Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12216


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Full Text
JNNO XLVI. NUMERO 212
PARA A CAPITAL LGAR2S OIBE VAO SE PAGA PORTE.
4
*
I-
h
p
Por trs isdos
Por
'qr no a ...
Cada mamero avuiso .
6
24)9000
320
TERCA FEIRA 20 DE SETEMBRO DE 1810.
Por
Por seis
Por dov
Por unqflH
PARA DEITRO E TORA DA PROYHCIA.
ntidos
e#7!*
1,34600
204290
274000
DIARIO DE PBMMBIM
v
'4!
Propredade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
AO ACENTBB:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gonfalves Pinto, no Maranh5o ; Joaqaim Jos de Oiiveira, no Cear ; Antonio de Limos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Julio Chavea, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Joa Juatin*
Pereira d"Almeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos* -Gomes, na VDa da Penha ; Belarmino dos Santos BnlCSo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos MartiDS Alves, na Bihia ; e Jos Ribeiro Gasparinho n6 Wo de Janeiro.
=
PARTE OmCIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE ALIONADO PELO EXM. Sl\. DKSRMBAIl-
twm reuicuco dj assis pskcnu bocha, vice-
PRFSIDKNTE DA PKOVI.VCIA F.H 22 DE ABRIL DE
1870.
V secgo
N. 707.Portara ao commandante superior da
guarda nacional dj municipio do Recife. Expega
V. S. ordem para que ainanba s 11 horas do
dia, se aprsente em fronte do palacio urna guar-
da de honra.
4* secgo
N. 703. Portara axi agente da companhia
Brasileira de paquete a vapor.Podem Vmcs. fa-
zer seguir hoje a hora indicada em seu offlcio
desta data para os poros do norte o vapor Ari-
nos.
N. 709.flita aos mes naos.Os Srs. agente* da
companhia Brasileira de piquetes, mandem dar
trasporte, por ennta do ministerio da guerra, al
a provincia do i Ajar ao aDspecada Jos Luiz Ga-
melleira e ao soldado Francisco Jos do Nascimento
do extincti corpa n. 30 de volantarios da patria.
N. 710.Dita aos inesmos.Os Srs. agentes da
companhia BrvUeira df paquetes, mandem trans-
pxtf pjr coota do mnistorio da guerra at a Pa-
rahyba o 2 sajgento Hygino Alves de Araujo,
cabos da e-squadras Faustino Gomes, Joaquim Fer-
rara da Cotia, Luiz Ferreira Gimes e aos anspe-
cadas Lauriado Pmheiro da Silva o sua mulher
Guilhermlna Nicacia do Amor Divino, Antonio
.! wqunn de Oiiveira, Ciaudmo Grangeiro de Lima
e Joaquim Francisco dos Santos e sua mulher Li-
na Geialda da Costa, e at o Rio Grande do Nor-
te os soldados Feliciano Francisco Nunes, Jos
Lui:, Francisco Autonio da Silva, todos do extinc-
to i-orno de voluntarios da patria n. 30.
N. 711.Dita aos inesmos.Os Srs. agentes da
companhia brasileira de gaquetes mandem trans-
portar, por conta do ministerio da guerra, auja Pa-
rahyba, os Oibos Avelno Honorato RodrigJfcLau-
rentno Alexandre Vanna e o soldado LtOrentino
Jos da Costa e Manol Antonio dos Trazeres e
at o Rio Grande do Norte o soldado Manoel Vi-
cente, todos do exlincto corpo n. 30 de voluntarios
da patria, e tambem al a Parahyba a Maria Joa-
quina da Cooceicoe um menor este filho e aquel
la mulher do cali Laurentmo Alexandre Vianna,
cima mencionados.
N. 712.Dita ao meamos.Os Srs. agentes da
compauu raiieira de paquetes, mandem trans-
portar por oata do ministerio da guerra at o Pa-
ra a Ludgero Antonio, at o Maraoho a Ample-
!o|uo Raymuflo Raima e at o Rio Grande do
Norte a Manoel Ferreira N'obre ex-praga do extinc-
:> corpo n. 30 de voluutarioi da patria.
N. 713.Dita aos mesmo).Os Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes, mandem trans-
portar por conta do ministerio da guerra al a Pa-
rahyba a Jos Francisco Lopes, cabo de esquadra
11 extiueto corpo n. 30 de volnnlario* da patri.
N. 714.Dila ao gerente da companhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana, mande transportar at Penedo, por
conta do ministerio da guerra, o anspegada do ex-
tincto corpo n. 30 do voluntarios da patria Jos
Laurindo Feitosa.
N. 715. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernarabucana, mande transportar por
conta do miositerio da guerra at Macei, a Jos
'. i-ente da Silva, Glaudino de Souza Nunes, Jos
Nascimento d'Oliveira, e al Penedo, a Florindo
los Rodrigese Joao E'tevo de Lima ex-pragas
do extinelo corpo n. 30 de voluntarios da pa-
tria.
K. 716. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
v.ipanhia Pernambucana, mande transporta por
' >nta do ministerio da guerra at Macei. o ans
uogana Jos Felippe Santiago e os solados Joao Ca-
lado dos Santos e Francisco Lopes Ribeiro, e at
Pineda os anspegadas Cyriaco Jos de Oiiveira,
Manoel Laurindo Gomes,' Rayranndo Casimiro da
Pnriflcacao, os cabos Jos Lopes da Silva, Geraldo
Pereira de Sooza, (Metano Jos Dalmondes, Ante
ni Jos de Souza, Venancio Jos Pereira e os sol-
dad. Manoel Gomes da Silva, Antonio Jos do
Nascimento e Cesario Rodrigue* da Silva, todos
do exmelo batalhao n. 30 de voluntarios da pa-
tria.
N. 717. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana, mande transportar por
conta do^ministerio da guerra al Macei, a Maria
Dolar da Conceigo, mulher de Jos Nascimento
d'Oliveira ex-pr voluntarios da patria.
K.KPEDIENTI? ASSIC.TADO PELO EXM. SR. DESEMBAP.-
i! FRAXCISCu DE ASSIS PEREIRV ROCHA. VICE-
DENTE DA PROVINCIA EM 23 DE ABRIL D2
1870.
1* secgao
N. 718.Portara ao Exm. Sr. general com-
mandanie das armas.Mande V. Exc. por em li
berdade o recruta Agoslinlu Valerio dos Sanios,
me foi julgado incapaz do servico do exercito, e
da tjue trata o offlcio de V. Exc. n. 94 de 19 do
nenie, sobr'estaodo a remessa para a ccte de
mrae Florentino Valerio dos Santos at ulterior
deliberacao.
N. 719Dita ao mesmo. Ao engenheiro das
obra) militares, acabo de reooramendar que man-
i : uer com urgencia o concert necessario no
< ->mbamenlo que zeram os recrutas junto a la-
trina da enfermara militar e de que trata o offl-
de V. Exc. n. 203 desta data.
N. 720.Dita ao mesmo.Expeca V. Exc. or-
dem para que se deera as salvas do estylo por oc-
easio de demandar barra o vap?r Cruzeiro do
Sul, qne esgera do norte, se conduzir eu bordo
os Exms. Srs. presidentas desta provincia senador
Frederico de Almeida e Albuquerqne e o da do
Para Dr. Jbo Alfredo Correia de Oiiveira.
X. 721.Dita ao engenheiro militar. Mande
Vmc. fazereom toda urgencia o concert necessa-
rio no arrombamento que Bzeram os recrutas
junto a latriaa da enfermara militar.
KVP^DIBXTB ASSI8NAD0 PELO EXM. SR. DESEMBARCA-
DCR KANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA, VICE-
PRESIDENTE DA PROVINCIA, EM 25 DE ABRIL DE
1870.
X. 725. Dito ao Exm. Sr. general comman-
l. lie das armas.Com a inclusa copia do olleio
do Exm. presidente da Parahyba sob n. 1363, de
19 do correnie, e das pe^as que elle se refere,
-asfaco ao que V. Exc. solcilou em seu olllcio
I de novembro ultimo sob r>. 669. relativamen-
te ao soldado invalido Manoel Joaquim de Lima,
iue se acha preso na capital daquella provincia,
como sentenciado de justicia do termo de Areias.
N. 726.Dito ao mesmo.Tendo de seguir pa-
ra o presidio de Fernando de Noronha no dia 4 de
raaio vndouro ao meio dia, o vapor Mandak,
n o communicoa V. Exa. para seu conheci-
mento e fins convenientes.Igual ao director do
arsenal de guerra.
2.* scelo.
N. 738.Offlcio ao chele de polica.Tendo de
-egoir para o presidio de Femando de Noronha no
i de raaio vindoura ao meio dia o vapor Man-
companhia Pernambneana ; assim o com-
munico V. S. para seu conhecment e fins con-
venientes.Igual ao juiz municipal da primeira
vara do Recife.
N. 729. Dito ao commandante superior do mu-
pio do RecifeNesta data mando que ao ca-
pitio secretario geral do commandp supen
guarda naeiou de Flores, Villa
d-se a gua de qne trata o art. 45 do decreto n.
1130 de 12 de marco de 1853 para o d'esla capi-
tal, onde lem lixado a sua residencia.
N. 739.Dito ao commandante superior da guar-
da nacional de Santo Antao e Escada.Ao alferes
secretario do batalhao n. 23 de infamara da guar-
da nacional do municipio de Santo Antao, Hermo-
genes Braulio Ferreira da Cunha, mande V. S. dar
a guia de que traa art. 45 do decreto n. 1130
de 12 de marco de 1853 para o municipio de Ca-
rnar. annde lixcu a sua residencia.
N. 731.Dita] ao commandante superior da
guarda nacional dus municipios de Bonio e Ca-
ruar.Por deliberacao d'eita data, maado que-j
ao alferes secretario d batalhao n. 23 de infama-
ra da guarda nacional de Santo Antao, Uermoge-
nes Braulio Ferreira da Cunha, se d a guia de
pie trata o art. 45 do decret 1130 de 12 de mar-
co do 1853 para o de Caruar, aonde tem ttxado
a sua n-sidencia.
N. 732.Dito ao commandante superior da
guarda nacional dos* municipios de Flores, loga-
zeira e Villa Bella.-^o capito secretario geral
d'esse comnmndo superior, Augusto Octaviano de
Souza, mande V. S. dar a guia de que trata o
art 45 do decreto n.' 1130 de 12 de margo de
1853, para o municipio d'esta capital, aonde lem
lixado a sua residencia.
N. 733.Dito ao juiz de direto da :oraarca do
Ro Pormoso.Nao se tendo utilisado, segundo
Vmc. me declarou em seu offlcio de 8 do corren-
te, o oirurgip Jos Antonio de Leo, encarregado
de tratamento dos presos desvalidos que forem
accoramettidos da varila nessa comarca de car-
leira horaeopathica que foi remettida por esta pre-
sidencia em 11 dedezembro ultimo, flea Vmc. au-
torisado a vende la por qualquer quantia que po-
der obte-la, sendo recolhido o seu producto le-
souraria de fazenda.
N. 734.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vmc. desligar do corpo
sob o seu comrasndo, visto ter sido julgado inca-
paz de continuar no servico, o soldado Amonio
Raymnndo da Silva Leite, a quem allude o seu
oflhio n. 188 de 22 do crreme.
N. 735.Dito ao commandante do corpo provi-
sorio de polica.Pode Vmc. engajar no corpo sob
o seu commaudo os voluntarios da patria Fran-
cisco Jos Baplista, Joo Manoel Romal Jnior e
Joaquim Rodrigues dos Santos, de que trata o seu
offlcio n. 189 de 22 do corrente, tendo para isso a
precisa idoneidade.
N. 736.Poriaria.=0 vice presidente da pro-
vincia, attendendo ao que Ihe requereu Hermoge-
nes Braulio Ferreira da Cunha, alferes secretario
do batalhao de iofantarian. 23 da guarda nacional
do municipio de Santo Antao, e em vista do que
mfotmou o commandante superior respectivo em
olllcio de 10 do corrente, resolve que se Ihe d a
guia de que trata o art. 45 do decreto n. 1130 de
12 de marco de 1853, para o municipio de Carua-
r, aonde llxou a sua residencia.
N. 737.Dita.O vce-presidente da provincia,
attendendo ao que Ihe requeren Augusto Octavia-
no de Souza, capito secretarte geral do comman
do superior da guarda nacional -dos municipios de
Flores, ingazeira e Villa Bella, e informou o rjs-
pectivo commandante superior, resolve que se Ihe
d a guia de que trata o art. 45 do deereto 1130 de
12 de marco de 1853 para o d'etta capital, aonde
tem lixado a sua residencia.
N. 738.Dita.O vice-presidente da provincia,
attendendo ao que Ihe requereu o tachare! Jos
Maria Freir Gameiro Jnior, promotor publico
da cjmarca de Liraoeiro, resolve conceder-lhe um
mez de licenca com vencimentos na forma da lei,
para tratar-se nesta capital.
3.* seceo.
N. 740.Portara ao inspector da thesouraria
de fazenda.lYansmitt V. S. para seu conhe-
cimento e Dns convenientes as duas inclusas ordens
do dia em duplicata, expedidas pela reparticao do
ajudante general, em 28 de .narco ultimo e 10 do
corrente, sob n. 716 o 717.
N. 742Dito ao mesmo,Pode V. S., conforme
ndica em sua ioforraacae de 18 do corrente, sob
e Ingazei
i
n. 274, com referencia da contadoria dessa the
souraria, mandar pagar a quantia de 400$ por
qne foi contratado o pratico Joaquim Pereira Das,
afim de conduzir o brigue-escuna de guerra Tone-
lero, cujo eommaadanie foi encarregado de verifi-
car a existencia de um rochedo na distancia de 22
milhas da co.-ta, segundo consta de olllcio dj capi-
to do porto, datado de 5 de margo ultimo, sob
n.34.
N. 743.Dita ao mesmj.Coramunico V. S.
para seu conhecimento que, em vista do que re-
quereu o prolessor publico da cadeira de instruc-
co primaria do Rio Formoso, Joviniano da Cotia
Monteiro, expeco nesta data as convenientes ordens
thesourana provincial, para fazer cessar do
corrente mez, o descomo de 5 por cento queoffe-
receu o referido professor de seus vencimentos para
as despezas da guerra.
N. 744.Dita ao mesmo.Em vista da conta e
recibo junto, que me remetteu o chefe de polica
com offlcio de 19 do crreme, sob n. 326, mande
V. S. pagar aes negociantes Koreira & Braga a
quantia de 10500 ris, ou o que justamente se
dever, de diarias abonadas aos recralas Joao d
Oiiveira Cavalcanti, Domingos Jos da Silva e Pe-
dro Ferreira da Cruz, que vieram do termo de
Cimbres, e foram remettidos ao commandante das
armas com destino ao servico do exercito, segundo
consta do citado offlcio.
N. 74o.Dila ao nesrao.Transmiti V. S. o
pret junto em duplcala, que rae remetteu o cora-
mandante superior do municipio do Recife, com
offkio de 2 do c rrente, sob n. 88, afim de que
mando liquidar e pagar os vencimentos relativos
primeira quinzena e'este mez, dos guardas naci-
naes do 4. batalhao de infantrna, destacados na
fortaleza do Buraco.
N. 746.Dita ao mesmo Tendo de segiur para
o presidio de Fernando de Noronha no da 4 do
corrale ao meio dia, o vapor Xandah ; assim o
communico V. S. para seu conhecimento e us
conven1 entes.
N. 747.Dita ao mesmoCommunico V. S.
para seu conhecimento que, em vista do offlcio de
director geral interino da instrueco publica de 20
do correle, expeco nesta dala as convenientes or-
dens a thesouraria provincial, para fazer cessar o
descont dos respectivos vencimentos offerecidos
para as despezas da guerra pele secretario e ama-
nuense d'aquella reparticao, bacharel Antonio. Au-
gusto Pereira de Camino e Jos Xavier Carneiro
de Barros Campello.
N. 748.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial.Em vista do offlcio do director geral in-
terino da instrueco publica de 20 do corrente,
sob n. 126, recommendo V. S. que faga cessar o
descont da parle dos respectivos vencimentos
offerecidos para a despez da guerra pelo secreta-
rio e amanuense d'aquella reparticao, bacharel
Aureliano Anguslo Pereira de Carvalho, e Jos
Xavier Carneiro de Barros Campello.
N. 749.Dita ao mesmo.Annuindo ao que so-
llcitou o chefe de polica em offlcio de 20 do cr-
reme, sob n. 338, recommendo a V. S. que em
vista do recibo junto em dupli:ata,' mande pagar
a Levino Augusto de Hollanda Chacn, a quantia
de 30*000 proveniente do aluguel de um quarto
que servio de priso as mulheres no termo de Ta-
caran!, a contar de outubro do anno prximo pas-
sado a marco ultimo.
N. 730Deliberago.O vlcepresidonte da pro-
vincia, tendo en vista o que requereu o engenhei-
ro da reparticao das obras publicas, Jacintho Paes
de Mendonga Jaragu, e bem assim o que a este
)cUviano"de*SoV7 respeito informou o respectivo thefe em offlcio de
hoje, sob n. 102, resolve conceder-lhe tres mezes
de lieenga sem vencimentos para ir a provincia
das Alagoas tratar de negocios de seu particular
interesse.
4" seccao.
N. 7oi-Portara ao desembargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.Em vista de sna
inforraaco de 19 do correle,.,** n. 2603, mande
V. Exc. admitlir no colleeio dos orphos, (piando
houver vaga o menor Tionrcm Valeriano Pint,
ilbo de Guilhermina Custodia Alves de Assis de
que trata a certido de idade inclusa.
M. 755.Dita ao Dr. Pedro de Athayde Lobo
Mofese. Maude Vmc. preparar urna pequea
carteira com tinturas homeopathicas, e reinetta-
rne cora respectiva conta para ser enviada ao pre-
sidente do Rio Grunde do Norte, que a solcilou
em olllcio de 8 da corrente.
N. 736.Dita ao gerente da companhia Per-
nambucana.Pode Vmc. fazer seguir para os por-
tos do norte e sul, os vapores Ipojuca o Gequi,
no dia 30 do crranle a hora indicada em seu offl
co de 22 deste mez.
N. 737. -Dita jio mesi*.- Pode Vmc. fazer se-
guir para o presliode Fernando de Noronha, o
vapor Handah no da 4 de maio vndouro a hora
indicada em seu offlcio de 22 do corrente.
N. 758.Dila ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande dar transporte
al Penedo p)r conta do ministerio da guerra, no
primeiro vapor que para all seguir para o sul as
ex-pragas do extincto batalhao n. 30 de voluntarios
da patria Severino Francisco Torres e Ignacio Jos
do Prado.
N. 759 Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
companhia Pernambucana mande dar transporte
por coma do ministerio da guerra at Penedo, no
primeiro vapor que para all seguir as ex-pragas
no extincto batalhao n. 30 de voluntarios da patria
Amonio Jote do Nascimento e Raymnndo Lopes
de Macedo.
N. 760.Dita ao mesmo.O Sr. gerente da com-
panhia Pernambucana mande dar urna passagem
de estado a r at Aracaty no primeiro vapor que
seguir para o norte a Honorio Augusto de Figusi-
redo.
N. 761.Dita aos agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes a vapor. Os Srs. agentes d*
companhia Brasileira de paquetes mandem dar
transporte por conta do ministerio da guerra para
a corto no vapor Cruzeiro do Sul, ao ex -2* sar-
gento do exlincto batalhao n. 30 de voluntarios,da
patria Manoel Gongalves de Araujo.
N. 762.Dita ao commandante do transporte na-
cional Leopoldina.O Sr. commandante do trans-
porte nacional Leopoldina, receba e faga transpor-
tar para o Cear a bordo do vapor sob seu cora-
raando, a praga do extincto batalhao n. 30 de vo-
la na ros da patria Antonio Felippe de Santiago.
EXPEDIENTE ASSIGNAD3 PELO SB. DR. ELIAS FREDERI-
CO DE ALMEIDA E ALBUQUERQUE, SECRETARIO DO
OOVKRNO INTERINO, EM 25-DE ABRIL DE 1870.
i.* seccao.
N. 763.Offlcio ao inspector do arsenal de ma-
rinha.S. Exc. o Sr. vice-presidente da provincia
tendo nesta dala solicitado do Exm. Sr. mini-iro
da fazenda a expedigio das precisas ordens, para
ser despachado livre de direitos, o mostrador vio-
do da Europa para o relogio desse arsenal ; as-
sim o manda coramunicar a V. S. para seu co-
nhecimento. '
N. 761.Dito ao capito do porto.Nesta data
aulorisou-se a thesouraria de fazenda a pagar ao
pratico Joaquim Pereira Dias, a quantia de 400#
constante do offlcio do antecessor d V. S. datado
de 5 de margo ultimo, sob n. 34, o qual Qca assim
respondido de ordem do Exm. Sr. vice-presidente
da provincia.
2* seceo.
N. 765.Offlcio ao chefe de polica.O Exm.
Sr. vice-presidente da provincia manda declarar
em resposta ao seu offlcio de 19 do corrente, sob
n. 526, que a thesouraria de fazenda tem ordera
para pagar aos negociantes Moreira & Braga, a
quantia de 10500, constante do citado offlcio.
N. 766.Dita ao chefe de polica. S. Exc. o
Sr. vice-presidente da provincia manda declarar a
V. S. em resposta ao seu offlcio de 20 do corrente,
sob n. 538, que a thesouraria provincial tem or-
dera para pagar a Levino Augusto de Hollanda
Chacn, a quantia de 30, constante do citado of-
licio.
N. 767.Dito ao juiz de direto da segunda va-
ra.De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da
provincia, communico a V. S. que tica transferido
para amanha ao meio dia, a reunan da junta que
era ultima instancia tem de julgar o capito Anto-
nio de Araujo Cavalcante, de que traa a portara
de 8 do corrente. Iguaes ao coronel Rodolpho
Joao Barata de Almeida, aos tenentes-coronis
Francisco de Miranda Leal Seve e Joaquim Jos
Silveira.
N. 76'*.Dito ao juiz de direto da comarca de
Garanhuns.De ordera do Exm. Sr. vice-pfesi-
dente da provincia, aecuso recebimento do offl-
cio de V. S. de 12 correnle, em que communica
ter no dia anterior procedido o sorteio dos qna-
renta e oito juizes de tacto que tem de 3ervir du
ranie a primeira sessojudiciaria do termo de Ga-
ranhuns, convocada para o da 16 de maio vn-
douro.
4' secgo.
N. 769.Offlcio ao conselheiro director geral in-
terino da insiruego publica.S. Exc. o Sr. vce-
presidente da provincia manda declarar a V. Exc.
que nesta dala fieam expedidas as necessarias or-
dens a thesouraria provincial para fazer cessar o
descont de parte dos respectivos vencimentos of-
ferecido para as despezas da guerra pelos dous
empregados de que trata o seu offlcio de 20 do
corrente, sob n. 126.
N. 780 Dito ao Dr. Francisco Teixeira de S,
1* secretario da assembla legislativa provincial.
N. 67.De ordem de S. Exc. o Sr. vce-presi-
dente da provincia, passo por copia as mos de V.
S. em resposta ao seu offlcio de 7 do corrente, sob
n. 12, para ser prseme a assembla legislativa
provincial, aMnclusa inforraaco que ministren a
cmara municipal da cidade de Olinda em 20 des-
te mez, acerca do projecto n. 82 do anno passado,
que por copia acompanhou o seu citado offlcio.
4" dita.*Ciptao, o tenent da mesma Jos Fer-
reira de MelU ; ttente, o alferee porta-estandar-
le do aequidrt Antonio da Silva Aibuquerque;
alferes, Aivato Tolentino de Almeida fatanho.
HOSPITAL PRTUGUEZ DE BENEFICENCIA.
Teve Ib ir no domingo a fasta* anniversaria
d'esta caridosa institnigo.
Das feette dos noswws arrebatos essa **m la-
vida urna dts roais concorridas. O aprasivel do
lugar e o gosio de ornamentaco que nessas occa-
sides apresenta aqulle po estabeleciraento, cha-
mam para all urna grande parte da nossa p.'pa-
lacio.
A fasta religwa. na capella do Hospital, leve
principio s 10 If hjras da nianhaa. O oratorio
eslava decememaite adornado. Toeou durante
essa ceremonia a crchestra, regida pelo hbil pro-
fessor pernaiHbncino o Sr. Francelino Domingos
de Moura Pejsa. Depois da miss, teve Ingar o
sermao pregaao pilo reverendissimo capello do
hospital. '
Esleve milito concorrido este acto, terminado o
qual foi servido un> explendido jamar aos doen
tes.
A' talde, nao obstaite o mo lempo, non ve mui-
ta afflulflcia de povo, nao se effectuaudo, porra,
o lelo,' que all cosiima ivalisar se todos os an-
uos, em consequpncia da chuva, que obrigava os
visitantes a recolherem-se no relimo do eslabele-
cimento, deixando abasdonado o lugar da feira.
Tocaran durante a tarde e noute dnas m-
sicas marones.
Finalisou a festividade com urna ladainha can-
tada peraote a iraagera de S. Joao de Deus, pa-
trono daqnellainstitnicao.
O Sr. aniel Jos Machado, oommerciante de
tazendae ra Primeiro le Margo, e membro da
junta administrativa, alforriou por oecasip da
festa, gratuitamente, urna sua. escrava de 30 annos
d- idade.
CArttlRA.Por communcago do delegado de
Pao d'Alho foram capturado! e recolhido) a res-
pectiva, cadeia Severino Garc e Paschoal de Tal,
autores do assassinat do inspector de quarteiro
Dellluo Ismael de Figneiredo.
SARAO DANSANTE.Teve lugar, no sabbado
ultimo, nos saldes do Club Pernambucano, o sarao
dansante, nfferteido pelo corpo patritico de lan-
ceiros do Poco ao seu commandante e major os
Srs. Joaquim de Aibuquerque Mello e Jos Fran-
cisco do Reg.
Os saloes do club estiveram cheios de convivas
de ambos os sexos sendo cerca de 70 o numero
das damas. Dansou-se as 3 horas da raanhaa.
Msica, decoraces e illumingo, ludo estove na
altura da festa, que deixou lodos os convivas
penborados saudosos.
JUVENTDE LIBERTADORA.-Reunio-se do-
mingo esta soi-iedade era sessio extraordinaria.
Depois de discutido e approvad) o regulamento,
de accordo com a casa, procedeu-se eleico, viste
a antecedente ter sido provisoria, ticando a direc-
tora, de conforroidade com um dos anigos do
regnlamenio, composta da seguinte maneira :
Presidente. Jos Gome3 Coimbra Filho.
Vice-presidente.Luiz Barbosa Madureira J-
nior.
1 secretario.Antonio Duarte s Oiiveira Reg
Neto.
2o secreario.Laiz Frederico de Codicera.
Tesoureiro.Adolpho da Rocha Wanderley.
Procaradores.Francisco Izidoro Rodrigues da
Costa e Antonio Luiz de Mello Vieira.
Foram propo^tos e approvados para socios: ef-
fectivo o Sr. Jos da Cunha Porto; subscriptores
os Srs. Agostinho Jos da Costa, Manoel Alberto
da Silva, Manoel da Fonseca Costa e Jos Pereira
da Cnnha.
SOCIEDADE PACRIOTICA DOUS DE JULHO.
Quarta-feira havera sesso d'esta sociedade, s
5 horas da tarde, na ra do baro da Victoria n.
45, 1 andar.
GYMNASIO.Acha'se funecionando a cadeira
de allerao do gymnasio provincial das 8 s 9 ho-
ras da niiiiha.
LOTERA. A que se acha venda a 161'
beneficio da Santa Casa de Misericordia, que
corre no dia 21.
HOSPITAL PEDRO ILO movimento desse es-
tabelecimento de 12 18 de setembro de 1870,
de 240 doenles existentes, entrarara 37, sabram
23, fallecern) 8, existem 246, sendo 157 horaens,
e 89 mulberes.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras nestes dias as
6 1/2, 6 1/2, 6 1/2, 6, 6 1/2, 6 1/2, pelo Dr. Ra
oos; as 12 I/I, 10, 10 1/2,11 1/1, 10 1/2 7 1/2,
10, pelo Dr. Sarment.
Fallecidos.
Thoraaz; apoplexia.
Maria Francisca da Penha ; enterite chronica.
Mara Magdalena do Espirito Santo ; apoplexia.
Francisco Pacheco ; febre araarella.
Maria Joaquina da Conceigo ; tubrculos pulmo
nare<.
Florinda : insuficiencia das vlvulas da aorla.
Maria da Penha ; enterite chronica. ,
Benedicto ; gastro enterite.
concedenm ordem a Antonio da^ Silva Campos
para o dia 24 do crreme, e a Joao Cavalcante de
Araujo para o dia 20 em sesso s 11 horas, onvi-
das as autoridades processantes.
DELIGENCIA CIV8L.
Ao Dr. curador geral:
Do juico municipal daVictoria.Appellante, J' de_M4u,ia Florencio; appetiado, Antonio Fernandes
Peixotc Rosal.
Assignou-so dia para julgameaio dos seguintes
feits:
apmllaqa cana.
Do jary da Imperatnz. Appellante, Joaqaim
Francisco da Costa ; appellada,' justiga.
APPKI.I.KCI I'.IVKI..
Do jmzo municipal do Recife.Appellante, An-
tonio Moreira dos Res ; appellada, Feliciana Dara
Olympia. m
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago, ao
5r. desembargador Almeida Aibuquerque :
Appelllago crime da Granja.Appellante, Ma-
noel dp Reg Trigneiro Filho ; appellada, a jus-
tiga.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria:
Appollacon.: civeis do juizo municipal do Reci-
fe. Appellante, Antonio Peregrino Cavalcante
Albnqaerque; appellado, Joao Pinto de Leinos. Ap-
pellante, Jos Alves Barbosa; anpellado, Elias
Emiliano Runos. Appellante, o Dr. curador ge-
ral ; appellado, Manoel Joaquim Baplista, curador
da massa fallida de Amaro Gongalves dos San
tos. Do juizo mnnfr.inal de Campia.Appellan-
te, D. Rita Candida Vianna ; appellado, o tenenle
coronel Eufrasio d'Arruda Cmara.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Dominfoes da Silva:
Appellago civel do juizo municipal de Pedras
de Fogo.*-Appellaote. Joaquim Monteiro Guedes
Gondim ; appellado, Virginio Horacio dePreitas.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador ltegueira Cosa :
Appellago civel do juizo municipal de Seri-
nheto,Appellante, bacharel Manoel Nicolao Re-
Sueira Piulo de Souza; appellado. Emilio Pereira
e Araujo. Appellagae crime do jury da Fortale-
za.Appellante, Antonio Cordeiro de Castro; ap-
pellada, a justiga. Conflicto de jurisdigo entre os
juizes municipal de S. Jes e de Goyanniuha.
Ao Sr. desembargador Souza Leo:
Appellago civel do juizo municipal da Impera-
triz Appellante, Manoel Henrique Pimentel; ap-
pellado, Thomaz o*Aquino Camello.
Do Sr. desemliargailor Rcgueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leo:
Appellacoes civeis do juizo municipal do Reci-
fe.Appellante, Jos Moreira da Silva; appellado,
Valdivjno Ribeiro da Silva. Appellanie, Jos Joa-
quim dja Costa Maciel; appellada, a ordem tercei-
ra do Crmo. Ampollante, Jos Lourengo da Sil-
va ; appe[lado, Joao Mauricio Cardoso.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Appellago civel.Appellante. Ernesto Augusto
Manguaba e Silva ; appellado, Dr. Augusto Fede-
rico de Oiiveira.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana :
Appdlacfles civeis.Appellante D. Maria das
NevesMiranda Oiiveira; appellada, Rosa Mara da
Concedi Appellanie, Vicente Ferreira Padilha
Caluiiiliy; appellados, Jos Mariano de Araujo e
sua mulher.
A 1 llora e X encerrou-se a sesso.
I
PUBLICACOES A PEDIDO.
.4 presidencia da provincia e o
correspondente da Reforma.
Censiirou-se a presidencia do Sr. Assis Rocha
por nao ter ordenado ou consentido que o coronel
Alexandre reassumisso o commando do corpo de
polica j e se dsse em urna correspondencia
publicada na Reforma que os conservadores para
justificaren) esse acto espalbavam que o coronel
Alexandre tinha subiraliidc crescidas somraas
dos cafres da polica.
J:i demonstramos que os exames procedidos
nos livn do corpo de polica tverara lugar na
poca dk> dominio liberal, fazendo parte da coin-
nii-so mandada pela assembla provincial dous
progressi3tas dislinctos, os Srs. Drs. Joo da Silva
Ramos e Maximiano Lepes Machado.
I
Foi
coinmisjao,
sembl; i
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
AUTORIDADE POLICIAL.Por portara da pro-
vincia, de 16 do correte, foi nomeado 1 supplente
do subdelegado da freguezia de Santo Amonio, o
Sr. Dr. Candido Valeriano da Silva Freir.
GUARDA NACIONAL.Por portara da presi-
dencia da provincia, de 16 do corrente, sob pro-
pasta do respectivo commandante, foram nomeados
para o 2 corpo de cavallaria do municipio do
Brejo :
Tenema quartel-mestre, o alferes da 4' compa-
nhia Antonio de Araujo e Aibuquerque.
Tenente cirurgio, Jos de Aibuquerque Hol-
landa Cavalcante.
Alferes secretario, Manoel Joaqaim Alves dos
Sanios.
Al/eres portaestandarte do 2* esquadro, Anto-
nio Ferreira Botelho.
1' companhia.Alferes. Luiz Alves Maciel.
2' dita.Tenante, o alferes da 3*. Elias Fran-
cisco Bastos.
3' dita,Capito, o tenante aggregado Rufino
Demetrio da Paixo e Silva; alferes, JosLeopol-
dino de Pol *
CHRONICA JIWMRIA.
TRIBUNAL DA HELADIO.
SESSO EM 17 DE SETEMBRO DE 1870..
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEI0 C. SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirana, Lourengo Santiago, Almeida
Aibuquerque, Motta, Doria, Domingues da Silva,
Regueira Costa, Souza Leo, faltando com causa
o Sr. desembargador Guerra procurador da cora,
abrio-se a sesso.
Passados os feits, deram-se os 6eguintes julga-
mentos :
AGORAVO DE PETICAO.
Do juizo de paz.Aggravante, Firmino Jos de
Barros; aggravado, o juizo.Relator o Sr. desem-
bargador Domingues da Silva, sorteados os Srs.
desembarga/lores Gitirana e Souza Leao.Nega-
ra m prov ment. ,
Do juizo de orpbo3.Aggravante, Manoel Fir-
mino Ferreira; aggravado, o juizo.Relator o Sr.
desembargador Doria, sorteados os Srs. desembar-
gadores Almeida Aibuquerque e Motta.Negaram
provimento.
RECURSO CRIME.
Do juizo de direto de Laga-Nova.Recorren-
te o juizo; recorrido, Joo Freir Mariz.Relator
o Sr. desembargador Doria, sorteados os Srs. des-
embargadores Domingues da Silva, Regueira Costa
e Souza Leo.Improcedente.
APPF.LLAQOES CRIMES,
Do jury de Campia.Appellante, Francisco Jos
de Oiiveira; appellada, a justiga.Mandarain dar
vista ao reo para arrasoar.
Do-jury de Cascavel.Appellante, o juizo; ap-
pellado, rnaut de Hollanda. CavalcanteA' novo
jury. /
Do jury de Buiqe.Appellante, o juizo; appel-
lado, Joo Pereira Machado.A' novo jury.
Do jury da Imperatriz.Appellante, o juizo ;
appellado, Jos Vieira Peixoto.Improcedente.
APPRLLACAO CIVEL.
Do juizo municipal do Pillar.Embargante, D.
Felicidade Hara de Vasconcellos; embargado Dr.
Antonio de Carvalho Raposo. Foram despre-
sados.
BABEAS CORP i
CoBceJea-s soltura a Amonio Freir da Silva,
ublicado o parecer apresentado por es?a
unnimemente approvado pela as-
agora, porem, vamos offerecer ao pu-
blico o\ documentos comprobatorios de cada urna
das arguigoes.
Fallajido do corpo effectivo de polica, a com-
misso diz da seguinte maneira :
' Se a respeito do corpo provisorio a comraissao
assim se expressa possuido de sentimento que
deixai de o fazer a respeito do corpo perma-
nentj. Nao arriscar a coramisso proposigao
com lanimo de ferir quem quer que seja :
limiWr-se-ha dizer o que vio e o que achou.
Cansa do termo fls. 10 que o lenente-coronel
Sebastio Lopes Guimares, quando deixara o
t commando ao seu successor entregara........
11:230*223, sendo em dinheiro 7:5313173, e
3:7395300 era doecuraentos: no entretanto
procirou a commisso saber odeaino de taes
quanltias, e nao Ihe foi possivel por Ihe dizer o
coratnandante do corpo provisorio terem sido
levaqos da caixa os livros e mais documentos
pelo pommandante do effectivo corpo quando
t era 2[l de novembro parti para o sul do im-
periocomaala dreia.
Da publcago d'essa parte do parecer, v-se
qne a | commisso nomeada nao teve por m
offender ao coronel Alexandre ; mas sim cara-
prir com o seu dever.
Lea agora o publico o document infra trans-
cripto, |6 ,ver que o allegado pela commisso foi
evidentemente provado. Ei3 odocumeato :
TetMo n. 124.Aos tres dias do mez de maio
de 1865, foi congregado o conselho de adminis-
trago do fardamento em sesso extraordinaria,
para dar-se balango no cofre, por ter asspmido o
Alexandre de
< Procurou anda a commisso saber o destino
que teve o producio dos instrumentos perten-
< centes a muzica do corpo de pojicia vendid -
para a muzica de um dos batalhoes da gnard.i
nacional do Rio Formeso, neohuma informa
gao leve; senlo que com eeiio a venda se tinn i
effectuado mas quo se ignorava o deslino dad
a seinulhanle importancia.
Esta parte do parecer foi anda confirmada per-i
commisso nomeada pelo Exm. Sr. bario du
Villa Bjlla, e composta do Dr. Deraostbones Lobo.
Hypolito da Silva, e Marromiro Pancracio Pereira
dos Santos, em seu relatorio reinetiido a presi-
dencia em 15 de outubro de 1867, ibi :
Tivemos todava de precurnr na escriplora-
< gao o deslino dado ao producto da venda dn<
instrumentos da muzica de que f.illa a referida
commisso. Nada encontramos a tal reverto
apenas se nos disse que corria haver se eni-
pregado sse produrto na illumingo feiti
por occasio da estada de S. M. o imperador
nesta provincia : no entretanto, no balasto da
thesouraria de 1359 1860 figura dependido
pula thesouraria com essa illominagie 204* >
A tprcera organisago a eguinte :
Ni desejo de proceder a ura exame minu
cioso, requereu o obteve a commisso que
fossem abertos em sua presenga a arca forir
t o os archivos do corpo de pulcia ; e cora
8*1(0 assim se fez, lavrando-se os termos sob
ns. 11,12 e 13. A simples resenta doquef.i
< incontrado pela commisso. e consta de Hmm
termos, revela a neces>idade de medidas energi-
< cas para evitar a reprodiicco de taes abaso- :
innumero livros com folhas arrancadas e
t criptos em poucas folhas com grande numen
( em branc, e para o mesmo lim a correspo-
dencia olllcial em perfeita desorden) : pro
< ces-os de disciplina com folhas arrancadas o
i inudlisadas ; a falla do livro niestre, eis o qn
< a commisso encontrn.
Os documentos que abaixo publicamos compro-
vara o que pela commisso foi dito; e elle to
assignados pelo commandante e ofliciaes do cori
provisorio que se achavam presentes na aberiur*
do archivo e arca forie do corpo eftVcvo.
Nao foi s commisso da assembla provincial
que encontrn os abusos referidos no archivo a
escripturaco do corpo de polica effectivo : tam-
bera a que foi nomeada pelo Sr. baro de Villa
Bella os referi em seu relatorio j citado, ibi:
t Pelo exame que filemos podemos avs liar Qne
o mais, que agora conseguiramos, seria confir-
mar, se preciso fosse, o que disse a comms*o
< da assembla em relago ao estado lastimoso d
< archivo. >
Termo da abertura da rea forte do corpo de
polica. Aos 10 dias do mez de junho de 1867.
nesta cidade do Recife, no qnartel do corpo de po-
lica desta provincia, onde se achava presente a
commisso nomeada pela assembla provincial,
afim de examinar os livros do mesmo corpo, o ma-
jor commandante do corpo provisorio Franeiscn
Antonio de S Brrelo, o fiscal capito Miguel 4a,
Fonceca Soares e Silva, thesoureiro oapitao Loii
de Franga Mello Jnior, e alferes secretario inte-
rino Manoel Aprigio de Moraes; sendo ahi a pre-
sentada a arca forte do mesmo corpo, que so acha-
va devdame.ite feixada, foi ordenado pela mesm;t
commisso a sua abertura, o que sendo execatad >
foram encontrados os objeclos seguintes : dons li-
vros. a saber, um destinado para se lancar os ter-
mos do conseibo de admini-trago de fardamento.
aberlo em 9 de Janeiro de 1854, escripturado at
fK 146, sendo que II. 77 se acha o termo
n. 64, e II. 77 verso comegavam os termos
com nova nuraerago, e o ultimo termo sob n. 104
laucado em 6 de outubro de 1863, tendo final-
mente licado em hraneo neste livro as folhas desde
146 verso al 188, que a sua ultima alera da do
encerramento. E outro livro destinado para so
langar as contas correntes da receita e despeza d<*
conselho de administraco do fardamento, alien >
no 1 de Janeiro de 1854, omegando a escrioiora-
ge no verso da II. n. 1, e lindando na fl. 199, sein
a conta correte do estado da caixa de administra-
gao do fardamento relativa ao mez de outubro de
1863, apezar de haver a II. 209 anda em branco.
Finalmente foram achadus diversos macos do do-
cumentos tendentes diversas despezas fintas pala
caixa de fardamento, os quaes foram divididos por
annos, embrulhado e lacradro com a assignatura de
um dos raembros da commisso. Feilo o que fo-
ram entregues ao j dito commandante do coroo
os dous livros cima referidos e mais os ditos do-
cumentos em treze macos, sendjo doze tendentvs
aos annos de 1854 1865, e ura de papis avuKs.
E concluida pur esta forma a abertura, mand >u
a commisso lavrar este termo que vae assignado
pelos seus membros e pelo commandante. fiscal,
thesoureiro e secretario do corpo provisorio de po-
lica, e eu Antonio Soriano do Reg Barros, uraj-
eante da thesouraria provincial servindo safe a
commisso o escrevi. Maxiraiano Lopes Machad).
Gaspar de Menezes Vasconcellos de Druramond.
Joo da Silva Ramos.Francisco Antonio de Sa
Brrelo, major commandante.Miguel da Rraeaea
Soares e Silva, capito tiscal. Luiz de Franga
Mello Jnior, capito thesoureiro. -Manoel Aprigio
de Moraes, alferes secretario interino.
Termo da abertura do archivo do corpo de poli-
ca.Aos 11 dias do mez de junho de 1867, nesta
cidade do Recife, no quartel do corpo de polica
desta provincia, onde se achava presente a com
raissao nomeada pela assembla provincial afim de
examinar os livros do mesmo corpo, o najor coro-
mandante do corpo provisorio Francisco Antoni
de S Brrelo, o fisc?l capito Miguel da Fonceca
Soares e Silva1, thesoureiro capito Luiz de Franca
Mello Jnior e alferes secretario interino Manoel
Aprigio de Moraes, sendo ahi apresentado a archi-
vo do mesmo corpo que se achava devidami-niH
feixado. foi ordenado pela mesma commisso a sna
abertura, o que sendo executado foram encontra-
dos os objectos eeguinle : ura livro de relago du
mostra aberto no Io de junho de 1853, tod es-
cripmrado; um dito de deslrbuigo de fardamen-
to aberlo era 17 de setembro de 1853, escriptura-
do at fls. 89, sendo a nlma escripluragao em 9
de maio de 1861; um dito de relago de mostra,
aberto em 17 de dezembro de 1864, escripturado
at lis. 31 verso em 1 de maio de 1865; um dito
te-corouel' commandante em ^oosequencia de
de haver sido exonerado do commando o lenente-
coronel Sebastio Lopes Guimares, em virtude
de portara do Exm, Sr. presidente da provincia,
datada de 2 do corrente mez ; e procedendo-se o
balango conheceu-se existir em caixa a quantia
de 11:70#223, sendo 7:530*723 era dinheiro, e
3:739*500 em documentos; a saber, da quantia
total que existe em dinheiro e documentos, per-
tenee :530*053, ao saldo do fardamento, e.....
5:740*170 a thesouraria provincial, que os abonou
para adiamntenlo do saldo das pragas destacadas
e em diligencias no interior da provincia. E nada
mais tirado o concelho tratar, deu por noda a
sessio, mandando lavrar este termo que assigna-
rara todos os membros presantes. Eu Lniz Jero-
nvmo Ignacio dos Santos, tenentesecretano o es-
crevi.Alexandre de Barros Aibuquerque, tenen-
te-coronel commandante.Sebastio Lopes Gui-
mares, tenente-coronel. Jos Pereira Teixeira,
capito vogal; Francisco Antonio de Sa Barrete,
capitn thesoureiro ; Francisco Borges Leal, ca-
pito TOgal ; Jos Antonio de Aibuquerque, te-
nente-TOgal ; Thomaz Rodrigues Pereira, tenente-
vogalji Joo Eduardo Pereira Borges, lenente-
vogal; Joo Pereira Lagos, teoeote-vogal.
(Continua o parecer da coawuusao da assembiea)
commaado d'esle corpo o major ire.- -- --- -
Barros Aibuquerque, que foi nomeado teen- de registros de prets,.aberto Ufa^aeteinb.oda
1853,' escripturado at fls. 131, sendo o ultimo
prel de fardamento do Io ao ultimo de maio to
1865; um dito de registro das pragas das compa-
nhias, escripturado at II?. 99, sendo o ulliro re-
Sistro de Manoel Gomes dos Santos, engajado fin
de julho de 1865, (cando em branco at II>. 414 ;
um dito de registro da esealla do servigo, tendo
principiado em 18 de marco de 1862, escriptura-
do at fls. 154, e em branco desta fl. at 199, sen-
do o ultime termo do 1 de maio do 1865; um
dito de ordens do dia, escripturado at fl*. 15 ver-
so, estando em branco at lis. 300, sendo a ultima
ordem do dia de data de 10 de junho de 1865; om
dito de ordens do dia aberto em 1* de outubro de
1861, escripturado al fls. 70, estando em branc;
d'ahi at fls. 200, sendo que a ultima ordera d
dia sob n. 1404 de 8 de fevereiro de 1865, esja
comegada e nao eonclnida; um dito de ordens do
da aberlo em 11 de setembro de 1852, todo ts
cripturado, sendo a ultima ordem do da -ob-n.
1411 de 17 de fevereiro de 1865; outto aiiode
ordens do dia, aberto em 7 de novembro de 1860,
escripturado at fls. 148, sendo a ultima ordem d.
dia sob n. 51 de 9 de Julho, a qual nao se acha
concluida, e est em branco desta fl. at 312 ; om
dito d registro dos prets com 200 fls., tendo sido
lescriptundo at fk 28 verso, sendo o ultimo pret
*!


