Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12219


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Full Text
AUNO XLVI. NUMERO 215
PARA A CAPITAL E LUGARES OHDE IAO SE fAGA POBTE.
Por tres metes acuantelos
Por seis .
Por um anuo
Cada mumero avulso .
64000
244000
820
SEffft FEIBA 23 DE SETEMBBO DE 1810.
PA1A DHTaO E TOEA DA PBOVDCIA.
Por tres mezes adiauUdos .
Por seis ditos idn. .
Por nove ditos idea .
Por um anno dem
61780
i3*500
20*280
274O0&
DIARIO DE PEMAMBIM
Fropredade de Manoel Figueira de F^ria & Filhos.
r
. '

------------
* AGEMTB:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para*; Goncalves & Pinto, no Maranhao ; Joaquina Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Leaos Braga, no Aracaty ; Joao Mana Joiio Chaves, do Am ; Antonio Marques da Silva, nO Natal; Jos Jwtfint
Pereira d'Almeida, era Mamangaape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba; Belarmino do Santos Bnicio, em Santo AatSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OITICIAL.
Coveruo da provincia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PEI.O EXM. SR. DESEMBAR-
GADO! FRANCISCO DE ASSIS PKRfilUA ROCHA. VICK-
PRDS1DBHTB DA PROVINCIA EM 30 DE ABdA DE
!S70l
1" seccao
N. 962.Portara ao cooselho de compra* na-
v.v'5.=Ap[Wuvo os contratos que o conselho de
[iras navaos, segundo o tratado annexo ao sea
tfflcio de 89 do correte, cffecluou com diversa.-
pessoas pan provin-rato de ohjectos necessarios
ao almoxarifido do arsenal de marinha.
2' seceso
X. 964Offlcio ao Dr. chefode polica.Expe-
. ''. s. as convenientes orden, para que no ca-
so de existirem nesta provincia sejam capturados
) criminosos de trae tratara o- officlos juntos por
copia, que allude os do presidenta da provincia
di Cear de 2i do enrrente sob as. 15 e 16.
N. 965.Dito ao Dr. chefe de polica.Em ad-
ditameoto da portara de hontem, quanto cap-
tara dos criminosos que accommetteram a povoa-
ci de Piranhas na provincia das Alagoas, re-
comineado t V. 3. que propir.lii as medidas que
julgar convenientes, para cumprimento do aviso
do ministerio da jnica de 9 do corrunte, do qual
remetti copia.
N. 966Dito ao juiz de direito da comarca de
>'. iuar.l'or despacho tiesta data, e a bem do
servico publico, conced ao tabello e escrivo do
civil e mais ahnexos do termo de S. Bento,_ Fede-
ralino Antonio da Silva Limos, autorisacao para
entrar em exercicio desses offlcio* independente
te do titulo que aposentara dentro do praso do
decreto n. 4:J0 de 2-'J de dezembro de 1868, o que
I lie comrannico para o seu conhecimento e fias een-
venientes. Igual ao juiz municipal do termo de
S. Benio.
N. 967. -D to ao juiz municipal do termo do
Bom Conselho. Sendo Ilegal a nomeac por
Vmc. feia ao eidado Pedro Pierre Dantas Brrelo
para exercer interinamente os ollleios de tabel-
io e escrivo de orphaos e mais annexos desse
roto, como j foi declarado es9e juizo, porque
tass ollleios dviam ser aocumulados pelo escrivo
eornpanheiro, tenho a dizer-lhe em resposta ao
>eu ofllcio de 7 do crreme, que considere de ne-
iliam effeito tal nomeaco, passando o cartorio
de 2 tabelliao que requerem accumulaco.
3' seccao
N\ 968.Portara ao Inspector da thesouraria
de fazenda.Recommendo a V. S. qne depois de
liqui Jadas, em vista da inclusa cauta documenta-
os, mande pagar ao gerente da companhia Per
nimbucana a quantia do 384*670 oa o que justa-
mente se dever de passagens e comedorias dadas
iwr coala do ministerio da guerr* no vaoor lan-
, pertenceate aquella companhia no correte
mez.
N. 969.Dita, ao mesmo.Eie vista do qne re-
luoreu o padre Albino de Carvalho Lessa, capel-
la ) dos menores do arsenal de guerra, recommen
dw V. S. que faga cessar do de raaio prximo
v.adouro em diante, o descont de dez por cento
que de seus vencimentos offereceu para as despe-
2M da guerra.
N. 970.Dita ao mesmo.Autoriso V. S. em
vista dos pareceres da eontadoria dessa thesoura-
ria o que se refere a sua informacao de hontem
sob n. 297, mandar que se continu a pagar ao
majur reformado doexercito Jos Carlos Teixeira
ao alferes tambem reformado Joiquim Ignacio de
C. Mendonca, a etape de 1*000 que percebiam
em virlude do decreto n. 1234 de 8 de julho de
1865, e foi suspensa por deliberacao da junta des-
sa ihesouraria de-de setemero do anno prximo
pissado. .
N. 971.Dita ao mesmo.Constando de offlcio
Jo inspector do arsenal de marinha de 29 do cr-
rante sob n. 19i2, ter fnlleaido na provincia das
Alagoas onde se acliava com licenga o porleiro
daquelle arsenal Antonio Francisco Ignadio de
is, assira o communico a V. S. para sen co-
u:.ecimento.
S. 972.Dita ao mesmoTransmuto a V. S.
pira os fias convenientes, os inclusos pedidos de
artigo de l'ardamento, vencidos pela pravas de
Merentes corpos do exercito e guarda nacional
.-icadas no presidio de Fernando, no 3 quar-
tel do auno de 1869, constantes da lecapituiaeo
que val cobrindo os pedidos e outros, tirando o
tardamente vencido para os soldados do 4"* bata-
lio de animara a p Luiz Jos Carolino e Igna-
io Gomes da Silva, relativos aos *> e 3o quarteis
de 1868 e Io de 1869. devendo-se deduzlr do far
damento as pravas comprehendidas na relacSo as-
-.onada pelo commaodante da 2* companhia do
tpo'ito de recrutas, qde por ajustes de contas
.i 1 de dezerabro de 1868, foram recebidas do
irsenil de guerra, para as pracas mencionadas
na citada relacSo, e tambem as que sao pedidas
uara o sentenciado imperial marinheiro Jos Fran-
cisca de Almeida, que deve ser soccorrido de,far-
lamento pela reparticao da marinha e nao pela
tu cruerra.
N. 973.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap
'trovado os contratos que o cooselho de compras
navaes celebrou com diversas pessoas, para pro-
vimento de objeclos necessarios ao almoxarifado
do arsenal de marinha constantes do terreo junto
Por copia, assim o communico V. S. para seu
unUecmento.
N. 974.Dito ao mesmo.Declaro V. S. para
-t-eu conhecimento, que aUendendo ao que reque-
ra o ecrip.urario aposentado da thesouraria pro-
vincial Manoel Francisco Uarte, acabo de recom-
endar meima* thesouraria, que fa?a cessar o
descont de dez por cento, que de seu ordenado
frecen para ee desperas da guerra contra o go-
verno da repblica do Paraguay.
M 975.Dita ao mesmoAnuuindo ao que
-)i eilou o brigadeiro comman Jante das armas em
seu ofQcio de hontem sob o. 219, reeoromendo a
V. S. que mande pagar ao capitao commandapte
do deposito especial de inslruccjio Jos Joaquim
i-oelho, a quantia e 3:2003000 para aequisicao
\ cavallos para arremonta da eavalh ida daquel-
le deposito, devendo o mencicnado capitao oppor-
:nenie prestar contas dessa quanti3.
N. 97o.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Attaodendo ao que requeren o escritu-
rario aposentado dessa thesouraria Manoel Fran-
ciaco Doarte, recoramendo V. S. que faga cessar
ci descont dos dez por cento, que offereceu elle
seu ordenado para as despezas da guerra con-
tra o governo da repblica do Paraguay.
N. 77.Dita ao mesmo.Communico a V. S.
pira seu eonhecimento que nesta data e em vista
do que me requereu Francelina Brgida Soares
Mon'teiro viuva do finado lente de voluntarios
da patria Manoel Pantaleo do Costa Monteiro, au
t >riae nesta data o desembargador provedor da
Santa Casa de Misericordia mandar admittr no
willegio das orpbaa* nos termos do 1 da lei n.
C.ibde 2 de maio de 1865, as fimas das suppli-
cante de nomes Leopoldina e Julia.
N. 979.Dito ao meaio.Em resposta ao offl-
cio que V. S. ui dirigi em 28 do corrate, sob
n. 56, acompanhado de urna nota dos precos para
servirera de base i arrematacao d) dizimo do gado
vaceum, que deve ir a praca no mez de junho pr-
ximo vindouro, tenho a dizer que approvo esses
prejos, para o m de que aoima se trata.
N. 980.Dito ao mesmo.Anouindo ao que so-
licitou o temle-coronel commandante do corpo
pro ifll.'io de houtem, sab (.
,a audfl adiantar 3
raezes de vencimentos ao alferes Antonio Henrique
de Miranda e a II pracas que se achara destaca-
das na villa de S. Benti, bem como ao tenante Joa-
quim da Malta e Silva e 11 pracas inclusive 1
sargento que existem em Nazareth, ludo a contar
do 1* de maio prximo vindouro.
N. 981.Dito ao mesmo.Remeti V. S. para
seu conhecimento a inclusa reiacao nominal dos
depule>-eiwmcmi qus comparecern) sesso
ordinaria do crreme anno.
N. 981.Dito ao mesmo.Pro vi Isncie V. S.
para que, em vista das relacoes e pret junto em
duplicata, que me remellen o commandante supe-
rior do municipio de Sorinhaera cora ol^io de
hantem, sejam liquidado? e pagos os vencimentos
relativos aos mezes de fevereiro e marco d'este
anno, dos guardas uacionaes destacados haqnella
villa.
N. 9S2.Dito ao chefe da reparticao das obras
publicas.De conlortnidade com a sua ioforraacao
de honiem, sob n. 107, resolv conceder a per-
raisso que, solicitou Bernardino Jos da Silva
Maia para construir um cano ramal que d sabi-
da para o cano geral s aguas pluviaes do quar-
tel de sua casa n. 30 sita praca da Boa-vista,
urna vez que elle se sugeite por um termo asigna-
do nessa reparticao, as condicoes estipuladas a
outros em idnticas cireurastancias, o que declaro
a V. S. para seu conhecimento e fios convenientes.
4." secgao.
N. 983.Offlcio ao Exu. Sr. presidente da pro-
vincia do Rio Grande do Norte.Com a inclusa
conta na imporlancia de 36, remeti V. Exc. a
pequea carteira com tinturas homeopticas que
V. Exc. solicitou em seu offlcio de 8 do crreme,
rogando a expedco das convenientes ordena para
que o Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso seja
inJemnisado d'esta importancia.
N. 984Dito ao Exm. Sr. desembargador pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.Em vista
de seu offlcio de 12 do corrente, sob n. 2581 A,
concedo a autorisacao que pede a junta adminis-
trativa dessa Santa Casa, para arrendar por 6
annos, Joao Francisco Ferreira, sob as condi;5es
mencionadas no seu citado ollicio, a casa n. 2 da
ra da Lapa, pertenceate ao. patrimonio dos or-
phaos.
N. 985,Dito ao mesmo.Attendendo ao qne
roquereu Francelina Brgida Soars Monteiro
viuva do lina de tenente voluntario da patria Manoel
Pantaleo da Costa Monteiro, e tendo em vista a sua
informacao de 29 d > corrente, sob n. 2618, auto-
riso V. Exc. a mandar admittir no collegio dos or-
phaos, nos termos do 1. do art. 14 da lei n. 611
de 2 de maio de 1865, as filhas da supplicante, de
nomes Leopoldina e Julia, de que tratara as cerli-
does de idade juntas.
V. 986.Dito ao; gerente da companhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da companhia Per-
narabncana mande dar urna passagem de estado
r, at a Parahyba, a Manoel Porfirio Aranha.
N. 987.Dito 30 mesmo.O Sr. gerente da com-
paa Pernambucana mande dar urna passagem de
estado a r, at a Parahyba, ao Dr. Beato Jos Al-
ves Vianna.
N. 988.Dito ao mesmo.O Sr. gerente da
companhia Pornambucana mande dar transporte
para a Parahyba, por conta do ministerio da guer-
ra, no vapor que hoje segu para all, ao tenente
do extracto batalho n. 30 de voluntarios da pa-
tria Manoel Ferreira Lins.
N. 989,Deliberacao.O vice presidente da pro-
vincia, em vista do offlcio do desembargador pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia de 29 do
corrente, sob n. 2614, resolve, de conformidade
com o art. 25 do respectivo compromisso, crear
mais dous lugares de raordomos e outros tantos de
supplenles para a junta administrativa da raesraa
Sania Casa.
EXPEDIENTE ASS1GXAD0 PELO SR. DB. ELIAS FREDE-
RlCO DE ALMEIDA E ALBCQUERQUE, EM 30 DE ABRIL
DE 1870.
2* seccao.
N. 990.Ollicio ao commandante superior do
municipio de Serinhem.Nesta data autorisou-se
a thesouraria provincial a pagar os vencimentos
constantes do offlcio de V. S. datado de honteiru o
qual ica assira respondido de ordem do Exm. br.
vce-presidente .la provioca.
X. 991.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica S. Exc, o Sr. vice presidente da
provincia manda declarar V. S., em resposta ao
seu offlcio de hontem, sob n. 203, que a thesoura-
ria provincial tem ordem para adiantar o sold e
vencimentos constantes do citado offlcio.
4.* secijao.
N. 992.Offlcio ao Dr. Francisco Teixeira de
S, primeiro secretario da asscmbla legislativa
provincial.-N. 76.De ordem de S. Exc. o Sr.
vice-presidente da provincia, transmiti por copia
V. S., era resposta ao seu ollicio de 20 do cor-
rente, sob n. 21, para ser presente assembla le-
gUativa provincial, a inclusa informaQao minis-
trada pelo chefe da reparticao das obras publicas
em 29 d este mez, sob n. 108, relativamente aos
tres quesitos mencionad no seu citado offljio.
N. 993.Dito ao direci r gerai interino da ins-
truccao publica.De ordem de S. Exc. o Sr. vice
presidente da provincia, remeti V. S. os inclusos
relatnos do ministro da gaerra do anno de 1861
a 1869, e da de estrangeiros de (880 a 1860, soli-
citados em offlcio dessa directora de 21 de marco
ultimo, sob n. 102, para a bibliotheea provincial,
deixando de ir do primeiro dos referidos ministe-
rios do de-1890 e do 2. de 1861 e 63, por nao
existirem nos archivos das respectivas secretarias,
segundo foi declarado em avisos de 19 do crren-
le, exemplares alguns em disponibildade.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DESEMBARGA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRAROCHA. V1CE-PRE- I
SIDBNTB DA PROVINCIA EM 2 DB MAIO DB 1870.1
1" seccao.
N. 2.Dito ao Exm. Sr. general commandante
das armas.Pode V. Exc. conceder ao soldado in-
valido do extincto corpo n. 3 de voluntarios da
patria Francisco Pereira de Araujo Cobra Verde,
qne se acha incluido no deposito de recrutas
aguardando decisao do governo sobre sua baixa
ou reforma, perraissio por tres mezes para ir ver
>ua familia na villa do Urub, como solicitou no
requeriraento sobre que versa a informacao de V.
Exc. de 29 de abril ultimo, sob n. 220.
X. 3.Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Constando de participacio da socretaria de es-
tado dos negocios da marinha de 12 de abril ulti-
mo, ter-se concedido ao director de conslruccao
naval desse arsenal Trajano Augusto de Carva-
lho, seis raezes de licenga para ir a Europa tratar
do aperfeieoamento de suas descobertas nos pre-
ceitos tbeorioos de construccao, sendo tambem en-
carregsdo de urna commissao ; assira o commu-
nico a V. S. para seu conhecimento.
N. 4.Portara.O vice-presidente da provin-
cia attenden lo ao que requereu o capitao de in-
famara do ejercito, Joao Domingos Ramos, e ten-
do em vuta a informacao do brigadeiro comman
dante das armas de 25 de abril ultimo, sob n. 206,
e parecer da junta sade, resolve de conformi-
dade com o art. 5o 1 do decreto n. 3,579 de 3
de Janeiro de 1866, e nos termos dos arts. Io % i-
e 4o 2o do mesmo decreto, conceder- Ih tres me-
zes de licenga para, tratar de sua sade nesta pro-
vincia.
2" seccao.
N. o.Offlcio ao Dr. chefe de polica.Recora-
raende V. S. aos diversos subdelegados do termo
do Serinhem, qoe euviem em harapo aos conso-
laos de revisad da qualiucacio aos batalbdes da
guarda nacior.al a retecho nominal de que trata o
art. Io jt" o decreto n. 1.13) de 12 de marca de
1853, ;
N. 6.Dito ao juiz municipal da primeira vara, i ci de 6 do dilome?., deferindo o reqnenmemo de
Expeca Vmc. as suas orden*, afina de que soja Antonio trjodseo de Sooia, como administrador
apresentado ao commandandante do forte do Bu-
raeo, um sentenciada apto para ser empregado no
servico da fachina do mesmo forte em subslitui-
cao do qne l existe de nome Joo Flix Correa da
Cimba, que por seu mp precedimento nao cra-
vm que all continu como declarou-me o briga-
deiro commandante das armas em offlcio de 20' de
abril ultimo, sob n. 199.
N. 7.Dito ao juiz de paz raas votado do pri-
meiro disiricto da freguezia de Serinhem.Re-
commendo a Vmc. que remella ao conse!ho de re-
viso da qualifieacao dos batalhoss de infantaria
da guarda nacional desse municipio que deve reu-
nirse a 15 de maio vindouro, a reiacao des cida-
daos qualificados votantes nessa freguezia de con-
formidade oom o art. 10 2o do decreto n. 1,130
de 12 de marco de 1853.
N. 8.Portara.O vice-presidenle da provin-
cia resolve conceder ao alferes do corpo proviso-
rio de polica, Basilio Luiz Coellio, a demissao qne
pedio daquelle posto.
N. 9.=Dila.O vice-presidente da provincia re-
solve conceder ao culado Antonio dos Sautos de
Medeiros, a exouerajao que pedio do cargo de sub-
delegado do primeiro distncto da freguezia de Te-
jucupapo.
3* seccao.
N. 10.Offlcio ao inspector da thesouraria de
fazenda.Constando de participacao da secretaria
de estado dos negocios da marinha de 12 de abril
ultimo, terse concedido ao director de construc-
cao do arsenal de marinha dest provincia, Traja-
no Augusto de Carvalho, seis mezes de lcenca
para ir a Europa tratar dos aperfeicoameetos de
suas descoberta3 nos preceitos theoricos da cons-
truccao, sendo tambem encarregndo de urna com-
missao ; assira o communico a V. S. para seu co-
nhecimento
N. 11.Dito ao mesmo.An gerente da compa-
nhia Pernambucana, mande V. S. pagar a quan-
tia de H: 1663666, proveniente da subvencao re-
lativa ao mez de abril ultimo, com que o governo
imperial auxilia mensalmente aquella companhia,
que satisfez os seus compromissos naquelle mez,
segundo allega o mencin" 1o gerente.
N. 12.Dito ao mesmo.Depois de liquidados
em visa da foltia e pret juntos em duplcala, os
vencimentos relativos ao mez de marco ultimo, de
olllcial e pracas da guarda nacional destacados na
villa de Trtcarat, mande V. S. pagar sua impor-
tancia ao commandante do batalho de infantaria
daquelle municipio ou ao seu procurador, confor-
me solicitou o respectivo commandante superior
em offlcio de 11 de abril prximo findo.
N. 13.Dito ao mesmo.Constando de aviso do
ministerio de agricultura, cemmercio e obras pu-
blicas de 19 de abril prximo (Indo, sob n 19, ter
sido nesta data expedido aviso ao da fazenda, alim
de ser posta nessa thesouraria a quantia de.....
6:208j710 para ser applicada aos concertos de
que carece a ponte denominada Sete de. Setera-
bro, constantes do orcamenl e offlcio do engenhei-
ro das obras geraes de 9 de marco ultimo, junto
por copia, recommendo a V. S. que mande por em
praca os referidos concertos.
N. 14.Dito ao mesmo.Nos termos do parecer
da cont-doria dessa thesouraria, a que se refere a
sua informaQao de 28 de abril ultimo, sob o. 493,
acerca do requerimento que incluso devolvo, man-
de V. S. pagar ao segundo pratico da barra, Au-
gusto Fernandos da Silva Manta, por conta do mi-
nisterio da guerra a quantia 56000 proveniente
da amarraco junto ao arrecife do vapor de guer-
ra Itapicui, entrado no porto desta cidade, pro-
cedente do Rio de Janeiro.
N. 15.Dito ao mesmo. Declaro a V. S. em
resposta ao seu offlcio de hoje, sob u. 300, que
em substitucao a Flix Paes da Silva Pereira que,
segundo o citado offlcio pedio dispensa, acabo de
designar o professor publico Antonio Rufino de
Andrade Lima, para examinar em authographia
no concurso a que se vai proceder para preench-
raenlo dos lugares vagos de praticanles dessa the-
souraria,'da alfandega e da recebedoria de rendas.
N. 16.Dita ao me3mo.Autoriso V. S. de con-
formidade com a sua informadlo da 30 de abril
ultimo, sob 229, com referencia a da eontadoria
dassa thesouraria, a mandar pagar, em vista dos
prets, que incluso devolvo, a quantia de 3772130,
proveniente dos vencimentos, a contar de 23 de
agosto a 30 de setembro, tudo do anno prximo
passado, de lo pracas e o sargento Jos Thomaz de
Viveiros, que estiveram destacados na povoacao do
Ex, deveodo esse pagamento ser eltectuado ao
major Joao Caetano de Abreu, conforme solicitou
o commandante superior de Cabrob, em offlcio de
10 de fevereiro ultimo.
N, 17.Dita ao mesmo.Transmiti a V. S. a
folha e pret, juntos em duplcala, que me remel-
len o commandante superior deste municipio com
offlcio de hoje, sob n. 95, alim de qne maule li-
quidare pagar os vencimentos dos offlciaes e pra-
cas do 2." batalho de infantaria aquartellado do
Hospicio, sendo os d'aquelles relativos ao mez de
abril uUi.no, e 03 dess a segunda quinzena do
mesmo mez.
N. 18.Dita ao mesajo.Em vista da folha e
pret juntos em duplscata, que rae remelieu o cora-
mandante das armas com offlcio de hoje, sob n.
222, mande V. S, liquidar e pagar os vencimentos
dos offlciaes, pracas e calcetas empreados no de-
posito de recruUs, sendo o dos offlciaes e calce-
tas relativos ao mez de abril ultimo, e os das pra.
cas a segunda quinzena do mesmo mez.
I. 19. Dita ao mesmo.Jlande V. S. liquidar
e pagar, em vista da folha e pret junto, em dupl-
cala que me remetleu o commandante superior in-
terino deste municipio com offlcio de. hoje, sob n-
94, os vencimentos do official e pracas do 6. ba
talho de infantaria destacados na fortaleza do
Brura, sendo os do otfl nal relativos a mez de abril
ultimo e us das pracas a segunda quinzena do mes-
mo mei. -
N. 20.Dita ao mesmo.Providencie \. S. para
que em vista oa folha e pret junto em duplcala,
a que se refere o offlcio do brigadeiro commaur
dame das armas, datado de hoje e sob n 223, se-
jam liquidados e pagos os vencimentos do offtcial
eocarre?ado do deposito de prisioneiros de guerra
paraguayos e dos mesmos n,t*'one'rc,s. sendo os
daquelle relativo ao mez de abril ultimo, e oe ues-
tes a segunda quinzeza do citado mez. !
jq_ 21.Dita ao mesmo.Transmuto a V. &. a
duas inclusas ordens, sendo urna do tribunal do
Ihesouro nacional, sob n. 71, outra do ministerio
da guerra, datada de i%. de abril ultimo.
N. 22. Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Declaro a V. S. para seu conhecimento e
lins convenientes, que acabo de autorisar o chefe
da repariicito das obeas publicas, a mandar exe-
cutar os reparos urgentes de que precisa a bom-
ba io Mel de Cavalio. os quae3 coaslam do orna-
mento junto por copia, na importancia de 1:133*
a que me remeneo aquello chefe cora offlcio de 27
de abril ultimo, sob n. 103.
iS' 23.Dita ao chefe da reparticao das obras
nubiicas.Concedo a autorisacao que Vmc. solieuou
era oflHo de 27 de abril ultimo, sob n. 105, para
mandar executar os r-paros urgentes de que ne-
cessiia e bomba de Del do Cavallo, os quaes con-
tam do orcamento, que na importancia de t.-UJ*,
veio anaexo citado offlcio. -
4.a seccao.
N_ 24 Offlcio ao Exm. Sr. desembargador prove-
dor da Santa Casa de Msericordia.-dm resposta
ao offlcio de V. Exc de 19 do ojea findo sob n.
'UH2 em que cemmunica a deliberagao da junta
administrativa da Santa Casa de Miserioordia com
retereocia ao que ordenou. mea awecsort ara ffl*
de sua mflber Alexanlrio Isabel Soares, que se
julga eomjdireito a um. do dotes legados pelo fal-
lecido tesfcdor Manoel' Jo"i> de Amorim, a tniKa
orphas eiucandas do colleg*> das orphaas desta
cioade que se casarem ; europre-me dizer que nao
jntgo bem deluoidada a quesiao juri*ea, em que
di Tugar 4 respectiva verba testamentaria pelo que
determiirabdo qae se sob'esteja na eiecucao da re-
ferida ordem, aotoriso V. E'xr. para oavir nao
sdao advogado, como aos innos da Santa Casa,
que forem jurisconsultos, sobre a questio que se
agita, t-umprrado que cada nm daqtrelles a quera
V, Exc. ecarregar de semelhante trabalho d seu
parecer fundamentado e emita sus opraiao com
clareza e qnanto a competencia da junta na destri-
Buico dos dotes legados. Os pareceres serlo re-
roettidos a esta presidencia para ulteriormente re-
solver a questo.
N. 25\Dito ao mesmo.Remello por copia a V.
Exc. para seu conhecimento e fin* convenientes,
a deliberacao desta data pea qual resolv nomear
a junta administrativa dessa Santa Casa para o
biiranio de 1870 a 1872.
N_ !6.Dito a cmara municipal de Olinda.
Em v de 20 de abril prximo findo, sob n. 243y coDcedo
a cantara municipal da cidade de Olinda- a autori-
sacao que pedio em seu offlcio de 7 daquelle mee,
para despender a quantia de 300000 com os fes-
tejos que pretende fazer pela feliz conclusao da
guerra contra o governo do Paraguay, devendo
correr semelhante despeza pela verbaeventoaes
votada no 7. do artigo 3. da lei do orcamento
municipal vigente.
N. 27Dito ao director geral da instruccao pu-
blica.Tendo designado o professor publico Anto-
nio Rufino de Andrade Luna, pariera subtfitwQae
a Flix Paes da Silva Pereira, que segundo offlcio
do inspector da thesouraria de faienda, datado de
hoje e sob n. 300, pedir dispensa, examinar em
orthographi no concurso a qae se vai proceder
para preeneuimento das vagas de praticanles da
mesma thesouraria, alfandega e recebedori, assim
o declaro a V. S., afim de que o faca constar ao
mencionado profesor qne com urgencia dever
entender-so com aquelle inspector acerca do da
em que tora lugar esse concurso.
N. 28.Dito ao engenheiro das obras geraes.
Constando de aviso do ministerio da agricultura,
commerc e obras publicas de 19 de abril prxi-
mo (Indo, sob n. 19, ter sido n'aquslla data expe-
dido aviso ao da faienda, adm de ser posta na the-
souraria desta provincia a quantia de 6:28f 710,
para ser implicada aos concertos de que carece a
ponte denominada Sete de Seiembro de que trata o
orcamento annexo^ao seu offlcio de 9 de marco
ultimo, expeeo nesta data as conveniente ordens
aquella Ihesoirraria para por em praca os referid s
concertos ; o que Ihe communico para seo conhe-
cimento.
N. 29.Dito aos agenies da companhia Brasi-
leira de> paquetes a vapor.Os saahores agen-
tes da companhia Brasileira de paquete roan-
dem dar transporte-por conta do ministerio da
guerra at*o Maranhao, no vapor que se espera do
sul. ao capitao do extinelo corpo n. 30 de volun-
tarios da patria Lizandro Francisco Nogueira.
.Y 30.Portara.0 vice-presidenie da provin-
cia, em observancia do disposto no 1 5." do artigo
3 da lei proviocial n. 531 de 9 de junho de 1862.
resolve nomear para servir na junta administrati-
va da Santa Casa de Misericordia no biennio que
tem de decorrer do 1. de julho prximo vindouro
a 30 de junho de 1872.
Provedor.Desembargador Anselmo Francisco
Pereti.
Vice-provedor.=Bario do Lvramento.
Thesoureiro.Commendador Jos Pires Fer-
reira.
Mordemos.Dr. Manoel Ferreira da Silva, te-
nente-oorone! Antonio Carlos de Pinho Borges,
Dr. Antonio Mari de Farias Neves, teneiite-coro-
nel Justino Pereira de Farias, major Jos Joaquim
Aotuoes, commeodador Antonio Jos Gomes do
Correio, Dr. Antonio Herculano de Souza Baudei-
ra, Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina, capitao
Vicente de Paula de Oliveira VillasbOas, capitaes
Amaro do Barros Correia, Antonio Ramos, Dr.
Jos Antonio de Figueiredo, cunego Francisco Ko-
chael Pereira de Brito Medeiros, Darlo de Unan-
gy, Albino Jos de Souza, Fioriano Carrea de
Br'to, ...
Supplenles.Antonio Gomes de Miranda ueai,
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo, Dr. Felippe
Nerv. Claco, Candido Cassuniro Quedes- ai colo-
rado, Antonio Valentn da Silva Barroca^ Dr. An-
tonio d'AssiinipcM Cabral, Dr. Rufino Augusto
d'Almeida, Antouo Jos da Silva do Brasil, Ma-
noel Mara Rodrigues do Nascmenlo, Tneodoro
Machado Freir PeFeira da Silva, Dr. Joao Gon-
calves da Silva Mootarroyos, Thomaz Carneiro da
Cunha, Dr. Manoel de Pgueira Faria, Barao de
Beintca, major Lanremino Jos de Miranda. An-
tonio Jos Rodrigues de Souza.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ElilAS MM*
RICO DE ALMEIDA E AlBQUEROJb'E, SEBETARlO ',DO
GOVERNO, KM 2 DC MAIO DE 1870.
i* scelo.
N. 31. Offlcio- ao Exm. 3b generalDe ordem
de S. Exc o Sr. vice-presidente da provincia de-
claro a V. Exc. em resposta ao seu offlcio de 20
de abril findo. sen o. 199, que nesta data fica ex-
pedida a ordem aecessaria ao juiz municipal da
L* vara deste termo para mandar substituir por
outro o sentenciado empregado no servico da fa-
china d Forte do Buraco, em vista do mu com-
portamento qu* all tara rido, como V. Exc. deca-
i'ou no citado offlcio.
2* seecao.
N. 32.Di ao Dr. chefe de polieia.O Exm.
Sr vice-presidente da provincia manda declarar
a V. S. qu por deliberacao desta data concedeu
ao cidadlo Antonio dos Santos de Medeiros a exo-
oeracao que pedio do cargo de subdelegado do V*
distncto de Tejucupapo. .
N, 33Dito ao D. chefe de policaO Exa.
Sr vice-presidente da provincia respondendo ao
offlcio de V. S. datado de 3ft de abril uimo sob
n. 562. manda declarar que a thesouraria provin-
cial tem ordem para pagar ao delegado do termo
de S. Beato, capislo. Antonio Bento de Oliveira os
alugues da casa de que trata o citado offlcio.
N. 34.Dito ao commandante superior do mu
nicipio de Cabrob,Sua Exc. o Sr. vice-presi-
dente da provincia manda declarar a V. >S. em
resposta ao sea offlcio de 10 de fevereiro ultimo,
que nesta data autorisou-se a thesouraria de fa
zenda a pagar ao major Joao Caetano de Aoreu a
quantia de 3772130 proveniente dos vencimentos
consumes do citado offlcio.
N. 35.Dito ao commandante superior do mu-
nicipio de Tacara t,Nesta data autorisou-se a
thesouraria de fazenda a pagar .os vencimientos
constantes do offlcio de V. S. datado de 11 de
abril ultimo, o qual fica assim respondido.de
ordem do Exm. Sr. vice-presidenie da provincia.
N. 36.Dito ao juiz de direito da comarca de
Tacarat.O Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia manda declarar que licou inleirado pelo
seu offlcio de 3 de margo uUirao de liaver V. S.
noraeado nesta data o cidadlo Cleraeniiuo Vieira
Batalua para exercer merinamente o cargo de
promotor publico dessa comarca.
N. 37.Dita ao commandame do corpo provi-
soria do polica.D oedera do Exra. Sr. vice-pre-
sideute da provincia communico'a V. S. que por
deliberacao de hoie foi concedido ao alferes deaso
corpo B&zd L.UJI Coelh.0 a demissia qu pedio
desse posto.
i*. 38.Oflkio ao inspector da thesouraria' pro-
vincial.De ordetn d S. Exc. o Sr. presiente
da provincia eomiminco a V. S. que por drlifee-
racao desta lata eoacedeti ao aiBeres Basilio Luiz
Coelbo a e^oneracao que pedio do dito corpo.
Sr.
da
DESPACHOS DA PM!SIWCTCIA DA PROVINCIA DO DO
16 M SE.TESIBB3 DI." 1870.
Aurehdno Augusto de Vasconcelos.Paase por-
tara oa forma re iiierid.
Dr. Antonio de Vaseon*ellos Mtneres de Drum-
rnond.Kfcraetlido a cmara munreipal desta cida-
de para aiieoder ao supplieante nos term&s do pa-
recer do adTogado d mesma cmara do de agos-
to prximo Sndo, junto por epia, ifHeveie' annexo
ao sea oficio-.de 3 deste mesmo mez.
Alferes Apolinario Lras de Carvalho Informe
o Sr teneate-eoronel commandame do corpo de
polieia.
D. Candida Rptisla de Azevedo Maia. In-
forme o bp. spector da tbesourari e fa-
zenda.
Companhia Brasilian Street Railiwae Limtala.
Passe portara approvaoin a planta ue qne se
tra ta.
Elisio*Alves da Silva Figueira. Informe o
coronal commandame superior interino
guarda naiiooal do mnnicipio do Iteeife.
Francelioe Araerico de AUtaquerqije MWIo.
formeo Sr. Dr. chefe de polieia.
Hermilioo Elzem da-Silva Caneca. Pasee por-
tara remoren Jo o supplieante para a cadeir da
Torre.
Ideifonsfl Lucio Monteiro da Irranca. fca-
forma o Sr. inspector- da thesouraria de fa-
zenda.
Irmandade de Nossa Senhora do Terco. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Capitao Joaquim Fernandesde Azevzdo.Infor-
me o Sr. inspector da thesourar ia provincial ouvi-
do o Dr. procurador fiscal.
Jos Soares Godinho. Ao Sr. tenente-eoronel
commandame de corpo de polica para mandar
passar a ceidlo requerida em- vista do kvro a
que o supplieante se refere, existente no respectivo
archivo.
Jos Augusto de Araujo. Junto- esto rtqo.er>
ment a informaceo do Sr. inspector da Uiesoura-
ria provincial n. 347 do- 1 de janho do eorpente
anno, informe-o Sr. engauheiro ehefe da reparti-
cao das obras publicas, tendo em- vista a saa in-
formacao o. 194'de 23 dejulho ultimo,, e a knpug-
nacao da eontadoria.
Padre Jos Teixeira de Mello. Dirjase a the-
souraria provincial.
Jos Joaquim de Oliveira.r- Paese portara ooo-
cedendo a exoneradlo pedida.
Joseplia "Mara do Espirito Santo. Conceda
Fa^am-se as eoinoanoica-
Parias. A vwta
ordena no- seodo
da in~
toque-
a praso requerido,
coe.
Jos Francisco de
formacao expeca-se
rido.
Joo Innocencio da Paisao.Av.vislada informa-
can como reqater.
Joaqun Herculano Pereira Caldas. Junto- este
aos dous requerimentos anteriores, em que [orara
laucados os despachos de 3-e 32: de agosto ultimo
e a inlormace do tenente-eoronel ommandante-
do corpo de polieia n. 18,- de 6> do mesmo mez
com o resultado da inspeccao de saude, informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial, oovindo o
Dr. procurador fiscal.
Jos Francisco do Reg.A vista da informaQao
expega-se ordem no sentid* que requer o- suppli-
eante.
Lrarenco gordeiro dos Santos. Mande-se dar
a baixa requerida.
Capillo Luu Francisco-de faula de Alhuquer-
que Maranhao.Com offleio desta data ao Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Mariano de S. Jos Cavalcante.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
17
Padre Antoaio Freir de Carvalho.Dirjase a
thesouraria provincial.
Antonio fidmes de S Leitao.Dirija-se ao Sr.
leneole-coronel commandante do corpo-de polieia
Basilio Jos de Barros.Dirija-se a *esouraria
de fazend t.
Francisco Evaristo de Souza.Dirija-se a the-
souraria de fazenda.
Francisco Genuino Simio.Dirija-se a thesou-
raria de fazenda.
Felippe Beserra Gavalcanti.Dirija-se a thesou-
raria de zonda.
Joaquim Tranquilino de Leraos Dnarte. Infor-
me o Sr. inspector da tliesouraria provincial.
Jos Joai de Amonm.Nesta data recomenen-
da-se ao inspector da thesouraria provincial que
entenda-$e com o supplieante acerca do paga-
mento que reclama.
Joo Gonjaives Baptista de Moura.Dkrja-se a
thesouraria de fazenda.
Joao Kvaugelisla Liai.Dirija-se a thesouraria
de fazeoda.
Capitulino Bandeira de Mello Cesar Loureiro.
Dirija-se a thesouraria de fazenda.
Jos Joaquim de Freitas Jnior. Dirija-se a
thesouraria de fazenda.
Joaqu(m Jorge de Mello Filtao.Dirya-se a the-
souraria de fazenda.
Joan Miguel Mondes. Dirija-se a thesouraria
de- fazenda..
Joaquim. Gandido de Oliveira Marques.Dirja-
se-a ihesonraria de fazenda.
Mancel Luiz dos Res. Dirija-se a thesouraria
de fazenda.
Pedro de Aieantara Tiberio.Dirija-se a thesour
raria dej fazenda.
Paulino Vieira de Mello e Suva. Dirtja-se a the-
souraria de fazenda.
Liberato Pereira da Costa.Dirifijvse a thesoa-
rariade fazenda.
Vicente -vives de Carvalho.Diriia-se a thesou-
raria de fazenda.
PEMAMBCO.
REVISTA DIARIA.
SOCIEDADE EMANCIPADORA.-Depois d'ama-
nha. domingo 25 do corrente, a Sociedade Eman-
cipadora celebra o seu primeiro anniversario
com uma sesso magna, s 10 horas da manhaa,
nos sa!6es do Club Pereambueano.
Por essa occasio sero entregues, na forma dos
respectivos estatutos, as cartas de liberdade- que
no correr do anno social a mesma sociedad* coa-
seguio dar um crescido uuroero de individuos,
arrancados aos pecados grilhoes da escravidao.
Nao pode haver lira mais nobre nem mais hu-
manitario do que aquelle a que se propot essa
distincta corporaco.
O art. 1 dos estatutos assim dispoe : c o lira
da sociedadk emancipadora promover, por todos
os nietos legas seu alcance, a eraancipaco do
elemento servil em Pernarabuco.
Quetn haver qne ahi nao veja lodo um futuro
de esperancas para a extioeco d'esse horrivel
cancro que necessita ser seria .nenie pensado, que
reclama uma cura cuidadosa, o do qual o slo
americano exige o baniment *
Hoje, que a sociedade moderna tende infinita*
mente para a liberdade com lodo o sea cortejo de
'rtas ; boje, que por toda a parte a cornucopia
as itundancas sociaes entorna suas flores vico-
sas sobre as qnatro partes do mundo cmlisado .
boje, qne os proprios elementos da natareza cons-
piram em prol da can-a da libenrade ; qmni de>-
conheee1 a necessidade da emaneipacae do ele-
mento servil mais do que um barbare, mais d >
qae un setvagem, para qoem as prerogatlvas i *
tidaao do grande paiz qoe se ebama universo
aada vaHsm, nada eaprrmem, nada-'tradujera d
ello, de grande e e majestoso.
E' nos grata, nos que comecawos a ver tu
cousas do Brasil pete seu verdadeiro prisma, islo
, por aquelle por onde as deve ver a America
livxe; e-nos grala, dieemos, a crenca em que es
carnes de que nao ha corae/io sob o feo azalad >
d'este imperio que nao palpite de interesses, q^
nao aspire a suprema ventura da einaaerpacfio dos
aptrvos.
Na>; longe foram os-tempe era qwo escrar
entre bs era nina ne.r^ssidad cumo lit'conside
rada; longe foram os tempos era que o escravo-
signifteava ama censa,-ura ohjecto d> toxe, um
nada, de que o senhor podia diepr se talante.
semque a soeieade tivesse o lreito de-pedir-lh-.-
cont-ts do seu proceder,
ffoje as cousas se passan divarsanvo.
Antes pie a idea da einaocipaqo viese accor-
dar aj-curdas mais charas do eoracao brssileiro .
antes-que o verho de liberdade das escrawoa tives-
se irpompao de mimares-de labio brasiieiros : jj
a sociedade-linba sentido em sea seio uradessa-
revolucoes- pacifica que s5e a obra da propria na-
lurezi, e loliavarc-sf' maiflcado os costautes e
usos com referencia ao raodo de considerar o es-
cravo.
Essa re\"onicaor repetinio-lo, fot uma oiJra pro
igosa do ar livre-, do cliaa-quente-, emfi.uda na
toreza gigantesca, bella o seductora do slo da
America.
A' nos- outnos, geracao sedera, estav?,.reser-
vada a gloriosa trela de pagar uaa divida>subli -
me, de apagar uma nodoa que no6sos pae;-lanca
rara nae- candida vestes da diteeta filha de Ca-
bral ; pacoem' la, sir ; extirpemos o cacero da
escravido do- Brasd; demos ao mundo o knpo-
Dnle espectatlo e um pvo livre- sobre um s!>
livre; e Dus berodir da cossa obra, e n *-pro-
prios desennQaremos sombra1 da-coneceocia tran-
quilla e da pardo espirito.
A emaneipaejao-do elemonto servil quer dizer
trabalho Xws, o- o Irabalho-livre importa o pro-
gresso do par, Importa o loYesoimente d tudo
que existe desde o Prata al* o Aroaosnas.
E', pois, nobre e humanitaria o fioa da Seeieda-
de Emancipadora; sio, pcisy credores de tea .i
estima e consideraeao os obreiros do bem (fia s->
alistaram em. tal bandeira, e que- no proxira do-
mingo fazam a testa do seu priraeiro anniversa-
rio, atirando com inao gsnerosa, ae lindaj-flr^res
de sua primeira eolheila no- regaoo da mae-iofeliz
que se chama escravido, para dbHe fazepsahn
grandiosa a-tilha eslremecida^ das- sociedades mo-
dernasa liberdhde.
Uma Ul festa deve ser conoornta peVa-pevo,
porque ella a sna festa, porque ella asseraalha-^
a todas as testas en que o povo -o actor e o pro-
prio espectador.
Nos ousamos crer que o Club' regorgitar do
povo, e que festa nao faltar essa- myriad de es-
trellas rutilantes, que se chaina, roeiedae. femi-
mna, e que tem o poder de llu-ninar, com-a ua
sania presenca, todas as festa* en que a Jjelleza
e dotes do coracio reaicar e devano estenier seu
brilho muite ao longe.
A Sociedade Emancipadora, -digna de um tal
concurso -r e espera-o.
liNIO iURlOCA.Esta sociedade fuoecionoa
hontem, servindo de autopidades o Srs.: Guher-
me Campo, juiz de direito ;. Sbncalu de. Mello,
promotor publico ; Candido Cuaha, advogado.
MENINA.AGHAIA. Na ssodaleganr. dn fre-
guezia dto Santo Amonio acha-se depositada nma
menina, parda, chamada Amalia* ene sor* entre-
gue quem de direito perteucer.
MANITMWSAO--0 Sh. brigadeiro Joqair Ber-
nardo de Figueiredo o sua Efcraa. consorte aca-
ban] de praticar nm acto de eradoira cAridade,
alforriaad gratnitammuo- as suas escravas-: Sil-
vana, purda, de 38 anniw; Perpetua, parda,.o> 39,
e seus Sillos- : Mara, de-18, fietnlo, fle-12; Vicio
rio, V 8, 6 nm outro de um anno; Joanne, pre-
ta, de 36; e Luiz, pardo, de il
Nao se limMaram .isso o Sr. brigadeiro e sua
Exma. sen hora; auxiliaran o casaraento-de Ma-
ra, e incumbiram-se de mandar educaj conve-
nientemente a Getulio.---------- ----------
Artes desles recomrnendan s geraooea presen- -
te e Untura aquel les que es pratican.
RA E CAES DO 00MMERC10. A oammiss.-
central da sociedad Deee de Setambro- pede ao*
morajtores da ra e do caes do Coinmercio o ot*
sequio de euibandeirarem as frentes e suas ca-
sas, no di em que chegar ae nossopoclo o gene-
ral Baro de S. Birja.
COMARCA DE TaCARATU. Recbeme* hon-
tem. a carta de nosso eorrespondent* na vilivdu
Floresta, com data de 9 do corrate, a qual da<-
mos as seguinti-s- noticias :
* Na ultima sesso do jury ora Tatarata foram
jclgados 7 procesaos compretiendendo 6 reos,sen
do. eondemnados : o faraigerado Pedro Garra, n
proeesso de noraicidio, pena de morte, appaHan-
te o juiz ex-offlcio, e o outro de tentativa^*-
crtme, gales perpetuas conmutadas em aeoite*
por ser elle eseravo; Joaquim- Gato Delgido, ten-
tativa de morte, 4 annos e 8 mezes da p*i>u.
simples. Foram absolvidos : Joaquina Antonio oV
Brlto, Quirico Jos da Graca e Euphraio Jos
Avelino, pronunciados no art. 05, e Ataaroln
da Costa Svraphim, no art HtH do cdigo crimi-
nal, todos falta de provas nos autos.
c Foi um grande allivio.para esses presos a ses-
so do jury, visto que ha tres annos ni funecio
nava elle.
Tambem lunecionou. de 22 de agosto a 8 ov
correte o jury na villa de Floresta, entrando ora
julgaroento 14 proeessos compreheodendo os 1.
presos seguintes : Manoel Romualdo,, pronunciad;-
no art. 192 do cdigo criminal, condemnado a -
annos e 18 mezes (fepriso ; Viceneia Mana >l
Coneeico e Benedicta Maria da Coaeeicao, no art
206, 1 mez e meto de priso ; Luciana Mana da.
Penha, no art. 192 combinado com-o 35, 4 anuos i
8 mezes de priso ; Angela Severa de Jess, m.
art. 19, absolvida ; Jos de Fontes Marttns, an
239, idem ; Jos Joaquim de S e Manoel Floren-
cio de S, no art 192, dem ; Licinio Barbosa o>
Jess (do bando dos Nazarios), na arl. 269,8 annos
de priso ; Mariano Jos da Crnz (continete por
Bacia), no art. 192, 20 annos de priso ; Joaquim
Clemente, no arl. 193, gales perpetuas (o Dr.ju'r.
de direito appellou da senlenca ex oficio) ; Floren
ci Gomes de S (conhecido por major), no art.
192, absolvido (appellou o juiz de direito); Joa-
quim Andrelino de Siquera, no art. 206, dem ;
Manoel Gomes de Menezes, no art. 192-, dem (ap-
pellou o juiz de direito) ; Jacintho, -eseravo, no
art. 192 por ter assassinado seu senhor, galos
perpetuas (appellou o juii de direito) ; Licmia
Barbosa de Jesut e Manoel Francisco dos Santos,
oa art. 116 da 2.' parte, 2 annos de priso. Fica
rara sera effeito as duas appellacOes dos reos cm-
demnados a galos perpetuas, por lerem' seus ad-
vogados protestado por novo jury.
E' caso virgem nos annaes de Floresta tantx
eondemnaco, ignorando-se ainda se isso de
um discurso preliminar pronunciado pelo Dr.
juta de direito na abertura dos trahalhos, se a
energia e esfonjos por elle empregados durante a
sesso, e se tioalraente s yrapathias 4e que gf sa.


