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Diario de Pernambuco ( Monday, September 19, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12215

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, September 19, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12215

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12215

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, September 19, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12215

Full Text
4NN0 XLVI. NUMERO 211
SEGWtW FEM 19. DE SETEMBRO DE 1870.
PABA A CAPITAL E LGARSS OSLE HAO SE PASA P01TL
Por tres mezes adiantado*.................
Por seis ditos dem..............
Por um anno dem...............
Gaita mamen valso. ,.....,
Ni,
9000
limo
24^000
320
FiblA DOTBQ E FOBA DA PROVIICIA.
Por trw me? .........
Por seta .........
Por nove *tos dea ...........
por um anno dem................
M7CO
i 3,5500
201280
27*000
'
I
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Fillios.
O ACEXTE:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Gongalves d Pinto, no Maranho ; Joaqnim Jos de Oveira, no Cear ; Antonio de Lemoa Braga, no Aracaty ; JoJo Matiia Jalio Chaves, no Ass ; Antonio Marqaes da Silva, no Natal; Jos Jnatino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vita da Pecha; Belarmino dos Santos HolcJo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagos; Dr. Jos Martins Alves, ni Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bk) de Janeiro.
PARTE OITICIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO EXM. SR. DgSEMBARGA-
DOB FRANCISCO DE ASSIS PERKIRA ROCHA, VICB-
PRK3IDBNTE DA PnOVI.NCIA, KM 19 DE ABRIL DE
1870.
i' scelo.
H. G'i5Dito aodirector do arsenal de gnerra.
Uande V. S. furnecor a quartel-mesire general
do c mimando superior da guarda nacional d'este
municipio, o cartuxame que fdr preciso para as
descargas qne da ve dar a brigada da mes na gaar-
da dacional que tem de assistir as Te-Deum que,
em acedes de graca pela terminacao da guerra,
manda celebrar a 31 do corrente a Illma. cmara
desta cidada.
N. 646.Dito ao rapito do porto.Communico
a V. S. para sea conhecimento. que, por despacho
festa data coneedi 8 das de prazo ao reeruta Luir
Francisco de Medeiro?, para provar isencao legal,
i." secgao.
N. 6o0.Olli'io ao comjnandanie superior do
municipio do Recife.Nesta dala se expedio ordem
ao director do arsenal d guerra para mandar for-
nicar ao capio quartel mestre desse cora mando
superior o cartuxame que fr preciso para as des-
cargas que deve dar a brigada da guarda nacio-
nal esle municipio por eeca^io do Te Denm,
< guerra, manda celebrar a lllm?. cmara municipal
a da 21 do corrente.
N. 033 Dito ao mesmo.Expena V. S. snas
'fdpns, para qu urna guarda de honra tirada de
um dos corpas da gurda nacional sob sea com-
ir.ando superior esteja postada em frente da "igreja
matriz di fregueiia da Boa-vista, no da 24 do cor-
rete, as 6 horas da manhfia, afim do acora wnhar
i procisso doSantissimo Viatico aos enfermos.
N. 634.Dito ao eommandante superior da
juirda nacional do municipio de Cabrob. Nao
pode ser satisfeita j reqaisican do V. S. em offleio
de 48 do met finio por nao ter esta presidencia
armamento algara sua disposgio.
N.633 Dito ao juii municipal da primeira
vara.Transmuto Vmc. para os devidos llns as
gofas dos sotenciados de justiga Joao Pereira de
lama, Manoel Joaquim de Santa Amia e Amando
tfarge* dos Santos, que tendo cumprido as senten-
ots respectivas, foram pelo eommandante do pre-
sidio de Fernando de Noronha remanido? para esta
capital na corveta Nitherij, a serem apresentados
ao Dr. chafa de polica.
N. 636.Dito ao juiz municipal da primeira
vara.Pelo eommandante do presidio de Fernan-
do foi remetlido para esta capital, segundo sen
Hiri de 16 do corrente, aflm de ser apresentado
ao Dr. rbefe de polioia, -o senlenciado Manoel Ig-
nacio de Lima Jnior, por eslar soffrendo de nm
tumor no jolho, o que Ihe coinraunico para sea
eonneeimenio.
N. 637.Dito ao eommandante do corpo previ-j
s'/rio de polica.Pode Vmc. engajar no corpo ob
san con).nando as paisanos Manoel Goncalves do
Viscimento e Claadino Pedro Argemiro, e o vo-
luntario da patria Amando Nonas de Souza, de
que tratara os seas ofDcios n. 470 e 17i de 41 e
12 do corrente, se tiverem a idoneidade para isso
uecessaria.
N. 658.Dito ao eommandante do corpo provi-
sorio de pohcia.Pode Vmc. alistar no corpa sob
> Araujo, Jos Francisco de Lima, o os voluntarios
l.riano da Costa, de que tratam os seas oficio? ns.
t80e 182 de 48 e 19 do corrente, se tiverem a pre-
cisa idoneidade.
3.* secgao.
N. 639.Offl;io ao inspector da thesouraria de
fazanda.Trausmiltq V. S. para sen cnnheei-
mento e fins conveniente?, a guia joota do senten-
rudo de justiga Msnoel Ignacio de Lima Jnior,
q achando se gravemente doente, foi por esta
capital remettido a ser apresentado ao Dr. chefe
te polica, para ser convenientemente tratado.
iV 660 Dita ao mesmo.Communico V. S.
para os devidos fins que, segundo participou o
uiz municipal e de orphos do Granito, bacharel
Livino Lopes de Barros e Silva, em oficio de 49 de
I.-vereiro ultimo, nessa data entrou elle no goso
di licenga que Ihe foi concedida por decreto de 40
de Janeiro lindo.
N. 664.Dito ao mesmo.Communico V. S.
para os devidos flns que, segundo participou o
juii de direito da comarca de Itarab, em oficio do
4." do corrente, nomeou o bacharel Maxiraiano
Jet de fnnjosa Varejao para exercer interinamente
o cargo de promotor publ.co dessa comarca, o qual
presin juramento a 44 do mez Ando.
i\'. 661 Dita ao mesmo.A Joao Teixeira da
Rocha, mande V. S. pagar depois de liqui tadas,
em vista das folhas |ants em daplieata, que me
remellen o eommandante superior do municipio
o Flores com offleio do 4o de margo nltimo, os
vencimentos relativos aos mezes de Janeiro e feve-
reiro deste anno, do atieres los Raymundo Perei-
ra, eommandante do destacamento de guardas na-
cmnaes de Villa Bella.
N. 663.Dita ao mesmo.Providencie V. S. pa-
ra que em vista das folhas e pret nominal juntos
e duplcala, es vencimentos relativos ao mez de
jneiro ultimo, do oficial e pracas da guarda na-
cinnal destacados na v lia do Cabrob, saja paga a
sua importaiiciB a Dinamerico Augusto do Reg
lUngel, conforme solictou o eommandante supe-
rar d'aqnelle municipio em offleio de 46 de mar-
i prximo fiodo.
N. 6M.Dita ao mesmoAttendendo ao que
ezpoi o desembargada Bernardo Machado da Cos-
u-Doria, ooi ejercicio na relagao deste districto
no reqoerimento documentado, que incluso devol-
v), a soore que veVsa a nformag d.) de 16 do correte n 289. o antoriso a mindar
pagar sob mioha responsabilidade nos termos do
7- do art. 5 do decreto n. 5884 do ! de fevereiro
do.l8M, os vencimentos do sapplicante, contar
de 20 de dezembro do anno prximo passado em
diante, at que o governo imperial resolva a este
i-speito o (fue entender mais conveniente.
N. 663 Dita ao mesmo.Mande V. S. satsfa-
z^r com urgencia o incluso pedido dos medica-
manto a mala otytctos precisos para o presidio de
1' Toando.
N. 666.Dita ao mesmo.Nao obstante as pon-
tldracdes qaa fez a conladoria dessa thesonrana
nm f epraeBtac$aB que vieram annexas ao sea of
liio datado da hootem, recommendo a V. S. qne
alenla a nrgencii e inconveniencia que resultarla
da aBBiwa du paginante dos offletaes e pragas
di ex tinelo corpo n. 39 de Tolaotario? da patria,
mande effectuar es* pagamento sob minba res-
ponsabilidade e em vista da folha e prel existentes
n.'3sa repartigie.
N. 667.Dita" ao mesmo.'ecomraendo a V. S.
que em vista das relagdes e pret junios em du-
plcala qo* me remetten o eommandante das ar-
mas, com oficio de 16 do correle sob o. 190,
mande liquidar e pagar naos os vencimentos que
corapetem ao ex-soldado do 7* bataihao de inlan-
taria Jos Manoel de Sant'Anna, correspondente ao
ewrcieio de 1868 a 1869, mu tambern a impor-
tancia das petas de fardaroeate, vencidos por es-
*a Praga naquelle exerekk e no actual.
h san 4'seccao.
i. *S ;TPortr> aos agentes da companhia
bfaa-W a paqqete a vapor-Os Srs. agentes
il^E?** brasllairade paquetes a vapor man-
*&&8T* mi M*fWW. Por coala do
guerra, no vapor aae e espera do
snl ao alferes do axtincto 30 corpo de voluntario
Leopoldino Antonio do Reg.
N. 670Dita ao gerente da comprnhia Per-
nambucana.O Sr. gerente da compaqjiia Per
namhudana mande dar transporte para Maeei,
por conta do ministerio da guerra no vapor Jan-
dah que para all seguo oo da 22 do correnlo,
aos ofllciaes do extincto 30 corpo de voluntarios
da patria capitarAznrias Pinto de Sa LeltSo e nm
menor, lente Perpetuo Felicia da Mriins e alfe-
res Manoel Antonio Cimello e Joao Marjins Gon-
galves doRego, levando este ultimo em sua compa-
nhia um monor de nomo Jos do Pilar.
EXPEDIENTE ASSHKDO PULO SR. DR. ELIAS PREDS-
RICO DE ALMklDA R ALBDQUERQUR, SECRETARIO DO
GOVERNO, EM 49 DE ABRIL DE 1870.
2* secgSo
N. 671.Oficio ao eommandante superior do
municipio de Flore?.S. Exc. o Sr. vice-presiden-
te da provincia, manda declarar a V. S. em res-
posta ao sen oficio do 1- da margo ultimo, qun a
thesouraria de faz-rada tam ordem para pagar a
Joao Teixeira da Rocha, os vencmeoio:> constantes
do citado offleio.
N. 672. Dilo ao eommandante superior da
puarda nacional do municipio de Cabrob.9.
Exc. o Sr. vicepresidente da provnjia, manda
declarar a V. S. em resposta ao seu oficio de 16
de margo ulihno, que a thesouraria de fazenda lem
ordem para pagar a Dinamerico Augusto do Regj
Rangel, os vencimentos do destacamento dessa
villa, relativo ao mez de Janeiro desie anno, dei-
xando de fazer ouiru tanto acerca dos do mez de fe-
ner'iira, cu jos prets e folhas devolvo por ja terem
sido eatlsfeitos em vrtude de reqaisigao de V. S
comida em ouiro oficio de 5 do citado mez de
margo.
N. 673.Dito ao juiz de direito da omirca de
Itamb.O Exm. Sr. viee-presidente da provin-
cia, manda declarar que ficou inteirado pelo oficio
seu de 1 do corrente,de ter V. S.nomeado ofbacha-
re Maximiano Jos de loojosa Varejao, para exer-
cer imerinameute as futugoes de promotor publico
dessa comarca no impedimento do effactivo.
N. 674.Dito ao Baharel Levino Lopes de Bar-
ros e Silva Juiz municipal do Exu. F.xm. Sr.
vice-presidente da provincia manda declarar que
liooo inteirado por seu oficio de 19 fevereiro ultimo,
de ter V. S. nesaa data entrado no goso da licen-
ga que Ihe foi concedida por deliberagao de 10 da
Janeiro ultimo.
EXPEDIENTE ASSIGIfADO PELO EXM. SR. DESEJ1BAR-
GADOR FRANCISCO DE ASSIS PEBKIRA ROCHA. VICK-
PRDSIDENTK DA PROVINCIA KM 20 DS ABRIL DE
1870.
! leccao
N. 673.Portara ao inspector do arsenal de
raarinb.Era vista do que roe solictou em ofi-
cio de 12 do correte, o engeaheiro era commis-
sao Rapbael Archanjo Galvo Filho, e do qae in-
formou o inspector da thesouraria de fazeada em
18, maade V. S./ornecer-lhe por coma do minis-
terio da agricultura, commercio e obras publicas,
dous caixes para acondecionamento de desenhos'
inslrumenios e oais objeelcs concerneales a sua
comraissao.
2" seccao.
N. 676.Oficio ao chefa de polica.Nao seodo
possivel que dos das 21, 22 e 23 do corrente mez,
destinados os fealejos publico* dusla cidaJe pela
terminagao da campanha do Paraguay e paz glo-
riosa que se Ihe seguio : as repartigoes publicas
funecionem como de ordinario considerando que
em todo lempo e em todas as niguas os dias de
festas por soccessos felizes como de que se trata
que abre memoravel poc< de felicidade e prospe-
ridade para o Brasil sempre forara de ferias ex-
traordioarias: determino que a repartigao de que
V. S. chefe oo se abra dos referidos tres dias
para negocios ordinarios e sira em cousa3 urgentes
e previstas em lei ou regulamento.
t. 677 Dilo ao eommandante do corpo provi-
sorio de polica.Mande Vmc. addir ao corpo sob
o seu commando o Ia sargento ao extracto corpo
de voluntarios da patria n. 33 M m A Ramo* de
Barros, que pertencendo ao corpo de polica desta
provincia fez a crapanha do Paraguay, e do qual
trata o seu oficio n. 173 de 16 do corrente.
3" secgao.
N. 678.Portara ao inspector da thesouraria de
lazeoda.Transmute a V. S. para os fias conve-
nientes aos 3 ioelusas ordens em daplieata. expe-
didas pela repartigao do ajndante general em 18
de margo, 19 e 22 de Janeiro ultimo sob d?. 707,
708 e 713.
N. 679.Dita ao mesmo.Nao sendo possivel
que, noi dias 21, 22 e 23 do crrante mez, destina-
dos para os festejos pblicos desta cidida pela ter-
minagao da campanha do Paraguay, e paz gloriosa
que se Ihe seguio as repartgdes publicas funecio-
nem, como de ordinario e considerando que em
lodos os lempos e em todas as nagdes os dias de
festas por successos felizes, como o de que se trata
e que abre memoravel poca de felicidad, e pros-
peridad* para o Brasil sempre foram de ferias ex-
traordinarias, determino que a repartigao de que
V. S. chefe nao se abra dos referidos 3 dias para
negocios ordinarios e sira em casos urgentes e
previstos era lei ou regulamento.
N. 680.Dita ao mesoio.En vista do que me
solictou em oficio de 42 do corrente o engenheiro
ero comraissao Rapharel Archanjo Galvo Filho e
do que V. S. inforraou em 18, expego nesta dala
as convenientes ordens ao inspector do arsenal de
marinha para forneeer por conta do ministerio da
agricultura, Commercio e obras publicas, ao mes
mo engenheiro 2 caixoes para acondecionamento
de desenbos, instruccoes e mais ebjectos concer-
nentes a sua commissao.
N. 681.Dita ao mesmo.Providancie V S.
para que seja paga ao gerente da companhia Per-
nambucana que assim o solicita do incluso reque-
rmenlo documentado, a quantia de 322# ou o que
justamente se e3tiver a dever, proveniente de pas-
sagons todas p ir conta do ministerio da guerra
nos vapores fii^ia e Ipojnctt durante os mezes de
margo e abril deste anno.
N. 782.Dita ao mesmo.Communico a V. S.
para o< devidos flns que segando participou o ba-
charel Pedro Affonso Ferreira promotor publico da
comarca de Palmares era oficio de 26 de margo
ultimo, nessa data deixou elle o exercicio do dito
cargo para vir tomar assento na assembla pro-
vincial.
N. 683.Dita ao mesmo.Declaro a V. S. para
seu conhecmento e devidos fln3, que no rEquerr-
meoto sobre qae versa a sua informagio de 4 do
corrente seb n. 224 e no qual o juiz de direito da
eomara da Rio-Formoso, Dr. Marcos Correa da
Cmara Tamarindo, pedia a justiueacao das fallas
de exercicio, relativas aos das 4 a 9 do fevereiro
ultimo, lancou o meu antecessor era 46 deste mez
o despacho segrale : a' vista das informacSes
6cam abnalas as faltas nao para o fim de rce-
ber ordenado durante os 10 dias emesteve fra do
exercicio, a este respeito '. prove o supplicante o
direito que tiver perante a thesouraria de fa-
zenda.
"N. 684.Dita ao mesmo.Attendendo ao que
solictou no incluso requerimenlo o Dr. Antonio
Colho Rodrigues, recommendo a V. S., que man-
de abonar ao supplicante seb minha responsabili-
dade nos termos do 6* do art. 3* do decreto
d. 1862, a ajnda de cusi que corapetir-lhe como
deputado a assembla geral legislativa pela pro-
vincia do Piauhv.
N. 685.Dita ao inspector da thewuraria pre-
vincial.Transmita a V. 8os inclusos doeumen
tos, que me remellen o chef de polica com ofi-
cio de uonten sob . 527, aflm de que liquidar
pagar ao hachare! Joaquim Jos Ferreira ja Ro-
cha Jnior a quaalia de 4:566*84 ( oo o qae justa-
mente se dever proveniente du foroecimento de
pastelo e dietas aos presos pobres da casa de de-
leico, durante o mez de marco ultimo.
N. 686.Dita ao ebefe 4a reparlicao das obras
publicas.Em aditamento a portara desta presi
dencia d 16 do corrente, teaao a dizer-lhe que o
exame e orgaraento que foi maulado proceder .por
essa repariigao e na casa que serve de cadea e
quartel na villa da Escala, e n > na de Olinda,
como por engao foi pedido, pelo Dr. chefe de po-
lica em oficio o. 507 de 13 deste mez.
4' secgao.
N. 688.Portarla ao gevernador do bispado.
Para satisfazer a deliberagao da assembla legisla-
tiva provincial couda era oficio do respectivo
secretario de 19 do corrente sob o. 19, informe V.
S. cora o seo parecer sobre o incluso projeclo n. 9
do correte anno.
N. 689. Dita ao presidente da junta central de
hygiene publica.Com a infonn.igo junta por
copia ministrada pelo Dr. inspector da saJe pu-
blica dcsta provincia em 18 do corrente passo s
raaos de V. Exc. p*ra ser lomada na considaragao
que,merecer o racluao requerimenlo documentado
em qua Antonio Mara Marques Ferreira estable-
cido cora botica nesta provincia pede a conce-sao
de urna licenga especial para continuar a ter abor-
ta a mesraa botica.
N. 690.Dita ao Dr. ciairaiario Vaccioador
provincial Remetta-me Vra:.com brevidade urna
caixinha com laminas de puz vaccinieo para ser
enviada ao presidente do Rio -Grande do Norte que
a solictou em oficio de 8 de corrate.
N. 691.Dita aos agentes da companhia Bra-
silaira de paquetes a vapor. Os Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes, agara reeeber
e transportar para curte por canta do ministerio
da guerra, 17 eaixoes cootendo sapatos que o ar-
senal de guerra lera de remetler para alli licanlo
sera e/feito a portara de 9 do corrente para o
mesmo din*
N. 692. Dita ao mesmo. Os Srs. agentes da
companhia Brasileira de paquetes, mande trans-
portar al a Parahyba oo vapor Arinos e entregue
na thesouraria daqueiia provincia, por conta da
qual correrara as despezas um volunta conteni
quatro serras circulares que serao para all remet-
tidas pelo agente fiscal.
N. 693.-Dita ao gerenl) da companhia Per-
nambucana. O Sr. gerente da corapmbia Per-
oprabucana mande dar transporte at Pencan por
conta do ministerio da guerra no primeiro vapor
3ue seguir para o sul ae alferes do extincto corpo
e voluntaria da patria Florino Ferreira Passos.
N. 694.Bita ao mesmo.O Sr. gerenta da com-
panhia Pernarabucana mande transportar at a Pa-
rahyba no primeiro vapor que seguir para o or-*
te, por conta do ministerio da guerra ao 1. sar-
gento do extincto bataihao o. 30 de voluntarios da
patria Jos Mathias da Silva Jnior.
N. 693.Dita.O vice-presidente da provincia
attendendo ao que- requeren a professora publica
da cadeira de instruegao primaria da povoacao de
Abroa de Uo Haorqueta Amelia de Menezes Lyra,
e leado em vista a iaformaeao do director gira I
interino da instruegao publica te-la data resolve
cooceder-ihe dous mezes de licenga com ordenado
smente.
EXPEDIENTE A? SIGNADO PELO EXM. SR. DR. ELIAS FRB-
DEBICO DE ALMEIDA E ALBUQOERQUS, SECRETARIO
DO GOVERNO EM 20 DR ABRIL DE 1870.
1* secgao.
N. 696.Oficio ao director do arsenal de goer-
ra.De ordem de S. Exc. o Sr. vice-presideote da
provincia, declaro a V. S. que tica expedida nova-
mente ordem aos agentes da companhia Brasileira
para fazerem reeeber e transpon ir a corte os 17
caix5es, conleodo sapatos que esse estabelecimen-
to lem de remetler ao arsenal de guerra daqueiia
corte, como eolicitoo V. S. emoffluio de 13 do cor-
rente, sob o. 57.
2" secgao.
N. 697.Oficio ao chefe de polica!De ordem
do Exm. Sr. vice-presideote da provincia, declaro
a V. S. qae oesta dala foi sanado o engao de que
trata o seu oficio n. 531 de 18 do corrente.
N. 698.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. vice-pre-
sideote da provincia manda declarar a V. S. era
resposta ae seu oficio de honlera, s"h n. 337, que
a thesouraria provincial tem erdem para pagar ao
bacharel Joaquim Jos Ferreira da Rocha Juuior,
a quantia de 4:3661811, constantes do citado of-
fleio.
4* sotgao.
N. 699.Oficio ao Dr. Francisso Texejra de
S, 1 secretario da assembla legislativa provin-
cial. N. 63.De ordem de S. Exc. o Sr. vice-
presidente da provincia transmiti a V. S. para
ser presente a assembli legislativa'provincial, o
incluso projeclo de postura additivas, que confec-
conou e remetteu a cmara municipal da cidada
da Victoria com oficio de 26 de margo ultimo.
N. 700.Dito ao mesmo.N. 64.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presideote da provincia, trans-
miti a V. S. para serem presemea a assembla
legislativa provincial as incluas conta, bataneo e
orgaraento que remetteu a cmara municipal da
cidade de OHnda com seu relatorio de 1 de feve-
reiro ultimo, junto por copia.
N. 701.Dito ao mesmo.N. 65.De ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presideote da provincia, trans-
miti por copia a V. S. com informagao da repar-
licao das obras publicas de 7 do correte, para
ser presente a assembla legislativa provincial, o
incluso abaixo assigoado era que diversos propie-
tarios e moradores das povoacoes do Loreto, (ian-
deias, Venda Grande, Piedade* e seus suburbios,
pedem a coojtrucgao de urna estrada que os con-
duza a estago dos Prazeres.
N. 702.Dilo ao mesmo.N. 66.Da ordem de
S. Exc. o Sr. vice-presideote da provincia, trans-
miti a V. S. para ser presente a assembla legis-
lativa provincial, o incluso requerimento em que
diversos proprietarios e moradores da fregnezia do
Pogo da Panella, pedem a. desappropriago de
duas ou tres casas de taipa sita na Casa Forte,
aflm de evtar-se qualquer perigo que se possa
dar pelo ponco espago que flcou na estrada com a
collocacao dos trilitos urbanos para a povoagao de
Apipucos.
N. 703.>Dto ao engenheiro fiscal da provincia
da Parahyba.S- Exc. o Sr. vjee presideote da
provincia manda declarar a V. S. em resposta ao
seu oficio desta data, qae fleam dadas as conve-
nientes erdeos aos agentes da companhia Brasilei-
ra para traosportar no vapor Arinos, as quatro
serras de que trata o seu citado oficio.
EXPEDIENTE ASSIQNADO PELO EXM. SR. DESEMBARCA-
DOR FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA ROCHA, VICE-
PRESIDENTE DA PROVINCIA) EM 21 DE ABRrt,.
4'secgao.
N.<704.-Oficio ao gereole da companhia Per-
oambucaoa.0 Sr. gerente da companhia Pernara-
bucana mande transportar por coala do mioisterio
da guerra no primeiro vapor que seguir para o
sul at Maeei, as pragas do extracto bataihao n.
30 de voluntarios da patria Joaqdim Athanasie de
Saot'Aooa, e um menor Domingos Jos dos San-
tos, e para Pehedo o Io sargento Maooel Tbotoaio
de Amorira, cabo Boaventura Pereira Lima, os sol-
dados Geminiano Lopes d Macedo Mendes, Maxi-
raiano Antnnes da Silva e o cabo Bento Vieira
de Araujo.
N. 708.Dito ao mesmo. O Sr. arente da
companhia Pernambucana mande traospiimtpa-
ra Pene Jo no primeiro vapor que segnJc para o
sul por conta do ministerio da guerra, o toente
do extiocto. bataJuao o. 30 de voluntarios, a pa-
tria, Gustavo Luswza, Quiua.quloo.
N. 706. * Dito ao mesmo. -* O Sr. gerente da
companbiaffernambucan mande transportar por
contt 4o ninisierio da guerra no primeiro vapor
qne segoirnara o sul at Maeei. o anspecada Jos
FeHppe de Santiago, e pan Peded-) ao furriel An-
tonio Jos 4a Silva, ambn do extrae bataihao n.
30 de voluatarios da patria.
m
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIPE, 19 DE SETEMBRO DE 1870.
Noticias da Europa.
Araanheoeu hontem fundeado no laraarao o vapor
inglez Amato, t rasen lo datas de Lisboa ate 30 d
passado.
A^priraeiras noticias le Franga, depois das
que recebemos pelo" paquete Gtronde davam o
exercilo prossiano caminiando sobre Pars, tendo
sido vistas a< guardas avangdas 50 kilmetros
daqueiia cilade, sendo o quartel geoeral prussiano
era Bar-le-Due.
O'gowriM francez mandn armar immediata-
mente todo* os cidadaos vlidos residentes em Pa-
rs. Foi decidido em reunido de cooselho de mi-
nistros com o codselho de estad, que no caso dos
prussiaoos se apprcximarein rmis de Paris, a im-
peratriz e as principaes corporagss do estado se
rotirariam para Tours..
O Sr. Tniers foi Horneado memoro da commissao
de defeza.
A commissao de defeza toma tolas as providen-
cias para as eventualidades d j ara litio. O gover-
no mandn sar de Paris todas as pessoas estran-
geiras da nacionalidade das potencias com quem
est em guerra deveodo sair immejiatameole da
Fraaca, ou retirar-se para os depirtameotos do
Loira.
Um aviso da manicipalidade convida sair dos
muros de Paris todas as pessoas que nao poderera
combater contra o ioimigo, e todas aquellas que
nao leoham raeios de subsistencia. O mesmo avi-
so coovida todos os habitantes a abastecerem-se de
provisdes alimenticias.
O que os lelegrammas de Paris al 29 s 8 horas
da noote nos dizem dos moviraentos dos prossia-
nos, segaodo as declarares do goveroo, o se-
guate :
Os exploradores prussiaoos (orara vistos 23 em
Bnenne, cidade jae Uca sobre o Aube, na estrada
qu9 vai de Njincy por Toul Hondedaincoort Jora-
ville oode atravessa o M^roe ao sul de S. D.zier; e
de Brieon parte por Arci-Sur-Aube atravessando
o Senna perlo de Nogeot, que est 130 kilmetros
de Paris.
Os unanos forara vistos na circumscripgao de
Langres retirando sobre o grosso do exercilo qae
segu a estrada de Chalos.
O prioeipe r-aleslava em S. Dizier 23me-
tade das tropas que cerca vara Toul dirigia-se para
Nancy.
Toul d'fealeu-se heroicamente, s 15 des sitia
uos fara n pastos fra de combale; os sitiantes
liveranrgrandes pardas.
Os prussanos dirigiram-se soore Vrennos.D
Verdun parte urna estrada que vai por Stenay a
Selan na fronteira da Blgica, entre Monimedy e
Mezres, outra que vai por Vaseaoes a Vouzires
e a Retbel na estrada quo liga Mzires com Rhei-
ms, outra que se dirige por Cierraoot a Chalos,
outra a Bar-le-Due, nade est o quartel geoeral
prussiano, outra por S. Mihil a Commercy, outras
duts que a ligara c un Metz.
A guarda nacional de Verdun repellio um ata
qua de urna divisa) prussiana. No da 27 de/, mil
prussiaoos atacaran) Verdun mas foram repellidos
cora grande perdas pela guarda nacional.
Os prussianos foram vistos a 26 em Ar-
cis-sur-Aube entre Brianne e Nogenl.
As tropas prus-ianas parece que suspenderm a
sua marcha as margeos do Aube, e que retiram
para S. Dizier.
A' 28, os prussianos cara nharam de differeotes
pontos para Rethel e Vouziers, ao encootro do
exercilo de Mac-Mauou
Explica-se esta suspensa) da marcha sobre Pa-
ris e raoviraento combinado sobre e norte, pelo
perigo em que fleavam era frente de Pan* ataca-
dos de flanco e retaguarda pelo exercilo francez
do Rheno.
Nao ha noticias do exercito de liazaine; os mi-
nistros assim o participara as cmaras. Arago
pede explicagoes sobre as posigSes dos exercitos, o
conde, da Paiiko nega-sa dar-lhes.
Ura telegramma de Londres de 27 participa que
Bazaine est cercado em Metz, que se organisoa o
quario exercilo allerao sob o commando do prin-
cipe real da Saxooia para avangar sobre Paris;
qae a praga de Vitery de Fraogs, 8 leguas asueis-
le de Chalos, capitulara n > da 26; teodo os
prussiaoos tomado 16 pegas; dous batalhoes da
guarda movel foram derrotados, Acarara prisio-
neiros 900 francezes.
Os uhlanos na sua marcha para ) norte ataca
rara Epernity n'uraa das estradas que vai de Cha-
lona a Uheims, mas foram repelidos pela guarda
nacional.
A ala e-qnerda do3 prussianos atacou os fran-
cezes em Stenay entre M)ntraedy' e Mzires, fa-
zendo-lhe3, segund) uns, prisioneiros a dous regi-
raentos completos francezes; segundo outros foi
Mac-Mihoa qaera derrotou os prussianos; esta no-
ticia aioda, porm, nlo era confirmada e sobre ella
nao havia anda pormenores.
Uizera de Londres 27 que as ultimas noticias
confirman) a conlinuacao do borabardearaento de
Sirasbourg causando grande destroc na cidade e
arsenal. Afinna-se que a guarnigo daqueiia pra-
ga faz urna surtida coroada de bom xito, tomando
aos Prussianos Um coa boy de gado e municoes ;
que a resistencia dos Francezes lera sido vigorosa;
que os habitantes da povoagao e as guardas na-
conaes cheias de ardor patritico tomam parte
as sortidas contra os Prussianos.
Djz um telegramma de Metz, datado de 28, que
o re da Prussia demittira Steinmetz por causa
das perdas coosideraveis que teve o seu exercilo;
que neohum general quiz substituir Steinmetz, e
por Uso o exereilo que ella commaudava fra en-
corporado ao do principe real.
E' realmente preciso nao conhecer o qne a
disciplina nos exercitos allemes, para imaginar
qae podesse haver um offl .ial qualquer que recn-
sasse urna commissao de guerra, que oo foise lo-
go passado pelas armas.
Termioou o incidente belga relativo passagem
dos feridos pelo territorio belga, negando-ae o g i-
verno belga a conceder a autorisagao pedida.
Urna guerrllba de 300 carlistas esteve pela
fron'.eira fraoceza na Navarra, mas foi immediata-
mente dispersa. Apparecea outra guerrilha em
Guipurca.
_ O governo hespanhol toma providencias para
combater a iosurreigao carlista, que se nao d
grande importancia. Form iuteroados os gene-
raes carlisus.
Sobre o.exercito fracez dizem de Merzires
o seguinte : '
i As noticias que chegam ao nosso conheciraen-
lo, a respeito dos combates dados nos fias 14, 16
e 18 de agosto, pelo exercilo do nurechal Bazaine,
i presentara como boa a siUiacaa do exercilo fran-
cez.
f O exercilo fraueez, anoiado sobre Metz, qne
forma a sna base de operaoSea, pelejou tras gran-
des combates cnica amitos xeraitos prussiaoos,
qae me exam mguto superiores em numero. Em
a cadra 4'esaw oonjbHes, a aitaigo sojTet per-
das Consideraveij, e nunca conseguio cortar Bazai-
ne el o seu exereito da praga de Metz.
t Em resumo o marechal Bazain-, contendo as
mmedia^des de Mete mais de 300-.000 prussianos,
aos uaes causou perdas eonsideraveis, impedio o
inimlgo de proseguir na sna marcha para avante,
e de d'esie mado lempo Franga para se organi-
zar e completar os seus armamentos.
Os dossos militares applaudem vivamente os
planos do marechal Bazaine, e fazem notar aue, se
os ptossianos.peosarera em sitiar Paris, a reoova
gao festa laciica teria em resaltado a deslraigao
completa do seu exercilo.
1 PORTUGAL.
Era 30 do nassado escreva nosso zeloso cor-
respondente de Lisboa :
Cabio hontem o ministerio Saldanha, e com lie
os sustos ou-recelos de perdas rreuperaveis.
< Finalmente j era tempo 1
A opinio publica chegra ao extremo da ex-
cilagao.
O Diario Popular, orgao do centro reformista
(raarquez de S e bispo de Vizeu) faz Ihe o necro-
logio qua adianto vou transcrever, depois da pu-
blicar o seguinte telegramma do pago d'Aiuda (con
Armado por todos os jornaes d'esta manhaa) :
AJUDA, 29, s 9 e 23 da nonteMinisterio de-
miiiido. S da Bandeira presidente e guerra; raar-
quez de Avila e Bolama fazenda, estrangeiros e jus-
tlga ; bispo de Vizeu reino e instruegao publica;
Carlos Beato obras publicas, Camaristas, ajuian
les eicfflcaes s ordeos, lodos no pagi. Os ex-rai-
oistr|is viera-n todos. Est aqoi todo depreveogo,
para o caso de haver tumultos em Lisboa.
< 0 marechal acceita o lugar de erabaixador era
Londres.
c Eis o epicedio da dictadora :
Cora alegra e sorpresa foi hontem recebida a
uova da demisso do ministerio. Nao acreditavam
amitos porque tanto a desejavam e aos proprios
amigos do governo ella pareca impossivel porque
coniavam mais urna vez que o engao e a traigan
prevalecessem. Aioda de urde a folha paga com
o dinheiro do doto afirraava em lettras garrafaes:
o governo est firme porque tem a tnteira confian-
ca da coroa e existe a maior harmona entre os
minittros 1
< Eis o qae se coala acerca da demisso do mi-
oisterio.
Hontem de manhaa foi chamado a* pago o Sr.
marqnez de S da Bandeira e demoron-se por
mallo tempo coofereociaado com el-rei. Parece
qne u'esta coofereocia el-rei oflereeera a presiden-
cia djo novo gabinete ao Sr. marqnez -e se assent-
ra na combioago de que assiraa damos noticia.
Foi ora seguida ch miado o Sr. -Das Ferreira ao
paco e el-rei declarou-lhe a resolncao em qne es-
lava de dar demisso ao ministerio, e ordenou-lhe
que referendasse os decretos.
0 Sr. Jos Dias oppoz dificuldade a referen-
dar os decretos sera ser ouvido o presidente do
conselho e el-rei disse-lhc que se demorasse no
pago al ebegar o Sr. duque de Saldanha. O ex-
ministro do reino perguntou a sua magestade se o
denha presioneiro e el-rei respoudeu que se de-
morasse at se resolver a crse ministerial.
As 6 horas da tarde chpgon de Cintra o Sr.
duque de Saldanha depois de reeeber trez recados
e el-rei communicou-lho que eslava disposto a no-
mear novo ministerio e convidou o a que pedisse
a demisso.
t O Sr. duque respondeu que visto el-re ler-
Ihe retirado a sua coofiaoga recebia mas nao pe-
dia a demisso. O Sr. duque de Saldanha, segun-
do nos consta, referendou os decretos que j boje
devein appareeer na folha oficial.
Sao innmeros os boatos que se prendera com
a demisso do ministerio : mas a verdadeira causa
ter, elle perdido a confiara do paiz e de el-rei
que atteodeu como dev-ia os clamores da opioiao
publica.
< Montera duia-se no Chiado tarde que S. M.
a raiuha eslava -cora o espirito cangado de tantos
sobresaltos, pois anda antes d'bontem mandara
el-rei bascar precipitadamente ao pago de Cintra
S. A. o principe real D. Carlos e seu irmao o Sr.
D. Affonso, diz-se que pelo roceio de que se reali-
zaba o rapto do principe real. E' esta urna das
muitli verses qae correram.
O facto que cora, cinco quartos de hora, foi
Cintra ura correio do pago (quer dizer ventre
trra, pois s3o 20 kilmetros da Ajuda) para levar
a ordem para o principe real vir, e logo effecti-
vamante veio, escoltado pelos camaristas de ser-
vico conde de Vale de Res e duque de Palmella,
viud) o conde de Sabugal estribeira.
Ora esta vindaYapida do herdeiro da cora para
o pao da Ajuda,' coincidi com a ida do mare-
chal Saldanha Cintra, e cora a estada do mar-
qnez d'Angeja (coode de Peoiche) oa soa quiota
Alcalxdeche, era Cintra, para onde tioha ido, de-
pois de se despedir d'el-rei para a embaixada de
Brusellas. (Rihs orie !)
Tudo leva acrer.pelo meos as appareocias o
deixam presumir, qae se premeditava um golpe
de roo para a abdicago do rei, e regencia, ape-
zar da allococao do duque de Saldanha aos offl-
ciftes generaos e commandantes dos corpos, cujo
textq Ibes reproduz na roinha de 27 do correte,
oio obstante as suas repetidas palavras de honra
e proieslagoes de fidelidadeaolhrooo e ioslituiges.
Ora dapondo o rei, coagindo o urna abdicago,
acclamando-se D. Carlos I, fcando o duque re-
gente, menospresava-se o acto addiciooal a carta
que da as atiribuicpes da regencia ao Sr. D. Fer-
uando.'pai do Sr. D. Luiz I.
c Possa oa nao este o piaoo, vox popjuli. esti-
vesse ou nao o marechal, e o seu amigo o seobor
d'Angeja innocente, o certo que se afirma ter a
raiopa exigido terminante e imperativamente, com
lodo lo dominio e influencia que tem sobre o animo
d'el-rei que dsse a demisso ou todo o gabinete,
ou pelo menos ao mostro do remo Jos Das Fer-
reira,. Passoa-se eolao o que o Diario Popular
coala esta manhaa, e' que vai transcripto mais
acinja.
< O socega oo tero sido (por ora) alterado em
Lisboa. O eommandante da primeira dvisao mi-
litar, conde de Caslello Braoco e o eommandante
da guarda municipal, bario de Zzere, receberam
ordem positiva d'el-rei, hontem de tarde, para
nao receberem ordeos seoo de Sua Magestade.
Foi nomeado governador civil de Lisboa o
marqnez de Sabugosa.
c Keferem varios jornaes que antes de hontem
o duque de Loul, e o Sr. Fontes Pereira de Mello
tinham sido avisados de que se premeditava um
raovimento, sendo elle e algjpas outras pessoas
designados como victimas do aror dos amotina-
dos, ero comequeocia do qual aviso, se dix terem
ido dormir ou passar a noite para o meio do no
era barco ou navio, aflm de escaparem ao atten-
tado.
- Nao garamo a veracidade do baato, e repor-
to-roe nicamente aos artigos em que os orgaos do
gabinete apunta vara o duque de Loal s turbas,
aorao eaveneoador do Sr. D. Pedro V e de seus po-
bres irmos. Mandei-lhee a 27 nm specimen de
una m taes datribes, advertindo que nao foi a
noca. Hontem o Popular ida Urde), defensor da
dictadura, sahio noite fechando, desmeollado etfl
aratss caracteres os boatos da queda do ministe-
rio t descempoodo o Sr. A. R. Sampaio com tudo o
3'na ha de mais injurioso no mogo repositorio
e affrootas cora que o tero flagellado desde ami-
tos anaos a impreasa das parcialidades adversas
qolle publicista. Por ultimo chamava-lbe ciuau-
los nomes feios se pdem profenr na Ribeira Nova,
incrirainando-o de ter procurado o marqnez de Sa
da Bandeira para o convencer de pavorosas tenta-
tivas contra a dvnastia, e para, o obrgar a correr
ao pago a prevenir ao rei de ci adas, qne $6 exis-
tiam na cebega dos chefes da opposigao. n
As comadres ralhando, descobriram asW-
dades.
< A historia hoje occnlta e aebnlosa de gnip*
de mi em qne ha das se fallava, ha de vir i
tella da discnsso e ficar couhecido.
i Uns dizem qne ser revogado o decreto dicta
torial qne manda fazer a eleicao geral para dipu-
tados a 4 de setembro prximo, adiando para man
larde a eleicao.
Ontros dizem que ser revogado o decreto a
por outro ser restablecida a existencia poltica
da cmara dissolvida, onds creio que o novo gabi-
nete S Vizea leria malnria e grande.
Seja o que fr, o Diario do Governo qae ac
ba agora mesmo (2 horas) de recebar traz s6 os de-
cretos da demisso do auqaa de Saldaoha a seu-
collegas, e os das nomeagdes dos novo* minlMrn-
O decreto da demisso do doque coocebido
nos -termos seguales :
Querende encarregar o marechal do exereifa
duque de Saldanha, meu sobrinho, de urna eleva-
da raisso diplomtica, por assim o exigir o servi-
cio publico as actoaes circnmslancias ; hei por
bm exonera-lo dos caraos de presideole do conse-
lho de ministros, ministro e secretario de estado
dos negocios da guerra e interino dos negocios
estrangeiros, para que foi nomeado por decretos
de 19 e SO de maio ultimo, e que desempenhoa
mullo a raeu contento.
O ministro e secretarlo de estado dos negocio-"
do reino, assim o lenha entendido e faga exeeoiar.
t Pago da Ajuda, era 29 de ajjosto de 1870.
REI. Jos Dios Ferreira.
< O seguinte decreto noma o marqaei de S
da Bandeira conselheiro de estado e par do reino.
presidente do conselho de ministros, e ministro dos
negocios da guerra.
O 3." decreto, refereadado pelo marquez de
S da Bandeira, exonera o Sr. Jos Dias Ferreira
dos cargos de ministro do reino a interino dos ne-
gocios ecelesiastiens, para que fra nomeado por
decretos de 4 de jullio e 26 de maio unimos.
Pelo 4.* decreto exonerado o conde de Ma-
galhes de ministro da fazenda, para que lora no-
meado em 4 de julho ultimo.
Pelo 3. decreto exonerado o Sr. D. Lnit da
Cmara Lemos de ministro da marinha e ultramar.
e interino das obras publicas, para qne tora no-
meado por decretos d 22 de junho e 1 de agosto
do c rrente anno.
c Pelo 6.a decreto foi concedida a pxonoracao
ao Sr. D. Antonio da Costa de Sonza de Macedo de
ministro da instroccio publica, para que fra no-
meado por decreto de 21 de joooo ultimo.
t Pelo 7. nomeado o bispo de Vizeu, D. An
tonio Alves Martins, conselheiro de estado, minis-
tro e secretario de estado honorario, ministro do
reiDo.
Pelo 8. oomeado o marquez d'Avila e Bo
lama minnistro da fazenda.
a Pelo 9. nomeado o Sr. Carlos Beoto da Sil-
va, mioislro de estado honorario, para o cargo de
ministro das obras publicas, commercio e in-
dustria.
i Pelo 10.* eocarregado interinamente das
pastas dos negocios dos ecclesiasticos e de justiga
o marquez d Avila e de Bolama, ministro da fa-
zeada.
Pelo 11 eocarregado interinamente o mar-
qaet de S da Bandeira, ministro do ultramar e
presideote do conselho de ministros, da pasta dos
negocios da marinha e ultramar.
< Pelo 12 eocarregado interinamente, da pas-
ta dos negocios da instruegao primaria o bispo de
Viseu. D. Antonio Alves Martins, ministro d < reino
< Todos os decretos teera a dala de 29 do cor-
rente.
Seria o manifest da comraissao ceotral
Primeiro de dezembro de 1640espalhado profu-
samente por todos es ngulos do reino, e reprodu
zido em lodos os jornaes de Lisboa, Porto e de-
ntis cidades e villas do reino, proa das mais for-
tes alavancas para derrubar a sitnago* Seriara
os receios da perda da nos-a independencia, tor-
nados mais patentes por aquella proclamago ira-
parcial e patritica, que demoveu o animo do che-
fe do estado a tomar urna extrema rosolugo ?
Seriam os pengos pela dynaslia, o lance provavet
de nina luta civil, casu se proclamaste D. Carlos I
e o rei coacto abdicasse, e es perigos que tal e
mergencia irara para a independencia nacional,
o que determinou o rei a ser effectt va mente re,
em vez de chancella dcil dos primoiros aventu-
remos que Ihe fossem, alta noite, e de espingardi
engstlhada, exlorquir a annuencia para tod
qnaotos nepotismos e dejconchavos eooviesjetn ,
aos partidarios de um certo e indeterminado ban-
do1?
Fsse como fosse, a dictadura baqueou. Oxa-
l que ao novo governo presida o mximo acert ;
que nao haja represalias; que o centro liberal re-
formista e os seus partidos nao reputem tato co-
mo um triumpho, pois a victoria nao est em per-
suadir ao rei que despega uns ministros para en-
traren! outros ; mas sim em retaurar o regimar.
constitucional, fazer levantar o crdito asss aba-
lado com certos vai-vens da poltica, inspirar con-
fianga as pragas estrangeiras, armar e precatar -
paiz para qualquer eventualidade ou golpe de m"
eom qae esiraahos oasassem infringir a n ssa neu-
iralidade, ou desacatar e pundonor e brios da na-
ci. Essa que ser a victoria ; e se n chefe do
estado, dando tres pastas ao Centro Retrmitt-i
c conveacendo um dos nossos mais respeiiavete
estadistas, o marques d'Avila, a associar ao novo
gabinete o prestigio do sen nome e a eficacia da
sua reconhecida aclividade, espera mnito desso-
partido, mais espera aioda o paiz de todas as frac-
g5es constitucionaes para que do sen Ilustra*
concorso resulte um rgimen de ordem, de Itber-
dade, de tolerancia, de crdito flnaneeiro, qne d*
aego parlamentar recebero vida, saocgao e van-
tageos praticas, oo descoraodo a nossa organisa-
gao militar.
c A commissao ! de dezembro de 4640va.
representar, j, ao novo gabioete, eomo represan-
toa as traoaelas admioislragdes, para qne se tra-
te, sem perda de tempo, da defensa do reino e vo-
tago dos meios extraordinarios para obl-las.
i A 2* edico do Manifest vem com as 40 as-
signaturas, numero symbolico do seu estatuto.
Sao as seguintes : -
Aptonio de Mello Breyner.Luiz Fetfppe Leite
Jos Dtonvsio de Mello Faro. Antonio Lao-
telme Loureiro.Vsconde de Sancbes de Bana.
Custodio Firmo Rodrigues.Jos Joaqnim Viei
ra Mandes.Jos Cesar de Giurian.Jos Cypria-
no da Costa Goodolpbim.Jos Marta Chaves.
Manoel de Paiva Res e Souza.Feliciano de Aa-
drade Moara.Alberto Osorio de Vasecncellos.
Luiz de Castro Guimares.Marques de Souza.
HolsteinJoao Heorique Ulrlch.Joao Chrysos-
tomo Metido.AntoDio Gooies de Souza Leal
Tito Augusto de Carvalho Jnior.Antonio *x
Santos Miguis.Francisco Lantelme Lonreiro.
Joao Alves de Alroeda Aranjo. Jeronymo da
Costa Jocome.Francisco Loureoco da Foocoea.
Luiz Telles de Mello.Antonio Aogusto Pereira da
Mirandatnnoceocio Francisco da Silva.lose
AntoowJa Fonceca Ferreira Nones.Maooel Gne-
Iho Torrezo.Manoel de Jess Coelho.Jos Ma-
ra da Silva e Albuquerque. Antonia Ribeir.
Goocalves.Joaquim Jos Pereira Guimares.
Pedro Wenceslau de Brito Aranha.Jalio Cesar
da ailva.Jos Amonio dos Res.Antonio Joa
Pereira Serzedello Jnior.D. Sebastio Antonio
Maldonado,Manoel Pinheiro Chagas.FrauciM
4e Carvaluo Daunn e Loeija.
-