mm
lA-
de Pernambractt Verija eira 20 e Seleiiro de 1870
4
do ultimo de abril de 1865; um dito de relgaadj
mostra aberto om 1 de setembro do 1864, com W*j
fls, sendo e o ultimo ter-
mo do i* um dito do registro
dearnum. aberto em de ou-
Kb< ,u de encerramento ssig-
nad de reghlro. das pracas da 3' co npanhia, seto estar
todo numerado, e eeripturado tnicamente al O-.
90 wrso ; nra dito de relacSe* de moetra todo es-
criptur.tdo, abeito em Jde aireo 1859; d dito
daj-scalia do serv- en 1* de abril d*'
1837, lodo escripturado; um dito de destnMrtcito
de faldamento, aberto em l de janho de loo*
com 236 fk,-escripturado ate ts. 132; um diio
de registr de oideus do dia, abarlo em de ou-
tubro de 13 sem estar o lormo de encerramen-
to assignaJo, com 202 fls., eseriplurado at fls. 84
verso, sondo a ultima nrdoin do di sob e. 1451 de
20 de abril de 1868; um dito de rolacdes de mos-
tra, aberto, encerrado e todo escripturado; um
drt-i le rectros de offlsios do governo, escrip-
tnrado ate ds. 341. nc.iodo em branco d'ahi al]
31S, Mndd o ultimo offieic de 13 de jullio de 1868>
tim dito.! asea la do orvico aberto mai: nao en
errado, com 137 folhas, escripturado at follas
111 em pruneiro de juuho de 186o; um dito de
registro de offlcios par* o che fe de polica, abTto
t-ucerrado, corn 300 Tullas, escripturado at To
Ibas 124, sendo o ultimo oflkio de 4 de oaiubro
de i3G5; um dito de registro do diaereio, aberio e
encerrado com 248 folhas, escripturado at folhas
18 verso, ten lo alguinas-tblh.ts sellas; um dito de
relacOe* de morir aberto ucerrado e todo es-
cripturado ; um dito de registro de prets, aberto
encerrad', com 238 folhas, mcrlplurado at fo-
letas 98. sendo o ultimo termo do ultimo de unho
de 1865; um dito dito, escripturado at folhas 115,
com (65 folhas, nao se conlucendo o seu misler
por estar ananeada a faina d'aOertwa e alio en-
cerramento ; um dito de partes de disenso, aber-
to u encerrado, com 217 folhas, escripturado at
*iHta 18, sendo o ultimo de 5 de mato de 1865 ;
mu,dito da seccao urfcana sem ser aberto nem en-
cerrado com '300 olbas escripturado at foihas
121, sendo o ultimo termo do primeiro de abril de,
18G.*; um dito de registro de dffleios para diver-
sas autoridades, un 348 tornes, e escrpiurado
at fls. 41 verso, sendo o ultimo offlcio em data de
2 licios com a presidencia, sena *er aberto nem en-,
cerrado, com 310 folhas, escripturado al Rs. 1-42,
sendo-o ultimo oltlce de 31 1e oitiubro de 1863 ;
un dito de escafl.i do servic*, aberto, mas nao en-
cerrado com ttP tomas, escripturado a lis. 126,
sendo o bltimo termo de 4* de agosto de 1864 ;
ura dito de desiribuicao de farda meo te, aberto e
enterrado com 14 folhas, escripturado at fls. 30
verso, em 18 de abril de 1865 ; um dito de re-
gistro de mappas diari s, em estar numerado nem
rubricado, sendo o ultimo termo de SO do.joaho
de 1858 ; um dito de registro das praca* dr. sec-
cio urbana, aberto e encerrado com f0 (olhas,
escripturado at lis. 25, um aito de relacao de
iuos:ra aberto encerrado com 3*0 folhas, es-
cripturado at folnas 65, e o ultimo term do 1 .
de julho de 1865; um dte de partes de disered
om 2'Jfl folhas, escripturado at fls. -13, e datado
de 1865 sam desigualo do da; um dito de re
fistro 4e prets, aberta, tendo sido arrancada a fo-
llu do encerramento cora 231 fotnas, lendo s\Mi
e-cripturado at H-. 145 verso, e em>l* de setem
br.i do M66; um dito de borrifes derelarfto d
i'oinareas sem estar rubricado, e "criptnrado l-
timamente em 2de*3osto de 186c.; um dito de
r't'istro de servico aborto, encerrailofl escriptu-
rado ; um dito de regi-itro de armamento, aberto
f encerrado com IM folhas e t-scriptiKado al fls.
71, e o nlUmo tertne d 1 de jamo de 1865 ; na
dito de 4estribnit.no de fardawento, aberto e en
cerrado com 236 fomas, escripturado at di 127
e o ukiftij tormo do anno de 1H65-; um dito de
relacao de mostr.t aberto, encerrado e escriptara-
do, um dito d'ordens do dia, aberto e enoerr*do
i-otn 29 folhas, < escripturado l fls. 29h; um
df registro de esealla do servteo sera estar
aberto antu cmiMhntlo e unan' todo escri.rttarado;
u-ii dito do estalla diservifji, sem-star nserto,
1 ixirisim
todo eseriptnrSda tolde a
.lo de 1861
es >m 200 folba
ni dito da rogi?;
escripturado ; na diin 4!
os olllciaes do corpo, todo cscriptul^^^^H
de etembro de 1853, 2 de julho de 1864
dito de registro de armamenlo *om \00 follias
crinlnTado at di. 2o ; um dito de re >
mostra com 300 IWtus, escripttrado 'folhi
105; um dito de prets todo escripturado, ti
sem termo de abertura; m tto do ettaMft do ser-
viro todo escripturado; um dito de notas; um dito
de registro da fardamento com 199 folnas; escrip-
turado al fk 85 ; um dito de registro de arma-
mento cwn 100 folhas, escripturado at fls. 7S;
um dito de dito de arroameuto com KW tolhas, es-
cripturado al tls. 74; um dito de inapoas dia-
rios om 400 folhas, escripturado at fls. 229 ; mn
dita de registro de ai mamouto. com poucas (olhas
em branco; um dito 1e mappns diarios sem estar
numerado rubricado e aberto, esm poucas folhas
em braceo ; um dito de dito lodo escripMirao ;
um dito de prets com 200 folhas, al folh.is 30 ;
otu dito de registro deordens do dia, todo es-
cripturado um dito dito com 200 folhas escrip-
turadoat folhas 86 ; um dito de destribuicio de
farLamonto, com 149 folhas, escripturado at fh.
18 ; um dito de registro de fardamento sem estar
aberto nem encerrado com 150 folhas, esriptura
do al fls. 3S; um dito de relarao do mo*tfn sem
ter o termo de encerramento a-signado peloj:om
mandante, o)m 30"lis. ecriptuado at fls. w, os
juaes foran arrumados.
Feiu o qne- focara entregues ao j dito cbm
mandante do corpo.
E cjncluida por esta forma a abertura, mandou
a cointaiso lavrar esto termo e,ne vai assipoado
pelos tbesoitreiro e secretario do corpo provisorio de
policia, e eu Antonio Suriano do ego Barros, prt-
licaue da thesouraria provicial, servindo ante t
co'nmissao, n esorevLGaspar de Meoeies Vas
coneellos de Drummonc!.Maxinano Lopes Ma
ehauo. Joo da Silva Hamos.- Fraaci>co Antonio
de S Barretu, major commandante.Miguel da
Fenceca Soares e Suva, capiti > fiscal.Luic de
Frauca Mello Jnior, capitao tteaonreiro.Manoel
ApriRio i*e- Muraos, atieres secretario
Ui punlicacao de lies dorameolos de fcil
evidonen coucluir-se; primeiro i|u nao podia a
presidencia consentir q*a o coronel Alexaadre
reassumi*se o commaodo do coran de policia, sean
ter plenamente explicado os factos cinsisitentps
nos doui pareceres qae temnf poWicado: segun-
do, mas esto compmvados com docamedos irrefra-
gavais : terceiro, que o proeedtmento do presi-
dente da provincia iko poda ser diverso do que
tewe o Sr. Assls Rooba, a meBos qae ne nao sagei-
Usse a juu e merecida ceusura.
'Oefendn-se o Sr. coronel Alexandre : mnstre a
maneira porque despeirdeu a quanlia qae'lhe en-
tregou o seu antecessor: diga quem l.n o causa-
dor desse descalabro qne se encoatrou no archivo
do corpo sob sen eommando : d a razio porque
4vou us hvros do corpo de polica qae alias de
^Hwoa
baje
publica.
Iiacbardltfraiiisto de A
lar de jui do dircito da t> pjar. <\m
ament r. -cmregue a Ijus cpd
exerce com escndalo inaudito, d Tpreforneia, a
prossao de agrrcfiltor de aJvogido das p-i
que litlgam, qer n seu, qor no \i manicipal.
K assim qne vemas com esia^tWcao elle sabir
de su* casa, as 8 h iras do dia, nwitsdo em um
guapnmnte, adquirido en o-tnortlheio.*rigir-
9.e5 snls lav:unras. <1 )ap prxima.-, e
donas vomar as t un 5 boras d* takLi cvip grave
prsjuio da juUca du par*an.qu., ou-sa vem
forjada-, pira obUr um despacho, i levar peona
o tinta ao lugar de sens roeados, -ot a abandonar
sua pretencao, porque o Sr. Franciio de A
Barros, cun a insolencia exclusiva dj sua pessea
o cor, repeile com gritos, insultos e injurias, pro-
prias de urna qu'Uandeira, os ijuj o prucarsm
aquella hora de tolla de seu re vi u deppis de
sen pleiMido jamar.
E' assim que vemoi o Sr. Frandsfli de Araujo
t tambera foi ouvido;
QOin') nH ter a <* egulntes :
ata por
a prisa) provo-
'atnrea.
; k'tbeas corpus
^^jo, claro como a lut men-
^Hh'1 a menor durida.
" l,HP*"fl Pernambuco urna ordara il-
le?*,5k8aC?t* ?' n5 d9V9 8er curaprida sta do
arL 143 do cdigo criminal.
Creio, norm, que foi mal em emittir juizo a
rospelto da qnesto, poi? de. conformidade cora os
prrastmos do aviso de 7 de fevereiro de 1856 e cir-
colar de II de ontobro de 186j, repetidos na re
solucao de eonsulta^de 10 de fevereiro do correte
anuo, pertence a jurisprudencia dos tribunaes qae
a devera decidir nos caioa oceurrentes./. M. de
Alencar.
A scelo depois de ter examinado todos os do-
cumentos juntos dic que est de ccordo com ss
opinloes ospost is
. Com effeito o recurso do habeas-corpui, com)
em todos os paizes se tonrentendido, como resolta-
do estudo e combioacio dos preceitos do direifo
criminal, da ttieoria e pratica das leis, que devem
ser observadas em harmouia urna com a oulra-,
e nao em contradjcrlo e hosiilidade, s tem lugar
durante ajniciacao e curso do respectivo procos
so, e nanfia dep qtio nmi seiitemja em ultima
aleada, oa passad v em julgado. tem lirraado a de-
Barros assnclado nm advopado de stn raro, vtil- -cisio, applicido e constituido o diroito, ou pena.
viam flear n<> archivo : jusiitiue os seus actos e que, lecho I
go, Dr. Consciiiim vendida, tf vivla (wra ala
cando farinha para seu* trab_.oadores,;eora escar-
neo de (odos que teem a desrii'.a de dnthori: lo e
reclamos da pobreta quo sent earostit desse ge-
nero pela reduccao que delie faz aquelis Dr- Gons-
ciencia Vendida em nome da firma leronnno,
Barros A C.
E' por duii.iis infeliz a comarca do l\lar, lendo
como sen principal agento de jostica am.juiz da
tempera de Francisca de Araujo Barros que, aber-
rando de ledas os principio asoosefbados pela
razio e experiencia, aTasta-se deltas para, em vez
de dar liooes de uvita e de moral, presar a cor"
rupcio e iraraoralidade, e eotregar-se a loda a or-
dem de actos em que possa visluabrar o sorJido
interes-eessi u:itca mola de seuwraoao.
O bacharel l-'raueisco de A rujo Barros nao
hesita ua oscolha do meios para levar efferto
seus desejos de enricar, embo mendiguen) a
viuva, eu|o filho o seo onico arrimo, a inulhw
casada que vive do honesto suor de seu marido e
gema sob o peso da prosiimicao, a orphaa, eujo
nico amparo um irmao solteirotudo pouco.
O br. Francisco de Araujo Buros exelamava :
Hei An ser rieo, bal de reiirar-me ricr desla
amara !! A' pandes partloaras hei de tribuir
toda a sorte oe at.euiados qna emprejjii. mitas as
tropelas que uxeren \ miiUa face n*i corara
jamisa orru|ieip a lem ouilotadohei de.sor
rico. Atro|j(ileiti-n; as autoruaaes de Itamb, por-
que pela sua honradez s wr mim coausiada e
pelo conheeiraento dos meas planos e vis ardiz
nao me auxilian! era ramis desejos, nao me remet-
traballiadores para etgrossar o numero dos
fi|ue cunvoacido que o. conservadores procuraro
attende-lo; em |u*nt i, porm nao o lizer. nem
elle nem os seus defensores da Informa, podero
1 ferir aos seus adversarios.
Basa o que temos dito, e se &r preciso elucida-
romo mais alguns pontos.
Pao d'llhtt 1 de setenhro e
fSJO
SI) SBI.OA0) VSLIIO
Decididamente estou em pessimos lenres 1.....
Pelo que escreveu V. S. no Ijheral de 15 do cor-
renta, mosira conhecer-me, c rao as palmas de
suas luvas : aquella postb_\ dupla, Miras garrafaes foi darapu^a talhada por raao de
mestre, e que me coube com urna exaciido ex-
traordinaria......
Mas bem feito ; que necessidade tinba eu de
diter a provar (ue os escriptos de V. S. eram nm
i naneado e encerrado, sendo o okimo torta* do [c,,nlM*" nojento de calumnias e injurias; de bis-
! de janho de 18C5 ; nm dtod-- relaoOes de mos [ ^11-eI"1i? *??!!vfiin 'H'^? de mostrar-se
ir:4. annttav encerrado o e-cripturado ; um dno de
inappas diarios, aben, encerrado e escriturado ;
nm dito deordens do dia, aberto, encerrado e todo
ascainMrndO ; um Alto de registro de prels, ober-
t" encerrado com 340 folhas, escrifiturado at fls.
147 emago^o de 186o; um (lili de contracto da
msica -sera ajiertnra nem oacerrament ; um dit i
da canta e despega de fardainsnft, lodnescriplu
radn, em estar aben, numerado, ruoncado e
encerrado; um dito de dr-in!i itra i do fardaueo- '
te, rubfica*o e encerrado com SOfollias, escrip-
lamdn nnicamento ule tk 77. un dito de reisiro
da MOjia urbana, aberto e encerrado sata 50 fo-
laaj, eseripiurado at S4 verso ; um dito de
r-lai.ii do mostra, sem estar xfeerio, com fc<8 fo-
ai* n t-i e-criplnrado at fls-Sfi; um dito de re-
u -i ni (i >o.-c3o urbanx. sem estar aberto, cora
">> K. escripturado at fls. 25 verso; um dito de
regirtr-i de armamento, aberto e encerrado com
100 futen<. e escripturado ai-tfs. 68; nm dito de
toajinas riiaffo> aberto en:-erralocom 109 folhas,
a < rintorado at fls. 131; un dito de registro
' ''.i-',a do servico, aberto, encerrado e escrip-
'nra !.; um to de esealla do servico, aberto, en-
ojmdo e e-icnpiurad ., um dito de carga e des
cirifi da seceo urbana, sem estar aberto era
,-,_-;( fo, e,om 100 folias es.ripturado al ffs.
S; um dito de relaces denmstra, aberto mas
nao eneanrado, (-om a uumertcu toda errrada, e
es-Tipinradoai lis. 124 em \f de julho de 1865 ;
-um diio de parles aecusatorias, aberto e encerra-
do com S46 folhas, escripturado al fls. U; 12
niassos de partes do estado-maior de 1864; 11
macas de parles do estado-roator de 1865; 12
ruacos de relacdes de mostra de 1861; 12 macos
lariies de mostra de 1863; 18 ditos de relacde* de
m.isira le 1S64 ; 4 ditos de MtifSe de mosira de
1865 ; 58 regulamenlos da forca policial; 144 ma
ir.,- iiiseibos das pravas do carpo de pocia ;
nm maco de mappas : um ma^o de diversos r-
iuerimentos a infornwces de diversas autorida-
des ; um mapaa 4a edirega do-carpo ao lente
coronel Sebasuao Lopes Gutmares; um maco
d oilicio ; 3 macos de ag*jaie:ito ; um maco
ue papis relativos a casa da orden, com 1S4 da-
o nentos; um maco com cantas dacaixa dofar-
(Uuenlo e ontras papis relativos ao corpo ; um
unen de correspondencia do corpo ; um dita de
correspondencia do oorpo; 5 macos de mappas
diarios da casa da ordem ; i maco de diversos a-
pis ; 1 dito de partes diversas ; 1 dito de docu-
mentos relativos aes engajamentos.; 1 dito de par-
tes de pagamentos ; um majo detit de olfios de
-soldadas; 1 dito de papis di versee ; um maco
de relacoes de fardamanto ; 24 macis de corres-
pannnnnia oflloial com a presidencia e outrasauto-
idadas ; ura maco de papis da casa da ordem ;
l dito de propostar; ura dito da copias de offlcios ;
uio dito de mappas relativos ao fardamento ; um
maco de copias de educios; um dito de offlcios ;
1 dito e copias de offlcios; 2 livros da notas ; 1
maco de papis sem unpcrtancia.um asaco de san-
ios e senha do ajudamv de ordeos do presidente;
..- aaans foram arrumado-. Feito o que foraiu
entregues aoja dito commandante da corno.
!: concluida por esta f .rraa a abertura, mandou
-i conm.ssao lavrar este termo, que vae assignado
kous membros, e pei- commandante flscai,
lurdn e secretario do corpo provisorio de
indicia, e en Antonio Soriauo do Reg. Barros,
cante da tbeswararia prosiocial^serviado ante
a comnsUaio o escrevi.Gi-par do Manazos Vas-
Cinc los do Drumawnd.Maximiano Lopes Ma-
liado.Joao da Silva Ramos.Francisco Antonio
-Je S Barr;io, major commandante.Miguel da
Pancera Soares e Silva, capitao lisca!.Luiz de
Franc Mello Jankir. capitao thesoureiro.Manoel
rigi de Morae^, alferes secretario.
vielima de persegaiQoes constantes, para assim
merecer a estima e compaixao da seus amigos po-
lticos ?..
Agara sim estou bonito : tlao ha padre de boa
vida, que rae ahsulva de um peccado lio grave ; e
come nao teuho ootro remedio von mostrar-me tal,
qnal son. antes de ver o meu retrato era letira re-
donda o feito por um pintor t;io desasado.
Pois, slm senli ir, nao lenho duvida alguma, ea
son nt mesnio ; pode ear certo de que, contra son
tomnvil aoMitme, disse desta "ez urna verdade. E
anda para maior prova de que nao se enganou,
fM>50- lie qae leia com atten-io a segninte glosa,
inspirada pela feitura do seu bem elaborado ar-
iga.
'MOTTE.
O domCarlos enlnvado
Escreve p'ra o Liberal *
liU&A.
9te mando esl virado 1
Aao ha mais que duvidar,
Pais quer ao povo mandar
0-dom Gartt* enturado ;
B como Vtlh toldado
Capa que o encobre mal
Vai por giste capital,
E sera auxilio d'alguem.
Sem me-rao^mhar vintem
Etcreve p'r 9 Liberal.
Tintad que tal naoacha que est boa ?... Fa-
cn itia que a de ter -gosiado supinamente... Pal-
vez Jhe saiba melb r do que a historia do nvetni-
samento de seus movis pelo criminoso Ignacio
Gapo. nana que taato se eneommodou. Pois olhe,
eu s faUei-em tal cousa, por que pensei que nio
offeBdese ais metmdres de V. S.: se o oflendeu,
Desle l o meu pescoen e corte o seu.
en asjim me podriam llear querendo bem la-
dos as conservadores deste termo, aos quaes tan
injusamento tem offeadiJo em suas correspon-
di-naas.
Agora que V. S. ja deve estar bem convencido
da ienlidade de minha pessoa, nao tenha mais
coo'tanrplacao.: arrume em d bordoada decgu;
e acredite, qut; por isso me ficarei s>rapalhisan4o
anda mais. Acabe cona esses pannos raernos;
caustique-me em regra, e entio Ter como nos
tornaremos ntimos amigos.
Creia que eu esuva dondo por essa deseoberta,
se ella nao fosse feita (m tanta presteza, era capaz
de morder-m do ra va, ou eatao com o jesuitim,
luo me earactensa, ira pessoalmente dar-me a
conhecer, muitombora corresseo risco de encon-
trar peito paito com o assassino Ghristovao, o
qne, para follar a verdade, nao era das melhores
rendez-veue.
Apezar de todo-esse meadesejo, Ib* afllanco qne
' Prometi m.near juizes de direito .Jos Ta-
rares, meu socio e prinapal imitador advogado,
Antonio Beruardmo dos Santos, quem j yenloai
suas innmeras raiaa, e s epithetos que i ha. lan-
cer em rosto na casa da cmara municipal e em
au liencia publica, quando promotor, porque co-
nheceu mea gamo e mim associon-se, e tim-
bera ao Apteginho ; e;t cem a condicio de ca-
sar cora a miaba bastardinha, e aqnelles de se
propalaren) autons dos artigos que escrevo con-
tra as autond ides de ltimli, dos em qne me efo-
gio e me eng.-aadco, e, linalmenle, dos versinlios
em que, descrevendo-me em carne e osso, faco l-
lusao ellas !!! .
Nio ser essa a -verdade, Sr. Fran.-iseo de Arau-
jo Barros ? S. 8; fot capaz de negala, ainda
mesmo na existencia de ma de nen testeiiio-
nhas oculares, e a opiniao publica que a procla-
ma?
Sao paixoes polticas, inveja de minia intelli-
geacia, dir S S. Os homens sensatos Ihe ftt n
justicia, asseverands as proposiedes que emitlimo?.
Vamos ndiante.
O Sr. Francisjo de Aranjo Barros ha de enri-
car, os seus de.-ej a se realisarao t ahi estao emeo
roeados de algodo, sendo um de 300 bracas ^la-
dradas, feito sera o mem r dispendio, alcm da co-
mida ror nm esi|u-i.Iro de qnarenta e tantos tra-
balbalores, muiUis do^uaea ladrees de eavalios,
saltos por kilieis corpa* requerimento do seu
socio o adv.ijjad.. Aotom > Bernardina dos Si
a grande qoa -. i-Jad- de anths leiteiras, d.itis mil
e tantos ps tle abicaxis, roeados de roca e de
canna, e*ie< no termo de ItambJ. ura sem nume-
ro do per: a galltnhas cspalfiados em'gran le
parte por nYiretHe* qumia^s (Je gnela) por no >
eaberem no seu ; a eoaipra quolidiana (sem ii-
oheiro) He leite para junio ao de suas vaccas ven-
der contrafeit mi eara agna por ignal praca ; ss
cargas a acucar, quintos de vinho. cligas de
mel, vendido relalho na feira com inhameon
macaxeiro, de ^u? tera grande fartura, por or-
ihaos da sama rea, que Ihe servem gratnianienie
de criados;, as podaras e os aeiugues ; os esari*
vaes que firmados ua sua honrada palavri entre
gam-lhe justiRcacoes e outros papis forenses,
sem que al o presente tenhm recebido suas cos-
tes ; e dos mais f laeetonarios, ele, etc. etc.: tu-
do isso convence de que os desejos do.Sr. Fran-
cisco de Ara'.jo Barros, juiz de direito da comarca
do Pilar, bao de realisar-se : elle ha de dirigir os
destinos do i distrito da provincia da Pernam-
buco : ha de erigir a forca no Itamb. para deca-
pitar t dos os conservadores, e aquelles dos libe-
raes que teem o discernimento preciso para co-
nhec-lo, e a felieidade de viver affa-t.ad.is de sua
pessoao typo da venali lade e da corrnpcao.
Negu embira o Sr. Francisca da Araujo Bar
ros, o que. -om n nio em nossa consciencia hn-
vemos referido por raeio de seus comparsas, ele-
ve se as unen- patea elogios que costoma prodi-
galisar a si mesmo, derrame toda sua bils asque-
rosa sobre as autoridades de Itamb, que o des-
presam e nao tomara o seu exemplo o facera pelo
contrario fervoro.-** pre-s para evitar o contac-
to nauseabundo de injuo e prostituido juia que
tirabraem apunhalar a lei e sacrifica-la seu in-
lenssse pela {ames auii <|ue o devora, sciente de
que indelevel a mancha que Ihe est empreg-
nada na loga, o labo da prevaricador por todos
os meios nonssivais de prever o mais atilado le-
gislador.
Nao, Sr. Francisco de Araujo Barros, todos
aquelles a qnem S. S. tem envolvido em seus .tran-
zis e pretendido earoiar no seu incommensu-a-
vel tnanto da eorrupeao, hourando-se com elles
pela f&nte negra dtude enumam, lastimara o seu
comporiaraento, a pagina negra que S. S. repre
senta na historia da briosa a honrada magistratu-
ra brasileira, e soppficamlhe que compenetrn-
dose densa verdade, do ridieulo a que tem desci-
peasa-
Ttiho da abertura do archieo do corpo de poii-
-Aos 25 diasdo an de juntwde tiniJ, nesta
i I,de diHlscife no quartel do corpo de pocia
i provincia, onde -o aohava presente a cora
nis-o nomenda peda assembla pjsriaeial, aflra
vi minar os livros do mssn.o corpo, o major
::indantedo corjto provisorio Francisco Anto-
; Sa Barraco, e lisoal capitao Miguel da Fon-
oares e Silva, inesoureiro eapitio Laiz de
Franca Mello Jonior, ealferes seiretario interino
,-rgio de Moraes; send > ahi apresenlado
nesmo corpo, qne se aehava devida-
ita fechado, foi ordenado pela mesraa eomrois-
i sua abertura, o que sendo secutado foram
erteonirados os objeelos seguinle-: iso macos de
parles io .-stado roakir; 19 ditos de relacao de
sa ; um dito dncaiernos de ordens do dia ;
provincial de 1845, e de 1853 1864 ;
i de pagamentos de ralos sem
..erado o rubrica so coa a mor pan
i branco ; um dito d o escrip
>.mi estar numerado e aba/:, ira dito de
i reoles de rece. la musios
IW i*olhas,eeariptarado at fls. 43; um ii-
vro de caires ndeocia d
I* todo escrlnurado desde i867 at 1863; ura
dita da eorreapoodeucia com o cuete de policia
nunca me passou^ela mente ter a dita de ser des-
mascara-:o por V. S. que, ( perdde a oasadia ) ain-
da nao foi capaz de bem comprebender nm periodo
da lingua porlugueca. escrip nu estylo ais sim-
ples e vulgar, que possivel.
Sem duvida nao sapo a que periodo- aludo; vou
dizer-lhe: Lembra-*e do irecfco de urna das mi-
nhas correspondencias passadas em qne se lia :
nunca' falteiu victimas ao aleivoso missivi?** etc. ?
A etcplicacio d'ello a seguinte: quando tt Solda-
do Kctto nao Injuria aos distinctos eidados, tenen-
te-coronel Lmi Marannao e major Silva Cabral,
lanea-se sabr" subdelegado Flix de Obrara, ,
collector Jesuino Carneiro, o commereiasno Pon-
ciano Leite, etc., etc., com tanto qne tenha eaipre
victimas para o seu furor.
Goroprenaodeu agora 1
Vamos ver se anda mqstifica o meu
meeto!
Acbo bem qne deixe as myslifieosoes smente
para mim, que d'elias preciso.
At sempre.
P. S.Pico cheio de aoriedade espera das
duas imp')rtolissimas noticias qneprometteu dar:'
dore ser cousa de arromba I
Essa proraessi faz com que eu tema e reina an-
da mais do qae crio parlamentar por oecasiao de
orar pela primeira vn.
Quauto ac meu fiel retrato, peco-lhe mmreeida'
raeoie que nao se m trabalho de tirar : pelo
pr rneiro portador seguro, (|ue tiver Ihe enviare
urca das melhores phoiographias, que possuo. En-
