecem toda a atten<;ao do respeitavel publico que np
deixar de com pequea quantia refazer-se de qualquer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma Ioja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua a sortir-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualqaer outra Ioja.
Algod5osinho com 18 jardas a 2)J80O a
peca.
Madapolo infestado com 12 jardas a 30
e 3^500 a peca.
Dito de 24 jardas a 50000 para cima.
Atoalnados de linbo, e de algodao tran-
ados, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miudinbas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Raides de mussulina 40 e 50000
Guardanapos de linbo a 30500 a du-
zh.
Bramante de linbo a 20500 6 3 000 com
10 palmo?.
Dito de algodao a 10800 o metro.
Meias para senhoras de 40000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
ostamanbos.
Colchas de fustSo branco de 30200 para
cima.
Ditas e cor de 30000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de la finos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 10500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para. sa>as de senho-
ras prego barato.
Lazinbae Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 590 rs. ocovado, .
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
Lazinhas tapadas e transparentes de
omitas diversidades de cores de 320 rs.
o covado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 40000.
Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de la da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 20500.
RA tfOVA ar. 4S
Pee-bincha sem igual.
Casaeos de gorgaro de seda pretos, ricamente
enfeitados e os sais modernos que tem vindo ao
mercado, a 255, saias brancas bordadas a is, ditas
de cores a 6 ; popelinas de todas as cores a
1*500 o ovado ; >edinhas de quadros a 1*200
ris o covado: cortes de cii na nrancos, borda-
dos, proprios aara baile, a S ; gorguro de
lia e seda a 1*600 e 1*800 ris o covado ; laas
de bonitos gostos a 560 ris o covado ; popelinas,
ricos padroes escosseze3 a 1*100 ris o covado ;
corles de vestido de cambraia com barra a 5*
cada um; sahidas de baile, bornous de varios gostos,
leques de sndalo, vestidos de blond e muita? ou-
tras comas qiie se deixam de mencionar por se
tornar enfadonho.
Vode-*
pontos da <
de Sant'A
prop
agu
servir par.
a tratar c.
Attenpa
ota um dos meihores
m frente para a estrada
icn, tem
em cacimba com
:isma casa
o negocio:
Cadeiras de ferro. ^^.
Camas de ferro.
Prensas para cop. r carta ?. :
Bataneas para pes: r.
Oleo de linhaca em latas de ferro. ,
Trilhos de ferro para en mhos
Bombas americana?.
Macacos de estivar.
Balaucas e pesos deciiuaesje oatrasj
Fogoes de patente.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretas para caminos de ferro.
Um grande sortimento de ferragens entilarla.]
Jj

co;
[. sffiua
riS

CASA CAUVIN *!

PbarmaeenUco privilegiado
successor *
Boulevard Sebastopol, 88. PARIA
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresenladas a Academia de Sciencias e ao histitolo de Franca.
ItlICPPAA Sob',oml e p"llla. devedida e doseada para faser da
111J LuOHU momento ama solcelo FHIVUTIIA E COUTIVA das
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
COLLYBIO
BAHTHOLOIBEO fi
do volume de ora relogio, servindo
de Pbiltbo e Seunoa sem os
Gravee inconvenientes de fragiliaade.
.a.m i/\0 Coni a forma, e do tnlcme de ura Porte-Xoeda conttndo
ESTOJUO TOBO TRATAMENTO.
Conir as affeccois ias palpebras, preparado sob a.jnesma forma.
Depostanos geral para o BRASIL e POBTIG.4L
3i, ra larga do Rosario. PERNAMBT7CX). "
Ditos estampados de 46500 para cima.
Camisinbas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 35000.
Brilbantinas brancas de 500 rs. ocovado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linbo, e de es-
guio at o mais fino.
Lencos chinezes a 3->."00 a dnzia.
Ditos brancos de algodao a 25500, mui-
to finos.
Fil branco e preto, liso e de salpico.
' Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 55000
Tarlatanas brancas, e de cores.
Peitos de linbo bordados e lisos de es-
guiSo.
Camisas bordadas finissimas, proprias
para noivos com a competente gravatJ.
Punhos de linbo para homem a l o
par.
Colarinbos de linbo lisos e bordados.
Grvalas pretase de cores, tanto em se-
im como em seda, ba de lodos os gostos e
[eitios.
tOUPA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sortimento Cualidades, e feitios, para presos commo-
dos, e quem comprar porclo para negociar
lera um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
o listras, casemras pretas, e pannos pretos,
zues e cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
(jaalquer obra a vontsde dos freguezes,
qoer para homens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officioa, e
para ssoa LOJA DO PAPAGAIO acha-semu-
llida de um bom mestre alfaiate para bem
desempenbar qualquer obra da sua arte,
recabindo a responsabidade sobre o pro-
prietario da Ioja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
aqnemas exibir, ou rnandam-se levar
loscaixeiros.
A Ioja do Pa'pagaio acha-se aberta d
horas da maohaa s 9 horas da noute.
Francisco Teixeira Mendes.
Rival sem segundo
20-Ra da Imperatriz20
Farl & Lessa.
Acaba de ehegar a esta nosa noca Ioja de fa-
zendas finas um variada sortimento de fazendas de p
la e seda, como sejam : granadines do ultimo DuZ|as de pantos seguranca a
RA DO DUQUE DE CAXIAS !T. i9
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baralissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo cota e pre-
sos admirados.
120
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e lazi-
nhas de cores, o que ba de mais moderno, todo
por baratissimos precos, brigantinas de cores, to-
ados das indias, fazenda nova a imitacao de per-
cala, baldes de dina Gngicdo saia de cor com lin-
das barras, fustoes proprios para vestido e roupas
le meninos ; agora grandes e admiraveis pecbin-
cnas, saias brancas com lindos frisados a 3,3, ri-
cos cerpinhos bordados muito finos a o$, baloes
modernos de arcos a 2, ricas colchas para cama
leochoadas, sendo brancas o de cores, a bl, 6J e
7, cambraia victoria fina a 5, ditas transparen-
tes a 51,6f e 7,chitas finissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 360 a covado, cassas de cores a
240, lencos brancos de cassa a 2o00, ditos ehi
aezes a 3f300 a duzia, madapolo lina a 65 e
65O0, e muita superior a 7, 7*600 e 8, algo-
daozinho largo propria para lences a 6f, panno
Je algodao branco trancada proprio para toafhas
de mesa a 1*600 a vara, nramante para lences a
2*000 e 3*500, o que ba de melhor, esguiao fi-
aissimo a 2*200 e 2*500 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderem
sscolher. Tambem temos completo soatimento de
perfumaras des primeiros fabricantes francezes e
!nglezes; ss pessoas que se dignarem vir a esta
Ioja tero occasio de reconhecer a realidade do
iue annunciamos para nos^justificar.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposit em Pernambuco caes da alian-
dega velha n. 2,1* anda.
Farinha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
Camarina, chegada no patacho portuguez llissa,
tandeado defronte do trapiche do Sr. Barao do Li-
vramento : a tratar no escriptorio de Joaqun
Jos Goncalyes Beltro, ra do Commercion. 17,
iii a bordo do referido navio,
Vende-se farinha muito boa chegada homem,
em saceos grandes e panno da fabrica da Baha,
dos armazens da Ccmpanhia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ra da Cadea, casa n. 1,
com Jos Goncal ves Torres.
Parlaba de mandioca do Mara-
nho e da Babia
Vende-se no escriptorio de Joaquim Gerardo de
Basto ra do Vigario Tenorio n. 16, 1* andar,
excellente farinha de mandioca viuda do Mara-
lo e da Bahia, em saceos grandes, muito fina,
alva e torrada : os pretendentes podem examna-
la nos trapiches da Gompanhia Pernambucana
Dantas e Fonles
Vende-se
A caixa filial do banco do Brasil em lquidac-o,
vende por commodo preco a casa terrea sita ra
Imperial n, 64 : a tratar na mesma caixa filial
ra do Commercio n. 34. __________^^
VENDE-SE
ama casa terrea, na ra de S. Jorge (Pilar)
em Fra de Partas n. 60, com duas salas,
dous quartos, ctsinha fra, soto com dous
quartos, e quintal; tratar na mesma ra
n. 23 Io andar.
Dozia de palitos seguranca caixa
i grande a...................
Frascos com oleobaboza muito fino.
'acote* com p.'s de arroz o me-
lhor que ba a...............
\avalhas muito tinas para fazer
! barba a....................
Caixa de linha brao> do gaz a..
Yara de franjas de lidho para toa-
l Ihas.......................
Caixas com pennas d'aco de 1 erry
superiores................
Lencos da cassa brancos e pinti-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 30 aovellos de linha
do gaza....., .
puzias de meias cruas superior
qualidade a.......30600
Pecas de babadinbos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1500 e.
pecas de fitas para cs de qoal-
quer largura com 10 varas a.
Sscovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de c/es a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e......
Pares de meias cruas para me
nos diversos tmanhos a.
IDozitt de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cart5es com colxetes i carreras a
Abotoaduras para collete diversas
qualidades......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a.
Caixas com superiores obreias a.
Duzia ae agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tmanhos a.
Pacote de papel com 20 qaader
nos...........
R&ma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a ...........
LOJA
DO
GALLO VIGILANTE
Raa do Crespo n. 7
Os prof.notarios deste bem condecido estabele-
cimento, alm dos muitos objectos que tinham exv
postos a apreciacio do respeitavel publico, man-
daram vir e acaiam de receber pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas especiali to resolvidos a vender, como de seu costme,
por pregos muito baratinhas e eommodos para to-
dos, com tanto que c- Muito superiores luvas de peSica, pretas, bran-
cas e de mni lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punbos para se-
nhora, nesle genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaraga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para canecas das
Exmas. senhoras.
Superiores transas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de. melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leones de madreperoia,
marfim, sndalo e osso, sendo aqueJles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30*000
t duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
alm destas temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas moito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
caslao de marm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor sa
pode desojar ; alm destas temos tambem grande
Suantidade de outras qualidades, como sejam, roa-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba ; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vex tam-
bem asseguramss sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltareto, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e vanado sortimento des melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COIARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsdes. e
facultara a denco das innocentes criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-'os por toaos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pe:- poderao aquel-
les que delles precisaren!, vir ao deposito do gaiic
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que ,5o applicados, se vendcrilo com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por prejs muito razoaveis Ioja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
320
320
320
000
500
160
SOO
100
700
400
500
2(5000
500
500
500
40
500
320
40500
2000
10500
3JO0C
400
20
400
500
401
25OO0
400
40000
30600
Dcordeiro previdenU
Sitia o Qnemado d. 18.
Novo e variado sortimento de perfumariJ.
firras, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfe
alarias, de qae effectivamente est provida;
Ioja do Cordeiro Previdente, ea acaba receber nm outro sartimeno qu6 setorr.
aotavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidados de pr
Cos; assim. pois, o Cordeiro Providente peo:
e espera contimio-.r a merecer a apreci
do respeitavel publico em geral e de ?".
boa freguezjia em particular, nio se afa:
lando elle de sua bem conhscidaBiansidi
e barateza. Em dita Ioja contrario o
apreciadores do bom:
Agua divia de E. Coudray.
Dita verdadeira de Mnrray Lamman.
Dita de Cologne iDgez:;, an< fra
ceza, od;s dos melhcrcs e maisacr
jabrican1.'
Dita de flor de larangeraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
Elixir odontalgico para cc-nservacSo *.
isseio da bocea.
Cosmetiques d superior qu?.iidade e cb
ros agradareis.
Copos e latas, raaiores e menores, co*
pomada fina pora cabello.
Frascos com dita japoneza, transpires;
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos --implee e enfeitr
Ba parial do I radtelcb)
ro de v!<
Outras concentradas e d
mente finas e egr,
Oleo philocomeverdadeiro.
ExraciO d'oleo de superior qualidade
com escolbidos cheircs, eir- dedi5
rentes tmanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menore
para maos.
Ditos transparenies, redondos e ora. figo
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba
Caixinbas com benitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madoira invernisada contendo
aas perfumarias, muito proprias para pr*
lentes.
Ditas de papeio igualmente bonitas, ti
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p.de arw
e boneca.
Opiata ingleza e francesa para dentes.
Pos de camphora e outras differentt
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coquea.
Um outro sortimento de coques de b<
vos e bonitos moldes com filets de vidrilho
e alguna d'elles ornados do flores e fitas
estao todos expostos apreciacio de qu
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e porfeicSo.
FiTelias e fitas para eintoa.
Bello e variado sortimento de taes obja.
tos, ficando a boa escoma ao gosto do cob
prador. ._____________________
Vende-se urna rotula de amarello em bom
estado : na cambes do Carmo n. 16.
Vendem-se partes de um sobrado da ra d
Hortas : a pessoa que pretender comprar dirija-s
a ra Imperial a. 1%
Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordeaux, de C. Margaux e 1. 0. Medoc.
Ervilhas francezas em manteiga.
Papel para cigarros -Dnc
Phospboros de seguranca.
Agas de Veehy.
Haut fine.
Celestine.
Mercurio doce, eaixa3 meia libra,
Papel dApeso, grande sortimento.
Na ra do Vigario, armazem n. 11.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, qualidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cife d. 51, Ia andar.
CAL MOYA DB LISSOA
Vendo Joaquim Jos Ramos :
n. 8, andar.
na ra da Cruz
A 1,800.
Lind 1*800' rs.
do Cre da esquina.
a ra
Panno de algodao.
Vende-se superior panno d slgao da Baha : no
ptoro de Antonio L. ,ra Azevedo &
C ra da Cruz u. 57, 1 andar.
CEMENTO 4
0 verdadeiro por nd" na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martina de
Barros