Diario de Pemambuco Segunda (eir 19 d Setembro d 1870
**;,*
I \
I *
'
N. B. -Ha ra.iii assign
p a delibera
de eparer.:
* o* iW
ee re <
i No Dior
vcm le d* L
de Portugal e
rio e
d.. o.-idate
> ornee,- sito os" da eomrais-
sis.
teai viruta a oomeacae do
no la mu&i
unto da pedspf
aillos da Amen,
rornsos a demitoo d*-1
Sr. Peix >to, de \ortng al na Babia :
Vi-m o ari. %i^m%mfmmmw com torca le N
;le W de decorn-iro de H6I, ijno i-xpressameijte
wt**)- :i' denuda do* fon
nartas e.valai do eontlatuja em mate-
ria de <-rvi--, aunli
ViiUi os documentos polo auaes se prova
que .. cnsul de l- ctaw, na Baha, Angnsto
t-.-ivito, .ipplicira a uso propria o dioneiro per-
teoeeiits a fl-ersss o.poli > que, om ra^aa das
ita* {hhcv-js, irrefd:ra o tinha tto san poder,
fiUol) a applieacao ,m entrega legal ;
'hnrdfTOTlo ifnn o drjtwm tra valores ier-
i-s.ii-iiotiK im estultos dos subditos porlugaeze-,
jiio-tii-4 en torra estraagnira consiitue em po-
ner dos ageote* wnsulares, incumbidos de ws ai
recitar, um deeit> agrado qnj por todo* iw
raeim assim preventivos eo.no repressivos, cu'Ji-
ptv acaulelar c-uitra qiiaesiiuer abusos oo preva-
ricacoes;
t Hji (#or ham itamittir o referido Angosto Pe
xou id lugar do c msul dfl I* ctasse d Babia, e
deier.Knar qae tods os documentos r-Iatvos a'
aboso p<>r elle eom.neuido, s-'jam reiaettidos a
procurador geral da ori, alia de que mando
i.ii-nUr 9* eotahMtoaies pMoasaoe oriininaes.
O duque de Saldanha, par do reino, conse,-
lUesro de ciado, presidente do conselho de mi-
msiros, mifietro e secretorio de esta*) dos neg
eiiM ile guerra e dos negocios estrangul os, assim
<< leuda entendido e faca executar. Paco da Ajo-
da.MftS-l de agosto de 1871.mi-Duque dn
Siliinka
Br sentida essa desgnuji. pois nao ple t-r
airo oame, eiii'> desgraca para He, e verpontia
PMXos paMMuens, >ie os pod >res publicas r-
paran a modo q f pJan !
< Allnnaram o* joma que na estrada de (. n-
(ra (oai .v Ji en HM poo), livora o mareelial
StMauba ama entrevista lia das, :om o proprio
ftiural Pfiro, presidente e ni4His;ro da gu trra de ttespaaba que viera dis
firmado, ouc :ii um ageate delle.
t Pede Iwra s.r que nn seja exacto ; mas to-
das os aeriodic o aiBrmaratn 1
Bm Br.ig colbeu numerosas assignataras
represenucao, pudiado reiategr;.(^odCiaselli3i-
ro Kathias de Garvalho no cargo de ministro de
Portugal n. ida ile iammo. Publicaa, hoj a
Gtaei* da Povo, orgio do partido-histrico.
So Uiano de houlM vinha a porua nomeau-
da urna eommissao composta do viscoadc de Ca*
tilho (presiden^) Praaeiten l^issassa priineuo
oflSriai la bilcioth-ic* aaeiwnal de Lisboa, Luii
Folippe U'ile, director da escola normal de Lisboa,
loa liiiloro Duarte Pereira segando offi'.ial do
naaleriii da toarinlia ultramar, e Alexanlre
Aiigushi Barbla amanuense do miuistwio da ins-
iruccao publica pira promovern aacquisicao
de livr.is para as bibliotlwf.as populare. E*i-
vaw j.projuptos na prinwira conferencia os traba-
UlnaM elementos preciso* pjra organisar era
Lisb.ia quatr. ilestas Inbliolhecis. A comfnip
; dVeinpi'u!i i i groUiilanieole.
Falleeeu de uuja apiipluxia na dia 27 a Sr*,
t. Jfaria R nuana > Ctelilha, irmia do nosso poe-
ta visr.ondo de Castilbo.
H .je n m!e reunem es centros poblieos das
diver-as parcialidades.
Naver grandes mudanzas de pdssoal admi-
nistrativo.
Fe se i:oro geral applauso a priraeira leitura
dos aomchj que riem de Cesar de L icorda.
un isl.graio.'ua de L oudres de 6 exirahe do
jindurt de .'i o s-'u de :
O tiaut di liiiiU diz que a rxpedicao [>or-
tuguen i la a Zi.'iibena para atacar o B>nga Ij
dt-rmuda, send-j obrigada a retirar-se, e perdemLi
o. miau mantos, (l'ei.i caba submarino a 2i de
.ij;.Uo.)
Bata lealoraael nova liije transcripta e
'VitnmealaJa em quasi lodos os jorpaes de Lisboa.
Oxal que se nao confirme.
vapor .iiiuzoa leva desta praca : 13 MCfi
laguna -, M barris cara salgau..s, lo ditos
toiiciiili.., 5 dit..- cal, 30 ancorU areitoaas^ l)
caixaa nautas, 3.) dita* cera em velas, 6 ditas uai;
xe, 1 dita queijos, 93 diui uvas evmacaa?, 8 diias
i,.(-', 9 ditas passas, 8S duas conservas alimen-
ticias, 8() dilase loo Larris ligos.
prneedaala de PariUtnbuco eheaoii a e;ie
poito ai dia 47 o brigue portugnai Lata .
< O vap o- inzlez La Plata, da buba de Sau-
tiiu'.u, deve aqui tocar a 13 de seteaibro em
vagi>m para o Brasil.
roa a pr^^^^gm o fa wt
irem as ir- is loco
iar, vapor; e c
eoeral Vietori- gaVBi
p.ita da cidede do ttio Grande do 6a!:
Se ent a fama os" feifos^os vajentes,
Dos lllhos predilectos da victoria,
No lenaalo sacrosanto da maaaitna,
Kstampanih-as em letras refalgeotes.
Se qom, test do efquadrSes iDgoates,
i". >bre si e aoa seas de iDMiien.s gloria,
Denomina de hroes a patria historia
Por enlfe appl&usos de estnmgeir gatoles.
8e quera, da guerra aos bymnos samare affeiW,
Abre aos patrios aanaes novo horisoate,
Goanoita da nacao eterno ptaJlo.
Qdom, invicto bario, tem m8 direito
Aos loaro* msreiaes que a iua fronte,
E a bonras e brates do que tea peito.
coase!
hver es;
rever
presidente da rolajao coinnuaicando
^B pira
^^Alves
mas-
illes-
los do
lk recr-
i, Fi-
se tribunal
i reasta po
ANIVERSARIO. Gompleta-se hoje ,m>nn/'
que rdea toiatmente o bello edificio do theatroae
Santa Isabel; e, com peiar o dizemos, nada se
fez ainda para a sua reconstruccao 1.1.
NAVIOSENCGNTEADOSA barca***,&>"
ierick Mm, eh'gada de Liverpool, fallou:a^5 de
ao^o, na la*. N. 21 U" e long.0 G"W^^
barca ingiera Cay t Monear*,
Glaseow para Calcuta,- ooi 18 ,Ws d
; e na lai. N, 13* e 10' e Ion*. 0-** e.a
_____^.._ i >!. Imrtn ra r.r\Tl*
44* e 39' cam a
indo de Gl
viaiem ; . a
eo a barca ingiera Duibar Case, indo de ton
dr.-s paraSidHey.com 19 dias de viagem. Tud^
ia bem. a.
LOrBRU. A que se acto i veada !
beafficii) aa Sania Casa da Jlisflricn.dia, que
corre no dia 21.
0 eserrvio dos protostos Josa Marianno est
de sanana: ra do Buque e Caitas o. 3, Io
andar.
IM\ ACCO MERITORIA. Constando -aoi toui
desiincM R'vm. Sr. padre raestreera da s O-
lida, nne o Rrm. Sr. padre mestfe Fr. Jeao do
Am >r Divino haVia iiio ?nspenSo de suas ordetis
asuras, dirigiolhfl urna dai"U ( que temos a vWta )
concebida em parte nos =e|frites termos:
Teaha en mesmo a ajeusar-mo de negligente
em dar V. Rvma. o- meus sentiment-s pta pena
qu me -onsti lite (oi imposta1 di saspensao nl)i-
tinis. Paciencia, mn! vm.- paire, Deus r/oie
aiais do que qitem o serte ; e como *Ue assim o
n^milto, porque isto eonvetn a s gloria e uti-
lidade dos homens. Considerando a sua !,^^VC,",
Jrf celebrar, snpponho. que p***H.
pilo une tomo a iberdadedeofforeMr a V Rvm.
es-a peqneua sdala de lOjKW) cm sigonl de mi-
uha sincera tlevata0o e amizado que icano-lb*.
. 8ou de V. Rvuia. atiento e humilde servo1 e
Padre Jos Kas ffeifWiHs. a _
Ha accSes por sua iK-.lurezi tHo *%#, *J riti
necs ,i tempo em nboTio da causa do oppnmido, dnp.)
o raffeito salutar qae tanto ennflbrece o ciracuo
daqnelle qne a- prati'im.
NAVtO DE GUERRA. Sabbaflo pela .manha
dhegou o vapor inglez Spreawelt, procedente da
Baha. Anda crusando, e seguio honlem para o
Rio de laneiro.
GliSrODvGBRRA A" FRANCA. Bis,marff
(ar cniMiaoNrf-t i campo de balalba : depoi* da
aecie de bmnviUe, tioove quera lhe perguntasse:
i Quanto eusiarOfU ue ra a Franga ? o chan-
cellar responden : Um Xupoleao que o* nos-
sos leitores saban sar inoela ranceza, seraelhante
n coir. a elligie do imperador, e vale 2a fran-
cos.
CU3T0 DV EXPEDICAO
h-x enso relatorin fiaHliuulo roela atrntrnisso espe-
cial de inquerito m bre as despezas da guerra da
Abyssinia conclue espeeificandn qnal a cifra tetai
je a lolaterra despenden, seftide :
9 1.181,800 pelo governo innler aa metropole
S.o78,M)0 pelo suwrno na India
1.300,000 pe goaerno na Abyssinia
e-, appollt
tle Agu 'r admini-tri
uouio los do Figne(
O Bt. Sf. presirtonle man
a para o canario competente
supremo tnbuiul de jo
Irenies j ''uric h. C.
1 has- TC, oe cilios aut^H ac
nao tomou ooflbecimeaWla pemj
hec a causa na aleada aeste.
ACcaaDlos AssiGKaaos.
AppellanW) J.iaquim ftfnciseo do Espirito-San-
to, appellado Na*an Danh'isiWr ; embwgante D.
Luciana (Jefrudes Clara da Silveir, cnbarganVo
PaBoGtW(*j: emliarg^ies Joio Evangelista de
Se outro^mtiargido Jos Fcrnatodaii Gomas.
JOLfflUptKTQS.
Mo SUM 1> r*e*e >> Srs. Miramh ^l e
S Leitio nao fo.-atn propostos os feitns adiados na
: SfSSo ppssaiU W Wes p*ellaiue Uaadei Pa-
rtir .Jllagalhas. appeiado Dianany'ftwsa; em
bargante Joa<|iiim d,e Azevdo Maia, embargado
fat Aotinhr de-.nT!rfa Gtrinraries ; n^perbiote
Bernardo Jos Rolrigues PinlBiro, appeJkdp.s.\Vil-
sons & Helt; appellanie Joan Fraoas llw, .appeliado Manoel Frapfiico d i Silya Novae ;
appdlante Io#qnim Praiiclsuo do Biptrfto' Santo,
appellados. Lehuiann Frres ; ^pallam Antonio
fchevio XeViVripp'-ll'id'o Bebto .1,,^ fTlhc-'
do Pocas; aftpellaaio J. Rluai,. appelisdt) Jos Al-
ves Birbosa.
Do "Se", desemba jai ir Aceioli ao Sr. esembar-
gador Silva Ga'maraes : aapflUanl' J*cob Cam,
appellada D. DnlpHlna Tetle* d tienen*.
D>o 8r. dnsembargador Awiolr ao Sr. flesewJaar-
padar Motta: app-ilane' Me Alva itn Agniar,
appellado o< a Imntistr dores da niassa fallida de
Antonio ios d Figaeir k.
nisTRianeOES.
Ao Sr. d,-se:n(ureador Silva aimariMjp.
pffame - la massa rllida de
Pedro 4a SHfifliy, iMilq Pefix Satag?
n eaifcaJj'JiMia m siwpicw Jiirada p.lo Htm.
Sr. presidente o Sr. de*jmbrg*dor SHv* Gnima-
raes distribuio ao Sr deswobargpder liis e Silva
o feito em que1 sa i. apfieilante o administrador da
massa rulidad M *nfl io Amparo Caj", appella
do Miguel Arcnanjo de RgneirJo.
AGRAVu.
Jufso especial de cos)nercio : aggravante Tno-
maz Feraandes da Culw Filho, aggravado J?rai-
ne M tobado Xsherro*Brnr.
O Exm. Sr. pretideiite ntaon provimonto.
Encerran-se a oessib mata hora dvffd.
m
PBUCAeOSS
A PEDIDO.
i;nvr.inai!fono aa fanilla %h e
ilbncinerque.
nSrOT.1. AO DlARli l)U mo DE JANSI^O DB 23 DO
1162 PAGADO.
Ein nra arii inserto n' post ,t'Ama cin;spori1:n.ca d'sta provincia pn-
PEBMAMBCO.
REVISTA DIARIA.
ISSTrUY.'.AO PUBLICA. Por portara da pre
- keucia d i iiroriaeia, de 16 do corrate, forax
. mov los, seu pedido, os professores pblicos :
jadea Aureluuo Augusto de Vasconcelos, da 2a
i^-ira d Bui lie para a da Praia dos Carneiros;
e He.rmeliu i Eii^eo da Silva Caneca, di do Caxan-
a para a da Torre, de que trata o | li do art.
V da le n. 963 de 25 de julho ultimo.
HOSPICIO DA PENHA.Os religiosos capuchi-
nhos, coja dedicado causa da rcligiao os faz
merecidamente estimados de todas as classes da
nossa sociedade, vio metter hombros magestosa
obra da edilica;io da nova igreja, que trazem des-
le limito planead. Quera canheco aquellos vene-
raveis padres e lera n dicia dos verlaleiroa pradi-
mM que se devem ao seu relio e ardor apostoli-
o, eonsegiiindo iafatigaveis levar ao cabo niagni-
lcas rousiruceoes eobr esli-i no interior do imperto para atiestar de quan-
to capaz o fervor religioso ; ple estar seguro
de qae o novo emprchendimeoto dos capu "hinaos
.-ii datar a provincia de moa casa de teligiao que
reunir solidez da construeeio, a elegancia e o
bem ?.eabado das contornos.
Pobrissimos como sao, os dignos e desvelados
religiosos, muito g/alos ao favores qae llies pro-
digalisoa a assembla provincial em sua ultima
eeeao. conflam raais que tndo na esclarecida pie-
dada da populacao da provincia. Nenhuma boisa,
que possa abrir-se, e teoha o habito de abrir-se
para obras pias, de ve Hcar cerrada diante da rea-
dificaro daquelte modesto hospicio em que al-
guns poueos, mas verdadeiros raissiooarios,( pres
am, em honrosa obsenridade, os raais relevantes
-erviros a ordera religiosa.
Obedecemos um impulso do nosso ooraco de
atholicos, formulando os mal ardentes votos pelo
oncurso de todos .'S amigos e devotos do hospicio.
rfa dentro dos muros daqnella casa mnita piedad,
mita dedicacao, moita santidad*, muito suave
ojnTarta para as almas.
A migalha do pobra nao pode entergonhar-se
di*nt9 das generosidades do opulento. Gada. um,
na proporcio modesta on avaalajada dos seos ha-
veces, pode carregar a sa pedra para o ovo
dilkio. que sera em ponconm dos melhares tem-
plas desta cidade.
PATROCINIO DE S. SE'.-Nan tenio podMo
os Jlguas irmS de Santa Donuha, fondadnra* e
diputaras do colliiglo d S. Ja , s na Soted>,
pujido estebrtr-a festa do Patrocniio d S. Jos,
na da proprio, por causas extraordinarias suas
vontades, tratiserlram-a para domingo (25), cele-
brando-a na eapelia d S fljjnlM&a Xavif a roa
doHo~pic:io, cvi aquB)|gJ>fflbablsmo tjrie v)tn
semre ter ws'nses dous granas
Namlasa la c^lgi de & Jos, eMof'
numero de i\ eatoiro os cnticos sagrados, sefl-
.1 acoinpaunaijas pelas suas preieptora. A* f-'
do tr.io tedas al menina?, rrtjando capflldas ts-
iro^sslonatoeute dtl pITld'ils S. Jos paht
v capaila de .Francisco ^Vef, flurn ssfstir'
ao Teeain iimilis Bines, voKand ao dletpdfs
aa sea coilegio.
P.ra tt'fflsn sao -MMtdgfltt *flai, rJrtnl*3
e encarregidos d 1W* s meninas;
JlOXTi PO.PORTfiJJEZ.A1 bordo di.npor
pajara, Cus desU humanitaria institoteia, sa-
fa parafO Qaar, a proeenr a'ivio aos sens pa-
jecimentos palmBires. o serio Vicluhoa S. Lmis.
SOCpBOAtfclKMK'DB SBfEMBRO.-ftta'jai-
socnjl' fa> hoje, ai 5 tioras da 'tarde;
io do Club Perpammcfeno, ame ^rande
S 8,tt)0.000 total este qae exceM o primitivo
orcamento da eoerra aotirovado peto parlamento
em 8 300,00f> e em a800,000 o segando.
FERNANDO DE NOROlHA. Desta proftedn-
cla ehegou sabbado > esenrecer o vapor Curu-
ripe, esrf'-yvndo tvOto csrnsspontterHe em U do
crrente o se Nla por aqu ha ottofrldo qtie rriereca a pe-
ni ser relatad.), nln seren algnns desgiMos
ie!o qn? se vai dando enm os vapores da eartewi
deste presidio, de urnas vpz^s deixar?m os com-
man'datts do embarcar toda a carga!, deixnndo
licar parte na praia, pretexto de falta de lempa
predicando asstm at acompanhia ; otrfra* che-
gando aqui volnme?, un quebrados e outros ar-
rumbados com objectos de menos; outr.i* vezes
arrombadns e vazlos cama sejsm os de liqnido ;
nutras ainda faltando a entrega na capital de toda
ou parte das encommeodas que d'aqui sao envia-
da-, e finalmente maltas v-z?* tem deixado os
respectivos commandates de satrsfazer a qaanto
se precisa, por nilo sor mesmo po^vel por sis
prover tildo, em tai curto espaco de tempo,
coirto o em que aqui esfi o vapor : ao- Sr.
gerente da companhia, pois, offerecemos as pre-
sentes observares, pan que se digne toma-las na
considerar.*) que lhe merecer, e fater cora que
desapjlareram tao repetidos inconvenientes.
t O dia'ste foi aqui festejado com os reculos
do presidio ; e aqui continuamos na paz doSe-
nhor.
MSICA NOVA.Da improosa de msica de
Sr. A. J. de Azevedo, na do Bario da Victoria
n. 11, acaba de sabir luz urna nova composi^o
musical do Ilustrado profesad!1 E. Casalbore, sob
o titulo Vi Folete, que se terna recommeudavel s
nossas ovada pianistas por ser una mimosa valsa
de salan* Recommendarao-la s nossas lelwras.
PONTE BO CHOA. Informam-nos que h
seis dias se a.-ha na estrada de Apipuccw, no lugar
Pon|e deUeha, ara carneiro mono, quasi em es
lado de putrefacto. Nao ter o fiscal respectivo
visto es>e animal morta e abandonado, ou quere
ra observar o effeito dos urubs devorarem o ?
PROCLAMAS. Foram lidos no domingo 18 na
matrit da fregoezia de Santo Antonio os proclamas
segrales:
l. denunciado.
Aniceto Elias do Llvramema, coro Mara das
Dores Carvatho de Medelros;
Jdie dos Santos Gouvn,- eom llaria CirJHa de
Paula Crnai ro.
Joaqaim Vieir dn Soasa Gaijaso, com Gorsioa
L-'onilla de Olfvelra.
0 bacharel Jos Jo&qnim deOliTira'PVmceca,
com Filomena Candida de OlWelra.
Damdao Pereira Gomes Jnnior, tom Lsarinda
Mari a da Concdelo.
Prancisco Amonio Gavalcante, oom Olympi
Dor dhea das Chagas.
Joaquina Maraeae do Nssciraento, com Margarld
da Sra Morelra.
2.* dentintravao.
Jos Mlrinba da Naseiment, eom Marta Nones
da Costa.
Josi do Santos Silva Barrelros, cm Ubani
d Souza bobo.
Antonio Jos Ramas, com Mana Amelia da Fon-
seca.
3.' denunciacao.
O t)etrarel Miguel Ai chamo Perelra do Rgo,
com Amelia Jesaina Hollin* Chisteante.
Anionio Joaquim de Barias Ub *om- IgtieE
Leopoldina do Barros Lima.
MMioel Soares dos Santo*, com Lniza Benriqueta
de Jestftk
Anfonlo Jos dos Santos, m Jeinna Paniloa
dos Santos.
PXS.tElRTO.-VInu's' da rita de'Fernhdd
nd vapor Mutnh : .
"Mfetl Perelra do Valle. Francisco Pasra daH-
shrr'elcaO, Prancisca Mirla de Jess, trtieU';*rj .
da CTdteao, BntetlicU OM*olra do BbjrTto'i*
'to.'Wpri^s d*e polica, 1 teeite, 8 pfsbs
goarija'riajlonl. .
- Vindos de Liverpool por LflAon no tapo-
ibglez Amasoh : u M^ ,
Wiltiam Ry, Gregarrb Pint, Cleteehte Pftrd,
James Etes, Richard Eres, James Kay:
iilicada na Rcorita. preten,d9J,amadel'eD>or do Sr.
Gaspar' ole O'iaiuluoa n |a sus assecla, que a
firailia $4 eAlbqqterquii.'nonnu'nias provas lorpe-
ceii ao Sr. Dr. clefa d polica sobre o envenena-
raeuto dds Qoiil ffaals irruios SS*, pela que
fafso liuiJ o mesmo Dr. elWe de p licia as tehna es-
tragado, como (,'is-e o c irrspondeote da mencio-
nada Reforma,
Segando o tycnptor d'Jqaetle artigo, a bijua
suppasta pr iv ii'jjBUe sjnlido apreseiitada con-
sista* na coo:?-'sao d > pleld itJaardo, arrancada no
mefo de tirta'T.s d api tronco, cujns horrores elle
arvsinia O S9 zoTu "n 3Cf3VBr cotn as niais negras cafes;
'^i. lI2^!C[ HU< conlisso que pw eonsggqiint.j n2o poda pr.dtizir
effetiJ cohira t Sa (np-n a familia
S e A!b:iq-u;-qce s: deiffaya abertaaicnte Iffi-
una.
0 que, poriim, verade e csii bem averigua-
do i: que essa MOiIssici.'n'ra ttoaplo felta de'poja de
algaris pdeos dfas de rou.-o, casri|o ad prisai or-
dinaria di ccravos e'r: ri*?*ibs engenhjs, cjVfol
conseqoncia d'esscs.(.'>'' "ciados horrores; que
n'aqaelle tranco r.o pre'to Ivluard > tratado sem-
pr3 com a ptssve moei'cSo; qie foi elle propri i
quo para faz.'-la maudaucnamsr a seu seuliux .)-
co Joao de S filho, a qae a lu e:n todas as aoas
parles e dei'laracnes spm a mnima iasianaco de
qiiem quer que r*te. e i attesraftin as diver-
sas p?sos qa,i itisspeftas i.-ue a pre-
senciaram e m'n procesa:
O que verdade aio la ij que n'essa,confi.-so o
ireta Eduai . -nt-o !sponiane#niunta oro eloams-
tangas e d^talhs, qae nab s'm naturtes e eram
perleitainente excusadas em uma historia nventj
di Wlcment para ivrar-sc do tronco. A indi
cacad qm fiz d "arria.'.lo, sCtaVo e braijo drreilo
do'Sr. Gaspar de Qiit'iidah.i, como agente da en-
me ; a de spa propTla ihaJ PS'i como interine diaria
do mesmo para com dlfa ; a promessa feita etri do-
me do Sr. Uasjjar de p gar a liberdade d'.)lle
Eluardo, tenio sida cnin-juB logo dita snu mis
nm cont de ri- ; a oreurttstancia de ler Eduar-
do, sem motivo ajgam, andado a procurar genitor
que o comprasse para Tora da proviia, logo d-
pois da mofre de sei: senlf-r : a prompbdao e se-
guranca com que entre muitoS vldros qne lila fo-
ram apresenlados, por sea pedido, indlcoa os que
haviam contid io veneno ; i declaraba de ter d-
do em uma orisiao p r engao um'a doza d*efia
no caf ao referido seu senhor moco Joio de Si fl-
Itld ; a claresa, e a coherencia eom qae elle por
tres vezas diversas e livre de qunesquer sevicias,
confirma qnaab dise, o explica o modo e ocw-
sias em que admmistrava as dozes ao sea senhor,
o do Club PuMeUlMUItto, nm
""E*"** *** nWo'.P^a'tritor de njenle unidos os Srt. d^emtwrt
QZM. J*. ?ah n-SBh, Ml*a i'A'
nmlssao centra!
da sff^^^^Bp Bou de Setembro, enearre
PeroaiBbacano, Barao^'TS'^^ ei|J
vapor Paran i i\ oa 2? da corrate roga aos
e quando foram estas maiore ou menores ; como
distingua o caf destinado aqaell? do qae devia
ser servida ooiras pessdas; tudo isso em sdmraa,
toincidinda perfeitamente com os fados ephases
observadas durante o carsf da molestia das duas
victimas, levam todos os anjino desprevinlobs
intima conviedo da vordade de sua cooflssio.
Quem o ouvio "cani ufftlto, nia podia deixar de
crer, j n reaiidade o crime, j na antora dos
indigitadus mandantes e 9 seas instrumentos ; e
tanto mals qaaado eram ajada flagrantes os atten-
lados* do Si*. Gaspar de Qjitioduba contra os (loa-
das, no ergeoho Aratang!) que por sentenca do tri-
nunal do cdnimercie acabava da perder, e nin-
Jaem ignora n'esta provincia a chronica de per-
versidades do HfToe da Genlpipada e de outra
iguaes facanttas.
Mas n5o ?e liinitarm ira qne usa exposio as pro-
Vis, ou pelo menos o- indicios vehementi1.* do hor-
rendo erim e de seas autores, qae a familia S e
AlboqtferquB fortie.-u ao Sr. Dr. ctlefe d pcia.
Indicou-se-lh, e f > peraute elle provado p3to de-
pdimento de testemunhas oc:ulares, o faci de ha-
vor mdrrid ao engeolio Gariirap and cao qae
na vespera corhera do vomito dtf Di. Victoriano.
A' isso-accrscente-sfe jado de tres mdicos dis-
tiactos, qn acmjjnharam constantemente a mo-
lestia dos Uados, e -ue oplrtaram pela prtnbil
dade, e lgns pela qasl certeza d envenenamen-
to, declarando que a molestia de que elles faltce-
ram nSp poda ser ^lssIflCaaa coraofe!T typhoide
aianrukiax, e qa o? Seds dbs cdllegas que ubi-
mametit o havim declarado til, tnncaat mar-
te d'aduelles tlnbam feito diagnostico algum, que
havram seibpr vacillltdo sailuadte respeitb ; e
roaimeftte a'sua iAiioiererrcia e are contradicgSes
sobrt esse pddto forAm demonstradas at crom os
saus proprfos redituarlos.
HaseSV.'Dr. chwfe epoliia dlxou-se dema-
siadamente nfiueociat pfi autrioad pedantesca
doDr. Aqamo, IBreressiy erh tilo reccmttecjt
seu errd. e'msustentsr^f vio Oradth a saa
appesti itan6m&\ meaic: e pef da Dr. Sar-
ment, sem tfhvTda mais resp'eiavel, pofth menos
citnegttea 'e-'fada sslal gtolnete fafljvl e
e mal fundada, quanto I mrposslMndade de prd-
pnaclo de vaneno; qati. treVa esperimos, entre-
tanto, ver prdv*4a de'mmodb idobiiavel I
' 0Mismv**,-m--fa8cjM vtteaients d'aqena
brop cldas polica.
IWMS*apre?e6t!d irta caidfa dhlhab Pfereira
'gd, fertaa da- Dr. Jo5o' Blaptista d Sequelra,
BR6NH A JWAWjL
miBi \ii, do < vTttwmrio
MSA0 WblCIABlA EM .15 DE SETlMBftO
DE 1870.
MisuJSJlja Dt> r.t RRTtt.
Seeretario, Jaiio QitmrtBcs.
Ao meio dia dedsrou-.se abettk asjs3d
* Sdl-
lados Rosa e isto a o Sr. snppfrft M
taretb, faltando cm pirnelpate os S!
'ar Lea! e S Leitio.
Lida, ro aprovada a acta da sewid pascada.
Fei lido o omcio de 13 do correte do Exra. Sr.
I
iflk es ttentdift m
' 'a^sava Mifita' 'dt
casa do Dr. GasparJOraamon
roM'rniMnte las
lidos, #or qcl -si a_...
aqWemJnUos'tiy matopoucti _
nvira delfargarida, escrava do mesnio donor,
ue esto dfssera em ama ottasiSo de modo i ser
r ella ouvido, qae bavia de dar a am grande ^
An <*'nma"' tomasse
enro e ngnra
tdioS B-
,'e r5:
'o mnbVi
Inca em nm Tai
la toT*
s-seifne^
Ora, todos estes toctos ou dados bem averigua-
dos nao consntutrara urna prova, ou pelo menos
indicio vehementissimo de que a idea Be envene-
nar algnoni reraava com antaeedeMia naiathrnos-
phsra dos engenhos dos doas Gaspv-e*, soyro e
gearo, e qne entre as victimas deslgaaMao era
pnssivel qne ecapassem sua per<7ef8idade, odio-|
e despeilo aquellos cora quem eslava em Inta
abena e violenta ? que alU.se maquiaava prora*
dittdameeto o crime qaeveio logoap= a reali-
e as pessoas dos dons irmios Ss T
Como apraveitou, entrelauo, o Sr. Dr. cbpte|
de policia taes elementos para a descoberta da
verole? vjamas se com effeito os estragou on
nao.
Interrogad o preto Eduardo, fehas e confirma-
das tres vene por elle as suas dectara nida S. S. de tadas aquellas outros dados ou tactos
que lhe foram apresentaJos, o que lhe cempria
fazer, e o que faria sem duvftfa, se os indigtdns
criminosos nao fossem $ poderoso Sr Gaspar de
QuiitiJuba e sen eswiva Caaarin l Devia ir, e
loria ido, da ceno,- rmrmmiaiamefite em pessoa
aquello engenho e aos mais que lhe sao vis_inhos
onde se atiiam os meamos indignados e maTs IR-
4iwdua*qupiioha da interrogar, e all mesmo o
f*ria, ol para isso os conduzia cora toda a promp-
tiiiaoe cautellas a esta cidade, antes que uns e
afros se pddessem entender, on ser mdastrlados
ppr ajgnem.
O que fez, porm, o Sr. Dr. chefe de policia t
limitou-se.a iiaudar aoin nutavel tibkesa buscar
Carnario por um offfjilfl snballerio da polica,
aeompanliadtj de aigumas pravas -de-montadas, as
juaes depois de aadarem por perto de dous dias
perdidos e errantes no caminho >lo engenrro Ci
Ihis emquanta os lelgrammas do' Dr. Gaspar
crsavam o a elctrico para a vitfa do Cabo e
Escada, chegaram afinal aquelle engenho, onde
foi encmrfrado Gamarao c*m o sen senhor, o qnal,
depois de bem conversado e dar-lhe afgam dtahei
ro, mandou-osoa 0*mdit,",para mudar de celia
e* deroupa, e d'onde voltea afira vde sjuir para
aqui coto o official que alli o ficoa esperando
largas horas I
Feila a^pi.-n a deigencia, trocado em carninho
o cavallo de carnario peto do comfrtandaMe da
escolta, chegou aqueHe esta cidsde e em vez de
ir em direltura ao De. chefe d pojcia que o es-
perava para iaterregi-lo, f-z escala, nao se soube
para qne 8m, pt?lo quarlel de polieta, onde ti-
nhnm franco acesso os ageYUes e comparsas do
Sr. 6a?par do Qailindubri.
Sfem de outro modo f iram effoctaadas as deli-
gecias resplto de Marg ifMa e de Manoel Ca-
langro, ecraVos do Dr. Drummond e r.o Sr. Saa*
narde'OnftfBdnoi; carcter!jam-is a mesma ti-
ateza e tolta de tino ; dcrowdo qne estos seravos
s viernv realmelite para sta cidade, qdando
seas senhore?, depois de d>as oa tres dias, em
que os lelegrimmas e enepressos iYabalharan com
a mesma actividade, enviaram am aviso an sub-
delegado do lugar par que os ditos tocravos ros-
sem entregues escolta 1
De que modo se pr-eedea alm disso nos pri
meiros Interrogatorios de Eduardo, de sua raie
Evaeotuteis'? -Quando esta velo a primeirvez
p-icia, 'antes de ser apreseitada ao Sr. chsfe.
esteve por motto tempo fio srtiar Iprreo d* casa
era qno elle foneciana, e aili foi visto' rodUda e
canversada por pessoas interessadas na octulta-
cao do crime ; e as perg antas llie foram fei tas
som a menor reserva, em presenea de algnmas
pessoas, que ao dia seguidle puboaram pela
imprensa noticias muitas vezes parciaes e nnaco
exactas de tndo qaanto tinham onvio I N'isso
destinguia se um dos proprios empr^ad.i* da
policia, aquelle exactamente de quem dependa a
inoominanicabilidade dos interrogados oom os
mndame? do sen crime ca eom setls proenra-
diH-os !
Poram, pois, ou nao)de faeto estragados pal
Sr. Dr. rJmi* ile peHeia^ vfsla do expnsto, as
provas ou indicie! veheinementes. dv criuie e da
seu .tutores fornecidas peta familia S e Albu-
ipierilue ? 'O ioo fez deltas ? -como a, aprovei-
toa ? e qae outras providencias empregou dp
sita propria iniciativa n'asse sentido, nao Ser a
de mandar pr logo dppoi* todos os indigitados
etn lberJade eacepija de Eduardo eseravo
dasi victimas, e da Sr. Ga-iar de QuitHuhtba para
i|u.i.n nao foi feila a deitonnao, e qee pode mais
d.i que a le e da que a opioiao publica qne o
cundemna 1
Entenda o Sr. chefe de policia qae a familia Si
e Albuquerque pas seos'isto oo< esfixeos in_livi-
duaes, sem oB -raelosida qa* itspo- on deve dispOr
a aotoriilade pabiieav Uavia apres miar-lho e desde
lago a preva plena e (iridentomn* MU do ri-
me e de seos amores, conservanda-se elle m caso
ia i crave en um Estada de pura passiridade, e na
slmptos boa dWpoMcao da reoeber da modo refe-
r ia os requerimentos do sea advocado ?
Bis por que cautra o Sr. D.\ chefe de policia se
tem levantado queixas ueste assnmpto. A' vista
desses proeedimentas era actor tao graves, iofe-
licmento somos breado* confossar qae as ave-
ria3coes por S. S. fetas esteve sempre em uma
Mtitude mnilo abaixodidever que Ihoimpaem a
le e a digoidade de ,-eu cargo.
Pergnnta a articailsta do Otario t Rio de Ja-
neiro, porque razio se existe crime, o ad<-ogado
da familia S o Albnquarque, que en tempo pro-
tesina tomar a precedencia ao orgio da justicia
publica, nao tem dirigido a sna qneta contra os
criminosos. Mas a exptieaijio UM pareen clara :
1 porque as invesiigacoesofflciaes da polica ainda
nao foram dadas coma concluidas, e n mu podiam
-lo antes de feitas as exhumaroes, aatapsias e
-exames das visceras das bnados que se mandn fa-
zer; e 2* porque as provas e indicios vehementes
quer do crime qner le seu verda letras aatores
at agora forneddns i policia, coma sustentamos
e o disse o correspondente da reforma, acham-se
por ella estragadas, e para readiqaerirem seu real
valor Jnridico, e fazer aquellas tao certas era juizo
quanto j o sao na opi.iiao publica, carecem de
novtis e malares estarces e da contra prova qne
brevemente se esper? da Bahia e de Paris. Entn
ainda que por isso tenha da tornarse hydrophob
o Srt Drv A j tino, tloari ao menos planimente de-
monstrada a reaiidade da infame attentodo, e quan-
to i dos saus parpetradores, se isso nao fr ainda
bastante para despertar o zelo do 8r. Dr. chefe de
pokciB, e inspira-lo mdhor as medidas qne deve
empregor para hir lhes no encalco, restamos coa-
t ir na Divina Providrocta que codo oo tarda os
apoutari ao menos esccrago e horror di io-
ciudade.
Foram sem davida, attendidas pelo Sr. Dr. cha>
fe de policia todos os requerimentos da advbgadn
da familia S e AlbuqueTqne, foram feitas todas
as diligencias por ette indicadfts : mas foram-na
pelo modo cima exeoslo e provavelmente aquelle
advagado i quem at em rigor podia ser recesada
a ingerencia, no pToeesso de peras aveHgaiooait
ometass da policia, nao se jalgava autnrisado i
dirigir al dos detalhes das ditas diligencias, a ac-
cao do Sr. chefe, o a reclamar dalle i todo ins-
tante providencias i resMito de agentes on em-
pregaloe de sua repartlcao contra quem elle pro-
prio o primeiro a declarar qae nada pode.
QttaHW ao qae istoveti o artlcallsta do Wnn'e
io ftio sobre a exhumado e analyse di* visceras
do Dr. Victoriano na Bahia, nio exacto que a
familia S o Arouqaerqe maedasse ordens de di-
nheiro e procnlclo ao cosemero Dantas, aritos
da saber-s'aqui, tjue 6* mdicos d'aqaetla eidade
xigiam paga por aquellas dedigencias. Bisa ct-
dem e proenfacio s'toram depois que aqni che-
gararn os ofncios da piiiia bahiana, commoi-
caod i d'aqui aquella laScntrencia, ho obstante
tef sido por esto requisiudi r-aBcio a dita ex-
hum:{io e arialyse ; e q(to a polica (Testa pro-
vincia nao faria por si ties despezas, sodbe-o a
ahiilia S e Albuquerque pelas proprias declara-
jfles dW Dr. chefe : o qne Pao estranhimos, por-
qqenirigiim ignora que neHe misero patz a auto-
ridade'paltofl tari dmherro para todo, mnoS pira
descobrir e puniros grandes rmrfttosos.
IfSo coPtetamos riem-asseVeritoOs o ficto d t-
5ara el meilieos di Bma recbiuo a qarra de
-.000i que petHam pira fitefeM a arialyse na
visceras do Dr. Costa Ferreira, da Maraobao mas
Slfat de Alagoas, referida pela correspondencia
a Reforma, exaeto; e qua na respectivo exaaae,
assim como no que se fea das muheres da ladei-
ra do Taboao, nio pfiiarira as parto: ialeressada
taes de-peiis, igualmo o.
' Oaidd-i msmi) asii tio tasto, isso nio pfbvi- i
tqoiirrna dfjbi tal re^EUstria x'-offlo, 3
-S.*.^ de aina Provctii**'
im. W^ "6 isbsirtttto cri-
...dvItiWxira^s^fenk qna'naO os T^etsto'-
d^'nHcnlarttnJto^p^inio na4 Jofciram'pi-
legal contra os erm o paa
lindada.
Na grandes dores a lingusgem da franqueza
a nica admlssivel.
HACHA RE. I LHO DA SILVA, jyiZ MUV|CI-
rAL DE OUNDA, AO VENERANDO TRIBUNAL DA BE-
LACAO, E AO PUBLICO 1LLUJTRADO.
rtt *
Cumprrado a nossa pre matea feita nos artigos
anteriores, e eheios d.maia atoccra eonfianca nos
jltizes, voltamos ao tribunal de refaci.
Pedimos de novo o habeat arptts. Com effinto,
depois da discussio havMa na impraara, ce 8.-.
desembargadores convenceram-se de nossas fa-
i5es, e reconsiderando de novo- a queseo prelimi-
nar de direito, decldram que o habeat corpml era
cibivel na bypothevt allegada; que i le (cdigo
ila processo) o admKtia, e qne a competoeeia do
tribunal era incontestavel. o concederara.
I'oi um fraude triumnho para as liberdadps pu-
blicas : as garantas individuaes nao foram cer-
'eades, nem restringidas, mas fleram inteiras e
ampias, como se achara na le
Esta jurdica decisio est de harmona e cohe-
rente com a decisao de aicordaos anteriores da ve-
neranda relacao, accordaos que ajuntamos por
certido i petcao de habeos corjlut.
Esi tambera de harmona e coherente com os
accordaos do supremo tnhunaf de justica.
Nao temos, portanlo, senao motivos justos para
buvar e applandir essa respeitavel decisao. E de
lacto, todos o' cidadaos qae apreciam devida-
mente a liberdade e dignidade humanas, loavam e
applaudem igualmente o acto da tribunal da re-
lacao. %
E tanto mais digna de applaoso essa deaislo,
quanto foi ella dictada por convice5es esehtreeidas,
e enteodelido o poder ju-ciaria a questio segundo
a consciencia e inleliigencla dea dignos juizes.
0 poder judiciark independenie, e nao tom
que ouvir sobre a intelligencia e mterpretacie da
lei, opioiao de nsoham nutra poder.
iE'o poder indiciarle o uoico excktsivo para ap-
plicar a le a faeto.
Concedido o habeas-corpos, coma j fei canee
dido em sessao de toroa-feira ii do correte rae,
resta somante a segunda quaalao, lata , decidir
s ha no processo as aeUidades apealadas e ex -
postas na petieo.
Nao queremos insistir sabr o que j escrove-
raos a respeito dessa segunda questio.
Pedira is. porm, a devida vena para lembrar
ao tribunal da relacao que as nodlidades allegadas,
eslao provadas dos autos 0 militas d'ellas, sean
todas, teera sido j recoahecidas radicaos e insa-
na veis.
Algnmas d'esias nallidades, sao as raesnoas que
constam dos accordaos earelaeio, jautas por car-
dao, como porexemplo : intpensikt dan Usliw-
nhas-: infraego do art. 2j do cdigo da processo,
e seguine ; .< o arw su/ipotto de calumnia e
too de injuria portattt divet ser a forma do
processo ordinaria e nao minutara ; frateo
do art. 98 do cdigo do proaiso, porque as test-
tnntthas nao foram (oUocadas tm sala separada.
Imploramos nicamente que o veneranda tribu
da! preste sua esclarecida atteucae elas nalli '
des j reconbecidas sobsianeaes nos aecardao
qne unimos, como fica dito, por certido.
Na segunda peticao de babeas-corpas allegamas
mais, por conselho de a it coliega nosso, uma on-
Ira nuiiiilade substancial, e qne. dizeudo-se que
as ippostas injurias se dirigiam i um funecia
nario publico, na oecasiao m qne ex rea actos
do sea officio qnal a recusa de aitestados que de-
via dar, o julitamenU) devia cr lugar na lorma
do decreta 1090 do I.* de siorabro de 1860, pelo
juio municipal.
Um anifo,
N. 3*l-ATAQt7E-9B A OH1GEU E NAO 05
SYMPTOMAS.Devemoveos lemhrar que os symp-
tamal sia as proVa da luota rt naiureza coma
molestia. Disse-nos qae as farras animaen 'stie
Juctando com o veneno oM-tlto. Auxiliem se > for-
|tiaquem-*e com esse rasttarativa natarate sobe
rano chamado a SalsaparrHh ito Brlstol^e o
jresu lado nao -era duvidoso. Nenhuma doenoa p
de resistir a essa poderosa alllanca. Se o inimigo
se acha derramada pela veias, tota grande deter-
gente o busca a o desaloja deHas. Concluido Isto,
.i tosse que indica n phfrsiea ; as chagas botam a prnsenfa das oserophnlasy os terrlvefcpa-
dacimenios do corpo e do ^ pirita inherentes a um
csloteago achacado ; e o estado preternatural do
ventre. desapparecem para logo e logo. Este pnro
e poderoso inico e alterativa vegetar e antysep-
lie.o ; hmna, regula, fortalece e vi^oris toda a
organisagio interior, e a cara completa. Acha-
te de venda cm todas as parles do mundo civili-
zado, em todas as principa* tajad de drogas e bo-
leas.
klleg.
emvmag:
dem y
Bolacha fina comprchendidos os
bisceito.....
dem ordinaria, proprie zara
erabarque........ >
Caf tom .
Idemescolha HMstalh* ...
dem torrado on moide.
Cal branca. ........
dem preta ..>.....
Carne seco ( xarqe ). .
Garvio vegetal........
Cera amarella....... ,
dem de carnaflto em pmto. >
dem dem em velas..... >
CM..........
Gflcos seceos.......ceuto
kilog.
600
300
660
476
476
442
95
3
17
258
16B
442
436
76
44360
4*000
1*438
566
640
300
350
10*000
1*133
784
2*18
48*000
24*000
12*000
16*000
12*000
| 136
681
9*
272
3*000
i*yo
613
681
545
3*1M
170
1*703
60*800
360
1*30
5,4090
95*0!)
3*060
12*080
6*000
10*00
103
5*000
6*00
am 16*OWO
rjOMMERCIO.
por
P.tACA DO BEClfE 17 DE SETBH0BO
DE 1870.
AS 3 i./ HORAS DA TARDr.
Frote ! algodio daqui para l/.verpooi 1|4
libra e ."> 0
Goncallo Jos Affonso,
Presidente
Mesqnita ionior.
decretario.
ENGLISH MNK
>f Rio de Janeiro Limited
Descorita letras da praca i taxa a con
-endonar.
Recebe dinheiro em centa corrate bi-
Iraso fixo.
Saca vista on a prsso sobre as cidsder
orincipaes da Europa, tem carregpondentei
a Babia.. Buenos-Ayre, Moiitevido, Nev;
s New-Orieans, e emitte certas de crdito
oara 09 raesmos lagares.
KA DO COMMERCIO N. 36*
\oto banco de Pernambnco en
l*{ni Os Sr. acciooUtM pedem rceber o 7
dividendo de um por ceuto do capital s
quartas feiras e sabbadof.
Colla.
Couros de boi, seceos salgados.
dem dem espichados.... .
dem idem verdes.....
(den* de cabras CLr*idoe um
dem de onca.......
Doces em calda...... kilog.
dem em gela ou massa. >
rdem seceos .......
Estaadores de pennas grades duzia.
dem pequeos......
lem de palha.......
Esteiras de carnauba .... cento
dem propria para forreoa estiva
de navio........
Estopa flrctorHl...... HRg."
Farinha de-.warnta......
dem de mandio.-a.....
Feijo de qualqucr qualidade. ,
Fumo charetos...... centro
dem cigarros...... >
dem em folha bom .... kilog,
dem em folha, ordinario ou res-
talho ........
dem em rolo e eoi latas bom >
dem, ordinario ourestolho.
Rap...........
Jonima de mandioca, (povillioj. >
Ipecacuanba ( raz )..... >
ingico (toros)...... duzia
Oaibros........ um
Enxams......... i
Frechaes.........
lacarand (couvaoeiras) duzia
Leona em adas. cento
Ideai cataros...... >
Linhas e esteins...... iua
Uur s (praachdes).....
Pao Brasil........ kilog.
dem de jangada..... um
Quirs . ." duaa
I Vinhaiico costadinbo de 25 a 30
millimetros de gressoia. .
dem pranclw>s de dons cesto-
dosal50 luillimotros de gres-
sura.........
dem toboado de .menos de 25
milliineti'os de grossara duzia :
Taboailo divorsi........
raiajuba........ kitog.
Travos......... uma
Varas para pescar..... uwa
dem para agutinadas ... <
dem para canoas..... urna
Cavernas de sucupira(em obra)
Fixosdecicupirapara cana. par.
Halaee......... kilog.
Mol dcabelha.......
Mm........iv i.
Oesos....., .
Palha de carnauba .
Pechan.....
Pedras de amolar .
dem de mirar......
(deoa de rebolta
Pennas de.ema. .....
Piassava ........ molaos
Ponas vHCca. ........ceato 2*800
ablo.........kilog. 348
Sal ...,....,. i -10
Salsaparrilha....... 2*043
Snalos de couro branco... par 80
Sebo ou graxa em rama kilof. 340
dem em velas. *..... 476
Sola e vaqueta....., 1*200
Tapioca........ 204
t'nhas de boi.......cenio 3<9
Vassouras de carnauba duaa 768
dem de piassava..... 1*200
dem de imb. \ > H60
Alfandega ae Pernabmbuco, 17 de setembre to
1870.
O 1.* canferente. Jucncio Dios da Silta.
0 2. conferenle Joaqnim da Costo Rieiro.
Approvo.Alfandga, 17 de setembro de 1870.
Paes de Andrnde.
Conforme. Joaqun Tertuhaao de Medetros.
aBCEBEDOillA DE RENDAS I.SElUNAS UK-
RAES DE PEItNAMBUCO.
aaadimento de dia 1 a 16. 26:788*946
Idamdodiai:........ I:764*o60
molbos

