Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12209


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Full Text
mm

JNNOXfl. NUMERO 205
PABA A CAKTAl E WCABS OWDE IA0 SE PACA P0H1X.
Por
Por seis ditos dem .
Por uta atino dem
Cada momero avulso.
6,5000
12OOO
244000
320
SECUWtiAFEIBA 12 DE SETEMBRO DE 1870.
PABA DEITBO E FOBA DA PR9VI3CIA.
'-::
Miados
armo dem .
60780
4306O&
20^250
274000
Propriedade de Manoel Fig-uira de Faria & Filhos.

SAO BBfalS:
Os Srs. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para ; Connives 4 Pinto, no Maranbao ; Joaqnim Jos de Olivelra, no Cear ; Antoo deLemot Braga, no Aracaty ; J080- Mara Jolio Chayes, no Ass ; Antonio Marqu da Silva, m Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamaognape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabrba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; Belannino dos Santos Bokio, em Sanio Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins Aiv, na Babia ; e Jos Ribeiro Gaspariiiho no Rio de Janeiro.
?
------
I
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIPE, 13 DE SETEMBRO DE 1870.
noticias do Mil do imperio.
Chegou hontem pela manhSa o vapor francs
Sindk, traiend ata* : do Rio n Prata at !, do
Rio de Janeiro al 6 e da Baha at 8 do cor-
rente.
nKPCBt.tr.AS DO PACIFICO.
As noticia* de Venezuela nao ms. Pallavam
na jornaes de saque cidle de Caracas por gen-
te de nm caudillo.
No Centro America hnuve multo* e violentos
tremore de ierra cao-ando graves damnos aos
edificio e casas particulares. Na povoacao de
Chiqaimolilla todas as casas vieran! abnixo.
Abrise o congresso do Per. No dia an-
iversario da independencia fui inaugurada a prl-
meira ecco da estrada de ferro een'ral transan-
dina compreheodida ntre Lima e Calho. Foi
aeceita ama proposta particular para a constroc-
ci de outra Ira Ya entre Tacna e as fronteiras da
Bah'vfa.
Na Bwlivia houve nma tentativa revoluciona-
ria, suttbeada inmediatamente. Algnns emigra-
dos invadiram o territorio e se pronunciaran! na
povoaeid de Aehacachi proclamando o general Mo-
rales ; em egoda marcharan) sobre a cidade da
Par, onde foram disperso* e presos pelas tropas do
governo. Picara resubelecda a ordem. O gene-
ral Mergarejo (icava em Oruro.
No Chile flora madado o ministerio. Pu-
Micou-se nm decreto declarando livre de 1872 em
iliantt- o cultivo do tabaco.
BIO DA.PRATA.
Da provincia de Entre-Rios apenas se refe-
ren! alguns insignificantes encomros com gaerri-
Ihas de Lpez Jordn, caja paragem se nao sabia
onde era. Ao metmo terrpo, porm, forjas do
caudilho rebelde percorriam livremente teda a
provincia, oecupando pontos importantes. Entra-
ram ontra vez na Federation, e agora at ameaca-
vara a Concordia depols que o exercito nacional
-se poz d'alli em marcha. Assim pareciam que as
eonsas iam de mala peior, e teriam de acabar por
um arranjo qualquer. Por outro !ado continua-
vam as folhas governistas de Bueaos-Ayres a sus-
tentar que o exercito dos rebeldes eslava comple-
tamente desmoralisado, desmontado e baldo de
muoicoes, que no primeiro recentro seria infalli-
veimente anniquillado.
No Estado Oriental pareca o grosso do exer-
P!doi blancos, cojo total agora avahado em
3.000 homens, aeharse ao snl do Rio-Negro. A
incorporaeao do general Medina e coronel Bastar-
dea tornara man popular a causa dos sublevados,
e muitos que nin haviam querido unirse s (Rei-
rs comraandadas por Apparicio sahiram agora
campo, vendo i sua frente um chefe de prestigio.
E dava-se ito emquanto os coloradla eontinua-
vara em deploravel desintelligencia entre si, sendo
nao poneos os que recasavam tomar parte na lata.
Outra tez se pnnham grandes esperancas no ge-
neral Goyo Suarez nomeado commandante em
chefe ao sal di Rio-Negro. Dizia-se que o gene-
ral Caraballo fleava no Arroio; Negro e vinha fazer
anecio com aquelle, restablecida a harmona
entre ambos. Assim espera va-se brevemente en-
tre blancos e colorados urna batalha cojo resulta-
do, se nao decidisse a causa, daria ao lado vence-
dor pelo menos grande preponderancia.
Entretanto tomaran) os rebeldes no da 25 a po-
voacao de Mercedes sobre o Uruguay, quasi sem
re*tencia da guarnico que contava 600 homens.
Contam os fugitivos chega ios Montevideo que o
'inimigo se apresentou vista da praca com muito
(i -quena forca, e como desafiando-os de dentro ao
cmbate. Sahiram efectivamente uns 130 infan-
tes a bat-lo; mas, engalos por urna simulada
retirada, viram-se, quando j;i alguma disrancia
da povoacao, repentinamente atacados por mais de
1.000 homens de cavallaria, que os cortaram es-
. pada, matando anda, dizem, a maior parte dos
que se entregaram prisioneiros. Dizem tarabem
qoe a povoacao foi saqueada.
A 30 appareceram tambem os blancos diante da
na. Apezar da guarnico se reputar assaz
. numerosa para resistir, o governo de Montevideo
mbarcou inmediatamente no vapor Oriental um
Utalho de 300 homens para reforja-la. Coma-
I i ja depois de estar a tropa bordo, a caldeira
abri ama fendve o vapor nao pode sahir.
Na capital nao occorrra novidade de impor-
tancia.
Em 22 de agosto escrevem de Bueno3-Ayres
ao Diario do Rio de Janeiro :
A' ultima hora.Ataque a Mercedes. Neste
momento recebo cartas do general Caraballo, an-
nunciande que Medina hontem, 23, Ihe havia man-
dado inlimacao para entregar Mercedes n) prazo
de duas boras.
< O commandante A villa disse-lhe que nao per-
m lempo em anear, (|ue pedia faz-loem dous
minutos, que tinha gente para resistir e queima-
ria at o ultimo cartuxo em defeza do governo e
das institoiedes.
Os blancos que atacaram Mercedes, sob o
mando de Madeira, eram 700 a 800 homens,
porm o commandantj A villa esta va disposto a
fazer urna heroica defeza.
O exercito nacional achava-se hontem em a-
curut, a diviso de Tacuaremb deve incorporar-
la lioie oa amanha quelle com 700 homens.
Contina quasi no roosmo estado a insurrei-
cl'j de Entre-Rios. Confirmase a noticia de qne
pretende Lpez Jardan reunir os representantes
com o tlm de propor-thes a separacao da provincia
ile Enlre-Rios do governo nacional argentino.
Corra tambem que sena enviado o senador
1) Nicaeio Orono ao Paran, em substituido de
Benitez, e que lavara plenes poderes para tratar
com Lpez Jordn. Sabia-se que havia este can
dilao tomado 3,000 cavados, qa eram para o
exercito nacional.
Tinha o presidente Sarmiento mandado reco
Iher prisao o redactor da Reforma, Efequiel N.
, J'az, por tar publicado noticias falsas relativamente
negocios de Entre-Ros. Ezequiel Paz havia
acusado ante o congresso o ministro Gainza.
MINAS GERAES.
Recebemos folhas de Ouro-Peto at 29 de
to. De Ponte Nova escrevem ao Noticiador
de N A estcao vaj carrendo oinito irregalormente :
duraat o di o tbermometro aprsenla diversas
variacoes. Esta ineansram tem produzido algu-
nas enferraidades : pleuriz, febres, etc., etc. A'
lavoara da canna e do famo pouco promettem ; a
geada do mez de jalho cresiou e qaeimou tudo,
leacdes de geto cobriram e alvejarant as proprias
raargens do Pirang, caso virgem, ?egondo nos
ailirmam. Ameaca urna secca dnradoura o forte
a todos os resueltos. O cominercio est paralysa-
do pela auaeocia de freguezes e consumidores. >
' s. tuno.
O Comi Paulistano d a seguinte noticia
Migymirira :
Deu-se naquella cidade, ha poncou das, um
(amentavel desastre,
O major Antonio Mariano Catrim, ao passar
a cavallo por urna pequea ponte posta sobre pro-
funda valla, ia abrir urna porteira, qaando falsea
o animal que montava, e cavallo e cavalleiro des-
penhara-se no abyamo.
O major Cutrim foi esraagado pelo peso do
presume-ae qno morrea insununea-
niO DE JAIfEIRO.
O senado approvou, no dia do corrente,
em :f discussao, o projecto sobre o recenseamen-
to da populaeio do imperio, enviando sanela,
imperial.
Na sessao de 3, approvoa tambem em 3* discu-
sao e remettea a sanegao. o projecto concedendo
Ia*"?0** <,'re*,** bwwti-'" las obras da cana-
lisacao da agua potavel para abasocmento de
Olinda.
Porara ainda approvados es ornamentos dos mi-
nisterios do imperio, da justia e dos estrangei-
ros.
A cmara dos depntados nao funcciooou nos
dias Io a 5 do corrente.
Por titulo do i do corrente foi nomeado An-
tonio Jos Caetano da Suva, para o lugar de prati-
cante da comadora de marinha, na conformidade
do regulamento que baixou com o decreto u. 421't
de 20 dejunho de 1868.
Por decretos de 31 de agosto, coneedeu-se
ao desembargader Antonio Calmon da Pin e Al-
meida a exoneracio que pedio do lugar de presi-
dente do imperial instituto bahiano de agricultu-
ra ; e nomeou-se para satatitui-lo o baiio de Ser-
gy-rairira.
Por portara de 31 de agosto foram noraea-
dos:
O amanuense de arsenal de guerra da corte
Gregorio Eugenio Lopes da Costa para exercer
interinamente o lagar de escriptnrio da reparlicao
de quartH-mestre general, annexa secretaria
de estado dos negocios da guerra.
Pedro de Alcntara do CoutoSoares, para servir
tambem interinamente o lugar de amanuense do
arsenal de guerra da corte.
Por portara de 31 de agosto, foi concedida
a exoneracio qu pedio o engenheiro Antonio Pe
reir Reboooa Filho, do lugar de chefe da cora-
missao exploradora da estrada para Matto Grosso.
Por portara da mesma data foi nomeado Au-
gusto Cesar Porto para o lugar de guarda de cha-
fanz, vago pelo fallecimento de Manoel Villa-
Real.
Por ttulos de 1 do corrente, foram Bornea-
dos :
O continao da recebedoria do Rio de Janeiro
Guilberme Pedro Dias para o lugar de porteiro
da mesma reparlicao, e o correio Augusto Cesar
Pimentel, para o referido lugar de continuo.
Por decreto de 2i de agosto, foram concedi-
das as honras dos postos militares do exercito os
individuos abaixo mencionados, em attencao aos
relevantes servicos prestados na guerra contra o
Paraguay.
De bngadeiro. ao coronel honorario do exercito
Fidelis Paes da Silva, e ao da guarda nacional da
Babia Domingos Rodrigues Seixas.
De coronel, aos coronis da guarda nacional
Hipolyto Antonio Ribeiro, Antonio Femandes Li-
ma, Astrogildo Pereira da Costa. Caetano Goncal-
vee da Silva, Cantillo Mercio Pereira e Jos Gner-
reiro de Victoria.
De tenente-coronel, aos tenentes-coroneis ditos
Manee' Amaro de FreiUs. Joao Francisco Ilha,
Manoel Hippolito Pereira, Ismael Ramires da Sil-
va Souto, Andr Avelino de Andrade, Joao de'Ma-
cedo Pimentel, Jo< Joajuim Teixeira de Mello e
Antonio Jos de Moura.
De major, aos raajores ditos Manoel Jacintho Fa-
gundes, Francisco Correia de Mello, Antonio Mar-
aes Franca, Israel Rodrigues do Amaral, Anto-
nio Vfeira de Macedo, e Feliciano Teixeira de Al-
meida.
De capitao, aos capitaes ditos Custodio Carlos
de Afaujo, Anelo Gomes Ferroira Seares, Jos Si-
mes Torres, Jos da Costa Pellado, Henrlque de
Tzevedo Pires, Francisco de Paula Andrade Ne-
ves, Francisco de Paula Lima, Tito da Cunha Ro
drigues, Antonio Claro Borges e Dolphim da C-
mara.
De tenente, aos lenentes da guarda nacional
Francisco Osorio Torres, do extincto 29 corpo de
voluntarios da patria Arisiides Augusto Cesar Pi-
res, do extincto 1" dito, Augusto Alfredo Gonral-
ves Moreira.
De alteres, aoex-alferes do 27 dito Antonio Jo-
s de Carvalho Filho, ao alferes de voluntarios da
patria Eugenio Ferreira Mendes, ao sargento re-
formado di batalhao de engenheiros Tito 3acio
Aaro da Paixao Rocha, ao 2o cadete sargento-
ajudante do 2* regiment provisorio de artllharia
a cavallo Abilio Augusto Pinto, ao 2o cadete sar-
gento quartel-mestre d) 9o corpo de voluntarios
da patria Cesar Ezequiel de Souza Machado.
De cirurgiao-mr de brigada, ao cirurgio-mr
de brigada, em comraissao Dr. Francisco Ignacio
Salvador Cardim.
Da cirurgiao, ao 2' cirurgiao contratado Jos
Dias de Almeida Pires.
De pharmaceuticos tenenles, aos pharraaceati-
cos America Manoel dos Passos, Seratim des San-
tos Souza e Thomaz de Lemos ViaDna Filho.
De pharniaceutico alferes, ao pharmaceu-
tico contratado Antonio Carlos Moreira^.
De capello capitao, ao cipelllo teaente de com-
raissao de voluntarios da patria padre Antonio de
Almeida.
Por decreto de 31 de agosto foram concedi-
das as honras dos postos multares do exercito aos
individuos abaixo mencionados, em attencao aos
relevantes servicos prestados na guerra contra o
Paraguay:
De corone!, ao coronel da guarda nacional da
provincia de Pernambuco Francisco Joaguim Pe-
reira Lobo.
De capitao, ao tenente reformado do corpo de
polica da provincia do Rio de Janeiro, Antonio de
Pereira Martins, ao capitao do extiacto 55 corpo
de voluntarios da patria Luiz Augusto Mximo de
Santiago, ao ex capitao do 17 corpo dito Henrque
Deslandes.
De tenente, so tenente do esqaadrao de cavalla-
ria da guarda nacional da provincia do Rio de Ja-
neiro, Manoel Jos Loureiro, ao ex-tenente de com-
missao do corpo de estado-maor da V classe Joa-
3uim Felicissimo do Reg Barros, aos alteres do
9a corpo de voluntarios da patria Manoel Carnei-
ro de Barros, e do ? batalhao dt guarda nacional
da provincia de Pernambuco Joaquim Luiz do<
Santos.
De cirurgio-mr de brigada, ao cirurgio-mr
de brigada em coramissao Dr. Odonco Firmo da
Rocha, ao ex-1 cirurgiao do corpo de saude
: do exerclo Dr. Jos Antonio de Freitas J-
nior.
os terrenos que*compru em 1864 e 1868 para ser-
venta ds asyto de Santa Leopoldina.
Foram concedidas as segrales penques que fi-
eam pendentes de appnvaeo da assembla ge-
ral :
A D. Maria Valerida de Paula Barros, vim do
tenente do exercito Francisco de Paala Barros,
morto em_combate, a de 215 mensaes sem pre)ai-
zo do mefo s Ido.
A D. Leopoldina Mathildes da Co3ta Doria, vinva
do capitao de InfantariatAntonio da Vera Cruz Do-
ria, fdlleeido em eonsequencia de (ohmenios rece-
Indos em combate, a de 30|> mensaes, seinprejui-
7.0 do meio sold.
Ao alferes do extincto 27 corpo de voluntarios
da patria Joao Jos Pereira de Azorar, a de 36
raen es.
Lemos no Jornal do Commercto-:
s a' 1'clicitac.ao que os portuenses dirigirn) a
S. M. n Imperador pela terminacao da guerra do
Paraguay responden o Sr. ministro do imperio em
norae do mesmo augusto enhor, nos seguintes ter-
mos :
Gabinete do ministerio do imperio.Rio de-Ja-
neiro, 22 de agosto de 1870.
s Illm. e Rxm. Sr.S M. o Imperador, meu au-
gusto soberano, receben com mui'.a satisfacao as
coogralulacoes que Ihe dirigirn) os portuenses pe-
las victorias que alcancaram s armas brasileiras
e pela terminacao da guerra contra oex-presdeo
le da repblica do Paraguay.
< Apreciando devidamenie os sentimentos que
determinaran! essa grata manifestacio, ordenou-
me o mesma augasto senhor que agradeca era sen
nome a V. Bxe. e aos mais signatarios da manir-
tacao, a que me retiro, o testemunho de sympathia
que assim deram naejio brasileira.
Os dignos fllhosdessa invicta cidide, onde nao
ha ainda inultos anuos achou o fundador do impe-
rio as mabres provas de dedicaco e civismo na
Iota memoravei pela liberdade eonstitacional do?
Portngoezes, nonram hoje a firmeza de um povo
irmao, que nao ponpoa esforcos, nem olhou a sa-
crificios na desaffronta da honra nacional. Xo po-
dem os Brasiletros deixar de se desvanecerem cora
esse juizo.
A geraco actual no Brasil e em Portugal,
oriunda do mesno antigo tronco, nao se deslernbra
dos nobres exemplos de patriotismo e denodo que
legaram seas maiores, iralta-os ou applaude os
que fazem timbre era perpetua-Ios.
O ioteresseqoeos portuenses significara pelo
engrandecimento do imperio na nova era de paz
em que a proteccao divina promette ao Brasil lar-
gas compensaeSes dos sacrificios de tao longa e
porfiada guerra, despertando no Imperador vivo
reconhecimento, corresponde aos votos que S. Mi
Imperial terasempre feito pela prosperidade da
oacao portugueza.Paulino Jos Soares de Souza.
A S. Exc. o Sr. conde de Samode?, par do rei-
no, ministro e secretario de estado honorario, etc.,
etc., etc.
_ No dia 8-do corrente deve ser installada a ses-
sao ordinaria da asserabla legislativa provincial
do Rio de Janeiro.
Tendo sido reconheeidos os poderes de lodos
os seus membros na sessao extraordinaria de abril
deste anno. s6 haver dous dias de sessSes prepa-
ratorias hoje e araanhaa, afim de reconhecer-se se
ha na corle e na capital da provin;ia numero sutil-
cente de membros da assembla para a abertura
desta.
Os Porluguezes residentes nesta corte nviam,
pelo paquete que hoje (6) segu para a Europa,
urna r^presentacio dirigida a S. M. o rei de Por-1
lugal, afim de que se digne conservar no cargo de
fu ministro plenipotenciario e enviado extraordi-
nario o Sr. conselheiro Malhia3 de Carvalho Vas-
concellos.
Esta representacao vai assigoada por mais de
j',000 Bortuguezes, numero que ainda avullaria, se
nao fra a estreiteza do lempo.
A coramissao incumbida de apresentar a pe-
tjfio em'Lisboa compe-se dos Srs. visconde de
Condeixa, visconde de Valmor, conselheiro Joo
Henriqus Uirich, conselheiro Carlos Ferreira dos
Santo Silva, e Jos Dionisio de Mello e Faro.
No paquete francez Sindk chegou honlem (3)
de Buenos-Ayres a companhia de opera italiana
que ha temnos era esperada nesta cidade para tra-
balhar no Theatro Li/rico. E' numeroso o seu pes-
soal e c.nla primas donas as Sras. Julia Case, Aga-
tha States e Carlota Baraty ; segunda dama a Sra.
Carolina Angela ; primeiros tenores os Srs. Luiz
Lelmi e Napoleo Sengaglia ; segundo tenor, o Sr.
Daro Gosiinel : primeiros barytonos o* Srs. Car-
los Orlaodini, A. M. Celestino e Chrisiiano Marzia-
li ; primeiro baixoo Sr. Jos Ordinas ; segundo
baixo o Sr. Vsente Scarabelli ; regente, da orches-
tra o Sr. Angelo Agostini ; scinographo o Sr. Hip-
polyio Stephanni; machinista o Sr. Antonia Brero,
e aderecista o Sr. Pilaluga.
Vieram ainda 12 baillarinos e 14 Coristas de
ambos os sexos, e urna infinidade de volumes cora
scenario, vestidos, adornos e objectos de theatro.
A cempanhia tenciona estrear brevemente nos tfu-
gonetes, opera nova para nos.
L-se no Mercantil Petropolis de 3 da cor-
rente :
" ,V(denns-se luje pequeos lotes de soberao
aos a ljjfloo, um dito de oncas a i0& e outro de
ouro-jucional a 36 0/tt
l"9Otiar.im-sa hoja pequeos lotes de apolice*
rw d 60; a 87 e 87 t/2.
* Q,movim*ioto de carne secca no decurso da
quinzeoafnio ftirninie.
ExistiSo a 20 do passado :
o Rio-Grande.............. 22,500
Do Ri da Prata............. 179,300
Fntraram de 20 do passado- a 5 do
corrente :
Do Rio da Prata___.........
201,800
91.582
293,382
animal,
mente.
Tal foi o tombo, que o cavallo tambara mor-
Por decreto de 31 de agosto foi concedida ao
! cirurgiao do corpo de sade. de exercito, Dr.
Luiz Jos Pereira da Silva, a demissao que pedio
do servico do exercito.
Por cartas Imperiaes de 31 de agoste ultimo
foram naturalisados :
Os subditos portuguezes Josi Antonio Lopes de
Sampaio, Antonio Joaquim Pereira de Figueiredo,
Jos Antonio Bruno, Francisco Antonio Primeiro,
Manoel Maria Primeiro, Antonio da Rocha Linha-
res, Joo Jos da Silva, Domingos Jos de Souza.
Z.zaro Pires de Arauj, e o subdito italiano Jos
Matlofo.
Por decretos da mesma data :
Teve raerc do titulo de barao de Jundiahy, o
commeBdadur Antonio de Qaeiroz Telles da pro-
vincia de S. Paulo.
Foi nomeado cavalleiro da ordem de S. Bento de
Avz, o capitao-ieneute da armada Jos Bernardi-
oo de Queiroz.
Teve dispensa do lapso de tempo, para rpoder
tirar diploma de cavalleiro da Rosa, Joo Francis-
co do Amaral.
Foi concedida licepca a irmandade de S. Vicen-
te de Paulo da cidade de Niioerohy, pan possuir
Os allemaes rendentes nesta cidade promove-
rn) ama subscnpfaa cora o fim de beneficiar as
viuvas e filhos-dos militares q'ie perecerem na
guerra actual contra a Franca. As senhoras alle-
maes prelendem fazer um leilo de trabamos de
agulhn, cujo producto ter a mesma applieacao.
a Da snberipen j foi remettida para a Allem-
nha a quantia de oOOjOOO e continua a subscrip-
Co na lypograohia da Germania, jornal que se
publica nesta cidade, onde igualmente sao receba-
dos os objecios destinad >s ao leilo.
No dia 7 db corrente esta sociedade, comme-
morando, por festejos na praja da Constitnicao,
anniversario de nossa emancipaclo poltica, iltu-
mina a gaz o gradil do embazamento da estatua
equestre do fundador do imperio o Sr. D. Pedro t,
cantando-se por occasio da alvorada no circuito
da mesma estatua, decorado com bandeiras nacio-
naes o hymno da independencia, que ser acora-
panhdo por bandas de musha do exercito, asquaes
tocaran tambem das 6 horas da tarde meia nolte.
Um parque de artilharia, postado do morro de San-
ta Antonio. da,r as salvas do dia, conjunctamente
cora as fortalezas, e subiro ao ar, de hora em
hora, girndolas de logeles, a comecar da meia
noite de 6 e finalisando meia noite de 7.
Tevelugar hontem (3) noite no GrandeOrien-
te do Lavradio. com as solemnidades do estylo, a
ceremonia .da posse do novn grao-mestre d 'or-
dem, o Sr. conselheiro Jos Maria da Silva Para-
nhos. > i
Commnnicrm-nos :Produiio a rende dia-
mantina na cidade do mesmo nome provineia de
Minas a quaolia do 21:^61*086, do primeiro ao ul-
timo de. julbo. E' a maior renda qoe se tem arre-
cauado desde a creaco da inspectora. >
Eis as noticias commerciaes da ultima data ;
Indurado transacc5es de cambio effctuadas
hoje regulares sobre Londres a 193/4 d. nae nan-
earlo, e a 18 7/8, 20, 20 1/8, 20 1/4 e JO 1/t d.
panel particular, e insignificantes sobre Franca a
485 r. por fr. papel bancario, somraam os saques
pelo paquete francez Sintk :
Sobre Londres cerca de 520,000 de 80 1/2
a 19 3/4 d. papel bancario, de 21 /l a 19 7/8
particular.
t Sobre Franca cerca de frs. 470,000 aos extre-
mos dei460 a 485 rs, por franco.
Sobre Hamburgo cerca de 12,000 a 885 rs por
marco banco.
c Sobre Portugal vigwou o premio da tabella
que demos na nossa revista de hontera,.
_ Tota...
venderam-se no nesmo pe-
riodo : ,
Do Rio-Grande.............. 1^700
Do Ro da Prata.............88.282
-----------104.982
ficam em ser............... U.i00
das quaes 5.800 ditas do Ro-Gran* o IS.fiOO di-
tas do Rio da Prata.
Colamos de 2 a 340D a regular e de 48200
a 4*400 a superior do Rio da Prata. e de 2* a
21800 para as arns do Rio Grande do Sul.
Oalgarismo da existencia est subdividide pe-
los seguintes navios:
Do Rio Grande, Adklaiie 5,800 arrobas.
Do Rio da Prata Specuiation 10 000arrobas,fi^
talunha 5.000 ditas, Ventnr 9.000 dias Volunta-
ato Catatan 4.500 ditas Xher 10.000 ditas, Santet-
m> 17,000 ditas, Galarin 4,000 ditas, Berber
13,000 ditas. Pinno 10,000 ditas, Uranm 8,000 di-
U*. Welen 14,000 ditas Libra 11,800 dius Adeline
H.000 ditas lite 11,800'diUR.' Murta Elisabetk
00 dius, Vencodor 11,808 ditas ElisaUeth 16,20
dtlas. Tutal 182,600 arrobas.
Sahio para Pernambuco, no da 4, a barea
portugueza Grattdao.
BABIA;
A companhia lyrica italiana estreo* com a
opera Traoiafa.
Lomos no Jornal:
Acha-se hospedado no hotel Figueireido un
anao aleijade.
Admira-se neste pequeo ente a velocidade
.com que corre e os saltos que da. Chegoa do Rio
oo vapor Tocantins. Anda por todo o hotel e
mostrase sem a menor diffleuldade.i
No da 13 de agosto, na fazeoda Sitio, disun-
te da villa do Jouzeiro 18- leguas, foi capturado,
mediante diligencia- do delegado daquelle termo,
Banevides Moreira do Prado, o criminoso de mor-
te Antonio Toomaz, perleocente ao termo da Boa-
vista da provincia de Pernambuco.
Este criminoso resida mquelle termo a 8 an-
uos, e felizmente pude agora ser capturado e re-
colhido cadeia da dita villa.
Lemos no Progresoo, da Cacboeira :
Em um sitio, peno da freguezia de S Felip
pe. termo da cidade de Maragogipe, no domingo-
passade, tlm maq > de 20 annos, mais oa menos,
atacado de alienaco mental, maiou cacstadas
seu propro pai, e depois foi ao encontr da me,
que havia ido a fonte buscar agua, e encontrando-
a, maiou-a tambem.
< Foi preso e recolhdo cadeia de Marago-
gipe.
a O morto chamava-se Antonio de Moraes, era
i rrao de M. A. de Moraes, que ha dias passados
noticiamos haver sido encontrado morto em sua
casa, nesta cidade, victima de urna congeslo ce-
rebral.

