Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12208


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Full Text
ERO 204.
1
I
i
*OA A CAPITJ
tres mezes achantados .
seis dito tem .
m armo dem.....
Cada omero avnlao. .
OIDE IA0 SE PASA P01TI.
SABBADO 10 DE SETEl
- |
PA1A DEITBO E FORA DA ?l
tdtantados
120000
241000
320
Por nove ditos iota
Por nm auno idea
MAMBUCO

O Sn.
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
----------------------1---------------------.------------------------~J-----------------:-----------:------------------------------------------------*
AO AGENTE.
ANaa Fiiboi, no Pira ; Goncalves d Pioto, do Maranbao ; Joaquina Jos de Oiiveira, no Cear ; Antonio da Lemos Braga, no Aracatj ; Jo5o Mara Julio Chavea, no Ass ; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Joatd
Paraba 4'Ataeida, em Mamangoape; Antonio Alexandrino de Lima, na Pirahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona; Belarmino dos Santos Balcio, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavire da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martia Ai>ea, na Babia ; e Jos Bibeiro Gasparinho no Bio de Janeiro.
DIARIO DffERHaWBUCO
RECIFE, If>T)E SETEMBRO DE 1870.
\otlcla* la Eaarapa
Completando a* murrias qae boatem publicamos,'
-damos em guida a I gana porraeeores e documen-
tos e na no-a oitav pafjpa oda outros sobra
a .-i.-tu.al guerra franco-pM&iaaa
Proseguem os preparol da* forficagdes de
Pars, ;jne tem actualmente ama guarnlgio da 110
a 130,'JOu homeus. Os guardas das allandegas for-
maca urna diviso de 9,000 homens. os das fle-
resiaj compO-m dous regimentosde 3,000 homens
cada um.
O novo ministerio francez, presidido pelo
ronda Paliko, recebdo principio em Paris com
piuca sympatba, tem sabido pelo seu tacto e so-
breidrb pelo energa que lem desenvolvido gran-
jear respeilo e confianza.
No corno legislativo houve sessSes tempestuosas
i|iie a altitud do governo contribua para acalmar.
O novo niini-leru declaron que nao era minis-
terio poltico, mas de defeza nacional, e evita at
pronunciar o nome do imperador.
Logo dVpta da mudan? ministerial, e quando
a Mjuerda da cmara esbravejava contra a di-
recel, rt antes a falta de direccao da guerra,
que linh* originada as primeiras derrotas, o conde
de Prtiru declaron no meio dos applatisos da c-
mara, que o nico commandanle em chefedo exer-
.la era o marechal Bazaine, e que nao havia ne-
tilium poder no exereito cima nem fra delle.
Mo equival a dizer que o imperador ] nao com-
inaudara. Um deputido para tornar o fado mais
srn.ivel perguntoa-Hic se tambem a guarda im-
perial eslava sob o commando de Bazaine, ao que
o ministro respondeu que sim, sendo novamente
applaudido.
A esquerda dn cmara propoz que se nomeasse
urna commissau dedefeza publica. A isto se oppoz
o conde do Palikan hbilmente, mas por parte da
csq'n-rda houve discursos violentos. Gambeta da-
se que era preciso saber se se tinha qne escolher
futre a salvarn de nma dynastia e a salvagio da
patria.
BM plirase applaudida pela esquerda e por
pane das galeras e enrgicamente rejeitada pela
outra parte da cmara, produtie tal desorden) na
<- miara qno o presidente foi obrigado a cobrir-se e
;:.petideu a essio. Quando esta se abri de ao-
vo os aolmoi estavam mais socegados.
O conde de Paliko disse qne aceitav.i toda a
rtiseusso sobro os mefos de defeza, mas nao a
reacio de um poJer exeeutivo igual ao seu, o
que era prova de pouca confianca e prejudicial
no* dirergio dos negocios. Alguns deputados ped-
rara sesaio secreta. Nella bonvo segundo se diz
duna discursos notareis dos republicanos exaltados
^lambeta e Julio Favre, em que se chegou a prop-
ra deposicn do imperador. O conde de Paliko
''.i f '.'i'ii'u o imperador, como tendo sido Iludido.
O rorpo legislativo, cuja maioria m tem nwsira-
do sobre modo sensata, rejeitou afinal a nomearo
ne >miasao de defeza, assim como a declaragio
ii swsao permanente, resolvendo-se, porm, que
as cmaras se reunissem todos os das quando nao
houvesse trahalhos para ouvr ao menos as part-
npacoes olliciaes sobre os acnotecimeolos da
guerra. As ultimas sessoes teem sido mais tran-
quillas.
I.ogo depois da entrada do novo ministerio o
r-irpo legislativo vntou as suas propostas militares
sobra o chamamento s armas da populadlo vali-
da, suspendendo por um mez os processos de le-
tras de cambio protestadas por falta de pagamento
n1o de 500 slnp a 1 milbar a autorisagio
para o emprestimn, e dando curso forcado s no-
tas do banco de Franca, cujo limite mximo de
rraiaaao foi lixado tm'iOO milhoes de francos. O
lim desta ultima medida foi evitar a sabida do ou-
ro de Franca, e sobreludo a sahida para a Prussia,
(cando assim reservado o milbar nesta especie
que tem o banco de Franca. Nao eremos a me-
dula til, nem que ella produza o resultado apele
t-ido.
Nao sahir de Franca o curo do banco de Fran-
i\i. mas sabira o dos particulares, que nao em
:.enor quanlidade, logo que com isso lucrem, e o
cursa toreado das olas facilitar essa sabida,
< i te dinbeiro papel sempre deu em resultado
exoufear do mercado a moeda metlica.
Tem-se recoahecido a falta de administracao
militar e de toda a ordem que presidio aos prepa-
rativos ou antes falta de preparativos para a
guerra Basta dizer, para nao citar mais ejemplos
o exereito de Mac-Mahon se bateu era Rei-
cbsbotbo sem ter comido nem ter provises, ao
> que os Prusianos acharara em Forbach 5
>s de vveres I
O partido exaltado em Pars quiz aproveitar o
i .oiitentamento publico em favor da proelama-
c 'la repblica. Mais isso seria urna revolucao e
.i falta momentnea de goveruo, quando elle era
mais preciso, e seria talvez o triuuipho completo
h; prussiamij.
O patriotismo vonceu a paixao poltica e os che-
les nao permittiram que se dsse seguimento a
esta proposta, adiando todas as que-td>s polticas,
' i' -'Unto o ajuste de contas com o imperio para
is delivrea Franca da presenca dos estran-
Su eotanto os mais exaliados dos vermelhos e
socialistas atada nos primeiros das tentaram algu-,
mas manifestagoes, e ltimamente leve lugar as
rdeuii da Villete, bairro de Paris, que prova
nf sla escoria partidaria, nestes penicheros da
margem do Sena encontrou a corrupro estr3n-
era.oaataria para conseguir os seus puos e in-
ri ituzr a desordem em Pars. O dinneiro prus-
tem-se all espalhadoperfeilamenle.
Na domingo 14. s i huras da tarde, um bando
: 70 a 80 homens armado de rewolvers e de pu-
nhaea de um tamanho desusado, alacaram a guar-
l. do quarlel de bombeiros.
Nii mesm > dia uoave tenUlvas de dsordem
outros bairros. Um grande numero foram pre-
dela polica, pela guarda nacional e pela pro-
prii popuiacao, apezir da sua obstinada resisten
Descobrio-sa nm deposito de rewolvers e pu-
nliues da mesma forma, bandeiras vermelhas, a
lista das tropas distribuidas pelos fortes de Pars,
e o bilbte de visita de nm agente allemo, que
promov as desordeos em Pars.
Ealre as medidas tomadas pelo geverno francez
couta-se a expulsao de Par de todos os aliemaes.
B posto que esta medida nao applcada com ri-
gor, fazendo-se excepcao a respcito dos que sao
inanifestamunte iooffeusivos e bem affianjados,
certo que esta medida violenta e tem sido desfa-
vorarlmenle commentada nos outros paizes. O
governo francez foi levado a esta medida pelas
tentativas de perturbacao da crdem, que se prova-
ram seren fomentadas e assalariadas por agentes
allemes, e porque no quartel general allemo se
sabe tudo o que se faz e se planeia em Franca.
A defeza de Paria organsa-se activamente. Es
i ollocados mais de 600 canhoes. Huitos mi-
liiare* de pessas trabalham as fortificaces. Es-
tabelecem-se oontes levadicas as antigs portas,
e as pogtes o Sena. Os bosques de Bolonba
jwt serie abatidos e enchem-se de
iistribuem-se armas a 30,000
O governo prussiano nomeou o general Besai-
no governador na, e o tenente gene-
ral i a governador da Alsacia.
zas est a adminislracao
pru i cobranea dos impostos.
Desde li acha-se em bloqueio a costa noroeste
allenia ao ni de Baltun, eslendendo-se o bloqueio
ao Eider, Wesser e baha de labd. 0 navios neo-
tres liveram dez dias para sahirem.
O general Trocha em quera os Franeezes tem
grande coufUoca e qae nao homem (wlilieo nem
sonreludo imperialista foi nomeado commandante
da defeza a> Pars. No primeiro momento esta no
meaco caasou certo desasocego. porque pareca
indicar que o governo va imminente a necessida-
de da defeza da capital contra e exereito prussia-
no. Porra o conde de Paliko explicon no corpo
legislativo esta nomeacao. Isto, a confiare no ma-
rechal Bazaine commandante em chele do exerei-
to, que tem sabido resistir com ordem as torcas
prussiaoas superiores em numero, e a energa com
que o general Paliko vai reorganisando a admi-
nistracao militar e augmentando o exereito, tem
reanimado os parisienses do extreno desalent em
que 03 lancaram os primeiros revezes dos trn-
celes.
Os ministros que declararan! a guerra sem fe
terem preparado para ella e sobretodo Le Bee;uf
e Ollivjer estao sendo detestados. Do imperador,
por ama especie de convenci tacita, nao se falla.
Thiers, qnos acontecimentos tornaram propbeia,
e cujo tacto e prudencia estao plenamente justifi-
cados, adquiri urna grande preponderancia.
BLGICA.
A commissao da cmara dos representantes
adptou o seguinte projecto de resposu ao discurso
do throno :
Sire.Em presenca dos graves acontecimen-
tos que se censura?m na nossa fronteira, os elei-
los da nar,ao reconhecem mais do que nunca a
necessidade de se lgarem era torno do rei;
< As enrgicas e nobris palavras que V. M.
acaba de dirigir representacao nacional, foram
ouvidas e acclamadas por toda a Blgica.
f Temos como V. M. a cenlianra de que o 11a-
gello da guerra ponpar o nosso solo.
< A Blgica tem por si a forja do direito, e os
interesses seculares do equilibrio europeu.
< As grandes potencias da Europa estipularam
e garantem a nossa neutrahdade. qual actos re-
centes, no proprio seto da guerra, do urna nova
conllrmacao.
Os soberanos da Franca e da Prussia flzeram
eonhecer a V. M. a firme voatade que tinham de
respeitar a nossa independencia.
< A essas seguranzas solemnes veio juntar-se
um testemunho nao menos precioso a sollicitude
do governo da S. M. B. pelos interesses da naci-
nalidade belga e o efflcaz apoo que essa sollicitu-
de encontrou no parlamento, e no seio da naco
iaglez*. o que tem sido para a Blgica assumpto
de ama viva satisfazlo.
< Esta satisfazlo augmenlou ao mesmo lempo
que a nossa gratido pelo tratado recente, que a
Inglaterra, espontneamente, acaba de concluir
com os seas alliados, e que tem por fim a nossa
neutrahdade.
< A Blgica pala sua parte compreheude o que
a Europa pode esperar d'ella.
Ella ha de uuuiprir lealmenle durante a
gurra, Como tem conscienciosamente cnmpfldo
durante a paz, os deveres internacionaes, que a sua
ueutralidade Ihe impo .
Afrmando ao imperador que ella fara res-
peitar e*aa neutraldade por todos os meios ao
seu alcance, V. M. foi interprete fiel dos senti-
raentos nacionaes,
Nao ha sacrificio para que nao estejamos pre-
parados e resolvidos para manier e para defender
as nossas instituirles livres, a honra e a existen-
cia da patria.
O vosso governo tomando, sob a sua respon-
>ab:lidade as medidas que julgon necessarias em
circumslancias excepcionaes, cumprio oseudever.
Nao se enganou contando com o nosso patriotismo.
Quarenta annos de urna prosperidad^ de que
a historia offarece paucos exemplos; liberdades
que a maior parle das naeoes nos invejim ; glorias
que por serein pacificas era por isso sao menos
brilhantes, dio a medida que um da de abat-
ment poderia comprometter.
Ha veis dito, Sire, que a Blgica est ueste mo-
mento sujeu a urna graude prova; mas ella
guardn as virtudes cvicas que, com auxilio da
Divina Providencia, a preservar?mn'oulras pocas,
e que a elevaram tan alto na estima das naguas.
Pela sua sabedoria, pela sua energa, e pela
pratica leal da sua neutrahdade, saber ella sar
mais forte e mais gloriosa da crife que a cerca.
Sahir principalmente pela uniio de seus
filhos, os quaes. quando se traa da existencia da
patria, nao tero nunca sena > urna alma, e um
nico grito.
Viva a Blgica independenle,
Viva o rei.
ROMA.
A Na^do, de Lisboa, resume assim as noticias
de Roma
Fallemos agora de Roma, da capital dos ca-
iholicos:
Pi IX gosa perfeita sade.
Apesar da perturbacio geral da Europa con-
lnuam os trabalho3 relativos ao concilio. No dia
9 houve urna conferencia dos cardeaes presidentes,
parase porm de accordo acerca das materias que
se hao de tratar as prximas congregazoes, que
comezaro brevemente.
Roma est tranquilla, todos os estados pontifi-
cios gosam de paz. Se de fra nio vierem per-
turbadores e sicarios, dii a Uail Cattolica, estao
certos que do interior nada haver contra ordem
publica.
Continuam a fa:er grande impressio os reve-
zes soffridos pelos franceses, especialmente quando
se considera que coincram com. o abandono de
Civitta-Vecch:a, que significa o abandono do papa
revolucSo.
Segundo urna carta de Metz, quando nos alto;
cir.'ulos militares se disse que Boma a ser aban-
donada, rauitas frontes se enrugaram, e nio faltn
quem dissesse: comezamos mal, seremos bati-
dUs.
Podemos as=egurar aos catholicos^ue o
papa, humanamente fallando, nio est abandona-
do, como se diz. Se lerdes os peridicos italianls-
simos, conhecereis que proporpio que crescetn
as victorias prussiana-, diminue em toda a impren-
sa i aliana o clamor contra Roma.
Nos temos grandes razoes para deplorar a
buuiilhazio e os males da Fraoca. porm nio te
mos nenhuma para temer a victoria da Prus-
sia. Nunca depositamos a nos*a esperanza na
aguia de Bonaparle que formn a Italia de hoje ;
esperamos so em Deus qae tudo faz para bem e
ludo dspoe para o bem da sua igreja, en ja cabeza
visivel o bispo de Roma, o papa, nosso rei.
Em Fcoreiiea e as altas espheras ha graves
receios, porque s bem que teem contas com o
vencedor de Napoleio. Aqui sabem-se estas cen-
sas eoutras que, pelo lado poltico, nos teem mais
tranquillos do que o geverno de Florenza-
Pi IX ha de ver o triumpho.
HESPANHA.
A situacao da Hospanha toma todos os das
um carcter mais grave. O partido republicano
agiu-se e das suas ultimas reuniio deprehende-se
que os trahalhos esto j muito adantados para a
proclamacao das novas instituizoes.
Entre os actos praticados pelo directorio desle
partido, que ltimamente se tem reunido activa-
mente encontra-se a seguinte proclamazao, que
fot publicada nos jornaes, e espalbada profusa-
mente :
Aos seus correligionarios republicanos teda-
raes: Estam is alravessando ama das grandes cri-
es porque wle passar um povo. Em tio supre-
mos instantes coavm enearar cora a face serena
os snecessDs e nio se deixar levar pelas impres-
ses do momento. Um pa-so dado en falso com-
prometteria aao s a sorte do partido, mas tarobem
a da patria.
< As nossas ideas sao hoje a esperanza de todos
os que amam ?. liberdade a o progressp. Urna mo-
na rchia que nao se pode realisar em dous annos,
e-tando tranquilla a Europa, mal se ha de poder
realisar no meio da conllagracao geral dos pn-
vos. A repblica apresenta-se j como urna ne-
cessidade aos olbos de todos os partidos, e o nosso
triumpho certo, sabendo nos irmanar a energa
com o socego, o enthusiasmo ota a prudencia. .
Esperai tranquillos e apereebidos os avisos e
os eonselhos dos homens em qnera puzestes a
vossa confianza. Seguimos cora escropulosa si-
lencio os acontecimentos e velamos sem cessar
pela causa da repblica federal, nica, bandeira a
que viveremos e morrereraos abracados. Tende
por seguro qae, quaesquer que sejam as circuras
tandas que sobrevierem, na) faltaremos ao nosso
dever nem ao nosso posto.
Republicanos f tderaes, sem organisacao nem
disciplinabem o sabisnao ha nem partido nem
triumpho possiveis. Esperamos muito da vosa
decisao e da vsssa energa; mas, por agora, es- p
peramos tudo da vossa sensatez e do vossa patrio-
tismo.
Sade e repblica democrtica federal.
Madrid, 10 de agosto de 1870.F. P y
Margall.Eslanislau Figueras. Emilio Cas-
telar.
PORTUGAL.
De Lisboa escrevu o nosso correspondente, o
seguinte:
a 27 de agosto.Os jornaes de hoje publicam a
seguinte allocugio do marechal presidente do con-
selho de ministros ao general commandante da
divisan, aos generaos commandante? de brigada e
aos chafes a offlciaes superiores dos corpos da
guarnirn :
Meus camamilas e amigos.Dotado pela Divi-
na Providencia de orna coragem nunca desmenti-
da, ha comtudo ami idea que me horrerisa. Eu
seria o ente mais infeliz desle mundo se a miaa
conscenca me aecusasse de haveralguma vez fal-
lado fideiidade, por inferior que fosse o indivi
do com quem tratasse, quanto mais com o meu
rei.
Os inimigos da situacao, que parecen) mais os
inmigos da patria, porque nao se pejam para nos
guerrear, at de empenhar todos os meios para
assassinar o crdito nacional as prazas estran-
geras, nio duvidsndo qual ser a sentenza, que a
nagio vai pronuociar no dia 4 do prximo setem-
bro entro nos e elles, lanzara mi de todos os
meios para nos desacreditaren), para espalhar o
terror na cidade, annunciando a pertarbagio da
ordem publica, e n'uma revolta, para obrigar a
el-rei a abdicar e proclamarem-n'o regente.
Nao rae admirara os seus manejos, mas sim o
esqaecimento dos tactos, praticados por mira do-
rante 65 annos de servicos, fclos que constante-
mente provarara a mais acrisolada fideiidade a de-
dicagao, a mais completa abnegagao, sempre que a
dyna-tia da casa de Braganga o exigi.
< Quas nenhuraas relagoes tinha tldo com o
conde de Peniche, boje marquez de Angeja, antes
da minha ultima volta a Portugal.
Hoje conhego-o a fundo, e dorante todo o
tempo que tem decorrido al hoje s tenho encon-
trado nclle a mais exacta e escrupulosa fideiidade,
0 perfetto homem de bem, um cavalleiro com-
pleto.
Todos sabem aagitagao que por rauitas v-z.es
perturbou a ordem publica na capital antes da
minha llegada a Lisboa, todos coohecera igual-
mente o socego que desde entao houve, socego a
que o marquez de Angeja se comprometteu para
comigo; e cumprio religiosamente a promessa.
Posso assegurar que a ordem publica nio esr
perturbada, e se o fosse, nos todos fariamos o nosso
dever.
Nio convoquei esta reuniio por imaginar que
os meus caraaradas nao faziam justiga aos meus
senliinentos, mas para Ibes dizer que espalhaudo
03 iuimigos da situago qne o marquez de Angeja
aadava em meu nome convocando olliciaes para
uraa revolta, poder-lhes affirmar com a mi na
conscenca e com o termo mais forte que encon-
trei na lingua portugueza, que :mentira.
Quaesquer que fossem as perturbagoes da or
dem publica, considero a guarda municipal sulli-
cente para a manutenga da ordem ; e se, caso
negado, o nao fosse, todos nos, e eu o primeiro,
Ihe prestaramos o nosso auxilio.
a Estejam, pos, tranquillos os habitantes de
Lisb.\, porque o duque de Saldaoha que nunca
faltou ao que prometteu, Ibes assegura a susten-
tagao da ordem publica porque conta com a coope-
r.ign de todos os seus camaradas. >
Como de presumir esta allocucao tem sido
alvo de asperrimos commentarias das folhas da
opposigio e assumpto para muitos elogios dos mi
nisleraes.
Efftctvamente alguns dos commentarios tem
fundamento. Por exemplo a tribuir a conserva-
cao da tranquilldiJe publica vonlade e delibe-
ragio do marquez de Angeja (conde de Peniche) e
nao ndole pacfica do povo de Lisboa ao respai-
lo s autoridades prudencia e vigilancia da pol-
tica, parece dar-se a entender que estamos n'um
paiz onda um s bomem p le, a seu talante alte-
rar ou conservar a raesma orden publica: fazer
a chuva e o boro tempo I
Por outra parte y-se o presidente do conse-
Iho, o marechal do exereito, o ministro da guerra,
convocando os, seus subordinados e inferiores na
hierarchia militar, e protealar-lhes que cumpria o
seu dever, dando-Ibes conta dos seus a Has, o que
s deveria fazer em cortes por ser isso mais cons
titaconal e rasoavel.
Na noute de 24 para 2N do correte, o com
mandante da guarda municipal de Lisboa, o bario
do Zzene tomou sufficientes p ecauges exagge-
radas ou necersarias, mas em todo o caso impor-
tantes para que a ordem nao fosse alterada.
Uns dizem que foi tudo de accordo com o Sr. Jos
Das Ferraira, ministro do reino e que o governa
dor civil de Lisboa, conde da Leuzan nao teve o
menor conhecimento de tas precaugoes, pos
todos o viram no passeio publico noute, gozan-
do o fresco entra o povo com a sua familia, quan-
do na sua qualidade de chefa da dininitrarao
e da polica deviam taes ordena ser, por sea in-
termedio transmitidas guarda munieipal e po-
lica civel.
< O resultado d'esla dosconsderagio foi de-
miltir-se, bem como o secretario geral, D. Luiz
Mesquteila.
a Entre o marechal Saldaoha e bario de '/.<-
zere parece qne tambem na dia seguinte aquellas
evolugSs nocturnas da guarda municipal, hou-
vera de-aguisado.
A Revoluto de mato, folha dos partidarios
do ronde de Peaiebe e que nSe puderam ver o
bario de Zzere desde que porta do centro re-
formista na roa Nova do Almada, elle os fez dis-
pensar com toda a sem cerimonia e dellberacao,
conta que o marechal chegara a chamar covare
ou traidor urna alta autoridade, cujo nome nio
declaron, mas do resto do artigo qae lera, por
Tpigraphe O estado de sitio, Infrase qae
al lude ao brioso ovlente commandante da guar-
da municipal. E' preciso advertir que, nem o
| marechal perdera a presenza de espirito para di-
rigir taes palavras a general bravo como poneos,
i nem que a tal ponto se esquecesse, o qae incri-
1 vel, o bario ootiria taes objurgatorias fosse de
l quem osse. A verdade esta. A intrga, po-
rm, do chamado partido de acgo (amigos do
conde de Peniebe) contra o bario patente pos
se conc+tie all deixando ver que elle se demittir.
Ora estes recejos de alteragao da ordem pu-
blica refcraw-se ao boato que corren de quesera
pedida tualtuariaraente a abdicarlo do Sr. D.
Luiz I, ficaado o marechal regenta do reino.
a Pelos protestos de lidelida lo dynastia que
se l:n na alinear) dt marechal Saldnha, cnlne-
se qae de taes b tatos se iraton effec'.ivamanle,
que para prevenir esses snppostes acontecimentos
se tornaram as precaugoes policiaes a que cima
alindo. Esa.'* boatos 'foram pelo Jornal do Com-
mercio, pela R'volunao Je Setembro, pala Gazeta
dn Povot pelo Dtr.no Popular, e mesmo pelo Dia-
rio de Noticias, apesar de toda a sua iserapgao
partidaria, postal a (oda a luz da pnblicidade.
Sa houve tal plano, s so deu vullo byperbolico
a uns clubs republicanos que funecionam em Lis-
boa com rauita potras adherencias ao que se diz,
se tudo isto aao passa de invengio e manejo oppo-
sicionista para aetiar no animo dos eleitores,
agora qne estamos a porta de urna eleigilo geral
para deputados que daver realisar-se a 4 de se-
tembro, nio posso ao certo allirma-lo, porque o
nio sei. Diz-se lodavi que urna par' do gabi-
nete, oa.Sf-8. Josa Das Ferreira, e Luiz da Cmara
Lame (ialstro da maiinha e interino das obras
publica) fnzem e tem feito oceultos mas enrgi-
cos estfeos para que o raarachal sa dpsgoste e-
largue p poder, emquanto o marechal de accordo
com o donde de Peniche (marquor. d'Angeja) e
oulros lamentos, procuraran) desfazer-se dos
seas ealegas.
Eoi-etanio a folha semr-ofllcial faz as mais
ampias e explcitas declararas de boa harmona
entre todos os ministros. Na allocacio do duque
de Saldnhi, confiase toda a sezuranga contra
quaesqer manejo revoltosos na guarda raunioipal
de que commandante o bariio do Zzere, e a
mesma folhe offlcial nontem a ooute annunciava
como realisada a partida (bontea mesmo) do mar-
quez de Angeja para Bruxellas odo vai oceupar
o lugar de plenipotenciario de Portugal.
Realmente o meio de todos esias contradi-
Zdes, cusa a destiogoir a verdade para se apu-
rar nma narrativa imparcial e digna de ser lida
por quem nio faz poltica de *orna viagem como
sio os nossos con patriotas residentes nesse impe-
rio, t) qne parece mais certo que o chefe do
estado esl cangadissimo de todas estas contradi-
roes e desojara formar nova situar o.
Parece que o marechal encarregara o Sr.
Quintino Lopes do Macedo, offlcial distincto do
exercto e anda prente do bispo de Vizeu, de ir
a provincia convida lo para fazer parta do gabine-
te. Parece que estas deligencias foram baldadas
e que o Ilustre prelado recusou terminante-
mente, como de primeiro havia recusado semelhan-
te convite do marechal. Oxal que as eleigdes se
fagam incruentas, e que os horisontes se esclare-
gam depois do parlamento reunido. Estes sobre-
saltos internos, mas de todos os das, reunidos ;
paralysig"*! quo a guerra do Rbeno produz em
todas as twnsasedas, eoostituem am mal estar que
se domnela no movlmento do pequeo e grande
commercio.
A desordem intorna em una conjunetura
como a actual pengosissima para a independen-
cia nacional. Nao veera i>lo os orgos das parcia-
lidades, pois nao ha memoria de lio farozes invec-
tivas como as que actualmente se trocara entre os
jornaes das differentes cores
t Aqu vai um speciraen. Este do Popular (da
tarde de hontera) orgao do gabinete contra os da
opposirlo e especialmente contra o duque de Lou-
l, chefe do grupo histmee :
* Vele na frente da turba-multa o duque de
Loul, esse homem cuja vida bem conhecida,
desde que foi abusar da gsnerosidade com que Ihe
franquearan) outr'ora as portas do pago, al que o
povo de todo o paiz o aecusou de haver envene-
nado o sen rei em prnveito da mais srdida ambi-
cio, para por na cahega de seu ttlho a corda, que
voz publica, pretender assaltar pelo caminhodo
crime !
Nao o dizemos no?, di-lo'a npiniao que falla mais
alto que a nossa voz.
Com este homem e com esta raga nao oodia o
duque de Saldnha conviver, porque em quanto o
duque de Loul, nos excessus de nma mocidade
desregralairreverenciava a casa do soberano por-
lugue.z, offerecia o duque de Saldnha s balas do
exereito deBonaparte aquella peito honrado, a
gniava com nobre exemplo na senda da gloria o
povo e o exereito; ao tempo que a raga maldita
dos Louls as fileiras do francez expuUava do
throno de D. Joio IV o rei de Portugal, e metra-
Ihava seus irmds para qne deixassera escrava a
patria nos grlhoes do invasor!
E ao lado desse homem cynico esio aquelles
que esbanjaram os dinheiros pblicos para obter
do exemto o predominio que pertence ao soldado
mais graduado e mais valente, ao mais honrado e
mais querido, que o exereito conhece do campo
das batalhas e dos aliares, nde se consagra a glo-
ra de um paiz o louro colhido pela mi dos h-
roes-----
Ahi vai outra amostra. E' da Gazeta do Povo
(de hentem) orga do partido histrico, analysando
a allocugio do marechal Saldnha :
Este documento notavel, denota, como j ds-
semos, oo rematada demencia on desaforado cy-
nisino. -
A pilavra mentira, que o marechal ampregou
no seu discurso ple ser applicada quasi ludo
que sa encontrs no mais inepto documento, que
homem publico tem assignado.
t Comi-ga o marechal por fallar da sua nunca
desmentida coragem de que a Divina Providencia
o dotou, como se alguem tivesse esquecido aquelle
celebre dia 3 de julho de 1828 em que elle em-
barcando precipitadamente ne Belfast deserlava
do campo da batalha abandonando s forgas ioimi
gas os seus corapanheiros de armas, que s bra-
vura e lealdade do valente Bernardo de Si Noguei-
ra, hoje marquez de S da Bandeira. deverara nao
ser todos victimas das iras de um populacho rude
e ignorante, e das balas dos soldados de D. Mi-
gnel. _. .
Eolio essa Providencia Divina que o mare-
Shal, como bealo hypocrila que esta constante-
ienta invocando, nao n protegen, e foi a coragem
de qne elle boje alardea, desmentida em momento
to solemne no qual mais do que nunca ella era
precisa. *
a o resto no mesmo estyllo. E' adraravel
como se nao pens i ao menos cinco minutos antes
de chamar covarde ao marechal que a nossa histo-
ria contempornea acclama invicta, e se acoima de
envenenador o duque de Loul, quem a familia
real porlugneza tem dado sempre os mais inqui
vocos lestemunhos da plena confianza que mere-
ce a mais provada dedicaco.
Que espectculo este para os estranhos e sobre
tudo" para os nossos vsnhos hespanhes que, es-es
teem lempo e mesmo todo o inleresse de nos estu-
dart
isto assim impossvel.
Atlfouxam-se todos os viaculos moraes e a con
sequencia pie ser fatal I !
t a noute de 14 para 25 deste mez, quando se
espalhou que seria alterada a ordem no sentido de
se edagir o rei a abdicar no principe real, o nobre
marquez de Sida Bandeira, um dos chefes do part-
< dicar, nio assignasse papel alguno e resistisse a
< qualqaer eoaegio, porque lados os bons portu-
< guezes estaran) contra, e nesse caso elle mar-
quez oslara a seu lado cora o exercilo e o povo
que o quizesse acompanhar na sustentagao das
< instituizoes.
Accrescente se qne estando no pazo nesa re-
casiio, o ministro da marrana D. Luiz da Cmara
Lame, 6 marquez Ihe fallava no mesmo sen-
tido.
Sobla epigrapha de Conspirarlo, o Diario de
Noticias] que desoja timbrar de iinparcial compen-
diou hmtem ludo o que as outras folhas tinha re-
lagao com o assumpto.
A revolugo de setembro de J3, orgio do par-
tido regetierador diz a este respailo que a sor-
preza j impossvel; que nao arrancaran) de el-
Re urna abdieacio protestado por amor dynas-
tia, por que essa ablicagao seria o sigua I pira em
Madrid sp proclamar D. Carlos a estabelecer aqui
urna regencia que sera oxercida por quem coagis
se o re, apolanasse o caminho para guerra civil
e perda da nossa independencia ; afiirma que nio
procura pretextos de opposigao ; que expliquen)
urna assjgnatura qne quizeram exiorquir ao exer-
eito ; quem foram os offlciaos que adherirn), e
quaes os que recusaran. Que o que assusta a
capital, a que faz tremer pela nossa sorte, foi o que
urna commissao compasta Je coinmercianles res-
pe lavis, eslranhos a loda poltica, mas interessa-
dos na independencia da sua patria, ouvisse ao
presidente dn conselho, romo quarendo preparar
os anraok para seenas da morte nacional, tristes
consderagoes, pond-rages estraohas e fataes
prognosticos.
Concias qae oio quer mais assaltos ao paco ;
pede que reprmalo a anareba e nos deixem po-
bres e inlepeudentes com o nosso rei, pois ha no
governo quem saiba o qne ple ura povo afilelo,
e que hoje nio virio tres nagoes livrar o marechal
como vieran em 1847.
o A Revolucao do da 2-"> dera alarma sobre a
supposta ou prpjectada conspirscio, declarando a
patria em perigo, e dizendo qne corriam boatos
sinistros; que el-rei est informado de tudo e de-
liberado a resistir; qae se precate o povo, pois se
se commetier o premeditado crime, o paiz se le-
vantar como um s homem, porque a patria, a
vida e a fazenda que defende. Pede qnear-
nem todos como poierem, e conclua assim :
Temos tolerado a dictadura; mas nao ule-
< rareraos a venda da patria, anda qne nos pro-
mellara todas as grandezas.
Por outra parte, o Popular (governamsntal)
ameaga a lodos qnantos se pi/esiassem qnoes-
quer tentativa de sublevagao no sentido republi-
cano on noutro qualquer subversivo da ordem
publica. Que o governo, fiel ao rei e patria,
punir com severidade os que desacataren) a
leis do Estado.
< O general Frederico Leio Cabreira (vsemele
da Faro) escrevia ao Jornal do Commercio urna
carta dizendo ser completamente falso que o du-
que de Saldnha, iyp> nobilissimo de honradez,
patriotismo a lealdade consiiiuc'ooal, fosse chafe
da consoirago. Declara o visconde qne honrase
De ter sido companheiro do marechal nos actos da1
noute de 19 de maio para salvar a patria da anar-
cha, e consolidar a autoridade regia. Que a sua
divisa re, patria e liberdade e eonclne afflrman-
do sob sua palavra de honra (e todos conhecem
em Portugal e na Asia portugueza a que ponto
ebega a honra do geueral Cabrer>) que calum-
niosa a noticia nao s cora respeito ao marechal
como em relacio aos seus companheiros no rao-
vimenlo da alludida noute e que falso o indigno
do crdito que os dignos militares portugnezes de
todos os graos e classes *e conformassera on sejarr
capazes de confirmaren)-se com as malficas e
van lale is ideas da tio torpe, criminosa e anti-
patritico conspiragao.
Para ahi Acara pos os princpaes tragos da
situazio. O bom senso do loilor que ajuize. A
verdade, em tudo isto, anda muito mascarada pela
paixio |)ohtea. As eleizoes esli prximas, as
faeges m Hespanha intrigon, coran se fartou de
intrigar a do duque de Montpensier, um dos can-
didatos ao throno de Hespanha. Talvez que de
lodos osles elementos, e da mais alguns que ho/e
seria mepos fundamentado citar, se possa colber o
que ha de verdadeiro em todos estes planos sup-
pestos i| reaes. Entretanto, i-to mesmo pessi
mo em todos os sentidos.
Temi-se lido cora muito interesse em Lisboa
o pamphlatoDiis palavras sobre a candidatura
de S. M.elrei D. Fernando ao throno de Hespa-
nha.
E' vhz publica que esta pnblicagio poltica
foi, seno escrip'a, pelo menos inspirada pelo
proprio duque de Saldnha.
a Lan;a-se era tolo este escripto a responsabi-
lidade, anda qne remota, dos actuaes snecessos
que tantis victimas e sacrticios tm custado
Franga e Prussia, aos que aconselharam directa
ou indirectamente ao Sr. D. Fernando que nio
aceitas* a corda de Hespanh*.
votos para que S. M. aceite anda, se anda
d^ reconsiderar, affirmanlo em sua con-
jue o tempo vira a demonstrar-lhe o
i erro qne os seus conselheiros o obriga-
comraetter impediudo-o de a aceitar em
lempo
ooslo
grand
fam a
1869.
Qua| reconhecer tambera que no throno de
Hespanha poder melhor do que por qualquer
outro modo prestar relevontissimos servigos
sin actual patria adoptiva; e quando o povo
hepa|ihol comegax a sentir os suave9 effeitos
da sai benfica aegio magestaiica, e quando o
povo porluguez se convencer que os temores
ibricos eram nma patranha, el-rei ver como
ao seu coraco ser grato o ver elevarem-se ao
< alto do seu throno os sinceros agradecimentos
e argentes votos de dous povos que S. M. ter
sal aao do abysmo, e cuja historia transmittiri
a posteridade o ssu nome abencoado por Dens,
bemdlto pelo povo e cercado de urna aureola
da gloria immorredora.
Quanto sorte de Portugal no destecho da
actual eampanha, estabelece tres hypotheses, qne
dependem da solugo que tiver atquesto hespa-
nhola:
Eleigo do principe Leopoldo da Hohenzol-
i-
lern;
< i
> 3
das pelejas da independencia e da liberdnde disse
ra a el Rei que-: Se podesse dar-se a eventua-
t lidade de se raalisarem os boatos qne cireotam
. no pobKea de qaerecem constraager S. M a b-
Proclamacao da repblica;
Eleicio-do duque de Montpensier.
Acha que esta, a 3" solueo a menos prova-
vel para a Hespanha, mas que equivale para Por-
tugal a urna terrivel invasio hespanhola. Porquo,
urna vpz proclamado rei, o duque de Mou'pensier,
invade necessariamenle Portugal, porquanlo, para
se vestigar da familia real ponugueza, como tam-
bem para se poder manter no throno de Hespa-
nha, precisa de fazer a annexaci) de Portugal
como um acto com que grangear as sympathias
3ne ni > tem no povo bespanhol, e cora que, se pe-
er desfazer da parte do exereito e da milicia
que Ihe nio seja favoravel-
Quanto prmeira solugio presumvel, a
eleigao do principo Leopoldo de Hohenzollern para
o throno de Hespanha, depende, diz o aatoc ano-
nyrao do citado pamphleto, de que a Prussia ga-
nbe definitivamente a eampanha ; ma ganhando
a Prussia e perdendo portanto a Franga, a rep-
blica com todos os seus horrores invadir com-
pletamente a Franga. E ueste caso o principe
do rformitfA, foi ao pago d'Ajuda conferenciar com Leopoldo ter assai forga para se manter no
o Sr. D. Luiz I. Parece que o ilustre mutilado 'throno de D. Fernando, e obstar a que a Hespa-
nha se torne tambem m repblica ? Nio o p-
dennos prever; s o que dizemos, -continua o
publicista que redigio ou inspiren o alhrtido
pamphleto) que se o prncipe Leopoldo de Hohe-
zollern tiver essa forga, enlio Portugal asta sa'*':
se a nio tiver, a repblica nma vez proclamad*
em Hespanha invadir immediatamento PcrtOfal.
nio porque em Portugal haja um partido repu-
blicano j asaaz poderosa para com o sao axil><-
ajadar os republicanos hespanhes mas porqur
em Portugal nao ha forga sufftcienie para resisir
essa invasio de barbaros* qne virian necessaria-
meote por >h\ abaixo assolar, com os seas in-
guinarios eosturaes, este pacifico povo portngnaz
que nenhuma culpa tem dos erros a da inep-ia
dos seus governantes, que nio souberam prever e
acautelar o futuro.
Ponderando a hypothese da Franga fiear
cedora n'esta lula (o que se nio podo com funda-
menta ciiojecturar anda, mas que erafim innito
possvel mesmo pelo estimulo dos seus heroicos re-
vezes), quem sabe, diz o mesmo notavel tmelo..
se as noticias que o telegrapho nos transmiltio &9
que a neutralidad da Hespanha fra comprada
pela Franca, a troco do seu. con sen ti raen lo na an-
nexazao de Portugal, serio apenas mais urna
d'essas invenges com que aPru-sia lera procu-
rado, desde a declara gao da guerra, compromet-
ter o gabinete das Tulherias com tolos os outros
gabinetes, ou se serio urna verdade bem triste
para nos.
Bem sabemos, contina, que aislo nos res-
pondern) uns tantos caturras, que j assim o ou
viram dizer desque nasceram, que a Inglaterra j
mais consentira na perda da independencia por-
tugueza, em qualquer das hypolheses que fteam
indicadas, ou outra.
< Suppondo que ossim seja, e que a Inglaterra
qnebra a resolugo que depois da guerra da Cri-
mea, tomn de nio tornar a iotervir com os seos
exercitas de trra as questdes europeas ; suppe*-
do que em nosso favor esteja disposla a fazer >
3ue nao fez pelo rei do Hanover que era oriunda
a familia real de Inglaterra, pelo rei da Dina-
marca, tambera alliado pelo sangue aquella fami-
lia ;quem, ao lembrar-se das proezas do exer-
eito inglez na guerra da Pennsula, dir que o au-
xilio de um exereito inglez nio ama verdadaira
calamiiade para Portugal, principalmente no qm
respeita sua industria, pos que os iaglezes ob-
servaran) rigorosamente o seu systema de destruir
todas as fabricas ?
< E quando nos aeharmns no malo de qualquer
d'essas calami iade que todos estamos reaiawh
ver brotar muito prximamente (Note-se que o
autor do folheto fallando d'esta triste emergencia
est em contradigan c imigo mesmo quando n'eu-
tra parte do mesmo escripto diz qne os temore*
iberios sio mera patranha !)
Quando a Hespanha e Portugal sa virem na
fondo do abysmo lulando braco a brago com os
horrores da repblica e do socialismo, oo com in-
vasio hespanhola: que enorme responsabilidade
nio pozar sabr aquelles que podam ter evitado
lodos esses horrores, acon-elhando el-re o Sr. D-.
Fernando a aceitar a coia de Hesqanha, a qne
pelo contrario o aconselharam a que a nio acei-
tasse?
Que rigor-vas n) devera ser as contas que o
povo ao despertar do sen lethargo a vos da inde-
pendencia perdida e da prosperidade publica des-
truida, tem direito a pedir a esses desleaes con-
selheiros.
Nio me dilaarei em mais ampios extractos,
ainda que o escripto realmente os merega, porque
se inteiramante nem todos podem concordar ama
doutrina, a todos os respeitos singular pelo
valor das revelagoes e Distara da debatida e para
Portugal muito inieressante qnestio da candidatu-
ra ao throno hespaahol, a qual, pela recu-a do
rei Gulherme da Prussia s exigencias exagera-
das da Franga, a proposito da candidatura Hohen-
zollern, tio directas e prximas relagoes tem com
a guerra actual.
Sobre a candidatura do Sr. D. Fernando, tras-
tada a prmeira tentativa, por falla de boa diree-
ga i diz o pamphleto e desenvolvdamente o de-
mon>tra, reservaran)-so os hespanhes para me-
lhor occasiao; tanto isto verdade (textual) qne
el re o Sr. D. Fernando, apresseu-se em cootra-
hir e tornar publico o seu matrimonio coro ma-
darae Hensler (qne f entao o rei da Prussia li-
nda elevado ao titulo de condessa d'Edla), imagi-
nando assim que de urna vez para sempre os hes-
panhes perdern) depois" do tal casamenta toda a
dea eo desojo de o elegerem rei da Hespanha.
Lembrados estario os nossos leilores do qoe
.lies disse, aesle respeito, como opiniio individual,
logo depois de casamento alludido, e vatio que
ueste ponto ha conformidade, era nutro poda t-er -
o motivo qua apres^ou aquelle matrimonio.
Este pamphleto visivamente deu-se a estam-
par para motivar perante a o nio publica, o tac-
to, um tanto inesperado, de andar o presidente do
conselho de ministros, duque de Saldnha, tratan-
do de convencer o Sr. D. Fernando para que acei-
ta o throno de Hespanha, mas t eom a assistni-
cia e consulta de algumas notabilidades poUuaaa
(como lhes contei na minha ultima) mas que aao
tem o carcter preciso para resolveren) a queeia
se ella de interesse nacional, ao mesmo passo.
que apenas se trata de um acta meramente pessoal
"o Sr. D. Fernando, enlao nopportuno qne o
chefe do gabinete portuguez em tal questao sa in-
trometta efflcalraente.
t Correu a semana passada com a maior insis-
tencia em Lisboa b pensamento de qua (pesar
das declaragSo? de Mr. Gladstone, e do faci re-
cente de ser garantida a independencia e neutra-
lidale daTlelgua em um novo e mais solemne tra-
tado, exigido pela Inglaterra) nio deviainos cou-
flar apenas em taes garantas e proraessas diplo-
mticas, d'uraa nagio utilitaria ao extremo, e que
nio est disposto a gastar ura schdling ou ura ho-
mem em queslio de que Ihe nio resulte proven.
imme lalo.
N'esta presupposto aventou-se em alguns or:
culos a idea de qoe devamos estrellar alliancA
mais ntimo com es Estados-Unidos da America.
e que, se um dia a fatalidade levasse Portugal ao
terrivel dilemraa de ser subordinada pela Hespa-
nha, ou tomar urna d'essas resolugdes arriscada*
mas supremas era que 'as nagoes jogam os seas
destinos, enlio se declarasse estado federal, km.
independenle, com as snas leis, usas e tradinJes
ligando-so a confederacio norie-americana. Mo
porm s no ultima lance. Esta idea nao tora
por ora tido grande echo, poique a opioiao pnbli-
oa antes qner abracar-se s tradigde?, do qoe
aventurar-se em novas perspectivas de nm modo
de ser politieo de que algnns afflrrnam nio se po-
deria mais de futuro retroceder.
No diier d'esses, da escravidio e sujeigao a
Castella poda esperar-se a redempgao, e o oa d*
emaneipagao nacional. Do estado federativo nma
nniae americana por nm acto voluntario e expon-
taneo dos portnguezes, nao se poderia recnar. A
nacionalidade (icaria fusionada com a dos outros
estudos federaos, e perdida rreraissivelmenle.
< Para uns, coma ultimo caso a extrema eomli-
Zio. surri-ihes triste muito a idea de ura si ITi i-
meoto e martyrologio longo como o da Polonia tio
digna de sympalhias mas nunca desesperada de.
urna restauraban mais ou menos remota. Para
outros, urna lal resignacio apenas poesa, e d ,d i
tal eventoalidade, nio provavel, mas erafim possi-
vel, o pensamento da federacio com os Estados-
Unidos, significara um tuturo praspero para a
paiz.
Os primeiros resignar se-biam a ser ascravisa-
dos e subjugados por Hespanha, comanlo i
seus natos ou bisnetos podessem um da renovar
os lances gloriosos de 1640 e recuperar a indi
duadade nacional e independencia na sua maior
plenitude. 03 segundos mais pojiwvos, preferiran


