Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12218


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Full Text

i


I
MH XLVI. NUMERO 214 '
>-'- i. r r _______________________________
PASA A APITAl E lftARE ONDE IAO SE PACA POITE.
res cienes adfentaifl'...........
n......!.'.'."
idera......
Cada mumero avuiso .

PUTA Flftt 22 DE SETEIYIBRrj bE 70
*-
HMIrBO I FOSA A PBOVnCIA.
24J000
320
*7O
f3*500
201250
271000
Propriedade de Manoel Fgueira de Faria & Fhos.
NAO ACHOTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 F.hos, no Para ; Goncalves & Ptoto, no Maranhao ; Joaqun, Jos de OJiveira, no Cear ; Antonio de Lemo Braga, jh> Aracaty ; Joao Mara Jobo Chayes, do As ; Antonio Mawjaes da Silva, no Natal; Jote Joitiao
Pereira d'Almeida, ero Mamangaape; Antonio Alerandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penba; Belarmiuo dos Santos Balc5o, em Saoto Antio; Domingos Jos da Cosa Braga,
'______________ ni Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Aagoas; Dr. Jos Martn Arvea, na Babia ; e Jos Bibeiro Gaspanobo no Rio de Janeiro.
PARTE OFFHM.
CioTerno da proTincla.
BtranUTE assicnAim pelo exm. sn. dkskmhaiwa-
ooanuKascoDBAMU PEBF.lllA MOCHA, V1CS-PHS-
MilKNTB DA PROVINCIA, KM 29 DE ABRIL DK
1870.
i' secrlo
?.'. 010.Portara ao Exm.Sr. i^ntral comman-
dante das armas. Tendo nesia Jila Horneado o
capillo dy exereite Amonio Raymundo Los Caldas
para servir interinamente o lugar de ajudante do
director do arsenal de guerra, durante o impedi-
mento lo effctivo, f|U9 passou exereer as func-
i de director, por tsr seguido para a corte o ma-
jor Francisco Raphael di Mello Reg ; assim o
COOmanieo a V. S. para seu Conhecimento.
tv. 911.Dita ao director do arsenal de guer-
ra.Enve Vine cora urgencia e-ta presidencia
remettido pira a comarca de Flores, uestes dous
ltimos anuos.
N. 912.Dita ao ajudante do director do arse-
nal do guerra.Inteirado pelo ofieio de 26 do
corrate sob n. 462, de baver Vmc. naquella da-
ta assumido o exereicio das fonegoes de director
desse arsenal, na qualidade de ajudante do mes-
mo, por ler o major Francisco itaphael de Mello
Hw seguido para a corle lomar assento na c-
mara temporaria, cabe-me dizer-lhu em resposta
rae nesta datanomeei para servir iaterinaraente o
tugar de ajudaute desa directora o capilao do
eurito Aiooio Raymundo Lius Caldas.
91.1 Dita ao capillo do porto.Determi-
nando o Exm. Sr. ministro dos negocios estrangei-
ros por aviso de 22 do correte, sej o Sr. Her-
mana Ledebonr reconhecido no carcter de en-
arrogado da gestlo interina do consulado da con-
ftdcrac! da Allemanhha di) Noria nesta provin-
cia, durante a ausencia do respectivo cnsul o
\V. Ol.i, asM'm o communico a V. S. para seu co-
niieeimeiito.
N. 914.Dita ao commandante do brigue bar-
ra famvac.Mande Vmc. apresenlar ao Dr.
cliefc de polica, hoja s duas horas da tarde, 15
oraras u um inferior da guarnico do brigue bar-
ca sob seu commando, alim de escoltarem at o
nreaidia de Fernando de NoroDlia, dez senten-
ciadas da justica que para all seguem no vapor
Parahyba.
H. 913. Dila ao commandanie do presidio de
FernandoRegressara para esse presidio no va-
por Parahyba os sentenciados Francisco Antonio
'lampos e Manoel Joaquim Cavalcanle, que segun-
do officio do juiz municipal da primeira vara de
2S do crreme, d'ah vieram para como testemun-
ln? depfir em ura processo.
N. 916.Dita ao raesmo.Cora a inclusa copia
Jj infarmagao do inspector do arsenal de mari-
ntia, datado de 29 de Janeiro ultimo sob n. 1892,
respondo ao officio de V. S. de 30 do citado mez
a. 120, relativamente ao menor Rymundo Fran-
cisco Lofies, cabendo-me accreseentar que nao
chegou esi capitana o referido menor, segun-
do informa u Dr. chefe de polica em offliio de 19
do crreme sob n. 532.
N. 917Dita ao lente Francisco Xavier Ro
drigue- Pnbeiro. Pelo seu officio de honlem sob
ii. Cl, liquei inteirado de baver Vmc. assumido o
excfeicio de capillo do porto, na qualidade desea
ajudante, em razo de te-lo deixado o capilao
d mar e guerra Jos Manoel Picango da Costa.
2' secgao.
N. 919.Officio ao Dr. chefe de polica.Intei-
rado pelo officio de y. S. de liontem datado sob n.
599, "lo conflicto havido entre a torca publica e
is -apeadores que infestam o termo de Flores, te-
u'\ i ilzer-lhe que reccommendo continuaco
das deNgeucias do modo serera completamente
de.:pe;sads e capturados os criminlos, ficando
V. S. ceno de que approvo a requisigao de torca
que .ara esse lim tor necessaria, e as despezas
que com ella se flzer, contando que o delgado da-
quciic termo e era tudo de conformidade cora a
tei e desenvolver todo sen zelo para que as des-
pezaa nao excedan) ao es'rictamente necessario.
X. 920.Dito ao Dr. chefe de polica.Para
que lenha a execugao divida, transmiti a V. S.
i < 'pa juma do aviso do ministerio da justiqa de
7 d) corrente, sobre captura dos criminosos que
era numero de quinze accommetteram a povoaio
de P^anhasda provincia de A'agoas.
X. 911.Dito ao Dr. chefe de polica.Deter-
minando o Exm. Sr. ministro dos estr.mgeiros, por
aviso o Sr. Hermaon Le-
detoo'ir reconhecido no carcter de encarregado da
ge>(0 interina do consulado da confederarlo da
emnnha do Norte nesta provincia, dorante a
aaseneia do respectivo cnsul o Sr. \V. Ouo ; as-
i communieo a V. S. para seu conhecimento.
v 922.Dito ao Ur. chefe de polica. Recom
m-mde V. S. aos diversos subdegados do termo da
-apital, que enven) em terapo aos conselhos de
revi.-ao da qualificacjio dos batalhoes da guarda
lo-,mal, a relacao nominal de que trata o art. Io
i l do decreto n. 1130 de 12 de marco de 1853.
K. 923. Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio do Recife.Nesta
expedirara-se as convenientes ordens, para
serea) remeitidos aos conselhos de reviso daqua-
liricarao da guarda nacional deste municipio", pelos
uizi de paz e subdebgados deste termo, as rea-
de que tratam os 2 e 4 do art. 10 do de-
i-retp n. 1130 de 12 de margo de 1833, ficando as-
sim respondido o sen officio n. 91 de 28 do cor-
rente.
X. 924.Dita ao commandante superior da guar-
da naiional do municipio do Recife.Approvo a
del beragao que toraou o commandandanle do 2
haialhao de infamara da guarda nacional deste
municipio de aquartelar com todo o batalha, de
.ntinnidade com a ordem que recebera visto
i poniera ser mais conveniente ao servico,
: i nesta data feilas as convenientes commnni-
;s, ficando assim respondido o officio de V. S.
dB 41 do corrento sob n. 83.
N. 92o. Dita ao commandante superior da
-uria nacional do municipio de Garanhuns e
-liemetto a V. S. a devida execucao a de-
i "la junta qne tomou conhecimenio do conse-
de disciplina que vai incluso instaurado ao ca-
pitae Antonio de Araujo Cavalcante.
X. 926.-Dita ao juiz municipal da vara.-Trans-
> a Vmc. para os lias convenientes a inclusa
i relacao dos sentenciados exis'.entjs no
presidio de Fernando de Noronha que segundo
:o do commandante daqnelle presidio de 7
deste mez completan) as respectivas penas at
junho vindouro.
X. 927.Circular a todos os juizes de paz mais
v it idos das freguetias da provincia.Recommen-
d k a Vmc. que envi ao conseiho de revisao de
'j'jalilicacao do batalhao de infamara da guarda
mal deste municipio que deve reunir-se a 13
v.o prximo vindouro a relacao dos ciladaos
otantes nessa freguezia de eontormi-
n o ari. 10 8 2* do decreto 110 de marco
3a seeQao
rtaria ab inspector da thesouraria de
ajudante do director do arsenal
inerra assumido o exereicio das fnnecoes de
en 26 de corrente por ter seguido para a
:o Raphael de Mello Reg,
ivi por deliberac,So desta data nomear o eapi
i aldas
^^^^^^^^hdante da
commuQico a V. S. para sea conhecimento e di-
recelo.
N" 929.Dita ao mesa.Transmuto a V. S. a
folha e pret junios em duplcala tirando vencime-
los, relativos ao mez de marco ultimo, par offlcial
e pracas da guarda acional destacados na wtla do
Brejo, aflm de que depois de liquidados ess ven-
ementa eja a sita importancia paga a Joan Bap-
lista de Medeiros conforme solicitou o commandan-
te superior daquelle municipio em officio de 4 do
corrente .sob n. 40.
N. 930.Dito ao raesmo.Communico a V. S.
para o seu conhecimento e linj convenientes que
nesta data approvei a deliberarlo tomada p jlo cora-
mandante do 2o batalhao deiofantaiia de aquw-
tellar, com todo o batalhao de conformidade cora a
ordem recebida do respectivo commandante supe-
rior visto ser rrais conveniente ao servigo.
N. 931.Dita ao mesmo.Determinando o Exm.
Sr. ministro de estnngeiros em aviso de 22 do
crreme que se reconbeca o Sr. Hermam Ledeb-
sur no carcter de encarregado da queslao interna
do consulado da Confederaco Allemanhaa do
.Norte, durante a ausencia do respectivo cnsul o
Sr. Wotto, assim o communico a V. S. para seu
conhecimento, ealim de que o faca constar ao ins-
pector da alfandega.
N. 932.Dila ao mesmo.Communico a V. S.
para seu conhecimento que nesta data e em vista
do que requeren o padre Lino do Monte Carraello
Luna, hebliothecario da bebliutheca provincial,
expeco as necessarias oriens a thesouraria pro-
vincial para fazer cessar a contar do de maio
vindouro, o descomo de 10 % qne de seos venw-
mentos offereceo o bebliolhecario para as despezas
da guerra.
N. 933.Dita ao mesmo.TransmitiaV.S para
os Iras convenientes as inclusas notas que rae re-
mellen o hrigadeiro commandante das armas cora
officio de hornera sob n. 217 do gaz consumido nos
quarteis do Hospicio, Soledade e deposito de ios-
trueco, bem como na enfermara militar durante
os mezes de agosto, novembro e dezembro do auno
passado, feverf iro e marco deste anno.
N. 934.Dita ao mesmo.Commanicandc-me o
Io tenenle ajudante do capilao do porlo Francisco
Xavier Rodrigues Pmheirp ha ver em data de hou-
tem assumido a direccao dquella reparticao por
t-la deixado o capito'de mar e guerra Jos Ma-
noel Picaneo da Costa, assim o declaro a V. S. para
seu conheciimnto e flns convenientes.
N. 933.Dita ao inspector da thesoararia pro-
vincial.Declaro a V. S. para seu conhecimento e
aflm de que faga consur a quera competir, que
attendendo ao que reqoererara os escrivaes das
collectorias de Itarah e da Escada, Augnsto-Xa-
vier Carneiro da Cunha e Bellarraino Gomes de
Oliveira, resolv em vista de sua inforraacao de 27
do corrente sob n. 253, conceder-lbe permissao
para permutarem entre si os respectivos luga-
res.
N. 936.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap-
provado a deliberagio que tomou o chefe da repar-
tilo das oirs publicas de mandar executar ara
pequeo e urgente reparo, na importancia de 275$
de qne precisava a ponte da Jaqueira, assim o de-
claro a V. S. para seu conhecimento e fins conve-
nientes.
N. 937.Dita ao mesmo.Recommendo a V. S.
que era vista das 2 inclusas contas seja paga a
Agr 4 C. conforme solicitar o tenente-coronel
commandaote do corpo provisorio de polica em
officio de 27 do corrente sob n. 199, a quantia de
505 provenientes dos enterros dos cadveres das
pragas_ daqnelle corpo Francisco Solano da Silva
Brandao e Manoel Joaquim de Sanl'Anna.
N. 938.Dita ao mesmo.Annundo ao que so-
licitou o chefe d polica em officio de hontem sob
n. 554, recommendado a V. S. que em vista do
incluso attestado, mande pagar a quantia de 135
correspondente ao alugnel de um mez vencido em
10 do corrente, da casa que serve de quartel ao
destacamento existente no 1 districlo da freguezia
dos Afogados.
N. 939.Dita ao mesmo.A Flix de Figuei-
ra Faria, mande V. S. pagar em vista da conta
junta em duplicis, qne me remetteu o chefe de
polica em officio de hontem, sob n. 550, a quan-
tia de 285720, on o que justamente se dever do
forneciraento do luz e agua, feito ao destacamento
de guardas nacionaes no termo de Santo Antao,
durante os mezes de fevereiro a margo deste
anno.
N. 940.Dita ao mesmo.Cora a inclusa rea-
gao que rae remetteu o chefe de polica com offi-
cio de hontem, sob n. 551, dos pFesos pobres que
eslveram recolhidos a'cadeia do termo de Santo
Antao durante o mez de dezembro do anuo pr-
ximo passado, satisfago a requisigao de V. S. co-
uda em officio de 23 de margo ultimo n. 189.
N. 941.Dila ao chefe das obras publicas.Fl-
eo inteirado pelo seu officio de 20 do corrente,
sob n. 101, de haver Vmc. autorisado a execugao
de um pequeo e argente reparo na importancia
de 2755000 de que precisava a ponte da Junque-
ra, e em resposta ao citado officio, tenho a dizer
que approvo essa sua deliberagao.
N 942. Deliberagao. O vce-presidente da
provincia attendendo ao que requereram os es-
crivaes das collectorias provinciaes de Itamb e
Escada, Augusto Xavier Carneiro aa Cunha e Bel-
larmina Gomes de Oliveira, e tendo era vista o
que a este respeito informaram as estagSes com-
petentes, resolve conceder-lhes permissao para
permutarem entre si os respectivos lagares e or
dena qne nesle sentido sejam feitas as necessarias
communicagdes.
4" secgao.
N. 944.Portara ao director geral interino dos
indios.Inteirado do que V. S. expoz em seu offi-
cio de 4 do correte, teuho a dizer-lhe que nesta
data mando entregar ao director parcial da aldea
dos indios de Cimbres, Joaquim de Almeida Cata-
nho Sobrinho, para serem desirbuidos pelos mes-
raos indios, 6 saceos com feijao, 10 com milho, 50
enchadas, 25 fouces, 12 machados, 4 paz e 2 ala-
vaneas', visto o estado de penuria em que elles se
acham era consequencia do flagello da secca.
N. 943.Dila ao Dr. Augusto Frederce de Oli-
veira. Achando-se os indios da aldea de Cimbres,
seguodo me declarou o respectivo director gerai
em officio de 4 do corrente, reduzidos era conse-
quencia do flagello da secca ao ultimo extremo de
indigencia, recommendo a V. Exc. que mande en-
tregar ao director parcial dos mesmos indios, Joa-
quim de Almeida Catanho Sobrinho, 6 saceos cora
feijae, 10 com milho, 50 enchadas, 25 fouces, 12
machados, 4 ps e 2 alavancas.
N. 946.Dita ao director parcial da aldea de
Cimbres Achando-se os indios dessa aldea, se-
gundo me declarou o respectivo director geral em
officio de 4 do corrente, reduzidos em consequen-
cia do ilageilo da secca ao ultimo extremo do pe-
nuria, recommendo nesta data ao Dr. Augusto
Fredenco de Olivein, que faga entregar a Vmc,
alim de serem destribuidos pelos mesraos indios,
6 saceos com feijao, 10 com milho, 80 enchadas,
23 fouces, 12 machados, 4 ps e i alavancas ; o
que Ihe ceramanico para sea conhecimento e di-
recelo.
N. 947.Dita ao gerente da corapanhaPernara-
bucan'a.O Sr. gerente da compannia Pernambu-
cana faga receber e transportar para o presidio
de Fernando por conta do ministerio da guerra,
no vapor que segu boje para all os objectos cons-
tantes da relacao junta, assignada pelo secretario
interino da presidencia, os quaes foram comprados
pelo corrector geral Francisco de Miranda Leal
Seve, por. conta da fazenda nacional.
948.Dita ao mesmo. 0 Sr. gerente da
portar pora o presidio de Fernando por conta o>
ministerio da guerra no vapor que egae boje o*
guardas nacionaes Manoel Luii de Souza Guima-
raes, Vicente Ferretra Paschoal, Luiz Lourenco
do< Santos e Silvio Jos do Sanl'Anna, todos do
2o batalhao de infantera deste municipio que vio
alli Tender a ontros.
N. 949. Dita ao mesmo- O Sr. gerente da
companhia Pemamburana providencia para que o
vapor Parahgba nao saia hoje para Fernando, em-
quanto nao receber todos os 6BO' saceos cjib ari-
nha qne deve condnzir para alK, tranerindo pa-
ra amanilla se fi)r necessariaa partida do me*no
vapor.
N. 930. Da ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucac* faca receber e trans-
portar para o Rio Grande do Norte por canta do
ministerio da guerra no primeiro vapor qne para
alli seguir, a praoa do exocio batalhao n. :n voluntarios da patria, Manaei Vicenta.
N. 951.Dita aos agentes da companhia Brasi-
lera de paquetes a vapor.. Os Srs. agente" da
crreme, para reger interinamente a cadeira e
instrneeao primaria do povoade- deSanhar, eren
"* pela le provinrial n. 947 de Sde jalho oJtfmo,
Ubaldina Afra da Conceiglo Vieira de Mefio.
MANCMISSOES.A Exma. Sra. D. Callio^ Pi-
res Ffcio de Azevedo, espoza do-Sr. Joaquim An-
toaio Altarte o> Azevedo, acaba de passar gratuita-
mente carta de liberdade sua escrava de 11
aiezoi Je niade, chamada Pautilia.
O Sr. Julo Paulo Morara Temporal e a
Exma. consorte, da villa de Barreiros, acabara de
alorriar graiuitamente a*faas escravas Delphina
.Matilde, w> da do seu consorcio, eorno prova d
apreco em ejoe tinhain-a.
CDADE DE OLINDA.-Pedem.no para lem-
brar a conveniente medida de dobrar o sino da
igreja da Misericordia s 9 horas da- Boute de
cada dia, para annnnciar nopuiacao da eidtde
de Olinda que chegada a hora de silenci. Sen
do essa providencia de fcil exeengo, lembramo-
la ao digno Sr. regente do hospicio de alienados,
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Kegneira Costa :
Appellacao cjvel do juizo municipal de Pedra
ae Fogo.Appelfante, Joao Vicente de Luna Frei-
r ; appellado. Goroncio Estanislao Affonso.
D8r. dewmkwgador Rtgueira Costa ao Sr.
desenbargador Sonea Lei:
Appeilacao civel do juia municipal de Seri-
nhaem. Appelante, o baeharel Manoel Nicolao
Regueira PintJ de Sara ; appelladb Emilio Petei-
{." de Araujo. .
A' X hora depois do mio-dia encerrou- se a
sessao.
PUBLICACOES A PEDI90.
companhia Brasileira de paquetes fagam receber ^?j|e '1* ftc com ,sso um rande servico aos
e transportar para acorte p no da guerra no va^or que se espera do norte, 17
caixoes contendo sapatos que o arsmai de gnerra
desta provincia, tem de reraester para o da edrte,
ficando sem effeito as portaras de lf i) do cr-
reme para o mesmo fim.
EXPEDIENTE ASSIQXAOftPELO EXMi SR. DIX ELIAS RE-
MSRICODE ALMEIDA B ALBQSBRQUK. SECRETARIO
DO GOVKRNO EM 29 DK ABRIL M4 1870
1" secgo:
N. 932.Officio ao Exm. Sr. general comman-
danie das armas.OCsm. Sr. vice-presidente da
provincia manda deeiarar a V. Exc. em resposta
ao seo officio de hontem,- sob n. 219; qu' a the-
souraria de fazenda tem ordem yara entregar ao
capitao Jos Joaquim Goelha os 3:200, constan-
te do citado offieio.
N. i)o3.Do ordem-de S. Exc. o Sr. vire-presi-
dente da provincia, declaro a V. Exc. era resposta
ao seuofflcio desta data, sob"n. 221; que fteam ex-
pedidas as convenintes ordens para o transporte"
dos guardas do 2* batalhao de infamara deste*
municipio que vao alli render a outros como V,
Exc. declarou em seu citado officio.
2"secgao.
N. 934. Officio ao Dr. chefe de polica.O Exm.
Sr. vice-presidente da provincia, respondendo ao,
officios fle V. S. datados de hontem, sob ns. 550 e
534, manda declarar que a thesouraria provincial
tem ordem para pagar as qnantias constantes dos
citados officios.
N. 965.Dito ao commandante superior da
guarda nacional do municipio do Brejo.3. Exc.
o Sr. vice-presidente da provincia ratnda deeiarar
a V. S. era resposia ao seu officio de 4 do corren-
te, sob n. 40, qne a thesoararia de fazenda tem<
ordem para pagar a Joo Baptista de Medeiroc, os
vencimentos constantes do citado officio.
N. 966.Dilo ao commandante do corpo provK
sorio de polica. S. Exc. o St. vice-presidente da
provincia manda declarar a V. S. era resposta ao
seu officio de 27 do corrente. sob n. 199, qoe a
thesoararia provincial tem ordem para paitar a
Agr & C. a quantia de 50*, consume do citado
officio.
4* secgao.
N. 958.Officio ao Dr. Francisco Teixeira de
Sa 1" secretario da assembla legislativa provin-
cial.N. 73.De ordem de S. Exc. o Sr. vire-
presidente da provincia, transmiti por copia a V.
S. em resposta aos seas officios de 12 e 26 do c r-
rente, sob ns. 18 e 27 para ser presente a assem-
bla legislativa provincial, a inclusa infirmarlo
ministrada pelo governador do bispado em 38 des-
te mez, acerca dos projectos ns. 5 e 8 do corrente
anno, que acompanharara os seos cia ? efficios.
N. 959.Dila ao mesmo.N. 71.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-president da provincia e em
resposta ao sea officto de 26 do crreme, sob n.
24, passo as mos de V. S. com a inforraacao jus-
ta por copia, ministrada pela repartido das obras
publicas em 27 deste mez, para ser presente a
assembla legislativa provincial, o incluso reque-
rimento de Manoel Bezerra dos Santos Juaior, ar-
rematante de agude de Beaerros, que acompn-
nhou o seu citado officio.
N. 960.Dito ao mesmo.N. 73 De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, levo ao
conhecimento de V. S., aflm de que faga constar a
assembla legislativa provincial, a urgente neees-
stdade de que ha de ser votado o crdito supple-
mentar pela thesouraria provincial para oceurrer
as despezas da repartirlo das obras publicas.
PERNAMBUCO.
moradores dessa cxlade.
PRONUNCIA. PWo subdelegado da (tego-nra
d"e Sanie Antonio toram pronunciad"", eomo m-
corsos na< panas do i 4. do art. 264 de Cdigo
criminal. Manoel Oaaioo Rom-nal J<> d* Svar n
PHix Jos de Senna, esTe- como cmplice e- aqneB*
como aotor.
VIA FERRE.% OK OLINDA.Com prasc-a- ver*
cer-se30 do correle sao chamados os aroronis-
tasdesia companhia, quv se inscreveram para a
segunda eroissao^ a realisr a primeira prestgio
naTaisio de dez por perita io valor de cada aegao.
INSTITUTO inSTOMED E PfBLOSOPHICO;
Deve reunirse boje s 10 horas do dia esta so-
cied&de emsessao ordinaria.Orden do diadis-
cn vtrno>? Da tscraviRo ao frusil, tm o maihor
meio de aboli la ?
MCTXTB PR) ECCIESIASTIC.E* araanhan- a
reunilo dos membros d'este. sociedad*.
ORDEM TERCEIBA FBANdSGANA.Esta con-
fraria proceden hontem eieiclo da mesa regedra
para o anno de 1871; qne Ircou assim organi-
sada r
Minstro, Francisco Jbaqun Ribeiro de Britc*.
Ministra, D Mara Ayres fiuimaraes.
VJeeminiatro, Jos Joaqun* Arres.
Vico-ministra, D. Leonor Bfcstoj dos Sanios-
Porto.
Procurador garal, Joaquim Antonio Pereira.
Secretario. Joao da ijruz' Mnced.
Syndwo, Bernardo Alves Pinheiro.
Mestre- de novigos, Maooel Jos de Paira Pinto.
Mestra de Bovinas, Dx Mora Loma Gonzaga.
Vigarto do Callo, Manoel do Nasciroento dos-
Santos.
Visitadores.Joio da Cunta Soares Gnimarassy
da freguezia do Recife ; Manoel Joaquim Muni>
{branda, da de Sanio Antonio ; Antonio Moris
o Mendonca, da de S. Jos ; e Jerooyrao Emilio*
no de Miranda Castro.
JOVEN AMERICA.Esta soeiedade funccioit'
boje em sesso ordinaria;.no logar do costme.
MENSALJDADES DE ALHMiSOS.Comega hoje
o recebimenio das pensoes dos alnmnos internos,^
raoio-pensionistas e externos do gymnasio provine
cial, no trimestre de outubno a dezembro prximo.-
CLUB POPULAR.Hoie haver sesso. Ordej
do dia : revista de jnrnaes pelo Dr. Almeida No-
bre ; Preleeqdo de direilo natural pelo Dr. F1S-
gneiredo
Se chegar hoje esta eidtde o Sr. general Vic
tormo, lica transferida a sesso para quinta-feira
da semana vindoura.
LOTERA. A que se ach venda a 161
a beneficio da Santa Casa de Misericordia, que
eorre no dia 24.
PASSAGEIROSVindos de Maranhlo na ban-
ca porlugueza Mana :
Jlo Baptista da Ressarreigo e sua seubora*..
REVISTA DIARIA.
PROMOTORIA PUBUCA DA CAPITAL. Por
portara de 19 do corrente, o Exci. Sr. vice-pre-
sidente da provincia concedeu a exonerarlo qne
deste cargo pedio o Sr. Dr. Joao Thora da Silva,
ha pouco nomeado lente substituto da Faculdade
de Direilo, e na mesraa data nomeou para o subs-
tituir o Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonceca. *
No espago de dous annos e pouco* .dias qne es-
teva em exereicio de to impottante quao espumo-
so cargo o Sr. Dr. Joao Thom da Sirva se houve
por modo firmar o elevado conceito de que j
gosava. A' urna intelligencia robusta reuma elle
probldade a toda prova, bem pensada impsrr-iali-
dae, e severidade completa.
No desempenho de st us deveres nao eontaeeia
outra norma, que nao fosse que Ihe trarave a
lei, e os saos principios da jusiiga. .4 prova do
que acibaraos de 'Jizer elle a deu por mais de urna
vez, respeilando c maniendo a iguaidade perante
a lei tao recommendada pela constituirlo do im-
perio.
S. Exc. o Sr. desembargador Assis Rocha teve a
felicdade do encontrar um substituto para o Sr.
Dr. Joao Thom da Silva, que em coas algnraa
Ihe ser somenos.
GUARDA NACIONAL.Per portaras da presi-
dencia da provincia, de 13, 14 e 20 do corrente :
Foi designada a 2." companhia do 21.* batalhao
de infamara, do municipio deLimneiro, paranella
ter exereicio o capitao Antonio Candido de Oli-
veira.
Foi transferido para reserva, em vista do pare-
cer da junta medica, o capitlo da i. companhia
do 23." batalhao de infamara, do municipio de
Santo Antao, Jos Thomaz Gongalves do Bosario.
Mandou-se dar guia de passagom para o muni-
cipio de Caruar, ao tenente eirargno do S5. ba-
talhao de infantaria, do municipio de Agua-Preta,
Cleroentino Accioli Lins.
Foi noraeado alfares secretario do 23." batalhao
de infantaria, do municipio de Sanio Antao, o sar-
gento ajudante Antonio Fernandas Peixoto Rosal.
GYMNASIO PROVINCIAL Por portara da
presidencia da provincia, de 20 do crrente, toi ex
onerado Antonio Joaqnim de Oliveira, de porteiro
do gymnasio Provincial
GARRS DE FERRO.Por portara da presiden-
cia da provincia, de 20 do corrente, em -yuta de
reauerimento do intratante dos carns ae ierro
as ras da cidade'do Recite, Jos Henrique, Tnn-
dade, fei prorogada por dous mezes o prazo mar-
cado na l.'parte da 4.* condicao- do contrato cele-
brado em 19 de marco ultimo para a apresenU$ao
das respectivas plantas.
io efl ,yxt tado! companhia Pernamoucana faga r irn-
CHROMCA JLDKIARI.l.
TRIBUNAL DA KKI.At, iO.
SESSO EM 20 DE SETEMBRO DE 187f>:
PPESIOENC1A DO EXM. SR. CONSELHBIRO C. SANTIAlio.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manhaa, presentes os Srs. desera-
Dargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Molla, Demingues da Silva, Regueira
Costa e os juizes de direilo Oliveira Maciel e .Vi-
va, fallando com causa os Srs. desembargadore*
Guerra procurador da coroa, Doria e Soaza.Leao,
abrio-fe a sessao.
Passados os feilos, deram-se os seguinte3- julga-
mentos :
HASMAS CORPUS.
Negaram a soltura a Joao Correa de Araujo, e
a ordem pedida peto Dr. Rufino Colho da Svtva,
atiento o estado do processo.
CARTAj TESTRMUNHATKL.
Aggravante, baeharel Manoel Joaquim de Miran-
da Lobo; eggravado, o juizo de o'-phos de Olin-
da.Juizes os Srs. desembargadores Motta, Re-
gueira Costa e Lourenco Santiago.Deram pro-
vi ment.
DKURB.NCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica :
Appelante, o juizo de direito do Ipil;: appelladoy
Jos Gongalves Ferreira.
Do jury da Fortaleza.Appelante Paulino Jos*
de Castro; appellado, Henriqne Xavier.
DELIGENCIA CIVKL.
Ao Dr. curador geral:
Do juizo municipal de Batnrit.Appellantesy a
viuva e herdeiros de Alejandre Francisco Ferrei-
ra ; appelladoe, Francisco Antonio de Macedo sua
mulher e oatro.
Ao curador, e desetabargadoc procurador da
cora:
Do juizo municipal doBecife.Appellanle.Fran-
cisco Gongalves Netto, como laior do orphio Ar-
ihur; appellado, Manoel Joaquim Baptista.
Assigaou-se dia para jalgamento dos seguiates
feitos:
APPELLACOES. CHIMES.
Do jury do Limoeiro.Appelante, Francisco
Antonio dos Santos; appellada, a justica. Appel-
ante, o juizo; appellado, Manoel Francisco da
Siha.
Do jury do Inga. Apoellante, Manoel Jos do
Nascimento; appellado, o juizo.
APPF.LL5.QA0 CIVEL.
Do juizo municipal de Pedras de-Fogo.Appel-
ante, Joaquim Monteiro Guedas Gondim ; appella
do, Virginio Horacio de Freitas.
PASSAGKHS.
Pk\ ioo do Anar Birla Mas-
eareutaas a*> puMIe.
XXI.
Ja. me- fczia esperar aeslas columnas, d'oade em
artigns anieriores prometti ao respeitavel pobhco
dar wnta exacta e minuciosa de minhas admi-
nisiracoes-relativa ao priorado, qoe immsreei-
dameiite oecnpei no eonvenft a hospicios da
provincia carmelitana da Baha, para que melhor-
menn se ptdessc apreciar o gro-da injstiga.que
se me fez com mmha eposigSo do priorado- do
Carme de Olinda ; injmlica, que foi requintada
com a suspensao de todas as minhas ordens sa-
cras, sem coorignagao de ama diaria suffleiente
para cainita'subsistencia, como cimpria-ao con-
venio, com o ftra sinistro de matarme ob fome,
ou nos caroeres da casa capitular, por todos o
modos de sotfrimentos- de qae se lemorassede im-
pr-me o RVd. Pr. Joan" Lucas do Monte Carmello,
actual provincial da ordem ; qnerend, talwz, por
essa especie de ceroo apenado obrigarme a ren-
der-me a descnpoao do meas inimigoe, sem lm-
brar-se, cenamente, quesou da tempero- d'aqnelles
que sabem raorrer no posto, mas na> rendsm-se
torga, qualquer qne efla seja, com sacrifieio do
direitoe dajostiga.
i E' lempo anda da cumprir minha proraessa ;
ejbem poda no < qaadro, que ron tragar, de raras
efimes, e dos servigos que tanho prestad ordem
carmelitana da Babia, debutar ligeiros tragos
o quadro dos espantosos deliclos pratitados por
esse Fr Joao Luces, per cuja influencia fai d-
noslo do priorado de Olinda,.e saspenso do exerar-
co de minhas ordens mas, nao quero sembrear
ra.u quadro com as cures que-Ihe possaoser es-
trnha>, ou ir-rbe mal ; nao jnbjo mesmo essa
pirle esseneial aocomptementode meu trabalho ;
quero ser redor de mais esta fineza.
J eonfassei, e tenho o prazer de repetir,, a con-
fia sao de meas crines, qae deran lugar s duras
penas, que rae foram infligidas ;. e todos j eonhe-
c*m qne o crimrr qae merecen a pena de minha'
o^posijo, foi o ler eu duvidado entregar a Rulino
Thomaz de Aquine, por ordem dt> Fr. Joao Lunas,
a escrava Lydia eom seus dou filbos, Caolido e
Biaz, eeg6, ilegalmenti? vendida por este religioso,
e judicialmente reivindicada- por roim em irtnde
d sentengas proferidas ato-ern grao de revista ; e
*)Cie o crime que merecer pena- de suspensao de
ordens, sem consignarlo de diarias para itinha
subsistencia, foi o ter eu concedido, qnando anda
no exereicio do priorado, eartas de liberdades a
estes escravos, e a outros as mesmas circuma-
taucias ; porque entend, e emendo que isso eabia
Dos limites de minha* aiiribuices, e que alradas
rates especiaes,' qne deiermioaram esse meu pro-
cedimeBto, era conforme convo espirito da legis-
gisiaglo vigente, e com as- idea e interesse se-
ciaes.
Conheeidos estes faetos, eurapre-me entrar-no
decenvolvimento di assumpto-, que me preocenpa,
nao para ter a vaidade de apantar servicos, que
me recommondem, mas para satistazer a anroda-
de- do publico, que procura firma urna conviego
eprca d'esta questao tan desagradavel.
XXII
Em Itdejnlho de-1838 fe-mieha profissao ; e
desde logo, quaodo entre i no- cnaheeimenlo das
deiordn da ordem monstica a que Kira pertn-
eer ; quanio me convenci qae elia nao passava de
inii simulacro, que enganava ao que a descoohe-
eiam ; qoando, tinalraente, observei nne ella mar-
ebava vereda opposta- que fura tragada pelas sa-
bias esanias leis de-S. Alberto ;.coUoqaei-me na-
tural e insensivelmente no campo da I uta, oda
reictao contra todos os desmandos de meus nevos
eoAipanhetros, que, por'isso,- prognosticarasn-iwe
eu havia de ser sempre me-frade.
(H exames, e as ordens,. que eu ia obtondo,
erara porfiadas linhaa linha ; d> modo que cada
pajsoiuedava, ficava assigwlado pelos vestigios
de reunida lacla, que felizaenle se resolva ero
meu triumpho.
Prisoes solitarias, jejuns-prolongados da-pao e
agpa at o deliquio, preteriges, e outra armas
iguaes eom qae se combaten) nos claustro*, toda
fofam empregadas- contra mira at 1842, para me
reluzirem ao servilismo, que alli era a le dos
oovieos. Nessa poca, poram, entenderam que- era
mais prudente dsportar-me para o concento de
Olinda, qnando j ha va tomado ordens ds sabd*a-
iioi, fleandose roedeveod 424400 ris de diarias
de 14 mezes e de nm habito, que, segundo o lti-
go costme da ordem, era derido cada reli-
gW En Olinda, aos 25 de maree de 1843, recebi
s i ultimas ordens de presbytero, e lu' eleiteaos 7
de margo de t*44 pelo capitulo provincial prior
do1 hospicio de Santo Amaro de Groia, na villa da
Larangeira, provincia de Sergipe.
legada ecn.Olinda a curia patente, fui logo pri-
vado das miabas diarias ; e devia partir para o
lugar, que me fura designado pelo capitulo.
.Sesse lugar, porw, quasi deshabitado, era
mais havia vestigio de que louvesse existido nm
conventculo ; de sorte que equivala essa nomea-
gil) a um per feito desterro.
Meca mando contra essa deportarlo, fui eleito
prior em-31 de julho de 1844 para o" hospicio das
Aliigoas, sendo que no dia 15 de maio J bawia
sido nomeado coramissarto do mesmo hospicio.
Encontref esse convento no mais deploravei es-
lado de ruinas que aitestava um abandono com-
pleto e diurno.
Cora effeito, havia 24 annos que l nao entrava
um rajigioso ; o cereavam creseidos matos, que
atiropediam nelle o ingresso ; eslava quasi todo
descoberto ; as imagen em abandono, e o que
mais ainda, o Santissmo Sacramento, quo eom tao
pouca veneraglo dessa vez tora tratado pelos le-
vitas do Senhr
neme, ren-
por exemplo, Dma alampada, im cwa de oom,
os resplandores dos patriarchas Santo Elias e San
to Eliseu, etc.
Nesse tempe e Caneo de Olinda; j eslava bas-
tante arruinado-, roas ainda assim eetava da poss-
do enaanho Camaesari e sna fabrica, qne sabia a
46 enxadas, arrendado todo por 3:0O9& e pour.a
cousa mais- restara do grande oatrimonio" daquebv
convenio, pois que al de iraasi todas as suas al-
faias de arma e oaro havia sido despojado.
Consista toda a sua riqueza nos seguate ob-
jectos, alm do enamb j referido :
Predios urbanos.
Duas casas ns. 7 e 8, sitas a ra de S. Benti
qne rendiam 64 mensaes.
Outra na roa do Xbtnias Ferreira r*41s de 3"
por mez.
Outra no largo do- Amparo a. 9, que readia
2*240 mensas.
Dnas ns. 7'e 73, ra. oV mesmo
deudo 3 por rmn.
R ama quasi- demolMa, inhabitada ra de S.
Pedro Novo.
Trras-.
A propriedade-do lib atoraa per lOOjfjeo an-
miaes.
A berta do convento arrendada por tW#0tlft
per anno.
Seis .ios, coraprehendendo ejardim betanleo,
aforado por 218, por anno..
urna pequea poreao de-terra forairas. na la-
deira de S. Franciaco, cora- o ranaaanto annuaf
le 2*240.
Prai.
Umecoroa de N. S.- da armo;, e prata-eu-
rada.
Um turibule e un naveta.
Um ealix e seus pertences.
Urna ualdeirinha e bvsope.
A inMgnia e S. EBe.
Urna ambala pequea.
Tres rasos para os 3antes cieos.
Tras pare de brinesade pedia.
Foram este os unigos bene- que- eonlrei,
le que tomei posse, pertencemes acuM convant h
do Carmu de Olinda.
Ester objectos, assim como rscebi; passei para
o poder do priar,qae me sncceiu ea> 1847, corno-
consta do-inventario e sontas, qne nes-se lempo
prestei; e seue rend mentes, irada* as despezas
necessariae para a conservara da cenvealn, e aV
rulto relijiio?o, erara nmettidos- para a Babia ;
tanto qae o rendeiro do engente- OiHnaaaari cor*
respondia-se directameoCe com os ptovinciaes dn.
ordem, ou por intermedio de um oom>espond3t^
nesta cidade.
Ae desperas, do- convente naqpielle lempo, por
isso que havia nais religiosos, eraaa orescida.',
tanto mais porqne delle sehiam as- diarias para u
prior do hospicio dos Maguas, segundo a* orden*
que recebi dos provineiaesj come constan de do-
cumentos authemieos er meu poder y dte forma-
0.ue, M$aod as- wioha^ eerida conlas, resiav',-
rae o convento o saldo de 427*67&K]u&naoca la-
me restituido.
Cumpre mencionar umcircanslanmay que pa-
receudo ben insignificante,- lam atgnm importun-
e-i a para o mea proposito.
Logo qae tomei pes<>e desse paioradej. wn 18*.
recebia do readeiro de Gamassarir par torga d*
olausula qne se eonlinha na respectiva- escriploro.
de arreadamente, para o prior e seu-companheiro
a quantia de-56f00 raenoaes de sua* diarias, e
20031)00 por anno para a fesU de N> S. d Can:.
Era 1847, porna, o fre Joo Leas, eofio prior
do Carmo d Babia, raandou. redunir as diarias a
io#000 jueasaes, e a verba da festivioVie a 5t#k
o que alera de ser lama grande injstifa^ ironxo
enj resultad unieo o augmento dos randimestos
da Baha; ascendo esse dospeito do tV-lo de nao
ler eu querido remetter as-duas escrava, qne do.
centro do Bio Grande do Nene visraui irazer Jou-
es pitaes de campo, aos qoees dei a gratiCcagae.de
208*000, por serera ellas do convente, ao .re
Jbao Lucas, que as pedir, para a Baha.
Fmda minh<> substituido era Olinda, nuaux
em, 1847 fui de aovo eleit*. prior do bospicio das
Alagoas, para, onde par eom a.mair prjcapli-
dao poasiveL.
Quando reasrami, por-iteyO exereicio desse prio-
rado, Uqnei rpassado t'.e indignaglo de ver, 4iie,
nada mais exista da pouca prata. que havia com
tanto tralaclho readquirido para aquetle hospicio,
porque o- prior, qne alli ate suceedera, durante o
.nos -de- 1846 e 1847..0 fre Jbo Baptisia de
Sania Helena Nianes de Araujo e Cruz, havia, hen-
dido e derretido toda eMa, e se-tambem nao-ven-
der as telhas aotaboaflo do convento, j contracta-
do cora um comprador, foi porque a esse sacrilegio
se oppoeeraaa os digno Srs. ajpdaate Joaqujm Di-
niz. o tenente-coronel Nicolao, de Lame-rao, e o
major Flix, de Grujan.
E a esse religioso foram abonadas as diarias'na
razio de 6W ris por dia, e as- despezas de trans-
portes- I' I
Tive porSm deresignar-meitom o deploravei es-
tado em que achei o-hespido, e apenas tratei dr-
consarval-e; sendo qae ahv dessa vez permanec
seis anno, na qualidade de- prior, e daraale esse
terapo mantinha-me exclusivamente de minhas or-
dent, porque nunca me foram abonadas as diaria
devidas, nem ontra qualquer verba.
Em apoio de qaanto sempre fiz em brm di
convento basta transcrever um trecho da cart,
qne o Exm. Sr. cense+aeiro o Dr. Jos* Tavare-*
Bastos uvera a boBdada de dirigir-me em 19 de
fevereiro de 1849 pedindo-rae o pagamento da*
despeaas, que autorisei fazer com a Iteenga impe-
rial para o corte de madeiras necessarias para o
reparo e obra desse hospicio, nastes termos...
c attendendo prompidao eom que sati-Jz ai>
i sea pedido, e- com prazer, por ver o eel e em,
c penho de F. Rvma.. pelo bem esJw ie $\ia.ordcm-
* eem particular, pelo restabeleemento do decoro
t desse interessant e Santes mfHzmenti aian-
i donado hotpioio.
At 1853 sa prolongou mea pnorado-.em Ala-
goas, donde retirei-me sem deixar de minha ad-
ministragao vestigio?, que me- possam fezer corar,
oa que possam fundamentar qualquer acensarlo
sena contra miro.
Minha tacefa, porm, nao havia ainda ckegado
a seu termo : mullas e mais graves dflicaldade
me aguardavam, era novas lulas, a que esta va
destinado, bem contra minha espeotativa e meus
desejos, que s aspiravam a um descaogo para
meu espirite.
Em 2 de abril de 4854, por segunda vez, son
nomeado prior de Olinda, cargo que eu de veras.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. deseraba- calix de prata, diversas cordas e resplandores da9
gador Gnerra:
Appeagoes civeis do juno municipal do Reci-
te.Appeiiame, Carlos Hoirus; appellado*, padre
Joaquim Jos de Farias e outro. Appelante, D.
Mana das Nev. Miranda e Oliveira; appellada,
Rosa Mara da Conceicao. Do juito municipal de
Nazareth.Appellanie, Manoel Them^z da Albu-
querque Maranhao; appellado, Ignacio Vieira de
Mello. Do juizo municipal do Bonito.Appelante
Vicente Ferretra Padilha Calumbv; appelladoe,
Jos Vicente de Araujo e outros.
i Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Appellacao civel do juizo municipal do Reci-
vO PUBLICA. Foi nomeada, por te, -Appefiante, xTieotonro Alves Ferreira; appel
poriaria da presidencia da previacia, ic 20 do I lado, Joaquim Fraacia
rar nelle ; a d'enlre era pouco consegu da pieda-
de dos fiis esmolas sufficientes para cobrir o hos-
picio. Readqoir, exlra-judicialments, um sino, am
Assumindo a administracao do convento, fui rao- receiava exereer, porque j havia eonhecido da-;
miserias, que por alli grassavara; e porque, corra
de plano, que esse convento eslava extracto e aban-
donado.
Para descrever enrgicamente o estado desse
convento naquella poca, bastara dizer que o seu
prior, que me anteceder, tora o frei Joo Baptis-
ta, aquelle mesmo qae reduzio a ruinas e hospi-
cio de Alagoas; mas, julgo acertado fajer urna.
descripgao mais circunstanciada de seu listado,
armada em documentos autbeptieos.
O frei Joao Baptista, tomando posse daquelle
priorado, veodeu prata, casas, trras e abaudonon
os pequeos foros de terrenos do convento, porque
delles nlo careca pea abundancia de dinheiro-,
qae se Ihe davara; venderam at o taboado da
igreja, telhas, ete.; de sorte que o patrimonio de
Olinda eslava quasi anniquilado ; e quinde so
reslava o qae ninguem queria comprar, foi aban-
donado.
sagradas imagens, que tudo foi restituido com pe-
quea opposicao ao aso do convento ; e restabele-
ci, em urna palavra, o culto publico caquelle tem-
plo, j por demais apagado dos corages dos fiis
alagoanos, dos quaes moito consegu e;n favor do
convento, pelo aue apreveilo a opportunidade para
consignar-Ihes nm voto de louvor e de gratidao,
que Ihes devo.
Pasearam se dous annos apenas nessa lida, tao
grata ao mea coraoao; e qoando me preparava
ara concertar a igreja, fui removido a 30 de ju-
nho de 1846 para o Carmo de Olinda, era substi-
tiiiglo do entlo prior, oFr. Francisco da Conceigao
Orsda, qae, sendo um dos melbores priores desse
convenio, abandonoa-o, levan-Vi comsigo part a
I Babia qnasi toda a prata eoar.o do convente, como