PERNAMBUCO.
HEVISTA DIARIA.
CMARA DOS DEPUTAD03. Segundo carU
da corte os trabaihos da assembla geral legislati-
va,, iam ser prodigados at 15 do corrente.
VAPOR JAGARIBE.Cheou hontem do Aca-
rac e porlos intermedios. Nada adiantnu em no-
ticias s que recebemos pelo Cruzeiro o-Sul.
ARCEB-ISPO DA BAHA.O Exm. e Rvm. Sr.
conde de S. Salvador veio da Europa completamen-
te restabelecido de seus soffrimentos. S. Exc.
Revm. pretende voltar Roma no mez de fevereiro
afim de continuar a assistir aos trabamos do con-
cilio.
MAXUMISSO.O Sr. Manoel Figueira de Me-
nezes, professor pubii-o da povoacao de Deberibe,
alforrion gratuitamente urna su.i erCrava. E',
sem duvida alguma, digno de apreco o acto prati
cado pelo Sr. Figueira.
THEATRO OL,SDENSE.A sociedade theatral
olindense preedeu, no dia 8 do crtenle, ele-
gaoj la nova directora, que icou assim constituida:
Presidente, Jos Candido da Silva Pessoa.
Vice-presidente, Luiz Jos Gonzaga.
Secretarios, Manoel Joaquira Botelho e Accn-
dino G-i?a'v.'s Rodrigues Franca.
Censor, Dr. Domingos Soriano Fernandes Soa-
res.
Thesoureiro, Tbomaz Jos de Susmo.
Commisso de festejosThomaz de Almeida An-
tnnes, Luiz Antonio Gonijalves Penna, Biogo Tno-
maz Esteves Vianna, Amaro Jos do Amaral, Jos
Francisco Collares, e Joaquira Anniceto.
LONGEVIDADE.Falleceu a 8 do corrente, em
Olinda. o preto Pedro, conhecido por Stestre Pe-
dro, que foi escravo do3 jesuilas, e ficou em liber-
dade desde a expulsan dessa ordem. Mestre Pe-
dro tinha cerca de 120 anuos, era robusto, e nar-
rava com precisao, factos de sua juventode. Des-
de alguns annos habitava no sitio do Exm. e Rvm.
Sr. deo da s Dr. Faria, e vnha cidade para
obter os meios de se alimentar. Perdeu e recu
per u a vsia por diversas vezes na sua yelhice.
Quando se julgou* gravemente doente, pedio con-
lissao, recebende os sacramentos comrecolhimen-
to e corapaog.
iJORTE DESASTROSA.-N0 satado s 6 horas
da tarde, do trera que suba para Apipucos, da
companhia Brasilian Raillto*iit ia na plata-for-
ma de um dos wagee o Sr. Guilberme Ferreira
Pinto eaixeiro do Sr. Bario do Livramento, casa-
do, virador na Capunga; o qoal, olvidando ser
diminuto o espaco entre o treta e a porta de sabi-
da da estaco central d roa de S. Francisco, dei-
jlxou-se ficar coi a cabera inclinada para fra
rcbenJo no crneo tal pancada e ferimetto, que
falleceu quasi instanianeamente, alteslando o Sr.
Or. S Pereira, que coaifiareceu, o passaraea-
lo. O finado era boro pae, de familia, a hornera
cordato e pacifico. A' sua incoosolavel familia nos-
sos pezames.
ABERTftA D9 WOGOYANNA.-*Hitera deva
proceder-sa, na cidade de Goyanna, inauguradlo
dos trabaihos da abertura e canalisacao do rio
Goyanna^ obra contratada pela presidencia da pro-
vincia com o Sr. Mauoel Poiyearpo Moreira de
Azevedo.
Para essa solemnidade sezuio no sabbado pela
man) para G lyanna o Exm. Sr. vice-presidente
da provincia, accompanhado do Sr. engenheiro
director da renarlicio das obras publicas, e 00-
tras pessoas gradas.
MESSAGEflIES IMPERIALES.A directoria
desta comanhia, que faz o servico postal entre Br-
deos e Brasil e Rio da Prata, resolven 8ar o
dia certa para as sahidas dos seus vapores do
Rio de Janeiro, no regvesso para a Earopa. Sih-
seja menor de doas dias nleis.
CAPUNGA.Ha n'esta freguezia organisada em
grande escata una companhia de {adios de gal-
ntes, que rara a soate en> ivie oeixa do assal-
tr algum do* sitios ou quintaos, levando quanta
ave enconlra nos ganheros. Ser possvel que
continu esse estado de cousas-,sein nina provi-
dencia ao menos-da parta da autoridade policial t
DIN4IEIRO.O* vapor Cnmrrpe- trame dfl Ma
mangnape para es Srs Jbs Rom Remos de Olivei-
ra 2:194000; e Amaral, Moreira a C. 301*000.
O vapor francs Simlh, tronte para os Srs.
Lehman frres 2100.francos, e levoa para a Eu-
ropa 800 francos.
PARA A EUROPA.Con lOrecebidos em nosso
porto, levon o vapor Sintlh 170 passageiros, entre
os quaes o ex-ministr* de inaocas da repblica
Argentina, H. Varella, e o cnsul geral desa re-
pblica ern Pars, o Sr. O. Baraberg.
BARAO BE S: BORJA,- O Pernambocanos re-
sidenles na erte prepara va m nm janl*r, para o-
ferecer ao seu distinelo comprovinciino- o general
Victorino.
Acerca da chegada desse bravo militar corte,
lemos na Refama :
Chegou do Rio Graade do Sal, no paquete a
vapor Guapore, o Sr. baro de S:. Borja, general
Victorino JosCarneiro Mbnteiro.
S. Exc. lustrou o sea nome- na guerra que
acaba de (indar ;. e Tez' jus > ?considera$ao de
seos concidados e ao recanhecimento da pa-
tria.
Todos se ho de recortar da rnenoo- nolavel
e bonrosssima que mereoeram do conde oTEu, em
sna ultima ordem do dia, e* importantes servicos
prestado* pelo, bravo general, na dtrradeira pnase
da campan ha, como commwdante da*- toreas que
operaran ao norte do Mandavir.
Antes disso, o-general Victorino confirmara
brilhantemente, em combates dos mais sangui-
nolentos, a repotacae de bravo at a temeri-
dade.
Consta-nos qoe S.-Exc. tencioua i* brevemen-
te Pernambuco, provincia de seu nasci-
mento, donde se acta asente b 30 e untos
annos.
Tendo d'alli sabido obscuro subalterno, re-
gressa agora otBcial general, cheo de merecidas
honras e destinec5es,.e cercado-do respeito de seos
contemporneos.
9 Comprimentamos a S. Exc. pela sna feliz ehe-
gada.e desejamos-lhe viagem igualmente feliz at
a sua provioi-ia natal; que se desvanece de possuir
em S. Exc. um dos mais dignos continuadores
das tradieces heroicas que tanto a aobil-
tam. >
ISENCO DEDIREtTOS.Pi approvado em
3a discusso no senado e dirigido i sanctpo -im-
perial, o projecto deste anno. concedendo isen^ao
de direitos ao material necessario par as obras
do encanamento d'agna.potavel'para a cidade de
Olinda, de que eraprezaxio o Sr. Justino Jos d>
Souza Campos.
A companhia de trilhos urbaus do Recite
Olinda, que tambem- selicitou igual iseocao, teve
urna emenda no pareeer da respectiva eominissao
de fazenda, pelo que deva vollar ainda o projecto
cmara dos senhores deputndos.
COMPANHIA LYRICA.-A que se acta traba
Ibando no theairo de S. Jdo. na capital da Baha,
por conta do Sr. Jos Amat, compe se dos ,-e-
guintes artistas : primas dunas- sopranos Clotilde
Petrini, Magdalena Brucione ; contralto. Felicita
Porlinesi ; segunda dama, TJiereza Levi ; primei-
ro tenor, Augusto Castelli; prneiro Daritono,
Adolpho Bergamascbi-; primeiro baixo, Francesco
Fiorani; baixo genrico, Antonio de Santis ; com-
irmario. Albinolo; director da orchestra e con-
rlista Gialdino Galdini; director da companhia
'edro Fornilesi.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA.-Moradores
esta rna se nos queixam do mo procedmento
e um* sucia de meninos que se aguapara na en-
trada do beeco Largo, as lardes dos domingos e
< as santificado, insultando quera passa, e diri-
indo pilherias quem os admoesta. 'A aulori-
tade respectiva, j que as familias se nao impor-
Hm, deve cohibir semelbante abuso.
REVELACOES DE MADAMA LINCH SOBRE A
CUERRA DO PARAGUAY__Esta celebre mnlher,
quando esleve ltimamente no porto do Rio de Ja-
reiro era vigem para a Europa, dirigi ao Sr.
Scully, redactor do Angla II rost tan Times, una
caria em que se l, enlre ouiros, o segrate tre-
cho, do qual no3 transmitlram urna copia authen-
t ca:
c Restava-me exibir (a S. XL o Imperador) ou-
tj-os documento?, que nao peder sor contesta-^
dos, e provam que as tres repblicas esta vara col-
igadas para atacaren) o Brasil.
Montevideo foi esmagado : Uripiiza obrou co-
mo um traidor, e Mttgarejt-i B-divia loi compra-
do por um ministro brasileiro, chamado Lopes
Netto, pois, poneos dias antes da chegada deste a
Bolivia, o presidente Lopes tavi recebido d'a-
qUllfi urna solemne promessa de cooperaco.
Ha calumnia no quo tica dte com relaeaoao
3residente Melgarejo. A jusc* danossa causa,
a hahilidade e tino do nosso-digno diplmala, o
conselheiro Lopes Nello, se deve o feliz resultado
Obtidi> pelo tratado de 27 de margo de 1867.
MAJtf ANGUAPE.Desta cidade, na provincia da
Parahyba, recebemos sabbado jornaes at 7 do
Corrente. Lemos no Voluntario do Norte :
Foi capturado uro dos crmiuosos Cmtzee. Un
dehgencia mandada desta cidade pelo Sr. delegado
de polica, capillo Pinto, dirigida pelo subdelega-
do, den sobre os ranchos dos ditos erimin'rwos no
lugar Cordeiro, onde moram, e censeguio prender
o de nome Goncalo. .
Novas deligeneias bem dirigidas,, irao dando
gue3 resnltades, e a nal fazendn sentir a esses
homens a aoco da le.
s Foi encontrada nos taboleiros junto a estrada
de Itaparca,. ras proximidades da varsga do hos-
pital, urna oseada humana, que parecen ser de
urna enanca, de 8 annos, e do sexo fon sai 00 pelo
cumplimento do cabellos, que eran bastos e de
cor toura. A polica faz indagaces a respeito ;.
e ao eerto inda nao se sabe que erianca essa
dexada n*itm logar ermo aos vermes ; de cujo
desappareeimento nao consta n'aquellas visinhaa-
;as ter algaen se queixadD. Unta raga noticia
ha, de que uns carregaderes desse cadaversioho,
vindos de fra para ocemiterio desta cidade all
so embebedarao, e abandonaran) o cadver no
matto;
Este 'mesmo seria um tacto extraordinario,
que deveria chamar a iadignacao da vizinha e os
cuidados da polica, que aao consentitiam que
assim fosse abandonado um, corpo humaao.
Ha, pois, necessararaente nesse facto ; oa
roa barbaridade, cu um crime atroz.
C inflamos na iniciativa qae toraou o capitao
Piulo na descoberta da verdade. >
LTTHOGRAPIA MUSICAL.O Sr. Antonio Jos
de Azevedo, estabelecido desde annos ra do
Baro da Victoria com urna importante casa em
qne o publica est habituado encontrar um va-
riada sortimenfo de pianos dos mais notaveis fa-
bricantes ; de instrumentos de todo genero e de
todo proco; de magnficos e custosos quadros re-
presentando assumptos historeos, heroicos, pas-
sageos, monumentos e oidades; e de muitos outros
artigos dignos de prender a cunosidade do's ama
servicos de haail artista,
josamenje-conhecido na sua arte.
Mksqo nm ensair, a lihograptiia do Sr jUp-
vedo aao precisa sena da eoopirasjo da* eaten-
idos e cultores darte para elvame ao p < -
um esiabefeeimeiito digno da provincia. Os qu*-
eontlecem os Irabalhos tithographcos- dasofBci-
nas estabeleodk no Rio de Janeiro, pedern *ari-
licar que em nada se avantaiam eiles aos que ja
se ilevem Ktnojirapha do Sr. Azeveil.
Bu lodo caso, em esla tentativa e mrito cV
plantar antre nos orna nova industria- de ju*..
publico recolber ewno iramediatos rssuliadoc a
ficidade de encontrar as msicas de mais ewtt-
bridade, e um seneivel diniinnico nss pre^o-.
NOVA PUBBIIiACAO. Lemos no Jmiati
Commercto, da edrle :
Hma obra do Sr. Dr. Anrelrano Candida T-
vares Bastos sempre ama obra importante pelo
muito crdito que merese o nome do autor. Peta
relevancia da materia, 9 que de alguma ftrtrw se
prendera os desuno do psiz, e peto esmero e^ar-
go estndo oom que-foi tratada e desenvolvido-, eres-
ce, porm, do vntte urna que aeaba de vir a la-
me 51* o ltalo A'PnotUntM.
E"um estudo sobre a deseertralisacao no-Btn-
sil, e o aotor advertindalogo no primeiro miioi-
10 qae escasera uefblhear o-sen livro os qne 6V-
sejam a-eternidade para a conltoiedes e o pro-
gresso lelo para o*-povosr os iodolgentes, os mo-
derados, os conciliadores, orne que j nos r
dizendo qno vai advogar a deseentralisacao na
sua maior latilude, admitlindn-lbe as suas oiMims
consequencias.
Com efleiio o autor qqer conceder s provin-
cias urna autonoma- tal, qoe as eonverteria env
verdaderro Estados-Sidos, er adoptando em to-
das ou quasi tedas as suas base as institniede
da Uniao Norte-Americana, qae invoca no correr
de lodo osea livro, constituir territorios ou dfc>-
trictos administrativos as vasta e qoasi deserta
regifles onde por tata de popaiacao nao pode i
planiar-se o verdadero systema representativo.
Para istosnbdividir-se-hianv aljamas provincia,
ext'nguir*se-hiam oatras e rectilicar-se-hiam o*
limites de todas.
< Emende o autor que este o uaico meio
preservar a integridad do imperio. Onlros pen-
sadores snppoem, pelo contrario, qae lamanha la-
titude dada descentralisacao seria'provocar a<
dissoluca ou desmemfrracao dfcste lodo que laoto
prezamo, o Brasil.
t Hoje em dia todos esli de accordo em que--
ebegado a lempo de conceder provincias roaw
algnraas franquezas, havende o governo geral
ceutralisauo era si matas aUriboicdes qne, &r>-
ponco Ihe servindo para manter a sua legitima
e necessara autoridade, estorvam e pesam a mar-
cha regular da adminietracao, e prejodicam os ia>
teresse* das diversas populaaSes. At que ponti>,
porm, convena alargar essas franqoezas, qn
extensio se possa dar a. descentralisacao som af-
frouxarmos os I ac* da uniao qne oes d a forca,
nem nos-oxpdrmos ao risco da vermes um dia a*
nossas provincias oa estados em guerra aborta en-
tre si, eis a questao sobre a qual se pode dizer
litleralmente que totcapita qmot sententiir.
N quesiao essa para ser aqni perfuncto-
ramente tratada, nem portauto entraremos o
exame das ideas profuBdamenle daseentralisado-
ras do Sr. Dr, Tavares Bastos
Uraa cousa, porm, .ficar sempre certa : o
livro a que nos referimos, diotado pelo patriotis-
mo, e era que se consumi muito labor e cabadat
intellectual, valioso contingente aue nm cdadao
amante do seu paiz presta para soluefio do coro-
plexo problema das nossas reformas lmini-trati-
vas. As snas ideas sao extremas, ecosno taes se-
ro impugnadas; mas quer afinal triumpbeo,
quer suecuinbam do combate, sempre surgir al-
guraacous melhor do qoe temos. >
TELEGRAPHO-SUBMARL'vO.Prern em moea
forte dos despachos telejraphies pelo cate sub-
marino, de Porlugal para as dU&reotes esta^ks
abaiRo designadas :
ra de Via>
Malta bbndrex
4*300 3*600
4*'.ne 3*600
4*300. 3or,o
4,5500 3*400
4*300 3*400
4*500
2*400
4*300 :)c,;(i
4*300
3*700 4*000-
2*i0t
4*900 3*HK>
17*200
5*300^ 4*600
4*?50(> 3*800-
||8W 4*dOI>
3*9C 3*H>
rao elles 6 on 7 cooforme o mez. anterior ti yo I dores; acabAde estabelecer ama otllcina lithogra
Austria e Iluncria.............
Badn e Baviera...............
Blgica.....................
Dinamarca..................
Franca......................
Grecia........................
Graa-Bretauha..............
Allemanha..................
Hbllanda.....................
bata.......................
Londres.....................
Norueaa------............... 4*900
Nora-York e Boston (America.>
Rujsia da Europa............
Servia o Principados Unidos....
Soeiia.......................
Swtzerland..................
HOSPITAL P0RTUGUE2;Est de semana nes-
te estabelecimento o Sr. mordomo Antonio Al-
berto de Siiuza Aguiar.
LEILO^Hoje ffeta o. agente Martins o taifa
de sete partes do sobrado da ra da Cadeia n. 2;
em seu oscriptorio na mesma ra n. 9, s 1J.lm-
ras do d.
AS TftV0ADA E A CRINOLI.li.-A 27 d
julho houve em Ljndre urna grande trovo.nda.
Urna seobora de-meia dade e seu. marido, que es-
ta vam ao parque chamado Clapbam Commop, r
fugiaram se debalxe de ara grande carvalho, onde
eslava um baow.
Infelizmente aquella senhora ainda nao tinta
renunciado o aso da crinolina a do colleie com
barbas de ac. Cahiodo um raio no aarvalho, o
fluido elctrico,fundi e despedasou ea) mil peda-
eos, os objectos de aeo, deixando a saa don? bu
raaie horrivei estado de deslrojcao.
Seu marido, e alguraas pessoas mais, qoe esta-
vara debaixo do carvalho, apenas foram arrojadas
alguma distancia, sem contoso grave.
Ja por vezes tantos fallada no perigo qn ba em
ler objectos metlicos e at diobeiro, quando por
occasio de irovoada nos refugiamos debaixo de
alguma arvore.
Esta noticia obriga-nosa repetir s nossas ad-
vertencias. Quando a arvore que nos abrigar
mos nao esliver solada, e nao dominar as qae es-
tiverero visinhas e quando finalmente nao troti-
xermos dinheiro, ou qualquer obyecto metalice.
podemos som grande-perigo reccorrer ao abrig"
que o os troncos revestidos de folhas; alias -
preciso fugir das arvores, bem como da visinlan-
ca da mulher gue usar 1 crinolina ou barbas do
ac.
PODEROSA ARTILHARIA. No arsenal do
Woolwicb, em Inglaterra, esta-se agora (andin-
do um grande eanhao, que sera a mais poderos:',
peca de artilharia que se ter visto. O peso des -
la pec,a ser de 35 toneladas; a carga de pelvor.%
de 100 arralis e o seu projecll de 550. Diz
correspondencia de Woolwicb, que este fojattii
ter urna tal forca, que atravesar ama lamn
de ferrado quinte polegadas de espessura, qno
a mais grossa que se pede dar aos navios.
fe fez ainda a experiencia desta peca, mas se cor-
responder ao que dalla se espera, ser o mais ter-
rivel inimigo do* navios blindados.
METRALHADORAS IXGUEZAS.-0 governo ir.-
glez acaba de organisar em Shmburyness exoer-
encias de tiro por meia de meiralhador
expericnias come^aram no dia H de agate

/


Bpno d Pernambaco Segunda feira 12 de Setembro de 1870
-rto ontinnadas por espado de qulnie dias. O to-
ga nato rpido obndo no prinwiro a W ama
batas em dVns mnalos.
. A* dtstaoct* f >miti rebladas successivamente
300, i 6l)0 e 800 jardas (700 mitres proxtroada-
nente>. Oa resoltados provaram qae aue^ais-
uncas M eantralhadoras aprsenla tn
vel vaniapem sobre as pegas.
considera
Anselmo Jos de DrHr, Salus'aano Serrlo da
Crnx I 81b. s. Terjeo Paqn:\lev AUtanasio Alfon-
so, Amando Olympio da Uarn a l esoravo
d po de Seimn Leal, D. Laa Be.lmtra Bbetro Fer-
ies e I llho menor, Antonio Mari* de Cas* I
icndo D. Hara Augu-ta l.'.ns Godoy, 'fl^^^H
I criada, Antonio O. da Silva, alteres Eplphanio de
Aranjo Caldas, Manoel Valentn, Jos Franeiseol
do Lima, t escrava a entrenar, Antonio Perera
KORTfitr AfAFS DR PARH.Os fortes qoe de- j Machado, Roberto Francisco Nogneira, ManoeUftv
ttadW^n* nmnn Siena, em vita de qotmd* Gasta, Art*ur atBougakk iTodopiane Ha
P?r 4o naman?mesjerdl Ivry. Blce noel daCroz, PpoetCo Pewira Marinho, Antonio
n~direua-a~ brlcn-. a dupla ^ "JL?6,*-
Dinir. os fortes do B. de S. D.niz. de Autor*lie,
de Romainville, de Rosny, de ft^fe
os reducios da Paiieoderu do lraveL e o lorie
de Alton.
EXFttClTV) FRWCEZ.f>ide-se actualmente
am tres grandes seecoe : a primera deuonrmada
sereito do Rheno, comprehende os sete corpos
de Mac-Mahon FrnVsard, Dacaea, L Admlrault,
Falv Caumbert e f) may com a guarda imperial
cnrtiandarta por Bourbaki. Destes sele corpos o
j^Um, eommandada por Douay, acta se separado
tos rentante, e occupa pasaagem des Vosges,
wa Relford.
Os cornos 8o, 9", 10* e 11 corresponden aos
districtos militare* de Pars Lyio, Tolosa e Argel.
O II" corpo, snh as orden* do general Trocho,
o 1>ob asrdeos do general Viacy, eenslituem
o ejercito de reserva estacionado em Chalos.
LOTERA.A que se acha a venda a 160*
beneficio da nova igreja do Nassa Senhora da Pe-
nba, a qual corre no dia 17.
NOTICIAS DA GUERRA PRANCO-PRUSSIASA.
Traduiimos da Jwdrpeadwt'rm belga as se?umtes
limas, que deixam entrever a causa das derrotas
da Franca.
Ir. E. d'Toxter do Siecle, nao podendo demo-
rar-** era Metz, parti para Strasbourgo, dMti vol-
trai para assistir a derrota do rorpo Je exereito de
Mac-Uahon e o exhordio da fuga da populacio da
Alsecia para o ntorior evitando o iiumigo. Eis o
qnadro que elle traca dj lamenlavel espectculo
de fot que te-ti-mutiha.
jtyaicy de agosto de agosto.Nao podes-
teis recber as dna carias que vos diriga 7, nina
dti S^-.i.sboiirgo e ontra de Saverne. Estas cartas
caram, al uielhore* lempos, pre-as na caixa eu
(joe as lancei.
Eis a miaba o<*vssa desde esse dia :
Ueia hora dono a que eoullei a miaba carta a
o viajante que partia no ultimo trun, que faaa
o sorvico postal de Strasboiugo Pars, eu sube
qu as eomuinnica<.>s lelegraphicas estavam cor-
tadas enlre agweaan-e Sirasbourgo, o que de-
moHstrava sntlleienuunenle que o inimigo aeam-
tva om HagueoaiL Soto peaa de Bear indetioida-
inente preso em Strasbourgo, era-me preciso par-
tir o mais depressa possive!.
O trimeiro cuidado do exereitovictorioso era
-aeui dnvda de cortar tanto os telegraphos como os
iwlnos entre Stra>buuro e Saverne. Disseram me
<|iirt un irem paFtia para Saverne, e que so os tri-
lli-n na.) anHwianw ainda corlados, eu all chega-
iia s i berta, Parii. Xa veiitica<;a.> da linba de
Uagu^naa a de Slrasfeou'go u treta \on sem na-
i w ; ii loaeoini-U apereebora a eaallana inimiga
u'aat galopa ceirado. Aluas minutos depois i-
hmkw a obra da destroirao. Os triilwsfoiam ar-
i anisados e.n urna di*4aucia de HWte kilmetro.
Kr.i (Kiis laotp i le doixar Strasboiir^o.
Cheguei a Saverne. on-le se espalhou a noli-
OU. E' alli que acampa a tropa que se laten no
- -ha antecedente. erramou-se o pnico na ctdade.
Toda* as casas se fecaram : holeis, cafs e cerve-
yeiras.
Uai'ia apenas meta -hura que eu metinlta ins-
ultado n'um pequeo hotel junto a estacao, !.. proprieUrio veto pedir-.ne que me utudasse o
tais depressa possivel, visto como elle a (ugir
Tiara as montiohas. Sahi para a ra e vi passar
urna iui.'iietwa poptlacio trmula de medo, preci-
tlando-se para as estradas (|ue eendniem aos Vos-
*=. Oii seu lado o tftanaW prepara va-se para
iatfer em retirada; ella rdirava-se para Stra-
bOllliT' .
t Nao podendo acompanhar e exercn, vt-me
fWHlii seguir a populacio ; nao hava cavallos
iieni carros, foi preciso vir pe, Deixei minha
bagageni era casa de nm honrad homem que nao
cotibec-) e que eonsentio om abr'tr a porta para in
deixar por a mala uo coiroior, ilepois do que elle
loroou a fechar porta, sem que. ao meaos eu sou-
bW'' o nomo il'esse hometi servi^tl.
Ignorava absolutameiilo para onje araos, mas
fui a rnultidao. Que muliido 1 velhos, mulhe-
res carrejando creamjas do poiio, meninos de i
anuos da idade subindo vendas escarpadas ; ri-
t is, lagrimas e prantes ; a solacio euilim Car
ie?aa-s ludo o que se poda levar e mais mes-
w. do quo o que se poda. 0* homens gemiam
sob o pea, as creancas taiurieui carregavara. Paca
ni le iamos ?.. ignorramos. Totlos fallavam al-
leino. Depois de urna hora a marcha chegamos
a pcimoira aldea, (|ue tiobem se preparava para
fugir ; os bois o as vaecas er.m cupduzdos dianle
de nos. i
Colchiee, lences, r"onpa do toda a sorte, mo-
v i e ludo mais era empuado sobre carros de 4
rodas e cada passo o numero do fugitivos aug
tnentava.
c Onvi duas pessoas fallar em francez ; aproxt-
mei-ine e pedt escUrecimentas sobre o itinerario ;
pastan queuosdirigamos paraum piVitoi.ondeacant
panamos como podessemos depois do o ou 6 ho
ras de catninhos trave d veredas aperupus e
speras. Lauentei nao ler licadeem Saverne ante
a jer Que triste especlaculu Di urna populacao
^nteira sem confianza' nos sens soldados, soldados
travos na verdada, mas lio mal commandados I
< E' a invaso que comeca I
Abrevio o cont d'esta scena de desola^ao
A' meia noute toda a populacio Je homens,jnulne-
ree meninos chegou orna grnle povoa?ao, cujo
-iiuuie allemao nio me lemltru. Ninguem se dti-
luu. Algosas pessoa-s recolhidas, dormem nos
lanos das escolas, ootras acharam pou^ada na?
esuiiarias e curraos abandonados. Fallava-se
soiq anima{ao, e julguei c> mprehender, pelo tem
sjMos, que reinava grande colera contra os cbt-
f s.lo exercit.). .
A's o horas da manha cheguei a descobnr
nm carreieiro que tem urna carreta e que quK
-^tcestar-se condour-me u Sarreborgo. Cheguei
ah as i horas da tarde.
Encontr ahi ocorp> de exereito de Mao-
Alabon, esse corpo dezimado qoe eu vira na vas-
pera em Saverne e do qoal fazia parte om cresa-
do numero de soldados sem armas, sem sacco, sem
uenhom eqnipamento.
t Saverne abandonada, a chave dos Vosges
atrege ao iniraigo.
< Esse corpo voltava. Sarreburgo estova eva-
cuada como Saverne. Soldados e ofllciaes esta-
vam furiosos: jnlgaram-se trahidos. A incapa-
cidade foi grande com effeito I
Conversei com soldados e ottaaes de todas
as ansas, e todos eram unnimes em manifesia
qaeixas e raorirainaces. osiavam indignados.
t No dia. 6 pela tnanta elles nio tiveramratao
te caf : baieram-ho at lerem comido cousa alguma dnrante 2 hora; e
anda depois da. bataina nada se Ibes, den, ue -
-nhuma desirrtwifio se fot. Um soldado me disso:
durante quakro dtm iwt temos vtoido alinunta-