1
pW* fr Pernambxtco .- Sexta eir 23 de Setembro d,870
v
doe
ftllf
fallecidos cunk^,ta*M*<%gtev
tendo observado as molestias de-9ea%iAdos, e
ass.sdo de seu sobrinho na casa do f u enge-
nha S. Francisco, pJe L

de todas ellas; que em segoida, lhe. di
Sr S e Albaquerqne tivera vomito frequentes e,
tontices: que se esqhecla dos fictos reten B
se recordando de ler ido no carro, com ama se
nuera, qne por $>*> de tres annos hm sido san
mestra, nem delerem estado por das oengenho
os seos amigos Malinas deAlbaqaer Mello, e
Jos Caaos Teixeira, nem o aeto de lar ida a 8.
Francisco o calxeiro do eogenho Gaararapes, ni*
optante ter conversado com elle, e dado-lae dens acerca de seus servigos QU8 alterado per
estei symptomas. idnticos aos que presenciara
em seus canhado>, mandara una telegraroma ao
seu medico, o Dr. Walboun, que te achava em
Ipoiuca, expando-ihe o quehavia oecorndo.d pe-
dimlo-lhe que sem demora o viesse tratar; que
t Hnje entra em julgamento o grande crimi-
noso Pedro Marsilio, autor do assassinato de ama
praca do corpa de polica, e de outras. Na seguin-
te lbe relatare! o resaltado.
LOTERA. A qae so acha venda a-i6t
beneficio da Santa Casa da Misericordia, qae
corre nb di 14.
PASSAGHBOS Saludos para o Aracaty, no
biate brasileiro Nova Ejjxmwfu
Francisca de Paula da Bessurrcao e Miguel
Pereira' do Valle.
Saludos para o Rio de Janeiro no paUcho
brasileiro Monteiro :
Eduardo Freir le Albuquerque Pedresa e 3
escravos entregan
CEMITEIUO PUPLIO.-Obtuario do tia 19 de
setetnbro.
Miquelina, preta, frica, 100 annos, viura, S.
Jos ; velbiee.
Thereza Mara do Jess, pard, Pernambaco, 41
annos, solteira, Capunga ; ttiisica pulmonar.
Jos Raymando da Carvalgo, parda, "Cear, 40
annos, Asad, "Boa-Vista; tubrculos pulmonare?.
Hospital Pedro II.
l.nz, preto. Afrira, 70 annos, soUeiro, Boa-
Vista apoplexia. Hospital Pedro II.
Analia, manca, Pernambuco, 4 aezes, Sr. Jos ;
coqueluche.
Manoel Leopoldo Leoncio da Cunha, branco, Franoisjo do Rogo Barros de Lacerda, e assisttra
Peniarobuco, 30 annes, soltetro, S. Jes ; byper- a caoferenca feita a 18 do corrate a Ernesto de
trophia.
Darainpas Antonio Ferreira Tasso, branco, sal-
dadla, 31 annos solteiro, Rccife; envenenamento
de nognegudo.
20
Germina Maria da CocMcao, parda, Pernsmbu-
co, 7 aanos, viuva. Boa-Vi-la ; tubrculos pulmo-
nares. Hospital Pedro II.
Maria, parda, Pernambuco, 3 mexes, Reare .
sipfams
Antonio Ravmundo de liveira, branco portu-
guee. 41 annos solteiro, Boa-Vista; tnberculos
polraonaras. Hospital Portugaez.
Raro, preto, Pernambuco, 46 annos, solteiro,
Boa-Vista; entente.
Faustino, preto, Pernambuco, N) annos, soitwro,
oa-Vista thisica pulmonar. Asylo.
Laurind* Itepoln-ia Barbozi, parda, Kio-bran-
de do Norte, 46 annos, 9olteira, Boa-Vista ; ane-
ania.
!S!?^Mm?I,a84 a coraid* dell9s fo> aerescentada
hbra de carne repartida por (Has, ten-
tona de man __.. ,iez de
|o mez
MiMfrtia* < i9W"
asar de Ih wa.
T lo fazer o S:. nrove-
dor, n lahciosa
feCam Ha qu*aammen*Brdite. tarar erer que
io obstante o valiosa d, ,,-, da
ramedt, fez-se dopois d< a"com fari-
parados aayladas, tendo.se conamnido JO ano-
| de carne em 6 dias apenas t
eja-s a mi f com qae proceden o Sr. pro-
nedor.
Das cuotas do v*\|o B,-,BS.ta q9 m m-m fargra
pagos tras aiqaeire de farinha da Ierra, em iunno
outros tr*m e em julbo 1, a tod>l Consta tam-
ben ndybm a&riuba- : >oa|ftda. em arco e
com a que offertou o Sr. bario do Livramento fo
os vmitos ce^saram quatro das depojs da chega.-UrM alitwfn'a.los^s ineaigos at o fim de innho,
da do Dr. Walboun; que o doente naosportara nao se Mmpnmdo para ,eile< oise mez'es mais
a luz artificial a noute, bastando a presettea de tim eeitil de rarinha?
qualquor luz para o tazar lanzar ; que nos dias 7 A4ueilcs 1 alqueiras du Uriaiu _da ierra foram
e 8 Jo correnta mez e tiver qus.si sempra dor- comprados para os ompregados e servil para o
milando, e que desde o dia 12 al o da 15 Uvera uso delles de marco a lautos de julho. O* era-
as pamas levemente ochadas; que elle foramnni- pregados nao comiam da farinlu chamada de bar-
ia a vista desta exposiqao ceder ao pedido dor De. co, qae Cuasaacr&bi tfi meodgot.
Quanto a carne secca, de qne se trata, as cantas
s faem *nc,aa -los Ju- em (|,h ?e de f-
Si e Albuuuerque, que ah observara urna para- joada aos asyladus,' e uij (faqaei.es em que se
lysia incipiente das peroas eosbraenM. fam de< diminoHjiuv |Knw a caru verda, ^ar^ ser esta
media intensidade, dor pela presso sobre algamas diminuicao sufrida par carne secca, ou sobras de
vertebras dorsaes esobre aspernas; qae o Dr. carne verde, *qe porventura houves-em de um
COMMUNICADOS.
COLLA '* O K AClO.
QCESTO Dt: ENVENENAMENTO.
Esta grave questao cada vez se torna mais diC-
r.il de ser bem comprehendida pelas pessoas qaa
a estudam e a apprcciara sera as prevencSes, de
Presentemente um f cada vez a langa alais para os esjondrifos do
laberyato ni que desde o principio foi ella
prm.
O leitor, que com attencao tiver icompanhado a
discassao dessa cansa celebre doecnlo XIX, se ha
de recordar, de que j dissemos, e at hoje nao
i. unos ontestados, que o Dr. chele de polica ape-
nas cliega ao seu connecisento ^ue corra a no-
ticia, de qae a marte dos irmaos Sas era attribuia
a envenenamento, procurou cnteodur-se imrae
!i.tamen!e eom os mdicos assistentes e eonferen-
tesdOfdoos ntdos, para que le declarassem se
algum fundanientu hivia para temelhante saspei
ta: de tados estes mdicos ouwo sem descrepan-
cia resposta negativa em absoluto: aom um, se
quer, admittio aaquella eccasiao hypothese de en-
venenamento.
Estes mdicos foram os Srs. Drs. Sarment Ju
mor, Estevao Gavalcante. Este ultimo, senao
nos faiba a memoria, conversoa a repeito com o
r. ckefe de polica em urna das ante- ia I as da
assembla provincial, presentes alguns depata-
dos.
Se a opmiie destes Ilustrados professores nao
'-.fc, foi negativa, (uando ptrticalarmeuie consultados,
pflo cliefe d palicia, pedioios-llies que nos coo-
tMttW,
D'euire os Ilustrados mdicos que trataram os
fallecidos safere-ahe ndubitavelmente o venerando
!)r. fse 'Joiquim de Maraes Sarment, respeitado
pelo seu profundo saber, loaga pratica n'ar'e de
carar, e pela certeza de quasi todos os seus diag-
nosticas t^s nulestias mas'_graves e complicadas
que entre oes tem apparecido. Xioguem nesta
i-idade, ociara della, ignora a grande nomaa'*.''. <>
iue<5lle gosa entre os seus callegas. Rara ser a
petMo que em casos graves de molestias no pro-
in logo wuhecer a opmiio da vemo Dr. Sar-
nenio, r tal a f liagnsticos o na sua therapeutica, que a petar de
tudo quan'.i a respeito do upposto envenenamen
lo 4m irincs Ss, ha occorrido foi elle consultado
merque, e Dr. Fernando de S Albuquerque, ir-
iiaos dos:tinados, cas ves-peras de se retirareis
iara a Europa trc:arem de suas sades bem al
leradu.
Tal pareos ser a pouca confianca que depositara
lies as opiniSes dos mdicos, seus amigos e pa-
lente?, ho,e em apposieio i opiniae do fir.-Sar-
nento quanto a sua constante negativa de existen-
cia de envenenamento, muilo erabara o aannnciado
re-ukado do exame ckimko-iea na Babia M
Anda agora acaba a familia S Albuquerque,
(apesdr de tuda quanto ontra o Dr. Sarment, alle-
{.m os partidarios dosupposto eaveoenamento in-
clusive a adoogadoc&xJielheiw/d dar amis solemne
,pmva de conlianca no illustrdo e habilitadissimo
iieJice, chamaudo-o para urna-conferencia, a que
fura ubmettido nm >obrinbo dos Usados S-, le
iiome Ernesto de S e Albuquerque, atacada de
mal Laciamente igual ao que levou a sepultura
seis los.
Dizp-mos exactameate igual oa semelhante, por-
que assim o declarou com toda a firmeza o illas-
tre Dr. Sarment ao-^r. Dr. chele de polica, cha-
mando anda dossymptomas mrbidos, o lesiamunUo insuspeito
de um membro qualificado da familia S, queatr-
mou-lhe serem os symptomas do mal dojoven
Ernesto em ludo iguaes aos de seas toados p-
renles .Juio de Sa e Dr. Victoriano, pots assislira
'i -u.c.imliraai I
Este prente-; o Sr. r. Francisco do Reg fiar-
ros de Lacerda, casado com una irmia do Sr.
bario de Guararapes, cem quera vive, bem eerao
com os outros cuahados, em peileita haroMmia.
Diodo abaixo deste a.integra do interrogatorio
do Dr. Sarment chamamos para elle a atteocio
40 publico parcial.
M.ia liaaiisareraos sem declarar, <|ue nao conhe-
emos por ora nesta provincia meco algum com
a habilitac5e# do Dr. Sarment para discutir
ifteonca e urlicamente queslom de toxicolo-
8a.
A longa pratica de medico legisla rena mus o
; irofessores deste ramo da ewocia medica. Cor-
it iuipresta urna b-in elaborada apreciacio da
obra e Dcergie obre medicina legal escripia oa
Euroaa em 186 pelo Br. Sarment. Alm deste
tribawo, r.iunos outros mais importantes existem,
, le '. .'.mente o pem ao abrigo de ser qualiflea
. i p rilgum iinpustur de atveiiar.
'.Un Eassa apreciaeo Jos talemos, e dos conhe-
r.os do Dr. Sarniento parece ser partilharia
i '.iiia Sa Alliuquerque, que julgando os an-
nitas do referido doutmr najuestio do enve-
la impotentes para aluta soientiftea, que
' dere abrir sobre o resultado dos exames cl-
ftm luaodou, consellio de seu advoga-
i: > izeii), contratar o Dr. Souto na Babia
al esta capital discutir e sustentar a sua
aao e a de seus collegss, correndo toda a des-
i z\ por canta do Sr. bario de Guararapes.
i \Touia reiTo pklo dr. chbfb de polica
AO D. J i.-: .')\'.i'!.M D MORIS SABBENTO.
Pergnntado se aisto a ama conferencia feita
.1 rr.esto de Si e Albuquerque, quaes os sympto-
qae observwi ou leve uotieia, qual o diagnos-
forana a vista destes symptomas, qual o
.rain os mdicos em conferencia, e se
rvau poda alllrmar a semelhauea ou
molestia de Ernesto de S e Alba-
com as de seus tos Joio de Si o Dr. Vic-
t Albuqu'rqoe 1
, que no seu gabinete eompareeeu
o Dr. Fraudan do Reg Barros Lacerda, eonve
lo, para comparecer a assa conferenc.a, no in-
tuito principa de ericar-se, cjujo Iho paremia a
rfcle -'.;.'. .Lquelle doente era a mesma de que ba-
i seas ennhados, e ti,., doeufar.no,
o, e Dr. Victoriano de S e Alb
i; te: qua a principio ello Informante recusara o
. comparecimente na conferencia, ponlerando
uesides palhologcas. que tem sida objee-
'' tairas etio legitimas afllicedes e ta ib
lateraaMa, e pretencoea scieniiea-, nia
vel, que seeaegasse ao eenbeeiinento da
verdade: qua eatao Ihe dissera o r. Francis-
io llego Barras de Lacerda, que para elle nflo
era dxvidosa a idenidade da molestia de seus
U.'.nus dissera que no principio a febre fura nter
mnente com obsteacu do figado, e o Dr.Walboun
que a liaba observado renitentes e que portan-
lo o sympiomas, que elle reconuecea pessoal
menie e aquellos, que lhes foram relatados con-
sistiram em urna febre intermltteate mciador* do
estado mrbido aa existencia de vmitos presis-
lentes, de tontices, phitophobia, c deioe dos ps,
somnolencia, e na Tabre que eatao asista;
qae diagnosticou urna das febres de. mi ea".
racter, maliguas, latentes traijoorras que teem
reinado na provincia sob a ioflenca da coni-
tituivao medica que principiou cem o invern,
gerando a principio Tabres intenwlentes, que ata
caram grande parle da popnlaeio, ora -regulares,
ora irregulares, e aguinas vezas perniciosas e da-
pois febres gastro-nepathicas, dee\'oterias que cm-
faraia grande numero d victimas, apparecendo
depeis casos m >rtaes de febres typhoid?s, ora a
tnicas, ora a dyaamicas, i oltimmente casos de
febre amarella bem caraeterisada e nortaes; que
s molestia de Ernesto da S e Albuquerque, era,
como todas as mais, que licam mencionadas, pra*
duzida por ntoaicacau miasmtica; que na confe-
rencia fcouve para be* dse unammid-ide de opi-
nio acerca diagnosis pois que lodos concordaram
qc.e era um caso de intonic cao miasmtica, mas
que o assisteate Dr. Walboun, admitlia a existan-
ca de um iso de be-,ibese, o que elle intorinaate
havia contrariado, ponderando quo nao era evi-
dentemente hesbese agudo com sua forma de ana-
zarca cortai em poacas horas oa mui poucos dias:
que -embora ao estado mrbido do doente trocasse
alguns dos symptomas da forma paralytira o lenu
do besibese, exista febrs o qus elle nao observou
ns casos de qae fallou na primeira conferencia
feita ao fallecido Joa de Si e Albuquerque, o
que nao tem sido igualmente observado pelos au-
tores ; qae fra por isso que elle declarante diag-
nosticara na doeoca de Joio de Si e Albuquerque
urna febre typhioa latete (erada pela constituirn
medica reinante, nao um caso de besibese, e li-
nalmonte que as mesmas rasoes o levaram a ter
a mesma conviocaa a respeito da miilestia de Er-
nesto de S e Ailmquorque; que na falta de ao
topgia qae tornera incontestaveis as lesees orgni-
cas oque correspondern]os symptomas durante
a vida s pela dentidale dos .-\ uiptamas se pede
formar juiza seguro a esse respaila, e qae para a
solucio desla questao deveui servir de gaia os
tactos segainles : qae fallecen Joao de Si e Albu-
querque, teve como primeiro iadicio do seu estado
mrbida, urna febre intermitente; que o doente
sobrinho daquelle lave como prodomo do sen pre-
sente estado mrbido, urna febre intermitente;
que o ik> padeeeu do ligado, e sobre elle applicou1
o Dr. Aquino um caustica ; que o sobrinho pade-
eeu do ligado, e sjbre eHe applicou um caasti:o o
Dr. Hamos; que o to teve vmitos em periodos
irregalares, mais en menos prximas ; que o so-
brinho teve vmitos em- periodos irregulares e
mais ou menos prximos; qua o to nha esque-
cimeato; que o sobriabo titma nolaveis esque--^
meatos: qua o lio teve urna paralysia das per-
as e dos bracas; que o sobrinho tinha urna pa-
ralysia incipiente e bem caraeterisada da peruas
e dos l'.'-ar is: que o.lio teve love edema da< per-
oas; que a sobrinho tevo leve adena das ps:
que o to teve depois da febre intermitente febre
remitente e por (im continua: qua o sobrinho teve
depois da febre intermitente febre remitente e se
acha va com bastante no momento da conferencia,
parecendo-lhe que devia ser continua; que destes
para Helos conclua eHe informante que as moles-
tias do to e do sobrinho salva a menor intensida-
de, eolio observada na molestia do sobrinho, erara
exactamente as mesmas, tanto mais quanto alm
dadentidade dos symplamas existe para elle in-
formante a ideatidado da cansa, po'j que serapre
attribuio as molestias dos fallecidos lorio e Victo-
riano de S Albuquerque, i cossttuicao medica
reinante, o qua a o inesmo do que attrihai-los a
nlouicaeao paludosa, ou inf!ccae miasmtica, cera a
rauito bem me parece lorse decidido na conferen-
cia feita a Ernesto de Si e Albuquerque no dia 16
do corrente.
qae se hoave, ji pela linguagem impropria de que
aprudencia, porque a interceptacao d mi-
nha carta, feita por alguem, nio lhe dava diraito
a fazer samelhante aviso, a menos qne temeraria-
mente me nao quizesse emprestar a idaa-de o fa-
zer responsavel por semelhante faoto de que nem
n poaso responsabilisar, nem mesmo attribui-lo ;
quando muilo a boa rasio e prudencia exigiam
que, em rasosla a minea carta, me escraveaatue merece esta-cl
pvticularniaaie, contando o que aa havia passaao
*' ES?'6'-1'0 'M* maa 8overno-
Pea lingoagem impropria de que usou para co-
mtgo ; poraaej dizando-s^ o Sr. Dr. Ratis ser mou
amigo velno, eoja3 provas de amiude sempre lie
dei, o qoa nio pode negar, naa devia attnbuir o
favor que lto>neda a escarneiagem de rainha par-
te ; nao aaaantaodo na reraessa do recibo origi-
nal, e da preearacao, quando sempre proeeui p
ra cora o Sr. Dr. Ratis de nodo a ser considerado
e crido ; por tanto escamotagera foi esse sen -
PUBUCACGES
PEDIDO.
Devo ao Illm. Sr. Dr. Cosme de S Pereira tanto
de gratidao e fundo recouheelwento pelo desin-
teresse, pericia e delicadeza com que se presin,
operar-me de cataractas em ambos os olhos, que
nao posso senao por este meio dar-lhe prov da
milito justa e agradecida adiairacio que me ins-
pirara a sua verilicada aplida de par com o no-
tare amor que vota a seieneia, de qne applaudido
professor. Em honra do inslre medico, creio
que a nublicacao de um das faetos porventura
mais uoiaveis de sua elinica cirnrgica, o raellior
attestado do reeonhecimento duradoura de qne lbe
sen devedor.
Soll'ri, em finco longos annos, de cataractas em
ambos os olhos; a progressao d mal assamiopio-
porcoes que derara en resuludo a pena absoluta
da vista.
Aeudindo-me a prociencia do Se Dr. Cosme de
S Pereira, quiz a Providencia que, gratas ao ha-
bilHsimo emprego dos maios aconselhados pela
seieneia, podesse dentro de 22 das seatir-me
perfaitamente restabelacido, recuperada a vista
dos meus melhores dias e perfeitamenle carado
do mal qae tanto me affligia.
O Sr. Dr. Cosme pode, pos, com um legitimo
desvanecimento, registrar mais um milagre sejen-
tifu'o nos annaes de sua clnica. Elle foi para
mira un verdadeiro apostlo, restituiado-me o uso
do mais delicado dos sentidos, restituio me a ama
soniedade que eu eslava eternamente divorciado
por absoluta eegueira.
Ao insigne oculista e desinteressado trabalhador
da seieneia e aos seus dignas collegas, os 8rs.
D. Xavier Pereira de Brito, que de muilo boa mente
se preslaram a aoompanba-lo era todo o traba-
Iba da operacin, deixo aqu o raais ardente test*-
mnao do gralidao iuiuiorreduiira.
Kecife.de selembro de 1870.
Jos Pedro do liego.
dia para A carne verde que se comprava nes dias do [ai-
joada, aio era para os asylados, era (iiri con-
sumo dos ejnpregados,
Mas,oSr. pro^edor, qua nip qaer incarar as
couaas poli face que ellas leui, a sim pela prisma
que tac aprax, tudo myslifka, tortora e iureda,
com unto que as ineamiuhe ao Um a que se dirije.
E', porm, para admirar qae nm magistrado,
que deve perfciiaiaento conbecer o dever do fazer
justica com severa paroialilade, sem ced* a af-
feiciuj ouaod(o i (as negocios do Asyla assim
proceda, deixanda suppor que no o.-tudo-dos au
toa tambera sueeepiivel da se decidir por sent
mantas entraaos unparcialidade e a justica !
E depois d aquella tirada innocente do seu offl
ci, meueu-seo Sr. provedar nos algansmis, as
questoes de oncas a ciiavas.de que se poliam ter feito, a conehie dizenlo que sa
a carne para o Asylo fosse comprada ao furnece
dor dos antros estibeleciaienlus da santa casa te-
ra cusUdo rae los.
Decima de mira as qoojtes de prego de gne-
ros, parque nao os comprava. M is, devo aqai
ponderar urna circunstancia. O faraecedor que
tem contracto para suprir granla qu\aldade de
gneros a diversos esiabelecimentos, sageita-se a
um preco iil'arior iquelle porquj se ohtem os
mesmas generas no marcado em quantidade multo
menor.
Alm disto o ornecedor por meio do contrato,
tem a vantagem de poder dar genero da peior
qualidada da que aquella que se compra i escolha
no mercado.
Eua circuoistaiicia que procedente, nullilica
completamente as ec .momias que Tigura o seuhar
provedor, o qual a seu fim foi-e outra quo nio dar aos negocias do
Asyla as untas mais carrejadas e feas.
Contina anda S. Exc.:
Dispeiideu^a.em o Asylo com p3p e bolaxa
no mez d abril hclusive" os nev dias de marca
antecedente :8ia.-j'S0 e era junho 07IW0, sto ,
mais do que os Liaros a alienados reumdos.que
inclusive os empregados, consumiram de po e
bolaxa, era abril 327*602, era m.-.io 339*135, e
em juuho 332*2Go, leudo os dous estabelecimentos
em abril ;ii pessoas, em maio 15 e era jimba 17
mais que o Asylo da Mendicidado.
Esta comparadlo do Asylo com o hospital dos
lazaros de pareaa. c ua o hospicio dos ali-nados
tem por Tnn mysiicar urna circumstancia que re-,
feri n-'um dos artigas com qae refutei o relatorio
do senhor provtdor, e foi que aquella hospital dis-
pendio por cada pessoa mais que o A*ylo de Men-
dicidade, p rquauo a diaria d cada enfermo re-
gula va all 76; rs.
Entretanto eerto que dos estabelecmontos da
Santa Casa a hospital dos lazaros- aquelle em
qoa mais hndante alimontacao se di aos reco-
midos.
E anda ass^im nao e*t em relaca> que or-
necia o A-yto a.n uic-ndig ia. e que s por serem
esto? em naix namain do a_ue os enlermos dos
lazaros a deslaza diaria licava-lhe inferior.
Ao hospicio dos alienados fui eu anda ha pou-
cos das, e veriuquei que a alimentacao que rece-
bem os infelizes all rewlhidos nao pode de forma
alguna servir de termo de comparacio. At mes-
no pal* condcao em que se acha.n us recolliidos,
a aliman'a.jao nao p.1e ser abundante.
>enhor provedor se qoir.asse apreciar os fados
co .i ju.str i e lealdade, nao traria o hospicio dos
alienadas para a discussao.
Pea divisan de ongas o oitavas que faz o senhor
provedor nos >eus cilicios, pelo- apego que tem a:
raeoes, y-se claramente que o modo de alimentar
Avjsj ao pablico.
Se o Sr. Dr. Ralis nao pesa as palavraa qae es-
crove, ea sai raui bem conhec.r a sua signifcacaa.
Adyooaia de eseamotagem- s pedera aerear
aquelle-, oiieDor milagre de alguem, como se diz,
Acarara rara-ao grande processo da gameleirada,
era que, por de feito da ordem das cousas, uns
soflrerain injustamente, a antros ffcaram impunes,
entende? Ani .que o Sr. Dr. Bats devia fazer o
sedA^io ao publicopor bem de sua repoia-
gao, aQm, de livrar-se de qualquer responsabilida-
des o que nio fez.
Aqu'Mle que d'aquillo usa. niso cada, e por
tamo nao usaodo de escaraoiagem, nao posso cui-
dar de lia, davolvo-a pos ao Sr. Dr. Ratis, como
propria de quem. parti, e assim protesto nio mais
lbe oqcupar em requerer, por mim, cousa alguna
em juico em rasio da falta de sioceridade de sua
parte.
Quem quer qae intereeptou raioha carta s te-
ve em vista, prejadicar-me, porm enganou-se,
porque a procuracio foi por mira passada, e eu
posso passar quautas queira: quanto ao recibo
original sera, para mim, bem sensivel o sea de-
sapparoetmento senao tivesse a sua publica forma
exuabida pelo disiineto e honrado tabelliao, o Sr.
Francisco Baplisia ds Alineida, o qual recibo foi
visto por rauitas pessoas de criterio e subido coa-
caito.
Finalmente declaro i quem interessar possa qne
aenbum prejuizo soffri com semelhante intercep-
tagao, sendo certo que as nicas letras que leona
em meu pod r, e que estou prompto a entregar
legalmenle sao as de que sao devedores os Srs.
Joaqaim Venssimo do Reg Barros e Felippe Paes
Brrelo, e nada mais.
E para que, assim conste, fago o presente.
Recite, 22 de selembro da 1870.
Antonio dos Santos Vitat.
to, que a appUcagao dos seus mritos a salva
gao das almas.
Cada um dos sacerdotes nm enviado, para co-
operar na obra da redempgi > sobre a trra; para
augmentar o numero dos cid adis do cd ; para