1
M
Era tao no'orio o extravio do pws pelo prior


f
d Pernambiico Quinta eira 22 de Setembro de 1&70


H
fre Jj) Baptista, q"o o S1 p.^viuciat Ido omd va*paM BnUlpre aJQitartm
non n > pr 'a! 1'lc V'H'oJbs^^^^I ^^^^|
da lei par i>>>*s
nfl:
poofao ler-Ihe sido feita nao duvidarei reinl

resto du pHWII1 ana, fiiorporar
di fose rmosda leidt
zembro da 1830, mandahdo tat'.r secuestro *
lado elte, pasitelo n>. publico.
. A ee rspeilo baixou do pvcriio gerrl o se-
RuiDi^viso.de 16 de aaaembro do 18S3, um M*
leaajnoat desneve a estado iristtosiraa lepwra-
\el cu v,ie te achara e pobre conven to wruu
Ue Olinda : ,
. Illra. v Exm. Sr.-Reccbi o ofllc.o de 5 de rto-
. tac ultimo, sob n. 48, em fu \*****
t de baver ordenad* w procurador #ta'< "'J:
. aJL na lora dos beM do pairiuow "u U Ir
. ridae'de Obnda, por lite enastar qae o res**-
. i.v ..riiresUta vendeudo al*ea ito* rto* bn>,
.,IW uio pod#i ser alionados sem a competente
. l'.-ooca; em resposla tenho a declarar a V.Exc
. iiue o iiusier pru-egair se nos termos e mais o>
, Imeactai necessarias par* segaran^. da faiend
. MiMia ; e vencadoo abandouc ou extinecaodo
... o da eommunidade e administrarlo do cou-
v.itio,pn\ceder-se ha naconformidade da legisla-
cvi em vigor sobre bens vagos para seren eo-
rfioradoe ao dominio do estado. E porque pessa
. succeder que apparec* lgitimo administrador oa
t\ o MiMMto ahvtaono ou extincfao iio se ti
. Ria Tiisildii. oa se veittqne, seudo ceiio neu
.. na dissipacao do b*s com r'm aa frnslar e
diic.i> eveBliiai da (aseada nsbliea, cumpre que
se iuventarlem e arroleni lodos os neos, direilos
o acedes, par preveuir-se o descamiobo d'elles;
e rec-.atwcOndo-M qae s*re algans ben- se
-i deram contratos aleatorios, cumpre igualmente
-. que se providencie de maio que so observem as
disposice dalei de 9 de deiembro de 1830,
unte nos referido contractos, como nos ooero-
'. s.)s e nio s i reapeilo des immoveis, como dos
i movis e semoventes.
o aviso .te J6 do juntio de :8S\ tambem da
providencias acerca a'ee inesmo negocio, man-
iaiido arrecadar esse* ftens, como se fossem vagos,
liara devolve-lo ao dominio do estada.
\ :n bem a proposito Uanserever aqni o otncio
que, em data de 27 de abril de 18"ii, me dirigir
i (wir^ pr.vinnal Fr. Antonio de S. Octano, par-
tici ..ilIii mmtia uiMueacao, e ordenando-me que
*osv to nar p.sse do logar.
E n ofe..rrvancia do disposto as nossas cousti-
a HMM car.o 'litaaas a respailo do bom rgimen
esptrtMl e temporal do cada iuh des couven-
!- remover os prelados de urnas para outras casas
. Km da observancia regalar-; por isso passo
dar essa providencia noiueando V. P. Rvd.,
t .-orno ver da patente junta, para ir ter sua ro-
sileneii no r jrvmMo de Olinda, na provincia de
IVrunmbuco, eocw sen vigario prior, por se
aunar aquelle lugar vago, por deniissao qae pe-
tim> o padre Kr. Jrtio Uaptista, que b*$tantc
etruio o retante to patrimonio, a posto de
. vender talvee que toda a prata, o por isso obn-
iziu ao sabiogoverno da provincialanzarsuas
vistas p.nerjaaes, reivindicando parte dos ettra-
v vi.is do padre Juao Uaptista.
- Lgo que V. P. fivd. se aprsente aos Kxms.
gwwruK civil c eeelosiastkw. tomar as mfor-
!i;iQoes e ordens bam de desempeiihar a mis-
si/que tim-f imposU sobre o convento, de qae
d vicario prior, e do que or occorrendo me par-
tiiipira par:< dar as providoiioias tempo.
Nada mora sem primeiro entenderse eon o
-( Exm. governo da provincia. Deus guarde V.
t P. ttvd.Carmo da Babia, 27 de abril de -l5i.
, _o y. P Rvd, irmao em Cbristof r. Antooio
de S. Caetaoo, provineiaL-ltvd. Sr. Fr. Joao do
Amor Diwno. vigario prisr de Olinda.
Devo notar que eotfi qaarenia e lautos reli-
fioso i io fiiiain parto d'essa coinmunidade, fui
.ai .i eseolkido para salvar o Carmo de Olinda da
r.iina, i ao Bapusta,
- "otros, miando nai havia mais peranras de
r : i o resto de sea patrimonio, que j eslava
se.pjeslradn pelo goverao.
I:.i > d-juimei. uera recueidiaate da luU tiUni-
r.\ en pie u entrar, porqueempre era posaoido
(i- i izr;.o amor pela mmha ordem.
1\>.i.ei pdBse do prierad em julho de Asa*, e
' ti o -o iinmeiro cuidado demandar im a fa-
,.!.;. un se levantar o sequestre dos Aens, o
., i->por fin se oaseguio, sendo ella eondemnada
as cuitas.
Essa. o:'manda, pora, foi irabaihasa e
ieucia qae se nao loase midha aou-
v i. I o |)rtinacia, o convento de Olinda boje j
nai iMCtenctria ordem carineiilana da Babia !
A spcbg* lacla, qae Uve de sustentar n essa
pooea f >: a opposicao vigorosa e enrgica qne
tic sabida da sagrada tmagem do Senhor dos
Passos de s;ia eapSna. como pretenda, eja havu
olitido lioenc a reeo'v;i irmandade, nao s do
...?j__._ i. '_____i-..:- Cv n Ce ri\n^alll(tirr>
to corre.-:
lacios argnirlos.
Francisco de Macelo foi issassinado no
oaytJlio a;maubem que rtsido com *
n!\a hmilta po Fraurjtco Ria Matioel T*>
Erara estes os boatos, que percorreran
en lo sobre o assassiuto.
Uoube a iastruoijo de samwarii aosub-
-fra'lo
j Her-
-' de sotan-
guxiicr.
crimede re*
peteidr
Deu.-
P^rnamhur.0,
Henneto Can
in a'
K ?.
Ai'j da exMMi
ii'uu lio Nj S...ihiv Jeaus