Nanea sa liaba visto, um tal espectculo de des-
organisacio.
0 dajuiammasnirm ni* se brente ponto.
O c-irp- de Mc-Jaaftoo, dn 2 a ,3O:0f8O*adt.,
tendo de combatar dnrsnto li horas un exereito
de U0:000 borneas, nnrocnbaa o menor refor-
co! Deisou-sco sahir no negado coma loe fai
possivel. AattaanlM iaieiros desappareeeram ;
aVtans batalboes foram aculiladns. e diporsados:
n.s seta reglraanios de con race Ir* % 122 ofciaes
lovar mortos.
Urna fMJbMplic**. eoostrangeo esses
n-gimentos JujiFiiHiir sato o iniraigo abrrgadoi
n'ain bosque, .tjae matamp qneime roana os seos
uravos soldna} que sa dionidades de terrea
torna varo impotentes. Htnuis ellas earregaram
-*:am a* pistoh vasiaa : ttobam-se esqoecido d
i'i -s desuibuir cartaanes, e tulo o> mais assim
U.
< Seria um nunca acabar refonr-vos lude o
i;w me foioonMa- pelos soldattos que voUaram
ao arampamento depais da derrota.
inda.maja", nao ha coramonicacoes; niee
-sabe onde est exereito commandado pelo im-
perador.
No da. 6 a Franco se estaodia leste at
Strburgo ; a 7 ella detinha se em Saverne; 8
m SasraMffo. Nio sei onde sero amanha
os limilss. lstn asseiueraa-se a u com-
) abandono, aun saloe-tequem pudsr. Nra-
inera pareen querer se oppira marcha lovasoia
i Prussianos.
Tinhara-nos promeiliso a campanhada Prus
>, e da-se-nas a campanha da Franca. Oh
deagrac.
Sanos Ponlual, Jlo Bdnardo Chrvtiano, Jas
Domingo, Satnpaio. Manoel Candido de Aranjo Li-
ma, Mmoet Lopes Angelo, Jos Alves do Capva
Ihn Porto, Ripitio Redro Antonio da Silva, Lotx Pe-
roirn OoncaUos da Canoa, D. Lana Thonusia dos
Santos. Joaqnim de Snnxa Ferreirn, lastino da Sil-
va forres, Felisardo Gome de Mello, Joio de Mi-
ranfla Hoedt. Francisco Firmioo do Nascitnento,
Jos Francisco de Almeida, Antonio Manoel Alfre
do, Manoel Hornera de Carvalho, D. EeMJia de Men'
doea, Joao Harta Garca, Rento Angosto Silva,
Manoel Sev-rini) Duarte, Mam el Jos de Araujo,
los Augusto de Araujo e i Blho menor, Lcopol-
dino Antonio da Fonseca e 1 escravo.
Segoem para o norte : .
Capilao Antonio Francieco da Coata o l cna^a,
Jos Joaqnim de Sant'Anna, Guisepp Barjholo-
meo, afta Viente Mmioeiry, padre Amaro TUei^-
tonio Ca-ir i Brasil, Antouo Correado Vasconcei
lose I Ulho, Casper Chara Adelf, senadorT.
Pompea de Souza Brasil. Manoel Pacheco Amaro,
lente Antonio Antones de Carvalho. deserabar-
gador Antonio Francisco Salles, senador Antonio
Martin* Nones Goncalves alteres Juaquim Pereira
Gaia Pecanha, hidorio Teixeira Merrdes, Joaquun
da Qnstt Pinto, Br. Antonio Clbo Ropngues,
Henrique J s Gaspare sna senhora, capitn rran-
cisco navmundo E. Quadro, capitao J,*j Cancio
4a Silv, tenente Sevenano Nones, *s Mar(|aes
Pmheiro, I). Rosa Senhorinha V. Fnrtade. I cria-
da e 7 ssema, Raymurtdo Lima Collares e aa
senhora. Rita Severina da Conceico, Amonto tor-
r de Aguiar. 1 fllha. 1 neto menor e 2 escravos.
Benedicto PMtstortn Martins Edoardo (.ordeiro,
eoneg Man.jel Jo^ de Sinaeira Meades, Leanaro
da Sdva Jibeiro, Brigtdo los Rodrigues Garrea c
0 ex-pracao para as pntvneias.
PASSAGEMOS.Segueta para o sul no vaper
Cruzeiro do Sul :
Florentina Jaciotha Simoes da Slva, Francisco
Jos Tav-res. e um escravo, Jos Mendes de bou-
la, Vnlonio Sil?erio, Jos de Barros Pires Falcao,
Naque Amsalak, Manoel Pranciseo do sacraoiemo,
Jo Antonio Cahinda, o preso Antonio Joaqmra da
Silva Cotet, e ditas pravas e um cabo que o es-
colum, Jos da Silva Rodrigues Jo> d Azevedo
Santos, B"biana Mara da Conceico, tenente-coro-
nel Sebastian Jo- Basilio Pyrrho. Bento b*n<;M-
ves, Jacob escravo de Manoel Montein da Conhs,
Elias Tuda de Camihn Silva. A. H.W-llmer, Jos
ila Cruz Ramos, o-Tiniinoso Fortunato Monleiro ae
Siqueira r.avaluante e duas pracas qae o escoltara.
Sahidos para para o norte uo vapor Ti>can-
tu : .
Plnlochenes Amando de Luna, om escravo uel-
miro, duas pravas de polica que vieram eseoltanoo
js criminosos Candido Breno Fernandos, Julia E.
dB Lima, Tneodolina Mara da Coocefcao, Joaquiin
Corraia Galvin, Sebasto Ferreira da Silva, Ma-
nel.Antonio Pires, Dr. Antonio Coettio Rodrigues,
duas escravas e Victorino Jos Raposo.
S: John M., Albino Joaquina. Lope-, S. I., Antonio
Gomes Nttn.
Vtodos da Granja e por.tos intermedios no va-
por Jaguaribe:
Liberato Lopes da Silva ua Senhora (tirios
atores e i menores. Dr. Viente de Paula C. Tel-
les e 1 criado, Ignacio Camello Limiares, Joan '-
Lindares, Krand-co Ctodoaldo Linhares, Joao Pinto
Chaves, Antonio Jos Atpiere. Venceslao Machado
de Siqueira Silva, Vicente Augusto, da Fonceca,
Frnkliin da Silva Antunes, Custodio Jos Vianna,
Jos Dias S tares e i escravos Joaquim dos San-
tos AzeveJo, Miguel Egydto de Moraes, Manoel
Gomes da Silva. Jwqoim Amando Marinho, Ma-
noel dos Santos Marliuho Ramos, Francisco Ma-
noel Joaquim e Arruda, Francisco ;Guilhermino
de Arruda, Jof Antonio de F. Cooto, capitao Cice-
ro Rodrigues de Oliveira, Joao Florentino C. de Ai-
buquerque Jnior, D. Mariadas Neves Mello, Mana
da Conceico, J.-aqunn Rogoberto Grangin, padre
Joio Jernnvmo da Cunha, e um sobrinho menor,
padre Juan Baptista Magalhaes, Jos Lima, Thonaz
Carohli. i-scravos a entregar.
Ktitrados de Maulangoape no vapor Cururipe :
C Cicero C. da Cunha, Laix Manoel na Silva
Teixeira, Manoel Jos da Silva Rogadas, Mareolioo
Pacbe de Santiago, Hermenegildo Sonta Lobo,
Manoel Gomes Morejn, Joaquim Ezaquiel Barho-
za, Vicente Ferreira de Carvalho, Jof Rodrigues
Cardzt, Americo J de Frang, Tneodoro Er-
nesto de Castro, vigario Fredirico H.Alhuquir-
que, Joao Pedro Baptista Carneiro, Juao Perelra
Castro Pinto e 1 escrave a entregar.
Entrados dos porlos do Sul no vapor francez
Sidnh:
Miguel Jos de Andrade, Bellarmlno do Reg
Barros; Antonio Feitosa de Mello, Edwrn Frey.
Ellesabelh, Sawr, Domingos Proto, Vicente Sawr,
Delflne Sawr, Gustavo Amsenuck.
Segu para a Europa
Joio Martins de Barros Jnior, Salustiano Sel
vol da Crnz, Antonio Lopes Ferreira, Antonio
GoncMves de Souza, Victor Hacher, Jantino Jos
Tavares, Manoel Francis<-o de Souza Santos, Mar-
ganda Zela Loagorde, Rogers e sua Senhor.
CEMITEaK) PUBLICO.-Obituario do dia 8 de
seteT-bro.
Miria do Rosario Correa, parda, Pernambaco,
83annos, viuva, S. Jos ; hemorrogia cerebral.
Jos Antonio Barbosa da Silva, brauco. Pernam-
baco, 75 annos, viuvo,Boa-Vista ; entetite chr ni
co (hospital Pedro H).
Jos Elias de Aievedo, pardo, Pernambaco, 40
annos, casado. BOa-Vista ; liypeiropoia do cora-
cao (hospital Pedro II).
Maria, |reta, escrava, Pernambaco, 21 aonos,
solteira, Santo Antonio ; pneumona.
Anua Mara do Carmo. preta, Peroambuco, 89
auno, solteira, Santo Antonio ; asthma.
Joaquim, brauco, Pernambuco, 7 mus, Boa-
Vista ; varilas.
Manoel la Silva Jacome Pessfta, branco, Per-
nambuco, 37 aBno?, casado, Boa-Vista ; ferimento.
^ESSAO JUDICJARIA E 9 DE SBTBIBRO
OE1870.
masrowcu oo kim. sil wsk.mbabgm)osi u. t. re-
RRTtl.
. Secream*", Julio Guiwuwfe
Ao meto dia esvuido reunidos os Srs. desem-
Tbargaflor Silva Gnimaraes desalado a Leal
iUMlente S Leiao, fallar.*1. cora pu
os Srs. Res Silva, Acctoit e Rosa, e sem ella o
Sr, Basto, o Kwn. Sr. preaideote decl-rou quo nao
poda havwsessao.
Aoesxve.
Juiro especial do oamraereio : ajgravante Ma-
noel Alve Barbosa SpaTinho. aggravai,, Loare neo
Puggi.O Rxm Sr. presidente dea pnivtanento.
Nada nuis houve, e toi encerrada a sessio.
mm
COMMUNICAOOS.
PASSAGEIRO-Vindos dos
apor brasileiro Tocantitu:
porlos do sol ni
CHRONKA JUSMURIA.
rKlBU.VtL CO.HJBBRCIO
bGIA DA SESSAO ADMLNISTRATIVA DE 9 DE
SET-MRHO DE 187.
?B18mCl\ DO BXM. SR. ORSEMBABOAOOI ANSELMO
FRANCISCO PBBBTTL
a 10 horas da manhaa, presantes os Srs. depu-
tado Miranda Leal e com parlicipacao o Sr. deputado Rosa, e sem ella
o Sr. depuiado Basto, e oomeado secretario o Sr.
Miranda Leal em lagar do Sr. Rosa, S. Exc. a Sr.
presidente declarou aberta a sessio.
Foi lida e approvada a acta da sessio de 5.
KXPE01ENTB.
Iaforoiagao do Sr. Dr. official-malor de ser pro-
cedente a allegacio de James Ryder & C tendete
ao engao qoe se dera ua coBeceio dn raappa do
movimero havido no seu armazetn alfaudegado
durante o semestre ultimo.Areblve-se o raappi
aova men te, enviado.
Jornal Oficial da ns. 188 a 196.Ao archivo.
Ao Sr. deputado supplente S Leilao fei distri-
buido o iivro copiador do Jos Joaquim Goncalve*
Beltrao.
DBSfAcnes.
Roquerimeuto de David WilUam Bouraaon, pe-
diodo por certido o registro das omneatow de
seus eaixciros Pedro Barra! da Costa Soares e
Joaqnim Antonio da Cunha.e-se a cerdo re-
querida.
De Joaqnim Bernardino de Castro Ros, snbmet-
tendo registro a nomeacao de sea caixeiro Joa
Baptista de Lima TabarftiKReassire-se.
De Honre Wilroer, submettendo umbem a re-
gistro a de sen'caixeiro Benvems de Sonsa Tira*
vsssas.Seja registrada.
De Joao do Reg Lima & Filho, pedrado per-
mtssae pera eeerh>turarem o lreo Diario que se
aeo-em branco e baria sido rubricado para a ca-
sa commercial de Joaa do Reg Lima na qai suc-
cederam elles suppHcantes.Gomo reqoorena.
. De Sf de Almeida RaBello, Antonio de Souza.
Almeida e Victorino de Almeida Rabeilo aprasea-
taodo registro sen comrato social.Vista ao
Sr. desembargador fiscal.
, Replica de Hugo Seeling, replicaado de despa-
cho que Ibe denegou A matricula de conMnerciaa
te, que impetrara, por nio ter pro vade ser socio-
da firma Kalkmaon & C.-Vista ao Sr. desembar-
gador lineal
ADIADO DAS DIAS ULTIMAS SOSSOES.
Contrato social de Felippe Esirelln t CCoati-
na adiado.
Nada mais ha vendo-se submetlido despacho,
o Exm. Sr. presidente eucerrou a sessio pelas 11
horas e meia do dia.
GOLUBOBi^AO.
OGRKTAO DE EKVBSENAME5T0.
No intnio puro e sirnplesmente de orteaitar os
Dossos leilores, que nao sao lidos na sciencia me-
dica, tran'crevcinos hoje o processo cbinsiso asado
para a di-scoberta do arsnico nos, alimeRtos in
gendos utt as visaras extrahidas de um cadver
pouco depitis da morte ou estondo j em adianto do
estado de putrefacta >.
Formulario do Dr. Pedro Lniz Nspuleaa Cherno.-
viz, oHava edteio, pag. 7.'il e segumtes
Ult.VftBNTES.
O acida arseniw (arsnico do comrtercio). lau-
cado tas braza?, esparge vapores hranens cora
cheiro aliceo. Aqnecido em um matraz, com
potassa e carvao, pegase ao gargaHo de vaso, e
forma unta codea branca. O acido arsnico dis-
solvido precipita em verde pelo suifto*de cobre
amraonisal. em vermelho lijlo |elo nitrato de
prata, era flecos arnarellos pelo acido sulpydrico,
em branco pda agua de cal. Todos os precipita-
dos, ohd-is pelos reageiiles indicados, dio arse
nica metlico, quamdo aquecidos em um matraz
com polasra e car vio,
E' por meio destes reagentes que se indigava
o acido arsnico as substancias que ss sup-
punhain cunte-ln, at o anno de 1836, poca em
que foi inventado o apparelho de Marsli, hoje
muito empregado as indagaroes medico- legaes
relativas aos envenenamenlu.-. Este apparolno
fundado na propriedade que possue o hydrogenico
no estado nascente, de formar com o arsnico
urna combiuou gasosa susceptivel de se decom-
pnr pelo calor, e prodnzir arsnico metallieo ou
acido arsenioso, -egundo as clrcu.Ti.-toncras que
acnmpanha:ii a operar^ao.
Depois d-1 sua i:iveoga(K o apparelho de Marsh
recebeu nmi'.ero^as modilIcacSeS.
O appareilio de Marsh compoe-se de am frasco
com roha furad de duas abertnras; na primeira
introduz-so um tubo direito, de nm cemnaetro
pouco mais eu menos de dimetro, e na oatra >e
acha um tubo, cuja carva forma um anguila tecle,
d que leitt urna bolla, na qual se condensa a
inaior parte da agua levada pelo desenvolvimiento
de hydrogeneo. Este lubo commit-iica com entro
tobo mais lar >, .ue contem amianto ou algo-lao,
destinado a r-ier as particulas da dtssotnto le-
vada pela corren!'' gazosa. Na exlremidade d'este
ultimo turto, acha-se tira tobo de tldro e;treito de
2 a :i millimetro de dimetro interior, ir i ai *
decmetros le comprimento, coberto com urna la-
mina de prata no comnrimento de decmetro,
pouco mais ou tenos. O frasco deve ser bas-
tante grande para cunter todo o liquido' que se
quer ensaiar. e deixar anda um vacuo approx
madamsnte equivalente quinta parle de sui
capacidade total.
Disposto assim o apparelho entroduzem-se no
frasco algunas laminas de zineo puro, cohrem-s
estas coilt agua, e detti-se no frasco urna pe-
quena quautid-tite de acido sulfrico puro.
Prodnz-sc entit um desenvolvimento regular
de hydrogeneo puro, que ex 'elle pouco a pouco
o af cerrtido no frasv-o. BxpelHdoo ar, a queco ;e,
com urna aiampadade alcool.ou pormeio de Tma
grade de ferro guarnecida de carrito, a pircad
de tubo cercada de lamina de prata. Se os rea-
gentes (zineo, acido, agua o frasco) sao puros
completamente isentos de arsnico, a extremi.isde
do tubo nao apresentar nodoa nenhuim. Se
acontecesse o contrario, seria ind'rspensavel marine
os reagentes. Dm anteparo e preserva da ace.au
do fogo a par le extrema do lobo. Accende-se
tarabem o gaz no orificio, e approximando Ihe um
pires de poTCellsoa, examina-se se nao appire
ce algonta nodoa no pires.
Es'.as ezperieiatts preliminares devera durar
pelo menos meia, hora, para nio deixarem nen.'ia-
ma darida no espirito. Convem aintla esguar
completamente o /.meo, n'esta experiencia previ,
visto t|U as peqaenas quantidades de arsenieo
que pude conler. se accumulam particularmente
as ulti.itts poredes do metal que se fflssolve.
Feito ifto, intruduz-so no frasco, pelo inbj o li
quido suspeito, e mantnt-se por ama addico
conveniente de acido snlfarico ara desenvolvi-
mento frico di gaz i.yJrogeneo. See liquido ar-
senical, o arsnico depoese qnasi immediaiamen-
te no lubo hotisontal a pequea di>tancia do an-
teparo, qne o pYeserva o acea do togo. Aeeode-
se tambera o gaz no orificio extremo, e approx-
mando-lhe um pires de poreelana fri, obtera-fe
nodoas arsnicas.
Se se nbteve por meio do apparelho de Marsh,
um annel :iietalic3 no tnbo, compre submetler
este annel a nma serie de experiencias, para ver
se ele pousiie todos os caracteres do arsnico.
Goovui, primen, verificar se este annel vol-
til, se pela acciio de um calor brando, se desloca
fcilmente de'uma parte do lubo sobre- outra
se aquerido n'nm tobo aberto as duas extretpi-
dades, branqueae se transforma em acido arsenio
so que tambera voltil. Deve sa depois tratar
este acido arsenioso pelo acido azotteo para trans-
formado era acido arsnico, e formal por meio do
jzotodo de prata um precipitado vermelholijlo
de arseniato de prata, cuja cor caracteristica.
Finalmente, o arsnico deilado nos canoes arden-
tes espalha um. ebeiro aliceo.
O appareiho de Marsh permiite descubrir com
urna certeza a soluta, as mais pequeas quantida-
des de arsnico. Por meio deste apparelho o ars-
nico pode ser adiado as visceras, na ourioa e uo
sangue. Quanto ao arsnico que diziam existir no
corpo humano no estado normal, todas as expe
riencias feitas pela commissao do Instituto de
Franja deram resultados negativos.
Por meio do apparelho de Marsh, ou dos rea-
gentes indicados no principio deste artigo (sulfato
de cobre ammcnicaf, nitrato de prata, acido hy-
drosulfurico, agua de cal), podem-se fcilmente re-
conhecer a mais pequeas quantidades de acido
arsenio-o, quanio este veneno achar-se dissolvido
em agua. Mas o problema menos simples, quan
do se trata de reconheear a presenca de urna pe
quena qaantidade de arsnico, no meio de massas
considera veis de materias orgnicas, como aconte
ce ordinariamente nos casos enveoenamento. Vou
descrerer juccratamente a marcha que entao
eonvm seguir.
Se existe ainda ama parte dos alimentos que
prodQziram o envenena meato, compre examinar
se nao se f rmou no funda das vazilhas um depo-
ito de acido arsenioso; em p branco, que por
ser muito pesado, se precipita rpidamente em
baixo; pode-se entio reconbeeer fcil mate pelos
reagente ja indicados. Urna indagaeo semelhan-
te deve ser feita oas materias vomitadas. 9e-estas
pesquizas fOreminfructaosas, espremer-se ho o*
alimentos ou as materia vomitadas n'um panno
de lioho muito I i rapo, previamente levado em agna
rastillada ; diridem-se asslin- em. urna oonjaoso
lida, quese tratam prmeiro separadatnonie, e se
reonem depois.- Approximar-mvhSe liquido por
evaporario n'umacapsula de poreelana,
Como eta coatns ortlnarianrente materias or-
gamona em dissohiao, ertie ordmariamente mul-
to riscosos para pederem ser imrodaiidos direc-
tamen'e no aparelho de Marsh. Prodatem muHa
escama e seria drfflcil dirigir conrenieoteoiente a
experieneia: A'm dSste, a presenca destas nli
tenas orgnicas muda' rwtavelmente aa reacfles
proprias para fazerem reconbeeer o arsnico, cuav
pre pois comeear por destrui-las. O melhor
concentrar muito os lquidos, depois ajustar ama
quamidade de acido sulfrico proporcionada a dt
materia orgnica qoe se suppoe extenf na disso-
Incao. Evaporase para eipeinr o aeidn-sulfartco.
A materia orgnica destroe-se, fie* reduzlda
formada uro carvao esponjoso. Bortnfa-se este
carvao com acido azetioo concentrado, e wnw
ae a aquecer para expellir o acido ; desprendem1-
se vapores rutilantes abundantes. O arsnico
(quando o ha) traastorrna-se em acido areeatoso
que se dissoPre fcilmente emagaa. Dtssolve se
o residuo n'uma peoaena quamidade d'agaa dis-
tillada fervendo, coa se, e obteevse ordmariamea
te, se a caroonisaeo foi' bem frita, am limiido
ncolor, ou mu pon00 corado, que se poda tratar
fcilmente pelo reafentas oa pal apparelho de
Marsh.
s materias solidas, que fiearam no panno, de-
vera tarabem ser carbonisedas pelo acido solfa
rico. Para este nm, borrifam-se com o quinto
de seu peso deste acido concentrado, ponen
ou menoa, e aolieoe-se. Toda a materia torea-*
liquido, exneue-se o acido sulfrico pela accao do
fogo, borrtta-se o carvao ei)m acido axotieo qoe se
evapora ; erafim dissolve-se o residuo era agua
duhllada fervendo.
Obtem-se p. r filtracao ura liquido transparente
que aprsente a mesraa apparencla que o liqnido
resltente do tratamenfo da porcio liquida. Reu-
neavse oa dous hquidoa, e iratam- pelos reagentes oa palo apparelho de aarsh.
Quando o acido arsenioso existe em quaatUU-
Ae consideravei as materias submettMas experi-
encia, pode-se effectuar em capsulas de porcelana
a carbeamaeio da materias pelo anido sulforioo e
e as evapora^es sucee?alvai. Mas se a prepara
ci do veneno pequea, deve-se receiar qae ama
porcia notavel de cidj arsemeso venha a volati-
lisar-se aa alta temperatura qae preciso empre-
gar paraxpellir o acido sulfrico. E", pois, me-
lhor, em todos os casos, fazer carbonisacio numa
retorta de vdro guarnecida de um recipiente, cu-
jas paredes esiejam mol hadas. Os Bauidos dlstl-
lados cofldeosam-se o recepiente, e pode-se ex-
animar depois se elles contm arsnico.
Se o medico chamado para verificar o envena-
meate depois da morte, deve fazer as investiga-
rles, que deixei indicadas, nrs materias tiradas do
estomago, e aa ountia comida na hexiga Emfini, se
tiverde verificar o envenenamento muito lempo de
pois do bito da victima e no cadver chegadb
um grao de decomposicao mais ou monos adian-
udo, deve1 neste caso oerur sobre a oub c* do
estomago, ligado, pulmdes, baeo, e coracao, orgaos
nos quaes o veneno se lixa priucipalraeiite. Deve
carbonisa-los do mesmo modo pelo acido sulfrico,
numa retorta de vidro, depois de cortados es or-
gaos em pedacinltos.
E' intil dizer quo todos os reagentes chimicos,
empregados nessas operaees, devem ser muito
puros, previamente eosaiados com muita attencao
para averiguar qu* elles nio contm algum vesti-
gio de arsnico. 0 medico poder ter entao urna
confianca completa no reru!tado de suas iadaga-
Qes, se coratudo foram ellas executadas de utna
raaneira conveniente.
PUBLICACOES A PEDIDO.
A' si. W o Imperador e ao Sr.
ministro da jnsilea.
0 JUU MUNICIPAL DA CAPITAL ASTOK10 JAQUISl DE
SOUZA PARAIZO.
Se a deeza de um cidadao que exarce fuuceoes
publicas, e aecusado, proposito dallas, cora re-
ferencia a vida particular, nio se pode chamar
queslio pessoal, nao ser pessoal este escriplo em
que s tratamos de defendermo-oos das diatribes
que sobre nos se prelendeu fazer pairar.
Peco que nos leiam os homens de bem que nos
nao conhecem de perio : pora elles que cscre-
vemos.
Atassalhada a minha reputa cao de magistrado, e
o meu earaoler de hornera particular, por ura
anonymo (a pedido) do Jornal do Commercio da
corte, de 9 de agosto do andante anuo, procuramos
mostrar que aquellas irautuJcias nao asseniam aa
nossa pessoa.
Filho de urna escola que te por norma na po-
ltica, na vida pulica, e particular os severos
principios da moral, amamos cima de ludoA'
DES, E A JUSTICAa juslica, no meie da cor-
rupciu que lavra a so;iedade de hoje, so encen-
tra apoto nos coracoes bmi formados. A injusti-
ea, ou antes este flagello da huuianidaie s se easa
com as almasvi, c ajenlas.
Quando o uosso coracao, nos arrastaado ao dos-
preso desses somimentos, nos levar ao amplexo
com estas hediondas ideas da oormpgio nos deixa-
romos Sim, autos da condemnacio pronuucada pelas
apupadas da raziodo povo sensato, nos ras-
garemos as vastos de magistrado, e nunca sere-
mos des corruptos, que nao so ajoelham ante o
altar de D-tus nata choraras lagrimas de san-
gue -lillias ilo retnorso, e arrepentimiento.
Como magis irado ao esmorecemos era aossas
actos eusrgicos, justos, e severos, leudo sempre
ante nos: a virtule, e a ciencia. J disse um
sabio: a viriude a seiencu docorarao; a
finara e a viriude da caneca .
Sempre que, na pratica do bem, tivermoe pre-
sento o bonito consorcio dellas, s nessas almas se
elevarlo al Deus, e recbenlo a benrao Divina.
A pratica daviriudepor qnalquer horaeui de
bera, lera etn reiribuicoa gloria celeste.
A pratica da viruide pelos magistrados, nio
lera, do governo imperial, una quilhotina prepa-
rada por mi de ambiciosos aveulureiro;.
Leiam-nos os homens sensatos, e sejam os nossos
julgadores.
DOCUMENTOS.
N. i.Ulna. Exn. Sr.O bacharej ABtonio Joa-
quim "do Soiza Paraso juiz municipal e de orphos
desta capital, precisa a bem de seu direito que V.
Exc. atieste qual o desempeoho que lera dado o
mesmo as altribuicoos de seas cargos; bem assim
o ?eu procedimento civil e moral. Nestes termos
pede a V. Exc. defer ment.E R. M. Macei, i3
de agosto de 18711.Antonio Joaquim de Souza
Paraizo.
O supphcante merece-me um conceto favora-
vel, e lera cumprido bem os deveres de seu cargo,
segundo as iuforraacoes que ehegam ao meu
cuuhecmento.Palacio do governo d* Alagoas, 26
de agosto de 1870.Cunha Fi'gueiredo jnior.
N. 1Illin. Exm Sr.O baeharel Antonio Joa-
quim de Souza Paraizo juiz municipal e de orphios
tiesta capital, precisa a bem de sea direito que V.
Exc atieste qual o desorm e.nho que tem dado o
mesmo as attnbuc,oes de seus cargos; bem assim
o seu procedimento civil e moral. Nestes trmos
pede a V. Exc. defertmecto.E R. M. Macei, 24
de agosto de 1870.Antonio Joaqnim de Souza
Paraizo.
Atiesto, sob a f do meu grao e cargo, que o Sr
bacharel A. J. de Souza Paraizo lera mostrado di-
ligencia, zelo e recudi do exercicio das varas
municipal, de orphios e commercio de Macei; e
reputado como pessoa da melhor conducta. Ma-
cei, ft de agosto de 1870. S. F. de Araujo
Jorge.
N. 3.Illa. Sr.-O bachaiel Antonio Joaquim
de Souza Paraizo juiz municipal e delegado desta
capital precisa a bem de seu direito que V. S.
atieste qual o desempenho que tem dado o mesmo
as aitribuicoes de seos cargas, bem assim o sea
procediraeulo civil e moral. Nestes termos pede
a V. S. deferimeeto.E R. M. Macei, 23 de
agosto de 187a Antonio Joaqnim de Seuza Pa-
raizo
O supplieaate de exeelleote conduela ; como
juiz rrunicipal go-a geralmente do concalo de
probo, e cumpridor de seos deveres, e anda na
qualidade de delegada de polica o considero bom
empregado. E" quanio tenho a attestar..
Secretaria de polica em Macei, 26 de agosto
de 1870. Delfino Augusto C de Albuquerque.
I. 4.Francisco Peixoto Doarte, cavalleiro da
ordero de Christo. vigario collado da greja pa
roehial de Nossa Senhora dos Prazeres da capital
de Macei, por S. M. Imperial.
Atiesto, por me ser pedido, e jurarei se possivel
fr, que o IIIra. Sr. Dr. Antonio Joaqnim de Souza
Paraizo, jaiz municipal e de orphios deste termo,
e municipio de Macei tem exercido as funcQdes
do sen cargo com intelligencia nao vulgar, destin-
guindo-se sobre todo, no conceito dos horneas de
bem, pela iraparcialidade, e honradez, que presi-
dera aos seas actos judiciaes; e em qualidade de
simples cidadao, a sua conducta civil e moral, at
hoje, tem sido irrepreltensivel. fia ia (Me paro
cbi. Macei, 24 de agosto de 1870.Francisco
Peixoto Ouarte.
N. 5.films. Sr9. presidente e vereadores da c-
mara municipal. 0 bacharel Antonio Joaquim de
Souza Paraso, juiz municipal deste termo precisa
que Vv. Sa. attestem prinwiro ; que lempo tem
elle estado em efteclivo exeroiek>, segunde ; qual
osen procedimento e desenpenho no exercido de
sua funeQes.-B B. M. JaooWna 6 de dezembro
de 1867.
A enmasa municipal deste villa de Santo Anto-
nio da Jacobina ele. Atiesta qoe o Dr. Antonio
Joaquim de Souza Paraso, jais municipal e de
orphos, e detegado de pohea' (Testa Villa, entrn
no effeclivo exareieio de suas fuajcfies no dia 10
de nevemUro de I8M, at boje, desempeohando
estas exemplarroente e administrando jestica com
teda a iraparcialidade.
. E para constar se-pasm o presen' sob o seHo
deste mnnieipalidade.
. Secretaria da cmara municipal da Jacobina 10
de dezembro de 1867.* Cezar Jacobina, presi-
dente. Antn Frretra Dios, secretorio.
, N. aNos avaho assifaades ataasUmo*. e ju-
ramos, se necessario for que o Dr. Antonio Joa-
qnim de Sena- Paraso, na qualidade de inri mu-
nicipal ede orphaos,e a asentes o delegado de po-
lio-a deste termo tem desempeaftado o exercicio
de suas funcces com todo zelo, actividade,; exacti-
dio o honradas; pelo qae denos tem merecida
toda a estima e consideraeao.Jacobina 6 de de-
xambro de 1867.Gulhermino Soares da Rocha,
JusOaiano Casar Jacobina, Jaao Jo
cletie Barbosa de Soma, Toaquim
Carvalho e Sllv-, Ezeeaiel Rodrigues Costa do
Brasil, Manoel Soares da Rocha, Manoel Bernardo
de Brillo, Antonio Ferreira Das Pedr da SMva
Caldoso, Francisca Dias da Moraas. Jos. Francisco
Lage, Francisio Luciano Coelho, (luilherme Fer-
reira Dias, e vicario Thetonio Barbosa de Miran-
da, Luizjtionzaga Maia, Jos Emigdio de Figueire-
do, Antoaia *oel A. dollBSquita*- Jol quim
do Amarat Antonio Soares da Rocha, Fernando
Angelo do fogo, Joao Antonio Arres Ferreira, Fran-
cisco Redripues Costa 1o Brasil, los Alves Piret,
Braulio las Teixeira, Francisco Teixeira Soares,
Salustiano Jor Teixeira Soares, Aaitunla Teixeira
So>res Sobrinho, Joaquim de.Bessa Rbeiro, Joao
Sabino Napoleao Barbar, Fraacisco Jos I-ages,
panre Angosto Coelho Sambambaya, loao Baptista
da Ma:a, Jc*e Thetonio Jacobina, Manoel Rodri-
gues Cosa do Brasil, Joao da Silva Cerdoso, Joe
Das Reg, Carlos Francisco de Carvalho, Joaqnim
Pin de Carvalho, Jos Antonio de Carvalho, "Jos
"Ma rqnes de Carvalho, Joaquim da SWeira Costa,
Joi Francisco de Carvalho, Francisco Alves de
Br lies, Francisco Vas da liea, Manoel Franeieee
de Carvalho, Francisco de Paula, e Oliveira,
Abraham Sabag, Jos Dias de Moraes, Francisco
Jos Alves Piry, Joao ilarbosa de Miranda, Joaquim
Fraacisco Lages, Anto-iio Joaquim d Vatves Con-
trallo, Jos Teixeira dos Santos, Joao Patncio Bar-
bos, Eaecunis Soares da Rocha, Antonio Barbosa
de Miranda, Hermenegildo Francisco de Carvalho
los Gabriel d.w Res Saatos, Francisco Gairaares
de Arsgo, Francisco Ferreira Mendes, Danoel Jos
Marqno de CarvaHin.
N- 7.s escrivies deste juizo inforraera junto
a esta, qaaes os inventarios ou ouiros era qoa
consta, ter este juizo receido cusas antes de con-
suramado o acto, porque ellas Ibe sao de-
vidas.
Outro sim, este juiz? sempre com eicrapufo,
tem mandado pedir informacoes al sobre redteu-
las quantas que por Vmcs. lito sao remeilidas em
autos; bem assim c costume deste foro receber-
se e pagar-se pelo coudo. O que em-
prem Macei 22 de agosto de 1870.Antonio
Joaquim da Souza Paraso.
lllm. Sr.Em cutnprimento a portera cima,
informo que os iuveotariantes de alguna invena-
nos procedidos neste juizo de orphios costumam
pagar os trabalhos fotos, daixando o restante
para quaodo suptrera os autos a conclusa o.
Oulros inveutariantes porm pedem e pagan lo-
go todas as cusas voluntariamente. Quinto ase-
gunda parte da mesma pontana informo ser verda
de que V. S. me pergunta sempre si a importancia
que militas vezes vai acompanhando os autos em
canclusao, se pertenee a V. S. bem como se exac-
to conforme o regiment.
Hm ultimo lujar informo, que as cusas ao. cun-
as pelo c .mador do juizo secundo o regimenio
pectivu, lieaudo esta iine.tda no tira dos autos.
im pxts julgo ler campriJo o exposto da pona-
ra, o que alrrao em aj d mau otticio.
iscrivao de or-
flgoTu. coate Ha* a c- rr. .Iludida ;
as do ano:. lo ao sea
informante
Nao re; pondere i M oo (Tencas e iasnltos cou-
dos na mencionada corros poodenoia, com nm
liogaagera igua. a calma e a corten
que jutgo prnttria Oe todn o homem digno e pru-
dente; deipreimndo pois estes inrali.ts, apenas
Kurarm raaunelecer aaardnde dos tactos idol-
da pelo articulista.
Nao pi, ierei escravar de prompto, nio s porque
anda me acho soflreado ceapaqueaeias da moles-
tia que me presten por mata de ura mez, como
porque tenho clnica me me toma algum lempo ;
porm nao faltarei.
(Cjntinw).
Recife, 10 de setembro de- (870.
Dr. Santos Mello.
Macei 23 de agosto de 1870.0 esa
j)ljiijs.--Autonio Jaouariu de Carvalhu.
lllm. Sr. Dr. juiz municipal. Em cnaiprimento
a presente portera, leoho a informar a V. S. que
u^o constado men canario auto algum era <|ue
lenlia V. S. renebido cusas autos de liado o foto;
o mais ser verdade ter V. S. iimidado pedir por
rauiLis vezes rafjrmage* sobre pequeas tjuanas
que Ihe sao reineliidas dentro dos autos quaudo sio-
lli. conclusos para deesio final; informo final
tu ule que neste foro receba-so as cusas peto coa
todo. i ,
Macei, 22 de agosto de 1870.O escrivio ttle-
riue-^Mauoel Jos de Araujo Silva.
tiln. Sr. Dr. juiz municipal Em cumpnmeato
a presente portara, ifoitnu a V. S. qna de mea
crtorio nao consta auto algum em quo V. S. le-
nha n>cebido eu-us anos de tenniaado o toito:
informo ainda ser verdade ter V. S. mandado pe-
djr infonnaeoes sobre pequeas qaaatias que Ihe
sdo rcraetiiJas dcmro dos aotna quando estes sao
Ihe conclus para decidir a linai, sendo a tutor
rrtacao pedida por escrojtatp ,' informe Un tmente
que neate .'oro recebe-so as cusas peto eoalado,
u&servando-se isto rigorosamente,
Macei, 22 tfu ag isto de 1870. O euirivaa ao
impedmuato do vitalicio Florismondo- Esteves
A vpa.
(Estao sellados e reconhecidosj.
E' esta a verdade quo deve sor conhooida por
toldos os hornees de bem, tiihos deste abencoado
salo onde nao temos inunigp*
S um homem propala, ee-ereve sempre iaju-
rM contra n<: por;n elle inimtgo graluili fi-
lho do monstruoso parto aa quostiaSirva Leao
r Su par do.
Macei, 27 de agosto da 1870.
Eleicio da mesa administra-
tiva da irmandade acad-
mica de Nossa Senhora
1 do Bom Conse ho para o
anno de 1870 a 1871
Juiz
0 Ulm. Sr. Dr. Joio Capistrano Bandeira de Mello
Filho.
Secretario
O lilm. Sr. Dr. Joaquim Cor rea de Aranjo.
Procuradores
Os Srs. acadmicos :
Fraacisco Octevianoda Silva Xonrega, do prmei-
ro anno.
Fr.mctsco Fernandes Vieira, do segundo anno.
Manoel Mariz Marques Mariz, do terceiro anno
Caetano Alberto da Foncca Lima, do qaarto
anno.
Br.iz Florentino Henriqae do Souza, do quinto
anno,
Adjuntos
Os Srs. acadmicos:
Francisco Becerra tivajeante de Albuquerque.
Honorio Horacio de Figueiretdo.
fos Ferreira Xobre Formiga.
Francisco Rodrigues Set'.e Filho.
Tributo ao mrito. ()
No da 4 do correte teve lagar a posse do no-
vo vigario desta fregurzia da Gamelleira, o Rvm.
Sr. II m-uiano Marques da Silva, nomeado para
sobstitnir o ftm. Sr. padre Augusto Franklin Mo-
reira da Silva, vigario nomeado para a fregnezi
de Nossa Senhora da Grara da Capunga, recente-
mente creada pela asserltla provincial. Nesse
mesmb dia teve tambera lugar o embarque do
Rvm, Sr. Augusto Franklin para tomar posse da
fregueria, pitra onde foi removido.
E' indescriptvel o quadro triste, tocante, e ae
mesmo lempo bonito, que presenciamos no ano
de embarcar o Sr. padre Augusto. No semblante
de todos se lia o sentir das saudades, e na espon-
taneidade da reoniao da populacio do povoao da
da Gamelelra, de om e outro sexo, agmmnarado
na casa do ex-vigario desde as 10 horas da ma-
nhaa para o acompanhar estaca, iraduzia-se,
nao ? a consideraeio e geral estima,"de que go-
gazava aqaelle exeraplar vigario, eom o senii-
mento pela separacio do verdadeiro pastor espiri-
tual, do presiimoso e siucero amigo. A msica
marcial do lugar postou-se noria da casa do ex-
vigario a tocar desdo que se findou a missa paro-
chial ; hora do embarque via-se aps do ex-vi-
gario,- i[ue caminhava para a estacao, um acom-
panhamento espantoso, porque se compunba de
quast toda a populacio do povoado, a de maitos
amigos que de longe vierant, mesmo de frefoezias
eslranhas. para assislir ao- seu embavqae, renden-
do lodos dest'arte o devido preito as raras virtn-
d a do parodio exemplar, ao amigo dedicado, e ao
bemfeitor acancavel; completando esse grande,
tocante e adtniravel prestito a mesma msica mar-
cial, que, arrancaado cora a harmona lgubre de
suas notas os solacos e pranto de todos, que e se-
guam. collocou-se na plataforma da estofao at a
occasiio da partida do irem.
Alguns amigo do ex vigario mandaran vir am
wagn especial de i* classe, que Ihe offerecerara
para seu transporte em testemunno da gratidae o
da subida estima, que ihe consagrara.
Nio poda, o povo garaeili-rease exprimir com
mais etiquencia a lingttagem a dr pela separa-
cao do amigo, e a da subida considerncao e estima
que vo:avam ao Rxm. vigario, que de todo este
espectculo maravilhoso se fez creder pelo aelo
no rigoroso cumprmeato de seus doveres ; pelo
tioo-e bom. se riso, com que se soune sempra portar
n'aquelle lugar, ainda lio pouco cirili&ado; peas
maueras do:es, afTavais e urbanas, com que lo-
dos tralava sem seleecao do pobre, da rico, do
bnneo, do pardo, do preto, do poderoso e o das-
valido.
As iituiiieres de todas as classes, at as enancas
todas, ,odos etn continuo e doloroso pranto abraca-
vara o vigario e sua Exma. familia, que Bao ma-
nos sentida se mosiron, e agradecida por lio vitas
e sinceras demoiistrac,oes u estima o apreso, i
lodos auracava, todos cumyrimeutava, e de to-
dos se despeda com os olbos arrasadas em lagri-
mas.
Basta, para completo elogio do livm .Sr. padre
Augusto, dizer, eaffirmar i|ue nio deisou na fre-
guazia de iriuteileira um so desaffeicoatloi.
Por elirio que multo perdeu a freuuszia de Ca-
rnet! -ira ; feliiinente ewolheu S. Exc. l'vma., para
subsiiiuir aquellelio-respeiado e ipierido- vigario,
um mugo que uos nao descouhecido, e que, ape-
zar de muito aovo na idade e uo ministerio, ofle-
rce aa sua educacio e moralidad* unja- garanta,
para que, como esperamos, cnntina a obra da
raoralisacao e do ebrstanismo, que lo adiaolada
deixou aquello, Vquem substituto.
Fiualtiteote, ao Rvra. Sr. ex-vigario Augusto
protestamos, em norae de todo o uovo da Gamel-
leira, c uau esquecimeoio da amizade o consittora-
cao.de que se fez merecedor, desejando-lhe aa sua
nava raiasia os mesatos louros e iriuraphos alt al-
ean cados.
E aos habitantes da nova freguezia.de Nossa
Senhora da Graga da Capunga felicitamos pela exr
celleole acquisi^io, que a Divina Providencia lhes
deparou.
0 Gamelkirensi.
Elei(9o da juisa, escriva, e mordoraas que
tem de concorrer para o brilhantismo da
esta de Nossa Senbora do Bom Gonselho
em 1971.
Juisa
A Exma. Sra. Baronesa da Soledad?.
Escriva
A Exma. Sra. D. Aaoa Paa Barreto, coosorte do
lllm. Sr. Dr. Francisco Xavier Paes Barrtto.
Xerdomas
As Exmas. Sras.
D. Olyrapia Lns de Barros Seve, consorte do lllm.
Sr. Manoel Joaquim Seve Filho.
B. Adelaide de Lemos Basto!, conserte do lllm. Sr.
Demetrio Acacio Bsstos.
D. rsula Alexannrlna Carceiro da Cunha, direc-
tora do collegio de Sania rsula.
D. Amalia Santiago de Soa.a, cousorte do lllm.
Sr. Dr. Jos Soriano de Souza.
D. Argentina Araripe da Silva, consone do lllm.
Sr. Dr. Joio Ttlom da Silva.
D. Angela Mari* das Neves, consorte do lllm. Sr.
Jos Duarle das Nevas.
D. Mara Anonriciada, nnsorte do lllm. Sr. Dr.
Abili Jos Tavares da Silva.
D. Marianna dos Prazeres Loyo de Amorira, con-
sorte do Ulm. Sr. Jos Joio de Amorira Jnior.
D. Leocadia do Reg Rangel, consorte do lllm Sr.
Joaquim do Reg Rangel.
D. Candida Lessa Vianna conserte do lllm. Sr.
Antonio Machado Carneiro Vianna Filho.
D. Mara Leobina Braga anteada do lllm. Sr.
Beroadino Botelho de Carvalho.
D. Adelaide de Barros Souza Martins, consorte de
lllm. Sr. Dr. Elseo de Sonza-Martins..
Secretaria da irraandade acadmica de Nossa
Senhora do Bom Conselho, aos 8 de setembro de
1870.
CfiroiHo Gorma Danta,
Secretario.
Questo de Envenenamento.
r.
Lendo honten jomaos qae resenl d corto, pelo
ItoeanrM, deparei com^nran-anrrespeodeacla d'a-
qui esenpta a 1 de aflotto #all impmsa 28 do
mesmo no Jornal do Commtrio chaiv de inexati-
ddes e in-ultos a minha dignidade.
Merc de Deus lano na- rfliona rida publica
coma na pariiealar- nanea presedr de rnaaeira
dar a aiguem o direito dwdovider de minha dig-
nidade de homem e de medico.
E'pnicedimeoloIndigne de nm-cavalhriro eso
propro de quem nio oonta aenram* com' a res-
pcnsabildade do qae escreve, o vir offender-me
no quemis presa, a^lwnrn de medieD:quan
da apenas resido em Pemarabneo ha sel'metes,
sem que pela minha conducta aqu tetina dado o
direito a quem quer que sel de p-la em darida.
NmBahm e na corta onde reridl antes de vir
para esta capital, nanea fui .ultrajado por pwsa
A ORCHESTfk\ ALLEMAA.
Apreciador, como somos, da mosica, pra-
licariamos orna flagrante injnslir;a. se dei-
\assemos de consagrar duas palavras d
sincero elogio aos artistas allemes, que to
perfeilamente comprehendem essa arle, e
com tanta mestria a interpretara nos seas
variados concertos.
Referimo-nos aos distioctos msicos, que
na fabrica d* cerveja do Sr. Leiden, na
do Bar5o de S. Borja, nos tem proporciona-
do tantas horas de aprazivel diversao, exe-
cutaudo com primor tantas e to diversas
composices dos mais insignes maestros da
Ulemanna e da Italia, verdadeiros orculos
d'harmot.ia e de bom gosto.
Nao sabemos, ao cerio, o que 6 mais para
admirar n'esses Deilos concertos, se a ex-
acta fdelidade na express3o de cada orna
das producces musicaes, abi executadas,
e a unisona egualdade nos diferentes ins-
tromentos qoe constituem a orebestra, se a
grac;i e o mimo particalarissimos com qoe
ella sobrease, anda nos mais difficeis e ele-
vados segredos d'arle. As noites que abi
dealisan, debaixo do co explendido da
nossa trra, em sitio ameno e pitoresco, e
sob a inspirago de t2o delicadas e inebrian-
tes notas, passara como outros tantos seres
d-liciosos, que milito se recommendam a at-
renco de todos os habitantes desta cidade,
especialmente quelles que, como nos, se
enlevam as docuras d'arte de Mozart e de
Rossini. Artistas que to magistralmente
sabem radaor as obras primas dos Meyer-
beer, Schubert, Flotow, Cherobine, Wibw,
Auber, Offeobach, Douizeni, Verdi e Bellioi,
ao merecedores de toda a eonsideracao e
estima do povo pernambueaoo, sempre dis-
posto a acolner o talento, e a applaodir os
rasgos do eoio, seja qual for e paiz a que
elle perijendasav
Por nossa parte, pagamos um tributo de
apreco e admirsco a .esses Ilustres culto-
res da mustea; e esperamos que o publico
desta elegante cidade continuo a owr-lo o
a prestar raes i bomenagem a que efls tem
irrecusavel direito.
Recre t de setembro do 4870.
O. L. S. .
COMMERCIO.
PBCA DO ABCaFB 10 DE SETEMBRO
aa 3 t/i imua aa tib.
Frete de algodo do Ceari-par* Liverpool 1 t d-.
pnr lia, e $ OfO
Gonoallo Jos Ailonso,
Presdante
A. P. de Leaos.
Polo secretorio,
ALFAUDEOa.
.etdiffientododia! a 9 218:3074506
4em dq dia 10...... 53.4774700
t:7
M0V1MENT0 DA ALFAKD^A*
folnsMe entrados ee fasondas tH
Masa dem eom senerof 347
.________________ t
() Por affluencia de matara, tem deixad de
sabir o presente artigo.
<
'.
V
A rednecoo.