dnsumar santillsacio dos justos, e completar o
numero dos escolhidos.
1 Quem poderi julgar o interesse que tem os
liis com respeito ao sacerdocio, e a venerad^
Que merece esta-clalae escomida para obran lio
assombrosas, a eolloeada en tanta altara sobre-o
resto dos homeos?
Pois bem, um ente reveatido da todos esses
previlegios, enoarregado de urna missio toda divi-
na, autorisado por um Poder Eterno para eurar
dos interessaa tspirituaes dos fleii que....ou
tarrega lenha para nio flrnar-se a fome e sede, ou
expira,desventurado sibre a exrga da miseria,
para assim applacar as iras de um jniz severo e
Inaxaravei, quasi sempre surdo aos sentiraentos de
prudencia e. niedade.
Abundando, pos, nos judiciosos pensaraentos,
eraamealam o breve e laminoso discurso, com qae
inauguran o Monte-pio ecclenastico de Pernambu-
co o distincto Sr. conego Antonio Marques de Cas-
tilha, curapre-nos louvar a Providencia Divina, por
lio feliz lusiituicao, consagrando sinceros votos
pela consolidagao, e perpetaidade de un gremio,
que por sett amor fraternal rememora as altas vir-
tudes do apostatado do Divino Reparador.
(Da Unifo UberalJ.
JVegoelos di Ayl de Mendiel-
dade.
(6. offlcio.)
O Exra. Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia depois da apreeiagio minuciosa das ragdes
de bacalbo, pi'sou a fazer igeal apreeiagio em
relagao a carne consumida nu Asylo nos mezes de
margo a junho ultima-.
Sem preterir o systema de reforcar as snas as-
seredas com ama certida do esenvio da Sama
Casa, e sem esqne^er a otario do donativo feito
pelo Sr. baria do Livramento, pardeu-se de novo
as demonslraeoes das economas (jue se podan
ter feito, e as menudencias de ongas e oitavas.
E-ti ao al.'-Hii'-e de todis, que, por este meio,
S. Exc. s teve em vista eniedar a questao e tor-
nar dilfieil e complicada a apreciaro dos sena of-
-
Nem por "lo raudarai o mea proposito dere-
duzir a questa i i termas mais niatos e clarea.
Comega o Sr. provedor o sen oAna assim :
Em um dos mens praee rei que me naera o o dkaator 1 < Asylo Constar
em 20 de maio pr x m ait sido r-
colhiJos 30 saceos 4* farra**, 10 de faijia, e 20
arrobas de carne secca |ue ufhnra o Sr. baria
de Livrameoto, cabaado agora di;er que com.asan
donative faram sustenuios asylados nos das 19 e
26 do referido maio, e noa dias 2,9, 16 e 23 de
os mendigos nao era i^ual aos dos demais estabe-
lediraentos i cargo da Sania Casa, onde tudo est
sugeito e pio, a nao ha abundancia de alimenta
g. como avia no Asylo.
Alm disto, era aos lazaros nem no hospicio
dos aleados o pessoal de empregados igual ae
da Asviu. A alimcr'.acae dos empregados nfle
ii> ..Igum inodo no augmento das despezas.
Eu podia a.ji itom-tn-irar, como fiz era relagao
i fructas e verduras no ariigo anterior, que a
quau.i_ marcada no regularaento interno para o
pan, nio era_ inda consumida, mas dispenso-me
disto para nio cahir no massaute systema das ci
fras, em que se mergulhou o senhor provedor, nia
sendo necessario para o esdarecimeoto dos facas.
Dixo que o senhor provedor mencionando, sem
observacia, a despeza de pao feita em abril e no-
ve das de maio, na importancia de 391#o80 rs.
sallasse o mez de maio, e mencionaste apenas a
despeta de junha, na importancia de 407*060. __
Parece qne teve em vista mostrar desproporcao
enire a despez daqjelles dous mezes, despropor-
ca que osla oa proporcao do pessoal de cada
um.
O augmento do pessoa!, occasioaou necessara-
nente o augmento Ja despeza.
Fico hoja adulas linhas, deixando para o se-
gainte artigo ostras coasideraees que me occorre
azer.
ltecfe, 21 de seterubro de 1870.
I p. Brrelo de Mello Beao.
P. S.No meu artigo publicado hoje ha entre
outros um engao, que nio posso deixar de corri-
gir, e ven) a ser a cifra de 2itl rs. por dia, que
diz consignar o regul..mento interno da Asylo para
frustas a verdura?, duvendo mencionar 140 rs.,
.qae exaotamente o quantum que marca aquelle
rertilaineuto, e servio de base ao meu calculo.
Fazendo esta *,oirec:;ao, mostr que nio quero
tirar vantagem de erros de clculos.
Ao publico-
Nio pretenda oceupar a atteneio publica senao
losse, para isso, impedido pela imprudencia e fal-
ta de sinceridad eom que so heuve e Sr Br. Pe-
dro Gaudiano de Bats e Silva para cofaigo, no
seuAviso ao publicoqne fot publicado neste
Otario de Pernambuco de 17 de selembro corrente.
Achara me fora desla cidade tratando de certos
negocios jadiiaes, quando de volta, passandoiie-
la villa do Cabo ah foi, por pessoas deninha ami
zade, avisado do qae a meu resuelto disse o Sr.
Dr. Bats; mas tendo eoascencia de qne nio lbe
havia offendido em tempe algum, disse i essas
pessoas, qae procurara ler o Oiorto 4e Pernam
buco para me mteirar do occorrido, o melhor sa-
ber como davia proceder a respeito.
Hoje pois foi que me dei ao irabalhode ler o
Diario de Pernjmbuzj de 17 de setembro corren-
le, e nelle vi o aviso ao publico que fez o mesmo
Sr. Dr. Ratis para o .'ira de nio Iba ser attribaida
uenhuma respousabilidada, e por bem da sua re-
putaea.
E' verdade que por intermedio do Sr. Manoel
Ferreira da Silva Viaona, georo do finada Joaqnim
de Vasconcelos Pmto, eacrevi ama carta datada
de 31 de agosto prximo Qodo ao Sr Dr. Pedro
Gaudiano de Ralis e Silva pedindodbe o favor de,
por mim, requerer aojuizo municipal a le or-
pbabs d> Senuhaem a entrega dje letras de qua
sao devedores os Srs Joaquim Venssimo do Reg
Barros e Fellippe Paes Brralo, nicas qua, na
verdade, existem anda cm mea poder, e para isso
Itu remetti urna procuracio por mim feita e asaig-
nada, e mais o recibo original, que me passea
(-dito Joaquim da Vasconcellos Pinto de qaam ara
eu advagado procurador, por aeeaaiao da Iba en-
tregar as letras de qu9 era devedor a Sr. Pranois-
co de P. Uavalnata Las, de quem. o naamo Pinto
reeebeu a sna iiupoftaocia, pagando o honorario
qne rae era da vi Jo, reoibo esse qoe passo u o nes-
mo Pinto em 15 da mar.,o do crrante aaao.
Na verdade sorprebendeu-me semelhante aviso
Sob a epgraphe Exoesso de podero Liberal
de 17 do corrente me arge de ter mandado cer-
car a casa de Manoel Antonio de Lyra, morador
no Arraal conduzir a minha presenga a mulher
deste e a reprehendido de maneira pouco atteneio-'
suem relacSo ae seu sexo. E' falso. Nio nan-
d-i conduzir a mulher de Antonio de Lyra i mi-
nha presenga, menos a reprehend; porm a urna
amasia que me desobedecer por veses diversas,
continuando a escandalisar as familias que lhe >ao
visnhas, e a essa mesma infeliz creatura limitei-
me a advertir para que se abstvesse do semelhan-
te proposito.
Nio de meus hbitos o desattender a pessoa
alguna, por mais adversa que lhe seja a sorle.
Acreditem-me os senhores do Liberal.
Com a publicidade d'estas linhas os senhores
redactores do Diario de Pernambuco fazem obse-
quio ao dedicado assignante.
Manoel Jos de Paiva Pinto.
i
ENGLISH BANK
Ot* Rio de Janeiro Limited
DescoaU lettraa da praga i taxa a con*
'encioffar.
Recebe diuhero em cont fiorrente bia
Iraaxo. '
Saca vista oa a praso sobre as cidadea
rlncipaes da Europa, tem correspondeute
ia Babia, Bueooa-Ayrea, Montevideo, New-
) New-Orleans, e emitte cartas de crdito,
oara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO 36-
Noto banco de Pernambuco en
Iiquidaco. de agosto de
18O.
Os Sr. accionistas podem rceber o "r
dividendo de um por cento do capital as
quartas feiras e sabbados..
ALPANDBOA
ndimentododial a 21. 6M:Q28|487
dan do dia ft..... 1:70|535
633:I99022
O Monte-pio ecclesiastico
Pernambucano.
Se eu fallar as Iinguas dosi
homens, e dos aojos, e nio tiver)
caridide son como o metal qu
sa, on o sino qae trae. E, s
eu tiver o dom da prophecia, e
soaber todos os misterios, e
quanto se pode saber; e se ti-
ver toda i f at o ponto de1
transportar montes, e nio tveil
caridad*, nao son nada. E, se
eu distribuir todos os meus
bens em sustento das pobres,
e se entregar o meu corpo para
ser queimado ; se todava nio
tiver caridade, nada disso me
aproveita
(s. paulo).
A idea humanitaria, e essencialmente evange-
liza, da fundaran de um Monte-pio ecclesiastico.
na capital de Pernambuco, por inspiragia dos il-
ustradas Srs. conego Antonio Marques de Casti
Iha, vigario da freguezia de Santo Antonio do Ke-
cifo, e seu coadjoclor, Thomaz Collio Estima, au-
xiliados pelo distincto corpo clerical daquella ci
dada veio convencer-nos da vital urgencia de o
clero brasileiro ir quanto antes cuidando seria-
meate de si, do seu bem estar, e do seu porvir,
para que a mendeidade nio venha ser o apana-
gio do sacerdote pobre, que, ou no invern da
vi la, oa antes de la chegar, acabranhada pelas
privag5e9 nao depare ao menos entre seus irmios,
com o pi da caridade.
? Qnantos eaemplos dignos de compaixio nio j
se tem, e vai observando, de sacerdotes, qne, en-
fermos por molestias ou velbice, sem recurso al-
gum de que se utilijem na miseria qoe se osten-
ta em redor de si, cada dia mais pavorosa, ao
passo, que os desgostos lhe vio consnmiodo os l-
timos tenlos da pesada vida, nem ao menos
aquellas que lhe sio conjunctos pelo sangue se
lembram desse outr'ora, tao til quio festejado
prente ?
? Qnantos sacerdotes, victimas dos caprichos
dos humens, on do seu mi fado nao acabam em
qualquer canto de aldeia, condemnados pelosa-
lular suspendatur a sacris, que os faz despir as
vestes sagradas para envergaren] o maitrapilho
uniforme de mendigos impertinentes?
? Ji com profunda magoa nio vio a popalagio
desta capital nm velbe, valetudinario e ministro
de Jess Cristo fulminado pelabenficaex in-
formata contcientia carrejando feixes de lenha
em sua propria cabega, para vender na pobre
choapana, e assim ter com qae matar a fome, e
nio arriscar-ce a perecer em alguraa calcada,
mercado, on porta ds igreja? '
? E, quem que assim padece i mngua de
soccorros, e auxilios ao ultimo qaartel da vida,
e rauia vez tao ignorado, qae, se desprecie deste
muado sem lagrimas, e sem preces dos qae li-
cam ?
c E' aquelleque esl as9tgnalado com sagrado
carcter, e se acha enearregado dos inleresses do
povo para con Deas, e vem a ser um d'aqaelles
anjos, que deseiam e saban pela escada de
Jacob. >
E' aquelle, que, dizem doutos escriptores, des-
een nessa escada misteriosa em cumplimento de
sea ministerio de mediador, para se encarregar
das necessidades e petigoes dos fiis ; e sobe por
meio da oragio propria do seu ministerio, para as
depositar no sobpedaneo do tbroao divino, e al-
cangar pelos mritos de Jess Christo, de quem
ministro, o remedio das suas necessidades, e o fe-
liz despacho das suas petigoes ; porque : nio se
illuden os catbolicos, as snppllcas de nm sacer-
dote nio sio como as de outros fiis, que pedem
s no sea proprio norae, sera titnlo nem carcter
publico; sio supplicas de um ministro da Religiio
estabelecido por Jess Christo em favor dos ha-
rneas perto de Deas, qae roga por offleio, que
falla em uome de toda a Igreja, e que utercede
como enearregado do fllho de Deas, caja oragio
sempre ouviu seu eterno Pai.
Sao as supplicas de um ministro qne, pelo san
carcter, um mesmo sacerdote, um mesmo me-
diador, urna mesma voz cem Jess Christo ; de
um ministro, qne supplica na presenga de Dens,
revestido dos direitos do seu santissimo Fl-
lho.
T E, o qne nao conceder o Senhor aos rogos
de um sacerdote, queapresenta as supplicas de
toda a igreja, que pede coa enearregado" de Je-
sos Consto ?
Eis porque, accrescentam anda : um sacer-
dote que nao tivesse outro destino, que arar como
publico sempre- contribuira poderosa-
Un caso de suspeila de envene-
namento em arls nio confir-
mada pela analyse chnales.
Lou-se na Gazette des Tribunaux, que publi-
cada em Pars, de 21 de maio do correnteanno, o
seguate:
Ha alguns mezes, o Sr. N... rico brasileiro,
tinha viudo a Pars para ser tratado de urna mo-
lestia bastante grave. Habilava elle um aposento
na ra das Escolas com sua mulher e um cn-
nhado.
t O medico, qne o tratava, foi visita-lo ha tres
das, e acbon-o em um estado dos mais satisfac-
torios. A molestia, de que soffria o 8. N..., posto
que seria, nio era por ceno de nalureza a por
sena dias em perigo inminente, e por isto sen as-
sis tente fleou estupefacto quando, poucas horas
depois da visita que tinha feito pela manhaa a son
cliente, foi chamado, se lhe dizendo que o doente
eslava agonisante. Corren ra das Escolas e
verifieoa qne com efteito o Sr. N... eslava a ex-
pirar.
t Nio podendo absolutamente comprehender
ama similhante nndanga, nio reconh*eendo ne-
nhun dos symptomas da molestia que elle comba-
ta desde metes, resolveu o assisteate chamar in-
mediatamente em conferencia dous de seas col-
legas, i
Os tres dontores, depois de um atiento exa-
roe, declararam que, segundo pensavam, o doen-
te ia expirar vctima de um envenenamento.
O Sr. N... expiran com efleito poneos instan-
tes depois.
< O commissario de noticia do qnarteirio, sendo
prevenida da occurrencia, drigio-se i casa do Sr.
N... e proceden a ama investigacio.
llantera, cadver do Sr. N..". foi submettido
i autopsia, e o Dr. Bergeron, qae Sella foi encar
regado, declaran por sua vez qne a morte tinha
sido causada por envenenamento.
Os papis relativos a isto foram remetlidos,
desde o primeiro dia, a um juiz de instruceio cri-
minal, que segundo eremos, o Sr. Perrot de Che-
zelles. Este magistrado depois do exame dos do-
cumentos, expedio um mandado de pnsio contra
a Sra. N... que foi immediatamente recolhida ao
deposito da prefeitura de polica.
A instruceio dassa grave questao prosegue
sem interropgao.
O Dr. Roussin acaba de ser enearregado de
examinar os intestinos da victima e dizer qual foi
a substancia que d-u a morte aoSr. N...
Quando todos esperavam qua a analyse chimiea
viesse confirmar o envenenamento, suspeitado pe-
los mdicos, assisteote. e conferente?, eoncorrendo
anda mais para isto a opiniio de Dr. Bergeron,
medico distincto que frequentemente encarrega
do de au opsias cadavricas, a Libert de 10 de
junho deste anno publicava o seguate :
t A Gazette des Tribunaux annuncia um inci-
dente bem grave que d metrvo a reflexOes, e
transcreveu o que se Iju no referido jornal *
Julgamo-oos felizes por saber que orna ordero
de soltura foi expedida pelo Sr. Perrot de Chezel-
les, juiz de instruegio criminal, em favor da Sra.
N..., enja prisio haviamos annunciado era nosso
numero de 26 de maio, em eonsequencia da impu-
lago de ler propinado veneno a seu marido.
Da antepsia e da analyse chimica taitas pelos
Drs. Bergeron e Roussin resulton nao somente que
a Sra. N... nao era culpada, mas que nao se tinha
encontrado no cadver do Sr. N... vestigio algum
veneno. Era eonsequencia disto a Sra. N... foi
reconheeida completamente innocente.
Apressamo-nos, no interesse da familia de
Brdeos, profundamente aflligida, de rectificar o
que dissemos em nosso artigo de 26 de maio. A
jnstiga enmprio o sen dever' comegando urna o-
vestigagao a respeito de factos que lhe foram trans-
mitimos. E', em verdade, para lastimar que, i
vista de indicios vagos e de suspetas infundadas,
se tenha levado magistrados a erra dado lagar
j i prisio de pessoas honradas em um momento,
em qae estavam sob o peso de sua legitima
dr.
E a Jbert de 15 de junho annunciou o se-
grate :
t Acabamos de saber que a familia da Sra.
X..., de cuja singular situagao fallamos em nosso
numero do 10 do correte, vai intentar processo
contra os mdicos que prestaram servicos ao Sr.
N... e flzeram com que, por meio de seus depoi-
mentos, que pelo menos se resentem de pouco
pe*o, a Sra. N... passasse pelo que referi-
mos.
MOVIJIENTO DA ALFANDEGA
Jolunies ailados com faceidae
dem dea com gneros
f lucias sabidos com fazenda
loara dem com geioros
278
-- 730
410
116
660
Descarregam hoje 23 de setembro
Brigae norte- allemioMiranda- mercadorias.
Vapor irfglezAmazonidera.
Brigue norte allemiaJohn Juliosden.
Brigue norte-allemioHerculesfarinUa da trigo-
Barca inglezaRodertch Dhuinercadoras.
Barca inglezaSea Quemdem.
Patacho ingleCenturyiiem.
PaUcho inglezEmilu den?.
Patacho inglez -River Quenidera.
Patacho inglezA/rtor.bacalnio.
Barca inglezaHarbor Graceidem.
Barca portuguezaLuittanaplvora.
AKCBBEDOtUA DE HENDAS INTEBNAS GK-
RAES DE PEiNAMBCO.
rudimento Ao dia 1 a 21. 33:518*511
idfliEdodis 22........ 1:0214310
34:609*831
coNsnuDO proyincal"'
riendraeuto dd lia i a 2l. 79:003*701
dem do dia 22. 6:015*47:.
85:019*176
MOVIMENTO DO PORTO.
y actos entrados no da 22.
Terra Nova41 da*, pataeho inglez letsu, de 162
toneladas, capilio \V. II. Kidd, equipagem 8,
carga 2,710 barricas com baca la ; a Jobnston
l'ater & C.
Cardiff35 dias, brigae inglez Pride, de 176 tone-
ladas, capitn Philip Bissen, equipagem 8, carga
carvia; a Saaoders Brothers & C.
CarddT-49*dias, bara ingleza Devondale, de 283
toneladas, capilio Hamlyn, equipagem 11, carga
carvao; a Antonio Jos Dantas.
Navios saludos no mesmo dia.
AracatyHiate brasileiro JYooa Esperando, capi-
lio A. F. Ialles, carga dfferentes gneros.
Bahia pelo AssEscuna brasileira Antonia, ca-
pitao Manoel Antoai de Jess, em lastro dr
areia.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro .Monteiro. c:.-
pitao Joaqun Antonio Cardoso, oargs difieren-
tes gneros.
Rio Grande do Sul pela AssBrigue portugaez
Adelino, capitn Antonio Joaqun da Silva, em
lastro de areia.
DECLARACOES.
ESPETACLO EM BENEFICIO DA SOCIE
DADE J0VE>i AMERICA.
Sabbado 24 do corrente o dia designa-
do para ter logar o beneficio offerecido
sociedade Manum'rssra Jovem America
pelos pbilaotropicos emprezarios do circo
equestre auxiliados pelo distincto artista
brasileiro Vicente do Reg, coohecido pelo
jovem pernambucano, o qaal possuido do
fogo santo da liberdade, e desejando con-
correr tambero com sea bolo para um fim
tao humanitario, se offereGeu espontanea e
gratuitamente tomar parte no espetacolo,
onde ter de desempenhar as ma6 diQceis
e surpreiendentes posicoes e perigosissimas
deslocaces, trabalho todo novo e especial.
Os emprezarios de commnm accordo com
a sociedade nio teem ponpado esforcos e
despegas para a decoraco interna do circo,
e por isso a mesma sociedade espera a con
currencia de todos quintos desejando ver
por trra os grilhees da escravidao, nao se
recusaro concorrer a aquelle beneficio,
lanzando o seu obnlo na bolsa da caridade.
monto para o bem estar, e felicidada temporal, e
eterna dos neis.
? O qua haveri na obra da salvagio que nio
tenha posto o Senhor em poder do sacer-
dote?
0_deposito da f sem a qual nio pode haver sal-
aacao, a saa moral, o verdadeiro culto, a santida-
des das salemnata les, a magestade das cereraunias
o ensmn do Evangelbe, a-eotabraoa dos sacrifl
eios, a admauraejao dos sacramantoa, a saotiflea-
eao daa almas, toda a obra da salvagio ten sido
pasta em suas naba.
O carpo saoeriatal o enearregado por Jess
qua fez o Sr. Dr. Ralis, ja pela imprudencia eom I Cbrtato da suppnr o que falla i gloria de sua pai-
N. U7. HA PALAVRA AQUBLLES QUE
PADECEM DE TYSICA. A expeetoracio de mu-
cosidades, tosse fatigadora e continuada, pulso
precipitado e pulmoes inflammados, sao symptomas
desfavoraveis; porm nem por isao deveis deses-
perar, se acaso depositardes toda a vossa confian-
ga no Palmonieo o mais poderoso e admiravel
entre todos os mais conheeidos, isto o Ptitoral
de AnacoJmita. Em milhares de casos semelhan-
tes, os enfermos se restabeteceram e adquirirn)
a sua saude.
Assim eomo o azeite abranda as ondas do em-
bravecido mar, pela mesma forma esta remedio
aplaca e acalma os symptomas febris qne acom-
panbam a tosse, conatipagao, bronchiles, pleurisia,
aslbma e catarrhos. Usai-o, pois, o mais breve
qne vos seja possivel, e anda mesmo que a enfer
nidade j tenha feito terrveis progressef, eom tu-
do isso nio tenh.iis raedo que j seja demasiado
tarde para nsardes deste grande e impagavel re-
medio, o restaurador da vida e siude dos (nortees.
Felizes aquelles que o usam, e o sabera verda
deiramente apreciar I
Pela subdelegaeia da Boa-vista se faz publi-
co que se acha recolhida i casa de deltengao, o
preto Fortunato, por estar fagido, como declaran
a esta subdelegaeia : quem tiver ao mesmo dreito
amanea.
Recife, 21 de setembro de 1870.
Subdelegado em exereicio,
_________________Correa Seue.
COMPANHIA
BEBERIBE
Os Srs. accionislas desta companhia que
quizerem munir-se de folhetos contendo os
trabalbos da mesma ; decorridos no anno
floanceiro do Io de maio de 1869 30 de
abril do corrente anno, podem dirigir-se ao
escriptorio da referida companhia ra do
Cabug n. 40, que Ibes serio fornecidos
gratis.
Escriptorio da companhia do Bcberibe
15 de setembro de 1870.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Sotiza Pitonga.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 22 DK SETEMBRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HOBAS DA TAEBB
escome de letras- 10 e H 0/0 ao anno.
Pelo presidente,
Meaajuiu Jnior.
Pelo secretaria,
A. P. de Lemos.
THEATRO
santo mm.
' EinEZA-coiimu
A pedido de diversos amigos prestam-se a to-
mar oarte neste espectculo os Srs. Prance-
lino D. Monra Pe^soa, Jos Coeho Barbos* e o
Illm. Sr. Sr. Casalbore, aos quaes desde ji oem-
prezario lestemunha os seus mais gratos e sime-
ros agradeeimentos. Aos seus amigas nm voto
de gratidio.
Recita extraordinaria
Sexta-feira 23 de setembro.
Logo que a orebeatra tenha executado a ou-
vertura dar nrncipio o espectculo
DIVIDIDO KU QUATRO PARTES
PKIMEIRA PARTE.
Represeatar-se-ba a muilo linda opereta em 1
acto escripia por Mrs. Mestips & Chevalet msi-
ca do maestre Offembaco, a qual ji foi levada i>
scena com geral applauso pelo actor Sioees qoaa-
do estove nesta provincia, intitulado
O To Braz
LE VIOLINEUX.
Personagens. Actores.
Remelle........ Mlls. Brescia.
Maihieu........ Mr. Maris.
Plerre.......... Mr. Raynand.
A accao passa-se em um do- departamentos de
Pars.
SEGUNDA PARTE.
0 Sr. Jos Coelbo Barbosa, cantar a grande
cavatina para tenor da| opera Ernam do maestre
Verdi
COME RUGIADA AL CESP1DB.
Mademoisetle Cboiberl exibir a liada can-
goneta
Mon Rve.
Mr. Caros jdesempenhari a cangao typo de son
creagao, intitulada
AHt MALHER.
Em segaida o distincto professor o Sr. Praace-
lino D. de Maura Pessoa tocar urnanbaatasia
para rabeca.
TERCB1RA PaRfBl
Mr. Mariz cmara o mosto aMfeiudMO tqrmn
LES VOLUNTAIRia di 17W.
O Sr. FIhvb. Cnelho caatari' a linda aria.
MEU Y00 VOCB Mfi MftT%..
Em seguida o eximo rabeauista Praocelmo D.
de Monra Pessoa, exeenura na seo instrumenta
acempannado ao puno palo insigne maestro o Sr.
*>