j.i_ a > i ." i\ -k, i Aiitw do !v:iii'nu w .>o>>j >,'..mif Jeas
dnJejfaila Maaoal A"louo DrlH L .uba, i i- Lj*gJJ due ,VJ| :1 96 di:lJ ^ n,,, ^ SCiembro
beral utui proeminwito e coohectdo n aquel j0 Ahl) ,nnij> serretan i la prfci -Vosi* cida-
ta pocba.
Ftnioj-se o saraanrio e Toram .oment
pronunciados Manoel Tavares e Fiaucisco
Ra em data de 28 de maio de i 846.
lazu o pior-esso na conclusao do ji
municipal por espado dedou; annjs u cinco
mezes, e s a 28 de outabro de 1848, foi
susitn.iila a proQUQcia d'aquulle subdele
gado e en pronunciado.
Convm notar que na po-f*a oto qu est
datada a pronuncia do jaj tatioioi.iii deSe-
rinliom o partido ceuservador j.i se acbava
no poder m iiberaes com armas as maos
disptit ivj n as posiods olliciaes.
Nao se pnblicou e oem se sonba de se-
tneihntft (t-)spacbo e s i 2! ne julho de
18i9 o \w municipal offiara ao Exm
preside ato da provincia mirqoex de Paran
remeitttudo o processo com o ana lespacbo
em que me eomprehendia, cujo officto foi
entregue 13 do setembro do raesmu auno,
apezar do datado de 2t de jullio o remetli-
do d 1 fortili'./a das Gimo Ponas.
tima eiroumstanci CMtvem notar e -que
o osorivaj do leito acluva-se .ra do fver-
tido do sea cargo e ivia em conatjaohia e
sob proteeco do juta mnntcap d, que na
podia em que o offido fora recebido ja se
aebava amnistiada e solt.
0 presidite a provtBCta rewben o pro
cesso o examioaodo vio que. se tiohu prati-
cadd diversas falsidades, para se levar a ef-
feko aquella vinganca masqninha e assim
1 d,i l "if i, a ha va & doiemiiargauor
ch fe de polica, J'Vonymo Martintauo Kigueira i'e
ilello, comigj 1j iuiz'i "5 'J* VahctUi-.es
FraoAco-* inCeidu 3 >s|ktIpnteTA ft.iimernje
PaiiTain b?r-rra Cavalcaofi o Muma Vn'.onio
Cuollm da tjiivjifa. p tls pr icjfii cs.v
,i dojssammarios 'eitos 'aa d^legacia eaubde
legaca da fregiR-zii de Serinhaera, tJ contri Ma-
n*l ("avaleant; de Albuquerqae Lire'dt taitn,
o o segando coulra Manocl Tavaro-i e Fraaciscn,
por alcnnliaHa*, sibre alsida le-. '|iie jatgam
naffer n ante* aun i -i.^. zit *>\ dei'r:i|Hd,.i
(icio Exm. presidenta da provinu ei Seto de
ldeS'.'temi.To do eereote anno, n bloS^4gk-
embargul .i- cli o ilipalicia a;iroseiitanJ.i os Indi-
cadoshUinroarios ao- dii'is laDelii--, oriiaon qe
debaixo tejuri.Denljde*ousei.p-,'.osprni:a(!e aelte QSnxaqius njec-sarios. ^i' u '! veritljai'-se
se co,it (ffjito lia aelle as Uisiiadcs qae se suppae
li.iver ; o dopuis de tsp'iu es lalieia:-. leilo i
as aTertguar."K:a qui jui^aram precisas, 'le.Vin.a-
ram que quinto u pro>;sn or^.nisado pela dele-
ga ia, de rollas 17 eai rtaate, pinw'a Uare laxi-
dades, nao s na qustHnde da papal, etn* m tmta,
porquanto. lendr. sW-i u bwees esertpto pelo es-
crivao interino \niouio Marque-da Silva at fn-
Ihasttj, en pape, krwm, ai;ii, e per aparar, aca-
bando no verse defotas tiic^ti um (enno de
concbasao datado de 13 de ulhe de 1847. passo'.i
o mamni ewriVn a linalisa-lo a Mhas 17, mu>-
dtuindo para i-so urna filha de papel onde eanu-
nuam entirns termos com tal desigualdide por esta
de ralbas 17 papel BrauM, iparado e inais novo
do qae a anterior, deoettodu elle- iabtJlii ijuo
a tinta com nii-^ fnram eacripfc* os termas do
De?
Une
i tei-li>,-
loju AITotuo Ri^ra, Bfc'Hianuojudieiale so-
la-, oacrivaa j* crime, eirel e da provedaria de
oapellas e rejduo- do termo de Seriahaein, co-
marcado R;j Fumoso da proviacia da Per-
namboco, por S. M. o Imperador a qujra Deas
go.rde etc.
C-jrtifleo era oc#erv.icia ao despacho retro que
revendo os autos fie que hi mencao j snpplicau-
te, nellea a follias 19 eucontre o despacho do
theiir seguinte :
Avista dis paites offlciajjs a f.cHjas 13 e ii,
prova de tMVrdoubas de folfiM.'. nk 13, e repos-
ta do Sr. D.\ pro.otor pubTieo folhas 17, co:n
que me cml'ormo. obnX> 'x*w Uvment
ao reo Maooel Cavalcante cerda Briton, por e.-tar ir.cntsn nos artigos 192
e 205 do cdigo "fimraal, e.sm uiandanle o autor
d:s recre* i nvirnutoii eonriantes. da referida
p.irte offletal a f-dhas 3. cori as cireumstaocias
ag^avauij du artife 16, \, 6, 8, 12 e 17 dr-
BiCino cdigo.
0 HScrfnin lance, o mmn da reo no ro dos cal
pados, passa maridado para ana captura, e remet-
a o presente processo no Sr. Or. jniz municipal
da ramarca oa broa 'la ai e ao mesmo reo
candemna uas cu>ta>.
Villa de SerinhieBk 21 te agosto de 18i7.~
Caeuao Francisco de Barros Wanib-rtey.
Cnforma;-.do-me co n a pronuoia a folhas l.
visto o dejmimento das tciteraunbas e os artigas
192 e 2(15 do cdigo criminal em que fot-"pro-
nunciado n reo, sustento a mes-.iui e mando que se
cuirtpra coiuo oella se outem.porquanto, por man-
dado delle, como o aieem as testismunhas, cinco
ciganos forana da emboscada assassinados na a-
deira do eogenap Piabas, por uina tropa viuda de
sua casa em numero de trtnta e taates homens,
commandaios pelo pnrtuguei Larocbe e o ms-
pector Jos dsAniujo l'exix, e^dous ciganos
oais (eridos gravt'mwiie.
Outro sim, jatgo o prsenle summarrto igual
meato procedente contra ni Knvejlan portuguez
Oirocaes e Manvler Jos do Arauj i Pexixe,
6ymna8o provinoi
aballo assignados, profesdres do gymoasio
provincial, eai os> irdade, e como um
dever de gratidao para com u Sr. Dr. Alvaro Uchoa
Gavaicante, ex regedor do mesmo gymnaso, jnl-
Sm dever declarar pela imprensa que, aquelle
aciiionariu se houve erapre so exeretcio de seu
cargo com nonaslidade o prqbidade ; e ooe iraiou
consiantemenfc com attoaflo f. delicadeza, alo s
aos abaixo anignados, nomo aos deraais emprega-
dos do estabelcciinenbi. /
E bor ser verdale q tanto llca dito, folfara em
o palentear em abono daattelie estimavel cava-
Iheiro.
Recife, 18 de selembro de I87tt.-J.is Sorianc
de Sjuza, Pedro de Alcntara dos Guiniaraes Pe
xo.o, Francisco Uciot'.ii de Sampaio, Joaquim
Jos de Gaftalho Siqui.ira Varejo. Jos Soares de
Azevedo, Aotnsie Jjs do Mimes Sarment, Lulz
C i|e Manlhies Breves, Jos Nicacio di Silva,
pai j Ignacio Francisco dos Santos.
EfelSf BANK
Of Rio de /aneiro Limitod
DegcoQta lettras di pra&a ittu co.
'encioMr.
Recebe dinheiro em -oritaft' bis
t-ND Qio';*
Saca vljt tu a prasof4abre as oada
tirtacinass il. Europa, tem eorrespodeai
Babia, boenos-AyrPs, Moatevidi'*, )%>
j New-Orloans, e emitte cartas Je ercito
oara os tustaos lagares.
. RA 00 COMMERCI0 N. 36"
Aos Hoscos concidadaos.
processo de folhas 17 a diaiit". maii^rosca. os obrtgo a prisaoe livraracnto |>elos mesmos en
do qne a aotenor, raostranao que Moto banco de *croainInic,*
liquidaro. i de agosto de
1S90.
Os Sr. accionistas podoro rceber o V
dividendo de um por ceoto do capital as
quartas feiras e sabbados.
inei lecoiitejccHte.
Que a pruwfanjtn -\o uremotor paWieo, qa" e-t
jfls. 19, mustia >ev feiv. com-tinta fresca,-a qaal
proinocao datad; de ia de maiu (lo anuo pa*a reaattea-o aoOriXr. ebefe do poCt, orde- i assignada peni promeior iotermo Jos Luii da
oaudo que se subaeltesse i exime o se for I *"* Guii.r^, subt r,apel tambe novo.aeeOT
^^ ,. ....._______ ,, caio todos os ni.us terrnbs, prona? o termo
aasse a culpa aos falsibcaderes, como todo tU ww#e(JtiV0j v sa v do documento o. (I).
Fez-Sti o exame Toram recouaeoidas as
falsidades como consta do doconenlo sob
n. (i).
papel de J9 a 21 foram iatrodazidas nos autos na
pouco tempo. ., nao o anuo passadiv
Que igaa'a nte obsarvam elles tatoolliaes que a^
fls t4 e S do nrncesso, sai dius metas fdha-
j separadas, estando ii'IUs escrip'.i nma oopja de
O publico aprecie e ,ulgue como OS Ube-j um oIBsi. doex-ohefe depolria AbreueLima,
raes dd ettto procedas.
Etistia, porm, u des()acho em que
traic'ieiraiuente se envolva meo nome. api e
seotei-me a aotoridade legitima, inlerpaz o
recurso o fui despropuaciado. Docamenlo
sob o. t"3).
E era eo enio delegado de policia de Se-
rinliaem, fui dispensado pelo presidente da
pro mencionados arliges 192 e 205 do cdigo cri
miaal.
0 e lance os seos uates no rol dos cal
palos, passaudu mandado de captara contra elles,
e devolva o p:ocos-i. para a delegada donde veio,
alim de sr remotMdo.'para o escrivaodo jnry, pa-
gas por todos os proiMiflciados as cuitas.
Rio Forinoso, 28 de setembro de 1847.Ao-
nio Jos Alves Forrera.
AUTO BE EXAME.
A-.is 27 dias do mez de setembro do anno do ^as-
cuneMo de Nanea Senhor Jess Ghristo de 1869,
oeste lugar do povoado da Varxea da comarca do
Recie provincia de Pernamoneo, vindo or.
detonado da capital Joeo Hircano Alves Maciel, co
miga oscrivio abaixo asgaado, os perilos notili
assignada >tielo escrivo interino Antoaio3ftrque-
da Silva, que sao de papeHnteiram'mti! dilferente
de tode o procedo anterior, denotando as ditas ...,. ...... ... -^fB) pemu.,
duas metas folhas terem sido cortadas i incoar*, cartos, o tenent^-oroiiel Francisco Carneiro Ma-
Dectaram mais os ubellaes qu^ a tinta com que
se acha faneadn <> despacho do delegado WandVe-
ley, ao promotor interino Gnimare? e a do e-cri-
vao Marques, te lis. 17 em di anta, toda lifaa!,
pareceado qus lodos eHes-e^creveran ao mesmo
tena pe.
Qne quanU ao nroses>o felo pela delejaeva,
poratw me suppozeBso capaz do acto qoo "w"9. lis. 12 wat, so acha na tnreeina imi a ..
Lnieattubae,^ porque ^^r^^^^^^^^^J^^
dlfferente (la ito senvo.
Qae Uido n pam#ann> l, lis. l;l verso, no qii
esta lancado o terwi de .conclusa at Iv de
pMcess.i, dnoola fali>ificaean : pnmeir, p*'K napel
dilereote, - predaata da provincia, o Exn. Sr. conselheiro
J .s Itenta da Cunha Figueiredo. como tambem do
-prelado diocesano, o Exu. Sr. D. Joao da Purifl-
caeSu, para ser trasladada para a-tgreja de S,
Tedro de (linda, poisqne o flm que esea irmauda-
le leve em visu, bem como o governo provin-
i-ia 1, foi considerar abandonado o convento, apesar
de ciar debahtn do miaba aimimstracao, como
sen prior. '
Em taes cirenmstancas, estando secuestrados
os beos do convenio, nao pude fazer ouira cousa
man do que neenpa-to para impedir que elle fosse
considerado em abaadouo, e realjairir um orna-
mento, qoe estava no poder de arcediage o Rvd.
co.iego Uernardo Raymando de Souza Bandeira,
li'in como nm turibuloe urna naveta de prata du
P iler do Rvd. Sr. vigario deoyanna.
Tambem iratei e proearei concertar e reparar
o convento dos estragos que le tinha causado
seu ex prior.
A prova o"esla verdade esl no trecho de ama
carta, que uve a honra de reeeber do Exm. e
Rvm. Sr. vigario capitular, datada de AS de jnnho
d'lSK, neies lermo : Cobriose a igreja com
-uraoca, e sappoubo ter-se feito atgaas re-
paros na saehristia : o lecto da cnpella-mor
- com grades de ferro e caixilio.s, e ullimamenle
* maudei eovidracar nicho de Nossa Senhora
do Carmo, e se afirma ter sahidn bom.
I) -morei-me apenas am triennio nesse priorado
<1>-.i v>z, e nada mais pude fazer, porque nao
s ti tilia (inda efectuado o levantatnento do se
questro procedido pela lateada ; e tiqne con
signado que durnnti0 esse tempo nem ama diaria
o verba reeebi do convento para minba sunsi-
t.iicia.
(Coutmarse-ka).
Pr. Joo da Amor Okiuo Mascm-e*Mi.
da sua confia oca, mas sim porque o despa-
cho -i pronuncia rae inhabiliuva pata o
exerotcio do cargo policial.
Ptt> s3o inventees o que refiro m re!a-
c5o aquelle finado marquez, Sio saas pala- escripia "a susieta^o"a"prona9cia, e trceiK),
vras ua carta que rae fez favor dirigir em |per ?er u>do o processM de d*s foina ta ai-o
dala de 28 de setembro e 4849. (Docu- n rownnetuenteiseripto.
____... ,^ ( Declararam oais w* f,j|ha t sh aeua sepata-
metRo bou n. .; dft ,j0 ^^ m>.)A ffl,h( -^ ^ a.ja Wr ((StU
Do que levo exposto COQuecer O corres- B,enio, correspondr com a ordem natural do
poodenle da Uejomvt qu o seu Cicenmi o proceso tK 43. uacecoad qee for^ (tonda a
Mr illudio, que o fez menr e calumniar-mes dita mea. foto, ^r w eeatinaaeinvo ya
enna podtr-me perdao, e eu ma per-
daarei.
Poderia alongar-mena apreciaco de toda Wat elle w
essa artimanha polica, mas na^i o Taco. ^eml*** a o
O Sr. jniz municipal de Smahem Cae-
tano Frauoi-co do Barros Wanderley, m
Dimrb de 9 do corrente esclawceu o pu- |da dau hi,- tn aw> haata L nll* ina,s bav^ono a ser declarado honvu o.
iw>, e isto me oaia. Isenhordesemharador n itxame por dada, do que
Doeu-lbe a consciencta de vi.r-me tendo | teaeatte-eearoaael aopar i rinda
aopnblico
Ni Reforma de 10 de agosto, publicada
"irle do imperio se lo urna correspoa-
cru;lm:nte a miaba reputacio. aUribfli8do-
m.; a autboria da morte de Francisco de
Macedo e a de diversos ciganos, fados
qtielles que se praticaFam rm Seriobem
pelo correr dos anoos de 48i4 a 1846.
Nao conite?o o corresiiondeotd desta pro-
vincia paj-a a Reform e desejava coobecel-o
para da urna vez nwstra-lue a iojeotoja. cora
iiue se teta atirade a raim, sem a menor ra-
za) e sota ali e o ter ou*4adido neoQ ve-
Si par fal do motiw>3 para as su as mis-
si vas tem o correspoadeirte se occopada de
mirilla pesoa, aconse'bo-o qoe desque our
id ooi), porque esaquanto Daus me des
forcaa bei de confundir todos estes tra-
ta n'es, verdndeiros railsins, qae por coota
pr.ipria ou por sobserviencia a oubrem nJo
se pejaia da mentir dosvaradamente.
Se o Sr bar ao de Goararapes, encoa-
n: .:,dmi-me o sermao, secundo corre de pla-
liq e o correspondente certo que s fiz
jtisaosea pagamento porque o ihuriurou em
grande escala, apezar de collocar o seu do-
lo ante o pubhco para ser jolgado -por todos
qne o conbeceml
A i>r vinfiia de. Peraarabaco nao tem ora
o extensa qoe nos evite de conbe-
>io-nos reci(rocamefit me basia.
Tit e o inissivista a m anonyrao
investigue a miaba vida, i n panicu-
v^ba a impreaea sob a responsaluEda^
de do sea nomee cont contigo.
0 cartel de cavalbeiro e se nio al-
guia cao tinboso qoe me ladra, acceito-o e
procese iiio ostume no principie de qnaljaor processo *rn-
lermo de. a/senUda em fottia 4e pi-
mais 'me R'. 20 verse -e acna
palavr* dez, supprindo a masgem o
mesmo eseriva rom a declarac^dt a emenda
10denota ter sidol e nao W e isto etp am termo
tio descommuoalmeate, sendo elle o nico
causador, e a oo ser lie talvez qae o Sr.
bario de Guararapes nao rae lancasse em ^EmYd^nhov. o escrivo. Francisco i?na-
conta essa nova imputago ; suas palavras,
porm, confumlam aos meas' aggressores*
porqu ellas partera de quera foi sempre
e contina a ser, como declara, meu inimi-
g poltico e particular.
O documento sob u. 5 mostra que nSo
nott com os tafaelliaes.
Kn. Francisc i Ignacio deAthayde, nafMk
eio de Alhayde -Fi^ueira de Helbi.Mannel An
itonio Cnnliki de faiveira.francisco Sailee 1a
Co>ta Mouteiro-Cuiherme Patricio Bwerra Ca-
va I cite.
X. 3.
Vistos c i-x'mina dos "scrnpulo>amentesiet au-
tos de recur.-o. entre partes.Recrreme fas par
fi compreheodido no processo que se ios- |^,e**! dc AlbmjuerqaefiTJeba e t-erorrido o
tauroo pela morie dos ciganos.
Eis a minba resposta ; e finalmente con-
veoca-se o correspondente da Rtforma que
atenu ou o ficerara menr; corrija-se, nao- de semettonte delicia, emo qaal f,
contine nesta carreira, que o conduz ae P^ece).devlameBt pronaociado,. ,
ludibrio e s Ibe d era resaltado o des-
prezo dos homens de bem.
Basta.
Recife, 16 de setemhro de 1870.
Gaspar Cavaicanti SAU>uqmr^u>; xha,
DOCUMENTOS.
N.J.
jaizn.
Delle* onst -qije por occasiao do as-assraalo
perpetrado na postea de Francisco de Maredo, se
instauren pela aobdWegaeia nespectiva o processo
iran too qae
eomo autores
do mesmo, Francisco Ua e Manoet Tavaees, e
que pelo andar dos tempos acbando-se o processo
em mo d ex-jniz municipal supplenie deste ter-
mo, foi envolvida na snstentacao daqaoHa pronun-
cia, o recurrente como mandante dos primaros
p roan ciados, eir., ele.
Attendendo, porm, que a pronuncia do memo
recrreme foi iojnsla e iile^almente proferida, por-
quanta, n.io s dos autos se nao conclue prova al
fum< ou indicio tio conveniente destn, crtmwa-
lidade, para que ella pdense ter Inaar. por 'isso
que os depotmentvs das testemoatias de loHias a
olhas Ibe ao prejudicam, ame. vet qoe sao de
ouvida vaga, e que o acto de um homeiu tier com
outro entrigano nao testante para em direit o
(ornar responsavel pala morte de seo mmico,
quando nao prevasaa culnabilidde poronires
meras, como tambem por baver sido elaborada
por qaem se aebava destituido do carcter ofneial
de jutz muiticipil supplenie ao tempo .jue a oubli-
cou, como claramente, se v da certido e folhas.
Attendendo, tambem qae nao havendo o subde-
legado proees*ante pronunciado o recrreme em
sua pronuncia as l'.dhas, porque sem dnvida- ue
encontrn nos .lutos prova aignnu e mira elle.
Attendendo, iinaimente que baveoda sido iatei-
ramente falsiticada o proeesso en questo, altera-
dos os seus termos, segundo se collifee do auto de
exame e mais peras constantes da cernidlo a le-
mas, e que s depeis de.-sa falsificacao foi que aa-
nareceu a pronuncia do reeorrente, sendo sobra
maoeira injusto que continu a existir urna pro-
nuncia ilegal, a qaeoi ineontestavelmente o re-
saitado de nma falsicacao. como dito fica, usando
da atiribuici) qne mo eonftre o art 1% da lei de
3 da daiembro de l4l e mais drsposieiws- de aV
reito, com queme conformo, r*!jiaro ninn tal m-
justiea o re.inoo a sustentacao de pronuncia a
folhas na parte que se refere ao reeorrente, a
quem absolvo do cune imputado par o jul?ar in
noeentee tivre de criannalidade.^m eonsaquencia
do qae mando que seja poeto em Htoerdade, pae-
sando-se para este Jim o competente alvar de sol-
tura, e que te Iba d haixa na colpa no caso de
aver sid i eseripto na rol de culpados : o eserivao
Kenmpra em lado o mais o sea regiment. As cae-
tas pague a muaicipalidade emane a condemno
ex-cauea.
Vifta de Sermaem, 23 de setembro de 4860.
Banoer Francisco Duarte.
H. 4.
Jltaa. Sr. Gaspar Cavalcante de AJbnqnerque
ucbo.Foi-me enviado pelo ex-munciBai su-
plente do Sarinhana, CaeUno Prraeisco de Bar-
n.s Wandertey, o processo erime em qne V. S.
Ion por elle pronnnciaoVcomo mandante da en
homicidio pratieado em 1841 em nm engenta dee-
sa termo, e comqaant. en. eemj ^ersnadido. de
que esso processo fo irregalasmente orgaoado,
auentM aos indiekw d faJeislade qne nelle se oo-
taon, tanto qoe mandei nrneeder eontta o referl
considerando'que ee>
Joo Alfonso Piigueira, labelliae do judicial e notas,'
eserivao do erime,- civil e da prsvedoria_ de ea-
pellas e residuos do termo de Serioiiem, co-
urca do RioFormoso da proviuciade Pernam-
huco, por S. Ai. o imperador quem Deas
guarde etc. etc.
Certifico que do processo de que faz mencae a
pelicao retro, a ti .14 v. conste- o oficie do theor
(Jim. Sr.Os dons procesaos qne remello a V.
S. me foram entregues no dia 13 do corrente com
eeneio que tambem remeti, assignado por Cae-
tao Francisco de Barros Wanderley, ex-juiz mu-
nicipal supplenie do termo de Serinnem. e notan-
do que o Jilo oiBeio se acbava datado de 21 de
julhe passado, e se dtaa eseripto na fortaleza das
Cines Ponus, sendo abas entregan no menciona-
do du 13 do correnle, e pareceno-me qoe este pri
meira alsidade poderi er aeoenpanaada, de outras,
exaeainei cuidados mente o cosMexto do oiDcio e
srocesso, e observei que um do pronunciados no
erimeiro era o actual delngado de polica de Se-
rinnem, roas qae tendo enanco este processo na
soadeiegacia, e senda a primeira pronuncia data-
da de asaio de 1816, uerU se na acbeu. compre-
beanVdo/ o dito delegado, qne s o fura na sosten-
tacao d'essa pronuncii, fasta pelo referido Caetano
Francisco do Barros Wanderley, cora data de 28
de oatubro de 1818, como snppitnte do jniz mu-
nicipal : e por acanto, sendo esse ex-suppleme
nm dos preses poblicos, qne depois de larga pri-
sa, fora amnistiado, e montrando-se pelo tbeor
do seu ofBcio possuido do odio contra aos que,
leaos ao imperador e a constitnicio deixacsm de
servir a causa da rebelliao, nio era natural qne
exlstodo tal proauneia contra o delegado, deixasss
sem effeito por t.to longo tempo, e retivesse o pro-
citase em seu poder at 1J do correnle mez; e
normlo, alm disso allega elle em sen offlio que
nao rncolhera o procesa ao cartorio quando fizara
audiencia em II de novembro do anni paasadn,
por terem apparecido oe inovaneasus polticos, e
esta aHeg:icao parece pretexte improcedente, viste
qne a sustentacao da pronuncia datada-de 28
de outitiro, e o processo foi entregue ao .eacrivo
em 10 de novembro, como se v do termo final de
dala, nao su mostrando razio pela qual entregue
n'ease da o process" ao eserivao, voitasse de novo
as maos do juiz. resnltando de todo o expasto,
presnmpci) de folsific.-irao, vintto corroborar essa
presuiiic'io, primeiro. a emenda do termo de-dala --------
a fl. Ii v. e a diversio crev. uitefl. 14 em o i anta a recente tmta e ostras quanlo subsistir a proa fin e V. S. nansa mw-
citv.uwwtancias qne nao escaparara a penetraren trar isenlode calan, naocoavm non exarca fonw
de V. >. e observand-i qae de II. 17 em diate, da (oes pnMinn.ii. liManiadiapnanaitr ^rnrp de de
aanjando proeesso, existe os mesmos vestigios d.
fal^ficaco, ordeno a V. S. qae fasendo por meso
deparitez os exames neeessarios emontra proces-
so, proceda a formaeo da culpa de qaem a tiver,
legado desse termev
en quaoto o meu
[irovldenea, nao 1
Bgo que V. 8. se
Pm, qne
a a tentar esta
1 casabe, panuira
da impataco que snp-
chido Ros Jnnior e Jos Antonio de Brito Bastes,
o coudjuctor da fregnezia. em aasencia do vigario
respectivo Joao Baousu da Silva, o padre ftamazo
da Assumpoo Pires, e o saenristao Joao Rufino de
Sou/a Magalhaos, peleditn jnte foi declarado aos
peritos que procudessem unaemante um exame no
tivre .|Ue sorve de asenlos debaptisados desta fre-
gnezi.i da y;o7.ea. u,ew foi a|-eseatado sob o. 3, de
l8o ;i iH'i. ros asseotoseoMiantes das nerti 18 <
presentes .,xn.iludas do mesmo livn para ver se
entre. anriK^ o> ^ssentos esisiem vestigios de falsi
c.iirao de meadas, borr, oa raspaduras relali-
VMMante eo aenetiM feito dFrancelino,filho'de Su-
fla, eacrava do <-i#iiio Francisco Xavier Carn9iro
Lius.
K passiiido o oencirntados peritos, depois de
prestarera o juratnonlo dos Santos Kvaniellio, d
clara-am que nnramidi a examiaar minuciosamen
t o Moro de que se trata e que Ibe fui apresante
du. trtieoarar.iiu lutis asHeniameotos, ambos lan
nadoi e as*igtiados pelo vigario Feliciano Peretra
de l.yra, um mMannti o versos eutro a tuinas
66 verso, seudo n\* o paimairo de folhas 23 e vers
lala' la visivtHnmnm as seguintes alter:u;oes :O
noaielvModJitfci, su)-U;uindo o nome Francolino,
por quanto v-s a syllabaoepor baixo da let-
tra i^e esta maior ; < nomo Saa, emmendado
(iara bafira; o ame Cosma, subslitnindo em lugar
de capitn, observando-se notivelmente o papel nes-
se lugar raspano, vqndo-se anda pouco abaixo a
peraa do p do uorae aspaCM capitaa, vendo-se aoi
da as outras lauras depois do c, escripias com tin-
ta diversa e mais nova ; o nome Francisca foi mu
ilad de Francisco, f aodo-se do o linal a, e com
tinta uiuito mais nova ; o nome Carneira, suh-ii-
taaudo a paiavra Carneiro, mudando o o linal
paran, tambem com tinta difireme; o nome Lima,
subslitnindo o de-Lins, por queato v-?e que o s
iaaU'oi mudado para a, a com tinta difieren!e : a
paiavra Franoklino, outra vez sab'titaindo o no-
Francelino, co:n o mesmo vicio j notado anterior
mente a paiavrado Reg ve-se ignalttenal que
est substitoindo a paiavra Je Panla, por quanto a
letha o da preposicaodemudada para o, a le
*ra p mudada para r, bem como todas as outras
do sobreaome Paula ra-; ias, esereveDdo-se
s ibwnorae Reg, vendo- inda a perna ds lel'.ra
I aioda visivel apezar de i i .-ido raspada : o nome
Josepha, v-se tambem que se acha falsificado as
dua ultimas syllabas por .uaiito as lettras e a tin
la em diversas das de mais do a-senlamento, pelo
que-conduele que o referido asseniamento devera
ser o seguate:
Francelmo, crioulo, liberto, cora 3 anuos, iiho
natural de Sufta, escrava do capitao Francisco Xa-
vier Carneiro Lins, o qual veio declarar que lber-
tava o raenciouado Francolino, como de fado li-
bertado o tinha, e eque gosaria de sua plena Ii-
bsedado ; em firmeza do que assignoo este eomigo.
e foi por mim solemuomute bap.sado na capella
do engenlio Brum, aos J7 de setembro a 18oi,
sendo padrinhos Prancico de Panla de Andrade,
e Jo-----Baptista de Andrade, da que fiz este as-
seno que assigaoi.-O vigario, Feliciano Pereira de
Lyra.
Entre tanto, qne com as alterarles mencionadas
fica o assentamento concebido do modo seguate :
Franeklroo, crioulo, liberto, com 3 annos, til lio
natural de Safa oa (Sana), escrava de Cosma
Francisca Xavier C.roeira Lins, a qual veio decla-
rar que libertava o mencionado Franckliuo, como
de facte libertado tinha, e que gosaria de sua ple-
na liberdda ; em firmeza do qne assigooa este
comigo, e foi por raim solemnemente baptisado na
capella do Brum aos 27 de setembro de 185t, sen-
do padrinhos Francisco do Hego de Andrade, e Jo-
sepha Baplista de Andrade, do qne fia este assen-
to, que assignei.O vigario, Feliciano Pereira de
Lyra.
Declararam mais que o artigoojante ao pro-
noraequal, foi substituido pelo artigoafican-
do assim de o qual, -a qual ; as.-im como decla-
raram analmente que abaixo do referido assenta-
meato tem a segrate declaracao :
Declaro em tempo qne depois de feito o baptisa-
do supra nio qoiz assigoar, eseripto com tinta
mais nova, e lettras maiores.
(ruante ao aaseoto de folhas 66 verso, nota-se
que o nome Fraocelino, est vsivelmente emmen-
dado com tinte difireme, e cima da syllabace
observa-se urna pe |ueua raspadura, nao peden-
do os mesmos peritos saber qual fosse o nome mu-
dado para Fraueeuno ; assim como a paiavra qua-
tro tambem emmendada na leUraq.
Observaram finalmente os peritos que as dalas
dos assentamentos anteriores e posteriores ao exa-
minado estao quaai .que cronolgicamente ; entre
tanto que os de folbas 66 verso, o assentamento
anterior foi lan jado aos 4 de Janeiro de 1853, e o
3eguiate ao !. de novembro 1887 ; e sao estes as
deelaracoes qne em suas conscioocias e debaixo do
juramento prestado tem a fazer.
E por nada mais baver den o jais per Onda o
presente exame ordenado; sendo que, disse o mes-
mo juiz que o eoadjuctor desta freguezia que pre-
sante esteva que fieasse com o livro da que sa tra-
a em seu poder atn de que o vigario respectivo,
o tetina toda vigilancia e cuidado, o que assim fei-
to proraeUeu cumpri.-, e assigoam todos com o
juiz ; do que dou f.
Eu Antonio Carlos de Almeida, eserivao da po-
Ncia o escrevi.Joio Hircano Alves Maciel.Jos
Antonio de Bro Bastos.Francisco Carneiro Ma-
chado Ros Jnior.Padre Damazo da Assumpgo
pire*./oao Knfiao da Sonta Magalhes.
Pnrrcsr dd Dr. pramotor publico da capital.
A viste das pecas instruiti vas dos autos, nao po
de ter lagar, segundo me parece, o qae pretende
o supnbcaote. 8, por Unto, reqoeiro, qne se pro-
siga nos termos ulteriores do processo.
. ..""^ de agosto da 1870.^0 promotor pu-
blieo.Dr./ooBlaenK. y v
0 general .-Victorino Jos Carneiro Monteiro esl
em vespera de pisar a trra que Ihe deu berco.
Ass.1 q o Jiieni os .jornaes, ascrescenlando quo o
govfrno imperial'acaba de o encarregar do com-
mando das armas dA provincia.
E n 1817 disse e'le adeus Peruambuco para
tom.tr parte na pacifiiacao da provincia de S. Pe
dro,iqu' pareca escaparse da communhio brasi
luir. B' desde en tan tare boje nao voltou mais
a sia trra natal. Nemes trinta e quairo annos
do ^.aseneia Victorino Jas Carneiro Monleiro il-
lusnon-se na carreira dos armas, conquistando
pe* disciplina a pal. valor todos os accessos da
tiMlkia ao posto elevado de marechal, que actual-
men.e oceupa.
A' ninguem deve a sua elevacao senao^aos seu?
proprios morimentos- O sopro do patronato nun-
ca ( tocou era dentro, nem fra do paiz. Viclo-
rinoj Pernambucano, e para Pernambucano, co-
mo |se .sabe, nao ha proteccao, e anda menos pa-
tronato___
On lavares da sua farda, e essa> tantas conde-
condes que Ihe ornam o peito, foram adqairida.-
corri grandes riscos de sua vida e com muito san-
gne| dis saas veias. As saa3 nobres cicatrizas, e
a pericia que sempre moslroa no campo das ba-
talhas, sio os nicos titolos da sua elevacao. As
duas campanhas da reptiblica oriental do Uru-
guay, e, mais qne esta-, a qae se couclaio ultima
metale to Paraguay, que o alle-tom.
Os pnmeiros e ultimo- tiros, que o exercito
astleiro sparon nessa luta homrica de cinco
sn^tos, repetiram > seu nome. Do Passo da Pa-
o Aqaidab m, da punft em que Lop^z oslen-
ton mais o s-u poder, e que o animavam bsungei-
ras esperaagas, ao logr onde cahlo morrea;
de um ao outro extremo da repblica, t nao era
vis o as erfprezas mais dilflceis e arriscada-,
quindo o impnssibilitavam graves, mas gloriosos
feriimentos. como esses de 18 de julbo.
'oi por toassignabijos scrvig.is prestados pa-
trii,"queo general Vitorino eon?egnio-etevar-se,
fazmdo escrever o seu mine, o nome de mais um
ge teral pernambucano, nos regbtroa da historia
militar.
lias, se o governo tem remunerado mais ou me-
nos esses servaos, i maor remuneracao qni'
te* i dlreito a sua bravura e as saas nobres aca-
lmes, essa anda oo recebeu elle :o reconheci
ment da sua provincia.
?' chegado o motnento de Pernambuco satisfa-
zer, de modo condigno nebro?.a dos seus sent
mtntos, essa agradavel dever.
I provincia do Rio-Grao le recebeu o seu Oso-
ric, elevando os sentjnstntes da sna gratiJo al-
ta a do Dfrnp lllnstre do grande general: estamos
ce tos que em sua v.i nunca alie experiinenlou
tartas commoyoes agradaveis. cotnO nessa occA-
sio :n jue o pavo retjoquiensaya o.-seus grandes
se'vicos a cnu-.v.ta patria com sinceras mauifes-
taioes do s(?' igndecimaam. 0 enraeju do no-
br soldado, ... k vetea enternecido pelo publi
cVreconhccinie.: dos seus cnucidado?. Ihe leria
adjtfertid'i (ffte todas-essas recenos offlciaes se
peji'''':l" no indo das re^omponsas do povo.
\ Hibia proceden da mesiua forma com o seu
Argoto, o anda mal lespia as galas com que fu
islentav ao recaer o nonitlesimo general, correu
ALFANTEQa.
Randimentododial a 20. 57X186*417
Mam do dia 21..... 36 7i2|8a
CM:U28*4Kr
MOVIVK.YK) DA ALFANDEflA
folncaa enira. s cnii Taxomba
'dren 'lora '-.ora ganaros
'u.urot.
l-OBi
tbido
dem
taludas
,;eneros
:H7
nr.
:>8*
w
m
-----437
Descarrean h..i 22de serembro
Brigae norte-allemio.Hirnnda- mercadorias.
Vapor InglexAavueadem.
Brgue norte allemao John Jnlmsidem.
Brigue norte-alle.nao/fcrriies-farinhade trigo
Barca inglezaRodera h hu mere ador iar
Barca inglezaSeo Quemdem.
Patacho iugleaOitftir;/dern.
Patacho inglezEmita i den?.
Palacao inglez -/ira QueniJero.
Patacho inglezMrteorh .calho.
Barca ingluiaHarbov Gruce dem.
Barca pjrtaguezaLu:it IKCEBEDUIUA i)E RENDAS iNIS&NAS tJt-
RAES DE PERNAMBUCO.
teamemo do .ta 1 a 20. S.'kifiJJITS
dara d'dia 21....... 52*3*
Xt.r.l8aS4l
CONSCLAD PB0V1NCAL
tiendo eer.to do dia I a 20.
dem do dia 21. .
74-.'.l87*072
4:0ia
79:003*701
balntiada em lagfimas a ciiiirsc de luto, qoando
a i norte lio depressa o arrancava dos seos bra-
cos.
.V Baha, i o'i.'.la nos cus dias de prazer,
quanto ropeitavol na ma^estade da sua dor, extii-
lul asJim duplas provas de reconhecimento e de
sa idade ao-; servidos e memoria do seu ilustre
gsecreiro.
Agora cabe Parnambucu pasar ao nico ge-
nari qae Ihe resta, de tantos que j -e finaram; a
di iiasagrada do sea reconhecimecto pelosfeitos
gl iriosos com quo el!a servio causa nacional, e
ucnrou o nome pernambucano.
Ninguem se detenha, corramos todos ao seu en-
contr para o Mreitar em nossos bracos, e o vic-
to iar em sua p.issppam. Raconpensemos liberal-
minie esses trinta e quatro annos de s;ivicose
de pesados sacrificio-, com que os presin, sem
(H e um da jequr se mostrasse menos rgido ob-
se*vador da disciplina. Manifestemos por actos
nao equvocos toda a nossa gratidio essagl -
rit sas elcatrizes, qae tambem sao nossas, porque
cojrero de gloria a provincia, e a-seguram as tra-
dictes do seu paseado.
Manifestemos anda a nossa gratidao pela vene
rabao que elle tributa a sua provincia as alten
C^is liDeralisadas aos sena patricios, acolbendo-os
na saas pretencOes, e lazendo voltar ao seio das
buis familias com inieressada sollic.ude, log que
a "uerra termiaou, a todos os voluntarios da pa-
trn, que sobreviveram au ferro e ao fogo inimgo,
e ue lenam ficado enneciaos pelos corpos de 1*
lin ia, se nao fosse essa veneracio cora qoe bonr.i
o nome Ja sua trra.
ISia, pois, ninguem se detenha ; Pernambuco lem
mi ita nobreza para nao olvidar o seu dever, mos-
tra ado-se grato ao |los(r4 guerreiro, qae com tan-
to desintsresse e aLnegacio voten os seus dias ao
ser vico da patria.
Pirramos todos a sna chegada para Ihe mam-
fes ar o nosso reconhecimenlo pela honra, ue.
dis ribaio a sua provincia ua conquista desses
louros, que Ibe engrinaldam a fronte.
0 movimento j se faz sentir pela iniciativa de
algjjmas sociedades particulares, que nao qaerm
ceder primazia as manifesia^oes dos seus pa-
triticos seniiraeaios Louvores sejam dados to-
da- ellas.
pevo, porem, faga por conquistar o primeiro
lutrar, que ibe p?rtence. Associe alegra, que
Ihe causou a pres-mca do titbo ou do irmao, no
me do que lo i cansa desse prazer, e nao se dete-
nha. em vir ao encontr do general Victorino Jos
Cajneiro Mouteiro, par.i vetoriar > seu nome e
pasar Ihe assim o tribu'. do um reconhecimenlo
pulilico e particular
A GRANDE FALTA MEDICA SUPPRIDA. -
Pergunte-se a qnalqner um medico, qual tem
sidp o grande desidertum dorante secutes
na ortica physica 1 Elle vos responder, pnr-
gaeio sem dores nem nauseas, sem conslipa-
cio subsequentes ; sem detrimento das forcas do
doflnte. Infonnai-vos de qnatqner um individuo
que jamis fez aso das plalas assucaradas de
Brtitol, se ellas nao preenchem exactamente ditos
fins. De todas as multidoes que as teem lomado
niij haver ara s que diga nao. 0 seu effeito
.ofire o ligad i tao salntar quanto o e de admi-
ravel. No? casos de tebres e sezfles, febres bilio-
sas e intermitentes, ellas prodozera em breve
tempo ama mudanca tio benfica, que s aquelle-
qu o experimentaran! o podera verdaderamente
realisar. Nenhnm homem, mulher oa trianen,
em qualquer parte do mundo qae seja, teem ne-
cesidad* de padecer por muito tempo de moles-
tias do estomago, figndo, oa dos intestinos, una
ve qne tenham mo este soberano remedio.
As plalas vio mettidas dentro de vidrinos, e por
isso censervam-se perfeitas em todos os climas.
Em todos os casos aggravados oa provenientes de
impureza da m;.ssa do sangne, a salsa parrilha dt
Brtitnl deve de ser usada junctameme com as
ptalas.
0OMMERC1O.
PrtACA f>0 RECIFB 21 DE SETEMBRO
DE 870.
' 1/1 H0BA8 OA XA:
Canta steeos sargados479 rs, por fcil.
Cateftio sebre Londres 90 d/v 20 3[8 por 14000
Frele de assncar daqni para Liverpool 20] por
capa.
...jilo Jos Alfenso,
.-idente.
MMqnlte iu;
Secretar
MOVIMENTO DO PORTO.
Nuvws entrados no dia i.
Ante (no Patinen) 81 dias, barca norte altala*
Klienne, de 2'.H toneladas, caijitio H. Sievare,
equpagm 12, carga azeito de c meo ; a orde
Veio refrescar, c segu para llatr.burgo.
Nuvm subidos no mesmo dia.
UarauhoBarca portuitueza Marta, capilio Ber-
narda Pinto Cerra, carga varios generus.
Rio de JaneiroPalhabote nacional Amaro, capi-
pifio Luiz da Costa Amaro, carga sal.
Rio da PrataSumaca hesnanoh Jnno Chrislt-
na. capitao Euzebio Fabrega, carga a socar.
EETAES.
f meau.-ri c:.Uiia da presidencia da urov-
ca de PernaiuUuco,
EDITAL.
Por esta secretoria se tai publico a qtmm inl'-
re.-sar. ram postas em concurso as serventas vitalicias aos
oflicii.s de partidores, contador a distribuidor
dujmz municipal Olindi.
Os pretenderes deverao apresentar os seas re-
iiueritncnlos, de\idamente instruido ua formada
lei no praso de 60 .lias a centar de.-ta -deta.
Antonio Annts Jaeomi Pina
Oflicial maior, servindo de secretario.
0 Dr. Rufino Ceibo da Silva, juiz municipal do
termo de Olinda, por Sna M. I. o Constitucional
ele etc.
Faz saber que em observancia ao art. 11 do
decreto n. 817 de .it) de agosto de Ib'l, se acha a
coacurso o ofliciodo partidor e deslribuidor desia
termo creado pela lei i.roviucial o. 304 da 29 de
maio do 1361. actual menta servido interinamente
por A i ionio Francisco de OJfveira Rozelles, en
conse<]uencia da renuncia nue do mesmo oficio
tez Anunio Joa^uiui de Almeida Guedes Alcoo-
rado.
E polo pres-ule eon vida os pFelendenies aopro-
vimento do referido ofiklo. a apreseniarem sna.>
pstigoes devidamente instruidas com os documen-
tos proscriptos pelo art. 11 e Io do snpracitado
decreto n. 817 no praso de 60 das cuitado* do
presento que sera anisado nos lugares do cestunte
o publicado pela imprensa.
Olinda de junho de 1870.
Eu Christovio da Bocha Cunha Soato Maior, es-
erivao interino o escrevUoelho da Silva.
Est conforme com o original.
Olinda de jtinlio de 1870.
dnstoiirv 4a locha Cunha Sonto Motor.
ODr. Maooel Antonio dos Passose Silva, juiz mu-
nici|i".l | supplenie em exerciciu deste termo
de triinda por Sna M. I. e Constitucional etc.
ele.
Faz saber que em observancia ao art. 11, da
decreto a. 817 de 30 de agosto de 1854 >e acba
a concurso o oiRiio de partidor e contador deste
termo criado pela lei provincial n. 304 d 29 da
maio de 1861, actualmente servido interinamente
pelo ct Jadi Tbom.i? Barrete Lins de Barros em
eousequenciajallerimento do serveotuario vitalicia
Manoel Nune? de Mello.
E pelo presente convijn os pretendeotes aopro-
vimento do meaja i oflkio, a apreseniarem as saas
pete,des deviilairv ni' instruidas com os documen-
to- presepios pelo art. 14 e J Io do supraeitado
decreto u. 817 no prazo de 60 dias a contar da,
data do presente, que sera alflxados no lugar do
ostuuie .' publicado pela imprensa.
Olinda 9'de setembro de 1870.
Eu Christovio da Rocha Cunha Soute Maior, es-
crivae interino escrivi.Passos Jnior.Con!onae.
Olinda 9 de maio de 1870.
Christovco da Roclta Cunha Sout Jfowr.
Francisco de Carvalbo Soares Brandan,
juiz re orphaos e ausentes nesta cidade
do Recife e seu termo por S. M. o i. que
Dos guarde dr.
Faco saber, aos que o presente editad vi-
rem, qae. fazendo parte da herarrga, qoe
se arrecada austu juizo por falieeimeoto d
Carlota Mara de (Xiveira Sainado a-
rnetade do valor da padara da ra do Ro-
sario estteita n. 13, onde eUa tinba soce
dade com Bernardino GoDsalves Sacado,
perteocendo-lbe pela liqoidaeio as bem-
feitorias, e ntencilios 2: 439(5000, ao valor
dos pseravos -l :00i5u00, e em dividas
5 : i'0^000, na terceira praca deste juizo,
qoe deve succeder no dia W do correte
mez linda a audiencia se proceder a ar-
rematacu por venda dos beos cima Men-
cionados, devendo os que pretendere os-
e8cravos a apreseniarem as suas propos-
tas em cartas fechadas at aquelle dia,
em que serlo abertas preferindo-se as
qne tiverrm maior ofiferta sobre o valar
d'elles. E para que chegue ao coubeei-
mento de todos se passou o preseute que
ser publicad tres vezes pela imprensa 0 a
fixado no logar do costume. Dado* e pis-
cado nesa cidade do Recie de Perembc-
co em li de Setembro de 1S70. Eu fial-
dmo Temistocles Cabral de VascoaceJIee o
\.~-Franciato d Cartaih Soares
BrandM,
-
DECLARACOES.
Il
De ordem do Illm. Sr. ooaaasaeiro ionferlsr


ro de rW/iambuc*
oewiy:
I
4a
k
MMWttririi se dsvero arrematar por qaera maio-
res f aam >, i barracio, i te-
Ifc I (arto de ota'ifa, f frentes o
le Jo em aficerce, 1 rlogio des,le
taj ath* perteaeeates i sUneta celo-
nn milil.tr de fcaeoleir.
[everio dirigir suas propoas
at carta ao mesmo film. Sr. eonselhelro
apartar at o mefo da do referido dia 8 de oniu-
awa, o ao oileelor do Bonito al o da 4 do roes-
mo mee Nesta secretaria ou a eollectoria se
lastrar a quem d*.ejar ver o inventario deeses
Senatoria da Uiesouraria de Lizenda de Pernam-
broa 3 de aotembro de 1870.
Serrindo. de offieial-maior,
Manoel Jnsd Pinto.
i>om!
fft*'-
A lCi U Ur
llll.'l
cuirju
ni iiji