P.r..mUM
Sabba lo 10 di
ibro de 11
ligada pon

'
a 4.1
recurso
pal
exp
aun *. UM Ax
m-;,
Itaii
mi
U\J.S e
ra, uraa
pesaran-u (jiih veja o casal
E* cnveoiente, porra, ir
aro era terrores pnico
tades, |n r que se Uta tnneig
- *in%.
^^p sem assotn
Kas panibili-
i seria i>i oixar que a aseio losse a p<#a***
par inepcia o alaxaco.
27no //2 ^to.Altane*.Anta o priaariro
)* id lo, a noticia que sq neceo rio carpo da mi-
nas r irrcspomleucia le se ter insubordinado 0 ba-
Uttio de cagaderos n. i na ilhi da Madeira, pan-
gando a existencia da coinniamlaulf, que retiro
para Lisboa. 0 pretexto ou motiva da re valia foi
uw-1 '| do ijcpi era seria e o governo mandn vir da ci-
nade da Guarda o luulli> de cagaderos n. 12, qne
>a parti na Mmr Alindrllo e corveta Duque de
tntmrllapara a Madeira para render e balalho
de caladores 11. 1.
Iterere-se ama f ilba desta manhin a terem
sido di projecto n.i reforma da exercito encarre-
giJas m ir*. Claudio de Chahy, najor de infama-
ra e 'Ja^Uao do Matado, cpilo Je artelheria.
Estes militare c nuplelaran o seu Irabalbo, de
que, eoi seguida azorara entrega ao duque de Sal-
naiina, ministro ua guerra, a auai quiz ouvir so-
bre rinnieaitiio pr;t es-o ijni mna uaumiis-oV campo-U
dos Sr*. Augusto X ivier Paimeinra, general de di
riso; Casimira lianevenato, general de brigada.;
Jua 1 Leandro Valladas, coronel da caladores o ;
e Floculado Piotu, tenante-coronel de arliihera.
Antes do hontein uistalloa-se a cwnrassfio no mi-
nisteri da guerra, e quand > eslava para dar prio-
pi aos Iratetaos apparecaram na sala da* con-
ferencias os Srs. Cnaby e Macado, portadores de
ara jirta do inarachal para o su cliee de gabi-
nete, incumbida esle de participar ao presideute
da 1-1 nmissae ijne > reforma do exercito seria fai-
t n 1 parlamento, e nao era dictadura e que vis-
la disto se desse a eommisso por dissulvida, entre-
gflilj,!! o hi'oj rto de reforma a seus autores o qne
loga *e earapnr.v
i olauo elevara a qnasi IS.iXX) homen* a
fe.'ij do esemt era \ Je guerra, aliu da ana
i'M'ivM. K:) .eiDpo do pai ri estaa o exercito
r.iuiid dni'aoie ir es iner.es, senda licenciadas
lili- .as praxis de pret nos nove mez-w restantes
de da anu. Os offlclios e o(Q;iaus inferioras
ra'ii durauH esso lempo destinados a perorrer
as pivnliias Ji reino para ah ensinarem ao*
in*in:eiis, duracte 4 Iwras em cada doiniag', os
exereMut e manobras iBilitar.-s. Extinguiafn-se
g larJa* maoicipaes de Liaban e Porto, e lodos
-' guardas liscaes das alfandegas no continente e
iln is pissand oservico das innsiuas guardas mu-
niciii.ies e das alfandegas a ser deseinpenludo por
-.,! 1 hI.m lo exercito. revesado a/iuuaimen enm
ix "ni,;!,'* naeaaanrio*. Bram tamuem aupprimi-
do; tres regiinenlos de infaniaria. resuitand. todo
M8 piano, se-rnado me aliriuam, urna economa
auiaal de 0():(X)0i0iW na minisu;rio da guerra.
Hoava b. 1aie.11 couse ho do nunislro no pajo da
Aja la. O mar |ueie Angeja e-teira maja de urna
hra eomelrei. Parece que fd.,-a faer aa suas
despedidas, aniiuneando a sua magestade a sua
partid para a llelgica para h je. So coaaelho, o
iiiareshal exiilicou-se acerca dos ultimo* incidentes
dusagradavais que se lem da lo entre elle e o seu
o -llega Jo reino, a fez selem^s protestos de Uile-
Muir ao throiio e s iiswicas do Estado Ailr-
ina-e que na folha oillcial appireeer liojo um do-
camenio .ssignailo pelo duque de Saldanlia, des
meiiiiulo os boatos aterradores que ltimamente
totn corrido.
> 0 baria di Zzere, commimhrite di guarda
iD'.iiiicipai pedia a sua exoaaraej >; mas nao Ine
fot conceba e lavrou-se logo umi portara maito
n >nrosa que ser hojo publicada no Diario dj Go-
cara*.
* Parece, pois, trau piilnado o gabinete e ad
diada s criso... por aiguiis das pelo aupas.
* Polo ministerio da nstnicgao nolica publi-
wi-sm le de reforma das escolas uormaes do
ao feninno, outra ereando um va-to instituto de
;lu*.v:u [o:ninina, ubre os lamentos mal urga-
n.ialis mas mito aipr..veiavtfis das recolliimen-
\>* da capital. Foi borneado para dirigir o aova
iastit itii o Sr. Anaetffiu Fen eif 1 Pinjo Uistos.
< lsti aoneada urna commisso -oinp-)Sta dos
. Sr-). visen,le de lastilbo, Cisas^a oCQcial da bi-
b!i"'iieca ii.ieioaal de Lisboa, Barbosa eiapragado
nn ministerio da insiruccio publica Diarte PsmI
r^ i" o!ll-;ial do ministerio da maiisna uiiramar,
Luiz Felippe Leito director da oscila normal de
-Lisboa, ai.u de regularem e dareiu exa-mcio
pmrnpta ao que se dispoz aa recente le que de-
creo'i a creacao Je bihliomacas papofama jolo
a cada nnicipio o a cada atola primaria paro-
ehial, sendo possivel.
Foi dado o titulo do Darn de Sena ao com-
nteadaeW Bernsrdino de Sena Pernaades que, por
maiosannos servio gratuitainenie o lugar de com-
mandante, do corpo de polica e depos o de supe-
rntendeate da eimgraeochimza, em Maco.
< O titulo de vMcondc de BaeUa* I i dado ao
Sr. consolheiro Candido lloitrio Garcz Palha,
distincto olflcial do exercito dos estados da india
pcrtngueza.
O de visconde de Horeira i!e Re f >i confer Jo
ao Sr. Antonio Augusto Perreira de Mello.
1 O documento do mareettai -iu ho}1; nade ap-
ptrecer ao Diario do Gowrna, urna c%rta dri-
.jrida a S. M. El Re o Sr. D. Luiz I.
Carraa em todos os joma que o Sr. Luiz
F.-ppe Leilo est nomeado chefe da reparticao de
-taiuiij. que vai ser creada no ministerio da ins-
i-ii-e.ii publica seado J uu*kial Sr. Julio de
i;.-i,lli 1, Qlho do Ilustre poeta. Nao ha fuoda-
meti'.o .ngum ofncal para esta noticia que ha oito
das sr tem repetido em lados os jornaes e nos
dreaioa mais bom informado. AlBrma-se qae u)
repanicao aao s -r creada.
Firam agraciados : cora a coraraenda de
ChristoaSr. Gaspar Antonio Yieira Gnimaraes,
neg iciaate era Peraambuco; e Or. Pedro Villar
IV bello, subdito brasileiro.
Morreu em Angra dos liis, o mais velho dos
bisos portuguez, o dessa dioces.;, 1). frai Estevao
de Josas Mara.
Para o bispado de Bragaaca foi removido o
de Gana Verde, Aires Feij.
IVatielas do sul do imperio.
CJiag.iu hoa'etn pela raanba o vapor Tocaatms,
trayendo jornaes do Rio 4a Prata at 2o de agos-
to, do Ro de Janeiro at !., da Babia at 3 e de
Aljoas al 8 do corrente.
a*o na FRATA.
\ segniaie carta de Baeoos-Ayres narra o
nido al 12 de a'go-to na repaclica Argen-
tina :
Os mivimentos m Entre-Rios parecein indi-
car a concentraco das Torcas de Lpez Jordn
niini ponto que kae facilrta.um goipo Ve mao so-
?re o Paran, anda que todas as noticias estejapn
' stes que a nincionada AuSi eM o beni
I iriilicada e caberla por tropas nacioaaes e lo-
ca"s >me aera dillcil a Lapoz operar solara alia
caih o atanor exilo.
< As guerriUusdo caudilb -tuntm os naen>
nic em respjlto e praacca-a<:s nao obstante
emive Ibes costar alguat horneas esta manobra,
.ij 1 imito !im aeatktar anda os menas de tno-
-bilidade j bastaate exeaaans.
1 Os coai mandantes nacionaos enpnieram par
lia o jogo, a agora t saliera piando precisoar-
relianhar gado,
< lodos da parta-o gavera cantara besanas i
vidade do commissario nactonal A. Benitas,
que par-ce estar na ra da forae:er ao exercito o
Qii taota falta Iba faz, rain eavalles.
'> ntiido anda no da 15, n'um encontr das
tahas ayancadas de Geily y Obes com sent de
I > i 1, estes ltimos nao paderam ser de$>
um los porque o nao estado dos cavatlos do go-
rerao nao o periMUio.
> Enitanto aa atis o ataque (ni insigoilicanle,
ao padece evidente: ent! da exage-
na avaliacao das forcas do inimigo que ata-
ctfam.
< Se/un lo as partiapaces offlaaaa, Jo bomeos
ia regiment de S. Martin a 12 hornis do 3* da
Im-ln f.iram aggredidns pop-359 a KX) rebeldes;
ros do metalo S. Mariin vi rara em pro
rara o mingo, fen-ido-lho 10 a 12
lanea, perdendo eos.nm soldado
f-rides.
ido o inimigo por ni. da ama le-
1, nao podaran dar cabo etilo por causados
la nax tpico iatfnssanle nesta parti-
0 offlcial eooMModame que, apezar
a ver bem d inirnign-aae vinJia atwar, raandoa
tjrta nao bjbb Itaaaaia aam a^etiqp 4f HO e n s.
tilo ^^^^^H
aoffl.
propoiana de por de qae dizon port^tarro Sr.
^""Ot" P9iroeil<> re *> girara nacio-
nal. CNfetfin o fir. Benita* entraria.no de eircums-
unca, awrqiia n'ama poca pruna pawada
do reqaan*) seus serreos, exhibi papei^n por*
tugneza. lato das u-tniecSes -eeretas aao f#i de,
mentiitopelo govarno aaciohal. e pndi, por Unto,
encerrar alguns pniHaa do v^r4*4e.
No mesmo Obren Nacional Lope Jordn
promulgou dous decretos um trato inromnjoilosd
para o> habitamos de Entre Ros, que nao Mbttu
at qae ponto podem eonur cora a prot ceo
do* rispas de govora.
O pnraeiro marca o dia 53 do presento mez
a cada eotreriano e argentino para alistar-^e as
(oreas rebeldes, sob pena de pastar pelos rlgpres
a (ai. Pooeo mais ou meeos sgnt3ea q j* tadas
aqoelles que ni) se apresearem estarao iutei-
ra mnre dos -pj sicarim, o qt estes pod-
rao fater anturisados por ama ln do sea chele,
j llca dem.i isirado pelo que lizeram sera esta ta-
tffrtxrin
O segando prohibe a venda de animaes para
as charqueadas o graxeria*, sem licenea eepecwl
do g isrerao (ir.visorio. as le andar, exclama iu
ganuainente o Nacional, nao ftcar nm direito,
nain prara-ilia. que oao sej o oteado au* p* pelo*
rebeldes. l}oeia saiie se preieadeaa qn* Lpez
Jordn faca* urna cama de roias aot seas ioi-
raigos I
Entretanto estas medidas de Lpez daro an-
da maiores iiroporcoes a einigracaor queja era
bstanle numernsa, e teropo que se f.ica ener
iri^camentn alguina cousa para sabir desu sitaa-
gaw espinhosa. Tal vez contrrbna para isto alguma
cousa a entrada .lo Sr. Dr. Tejedor, em substitu
eaiaoSr. Dr. 1). Mariano Vrela, qan deiX'm de
cilrdamentea pasta de esiraogeiros, porque stu
sada, gravemente affeatala, nao Ihe pennitiia
conminar em seu posto.
EaiM reorudeeiineuin da sena achaques leve
lagar eom a deliaida votapio do empresirao dos
30 milho-s de paiacoes, a como as ibdie.s achara
que o clima de Londres oprimo para curar cer
las mote ras, o Sr. Mariano Vrela se eucainlii lia-
ra para o Tamisa, para ao mesmo lempo .negociar
este emprestinio. Graio que a pequea comin-sao
ile 800,003 aataoiea, fra as evi-ataaes, operar
ara Unto enata panacea aniversnl.
Era (aanio ao Sr. D. Tejetor, o novo ministro
de estrangoiros walwoido eomo hornera de gran-
de capacidade intelleelnal. a de principias rirme*
e r.grd >s .11 p lUiiua. lya.Fualla dou suas pro vas
na Confee^a do cdigo criminal. Relalivamanle
potibea e especialmente silaaeao actual foi
contrara i iutervencao do govarna em Entre Rios
en juaniii si tratara" ; le Lopec assassno do Ur-
quiza, mas adherio completamente ao givaran di
Sr. Sanaiento_ depos que Lpez Jordn se deca-
n*u em rahetta-i. Couuado a soa aoianacio cau-
s>u urna suffrivel sorpresa, porque na balados
caadidatoa aliscuidos, nanea anhiapparecido o
sea naaae.
De nm mi'ii.siro n >vo uta eJb sanleaiMdn
vai urna disuada erurme, m.i? o p-iupoespacn
das miabas cartas ijri-a-niH a salta la.
No dia ilidii corrala fo finalo na praca
Jo Badaoero, T imus Troiicoso, um ikis tres assas-
smkis da familia Das. A mesma fencidaJe que
mostrou na exeiucik do crirae, exhibi durante
as horas que precederm a sua mnrte. Levou a
ooite tocau'io vinl.); de nnalia almocou besa
com o sacerdote eoaairegado de preparar ana al-
ma, e marchiu com a ruaior indiBarenca ao sup-
plicio. o inste acto teve lagar diante de urna nu-
merosa renniau geata, era qae as mulhsraj
aiiuadaram.
* D*pois le algn* das de reti.leucia aesta c-
dada, duraute os quaes foi objecto de aumaro>a>
visita, o Sr. c inselsterro Prannos parti ao va-
por Galgo para Montevideo, donde seguit va
gora para asa curte.
O discurso do general Mitre, que cima BU
refer, foi pronaucaJn no senaJo ao da 16, na
acertia em qae se duiutia o projecto de le con-
cedendo aiinualnienla cincuenta mil patacoes para
sustentar eos cursn.s superiores os estudiles po-
bres, o general Mitre dudaron qae vi-tam con-
tra o projecto, apezar da aureola de p puiandade
cora que vai ao mundo, popularidad* que so re-
uectio em seus autores ; votar coaira porque a
parla do seuaiento caritativo que o mspirou o*,
encontra nm objecto pratijo, um resultado ; nao
se pede pretender aera elevar o nivel inteitecina! I America'.
do paii, era iwpaisar vigorosameate a educaran |
commum, sem atacar a roassa daigoorancia, con
todo o poder moral da le, eom leda o poder au-
xiliar do euro deslriOnido com raelhodo e previ-
sai). DejKiis de algumas considerafloes geraes, o
general Mitre entra na eatatistica escolar : em to-
da a repblica ha 77,000 erraacas que frsquaa-
tara a escola primaria, emqaanio ha 330,000 ^ue
nao sabeai ler nem escrever, e que sao Albos de
00tras untos pas, que nao sabando ler nem es-
crever, vivera no lin!*, (]a ignorancia, wm ter
recebido o baptismo da ioslracco qoe se Ibes de-
ve 1 Ha, pniii, tres quartas partes da papalaco
sera educcao, e apenas sa duca a stima parle
das enancas que vo engrosaar a massa da igi
rancia, que uraa ameaca hpje, que ser um pe-
rigo amanhai, e qna ser ama desgraca a ama
ignominia mais larde, se nao se u-aUr ie encaer
esie abysmo tenebroso ^ue pJe sepuUar todos!
Continuando om esu dialetija, com e-ta eio-
queac'ia fcil e orilhante, a general Mitre estigma-
tisoa o projecto romo intil e ooatraproduceaie,
alvogando a proleccau devida s escolas prima-
rias. Diz que la se pode Jisixir de SOjOOO pata-
coes, em lugar de adornar un* poneos .da privile-
giados, dovera sem trepidar ser vertidos no tbe-
soaro da esoda eoramam, deyem recahir oos ver-
dadaraa pabres, que, 0.110 o hraem da E'crip
lura, jazera as trvas, -lis e mis, sem que para
ellas anda se tenha gasudn nara se qner o valor
de uraa carlha.
Sinto que o espago limitada desta carta aao
nos permita fazer um extracto mais profuso des-
te discurso, no em geral e Jesta republiea era periicular. E'
mais um fiarn na cania do orador argentino, que
aao trepido* aUcar ie frente o qae pare.'ia tio
papular, o levou a eonvccao mesiao ao espirita
d'aqoaUes que se vera prejudicados malerialraen'.e.
t Dentro de poneos dias a nossa bandeira bra-
sileira fluctuar no tope de um dos vapores que
cruzara estes ribs. Ser o primeiro vapor hrasi-
leiro qoe tara carreara regular oas aguas que ler
minara no Prata, o fe que n>o pedamos desejar
ara navio mais casquiluo, mais rico e elegante
para represeaUr-oos dignamente que o.S. raru/o
nao, que navegar d'aqni para o Salta Oriental,
d- combina gao cora a vapor itmar, e.-tt outra
maravilha de coostraejo aaval a de rica orna-
meraaca.
A exposigao aaiversal de Cordova Ini adiada
para o da marco de 1871, por decreta de 17 da.
agosto.*
Posteriarmeule ehegaram corte os vapores
foJpne Cordillera,, portadores de jornaes at a,
sendo estis as milicias :
Nada da aovo na repblica argentina. O mi*
msin. da guerra Garaza (icava a partir oatta vez
para Eaire-Rios, onde tomara a dreccao das ope-
racoes militircs, dizendo-se qne levava tambera-
autorisaeao para ouvir proposus de Lpez Jordn
Entretanto o geaeral G lly v Obes pozera-se com
5,000 hotcens em marca da Goasordia para o
Paran, onde havia mais ws 3,000 tamitaa de
tropas oaeioaaes.
Aaauacia-se a morle de Aparicio ; mis este
aaa-
leao-
ence joio
* pfliaea aatlaa (i
9001
I __ la__ .
re-
HRaal Gi-ivo Mari