ALr?Am)B6A.
Aeniltoentododial a Iti. .
-doto do dia 17..... ,
195:761*062
27:269*624
523:031*286
OVlSlfflW-DA' Al/AHDEGA
fclnmes sutradoa oem fazaAdas
lona idem eom. teneros
i lautos sabidos com f azendat
dem faeto coto gaeres
------343
124
93
------217
Deacarregam bota-la Ae setembro
?rigae ibglezAde/etemercadoriai.
Brigue norie-allemoHerculesfrinba de trigo,
PatacBo americanoCm*lna-i Srigne norte-allemao Wwn mercadorias.
Bfigue norte allemaoMi- Jnmsdem.
Bihje inglezDtligenUdem.
Barca porluguezaAowlwidm.
Patacn ibglozRiver Quendem.
TABELLA dos rangos no* GBtmos sbtos a di-
auto os ExmTaflio. sbiha d IV a 2* os
SKTEMBBO DI 18>1
Sfercadorias:
ouvira
tonano e os mais homens d'aquella familia.
da juslica publica
lo nao podemos dei-
BSfflqe lmaapo-'
e^atas to grkVs^eJ
polica que
attonuo1
_ com
|ue dva
jn
peitavel e virtuosa familia, qne clama pela vindicta
em oaroc ._ .
rama ou em lia
mes.
Arroz em casca. .
[dem descascado oa pilado
Assucar brnoo . .
Mera mascavado. .
(demrenaado.....
Uallihhas......
ios .
de amadoim c
de coco .
fa mamona. .
alimenticias.
unidades.
. ktag.
>
>