aw:


6
Diario de Pemambuco
Segunda
feira 26 de Setembro de 1870
GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-RUA DA IMPERATRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA H.
Neste imocrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, no grandee variado sortimentode f^das^doinais
aparado gosto e todas de primeira necessidade, qae se vendem mais baratas do que em ostra qua lquer pjrtj vsto qoe ne-
vos socios desta firma, adoptaran o systema de s Tenderen D1NHEIR0 ; para poderen vender pelo J ^^J"
a ganbarem o descont ; as pessoas qoe negociam em peqneoa esca'a, nesta loja e armazem podero fazer os^seos sorumentoe
pelos mesmos procos qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodidade das Exmas. iamuas se aarao
amostras de todas as fazendas, pn Ibes levam em suas casas para escolberem.
PECHINCHA EM CASEMIRAS A 40000. CORTES DE LA ESGOCEZES 60000
Vende se bonitos cortes de 13a escocezas,
vindo cada om em sen papel, pelo barato
preco de (5000 cada nm; no Bazar do Pa-
vo.
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Bazar do Pavo vende-se os mais ma, No Bazar do Pavo fe-se runa grande
compra em nm leilo, das mais finas
casemiras inglezas qoe tem vindo a es-
te mercado, tendo cores claras e escuras,
todas com padres serios, proprios para
calcas, palitos e Golletes; vende-se a 40000
o covado, o qoe em outra qnalqoer parte
n8o se vende
vantagem.
BRINS DE LINHO DE COR A 1*200
No Bazar n" Pavo, fez-se orna grande
compra de puros brins de lintao, moito en-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padres miudinbes; garante-se qne no ha
barrella que lbe tire a cor, e vende-se a
1(5200 o metro desta excellente fazenda.
MADAPOLO FINO A 6*400 A PEA.
No Bazar do PavSo vendem-se pecas de
majdapolo fino de muito boa quaidade,
tendo 22 metros ou 20 varas cada peca,
pelo barato preco de 6*000, por so terem
comprado om pouco enxovalbadas; pe-
cbincba.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamaccadas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que emqaalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vlo.
TOALHAS A 7*900
No Bazar do Pavo fez-se urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a \\ 2*000, e li-
quidam-se a 7500 a duzia^ou a 640 rs.
cada urna, boa pecbincba.
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O PavSo vende urna grande porcSo dos
mais bonitos chaposinhos de palba da ta-
fia proprios para menioos de todas as Ida-
des, sendo chapeos que valem 5*000 e ven-
dem-se a 2^000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINH03
200 RS.
O Pavo vende chitas ou riscadinhos miu-
dinhos cor de rosa e rxinhos, proprios
para vestidos e roupas de creancas a 200
rs. o covado. Sao muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Chegou para o Pavo o mais bello sorti
m ato das mais brilbantes lasinhas claras
com bonitas palminhas, de seda; tendo lar-
gura de chita franceza e vende-se a 10000
o covado grande pechincha.
ALPACAS HATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
Vendem-se as mais nr tierna; e bonitas
alpacas matsadas com palminhas, muito
proprias para vestidos de senbora e di me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao moito em conta.
PARA N01VAD0S CORTINADOS, COLCHAS.
CbPffou para o Bazar do PovSo um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 100.00 at 20*900 o
par, assim como o melbor damasco cem 8
palmo: de largura a imitaclo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, send os melho-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do Pav3o vende-se urna grande
qoanti lade das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de todas as cores e at
furta-cdr ; fazenda que ninguem vende por
menos de 2*400, e liquida-se a 2*000 cada
coaio; sao moito baratas.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se om sortimen-
to completo dos melhcres setios e grosde-
naples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar-do Pavo vende-se um elegan.
le sortimento das mais bonitas poupelinas
de la com listas miudinnas, sendo todas
qaasi de orna s cor, 400 rs. o covado ;
9 baratissimo.
GRANDE PECHINCHA EM LASINHA
A 640 RS.
N i Bazar do Pavlo fez-se ama grande
com t de lasinha para vestidos, sendo de
muito boa quaidade, amas com listas e ou-
tras con mselas, e muitos largas, qne com
poucos covados se faz vestiio e liquida-se
440 rs. fazenda qae sempre se venden al*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FURTA
CORES A360RS.
Vale se om bonito sortimento das mais
brillantes alpacas escaras farta cores,
sendo muito encorpadas e tendo um bnlbo
como seda, liqaidase pelo barato preco de
360 rs. o covado por se ter feito urna gran-
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Bazar do Piv3o vende-se um elegante
sort ment das mais lindas poujelmas de
12a com os gostos miudinhos sendo qaasi
ama s cor e con muito brilho, pichin-
cha b 400. rs. para acabar.
CHiTAS A 2* RS. O CORTE.
No Bazar do Pavo vende-se cortes de
chita mindinhas, leodo rocha e cor de rosa,
tendo 10 covados cada corte a 2* vende-se
a retamo a 200 re. o covado, pechincha.
CASSAS A 200 RS.
No Bazar do Pavo liqaida-se urna por-
(lo de cassas francezas miadas e raudas,
cores finas, que se venden pelo baratsima
preco de 200 rs. o covado para acabar.
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bazar do Pavo vende-se nm bonito
sortimento com todos os tamanhos das me-
lhores camisss, de flaoella de la, com
mangas, tanto proprias para hooens como
para senhoras e vende-se a 3*090 cada
bonitos e muito finos organdys com listas
por menos de6*; grande largas e miudas 1*000 a vara, ditas lisas,
fazenda de muita phantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimos padres, inteira-
mente novos 800 rs. vara: pechincha.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegoa para o Bazar do Pav3o um gran-
de sortimento dos melhores grosdenaples
pretos qoe tina vindo ao mercado, qie se
vendem de 1*600 at 83000 o covado ;
83o todoa mnito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pav3o vende-se nm grande
sortimento das melhores cambraias braceas
transparentes, tem de 3*500 at 10*000
peca, ditas saissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 2*000, 2*500 e 3*000
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a mais fina qne vem ao mercado;
tudo isto se vende mnito em conta.
MANIELLETES DE FILO
No Bazar do PavSo vende-se moderoissi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 10*000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 1*000, 1*280 E
1*600 0 METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazer com 3 na 3 1{2 metros,
e nende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tambem no mesmo estabellecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de la de
cores j promptas urnas com barras diffe-
rentes. da mesma fazenda 4*^00 e entras
com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
- No Bazar do Pavo vend-se o melhor al-
godoiinho americano ecTestado p*ra len-
C38, tendo liso e entrancado por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeu-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilhos, qne se vendem por preco
mnito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do PavSo recebeu nm grande
sortimeBto dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofddas e pratos; vendendo-se por
menos do qne em qualquer parte.
Lasiahas tranrparentes a 500 rs. covado
O Javo receben um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas transparentes
proprias para vestidos, qae veode a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQ0E3
No Bazar do Pavo vende-se sojerior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gara a 1*800 o metro, dito de linho cora a
mesma largara a 2*800 cada metro, pannos
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 1* a vara, assim como um grande
sortimento de Htmbargo ou cregaela de
todos os nmeros, preces ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqoer prte; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalhadQ trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melbor qae tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; todo isto muito barato.
Balees regaladores a 4*030 4*300 e 5*000
Cbegaram ao Bazar do Pavo o mais bem
feitos bales reguladores, sendo de fastSo
a 4*000, ditos de musseliaa a 4*500, di-
tos de lasinba de todas as cores a 5*000,
todos el les sao mnito baratos.
Panno preto mnito barato a 3*600
O Bazar d > Pavo recebeu urna grande
porfo de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, que sempre se venden a
5*000 o covado e pode liquidar a 3*600,
por ser urna excellente compra,
BAREGES A360RS.
" No Bizar do Pavo vende-se um bonito
s Ttanuto dos mais lindos bareges lista-
dos para vestidos, que valem muito mais
dinaeiro e liquidi-se a 300 rs, o cova-
do, ditos muito mais finos com listas a 400
rs, estes bareges sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande pechincha.
GURGROA 640 RS.
No Bazar do Pavo vende-se om bonito
sortimento dos melhores gurgures de la
para vestidos sendo omi linda fazenda,
muito leve, meia transparente e muito lar-
ga coai furta cores e liquida-se a 640 rs.
o covado por se ter feito grande pechincha
na compri.
COBERTAS A 3*
Vende-se cooertas de chita encarnada
adamascada a 36 cada urna, pechincha.
CORTES INDIANOS A 45500.
No Bazir do Pavo vende-se bonitos cor-
tes in llanos com duas saias pelo bara-
tissimo preco de 4*5)0 cada um, pe-
chincha.*
a ter om abatimeoto, SSo de multa
Dtitidade. SB
Granoe pecbincba om camisa in (fiaras 4e4454H)
No Bazar do Pavo fez-se aa grande com-
pra em leilo, de Soissimas camisas ingle-
zas com peitos e punbos de liono, sendo
com collarinhos e de tedos os nmeros a
40000 cada urna, ditas sem coHarinbos,
porm fazenda nnissima a 4*500; gran-
de pechincha.
CAMISAS BARATAS a 2*800, 3*000e2*600
No Bazar do PavSo vende-se ama gran-
de porco de casemiras mscladas, muito
encorpadas a 2*800, ditas finissimas com
msela de seda a 3*200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
3*600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Chegoa para o Bazar do Pav3o o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas; etc. vende-se por
menos do que em outra quaqner parte.
COLCHAS BRANCAS A 3*200,3*500 E 7*
Para o Bazar do Pavo chegou um gran-
de sortimento das melhores colchas de fus-
to, s ndo das melbores e maise corpadas
que tem vindo, a 7500:, ditas um pouco
mais abaizo a 5*500, e ditas a 3*000;
tambem no mesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortimento de cretonese cbi-
tis, proprias para colchas, que se vendem
muit. em conta.
GORGURESOU POUPELINAS DE SEDA
A 2*000 CADA COVADO.
Cheg*u para o Bazar do Pavo om ele-
gante sortimento das verdadeiras poopelinas
de linbo e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 2*000 cada covado,
o que em outra q alquer parte nao se ven-
de por menos de 2*500, previne-se que nao
sao algodo e soda, como ha muitos; mas
sim puro linho e seda ; sao moito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Bazar do PavSo encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con; peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroalas de linbo e algodo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
oreos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestes a
e aceio qaalquer peci de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidides de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor; e quando qual-
quer obra nao ficar inleiramente ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do PavSo nm elegan-
te sottimento de chales de merino de cores
muito bons com padres moito decentes
para qnalqoer urna senhora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por proco muito em conta.
BABAD1NH3S
No Bazar do PavSo vende-se nm grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgo de entremaios largos e
estreitos, qae para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do qae em ostra
qualquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo vende-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas pare jato, como sejam:
Lasinhas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, caotOes, bombazinas, qae so
vendem mais barato do que em outra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do PavSo vende-se chitas pre-
tas inglezas com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estarem um pooco
russas, 120 o covado; pecbincba.
O i propietarios d este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalbo da lerem
os seas annancios, pela razo de muitos
d'elles serem mudad's amiudadas vezes.
CACHE-NEZ A 6*000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de para la, pelo bara-
to proco de 6*000 caua om.
A lova sp6raiMj9.
,NCA faz os seus
sens fregnezes 6 a
o grande sortimento e su-
perioridade de ses objectos nSo com vis-
tas de atrair a atteocSo de ama grande fre-
guezia, como a deque actualmente desp&e,
e sim para identificar (a interese de todos)
a quaidade de seos objectos os quaes sSo
sempre de apurado gosto e perfeico; tor-
nando-se qoasi iadispensavel para aquellos
apreciadores (do bom) frequentarem a No-
va Esperanca, pois qae ella capricha em re
ceber constantemente, o qae ha de melhor
relativamente a sua reparcSo: o que se po-
der verificar quando em qualquer reoi3o
de pessoas \ amastes do xiqoe) v-ae nm
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'om alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ete, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos outros) istes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te II! I procurar descrever em annancios os
artigo* que contem dita loja, seria trabalho
insano e nanea o fariamos com- aquella
graca e perfeico com que sSo elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA ESPERANgA con-
tenta-8 em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do qae ha exposto na mesma loja.
tiRa Duque de Caxiaa ti
GRANDE NOVIDADE
Quando a AGUIA BRRNCA, maia precisa scienUflcar ao reapehavel publico ea
jrel, e em particular a sna boa fregoezia, da immensidade de objectos que uM mamen-
te ter recebido, justamentefouando ella menos o pode fazer e porque essa falte *my-
lnntaria ella confia e espeta na benevolencia de todos que Ib ar^^/J^J;
coniinoando portante a dirigirem-se a bem conhecida leja da AfilA MANCA roa do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em ^ft*ft RJgJft,?
qUidadea, modicidade em precos e o sen nunca tta02^in^SKt2u
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de qw a AGUJA BRANCA pode
dispr, empregado apezar de seos costos no desempenho de ben
/
Sam Vr^ramdo p^er- em dita loja do que necessitam, WJtoijim
rar oToSectosque por sua natureza sSo mais eonhecidos ali, ella resumidamente iam-
^^f&imlrtufo. elegancia e novidade os tornam recommendi^el, como
bem seja
*
0
*
*
VEMDE-SE 0
nm ptimo terreno murado, pe- &
dras, soleiras, vergas, cepos, etc.,
para edificaco de urnas quatro
casas.
A viuva do finado Henrique Jorge ten-
do recebido em partilha pelo juiro de or-
^ phos bens para o integral pagamento -^>
0 das dividas restantes de u casal, vende JR
lg& o excellente terreno foreiro, murado, na
c25 travessa da Concordia entre o sobrado do -^
<& Dr. Beltrao e a carreir de casas terreas
1^ do lado do sal, comprehendendo na venda a
5 as meiacoes dos doos oifes, entre os
quaes est situado o terreno : e bem as-
sim urna por?ao de peoras de varios ta-
manhos e qualidades, proprias para edifl-
caedes : o que tudo pode ser visto e exa-
minado pelos pretendemos do lugar indi-
cado, qualquer hora, nos dias uteis :
a tratar na ra do Queimado, ou Duque
de Caxias n 28, Io andar, das 10 horas
da manha s 2 da tardo.
ATTENCAU
Na ru larga do Rosario n. 44, Io and^r, vende-
se urna grande esunte de amarello, e as obras de
direito e de litteratnra dos seguintes escriptores :
Donoso-Cortei, Anrtr, Monte, :Gousset, P. Bueno,
Guisot, Tbiers, Lagrange, Mackeldey Waldek, C.
Autran, A. Hercolano, Garrett, C. Bastos, J. de
Alencar, P. da Silva, Macedo, Alvares de Azevedo,
G. Das, Casimiro de Abren, V. Hugo, Peletan,;
MagalhSes, T. Ribeiro, rt. Vieira, Castilho, M. de
Marica, Varella, A. Duma?, Ressan, P. Alegre.
C C. Branco, e mu tas outras obras em perfeito
estado e por preco mdico.____________
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicSo de ador-
nos o tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.'
Leques nesse objecto muito se poderia
diier querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimentq que acaba
de chegar, mas para n3o massar o preten-
dente se lbe presentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e Usos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
rla.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinnas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas branca* para meninas.
Grandes sortimento de florea fin ai.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento di dita,
sempre melhor guajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos peotea dooradoa
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperoJr.
Caivetes finos para abrir lataa.
Thesouras para frisar babadinhot.
Aspas para balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes aao movidas por um machiniamc
nmas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados con
podras.
Ditas de madeira envernisada com vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprioi
para enfeites de mesa e de lapinhas.
mmmmmmwmmsmm mmmnmmmmwmmmmm