0 gabinete nrii-ni d lamben-
urand-se lostfOiidulo Basunieaie,.telirada' taar
tas vtae* aamwciada ana roosma doen- de o IB.
atalmaMe p>*(icad. atada nul seonefeaafe-
ditar neila. Dizi-e que asta demissii fra
ijaprana pelo geueraj ii,miSiarez na caafcreptia
da (Aflelajaa, e osp^afta-aa iu alia Suitatse
moito a ernigracamentn do pvtida colorado aoja
?MHH- oprwfresMVrt augme.-f| t p^dor d** 'mrm-
eas em eampanha eada vez turaav, uiais ndisnen-
savel. Erfeciivainente es roaos ltamirez.Tdaeiv
re,s do Siglo, convai-aram load tima numrr'-a
reunan de gente da fraego ilissldenedo partido,
e ada se asseolou dar agora todo o aaoia ao
governo.li^-n-riilRulk
Uusiainaue vi'j a otwnpar o seq n^o ua
imimm Na-pasud guvnrrv I'..i eiU *bstui.l 1 polo
capitn D. Fernando Torre., e haveaod umbem
renunciado mini*tra da guerra gtnnraJ rVx-ola,
foi turnead para *te carga o coronel D.. Trifoa
JrJodaz, cunhado do previente Uaiile, aao para-
emlo esta segumla naneacaa ter sido ia beia
reeebida cuma a priraoira.
RO GRSNOK DO SLX.
Alcmeira a ii do pataado as ultimas dalas.
Fura assassiaadn na da 30 de julho o jniz uv.i-
nicpal da ierra de Santo- Antonia da P.urailia,
Dr. Aotouin de Padua Hollanda Gavalcaoii.
A Reforjui. falla da caaital da provincia, refere
aerial esto alternado:
A requarimento de Mximo Paia ie Andcade,
subdelegada d,i puljeia da districto dt V.aecara,
liaviasidii faila a medicao da fazeadaite Pebshino
Antonio .Vives pela ju'z commissario, Maa-iel iia-
quira de Garvalh 1 Netoa, que mandan demolir a
estancia pav eaiender que nao s ackavi em ter-
rena da dito rVMsbmn. Foi o Dr CavaVcanii a
Vaccaria prored.-^r a vistor a da nasa condamoaila,
a roquerimemo de seu pronrleurio teaenle-co-
ronel PeMibiao, qae resida na ald* dos Anjns.
A casa era liaiiiada peloSr. '.imualdo Antonia
Aive. guaira e e.i[>ainz do teaenw maraal.
T inl 1 a ; -laida o* seas exames, parta a Dr.
Garaloanti para .1 lat Vermaba na dia 30 do
mez pastado, a n>> na sogaiate s 10 horas 4a
man] 1 Vi, julo lo um aoi7 prximo tagi
dsqoello nome, distante da frguezia tima lejoa,
fiM atacada pnr tres radividuoj.
Ura d-w assnssinoN desfe-hou-lhe uto tiro que
nioaeertm ; nesse inomantn os outros d'His ro-
daaaaaa .1 vienma e d-rara-lhe dout tiros que lira
ram-lha a vida.
ie O infeliz D-. t.ivaican ia com um joven de
nome Franeisco CaiaaJra (iuimaros, qae u ac, n-
panhava e.n sua- viagense resida em sua casa,
e ao qual o Dr. r.avalcanli consngrava paternal af-
feicai.
Ambos anda vara, ''mu sempre, desaxmadns.
_ Ha poneos das liria o Dr. Civalcanti: que
ao :inha at agara icnnigos, 'jua jalgase cpa-
las da iruoaareiii lirar-iiie a vida, mas que agana
til vez os ti/ess?___refermio-se a esta vistura.
Tam, poi', a p nieu.ura lio para.seguir a pista
dos aiMor.-s di.'barbara e covarde assassiaaio.
Os assaiwinns uraram do cada ver ama bolsa
era iue > Dr. (av.ih^ii con-Uia papis, ya eor-
respnnd>'ni'u a mitras documautus.
O Dr. (iavalcanJ deixou urna janeo viuva e
tres innocenies Slhiahus.
- Lfl-se iM D\ar*idoRa GraitJede !7:
O' eidadaos aliem a, tanto do norte ca^no do
sul da Aeaiania, residentes aesu cidade, vuraia
Na sabbado urna renniao ao Club iermaut'i, em
ipve decidira.il fizar urnasnbscripuo fayor dos
feridasna guerra que actualmente a parte septen-
trional 4a Allemanha snatenta conya a Fruigv-
t esolvea-se que desde ja sa eaviassera S00,
e mais, uua durante a esjpafn de u
guerra ni lennim' antes), fajse uiensalmeut re-
matada a quaatia de 3035, para sor entregue
oamiiHssi 1 quii n 1 aJaomanJia v naguorr;! .-sua ooraa sobre as viavas e crpbios
daquallas que iallecerem no campo de bataJba. ,
Para a civnrassa,i que tem de enviar essas ror
enr-ws, foram designados os Srs. van Lind, Praeb
e Kabier.
Puimca se na Rio Grande ura novo jornal
noticriso, llerar j e sccnUlica com o titulo de
MATO) OROSiO.
A daus de layaba cA Falleceu o Sr. .Utiann de Souza Osmio, que fura
3." yiee-pi:esi lente da provincia. A asserubiiia
proviocial anda funecionava.
pah.vna.
Recebemos joroaes al 20 de agosto.
Di Op-T.irio da Liberiade, folha de Paraaagu.
traa-crevemas o segui.re :
Con-ta-n >s qae 1 vigaro de S. Jos dos Pi
ah.ies, prohiaio dar sepultura era lugar sagrada
ais restos maraaea de um chrislos j)elo facto
ite ter iu irrido morik'Mlico e, ne.m ao raenos con
cedeu que fossa sepuitili) algamas logaas dis-
Ualus da povoacaa, n- lugar denamioado Palmi-
lar; aerial foi o cadver dado sepultura no
caupo I
V com vista ao Sr. vi gario capitular e um-
bem aa Sr. ministro do imperi >, qae, tendo expe
dido ani aviso pa- a que fossem enterrados os
protestanses dentro iu moros dos cemiteros, es-
queceu-.se de iucloir os niarpheticos.
Morreu e ent mni-se no dia t do oorrente
Maria Francisca do larma. cm cnnseqneneia de
espancanienta.
O delegada de poeia merragau a offeodida,
o esu declarou jue, anda conbemieealo de aae
Uancel Antonio da Cotia havia sedozido sua ulna,
ao encontra-lo em casa Ihe fez ver a inconvenien-
cia da seu pracedimenta, tendo era resposu uraa
porgo de bardoada?: dapois de atira-la 00 chao,
o mesmo Costa pisoa Ihe as paitos e costas, e ella
ieru mnrrida logo se Leandro Carrea de Souza
noacaJijse mmediaUraen'a. ;Jraa hora depais
desta declaraco a iufeliz eslava raorta. Doixou
duas tabas e tira (ilbinho.
0 delegado de polista immeaumente man-
duu passar mandada de prisa e foi recolhido a
cad o roa Manoel Aotoaio da Cosa.
* eaxAC.
Vio ate 23 de julho as daus desU provincia.
0 respectiva prelada fizera visiU pastorial al-
gumas localidades da provincia, achando-se j na
eapilai.
Chagaram all as Srs. Salastiano Jaciaiho de
Andrade Pessoa, inspector da thesoararia da pro-
vincia, e Sebastio Jos Cavalcanti, que foi em
coraaiisso d 1 ministro da fazenda.
Fallecer o raajor graduado Joaquira Manoel de
Oiiveira.
S. PAULO,
Cbegam a 30 de agosto as ultimas daus.
A Opi/uao Ctinservaiora de 24 do paseado pu-
blica um mappa e?utisiieo do numero de escures
emancipados aesse ultimo deceaaio no lermo de
S. oque. O tuul 403 eseravos, assira destribui-
dos : S. Roque 61, Una o, Araoignama 36.
Sdb o titulo Amo aot navegantes publica a R-
eiao Commerciat de 28 do passado o seguinte:
D capi > da barca brasilaira Guaran, surta
ueste iierlo, Antonio da Oiiveira Altadas, participou
o Sr. capitn do porto o sagrante : que era a via-
gem qae acab 1 de fater de Lverp ol a esta porto,
no da 27 de jnaao Ueste auno, aa la*, sal 3*. i'
7 long. 0. de Greenwich, descobrio um baixo.
odio irrecoacikvol. Dirigidos per ama fd eabega,
o> rabeidei podem ler ama aaidade de aceo
que falta ao saos eaatrarios, a qaa aqueila rva
liiade, se.de acu exigua, sa toraana para elles
mesmos impossivel.
Segando as ultimas noiicias Mediaa e Ba-4arrica
liabam feito juneco em (iuaycuf cora as forcas
rebeldes de Emetero e outros. o general Gara-
bailo onservava-se ao noria do Rre-Negro.
A Tribima de 2o diz a ultima hora qoe se
presentara guerrbas liiancas e qua Medina pa-
reria viraobre a eapilai.
Gota date de 23 expedio o govenio um decreto
declranJa a repblica em estado de sitia. O art.
2 dispoe que tila 0 acto de insobordlaag) ira-
!ar' tDtol'va e caiispiraco, faclos ou pubiiea-
coes qaeoearatem a accao do goverao oaosmo-
ralisem a conli inga dos cdados, serio repri-
midos e castigados pelas leis militares.
Communtcado este decreto commisso per-
------manate do corpo legislativo, logo o Dr. Perreira
r o regunenloa 3 e 3>, e se contentoo J propoz que se chamasse o ministro do goverao
formado par daas ped.-as suparflcie do mar, de
suecesso a aer certo, aooca raflue aelualmeate,|extensao cada urna de 20 bracaVmais ou menos;
ante vera favorecer es blancos, sa, como dizem.1-
atre aqaelle caudilbo e o general Mediaa havia
passim entre ellas por uta canal de 10 braeat de
faado.
O Sr. capio do porto sabemos te/ j partici-
pado o ficto ao goverao qae providenciar fim
de ser verilicada este to iuieresaante aeseeaerta
para os navegantes.
De Porto Feliz communicam o seguate ao Dia-
rio ie S. Pauto i
< A Sr.* O. Aana Castorina da Campos Mello,
era acto de baptismo, liberten seus deas escravos
menores de nomes Paulo o Virginia. Em igual
acto foi, pelo Sr. teoente-earoaeJ Jos Pompea de
(ampos Piza, libertada seu escravo Francisco, tam-
bem de menor idade.
< O Sr. Braulio Leite de Barros, chamado para
servir da padrinbo a urna crearte 1, asara va da Sr.'
D. Getrodes de Soata, a liberiou aa pa, dando a
referida teahora seraeme a qaantia de 904 oela
librdade.
A Sr.* D, Maria Joaquina ?logueira da Motu,
Umbem alfarnou urna sua escrava de neme So-
phia era acto da baptismo.
. Da & Lua vea a seguate noticia aas jornaes:
< D. Paostina Mafia de Gooveia, skeira, falle
1 I
:rvos
SANTA CATH.Vm.VA.
Suicdra-o a 13 do passado, ditparaado"am
Uro de revulver na bocea, o capio oao Xavier
Jeves, ex-cdOurandanie da brga policial.
1110 OR Sankibo.
O senado pprovou, para sabirem sanecao
imperial, os seguimei projectos: au"onsando o dis
pjiidia De l.aoU-OOJQ'J nm o -abisiaatraente
(Tagua aotavafc-rtliHlH Janeira 4 cocaiaadf
isengio da direlO' cornpanhia Flaviul do Alto
Ameeits ; e em segmjds dtsertso o projecto-so-
bre cecensearaenjo gsraKda populagaa do imperio.
ffoseguia 3 dlscussj do orgamento geral do im-
perio.
.Va cmara ihis depaudos, aa sessio de 20,
approvau a praposU do podor execntiva que auto-
rma o gaverno s -oatrair nm ampresrlmo de___
3j',00:0000 de .tinado a completar as linhis da
estiada de ferro da D. Pedro If, com a s>gamtei
emenda : No priraaira ptri>lo suppriraaw-se as
palavrasdo Paraguass. Em seguida o Sr Cr-
rela obieva aTvr-aaia* paca iratar-se do reineri-
manto do Sr. Galvao, f.iadarasotad-i na sesso de
13 do corrale, palindi ao gavarno copia dosolll
cas trocadut entra a pra.-iJcueia de Santa Gatha-
riaa *a a directora da cornpanhia Catharmeuse de
navegacio -a vapor, (cauda a discussio adiada, de-
pais de orarera os mesm is senhores. Cooiinaon
em animo lugar a discussio do parecer da com-
iiiisso de polica s.ihr* a indicaco dos Srs. Pi-
nlteiro e outros, adiada na sa-sao aalecedeote.
Ora rain os Srs. Caellu Rjlrigues, Araujo Lima,
primeiro serretana e Andrade FigueiM, Rcaniu
igualmente a discossa encerrada.
Jia sesso de 27, logo depais da leitara do *cpa-
dianle, o Sr. Vieira da Silva fundaraentotj os se-
gantes rbquerimeotos, sendo o priiavira approva
doe osaguodo adiado por ter pedida a palavra o
Sr. Ceelha Rodrigues.
Reqoerro que se pega ao goverao capia do ofll
eio da riee-prosilente do Manaban, sobre as oc-
carrenrias a tiveram lugar na assembda legis-
lativa pruviacial da mesiaa proviria ao dia 8 ie
joaho ultimo.
Uequeirn que se peca ao governo copia da 3-
ormacio do Dr. Domiagos Monteiro Paixelo, ex-,
chefe de pacia da provincia do Piaahy, sobre o'
processo do coroael Jos Antonio da Goeu. da aies-
raa prnriaeia.
Na sesso de 30 appravoa os projectos : man-
da ido fabricar raaeilas de troeo de maul cumposio
de niltele cabra ; declarando qua nnguem se pd
der raatricul.r aot carsos de pharraaeia existen-
tes aas acnldjdas de medicina do imperio sem que
tenha a idaJe de 17 anana e alara dos preparato-
rios ora exigido-i apreseae certidao de ter sida
approvado nos exames de latim, phylosaphia e al-
gebra ; eon-titaiudo o patrimoai--da cmara mu-
niaipal darilladoTary-ars. no Maranhao, asilhas
situadas aa longo da cosu entre a f.iz do rio Tarv
e a do Garupy ; declarando qne os offleios do jus-
tiga as provaieas serio prvidos pelos respectivos
presidentes, com concurso, ssgaodo a legislacoem
vigor, com oxcepcfio dos nlBuios de escrivao dot
felos da fazenda. O Sr. Raposa da Cmara, ob
tenao urgencia, fundameutou o saguiite requeri-
ment, que ttirou adiado por pedir a palavra o Sr.
Giui"s Ja Strvq :
1 -lieqnairo que por intermedio do governo im-
peril peea-se aa pretaiaalp do Rio Grao-ie do
Naite copias de tooaf s demist-oes daJas pela Dr.
Pedro dt Ranas ihvaleaata de Albu;aerque, quer
na 'aaocionalisiiiu retribu Jo, qaer nao, eonv as
capias das taJpQCiaa feiUs pelo ohea de polica
para os da polica, e das propostas do omman
dante superior da capital das que tiveram lugar na
guarda nacioual.
.Va -'-ai de 31, lago depais da tafeara do ex-
pediente, o Sr. Coelho Rodrigues, oblando argen-
cia. fuadamenlou o sagttiole roquerimeata, qai fai
approvado :
Reqneiro qoe se peovn ao governo informa
rilas sabr o tpp g>h3U .ilicitniarrte a respailo
aa assassmata da capitn Cyprian. Vieira de S,
e sobra quaes (oatam os 'seus autoras.
Ratraoda na orlen di dia, occttpou-se.a c-
mara orn a discusso do aareaar aas caramissoas
Je pensdes e ordenado< sobre o reqaarimeata da
desembargadar Gaetann Jos da Silva Santiago,
era qua peda se autoris> o pagamento da aeas or-
denados de juiz de direito vencida no periodo de
carrillo de SO de aoaubro de i*W a 18 do marco
de IRil.
O Sr. Souza Res offoreeau a segrate emenda
substitutiva, que foi approvada, serijo rejeilado o
orujecto.
^rt. I. E* o gaverno aulorisado para mandar
pagar ao desaaibarga or Caetano Jes* da Silva
bantiago a importancia dos ordenadas que Ihe fo-
rera devidos, correspondentes ao lempo decorrido
de sna remogio corno juiz da direito da capital da
Parahyba at a sua poste e exorcieio na comarca
de Gantagallo da provincia do Itiu de Janeiro, oor-
rendo a despeza pela verba de exercicia lindos.
a Art. 2." Reviigam-se as dsposigaes era Contra-
rio.
Sala dassesoes 31 de agosto de 1870.
Approvoa depois era urna s discnsssao o pro-
jacio que ceacede a pousao annual de 6005000 ao
[adre Jos Maria Card iso de Vasconcellos, vigaro
collocado da freguezla de Magvmirhn, da docese e
provincia de S. Paulo.
Approvau em seguida, umbem em urna s dis-
cusso, o projecto coacedendo pensse* ao major
Honorario do exercito Fortunato de Campas Freir
e outros.
Taudo voRado do Paraguay, assumio o exer
cicio da pasta dos estraogeiros o Exra. Sr. conse
Iheiro Jos Mar da Silva Prannos.
A' bordo do Galgo tinlia chegado corte o
3.a hatalhao de artilhana de linha, com M oflkiaes
e 3'0 praci-s.
no da 29 Ja passado reaniram-se, em as-
semhla geral, os accionistas do Banco do Brasil,
sob.a presidencia do Sr. commendador Milito M-
ximo de Soaza, era numero de 138 representando
208 votos.
_ Abarta a essao e depais de urna breve diecns
sao de ordem, foram adoptadas por 280 votos con-
tra 8 s alieragoes fetas palo governo imperial a
reforma dos estatutos.
Proceden-se em seguida eleicao da-comraisso
de conlas que iicou lornposia dos 9egaintes senho-
res :
Goraraendador Jos Luiz Gardoso de
Salles, com..................... 171 votos
Dr. Francisco Belisario Soares e
Souza, cora.................... 164
Jos Bo.ges da Coala, com......... ltt *
Bario de S. Francisco, Filho, com... 15i *
Commendador Manoel Jos de Bes-
sa, com........................ 101
Deixaram de ser apuradas as cdulas receidas
para eleicao de ura director por ter fleado prejn-
dicada esta aleigao era coosaquencia da approvajao
das alieragoes dos estatuios.
Por decretos de 10, 20,23 e t4 do corrente:
Conaedea-se ao segando leaeale do 3." balalho
de armiuria a p, Joaquira Jos dos Reis Lima, a
demis>o que pedio la servico do exercito.
Goncadeu-se rafacm ao cawto do 4." baUHiio
de infantera Joan GancaJves Piraenta, vsio soffrer
da uialestia ucuraveL
oi exonerado, jfseu pedido, o juiz de direilo
Joao Coelho Bastes, da chefe de poboia do Rio
Grande do Sol.
Gonoedeu-se ao tenante-coroael chefe do estado
raaiar do conmando saperior da guarda nacional
dos municipios de S. Bento e 3. Vicente, da pro-
v.ocia do Maranhao, Marcolino da Cosu Leite, re-
formb 00 posto de coronel.
Foi designad* ao juiz de direito Julio Barbosa de
Vsoonoelles a eoQjj^j da C^M qJ| pro^nc, d0
Cear,de.terceira eatraacia, para neila ter exer-
eieto.Maroou-se-lhe o prazo de 4 mezes e aiuda
de casto de 1:200|000.
Forara reoonduzidos :
0 baebaral Joao Francisco de Monra Magalhes
no lugar de juiz do orphaos d termo do Rio Grao-
de, da provincia de S. Pedro do Rio Ornada do
Sul. '
O bacharel Beata Minervino da Silva, no de jniz
municipal e de orphaos do termo do Gro-MogoL
na pretincia do Minas Geraes.
Fai removido o jaix raunieipal a de orphaos, ba-
charel Antooto Jos Lopes Filtro do termo de Mon-
te Alegre para os de Vigia e Cinlra, tolos na pro-
vinera do Para por assira o baver pedido.
Foram aomeadoa :
U bacharel Daniel Garraaao de Aguiar Mo.iUr
royog, ub rauueipal e de orphaos dos termos reu-
nidos daiberra, Lmhares, Santa Cruz e Nora Al-
meida, na provincia do Espirite Santo.
o.
Foi cread 1 g
la rasar vi do umboci>. da vUfoas, da provincia
do mesma nonae.
Foi umbem creada arai seecaa de balalho de
Siar las nacionaas da reserva no municipio de S.
iguel, da referida provincia.
Firam naiuratados, os subJilos portnguaies
Jas de Souza e Silva, Manoel Vieira Ferrlnlio,
Mauoel Teixeira Ferrinha, Joao Baptista dos San
jffev^atena da Racha Linhares, e os alferes Joao
>te Soatp Piata a Atanio Esupcrio de Maraes Ma-
ullado.
Tiveram merc do foro, de iHfDS tldafgos com
exercico na casa imperial, os flda'gos cavalheiros
hachareis Podro de Barros Cavalcanti de Albu-
querque, Hearique de Barros Cavalaauti de Albu-
ilinM-qne e AlfreJo de Barros Cavalcanti de Albn-
1Hgru.ua,
^ Fai exonerado o Dr. Antonio David Vasconcellos
J^au^varro dos lugares de mspeeter de sade pu
bifca e de cararaissaria vacoinador da provincia da
Amar.onas.
Faram nameados:
O capitio J is Vicente Fernaides da Silva Ga-
mos, tenante-.-Jirvinel omirnndante do 2. bitalhiri'
de reserva da guarda na ;ional da provincia das
Aiagas.
Antraio de Monra Castra, majar caramandante
da 2. seegao do baulhao da reserva da mesma
guarda.
Foi elevado dignidade de rnansenhor oaonego
da imperial ca pella Jos Joiquira Per eir da
Silva.
F ii nomeadn seereterio do goverao da provmeia
do Mao Grassa Antaolo los de Santa Anna :
Foram nomeados : commendador da ordera de
Christo Joaqaim Xavier Garca de Alraeida, cava-
heir-i da mesma ordem Esucio Mara da Costa e
Abreu, eavalleiro da ordem da Rosa Joan Geacal-
ves de Araujo, em attencio aas serwcos qoe pes-
laram, o primeiro como chela da"seegao e os ao-
Irps eomo segan jos (Bilaes da secreUrla dos ne-
gocios do imperio.
I Foi noineado commendador da orden de Chris-
!\ em atteneio aos servieos qne tem prestado a
eligiaa eao estada, a core-a da imperial capelia
o Joaquira da Pontees Lima.
Foi concdalo u fi'iri de mugo fidalgo com exer-
Andnde Navas, lilh legitiar do finado bario da
Viuiiipho.
O cambia regala t br Londres 20 1/2
20 3/4 d., e sobre Pars a 476 rs.
Os mberanos (3f>) veaJiara-M de 123600 a
i:8**800 res cada um.
t A alfawlega da carie renden no mez de agos-
te 2,014:588*440 ris.
BAIA.
A alfandega rendeu io mez te agosto.......
7J6:;43749 res.
Oimegoa, no 1" de setei'ara, a snlomnidarle
d3 mez do Mara, em diversas igrejas da capital.
O IrantpartQ Marsilio Das segura para a
ato-tena dia 1
A'capital chegoa no da a iransporte fia-
da/, conduzindo 5i. batalhaa de vomnurios ea
da aoue,
Cy-
rallecea
pnano Joaq-mn da Suva Ja, offieial apeseatao
da sacala na do governo.
Iodo tomar aaoha em lagar prximo i ama
cacimba na sm qaintei, neila casualmente preei-
pitou-se, o que occasionoa-Rie a marte nsuoia-
nea. a .,
PEBNAMBUCO.
KEVISTA DIARIA.
NEITRALIDADE DO RRASJL.-Pelo looialerio
dos estraogeiros oi expedida a seguinte circular
a talas as presidencias de provincias :
10 de Janeiro, 27 de agosta de 1870.Illm.
e Exm. Sr.A legagao de Sua Mageslada o Impe-
rador dos Francezes netileou ao governo imperial,
por uoU de 14 do crrante a gni-rr* qoe rben-
tou entre a Franca de ura lado e de outro a Prus-
siaei* pazos aiiiados qae dO'>a este .0 epacuro
de sua- armat.
c A mesma legaeio soliciten, e o governo do
Sua Mag-tade acaba de decUrar-ilie utie o Brasil
observara a mais estricta nenlralidade durante
patria.
Le naos no Jornal :
1 Pelo suMelngadn da Amar^a-sa foi commani-
cftdo luver all fallecido no dia 21 de agosta^ vni-
a de muidla parenvviintiea.a, n cidado Ma-
el Baiuino vanes ao Que a- aa, tendo praiicado
egseacio rerJrovado pela p.iixao gaollde pie s4
ixra aporJerar par mna rnulfer meretriz, que o
bandonra. -
A plida, tenda noticia do qin" axisiiam era
Santa Amaro da Caiii, do termo de ltaparica, pu
hcamante. crimino-.k tratea de lavaraian w pri-
meira 'la autoridade local, e nao oblenda reposto
BMftfatoria, coninuon a synJicarpor si, at qae,
resalvendo na da do corrente aian-iar alli a .na
frca para capturar aas de arases F-lix Leandro
des Sames e Angelo Jase Curta, qoe eram iuditja-
t*s, eonsegnio prandur r ultimo, e veriflear a
existeneii do primeiro, que canseguio evadir-aa.
< Havemlo a tenante Ovidio da Cosa- Caave-,
que d'aqni raarchou com una ferea dep*Mcia de
um sargento, um cabo-e W praras chegado aa lu-
gar donomhMdaAribacae p-sto cerco casa
do criminoso Flix voltando a" chamar o subdele-
gado para levantar o cerco, quaudo all ehegaram,
OVpois de effeemada a prisao de Angelo, j eacon-
traram o sargemo, que declarau ter-seo criminosa
evadido, nao o podendo capturar, por haver des-
eldo ladeira abaixo, n da cintura para cima com
ama faca na mi, e que nin l-v mirando ura dos
guardas, nada se consegoio pela violencia da car-
reir em qae ia o fugitiva.
No dia 18 de agosto praxmo passado, medan-
la as diligencias empregadas pelo Dr. delegado do
Tucano, Elias Jos Pedresa Filho, foi preso na
mallas junto sua fazandr. das Piabas, onde sa ha-
via escondido, e distante d'aquella villa 14 leguas,
o criminoso sentenciado a g?ls perpetuas, e fu
gido das prisoes d'esu capital, Hraz Francisco de
Maura, um dos assassinos do infeliz Dr. juiz mu-
nicipal Joaquira Pmcnpio Fc^-e ue Andrade.
i O assassno resisti pi sin arma Ja cara uraa I
pistola de dous canos na m:o dirvita, o urna faca
n; esquerda, a atirando soire as guardas, dous eos
mesmos umbem atiraram sobre elle.doque resul-
tea ticar ferdo.
Condazdo villa no da 10, ande sa Ihe fez o
ci uipetente corpo de delicio, ma aggravando-se a
mente da nm braga em qoe Ihe dan a gangre
fallecen elle s 3 horas da inaoliia do dia 22.
A mesma antoridade pan-Mano ao exarae nn
daver para juntar ao processo, i]ue j havia ins-
irado cuntra os guardas, que o bavian. ierida
1 aclo de insistencia.
< O Sr. Dr. chefe do polica recarnrneudou e
muRo este processo, afkiile aajaJaaar-M a nalure
da resistencia e suas circunstancias.
0 cambio regulava : sobre Londres 18 1/2
subre Par* 00 rs, sobre Marabarga 930 rs.,
sobre Portugal 130%-
Eslava i carga para
po tugueza Novo Elgsio.
Sahiram para Peraambuco : 30 de agoste,
o patai-ho Madeira, e l de tnteuibro, a sumaca
Betila-Carolina.
SElE.
Lemos qo jornal Sf de Seroipe :
j FaHecen no dia 18, Jepais de la dias de sof-
friinento, eru seu engenho CasteUo. a Dr. Joio Jo=
Bjwmcoart Calasaas, nascido a 26 de junha do
{ Formado em sciencias j;;ridi -as pela nniversi-
dada de Bruxellas, a Ilustre tinado fai por vezes
depuuda asserabla provincial, vice-presidenie
u
i,
Pr.rnambuco a barca
da provincia, presidente da cmara municipal de
Santa Luza, e mais de urna vez supplente de
ju munirpf.l.
, Em 186U qnando a imperador fez a viagem
peto norte do imperio, foi elle nuera teve a honra
de hospedar o augusto, vistente.
Era cemmen Jadnr da ordem sle Corista.
' Retirado ltimamente vida domestica, iraba-
Ihava no melhoraraento da lavoura, j escrevfndo
algumas consideragas preciosas sobre o raelbor
systema da cuitara da canna, j procurando trans-
plantar para o nosso clima novas e raelbores se-
raenies. Deixoulivras 4 escravos.
A.AOOAS.
Comegra a pnblicar-se, era Maee, o Jor
nal ie Alagos, prouriedade do Sr. Dr. Jas Anto-
nio de Magalhes Bastee
A alfandega de Meceio arresaaoa ao mez de
agoste 18:442*660.
A' seu pedido, foi *xoaerad de promotor
publico da comarca de Paula Afinase, o Sr. Dr.
Manual Joaquim*dos Santos Patury.
Lemas no Diaritias Alago* :
b. Bre. o Sr. presidente da provincia, teman
do ero onsiderago o qae Mioponderoa onge-
nheiro fiteal, coneedeu-lho antorisagao para pro-
ceder aos estados graphiuos do toda a estrada do
oenlro, dsde e.-sa capiul at a ai ha da Palmeira
dos Indias, aflm de se organiarera 09 convenien-
tes orcaruentos para os melhoramentas necessa-
r ios, sera prejuio da estrada triz a do Passo de Caraaragibe, em atteaco pre-
lereaeia estabelecida por le.
Os bnrdeiros maiores do ftiado Manoel Pedro
do Hosari, na povoag do Junqneiro, passaram
eaH de alfirrta aas escravos JoV. Josepha e
Rayinunda, em atteng. aos baus servieos qoe es-
ses osera vas haviam prestado a teas pao*.
Na fregoeiiardo Limoeiro Ja- da Amarante
aworrriou a uraa sua mulalirJn de nome Mara
cera seis metes de idade; Anteis Farreira Bar-
boza a um iiralatinho de nome Jeremas com qua-
tro metas, e Tneodoro Jo^ Martius a melada que
poWia em ama mulata de nome Caudida
es.a guerra, assiui para cota a Franca, como para
com o outro belligerante e seus ailiados.
0 goverao fraocez proinetle que suas forijas
de mar e de ierra observaran e.-crupuo?auiente
para com as patencias neutraes as regras da di-
reito internacional e os principias estabelecidos
pelo cr ngressa da Pan> em 9ua declaraco de 16
de abril de 1VS56. *
O tra.-il .dheria, cono V. Exc sabe, quel-
les principios, e tam, potUnto, direito a que os
navio* braslfiros. e suas mercaduras guzera das
garantas por elles asseguradas.
Os principios i que aliado sao os se&oiatea :
1." O corso e flea. abolido.
. 2. O pavilho neutral cobre a nwrcadoria
immrga cora a excepcaa da conlrabanda a
guerra.
3. A mercadera neutral, com ex :rcao Jo
contrabando de guerra, ao pode ser apretada
sob pavilho terrajan.
4." O* bloquea, para serem obrigatorias,de-
vern ser eectivus, isto nimtds por larca,*a-
lleieute para prohibir re.iliiieme o accesso ao lite-
ral inimigo.
A Prussia fez parte do ultima coagretso de
Paris, e cunsequentemeate est obrigada s raes-
mas regra,< de moderagao e benevolencia para com
os stadiM neutraes ua pre.-ente guerra.
Em eoatbrratdade da que levo expojte, com-
pre que V. Exc. previna an clete de polica dessa
provincia e s respectivas autoridades seacs,
mandando inserir esta circular na folha que pu-
blicar as actos nTiciaes, e podendn por quakjner
entro m-io que julgar conveniente fazer constar
aas subditos liraseiros all residentes esta delibe-
racio do gaverno de Sna Mageslade, afira de que
' idos sa abstenliam rigorosamente de actos.oppos-
tos ans deveres de urna estrete neotralidade.
Emquaote a governo imperial nao expedir
instruccoes aspeaiaes, datar V. Exc. guiar-se pe-
las circulares de 1 de agosto de 1861 e 23 de jn-
iih de 180 uo que for applicavel aa cuso de que
se rata.
Tenha a honra do renovar a V. Exc. os pro-
testos de nunha perlada iwiraa e dUliacte consi-
deracao.Biiiyo deColegipe.
DUQUE DE GAXIAS. Lemos ao Jornal do
Cninrincio. da cortete 27 da agosto o seguale :
Aiite-lionieii as t liara* da tarda quasi loa a
i'lciaiidad" do exercito e guarda oadioual, e
rande numero de pessoas gradas ineorttorarara-
se no ugar denominado Aiago e precedidas do
bandeiios e duas bandas de msica dirigiram-sn
ao palacete do Sr. duque de Casias! All cbaga-
dos, ergueram vivas a familia imperial, naeao e
ao mesmo Sr. duque.
En seguida, tntraikizida aa casa, cajas salas
eslava hrllianlemeute niaadas e illurainadas, n
onde havia ja grande numere de outras pessoas,
entro as quaos mulas seobnras.a coimuissio uf-
ferocen ao Sr. duque as ricas insignias da ordem de
Pedro l, proferindo nessaoecasu 0 Sr. F. CarWs
da Luz, coma ergio da commisso, a eegnintes
palavras :
Sr. duque.Permetti que, como frico orgo
de amigos de V. Exc, mibures a paisanoa qne
aqu se aehara reunidos, eu procure externar urna
lnguageiu tosca, .-e bem que sincera, como sem-
pre a phrase do soldado, qnal o peasameato qoa
os ligou,.ammando-<>s, de oummuin acca*do e ao
mais fraieroaj araplexo, a promovern! apresema
Biaailastaeaa.
Formada asta reuaiao em urna grande parte
de ofBciaes qoe na guerra do Paraguay serviatn
debaixo dns ordens ie V. Exc,semelhanto man-
festgo deve por certa encher-vas de jnsto e no-
bre orgnlha, parquanto nngaora raelnor do qne
elle que por tantas vezes foram conlnzidas por
V. Exc. victoria, peder aquilatar devidamente
o assignalados servrgos nue prestastes nossa lua
tio sanguinolenta, quo glariosainente terminada.
Semelhante jaizo, Sr. duque, ojuizo devoss's
(amaradas, rene seguraraeote era si o niaior
gre de competencia; pois sobre elle e nao so-
bre opinioes errneas formadas por eepirHos ei-
vados de p ixiJes partidarias, au de qnalquer ou-
tro santimenta igualmente menos confessavel que
a posteridad'' tragar o lugar que vos compete na
historia dessa mernoravel epofieia.
Quem vio, como nos preseacatnos, a rapi-
dez com que marchaste- para o Iheairo da gnen a,
logo qne o gaverno resnlveu nao prescindir do
conenrso da yossa valiosa espada, nao poda fur-
lar-se ao desejn lov-ivel de applaudir o patriotisnn,
com qua prosanraso icudisies ao reclamo da pa-
'.ria nltraiada, trocando da ranle para o dia oa.
commodos da vida e as deiicas da familia pelas
afanosas ooeapa(pee da gnerra.
Ningueni, unrtanto, a ments qae ao teja al-
gum espirito < brecada pela mais obstinada cegaej-
ra, pode, em boa la. negar taa elevadas e patri-
ticos saerlicos eujos froclos que sao os loorrfe
por V. Exc. cnlhidos nessa luu gigantesca, voa
do perfeita direito ao eterno reoeuheftitnento de
toda a na gao.
t Nanea, Sr. duque, depois qne assumrstes a
a tremenda respnnsabilidade de dirigir n gnerra
em sen periodo mais ditticil, qual foi o qne se se-
goio ao revs de Curupaly, o exercito brasileiro
soffreu desastre algnrn, pelo contrario sprapre ee-
brio se de gloria, e ganhano victorias sobre vie-
torias, entrn finalmente tritimpbante em Assumi>-
eo, em eujos muros Atestes tremolar ovante
nossas gloriosas bandetras.
Poi sob o vasso esclareeMo comisando aa
chele qne o exercito alnado apossou-se das mais
forraidareis fortfieagSes paragoayas, destrate to-
do o exercito inimigo, tomou toda a saa artilaa-
ri, m urna palavra^ fostes vos, 6r. duqrja, me
com urna pericia e coragera dignas de aere imi-
tadas pelos geoeraes de entres paites mais adian-
rdos, reduzistes o exercito, o -dictador Lpez
s mesqninlias a tristes ppoporgdes em qae se
achava qtiando Lpez leve de eomecar a eampa-
nha das cardilheinas.
Descrever com snas verdadeirns orea tedas
asoperagSes etrategicas que precedern! s- rana-
mora veis bauihas de deaembro de W67, tees cosa
a arrajado onvimento do fiaeo, enja gloria a
raesqaioho espirita do partido ra vio pretenden
roubar-vos para -oneri-la a ura general eslrao-
getro, a a arriscadissima travessia do Chaco, essa
eperacae eminentemente romana, como tom tacto
torio a qoalillcon ura vasso diatiacta amige e
collega de senado ; descrever o feifos de vera-
d'oiii herosmo e abnegago, qaa pratcastes aas
aieaoraveu jornadas desj, ti,ti, 28 e 27 daqor'-
le mez, sobretodo, as scenas-da mmorul draS.
em qoe o miraigo oppondo ama reaistencia -mam
do qne tenaz, a passagem de BMsas trapas peto.
poale do Iterar, liz cora qae se reproduiisse ahi
una das mais sahumes passageas de que reta a
histeria das campaanae do grande NapoleaO.f a
pessagem da Arcle ) : ftaalmeme, i
ardor e enthasas rao com qoe vos langa a frea-
te das cataraas de ataque para aniu loa cora a
voss 1 exempla c eom as seguales e seajpra me-
moraveis palavras: Sol Badas l sega ^ i-ge-
< neral que nunca foi vencido I ludo i, Exw
Sr, to elevado e >ablime, est to cima dos'
mius acanhados re.carsos intellectaaea, que fe-a
demasiada outadia raiuha tentar serarihante m
pret>.
Felizmente, porm. Sr. duque, todos estes p**-
farain tratadas eom perteiu mag.
e-pirues mais elevada, os quaes, no h
varera a verdade histrica, Qteram a dovida josii-
i