. ama
i
litro

kilog.
Vaba
eo-
eepirituosas ebrmentodas:
^cachaca. W.
937
675
m
5*400
ada
dem alcool. .
337
20*000
114*000
96*000
33
6*000
2**0t>
6*0O
1*000
3*300
16*000
4
32t>
Cft
16
lAflO
817
31
18
34
4HM
16f
28:551 *i96
CONSULADO PROVINCAL
Rendiraento do da 1
Idem do dia 17.
a 16.
60:383*021
2:219*822
62:403*743
MOYIMEHTO PO PORTO.
Navios entrailos no da 11.
Bahia, cruzando, 7 dasVagor inglez de guerra
Sperdtcelf, commandante John Parry. SegUio
para o Rio de Janeiro.
Liverpool44 dias^ patacho inglez Emely, de 160
tonaladas. capitoo G.< E. Gellard, eqmpigera 8,
carga diflerenles gneros; Mills Latiiam & C.
liba de Fernando = 60 horas, vapor brasileiro
laRcfA, de 222 toneladas, commaadaote Jalia
Gomes da Silva, quipagem 17, carga fei)ao, mi-
lho a outros gneros; i companhia Peraambn-
cana.
Nmioi sonidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro palo AssBrigue brasileiro Rio-
Douro, capiuta A. J. Vianna, em lastro de arela,
AssPatacho brasileiro Bom /iua, capilao Ma-
noel Frankin do Amoral, carga diflerenies g-
neros.
Maeei Hiate brasileiro Rom, capito Antonia
Jos da Motta, carga varios generes.
Navios entrados no dia 8. ,
Liverpool por Jsbea 22 dias do primeiro pone
e 17 do segundo, vapor inglez Amatan, de 528
toneladas, commandante John Corbeskley, equi-
pagem 24. canga diftarente* generes ; a Tbomaz
Jfrries & C. .
Qlasglow--^? das, barca inglea Rodeno Dhn, *
363 toneladas, capitao Gallaway, qnipagem 43,
carga 1000 barns camphora e outros genros;
Siinpsoa (t C.
Itio-Granae do Sol 23 iins, baroabrasileira Aio-
fii-Ciroiina, de 273 toneladas, capilao Virgilio
Lucio de Maitos, equipa gem 12, oarga 190O
arreas de carga; a David Ferreira Balsar.
Liverpool 40 olas, barca inglea Sea .Qtrnn, de
372 toneladas, capitao Roben Jerrett, eqnipagem
12, carga poetes de ferro e entro generes
J. A. te Araqjo.
Natos sahid&s no mesmo dia.
Rio de JaneiroPatacho italiano Ato to Plata., ti-
pitoo G (i. Bello, carga a mesma trae traose
de Genova.
West lodie* Patacho americano Catolin* Et)
capillo Genn, em' lastro de areia.
Ntroio entrado o dia l.
SajUa-Catuariua-*4 dias, patacho mcomI Arate,
A 279 tonelada, capitao Antonio Perelra Var-
ones, eqnipagera 9, carga 8000 ala>eiree de la-
rltfha; 4 Joa^irn Jos G. Bniro.
ETMTAS.
Francisco de Carvalho Soarl'''BNflAo*
Juii do-arj>Wos e anSnis nito iflatte
do Recife e seu termo per & % o L qa
Dos goorde .
ni que o pmut MU-vi
Heitt, qttt. Humo Datte tt ^riii(|L'd)ito
se arreca-la neste juizo por faMimeaUi id
Carlota Mftra metade do^nNr eaJadaH* tfO WV-
sario estteita n. IS.'ottde ella tinha^ocie
dado cOin Broardioo osa^MS S-Sf**.
i erlenMndo^lw peia Ii^*fj*(fo-sto'*-
0"erttorias, e MgM-.
dos wcravos i :'0MMKN)O, e"em" fvUtts
5:0004000, na terceira praca deste jalao,
1


Mm*^d*tfwmhw(> %u* Afa I9. te^'M*?"
i*

qu,devo succeder no da 2i Ao correnta
mez liada a ceder a ar-
rematacao por venda dos beas cima mec-
Moudos. deven* os que pretenderem os
sernos a ipreseotarem M suts propos-
tas t aqoelle da,
f)m preteriq*Me as
que Uvej-em ofTfrrta sobre o valor
t,eM. E para qua cbegoe au cooheci-
mnti de todos se passou o orejete que
sert paWead tres wies pela (aprensa o a
lixado no logar do costurae. Dado e pas
MMAMNUl
O pretndanles deterlo dtrifir -toas propostas
... em earusfechadasaa mesolkn. Sr. cooseTha ro
ul assia cidade do amia de Pernamlm- upecur aisomeia4i->oSir co da Id de. Setembro de 1870. Eu Gal-
din Terars teles Cabra I de Vascon cellos o
scimFrancisco de Carvalfio Soaqes
Srani,
2* aeogifc.- eiafeQM ia da smttro de 79.
fot eitiiecrataria m fax publico para aonfceci-
nwto da quena jataraanr 4>osm, o dital akaixo
traascripte do juiz nHUMcipal ette orahos do ter-
ina d Vla Bella, pondo em coocurso a serventa
Halla dos offleios de taMlia e escrivao do q-
ve( a ais aaaexos do termo de Villa Bella, orea-
ioa pata danrate da 30 de Janeiro de.4831.
Os pretenderte* teverflapreteDlar os seos re-
a^iaraaantos instruido na forana da le no praso
doaaaaeala diaa cantar desta Sata.
AntMio Annes Jaoorae Pires.
OffioiaJ-maior. aervindode secretario.
EDLUL.
O Dr. Angelo Caetano de Souza Couaseiro, jniz
Tiiintwpil e de orbaos do termo da Villa Bel
I marea Se Flores, provincia de Parnambu-
et, par sua majeeaiade imperial e coautnacional
i quera Daos gnarda etc.
Faifo saber aes que o presente edita! virem,
|im lhinaV ir vaga a serventa vitalicia dos offi-
jios de-segundo tabelHSa do pnbjiea judicial e
notas, eacnvo de orphos, crime e uo civel, an-
uentes, ripnltin e resiauw deste termo, por morte
io erventnario que os exeraia, ponhoem concur-
so.dita sanvenliE-com o praso de sessenta das
costar idala, dala, na conformidade da lei, atioi de
jua tenha proviaaeato.
Entrenante lodo aunelle que quizer habilitarse
jara dito oficios, apreente-*e oeste juizo dentro
do referido praso com seus documentos promptus
e laitaes, olha corrida, certidio de Jade oto.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandou lavrar o presente edita) em que assignou,
o quaj ser publicado e aluxado no lagar do es-
tvlo.
ViHa Baila 2 do jnlhe de 1870.
EuJoaanim Goncalves da Lavor Ayres, escrivao
oescravtV
AnqMn Caetano de Souza Cousstwa.
Conforme.? tsacaivo Joaquim (malves de
Lavar Ayres.
.* Seccao.-Secretaria da presidepcia de
Pernambnco i i de seterabro do 1870.
Por esta secretaria se faz puolico para
cooaecimeoto de quera interessar pos-a o
edital abaixo transcripto do juiz municipal
e d'orpboa do termo de Bom Conselo,
pondo em .concurso a serventa vitalicia dos
ofOcios de primeiro tabellio c escrivao de
orphos e miis annexos do dito termo,
oreados em virtude do disposto no decreto
de .* de Janeiro de 4834.
Os pretendent.es devero apresentar os
seos reqneriroentos instruidos na forma da
^i no praso de sessenta das, contar d'esta
data.
Antonio Annes Jacome Pires,
Officia! manr servindo de secretario.
O tenente coronel Manoel Silvestre de Al-
boquerqoe Maranhao, 1. supplente df>
juiz municipal e de orpbios em exerci-
cio do termo A o Bom Conselho em vtrtu-
06 i!a lei, et:.
Pelo presente fas publico a quem con
vier, que por portara de 4 de feveretro orrente anuo, expedida pela secretaria do
ministerio da jtistica, foi dnclarade vago b
olficio de i." tabellio o escrivao de orphos,
residuos e capeas, que esercia o alferes
Jote Segismundo d'Albuquerque Maranhao,
por nlo baver este tirado em tempo o com-
petente titulo ; pelo que se convida por
meto d'este ptesente edital, a todos que
pretenderem o referido olcio, para que
apresentem seus requerimeo'.os e documen-
tos no praso de sessenta das, a contar d'e-ta
i^ata, tendo em vista o decreto do i. de
uilho de 1830 e n. 817 de 30 de agosto de
1851 e miis disposi{5es em vigor.
0 presente ser aflixado nos lugares mais
pblicos d'esta villa, e nproduzido na ca-
pital da provincia, como determina o de-
creto n. 483 de 25 de outufro de 1881.
Eu Luiz Elias da Silva e Albuquerque, ta-
bellio do publico e escrivao do cvel e
crime o Sz eso-ever e subscrevi em meu
iirtorio n'esta vla do Bom Conseibo aos
19 das do mez de agosto do 1870. 49.
la Independencia do Imperio. Manoel
Silvestre d'VIbnqnerque Maranhao.______
.
aatMaonrarta de Uzeada desta afartaia^a, far
pablico que o da 8 de oatabro prximo viadoa-
ro, as 1 horas da tarda, peraate .a jnnta da guama
thearararia sa deetlb arrematar jwr otrora maio-
raa qaaaliu olferacer, 9 casas, 1 barraeS, i te-
Ihetro sol)re estivas, i forno de otaria, 3 frantes e
2 olftea a lijwlo ana aliarce, 1 relogio des. le
nbjectos de mobilia pertencentes a extincta colo-
nia militar dePhneoteira.
bro, ou ao collector co Bonito at o da 4 do mes-
mo mez. Nesta scrana ou na collectoria se
mostrar a quem desejar ver o inventario desaes
bens.
Secretaria da Ibasounaiia de taxeoda de Pernam-
buco 3 de seterabro da 1870.
Sexvindo de ofBcial-maior,
Pllto
i
No dia 19 do correte ser arrematada qnem
mais dr eat-praca publica aolllm. 8>-Dr. juizde
orphos, depw da audiencia do raesmo Sr., a
casa terrea o. 14 da roa das Carrocas na fregae-
zia de S. Jos, ava'iada por l :BOO000 no inven-
tario dos bens do finado Antonio Francisco de Car-
valhe, a quai val a pra?a a reqnerimeoto da viuva
inventarame do mesmo finado. Qnem pretender
pode ver e examinar dita casa, e compareer
arrematacao, cujo escripto se aelia em poder do
porteiro dos auditorios!__________________'
CobsuImIo provincial.
Pelo consulado provinail avisa-se aos diaren-
tes contribuints da renda provincial no anuo An-
do de 1869-70, que com o presente mez se encer-
ra o recebimento por esta repartios das relpec-
tivas quotas, passando dajii por dianle a ser o
mesmo elTectuado jndicialmeoto.
Consulado proviacial 1* de seterabro de 1870.
O administrador,
Antonio Gerneiro Machado Ros.
iiboa.
da an
I amarel
boa ev.
eotrai8i modiR^s :. traa-1 a oai Marfoes. Barros
& a, no tarto do Corpo Saato it 6, Sitiar, ou
cora o capH|aqt)>#>)Uft a^ieai'*araaade9.
X^ripBlBil'l.....I'
MTcgf> tmttAn per ropo*.
Prtft-4 alnbas, io Fermoso e
Tamandar.
i ?apor Pank&a seguir
nata os, portos acuna no dia
30 o correntfc mei noite.
facete carga, eDeommen-
das, paasagelros e drabeiro a
Iret hb eseriptorio db Forte
da Maos n
--------------_-
Preieade sagair para referido porto m poneos
lias o 'pilnnbola Rsiu por ier a oaior jtorto da
irarga, e para pooca que Ihe^aha, lrata-se som o
eonelgaaiarjo ioquim Jea jonrlves Bellota,
ra do Canmercw a. 17.
*1 -do torrente
David Evans, ca>tao do brigue inglez
Laai, fara leilao em nm lote, por interven
agente Oliveira, e por coota e risco de aoem
tencer, em presenta do Sr. cnsul de S. M. Brita
RIO DE JANEIRO rsff^ssyssisesxss^
empregado fiscal do dito brigue com toda teastrea-
W ^nciT'$S!rvn^ e
laucha e luAo saguo,, uarie respectivo, e
tal |ual M aotaiiadittdo neata por, oa"e apor-
jotf por forca.mav cm agna aberta> a foi legal-
ra> nt condenuado, na actual viagje|H>que- fea
'procedente TOtardHT'coiiMIesUDd'.i McmteTidw:
Para o porto cima segn com breVWade o bri-
gue nacional /sirtf.'tera parte do sen. carregaroen-j
to engajado : .para o resta que Ibe falla trata-se
cora os consignatarios Antonio Luir de Olivaira
Azsfledo V ;C, ra da Cnu n. 57, Ia andar.
COMPANHIA
BEBRIBE
Os Srs. accionistas desta companhia que
quizerem munir-se de folhelos contendo os
trabalbos da mesma ; decorridos no aono
Qoanceiro do Io de maio de 1869 30 de
abril do crreme ao-oo, podem dirigir-se ao
eseriptorio da referida companhia ra do
Cabug n. 1G, que lhes sero fornecidos.
Eseriptorio da companhia do Beberbe
de setembro de.1870.
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Sonza Pitonga. .
TOJT
Seguiida-feira 19 do corrente
As 7 1)2 horas da noute.
(II
.11
DA
MITO APPLABIDA

NO
GBANDE JARDIM
DA
Peranle a cmara municipal de>ta cidade
estar da novo pela terceira vez em praga nos dias
<6,17,18, 0 e 31 do corrente para ser arremata-
do por qnem mator preco offereeer o imposto de
a/oricao de pesos e medidas pela quanlia de
i2:800#.
A arrematacao ser (eila por um anno : aquel-
Jes que pretenderem concorrer ella, devem ha-
i lar-se na forma da lei e apresenlarem dous
das antes as snas habilitacous para serem jal-
la- , 4
As condlcoes do contrato serio declaradas an-
tes de entrar a praca.
Paco da cmara municipal do Recife, 1 de
setembro de 1870.
Ignacio Joaquim de Souza Lea.
Pro-ufe sidenti*.
Lourenoo Bezenn Carneiro da Cunta
Secretario.
IMPERIAL
FABRICA DE CERVEJA
Roa do General Victorino n. 5a
Prcgrammas na entnda.
Preco de eotrad;i 1*300 por cada pessoa.
AVISOS
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
VTega^o costelra por vapor
Parahyba,' Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama, coraman-
dante Azevedo, seguir pan os
portos aciraano dia 30 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 29, encemmendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida : eseriptorio no Forte do
Mattos n. 12.___________________________
COMPANHIA PEBNAMBUCANA
DE
%'avegapo costeira por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe,
commandante Silva, seguir
para Mamanguape no dia 28
do corrente as G boras da
tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia 28, no eseriptorio da com-
panhia, Forte do Mattos n. 12._______________
A barca Marta, rhegad do Rio de Janeiro, se-
gu para o Maranhao em poucos dia cora a carga
que ti ver, e por isso quem quizer apjroveitar tao
boa occasiao de carregar, dirija se ao consignata-
rio Joaquim Jo.- Goayaives Bellrao ra do Com
marcio n. 17.
PARA O RIO GRANDE 1)0 SUL.
0 brigue Princeza safilr em poucos das ; para
o resto da carga tratare com Pereira Vianna C,
na ra do Vigario n. 11, sobrado. _____
ASMA BRASltM
DE
Paquetes a vapor.
Doe porto- do snl esperado
afe > dia 22 do corrente o vapor
Paran, o qoal depois da demo-
rado eoitume seguir para os
portos do norte.
. j recebera-se paasaeeiros e engaja-se s
:at$a que o vapor poder conduzir, a qual dever
*er emoarcaano aiade suachelada. Encommen-
las e dinheiro a frete at aa 8 horas do dia da su
mida.
Nao se recebem como encommandas senao ob-
jectos de pequeo valor eque nao excedam a dnai
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos do medicao
rudo que passar destes limites devera ser emba*-
,ado como carga.
Previne-so aos senhores passageiros que sua
passages s so recebem na agencia, ra da Crur
n, 57 primeiro andar, eseriptorio do Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo 6 C.
LEILCES.
ibro
FAZENDAS
nOiiE.
Negcinda-felra IB de seten
Linden Weydman & C. faro leilao por inter-
ven?o do agente Pinto, d'nm completo e variado
sorlimento de faiendas franci-zas, inglezas, snissas
p allemes existentes em sea armazem, largo do
Corpo Santo n. 13, onde eTectuar o leilao
as 10 horas em ponto
do dia cima dito.
qoesaa, 1 appar^ho para jant..
compaieiras, e matos oatro oUeetos
Torca-feira 20 do cor
Augusto Seixas fa leilao por L
pessoaquo tnadoa deTesiJenciadosi
mencionados, no araalzem da ra
16 as |
ti toras do ralla
por intermedio do agente Ponn
Til
DO
brigue if!ez S/ngr Larv. i
Quarta-feira 21
ao meio dia em ponto, a entrada do grande
da Associacio Commereial desta pra^a.
safio
DE
DIVISAS
Quarta-eir.i _i do c rrente.
s 10 bop| t*o ponto.
O ageote Pinto levara a l->ilSva requrimentO"
dos administradores da m:rs.\ fallida d Gmmaraes
& Silva, e po- maodado do Ilhn. Sr. Dr. juiz espe-
cial do comtnercio, as. dividas activas da referida
massa.eonslantes do mandado existente em poder
do referido aftit*, onda padorle os pVeiandaotes
desde j examiuarem, e coneirerPiT ao leilao s
10 horas do da acuna lito, n > eseriptorio da ra
da Oh* n 38.
dotada col
eontestai
hoje possni
ilgumapafa
perando qm
apreciar nossa?
" "os.
ovidamos a
ngeiras que
dade de tra
onosso est
(i sua dispon^
da manba at as
:_*."
acha-se abarlo o,
sito i ra de
tris, Ostrab
offleina
dos pq
inari
bot< grapl
a provin
d ella, e
nesse gei
em coas!
e se achs, es-
rabneo saber
pensar nossoj .sa-
BrisfoL
LEGITIMA E ORIGINAL
EM FRASCO? GRANDES
*.**
alta pessoat.
das artes, ou
de photoa^^H
ento, que estar amare
todos os dias dead aa 7
6 da tarde.
AVISOS DIVERSOS.7
Alnga-.-e ura sitio com boa casa de vivenda
e grande quantidad de arvoredoa de fructo, en-
tre os quaes boas laranjis d* imbigo, sapolis,
goiaba? etc, no largo do chafarte da Passagera
da Magdalena : a tratar cora o sen proprietarto
no sobrado da esquina quo volta para os Reme-
dios n. 29.
JAiawtJ
A' ra do Uvuraent n. C, precisase de nma
ama nerita cosinbeira para casa de homens sOl-
teiros._______________________________
ALUGA-SE
o segundo andar e aoto do sobrado na ra Oireita
n. 93 : a tratar aa toja do raesmo.
Perante a camar* municipal desta cidade
estar* em praca nos dias 16, 17, ti, 20 e 21 d
r.irrente para ser arrematado por quem maior
nreco offerecer o imposto de 60 rs. por cada p de
< iqueiro que ji di Trutto, exceptuados dez ps
pata o uso do proprietario pela quantia annual de
:iO8|500.
A arrematacao sera feta por tres anuos; aquel-
iiue pretenderem coneorrer a ella, devem ha-
bilitar-se na forma da tai.
Paco da cmara municipal do Rjcila li de se-
tewbt de 1*70.
Ignacio Joaquim de Souza Leao,
Pro-presidente.
Lourengj Ocaerra Carneiro da Cunha,
Secretario.
<) Dr. Maaoel Antonio dos Passos e Silva Jnior,
jniz municipal e de orphos, Io supplente em
eiercigio d/j,tormo A* Olinda, por S. M. I. a C.
o Sr. D. Padrio II, quem Deus guarde, etc.
F,aco saber aos que o presente edital virera, e
b nolicia tiverem, que dentro de 30 dias recebe
-te juiz pcoppstaa am caruaschadas para a ar-
rematcar por venda, quera, mais offerecer, do
e-cravo Manoel, com 5 anno de dade pouco mai*.
pu menos, da cor cabra, avalado por 200,1000, o
qual ten de ser arrematado requerimanto da
inventariante dos bens do finado tenente Jos Joa-
qutm Lopes de Almeida, para pagamento do era-
dores deste; aendo que ser uiti arramataijao el-
ectuada da. coaforraidade com o que deterratna o
-art. ! do decreto n. 1,695 de 13 de setembro da.
1369.
X para aue chegne ao conhecimento de todos,
raaodei passar o presento, que ser afflaado no lu-
gar do .stume, o publicada p?la impreasa.
Dado e passado nesta ddade de Olinda, aoa 10
de setembro de 1870.
Eu Joaqnim Hermillo Candido das Chaga's e-
crivSo dos orphlos interino, o subscrevi.
Manoel A < Passos e Silva Jnnior.
selio 300 rs. '.ia sem selto ex -causa.
Vastos Jaaior.
urna astampiltta de 200 rs. nutilisada
taaarr-
OI< i sotembro da 1870.-4 escrivao de
irphaos interino, Joaquim HermiH Candido idas
Rw de Janeiro
Pretende seguir para o referido porto com a
possivel brevidade o patacho Monteiro por ter por
cao da carga engajada ; e para a que Ihe falta e
sernos a frete, tratase com o consignatario Joa
quira Jos Gomjalves Beltr-o a ra do Commercb
o. 17.
0 -agente F* G. de Olivei-
ra far letldo
TEBCA FEIRA
20 DO CBRENTE
em o
O advocado Joao Teixeira pode ser procura-
do para o exereioio de sua profhso, na ra es-
treita do Rosario n. 28. das 9 horas da manhaa s
3 da tarde, e em caso urgente a qualquer hora do
dia.
Precisa se alugar urna casa as visinhancas
dartrmVinas fere-se que tenha agua e gaz dentro : a tratar na
estacao do Recife.
Para o trabalbos da pbotographia possumos.-tp
trenas machinas dosmelbores autores francezas,
2ffl_ketK^-C-lS. vSSS S
3onb e Wulf. UltimaBente recebemos tres novas
Dehfwu;r senio urna dallas propria para tomar
sobre o mesmo rdro lno imagens diversas e
soladas a-outra de 6 a t imagens diversas e
ignahaaatv boladas, de norte que no caso de
{randa concurreseia pederemos retratar sobro
ama nwea chapa ate t pespoas diversas e isota-
das para cartSes *ft Tirita, e-asslm em menas de
um quarte d*s bra despaehaiaaos. 8 diffenies
peaq-peear cada unur umaduria de act
mais ou menos, cota os seos retratos smente, on
em grupo eora oirtras.
Encaregamos-no exclusivamente da direffto
i feitura dos- trakaJbos de pnotographia di-
i-tedo pericia- e talentos do dntincto pider
jllomao, o Sr.
Jvge A. Rotb
js trabilhos jle ointara, a aqnarela, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth.aoha-se hfado a nossa empresa per
ama esiripttra- pablica, e at o presente tem-se
tesvellado na execuca<) de seus trabalbos.
o ;
tros trabalbos hnportantes do Sr. Rotb\ tanto em
iaiaturas aqnarella como oleo, re ratos
oteo.Tqoadros sacros e diversos outros trabaljio?.
Tomamos encomtn'endas de retratos oleo at o
taranbo natural, assira como de quadros sacros
para ornamentacao de igpejas ou capailas. Tam-
bara aceitamos eneommeodas do quadros histri-
cos.
Assegn ramos qne os procos dos diversos tra-
balbos da nossa casa sao mu ra'soaveis.
CatTOES DE VISHA NAO COtORIDOS K>(500 A
DZIA
CAOTOBS BE VISrSA^ COM r> OLORD> AO NATU-
RAL A 65000>A DCZIA
Retrates em miniatura oleo ou aqaarella de
(6 >2Ol000 cada nm, indo convenientemente en-
:aixiln?do cm inoMura doorada e rejnlando o
insto da pessoa retratada de 3 4 porgadas e
'.odo a quadro palmo-e meio de tamanho
Jolgamos .que basra>i os pregos acuna para
Jarmoa idea da barates a dos trabalhoB-do nosso
.'stableeimento, qtrnto sna perfelcao cada um
venha julgar por seus proprtos oibos.
As memores horas para se rirarem retratos^ no
nosso-estabelocimento sao das 8-horas da manhaa
I da tarde; entretanto de urna hora s 5 da tarde
am casos especiaes pde-se tambero retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por lempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que, esses dios sao
js mais favoraveis aos trabalhos de phatofraphia
pela aneara e persistencia da lur, e per termos o
aosso Lirraco cocstruido com taes proporcoes e
nelhorraenUis, que ainda ohoveodo ;orros ne-
ahuni Inconveniente bn para faier-se bellos re-
tratos.
J. Frrreira VilleH
Senlioiiuha Monteiro Barral, seu maso, aobri-
nh33 e sobrino*) muito ag'radecem a todas as pes-
poas quf- assistir.-un a- Pxqms feifns ao san Onado
e estimavel marido, aanhdoe lio M Barral da
Costa ; e de na*, as convida inra assislirem a
missa do s-tirno dia (21 do crreme), na_ oTdem
terceira Franciscana, as G huras da manhaa.
ARMAZEM
DE
Para o Ass segu nestes seis dias o hiate An-
tonio, e pode receber para o referido porto carga
a frete barato : quem quizer aproveitar, dira-se
ao couignatario Joaquim Jos Goncalves Beltro,
ra do Coramerelo n. 17.
COMA BMSIIEIM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperado
at odia 26 do corrente o vapor
Tocantims, commandante J. M,
F. Franco, o qual depois da de-
mora docostime seguir para os portos do sul.
Desde i recbem-se passageiros e engaja-se a
ar qua o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ohegada. Encommen-
las e dirraeiro a frete at as duas horas do dia di
?ua saluda.
Nao se recebem como encommendas senao ob-
lectos de pequeo valor e'qne nao excedam a.5
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medi-
ca0- .
Tudo qne passar destes limites devera se
imbarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
fp s se recebem na agencia ra da Grar, n. o?
aadar, eseriptorio do Antonio Luii de Oliveirt
Azevedo & C.
Para o rtferid patacbn Madera por ter a maior p?xte da carga
protapta ; e para a pouca -que Ue falta Uate-se
com o consignatario Joaquim Jos. Goncalves Bel-
Itrao, a ra do Commerelo n. 17.
THOMAZ JEFFERIES 4 C
46 ma do (lommercio 46
DE
Grande e variado sortimento de
fazendas inglezas, francezas,
allemaaa e suissas, as mais
proprias do mercado, e tao
conhecidas dos entendedo-
res, que nao precisam ser
qui classificadas mais do
que airmar. que em quan
to a
madapoloas
ciiitas finas
brins e cassas etc.
Nada pode haver de melhor
em qualidades e gostos, -ara at-
trahr a concurrencia.
Prmetitwr s 11 horas da
manhaa.
Desappareceu sexta-feira da estaca) dos tnihos
urbanos,*) Recife a Apipuc is nm cachoaro d'agua
com os signaes seguintes urna marca russa no
lombo e ontr as orelhas, accode pelo nomo de
capito : quem o tiver e quizer entregar roa do
Uangel, ta-borna de Antonio Pereira Magalhaes,
ser generosamente re^-.w-ipensad".________^^
casa n nsmiu
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (onlr'ora ra de
Crespo) n. 83 e ^ss do costume.
JUE1UO E ARTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHl^O
DL-igldo peto Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escripto, no que serio sa-
tisjfeitos com promptido.
ITesta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das H) horas
ao meio dia.
Cornados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis. ..
43Ra'do Bario da Victoria
(Antiga ra Nova).
Precjsa-se de. urna ama que engomme cem per-
feicao, j indillerente que seja nacional ou estran-
geira :.a I/alar na ra Nova, casan. 22.
reuisa-se de una ama livre ou escrava pa-
ra co>|har e comprar para casa de pouca larat-
lia : na ra.nova de Santa Bita n. 63, primeiro
andar.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 6" parte ta lotera, a beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Recife (16-1"), que se
eilrahir sabbado 2i do corrente.
PRECOS.
Dilnete tateiro 65000
Meio bilhete .')(XK)
Quarto UoOO
Em poreao de l.WjOOO para cima.
Bilhete q: iro 400
Meio biihete -2700
Quarto 1330
Manoel Martins Fiara.
Precisa-se
alugar um raoleque para todo servico de hotel,
asrfai (."omo de uro bom coiinheiro, paga-se bero :.
ni roa da Matriz da Boa-vista n. 8.___________
precisa se alugar urna
nhar, on de urna ama forra :
dor n. 8.1. 3" andar.
O^RANDE PURIFieAJ)OR DOSANGEr
Esta excellente e admiravel metyaay e
preparada d'uma nwpeira a mais scieBlifi-
ea por C3iimicos e Droguistas mui dootee
tfuma instrucco profinda, teado'd^ imb-
tfl* anuos de experiencia ao par d'uma too-
ga e laboriosa pratica,
A sua composicao nao consiste d'un sur-
pie extracto d'um so- artigo; mas sim,
composta d'ejtractos im aamero de rat-
zts, lifrv, cateas, e fttosv possoindo to-
das ellas, stia virtude especial ou poder
em curar as matetias a qwes tem dt~
ou esuento, no sangue o nos humores^:
e estes diferentes extractos-voge taes. achat-
se por urna tal forma combinados ponU*
cfc conservare em toda a sua. forca, o eu-
rativp especial da virtude. enje cada jan de
per si possue. A rab. da plasta de alsa-
parrilha, produada as Hondwas, a que
nos usamos nesta preparaco,. sendo a qua-
ljdade que todos os mdicos- mais prezam
e estimam. Na composicao- da $alM-
parrilha de rlstol entna mais de 5i>
por cent deste concentrado extracto. Ella
oo encerra em si causa alguna, que pos-
sa por leve ser peiigosa ou injoriosa
sade; e tanto n'este, como ero rjuasi to-
dos os mais respeitos, ella intetramente-
acbam-e essostos on- diversa d todas essa* mais preparacoes,
as quaes debaixo do nnme de Sateaparr
Iha, sao accondcionada m posta en g.tr
rafas pequeas, sendo recitada om doses
mu diminutas d'uma rotlier de cb por
cada vez. Nos pelo c&otrario engarrafa-
mos a
SAL9APAKRIRA I>E BRISTOk
em frascos grandes, e assim por este-oaodo,
dividimos com os coiisuinidores, o-grande
proveito e vantagem alcanado por aqaeiles
que acondicionam sua proparacao emgar-
rafasj>equenas.' Cwla um dos fraseos da
nossa Sa&aparoUha de BTrtsJ
oonleem a messa quuRidadte igual por{o
contida naqaellas garrafas pequeas e aim
disso, possae ainda- muito milis fOrga e
virtude medicinal d quo aquella, que por
ventura se passa adiar contida dentro de
seis garrafas- de peqaeno tamanho* Por-
tante mui natural, que aquel les> que se
achara oceupados em preparar e vender as
suas productoes, e garrafas pequeas,
munourem e-gritem contra os nosacs-fras-
es gran&s-v piwlamaado. quea nos6aJtad-
sagKarrllha^ menor virtude; porm quao eleetivamen-
te sao elles postos em silencio, quand- indi-
oamos, ou simpltsmente referiino-nos para
com- essas centenares de certides e tes-
temunhos aothenticos, por nos recebMos.
de todas as classes da sociedad e, nos quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
tudes maravillosas- do- nossa.
SALSAPARRLM DE RRISTOL.
A'vantagem* de termos os nossos pro-
prios agentes naqueres lugares aade as
diflerentes raizes-, drogas, hervas, e plan-
tas de que se compem as nossas medicinas,
s5o produzidas, que nos habilita eser-
cer aquelle constante cm'dado e disvello na
minuciosa eseolna; e o que assegura e ga-
rante uniforraidade de excellenc.
Era quantoque, por outro lado, nos-nao
nes poupamos nem' dinheiro, nem dili-
gencias; afina, de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiene que entra na sua composi-
cao ; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva confianca; que po-
demos afoutamente dizer aos doentes de to-
das as nacoes, e de todos os paizes que na
Salsaparrilha de Brisiol. possuom
um remedio mais efficaz e seguro; do que
nenhum outro, que vos tenha sido offere-
cido at hoje, e o qual por certo nSo-fcade
mallograr voseas expectativas, na prompta
escrava para coa-
a ra do Impera-
res ps
um es era
tratar
Para p daria
Pre -isa-se de um bom forneiro e de amassado-
ra urna padaria, e igualmente se precisa de
cravo on forro, para trrico externo: a
na ra do Vrgario n. 16, ! andai\________
SITIO.
DE
MOVIS
loupa e viros.
Urna mobilia de Jacaranda a LuU 15, composta
de 10 cadeiras de guarnicSo, S de arabos, um so
f, 2 consollos e 1 Jrdineira com podra, 1
Mastica, 1 santuario de Jacaranda, 1 par de
cas de Jacaranda para jogo, 1 guarda louca,
farda roupa da mogno, com porta de asp
dito de amarado, ^ mesa cora esunte, 1 cmoda
mesa
baa-
Aluga-se urna Doar casa e sitio na travessa de
Ponte de Ucha, junto a ponto do Sr. Justino Pe-
reira de Faria : tratar na mesma casa com o
Piomao, ou no caes da Alfandega o. 3.
Eu?. do Bai'&o da
Victoria a. 63
(Outr'ora rufl Nova. )
O abaixo assigoado acaba de vender nos seu9
muito feliws bilhete- i que se extrah
em beneficio da nova igreh da Penha, um meio de
n 1514 com a sorte de 200J000. um qoarto de n
3286 cora a sorte de 4004030, 1 qnartn de n. 1366
eom a de 100?, e um meio de n. 23*5 com 100*,
alem de outros premios pieuores ; podendo os pos-
suidores virem receber, (jae promptamente serao
pagos.
ham-se venia os feljzes btlbetes garantidos
em beneficio da Santa C jricordia.
Iateiros 6000.
Meios 3J000.
Qu::: 1#500.
De 4004000 para cima,
Inteiros 51400.
Mitos 2*700.
Quartos 15350.
Joaquim da Costa I^je
francisco de Oliveira Franco rera se para
Europa, deixando inenmb do de transac^oes dos
seus negocios aos Sr?. Jos Joaquim da Cuaba a
Joo do Amaral Raposo, declarando que nada deve
nesta praca nem fcVa delta, mas se alguem se jul-
gar su credor, poderj ateo fim do corrente apre-
sentar suas coalas para serem pagas, na ra do
Livramenlo n. 1. Aproveiu a occasiao para pedir
aos sjus devedores de saldarem seus debites para
se eviirem de cobranca judicial. ^___
e effectiva cura das seguintes enferraidades:
Escrfulas,
CSiagasactgas,
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,
Tumores-
Abscessos Apostemas,
Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Ama
Preteisa-se de urna ama que saiba eagoramar e
tambem entonda de soiteha. p;iga-se aom ;
se na irua do Vigjlrio n. 16,1* andar.
! 55-RuadaIhiperatrz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
5 tase, cora a maior perfeicao, fazendas era
S pecas e em obras de todas as dualidades;
'%& como sejam : seda, laa, algodo, linno,
1 chapeos da fero e de pallu etc. etc
Tira-so nodoas e ljmpa-se a socco sem
55| iholhar os tecids, conservando assim to-
ja do o brilho da fazenda.
Tintura preta as toreas e sextas fea-
i3 ras.
Tinha.
Syphilis.ouMal Ve-
nreo
Humores Escrofu-
losos,
lrregularidadesdo
Sexo
Feminino,
Nervosidade,
Debilidade Geral,
Febra e Malignas e
Febre e Sezoes
Biliosas,
Lepra, febres intermittentes e remittentes,
hydropesia e ictericia, etc., etc.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para o bom
resultado eperfeito curativo de todas aquel-
las enfermidades cima apontadas o adian-
tament da cura, - grandemente promow-
do- e apressurado; usando s ao mesmo
tempo das nossas mui valiosa plala
regetaes assaiearadas de Brista!.
tomadas em doses moderadas* em connec-
530 ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
ellas fazem remover e expellir grandes
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprendem e livre-
mente circulam espajhados pelo systoma,
isto causado pelo uso da Salsaparrilha;
por esta forma facilita a volta e o exercicio
normal das operacoes fnnecionaes,
Franoisco Marinh > de Albuquerque vemlf,
diversos terrenos no Arraial; pode ser procurad
na povoaeao do Monteiro
Precisare de urna ama quo compre, e coii-
nhe para un ca- ni'ua : na ra
aova de Santa Bita n
No domingo 18 o corrente, pelas 8 horas da
manhaa, perdeu-se urna pnlseira de ouroe coral
oropria da menino de eolio. Jnlga-se que foi per-
dida 110 espa>> que medeia da ra da Umao at a
estacao do caminho de ferro de Olinda, na ra di
Annra. Se-alguem a achou e quizer faxer o favor
de eatregar, dirija-se ou ra do hospicio n. 43,
ar. rna do Amorim n. 45, no ttecife, que reeebe-
r alvicara?. __________________
AMA.
Quem precisar de urna ama para coziohar e en-
gommar em casado familia ou casa de homem sol-
ieiro, dirija-se rna das Trincheiras n. 46.
Atuga-se a casa da ra dn Progresso, acaba-
da de novo : no Forte do Mattos a. 23, armazem
Precisa-se
de um menino de 12 a 14 annos para raixeiro de
loja : no pateo dn Llvramente n. 36.
COIIKCIO
DE
Nossa Senbora da Gloria
DIRIGIDO
PELOS 3RESBYTEB0S
Joao Antonio Pinto di Rezende, bacharel forcada
em direito, e Francisco Gomes Duart Pereira
Coentro, bacharel formado em theologia.
Em Portugal, na cidade do Porto, na airosa rna
de Cedofelta o. 230 a 236, va ,ii-
mo outubro, este novo eslabelecimeOto aonda sa
ensioai 1 os principios de reliuio, as materia qne
constituem o corso geni d oseriptaiacao- .
commereial segundo os melbores systemas e ael-
las artes.
Admittem-se alumnos internes, simi-mternose
externoa
As pessoas qne desejarem abproveitar-se desta
casa de educaoao, podem dirigir se desda i ru
da Cadeia n. o, aos Sis. Rodrigues & ttinao, qne
dar ao as iaforraacSes aecessarias, e rntBtsuarau
programnjas.