IV. 3 A Rlli BO CARICA >. 3 A.
AMO i
PS

Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por preco rasoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos ra do CommTcio n. t3.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior fariaha de mandioca, vinda
do sortab do Cear, em saecas de S l| e 3 at-
queires cada sacca. por preco mdico : ra do
Vigario n. 14, escriptorio de Jos Lopes Davim.
Fechinchas novas
NA
Loj, Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de H. Cnlmares.
Laas para vestido, fazendas todas novas, eova-
do 200 a 300 rs.
Cambraias de cores francezas para acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e claras cores fixas, covado 240
a 360 rs.
Laa Amelia, fazenda nova, covado 600 a 600 rs.
Brim pardo trancado, boa fazenda, metro 500
aSOOrs.
Peca de algodo e madapolao, cambraias trans-
parentes e victorias, precos muito baratos : na
ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria franceza.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se poY todos os pa-
quetes translanticos bichas de quaidade superior
e vendem-se em caixa oa porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na ra da Cadea do Recife n. 51, andar.
Armapao.
Vende-se urna armaco de amarello com dous
balcoes: na ra do Baro da Victoria n. 2, (ou-
tr'ora ra Nova)._____________________j
Farinha de milho
Chegou ultimamentenova farinha de milho em
saceos, cujos pre$os sao mdicos, como os de ou-
ir'ora : a tratar com os consignatarios Amorim
Irmaos C, ra da Cruz n. 3.
0 Bazar do Pav&o sit) a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberta
das 6 horas da manh&a as 9 da noute.
PARA OS RAMIOS
DE
OLINDA
Lindos costumes de la enfeitados pro-
prios para banhos, ebegados pelo ultimo va-
por, vendem-se na loja do Barateiro a ra
da Imperatriz n. 32, pelo baratissimo prego
de 155iOO!
ATTENCO
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, muito propria para qual-
quer principiante : tratar no sobrado por cima
da mesma.
ATTENGO
Vende-se, com os poucos fundos que tem, a ta-
berna denominada Pedra Marmore, sita ra Di-
reita n. 4 ; a mesma est colbcada n'um bom lo
eal e tem umita freguezia : trati-se na ra da Ma-
dre de Dos n. 34.
Chapelinas e chapeos
, loja da Tnrqneza
nte sortimento.
Basquinas
para senhoras, loja da Tnrqneza acaba de re-
ceber excellente sortimento.
mnito novas e de bom grs de aples : na loja
da Turqueza.
Cintos
de velndo o de seda, variado sortimento : na lo-
ja da Turqueza.
Camisas bordadas
variado sortimento : na loja da Turqueza ra do
Bario da Victoria n 0, (antiga ra Nova).
Punhos e pollas
de velado para senhora : na loja da Turqueza.
CO
Com este titulo acha-se aberto 6 inleiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faqnei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
9 mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
K que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer Objecto
5 pertencente a esta arte.
jnmmawMMHi mmmmmmmmmmmmmm
GRANDE UIIDiCir
Lonrenpo F. Mendes Gnimares
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seo proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amaote. da economa, visiiarem a
loja( da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapoflo enfestado a 3)5500 Para liquidar vend bramante
a p&ca, ditas de 24 jardas a 5#000, 6|0OO, nho e algodSo a 100 o metro,
6500, 700, 8,5000, 9^000, 100000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para calcas a 40000, 50000.
Para liquidacao vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende-se chailes de
merino estampados e de barra a 20000,
20500 e 30000.
Arara veode cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 50iOO, 60000,
70000, e 80000.
Para lquidac5o vende-se brim pardo liso
bom a 500 'rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzjas de lencos
brancos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60JOO.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 10400 e coroertas de chita a
10500.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs. i
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
0 barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpaeas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende ISazinhas para vestidos de
Srajs. a 320, 400 e 500, rs, o covado.
O Guimares vende marsulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
0 Meles vende fusto de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
0 Lpurenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
A^ara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o covado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matisa-
das
a 640 rs.
de 1-
dito de
linho poro a 20800, esta fazenda pro-
pria para lences e toalbas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama franceza
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vestk
dos a 20500,20800 e 30200 o corte para
liquidar.
Vendeose cortes de cassa a 20500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e palitos por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pecalas de duas saiaa
para senhoras pelo barato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de roapa feita.
Vende-se palitos de alparca o de corea
a 20.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se coletos de brim de cores a 10'
Vende-se ditos de meia basemira a 205()O
Vende-se calcas de algodo azul a 500 rs.
Vende-se dita de algodo de listras a 800rs
Vende-se ditas de brim pardo 20,10600
e 20500.
Vende-se calcas da casemira de core
a 6080.
Farinha da trra
muito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. Angelo Baptista do Nascimento, ao p
do caes dos vapores no forte do Mattos ; vende-se
aos alqueires, a tratar com Bernardo Jos de
Araujo no armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega. _______________
Vende-se a casa terrea n. 11, sita em Olinda,
rna do largo do Amparo, com excellentes com-
modos e grande quintal, solo proprio : a tratar no
Recife. ra da Cadeia n. 40.
na ra do
A 10OOO
Os melhores espanadores de palba
Crespo n. K, loja da esquina._______________
m m Az
Chegou ao antigodeposito de HenrrJtoJJ**
i, mi do Imperador, o wn*!^ *J
de primeira quaidade; o qual se vende a Pf
. a retamo por menos pre5o do qne emoutr qua!-
quer parte.
Deposito de charutos
finos.
DA BAHA E DO RIO.
Ni ra do Mrquez de Olinda n. 40, escripto-
rio de Cunba & tf gnites marcas:
Regala Britnica.
Regala imperial.
Regala Londres.
Etposicao de Simas.
0!>eras.
Ti-abncos.
Conchas.
Sal do Ass
A bordo do palhabote Garibaldi, ancorada em
frente ao Caes do Ramos : a tratar com Tasso Ir-
ados 4 C, ra do Amorim n, 37.
o eneenoo Camocim na freguezia de Taquara da
Provincia^d Parahyba, o qual offerece as segmn-
?es vantgens: excellente porto de embarque,
atraz do engenbo, grande terreno onde se pode
Sure engordar 400 eabec de gado, sendo esse
erreno urna ilha rica de pastagens .e qoe dispen-
sa cerca mnito boas, teme para canna eompostas
omente'de brro-massan, multo productivo de
roca feiio, milho e arroz, com grande porclo de
coau'eirs em dous pontos diversos, peno do litoral
tres quarto9 do legea, e cinco legoaa da cidade de
Goyanna : qnem pret nder comprar este engenho,
dinja-se roa do Vigario n. 14,
engenho.
4 roa do Vigario n. 14, ou ao proprio
CANTARA DE LISBOA.
Soleiras, hombreiras e capiteis : i tratar ao
armazem da travessa do Corpo Samo n. 25.