tio ver cot o se espicliava redondamente; nio I
por que eu deixe de ser o mesmo, que V. S. ima-
gina ; mas pela difficuldade, que teria em fazer
urna copia fiel ao
Despertador.
do, do que no parlamento por um dos seus mais
distinctos membros cora provas e rrecusaveis e
iacootestsveis da vanalidade e prevaricarlo-de S.
S., recelha-se aos baotalores ; acabado colher,
en carwijfio seus rotados, se nio preferir vendo
los ; pagua oitrabala dores : ajuste snas comas,
que nao serio dtminuteBj cara as enroeceiros e pa-
deires ; resiitua aos nsenvaes o que tem recebido
das partes para pagamento de castas ; satisfaga
aquellas quedeve por si; pague cora uznra o lei-
te pela graude porijo d agua com que o tea aug-
mentad) em grvame dos seus jurisdiccionados ;
entregue as vaccaa as pessoas de qnem a extor-
qao;oonfesse eraflra, e valle para sen torriona-
tala Gata d frica, deixando-nos.na apreciaco
dos hymnos e modiniasimagem fiel de nma pe-
quena parte de seus feltos e de sua pessoawra
que S. S. tem meraoseado es Liberaes de 26 de
agosto ultimo, 2 do careante e antros nmeros
snbsenjueutes, e a-espora da qne nos ruraetta ds l^
o coeapleawBto nades a certo de qae depois disso
pode oontor com e nosso perdi e dos seas.
Bsse pedido que <-om toda solicitude fajemos
nao inhibe o mesmo Sr. Francisco de Araujo Bar-
ras, de continuar na factura daqueiles hymnos e
mo dianas, afios da pdennos confronta-ios com es
qne preparamos retativameate no bello e impor-
tanta episodio d.f ra do Imperador e conoilia-los
non os da D. Liga o. 6 de 31 de ontnbro.
Phebo.
(Continuar>w Este tambera o preeeito pi>s*livo de nossas leis
para quera quer estuda-las e respeita-las conscien-
ciosamente. Ahi est o art. 179 | 12 dt constitui-
cao, qae prohibe a qualquer auiorldade ou tribu-
nal fazer revivar um processo ftndo ; c, na hypa-
rtiese de que se irata, esse orocesso, decidido em
ultima aleada, estava perfeito e completamente
lindo, nao restara sanio pura e simplesments a
execueo do julgado. Ora, esse recurso f-lo r
viver, apreciar de novo seus termos, e emflm fez
innovar o jqlgado dec.larando-o Ilegal e mandan-
do nio cumpri-fo I
Ahi esl a nossa lei de 18 de seterabro de 18S8,
art. 6. e leis posteriores que dechtram que as sen-
teacas crimiases prof?ridas e:n ultima al^adA, an-
da que laborero em autMdade, s pndem ser can-
sadas por meio da3 revistas, e quando sueco la
que a lei nio admita a reviste, ahi est o poder
moderador para peroar a pena a qnem fr injus-
tamente conde.iraado.
Ahi esiao flnaimea ai principios geraes do di-
reito, qne ensinam o qae ama sentenija pasada
em jatgado, ou o v.ilor irrecusavel da omsa jul-
gada, salva ai revlsao exlraordiusria quando a lei
do paiz a admits.
A relaoao, pois, de Pernambuco, no entender da
seccio, atropelloo todas as normas que deviam
diotar urna decisii imparcial e reflectida, e erigi
o jirinjipio anormal e mneacador para a seguran-
ca dos iadividu's e da sociedade, que qualqner
re pode ser tirado das gales. hvraJo da pena ul-
tima, e arada mais de qualquer outra menor, por
tuna ordern de habeos-corpas sua!
A seccao tem sempre procurado manter a inde-
pendencia do poder judiciario, como as libertades
publicas altamente reclamam, tem defendido se.n-
pre a competencia dosse peder na intelllgeuoia
dontrinal da lei pira que o averno nio se consti-
lua assessor dos juicas, ira que evite conflictos e
nie se inirometfa em territorio alheio ; mas d'ahi
nao resalta que, quando hoaver nma violaeao ma-
nifosla da lei, elle deve enernzar os br.tco's!
; Em verdade, desde que a violceo da lei fdr
patente, desde que ella n.io vacille era duvida, des
Ja que nao proceda do modo diverso de entender
a phrase obscura, o testo da lei suscaptiVel d-
diferanles intelligencias, desde enio ahi estao os
attigos lo.) e seguintes do cdigo do processo, 'jue
ule aulorisam, mas Ihe ordenara qne mande
re-ponsabilisar os infractores ,1a lei. 8' mis-a.
diversa, e- qno est de acc-rdn com a attrihnicio
conHitucional do art. 101 7; e 154 da lei funda
menial.
O que a seccio tem notado que estes e entro
factos so verificara sm qae se percebe- nem ao
menos a asistencia dos procuradores da corAi p
rante as relarr.es. AHegarao elles a imperfeico
de nossa lei na 18 de setembro ?
O art 5. g 3." e o art. 1 della sio tio ampios
qnanto revista intentada no interosse da la,
mrmente quando su envolve a incompetencia, que
em cases taes parece que deveriam intentar o re-
curso para desaffrontar a lei de taes violacdes.
E" o tnesmo preeeito do art. tfct do cdigo de
justica criminal da Franca.
E' verdade tjoe }H* lei demanda aperfeicoa-
m'.-nto, e demanda com urgencia. l)e deeisio judicial proferida em nltiina instancia,
|oa a parto nao ixide d'ea reeorrer, e qae simul-
tneamente ha ineompeteoea oo exjesso do po-
der, eumpre qae d a revista.
Vejarse como previdente o art. 411 do dito co
dig francez.
Quando vista de urna ordem formal do minis-
tro da jastiija o proenrad ir ger.il, porania acorte
de Gtssacio, denunciar a seocao criminal neios
judiciarios, d>cises tu jal gados contrarios a lei
estes actos, decisfas oa julgados podero ser an-'
nullados, e os ofikiaos da polica ou os juizes pro-
Cessados, etc.
Desde que ha urna flagrante violaciio da lei, um
excesso de poder, ou iiicopetencia.'o necassario
roprirair o desmando, e ni) deixar os cidadfios
nem a sociedade sera recursos, ou Mateaos.
E' demais esse o meio nico de armar o supre-
mo tribunal de justica do poder neoessario de
manteos tribunaes dentro do respeito devido la
leis e sua germina intetiigencia.
Eis, pois, senhor, o que pensa a seccao. Vos-a
Magestado Imperial, porm, maodara o que for
mais acertado.
Sala das conferencias \ seccao de Justina do
conselho de estado, em 14 de raaio de 1866.Jos
Antonio Pimenta Bueno.Visconde de Uruguay.
Visonde de JequiUnkonha.
llesoluco imperial.Gomo parece.Paco 2 de
jnnhode 1866.Com a rubrica de S. M. o Impe-
rador.Jos Thomaz Sabuco de AraufO
james privilegiados pela mesma constuiQio d
lo, em ciijo numero i prehendidos os
iuizes de direito, cerno so lem entendido e julgado
nos tribunaes do imperio. Pelo mais dos autos,
tenno em eonslderacao o disposto nos arts. 340 e
353 3* e 4* do eod. do proc. crim .julgam Hlegal
nstrangiraento que est soffrando o pacienta,
que se deduz dos autos A., e nullo e incompelen-
lo o procedimsnto contra o mesmo njejejite,.
e por isso nenhum jui.le produzr. Costas
jjfcona. Maranhi) I de julho da iSS.Atbuquer-
qae Mello, presiden te.-sXacrer Ctrqueira.Alcofd-
rado.Rjrigwt de Souza.Ayres, vencido. An-
tonio Saltes.
Como se v havia urna senteuca proferid am
1* instancia, paasada em julgado e c mira a qual
nossa lei nao d parle nem ao meaos o recurso
da revista. Nio havia, pois, meio de evitar a peda
senao na imploracao da graca do poder modo-
radr.
A relncS'Vporm, fundou-se as seguintes alie-
gadjw nuliidades.e sob o pretexto d'elias, resolve o
prefllto do art 179 ,! da censtituicao, suslando
a esecuco de tal sentenca : 1." em nio se mostrar
verileado o impedimento do subdelegado e dos
supplentes anteriores, para que o processanle ti-
vessta jurisdiceo; S. falta de formalidades quin-
to aa juramento da queixa ; a% a questao de helo,
sa o bacharel pronunciara essas paJavras em acto
do sxercicio de juiz de direito, ou em aeld priva-
do ; 4o, queslao de terem os juizes de direito foro
privilegalo, anda mesmo om eriroos ou deiletos
pesio aes.
A secQao pandarar que a priraeira nullidade
nem ao menos fin argida pela parte ou deduzida
no juizo da appellacao ; que a segunda foi julgada
improcedente no mesmo juizo : que a terceira
ante- -
que
um
llnguivet, como tsmbem (resea a suave como a
das propn i respetos lio
agradavel em seu dentado aroma cerno qualquer
oulra esseaea que j i mais nos tenha sido for-
necida, <|uer da Golloai, Pnrs ou Lon-
dres.
Estr pois a sentenca pasuda por (ada a Ame-
ilespauhola, e nos de todo o bomgrido acon-
(Tan la o cuidado o> examinar ver qu<* aa nv-
mes ds Surray e Unmo, s acbam uwcrrptos
sobe;, ireiro e mesmo, impressos
as pr ; n'4ihi.ima ver-
dadeira.)
COWnlERCH).
s quesuo de facto do qae de direito ; e emflm
a qaarta, era vez da ser procedente, contraria
principio de nosso direito.
Qualquer qaa fosse a raeihor solnQao da ques-
tao.'-So convir ou nao que os juizes do direito
resprjudam parante as relacoes por seus delictos
ou crimes individuaos.o cario que era face das
leis ajtuaes por agora 3ao sujeitos ao foro com-
mum quanto aos crimes puramente individuaos.
Didj, porm, mesmo o caso de qne algama des-
sas pretendidas nullidades fosse procedente, pode-
ria arfuella relami expedir a ordem de soltura
part annullar os effeitos da urna sentenca passada
oiJulgada ?
Fjntende a sachad que nao, e para lirmar essa
soliirj'j hasla-lh o preeeito j citado do art. 179
tl iTa le fandamanlM do estado.
Os arts. 3V0 e 35. ^ 3" e 4o do cdigo do pro-
cesto, assim como todas as leis ordinarias, devem
serjsempre entendidos de accordo o subordinado.-
tei constitucional.
Oousajaentemente v-se que as nnllfdadcs que
podpra fundaraaitar a soltura sin smenla aqael-
las (que p ssain occorrer antes di sentenja, ero
1" instancia ; porqae depois .-.< leis do orocesso
dioj o recurso para 5* in-Dncia e a desi linda o processo e causas, silvo o recurso da re-
vista quando admittido.
Querer conhecer e decidir de nnllilade) epois
|iie secteaca pt-sou em julgado, pretender
crear urna 3' instancia, quando a constiiuicao nao
confiece senao duas. E* querer, alm disso, des-
con iecer os caracteres e consecuencias jurdicas
da cousa julgada.
fj dando a intelligencia da lei de ordem judicia-
ria (ple Mr duvhlosa, a seccao v que ella deve
ser deixada aos tribuuaes, e especialmente ao su
preiuo iribnoal de justica, que por meio de re
vis? is iuterpostas pelas partes, e na fal la dell..s
lpL procurador da cora, nos termos da le de
18 de setembro de 188 art. 18, quem deve
mailter a unidide da interprelaoo doulrinal.
Quando, porm, ella clara, e sea preeeito
violado p>r qualquer motivo reprovado, eniao o
goviruo, procedendo nos termos do art. 153 o se-
guintes do cdigo do prootssso, tem o direito de
mandar verificar responsabilid ida dos wizes, e
tem da mai-f o direito segundo a importancia dos
fectbs, medante os tramites do art. i$4 da cons-
titu|5io, da suspende! os.
Ojra, na b^potna$e verteate, houvn, por parte da
dita relaei exsaaso de poder; porquanlo, se-
: leoimstra-to, a lei nao Iha deu facul-
i do Inval dar sentencas passadas em julgado,
e eifisso da poder mais do que simple- erro
seccio accroscentar que, visla a latitude do
13 da dita lei da 18 ne setembro de 1828,
argumento della conclua qne, sempre que
:er In rompetencia ou exec-so de poder eui
*oes judiciarias, contra as quaes a lei nao
^a recursos ordinarios, tara lugar a ravisla no
gun|
dad
A
art.
por
ho:t
deci
ratr
ole;'essa da lei.
1 tamb, 19 de setembro de
1810.
Xo nos^o ultimo artigo, publicado netde concei-
luado Un i/'eren tes faetn
a Becesidade iodecnavel, que tem o sabio gover-
no, que felizmente nos dirige, de mandar o bacha-
Consulta do eoaselbo de estado
sobre babean corpus
Senhor.Maadon Tossa Magostado Imperial que
a seccio de justica do eoeaalbo do estado cansal- autos e
mase com sen parecer sobre o motas aflitodo-, ~"
presidente da provnola Pernambuco, datado de
30 de Janeiro prximo paseada.
Versa elle sobre o fceflo dfl Anvar relacao d'a-i
quelfa'provincia eoneedido ordiWde soltura -por-
va de kabetatorpus a ora roVjne N se aebirrn
Idonnwsnte
enmpriado nata sbten ja,-
em segunda instancia.
Sendo ou taria de esWd.7
fjor
mcMd
a este res
ro Franfj-' ''j^ro^pnra lugar onda [paite condideroa ella laWfnoienleJWngal ene san? jujtes municipaes, marcan
do que poltico e auar-1 da relacao.
Senhor.Mandou V. M. Imperial que a seccao
de justica do consellio do estado eonsulusse co n
seu parecer sobre a materia do-meloso oBcio do
presidente do Marannao.
Serva o bacharel Raymundo Ribero Soares,
juiz municipal dos termos reunidos de laicos e Pi-
eos, de juiz de direito interino da respectiva comar-
ca, e como ento entendeu que Francisco Martms
ds I tocha Ihe iraputava factos contra a verdade,
ou calumniosos, o mandou chamar sua casa, e
dirigi Ihe palavras iujuriosas.
O dito Rocha, pasudo aigum lempo, dirigi
queixa siibielegacia de Picos; esta formn o
processo de injuria verbal e condemnou aquelle
baeharei tres inezes de prisao e multa corres-
pondente metade do teraao.
Interposta a appcllao) da sentenca, foi esta
conrmaaa por outro juiz de direito interino, que
eniao servia.
0 baenarel Rayraaado Ribero Soares, juiz mu-
nicipal do termo, para evitar a priso, relirou se
d'elle, e dirigi sua pelicao de kabeas-corpus re-
lacao do Maranbao.
Esta deferio a pretencao no sentido afirmativo
pela maneira seguate :
Aaeordio em relaeio, etc. Que relatados, exa-
minados os autos na forma da lei, d'elles seroani
fasta ester o-paciente Dr. Raymundo Ribeiro Soa-
res, juiz de direito ntorino da oomaaca de Jaics
no Piauhy, soffrando un conslrangimento illegal
em sua tntoridade e pessoa, em* vista do proeedl-
meoto duplamente irregular e evidentemente unHo
do sappleote do sob delegado de policia da po-
licia da povuacao dos Eics, d'aquella comarca ;
porque dos mesmos aulos nao consta que esteja
verificada a jurisdiccao do referido supplente pelo
impedimento legal do sublelngado o precedentes
supplentes, cfmo dntetmlqa o art. 64 do regula-
mentn. 123de3l de Janeiro de 1842.
2." Pela insanavel nullidade. proveniente da
falta do juramente exigidrrno art. ?8 do cdigo do
processo crimianl, nao constando dos autos a li
aanea ooncedida aos restrictos termos do art. 98
da lei de 3 do dezembro de 1841. e menos que o
procurador tivesse poderes especaes declarada
mente expressos na proeuraco.
3.* Porque o pacienta no exercieio pleno de car-
So de juiz de direito interino d'aqoella comarca,
irigindo nsquexosas oaiavras que a este parece-
rara injuriosas, corametira crirae de responsabi-
hdade classificdo nos arts 144 e 143 do eodigo
pMai. e Por isso fra da aleada e competencia do
subdelegado de pi*ia : o qne tudo consta dos
prova-se dos antecedentes e precedentes
qne deram origen a taes tojorias.
4. Finalmente, porque exercendo como e
ehavae-paefcnte, o cargo de juiz de direito da
comarca de Jaies, nao traba o mesmo subdelegado
de polica eoropetBnei* para o processar e jalgar,
em vista do art 454 da ei fundamental do estado,
*>utrioa do art. 17, 4.' da lei de 3 de dezem-
bro w.wtlji 'egatorotntfc" p. 119 de 20 de oa-
', qae, lii: jurisdiccao dos
. M, marca a forma da processo
para julgamento dos aelictoa ommettidos peto!
b m duvida sabido e incontroverso que a
qna lio de incompetencia ou de excesso de podor,
excede toda e qualquer aleada civil ou penal, por-
que < ques'.iio de valor superior, queslao de
podi:r legal, da ordem e do nteres>c publico, in-
cjn|3stavel e urgente.
Tes sao, senhor, as eonsiJerarii s que a ma-
terii Jo oillcio do presienta do Maranhao suscis-
taraim no espirito da seccao, o cora que em eom
prurienio de uoi dever ela le.n 'a honra de
con altar a alta inielligencia de Vossa Magestade
Irao irtl, que mandar a que for mais acertado.
Sala das conferencias da seccio do justica do
conselho da estado, era 7 de mato de 1866.Jos
Antniu Pimenta Bueno.Visconde do Uruguay.
V>tcoad<: de Jcquitiuhonha.
Rdsolucao imperial.Gomo parece.Paco, lc
de j inho da 1866.Cora a rubrica de S. M. Im-
peris I. Jos Thomaz Subuco de Araujo.
Silanaz Jobo Baptista Tropp-
mann,
Mea difoctissimo llho.Nao estra muito satis-
feiio com ligo. Xestes nHimos tempos tens me
descabert-i muito. Goofejjo que continas gaer-
rear a vjrtu-le e a proteger e praiic.tr o vicio ;
mas em irocodido com pouw prudencia. O que
feito daqnea raansiuao hvpocrita, com que tan-
to- irv:.. lens presudo grande causa do mal?
Sfdie.-aito d-ts trevas, inimigo de toda a luz. nao
po-so prescindir de censurar-te por deixares
transjar-cer os ftns que tende o teu bello es
piritcj; E' preciso mais prudencia, mais tino, meu
fllho I! Lambra-te de que s ara ente vulgar I
Hypoj:risia, inveja, lascivia, Ingrntidaoem algn-
mas das bellas quahdades que te ornam. Com
taes (totes tem direito de esperar muito de hlim.
l)-s:uu-:e. j,ii lagar no primeiro egran do meu
thronjt, quando deixares afeia encadernariio, com
qtwabdas pelo mundo. E para dar-te orna "prova do
) em que te lenho, acabo da nomei?.r-te grao
de moa ordem que pertencem aquelles,
sqnecendo os beneficios recebldos, injuriara
ifeitor.
ENGLISH BANR
)f Rio de /aneiro. Limited
OoscoL-ta lettns da pra^a taxa a cod-
'ncionar.
Rec^Lb diaaeiro ua coala corrate nia,
lra?o 8xo.
Saca vista on a praso sobr as cidadei*
jrlncipaes da Europa, tem correspodenRi
ia Babia, uenos-Ayres, Montevideo, New-
) New-Orleans, e emitte cartas de re4tov
jara os rsteos lugares.
UA DO COMMERCIO N. 36-
Noto banco de PeruambHe ch
liqui.taco. 9e de agosto de
Os Sr. accionistas podem rceber o 7*
dividendo de nm por cento do capital s
quartas feiras e sabbados.
aLF^NDEGa.
'.aadrawuto do da 1 a 17. 513:031*586
dem do dia 19...... 22.6i7#371
54o:678#957
MOViSlEMO DA ALIr'ANBEA
/olamos enlraos cora farandas
[dem idaru cora gneros
/oanles sabidos cora f aaendaa
dem dem cora generas
ti7
-----rt7
148
115
-----26:t
Descarrilara boje20de setembro
Brigue ioglezAaeleltmercadorias.
rigue norie-illamoimnda mercadorias.
Vapor inglezAmazoae dem.
Brigue norte-aeraoHerculesdem,
l'atacho ainericanoCarolinaaera.
Rrigse norte-allemaoJuhn Juliosdem.
Brigu- inglez Diligentedem.
- Na barca ngleza Barbadoes, pira e- Cana,,
elnegaram Keller & C. : 176 saccas cora 12,732
kilos de algodao.
Na barca ingleza Mimosa, para Liverpool,
carrejaran) Manoel Francisco da Cosa & C : 18
saccas com 1,259 kilos de algodao.
EOBBEDOIUA DE RENDAS 1NTJSDLNAS GS-
8AE3DE PEliN'AMBUGO.
'.eadiiiento do dia 1 a 17. 28:531*496
idam do dia 19........ 3:107*105
. 31:658*601
(kWvSLAI'O PROVINCAi.
ttendimento do dia 1 a 17."
dem do dia 19.
62:572*843
11:422*237
73:995*080
apr-'.
mestr
que i
o betj
Traalha, meu filho, trabalha (...
Eu
Relio
reina-lo.
0 TE
MOVIMENTO DD PORTO.
A'arios entrados no da J&
Goiann.t6 huras, vapor brasileiro Parahyba, de
104 toneladas, commandante Joaqnim Jos de
Olivelra, equipagem 14, om lastro ; a oompanhia
Pernainbur'sna.
New-York48 tlias, palacho inglez Cenury, de
de 181 toneladas, capitao A. L. Moigiau, equi-
pagem 10, carga farinha de trigo e outros gne-
ros ; a Augusto F. de Oliveira 4 C.
Navios gurvios no dia 19.
Terra Nova36 das, barca inglza JMefror, de 247
toneladas, capitao Wliam Jones, equipagem 13,
carga. 3573 barricas com bacalbo ; a Saunders
Brothers A C.
Habor Grace39 dias, patacho inglez Babor Ora-
ce, de 190 toneladas, eapiao James Brown, equi-
pagem 10, carga 2600 barricas com bacaUtao ;
a Sanador Brothers A C.
AracaiyICrlias, ltate brasileiro S, Joo BaptisU,
de 64 toneladas, capitao Joaquim Francisco de
M. (iuedes, eqnipagem 6, carga algodao ; a Go-
mes de Mallos Jnior.
Hio Grande do Stil -14 ia?, brigue nacional Si-
gnara, de 1S8 toneladas, capitao Jos Francisco
.Jnior, eqnipagem 12, carga 11500 arrobas
de carne ; a David Ferreira Bailar.
S. Matbeos20 dias, hiate brasileiro Moreno, de 58
toneladas, capitao J. ao Theobaldo das Neves,
equipagem 7, carga 17*'.alqueires de farinha de
mandioca ; a C. li da C. Moreira.
Rio de Janeiro11 dias barca portogueza iasi-
fana, de 239 tonelada, captiao Antonio Domin-
gos Gaio Jolio, equipagem H, carga plvora o
outros gneros ; a ordem.
Navios sonidos no mesmo dio.
Rio Grande dn SulPatacho brasileiro Leopoldina,
capitao Fraunico Jos Prate?, carga sal.
Rio de JaneiroBrigue noroegnense Talesmonen,
capitao Pelyolt, carga parle da que trouxe de
ChristiansunJie.
ECITAES.
te a Ser.-;)
das Trvas
3* epocha do meu grande
ENTE-COROXEL DW.10 D'AQnXO FON-
P.ECA AO SR. DR. ESTEVAO CAVALCANH
DALBUfJEBQUE
Do rrae escrevi foi publicado nu Diario de
Pcrna'.nbt^o preheirer, que eu possoo itocnnrentos contra o
Sr. Dr, Estevao Gavalcanti. A' este Sr. prvoquei
apenas paca .jue explieasse a insinuacHo maligna
que, ni) Jvnl do Recife, parecen querer fazer a
meu umao o Dr. Joaquim d'Aqnino Fonceca; e o
mesmrj Sr. Dr., emjito jornal de honlem, satisfez
o nm lo, do que Ihe agrade co.
A Ijngoagera que costnm'o empregar em meus
escrlplos, e em todos os mens actos, nao deixam
duvida.': e as minhas palavras nao pndiam, e
nem toreram por fim causar impressao de terror
ao Sr.J Dr. Estovan, qne tem animo tac- forte, como
eu, p^ra nao ter medo de caretas; qaanto mai>
que mm isio flz ao Sr. Dr. E^tcvao, porque nao
havia urecisao : e, mamo se hodtBsse, conhejo
que m|3 falta arito e fraca.
Acreditando no Sr. Dr. Enevao, e fazendo jas-
tica ao seu carcter, vejo bem claro qne elle nafl i
tem emn esses gritadores de esquinas, com esses
atrevidas cnlHmniaiores, qne por ahi avtdam em
especu\aaao.
RecN/O de setembro de 1870.
Decio i Aquino Fonceca.
i -
N. IBP.VGA DE FLORIDA DE MRRAY E
LANM VN.Se p simples preijo de ura genero
qualquo", fosse sempre reputado como a medi
da d .co valor; nos sapporiamos que
este jqnbito e delicado perfume e cosmtico era
inferior algumas perfumaras estrangeiras, as
qnaes ja vendida* pornra prico qustro vezs mai<
daquele ouiro, era qaanto qo, sua quaniidade
nao ch na prefazer urna quarta parto coetida
n'uma 'das garrafas da agua de fl rila.
Porm felizmente como possniraos urna maneira
iivre e inJepenJente de formar juizos produzido-
das ev den:;;:~ dos nossos propnos sentido-
teiran .lifferenle.
Tem s frma3 examinado esta rara
. o mais leve escrpulo ou hesita-
re, pronunciamos a sua fragrancia nao s uex-
/
2* secc').Secretaria da presidencia de Per-
nambuco 13 de setembro de 1870.
Por esta secretaria se faz publico para conbeei-
mento de quem iaters?ar possa, o edltal abaixo
transcripto do jniz municipal e de orphos do ter-
mo de Villa Bella, pondo em concurso a serventa
vitalicia dos offlcios de tabelliao e escrivo do ei-
vel e mais annexos do lenno de Villa BeHa, crea-
dos pelo decreto de 30 de Janeiro do .1834.
Os pretenAentes devero apresentar es seos re-
querlmenlos instruidos na forma da lei no praso
de sessenta dias contar desta data.
Antonio Annes Jacame Pirps.
Offlcial-raaior. servindo de aecretarin.
EDITA L.
0 Dr. Angelo Casiano de Sonta Coaaseiro, juir.
municipal e de orpbos do termo de Villa Bel-
la comarca de Flores, provincia de Portambo-
ea, por sua magestade imperial e caastjiactaval
quem Deus guarde ele.
Fago saber aos que o presante edital virera,
qne ahando-se vaga a serventa vitalicia dos cili-
cios de segundo labelliio do publico jndieial e
olas, escrivo de orpttos, crime e > oael, aa-
senies capailas e residuos deste tormo, por morte
do serventuaro que os ecercia, ponhoem abqcnr-
so lita serventa com o praso de sessenta dita
cootar desta dala, na conformidade da lei, am de
que tenha provtaemo.
Entretanto todo aquelle que quizer habilitas-ce
para ditos offlcios, apretenie-se neste Jaizo dttro
do referido praso com seus documentos prompteS
e legaes, folba corrida,certido deidad*ate.
E para qne ebegue ao conheclmento de todos
mandou lavrar o presento edital ora que asaigoou,
o qual ser publicado e ifflxado no lugar do-es-
tylo.
Villa BeUa 32 de julho do 1674.
Eu Joaqalm Gancalves de Lavor Ayree, eseritio-
o eserevi.
Angelo Caelano de SouiaCmsmro.
ConformeiO scrivao Joaqnim Goocaives do
Lavor Ayres.
Peranta a cmara municipal desta atoado
estar era prapa nos dias 16, 17, I9,'20 6 fl do
corrente para ser arrematado por qnem maior
preca offerecer o irapoto da 60 rs. por cada p ite
coqueiro qae j dd frneto, exceptuadas dez -pm
pira o nso do proprieiario pela qnaniia annuaj dn
308IWI.
A arremataefo sera feita por tres anuos; aqu>i-
rara concorrer a alia, devem
pois nesto particular, urna in tembro de lf70.
Ignscio Joaqnim de Sona Lego
Pro-prasidama.
Lourenco- Bezerra drireinr *t Cnnha
Secretario.
J