^ff
Oiw
PCA1
riaqaerida mutos d
raaserv aseemos
ligua! de
Kwu::. feito-. UW
aa atad.i patrwiimni
rennida MU, .miraeaora jab! fe i*
MMirmano natalicio, MU terna kntbrancii ama
anotad* t5 ero de B. Pedro 1; telo da-pro-
pite oinitir;" conque o governo imperto! ga-
rtoou os fvgua qb prestaste* m gnarra Ai
Sotm*
tOSr. duqu agraVceu commovidn esta pro-
va *> e amizade que aeabava d* rece-
bar den sen* amaradas e eonpMriotM.
vntada* a dcmorar-se todas as pes-
ian* presentas, travaraa-w *tgsnw daen* e pas-
smi-se i ndlre it a madrugada em WHhante e
animado sarao, em que a Sr. dnque a a Sra. du-
quesa M osmeraram ein agradar as tea* hespe-
e*. d
AKGEM3PO DA BAHA.Veio, cerno w cha
va anunciado, b ir I > do vapor franeet tironie,
4%jlUdo eon-ido do VaUeano, o Rx.e. e Rvm'
Sr. enoJa d* S. Salvador, primaz da igrej* bras*-
leira,
ifaMem, pela* 8 horas da manha, desembarcou
* ite. Rvm. no caes M do Wovennbrn, nodo de
J na gatela imperial rebocada pelo vapor Ca
senda aeompaohadi pelo* Kvra*. pre-
wce-rwafa'.o dos capachinhos, d visitador
i laxan trino J-vd d. B >*ario Fi
do Sr. cne dedifWao Bernoa de Al-
Wfcydrjr do rsenal d marurtn, da Rvm.
Manonl da Vera Gnu. ido Sr. capiaoJoio
Refreir Vilella ; sendo receid i no caes por S.
Ene. ftrma. o Sr. Wgario capitular e seu secre-
tar! u.
8. Exc Rvma. trouxe oimsiga tama os
Rvm*. monsenhore-- Carlos Laiz d'Amour oJoo
de Oiiveira Da*, uceoego Dr. Jos Bazilio Perei-
ra, sacerdotes que furmaui o seu se"ji'>"-
A* desembarcar, dirigi se S. Ex". Rvma.
igri]a d> U Ro Piraida. S Exc. Rvma., fmiando no ed'ihe
MfiM - Ta
de. 15
>jy ctj rcQie,
dobispai-v f >i ivreja da Pfinha. ondi oujho mis'
sa, iineedentio nossa o;ca?io 40 dias de indul-
gencias quolidiann* e perpetuas toda aquellas
pes-oa qne forein i;reja dos capuehmhos em
Tnaimer occasio, fazer orarid ante a imageinda
Virg'm Inmaculada Senhora da Penha.
Afsesae acto, S. Exc. Rvma. vguio para o ar-
senal de marinha, onde ouvio nutra mssa, no ora-
torio particular, sendo oDciaoie o Rvm monse-
nhor i'Aniniu. anal assistio quasi todo o pes-
-sa> emnrcgadot do estabeieciraento e as com-
pwhUl de*tenores.
Terminada qu* foi a miasa, o Sr. cbefe de dlvi
tia Bdrtioea de Almeida ofereceu S. Exc Rvm.
e a lod >s i|ue o a^ompanhavam um lauto e pro-
fuso aiiii' c i, eaittivando pelas maneiras urbanas e
d!stiacta~ cjm que obequiou aos seus convivas.
^Dorante o atumeo oram feitos diversos brindes,
nlbo-i'ticamente correspondidos.
8rM(do numero de pessoas gradas da cidade
tean aoutpritmmw S. Exc. Rvma., e felicita lo
p.-ia Ma volia, abindo penborados pelo agasalho
' eordialldade por elle dispensados todos sem
i'ii de pessoa.
IIvv.1,1 concedido, ajsignou as portaras per-
miitindo o uso do cabeeao. cinto e meias rnicas
aos Rvks. conego Joio eiirysostomo de PaivaTor-
res e Tranquilino GabralTavares de VascompUos.
Ai.nxi/nando-se a hora de largar o vapor, S.
Bc. l\>Mia. volloupara bordo na galeota imperial,
vWade saudado, c mo no desembarque, com as
alvos do eatylo, e fazendo-lhe as honras militares
o corpo de polica c a comp^nhia de menores do
arsenal de marraba.
Nuiou-*e, em todo o lempo que S- Exc. Rvma.
esteve Mi trra, a ausencia do clero socalar, ape-
sar da ttiencia que tiuna do seu desembarque.
VIA FRREA DE TAMAND*AR.-Em 26 da
agosto e.kpedo o ministerio da aitricullura, pre-
s:Jencia de Pernambuco, declarando que, lando-se
vg.ini.-ado umi coiB|>an!iia para a consiruccao de
pm estra-i.i de ferro entre o porto de Tamanda-
t e a parte inferior do rio Una, e havendo ees-
aada rwr sle faeti qualquer intervoncao di con-
cessio^arios de sua incorooracao, Luiz de Garva-
Iho l'ae* de Audrade, Antonia Marques de Amo-
n n e Hwnqu? Augusto Milel, requereram estes
alterac.08* no cntralo que se refere o decreto n.
1-8J de 28 de miembro de 1857, e sendo ouvida a
S'CijV) dos negocio* do imperio do con>elho de
esU(fo, visto competir companhia allegar pe-
ranie u governo imperial qualquer cousa a bem
deaeaoireit.), n-> ha que deferir esses con
cassonaris; outro sim, ordeuou- liva a exocijc do dispmio na ondicio 7.a, na
parle relaliiw ao pagamento d-; mullas emtquo in-
corren a companliia, por n) ter cumpridota obri-
p-.g:. Hnofsia pola >ndicaj 6* do contrato ap-
provalo polo citado decreto n. 1980.
SEi:;iETARIVUO BI3PAD0.Por prwdsao do
Exni. S;, goferindir d > liispado, de 16 do passa-
do. fj noineadi uicial-maior da secretaria_do
h a o ir.Tirgi')' Sil 'rio doSiuza Magalhes.
IdVB.S ANEHIOA.Haver boje sessao desta
gocaedade, < horas e lugar do costume.
FREGOJHHA DA CAPUNGA.-Ni da 8 do cor
mu entroj no exercicio nidi [.egaezia de Xj<-a Senh ra da Graca da
Gapua, o llv.m. August) Franklm Moroira da
Rilva.' Logo apoz o acto da posse, fot cantado um
Tf-Deum.
TH3ATR0 DE SANTO ANTONIO.-O proprieta-
no deste taeatro. attendendo conveniencia do
publica resolveu igualar o preco de todas as ca-
deras, modificando os da prmeira classe, bem
c >m i reservar as duas prmeira-" orden* de cadei-
ras para senlnras que, nao t^ndo familia, quei-
ram asvistir ao mperiaruto mais coinmodamente.
C^ES V. DE NOVEMB ;0.-Prosegue, sem ne-
nlmna alleraci, o mao costume de algnns mora-
dor- il de Noverabro di lancar ra
quania agua servida tem etn casa, sem ao menos
ver se passa alguem, para evitar banhos f-arcados.
Nao haver meiode fizerce mo- que si ai ; e as<:m o esperamos do Sr. fiscal.
DI.VHEIRO.O vaoor franeez Gmndr, trouxe
da Europa 59 para o Sr Jas Augusto Rodri-
!) nossa praca levou esse vapor para aBahia
111*009, e para o Rio da Janeiro 40:OOOjOOO.
Os vapores frqui e Tocaatins trouxeram :
I-.ndon and BasiliauItak 60:000*0)0
k, 18:0005000
0 1 unios de G. i:000j000
Actoni-i &tties Netto l:67OOT
&C. 1:600IXH)
A. Gniraarla da Silva Baifo 1:30000
H lirio, Oliveira & G. 1:220*000
It. ra de C 1:01)05000
Frei A. de S. Gamillo 800*000
J,.,| oiuJ-GoBCaiv.-s Beltrau 870/379
I.eouiaun treres 7003000
Alfredo i G. 360*000
Dr. Aprigio Guimaes 130*000
da Molla de Azevedo F. 5>J*000
O vapor T Pin OOOTO
e Ceara 500*000
> o Maranhao 6i:7!*0O0
. o Para 42:269*000
O vapores Cruzeiro do Sul e Tooantint le-
varam flofliew de nossa praca :
Para o Para
. o M*rWhio
400*000
oO:083*S30
45:378*650
500*000
9:900*uO0
353:945*340
neiro
sendo desta ultima parcella 300:000* para o'ihe
n-ieioial.
0 vapor W'indak levou de nossa prar;a para
Fernando do Norooha 8:000*000.
KSTAMPLHA.Vieram hontem pelo vapor To-
cnnlins- dez cotilos de res de estampilhas do sello
adhesivo para a thavmrana de fazenda.
PEST1VIDADB RELIGIOSA. A confraria de
N. S. do Livramento feteja amanh a fasta de
i aquelle brilhantismo do cos-
ia tenvell poupado. Hoje ao
a bandas de musiea
dj infaata-
tal
jw- i em i
tontendo
i.
a tribuna sagrada
za. sendo a mnsi-
essor (illas, lati-
dos fiis a
i ras pro-
Ha m reco-
egtdor imperial
o d arti-
EM TRASrrO.Acbampe bordo do tapr
francaz Girond, em viagem para o sul do imperio,
320 passageims.
FALLEGHilNTONa quraiarfuira deu alma
ao creador, em cobseqoencia das pnntninas que
levou no domingo .nunle o Sr. Manoel da Silva
Jaco me Pessoa.
N0V3 BABE3.Por eartas imperiaes de 24
de agoste feram agraciados ce ttulos de bardes:
das Street, o Sr. coronel Manoel Jos da Costa ;
e de Mortnot, o Sr. commendader Antonio de Sou-
taL#,
T8RM0DEAGA PUETA.Tando sido exone-
rad^ sea padid, de jbiz nni|iriual e de or-
phaodo termo de Agua Preta, o Sr. Dr. fdro
Gaudiaoo da Bats e Silva : foi ara *<* carp no-
meado, or daerelo da 20 de .igoate, o St. Dr. Ma-
noel Anoes Jacome Pires.
.NOVO PRIVILEGI.-Pelo docreto de 24' de
agosto ultimo, sob n. 4580, d ministerio da agri-
cultura, foi concedido o segrate privilegio :
t Altendendo ao que me requereram os enge-
oheiros Paulo Jos de Oveira e Joaquim Pires
l'.arneiro Monteiro,a de conformidade com o pare-
cjr do eonselhsiro procurador da coroa, sobera-
na e fazenda nacional: hei por bem conceder-
Ihes privilegio por 15 anuos, para introduirem
as provinnia-i de* Pernambuco, Parahyba, Rio-
trande di Norte Gear, as machinas de tracifo,
denominadasR. W. Thomson Pateut RoadStea-
mere os vnculos do transporto de inveosao do
mosmo autor, sob as seguales clausulas :
t i* A introdcelo e oso das referidas machi-
nas e vehculos as estradas das provincias, a que
circum-cripto e privilegio concedido, vericar-
se-hio dentro de tres anaos contados desta data,
sob pena de caducidade da coacesso.
c 2* A presente concesso (ka dependente da
ulterior approvacao do poder legislativo, nao pu1
deudo os concessionarios reclamar indemnisa(o
alguma, se, reahsada a ntroduccao e iniciado o
servico do novo systema, de transporte dentro do
praso da clausula anterior nao for approvada defi-
nitivamente a mesma concesso.
MISSIO.VARIOS CAPCHINHOS.Por aviso do
I ministerio da agricultura, de. 25 do agosto, foi
comrnncicado ao presidente de Pernambuco que
de accordo com o Rvm. Fr. Caetano de Messina,
commissario gcral dos missianarios capochinhos
nesla curie, resolveu o governo imperial que do3
cinco religiosos ltimamente chegado do Roma fl-
quem dous nessa provincia, devendo os outros
tres seguir opportunamente para o Xngu na pro-
vincia do Para, afii- de auxilarem Fr. Lndovico
de mazzarioo. servindo all de directores de aldea-
n.ento indgena.
ETTRE CARMELirAS.-Gjnsta-nos que o Rvm.
Fr. Joo do Amor Divino fura honiem pedir S.
Exc, o Sr. areehispo da Baha, providencia acerca
das injustas pereeguicoes, que seos roaos reli-
giosos teem desenvolvido contra elle; e S. Exc. se
dgnou submetler todo o negocio ao couheclmento
do Exn. Sr. vigari capitular, para em reservado
informa-lo da verdade dos fados.
E' de esperar dos sentimentos da reetidao, que
ornam e*se bom sacerdote, que elle proceder
com ju-iiea, prudencia e bumanidade.
NAVIOS CARGA.Em Lisboa Julio, Mam
pagoe Principio para Pernambuco, Saphyra para
) i /ara. Uniao para o Maranhao, e Ligetra para
o Para ; no Porto Sociaf, Sebeas e Jud'th para
Pernambuco, Mara Carolina para o Cear e Ma-
ranhao, e Adela de para o Para.
NAVIOS 3HEGAD0S.-A' Lisboa-a 17 Julw
de Pernambuco, a 20 Agitia dem, a 21 La Plata
(vapori do Para, Miranho e Cear.
NAVIOS SAHIDOS.De Lisboa-a 13 Bella Fi-
gueiens para Pernambuco, a 18 Cearense (vapor)
para o Para, Maraoho e Cear, a 21 Linda para
o Para.
AMARON. Este vapor da lnha de Liverpool
en esperado em Lisboa, em viagem para Pernam-
buco, de 29 a 31 de agosto.
AMBROSE E LA PLATA.E-tes vapores eram
e.-perados ein L.sbaa. em vugem para o Cear,
Maranhao e l'ar, este de 15 a 17 o aqueile de 1 a
3 do correule.
MOVIMENT) MARTIMO ESTrtANGEIRO.-Dos
jornaes receidos da Europa colhemos o seguinle
movimento de navios nos portos mencionados no
mez de agosto :
Altona.Entraram de Pernambuco a 17 o Ven-
turita e Antonietla.
Cuchaven.Saino para Pernambuco, a 13 o
Slerling vindi de Iluuburgo.
Havre.Sahiram para o Para a 7 o- Cora e a
il o Liberta. Esiavam car^a para Pernambu-
co lean Baptiste e o Swti Andr.
Liverpool.Entraram de Maco5 a 5 o Orion
e o Empress, de Pernambuco o Aries e o Saphyre
(vapor) a 9, do Para alio Roseta, du Maranhao
a 12 o Margareth, de Mace a 12 Af. Blanca, o a
14 o Selma. Sahiram a II W. J. Cummim e Pa-
Iriot para Pernambuco, a 12 Union dem, a 13 Se-
cret para o Maranhvr, e Cearenee (vapor para o
Para.
Marselba.=Entrou a 7 de Pernambuco. o Seta.
Eslava carga para o Cear e Pa<~ o Atilc.
Queenstowfl.Entrou a 6 o Goodheart de Per-
nambuco.
LOTERA.A que se acha a venda a 159" a
beneficio do collegiodo? urphSos, a qual corre no
lia 10.
TRANSFERENCIA DE LEILO. Foi transfe-
rido para segunda fera, o leilo de sete partes do
sobrado u. 27 da ra da aaeia em razao de ter
chegado hontem o vapor franeez.
PASSAGEIROS. O paquete franeez Gironde,
viudo da Europa, trouxe a seu bordo os seguintes:
Schwarzscbild, Joaquim da Silva Barbosa, Fran-
cisco Dias Rodrigues, Alipio Aueusto Ferreira,
I. Antonio do Nasnraento, Manoel Rodrigues San-
tiago, Rufino F. Alve- Conde, Viriata Geuteiro Lo-
pes, Rufino Suzaao Gago de Miranda, Joo Paulo
Carrere, Feliciano Jo.- Gome Jnior, Jos Alves
da Cruz, Manoel Jos Maia, Jos Machado, Antonio
Joaquim Henriqaes.
CEMITEAIO PUBLICO.-Obituario do dia 6 de
setembro.
Marrolin i Mara da Gmeeicao, parda, Pernam-
buco, 21 annos, solteira, S. Jos ; phtysica pulmo-
nar.
Jos da Silva Ferreira Vinhns, hranco, Portugal,
27 annos, solteiro, Boa vista, desyiiteria ; hospital
portoguez.
Anna, branca. Pernambuco, 6 aunes, Recfe;
convulsSes.
Manoel, pardo, Pernambuco, 1 dia, Boa-vista ;
espasmo.
Rosa Mara da Coneeico, parda, Pernambuco,
80 annos, viuva. Boa-vista ; intente chronica, hos-
pital Pedro II.
Antonio Fran-isc H>rta, branco, Portugal, 39
annos, solteiro, Boavisu ; iosuffkencia das var-
vulas.
Mara, prvula, enconlradh na porta da capella
da Santa Cruz, Recfe
Rita Mara de Brito e Silva, branca, Pernambu-
co, 63 annos, solteira, Santo Antonio ; anazarca.
Senh irinha da Silva Campos, branca, Pernam-
buco, 20 annos, cacada. S. Jos; phtysica pulmo-
nar.
Trajano Vieira da Silva, pardo, Paja, 25 annos,
solteiro, Boa-vista ; tubrculos pulmonares, hos-
pital militar.
MaTia, parda, Pernambuco, lo mezes, Santo
Antonio; dentic^s.
Isabel, preta, escrava, Pernambuco, 12 annos,
solteira, Santo Antonio, pneumona.
Luzia Mara da Conceici, parda, Pernambuco,
20 annos, solteira, Boa-vista ; gasiro interite.
Justo, pardo, Peruamboeo, 45 dias, Boa-vista ;
dyarrba.
Pedro Antonio Barroso do Sacramento, braueo,
Para, 24 annos, solteiro, Sauto Antinio ; pericar-
dite.
Carlos Gnilberme Fernandes, branco, Allemanha,
74 annos, solteiro, Boavista ; ulsera grangrenosa,
hospital Pedro II.
Hatto
O mundo pdueo p'ra quem r* oa croa
A vera airada da romagem Mita.
Smente a gloria dt virtuoso geania
Cheia da aromas, de divina lu.
Celeste astro, que aoi mortaes reluz,
Foi sna estrella da bailesa uu,
E a tur va mor te q*e ao eolpado espaata,
A graca eterna conlirmou II o jus.
Paira sna alma na raansio do eterno,
Por seu eapuao, peto IMho mb
Rogando Muipre cotp *noe kam temo.
C oeste mando seja o ntansolen
Oade postamas com fervor ntaroo
Rendar mil preitos a quem asti no co.
SONETO
A' Nossa Senhora do Bom Conseteo, ao lembrar-
se o aataor que boje o dia da su*
Sanu N-tividade.
Salve, dia sem par I Oh dia sublime,
fEm que do F.taroo m-soed a Vtrgem pura
Salve Excelsa e Dvtaa prealura,
Que nos irape a razao que se ame e estime.
Oh I Salve, hostia dos cijos, que n'alma imprime
Oo misrrimo sar u'argda impura
O faebo da virtnde, Os males cura;
Que acisula a torpejo vicioo me !
Ah possa o triste mortal, em sua fraquea,
(iluminado por ti,o lio pr unido
Myslerio compreheuder de la grandeza !
a.
Salve, Fonte de luzdo amor ma,(3 fundo,
Predilecta de Deus! dss coa Pnoarza.
Que nos ps lera o sspac*o sol e o mundo !
Recfe, 8 de sitembro de 1870,
J. Patricio de Castro Natalense.
te ao conil
maauei passar o
logar do costme, e publicado
dias antes da dita arrematar
Dado e passadjrnesta cidade
signal e sello depte.juizo,
sa, aos 31 de agosto de 1870.
En, Joaquim Hermillo Candido das
crivao de orph-uia interino o subsdW
Antonio dos Passds e Silva Jnior.
Ao sello 300 r*.Valha sem sell ex-cauaa.
E-uva^umaestampilhadeOOrs. inutilisad* U. at)U9[ (lO fejWftl flClOrlad I 55
6-Wcrivao de nrphaos iuiartho,
_________Joaquim Hermillo Candido dnsftkagas.
Peranie a,fcauiara inunicinal destaucidade
estar em praga nos das 10, 12, 13"o 14 V^or
rente para ser arrematado por quem maior
Sa offerecer o imposto de aferco de pesos e me-
_id pula quanfia de 22:8U0*00ii. A arramata-
u sari feua por ura aBI|ll ; aiHieiie qOe treto-
rlerem concorrer a ella, d.vem haWlitar-se na
fotte da le e. preseiii.r dpus dia antes as
soas- habiltopaas para serom- jnlgads.
As cendicoei do contracto serio declaradas an-
in da entrar a aracA
Paco da cambra municipal do Raecife, 9 de sd-
f'.nado Joaquim V Sonza Leia,
PH5 pre.-idente.
Loareoc) lezerra Carneiro da Cunha,
Sjcretario.
COMMERCIO.
P.t*CA DO RECIPE 9 DE SETEMBRO
ftE 70.
\s 3 l/'i horas da Txat.
Assucar Canal-1*600 pjr 15 kil.
Caiutiio- sobre Londres 90 d.v 19 3|8 por 1*000
(luarta-feira).
Dito sobre dito-90 d|v 19 3|4,19 7|8 20 e 12
por 1*000.
Cambio sobre Pars3 d|v. 493 rs. por franco.
Cambio sobre L'snoa 3 djv 175 0(0 de premio
do Porto 1-79 0,0
Dito sobre dito90 d|v 165 00 de premio.
Goncallo Jos Alfonso,
Presdeme
A. P. de Lcraos.
Pelo secretifio,
ALF.A.\UE. >.
ifndimewadodir 1 a 6 192:373*208
aero do du 9 25.894*358
2l8:67S66
MOVIMENTO DA ALFA.^D&y.
coumesjctraflos cemfazeada-- 144
dem dem com genero 684
'olui^e" sabidos com fazoada- 99
Idam Mea com genero? 213
828
312
Descarregam ho;e 10 1* setembro
Barca francazaFgaromcrc:.doriae.
Patacho americanaCaro/inn^taboao.
Brigue ioglez Adelelemercadona^."
Han inglczaTalismnfarinha de trigo.
Brigue norte-allemo Hercules dem.
Riigue norte-airemc Miranda mercadorias.
Rrigue norte all-'maoMr Juliosidem.
Brigue inglei-fli/ifln/eidem.
Barca portuguezaAmebadem.
BEDOiA DE RENDA NTEI',>AS tttt
RAES OE PKRNAMCCO.
wndimento do dia 1 a 6 8 099*703
emdodia 9.......- 1:921*815
10.021*518
CONSUuADd PROVINCAL
'eudimenio do
dem d^ dia
da lab
4 i: 356*911
2:370*569
44:727*480
SECLARACOES.
No dja 10 do crrente mez (-uhbado), depais
da audiencia do Illm. Br. Dr. jun municipal d 2"
>nio os alugueis
vara irio praca por arr
dos dous andares e solo
Rosario n. 31.
da ra largado
PEWAL
FJtlMU DE CERVEJI
8abbado'i6 do coprwite
Domingo 11,
Prcgrammas na entrada.
Proco de entrada 1*000 por cada pessoa.
seta partes do ,> n. 27
asente Martins reqaerineBtoaa
D. Antonia Francisca da Coneeico e por
^ado do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da aa-
uB vara, do predio cima, parte dos beaadM-
SHoelo finado Manoel Pereira Caldas
*^ SEGUNDA FEt A
t* do corrate
tru escriptorio ra da Cadeia n. 9, as 11 ho-
ft_po_dia
NO
PAYLHAO DE S. ISABEL
COMPANHl*.
I0UKTIICYUNASTCA E ACROBTICA
LEflie
e todos os utensilios do caf
exisiente no largo do Torpo
Santo n. 9.
Terca-feira 13 do crreme.
O agente. Pestaa far leilao |>or conta a risco
kde qumi uertancer, doa oteoailies do cafe do lar-
go do Corpo Santo n. 9, sendo Wlhares, tacos bo-
las, ped/as para gamo, mesas, bancas de podra
di jobo, bancos de palbiaha, Jajjljg aadri-
ras, lavatorios, qtudros, armarios, gamao, esac-
Ihos, relogios e mais objecios que se aoKario pa-
tdBtes no acto do Icilo, u qual lert lafjw jar?-
feira 13 da crreme, as 11 luirs da uunbaa, uo
anr-saio estabeleomeato.
SOB A DIRECCAO
DE
MU
PUBllCACOES A PEDIDO.
tem as seis horas da mauhaa fallecen o roen
amigo M a Jacorn Pessoa, victima de
rsidado de alguem,
extrema pede -me que em
>i a algnmas pessdas a quem
porventur nomas me pre-
aisou, po/M, acbando-rae en impressioattOo pelo
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 3.
Bordeaux e porios tdvewnedios lo dias, vapor
franeez Gironde, de T797 i'n-lada?, e enmau
dante Somer. equipagem 130, carga ddlerentes
gneros : a Tisset frere.
Baha 8 dia?, palaeni brasileirn Macieira. de 255
toneladas, capito Francisco Balbiuo da Freitas.
equipagem 10, carga 2,667 sacro* cora farinha
de maniioca e outros genero* ; a Joaquim Jos
G. Beltro.
iSavios entrados no da 9.
Porto? do snl7 dins, vapor brasileuo Tnoantins,
de 7S0 tonelada*, c immandante Jos Mana F.
Franco, equipagem 57, carga diffcrenles gene-
ros : a A. L.'deO. Azevedo A C
Macei3 dias, lancha lirasileira Rosa, de 32 to-
neladas, capili Antonio Jos d Motia, equipa-
gem 6,carga lenha ; a Fern.nde* lrmo.
Navio* tahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro pelo Ar-sBrigue brasileiro S.
Pauto, capito afanoel Marciano Ferreira, em
lastro de ara.
Rio de JaneiroBarca ingleza Talismn, capito
Blacheford, em lastro de ara. '
Portos do sulVapor_brasileiro Cruzeiro do Sul,
commandante capito tenente Pedro 11. Duarie,
carga varios gneros.
Portos da uorto Vapor brasileiro- Tocantns,
commandante Jos Mara F. Franco, carga va-
rios gneros. '
Rio da Prala e porl is interm8dios=Vapor franeez
Gironde, commandante Somer, carga parte da
que trouxe da Europa.
d(M'(ttpras navaes
Oconselho contrat*-dm ti d torrente mez, aft-
as condtfias do esiylo e vista de propostas rece-
bidas at as 11 horas da manhaa, o. forbecraento
no trimestre prexmu vindo#"o fe otiKJb'ro a de-
zeavroidos olijectos segunio :
I\ra aprendzes arlices.
Bonets do uaiforme, b me:- do servico, blusas
de tirim Brance, blu-as de argtm azul, blusas
de panno azul, ealc.'S' de lirim branco, calcas de
algodao azul, camisas de aTgodaozinho. cobertores
de la, cafcertorts de alguil hranco enveroisafio, calcas de panno azul, eolchoes
de ludio jlieios de palto, fronhas de ttlgodioznbo,
lencos de seda prola para grvalas, Fen^des de al-
go:!aozinho, sapatoes, saceos de guardar roupa e
Irave^seros de linho cheios de palha.
Para imperiaes marmheiros-c aprendires
(IOS.
Bonets de panno azol, camisas de brm hranco,
calcas de algum azul, caioi-as dealgcdo azul, cal-
Cas de panno azul, caigas de biim braueo, camisas
de hacia azul, tendo o corpo i 1|2 palmos de com-
primenlo e 3 aa mangas inclusive os pmrbos, ca-
misas de baotaatul, tend o corpo de 3 palmos de
comprimen! e 2 as mangas inclusive os punhos,
frdelas df panuo azol. lencos de seda preta para
grvalas, sapates e saceos de l gem.
Para artfices avulsos.
Blusa-' de panno azul, bkisaa de algodo azul,
calca* de brm branco. caigas de panno azul, cal-
cas'de algodo aznL caml*as de algodozinho, e
cintos de couro branco envernisado.
Para marinhagem.
Calcas de brim blanco, cwli.as de algojo azul,
camisas de brm branco, camisas de algodo azul,
e camisas dehata azul, tendo o corpo 4 1|2 pal-
mo^ de comprimen! e 3 aa-inangas inclusive os
punhos.
Tambem o conseluo no mencionado da 12 o
correte wz, por igual nrnri, promove a compr
dos-.gieo*iectO do ttateaial da armada :
12 halde.ideiras de folhs, 20 arrobas de er, 60
barias de ferro inglez propno para srelbas, 6 oles
nglezes de 8 pes de comprimenlo e 6 de largo, 100
pa>is de lacre encarnado, 2 iieolos de alcance, 16
paos de kipa(Jo de li palmos ne comiiriraento,
400 libras de pregadnra ue Hi'C II eadernos de
papel malla-buii:V.. 100 folbas de papel pautado
p3ra mappas, 100 I i!ha-> de popel liso para map-
pas, 60 groas d.- pennns de a^o, 0 teifnnles de
pinho pasa paos de rr.ielto, ten.lo de comprimento
35 ps e grossura aa mem 7 polegadU de dime-
tro, e G vorgonteas de pinho para mastroa de es-
caleres, tendn decMiPonmont^ 25 pes grossura
no meio 0 1|2 pnl-?adis de dimetro.
Sala das sessoes do on-eio de aumpras navae>
6 de setembro de 1870.
0 secretario.
Alexamir. i'e.lrlgue-' dos Amos.
Pi'la subdeiegaea da lY-.>u zia de S. Fr. Pe-
dro Gencilves d i Recifa se fa. pnWleo que acha-
> rerolhido a pretoj Joaquim
por tupido, e que dl s^r esc avo de Joo de tar-
Araujo : qdem for seu senhor c mpacejja nasta
subdelugacia uiuoui > de setu docuiueulos. qo Ibo
ser entregue.
Subdr-legacia do R cif" 5 de setembro de 18/0.
Juaqoim Agiipino Furtado de Mendonea,
Sobdeieeado riipplr -it..
D. Marcos Casali.
IE EHHID1
AHANHAa
i)onngd I, de setmbro
As 8 l| horas da noule
llavera nete circo ama escolhida e variada
funcaao, cujo programla se distribuir oesta ci-
dade ; o horaem voador, e a ata batuda, pedem
m?iis uma vez a assisteaeia deste respeitaved pu-
blico.
AVISOS MARTIMOS.
EDITAES.
0 Dr. Francisco de Carvalho Soares Brandao, juiz
de orphos e auzentes da cidade do Recife e seu
termo, por sua magestade o imperador, que Deus
guarde etc.
Luisa Mara da Coneeico meeira e inventaran-
te dos bens qu > flcaram por fallecimento de sen
maride Lniz Fi-ancisco de Paula, requereu-me
para vender em bista publica deste juizo a eso/ava
Francisca, cnoula, de 14 afloos de iJade, do ser-
vico domestico, ada e que. tendo sido avallada
por 500A000 na occasio em que a snpplcante
proceden a inventario os beas de seu casal, foi
aqumhoada a -ella e seus filhos menores.
E, pois, que acquesci a semeihante pretenco,
pelo presente, e fundado no que di6pe o decreto
n. 1695 de 1869, convido a todos quantos quizereni
lancar sobre a mencionada escrava apresenta-
ren suas propostas em cartas feiehada* as casas
dos auditorios de prmeira instancia desta cidade,
nos dias em que costumo dar audiencia aos feitos
e partes. O prazo para semeihante aprewntaco
de 30 das a contar de hoje.
Os lieilanirs querendo poderao ver a precitada
escrava na casa de residencia de Manoel Thomaz
dos Santos, tutor dos menores cima mencionados,
a ra de Sania Thereza n. 28.
E para comtar mandei passar o pre-ente que-
sera afflxado nos lugares do costme o publcalo
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 5 de setembro de 1870.
Eu Floran Corroa de Rrito, escrivia, o fiz es-
crevi e subscrevo. t
Francisco de Carvalho Stares Brandao.
ol)r iio dos Passos e Silva Jnior,
de orphos, supplente em
i deOlinda, por S. M. 1.
quem Deus guarde etc.
Face saber aos que o presente edital vi&am.
TUEATRO
EHt'HEZA-COlSBA
COMPANH
...C
1
EZ
ASSIGNML'RA.
4 a RECITA DE
Grande e variado espectacalo,
aSbaiso CO do carale
Dividido -m ires parios.
PB1MEIRA PART
BrillHBto onwrtura pela oichesisa. Em segui-
da represenlarse I a a nuiiln linda r chistosa
opera cmica em msica de OfTeraback.
LA N1T BLANGHC.
Personagens. Actores.
Jean Gustn......... Mr. Varis.
Hercule............ Mr. Carn.
Panchette.........'. MIL-. Bresei...
A acK'o passa em Pars.
SEGUNDA PARTE.
i.' Concoimta
LA MUSE I.U PE PLE.
exibida por Mlle Thyerri.
O mullo lindo e applnudido duetto
"LES DF.DX GHANfBORS w Offl PLACE
cantado pelos insigues adatas Mrs. Garoo e Ray-
nacd.
TERCEIKA PARTg._____
Belhssma opera bouffe.em um acto, escripta por
Mrs. Nuitter e Beai t, msica de I. E. Lecouix
Personagens. Actores.
Elvira............ Mile. Choiberl.
Cotignac.......... Mr. Carn.
jilo......... Mr.Raynaud.
Goncalez.......... Mr. Maris
A scena p^ssa-se em Pars no reinad-", de Lulz
xii.
O vestuario e mai > accessorios desu opera sao
completamente novos.
O Pesio dos bilhaies arha-se venda no es-
r.rplorio do thealro das 0 bcras da manha era
diante.
Os Srs. assigmntes e mais pessoat que pedram
billieles para esie esfWesawlo. tenham a bondade
de ns mandar buscar al o dia do e*pectacu!o ao
meio dia.
COMPAtfHIA
DAS
Mesagpries imperiales.
At o dia il do corrente mra espera-se dos por-
tos do snl o vapor franeez Sindh, commandante
Massenct, o qual dopois da demora do costme
seguir parar Brdeos, tocando era Dakar (Gira) e
Lisboa.
Para condcSes, fretes e passagens, tratase na
agencia, rn.i do Comnrercio n. 9. ______
Mil'
l*relende seguir para o referido porto em poneos
jias o paluabote Rosa por ter a maior parte da
caiga, e para a, pauca que loe falta, trata-se com o
consignatario Joaquim Jos- Goncalves Beltro,
ruk do Commercio o. 17.
Aracaty.
Siegue para o indicado porto o palhabote So-
brAUnse, capito Pereira ; anda recebe alguma
caiga a frete : a tratar com S Leitao Irmos, a
nii da Midre de Deus n. 1.
RIO DE JAREIRi)
para o porto acama segu cora brevidade o bri-
gue nacional Isabel, tem pane do seu carregamen-
ii> engajado: para o resta que Ihe falla ir ata-se
com os consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azfvedo & G, rn da Crui n. 57, lc andar.
AMNHAO'
barca Mara, rhegada do Rio de Janeiro, e-
gu^ para o Maranhao ein poucos dias com a carga
qup tiver, e por issu quem quizef aproveiiar lio
boi occasio de carregar, dirja-se ao consignala-
ri mercio n. 17.________________
Rto de Janeiro
Pretende seguir par* o referido porto eom a
pmsivel brevidade o patacho Monteiro por ter por
da carga engajada ; e para a que Ihe falla t
ravns a frete, rata se com o cpnsignatarlo Joa
n iin os Goncalves Beltro a ra do Commercii
n. 17.
CMFAiNHIA' PERNA.MJJUCAN/
DB
^javegaeio eostelra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Maudahu, Acaxac e
Granja.
O vapor Jpojura comman-
dante Miiora seguir pan os
portos cima no dia 15 do corrente
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 14, enemnmendas
assageiros e dinheiro a frete at as i horas da
i rde do dia da saluda : escriptorio no Forte do
vanos n. 12. _____________________
1 COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Vavegaco costeira por vapor
Mamanguape.
O vapor, nacional Coruripe, commandante Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 12 do cor-
n nte 'as 6 horas da tarde. Recebe carga, eocom-
umndas, passageiros e dnbeiro a I'reieatas3
li >ra da larde do dia 15, no escrtpttirio da coai
nbia. Porte di Hattos n. 11_________________
enpreza, a pedido de milites de seus amigos
e fioqueniadoies, resolve d'ora avante modificar
os preoos dos i: caderas para l&, extn-
goindo as de segunda classs ; assina como previno
qse podera vr receber o ex-
-igiia! .do presente espec-
io vante.
Oairoei', a emaTreza. avisa a todaj
COMPANHl* PERNAMBUCANA
m
\avegaeio coscira per vapor.
Porto de Gallinhas, Rio Fortuoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba seguir
para os porios aciina no dia
10 do corrente meia noite.
-cebe carga, encotnmen-
rtas, passageiros e dinheiro a
irete no escriptorio do Forte
ia Matas
DE iflOVBIM
loupa e crystaes, a
saber :
Um piano forte, ama mobilia de Jacaranda com I
sota, 1 jardineira, 2 consolos eom pe ra marina-
re, 1 cadeiras de Jiracv e 18 de guarnici i (ludo
perfeito), f serpentinas, I tpele de sof, i na-
carradetras, 4 dt scangos de ps, 4 jarran para,
flores.
Ora toilette, 1 lavatorio, I cama francesa, 1 mesa
de cama,' um bid, 1 gnardi-roopa, 1 comino-
da, 2 cabidas e 1 costurara.
Una mes ela-hc-, 1 guarda-louca, 2 amparado-
res, 1 sof, 12 caderas. 1 apparelho de krtira
para cha, dito para jantar, copos, clices, garra-
fas e cumpoteiras.
Um billiar pequeo e maneiro, 1 machina de la-
var roupa, I di la de copiar carias, 1 machina do
cesar, e muitos c uiros objecios existentes no se-
gundo andar do
Sobrado da roa da Cadeia n. SI
Quarta feira 14 do corrente.
O geme Pinto, auionsado por uma pessoa que
mudoo de residencia, far leil t dos movis e mais
objectus cima descrilos, ex sientes no -egundo
andar do sokrado da ra da Cadeia n. 51, sendo
que o leitao principiar
as 10 horas em ponto
AVISOS DIVERSOS.
AsAOciacjao Conmiercial Bene-
ficen'e.
Por ordem da direceo convido todos os seabo-
res socios a reanirem-se exiraordtnanamenw en
aanambla geral terca (eir la do crreme, aomein
dia, na rata das sessoes, aflu de se trataros aa-
saimpto cegrir.de impuitamMa cummercial.
Assoeiacao Ommer ial Benefleenie 6 de setem-
bro de 1870.
Joaquim Gerardo de Bastos,
Secretario._________
C4SA U FORTUNA
Aos 5:0001
Billietes garantidos.
A roa Primet.ro de Marco (otrtr'ora ra do
Crespo) n. 23 e ca-as do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes gano
tidos da o1 parte da lotera, beneficio do colle-
ge dos orphos (150') que se e/.trahira sanbado
10 do crrente.
PRECOS. .
Bilhete inteiro 6/J000
Meio bilhete 3*000
Quano 1*800
Em porcao de lOOjOOO para cima.
Bilhete int-iro 5*400
Mee. bilhete 2*700
Quarlo 1*350
Manoel Martins Fiwa.
== l'recisa-se coDtFatar di
Rvd, sacerdote para uma ca-
pellana, n'uma cidade populo-
sa e perto do Recife : tratar
na8tfi typographia.
O teBente-coronel FranciCo Garneir<> Machado
Ros, seus filhos e iie.t", convidara seus prenles
e amigos para assi-lirem a missa do seiimo dia.
(10 do corrente) pnr alma de ua tinada IHba, ir-
Duaa e mai D. Mana Magdalena Carneiro Rins Vi-
lella, "a matriz da Boa-ve-la. as 7 horas do da.
Monte pi portugus
Eis a dctala: al directora provisoria, qoo elea
ha seis annos, anda inexpiicavelmente permanece
na direceo da sociedade sem auuio e com offensa
1a lei i' contra a geral expciaii^a dos asociados.
Oh I 8anf> Dos I qoando cessar cssa dictadura,
contra a qual pn testara os mais vilaas interesses
da sociedade! e porque e-pera a directora pato
golpe de missionario qne lalve Ibe esteja assig-
naladn, em virtnde do que dispoe os artigos 19 e
24 2 do* estatutos, nSo acreditando qne ella.
deixar ehegar a ese cxiiemo. Pas mai tea!
Santo Dees! se a tamo cbeg.n.
Pr<*idtntt l<>-e di ^ilva Lages.
SecrelarioJoaftuim (erario Bastos flff
ThesoureroJu.-e-Alvee Lima.
Irmandade
PARA O RIO GIUNUK IH) 6L.
O brigue Princeza sahir em poucos dias ; para
ti resto da carga trata-ve eom Pereira Vianna 4 C,
na rna do Vigario n. 11, sobrado.
LEILOES.
de Nossa Seulir.< do Bom Parto.
A commisso administrativa da irmandade de
Nossa Senhora do Bom Parto convida a todo* o*
irmos para domingo II do corrente renniren
ne seu consistorio, em u esa geral, par iratar de-
negocios tendentes a me Dmingos Ramos Barbosa.
Sociedade Liberal Uniao Be-
neficente
De ordem do conseibo admin-i-alivo sao convi-
dados ledos i.s socios reiiuirem-se em assetnMa,
geral extraordinaria, no d
as 6 1)2 horas da tarde, na casa da me>nu so-
ciedade.
Secretaria da sociedade Liberal Uniao Bencf-
cenie em9 de setembro de 1870.
Innocencio Xavier Vianna Sobrinb"-.
1* secretario.
4MA
EM OIiIMO.%
O agente Pesua fat leilo, por mandado do
Illm. Sr. Jir. juis de. orphos do Urmo de Olinda,
e i requerimeuto da. inventarame do* bens d
dos palo finado tenente Jos Joaquim Lopes de Al-
meida, no dia 15 cv> o,.rr audiencia
ein Olinda, casa pasa paga^'nto. da ob-
dn padaria, ooia
oastciaa oos Mi'; Ui>>
Precisa-se de uma am.-.
coxinhai e erigir, mar para
familia : a tra.'ar nan
p-ra
Precisa se de i I
urna r.i~ de poud
35, | andar.
-S
Ama
PiMihan.
prec
para .-< uo pouca familia
tu- dt > Francisco n. 71
a. criada,
trtta-v ua Racife,
f