Diario de Pernambuco Segunda feira 26 4e Setembro de 1870.
AO ARHAZEM
DO
FRANCEZ
Este conhecido eslabelecimenlo acha-se constantemente bem sonido, era virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo meaciona-
dos, precos ee ruis resumidos que possivel.
CAJEADO FRUGfiZ
Bollan* para canoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cure-, sortidas e bonitas, do ultimo gus-
to da moda, e a procos mais baratas do que era onlras partes.
Botinas para borneas e atenaos.
, Botinas de berro, cordavao, lustro e pellica, das raelhores fabricas e eacelhidas.
Botas e pernelras rnstlanas.
Botas e perneirns para raantaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerfo.
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
Teado chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo aura [de
desempatar o dinheiro nelles erapregado, sao baratissimos.
apatos de lustro para homens.
Sapatos de ntrala baixa de ecuro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de diferentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos corno para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por- !
tuguezes para hoaiens, para senhoras e para meninos.
CONVITE
0 Costa d rea D
toma pelo presente a
fiaos amigos efreguezes <
j raram e continuam a fazt
so de sfca fregoezia, virem visitar o sen
pstabolecimenlo, ceno de qbe n*o deixaro
de agradar-se, nao s de seos generas.
como do tralamerjto e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACO
Uvas verdadeira Feral
Anrixas secas.
Peras.
.Maclas.
Vinho do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o vetda-
deiro vinho de pasto, dito verde da me-
nor qualidade possivel-
Qoeijos flarr.engns empeicados epraloo
melhor que tin \indo a este mercado.
Erviihas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
BuliChinlias de especial qualidadedo to-
das as marcas conhecidas.
Manteiga ingleza e franela de I* sorte.
GNEROS DO PAIZ
Doca degoiab em latas
Quijos de Minas meito frescos e de boa
qualidade.
Eival
BA UIOIK Sil
Jlnliga rna do
do)
muito bom
PERFUMARAS
Excelentes extractos, baobas, leos, agua de corone, florida, divina, larande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de plliea do conhecido fabricante Jouvin, espetos oara sallas, quartos e ga-
binetes, toucadere- de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas, brinco?, pnleeiras, borne?, correnta e chaves de relogios e trancelins, tudj de
ourq de lei, corremos e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de onro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixiihos doorados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctaraente
ver-se a perfei?ao dos retratos, objectos de pbaotasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
,4a seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquels de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de puncos,
carteirinhas para notas, ihesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jogos de domin, rodetes, bagatelas e outros diferentes, ve-
nezianas modernas mullo conveniente para portas e janellas, eosmorama?, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com ioteressantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de edres para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanbos, bercos de vimes para criancas, sapatinbos e
toncas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conduiir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de pbantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ba espaco nem tempo para a massante leltuxa da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono desre estabelecimento pede ao publico em geral que continu a v;sita-Io
veriScando as qualidades e os presos baratos de ditos objectos por serem viudos em di-
reitura e de conia propria.
B
DAVID Vi. mm
embuebo
Com fundipao
RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a attencSo dos Srs. de engenlio para seus acreditados macbinismos e
com especialidade para seus vapores que anda urna vez tem melborado.
Os vapores fornecidos por elle e j funecionando lbe nao de fazer melhor apre-
ciado do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna reduccSo em seas presos; e que
iem prompto toda a especie de macbinismo e outros objectos para a agricultura.
Milita attenqo
O Campos da rna do Imperador n. 28 acaba
de rebeber em sen armazem, urna partida de se-
ment* de hortaliza que passa a mencionar as
qualidades e presos.
A sabir :
De salsa, a 60 reis a oitava.
ne coenieo, idem..
De repntno, dem.
De erviihas brancas, a 609 reis a libra.
De ditas tortas rooxas, a MK) res a libra.
De bracolas, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De feijao ervilha pape de rola, a 400 a libra,
e dito amarello, idem.
De dito meia-cara, idem.
De dito cor de ganga, dem.
De tomates fraudes, a 60 rei a oitava.
De jilo de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
De 'dito de 7 annos rxo, idem.
De espnailres, a 60 rs. a titava.
6HD00
100
500
500
500
60
600
240
160
200
200
500
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
DO DISTIN JO
Corpo patritico de lanceiros
O BAZAR DA MODA tem recebido ltima-
mente um grande e especio! sortimento de
todos os objectos proprios para este fim
como sejam:
PARA SENHORAS
Gazes florentinas de liadas cores, o co-
rado 20000, e outras muitas fazeodas pro-
prias, e de bom gosto.
As mais ricas sabidas de baile, a 40$ e
455000.
Os mais bellos e elegantes bournus de
grande aovidade a 165000.
Mantas de 15a e seda' em ponto de ma-
Iba, e muits adornos da muda, de 6<5 a
15,5000.
Delicadsimos sintos de fil com lindos
enfeites de bellissima pbantasia a 85000.
Gollinhas e punhos de grande vari-
dade.
Corpiabos de cambraia, enfeitados de 65
a 155000.
Luvas de pellica muito fresca, grande sor-
timento, e muitos outros artigos proprio
ao fim, tanto em fazendas como em miude-
zas e perfumaras.
PARACAVALHE1ROS
Grvalas brancas, no que ha de melhor,
com laco e para dar lago.
Camisas de linbo^muito finas, simplemen-
te bordadas de muito goste 755C0,
Collarinbos bordados e lizos.
Luvas fresquissimas e grande sortimento,
tudo se vende o mais commodo possi-
vel.
Jos de Souza Soares A C.
t Veude-se urna machina de costura, urna ca-
ma de casal em nieio uso : no Corredor do Dispo
n. 53. Na raesma casa troca-se urna linda ima-
gein de Cbristo.
1 barato a sal
Libras de areia preta moitoboo. .
Tesouras finas para imitas e costu-
ra a.........
Papis de aglhas francezas a ba-
lo a........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 15a para bordar de tods
as cores a .......
Carriteis de nba Alexandre a! '.
Frascos com azeite para machinas
Grvala de cores ranito finas a .
Grozas de botos madepersla fi-
nissimos a.......
Noyello de linha de 400 jardas a.
Caixas coa 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tntenos com t:uta preta a80rs. e
Pecas de fiu elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b >nitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes glezes a 600 rs. e. .
Frasca com agua de colcnia Piver a
Dito de oleo babaza a. .
Caixas de lamparnas a. .
Saboaetes a forma menino muito
superiores a.......
Lartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a.......15800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a."'....... 640
Agulbeiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......25400
Caixas de palito do gaz a. 20
k *,. BL _
A ra do Duque de Caxias u 21
CANTIGA RA DO QEIMADO)
Recebeu > seguale :
Espelhos grandes durados, moldes bonitos.
Carteiras, charuleiras e pon-cigarros de muitfc
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simples e raatisadas
Boas caixas vasias para costura com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos pentes de tartaruga, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodoi toucadores com duas gavetas e bom
espelh'o.
Port bouquet, o que de melhor tem appare-
cido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bous talheres para criancas.
Vostuarios, chapozinbos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toalhas e fronhas de labyrintho.
Chapeos e chapelinaspar senhora, moldes novo
e bonitos.
Chapozinbos gorros e bonets para meninos
menfnas.
Contra as convulsSes as
crianzas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, rna do Duque de Caxias n. ti.
PARA TINGIR CABELLOS
para pretos on castanhus, recebeu a Nova Espe-
ranza a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
oa pannos, tem a Nova Esperanca o verdadeiro
lei le de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Buque de
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os muito lindos _a Nova Esperanza, rna
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMAC1AR E A FORMSE AR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz.
Attenpo
Vende-se urna canoa j velha de-carregar tijo-
los : a tratar na ra Direita n. lOt.
Fogo de patente.
Vende-se em casa dos importadores Sbaw
Hawkes 4 C, ra da Cruz n. 4.
ISICi
Sahiram luz
( As ras em contradanza.
Linea quadriiba para piano por Colas fllho,
Flor da Boa- vista, valsa: a venda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas de Azevedo, ra
Nova n. i I, hoje ra do Bario da Victoria,
N. B. Roga-se aos Srs. assignaates de m*nda-
real bascar as pe^aa de suas assignaturas.
Ultimas publicagoes da imprensa nacional
de msica.
N. i. Piano. Annetta. polka brilhante, por I.
Smoliz, 51000. ^
N. S. Piano. Minerva, polka brilhante, por Colas
Filho, ii.
i. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
, '00.
.V i. Piano, Orna lagrima, Mazurka, por Ma-
tlleeB. Zocchi. Jff.
9. ii. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, or
",lj5.
N. fi. Piano, La Grande Duchess, polka por Lu-
den UiriBert, t.
N. 7. Piano. Carmen, Aila, La Playera, 3 pol-
kas dos cavallinluw, {.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, no
E. Casalbore, i.
N. 9. Piano. Santinha, Maroca, 2 valsas dos ca-
vallinhos, l000.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiseaux, polka, por E.
Casalb.'-ra, 1.
N. H. Piano. A flor da Boa-vist, valsa, por
Jos Coelho da S. A., 1.
N. 12. Lagrimas d'Aurora, Maznrka, por J. J.
P., i$!
X. 13. A estrada de ferro, quadrilha, por Hen-
rique Albertazzi, i i.
N. 14. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, pnr Guanaro Arnaud, lf.
N. 15. Canto. Maru Aria, para M. S. M' aqqari
tnlt' ahior, de Flotow.
N. 16. As mas em coniradanca, quadrilha, or
Colas Filho, 14. v
0
JoaquimB.odrigues la-
vares de Mello,
TEM PARA VENDER
eru sen escriptorio, prafa do Corpo Santo
n.| 17 : '
Fumo em folha
de 1" e qualidade, e vende um oa mais
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
uliima chegada.
PotassadaEussia.
FarEu&a de mandioca
Vinho Bordeaux.
de Ia qualidade. Tudo de vende mais 9.
barato do-que em outra qualquer parte. {
Potaisa nova da Russia a 200 rs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em velaSi
Dita am grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom idem.
Dito muscatel de diversas marcas idem.
Dito tinto Palmella superior idem.
Dito dito Vermoeira idem.
Dito dito Iavradio idem.
Dito tranco Carcavellos idem.
Dito dito Bucellos idem. *
Caldeiras de ferro fundido para engenhos.
No escriptorio de Oliveira Fdhps & C. ao largo
do Corpo Santo n.J9.
Vende-so
a preces mdicos vinho do Porto, superior quali-
dade, em caixas engarrafado, e barris de quartos
e de decimos : no escriptorio de Soares Primos,
ruado Vigario n. 9.
Pechincha
arcos a i 800, algodaozmfao com 4 palmes de
gura a M a peca com 30 jarda, chita proprias
para casa a 2iO rs. o eo vado, laa escora a 240 rs
o covado: na rna do Livramen
CHUMBO ffilT
Vende-se chumbo velha : no armazem da bola
amarella no oitae da secretaria de polica.
SUMUUKM WBWMMHMi
av^M^MaH^MJM #w^*ai^aB^iaiuawfawf^itjiatt
taojj dj eftioe 'oc I
S u euoi3\ p oBjcg op nu : tuaqj ea 5
i pue araos saoqs pue loog sjazng jo mam g
S -JJJSB 9]0|dlUO3 E pdAjOMJ JsOf W|#fJlS K
saoqg pire s^oog;
SH3Z1S
optjojnm on oosajj srera
o jas jod lOAEpuauriuoo.ij siem missv
9S-opUEUJ0] 'tpuuQ U{9a\ jodea orad
'saii o jazng saiuBJuqej op 9]aoui|ed
isuiad 'sopr5|K3 ep oiaeiuiuos oiajdmos
lun jaqasoj op eqesc nb osjtqnd oe o
soSiuik snas b Bdiaued ba|i ep 9|ddaic
opueuj)^ omauiaaiaqKisa eip ouop o
baojj buj tjo.jjno
oe >j viaoioiAva ovuvaoa van
opjnop mtu&sjoq o
CHEGARAM
Foqos in8tant.iteos apeifei^o-
ados por preqo muito commo-
do : na ra Nova n. 28, loja de
Antonio Pedro de Souza Soares.
Bombas completas para ca-
cimba, por diminuto prego, na
mesma casa.
Ninguem contesta
Que o Campos da roa do Imperador, n. 28, po-
de bem servir aos amantes do bem, pois que o seu
armazem se a cha bem prvido dos melhores e mais
bem escolhides peeres alimenticios.
O Quopos limita >e a mencionar o segrate :
I'ri'-nntos i 'lesea e portugneies
ii;si-..i!i;>. Ii. i rrhrahns e bolinbos.
rcii-erv.-is iaylers e francezas.
Sai. vi>9 com tubaras.
1)i\i i-..- -i :>. va.- alimenticias.
Salmn o i igRti i m latas.
Licor fstouiachiiM > dige>li aya-pana.
Tuficioho ingles para rnhrlt.
Ervilhn- rVanrezas e i "iWi.nwlli
Camaroe sreei-s ,'. HTtnhlfl,
Doces lin.-, raladc- > e;n caldas, de goiaba.
ele. w..
C'nampan'ia el t fabricantes.
Vinhosmadiir.i d;i i1-1;-, ditos da Figueira,
verde e psltwlo, peios ullimos vapores
francs e busiUiro.
Queijos de Minas, de prato e flamengos.
Uvas de Alicantesao um torro d'assncar.
O Campos garante a supenoridade drs genero-
cima descriplos
K queM duvidar veuhs ver.
Cal nova de Laboa
A 50000 o barril.
Na ra do Brum n. 80.
As mepas do Recife.
Avisa-se as Exmas. Sras desia capital que na
rna do Vigario n. 26. Io andar, escriptorio, ha
nm variadissimo sortimento de rendas e bicos do
Aracaty que se vendem pelo preco mdico
d'aquello lugar, mandando-se levar em suas ca-
sas para mais gosio e a contento serem exami-
nados.
Farinha de Mag
Ra da Praia, travessa do Carioca n. 2, vende-'
se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des, a preco de 6/000 e 6j200 para acaba r.
PORCOS
Farinha de trigo nm ponco avariada para por-
cos, bois, galinhas, etc., etc., a 5 a barrica com
6 arrobas^ assim como tambem serve para pada-
ria por nao estar muito estragada : oa ra do Li-
vramento n. 36, armazem Baliza.
LISTA GERAL
DOS PREMIOS DA
6.
101.
a
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 946, A BENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA, EXTRAHIDA EM 24 DE SETEMBRO DE 1870.
.\*S. PREMS. >S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
y
2 Gf
13
19
22
'33
35 -
39
49
66 -
71
76
76
77
78 _
83 -
87
88 -
89 -
90 -
99 100*
119 6*
5 -
34
40
41
47
49
SO
56
&
M
500
1
9
13
19
22
28
3
37
44
45
46
6
50*
6*
28i
88
91
300
i
2
6
7
9
13
14
19
21
33
35
36
37
38
41
44
4o
46
57
60
64
60
74
78
80
i 81
81
84
8
88
89
92
400
6
9
14
6*
48
M
20*
6*
10*
47
73
77
81
83
88
502
19
21
24
25
31
34
43
44
49
50
51
53
55
59
71
71
83
89
95
96
97
602
8
14
25
37
43
44
46
50
52
53
50
' 64
78
81
91
92
6*
40*
I
697
98
703
10
16
18
21
13
25
32
35
36
41
43
45
51
51
58
60
62
68
71
72
76
84
86
89
93
98
99
807
8
9
18
19
20
21
23
29
36
40
44
54
60
61
9
6*
10*
6*
10*
900*
871
72
78
80
86
87
91
94
98
901
5
6
13
15
17
13
17
28
31
35
38
42
43
48
50
51
52
53
54
55
56
57
58
63
64
73
74
78
79
80
81
86
88
9
97
6*
i
10*
6*
10*
<*
NS. PREMS. US. PREMS.
1001
3
6
11
16
20
34
50
53
55
59
65
67
73
76
77
79
82
89
98
1101
1
3
8
14
15
16
18
19
20
45
40
60
65
67
69
71"
76
78
79
91
92
94
97
1115
18
6*
1223
25
36
38
39
47
49
53
55
63
67
68
72
77
82
84
86
92
94
95
99
1304
15
21
26
20
3*
35
39
48
51
51
56
0
59
61
69
70
79
84
88
m
99
1409
6*