Didrib Je Pnambaco Seguuda effi 42, do. Setembro de 1876.
i*

I
foturoat i tildo toro Jazenda*
U de ci>a4ierfti

Miembro
Deecarrejraai I
Barca TmocmfV*r
Patacho atriertatloCl
Bricoe iaglezAdeMf
Barca iBflexirwhmaii-firwi de trigo.
Brigue norte-allemioRercuUtdem.
Brign norte-aWemSo Mirandamercaderas. '
Brigue norte alterna >John Julios idem.
Briiae ingle*-ZMtfra> dem.
Baa porujgueza.dste/iaidero.
Patacho inglezBecr Que* idem.
BBGEBEDOrUA DE UNtttS INTERNAS GE-
RAESDEHWMAWUCO.
Reodimento dodia a 9 10:011*541
JdetndcdU 10. ....... 4:437*751
14:459*269
Beoftiarnto
dem do dia
CGNSOIMO PUaVIlNiAL
do dif fifi.
W.- .
44:717*479
1:919*300
47:836*869
PECADO RECIFE
M Id DE SKTEKBOO DE 1870. AS 3 BOBAS DA TABDa
REVISTA KMAXUL.
Cambios.Sarco u-ie sobre Londres de 13 1/1
a 10 i/1 d. por 1* 90 d/v., sobre Pars de 403 a
493 rs. por Ir., a vista; e sobre Lisboa a 165 por
cent de premio a 98 d/v.-; subindo o valer dos
saques efectuados tieat *) a* HO.OOO.
Aloodao. f lft*509 a 10*800 a arroba ou 13 til., sendo as
venda* nsi'K ni ficantes.
AasucAB.Vendeu-se o Canal a 4*600 a arroba.
Ataoz.O pilado da India vendeu-se a 3*100
a arroba.
AtT6-oCEO deLisboa vendeu-se a 3*300
e fatuo.
malhoRetalhoo-sede 11* a 30*per bat-
rica.
Batatas.Venden-se a 2 J300 a arroba.
Bolaohixhas.dem a K* a barriqnmba.
Ctm iiiM^sinnn ana a* _,___,
Cha.dem de 2*200 a 2*800 a, libra.
Cuveia.dem de 0*000 a 1*000 a duzia de
botijas.
Ldca.Vendeu-se a ingleza ordinaria a 300
rs. por cento de- pfeatto sobre a factura.
Manteia. A agleta veole-* a 1*130 a
libra, e a trance 910 *s.
Massas.Ven*ratn-se a 8* a eifix.
(k*o de linhaja.IdeM a 2*200 o galio.
Passas.Idem a II* a caixa.
Previstos.dem a 18* a arroba.
Qobios.Os flamengos venderam-se a 2*65t)
caos um.
Sabo. Venden-se: a 170 r& a libra do injrlet
Toucinho. Veudea-seode Lisboa a 10*000 a
arroba.
VotAonE.O de Portugal vendeu-se a 130J a
pipa.
ViniiosOs de Portugal venderam-se a 2203
o tinto e de 210* 260* o branco, e os de o utros
paites de 190* a 200* o tinto e de 210* a 140*
o branca a pipa.
Velas.As de composicao venderam-se a 600
o pacote de 6 velas.
Descont.0 rebate de letras regulou a 10
por ceutoao auno.
Fuetes.Do alfolio para Llverpo?) carreando
em nos.-o porto 1/4 por libra e S %; dn assucar
:v por tonelada s/c, do algodo earregando no
Cear 1/1 d. por libra e o %
Tribunal do conmiercio.
y, ftca archiv
Odistralode .le Paular
Jos El mam Colho da Paz, disaolveado a o-
etedada (ft Uohtm sob a Arma da Nuoes Coo-
lio, roe m acna liquidada.
B que tiesta data f >i admitido i mairicala des
cniMMmaatM 9r. Beato Bteule.-io de Sonsa
Castro, eidadao brasileiro, de 36 annoa de idade,
eitabeleeido nesla eidade eom easa de flommereio
de cera.
Secretaria do tribunal d) cotamarcio de Per-
nambuco, 5 de aetembro de 1870.
O olicial-maior
Julio Guimtrim.
"Pala mesma Bcretarra se faz igualmente pu-
blico que fleam archivados:
O rontralo de Jos Bsaerra de Barros Cavaba ri-
te e Alfonso Moreira T eidade eom cas de coowuarcio de eneros nacio-
nkes e estra'dglros, sob a firma de Bezerra &
Temporal, e o capital de 25:000*000
O contrate f'iot loaquim Geofaltes ds Bar-
n Jnior e Jlo Capfcfrla de reir, atibele-
cidos nesta dale tara cata de conmardio de cha-
pos sob a*ftrra de Jo* Uapislrano %e Oliveira
Se C. e o capjtal de 7:000*W)0, sendo 5:558*363
Sedreterla on trfcpaal do eemnatcio, 10 de so-
tambro de 1870.
O offieial'iaaior
Julio Guimoruet.
H
^^
i*j!-Tintos de
o Sr.
MOViMENTO DO PORTO.
JVacro entrado no da 10
kUrnanguarie14 hora?, vapor brasileiro Coruri-
p-. de 222 toneladas, comman-lante H. J. H. da
Silva, equipagera 17, em lastro ; a companbia
Parnambucana.
Navios sahidos no mesmo da.
Rio de Janeiro e Baha = 5 dias, vapor franeez
Sir.'Ili, de 1903 toneladas, commandante Masse
net. eqniaagem 137, carga dilTerentes gneros ;
a Tisset Frre.
Granja e portas intermedios13 dias, vapor brasi-
leiro Jng&anlir. de 433 toneladas, commandan-
W Gir.lherme de Castro, equipagem 30, carga
algodo, couros e oulros gneros ; a companbia
Pernambucana.
'Observaqao.
At o incio da nao houve sabida.
.Vino entrado no da 10.
J.itr.aB dias, sumaca brasileira Bella Carolina.
de 9i toneladas, rapitir Edaard Gervasio de
Sant'Anna, equipagem 9, carga 2750 slqueires
de farinba de mandioca; a Fernandos & Irmaos.
Navio sahido no mesm dia.
Rio Formoso e portos intermedios Vapor brasi-
leiro Parahyba, cmmandante Oliveira.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
Dinbeiro vista.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reeife, na sala da saas sessoe?,
pefai i horas da lardo do dia 13 do correte (hez
recebe propostas para o lornecimonto do oSo e
bolachas, que hoaverem de eonsamir todos os
etabelecirhentos pTos seu cargo, tanto desta ei-
dade como da de Olloda nos mezas de oatubfo
dezembro vindouro.
Secrtearia da Suata Casa de Misericordia do
tleci.'e, 9 de seterab'fb de 18"0.
O escrivo,
_____________Pedro Rodrigues de Soza.ri
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIPE.
Dinheiro vists.
Perante a Illma. junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Reeife, na sala de saas
seswJei, pelas tres horas da tarde do dia 15 do
corrite se hb de arrematar o fornecimenio dos
modieamentos que ti ver de consumir a bode* do
h-ij4tai Pedr II, Mo trimestre de outubvo a de-
zembro vindotro, e ipie constam do aonnncio pu
Wiflld n Dhno de 17 i jaab > Onda
Ot pretenaentes poderao, pa"ra receber escirro-
cimftntos dirigir-se secretaria da Santa Casa,
oo<* exist relt;ao tos ttieicamentos que po-
dem ser pedidos.
Seeretafik'IJa Snnta Cusa de Mberieordia do Re-
eife, 9 de setembro de 1870.
0 fWivo.
_________ Pedro Rodrigues de Sonza.
SAlfTA CASA
EDITAES.
Perante a cmara municipal dosta eidade
e-ur em |>raci nos dias 10, 12, 13"e 14 do cor-
rente para ser arrematado por quem maior pre-
eo offrecer o imposto de aferi^o de pesos e me-
didas pela quanlia de 22:800*000. A arremata-
rlo ser feila por um anno : aquelles que preten-
deren) concorrer a ella, devem habilitar-se na
hrma da le e apresentarem dons dias antes as
sais jiabilita^oes para serem julgadas.
As condiefies do contracto serao declaradas an-
Ift de entrar a praco.
Paco da cmara municipal do Reeife, 9 de se-
tembro de 1870.
Ignacio Joaquim da Souz Leo,
Pro presidente.
Lourenco Bezerra Caroeiro da Cnoha,
Sicretario.
DECLARACOES.
Conselho de compras nava'es
O conselho contrata em 12 do correte mez, sob
as condicoe3 do estylo e vista de prnpostas rece-
bidas at as 11 horas da manbaa, o fornecimento
no trimestre prximo vindouro de outubro a de-
zembro dos ebjectes seguintes:
Para aprendizes artiflees.
Booets do uniforme, honets do servico, blnsas
de bnm branco, blusas de algodo azul, blusas
de panno azul, calcas de brim branco, caigas de
algodo azul, camrsas de algodaoziDho, cobertores
de la, cobertores de algtdo, cintos de couro
branco envenisado, calcas de panno azul, colchoes
de bono cheios de palha, froohes de algodozipho,
lencos de soda i>ret* para grava*, tence d al-
g'idozinho.sapatBe*, saecos de guardar roupe e
travesseiros de liuho cheios de palha.
Para iinpenaes mannhoiros o aprendizes
dttos.
Bonets de panno azul, camisas de brim branco,
calcas de algum azu), camisas de algodio azul, cal
tas de panno azul, toteas de brira brauco, camisas
de bata azul, tendo o corpo 4 !|2 palmos de eom
primepto e 3 as mangas inclusive os punhos, ca-
misas de bata aiuL, tendo o corpa de 3 palmos de
comprlmento e 2 s mangas inclusive os pnnhos,
fardetas de panno azul, lencos de seda prta para
yravatiis, saiatoes e saceos de lona para marinlia-
, Para artfices avij|sos.
Blusas de panno azul, blusas de algodo azul,
calcas de brim braneo, caicas de panno azul, cai-
ra i de algodo azul, camisas de algodozinbo, e
cintos de coupo brapco enveroisado.
Calcas de Drim branco, caigas de algodo azul,
himisas de brim branco,camisas do algodo azul,
e camisas de bata atol, tendo o corpo i Ii2 pal-
mos de comprimento e 3 as mangas inclusive os
punbos.
Tamben o conselho'no mencionado da 2 o
corrate mez, por Igiftl /rma, propoove a compra
dos seguiotes objCWs do material da armada :
12 baldeadeiras d folha, 20 arrobas de er, 60
barras de ferro Inglez proprlo para grelhas, 6 toles
ingieres de 8 ps d comprimento e fi de largo, 100
paos de lacre encarnado, 2 oculos de alcance, 16
paos de ginlpapo d 11 palmos de comprimento,
400 libras de pregadbra de zineo, 50 cadernos de
papel matta-borrao, 100 flhas de p'ipel pautado
pan mappas, 100 tomas de papel liso para map
pas, CO rosas de pennas de ac, & vergonteas de
pinho para pao de cuello, tent de comprimento
35 ps e grossura no meia 7 poiegadas de dime-
tro, e 6 vergonteas lata mastros de es-
calares, tenao de comprimento 29 ps e grossur A
no meio 6 1(2 polegadas de dimetro.
Sala das sessSes do conselho de. compras nav ae
6 de setembro de 18701
O secretario,
Alexandre rTbdriguea dos Aa^s^
BAlSEiHCOHDIA DO RECIFE
6 DE SETEMURO D 1870.
(Ditiliuo vista).
A Illma. junta administrativa da Santa Cas
da Misericordia do Reeife, no intuito de alargar
o circulo das pessoas que coneorrem arreniata-
cito do furnecHrieato de gneros que tem de con-
sumir os faW>leimentos- ptes a sen cargo, nos
metes de outubro dezembro, manda fazer publi-
co que mesmo fornecimento da quantia de 39
conts e tantos mi Iris anoualmente, e que
pago mensalmente eom tfmheiro a vista.
Recebo porlantu, a mesma junta propostas para
o fornecimento indicado na sala do suas sessoes
pelas 3 horas da tarde do dia 15 do correte.
/refra, kilogramma.
Arroz de Maranbio, idem.
Azeite doce, litro.
Agurdente, idem.
Azeite de carrapato, idem.
Bvalho, kilcgramma.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
Dito preto, idjm.
Caf em caroco, dem.
Cebota*, cent.
(arne secca, kHogramm.i.
Farinha de mandioca, lino.
Fumo do Rio, kilojrramma.
Feijao mulatinno, litro.
Farello, sacco.
Milho, idem.
Manteiga franceza, kilogramma.
Sabo, idem.
Sal, litro.
Toucinho, kilogramma.
Tapioca, idem.
Vellas de carnauba, kilogramma.
Ditas stearinas, idem.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Dito branco, idem.
Os concurrentes apresentaro as suas propostas
selladas em cartas fechadas, as qnaes deverao ler
a ordem estabelecida no presente anouneio.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
eife, 6 de setembro de 1810. .
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Inspec^o do arsenal de
marana.
Faz-se publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulameoto
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, os cascos, machinas, raldeiras, apparelhos,
mastreacSes, velaroes, amarras e ancoras do va-
vapores Jpojuca e Curta ipe da companhia Per-
nambncaoa de navegacao eosteira, achou todos
esses objectos em estado de poderera os vapores
navegar.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu-
co 10 do setembro de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
Santa casa de misericordia
do Reeife.
Dinhelra vista.
A Illma. jonta administrativa da santa casa de
misericordia do Kecife, na sala de suas sessoes,
pelas 4 horas da tarde do dia lii do correte mez,
recebe propostas para o fornecinent de assucar
refinado de i4 e 2* sorte, que houver de consumir
os estabelecimentos pos sea cargo, tanto desta
eidade corap da deOlioda, nos meze oe outubro
a dezembro vindouro.
Santa casa da misericordia do Recite 9 de se-
tembro de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza. i
Santa Gasa de Misericordia
do Reeife
AinHeira vista.
Peranle a junta administrativa da santa casa, na
sala de suas sessoes, pelas 3 horas da Urde, se ba
de arrematar o fornecimento d carne verde que
tiver de consumir os estbtecimentos pios a seu
cargo, tanto desta eidade coa da de 01 oda no
trimestre de outubro a dezembro vindouro.
" Os proponentes deverao apresentar as suas pro-
postas devidamente selladas e em cartas fechadas.
Sania casa de misericordia do Recite 9 de
setembro de 1870.
O esorivao,
Pedro Bodrignes de Soma
_________________________ "esa
THEATRO
,,jWM.
REZA-COHSBRA
COMPRNHia-FRANCEZA.
ALTA NOVIOADE.
finito e varille spedacoto,
LRICO'fi DRAMTICO.
Quarta-feira U de setembro.
BrHhiHte ontefttra pela orchestra.. Em segal
da entrar o espectculo dividido em tres partes*
PRHiEIRA PARTE.
LES NOCES DE lEANNETTE
opereta cmica em 1 acto *__?*
PeWowge. Actores.
fealt
Pelit P
A aecio ps.i-i a i
Rana.
SEGfA PAR78.
Ser preenchida r>e4o artor entuben
Flaviano Coelho. wrtapdb Wfd* ana
JW OVO VOCBB MATA.
Em seguida representar a muito appiaudida
JCeua cmica
0 MATTO APARVALHAOO.
TBROIliU PAtTffi.
<- Linda oaaeooeta exibida pelo dbtineto -rus-
t Mr. Carn W
LA MASDOLINE A' DODO.
2.a Canconeta desempeebada por f_demoeHe
Tbyerri
LA CA.NOTIRE DE SAINT CLOD
3.* Canco patriaeJn
LES VOLUNTAfRES DE IWt
cantada pelo distarte artista Mr. Madk.
LES DEXmwtBBflA*9PLACE,*
exlbido peles intigneS arstas Mrs. Carn e Ray-
naud.
O bilhetes poden desde j ser procuradoe no
escriptorio do tbeatro das f horas da manbaa em
(liante.
Os Seahores tssignantes tenbara a bondade de
maoddr bdscar os sane candes no dra do espeo-
taculo tl ao ases dia.
E' permrttido aui Srs. espectadores a entrarem
eom suas bengallas ou chapeos de sol.
O preco geni dos tomate* de cadeirs, qoer
para borneas, qaer para senboras. tjooo.
Principiar as 8 da nenie.
Taberna rna dos Gnarara_H|
n. O, cm lates a voiatade
compradores;
Tarca-feira 18 do correte.
O agente Hartins far Itilao da taberruriflM
<*n lotes conrtaodo da MBaeao, gneros. *M__
flM.tllhom.dodiasMkn.

AVISOS MARTIMOS.
f?SgS
Companhia in^ricana t fcrasHei-
ra de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrate esperado de New -
York por S. Thorfiaz e Para, 6 vapor americano
South America, o qual depois da demora do cos-
ame seguir para es portos do sul.
Para frotes e pa^agens trata-se co*i os agen-
tes Renry Pefttef A C, ra do Ciirnmercio A. 8.
Frete sobre dinneiro % / Par, fbaquei* pf-.
toda e de 10:000^000.
Tendo aberto seguro em Londres sobre libras
esterlinas 100,000 por qaalquer vapor da linha, a
companhia segura qUalquT remessa de dinheiro a
1/6 % para qualqner porto da escala do imperio.
O valof deve ser declarado em liliras estertmas
a o premio pagavel na mesma moeda on sen eoni-
valen te.
LEILAO
DE HOYIS
loupa e orystaes, a
saber :
Um pianoforte, nma ntdWlia de caranda cora l|
ibfa, 1 jardneira, 2 consolos coni pe ra niarrao-
rr. 2 caderas de brago e 18 de guarnicao (ludo
pereito), 2 serpentinas, I tapete de sof, 4 es-
carradeira?, 4 descansos de pe, 4 jarros para
files.
Um toilette, 1 lavatorio, 1 cama franceza, f mesa
de cama, ou bid,. I guarda-roupa, 1 coname-
da, teabides e 1 etswretra.
Urna mesa il.istics 1 guarda-loucaj 2 apparadb-
res, 1 lera, 12 eadafra. 1 apparetho de tonca
para che. dito para jantar, copos, clices, garra-
fa* f eenipeteiras.
Mbilbaf peqaeee e m*ero, 1 teafWad*la-
var roup, 1 dita de copiar cartas, 1 machina de
rotar, e (niitos oatwt oejeetes existettes no se-
dntdo andar do
Sobrado da rna da Cadeia n. 51
Quarla feira 4- do eorrente.
O agente Pinto, autopiado por nma pessoa que
miidou de residencia, faf ieil-r. dbs movis e mafe
objectos cima descripto, existente no egnndo
andar do sobrado da ra da Cadeia n. 51, sendo
que leilo principiar
s 10 horas em ponto
EHGENHfRO
Cora fundi(?o
RO fiO BRUM 52
Passando o hfari/.
Cbint a tlteoclo ofc Sr. de engento para 8bs acredilado^ machknsmos
: ttt especialifctV pa>a tft tapares qoe anda nma vez tem melhorado.
Os fcparN forfleiw por elle e j faafeiorodo Ihe h5o de teer mehor apre-
ciafio do qoe ^raffef ffiteprtrio.
Desej&Wftbm iMaditr que tem fcito urna redoeco em s*x preooa; qe
rapto toda a specie dattachiDismcd? oros objectos para a agricultura.
MAO DE OUBO
Nova loja de joias
SUA DO CABUGA* N.9 A.
DE
Manoel da Canha Saldauha & G.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tem grande sorti- >'
meafty de todas as joias de Hiato gosto, as fuaes vender o tnats barato pos-
alvel. "^
Todas as joias sero garantidas oaro de lei, pois os seos donos tendo na
vista so adquirir freguezia u3o ulvidario, vender bom e por prec js os mais
ratoave possiveis.
Convkla-ge o pablico a vir a este estabelecimento, certo de qse ficar
satisfeito.
A' MAO DE ORO RA DO CABUCA N. 9 A
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegando eosteira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj
*iy"ly O vapor Jagna (be commandante
/%/_!_ ,Guilberine,seguir para os porto* aci-
iiS_\___ ma no dia 15 do eorrente as o horas
da tarde.
B cebe carga al o dia 14, eucommendas, pas-
sageiros e drtheiro frete at as 2 horas da tar-
da do sua saluda, no eecriptorio do Forte do
Matto? n. 12.
mi'
Preiende seguir para o referido .porto em poneos
lias o palnabole Roma por ter a maior parle da
carga, e para a pooca qne Iha falta, trata-se eom o
consignatario loaquim Jos Goncalves Deltro,
ra do Commercio n. 17.
RIO DE JANEIRO
Para o porto cima srgue cora brevtdade o bri-
gue nacional Isabel, tem parte do seu carregamen-
to engajado : para o resta que Ibe falta trata-se
eom os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo Se C, ra da Crui n. 57, lc andar.
MARANHAO'
A barca Mara, chegada do Rio de Janeiro, se-
gu para o Maranhao em poneos dias eom a carga
que tiver, e por isso quem qnizer aproveitar to
boa occasio de carregar, dirija-se ao consignata-
rio Joaquim Jo? Goncalves Beltro ra do Com-
mercio n. 17.
Rio de Janeiro
Pretende seguir para o referido porto eom a
possivel brevidade o patacho Mamerro par ter por
cao da carga engajada ; e para a qne Ihe falta e
es era vos a frete, trata se eom o consignatario Joa
quitn Jos Goncalves Delirio a rna do Commercn
a. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
Vavega^o eosteira por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuea comman-
dante Moura seguir para os
portos acimano dia 15 do corrento-
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, eneommenda
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 12.______________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
eosteira por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Corwripe, commandante- Su-
va, seguir para Mamangnape no dia 12 do cor-
rente as 6 horas da tarde. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as %
horas da tarde do dia 12, no escriptorio da com-
panhia, Forte do Mattos n. 12. _____________
PARA O RIO GRANDE DO SUL.
O brigue Princeza sahir em poneos dias ; para
o resto ta carga trata-se eom Pereira Vianna dt C.,
na ra do Vigario n. 11, sobrado.
MavegacSo
O'agentw Pestaa far leilo, por mamwlo do
IflnuSr. Un ja\td orpbios do termo do-Hoda,
e raqueriaiento da isveniariante dos be dbtta-
dos peio finado lente Jos- Jnaquim Lope do Al-
meida,. nn-die S do eorrente, depois da adleneia
em Olmda, casa de residencia d'aqurllfi' finado,
para pagamento dos rrrdures d'este. de varios ot-
jecMs, saber :
Obras-de onro, prata, ntobilia. lonras, uteoeilie*
de padrina, una parte no sjtio Tac.irupa, nma
casa nos Milagres e ooras cousas anudas, lado
em bom estado e gosto, e dividas Silvas-bem
paradas.
AVISOS DIVERSOS.
LEILOES.
sete partes do sobrado de S andares o sotao n. 27,
da ra da Cadeia.
O agente Martins far leilo, reBuerimento de
D. Antonia Francisca da Coaceicao Caldas,epor
mandado do Illm. Sr. Dr. jniz municipal da se-
gunda vara, do predio cima, parte dos baos dei-
xados pato finado Manoel Pereira Caldas
HOJE
19 do correte
emseu escriptorio rna da Cadeia n. 9, as 11 ho-
ras po d|a.
-de todos os utensilios do caf
exisiente no largo do Corpa
Santo n. 9.
Terca-feira l do eorrente.
9 agente Pesua far lerlao por eoMa e risco
de ai pertencer, do utensilios do caf do lar-
go do Corpo Santo n. 9, sendo buhares, taoos, bo-
las, nedras para gamaa, mesaa, baneas de pedra
e de logo, bsneos de palHnba, e tamhorrtas, adet-
Tas, lavatorios, quadros, armarios, gamo, espe*
lbos, relogios e mais objectos que se echarlo par
tantes no acto do leilo, a. qnai t*r lagar terca-
feira 13 do eorrente s 11 horas da manbaa, nn
mesmo estabelectainto.
Aoabck^ao Commercial Bene-
ieenle.
Por ordem da direecao convido todos ea senta-
res soei'is a> reuniren>s extraordinariamente em
assibla geral terca feira idoeorreni*'. ao meio
dia, na cala das sessoes, afim de se tratar de as-
surapto engrande importanciaeommerciai
Assooiacao Cemmer ial Beitettcente 6 de setem-
aro de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos,
Sr-i'retario.
Fotograba imperial
E
GA.BOIA DE) PINTURA
ME
J. Ferrerra VtHela
Desde o di-7 de abril pasade acba-se aberto o
aovo estabelecimento fihotojraphico sito raa do
Sabana n. l8;iKqrmt-do pateo ita malria. Ostraba-
hos que d>sde entao, tem sabido de nossa oSBcina
;em geralmente a^HadadO, seo*) reerbidos por
lpuns eom adimracao pelo- exiraeroioarij pre-
jresso que citimamente tem td a pbot graohia,
i por outros eom alegra, por verem a provincia
dotada eom tu eslabelecimeolo digm> d ella, e in-
ontestavel mente o priuairo qee nesse genere
ieje pcssue : tamben nao nos xH)a4is em eoosa
alguma para mon!a-lo n& p em qe se achs-, es-
perando que-o publico de-Pernambnco saber;
ipreciar noseos esforcos e recompensar nossos sa^
irificios.
Convidamos-a todas aqiellas per-soas, naeiona
i estrangeiraa que gostam dtu> arte*, ou tivenern
oeeessidade de-trabalhos de phoRij,'raphi a visi-
tarem o nosae estabakctraenW, que estar sempre
iberto e sna da toras da maneoa al as 6-oa urde.
Para os trabnlhes de pbotographn possuimos di-
versas marbmas dosraebores autores franceses,
mglezes e allmemaes, enmo-sejam : Lerebours el
Secretan, fierroagis, Thomaz Maet Voigtlander et
Sonb e Wnlf. ltimamente recebemes tres novas
machinasi sendo ma deilas prupria para tomar
obre o mesmo vidro 4 oa.8- iutagnos diversaae
soladas, e oatra de 6 a 14 imep-ns diversas e
igualmente soladas, de s*rto (u> no caso de
grande concurrencia poderero> retratar sobre
ama unir chapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para earto?s de visita, e assim em menas de
um quarto de hora despacharmos 8 differentes
pessoas qne pecam cada urna, urna duzia de cartoas
mais ou menos, eom os Sea retratos smente, ou
aja grupo eom entras.
Encarregamos-Bos excinsivamente da direeco
e faltara dos trabalhos de- protographia dei-
iando *pericia e ul llemov o Sr.
Jorge A. Roth
-is trabalhos de pintura, a acuarela, a olee, e a
astel- -
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
nma esoriptura publica, e at o presen! tera-se
desvellado na execncaa de sen? trabalhos.
No nessoestabelecimento acham-se expostos ou-
tros traballKH importaates do Sr. IVofh, tanto em
miniatnras aquarella como oleo, reirates
oleo, quadros sacros e diversos ottros trabalhos.
Tomamos encomme^das de retratos raleo at o
taronho natural, assi cerno de quadros sacros
Cira ornamentacao de igrejas m capellas. Tam-
em aceiumos enoamaendas de quadros- bistoh-
eos. .. _
Assegaramos que es precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CABTOSS DE.VlSIta NAO COLORIDOS 10^00 A
DUZIA
ca8t0cs de visba com o colorido. ao nato-
ralASSOOOadczia
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20*000 cadajam^.irulo convenientemente en-
aixilhado em HdfTea ioorada regulando o
busto da pessoa Mrltia de 3 4 pollegadas e
todo o quadro paintoVmio de tanianbo.
Jnlgamos que bastaro os preces cima para
jaron idea da barate-a dos trabalhos do noseo
getablecimento, quamo sua perfeicao cada nm
renh8 jnlgar por seus proprios olbos.
As melhores horas para se tiraran retratos_ no
osso estabelecimento sao das 8 horas da manha
[ da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
sol casos especiaos pde-se tambera retratar qaal-
|uer pessoa. I
os dias de chuva, en; por tempo sombro po-
jemos retratar, e assegtirimes que esses dias sao
os mais favoraveis a03 trabalhos de phatographa
pela datura e persistencia da luz, e per termos o
nosso terrac construido eom taes proporcSe
otelhorameni>s, ijne anda cnovendo jorros ne-
vh trates.
J. Firreira Villela.
.-----------
* Jm'^sJ
CASA DA F08TSA
Aos 5:0005
Bilh^tes garantidos.
A ra Primeiro de Margo (outr'ora roa do
Crespo) n. 23 e ca*as do cosame.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de on-
ias sones, 2 qnartos n. 140t eom 5:800* da lo-
tera que se acabon de ixtrahir a beneficie do
ollegio dos orpbios (139*). coorida aos possm-
dores virem receber aa confonnidade do cos-
iume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 1* parte das loteras, beneficio da nova
igreja de Nossa Senhora dB Penba (180*), qne
c extrabira sabbado 17 do eorrente.
PREC06.
Rilftete inteiro 6*000
Meio bilhete 31XX)
Quarto 1*500
Em poreio de *00*O0O- para cima.
Bilhete int-iro 5*400 ,
Meio bilhete 3*700
Quarto 1*330
llanos! Martins Pinxa.
#
Preciso-ee alagar urna ama escrava ou livre
para o servigo interno de casa de familia, devendo
saber engommar e costr : na rna do Marque do
Herval (antiga ra do Sol), sobrado n. Si
Preeisa-se de em Berilo aflicta I de chapellei-
fo: a tratar ua praca da Independencia n. 21
OS ADVOGADOS
Eiaeo Martins
Antonio de Si meira
MUDABAM o sen
do Rosario n. 4.
escriptorio para a rna estreita
Ama
0 8ACHAREL
Riseo Martins
COH escriptorio de advocada ra estreita do
tosatio n. 4, paopfte-se igualmente a SOLICITAR
luaeaquer cansas perante os tribunaes desta cida-
Je, e pode, ser procurado das 9 horas da manbaa
as % da tarde.
mmmmmm
tao Gomes de QHralrn'ten*
do justo e contratado eom o Sr. Joaquim Jos Mo-
reira Dias a venda da taberna sita ra de S.
Benio n, 19, em Onda, roga a qaera se. julgar.
eom freito mesma, de apresentar seus ttulos
no praso de tres dias, a contar de hoje. Reeife 1
Je setembro jtey8|[l-_____________________
0 Sr. Anteo1 UaTrin de Csrvamo tem nma
carta vinda de Portugal peto paquete ultimo, na
loja de ferragl tu do taque de Guias nu-
mero 33.
Precisa-se de orna ama forra o idosa, para Ira
tar de meninos : na ra do Hospicio a 40.
Precisa se de nma pessoa nem moga e nem
veltaa, eom as babiliuees necessarkis de escripta,
eom boa letra, para ser oceupada fra deste eida-
de : a tratar em casa do Sr. Jos* Vicente de Urna,
na travs da Madre de Dos, n. 18.
Aluga-se o 2o andar do sobrado da ra da
Guia n. 46 : na ra do Commarcio n. 34, 3o an-
dar, oo rna da Cadeia, escriptorio n. 49._______
Amn
Precisa-se de nma amn qne eaiba engommar ;
*ia roa do Imperador 0. 57, entrada peio caes 3
de Novembro.
Bloleque.
^a travessa do arsenal de guerra, armaiem n.
17, precisa-se alugar um inoleque de 8 a 11 anuos
para compras.
Precisa se de urna ama, livre ou escrava, para
lavar e engommar para cas de pouca familia :
na na do Imperador n. 17. 2" andar.
Offerece-se para ama, du casa de pouca fami-
lia, prefrind casa estrangeim : quem precisar
dirija-se a ra da Cruz, sobrado araarello, qaart>
andar. *
Criado
Precisa-se de um criado para compras e rais
servico : na ra do Imperador n. 57, estrada,
pelo caes 22 de Novembro.
COIjLCO
DE
Nossa Senhora da Gloria
x MUGIDO
PELOS PRESBTEROS
Joo Antonio Pinto d Rezend.^, bacbarel furmado
em direito, e Francisco Gomes Duarte Pereira
CieDtro, bacbarel formado em theolopa.
Em Portugal, na eidade do Porto, na airosa ra
de Cedofeita ns. 230 a 2:B, vai abrir se no prxi-
mo outubro, este novo estabelecimento aonde e
eosiqaio os principios de religiao, as materias que
constituem o curso geral dos [yecos, e>crfptnrsi;M>
commercial segundo os mulhores systemas e bel-
las artes.
Admittem-se alumnos internos, sim-internse
externos.
As pessoas que desejarem approveitar-s desU
casa de edacacao, podem dirigir se desde j rna
da Cadeia n. o, aos Sjs. RoJngues A Irinao, qu<-
daro as informacoes neces.rias, e ministrar
programraas.
Formas de ferro
para purgar,
jo 4-.
assucar : na ra da Cadeia ntate-
Aa praca da Independencia a. 33 se da d
iheiro sobre penhores de ouro, prata e petes
preciosas, soja quai for a qi'.a.r. :. e na mesma
:asa se compra e ver.de objeClci de onro e rala.
igualmsate se- faz todj e qqalquer obra da en
:ommendn, e todo e putlcr^n' coKerto
saWaUMBaV