I


Diario > de Per/iambuc< -exta i ea 23 de Seteiu aro de '4&$
tro
Casalbore, as mas indas varia c5es d
)E VENEZA.
Q0ARTA PARTE.
TI m ai Matar p hi pea primMra vex neste tbaa-
ro a mmrala oparata eomica era um acto es-
cri|t por Mr. Jales Moiaaax, msica do 43-
tro (Rfembieb
LES DEX AVEUGLES.
pOT3na*ras. Actores.
PUMkM....... Mr. Mariz.
Giraffler....... Mr. Carn.
O mpreaario desde ja agradece ae Sr. Man-
doea mestre da banda mareiil do 2* bsttlno
de iofaotam o oflereciraento que o mesmo Sr.
fez da sua msica para tocar nos intervallo.; des-
te spaitteato.
Principiar as 8 hora.
UTO
DA
MUITO APPLAUD1DA
NO
GRANDE JAf.DIM
DA
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
Roa do enera! Victorino n. 35
ALTA NOVIDADE.
Se o vapor qne ebegar do sal trouxer o Sr. ge-
neral Vicltorino. haver concert era todas as
uoutes qne se festejar a dita chegada ; assira
cono
Domingo 25 do corrate.
l'rcgramraas na entrada.
Proco de entrada 500 rs. por cada pessoa.
CIRCO
NO
PAVILHIO DES. ISABEL
COMPANHIA
GIMNSTICA E ACROBTICA
SOB A DIRECCO

D. Marcos Casali.
i embiba ni
to engajado : para o reata 40* I he falta !rata-se
com os consignatarios Antonio Luir de Ol***"
Azevedo & C, raa1 d S7, 1 andar.
COMPAA PtifcttkldtUGfViNA
.receso tostelra pr Tapar.
Macei escalas e Penedo.
0 vapor Maniahu commandante
Julio seguir para os portes cima
_ no da 30 do crrante as 5 oras
da tarde.
Recebe carga al o da eneojmnendas, pas-
sagoiros e dinheiro a frete at as l horas da tar-
da.de sua sabida,
Mtttos n. it.
2L
o eacriptorio do Flrte do
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navegado costelra per rapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parakyba seguir
para os portea cima no da
30 do corrente 6 meia noite.
Recebe carga, encommeo-
das, passageiros e dinheiro a
trate no eacripior do Forte
Retalha-se, vonude dos compradores, alguns
lotes de terrenos, que restam, do sitio Agaasinha,
eij Beberibe, por procos rasoaveis. A posieao
top bre tuu! P>r flcar prximo da estacao proyectada
da via inf88- <* Mtendeotea oderao airigir-
se a informa/"*6 do tenante S Peixoto, no mes-
mo lagar, e ai* Crespn. i*k"w.
Attoityao
por vapor.
Sabbado 84 do corrate
EM BENEFICIO
DA
Sociedade libertadora dos escravos intitulada
As 8 4(2 horas da noute
O emprezario e o director da companhia acee-
dendo ao pedido qne Ibe flzeram os membros des-
la philantropica e altamente humanitaria socieda-
de installada nesta cidade sob flos os mais lou-
vaveis, da melhor bea vontade se prestaram a
concorrer com o sea fraco, mas sincero contin-
gente a favor de to joven quao noDre institoicao,
por meio de seas trabalhos artsticos.
Assim, pois, sendo a causa da sociedade Jo-
ven America to justa e acseitavel aos olhos de
todas as nagoes livres, eremos que o concurso
deste respeitavel publico nao desmiutir dos seus
nobres sentimentos.
PROGRAMMA.
I PARTE.
1." Urna linda symphonia dirigida pelo maestro
Martins.
"i." O pequeo Juanin, sobre ura pequeo ca-
vado.
3. Saltos mortaes, por Vicente, sobre um ca-.
vallo.
4." Um jocoso entremez, pelos clowns ou pa-
Inacos.
6.j O marinheiro, scena dancante e sentimen-
tal, exeeutada por Luiz, sobre um cavallo.
7. Murillo, cavallo amestrado em novas posi-
coes.
7. O duplo trapfesio, pelo artista Cesar e Vi-
cente.
Intervallo de 30 minutos.
II PARTE.
8. Symphonia.
9.' Os uous alcide?, grupos pyramidaes a caval -
lo, por Luiz e Cesar.
10. As posturas do cbaile, pela menina Juan-
ni la.
11. O dislincto artista Vicente do Reg, conhe-
cido pelo Joven Pernambucano, a pedido da so-
ciedade se presta a tomar parte nesse espect-
culo, onde dempenhar dimeeis e sorprendentes
posicoes e perigosissimas deslocacoes, trabalbo
lodo novo e especial.
11 Finalisar com a pantomima de combate
patritico intitulado: O defensor da bandeira bra-
sileira, estando a cargo de Luiz o principal papel.
ireco
Camarotes com 6 entradas........ 1M080
Cadeiras....................... 2*000
Cadeiras a valsas para senhora..... 2*000
Geraes.......................... 1*000
Os bilhetes de camarotes, cadeiras e plateas
vendem-se no mesmo circo.
N. B.No intervallo urna commissao de senho-
ras, ir receber as esportillas.
Ao publico
Esta joven sociedade trata de nesta noute apre-
sentar o circo vistosamente ornado, e que urna
banda marcial tocar eseolhidas pegas na frente
do pavilhao, proporcao que as Ilustres familias
f re ni chegando.
Aviso.
Domingo 25 do corrate ser deSnitivament e
ultima funecio desta companhia, enjo program-
ma ser opportanamente annanciado ; e desde j
s convidara os araante3 dos cavallinhos a virem
ao circo fazer a sua despedida.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DB
laregaco costelra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandahu, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, comman-
dante Azevedo, seguir para os
portes aciraano dia 30 do corrente
aa 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encemmendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
irde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12.
COMPANHIA BRASIL
DE
Paquetes a vapor.
a^^^k. loa portes do norte esperado
'JyK^. *, dia 26 do c01"1-61116 vaPor
U|Ug: Tocantins, commandante J. M.
V JJ F. Franco, o qnal depois da de-
mora do cosame seguir para os portes do snl.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sa a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada. Encommen
das e dinheiro arate at as duas horas do dia di
sua sahida.
Nao se recbela como eneommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a i
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
C0.
Tudo qne passar destee limites deven sei
embarcado como carga.
Pravine-se aos Srs. passageiros que suas pasa*
ens so se receban aa agencia ra daCruxn.87
[' -"fi?if?*PW* de Antonio Lniz de Oliveir;
Azevedo 4
RIODEJAHEIRO
Para o porto cima segu com brevldade o iri.
gue nacional habel, ten pane do sea carregamen-
te Mattos p. n,
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando costetra
Goyanna.
O vapor Parakyba seguir pa-
ra o porto cima no dia 26 do
corrente as 9 horas da noute.
Recebe, carga eneommendas
f eiros e dinheiro a frete as
no escriptorio do Forte do
2 horas
Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^avegaco costelra por vapor
Mamaoguape.
O vapor nacional Ceruripe,
commandante Silva, seguir
para ttamanguape no dia 28
do corrente as 6 horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
dmheiro a frete at as 2 no-
28, no escriptorio da com-
Arrendarse a casa n. ai da roa Bella, povoa-
cio de Usa, propria para qualquer estabelecimen-
to de fazendas, seocas- au molhacs, contando ama
boa arraaeao embija aaaa. ,
""UM
es Villar, declara que retM
rando-se para o Rio de Janeiro, detta
ecrregado de receber snas eontas mia-
das, de todos os seus dvedores, ao so-
cio o Sr. Domingos Jos Autunes Gflima-
res, ra 1* de Marca n. 17, e como
procurador de todos os sus negocios ao
seu amigo b Sr. Dr. Francisco dePaala !
Peona.
mmmmmmnMmm
Aluga-se, no sitie Chacn, urna casa com 4
qnartos,3 salase ooiinha, pertoone Capibaribe,
e outra casa menor com 1 sala, 1 quarto e coti-
nlia : a tratar no dito sido, prjimo a estacao da
Casa Forte, ou ra da Iraperatriz n. 31.
perfeicioi preferindo-se eserava
da Aurora ^
una
de boa conducta, qne tenha bom I
dancia, sem Blho a amentar a
Praia, armazem nsv-13 e 15.
ir nd re
s
s
AMA.
Precisarse de urna ama : na ra de Horts n.
50, 1 andar.___________________________
O sobrado dos Quatro Cantos de OHnda, qne
annuneiou a venda, nao se enteode com o de Joa-
Souza, na esquina do boceo das
e com frente para a ladeira da Mi3eri-
PiOfessor;
"Urna pessoa habilitada prop5e-se-a aalternrl-
meiras letras, lingoas nacional, ioglezef
fra desta praga : naTna Direiu, loja delKeiro.
achara com qnem tratar.
Ama de leite.
Preeisa-se de urna ama de leite
peratriz n. 2, 2 anHar.
na ra d
Coinheira.
Precisa-se de urna mulher para casa de fau-
que seja sofTrivel cozmheira, preferindo-se 030?
a trator no 2- andar da raa da Cadeia do Recie
Ama
Precisa-sede a
ua ru Augusta n.
de lit,
ana de leite, paga-se bom
r indar.
- Na ra dojorras n. St, f aadar, precisare
codtanfementire amas, Canto Torras corto escra-'
vas^_________ .
Scha-se nm boi reeoWiMo, qne entma em
um quintal : quera tiver direito, dando os signaos
e pagando as despezas ser entregue o mesmo;
raesmo : n ra do Lima n. li.
quim Barbosa de
Cortezias
cordia.
das, passageiros e
ras da tarde do dia
panhia, Forte do Maltes n. 11.
PARA'
Preiende seguir para o referido porto em poneos
das o palnabete Rosita por ter a maior parte da
carga, e pasa a penca qua lhe falta, trata-se-com o
consignatario Joaqnim Jas Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
Para Lisboa.
Sahira uestes seis dias impreterivelmente o pa-
Ihabote portuguez Diligente, rapilo Trindade, re-
cebe a frete a carga que apparecer : trata-se com
Marques, Barros & C, no largo do Corpo Santo n.
6, 2 andar, ou com o capitao no pavimento terreo
deste edificio.
LEILOES.
LEUAO
DE
aprestos para navio
a 23 do corrente.
O agente Oliveira far leilao, por conta de quem
perteacer, de o agulhas de marear, 9 pegas de
lona, 4 velas grandes e 2 pequeas existentes no
armazem do Bario do Livraoaento, ao caes do
Apollo, e de l mastaro, verga grande 70 ps de
comprimento, e 4 vergas de diversos tamanhes,
existentes no dique do dito Baro, em Fra de
Portas,
HOJE
nos indicados lugares, depois do meio dia, ou logo
que concluido o leilao do brigue inglez Sling Law
CASA DA FORTUNA
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Mareo (outr'ora raa do
Crespo) n. 23 e casas do costme.
Acham-se a venda os fcllzes bilhetes garan
(idos da 6* parte da lotera, .beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Recife (161*), que se
extrabir sabbado 24 do torrente.
PRECOS.
Bilbele inteiro 6000
Meio bilhete 3#000
Quarto 1*500
Em porcao de 1004000 para cima.
Bilhete inteiro o400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
_______________Manoel Martins Fiara._____
Precisa-se de urna ama para eozmnar e oom
prar : na ra da Cadeia do Recife n. 57,1* andar
LEILAO
DO
brigue inglez Sling Law.
A
93 do corrate
David Evans, capitao do brigue inglez sling
Loan, far leilao em um s lote, por intervenco do
agente Oliveira, e por conta e risco de quem per-
tencer, em presenca do Sr. cnsul de S. M. Brit-
nica nesta cidade, precedida a competente autori-
sacao da alfandega e com assistencia de um sea
empregado fiscal do dito brigue com toda mastrea-
cao, cordoalha, vellame, apparelbos completos e
mais pertences exclusivamente mantimentos, e
lancha e bote segando o inventario respectivo, e
tal qual se aeha fundiado neste porto, onde apor-
ten por forca maier com agua abena, e foi legal-
mente condemnado, na aclual viagem que fazia
procedente de Cardiff com destino a Montevideo:
HOJE
ao meio dia em ponto, a entrada do grande sallo
da Associacao Coramercial desta praca.
LEILAO
DE
MOBILIA
Sabbado
24 do corrente, s 11 horas da manhaa.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer,*de umaa linda mobilia de (aia
propria para o campo, guarda-louca, guard-rou-
pa, armarios, cadeiras, lavatorios, espelhos, camas
francezas de amarello para meninos e de Jacaran-
da, longas, vidros, calnngas de porcelana e muitos
outros objeetos de mobilia, que se acharo paten-
tes no dia cima mencimado, sabbado 24 do cor-
rente, s 11 horas da manhaa, na roa do Vigario
n. 7.
LEILAO
DO
sobrado de quatro andares e
sotao da ra do Torres n....,
edificado em chaos proprios
Quinta-feira 29 do corrente
O agente Pinto llevar leilao, precedida a com-
petente autorisacao, a casa e esquina da ra do
Torres, a qual torna-se recomraendavel pela sua
boa constraccao, e por ser edificada em raa de
commercio. O leilao se effectuar s 11 horas do
dia cima dito, no escriptorio do referido agente.
AVISOS DIVERSOS.
SITIO.
Aluga-se o excellente sitio na estrada que vai
do Monteiro ao Arraial, denominado Ladeira dos
Muios, o quai tera casa com 6 qnartos, 2 salas
com copiar, coeheira, qnartos para criados, agu.
de beber, muitos arvoredoa de fructds. a tratar
no me1 mo.
AMA
Precisa-se de urna ama : na raa de Hortas n.
80, Io andar.
Jorge Clemente deBorbaCavalcaote e seus co-
nfiados, mandara celebrar daas missas no dia se-
gunda feira 26 do correte, as 7 horas da ma-
nhaa, na igreja matriz do Corpo Santo, pela al-
ma de seu sempre lembrado sogro e pai Jos Ca-
valcante de Albuquerque, por ser o primeiro an-
iversario do seu passamento, e para isto convi-
dam a todos os seus prenles o amigo? a assisti-
rem a eaee acto religioso a memoria de fallecido
e desde ja e antecipam gratos a todos que com-
parecerem.
1?.A amiga padaria sita no Varadouro em Olinda
vai reabrirse no sabbado 2o do corrente mez. A
falta que ella fazia era geralmente reconbecida e
o seu actual dono, achandose resolvido a s em-
pregar farinhas novas e das melhores marcas tan-
to para o fabrico do pao, como para o de bolacha
e biscoutos de diversas qualidades, nao obstante
aehar-se aquello genero por elevado preg), e ten-
do tambem contratado empregados habis, deseja
e espera a proteccao, tanto dos seus amigos em
particular, como de todos os consummidores e
bons pagadores era geral, protestando que nao
tero motivo de queixa.
Of senhores donas de vendas, hoteis e quaes-
quer outros estabelecimentos, bem como todas as
pessoas particulares sao convidadas a verificar e
experimentar o que (ica cima dito.
Aluga-se o 2o andar do sobrado da ra No-
va n. 58 ; tem todas as comraodidades que se po-
de desejar, e est rauito aceiado, tem agua e todo
o despajo encanado para o rio.
Attenpo.
Pede se ao Sr. F.. de Tal., que por especial
favor mande levar ao armazem da raa que nao
tem cadeia n. 50, a insignia que tirou da gaveta
da tr.esinba do escriptorio (creio que para amos-
tra) e querendo entrega-la a seu dono, este guar-
dar segredo, do contrario era seu nome decli-
nado.
O amigo das cadeiras.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva que
saiba engommar e cosinhar : era Olinda, por ci-
ma da padaria do Varadoaro ; paga-se bem e
trata-se na mesma, ou a raa do Vigarfo n. 16, Io
andar._____________^_^_^____^___
Contraria de N. S. do
Livramento
Domingo 25 do corrente, as 10 horas do dia,
ter lagar a reunio da mesa geral, para o fira de
se proceder a eleicao do novo joiz, que lem de re-
ger a mesma confraria neste presente anno a ter-
minar em 1871, como prescreve o art. 17 titulo
4-5 do compromisso, para cujo fira convido a to-
dos os irmos da mesma comparecerem em o
referido consistorio para dito flm.
Jos Ribeiro da Conceieao,
Secretario.
D. Anna Simplicia Ferreira Tasso, Marianna E-
milia Braga, commendador Jos Jacome Tasso,
Jorge Jacomo Tasso e mais parentes do finado Do -
mingos Antones Ferreira Tass), cordialmenl agra-
decem a todos aquelles que compareeeram s exe-
quias e acompannaram ao cemiterio publico os
restos mortaes de seu presado Filho, tio e primo ;
e de novo Ihes pede o caridoso obsequio de assis-
tirera as missas qne serlo resadas na eape'la do
cemiterio no da 24 do correte, pelas 6 1[2 horas
da manhaa.
ATTENCAO
Terca-feira 27 do corrente, depois da audiencia
doSr. Dr. juiz municipal da 1* vara civel tem de
ser arrematada por venda urna casa de sobrado >
um andar com soto e varias casas terreas por
execucao da legitima herdeira do finado Luiz An-
tonio Vieira contra Bernardo Jus Rodrigues Pi-
nheiro e saa mulher; a ultima praca.
Aluga-se ura sitio no Calaeireiro junto ao
Mtio do Sr. Dr. Alcoforado, com casa, fructeiras,
banho nos fundos : quem o pretender dirija-se ao
mesmo sitio, ou no escriptoiio do Sr. Dr Fonseca,
no pateo do Collegio._____________
Commodidade publica
As pessoas que precisaran de amas, eriados,
coiinbeiros, jardinelros, feitores, amas de leite, es-
cravas para o servi?a domestico, caixeiroi, tanto
para a praca como para o mato, casas e sitios,
podero desttbdata em diante mandar sena pedi-
dos por escripto a roa do Torras n. 32, 2 andar.
*&fa
Em tempos moderaos nenhum descubri-
mento operou maior revblucSo no modo de
curar anteriormente em voga do que o
PfflToim m A^ACAmm
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CRQPO,
ASTHMA, THISICA,
ROUQCIDO, RESFRIAJtENTOS.
BRONCHITES,
TOSSE CONVULSA,
DORES DE #EITO,
EXPFCTURACO DE SANGE.
Como em toda a grande serie de enfermi-
dades da garganta, do peito e dos orgaos
da respiraco, que tanto atormentam e fa-
zem soffrer a humanidade. A maneira an-
tiga de curar consista geralmente "na appli-
cac5o de vesicatorios, sangrias,sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
de produzir empolhas; cujos differentes mo-
dos e curar, n3o faziam senao enfraque-
cer e diminuir as lonjas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truico inevitavel de^ua victima Quem dif-
jerente pois o effeito admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
VM E"EZ DE TORITAR, MORTIFICAR E CAUZAB
INACDITOS SOFFRIMENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACO
DESEMVOLVE- 9 ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em nfedicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relaees analgicas, ou alm disso|a experi-
encia de mimares de pessoas da America
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suficientes para sustentarem a opinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA 1
Deve-se notar que este remedio se acha
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a forma de Opio
e Acido Hydrocianieo, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com os quaes t5o
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composic5o de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicaclo d'nm ou dous frascos
para a effectuaclo de qualquer cura.
Acha-se venda nos estabelecimentos de
P. Maurer C, J. C Bravo. C. A.
Caora, B. M. Barbdza e Bartnolomeo 4 C.
Bartholomeu & C,
*iB
VlNBO, PlLULAS, Xarope e Tintuiu
ds jrupeba simples e ferruginoso;
Oleo, Pmadae Emplastro da mesmi
planta preparados ^or
AftTHOLOMEO & C
Pharmaceuticos-Droquistab
PERRAJIIBL'CO
Jurubeba : esu planu boje reconhecid <
como o mus poderoso tnico, como o malhor
itcsubf iruenie. como tul ppiica adoe ^aco, hepatiies, doresas, tomares inter-
no e especialmente 4o Mero, hidropesas, etTsi-
peas, etc.; e aasociada ao ferro e uul as pajlitai
cores, cbjoroses e falla de mensirnacc, deurrao-
jos do estomago, etc., e o que disemos attestio
ionumeras caras impartantts obtides osa domos
preparados j bem conheeidos e osados pelea atan
distioctos mdicos do paiz e Portagal. Em todbs os
nossos depsitos distribuimos aratis foHwtM n<
melbor faaem coohecer a Jarabeo seo* resaludo/
% applicaeo.
Formas de ferro
para porgar assacar : na ra da Cadeia nume-
ro 4.
fin caa de THEODORO CHBJST(
1NSEN, na da Cruz n. 48, encontraawt
afleetivamenle toda s qualidades de tinto
Bordeicij Bourgogne do Rhno.
mao 9E mm
Nova loja de joias
BA DO CABGA' N.9 A.
Hanoel da Cunha Saldanha & 0.
Aeaba e abri-se este estabeleciraento de joias, o qual tem grande sort-
merito>d9 todas ajjeias de ultimo gosto/n quaes vender o mais barato pos-
sivL ^ .
toda as joras sarao garantida* ouro de lei, pois os seus donos tendo em
vista so adqilrir teguezia nao otvidarSo, vender bom e por precos os mais
razoaveis poserveis.
Convida-s^) publico 9 Tir a est atabelecimento, certo de (rae ficar
satisfeito. *
A' MAO DE OURO ROA DO CABUC N. 9 A
as
THEATRO SANT3 ANTONIO
^ -___Hawde success
DOMINGOS, DAS SANTOS EDIAS UTEJS
Vmhos.
Champagne.
Bordeaax.
Porto fino.
Rbeno.
Ckateaa LaOte.
Cognac marteli.
GRANDE CAF CANTANTE
va Braga, participa ao publico desta capital, que n'
Sorretes de diversas qualidades
o5 ^^1^:^' Par,CPa PUblC0 d6SU Caplal' ^8 ^ tb^ h"ert Prt
CERVEJA
BASS E NACIONAL
Gelada e nao gelada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas as qualidades
Listos.
Imperador Tneodoro.
Aya-Pana.
La bell amor.
CoraQao.
Sempre viva.
Amor eterno.
Doces.
Pastis de nata
Bom bocado.
Empada de carnario.
Dita de carne.
Bollo de amendoas.
Pao de l.
Fructas.
Macaas.
Uvas.
Peras.
Abacacbis.
etc. etc.
outras de diversas qualidades
Rosa.
Pitanga.
Grosella.
Limio.
Cidra.
Laranja.
Lima.
Qaeijoa.
Flamengos.
Londrmos.
Minas.
Prato.
Saisso
O raesmo participa, que, alm das bebidas cima notadas havero
qne moto agradarao pelo preeo e boa qualidade, e desde j participa tambem que haverao mezas
cadeiras e bancos para que os concurrentes estejam a sua vontade, assim como, haver urna banda de
msica marcial, que tocara durante a tarde no jardim do mesmo tneatro.
O mesmo, encarregado pelo proprietario, avisa que dentro em pouco tempo haver nm oumais
bilhares ejogo de domino para entreteniraento do publico que frequentar este estabelecimento, a quem
desde jt convida, e quer da alta sociedade, qusr da democracia
I PREGO DA ENTRADA 500 RS,
O da da abertura sera era breve annunciado pelos jornaes; mas provisoriamente se abrir no
domingo 25 do corrente mez de setembro.
Os deverilmentos duraro doas horas, das 4 s 6 da tarde. Garante-se toda ordem e moralidade.
m uun awniui ih iwiwhmbihu
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GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Sua 11 de Dezembro37
(Outr'ora Larg do Rosario)
No muito cenhecido HOTEL CENTRAL encontrarao sempre os uossos innmeros
freguezes notaveis melhorameatos, indispensaveis para commodidade dos Ilustres fre-
quentadores.
Ne HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de confortativo e
deleitavel se pode encontrar em um estabelecimento desta ordem.
Assim acba-se all urna excellente casa para banhos, um salo todo alcatifado e
guarnecido de divans, piano, jornaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
DULCE FARMPTE
Normas da Havana.
Suspiros.
Napolees
Havanas.
CHARUTOS
Imperiaes ,
Amadores
Londrmos
Leaes
E de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estraageiros, en-
contrarlo os commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Faila-se o hespanhol. francez, inglez e italiano.
PARA AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos 1 No armazem da travessa do Corpc
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para milho
Os melhores moinhos para caf e para milho que tem viudo a este mercado
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n. 25


4
Ugrio de Pemambuoo Sexta etr
1870
/

A E^MER^Ln^

I
O
ira
PEDIDO

Este antigo estabelecimento, acha-se boje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os sens freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiris e as obras garantidas
de le. '
*fOREIKA RUARTE .
A' roa do Jardim i e tallar cota os
seguintes senhom :
/alio Adolpho Riba (acadmico).
Querino Candtdo de Vasceocellos.
Joaquim Cavalcanti de Aibuquerque Mello Filho
(Pombal).
Jezaiuo Augusto dos Sanios Fragoso.
> Correia de Ly ra (Craangi i
Jos Hermino Pontnal (engenho Preferenca).
Virisimo Correia de Lyra (Craangi ou Viceocia
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquim do R-eo Barros.
MOFINA

Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade de Naxareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador o. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fias
de dezembro prximo passado, e depois par* Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e na la eumeno,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor sao
filho se achava no estndo nesta cidade.
MANUEL cC.
Tem a satisfac5o de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
"33a estabelecido urna nova fabrica de chapeos d3 sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olinda,
j) onde acharao es pretendentes, muio avallado sortimento de chapeos de sol de lodos os preces, qualidades e por pre-
* eos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidara especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encoromendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
marles as tazendas que a demora da fabricarlo bem diminuta, _________________________________
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
m DE
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo. n
(Antiga Ra Nova) (|
Ha sempre am grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par- <&g
de algodo os todos os tamanhos e feitios, alm da immesa porc3o de seda, merino, algodo e brim, |S|
A modicidade de seus precos t to conhecida ^&
do e
armaroes de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommenda.
que escusa de mencionar.
PREOOSA DESCOBERTA
CUBAS JUARATlIillOSAS
DO
\**/(
m
mt$
Nec plus ultra
Tirando immediatamente todas as caspas e coceiras dos cabellos.
Deposito
tmente em casa do autor, Andr Delsuc cabelleireiro de Paria.
Ra Io de Marqo (antiga Crepo) n 7 A Io andar
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra Direita n. 38.
AMA
Precisa-se de ama ama para casa de poaca fa-
milia : na rija da Cadeia do Recife n. 21, leja de
mradezas.
Precisa-se de am homem portagaez para
vender leile e tratar de qaatro vaccas : quem es-
tiver habilitado dirjase Passagera da Magdalena
n. que se dir qaem .
Precisa-se
alagar um moleqae para todo servico de hotel,
assim como de um bom cozinheiro, paga-se bem :
na ra da Matriz da Boa-vista n. 8.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o sen escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser proenrado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
Precisa-se de urna
casa de homem solteiro
rial n. 47, taberna.
ama para cozinhar em
a tratar na roa Impe-
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attenco dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei |
^eral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os qaaes sao \inte por cent*
saais barato do que em outra qualquer parte:
Ccbelleiras para senhoras a 250,
300, 335 e......400000
Ditas para homem a 353, 405 e 505000
Coques a 123, 155, 185, 203,
253, 305 e.....503000
Crescentes a 125,155,185,205,
253, 303 e.....323000
Gachos ou crespos a 35, 45, 55,
63, 73, 83, 93 e. 103000
Tranca de cabello para annel
500 e....... 13000
Tranca para braceletes a 103,
153, 203, 25 e.....305000
Cadeias para relogio a 55, 65,
73,85, 93, 123 e. .
Corte de cabello,.....
Corte de cabello com frcelo. .
Corte de cabello com lavagem a
cbampou......
Corte de cabello com limpez da
cabega pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
Barba. ,......
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao S. Francisco
. IM0QII AVISO
-x""w* i De conformidade com o regulamentose-
j rao postos em haUa publica na estaco das
50* Cinco Postas np'dia 23 do corrente mez ao
501 meio dia oito saccas com assncar abando-
nadas ao frete e armazenagem.
Villa do Cano 20 de .setembro de 1870.
O superintendente interino,
____ Henry Spence.
1300f
13001
50C
251
d. w. mm
ENGENHEIRO
Com findiqo.
A RA DO BRUM N. 52.
Passano o chafariz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa. i
Formas de ferro para purgar assucai.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-
por e animaes. i
E ontros objectos proprios d'agricultra.
Tudo por preco maito reduzido.
A- verdad eir farinha peitoral dd
S. liento.
Esta farinha 4 osada com vanlajoaos resulta-
dos nos padecimenios dos orgos do pelo,
orno asina ou pachamente de catauros,
inflamacao de bofe, plenrizes e na pthysca'f re-
commendando-se com igual proveito as pessoas
convalecentes.
nieo deposito na phirmacia e drogara.
Bartholomeo & C.
_______34-r-Bna larga do Rosario34
Acaba de sahir luz
Yenl-se
Livraria franceza.
GIIIA DEVOTA
ou
II,
til RO
D'YVETOT
RA ESTRE1TA DO ROSARIO N. l
Urna qnalidade de commercio faltava nesta papu-
losa, cidade nm estabelecimento em qne se compre
e venda toda a qualidade de ronpas feitts novas
e velhas, um basar qae se denomina em Parjs
Bric e Brac E' este o estabelecimento qu se
abriu ra estreita do Bosario n. li. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, ou com-
prar roupas novas ou veihas e todos os mais
objecos do servico domestico, inclusive trem de
cosinha, podero dirijir-se ao indicado estabelpci-
raento para contratar, e offerece-se para ir. em
casa dos pretendentes para effectuar as compras
e vendas.
a mmwxm &$*$&$
0 O bacharel Joaquim Goncalves
jg Lima tem escriptorio de advogado
S ra do Imperador n. 35.
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
HARA SA.NTISS1MA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Officio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santsima.
Novena deN. Sennora do Carmo.
Offleio de N. SenhoFa do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senbora da Penha.
Novena do B. S. Jlo Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volme encadernado.
2$000.
Cnra rpida e iutahivel dos cal-
los, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomen
&C,
34Ra larga do.Rosario34
Rob-ante-rhumii tico.
Remedio eficacsimo contra as dores rhenma-
ticas at boje o mai; conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
J Ferroira Villela
PHOTOtHAPHI IMPERIAL.
18RA DO CABUGA<8
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabaOMs da reedificado desta phMegrapkia,
e que se prolongaran) por tanto tempo, aeham-se
felizmente terminados e ella abertt 10 servico do
publica desde 7 de abril passado.
O predio em que esta eollocada esta photogra-
phia acha-se muito augmentado, e so a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
mentas tendo sido fetos expressamente para se
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do que a Photo-
grafa Imperial do Sr. Inslej Pachaco do Rio de
Janeiro, o primeiro pbotographo do Brasfl; e um dos
primeiros do mundo, segundo a opinio dos mai
abalisados mestres, a nossa pholographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais destinctos professores-
de accordo com as modificac5es necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudadas pelo ha-
bilissimo e pratieo Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
photographia fof modado desde a soleira da porta da
roa at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes Interiores para se fazerem as novas salas,
edificando-se Qm novo terraco envidracado mu
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente corte para examinarmos as melhores pho-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a qne
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
5es, e da qual trouxemos os planos'depois de
all estarmos todo um mez estudando e apro-
veitando as lindes de tao dlstincto nestre. Pen-
samos que juntando os nossos estados e longa
pratica de 15 annos de photographia s nlilissima
licoes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
lendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nuu.erosos freguezes
trabalbos de photographia tao perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.
AMA
Precisa se alagar urna mulher forra ou-asoma,
para cozinhar comprar e engommar, para urna
casa de pequea familia : na ra da Cadeia nu-
mero 8.

Precisa-so de urna ama forra ou captiva
servico interno e externo de ama casa de
familia : na ra Velha n. 66.
pa-a o
pquea
AVISO
No pono em frente do sobrado do Sr. Vatepca
ao norte da fabrica do gaz existe urna canoa e ca-
noeiroquese emprega a atravessar da freguezia
de S. Jos a da Boa-vista, e desta para aquella,
as pessoas que, nao querendo dar a grando vqlta,
queiram ddla se aproveitar : paga 160 rs. por
pessoa ; todos os das das 9 horas em diante.
FORNEIRO
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de lim
am forneiro ; a tratar com Tasso Irmaos & C,
bom forneiro ; a tratar com
na rna do Amorim, n. 37.
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHIX)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripto, no que serao sa-
tisfeitos com promptidSo.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Rarao da Victoria43
(Antiga roa Nova).
AM
Ama
Ni ra do Imperador n. 14, Io andar, precisa-se
de urna ama para cozinhar para pouca familia.
Trabalhador parapa-
daria
Para o Rio Grande do Norte, precisa-se de um
trabalhador dos ltimos chegaaos das Unas, an-
da mesmo em pratica, a tratar com Tasso Irmaos
& C, rna do Amorim n. 37.
Alaga-se urna escrava com oito das de pari-
da com muito e bom leite : a tratar na ra de
Aguas-verdes n. 90.
mPara urna familia elle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de urna ama mo-
ca para comprar e fazer
o mais servido de casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio n. 4, 3 andar.
Ra do BaT'o da
Victoria n. 63
(Outr'ora ra Nova. )
O abaixo assipnado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes da lotera qae se extrahio
em beneficio da nova igreja da Penha, um meio de
n. 1514 com a sorte de 20O0O. nm quarto de n
3256 com a sorte de 400OO0, 1 quarto de n. 1366
cora a de '100f, e um meio de n. 2375 com 100,
alera de outros premios menores; podendo os pos
suidores virem raceber, que promptamente serao
pagos.
Acham-se venda os felizes btlhetes garantidos
era beneficio da Santa Casa da Misericordia.
PRECOS.
Inteiros 6*000.
Meios 3*000.
Quartos 1*500.
De lOOfjOOO para cima.
Inteiros 5*400,
Meios 2*700.
Quartos 1*350.
Joo Joaquim da Costa Leite.
Precisa-se de urna ama que engomme com per-
feicao, indifferente que seja nacional ou estrin-
geira : a tratar na ra Nova, casan. 22.
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soires
O dono do estabelecimento previne s
Sras. 6 aos cavalheiros que ha umxmas. iS
tallo para tintara dos cabellos e barba, as-
sim como um empregado smnte oceupa-
veise srico, n
Recommenda-se a superior TINTURA JA
PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
ba, nica admittida na Expsito Universal
como nao prejudicial sade, por ser voi
lai.il, analysada e approvada pelas acada
mias de sciencias de PARS E LONDRES
Ama
No collegio da Conceicao precisa-se de urna ama
boa engommadeira ; o engommado soraente para
tres pessoas.
CRIADO
No collegio da Conceicao
peiro habilitado.
precisa-se de um co-
NTES
Qd xarope Vegeta! A me rica no ^es peci a I ida d d e Bartholomeo &C;
34RUA LARCA DO ROSARIO.34.
Alugam se ouas casas por festa u por a a no
na Varzea, lugar Ambol, com sitio e commoclos
para grande familia : a tratar cora o reverendo
padre Dmaso, eu na ra do Crespo n. 7.
So eoitDisMtai procurar tteiudos para acreditar
%Msoa preparados, edeixamoi qae ana applieacao e oa
altados obtidos pelas pessoas qae se dignaran) acceita-
tM, Ikea deea crdito Toga ; porque sao sempre oa
dos considerados gratuitos, e delles qae laica
lo charliltn isajo; mu ni qnerendo ofender as pes-
'MUqae espoDUneanente dos ofi*ereeran>, os qae abaixo
-'latraoscriptos. oa fazemos publicar manifefiando-lbes
*> flratido pela aUecio. esparando qae enhaai
'Oes corroborar o conceito, e teceitacio qn tem mere-
id# aoHv jarope. Bartholmti C.
msTiaot.
Illms. Srs. Bartholomeo kC.t com a mais sabida
aitsaeie que declaro ser o xarope Americano de ama
eaaaacia'xirsordiD8ria, pois qae sotTrendo ha dias de
i te
idto Bjenr.o de m-diriiicv.os 'ine tomara, a elle
*acj e di e de todo me
.g*. nta de.quasi
lifeeto
Bocom
roaa
Vegetal Americano, de sos composiclo, qaaado <
acbeva basunte deeote de orna constipacao, qae bm
tornon completamente ronco e qae troaxe ama fula
toase, e ale ixapossibilitoa de camprir os meas devaraf
de cantor da emprea lfrica, tod agradecer-Ibes mai
completo restabelecimento, qae obtive coa am ao vidra
do mesmo xarope, depois do hater recorrido a maitec
tratamentos. Desejarei qne ontros como ea recorras
ao aea xarppe para so reren) aliviado* do to terrirel
iocommodo, tio fatal neste paiz. Com malor coaaide-
raco codido a ser do Vv. Ss. atiento, renerador a
"brigada. Laiz Creasona. labia 35 do setambrt
Illms Srs Bartholomeo C.0 xarope Vegetal Ame-
ricano qne Vr. Ss. tm exposto i venda e de toda afl-
ea ca para o curatiro d'asthma, conforme observo! aa-
plicando-o a mea fllho Joaqaia, seor do qaaix*
annoa; victima ^osao flagolh, qae tl enttoaer ospaa*
excedente a dona auno* hara resistido a ootroa xaaaaaa
de grande Borneada. Qaairua pois Vv. So. acceitar a
moa recoBheeinuaio aa
suraat eom o indica*.
-rs sempre da Vv. Ss. criada,
COMPANHIA
DOS
TRILHOS DRBAOS
DO
RECIFE A9 OLINDA.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas que se inscreveram para
a nova emisso, realisarem at o dia 30
do corrente a Ia prestarlo na razo de 10
7o; devendo ficar sem effeito as inscrip-
coes coja i prestaco nao fr realisada no
prazo supradito, as quaes serao distribui-
das pelos subscriptores que anda nao sao
accionistas, os quaes devero realisar a Ia
prestadlo das acedes subscriptas dentro do
praso de cinco dias contados do 1 de ou-
tubro vindonro.
Para esse fim ser encontrado "o Sr. the-
soureiro da companbia no respectivo es-
criptorio das 10 horas da manbia as i da
tarde.
Recife, 21 de setembro de 1870.
Joo Joaqnitn Alves,
Io secretario.
Precisa-se de um perito official de chapellbi
ro : a tratar oa praca da Independencia n. 22. |
"LUGA-SEi
o segundo andar e sotao do sobrado na ra Direila
n. 93 : a tratar na loja do mesmo._______ |
Precisa-se de urna ama para cozinhar ecotn-
prar : na rna de S. Bom Jezus das Creoulas nu-
mero*!.
Attengdo.
Precisa-se de urna ama para fazer o servido de
urna casa de poaca familia, garante-se o servico
ser muito pouco f quem quizer dria-se ra
Velha n. 39.
Aluga-se o i andar do sobrado n. 1 da roa
Imperial : a tratar no andar terreo.
Ama
CAPITAES de campo.
Precisa-se fallar com enes ssnhorea a npgocio
US interesses ; na ra do? Pires n. 23.
Piecisa-se de ama ama de leite sem filho :Jna
rna do Apollo n. 55, 2 andar._______________'
Livros classieos
Prescriptos pelo decreto de Io de fevereiro
1_n de 1870.
EUTROPBreviarium Hstoriae Romanae, i
VPlfAM eDCad- 6'000-
rlLONNouvelles Narratious francaise-, 1 vol.
em V* encad. 4*. "
LACERDANovo diccionario geral das linguas
'D'"* e Portugueza, etc., 1 vol. em foi. enc;;d.
zoswOO.
MARTINS
primeiros livros da historia romana "de
ai\rX'ielc-' voL m ,8# encad 3-
MlXJSIPaesias selectas nos diversos gneros
^epnposi toes poticas, etc., 1 vol. em 8ncad.
4*000.
OMVEIRa MAYA-Manaal de estylo, 1 vol. em
8o encad. 3. .
0LdVAfRA MAYA~No?oes depoetica, 1 vol. em
P.OQUETTEOroamentos da memoria e
cos selectos, 1 vol. em lt enean
_________LIVRARIA FRANCEZA.
BASTOS Interpretado dos cinco
Tfo Livio
MURARA franceza
55-Rua da Imperat.iz-55
Tinge, lava, limpa, lastra e acbamaio- 1
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em bk
pecas e em obras de todas as qualidades ; m
como sejam : seda, laa, algodo, linho, 1
chapeos de feltro e de palha etc. etc. 3
Tira-se nodoas e limpa-se a secco sem H
molhar os tecidos, conservando assim to- |
do o brilho da fazenda. B
Tintara preta as tercas e sextas ei- 1
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao
Roa do Trapiche n, 17, 1" andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco do
Mmho, em Braga, e sobre os seguintes lagares em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca. B -
Guimaraes.
Coirabra.
Chaves.
Visee.
Villa do GoDde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelcao.
Lamego.
Lanos.
Covilha.
Vascal rValpasso). .
Mirandella.
Beja.
BarcellQS.
v
IMIM
INTERESSA.NTE COMPOS1C0 UTTERARI.l.
CO.NTEND0
A note do xtasis.
O sorrisd.
A noite do assombro,
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Cost.
I volume brochado 2*000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
MUDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sna residencia e consultorio
para a roa do Imperador u. 57, 2o andar
do sobrado cujo armazem conserva an-
da hoje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ah continuando o dito Dr. no
exercicio de sua profisso de medico e
de operador, pode ser procurado a qaal-
quer hora do dia e da noute
0 C1MGIA0 DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeila-
vei publico eai geral, e aos seos cliente?
em particular que elle mndou o seu gabi|
oetede consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de su?
profisso, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas serao precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeic5o de
seus trabalbos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos oreos.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peilo.
afsa parrllhs
Cnra ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Cocserva e limpa os cabellos.
Plalas cathartleas.
I MUDANCA I
Sk 0 escriptorio dD Dr. Joaquim Jos de %fr
if& Campos da Costa de Medeiros e albu &
cS querqne est ra estreita do Rosario *
R rio n. 24. Q>
Club do Monteiro
Assigna-se para o Club do Monteiro por
s
seis
mezes, a principiar em outubro at 31 de mar.;o
prximo fataro sob as segnintes condices:
Os senhores assignantes do anno prximo passa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
<;o. lieando snjeitos a detiberacao da directora os
qae se propozerem este anno.
llavera duas partidas, send'o ama na abertura
e outra no encerramento, reuniao familiares aos
sabbados, havendo nicamente convites para che-
fes de familia.
Preco9 da assipatnra.
Seis mezes 50*000.
Tres mezes 30*000.
Ummez lejOOtt
Os senhores qne desejaram assignar terao a bon-
dade de se dirigirem ao emprezario, abaixo assig-
nado, no Club Pernarabocaoo, at o flm do cor-
rente mez ; e dessa dat em diante i ra da Auro-
rar a 68, das 10 as 3 horas da tarde.
P. J. Layme.
GIRALDES (M.N.)
O Papa-re e o Concillo
1 vol. em 8 encad. 6*000.
Acaba de sabir, a luz esta excellente publisrcao
devida penna do lente de direito da nniversidade
de Coirabra o Dr. Manoel Nunes Giraldes.
LIVRARIA FRANCEZA.
Cozinheiro
Ama de leit-
Precisa-se de ama ama de leite
Apollo n. 25, andar.
na ra do
Offerece-se' am homem para caixeiro i enn
gwno, do que iem bastante prati# : a tratar na
roa do Padre Fioriatw n. 18.
Precisa-se de um bom cozinheiro para casa de
mocos solteiros : a tratar na ra da Boa n. 1.
Ai,
Precisa-sa de urna ama para cozinhar em casi
de rapaz solteiro: na roa larga do Rosario nu-
mero 31.
i ionio de Paula e Melle e sua mulher Helena
Joaquina Tasso de Mello, pungidos do maior sen-
timento, convida as pessoas de sua amisade a
ou virem no Carmo de Olinda, no di i 24 do cor-
rente, algumas missas por alma do seu sempre
chorado prim) Domingos Antunes Ferrar? Tasso,
de cuja j^anda^rtMjjo_etejBarnente gratos
AttenQfto
Precisa-e de urna ama : na roa da Soledade n.
iP, taberna.


Diario de Pemambuco Sexta feira 23 de Setembro de 1870.
I
*
AO ABHAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
H. HMfifH. 7
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sonido, era virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, procos oe mais resumidos que possivel.
CALCADO FItlACEZ
Botinas para senhoras e meninas.
i Botinas pretas, branca e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos mais baratas do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das raelhores fabricas e escolhidas.
Botas e perneiras rnssianas.
Botas e perneiras para mantaria, das raelhores quadades, de couro da Russla, lns-
I tro e bizerro.
Manatos de borracha para humeas e sennoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se palo custo aura de
desempatar o dinheiro nelles erapregado, sao baratissimos.
Sapatos de lustro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de muito boa qualidado.
Abotinados para meninos e meniuas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas quadades e fortes, tanto
i para meninos como para meninas, muito baratos.
apatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifiee, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jonvio, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore> de diversos tamanhos, leques para senboras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chavea de rejegios e trancelins, tuda de
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos dourado3 para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouqnets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para cclloea^se vistas, molduras donradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de prata donrados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnbas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jogos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bonitas mas, boulcvards,
pragas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverbtros para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de cores para ps de lanlernas, realejos grandes e pequeo,
harmnicos, acordions de todos os taannos, bercos de vimes para enancas, sapatiohos e
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condu;ir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, precos muito em conla.
aaaaQoaQQa i?aa_ wmm
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a raassante leitura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verificando as quadades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em di-
reitura e de conta propria.
DA\ln\.mm,
HIGEKIKO
Com fundipao
RA OQ BRUM 52
Fassando o chfariz.
Chama a atiendo dos Srs. do engenbo para seus acreditados niachinisnios t
com especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle e j fuacciouando lhe ho de fazer melbor apre-
ciaclo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambera mencionar que tem feito urna redueco em seus precos; e que
tem prompio toda a especie de machinismo e outros objectos para a agncuitura.
Fotographia imperial.
E
calera de pintura
DE
/. Ferretra Filela
Desde o da 7 de abril pa?sado acha-se aberto o
aovo estabelecimento photographico sito ra do
Cabug n. 18, esquina do pateo 'la matriz. Ostraba-
Ihoa que desde ento, tem saludo de nossa offleraa
'.em geralmente agradado, sendo recebidos por
uguns com admiraco pelo extraordinario pro-
gresso que ltimamente tem lido a pbotc graphia,
3 por outros com alegra, por verem a provincia
dotada com um estabelecimento digno d ella, e n-
coatestavelmente o primeiro que nesse genero
boje possne : tambera nao nos pupamos em cousa
ilguma para monta-lo no p em qne se acha, es;
perando que o publico de Pernambuco sabera
apreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaee
a estrangeiras que gostam das artes, ou tiverero
occessidade de traba!ho8 de photographia a visi-
taren) o nosso estabelecimento, qae estar sempre
iberio e sua disposicao todos os das desde as 7
horas da mantisa at as 6 da urde:
Para os trabalhos de photographia possuimos -ip
versas machinas dos raelhores autores francezes,
inglezes e allraeroaes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Themaz Ross, Voigtlander et
sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesrao vidro 4 oa 8 imagens diversas e
isoladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas e
igualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica cbapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para cartoes de visita, e assm era men*s de
am quarto de hora despartannos 8 differenies
pessoas que pegam cada urna, urna dnzia de eartoe?
mais ou menos, com os seus retratos somonte, on
sm grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
a feiiura dos trabalhos de photographia dei-
tando pericia e talentos do distincto pintor
jllemlo, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tera-se
iesvellado na execuca de seus trabalhos.
No nosso estabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos importantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, reiratos
3leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tarrraho natural, assira corao de quadros sacros
Sara omamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
Bra aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A 10)500 A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RAL A 16|5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cada um, indo convenientemente en-
:aixilhado em moldura donrada e regulando o
busto da pes>oa retratada de 3 4 pollegadas e
todo'o quadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarlo os presos cima para
iarms idea da baratesa dos trabalhos do nosso
sstablecimento, quanto sua perfeicao cada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As raelhores horas para se tirarem retratos_ no
nosso estabelecimento sao das 8 horas da manhaa
I da tarde; entretanto de urna hora s oda tarde
jm casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chnva, ou por tempo sombro po-
iemos retratar, e asseguramos que esses dias sao
is mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da Inz, e per termos o
aesso terrago construido com taes proporc5es e
_elhoraroenws, que ainda chovendo jorros ne-
ihum Inconveniente ha para fazer-se bellos re-
jatos.
J. Frrreira Villela
AVISO
Ak.
especiaHdae ao respeitavel corpo do commereio-J
1Qe eomprou a taberna sita roa dos Guararapes
n O ao Sr. Manoel Antonia de Carvalho, livre*
oesembaracada de tode e qualquer onus, porro
se alguem se julgar com direito _esma, apre-
sente-ae no praao de ares dias, a cootar de boje.
Recife 85 de setembro de 1870.
Antonio Jos de Carvalho.
Precisa-se de urna ama para servico de casa
e ra, sendo forra : na travessa da matriz de San
to Antonio n. 10.
O advogado Jlo Teixeira pode ser procura-
do para o exercicio de sua profissao, na ra es-
trena do Rosario n. 28, das 9 horas da manhaa s
3 da tarde, e em caso argente a qualquer hora do
da.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na roa do Cabug n. 4 compra-se ouro, prata
podras preciosas por precos mais vantajosos do
{ue em outra qualquer parte.
Lora muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas eo obras velhas: na
loja de jotas do Coracao de Ouro a. 2 D, ra do
Gabap,
Compram-se diarios para embrulho : na ra
do Rarao da Victoria n. 3.
VENDAS.
Precisa se alugar urna casa as vsinbanca
das offifinas dos tnlhos urbanos de Apipncos, pre-
fere-se que tenba agua e gaz dentro : a tratar na
estacao do Recifp. _________^__^
AMA
Precisa-.-e de urna ama forra ou escrava que
saiba 6ngoromar e fazer o servico interno de urna
casa de familia : a tratar no Corredor do Bispo
no 23, ou na ra da Cadeia do Hecife, anaazem
n. i.
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5.
o
MDANCA.
los Marques de Airosa Braga faz sciente a seus
freguezes, que mudou sua fabrica de calgados que
tinha na loja do sobrado n. 21 do largo do Corpo
Saot*.., para o l andar do mesmo sobrado, onde
pode sur procurado a qnalquer hora.
Offerece-se urna senhora habilitada para cui-
dar da edneacao primaria de alguraas meninas em
algum engenho perto desta pra^a : no 3 andar
do sobrado n. 36 iia ra das Crnzes.__________
Criado
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos para
criado : a tratar na ra do Rosario n 22, segun-
do andar.
CONVITE
0 Costa da ra Duque de Caxias n. 42,
toma pelo presente a liberdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o hon-
raram e continuam a faze-lo com o concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de que nao deixaro
de agradar-se, nio s de seus gneros,
como do tratamento e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACO
Uvas verdadeira Feral
Amexas secas.
Peras.
Macas.
Vinlio do Porto de diversas quadades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
dero vinbo de pasto, dito verde da me-
bor qualidade possivel-
Queijos flamengos empellicados epratoo
melbor 'que tm \ indo a este mercado.
Ervilhas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
BolacbiDbas de especial qualidadede to-
das as marcas conbecidas.
Manteiga ingleza e franceza de Ia sorte.
GNEROS DO PAIZ
Doce de goiabi em latas
Quijos de Minas muito frescos e de boa
qualidade.
^HHn.i
ptre oujoo sdoti-
jjosse e)9|diuo3 e pa.\iajdj jinf a|ddajs
saoqg pun sjoogr
S93Z11S
opsDJOiu on 03S3JJ sieui
o jos jod |8,vepn0uiuiooaj[ sitm u
es-opaeoioi 'ipiino zo\ia\ joduA ".jad
'fiylW 9 J^ins aiueouqifj sop Hiunni|d
-ijuud 'i>opt|eo ep oiudujpjds oid|ui a ,
uin jaqaaai ap qeje eu' oanqnd ue o j
S08JUJB snas b ediaued as :p e|dda)^
opueuja^ ojuauisaiaqjse oap ouop q ""rj
Aoy KnjBjo.jmo
oe "n viuoidia va vava oa v.ia I
op&mop ram^dSJoq Ql
oaviivo
DO DISTlN TO.
Corpo patritico de lanceiros
0 BAZAR DA MODA tem recebado ultima-
me,nte um grande e especial sortimento de
todos os objectos proprios' para este fim
como sejam:
PARA SENHORAS
Gazes florentinas de lindas cores, o co- -Sabonetes inglezes a 600 rs. e.
vado 2(5(000, e outras muitas fazendas pro-
prias, e de bom gosto.
as mais ricas sabidas de baile a 40# e
450000.
Os mais bellos e elegantes bourous de
grande novidJde a J6i5000.
Mantas de ISa e seda em ponto de ma-
Iha, e amitos adornos da moda, de 6# a
150000.
Pelicadissimos sintos de Ol com lindos
enteites de bellissima phantasia a 800''.
Gollinhas e punhos de grande varie-
dad.
Corpinhos de cambraia, enfeitados de H
a 5.J0O0.
Lovas de peluca muito fresca, grande sor-
timento, e muitos outros artigos proprio
ao fim, tanto em fazendas como em miude-
zas e perfumaras.
PARACAVALHEIROS
Gravatas brancas, no que ha de mclfaor,
cotn laco e para dar laco.
Camisas de linho'muito finas, simplemen-
te bordadas de muito goste 70590,
Collarinhos bordados e lizos.
Luvas fresquissimas e grande sortimento,
ludo se vende o mais commodo possi-
vel.
los Oe Souza Soares CANTARA DE LISBOA.
Soleiras, hombreiras e capiteis : a tratar no
armazem da travessa do Corpo Sauto n. 23.
HTTENCO
Vende-se a armacio e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, muito propria para qual-
3ner principiante : tratar no sobrado por cima
a mesma.
ATTENCAO
o
Na ru larga do Rosarie n. 44, Io andar, vende-
se urna grande estante de amarello, e as obras de
direito e de litteratura dos seguintes escriptores :
Donoso-Cortez, Andr, Monte, Gousset. P. Bueno,
Guisot, Tbiers, Lagrange, Mackeldey Waldek, C.
Autran, A. Herculano, Garrett, C. Bastos, J. de
Alencar, P. da Silva, Macedo, Alvares de Azevedo,
G. Das. Casimiro de Abreu. V. Hugo, Peletan,
Magalhaes, T. Ribeiro, Vieira, Castilho, M. de
Marica, Varella, A. Dumas, Ressan, P. Alegre.
C. C. Branco, e mu as cutras obras em perfeito
estado e p; ia travessa da rna
das Crnzes n, % pri-
mei'G andar, da-se di-
nheiro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qual for a qaan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Antes que seacabem.
Medalhas de prata mac: Gr: 30 : vende se na
ra larga do Rosana n. 34.________________
Vendem se algumas casas terreas as fre-
guezias de S. Jos e Boa vista : a tratar na estra-
da de Joao de Barros, primeiro sitio cora grade e
portao de ferro, ao lado direito logo ao entrar da
Soledade, das 5 horas da tarde em diante.
Farinha de Mag
Ra da Praa, travessa do Carioca n. 2, vende-
se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des, pre<;o de 6000 e 600 para ac
.bar.
Joaquim Rodrigues Ta- S
vare:- de Mello, S
TEM PARA VENDER X
era seu escriptorio, prac;a do Corpo Santo S*
n. 17 : B
Fumo ein folha m
de 1* e 2* qualidade, e vende um "u mais >Q
fardos a vontade dos compradores. yj
Cal de Lisboa
ultima chegada. ***
PotassadaRussia.
Farinha de nsaadEoea.
Vinho Bordeaux. 8
de 1" qualidade. Tudo de vende mais .**
barato do que em outra qualquer pana.
Bival sem segundo,
RITA DUQUE UE CAXlA* \
(Amiga ra doQueimado)
Contina a vender iuito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta maito bo. .
Tesouras finas para nnhas e coi tu-
ra a.......t
Papis lo i.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de la para bordar (e todas
as cf.,es a ....... .
Carritds de linha Alexaudre a. .
Frascos com azeite para machinas
Gravatas de cures muito tinas a .
Grozas de botes madepersla li-
nissimos a.......
Novello de linha de. 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteirosr com tinta prela a80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a. '.......
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b-nitos a
Duzia de sabonetes muito fino u.
49
120
500
60
1,5000
jffOOO
100
500
800
500
60
000
240
400
200
200
5(0
240
500
720
1,5200
500
500
40
240
400
15S00
700
tU<)
240
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo b;iboza a, ....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma asnino muito
superiores a.......
cartilhas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha sertidas de todos os
nmeros a.......
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha franceza superior
qualidade a.....'. 2^400
Caixas riii palito do paz ,t. 20
i Mi ISP
A ruado Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RA DO QEIMADO)
Recebeu sepilite :
Espelhos grandes dourados, moldas bonitos.
Carleiras, cliaruieiras e porleigarros de muita>
quadades.
flonitas pastas para papis, simples e matisadas-
Boas eaixas'NMM para costura con sua compi-
ten le chave.
Delicadas caetas de niarfim com o bocal de
prala.
Modernos pentes de tartarnga, sobresahindq en-
tre elles os mimosos telegraptaett.
Commoduj toucadores com duas gavetas e bc
espelho.
Pyrt h)ui|uet, o que de melhor'tem appare-
cido.
Port relogios de maltas quafidades.
Bons talheres para crianrjs.
Vostuarios, chapuzinhos, tou:;.;, sapatos e meiai
para baptsadns.
Toalhas e fronha^ de labyrintho.
Chapeos ecliapelinaspara.-enhra, moldes nove?
e bonitos.
Chapoziuhos gorros e bunets para meninos
meninas.
mtT;.! as couvujSoos as
(;rigncas
Veude-se os collares na Kova Espe-
rance, roa d<< Duque de Caxia* u. S).
* PARA TINlil CABELLOS
para pretos ou castinh s, recebe a Nova E>;e-
ranca a verdadeira tinta ioclcza.
PARA ACABAR CO.. RDAS
on pannos, tem a Nova Espranos o verdadeiro
leile de rosa* braneas.
ai,::a BE FLOR DELARANJA.
Vende-si' na Non Esperanja, ra do Duque d*
Casias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-6B ROLOS .
recebeu-os muito Irados a ova Esperanca, ra
do Duque de Caxias n. 21.
PARA AMACUR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca s sabonetes de pos de
arroc.
Vende-se vma machina de costura, uraa ca-
ma de casal em meio uso : no Corredor do Bispo
n. 55. Na mesma casa troca-se orna linda iraa-
sem de Christo.__________________________
ATTENCO
Vende-se, com os poneos fundos que tem, a ta-
berna denominada Pedra Marmore, sita ra Di*
r^ita n.4 ; a mesma est collocada n'um bom lo
cal e tem umita freguezia : trata-se na ra da Ma-
dre de Dos n. 34.
Vende-se um carado de sella bom andador,
e serve tambera para carro por ser grande e muito
novo : a tratar na ra estreita do Rosario, I. ja de
relojoeiro n. 4, das 10 da manhaa s 3 horas da
arde.
Precisa-se de nma ama para cozinhar era
casa de familia de tres pessoas : na roa de Hortas
n. 94, sobrado.
------------------------------
iPILULAS
DE PEPSINA DE
PHc.o ? Rut we
[Owwm ; F. MALRER Cu, t* Pernambw; JOS BELLO, w Porto
SILVA LOPES, m Baha; FERBEIRA et C', tm Marankao.
BRAZ1LIAN STEET
Raway Company (Limited)
Attenco
Tendo apparecido ltimamente bilhetes
falsos recommenda-se aos Srs. negociantes
e mais pessoas que os costomam receber
como dinheiro que nio os acceitem mais se
nao as estacos, para evitar perda* e pre-
venir assim a falsificaco, cojos autores a
companhia procura fazer punir pelos meios
leg-es.
Escriptorio da companhia, 2 de setembro
de 1870.
WHliam Rawlinson.
Gerente.
Aluga-se uiu sitio com boa casa de nvenda
e grande quantidade de arvoredos de fructo, en-
tre os quaes boas laranjas de umbigo, sapotis,
5-.,no larno do chafariz da Passagem da
lagda-lena : a tratar com o seu propietario no
sobrado da exquina que volta para os Remedios
M- ____________._________--------
Arecisa-se de nm caixeiro de 14 a W anuos
de idlro para taberna : a tratar oa ra da Gloria
n. W.
Muita attenpo
O Campos da ra do Imperador n. 28 acaba
de receber em seu armazem, uraa partida de se-
ment* de hortalica que passa a mencionar as
quadades e precos.
A saber :
De salsa, a 60 reis a oitava.
De coentro, ideen..
De repolbo, idem.
De ervilhas brancas, a 600 reis a libra,
De ditas tortas rouxas, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reis a oitava.
De pepinos, dem.
De feijo ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dito amarello, idem.
De dito meia-cara, idem. ,
De dito cor de ganga, idem.
De tomates grandes, a 60 reis a oitava.
De eijo de 7 annos para grao, a 400 rs. a libra.
De fdito de 7 annos rxo, idem.
De espnaifres, a 60 rs. a citava.__________^^
Sal do Ass
A bordo do palhabote Garibaldi, ancorado em
frente ao Caes do Ramos : a tratar com Tasso Ir-
mos & C, rna do Amonra n. 37. ___________
Vende-se urna parte de urna casa de tres
andares : trata-se na ra Nova, loja n. 56.
10RC0S
Farinha de trigo ora pouco avariada para por-
eos, bois, galinhas, etc., etc., a 6t a barrica cora
6 arrobas, assim como tambem serve para pada-
ria por nao estar maito estragada : na ra do Li-
vramento n. 36, armazem Baliza._____
Potassa nova di Rassia a 200 r.-. a l ra.
Cal de Lisboa.
Cera em velas.
Dita era grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
iDito de dito bom dem.
Dito musiatel de diversas marcas idem.
Dito tinto Palmella superior idem.
iDito dito Vermoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito branco Carcavellos idem.
Dito dito Rucellos idem.
Caldeiras de ferro fundido para engenhos:
No escriptorio de Oliveira Filies & C ao largo
do Corpo Santo u.,.19.________,_____________
Ningaem contesta
Que o Cinpos da ra do Imperad ir, n. 28, po-
de bem servir aos amantes do bu.m. pois que o son
armazem se acha bem prvido dos raelhores e mais
bem escolhidos gneros alimenticios.
O Campos limita se a mencionar o segumto :
Presuntos inglezes e portognezes
Biscoitos, boacbinhas e bolinhos.
Conservas inglezas e francezas.
Salchichas e salchichoes com tubara-.
Diversas conservas alimenticias.
Salmn e lagostas em latas.
Licor eslomacbico e digestivo aya-puna.
Toncinho inglez para lunch.
Ervilhas francezas e poriuguezas.
Camaroe- secaos do Maranhao.
Doces linos, ralados e em caidas.de goiaD.
etc., etc.
Charapanha dos raelhores fabricante-.
Vinhos-maduro do Porto, ditos da 1-ignoira,
verde e palhelo, pelos ltimos vapores
francez e brasilero.
Queijos de Minas, de prato e flarnenfr.>>.
Uvas de Alicante-sao um torrao acucar
O Campos garante a superiondade de, gneros
cima descriptos
E aiiem dnvldar venhs ver.
Cal nova de Lisboa,
llegada recentemente no vapor Gladiator, tem
_ ..__ ___ fi_.._l_l<>__i Holli'uii JO
IIPPP M
lilllllii^Ji iift
para vender Joaquira Jos Goncalves Rellrao,
!o- _ii.ninrn i rna do Commercio n. i/.
en escriptorio, a rna
LAGEDOS PARA CALCADAS.
Vendem loo do Reg Lima Hh) :
do Apollo n. 4.
a rna
Cal nova de Lisboa
A 50000 o barril.
Na ra do Brom n. 80. .
Atteneao
Vndese urna canoa j velhai de carregar tijo
los : a tratar na ra Direiia n. 101.
Pechincha
Vndese pennasde ema, cera de carnauba,
farinha e feijao em saceos : na ra da Ma,dre de
Dos n. 5, 1 andar.________
Para a Testa do general.
SOO duzia
de foguetes do ar por menos preco do que em
qualquer parle, garante -se a qualida 'e na ra
Direita n. 53.
Saias de laa com barra de cor a o, naloes da
.arcos a U800, algodaozmho com i palmos de lar-
gura a o a peca com 20 jardas, chitas proprias
para casa a 240 rs. o covado, laa escura a KO rs.
o covad.): na rna do Livramento n 10.________
VINHO DO PORTO.
Vinho do Porto fino, de diversas marca?,
para Vender Jlo do Reg Lima & nio,
esviptorio ra do Apollo n. 4________
tem
Ultimo gosto para
as senhoras.
Chapeo- de palna para as sen
moda, segando os Uguriuos chegad<
Rija N'fva u. 56.
Sahiram luz
As ras em contradanqa.
Linda quadrilha para piano por Cois ilbo,
Flur da Boa-vista, valsa: a venda no grande ar-
mazem de pianos e e msicas de Azevelo, ra
Nova n. II, boje ra do Barao da Victoria,
N. t. Roga-se aos Srs. assignantes de m.nda-
rem buscar as pegas de suas assignaturas.
Ultimas poblicares da imprensa nacional
de msica.
R. 1. Pfano. Annetta, polka brilhante, por 1.
Smoliz, 2*000.
N. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por Colas
Filno- ** .,u
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
, 500.
N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazurka, por Ma-
ntee B. Zucchi. 1IT.
5. 5. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
*** l.
N. 6." Piano, La Grande Duches, polka por Lu-
den LamBert, 1*. _, .
N. 7. Piano. Carmen, Anita, La Playera, 3 pol-
kas dos cavallinhos, il.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, po
E. Oasalbore, i. ___. _
N. 9. Piano. Santinha, Marcea, 2 valsas dos ca-
vallinhos, 1*000. _,
JN. 10. i'ianr. Chant D'Oiseaux, polka, por t-
Casalbora, 1. _
1. II. Piano. A fl6r da Doa-visU, valsa, por
Jos Cocino da S. A., 15.
N. 12. Lagrimas d'Aurora, Mazurka, por J. J.
P t
Tk. 13. A estrada de ferro, quadrilha, por lien-
rique Albertazii, 1|. ,___..
N. 14. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, pnr Oennaro Arnaud, 1*.
N. 15. Canto. MarU Aria, para M. S. M aqqari
tntf amor, de Flotow. -__*m_ _,.
N. 16 As mas em contradanza, quadrilha, por
Colas Filho, 1#. ;___________________
As mopas do Eecife,
Avisar as Exmas. Sras desta capital que na
ra do Vigario n. 26. 1" andar, escriptorio, ha
um variadi>siiro sortimento de rendas e bicos di
vracatv m se veudem pelo preco> mdico
d'aqm suas es-r
a contento serem exaroi-
j__________________L_________
triaha demiiho
rinha de miih
| tr'ora: a tratar com os consignatarios Amornn
Irmos & C, ra da Cruz n. 3.