NS. PREMS.
6*
10*
6*
1416
19
26
17
33
41
43
47
50
54
56
57
59
60
63
80
82
85
89
95
1508
13
17
19
29
34
37
39
42
46
48
sa*
57
60
62
O
70
78
81
04
1601

10 -
16 -

10*
6*
1005
6*
NS. PREMS. NS. PREMS.
1618
27
31
40
44
40
47
50
57
58
66
77
82
83
80
92
94
1701
2
7
9
11
14
18
10
23
24
43
48
49
51
68
71
73
85
88
90
.91
98
1800
3
4
W
2

O
6*
1851
53
56
67
75
79
80
89
94
97
1901
6
7
9
U
31
33
34
52
54
58
61
65
77
83
85
88
95
2002
3
6
8
10
21
22
30
33
39
46
48
56
63
69
70
75
84
C*
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
10*
<*
10*
6*
2086
89
91
94
95
96
2112
20
24
29
30
33
39
41
56
58
61
63
68
70
71
80
81
85
86
87
88
91
99
2103
5
7
13
25
2
35
42
43
51
5
61
6b
77
80
6*
10*
6*
40*
6*
10*
6*
10*
6*
20*
6*
10*
6*
200*
6*
10*
6*
2560
61
71
71
74
79
80
81
83
86
87
89
91
95
98
20UV
i
7
9
17
11
24
29
34
38
43
45
47
49
56
58
60
61
64
65
67
70
72
82
S
2700
2
10*
6*
40*
m
*
10*
6*
7
11 -
29 40*
2732
40
42
48
50
53
58
66
67
71
74
96
99
6*
4
5
8
16
17
19
27
35
39
40
42
43
45
63
68
67
82
92
99
2902
17
34
38
41
45
46
49
51
5
61
68
71
6*
NS. PREMS. NS. PREMS.
2973 6* 3223 6*
80 28
92 31
3000 37 20*
7 10* 42 6*
9 10* 43
10 6* 47
17 49
30 54
32 56
33 * 59
38 6* 61
39 m 62 45 _ 64
50 _. 60
53 _ 75
58 _ 80 20*
61 81 6*
81 ~ | 88
82 3305
84 i 6
86 9
87 17
91 M
95 21 _
3107 _ 2b _
9 30
13 w 39 5:090*
15 6* 41 fi*
18 49
29 80'
30 88
37 61
42 63
56 66
66 __ 6
66 __ 6
72 70
74 _ 75
76 78
3200 01 100*
9 83 6*
H 89
16 91 _
18 91
40* 90