(eir 12 d<

f>
ntr ,rr
*C
PEDIDO
A' ra do Jardloi .~K piarlase fallar tom os
seguales stnh
Jalio Adolpho Ribas (acadmico).
Querino Candido de Vasconcelos.
Joaquim Cavalcaali de Albuqufirque Mello Filbo
(Pmbal).
Jezuino Augusto dos Sanios Fragoso.
Virissimo Correia de Lyra (Crnaogi ou Vtteneia
Jos Hermino Ponina! (engenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Maooel Policarpo de AzevedD.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Juvenal Torres. -
Thom Joaquira do Reg Barros.
_________ i i --------------------------
A vrdadeira farinha peitoral de 1 "ftn TPl)
S. Beato.
MOFINA
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seas fregueses, atten
to o gran le sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
MOREIRA MIARTE C.
Roga-se ao llkn. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cttade deNazaretb desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a > onelnir
aquello negocio que V. S. se. coraprometteu reali-
sar, pela terceira chamada desie jornal, em flns
de detembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a Cevereiro e abril, e nala europrio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V S. se deve lembrar que este negocio
i de mais de oito anuos, e quaauo o senhor sa
filho se achava no estudo nesta cidade.
. Sala farinha osada com vantajoaos reinita-
dos nos padecimento* dos orgaos do peto,
como asthma ou puchamento de catharro,
inflamacto de bote, plenriies e na pthysica; re-
commendando-se com igual proveito as peaaoas
convaifcenies.
nico deposito na phirmaeia e drogara.
DE
Bartholomen 4 C
34Bna larga do Rosario34
B. Pa^^^^^^^^^^^^^^^^H|
eos tempos. C:
de dez annos,
nhos desta provincia, fe offerece a se-
nhor de engenho para chinar nao s as primeira
letras antes de um anno, como o francs com per-
fecao e em poneos tempos (ura aono) ; quero
pretender dirija carta fechada com a sua residen-
cia, na roa das Tnncheiras n. 50, loja, com as
iniciaes B. A. B., ou na rna Diraita n. 118, botica.
Acaba de sahir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
A DIVOTA
Caixeiro
MANUEL
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Guarapos no Rio*
Grande do Norte, com trras casas e armaren?
de ura e ontio lado do rio, logar betr. conhecido
pela soa importancia commercial, cojo porto offe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Inndihaby (na
mesma provincia) raoente e crreme, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, bestas e alambique ( ou somente o eragenho
com as ierras qne convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissmo prego,
e tambe n se permutan) por engenbos nesta pro
vincia. Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pilaes das mesmas : tratar com o proprietario
major Fabncto Gomes Pedrosa ra da Cadeia
n. 25, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
Tem a satisfago de participar a estabeiecto urna nova fabrica de chapeos de sol, na roe da Hadeia do Recife n. "9, boje roa do Mrquez de Olinda,
*JJg onde acharao os pretendentes, muie avultado sortimeirto de chapeos de sol de lodos os precos, qualidades e por pre-
yi&Z) eos mas commodos do qe comporta o nosso mercado : corrvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
i-sjj darem, sendo possivel suas encomroendas, pois poderlo assim serem mais bera servidos, visto poderem eseolher as ar-
^gw mages as tazendas ue a "demora da fabriracao bero drmintrta,
---------------------------------------------------------------------------------__ ,-------------------------------------------------------------------
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
CHAPEOS DE SOL
DA
rjf Sua do Sarao da Victoria, esquina da Gamboa do Carmo. m
(Antiga Ra Nova)
, W. MWIAN
EIGENHEIRO
Com fundiqao. ,
A RA DO BRUM N. 52%
Passando o chafiriz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canoa.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-
por e ananaes.
E outros amitos objectos proprios d'agri-
culmra.
Tudo por preco muito reduzido.
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
B
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Boa Jess dos Passos.
Offico do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deus.
Novena de N. Senhora da Conceicao.
Setenario das Dores de Mara.
Offlqio das Sele Dores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penba.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sant'Anna.
Treiena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2$000.
Precisa-se de um menino pin eatxero' de ta-
berna : a tratar na ra do Mrquez do Herval
(outr'ora da Concordia) n. 151.
I i

COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. i compra-se ouro, prata
podras preciosaa por precos mais vantajosos .do
pe em ontra qnalqner parte.
(jom muito waior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas en obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro u. J B, roa do
Cabuga. ___________
COMPRASE
do e
Ha sempre um grande sortimento de chapeos de sol de seda, merino, alpaca, bretanha de linho branco e par-
de algodao os todos os lmannos e ieitios, alm da iminesa porco de ttcia, merino, algodo e brim,
^^ armagOes de todas as. qualidades para satisfaaer qualquer encommenda, A modicidadt de seus precos t5o conhecida
5 quo escusa de mencionar.

W
m
INTEIIESSIME CMP0SIC.10 UTTERARIA.
eONTEXDO -'
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite oasombro.
A lagrmn
A noute do delirio.
O mysterie.
Cora urna carta critica dirigida ao autor pelo
Dr. T. B. ftipueira Costa.
1 volume brochado 2000.
ASCENTELHAS
Poesas patriticas pobre a cuerra do Paraguay.
1 volnme brochado i000
. NA
LIVRARIA FRANCEZA
Aligase o segando andar do sobrade
n. 46 a ra da Aurora : quem o preten-
der, dirija se nta'Pormosa n. 6.
Ama
Precisa se de urna ama nicamente para cozi-
nliar : na ra dos Gutrarapes n. 2.
"II DO 010
Ba do Baro da
Victoria
(Outfora rvm Nova. )
O anaixo assignado acaba de vender nos sene
muito felizes btthetes da lotera que se extrahio
xa beneficio do collegio dos orphaos um fjuarte
tai com a sorle de 900006 alem de outros nre-
mios memores, podando os possuidores virem -re-
ceber.que promptamente serlo pagos.
Achara -9e a venda os Wises Mlhetes garantidos
em beneficio da ova groja da Penha.
Inteiros 000.
Meios 3000.
Cuartos 1500.
De iO0O00para orna.
Inteiros i400,
Meios 24700
Quartos I3o0.
' Joo Joaqun da Costa Leite.
Pcecisa-se de urna ama forra oa captiva
familia : na ra Velha n. fiC.
pira-o
posea
Aluga-se a cas-a de dous andares e solio da
ra da Aurora : na mesma rus n. 38.
Josepfca Mara dos Pmeres e Silva, meieira
o eabeca do ca 11 de Joao Henrique da Silva, -de-,
clara que mudou se da ra do Paysand (Passa-
gem) para a ra do M >odego n. 101, aonde pode
desde j ser procurada para negocios tendentes ao
seu casal, ou na ra das Cruzes n. 38, 1* andar,
com seu tho Jos Henrique da Silva. A mesma
aprovpita a occasio para 'tambem offerecer os
seus diminutos prestimos as pessoa.i de sua ami-
tade no lagar onde hoja reside.
COMPANHIA
oes
TRLHOS OMASOS
BO
RECIFE A9 OJLIMDA.
Teodo a directora de emittir novas ac-
coes at o valor de 200:0000000 segundo
foi autorisada pelo decreto n. 4363 de 10
de agosto do correte anno, sao convidados
os Srs. accionistas, em cumprimento ao que
dispe o art. 4o dos estatutos, a inscreve-
rem-se at o da i 4 do correte declarando
i o numero de accods que]pretendem.
Avisa-se que a nova emisso tem de ser
; feita .por prestaroes na raz5o de 10 % e
No palacete da ra do Visconde d Goyanna cono intervallos de 30 (lias ; e que do dia
n. 101 (Mondego), precisa-se de um empregado. |g em fiante ser5o emitlidasas accoes que
quer brasleiro ou estrangeiro. para tratar de si- e,.hs,..s np.n, ^^ianista ac-
tio e jardim, e que saiba tambem alguma cousa foreia SllDSCnptas pelos accionistas ac-
bolear cabriole! ou carro : a tratar o mesmo. ,-m tuaes.
Jos Henrique da Silva (uunare* declara
que mudou a sua residencia para a ra de Vis-
conde de Goyanna n. 101 (Mondego), aonde podo
ser procurado ou em casa de seu descanco na ra
das Cruzee n. 38, 1 andar.
na ra das Cruzes n. 38, at as 3 boras da tarde.
AsS'io da cidade
Peae se ao Sr. fiscal da (reguezia de S. Fr. Pedro
Goncalves o especial favor de dar alguns passeios
pela odorosa ra da Casimba (boje Barreto de
Menezes), e depois de mandar limpar o lamacal
podre e esverdiado all eajstente, prohibir a quem
costuma botar as aguas ptridas que continua-
mente canem em borboteos no meio da ra, cau-
sando graves eucomraodos aos transentes e as
vjsinhanc.as.
INDISPENSAVKL PARA.O COMMERCIO DE FA;
ZfiNDAS. I
Tabella comparativa dos precos de qualquer fa-
zenda.
Pelo metro nos precos pelo covado desde 30 res
at i97a.
Pelo covado nos precos pelo metro desde 30 res
at 3*475.
1 folha ntidamente impressa 2*.
Livraria franceza.
Recife, 6 de setembro det70.
Joao Joaqnim Alves,
l9 secretario.
Precisa-se de
um b m cosinheircj pa-
ra casa de estrangeiros, na visinbanca da
Passagem da Magdalena, devendo o mes-
mo fazer as compras : na ra do Commer
ci b. 36.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escrptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
Na travessa da roa
das Cruzes n, 2, pri-
meire andar, da-se di-
nhclro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a quan-
ta. Na mesma casa cora-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
apollces do governo al o valor de 3:000*000 por
menos do seu valor : quem as tiver e qolzer ven-
der, dirija-se ao 1* andar oo sobrado da rna dos
Martyrios n. 4. ___________^^
Compra-se urna casa terrea oa Boa-vista qu
tenha quintal, comprehendendo Saledade, Caminho
Nove; tarabea se compra ura terreuo que tenha
mais de 30 palmos de frente e 150 de fundo : a
tratar na taberna da ra do oilo da matriz, on do
Visconde de Albuquerque n 27.
VENDAS.
CONVITE
ALMANAK
PAItA O
<*
l)E 1871.
Convidamos aos Srs. advogacjns, negoci-
antes, mdicos, artistas, endustriaes etc. etc.
liara que reraettam ra do Imperador n.
5i, os seus nomes ou Grmas, com indcac5o
da ra e n. da casa em que teern os seus
estabelecimentos ou residenciks, alim de
serem contemplados no. Almanak futuro.
Igual convite fazemos as companhias de se-
guros, bancos, agencias, associaces litera-
rias, scientificas, humanitarias, orporacoes
religiosas etc. etc.
Para o fim supracitado s podero ser
acceilas as inf.'rmacoes fornecidas at o ul-
timo do crreme mez.
rpida e infallivel dos cal-
los, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartholoraeu
3iRa larga do Rosario3i
Roh- nte-rheumntico.
Remedio efBcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mai; conhecido pelos seus mara-
villosos resultados.
O Costa di ra Duque ae Caxias n. 42,
toma pelo presente a linerdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o bon-
raram e continuam a faze-lo com <> concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento, certo de que nao deixarSo
de agradar-se, nao s de st-us gneros,
como do tralamento e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACAO
Uvas verdadeira Feral
Ameixas secas.
Peras.
Macas.
Vinho do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
dero vinho de pasto, dito verde da me-
nor qualidade possivel-
Qoeijos flamengos empellicados e pratoo
melhor que tm vindo a este mercado.
r\ Ibas novas em conserva
Chocolate de especial qualidade.
BoUchinhas de especial qualidadede to-
das as marcas conhecidas.
Manteiga ingleza e franceza de '* sorte.
GNEROS DO PAIZ
Doce de goiab em latas
Quijos de Minas muito frescos e de boa
qualidade.
AMA
Prensase de urna ama que cozinhe e easaboe
para casa de familia : trauma pr^a-da Inde-
pendencia n. o.
Na. ra de Hortas n. 86
feitor portnguez para sitio.
precisa-se de um
AMA
Aiuga se e vende-se o jardim botanice, sitio
om expeliente casa, alem de outras para escravos,
estribara, tres cacimbas com muito boa agua de
beber, amitos arvoredos fructferos, e terreno pro-
no para verduras, capim, ele. Tambem aluga
se o palacete ao lado da igreja do Senhor de Bom-
Fira, a melhor casa de Olinda, teodo jardim, agua,
casa para banho, e vanas fraetas ; asim como
coaha, e casa Dar escravos independente : a
tratar na ra do Bom Fim com o Dr. PaesBarre-
! to, ou com Cristovao da Cunha Soutomaior.
LIVRflS A' VENDA
NA
Ra do Imperador u. 15.
Berol Nevroguet, compendio de Theolog ral.
Hr. Phelips, (lirerto eeclesistico.
lelTodid, cdigo dos fallidos.
Ventura, a muUier ecblica.
Avila, aritnmelica.
Mear Charin, gemidos e esperanza.
Cbnrma, ensaio obre as bases da moralidade.
Oitoai, geometra.
Dieoionario dot principiantes, rancez e laliin.
Figoeiredo, arhmetica.
Or. Jayme, poema por Tbomai Bibeiro.
influenc" das macinas.
Bario de' Pai va, ltimos dos do hornera.
Noel, eurio de litterriura.
Belinae.
'Sooza S. Paes, preieecxies de direiio patrio.
Ollendori, ensino praco da lingua franceza.
fenlura, as molheres do Evangetho.
Veslaame. comentario ao cdigo Napolen.
Ballime, piilosuplila de direito.
Ondot, censcieacia e seieneia dodever.
Ventura, atradieco.
<>onset, rbeologia dogmtica,
tionnefa, principios de direito cannico.
KruckruE, natarea e origem do direito.
Tito Lrvio por Uanoel Bernardo Branco.
. Benard, philosoptiia.
A wooo
Os melh' ,aUja
Creepon,.
dos para t
criuj n
Precisa-se alugar urna mulher forra on escrava.
para cozinhar comprar e engommar, para urna
casa de peqaena familia : na ra da Cadeia nu-
mero 8.
Iiidanra
Al RO
D'YVETOT
RA ESTREITA DO ROSARIO N. J4.
Urna qualidade de commercio faltava nesta popu-
losa, cidade um estabelecimento em que se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velhas, um basar que se denomina em Pars
Bric e Brac E' este o estabelecimento que se
abra ra estreta do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas que quizerem vender, ou com-
prar roupas novas ou velhas e todos os" mais
objectos do servico domestico, inclusive trem de
cosinha, poderao dirijir-se ao indicado estabeleci-
inento para contratar, e offerece-se para ir era
casa dos prelendentes para effectuar as compras
e vendas.
Ama
Na ra do Vigario n. 5, 3 andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cujo servico faca com
perfeico e que seja de boa conducta. ________
iATTENCA
o
Na ra estreta do Bosario n. 35, 1 andar, casa
particular de familia, contiauase a fornecer co
medorias para fra pela tabella abaixo :
ALMOCO.
i prato de solido.
i dito de farofa.
pes, cha ou caf.
Preco 20*000 mebsaes
JANTAB.
pratos com carne.
]Jirao.
Arroz.
*ipa.
IJobre-mesa.
Preco 30*000 mensaes.
I'az-se algum abate, sendo para mais de urna
pe soa reunida.
Perdeu se una pulseira de mosaico, do tira
da ra do Mrquez de Olinda at o principio da
ra da Imperatriz ; se alguera ac!i3U-a e quizer
restitu-la seu dono, tenha a bondade de dri-
gir-se ra do Mrquez de Olinda n. 61, que ser
recompensado.
AMA.
Precisa-se de urea ama que saiba cosinhar :
i tratar na ra do Amorim n. i'.
Joao-Siiveira Carneiro da Cunba transferio o seu
escrptorio da ra da Cruz n. 10, para a rna do
; Commercio n. 32, 2* andar, por cima do Loadon
and Braaian Baok (entrada pela rna do Torree.).
Aiuga-se por 4ti mensaes um pret perfeito
i ozinbeiro: quem precisar dirija-se praca do
t H^^JD!-.^^od"iafGeiDm<,^Cial'*!,0 ,arg Amda estar por alagar a eaea do Mondege a.
do Orpo ixaton. 9, pede aos regaeies estabelecimento que se acbam devendo coalas, que i^ 31. {. wdar
hajam de as ir pagar at o dia 13 do correle,
as>im como quem se julgar credor, aaresentar
suas contas, para serem pagas i inmediatamente.
AVISO
na ra do
Xjww www wflMRwW
MUDAH(?A I
53 O escrptorio do Dr. Joaquim Jos de Wt
]BL Campos da Costa de Medeiros e j%tba jK
K quergue est roa estreta do Rosario ~
Ama
Precisa-se de urna ama qae saiba cozinhar
ru do Codorniz n. 8.
CRIADA
AMA
Precisa-se de ama ama para o servico interno
de una casa de pequea familia : na ra estreta
do Rosario n. 32, 3o andar.
fara passar a festa
Traspassa-se o resto do arrendamento de um
sitio na Torre, perto da ponte, estando elle mui
bem tratado e plantado, e a casa com bastantes
conmodos : a tratar na loja n 8 roa do Duque
de Caxias, ontr'ora do Quemado.
Prewsa-se de urna ama para casa de pouca
famili : aa ra Direiu n. 38.
Wa cidade de Oiinda precisa-se de urna criada
paca casa de pouca familia : tratas ao Recife.
ra de S. Francisco n. 72.
Precisa-se de um caixeiro que tenba bastan-
te pratica de taberna e d fiador de sua conducta:
no aren da Conceicao n. .
aa
AMA
Senhores cocheiros,
carreiros etc.
Farello.
Novo, desembarcando no caes do Apollo e reco-
mend-se no armazem de farinha de trigo de Tas-
so Irmos & C, a preco commodo : a tratar no
mesmo, ou na ra do Amorim n. 37.
' i* e aadar do
:wde d
sobra
teodo 'ow
Ama, de leit-
la ra da Penha n. andar,
1 ama de leite que nao tenba Hfbol
Preciea-se de urna ama forra ou captiva para
cozinhar e engommar para casa de nma peqaena
familia : a tratar na nta da Cruz n. 19, todar.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
nma casa de pouca familia; na raa da Penha n
25, i andar.
Ensino na Capunga
NaCapunta, porto do Lacerre u. 21, na nma
pessoa habilitada que se presta a ensinar aaer em
casas parucularos, quer na sua, msica e primei-
ras letras : qoem dala se quiaer utilisar ahi se
dirija das 3 horas da urde em diante.
Joaqum Jos Gonpal-
ves Beltro
Ra doTrap'che n, 17, i9 andar.
Sacea por todos os paquetes sobre o banco do
Mmho, em Braga, e sobre os seguintes lugares em
Potugal :
Unten.
Porto.
Valenca.
Gumares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Famelcao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal fValpasso).
Hirandella.
Beja.
Barcellos.
Vende-se a casa terrea n. 11, sita em Olinda,
rna do largo do Amparo, cora excellentes com-
modos e grande quintal, solo prpprio : & tratar do
Recife. ra da Cadeia n. 40.
Edward Fenton, na ra do Commercio, arrua:em
n. 22, tem para vender presuntos, toacinuo em
mantas, conservas, queijos londrinos e biscoutos-
flnos.
LAGEDOS PARA CALCADAS.
Vendem Joo do Reo Lima & Filho : a ra
do Apollo n. 4.
VINHO DO PORTO.
Vinho do Porto Ano, de diversas marcan, tem
para vender Joo do Reg Lima & Filbo, no seu
escrptorio ra do Apollo n. 4
Vende-se a casa lerrea n. 24 da ra das
Calcada* com 2 salas, 2 quartos, cezinha, quintal
e cacimba : a tratar na ra Direita n. 27, primei-
ro andar.
Vende-se urna rotula de amarello em bom
estado' na cambfia do Carmo n. 16.
ATTENCAO
Para acabar
Chapeos de massa finos a Si e 6000-
Idem de castor brancos a 5.
Chapelinas de palba e de seda para senhora a
oOOO..
Assim como outros chapeos que se vendem por
barato preco para li iuidar: na ra Nova n. 4i.
Chapeos do chile superiores, de abas peque-
as e grandes, a melhor fazenda que tem vindo ao
mercado : vende se na ra Nova n. 44.
Coznheio.
Precisa-se de nm cozinheiro qne seja perfeito :
a tratar na ra do Mrquez de Olinda, armazem
n. 3o.
Ama
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de duas pessoas : na ra da Conceicao on-
mero 37.
Precisa-se de um caixeiro para padara
ra Direita dos Afogados n. 66 A.
na
= Offerece-se urna pessoa para copeiro de qual-
qner casa : a tratar na rna da Cadeia-nova n. 3.
as t
Hoje 12 do correte, pelas 7 horas da manhaa,
na igreja da Ordem Terceira de S. Francisco, se
resan missas por bem d alma da finada D.'Senho-
rioba da Silva Campos, e Antonio los Csrdeiro
Siawea seu marido raga aos aeus prenles e ami -
ios de eeneorrerem e este acto relimo so.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de wolbados, preferiado-se portnguez, de 14 a 20
amos de idade, para um estabelecimento na villa
do Porto Calvo : a tratar na rqa de Domingues
Martins n. Si.
nniBirBiorafia tmmebre.
Um amigo grato memoria do fallecido Joao da
Costa Campes manda celebrar no dia terca-feira
13 de setembro, primeiro anniveraario de seu pas-
f amento, na igreja matriz de S. Jos, as 7 oras
a manbaa, duas missas por aqnelle finado ; e
convida Iilma. familia e amigos comparecerem
M /nestoo a en, que ter eternamente grato.
Preeisa-se de urna senhora de bons costamos
e com ai habilitacoes precisas pira enunar as
prmeiras letras a cuatro meninas e meninos em
am eagenao na fregaezia de Jaboato, disunt*
desU pmca seis legoas : a Irttar na roa Nova n.
54, botica.
0 O bacharel Joaqum Goucalves A
a Lima leu escrptorio de advocado 2
g ra do aperador o. 35.
- Na ra da Matriz da Boa-vista n. 13, preci-
sa-se de um preto Torro on captivo para o servico
de casa.
* Preeisa-se contratar um
Rvd, sacerdote para urna ca-
hellana, ama cidade populo-
sa e perto do Recife : tratar
nesta typographia.
Sodedade Liberal UniftoBe-
neficente
Da ordem do conseibo administrativo sao convi-1
dado, todos os sooms reunirem-se *m asserobla f
geral axtraordinaria, no da 13 do trrenle mea,
as 6 irl boras da tarde, na casa da mesma so-
ciedaJe.
T Unia Benefi-
ecnie em 9 de setembro de 1870.
Innocencio Xavier Vianna Sonrinho,
Io secretario.
Machi m a
Vonde-se urna excellente machina de costura
na ra da Penha n. 17, 1 andar.
Cal nova de Lisboa
A 50000 o barril.
Na rna do Rrum n. 8".
Pedras de Lisboa
Vende-se urna porcao de pedras de Lisboa, mui-
to baratas : a tratar na ra do Hospicio n. 26. Na
mesma casa offerece-se urna senhora para ama de
engommar._________________
SITIO
Vende-se um sitio na povoacao da Matriz da
Varzea, bem planudo, com casa de vivenda, perto
do rio, pelo mdico preco de 800* : a tratar na
ra Direita o. 8.
Farinha de mandioca
Domingos Alves Matheos tem para vendar em
seu escrptorio roa do Vigario n. 21, muito su-
perior farinha de mandioca em saceos grandes.
Ninguem contesta
Que o Campos da rna do Imperador, n. 28, po-
de bem servir aos amantes o bom, pois que o seu
armazem se acha bem prvido dos melbores e mais
bem escoltados gneros alimenticios.
O Campos limita se a mencionar o seguate :
Presuntos fnglezes e portumeies
Biscoitos, bolaehinbas e bllanos.
Conservas nflelas e francezas.
Salchichas e salebicbees cora tubaras.
Diversas conservas alimenticias
Salmn e lagostas em latas.
Licor estomacbieo e digestivo aya-pana.
Toucinbo inglex para lunch.
Krvilhas francezas1 portugnezas.
CamarSe- seceos do Maranbao.
Doces Anos, ralados e em caldas, de gqjaua.
etc., etc.
Champanha do; melbores fab
Vinbosmadura do Porto, di!
verde e palheto, pelos nllx
francez e brasilf iro.
Oueijos de Minas, de prato e I
yas A Alicante-sao um t
O Campos garante a supenoridau
cima descriptos
E tfBttm dns-idar venhi rer.