6
Diario ds Peniambuco Sexta fejra 23
de Selembro de 1870
I .
t


GRANDE
BAZAR DO PAVAO
60-MJA DA IMPERATBIZ-60
- PEREIRA Di SILVA & t
Neste imocrtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sfftfcanW da'fttendas domis
apurado gosto e todas de primeira necssidade, que se vendem mate baratas do que em ontra qjtft^rer-part, vuto tos socios desta firma, adoptaran o systema de so venderem .DINHEIRO ; para poderem venderpsto costo, limitando-se apenas
a ganharem o descont ; as pessoas que negociam em pequea esca'a, nesta loja e armazem podero tezer os seos sortimeatos
pelos mesmos precos que compram as casas inglezas, (importadoras) apara maior comsaodidade das Exmas. tamil as se daro
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam emsuas casas para escolherem.
PECHINCHA EM CASEMIRAS A 40000. CORTES DE LA ESGOGEZES 60000
Vende-se bonitos cortes de 13a escocezas,
vindo cada om em sen papel, pelo barato
preco de 0OOO.cada um; no Razar do Pa-
vo.
ORGANDYS RRANGO E DE COR
No Bazar do Pavo veode-se os mais
bonitos e muito fiaos organdys com listas
por menos de60; grande largas e miudas 10000 a vara, ditas lisas,
fazeoda de muita phantasia 800 rs. a vara,
No Razar do Pavao fe-se urna grande
compra em um leilo, das mais finas
oasemiras inglezas que tem vindo a es-
te mercado, tendo cores claras e escuras,
todas com padroes serios, oroprios para
calcas, palitos e colletes; vende-se a 40000
o covado, o qae em outra qualqaer parte
nao se vende
vanta^em.
RRINS DE LINHO DE COR A 1*200
No Bazar d" Pavo, fez-se orna grande
compra de paros brins de linbo, muito en-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padroes miudiahos; garante-se que nao ba
barrella que lbe tire a cor, e vende-se a
1)9200 o metro desta excedente fazenda.
MADAPOLO FINO A 6*400 A PEQA.
No Bazar do Pavao veodem-se pecas de
maadapolo fino de muito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 varas cada peca,
pelo barato preco de 6*000, por se terem
comprado um pouco enxovaibadas ; pe-
cbincba.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
0 Razar do Pavao vende muito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamaccadas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen-
da que em qaalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vao.
TOALHAS A 7*500
No Razar do Pavao fez-se urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se senderara a \l2*000, e li-
quidam-se a 76500 a duzia[ou a 640 rs.
cada urna, boa pecbincba.""
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavao vende urna grande porco dos
mais bonitas cbaposinbos de palba da ta-
fia proprios para meninos de todas as Ida-
des, sendo cbapos qae valem 5*000 e ven-
dem-se a 20000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINH0S
200 RS.
O Pavo vende chitas ou riscadiohos miu-
dinhos cor de rosa e rxinhos, proprios
para vestidos e roupas de cranlas a 200
rs. o covado. Sao muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Cbeyou para o Pavo o mais bello sorti
m Gto das mais brilbantes lasinhas claras
com bonitas palminbas, de seda; tendo lar-
gura de chita franceza e vende-se a 10000
o covado grande pecbincba.
ALPAGAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
Vendem-se as mais modernas e bonitas
alpacas matsadas com palmiohbs, moito
proprias para vestidos de senbora e i me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cnegou para o Bazar do Povao um gran-
de sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qae se veodem de 10* 00 al 2O*)00 o
par. asim como o melbor damasco c.-im 8
palmo le largura a imitacSo de damasco
de seda, proprias para colchas, e propria-
mente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado. .
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
quanti lade das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de todas as cores e at
forta-cr ; fazenda que maguera vende por
menos de 2*400, e liquida-se a 2*000 cada
coado; sao moito baratas.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se um sortimen-
to completo dos melbcres setins e grosde-
napies de todas as cores, qae se vendem
muito em conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO
VADO
No Bazar do Pavo vende-se um elegan.
(e sortimento das mais bonitas poupelinas
de 13a com lista1: miudinbas, sendo todas
qnasi de orna s cor, 400 rs. o covado ;
a baratsimo.
GRANDE PE CHINCHA EM LASINHA
A 640 RS.
N) Bazar do Pavo fez-se urna grande
comnra de lasinha para vestidos, sendo de
muito b'a qualidade, urnas com listas e ou-
tras com mwclas, e muitos largas, qoe com
poneos covalos se faz vestiio e liquida-se
440 rs. fazeoda que sempre se venden a 1*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FURTA
CORES A360RS.
Vndese am bonito sortimento das mais
brilbantes alpacas escaras Carta cores,
sendo muito encorpadas e ten lo am brilbo
como seda, liqaida-se pelo barato prego de
380 t. o covado por se ter feito ama gran-
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
No Rarar do Pav3o vende-se om elegante
sort ment das mais lindas poupelinas de
ditos d cores, finissimos padroes, ioteira-
mente novos 800 rs. vara: peshincba.
GROSDENAPLES PRETOS
Cbegou para o Bazar do Pavio um gran-
de sortimento dos melhores grosdeoaples
pretos que tem vindo ao mercado, que se
vendem de 1*600 at 5*000 o covado ;
sao todoa muito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pavao vende-se um grande
sortimento das melhores cambraias brancas
transparentes, tem de 3*500 at 10*000
peca, ditas suissas finissimas com 8 pal-
mos de largura a 2*000, 2*500 e 3*000
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a mais fina qae vem ao mercado;
tudo isto se veode moito em conta.
MANTELLETES DE FIL
No Bazar do Pavao vende-se modernissi-
mos mantelletes ou basqoinas de fil preto,
:om lago, pelo barato prego de 10*000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SALAS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavio vende-se bonita fazen-
da branca cncorpada para saias, sendo gom
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento da saia, a
qual se pode fazercom3 no 3 1|2 metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tambera no mesmo estabellecmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada ama, ditas de lia de
cores *j promptas amas com barras dlffe-
rentes, da mesma fazenda 4*^00 e ontras
com barras bordadas 6*000 e 7*000,
todo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENQES.
No Bazar do Pavo vend-se o melbor al-
godiio-inho americano enfestado para len-
ges, tendo t liso e entrangado por prego
muito barato'.
ESPARTILHO.
No Bazar do PavSo recebeu-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e melho-
res espartilbos, que se vendem por prego
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Razar do PavSo recebeu um grande
sortimento dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balango sofs,
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
Lasinhas tranrparenles a 500 rs. covado
O Pavo receben um bonito sortimento
das mais elegantes ISasinhas transparentes
proprias para vestidos, qae vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavao vende-se sujerior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a l*80u o metro, dito de linho com a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linbodo portocom 3 1/2 palmos delargura
de 720 al i* a vara, assim como um grande
sortimento de H-.mburgo ou creguellas de
todos os nmeros, pregos ou qaalidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnalqner p*rte; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalbade trangado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto mufto barato.
Baldes regaladores a 4*0i)0 1*100 e 5*001)
Cbegaram ao Bazar do PavSo o mais bem
feltos baloes reguladores, sendo de fusto
a 4*000, ditos' de musselioa a 4*500, di-
tos de lasioba de todas as cores a 5*000,
todos el les sao niui'to baratos.
Panno preto muito barato a 3*600
O Bazar do Pavo recebeu urna grand
porgSo de pegas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, que sempre se venden a
5*000 o covado e pode liquidar a 3*600,
por ser urna excedente compra,
BAREGES A360RS.
No Razar do PavSo vende-se um bonito
sortimaoto dos mus lindos bareges lista-
dos para vestidos, qae valem muito mais
dinheiro e liquidt-se a 360 rs, o cova-
do, ditos moito mais finos com listas a 400
rs, estes bareges sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande pecbincha.
GURGUROA640 RS.
No Razar d i PavSo vende-se om bonito
sortimento dos melbores gurguroes de 13a
laa com os gostos miudiahos sendo quasi' para vestidos sendo om< linda fazenda,
orna f cor e con muito brilho, piebin- muito leve, meia transparente e muito (ar-
cha b 40>. rs. para acabar.
CUTAS A20RS. O CORTE.
No Bazar do PavSo vndese cortes de
ta miudinbas, sendo rocha e cor de rosa,
tendo 10 covados cada corte a 2$ veode-se
a retalbo a 200 rs. o ovado, pochincha.
CASSAS A 200 R5.
No Bazar do PavSo liqoida-se urna por-
de cassas franeexas miadas e graudas.
ga com furta cores e liqaida-se a 640 rs.
o covado por se ter foito grande pecbincba
na compra.
COBERTAS A 3*
Vende-se ceberas de chita encarnada
adamascada a 3* cada' urna, pechincua.
CORTES INDIANOS A 435 0.
No Bazar do Pa 3o vende-se benitos cor
les iniianos ;om duas saias pe o bara-
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bazar do PavBo vende-se am bonito
sortimento com todos os tamanhos das me-
lbores camisas, de flaoella de laa, com
mangas, tatito proprias para boa eos como
para senhoras o veode-se a 3*000 cada
urna, e qoem comprar de meia dnzia para
cima ter om batimento, Sao de muita
utilidade. WMB
Granoe pecbiieha tmm tafiaxa a 4 e 4*500
No Bazar doPavao fea-seuma'graiide com-
pra em leilo, de finissimas camisas ingle-
zas com peltos e punhos de linbo, sendo
com collariohos e de todos os nmeros a
4*000 cada rima, ditas sem collarihos,
porm fazenda flniSima a 4*500; gran-
de pecbincba.
CAMISASBARATAS a 2*800,3*000 e 2*600
No Bazar do Pavo vende-se urna gran-
de porco de casemiras mscladas, muito
encorpadas a 2*800, ditas finissimas com
msela de seda a 3*200, ditas modernas
de qaadros, fazenda de moito gusto a
3*600 o covado; aproveitem.
TAPETES
Cbegou para o Bazar do PavSo O mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
os, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em odtra qnalqoer parte.
COLCHAS BRANCAS A 3*200,5*500 E 7*
Para o Bazar do PavSo cbegou om gran-
desortimento das melhores colchas de fns-
t5o, s^ndo das melbores e mais e corpada?
que tem vindo, a 7*00:', ditas om pouco
mais abaixo a 5*500, e ditas a 3*000;
tambera no mesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortimento da detones e chi-
ts, proprias para colchas, que se vendem
muit em conta.
GORGUROES OU POUPELINAS DE SEDA
A 2*000 CADA COVADO.
Chegtu para o Bazar do Pavo um ele-
gante sortimento das verdadeiras poupelinas
de linho e seda, com os mais modernos
gostos, que se vendem a 2*000 cada covado,
o que em outra q alqoer parte nao se ven-
de por menos de 2*500, previne-e que nao
sao algodSo e seda, como ba muitos; mas
sim puro licho e seda ; sao moito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Razar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico om grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas com peitos d'algodSo e de linho,
para todos os precos e qualidades.
Ceidas de linho e algodSo.
Meias curtas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Caigas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
pregos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com preslesa
aceio qaalquer pega de obra a capricho
ou gosto do freguez, taudo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qar brancos, qur de cor; e quando qaal-
quer obra nao ficar inteirameute ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO "
Cbegou para o Bazar do Pavo nm elegan-
te sottimento de chales de merino de cores
muito bons com padroes muito decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno qae tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por prego muito em conta.
BABAD1NH )S
No Bazar do PavSo vende-se um grande
sortimento dos mais linos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porgSo de ntremelos largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em conta e mais barato'do que em outra
qaalquer parle.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo veode-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinbas retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com sal picos.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas Usas.
Ditis lavradas com branco.
Merinos, cant-*, bombazinas, que so
vendem maisbaratj do que em outra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do PavSo vende-se chitas pre-
tas inidezas com salpicos 200 rs. ocovado,
d russas, 42) o covado ; pectaiBcba.
0 proletarios d este importante esta-
beliecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de se darem sempre ao trab^lbo de lerem
os seus annuncios, peU raza de muitos
d'elles serem muriad s amm ladas vezes.
CACHE-NEZ A 6*000.
No Razar do ua5o vendem.se bonitos e
grande* cacbi-nez de pura iSa, pelo bara-
to prego de 6*000 caua am.
A, ITova speran Sl-Stia Wuqn las-I
Quando a. NQ VA-SPERANCA faz os seus
iMos tfpntlo seos frtgtrtm e a
todos em geral o grande sortimento e su-
perioridte de *eos bjectot nao com vis-
tas de atrair a attencio de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despoe,
e sim para scientiflear (a interese de todos)
a qualidade de seos objectos os qoaes bSo
sempre de apurado gosto e perfeigSo; tor-
naodo-se quasi indispensavtl para aquellos
apreciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Efcperanga, pois qoe ella capricha em re
ceber constantemente, o que ba de melhor
^relativamente a sua repartigo: o qae se po-
dar verificar quando em qoalquer reuaiSo
d pessoas (amanies do xiqoe.) v-se am
bonito enfeite em um benito vestido, um
aroma agradavel eseapar d'um alvo lengo,
um moderno e rinde lago, um dilicado ra-
mo de Anas flores, ete, etc, todos olhamse
reciprocamente e diaem com sigo (e as ve-
-zea uos aoa outros) estes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANQA: realmen-
te !!!! procurar descrever em annuncios os
artigos que contem dita loja, seria trabalbo
insano e nunca o fariamos com aquella
graga e perfeigSo com que sSo elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente,
visitrem-na para ento ticaram intei-
rados do que ba ex posto na mesma loja.
11 lili a Duque de Caxla*1
0 um ptimo terreno murado, pe- &
X dras, solaras, vergas, cepos, etc.,
[ para edificacSo de urnas quatro ?
* casas.
A viuva do fiuado Henrique Jorge ten- J
do receido em partilha pelo jaizo de or- ,
_. phios beos para o integral pagamento
0 das dividas restantes de eu casal, vende
g o etcellente terreno f jreiro, morado, na ,
22 travessa da Concordia entre o sobrado do
Q r. Beltrao e a carreir de casas terreas
do lado do sul, comprehendendo ua venda
g^ as meiacoes dos dous oiiSes, entre os
9 qaaee est simado o terreno ; e bem as-
mt sim orna dotcao de peoras de varios u-
5 manhos e qualidades, proprias para edifl-
9 cacSes : o que tudo pode ser visto e exa-
minado pelos pretendentes no lugar Indi-
cado, qualquer hora, nos das uteis :
a tratar na ra do Qaeimado, oa Daque
de Casias n 28, t andar, das 10 horas
da manha s 2 da tarde.
Quando t AGUU BRRNCA, mais precisa scienflcar ao respeitavel publ
Oa, da immensidade de objeos que ultir
te tem recetado, justamentefquando ella menos o pode fazer e porque essa falta
Imitara ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderSo e rel
continuando portante a dirigirem-ae a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA i roj do
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em sortimento de superio
qualidades, modicidade em precos e o sea nunca desmentido AGRADO E SINCL.,
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de qne a AGUIA BRANCA]
dispr, empregado apezar de seos cusios no desempenho de bem servir a aquellos
bonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem en,
rar os objectos que por sua natureza sSo mais cpnbecidos ali, ella resamidWlMte .
cara aquelles cofa importancia, elegancia e novidade os tornam recommendivtU, eomo
bem saja :
Corpinhos da cambraia, primorosamente
enfeitdos com flts de setinve obras essas
euja novidade de molde e perfeigSo de ador-
aos os tornam apreciados.
Fitas mni largas da diversas cores e qaa-
lidades para cintos.
Loques oesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qaalidades, crese desenhos, tal
o grande e variado sortimento qae acaba
de chegar, mas para nSo massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Goipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
rla.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas pura meninas.
Grandes ortimerrtrj de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de lite,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pteel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dounAoa
pan circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderegos e brincos de madreperob*.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesooras para frisar babadinbos.
Aspas para balso.
Novos .stereoscopos com 48 vistas, aa
quaes sao movidas por um marbirdmo
amas substituem as outras. f
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitdos om
pedras.
Ditas de madeira envernisada com viipo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinbas de fil, sapatinhos bordados criangas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordada para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
*^ ** mm
VERDADEIRO LE ROY
de sicnaaET, Doetenr-Mdedn
Ba de Seine, 51, l PAIUS.
Em cada garrafa. Tai, entre i rolhae o papel azul
qoe lera o meo Jinete, um rotulo impresso em ama-
relio con o Sillo Imtul do otrno niaccz.
N.B. Rmtt-
tendo-teumalettra
de 500 francos so-
bre Parts, aceitare!
a 60 dias de vista,
ao m.ixtaio.gora-se
doibaUmentoedo
Mior descont.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por prego raaoavel : no armazem de
Manoel Teixeira Bastos ra do Commercio n. 13.
Farinha de mandioca.
Vende-se aperior fariuha de mandioca, vinda
do sertao do Gear, em saccas de 2 1(2 e 3 al-
queires cada sacca. por prego mdico : ra do
Vigario n. 14, escritorio de Jos Lopes Davim.
Vende-se
Caixlhos para janellas, portas e ripas.
Vendem-se 27 caixilnos para janellas, comple-
tos, assim como portas para o interi ir de qualquer
casa, tudo em bom estado e por preco commodo,
bem como 700 ripas de emberiba : a tratar na
rna do Imperador n 55, 2o andar, ou no Caldei-
reiro na casa em concert junto a estaco do ca-
rainho de ferro de Apipncos.
Fechinchas novas
Loj
NA
i/ Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de il. Gnimares.
Laas para vestido, fazendas todas novas, cova-
do 200 a 500 rs.
Cambraias de cores francezas para acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e claras cores fixas, covado 240
a 360 rs.
Lia Amelia, fazenda nova, covado 600 a 600 rs.
Bnm pardo trancado, boa fazenda, metro 500
aSOOrs.
Peca de algodao e madapolao, cambraias trans-
parentes e victorias, precos muito baratos : na
ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria franceza.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade superior
e vendem se em caiza ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na ra da Cadea do Reeife n. 51. (' andar.
VasS'>nrasde piassaba.
Vendam se vasseoras de piassaba arquiadas de
ferro e muitu bem feitas ; na roa do Imperador
n. 81, armazem.
Armapo.
Vende-se urna armagao de araarello com
baiedes: na ra do Barao da Victoria n. 2,
tr'ora rna Nova).
dous
(ou-
que se vendem pelo bantissim; tissirao preco de 405 JO cada um, pe-
preco de 2jO rs. ocovado para acabar, chincha.
0 Bazar do Pav&o sito a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da noute.
Velas.
De carnauba todo preco, para liquidar : ven-
de-se no escriptorio da ra do Vigario n. 26, 1
andar.
PARAOS BIM10S
DE
OLINDA
Lindos costumes de ISa enfeitdos pro-
prios para banbos, ebegados pelo ultimo va-
por, vendem-se na loja do Barateiro a ra
da Imperatriz n. 32, pelo baratissimo preco
de 150000 II!
I 0 COLLA
lN.ARlADOCMGiN.a
1 AM1M HiK l
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prta de le faquei-
ros, coFheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras Anas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
8
m
8
8
8
uaiii uuiuur
Lonrenco F. Mendes Gnimares
RUADA IMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, ama .te da economa, visi'arem a.
hja da roa da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolao enfestado a :i:>5001 Para liiuidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 5^000, 6tu00,'
CJ500, 7,^000, 85000, 90OO, e I0,J000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
para calcas a 4)5000, 50000.
Para liqoidaco vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
pira escravos a 160 rs, o covado.
Na ruada Imperatriz vende se cbailesde
merino estampados e de barra
*5500 e 3iJki00.
Arara vende cortes de casemira preta
pira calca a 30500, 40000. 50i 00, 60000,
70000, e 80000.
Para liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 20000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60)00.
Na rqa da Imperatriz vende-se cobertores
d algodo a 10400 e corbertas de chite a
1<1500.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de bomem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro venda percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende laazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
OGuimaros vende mursulina de cor
para vestido de Sras. a
di'a branca a 500 rs.
O Men es vende fusto de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O Lourenco vende caSsas uas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de, lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o c ivado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovadi, itas initisa-
das a 640 rs.
nho e algodo a 10800 o metro, dito de
linho poro a 20300, esta fazenda pro-
pria para leucoes e toalbas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fr?caza
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vsi^
dos a 20300,20800 e 30200 o corte par
a 20000,' liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a 20500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de colla- inhos de pa*
pe a 240 rs. para acarear.
Arara vende lasinbas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 3#00, 4*5, e 50, pro-
prio para calsas e palitos por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo Darato preco de 160.
cadaura.
Grande liquidaco de roupa frita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 20.
Vende-se ditos de ganga para hornera
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo oran-
4i0 rs. o covado,; eos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Ven Vende-se ditos de meia casemi- a a 25oQ
Vende-se calcas de algodao azul a 500 rs.
Vende-se dita de algo'io de listras a 800rs
Vr-nde-se ditas de brim pardo 20,14600
e 20500.
Vende-se caigas do casemira de core
a6080.
OLEO
DE FIGADOS FRESCOS
DE BACALHAO DE
PHC. 2 Ru Castiglione Pars
to j P. MAURER et C", Pernamlmeo; J08E BELLO, Port dUf
SUATA LOPES, im Baha; FERRE1RA et C", o* Staranhto.
MOSTAfQAi
i]
ADOPTADO
NOS HOSPITAES DE PAR1Z AS AMBULANCIAS
HOSPITAES Mil ITARES NA MAR1NHA IMPERIAL
FRANCEZA E NA MAWNHA r rZA
c O problema resolvido por M' Bjgouot com o ais fcik resoltado na compoco desta
ptpof foi cossorrax mottara todas uMMfMyMff, oteead ea por fastentes,
e com facilidede tan efltito decisiro qod s/ns*4e P*ct
de Bedicamentos. (A Bouckordat tlumwii '**f2Sp***"2u* H88
Bxkjlr a urinrattm ao tado, por roe a'SAatoictti,
PARS, Am Tkm^-TmpU, W.
em pocs sanana


Diario de Periiamimco Sexta eira. 23 e Seteiubro de 1870.