8
Diario de Pemambuco Segunda /eir 26 de Setembro de 1S70

i

AflMCBLTDRA.
DO SOLO AGRCOLA.
O SOLO, SAS PliOPRIEDADKS E A DITER.-
TREZA DOS TERRENOS.
(Continuacio)
Compjsfro dos solos araveis.
Em geral eucontra-se, dos terrenos ftfteis,
argila (barro).carbonato deca, areia, himo,
restos n3o completamente decomposlos de
vegetaes! oxydo de ferro, agua, ar e dtffa-
reates gazes, e, accidentalmente, carbonato
de magnesia, mica (malacacbeta). sulfato de
cal (esso) e diversos ootros ses.
1. A ar%ila (barro) constitue ordinnri.i
mente a melade ou a maior parte do slo :
drmada de silica e de alumina, mistura-
dos em diferentes proporcoes. A silica do-
mina geralmente : forma os 75 7, da mis
tura, e raramente menos de 40 %
A silica, que era antigamente considera-
da como om corpo simples, om verdadei-
ro acido (acido silcico), composto do metal
silicio e de oxyganio ; por isso, que ella
83 combina coin a soda u a potassa para
formar os silicatos de soda, de potassa, fu-
siveis, brancos, transpiremos, e que nada
mais s3o do que qs vidros. A silica nura
ou quasi pura apresenta-se no crystal de
iocIm ; combinada com a potassa e c jn o
oxydo de chumba (minio ou znrcfio; pro-
duz o silicato de potassa e de chumbo, que
o crystal artificial, do qual se fazem pri-
morosos* vasos e oulros utensilios de raeja.
A silica, desagregada e mais ou meaos
pulvensada pelos agentes nataraes, consti
tue a areia, o saibro, o saibro ; mais ou
menos agglutiaada, constitue os aggregados
conliecidos na sciencia das rochas (geogno-
sia) pelo nome de psammitos e mais vul-
garmente gres, picar ros, etc.
A alumina um oxydo metallico (oxydo
de aluminio), branco, insoluvel, que unido
naturalmente cora a silica, em certas argilas
brancas ou pouco coloridas, produz a trra
de porcellana, denominada kaoln que serve
para a fabricaco da louga flnissima do Ja
pao, da China, de Sevrs, da Saxona e de
outros lugares. Nos temo-la purissima e
ptima para a fabricarlo desta apreciada
especie de louca.
A argila gorda ou argila plstica, com-
pacta, lisa e macia ao tacto, podendo formar
pasta com a agua, da qual absorve to
grande porco, que, seccando depois, dimi-
nue coQsideravelmente de volqme e fende-
se ao ar Cirao ao fogo, sempre que essa
contraeco n^o se operar livremmle. Aque-
cida um certo grao de calor, inferior ao
que se denomina calor rubro e raergulhada
n'agoa, absorve este liquido vidamente, re-
doz-se a p e reuoe-se em raassa oa pasta.
Aqnecida um grao de calor superior ao
rubro, endurece cada vez mais e perde a
propriedade de desfazer-se ou diiuir-se n'a-
gua. nesta propriedade d'argila que se
fundam as artes do tijoleiro, do oleiro, do
fabricante de louca grossa, de porcellana,
os qaaes moldara a argila reduzida raassa
pastosa, secca-se e cozem a depois em fornos
Por este meio ensaia-se tambem fcil-
mente as trras argilosas.
em gerai a argila plstica que, por sua
presenta no slo, torna as trras fortes,
graxas, fras e hmidas.
Urna variedade de argila que intcressi
muito ao agricultor a conhecido sob o
nome de marga ou mame. Esta em ge-
ral de fcil diluico n'agua, desaggrega-se
raesmo ao seccar e forma com a agua urna
pasta sem liga; porm o que a distingue
especialmente a grande proporcSo, de
carbonato de cal que encerra (1/4 2/3 ),
e que llie d propiedades uteis em alto
grao, como veremos, e que prmitte reco
nhecel-a e dsal-a pela facilidade de dis-
solver-se nos cidos, produzindo ama es-
pecie de efervescencia ao contacto destes
lquidos.
As argilas ou barros sao diversamente
coradas ; ha brancas, azues, amarellas, ver-
raelhas, roxas e mesmo pretas. O nosso
tilos rado mestre e excellente amigo, o Sr.
Dr. Capanema, no precioso opsculo sobre
a Decomposico dos penedos no Brazil, tra-
tando especialmente de modo por que os
granitos se alteram, diz o seguinte em re-
lacio as argilas: As argilas quando
chegam baixadas onde as endientes es
praiam e onde as aguas estagno, sao de-
positadas. Alii na alteracss que variam
segundo as circumstancias; o barro verme-
Iho em presenca de materia orgnica, prin-
cipalmente de plantas aquaticas em decom-
posico, transformado em barro preto
ou azulado, por causa da desoxydaco par-
cial do perxido de ferro vermelho, que
passa a protoxydo preto. Se o) barro
vermelho se conserva em contacto s com
agoa, o perxido de ferro se combina com
esta formando hydrato de ferro que ama
relio. Esse hydrato fcilmente soluvel
pelo acido carbnico que vem com as auas
e extrahido do barro, que assim toma a
cor branca, e torna-se tautinga.
Portanto o barro do granito pode-se
apresentir vermelho, amrello, branco,
preto nu azulado, e pela mistura dessas
tures s vezes rxo ou pardo.
2." A areia, nos solos, geralmente for-
mada de silica, cuja cobesio excessiva-
raente forte e de diminutas quanlidades
de materias estrauhas que d5o a cor; os
calhos, as pederneiras, as ms ou pedras
de moinho, os gres, o crystal de rocha, o
nosso itacolumito, tcem todos composci)
siieosa. Em relaco sua utiiidade nos
solos, antes, em virtude de sua dureza e
resistencia s alteraces pela humidade e
pela seceura, que p>r sua natureza chimi-
ca, que devemol-a considerar.
Assim, as areias que provera de argilas
magras e duras, e as aretes calcreas, pro-
duzem os mesmos effeitos.
3. O carbonato de cal, cuja* presenca e
proporcoes do origem denominacSo de
calcreos diversos solos, margas, pedras,
areias, alabastros, etc., composto de xy
do def calcio (cal), combinado com acido
carbnico. Este acido sendo susceptivel
de ser separado e volalilisado em alia tem-
peratura, prmitte obter-se a cal por urna
simples calcinaco do carbonato.
Desde os marmores, que sao carbonato
de cal quasi puro, at as misturas em di-
versas proporcoes com a argila e com ou-
tros corpos estranhos, formando as margas
calcreas e todos os solos ferteis, encontra-
se o carbonato de cal disfarcado sob milita-
res de formas diversas.
O carbonato de cal, fcilmente decompos-
to por diversos cidos, deixa ent5o despren-
derle o seu acido carbnico e pode formar
outros ses mais solevis, por sta cau-
sa qae, passando para seiva dos vegetaes,
encontra-se a cal em suas cinzas. Acha-se
tambem o carbonato de cal nos ossos dos
orpo com os
alim a animal.
Finalmente a cal, anida com ag;
extmeta) e espaada sobre o slo
ve o acido carbnico do are reproduz o car*
bonato de cal. Veremos mais longe qae a
cal, querse ache nesse ultimoesudo.qaer es-
leja hydratana (extiacta), qner finalmente
combinada com o acido solfarico (gsso ou
sulfato de cal), conslitna nm dos agentes
mais favoraveis da vegetarlo.
4. O humo (humus, que forma urna
p-rte dos solos feriis, o residuo da de-
composifio dos vegetaes e dos aoimaes, de-
positado pelas culturas sob a forma de es-
trnme*. Como as materias orgnicas, de
onde proitn, o humo contm hydrogenio.
oxygeoio, carbono e ordinariamente azoto
ou nitrogenio. urna substancia deeompo-
nivel, mesmo qnando se torna acida: lixa-
se de la I sorte trra, que a agua fervendo
n3o a pode subtrahir deste meio. Forma
ordinariamente urna especie de sal (alraioa-
to de cal), resultante do acido ulmico que
se encontra na maior parte dos restos de
vegetaes apodrecidos, e as turfeiras. Nes-
te estado pode fornecer um alimento s
plantas, *e como mais forte raz3o qnando
sua decomposico fr menos adiantada.
Os residuos dos eurumes e dos vegetaes
que tm conservado parte de suas formas
c de su \ dureza sao favoraveis, decompon-
do-se pouco a pouco e desenvolvendo ga-
zes que nutrem as plantas. Indicaremos,
era competente lagar, o modo de accelerar
essa decomposico, evitando ao mesmo tem-
po a reacpo acida que nociva vegeta-
cao. Mitraremos que por meio da cal viva
ou extincta (hydratada), satura-se n5o s o
excesso do acido que conteem ordinaria-
mente os fragmentos accumulados das plan-
tas, como tambem decompe-se os ses am-
mo^iiacaes, fazendo-se desprender utilmente
o ammoniaco e communicando-se ao resi-
duo a alcalinidade conveniente.
Substancias que se encontram accidental
mente nos solos araveis.
Estas substancias podem ser nomeross-
simas: indicaremos apenas as m3is frequen-
tes. Sao, a magnesia a mica (malacacbeta),
os oxydos de ferro, o carv3o, os bitumes. o
sulfato de cal e diversos ses insoluveis ou
de solubilidade variivel, dasquaes diremos
algumas palavras, aim de caracterisal-as.
I. Magnesia.Este oxydo metallico*
(oxido de. magnesio), branco, insoluvel, uni-
do ao acido carbnico, forma um carbonato
que se encontr, sempre, acompanhando de
carbonato de ca na natureza. Os terrenos
magnesiferos participan! das propriedades
do carbonato de magnesia: muito fros ou
muito hmidos pela grande quantidade de
agu? que encerram depois das chuvas, mui-
to ridos e esboroadic )s por sua incoheren-
cia e pela grande proporcio dearqaesubs-
titue-se agua depois da secca:. alternati-
vas que prejudieam gravemente as plan-
tas.
2. Misa.Esta substancia s vezes,
asss disseminada em pequeas folhetas,
bnlhantes, brancas, amarelladas ou mesmo
pretas pelos solos araveis. a mica]vulgarmen
te conhecida pelo nome de malacacheta,
um dos mineraes componentes dos grani-
tos : formada pela combinacSo do acido
silcico e alumina, com o mesmo acido e a
potassa; s vezes esta substituida pela
magnesia ou, raras vezes, pela lithina, e
quasi sempre associada com alguns centesi-
mos de oxydo de ferro, ao qual devida a
Cor preta.
A mica acta em virtud1 de sua forma e
de sua coheso, quasi como faria a areia da
mesma grossura; todava suafaculdade de
absorver agaa e de rett;l-a maior, e o seu
peso especifico um pouco menor, de sorte
que ella pode tornar os solos mai leoes,
sem o incoQve.iiente de aquecel-os como a
areia.
3." Oxgdo de ferro.V geralmente no
estado de peroxydo, isto encerrando a
mxima proporco de oxygenio que pode
entrar em sua composico, que o ferro se
ada as trras lavradias, Este composto
communica todos os solos urna cor que
contribue para melhor absorpQo do caior
dos raios solares ; demais, retem o calor
melhor que a areia, e torna assim os solos
mais quentes. Quanto s propriedades no-
civas do oxydo de ferro, estas s se marji-
festam, quando esta substancia fr em de-
masa, e indicaremos porque meios se po-
d tos.
4." Car cao.Este corpo, no estado po-
roso e mu dividido (em pequeos fragmen-
tos, eco p, etc.), mu til nos solos ara-
veis ; seu poder excessivameHte enrgico
de absorpeo para os raios calorficos e da
condnsalo para os diversos gazes (nao" s
atmosphericos, como provenientes do slo),
tornam-o um valente intermediario entre os
agentes exteriores e as plantas; concorre
para tornar as trras menos pesadas, e en-
fraquece mu -lilmente a decomposico de
certos estromes (as ourinas, o sangue, as
materias fecaes, etc.), substancias fcilmente
alteraveis por natureza. Veremos isso no
lugar competente, proposito dos estru-
mes.
Bitumes.Diversas rochas desaggrega-
das, os schistos e certis argilas acbam-se
impregnadas de bitume. Qaando este oleo
mineral ou alcatro fr em to pequea
quantidade que deixe as trras solas, ou
divisiveis pelas lavras, soi presenca em
diminuta proporco pode servir, corando a
superficie do terreno. Porm, em dema-
sa, ou antes desde que faz adherir as
partculas terrosas, torna os solos impro-
prios para a cultura ; e, neste caso, poder
servir como combustivel, deixando nos re-
siduos da combusto um excellente adubo
mineral para as trras araveis.
6' Sulfato de cal (gesso). Este compos
to salino, mu pouco soluvel, formado de
acido sulfrico e de cal ; acha-se natural-
mente em alguns terrenos em pequea
quan'tdade, porm principalmente, como
estimulante da vegetaco de certas plaas,
que nteressa ao agricultor, e que se addi
ciona de proposito as culturas do trvo,
da luzerna e de todas as leguminosas.
Diversos outros ses actuara tambem
como estimulantes especiaes de certas plan-
tas ; o que veremos quaotjo traannos'
dos estremos mineraes ou corectivos do
solo. \
III.
Das diferentes qualidades de trras e de sua
classificaco sab o ponto de vista agr-
cola.
Conforme a alumina, a silica ou o car-
bonato de cal predominar na massa do solo
aravel, assim se*destinguir tres principaes
especies de trras s qaaes se dea o no-
me de argilosa, arenosa ou calcrea.
Estas se subdividera era ara gruido na-
variedades,' coj .imenio.
cil de dar-se era qm to-
da alia importancia ricultor.
porque, conforma as propoifSes varia
dos seas elentos constituimos, assim as
renos demandam lavras especiaes e dio
productos s vezes mui differentes.
A essas tres especies de trras, deve-se
juntar algumas outras, muito menos im-
portantes, porque existem menos frequen-
temente, e, quando existem, formam sem-
pre massas pouco extensas; porm convm
indica-las era ara estudo feito, com este,
sob o ponto de vista geral.
Entre essas ultimas mencionaremos as
trras tur fosas, as magnesiferas, etc.
Dos solos ARGiLOSos. A argila pora com-
p5e-se de silica, de alumina e orrJinaria-
mente de oxydo de ferro, em um estado de
combinacSo to intimo, que nenbum desses
competentes pode ser extrahido pela ebn-
lico na agua. Segundo as analyses de
Schubler a argila conten, termo medio, 58
0/0 de silica, 36.2 de alamina, 5,2 de
oxydo de ferro.
Em virtude de suas propriedades physi-
cas, os solos formados exclusivamente de
argila, ou pelo menos nos quaes esta tr-
ra predomina, s3o completamenta impro-
prios para a cuitara das plantas econmi-
cas.
Na pratica, reconhece-se os solos desta
natureza pelos seguintcs inconvenientes, que
se eslendem, em diversos graos, todos
os terrenos onde a argila for abundante :
sao bumidos e frios durante quasi todo o
anno ; do s vezes coiheilas abundantes,
porm os productos sao serodios e ordi-
nariamente mediocres em qualidade. As
arvores do raadeira menos solida, menos
s, e por tanto de menor preco ; s3o mais
sujeitoi s intemperies, principalmente
accSo das geadas e s diversas enfermida-
des. Nos paizes, onde se cultiva o trigo,
os bons aonos trazem safras satisfactorias ;
porm, em geral, este cereal, com quanto
de bella apparencia espiga pouco, e os
graos, encharcados de agua antes do ama-
durecimento, diminuem consideravelmente
de volume. Certas plantas de forragem
crescem bem, porm produzem feno pouco
suceulento. Finalmente, as raizes, os le-
gumes e os fruetns adquirem notavel vo-
lume, porm sao ordinariamente poaco sa-
borosos e menos nutritivos. As culturas,
que convem mais aos solos argilosos, sao
as das especies lenbosas, corpulentas, taes
como as arvores, cujas raizes, mais fortes
que numerosas, tem a propriedade de es-
lender-s* sem revestirse, ao menos em
certos casos, de copiosas radicellas; pros-
peram igualmente outras plantas annaaes
oa vivazes que gosam da mesma proprie-
dade, como por exemplo a luzerna.
Em summa, dos terrenos de diversa na-
tureza de que temos de tratar, aquelles que
encerram argila em forte proporcSo, pres-
tam se menos que qualquer outro um
bom syslema de afolhamenlo, e sao mais.
que qualqaer oatro, rebeldes cultora.
sempre mui difflcil determinar a poca mais
Lvoravel para os Iavrar. De invern for-
mam orna pasta tenaz que a charra levan-
ta sem dividi-los, senlo em longas tiras;
de vero, pelo contrario, tornam-se quasi
sempre excessivamente daros, e as lavras,
que exigem nessa poca, sao portanto mui
ditficeis e custosas.
Entretanto um dos melbores meios de
tornar as trras argilosas productivas,
laura-las frequentemente e dividi-las por
todos os meios possiveis.
Todos os correctivos capazos de concor
rer pbysicamente para este lim sao bons.
As areias, o saibro, os marnes calcreos,
a cal e a propria argila calcinada, podem
ser empregados com vantagem.
Os marnes calcreos, espalhados sobre os
terrenos de argila, actuam mecbanicamente
sobre elles, enfraqaecendo a coherencia das