/

/
V


>i
.,,,.,.
Setembro de 1870
el
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l'ED
una
es
-o
a
s
es
I
^^^^^^^Bt fallar .com os
Querino Candidu de Vascencellos.
Juaquim Cavalcanti de Albuquernue Mello Filbo
(Pombal).
Jewsino Angosto dos Santos Fragoso.
Virifsime Corre de Lyra (Cruaugi ou Vicen ca
Jos Hermino Poniual (eogenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (eogenho Morolo).
Manoel Policarpo de Azevedo.
Antonio Gomes Cordeiro de Mallo.
Eduardo de Paola Santos.
Francisco da Silva Pono.
Ttiom Joaqnim do R aro Barros.
MOFINA
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seos freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata o brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
e lei
MtlREIUl DtABTE C.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazaretb desta provincia, o
favor da vtr a roa do Imperador n. 18 a ooeluir
aqoelle negocio que V. S. se coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a levereiro e abril, e nala eumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
m ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o senhor san
filho se achava no estado nesta cidade.
A ver peitoral de
lujosos re SttI ta-
tos padecimei;
como aslhma ou pueharaeoto de calbarros,
raftamaco de bola, pleurixes e na plhysica; re-
coromedaudo-se com igual proveilo as pessoas
convalecen tes.
nico deposito na pinrmacia e drogara.
Bartiioluraen & C
34Ba larga do Rosario34_________
Acaba de sahir a luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
MANUEL <5c C.
Tem a satisfago de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
establecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de oiiuda,
onde acharao os pretendentes, rnuito avtiltado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
sos mas commodos do que comporta o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poder3o assim serem mais bem servidos, visto poderem escolner as ar-
macoes as tazendas que a demora da fabricaco- e bem diminuta,________________________________________M
NI ANTIGA E BEM COHHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)
Ha sempre um grande sortimento'de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linho branco e par-
do e de algodo os todos os tamanbos e" feitios, alm da immesa porco de eda, mermo, algodio e bnm,
armares de tedas as qualidades para satisazer qualquer encommenda. A modicidade de seus precos e tSo conhecida
qne escusa de mencionar.
S)i fox} ix> >'>
mmmsMm*.

1RILH0S URBANOS DO REOIFE A' OLINDA.
Tabella das horas de partida e chegada dos trens provisorios.
Ida.
EST.V.OES.
Roa d'Aurora................
Pires.........................
Principe......................
Jio de Barros................
Espinbeiros...................
Encruzilhada..................
Beim........................
Campea-Grande................
Salgadinho....................
Arrombados...................
01 inda........................
DE MANHAA.
Horas.
(i.
6. 3'
fi. 8'
61i'
6.1C-
8J0'
UHT
6.28*
6.33'|
8,37'
6.40*1
Horas. Horas.[Horas.
DE TARDE.
Huras.
3* 8
8* 8.
ir 8
16' 8.
20' 8
jy s.
28' 8.
33' 8
3
3' 3
16" I 9
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37'
40*
8*
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16'
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IB1
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37'
iO' 9.40*
33' 9.
37' 9
Horas'. Hora?.
, 3'
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Horas. Horas.
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25'
K
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8'
ir
.16'
20'
7.
7. 3"
7. 8*
7.11'
7.16'
7.20'
Vofta.
6.2o' 7.23'i
6.28' 7.28'
6.33' 7.33'
6.37' 7.37'
6.40' 7.10'

ESTAgote ' DK MANHAA. DE TARDE.
Horas. Horas. 8. 8. 3' 8 r Horas. 9. 9. 3' 9. T 9.12' 9.43' Horas. Horas. Horas. Horas. Horas. Horas.
7. 7. 3' 7 7' 10. o- 3; 10. 7' 10.12' 10 13' 4. 4. 3' 4. 7' 4.12* 4.15' 0. 3. 3' 6. 6. 3' 7. 7. 3' 7. 7' 7.12* 7.15' 7.20' 7.24' 7.29' 7.32' 7.37' 710" 8. 8. 3'
3. 7' 6. 7' 8. 7'
i'.ampo-Grande................ 7.12'i 8.12' 7.13' 8.15" 7.20' 8.20' 7.24' 8.24' 7.29' 829' 7.32'. 8.32' 7.37' 8.37' 7i'll S'tfl' 512' 6.15" 5.20' 5.24' 5.29' 3.32' S.2T 3.40' 6.12' 6.15' 6.20' 6 24' 6.29' 6.32' 6.37' 6.40' 8.12' 8.15'
Eocruzilhada.................. Espinheiro.................... Joiode Barros................ Yineipe............ Pires......................... 9.20' 10.20' 9.24' 10.24' 9.29' 10.29' 9.32' i 10.32' 9.37 10.37' i&.n'i nu- 4 20' 4.24' 4 29' 4.32' 4.37" 4.40' 8.20' 8.24' 8.29' 8.32' 8.37* 8.40'

COMPANHIA
DOS
TRILHOS RBAHOS
DO
RECIFE A.9 OIIXDA.
Tendo a directora de emittir novas ac-
Coes at o valor de 200:000^000 segundo
foi autorisada palo decreto o. 4563 de 10
de agosto do correte anno, sao convidados
os Srs. accionistas, era cumprimento ao que
dispe o art. 4o dos estatutos, a iuscreve-
rem-se at o da 14 do correte declarando
o numero de aceces que'pretendem.
Avisa-se que a nova emisso tem de ser
feita por prestacoes na razio de 10 % e
com intei vatios de 30 dias; c que do dia
15e.ii diante sero emittidasas acr,5es que
forera subscriptas pelos accionistas ac-
tuaes.
Recife, G de setembro de 1870.
Joo Joaqnim Alves,
Io secretario.
Precisase de urna ama que cotinhe e ensaboe
para casa de familia : tratar na praca da Inde
pendencia n. o.
Domingos e das santificados.
Do Recife s 6, 7, 8,9 e 10 horas da manhaa; 2, 3. 4. 5, 6, 7 e 8 da tarde.
De Olinda s 7. 8,9,10 e H horas da manhaa; 3, 4, o, 6, 7, 8 e 9 da tarde.
O SUPERINTENDENTE,
A. d'Abrtu Porto.
Aluga se e wn Je-.-e o jardim botanice, sitio
com expeliente casa, alem de outras para escravos,
estribara, tres cacimbas cora raaito boa agua de
beber, muilos arvoredos fructferos, e terreno pro-
pno para 'verduras, capim, etc. Tambem alaga
se o palacete ao lado da igreja do Senhor do Bom-
Fim, a mellior casa de Oirada, tendo jardim, agua,
casa para banho, e vanas frjetas ; assim como
cozinha, e casa cara escravos independeole : a
tratar na ra do Bom Fira com o Dr. Paes Brre-
lo, ou com Cristovao da Cunha Soutomaior.
GUSTAYE
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51 Ra da Cadeia do Eecife51
Chama a atlenco dos seus innameros fregaezes, e do respeitevel pablico ei
ral, para a seguinte tabella dos presos de na casa, os quaes s5o vinte por cenu
mais barato do que em outra qualquer parte:
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba coznhar : na
ru do Codorniz n. 8
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra Direita n. 38.
Cabelleiras para senhoras a 25,5,
30i5, 350 e. .... 405000
Ditas para homem a 355, 405 e 505000
Coque a 125, 155, 185, 205,
55, 305 e ...... 505000
Crescentes a 125,155,185,205,
255, 305 e.....325000
Cachos ou crespos a 35, 45, 55,
65, 75, 85, 95 e. . 105000
Tranca de cabello para annel
500 e....... 15000
Tranca para braceletes a 105,
154, 205, 25 e.....305000
Cadeias para relogio a 55, 65,
75, 85, 95, 125 e. .
Corte de cabello,.....
Corte de cabello com frieco. .
Corte de cabello com lavagem a
cbampoa......
Corte de cabello com limpex da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingieza ou franceza.
Barba.........
ItMOOi
501
501
15001
15001
501
251
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de poaca fa-
milia : na ra da Cadeia do Recife o. i\, loja de
mriiezas.
Ama.
Precisa se de uma ama forra, para tratar de
meninos, n2 loja de livros ao p do arto de Santo
Antonio. _____________^_______________
Precisa-se comprar ou alugar uma escrava
para eozinhar em casa de um homem solteiro : a
tratar na na do Amorim n. 48, armatem.
MUDANCA.
Joo da Silva Faria 4 Iruiao estli com seu ar-
maren) e escriptorio na roa do Vigario, casa nu-
mero 10.
Precisa-se de um humeen portuguez para
vender leite e tratar de quatro vaccas : quem es-
tiver habilitado dirija-se a Passagem da Magdalena
n. 4, qne se dir quem . _________
Calfero
Precisa-se de um caixeiro do 13 a 14 anno?,
com pratica de molhados : na praca da Santa
Cruz n. 2. K ^
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidad e de penteados para casamento
Bailes e solres
Aluga se
um sobrado em Olinda, na rna de Mathias Ferrei-
ra, piolado de novo, e tambem se vende : a tratar
na rna da Matriz, sobrado n. 44,
Vendas on permutas
Vende.se a propriedade Guarapos no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armazens
de um e outro lado do rio, lugar bem conhecido
pela su* importancia commerctal, cujo porto offe-
rece muita faciiidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jondihaby (na
mesma provincia) moente e correte, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bos, bestas e alambique ( ou somente o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratsimos precos,
a tamben se permutam por engenbos nesa pro
viacia, Parabyba e Alagoas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas: tratar com o proprjetario
major Pabncio Gomes Pedrosa ra da Cadeia
n. 15, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte. i
MiBEiWiffiCI
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passoi.
Novena, do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Maria.
Offlcio das Sete Dores de Maria Sansinna.
Noven de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Peona.
Cnticos de N. Senhor da Penha.
Novena do B. S. Joao Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Trezena de Santo Antonio. ,,
Novena do B. S. Jos.
Cm bonito volume encadernado.
0, W. MUAN
ENGENH.IRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52.#
Passando o chafuriz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Formas de ferro para purgar assucar.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros objectos proprios d'agricujltura.
Tudo por preoo muito reduzido.
Ama
Precisa-se de uma ama para casa de ftemem
solteiro : na ra do Amorim n. 56.
Paecisa-.-e de uma mulber que saiba tngom-
mar e coser com perfeico : na ra da Aurora
n. 40.
AIJ RO
D'YVETOT
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 14.
Uma qoalidadedecommerciofaluva nesta popu-
losa, cidade um estabelecimento em que se compre
o venda toda a qualidade de roupas feitas novas
3 velhas, um basar que se denomina era Pars
Bric e Brac. E' este o estabelecimento que se
abriu ra eslreita do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, ou com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
Dbjec.03 do servico domestico, inclusive trem de
cosinba, poderlo dirijir-se ao indicado estabeleci-
mento para contratar, e offerece-se paral ir em
casa dos pretendentes para effectuar as compras
e venda?.
0 O bacharel Joaqaim Goncalvtis 0
Lima tem escriptorio de advogado y*
O
ra do Imperador n. 35.
-jKS^^ W& &M&&)
m
Prec?a-5e de uma ama forra ou captiva pira o
servico interno e externo de urna casa de pouca
familia : na ra Velha n. 66.
AVISO
No porto era frente do sobrado do Sr. Valonea
ao norte da fabrica do gaz. existe urna canoa e ca-
noeiro que se emprega a atravesar da freguezia
de S. Jos a da Boa-vista, e desta para acuella,
as pessoas que, nao querendo dar a granda volta,
queiram ddla se aproveitar : paga 160 s. por
pessoa : tolos os dias das 9 horas em iliantp.
Costure iras
Na ra Io de Marco n. 6, precisa-se de ci
reirs.
Otlerece se um homem para caixeiro [le en-
genho, do que tem bastante pratica : a tratar na
rna do Padre Floriano p. 18.
FURTO
Previne-se aos senhores ourives e as pessoas
que costumam a dar diuheiro sob peohores, que
nao fagam negocio cot um annel com uma pedra
de brilhante no valor de 430J que foi fartalo em
das do mez prximo passado. E' provavel que
elle j tenha sido vendido ou dado em peihnr;
porm se assim succedeu, a pessoa qu houver
feito a transaeco far o favor annunciar pelos
jornaes, que ser entregue da quantia desembol
sada. Quem turtou nao foi escravo, mas sun al-
guem qne nao inspira desconanca.
FORNEIRO
Para o Rio Grande do Norte precisa-se de um
bom forneiro ; a tratar com Tasso Irmaos 4 C,
na ra do Amorim, o. 37.___________________
Alugam-se duas casas por festa eu per anno
na Varzea, lugar Ambol, com sitio e commodos
para grande familia: a tratar com o reverendo
padre Dmaso, ou na ra do Crespo n. 7.
Ama
Precisa-sa de uma ama para cocinbar e comprar
em casi, da pouca femilia : a tratar na ra do
Crespo a. 18, 2 andar.
AMA
. O dono do estabelecimento previne s
Sru. e; os que ba amxmas. 12
alio para tintara dos cabellos e barba, as-
Recommenda-se a snperior TLNTUM A
PONBZA para enegrecer os cabellos e bar
ba, mica admittida na Exposico Unive:
i como no prejudicial
*ctoDm empregado tmente occapa-; iatl, aoalysaa e approvada pelas acarh'
*** *fc I mias de scieccias de PARS E LONDRES
= Manoel Alves Ferreira 4 C tem para vender
em seu escriptorio na ra da Moeda n. 5, 2-> an-
dar, vinho do Porto em caixas de duzia e ancore-
tas, de diversas qualidades
Precisa-se de ama ama escrava qne saiba com-
prar e tratar do servico de uma casa de familia :
na Boa-vista, pateo da Santa Cruz, sobrado nu-
mero 24.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador 9
g n. 87, ei
i ras da manhaa i> 3 da tard.

uu uas uu- m
O abaixo assignado declara que nao deve
quantia algnma nesta praca proveniente de, tran-
saecoes commerciaes representadas por letriis oo
outros quaesquer titules de ereditos, nem vencidos
e nem a vencer,* e por consguinte sao inexactos
quaJquer que poasa apparecer na circolacao
commercio
gar com direito t haver do baixo assignado .inal-
quer qnantia, apreeme-se no praso 3e tres cias
a ra Nova n. 22 .^mprorogavelmente com seur
ttulos legalisat!
Recife 16 de setetnb.ro d 1870.
____________Antonio D uarte Caroeiro Viannli.__
~l rus
imperial: a tratar bo and'ar terree.
20O0.
Cura rpida e f nfaitivel do cal-
los, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pbarmaeia de Bartholomeu
4C,
34Ra larga do Rosario34
' Rob-ante-rheumi tico.
Remedio efneacissimo contra as dores rheuma-
ticas at boje o mai; conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
J Fere 'iltela
PHOTOiillAPUI 1 IMPERl.il..
18BA DO aB 18
A entrada pelopaieo da matriz.
Os trabarnos da reedificacaa desta pkotograpbia,
e que se prolongaran) por tMto W*p, enfO-se
felizmente terminados e ella aberU ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est colloeada esta photogra-
phia acba-se mutio augmentado, e so a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os eoncertos e acg-
mentos tendo sido fettos expressamente pan se
montar convenientemente a photograptila, e nao se
podendo melhor modelo escolner do que i Ptowo-
grafiia Imperial do Sr. Intley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primereo phstographo do Brasil, um do
primeiros do mundo, ssgunlo a opiiio dos mais
abalisados mestres,.a mssa pnotographia acha-se
dtsposta e reediOcada pelo mes roo plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi montada sob todas as regras
recommendadas pelos mate destnelos prefeasores
de acoordo com as modiftcacdM neeessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudadaa pelo ha-
bilissimo e pratieo Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em qne est noss
photographia foi mudado desde a soieira da porta da
ra at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas safas,
ediCcando-se um novo terraco envidracado mu
espacoso e elegante.
Como sabido, fizemos urna viagem expressa-
menie corte par examinarraoe as melhores pho-
tographias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a qne
melhor corresponden aos nossos desejos e aspira-
edes, e da qual trouxemos os planos depois de
all estantos todo um mez esludando e apro-
veitando ai liedes de tito dlstincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos longa
pratica de 15 annos de pl.otograpbia s uttlissimas
Iic5es ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
aeha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nosos nuu.erosos freguezes
trabaIhos de photographia tao perfeitos, como se
poder desejar, e disto convencidos, esperamos
que contluuem a dispensar-nos a mesma pro-
teccao com que ha 15 annos nos tem honrado e
a i nos do.
h
Ama
Na ra do Vigario n. 5, 3 andar, precisa-se
de uma ama para cesinhar, cujo servico faca com
perfeicao e que seja de boa conducta.
Ama de leite.
Precisase de uma ama de leito sem filho : na
ra da Crux do Recife n. 45, 2o andar.
AMA
Precisa se alugar uma mulber forra ou escrava,
para eozinhar comprar e engommar, para um
ca:-a de pequea familia : na ra da Cadeia nu-
mero 8.
Precisase de um perito quicial de chapellei-
ro : a tratar ua praca da Independencia n. 22.
ATTENCAO
Reta-ha-se, a vontade dos compradores, alguns
lotes de terrena que restam do sitio Aguasinha,
em Beberibe, por precos razoaveis. A posicao lo-
pographica d> terreao muito o recommenda, so-
hretudo por ikar prximo da estaclo proiecuda
da via-frrea. 0> pretendentes poderlo dirigir-
se infjrmar-se do tenente S Peixoto, no mesmo
lugar, e para qoalquer negocio, ra do Crespo
n. 12, Io andan
Ama
Ni ra 4o Imperador d. 14, 1* andar, precisa-se
de uma ama para eozinhar para pouca familia.
Costar* iras.
Na fabrica de chapeos ra larga do Rosario
n. 24, l" andar, se precisa de costureiras.
/os Das Goiiiiares, pelo preseute, avisa a
quem interessar possa, que um sobradinho sito
no largo da fefr do povoado dos Montes, perten-
cente ao Dr. Joo Ferreira de Almena Gnimaraes,
na qualidade de herdeiro do finado Jos da Rocha
Paranhos, acha-se litigioso e nao pode %er valida-
mente alienado, assim como os mais bens penen-
cente a heranea do mesmo finado.
Trabalhador parapa-
daria
Par?, o Rio Grande do Xurle, precisa-se de um
trabalhador dos ltimos chegados das Unas, an-
da mesmo sem pn.lica, a tratar com Tasso Irmaos
4 C, ra Jo Amorim n. 37.
Candido Qaidtfoo Rodrigues Lima e Seraphina
Alexandnna de O'.iveira Lima e a demais familia
(ausente i convidam a seus parentes e amigos para
assijtirem rriissa, que se celebrar por alma de
seu prezado sogro e pai, Alexandre Manoel dos
Passos. na segunda feira 19 do correte, na igre-
ja do Livramento, as 7 horas da raanba, pelo que
se confessam eternamente gratos.
INTERESSANTE COMPOSIClO LITTERRIA.
CONTEISDO :
A noite do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
0 raysteno.
Com uma carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. Rigueira Costa.
i volume brochado 2*000.
AS CENTELHAS
Poesas patriticas soljre a guerra do Paraguay.
i volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
11S
MUDANCA.
Fran;!- "adido do Amaral manda resar uma
missa peio repouso eterno de seu infeliz amigo
Albino do Reg Machado no convento do Carmo,
no dia 19 Jo correte s 8 horas; convida a todos
os parentes e amigos para assistirem este acto
de candade e_ religlo. ____________
a
a\wa se uma escrava com oito das
da com muito e bom leite : a tratar na
Aguas-verdes n. O.
de pan
ra de
Ama
Na rna da Cruz n. 24, ! andar, precisa-se de
uma ama para servir a um homem s, que saiba
lavar, engommar e eozinhar._______________^^
Precisa-se de um pequeo nacional para cai-
xeiro de uma taberna, com pratica ou sem ella :
na rna da Santa Cruz n 74.
O abaixo assignado, curador da heranca ja-
cente que outr'ora pertenceu ao casal do uado
tenente Jos Joaqun) Lopes de Almeida, faz scien-
te a quem interessar possa, que D. Margarida
Candida da Cunha Almeida, viuva do mesmo fina-
do e inventarame, que foi dos bens que consti-
tuem a dita heranja, nao pode fazer'leilo dos re-
feridos bens por estar pendente queslao perente
o superior tribunal da relacio, em virtude de ba-
ver o Dr. juz de orphos em exercicio denega-
do-lhe vista dos amo* para embargos de nullidade
patente dus autos : protesta, pois, o mesmo abaixo
assignado, por bem o interesse dos credores e de
quem mais direito tiver mosma heranca contra o
referido leilao : assim como, se contra direito for
levado a effeito, de rehaver os bens arrematados,
se por ventura dita D. Margarida perder a aeco.
Recife 14 de setembro de 1870.
Manoel Joaijnim de Miranda Lobo.
H O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
sa tos mudou sua residencia e consultorio
Eg para a ra do Imperador n. 57, 2o andar
8 do sobrado cujo armazem conserva ain-
Sda hoje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
| frente. Ahi contiuuando o dito Dr. oo
5 exercicio de sua prosso de medico e
I de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute
$&- llHHH^f
0 ClnlRGliO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus cliente
em particular que elle murlou o seu gabij
nete de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua '
prosslo, todos os dia* uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-'
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para on.de aa
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commorlidades dos Drecos.
Agencia em i^eraambiioo
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peilo.
Nafsa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
los.
Tonteo
CoDserva e limpa os cabellos.
Punas eatbarticas.
$$&$$ W&& $&& 8&
1 MUDANCA I
XK, O escriptorio do Dr. Joaqnim Jos de ER
Campos da Costa de Medeiros e *lbu jtK
+, querque est ra estreita do Rosario **
fjk rio n. 24. W
Criada.
No Caes 2 de Navembro n. 57, 3 andar, pre-
cisa-se de uma criada lvre ou escrava, para ser-
vir a uma familia estrangeira de duas pessoa-,
que saiba cozinbar e engommar.
Club do Monteiro t
Assignase para o Club do Modteiro por seis
mezes, a principiar em oututro at 31 de marca
prximo futuro sob as segnintes condieoes;
Os senbores assignants do anno prximo passa-
do sao dispensados das formalidades da approva-
fio, fleando sujeitos a deliberaco da directora os
que se propozerem este anno.
Haver duas partidas, send'o uma na abertura
e ontra no encerraraento, reuniao familiares aos
sabbados, havendo nicamente convites para che-
res de familia. -J.
Preeos da assignatura.
Seis mezes 30*000.
Tres mexes w*ou.
Um mez 10*000.
Os senhores que desejarem assignar terao a bon-
dade de e dirigirem ao emprezario, abaixo assig-
nado no Club Pernambucaoo, ati o ftm do co-
rente mez; e dessa data em diante rna da Auro-
ra n 68 das 10 s 3 horas da tarde.
P. J. Layme.
AMA
Para uma familia alle-
maa de duas pessoas
o mais
no largo da matriz de
Santo Antonio 4, 2* andar.
Precisa-se de um criado para o hotel de
Una, prefere-se de 16 a 18 anuos; na rna Direi-
ta n. 16. _________________,i___________
A mi
Precisa-se de uma ama que saiba eozinhar : na
roa do Codorniz n. 8.
AMA
Para casa de familia preclsi-se da uma ama
para cozinha e i ndo-se escra-
va jnaruadol
Preisa se de uma drada pera
co : na ra da Madre de bees o
i*