J-

te
=3
C3
1
icaoii de Aibuquerque Mello PnbO
(Pombal).
Jeroioo Angosto dos Santos Fragoso.
Viri>simo Correia de Lyra (Cruangi oo Vteenr.ia.
Jos Hermio Ponina I (engenbo Preferenea).
Fernando Barata da Suva (engenbo Morojo).
Manoel Policarpo de Aievedj.
Antonia Gomes Cordeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Juveoal Torres.
Thom Joaqnim do R-go Barros.
MOFINA
con tNH
convalecen
nico deposito na phmnaeia e drofaria.
DE
Bartholomeu & C.
34Boa larga do Rosario34
Acaba de sabir luz
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
A
Este antigo estabelecimento, acba-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o gran le sortimento de joias d'oiiro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
L. WOKjEIKA miARTE C.
casi
r -
MANUEL & C.
Tem a saiisfacao de participar aos seos numerosos fregnezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo. tem ^jg-*
eslabelecido urna nova fabrica de chapeo* de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, b(je roa do Ma' onde acharo es pretendentes, muilo avallado sortimento de chapeos de sol de todos os preces, qualidades e jx r pre- gg
<;os mas commodcs do que comporia o ot>sso merado : cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado ^
darem, sendo po.'sivel suas encommendas, ppts podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-.
macSes as tazendas que a demora da fabrif aro bem diminuta,__________________________________
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a < ooclair
aqoelle negocio qoe V. S. se compremettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em uns
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a Cevereiro e abril, e na 1a cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fWn ; pois V. S. se deve lembrar que esta negocio
de mais de oito anuos, e quando o senbor seu
filho se acbava no estado nesta cidade.
GUIA DEVOTA
O
S
Vendas on permutas'
Vende-se a propriedade Guarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armazens
de um e oatro lado do rio, lugar berr. conhecido
pela sua importancia commercial, cojo porto ffe-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenbo Jandihaby (na
mesma provincia) moente e crreme, com cinco
leguas de trras de maltas virgens, oito escraivos,
bois, bestas e alambique ( ou somente o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratssmos precos,
e tambe'" se permutam por engenbos nesta pro
vincia. Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pitaes das roesmas : traur com o proprielario
major Fabncio Gomes Pedrosa ra da Cadeia
n. 25, ou com es seus procuradores no Rio-Gran-
de o Norte.
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senbor Bono Jess dos Passos.
Offlcio do Senhor dos Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senhora da Conceiclo.
Setenarlo das Dores de Mara.
Offlcio das Sete Dores de Mara Santsima.
Novena de N. Senhora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Penha.
Cnticos de N. Senhora da Penha.
Novena do B. S. Joan Baptista.
Novena da Senhora Sanl'Anna.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Um bonito volume encadernado.
2$000.
NA ANTIGA E BEM CONHECIDA FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL

DA
m
es
Eua do Baro da Victoria, esquina da Camba do Carmo.
(Antiga Ra Nova)

lo conbecida
m

Ha sempre om grande sortimento de chapos de sol de seda, merino, alpaca, bretanba de linbo braMp e par- wgt
do e de algod5o os todos os tamanhos e" eitios, a'm da immesa porco de ttda, mer.no,^ a!
armarles de todas as qualidades para satisfazer qualquer encommenda. A modicidade de seusprtcos
que escusa de mencionar.
9^(r^i> ft^i **