partculas, e por outro lado exerce a acc5o
chimica, como todos os calcreos, por sua
propriedade estimulante.
Em relaco cal, cujo3 effeitos notaveis
sobre os vegetaes consideraremos em par-
ticular, mais tarde, bastar dizer que um
dos mais importantes adubos mineraes para
os terrenos n3o calcreos e sobre todo para
os de natureza anulosa.
Os restos de plantas cultivadas, enterra
das, produzem magnficos effeitos sobre os
terrenos mui tenazes, porque s3o ao mes-
mo tempo eslrumes e correctivos s pro-
priedades physicas do solo. Os eslrumes
de curra! do as mesmas vantagens. To-
dava, como nada absoluto em agricultura
deve-se destinguir : quando as ierras ar
gilosas forem hmidas e fras, o que se d
na maior parle dos casos, principalmente
quando profundas ou situadas as baixadas
os eslrumes verdes (partes de vegeties en-
terrados em verde ou anda pouco altera-
das) ser3o insufficientes, porque nao acha-
ro do solo o calor necessario para os
transformar em humo y Actuario,' certo,
como correctivos; mui pouco, como ali-
mentos. Em taes circamstancias, para
obter-se o duplo m que se deseja, deve-
se fazer por facilitar sua fermentado, em
pregando cal ou "misturndoos com ou-
tros eslrumes mui quentes, isto mu
activos, taes como os de carneiros, de ca-
vallo, os ossos carbonisados (negro animal)
etc. Quando os terrenos argilosos forem,
pelo contrario, pouco profundos, ou situa-
dos sobre sitios elevados, o emprego dos
estrmes quentes n5o dever ser aconseja-
do. Nestas circumstancias, os eslrumes
verdes, applicados antes da florescencia,
sero os mais vantajosos.
Os trabalhos de escoamento das aguas
s3o, omitas vezes, indispensaves nos terre-
nos de argila. Infelizmente, se estes tra-
balhos esgotam o solo de sua humidade
excessiva, apenas corrigem este defeito. As
chuvas copiosas cobrem o solo de ama cros-
ta espessai compacta, impermeavel aos ga-
zes da atmosphera propria agua, qnan-
do cahe em ebuva fina ou momentnea men-
te. O calor solar nao deixa de exercer
sobre o terreno os mesmos effeitos, retra-
hindo-o, fendilaande-o, e comprimendo as
raizes dos vegetaes. A estes males, o jar-v
diaeiro oppoe um remedio efficaz at certo
ponto, cobrindo as cultoras com coberturas
de palha e dando frequentes arrendarles
oa atnanhos trra ; o agricultor, porm,
s encontra recurso em costosos correcti-
vos ( ameodemens) destinados a favorecer
a ingrata natureza do solo. Nem sempre,
porm, o resollado compensa o trabalho.
Os varios terrenos, em qae domina a
argila, nao s3o porm to homogneos em
na constituido como temes supposto at
aqai; quando conteem oxydo,, de ferro em
demasa, ou areia, oa calcreo carbnico
em dses notaveis, suas propriedades se.
modifica. D'abi prov as diversas qaa-fses lavradorw dio o nome bem significati-
linana* Ha (,., j____ij___ *-:i. I _. a.
lidades de terrenos denominados: argilo
ferrt! argilo calcreos1, afgilo areno-
* argilo ferro cafcareos, ar-
gilo ferro venosos oa silicosos, argilo cal-
careo arenosos, argilo areno calcreos-, etc.
Indicaremos moi ligeirameote as quali-
dades e os defeitos sobre a vegetaco des-
sas differentes qualidades de terreno.
1* Tetras argilo ferruginosas. Algumas
vezes as argilas contem o oxydo de ferro
em to grande porcio, que podem ser con-
sideradas como verdadeiros ochres. Nesle
estado, alm de todos os defeitos da argila
mais ou nenos compacta, ha outros qoe
provm da presenca do metal. Em grao-
de proporc3o, torna o terreno completamen-
te jmproficuo cuitara ; em menor dse e
misturado com areia, n3o exerce os mes-
mos effeitos. A experiencia aconselhoo
mesmo, que urna pequea quantidade de
oxydo de ferro favoravel ao desenvolvi-
mento das plantas e, de faeto, a analyse
chimica demonstra a existencia deste com-
posto nos diversos tecidos vegelaes, prin-
cipalmente as folnas e nos mais orgaos
corados de verde. E' porm incontestave)
que as argilas ferruginosas sao, geralmente
mui poaco adequada3 cultura ; conhece-
se bem poocos vegetaes que crescem. e,
anda assim, mediocrimente, nesta especie
de. terreno, menos que nao tenba sido
preparado com addco de marnes ou de
qualquer. outra substancia calcrea, e bem
estrumado.
2o As trras argilo calcreas sao de mu-
tas variedades, e podem apresentar diver-
sos graos de fertilidade.
Quando o carbonato de cal, que encerram
acha-se em estado de areia ou de peque-
nos fragmentos, nio differem ellas muito,
em relaco 'cultura, das trras argHo
siliciosas, de que trataremos adiaote ; qnan-
do, porm, por urna mistura mais intima,
a argila e o edeareo formam urna massa
appirentemente homognea, como se pode
notar em certos marnes, essa trra lera
particularidades notaveis.
As argilas mamosas, pelo menos tanto,
seno mas que os solos formados greda
conservan as aguas, da cnuva.
Estas penetram com facilidade, attingem
a grandes profundidades e encharcam o ter-
reno, formando urna especie de pasta mole ;
assim, nos annos chuvosos nio se pode
contar com os seus productos. As semen-
teiras, feitas na primavera, nio medram de
ordinario ; as do outomno estio sujeitas ao
mesmo perigo, se por ventura nio se fazem
mui cedo ; apezar disso, mui frequentemen-
te sio destruidas, quer pela humidade cons-
tante e copiosa do invern, quer pelos effei-
tos das geadas, que sio mais intensos sobre
estes terrenos do que sobre os ootros.
Todava, depois de bem esgotados e sa-
nificados, podem ser lavrados e entregues
cultura de certas plantas de vegetaco
precoce, como por exemplo a batateira in-
gleza, o trigo sarraceno, os nabos, *e certas
leguminosas forrageiras.
Em certos casos, as argilas mamosas for-
mam-se subslos terrenos arenosos quasi
puros. Destas duas trras, quasi impro-
ductivas, pde-se, sera grande despeza,
compftr ura excellente slo, porque basta
mistura-las, e esperar um oo dous annos
pelos effeitos salutares da operacio.
Concebe-se que, desde asargilas que en-
cerram urna pequea dse de calcreo, at
s que perdem esse nome para tomar o de
trras calcreas propriamente ditas, existe
urna infinidade de gradacoes, impossivel de
descrever utilmente, o que nio Jaremos de
certo, redozindo-nos apenas a mencionar os
lypos mais salientes.
3. As trras argilo-siliciosas ou areno-
sas, em suas relaces com a agricultura,
foram divididas em trras fortes e trras
sollos (torres franches, dos agrnomos fran-
cezes). Partilham, em maior grao, dos in-
convenientes que est3o sujeilas as primei-
ras, como j indicamos, e das vantagens que
possuem as segundas.
Tomando-se por base a cultura do trigo,
verificoa-se experimentalmente, que um
slo desta natureza, produzindo urna co-
Iheita rendosa de excellente trigo, era com-
posto, sobre 400, de
Arga.......... 50
Ara silicosa..... 29
Calcreo........ 16
Humo, etc....... 5
Do mesmo campo: urna outra porcio de
trra analysada, dea:
Arga.......... 4C.5
Ara............ 24
Calcreo........ 18
Humo, etc....... 8,5
100,0
O autor destas analyses observa que, a
argila parecia-lhe n3o estar completamente
desembarcada da ara, que Ihe era asso-
ciada. Como querqueseja, compre notar,
que o mnimo erro em semelhantes opera-
coes analyticas pode alterar muilo os resul-
tados, os erros sendo mui facis fra dos
laboratorios de habis chimicos e de mais
numerosas causas podem affectar as pro-
priedades physicas de terrenos formados
qaasi dos mesmos elementos. Nao preten-
demos, por isto, contestar a utiiidade que,
em geral, resulta das analyses chimicas das
trras ; porm, forca confessalo, ellas
dio maior satisfacio ao espirito do que uti-
iidade pratica. Um reactivo que jamis
falba ao lavrador, sua charra e a quaiUi-
dade de gado que elle de ve empregar para
rasgar a trra.
Nos annos favoraveis, isto nem muilo
seceos nem muito bumidos, depois de ter-
minadas as lavras e posto o terreno enchuto
e afufado para receber as sementeiras, as
trras fortes scr3o recommendadas por sua
productivdade, se as chuvas se succederem,
de primavera e de ve rao, em curtos inter-
vallos, e brandas.
Durante os veres pouco molhados, essas
trras conservam anda, melhor que as ou-
tras.'o grao de humidade conveniente para
a vegetafio, o que se manifesla as colhei-
tas. Porm, um tal conjuncto de circums-
tancias raro de encontrar; assim, pde-se
dizer que, em geral, essas trras, nos annos
normaes, sao nao s menos facis e mais
custosas de cultivar, como meos producti-
vas. Por oatro lado, ellas convm me-
nor numero de plantas: entretanto, ba al-
gumas que teem a propriedade de melbo-
ra-las, e, portanto, deve-se comprehendq-las
em um bom syslema de afolhamento :
este numero pertencem os guandos, o tr-
vo, a luzerna e outras.
Quando as trras fortes acbam-se as
baixadas, tornam-se excessivamente hmi-
das, principalmente qnando ficam abrigadas
do sol e dos ventos do norte, por monta-
nhas oa por metas, terrenos a qae os nos-
vo Qoaado nio possrvet encbugalas, extra-
hindo-ibes oexcesso das aguas encharcadas,
o calor penetra fio lentamente, que a ve-
getacio, por falta desse favoravel elemento,
vem a soffrer necessari ament.
Nos clima quentes, pessivet tirar des-
sas trras algum proveito; porm nos cli-
mas frios oa temperados, os productos sio
quasi nullos, oa pelo menos imperfeitos.
Os sehistos argilosos, muito ahondantes
em certos lugares, produzem, por urna de-
composico continuada, terrenos tenazes,
tanto mais quanto maior a quantidade de
silica que encerram ; sio verdadeiras trras
fortes, que, em certos casos, antes de che
garem aqoelle estado, podem prestar-so
culturas, depois de preparadas conveniente-
mente ; o que torna, porm, as lavras e o
amanbo excesivamente caros e quasi sem-
pre poaco remuneradores dos esforrjos em-
pregados.
As trras francas ou soltas formam, na
prauca, a transicio dos solos argilosos para
03 arenosos, e de ordinario fazem alternativa-
mente parte de tras e de outros. As pro-
porcoes de ara que contm variam do terco
metade, e, s vezes, mais.
Estas trras s3o s que convm maior
parte dos vegetaes cultivados ; os careaos
prosperara bem, como a mor parte das plan-
tas econmicas. Karas vezes carecem de
correctivo, isto de adobos mineraes; os
eslrumes se alliam ptimamente com ellas.
Suas vantagens, emfim, sSo idnticas s das
memores trras reno-argilosas.
A maior parte, senio toda a provincia do
Ri de Janeiro, formada de barro, isto -,
de argila. Este barro provm da alterac5o
lenta qae soffrem as pedreiras do granito,
e que constituem o ncleo das nossas mon-
tanhas e cordheiras.
O Sr. Dr. C>panema, no sea interessante
oposculo, que j me refer, descreve-nos,
com extrema clareza e verdade, como se
passa esse phenomeno d? decomposico.
um combate lento e porfiado travado entre
a ataospbera, impalpavel e oscillante, e os
duros penedos.
Desse combate resulta a conversio do
granito em barro e ara. As armas da at-
mosphera s3o o vapor da agua e o acido
carbnico, os quaes reagem contra dous
componentes da rocha, o feldspaiho e a ma-
lacacheta (mica), reduzindoos carbonato
de potassa, e de magnesia (da mica), que
sio soluveis, e separando o silicato de alu-
mina que forma o barro. A.mica contm
anda tima certa porfi de oxydo de ferro,
que tambem se dissolve o d a cor amarella
ou vermelha ao barro. Os ses soluveis
(carbonato de magnesia e principalmente de
poiassa) s3o absorvidos pela argila, que gosa
desta boa qualidade, e os retem com tal
forca, que s a agua fervendo ou a forca
vital das plantas pode separa-los do barro.
A' esses ses deve o barro fluminense a sua
fertilidade e os nossos cafezaes' o vico
que ostentam. Se pelas colheitas successi-
vas nao tirassemos annualmente urna certa
porcSo de productos, os cafezaes nao defi-
nhariam, conservar se-hiam sempre frondo-
sos como as nossas florestas qne cobrem o
chao com as suas folhas cabidas, as quaes
pela decomposico lenta restituem ao slo
os ses qpe delle sahiram, e esses tornara
a circular.
Em artigos subseqoentes aremos o esta-
do das outras especies de s'os (os arenosos
e soas variedades ; os calcreos o varieda-
des, etc. etc.)
Em additamento ao que foi exposto, re-
lativamente ao slo, diremos algumas pala-
vras das lavras que exigem todo o terreno
que tem de ser cutivado, 'isto das ope
racoes necessarias, que, por meio de ins-
trumentos ou de machinas de varias sortes,
deve-se execntar no slo agrcola. Nesta
corla digress3o consideraremos, aqui por
ora, urna s especie de machina, o arado
ou charra, instromento classico da lavou-
ra, desdo os mais remotos lempos.
E de sentir que o mais uiil de quantos
instrumentos inventen o hornera para Iavrar
a trra, o arado, seja no Brasil, ainda, urna
aeduisicao a fazer-se; to pouco vnlgarisa-
doj elle nos nossos campos. Fado to
cor Instador, compre fazer desapparecer o
ma s breve possivel, em honra da nossa la-
voqra.
i.o arado, o mais antigo e mais necessa-
rio instrumento aratorio, consagraremos al-
gumas linhas com o fiso de o descrever e
mostrar todas as suas preciosas qualidades.
Remontemos ao seu berco. A aniiguidade
grega ergueu altares a Triptolemo, a quera
fra attribuida a invenc3o da charra; pa-
rece, porm, mais provavel que osgregos
tiyessem recebido essa machina dos egyp-
cosi que a empregavam desde tempos im-
memoriaes. A chana grega, adoptada
quaii sem modificac5o pelos romanos, ,
com eQeilp, a mesma amiga charra do
Oriente, como se v representada era gran
de numero de monumentos antigos, meda-
Ihasj vasos e baixos relevos, daquella po-
ca. Era um simples foreado, adaptado ao
extrnmo de um temao, ao qual se jangiam
dousl bois. Este brbaro instrumento ai-
da boje empregado por alguns povos da
Europa, mesmo no territorio da culta Fran-
recebe e triMmiUe a forca de atrcelo;
a rbica oo cafo1, e o rtguVar, este na
frente, aquella a parte posterior, qae ser-'
vem para regular e movimento da ma-
china.
Di-se o nome de corpuda charra a toda
porreo deste instrumento qoe penetra no
slo, e que sio o cepo, a rlha 6 aivca,
e mais as pecas (escoras oo espeqnes ) qae
as ligam entre si e com o temara,
Consideremos cada om destes orgio da
charra,, tomando por typo a charra
franceza, conhecida pelo nome de seu inven-
tor, DombasU. Em vez desta, poderiamo
tomar por modelo oa a charra mgleza de
Howard, oa a de RansomesASin, ambas
asss perfeitas ou ir procurar, entre os va-
rios constructores americanos, algumas das
bellas charras, que ellos teem prodozido,
adaptando-as aos differentes terrenos e ao
genero especia da cultora, condicio esta
qae se encontra satisfeita as charras ame-
ricanas fabricadas pelos Srs. R. H, AlfenA
C.a de New York.
1. O sego ( do latina, culter, cotello)
destinado a cortar perpendicularmenle .a
trra. Sua forma approximadamente a
de urna lamina de faca, Esta peca costs-
ma ser acunhada e parafusada n'um encai-
xe de lanca ou temi; d-se-lhe sempre
urna inclinacio, com a ponta para frente,
porque a acfo de cortar maior qnando
actuada e esgueloa. composto % segio
de doas partes, o caboe a lamina com 25
centmetros ( pouco mais de doas palmos )
de compnmento, e de espessora variaveis
e conforme a resistencia qpe ter de ven-
cer sobre o terreno. O o oa gome da
lamina sempre bem aceirado e rectilneo;
s vezes curvilneo : porm a primeira
forma a mais erapregada e muito prefe-
r vel.
2. A rlha (em latim sulcus, rgo oa
sulco) a peca mais importante da char-
ra ; tem por fim separar horisoutalmente
a carnada de trra, cortada" prumo pelo
sego. Deve ser, portanto, mui agudo e
cortante. A forma e tamanho sio varia-
veis em extremo. Pde-se entretanto, em
relaco forma desta orgo, reunir todas
as rlbas em duas grandes divisos, as re
I has em ferro de lanc, isto com dous
gumes, e as rlhas untlateracs, ou com nm
s gome, tendo o outro lado prolongado
em linha recta com o corpo da machina.
(Continuar-se-ha.)
LTtTERATulA.