Diario de Pernambuco Seguuda leinw 19 de Setenibro de 1870.
I

^rr

Santuario.
Tnwye 00) saoiuario nova cora bellas ima-
^^Eraa da Penlia 0. 8.
COMPRAS.
O muzeo de joias
Na nu do Cabqg n. i compra-se ouro, prau
podras preciosas por precos mais vantajosos de
que em ontra qnalqner parte.
'T Lon moito maior vantagem eompi-am-se
ouro, prata e peoras preciosas e a obras velbas: na
loja de joias do Coracio de Ouro n. 2 D, ra do
VENDAS.
CONVITE
O Costa ai raa Doqoe de Caxias n. 42,
toma pelo presente a liberdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o hon-
raran e continuam a faze-lo com o concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de qoe o2o deixarao
de agradar-se, n5o s de seos gneros.
como do tratamento e limpeza qae a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTAQO
Uvas verdadeira Feral
Ameixas secas.
Peras.
Macias.
Vinho do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deiro vinho de pasto, dito verde da me-
nor qualidade possivel-
Queijos flamengos empellicados e pratoo
melhor que tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
Bolachinhas de especial qualidadede to-
das as marcas conhecidas.
Manteiga ingleza e franceza de 1* sorle.
GNEROS DO PAIZ
Doce degoiab em latas
Quijos de Minas moilo frescos e de ba
qualidade.
Farinha da trra
muito superior, depositada em barricas, no arma-
zem do Sr. Angelo Bapsta do Nascimento, ao pi-
do caes dos vapores no forte do Mattos ; vndese
aos alquelres, a tratar cora Bernardo Jos de
A reojo no annazem do Sr. Annes defronte da al-
faodega.______________________________
Vende-se a casa terrea n. 11, sita era Olinda,
ra do Urgo do Amparo, com excellentes rom-
modos e grande quintal, solo'proprio : a tratar ne
Kecife. ra da Tadeia n. 40.
Deposito de charutos
finos.
DA BAHA E DO RIO.
Na ra do Mrquez de Olinda n. iO, eseripto-
rio de Cunlia & Miuta, vende-se em grosso as se-
grales marcas:
Regala Britnica.
Regala imperial.
Regala Londres.
Exposicao de Simas.
Operas.
Trabucos.
Conchas.
Deposito de chocolate
Menier.
f Na roa do Mrquez de Olinda n. iO, escrptorio
de Cunta t Manta, lem sempre para vender por
menos do que em tualquer parle, de dez killos
para cima, as segniotes marcas:
Santa: Qualit line.
fine superieure.
surfine.
par i'xcellence.
Vanlle t fine.
As mo Avsa-=e as Exmas. Sras desta capital que na
raa do Vigario n. 26. Io andar, escriptorio, ha
ara variadissimo sortimento de rendas e bicos do
Aracaty que se vender pelo preco mdico
d'aquelle lugar, mandndole levar em suas ca-
sas para mais gosio e a contento serem exami-
nados. ______________
" /INI 10 DO PORTO.
Vinho do Porto lino, de diversas marcas, tem
para vender Juo do llego Lima & Filho, no seu
e-sjriptorjo a na do Apollo n. V
Venue--e doce de goiaba muito lino por pre-
co BUito (mmndo : na ra do Rangel n. 9.
A UUO
Os raelh ires epanadores Je palha : na ra do
Crespo n. i.'i, loja da esquina._______________
Vende-se a latir: 'a J>i cigarros na ra larga
do Rosario n. 11._________________^_^__
Casa terrea
Vende-se a caa terrea sita roa do Areal n.
16, em Pora de Portas : tratar na ra de Pedro
Affonso (oulr'ora da Praia) n. 13, taberna, das 7
as 10 horas da manha, oa de 3 s 6 da tarde.
m W GAZ
Chegou ao antigo deposito de Heury Forster
<1, ra do Imperador, um carregamento de gai
de pnmeira qualidade; o qual se vende em partida
a retalho por menos preco do que em outr qua
quer parte.
O BIZAR 9A MODA
DE
Jos de Souza Soares & C.
RIJA DO BARAO DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Apresenia-se metam rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel em fa-
zendas lisas para Senhoras artigos de alta moda em Paris tanto para senhoras como
para horneas e meninos.
Miuaezas afarmadas, perfumaras especies, variedade de lindos objectos para me-
ninos e brinquedos para enancas.
CKANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paquetes vindo da Europa aonde tem ha-
bis correspondente."!.
Vndese muito emeonta e maada-se poc em pregados do estabelecimento faiendas
em casa das Exms. familias aim de melhor escolbrem o que desejarem.___________
OVMDES
Da
TRIUMPHO
7 Ra do ftueimado 7
DE
mm & bastos
E' ch.;gado a este novo estabelecimento o mais bello'Sortimento de lazendas
Inas, sendo sua especialidade enxbvaes para noivado.
Vestidos de blond de%sda ricamente bordados.
Gorgur5o de seda branco para vestido.
Colchas de da'pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ticamente bordados para cama e janellas.
Croxs p ira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas ryialidedes, lindos gostos e modernas.
Ricos b urnas para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
Cretones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito linas para homens.
D tas inglezas para homens e meninos.
Serouias de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
\ enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para gnarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala o
rande sortimento das acreditadas e verdadeiras '
Esteiras da India^
CASA CJMIVtN LJSm
Pharinaceutico privilegiado
i successor
JSoulevai'd Sebastopol, iC PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIEH
Air IR C^r A So:> forma lle 1>Jil'"1> ilcvpdids e doscada pira
lliULiUllrtU faCir Prerentiva e curativa du tOLESTS CONTAGIOSAS.
IKJi:CTOR PIIILTRO
i!o vohiiri "e ura rdogio, icrvindo de
l'HII.TRO o SERINGA ni os
ravas DCOovenieatei de fragilidide.
rTrt IfNO Con a forma, e d> volnme de am' Pone-SJoeda
CO I UlIUO COTBXDO TODO 1RITJLMENT0.
COLLYBIO Contra as affecgois das palpcbras,
preparado sub a mesma forma.
BARTHOLOMEO C
a Depositarios geral para e BRASIL e PORTUGAL
34, ra larga do Rosario. PERNAMBUCO.
B9
3 portas n. 53, ra Direita, 3 partas n. b%ant4*ja
A hja do Braga
O shsixo 3ssigrj,ido, dono deste antigo e>tabelotimenio, i*;d!o em \v-ta apresentar uml
completo sortinniito de ferrageas, miudezas e cotileria, tem revolvido mandar buscar em '
diversos pcnu>s da Europa os mi-lhores objectos de seu estabelecimento dos fabricantes !
mais eonMCrdftt ; pet-i que convida ao respeitavel publico e a seus numerosos freguezes,
virem se servir tos objectos de sua carencia, ende encontrarao por menos tu OjO Ao que i
etn ontra iiia! do bem conhocido aiiriC4nte Cottorr Gin & (',., ditas para costara, motores para animaos,
ditos para togo, moinhos para caf de- todos os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos e de um, tanto inglezas como franceza?. louca de porcelana, facas e garfos
dedivtrsa? nualldades e precos, bandejas ebioezas, >alitre, reu, btifeaMe, enxotre, papel e
limalha de fcrro, ac. e agnlha para fogueteiru ; assim como encontrarao constante-
mente grande poryao de fogo do ar, e recebe se eneorcroeda de Higos de vmm, slem de um
cem numero de objectos, que se tornaria enfadonho numera-tos :,\enham raa Direita n.
53, loja de Lenidas Tilo Loureiro, antiga loja do Braga.
o engenho Canoocim na freguezia de Taquara da
provincia Ja Parahyba o qual otferece as seguin-
tes vantagens: excellente porto de embarque,
atraz do engenho, grande terreno onde se pode
soltar e engordar iOO caberas de gado, sendo esse
terreno urna ilha rica de pastageas e que dispen-
sa cerca, muito boa< trras para canna compostas
somante de barro-mass^po, multo productivo de
ro^a, feijo, mi'ho arro*., com grande porcn de
'lueiros em dotts pontos diversos, perto do litoral
tres quari h de legi.i, t- cincoJegoas da cidade di^J
<",jyanna : f\v. n )ri n 1er comprar este engenho,
dirja-se a rii do Itnsario n. H, ou ao proprio
eitenho
FLIIR A 58
CbarMos <\>- > i : na roa d ''.iwrto n 1S. loja da psqqim.
~^~ Attentflo
Vep1-p a ar^n^li e prrteT"e da taberm n.
il t >. iBBiV prooria para qualnat*
principian'.!; : a tratar no sobrado por cima da
cnetma.
Uhapelinas e chapeos
para senhoras, loja da Turqu?za icaba de re'
ceber encllente sortimento.
UflB k C,
MI Di Wl 1.
rame de ferro gaivanisado em rede para cercas, gaiolas, gaiiinbeiros eie.
Chapas de ferro gaivanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro ettanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Miluer e ouiros autoras.
Chumbo em cano.
Dito era lonQtd.
Dito em barras.
Dito era enxadas.
Estanto em barra e verguioha.!
Folba de Fl.uidrts.
Arados americanos para ladeira e arw.
Cirriohos de mo.
Venezianas para janellas.
Machinas de descargar algodS de faca-?.
Ditas de -erra.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de furca de 3 caballos e motores para i para atc$r aif
o. .chinas de algodar.
Cadeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
a!an;s para pesar.
O'eo de lisha?a em latas de ferro.
Tnllits .>e le i. para engenboe
Bambas americioas.
Macacos de eMnar.
Balanfas e np-og decuuaese OQtras.
Pogfips fle paUnte.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretas para caminnos do ferro.
Um grande sortimento de ferngcni e cntilaria.
VERDADEIRAS
PILULAS DE BLANCARD
m
Basquinas
noito novns de bom grs de auples : na toja
da Tnrgn*;a.
Cintos
de vi jgjj variado s^rlLuenla.: na lo-
ja da
dadas
van.; aj0
Bario di a. 9, tmga roa Nova).
COM IODMETO DO FERRO INALTRAVEL
'APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
' Possuindo as propriedades do lodo et do farro, convem especialmente as krrtccots
escrofulosas, a Tsica no principio,a (raqueta di temperamento e tambemnos casos de
Falta db cor, amenorrhea, em qoe preciMnAom sobre o sangue seja para restitmr
lbe i sna riqueza e abundencia normaes, ou para provocar e regular o seu curso peridico
N. B, O iodnreto de ferro impuro on alterad i un medicamento infiel,
irritante. -Como prora de parata e de anlbencidade dai Tcrtauleiraa -
i Mm m MtBMrl, deTe-se exigir nosio * * *t*> f|t>eel e,
' domo mu, aq*i r*pro4xida, que se acha na par inferior do naa
wtmlm vrele. Deve-t diconnar das faliiicacoei.
IiOJA
LOJA. DO PAPAGAIO
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros.
r DE
O proprietario deste novo estabelecimento communica ao respeitavel publico
desia cidade, e especialmente as Exrass. famiiiis que est liquidan Jo por precos bara-
tsimos as antigs fazendas que existiam necte estabelecimento, alera das que abaixo
v2o relacionadas, cujos precos merecem toda a attencSo do respeitavel publico que n5o
deixar de cora pequea qoaniia refazer-se do qoalqoer qualidade de fazendas que pre-
cise. Previne-se tambero que a mesma loja tem feito sortimento de fazendas moder-
nas, e continua i sortir-se das do mais apurado e escolhido gosto, que vender mais
barato que qualqaer ontra loja.
Algodosinho com 18 jardas a 24800 a
peca.
MadapolSo enfestado com 12 jardas a 34
e 3(J50O a peca.
Dilode 24 jardas a 54000 para cima.
Atoalbados de linho, 8 de algodo tran-
czdos, e adamascados por precos commo-
dos.
Chitas escuras e claras de 240 rs. o co-
vado para cima.
Cambraias de cores miodinhas a 240 rs.
u covjyio.
Ditas mais finas a 560 rs. o metro.
fialbes de mussulina a 45 e 50000
Guardanapos de linho a 34500 a du-
zia.
Bramante de linho a 24500 6 36000 com
10 palmo?.
Dito de algodo a 14800 o metro.
Meias para senhoras de 44000 a duzia
para cima.
Ditas para homens de 34000 a duzia
para cima.
Ditas para meninos e meninas de todos
os tamanhos.
Colchas de fusilo branco de 33200 par?
cima.
Ditas de cor de 34000 para cima.
Toalhas de rosto de 500 rs. para cima.
Cobertores de 13a finos, a 84 e 104000.
Ditos encarnados a 44500.
Ditos de algodao a 14500.
Cambraia tapada muito larga com pre-
gas e bordado, propria para sa'as de senho-i
ras prego barato.
Laazinbas Irences trancadas, com Iistras
largas proprias para saias de baixo, fazenda
inteiramente nova a 390 rs. o covado,
Cambraias brancas transparentes e tapa-
das de todas as qualidades e precos.
LSazinhas tapadas e transparentes de
muitas diversidades de cores de 320 rs.
o covado para cima.
Alpacas lisas e de furta cores a 500 rs.
o covado.
Cortes de percala de 2 saias a 4:>000.
Ditos de organdy de dito dito a 84000.
Cortes de la da Escocia a 64000.
Ditas em peca a 500 rs. o covado.
Ctales de merino lisos a 24500.
Ditos estampados de 4500 para cima.
Camisinoas de cambraia branca transpa-
rente, bordadas com enfeites brancos e de-
cores a 34000.
DrilbaBlinas brancas de 500 rs. o covado,
Ditas de cores a 500 rs. o covado.
Lencos de cambraia de linho, e de es-
gui3o at o mais fino.
Lencos chioezes a 34500 a duzia.
Ditos brancos de algodo a 24500, mui
to finos.
Fil branco e preto, liso e de salpico-
Cortes de cambraia, brancacom salpico de
flor.
Ditos de filo liso a 54000
Tarlatanas brancas, e.do cores.
Peitos de linho bordados e lisos de es-
guio.
Camisas bordadas Qnissimas, proprias
para noivos com a lompeente gravats.
Punhos de linho para homerh a 14 o
par.
Colarinbos de linho lisos e bordados.
Gravatas pretase de cores, tanto era >e-
lim como em seda, ha de todos os gostos e
feitios.
ROUPA FE1TA E POR MEDIDA NA LOJA
DO PAPAGAIO.
Sortimento ne roopas feitas de todas as
qualidades, e feitios, pjra pregos commo-
dos, e quem comprar porgo para negociar
ter um abatimeuto razoavel, grande sorli-
raento de casemiras de cores com quadtos
e listras, casemras pretas, e pannos pretos.
azuese cor de caf, brins brancos, pretos
de cores e pardos, e manda-se fazer
qoalquer obra a vontarle dos freguezes,
qoer para bomens ou meninos, e por rae-
nos prego que qualquer outra offiei a, e
para issoa LOJA 00 PAPAGAIO acha-semu-
nida de um bom mestre alfriate para bem
desempenbar qualquer obra da sua arte,
recahindo a responsabi idade sobre o pro-
prietario da loja.
Dam-se as amostras de todas as fazendas
a quem as exibir, tu mandain-se levar pe-
los caixeiros.
A loja do Papagaio acha-se aberta das 6
horas da manha s 0 horas da noute.
Francisco Teixeira Mondes.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. i9
Estou disposto a continuar a vender todas
as miudezas pelos baratissimos pregos ab li-
so declarados, garantindo ludo bi,;ii e pie-
LA VILLE DI PARS.
20Ru.i da Imperatriz20
Fari & Lessa.
Acaba de chegar a esta nossa nova loja e fa- ros admirados
zendas finas um variado sortimento de fazendas de v
la e seda, como sejam : granadinos do ultimo
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e laari-
abas de cores, o que ba de mais moderno, tudo
por baratissimos pregos, brilhantinas de core?, te-
sidos das indias, fazenda nova a imitaciio de per-
eaiia, baldes de dina ngindo saia de cor com Un-
as barras, fust5es prnprius para vestido e roupa?
le. raeni.ncs ; agora grandes e admlraveis pechin -* \.v albas
chas, saias brancas com lindos frisados a 33, ri-
:os cerpinhos bordados muito finos a 5, balees
modernos de arcos a 21, ricas colchas para cama
ikochoadas. sendo brancas e de cores, a 5j, 64 e
'l. cambraia victoria tina a 5t, ditas transparen-
te* ao, 6 e 7,cbitas nissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de cores a
i't'X lencos brancos de cas?a a 22500, ditos r.hi
npzes a 3*300 a dozia, madapoln fino a 6 el Lengos di cassa brancos e pintt-
Duzias de palitos seguranga a-----
Duzia de palitos seguranga caixa
graBde a...................
Frascos com iliobaboza muito fino.
Paeote* com p's de arroz o me-
lhor que ha a...............
muito linas para fosar
baria a....................
Caua de linlia bran do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Caixas com pennas d'ago de t'erry
superiores
!)50, e muita superior a 75, 7*600 e 8j, algo-
ioziuho largo propri para leoges a 6*, panno
ie al odio b. anco trancada proprio para toalbas
le mesa a l600a vara, nramante para lenres a
>000 ti 3*500, o que ha de melhor, esguiao fi-
msinio a 2200 e 2*500 a vara. Mandamos as
.-asas das Exmas. familias para melhor poderem
escolher. Tanibem temos completo sojtimento de
perfumaras dos primeiros fabricantes francezes (
Ingieres, as pessoas que se dignarem vir a esta
loja krao occasiao de reconhecer a realidade de
que annunciamos para nos justificar.
Pharmaeutico, nu Bonuptie, 40, ParU
A
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da
lega velha n. i, 1 anda. _____________
alfau-
Farinha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santti
Gathanna, chegada no patacho portnguez Wissa
tandeado defronte do trapiche do Sr. Baro do Li-
vramento : a tratar no escriptorio de Joaqun-.
Jos Goncalves Beltro, ra do Coramercio n. 17,
m a bordo do referido navio,
Vende-se farinha muito boa chegada hontem,
em saceos grandes e panno da fabrica da Baha,
nos armazen3 da.Ccmpaohia Pernambucana : a
tratar no mesmo e na ra da Cadeia, casa n. 1
;om Jos Goncalves Torres.
120
320
320
320
4000
500
180
<00
100
dosa.
Caixas cbm 20 quadernos de pape
pautado ......
Caixas com 50 novenos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......360(
Pegas de babadinbos com 10 va-
ras a.........
Pegas de liras bordadascom 12
metros cada p.ga a I500 e.
Pegas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda fina a
Dit?s para dentes a 210, 320,
-100 rs. e....., .
Pegas de tranga lisas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
7iM-
400
501
2OO0
500
500
500
M
Parlaba de mandioca do Hara-j
uho e da Babia
Vende-se no escriptorio de Joaquim Gerardo di
Basto ra do Vigario Tenorio n. t6, ! an.lait
excellente farinha de mandioca vinda do Marar . ""francMPS todos
nho e da Babia, em saceos grandes, muito tn.ij, LlD_r_ast ^ P[e80S ,r3,lLezes l0Uts
alvae torrada : rs preUmdenles pdem examina
la as trapichas da Coinpanbia Pernambucaoft
DaUs e Fonles
dos a 400 rs. e.
Pares de meias cruas para mi)
nos diversos tamanhos a. .
Ouzias de meias brancas muito
finas pata senbora a.
Pares te sap.-itos do tranga do
Porto........
Pares de sapatos de Uipete a. .
Diuias de baralhos para vuitaiete
Sylabarios poruiguezes a. .
Cartees com colxetes 2 carreras a
-Vbtoaduras para colltte diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ago muio
boa de 320 a. . .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia oe agulha para macbina.a.
Vende-se
A caixa lial do banco do Brasil em liquidaba .
vende por commodo preco a casa terrea sia rufi
Imperial n. 64 : a tratar na mesma caixa filial
na do Con-merejo n. 3*.
Vende se urna casa
Sica de s. Pedro larlyr :
ovIIj D. 17.
em Olinda,
a tratar na
na ra da
ruado C:-
os tam?nhos a.
Pacote de papel com 20 quader-
nos ...........
Refina de papel pautado superor
Resraa de papel liso muito supe-
rior a...........
500
32i'
450I
25901'
Ia5O0
36000
400
20
400
5i
40
2600(^
i(
400
46000
36600
DO
GALLO VIGILANTE
Km do Crespo n. 9
*^tabelf*-
nham exv
.an-
da r.-'i'
da Ki '<' -le
fina e Uli deliMit.-L" r^pfci.-.lit'.-;>.-s, as qu.'u (ir-
tio r .mu co>iume,
por pregos muito baratinhos e commodos para to-
dos, com Unto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas follinhas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqnissimos enfeitos para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trangas pretas e de cres com vidri-
lhos e sem elles; esta fazeuda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos ieqnes de madreperola,
marflm, sndalo e osso, stno aquelles brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Escossia para se-
nhoras, as qnaes sempre se veoderam por 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 304,
alm destas, temos tambera gnnde sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengaias de superior arma da India e
castao de niarfim com lindas e imcantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor si
pode desojar ; alm destas temos tambero grando
quanlidade do outras qualidades, como sejam, oa-
deira, baleia, osso, borracLa, etc. etc. etc.
Finos, btmito* e airosos chicotinhos de cadeia e
de ontras qualidades.
Lindas e superiores ligas de >eda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e cariarog_a para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vex tam-
bem asseguramis sua qualidade e delicadeza.
Lidas.e bellas capellas para un va.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, fronxa, para enehtr
labyrintho.
Bons baralho; de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo ti;n.
Grande e variado sortimento das memores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROEK.
Elctricos magnticos con ti a as convolsoes. o
facilitam a den^ao das nocentes craugas. s> -
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recche-Ios por todos oe
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
eomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre "encontrarao (lestes verda-
deros collares, e os qnaes attendendo-se ao fim
para que sao apolicados, se rendero com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que dixamos
declarados, aos nossus freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito raxoave loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Dcordeiro prevident?
Roa do ftReimrtdo a. IB.
Vovo e variado soriiraer.to de perfaf\iar
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de per!,
arias, de que effectivament? e^t prvida
loja do Cordeiro Previdcnle, ella acaba d
receber nm outro sortimento que se tor;;
otave pela variedade de objectos, rapenor
jade, qualidades e commodidades de \r:'
?os; assim, pois, o Cordeiro Providente pea-
a espera continuar amerceer a aprec:.
do respeitavel publico etri peral e de m
boa freguezia em parl;ci:;;r, rao se Da.
tando elle de sua bem conhecidamansifil
a barateza. Em dita loja encootraraG n
tpreciadores do bom:
Agoa divina do E. Condray.
Dita verdadeira '
Dita de Cologno in;;.V::o, americ3M, fri
ceza, todas dos melhores e maisacrouii
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para aanarvago a
jsseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e co-
ros agradareis.
Copos e ia'as, maiores 'e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japem n, transpar. i
a outras qualidades.
Finos extractos mgletos, americaoi
(rancezes em frascas siror ?? f- enfeitados.
Bsesela imperial iave ch*
ro de vio1: tai.
Outras coBejeatrada e '.e:ros igo-
mente n?.s ^ agradveis.
Oleo philocimeverri.ideiro.
Bxtoclo d' r qaalidari*
oom eseibidos b;ro .eos de ditii
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, abrese menor*
para maos.
Ditos transpareiites, redomn e em S|
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para b>rbi
Cai&mhas com bonitos saboaeies imitas!
fructas.
Ditas de madeira invermsada a.iiiendo ?
aas perumarias, muito proprias para pr
tentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tay
bem. de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de vro
c boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras difiere*
jualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mala coqaa.
Um ontro sortimento de coques de *
vos e bonitos moldes com filet de viorilhe
* alguns d'elles ornados de flores e fita*
esto todos expostos pieciacio de qoii
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS
Obras de muito gosto 9 perfeicSo.
Flvellas e fitas para cinto*.
Bello e variado sortim. j.Ui de ues obj*.
tos, cando a boa escolha ao gosto doco
ppdor. ____ ___________________
Cabellos
Vendem se cabellos de todas as cores, qualquer
comrjrimento, qualidade superior, em caixa ou
pnr^ao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cife n:511l^j!niltr.______________________
fl MU K \M\
u
orna casa teirea, na ra de S. Jorge (.Pilar)
m Fra de Portas n. 60, com duas salas,
lou quartos, o inha fra, sotao com doqs
luartos. *e quintal: tratar na mesma na
i. 23 Ia andar. ___________
Vende-se urna rotula oe araarello em
stido : na camta do Carmo n. 16.
para principiarte.
Vende-se a fabrica de sbo da raa Imperial
travesea do Freilas, muito tem monta;
fabricar pequea como grande quanlidade de sa-
bio. A eal alem Ce ser de um
tem grandes aecommoda$es
das materias primas e fabo maBafac
(o indeperniente par
nents, lioalmenie, -
'ir.izer tr;;
il di
. :,., .
mlhado do viado braaco.
^T
Vende Joaquim Jus Ranina:
u. 8. 1 andar.
oa ra da Cruz *
A 2,000.
e rtfs de per ">000 rf. .
do Crespo n. 13, loja da --
Ver.d-m-se parles de mu sobradn da ra I
Hortas: p
roa Imperial n. 12.^
de veluo para senbora
e gollas
na loja da Turqcea.

s1


6
Diario de Petaambiu Segunda feira 19 .le tiemblo de 1870
*
v
V
GRA
TVT 1~\ T^
ff ova
peran^a
ti
BAZAR DO PAVAO
60-RA DA IMPERATRE-60
DE
l'EREIRA DA SILVA & C.
Neste imoc rante estabelecimento encontrar o, respeitavel prlbtico, om grande e fartado snrtimento de faaendas do ajis
apurado gosto e todas do primeira necessidade, qne se veadem mais baratas do qoe voa socios deata firma, adoptaran o systema de so reoderem DINHEIRO ; para podaren vender pelo trsto, ltoitam*r>se apenas
a gaabarem o descont ; as pessoas que negocian, em oequena esca'a. nesti Urja arrnwem poderfio fazer os*eas sortimerrtos
pelos mesmos proco qoe compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commedidaGe das Exayas, familias se dro
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levam em snas casas para escolberem.
PECHINCHA EM CASEMIRAS A 45000.
No Bazar do Pavao fese urna grande
campra em um leilo, das mais finas
casemiras inglezas que tem vindo a es-
te mercado, tendo cores claras e escoras,
todas con padrees serios, oroprios para
calcas, palitose Golletes; vende-se .a 4*000
CORTES DE LA ESGCCEZES 64000
Vende-se bonitos cortes de lia escocezas,
vindo cada om em sen papel, pelo barato
preco de 0000 cada um; no Bazar do Pa-
ORGANDYS BRANCO E DE COR
No Bazar do Pa?3o vende-se os mais
o covado, o qoe em ontra qualquer parte bonitos e mailo finos organdys com listas
n3o se vende por menos de6; grande
antaRem.
BRINS DE LINHO OE COR A 1*200
No Bazar d* Pavao. fez-se urna Rrande
compra de puros brins de Itabo, muito ea-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
tetes e roupas para meninos, por serem de
padr&es miudiobos; gar'ante-se qoe nao ha
barrel'a que lbe tire a cor, e tende-se a
1*200 o metro desta excedente fazenda.
MADAPOLAO FINO A 6*400 A PEgA.
No Bazar do Pavao veodem-se pecas de
majdapolo fino de muito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 aras cada peca,
pelo barato preco de 6*000, por se terem
comprado om pouco enxovalbadas; pe-
cniocha.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
0 Bazar do Pavo vende muito boas chi-
tas inglezas incamadas adamaccadas, pro-
prias para cobertas e corlioas, sendo fazen
da que emqaalquer loja se vende a 320 rs.
e liqotda-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vao.
TOALHAS A 7*300
No Bazar do Pavo fez-se urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastile encorpadas e grandes,
que sempre se venderam aM2*000. e li-
quidam-se a 7A500 a duziaoa a 640 rs.
cada urna, boa ie hincha."
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavo vende um i grande Dorco dos
mais tonit s cnaposiohos de palha da Ita-
lia proprios p. ra meninos de todas as I1a-
des, sendo chapeos que valem 5^000 e ven-
dem-se a 260OO cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS M1UDINHOS
200 RS.
O avao vende chitan ou ri-cadinhos miu-
dinhos cor de rosa e rsinhos, proprios
para vestidos e roupas de cranos a 200
rs. o citado. Sao muito baratos.
LAASINHAS COM PALMAS E SEDA
Cheou para o Pavao o mais bello sorti
ru tito das mais brillantes laasinhas claras
coin oonitas palminbas, de seda; lenio lar-
gura d- chita francesa e vende-se a 1*000
o ovado grande pechincha.
ALPACAS MATISADAS A 640 RS. 0 COVADO.
Yendem-se as mais m dernaj e bonitas
alpacas matsada* cim palininhas, muito
oroprias para vestidos de senbora e da me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; 63o muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Chegou. para o Bazar do Povo nm Bran-
da sortimento des aiiis bonitos cortinados
bordado, proprios para camas e janellas,
qoe se vendem de 103 '00 at 20*) 0 o
par. assin como n melhor damasco com 8
pateos do largura a imitacSo de damasco
de seda, proprias para colcha*, e propria-
:., nte debas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
qaanudade das mais elegantes sedas com
lisirinhas, tendo de todas as cores e at
fnrta-cr; fazenda que ninguem vende por
menos de 2*400, e liquida-se a 2*000 cada
eo>a SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav5o vende-se um sortimen-
to completo dos melht res setins e grosde-
oap'es de todas as cures, que se vendem
muito em conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pavo vende-se nm
te sortimento das mais bonitas poupelinas
de laa com listas miadinbas, sendo todas
qnasi de orna s edr, 400 rs. o covado ;
3 baratissimo.
GRANDE PECHINCHA EM LAASINHA
A 640 RS.
N) Bazar do Pavio fez-sa orna grande
cpmpra. d^ lasinha para vestidos, sendo de
muito b a qualidade, nmas com listas e ou-
t as com mselas, e nsuitos largas, que com
o neos covados se faz vest io e liquida-se
440 s. fazenda que sempre se vendeo a I*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FURTA
CORES A360RS.
Vea le se am bonito sortimento das mais
b:ilha'tes alpacas escuras furia cores,
sendo muito ene ryadas e tendo om bnlho
c mo seda,
i rs. o covad. per se ter eiio ama gran-
de comp
POUPELINAS A 400 RS.
largas e miadas 1*000 a vara, ditas lisas,
fazenda de muita phamasia 80O rs. avara,
ditos d cores, finissimos padrees, iateira-
mente novos 80.) rs. vara; pecbincfca.
GROSDENAPLES PRETOS
Chegou para o Bazar do Pavo na gran-
de sortimento dos melbores Rrosdenaples
pretos qoe tem vindo ao mercado, qae se
vendem de 1*600 at 5*000 o covado ;
sao todoa moito em conta.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pv3o vende-se um grande
sortimento das melhores camrjraias brancas
transparentes, tem de 3*3JO at 400000
peca, ditas suissas finsimas com 8 pal-
mos de largura a 2*000, SjIfO e 3*000
vara, ditas victorias te lapadas du mais infe-
rior al a mais fina qoe vera ao mercado;
tudo isto se vende mnito em conta.
MANrELLETES DE FIL
Nj Bazar do Pavo vende-se modernsi-
mo* mantelletes ou basquinas de fil preto,
om laco, pelo barato preco de 10*000 ca-
da om, barato.
PANNOS PARA SALAS A 1*000,1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se onita fazen-
da branca tocorpada para saias, sendo com
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimento a saia, a
qual se pode fazer com 3 no i J|2 metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tambera no mesmo estabeecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada orna, ditas de 13a da
corea j premptas urnas com barras dile-
rentes, da mesma fazenda 4*^0 com barras bordadas 6*000 e 7*000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do PavD vend-se o melhor al-
godoiinho americano enfestado p^ra len-
ces, leudo liso e eotrancado por preco
mailo barato.
ESPART&HO.
No Bazar do Pavo recebeu-ee um elefan-
te sorti ment dos mais modernos e melho-
res espartilhos, que se vendem por preco
mnito em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
Bazar do. Pavlo recebeu um grande
sortiiTifHto dos melhores pannos de croch,
proprios parai cadeiras de bataneo ?ofs,
piads, t>mboretes e at proprios para cu-
brir aimcfadas e pratos; vendendo-se por
nieno3 do que em qualquer parte.
Laasinhas trsarparenits a 300 rs. corado
O ^avo r9cebeu um bonito sorlimeoto
das mais elegantes laasinhas tnaspronles
proprias para vestidos, que vende a 500 rs.
o covado; muito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pavo vende-se suprior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1*800 o metro, dito de hnho cora a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds linhodo pcr'tocom 3 1/2 palmos de largura
de70all* a vara, assim como umg< ande
sortimento de H mborgo ou creguellas le
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do que em ou-
tra qnsiqner parte ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o veade-se superior
atoalbado trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
3*500 o metro ; tudo isto muito barato.
Baldes regaladores a 4*000 A*>00 e 5*000
Chegaram ao Baz*r do Pavo o mais bem
feitos baloes reguladores, sendo de fusilo
a 4*000, ditos de musselioa a 4*500, di-
tos de lSasioha de todas as cores a 5*000,
todos e.'les sao muito baratos.
Panno preto muito barato a 3*600
O Bazar j Pavo recebeu urna grande
porco de pecas de panno preto fino, com-
pradas em leilo, que sempre se vendeu a
5*000 o covado e pode liqaidar a 3*600,
por aer urna excedente compra,
BAREGES A360RS.
No Bazar do Pav3o vande-se um bonito
sortimento dos mais lindos bareges lista-
dos para vestidos, que valem mnito mais
dinheiro e liquidi-se a
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bazar do Pavo veode*se am bonito
sortimento com todos os tamanhosdas me-
lhores camisas, de flaneila de Ua, c m
mangas tanto proprias para hm ens como
para sentaras e vende-so a 3WS0 cada
urna, e qoem comprar de meia dnzia paia
cima ter* um batimento, Sao do muita
utiiidade.
Grano* petbincha om camisa ingfwts a elSOO
No Bazar doPavo fez-seuma grande com-
pra em leifo, de "dnissimas camisas ingle
zas com peitos e punbos de linoo, sendo
com eo'llarfnhos e de todos os nmeros.a
4*000 vjada urna, ditas sera coflarwbos,
porm fezeida finisaima a 4*900; gran-
de pechincha.
CAMISAS BARATAS a 2*800. 3*0C0 e*600
No Bazar do Pavao vende-se urna gran-
de porco de casemiras mescladas, muito
encorpadas a 2*800, ditas finiRsimas com
msela de seda a 3*200, ditas modernas
de quadros, fazenda de muito gosto a
3*600 o covado ; aprovekem.
TAPETES
Chegou para o Bajar do PavSo o mais
elegante sortimento d tapetes grandes, pa-
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas cadeiras, ditos pare
pianos, camas, porta ; etc. vende-se por
menos do que en outra qaalqaer parte.
COLCHAS BliANCASA 3*2oO, 3*300 E 7*
Para o Bazar do Pavao chegou om gran-
de surtiment.j das melhores colchas de fus-
tao, s-ndo das meUiores e maise corpadas
que tem vindo, a 75u0., ditas um pooco
mais abaixo a 5*E0;>. e ditas a 3*000;
tambem no mesmo estabelecimento ee ven-
de um grande sortiment i da cretooes e chi-
t s. proprias para colchas, que se vendem
muit em conta.
GORGUHOES OU POPELINAS DE SEDA
tMOO CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo om ele
gante sortimento das vurdaieiras poupelinas
de li-iho e seda, com os mais modernos
gustos, que se vendem a 2*000 cada ovado,
o que em outra q alqaer parte oo se ven-
de par .menos de 2*500, previne-;e que Do
sao algodo e seda, como ha muitos; mas
sim puro l>ho e seda ; sao meito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditado Ha ar do Pavo. encontra-
r o respeii:vel publico om grande sorti-
mento de ronpas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con; peitos d'algodo e de linho,
para todos os procos e qualidades.
Cernidas de trabo e algodo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos' sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguac-s
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com presles3
e aceio qualquer peca de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'oste importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur braocos, qnr de cor ; e quaaJo qual-
quer obra nao tcar ioleiramente ao gosto
dos fregnezes Oca por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo am elegan-
te sotument > de chales de merino de cores
muito bons cora padroes muito decentes
para qualqner urna senbora usar, ditos de
crpon com listas de seda o mais fino e
moderno q;ue tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco muito em conta.
BABAD1NH3S
31
pehor.da.de de sen objectos nao e com vis
tas de atrair a attengo de ama grande fre-
guezia, como a de que actoalmenta despoe,
e sim para scienttfkar (a interese de todos)
a qualidade de- seos objectos os qaaes aao
sempre de apurado gosto e perfeicSo; tor-
nando-se qnaai indisperrsavfl para aquellos
apreciadores (do uom) frequeBlarem a No-
va Ef peranca, pois qne ella capricha ein re-
ceber constantemente, o qae ha de menor
relativamente a sna repartico: o que se po-
der verificar quando em qualquer reunio
' e pessoas (amantes doxiqoe) vfi-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'um ako- lenco,
um moderno e linde laeo um dilioado ra-
mo de finas flores, ete, etc, .todos olham-se
reciprocamente e dizem am sigt (e as ve-
zes uns aos oatros) *ste? a3 objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te II! I procurar descrevr em annuncioa os
artigu qae contem dita loja, seria trabalbo
insano e nunca o (riamos cora aquella
graca e perfeicao com qoe sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA ESPERANCA con-
tentare em convidar a todos geraunente,
visitarem-na ^jara ento ficarara inte*-
rados do que ha exposto na mesma loja.
1 Stua Dnque de Caxias 91
300 rs. o co.a-
rrpro'dfl d* dUGS maU0 maiS &nos ^^ listasa 400
9 rs, esies bareges sempre se vendern a
640 e 800 rs., grande pechincha.
GURGURAOA640 RS.
No Bazar do Pavao vende-se um elegante I No Bazar do Pavo vendo-se um bonito
s'rtmenio das msis lindas poupelinas de | sortimento dos meltaores gurguroes de la
<>m os gostos miodrnhos sendo qaasi para vestiios sendo omi linda fazen A piobin-'-
uma m'i cor e con muito brtlho,
cha b '00. rs. Dar acabar.
CH TAS A 2* RS. 0 CORTE.
No Bazar do Pavao vende-se cortes
muito leve, meia transparente e muito lar-
ga com furta cores e liquida- e a 640 rs.
o covado por se ter feito grande pechincha
de na compn.
. miadinftas, sendo rocha e cor de rosa, | COBERTAS A 3*
todo tO covados cada corte a 2 vende-se Vende-se cobertas de chita encarnada
atho a 20^ ra. o c vado, pechincha. adimascjula a 3 cada orna, pedimos
CASSAS A 200 R3. CORTES INDIANOS A 4*5(0.
No Bajar do Pavo liqoda-se urna por- No Bazar do Pa*o vende-se b.nitoscor-
cassas francezas miadas e graudas, tes indianos com duas saias peo bara-
cores finas, que ?e vendem pelo baratissim tissimo preco de 4*500 cada um,
i de 200 rs. o covado para acaoar. chincha.
pe-
No Bizar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais finos "babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de entremaios largos e
estreitos. que para acabar e vende mnito
| em conta e mais barato do qne em ontra
qaalqner parte.
FAZCNDAS PARA LUTO
No Bazar do. Pavo vende-e constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Laasinhas pretas lisas.
Cassas pretas* de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, caotoe?, bombazinas, qae sa
vendem mais barita do que em ootra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
tas inglezas com aalptcos 100 rs. ocovado,
ditas todas pretas, por estarera om pon
russas, 120 o covado; pechincha.
0< propietarios deste importante esta
bellecimento rogam ao respeitavel publico
particularmente s Exmas. familias o favo:
de se darem sempre ao trabalho de lere
ns seos annuncios, peU razan de muito
d'alles serem mudad- s amiodadas vezes.
CACHB-NEZ A 6*000.
No Bazar do pav3o wndem.se bonitos
grandes cachi-nez de pura ta, pelo bar
lo preco de 6*000 caoa om.
GBMMI
ir
publico ea
avo-
3*
um ptimo terreno murado, pe- &
dras, soleiras. vergas, cepos, etc., W
para edificaco de urnas quatro ^
casas.
A vinva do finado Henrique Jorge ten- I
" do recibido em paithr. pelo joizo de or- >gj>
^ phaos bens para o integral paRamento S
S das dividas restantes de *eu apal, vende
Jffl o excedente terreno fjreiro, murado, na S travessa da Concordia entre o sobrado do ^g
5^ Dr. Beltrao e a carrtir de casas terreas )5r
du lado do sal, coinpreucndendo na venda pt
~ as meiaqoes dos dous oilBe?, entre os ^
J9^ qoaes est situado o terreno ; e bem as- %&
sita nma porgao d pearas de varios fa- gg
^ manhos e qualidades, proprias para edifi- ?2
J5 cacoes : o que tudo pode ser visto e exa- >(
minado pelos pretendentes no lugar indi- fe
ix cado, qualquer hora, nos dias atis : S
a tratar na ra do Queimado, ou Duque 0
mL de Caxias n i8, t andar, das 10 horas n*
^v da rnanhaa s 3 da tardo.
Onande a AGUIA BRRNC\, mais precisa scientificj
gafa), e em partieolar a sna boa frejneziB, da immensidade
cehido, jastamentquano ella menos 7*1
luntaru ella confia e espera na benevolencia de todos q Wk e relevarlo.
CMtiaaando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGlfA BRANCA i ra io
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de uperioridade em
qoab'dades, modicidade am precea e o sea nunca desmetittido AGRADO E SINtERipADE-
Do qae cima flea dito se conheceqoe o tempo de qne a AGUIA BRANC% pode
dispoi-, empregado apezar de seus castos no desempenho de bem servir a aquellas qne a
honram procurando prover-se em dita loja do qoe necessitam, entretanto sea ennume-
rar os objectos que por sua natureza sio mais conhecidos ali, ella resumid ameU ind
cara aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornan recommendaveis,
bem seja :
Corpinnos de cambraia, primorosamente
eafeitados com f tas da setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeico de ador-
no os tornam apreciados.
Fitaa bu largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqnas uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por snas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de cjhegar, mas para nao raassar o preten-
deate se lhe apresentar o que poder de
meaWr.
Entremaios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.!
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados < enancas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, praprioa
Camisinhas bordadas para ditos. para enfees de mesa e de lapinhas.
MWtSBBUBMM
kirnA Ptg
Capailas branca* part
Grandes sortimento de flores fina*.
FH de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constaate sortimento da dita,
sempre melhor quijiladl,, ^ 7
Lindos vasos com p de arroz cantal,
Cauinhas com 4tos aromticos.
Bonitos a modernos sentes douradoa
para cireolar o coqae.
Benitos brincos de plaquee.
Aderecos e briooos de adjreparolr.
Caivetes fios para abrir latas.
Tneaoaras para frisar babaiaaoa.
Aspas para balo.
Nonos stereosoopos com 48 vistas, aa
quaes sao movidas por om mioamwiDo
ornas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfoaaa coa
pedrs.
Ditas de madeira envernisada com wapo-
ras e coro dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo da
VERDADEIRO LE ROT
de siUtlET, Dtcteur-IWtdn
Ru de Saine, 61, d. PARS.
Em cada garrafa, val, entre a rolbae o papel azul
qne lera o meu sinete, nm rotulo Impresso em ami-
rellocom o Sillo Impial do cotctto n*RXBz.
K.B. Remet-
tfndo-ieumaleltra
de 500 francos o-
bre Paria, aceHarei
a 60 dku de riita,
ao maximo,goza-se
do abatlmento e do
laior descont.
iN.3ARUADBllGAN.a
1 AGOSTINBO 4 MflS 'S
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encoutraro tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em .
aderecos de rimantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adereces, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Corapra-se ouro, prata, brilbaBtes e pedras finas, pormaior preco do
Bj qu em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
S pertencente a esta arte.
'mwmmmmwm
Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima ehegada ao
mercado, por pr Manoel Teixeira Basto*, ra Farinha de mandioca.
Vende-se superior fariaha de mandioca, vinda
do sertao do (lear, em saecas de 2 1S e 3 al-
queires cada sacca. por prego mdico : ra do
Vigario n. 11, escriptorio de Jos Lopes Davim.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S ?e vende na ru da
Madre de Dos d. 22. armazem de Jlo Martina de
Barro
Lourenco P. Mendes Gnmares
RUADA EMPERATRIZ N. 72
Tendo resolvido o seo proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, coavida ao respeitavel publico, amanto da economia, vistorem a
loja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 3(5300! Para liquidar "vende bramante de li-
a pbea, ditas de 24 jardas a 55000, 60'jOO, nho e algodo a 1)9800 o metro, dito de
6^300, 7#00O, 85000, 9,5000, e 10^000.1 linho puro a 2J800, esta fazenda pro-
Vende-se cortes de casemiras de cores pria para lencoes e toalbas por ter 10 pal-
Vende-se
Caminos para janellas. portas, e ripas.
Vendem-se 27 caixildos para janellas, comple-
tos, as9im como portas para o interior de qualquer
casa, tudo era bom estado e por prer^o coramodo,
bem como 700 ripas de emberiba : a tratar na
ra do Imperador n. 35, 2o andar, ou no Caldei-
reiro na casa em concert junto a estagao do ca-
minho de ferro de Apipuco.*.
Pechinchas novas
NA
Laja Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de II. Cinlmares.
Laas para vestido, fazendas todas novas, cova-
do 200 a 500 rs.
Cambraias de coras francezas para acabar, co-
vado 200 a 320-rs.
Chitas escuras e claras cores Gxa?, covado 240
a360rs.
Laa Amelia, fazenda nova, covado 600 a 600 rs.
Brira pardo trancado, boa fazenda, metro 500
a 500 rs.
Peca de algodo e madapolao, cambraias trans-
parentes e victorias, presos mnito baratos : na
rna da Imperatriz n. 48, junto'a padaria franceza
par i calcas a 4(5000, 35000.
Para tqaidaco vende-se algodo de lis-
tras proprio para calcas, camisas e satas
pan escravos a 160- rs, o covado.
Na ra da Imperatriz vende-se cbailes de
merino estamoados e de barra a 25000,'
#>e 3flJ00.
Arara vende cortes de casemira preta
para calca a 30500, 40000. 5$ 00, 60000,
70000, e 80000.
Pjira liqnidaco vende-se brim pardo liso
born a 500 rs, o metro, dito transado a
HO 900, e 10000 o metro.
Pora a cabar vende-se duzas de lencos
brancos de cassa a 25000, e 30609, ditos
de I nho a 55000, 60000.
Ni rna da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 104OJ e corbertas de chita a
105W).
Para liqnidaco vende-se cortes de casto-
res para calcas de hornera a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 2^0, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas para
vestido a 440, rs, o covado.
Era liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
AArara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
OGuimares vende ranrsulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Men tes vende fnsto de cores par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O Lourenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o covado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditasmatisa-
das a 640 rs.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa
quetes translanticos bichas de qualidade saperiot
e vendem se em caixa ou porcao mais pequea
e mais batato do que em outra qualquer parte
na ra da Gadea do Recife n. 51, ! andar.
mos largura.
Vende-se cortinados para cama frnreaa
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vet*
dos a 25500,20800 e 30200 o corte pra
liquidar.
Vendeo se cortes de cassa a 20300 e
corte s na liqnidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas. a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vende laasinhas transparentes para
vestidos a 300 rs. o covade.
Liquidago, vndese parapeito liso a
20200, 20300, 30. 30500, 40. e 60, pro-
pino para calsas e palitos por ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de bomem 10500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo barato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidaco de roupa feita.
Vende-se palitos de alparca e de corea
a 20.
Vende-se ditos de ganga para bomem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se coletas de brim de cores a 10-
Vende-se ditos de meia casemira a 205oO
Vende-se calcas de algodio azul a 300 rs.
Vende-se dita do algoco de listras a 800ra
Vende se ditas de brim pardo 20,10600
e 20500.
Vende-se calcas da casemira de core
a 0080.
CANTARA DE LISBOA.
Soleiras, himbreiras e capiteis : tratar aa
armazem da travessa do Corpo S.-iuto n. 2o.
0 Bazar do Pav&) sito a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da rnanhaa as 9 da noute.
urna armacao de amarttAfiaS^ilanfl
na ra do Baro da Victoria n. 2, (ou-
Lindas barege de-*a?fttAi' nntft _
propra..pSTP *}*it<: mWlvMllUKtmv.mA
raado.Barao da, .Victoria n. 9 (antiga g
T"
wnsaamnoa
lelas.
LvDe catnab Wte rvwv para, tqaidar
etiptortO .tora* de Vifwio n. i. i
andar.