I
AVISOS MARTIMOS
SANTA
DO
CASA DA MISERICORDIA
REGFE.
A. {(Iva. junta administrativa da Santa Casa di
eneordia do Reefe manda fazer publico uue
a a a de suas sessfies, no da 22 de setembro, pe-
la* i horas da tarde, tem de ser arrematadas a
*oaiL mis vantagens offerecer, pelo tempo do nm
a ere* anuos, as rendas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABLEGIMEMTO DE CABIDADE.
Ra das Calcadas.
aa terrea o. 36.......193*000
Ba do- Pescadores.
Cneaterean. H.......2i9000
Ra larga do Rosario.
Segundo andar do sobrado n. 2\ 305^000
Roa da Roda.
Ga*a terrea u. 3.................... 99*000
l*wi dem d. 5.......102*000
Becco do Quiabn.
Ota terrea n. 8.......147*000
Ba do Azeile de Peixe.
Sobrado de djus audare* i'. 1. 1:100*000
Rila da Gloria.
Casa terrea p. 53.......146*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Moeda*
0*a terreas. 17................... 360*000
Os pretenden!* decero apreseatar no acto da
aireroaucao das sjas llancas ou comparecerem
aompanbados dos respectivos fiadores.
Seerataria da Santa Casa da Misericordia do Be-
O eserivo,
________ Pedro Rodrigues de. Sonza,
coMPArmu pernambucan;.
ai
*wrega$o costelra por vapor
Parahyba, Natal, Maceo, Mossor, Ara-
caty, Cear, Madah, Acarac e
Granja.
O vapor HrapoMtr, eemman-
dante Aievedo, seguir para os
porto aoima no dia 30 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ia ate o dia 29, enrommendas
frW a frete al as horas da
escriptoro no Forte do
passageiros
tarde do dia da saluda :
Mattos n. |2.
iowi
P-i.i -ubdelegacia da Boa-vista se Sai pobli-
gi nw. ti acli recolliido casa de deitenco, o
preto Fortunato, por estar fgido, como deciaroo.
a e*a subJeiegacia : qnem tiver ao raes i>n dlreito
apja*ct.
tffif, 21 de setamfcro de 1870.
Subdelegado eai exer^ieio,
Correa Sette..
COMPANHIA
GOWPAflA fflhNAMRUGANA
DE
\avegac5o costelra por Tapar
Macei esaalas e Penedo.
**$_& O vapor Maniahn oommandante
wlHI no dia 30 do correte as $ oras
da tarde.
Recebe carga at o dia 29, encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da ur-
de de sua sahida, ao scriptorio do Forte do
Matto? n. 12. ____________________
COMPANH1* PERNAMBCANA
avegaciio costelra por vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Formos e
Tamaodar.
O vapor Parnhyba seguir
para os portos cima no dia
30 do corrente tneia noite.
Beeebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12.
LELAU
FAZENDAS
INGLEZAS
boa al
(i unes
das, de
ber suas cuntas i
dos os seus deve
raes, a fu i* de Marco n. 17, e
proenrador de tolos os seo amigo o Sr. Dr. Franjeo a PaalaJ
Penna.
SannoVrs Brber C. faro leil. per mter-
vencao do ageste Piato, de ua completo e es-
plendido sortimento de fatenda? Inglezas propria
do mercado, o exisraies em san armazem ra
do Vigarlo a. 1. ondo ae effeotuar e leilo m 11
hora do dia arima dito.
MILI
Oigenie Ponto.!
dado du IUn. Sr.
MOVJBIS
vender em -leitUo, por raan-
. juii di commercio, e re-
qnerimejDio do curador fiscal da nwa fallida de
Florenefo Tertuliano do Reu Cii>ia.pma mobilia de
Jacaranda, om pfaao dit (antigo), 3 geardas-louca
de amarello e mais ohieetos miados
HOJE
no primeiro andar do sobrad, n. 86, do Terco, H horas.
Os S,s. accionistas desta companliia qoe
qaixerM naptr-ae e folhetos contendo os
trahalhos da mc-sroa ; decorridos do anno
fiamwiro d 1 de maio de 1869 30 de
abril do cfivn'.e atino, podem dirigirse ao
gratis.
Escriptorio da companbia do Beberibe
W de s.-tembrode 1870.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Sonza Pitonga.
THEATR
COMPANHIA PERNAMBUCAN/
DB
Navegagdo costeara por vapor,
Goyaooa.
O vapor Paraliyba seguir pa-
ra o porto cima no dia 26 do
corrento as 9 horas da nonle. /
Recebe, carga. encommendas
assageiros e dinneiro a frete as
t no escriptorio do Forte do
Mattos n. 12._______________________________
COMPANHIA PEKNAMBCANA
DE
Vavega^o cotcira por vapor
Marnangui -.
O vaper nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para Mamanguape no dia 28
do corrente as 6 horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia 28, no escriptorio da com-
panlim, Forte do Mattos n. 12.
lito de Janeiro
Pretende seguir para o referido, porto c
Litros classicos
Pretnptos pjio defireto de Io de fvereiro
d1870.
EUTROPllBreriariam Historie Romanae,
vol. em 6- encad. 3*000.
FILON-Nouvelles Narrations raocaises, i *l.
em 12 encid. 4*.
JjACERDANovo diecionario geral das linguM
23g#e P0^tu*ae", eL"-' vo'- m fcL enc8d-'
MARTWS BASTOS Interpretac-io dos cinco
priaRirsi li'vro^ da histarw nnuna fe THo Liv
Psi 'vino, ele. i vol. em ffl encad; 3f.
MIDOSFP.)esia* seieci w>* diverw* eneros
de eompv*iivy>s \Aifn&K ele.. J v*. 8"aead.
a.0^^ "AVA-Maaw de esiyfc, i L -
8" mil. 55.
OUVEjf.>j|AYA.-Nofle-*B|WBiM!, 1 val. ea
eni'aTi. 4*.
ROljUETTKOrnamentos da memoria e eerci-
eiol selecto,-'. 1 vol, em r2 ^nrad. if.
IJVRRlA FRAN'CEZ.A.
a MO HE OIHOi
aova loja e joias
RA DO CAHGA' M. A.
Manoel da Cunlm Stldanha & C.
^f *?i<*0,*.*Bt, tbeleeinaea*4i joias. o qaal Uva grande sorti-
nttto 4 iwks as jotas do ultimo gasto, m <|mes vender o mais barato poa-
.;0J0DMJ!^^0^ai'antidaso,lrod6lei' PO'ses seas donos tendo em
'iSL^SS!^^ui0***** vender bom e Pr ^V 8 mai
atisSte!da*M 6 PUbKC<> 3 ^ f ,-*elecDttent0. rto de qoe ficar
KJ&VJ!? CWBA CABC N. 9 A
THE4TB0 SM
por
alta f
possivel brevidade o patache Montre por ter
cao da carga engajada ; e para a que Iup f
escravos a frete, trata e eom o consignatario Joa
"uim Jos Gonralves Beltrao a ra do Gommercij
ElrtEZA-L'OIIHl
A podido de diversos amigos prestamse a to-
mar aatW t*X6 aspoftaculo os Sis. France-
! presario lesteinoana os sohj mai* gratos e since-
ros affAdeeiiaenio*. Aos seus anigos um, voto
fl&ecita fck-.-.ssrJInarla
Sexla-feira 2 de setembro.
J.');;i que a arebestra leona executado a ou-
venura dir oravsi|Mu o ipaetaeoio
i>IVli>lDU KM ODATRO PARTS
PKIMEIKA PARTR.
8eare.-oetar-.s3-ha a miit linda-opereta ei 1
*;; escripia por M-~. Uestips iV; Ciievalet musi-
ca di maestre OiTemiia^ i. a qual ja foi levada
*-ii i. i -i rer.Uapplaus i pelo actor Simoes quan-
4o estse .j''ia proyiocia, intitul.ido
O To Braz
LE VIOLINEUX.
Personagens. Actores.
It *g ",;te........ Mil 3. Brescia.
Mittiidu........ Mr. Maris.
Pwrre.......... Mr. Raynaud.
A aegio passa- Paris.
SL'.r.SDA PARTE.
O Sr. Iis Coeilio Barbosa cantara agrande
antiaa p ira teuor da op.?ra Ernam do maestro
Vrdi
GOHE RUGIADA A CE5PIDE.
Mai^noiselle Ctnioeri exib.ra a linda can-
ra
Mon Rve.
Mr. Carra /desempenhar a canelo typo de sna
creaco, iatu.
AH MALHER.
G ii ;.r-if'-s T o Sr. France-
lion 1 de Miura Peisaa tocar unu phaotaaia
para rabeca.
TEHCRII'.A PaRTE.
Mr. Msrir. cantara o mono applaudido liyrano
S VOUJSTA1RB5 de 1792.
O Si C-.eltio canlarA alinda aria.
IfEU YOYO VOCE M3 MAT\.
Ero seguida o eximio rabeqoista Franeeliuo D.
d^. Mutis atar no seu iastrumenio
uo p: 100 '' o Sr.
uilo lindas vafiacflds da
0J-.
CARNAVAL DE VENEZA.
QUARTA PARTE.
Roire.se i pela pnmeira tn aaale tbea-
iro a moito linda opereta cmica em um aelo es-
cripia por Mr. Jal''- Mtinaos, msica du maes-
tri OiTem'nel
LES DEUX AVEGL8S.
Per-onagens. Actores.
Pata'-.tion....... Mr. Mariz.
O cnorenriu dsie ja agradece ao Sr. Men-
doag mestre aa binla inicial do 2" batalbao
; tnfiBtaria o nffrecimsato que o raesmo Sr.
lea da sua msica para tocar nos iniervallo des-
le espectculo.
Principiar s 8
horas.
DA
MITO APPLAUDIDA
OBdESTBA
NO
GRANDEJABDIM
DA
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
tildo General Victorino n. 33
ge-
COiPAA USILEIKA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do nerte esperado
al o dia 26 do correle o vapor
Tocantins, commandante i. M.
F. Pranco, o qual depois da de-
mora do cosame seguir para as portos do sal.
Desde j recebem-se passapeiros e engaja-se a
:arga que o vapor poder couduzr, a (juai de ver
ier embarcada no dia desnachegada. Encommen
ias e dinheiro a frete at as duas horas do dia d;
na sabida.
Nao se recebem como encommendas senao
ectos de pequeo valor e que uao excedam a '
robas de peso ou 8 palmos cbicos de medi
o.
Tudo que passar destes limites dever **i
tmbarcado como carga.
Previne-so aos Srs. passageiros que suas pa^.si
[ andar, escripiorio de Antonio Luiz de OMveir:
Vzevedo & C.
armaqao da loja de charutos da
travesea tle S. Pedro n. 1.
O agente Martins far leiiao, por conta e risco de
qnem pertencer, da armacao cima, pintada e pre-
parada ha pooco, e muito propri* para qoalquer
pstabeleeiment, eom especialidade para charutos
ou cigarros, ein raiao da local i dale ser a melhor
possivel
HOJE
as II horas do dia. na mesma leja.
"LlLAO^
DE
25 barris eom rtianteiea ingle-
za, lotes de 25 barris, numera-
<;o a seguir.
HOJE
O agente Fesuua fir IHli, por conta e risco
de 'juem pertencer, d.- 2o barris eom mauteiga
ingleza, vnd'>s no uliim v por e seras vendidos
em lotes de 5 barris numera,ca a SMOir, ou em
um s lote, n i iii.-i nainta-feir.1 d" i-orrenle,
as H horas da inauha, na armazem do Annes,
defronU- da alfand- ia.
uMLrH
E
FAZ
AYABIADAS
GIRALDES (IR. N.)
O l*apa-rei e o < oaaclllo
1 vol. em 8* encad. 6i0OO.
> Acaba de sahir luz ew ejicelieivii; pnblieacao
devida a penna do lente dj .lirein da umversidade
detoimbra o Dr. Manoel ^one- OiraJdes
LIVRABf-\ FRWi'.KZ*.
CRAMD ilJCCKSiO
DOMlMiOS, DIASSANTOS EDIAS TEIS
,JSRjiN0E CAF CAIITWTE
da mu Braga, pariicipa ao pablieo desta capital, qne a'e
Alnga-se, no srtio Clucuu, una asa cjm 4
quart >r i salas e cozinha, perto d.. na-&pibar*e,
e outra casa m^nor emn 1 sala. 1 qoario e coai-
nha : a tratar no dito .uio, prximo a estac^u 4a
Ca?a Forte, ou ra da lmpera:mn. 31.
que "este iheatro aavr para
Licores.
Imperador Theedoro.
Aya-Pana.
LaatU
Corarn.
Sewpra viva.
Amor eterno.
AntoBie de Panla eWiu sua mnlher Relena
Joaquina Tasso de Mello, pan^idu* d-> malar sea-
tinieoU>, convida as pesioa-t d:i sua ampiada a
ouvire:ipo Carmo de Olinda, no du 2 do cr-
reme, algumas missaa por alm d i sen empre
chorado prim > Domingos Antans Ferreira Tasso,
de coja raiid;.dw Hcara')_eTit:i--ii.riiie gratos
Pr"ilr.-se de
50, anjBf.
de todas asqualidad Doces.
ii;ti.i ama : na ra de Horias n.
- 0 librad i lo* Quatm am,.* Otmda, ine
aanuneii u a venda, nao se emende can o de Joa-
qiii! Rarbusa de Sou?a, na esomna do becco das
Corie7.ii< erom frente para a l.d.ira da Miseri-
CO-dia.
a
s 10 horas em ponto
O agente Pinto far leiiao porcoffla enrisco de
quem pertencer, de cana de 300 pecas de mada-
poln eom avari.i d'agna salgada, e 6 p*cas de
laa con: defeito, s 10 horas do dia a-'ima dito, no
armazem da roa do Vigarin n. 1, onde haverem
coniinnaco leilTi (e fazeodas limpas.
ASS
Para o Ass segu nestes seis das o hiate .1-
tonio, e pode receber para o referido porto carga
a frete barato : quem quizer aproveitar, dirija-se
ao consignatario Joaquim Jos Goncalves Bellro,
ra do Commercio n. 17.
Para o referido porto segu em poneos dias o
patacho Madera por ter a maior parle da carga
prorapta ; e para a panca que Ihe falt trata-se
eom o consignatario Joafjuim Jos Goncalves Bel-
trao. ra do Commercio n. 17.
Preiende seguir para o referido porto em poucos
das o palnabote Auna por ter a maior parle da
carga, e para a pouca que Ihe falta, trata-.e eom o
'onsignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segu eom brevidade o bri-
Sun oacional Isabel, tem parte do >*eu carregamen-
lo engajado : para o re.ya que lae falta trata-se
eom os consignatarios Antouio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, ra da Crut n. ". lc andar.
i?
i.
LIl
A barca Mara, chegada do Rio de Janeiro, se-
gu para o Maranhao em poucos dias eom a carga
que tiver, e por isso quem quizer aproveitar tao
boa occasio de carregar, dirija-se ao consignata-
rio Joaquim Jos Goncalves Bellro ra do Com
mercio n. 17.
(MPA11A BRASLIu!,
DE
Paquetes a vapor.
los porto- do sul esperado
at o dia 32 do corrente o vapor
Paran, o qual depois da demo-
ra do eostnme seguir para os
partos do norte
'cebem-se passageiros a eugaja-3e :
;arga que o vapor poder conduzir, a goal dever
er embarcada no dia de sua chegada. Encommen-
ias e dinheiro a frete at s 2 horas do dia da su
anida.
Nao se recebem como eacoromendas seno ob
j dos de pequeo valor eqne nao excedam a duar
arrobas de peso oa 8 palmos cubio? de medicao
Tudo que passar destes limites deven ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sua?
passagens s se recebem na agencia, ra da Crut
n, 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo A C.
ni
DE
aprestos para navio
a '23 do corrente.
O agente Oliveira fara leilo, por conta de querv
perteacer, de 5 Sfiriba* de marear. 9 pega de
lona, & velas grandes n 2 pequeas existentes n*
ariazem do Baro do Livrinvnto, -a.> caes dn
Apollo, e de l oastaro, verga grande 70 ps d
comprimento, e i vergas de diversos lamanho;-,
existentes no dique do dito Baritt*, em Fra de
Portas,
Scxta-feira
nos indicada logares, depois domeio dia. on logo
qne concluido o leiiao do bricue iii^le?. Sling Loa
\ -
Ihnrique Jos Vi-ira da Sha e -ua Lilia, aioda
com o coraeao chai de dftr, se apressam a rea-
der o m.iis'farte leatsmuho de grald'i todas
as Desafias, tu*, se dijn.-ir.am :!s.-i-tir n- igrej^ da
Madre de Deus aos ltimos suffragies h levarem
a sepuhura no dia 17 il i corrente o cadver de
sua caa e smnpra a av U. Ger-
trudes Mara do Livraoien; i ; e CiinviJanlo to-
dos os son* amiao-: parete^, quem tambis
desde j agradeetin, >>ara assislirem s missa.,
que mand.nn rosar pelo rtern < dnseanco de sua
alma na m m as 6 horas da manha do
dia 9*, levaiii--.' a fiit"r esfn->riil menco do lllm.
Sr. Manuel Ja.- de S e Aranj i pelaj attenijoes
prestadas lio \ inoimlil, e pas-
nmento, tribntaadu-iba asaim anta eterna uuni-
l'esi;'!' i:horadi.-.
l're'isa->-
n. S6.
i r,i":i : na ra da Guia
Para Lisboa.
Sahira nestes seis dias irapre:
Ihabote portngoez Dtgente
cebe a frete a carga que ai
Marques. Barros & C,
6, andar, ou com o
deste edificio.
brigue inglez Sling Laiv.
A
33 do eorreatfe
David Evans, enjuta d,i brigue inglez sltay
Laa, far leiiao em um mi lote, por ntervencle do
agente Oliveira, u por coma e ri-ro de qnem per
lencer, e.o presenta do Sr. cnsul d>- S. M. Brit-
nica nesta cidade. preceaiia a compiSleiiie autori-
saclo da alfaodega e com assisteneia de um seu
empregado fisi-al du dito brigue e >m toda madrea-
cao, c irdoa'ha, vellame. apparelhos cumple!
mais pertences excUisivarneole maniimentos, e
lancha e bote segundo o intentarlo respectivo, e
tal qual se acha fu iwrth, onda iar-
Ipu por forca roainr aam agua abena, e foi legal-
ni 'nte cundemnado, na actual viDfen qie faz i a
procedente "de Cardiff com destino a Montevideo:
Sexta-feira 23
ao meio dia em ponto, a entrada do grande saao
da Associago Curamercial desta prac.a.
TlLAF
DO
sobrado de quatro andares e
sotao da ra do Torres n....,
edificado em chaos proprios
Qointarfein 2$ do correte
O agente Piato levar leiiao. precedida a com-
petente autorisacao, a usa de esquina da ra do
Torres, a qual torna-se recommendavel pela sua
boa coostruccio, e por ser edificada em ra de
commercio. O leiiao se effectuar a- 11 han
dia cima dito, no escriptorio do referido agente.
AVISOS DIVERSOS.
SITIO.
Aluga estrada que vai
minado Ladeira dos
. tem casa eom 6 quartos, 2 salas,
a, quartos para cri
r, muitos arvoredos de tr
Monte Pi Eceiesias-
ti^o.
Por nnieffl d3 din -oria d> Monte
Pi Ecci--ia-i e e.o IVi-naiidjiuM, ^o convidados
l,,d,:> v,.,,-..-. e i* ':': ai:il-. a nao sao, para
comparecereiH na cou-i.-iona dj natriz de santu
Ar.iun.i. sex:a-'eira 23 rt- rerrent.', |>las 9 l|2
liaras d niaiiiaa, alim i!,' as-isiovin li'itura e
approvaeii dos estatuios, que lata de reger o
mesmo Monte Pi".
Secretaria tki Monte Pi Ecelesiastico, 19 de se-
tembr" 1870. '
O secretario.
Padre IWnaz Coelho Estima.
= Mamml Al>"> Kr a ;ra A G i<-lo para veader
em seo aseriplarto na ra da Ja'eada n. 5, 2o au
dar, vinh i do Parto em CM'xas 'de duzia e ancore-
tas, de diversas qqalidade.
8A DA NaflliU
Aos 5:OO0|
Bi i liet^s garantidos.
A ra Primeiro de Martfo (ottlr'ora ra de
Crespa):- do r.-istutne.
' l^ -s i- lete- arao
'.ido- Dtori8.a benepeioik Santa
de Mise/ :fe (161*), que S
do curreale.
PftECOS.
Biltiet- Inteiro' 65000
."00
irto 300
Em porco de |i ira Ci,a.
.Bheti ir.| r> 53400
NJ470O
Qi.ario 350
Mano' I Martins Fiuza.
Joio Francisco i
os oncurrentes o seguinte
Sorvetes de diversas qualidales
v*_m- __:_i u n
Champagne.
Bordeaox.
Porto Uno.
Rheao.
I Ckataan Lafite.
Cognac marieli.
CERVEJA
BASS E NACIONAL
Gelada e nao geada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados
Ros. \
Pitanga.
GrosaUa. Pastis de nata
Linio. Boa bocado.
Cidfg Empada dacanario.
Laranja **" csrm '
i,im," B"*lo de ameodoas.
(Jueijos. L"na- Pao.*l
Plamengos. M PritcUs.
Londrinoa. Ir *"&*
Minan. *!*
Prato. .**_:
I Safeo \
mm pnrlicipa, rae,alm aa^bida, cima nond.s baverao niraa'da diversas qualidades
laiuhotn que baverao mezas,
sin cooia.haver urna bandada
hWh^l^TT-^ afarT*^' P^0 l,r".r"''>> avisa m, dentro em pouco lemp-i luver um oumais
.L PBECO DA ENTItADA 300 RS,
^AI^^JES^0-^ ^ i; Prvidamente se abrir ao
deveriiaaanaM dnrarao dnas hors, das 4 s 6 da ta'de. Caronte-sa toda orden e noralidade
m &mmm wmmmmm& mmm m^mmmm^mm
_ a n.et o. n ____ m
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GRANDE
CMPMKM
' nos
TELSOS OBAKOS
HOTEL CENTRAL
37Rua 11 de Dezembro87
(Ou'r'ora Largado Rosana)
! No moito cenhecido HOTEL CENTRAL eacontrarao seuaDre os nossos innuroeroa
frego<5zes notoveis melhorameQtos, indispensaveis para cotnaiodidade dos Ilustres fre-
quto^adores.
Ne HOTEL CENTRAL eocontra-se-ha eoostanlemeote tudo qoo de confortativo a
deleitjavel s pdu encontrar em um estabelecimento desia ordetn.
Assim acha-se alli ama excellenle casa para banhow um salo tod-> alcatifado a
guarnecido de tivatu, piano, j'irnaes oacionaes e estrangeiras etc., fe
DULCE F4BKIE
RECFE A* OIIMDA.
pojt ordena da directora san convidados
os Srs. acciouists que se instruyeran* para
a nova emisso. i rea!ig;irem at o dia 30
do corrente s Ia prestaQi) na razao de 10
/; deyendo icar sem efTtito as uwcrip-
caja I' prestagSo n5o fOr realisada no
prazo *up/adito, as OAies scrao dilribui-
ds pelos su!iscr;:-oi nda nao sao
acci' la-, rejlisar a 4a
pretat Jas accoas subscriptas dentro do
pras miados do 1 dj ou-
tubro vindonro.
I*ar ontrado "o Sr. the-
souroi"' da cora:1 spectivo es-
crtpt anua as 2 da
Normas da Ha vana.
Suspiros.
Napoteoes
Havanas.
CHARUTOS
Imperiacs
Amadores
Londrinos
Leae
E de outros fabricantes, qoe seria ocioso innnmerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes cama eslraogeiros,
contrur3o os commodos necessarios.
A moraiidade e boa ordem a norma do
Hotsl Central
Frtla-se o hespanhol, francez, inglez e italiano.
PAIAMUA.

1870.
i Alves,
da fcifo galvanisadds por barato p
i os mssiaos
da travaasa do Corp*

Sloinhos para caf milho
Os melborea noiobos para caf a para milh n vindo a este m
ritratn no armazem da tsavessa do Gorpo San'.o o


feira
H
"e3
CC*
=3
6
t,

A'ra I iww-w
i Julio Adolpho Ritos (acadei
Ouerino Candido de Vascencellos.
U Joaquim CavalcanU de Albaquerque Mello Ribo
(PJeMino Aofusto dos Sanio Fragoso.
vSo Gomia de Lyra (Cruangi ou Vicene.a
Hermino Pontual (eogenho Preferenea .
Fernando Barata da Silva (eogenho. Morojo).
\ntonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de.Panla Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thom Joaquina do R o Barros.
WIOFINA
numa

I
Este antigo estabelecimento, acha-se hoJ8 montado
escala de poder servir vantajosamente os seas freguezes, atten-
fo o granle sortimento de joias d'onro, prata bnlhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das priacipaes fabricas da
Europa- cajos precos sao em competiveis e as obras garantidas
fifi Ig '
MOEIRA DUABTBC
Rem-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aqoelle negocio que V. S. se comprotnetteu reah-
sar pela terceira chamada deste jornal, em tos
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro passou a fevereiro e abril, e sala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor sen
Albo se acbava no estado nesta cidade._________
fariU "aar*i* f nlii
fot ao padackueiitM rlue. oriio do peito,
.torres,
o de bote, pleurizes e na re-
commendando-se com igual proveilo nai pessoas
convalecentes.
nico deposito na phirmacia e drogara.
DE
Barl'aolomeu & C.
34Ba larga do Rosario54________
Acaba de sahir a luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
GUIA M
OU
B
MANUEL & C.
m
va-
Tem a saiisfacao de participar os seus numerosos
ser-lhes mais commodo, tem

freguezes que em vista de ---
eSUfcelecido una nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife, n. ,.beje roa do Marque^.de OUnda,
onfle acharao os pretenderes, muio tvoltado sort.mento de chapeos de so de odos | Pre^ ^J^es ^fo *
eos mas oommodos do que comporta o noaso mercado : cenv.darn ^^^^%$Za escolher as ar- *
datero, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem semaos, visto puu.
macees as azendas que a demora da fabriraco bem diminuta,________________________--------.----------------
m
NA miM
BEM C0NHEC1DA FABRICA
DE SOL
DE
m
I

DA
Eua do Baro da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo
(Antiga Ra Nova)
V
m
>*!
Ha sempre um grande-sortimento de chapeos deso de seda, merino, alpaca br"
do e de allodao os todos os tamanbos e feios. a!m da immesa porCao de seda, mer.no, algodao e bnm,

[I, W. BOWRIAN
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DOBRUM N. 52%
Passando o chaferiz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa
por e animaes.
E'outros objectos proprios 'agricultura
Tudo por preco roaito reduzido.______
H RO
D'YVETOT
RA ESTREITA DO ROSARIO N. i4.
Urna qualidade de cormnercio fattava nesta popu-
losa, cidade um estabelecimento em qne se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velhas. um basar que se denomina em Pars
Bric e Brac E' este o estabelecimento que se
abriu ra estreita do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, ou com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
objectos do servigo domestico, inclusive trem de
eosinha, poderao dirijir-se ao indicado estabeleci-
mento para contratar, e offerece-se para ir em
casa dos pretendentes para effectuar as compras
9 vendas.
0 O bacharel Joaquim Goncalves
** Lima tem escriptorio de advogado
"* ra do Imperador n. 35.
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Officio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenarlo das Dores de Maria.
Offlcio das Sete Dores de Maria Santsima.
Novena de N. Sennora do Carmo.
Officio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senbora da Pento.
Novena do B. S. Joao Baptisu.
Novena da Senhora Sanl'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2000.
-^S arnwces de todas as qualidades para salisfazer qu-alquer encommenda.
que escusa de mencionar.
A modicidade de seos precos
Cara rpida e iufa!>ivel dos cal-
los, pela pomada
Galopeau.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomen
&C,
3iRa larga do Rosario34 ,
Roti-snte-rheum'tico.
Remedio efficacissimo contra as dores rbeuma
ticas at hoje o ma conliecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
J. Ferrara "S
PHOXOtHAIII I i IMPERIAL.
18RA DO CABUG18
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reediQcacia desta photographia
e qne ae prolongaram por tanto tempo, actom-aa
felizmente terminados e ella aberla ao serrino d
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que tst collocada esta pbotogra
phia acha-se muno augmentado, e s a paite desti-
nada ao estabelecimento coma cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os eoncertos e aug-
menios tendo sido Jeitos expressamente para s
montar convenientemente a photographia, e nao se
podendo melhor modelo escolher do qne a Photo-
gra/iia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o prinwiro pholographo do Brasil, e um dos
phmeiros do mundo, segundo a opiniao dos man
abalisados mestres, a nossa photographia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regra?
recommendadas pelos mais destinctos professor
de accordo com as modificac,5es necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidss e estudadas pelo ha-
bilissimo e pratieo Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em qoe est Deesa
photographia foi randado desde a soleira da porto da
ra at a coberta, tendo-sa demolido todas as pa-
redes interiores para se faierem as novas alas,
edificando-e cm novo terraco envidracado mm
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
mente corle para examinarme* as melhores pho-
lographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a qae
melhor correspondeu aos nessos desejos e aspira-
coes, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarnos todo um mez esiudando e apro-
veitando a lindes de uo dlstincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e !onga
pratica de 15 annos de photographia s ulilissimas
Iic5es ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
aeha, podemos ofTerecer ao Ilustrado publico
d esta cidade e aos nossos nuu.erosos freguezes
trabalhos de photographia lo perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado
ajudado. ______________^__^__
Ama
Na ra do Vigario n. 8, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cesinhar, cujo servico fn^a com
perfeican e que seja de boa conduela._________
AMA
mm*..: :.:Mm
PRECIOSA IIESCOHERTA
C1TKAS MARAVIIiHOSJLS
TONCODELSC
Nec plus ultra
Tirando immediatamerite todas as caspas ecoceiras dos cabellos. .
Deposito
Mnente n casa do autor, Audr Del-uccabelleireirode Pars.
Ra Io Precisase de urna ama
cozinhe e ensaboe
para casa de familia : tratar na pnc da Inde-
pendencia n. 5.
Precisa-se de nina ama para casa de pouca
familia : na roa Direita n. 38. ____
Precisa se alugar urna mulher forra ou escrava,
para cozinhar comprar e engommar, para urna
casa de pequea familia : na ra da Cadeia nu-
mero 8.
Ama
Ni ra do Imperador n. 14, Io andar, precisa-se
de urna ama para cozinhar para pouca familia.
Trabalhador parapa-
1NTERSSANTE COMPOSigO LITTERARIA.
COKTENDO :
A noite do xtasis.
O sorrlso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Com urna carta critica diiigida ao autor peh-
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 25000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas sobre a puerrado ParagOaj.
1 volume brochado 2JU0O
NA
LIVRARIA FRANCEZA
Precisa-*e de urna ama forra ou captiva
servico interno e externo de urna casa de
familia : na ra Velha n. 66.
p%ra o
poue|
AVISO
AMA
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Rua da Cadeia do Eecife51
Chama a attencio dos seus innmeros fregueses, e do respeitavel publico e
^wal, para a seguinte tabella dos .presos de sua casa, os quaes sao vinte por centt
tesis barato Cabelleiras para senhoras a 25(J, Cadeias para relogio a 50, 60,
Precisa-se de urna ama para casa de poaca fa
) railia : na ra da Cadeia do Recife n. l, loja de
nimdezas.__________________________________
MOA.NCA.
Joao da Silva Faria & Irroo est > com seu ar-
\ mazem e escriptorio na ra do Vigario, casa nu-
mero ao.
_ Precis.n-se de um hnxiern portuguez pira
' vender leile e tratar de quatro vaccas : quem es-
ver habilitado dirjale Passagem da Magdalena
n. \, jue se dir queni .
Aluga se
um sobrado em Olinda, na ra de Mathiis F-rrei
ra, pintado de novo, e tamhem se vende : a tratar
na roa da Matriz, sobrado n. 44.
.----------------------------.------------------------------.
Precisare
alugar um moleque para todo servico de hotel,
assim como de um bom cozinheiro, paga-se bem :
na ra da Matriz da Boa vista n. 8.
16, 80, H, 10 e.
Corte de cabello......
Corte de cabello com fricc3o. .
Corte de cabello com avagem a
cbampoa......
Corte de cabello com limpez da
cabec^ pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingieza ou franceza.
Barba.......- .
m150OO*
50
50fe
300, 350 e......400000
Ditas para hornera a 350, 400 e 500000
Cocaes a 120, 150, 180, 200,
250, 300 e.....300000
Creaeentes a 120,150,180,200,
250, 300 e.....320000
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
tf, 70, 80, 90 e. 100000
'franca de cabello para annel
590 e....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....800000
ASIGNATURAS
Especialidade de pentedos para casamento
Bailen e soires
O iono do estabelecimento previne s Recommenda-se a snperior TINTURA JA
Sra*. e aes cavalheiros qoe ha umxmas. iiPONEZA para enegrecer os cabellos e bar
O DR. JOAQUIM COR HE A DE ARAJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
_ n. 67, onde pode ser procurado das 9 no-
Wt ras da manbaa s 3 da tarde.
wmwm wmmmm mmmwm
Prcisa-se de urna ama para cozunar em
casa de hornera solteiro : a tratar na ra Impe-
rial o. 47, taberna.
10PO4
1000*
5f>
251
O agrimensor
Joao Das Pinto Aleixo, pode ser procurado pa
ra os misteres de sua protissao, nesli cidade
ra do Raagel casa n. t, (deposito de charutos),
na povoacSo de Trombeta em casa do Sr. Manoel
Gomes Leal, e no povoado Leopoldina -(provincia
das Alagas) en casa di- sua residencia.
MENSAES