Diario d'-ft*riMfc]rtfco' Te
870


Pera nara -municipal desta cidaer
estar de i -, \\^
16, 17,49, 20 t anvmato-
do por quera raaior prego ofterecer o imposto de
aferjcjto d* paaos e medidas pela quantia de
M-.mt.:
, \_S_____P ?era f,illa Pr um ano: aque-
les qo* prdWhderem eone>>rrr -elra, derrotia-
biMar-se na forma da le e preseirtJrem dous
tas antes as suas habihtacSes pan seren jal-
ceWHcies do contrato serio declaradas an-
tes de entrara praca.
Piqy da otoara ranoicipal do Reeife, 14 de
setembro de 870.
Ignacio J jsqnim de Sonta Lea.
Pro^presldeote.
Loureaco Bezerrn Cameiro da Caoba
Secretarte.
0ECLARACOE1
De ordem do Uto. Sr. eonselheiro Inspector
poblieo que no da 8 de on labro prximo viodou-
ro, as 2 horas da tarde, perante a junta da mesma
tbsouraria se devero arrematar por quem maio-
res qoantias offerecer, 9 casas, 1 barraco, i te-
metro sobre estivas, 1 forno de otaria, 3 frentes e
_ oitdes de tijolo em alicoree, 1 relogio de s.l e
*>bjectos de mohiHa. perteneeotes i extineu colo-
nia militar dePimenteira.
Os pretendentes deverao dirigir soas propotas
m cartas fechadas ao mesmo Iilm. Sr. conselheiro
inspector ate o meto da d > referido dia 8 de outu-
i>ro, ou ao colleclor do Bonito at o dia 4 do mes-
mo mez. Nesta secretaria oa ua collectoria se
mostrar a quem desejar ver o inventario desses
bens.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
toueo 3 de seterabro de 1870.
Servindo de oCDeial-maior,
Manoel Jos Pinto.
i OfPANflU l^NAWUGAN
%avega? estera por vapor
PtMfcyba, Nata, MacO, Mobsw, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
(tfaBJa.
O vapor Pirapama, cemman-
dante Azevedo, Seguir pan os
portos cima no dia 30 do crreme
as 5 horas da Urde. Recebe car-
a ate o dia 29, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 hors da
tarde do da da sabida : escriptorio no Forte do
Manos n. 11
COMPANHIA PERNAMBGANA
VaTega^o costeara por rapor
Mamanguape.
0 vapcr Bacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
San Mamaoguape no dia 28
ooorrente a 0 horas da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 hu-
ras da tarde do dia 28, no escriptorio da com-
panhia. Porte do Mitins n. li.
.^<_L
wmz
Rio de Janeiro
Pretende seguir para e referido porto com a
possivel brevidade o patacho Monteiro por ter por
co da carga engajada ; e fiare a que lhe falta e
escravos a frete, trata se eom o consignatario Joa
quim Jos Goneaives BeJtrao ra do Commercb
a. 17.
Consulado provincial.
Pelo consolado provincial avisase aos difieren-
tes contribnintes da renda provincial no anno An-
do de 1869-70, que com o presente mez se cacor-
ra o recebimeoto por esta reparticao das respec-
-tivas quotas, passaado dahi por diante a ser o
mesmo effectuado judicialmente.
Consulado provincial 1" de selembro de 1870.
O administrador,
Antonio Carneiro Hachado Rios.
COMPANHIA
BEBRIBE
Os Srs. accionistas desta companbia que
quizerum munir-se de ulhetos conlendo os
trabalbos da mesrna ; decorridos no aono
finariceiro do Io de maio de 1869 30 de
abril do crremeanoo, podem dirigirse ao
escriptorio da referida compaobia ra do
Cabug n. 10, que Ibes sero fornecinos.
Escriptorio da companbia do Beberibe
de setembro de 1870.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Soma Pitanga.
ASSIT
SANTA C*SA D.V MISERICORDIA DO
RSCIFE.
A lllm.a. junta administrativa, da Santa Casa de
Misericordia do Reeife manda fazer publico que
ua sala de suas sessos.no da 2J de seiombro, pe-
la? 4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quera mais vantagr-ns offerecer. pelo lempo de um
a tre? annos, as riadas dos predios em seguida de-
clarados :
ESTABELECIMEMTO DE CAKDADE.
Una das Calcadas.
Casa terrea o. 3fi.......193*000
Ra dos I'osea dures.
Casa terea n. II...... 219*000
Ra larga do Rosario.
Segando andar d.> sobrado n. 2i 303*000
R Casa terrea a. 3.................... 99*000
dem idem n. 8.......102*000
Becco do Quiabo.
'.asa terrea n. 8.......147*000
lina do Azeite de Peixe.
Sobrado de d.us andares n. 1. 1:1005000
Ra da Gloria.
Casa terrea n. 6->........ 146*000
PATRIMONIO DOS OUPHAOS.
Ra il i Moeda.
Osa terrea n. 47................... 360*000
O-; pretendemos deverao apresentar no acto da
arrem?.tacao das s:ia< Raneas ou compareeerem
acompanlndos dos respectiva fiadores.
Sesraiarb da Santa Casa da Misericordia do Re
cife, 17 de selembro de 1870.
O escrivao,
Peiro Rodrigues de Souza,
THEATRO
SOTO AMONIO.
EHPREZA--C01IBP.4
COMPANHia-FRANCEZA.
Recita extraordinaria
Sexla-feira 23 de setembro.
O proprietario deste theatro, querendo salisfa-
zor aus compromissos que eontraliio para mandar
vir urna companbia lyrica franceza, e nao poden-
d i com os meios ordinarios pela pouca concor
rincia que tem tilo os espectculos da dita com-
pinbia, e pelas grandes despezas que tem sido
obrigado a tazer para completar as obras do seu
fheatro, revilvea aoellar paraos seus amigos, cf-
farecendo-lhw o prosete espedanlo, com cajo
producto resallar parte das difflcaldades actaaes
e o ii:r aguardar que ventos mais propicios o
*vorecam.
Logo que' a orchostra tenha executado a oa-
vertura dar orincipio o espectculo da maoeira
seguinte
Represent?.r-se-ha a mnito linda opereta em 1
acto escripia por Srs. M.Miip & Chevalet msi-
ca do maes'ra Offemhac <, a qual ja foi levada
s :ena com geral appiaus'i pelo actor Simes quan-
do estove aesia provincia, intitulado
O To Braz
LE VIOLINEUX.
Personasen'. Actores.
Reioette........ Mlle. Brescia.
Maiiieu.....t.. Mr. Maris.
ro.......... Mr. Ravnaud.
O Sr. .: i Dirlusa far-ss-ha ouvir em
uma aria por elle escolhida.
Mr. Carn desempenhar a canelo typo de sua
creacao, i>< mulada
A*l MALHEUR.
O Sr. Flaviano C" el lio cantar a linda aria.
MS YOYO VOCE ME MATA.
Mr tuda a companbia cantarlo o gran-
d! hymeo francez
A Harseiheza
Em segui'a o Sr. Flaviano Coelho representar
a interesante scena cjmia, ornada de msica e
escripia pul i ael AS PITADAS DO VELHO COSME.
Dir ftm ai espectculo a interessante scena
'irniea representda pelo actor Flaviano Coelho
(pela terceira vez)
I\TCTO APARVALHADO.
O p i declina nomes) agradece a
tolo- u que lao denodadamente to-
do presente espectculo am ds o
O bilbefs arhain ^ SPns amigos.
Prri 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
o rest.
na roa do Vigar
rneo* das; para
1 inna 4 C ,
Para o Ass segu nestes seis das o hiate An-
tonio, e pode receber para o referido porto carga
a frete barato : quem quizer aproveitar, dirija-se
ao consignatario Joaquim Jos Goneaives Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
CONA BRAS1LE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at o dia 26 do crreme o vapor
Tocantins, commandante J. M.
F. Franco, o qual depoia da de-
mora do co^iume seguir para os porlos do sal.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se a
jarga que o vapor poder conducir, a qual dever
ser embarcada no dia desuachegada. Encommen
das e dinheiro a frete at as duas horas do dia d;
*ua sahlda.
Nao se recebem como encommendas seno ob
lectos de pequeo valor e que nao excedam a 1
arrobas de peso- oa 8 palmos cbicos de med
o.
Tudo que passar desees limites devera se'
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas pas
ens s se recebera na agencia ra da Cruz n. 57
l andar, escriptorio de Autonio Luiz de Olivein
Xzevedo & C.
BAfflA.
Para o referido porto segu em poucos dias o
patacho Haciera por ter a maior parle da carga
prompta ; e para a pouca qne Ibe falta trata-se
cora o consignatario Joaquim Jos Goneaives Bel-
trao. ra no Commercio n. 17.
Para Lisboa.
O brigue portuguez Aielaide seguir para Lis-
boa com brevidade, recebe carga e passageiros em
condicSes mdicas : trata fe com Marques. Barros
& C, no largo do Corno Santo n. 6, 2o andar, ou
com o capito Henrique dos Santos Fernandos.
COMPANHIAPEHNAMBUCANA
Xavegaelo cos eir por rapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
para os portos aoma no ip
20 do correte meia noite.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete no escriptorio do Forte
do Mattos n. 12._________________________
J
Preiende seguir para o referido porto em poucos
das o painabote Rosita pur ler a maior parle da
carga, e para a pouca que lhe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos Goneaives Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima segu com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do seu carregamen-
to engajado : para o resta qne lhe falta trata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, ru* da Crui n. 57. lc andar.
MARANHAO'
A barca Maria, chegad do Rio de Janeiro, se-
gu para o Maranhao em poneos dias com a carga
que tiver, e por isso quera quizer aproveitar tao
boa occasio de caTregar, dirija-se ao consignata-
rio Joaquim Jos Goneaives Beltrao roa do Cora-
mercio n. 17.___________________________
COMPANHIA BRASILE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperado
at o da 22 do correte o vapor
Paran, o qual depois da demo-
ra do costme seguir para os
portos do norte.
Desdti ja recebern-se passageiros e engaja-se s
:arga que o vapor poder couduzir, a qual deven
ter embarcada no dia de suachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sui
ahida.
Nao se recebem como enconnnendas seno ob
jectosde pequeo valor e que nao excedam a doa
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicao
rudo que passar destes limites dever ser embar-
cado como carga.
Previne-se aos senhores pa?sageiros qae sna?
passagens s se recebem na agencia, ra da Crui
n, 57 primeiro andar, escriplorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
LEILOES.
LEILAO
DE
nmm
22 e 23 do corrente
0 agente Fa G. de Olivei-
ra far leido (transferido vara
quarta quinta [eir em attengo
aos senhores Linden Heydmann
en o
ARMAZEHI
THMfl 5 4 C
16 i ron do ConB
DE
Grande e variado sortimento de
fazendas in_lezas, rancezas,
allemaas e stiissai, as mais
proprias do mercado, e tao
coahecidas dos entendedo-
res, qne nao precisam ser
aqu clas8_tcadas mais do
'que affirmar, que em quan-
to a
madapoloes
chitas finas
brins e cassas etc.
Nada pode haver de melhor
em qualidadf'.s egastos, ara at-
trahir a coacurrenci'K
Principiar s 11 "horas da
manhda.
Moni
oo.
n PT ?rfH ^ directora provisoria!
em Pernambnco,
todos os s s que anda o
eomparertrem no cowistorio da n
Antonio, sexta-reir di correte,
horas da jnanhaa, aBm de assistire
approvacao dos eiutatos, qae
mesrao Monte Pi.
Secretaria do Monte Pi EccIesmUfc*. W de se-
tembrn 1870.
O secretario,
__________Pajffe Thomaz Coete Estima.
O agrimensof
Joao Das Pioto Aleixo, pede ser procurado pa-
ra os misteres de sua prullssao, nesu cidade
ra do Raagel casan. 2, (deposito do charut "*
na povoacSo de Trombeta em casa do Sr. M; '
Gomes Leal, e no povoado Leopoldina (pro
da Alagas) em casa dt* sna residencia.
ra loja de joias
RA DO CABGA' N.9 A.
Manoel da Cnnfca iildanhs & &
Aoaba d abri-se ete estabelecialirto de joias, o djfaal tem grande sorti- ?^
mrito de toda9 asjoiag de ultimo gosto, at qaaes vender o mais barato pos- _3S
FAZENDAS
un.
Segnndr_-feir_ 19 de setembro
Linden Weydman C. fario leilao por inter-
venio do age'nte Pioto. d'um completo e variado
sortimenio de fazendas francozas, inglezas, snissas
e aHemes existentes em seu arflinem, Jargo do
Corpo Santo n. 13, onde effeciuafa o leilao
as 10 horas em ponto
do dia cima dito.
LEILAO
DE
MOVIS
lonpa e vidros.
Urna mohilia de Jacaranda a Lniz 15, composta
de 10 cadeiras de guarnir, 2 de bracos, am so-
f, 2 ccnsollos e Ijardine'ira com pndr'a, 1 mesa
iliaslica, 1 santuari de Jacaranda, 1 par de ban-
cas de Jacaranda pafa jog, l suarda louca, 1
guarda roopa <1 mogno, com o^ria de e?pelhn,
1 dito de amarello, 1 mesa com estante, 1 cmoda
de amsrello, 1 meia dita, 2 cunas ftancezas de
amarello, diversas cadeirs d j na'ran\l avalsas,
1 mesa com e^tante, 3 p:;res de eonsollos de ama-
relio, 30 cadefras em bom e*t id", i marquezas, 3
mesas redondas de amareNu e jiracand, 5 mar-
quesas, i appare'ho para jantap, copos, clices,
compcteiras, e muitos oulro UijKos que estaro
vista dos compradores
HOJE
Augusto Seixas far leilao por ordem de urna
pessoa que mudou de re-idencia dos olijectos cima
mencionados, no armazem da ra do Imperador n.
16 s
11 horas _o da
por intermedio do agente Pontual.____________
TEILAO
DE FAZENDAS
Em coniiauaqao.
HOJE
20 do correute
Linden Weidmann & 6. cintinaam hoj, por
intervenQo do agente Pinto, o seu ieilao de fazen
das, de "confirmidade com os couviies feilos por
carias de 16 do correte aos seus freguezes e
amigos, s- 10 horas, em s-s armazem larg) do
Corpo Santo.
DE
DIVIDAS
Quarta-feira 21 do c rrene.
s 10 horas em pinto.
O agente Pinto levar leilao, a requerimento
dos administradores da massa. fallida de Guimaraes
& Silva, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz espe-
cial do commercio, a- dividas activas da referida
massa. ennstautes d man iadn existente em poder
do referidj agente, onde podero os pretendentes
desde j examinarem, e cu ocurren ao leilao 3
10 horas do dia acuna dito, nj escriptorio da ra
da Cmz n 38.
LEIL10
DE
r
INGLEZAS
Quarta feira 21 do corrente.
Sannders Brothers 4 C. farao hilo, por inter-
ven?ao do agente Pinto, de um completo e es-
plendido sortimento de fazendas inglezas proprias
do mercado, e existentes em seu armazem roa
dp Vigario n. 1. ondo se efectuara o leilao s II
horas do dia cima dito.
AVISOS HlrRS0S.
Pi f'uM de m fomeire : na ra da Guia
n. 56.
ATTENCAO
TendojP dnspedidb de etilpregido da estrada
de ferro do Reeife a Apipucos, por vne tw de re-
tirar ptT o Kk de Janeiro, filuria ao mais sa-
grado ower di gratWao s ne&te momento solem-
ne nao testemunliasse os meo* protestos de es-
tima-e g/alidao aos Exms. Sr. BarSfi do Livra-
ment, Antonio Luiz dos Santos e Dr. Jos Ber-
nardo Calva i Aicofora propneteme, ao Sr.
Bnwlisdtr, director da eompaMM, ao-Sr. Oouveia,
condaclor chefe e aos man empr3gados pelas ma-
neiras cavalheir.^sas e serapre tlenciosas que
medispensaram.
Aproveito a oceasiao para offerecer a cada um
dos Srs. mencionados os rtiaus fracos prestimos
em qualquer parte etn que me achar.
Recite, 19 de setembro de 1870.
Francisco Goneaives Fortes.
Precisa-se de nm caixeuo para taberna, de
li a 16 annos, que d fndor a sua conducta ; na,
me ma casa precisa-se de urna una para andar
com uraacrianca e fazer mais algom servico : nos
Affjgados n. 38.
ALUliA-SE
o segundo andar e sot do sobrado na roa Direa
n. i'3 : a tratar na loja do hiesm.
- O advogado Juo Tixira pod ver procura-
do para o prreido de sua proHss, na ra es-
treita do Rosan n. 28. das !) horas da manha s
3 da tarde, e em caso urgente a qualquer hora do
dia.
Precisa fe alugar urna casa as visinbancas
das offiinas dos tnlhos urtflinifs de ApipMos, pre-
fere-se que tenha agua e gaz dentro : a tratar na
estacao do Reeife.
Aos 5:000*
Billietes garantidos.
A ra Primeiro de Marn (ontr'ora ra de
Crespo) n. 23 eca Acbam"-se a venda os leiizes bilhetes garan
lidos da 6' nano da lotoria, a benecio da Santa
Casa de Misericordia do Reeife (161*), que se
extrahira sabbado 24 dn corrente.
PRECOS.
Bilhete inteir.i" 6O00
v Meio bilhete 3<00
Quarto 1300
Em porco de IOO5OOO para cima.
' Bilhete int-iro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martins Kiiua.
Precisa-se de urna criada para todo o servi-
do : na ra da Mudre d^ Deo> n. 3.
jSU_
Precisa-se de urna ama livre ou'escrava pa
ra coiinhar e comprar para casa de piuca fami-
lia : na ra nova de Santa Rita n. 63, primeiro
andar._________________________________
Pi ecisa-se
alogar nm moleque para todo servlco de hotel,
assim como de um bom cozinheirn, paga-se bem :
na ra da Matriz da Boa vi-ta n. 8.
Para p doria
Precisa-se de nm bom forneiro e de amassado-
res para urna padaria, e igualmente se precisa <-
um escravo on forro, para ser rico externo : a
tratar na ron do Vigario n. 16, 1" andar.
Francisco do Oliveira Frane.i retirase para
Europa, d-'ixando ineumb do de transaecSes dos
seus negocio an* Srs. Jo? Jnaquim da Cunta e
Joao do Atnaral Raposo, declarando quenada deve
nesta praca nem fra delta, mas se algoem se jul-
gar seu credir, poder ateo fim do corrente apre-
sentar suasconas para ferem pagas, na ruado
Livramento n. 1. Aproveita a oceasiao para pedir
aos seus devedores de saldarem cus dbitos para
se evltarem de cobranza judi.'ial.
DO
brigue inglez SHng Law.
A
93 de corrate
David Evans, capilo do brigue inglez g/i'n^
Lom, far leilao em um s lote, por intervencao do
agente Oliveira, e por conta e risco de quem per-
tencer, ero presencia do Sr. cotwul de S. M. Brit-
nica nesta cidade, precedida a competente autori-
sacao da alfandega e com assistencia de um sea
emprestado fiscal do dito brigue com toda mastrea-
ci, cordoa'ha; vellarae, apparelhos completos e
mais pertonces cxcluvamente mantimentos, o
lancha e bote segundo o inventario respectivo, e
tal qual se acha fundiado neste porto, onde apor-
ten por forga maior com agua a berta, e foi legal-
mente condemnado, na aclual viagem que faxia
procedente de Cardiff com destino a Montevideo.
Sexta-feira 23
ao meio dia em ponto, a entrada, do grande sali
da Associarao Ciramereial desta praca.
Ami
Precisa-se de urna ama qne saiha engommar e
tambem entenda dd sozinha. paga-se bem ; trata-
se na ra do Vigario n. 16, andar.
fM TimMnil FRANCEZA i
55-RuadaImperatriz-55 |
S Tinge, lava, limpa, lustra e achntalo- I
ta-se, com a maior perfeicao, fazendas em |
peras e em obras de todas as qualidades ;
| como sejam : seda, la, algodo, linho,
K9* chapeos de feltro e de pal ha etc. etc.
Tira-se noioas e limpa-se a seccosem
| molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da tazenda.
Tintura pret as tercas e sextas lat-
irs.
No domingo 18 do corrente, ptas 8 hiras da
manhaa, perdeg-sa urna imtseira de ouro e coral
propria de meoii de c dio. Julga-se. que foi per-
dida no esac flne redea da. ra da Uniao at a
estaca do cathmho e ferro de Olinda, na'roa di
Aurora. Se alguem a achou e quizer faier o favor
de entregar, dirija-se ou ra rio Hospicio n. 45,
ou ra do Amorlm n. 48, no Recite, que receba-
r alvicaras
sive.
Todas-as joias serao garantidas oaro de lei, pois os seus donos tendo em
nista so dqt'ir freguezia uao oM_w_o, vender bom e por pre$<)s os mais |_|
razoaveis rJBwbeis.
Convida-i o publico a Arir a este estabelecimento, eerto de qee ficar
satisfeito.
A' MO DE fWROWJA )0 CABUC N. 9 A
wino m i""
GRAIIIE SUCCEiO
DOMINGOS, DIAS SANTOS EDIAS UTIIS
GRANDE CAF CANTANTE
Joao Francisco da Silva Braga, participa ao publico desta capital, que n'este iheatro tatver para
os "eonc|irrentes o seguinte : "
Sorvetes de diversas qualidade?
Vm!"s- -ycres.
Champagne. Imoerador Theodero.
Aya-Paaa.
La lieII amor.
Porto fino.
Rheno.
Chatean La (He.
Cognac manen.
Corarao.
Sempre viva.
Amor eterno.
CERVEJA
BASS E NACIONAL
Gelada e nao ge ada
CAF CHOCOLATE E CHA
Refrescos gelados de todas a qualidades
RM- Doces.
PitAnga. Pastis d> nata
Grosella. Bom bocado.
unzo- Empada deeamarV
Cidra. i);;H de C;iriM.
Laraoja. Bollo de amendoas.
Lima. pi, de l.
Queijos. 'Fructas.
Flamengos. Hadas.
Londrinos. Qnt
Minas. pras.
Prato. Abacachis.
Su isso ele. etc.
O riesmo participa, que.alm das bebidas cima notadas Invero oturas de divorsas qualidades
to agradaro pelo preco e boa quaiidade, e desde j participa inmbem que havero meas,
e bancos para que os concorrentes estejam a sui vontade, assim como, haver urna banda de
marcial, qoe tocar durante a tarde no jardim do mesmo theatr.\
O mesmo, encarregado pelo proprietario, avisa que dentro em pouco tempo^hav^r um on mais
bilharea e jgo de domin para entretrnimento do publico que frequentar este esiabelenimento, a quem
desde j" convida, e quer da alta sociedade, quer da democracia.
PRECO DA ENTRADA 500 RS,
O dia da abertura ser em breve annunciado pelos jomaos; mas provisoriamente se abrir no
domingo 2o do corrente mez de setembro.
Os dvertimenios durarlo duas horas, das 4 s 6 da tarde. Caranlese toda ordem e moralidad
que mu
ca (tetra
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GRANDE
HOTEL CENTRAL
37Ra 11 de Dezembro37
(Ou*r'ora Larg i do Rosario)
No muito cacheado HOTEL CENTRAL eocontrarri semr>re os nossos jamimeroa
freguezes notavtis melboramentos, indispeasavais para coromodidaile dos Ilustres w-
quentidores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemoute todo qm de coofortatito
re se pode encontrar em om estabelecimento desta ordem.
Assim acha-se alli urna encllente casa para baaos, nm salSo toda alcatifado a
Bcido de wans, piano, jirnaes nacionaes e estrangeiras etc., etc
dulce nwimn
delei
guara
CHARUTOS
Normas da Ha vana.
Suspiros.
Napole5es
Havanas.
Imperiaes
Amadores
Londrinos
Leaes
E deoutros fabricantes, que seria .ocioso nnumerar.
As familias que nos qaizerem obsequiar, tanio uauonaes como estrangeiros, eo-
contraroos commodos necessarios.
A moralidade e boa ordem a norma do
Hotel Central
Falla-se o hetpanhol. francez, inglez e italiano.
PAEA1
;_________________ ___ a______________________________________________*_>
Aluga-se a casa da ruado Progresso, acab/..
da de novo : no Forte do Mallos n. 23, arar8m
Precisa-se
de nm menino d* ii a 14 annos pana caixeiro de
loja no pateo do Livraroente o, 36.
Canos de ferro galvanisados por barato preeo.
Torneiras, e corvas para 03 mismos! No armazem da travessa^ do Corpa
Santo n. 25.
Moinhos para cal e para milho
Os melhores tnoinhos para caf e para railbo que tem vind,o ? osle mercado
se econtram no armazem da travessa do Corpo Santo n, 25


rmi
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^^Bl-'i1 fallar rom
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*0
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus fregnezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brillantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
HOREIRA MIARTE C.
Qaern encello.
Joaqaim Cavalcaotl de Albuqnerque Mello Pilbo
(Pomba.
Jezaioo Augusto dos Santos Fragoso.
Viro Correa de Lyra (Cruingi ou Vicencia
Jos Hermino Pontual (engenho Preferenca).
Fernando Barat da Silva (engeoho Morojo).
Manoel Policarpo de Azevedj.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Thoni Joaquim do R so Barros.
MOFINA
%
MANUEL & C.

Teto a satisfago de participar aos seos numerosos fregnezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estabelecido ama nova fabrica de chapaos de so!, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Oiinda,
onde acharo os pretendentes, muito avetado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
sos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidan) especialmente aos Srs. compradores por atacado
darero, sendo possivel suas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
macSes as lazendas que a demora da fabricarn bem diminota,______________________\_____________
m
m
3S;

m
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
- DE
CHAPEOS DE SOL
m
8
DA
W:
Ra do Earo da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo. g|
(Antiga Ra Nova)
2*
Ha sempre um grande sortimenlo de cbapos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de hnho branco e par- CfcS
do e de algodo os todos os tamanhos e feitios, alm da immesa porpo de seda, meneo, algodao e britb, gg
armares de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommenda. A modicidade de seus presos
que escusa de mencionar.
. Arua
Precisa-se de urna ama para casa de hornera
solleiro : na ra do Amorim n. 56.
1EILH0S URBANOS DO RECIFE A! OLINDA.
Tabella das horas de partida e chegada dos trens provisorios.
Ida.
E8TACOES.
Ra d'Aurora................
Pira.........................
Principe......................
Joao de Burros................
K*pinheiro...................
l.Qcruiilhdda..................
Belm........................
t^ampo-Orande................
Salgadinho....................
Arrombados...................
DE MA.MIAA.
Horas.
(\.
6. 3'
6. 8'
611'
6.16"
6.W
r,.-i:>
6.28'
6.33'
6.37'
Horas.
Horas. [Horas.
DE TARDE.
Horas.
Oiinda........................ G.40'1
7.
7. 3'
7. 8'i
7.11';
7.16''
7.20',
7.2.T
7.28'
7 XV
7.37'
7.10'
8.
8. :C
8. 8'
8.11*
s.ur
8.20'
.'
8.28"
8.:{:r
8.37'
8.40'
9.
9. 3'
9. 8'
9.11'
9.16'
9.20'
9.25'
9.28'
9.33'
9.37'
9.40'
Horas.
3.
3. 3'
3. 8'
3.11'
3.16'
3.20'
3.25'
3.28'
3.33'
3 37'
3 40'
i.
4. .T
4. 8'
4.11"
4.16'
4.20"
4 VS
4.28'
4.33'
4.37'
4.40'
lloras. Huras. Horas.
COMPANHIA
DOS
IRLHOS RBM9S
.3.
5. 3'
o. W
o H'
5.16'
3.20'
:; !B'
3.28'
5.33'
5.37'
5.40'
6.
6. 3"
6. 8'
6.11'
6.16'
6.20'
6 23'
6.28'
6.33'
6.37'
6.40
7.
7. 3'
7. 8'
DO
RECIFE A9 OIIXDA.
Tendo a directora de emittir novas ac-
ces at o valor de 2GG:OOO0OOO segundo
7.11] j foi autorisada pelo decreto b. 4563 de 10
Z\J. I de agosto do corrente anno, sao convidados
7.25' Ios Srs. accionistas, em cumprimento ao que
728'; dispoe o art. 4o dos estatutos, a inscreve-
! rem-se at o da 14 do corrente declarando
7.33'
7.37
7.40
volta.
ESTAQUES DE MANHAA. he TARDE.
Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas.
Olmda........................ 7. 8. 9. 10. 4. 5. 6. 1 7. 8.
Arrombados................... 7. 3' 8. 3' 9. 3' lo. 3' 10. T 4. 3' 5. 3' 6. 3' 7. 3' 8. 3'
Salgadinho.................... 7. 7' 8. r 9. 7' 4. T 5. 7' 6. 7' 7. 7' 8. 7'
i.a 8.12' 9.12' 10.12' 412' 512' 6.12' 7.12' 8.12"
Beln........................ 7.15* 8.15' 9.13' 10.15' 4.15' 5.15' 6.15' 7.15' 8.15'
Encrozilhada.................. 7.20' 8.20' 9.20' 10.20' 4 20' 5.20' 6.20' 7.20' 8.20'
7.24' 8.24' 9.24' 10.24' 4.24' 5.24' 6 24' 7.21' 8.24'
7.29' 7.31 7 37' 8 29' 8.32' 8.37' 9.29' 10.29' 4 29' 9.32' i 10.32' 4.32' 9.37'1 10.37' 4.37' 5.29' :> :f 537' 6.29' 6.32' 6.37' 7.29' 7.32' 7.37' 8.29'
8.32'
Pires......................... 8.37'
7 Mr 1 8.40' 9.401 10.40'. 4.4rf 3.40' 6.40' 7 40' 8.40'