MEDALBA
FIGADOde BACLHAUFIGADr ^e BAH* LHAU
^^Bptj^hb^
BE ESCI
Deiiufrtlun Jo u-flhxnfoTti
do oleo t do ferro. digere-e fcilmente nunca
eaus prisie de 'entre. Portanto preferivel
ia mai preparacoes ferrugineis (Mlulasou Sa-
rope), conem en todas as doenpas onde se I
emprega o (erro. Tsica pulmonar, breochitev J
racnitismo, escrfulas, iaipigen, (Ota, rhou-
Senhor Cherrier deo a esta
ci therapeutica um ctaeiro e
qMnenhmd(SjiBi
IsuiMOe
*euutor una Ue
i!oMo Oatofealgai
. WMlIcaWreMaViQaprefeitrelmente
os oatros, em toda* as molestias onde
nittt de Pitado de Baealhio.
Veepor m*j pmrnmm* es relatorioaaBedi-
ies q ue conten a1 no lie qoe accompanba cada
(raate.
1>lWa^rma.ia^s>eoiiriN*)7 RUXIR * COCA. eicelleMet peeparaoiet Woica-s.
OTArTTflsrJaeBleBleBHp.mARjCA **** c"tr chl*t5' 'etidaa, eottaduraa e CMIostes.
Of ORAHOXOS dalISaTOlB eokposlas contra as dlarrbeaa,djs*terias,dres deestoasafo, ele.
DHP061UWQ, eait/o ikjmi*,poponcaatLi af (?. Behia, Mobkt*u Irmao et f*
r.........iniii, T Jar >tj0f- Maranhaa, FKKUOaU.t C. Porto Alegre,
10 Larva.s
F1RRU6INEU DE CfiTVRIER
O Senhor Chetrier completou a ana desce-
bara sjuntaa-de a iodura de ferro ao Oleo da
Bacalbao desinfectado. Este Oleo de Pifado do
Baealhio ferrngineo tem todas as propiedades
matismo ehroaiiee, catarrtos aatlgos, dyapip-
eoMrtiaUcio.
sias, conraloeeencias dirfleeis o moaeza


\1
Diario de Pemanibuco Segunda eira 19 de Setembro de 1810.
7
f
i
l
4
I
Kihechlo eslabelecimeuto acha-se constantemente bem sonido, era virtude das
1 facturas que rr-criie por todas os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo mcnciona-
'oB, i presos os maia manidos qau posstvef.
AI^AIM> FRMCEZ
Bottan para enhortts e naca las.
Botinas proias, fcranens e demudas outra eres, surtidas e bonita?, de ultimo fs-
i tn da moda, e oreo** ma* baralyi do que em outras partes.
Botiua* para norneas e nsenlaos. 1 ,
Botica da borifo, cotdavao, lustra e pellica, das uielliores fabricas e eco|bidas.
Bota* e pernearas russEsaas.
Botas e per,aeiras para, maulara, das melhores qualidades, de conro da Riussia, lus-
bieerro.
Oapato* de borracha para hnnens e seahoras
Tendo ehegado grande po/cao de'sapalos de borracha vende-se pelo ensto afim {de
desempatar o diotoKxHieites empreado, sao baratsimos.
iMpatoa de tati*o para horneas. ,
Sapaios de entrada baixa de couro de lustro com salto, de milito boa qualidade.
Abo litado para meninos c meninas
Sapatos ebottuados de dilfere.utes modelos, de moito boas qualidades e fortes, unto
para meninos comi para meninas, muito baratos.
Manatos do tpete.
Sapafevule tapete aveludad, de eaaemira, de charlte e de tranca framezes e por-
WgBcies para boineuf, para sealwras e para meninos.
Ningoem contesta
i mais
I Provurtoe inplew >: |*irBirn'
I lis.'oio, botarbiiiHas e hmii *a.
.as iogVza* e tu.
1 Salchicha* e .-- ras.
Diversas COBS
Salmo* e (agosta* n latas.
Licor estomaenico e digesliro aua'paua.
TonciAhu icglez para liwett-
Krvilh.-is fian.tzas e portugueza?.
Camarn secaos do Maranfifcr.
Daces finos, raljos e eai caldas, de goiabs.
etc., ete.
Champaoa-dos melhors fabricanles.
Violtosinduii do Porto, ditos da Figneira,
verde e palheto, pelos altlmos vapores
fcaneez e brasikiro.
Qneijos de Mina, d* uratw e fkimeofos
Uvas de Minanten oib torro. 4'iiasnear.i}
0 Campos garante a suptnoriade Hs seeros
cima deferirlos
K qnein dcsvldnr renb ver
r------'-TC
s^na pire s^ooa
tro e
PEEFMASIAS
RxceJiefltos extracto, haotias, leos, agua de cologBe, florida, divisa, lavande, den-
trfice, de toilette, sabeoeies. untura para cabellos, pomada ang ruise para bigodes, pos de
arroz etc., ludo isto'd primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
opeojaiu on oo?ojj
o jas jod paeauautuioaaj p:n uiiss-
ipoKUJ0) 'tpimo zuta^iaUk iqad
zo^ ajuMi-ui'-J -jjuua Vnps;,'a jp oiu-mijijos o]9|diuoa
ten jaqsDa ep qesc anb oaiiqnd oe 9
wimv *nas v lAtjed ta|fg p eiddsi?
opucujjjj oinami.iaieqeisa aiap ouop o
" tM em cjo.joo
ot k vjuoioiA va Qyuvfloa vaa


i'
fttdnqnilharias
Lavas de pellica do conboeida fabricante Jotivin, espeihos para gaitas, quartos a ga-
I fcmetes, toucadore- de diversos amanuos, leques para senlioras e para meninas, abridores
'He luvas, fcrincu?, puleeiras, boiBes, correnis e chaves de relagios e trancelins, tuda de
outo de le, eorrente* e hrReos de plaqn^, a imiejeo e de mais gosto eaixinhas de costura ric.nientn gnaraendas o ornadas com lindas pessas 4n msica, albura
ecaixii*f,s dourados para recatos, caixiHlias cora vidro de augmento para distioctanienta
wr-se a perei^o dos retratos, objec-tos de pbantasia para toilettes, bobinbas e cestinhas
|'de seda, de velludo e de vimes para braca de meninas e senioras, ditas para costeras, pe-
[f quenos re#*tros murto 6dop e delicados^ bonquett de tlcres de porceiaaa, jarros preprios
para gabinetes e samaarios, oadros pramptos para collaear-se vistas, molduras douradns
para quadros, eampas finas de paysaoenp, cidades, figuras e de santos, vidros para cas-
morama, malas, sacees e bolsas de viagens, esporas, chicott-s, bengalas, ocuIob. lonetas o
f pensioez de praia doorados, grvalas pretas e de-cores, abotoaduras de rollete e de pnnhos.
' cMllriAa* pant netas, ihfsounnba e carneles nos, pentes, escovas, ponteira deespuma ;
para charutos o para cigarros, jotos de daniin. rodetes, bagatelas e oatros differenles, *e-
neziana modeffias wuito roaseniente para perlas e janellas, cosmoramas, laneernas raafri-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards,
pravas e passems de Pars, photographias e caisinlias mgicas, reverberos paTa candielros,
tapetes de vrdrilho e de la-e edres para ps de lanternas. realejos grandes e peqneno?,
Barmeaicos, acerdions da todos os lmannos, bureos de vimes para crncas, sapatinbes o
toacas de la, carriaUos de 3 < i rodas m*tn elegaates para conddrir crtancBs passeio ; e
outras nittas quinaulbarias de pliauasia, francezas e allemaes, precos multo em cunta.
Para este artigo nao ha espaco era tempo para a masante leitora da infinidade de
geoeros de brinqueilos fabricados em diversos parees da Europa.
CANDIDO ALBEKTO.SDR"DA MOTTA C.
com escripioriii < armexem de gneros di' estiva
travessa da Madre de Dons ti. i%, tora para vAider
a segn nte em conserva optiiuameM pro( arada
em i'aris :
Enviuus ^Pciiln foh),
I'iijXo vnnoE (Hoi-icott rtrnV.
Dn>o fm g\\o (UhH fligeoHetiJ.
EsFAftCHS (tpero'$).
Mi;kllais'i:a Bf. [.koumks (Macedoweegamtb).
Sesoras {CnroUes),
ToMAtw Tv/wtes).
Cuivkdk t Au;w:iit*itA- 1 Font ',mtiehaiUs).
Esm.xafhfs {Efunards)
Coumellos Champi'jiwns).
Crpes).
Pastios com TncFKAS (Pts truffs).
SEM VBDMHS ( t tat trtiflfs).
Atlm com azkitb {Ten a Ckuile).
TavrFAS simples (Trufas au natvrtl).
Sai'.oi.vha km TMUTEs (aidiHe etc.)
Gacautiba com mi fkas (Gnlantins mee imffet).
Fra.ngo (Poulel).
Pombi) cm Envu-iiAS (Phjco avec jw (Iallimiolas (H: Perdiz com azeito.nas tPerdir ateeoUce.
AMADA t 'oftf}.
ADoniKBA. .illOHtlte).
Looormz iGaiUe).
Lamphea (iMmproie).
PlC-XOO (Avttouiltet'e* >.i
Sm.vicha (Smctmim m
Cabne OOKMii ih'rinrandeau (I.)
Rec*ebeu-se mais
Um conijileto e variado sortimento de pipis
pintados doirados de dillerentes qualidade B es-
qowitos et*ntioe, proprios para forro e guarnio
de salas, oalinetes, <'s-ri|ii.rio, etc. Na romess
I desse artea-cti tem hsvidij u niaior gusto e capri-
cho da parte do noo corrpspoSdente de Pars.
C.m una h'dica ejiurptssik) sobre ensb'da
fabri.-a vendemos e^te pauel, poia desejatBcis'ler
elfectivauwati nra depjsit^ desja especiaUdade.
No armazem do Candido AUvrto g.dr da Molla 4
C, traversa da Madre de Deu n. (i.
Fumo e papel
Complete sortimentii defamo, tanto para cigar-
ros como para Matulos, viadn do ltt> de Janeiro, |
Baiia e_Bio tirando du bul. Papel de seda, iintio
e algodao, de (liflereites (jualidailts, pripiius pra
o fabrico de cigarros. Vfhde-se constantemente
no armazem de Candido Atoerto Sodr^ da Motta
4 C : tramssa da .Madre de Deus n. 14.
DO DSTIN JO
Corpo patritico de laraceiros
O BAZAR DA MODA ion receb'do ullima-
mente ora grande e especial sortimento de
lodos os objeetos proprios para este fim
como iejam r
PARA SENIORAS
Gases flnrentioas de" liodas cores, o co-
vado UOO, e outras muitas fdzeodas pro-
prias, e de bom osto.
A8 mais ricas sabidas de baile a 4Qf> e
150000.
Os rilis beMos fi elegantes bouraus de
grande \idde a t6*)00;
Maates de la o seda em ponto de ma-
Iha, e mnitos adornos da moda, de 60 a
150000.
Delicadissimos sintos de fil com lindos
enlejas de bellissima phantasia a 80OO().
GolBntias o-pannos de grande varie-
dade.
Ooroinhos de carrrbraia, enfeitados de 65
a 155000.
Luvas de pellica muito fresca, grande sor-
timento, e mbitos outros artigos proprio
ao Gm. tanto em tondas como em miude-
/xs e perfumaras.
PARAOAVALHEIROS
Gravatas brancas, no que ba de melbor,
com laco e para dar litro.
Camisas de inh j'muito finas, simplemen-
te bordadas de moit gosts a 74500,
Collarinhos bordados e lizoe.
Lavas fresqo.issiraas e grande sortimento,
tudo se vende o mais commodo possi-
wf.
Jos deS>}u:o Soares&C.
Fai'inli i de Jag
liu.-i4a Ppa, irawea se superior tajtnha de mandioca era saeqos grau-
d-. a prers d6200 e 65300 para acabar.
iram luz
A ras em contradaw(;a.
LiuiU iguadrilha para piano por Colas nlhp,
Flor da Boa- vista, v>Is: ; a vtdda no grande ar-
mazem d<- p-anos b e msicas de Azevedo, ra
Nova n. 14, li >je roa do Bario da Victoria,
N. B. Roga-se aos Srs. assignanies de m mia-
ran buscar as pecas de suas assignatura*.
Uliinw* publicaM da imprensa naional
de msica.
N. I, Piano. Annetta, polka brilhante, por L
Smoltz, 2^000.
y. 1 Piano. Minerva, polka brilhante, por Colas
Fillio.li.
N. 3. Piano. Chico Diabo, polka brilhante, por
...,6 N. (L Pla. I'ma lagrima, Mazurka, por Ma-
tlleeP. Kflteai, tlT.
8. o. Piano. Mor te de Lopes, polka marcial, por
Ite. 1 u
y *P*
N. C. Piano, La Grande Duchess, polka por Lu-
cieri'LbmBert, 15-
N. 7. Piano. Carmen, Aila, La Plsyera, 3 pol-
kas dos cavallinlms, 44.
li, 8. Piano. Le Souvenir, valse de galn, por
E. Caaalhore, .1*.
N. 9. Piano. Santinha, Maroca, i valsas dos ca-
vallinbos. I000.
N. j. Pfeor. Cliant D'Oiseaux, polkaf por E.
CasaluorajS,.
N. II. l'iaim. A flr da Doa-vista, valsa, por
Jos. Coepio da S. A.. 42.
N. 42. Lagrimas d'Aurora, Mazorka, por J. J.
p., la
K. 43. A estrada de ferro, quadrilh.a, por lien-
rique Aiberiatzi, 4*.
N. t. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, km' fiennaro Arnaurt, 44.
N. 15. Canto. Marta Aria, para M. S. M' aqqari
lolt' amor, de Flotow.
N. 46. A roas em coniradanca, quadrilha, por
Colas jFilKo,

. JC
O deno deste stabetocimenio pode ao publico em pvrM que continu a visita-k
i verifieano as qualidades. e o presos baratos Je ditos obj.ic:> por serem vindus em di- ]H
rettara e de canta propria. (W
um % BOVVIA^
EBCEBHEIKO
Com fund pao
RA DO BRUM 52
Passartdo o ohafariz.
Gbma a atiendo dos Srs. de engeobo para seus acreditados macbioismos e
oom especiaiidade para seue vapores que anda ama vez tem melborado.
Os vapores fornecklos por elle e j funecionando Ihe bio de fazer melbor apre-
cia?ao do que qnalquer dito proprio.
Deseja tambern mencionar que tem feito urna reduefio em seus presos; e que
tem prompto toda a especie de macbtuisrno e outros objectos para a agricultura.
Especialidades.
Contiauam a arhar-se a venda na ra DiroSla
bot>ea n. 88, os mu conheeidos e aerediuidos re-
iredk di veiaine, e antros diversos meticamen-
t<>* ifitos biii aris, Lom cotno os xaropes 4e o-,
deisa de Bertbe, de rbano ioitado, de iodurote de
ferro de'Blascard ea pirulas do mesmo. peitorl
de ereja, fs de Roc, depurativo de ChaWe,
difeitat do Lafeellocy, pituias ou eonfejtos de bis-
mutbo do Cnevher, e otiiroa modicamenios ouja
prociencia qnando esnpregados as doeaeas das
vias irespiratrias as dores rlieumatieas, na
amareilidio, na faha completa on irregularidade
ile measiroo, ns diarrhas, doeneas do coraaio
o do eftomago, tem tido e iuc(testavel, en
vista dos benficos remuilados das experimentabas
ou uo qno diversas pessoas deUes' tesm feito, as-
sint eoM das pilulas dernmnada* brnvinas m-
comparaveis em sua efficacia nos aeommetlimeo-
los fobris ou sez-Ses ; eustiudo tarabnm na mesma
casa, alera de sufficienle quattiidac de drogas.
Joaquim Rodrigues Ta- *
de Helio, %
vares
TEM PARA VENUER
^ oto seu eacrmtorio, praca do Corpo Sacio
0 Fumo em folha
j& de 4- e 2* qualidade, e vende uus u. mais M
S fardos a vontade dos compradores. X
Cal ^ ultima chegada.
g otaesadaRussia.
Farlnha de mandioca.
S Vinho Bonleaux.
* de Ia qualidade. Tudo d vende mais W
^ barato do que em ontra. qoalquer parte. nra nao pequeo sortimento de tintas, oleo de 11-
nbaca e Vmc.s, ue se vendem por nos do que! ?U'8 1uart08- ^ c0?in,u' coihsira
em utra parte. I -^'a luartos para pretos, taaques, fcua agua de be
Vendt-se na grande sitio perto da praca e da
via-ierreado Apipucos, com grande casa, kmdo i
estxiha-
L/kGfiDUS PARA CALGAAS. "" '
Veadcrn Joo aV> Reg Lima & Fill : ra
do Apollo . i.
ber, moito fresco, bem arborisado, e grande terre-
no para plantaooes, teado mais iodependente orna
pequea casa com comnwdos : a tratar na ra a
Cafleia n. 40, 2* andar, das 10 Loras as 3 da. Urde.
Pot, sa nova da Russia a 200 rs. a libra.
Cal de Lisboa.
Cerk era- velas.
Dita em.grume.
Yin 10 do Porto superior engarrafado.
Dito de dito bom dem.
Dito mos:atc de diversas marcas dem.
Dit.i liui i Paimella superior dem.
Dito dito Vermoeira dem.
Dito dito lavradio idem.
Dito braceo Carcavellos dem.
Dito dte BaceJlos idem.
(klfciras de ferro fundido para engenhos.
No kscriptorio de Oliveira Filies & C. ao largo
do Corpo Santo n. 19.
^ofp
nfe
Vend-se un sobrado com couircodos part
numorosa tamil, muilo frescc, cnSos preprios, e
s vista se poder dar o valor, em OHnda, ra
dos Quatro t^n'os n. 4i : a traur no mesmo a
quatqser hora.
= Vedde-se a taberna do largo do Carmo n
43 !i\ re e desembarazada, e muilo bem afregue-
zada para atorra e nulo, toma-se reeommeodave
pelo cpmmodo e local, e tem poncoa fundos : a
tratar] no mosmo.____________________________
OEficina de alfaiate
NA
ILOJA FLOR DA BOA-VISTA
DE
Patrio F. de M. Gniniares.
Nesla officina se mandara fazer roupas feitas por
medida, tendo nra completo sortimento de fazen-
das propinas mesma, assim como nm perito mos-
tr. em ouira qualquer parle : na ra da Imperatriz
n. 48 ^unto a pa'lana franceza.________________
Cal nova de Lisboa.
Chepadn reoentemente no vapor GloicUor, tero
para Hender Joaqukn Jos Goncalves lieltrao, no
seu escriptorio, ra do Commercio n. 17.
Rival &em segundo
RIJA MMWJBBU C*XtA IV. 4
(AHtiga rae i (toeii&ado)
Contna s ludo muito bom e
muito barato
Libras de areia prela muito boo. i'20
Tesoares finas para nabas e costu-
ra . ... 500
Papis de aguibas francezas a ba-
Fao a......... *0
Caixas eom seis saboneles de fruta I JCGO
Libras de la part bordar e todas
as cores a....... GffOOu
Carriteis de lian Alexaudre a. 100
Frascos com azeitc para macbints 30'
Grvalas..de enres un\\* linas a 800
Crozas nissimos a....... 50o
Novelo de linlta de 500 jai das a. 00
Caixas.cora 100 envelopcs muilo
superiores a...... <0>
Pentes wolteados para meninas a. 24o
Tinteitos com tola pela a80rs. e 100
Pocas de fita elstica mudo fina a 200
Lata cun superior baoba a J00 e. 200
Frascos de oleo Fhiloconio moito
uno a......... 500
Frascos de maea?pei)l.i a. 240
Frascos de extracto fui iio b nitos a 500
Duzia do saboneles nnilo linos a. 720
Sabonetes iuRlezcs a iiOO ts. e. 14.200
Frasco com agua erorcpia Pivera 500
Dito de oleo abuza a..... MO
Caixas de lamparin.s a. ... 40
Sabonetes a forma menino muilo
superiores a....... 240
Lartilbas da don trina fazenda nova a 400
Libras de liaba surtidas de todos js
nmeros a. ..... I4S00
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz prelo, com 2
oitavas a. .,...... 640
Agulbeiro de osso enfeilados a, 240
Libra de linha frtnceza superior
qualidade a....... 21400
Caixas de ualito do ga/. a. 20
a uva mm
A ra do Duque de Caxias n 21.
(AMIGA RHA DO QUEIMABG)
Reeeli.'ii -:-?uiiite :
F-i'-t'.i.- aiin.l;s.dBrados. moldes bonitos.
C.i'i ir;,-, i!i ii. -ras e porteigarros de mota
I--S.
pan i*, simples e mau'Muai
Boas ixa> v.i- ,.j/.'i losiu/a com suaecm^-
\en\ al
ecad.is i-ail., de n-.ufm com o bceat da
prata.
M'di nr- 11i.:!.: .1. obresabino en-
tre eiies (i- i.i.....-1 'lerraj l>i*H
Constada tui ...;- ii ou..- pavetase hora
espelbo.
Pon JjouquLi. o que de n cilior ktu appare-
cido.
Port relogios ile invitas Rons talheres para cnaiii,,a>.
Vostuarios, chapozinhos, toucas, sapatos e meiai
para baptisados.
Toa mas e fronha* rfe labtriniho.
Chapeos echapelinasparawntittia, moldes novo
e bonitos.
Oiapozinhos gorros e bunets para meninos
meninas.
Centra as couvq1s5s 'a
criancas
Vende-se os verdadeiros c(-lkre* na Nova Espe-
ranea, ra do Daqiie de Caxias n. 21.
' PARA TINGM CARELU>S"
para puedas ou castanlios, rocel>eu. a Nova Espe-
ranea a verdadetra tinta inelo/a.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, lem a Nova Espcranea o vcrdafirt
leile de rosa brancas.
AGUA DE FLOR DE I.ARANJA.
Vcnde-se na Nova Esperauea, ra do Duque da
Casias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR.SE DOLOS
receben-os muito lindos a Nova Esperanza, ra
do Duque de Caxias o. 21.
PARA AMAC1AR E AFORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca es sabonetes de pos de
arroz._________________________________
Cal nova de Lisboa
A 50000 o barril.
Na rna do Rrom n. 80.
Attenqo
Vende-se urna canoa j velha de carregar lij-
los : a tratar na ra Direita n. 101.
i
TA GERAL
i
.
DOS PREMIOS DA P.WtTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 946, A RENEUCIO DA NOVA ICREJA DE NOSSA SENHORA DA PENH1A DESTA CIDADE, EXTRAHIDA EM 17 DE SETEMBRO DE 1870.
6J
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6*



r
8
de Pernambuco Segunda feira 19 de Setenibro de 18
"TA
ASSEMBLEA GERAL
2p
C

*-M
\
CMARA DOS DEPTADOS.
DISPUSO DO SR. DEPCTADO ANTONIO JOAQl'IU
BE MORAES SILVA SOBRE A RErOlUIA IV-
DICIAUIA.
(ConelusSo).
2 0aando o recurso oa seu piwi-
ment n3o f|r a presentado nos prazos
arto. 76 e 77 da lai de 3 de dez.mbro de
1841 ficarsein efleilo.
A cmara sabe que o art. 76 da lei * .1
de dezembro marca o prazo de cinco d as
para ser apresentado o recurso na instancia
saperior, e o art. 77 marca igual prazo para
ser apresentado o provimento oa instancia
inferior ;mas estas rtisposicoes teem a sua
razo de ser e a seguinte. Como o re-
curso corre em urna peca separada, consti-
tu uro. processo distincto, e anda pelas
m5os do ecorrente, este tendo conseguido
com a interposirSo do recorso a Mapsnaio
do processo, poderia apresenta-lo na ins-
tancia superior quando bem Ihe parecesse,
e o mesmo faria com o provimento. segun-
d> !he convssp.
Mas, se o recurso corre nos proprios au-
tos como dispe o $ Io, se o escrivn res-
pectivo qnem deve azer a rem*-ssa dos
autos para o tribunal superior, e do trio
nal superior o respectivo e*criv3 < dqvgri
devolv los para o inferior, porque se ha de
marcar lempo o impr pena ao recorreute?
O que pode fazer o recorrente ? Ha de obri-
gar o escrivao a levar os autos, se este por
ventura recusar faz-lo ?
Parece-me que. se se devesse estabelecer
alguma pena, seria para o escrivao. e nao
para a parte.
O Si. Alexcar Araripe :As commissoes
esto concordes em supprimir este para-
grapho.
O Sr. Mobaes Silva :Felizmente. Pa-
rece-me, pois, que segurado os recursos de
pronuncia nos proprios autos, nao podem
ter applicacSo os arts. 76 e 77 da lei de 3
de dezembro.
No 4o do mesmo artigo se diz :
Subsiste a appellacao do Io do art.
79 da lei de 3 de dezembro de 1841 so-
mente nos crimes inaffiancaveis.
At aqu estamos de accordo : ... se a
decisSo do jury nao for tomada por unani-
midade de votos, Nesta parte discorda-
mos.
Primeramente observo que ba urna nota-
vel omiss3o nesta restriefao. Pois as Ilus-
tradas commissoes, que procuram dar tan-
tas garantas liberdade individual, como
ressombra de- todas as disposices desle
projecto, querero porventura negar ao juiz
de direito a faculdade de n3o se conformar
com a santenca condemnatoria, quando esta
for injusti, e estiver no caso em que o art.
7!) Io da lei de 3 de dezembro d a ap-
pellacao ex-offkio? Eu enlendo, Sr. presi-
dente, que as commissoes naturalmente
quizerara referir se senteoca absolutoria,
porque o contrario nao teria justificaco ra-
zoavel.
OSi Ai.encar Araripe :N3o, trata de
ambos: o principio que guin a commisso
nao s para um. como para oulra caso, foi
a uiianiiDidr.de do jury.
O Sr. Moraes Silva:Ea sinta.Sr. pre
(idate, nfio poder ligar unanimidade as
dedsoaa do jury a mesma importancia que
ligaram as nobres commissoes, e que ligam
os afines. O jury entre nos n3o est an-
da constituido de manaira que nos possa
inspirar tamanha conflanca. A OQanimidade
no jury inglez exprime alguma cousa, que
anda n3o pode exprimir entre nos. A edu-
car > moral e religiosa daqnelle povo, seus
hrtilos, seus cosiumes, seu respeito lei.
qoe par eilecomo um dogma, dao s
deais&a do seu jury de sentenca urna certa
f-irca, imprimem-lhes um certo carcter de
verdade c de justica, que ainda nos falta.
Se nos paizes mais adiantados em chi-
sacie do que nos ainda as decises do jury
.'..< in.spiram plena confianca, e ainda ba
juaitis decisdas 'justas; se mesmo ba pou-
cos meze*. comj publicarara os jornaes, fo-
tuB absolvios todos os conspiradores de
M'lo, em cujo poder se haviam encontrado
armas, bombas, cartuxos e plvora, o que
devemos nos esperar do nosso jury?
Senhores, urna deciso unnime entre nos
pode ser injusta. Quando s influencias de
urna localidade por urna proteceo indebita
podem arrancar ao jury urna deciso injus-
ta,' se na unanimidade consistir a plena sal-
vaco ao seu protegido, ellas podero fcil-
mente obte-la empregando os seus recursos
e at os proprios jurados inleressados na
absolvicio exercero sobre os poucos dissi-
dentes urna certa press3o e coH;eguir3o sem
FOLHETIM
k VIVA DEPOls DI MORIJ
POR
Xavier de Montpin.