Marliniano Jos Fern.ndes, leodo de mandar
celebrar algumas missas por alma de seu prezado
: irmo, alteres Porfirio Jos Fernaodes, pede a seus
i amiges o obsequio do comparecerem na igreja
I tnatriz de Santo Antonio, sexta-feira 23 do cor-
reate, as 7 horas da msnha, para assistirem a
[Sopara tintara dos cabellos e barba,-|*:.?!! a^lS,n,a S^Pf"
aa
im como um
nesse srico.n
como nO prejudicial saiide, por ser VO' fesga eternamente reonhecido.
empregado smente oceupe- iatil, analysarja e approvada pelas acade mmtg^tBt^gmmmm
, mas de ideadas de PARS E LONDRES
rtgprr*
i
.
r
l H



!|!|
34. RA LARCA DTO ROSARIO.34.
M eottoinaicot procurar >tte*Udo> pira acreditar
> preparados, eeiirmos qoe ana applicacao e oa
Itaoa
l obtidos pelaa petacas qoe ae digoaram aceeila-
taa, Ibe* deus credlll oga ; porqaa alo empre 01
tintado eoDsideradoa gratnitos, delles qne lanca
Mil 11birUtanismo; mu ni quersndo oA'eoder as pe-
jMiqaeeipiUoeaiDeDts mi oflerecerim,oa qoe abano
''triocrpto, o* taierooi publicar miDiteMando-Ikei
WW frti(lio pell iUmco, espirando qne renbun
*Um caarcaborar o concillo, c acceiuco qai ten mere-
**t inh xiraps. iorioowro C.
ianraM*.
lllmi. Sra. Bartbolonteo ICE com mbida
1^f*ttSfr .; urepc Americano de odio
Tic ofrendo ha
IMiM
Vegetal americano, de sna compesiclo, qoandi mi
acheta bstanla doente de orna conslipacio, qn bm
tarnon eomplelameota roneo e qne tronxa nma fort
toase, e me hapoasibilitoa de camprir 01 mena davarn
da cantor da emsreza Ijrica, too ag-adecer-lhaa mu
completo restabeleci ment, qne obtive com un ao vidr
do mesmo tarop, dipoil de haver recorrido a mnitoc
tratameotoa. Petejarei qae ootros como ea rieorria
ao sen xarope para ae verem aliados da Uo tarrial
iieommodo, Uo fatal nesta pao. Com maicr conaidi-
ncao contiguo a ser de V. Ss, atiento, venerador
obrigatl*. Uix Ci emona. Recife 25 da setaaate*
lUms Srs Bartholomea aC.-O xarope Vegetal Ame-
ae Vv. Ss. tm exposto a venda de toda efi-
r o enrativo d'asthma, can forme observei ap-
Ibo Joaqnim, menor de autri
que ale entlo por ejpaot
tis jaropar
eitar t
ilota a*
idieaaV
ESTRADA oe ferro
DO
Recife ao S. Francisco
AVISO
De conformidade com o regulamento se-
rio postos en ha 4a publica na estacao das
Cinco Postas no dia 23 do corrente mez ao
meio dia oito saccas com assocar abando-
nadas ao frete e armazenagem.
Villa do CaDO 20 de seterabro de 1870.
O superintendente interino,
Henry Spence.
pono em frente do sobrado do Sr. Valeniji
ao n>irte da fabrica do gaz existe urna canoa e ca-
n>?iro que se eaiprega a atravessar da fregueziJ
de S. Jos a da Boa-vista, e desta para aquella,
as ptffiou que, nao querendo dar a grandavolt;,
queiram dr.ila se aproveitar I paga 160 rs. por
pessoa : tojos os dias das 9 horas em diante.
Para o' Rio Grande do Norte, precisa-se de um
trabalhador dos ullimos chegados das Ilhas, ajrJ-
da mesmo sem pratica, a tratar com Tasso Irmaos
4 C, roa do Amorim n. 37.___________________
Aloca se nma escrava com oilo dias de pari-
da com muito e bom leite : a tratar na ra de
Aguas-verdes n. 90.
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de un
bom forneiro ; a tratar.com Tasso Irmaos x C
na roa do Amorim, o. 37.
PIUMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATIir.O
Oi; Igdo pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os iiabitantes do interior podem-nr>
consuUar por escripto, no que serio sa-
sfeitos com prompti
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qnalquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do Baro da Victoria43
'Amiga na Nova).
AMA.
Preoisa-se de nma ama qne engomme com pe
feicio, < indiferente iiu" s*>ja nacional ou estrarr-
geira : a tratar na ra Nova, casa n. 2i.
Alogam >e aa< cajas por i -u ou ior ani
na Vanea, lugar Ambul, com sitio e eommodi
para grande familia : a tratar com o reverendo
padre Dmaso, ou na ra do Crespo n. 7.
Para urna familia alle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de. urna ama mo-
ca pa a comprar e fazer
o mais servico de casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio d. 4, 2o andar.
AMA
Rua do Ba'ao da
Victoria n. 63
(Outr'ora rua Nova. )
O abnixo assignado acaba de vender nos seu*
muito fehzes billietes da lotera que >e exlrahio
em beneficio da nova igreja da Penha, um meio de
n. 1514 com a sorte de 2003000. um quarto do o
3256 com a sorte de iOO000, 1 quarto de n. 1866
com a de Ofly, e um meio de n. 5375 com 100S,
alem de outro> premios menores ; podando os pos
suidores virem reaoben, que promptamente serao
pupos.
Aeham-sea venda os felizes Dtlhetes garantidos
em beneficio da Santa Casa da Misericordia.
JPREgOS.
lnteiros 6|000.
Meius i ;i*000.
Quartos 1J500.
De 100/1000 para cma.
lnteiros 3/400,
Meios 2/700.
Quartos 1350.
Joao Joaquim da Costa Leite.
ATTENCAO
leuda me desnedido de empregado da estrada
de ferro ao Recife a Apipuoos por me ter de re-
tirar para o Rio de Janeiro, faltara ao mais sa-
grado de ver da gratido se neste momento soleo: -
ne nao testemunhasse os meas protestos de
tima e gratido aos Exms. Sr. Bario do Livn,-
ment, Antonio Luiz dos Santos e Dr. i ) Bei -
nardo Galvao Alcoforado proarietarios, e ao Srj.
Rawlison, director da companhia, ao Sr. Gouvaia,
conductor chefe e aos mais empregados pelas ras-
neiras cavalheirosas e sempre attenciosas qns
me dispensaram.
Aproveo a occasio para olTereeer a cada um
dos Srs. mencionados os meas traeos prestimos
em qualquer parte em que me acbar.
Recife, 19 de setembro de 1870.
Francisco Goncalves Fortes.
I
mm\m franceza
55-Rua da Imperatriz-55
Tiuge, lava, limpa, lustra e achamalo-
ta-se, com a maor peYfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades ;
como sejam : seda, lia, algodao. linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se noloas e limpa-se a seccosem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
s
No domingo 18 do crreme, pelas 8 h?ras da
raanhaa, perdeuse urna pulseira de onro ecoral
propria de menino de eolio. Julga-se que foi per-
dida no espaco qoe medeia da rua da L'niao at a
estagao do caminbo de ferro de Olinda, na roa da
Aurora. Se algnem a aehou e quizer fazer o favor
de entregar, diriia-se ou rua do Hospicio n. 45,
ou rua do Amorim n. 45, no Kecile, qae recebe-
r alvicaras.
Prejisa-se de um caixeiro para laoerna, dp
14 a 16 neos, que d fiador a sua conducta ; n;i
me.-ma casa precisa-se de urna ama para andar
com urna crianca e fazer mais alguin servico : nos
AffogaJos n. :;8".
Precisase de um perito uffieial de cbapellei
ro : a tratar na praca da Independencia n. 22.
Ama
No collegie da Conceicao precisa-se de orna ama
boa eogommadera ; o engomuiado somonte para
tres pess-.
DO
ALGA-SE
ando andar e sotao do sobrado na roa Direi
: a tratar na loja do mesmo.

Preeisa-se de urna ama para cozinhar e cornl
prar : na rua de S. Bom Jezuj da3 Creonlas nu-
mero 41. i
Attencdo. i
Precisa se de ama ama par fazer o sarvic/fde
ama casa de pouca familia, garanie-se o servico
ser muito pjuc quizer diriia-se rua
Velha n.",*._______________

Ama -itu-l
- Offerece-se um homem para caixeiro de en-
genbo, do que tem bastante pratica : a tratar na
rua do Padre Floriano n. 18.
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao
Rua do Trapiche n, 17, i9 andar.
Sacca p*r todos os paquetes sobre o banco de
Mtnho, em Braga, e sobre os seguintes lugares em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca. "
Gu i maraes.
t Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa i
Villi-Nova de'Fame:.
MUDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a rua do Imperador n. 57, 2o andar
do sobrado cujo armazem conserva ain-
| da hoje o nome do Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ah continuando o dito Tic. no
exercicio de sua protissao de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute
I
0 CIRLRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scienlificar ao respi
vei publico ea geral, e aos seus di::
em particular que elle mudou o seu g.bi*
aete de consullas da rua Direita n. 12 para
i do Queimado n. 31 primeiro andar, cf-rx
3 entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
protissao, todos os dia-- uteis das. 9 hora
da manbaa s 3 a tarde.
Tambera previne, que contina a prestar-
se a vontad dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste.' Elle Ta-
rante o bom desempenho e a perfeic5o de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos Dreccr.
Agencia em Peraambuco
Do Dr. Aver

Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
*aisa parriiha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens Par-
iros.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
filiilas cathartlcas.
1 MUDANCA I
K 0 escriptorio d3 Dr. Joaquim Jos de 58?
&
Campos da Costa de Medeiros e . qnerque est rua estreita do Hosario
rio n. 24.
0
Club do Monteiro
iro pn?
31 de

Assignase para o Club do Monteiro
mezes, a principiar em ontobro at
prximo futuro sob as segninles condicoes
Os senhores assignantes do anno prximo pai
do sao dispensados das formalidades da approva-
fo, (cando sujeitos a deliberado da direcun..
qae s<- propozerem este anno.
Haver duas partidas, send o urna na abertora
e outra no encerramento, reuniao familiares a. -
sabbados, havendo unicameote conviles par
fes de familia.
Precos da assignatura.
Seis mezes 50000.
Tres mezes 30000.
Um mez 10*000.
Os senhores qae dasejarru assignar terao a I
dadede se dirigirem ao emprezario, abaixo tatig-
nado. no Club Pernambucano, at o Um do cor-
rete mez ; e dessa data em diante rua da Auro-
ra n. 68, das 10 s 3 horas da tarde.
________^_______P- J- Layme.
Am<\
Precisa-se de urna ama que saiba coxinhar : r.a
rua do Codorniz n. 8. _______^_^________
Precisare de urna ama que compre e cozi-
nhe para tima ca.ca de pouca fan
nova dr Santa Hita n. 41.
O advogado Joao Teix
do para u exercicio de sua
treita do Rosario n. 28, das 9 horas da m
3 da tarde, e em caso urgente a qualquer
dia.
Ain:
A a tmt


Ano de i'eriiambuc
n.
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
Este coDhecido estabeleciraenlo acha-se constantemente bem sonido, em virtude, das
facturas que recebe por todos os vapores e navios franceies, dos artigos abaixo mencioila-
dos, precos os raais resumidos que poesivel.
CALCADO FR1ICEZ
Botinas para nenboras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muilas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e precos raais barates do que em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
Botas e pernelras rnssianas.
Botas.e perneiras para mamaria, das melhores qualidades, de couro da Rossia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para hornea e senhoras
Tendo chegado grande porcao de'sapatos de borracha vndese pelo custo aum ae
desempatar o dinheiro uelles empregado, sao baratsimos.
Sapatos de lustro para honicns.
Sapatos de entrada baixa de couro de lastro com salto, de nraito boa qualidade.
. Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentei modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de caseraira, de charlte e de tranca fransezes e por-
tufuezes pora horneo?, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Excelieotes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina lavan de den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintara para cabe los, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira quaiidade, dos afamados fabricantes, Condray, P:\er e Lubm.
Quinquilharis
<
Uvas de pellica do conhecido fabricante Joorin, espelhos para sallas, quartos e ga-
! binetes, toueadorerde diversos tamanhos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de lavas brincos, pulceiras, botoes, correnta e chaves de relegios e tranceln? tndj de
ouro de lei, correntes e brincos de plaque, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albnns
e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinetamcnio
ver-se a pereicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsiohas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, dltss para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros proraptos para coltocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de pavsagens; cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pret3s e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesourinhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jotos di? domin, rodetes, bagatelas e outros differenles, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas magi-
1 cas esteriocopos com inleressantes vistas de ligaras e das mais bonitas mas, boultvards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos acordions de todos os tamanhos, berros de vimes para enancas, sapatmhos e
toncas de laa, carrinhos de 3 e i rodas muito elegantes para conducir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharis de phantasia, franceza* e allemaes, a precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaeo nem tempo para a massante leitura da inGnidade de
i gneros du brinquedos fabricados em diversos patees da Europa.
ATTENCAO
O dono dcste estabelecimento pode ao pubTico era geral que continu a visita-lo
| verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serena vindos era di-
rtitura e de conta propria.
lAW W I0WUN
EHGEMEIRO
Com fundico
RUADO BRUM 52
Passaudo o ch^faviz.
Cbama a aUanvaN) dos Srs. de engenho para seas acreditada marinismos t
com especialidade para seus vapores que anda ama vez tem uiolhoraao.
Os vapores ornecidos por elle e j nccionacdo lh bao de fazer melbor apre-
ciaro do qae qualquer dito p oprio. _
Desei tambe m mencionar que tem fcito urna reducto em seus precos, e que
tem prompio toda a esoecie de machmismo e outros objectos para a agricultura.
Gli
J. Ferrara
Desde o dia 7 de s lo acha-se aborto o,
jovo estabeleciment' ra do.
Cantiga n. 18,e:quinado pateo .la matriz. Ostraba-
Ihos que desde ento, tem sahido de nossa oficina
m geralmente agradado, seBdo recebidos por
ilguns com admiracao pelo extraordinari) pro-
jresso que nltimaraente tem tido a pnoU,graphia,
i por outros com alegra, por verem a provincia
dotada cora ara estabelecimento digno d ella, e in-
jontestavelmeute o primeiro que nesse genero
boje possue : tambera nao nos popamos em cousa
jlguma para monta-lo no pe em qne se acha, es-
perando que o publico de Pernambuco sabera
apreciar nossos esforcM e recompensar nossos sa-
irifieios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras que gostara das artes, ou ti verem
oecessidade de trabalhos de photographia a visi-
iarem o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberio e sua disposico todos os dias desde as 1
horas da manhaa al as 6 da urde.
Para gs trabalhos de photographia possuimos -ip
versas machinas dos melhores antores francezes,
uglezes e allmemes, como sejam : Lerebours el
secretan, Hermagis, Thomaz Koss, Voigtlander et
sonb eWulf. ltimamente recebemos tres novas
tnachlnasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, e outra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ama nnica chapa at 8pessoas diversas e isola-
das para carios de visita, e assim em menas de
am quarto de hora despacharmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, umaduzia de cartes
,-nais ou menos, com os seas retratos smente, ou
jm grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccaa
3 feitura dos trabalhos de photographia dei-
lando pericia e fclentos do dislincto pintor
illcrao, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabalhos de pintura, a^aquarela, a olee, e a
inte!.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tem-se
lesvcllado na execucao de seus trabalhos.
No nesso estabelecimento acham-se expoSlos ou-
tros trabalhos im|towantes do Sr. Roth, tanto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
}leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
tamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentarlo (Je igrejas ou capellas. Tam-
aem aceitamos encommendas de quadros histori-
aos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS lOfJOO A
DUZIA
ARIES DE VISITA COM O COLORDO AO NATU-
RA!. Al 6*)00 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 SOOK) cada um, iodo convenientemente en-
.aixhado em moldura dourada e regalando o
busto da pessea retratada de i i pollegadas e
odo o quadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarn os presos cima para
larraos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
3Stablecmento, quanto sua perfeirao cada um
/enha jujear por seus proprios olhos.
As melnores lioras para se tirarem retratos no
aosso estabelecimeato sao das 8 horas da manhaa
, da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
m casos especiaes pde-se tambera retratar qual-
raerpessoa.
Nes dias de chava, ou pr tempo sombro po-
lemos retratar, e. asseguramos que esses dias sao
)s mais favoraveis aos trabalhos de petographia
pela docora e persistencia da luz, e pe r termos o
aosso torrac/ construido com taes proporcoes e
melhoramentos, que ainda chovendo jorros ne-t
ihum inconveniente ba para fazer-se bellos re-
:rat09.
J. F-rreir Vdlela
Irmandade* acadmica
DE
N. S. do Bom Consellio.
De conf i r.klaJe rom o nosso compromiso con-
vidoanao s a actual mesa aoir.iuitrativa, corao
tambera a .ieita para o auno de 1871 paja, no da
22, quinia-feirv, as 10 bor?do dia, comparreerem
na facaldade de dir.-ito am de ter lugar a posse
da nova mesa.
Consistorio da Irmandade Acadmica aos V) de
setebro de 1870.
0 ucreuno,
Gamillo Gwreia Dantas.

qcM

sea|
senie-s*OJBMo
Recife t de selembro de I
_______________Antonio Jos de Carvalbo. ,
Precisa-se de ama am para ser
e ra, sendo forra : na travessa da matriz de San-
.o Antonio n. 10.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Gabug n. i compra-se ouro, praU
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
ine em ontra qaalqaer parte.
Com muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velbas: na
loja de joias do Coraco de Ouro n. I D, roa do
Cabuga.
Compram-se diarios para embromo: na ra
do Raro da Victoria n. 3.
VENDAS.
CONVITE
O.Costa da ra Duque de Caxias n. 42,
toma pelo presente a liberdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o bon-
raram e continuam a faze-lo com o concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de que n3o deixar5o
de agradar-se, nSo so de seus gneros,
como do tratamento e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACO
Uvas verdadeira Feral
Ameixas secas.
Poras.
Maclas.
Vinho do Porto de diversas qualidades
eDtre ellas a especial quaiidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
dero vinbo de pasto, dito verde da me-
bor quaiidade possivel-
Queijos flamengbs empellicados e pratoo
melbor que tm vindo a este mercado.
Ervilhas navas em conserva
Chocolate de especial quaiidade.
Bobchinbas de especial qualidadede to-
das as marcas conbecidas.
Manteiga ingleza e franceza de Ia sorte.
GNEROS DO PAIZ
Docedegoiab em latas
Quijos de Minas moito frescos e de boa
quaiidade.
SU
'ranud 'ope5|(!0 ep oiuoujiijos oi-<|dui3
um jaqapaj ep cq\:ae nb oo;iqnd os a
6o8|ui snas sdiaued a|i p ejddaic
| opujoja^ oaampaiaqcisa ejjp oaop rj
' A0JJ 1J CJO.JWO
oc -n YiiinioiA va ovava oa vna
opBJtioy ratn^jsjoq q
0QVJ1V3
I'TST
CANTARA DE LISBOA.
Soleiras, hombreiras e capiteis : tratar no
armazera da travessa do Corpo Sauto n. 25.
ATTENG&O
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Terco n. 11, mnito propria para qnal-
quer principiante : tratar no sobrado por cima
da mesma.
DO DISTIN1T0
Corpo patritico de lanceiros
0 BAZAR DA MODA tem receb;do ultima-
mente um grande e especial sortimento di
todos os objectos proprios para este fim
como sejam:
PAPA SENHORAS
Gazes florentinas- de lindas cores, o co-
vado 2(51000, e outras muitas fazeodas pro-
prjias^e de bom gosto.
As mais ricas sabidas de baile a 40 e
45-5000.
s mais bellos e elegantes bournus de
grande noviddea iGOOO.
Mantas de la e seda em ponto de ma-
Ib?, e muitos adornos di moda, de (5(5 a
1510000.
Delicadissimos sintos de fil com lindos
enfeites de beissima phantasia a 800!>.
Gollinhas e punhos de grande varie-
dade.
Corpinhos de cambraia, enfettados de 65
a J^OOO.
Luvas de pellica moito frasca, grande sor-
timento, e mnitos outros artigos preprio
ao fim, tanto em fazendas como em miude-
zat> e perfumaras.
PARACAVALHEIROS
Gravatas brancas, no que ba de melhor,
co u laco e para dar laco.
Camisas de linho'muito finas, simplemen-
bordadas de moito gost i 7-5500,
Collarinhos bordados e lizos.
Luvas fresquissimas e gr*ande sortimenlo,
tudo se vende o mais commodo possi-
vejl.
Jos de Souza Soarrs o% C.
Farinli de M*ag
boa da Praa, traves-a do Carioca 2, vende-
sesuperior farinha de man lioca em saceos gran
dris, a prego de 6*200 o, G500 para acabar.
te
__ Precisa-s-3 de urna ama para i-ozmhar em
e~:\ de familia < ires pesseas : na roa de Horus
n. 9i. sobr ____
Precisa se, alugar u:n:i casa na* vismianra
i tullios urbanos de Apipncos, pre-
Fere-M q-if lenta agua t g^z fleptfo ; tratar na
eslagao i. .____________________
AMA
ATTENCAO
Na ru larga do Rosario n, 44, Io andar, vnde-
se urna grande estante de amarello, e as obras de
direito e de lilieralura dos segoinies escriptores :
Donoso-Cortez, Aodr^ Monte, Gousset, P. Bueno,
Guisot, Tbiers, Lagrange, Mackeldey Waldk, C.
Autran, A. Herculano, Garrea, C. Bastos, J. de
Alencar, P. da Silva, accdo, Alvares de Azevedo,
G. Das. Casimiro de Abreu, V. Jingo, Peletao,
Magalhaes, T. Ribeiro, a. Vieira, Caslilho, M. de
Marici, Varella, A. Dumas, Ressan, P. Alegre.
C. C. Branco, e monas outras obras em perfeito
estado e por prera mdico. _________________
Antes que se acabem.
Medalhas de prata mac : Gr: HO : vende se na
ra larga do Rosario n. 34. ___________
Vendem se algumas rasa- terreas as fre-
guezias de S. Idf e Bo-vista : a tratar na estra-
J. aj de Barros, pr.meirj sillo com grade e
poriio de ferro, ao lado direito logj ao entrar da
Soledade, das 5 hora? da tarde ei> diante.______
Precisa-se de urna ama forra ou eserava ue
aiba engommar e tim oervieo interno de urna
eva : atntarno C Do i:1, ou na ra da C^dnia do Recife, armazera
u_ !_,_______________________^________
Costnreiras
rae H de Dezi'inbro
n. ii A, audar.se
JoaquimRodri?uesTa-1
vare^ de Mello,
TEM PARA VENDER X
em seu escriptorlo, prs-a do Corpo Santo W
n. 17 : fi
Fnmo em falha ^
de 1* e 2* quaiidade, e vende um *n mais &
fardos a \'ontade dos compradores. ',
Cal de Lisboa |
ultima chegada. ?*;
Potassa da Russia. g
Farinha de masvSoea.
Yirilio Bordeaax, i
de quaiidade. T i" *j*
barato do qae em ontr.i qnatqaer pane. <0
Jim
Vende-se um craode.^iiio perte da praqa e da
via-ferrea ao Apipncos, com grande caa, tond
sslas, 8 quarii- tmlia, cocheira, estrlba-
a, quartos para pretos, ttaques, h-a agaa d
, moito iVeM'o. bem arboris*dj), e grande ierre-
para elaatacdes, teodo iaais ndepadente um;
p-quena casa ooui : tratar na roa da
" ideia n. 10, 2 andar, das 10 h ira* > 3 da larde.
na. uau td. t
bonetes de fruta 1^'
is de la para bordar de todas
as cores a.......60000
Carrites de linha Alexatidre a. .
Frascos com azeile para machinas 500
Gravatas de cores muito finas a ? 500
Grozas de botoes madepersla fi-
nissimos a....... 5(li>
Novello de linha de iOO jardas a. 60
Cauas com 100 envelnos muito
superiores a...... OQfr
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros cora t^ita prela a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a KK) e. 200"
Frascos de oleo Philocomo moito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. 240'
Frascos de extracto muito b nitos a
Duz'u de sabonetes muito fino
Sabonetes '.ntfezes a 600 rs. e. 1(5200
Frasco com agua de colonia Pivera 500
Dito de oleo babnza a..... 500*
Caixas de lamparinas a. ., 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
uirtiihas da doctrina fazenda nova a 400-
Libras de linha sortidas de todos M
nmeros a.......1(98
'"lapachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640*
Agulheiros d osso enfeitados a, .
Libra de linha franceza superior
quaiidade a. ..... 2J40O
Caixas d palito do gaz a. .
1. u, ..
A ra do Duque de C*'ia n 21
(ANTIGA RA PO OEIKADO)
Receb'Hi sdgnim :
Bipelhos grandes donradoe, ntold4bMil
Carleiras, cbarutairas e pert-cigarros de rnuiu*
qualidades.
Bonitas pastas para papis, simpt^'f matisadas
Boas canias va-ias para costur com sua compe-
tente chave.
Delicadas caetas de marlim rom o boca'
prata.
Modernos pentes d tartaruga, sobresanado en-
tre elles os mimosos t>'legraihis;as.
('. .mmodn- Uueodores eo dnat gavetas e I
espelho.
Port b:uquet, o que de n:ell..r tem appare-
cido.
Puri relogios deatitas itnMidades.
Rons taHieres para (
Vn-tuarios. chap izinhos, toucas, sapatosemeis
para baptisados. s
Toalhas e fronha de labyrinlho.
Cha; ipelinas par.i senhoi a, tMtea bovm.
i) oho.
Chapir.hos gorros e boneis para meninos
meninas.
Ouutra as convulsos as
la. o~ vrMndPlws Ci-ll va Espe--
ranca, ma d D rdne \c fi^sl* n. 2.
" PAUA TlXCiDt CAKLU>S
para preto- ou c I Nova tspe-
ranra a verdadeira lima ingleza.
PARA ACABAR OM AS S 'HAS
m pannos, li a K
lette 6 '" >
AGUA ': Ff/)B I'^L/.i'.ANJ.A.
V.'ix!-> : a Nvi rna do Duque -
Casias n. 21. \
PAPE '->' BO!
recpbe.u-os inaifO lindfts in;a, rBa-
do Boque d> Caxias n. 21.
PARA AMACIAf! K aFORMOSEAR a PE.:
tem a Mova E-'perancj es sabonetns de pos de
arror.
Nafabrfy luneos
(atniga larca e Rosari >
preei- ireiras.
Ama.
Preeisa-se da urna ama para casa de rapaz sol-
na ma d i Drniu de Caxias n. 12, loja.
Vende-se urna machina de costura, urna ca-
ma de casal em meio uso : no Corredor do Rispo
a. 55. Na mesma casa troc-se urna lina (na-
de Christo.____________________________
ATTENgO
Vende se, com os poucos fundos (|ue tem, a ta
berna denominada Pedra Marmore, sita a ra Di-
r. ita n. i ; a iresma esta eillirada n'um bom lo
cal e tem umita freguezia : traU-se na ra da Ma-
dre de. Dos u. 3i._
Veide-se um caballo de sella bom andador,
e serve tambem para carro por -er grande e muito
novo : a tratar na ra estreita do Rosario. I'ja de
relojoei.o n. 4, das 10 da manhaa as 3 lloras da
arde.
b*r.
no
Jos Marques de Airosa Braga faz sciente a seus
fregue7.es. Uan na lujad n. 21 do largo do Corpo
Santo, era o I* andar do mesmo sobrado, onde
pode Ser procurado, gnalquer hora. _______
Offerecp-s urna senhora habilitada para cui-
dar da educacao primaria de algumas meninas etn
algum engi-nho perto desta pra$a : no 3o andar
do sobrado n. :io aa ra das Cruzas.___________
Attenqao
Precisa-e de um ama : na rna da Soledade n.
46, tatierna.
Ama.
Precisase de urna ama qne compre e eosiafce
para duas oes^oas no largo da matriz de Santo
Antonio n. 12.
Multa attenpo
O Campos da roa do Imperador n. 28 acaba
de reoeber em seu armazem, urna partida de s-
mentes de bortahea que pasaa a m neiooar as
qualidades e precos.
A sab^r :
De salsa, a 60 reis a oitava.
re coeniro, idem..
De repolbo, idem.
!> ervilhas brancas, a 6p0 re- a-lUJra,
De ditas tort3 rouxas, a 800 reis a libra.
De bracolas, a 60 reisa oitava.
De pepinos, dem.
De fcijo ervilha papo de rola, a 400 a libra.
De dito amarello, idem.
De dito meia-cara, idem.
De dito cor de ganga, idem.
De tomates prandes, a 60 Mis a oitava.
D.> eijao de 7 annos para grao, a iOO rs. a libra.
De fJito de 7 annosrxo, idem.
De espnaifres, a 60 rs. a citava.
i nova di Russia a 200 rs. s li' : >
Cal de Lid
Cera cm velas.
Dita em gru
Vinho do Porto superior engarrafad.
Dito de dito bom dem.
Dito mus-".'el de. diversas marcas idem.
Dito tinto-Palmelia superior idem.
Dito dito Vermocira idem.
Dito dito lavradio idem.
Dito branco Carcavellos idem.
Dito dito Baeellos idem.
Caldeiras de. ferro fundido para engenhos.
.No escriptorio de Oliveira Filhos C ao
lio Corpo Santo o. i!>. _______*
largo
Criado
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos para
criado : a tratar na ra do Rosario n 22, segun-
do andar.
travessa da rea
as Crozes n, 2, pri-
sjeire andar, da-se di-
atielro sobre, penhores
Je oro, prata e brilhan-
tes, seja quat for a pan*
9 ta. Da mesma casa com-
pran:-se osmesmos iae-
im e. pedras.
Ultima gosto para
as senhoras.
Chapeos de pallta para as sunbora, da ultima
moda, segundo os Tigurinos chegados do vapor
ultimo.
Ra Nova u. 56.
Sal do Ass
A bordo do palhabote Garibaldi, ancnrad-i em
frente ao Caes do Hamos : a tratar com Tasso Ir-
maos & C.rna do Amorim n. 37.
Ningaem contesta
Que o Campos da roa do imperador, n. 28, p-
le bem servir aos amantes do bom, pnit que o sen
jirmazem se acha be ptovidndes inrHiores e ir.ais
bem eaeoilildoa gneros alimenticios.
O Campos limita se a mencionar o segnint :
Presuntos inglezes e portagoe;es
Riscoilos, liolarhinhas e bolinhos.
Conwrvas iualezas e francezas
Salchiehas e salehichdea com lubara?.
Diversas conserva alinienti'-ia-.
Salmn e lagosias em latas.
Licr estomacbieo e dige-uvo aya-pana.
Tonnotio ingle/, para lunch.
Krvilhas irn -ezas e portOgqetas.
Ciinaroe- seceos do Maranho.
Doces linos, ralados e cm caldas.de guiaba.
etc., etc. .
Champanha dos melhor-s fabricante?.
Vinhos-maduro do Pono, ditos da Figueira,
verde e patbelo, pelos ltimos vapores
francez e brasil iro.
QaeijO de Minas, de i-rato e lUrneDg*.
Cvas de Alu-anto-sa- um torrao ,1 aspirar.
O Campos parante a supenorioade cbs Bffl
cima de-ciiptos
K qaem dovldar vena ver.
Lisboa.
TI

rL1
DE
Cal nova de
Chegada recentemente, no vapor Gladiator, tem
para vender Joaquina fos Guncalves Reina.., no
ieu escriptorio, roa do C'inmrn-io n. 17.
GED FAKA CALCADAS.
Ven.lem loo do Reg Lima 4 Pilh) : a run
do Apollo n. 4.______________________
Cal uta de L sbua
\ 55000 o
Ni roa do Umm n. 8".
barril.
Attenpao
Sahiram luz
As rnai-cm contradanza.
Linda qnadrha para piano por Colas B
Flor .a Boa vista, valsa : a vt-ndl no granoe ar-
mazeni de pianos c e musirs dr Aievedo, ira
H. h"je roa do Bario da Vletona,
N. B. Roga-Mi i. Srs. asignantes de m*i
rem bascar as ;'<<]:> .i.' sn mira*.
Ultimas publicarte ^ impreca paeonai
.le, mi^iwi.
?. l. Piano. Annetta, polka brilhar.te, per I. -
Stnoliz, SO0. .....
N. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por L
N.' :i. Piano. Chico iabc, polka brilhante, pjf
S00.
(N. i Piano. Urna lagrin-a, Mazurka, por
UleeB. Zorcni. IIT.
."i. ;i. Piano. Morte de Lopes, polka mareta., Di t
**, 1-
N. 6. gino, La Grande Duchis, polka por Lu-
cien LamBert, 1*. ., ,
N. 7^ Piano. Carmen, Anua, La Tlayera, pol-
kas dos cavalimhos, 1.
N 8. Piano. Lb Suuvemr, valse de saloD, po
E. Casalhore. U. ^
N D. Piano. Santioha, Maree, 2 taitas dos i.t-
vallinb^ UOOO.
.N. 10. Pianr. Chant D*Oi:eaux, polka,
Casalbort.,1**.
|. II. Piano. A tl.'.r da Roa vista, vasa, per
Jos CoVlbo da S. A., 1-5. .
R. 12. L-.jrrn!,as d'Aurora, Natnrn, P"r J. i-
'.\. 13. Ae-tra.la de rorro, Hiiadrilha, |
riqne Albertazii, 15-
N. li. Canto. Santa Lnrrt, barcarola eh:
Una, p.r G.-nnaro Arnaii.i, U-
N. 13. Canto. Mari Aria, para M. S. M aqq0n
tuli' amor, de Flu' w.
_N j( on. contradanQa, qoadiu
Colas Fdhovl. ___________:________
As nlcpas do Reeife.