. TRILHOS URBANOS DO RECIFE A' OLINDA.
Tabella das horas de partida e chegada dos Irens provisorios
Ida.
KSTACOES.
Roa d'Aurora.................
i'ires..............:..........
Prncipe......................
J.mo de Barros................
K-pinheros...................
Kucrusilhada..................
Retn........................
Cimpa-Grande................
s.ilgadinho....................
Arrombados...................
DK M.VNHW.
DE TARDE.
Horas.
6.
6. 3"
6. 8'
6ir
6.16'
6.20'
6.2o'
6.28'
6.33'
0.37'
6.40'
Horas.
7.
7. T
7.8'
7.ir
7.16'
7.20
7.2o
7.28'
7 33'
7.37'
7.40'
Horas. I Horas. Horas.
8. 3'
8. 8"
8.11
8.16'
820'
8 2.V
8.28'
8.33'
8.37'
8.40'
9.
9. 3'
9. 8'
9.ir
9.16'
9.20'
9.23'
9.28'
9.'
9.W'
3.
3. 3'
.1. 8'
:i.Ii'!
3.16'i
3.20'
3.S5*
3.28'
3.33'
3.87*
340'
Horas.
4.
i. .T
4. 8'
4.U'
4.16'
4.20'
4 25'
4.28'
4.3$
.3f
4.40'
Horas.
&
o. 3'
o. *!
Sil*,
5.16'
5.20'
3.2o
5.28'
5.33'
5.37'
5.40
Horas. Horas.
0.
6. 3'
6. 8'
6.11'
6.16'
6.20'
625'
6.28'
G.33'
6.37'
6.40'
7.
7. 3'
7. 8'
7.11'
7.16'
7.20'
7.2o
7.28'
7.33'
7.37'
7.40'
Volta.
ESTACoES
DE MANHAA.
Horas i
(tiinda..... ..j................
Arrombadbs..........'.........
7.
7. 3;
Salgadinho.................... 7.7'
Campo-Grande.............. 7.12'
Relm........................ 7.15
Eocrozilhada.................. 7.20[
Kspiuheiro.................... 7.24'
Joao de Barros................ 7.29'
Principe......................I 7.32'
Pires........................, 737'
I'.tia d'Aarora................. "40
Horas.
8.
8. 3'
8. )'
8.12'
/ 8.1o
8.20'
8.24'
8 29'
8.32'
8.37'
8.40'
Horas.
9.
9. 3'
9. 7
9.12'
9.1o
9.20'
9.24'
9.29'
9.3'i
9 37'I
9.401
Hjras.
10.
10-3'
lo. r
10.12'
10.15
10.20'
10.24'
10.29' i
10.32'i
10.37';
10.401
DK TARDE.
Hora?.
4.
4. 3'
4. 7"
4.12'
4 15
4 20'
4.24'
4 29'
432'
4.37'
4.40'
Horas
Horas. Horas.
i.
5. 3'i
5. T
5 ir
.'i I.'i'
5 20'
5.24'
5.29'
5 32'
o 37'
:i.4'
6.
6. 3'
6. 7*
6.12'
6.1o
6.20'
6 24'
6.29'
6.32"
6.37'
6.40'
1.
7. 3'
7. 7'
7.12'
7.15'
7.20'
7.24'
7.29'
7.32'
7.37'
7 40'
Horas.
8.
8. 3'
8. T
8.12'
8.15'
8.20'
8.24'
8.29'
8.32'
8.37'
8.40'
nnmiogos c dias santlOcados.
Do Hecife as 6, 7, 8,9 e 10 horas da manhaa ; 2, 3, 4. 5, 6, 7 e 8 da tarde.
1)* Olinda s 7. 8,9,10 e 11 horas da manhaa; 3, 4, o, 6, 7, 8 e 9 da tarde.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS RBAOS
DO
RECIFE A9 OMWDA.
Tendo a directora de emitlir novas a;-
coes at o valor de 200:000(5000 segundo
foi autorisada pelo decreto n. 4563 de 10
de agosto do corrente anne, sao convidado*
os Srs. accionistas, em cumprimento ao que
dispSe o art. 4o dos estatutos, a inscreve-
rem-se al o da 14 do corrente declarando
o numero de aeces quejpretendem.
Avisa-se que a nova emissao tem de ser
feita por prestaces na razao de 10 % e
com intei vatios de 30 dias; c que do dia
13 em diante ero emiui-lasas actes que
forem subscriptas pelos accionistas ac
[non
Recife, 6 de setembro de 1870.
Joao Joaqnim Alves,
_______________Io secretario.
Precisa-sa de um b m cosinheiro pa-
' ra casa de eUrangeiros, na vi.-inbanca da
Passagem da Magdalena, devendo o mes-
! mo fazer as compras : na ra do C.ommer-
! ci n. 36.
52.
o, w. mm
ENGENHEIRO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N.
Passando o cbafriz
Machinas vapor syslema melhoradc.
Rodas d'agoa.
Moendas de cannar
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E ontros muitos objectos proprios d'agri
culmra.
Tudo por preco rouito rednzido.
mjs aimwm mmmm
a ADVOGACIA.
B O DR. JOAQIM CORREA DE ARAJO
I tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
niudoii a asa result
de d'En n. 32 |
n. 25, e abri cnsul
omeopathico do* Sr
dos o Juni r A C na mama
onde todos os dias dar consultas 4o
da it S horas da Urde, reservando para
as visitas domiciliares os mtervallo, que
decorn-m das 9 poras da manhaa ao awlo
dia e das 2 s 4 boras da Urda. A roal-
qner hora attender a ch<.nido, qoe ibe
sejam dirigidos, qner casa, quer ao con-
sultorio.
Jaa **%&** **8*
Engenho, engenho.
Aviso vanujoso para os senhores de engenho.
I N. B. Pratiea.paeirncia, e adiamntenlo em pon-
eos tempos. Um estraogeiro com pratica ha mais
de dez anuos de ter j ensinado em alcuns enge-
nbos desia provincia, se oflerere a qpalqutr se-
nhor de engenho para eosinar nao so as prinieiras
letras antes de om anno, como o franca: eem per-
fecao e em poneos tempos (um anno) :' quem
pretender dirija carta fechada com a sua residen-
cia, na roa das Tnocheiras n. 50, loia, com as
iniciaes B. A. B, ou na ra Diraita n. 118, botica.
OS ADVOGADOS
EiseoMartins
Antonio de Siuueira
MUDARAM o seu.
do Rosario n. 4.
escriptorio para a roa estreita
O SUPERINTENDENTE,
A. d'Abrtu Port.
AMA
CASA lili 010
Ba do Barao da
Victoria
(Outr'ora ra Nova. )
Aos 5:000^ e 20:000^
Da provincia e Rio de Jaueir^.
BUhetes garantidos da pro-
vincia.
tg abaixa a>signnii-i participa ao respeitavel pu-
blico e com ospeciali.lade aos amante; do ouro,
.jueabrioa sua loja de bilh"t;s garantidos da pro-
vincia, assim como tem a veada os muito felizes
bbetes do Rio de Janeiro, pagando qualquer pre-
mio que sabir por son com o descont da lei, e
premio que o tnesmo venda.
lhetes da provincia.
Inteiros 6f000.
Betos 3000.
QuarUis 00.
U 100(5000 para cima.
Inteiros -iiOO,
M, 2*J0.
Quartos l*:ioO.
Itiibetes do Rio de Janeiro.
Inteiros 84*000.
Meios 12*000.
Qoarto> 6*000.
________Joao J.iqnim da Costa Leite.
O abaixo assigoado participa ao rospeitavel
poUico qne se acha de novo aberta a loja de mar-
more na ra da Imperatriz, e pedo aos senhores
que tenh nendas de se entender na
moam loja. ou na na da Cadeia do Recife n. 2,
assim c r 'a preparar qualquer obra re-
lativa ao i '. como ejam : degros,
soieiras, ; para sepulturas com os
L-los, etc., etc.
da ponte.
illier para ama d.3 cisa
-de p- para trotar nin l n Trin:heira n. i
Precisa-se de um ama forra ou captiva
aervseo interno e externo de nma ca;a de
f.nnilia : na ra Velha n. 60.
para o
pouea
Alug-se a casa de dous andares e solao da
ra da Aurora : na mesma ra n. 38.
Muita attenpao
A pessua que tiver 5:000*000 e qu'uer dar a
premio, dando-se bom endosante e bom premio,
qaeira ter 3 bondade de deixar nesta typographia
carta com as iniciaes K. M.
Precisa se de urna ama que cozinhe e ensaboe
para casa do familia : a traur n:i pn?a da Inde
pendencia n.."i.
Na iravessa da iua
das Crines n, i, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for a qoan-
tia. Dia mesma casa cora-
pram-se os mesnios me-
taos e pedras.
0 8ACHAREL
Eusto Martins
COM escriptorio de advocada ra estreita do
iosario n. 4, prop5e-se igualmente a SOLICITAR
quaesquer causas peranie os tribunaes desta cida-
de, e pode ser procurado das 9 horas da manhaa
as 3 da urde.
ttissa fiinebre
Jos Mndes Pereira de Vasconcellos ferido da
mais intensa dor pelo fallecimento de seu prezado
pai Antonio Mendes Pereira de Vasconcellos, con-
vida os seus collejas e amigos para assistirem as
missas que em suffragio sua alma, manda cele-
brar no convento de Santo Antonio boje (sabbado)
as 7 horas.
urna para i
Josepha Mara dos Prazeres e Silva, meieira
e eabeca do ca-al de Joao Heorique da Silva, de- j estribara, tres cacimbas com
clara que mudouse da ra do Paysand (Paspa- beber, muitos arvoredos fructferos, e terreno pro-
Aluga -se e vende-se o jardn) botanice, sitio
com excellente casa, alem de outras para escravos,
muito boa agua de
geni) para a ra do M indego n. 101, aonde pode
divde j ser proenrada para negocios tendentes ao
seu casal, ou na rna das Cruzas n: 38, 1 andar,
om sen lilno Jos Henrique da Silva. A mesma
aprov*Hta a occasiao para tambem offrecer os
seos diminutos prestmos s pessoas de sua ami-
zade no Ingar onde hoje reside.
J quemudouasna residencia para a ra do Vis-
conde de Govanna n. 101 tMondego), aonde podo
ser procurado ou etn casa de seu desean? i na ra
das Cruzes n. 38, Io andar.
.No palacete da ra do Visconde d* oyunna
n. 101 (Mondego), precisase de um emprgado,
quer brsileiro ou estraogeiro, para tratar de si-
tio e jardim, e que saiba tambera alguma cousa
bolear cabriolel ou carro : a tratar no mesmo. oo
na ra das Crnzes n. 38. at as 3 horas da tarde.
prio para verduras, capim, etc. Tambem aluga
se o palacete ao lado da igreja do Senhor do Bom-
Fim, a melhor casa de Olinda, tende jardim, agua,
casa uara banbo, e varias fructas ; ajsim como
cozinha, o casa para escravos independente : a'
tratar na roa do Bom Fm com o Dr. Paes Barre-
to, ou com Crisiovao da Cunta Soutomaior.
Ass' io da cidade
Pede se aoSr. fiscal da freguezia dn S. Fr. Pedro
Ooncalves o especial favor de dar alguas passeios
pela odorosa ra da Cacimba (hoje Brrelo de
Menezes), e depois de mandar limpar o lamaral
podre e esverdiado all existente, prohibir a qoem
costuma botar as aguas ptridas que continua-
mente eahem em borbotoes no meio da ra, cau-
i graves encommodos aps transeantes e as
vUiohaneas.
E' elle.
aio de
liiitant'a
Joo Silveira Cameiroda Cunta transferio o seu
escriptorio da ra da Cruz n. 10, para a ra do
Commercio n. 32, 2 andar, por cima do Lopdon
and Brasilian Bank (entrada pela rna do Torres.)
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solleiro para lavar, engommar e coiinbar : na rus
de Peiro AlTomo n. 56, (antiga ra da Praia).
Araga-se por 40* mensaes nm prete perfeito
cozinheiro : quem precisar dirjase praca do
Conde d'F.u. botica n. 19. __________
Lembramos a cmara municipal de Olinda,
que mande botar em praca para ser aforado nm
ptimo terreno devoloto que existe na rna Nova
da mesma cidade, que ha muito quem qneira afo-
rar ; e se alguem se julgar com direito a elle,
apresentar seos (talos, pagar 20 a 20 tantos an-
uos vencidos, reconhecer-se foreiro, eu pedir deso-
neraq) a essa cmara.
Ama
Preeis se de urna ama nicamente para cozi-
Bhar : na roa dos (imrarapw n. 2.
0 Campos com armazem
de molhados na na do Im-
perador n. 28, vende come
no trapiche, caixas com ba-
tat s llevas de Lisboa a oito
mil reis cada urna.
A ellas que estao se aca-
b ndo. _j____________
The Liverpool & Lon-
on & Olobe Insu-
rance Company.
Companhia inglcza de seguros cntra-bgo,
eslabelecida em 1836.
Capital e fu ir: os de reserva
Ks. 36,866:190^.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazmdas armazmiidas,,
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamacoes.
Saunders Brothers & C,
Praca do Corpo Sanio n. II.
Na ra da Matriz da Boa-vista n. 13, preci-
sase de um pre'u forro ou captivo para o serv iw
de casa.__________________________________'
ALMANAK
PAHA O
APH5 M 1871.
'oavidamos aos Srs. advogados, Degoci-
antes, mdicos, artistas, endustriaes etcJelc.
para que remellara ra do Imperador n.
ai, os seus nomes ou firmas, com indicpcSo
da ra e n. da casa em que teem os $eus
estabelecimentos ou residencias, alia; de
serem coatempladns no Almanak futuro
Igual convite fazeraos as companbiaa de se-
guros, bancos, agencias, ssociagoes litera-
rias, scientificas, humaBitarias, carporacoes
religiosas etc. etc.
Para o fim supracitado s podero ser
acceitas as inf' rma?3es fornecidas at o ul-
timo dn corrente mez.
Cura rpida o lufallivel dos cal-
los, pela pomada
Galopean.
Deposito especial na pharmacia de Bartbolomeu
4C,
34Roa larga do Rosario34
Rob-* nte-rheum ? tico.
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje o mab conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
Ama
Na ra do Vigario n. 5, 3o andar, precisa-se
de urna ama para cosinhar, cuj servico faca com
perfeicao e que seja de boa conducta.
ATTENCMT
Na ra estreita do Rosario n. 35, Io andar, casa
particular de familia, continua se a fornecer co-
inedorias para fra pela tabella abaixo :
ALMOCO.
1 prato de solido.
I dito de farofa.
pae?, cha ou caf.
Preco 20^000 mensaes
JANTAR.
1 pratos com carne.
Pirao.
Arroz.
Sopa.
Sobre-mesa.
Preco 30000 mensaes.
Faz-se aigum abate, sendo para mais Je urna
pessoa reunida.
Aviso ao respeifavel pubico
C Keppelmaun, director da companhia mnsical
allemaa, que tantos applausos tem receido des
deletantes desta cidade, avisa ao respeitavel publi-
co aos mants da msica e s corporales reli-
giosas, que se acha prompto e habilitado para to-
car om qualquer baile, sarao on festas de igrejas,
quer com instrumento*- de orchestra, quer com
msica marcial. A mesma directora roga. pois,
aquellas pessoas que qnizerem uiilisarse ao pres-
timo da companhia, e desejam ter nma festa pom-
posa ou urna noite de excellente goso, podem di-
rigir-se ra do Pilar n. 20, aonde se fara o
ajusfe mais razoavel.
AMA
AVISO
Justino Jo- Tavares, subdito portuguez, vai
Poriagal tratar de sua saude.
AV RO
D'YVETOT
R ESTREITA DO ROSARIO N. I i.
Urna qoalidade de commercio faltava nesta popu-
losa, cidade um estabelecimento em quo se compre
e venda toda a qualidade de roupas feitas novas
e velhas. nm basar que se denomina em Paris
Brie e Brac. E' este o estabelecimento que se
briu ra estreita do Rosario n. 14. Assim,
todas as pessoas qoe quizerem vender, oo com-
prar roupas novas ou velhas e todos os mais
objectos do servico domestico, inclusive tren de
cosinha, podero dirijir-se ao indicado estabeleci-
mento para contratar, e offerece-se para m em
casa dos pretendentes para effecluar as compras
e vendas.
Perdeu se urna pulseira de mosaico, do tim
da rna do Mrquez de Olinda at o principie da
ra da Imperatriz; se alguem achoo-a e qojizer
restitoi-la seo dono, teoha a bondade de diri-
gir-se ra do Mrquez de Olinda n. 64, qoe sera
recompensado.
Joaqnim Jos Goii ves Beltro
Ra doTrap'chi n, 17, Ia andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco de
Minho, em Braga, e sobre os seguintes lugares em
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valenca.
i imaraes.
Coimbra.
Chaves.
Visee.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de FameliciO.
I.amego.
Lao*.
Covilhas.
Vasca! (Vafpasso).
Mirandella.
Beja. ,
_______Harcellos.__________________________
AttencAo
Precisa se de um pouco de milheroj de lijlo de
ladnlho para a matriz do Cabo : quera quizer con-
trata-lo dirija se a villa do mesmo noaie a en-
tender se oom o respectivo parocho, levando a
mostra.
Coz nheiio.
Precisa-se de um cozinheiro qne seja perfeito :
a tratar na ra do Marquez.de Olinda, armazem
n. 35.
Ama
Preci?a-se de nma ama que saiba coznhar : na
ru do Codorniz n. 8
Senhores cocheiros.
carreiros etc.
Farello.
Novo, desembarcando no ca>s do Apollo e rec-
Ihendo se no armazem de farinha de trigo de Tss-
so Irmos & C, a preco colimlo : a tratar co
mesmo, on na ra rto Amorim n. 37.
Aluga-se urna casa na povoacu de Apipo-
cos para peqoena familia, ou rapazes solteircs: a
tratar com o Sr. Ramos, n estaao.
AMA
Preci-a-se de una ama ara o servico interno
de urna casa de ppqu"na familia: na ra BStreita
lo Rosario n. 32, 3 andar.
Para pas v.r a festa
Traspassa-se o resto do ?rrendaraento sitio na Torre, pe lo da ponte, estando elle m^i
bem tratado e plantado, e a casa com baantes
coinmodos : a tratar na loja n 8 ra do Daqne
de Caxias, outr'ora do Queimado.____________
Precisa-se <1e orna ama para casa de pono
familu : na ra Direita n. 38.
Precisa-se alugar um
annos, para servico de casa
va n. 36.
moleque d- l a 14
: tratar na ra No-
patente
americanos, os mais acetados e econmicos que se
pjdem desejar, com hnha ou carvo se faz urna
economa superior a 50 0|0 dos osuaes : no arma-
zem de Tasso Irmos A C no caes do Apollo.
Ama de leit
N* ra da Penha n. 23, 1* andar, precisase de
una ama de leite qne nao tenha fllho._______
Ama
Ensino na Capunga
Na Caponca, porto do Lacerre n. 2i, ha urna
pessoa habilitada que se presta a eosinar qner em
casas particulares, quer na sua, msica e primei-
ras letras : quem disto se quizer olilisar ahi se
dirija das 3 horas da tarde em diante.__________
= OITerece se urna pessoa para copeiro de qual-
quer casa : a tratar na ra da Cadeia-nova n. :j.
Offerecesse urna seuhora competentemen'K;
habilitada para ensnar em algura engenho pri-
meiras letras, grammatica nacional, analyse da
mesma, msica e pan* : na roa de Santa IsaM
numero 3._________________________________
Aluga se
nma escrava, a qualcoiinha, e engorema C3m per-
feiQao : a tratar na ra da Ah-gria n. 4.________
Caixoiro
Precisa-se de um menino com pratica de taber-
na : na rna das Calcadas n. i.________________
Preeii-a-se alugar urna casa com nons coro-
modos e sitio arborisado. na eatrada de lijo de
Barros, Afflictns, Rosarinli a tratar
na roa Ja Cadeia do 11 ,m.b n. i.
Precisa-se de urna
easa de duas pessoas
mero 37.
ama para o servico de urna
: na rna da Goneeicao nu-
Anda estar por ajugar a easa da Mondego n. ]
na ras da Crozj
AIWA.
Precisa se de um caixeiro quo lenha bastan-
te pratica de toeerna e d Oad.r de sni conducta:
no arco da i n. 6.
isa-se d um caixeiro para/padaria
na
Precisa-sede urna ama que sai
tratar na ruaNio Amorim n. 43.
ima ama de leit : a tratar na
SITIO
Prer.isa-S3 alugar um si
tenha boa
Jas estradas do Api|
na rna da Cadn
anno-
Xi
Precisa se alugar urna mulher forra on escrava,
para cozinhar comprar e engommar, para urna
casa de pequea familia : na ra da Cadeia na-
mero 8.
Commemotaeo fnebre.
Um amigo grato memoria do fallecido Joo da
Costa Campo manda celebrar no dia terca-feira
13 do setembro, primtiro anniversario de seu pas-
samento, na igreja matriz de S. Jos, as 7 horas
da manhaa, doas missas por aqnelle tinado : e
convida llima. familia e anvgos comparecerem
ao mesmo acto, que ser eternamente grato.
O administrador do Caf Commercial, no larp>>
do Corpo Santn. 9, pedo aos fregnezes do mesmo
estabelecimento que se achara devendo eontas, qne-
hsjam de as ir pagar at o dia 13 do corrente,
as>im como quem se julgar crelor. apresentar
suas eontas, para serem pagas inmediatamente.
1 MUDANZA I
JS? 0 esiriptorio d) Dr. Joaquim Jos de ^
Campos da Cost3 de Medeiros e .^Ibu Q
^. querque est ra estreita do Rosario **
rio n. 24. &
Ama
Precisa-se de urna ama que *ba eozinhar : ta1
ra do Duque de Caxias, cutr'ora do Queimado,
n. 46. loja.
(OAUSK1


>uco

AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
IHMMH..7.....
Este eonbecdo estabelecimento acha-se constantemente bem sortido era rto*1"
facturas que recebe por lodos os vapores e navios fraocezes, dos art.gos abaxo meucoua-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CAMBADO FBAICZ
Botinas para *cubaras e meninas.
Bolinas pretas, brancas e de muilas outras cores, sordas e bonita?, do ultimo gos-
to da moda, e i precos mais baratas do que em outras partes.
Botinas para bomens e meninos.
Bolinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escomidas.
Botas e peraeiras russianas.
Bous e peraeiras para mantaria, das melhores qualidadcs, de couro da Russia, lus-
tro e buerro. -a.
sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo custo aim kde
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratissimos.
* i patos de lustro para hoinens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de minio boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotmados de differenles modelos, de muilo boas qualidadcs e fortes, unto
I para meninos como para meninas, multo baratos.
sapatos de tpete.
Sapatos de pete aveludado, de casemira, de charlte e de irania franezes e por-
tuguezes para homens, para senfioras e para meninos. .
PERFUMARAS
Excelientes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande, den-
trifiee, de toilette, sabenetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bipodes, pos de
arroi etc., tado isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubiu.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, qoartos e ga-
binetes, toucadcre- de diversos Umanbos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de relugios e tranceln-, lud do
ouro de lei, correntes e brincos de plaqu, a iraitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhcs dourados para retratos caixinhas com vidro de augmento para (iistinctamente
ver-se a perfeico dos retratos, objeclos de phantasia para toilettes, tolsinhas e cesiinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. diUs para costuras, pe-
1
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicle?, bengala, oca los, lunetas ou
pensoez de prata dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carteirinhas para notas, thesounnhas e caivetes finos, pentes, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarro?, Jogos de domin, rodetes, bagatelas e ouiros differenUs, ve-
nezianas modernas muilo conveniente para portas e janellas, cosmorama?, lanternas mgi-
cas, esteriocopos cora interessaDtes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boukvards,
pracas e passeios de Paris, photographias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
Upetes de vidrilho e de laa de cure? para ps de lanternas, reafejos grandes e pequeos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, berens de vimes para enancas, sapatinhos e
toacas de laa, carrinhos de 3 e i rodas muito elegantes para eondiir enancas passeio ; e
outras umitas quinquilharias de phantasia, fraucezas e allemes, precos muito em conta.
3QiaQ3a393 paaa saasMCKDS .
Para este artigo nao ha espaco n$m tempo para a mascante Icitura da iulinidade de
generes de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
VTTENCAO
r.
i O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-jo
I veriScando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren viudos ein di-
reitura e de conta propria.

P1VT1 'Iii
J. Ferrara Vi
Desde o da 7 de .abril passado acha-se abalo o
lovo estabelecimento photographico sito ra do
Saboga n. 18, equina do pateo >la matriz. Oslraba-
bus que desde entao, lem sahido de nossa offleina
:em geralmenie agradado, sendo recebidos por
lgnns com admiracao pelo extraordlnari > pro-
jresso qne ltimamente tem tido a pboU fraphia:
i por outros, com alegra, por verein a provincia
otada cora um esubelecimenlo digno d ella, e in-
;ont?slavelmente o prineiro que nesse genere
boje possue : umbera nao nos pompamos em cousa
ilguma para monu-lo no p em que se acba, es-
perando que o publico de Peruambuco sabera
ipreciar nossos esforeos e recompensar nossos sa-
:rificios.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionaes
3 estrangeiras qne gosUm das arles, ou tiverem
aecessidade de trabahos de photographia a visi-
taren! o nosso eslabelecimento, que estar sempre
iberio e sua disposicao todos os dias desde as 7
oras da manilla at as 6 da t rde.
Para es trabalhos de photographia possuimos di
tersas machinas dos melhores autores fraocezes,
nglezes e allmemes, como sejam : Lerebours el
Secretan, Hermagis, Thoniaz Ross, Voigtlander el
5onh e Wulf. ltimamente recebemos tres novas
nachinasi sendo urna deltas propria para tomar
obre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
.soladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas e
gnalmente soladas, de serte que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e isol>
Jas para cariosa de viia, eassira em mea^s de
jm quarlo de hora despacharmos 8 differenies
pessoas que pecam eada urna, uraa dnzia de crtes
uais,ou menos, com os seus retratos smente, on
im grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direcelo
> fritura dos trabalhos de photographia dei-
tando pericia e talentos do distinelo pintor
illemo, e Sr.
Jorge A. Roth
>$ trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
oastel.
O Sr. Rcth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente lera se
iesvellado na execucao de seus trabalhos.
o nosso estabelecimento acham-se exposlos ou
tros trabalhos importantes do Sr. Roth, Unto em
miniaturas aquarella como oleo, reratos
^leo, quadros sacros e diversos ouiros yabalhos.
Tomamos encommendas de retratos a oleo at o
'.amnho natural, assim como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas oucapellas. Tam-
bem aceiumos encommendas de "quadros histori-
aos.
Asseguramos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS lOlJOO A
DUZIA
1\RTES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATU-
RAL 16000 A D17.IA
Retrate? em miniatura oleo ou aquarella de
16 SOfOOO cada um, indo convenientemente en-
.aixilhadu em moldura dourada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
odo o quadro palmo e meio de tamanho -
Jnlgamos que bastarlo os precos cima para
iarroos idea da baratesa do? trabalhos do nosso
stablecimento, quanto sua perfeico Cada um
?enna julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para s? tirarem retratos^ no
iosso estabelecimento sao das 8 h>>ras da manilla
l da urJe; entretanto de urna hora s 5 da Urde
9Di casos especiaes pde-se tambera etraUr qual-
juer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
iemo? retratar, e asseguramos que esses das sio
is mais favoraves os trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e pi r termos o
osso lerrac^ construido com taes proporges e
nelhoranient'is, que anda choveudo orros ne-
lium inconveniente ha para fazer-se bellos re-
.ratos.
J. F mira VilUila.
CONVITE
aeoto, certo de quen'o deixarSo
de agradar-sf, n5o s de s os genero,
como do traiamento e limpeza qne a todo*
despensa.
GNEROS DE IMPORTAQO
Uvas de Setumbat
Ameixas.
Peras.
Maclas.
ViDQn do Porto de diversas qoalidads
eotre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deiroriobo de pasto, dito verde da me-
Por qnalidade,
1 Qoeijos flamengos empellicado o melhor
que tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas para sopa.
Chocolate de especial qualidade.
Col chiohas de todas as marcas e qu
lidades conhecidas.
Mantega ingleza e franceza de 1* sorte.
GNEROS DE EXPORTACO
Doce degoiab em latas i
Quijos de Minas moito frescos.
Carne do sertao superior.
Qoeijos do sertio. ^_^__
Edward Feotn, na roa do Commercio, armazem
n. 22, tem para vender presunto?, toucioho em
manus, conservas, queijos londrinos e bisebatos
loos.
LAGEDOS PARA CALCADAS.
Vendem Joo do Reso Lima & Flbo : ra
do Apollo n. 4.
VINHO DO PORTO.
Vinho do Porto fino, de diversas marcas, tem
para vender Jlo da Reg Lima & Filho, no seo
es.riptorio ra do Apollo n. 4
Vende-se a casa lerrea n. 24 da ra das
Calcadas com 2 salas, 2 quartos, cozmha,. quintal
e cacimba : a tratar na ra Direita n. 27, primei-
ro andar
Cal do Lisboa
a3#000
Vende-se na ra da Cruz n. 8, i" andar.
Attenpo
Vende-se a fabrica de cigarros, na ra Dir
n. 98, propria para qualquer negocio : a traur
nipsma.
FAZENBAS BARATAS COM TO-
QUE DE AVARIA.
Ra do < respo n. 25.
MADAPOLAO FINO SUPERIOR com
toque de avaria a 5f e 6| a peca.
ALGOD.^OZINHO COM 18 JARDAS a
2800 e 33 a peca.
CHITAS SUPERIORES ESCURAS, CLA-
RAS E MIUDINHAS a 210, 240 e 280 rs.
o covado.
CAMBRAIAS FINAS DE CORES a 280
o covado. Na ra do Cre;po n. 25, loja
de Mane el Dias Xavier.
-os road
i.mo o? x.ir i
muiho os mcilicament
prolicincia quando empregados as doencis das
vias respiratoria, as drf? rheuniaiicas. na
amarellidlo, na falta completa ou irregui
de menstroo, na? diarrha?, doenca- di
e do tomago, tem sido e incontesiawl, fin
vista dos beoellcosw*ultados*das experimenlatOes
ou uso que diversas pessoas dellos teera feito, as-
sim como das pilulas denomnala- bravnas in-
comparaveis era sua efflcacia nos acommettimen-
tos febris eu sesSes; exislindo utibem na mesma
casa, alm de su!Dcnle quantiflade de dro?as,
um nao pequeo sortimento de tinta?, oleo de li-
nhaca e pincis, que se vendem por menos do que
em outra parte.
AGORA SM.
No Bazar da Moda
RA DO BARO DA VICTORIA
(Outr'ora Nova}
VNDESE
Lindas fazenda* para venido?.
Da alta moda de Paris I
De, superior qualidade !
Es bellissimos padroes !
e delcadissimas cores!
A saber :
Gases florentinas, novidade !
Poupeliuas lavradas.
Grosdenaples de cores e preto.
Setim raacaq^Le core?-
Cortes para valido? de grande novidade I
Cassis do ultimo-goslo.
Fustdes de cores.
Pe re aleas de melhor qualidade.
Berejes com lstras.
Laazinhas de diversos prte is.
Alpacas de cures lavradas e lisas.
ChiUs escuras mnito superiores.
Fil de seda braneo e preto, liso e com salpico:-.
Dito de algadao.
Guipuz de liuho e algodao preto e braneo.
E muius outras fazendas,.como sojam :
Aloalhados para mesa e guardanapos.
Toathas para rosto, ctlxas e cobertores para
cama.
BreUnha?, madapoloes francezes, etc. etc.
Tudo se vende muito barato.
JoaquimRodriguesTa- |
vares de Mello,
TEM PARA VENDER w
em sen escriptorio, praga do Corpo Santo <
n. 17 : g5
Fumo era folha gj
de Ia e 2a qualidade, e vende um a mais Jg
^> fardos a voutado dos compradores. ^
Cal de Lisboa
9 ultima chegada. R
g Potassa da Russia. I
Farinha de mandioca.
Viaho Bordeaux. g
5 de 1" qualidade. Tudo de vende mais W
3 baratp do que em outra qualqner parte. >
segundo,
ido)
bci
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LOJA FLOR
NA
DA
DK
BOA-VISTA
INT1RESSANTE COMPOSIf.O LITTERIR.
C0NtENDI> :
A note do xtasis.
0 sorriso.
A noite do assombro.
A lajirinia
A noule do delirio.
O mysterio.
C. i,i urna (-arta crtica dirigida ao autor pelo
Dr. T. li. lgfKfta Costa.
1 volume brochado 2Oi.O.
AS CENTELHAS
Poemas patrii'ti.-as sobre a guerra do Paraguay.
i volme brochado 2
SA
________LIVRARIA FRANCEZA
INDISPENSAVEL PARA 0 COMMERCIO DE FA-
ZENDAS.!
Tabella comparativa los ir>-;r>s de qualqner fa-
zenda.
!i Iii metro nos precos pelo covado desd* 30 res
75.
Pi'Id rotaio nos precos pelo metro desde ."Oris
al 33173.
1 folha itidaomite unptesra 2.
Uvraria franceza.
Vende-se farinha muito boa chegada hontem
em saceos grandes de panno da fabrica da Baha,
nos armazens da companhia Pernambucana :
tratar no mesmo e na ra da Cadea casa n. 1,
cem Jos Gincalves Torres,
___________)___________________
da Baha
do acredudo fabricante Joaqum Ipa dos Res,
exp rtadores Basto & Sobrinho, vendem-se pplos
segmoUS precos, na ra Direita n. 31 :
Exposicao a 5fi00 a caxa de 100.
Riachuelos a iifiOO a caixa.
I.vricos a 4200acaixa.
llavana.a 4 200 a caxa.
Hegalia d'EI Re a 5*60 a caxa.
Dita imperial a 25600 a caxa.______
Farinha de mandioca
Domingos Alves Malheus ter-i para vender em
scu csciptorio a ra do Vigario n. 21, muito su-
perior farinha de mandioca em saceos grandes.
Paulo .F. de M. Gnimares.
Nestaoffleina se mandara 'aaer loupa? feitas por
medida, tendo um compieto sorlimealo de fazen-
das proprias a mesma, assim como nin perito mes-
ir. GarauU-se ser presos mais em coma do que
em outra (jualquer parte : na ra da Imperatriz
n V8 junio a nadawa franyza.______________
Pichinchas novas
NA
Loj Flor da Bol vi&ta
DE
Paulo F. de II. Oiiasarcs.
Laas para vestido, Lzendas todas iu vas, cova-
do 200 a 300 rs.
Cambraias de res franceza? para a>:abar, do-
rado 200 a 320 rs.
Chitas escuras e ciaras cores Qia, covado 2i0
a 360 rs.
I.aa Amelia, fazenda aova, covado 600 a 600j-?.
Rr.m pardo trancado, boa fazeoda, metro 300
a ."00 rs.
Peca Je afgodio o madapolSo, easubraia* ir m*-
parentes e Vitoria?, preco muilo baratos : n:i
ra da Imperatriz 0. 48. junio a paitara fram-eza.
Cal nova de Lisboa.
Chegada rocenlemente n > vapor Gladiator, \em
para vendar Joaquim li Goncalves Beitro, no
seu escriptorio, rua do Cimnercio n. 17.
NOVA PAO RA AMERICANA-
El;a ios Pires a. 5
Continoa a t'izor pao e fiobxa do farinha espe-
cial de primeira sorte, para melhor agradar aos
sen? freguezrs.__________
ra a.
Papis i!e aguli.,
lao a......
Caixas com seis sabooeles de fruta
Libras de 15a para bordar d todas
as cores a.......
Cariiieis de lieba Alexaudw a. .
Frascos com azeile para machinas
Grvalas de cores maito unas a .
Grozas de bot5es madepeosla fi-
nissimo a.......
Novello de linha de 400 jardas s.
Caixas com 100 envelopcs muilo
superiores a......
Penies volteados para meninas a.
Tinteiios com tinta preta a 80r?. c
Pegas de fita elstica muito lina a
Lala com Superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo raoilo
fino a........
Frascos de macaca perula a. .
Frascos de extracto mnito b- nitos a
Dozia do saboneles muilo finos a.
Sabonetes iugltzes a 600 rs. e. .
Frasco com agua decolcnia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparillas a. .
Saboneles a forma menino muito
superiores a. ..... .
Lartilbas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha surtidas de todos os
numero a.......l808
Capachos muito bonitos e grandes a 70
Carriteis de retroz preto, cora 2
oitavns a........" *W
Agulheih)3 de osso pnfeit;:dos a. ^ifi
Libra de linha franceza superior
cjoialidade a. ..... 2400
Caixas de uaio do paz .'-.._____2^
A rua do Duque de Casias n 21.
(ANTIGA RA DO QBEIMAIIO)
Itecehou seguinte :
E-pelh) grandes dourados, nwWesfconitoc.
Carteras, charulsiras e pori-cigarros de muil**
ijualiiladi's.
Bonitas pastas para papis, jimpies e malisad&s
Boas caixas va>ias para costura CotB snacoaif-
tente chave.
Delicadas caotas de marflm com o bocal U
prata.
Modernos pentes d> tartaruga, sobresolando e-
tre ellos os mimosos lelegrapws;
Conunodo) toucadores Com d*u gavetas e b
espellio.
Porl bouqoel, o que de melhr tem apjiare-
cido.
Purt relnglos de muilas ipialdades.
Bonstalheres para rriap(
VosUiarios, cbapozinhps, toacas, sapatos e mea
para baplisados.
Toalhas e fronhas de labyriniho.
Chapeos e chapelinas para seiihora, moldes noie
e bonitos.
Chapoznhs gorros e bonels pa meninos
meulnas.
Ooitra as convulso s cas
crneos
Vende-se os venladclros collares na RotaEspe-
rauca, roa do Hoque de C*Xas n. 21.
PARA TINGIH CABELLOS
para pretos ou casunhos, recebes a Xova Es^
ranea a verdadeira lisia ingleza.
' PACA ACABAR COM AS SARDAS
no pannos, tem a Nova Ksperanca o nrdad
leiie do rosas brancas.
AGUA DE FLOR DELARANIA.
Vende-se na Nova Esperanza, rua do Buque 4e
Caxias ii. 21.
PAPEL PARA KNFEITAR-SK BOLOS
recobeu-os moiui lindos a !fow Bpperanca, roa
do Duque de Caxias It 21.
PARA AMACIAR E APORMOSEAR A PELLE
lem a Xjva Esperanza ^-s saboneles de pos d<
arroz.
lUt O.'
u ei.io.aiv ep oijiiq op tai : niauj ws
puu 90J03 s.iuq> pu sjooji siiiis |o juaui
U*OSi: 3|3|duioa c paAMjJJ iiif o|ddois
ssoqg pne s?ooa
S>13ZS
0 JM
l.ojijl
op\:. .,-M| siuai
ii I |.i.\Kiuduioio.i,ii 8em unan
eiu.'l 'I'.'.'i',') i o|-d
g .i.mis s.>iueauM'j sop ,>iaaui|td
'sopjjca op "i "!'
Nuvo Iti&l Flor da Bo.-vista, rua da Ma-
l z da Boa-vista n. 8.
E-te nov i esiat eln-imento ufferece ao respaila-^
vcl publico grande vantagem no seu forneeimento
de coinedoria para lora com pmnipUiao e asseio,
por menos preco do que em outra qualquer parte,
assim auo nn domiugm e dias santos tora sem-
pre m2i de vacca e uulras ijiu.iria-, tudo com
prompdao e esmero : assim, pqis, o proprielaro
espera do respeiiavel publico toda proiec^io e
acolhimento do mesmo.
_______________x------------______________________________----
.Moga so o segando andar do sobrado
n. iG a rua da Aurora : uuem o preten-
der, driia se a rua Firmosa n. 6
Jt'tengdo.
Vende-se um cavallo de sella de bnns and: res
com arreos, gordo : no pateo da Hibeira n. I).
Para baile
Lindas bareges de seda, fazenda muito
propria para baile : na loja da Turquezi
rua do Baro da Victoria n. 9 (antiga
rua Xova).
Na rua de Hurtas n. fc
ft-itor portuguez para ?\ o.
precisa-se de un;
COMPRAS.