mmmm
Diario de Pernanibuco Segunda (eir 12 de Setembro de
Eival sem sego
JiUA 00 DUQTJE DE CA2AS H 49
spost a continnar a vender todas
as miadezas polos baratissimos precos abai-
xo declarados, garantindo ludo bom e pro-
cos admirados.
Duzias de palitos segnranca a 120
Duzia de palitos seguranza caijca
grande a................... 320
Frascos com oleo baboza muito fino. 320
Pacote com p-'s de arroz o me-
lhor que na a ;.............. 320
w albas muilo Anas para fazer
barba a.................... j,$ooo
Caixa de liaba bran do gaz a.. 500
Vara de franjas de lidho para loa-
Ibas ...........;........... 160
Caixas com pennas d'aco de Perry
saperiores .............. $00
Lencos da cassa brancos e pinta-
dos!.............. ...... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado...... 70o
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a........' 400
Duzias de meias cruas superior
qualidadea.......30600
Pecas de babadinbos com 10 va-
ras a......... 500
Pecas de liras bordadascom 12
metros cada p.'ca a 10500 e. 20000
Pecas de fitas para eos de qoal-
quer largura com 10 varas a. 500
Escovas para unbasfazenda fina a 500
Ditas para dentcs a 240, 320,
400 rs. e....., 500
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a....... 40
Duzia de linba frxa para borda-
dos a 400 rs. e..... 500
Pares de meias cruas para me "
nos diversos tamanbos a. 320
Duzias de meias brancas muilo
finas parasenbora a. 40500
Pares de sapatos de tranca do
Porto........20000
Pares de sapatos de tapete a. 10500
Duzias de baralbos para vultarete 30000
Sylabarios portuguezes a.' 400
Cartdes com colxetes carreras a 20
Abotoaduras para col le te diversas
qualidades........ 400
Caixas com peona de ac muito
boa de 320 a...... 50C
Caixas com superiores obreias a. 40
Duzia de agulha para macbina a. 20000
Librar, de pregos francezes todos
os tamanbos a...... 240
Pacote de papel com 20 quader-
nos ........... 400
Resma de papel pautado superior 40000
Resma de papel liso muito .upe-
rior a...........
33600
OB ZAR DA MODA
DE
Jos de Souza Soares & C.
RIJA DO BARIO DA VITORIA
(OUTR'ORA NOVA)
Aoresenia-se raetana rphozeado no que pode haver de mais bello e agradavel em fa-
endas finas para Senhoras arligos de alta moda em Paris tanto para senboras como
para horneas e meninos.
Miuaezas afarmadas, perfumaras especiaos, variedade de lindos objectos para me-
ninos e brinqudos para criancas.
GRANDE SORTIMENTO
Continuamente recebido por todos os paqaetes vindo da Europa aonde tem ba-
oeis correspondentes.
Vende-se muito emeonta e maada-se por em pregados do eslabeleciment fazendas
em casa das Exms. familias aiim de melhor escolberem o que desejarem.
NOVIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
IMOBEIRA & BASTOS
E' ebegado a este novo eslabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
loas, sendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de ,sda ricamente bordados.
Gorgurlo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id m dem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricam nte bordados para camae janellas.
Croxs p ira ca deiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos h urnas para passeio, com listras de setim.
Sabidas de baile o que ha de mais rico.
detones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muiU) finas para horneas.
D tas inglezas' para homeus e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas que
\ enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnicoes de salas, alcatifas para forro de sala, e o
(rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
GAZ 6AZ GAZ
Qiogou ao antifo deposito de Henry Forster i
C, roa do Imperador, um carregamento de tai
do primeira qualidade; o qual se vende em partida
a retaiho por menos preco de que em ontr* qua
qner parte._____________________________
U VILLI i l'MIS,
20Ra da Imperatriz20
Fari & Lessa.
Acaba de chegar a esta nossi nova loja de fa
zendas finas um variad-* sortimeoto de fazendas t
la e seda, como sejam : granadines do ultime
gosto, p9pelinas de urna so cor, alpacas e lazi-
unas de cores, o que ha de mais moderno, tudt
por baratissimos presos, brilhanlinas de cores te-
cidos das iudias, fazenda nova a imitacao de per-
calia,bali5esde dina tinglado saia de cor com lin-
das barras, fustoes proprios para vestiao e ronoa?
de meninos ; agora grandes e admiraveis pechin-
;has, saias brancas com lindos frisados a 3, ri-
cos, corpinhos bordados muito finos a 5, baloe?
modernos de arcos a 24, ricas colchas para cama
alcoenoadas, sendo brancas e de cores, a Si, 6 e
li, cambraia victoria fina a S, ditas transparen-
tes a o, 6| e 74,chitas flnissimas escuras e claras
a 280, 300, 326 e 360 o covado, cassas de cores a
240, lencos brancos de csea a 24500, ditos cbi
nezes a 34500 a duzia, madapoln fino a 64 e
64800, e muit superior a 74, 7*600 e 84, algo-
daozinho largo propri para lences a 64, panno
de algodao branco trancada proprio para toalhas
de mesa a 14600 a vara, nramante para lences a
24000 e 3*300. o que h de melhor, esguiao fi-
sisara a 24i0 e 2oOO a vara. Mandamos na?
asas das Exma. familias para melhor poderem
escolher. Tambem teos completo sojtimento de
perfumaras il> pruneiros fabricantes francezes e
ngleies ; as pessoas que se dipnavem vir a esta
loja terao occasiao de rconhee-T a realidade do
que aonanciainos para nos justificar.
Trihos urbanos Olluda
Xa estaca provisoria >la ra da Aurora vnde-
se era porcia e a retaiho carvao de pedr para
ferreiro, ___________'__________________
Brins 9Angolas, leg-
timos
acham-se no armazem
DE
T. Je/fortes & C.
Ba do Trapiche n. 46
Fio para saceos e fogueteiros
Lona verdadeiara da Esrossia
No armazem de T. Jefferies 4 C.
Ba lo Trapiche n. 46
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Com forma, e de volume de um Porte-Moeda
COTENDO TODO IJITAME.WTO.
C'OLLYHIO Contra as alTeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOHEO C
Depositarios geral para e BRASIL, o POKIH-AL
31, ra larga do Rosario. FBRNAMBUCO.
LOJA DO 'APAGA
Novo estabe ecimento
DE FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
Ra da fmperalriz n. 40, esquina do beoco dos Ferreirbs.
DE
1
O novo proprielario deste estabelecpeqto, commpnica ao respeilavel publico
desta cidade, e especialuente is Exmai. familias, que-est liquidando por preces bara-
tissimos, as antigs fazendas que existiam neste estabelecimento, alm das que abaixo
v3o relacionadas, cujos precos merecem toda a ttencio do respeilavel publico, que 5o
deixar de com pequea quantia refazer-se de qualquer qualidade de fazenda que pre-
cise. Previne-se tambem que a mesma loja tem fuito sortimento de fasendas moder -
as, e continua a sortir-se das do mais apurado e escomido gosto, que vender mais
barato que qoalqoer outra loja.
A LOJA DO PAPASAIO alm de ter um grande deposito de roupas feitas, tem
um benito sortimento de casemiras rancezas, inglezas e allemSas dos padrdes mais mo-
dernos, e assim como pannos pretos, casemiras e panno fino cor de pinho, azul claro
e mais escuro, brins brancos e de cores, fui les branx>s, e de coi es, gangas de linbo
e brins pardos de todas as qualidades.
A LOJA DO PAPAGAIO tem contratado um opiimo mestre alfaiate perito no
seu officio para executar qualquer obra da arte com a raaior perfeicSo c esmero, e qual
quer ubra que 0S0 fique a vontade dos freguezes, car para a loja, e maoda-se
fazer Qatra.
Aloalhado de liobo fino, a 30 o metro,
e de algodSo a U-
Algodiosinbo largo, para lenges e toa-
lhas a 1^000.
Alpacas pretas, de cores, lisas, de furta
cores, e de listras.
Bareges com listrinbas de diferentes co-
res a 320 rs, o covado.
Bolsasde tapete aveludadas, para viagem,
o prego e conforme o tamanbo.
Bombasinas pretas, lisas, e trancadas.
Bramantes de linho, francez e inglez a
20300,
Bal5es de mossulina, brancos com fit^s,
e outres todos de panno com o feitio dos
de fitas, para senboras e meninas.
Basquinas de grosdenaples preto mo-
dernas e de croch muito enfeitadas.
Bretanbas de linbo, e de algodao.
Brins de linbo trancados brancos e de
cores.
Brins de algodao trancados brancos e de
cores.
Combraias brancas tapadas e transpa-
rentes, sendo inglezas e suissas de 8 pal-
mos de largura.
Camisas de meia, de flanella, branca, e
de algodao.
Camisinhas brancas de cambraia com di-
licados bordados, e enfeiladas de cor para
Sras.
Cambraias de cores a 400, rs. o metro e
a 800 rs. a vara.
Camisas inglezas, e francezas de linho. e
de algod5o de pregas, lisas e bordadas.
Chapeos de sol de seda, merino e alpar-
ca de diferentes cores, e muito baratos.
Chitas para vesiidos, francezas, de 240
at 400 rs.
Chitas para cohertas de 320 at 640 rs.
Cortinados de cambraia, e de fil borda-
dos para camas ejanelas de 100 para cima.
Colchas de fust5o brancas a 30500.
Ditas de cores a 20800.
Colarinhos de linhos, inelezes, e alemes.
lisos e bordados.
Damasco de 13, encarnado, a zul e a ma-
pello, es'comilba preta.
Espartilbos de linho branco para Sras.,
de diferentes precos.
sguiao de linho de 10600 a 30 a vara,
nales de merino pretos muito grandes
30.
ito ditos, estampados de 4,500 para
cima.
Ij'il de linho branco e preto liso, e de
salpico.
Gravatas de seda pretas e de cores, da.
mais modernas que tem vindo ao mercado.
Guardanapos de tinho brancos e pardos.
Grosdenaple preto de differentes pr eos.
Lasinbas em cortes com palmas com 14
covado por 60.
Ditas lizas e delistas transparentes e ta-
padas de differentes precos.
Madapolao inglez de 50 al 100 a peca.
Lencos de algodao, brancos de 20 a 30
a duzia.
Ditos de cambraia de linho de 60 a 120s
Ditos de esgoio de 60 a 80.
Sjus^ulinas brancas e de cores a 500 rs.
o covado,
Gorgorees de la com listras, fazenda ln-
teiritmente nova no mercado a 800 rs. o
covklo.
A)erins preto, trancado e de cordo.
Pellos bordados e lisos, tant de linbo
como de algudo para camisas de bomem.
Princetas pretas de differentes precos.
Cambraia branca tapada muito larga com
pregas e bordado, ha de tres qualidades
propria para saias de Sras., o prego ba-
raU
20
edas pretas lavradas
00 o covado.
argelina francez e ingle
^ DO
ILLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 9
eettbele-
eimeni
pottos a apreeiacao MMfcian-
daram vir e aowam n> reeeber ptoWPvapor
da Europa um completo e vanado sortimento de
anas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
to resollado! Ja vender, como de seu costume,
por precos muito baratinhes e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo...
Muito superiores luvas do pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mol boas a bonita* gollinhas e pnnhos para se-
nhora, noste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga pfra coques.
Lindos e riquissimos enfeites para eabecas das
Exraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com ridri-
Ihos e sem elle*; esta faxenda o que pode haver
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leqnes de madreperola,
marfim, sndalo e osso, sendo aqueHes brancos
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias lio de Esconda para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 304000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 104,
aiin dcstas, temos tambem grande sortimento de
Giras qualidades, entre as quaes algunas muiv>
finas.
Boas bengalas de superior cuma da, India e
casiao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor s
pode desejar ; alm aestas temos tambem graate
uantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
eira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e airosos cbicotinnos de cadeia e-
de outras qualidades.
Lindas e superiores Ufas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora n para meni-
nas de 1 a 12 annos de i-ade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramus sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas eapellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralho? de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das raelhores per-
fumarias e dos melhorec e mais counecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra-as convulso, e
farilitam a denti^io das innocentes crianzas. S-
raos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamo? a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltom no mercado,
como ja tem acontecido, assim pois pedern aqnel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deiros collares, e os qaes attendcndo-*e ao fim
para que ,3o applicados, se vendero com um mar
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por presos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, rna do Crespo n. 7.
r
para vestido a
de toda ao co-
o----------
res]
Toalhas de algodSo e de linbo de dif-
ferentes qualidades e tamanbos.
Duchos de linho para homem muito fl-
nosi.
Meias ing'ezas para Sras.,e para meninos
e para homens, de differentes .qualidades
de lodos es tamaDhos.
ara quera comprar peca on duzia de
[quer fazenda seu prego o custo ; para
diminuir o retaiho.
l)am-se as amostras de qailquer fazenda.
1 loja do Papagaio acha-se aberta todos
os [das, at s i horas da noute.
'francisco Teixcira Mendos
3 portas n. 53, ra Direita, 3 pjrtas n. 53, anliga
loja do Braga
O abaixo assignado, dono defte antigo eslabelecimento, tendo em vista apresentar um i
completo >ortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar bnscar em
diversos prnios da Europa os melnores objectos de seu eslabelecimento dos fabricantes
mais conhecidos ; pelo que convida ao respeilavel publico e a seus numerosos freguezes,
virem se servir dos objectos de sua carencia, ande encontraro por menos 10 OO do que
em outra qualquer part', um sortimenlo completo de machinas para descaroear algodao,
do uem conhecido la.iricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animae-,
ditos para logo, moinhos p.ira caf de todos os tamanbos, da fabrica do Japi, espingardas de
dous canos e de um, tanto inglezas como francezas, lonca de porcelana, facas e gsrfos
de diversa? qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, bren, barbante,' enxofre, papel e
litaalha de ferro, ac, e agulha para fogueteiro ; assim como encontraro constante-
mente grande porcao' de fogo do ar, e recbese encommenda de fogos de vista, alem de um
cem numero de objectos, que se ternaria enfadonho numera-los : Venbam ra Direita n.
53, loja de Lenidas Tito Loureiro, anliga loja do Braga.
extraerlo dos tientes e operagaes dentarias sem dores, torios os
das uteis, das 10 horas at raeio dia
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da aIfan-
iega vel ha n. 2. 1* anda.
Cal do Lisboa
a 31000
Vende-se na ra da Cruz n. 8, i andar.
GNEROS BARATOS
2Camoda do Carmo2
Manteiga ingiera, libra a Manteiga franceza, libra a 800 rs.
Gaz, garrafa a 360 rs.
tiorama de multo, libra s 330.
Caf mocka, dita a 330 rs.
Vela de epermaeete, dita a 6i0 rs.
Lingoa (do Rio Grande) urna 160 rs.
; Lagostinhos e ostras, lata a 700 rs.
Queijos do reino (ultimo vapor) 3*000.
Ditos do Serido, libra a 1 *00.
Ditos do Mina-, nm 2*.
Vinbo Bordeaux, garrafa ($. Julien) 600 rs.
Cerveja Bass, dita 900 rs.
VinhoFigoeira (Bom) dita 500 rs.
Arroz, libra 1)0 rs.
E outro? muitos gneros que se vendem mais
barato do que em outra qualqner parte.
Farinba de mandioca
Vende-se farinha de mandioca, nova, de Santa
,.?M!anPV:>e*,l4' *" Picacho portuguez llista,
fundeao dfrbnte do trap-che do Sr. Bario do Li-
yramento : a -3 de joaquiPD
Beltro, a roa do Commercio n. 17,
oo a borio do referido n:.
PELO EMPREGO DO
PROTOXYDE DAZOTE
no gabinete do cirurgiio dentista FREDERICO GAUTIER
19Ra Nova19
O qual, achando-se relacionado com os mais celebres deotintas de Paris, adquiri
com elles, na ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este excellente
aneslbesico de que se pode sempre asar sem inconveniente algam, e produz insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveila ajoccasilo para lembrar ao respeitavel publico que no
seu gabinete continua-se a fazer tudas as operacoes da sua arle e coilocar denles por
todos os systemas: com ouro, platina ou vulcanite, segundo os casos.
Especialidade de obturaedes com. ouro puro.
IflSlR r
MI U 13 I. J.
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaiolas, gallinheiros te.
Chapas de Ierro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para eugenhos.
Cofres de ferro de Milner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lenco!.
Dito era barras. %
Dito em enxadas.
Estanho em barra e vergniaha.
Folha de Piandres.
Arados americano para ladeira e wat.
CarrinhoB de mao.
Venezianas para janellas.
Machinas de descaroear algodao'de facao.
Ditas de serra. *
Djtas para cortar fumo.
Ditas a vapor de torca de eaval!os e motores para J cavailot, para atver
cekiaas de algodao.
Cadeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Balancas para pesar.
Oleo de liabaca em latas de ferro.
Trilhos de ferro para engenhos. \
ambas americanas.
Macacos da estivar. i
Balancas e pesos deciwaes e outras. ,
FogSes de patente.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretas para eaminhos de ferro.
uia grande sortimento de ferragens e cutilana
FALSIFICA^OES
dasPILUUSdeBLANCARD
CAVE DOIjM)
A nossa correspondencia do Brazil nos faz j comnercio, estes henrados intermediario! |
ber aue ;is nese d'este p;iiz acbnotseiiukl aamostrea danos da confianca dos som |
freguezes; nao de duvidar igoaunentecHii
saber que as pravas deste p:
actualmente inundadas por urna mulidu dr
(alcificaf.es vis dos nossos productos (tettaal.
Para garantir-se contra estas composicos
mais ou menos perigosas, que escondem-se
d'essa maneira por detrae das nossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos o aos (l-
enles de assegurar-se sempre a origem dus
Pilllas que trazem o nosso uonie, appellandi,
entre ou-os meios-praclicos, pela boa f dos
nossos collcgas, os pharmaoeulicos. Nao de
duvidar que n'uma questa que inlressa la
seriamente a saude publica e a moralidade do | Pharmacenlko, na Uouaparte, em Paris.
AcJo-se os nosias Piluias oti priticipacs Phari>idcias.
repui|iando toda sclaridode rom os ralciQ-
cadoites e os seus Mimphecx, eltes nosefa- iji
cao um ilever 'oi em eiante de procurar
as VBDADEUUS PlLCUS DE BnNC\HD em
origeus certas, cndere^iiudo-so, quer a nos-
mesmos (;:u Paria, Vier iudirocla.-neute aos
nossos priucipaes correspondentes, ou enlo
s casas as mais recot- /fS
mendaveis da Fi-anca ^V/*
ou do stu oaiz. ,/ Cas.
ou uo stu pala
r?r?/?.<.
f\>
ALUTBAO Di 6DT0T
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
O Sir Guyot chegou a tirar ao alcalrao a
sua acrimonia e o seu amargor insupportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveitando essa
feliz descocerla, elle prepara um licor con-
centrado de alcatr3o,-o qual, sob um pequeo
volume, contem urna grande proporcio de
principios activos.
O Aicatrao de 6yot (Goudron de
Guyot) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrSo ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
logo um copo de excellente agua de alcatrio
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catrao quando d'ella precisa, o que offerece
economa de lempo, iacilidade de transporte
e evita o manejo lo desagradavel do alcatrio.
O Alcalrft* ir iimjot substitue com
vantagem muitas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronchites,
tosses, catarrhos.
0 Alcatraa Cajat empregado com o maior exilo as molestias seguidles :
Q| BEBIDA. Vma colher de caf para um copo d'agua ou duas colheret de
topa para-urna garufa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITACO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
V
El FORICNTAQOES. Ucr puro ou com um nuco d'agua:
AFFECgES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
El IfUECCOES. UmaparledelicrequalroduguaWncmt^mfifwm^fmp^il.)
FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Alcatrao de Guyot fot experimentado com um verdadero xito nos
yrmeipaes hospitacs de Franca, da Blgica e da Espauha. Foi reconkeoido
que, para os lempos de calor, elle eatulilue a bebida a mus hyniemca, e so-
sretiulo datante os lempos de epidemia. Vina intrueeio accompanha cada vidro.
YeucL-se na pharmacia e d og.iria de P. Mau-
rer & comp., rua Duarte oeiho n, 17
3 cordeiro previdentf
Rna do Inclinado u. 1.
Sovo e variado sortimento de perfumari'
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfe
manas, de que efectivamente est provida;
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba d(
reeeber um outro sortimento que se tortv
aotavel pela variedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr*
eos; assim, pois, o Cordeiro Previdente ped
e espera continuar a merecer a apreci aci-
do respeilavel publico em geral e de 90
boa freguezia em particular, n5o so afa*
lando elle do sua bem conbecidamars-id'
3 barateza. Em dita loja eo^ontraro o
jpreciadores do bem:
Agua divina de E. Cmufray.
Dita verdad eir de Munay 6. Lammaa.
Dita de Cologne ingleza, cnie.-kana, fr
ceza, todas dos melhcres e mais acredita 5o
fabricaulo.
Dita de l!or de arang;iraa.
Dita tos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odonalgico para conservagao -
sseio da bocea.
Cosmetiqaes de superior'qaalidado e cht
ros agradaveis.
Copos e atas, maiores e menores, cos-
oomada fina para cabello.
Frascos cm dita japoneza, toipare
outras qualidades.
Finos exlractos ingtecs, americano*
francezes em frascos simples ootieitaoos.
Essencit imperial -! fino e agradavei cb.- -
de violeta.
Outras c; .centradas o tie ebeifoa igna:-
mente finas e agradav.
Oleo philocome verdaceiro.-
Extrscio d'oleo de superio' qualidaAt
com escolhidos che ros, em irascos dodifcr
rentes tamacbos.
Sabonetes em barras, naiorese menor*
para ruaos.
Ditos transparentes, redondos e em figu
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba
Caixinhas com bonitos sabonetes imiUrjC-
fructas.
. Ditas de madeira invernisada contendo l
aas perfumaras, muito proprias para pr
ten tes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tus
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos,
moldes novos e elegantes, com p de arr
i boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentei.
Pos de camphora e outras differeau
lualidadei tambem para dentea.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coquea.
Um outro sortimento de coques de m
vos e bonitos moldes com filets de vidrh*
4 algunsdelles ornados de flores e fita
48l3o todos expostos apreeiacao de qne*.
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS"
Obras de-muito gosto e perfeicio.
FI vcllaa e fitas para cintos.
Bello e vanado sortimento de taes objM>
tos, ficando a boa escoma ao gosto do con
pra.dor.____________________________
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as cores, qnalqoer
comprniento, qualidade superior, em eaixa oc
porcao mais pequea : na rna da Cadeia do Re-
cite n. 51, Io andar.
CAL IVA DE LEM
Vende Joaquim Jos Ramos :
n. 8. andar.
na rna da Cruz
A 2,000.
Lindos c rtes de percales a 2*000 rs. : rna
do Crespo n. 25', loja da esquina.____________
Farinha
Vende-se farinha muito boa viada da Babia em
acco.* de algodao : nos armains da Companhia
Pero a mlw cana e trapiche o Cunha : a tratar nos
niesmos.



6
Diario de Perambuco Segunda {eir 12 Je SetemLro de 1870
GRANDE
BAZAR DO PAIRO
60-MJA DA IMPERATRIZ-60
SILVA, FIGEIREDO & C.
Nsste imoc ranle estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande e variado sormeato de azeadas domis
aperado posto e todas de urimeira neeessi Jado, que m veodam mais tama* do que em oatra quatqitr part, vjsio qoe oa no-
*>s socios desta firma, adoptaram o systema de s vuoderera DINHEIRO ; para poderetu vender pelo tost, limitando-te apenas
a gaobarem o descont ; as pescas que negociam em oeqttena esca'a nes loja e arwazea podero tazer os leqs sortimeatos
pelos mesmos procos qoe c Jtnpram na* casas inglezas. (importadoras) e para maior commodidade flas Eixuas. batas se darSj
amostras de todas as fazendas, ou Ibes levara em suas casas para escoloerem.
PECH1NGHA EMCASEMIRAS A 45000. CORTES DE LA ESCOCEZES A 6J000
No Bazar do Pavlo feis orna grande Vende se bonitos cortes de la escocezas.
eampra em um leilSo, das mais finas vindo cada um em seo papel, peto barato
easemiras inglezas qoe tem vindo a es- preco de 6$000 cada um; no Bazar do Pa-
je mercado, tendo cores claras e escaras, vio.
todas con padrej serios, oroprios para ORGANDYS BRANCO E DE COR
calcas, palitos e colleles; vende-se a 44000 No Bazar do Pa8o vende-se os mais
e eovado, o qoe em oatra qaalqoer parle bonitos e moito fino rgaodys com listas cima ter om
h5o se vende por menos de 6)5; grande largas e miudas 14000 a van, ditas lisas, midade.
vantagem. fuenda de muita phantasia i 800 rs. a vara, Graaoe pecbincha ara camisa inglaus a ie45500
BBINS DE LI.XHO DE COR A l#200 ditos d c es, finissimos padras, inteira- No Basar do Pavao fez-seoina grande cota-
No Bazard Pavao, fez-se orna grande mente novos 80 i rs. vara; pe;hincba. pra em leilo, de dnissiraascamisas ingle-
compra de paros brins de Irobo, maito en- GROSDENAPLES PRETOS zas com peltos e punhos de limo, sendo
Chegou para o Bazar do Pavao um gran- com collariohos e de todos os n traeros a
de sortimento dos melbores grosdenaples 40000 cada urna, ditas sem coilariabos,
pretos qoe t-m vindo ao mercado, qoe se porn faze ida rjni'siaaa a 40500; gran-
veodem de 10600 at 5$o00 o eovado ; de pecbincha.
s3o todoa muito em conta. CAMISASB.ARATAS a 2J800,3*000 e2*800
CAMBRAIAS TRANPARNTES I No Bazar do PavJo vende-se urna gran-
No Bazar do PavSo vende-ss nm grande de porcSo de easemiras mscladas, moito
sortimenio das melhores carnbraias bra cas encorpadas a 2*860, ditas finissimas com
transparentes, tem de 3*5 >0 at 10*000 msela de seda a 3*200, ditas modernas
i peca, ditas snissas fraissimas com 8 pal- de qaadros, azenda de moito gosto a
raos de largara a 2*000, 2*500 e 3*OuO 3(5600 o eovado; aproveitem.
CAMISAS DE ERANELLAS A 3*500.
No Bizar do Pavao vender om bonito
sortimento eom todos os tamanbos das me-
lhores camisas, de flaoetla de ka, com
mangas, tanto proprias para ntreos como
para seoboras e vende-se a 3*000 cada
urna, e quera comprar de meia dozia para
abatimento, S3o de muita
______________
PHVm
braco m OURO,
Ruado Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nesu
estabelecimeato diariamente em coanfeu
sortimento de pastelaria, bollos ingtese
podins, pds-del, prgsentos doa ultimoi
chegados ao morcado, salame de tion, bo
linbos finos de todas as qnalidades para cha
amen loas c.nfeitadas, coofeilos, bomboins
pastilbas, chocolate franeez em libras, pat
tilhas do mesmo .carloxos e carteiro coa
seis charetos de chocolate cada ama, est*
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melbor qoe aw
boje tem vindo ao mercado.
Vmhos porlugueies, figneira maito sope
rior. Os mais genainos e superierts vinbo
do Porto, moscatel e Setubal, o Hostradi
publico encontrar neste istabeltcimin
por commodos precos, fazendo-se abatimen
to a quem comprar em porcio.
Os donos (teste eatabelecimecto 080 *
tem poapado a deapezai pan melbor Be*
recerem a acoadjnvatjao do i Ilustrado pe-
buco.
eorpados, proprios para caigas, palitos, col-
letes e roupas para meoinos, por serem de
padrSes miudiohos; garntese qoe n5o ha
barrel'a que Ibe tire a cor, e vende-se a
1*200 o metro desta excedente fazenda.
ADPOLO FINO A 6*400 A PEQA.
No Bazar do Pavao vendem-se pecas de
ma idapotito fino de mnito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 2<) *aras cada peca,
pelo barato preco de 6*000, por se terem
comprado om pooco enxovalbadas; pe-
cbincha.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS.
COVADO
O Bazar do Pavao vende muito boas chi-
tes inglezas incarnadas adamacadas, pro-
prias para cobertas e cor ti Das, sendo fazen
da que emqialquer loj se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o eovado; s o Pa-
vao.
TOALHAS A 7*500
No Bazar do Pav3) fez se orna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastirte encorpadas e grandes,
fue sempre se vendern a 112*000. e li-
quidam-ss a 76500 a duziaou a 640 rs.
eada urna, boa petnracba.**
CHAPEOS PARA MENINOS A 2*000
O Pavao vende um i grande porgan dos
roais bonitas chaposinhos de palba da ta-
fia proprios pera meninos de todas as Ida-
des, sendo chapeos qoe valem 5*000 e ven-
dem-se a 25000 cada um, muito barato.
CHITASE RISCADINH0SM1DINH0S
200 RS.
O PavSo vendo chitas ou ri;cadinhos miu-
diohos cor de rosa e rxinhos, proprios
pira vestidos e roupns de cranos a 200
rs. o eovado. S3o mui!o baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Cheou para o P^va i o mais bello sorii
m -oto das mais hrilnantes laasinlias clara)
com bonitas palminhas, de seda; ten lo lar-
gura da chita francesa e vende-se a 1*000
o eovado eraade pechincba.
ALPACAS MATIS1DAS i 640 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais m-derua; e bonitas
(pat-as matsadas com palmiah.s, muito
" 'tas para vestido? ue senhora e di me-
.:as ::o'c barad preco de 640 rs. o cova-
s. muito m conta.
PAtli NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
: u para o Bazar do Pov3o um - 11liento dos mais bonitos cortinados
i' o, proprios para camas e janellas,
: < vqodem da 10* 00 al 20* TO o
-sii) como o melbor damasco cem 8
h'O- de largura a imitacao de damasco
da soda, proprias para colcha, e propria-
mente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pavao vende-se urna grande
qasnii iade das mais elegantes sedas com
listrinhas, tendo de tolas as cores e a;
fana-er; fazenda qae ninguem vende por
menos de 2*403, e liquida-se a 2*000 cada
.(aio; sao moito baratas.
SEUNSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se um sortimen-
to completo dos melaores setins e grosde-
naples de todas as cores, qae se vendera
muito em conta.
POUPELINAS DE LlA A 400 RS. O CO-
VADO
N i Bazar do Pavao vende-se um elegan.
fe sortimento das mais bonitas poupelina*
do la cem lista* miadinhis, sendo todas
quasi da ama s cor, 400 rs. o eovado ;
9 Itaratissimn.
GRANDE FEGHINCHA EM LASINHA
A 640 RS.
Ni Bazar do Pavjo faz-sa orna grande
coinora de lasinba para vestidos, sondo de
muito boa qualidade, urnas com listas e ou-
tas com mselas, e amitos largas, qoe com
p jucos covalos se fiz vest io e liquida-se
440 rs. fazeeda qae sempre se vendeo a !*.
ALPACAS PARA VESTIDOS FRTA
CORES A3K0RS.
Veo le se am bonito sortimento das mais
brilha tes alpacas escuras farta cores,
sendo muito eoccr^adas e tendo am bnlho
ci m> seda, liqaida-se pek) bara'.o preco d8
To rs. o eovado por se ter feiio urna gran-
de compra.
POUPELINAS A 400 RS.
N Bazar doPav5o vene-se am elegante
aortimenio das mais lindas Doujelmaj. de
la com os gostos anadinos sendo quasi
urna t c6r e co n muito bnlho, pichin-
cha b 400. rs. para acabar.
CH TAS A 2* RS. O CORTE.
Ni Bazar dpPatfo veode-se cortes de
ta miadinbns, endo rochs e cor de rosa,
tendo 10 cbvados cada corte a2 venciese
a.reta'boa 200 rs. o c >vado, pecbincha.
v CASSAS A 201 R5.
NoBa?ar do Pavao liqaida-se urna por-
Ci de cassas fraocezas miodas e graadas,
cores finas, qae se vendempslo haraliss-.m
preco de 200 rs. o eovado para acabar.
vara, ditas victorias e tapadas da mais infe-
rior at a miis fina que vem ao mercado;
todo isto se vende moito em conta.
MANTELLETES DE FIL
N i Bazar do PavSo venite-se modernissi-
mos mantelletes oa basqninas de fil preto,
om Ja(jot pelo barato preco de 10*000 ca-
da am, e barato.
PANNOS PARA SA1AS A 1*000, 1*280 E
1*600 O METRO
No Bazar do Pavao vende-se bonita fawn-
da branca tncorpada para siias. sendo enm
babados e pregas de am lado; dando a lar-
gura da fazenda n comprimento di saia, a
qual se pode fazer com 3 u 3 \\' metros,
e oende-se 1*000 e 1*280 e 1600; assim
como tamben no mesmo est^bellecmento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de 13a de
corea j promptas amas com bsrras d:A-
renles, da mesmi fazenda 4*'^)0 e ontras
com barras bordadas 6*003 e 7*000,
todo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCES.
No Bazar do Pav3D vend-se o m*Ioor al-
gndo;inho arntricano enfestido p-ra len-
Ces, tenlo liso e eolrancido por preco
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao receben-se om elefan-
te son.ment dos mais mod--rno e melho-
rej esportilhos, que te vendem por preco
mii'o em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pav3o recebeu um grande
sortimtBto doa me'bores pannos de croeb,
proprios para cadeiras de balaoco sofs,
pianos, tfraboretes e al proprios para cu-
brir aimcf-idas e pratos; vendendo-se por
meno? do que em qualquer parte.
Liasinhns trasparentes a 300 rs. royado
O *a-5'> rBeebeu um bonito sortimento
das mais elegantes I3asinhas transparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o eovado; 6 muito barato.
PARA LENQOES
No Bazar do Pav3o veode-se saoerior
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1*800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 2*800 cada metro, pannos
ds Inhodo pi'rtocom 3 1/2 palmos de largura
de 70 at 1* a vara, assim como nmg ande
sortimento de H >mburgo ou cregaellas ie
todos' os oumeros, precos ou qualidades,
que se vendan mais barato do queem oo-
tra qn.lqner parta ; aproveitem-
ATOALHADOS
No-Bazar do Psv3o vaode-sg superior
atoalhad-i trancado, com8 palmos de largu-
ra a 1*600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melbor que tem viod> ao mercado a
3*500 o metro ; ludo isto muito barato.
Baldes regulalwts a i50>>0 4**00 e 3*000
Chegaram ao Bazar do Pava > o ma^s bem
feitos bai5-'S regu!adnre8, sendo de teUb
a 4*000, ditos de musselioa a 4*500. tos de 13asinba da todas as cor js a 5*000,
todas elles sao muito baratos.
Pann preto moito haralo a 3*600
O Bizir d> Pav3 porejo de pecas de panno preto 6qo, com-
pradas em leil3o, qua S8mpre so yenl^u a
5*000 o eovado e pode liquidar a 3*600,
por ser urna escolente compra,
BAREGES A360RS.
No-Bizar do Pdvfo vende-se un bonito
sortiBiaot) dos mais lindos oa reges lista-
dos para vestidos, que valem moito mais
dinbfliro e liquidi-se a 36o rs, o cova*
do, ditos maito mais finos com listas a 400
rs, estes bareges sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande pecbincha.
GURGUROA640 RS.
N^:Bazar do PavSo vndese nm bonito
sortqneoto dos melhores gurguroes de 13a
gara^ vestidos sendo umi linda fazenda,
muito leva, meia transparente e muito lar-
ga com lurta cores e liqaida-se a 640 rs.
o eovado por se ter foito grande pechiocha
na compn.
COBERTAS A 3*
Vende-se'cobertis de chita encarnada
adamascada a 3* cada ama, pechiacaa.
CORTES LNIANOS A 4S5u0.
No Bazr do Pa3o vende-se benitos cor-
tes inoianos com duas saias pe;o bara-
tissimo preco de 4*5 X) cada um,
chincha.
TAPETES
Chegoa para o Bazar do Pavao o mais
-legante sortimeat > da tapetes grandes, pa-
ra softs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
nos, para duas caieiras, dilos para
pianos, camas, portas ; et:. vende-se por
menos do qua em oatra qual^oer parte.
COLCHAS BKANCASA 3*200,3*500 E 7*
Para o Bazar do Pavao chegoa um grao-
de sortimento das melanres colchas de fos-
t3o, s ndo das melhores e mais e corpoda<
que tem vindo, a 7400, ditas am pooco
mais abaixo a 5*500, e ditas a 3*000;
Umbem oo mesmo estabalecimento se ven-
de um grande sortiment t d i cret mes e cbi-
t s. proprias para colchas, que se vendem
muit em GORGUKES OU POUPELINAS DE SEDA
MOGO CADA COVADO.
Cbeg.u para e Bazar do Pavao um e*e
gante sortimento das verdadeiras poopelioas
de liado e seda, com os mais modernos
gostos, qoe se vendem a 20u0 cada eovado,
o qoe em outra q alqoer paite o2o se ven-
de p sao algodao e seda, como ha maitos; mas
sim puro liobo e seda; sao mnito baratas.
ROUPAS PARA HOMENS
No accrtditadc Ba:ardoPav3o encontra-
r o respeitavel publico am graode sorti-
mento de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con: peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qualidades.
Ceronlas de linho e atgoda"o.
Meias cartas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de pao.no preto e
casemira.
Cillas de brim branco o de cores
Ditas de easemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ba para todos os
oreos e qualidades, e tem de mais mais
um perito '
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestes a
e aceio qaalqoer pec< de obra a capricho
ou go.-to do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melbores e mais moder-
nas easemiras, assim como os melbores brins,
qur braceos, qor de cor; e qnando qaal-
qoer obra nao fiear inleiramente ao gosto
(os fregnezes fi:a por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MEEOI
Cbegou para o Bazar do Pavao nm elegan-
te sotiunent de chales de merino de coras
muito boas eom padrts muito decantes
para qaalqoer ama senhora usar, ditos de
croon coa liatas de seda o mais fino e
moderno que tem vhdo ao mercado, e veo-
de-se por preco muito em conta.
BABAD1NH3S
GR
it&mA
inv
m.mj .n.m*
Qaaado a AGUIA BMWCA, mais preciaa scientifcar ao respeitavel pabtteo m
feral, em pticalar a saa boa fregMsil, da immensidade de objeclos que altimamen-
te tem recebido, ]ostamente*qando efla menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos qae lh'a attenderao e relevarlo,
continoando portento a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA roa do
Qoeimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precose o sea nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do qne cima fica dito se cooheceqne 0 terapo de qae a AGUIA BRANCA pd
dispi', empregado apezar de seos castos no desempenho de bem servir a aquellos qoe a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessilam, entretanto sem ennom*-
rar os objectos qne por son natureat sao suis conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aqnejles coja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, come
bem seja
A Nova speranpa
l-Kua Duque de Caitas5 1
Quaado a NOVA-ESPEBANCA faz os aeus
anuncios expondo aos atas fregnezes e a
todos em geral o grin sortimento e su-
perioridade de sens objectos n3o com vis-
tas de atrair a attencSo de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despoe,
e sim para scientiBcar (a interese de todos)
a qualidade de scus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto e perfeigo; tor-
naodo-se qnasi indispensavel para aquelles
apreciadores (do bom) frequentarera a Mo-
va Esperanca, pois que ella capricha em re
ceber constantemente, o que ha de melbor
relativamente a sua reparticao: o que se po-
der verificar qnando em qualquer reuniao
de pessoas (amantes doxiquej v-se nm
bonito enfeite em um bonito vestido, nm
aroma agradavel escapar d'om alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc, todos olbam-se
reciprocamente e dizera com sigo (e as ve-
zes uns aos outros) estes s3o objectos
comprados aNOVA-ESPERANCA: realmen-
te II! 1 procurar descrever ero annuacios os
artigos qae contera dita loja, sera trabalho
insano e nanea o fariamos com aquella
graca e perfeicao com que s3o elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERAN?A con-
tenta se em convidar a todos geralmente,
visitarem-na para ent3o ficaram intei-
rados do qae ha exposto na mesma loja.
tiRn Pugne de Caxtas1
La para bordar a
5^500 a libra
O Cysne, ma da lmperatriz n. 6i, acaba de
recebe" grande e variado 9ortimento de 15a, a qual
vende pelo baratissimo preco de 5500 a libra,
cores sortida*.
Corpinhoa de cambraia, primorosamente
nfeitados com fitas de aetim e obras essas
coja novidade de molde e perfeicao de ador-
nos oa tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas corea a qua-
lidades para ciatos.
Leqoes nesse objecto maito se poderia
dlzar querendo deacreve-los minuciosamente
por soas qualidades, coree e desenhos, tal
4 o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n3o massar o pretn-
dante se lha apresentar o que poder de
melbor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Gnipnre branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de atgodie com flores e Usos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ria"
> Meias de seda para nohas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costantes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constaste sortimento de Ata,
sempre melbor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pmset,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pontea domado
para circular o coque.
Bonitos brincos d plaquee.
Adereces e brincos de madreperdf.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinhos.
Aspas para baiao.
Novos stereoscopos com 48 vistas, a
quaes sao movidas por um machiniiie
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas devidro enfeltados cota
pedras.
Ditas de m?deira envernisada coa ?iipo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo d
crianca8.
Diversos objectos d porcelana, proprle*
para enfeites de mesa e de lapinhas.
VERDADEIRO LE ROT
de sic.v*RET, PMteup-caeda
Ru de Seine, 51, A.PARS.
I
0 COLLAR IE 0011
N.34Bl]4II0GABlJG4N.al
I AGOSTIM MOS \
Com este titulo acha-se aborto e inteiramente transformado este artigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo todo qnaoto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar do Oaro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melbor em
aderocos de rimantes, esmeraldas, robins e perolas, raeios aderecos, pul-
cetras, brincos, alflnetes e aunen de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
periencente a esta arte.
GSA1E LIOIIIHCAO'
Lourenco P. Mendes Guimares
RA DA IMPERATRIZ N. 78
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
Garibaldi e Arara, convida ao respeit-avel publico, amante da economa, visi'.arem a
loja da roa da lmperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapolo enfestado a 3^5001 Para liquidar vende bramante de li-
a peca, ditas de 24 jardas a 5$000, 6-5.00, nho e a>god3o a 1^800 o metro, dito de
6,5500, 7O00, 80000, 9000, e 105000.) linho puro a 2,J800, esta fazenda pro-
No Bazar do Pavao veode-se um grande
sortimeuto dos mais finos babdinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porcjo de entr.mios largos a
eslreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em outra
qualquer paute.
FAZENDAS PABA LUTO
No Bazar do PavSo veode-se constrote-
mente o melbor sortkneoto de aaendas
pret3s para luto, como sejam :
L3asinbas cretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisa
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qnalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantO>s, bombazinas, qae si
vendem mais barat > do que em ontra qual-
quer parte.
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazir do PavJo vende-se chitas pre]
tas ioglezas com salpicos 200 rs. ocovado.
ditas todas pretas, por estarem om pou
russas, 12) o eovado; pecbincha.
O* propnettrios d este importante esta-
beliecimento rogam ao respeitavel publico e
par ti col rmente ki Exmas. familias o favor
de se direm sempre ao trabalho do lerem
os seus annuncios, pe i raza de muitos
d'elles serem modadas amiodadas vezes
CACHE-NEZ A 6.J000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonitos e
pe-1 grandes cacbi-nez de para i3a, pel bara-
I to preco de 6J000 cada om.
F.m csa garrafa, a, mire a rolhae o papel azul
rcllo eom o millo Imperial do Coverno fkarcez.
JV. .-l-emet-
tend.-vwiima lettra
do SAO franros so-
bre Pars, aeeilavrl
a 60 dias de vista.
ao m iximn,gnza'-se
do aliatimniin e do
maior descont.
Vende se urna bonita casa nova a moderna,
com 2 salas, corredor ao lado, 5 qaartos, solio
mnito fresco, despensa, coiioha com bom torno,
grande copiar com gradeamento na frente, gali
nheiro umbem com gradeamento de ferro para
graode porcia de criacao privada para despejos,
telheiro para leoha, carvo, etc., cacimba com
bomba de Japi, tanque coberto qne serve para
banho, e sido, tem 100 palmos de frente e 500 de
fundo, todo murado de novo com gradeamento na
frente e portao de ferro, liado jardiin para re-
creio. planticao de arvoredos novoj, passa-lhe o
rio Capibaribe perto para os banhos, no lugar de-
nominado Cliacao n. i, junto da esla^ao da Casa
Forte : os pretendentes poder-se-bao dirigir para
tratar ra de Thom de Souza, outr'ora ra da
Lingoeta, n. 4.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ultima chegada ao
mercado, por prego raioavel : no armazem da
Manoel Teixeira Basto, roa do Commercie n. 13.
Fartnha de matidieca.
Vndese superior fari ilu de inaadioca, viuda
do serto do Cear, em saccas d 2 Ifi e 3 al-
quei^es cada sacca. por prego medico ; a ra do
Vigario n. 14, escriptorio de Jo-' Lopea Davim.
CEMENTO
O verdadeiro porUand. S se vends na nja da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Marrifjs de
Brro
Vende-se cortes de easemiras de cores
para calcas a 45000, 5)5000.
Pira liquidarlo vende-se algodao de lis-
tras proprio para calcas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o eovado.
Na roa da lmperatriz vende se chailes de
merino estampados e de barra a 25000,'
20500 e 3e5tiOO.
Arara vende cortes de casemira preta
para alca a 30500, 40000. 5&00, 60000,
70000, e 80000.
Para liqoidacao vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 10000 o metro.
Para a cabar vende-se duzias de lencos
brancos de cassa a 24000, e 30600, ditos
de linho a 50000, 60)00.
Na ra da lmperatriz vende-se cobertores
de algodo a 1040-3 e corbertas de chita a
10500.
Para liquidacao vende-se cortes de casto-
res para calcas de bomem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o eovado.
O barateiro vende percalas finas para
i vestido a 440, rs, o eovado.
Em liquidacao vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o eovado.
A Arara vende lazinbas para vestidos de
jiras, a 320, 400 e 500, rs, o eovado.
O Guimares vende mursulina d9 cor
i)ara vestido de Sras. a 440 rs. o eovado,
Jlita branca a 500 rs.
O Mendes vende fustSo de cores par-
estidos de senhoras a 360, o eovado.
O Lourenco vende casas finas para ves-
idos 240, 360, 400 e 440 rs. o eovado.
Arara vende alpacas de lista para vest-
aos de senhoras a 500 rs. o ovado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas malisa-
das a 640 rs.
pria para lencoes e toalhss por ter 10 pal-
mos largara.
Vende-se cortinados para cama fr?'Tsa
a 10400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para veaiv.
dos a 20500,24800 e 30200 o corte pu-a
liquidar.
Vendeo-se cortes de cassa a 20500 o
corte s na liquidacao a da imperatriz.
Veode-se cortinados para janellas a 60
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para acabar.
Arara vendo ISasinbas transparentes para
vestidos a 500 rs. o eovado.
Liquidacao, vende-se parapeito liso a
20200, 20500, 30. 30500, 40, e 50, pro-
prio para calsas e paiits por ser boa fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para eal-
sas de homem 10500.
Vende-se cortes de pecalas de duas saias
para senhoras pelo barato preco de a 60.
cadaum.
Grande liquidacao de roopa feita.
Vende-se palitos de alparca e de core
a 20.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 20.
Vende-se ditos de brim de algodio bran-
cos a 20.
Vende-se ditos de meia casemira a 20.
Vende-se colotes de brim de cores a 10-
Vende-s-? ditos de meia casemira a ifio
Vende-se calcas de afgodao azul a &K) rs.
Vende- se dita da nlgo Vende-se ditas de brim pardo 20,10800
e 20500.
Vende-se caifas de casemira do core
a 6080.
0 Bazar do Pavo sito a ra da lmperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da mmhU as 9 da noute.
FAZENDAS BARATAS COM TO-
QUE BE AVARIA.
Ra do i respo n. 25.
MADAPOLO PINO SUPERIOR com
toque de avaria > 8| e 61 a peca.
ALGOB^OZINHO COM 18 JARDAS a
2*800 e 3* peca.
CHITAS SUPERIORES ESCURAS, CLA-
RAS E MIUDINHAS a 220, 240 e 280 rs.
o eovado.
CAMBRAIAS FWAS DE CORES a 280
o eovado. Na ra do Crespo n. 25, loja
de Manoel Dias Xavier.
PA1A AGUA
rato
Canos de ferro garvanisads por barato preco.
Torneiras, e curvas para os masmos t No armazem da travesea do Carpo
n. 25.
Moinhos para caf e para milho
' Os melbores moinbos para caf e para milh que tem viudo a este mercado
se encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n 25
Pharmeeatlco priTileri*
uccesaor #
Sebastopol, BS. PABIS.
A i tenido.
Vende-se nm cavallo de sella de bons andares,
com arreios, gordo : no pateo da Hibeira n. 13.
CASA CAUVIN Ajuna
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARiNIER
ApreseatuUs a Academia da Seiweiii e M fcttitou > Frasea.
IB IC n 1A Sob forma de PastiHa, *J*f*!J"fJ. *
IM btj U AO momento ama .olueeso PBIViaTrU fc COtATIT* daa
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
iJECTOR-PHIlTRO^^- e'S.Srr*
inconvenientes de fratgillaa.de. s
Grara
Con a forma, e do volme de oa Porte-oada
^TS TOBO TRATAMENTO
OOLLYRIO
BARTH0L0ME04C1
ESTOJOS
Conlra as affeccoi Mpalpebras, preparado sob a mesma forma.
i pwruMia
Depositarios ewl P"
34, roa larga do Rosario. PBRNAMBTJCO."
^B.aaM^aa-.