Lindos costumes de la enditados pro-
prios par. banhos.
por, ven i!
da Imperatriz a. 32,
de IU 00!!!________
Vende se urna canoa j velha de carregar lij-
los : tratar na rna Direita n. 101. ^__

Pechincha

xuias
ra do Vigario n. !
um vari
inha


10
luja n. oo.

os & i.
u




JtX
QO-
BAZAR DO
60-RUA DA MPEtUTRIZ-60

DE
apara lo gasto
Wj SU
PEREIRA DA SILVA & C.
^.^^Sf'rf!1116 ^*e,ecime*it9 encontrar o respeitavel pab'ico, am grande e Tarado sortimento de faadas do
S. fi a wS n,ec6SS,,dadei <*Q ,e ?eDdem m,is d i" ra tra qwlqoer parta, i 1
desta firma, adoptaran, o systema de s veoderem D1NHEIR0 : dm Matare venrW nh mL iL* *!!
mais
OS 00-
s-as o^e negodam en^^ ^J****
xaosiras ae loaasas tazendas, oa Ibes leram em suas casas para escolberem.
se daro
3*500.
tarrifo
as me-
na, crn
anuncios exj
em ge
perior dade
tas de atrair
esu-
!* m vis-
de ama grande fre-
conio a de qtte actualmente despoe,
e sir para scientiV rese de todos)
8 qoalidade de seus objectos os qnaes sao
serapre de apurado gosto e perfeicao; tor-
oando-se quasi IndispensJrVtl para aqneltes
apreciadores (do hora) tiequenlarem a No-
va Esperan?, pois qne ella caprina em re
eeber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua repanigao: o que se pe-
der verificar qoando em qiialquer reanio
de pessoas (amantes do xiqoe ; v-se om
bonito enfeite em um bonito vestido, am
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde laco, um diicado ra-
mo de finas flores, ete. ele, todos-olham-ae
reciprocamente e dizem cotn sigo (e as ve-
zes uns aos outros) este? sao objectos
*>m .arados a NOVA-ESPRAN^A: realmen-
te I!.' procurar descrever em aonuiaeio os
irtigos que contara dita lnja, seria trabalho
insano e nunca o arinmos com aquella
gra^a e perfaico com que san elles fabrica
dos, issira pois a NOVA ESPERANCE con
I??r dfiSf f AS A 450?- CRTES M UA ESGOCEZES A OJOCAMISAS DE ERANELLAS A
i eV M J dT5Taif SS Venderse bonitos cortes de la^coc^sj tar de H*?tZ i
Sras 1S a\syS ,"' T,ndo ?%.*"* sea P^ Pe!o barato sortimento com todos os tamanuc-Td
a! f ^ tem vindo a es- preca de 60000 cada um; do Bazar do Pa- mores camisas, de fl^e'la de
w mercado, iendj cores claras e escaras, vo. manoac tntTnri!Tr, i. un,.wr,.1w..vMrullm.v,wu-
todas con padroes serios, oroprios para ORGANDYS BRANCO E DF TOR Bar. niS! /.S.. Sffi8. C'T teDta S6 em convidar a todos geralmente.
fX^T^ T "*M0 fc B^do^pSe'del Tmais'SrqtmV^ t" i.li S '
w t vir S 2: tt'e- Pa? fnil0S e maUo fiQ0R "^ndy^eom *** ciou terom tbatimeaio. Sao de mSt
sao se veode por menos teU; egrande larcas e miadas h tttifYia *JL ah, iiM taaiA***
'"aotagem.
3RINS DE
UN'HO DE COR A 10200
No Bazar d> Pavo, fez-se urna randa
eompra de puros brins de liaho, muito ea-
'idos, propriospara calcas, palitos, col-
Prtes e roupis para meninos, por serem de
oadrCes miudinhes; garante-se que nao ba
barre'"a que lbe tira a cor, e vende-se a
2O0 o metro desta excellente fazenda.
a.\DAP)L0 FINO A 60400 A PEg\.
No Bazar do Pavao veodem-se pecas de
maidapolSo fino de mito boa quatidade,
ando 22 metros oa 20 aras cada peca,
pelo barato preso de 6?5>0OO, por se tiren
comprado om pouco enxoyalbadas; pe-
hiocha
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende maito boas chi-
tas inglezas incarnadas adamac:adas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen
a que emqaalquer lojj se vendo a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
TOALHAS A 7/1500
No Bazar d > Pavao fez se urna grande
ramera d3 t^albas alcojboadas, proprias
para rosto, basante encorpadas e grandes,
qoe sempre se venderaai a\125'X)0. e li-
quidam-sa a 7^500 a duzia^ou a 640 rs.
eada uepa, b^a pe:birir.ba.'"
CHAPEOS PARA MENINOS A 2$000
O Pavo vende umi grande por^o dos
erais bonitis ciaaosinhos de palba da i:a-
Ba propros pra roeni'ios de todas as Iia-
des, sen io chap >s que valem 55000 e ven-
dem-se a 2J00O cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINH H
200 RS.
O ftivlo vend^ chitas r-a ri.-cadinhos ciu-
dinhos efe de rosa e rxinhos, proprios
p^ra vestidos e roapas de creaac-is a 200
vs. o c; vado. Sao mai'b baratos.
LASINHAS COM PALMAS E SEDA
Cbe.'OU para o Piva i o nris bello sorti
mi'oto das mais brilbentes iSttiobas clara i
cea bonitas palminba, de seda; tenio lar-
gur de chita fraace-a e veode-se a I#00
0 envido erande pechincba.
ASP.1CAS MATISDAS A 640 RS. 0 COVADO.
V-mdem-se as mais m'deniai e bonitas
>p;-(.> matsad.'; c ib palmifib s, muito
P'p ::i ara vest Ion (Tseniiora f d) me-
baradti precn m 6iu rs. o cova-
ti t" i'm 'onta.
PISA NDIY1D0S COUIXADOS, COLCHAS.
C. -U para o Ba^ar do Pov3o um gran-
1 s rtimento dos tnis^onitos cortinal' s
ropnos para oatuas e janellas,
veoct >ir lO u at 205 > y 0
' 'i me'tfir damasco c-'n 8
o 'o largura ouitacao de damuc
11, priuir-as uara coIc'h-, e psttpria-
ote afn-i de damasco, ser.d os melno-
res e mai; bacilas que tem viudo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bizar do Pav2o vende-se ama gran le
f-iami 'a-ie das mais elegantes sedas com
s. tendo do tolas as cores e a
tora-cr ; fazenda qrie ningue.u vende por
menos dftSSiOO, e liqni.la-se a 2^000 cada
to alo; sao moilo baratas.
SETIXS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar d to completo dos melirrej seiins e grode-
s de todas as cores, que se vendem
! em coala.
HOPELIXAS DE LA A A 4 RS. O CO-
\A00
X Bizar do Pavo venle-s- oea elegi,
itmento das mais b n;t.s pmpelinas
i cara listas mia lianas, soio tida?
id* oma s cor, 4)0 rs. o covado ;
i DO.
eRiRH 11: :hi\gh\ E\l l.Usinha
A 640 RS.
Nj Bizar *) Pavio fji-sa ama gr..nde
egrande largas emiudas 15000 a tara, ditas lijas, ntiiidade.
fizeoda de muita puantasia 800 rs. a vara, 6ramp pecblncha om eam'sa inglaas a 44iO'J
ditos d c es. finissiains padras, inteira-; No Bazar oo Pavo fez-se urna graorie com-
meote noves 80; rs. i vara peihincoa. pra em leilo, de drdsimas camisas iuie,
GROSDENAPLES PRETOS Izas com paltos e pannos de linoo, endo
Cbegoa para o Bazar do Pavao am grw- com collariohos e de todos os amaros
de sortimento dos melbores erosdeoaples 45000 cada orna, ditas era r,oiJai,m.
pretos qae tmi vindo ao mexado, qne te porn faze.da flniisi;na a 40500; aran-
veadem de 10600 at 55000 o covado ;'de pechincba.
s3o todoa muito em conta. CAMISAS BARATAS a 2*800.3,?0P0 e Um)
CAMBRAIAS TRANPARNTES No Bazar do Pavo vndese ama gran-
No Bazar do Pavlo veude-so om grande de porcao de casemiras mscladas, muito
sortimento das melbores cambraias bra .cas encorpadas a 2(5800, ditas finissimas com
transparentes, tem de 305 )0 at 1<>4000 msela de seda a 3021
peca, dits soissas finissiuas com 8 pal- de quadros, fazenda de muito
mos de largara a 2,J000, SftO e 3 modernas
gosto a
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at amis fina qne vea ao mercado;
todo isto se vende muito ero coma.
MANTELLETES DE FIL
N i Bazir do PavSo venie-se modernissi-
mos mantelletes oa basquinas de fil preto,
;om laco, pelo barato preco de IOjJOOO ca-
da am, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
da branca tncorpada para s.iias, sendo cf>m
babados e pregas de am lado; dando a lar-
gura da fazenda o compriraecito- da sais, a
qual se pode fazercom3 qq l\Z metros,
e oende-se 10000 e 4*:80 e 1600; assiu
'orno tambe-n no mesmo eit?be!lecfmeoto
se vende bonitassaias bn i a> bordadas ten-
do 4 palmos^cada oma, dits de laa de
cores j promptas amas coa barras d ffe-
rentes, da mesma fazenda 40'HX) e outras
com barras bordadas 6000J e 70000,
todo isto moderno e barato.
ALGODO ENTESTADO PARA LENIS.
No Bazar do Pavao vend-se o m^Inor al-
godo inho amfricmo aefsstMe p^ra len-
g8, .tendo liso e eutranfa lo por preg-a
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar d> Pavo recebeu-se um elegan-
te son rceut > dos mais moderno; e m-lo-
res espirtil/ms. que se vendem por pi\jco
muio ero coma.
PANNOS DE CROCH PARA CADENAS
O Bazar rio. Pavo recebeu um grande
aortiui-Hto dos me'norts pannos de croch,
pioprios para cadeiras de bala^go hofs,
pito' s, t mboretes e at proprios para cu-
brir aimcf das e pratos; venlendo-se por
meoosdo que em qualquer parte.
Liasinhas tranrparenies a S00 rs. cavado
O 'avu ri:eb3u um bonito sortim^Dto
das mais elegantes lasinhas trasparentes
pro, rins para vestidos, que vende a 50 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vende-se su erior
bramante d'algodo com 10 palmes de lar-
gura a 10SOU o metro, dit-j de bobo com a
nesm i largura a 20800 cada metro, lannos
ii l^nhodo pnrtocom 3 1/2 palmos de t'a. gura
de 7Oai 10 a vara, assim como umg ande
sortimento de II mbjrgo ou cregoela; ie
todos o nuaueros, prec s ou qualida les,
qu-j se vendem mais barato do queeii ou-
l.a qn Iqner prt; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar d) Pavo veode-^e superior
atoalbad tincado, com8 palmos de larga-
ra a 1-3600 o metro, dito de linho adamas-
cad > o melbor que tem vind > ao mercado a
30500 o metro ; ludo isto mnii> barato.
Bales reguladores a 40010 40 i!;), r i
Coegaram a o Bazar d^ Pava o Ria.s bem
feitos balo;s regn??d >res, sendo de fj-t| a 450)0, dit.s d^ miiseliaa a 4>:>00. .ii-
tos de lisioha" de tolas as cr.-s a 50OOO,
todos elles sao muito baratos.
TAPETES
Chegou para o Bazar do Pavo o mais
elegante sortimeat > de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; et;. vende-se por
menos do que em oot'a qialjner parle
COLCHAS BRANCASA 302 )0,305DU E 70
Para o Bazar do Pavo chegou nm gran-
de sortimento das melbores colchas do fus
15o, s ndo das melbores e maise corp>di-
que tem vindo, a 70 0 ditas ora pouco
mais abaiK a 5020 >, e ditas a .30000;
tambera no mesmo estabelecimento se v-n-
de um grande so.-timent i da cret raes e chi-
t s, proprias para colchas, que se venlem
muit em ronta
GORGUROS OUPOUPELINASDE SEDA
A 0OOCADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pava i nm e'e
gante sorti neoto das verdadeiraspoopelinas
dh Irabo e seda, com os mais modero->.
goslos, que so ven lem a 20O>O c^da i ova ,t,
o qae em octra q alqner parte o8o se v n-
de p ir menos de 20.jO, previne-:e que tu
s5o algodo e seda, como ha muitos ; ma-
sim puro litbo e seda; sao muito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditad Ba ardoPcvi eoeeoira-
r o ria-peit. vel publico om grande sorti-
meo!.o ie roupas paca boniens tanto bran-
cas como de coras, a saber :
Camisas con: peilos d'algodo e delinho,
para todos os precos e qua'idades.
Cermdas de linbo e algodo.
Mei.is cartsa francezas e ioglezas.
Paulos sobrecasacos ae panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Dita^ de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas rampas ha para todos os
jrecos e quali.iades, e tem de mais mais
um perira
visitarerO-na para ento ficaram intei
rados do que ha exposlo na mesma loja.
9t Ruar naque de Caitas21


um ptimo terreno 'murado, pe- &
deas, soleirai. ve-gas. cepos, etc., >x
para edificaco ti* urnas quairo >
casas. ^s
A viuva do finuliTIlflnriqu"' .1 >rp.> t^n- \k
i& d> recebido em cirilM |ieln juii d or- ^X
J2 I'hS'is b*n para o integral [uganient'} SS
)9 das dividas restantes de au casal. Mufla 33
XX o pxcelltmte terrean f.reirn, murad", na >K
*|-5 travossa da CdNenMia ent- o sobmBwo ^K
ff( llr. B'-ltro a carrtira de casas l. rea; 9
Q d.i lado do su!, emupreiie.nrierido na venda pL
S5 as meiacj dos doiis oMw, en re os 55
X inaej eusltirtdii o Ierren,) ; e l).'n as- JK
A sim una porra-> da [tsrA.* de vario- >a- jg
X man tos a BpliifcilM, pruprisa para edifi- ^5
ca^Sss : o que tudo pode ser visto e ex i- ^
Wf minado pelos pred^identes no lugar indi- A
5 cado, quetqaer hora, nos das ateas : ??
J5? a tratar na roa di Q leimado. oo Doque 0
m de Caxias n i%, i" andar, das 10 horas *
!E da uianha ;is 2 da tarde. ?
uMIlIfL Mf! 1IJI1P
Quando a AGUIA BRRNCA, mais tifldr ao respeitavel pnblir
geial, e em particular a sua boa f de obje
i recebid mente!*; e porque esa a ua t^^K
limtari ella confia e espera na benevolencia de todos que ih'a attendero e relevtajB
connoando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja ta AGUJA BRANCA roa d
Qoeimado n. 8,-onde sempre acbaro abundancia em sortimento de saperioridade e
qaalidades. modicidade em precos e o sea nanea desmenttido AGRADO E SINCERIDAD!
Do qae cima flea dito se conhece qne o tempo Je qo<' a AGUIA BRANCA pS
dispdr, empregado apezar de seus castos no desempenho de bem servir a aquelles qn
honram procurando prover-se em dita teja do que necessilam, eutretanto sem ennun-
rar os objectos qae por sna natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidameate indi,
car* aqoelres coja inportancia, elegancia e novidade os toraam racommendaveis, cosa
bem soja
Corptnbos de casnbraia, primorosamente
enfeitados com tBs de setim e obras essas
co^a novidade dentoide e perfeiclo de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qaa-
lidades para cintos.
Leqnes aesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por saas qaalidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento qae acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
dante se loe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenhos.
Dilos de algodo com flores e lisos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de fortes Aas.
Fil de toda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e piase*.
Caixinbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dooradea
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brineps de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbeseoras para frisar babadinhos.
Aspas pera balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, aa
quaes sao movidas por om machinismo
Veos de seda para ehapelmas e monta-1Bmas obstitnem as outras.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costantes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas cahinhas de vidro enfeitados eos
pedrs.
Ditas de madeira envernisada com vispa
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo da
Touquinbas de fil, sapatinhos bordados criancas.
meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprie
Camtsinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinhas.
&
Paana preto raai'.o baralo y,:Hi
O B:zar di Pava, recaben u.La irrand
pora vestid s, s^n lo de porco de p3cas de panno pmo Z-
o b a qaa'idadt, urnas coaa listase ou-
!fl i '; la, e moites largas, que com
o- covaios se f.z ventilo e liquidante
rs. fae :ta qqe emoie se eudea a 15.
ALPACAS PARA VESTtOOS FURT\
CORES A3>0RS.
Verle se am bo dio sortimento das mais
praiasem lail), qtn sa:np-. se venv
i0 o covalo e pode liq lida a 3,5'iuQ,
por ser ama excellente compra,
BAREGES A 360 RS.
No Bazar o P.vo .v3nde--e un b uto
BiotD dos mus iudu bi eges iist-
is escuras fina" cores !?s para vef.tldof- ue va,ta Oili mi,
uiloeoc rrrtos e tendo um briH !?? e J,quid 'se a 3' rs- c0 :'
4a, lio tida .se pe!, Para! i preco d i ,l> m* mKa,t0 mm QQ0S -* 403
o coaad p r se ter fei.o um, gra; r ?LbiT(>** seDQ/re Sd ******
d.. c b4J e t0 r-> e g'ande pechincba.
PUPEUNAS A 400 RS. GURUKOA 640 RS.
N' ]] VJ" le' No Bazar do Pavo vende-se om bonito
' 3i m's api na: .;esartimeuto dos memo-es g1r:_,u;.
os goetos m para vestiJoa .^endo umi Irla fa/enda
con muit ).bni!.o. piclim- muito leve, neta transparent ea i
coui furta core? e liqaida->e a 6i0 r',
N
IAS A 2f<

0 COITE. le covado por se ter fcit'/grande pech
na compra.
C03ETAS A 35
V-nde-se cooe.rt.s de Chita e;,: moda
e pscbficaa. adamascada a 35 cada urna, pecbtacta
CORTES INDIANOS A S800.
por- No Bazar do Pa -o vende se t. niioscor
es milanos com duas sai
" Jwsiam prego de 4^5.0 cadd um,
chincha.
ALFAIATE
Por qaem se manda fozer com prestesa
e acei qualquer peg^de ohra a capricho
ou po-to do freguez, tndonV-te importan
s etab'L'cimento t -.das as qualid.des de
panno Qn>, ai meihores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor; e qaan !o quM-
quer obra na Bear ioteirameate ao gosto
dos fregnezes 6 a por conta do estabeleci-
mento.
CHALEN DE MER'N
Cbegou para o Bazar do Pava i nm elegan-
te sotument) decbae< da merino de cores
muito bms om padroes muito decantas
para qnalquer ama senhora usar, ditos de
crpon coro listas de seda o mais fino e
moderno que tem vhdo ao mercado, e ven-
de-se por proco muito em conta.
BABAD1NH)S
No B zar do Pavo vende-se nm grande
SOTiimeoto d-is mais finas babulmh .s borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran ejiorgo de entr m-ios largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
etn coala e mais barato do que em o&tra.
qualqaer partn.
FAZENiAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veade-se constit-
uiente o me'hor sortime'ite de fazenda
pura lut'., como sejam :
Lasiurias i reta;, lisas.
Cassas pretas de laa.
Cassas pret is, frajeezas e inglezas
e com sa'picos
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretis lisas.
Ditas livralas com branc..
Merinos, canto s, bomhdziaas. qae so
vendem maisbarat di que em outra qual-
quer prte.
CHIIAS PRETAS A 200 RS. 0 COVADO
No Bazar do Pavo vendase chitas pre-
tas inglesas com salpicos 200 rs. ocovad),
d tas tod is pretas, por estarem um pouco"
iussas, 12 > o covado; pecbiaena.
O- pro jrieiarios d este importante esta-
beecimer'to rogaa ao raspeitave1 pnbi.co e
psrtiealaraeme Exma;. familias o favor
le sa'direm sempre aotrabilno de lerera
a seos annuncos, pe'a raza de muitos
d'elles serem randados amiuad:s veze
CACHE-NEZ A'65000;
No Bazar do ^l > vendem se bonitos *
grande cachi-nez de pura la, pelo bara-
to preci de 65O00 cada nm.
VERDADEIRO LE ROY
de siciaiET, Metear-MMeda
R\a ele Saine, Si, l PARS.
Em cada garrafa, val, otre a rouia e o papel mi
que leva o meu sinete, um rotulo impresso em ima-
rellocom o Sello Imperial do coverno tiahcfz.
N.B.Remet-
__tendo-seumalettra
f otSfurtts** de 600 francos so-
LraParls.acellavel
a 60 das de vista,
aomixino.ftoza-se
do abatimento e do
maior descooto.
0
K.5AIUMC1WGAK.3
Gd! de Lisboa.
Vende-se ca de L' mprcadu, pir pri^u k>imviI : nn :i- n -./. :i t
Manuel Tflix^ir-i 3i Fariiiha de mairliuci.
Vendaje suiiarior It/ioba :l lo serio d) Ciara, era v -- d i \i e 3 al-
ineires cad:. sacca, por nrciM mdico : ra do
Tigaat ti. li, 'ri|)tori:i le Uw bopes Divim.
Vende-se
Caixilhos para janellas. portas p ripas.
Vendem-'i 7 c-ixilnos para jaitftittt*, cumple-
(os, issim conw pirt-is p.ira o nter: de qnalqtHr
ca?a, tad, em bom estado e por precj> eommodo,
bem como 700 ripai de enij-ra : tratar na
ra* do Imperador n 88, )* nadar, ou no Callei-
rtiro os casa em concert junto a esMein > ca-
minho de farro de Apipneos. ,
<
t
R
%
i
o
03
Com este titulo acha-se aborto e inteiramente transformado este antigtT
estabelecimento de jotas, onde os freguezes e amigos encontraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver o qne existe de meibor em
aderaos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, raeios aderemos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qaalidades, prata de lej faquei-
ros, colberes, palileiros salvos e outros muitos objectos qoe seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ooro, prata, brilhantes e ppdras finas, pormaior preco do
qu em outra qualqaer parte, troca-se e concert3-se todo e qnalquer objecto
pertencente a esta arle.
iwammmmmmmm mwuuamm*i
C
Louren^o P. Mendes Guimares
RUADA IMPERATRIZN. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loi
Urmaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, ama te da economa, visiiarem a
iqja da ra da Imperatriz o. 72, pois s de^eja apurar o dinheiro.
Arara vende tnadapoloenfestado a 35500! Para liquidar vende bramante de li-
S' -!?,l'le 2* jarda& a 55000' 6 '00,'nho e algodo a ,5800 n metro, dito de
bSOO, /^000, 8.5000, 9^000. e 10-5000. linho puro a 25400, esta f;)zenda pro-
Ven:.e-se cortes de casemiras do cores pria para len0es e toaibas por ter 10 pal-
par calcas a 40000. 50OOJ. mos largura.
.Pira Itquidaco vende-se algodo de lis- V*nde-se cortinados para cama t^razi
tris propno para calcas, camisas e saias a 1*5400 o cortinado para liquidar
para escrevos a 160 rs, o covado. Arara vende corles de cbit?s para vet..
Na ra da Imperainz vendase chailes de!dbs a 2.J500,25S00 e 30200 o corte p-ra
es'ampados e de barra a 25000,' liquidar.
Cijii agraes.
aovai>, ova-
Pechixichas novas
N\
Loj Flor da Boi vista
DE
Paulo F. le ai.
Laas para astido' fuendjis
do 200 a 500 w.
Cambraias de "mks franceras p.-ira acabar, co-
vado 200 a :JiO rs.
Chitas escoras o claras cores Bxas, cevado 240
a 360 r?.
Lat Amelia, fa-e.nda n >v.i. eovdo 690 a COO rs.
Bnm pardo transid ., I,ia f reda, metro 300
a 300 rs.
Pee;i 4? alp vn e l* !r.i:-
Par!;i baratos : bi
roa da Imperatr-.z n. 48 jan!. i padaria francoza
a 6#
Vendeo se cortes de cassa a 25900
corte s na liqnidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas i
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de coilarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende la.-inhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liqnidaco, vende-se paraneito liso a
Bichas iiambnrgnazas
Ueste novo deposito recebe-se p'jr todos os pa
goales trainlantii-is biehu de qnahdade Mperidl
e vendem se em caixi ou porcao tn.ns peqitena
bsnto do q'ie cm outra qu;>!juer parte :
oa ra da Cades dn Reeife n- SI. t- andar.
V s- tiras-le pia.ssnba.
Vendam so vassoqras de pintaba arquialat A>
imperador
ferro e muit i beoa bitas
n. 81, arm n
ni-, r a d
Armapo.
Vende-^e tima armacao de amare!! com
balcoes: na ra di ij^ro da Victoria] u. 2
tr'ora roa N
doa*
(u.
aunad
ifOO e 35 OU.
Arara vende cortes de cacemira preta
paa calca a 353)0, 40000. 55i 00, 65000,
75000, e 85000 .
Para liqoidacao vende-se brim pardo liso
boip a 500 rs, o metro, di'o transado a
720, 900, e i-SM o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
broncos de cassa a 251000, e 35(509, ditos
de linbo a 53'00, 65)0f.
Ta ruada Imperatriz veode-se cobertores ] 2-5200, Um, U. 3550o! ". e I
de algodo a 15400 e corbertas de cbita alprio para calsas e patitos ^or ser bea a-
1^ !U- .. I zenda e barato.
ifara liqnidaco vende-se cortes de easto-' Arara vende cortes de brim para cal-
ros para cales de bomem a 500 rs. sas de uomem 10500.
n SiV!?i Chila,s hrii para vetido' Vende-se cortes de p*ca'as de duas saias
A T e rs covad)- .para senhoras pelo barato preco de a 66.
q barateiro vende percalas finas para?cariaron.
1% rs, o covado. Grande liqnidaco de mapa f^ita.
Vmde-se palitos de alparca e de cores
a i.
Vende-se ditos de ganga para bomem
a 2.
Vende-se ditos d? brim de algodo braa-
eos a 5.
Ven 1e-se ditos de meia casemira a 2d.
Ven le-ce co'etes de brim de cores a 10-
Vendes* ditos de meia esemia a 20Srj
Vende-se calcas de algodo azul a 600 rs.
V ande' se dita de algodo de lisiras a 8y0rs
V nde sedias de b.im pardo 20, 0SOD
e 20500.
Vende-se calcas da casaairj de core
1 6080.
Em liquidado vrtnde-sia alpacas para ves-
lidoi ie Sra^. a 500, rs, o covado.
A Arara venda l.azinbas pa-a vestidos de
Sras. a 320, 400 e 500, rs, o covado.
OjGuimares vende mursulina de c6r
para! vest lo da Sras. a 44;> rs. e covado,
dita branca a 800 rs.
O Meaies veade Cinta) de -are! par- !
dos de senhoras a 360, r envado.
L lureoco vende cassas unas pira ves- i
tidos 240, 360. 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos Idfl seahnm a 500rs, o cavado, ditas
isas a 510 e 640 rs. ocovadn, .i1tas?miti
las a 640 rs.
v.si
O
SITIO
DOS
MLOES
Vende-se melad.-; do
do Onda urna
cao de gad" o plamaooej,
qneir
ier
leir-w : tratar e
Iva, roa a,, Porm
f podera comprar o sitio ni
FIGADOdI BACALHAUIFIGADOde bacalhau
^4BB^^MB^

nm da Imperatriz n. 60, esta' constantementeaberto
s 6 horas damanaai as 9 di nmte.
Velas
irnartha a :
adar.
BRANCO E ESCURO
Desinfeelande o Oleo de Figado de Bacalhio,
o Senhor Cbetrier deo a eata preeioaaprepara-
1,5o Uicrapentica nm cheiro e sabor agradatet
que nenhuma de toaa virtudes Ihe tiram.
Eata importante deteberta, que granfeou a
aeu autor urna Ucdalha de horra, Tulgariso o
uro do Oleo de Figado deBacalhao desinfectado.
Os mdicos o receitam preerirelmentea todo*
oa Maro*, em todas w molestias onde ae em-
preaa o Oleo de Figado de Bacalhio.
Ver por mais pormenores ot relatnos medi-
eaes queeontem a notieia que tecompanha cada
frasco.
Ha i
Oel
FERRUGINEO DE CHETRTER
O Senhor Cherrier eompltteu na deseo-
berta ajuntaa-do a iodura de ferro M Oleo de
Bacalho desinfectado. Este Oleo i rigado de
Bacalhio ferrngueo tem todas as propriedades
do oleo o do ferro, digere-se facilaeate e nunca
causa pristo de rentre. Portante 4 preferival
i* mais preparares femgineas (Ptalasou Xa-
rope), conrem em todas is doen^as onde se
emprega o ferro. Tisiea pulmonar, bronehites, G
rackitismo. escrfulas, impigens, fota, rfaeu-
masmo ebronico. catarrhos antigos, dyspep-
sias, conralesceneia diffieoJl e fraquezas de
Depositamo, emiti de Janeiro, Dotokchmjlb < C. Bhm, Motwj; C" I
co, P. Marbr ct 0. Mormka?, FBIBaVMs H

I
I
a mr


I
1
i
I
i
y
Marta
do can
ande i|>.id
fteffa. roa i 11. \
ic :
Deposito d cbaratoa
finos.
DA mhu i: ni KH>.
N rna do Marque de Oh,.... -iif.to-
rio ' |Mj a
guintes marcas:
(lia Brilan
lle^alia imperial.
Jos de Souza Sbres & 0.
:1 M BAllAff Bl VITMA