PlHTE segi voa.
O HORSCOPO
(Conlinuaco do n. 210;.
XXYIII
l oatiniia o drama.
Mal que o senhor de Rabn sabio do
quarto da condessa, disse a bruxa para
Marnela, indicando o gabinete :
Yai para alii de sentinella, e se acaso
o senbor conde voltar de repente, trata de
nos avisar com o signal combinado.
Fique descansada, respondeu Marnela
c me voo por de atalaia, e escasa de
receiar qualqoer sorpresa.
Simoa abri depois a porta do toucador,
onde se mostrou o marquez, que estava
esperando s escondidas.
Vai ludo bem ? pergunto elle em
voz muito baixa.
Vai, responden Simoa ; o conde re-
tirou-se e a condessa est dormindo.
Mas ba de acordar, e se aqui me
visse.
Nao acordar, disse a bruxa inter-
rompendo-o ; disponbo d'aquelle somno
minba vontade.
Est certa d'isso ?
Ob 1 certissima 1 Tenbo o segredo
infallivel do mais seguro narctico ; um
tiro de peca disparado n'este quarto n3o se-
ria capaz de acordar a senhora condessa ;
n'ella s vive a alma ; o coipo est rasen -
vel, e nenhuma dr sentira, ainda que so-
bre elle pozessem um ferro em braza.
giande diluVoldadoa sua aonueocia, fazeo-
leiKir as i^disposices, inimizades e
>s com a sua
reluctancia.
Fui por esta razio, Sr. presidente, que
no projecto, que tive a bodra de offe/ecer
ca-a, e que tem o n. 15, assigoado por
mim e pelo meu Ilustrado collega deputado
pela Babia, estabelecemos que fosse posto
immediatamente em liberdade, nao aquelle
que fosse^bsorvido por unanimidade, mas
aque issa absolvido duas vezes em
um processo e pato mesmo crime.
O Su. Ai.u.ncar Araripe :Logo o no-
bre deputado d algum valor a unanimi-
dade.
O Su. Moraes Silva: N3odon nenbum;
dou, sim. muito valor s duas absolviees ;
porque, me parece que muito mais fcil
obter a unanimidade mpenhaodose de urna
vez todos os recursos possiveis, de que ob-
ter duas decisoes injustas era lempos diver-
sos e com juizes tambem diversos.
O Alencar Araript: : O potentado ob-
lea mais fcilmente duas decises absolu-
torias do que urna unnime.
OSr Moraes Silva:E' justamente o
qu c mtesto.
No 5o se diz :
A appellacSo do promotor pnblico ou
da parte offendida, por falta de forinolas
substanciies do processo do jury, n3o sus-
pende a .execfo da sentenga de absolvi-
cio e s produz o effeito da annoHacao do
processo no interesse da iei.
Sr. presidente, nao me parece justo o ois-
ptsto neste paragrapho. Enlendo que to-
das as vezes que se d So faltas de brmulas
substancias do processo ba nuHidades ; e
bavendo nullldades nodevem ellas ser sanc-
cronadas, porque, como correte em di-
reito. o que millo nao pode prouzir ef-
feito valido. Por esta raao estabelecemos
ao art. 4o do projecto aue tive a bonra de
ollerecer casa o seguate :
i A appeliac/i.) permitiida pelo art. 301
do cdigo do processo criminal, qpando
nao tiverem sido guardadas as trmulas
substanciaes do processo, nao teri effeito
suspensivo, sendo interposta de 2a sentenca
absolutoria etc.
Desla maneira o acensado solt, mas o
processo segu a sua mareta regular, at
que ebegne ao seu termo.
Diz-se que a deciso da appellacjio s
produz a annullac3o do processo no inte
ressj da lei : mas qual o interesse da lei'?
Eu pens, Sr. presideote, que o ialeresse
da le que se.ba nollidades e nao meras
irregularidades, o processo seja julgado
tullo, e neste caso seja de novo sabmetU
do ao conhecimento do jury para ser oo-
tra vez julgado.
OSr. Duque-Eseiuda Teixeira: E
Franca nao se trata desta appeliaco.
O Sr. Moiiaes e Silva :Governemos a
nossa casa como nos convem, sem que s
tenliunos em vista o que se passa nos pai-
zes estrangeiros; tambem a appellaQ3o con-
cedida ao juiz de direito quando n3o se
conformar com a decissSo do jury, urna
espeialidade instituida entre nos.
Em vista das consideraces adduzidas,
estabelecemos no art. 5." do mesmo pro-
jecto providencias, nao s para a citaco do
reo ausente, como para o seu julgameato,
nomeando-se- be um curador no caso dere-
velia.
Contra as disposicas consagradas no pro-
jecto qu offerecemos relativas cilacao e
julgamcnto do reo depois de sollo, talvez
se allegue qne ludo isto ser intil, porque
aquelle que aecusado de um crime grave,
s^ndo si Ito, procurar inutilizar qualquer
julgamento posterior ausentando se, e pas-
sando mesmo para o estrangeiro. Respon-
ponderei isso, Sr. presidente, primeiro,
que ncm todos poderao abandonar sua casa,
sua familia, seu paiz. e passar para o es-
rangeiro, ODde s. poder-se-h3o julgar
salvo da acejo da justica do paiz, deven-,
do notar-so qne essa expatralo forcada j
urna grave pena; e segundo, que, se c
desapparecimento do aecusado um incon-
veniente, maior inconveniente por certo
ser conservado preso. e soffrendo todos os
incommodos e horrores de urna prisao in-
justa aquella cuja innocencia foi duas vezes
proclamada pelo tribunal do jury, e que por
conseguinte tem em seu favor a presumpgo
de innocente.
No art. 12 se diz que os crimes dos arts.
257, 28 e 260 do cdigo penal serlo pu-
nidos com prisao simples por dous seis
mezes e mulla correspondente, etc. No
1. se diz que em igual pena incorrero os
culpados nos arts. 264 e 265 do mesmo c-
digo, etc.; e finalmente no | 2. se diz o
seguinte : Sestes crimes ter lugar a ac^o
da justica ooblica oor deot
De modo que o parlo...
Ha de vir durante o somno, que para
isso o provoquei expressamente.
Admiravel A senhora um genio !
Simoa sorrio-se desdenhosa, e proseguio
sem responder ao elogio do seu interlo-
cutor :
. Approxima-se o instante decisivo.
Alan Je para c o Lactancio ; d-lbe as suas
instrueces, e elle que espere no gabinete
do toueador. Em a crianca estando as
roaos d'elle, o mais nao me pertence.
Vou correndo, e antes de poucos
minutos estaremos ambos de volta.
Para que ba de o senhor vollar, tendo
cousa melhor que fazer ?
Saint Maixent fez um gesto de assom-
bro.
De certo, continuou Simoa. Depois
de dar as suas ordens Lactancio, enire
no corredor, e v ter com o conde aos
aposentos.
Que Ihe he.i de dizer ?
Pouco importa isso ; o essencial
obstar que elle c venha antes de o irem
chamar.
Assim farei.
Pois avese, que j che^ou a occa-
siao ; d'aqui poucos minutos est tudo
prompto.
A condessa tinha estremecido rodemente,
e contorcia-se como o sarment no lome.
0 marqOez foi-se.
A adevinha chegou-se ao leto e disse a
formosa Olympia, que empailidecera muito:
Vamos, senhora marqueza, preciso
ajudar me.
Ah I nnnea tal oasaria I balbuciou a
dama toda trmula, sem ter nem mesmo a
vulgar audacia do crime.
Pois ent3o mande para c a Marineta ;
iique no lugar d'ella, e nao semsxa d'alli
emquanto n3o ouvir atravz da porta a voz
do senbor de Saint-Maixent conversando
com seo primo. Conbeco o senhor'mar-
quez e estou certa de que saberia demorar!
de qoe as
iradas commissoes attenderam ao cla-
mor geral qoe se levanta por esses centros
contra a imptmidide do crime de furto, es-
pecialmente .de cavallos. (Apoiados.) Ordi-
nariamente suecede que um pobre hornera
qoe se furta o seo cavallo trata de pro
cura-lor e, apenas o acha, cuida de voltar
para sua casa, porque nem tem meios para
intentar um processo contra o roubador,
nem pode dimorar-se, perdendo os dias de
servio qoe com aais otilidade empregar*
em promover os meios de subsistencia para
sua familia. Dabi resulta a imponidade
constante de taes crimes.
Beconhecn qae este o pensamento das
Ilustradas commissries; mas dizendo-se no
I 2. simplesmente: testes crimes, esse
pensamento fea duvidoeo. Ha crimes men-
cionados no art. 12 os erimes mencionados
no 1. Dizeoflo, pe, o 2.": ^"
crimes, parece compretender smente os
crimes do 1.,. entretanto que devem ser
comprebeodido nao s os desse paragrapho
cono os do respectivo artigo, como se v
da expsito das nobres commissoes.
0 Sn. Alenca*Ararip:: Sem dovuda.
O Sr. Moraes- Silva : Mas preciso
tornar isto mais claro, porque a dama
.uestas materias sunca de mais.
Cbego agora, Sr. presidente, s attnbui-
icjoes civeis.
Da o art. 13 :
Aos jui/.es monicipaes eompete :
| !. O preparo de tobs os feitos qae
cabem ao juiz de direito jolgar.
Nao posso aceitr a idea d juia prepara-
dor, isto , de tiro, uiz que prepara proces-
sos para ootro julgar.
O Sb. Perdigao Malheiboc Apoiado.
O Sk. Moraes Sm.va : Se certos actos
do pn)cesso indiferente qm sejpm pratr-
cados pelo juiz que tem de julgar oa pelo
preparador ; em ooiros certameote o mesn
h3o snccerle.
O S. Theodoro pa Silva:- experi-
encia do cdigo .do processo o-prova.
& Su. Moraes S.va : Ainqoirico das
lestemuabas por esemplo. a prova mais
commora, mais constante nos processo*;
e-todas as pessoas que tem urna vea assis-
lido ioquiric5o d testemiinhasv. bio de
reconbecer comigo qae um depoiroento ou-
vido propria testemonba, na occasio em
ojie depe, muitas vezes ama cousa bem
di vera do dep*jimeolo escripto. (Apoiados.)
Na verdade, quaodo temos um depoimen-
to e observamos qoe a lestemuolia refere
os faetos de urna maneira verosmil, com
orden, e dando as razoes de sua sciencia,
ludo nos leva a cper que aqpillo que a tes-
temunba depe verdade; mas se assistis-
simoe esse mesmo depoim^nto na occa-
si3o em que a testemunha o-proferio, se no
tassewos a animosidade qae ella mostrava
contra urna pane e o interessd qoe manifes-
tava pela outra...
O Sa. Perdigo Malhe:o>:E muitas
veies estodando a parase.
O Sr. Moraes Silva : ... nos conven
cenamos de que aqnillo era oro. recado es
tndado ; qoe a testemunha nao estava de-
pondo a verdade, e conseguiotemente nao
Ihe prestaramos o menor crdito.
Senbores, porque se ha de privar ao juta
julgador destas impresses, qoe s pdem
ser apreciadas fpor quem. as experimenta,
por auem asrste ao depoimento?
0 Sr. Perdigo Maliieiro: E a lei re-
commenda que se tenba era moila atteneSo.
O Sr. Moraes Silva : N3o se diga, qoe
nos processos sugeitos ao jury por exemplo,
os depoimentos das testemanbas foram pro-
dazdos na formaco da colpa, e qne quem
vai julgar n3o assistio elles; assim como
que nos tribtinaes soperiores se julga sobre
depoimentos escriptos, sobre depoimentos
j produzidos.
Estas consideraces meu ver ao tem
a mais pequea importancia. No jury as
testemunhas podem ser inquiridas de novo;
se elle as nao faz inquirir por que o n3o
quer; alm disso, na sentenca de pronun-
cia, ou as razoes dadas sobre o recurso
quasi que j esto manifestadas as impres-
ses que recebeu o juiz na occasiio em que
depuzeram as testemunhas. Qaanto aoque
suecede nos tribnnaes superiores, isso tam-
bem n3o tem valor algum, porque nao era
possivel qae se repetissem all todos os
termas do processo...
O Sr. Perdigo Malheiro : E o julga-
mento collectivo.
O Sr. Moraes Silva:... e o julga-
mento collecuvo, como mui bem diz o
nobre deputado.
Entendo, portanto, que contra os inte-
resses da justica que um juiz prepare pro-
o senbor conde, se elle tentasse voltar antes
de tempo.
A formosa Olympia n3o espern que Ih'o
repetissem, e Marineta veio para ao p de
Simca.
Deixemos agora as duas mulberescom
prirem a sua horrorosa tarefa.
Saint-Maixent desceu rpidamente a es-
cada e encontrou Lactancio assentado no ul-
timo degro, com a cabeca encostada entre
as duas maos e os cotovellos firmados nos
joelbos, mesmo ao p da porta que dava
para o jardim.
Est dormindo ? pergoatoa o fidalgo.
NIo, senhor marqaez, eston pensan-
do, disse o mordomo 'levantando se.
E pode saber-se em qae ?
Estoa pensando qne o senhor mar-
qnez e eu vamos commetter ama acejio de-
stavel, atraicoando ambos um bom pareo-
te e um bom amo.
Basta de mqral,, senhor mordomo,
disse o marquez desdenhosamente. Sabe
muito bem que nunca ama ac;3o m
quando se colbe d'ella muito dinbeiro.
O senhor marqaez pode com raz3o
fallar assim ; que n'este negocio ganba tal-
vez seis milbes, redarguio Lactancio; mas
mim, pobre diabo, que sou o mais arris-
cado e compromettido, parece-me decidida-
mente que as vinte cinco mil r offerecidas
pelo senhor marquez, e garantidas pela
senhora de Chavigny, n3o retribaem de
modo algum o servico qae me exigem.
Qaer entSo regatear ?
O senhor marqaez pode dar o aptae
que quizer ao que eu faco ; nao ousarei
contradize-lo, porque de mais a mais trata-
se de combinarmos um prego.
Pois bem, dar-se-lhe-b3o trnta mil
' ; est contente ?
Lactancio cabeceou negativamente.
Qae isso, patife t continuou Saint-
Maixent muito zangado : ter a popxa ror-
gonba de pedir ainda mais ?
promotor cesto para ootro julgar, e especia I roerte
qae. uira lesteromibas em feitos
'tro tem de proferir sentenca.
O 8a. Perdigo Malheiro :feso evi-
dente
O Sr: Moraes Silva :Passarei agora ao
art. 19 $ y, que diz o segainte: Ser
permitalo s partes foliar ao distribaidor
o labellio que preferem para fazer a es
criptara, sem qoe por isso baja compensa!
l?3o na mesma distribuirSo.
Sr. presidente, fazendo a devida jostica,
prestando a justa homenage s Ilustradas
commissoes, devo pensar qoe essa dispo-
sicao foi um lapso de penna escapo em um
instante de desattencSo, pois que desde o
momento que ao parles podem indicar ao
distribuidor o tabeHiao qae preferem, tem
cessado, tem desapparecido dietribnif3o,
a qoal tem por Bm1 dividir e partilhar com
a igualdade poss+vel todas as escripturas
que se boaverem de celebrar.
Ee ectendo. Sr. presideote, que nao deve
haver dislrboic3o para o tabelliSes, assim
como b3o ba para ee juizes nos lugares on-
de ha mais de om r desta sorte ao menos
se acabar com a constante immoralidad*
que se hierva. Aiad* neobom individuo,
tendo de celebrar unta escriptora, deiaoa de
conseguir a nomeago do tabelliSo que de-
sejava, hwendo para- isso empregado 0$
meios neeessarios...
Uma Vee,-Isso vefdade.
O Sr. Moraes Silva::. pois, quando
porventura encontr reluctancia ou difficul-
dade da parle do distribuidor na nomeaeSo
do tbelliao- qoe pretende, ba um meio
muito fcil de a conseguir, e - o seguinte 1
Soppuobamo que extem tres tabellies,
A, B e C, e que um inividao quer que- a
sua escriptora seja distribu 1a ao labelliao
C: sendo as distribuicoes feitas segando ai
notas que as partes apreseniamv aquelle qst
pretnde o tabello C Caz apresentar ao
distribuidor duas notas de-contratos imag-
narios, que sao distribuidos aos labellie^
A e B; para o contrato real fioa necessaria
mente o tabeiliSo &. Acabemosr pois, con)
semetbante inamoralidade. 'Apoiados).
Alina I direi ainda algunas pahavras sobre
o i 4* do mesmo artigo. Diz eile qae :
Ogoverno. no regulamenio qoo dr par^
a execugao da presente \o'\ far consolidar
todas as dispoei^es egislativas e regola-i
mentares coneernentes ao-procasso civil e
criminal. *
Sr. presidente, entendo que as commis-
soes quizerara diaer que o goxeroo devia
reunir e formar- um corpo de todas as dis-
posices legislativas e regulamentares con-
eernentes ao processo civit e criminal.
Ora, formar um corpo ou consolidar so-
mente o qae ba a respeito du processo cri-
minal, isto , o-cdigo do processo. o re-
glamento de 34 de Janeiro de 1842 e o
mais qoe anda esparso pela nossa legisla
q3o, j seria om trabalbe extraordinario,
que ira por muito tempo ebstar e embara -
.car a execucaode reforma indiciara. Mas
se a isto juotar-se o que relativo ao pro-
cesso civil, formando tudo om s regnlaf
meuto, ento ser um roonstro impossivel
de realisar-se. Alm disso,. como curar-se
j do processo civil, quaado amda n3o tat-
uaos um cdigo civil ? O qae e concernentr
ao processo, praxe deve ser posterior.
O Sr. Perdigo Maliieiro d um aparte.
O Sr. Moraes Silva :.Sr. presidente,
tenho concluido as observaces qne tinha a
faaer acerca de alguns artigos da reforma
judiciaria qpe se discate; tenbo abusado
por mais tempo do que pretenda da pa-
ciencia dos meus ilustrados collegas (mui-
to s nao apoiados), mas peco ainda licenca
cmara para fazer uma breve considerado.
Senhores, nao nos Iludamos; n3o acre-
ditemos que por termos uma boa reforma
judiciaria, por termos ama reforma indicia-
ra mesmo perfeita, teremos necessanamen-
te uma boa adminstracao da justica (apoia-
dos), teremos conseguido o sic itur ad ostra
de Virgilio, n3o; que importa que nos te-
unamos boas leis, que tenhamos as mellio-
res leis do mundo, se porventura ellas nao
forem executadas, se nSo forem observadas
(apoiados), se, pelo contrario, forem con-
culcadas pelo patronato,' pela corrupto e
pela peita? (Apoiados). Quid kijes sirte
moribus vanct proficiunt ?
O Sr. Perdigo Malheiro:Nao ha boa
lei sem boa execucSo.
0 Sr. Moraes Silva :Senbores, mis-
tar que o governo preste a maior altencjo
nomeaco e escolba dos juizes, ao pes-
soal da magistratura.
Nesta nobre e respeitavel classe, onde te
nho a fortuna de contar alguns amigos, <
onde, em verdade, se encontrara dignos maj-
gistrados, verdadeiros typos de illnstrao,
de probidade e honradez, tambem se en-
co>irm) ..7,1.io ^cep'
a vergitnh, o opp qae
profirtam a saotidade do seu ministerio,
qae aviltam a toga que envergara, que cons-
pocram e poloemascadeiras queoecupam f
Releva, pois, qoe qnem pode procure remo-
ver lio graves maleo; a justica o reclama,
e o interesse pnWico o exige. Tenho con-
fluido.
Vozes-:Muito bem! Muito bem !
LTITERATMA.
E' verdade, senbor marquez ; muito
me peza, mas terei essa pouca vergonna.
E quanto pede ?...
Gincoenta mil C?. Trago aqui uma
letra em forma, qae o senbor marquez ter
a bondde de assignar quanto antes. Como
homem prevenido, posso offerecer-lhe penn
e tinteiro.
Cincoenta mil ' bradou Saint-Mai
xent.
Nem menos om real.
Perdea ojuizo ?
Antes, pelo contrario, nunca o tive
em tao bom estado como agora. A letr
est redigida na devida forma, e peco hu
mildemenie ao senhor marquez que se dig-
ne de assignar.
Dizeodo estas palavras, offerecia Saint'
Maixent uma penna, apontando com o dedo
um sitio em branco por baixo de algumas
liabas tragadas em grossos caracteres.
Nem pensar n'isso bom I bradoa o
marqaez. repellindoo papel. N3o son ho
raem qoe se deixe impr condices. N3o
assignarei por modo algum.
Lactancio gaardou na algibeira o papel,
a peana e o tinteiro, volvendo :
Pois Unto melhor. A perspectiva!
da forca tem para mim poucas attracces.
Prefiro dormir tranquillamente, a possuir
mais alguns dobres. Senbor marquez, doo-
Ine humildemente as boas noutes.
E o mordomo qaiz relirar-se.
Aoode vai ? pergantou-lhe Saint-Mai-i
xent.
Vou-me deitar, senhor marqaez.
Quer dizer qae me desampara ? Re-
cusa obedecer-me ?
0 senhor marqaez ha de sempre en-
contrarme disposto a obedecer s suas or-
dens ; mas nio me convra a faina d'esta
noute.
NSo. se lembra que o posso deitar a
perder ? ponderan Saint-Maixent mordendo
os labios ponto de fazer sangue.
DISCURSO DO'Sn.'DR. FRANCISCO LUIZ CORREA
DE OLIVEIIVA ANDRADE, POR OCCASIO DA
FESTA ANIWVCRSARI DO GAMftKTB l'ORTO-
GUEZ DE LBITORA, A 21 DE AGOSTO DL-
TIMO.
Permitti, senbores, qne o mais obscuro
(Teir vos, tome parle nesta apparatosa e
brilhante festa da fnlellgencia, fallando-vos
da mais grandiosa e sublime de suas con
cepcoes da existencia de Deus ; do
reconbecimento do Ser mfinilo e absoluto
pelo ser relativo e contingente : o mais po-
tente acto do pesapjeiu> buinano ; e a
prova mais patente- da mesma existencia de
Deus.
Epara istqonvido-vos transportar-vos
comigo pelo Tleiisamento e por momentos
ao seode grandes e-profundas solldoes, ao
fundo de vastas e emmaranhadas florestas,
ao meio de planicies mmensas cortadas de
ros sem nome, ao cimo das betas colimas,
d'onde se escapam innmeros ribirinhos.
em formosas cascalmhas, ao p de g gantes-
cas e escarpadas monlanbas, d'onde se des-
pr-nbam.kopeiuosas torrentes em formido
losas catadnpas. Prestemos altencSo ; es-
cutemos,. meus senhores!!! O que ouvi-
mos ?
De tudo se eleva orna voz composta de
mil outras- vozes: da voz da brisa, qoe
cicia por entre a reiva ; da voz dos ventos,
que sibillam por .obre as arvores ; da voa
das fontesy qoe manam gota gota das col-
linas ; da voz de caudalosos ros, que se
precpitara, dessas monlanbas ; da voz da
tempestad*, que ruge no espaco ; da voz do
raio, que despedaca as navens; da voz do
trovo, que nbomba pilos-ares; da voz de
innmeras mu.tidoes de seres vivos, que
pu'.ulam no seio do universo!!!
E o que diz essa voz indistincta por com-
plexa e para nos confusa por indistincta e
complexa ; e porm magestosa por solemne
e cheia de misteriosas e vagas emocSes T
0 que diz essa voz qne a voz da natnre-
za ? Diz : Iteus o que . Oque diz essa
vez que sendo a voz da natureza que o
meio, a forma pela qual Deus se raaoi-
festa, a voa do mesmo &eos ? Diz: Eu
son o que sou.. 1
Echo solemne e mysterioso de mondo
visivel e innisivelda oatureza e de Deus
essa voz agita todas as facilidades do ho-
mem ; essa voz desperta novas e verdad ei-
ras ideas, novas e verdaderas crenijas ; essa
voz arraiga em sua inteligencia a verdadei-
ra idea de Deus: e esta dea adormecida,
ou mystificada ale ento, patenla-lhe a rea-
lidade de tudo.
Assim, pois, meus senbores, a lingoagem
dos seres animados, o grito- dos seres op-
gamcos, o som dos seres inanimados e in-
orgnicos nao fajem mais que articular,
proclamar e replir cada instante e sem
cessar que Deus o que ; que Deas
existi sempre, existe como universo e nao
poder jamis, nunca deixar de existir.
Essa vos solemne e magestosa, esse grito
pathelico e instinclivo, esse som unisono e
mysterioso, que desde o principio dostem-
pos at boje, de seculo seculo, de anno
anno-, de eslacSo estaco, de mez mez,
de crepsculo crepsculo, durante as t-
tricas e glaciaes trovas da noite e os radian-
tes e abrasadores clarees do da, de tndo
irrompem e se elevam impetuosa, esponta-
nea e involuntariamente ao.dizem outra
cousa.
Dizem-no o ramulhar da aragem, o silvo
dos ventos, o murmurio dos regatos, o
caudaloso curso dos ros, o estrepito das
cscalas, o rugido das tempestades, o bra-
mido dos furaces, o pestanejar dos relm-
pagos, o estampido dos trovoes, o mltiplo
vasear de todos os entes da creaco.
Di-lo em continuo sorriso o azul do fir-
mamento, a verdura dos campos, o perfu-
me das flores dos prados, a frescura das
aguas; e os vulces com suas lavas, o raio
que rpido deixa ver o seu azulado clar3o,
os cometas e planetas em seus movimentos
de rotac3o e translac3o diario, aono oa se-
cular, e pela sua p sico no espaco forman-
do constelaces, nao fazem mais que escre-
ver o seu nome em lettras de fogo e luz.
D licenc?, senbor marquez, que eu
Ihe pergonte como arranjaria isSo ?
Revelando a sen amo os roubosque
est commettendo ba tanto tempo.
Pois bem, digne-se de me denunciar,
senhor m?rquez, redarguio o mordomo
com certo rizinho de zombaria. Ha de ser
curioso, com certeza. Se qHer, senhor mar-
quez, vamos ambos quanto antes aos apo-
sentos do senhor conde.
Saint-Maixent estremeceu de raiva.
Occorreu-lbe or instantes a idea de
agarrar pelo gasnete o. astuto mariola, e
estrangulado ; conteve-se, porm.
Entreunto ia voaodo o tempo, e era ur-
gentsimo lomar definitiva resoluto.
D c esse papel, disse o marquez
depois de scismar um instante. Voa assig-
nar.
E assignou, effecti va mente. Lactancio
estava muito bem certo de obter esse re-
sultado.
Agora, disse o mordomo depois de
ter guardado o precioso documento na al-
gibeira mais segura, estoa sua disposico,
senhor marquez. Qae hei de fazer ?
Y immediamente ao gabinete do
toucador contiguo ao dormitorio da senhora
condessa.
E depois de l estar ?..
Espere. D'ahi pouco ha de abrir-
se a porta, e a parteira ha de entregar-lhe
ama chanca.
Que farei d'ella ? perguntou Lac
tancio.
mister que nunca haja existido...
redarguio Saint-Maixent com voz surda.
E' fcil mata-la ; mas como se pode
esconder 0 cadver de maneira qoe nin-
guem o ache ?
Isso l comsigo, Vmc. paga-se caro
de mais para n3o ter tambem alguma
idea.
Occorreo-me agora uma effectiva-
mente, qae me parece boa.
Vejamos...
B agora todos res homens emtiroeres.
P e ai, mocoj e vemos, poderosos e
Traeos, reos e pobres, grandes e pequeos,
pergoalovos:
(werade v no campo, solitario, urde,
a essa ora, em qoe se extinoae no occato
os ltimos clarees do da. essa hora, em
que a mote vagarosamente calende seo ca-
liginoso e pavoroso norato por sobre prados
e relvas, por sobre bosques e matas, por
sobre montes e valles, por sobre regatos e
nos, por sobre lagos e mares, por sobre po-
voados e cidad<*; essa hora de ealma e
ae silencio, quando apenas acaba de gemer
o sino d'uma a deia ?
Qaem de vos despertando em so* cama
pela calada da meia n-iote, essa hora em
qae a nataresa como que sonha em~#owen-
do pesadelk), qoando I* fon s interrumpe
e silencio o susurrar da cbov, o silvar da
ventana, o bramar da tempestado, o rebom-
bar do trova 9
Qaem de vos essa hora mysteriosa por
silenciosa, em que a propria natureza como
que dorme tranquillamente, contemplando
ao contrario o azulado firmamento, em qne
scinllam as estrellas, oa como qne pastel
garbosa a la, envoivendo-se i cada instan-
te, qual casta virgem, em diaphanos mantos
de nveos, qoando mal se onve o suspirar
d'uma flauta*tocada ao longo ?
Qaem d vos em vossas dores e alegras,
em vossas commoces e transportes, nos
actos mais simples, sublimes e mysteriosos,
como os da manutenc3o da vida e propa-
gado da especie ?
Quem de vos vista d'uma malber moca
e bella, de ps desateos, vestidos joltos,
cabellos desgrenhados, de joelbos e maos
postas, plorando de lagrimas aos olbos
ao raptor de sua bonra a sua reparacao, oa
ao de se Albo a soa restituido ?
Quem de 's ao ver ama mulherr qae
pela primeira vez vai ser m3ir eslorcendo-se
em seo leito de dores para for o ser, a ex-
istencia ao fructo de suas entranhas amoro-
iogo depois ouvir os primeiros vagi-
sas
dos do novo entesinbo, que acaba de chegar
ao mando f
Quem de vos presenciando o estremec-
ment de anglica e divinal alegra, as emo-
ces sublimes e patbeticas dessa ra3i, qoe
pela primeira vez beija, amamenta, unindo
;' seas castos seios palpitantes- o primeiro
fructo de seas primeiros e innocentes amo-
res ; e ao mesmo tempo a ategria vertigi-
nosa do pal, que aporta em seus musculo-
sos bracos, esse pequenino e'fftgil ser, seo
primeiro ralbo ?
Qaem de vos observando os- desvellos de
uma raai por sen lilao ponto de, ao seu
menor vagido, correr a qualquer modo e
lugar, em que se ache, para junto de seu
bereo, passar ah noutes inteiras com as la-
grimas nos olbos ea dr nocorac3o e fazer
uma cousa,. qae s-ellas sabem e podem
fazer, qae unir prantos e lagrimas
cances, com tanto qoe cante- sea filho,
que chora, seu flninho. qu ah gemo e
se estorce de dores o temo e santo hymoo
da consolarlo?
Quem de vos ao contemplar mesmo os
desvellos de todo ser pela manuteocSo e
bem estar de seus fbinhos e os at da pro-
pria naturesa pela conservaba, manutenoo
e propaga$io de tudo ?
Quem de vos, pergunto vos, vendo, ob-
servando o contemplando todo isto, sobre
todo pensando e reflectrado, se nSo sent
enlevado, transportado regios incgnitas,
povoadas de formas indecizas, nao sent soa
cabeca peada de pensamentos elevados e
profondos e sua imaginacao pintar-lhe, sna
intelligencia patentiar-lhe coosas mysterio-
sas, presentimentos ntimos, eoohecimeotos
infindos ?
E o que dizemessa calma, esse silencio,
essa solidao, os gemidos desse sino, os sus-
piros dessa flauta, esses ltimos clarots c\>
da, essas trevas, esses bramidos da tem-
pestade, esses estampidos do raio, e^se
sciotillar das estrellas, esse frouxo claro
da la* essas nuvens que vio pelos ares,
essas regioes incgnitas,, essas appariees
phantasticas, essas visoes aorias, esses pen-
samentos que nos acodera, essas concep\es,
essas inspiraces, esses xtasis ?
NSo sabis ? Pois'bem, indagai, persco-
tai, pensai, reflecti que vos elles nao diro
senao isto e somente isto : Deas o que
e nao pode deixar de ser o que ; Deus
existe e nao pode deixar de existir; tudo
revela, manifesta e eloquentemente procla-
ma a Deus. .
Ainda nao tudo, meas senbores. Quem
de vos viajando, por esses camiahos, nave-
gando por esses mares, todo vendo, obser-
ando e contemplando, sobretud pesando
e relectindo
(Continuar-se-ha.)
O tanque maior, que fica l ao fim do
bosque, . om quarto de legua do castello,
tem dea ps de agua e seis de lodo. O
corpito ha de ser leve, e qualqer pedra o
levar para o fundo do lodacal, ond* on-
guera ir dar cm elle.
Tome conta nao chore a crianea, qoe
a podem ouvir. A menor coosa nos pode
perder.
Fique descansado, senhor marquez,
por esse lado nao ir o barco agua. Hei
de tomar todas as precauees e sberei ga-
nnar o dinbeiro com todos es pontos
nosii.
Estas palavras pozeram fira ao dialogo
dos dous marotos.
Lactancio foi-se para o gabinete do touca-
dor, allomiado por uma s vella, e assen-
tando-se no canlinho mais escuro, eotre-
gou-se profundas reflexes, cujo resalta
do nos d'aqui pouco saberemo.
Saint-Maixent sabio pelo jardim fura, en-
trou no castello peta porta principal, subi a
escada, e, atravessando a galera, bateo de
vagarinho porta do quarto onde estava o
conde.
Annibal, cuja febril agitaco insjirava d.
laacou-se nos bracos do primo, exclaman-
do :
Ah t meu primo, agradeco-lhe de-
veras o ter c viudo Deixe se aqui estar,
supplico-lh'o de todo o coraco. Bem sei
que um desejo egosta ; mas a soa pre-
senca ha de consolar-me e temar sup-
portaveis as miabas angustias, Nio me
desampare, nao me desampare I
__Antecipoa-se o conde aos meas sin-
ceros desejos, volveu Saint-MaixeBt. Vinha
agora offerecer-lhe a minba companhia.
0 conde de Rabn abracoa outra vez o
primo, que Ihe pagou na mesma moeda,
sem estremecer, tal qaal como Judar ao
vender Jess Christo com um beijo.
( Continursela).
TW. DQ DUHiG-MM DO DUQjJK MCaXS
MUTILADO