o numero de aeces que;pretendem.
Avisa-se que a nova emisso tero de ser
feita por prestaces na razo de 10 /0 e
com nter vatios de 30 dias; c que do dia
15 em diante ser5o emittidasas acedes que
forem subscriptas pelos accionistas ac-
tuaes.
Recife, 6 de setembro de 1870.
Joao Joaqnim Altes,
Io secretario.
AMA
Precisase de nma ama qne cozmhe e ensaboe
para casa de familia : tratar na praQa da Inde-
pendencia- n. 5.
Ama
Domingos e dias santlflcados.
Do Recife as 6, 7, 8,9 e 10 horas da manhaa ; 2, 3. 4. 5. G. 7 e 8 da tarde.
De Oiinda s 7. 8,9,10 e 11 horas da manhaa; 3, 4, 5,6, 7, 8 e 9 da tarde.
O SUPERINTENDENTE,
A. d'Ahnu Porto.
Preeisa-se de ama ama qne saiba cozmhar: na
ra do Codorniz n. 8
Precisa-se de urna ama pau casa de pouca
familia : na ra Direita n. 38.
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de poaca fa-
milia : na ra da Cadeia do Recife n. 21, leja de
mfudezas.
GUSTAVE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Recife51
Chama a attenco dos seos innmeros fregnezes, e do respeitavel publico e
feral, para a seguinle tabella dos presos de sua casa, os quaes sao vinte por centi
uis barato do que em oatra qualquer parte:
Ama.
Precisa se de urna ama forra, para tratar de
meninos, na loja de livros ao p do arco de Santo
Antonio.___________________________________
MUDANQA.
I Joo da Silva Faria & Irrno estai com sen ar-
' mazem e escrptorio na ra do Vigario, casa Da-
mero 20.
i __-----------1---------------------------------------------
>| Precisa-se de um hemem poriugaez para
i vender leite e tratar de qoalro vaccas : qaem es-
i tiver habilitado dirija-se Passagem da Magdalena
j n. 4. que se dir quem .
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, e-
crivio na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a lonclair
aqaelle negocio qae V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada desle jornal, em flus
de dezembro prximo pastado, e depeis para ja
neiro, passou a feverelro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de novo chamado para di lo
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qtrando o senhor s4o
filho se acbava no estado nesta cidade.
A verdadeira far ira! de
5. Bei
EsU farinha naada com VanUjoaw remita-
dos oes pai dos o; pcito,
como asthma ou pacbamento de calharros,
inflamacio de bofe, pleurizes e na pihysica; re-
commendando-se com igual proveilo Das pessoas
convalecentes
nico deposito na ph irmacia e drogara.
DE
Bartbolomea & C.
_______34Baa larga do Rosario34________
Acaba de s#hir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
GUIA MOTA
OU
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapos no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armaieps
de am e outro lado do rio, lugar berr. conhecldlo
pela sua importancia commercial, cujo porto offe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihahy (a
mesma provincia) moente e corrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravo's,
bois, bestas e alambique ( ou gmente o emgenho
com as trras qae convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos preces,
e tambe) se permutara por engenbos nesta pro
vincia. Parahyba e Alagoas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas : tratar ctm o propietario
major Fabncio Gomes Pedrosa ra da Cadeia
n. 25, ou com os seas procaradoresoo Rio-Graa-
de do Norte.
D, W. B0WM4N
ENGENHEIRO
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. o2%
Passando o chafiriz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moeudas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, Va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricnltu|'a.
Todo por preco aaito rednzido.
AU RO
D'YVETOT
RA ESTRE1TA DO ROSARIO N. 14.
Urna qualidade de commercio faltava nesta popa
losa, cidade um estabelecimento em que se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velhas. um basar que se denomina em Pars;
Bric e Brac E' este o estabelecimento qae se
abriu a ra estreita do Rosario n. li. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, oa com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
objectos do servico domestico, inclusive trem de
cosinha, podero dirijir-se ao indicado estele-i-
ment para contratar, e offerece-se para ir (m
casa dos pretendentes para elTecluar as compras
e vendas.
0 0-10000 00j000-
q O bacharel Joaquim Goocalves
AC Lima tem escriptorio de advogado
X ra do Imperador n. 3o.
-000^ W0
Precisa-se.de urna ama forra ou captiva paral
servico- interno e externo de urna casa de pou
familia : na rua-Velha n. 66.
AVISO
No porto em frente do sobrado do Sr. Valenpa
ao norte da fabrica do gaz existe urna canoa e c-
noeiro que se emprega a atravesar da fregueia
de S. Jos a da Boa-vista, e deta para aquella,
as pessoas que, nao querendo dar a granda volja,
queiram dcila se aproveitar : paga 160 rs. por
pessoa ; todos os dias das 9 horas em diante.
Costureiras
Na raa Io de Margo n. 6, precNa-se
reirs.
de costu-
OITerece se um hornera para caixeiro de en
genho, do que tem bastante pratica: a tratar Da
ra do Padre Floriano n. 18.
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRI5T0,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos. Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceieao.
Setenario das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santiss/nia.
Novena de N. Sennora do Carmo.
OtBcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena doB. S. Joao Bapsta.
Novena da Senhora Sanl'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
SfOOfe
Cura rpida e intalilvel do cal-
is, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholomeu
4 C,
3iRna larga do Rosario34
Rob-Hnte-rheum> tico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rbeama-
ticas at hoje o mais coabecido pelos seas mar-'
vilhosos resultados.
J. Fe/ reir Villela
PIIOTOCiKAPIII 1 IMPERIAL.
18RA DO CABUG18
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedifcacaa desta puotographia,
e que se prolongaram por unto tempe, acham-se
felizmente terminados e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abril pastado.
O predi em qae est collocada esta photogra-
pbia acha-se muito augmentado, e so a parte desu-
ada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e aug-
renlos lendo sido fertos expresamente para se
montar convenientemente a photograpbia, e nlo se
podendo meihor modelo escolher do qne a PAoio-
grafiia Imperial do Sr. Insley Pacheco do Ro de
Janeiro, o primeiro plntographo do Brasil, e um dos
pnmeiros do mando, segando a opiniao dos mais
abalisados mestres, a no-sa pbotngrapnia acha-se
dlsposta e reedifleada pelo mermo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mais destnelos professores
de accordo com as- modilicaQdes necessarias ao
elima do Brasil, reconhecidas e estudada* pelo ta-
bilissmo e ortico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em qne est nossa-
photographia foi mudado desde a soleira da porta da
roa ate a cubera, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edfreando-se om novo terraco envdracado mu
espacoso e elegant:.
Como sabido, lizemos urna vragem expresea-
mente corte para examinamos as melhores pho-
lograpbias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melbor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
c5es, e da qual trouxemos es planos depois de
aili estarmos todo um mez estudando e apro-
veilaqdo ai licoes de tao dlslincto me'stre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e tonga
pratrea de 15 annos de pbotographia s ulissimas
ligoes ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa pbotographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nun.erosos fregueres
trabalhos de photographra tao perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com qae ha 15 annos nos tem honrado e
ajudado.
Ama
Na ra do yigario n. 5, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cesinhar, cujo servico faga com
perfeicao e que seja de boa conducta.
Ama de leite.
Precisa se de urna ama de leite sem fllho : na
ra da Cruz do Recife n. 45, 2o andar.
AMA
Precisa se alugar urna mulher forra ou escrava,
para cozinhar comprar e engommar, para urna
casa de pequea familia : na ra da Cadera nu-
mero 8.___________________________
Precisase de um perito offlcial de chapelle-
ro : a tratar ua praca da Independencia n. 22.
ATTENCO
Reta!ha-se, a vontade dos compradores, alguns
lotes de terreno que restara do sitio Aguasinha,
em Beberbe, por precos razoaveis. A posicao to-
pographica do terreno muito o recommenda, so-
bretudo por icar prximo da estscao projectada
da via-frrea 0< pretendentes poderao dirigir-
se informar-se do tenente S Peixoto, no mesmo
lugar, e para qualquer noticio, ra do Crespo
n. 12, Io andar.
INTERESSA.YTK C0MTOSIQ40 UTTIR.iRIA.
CO.NTE.ND0 :
A noite do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.' N
A lagrima
A noute do delirio.
O mysteno.
Cora urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
1 volme brochado 200.
AS CETELAS
Poesas patriticas sobre a guerra do Paragaav.
i volume brochado 2000
NA
LIVRARIA* FRANCEZA
MUDANCA.
Ama
Ni ra dolntperador n. li, Io andar, precisa-se
de urna ama para cozinhar para pouca familia.
Trabalhador parapa-
dara
Para o Rio Grande do Norte, precisase de um
trabalhador dos ltimos chegados das lihas, an-
da mesmo sem pratica. a tratar com Tasso Irmaos
V C, ra do Amorim n. 37.
Aluga se urna escrava cora oito das de pari-
da cora muito e bom leite : a tratar na ra de
Aguas-verdes n. 90.
Precisa-se ds um pequeo nacional para cai-
xeiro ae urna taberna, com pralic ou sem ella :
na ra da Santa Cruz n. 74.
Para o Rio Grande do Norte precisase
bom forneiro ; a tratar com Ta~?o
na ra do Amorim, o. 37.
de um
Irmaos & C,
Ama
Precsa/-S3 de urna ama para cozinhar e comprar
em cas da pouca femitia a tratar na ra do
Crespo
pouca
u. 18, 2o andar.
Cibeeiras para senboras a 25(51,
30& 350 e......405000
filias para homem a 35, 40(9 e 500000
Coqoes a IU, 450, 180, 200,
250, 300 e.....500000
Creacentes a 120,150,180,200,
260, 300 e.....320000
Cachos on crespos a 30, 40, 50,
60,70, 80, 90 e. 100000
Tranca de cabello para annel
SW 8....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....300000
Cadeias para relogio a 50, 60,
70, 80, 90, 120 e. .
Corte de cabello......
Corte de cabello com friccio. .
Corte de cabello com lavagem a
champou......
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambnco. .
Frisado ingleza oa franceza.
Barba.........
:i50oo
Aluga se
um sobrado em Oiinda, na ra de Mathas Ferrei-
ra, pintado de novo, e tamhem se vende : a tratar
na raa da Matriz, sobrado n. 44,
= Manuel Alves Ferreira 4 C tem para vender
em seu escrptorio na ra da Moeda n. 5, 2 an
dar, vinho do Porto em eaixas de dalia e ancore-
tas, de diversas qualidades.
10001
10001
501
251
SIGNATURAS MENS1ES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e selres
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Sras. e aos cavalbeiros que ba umxmas. i PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
alio para tintara dos cabellos e barba, as-' ba> 0Dt na ExposicJo Universi,
1 sade, por ser voi
na como um empregado smente occopa- e approvada pelas acadi
nesse srico. RIS e LONDRES
A
ACI
MI
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o sen escrptorio roa do Imperador j
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
WMHHi
Frandisco Marinhi de Albuqnerque vende
diversos terrenos no Arraial; pode ser procurado
na povoaco do Honteiro
SITIO.
O abaixo assignado declara (|ue Dao deye
quantia alguma nesta praca proveniente de Ir;
saccSes commerciaes representadas por letras od
outros quaes^ner ttulos de crditos, nem vencidos
e era a vencer, e por conseguinte sao inexactos
qualquer que possa apparecer na circalaco desse
commercio : com tado, quera por ventura se jul-
gar com direito a haver do abaixo assignado qual-
quer quantia, apresente-se no praso de tres cas
ra Nova n. 22 improrogavelmente com seus
ttulos legalsados.
Recife 16 de setembro de 1870.
Antonio Duarte Carneiro Vanna.
Aluga-se o Io andar do sobrado n. 1 da ra
Imperial: a tratar no andar terreo. '
Precisa se alugar urna escrava para cozj*
nhar, on de urna, ama forra : na raa do Impera,
dor n. 83, 3' andar.
0 abaixo assignado, curador da heranca ja-
cente que outr'ora perlenccu ao casal do finado
tenente Jos Joaqaim Lopes de Almeida, faz scien-
te a quem interessar possa, que D. Margarida
Candida da Cunha Almeida, viuva do mesmo fina-
do e-inveotariante, que foi dos bens qne consti-
tuem a dita heranca, nao pode fazer leiiao dos re-
feridos bens por estar pendente questo perente
o superior tribunal da relacao, em virtude de ha-
ver o Dr. juiz de orphaos em exerccio denega-
do-lhe vista dos autos para embargos de nullidade
patate ds autos : protesta, pois, o mesmo abaixo
assignado, por bem do interesse dos credores e de
qneui nrai direito tiver mosma heranca contra o
referido lolao ; assim como, se contra direito for
levado a effeito, de rehaver os bens arrematados,
se por vemrra dita D. Margarida perder a ceao.
Reciie li de setembro de 1870.
_____ Manoel Joaquim de Miranda Lobo.
Para una familia elle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se de urna ama mo-
ca para comprar e fazer
o mais servido de casa :
no largo da matriz de
Santo Antonio n. 4, 2o andar.
AMA
$9S
| PRI
8
Aluga-se urna boa casa e sitio na travessa de
Ponte de chfla, junto a ponte do Sr. Justino Pe-
reira de Faria : tratar na mesma casa com o
llomao, ou no caes da Alfondega n. 3.
AMA.
Quem precisar de urna ama para cozinhar e en-
gommar em casa de familia oa casa de homem sol-
Trinchara-
5
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHr/)
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podera-no
consultar por escripto, no que serlo sa-
tisfeitos com promptidao.
Presta-se tambera a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consulta, uo cbosultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
*3Roa do Bario da Victoria43
(Antiga raa Nova).
AMA.
Preesa-se de ama ama que per-
teicao, e judifTerente que seja Mcloi ;ran-
geira : a tratar na raa Nova, ca-
Raa do Ba^o da
Victoria n. 63
{Outr'ora ra Nova. )
O abaixo assignado acaba de vender nos seos
muito felizes bilhetes da lotera que se extrahio
em beneficio da nova igreja da Penha, um meio de
n. 1514 com a sorte de 200JOO0, am qaarto de n
3236 com a sorte de 400*000, 1 qnarto de n, 1366
com a de 100*. e am meio de n. 2373 com lOOf,
alem de outros premios menores ; podendo os pos
suidores virem receber, qae proraptamente sero
pagos.
Acham-se venda os felizes btlhetes garantidos-
era beneficio da Santa Casa da Misericordia.
PRECOS.
Interos 61000.
Meios 3000.
Quartos 1*500.
De 1000000 para cima.
Interos 5*400,
Meios 2*700.
Quartos 1*350.
Joao Joaqaim da Costa Leite.
51 O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
s para a rna do Imperador n. 57, 2o andar
do sobrado cujo armazem conserva ain-
g da hoje o nonre de Alianca, tendo a
S entrada, que pelo lado da ponte Sete
!f de Setembro, o mesmo numero 57, da
| frente. Ah continuando o dito Dr. no
5 exerccio de sua proflssao de medico e
| de operador, pode ser procurado a qual-
igS quer hora do da e da noute.
k Mmm mwmmm
0 CIRLRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeia-
vei publico ea geral, e aos seus clientes
em particular que elie mudou o seu gabtj
nete de consultas da ra Direita n. li para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres do SU3
profiss5o, todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a wntade dos clientes nao so" na cidate
orno nos seus suburbios, para onde as
idas ser o precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conbecido,
assim como as commodidades dos uracos.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do pello.
Naisa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dor-
ios.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
Pillas cathartlcas.
i MUDANCA
%k. 0 escrptorio do Dr. Joaquim
tt Campos da Costa de Medeiros '.
25 qnerque est
& rio n. 24.
Jos de
i .ilbu
ra estreita do Rosario
CAPITAO
Desapparecen sexta-feira da estaca) dos mlhos
urbanos do Recife Apipucos um cachorro d'agoa
com os signaes seguintes : urna marca russa no
lombo e ootra as orelhas, accode pelo nome de
capilao : quem o tiver e quizer entregar coa do
Rangel, taberna d' Pererra Magathaes,
ser gener ido.
- A:
na Var
para grande
padre '.

Club do Honteiro
Assigna-se para o Club do Monteiro por seis
mezes, a principiar era ouiubro al 31 ov mar^o
prximo futuro sob as segnintes condicoes :
Os senhores assignantes do anno prximo pasa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
fo, ficando sujeitos a deliberacao da directora os
que se propozerem este anno.
llavera duas partidas, send'o ama na abertara
e oatra no encerramenti, reuniao familiares
sabbados, havendo unicameote convites para ebe-
fes de familia.
Precos da assignatnra.
Seis mezes 50*000.
Tres mezes 30*000.
Um mez 10*000.
Os senhores qae desejarjm assgnar tero a bac-
dade de se dirigirem ao empresario, abaixo assig-
nado, no Clnb Pernambucaoo, at o Um do cor-
rente mez ; e dessa data em diante ra da Auro-
ra n. 68, das 10 s 3 horas da tarde.
P. J. Layme.
Jia
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar :
raa do Codorniz n. 8.
na
Alaga-se um sitio com boa casa de vivenda
e grande quantidade de arvoredos de fructo, en-
tre os quaes boas laranjas de timbigo. -apotis,
Soiabas et no largo do chafariz da Passagem
a Magdalena : a tratar com o seu propietario
no sobrado da esquina que volta para os Reme-
dios b. 29.
ama perita
'
olnne pa
j nova de


Diario de Pernambuco Terqa feira 20 de Setembro de 1870.

A 0 ARMAZEM
VAPORFRANCEZ
U-MfflOIH.7
Este conhecido estabelecimento acha-se constantemente bem sortido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os ruis resumidos que possivel.
CAJEADO FRAICEZ
Botinas para senhoras e meninas.
Botinas prelas, brancas e de muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e precos mais barates do que em outras partes.
Botinas para liouicns e meninos.
Botinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escolhidas.
Botas e perneiras rnsslans.
Botas e peraeiras pan maulara, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Sapatos de borracha para h tniens e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo afim *de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
*;> patos de lnstro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de ccuro de lustro com salto, de mnito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca franiezes e por-
tuguezes para homen?, para senhoras a para meninos.
perfumaras
Excelientes extractos, banbas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifice, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubm.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore* de diversos tamanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, correntjs e chaves de relagios e trancein?, tuda de
ottro de le, correales e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhos donrados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distiuctamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de pbantasia para toilettes, holsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para costura?, pe-
queos registros muito Anos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para cos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
pensinez de praia dourados, gravatas pretas e de cores, aboto&duras de collete e de pininos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulcvard?,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de laa de cores para ps'de lanternas, realejos crandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para mancas, sapatinhos e S?
toncas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conJu?ir enancas passeio; e lf?
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemae?, presos muito em conta. Si
Para este artigo nao ba espaco nem tempo para a massante leisura da infinidade de J_e
gent.-os de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.

O dono deste estabelecimento pede ao publico era geral que continu a visita-lo g
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em di
reitara e de conta propra.
EMENDO
Com fundipo
RA DO BRUm 52
Passaudo o ctufariz.
Chama a attencao dos Srs. de engaito para seus acreditados machinamos t
com especialidsde para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado.
Os vapores fornecidos por elle ej.funccionando Ihe bao de fazer raelhor apre-
eiacSo do que qualquer dito proprio.
Deseja tambem mencionar que tem feito urna redcelo em seus precos; e que
tem prompio tola a especie d8 macbinismo e outros objectos para a agricultura.

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PILULAS
PHCP ?. Rije
Folographia imperial.
CAL DE PIXTL'RA
J. Ferretra Vxllda
Desde o dia 7 de abril passado acha-se aberto o
jovo estabelecimento photographico sito ra do
Cabug n. 18, esquina do pateo >la matriz. Ostraba-
lho3 que desde ento, (era sahido de nossa offleina
".em geralmente agradado, sendo reeebidos por
ilgunscom adrairacao pelo extraordinari pro-
resso que ltimamente tem tido a phot graphia,
3 por outros com alegra, por verera a provincia
iotada com um estabelecimento digno d ella, e in-
jontestavelmente o primeiro que nesse genero
boje possue : tambem nao nos poupamos em cousa
ilguma para monta-lo no p em que se achs. es-
perando que o publico de Pernambuco saber
ipreciar nossos esforcos e recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
i estrangeiras que gostam das artes, ou tiverem
aecessidade. de traba!hos de pholographia a visi-
taren) o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberio e sua disposico todos os dias desde as 7
horas da manhaa at as 6 da urde.
Para os trabalhos de photograpbia possuimos -ip
rersas machinas dos melhores autores francezes,
nglezes e allmemes, como sejam : Lerebours et
secretan, Hermagis, Thomaz Koss, Voigtlander l
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
machinas! sendo urna dolas propra para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
isoladas, e outra de 6 a 12 i na ge us diversas e
gualmente isoladas, de sorte que no caso de
grande concurrencia pederemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para cartoes de visita, eassim em menos de
im qoarto de hora despacharme 8 differenies
pessoas que peeam cada urna, umaduzia de cartoes
mais on menos, coro os seas retratos smente, on
un grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
) feitura dos trabalhos de photographia dei-
lando pericia e talentos do distincto pintor
allomao, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabalhos do pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e al o presente tem se
iesvellado na execucao de seus trabalhos.
No nesso estabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos importantes do Sr. Roth, Unto em
miniaturas aquarella como oleo, retratos
)leo, quadros sacros e diversos outros trabalhos.
Tunamos encommendas de retratos oleo at o
lamnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas on apellas. Tam-
bwn aceitamos encommendas de quadros histori-
os.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A IOjJOO A
DCZLV
CARTOES DE VISITA COM O COLC*DO AO NATU-
RAL A 164000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20000 cada hny Indo convenientemente en-
aixilhado em moldura donrada e regulando o
:>usto da pessoa retrataba de 3 4 pollegadas e
iodo o quadro palmo e meio de tamaito.
Julgamos que bBstarao os presos cima para
iarmos idea di baratesa dos trabalhos do nosso
istablecimento, quanto sua perfeicao cada um
>-enha julgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
309S0 estabelecimenlo sao das 8 horas da manhaa
I da tarJ.t: entretanto de urna hora s oda tarde
:m casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
quer pessoa.
N03 dias de chuva, ou por tempo sombro po-
iemos retratar, e asseguramos que esses dias sao
)s mais favoraveis aos trabalhos de photograpbia
pela docur e persistencia da luz, e p; r termos o
nosso terrajD construido com taes proporcoes e
meUioramentos, que ainda chovendo jorros ne-
ahum Inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. Ftrreira Villela
AMA
Precsa-se de um
saiba engommar q
casa de familia :
no 23, ou na roa
n. i.
i lor
i' ''f' '' fi "' *
."S.
lor do Bispo
fe, armazem
Costureiras
Na fabrica de chapeos roa ItdeDezembro
(antigatarga do Rosario) n. 24 A, i andar, se
precisa de costureiras.
Martiniano Jos Fernandes, tendo de mandar
celebrar algumas missas por alma de sen prezado
irmao, alferes Porfirio Jos Fernandez pede a seus
amigas o obsequio do comparecerem na igreja
matriz de Santo Antonio, sexta-feira t3 do cor-
rente, as 7 horas da manhaa, para assistirem a
esse acto de piedade; com o que desde j se con-
fessa eternamente reconnecido.
Criado
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos para
criado : a tratar na ra do Rosario n. 22, segan-
do andar.
Ama
Piecisa-se de ama ama de le te sem filho : na
roa do Apollo n. SS, 2* andar.
Ama
No collegio da Ooceicao precisa-se de urna ama
boa engommadeira ; o engommado somente para
tres pessoas. ______
puC oUJUJ b)
CRIADO
No collegio da'ConceiQo precisa-se de um co-
peiro habilitado._________________ _
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de rapaz sol-
te ira : na ra do Duque de Caxias n. 12, loja.
Ama.
Precisa-se de urna ama que compre e cozinhe
para duas pessoas : no largo da matriz de Santo
Antonio n. 12.
jabonetes d'alcatrao.
De Antonio Neves de Castro.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaclo tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa das
impigens, sarnas, castas, coceiras, e todas
as molestias de pelle, sendo ainda preferi-
vel para a barba, outro qualquer sabo-
oete.
nico deposito do verdadeiro,' na phar-
nacia edrogaria de Bartbolomeo & C,
na larga do Rosario n. 34.
CHHCOLATE VERMFUGO DE ANTONIO NE-
VES DE CASTRO.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitaeso tem merecido nesta provincia,
muito se recommenda para cura certa
eflkaz das bichas ou lombrigas, tanto as
criancas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pbarmacia e drogara
de Bartbolomeo A C, ra larga do Rosa-
rio n. 34.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. 4 compra-se ouro, prats
t pedias preciosas por precos mais vantajosos do
lo em outra qualquer parte.
Loro multo Riaior vantagem comnram-se
ouro, prata e pedras preciosas e n obras velbas: na
loja de joias do Coracao d< Ouro n. 2 D, rna do
Cabug.
VENDAS.
ro i t. MACRER et Cr*. em Pirnambuco; JO.sk BELLO, tm Porte AUgrt\
U\ CR* twtUhim; FCIUtriRA et C", tm Maranhao.
A MUI AFAMADA
AGUA DE FLORIDA,
DE
Sl-RRAY fe IIXHIX.
He o mais delicado e mimoso e ao mes-
mo tempe o mais estavel de todos os per-
fumes, e encerra em s, no seu maior auge
de excellencia, o proprio aroma das verda-
deras flores, qiando ainda na sua flores-
cencia e fragancia natural. Como um meio
seguro e rpido allivio contra as dores de
cabeea, neivosidade, debilidade, desmaios,
flatos, assim como contra todas as formas
ordinarias de accidentes hysteiicos; de
summa eflicacia e nao tem outro queo
iguale. Igualmente, quando destemperada
com agua, torna-se um dentifricio o mais
agradavel e excellente, dando aos dentes.
aquella alvurae aperolada apparencia tao
altamente apreciada e desejada pelas Se-,
nhoras.
Como um remedio contra o mau hlito
da boca, depois de diluida em agua,
summamente excellente, faz remover neu-
tralizar todas as materias impuras que se
criam roda dos dentes e das gengivas.
tornando-as duras, sadias e duma linda cor
encarnada. Quanto a delicadeza, riqaeza
e permanencia do seu fragrant aroma, ella
por certo nao tem igual: e a sua supe-
rioridade sem rival. Ella igualmente tor-
na-se um meio mui excellente, para fazer
remover de sobre a pelle do rosto, toda a
qualidade de brotoejas, ebulicoes, sardas,
pannos, manchas, impigens e espinhas.
Quando se queira servir della como reme-
dio para fazer desaparecer .qualquer um
destes disfiguramentos, e que tanto desfei-
am as lindas feices do bello sexo; devera-
se usal-a n'um estado de dilluicSo, destem-
perando-a n'uma pouca d*agua ; porm nc
ratamente de qualquer espinha, usar-se-ha
della pura em toda a sua forca. Final-
mente como um admiravel meio de com-
municar as feices trigueiras e paludas,
urna pelle macia e d'uma transparente al-
vura, dando-lhe urna linda cor de rosa :
para um tal fim, ella leva a palma a todos
os perram.es-que se teem inventado at ho-
je, e existe em plena soberana sem rival.
Bem entendido tudo isto se refere nica-
mente a AGOIa t>e Florida de Mbray &
Lanman.
As mftacw que se tem feilo na F
AHewianita. assim como em outras \
s*) inteiramente imitis e invaliosas : por-
gante recomnu;tid:.-sc mu- jnierrt'
iioras, que tmiham tiida a prcauv'''
e cuidado, de quando compraiein, estejar
cwlas que Compram.
\ Grmtna
AGUA de florida
DE
MURRAY A LANMAN,
A qual prep; Lticos
P
LANMAN N & Kl YORK
A. Caors, J. di1
rer A
CONVITE
O Costa ch ra Duque oe Caxias n. 42,
toma pelo presente a lioerdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o hon-
raran) e continuara a faze-lo com concur-
so di} sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de que no deixar5o
de agradar-se, nao s de seus gneros,
como d'> tralamento e limpeza qae a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTAC.AO
Uvas verdadeira Feral
Amftixas secas.
Peras.
Maesas.
Vinh-i do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deiro vinho de pasto, dito verde da me-
hor qualidade possivel-
Queijos fkmengos empeicados e pratoo
melhor que tm vindo a este mercado.
Ervbas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
BoUchinbas de especial qualidadede to-
das as marcas conhecidas.
Manteiga ingleza e franceza de i* sorte.
GNEROS DO PAIZ
Doce degoiabt em latas
Quijos de Minas muito frescos e de boa
qualidade.
Vassuarasde pinssaba.
Vendam-se vassouras de piassaba arquiada de
ferro e muito bem feitas; na ra do Imperador
n. 81, armazem._________________
SITIO
DOS
MELOES
Vende-se metade do sitio dos lle'Ses, distante
d Olinda una legoa. com lipas trras para cria
cao de gado e plantacoes, com alguns ps de co-
queiros: a tratar em Olinda com Jus Joaquini da
Silva, ra do Porto Seguro : o pretndeme se qui-
za poder comprar o sitio inteirn. _________
saoqg pire 6)oog
SH3Z1S
op i sjgtn
o js jod laAtpaar lapf
es-opuuj.ij 'ipju( ,'\ |.id
'SjinH 9 jaing s'aiueaijqvj sop 8iii3Ui|d
-;uud 'ope5|iD ep oioaiojijon o-,
mn jaqdaai ep vqeae anb oanqnd ou o
soSimc snas e Bduued sas vp a|ddaic
opucujad oiuauiua|oqeis3 oi-