Regulia Lim.ire
Bkposieao .le Si
Oferte.
Trsbtre<>.
Deposito e chocolate
enier.
" Na na do Matonea li< ')i in n. '*% escriptorio
ite Cunda i M2MH, lem seertre ptn vender por
menos do que em .jual.pir-r parte, Jcz killos
para rima, as sngniritrs marcas:
Sni: (J'i.ili
c mv aurfia*.
c n.ir c\ lii'Mfc
Vaniila t Ipp.
- IMJW)
Os melhires espanadnrr-s rfe pnlha : na ra tu
Crespo r. lo, luja Ci i s uina.
u ?az iaz
Chegon ao amigo deposito do Henry Korster 4
o., n do imperador, um carreganiento ce :';>
de primeiramuiidado; o r,c*l se vjje em partida;
a rettlno por menos prcyO do que em mtr* qua'-
qner parte.
e en^eiiho Camueim na Ireiuezia de Taqnnra da
provincia da Parahybn. o quaroffirece as sagoin-
fes vantagens : excelleni de embarque,
atraz do engenho. .'raudo Ierren;! .mies3 bbJo
soltar e engordar O B di id de gado, eeudn Bsse
terreno urna ilha rica do > que di?> fl-
u oerca, multo lux t-n :aana twmp islas
somante de barro-mas; ; '. multo p'odrtrliVii de
rofa, lepo, millo o arr coqnrtrM em daos pon o 1Wei*n, porto do litara!
tras quartos do legos, e ein : i mg as da eidade Je
Goyanna : quero pre' n ler : itnprar slo engenb,
dirija-se ra do Vicario a. II, ou ao prajtrlo
ngeftbo.
( llt'n.A NOVA )
V.)idseru3-s;5 rneli'ii rphozeado no >y Irivw d I em la*
'.*uia* usas para Cultoras aitigos de sita' muda pin Pars i tta pata sttAoras romo
para bouiens t meninos.
Miunezas farmadt>', perfumaras eqieci e-, vaiieilaiio d nJus hbjJUSpara IW
ninoB briii'juedos para criacica*.
GRANDE SORUMNIO
*ntinuampiitt rcccbiJo por todos os p n ^ vniii da Europa (Mide lem ba-
is wiTespori Jenies.
Vfe so mi!i!u ori:cnt;t e tnaa-ia-.-.e. p r o* prgad s d i'.ciBenu fijadas
-m casa da.i Exai^. (amiiias atiiu de meliiur reaatoerem <|ue dwejarein.
Ra do Queimado
LUJA D
DE iwms E ROUPAS FEIJS
Ra da Iinperatriz n. 40, esquina do bcrco dos Ferreiros.
luirasn TiLWi ins.
O propriotario desie novo estabelocimenito comnlarriu ao respeitavel publico
a eidade, e especialmente s Exitws. rami is que est; liquidando por prpros bara-
SMrnos as antipas f.i/.endis que nfettem nc-te estabeleciuv-nlo, lm das que abaixo
\io reVionarfas, cnjos presos ice-'ecm toda a ni ni;ao do respeitavel poblico que n3o
b'ixsiij de tnni peqnia (juantia pefeierse de qualqi.wr qualidadede fazendas qae pre-
cise. !*ivvine-s tambera que a mefma hU ROT to .onim-oto de fazendas moder-
nas, fe ifiOlinna a sortiise das do mais apurado e iscolliido gosio, que vender mais
barato tyfta qnalqwr outra leja.
Agodaobiiditi am 18 jardas a 4JS00 a! Ditos eslampados de 4,->500 para cima.
P''ca. uairiiinlias de cambraia branca transpa-
Madapotao enriado com ljard-is a 3$reti bordadas com enfeites brancos e de
Bca> Ure1 a 0(;>i.
DR
iBA k ISTOS
PIM15S
Cuartaos de JOperidr qualade, de iOC pra eai-
xa : mnia d> Cre n -2'i. toja da wqniflt.
Attencao
. Vede-se a anua Cao < pi'iences da taberna n.
Udolar^. lo Ten;o, :nuib> propfia para qualquer
;irucipianio : a traiar no subrado por cima da
mesrta.
Chapeliaas e chapeos
para senhnraa, loja da TorqUflZ* acaba de rfl-
cober Qxee|lete soxtimonto.
Basquinas
irmilo nov?s e de hom |t-6fl 6> Npole- : na Joja
da Tarqueza.
Cintos
de vplndo e do seda, v.tria '.o or'.iment : na lo-
ja da T.irqueza.
Camisas bMaas
variado s.iriimeni" : u* i- da Turquia ra do
BarJo da Victoria n. 9: (antlea roa Nmra).
Punhos e gollas
d volndo para senhr.ri1 : n.n loja da TarqnMa.
CANDIDO ALBERTO S0D8 DA IOTA A C.
fon escriptorio e ahmz^n de emana de eti*a a
iravessa da Madre d D .i- u. II, tam pana vender
> seguiule e.ui cjum;i va opuntaineula preparado
ein Paris :
Erviliias (Pet/ts pois).
Feijaovrrok (Marico! rerf*).
Drro su Gn(lem (la#coiLt&).
Espargos \Atfti'gf).
Mismxlaskx de i', gume--- (VucefoUu llames).
Sktoubas (Carottes).
Tomates (Tbma(M).
Coovk de Bbuxf.li.a; (CAoms c BruxtllM).
Alcaciiokra (Foiid> d utidiunta).
Espi.xakiixs (/'.'pui m)
Coci'mrli.os {Champijnoit*}.
,Ce/>).
Pastkis com thufkas (Pa/c-r Iruffis).
sem TRfFFA ( *niw truffsy"]
Atdii com AZE1TK (Ton '1 l'huik).
TnuFKAS simples (Truffcs 'i-i naturcl).
SaROINIA KM TOMATES (S'l/" Gau.:-ti.\\ com ufi'as(Gatuattns ucee iruffee).
Frakuo (foulel).
Pombo com EavaHA {Pigcon avec pois).
Oaijlin'holas (Bctsonen).
Perdiz cdm aebitokar (Perdix meeolires).
AS.-ADA f ntie).
AsDoniMiA AUouette).
Codorniz (tiailU).
Lamprea (Lamproic).
Picado (indouilldtr* I.)
Salxioja (Sauoimona t.)
Caoxe ocizadx (Frincanieau O.)
Recebeu-se mais
Um completo e Variado sortimento de papis
pintado e doirados de diffcreDtes qnalidades e es-
^Bisitos desenbos, proprio; para forro e guarnido
de salas, gabinetss, escriptorio1, etc. Na remessa
desse artefacto tem havido o maior gosto e capri-
cho da ,arte dobosso correspondente de Parts.
Com ama mdica comms?5o sobre o costo da
fabrica vendemos este papel, pois desojamos ter
eTectivameate ara deposito dessa especialidade.
No armazem de Candido Alberto Sodr da Motta &
C, trvessa da Madre de D?us n. l't.
Fumo e papel
' Completo aortlmenM de fumo, tanto para cigar-
ros como para charutos, vi ni o do Rio de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Snl, Papl de seda, linho
e algodao, de dilTereuies dualidades, preprios pitra
o fabrico de cigarros. Vende-se constantemente
no armaze e Candido Alberto Sodr da Molta
* C : a travesa da Madre de Dos n II.
8' ch-gado a es'e novo estatoflecmeclij o mais i), lio soriimeffto de Iszendas
na, 9f-ndn -i.i psperial; hi-ie cnx^vaps pin noh*at>.
Vesiii^s de bl'iid de seda ricatnentc bfdadns.
vorcfiio de st'la branco para \cstidj.
. RolrfeAfl de fda pura, para cama om rictW desenlios.
Rltai de !3a e S8H, id m dcm.
Dihsde crox, idem idem.
(tiriidos li-am rile bordados para cataae jre'Hw.
Uroxs p ra cdeiras e solas.
Vestidos de cambraia branca bordadas,
'cpf'ies !e unios jostos.
! de dkersss qualid.des, lindus (folios o modernas.
Rfeos b utnos par passeio, com lislras de setini.
Sabidas de baile o que ha de Itris rico'. '
Cretones pan v, siidos cora lindos desenos.
> Camisas bordadas muito finas pata hbjgens.
DWS injir/.as pora homens e mcidro1.
SfcfMfa de liaho, e nrn grande soramcQlo 'le ronpas fc-itr.s e Je fazendos que
hn'io meivionar.
Luvas frfsc.is e Sxwi
S'jilmanlo de Uipetsa para piiarniros de salas, kalifas para forro '. sala, e o
t..'L1 t ii!! t.THo das a-vediladas e verdadtiras
Esteiras da India
CASA CAUVIM LJXm.

Pharmaceurioo privilegiado
SUCCCSfOI'
louU-vard RbnstOpOl, HW PARS.
MOVAS ES?EC;ALIt>OES A. MARINIER
Apr.-otadaj a Araiomia iv Sflenrias e .-... l h itb di Frahta,
|WJCrf,*;1 Sob forma Uf Pa i* ua*
tAvKsjvnrj '
Fravntiiii cartir das M01XST.1S C0U7ACICSAS.
IUECTMtIILTBO
o v.i'.inic '* un rflopio, Rprvido de
I llll.ri:i> r- SetUVI'.A Mi i
graves iscon'.-tucstu de fca^ilitUda.
COTt\ irAO r-(m (*( <" dr rotan* di- um ^en-SCtra
tO I Vj JUO COIKXDU OVO nifA.MSXTO,
COULYRIO Contra as afleccois das palpebras,
preparado sob a niesma forma.
BARTHOLOBEO & C
a Depositarios geral pora e Bit t*II, e PORTUCAL
34, ra larga do Rosario. PEB.NAMBTJCO.
3 portas n. 53, na Direita, 3 p ras n. 53, unija
loja do Braga
0 afcai:co afisigeado. dono dee antigo rMabakrineoto, leudo eui vista jpre-entar einj
S i'i a diversos prau> da Europa ns inelhorcs (bjecii'S de si esi.,l>e.l dos (atjriaotos |
^ mais eontoeoMM ; p*lo que donviiK ao respeiiave puMro ;i seus nomerosos fr^^-iezt-s, g
j i v:rera &e servir dos okjJefcM lo sna carencia, ahiitle ei-)rwie por iiktkni 10 |(r dj qne !j
Ha eai-->atra iio;i!'|.er pane, um ortimenlo eoi:ip|(ii de utaafciiuri para ilnnWnjun n1jtmi {[
5 do bem c>nhecido fabricante CoUorr Gin C,, ditas para costura, motores pan animao, >
S ditos para logo, motobtft p ra caf do todos os lmanlos, A* fabrica do Japi, espin,i?idas de j|
S8 dous canos e de nm, tanto in;-iees como f.-ance;;:-. .-eca de porcelana, tacas e garfM
jffi dedive-.-sas quididades e pre^-s. bandejas chinezas, alilc, bffn, barbante, enxofre, papel e 1
^3 limalha de furro, mo, e aniha para tnjueteiro : a- n cuuio eneoaararan eospiafH*
| mente grande ponj de fogo do ar, e recebe-se m- le f.g w \c. vi#ta, Aleta de nm f
?5 cem numero de objectos. que se tornara enfad-. lio miijera-' : vebam a ra Diita n. |
S 53, ioja de Leonida* To Loureiro, antiga toja do Braja.
Dito Aloalhados de linbo, e de agodab tran-
C do-, e adamascad;>s por presos commo-
dos.
Chitas escoras e claras do 148 .s. o co-
vado para chita.
Cambiaias de Q&r>M miudiribas a 240 rs.
neo va i o.
Ditas mais finas a 3G0 rs. o .'jotro.
talo, s di D-suliiia a # e WbQl
GuarJuiapos de Kobo a :r$300 a du-
zia.
Bramarte de 'ioho a 2o00 e 31000 eom
.'o palma*.
Uo de alfotli ) I 11S. t) o metro.
M.-ias para setdioras de 4O00 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 3.^000 a duzia
bar ima.
ilas para meninos e meninas de todos
os taoarmos.
'' lebas de fosio branco de 3>00 para
cima. 1
Dina ;. 6t d-, 3JW69 para fita.
Toalhas de roslo d Coberlu-es de la finos, a 8-? e t0O00.
Ditos encarnados a lSOf*.
l);tos eaigodo a 13500.
C-mbra-a tapada incito larga com pre-
sas e boidado, propria isra sa'is de jenbo-
ras >rt-,-r> harai".
I.aaz! 'D's Irences trancadas, com listrrs
largas proprias para saias de baixo, fazenda
iottiramente nova a 390 rs. ocovado,
Camld-aias brancas transparentes e tapa-
das de tolas asqu.didadese presos.
L3 spadas e tvansparenes de
luilas diversidades de cores de 320 rs.
0 nevado >acima.
Aloac-s lisas e. de fnrta cores a. 500 rs.
. vado.
Cortes 6*e pe:cata de 2 saias a >000.
Ditos de or^andy de dito dito a 8)5000.
Cortes de 13.1 da Escocia a 65C00.
Ditas em pe^a a 300 rs. o covado. .
Chales de merino" lisos a 20500.
Briinaniitias brancas de 300 rs. ocovado,
Dilas le coros a 500 rs. o covado.
[.euros de cambraia de linho, e de es-
,cij:o al o mais lino.
Lencos di titea a 35500 a duzia.
Bito biaiwoa de algodao a 25500, mui
to finios.
Fil brinco o preto, liso e de salpico,
tea U: c.oiibraia, brancacom salpico de
flr.
DitTsdellisoaSCOO
latanas brancas, e tle core'.
os do linho bordados e lisos de es-
'-i
Pe i
gBiid
Ca;
.is.'s bnri'idas iinissimas, proprias
l'n
pai
e
Gr.i
;im c<
P.OUI'
p;,a iov.s c: m a (Ompuieule gravati
hos de li no para homem a 15 o
jninhos de linho lisos e bordsdos.
vat-s prctas e de cores, tanlo em se-
mo ems.da, ha de todos os gostos e
A EITA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sor menlo o roupas feitas de lodas as
qna.idades. e feios, para presos commo-
ios, i qocio comprar por(,ao para negociar
le; a i m ab;.iimeuto razoavei, grande sorli-
tnrnt de casemiras de cores cora quadtos
e lstis, i'asomras.prelas, e pannos pretos.
azues e cor da caf, brios blancos, pntos
do cores e paidos, e manda-se fazei
qualquer obra a voniale dos fngutzes,
qoer para homens ou menino?, e por me-
nos preco que qualquer outra otlicioa, e
para i so a LOA 00 PAPAGAIO acha-se mu-
nida de um bom mestre alfaiate para bem
desea.penhar qualquer obra da sua arte,
r.cahindo a responsabiiidade subre o pro-
pritario da loja.
Daiu-se as a.nostras de todas as fazVnd
a quemas exibir, ou mandam-se levar
losiaixeiros.
A leja do Papagaio acha-e aberta d
horas da manha s 9 horas da noute"
Francisco Teixeira Mendes.
It
Especialidades.
GoBttwanva achar-je a venda na roa Direiu
botica la. 88, os mot conhecidos e aSreditados re-
medir de veame, e otltros dfveWos medicamen-
tos tettos em Paris, bt*n como o? xaropes de co-
deio* Ierro de BUoewd e as pillas do roesmo, peitoral
de cereja, pos de Roe, depurativo de Chable,
*al deLfeelfeiiy, pin las on eonfeltos de bi=-
mutho de Cbevrier, e ouiros medicamento Ojh
?ro^ei 13
re d m 11.
rame e ferro garwunsaA) em rede para cercas, gaiotas, galaheitos *ic.
Cbapas de ferro nlvani ado para eofcrir en .
Tactos de ferro osianhado paX engenh.38.
Cofres Je ferro de iiiucr e omros ntorea.
Chumbo em cano.
Dito em lenco!.
Dito ow barras.
Dito era ensadas.
Sstanho era barra e vergaieha.!
Folba de Fia odres.
Arados americanos para ladeira e vana?.;
Garrinhos de mao.
Venezianas para janelias.
Machinas de descarucar algodSo de faca
Ditas de serra.
Ditas p?ra cortar fnmo. .
MWi vapor de firca de Socavarlos e notare' ;-::. ; r.'i'!*, para mover fl
cehinas de algodao. ,
Cdeiras do ferro.
Camas de ferro.
Prin-aS para copiar cartas.
Balancas para pesa.
Olao de linhaca em latas de fero.
Trilhos de ferro para entenbo?B
Bombas americana--.
Macacos de estiv::r.
Balancas e pesos deciiua9?e ontras.
PogSes de patete.
Boxore.
Satre.
Estopa larga e de boa qnalidade.
Picaretas para caminhos de ferro.
Um emndfl sortimento de ferrag^ns e nti!.-.-ii.
vas
henmaticas, na
i irregnfandade
do coraban
** e beontestavel, em
laxados das experiraentacoVs
pesieae delles teem eito, as-
.da-i braviuas in-
ommettimen-
ia mesma
drogas,
de fi-
maos do qne
CASA CAUVIN a-J
COI
EABTEOLOMEO i C
____________ PhwmaoauUoo privUea-iauto
BUuiniiiRi aacoessor ,
r---- Boulevrd S^btopo1. AJRIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresentadjs Academia de Scieoeai a ao hstitnto de Franca.
IM irnnn sab forata i Paablla. ir* IH J LbuAU momento ama solcelo FBIVIITIIA I CD1ATIVA das
MOLESTIAS C0NTA8I0SAS
lIECTOR-PHILTRd ^*p-xfo X^JSS*
lies de fra^ilioade.
".e*a a*tad
sma foma.
4s>U. f a*tiWMMMMU<
ORa da Irnperatriz^20
Fari & E.essn.
Acaba le ebegar p esta twssa nova loja e fa-
iVxitu finUs um variada sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejam : graoadines do ultimo
gosto, popelinas de urna s c abas'de cores, o que lia de mais moderno, tndo
baratissiau preco?, brilhantinas de ores, te-
idos das indias lazenda nova a iinitacao de per-
alio.naliea dina lingudo saia do cor aon lio-
las barras, fstoes proprios para vestido e ronpas
te meninos ; agora grandes c admiraseis pechin-
Jcae, talaa brancas com indos Irisados a 3J, ii-
.os t.rpinSos bordadus muito finos a baii>,
riws de arow a 23, ricas colchas para cau.a
ufadas, sendo brancas e de cores, a o, 6 e
'i, fttrrfbraia virtorM lina a ."i, ditas transparon-
S e 7,ehii:if- Iinissimas escurr.s e clara
i K), OO, Ti2 e 360 o covado, otasaa de cores a
40, ctts btncoS de cas.-a a 2oO0, ditos chi-
mttiH a ai'i.iO a duzia, madapoln Tno a G e
teftlb. 'i mu suponer a 75, 75600 e 85, algo-
rfo ptvp para lenees a fia, panno
Je aJ^din oranco trancada pi'oprio para toa Ibas
de mesa a l600,a vara, nraniaete paia leiujes a
5000 o oSJOO, o qne ha de nielhor, esguiao 0-
oissimo a /fOO e 2!>00 a vara. Mandamos as
asasdas Bxmos. familias para melhor poderem
ascolher. iamoem temos completo sojtimeoto t
perfuma.:is des primeiros fabricantes francezes *
.nglezes; ;.s pessoas que se dignarem vir a esta
loja terao'.c^asiSo de reconliecr a realidade do
^ue ann;;'i v. nis nara nos justificar^_______
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nicthejoy.
nico depofi-0 em Pcrnambuco caes da alfan-
ej-i v,-iha n. 1 anda.
Farinba de mandioca
Vende-sefarinba de mandioca, nova, de Santa
GatteMa, ciiegada no patacho portugnez llissa,
fuadaado dofrunt dn trapiche do Sr. Barao do Li-
vramento : a tratar no escriptorio de Joaquim
Jos Gonjalves- Beltrao, ra do Commereion. 17,
M a bordo do referido navio.
VenJo-sa farln.'ia muito boa cheyada hontetn,
cm MCOpl grandes e panno da hnriua da Bahia,
nos armazens da Ccmpaobi* Prnainbncaaa : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia casa n. 1,
com Jos Sencalves Torres.
Eival sem segundo
P.A DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todaf
as mindezas pelos baratissimos precos abai-
xo dccjlarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Dnziag de palitos seguranza a----- 120
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a................... 320
Frasee 9 com 1 k o baboza muito fino. 320
Pacute* com p's de arroz o me-
horj que ha a............... 320
V'Valbas muito 'Das para fazer
a a.................... I 5000
de. linha bran do gaz a. .* 500
Va 1 a Ihas....................... 160
com pecnas d*aco de erry
bar!
Caixas
superiores .............. SOG
da cassa braceos e pinti-
.................... 100
com 20 quadernos de papel
ado ....... 70(
Caias. com 30 ooveilos de linba
rjo baz a....., 400
Ouzia 4e mcias cruas superior
quaidadea.......3560C
de bibadinhos com 10 va-
Farua de uiaattioea do Mara-
abo e da Bahia
Vende-se no escriptorio de Joaqnim GHrardo de
Basto ra do Vlgario Tenorio n. 16, i* andar,
excedente farinha de mandioca vinda do Mara-
iibfu e da Bahia, em saceos grandes, muito fina,
alyae torrada : os pretndenos podm examina-
la nos trapiches da Coinpantua Pernambacana
^-Dantas e Fontes _________________
' Vende-se
A caixa lial do banco do Brasil em uquidacao,
vende por cornmodo preco a casa terrea sita i rna
laiperia! n, 64 : a tratar na mesma caixa flliai
roa do Commencio o. 34,
estojos com' ^ f,;ter
Depostenos geral |
34, na larga do
Petas
ras
Pe^as de tiras bordadascom 12
metros cada pega a 15500 e.
Pei;as de fitas para cs de qual-
quer largura coro- O varas a.
Escov is para unbas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
40C rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.....* .
Dcziaide liona irosa para borda-
dos' a O rs. e.....
Pares: de meias croas para m
nos; diversos lamanbos a. .
Ouzia de meias brancas muito
titia.s parasenbora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porio........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzia? de baralbos para vultrete
Silabarios portuguezes a. .
Cart&s com colxetes 2 carreras a
Ajotoaduias para colltte diversas
qualidades.......
Caixa com penna de ac muito
boa de 320 a. .... .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para macoina a.
Libras de pregos francezes todos
os lmannos a.....*.
Pacolft de papel com 20 qoader-
nos...........
Rerma de papel paotado super or
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
GA
Wnestafct*.
50
25000
500
300
500
40
500
320
45500
25000
4550C
35001
400
20
400
50C
40
25000
240
400.
45000
35600
urna casa terrea, na ra de S. Jorge (Pilar)
em Fra de Portas n. 60, com duas salas,
dous quartos, c< sinha fra, so to com dous
quartos. a quintal; i tratar na mesma roa
n, 23 randa*.
-. faaie la oaw nata da amrelf en boa
estada o flaaaa d Carmp g. 4&_________
. VaoImb-m parles de un sobrade da roa 4
as: a pessoa qne pr. mprar dirija-s
ra Imperial n. 11
Sua do Vigario n. 11
Vinl.o Bordeanx, de C. Marganx e I. O. Medoc.
Ervilhas francezes em manteiga.
Papol para cigarros Dnc
Phorplioros de segnranga.
Agas de Vechy.
Hau Qne.
Celetttine.
Mercurio doce, caixas de meia libra.
Patei de peso, grande sortimento.
Na i ua do Vigario, armazem n. 11.
Panno de algodao.
YmaS'se superior panno d'algio da Babia : no
escriplorio de Antonio Lniz d'Oliveira Azevedo &
C ra da Cruz p- 37, i" andar.
aararn
daE:
to re n vender, optuo ue sen baatatM,
por preces niuii uiznaud
do?, com u
Muito superiores luvas de pellica, pretjs, br*-
cas o de mui lindas cores.
fcfui boas e bonitas g:.:nhas e punhos para -
nhora, neste gancro o .^nperiores pentes de tartaruga par;; e
Lindos e riquissim.- endites para caberas 4m
Exmas. senhora*
SnperioreF trancas pretas e de arres com
hos e, sem ellcs; esta fazenda e.v que pode tur*r
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos !equs de rrif%
marllm, sndalo e --bvm
cora lindos desenhos. e
Mnitq superii!. i parano-
ul'oras, as quaes ser >r 'L't&S
a du/.ia, entretanto qne nos as Is por 9li.
aim detas, temos lamb^m gr
ontras qualidades, ettre as times algunas miMa
tinas.
Boas bengalas de superior canoa da Inda*
casto de martim c m lim
ras do mesco, r.fs'.e genero > iue do nlh>
pode desojar ; aliim desta raiaki
qnanlidad'e de outr.^s mo sejain.ii*-
deira, baleia, osso, bol etc.
Finos, bonitos e airosos chic oto hos de cad
do ontras qualidades.
Lindas o supone i de sena e borrada
para segurar as nviav.
i! s meias do seda para fechara e para uria-
nas de I a li annos de Hade.
Navalhas cabo de marflm e tartarnja para, fasnr
barba ; sao muito boas, e de nania a mais saof^
rantidas pelo fabricante, nos por Misa ea t*a-
besR Mseganuns sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bebas capolas para noiva.
Superiores agnlhas para machina e para croat
Linha muito boa de peso, fiouxa, para encare
la]jyrintho.
Bonc baraih* de carias para voltarete, asa>
como os temos p.tTa o memo fin.
Grande e variado sortiraPT;ro das melhorcsp*-
fnmarias e dos melhores e ciis condecidos p-
fuuiistas.
OOEARES DE ROEtt.
Elctricos magnticos contra as c*nvKlsoef^ *
faeilitara a denticao das innocentes eriancas. fv-
mos desde mui! recebedores destes prdiew^
coliares, o en*:innwno9 a recebe-dos por asoee*'
vapor".-. ie nunca fahvm -co mercad^
ton;-", assim pois poderao aqw>
iivm, vir ao deposito do p
!,- 'ocontraro destes ve"
l-io i > eua"s atlendondo-ae ao iba
paraquo ,, >e readerat com um bbb
diminuto '.; ..
Rog njectos qne deliatBH
declarados e amigos a v
oomprai > is loja do w*"*
vjgilame. i n. 7

3 cora.'.
Roa ri*> N?...-im.i--it> a. l*s.
fovo evariado -:...tinento de perinu^fi*
finas, e outro3 o!
Alm do completo sortimento manas, de que effeclivametito est pee*
loja do Cordeiro Previdefl
I r uro antM apr^smiaa cntl
aottvcd petovarleiMa de
iada itei
is; assm,re.< joikIi ii I rwid
e espera continuar HBtwcer a-tpa '
do respeita\'
boa freguesia ejo partH : <.
taudo elle A& sua b n
i barntez. Eva Sita
jpreciado.'es do bou.
Agua divina de K. Coailn
Dita verdadeira de Murraj c La!:.
Dita de Cologne ingleza, aaTMtidaM, fesi
ceza, todas dos melhores e mais acredita
fabricantes.
Dita de flor de larangeina.
Dita dos Alpes, e vilele para loiiet.
Elixir odontaleico para oonsorvaco t
jsseio da bocea.
Cosmeques de superior qualidado e e&e.
roa agradaveis.
Copos e atas, maictres e menores, at
pomada fina para cah-.'ilo.
Frascos com dita japooeza, trans'1
e OHlras qualidades.
Finos extractos uigezes, americano*
francezes em frascos simples ee;:
Essencia imperial do fino e agradavei sja
ro de violeta.
Outras Concentradas e de ebeiroa igaa>
mente linas e agradaveis.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qaatiiui
om escolhidos cheiros, em frascos do o
reates tamant os.
Sabonetes em barras, maiores e menc...
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em ifct
ras de meniDOS.
Ditos muito finos em caixinna para bark
Caixinhas com bonitos sabonetes imitaiv
fructas.
Ditas de madeira invernisada coaeado i
aas perfumyias, muito proprias para pn
tentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, us
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos,
moldes novos e elegantes, com p de am.
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para-dentes.
Pos de camphora e outras dierea
qualidades tambem para denles.
Tnico oriental de Kemp.
Alada Mais coques.
Um outro sortimento de coques de m
vos e bonitos moldes com filis de viri
e algons d'elles ornados de flores e fia,
estao todos expostos apreciaco de q
oa pretenda comprar.
GOLLJNHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto e pereicio.
FlTclIas o Atas psura eiatos.
Bello e variado sortimento de taca obj*
tos, ficando a boa escolha ao gosto do com
prador.
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquw
comprimento, qnaltdade superior, em caixa oc
porcao mais pequea : na rna da Cadeia do
cife n. 5L i" andar.
\
Vende Joaqpim Jos Ramos : na ra da Crac
n. 8, andar.
A 2,00(1.
Lindos c rtc s de. percales a 55000 r
do Crespo n. 85, loja da esquina.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vead i
Madre de Dos n. 23, armazem de Joan Mas-tia* *.-.
Barros
I


8
irio de Pernambuco Quinta r 22 de Setembro de 1870
VRIEDADE
la naquellesJjBetoji ->jdos, experiencias, e cast
ron, aperfei-