Diario ds 1'erniimbuco Segunda, eira 12 de Setembro de 1870.
7
1
AO ARMAZEM
, 7H.ISHH. 7
iheeiJo f!:ibelecimcnto acha-se ceutaaterotnie bem surtido, em virtade das
facturas que recebo por todos os vapores e navios trnceles, dos artigos abao menciona-
do, precos m mais resumidos que possivel.
1AI^ VIIO FRI^ICEZ
flotinn* par > eaboras e meninas.
Botinas preta, brancas de muitas outras cure*, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e preces mais baratas do que em outras parles.
Botinas para homeus e meninos.
Bolinas de bizurro, cordavo, lustro e pellica, das memores fbricas e escolhidas.
Botas c purnelras russlanas.
Botas e pcraeirau para mamaria, ujas melbores qualidades, de couro da Russia, las-
tro e bizerro.
Zapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo befado grande percao de sapatos de borracha vende-se pelo custo afim *de
desempatar o dinheiro uelles eraprfljado, sao baratsimo*.
W pato de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa do couro de lustro com to, de mullo boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de difirenos modelos, de tnaito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos cerno para meninas, muun baratos.
sapatos de tpete.
> Sapak* de tapete aveludado, de easemira, de charlte e de tranca fransezes e por-
Kguties para honens, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Exeelientee extractos, hartas, teos, agua de eolopne, florida, divina, lavande, den-
trifice, do toilette, sabooetesj liulura para cabellos, pomada arojroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricaule, Coidray, Piwr e Lubin.
Qninquilharias
Luvas de pellica do eonhecidn fabricante Jouvin, pspelhne Dar sallas, qoartos e ga-
binetes, tuacadf re dV diversos tamanbi., leques para senhoras e para menina.*, abridores
de loras, brincos, oulwiras.bHw, correntjs e chaves de rokjgios e trancelins, tudj de
ouro de lei, correales e nrincos do plaque, a milaro e de mais gosto do qne as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas eom hndas pessas de msica, albur
e caixbos donrados para retratos, caixiubas eom vidro de augmento para disnctamente
ver-se a perfemao do-s retratos, onjetos de phantasia para toilettes, botsmhas e ceshas
de seda, de rollado d vienes para ree de meninas e senhoras. ditas para costuras, pe-
qoeaos registro mcito (mu delicados, bouquts de flores do porcelana, jarros proprio
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para eolloear-se vistas, moldnrw deuradas
para quadros, estampas finas de pa^sagens, eidades, ngnras e de sanios, vidros para eos-
morama, malas, sancos e bolas de viapeos, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou
penamei de prata donradss, grvalas prefas e de cores, abaleaduras de collete e de puchos,
carteirmhas para notas thsonnnhaB e caivetes Anos, pentes. escovas, ponteiras de espuma
para charatos e para cigarros, joros de domino, rodete, bfegaUta e omros diferentes, te-
nezianas modernas muito conveniente para porl-s e janellas, cosmoraraas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos con? interessaDtes vistas do figuras edas mais bonitas rnas, boaievar*",
pracas e asseos de Pars, pholorraphias e caixnhas mgicas, reverberos para candieiros,
l tapates de vklniho s de la s afee para ps de lanternas, realejos grandes o pequeo?,
[ Harmnicos, acordioi de todos os tamanhos, rWcos de vimes para criancas, sapatfobos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e i rodas muito elegantes para condoir enancas passeio ; e
! outras omitas quinqailharias de phanlasia, franceza e aliemaes, presos muito em coula.
Para este artigo nao ha espaco nem tennio tara a mascante leitura da infinidad de
i feteros de brinqnedos faorcados em diversos panes da Europa.
visita-te
em di-
. 1
O dono dcst estabelcciruento pede ao subce em geni que continu a
Tendeando as quatiiiades e os preces baratos 6e dits objectos por serem viudos
rertura e e coBta prttpria.
CHARUTOS
da Baha
Pechinchas novas
NV
do acreditado fabricante Josnutm Jos dos Reis,!
exportadores Basto k S obrinho, vendemse pelos.
guales precos, na ra Direiia u. 31 :
Exposicao a oOO a caixa de 100.
Riachuelos a 45600 a caixa.
Lyricos a 420<> a caixa.
Ha vana a 4 300 a caixa.
Regala d'EI Rei a 3*600 a caixa.
Dita imperial a 2,J6) a caixa.
Loj Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de M. Onimaraes.
, Laas para vestido, fazeodas todas novas, ova-
do 200 a S0O rs.
i Cambraias de cores francezas p3ra acabar, co-
vado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e claras cores fixas, covado 240
a 360 rs.
Laa Amelia, fazenda nova, covado 600 a 600 rs.
Cal nova de Lrboa. '. a ^ pardo trancado, boa fazenda, metro 500
Cbegada recentemente m vapor Gladiator, tem Peca de algodo e madapolao, cambraias trans-
para vender Joaquim Jo. (Joncalves Belirao, no prenles e victorias, precos muito baratos : na
seu eserintorio, ra do Coinaiercio d. 47. i roa da Imperalriz n. 48, junto a padaria franceza.
Sival sem segundo,
BtvA OVQVE K CAXI t- M. 4
(AitiigirM iwi**i*)
Coirtlfifta a vender tnite rrmto bom
rtmito barato sster:
Libras (te areia r-rela rftnjfo boo. 120
tesoaras Qnas para- anhas e co tu-
ra a....... 500
Papis de agoJhas francezas a ba-
lo a......... 60
Cnixas com 9m sahftneies te fruta I-J000
Libras de faa pata bordar de tod s
as ("ores a....... CTOOC
Caniteis de linha Alexaidrea. 100
Frascos com azeite para machinas 300
bravatas de cores multo finas a* 300
Grozas de botes madepersla Q-
ntssimos a....... 500
Novello de litiha tfe 100 jardas a. 60
Caixas coa) 100 envelopes moita
snperiores a...... 000
Pentes vorteados para- menirras a. 240
Tinteiros cota tmta preta a 80 rs. e 100
Pecas de fita elstica moitb fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Pbrfocomo muito
fino a......... S0C
Frascos de macacaperola a. 240
Frascos de extracto nrcito b nitos a 500
Dtr/ia de sabonetes ranio finos a. 72e
Sabonetes mglezes a 600 rs. e. 1(5200
Frasco com agua decofcfliia Pivera 500
Dito de uleo babnza a..... 500
Cartas de lamparins 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores ai...... 240
Lanilhas da doctrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
numeres a....... i^SOO
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
ottavas a........ 640
Ajulheiro (fe osso eneitados a, 240
Libra le linha franceza superior
qualidade a...... 2^400
Caix'as de Daltto d.-r gaz a. M
A rua do Duque de Caxias n 21.
(ANTIGA RUA DO QUEMADO)
Recebeu segarme :
E^pelho grandes dourados, moldes bonitos.
Garteiras, charuieiras e port-cigarros de muia>
qualidades.
Bonitas pastas para papis, pmplese matisadas
Boas caixas vasias para costura com sua ccrape-
tente chave.
Delioads cauetas de marAm cofli e bocal it
ptata.
M'idernos pentes de t.*rurnpa, sobresahindo en-
tre elles os mimosos telegraphistas.
Commodos toefidbres com dnas gavetas e bna
espelbo. ^ '
Port bouque^ o rrue de melhor tem appare-
oido.
Port relogios de muitas qualidades.
Bons ralheres para criancas.
ToMUarins, chapozinhos, toacas, sapa ios e meias
para baptisadog.
Toalhas e fronhas de labyrinlho.
'.lpeos e chapelitros para senhora, moldes nova
a briHC.
Ctiapozinhos gorros e bonets para meninos
raenlaas.
0)ntra as convulsoes ras
crumeas
Ven-le-se os vrdadclros collares na Nova Espe-
ranea. rua do Cuqw oV C^xiaf rt. ih
PARA TINGIfi CABELLOS
para pretor ou caetanhos, recebeu a Xova Espe
ranea a verdadeira tinta nglezn.
PARA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Sova Eeperanca o verdadere
leite de rssas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARAXJA.
Vende-se na Nova Esperanca, rua do Duque d
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFEITAR-SE BOLOS
receheu-of muite lindos a Nova Esperanca, ro
do Duque dn Caxiss m 21.
PARA AMACIAR E AfORTOSEAR A PEIXE
tem a Nova Esperanca s jabonete de pos de
arroz.
Especialidades.
m se a venda na roa Din :
*** vehim, ontros m*, m
Ts ^S*.?*^' k,'m N e e#J
'le,na ? BetM, de rabaao i rae de
ferro d Blaacard e *;
te cerefa, pos de iV
digital de LateH..^-. piioli O cwflfeilt d* bis-
iwMho de Cbwr,, tm medhameiilo cuja
proflclencia quand empregadoa as doencs das
vas respiratorias, as dores rheumaticas, na
amarellidao, na bita eompfeta ott trregnlaridade
!le mensttno, Das diarreas, dr*na* do corac.ln
* ?to?a|e' Hm ** tieonlestaTeL .w
visu dos benficos resoltados das experimentacoes
on uso que diversas pessoas delles teem feito, as-
sim como das pillas decommadas bravinas in-
(iomparavis em sta efflcacia mis acommeltimcn-
tos fobris ou sezSes; axislinido umbero na mesma
casa, alem de sufflciente quantidade de drogas,
un nao pequeo sortimento de tintas, oleo da li-
nnaca e pmeis, qtie se vendent por menos dque
em entra paite.
AGOMSST"
No Bazar da Moda
, RA DO B.VR0 DA VICTORIA
(Oi'tr'ora Nova)
VNDESE
Lindas faien&u para ve;fid Di alta moda de Paris I
De superior qnahdad* !
De bellissimos padies '.
De delicadfsimas rOres!
A saber :
Gases florentinas, novjdade '.
Poupelinas lavradas.
Grosdenaples de cores e preto.
Setim macau de cores.
Cortes para vestidos de grande novidaJe I
Cassis do ultimo golo.
Fustdes de cores.
Perealeas de melhor qualidade.
Berejfs com listras.
Laazinhas de diversos presos.
Alpacas de cores lavradas e lisas.
Chitas escuras mnito superiores.-
Fil de seda branw e preto, liso e eom salpico?.
Diw de algadSo.
Guipnz de linho e algodao preto e branco.
E muitas outras fazendas, como sejam :
Atoalhados para mesa e gaardnnapos.
Toalhas para rosto, Cilxas e cobertores para
cama.
Bretanhas, madapoles francezes, etc. etc.
Tudo se vende muilo barato.
DE LISBOA.
i tratar
no
iftKB]Mlt
@3
LI0!OACAO
Joaquim Rodrigues Ta- |
yares de Mello, |
TEM PARA VENDER J
em bu escriptorio, praca do Corpo Santo S
"-17: SU
Fumo em folha g|
de i' e a* qualidade, e vende1 ubi nu mais ^
fardos a vontade dos compradores. 'f*
Cal de Lisboa
ultima chegada. SS*
Potaesa da Russia.
F.irinha de raaodfoea.
Vinho Bordeaux.
do 1" qualidade. Tudo de vende mais W
barato do que era outra qualquer parto. 3
Officina de alfaiate
LOJA FLOR
NA
DA
DE
BOA-VISTA
Paulo F. de i. fiiimares.
Nrsta rfficina se mandam fazer roupas feitas por
modld', tendo trm completo sortimento de fazen-
da proprias a mesma, assim como om perito mes-
tre. Garaotd-se ser presos mais em ctrata do que
em outra qualquer parte : na rua da Imperalriz
n. 48 junto a padaria fraaceza.
Para baile
Lindas bareges de seda, fazenda muito
propria para baile : na foja da Tnrquezi
rua do Barao da Victoria n. 9 (antiga
rua Nova).
NOVA i>A Di RA AMERICANA
Boa dos Pires a. .>
Contina a fazer pan e Bofa xa de familia espe-
cial de primeira sorte, para melhor agradar aos
seos fregoezes.
Para cigarros
Expeliente papel de Rnhe mnito proprio para
cigarros : no armazem de Tasso Irmaos A C, rua
do Amorim n. 37.
Agua de Vichy
Vende-se agua de Vieby das fontes Hauterice e
CeUstin, mais barato do que em outra qualquer
parte: noarmazein da rua do Vigaiio a. 11.
DE
Fazendas Inas p&ra
acabar
A' roa do Creso* a. 9*
PASQUINAS DE GORGRO. E GROS-
DEN'AI'LE superiores enfeitadas do ulti-
mo M>to a l8j.
SKD.t DB CORES MIDIXHAS lin-
dos padroes >l{o corado.
aiUANTJQE PUETO SUPERIOR de
todos os padroes a JtiOO o covado.
MSSELINAS BRANCAS E DE CORES
dnas a Wl> il. o covado.
CORTES DE CAMBRAIA COM FIG-
RIO e 10 varas a 6* o certe.
COLCHAS ADAMASCADAS BRANCAS
R DE CVUES a 3*. 5*500 e 65
CHALES DE MERINO' DE CORES E
PRETS e de earabraia bordados de cer a
#500 un.
LENCOS BORDADOS DE CAMBO AI A
finos a WO nm.
CAMBRAIAS VICTORIAS E INDIA
TRANSPARENTES Unas de todos os pre-
m.
CAMIIRAUS DE CORES. CHITAS
".LARAS E ESCURAS E MIUDINHAS de
p-'O a :i(X)" covado.
MADAPOLAO E ALGODOZIXHO SU-
PER OR de todos os precos.
DAO-SE AS AMOSTRAS com penbor,
na ro* do Crespo >. 23, loja de Manoel
Diss Xavier.
0
Vende-se urna linda parelha de cavallo* tor-
dilhos, novo?, gordos, experimentados e aclima-
tados : qoem os pretender dirija-se rua da Cruz
n. 15, coiheira, para ve-Ios, e tratar na rua da
V rara i:. 76, t andar.
^ btn ptimo terren murado, pe-
q das, soleira3, vergas, cepos, etc.,
^ para edieaco de urnas quatro
A viuva do finado Henriiue Jorge tea-
t% da recbido un partilha pelo juizo de ur-
^ piaos bens para o integral pagamento
xX das dividas restantes de seu casal, vende
>% o excellente terreno foreiro, murado, na
5 travessa da Concordia entre o sobrado do
XK IV. Beltrio e a carrtiri de casas terreas
xx do lado do sul, comprehendendo na venda @
yv as meiacoes dos dous oiioe?, entre os ^
SK quaes e Ql sim nirra percSd de peoras de varios ta-
S manhos e qualidades, proprias para edifi-
cacees : o que ludo pode ser visto e ex.v
$L minado pelos preteodentes no lugar indi-
C2 cado, qualquer hora, nos dias uteis :
%/, a tratar na rua do Qneimado, on Duque
f*> de Caxias n 18, Io andar, das 10 horas
w da manhaa as a da tarde.
&
0
0
0
m
*
93tt@ii^ mmwmmmmm
baojj nu e9iue 'oc k&
S a vijojdi.v p oej?g op vm : ui'aqj djs S
8 ture ouioj sooqspoe toofl sjazns |o inam ff*
uosji: d|(!|duia e pa.\|3j.u jsnf o|dddi
sdoqg pnB s;ooq
SH3ZQS
'opeajoui ou oosajj sieui
o .i.i- jod |3Apuauitii03dj sieui uiissc
s-opuBUJOt 'zpiiuo zo|8ui adBA o|ad
ls8i]ipj o jozng soiueoiJqBj sop aiuaujed
i.iuiid 'hopb5|bo ep oinemiwos oja|duioD
mu jq-udi op eqeae onb osjiqnd o a
'go3juie unos e edpued bajis vp o|ddai opaeaie. oiaemio'aioqejsa ejap ouop o
" BAOJtf boj ejo.jino
oe .\j vmojoiA va ovava oa vnu
opmnop ram^risjoq o S
oavjivo g
mm wmmm mmmm
Bichas hamburgnezas
Nette novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qnalidade snperioi
e venjloro se em caixa ou porcao mais pequea,
e maiis barato do que em outra qualquer parte :
na rula da Cadeta do Recife n. 51,1* andar.
HOJE.
No Bazar da Moda
RUA 00 BARAO DA VICTOIUA
VEMWIHSB
Ar',i?a* de alta moda e-n Pars chegadbs p
ultimo paquete vindo da Enropa.
Para senhoras.
Chapelin de palha de Italia com ricos e ca-
gantes enfeites a u.'iima moda.
Veos de cores e pretos para montaras e pa*-
seios.
Grinaldan e capellas de flores de laraageirx
pi.ra noivas.
Corpinhos de ^ambraia h:l!araeBle enfeitados.
ErtlWtes mnito lindos para caneca.
Sala brancas bordadas o de cores. #
Cachins 4o laa de bonitas cores, i
Sintos de diversas qualidades.
Sah das de baile o que ha de melhor.
Casafluiim Cbapu-talios da setim para m,
Baldes de cores e brancos par* senhoras e me-
ninas.
Laeos, gravatinhis, csp.-.rthos, lencos, mtJ.
ttc. etc.
Para hnmem.
Manta* t grvalas do ultimo gosto
Colerinhis de linho bordadws e lisos,
Seroulas de linho.
(tamisas de mcia.
Melw de superior rpialidade.
Lencos de linho e algrdiv
ua^&is de sol com catio de marfifn, ngter.es.
Para iiietiino-1.
Costnrres oricntaes de fustao de cores murt
hem enfc'ila
Vestuarios de diversas qualidades para bsptisados.
Cbafosinhm do setim o merino.
Say.ilinhos de setim, merino laa.
Tiutcts de todas as qualidades etc. etc.
Vende-se tudo por baratos preces.

Sahiran luz
s em <>:;'raiianqa.
i'.li 'if< itianii |>or Co's ti i:
As ni
Linda >pi Flor da !-.:i : ,'i vrnda uo iirande ar-
mazem de |i'.n... i...:-i:: de Azevelo, rua
Nova n. \i, h ] .< -.., i. Victoria,
N. B. Roga-.so :. :m-. :^;nles de mimiv.
rem buscaras .>< > Ultimas publaaroes da impe^nya ruwiooa?
iio msica.
N. 1. Piano. Annella, polka brilhante, por I.
Smoltz, 53000.
N. 1 Plato. Minerva, polka brilhante, por Colas
Pilho. Ii.
N. 3. Piano. Chi:o Dtabo, polka brilhante, nr>r
, 500.
N. 4. Piano. Urna lagrima, Mazorka, por Ma-
tilee B. Zoccbi. Ih*.
5. 5. Piano. Morte de Lopes, polka marcial, por
N. 6. Piaoo, La Grande Duchcss, polka por Lu-
cien LamBert, 1.
N. 7. Piano. Carmen. Anita.-La Playera, i pol-
kas dos i avallinho-, 13.
N. 8. Piano. Le Souvenir, valse de saln, p-r
E. Casalbore, 13.
N. 9. Piano. Santicha, Maroca, i valsas dos cx-
vallinhos, 13000.
N. 10. Pianr. Chant D'Oiseaux, polka, por E.
Casalbor, U.
N. II. Piano. A flr da Boa-vista, valsa, por
Jo Coelho da S. A., l.
N. l. Lagrimas (f Aurora, Mazurka, por J. J.
P., 13-
N. 13. A estrada de ferro, quadrilba, por Hen-
rique Albertazti, 13.
N. 14. Canto. Santa Lucia, barcarola napoli-
tana, por Gencaro Amaud, 13.
N. 15. Danto. Marta Aria, para M. S. M* aqqart
lutl' amor, de Flotow.
N. 16. As roas em coniradanca, quadrilba, por
Colas Filho, 13-
Vndese um reiabulo proprio para qualquer
estabeleeimeato : a tratar n rua do Mrquez do
Herval (outr'ora da Ceocordis) n. 152.
TA GERAL
139.
a
DOS PREMIOS DA # P.4HTE DA LOTERA CO 'CEDIE A POR LE! PR 0VINCL4 L N. 335), A BENEFiaO DO COLLEGIO DOS ORP HAOs, ,..-, EpTRAHlDA EM 10 DE SETEMBRO DE 1870.
NS. PREMS. i\S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. i NS. PREMS. NS. PRE.MS. xNS. PREMS. NS. PREMS, NS. PREM8. NS. PREMS. N3> PREMS. ........ NS. PREMS. NS. PREMS. 1 NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREIS.
3 61 m 6* 377 103 611 63 8't8 ti 1028 6* 1253 6* 1469 63 1729 6* 1960 63 2189 * 9372 6* 2595 6* 2896 6* 3010 6* 3218 6*
8 97 78 63 19 54 31 55 77 30 65 90 77 2600 29 11 20
9 203 80 u 58 203 33 57 81 31 10* 68 94 79 5 __ 31 40* 18 23
li 0 87 93 61 63 37 64 84 37 6* 78 103 95 84 7 _ 32 6* 16 H 24
1S If 89 24 73 38 76 89 *- 40 10* 80 6* 290! 87 10* 10 __ 36 18 mm 30 __
24 15 i 27 74 46 82 __ , 90 63 6* 81 ^ ^* 12 95 6* 12 _ 38 _ 92 mm. 49 _
17 23 9 28 75 48 85 *, 92 66 82 13 9401 16 H. 40 __ 97 ^_ 52 __
99 30 M 29 76 mt 65 89 ... 1503 1003 74 84 15 10 mt 18 __ 47 __ 9f 10* 60 ^_
31 - 39 i 37 94 73 90 _ 4 6* n 99 . 94 14 31 __ 50 _ 30 6* 61 _
44 33 20 39 905 78 96 ... 5 81 97. 403 98 __ 17 -_ 32 _ 58 _ 31 65 _
45 " 34 97 46 6 87 99 _ 8 90 . 98 6* 9 23 46 20* 69 _ 34 *) 69
46 37 9 49 8 92 __ 1303 40* 19 96 2006 3 27 ** 40 6* 63 _ 40 20* 1o _
'47 39 59 50 10 93 _. 6* 91 -* ' 99 ' 20 mm 33 32 60 6 41 6* 7 _
48 49 60 1 18 _ 96 __ 10 30 1805 31 M 41 ^. 38 __ 60 _ 77 46 73 _
SO 103 49 0* 61 53 23 99 _ 19 _ 5< 10 35 43 -o 39 m __ 85 40 _. 83
54 6# 51 6* 64 62 24 20* 1412 M 15 . 76 18 37 --- 59 40 68 89 56 ^m 85
0 59 79 66 26 63 13 ,^ 90 M| 89 20 40 --- 56 a 47 78 m 91 - 61 ^. 94 am
T 57 78 81 _ 69 *S 18 _^ 91 tm M 29 40 --- 50 55 60 M* 96 85 _ 90
76 59 _ 73 _- 50 _ 19 10* 94 mm 90 2* w 51 60 57 87 ... 97 -- 70 ._ 98 am
83 63 __ 89 _ 75 _ 51 mk 28 6* .93 *m) [ " 30 53 65 60 m. 96 m^m 9 71 ata 3399 im
86 69 _ 89 __ 86 _ 56 __ 34 * 31 4 M . 34 66 _ 75 100* 62 . 2709 9909 79 m l _
96 70 _ 90 __ 89 ... 57 35 F * qp 1600 m* 37 69 76 6* 64 MM 4 ... 3 61 t* 5
96 81 97 _ 91 ___ 60 36 *_ 43 4 MM, 38 70 , 80 69 10 1 9 m 14 Mi 88 29 MO*
101 81 _ 508 ~~ 9* 61 41 ^, 4 10* L * ir 45 71 ^ m 10* 70 6* 11 15 80 t- 97 *
3 83 ** 43 99 x t 49 t 47 6* 8 ~ U 10* 61 _ 91 6* 74 19 104 86 lo ^ 707 _, 47 48 MM 10 52 6* 96 _ 96 76 mm 34 tm 1 3118 30
20 63 91 90 -- 16 ^. 68 49 mv 49- tmr 11 t 54 97 10* 97 87 _ 39 m 11 95 9t _
24 203 97 97 33 ^^ 69 t, -*-' 51) tm 34 -z* 56 2101 6* 99 400* 9 _ 44 MB 91 36 39
26 6 360 38 ^ 43 _ 71 si j_ 65 +- 37 tm, 58 8 9301 6*) 95 -^- 40 . 95 46 3Y
96 1 6 51 73 ** 79 tm i 99 MI - 43 MI 62 10 3 90 M. 53 a 3 47 40
36 94 47 53 71 85 m 7 MM 44 71 f _^ 17 1 56 M. 40 90* 81 85
31 28 51 ^^ 54 _r 60 88 6* 77 - : 45 m. . 7a ' ti 15 __ 99 .._ 64 tm 44 8* 83 60 m.
44 99 56 __ 69 _ 89 94 86 10 53 . 77 18 16 ^a 2564 ^ 07 5 88 81
46 3 , 66 76 * 87 93 _4* 87 6* 63 86 91 18 _ 9 69 54 t* 64
51 " 35 " 68 _ 80 a- i m% 1904 M m m 9 90 n 26 17 tm 60 1 W 65
54 39 ^* 70 84 ^^ 94 0 w otr 71 93 u 99 _ *l - 90 __ 73 64 74 75
55 m 46 "** 96 99 20* 1 _ i sim- 89. ^ * +* 38 30 43 -4 74 69 - 79 10* 76
60 6* 51 74 . 801 10* 1003 6* 9 _ 4 is 85 90- M 37 33 48 75 71 84 6* 77
64 *- 55 * 7 2003 4 6* 5 #* 99 94 1903 38 36 15 _ 77 m 7 91 rt
69 ,56 , 80 63 16 7 tu 14 att 3 itm 8 19 -* 53 37 __ 59 _ 81 _ 83 93 __ , 85
64 57 89 19 _m_m 9 Hi 90 MA H *. 96 1 14 54 900* 6* 49 M 61 _ 83 _ 88 _ 95 87
66 . 58 "- 83 99 ^_ 10 _. 99 __ 49 1710 99 ' 57 43 m. 05 89 90 _ 99 88
68 * 59 86 96 _ M -4 1 i* a h M. m 58 61 49 tm 68 _ 94 _ 98 _ 3909 __ 89 i.
79 ~-. 65 87 36 _ n a 4f 6* m MM 9t ' m 51 70 97 3001 _ 11 . 99 __
73 69 89 -* 39 JM 46 mHm 5 Mri 91 44 8ft 5 86 2803 3 _ 16 ... 95 ^
81 70 mi 9 40 _ 97 . M Mi m tfk. . : 98- M 8f 61 p 89 _ 14 m^ 8 ._ 17 aaa 97 ^^
63 73 606 49 V 0