1
Farinhi
muito superior. deMMMa ei
xem *> Rr. Anps* mfto-
do caes dos vapoiw no forte d>i ataltns; vern
m ajqueire*, a tratar coa Bernardo Joi de
Araujo no armazem do Sr. Annes defconte daal-
faodfl
n. II,
roa do largo ili> Arnpar
nadase grande qnlrrtal, .ui proprio : a trai;
Itecife. roa da mim-n. Wl.
'I Uli.i,
Deposita 4e charutos
naos.
BA BAHA E DO HUi.
Jia roa do Mrquez de Oliada i.. Vi), eseriiite-
rio de Cunta ? M.uui, vendu-je eiu ^r"^" as se-
guintesmarcss:
Regala Britnica.
llegaba imperial.
lUgalia Loulres.
Exposi^o de Simas.
O-oera*.
Trabucos.
UoietMs.
Depo
sito de chocolate
Monier.
P'Na rol do Marques de Olinda n. 40. en'.riptorio
de Cunha & Maula, tem stinpre para vender por
menos para cima, as sr-guintes marfts:
Santr flunlii fine.
mrftne.
par p.xcellence.
Vanillfl fine
A !#>00
O* melhores e'p.inadorf s do palha : na roa d<>
Crespn. 55, loja da esquina.
m m m
C&ggou ao antifjc deposita de H^ary Porster
c., rtt do Imperador, um carregamemo de gaj
de primeira uuajidao; o qnal se vende-em partida
a retalio por manos prwfo do que em outra. ana
ner parta,_________________. ,
o/engeooo'Camocim na tragueis de Taqnara da
provincia da Parahyba. o qaal off-rece as seguin-
tes. vantagens: exeellente p^rtr) de embarque,
atrae do engenho. grande terreno onde se pode
soltar ft engordar ioi) i: ih'H'n de gado, sendo esse
terreno urna illia rica da pasiagen* e que dispon-
a carca, muito b.us torras para -.una coraposus
somnte de barno-maSs-[. rnuito productivo de
ro?a,felj3o, milh.) e arroz, cwn granee poreao de
coqueiros em dosis pont >s diversos, perd do litoral
tres quartos de legoa, a cine i leguas da ctdade de
foyanna : quera pret ndar comprar este engenho,
dirija-se ra do Vig.-.rlo n. h, on ao proprjo
engenho.
IUIiSII
Charlos de superior quaHdade, do 10C em cai-
sa : na ra d Crmp:> n 33. loja da esquina.
Attenciio
Vesde-se a armacfio e pertences da taberna n.
11 da largo do lVrco, nauit* propria para qualquer
principiante : a tratar no sobrado por cima da
mesma.
Chapeiinas e chapeos
para senhoras, loja da Turqueza acaba de re-
cf ber exeellente sortimento.
Bascminas
raaita notas e de bom grs de aple* : na loja
da Turqneza.
Cintos
de velado e de seda, variado sortiaiento na lo-
ja da Turqneza.
Camisas bordadas
variado sortimento : na 1< j da Turqueza a ra do
Bario da Victoria n. 'J, (antiga ra Nova).
Punhos e golles
de veludo para senhora : na loja da Turqueza.
CANDIDO ALBERTO S0DRDA MOTTA & C.
com escriptorio e armezem de gneros de estiva
travessa da Madre de Dem o. 14, loni para vender
o segninte em conserva ptimamente preparado
em Paris :
Ervilhas Peltts pois).
Feijo verde (llaricots verts).
Drro m grao (Uem flngeoilets).
Esp.vrgos {Asperg-s).
Miscf.lla.nea i>i LEGUES (Macedoinc lfjnine.-..
Sbxoras (Carottt>s).
Tomates (Tomates).
Cocve de Brlxbli/As (Cfr.ous a> Bmxelles).
Alcachofras (Fonds artichanti).
E8pinapres (Epinards)
Cogl.hellos (Chaitipig.ivittt.
(Cpes).
Pastis com Wwtas (Pals Irufl
sem trltfas ( satis tiufs)',
Atum com azeite [Ton a 1'kuile).
Truffas simples [Trufes uh nal arel).
Sardixha em tomates (Sardine etc.)
Galantina com truffas (Galanlins are; irn/fee).
Frango (Pauta).
Pombo com brvilhas (Pigcott avec pois).
Gallinholas (Bcaisones).
Perdiz com aieit.yvs (Peritx avec olives).
assada ( r$fu).
A\DonrsHA (Alloiutte).
'Iodor.mz (Gaille).
Lamprea (Lamproie).
Picado (AndouUlettes t.)
Salxiciia (Saucisstmo t.)
Carne uiiade (Frincandeau O.)
Recebeu-se mas
Um completo e variado sortimento de papis
pintados e doirados de dilTerentes quididades e es-
3uisitos desenbos, proprios para forro e guarnicao
e satas, gabinetes, escriptorios etc. Na remessa
dessa artefacto tem havido o maior gosto e capri-
cho da parte do nosso correspondente de Pars.
Com nraa mdica commissao sobre o custo da
fabrica vendemos este papel, pois desejamos ter
elTectivamente um deposito dessa especia lidade.
No armazem de Candido Alberto Sadr da Motta &
C, travessa da Madre de Deus n. 11.
Fumo e papel
''Completo sortimento de fumo, tanto para cigar-
ros como para charutos, rindo do Rio de Janeiro,
Babia e Hio Grande do Snl. Papel de seda, linbo
e algodao, da dilTerentes qualidades, proprios para
o fabrico de cigarros. Vende-se constantemente
no armazem de Candido Alberto Sodr da Motta
4 C. : travessa da Madre de Deas n. 11.
Especialidades.
Cononim a acbar-se a venda na roa Direita
botica n. 88, os mu conhecidos e acreditados je-
medios d3 vjame, e ontros diversos medicamen-
tos feitos em Pars, bem como o xaropes de co-
deina de Berthe, de rbano iodado, de iodurete de
ferro de Wancard e as plalas do mesmo, peitoral
de cereia, pos de Rog, depurativo de Chable,
digital de Labellony, pillas ou confeitos de bis-
mutho de Chevrier, e outros medicamentos cuja
proQeeneia quane empregados as doeacas das
vas respiratorias, as dores rheumatkas, na
amarellidSo, n'alta completa ou irregularidade
de menstruo, as diarrhas, doen?a do coracao
e do enomago, tem sido e inconlestavel.
vista do benefleos resultados das experimeni
u uao q' ; -is pwsoas delles teem fe i
sun como das pilmas denominadas bravina
conlp!?Vf l acommettknec-
toe eb*'* .ttodo tambem na m
**** mildade de dr
um nao ^ e tnUg( jj^.^ i.
nnaca e pmceis, que se vendera por menos do que
ata oatra farte,
Jos de Souza Soares & (X
WVA. im IBARAO DA 'WSfVOU.-t
( OUTK'ORA NOVA)
Apresenta-sa matara rpaozaadu.nc que pode haver de raais bello e agiadavfi #ai fa>
/.(uidas Qas para Seoaoras actigos de alta, moda en Pars tatito para senhoras cobo
oart horneas e meninos.
Miuwas aarmadas, pe fumarias wpeci e-, vaiiedade de lindps otijeetos para me-
iiiaos e brinrjuedos para criaocas.
GRANDE SORTIMSiNlO
Continuamente recebiJo por. todosi os paquetes viudo, da Europa 2oade team ha-
bis correspondente.'.
Vndese muito eniconia e maa/ia-se. p r em pregad ? do estahdatimento faaeudas
u\ csa da* Exms. familias alim de uwlbot-escolberem que desejarein.
Ra do diieimado
DE
E' chegado a este novo estabeleciment o mais bello sortimento de lazendas
ns?, sendo sua especialidade enxovaes pan noivadb.
Vestidos de blond de,seda ricamfjnto bardados.
Gorgnr3o de stda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id*m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados rkam nte bordados para camae janetlas.
Croxs pira cadeiras e sofs.
Ve9t4os de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidjdes, lindos gostos e moderna?.
Ricos b urnus para-passeio, coa listras de setim.
Sabidas* de baile o qoeha demafsrico.
Cretones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas mnito finas para homens.
D tas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de lioho, e nm grande sortimento de roupas fcitas e de fazandas que
i -nfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimeoto de tapetes para guarnicioes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
randa sortimento das acreditadas e verdadeiras
Estairas da India
LOJA DO PAPAG4I0
DE FAZENDS E ROUPAS FEITAS
vua da Imperatriz n. 4*0, esquina do becco dos Ferreiros.
iRMO
0 proprietario deste novo estabelecimento communica ao respeitavel poblico
desta ctdade. e especialmente as Exrass. familiis que est liquidando-por precos bara-
lissimos as antigs fazendaS que existiam ne;te estabelecimento, lora das que abaixo
vao relacionadas, cujos precos merecer toda a'attencSo do respeitavel poblico qne nio
deixar de com pequea quantia refazer-se de Iqnalqner qnalidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma loja tem feito sortiraeoto de fazendas moder-
nas, e-continua a sortir-se das do mais apurado e escolhido gosto, qne vender mais
barato que qualquer outra loja.
IOJA

CASA CAUVIN

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Boulevard Sebastopol, flS PARS.
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Algodosioho com 18 jardas a 2^800 3
peca.
Madapol5o enfestado com 12 jardas a 35
e 30500 a peca.
Dito de 24 jardas a 50000 para cima.
Atoalhados de linbo, e de algodo Mo>
ftado3, e adamascadas por presos commo-
dos.
Chitas escoras e claras de 240 s. o co-
vado psra cima.
Cambraias de cores miudinbas a 240 rs.
ocovado.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
Baloes de nwssiilioa a 40 e 5000
Guardanapos de linho a 30500 a du-
zia.
Bramante de linbo a 20500 e 3*000 com
10 palmos. i
Dito de algodo a 10SOO o mrtro.
Meias para senhoras de 4000 a duzia
para cjma.
Ditas para homens de 30000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
ostamanbo$.
Colchas de fustSo branco de 3d200 para
cima.
Ditas de cor de 30009 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a finos, a 80 e 100000.
Ditos encarnados a 40500.
Ditos de algodao a 10500.
Cambraia tapada mnito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senho-
ras preco barato.
Cfazmb'as Irences trancadas, com listras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
ioteiramente nova a 590 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qnalidades e precos.
Laazinbas tapadas e transparentes de
militas diversidades de cores de 320 rs.
o cevado para cima.
Alpacas lisas e de furia cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4<000.
, Ditos de organdy de dito dito a 80000.
Cortes de 13a da Escocia a 60000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Chales de merino lisos a 2*500.
Ditos estampados de 40500 para cima.
(jaiisinbas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a 30000.
Brilaotiaas brancas de 500 rs. ocovado,
Ditas de cores a 500 rs, o covado.
Lencos de cambraia de linbo, e de es-
guiao at o mais fino.
Lencos chinezes a 30500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 20500, mui
to finos.
Fil branco e preto, liso e de salpico.
Corles de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de fil liso a 50000
Tarlaiatias brancas, e de cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
guio.
Camisr-s bordadas finissimas, proprias
para noivos cm a competente gravati.
Punhos de linho para homem a 10 o
par.
Colarinbos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretas e de cores, tanto em se-
tim como em seda, ha de todos os gostos e
ftltOS.
ROLTA FEITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sortimento qualidades, e feitios, para precos commo-
doi, e quem comprar porco para negociar
ter i um abatimeuto razoavel, grande sorti-
mento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos,
azues e cor de caf, brins brancos, pretos
dej cores e pardos, e manda-se fazer
qualquer obra a voatade dos freguezes,
qor p3ra nomens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra officioa, e
para issoa LOJA 00 PAPAGAIO acha-semu-
odi da um bom mestre alfaiate para bem
deslempenbar qualquer obra da sua arte,
recabindo a responsabiiidade sobre o pro*
prilario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazend
a quem as exibir, ou maodam-se levar
los caixeiros.
L loja do Papagaio acba-se aberta d
horas da manha s 9 horas da noute "
Francisco Teixeira Mendes.
LA TlLLIi JL lAIlIl ROA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
3 parias n. 53, ra Direita, 3 p rtas n. 53, anti.ijn
foja do Braga
O abaixo assigDado, dono de;te antigo estabeleeimeut, tendo em vista apreseotar
completo sortimenio de ferragens, mia.lezas e cotileria, tem resolvido mandar buscar em
diversos pomos da Europa os melhorus objectos de sen otabelccimeau dos fabricantes
mais conhecidos ; pelo que convida ao respeitavel publico e a seto numerosos freguezes.
t.rn;
ditos para fogo, moinhos p.-.ra cafe de todos os tamandos, da fabrica do Japi, espingardas do
d"as canos e ae nm, tanto inplzas como francea?. louca di; porcelana, facas e garios
de diversa!) qualidades e precos, bandejas chinezas. salitre, reu, barbante, enxofre papel e
limaiha de ferro, ac, e agulha para fogoeteii-o ; assim como encoatrarao constante-
mente grande porcao de fogo do ar, e recebe-sp ^ncummenda de fagos de vista, alera ue.uro
cem numero de ohjectos, que se tornara eofaoiirio numera-los : veobam a ra Direita u.
33, loja de Lenidas Tito Looreiro, antiga loja du Braga.
ii da m i
rame de ferro galvaoisado em rede para cercas, Raiolas, gaitineiros etc.
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para eogenhes.
Cofres de ferro de Milner e outros autore.".
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Dito em entedas.
Estanto em barra e verguiaba.?
Folha de Flandrct.
Arados americanos para ladeira e vanead
Carrinhos de mo.
Venezianas para janeas.
Machinas de descarucar algodio'de faeao.
Ditas de serra.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de forca de 3cavallos e motores para 2 tmalos, para va>yv -,;
o.chinas de algodao.
Cadeiras, de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
. Balancas para pesar.
Oleo de Imhaca em latas de ferro.
Trilhos de ferro para enf?enbo?t
Bombas americanas.
Macacos de estivar.
Bataneas e pesos deciiuaesje outras.
Fogoes de patente.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qnalidade.
Picaretas para caminhos de ferro.
Um erande sortimento de ferracn cntiin. '
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ApreuoUdas i Academia de Scieadat e o Instituto ir Praaet;
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de PaHLTHO e Simnoa se s
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estojos 'm*f?^$as&rtm,
vi\uia das palpebras, preparado sob a reuma Carota.
rio geral para o BMAttaL e PMTtlAt-
i, ra larga do Rosario. PBRNAMBUOO.
20Ra da Imperatriz20
Fari & l.essa.
Acaba de chegar a esta
BA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pre-
Acaua uc cuegar a esta ftOSS nota loja d< Ja- ... 9rlmra<]-,e
zendas finas um variad sortimento de fazendas de *"a *"""'
laa e seda, como sejam : granadinos do ultimo Uuzjas de palitos seguranza a------ 120
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e lazi- Duzia de palitos seguranza caixa
nhas de cores, o qne ba de mais moderno, tudo grande a
por baratissimos preCo?, brigantinas de cores, te- Frascos ^ i Jeobaboza muito fino.
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo n. 3
Os propnetarios deste bem eonhedido wabela-
cimente, alm dos muitos objectos qne tinham es.
postos a apreciaco do respeitavel publico, mat~
daram vtr e acabam de receber pelo ultimo np> r'
da Europa um completo e vanado sortimento c#
finas e mui delicadas especialidades, as quaea es-
to resolvidos a vender, como de sen costnae,
por precos muito baratinhes e commodos para u-
dos, com tanto que o Galio....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brac-
eas e de mnj lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
ntara, neste genero o qne ha de mis moderno.
Superiores nenies de tartaruga para- coques.
Lindos e riqusimos prteites para canecas ds
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidr.-
lhos e sem ellas-, esta fueuda o que pode hav>r
de melhor e mais bonito.
Superiores e. bonitos loques de madreparte,
marnm, sndalo e osso, sendo aquellos branc s
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes samare se vendern pw 30#(Ni9
a duzia, entretanto que nos as vendemos por %){.,
atm destas, temos tambem grande sortimet'
outras qusjidade?, entre as qnaes algnmas muito
finas.
Beas bengalas de superior canna da India e
castao de inarfim eora lindas e encantadoras liga-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor S3
pode desejar ; alm destas icmn? tambem grandf
quantidade de outras qualidades, como sejam, na-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, tonitos o airosos criicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias do seda para senhora e para mes -
as de i a 12 annos de idade.
Navlhas cabo de marfim e tartaruga para faz'r
barba; sao muito boas,e de mais a mais (Si
rantidas pelo fabricante, e nos por nessa ver tam-
bem asseguranws sua qnalidade e delicadeza.
Lindas e bailas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina o para croxi
Linha mnito boa de peso, froaxa, para encbtr
labyrimho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assirav
como os tontos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimenu das melhores pt:-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLABES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convulsoes, e
facilitam a denticao das innocentes enancas,
mos desde mr.ito recebedore3 destes prodigio;:-
collares, e rn!-ni:amos a recebe-los por todos es
vapores, &:hn de ",'xe nunca faltem no nter;--.
eomr.;.. i^rii '-rido, assimpois podarao aqi
. vir ao deposito do ;
v,u.. pro ocontrarao destes verda-
deirt >s attendendo-se ai
paraqi s5 ippcad :, se renderao com um mui
diminuto lacra
Bogan i. pois, ;..:-i do* !ja;tos que dei'/.amos
ijsturados, am nossos i; comprar m ; ir inuitu i .-eis loja do gallo
vigilante, -na n 7
cidos das indias, fasenda nova a irrritaeSo de per-
caliA, balues de dina fingicdo saia de cor com lio-
las barras, fustoes proprios para vestido e roupas
le meninos ; agora grandes e admiraveis pecbin-
ehns, saias brancas com liados frisados a 3. ri-
cos corpinhos bordados mnito finos a o, balde;
modernos de arcos a 11, ricas colchas para cama
ileocboadas, sendo brancas e de cores, a 5, 6 e
'i. cambraia victoria fina a Si, ditas transparen-
tes a o, 6 e 7,chitas finissimas escuras e claras
a Mi, 300, 320 e 360 o covado, eassas de cores a
40, lencos brancos de cassa a 2500, ditos chi-
eres a 3oO a duzia, madapoln fine a 6#" e
.'00. e muito superior a "J, 7600 e 8, algo-
;nho largo propri para lences a 6, panno
)> algodo-branco transado proprio para toalhas
de mesa a lrJOa vara, nramaote para lences a
z000 e 300. o que ha de melhor, esguiao fi-
aissimo a 2*2C0 e 2*500 a vara> Mandamos as
asas das Exmas. familias para melhor poderem
ascolher. Tambem temos completo sojtimento de
perfumaras des primeiros fabricantes francezes e
inglezes; as pessoas que se dignaren) vir a este
loja terao occasiao de reconhecer a roalidade do
que annunciamos para nos justificar.
320
320
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabnco caes da
lega velha n. 2, anda.
alfas-
Farinba de mandioca
Vende-se ftrhiha de mandioca, nova, de Santa
Gathanna, chegada no patacho portnguez Ullissa,
tundeado defronte do trapiche do Sr. Barao do Li-
vramenio : a tratar no escriptorio de Juaquim
Jos Goncalves Beltrao, ra do Commercio n. 17,
on a bordo do referido navio,
Vende-se farjnha multo boa chegada hontem,
em saceos grandes e panno da fabrica da Bahia,
nos armasen? da Cc-mpanliia Pernambueana : a
tratar no mestno e na roa da Cadeia, casa n. 1,
com Jos Godcalves Torres.
/ariuaa de mandioca do Kara*
nho e da Babia
Vende-se no escriptorio de Joaquim Gerardo de
Baito ra do Vigtrio Tenorio n. 16, andar,
exeellente farinba de mandioca vina do Mara-
nhao e da Bahia^ em saceos grandes, muito fina,
alva e torrada : os pretendentes podem examina-
la nos trapiches da Companbia Pernambueana
Pautas e Fontes __________________
Vende-se
A. caixa filial do banco do Brasil em liquidacao,
veiwe por commodo prego a casa terrea sita ra
imperial n, 64 : a tratar na mesma caixa final
roa do Comdiereio n. 34.
orna casa tortea, n*rua de S. Jorge (Pilar)
em Fra de Portas n. 60, coa duas salas,
dota quartos^ u sino* fra, aetao com dtoi
quartos, qwatsl; i tratar oa mesma na
ti, 23 C andar.
Vss*-9B tuna rotalaid* aauNll o bom
Layado Vr*m- aarta dwm sobra* d* ras d
Hortss : a pessoa que pretender comprar dirija-s
ms Imperial a. 11
Paco|te com p.is de arroz o me-
lljor que ba a...............
\ valbas muito finas para fazer
baria a....................
Gaix-i de liaba bran do gaz a..
Vata de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com pennas d'aco de ferry
superiores .s.............
Lencos da cassa brancos e pinta-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......35600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1*5500 e.
Pecas de fitas para eos de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e....., :
Pegas de tranca lisas, "trancas e
de cores a.......
Oozia de linba frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de.meias croas para m?
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muito
finas para senbora a. .
Pares de sapatos de tranca do
POrto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralhos para voltarete
Syiabarios portuguezes a. .
Cartes com colxetes 2 carreras a
Abolladuras para collete diversas
qualidades.......
Caixs com penna de ac muito
ba de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Refuta de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
320
14000
500
160
SOO
100
700
400
500
2,0000
500
500
500
40
500
320
4,5500
-2,0000
15500
35000
400
20
400
500
40
25000
246
400
45000
35600
Rna do Vigario n. 11
Vinbo Bordesux, de C. Margaux e I. 0. lledoc.
Ervilhas francezas em manttiga.
Papel para cigarros Due
Phosphuros de seguranca.
Agoas de Vecby.
Haut fine.
Gelestine.
Mercurio doce, caixas de meta libra.
.Papel-de peso, grande sortimento.
Na ra do Vigario, armazem n. 11.
Panno de algodo.
Veade-se superior panno d'algio da Baha : no
escriptorio de Antonio Luiz d'Oliveira Azevedo &
C i roa da Cruz o. 37,1* andar.
0 oordeiro prevides
Rna (So t$;f Novo e variado sortimeato de perfumara
finas, e outros objecin.
Alm do completo sortimento do per?
marias, de qne effectivamente. estprovi
loja do Cordeiro Previdtnte, e'la aesbs
receber um outro sorimenio que s
notavel pela variedade de ol
dade, qualidades ecommor',,'-, di
eos; assim, pois, o Cordeiro Pro vidente ,
e espera continuar a merecer a ai
do respeitavel publico em gora! e
boa freguezia em partictQar, u si i
lando elle de sua bem cpnht
e barateza. Em dita lora encribrr
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudraj.
Dita verdadeira de Murray de Lammau.
Dita de Cologne ingleza, americana, fr
ceza, todas dos melhores e mais acreditad :-
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaeso a
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidado e c
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, coj
pomada fina para cabelle.
Frascos com dita japoneza, transparam
e outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
francezes em frascos simples eenfeitados.
Essencia imperial do uno e agradavel oiis
ro de violeta.
Outras concentradas e de eheiros igur..
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad-,
com escomidos eheiros, em frasco de diff
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor,
para maos.
Ditos transparentes, redondos e em figt
ras de meninos.
Ditos muito finos em C2ixinha para bar
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan*
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo t
as perfumaras, muito proprias para pr*
entes.
Ditas de papel3o igualmente bonitas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e *
moldes novos e elegantes, com p de ar:;
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras diflereiiti
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Altada aaala coqaes.
Um outro sortimento de coques d u>
vos e bonitos moldes com filets de vidril
e alguns d'elles ornados de flores e fit
esto todos expostos i apreciacSo de qnt
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADO;
Obras de muito gosto e perfeicao.
FlTellaa e la para estetas.
Bello e variado sortimento de taes obj*.
tos, cando a boa escoma ao gosto do ecu
prsdor.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as coras, qualquer
comprimento, qualidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na rna da Cadeia do Re-
cite n. 61, 1 andar.
ULHMLhlM
Vende Joaquim Jos Ramos :
n. 8, andar.
na ra da Cruz
A 1,80(1.
Lindos c rtes de percales a ij800*rs.
do Crespo n. 25, loja da esquina.
, lm -----
a ra
CEMENTO
0 verdadeiro portland. S se vende na ra da
Madre de Daos n. 22, armazem de Joao Martin* de
Barroi
wmm