ORIA ACERCA DA INDUSTRIA DE EXTi: vi
CARMS FABRICADO NA PROVWCW 1
L APUESENTADA AO IIXM
SR. D10GO VELHO C. DE AI.BQEnQL'
SEI.HEIRO E MINISTRO SRCRETAHIO DOS
IOS DE AC.ICi:i.ri-A ETC., ETC.. PKL-)
MANOEL REIR DA SILVA BBATPB.V.
ncliisao )
j mu.tas familias preferem o,
te. substiturado o cha. e *a eoeooi
nelle o recurso de powm rapldam
augmentar nos casos de nacassidada as re
tagnes par* maior minero do p*SS"U do
ij.j'e contav.m, oudarem alim-ntago pmmp-
ta tusado seja preciso nao haver demora,
je^sois d beis, veihas que necessitaro
tomar alguma a:imentagao no iatervalm das
horas destinadas para a refeico, tem uo
extractum am meio prompto de satis fazer
essa necessidade, melhor e com mais pro
veito do que nenhum outro. As mogas que
que nos das de baHe se absiem de alimn-
tagio para onservarem a belleza do laUte.
projudicando rauio a saude, usam j do ex-
tractum que satisfaz sem prejuizo esse Sin.
E' este producto indispensawl a indos,
especialmente s pessoas que viajam b s
que mor;iin (ora di cidade. A sua icor-
itibi niade. pea vo'ume, a sua gruida
torga alimenticia, a sua barateza e u -e;i
rgraiavel sabor, quando bem prep-rado,
dio-lw tal supenuridade que so se fax mis-
terserjcouhecdopara poder ser aprovt tada
a utilidado que elle presta. -omo alimento
para as changas tero produzido os melhores
resultados, e al hoje nio se conhece nlrn
para substituir o aleimenlo. Nio o ex-
tractum pur si um alimento que canse o es-
tomago, que o tenha cheio, porm um
aumento que d funjas e preenclie o fin de
iewar economi os elementos animaes que
ea nscessita. e para substituir o qm Ihe
faltaesse pesoe que certamen^ ne-
cessarw ao estomago do hymem de traba -
lho pelo habito que tem, ene mtra-se fcil-
mente por baixo prego as substancias ve
getaes que existem em qualquer parte como
sejam as raizes, batatas, legumes, graos
farinhas, que com o extractum se faz op
tima e bella aliraentago.
Um homem que tome 6/8 de extractum
por da, que custa 188 rs., ter usado de
ola a substancia de 1 1/2 libra de carne
fresca sem ossos. pilles, etc., o qu* por
S'.'ra duvida alera do que se faz necessaii
principalmente se ajuntar-se-lho' quae.-q :er
massS, legumes, farinas, graos, batatas.
etc., e um pouco de gordura, com o que,
quando gaste mais 100 rs. ter urna :li-
menugio saborosa, eomraoda, fcil, muito
hygienica e muito repadoia por 1)0 rs.
Usa-se como cha.Meia colheriohd em
ama chicara de a^ua. com sal sufbciciite e
am aromtico (salsa).
Como sopa.De urna colberinha a duas
em sufDciente agua, gordura, temperos e
quaesquer massas, fariuhas, batatas, graos,
ele.
ArrozPrepara-se como de uso, dis-
solfeado a porgio do extractum na agua
qoe se deita para cozel o.
Os legumes:ks carnes salgadas recu-
peran com elle a forra alimenticiv indisnen-
savel.
ii n
UABRAS DE CACHEMIRA E DE ANGORA,
ALPACA E SEUS CONGENERES.
INTRODCCCO.
.....Su peral pars .altera coras
Langeros agitare givges, hiriasque capcll.is :
Hie labor ; hnc lauden) fonos sperate coloni.
(Virg. Georg. ters. 286 a 288).
Catn, qui on deuiandait quel-
le est en agrcnltnre la source la
plus certaine de proflt, mettat en
primire ligne l'excellenl eotretien
, de troupeaax ; en jeconde, leur
entretien mediocre. II exprimait
ainsi une grande verit, savoir.
qoe le culiivatenr ne peut se pas-
ser da btail.
(Gossin Agriculture t'rancaiie,
2o vol. pag. 287)
No 3o da minha revista consular, data-
-da de Montevideo, de 10 dejunho do anno
findo, e pub'icada no Diario Oficial n. 206
de 29 de agosto ultimo, por occasio de,
impetrada a necessaria venia, lembrar ao
{overeo imperial a conveniencia de tratar-
a ,s quaoto antes de regenerar as ragas pe-
cuarias, to abastardadas entre nos, suggeri
; idea de serem comprados e transportados
para certos pontos do imperio, doos reba-
nhos de cabras de Angora, e de alpacas e
amas, que exist-m em Muntevido, sendo
para isso mui opporluna a occasiSo, que
anda agora se offerece para acquisic^o da-
qqelles animaes por prefos mui vaQtajosns,
circumstancia devida s perturbaces finan
ceiras c industriaes, que affligem e quic,
contnuarao por algum tempo a affligir a
repblica.
Annexei mesma revista copia de urna
ta que dirigio-me o Sr. P. Giot, agrno-
mo francez, estabelecido no departamento
de Montevideo, na qual offerece vender
animaes castic. >s de finas ragas, inclusive os
qoe deixo indicados.
Ligo tanta importancia a essa carta, que
torno a annexa-la esta introduego, e para
seo contedo chamo a attenc3o de todos
aquelles, qoe directa ou indirectamente se
interessam pela regenerarlo e progresso da
a tao decabida e descuidada industria
pastoril.
Ao suggerir a idea da introdcelo da-
quelles langeros compromettia-me a escla-
recer de ante-mo o espirito dos nossos
criadores: Io, sobre a facilidade de accli-
mata-los no imperio e lugares apropriados
sua criacSo; 2, sobre o modo de cuida-
ios ; 3o, Analmente, sobre as vantagens po-
sitivas, que podem redundar de seu cul-
tivo.
Para bem satisfazer a este compromisso,
nao ative-me somente aos conbecimentos
at ento adquiridos sobre a materia, fiz
novos estudos e observaces praticas no
Rio da Prata, onde ha grande numero des-
des animaes; fiz tambem a tradcelo, que
ora aprsenlo, da Zooiechnia especial das
cabras de Cachemira e de Angora, e bem
assim de alguns artigos noticiosos sobre a
alpaca, seut congneres,. e acclimataco em
diversas partes do mundo; escriptos, cuja
leitura deve ioteressar a todos aquelles que
porventora se dedicarem criaco destes
langeros.
De taes estudos e observaces resultou-
me a cnviccSo de qoe o cultivo destas es-
pecies ser mais fcil e proveitoso no impe
do que as regidas 4o Prata, como pas-
so a demonstrar.
A raca caprina commummente s produz
na grande desenvolvimiento em paizes
idos e de terrenos de conQgaracao va-
iiho, qna!
se spascniamnas moi
casfanas, Cirdilheira do Hima'aya, i
e nos montes Alpes, Pyrioeus, e sorras da
Pennsula Ibrica, na Europa.
i;ooiparando-s<'. hs cabrs desses lugares
cm outras, anda que dellas oriundas,4mas
nasci iss e criadas em terrenos baixos e pa-
ii'is, v se que estas sao pequeas erachiti-
cas. Tal u que dizem os naturalistas, e
o Ilustrado agrnomo, autor da Zootechnia
/i,1/, tal finalmente o que o humilde
autor leste artigo ha tambem observado
nos paizes por onde iem andado.
A raca caprina, observen os criadores,
para prosperar requer lugares elevados e
enchutos, serras, quebradas, e abundancia
d'agua correte.
Aos territorios das repblicas Argentina
e Oriental, do Uruguay, em sua maior ex-
ten-o faliam estas"condices, que alias
abundam em nosso Brasil.
Os innmeros fados que vi na repblica
do Uruguay, sao em sua maoria compostos
de animaes pequeos e de m configuracSo,
entretanto qm, asseveraram-me, procedem
elles dasinelhoras cabras hespanholas.
Na repblica Argentina ha cabras excel-
lentes, porm onde ? as fraldas dos An-
des, na provincia de Tncoman, onde estes
animaes adquiriram tamaito, pello e belleza
taes. que attrahiram a atltncao do mundo
industrial. Suas giiedelhudas plles teem
gr..ne accei'aco nos mercados. En nao
as vi, mas pelo que me informara, s3o do
tamaito das maiores que ba na Europa.
A proposito direi que em 1868 estive na
Europa, percorri parte ila Allemanha.Suissa.
Franca, ILspanhae Portugal, e em nenhum
desses paizes, onde vi rebanlios de diversos
animaes. encuntrei eu cabritos maiores e
melhor configurados do que os que ha em
cerUs pontos da Mnas-Geraes, nomeada-
mente nos municipios de Oliveira, Arax,
Patrocinio e Paracal. Ha cabritos de ta-
manho e fortaleza tal, que sao empregados
a guisa de bois, em conduzir carros de eixo
movet, proporcionados s suas torcas, sen-
do en'.retanto estes animaes oriundos das
rasas communs de Portugal, importadas ha
intis de um scula, segundo a tradc3o.
Pelas descripges topographicas e climato-
lgicas v se que o clima de Minas-Geraes e
demais provincias do sul, suas elevadas ser-
ras, su*; fragosidades, quebradas, e riso-
naos valles, muito se assemelh^m aos cli-
mas e territorios, de onde s5o oriundos es-
les htnigeros.
Quanto s alpacas o lamas, basta atien-
de; -se que, se ellas se acclimatarara 15o bem
na repobiiea do Uruguay em pastos cerca-
dos, em terrenos baixos e planos, sendo
alias esses animaes oriundos dos Andes,
com maior facilidade se acclimalar5o, quer
as snmmidades. quer as fraldas das nos-
sas elevadas cordilheiras e serras, que tan-
to se parecem em ponto pequeo com os.
Andes.
Pelo que fica dito, e conSrmam os fados
por mim rilados, filhos da propria obser-
vaco, creio haver demonstrado exuberante-
mente que o nosso territorio mais :>pro-
priado para a criaco dos animaes das duas
alludidas ragas, do que o daquellas repbli-
cas, onje entretanto nao deixam de pros-
perar.
O modo de criar as cabras de Angora, em
nada se dilTerenga do tratam^nto que se d
s nossas cabras ordinarias, vjvem da mes-
ma maneira que estas, s solas ; mas, como
um animal fino, da subido valor e utili-
dade, importa prestar-lite mais algum coi
dado.
O modo de faz-lo com vantagem, e bem
assim de proceder tosquia, ahi o encon-
trar o criador descriplo n^sse luminoso
tratado, em tijas paginas achara tambem
todas as noges necessarias para saber ha-
ver-se no cultivo dos animaes desta es-
pecie.
Relativamente utilidade que se deve es-
perar desse cultivo, eu me retiro ao que se
l no mesmo tratado e suas transcripges;
os clculos e cifras ne le exarados, e ga-
rantidos pela reconhecida circumspecgSo de
seu Ilustrado autor, sao mui eloquentes,
faliam bem alto.
O mundo elegante e industrial, conhece
bem a importancia e valor dos delicados te-
cid os de poils de cl^vre.
Nao menos vantajosa a cultura das al-
pacas, cujos tecidus vo tendo acceilacn
tao ampia, que j nao baslam para satisfa-
zer as necessidades de todos os mercados
do mundo, e em consequencia dessa grande
procura sen prego elevado, e tende a su-
bir mais.
At 1859 faziam o monopolio da expor-
tago das las alpaquinas as repblicas do
Peni. Bovia e Eqo dor; de ento para c
a Australia, segundo me informam, comegou
a exportar, anda que em escala diminuta,
esse artigo, gracf? poltica econmica e
prevdeate do governo inglez, que por fim
conseguio introduzir(em 1858) e acclimatar
aquella colonia um grande rebanho desses
animaes, que, eu nao o duvido, dentro em
pouco daro tanto lucro como as ovelhas.
Aos nossos criadores e industriosos re-
commendo a leitura da noticia sobre a ac-
climatagao destes animaes.
Agrada-me suppr que dessa leitura de-
duzirao que acclimaladas entre nos as alpa-
cas, o que para mim cousa infallivel, po-
deremos tirar vantagens reaes de sua cultu-
ra. Lembrem-se os criadores de que, se
estas duas ragas de langeros n5o fossem
de grande proveito, as nacoes que marchara
na vanguarda do progresso industrial, taes
como a Hollanda, a Inglaterra, a Franga,
alguns estados allemes, os Estados-Unidos
do Norte America, e as repblicas do Prata
nao teriam, desde tempos immemoriaes,
feito os maiores esforgosalguns at hoje
baldadospara introduzir e acclimatar em
seus respectivos territorios e colonias reba-
nhos de cabras de Angora, e alpacas.
E tempo de deixar veihas rotinas no
modo de rotear as trras e cuidar os ani-
maes uleis ao homem ; tempo de darmos
passos mais seguros e reflectidoj pelo ca-
minho do progresso.
Anime-nos nesse empenho a lembranga
de que j decorreram 50 annos depois da
nossa independencia sem que esta trra, to
prdigamente dotada pelo Creador com to-
da sorte de riquezas, tenha convenientemen-
te sido aproveitada.
Anime-nos o pezar que sratimos; nos Bra-
sileros, de ver o estado de atraso, deaba-
timenlo, de decadencia mesmo, em que e
acbam todas as artes, todas as industrias em
nosso paiz om relac3o ao que se observa
^^^Bnto
'lies, onde
a completa
reorganisarlo. retardan ^Knas vazes
mallograi reM5t a8
melBores resolugoes, e mais legitimas aspi-
ragoes.
Anime-nos, finalmente, a vergonlta de
ver entrar por essa barra a dentro, para
nos fl'hos de um paiz essencialmente agr-
cola e pastoril, carregamenlos de milho, de
am z, de assucar refinado, de batatas, de.
leite condensado. dos productos do porco,
de carneiros e bois vivos para abastecimen-
to de nossos mercados viudo a mor parte
destes artigos de paizes longinqnos, entre
outros, dos Estados Danobiaios e da
India.
Sim, tempo de tratarmos de remover
as causas, que nos encadoiam rotina colo-
nial, que se anlepem a todo desenvolv-
memo, que nos condemnam finalmente a ti-
car estacionarios, ao passo que as demais
nagoes caminham, trilham desassombradas a
senda do progresso.
Se nSo nos dado hombrear, competir
com outros povos. marchemos ao menos
sua retaguarda, mas pequea distancia.
O exemplo e a experiencia de outros pai-
zes onde o homem se avantaja pelo seu tra-
e proticiencia em todas as artes e industrias
deve nos servir de pharol para nos guiar no
caminho que nos lia de conduzir ao pro-
gresso da agricultura.
A industria agrcola n5o consiste s em
rotear e semear a trra, e muito meos
com os instrumentos que se usavam nos
tempos primitivos, na infancia do trabalho ;
eomprehende ramos variados, e de nao me-
nos importancia, entre outros, a criago e
aperfeigoamento de animaes uleis.
O que se tem feito entre os nesse sen-
tido ?
Nos conservamos o que nos dexaram os
Holiandezes, e nos mandou a metropole nos
tempos coloniaes, e se algumas especies de
animaes nao degeoeram nteiramente, e
urna e outra se aperfcgioo, fot sso devido
em grande parte s condiges do clima e
uberdade da ierra.
Quaes sao os esforgos que temos feito
para melhorar as ragas bovina, ovina e ca-
vallar ? Poucos forana sem duvida, e esses
mesmos como que p ssarsm desapercebidos
em presenga das nossas mmensas e palpi-
tantes necessidades.
Nossa vida, consinta-se-me a franqueza,
se tem cousumido em urna luta paluda e
estril de poltica abstracta, de poltica de
aldea, da qual nada nos tem resoltado a nao
ser o termo-nos aperfeigoado na arte de
cabalar, essa mesma... viciada.
Passemos adiante.
Das conquistas, que se tem feito no ter-
reno das industrias, se de urna ou outra
nos hemos aproveitado, quando os ou-
tros povos j se tem largamente locupbia-
do ; e ainda assim fazemo-lo de um modo
mperfeito.
' tempo pois de cuidarmos mais re-
flectidamente nos melhoramentos, que re-
clama nosso pa-z.
De ba muito proclame eu a conveniencia
de introduzir no paiz certas ragas de ani-
maes, e de melhorar as existentes por meio
de cruzamentos com castigos estrangeiros,
conveniencia reconhecida e tambem procla-
mada por aquelles, que ligam a verdadeira
importancia industria pecuaria, como
urna das fontes da riqueza publica dos
Estados. Entre outras ragas, fiz especial
raengao das langeras, comprehendendo-se
debaixo desla denominago as ovelhas, as
cabras de Angora, e as alpacas. Para esse
fim metenho dirigido por escriptoe ver-
balmente a ministros, senadores e deputa-
dos mineiros, a presidentes da sociedade
Auxiliadora da Industria Nacional, e do Ins-
tituto Agrcola, e a alguns particulares es-
labelecidos com fazendas .de cultura, exhi-
bindo a uns e a outros os especimens des-
tas duas ultimasjj ragas, as quaes trouxe co-
ntigo do Rio da Prata. A Sua Magestade o
Imperador, cuja presenga fui chamado,
sendo assim prevenidas as minhas intenges
e desejos, tive eu a honra de respei-
tosamente exper es beneficios e vantagens,
que em minha opinio se podem esperar do
cultivo destas novas ragas, a exemplo do
que se observa nos outros paizes alias me-
nos favorecidos da natoreza do que o nosso.
Sna Magestade, depois de examinar at-
tentamente a fina la do reixelo Angora, e
da pelle da alpaca, que por sua ordem fiz
transportar ao pago, dignou-se fazer-me al-
gumas pergontas, e ouvio-me com tanto
interesse como benevolencia, recommen-
dando depois ao ministro da agricultura, o
Exm. Sr.. conselheiro Antlo, que houvesse
de tomar em consideraco as minhas ideas
a tal respeito.
Effectivamente urna conferencia me fo
concedida pelo referido Sr. conselheiro, na
qual ficou resolvido que antes da adopgo
de quaesquer providencias por parte do go-
verno, no sentido da introdoegio e aclima-
tago desdes langeros, imporiava esclare-
cer o publico sobre a sua utilidade pratica
sendo-me commetlida essa honrosa tarefa,
de que j me havia anteriormente encarre-
gado; e para a qual, .se faltam-me conbe-
cimehtos cabaes, sobnm-me os memores
desejos, filhos do interesse que nutro pela
introdueco no imperio de urna industria,
que tanto promette.
Qualquer tentativa que se fizesse no pro-
posito de melhorar as nossas ovelhas, e in
trodozir e criar as cabras de Angoro, e as
alpacas, seria coroada dos melbores resol-
tados, porque as vantagens que offerece
esta industria, emprehendida com seriedade
e perseveranca, s5o sorprendentes.
A Russia, importando castigos merinos
para cruzar e assim melhorar as variadas
ragas de suas ovelhas indgenas, coDseguio
com perseverahga e em pouco tempo trans-
forma-las em urna abundante fonte de ri-
queza.
De Odessa se exportaram em 1828,
184,000 libras de la; em 1831, tres annos
depois, 1,260,000; e em 1861 exportou
sopara a Inglaterra 12,618,984 libras ;
hoje, sua prodocgo eleva-se a urna cifra
mui crescida. Este fado, sem duvida dig-
no de nota, foi devido particular attengSo
que se prestou criag3o desses animaes, e
disposico, que tem elles para se reprodu-
zirem.
No coraego deste seculo; a nagSo por ex-
cellenc manufacturera, a Inglaterra, re-
cebia da Hespanba a metade da grande
quaniidade de la que expertava; entretan-
to boje nada recebe dalla, porqua estabele-
ceu em seu territorio e possessoes, a cria-
go das meloores ragas, ou por entra, por
Na Austra nsegoio muito bom re-
sultado do cruzamento do carneiro Soutb-
Down, cora as ovelhas ordinarias, de modo
tal qoe a exportarlo da lia sendo em 1813
de 65,000 libras, em 1843 subi a.___
16,226,400. e actualmente attinge a mais
de 70,000,000 libras I
As grandes mrSes do mundo, a Inglater-
ra, a Franga e Estados-Unidos, esforgam-se
porfa em melhorar e cultivar todas as
ragas de bestiaes, me:ecendo Ibes especial
attengo a dos langeros de diversas castas.
Com essefim, semenlaes das ovelhas Argali
asiticas, Cinco quartos, prsicas, tibetanas,
do Leste da China, de Madagascar, do
Cabo da 3oa Esperanga, de Angola, de
Gui e de Marrocos, sao aclimatados na
Europa e aoi cruzados com as especies iu-
diginas, com o fim de conbecer-se o que
possivel esperar deesas tentativas.
Ten'Jo a exeiiencia demonstrado que as
alpacas e seus congeneres podem viver em
oalros .clima* e paragens to bem como nos
Andes, estas nages applicaram a sua al
teng3o em descubrir o roelbor meio de
aclimata las de modo que nao corram o
perigo de degenerar.
A aspirago da poca melhorar e n5o
presenciar impassivel, como nos tem suc-
cedido, a degenerago das ragas com urna
condemnavel indolencia, sem um tentamen
sorio para reergue-las.
E entretanto, qual o paiz no mundo
que offerece melbores condigbes para a
criago de bestiaes 1
A Inglaterra, cuju solo, comparado ac
nosso, estril e ingrato, ostenta, nao obs-
tante, os productos mais primorosos em
todos os ramos da industria agrcola, e
deixa a rica e theorica Franga em sua re-
taguarda. E' qe a inteligencia, a activi-
dade, a educagao e a pe severanga do ho-
mem supera as mais das vezes as dflicul-
dades, que oppoe a natureza, e suppre o
que ha nella de deficiente.
Como nao se tem aperfeigoado a raga
bovina, ovina e cavallar naquelle torrSo de
trra, que apenas mede 31 milhoes de nc-
tares quadrados de terreno laboravel I
com justa raz5o que o filbo da Gr3a-
Bretanba se orgolha ca sua nacionalidades
Nos nos felicilirnos de possuir um dos
mais fecundos e bellos territorios do mundo;
mas de que modo o apruveitamos ?
E' contristador o espectculo, que se
desdobra aos t Ihos do observador! A la
voura se conserva atrasada, e hoje ma;s que
nunca abatida; a industria pastoril pouco
difiere, em qualidade, do que havia nos
ferrenhos tempos coloniaes.
Todo melboramento como que se nos
parece difficil seno itnpossivel Mas vol-
temos ao assumpto que nos oceupa.
O Sr. Ordonana, que em sua passagem
por este porto em 1868 visitn Petropolis.
qu me tem sentido
correr do mo adra de
melhorar I ra l
na trra, o
Ser-me-hia sobremaneira lisongeiro que
em minha provincia se zessem as primei-
ras tentativas na intreducgo e aclimatagao
das angoras e alpacas, ragas que virio a
ser em breve urna abundante tonte de ri-
queza.
Os meus comprovincianos bem podiam
dolar com este melboramento a nossa trra,
agora pnncipalmeote que os caminhos de
ferro se vio avteinhando s nossas campias
meio de lucomoco, que tem a propriedade
de sopprimir as 'distancias e desenvolver a
produegio pela economa e facilidade de
transporte.
Dir-se-me-ha qoe esforgos solados pou-
co aproveiio ; verdade, mas assfm nio
succede quando sio conectivos, quando sio
con enientemente applicados por meio de
associacSes.
Associem-se, pois, os mineiros mais abas-
tados, e nao menos patriticos, com o pro-
posito demandar vir animaes de finas ra-
gas nao s para melhorar por cruzamentos
os proprios rebanhos, como para vender
para o m>smo Qm aos demais criados me-
nos abastados, com o que pre-tariam um
importantissimo servigo industria pasto-
ril do imperio, a qual pa tomar grande
incremento, e tornar-se dentro em pouco
um dos principaes ramos da riqueza parti-
colar e publica, nao precisa de outra cousa
mais do que um pequeo impulso bem ap-
plicado.e urna sufliciente dse de cuidados
e persevemga.
Ainda urna voz, deixemos a perniciosa
rotina dos lempos coloniaes no modo de
cuidir os animaes uleis ao homem.
Importa que desd** j tratemos de otilisar
essas ricas e espagosas campias. Qae at
agora o nao fizessemos mingoa de va-
i;5o fcil, bem ; mas hoje que os meios de
locomogio, em relacio aos tempos passa
dos, sao promptos e baratos, o nosso des-
cuido ou negligencia seria improprio da
actividade e previso de um mineiro de
tempera antiga.
A Inglaterra deve a existencia, em seu
territorio, de urna importante fonte de ri-
queza a um seu filho, o Ilustre Backewell,
o mais decidido promotor da introdueco
das melbores ragas ovinas e bovinas no
solo bntannico. O nome deste homem
objedo de venerago para seus concidados,
e a associagio por elle fundada ainda per-
manece e, mais poderosa d que nunca,
presegue em sua benfica misso.
Em todos os aniversarios de sua funda-
gao fai-so urna festa industrial, e na expo-
sigo dos melhores oroduetns de seos tra-
balhos o nome de Backewell victoriado
por milhares do concurrentes e espectado-
res com effusio do mais vivo reconhen-
mento.
Aquello que em nossa trra fizer alguma
cousa no raesmo sentido, lornar-se-ha mais
disse-me em Montevideo pr occasio dej de qu3 Backewell em Inglaterra, credor
honrar-me com sua visita, que o solo, o da respeitosa recordaco di posteridade,
clima e a vegetago daquella cidade se pres-i porque Backewell punha em pratica orna
ta maravilhosamente
bras, mostrando-se admirado de que nio
houvesse all rebanhos desses animaes, e
eolio insisti comigo para que nfluisse no
sentido de fundar-se as cercanas de Pe-
tropolis urna cabana de angoras.
Ora, se este Ilustrado agrnomo, de
cuja autoridade nao se pode duvilar, julga
apropriado para criago de cabras um dos
lugares menos favorecidos da nossa trra.1
de que entltusiasmo nio se possniria elle ?
vista das serras, quebrabas, vades e cam-
pias da ubrrima provincia de Minas ?!
Ajunte-se esta circumstancia o espirito in-
dustrioso, a tendencia para o progresso e
o amor ao trabalho, que distinguem os filhos
desse canto do imperio, e far-se ha urna
id do desenvolvimento que teria qualquer
industria que ahi recebesse seria protecgo;
dos depositarios do poder.
O genio industrioso do mineiro se revela
no esforgo com que elle, no solamente em
que se v condemnado pela distancia e
falta de viago aperfeigoada, se prov do,
que ha raister com os recursos, que Ihe,
offerece a trra em que nasce, e contina a'
viver.
Outr'ora tentativas ahi se fizeram com o
fim de melhorar as ragas cavallar e bovina,:
e outras industrias.
Ainda recordo-me da fazenda da Cachoei
ra, para onde, ba annos, o governo man-
dn e manteve por muito tempo garanboes |
das melhores ragas europeas, e manadas de i
para a criago de ca-: boa idea em terreno ja laborado, no meio
de um povo enthusiasta pelos triumphos
da industria, o que entre nos nio succede,
quer por tibieza da parte daquelles que de-
vero'dar conveniente impulso as nossas
industrias, e nio o fizeram, quer por natu-
ral indifferenra proveniente de nossa edu-
cagao.
O que certo que para vingar urna boa
idea entre nos, pra introduzir-se melbora-
mento em um ramo de industria qualquer,
fazendo baquear processos antigos e gros-
seiros, se requer mais forga de vontade e
maior dse de perseveranga, do que se exi-
gira em outra qualquer nagio.
O que feito dos camellos, cavallos e ove
lhas ha tempos importados s expensas do
thesouro publico com o fim de serem accli-
raatados e criados em certos pontos do im-
perio ?
Que vantagens reaes colheu a nossa in-
dustria pecuaria da introduego desses se-
menlaes ?
Pelas informaees que tenho, s se apro-
veitaram as ovelhas, que, ao qoe parece,
foram exclusivamente mandadas vir para a
provincia do Paran, onde em sua plurali-
dade foram destribuidas por meia duza de
felizes de seus criedores, sendo as demais
provincias pastoris excluidas do banquete
da destribnigo a pretexto, d-zem, de nio
terem a elle concorrido quando convi-
dadas !
Os camellos foram mandados para a pro-
eguas de diversos pontos da-provincia eramvncia do Cear, e ahi recebidos como ob-
alli conduzidas com o fim de ser per elles
fecundadas.
A esta providencia, e s diligencias e es-
forgos de alguns mineiros, inclusive meo
fallecido pai e irmos, se deve haver ainda
na provincia cavallos de bom tamanho, per-
feigo e fortaleza.
Encontra-se tambem ahi, lado do sul
principelmente, urna variedade da raga bo-
vina de admiravel tamanho, cujas rezes sao
maiores do que as inglezas, que aqu e no
Rio da Prata tenho visto e que s sio no-
taveis por sua gordura e peso, no que vai
questo de pens.
A respeitavel familia dos Junqueiras de-
ve se o melboramento e conservagio dos
animaes desta especie, a qual consegu;ram
regenerar por meio de continuadas expe-
riencias e muita perseveranga, praticando
dest'arte i naquelle tempo o systema da
seleceo, levados sem duvida por inspira-
gio propria.
A imitagio de to distinclos criadores,
parentes e amigos nossos foram osprimei-
ros a praticarem o mesmo systema nos
municipios alm do Rio de S. Francisco,
para ahi levando das fazendas dos Junquei-
ras, sementaes, que cruzaram com vaccas
'mesticas e curraleiras ordinarias, conse-
grando assim meloorar quasi todo gado do
sertio de Minas Geraes. E' este um facto
que nao deve passar desapercebido, e que
muito de^e em favor do espirito do pro-
gresso e industria que caracterisa o mi-
neiro.
Quem nio conhece os delicados tecidos
de algodo, qua all se fabricam sem o con-
curso dessas machinas fiatorias e textis em-
pegadas nos Est idos-Unidos e Europa, e
que tanto facilitara o trabalho ?
Quem nio conhece os pannos de la com
que se vestem, e cuja materia prima tira-
da de carneiros ordinarios ?
O qoe nio fra hoje a industria manu-
fadureira em Minas se em vez de se Ihe
ter mandado quebrar os teares no tempo
da colonia, dssem-lbe qualquer protecgi >?
Lembro-me ainda de que em minha mo-
cidade vestia-me dos tecidos, que se fabri-
cavam etn casa de meus pas e parentes, e
com saudade reeorrlo-me dessa tempo, o
jecto de coriosidade e brinquedo, segundo
li em um dos nossos diarios, e. porque nao
fossem convenientemente tratados, mor-
reram.
Os garanhoes, excepto alguns distribui-
dos por pessoas que se prestaram aindera
nisar o governo, do importe de seu custo
e transporte, foram abandonados e morre-
ram tambem no fim de algum tempo.
O governo imperial quando se decidi a
a mandar vir esses castigos, foi sem duvi-
da com o louvavel fim de augmentar, me-
lhorar e fomentar a industria pastoril entre
nos: pelo que se devia concluir que o seu
fim era conseguir o que tinha em vista, sem
preoecupar se da idea de fazer resarcir as
despezas feitas com sua acquisigio.
Assim. porm, nio acontecen ; os gara
nhes ahi estiveram por muito tempo es-
pera de qnern qtiizesse ndemnisar ao go-
verno das despezas, que causaran), e como
mem sempre os amadores do bello, perfeito
!e til, sio os mais favorecidos da fortuna,
foram os garanhoes postos banda al que
a merte os veio colher!
O governo entendeu, de si para si, ter
feito tudo para attingir o seu fim, nio Ihe
occorrendo, porm, formar com esses ani-
maes cabanas nacionaes em differentes pro-
vincias pastoris, nico meio racional, conhe-
cido e aconselhado, de que tem langado raio
com immensas vantagens as nages civilisa-
das para regenerar e purificar as ragas de
seos animaes. Que vantagens nio teriam
auferido algamas das nossas provincias se
o governo tivesse adoptado aquella provi-
dencia, e confiado a sua eiecucio a pessos
competentes ? Ter-se-hia gasto mais, ver
dade; mas, em compensagio teriamos apro-
veitado as despezas feitas com a acquisigio
desses sementaes, com cujo cruzamento e
procreagio, muito houvera lucrado a indus-
tria pastoril, e recebido tira grande impulso;
teriamos meio caminho andado nesse ter-
reno.
Deste modo nio ba possibilidade de fazer-
se cousa alguma de utilidade para o paiz,
e por isso que cima disseqoe empre-
hendamos com seriedade e perseveranga a
regeneragio ^as ragas dos nossos animaes.
Impensadamente,pego tenia paradizelo,
raao vir
aq n ta casi eos.
ihor
utilisa-los. m. nio
instruirn os creadores e industriosos sobre
as vantagens auferiveis de seo cultivo ; e
de nio se baver feito lado isso resolten o
que sabemos, e, ainda mais, a deserenca
nos nietos praticos de levarse a effeito
aquelle melhoramento.
A formagio de granjas esperiaes em dif-
ferentes pontos do imperio, para isso mais
adequados, sena de utilidade incalculavel,
e trana a dupla vantagem de introduzir-se
ao mesmo tempo pratica e theoricamente o
ensino agrcola em lugares e terrenos onde
seri i esse ensino mais aproveitado e nio na
corle c capitaes de provincias, onde nio se
deve contar com a visita e frequencia dos
agricultores do interior, pela longitude, ca-
resta, difficuldade de transpone e manu-
tengio nessas capitaes, onde nio convem es-
tabelecer senio os institutos agrcolas como
centro de direcgo para a harmoDia do en-
sino.
Pois que fallo em agricultura, seja-me
permittido ponderar que preciso que des-
iruaraos o preconceito que existe em grande
par(e de Minas, por exemplo, de qna as
Bossas campias nao senem to bem como
as matas e capoeiras para a cultura, porque
nada produzem cultivadas pelo systema
grosseiro e rotineiro, de qoe usam.
Importa mostrar-lhes qoe a roteada, es-
tercada e plantada a trra em tempo pro-
prio. e por quem sabe, produz ella pouco
mais ou m:nos o que produziria em outra
qualquer parte do mondo; importa mos-
trar-lhes ainda que a agricultura depende
tanto do cultivo dos animaes como estes
daqoella.
A Inglaterra tem apenas 31 milboes de
hectares de trra laboraveis (7,120 leguas
quadradas), e entretanto alimenta cerca de
40 milhes de carneiros, fra milhes e mi-
lboes de outros animaes.
A que isso devido ? Ao aperfeicoadis-
simo estado de sua cultura, para cuja ferti-
lidade e riqueza concorrem esses animaes.
fornecendo-lhe o mais activo e frtil adubo,
preferivel a qualquer outro. Em paiz algum
do mundo encontram-se animaes tio gordos
como all.
Os habitantes do interior do imperio nio
gnoram a existencia de aperfeigoadissimos
instrumentos ruraes, mas como nio sabem
usar deiles, e nem tem quem os ensina a
nio ser com grande dispendio, continoam a
servirse dosdefeituosos instrumentos delles
^a conhecidos.
Que convm, pois fazer-se para gaia-los
pelo caminho dos melhoramentos e progres-
so, no que tange creagio de animaes e
cultura da trra '
Levar-lhes o ensino aldea, ou collocar
este mi, de modo que nio percam tem-
po nem gastem dnheiro em ir busca-lo.
Para conseguimos este fim indispensa-
vel a fundagio de granjas em diversos pon-
tos do imperio, onde clima e temperatura
facilitem tambem o desenvolvimento da
agricultura em todos os seus variados ra-
mos, sendo esta urna circumstancia que se
deve ter muito em vista ao formarem-se
taes estabelecimentos.
Com a prompta adopgo desta medida,
depois de bem estudada, combinada e exe-
cntada por professionaes, muito ganharia o
estado para o futuro, embora fosse obriga-
do despezas avuludas agora.
Antes gastar-se muito em promover o
desenvolvimento de urna das mais abundan-
tes fontes da riqueza publica, que d prom-
pta retribuigio, do que aos poucos em min-
gaadas ssbvenges annuaes em proteceo
desse mesmo nmo. A experiencia nos tem
mostrado que essas protecces aos bocadi-
nhos sao improficuas, que, se nio matam
a industria protegida, impedem o sen des-
envolvimento, dando aso a forraar-e opi-
niio de nio poder ella prosperar entre nos.
Quantas tentativas, quantas emprezas nao
tem naufragado deste modo, isto min-
gua de meios sufficientes e promptos, e de
direcgo racional!
Se os institutos agrcolas cuja creagio
deve se previdencia do Soberano, tives-
sem desde sua origem recebido prompta
e efficaz protecgo dos cofres pblicos, e
fossem, sob a direcgo de pessoas profis-
sionaes, collocados em lagares convenientes
para melhor preencher seu fim, grande de-
senvolvimento j teria recebido a agricul-
tura.
Tratemos, pois, de fundar ou de melho-
rar os estabelecimentos agrcolas de ensino
pratico e theorico, collocando os em diver-
sos pontos mais centraes, onde possam ser
fcil e promptamente procurados.
Finda a guerra, o maior beneficio que
se deve fazer ao paiz proteger a agricul-
tura em todos os seus ramos. Dediqumo-
nos portanto a ella, e abandonemos a pal-
ma das artes e outras industrias s demais
nagoes, com quem to cedo nio podere-
mos concorrer nesse terreno.
Mas no que emprehendermos sejamos
perseverantes e refleddos; nada de entu-
siasmo, que de ordinario costuma ser pre-
cursor do desanimo e tibieza em levar a
cabo emprezas comegadas.
Copia traduzida da carta do Sr. P, Giot, a
qual se refere o artigo antecedente.
Piedras, 16 de margo de 1869. A' S.
S. o Sr. Carneiro de Mendonga. Sr. cn-
sul geral do Brasil.as conversages que
tive a honra de entretar com V. S. e as
quaes V. S. mostrou-se tio interessado pela
prosperidade da agricultura e aperfeigoa-
mente das ragas em seu rico paiz, deo-me
a entender que havia toda a probabilidade
do bom xito na introduego de novas ragas
de animaes uteis, e de urna grande seme-
Ihanga, como sejam as ragas ovinas, capri-
nas e cavallares.
Quero crer que as alpacas tambem se de-
senvolveran! admravelmente as elevadas
montanbas do Brasil. Como V. S. ter tido
occasiSo de saber, e sem que da minha
parte baja demasiada vaidade, creio poder
dizer que fui en quem mais trabalhou para
a introduego, aclimatagio e aperfeigoamenio
das ragas de animaes no Rio da Prata.
Um longo estudo pratico em Franga na
escola dos melhores metres, e dez annos de
pratica e experiencia neste pais me assegn-
ram o bom xito do que quer que empre-
henda.
Como V. S., Sr. cnsul geral, eu creio
que os resultados serio mui satisfatorios no
Brasil, e para isso bastar escolher lugares
mais adequados acmatago das ditas
gas.'

-ahse)
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