aoj4 na jo.jmo
oc n viaorjiA va ovi\ u oa vnu
Q0Y31V3
DO DISTIN .TO
Corpo patritico de lanceiros
O BAZAR DA MOD\ tem recebjdo ultima-
mente um grande e especial sortimento de
todos os 'objectos proprios para este Om
como sejam:
PARA SENHORAS
Gazes florentinas de lindas cores, o co-
lado 2(5000, e outras mui.as fazendas pro-
rias, e de bom gosto:
< As mais ricas sahidas de baile a 40J e
50OOO.
Os mais bellos e elegantes bournus de
grande novid^dea 165Wo.
Mantas de 13a e seda em ponto de ma-
Iha, e muitos adornos da moda, da 6(5 a
5.JO0O.
Delicadissimos sintos de fil com lindos
enfeites de bellissima pbantasia a 800 >.
Gollinbas e punbos de grande varie-
dade.
Corpinhos de cambraia, enfeitados de 6|5
a 15,5000.
Luvas de pellica muito fresca, grande or-
ttmento, e muitos outros artigos proprio
ao fim, tanto em fazendas como em miude-
zjas e perfumaras.
PARACAVaLIIEIROS
Gravatas nrancas, no que ha de melhor,
dom laco e para dar lac/).
Camisas de nho'muito finas, simplemen-
te bordadas de muito gosta. 7^500,
Collarinhos bordados e lizos.
Luvas fresqnissimas e grande sortimenio,
tudo se vende o mais commodo possi-
vel.
Jos de Smiza Soarcs Farmh de Mag
Ruada Pra'a, travesea do Carioca n. I, vend-
is superior farinha de mandioca em saceos gran-
des, a preco de 62O e Silfi para acbar.
Joaquiui Rodrigues Ta-
vare^ do Mello,
TEM PAHA VRNTiEli
era seu eseriptorio. pr?e;i do Corpo Santo
n. i7 :
Fumo era folha
de t" e 2" qualidade, e vende un ou mais
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada.
Potassa da Russia.
Farinha de man;lioea.
Viuho Bordeuux.
de 1" qualidade. Tudo de vende mais
barato do que em outra quilquer parta.
ilUIIll
Vende-se um grande sitio perto da praea e da
via-ferrea do Apipucos, com grande cisi, tendo i
alas, 8 quarios, sotia, coztnba, coebeira, estriba-
lia, quartos para pretos, tanques, boa agua d.' b
Ler, maito fresco, bem arborisado, e grande terre-
rjo para pfantacftes, tendo ma< independente umi
pequea casa com commodos : a tratar na ra da
Carteb n. 10, 2o ailar, das 10 Iioras s 3 da larde!
Potassa nova da Rus-ia a KMfrs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cera em valas.
Dita em grume.
Vinho do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito mus-:atel de diversas marcas idem.
Dito tinto Palniella superior idem.
Dito dito Vennoeira idem.
Dito dito lavradio idem.
Ditobranco Carcavellos kVm.
Dito dito Bucellos idem.
Caldeiras de ferio fundido para eiigeohos.
So eseriptorio de Oliveira Filies & C. ao largo
lo Corpo Santo n.W._____ _______________
Ninguem contesta
Que o C-impos da ra do Imperaor. n. 28, p-
ie bem servir aos amantes do bom, pnis que o sen
irmazem se acha bem prvido do- melhores e mais
bem escolhidos gneros alimenticios.
0 Campos limita te a mencionar o seguiuto :
Presnntos inglezes e portugnezes
liiscoitos, b >lachinhas e bonht?.
Conservas initlezas e t'rancezas
Salchichas e salcliichoes com lubaras.
Diversas conservas alimenticias.
Salmn e lagostas era latas.
Licor Bttomachico e dige-nvo aya-pana.
Toucioho inglez para lunch.
Ervilhas hrancesas e porruguezas.
Camaroe- KCCM do Maranliao.
Doces linos, ralados e em caldas.de goiaba.
etc., etc.
Champanha dos melhores fabricantes.
Vinhosmaduro do Porto, ditos da Figueira,
verde e palheto, pelos ltimos vaporo
francezi brasilero.
Queiios de Minas, de prato e flamengos.
Uvas de Alicante-si > um torno cas>ncar.
O Campos garante a supenoridade des eneros
cima iescriptos
13 qccut dTJdar venh rer.
ATTENCAO
Vende-se a armacao e pertences da taberna do
largo do Tere^) n. II, muito propra para qual-
quer principiante : tratar no sobrado por cima
da mesma._______________________________
Panno de algodo.
Vende-se superiok panno d'algao da Baha : no
eseriptorio de Antonio Lniz d*0hveira Azevedo &
C. a rna da Cruz n. 57, i" andar.
Ra do Vigario n. 11
Vinho Bordeaux, de C. Margaux e 1. O. M"doc.
Ervilhas franeezas em manteiga.
Papel para cigarros Duc
Phosphoros de segurar;
Agoas de Vechy.
Hant fine.
Celestine.
Mercurio doce, caixas de meia libra.
Papel de peso, grande sortimento.
Na ra do Vigaro, armazem n. i i.
Cal nova de Lisboa.
Chegada rocentemente no vapor Gladiator, tem
para vender Joaquim Jo? Guucalves Celtiao, no
sen eseriptorio, ra do C'mrrlercio n. 17.
LAGEDOS PARA CALQADAS.
Vendem Joo do Reg Lima & Filh.) : ra
do Apollo n. i. '___________________
Cal nava de L sbud
A 5:5000 o barril.
Ka na do Bruin n. 8.____________________
Attenpo
Vndese urna canoa j velha los : a tratar na rna, Direita n. (OL^____________
Pechincha
Saias de lia com harra d
ares a 1*800, algod.aozin.ho com i pllmos de l^r-
gara a S .a peca com 20 jarJas chitas proprias
para casa a 2i0 rs. o cavado, la
o aovad : n* roa do I.ivramenio n 40. _____
Eival sem segundo
(Anliga ra do (taimado]
Vende-se a fah
do Rosario n. 11.
ra larga
>om o
I 9
m
tarjoo
. tOO
500
500
500
60
(00
24
100
200
00
500
2K
500
7e
15200
500
500
il>
240
400
1,6800
700
040
240
tnui!
Tes
Pa. lias f>
150 a.....
Ciixas com seis ssfoeootea de (ruta
Libras de la para bord-r as corefl a.......
Carriieisde lioba Alexatidre a. .
Frascos com azeite para ruaojiiuas
Gravatas de cores mnito linas a .
Grozas de botoes madepersla fi-
nissimns a.......
Novllo de liiiiu de 400 jarda* a.
Caixas com 100 envelopes milito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tnta preta a 80 rs. e
Pecas de fila elstica amito liua a
Lata cotn superior banha a 1'tO e.
Frascos de oleo Pliilocomo muito
fino a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b Ditos a
Dazia de bonetes mnito fltlO^ a.
Sabonetes infieles a 600 rs. e. .
Frasco com agua de cok na Pivera
Dito de oleo babnza a.....
Caixas de lamfiariuas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Lartilhas da dontrina faztmda r;o
Libras de linha sortidas de todos >s
noraeros a.......
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz prelo, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha francea superior
qualidade a.......240f
Caixas'de .mIo d;i gaz :i 28
km t^tM
A ra do Duque de Caxias n 21.
CANTIGA RA DO Qm_ADO)
Pereheu Mfgitinte :
E-pelho- gcaadt b donrados, moldw benttoa.
Carieira?, charuteiras e poitcigarros de mnita
qualidades.
ti -i n i tas pastas para papen, simpie< e matisadi.
Boas eaixaa vasias para costura com sua eBp*-
lente chave.
Delicadas canelas de marm erm o bocal prala.
Modernos pintes de. tartaruga, ;i hresahiado e-
tre elles ns mimosos li-leer.'iphistas.
CooHnodo) tomadores com doaa gavetas e bons
espelho.
Port booqnet, o que de mclhcr iein appare-
cido.
Port religin de muitas qnalid
lions ta Hieres liara crianzas.
Vostuarios. chapt.zinhos, toacas, sapatos e meia
para baptisa
Toalhas e fronha de labyrintho.
Chapos e chapelin? para senhora, moldes novos
e bonito?.
Chapuzinhos gorros e bonets para menino?
meninas.
Contra as eoavulsVs oas
crinrcas
Vende-se os verifadeifo? Cutlares na Nova E
ranea, ra do Piiqne de Clfee n. 21.
PARA TNfiltt CABELLOS
para pretos ou east ui is, receben a Nova Espe-
ranca a verdadeira tinta ingleza.
PARA ACAO.B OOH AS SARDAS
in pannos, tena n Nova Esperanza <> verdad
lefia de rosas l'ranens.
AGUA DE FLOB DELARA.NJA.
Vende-s na Nova Esperanja, tua do Duque &c
Caxias n. 21.
PAPE!. PABA ENFKTAR -SR OLOS
recebeu-os ounto lindiw a Nova Etpi r.iu^a, ra
Jo Buque do Caxiss n. SI.
PARA AMAIAR E AFOIlMOKAIl A PELLE
tem a Nova Esperanza *s sabonetas de pos de
arroz.
Sahiram luz
As ras em contradanza.
Linda qnadrilba para piano por Colas nlhu,
Flor da Boa vista, valsa: a \>uda no grande ar-
mazem de pianos a e mostea* de A*.fve Ni.va n. II, boje ra do Haru da Victoria,
N. U. Roga-so ao? Sr?. isfignanles do mtnda-
rem buscaras peca de snas assi^natura-.
Chimas pubhcacoes da imprenta nacional
de musita.
N. I. Piano. Annetta, polka brilhante, por I.
moltz, 45000.
N. 2. Piano. Minerva, polka brilhante, por Cola-
Fiiho, U.
N. 3. Piano. ChL'o Diabo, polka brilhante, p:r
., SOO.
N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazurka, por Ma-
tileeB. Zucchi. Iff.
.'i. o. Piano. Morte de Lope?, polka marcial, por
***, l.
N. (i. Piano, La Grande Duches?, polka por Lu-
den LamBert, if.
N. 7. Pian". Carmen, Anua, La Playera, J pol-
ka? do? cavallinho?, 1.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, per
E. Casalbore, 1.
N. 0. Piano. SanDha, Baroea, 2 valsas dos ca-
vallinho?, UOO.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiscaux, polka, por E
Ca*albora, l.
f. II. Pian. A flor da DovvMl, valsa, por
Jos CoeUio da S. A., 15.
N. 12. Ligrimas d'Aiuvra. Mazurka, por J. J.
P-, U-
N. 13. A estrada de ferro, quadrilha, por Hen-
rique Alberiazti, l.
N. 11. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, por Gonnaro Arnaud, l.
N. 15. Cauto. Mara Aria, para M. S. M' aqqari
tuti' amor, de Flotow.
N. 16 As mas em coniradanr;a, quad'ilha, por
Colas Filho, iji. _________________
As rnepas do Secife.
Avisa-se as Rxmas. Sra? desia capital que na
ra do Vigario n. 26. Io andar, eseriptorio, ha
um varb.dissin o sortimento de rend?*' bico? d
Aiacaty que se vendem pelo preco Mdica
d'aquele lugar, mandandoe levar em suasca-.
?as para n
-.
VINHO DO POR
\1ch^ do Port
i ra do _______
Vende-se doce
uito commodo .
MMM^Hm__________|^_______i


6
Diario de Pei-iLanibuco Tetra fira
.le i?:-70
GRAN
BAZAR DO
60-RA DA IMPEMTRIZ-60
DE
PEREIRA DA SILVA It
Neste imD(ranle eatabelecimeDto encontrar o respeitavel publico, nm grandee variadosortimentode fazendas domis
apralo porto e todas de primeara necessidade, qne ?e vendem mais baritas do que ero ontra qoaquer parla, vist qoe es co-
tos socios esta firma, adoptaran o systema de s venderem DINHEIRO ; para poderern vender pelo cusi, limitanoto* apenas
a Ranbarem o descont ; as pessoas que negociara em oequena esca'a nesti loja e amazeni ooderao aier os reus sortrmeritof
pelos mesroos precos que comprara, as casas inglezs, (importadoras) e para maior commodidaae das Exeas, familias se daro
amost: as da todas as fazendas, ou Ibes levam em snw casas para escoloerem.
PECHKCHA EMCASEMIRAS A 4O0O. CORTES DE UA ESCOCEZE3 65000' CAMISAS DE ERANELLAS A 35500.
No Bazar do Pavao fe-se urna grande Veode-se bonitos cortes ele lia wcocezas. No Bazar do Pavjo vender n bonito
compn em um Leillo, das mais finas rindo cada nm em sea papf-l, pelo barato sortimento enm lodos os tamannos tUs me-
sasemiras inglezs qne tem vindo a es- preco de 65000 cada um; no Bazar do Pa- j Ibores camisas, de flaoeila de 15a, c^m
te mercado, tend? coras claras e escoras,' *ao. | mangas tanto proprias para taonens como
todas con padre, serios,. Dropas para ORGANDYS BRANCO E DE COR para seoboras e vende-se a 3*008 cada
calcas, palitos e colletej; vende-se a 4*000 No Bazar do Pavo vende-se os mais
ocovado, o qne em oain qualqoer parte bonitos e mao fiaos organdyseom listas
por menos de65; grande largas e miadas 1(5000 a vara, ditas lisas,
WWb e
fazeoda de muita phantasia 800 rs. a vara,
ditos d cores, finissimos padroe, iateira-
meDte novos 801 rs. vara: peibincba.
GROSDENAPLES PRETOS
Cbegon para o Bazar do Pavo nm gran-
de sortimento dos melhores erosdenaples
pretos qne Um vindo ao mercado, qne se
veodem de 5600 at 53000 o covado ;
s5o todoa mnito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pav5o veode-se um grande
sortimento das melbores camoraias bra cas
transparentes, tem de 33o >0 at 100000
peca, ditas soissas fiaissioDas com 8 pal-
mos de largura a 250OO, 25500 e 30000 30600 o covado ; aproveitem.
n3o se vende
tintaran.
BRINS DE LINHO DE COR A 10200
No Batir d* Pav3o, fez-se orna grande
compra de puros brins de linbo, mnito eu-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
leles e roupai para meninos, por serem de
padrees miudinhes; garntese qne nao ba
barreda qne lbe lire a cor, e vende-se a
10200 o metro desta excellente fazenda.
M4DAP0LO FINO A 60400 A PEC\.
No Bazar do PavSo vendem-se pecas de
ma idapolo Bao de mnito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 aras cada peca,
pelo barato preco de 65000, por se terem
comprado um pouco enxovalbadas; pe-
cbincba,
CUITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bszar do Pavo vende mnito boas chi-
tas inglezs incarnadas adamaefadas, pro-
prias para cobertag e cortinas, sendo fazen
da que emqaalquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vlo.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pav5o fez-se urna grande
romera de toalhas alcocboadas, proprias
para rosto, bastite encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a\123000. e li-
quidam-se a 7500 a duzfaou a 640 rs.
cada urna, boa pe'hincha.*
CHAPEOS PARA MENINOS A 20000
O Pavao vende um grande porcao dos
tois honit^s chaposinhos de palha da ila-
li;; proprios p^ra menicos de todas as Ida-
des, seniu chapis qne valem 50000 e ven-
deros a 2-500O cada um, mnito barato.
CHITASE RISCADINHOSMIUDINHO
200 RS.
O av5o vende chitas ou ri.-cadinhos miu-
dtobos cor da rosa e rxinbos, proprios
para vestidos e roupas de cranos a 200
rs. n c vado. S3o mnio baratos.
LASINOA8 COM PALMAS UE SEDA
Che.-ou para o Pavio o mais bello sorti
m uto das mais brilbsntes ISasinbr.s claras
com hondas palmiobas. de seda; ten Jo lar-
gura de cbita franceva e vendo-se a 10000
o envido agrande pechincba.
ALPACAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
V^ndem-se as mais m'dems e bonitas
alpacas mat sadas cm palminhss, muito
proprias para vestidos de senhora e d me-
niuas pelo barado preco fie 040 rs. o cova-
do ; So meta hq onta.
Pili N'OIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chofloo para o Bazar do Pov5o um gran-
de sortimento dos oais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 105 00, at 200 >'.0 o
par, awta como n me'hnr damasco com 8
palmo- le largor imitacao de damasco
de seda, proprias oara colchas, e propria-
a res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pav5o vende-se urna grande
qnanti la-Je das mais elegantes sedas com
listrinbas, tendo de tolas as cores e a
brta-cOT ; fazenda que ninguetM vaode por
morios de 23400, e liquida-se a 20000 cada
covado; sao mnito baratas.
SEilNSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sonimen-
to completo dos melbcrej setins e grosde-
napies de todas as cores, que se vendem
moit em conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
^ VADO
N > Bazar do Pavo vende-se nm elegan.
re S'Wimeoto das mais bonitas poopelinas
de la com lista* miadinnas, sendo todas
q:ja~i d4 orna s cor, 400 rs. o covado ;
o baratsimo.
GRANDE PE CHINCHA EVf LASINHA
A 640 RS.
Ni Bzar do PavSo fez-sa urna grande
coin.-ra de iiasinha p3ra vestidos, sendo de
irjuio boa qualidade, urnas com listas e ou-
i-as con mselas, e muitos largas, que com
p ecos covaios se faz vestilo e liquida-se
440 rs. fazenda qne sempre se venden a 10.
ALPACAS PARA VESTIDOS FRTA
CORES A360RS.
'"eole se nm booilo sortimento das mais
W alpacas escaras f.jrta cores,
sendo muito enerpadas e tendo nm bfillio
eonto seda, liqnidase pelo barato preco de
r o covado por se ter fei'.o ama grac-
d-j compra.
POUPENAS A 400 RS.
No Bazar da Pavao vende-se om eleganle No Bazar do Pavio vende-se um bonito
son melo das man lindas ooujel.nas de sortimento dos melnores gurguross de 12a
ion os gotos miodiobos sendo qaasi; para vestijos sendo umi linda foenda,
orna ?6jr e con mu.to br.iho, picain- muito leve, meia transparente e muflo lar-
STTAS A S RS CORTF ga C? fUrl CreS 6 ****** a 640 r<"
v n Lli J.c C0va"1 Pr 8e ter fcit0 ""de pechincba
Ni Bazar doPav5o vende-se cortes de na compra.
urna, e qnem comprar de meia dnza para
cima ter om batimento, Sao de muita
ntiidade.
Grano* pecb'mcha om cam:sj inglaxas a 4e4:T50l)
No Bazar doPavao fez-se orna grande com-
pra era leilio, de dnissimas camisas* nue-
zas com peUo e pvohes de licno, sendd
com collarioaos e de todos os noraeros a
40000 cada urna, ditas sera collariabos,
porm faze' (?a nnisima a 405GO; gran-
de pechincba.
CAMISAS B.ARATAS a208OO. 30Of 0 e 20600
No Bazar do Pavao vende-se urna gran-
de porcao de casemlras mescladas, niuito
encorpadas a 20800, ditas finissimas com
msela de seda a 30200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
vara, ditas victoria e tapadas da mais infe-
rior at amis Onaqne vem ao mercado;
todo isto se vende muito em con la.
MANELLETES DE FIL
N) Bazir do Pavo vende-se moderoissi-
mos-mantelletes ou basquinas de fil-preto,
om laco, pelo barato pieco de 100000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10000, 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pavao vendase bonita fazen-
da branca babados e pregas de um lado; dando a lar
gura da fazenda o comprimento da sai.i. a
qual se pode fazercom3 a 3 ]2 metros,
e nende-se 10000 e 10-280 e 1600; assim
como tambem no mesmo estsbellecfmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de la de
cores j promptas urnas com farras diffe-
rentes, da mesma fazenda 40fMX) e ontno
com barras bordadas 60OOD e 70000,
ludo isto moderno e Barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENgIiS.
No Bazar do Pav5n vend-se o mel-ior al-
godi5osinbo amricano e^festaio p^ra len-
ge?, tendo liso e eotrancado por pfeco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeo-se om elefan-
te sortimento dos mais mod-rno. e melho-
res espariilhos. que se vendem por preco
moito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADERAS
O Bazar do Pa'v3o receben nm grande
soriim^Hto dos mejores pannos de croch,
proprios para cadeiras de balam.o ofs,
pianos, timboretes e at proprios para cu-
brir ai mofo das e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
Laasinlias tranrparenles a SOO rs. o covado
O Jav3o receben um bonito sortimento
das mais elegantes laasinhas transparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do PavSo vende-se suierior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1080a o metro, dito de bnho cora a
mesma largura a 20800 cada metro, panoos
ds Imbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de7Oatl0a vara, assim como umg ande
sortimento de H>mborgo ou creguella* Je
todos os nmeros, precos ou qnalidades,
que se vendem mais barato do qoeem on-
tra qnilqoer parte ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo veade-e snperior
atoalbade trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 10600. o metro, dito de linbo adamas-
cado o melhor que tem vind > ao mercado a
30500 0 metro ; tudo isto moito barato.
Baloes regnlaiores a 40030 45300 e 5300)
Cbegaram ao Bazar do Pava > o mais bem
feitos balojs reguladores, sendo de fu-t >
a 40000, ditos de musseliaa a 40oOO, di-
tos de aasioha de todas as cores a 50000,
todos eles sao mot'to baratos.
TAPETES
Chegou para o Bazar do PaSfl o mais
elegante sortimento de tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeirzs, d'tcs mais peque-
nos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
menos do que em ontra qaalquer parte.
COLCHAS BRANCASA 332)0,30500 E 70
Para o Bazar do Pavao chegou nm gran-
de sortimento das melbores colchas do fus
t5o, s filo as melbores e mais e cerpda*
qne tem vindo, a 7000., ditas um pouco
mais abaixo a 5550 t, c ditas a 30000:
tambera no mesmo estabelecimento se ven-
de um grande sortiment i da eral toes e cbi-
t-s, proprias para colchas, que se vendem
muit. em ronta.
GORGUhOKSO POUPENAS DE SEDA
A *0OOO CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo um e'e
gante sortimento das verdadeiras ponpelinaf
de linbo e sedo, com os mais modernos
costos, que se venlera a 20OuOcada aovado,
o que em ontra q .alquer parte nao se v-n-
d_e por menos de 20500, preMne->e que rao
sao algodao e seda, como ba muitos; ma>
sim puro linbo e seda; sao moito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Ba;ar do Pavao encontra-
r o respeitavel publico nm grande sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos'd'algodo e delinho,
para todos os precos e qua'idades.
Ceroulas de linbo e algodao.
Meias cortas francezas e inglezs.
Palitos sobrecasacos ce panno preto e
casemira.
Caigas de brim branco e de cores
Dilas de caserairas pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos o?
oreos e qualiJades, e ttm de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qaalquer pee. i de obra a capricho
ou goto do freguez, teodon'este importan-
te estabelecimento tidas as qaaliduies de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qur de cor; e quan lo qu.il-
quer obra nao fiear inteiramente ao gosto
dos freguezes fi^a por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazardo Pavao nm elegan-
te sotumento de chales de merino de cores
muito bons com pidroes muito decentes
para qaalquer urna senhora usar, ditos de
crpGn com listas de seda o mais fino e
moderno que tem viodo ao mercado, e ven-
de-se por proco muito em conta.
BABADINH5S
i.
31
Quando I XQVj
ann
perior'da ^^^^H ^^^H
tas de a!
goezis, con;o a d
3 sim para sclwjt
a qoadade de sous objeto os qoaes sao
sempre de apArario gosto ^ prfpir*>; tor-
nando-ro qn
rprcci.iOor.s m a No
va Esperar^, rirs qne ella cap.'i.;ba era re
ceb; ente, o que ha de melhor
relmivararrit a >ia repariirlo; o qor, *e po-
der verificar qojndo eih qualquer rcuniao
de p88oas (amasies do xique > \i>-se um
bonito enfeite em- um bonito vestido, um
arotnb agradavel escap-r d'om' alvo lenco,
om moderno o linde laco, um dilicado ra-
mo-e finas (lores, ^e. etc, todos t-Uium-se
reciprocamente! e^izem com >igo ( o as ve-
zes uns aos ontros) esfet s5o ohjectns
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te II! procurar doscrever em niuiurieios os
artifos que contem dita loja, seria trabalhn
insano c nunca o fariamos com aquella
graga e perfeicao com'quesSo f-iles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se em convidar a todos geralmente.
visitarem-pa pan ent5o ficarnm inei-
rados do qna ha expesto na mesma lojn.
84Ksia naque de Caxiai91
\M.
IJLfJLi I v tai.lL/Ai
^Hrjl, e em particular a sa boa l'roguezia, da immensidade de objectos qne ultim^^H
^Ham recetado la menos o pode fazer e porque essa falta flb-
HB[a ella cona e esper meia de todos que lb'a attendeo e relevarlo,
continuando portanto a diri^irem-se a bem conhecida Ir ja da AGUIA BRANCA roa do
Queimado n. 8, onde sempro acharSo abundancia em sortimanto de saperioridade en
qbalidades. modicidade em pingos -?o soonunca desmenttido AGRADOE SINCERIL^^K
Do que cima fina dito se mohece que o tempo de qoe a AGUIA BRANC\ pode
dtepfti', er.preg.atlb' apezr de seas cestos no desemp9nho de bem servir a aqaelles qoe a
honram procurando prover-se om dita loja do que necessitam, entretanto sem annir-
rar os objectos qoe por sua natnreza sao mais conhecidos aii, ella resomidaHo '
cara aqoells cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendirVefc,
bem se)a
Corpinhos de cambraia, primorcsmente
enfeitados t&fn ftfts de setira e obr.is essas
coja novidade flomolde e perfefcaode ador-
nos os toroam apreciados.
^ Fitas mni largas de diversas crs e qoa-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se poderia
dizer querendo descrove-los minuciosamente
rar snas qualidades, coree o desenhos, tal
o grande e variado sortimento qoe acaba
de chegar, mas para nao raassar o preten-
derte se lhe presentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodao com flores e lisos.
Capel las brancas para emnas.
Grande* sortimento de flores-finas.
Fil de seda, Meto.
PERFUMARA
Graade e constante sertimento de lita,
sempre melhor quajidafl.
Lindos vasos com p de arroz e pioaal,
Caixinhas com dilos aromticos.
Bonitos e modernos pentes douraAoa
para circular o coqne.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de caadreperolr.
Caivetes finos para ^brir latas.
Thesouras para frisar babadinboa.
Aspas pflra bal3o.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
qnaes so movidas por om machinao
Veos de seda para cbapeHnas e monta-iQm^s abtitwn o-as.
r
ffi um ptimo terreno murado, pe-
dras. soleiras. vergss, cepos, etc.,
w para edibeaciio de urnas quatro
v2t A viuva do finnrtn Ilenriqne J irirn ton- Vf
:QC do NcebMe eni partta pelo jota) J" nr- Vj(
Z !>Iiaos biu para o inteural puimcetn c&
5 ds dviia< NMMtM lie sriv CAsnl, mofle ^
K< o waftuVi Mermo t reiro, mur.id-, un ^x
rgi trsTMKl fl.t i'.nni'-r'lia ntre o >obr.nlMili> ^C
^ l)r. BeluM e mwM de casas terrea-- (^
ff do tata Ar> sal, c.imoi'Hlisndendo H venila g^
S5 a" mfl< dos dons oiios?, cinro os ^
.sim ma purcao ih pedra* de varios la-
J n>anho e qualidades,'proprias para-ndifi- gio
J^ cagoe : o que tnJn pie ser visio <; exa- >^
Rliiad pelo* pret-nI"Ms no lagar indi- ^
~ cado, qaalqaer h.ra, nos dis nteii : ^
S^ & tratar na roa do Qioimadn, on fuqae f&
m de Caxias n S8. 1 audar, das 10 liora'3 i
C?, da manhaa^-i 2 da tarde.
Meias de seda para noivas.
Ditas abrtas de fio de Escossh.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vMre enfeitados con
Ditas de raadeira envernisada com visfo-
ras c com domifts,
I Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordadoe enancas,
e rais para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprio
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e da lapinbas.
VERDADEIRO LE ROY
de !, Docteur-Mdtcin
Ru do Saina, 51, A PARS.

Em cada garrafa, ra. entre a rolbi e o papel azul
que lea o neu slnete, um rotulo impresso em ami-
reltocom o Sello Imperial do gpveeno raARcu.
iV.B.-Remel-
tendn-senma letlra
"y*^^^ t 5o frant -
y -----^^^ bre Parta, aceHarel
a 60 das de risla.
ao mnimo,f;oza-se
do abatlmento e do
nulor deaeooto.
N.3ARUAD8CABUGAN.3:
'I
Com este titulo acha-se alxrto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias. on ie os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem .ventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecldade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em,
aderacos de briihantes, esmeraldas, roblns e peroras, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alumnos e armis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
M ros, colheres, paliteiros silvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
m mencionar.
Compra-se onro, prata, briihantes e pedras finas, pormaior preco do
m quo em outra qualqoer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
Lonrenco ?. Mendes Guimares
RUADA IMPER.ATRIZN. 72
Tendo resolvido o sen propristario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Uanbaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amaote da economa, visi'-arem a
loja da ra da fmperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 35300! Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 2i jardas a 5-5000, 6L-00,'nlio e algodao a 1,5800 o metro, dito de
Cal ele Lisboa.
Vende-se cal d"> Lisboa, a Ultima ehngxda ao
mercado, por preco rawsvel : no armai^m -te
Manoel TeJxai'^i Basto*, ra do Commorcin n. t.'t.
Farinha ce matidic'i.
Vende-e snpenir farinha de raanMtca, vin'i
do seno da Geir, em sarc.is de 2 l| e 3 I-
qaeires cada gaeca, por preco mdico : i ra do
V'igario n. escriptorio de Jos Lopes D.ivim.
ITXJil
O verdadeiro pnrtlaud. S se vend* M rna da
Madre de Dos n. ti, armazem de Joio Martins df
Ksr-n,
7ende-sa
Panna preto mnito baralo a 35600
O Bazir dj Pavo receau naa granda
porc5o depjcis de panno preto fino, com-
pradas em leil5o, que S8mpre se venden a
55000 o covado e pode liquidar a 31500,
por ser ama escolente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do PvSo vende-se utn bonito
sirtimeoto dos mais Unios bi reges lista-
dos para vestidos, qoe valedi muito mais
dinheiro e liquidase a 30i) rs, o cova-
do, diies muito mais finos con lista* a 400
rs, estes harenes semore se venderam a
640 e 800 rs., grande pechincba.
GURGUBOA640 RS.
Caminos para janellas. portas e rrpns.
V ndem-sa 17 caixilnos para fatalUa, comple-
tos, asim como ponas para o interior de qualquer
casa, tud) em bom estado e por prec.o commodo.
bem como 700 ripas de emberiba : a tratar na
na do Imperador n. 55, 2 andar, ou no Caliei-
rtiro ne casa em concern junto a estacao do ca-
minho d ffrro de Apipncos.
la miudinhas, sendo rocha e cor de roa,
o 10 covddos C3da corte a2j vende-so
C08EiTS A 35
Vende-se coHertiS de ciiti encarnada
3 er:nR Pecb.ncia.,adamascan a 3flcada orna, pecbwcha.
LASSAb A 201) R>. CORTES INDIANOS A 455! 0.
ar do Pavo !iqaiia-se urna por-j No Baz^r d.. Pa 5o vende-se l^nitoscor-
s francezas miadas e graudas, tes injianos com Jluas saiis pao bara-
(ores finas, que ^e vendem pelo baratas m tissimo preco de 455JO cada um
preco de 200 rs. o covado para acabar. chincha.
pe-
No Btzar doPav5o vende-se om grande
sortimento d>s mais finos babidinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna graule porcao de entrecanos largos e
estreit-js, que para acabar se vende mnito
em coita e mais barato do qti9 em ootra
qualquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pav5o vaode-se constante-
mente o melhor sortimonto de fazendas
pretas para Juto, como sejam :
Laasinhas tretas lisas.
Cassas pretas de lai.
Cassas pretas, fraacezas e inglezs, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas preUs lisas.
Ditis lavradas com brano.
Merinos, cantos, bombazinas, qne so
vendem maisbaratj do que em outra qual-
quer parte.
CHIIAS PRETAS A 200 RS. O COVADO '
No Bazir do PavSo vende-se chitas pre-
tas inglezs com salpicos 200 rs. ocovado,
ditas todis pretas, por estarem um pouco
rossas, a 12) o covado; pecbincha.
O< propietarios deste imporiante esta-
bellecimeato rogam ao respeitavel publico e
particularmente s Exmas. familias o favor
de se direm sempre ao trabalbo do lerem
os seo* annnncios, peU razjo de muitos
d'elles serem randadas amiadadas vezes
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura 13a, pelo bara-
to preco de 65000 cada om.
Pechinchas novas
NA
Loj Flor da Boi vista
DE
Paulo F. de Si!, nisnares.
L5as para vestido, fazendas tolas novas, cova-
do 200 a 500 rs.
Cr.mbraias de cores francezas para acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e claras cores frxas, covado 240
a 360 r>.
La Amelia, fazenda nova, co'-ado 600 a 600 rs.
Brim pardu trancado, boa fazenda, metro 500
a 500 rs.
Peca de algodao e madapoln, cambraias trans-
parentes e victorias, precos muio baratos : na
roa .da Imparatriz n. i8, junto a padaria trance.
6*500, 75000. 8.5000, 95000, e 105000.
Vende-se cortes de caseniras de cores
par calcas a 45000, 5500.
Pira liqoidaco vende-se algodao de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para esenvos a 160 rs, o covado.
Na ruada Imnerairiz vende se chailes de
merino estsmodos e de barra a 25000,
-25-500 e 35'00.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 35500, 450i0. 55' 00, 65000,
75000, e 85000
Para liquidacSo vende-se brim pardo liso
hora a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 15000 o metro.
Para a c^bar vende-se duzas de lencos
brancos de cassa a 25000, e 3 ?G0G, ditos
de'linbo a 55'JOO, 65)00.
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodao a 15i00 e corbertas de chita a
155)0.
Para liquidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de horaem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 3rtO, rs. o covado.
finas
linho poro a 25800, esta fazenda e pro-
pria para lencSes e toalhas por ter 10 pal-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama ir9r,caza
a 15400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vefeis- *
dos a 25500,25800 e 35200 o corte pr
liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a 25500 o
jcorte s na liquidacSo a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas a 65
a peca para liquidar.
ECONOMA ,
Vende-se duzias de collarinhos de
pe a 240 rs. para acabar.
Arara vende laasinhas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
LiquidacSo, vende-se parapeito liso a
25200, 25500, 35. 35500, 45. e 55, pro-
prio para calsas e palitos por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de bomem 15500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
senhoras
pa-
para senhoras pelo barato preco de a 65.
O barateiro ve,nde percalas finas para: cadanm.
vestido a 440, rs, o covado. Grande liquidaco de roopa feita.
Em liquidaco vende-se lpicas para ves-^ Vende-se palitos de alparca e de core
'a 25.
Vende-se ditos de ganga para bomem
Iftf.
Vende-se ditos de brim de algodao bran-
cos a 25.
Ven'le-se ditos de meb casemira a 25.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa
metes translanticos bichas de qualidade saperfv
e. vendem-se em caixa ou porcao mais pequea
e mais barato do que em outra qaalquer parte ;
na ra da Cade:a do Recife n. 51, f andar.
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 32\ 400 e 500, rs, o covado.
0 Guimares vende mursnna d8 cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 590 rs.
O Menies vende fa-tvi d^ cores par-
vestidos de senhoras a 360. o covdo.
O Lourenco vende, cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos da senhoras a 500 rs. o evado, ditas
'isas a 500 e 640 rs. o covado, ditas rnalisa-
das a 040 rs.
Vende-se coletos de brim de cores a i-
Vonde-se ditos de meia casemira a 2$5o.>
Vende-se calcas de algodSo aznl a 5UO rs.
Vende-se dita de algodao de listras a iOrs
Vende-se ditas de brim pardo 25,15600
25500.
Vende-se calcas de casemira ds core
6585.
MEDALHA
CANTARA DE LISBOA.
Soleiras, himbreiras e eapiteis : a tratar
armaz*m da traves do Gorpo Sto n. 25.
n;
0 Bazar do Pavao sib a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da manliaa as 9 da noute.
Armacao.
Vende-se urna armacS de amarello i om doas
fealcoe<: na ra do Bario da Victpr a ti. %. {on-
tr'ora ra Nova).
Para baile
Lindas bareges de seda, fazenda mnilo
propna para baile : na loja da Turquezi
ra do Bario da Victoria a 9 (antiea
ra Nova).
Velas.
De sarnauna a todo ra |qnjai-
d-se no esc/iptorio da ra de Vigario n. 26 l"
andar.
FIGADO- BACALHAUTFGADQde BAGLH
^BpT^V^y
BRANCO E ESCURO
Df infecundo o Oleo de Figado de Baealhio,
o Senbor Cherier deo a esta preciosa prepara-
co Uierapeulica na cheiro e sabor agradaves
qne nenkaBia de anas virtudes lbe ti ram.
Esta portante descoberta, qne grangeou
seu autor urna Medalba de honra, vulgarison o
uso do Oleo de Figado deBacalhio desinfectado.
Os mdicos o receitam preferivelmentea todos
m ontros. em toda as molmias onde se em-
prega o Oleo de Figadc de Bacalbao.
Ver por mais pormenores os relatnos medi-
caes quecontem a noticia que accompanha cada
fraseo.
FERRUGINBO DB CHETRIER
0 Senbor Cherrier eompleton a .sua deseo-
berta aiuntan-do a iodura de ferro ao Oleo de
Bacalbao e*infe<-tado. EsM Oleo de Figai
Baealhio ferrugiueo tem todas aspropriedades
do oleo a do ferro, digere-ae fcilmente e nun-a
causa priso de Tentre. Portanto 4 preferifd
s mais preparares ferrngineas (Pilulas ou Sa-
rape), conTeui em todas aa doeafas onde se
mprega o ferro. Tsica pulmonar, bron.-
rachitismo, escrofulaa, impgens, gota, rheu-
matismo chronico, eatantos antigos, dys
ajas, conTaleacenciaa difficeis e fraquezss de
eonstitaiclo.
M*h*r%m*in CIIETRMKH, l,a-aa*4#a?**+ Mm-trnuirntre-
Ra mesma pnarmaeia achSo-se o V1KHO e ELIXIR da COCA, <
O TOrWiTOMIBlURIO eomABMCA. parara*aa ehagas, ^da,omdarae cotMuz^.
O GBAMLOfi d.BISDTfl composuacontraadiafrbas, D EPO.stTARio, em Rio i* Janeiro, DnfacmWf el C*. Baha, Moibr* Irma'
PenxvBhuco, P. Maorer el C. Marmkoo, KHMMl^. PmfJbqre,
_ P*lom Bri,lo. Pflotas, Antbo Lnras. '
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ira 20
a
r"