OS VINTE ANNOS.
(A M...)
Imitado de Fernando de Magaihaes.
Os vinte annos que em tua fronte vejo,
vem revelar-me urna belleza santa;
o nessa idade de febril desejo,
todo bello porqae tudo encanta.
Os vinte annos sao a voz e os sonbos
da mocidade n'um ligado n;
sio vinte cantos qae desprende am labio,
sao vinte labios n'um desejo s.
O peito anceia, o coraco se alegra
ante os encantos de nm dourado sonbo ;
e da descrenea ama s nuvem negra
nio escarece o nosso amor risonho.
Os vinte annos sio a f e a esp'ranca
da mocidade n'um ligado n ;
sao vinte notas de urna ebrnea lyra,
sio vinte lyras n'um preludio s.
Tudo na vida mn perenne encanto,,
tudo nos prende, nos seduz o arrasta;
e nessa idade em que se sonha tanto,
nunca a loucura d'entre nos se alasta.
Os vinte annos sao o riso e as magnas
da mocidade n'um ligado n ;
sio vinte lulas de nm baldado anhelo,
sio vinte anhelos em um peito s.
Sempre sorrimos sem verter um pranto
ante as bellezas que na ierra vemos;
e nessa idade em que se anhela tanto,
tudo poesa, porque em tudo eremos.
Os vinte annos sio a crenca e as chammas
da mocidade n'um ligado n ;
sao vinte vozes que desprende um'alma,
s3o vinte almas ern um corpo s-.
Nessa existencia divinal e extrema
em que sentimos as paixoes fremenies,
temos escripto um encantado poema
em nossos seios juvenis, ardentes.
Os vinte annos sao o amor e as glorias
da mocidade n'um ligado n :
s3o vinte auroras no arrebol da vida,
s3o vinte vidas n'tima vida s I
ca (exemplo, no Var)!
Nao se deve porm deixar do confessar
que a agricultura nos departamentos do
nort^ e de leste daquelle imperio asss
floretente, contrastando vivamente com as
prathas agrie Mas, ainda usada nos do sul.
Como bem exprimi ura escriptor francez,
podeise pelo simples exame das charras
empegadas nos differentes departamentos
da Franca ter-se urna idea exacta de estado
de adiantamento da agricultura em cada um
deile>. O nosso amigo, o ilustrado Dr
Sobra,gy, em seu relatoria sobre as machi-
nas e instrumentos de agricultura na expo-
sicio universal de Londres em 1862, diz o
seguinte:
t Machados, fouces eenchadas foram
expostos por duas das mais importantes
provincias do Imperio. Estes instrumentos
d3o araedida exacta de nossas pralicas agr-
colas e urna simples vista sobre elles ne-
nhuma duvida deixaria no espirito do ob-
servador menos attento, acerca do modo
porque tratamos a ierra,
Divide-se. as charras em charras sim-
ples oa arados e charras compostas ou
ardaos com rodas. fcil transformar um
arado em charra, adaptando-lhe nm jogo
danteiro de rodas.
Urna boa charra devera comprehender
as seguintes pecas: o sego a rlha, e a ai-
vca, que obram directamente sobre a tor-
ra e executam o trabalho da levrar ropria-
mente dita ; o cepo, que penetra no soleo
e ao longo do qoal desusa a charra: o te-
mi, ou lanca ou cabecalho do arado, qae
Julho de 1870.
Edcaroo oe Carvalho.
VARIEDADE
C\BRVS DE CACHEMIRA E DE ANGORA
ALPACA E SEUS CONGENERES.
Continua cao)
Estas vantagens deram ensejo fundaeSo-
de fabricas desse tecido, e o Sr. Ternaux
foi na Europa o primeiro fabricante de
chales do lia cachemira, seguiodo logo aps
outros dstinctos fabricantes, como Belaoger,
Boson, Lagorce, Bosquellon e outros mais,
que muito prosperaram e deram fama veloz
s cachemiras francezas, creando om novo
e importante ramo de commerco, edesper-
tando por este modo a idea de introduair e
crear no solo francez as cabras thibet, qae
foroecem, como dissemos, materia prima
para o fabrico de chales.
As formas das cabras thibet e cachemira
sio muito mais graciosas, perfeitas e com-
pletas, do que as das ordinarias.
A altura del'as de 70 centmetros ( 3
palmos e 1 porgada) e o comprimento de
1 metro o 10 centmetros (5 palmos) desde
o vrtice da cabeca at o encaixe da canda.
O cerda, o cabello grosso mais fino,
cimprido, e menos quebradico do que o da
cabra ordinaria, variando a cor desde o
preto mais carregado at o branco mate.
A carne ptima, e bem assim o leite
bom e abundante; procream fcilmente,
embora com mostras de abastardamento,
tanto que o vello qae em Cachemira aloanca
de 8 a 9 oncas de peso por cada cabeca ;
em Franca quando muito nio passa de 3
a 4.
(Continuarse-ha).
TP. DO DIARIO -KA j DUQB DSCAXJAS


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