de Pernambuoo Segunda feira
lO Ar. O.
>*ET'
ASSEMBLEA GER1L
< 1.1.1H
rr
loe-ma at aso- I lio. na nual nao achn
CAMAl:
Discurso do Sr. Dr. Jaaquim de
Ki, na sesso de 6 de agosto, sobre a re
forma pidciaria.
(Conclnso).
O Sn. Souza Res :Perde-me o nobro
Reputado ; o que en disse foi que o nobre
deputado puosa va que, dando'-se ao pro-
motor publico aefao para secular os reos
de pequeas furtos, entretanto que o's de.
grandes furto ficavatn sujeitos nicamente
accio particular, se acomgoavam estes.
Sn. Citrz Machado : exacto.
O Sr. Souza Rkis: E eu respond que
com effeilo assim parece primeira vista,
mas nao o e dei as razes em que me
fundo.
O Sr. Cruz Machado ;D um aparte.
O Sa. Souzv Res:Mas o qua acontece
com os pequeos furtos, nio succede n ->s
grandes; neste os prejudicados os'am da
accao que teem; naqaelles evita-se a acgo
particular pelas despezas e trabalbos que
accarreta, e a impunidade certa Por-
tante me parece que a disposigo admis-
sivel e jiitificavel ( Apoiados.)
0 Sn. Cruz Machado :Ollie que siltoo
o 3 o do art. 6.
OSn. Sooza Res:Occupar-me-hei ago-
ra do 5.a Neste paragrapho se determina que os
individuos que forem presos por malfaito-
res sjam conduziuos a presenca do juiz, e
se prestaren! alii (anca provisoria nos ter-
mos do
dade,
O nobre deputado por
mas considerares contra
por tratar de malfeitores.
pretexto de pretendidos
art. 0. sejam postos em l.ber
Minas fez algo-
esta disposii.Ti 1
e receia que, a
malfeitores, se
pratiquera violencias. Creio ser este o seu
argumento.
O Sr. Cruz Machado d um aparte.
O Sr SozaReis :Posso dizerao nobre
deputado que nao passou desapercebida a
palavra malfeitores na conferencia da com-
missio ; ella a discutio largamente, e che-
gou mesmo urna vez a relira-la, mas es-
tando consignada no cdigo criminal, Ih > pa
receu que era admissivel, e a empre^u,
no intuito de dar a autoridade acgo contra
crimiaosos conhecidos por taes. Poder-se-
ba dizr que intil...
O Sr. a.le.\ca! Araripe :Nao intil,
tem applicacomuio real.
O Sr. Souza Res ;.. .e forga reco-
nhecer a procedencia da argomentagn do
nobre deputado por Minas sobre este ponto,
porque, como elle diz muito bem, ha qua
tro casos de pris3o; o de indiciado, e de
flagrante delicto, o de pronunciado o de
condemnado.
O Sr. Cruz Machado :0 malfeitor de ve
e-tar em om destes casos.
O Sr. Souza Res :Sem duvida ; e por
que se podem fazer grandes *'exacoes por
causa desta palavra, nao desejo que ella
fique no pmjecto,
O Sr. Cruz Machado :Est acabada a
questo.
O Sr. Alencar Araripe :Entio oppe-
se ?
O Sr. Souza Res :Convenbo em que
se suppnma essa palavra ; se a commiss >
concordar commigo offerecer emenda nes-
te sentido, se nao fa-lo-hei eu, ou votare!
por alguma que soja apresentada por qual-
qwr nobre deputado.
Airela com relaco ao art. 8. tenho con
sdej5$5es a fazer, e elles se referem a nm
dos pontos essenciaes de mioha diver-
gencia.
O Sr. Cruz Machado l o 10 ?
O Su. Souza Rkis:"o 10.
O Sr. Cruz Machado :Estamos de ac-
rordo.
O Sr. Souza Res :Nao posso adroit--
lir que um juiz tenlia a faculdade de m a
dar prender a reos afianzados, pela simples
suspeita de fuga.
O Sr. Alencar Araripe :--Estando cn-
(ieiiiados ?
O Sr. Souza Res:Que importa a con-
deinnagio, se ella nao pode ter execo;ao.
em virtude do recurso que cale ao con-
demnado ?
Esse argumento nio pode ter proceden-
cia alguma.
Portanto, nao posso prestar o meu voto
a esse paragrapho, e pego as minhas
emendas sua suppresso.
O.Sr. Cruz Machado d um ajarte
O Sn. Souza Res:Ao art. 16 ofere-
go emenda para a suppresso dos 1.,
FOLHETIIW
VIV BIF1IS DI MORTA
POR
Xavier de Montpin.
le medid
t o juiz de 1.a
la 2., teram prazo certo para des-
pacharen! os autos.
Estas medidas parecem i primeira vista
gramil* milidade. mas, bem pensadas
que si^iiiicacSo tem'?
inantq ao relatorn nio ha necessidade
'lelle, e nao riamos com tal indisposgio
fazer ontrn cousa mais do que augmentar
h trabalho dos desembargadores. que, .de
ordinario, por sua iiade, nio pode appli-
(Mr-e a lo gos escriptos, que de tate I he
roubariam o tempo preciso ao estudo dos
autos.
m Sn, Deputado : no tribunal do
commercio ?
OSn. Souza Res :No tribunal do com-
mercio ha urna razo, e que pela lei os
deputados nio vem os autos se nio quando
reqnerem, e a lei muito providentemente or
denou que o ral* torio fo-se escripto para
dispensar do tnbdho de eximioarem os
autos, bomens dedic3ds a urna vida que
nao Ihes deixa tempo para isso. Mas no
tribunal da relaco nao se d a mesma ra-
'.3o ; os juizes sao obligados a examinaren!
os anios, porque nenhuma causa pode ser
jnlgada sem que elles Ihe tenham posto o
visto
Nao vejo por consequencia razo plausi-
vel para.esta dispnsigio.
Tambera nao vejo razo para se fixar pra
zos paia os despacho* dos autos. Como
se pode previamente determinar 0 lempo
preciso pira o esiudo dos autos, na granda
variedarte de causas que se agitam ante to-
dos os juizes e tribnnaes do paiz?
( Ha diversos apartes )
Diz-se que sse o raeio de fazer-ee ef-
fectiva a responsabilidade pela demora na
admin?>trago da justlga. Mas, senhores.
nao ha razo alguma neste argumento ; por
que a responsabilidade neste caso auto
risada pelo art. 159 do cdigo criminal, e
nao preciso essa fixago de praso para
conhecer-se se o juiz demorou a admin s-
traco dajustica
A disposigo. do cdigo criminal nao a-
mitte duvida, nem pode encontrar emban-
co em sua applicago por falta de taes pra-
zos.
OSn. Chuz Machado:Os prazos sao
precisos para os processos crimes, para os
civeis nao.
O Sn. Souza REis:=Qualqucr ju>z a quem
caiba conhecer de aecusaejo de demora pa
administrado da justiga,em urna cerla can
sa, nao tem diffieuldade de resolver a ques-
to pelo simples exame dos utos.
Um Su. Deputado :Como? sem se fixar
o lempo para o despacho ?
O Su. Souza Res:Senhores, como ha-
veinos nos fixar o tempo para o despacho
de urna causa sem o conhecerraos, sem sa-
bernos que estudo ella reclama, qual sua
importancia ? 0 juiz 011 tribunal a quem
Hla fr presante, no caso de aecusaco por
demora de seo despacho, que, pelo exa-
me dos autos, ha de avahar esse tempo.
Alm listo, Sr. presidente, esta disposico
revela a crenca de urna disida que eu i.o
recoiheco.
OSn. Cruz Machado :E' preciso esta-
belecr prazo para os juzes ad 'quem pro-
ferirem seu julgamento no crime.
O Sn. Souza Res: Ollerpco tambem urna
emenda ao art. 17 2o. que eleva a aleada
ilos juizes de paz a 1005 ; nao devemos fa-
zer alteracao que a experiencia porventura,
nao tenha mostrado que de conveniencia
publica. Os juizes de paz tem aleada no
civel poriue entendeu-se que era de utili-
dade dar juizes locaes para as minimas de-
mandas, e nao po:' que elles fossem crea-
dos para t-la.
Os juizo- de paz, de creaco da consti-
luicoconciliar. Ter a^ada cousa de
urna certa importancia, exige taes requisitos
que se no dfo na maior parte dos juizes
de paz, principalmente pelo que diz respei
to a conhecimentos para bem julgar.
Entretanto eu respeito o que existe.
Elles tinham a aleada de 1(53, elevaram-
na a 503, deixemo-la flear ahi. Cortamente
nao tjr deixado de chegar ao conheciraen-
to dos nobres debutad s muitas queixas e
militas reclaraaces, qu^ antes nos deviam
levar a diminuir do que a elevar a aleada
dos juizes de paz; como, pois, e'eva-la e
tanto ?
O Sr. Cruz Machado :Fique de 50$.
para os bens de raiz ede 1005 para os mo-
vis.
ima en
5j) desta augusta ca
I em V.
^^^^^^^^^^^^^^^Kort
^^^^^^^^^^^^^^^^^ms de
. ...
consid aso devem
^^m trale di
ra re.
* mto agn
a occupuT-m11
O projeci lace no'I Io do art. I
que as varas privativas existente as cida-
des sedes das rebeba incluidas as audit)-
iras de gnerra e d marcha, serlo annUal e
successivamente exerwdas pelos juizes de
direito, na ordem que fr estabelecida em
regnlamento, no qual tambem ser designa-
do o modo da substiluiclo destes juizes en-
tre si e por substitutos. No 2o diz que
o numero desses substitutos nao exceder
ao dos juizes effectivos, nem estes poderam
substituir a mais de urna das varas. No
5 dispe que os juizes substitutos de que
trata o- Io sero nomeados pelo governo
dentre os doutores ou hachareis formados
em direito com dous annos de pratica do
foro pelo menos.
Daqui se v que a idea do projecto que
os juizes de direito alterncm o xercico das
varas privativas que todos substituam-se e
entre, si, de que hajam alm destes, outros
substitutos para evitar que aquelies aecumu-
lem mais de duas varas. Eu nao me op-
ponho a estas providencias; mas n5o m-
conformo com o revesamento das varas pri-
vativas, annual e successivamente entre, lo-
dos os juizes de direito. Ou sejam cumu-
lativas todas as juridices, 011 continuara as
varas privativas, como dantes, o que me pa-
rece mais conveniente, a bem do servieo
que corre ante cada urna dellas.
Pareca-me, portanto, mais conforme que
esses tres paragraphos fossem convertidos
em dous, concebidos nos seguintes ter-
mos:
* *- O governo regular a snbslitui-
co dos juizes de clireilo entresi e por
juizes supplentes as sobreditas cidades, de
mod que estes nao possam substituir mais
de urna vara, e aquelies no accomulem
mais de duas >
O que diz a emenda sobre a nao ateurau-
lapo das varas est no projecto; o que a
emenda altera o revesamento das varas
privativas; vindo, portanto, as jurisdicebes
civil e criminal a ficarem accumuladas as
varas que nao forem privativas, visto como
nada se dispondo sobre estas, evidente
que sao m mtidas como d'antes.
(Continuando a lr).
2. (substite o 2o e 5). Esses
ju.zes supplentes sero nomeados pelo go-
verno d'entre os doutores e hachareis for-
mados em direito qoe tenham dous annos
de pratica de foro, pelo menos ; serviro,
pelo tempe de quatro annos, e seu numero
nao exceder ao dos juizes effectivos.
Parecen-me que o nobre deputado pelo
Cear, respondendo ao nobre Reputado por
Minas, suppunba estar prevenido no projec-
to o tempo porque estes substitutos deve-
riam servir; mas realmente nao est, e por
isso estabeleco quatro annos.
Sr. presidente, na creado desses substi-
tutos, achou o nobre deputado por Minas
um argamento contra o principio da perpe-
tuidade dos julgadores, porque os substitu-
tos eram juizes temporarios. O nobre de-
putado bem v que tanto quanto possivel
estabelecemos a suhstituico por juizes per-
petuos ; mas desde que se tornar impossi-
vel a accuoiulaco das difiranles varas, re-
corre-se a substitutos que nao sao juizes
perpetuos, mas que ficam investidos do ca
racter destes como seus representantes.
O Sr. Cruz Machado : Quanto a estes
sobstitutos, eu observei que raros exerciam
a jorisdieco, e entretanto davase o qua-
triennio para serem nomeados juizes de di-
reito.
O Sr. Souza Res :Tambem, Sr. pre-
sidente, falln 0 nobre deputado da substi-
tuido dos juizes de direito as comarcas, e
a este respeito fez urna consideraco muito
importante. O projecto estabelece que os
juizes de direito das comarcas, fra das se-
des das relacoes, sejam subsutoidos pelos
juizes municipaes de seu termo, e quando
estes nao existam o sajara peios juizes de
direito da comarca mais visinha. O n >bre
deputado com toda a razo notou qoe o
projecto, procurando sempre manter juizes
perpetuos, da preferencia, nesta parte se
afiastasse dando a substituico primeiro ao
juiz municipal e depois ao de direito, em-
bora de comarca estranha.
O Sr. Cruz Machado : Eu fa!lei da
substituico dos juizes de direito durante as
sessoes do jury.
O Sr. Souza Res :Isto outra ques-
nha disposico. Tudo posso contra Vmc Que diabo! nao discutamos agora as
e Vmc. nada pode contra mim. Ainda nao denominacbes, queridinha Ja Ihe prove
esquecen da certo que pesa sobre a sua que son o mais forte. Curve, pois, a cer-
P.llM'K SEttUXDA.
0 HORSCOPO
(Conlinnaco do n. 203J.
XXIV
A. vida antlga.
E era effectivamente um raio que ferira
a fugitiva.
O sea nome de guerra, o pseudonymo
de Simoa Raymunio, que tomara na poca
mais agita la da sua vida, e o do marquez
de Saint-Maixent, que to bem conhecia por
intervenco de Lzaro, e cuja funesta cele-
bridade nio ignorava, acnavam de Ihe pro-
var, ao soarem aos ouvidos, que a vida
antigade infancia, que ella julgava ter aca-
bado para sempre, ia comecar novamente,
mais terrivel que nunca.
O abysmo nao largava a presa, o passa-
do apodera va se do futuro.
O marquez notou aquello profundo estu-
por, e comprehendendo o motivo d'elle,
gragas palestra que tivera com o criado
respeito de Simoa, concedeu-lhe generosa-
mente alguns segundos para se refazer.
Agora, continuou Saint-Maixent quan-
do Ihe parecen que a mulher j eslava mais
socegada, agora qoe j tiramos a mascara e
nos conhecemos mutuamente, jogaremos < o n
s cartas na mesa. Preciso des seus ser
vicos e bei de paga los bem ; este res-
peito nao creio qae Ihe reste duvida, por
que ha de ter oovido dizer que sou gene-
roso ; mas eu n5o solicito, ordeno.
E e nio fr obedecido ? murmoroo
Mmoa, fazendo urna suprema tentativa de
resistencia.
A senhora est absolutamente mi-
cabeea um mandado de priso, e por con-
sequencia bastar partecipar aos senhores
commissarios da villa de Puy que Francisca
Anjac e Simoa Rayinundo sao a mesnu
pessoa, para que os gmeles do marechalato
deem por aqu urna volta antes de anoule-
cer ; ou pelo contrario tenho aqui na algi-
beira as cartas patentes do rei. qae me de-
claram de todo innocente das aecnsagoes
feitas contra mim. Bem v que a posso
deitar a perder,-e n'ieso nao besitarei eu um
instante, se Vmc. nao se prestar dcilmente
a cumplir a minba vontade.
Senhor marquez balbuciou Simoa
fra de si, tenha compjixo de mim, peco-
Ih'o de joelhos !
Nao tem nenhuma necessidade da mi
nha compaixo, queridinha. Affianco-lhe
que nem pela mente me passa a idea de a
prejudicar.
Sabe qual fui o meu passado, senhor
marquez, continuou a ex-adevinha, um pas-
sado horrivel, que me assombra, e que eu
desejava esquecer ; tinha, porm, jurado
redimi-lo quanto fos tura humana, observando urna vida exera
piar. Disse-lhe ainda agora que me hor-
rorisav o crime, e assim : daria metade
dos annos que me restaa de vida para
suffocar os clamores da minba conscienca.
Maraviihosa, heroica resoluco, qua
ridinha replicou Saint-Maixent em ar de
zombaria ; nao permitta Deus que tente
arredarla de to bom caminho nem des-
truir a obra da sua conversJo Logo de-
pois de ter feito o que desejo, e cousa
de pouca demora, tornar ficar soziqha e
senbera da sua pessoa, e por contrapeso
com urna famosa recompensa. Poder en-
to praticar quantas virtudes quzer e at
metter-se n'um convento, se para ahi Ihe
der a mana.
Mas orimeiro ,preciso obedecer-lhe,
balbuciou Simoa, e o que o senhor me pede
j.aia novo crime.
? Urna mu-
viva ha de
interessaute
Decida-se !
viz ante a minha vontade, ou quando nao,
cumpra-se o destir.o de Simoa Raymondo I
Quer que partecipe aos magistrados de
Puy que a fugitiva da ra da Lanterna se
oceulta na aldeia de Chamblas
Iber moca e bonita qoeimada
ser um espectculo devoras
para o povorinbo de Clermont.
Obedece !
Obedecerei... redrguio Simoa de-
pois de urna pausa.
Ora anda bem !
Mas caia sobre a sna cabeca este
crime que me obriga, accrescentoa de-
pois a alevinha.
Est tratado, disse o marquez rindo.
Um crime de mais ou um crime de menos
nao faz l granda vulto no capitulo das
minhas culpas.
verdadeira a historia d'essa don-
zela sedazida ?
N5o; foi pura e simplesmente om
cont inventado por mim para a experimen-
tar : trata-se de cousa mui dfferente.
Que hei de fazer ?
Vir comigo.
Hoje ?
Agora mesmo.
Para onde ?
Primeiro vamos at Puy.
E depois ?
E moito curiosa, queridinha.
tamos.
ser exercidas por sea substituto.
Concordando, porm, com o nobre depu-
tado quanto substituico, pens qae ella
deve ficar nos juizes municipaes e seus sup-
plentes, como hoje, mesmo porque swia
de grande incommodo para as partes have-
rem-se com jnizes de comarcas estrauhas.
Offerego, portanto, urna emenda snpprimin-
do o 4o do ar.. Io do projecto.
Um Sr. Deputado :Apoiado.
O Sn. Souza Res:Diz o % Ia do art.
10 : Os reos presos em flagrante delicto
ou por crimes inafliancaveis sero processa-
dos em virtude de denuncia do promotor
publico ou de seu adjunto, ou queixa da
parte offendida, seu pai ou mi, tutor ou
curador, senhor ou conjuge.
Esta disposigo desnecessaria, e cm
razo o nobre deputado por Minas a quali-
ficou de incompleta, porque dando ao pai,
mi, tutor 011 curador o direito de dar a
queixa, nao accrescentou a clausula da mi-
nondade do offandido. Fcil era emendar
este paragrapho, mas proponbo sua sup-
presso, porque contm disposigo que
existe as nossas leis ; por isto a qualifi-
quei de desnecessaria.
O Sr Cruz Machado :Alm de intil,
deffectivo, porque omitte a denuncia pri-
vada, e a clausula do art. 72 do cdigo do
processo.
O Sr Souza Reis :Sem duvida, e tudo
quanto nessa disposigo existe vigora entre
nos, conforme os arts. 72 a 74 do cdigo
do processo.
Occupar-me-hei agora com o que disse o
nobre deputado sob e o 2o do art. 11 do
projecto.
Diz este paragrapho: Quando o recur-
so ou seu provimento nao for apresenU do
nos prazos dos arts. 76 e 77 da lei de 3 de
dezembro de 1841. ficar sem effeilo.
O Sr. Cruz Machado: preciso mar-
car prazo ao juiz ad quem.
O Sr. Souza Res:Esta disposigSo,
pelo que respeita aos processos em que ca-
be a pronuncia aos juizes municipaes, nio
tem nenhuma razo de ser; desde qoe o
recurso ahi necessario nao deve ser puni-
da a parte por falta que ella nio pdecon-
metter.
A ultima considerado com que vou oceu-
par a attengo da casa, Sr. presidente, e
que me apresso a fazer, por j ser dada a
hora, relativa ao 4 do art. 19. Diz
este paragrapho: t O govfcrno no regala-
ment que dr para a execugio da presen-
te lei, far consolidar todas as disposigoes
legislativas e regulamentares concernentes
ao processo civil e criminal. As obsar-
vagoes (Jo nobre deputado por Minas, sobre
esta disposigo sio de natoreza a calar no
animo de todos, pela immensa latitude da
delegaga que ella d.
O Sr. Alencar Araripe :Nao ba dele-
gado alguma, a questio colligir o que
existe.
O Sr. Souza Res:E no consolidar ty-
das essas disposigoes legislativas e regala-
mentares nao vai urna delegago de grande
alcance ?
.Alm disto, Sr. presidente, conferir esta
attribuigo ao governo. quando queremos
que elle d regnlamento para a execugio
desta lei, o mesmo que querer demorar
extraordinariamente a expedigo desse re-
gulamenio. Pois o governo poder fazer
toda essa consolidago a tempo de inclu la
no regulamento para a execogo da presente
lei?
O Sr. Alencar Araripe : antes mdo
do trabalho do que outra cousa.
O Sr. Souza Res :Nao julgo isto con-
veniente, e portanto concordando com o no-
bre deputado por Minas, darei meu voto
para a sepsrago da parte relativa ao regu-
lamento para a execugo desta lei, da anto-
risagao para consolidar todas as disposigoes
legislativas e regulamentares concernentes
ao processo civil e criminal, devendo-se a(-
crescentar a esta a clausula de ser subraet-
tida approvago do corpo legislativo.
Era esta, Sr. presidente, a ultima consi-
derago qoe tinha a fazer sobre o projecto
em discusso, e com ella' ponho termo a
meu discurso, sentindo bastante que V.
Exc. e meus dignos collegas tivessem sido
forgados a ouvir-me por tanto tempo. (Nao
apoiados).
Vozes .-Muito bem Muito bem
(O orador felicitado).
V1BI DE
prazer
n'um
-nerra
ce
Par-
Estarei ausente muito tempo ?
Um mez, pelo menos, e talvez mais.
Deixe-me ento fazer urna trouxa de
alguma roupa.
Leve cousa pouca; no sitio pira onde
vai dar-lbe-hao tudo o que precisar. Nao
Ihe esquegam, porm, os utensilios do seu
officio. Ah I deixe-me avisa-la, para evitar
urna sorpreza, de que em Puy encontrara o
sea antigo amigalhago Lzaro.
Manola l disse a brrixa entre si, maito
indignada. Foi elle de certo quem me,
vendeu ao marquez.
Um quarto de hora depois da palestra
que acabamos de referir, fechou a parteira
chave a porta da cazinba, e Saint-Maixent
montou-a na garupa do seu cavado.
N'aquelle tempo e n'aqoellas montanho-
sas t.-rras ninguem se admirava de ver urna
campesina conduzida cavallo por nm su-
geito vestido com singelleza.
O fidalgo e o criado pozeram-se cami-
nho n'aquella mesma noute, escoltando um
carrogo muito bem fechado, onde ia Si-
moa.
Caminharam apressadamente toda a noute
de modo que antes de amanhecer j esta-
vam pouca distancia do castello de Rabn.
Saint-Maixent mandn apeiar Simoa, pa-
gou e despedio o boleeiro. e fazendo mon-
tar outra vez a mulher na garupa do seo
cavallo, s parou porta exterior do pavi-
lho que j conhecemos, e cuja chave elle
possuia. L accommodou Simoa, deu-lbel
ordem para nio fazer ,nenhom ruido, nem
abrir as janellas', e disse-lhe qoe Lzaro
seria o encarregado de Ihe levar as provi-
soes, e que falta de Lzaro, elle propno
Saiet-Miixent as levara.
Depois de tomadas estas precauges e de
cuidadosamente fechada a porta, tornouo
marquez a montar cavallo, deu volta
roda do parque para chegar grande ala-
meda, e bateu grade do castello quando o
sol nascente ioundava todo o valle com os
seus primeiros raios.
Ao entrar nos seos aposentos para con-
sagrar algumas horas ao somno, foi-lhe ao
encontr a senhora de Chavigny, avisada
pelo ruido dos cavallos.
Que novidades ba ? perguntou ella em
voz baixa.
Triurapbei, responden o nosso hroe ;
isto pedir por bocea. E c pelo cas-
tello ?
Nao ha nada de novo; a mesma ton-
fianga louca, a mesma insultante alegra.
Paciencia, a nossa vei ba de chegar,
e prometto-fhe que nio tardar muito.
fraupo-prusslaua.
(Continuaco)
PRACAS IMPORTANTES DA FRANV.
Na Crimea pelo espago da dnas horas
esteve exposio a um vivissimo fogo do in-
migo, procurando a todo o transe a morte,
em consequencia, dizem. d'algumas con-
trariedades no servigo ; porm a metrlaha
e'as balas inimigas respeitaram-no, talvez
por causa do seu valor.
Accrescentaromos ainda que o general
tras comsigo, sem mosmo o suspeitar nma
especie da talismn cuja historia a se-
guate :
Um da. ha bastante tempo, urna se-
nhora de 16 a 17 annos entrou na igreja de
Nossa Senhora das Victorias, em P-iris, le-
vando escondida urna espada com ricas
guaroigoes.
Em frente do altar, entregon a um sa-
cerdote, qoe ahi se achava, prevenido an-
tecipadamente, essa espada para a benzer,
supplicando ao Senhor, que protegesse
aquello que a d,evia cingir.
A dama conclui a sua orago por estas
palavras, em que setradnzia toda a onegio
religiosa bem digna e bem propria d'uma
calbolica :
Permitti, meu Deus, que jamis elle seja
obrigado a matar alguem cora esta arma
abeogunda.
E nunca, por mais exposto que tenha
estado aos perigos, o general se vio com-
pelido a mat"r para se defender., A espa-
da abengoada est virgem do sangue immi-
go, e o que a tem trazido nao receben fa-
umento algum na Crimea, na Italia, nem
no Mxico; as snas sete feridas, foram an-
teriormente recebidas as guerras d'Afri-
ca.
Deus protege assim o valenle soldado, o
bom pai c o marido to santa e extremo-
samente amado.
O numero e a importancia das pragas for-
tes do imperio francez o seguinle :
Departamento do Meuze: Verdun. cida-
de com cidadella, praga forte de i* dasse ;
a forga ordinaria de sua guarnico de...
4:196 homens e 714 cavallos.
Monmedy, 1*classe : goarnigo 922 ho-
mens e 110 cavallos. Montmedy esl di-
vidida em alta e baixa, a alta de Ia clas-
se, a baa de 2a.
Metz, Ia classe ; gaarnigio 11:120 ho-
mens e 8(52 cavallos. As obras destacadas
sao de Ia classe, exceptuando a luneta Mio-
lis, que classificado como posto avan-
gado.
Departamento do Moselle : Ritche, castel-
lo com novas forticacoes, de 1.a classe :
guarnigio 800 homens,
Thionville; 1* classe;
homens e 726 cavallos.
Longwille, Ia classe ;
bomens e 221 cavallos.
Departamento do Meurthe : Toul, 2a clas-
se ; guarnigo 1:908 hornese 797 caval-
los.
Marsal, 2a classe; guarnigio 5:072 ho-
mens, e 156 cavallos.
As obras de Harancourt e Orleans est o
classificadas como a praga.
Phalsbourg, 2.a classe ; guarnigio 1:722
homens e 88 cavallos,
Departamento do Bas-RIn: Strasbourg,
cidade com cidadella, Ia classe ; 10:044 ho-
rnese 1:185 cavallos.
Petite-Pierre, f classe ; 180 homens.
Lichtinberg, posto, 138 bomens.
Schedestadt, 2a classe ; 1:505 homens e
332 cavallos. As obras destacadas eslao
comprebendidas na classificagio.
Departamento do Hant-Rhin : Neuf-Bri-
sach Ia classe, com o forte Mortier, posto ;
1:842 homens e 280 cavallos.
Belfort, cidadn com castello. Ia classe. e
Belfortcampo intrinebeira joposto,------
2:525 homens e 470 cavallos.
O campo comprehende os fortes da Jtisti-
ce e Miotte com as liabas de uniio.
OS FERIDOS DE FORBACIINao era
de certo necessario que circumstancias es-
peciaes se dessem na presente lula entre
allemies e francezes, para que a cada passo
fossem encontradas as noticias, contradicto-
rios os boatos, que nos chegam do theatro
da guerra.
Ha alguns dias, por occasio do combate
de Forbach, curnmunicaram as agencias e
repetio-o o nosso correspondente de Paris
na sua ultima correspondencia, estygmati-
sando o faci, que os prussianos- tinham
(cito fogo sbreos hospitaes de sangue,
incendiando por ultimo a povoago.
guarnigio 2;892
guarnigio 2:634
Havia j algumas semanas que o conde
comia no quarto de sua esposa, porque a
condessa nao se levantava j ou do leilo ou
da poltrona.
Naquelle dia.para festejara volta de Saint-
Maixent, comeu Annibal na casa de janlar.
O marquez mostrou sea primo a joia
que tinha comprado um ourives de Puy,
que a todos a^radou muito ; travouse de
pois palestra, e depois de tratados varios
assomptos superficiaes, vieram a failar, se-
gundo o costume. na senhora de Rahon.
Como o condj nio pensava n'outra cousa,
voltava sempre ao mesmo thema, o nasci-
mentodo futuro berdeiro e as esperaagas
que n'elle punha.
Misturava-se todava com aquellas espe-
rangas um vago temor, porque j se apro-
ximando a poca decisiva e o conde de Ra-
hon dizia que s vendo sua esposa fra
de cuidado que teria um instante de so-
cego.
Deus queira que o parto nio Jseja
muito difflcultoso bradou elle, porque se
eu visse Mara atrozmente angustiada, e clie-
gassem aos meus ouvidos os seus gritos
despedagadores, cuido que enlouqueceria.
Smto-me com valor e forga bastante para
arrostar com todos os soffrimentos ; mas
faltar-me-niara as forg-s e o valor para ver
padecer minba esposa.
f Asse^'ura-se, disse a senhora de Cha-
vigny, qoe a habilidade da parteira influe
muito na rapidez e b jin xito do parto, e
que pelo contrario um cirurgiio, tmi-
do ou falto de experiencia, prolonga inut I-
mente as dores e at pode comprometter
vida da mi.
Isso comprebende se fcilmente, re-
dargnio o conde, e por consegointe vou es-
crever para Clermont, a pedir que me fal-
lem quanto antes parteira mais hbil que
l houver. N'estas delicadas circumsian-
cias nao tenho nenhuma confianga nos dou-
tores, e a condessa da minba opinio.
Hontem, sem ir mais longe, disse o
marquez, estando en na hospedara ol
Aiiemna e
da humaudade, mal se poda conceber ae-
melhante barbaria. Felizmente, repetmos,
a noticia desmente se, como se v da se-
grate exposigio qae o Stcfode 11 4o cor-
rente faz do qae se passou por occasio
d'aquello combate :
A carnificina dos nossos fridoi em
Forbach foi desmentida. E' errto qne os
nosaos feridos teem sido poopados. Vimos
por urna carta de um dos feridos ao conde
Serrorier (chegada hontem) o modo porque
se passou este incidente.
Depois da tomada e do incendio de
Forbach urna parte dos hospitaes militares
de sangue, coadjuvada por urna ambolan-
cia neutra, tinba concentrado ns seus boc-
corros n'uma grande quinta situada namar-
gem do rio Soullz.
Os feridos tanto francezes como alle-
raes haviam sido transportados para esta
ambulancia. Alguns dos nossos (francezes)
feridos levemeute tinham conservado as suas
armas, emboscaram-ae atrnz dos muros da
quinta e queimaram os sens ltimos cartu-
chos contra o inimigo.
Os allemies responderam ae principio
com alguns tiros de espingarda, mas quan-
do vram que os que atiravam contra elles
eram feridos, cessaram logo o fogo e nio
avangaram mais.
O GENERAL CHANGARNIER.Nicolao
Amado Theodalo Changarnier, nasceu em
Autnn (Sena e Loira), a 26 de abril de
1793. Em 1815 sabio do collegio de Saint
Cyr com o grao de alfares, e entrn na
qualidade de guarda em urna das compa-
as privilegiadas de guardas de corpo de
Loiz XVIII. Em segnida foi collocado no
posto do tenente^no 60 de linha, formado
da legiio departamental, e com elle se dis-
tingui na campanha de Hespanha de 1823.
Em 1830 servio no primeiro reg'mento da
aarda real. Voltando ao exertilo de linha
foi mandado para frica, onde subi rpi-
damente, em consequencia da energa e in-
telligencia que desenvolv em varias ac-
g5es de guerra. Tomou parte na expedigio
de Mascara, servindo no segundo lgeiro.
Era j comraandante de batalho, quando
o nurechal Clausel compredendeu a cam-
panha contra Acmet-Bey, e nella se distin-
gui por sua intrepidez e serenidade. e du-
rante a retirada de Constantiuopla para Bo-
na(24 denovembro de 1*36) disperson as
numerosas bordas que inquietavam o exer-
cito francez. Em recompensa destes sera
vicos foi nomeado tenente-coronel. A parte
que depois tomou aa expedigio das Poros
de Ferro valeu-lhe o posto de coronel do
segundo ligeiro, e as suas victorias contra
os chedj iotas e os kabylas, a cruz de ofi-
cial da Legiio de Honra. Em conseqiencie
da expedicio de Medeab e das aegoes havi-
das as altaras de Muzaya e do Cbebff...
(1840), foi nomeado marechal de campo.
Tres annos de novos e brilhantes serv-
gos, um ferimento recebido perto de Me-
drah, ama vigorosa carga de ca vallara con-
tra Kabylas superiores em numero e a sub-
missio das tribus visnbas da Tunis, que
Abdel-Kader sustentava, valeram-lhe o posto
de general de divisio (3 de agosto de 1843).
Em 1847 o duque de Aumale, governador
geral da Argelia, confiou-lhe o coramando
da diviso de Argel.
Quando o general Cavaignac foi nomeado
pelo governo provisorio general de diviso
e governador da colonia Changarnier regres-
sou a Franga. e poz-se disposigo do go-
verno republicano para que se aproveilasse
do seu amor Franga.
Sr. de Lamartine nomeou-o embaxadVr
em Berlin, porera Changarnier preferio ficar
em Paris, e quando teve lugar a manifes -
tago de 16 de abril, to ameagadora para
o governo provisorio, collocnu-se espont-
neamente frente das forga5 que esl.vam
disposigo do governo, e soube restabele-
cer a ordem.
Em maio foi substituir em Argel o gene-
ral Cavaignac, nomeado representante do
povo na Constituinte ; mas as eleigoes par-
ciaes de 4 de julho tambem Changarnier
foi nomeado representante do pov pelo de-
partamento do Sena. Ao ser elevado Cavai-
gnac ao poder supremo confiou a Changar-
nier o commando superior da guarda nacio-
nal de Paris, commando que conservou de-
pois da eleigo presidencial, e ao qual se
reuni por duas vezas (9 de Janeiro e 14
de junho de 1849) o da gurnigo de Paris,
que ento constava de 10 ',000 homens.
- (Continuar-se-ha).
certo ha de interessar o primo. Certa fi-
dalga riquissima, que tem om castello
poucas legaas de Puy, estava no doro tran-
se de um parto muito costoso. Haviam-se
reunido em torno do leito dos mdicos
mais afamados da provincia, alm de um
parteiro vindo expressamente de Paris;
toda a sciencia, porm, d'a juelles doutos
personagens de nada servia ; n-nhum sabia
o que se devia fazer e a p :bre senhora ia
morrer tristemente deixando seu marido no
maior desespero.
Ah I murmurou o senhor de Rahon.
Gela-se-me o sangue as veias s de pensar
qae me poderia ver em semelhante caso.
Perdida j toda a esperanca, prose-
guio o nosso here, faltn nao sei quem por
acaso n'uma parteira, que tem grandes cr-
ditos as aldeias e cuja habilidade qua.-i
milagrosa proclamada pelos aldeos por-
fa, mas que era pouco apreciada entre os
fidalgns, por nunca ter tentado ntroduzir-se
em casa 'elles. Os mdicos eacolheram os
hombros desdenhosamenle, e estavam no
seu direito ; mas o tempo urgia a o perigo
aagmentava por instantes. Resolveram os
donos da casa appellar para a tal rustica
parteira, como s vozes se langa mi de nm
remedio de curtndeiro, depois de estarem
esgotados em b(alde as prescripeoes da sci-
encia. Apparecea a pobre muttrer, que de
si mesma duvidava, apezar da grande expe-
riencia, pois mal pode ella dar vaso in-
nmera freguezia que tem.
Finalmente, principiou a prestar os seus
cuidades parturiente, e como por encanto
cessaram logo as dores ; veio um allivio ino-
pinado, um inexplicavel bem estar, que fi-
zeram desappareeer a crise terrivel de qne
estivera ponto de ser victima, e poucas
horas depois da" 'a a fidafga luz, quasi sem
o sentir, um menino formoso e robusto.
Ahi est o que fez a rude parteira de quem
hontem faliavaot na hospedara. Mas anda
isto nao tudo...
(Continwr-seluL.)
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de Prata ouvi lohtar urna "historia a delTYP-DOBARio ra dqub de caxa


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