*
I i
':. la*
so.
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modos e i
rwwfe..TB* a h8.
Deposito de eJiarotoe
naos.
DA BAO! A K SI) RK).
Na n*do,MaTQB d* Ohnda n. 40, twri
rm de Caunai M,Uia, vad*w<* 8co**i* s*.
gomias mareas: ^*"
Regala Britnica.
llegaba imperial.
Regala Londres.
Exposicao de Sin,
Ojeras. 4
Trabucos.
Coactas. __
Deposito de chocolate
Menier.
F Na ra do Mrquez de Olnda d. iO, eseriptorio
de Canha A Manta, lem entere para vender por
menos do qne em qualquer parir, de n killos
para cima, as segnirite
.S;>Ht:.ul!l lint-.
uno i np StlltillL-.
par oxi-Mleniv.
Vanilla liiic
s
.U5
oii'i
.{ara me-
'.oiioe (aas para
homerts e n
faiikii*A pu'timada., (:sf>.i os, v.ii*t-
(iti ti'|iiiio.>- pela trancat;.
OaninuamM*'
ovia rci-respondenfes.
Verole-sc arito n*ntti e mani-ge p r em pi ndas
tms. to/ni afirn oemetaor scott jia desejaieui.
LiOr)
lo.i viudo da
niilij leo lia-

.-__.
Os raelhores espanadores de palha : nu ra d
Crespo n. 2o, toja da esquita.
m m -m
(JOBfD ao antigu deposito de Henry Forsier ?
C, roa do Imporadur, um campamento de gw
de pruQura quaiidadc; o quai se vende em partid
a reulho por menos ureco do qne em ontr* ana',
quer parte.
DO
i
ir
FA2EDSS E ROOFIS FEITAS
ira da-Iinpcratris u. 40. .esquina do be eco dos Ferreiros.
GALLI
Os proprtetar
DE
TffiiIRA IB
_ 0 propietario deste novo estabeleeiraento comminica ao respeitavel publico
1 cidade, e especialmente as Exmss fiiiiK *s'que est if'q.jidando por presos bara-
irssunosjts ant?g,*8 fazepias queexistiam net esialHeciu nto, alera das que abaixo
iifi retaflonadas, enjo--precos mereeem toda "a. aluncao do respeitavel publico qne nao
cemr dd com pequea quantia refazer-se doqnalquer qualidadede fazendas que pre-
cise. -Previne-se tambero que a raesma toja teiu frito sorraeoto de fazendas moder-
nas, e continua a,sorti.-se das do mais apurado o escoiido gosto, quo vender mais
barato qne qnalquer outra leja.
Raa do &ik do 7
> A
Vi.
ra
31 i L
- 5 \y i
;i;'*; novo i i mais b:-!:-5 s
L' ch>'.'id-i a
s-radn su,! siirfviaiyfadfi enxovaea p;ra ndi
vano.
ilfi irzendas
os Ooru?o d s('!a braffo pa:; Vestido;
': !S fi
i ma i ::i ti oa di: eimsl
o engenbo Cmucim n;i frero*zia de Taqnara da
provincia da Par;:hvha. 8 (|i:i) ilT'i (nirt-
tea- vantagens : XMHiia p- atrae do eogenhu, grando tufeno qftde m
soltare engordar 400 cabis d.; gada, sen lo i>>e
terreno urna ilhi rica ii< pjmp>4 f quo di
sa corra, mtif hia; i -rra< pare iraana
soiBente de harr-m:ts>M>!^
roja,fcij.io, imiiij e a roa, bmb grand/ pirra i d
coqueiros em dous pon is diverso-, pexto du 'un.i',
tres qnartos d legoa, e ci.v > Icgoa? da eidado de
Goyanna : qae-n prpt aieip BArhrlf cs(k eowho.
drija-se roa du Itosark) nx ]&,. on ao pjtUififl
eagepho
' nii"'
Chamo* de unono:- qnalidad, de 10.0 .ni ca-
xa : na ra d rftrespn n 28. toja da esqniat.
Atiendo
Veado-se a armacao e pertance^ da tabarna n.
ti do largo do Terrjo, Multo propria oara qnal.jfler
principiante : a tratar uo sobrado por niiu *.i
meante.
.a pura, p,;r:
Us de la o efia, id m dem,
Diiris.bi ertixc, ideni dem.
JirjtridoS n.-m !,te b-nr.: r Cfiut j.i.
Hrofs: p
lo.
y^sto! i$ rlv> catflbMfa braiua
P'lf o gi)tns.
!e diversas qn^.lid^dies, liiijiR ->;.
- h arnn | Jselo, c.u iilr^s .'. sfiiii'.
VfliMs fle kiil o q'lia ilomai ic:.
les ;.i!-: v -'^t.]:; pom !md s den ubos.
hortl.i'as i- som h tdados para sai.b.u ;is.
ihiisj bordadas unitq linas pa~;i fitinens!
('iis h'filtti-S r:r;: botnense meninos.
s-r,n!.iS re 'diio, e um grande sitimeto de mm Ww K Nw*n qae
30tkeM H3 ':;,,^,-s :. ara .ninin. s-fe j aii. o
Bulo dts aici?dia la- e WfWaVdfcirss
Ma
AlgOQiosinlm cora 18 jarda* a 24S60 a
peca.
ftdanio entestado coai I jardas a 3l
iOO a peca.
tito de 24 jardas a 5#60f) para cima.
Atoa:haiios dn liuho, e de algedao tran-
, e adamascadas por prei>s commo-
!os.
Chitas escuras e c'.nras de 240 rs. 6 co-
vado pon cima.
Uambratas decores mtadinhas- a^iO rs.
o covado.
Hitas mais finas a 360 rsi o metro.
Balos de. mussuna a 4(5 e sfcO
Guardanapos de liuho a 3$50o a du-
zia.
Bramante de iinho a 20300 e 3$000 com
lt palmo'-.
Ib.o de algodao a l&0 o mijtr.).
Mdas para senlioras de 4000a duzia
)ar;i r.frna.
Unas para liomens de 3^000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e- meninas de todos
"taniaiihos ^___ tim ;omo em stda, ha de todos os costos e
Ichas de fostlo braneo de 3->200 para [pell)S
cima.
Oilos estampado de 45O0 para cima.
Camiiinhas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de
cores a :|>0().
ilban'iiias brancas de 500 rs. o covado,
tas de cores a 500 rs. o covado.
^eiiCos de cambraia de liuho, o de es-
guio al o mais lino.
Lencos clii iweefl a 3^500 a duv.ia.
Ditos-braocos de algodo a 25300, mui
to linos.
I'il tiranco e prelo, liso e de salpico.
Corles do cambraia, brancacom salpico de
v.
i lites de liso aS(5C0O
' Vrlalanas brancas, e decore?.
l'eitos de nbo bordados e lisos de es-
gaiQo.
tamisas bordadas finissknas, proprias
pan noivos ta>ai a (ompeiente gravati.
l^unhos de Iinho para homem a \& o
par.
i ii1arthbo8 do Iinho lisos e bordados.
Grvalas pretase de cores, tanlo era >e-
CASA CASIVI^ L.bube. "

Chapelifias e chapeos
para' seahoras, luja da Turqiteza acaba de re-'
c-'ber excellente sorfimenio.
Basquinas
wi grs do
Cintos
muito novas e do b da Turnueza.
m ioja
de vetodo e de seda, variada sortiatento : na lo-
ja da Turqueza.
Camisas bardadas
variado sortimento : na lojn da Tnrqtieza ra do
Baro da Victoria b. 9, (aotifa ra iXova).
Punhos e gollas
de velado para seoliora : na toja da Turiueza.
privileg.'ado
-ui-
ouleva. O KUtOtP9l, r,.i i.Mil.
NOVAS S-,..iLlJAS A. MAWKl&fi
.'acias u Acc.c.: .^ -.j;.^
iw.fprr&'n" s* >.>^>
miraatlrt) e ei BOIISita! s
II JL_____
\i*m
Craves lc.. .,a<.
mmm

FQTr> IIAQ -Moca
COLLYBIO Coalla as ,iliV. ;,.;s uj., iiilpLLias,
preparado sob j dicsom urn.j.
Ditas de cor de 3009 para cima.
Tt&as do rosto de 500 rs. para cima.
C bertores do 13a linos, a 8-$ e lO^OOO.
Ditos encarnados a !900.,
Daos de algodo a tjfSQ.
Cnibraia tapada moito larga com pre-
gas e boidado, propria para sa'as doseutio-
r?s preco barato.
Lazinbas Irences Iranijaclas. cora listras
largas proprias para saias de balto, fazenda
intnrimente nova a 590"rs. ocovado.
(arabraias brancas transparentes e tapa-.
d3S c todas asquadadese pre?os.
Laj/.inhas tapadas e transparentes de
incitas diversidades de cores de 30 is.
-i covado para cima.
Alpacas lisas o- de furia cores a 500 ps.
a covado.
liortes de percala de 2 saias a 4r>000.
Ditos de organdy de dito dito a 85OO0.
Cortes-de ia da Escocia a 0COO.
Ditas em pepa a 500 rs. o covado.
iCbaJes de mer-io lisos a 2r>500.
ROUPA KE1TA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sjrimento > roupas fcitasde todas as
qna.idades. t feitios, para presos commo-
dos e (jucm c."mprar porgao para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorli-
raento de casemiras de cores cora quadtos
e istias, casemras prelaf, e pannos pretos,
ozutis e cor d.i caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qua qtier obra a voniade dos fregaezes,
quei para nomens ou meninos, e por me-
nos preco que qualquer outra offici ;a, e
para i^soa LOJV DO PAPAGAIO acha-semu-
nida dd um nona raestre alfaiate para bem
desempenhar qnalquer obra da sua arte,
r-cahindo a responsabi idade sobre o pro-
prieiario da leja.
D.m-se as amostras de todas as fazenl
a quemas exibir, ou raandam-se levar
loscalixeiros.
A ioja do Papagaio acha se aberta d
iioras da manhaa s 9 horas da noute"
Francisco Teixeira Mendes.
BARTHOLOMEO C
CANDIDO ALBERTO SOBR0 DA MOTTA k C.
com esoriptorii) e armsiem de gneros do BSta a
travessa da Madre de Don, n. t, tea paia vender
o seguate em conserva opiimamente preparado
em Paris :
Krtilhas (Petits pois).
Fbmao vbbue f/U&rinU rtrts}.
Dito km .<;bao {Idrm layeollets).
Esparcos (Atpeiy t).
Miscpxlaxea ELECtnies (Macidoine leguines).
SENoimAs (Carottes).
Tomates (Tomalet).
Golve de Brlkkllas [CIous dt Bru.velin\.
Auivchofhas (FoiuU artidiants).
BspnAniEs (Efunnr-U)
CociHELLos (Cli'impignom).
(Cpfx).
Pasti-is cou sfkm (Pal; truffe).
sem tbcffas ( tans truffs)
Atcm com azritr (Tnu a Challe).
Truffas suples (T/t/fM au natarrl).
Sarm.nha em T0SHTF.S (Sariing etc.)
Gauttinacom tri .YAs {Golaniins arte
Frango (Poulet).
POMBO COM BBVILHAS (PigCOU SMC pois).
Gallimiolas (Bcaiumes).
Perdiz oom azeito.vas (Ptrdix tcec tcet).
amada ( relie).
Andobinha (Allonette).
Codorniz (Go//te).
Lamprea (Lamproki.
Picado (ndotiilletles t.)
SahiC.ua (Saucismno t.)
Carne ochade (h'rmcandecu 0.)
Recbenle mais
lira completo e variado sortimento de papis
pintados e dot/ados de dinarenies qnalidades e c>-
qoisitos desenbos, proprios para forro e guamiejAo
de salas, gabinetes, escriptorio;, etc. na remes**
desse artefteto tem havido oBaior gosto e capri-
cho da parte *> nosso correspononte de Parts.
Com una mdica cwnnssao sobre o ensto da
fabrica vendemos este papel, pois desejamo- ter
ellectivamente am deposito dossa especia'tdAde.
No armazem de Candido Alborto Sdr da Mona A
C, travesea-da Madre de Deus o. 44.
Fumo e papel
Completo sortimento de fumo, taato para cigar-
ros como para charutos, vindo do Rio de Janeiro,
Babia e Rio Grande do Snl. Pspel de seda, !mho
e algodo, de ttifferentcs qaalidades, proprios pan
o fabrico de cigarras. Vendase constamemeix i
no armazem de Candido Alberto Sodr da iou.
& C : travessa da Madre de Deus n. 14.
W
Depositarios goral pura e UESAAifit, e l'*>i2TI <;,4!L
3, ra larga a Hosario. i'KX^.t.ilJUO.

LA lILLIi lili lUIlIijI RfA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Eslou disposlo a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo tudo bom e pre-
'} porta* n.%; ra Bi.reU I o ja 4.,
vi tuja
0 _^ ***t0 -^"ad". ';"" rtesta ani^o esaelecinienio. i ndn em v -.,
m
niseMK!o Wridar ilsae eiii ffi

para costara.
d6scaro motores p/Ta ani ,.,
m
lipii; i oinueiit'j do briaga r.,^,1
m 1-ivel'-ios ''"'~ ,,:l B">pa os in Ijiora object/* de i
.nh.Pi..s ; -.ra ao lespeiLim 1-uW.mj e a whs i
.- iriifMhH de -na cartticia, a- i uomtraia* p a.eius (0 t(u 1
& .a, ot!!<.; :,-lai-iiT inrtH, u-.vi a do .'^-o (OHbeciAi (amiCAfll* OtttorrUin t C. Jilas
[utos para faim, inoinun pira
mw
Et; de di ver*;
::.r .
^ monte grande porgao de fog d- ar.'o reoebe- i d*jn de ^istTrtlmt'i
OT cemBuaiero de ohjectos que se turnaria aBt*l<>iil 2 53, !oja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loia do i, aHu
B5
20Ra da Imperatnz20
Fajri A I,essa.
Acula de chegr a esta nossa novfi luja de fa- .
:entt finas um variad sortimento de fazendas de *" ^raiiraaos.
.*oaa, como sojam : granadines >io ultimo Duztas de pa'itos seguranca a... .
?o>to, popelinas de urna s cor, alpacas e azi- Duzia de palitos segnranca caixa
uhas de cores, o que ha de msis moderno, tado erarde a
;>or b;:ratissimos precos, brilhantina* de cores, te- rw ._'''.' V V"" *"'.',' V *
irascos con- leobaboza muttobno.
m
esaa^
h&Wl

Especialidades.
Connnara a acbar se a venda na rna Direia
botica n. 88, os mi c.)niiecios e acreditados re
medios de velatie, e outros diversos medicamen-
tos feiios em Paris, bem como os xaropes de o
deina de Bertii,jl
ferro de Btancara e
ce cereja, as de 'puratiTo de
digiul ue LabeUon .ineonfeit-
mutbo de Cae1 medicamt
proi los nas doe:
Tiaa respira! -s rnenmatica", i
aioareilidi), na falta completa on irregulai
de aaenstruo, nas i rae.
edo
aiet;
tt nao q
ainiMra'
coro i :-ia nos acommi:
totfebris bem na a
ata, ide de d.
naSopequnoKjr!iB.dnto Je tinti/, oieo de l-
nbaga e pincis. que se vendem por menos do qui
jb outra parte.
m $ m
v
i
.-ame de ferro galvaniMdo em ra tx.
s de oriD ;. iiv.ifnsado pun i:'tirii casa*.
. ferro e>Kir,h.i -f-a-.\ eng^phos.
de ferr oV Milncre ou.'ros isiei--.
: 9 B i rano.
ii lene !.
i i bar .
i i :) erv,i <;, e vei cniEsa,| (
'oiii.i ie Fli-.e-.r>.-.
Vsad -i imencanoi-para laJeira e varz?.;
Carril hos de rr-ao.
Vene7iaT}as para jan
Mactiinarde-desoaroear algodo i!e JacSoi
Ditas- de serra.
Ditais para cortar fumo.
)i.i- vapor di 3'cavallo> e i-}tores.oaaSoa-v*oa,,pa n*a^*ae
alodio.
Cadrcaa de ferro.
da ton.
"i ir cartas.
- para pesar.
Oleo i* linhaca em latas de fer >.
Tril! w de ferro rttra encentio?
etnfij-s ameriearas.
Je aattvar.
Sataacas e pesos deciui ieie oumas.
Pogoes depateott!.
Katon-e.
SaHtre.
Estopa larga e de boa qualidade.
PfCaretas para caminhos de ferro.
Um grande sortimento de ferragfn e c tufara.
das indias, fazenda nova a rmitacao de per-
rada, balos de elna'ttngirdo saia de cor com lin-
das Meta*, fnstoes proprios para vesliao e ronpaj
> meninos ; agora grandes e admiraveis pechin-
chas, saiaa brancas com lindos frisados a 3i, ri-
os corpinhos bordados muito finos a 3f, baldes
modernos de arcos a H>. ricas colchas para cama
leoeboadas. sendo brancas e ce cores, a 8f, M e
7fi, cambraia victoria tina a >, ditas transparen-
te- a 8$, 6$ e 7,chilas finissimas escuras e claras
a 80, 300, 320 e 360 o covado, cassas de cores a
HA, tpncos brncoade cas-a a 5*900, ditos chi
>:e. i :i.j(k) a duzia, madapolio tino a 6e
'--'*K'. e muita superior a 7fi, 74600 o 84, algo-
largo proprin para lences a G, panno
i- ;:l, 'dio bravM trancada proprio pan tealhas
W imm i lfiOOa vara, nramante paia lencef a
tbtttd a :3oU0. o que ha de roeUior, esguio fi-
::i--hiio a 24200 oOfl avara. Mandamos nas
casas das Exmas. familias para melhor poderem
J>colher. Tanibem temos completo sojtimento de
atrfHf*ftrtai des ritBeirtM hbrtaHNH fraucezes e
mgleies ; as pessoas quo se digna re m vr a esta
'oja terao ''a-io de i'.coiiliear a rcaiidade do
.me abrinociamos para nos justificar.
Cigarros da imperial
febrica de S. Joao
de iNictheroy.
1'oico deposito em Pernambnc caes aa alian-
leca velha n. 2. anda.
Fannha de mandioca
Vende-se farinha de madiuca, nova, do Santa
Catharma, chegada no patacho portupuez Cllissa,
fuaeado defronte do trapiche do Sr. Barao do Li-
vraoiento : a tratar no escripnrio de Joaqui
Jom> Gencalves Beiirao, roa do Commercio. 17,
09 a bor^lo dn referid navio,
120
320
30
!
1
K
VERDADEIRAS
PILLAS
Vende-se farinha muito boa ebegada hontem,
em saceos grandes e panno da facrica da Babia,
nos flrsaaeeas da Ceropanhia Peroumbncana : a
tratar ne flan e na roa da Cadeia, asa n. i,
cem Jos Goncatves Torres.
Variaba de naaidloea Mara-
aho e 4a Babia
Vende-se no escriptorio de Joaquim Garardo de
Basto raa do Vigario Tenorio n. 16, andar,
excellente farinha de mandioca vinda do Mara-
nhao e da Babia, em sacos grandes, ramio fina,
alva e torrada : os pretenderes pedem examma-
la nn< trapiofces da ompanhia Peraarabacana
Dantas e FoMes
Vende-se
COM IODURETO 00 FSRBO UiAXTSaAVf L
APPROVADAS P*U ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Poseumdo as propriedaaeado lado et do farro, convem oeiataaaai nas Amccots
escrofulosas, a Tsica no priacipio.a />>^jade4eperBaBlataM|ma'tasj|^^
uiV.2 i6*' ^enorriiea, em que precisa reagir soWve o. saugue Ma .para |
1 abundeaeia normaes, ou para provocara regular o sen
Jarte imrisra ou Iterado un meditamenlo infiel,
d da ypr>*ir. r
L_____J> 4erata r-e|
Parta.
1
gu**?*** rfcf^Kl. Pharmn
A casa imal do banco do Brasil am liqaidaco,
vende per,ODmraodo preco a asa terrea sita roa
imperial a, 64 : a tratar na meema caixa filial
na do Connerco n. '34.
utna 'asa tarrea, oa rea ale S. Jorge (Pilar)
'O Fra de Portas n. 60, ora duas galas
ous qaartos.'ci sioba. ra, setao cora dos
qnartos, e quintal; tratar na aesma ra
h aa laudar.
Vendase qn Mila de amaraho Wkool
Mo na aamMa do Gamo n. 46.
indna-ee partes -de 'um sobrado da rea d
Pacote* C'm p.!>s de arroa o me-
lhoij que ba a............... 320
^alijas muito -mas para fazer
bart|a a.................... |#000
Caxi 1 de linha bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidbo para toa-
lbas....................... 160
Gaixas com peonas d'aco de erry
superiores............... 900
Lencoa de cassa brancos e pinti-
dosa................------- 100
Caixaslcom 20 quadernos de papel
pautado ....... 70C
Caixas com 50 noveiios de linha
' do j az a........ 400
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......34000
Pecas de babadinhos com 10 va- .
rasa!........ 500
Pecas ce tiras bordadascom 12
metros cada peca a 14500 e. 000
Pegas 1 e fitas para cus de qual-
quer largura cora 10 varas a. 500
Escovas para unhas fazenda fina, a 500
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pegas (e tranga lisas, brancas e
de ores a....... 40
Duzia ile linha frxa para borda-
dos a 4'Hl rs. e. 500
Pares de meias croas para m
nos diversos tamanbos a. 320
Duztas de meias brancas moito
linas para seuhora a. 44500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........240OO
Pares de sapatos de tapete a. 14500
Duzias de baralhos para vultarete 34000
Sylabarios portngnezes a. 400
Cartoesicom colxetes zearreras a 20
Abotoaduras pata collete diversas
qualidades....... 400
Caixas com penna de ago muito
boa de 320 a...... 30C
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia b agulha para machina a. 24000
Libras de pregos francezes todos
es tamanhos a. 240
Pacote~ de papel com 20 quader-
nos........... 400
Reeraa de papel pautado superior 44000
Resma de papel iiso moito supe-
rior a .
34600
para principiante.
Vende-se a fabrica de sabio da ra Imperial
travessa do Frcitas, muito bem montada taato para
fabricar pequea como grande quantidade e sa-
bio. A casa alem de ser -de nm mdico alognel,
tem grandes accomraodacdes nao s para deposito
das-materias primas esabo manufacturado, como
florece aspaco independente para morada. Todos
oa esclarerimento?, finalmente, se daro pessoa
eriantente qnizer ttatar esse negocio, e se
explicar, a causa porque o actual dono nao pode
^^B1: a pessoa qne pretender comprar dirija- s 1 continuar com este, na ra Direila, armazem de
4 rna Imperial n. 11 I molhados do viado braneo.
ditrsi aprr
da Europa nm
finas e mui de,
tao resolvidos a ve;
jwr precos mui:
dos. rom tanto qne n
Muito superiores luvaa de pellica, pretas, brav-
eas e de mui lind
! boas e bonitas gollinhas e punhos para so-
nhora, nesto genero o que ha de mais moden
Superiores pentes de tartaruga para cuques.
Lindos e riquissimos -nieiie para canecas das
Exmas. sciihoras.
Superiores tranfis pretas e de cre> coa viar -
Ihos a sem elles; esta bzeftd < que pode avt
de melhor emai-= bonito.
Superiores e bonitos tequea de ma(irpero!V.
marfim, sndalo o osso, $eno unut des bracees
com lindos desenhos, e ele* pretos.
Muito superiores meias lio d
nhoras, as qvaes sempre se vondw M*)
a duzia, onretanto p pinos por 20*.
aim destas, tejnus tamb em gruide sortimento o
ouiraa qualidades, entre a anas* algamas mnito
finas.
Boas henyalas de superior carina da Intfia -
castao de marnr rmn li igu-
rasdo mesmo, 111
pode desojar ; am
3naiUidaile do OUttas qu.i'idadcs, cohk> sejam, m;.-
eira, baleia, oss> :. etc.
Finos, bonitos e afroaos cbicotinltbs de cadeia e
de nniniqinlMldin
Lincas c superiore- ligas de seda e borradla
para egarar as motas.
Boas meias de seda para vnhora e-para meni-
nas d 1 a 12 anno? de Mi
Navalhas cabo de maitm otartarogapara fawr
barba ; sao muito boas.e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asseguramos sua qnnlidadc e nelicadeza.
Lindas e bellas capelina para noiva.
Superiores agoibas para maoiiiua e para croxc.
Linha muito boa de peso, frouxa, para tener
inhyrintlio.
Bons baraiho de cartas para voltareto, assia
como os tentos para o mesmo Ha.
Grande e variado sortimento as meliwres per-
fumarias e dos mehY>r:s o mais conhecidos per-
funiistas.
COLARES!-:', ROER..
Elctricos mapneticos contra as convuisoes, e
fa>'ilitam a dentico aaainaoceites ^riancas. So-
mos desde muit recebeilores deste prodigiosos
'liares, lie-los por todos 9
vapores, alim :.: que nunca faltcm no mercad.,
tem 1 ii lo, .--rapis poderle aquel-
ircn, vir ao deposito do galk
.tcontraro destes vord;.-
deirs .' .-. s attendendo-e ao ira
Sarai^:, -, renderao eom um mm
pois,..- ctos i]!:e deixamia
declarados, m < nosaub f:---.ir".-; e amigos awem
cornprAr i. vis aloja do galio
vigilante, na -i
Dcor. lenu
Plua do (ucjutada n. 1.
Novo e variado uiumealo aHffSBW>
finas, e outros objecti
Alera do completo gartineato de perL
alarias, de que eOectivamenta ttstd provi
loja do Cordetio Prevideate. a^a ...b.
recohor um entro wrlsraanto q t>*i
QOavel pela variedatie do
ade, qaadates 9 coram
eos; assim, pois, o Cerdeiro P 0denla |
a espera coulinuar arur.rewir a aprecia^ *
do respeitavel puboo dga gen
boa freguezia em partcHlar, uio
tando elle de sua mm c>
3 barateza. Em dita loja
preciadoros do hora:
Agua diviia de E. Coudt^y.
Dita verdadeira de Murray 4 Laaimaa.
Dita de Coiogne iugieza, uagheans, frtfc
ceza, tedas dos melhores e maisacredi'
fabricantes.
Dita de flor de Jarangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toil
Elixir odonUlgico para coaserv.,.
isscio da bocea.
Cosmetiques de superior qaadado e c
ros agradareis.
Copos e iatas, raaiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos cora dita japoaeza, transparen
a outras qualidadea.
Finos extractos ingiezes, americano*,
francezes em frascos simples eenfeitadoa.
Essencia imperial do fino eagradavel ee1
ro de violeta".
Outras concentradas e da ebeiroc igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadoiro.
Extracto d'oleo de superior qualidada
com escolhidos cheiros, em frseos dediff
rentes tamanhos.
Sabonetes (m barras, maiorea e menoc*
para mSos.
Ditos transparentes, redondos a em fign
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixrha para barba
Caixinhas com bonitos sabonetes ictaud:
fructas.
Ditas de madeira invernisada contando t
nas perfumarias, muito proprias para pr
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, t*
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arro
a noneca.
Opiata inglezae frsnceza para eatei.
Pos de campnora e outras differaato
qualidadea tambem para dentea.
Torneo oriental de Kcmp.
Alada nata cernea.
Cm outro sortimento de coques de ni
vos e bonitos moldes com filets de vidrbe
a algnns d'elles ornados de flores e Alai
estSo todos expostos apreciafe de qnts
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de moito gosto e perfeiclo.
Flvellas e fltaa para einoa.
Bello e variado sortimeato de taca obj*.
tos, ficando a boa escoma ae gasto do eos
prador.
Cabellos
Veadaca-se cabellos de tedas as cees, qualqner
comprimento, quahdade superior, em caixa oc
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 51, f> andar.
a l mu 1 lma
Vende Joaquim Jos6 Ramos :
js- 8,1 andar.
pa ra da Cruz
Lindos c rtes de percales a JJOOO rs. : roa
do Crespo n. 5, loja da esquina.
Casa terr
Vende-se a casa terrea sita i r
16, em Fra de Portas : traur n
Alfonso (outr'ora da Praia) n. 43, 1
as 10 horas da manhaa, ou de 3 as 6 da tarda.