1
o
Diario de Pernambuco Sexta eira 3 de Selerabro de 1870


UTTERATRA

i tem
A hHiaaaldade e o suicidio
I
As investigantes do espirito human
tre todos os povos tero sempre principiado
pelo sentimento religioso.
A religiSo brandando o coragSo do no-
mem e preparamlo-o pira se elevar ;i< hie-
las daintelligenia. estabeleceu a fcinoiinia
que deve reinar entre a fe e a scioncia.
E' assim que qoattdo a razio ustiver
sem o corago estar necessariamont
corrompido; e sen5o vede :
Qnando o hemem viva arreciado das
profundas invpstigages S"bre a essenci.i das
cousas, tinlia'urna sabedoria sulfieienie para
o seu destino, porque irmanava-se ora a
ordem e designios da Providencia; desde
porem. qn falton-lne a f, e que o espirito
obsecado na duvida deacreo da verdade i-
ra existencia, patente se tornou a queda
de sua grandeza e a consciencia deu logo
u sentenca condemnatoria.
E-sa primeira infraecao da le que o
homem se expoz, fe-lo proscripto da cona-
munho de todos os bens, pois sem obscu-
recer-so elle nos mysterios indefiniveis da
natureza, procura'do a origem desta trans
lormaca descubri no tribunal de sin
consciencia a^eco e poder de crear o mal
poder que se manifesta como conseqoenci
de sua imperfeirao.
Embora esse primeiro delicio abrss* as
porta* humanidade. pon'lo-a sob tres
nicas condigoes de existencia: o presente
o passado e o futuro; todava a inevitavel
successo da culpa do genero humano, nao
traz corasigo a condemnaco pngele
como seja a do suicida I
Para que o homem se julgue com direi-
lo de tirar a vida si mesmo, precizo
srber si elle vive no mundo visivel e mvi-
sivel em unidade, ou >e em ambos 6 ne-
cessario, como condgo de sua existencia,
prender-se a certas relacoes.
A razo regeiand a primeira hypoihese
como absurda e contraria ao bom senso,
acceita a segunda por urna synthese intuiti-
va e indemonstravel,
No homem o complexo de suas relacoes
pdese reduzir todas a urna ordem, com
causa determinante das outra*; ou sejara
em relacao a si, ou a humanidade, ou a
Deuse; porque todas se filam e se iden-
tifican) na causa absoluta.
Admittido o principio de que n existen-
cia humana est fra das raias da existen-
cia nocessaria, mas sob o imperio de mul-
tiplicadas dependencias; pergunta-se ser
licito o snic dio ?
A isso responde a idea pura do dever.
como elemento constitutivo da moral, e res
pende nos diversos ramos de sua appli-
cacao.
Composto o homem de duas substamis
dstinclas. t -m facilidades e orgSos a que
cumpre dar direcgo, mis nao o pode fa-
z.er de urna maneira absoluta, porque collo-
car-se hia em um estado reaccionario e a lei:
as qnaes constitundo a base fundamental
de toda moral. revelSo-se como obra do
Creador, porque o phanal que nos Ilumi-
na em ido o curso da vida.
II
A ideada conservaco na individuadade
humana, como disposigo de meio para um
fim justo, dimana-se -la lei nataral.
E' de crenca e dominio universal, que
todos os povos setnpre tiveram horror a
sua propna destruicSo; horror, que se
manifesta vivamente no amor natural e ins-
lindivo que cada um tem a sua existencia
De fado : para que as mutuas relacoes
das duas substancias que constituem a vitia
humana, se d certa harmonae equilibro,
necessario que a alma mantenha essa
uniao ; pois sendo ella o agente de tolas
as nossas determinacoes, de si que parje
qnasi sempre, a rA"n|ar'rtal ^a:
orgnicas.
E' verdade, que
os
agentes
a regularidade das foneges
do mundo
physco, estando sugeitos a mesma lei do
nosso corpo, nos provocao incessantemente
s pelo facto de urna simples mpressSo
exterior, mas esses phe;omenos comquan-
to se gravem no homem a despeito de sua
vonlade; todava nao sao elles que es-
craviso o corpo ao vicio, que o sobrecar-
regam de trabalhos excessivos, e que, fi-
nalmente, o induzem a porta condemnave
de hbitos epaixes.
E' o bomem mesmo, que tendo consci-
encia delles, nao os reraove; deixa que
offendam a integridade de seos org3os, que
perturbem a marcha dependeute de suas
relac5es, anniquilando, dest'arte, sua exis-
tencia intermedia.
A idea do suicidio, traduzida por fados.
torn<"-se indemonstravel a sua monstruosi-
dade ; pois um fado, cuja exst*"\ca abala
todos os los da ordem social, nSo carece
de demonstradomostrase.
Outro tanto nao faremos com o principio
pensaote, quando se pe n um estado con-
trario a sua natureza; quando se colloca na
imposibilidade moral de resistir a tyrannia
da sensibilidade.
as ideas de relacSo, o suicidio encontra
o motivo de sua existencia ; porquanto, a
vontade caraderisando-se na distincc5o do
bem e do mal, jolga que e bem preferir a
morte, ao cumulo da adversidade.
Essa apreciacSo errnea e contraria, qaer
ao estado soberano da razao, que na ordem
de quaesquer motivos, sempre deve predo-
minar, quer aos elementos esparsos da pai-
xao, que constitnindo om mal, n3o deixa
por isso de ser supporlavet: eleva necessa-
riamente essa luta oa ao esplendor da virio-
de, ou as espantosas trevfcs do'crime.
A intelligencia e a vontade humana dando
existencia aomal, nlo se podem juigar sub-
ordinadas a elle, mesmo as occasies de
seus progressos; pois estes nlo iimitam o
exercicio das/acuidades c usadoras de sua
existencia, antes estas, por si mesmas, as-'
sigoalam-se nos limites para qoe fortn
creadas.
O homem preferindo a morte vida, ex-
pe a alma a um estado de duvida, que nao
Ihe d absolutamente esperaoca de menor
.spffrraento, que nao se conciba com a es-
tabelidade da le divina, e que s pode sym-
bolisar um excelso de eminente fraqueza
as latas mais gigantescas da vida.
Entretanto, o bem, sendo o principio da vi-
da e de acc3o moral, deve estar adstricto a
pratica de virtudes: pois qoe esta a dor.
na pbrase do Vctor Cpusin, e a dor, o im-
perio da vontade costra as influencias do
thronoda tyrannia.
Os motivos e as determinacoes do, MicH
dio se dio no tribunal da razSo ; abi quando
a vontade est desarraigada de influencias
perniciosas do drama da vida, torna-se ven-
cedora e nao vencida, porque a luz da es-
airo pertence Deas: a providen- amor de I
cia divina dominando toda razio individual,
no se man fusta cerceaado a liberdade, an-
tea esta se desenvolve na esphera de sna
actividade com o poder de observar ou
nao os dicUmes da lei.
Ornemos < que a luz do Christianlsmo,
trouxesse aps si. o excessvo zelo pelo
amor da reUgn, pan que nos seculos me-
nos esclarecidos do paganismo, se dessem
is de i-prudente penitencia!
Isio prwa que, quan lo q homem toma
i imd causa, o que apenas cndic3o, como
tim. o que apenas meio ; ultrapassa os li-
mites de suas necesidades, e em breve,
submette aos seos cprichos, as mais nobres
(acuidades d'alma.
III
A philosophia em seus desenvolvimentos
primitivos, procurando a verdade, deixouno
coraco das sociedades {brscenles algumas
doutriuas, cuja influencia perniciosa domina
ainda a vida dos povos.
E' assim que Scrates, o mais sabio dos
homens, como declai ou o orculo, de Apol-
lo, remontando-se a sua razo esse genio
ou demonio familiar, como elle diza, inau-
gnrou em seu lempo, urna revoluco com
pleta na scie-nc a philosophica, nos costo-
mes e na ndole de seus concidados.
O sen melhodo trazendo a indacc^o no
espirito dos sophistas, levou-03 ideas de
si e do inundo moral, abalando profunda-
mente a sophistica e seus sectarios.
J Amtodmo nao contemplava s a epo
pea de Homero, a tragedia de Sophcles, a
estatuaria de Polycllo, a pintura de Z-tatiS ;
admira va tambem a magestade divina; e
somante.dwdfflca, qe a eminencia de tanta
grandeza acceitassa ellatanta venerado I.
A Grecia.disquitando de seu seio o appa-
rato magistral dos orculos, j encaminnava
as crencas ao culto do verdadeiro Dens.
Esse 'ovo sempre enthnsiasta pelo clarSo
da novidade, tav a g'ora e, o criterio de
poder concentrar todas as suas aspiracoes
ao verdadeiro amor da patria ; sem per-
verl'i-se as doutrinas exageradas e enca-
deadas ao vicio, que sempre accomraette a
socieda !e em seus mais solidos fundamen-
tos ; por isso que as legislacoes de Li-
curgo e Soln nao se faz menco do sui-
cidio, porque era detido dosconhecido entre
o povo Sparlano e Atheniense.
Outro tanto sen3o deu em Roma, onde a
reaeco que se levantou contra o epicuris-
mo, nao o esmagou em todas suas cons--
quenclas; pos que embora mximas auste-
ras contrastassem com a desmoralisaco des-
se lempo : todavia a exagerarlo destes prin-
cipios lancou os sloicos em abommaveis
abe: ra(;es. ^
A guatdade das acg5es, a impossibilida-
de aos males albeios, (moral egosta), che-
ym a ponto d; dispertar a idea do suicidio,
qoe se resolveu por fados os mais horro-
rosos.
Sneca louvava o suicidio as pracas pu-
bli. as : ve assim segoirara elle Mthnda-
tes, Calo, o juven Mario, e Cicero ; mas,
estes se apresentaram noraes to i ecom-
inendaveis, que resistiram a doutrina stoica
com seus feitos nebres e heroicos.
Tarquinio Soberbo, proscripto e banido
da realeza, prefere o exilio de qualorze an-
nos, a se dar ao suicidio .
Pyrrbo, rei do Epiro e vencedor de Roma
em Heraclea, vencido ao depois por Curio
Dentato em Benevente, relirou-se para a
jreciasem se haver sivcidado !
Attitio Itegulo victorioso de immensas ba-
alhas ganhas aos Carthaginezes, vencido e
eato pnsioneiro na batalha de Tunis, pelo
Sparlano Xantippo, nao se suicidou I
Terencio Varro, soffrendo a terrivel der-
rota em Caimas p^lo admiravel Hannibal,
entrou fgido em Ruma, dando o exemplo
deconstancia e perseverancia !
Finalmente, nos tempos modernos, Napo-
leao, o vencedor di Europa civilisada, a
exemplo de Themistocles procurando a
corte de Artaxerxes Longiraano, entrega se
a Inglaterra, depois da batalha de Water-
loo ; ahi recebe o oselo da traic3o ingleza
nSo se suicida !-----Para se avahar o
seu estado, basta citar as celebres palavras
dirigidas Becker : Retirai-vos, gene-
ral, nao quero qoe se possa acreditar
queum francez veio entngr-se aos
meus inimigos.
Depois convicto de que era banido da In-
glatena, lavrouum protesto perante o mon-
do, e ao pastar o cabo la Hogue, saudou a
Franga nestes termos: Adeos, trra de
bravos!... Adeos chara Franga 1-----
Sem alguns traidores, serias ainda a gran-
de nai;5o e a senhora do mondo. A
essas adversidades, S'>gno-se o seu exilio
em Santa Helena, onde foi sjmpre tortura-
rado, e nao se suicidou !
Esta cathegoria de fados s pode achar
interpretagao nos eTeitos doamor.
IV
O poder que tem o homem de amar o
bem, encontra-se no fondo de soas facol-
dades.
Deus outorgando-nos esle poder nao po-
da ficar alheio a esse amor, como base do
summo bem, at po que as manifestages
de nossas faculdades, julgamo-nos ennobre-
cidos, teado como objecto de nossas con-
tempagSesa Providencia Divina !
Tal o poder da- intelligencia, tal foi a
divisa, que Deus de seu throno de lozes, dis-
tingui nos encantos do rei da creago.
O amor essa virtude cheia dos mais no-
bres nstinctivos e dos mais puros senti-
mentos, que na partilha dos bens. tocou a
humanidade nelle quanto mais vicejam os
louros da f, mais rebelde se torna o slo
em que se poderia colher a descrenga.
A onda asssoberbada do diluvio das pai-
xes, na acj,uisig5o de seus triumphos, tudo
leva de vencido adornando o carro de suas
victorias, menoso amor.
Mario, fugitivo e' oceulto as lagas de
Miuturnes, atravessava a torrente das pai-
xoes de seu tempo, porm as ruinas de Car
thago dando asylo a um romano perseguido,
era o prenuncio de que a f se havia amor-
tecido no corago de Mario, como conse-
quencia de haver tambem se amortecido o
amor da patria.
O amor da patria quem d existencia no
mappa dos paizes do mundo aInglaterra,
a Hollanda e ao Egypto: o que seriara es-
tes paizes, se o amor da patria nao fallas-
so a seos filhos mais alto que outro qual-
quer senmento ? All, um solo rebelde e
ingrato transformado pela sciencia aos ca-
prichos da industria humana : acola a ha*
bitagao ameagada ; porm a intelligencia
apoiaudo^e no genio, contemos impetos das
furias ocenicas:mais adante, as innn-
daedes e a peste tem sido supportadas,
patria, que nlo sena
nesmoa, trado-
do verdadeiro
VARIEDADE
CABRAS DE CACHEMIRA E DB ANGORA.
ALPACA E SEUS CONGENERES.
(ConlinaagSo)
Os carneiros e ovelbas de Rambouil-
let a de Negrett poderiam, do mesmo modo
que as eguas e cavallos da raga anglo-nor-
manda, ser pastorados em planicies sobre
serras que nao estejam sob a influencia de
intenso calor.
Como V. S. sabe, tanto as cabras de An-
gora cmo as alpacas s3o animaes proprios
para ssrem criados em lugares montanho-
sos. Nos terrenos mais feriis e facis
para a lavoura, poder-se-hia adoptar o ge
ero de coltura raals apropriado s neces-
sidades do estabeleciraento pastoril. Nesta
persuag3o, e animado pela conflanga que te
nho nestas especies de emprezas, n3o tre
pido, Sr. cnsul geral, em fazer-lhe urna
proposta, a quai pego communique quer a
sen governo quer a particulares, se assim o
juigar conveniente.
Posso vender:
1." Carneiros e ovelhas das poras ragas
de Rambouillet e Negrette de um grande
mrito.
i." Cabras e cabritos da bella raga de
Angora.
U.0 Cavillos e eguas da raga anglo nor-
manda (esta raga a que em Paris mais
empregada para montara e carros de lu-
xo).
4, O rebanho de alpacas poder tambem
ser vendido. ,
Julgo suDerfluo, Sr. cnsul geral insistir
sobre a pureza e ment dos animaes de meu
estabelecmento, que com justiga ventajo-
samente conhecido.
Demais para facilitar esta sorte de nego-
cios, se realisar, eu serei mdico nos^pre-
gos.
Estas novas ragas poderiam em corto es-
pago de tempo aagmentar a fortuna publica
do Brasil, pois, comoV. S. muito bem sabe,
a verdadeira riqueza de um paiz depende
sempre de sua agricultura e de seus ani-
maes aperfegoados.
Eu o repito, tenho plena confianga em seu
resultado, desde que se coniece bem, e es-
tou disposto a vender para seu paiz, com
estas condigoes:metade em dinheiroe me-
lada em aeges ou interessado no estabele-
cmento, quer seja do governo, qaer de par-
ticulares.
Demais, se as encommendas, qoe se me
izerem, e conseguntemente os lucros, que
dellasresultarem, chegarem a certa cifra,
n3o terei inconveniente em fazer urna ou
duas viagens por anno para auxiliar com
meus conselhos s pessoas que delles pre-
cisarem. A isso posso comprometter-me,
porque, tendo vendido ama parte de' meus
terrenos, acho-me mais livre, e qnem sabe
se, achando acaso alguma proposta que me
parecesse conveniente, o3o me decidira a
transportar-me definitivamente para o vosso
rico paiz ?
Para por em execug3o estes projedos,
desejo, Sr. cnsul geral, que se me faga
algum offerecmento, e pode V. S. estar
carto de que me encontrar sempre dispos-
to a fazer o que me fr possivel no qae
disser respeito agricultura e melhora-
mento das ditas ragas.
Aguardando a sua agradavel visita, acei-
te, br. cnsul geral, a seguranga de minha
perfeita consideragSo, e crea em minha de-
dicago.(Assignado ) Giot.
Ao transmittir ao ministerio dos negocios
estrangeiros a carta cima, tive de infor-
mar-lhe sobre a doneidade de sen autor,
e ent5o assim me exprim......
t A circunstancia de ter-se o Sr. Giot
estabelecido nesta repblica, de haver con-
sagrado parte de sua fortuna no aperfeigoa-
mento das ragas, de que venho detratar, e
e os termos em qae faz a sua proposta, tu-
kdo revela n3o haver de sua parte a espe-
culago propria do aventureiro. Tenho a
seu respeito as mais lisongeiras informa-
ces.
NSo estou longe de crer que o Sr. Giot,
por falta de crenga no direito de proprie-
dade, principalmente a pastoril, nesta re-
poolica, e pelas continuadas correras na
campanha oriental, tenha sido impedido a
premeditar a mudanga de seos estabeleci
mentos para um paiz, que Ihe offerega am-
pias garantas. Este passo, ao meu ver,
a primeira tentativa do Sr. Giot, para reali-
sar o seu desidertum.
A' esta informagae devo acrescentar que
o Sr. P. Giot filho do celebre agrnomo
francez deste nome, e que na escola pa-
terna adquiri a instrucg3o e pratica, (que
ostenta na direcg3o de sea importante esta-
belecimto agrcola, por elle fondado com
capitaes proprios as cercanas de Monti
vedo, onde pos.ue grandes terrenos.
Em meu relatono annual, datada de 7
de setembro oltimo, secg3o 61, 2o. pu-
blicado no Diario Oficial de 40 de Janei-
ro deste anno, descrevo eu este estabeleci-
raento modelo, ao qaal. era 1867, fra re-
colnide o rebanho de alpacas, que a patrio-
tica Sociedade de Aclimatafo mandou bus-
car Bolivia, tendo-se ah aclimatado estes
animaes sera a menor dilficuldade, e es-
tendid) seu numero pela reprodocgSo.
ZOOTECHNICA ESPECIAL.
CABBAS CACHEMIRAS E ANGORAS
Vantagens de sua propalaco no Rio da
Prata, e com especialidade no Urugay
Methodo pratico da criag3o de cabras, pelo
Dr. Domingos Ordonana (socio de nu-
mero da academia medica cirorgica de
Madrid, correspondente honorario da ho-
moeopathia d mesma academia, e de va-
rias antropolgicas, criador na repblica
oriental do Uruguay.
TRADUZmO POR MELCH10R CARNEIRO DE MEN-
DO.NCA FRANCO, CNSUL GERAL DO BRASIL
NA MESMA REPBLICA
Duas palavras.
Antes de apresentar ao leitor este traba-
Ibo, emprebendido no intuito de tornar co-
nbecido no paiz um ramo de industria pas-
toril, qae na nossa abengoada trra, tantos
elementos encontra para um grande desen-
volvimento, corre-me o dever de declarar
que o distindo Sr. Dr. Domingo Ordonana,
possoido do sagrado amor do progresso,
concedeu-me apermissSo de traduzir e vul-
garisar no Brazil o sea excelente livro, de
cuja edigao conservava at entao a pro-
priedade.
Esta declarago era necessaria; porque
revela a nobreza do carcter do aotor, e
mis cinceros agradecimentos.Rio de Ja-
neiro.
Sr. Don Joo Antonio Por ra.
Cbaro lio.Sois tos o nico qoe vive
daqaella falange de grandes criadores, qae
com o^ Jackson, Gonzlez Moreno e Saya-
go, formavam o ncleo da riqueza deste so-
lo oriental, tSq quirido de nos ambos.
Consignando neste livro o vosso nome e
os daquelles vossos companheiros que des-
canfcam ero paz, rendo culto como creador
aos que nos tem precedido nesta nobro
profissac.
Admitti, pois que vos dedique este tra-
balho o vosso effednoso servo.Dr. Ordo-
nana. Montivido. 1868.
Prembulo.
Nossa grande industria, nosso incontesta-
vel elemento de progresso, nossa regeoe-
rago social'e poltica, depende especial
mente da prosperiebde que forraos alcan-
gando oa indastria pecuaria, que nos cum-
pre fazer desenvolver e aperfaigoar em to-
da a soa extenso, applicando scientifica-
mente os preceitos incontroversos da zoo-
technia.
Com excepg3o da Hespanba, os paizes
europeus s3o povoados de modo a nao com-
portar a estreiteza de seus campos a cria-
gao de gado com v..nlagens reaes, por se
tornar cada da mais urgente a necessidade
de serem roteados.
Por esse motivo os criadores europeus
quasi que se limitara actualmente a obter
cora preferencia a maior quantidade possi-
vel ue carne, sem com tudo sacrificar a
ba quafidadeda 13a do animal, e isto den-
tro de determinadas condigoes econemi-
C'S.
Nos, porm, que dispomos de grandes
areacs de terreno, e podemos dedica-las
industria pastoril em geral nao precisamos
oceuparmos de estudos econmicos, que
n3o tenham por fim qualquer aperfeigoa
ment a exemplo do que se tem dado a
respeito das ovelhas. Assim que. pela
vastid5o de nossos camp -s. e ainda pela
soperioridade denossa vegetag3o, devemos
esforagr-nos para arrancar Europa urna
por urna as suas produeges pecuarias, q'e
mais tarde Ihe poderemos offerecer por
pregos mais commodos, recebendo em tro-
ca os primores de suas industrias agrcola
e fabril, que s3o os grandes elemeotos do
commercio, e a ala vanea mais forte do po-
der das nagoes caltas.
Ha muito~ haviamos comprehendido pela
leitora de alguns livros e peridicos a alta
importancia que na Europa se vai ligando
5riag3e das cabras de Angora e Cachemira.
Foi assim qoe se despertou em nos, que
somos enthusiasta de todo o progresso, o
desejo de estudar as condignas geraes des-
ta cnagao, e as vantagens que dahi poda-
mos colner para o Rio da Prata, tendo
muito em lerabranga o qoe o Sr. Sansn.
mui opportunamente disse : um animal
novo nao urna riqueza publica, sim ele
men'o para constituir-sa um valor econ-
mico, real e positivo, isto um proveito
maior.
Penoso e obscuro tem sido o nosso tra-
balho nestes ensaios por fita absoluta de
um bom guia ou tratado sobre cabras em
geral ; ao estudo e observagao diaria da-
vemos tudo, porque o pouco que se tem
publicado sobre a materia nao applica-
vel ao nosso modo de criar.
A respeito da criagio das cabras, como
cima dissemos, pouco se tem escriplo, e
quasi nada sobre a notavel especie das an-
goras, por isso que os escriptores passa-
ram de relance ao determinar as conve-
niencias de multiplicar estes animaes, sem
duvida tendo em vista serem elles um
flagello para as plantages e pomares, e
n3o compensaren) os proveitos e lucros
que delles se colhera, os estragos que cau-
sam. N3o obstante, hoje se tem modifi-
cado este modo de pensar em presenga das
utilidades reaes que se tem tirado das ca-
bras de Cachemira e Angora, sendo certo
que at as cabras communs tem sido sub-
mettidas a melbor tratamento.
No Prata temos muilas trras desoecupa-
das ; ha em todas as estancias sitios cober
tos de espessos cardaes, e margeos de ar-
roios, que nao servem para pastoradouro
de ovelhas, mas onde justamente as cabras
encontrara o seu verdadeiro e privilegiado
alimento.
Nos departamentos N. e 0. existem gran-
des terrenos pedregosos coberios de arbus-
tos, e beira dos pequeos e grandes rios
ha orlas de luxuriante vegetagSo sem uti-
lidade ou applicacao conhecida.
S3o estes, repelimos, os lugares mais
proprios para pastoradouro de cabras, por
que esses animaes nao encontram alimento
que os satisfaga completamerle se nao onde
crescem arvores, arbustos, cardaes, etc.
Nao obstante nossas opini5es e enthusias-
mo, nao vamos ao ponto de aconselhar o
abandono das demais especies de gado,
limitaadonos smente a ponderar que era
todo o estabeleciraento grande ou pequeo,
podem-se criar cabras de Angora sem pre-
jaizo das ootras ragas.
Somos forgados a ser criadores eneyelo
pedicos, porque nossos j conhecidos pro-
se pode encontrar em um manual pratico
de criagaode cabras.
Na presente exposig3o tivemos sempre
em vista a*verdade por nos conhecida, ej
roborada por autores de nota ; e procura-
mos ser simples e claro, eliminando todas
as palavras de doplo sentido.
* Capitulo I.
Analogas geograpbicas.
Int'.ependeotemente das conveniencias eco-
nmicas que podem e devefii estodar-se
antes de emprehender o cruzameato, a ob-
sorpc3o, ou a simples mistigagem de ama
raga, ou a de s\n implantag3o em ontra,
necessario estudar cooscienciosa e anaiy
ticamente s analogas geographicas, at
hoje t3o desprezdas, instaurando compara-
gao rasoavel dos lugares da produegao ori-
ginaria com o sitio oa lugar em que sequer
implantar.
O nao conhecimento geographico, a falta
de observagoes comparadas, que deterrai-
nem o pasto, as aguas, accidentes locaes, a
latitude, e elevagao sobre o nivel do mar,
cond"z directamente ao falseameoto em
sua base da empreza que se tem era mira;
o qae porm sorprende, e para nos in-
comprehensivel qne inlelligencias distinc-
tas, como a do naturalista, o Sr. Saint
Hilaire, tenham cahido nesse engao, nesse
menosprego do natural pelo artificial, e
haja^n eito proferir com amargura ao
kootechnista, o Sr. Sansn, estas fatdicas
palavras : muitos esforgos e capitaes,
que com aproveitamento podiam ter sido
empregados pela poderosa assocag3o fun-
dados experimentara cada anno maior de-
crescimento. Julgamos que se devem cul
tivar todas as ragas de animaes que se acli-
mato em nosso paiz, assim alpacas e bicu
nhos, como cabras e canguros ; emfim tudo
quanto a experiencia fr aconselhando co
mo melbor devemos adoptar sem objeegao
porque a lei do progresso constante e
providencial, sendo impotentes contra ella
as forgas do erro e dos preconceitos.
O facto de havermos visitado a comarca
de Anatolia e na Europa as melhores caba-
nas da criagao de Angora, e depois termos
permanecido tres aonos em nosso estabe-
lecmento de Casa Branca, aclimatando e
cruzando estes animaes, nos decidi a es-
crever estes apontamentos no intento de
fornecer aos que se dedicarem aos mesmos
trabalhos um guia, e consultor seguro. As
cabras, como a mor parte dos animaes do-
msticos, dividem-se em muitas especies e
variedades ; mas, como o nosso proposito
nicamente tratar das mais finas, *e das
que com estas tenham mais estreito paren-
tesco, daremos a conhecc : em primeiro
lugar a cabra denominada Thibet, em se
gundo a de Angora ; como porm urnas e
outras, semejantemente s ragas inferiores
tenham sua historia, parecen nos til e con-
veniente dar a conhecer .as diversas muta-
g5es porque tem at hoje passado estes
animaes. Poremos depois ao alcance de
todos a maneira fcil de fazer das' cabras
ordinarias cabras finas ; nos captulos sob
o titulo rebanaos de progresso e cruza-
ment se. encontrar3o todas as noticias de
qne se ha de fazer aso neste mister para
proporciona-me o eosejo de ^render-lhe os conse'gair-se o fim desejdo, e tudo o qne
dada; pelo Sr. Izidore Geffreoy- Saint Hi-
taire, perderam-se por este nico motivo.
A pratica melhor do qoe todo o ocano
de tneorias que se encontrara nos livros,
apoiam as sentidas palavras do Sr. Sansn
e esia pratica, qne est no alcance do ob-
servador consciencioso j tem feito ver aos
criai ores francezes e porventura o Sr.
Saint Hilaire, que a natureza do solo fran-
cez, vai reagindo contra a violencia que se
Ihe ha feito, entregando-lhe para a pro-
criagao animaes que sao integramente con
trarios, por sua propria idiosincrazia, s
cooejigoes climatricas e alimenticias do solo
francez. Ionegavel qoe as cachemiras e
angeras, semelhanga de outros animaes,
que se pretende nao aclimatar, porque
isso importa bem pouco, mas fazer procrear
no territorio francez, se nao abastardado de
geragao em gerago at Ir a Picar o vello
(da\el,) desses animaes reduzido a urna pe-
quena producg.3o, que os colloca j fra le
condigoes econmicas aceitaveis; o que fez
dizelr a um criador francez de grande pra-
tica, com muita opporlnnidade. Estes ani-
maes accommodarara-se pura e simplesmen-
te as novas condigoes proprias para a pro-
ducgSo da 13a, e nao para a do vello. Isto
iaconteslavol ; esta a verdade.
As analogas geographicas conhecemnas
melhor os criadores, auezar de n3o terem
tantos conhecimentos como os naturalistas;
conhecem tambem as applicages zoote
clnicas, e qualidades das ragas e seus
enormes defeitos, que provm da circums-
taneia do constante abandono das crias s
influencias climatricas ; conhecem ainda
que as propriedades e conformagoes cor-
preas s3o pffeitos qoe tem por cansa a
fertlidade do solo e benignidada do clima;
e finalmente que estas duas ultimas circuns-
tancias reunidas, envolvera era si elementos
de aperfeigoamento, e os transmittem s
ragas que acaso se apascentam as respec-
tivas regioes.
/. achraatagao dos animaes, em qualquer
reg3o domando, n3o ofl/srece este acervo
de difficnldades que se qcerem imaginar;
porque desde os paizes mais fros, onde
sao necessarios estbalos, at os paizes
temperados, em que os animaes gozam de
ampia liberdade, a simples aclimatado se
poqe effeduar de harmona com qualquer
destas condigoes.
A procreag3o constante com a perfego
e conservago dos productos que se tem
pon fim obter, o que faz a aclimatagSo
til, encarada como proveito econmico,
torilando-se, porm, improficua quando ha
elementos indgenas de abastardamento,
qua perturba a constancia da procreago
por) se terem negrigenciado as analogas
geographicas.
Raz3o tinham os criadores hespanhes
quando sustentavam outr'ora. que a ovelha
merina hespanhla s poda produzir em
Hespanha ; baseavam a sua asserg3o, e
com duplo criterio, em que fra desse paiz.
isto fra do territorio, onde se formou
est(j animal, por combinages zootechnicas
naloraes, ni podaba produzir o vello me-
rino, que Ihe to peculiar como as peonas
s aves, e isto porque ignoravam as regras
da zootechnia, que forma animaes artficiaes
com! notavel rapidez. Sem embargo, se
estes animaes forem abandonados sera eno-
cular-se nelles de tempos em tempos san-
gue de outra especie, retrogradaran) de
geragSo em gerago at sua origem pri-
mitiva, ou para melbor dizer, passariam a
ser aquillo a qoe a influencia de lugar e
clinja os reduzisse.
Ppr issO os alleraaes, que perfetamente
tem comprehendido o quanto de artificial
ha em seus merinos, fazem freqaeqtemente
selecces para destruir os elementos dege-
nerativos, que se desenvolvem. Porque ?
Por falta de analogas geographicas.
Quando os criadores hespanhes tiverem
coraprenendido os seus verdadeiros inte-
resses, e quando a necessidade dos pas
lores fr supprida pela intelligencia de seus
patres, a industria pecuaria recuperar
era Hespanha o seu antigo prestigio, e as
I3s merinas, como producto extico em
outros mercados alcangaro um prego mais
subido, a que -era jus ; por quanto claro,
comb a luz, qne com o simples trabalho de
seletgo, os criadores hespanhes podem
em pouco tempo obter Ras to primorosa-
mente tinas, que concorram com a produe-
gao allepia, como concorrem j as do Sr.
marjjuez de Perales.
S, pois, as analogas geographicas tem
tanta influencia as cabras finas, conclui-
mos dizendo que sem o concurso dellas ser
tempo e dioheiro perdido, todo oque nessa
industria se empregar.
Capitulo II.
Caraderes geraes das cabras.
Debaixo do ponto de vista zoolgico, a
cabra animas pertencente classe dos
maniiferos e categora dos niminantes.
Nao est ainda definitivamente assentada
a opinio dos naturalistas sobre se a ove
Iba ou a cabra sio ou n5o da mesma on-
ffemi
O proprio naturalista, o Sr. Izidore G.
Saint Hilaire, acba se embaragado para di-
zer-nos se a grande variedade de ovemas
que povoam o globo tiveram soa origem no
Argali oa no Mmflon, oa se estas ricas
se formara indistioctameaMr por croza-
mentos furtuitos.
Tratando das cabras, disse fcKwaente o
citado naturalista:
A questao menos obscura, porqne
nossas ragas caprinas descedem recta-
menta da cabra Agabrus da montaoMs-o'a
Persia e da Asia menor.
Esta assergao, tinham-na manifestado
Guldenstaedt, Pallas e Cuvier, e finalmente
o Sr. Bradt acabou de demonstra-la com
mais evidencia e clareza em orna memoria
especial que poblicou, indicando a cabra
falconeri, das mentanhas da India, como
om segundo e importante elemento.
Gragas, pois; diversidade bem carade-
risada da cabra selvagem, elementos ha de
distincg3o que, quando menos, circomscre-
vem as incertezas n'um estreito campo de
duvidas. Os caracteres osteolgicos, mais
do que a cor e qualidade do pello approxi-
rnam a cabra ao Agabrus, sendo que esie
animal indobilavelmenie o verdadeiro
tronco das ragas caprinas actuaes. Tambem
a India, que nos forneceu o gado vaceom,
langero, suino, cavallar. etc., foi o paiz
d'onde nos veram as cabras; e comquanto
importe pouco couhecer-lhes a verdldeira
origem, nao obstante, de grande interesse
saberse que esses animaes foram dos pri-
meiros submettidos e utUisados polo ho-
mem ; por isso os cbamam cora raz3o a
vacca do pobre, attenta a soa sobriedade,
mansdao, abundancia e excellencia de seu
leite.
Era nossa pratica temos tido occaso de
apreciar em toda sua amplitude a diflerenga
real e positiva que ha entre o tratamento
desse animal e da ovelha; e de modo al-
gum podemos estar pelo que tenazmente
sustenta o Sr. Sansn, quando diz que, n3o
sendo a cabra mais do qae ama ovelha mo-
dificada, bastara os mesmos cuidados, e a
mesma alimentaro, que se dispensam a
esta ultima, para cria-la e fazla procrear
rebanhos caprinos. As analogas s3o pro-
veitosas, e conduzem algumas vezes ao fim
desejado ; nos, porm, que, cima de todas
as theorias, temos nossa propria experien-
cia, n3o podemos confundir, sendo diversos
como sao, os cmdados e alimentagao dessas
duas familias, ou porque a cabra n3o tenha
duplo bucho, ou por qualquer outra difle-
renga anatmica, certo, positivo e incon-
testavel que este animal tem o apparelbo
digestivo muito mais desenvolvido e forte
que a ovelha, por cujo motivo vive e at
engorda mesmo nos lugares onde a ovelha
raorre de fome, bastando para a sna com-
pleta alimentagao restos de plantas seccas,
cascas de arvores, e at trras gredosas e
saturadas de nitro.
Finalmente, como comparar-se o arroja-
do instindo da cabra com a estupidez im-
passivel da ovelha ?
De resto, para destingoir-se a variedade
de urna e ontra nao ha mais do qae obser-
var as parigoes, e ver-se-ha quanto dfferem
entre si esses animaes at no modo de re-
produzir-se. Para que desapparegam todas
as duvidas e a luz se faga, resta resolver o
importante prob ema ainda indeciso, n3o
obstante o que se tem escripto, de saber
se, copulando um carneiro com ama cabra,
ou vice-versa, e fecundando essas cpalas,
as crias bastardas poder3o a sea tarno re-
produzir-se. Por algum tempo nos chega-
inos a inclinar nos opiniao de qoe nao era
isso possivel, mas antes que os ensaios que
estamos fazendo no-lo demonstrara claramen-
te, abstemo-nos de emittir jaizo definitivo.
Que hajam fecuadages chamadas chavi-
nas, como as ha no Chile e provincia ar-
gentina de Tucuman, isto cras prove-
nientes da juncg3o das duas especies,
coosa que nada tem de particular; por-
quanto vemos isso mesmo no cruzamento
da egua com o jumento, sem que seus bas-
tardos possuam qualidades reproductivas.
Ainda quando alguns desses animaes lecan-
dassem, como ha pooco succedeu na pro-
vincia de Valencia (Hespanha) onde ama
mua pari de um cavallo, tambem isso n3o
fra de admirar, porque nao seria mais do
que um elemento reproductor berdado pela
mua, disposto para a fecnndagao. A du-
vida (icaria resolvida desde o momento em
que o burro manifeslasse em tempo, pre-
disposigo para reproduzir-se, e de facto
assim acontecesse. Esta a bypothese que
cima figuramos a respeito das crias de
carneiros cruzados com cabras.
, pois, necessario averiguar se do cru-
zameato desses animaes pde-se formar, e
realmente se forma, um novo animal com
todas as condigoes de fecundidade continua,
quer seja macho, quer lemea ; emquanto
u3o chegarmos a este resultado o3o sahire-
mos do campo das duvidas, e infructferas
discusses, devendo entretanto deixar sub-
sistente o genero capra hircus dos natura-
listas em vez do ovis capra, como quer o
Sr. Sansn applicar.
A criag3o de cabras em grande escala j
n3o pode realisar-se na Europa, visto nao
haver all campos apropriados para esse
tim ; tanto assim que os escriptores es-
pecialistas, quando tratara das cachemiras e
angoras, liraitara-se considerares geraes.
ponderando que nao tem para a Europa
rnais do que o interesse descriptivo e scien-
tinYo.
Herrera, Casas, Isabeau e Sansn, esto
de accordo em que a cabra um dos ani-
maes domsticos, qoe com menos trabalho
d mais interesse, mas que por sua nature-
za e pela inclinagao a alimentar-se da ar-
bustos e arvores, e por certo instincto pre-
dominante de vagabondagem, impossive e
formarem-se cora ella grandes rebanos. -
O Sr. Sansn, com o proposito de provar
que este animal nao tem rival no que toca
multiplicago, e que nenburn outro^re-
compensa 13o ventajosamente as oeapsa
que se fazem com sen pens, aprsenla o
seguate calculo demonstrado.
g Um rebanho de 24 cablas *te -
cido em Mont-tTor; pelo Sr. Mar'e&ante>
deu emum anno o seguiote resoltado.
Utilidades.
18 cabritos a 3 fraocos... **
14.400 litros de leite ou 13.872
a 20 centesimos.....2.744-40
queijos-J
Total.......... 2.M8-40
Despeza.
Interesse e seguro a 10
% de 384 francos...
Amortisaga ; 2 francos
e 8 centesimos por
cabega........
Alimento, 3 kilogram-
os por cabega oo..,26-280 1.826-40
38-40
54
(Contmuar-ahse)
TYP. O MAH.ORA 00 DCQR DKCAX1AS


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