8
Diario de Pernambuco Terca feira 20
nbro de 1870
LTERATUM


ISCDUSO DO SR. DR. PBANl
DK OLtVEMYA ANDRADK, POR OC
nSTA ANNIVEIISARIA
OUEZ DB 1KITCRA, A 21 DK
TIMO.
(Cooclnsao).
Quem de v, e-a um
malt.ada de llores por onde
beirinbo, ou ?m urna c-llina tapiada d
b sombreada d'arvorsdos e palmeiririlus.
respirando o ar embalsmalo da m>n
oavindo an mesmo tempo o gorgeo dos
sarinhos ? s
Quem de vfa rriargem d'um rio, ci
templan-Jo Sgas aguas desusar -se sem
sar por seo. leito. aqu tranquillas e siloo-
*;io=os, ali horbulhosos emarulhosos.
despenhado-ss em sirprendente catWHra
e ligeramente epraiando se em vasto cam-
p;> e onvindo ao me*mo tempo os zumbidos,
os sil vos o ragidos dos pequeos e gr riles
animies, nos innocent -s, outros vauen to ferozes ?
Quem de vos margem de um lago lisn
e transparente como a superficie de um
espelho, oa na praia do mar revotto e
tempestuoso, bramindo como um posSfSS i,
despsdacandu Mas furiosas ondas t\>: .m-
ntro a frouxa areia e recuando precinta-
do, erno que despertado por isso.
Quem de vos presenciando despont;r o
sol no horisonte. como que despertando d .
s-u berco zi e v-nnia rmr e coij
enfaixado em ninensinhas. urnas alvas co-
mo a- azas de um oysne, outras purpurinas
e dourados : tendo assim diante dos 'los
a maia esplendorosa perspectiva do nitra-
vhoso alvorecer de urna rosea eencantado-
. ra manhaa.
Quem de vs em frgil batel, no meio da
jramemidade e abysmos do ocano e do in-
finito e asulado espado assistindo ao mes
mo tempo. cm larde serena, ao nascer, e,
posso assiro dizer ao mo rer de dous astros
da la que aroma pouco e pouco no
orientee do sol que va como que e
/ ronsumindo em lento incendio no occi
dente.
Quem de vos, repito, tudo observando e
contemplando, sobre todo pensando e re-
iectindo deixai de reconhecer econfessar
que Dos existe ; de>xar de recoobecer e
confessar em completo xtasis que ludo re
vela, manifesta e proclama a Dos ? Q em?
Deosf proclamam o fri terral suspirando
pelo meio da escurid3o da nohe ; a d.i<:n
aragem da manha bafejando por sab a as
flores; a fresca vir.acio da tarde cdanlo
por entre a re va ; a branda brisa ramal ia-
do pelas folh-gem dos arvoredos e o sosrvf
zepiros- agitando com secs beijos o leque
das palmeirinhas.
Deus! p-odama o farte, violento e rij"
vento, que brame e ruge rmolvendo mar e
trra em tempestades, tufoes e fura .as.
Dos! proclama o regato crystalino, que
serpea em florido valle, ou susurra em
hadas ea si-alionas.
0*03'. proc'ama o caudaloso rio, que
:e violetitamante pela planicie, ou st:
despeaba dos rochedos em horrisontes ca-
ladnpas.
De.s! oro ^ama o lagosinho sombreado
de-arroredns, calmo e transparente ou ape-
:ns encrespado pela aragem.
Dos I proclama o ocano tranquillo e
magest' so. ou bramindo agitado pea tem-
pestado e arrojando suas espumosas ondas
J de encoi.troaos negros e inabalaveis pene
<3os e os alvas e movedicas areias das
prMas.
Dea! proclamam vastos campos recamado
relva, -oilinas em que se ergnero altase
padas arvores e langas serranas, cujas
i i se perdem ns nurens.
I) os! pr.acl.amam o pavoroso etampido
\ i rato reboando estrepitosamente no seta
mmensidade.
D'c.s! proclamam todos o* entes em raa
mltipla lingnagem, confundindo suas vo
em u:n s besana sublime.
3 os! proclamam elegantes e doinarosas
palminw, que se eleuam em campias mal-
ibetadas le flores e gigantescas eolio saes
ros que se leam as solidoes do de-
serto.
Dos! proclamam sombras e tasciturnas
florestas, "o aspecto de um estril rochedo
e o de nm hrrido despenhadeiro.
Dos! proclamam a agua, que paira nos
ares e a roula, que pousa no ramo de um
arbnstosinho.
Deus I proclamam o leo, que ru-
ge as brenhas, o ligeiro corcel, qoe trans-
poe a extensa planicie e o manso coldeiri-
tibo, que pala no prado.
Deus proclamam o sol com seos re-
fulgentes e deslumbrantes raios, a loa
com seu urgente e frouxo ciarlo, as es-
trellas que cintillam.
Deus! proclama a aurora, que despon
ta, o dia que se fina e a noute que se ap-
proxima.
. Deus I proclama a virgemesfolliandopor
entre suspiros a cora virginal no leito nup-
cial, ou depondo a da saudade no tmulo
do amor.
Deus! proclama a mi, que amamenta
em seas castos seios o filhinbo, doce fruc-
to de suas entranhas amorosas.
Deus I proclama o infeliz naufrago sub-
mergindo-se na profundida do abysmo,
que foi fatalmente arrojado.
Deus I proclama o venerando anci3o Un-
tando orna vista retrospectiva para o seu
pausado e desillodido do seu futuro.
Deas t proclamam os templos, quando
de seas campanarios ecbdam pelo globo as
vozes dos sinos convidando adorado ou
a supplica pelos morios.
Deus I proclama a atmosphera, immen-
so sino do vasto templo da natureza; quan
do Ungido pelos instrumentos e pelas vo-
zes dos que tocou, fallam e cantam derra
ma torrentes de harmonas.
Deas I proclamam as artes e sciencias, a
msica, a pintara, a poesa e a sublime
pbilosophia illuminados pelo facho da ra-
zio.
Deus I proclama o phylosopho erguendo
a fronte, cingida com a aureola da intelli-
gencia, o poeta extasiado na contemplado
das maravlhas do universo e o goerreiro
qoe lata por bastear o glorioso pendao da
liberdade.
Deus I proclamam as crianzas em seus ri-
sos e brinquedos infantis, os mocos as
suas lides e os' velhos em suas desoiacoes.
Dea* I proclamam a primavera com suas
flores, o outooo com seus fructos, o esto
. com seas ai dores e o invern com seus ge-
Ios.
Deas I proclamamos coiuemaados estor-
eedo-se de desespero ba eseuridSo de seos
jarceres.
hmam todos i
los os I
ilude e abateodo
is! em urna palavra, meos senbore
.ana trevas-e loies, cos eres.ma
res e trras, vegetaes e animaesrtado
quanM existe, morro, vive, cresce, multi-
plica-si e morre, tomando e despenbando-se
no abysmo da uternidade'e v,>ltando assim
para u seiu Si natureza, vasto laboratorio,
em que tudo se d.'Comp5e e rcomp5e
succwjsivamente sb a vigilancia e por von
tade do mesmo Deus.
F. L. C A.
VRIEDADE
ATRUZ CRIME. O Echo da Dordogne
traz a sejuinte descripgo de umhorrivel
ci me pralicado em llautefaye :
t Um numero consileravel de homens.
das coramunas vizinhas (cerca de quatro-
ceutosou qnBuentos), armados de paos, ata-
cararn o Sr. Maillard, propretario em
Beaussac, o o Si Moneys. que estavam
n'um prado separado do campo da,/eira
por u:n pequeo caminho. Conseguindo
tiL-ir o Sr. Maillard, atiraram-se ao Sr.
Vbmeyi, agarraraon'e, bateram-lhe e le-
varam-iio para o fina da aldeia, a zOO me-
tros do centro da feira, bradando : Viva o
imperador I Viva a Franca! Devemo-lo
matar por ter gritado : Viva a repblica I
e por ter mandado diobeiro aos prussianos!
Dous habitantes de Hautefaye acudiram
vilorosamenle ao 5r. de Moneys ; conse-
guiraifl melte-lo no pateo da Sr. maire, e
usconderam no n'uma loja de ferrador e
dentro d > banco de ferrar.
Mis o povo, furioso e C3da vez mais
compacto, apanKu-o novamente, e mmtas
l>essoas o desancaram bordoada.
O maire m'etteu o n'm redil, e
fechou a porta. Abrirau-na 03 furiosos
perseguidores, a^arraram o Sr. Moneys,
ilespirara-no, bateram-lhe outra vez, arras-
taram-no moribundo para o peda feira, de-
laram-no dentro de urna valla, cobriram-no
du lenha que forana buscar a urna ra pr-
xima, e pozeram-llie fogo.
Depois foi horrivel I
Como a lena estiva verde, e nao
pedia arder, um sogeito que at agora n5o
se sabe quem foi buscar urna pouca de
palha. e emquantoo desgranado se contor-
ca dolorosa e liorrivelmeote, muitos d'a-
quelle enfiados aticavam o lume, Dar me
llior alimentar e activar a combnsto.
Qual foi o motivo d'este medonho
cr mi ?
Um cabtea de motim espalnra na feira
de Haut-faye o "boato de que o Sr. Moneys
bradra : Viva a rftpnqHd Abaixo o itn-
icrmlnr e que se encarregava de passar
dinlieiio para a Prussia.
O Cmirrier dit Centre e o CJiarentais
aecreseenum estes pormenores :
Helo que dizem dg'itnas das lestemu-
nhas, escreve a Utarentais, esta desgrana
par.ece que foi motivada por um horrivel
equivoco.
O Sr. Moneys, mogo de vinte e nove
anuos, e.-tava na feira de Hautefaye, em
companhia do Sr. Maillard, seu primo, e
de mais alguns amigos, quando passaram
uns poneos de rapazes e Ibes disseram
com vivacidade :
< Aqu ostfo estes galantes senhores,
que tem luuito dinbeiro, e que podem
mandar para a guerra um hornera, em seu
lugar ; nos c somos obrigados a partir.
Poi hem I vamos pa a Nouiron, e se pre-
cisaren! de nos man lena-nos l buscar.
O Sr. Moneys, offend'do por essas pa-
lavras, respondeu-lhes di.namenie. dizendo
que ciie;ir.i para lodo o bora cidado a hora
de dar a vida pelo paz.
Asseverou ao mesmo tempo que elle
pela soa parle es'ava resolvido nao re-
correr i vaniagem qu< a sai riqueza Ihe
dava para se fazr substituir dianie do ini-
migo ; que esses que 'eutavara agora fugir
ao sen de.var patritico, n3o passavam de
cobardes e qoe podiara juotar-se aquellos
que bradavam : Viva a Prussia 1
Parece que s estas ultimas palavras
foram ouvidas por parte dos taes rapazes,
que logo aliraram aquella reum3o de ami-
gos o epitbeto de, prussianos.
t O insulto passou de bocea era bocea,
e o Sr. Moneys e seus companheiros fo
rain apontados cega ira dos que os ro-
deiavam, e nao se demoraram nada as
vial de fado.
O Echo da Drodogne anda aceres-
centa :
O Sr. Moneys morreu no fogo. Ficou
o cadver completamente calcinado. O des-
gracio fura arrastado e martyrisado desde
a urna hora al as tres da tarde.
t O Sr. Moneys era boa pessoa e bem
rom eituado. Era amigo da ordem e de-
dicado ao governo do imperador. Era
addido ao maire ua communa de Beaussac.
De noute fizerara-se cinco prises. A
juslica contina as suas investigarles.
t Diz se que se faro mais algumas pri-
ses. l'jslaura-se activamente o processo
pelo districto judicial de Noulron.
A Gazeta dos Tribunaes pe depois
d'estas relaces as seguintes linhas :
c O crirae commettido no districto de
Noutron, e que suscitou legitimo horror,
o assumpto de urna informarlo judiciana,
feita com vigor e rapidez. Esto dadas
instrueges para que os seus sejam levados
ao tribunal, em audiencia extraordinaria,
mal que as praxes o permittam.
A MOCHILA DO ZUAVO. N3o deixa
de ser urna cousa curiosa a mochila do
zuavo africano. Nao ha edificio mais bem
combinado em todas as suas partes, pelo
que re-peita commodidade, ao equilibrio
e solidez,
O zuavo pouco traz dentro da mochila ;
[-apenas lhe melle urna camisa, escovas, e
estojo de barba; evitando assim ter s
costas urna carga incommoda qoe puche
para traz. Todo o peso est cima da mo-
chila, de raaneira que Ibe depassa a cabera
e descansa directamente nos hombros.
Traz o panno da sua barraca enrolado
cylindricamente roda da mochila, a calca
de panno dobrada com cuidado (a caica de
brim de rigor para a marcha), as polai-
nas, o capuz, um par de sapalos novos, e
em cima, para coroar o edificio, a ga-
mella.
Tudo isto apertado, afivelado e conden-
sado, slidamente preso por correias ; e
pesa pouco mais ou meaos 60 a 65 libras.
A este apparelho rene, quando entra
em campanha, um grande cantil, e vveres
para oito das. De maneira que o zuavo,
com a espingarda, leva,* em marcha, no-
libras
!ados
Mi par isso tira nada
marcha.
BAZAINI i marechal fran-
cez, quem tao importante papel est con-
fiado na grande luta que occopa a attenc3o
da Enropa, principiou a servir no exercito
como voluntario em 4831.
Passandb em seguida '^ara a Argelia,
alcjjpcou o poyto desargento em 4832, o
de alferes em 483 i e o de lente em 4835.
N'esse anr passou a servir na lego fran-
ceza que combateu em Hespanha contra os
carlistas e por essa occasiao ganhou o pos-
to do capilo
Foi para a frica em 4839 e em 1840
obteve o commando de urna companhia de
cacadores de Orle3es, cujos batalhs ti-
nham sido creados ha pouco. Esteve na
expedco de Millanah, na de Kibyliae na
deMarrocos. Em 4844 era chele deba-
talhSo.
Quando terminou a campanha, foi dirigir
as ofOcinas rabes do circulo de Tlemcen,
provincia de Oran. Em 4848 subi a te*
nente coronel.
Em 4850 era coronel e commandava o
55 corpo de lio ha ; pouco depois obteve o
commando da legio estrangeira e com ella
foi para a guerra da Crimea.
Alli subi at ao posto de genera) de
diiso, dirigi e deatingoio-se na espedi-
do de Hinbarn, e depois da tomada de
Sabastoj)ool foi noroeado governador da
pnca.
Na guerra de Italia commando:i urna di-
viso doprimeiro corpo. No combate de
Malegoano destinguio-se muilo ; em Solfe-
rino a sua diviso apoderou-se do cemi-
"lerio.
Quando se enviou a expedco ao M-
xico, obievc o commando do pnmeiro cor-
po e era breve snccedeu ao marechal Forey
no commando em chefe do exercito. Des-
tinguio-se muito no sitio de Puebla. Em
ldejulbo de 4863 e'itrava triumphante-
meute na capital. Alli permaneceu 3 annos
lutando contra as guerrilhas de Jurez, at
que por ordem do governo francez dexouJ
com as suas tropas aquelle territorio..
A expedido do Mxico alea lhe o bas-
t3o de marechal, o cordao da gr-croz da
Legi3o de Honra e a sna entrada por di-
reito proprio no senado
No sea regresso Franca, tomou o com-
mando do terceiro corpo do exercito, cajo
quartel general estava em Nancy, e em
4859 o da guarda imperial.
O marechal Daizane o mais novo de
lodosos avrecbaes francezes.
Quando comecou a actual guerra, com-
mandava o terceiro corpo do exercito do
Rheno, e depois foi nomeado general em
chefe do segundo, terceiro e quinto corpos
reunidos em Metz.
BATALHA DE GRAVELOTTE. Do
Daily News, de Londres, traduzimos ase-
grate resenha da grande batalha do dia
18, a qual no dia 21 loe foi communicada
de Sarrebruck pelo cabo submarino :
< A grande batalba dada no dia 18, fa-
voravel aos prussianos, come?ou s 40 ho-
ras da m-nh i e terminou s 10 da noute.
As doze era am desafio de artilharia. As
linhas francezas estendiam-se pelas serras
que cobrem o caminho de Mete Verdnn.
O seu ffanco direito apoiava-se n'uma quin-
ta chamada a Vi lleta, d'onde parte um ca-
minho para Gravelotte. Na esquerda d'este
caminho tinham os francezes formadas doze
trincheiras. As pecas (testas defezas,
apoiadas por oito metralbadoras, dominavam
todo o valle. Por detraz d'esta linha, en-
contravam-se os fortes de S\ Quintino e de
Carnres (pedreiras), protegendo completa-
mente a retaguarda dos francezes e asse-
gurando a retirada.
s Os prussianoi tomaram primeiro po-
si'cao em urna linha de altaras entre Re-
gonvile e Gravelotte, occaipando os dous
lados do caminho de Met Verdn. As
12 horas a sua artillara tinba feito retirar
as pecas dos francezes da sua primera li
nha. e os prussianos poderam estabeleeer
mais adianto snas bateras, estendendo-se
do lado de Gravelotte. As duas horas-, as
bateras franceas do lado de Verdun esta-
vam silenciosas, e os prussianos tinham
oceupado a quinta de Malmaison. Vinte
minutos mais tarde as pecas prussianas es-
tavam era frente de Gravelotte, dominando
a artilharia franceza pelo seo maior alcance
e melhor precis3o. As 3 e meia, a caval-
laria prussiana, couraceiros, bussars e
uhlans carregaram sobre as bateras fran-
cezas ; porm, apezar do seu heroico valor,
nao tendo sido ajudados pela infanlaria,
tiveram de retroceder.
N'esta occasiao, divises da infantaria
prussiana comecaram a avancar al s 5
horas oceupando um .dos regimentos urna
posicao importante. Os prussianos tinham
concentrado grandes forjas para atacar a
chave da posico franceza, e pareca que a
fortuna da batalba dependera do ataque e
da defeza nao obstinada de centro. As
divises prussianas, primeira e segunda vez
refurcadas, marcharam contra a posicSo,
porm, nicamente para serem repellidas
e obrigadas a retirar-se debaxo de um vivo
fogo das pecas francezas que Ibes matavam
massas de homens.
Nada ba mais brilhante que os esforcos
dos prussianos; e nada mais firme que a
defeza dos francezes. A desigualdade dos
combatentes era a mesma qoe em Woerth,
e durante muitas horas pareca duvidoso
que a forte posicao d s francezes, junta
superioridade numrica, .nao frustasse os
terriveis esforcos dos prussianos.
< Al bora bastante aduntada da tarde,
a luta foi desigual e terrivel.
Nao houve tempo para colher porme-
nores, e nao se sabe os regimentos que
intilmente foram dirigidos contra a posi-
C3o franceza. Porm a fortuna da batalha
nao devia decidirse n'aquelle ponto. Con-
vencer-se-biam os generaes prussianos de
que o centro francez era muito forte para
elles ? Nao se pode dizer.
t Seja o que quizerem, fizeram o seu
ataque final, e foi coroado de xito sobre
o flanco direito do inimigo. A quinta da
Villete foi assaltada s nove horas da nou-
te, e immediatamente a posic3o dos fran-
cezes tornou-se insustentavel.
c A sua linha era perseguida pelo fogo
dos prussianos ; algumas das suas obras
de avaocada foram tomadas de assallo e
viram-se obrigados a abandonar o terreno
que tinham defendido denodadamente, re-
tirndole sob a protecc3o da fortaleza. A
soa ultima posicao no caminho de Verdn
foi abandonada, e o exercito francez vio-se
encerrado na praca forte que tiaba escov
Ihido como base para invadir a Alleraanha.
Asseverarn-m allemio oc-
cup< Norte, cortando a les "entre
Metz e Thionvilie. O aerme estove
[,no campo de batalha : porm raetz,
era qoem commandava ; Bazaine comman-
dava os francezes.
E' diflicil calcular as perdas*dos prus-
sianos, porm o numero dos morios nao
descera de 10,000 cifra enorme a avaliar
pelas tropas que entrarara. na luta. No
momento i'ado, ao querer tomar o centro- "rJuzindo annualmente
merc.'o. Todos oa annos sahem de Ham-
burfjo, de Francfort. deSttutgard, de Leip-
zicb, d'Anvers, de Pars, de Molhoose. de
Londres e de New-York um grande numero
de mancebos habilitados para o alto com
mercio, e que se espalham por todas as
cinco partes do mundo para dirigir impor-
tante:, feitorias e grandes casas de com-
merco.
< O instituto superior do commercio de
Anveis, que conta apenas doze annos de
existencia, ao mesmo tempo qoe est pro-
da posicSo franceza, as perdas foram es-
pantosas. NSo tenho esclarecimento algum
sobre as perdas dos francezls. Os prus-
sianos, apezar da sua victoria, est5o mo^to
excitados. Rumores de paz circulam no
acampamento, ejclga-se passado o mais
duro da campanba. O general americano
Sberidan esteve na batalha na carruagem de
Bsmark. Um ollicial inglez foi morto. >
FORgAS FRANCEZAS E PRUSSIANAS.-
0 Times calcula em 500:000 homens as
tropas que os prussianos teem em Franca
e em 250:000 os francezes enire Metz,
Strasburgo e Cbalons.
t Digamos sobre isto o qoe julgamos
mais certo, escreve o correspondente da
poca em Pars. A Alleraanha effectuou a
sua invas3o em Franca com 400:003 ho-
mens do exercito activo, e dos que estavam
na reserva', peTtencentes este. A outra
metade da reserva chamada s armas foi a
que dere ter entrado em principios de
agosto, depois d Woerth. A landwerhr de
23 i 35 annos guarnece as fortalezas do
Roen", porm anda n3o foi chamada a lan
dwehr de 35 40 annos, nem a ultima, mi
icia sedentaria de 40 annos.
Os francezes, guando pnncipioU a guer-
ra, nSo tinham mais de 300:000 homens,
ed'estes, *K):000 no Rheno. Agora, com
os veteranos e as reservas, tero 700:00
e os 300:000 la guara mobilsada.
: N3o fallamos dos corpos francos nem
na guarda nacional, qoe, como a milicia
mobilisada. n3o pode entrar em.linha de
bataliia. Ha a abater as perdas de um e
oatro lado, que nao podem calcular se em
menos de 100:000 homens de cada parte,
porque se os francezes perderam mais em
Woerth e Forbach, es alientes, atacando
posices terriveis, tiveram mais perdas em
frente de metz.
A IMPERATRIZ DOS FRANCEZES.O
Fgaro d noticia da patbelica visita feita no
dia 22 de agosto pela imperatriz ao hospi-
tal de Val-de-Grace, onde jazem centenares
de feridos, como em Paris e por toda a
Franca. Eis como o referido peridico se
exapressa:
a Depois de ter peodigalisado coaso a-
Ces e auxilios por todos os leitos e gale-
ras, como antes o fizra as quatro ambu-
lancias que ella dirige no palacio e jardins
das Tulberias, a nossa Ilustre compatriota
aproximou-se do leito do coronel Colomeri,
que commandava os zuavos destrocados em
Woerth. e um dos que escaparam com al-
gumas dezenas de feridos. A irapenatrz
infurmou-se, com affabidade, do estado de
suas feridas.
Voo bom e 13o bomrespoodeu o
coronelque dentro de seis dias espero
voltar para i.
. Ao menos, perm, sede prudente
disse com bondade a imperial visitante.
Ab I vossa magestade comprehen-
der a mnha impaciencia quando soober
q,ue meus tres irmSos foram, como eu, fe-
ridos petas balas inimigas, e que o meu re-
giment, valente entre os valemes, soffreo
perdas enormes que clamara vinganca. Meu
infeliz regiment! ah. ? eu o viogarei.
E desde esse momento o ferido nao
falln imperatriz era outra cousa seno no
seu regiment; descreveu o heroico proce-
diraento dos turcos, desafiando a morte,
levando-a cem vezes s fileiras inimigas e
snecumbindo s diaate de innmeras for-
cas.
t Choro o meu regiment, porm:
posso asseverar a vossa magestade,excla-
mou de repentee isto ama consolado,
que antes de succombir fiz beijar a trra
milhares de inimigos.
t A sua voz enrgica, e s vezes at en-
trecortada pelas lagrimas, commoveu de tal
forma a todos quantos presenciavam esta
scena, que a imperatriz nada mais fazia que
chorar.
t D'aqui alguns dias voo partir e
s peco, por nica graga, que sobre as snas
ruinas me deixem organisar o mea regi-
ment e condazi-lo ao campo da batalba.
Aqui fez um gesto enrgico e terrivel.
A commoco da imperatriz tinba ebegado
ao seu auge e ella ia retirar-se enchugan-
do as lagrimas, quando o coronel pedio
para lhe beijar a mao.
O favor para mimexclamou a
imperatriz, apoderando-se, com profunda
emoco, da ma do coronel, que leve mui-
lo tempo entre as snas.
Senhora, exclamou o coronel,
marejando-se-lhe os olhos de lagrimasse
eu podsse fallar em nome do exercito,
cojos sentiraentos conheco, dir vos-hia :
Senhora, elles nao viro Paris. Oh t
nao, o exercito nem sequer nisso pensa.
Nao viro Paris, eu vo-lo juro.
t Coronel,respondeu com firmeza
imperatrizpens como vos; mas em-
fira, se Deus quizesse que passassemos por
essa ultima decepclo, e que elles viessem,
encontrar-me-biam em Paris.
< Esta ultima phrase foi proferida com
nota ve I energa.
ESCOLAS SUPERIORES DO COMMER-
CIO.Do Jornal do Commercio, de Lisboa,
transcrevemos o segrate artigo sobre esse
ramo de e>iacac3o publica :
c Acba-se natural o empregarem-se cinco
oa seis annos nos estudos de direito, de
medicina e de theoiogia oa universidade,
sb a direccSo de professores habis, e jul-
ga-se desnecessario todo e qualquer traba-
Ibo para adquirir o conhecimentos, alias
indispensaveis, que requer o alto commer-
cio.
c tempo de renunciarmes antigos
prejizos, antiga rotina de nossos pas,
lods essas posices creadas, sinecuras ad-
ministrativas, e empregos do governo ;
precisamos de iniciativa, precisamos cami-
nhar par das outras naeoes oa ao menos
de segui-las na vereda do progresso e da
civilisaco precisamos de viajar para em-
pregar a mxima de Montaigne de frotter et
de timer notre cervelle corare \a cenelle
d'autri.
t A BelgteL Allemantia, a Inglaterra,
os Estados-Unidos possqem todos estoj* superiores de coo>
grande nnmero de
um vveiro de con-
as linguas ingleza,
a constmecao o ar-
egislac5o das alfan-
alumnos destioctos, e
sules.
Apreodem-se all
alleraa e hespannola,
mmenlos martimos, a
dega$, a geographia comraercial. o direito
raarijimo, a historia geral do commercio e
ndustria, o conhecimento dos productos e
merciadorias, a economa poltica, e estatis-
tica ommercial. No (ira do cursos alum-
nos fazem um grande exame : os que ficam
apprj)vados recebem um diploma de capa-
cidade, e aque'.les que sobresaem no exame
recebem do governo, alera do diploma, o
titulo de cnsules alumno e urna gralifua-
C viajar em paz estrangeiro sua escolha.
A Franca tem apenas duas escolas que
possara rivatsar com os institutos da Bl-
gica ie da Alleraanha, que sao a escola da
ra [Je Saint Pierre Papincoort, em Paris,
fundada em 1820 por Mr. Branqui, e a es-
cola de Molhoose que conta apenas quatro
annqs de existencia. Os alumnos para se*
rem admittidos na escola devem ter pelo
menos 16 annos de idade, e sugeitarem-se
un exame preliminar, se n3o s3o j ha-
chareis s lettre. O curso dura dous an-
nos, e .o ensino ao mesmo tempo theorico
e pirtico. O escriptorio commercial tem a
mesma brganisacao qoe o instituto de An-
vers,. Os alumnos aprendem alli os clcu-
los abreviados, as Conjointes des Borderaux,
as cantas correles e todas estas operaces
s3o (feilas nao s era francez e moedas fran-
cezas,. mas tambera em inglez e piastras
fortes, em dollars e era libras esterlinas,
prendera tarabem minuciosamente as ope-
races de cambio e de arbitragem entre as
principaes pracas de commercio do mundo,
bern como todos os clculos de conta de
recin* de toda a sorte de mercadorias.
Alli como em Anvers, ha escriptorios pra-
tco3 qye se suppem estabelecidos no Ha-
vre, era Marsele, em Londres e New-York,
corj'espondendo-se cada ora na lingua do
seul paiz.
No curso de geographia da escola de
Mu
bouse estudam-se todos os paizes do
por eslrangeiros, q co oa nada se hB-
portam c nteresses e que o
mais das vezo ''na para procurar-nos
embaracoo no commercio e para nos extor-
quir cinco francos para visar o paasaporte.
Contare! nm caso, acontecido ba annos
n'am porto do Mediterrneo, que nSoao-
meio. Foi a polica deste porto avisada
que n'um vapor que viabi de Civitu-Vecbia
havia malfeitores que deviam ser captara-
dos. Os passageiros, antes de desembar-
car, foram obrigad-s a provar a soa identi-
dade ; todos elles reclamaram a proteccSo
dos seus respectivos consales; e todos elles
foram a\brdo redamar os seus represen-
tados, trenos o consol de Portugal, qoe n3o
querendo incommodar-se, deixou a bordo
una medico portogoez e sua sobrinha, at
que a polica, sem intervenc3o do cnsul,
pode assegurar se de que eram pessoas n-
offensvas, e os deixou era liberdade.
Em urna inquricSo qoe acaba de fa-
zer-se em Franca sobre a marinba mercante,
ha depoimentos que revelam graves preji-
zos e grandes embaracos no commercio,
provindos da ignorancia dos consoles fran-
cezes em materia de commercio : se isto se
d era Franca, o que nao appareceria, se
urna inquiricSo se fizesse em Portugal sobre
o mesmo objecto ?
mundo, seus rio, eanaes, caminhos de fer-
ro, portos, centros industraes, produeces
mireraes, agrcolas e manufacturaras, suas
importacoes e exportaces; e, como com-
plemento ao curso de geographia, os alum-
nos] aprendem a conhecer por caracteres or-
ganolpticos, isto -, pela cor, cheiro, tacto
e gosto, e mesmo por meio de reaeces
cbijnicas pouco complicadas, os differentes
productos do commercioassim como os
paif.es de origem, os lagares de consamo,
as priocipaes feitorias, os precos medios e
a maneira de enfardar. As linguas vivas, o
diileito commercial fazem tambera objecto
do |ensino na escola de Mulbouse. Ha pro-
jecto de formar eseolas idnticas em Mar-
sele. Bordeaox. Nantes e Havre, onde os
alumnos que frequentam os estudos de
commercio nos lyceos, ir3o aperfeicoar-se,
adqurrindo os conhecimentos praticos que
Ihejs faltam.
Nos Estudos-Unidos da Amrica, as es-
colas superiores de commercio, posto que
fundadas sobre bases differentes, nao pro-
dujera por isso menor numero de alumnos
recommendaveisv em quem se revela o ge
nirj pralico dos Yankees.
Se exceptuarmos algumas noces theo-
riejas sobre a tmme deslivres, clculos abre-
viados, os grandes principios do commercio
e (ireito commercial, tudo o mais pura-
in(nte pratico. O interior todo da univer-
sidade comraercial de Mr. Bryant e Slratton
concentra-se em urna grande sala, que con-
ten quatro repartces differentesEscrip-
tonii-BancoSeguroe Agencia de trans-
portes; em cada urna distas repartces
os alumnos p^ssam um periodo de tempo
maior ou menor.
No escriptorio os alumnos computam o
jornalo grande livro de mercadorias, fa-
zena facturas, conta< de venda, e trocam
correspondencias, seja entre elles, seja
coila o banco, o seguro ou a agencia de trans-
pones.
| No banco fazem as fnneces de caixas
e (e caixeiros de cheques.
i No seguro redigem as apolices de se-
guiros.
k Na agencia de transportes passam car-
tas de voiture ou conhecimentos.
k Imprime-se neste eslabelecimento um
jornal mensal, em que se tratara todos os
acontecimentoscommerciaes que interessam
o paiz.
K As mulheres sao admttidas tarabem
co|no alumnas. e passeiam muito sua ven-
talle no meio de seus condiscpulos.
Alguem perguntou um dos professo-
re se as raparigas nao receiavam o con-
tacto dos rapazes as escolas;ao contra-
re respondeu o professor, s3o os rapazes
que as receiam, porque os usos e costomes
dab yankees nao sao para gracas.
< As nssas duas cidades de Lisboa e
Porta mereciam ser dotadas de escolas des-
te genero: as nossas transaeces commer-
ciaes, j t3o dminotas, desappareceo com-
pletamente por falta de instrueclo em ma-
teria de commercio. a esta inferoridade
em que a. Franca tem estado e est anda
em relago Inglaterra, Alleraanha e aos
Estados-Unidos, qae com raz3o attribuida
a sua inferoridade as transaeces com a
China, o Japao, a India e a America. Os
portuguezes teem o genio do commercio;
m^s falta-Ibes a instrucelo. Em lempos
remotos, era qoe lodos os povos estavam
na ignorancia, nos eramos superiores to-
dos pelo genio, boje somos-Ibes inferiores
pela instraeco. N3o nossa pequenez
territorial que se deve attribuir a nossa de-
cadencia commercial: a Blgica tambem
una nac3o pequea, e ella rivalisa com as
grandes naces em materia de commercio.
nestas escolas superiores de com-
mercio que se formara os representantes se-
cundarios das differentes naeoesns conso-
l destinados a proteger com conhecimento
de caosa o commercio e os interesses dos
seos nacionaes.
Emquanto que todas as naces se es -
meram em enviar para o exterior pessoas
convenientemente' habilitadas para os diffe-
rentes consalados, nos os portuguezes so-
mos quasi por toda a parte representados
MEMORIA ACERCA BA INDUSTRIA DB EXTRACTUM
CARNIS FABRICADO NA PROVINCIA DO RIO
GRANDE DOSUL AFRESENTADA AOILLM. EZM.
SU. DIOGO VEI.HOC. DE ALBUQC'ERQUE, CON-
SKLHEIRO E MINISTRO SECRETARIO DOS NEGO-
CIOS DE AGUICULTORA ETC., ETC. PELO Dft.
MANOEI. PEREIRA BA SILVA UBATBA.
Illm. Exm. Sr. Exige V. Exc urna me-
moria acerca da industria, que creei nesta
provincia, o que satisfaco na esperanca de
que possa resultar deste trabatho alguma
utilidade.
as circumstancias em que se acha o paiz
na sua nova phase de vida, entrando nella
cheio de gloria por ter sabido vingar a soa
honra ultrajada e por ter concorrido para
que a civilisaco fosse levar os seos benfi-
cos influjos a conterrneos, que della es-
tavam privados; preciso que esse brilhan-
te feito nao fique circunscripto ao resultado
moral, cumprindo-nos, a nos, borneas de
paz, imitando o valor de nojsos soldados
as lides do trabalho, completar a obra, ele-
vando o Brasil econmico altura que o
elevou o sea exercito, o que tanto mais
necessario qnanto econmicamente nos- cus-
tou essa gloria tantos sacrificios.
Cumpre, que se lenha serapre em lem-
branca, que o trabalho riqueza, base de
moralidade, e que sem riqueza e moralida-
de nao pode baver boa poltica, e sem o
bem estar nao ba felicidade possivel.
Se o trabalho foi sempre indispensavel.
ba periodo, occasies ou crises, era que
elle de urna urgencia tai que nao pode nem
o povo e Bem o governo dsquecer-se que
nenhum bem, nenhuma prosperidade, nen-
hnma reforma pode ser proficua e perdu-
ra'el sem o trabalho.
Comprehendidas deste modo as necessi-
dades publicas na vida pacifica, que me im-
puz, procuro dar o exemplo e pens que
fago quanto- posso a bem do paiz e da hu-
manidade.
O trabalho que emprebendi nao tem o
mrito de procurar a honesta e independen-
te subsistencia: com a minha aotividade,
crdito e capitaes acbaria raeios de te-la
mais commodamente.
.\ minha provincia passava por urna crtse
que assustava, o maior elemento de sua ri-
queza pde-se dizer que nao tmba valor;
o gado, mesmo por um preco que n3o es-
tava em reac3o com os gastos de prodac-
C3o, n3o ti nha a demanda proporcional of-
ferta. Resultava disso, que no tempo do
corte, ficavam em ser milhares de cahe>?^.
occasionando perdas mui sensiveis, empales
de valores que n3o se realisa-m, oceupa-
C3o de campos, dimiooico que esses va-
lores soffriam com extravos, mortes, etc.
Neste lastimoso estado se achava ella
quando emprebendi os trabalhos que me oc-
cupam, estado que era aggravado pela con-
currencia que offereciam os paizes vizinhos,
collocados era circumstancias muito mais
vantajosas, quer naturaes, quer creadas pelas-
disposces econmicas qoe os regeci n'o
concorrendo em pouco para fortalece-las os
avultados capitaes brasileiros que corriara
para elles, impeioraodo anda mais o j tao
afflictivo estado da provincia.
Se realmente a produeco fasse superior
s necessidades, o al vi tre .a tomar-se seria
por certo outro, porm quando se conbecia,
que povos ha qae soffriam e soffrem falta
da parte do pr dudo do gado, que menos
valia entre nos, com grave damno para a
saude e vigor, era evidente qoe nao se ve-
rifica va que havia excesso de prodocco. e
conheca-se que algum obstculo entravava
a ordem econmica.
Segundo as experiencias de Mr. Payen
indispensavel para cada individuo 58 kilog.
de carne annualmente, e quando a media
de consumo para os paizes mais favorecidos
de 13 kilog. n3o pode haver excesso de
carne, quando os paizes productores de gado
apenas tem 5J a 60 milhes de gado bovino,
o 130 milhes de gado ovino.
Entend que a faRa de um bom processo
para a conservaco das carnes era o que
produzia essa desharmonia, e sustentei que
era extempornea a.mudanca completa de
ndustria, de hbitos, de inclinaf3o, o que
nao se faz sem perturbaco, sem tempo e
sem riscos.
Acbei que era um trabalho digno de rae
oceupar, emprehendi-o nao sem receio, pois,
que conhecia as difJBculdades, e sabia que
a chimica orgnica apenas se constitua
corpo de sciencia, porm nSo apreciava de-
vidaraenie os embaracos provenientes da
desorgaaisac5o em que se acha o paiz.
Coovem fallar-se a verdade, anda que
desagrade, smente da verdade pode vir
proveito, e n3o tenho motivos para oceulta-
la, porque as minhas pretences para com
o povo ou governo s5o nenbomas.
Sao passados seis annos empregados em
experiencias, seis annos de verdadeiros sa-
crificios, de verdadeiros martyrios.
Nom paiz no etado em que existe o
Brasil um martyrio emprebe*der-se qual-
quer industria, sem bracos para trabalho
quando ha de sobra para o ma', sem poli-
ca, sem bancos e outras institnices de cr-
dito, qoe satisfacam as necessidades das in-
dustrias, sem sciencia, sem aptidio, porque
n3o ha amor ao trabalho, nenn verdadeira
necessidade delle, sem boas vas de com-
raunicacSo, sem espirito de associacSo, tor-
na-s mpossivel, sem am supremo esforen,
as tentativas que se fazem.
(Continuar-se-ha.)
frvp. o diak.0 -kua uo uuyia decaxus
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