Nova loja de joias
RUA DO CABG.V N.9 A.
DE
Manoel da Conha Saldanha & C.
Acaba-de abri-se este estabelecimento de joias, o qual tio grande sorti-
mento de ludas as joias de ultimo gosto, as quaes veudei o mais barato pos-
sivel. ,
Toias as joias serc garantidas Ouro de lei, pois os seasdonos tendo -m
\ista so adquiir freguezia u5o olvidarlo, vender bom e \> i o m
'ei.s.
i publico a vir a este estibek
rto c
iORA D
0 miizeo de joias
Na rua do Cabuga n. 4 compra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos jue em outra qaalquer parte. _______*____
uom muito maioi vauagem compram-st
ourc, prata e pedras preciosas e u obras velhas: na
loja de joias do Coracao de Ouro a. 2 D, rua di
Cabug.______________________;
COMPRASE
apolices do goveruoai o valor de 3:000*000 por
menos do seu val r : quem as tiver e qnzer ven-
der, dinja-se ao l^andar ao sobrado da rua dos
M.irlyrios n. 'i. -
Compra->e urna casi lerrea na Boa-visia que
tenha quintal, comprthendendo Soledade, Cammho
Novo; umbem se compra nm terreuo que tenna
mais de 30 palmos de frente e t.>0 de fundo : a
tratar na taberna da rua do afila da matriz, ou do
Viseonde de Albuquerque n 27.
VENDAS.
Vende-se a casa terrea n. II, sita em Oliuda,
rua do l*rgo do Amparo, lenles com-
modos e grande quintal, tolo propria : lralar IH
Rp.cife. rua_______
Vende-se urna linda parelha de cavallos lor-
dilhos, novof, gordos, experimentados e aclima-
tados : qnem os pretender dirija-se rua dajCruz
n. 15, cocheira, para ve-Ios, e Halar na rda da
Aurora n. 76, 2o andar.
0
i
0
[&0S8& SSB&fl^
Para cigarros
Encllente papel de linhn muito proprn p:;ra
cigarros : no arnazein de Tuso lrmos & C, rua
do Anorten n. '',".
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se per todos os pa-
que'es translanticos bichas de qualidade superioi
e vendem so em caxa ou porcao mais pequea
e mais barato do que em outra qualquer parte
na rna da Cadea do Recife n. 51. andar.____
CANTARA DE .LISBOA.
Soleras, iiiiiuroiras e capite : a tratar no
armazem da travos^a do Corpo Sauto n. 23.
|duioa
un j.>.| ijjj i' ib Miod oe .i
S3:ii:i: *ft*i V ti!;.OJ'! '" -' P ,'ddaig
opucuJ'..| II-'1 'P ouop O
i:.\"\ U!IJ i.'.M' Jio.l
o;: 'M v::)i-;\va ovhvuo v.iu
TKMDE-S12
um optm terreno murado, pe-
dras, soleras, vergas, cepos, etc.,
para edieaco de urnas quatro
casas.
A viuva do Qnado Henrique Jorge len^
do recibido em partillia pelo juizo de. or-
phaos bens para o integral pagainfuto
das dividas resumes de eu casal, vend
o excellenie teneuo f. travessa da Concordia entre o sobrado do
Dr. Beltrao e a carreir de casas terreas
do lado do sul, compreliendendo na vsod
as meagot>s dos dous oiloe?, entre o4
quaes eftsua'Jn o ;erreno ; e bero as-
sim urna porciio de peoras de varios ra-
manhose quidades, proprias para edifl-
caces : o que tudo pode ser vislo e exaJ
minado pelos preleodentes no lugar indi-
cado, qualquer h >ra, nos 'lias nteis :
a tratar na rua do O-i^imado, ou Duqud
de Caxias n 28. Io andar, das l horai
da inanlia s -' da larde.
Pedras de Lisboa
V-ude-se ama porcao de pedras de Lisboa, mui-
lo baratas : a tratar na rua do H spicio n. 24. Na
mesma osa olorece-se urna seuhora para ama de
engornmar. ___________
L1QUS0
M.-.chi a
ama esiellentc ma,:
na rua da
SITIO
Ven,
Vanea, be-,
1 > rio,
rua Direita n, 8.
Ir! da
ia yi renda, perto
DE
linas
cubar
para
A" rua do rS|M u. *5
BASQUINAS DE (JOHlilJRAO E GROS-
DENAPLE su iiriores eofeitadas do ulti-
mo goslo a 18J.
SEDAS DE CORES MWDIMlAS lin-
dos padroes a I a O covado.
MURIANTIQL'E PHETO SUPERIOR de
todos os padroes a JtiO o ovado
MI"SSELINAS BRANCAS E DE CORES
finas a 100 i. a covado.
CORTES DE CAMBRAIA COM FIGU
RIO 3 10 varas a 6i o crte. '
COLCHAS ADAMASCADAS BRANCAS
I-: DE CORES a^:ts "S .00 e 6
CHALES DE HBBINu' DE CORES E
i'Sede cambraia bordados de cor a
IjWO.nm.
LENT.US BORDADOS DE CAMBRAIA
Qn >s a to nm.
CAMBRAIAS VICTORIAS B INDIA
TRANSPARENTES Unas de todos1 os pre-
1HRAIAS DE CORES. CUITAS
E MIUDINIL.
2l' a3OO- covado.
MADAPOLAO E ALGODAOZINIIO SU-
PER 01! il lo I
AS AMOSTRAS com pe
na mi do
: i
E HOJE.
No Bazar da Moda
RUA DO BARO DA VICTORIA
(Outr-'or* Nova)
VJBIVDE-SB
Arligiis de alia moda em Paris ebegaflos
ultimo paquete viudo da Europa.
Para senhoras.
Chapelinas de palha de Rafia com ricos e ele-
gaules enfeiti's a ultima moda.
Veos de cores e pretos para montaras c p.;s-
seios.
Griualdas e c.ipeas de flores de laraofeitH
para novas.
Corptnhoj de cambraia baUtoente eufeiUdo*.
Eufeitea muito lindos para caber,.
Sar.s brancas bordadas e de cores.
Cacliim s de la de bonitas cores.
Sintos de diversas qualidades.
San das da bailo o que ha de melhor.
Casaquinlv s de renda chantely pelos.
ChS|n;o-inhos de setim para sol.
Baloes de cores e branco para senhoias e
ninas.
Lagos, gravatinbas, cspartilhos, lencos, me;-,
etc. etc.
Para homem.
Mantas grvalas do ultimo goslo
Cnf liuh'. s de liuho bordados e liso?,
Seroulas de imh i.
Camisas do mja.
M ias de superior qualidade.
Lencos dn liuho e algodao.
Chapeos de sol com cabo do marlim, nglezes.
Para meninos.
Costnmrs orienties de fusto de cores mutte
Ii.'mi (afeitados. .
Vestuarios de diversas .[uahdaJes jAta ii.ptisad^-
Ctiap isinhos do setim e meriiiq.
Sapatinhos de seiiui, merino e laa.
Tiucas de todas as qua! etc.
Vende-se tudo por I
Agua de Vichy

rua
.ra qa
n. 11
a
de L>>
Si rua do 3rum n. 8U.


P


*.
I (
n >^bsW **
60-RA D*A IMPERATRIZ-60
m
DE
SUVA, FIGtEIREDO & C.

Neste imoirtanie estabelecimento encontrar o respeitavel pUbco.. am Brande e variado gortlmento de faatndat do nsM
apurado gosto todas de primeira neceastdade, que e vendem nis amas do que em batea, quaUar pan, viato ene< n,
tos socios destafirnw, adoptaram o systema de so feaderem DINHEIRO ; para poder*m vender pelo ..orto, limitado**..!
a RBDbarem o descont ; as pessoas que negocia* en Deqmni escala asU loja e armazero poder?., fazer os *m m!lZZ
pelos mesaos precos qoe comprara o casas inglezas, (importadoras) a fiara tntior coanaodidaie tas Exmas. familias seds,
amostras de todas as rateadas, oa Ibes levam em suas casas para eseelbe*em.
PECH NCHA EM CASEMlftAS A WOOO. CORTES BE LA ESCCCEZRS A 600
No Bazar do Pavao fes-tw nma grande Vende se boBltos cortes de la escocezas,
compra em um leilao, das mais Qnas rindo cada nm em sen papel, pelo barato
casemiras nglezas qoe tem vindo a es- preco de 61JOOO cada om; no Bazar do Pa-
te mercado, tendo cores claras e escaras, v5o.
todas coai padroei serios, rroprios para ORGANDYS BRANCO E DE COR
calcas, palitos e colleie;. vende-se a 4*000 No Bazar do Pavao vende-se os mais urna, eqnem- coriftrai'de meia dnx'l
o covado, oque em oom qnalqner parte bonitos e maito Anos organdyscom listas cima tert om batimento, SSo< ende por menos de6; egrande largas e miudas lOOO a vara, ditas lisas, otilidade.
CAMISAS DE E'ftANELU* fi 3.3300
No Bazar1 db' Pirvo vsodew ony bonito
sortlmento ccm-todrts *s lmannos das me-
mores camisas, de ffmeila de 15a, era
mancas, tanto proprias-para tomen* como
para senHeiw e Mde-se a 00o cada
antagem.
BRINS DE LIXHO DE COR A 200
No Bazar d<* Pavo, fez-se urna grande
compra de paros brins de liaho, maito ea-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
letes e roapas para meninos, por seren de
padrSes miudinbos; garante-se que n3o ba
brrela que lbe tire a cor, e vende-se a
15200 o metro desta excellente fazenda.
MADAPOLO FINO A 60400 A PEQA.
No Bazar do Pavao vemiem-se pecas de
ma 'dapolo Qno de moito boa qualidade,
tendo 22 metros oa 20 "aras cada peca,
pelo barato preco de 6?000, por se terem
comprado um poaco enxovalbadas; pe-
cbincha.
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. O
COVADO
O Bazar do Pavo vende mnilo boas chi-
tas inglezas incarnadas adamaccadas, pro-
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen
da que em qualquer loja se vende a 320 rs.
e liquida-se a 240 rs. o covado; s o Pa-
vao.
TOALHAS A 70500
No Bazar do Pavo fez-se urna grande
compra de toalbas alcochoadas, proprias
para rosto, bastante encorpadas e grandes,
que sempre se venderam a',120000, e li-
qaidam-se a 7500 a dazia^bn a 640 rs.
cada urna, boa pechincha.*
CHAPEOS PARA MENINOS A 2,5000
O Pavo vende urna grande porgo dos
mais bonitos chaposinhos de palba da Ita-
lia proprios pra meninos de todas as Ida-
des,, sendo chapeos que valem 55000 e ven-
dem-se a 2J0OO cada um, maito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIDINHOS
200 RS.
O Pavao vende chitas ou rhcadinhos miu-
diohos cor de rosa e lsinbos, proprios
para vestidos e roupas de creancas a 200
rs. o covado. Sao moi'o baratos.
LASINHAS COM PALMAS UE SEDA
Chegou para o Pavo o m,:is bello sorti
m ato das mais brillantes ISasinhas chiras
fazenda de muita phantasia 800 rs. a vara, Grano* peebincha om lante ingtwrs a H 45BOO
ditos d cores, finissiuv s padrfia, ioteira- No Baz mente novos 80 1 rs. ara : peohinaba. pra em lei5>., GROSDENAPLES'PRETOS zas com peltos e piifh.is de lio 10, sendo
Ciiegoa para o Bazar do Pavo um gran- cora collartoboB e de imSo os nomeros a
de sortimento dos melbore3 grnsdenaples WOOO cada urna; ditas mm r-wlaiia.os,
pretos qae tem vindo ao morcado, que se porm fazenda ahi'siaia a 4*300; ttrao-
veodem de 10600 at 53UOO o covado ; de pc&incba.
s3o todoa muito em conta. CAMISASBARATAS a 20800, 3#*6 e206OO
CAMBRAIAS TRANPARNTES No Bazar do Pavo vende-se urna grao-
No Bazar do Pavlo veode-se um grane de porco de casemiras mescladas, maito
sortimento das melhores carnbraias braicas encorpadas a 2!800. ditos finissimascom
transparentes, tem de 305 )0 at i'\50f0 msela de seda v 30200, ditas modernas
peca, ditas soissas finissimas oom 8 pal- de quadros, fazenda de moito gosto a
mos de largara a 20000, 20500 e 30Oi O 30600 o covado ; aproveittm.
vara, ditas victorias e lapaoas da mais inf-f
rior at amis fina qae ven ao mercado;
todo isto se vende'muit" em coma.
MANrELLETES DE FIL
N) Bazar do Pavo vende-se nolernlssi-
mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
om-Jaco, pelo barato preco de 100000 ca-
da um, barato.
PANNOS PARA SAIAS A 10001), 10280 E
10600 O METRO
No Bazar do Pav5o vend -se h'onita fawn-
da branca ncorpada para saias, sendo cora
babados e pregas de um lado; dando a lar-
gara da fazenda o comprimento 09 sais, a
qual se pode fazer com '.i 3 tj metros,
e oende-se 10000 e 10-280 e 1600; assim
como tamben no mesrao a^'betlecimento
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de 13a de
core* j promptas urnas com 'barras dffe-
rentes, da raesma fazenda 40^)0 e outras
com barras bordadas 60OO3 e.70000,
tudo isto moderno e barato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENgL'S.
No Bazar do Pavo vend-se o imlhor al-
godao'inho amtricano er.festarto p*ra len-
Ces, tendo liso e entraado por preco
muito barato.
ESPARTILIIO.
com bonitas palminhas, de seda; tendo lar- No Bazar do Pavo recebeu-se nm elepan-
,......,.. .k.. _.......1___- L 1/^ 1 te sort.mento dos mais mod-rnos e mJbi-
gura de cbita france/a e vende-se a 10000
o cov4o urande pechincba.
ALPACJS M.4TISIDAS A 10 RS. O COVADO.
Vendem-se as mais moderna? e bonitas
alpacas matsady* com palmiiti s, muito
proprias para vestidos de seubora e di me-
ninas peto botado preco -le 040 rs. o cova-
do ; sao muito <-m r-onta.
PARA 1WIVA00S CORTINADOS, COLCHIS.
. Chegou para o Bazar do Pov3o um gran-
de sortimento dos oaiis bonftosacortinados
bordaito*. pToprtos para camas e janellas,
que se veodem -1 105 00 at 200) O o
par. a> me'hnr damasco cm 8
palmer de largura imitaco de damasco
de teda, prupriaa pan colcha*, e propria-
mente colchaste damisco, send os meloo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS PE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
quanti tade das mais elegantes sedas com
listrinbas, tendo de .'odas as cores e a'
Ibrta-fdr ; fazenda qae ningueai vende por
menos de 254Q3, e l-quida-se a 20000 cada
cjalo; sao moito baratas.
SEINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos meltures selins e grosde-
napies de todas as cores, qae se vendem
muito em conta.
POPELINAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
No Bazar do Pavq veode-se nm elegan.
fe sortimento das mais bonitas poopelinas
de lia com lista* miaiintias, sen lo todas
qoasi de orna s cor, 40 rs. o covado ;
d baratissimo.
GRANDE PECH1NCHA E\I LASINHA
A 640 RS.
Nj Bazar do .PavSo fez-sa nma grande
compra de lasinlia para venidos, ssnlo de
muito b'a qaa'idade, ornas com listas e ou-
t-as coro mselas, e muitos largas, qoe com
p ticos covados id faz vestilo e liquida-se
440 rs. fazenda qoe senwe se venden a 10.
ALPACAS PARA VESTOOS" FURTA
CORES A360RS.
Vea Je se om bo i'o sortimento das mais
tea alpacas escaras farta c.ore9,
seo lo muito ene riadas e tendo um bnliio
cerno Suda, liquidase pelo barato preco de
1 rs. o ccvad> i^r se ter fe i'o urna grac-
- d-i compra.
POPELINAS A 400 RS.
No Bazar do Pavo rea le-se um eiegaots
das mais lindas ponoeliaas de
coa os gostos modi:hos sendoqnasi
vina cor e conmuit) brilbo, piebm-
a b 40 1. rs. p8ra acabar.
CU TAS A 20 RS. O CORTE.
No Bazar doPa.o vndese cortes de
L miudiobas. Beodo rocha e cor de rosa,
tendo 10 covados c:da cune a2j veede-s.
a retatho a 200 rs. o c vad r, pochincha
CASSAS A 20> R5.
NoBa-ar do Pavo liqoirta-ie ama por-
co lidas e
:o para acabar.
res esp^rtilbos. qne fe vendem por preco
moiio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu am grande
soniuirnto do me'bores 'aonos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo rofs,
piaoos, timboretes e at proprios para cu-
brir aimtf.-das e pratos; vendendo-se por
nenos do qae em qualquer parte.
Lasinhas trsnrparenles a 500 rs. o avado
O *avio receben um bonito sortimento
das mais elegantes lasinhas trasparentes
proprias para vestidos, qne vende a 500 rs.
o covado; moito barato.
PARA LENQOES
No Bazar .do Pavo vaid3-se so ;erior
bramante d'algodo com 10 palmo de lar-
gura a 1080o o metro, dilu de linho cora a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds I nhodo prrtocom 3 1/2 palmos de largura
de 720at 10 a vara, assim comoiimgiaode
sortimento de H todos os nmeros, procos o 1 qualidades,
que se vendem mai barato tra qnlqner prte ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo veode-se snperior
atoalhady trancado, com 8 palmos de lar.;-li-
ra a 10600 o metro, dito ce linho adamas-
cado o melhor que tem rlodg ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto mnit. barato.
Baloes reguladores a 40O:)O 4|S99 e 53000
Chegaram ao Bazar do Pava 1 o mais bera
feitos balos reguladores, tendo de fu>ty
a 40000, ditos de mussefioa a 40oOO. al-
tos de lasinba d tod3S as cr^s a 50000,
todos eiles sao muito barates.
Panno prcta raiio barato a 30600
O Bazar d t Pavo recebeu uita grande
porco de p?c/is de panno preto fin., com-
prada em leil5o, qoi sempre se venda a
50000 o covado e pode liq o dar a 30;>OO,
por ser urna excellente compra.
BAREGES A 360 RS.
No Bizar do P.vo vende-se un benito
s^rtimaoto dos ms Kndes bi eges Pua-
dos para vestidos, que valem muito mais
dinheiro e liquidi-se a 36'J rs, o cova-
do, ditos maito mais finos com Ii-ta,
r?, estes barones sempre se venderam a
640 e 800 rs., grande peebincha.
GURGROA640 RS.
No Bazar do Pavo vende-se nm bonito
sortimento dos meltiores gurguroes de la
pan vest 'os sendo omi linta fa?enda,
muito levj, meia transparente e muito i,:r-
ga com furta cores e liquidado a 040 r*.
o covado por se ter foito grande peebincha
na compra.
C03ERTAS.A 30
V^nde-se :cobet.s de ebiti enrirnada
adamascada a 35 cada ama, pechiocoa.
CORTES INDIANOS A 4',?i(0.
No Bazar do Pa o vendes-) o oit(
les iniianos com doas sai; ru o bara-
tissimo preco de 405 X) cada um, pe-
chincba.
TAPETES
Ghegoa para o Bazar do PavS > o mais
legante sortimerjt de tapetes grandes, pa-
ra sefs, com 4 cadeirfs. ditu mais peque-
nos, para duas ca leiras,. ditos para
pianos, camas, porias ; et:. vende-se por
menos do qne' ementa qial]iier parte.
cochas brancas a 352 Para o Bazar do Pavb ebegou um gran-
de sor ti rnerit) das melhores colchas do fus-
tSo. s ndij oas melHores e maise corpudas
que tem vindo, a 75-0 nitas utn pooco
mais abaizc a $$6%>\< ditas a :10OCO;
timbem no mesmo fstab-elecimonto se ven-
de um gran le sortimeot d3 cre mes e cbi-
t s, proprias para eolebas, que se vendem
mnit em oata
GORGUHOS OU POPELINAS DE SEDA
?JM)C0 CADA COVADO.
Cheg D para o Hozar do P.Sv5o um e'e
gante sortimenii das verdadeiras poopalioas
iie linho e seij. coraos mais'modernos
gostos, que se venleraa-20OOcada < ovado,
o qoe em ontra q alquer parte uao se ven-
de p t menos de 2t>o00, preune-e que r.o
sao algodo c sed?, come ha nnitos ; mas
fim puro [feto e seda ; sao mnitj baratas.
ROUPAS PARA IIOMENS
No ccrtdiradi; Ua:ardoPa\o eoco-t"a-
r o respeiuvel publico um grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas c-rj pe;tos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qaalidades.
Cerouas de linbo e aigodo.
Meias curUs francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos re panno preto :e
casemira.
C-tc^s de brim branco e de cores
Ditas d casemiras pretas e de cores, com
colletes iguars
Da todas estas roupas ha para todos os
iremos e quaii lades, e t?m de mais mais
om perito
ALFAIATE
Por qaera se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pee de obra a capricho
ou RO>to ao freuez, tendo n'este importan-
te eslabflecimento t das as qualidiaes ne
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qnr de cor; e qoanlo qual-
quer obra nao ficar inteirameote ao gosto
dos fregnezes fia por conta do estabeleci-
ment.
CHALES DE MERINO
C'oegou para o Bazar do Pa^o nm elegan-
te sottiment de cua'es de merino de cores
muito bons com pidres muito decentes
para qaalqner urna senhoro usar, ditos de
crpen com listas de seda o mais uno e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por proco muto em oonta.
BABAD1NH )S
BSACO OUB
Roa do 1 mperatl- 26
speitavel ns
estabeleclmento diariamente na com
sortimento de pastelaria-,. bollos mgtezej
nodins, pds-del, prgsentos dos ultimo)
chegados ao mercad, salame de iioo, bo
linbos finos de todas as qtiaHdades para chi
amendoas cjnfeitadns. confeifos, bonlboina
pastilhas, chocolate francez em libras, pas
liabas, do mesmo .cartuxos e carteiras con
seis chnrutos de choi'olate cada ama, estt
solrthaDlb' de discofate do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melhor qoe au
bdje tem viudo ao mercado.
Vmbos portoguezes, figneira mnito sope
rior. Os mais gemimos e supriores vinnot
do Porto, moscatel e Setubal, o illusti ad
publico encontrar oeste estabelecnnenti
por comnodos precos, fazendo-se abatimeo
to a quem .mprar em porcHo.
Os dono desta estabelecimeoto nao <
tem poupado a-despezad para metbor m--
reeerem a acoadjtrvacao do iltustrado pe-
blico.
A Nova speranpa
*1Una Dnqne de Caxlws tt
Quandoa NOVA-ESPERANCA faz os seos
anuncios expondo aos sets freguezes e a
todos em goral o grande sortimento e sn-
periordade de seus objectos nSo com vis-
tas de atrair a attenco de inna grande fre-
goezia, como a de qm* actualmente despoe.
e sim para scienUficar (1 interese de todos)
a qualidade do seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto-e perfeiro; tor-
oando-se qnasi iadispensavtl para aquolles
apreciadores (do bom) ficquenlarcm a No-
va Esperanca, pois que ella capricha em re
ceber constnntemenie, o que ba de melhor
relativamente a sua reponan >: o que se po-
dbr verificar qnando em' quah3,oer reunio
de pessoas (amantes do xique ) v-se um
ibonito enfeite em um bonito vestido, ara
aroma ag'radavel escapar d'um alvo lenco,
am moderno e linde lago, um dilicado ra-
mo de finas llores, ete, etc, <*odos olbam-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes uns aos ontros) estes sao objectos
comprados a NOVA-ESPERANCA: realmen-
te III! procurar descrever em aonados os
artigos qae con tem dita loja, seria trabalho
insano e nunca o fariamns com aquella
graca e perfeifo com que sao elles fabrica-
dos, assim pois a NOVA-ESPERANCA con-
tenta se. em convidar a todos geralmenle.
visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do qae ha exposto na mesma loja.
81 Una Pnqne de Carlast
La p^ra bordar a
5^500 a libra
O Cysne, ra da Imperatri? n. 6i, acal;* de
recebe' grande e Tariado-ortimeni dfl lili, a qaal
vende pelo baratsimo prt'co de 35500 a libra,
cores st'rtTdas.
Quando a A
geral, e em particalar
I te tem recebido, jastarr.
Mnntaria ella confia e 3^^^^B^^H
continaando portar 9 a bem la#)a da
Queimado n. 8, onde sempre acharo abi em sor em'
qualidades, modicidade em precos e o sen nnnea desmenttido A ADE.
Do qoe cima flea dito se cwihece qoe o tempe de qoe a AGUIA BRANCEde
dispfii', erapregado ajwzar de sens costos no desempenho de bem servir a aqueliet ue a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem etpome-
rar os objectos que por sua natoreza sao mais conhecidos ali, ella resamjdamenWtindi-
cavi aqoelles coja importancia, elegancia e novidade os tornara recomii
bt m seja :
Corpinhos decambraia, primorosamente!
ettfeitodos coa fitas de setim e obras essas
ESCOLA PHARMACEirriCA DE PARS
Medalha de Prata 1860
EXTRACTO DE ALCATRAO.
Onico medicamento approTado por todos os
Hnspitae* de Franca, Belpica e Espanha como a
iDL'lhor preparaco inttaniaiua e rtmmla em
dotes da AGUA DE ALCATRAO.
(Duas colheradas grandes de liquido por cada
litro de a%ua, ou urna eotlierada pevuena por
cada copo grande.)
O modliicarior mal* enerirle^ das om-
S??S. *. 0* brorUlo e da
I Exigir a firma do inrenor >
I Re desFraiics-Bosrgcois, 17 c:~=y~^
Em pars. '%'*
Dkpostto : ro o ie Janeiro, Duponehellc; na
| Lohxa, Sil Lopfs; na Pernambnco. P. Maurer
,-i C
No Bzar do Pavo vende-se om grande
sortimento (bsmais linos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna gran ie porco de ntremeos largos e
estreltos, que para acabar se veode moito
em coala, e mais barato do qoe em ontra
qualquer parle.
FAZSNAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constint-
rnente o melhor sortwjeoto de fazendas
pretas para luto, como sejam :
- Lasinhas retas lisas.
C8ssas pretas de 15a.
flissas pret s, rancezas e inglszis, lisas
e com salpico?. ,
Chitas pretas de todas as qualidades.
Aiacas pretis lisas.
D-tis lavradas com branco.
Merinos, cant-s, bombazinas. qae sa
vendem mais barat. do que em outra qual-
quer parte.
CHUAS PRETAS A |00 RS. O COVADO
No Bazr do Pavo vende-se chitis pre-
tas inRlezas com salpicos 200 rs. ocovado,
ddas todas pretas, por estarem um poaco
rossas, 12) o covado; pecbiocha.
0 pro,.>r:etario3 deste impomot esta-
bel'ecimeQto rogan an respeitavel poblco e
pariiculirmente Exmas. familias o favor
de S3 direm sempre ao trabdho do lerem
os seus annuncios, peJa razjo-de maios
d'jiles ser mudad- s amia dadas vezes
CACHE-NEZ A 6*0.
n.i Xaranhittt, Ferrcir c( C
AR0P6
cafa novidade de molde e perfeico de ador-
nos es tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas orea qua-
lidades para ciatos.
Leques oesse objecto maito se podara
diaer qwerendo descreve-los rainaciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
y grande e variado sortimento qne acaba
dechegar, mas para no massar o preten-
deute se lhe apresentar o que poder de
mfhor. ,
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Goipure branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenhos.
Capailas branca para meninas.
Grandes sortimento da flores tm.
Fil de seda preto.
PERFUIARJA
Grande e constante sortimento dfcr dita,
serapre melhor quajjdbde.
Lindos vasos com p de arroz e pinse,
Carxmhas con ditos aromticos.
Bonitos e modernos pestes dooradoi
para circoiar o coqoe.
Bonitos Brincos de plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Tbesouras para frisar babadinbos.
Aspas pora balao.
Novo* stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por an machinismo
Ditos de algodSo com flores e lisos.
Veos de seda para chapenas e monta-inm5 substituem as outras.
vistas ptfra stereoseopos.
na.
Meias de seda para noivas;
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costomes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para haptisados-.
Bonitas caixinbas d vidro enfeitadoi com
pednas.
. Ditas de ntadeira envernisada comvispo-'
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinqueio de
Touqainhas de fil, sapatinhos bordados criancas.
e me8 para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprioa
Camisinhas bordadas para ditos, para enfeites de mesa e de lapinhas.
\Wk II
0 COLLA!
[V.3ARlI4D0C,BliGAN.54.
za
>
Com este tithlo acia-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarao tudo quaoto
a moda e o bom gosto tom inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qoe o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios adoremos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhastes e pedras 6nas, pormaior pre?o do
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertenceote a esta arte.
Lourenco P. Mendes Guimaraes
RUADA IMPERATRIZN. 11
Tendo resolvido o seu prbprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
?ribaldi e Arara, envida ao respeitavel publico, amante da economa, visi'jrem a
K' ja ra ra da Imperatriz u. 72, pois s de>eja apurar o dinheiro.
Arara vende madapol5o enfestado a 3$5001 Para li-oidar vende bramante de li-
peca, nas de 24 jardas a 51000, 65 00, nho e a'godo a 1^800 > metro, dito de
6pX), 7,5000, 85000, 95000, e 105000.
Vende-se cortes de casemiras de cores
pan calcas a 45000, 55000.
i Pira liquidaco vende-se algodo de lis-
tras proprio para caigas, camisas e saias
pura escravos a 160 rs, o covado.
lioho puro a 25SOO, estn fazenda pro-
pria para lencoes e toalbas por ter 10 pd-
mos largura.
Vende-se cortinados para cama fracez
a 4)0400 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de chitas para vt..
|Na ruada Imperatriz vende se chailes de dos a 25500,25800 e 35200 o corte pa-a
muric estampados e de barra a 25000, liqni lar.
MKMBRO da ACADEMIAoeMEDICINA
Preparado por DESl^URlERS.PH.
Si/c* de BOUTIGNY-DUHAMEL
51 Ra de Clr-y Pais
O Xarope depurativo iodo rado do Dou-
tor Gihprt offerece, no spu emprego, un
resultado bom, corto e constante na cura
d&ttnmtfens, escrfulas, nmlestiasdapelle,
vtcw do sangue, obstr uccoes himphatica.;,
molestias contagiosas (syphihticas), leves
su inveteradas, ede todos os accidentes que
d ellas dependem.
A receita dcste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Paris.
Deposito as principaes pharmacias do
em Pernambuco: Magree o C; Joaooim
Martinho da Cruz Correia ; JoJo da Cok-
ceicao B(Avo e C*; Augusto Gaors ;
Bartholomeo e Cu; Alexamdre IIibeiro;
Abreu Ribbiro ; Joao da S* Faru e Irmao.
Ventiese nma bonita casa nova a moderna,
com 2 sala?, corredor ao lado, 5 qaartcs, sotno
muito fresco, de?pen?.i. coiinha com bom torno,
grande copiar com gradeamento na frente, gali
nhfiro Umbem com pracieamenlo de ferro para
grwde porco de eriacao privada para despejos,
telheiro para lenha, carvao, etc., cacimba com
bomba de Japi, tanque coberto qae serve para
bantio, e sitio, tem 100 palmos de frente e 500 de
fundo, t,>do morado de novo com grateamento na
frente e portao de ferro, lindo jarjira para re-
creio. ptantac.ao de arveredos noro, passa-lhe o
rio Capibinbe perto para os banhos, nq lugar de-
nominado Chacao n. 1, junto da eslarao da Casa
Forte : os pretendentes poder-se-ho dirigir para
tratar rna de Tbom de Souia, oatr'ora rna da
LtDgoeta, n. 4. *
300 o 35' 00.
Arara vende cortes de casemira Dreta
para calca a 35500, 45000. 55*00, 65000,
750OO, e 85000
para liquidaco vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
720, 900, e 15000 o metro.
para a cabar vende-so duzias de lencos
brincos de cassa a 25000, e 35600, ditos
de linho a 55u00, 65 KK
Na ra da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 15400 e corbertas de chita a
4!O.
Para liquidado vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 50Q 's.
A Arara venda chitas largas para vestido
a 2i0, 280, 320, e 360, rs. o covado.
0 barateiro vende pe;calas finas para
vestido a 4iO, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alp;ica3 para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende laazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500, rs, o covado.
0 Guimaraes vende mursulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 50O rs.
O M*n 'es vende fustao de cores par-
vestidos de sfnhoras a 360, o covado.
O Lourenco vende cassas Snas para ves-
tidos 240, 360, 400 e 440 rs. o covado.
Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o evado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matiza-
das a 40 rs.
Vendoo se cortes de cassa a 25500 o
corte s na liquidaco a da imperatriz.
Vende-se cortinados para janellas "a 65
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-so duzias de collarinhos de pa-
pel a 240 rs. para aca'ar.
Arara vende lasinhas transparentes para
vestid; s a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vndese parapeito liso a
25200, 25500, 35. 35500, 45, 54, pro-
prio para calsas e palitos jor ser tea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 15300.
Vende-se cortes de pcalas de dnas saias
pr.ra senhoras pelo tiarato preco de a 65.
cadaum.
Grands liquidaco de roapa fcita. .
Vende-se palitos do alparca e d cores
a 25.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 25-
Vende-se ditos de brim de algod&o brac-
eos a 25.
Venie-se ditos de meia casemira a 25.
Vende-se coletes de brim de cores a 15"
Vchde-se ditos de meia esemira a255fj0
Vende-se calcas de algodo azul a 500 rs.
Vende se-dita de algono de listras a 800rs
Vende se ditas de brii pardo 25,15800
e 25500.
Vende-se calcas de casemira de core
a 6585.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa, a ulma chegada ao
Sercado, por preco ratnavel : no armazem de
anoet Teixeira Bastos, ra do Commercio d. 13.
PA1A AGUA.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e corvas para os mesmos I No armazem da travessa do Corpo
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para milho
Os melhores moinhos para caf e para milho que tem vindo a este mercado
se encontrara no armazem da travessa d > Corpo Santo n 25.
Farinha de mandioca.
No Bazar do Pao vendem.se benitos e
-rande- cebi-nez de pura la, pelo bara-
0 B
to preco de 65000 caca nm.
ivo sita a ra da Imperatviz n. 60, esta' constantemente aberto
des onorasdamanhaVas 9 d: noute.
Vende-fe superior fariuha de mandioca, vinda
do serto do Cear, em saccas de 2 1|2 e 3 al-
qneire* cada saces, por preco mdico : rna do
Vigario n. 14, eseriptorio de Jos Lopes Davim.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se vende na roa da
Madre de Dos n. 22, armaaem de Joo Martms de
Barro*

XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amargas do
BROMRETE DE POTASSTOM
De J.-P. IAROXE, *, m des LfoMt-ftatnt-PauI, Pars.
Todos os Mdicos concordfio em qne o BromniVi de Polaisfam poro tem sobre o
sistema nervoso, ama aceio eJati. ulmu,. Reunido ao Xarope Laroze de
Laranja amarga, coja aecSo regenera as rao^es do estomago e dos intestinos,
universalmnte ippreciaJo. Sem recek) d'tr jdente se pode dar as pessoas adultas,
(quando soffrem de BM>lestiaa da orajao, as ia iigettira; nroaM a cral,
assim que para u molntiai aarroaai i a praahe. Para as creancaa, para lisia a
afkafao, iajinmnia*. Unte dnrante r dnUso
Deposito m fito de Janeiro, w Chavola*; em Pernmmbueo, *. W c*;|
am macsie, raleo Km; em Petjtat, Amaro !;; em Baha, Ba meaka; em
Aleare, Ji tullo; em KaranMo, Farralra a o; em Ouro Preto, Walarao*.
i >
f


Di
ano
de Peruamhxun SabMmto 10.4b SeieuiJiro de 1870.
*.
I?
f!
<*(', i

1=0
m
I 000
50?
160
SOG
00
7t*
400
173,1 S621 S 6niI2(lo
Estoi luda*
S MUMlcfci ;-,. j m e^jj j^jjj,.
xo Mctartdw. P >! e !*-
eos Duaia. en f^utaCfa
grao
Frasco cwo limito b>>.
Pacote* cm B'i. d! uta o oe-
la>
alttss, muo (as [Ma foeur
bar: a *....................
Ci'xn de lmha Ihiii .Jo piz a..
Vara de franjas ,| ii-|fa> para Lm-
ItiH.......................
di xas uir peonas li'iicn de i crry
superiores ...........
Lenpw. ih cas
do...................
Cm cora 20 quidernos de papt-1
paulauo .......
Caisjrs com 50 uoveilu de liaba
da gaz a....., .
Duzia:) de rabias croas superior
MWtJtadu a.......3tfc
Pecas de b,ihadinhos cui i O va-
rana......... oo
Pee de tiras bo .<;..; lasa ni [J
metros cada |i ra a iyoOO 2(00t'
Pecas do lilas para eos de qual-
qu#r lernra ci)in 10 v.-;ri> a. 5x>
Estovas para unirs m/eiida 6im a
Dilas para denles a 240, ywJo,
iQO rs. e........
Pee* de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
) :z8Kd* linba fntaca para burila-
dos a 400 rs. e.....
Pares (la me as crua- para tt>
U'*divonM>s tamaiii'is a.
Dtizias da rnehs bra iras omito
linas para si-nhora i. .
Pares de sapa tos da tranca do
Porto........
Pares de sapa los de tapete n. .
Duzias de baralios para matareis.
Sylabarios portugoti a. .
Ortoes com cokeos snameas*
AOtoadoias para colirio diversas
qadads .......
Caixaf'eaoi pmua de u;o muito
boa da .120 a. .... .
Cuxas eom superiores obneias .
Duzia O) |Bih> para machina a.
Libras de pneges rmnueMfl lodos
os tamauhos a......
Pacole de papel com n/tatler-
nos...........
He. roa de papel pautado sanan
Kesma de papel liso inuito supe-
rior a ...........

Jos e Souza Soare& & C.
10 PAPAtiAIO
B1 VIT&3HL*
l UUTJtifllA NOVA )
JUWWjsouvM n^t-im rpW.^du mi que i*le baver de irnis afilio c agradad-I *" f*-
ttOas (tea* para Senioras rticos dt, alia !* e,n Pars lauto para seufawas coum
3aralwmes < meninos.
Miiiu.^s iffariu.uas. pe.uaurias esjieci es Vaiiedade do Indos uliieuu>s paia ine-
nnii.s e tuui^uudts para enancas.
, OHAM)K SOiT.Mf-iMO
LorUiuuaaieut meebbfo por ludvs os pUAelM vinJo da Europa sonde tea ha-
Deis correspoDdeute.'.
VeudH-se intiii etncmita e rnanda-se p r om pragad du ftstabelti:ei4o fazendas
a casa-das Loas. fawilwsali.a deniliior esciilhereoj <> que desejarom.
JJOyO 6Sttu6-?f
Ra da Impermriz h. 40, esquiua do
FEITAS
Jos Perreiros.
LANTE
Ra do ftneimado 7
ros
tos?
de lazendasl
200G
I,SIjOC
-5006
400
20
400
50(
t
200'
240
400
4006
%mo
i Ctiefoo ai> anr.ijo Ispiaeita rte U.nvy f oriler t
0^ nja do bii(if.f8ur, m c*iTf gaeiumo de gu
de pri8jeira(j"aslru('H;o.;.al sereuMejn pruati
a rialbo por memt proc quar parte.
LA VLiT IllS,
E' r.Ii.'^ado a este novo eslabeleciitipnlo o niais bello sortimonto
sendo s;i; espociafidad euxovaeti para uoivadu.
Vestije.s de biohd de.sOda ricamente birdados.
.Cpraarao i seda uraajC para vestido.
CJ.-has de M\ia pera, pac cama o.-m ricos desHilios.
nias do la o seda, id m i(k;m.
Dil.-.s de crox. idpm ideio,
garfiados ricaia nte bordados para cama e jauellas.
Oroxs p i; cadeiras e sof--.
Vesllcs de cambrjia branca bordado*,
t^ptiries de liu-los postas,
U'!3 de diversas (i.;;;ilidudes, lindos pstos e modernas
RlpW b urnus para passcio. com lislras de setjm.
saludas de baile, o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos ';amizas bordadas e sem bordados para senlioras.
Camisa bordadas muito linas para liomeos.
D tas malezas para borneas e meninos.
I eo.adoDbo,mtrcioDark,!l0, ^^ SrUmeQl0 roup*feittt ede 6u^ ^
Luvms foscas ifo Jouviu
.-A^SI0 f5 tape,C ,'nn R"'1|-nK'^ de salas, alcatifas para forro de sala e o
craude sortimeoto das acreditadas 0 verdadeiras '
Esteiras da India
________Ot
O novo frorielario deste estabelwmieoio, communica ao respeitavel publico
a* ciaade, e especialmente, s Exas. faiiiili-, ijue c ussimos.as antipas fazeod* que existiam ueste e-tabelucimento, a!m das que abaixo
M relacionadas, enjus preces merece(n toda a altenro do respeitavel publico, que nao
aeixara de com peqiiMia quanlia refazer-se de qualqucr qinlidade de fazenda que pre-
cie. PrtH'itie-s tambem que a mesm b>ja fei f-rto sonimento de fazendas moder-
na-*, e continua a sortir-se dis do mais apmao e escohido gosto, que vender mais
barato qiM-qualqnerout,a luja.
A LOJA Da PAPA1AJ0 a!m um bonito sortirnen'o de casen, i as Iranozas, tnjgjteza e llemaas dos padrees mais mo-
aeinos, e assrm cai pannos prtlos, castmins e panno fino cor fje pinho, azul claro
e mais esotro, l>r.ns bra.icos e de cores, fostcs brau;os, e de cores, caucas de linlio
o Iritis parrios d,- lorias as qualidades,. *
A.LOJ.-V DO p.v 'AGUO u*m contratado (rm ptimo mestre alfaiate perito no
sea oiicio para ejecut qualqiwf nbra da arte floro a maior perfeiclo e esmero, e qual-
quer oiu-a que nfio Oque a vuotsdfl dos reguezes, Bcari para a loja, e manda-se
. '.V'0.!1lli'a0 (,c ,i,,,l ,h)'J' ;i :i'J> Rlt,ro-! RfalSo de tinto do UGCO a 35 a vara.
e... ateo,,;, s$. rhM de mcrj0 os mutn eg
Aijouaosmiio largo, para lencoes e toa- a :ti.
Dito ditos, estampados de 4,300 para
i.aj-
ap. r
tpaese-
;;;ia.
ROB LAFFECTEUR
rdnfi Pni Vrannln n..^:n t a
ibas a 15000.
Alpacas prctas, de cores, lisas, de furia
cores, e de listras.
Baroges com lislrinhas de drfl'erentes co- i sal-iVo
resaaat)rs, ocovado. '
B"!s sde tpete irttludadas, para v.'!m,
o prego e conforme o r,irnanbo.
ilombasinas prctas. lisas, e trancadas.
vSS***1**l!e l"ih{)'fra6cfl2 e "g,
atoes de mo^ulir:.-'. raiwos corn fit^s,
o ortros todos tjfl panno com o leitio dos
de falas, para senlwras e meninas.
Basquiuat de "roseen :p!es prcto mo-
dernas e de croch muito eufeftadas.
Brelanhas de linbo. e de lgod3o
II iris d irrlio trancados brancos
cores. ,
/bi'ins de al^odo trancados braucos e
'".ombraias
e de
F de Rabo branca e preto liso, e de
Ira.
(i.'av;:!as de soda prctas ede cores, da.
mais i;vd-rnns que Um viudo ao mercado.
(ardanspns de onbo brincos e pardos.
Giosdeoaple preto de dilT*>reiiier> pr eos.
Liasiubas cm corles com palmas com 14
coTatfo pnr 0->.
Di as lizas e delistas transparentes e ta-
pada- .; dilrentea pwC"S.
.Madapolo inglez de 5$ at 10(3 a peca,
igos de algodo, brancos de 2(5 a 30
a.
ps de cambrsia de linbo de fi> a 12|5
iS (le esgdlo de 6 a 85.
i'.linas brancas e de cores a 500 rs.
j Le
a i!'::-:
[ -Dit
Oit
Su
de, o jtift-i
Goi
como
fri
emes dp laa com.listras, fazendaln-
brwicas tapadas e lranspa-it irarnente nova no mercado a 800 r>. o
20Ra (La iwpetsr'm
Par*' A Lema.
Acflltt ile efevgar .sra voss-i noca laja de (a
zead^t finan ubi vrai surrmni de lazeuiia-; dt
la e seda, amo sejaui : prajiadin^s do ultimo
to.-lcr, popelinas do una .-o cor, alpacas a aa^i-
ohax .le epre*, o 'u<> ha de mal moderno, rudo
par baralinsimos pw;, lirilliatUioas de cores, te-
cidos das india?, fazend,-. iu>va a imitaran de per
eaa.baleade dina ting .do saia de cor com lia-
das barras, rdsioes pruprins para Temido e r.m[ia
de menimis ; apira grandss'e admira veis pechiu-
chas, saias bnicaa com lindo* frisados a i, li-
eos eorpiulios kondadof inuio in,.s a oj, baloe?
modernos de arcos a 3. ricas colchas para cama
alco-hoadas, sendo brancas e de rores, a SS, 6 e
7, cambraia victoria tiaa a Si, das rransparen-
tes a S, 9t e 75,cl;itas liaisfimas escuras e claras
a 280, ;J0O, oiO e 360 o covado, QBSaM de cores a
240, lenco* blancos de casta a 2*300, ditos chi
nezes a 3*500 a do/.ia, madapqBo uno a 6* e
6*500, e raciti superior a "*, 7600 e 8*, algo-
daozinhn larg. proprio para MneQta a U*. panno
de algodo branco tmig-.J, pioprio DarfMtlIU
de nutM a 1*600a vara, niaaiaulo pata laonoaa
2*000 e ,'!*.:;00, o que lia de niellinr, espniao fl-
mssimo a 2**00 r 2|600 a vara. Mandamos na^
casas das Er.ma>. familias para mellior podere
esculher. Trwnbem lemog cniiiilet.' sojumento de
perfuma rias dos Brimeirot fabricantes franeezs e
, ing!eze-_; as pessoas iue se dijruarem vir a ests
loja leraooccasio de reconheccr a realidade do
que annunciamos para n(>s jnslilirar.
Trliha* urbanos o trttejfe
CII:tda
Xa eatiejb provisoria da na da Aurora vonde-
e em uonjio e a retyilm cario do podr pra
ferreiso.
Brins d'Ais^aslegi-
tioaos
aciAin-se noarmazn
i DE
T. Jeffcnes & C.
Ra do Trapiche n. 46
Fio para saceos e foyueteiros
Lona verdadeiara da Escossia
No armazm de T. Jefferies < C.
Ra ioTrapiche n.46
Approrado em Fr

rerles, sendo inglez.s e suissas de 8 pal- ovad
mos de larpura. ly^,
Camisas de m.;ia, de flanc'la, branca, e
de algodo. '
Camisinbas brancas de cambraia cora d-
licadcs borda Jas, e enfeadas de cor para
Srag.
Carabraiasde cures a 400, rs. o taetroe
a 800 rs. a vara.
Camisas jngJatas./e francfzas dolinho. e
de algodo de prega, bsas e bordadas.
Chapos de sol de seda, mei n e alpar-
ca de diffijrertt enres, e muito baiatos.
Cintas [tara vestidos, francezas, -de 2'fO
at *00
o.
ros preto, trangado e de cordao.
los bordados e lisos, tant' de linbo
dealgcdo para camisas de bomem.
. : cetas pretas de diferentcs precos.
Caubraia branca tapada muito larga com
pregas e bordado, ha de tres qualidades
pronrib para saias de Sras., o preco ba-
rato.
Sedas pretas lavradas para vestido a
o covado.
eoi irancez e inglez de toda ao co-
luro Qf pron
daram vir c aeanain
da Europa nrn cnrnpjeti
njias e nui delicad:: -. >p
tao resol vid os a vtmAnr, con,
por Bfecos mnito bai iiaodoa para Uk
dos, cora tanto que o Gal
Muito superiores lavas de pellica, preus, bran-
cas e de mni lindas core?.
Mui boas e boaas coi^i/jlias t panhos para se-
nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga p;#a coques/
Lindos e riquissimos af-ites para cabocas das
urnas, scnhbras.
Superiores.tramjas preas e de o're.* com idxi-
inos sem ellos; osta fai-uda o qpe pode baver
de mellior e ruai, bonito.
Superiores e benitos k-qaes de madreperola,
mariim, sndalo e eeso, sondo aquelle brance*
com lidos deseuhoa, e esio prelos.
Mue superiores ium fio ,e Escossia para w-
nnoras, as quaes seropr..; m 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20*
aiein destas, temos rambein prande sortimento de
ouuas cualidades, entre as tjuaes aigumas muito
Boas bengalas de n>.r r a.aia da India e
castaadeuiarfira com lindas e. ei,.-antadoras flpu-
ras uo uiesmo, ueste pnutr v u que de melhor m
pooo desejur ; alwn ri ., grandt
(inantitade de ouiras. s, cosq sejam, ma-
deira, bala:.-,. o>s.,, t ,.J ^
Finos, bonitos y airosos cliieotiahoa 8e cadeia e
de outras,|ualidades.
Lindas o superior.-s ligas o o seda borracha
para segurar as mei;i.-.
Bo;s meras de seda para seniora e para mem-
uaST do 1 a 12 aunos do i:
Navalhas cabo do mariim .- tartaruga para faz*r
barba; sao muito boas, e de maia a mais toan-
rantiuas pelo fabricante, e nos por coa* vez tam-
bem assegurarcxa sua quaiidade e delicadeza
randas e bellas capabas .ara noiva.
.uipenores agulhaa para Mmlim e para eroi
la1wrfna.oD,,to ^ *>>< *m*
Dons baialho do cartas para vottarete, assira
como o; tento para i
Grande e variado sorment das melbores ner-
famanas e dos memores cmais e.mbecidoo per-
famistas. *^
GI.AHESU!HOEIi.
Elctricos maguetj,.;,. ,.., u eonv&g*,**
faeihtam a denuedo da-< innocentes criancas. So-
mos desde mnito recebedor*.. deste- [;r collares, e .-,-.,,-m.uoos a rcebo-l-s por todos es
vapores. a..ia .,- r.a4 nanea faitean no mercado.
f"'v'' -''. assii pois.poderao aquel-
*".''" : ;--! m. viran deposito do galio
W}* ^.conirarao destes verda-
'^'> "'< la.-.s allendcnf.-se ao tim
|tie :.-.. a,.pi.i.(,ii -.. s, aderan eom uta mui
auniniito Inrro.
Itoi.Mii,.-. :v.<, ivlM, ..... Ijl(.los q,,e dex:ira,ls
aeciarado. .. tma ;. amigea a virem
comprar i... ... is oa do calle
Vigilante, ti;. ., ;
M I Deposito
SALt-
'JavlS,drlV^:0lR?rFECTlJR' d0 *>** CmADEADE
m\
m
Cbitn pan cocerlas de.330 al G40 rs.
Cortinados de c.-;.ipbra, e de fil -.borda-
dos para tamas e jrrelas da 105 para croi:..
Col-has de fuslao brancas a 3(500.
Ditas de cores a 800.
Colarinbos de linhos, inelozes, e alemaes.
lisos e bordado^.
2/SP0
Sar-
ros.
Toalbas do algodSo e de linbo
erentes quididades e tamanhos.
is.
Pnnjios do linbo para bomem muito li-
nos.
i tu

3 portas n. 53, ruu Direita, 3 panto n. hZ,tint toja do Braya
O afcaixo assiicnado, dono ri-d ;:nt.go estabebeimento. tendo em viti .-.ore^tiLir
completo sonitonto de lerrasens. n.iadezas e coUteria. Um iratvMo rnandar t,os.r
diversos oon:o< da Europa os melbores objectos de sen estabelecimento I finteantes
mis conhecidos; pelo que convida ao respeitavel puhlico e a seus nmeros /S? i
a v.rem se sear dos ohjecto de sua carencia, a-nde encontrarao por meno to 0 dToue ^
J om outra qnalqner parte, um sortimenlo complot, de machmas para 5caS aloX M
Ido ben, eoel.oc.do.fabricante &>ttorf (iin & C. di.as para costura, motores Ma anias'
ditos para fogo .o.onhos p,,a caf de todos os tao (,,*, d., M*& do^efniea,aj" do
dous canos eA* um. tanto ingleei wmo |ranceWs. ooca de vri'nhm!rE3Z
de diversa, qaabdades e precos bandejas chinea, saire. bren. &SS^SL nSSl
l.raalha do fcrro, aeo, e agi.lha para fogueeiro ; assim emo iJmfoSmYmSSt^
mente gra.-.lo ,.,,-,,o oe fogo do ar, e recebe-u encommeuda de (m de v< a
&Ltt!z!XfLB*, vn^T ,iu""a'1^ "! '
53, !oja de Lenidas Tito Loureiro, autiga loja lo Braja.
alem de um
na IJireita u.
OS
Cigarros da imperial
fabrica de S. JoSo
de Netheroy.
deSSl^n0t.^ndPae.rDambtM0CaeSda a,aD
GEMEROS BARATOS
2Gamboa do Carrr.o2
Manteiga ingleza, libra a 1*. 1*300 e l*30Q
Manteiga franceza, libra a 80 r? ^^'
Gai, garrafa a 360 rs.
Gomma de milho, libra a 320.
Caf mocka, dita a 320 rs.
Velas de espermacete, dita a 60 rs.
Lingoa (do Rio Grande) urna 100 rs.
Lagostinhos e ostras, lata a 700 ts.
Queijoe do reioo (ultimo vapor) 3*000.
Ditos do Serid, !: Ditos do Vina, um J*.
V'inbo Bordeaos, garrafa (S. Julien) 600 rs.
Gerveja Bass, dita '900 rs.
Viobo Fgneira (Uam).*ra 500 rs.
Arroz, tira 1-iOrs.
! outros muitos gneros que se vendem mais
arato do que em outra qualquer parte.
Farinha de roau4ioca
_ Ya8e",e atiaba de mandioca, nova, de Santa
Laitiarina ebegada no patacho portuguez OUiua.
uudeado defronte do trapiche Jo Sr. Baro do Li-
vramento : a traiar no escriptorio de Juaiuip
Jos Goncalvee Sortriio, rtm^eCommercion. 17.
w a bordo do referido navio,
- Veode-se a taberna *etn afregelada e eom
poneos fundos, na rna dos Assnguinbos n. 20 : b
tratar na mesma.
exlracrjao dos deotese operaqes dentarias sem dores, todos
das uteis,daslO hon^' meiodia
PELO EMPiI-JtiO DO
PROTOXYDE l)'AZ0TE
no igabkete do cirurgiSo dentista FREDERiCO (.A'riKll
19Ra Kwa19
0 qual. achando-so relacionado com os irais celebres dont;ntas de Paria adouirin
com lies, na ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este-exea lente
anestbesico de que se pode sempre osar sem inconveniente algum, e produz asensibili
dade completa. Ul"
O mesmo aproveita ajoccasio para Iqmbrar ao respeitavel publico aue no
sea gabinete continua-se a facer lAdas as opemjes da sua arte e colloaar denles Dor
todos os systemas: cem ouro, platifla ou volcanile, segundo os casos.
________Espealtdade de obturages com nitro puro.
Mq* ipg'eos para Sras.,e para meninos
e para homens, de differentes qualidades
e de b)dos ts tamachos.
Para quera comprar peca ou duzia da
, qualqupr fazenda seu pr Uapi*icrjJe la, ncaroadu, a zul e- a ma- i diminuir o retaiao.
pello, esonsilba pretn. Dad se as amostras de quslquer fazenda.
J;pv*r_"l,.us te ,d|10 arinco para Sras., | A loja do Papagaio acba-se aberta todos
os dias, at s 9 horas da noote.
Fran>isco Teixeira Hiendes
A. MABllER, p"armaces^0sSSivi,e8iad0
i:oulev.aiol, BS PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
AiiriMUMJjs a \. j ,. .1 ,.... Micius c o laslitlu uc Fuu{i,
i'J.IFrPn Sob J <0l"n d'' ''il!-'. dev,.dda c closoada par
lWbkUnU I4MT aa ui'iuicutc uaia kolko
Prerenti e sutl'.vi ^s MOLESrAS CONTAOSAS.
de diUereotes pretos.
casa caov;
J core;

I^JECTCt PIILTRO
ESTOJOS
Jo vniiiii'.* r'e um rclosio, seniutq de
lllirnm c SI-HINCA sem ,s
graYis Iictaseninias ib fragida.
Cm a forma, e de volume de um Porte-Sloedi
COTEMBO TODO TJtAT.MBlfTO.
COLLYItlO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sol) a mesma forma.
BARTHOLOBEO G
CASA CAUVIN i-JHHR
DeposiUrios geral para o BHASIL e 1'OltllUAl,
34, ra larga do Rosario. PERNAMBTJCQ.
Pharmaceutlco privilesiado
8uccessor m
Sebastopol, 55. PARS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApreseDda a Academia de Scieicias e 10 hislitulo de Franca.
Sob fama de Pastilla, deredida e doseada Mra raser da
momento una soluccao PBEVSITrVA E CDBATITA das
INJECCO
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
'TOIP
Graves
do volume de um retogio, servindo
de Philtbo e Seringa sem os
inconvenientes de fragiUaade.
Coa a forma, e do totume de im Porte-Moeda coiteado
TOBO TUATAMENT0.
B^W irV%BT%ar ivbv iiiAijiarcuu,
COLLYRIO Contra as affeccoi das palpe tras, preparado sob a mesma forma.
ra o BRASIL e PORTUGAL
la Depositarios geral p
m &
m i) i 11.
rame do ferro galvanizado ora rede para censas, gaioias, gajiiabeuof oc
Chapas de ferro galvanizado para cubrir casas.
Tcitos de ferro estanhaJo para engenhof.
Cofres do ferro de Mrlner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dita em leng-jl.
Dito em barra?.
Dito em enxadas.
Estanto em barra e verguieha.
Follia de Flandres.
Arados americanos para ladeira e varzea.
Garrinbos de mao.
Veni'iiaaas para janellas.
Murhinas do decan^ar algodlo^e- acao.
Ditas de serra.
Ditas para cortar (amo.
' -'Wna?r'ieaai*atLd0 ^ ini9i mm* *"'*" c^va3' #P*W M
CaJairas'de ferro.
Lamas d ferro. /
ar cacles.
sar.
r ero" atas de-ferro.
: -rro para

Picaretas para
m grande sonimento de erragenii entilara.
iA' 1 iillMiJV/ (X. l| Ji, ra larga do'Rosario. PERNAMBUOO. '
MVIB W. BOWMAN
ERGEHKEIRO
Com fundicp
RUI 00 BRUM 52
Passando o ohbfariz.
aiama a atiencodos Srs. de ngenho para seus acreditados machinismos e
co especiahdade.para seus vapores que anda urna Vez tena melborado.
Os vapores foraecrdos por elle e ja funecion mdo Ibe h3o.de fazer melhor apre-
oia$o do. qu*\quaquer dito proprio.
Desejatambem mencionar que tem feito nmai reduccioem seus precos; e qac
ten prQmplftlo.Ja a especie de macbmismo e outros objectos para a agricultura.
revidBBU
Uwa do t.'. .- t*anaO(. 4-0.
Novo e variado s. -.: nreiito de perfumaru
finas, e oures object06.
Alm do completo sonimento de peri.
de dif- icarias, do qr.e erToctivr.menr.i estpr.v:-':
loja do Cordeiro Prov.iiM-.-. ,;;i?. acaba fl
/eceber um ooiro sottimeaao que so t-r.
aotavel pela variedaik-. de ubjetti fioi
dade. qualidades e commididades de or-
cos; aMm,|j.-)is.oD; i-vidante p
e espera continuar a merecer a aprecia;
do respeitavel publio en geitj e de *<.
boa freguezia em par afi
lando ee de sua hera cu mamtrTji
e baraieza. ElB dila luja iinc^.-To-- .
preciadorea rio beoc
Agua divina de E. jCoudray.
Dita verdadeira d Murray & Lammau
Dita de Cologne ingleza, americana, tm
ceza, todas dos melhores maisacrer'.'tao
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Ebxir odontalgico para conservacao
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidado eec*
ros agradaveis.
Copos e ratas, maioras e menores, cov
pomada fina para cabello.
Frascos eom dita japoniza, transparec i
a outras qualidades.
Finos extractos ingezes, americano:
francezes em frascos simples e enfeitadot,
Esseucia imperiai do fino e agradavel en
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros igm.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Eitracto d'oleo de superior qaadacb
com escomidos cheiros, em irascos de di*
rentes tamacbos.
Saboneies em barras, naiores e menw
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em &
ras de meninos.
Ditos mnito finos em caixinha para Darbr
Caixinhas com bonitos jabonetes imitan
fructas.
Ditas de madeira invemisada contend >
aas perfomarias, mnito proprias para p-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, lar
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e .*
moldes novos e elegantes, com p de arra
a boneca.
Opiata ingleza e fxanceza para dentes.
Pos de campbora e outras diferea-
qualidades tambem para dentea.
Tnico orien^ de Kemp.
Aiatla mais coqne*.
Um ootro soriimento de coques de &-
vos e bonitos moldes com filis de vidriv^
e alguna dlelles ornados de flores e-fiu.
astSo todos eipostos apieciaoo de -qoev
os pretenda comprar.
GOLLINAS E PUNHOSBORDADOU.
Obras de muito gosto e perteicao.
FlTeUas e Ala para ciato*.
Bello e variado sortuneato de taes obi*
tos, ficando a boa escolba ao gosto do co
prador.
Ur^lCOF^RMI&jINJOSO
HOSPITAESoeP-ARIS;
61
CHtoaasis

mmmmmm
PEROAS SEMINAS.CATHARRES ANTICAS E COr.-.PLICAOAS ETC.ETC.
Cabellos
Vendem se caballos de todaa.aa. cores, qnalquer
comgrimento, quahdade superior, em caixa oc
porc.ao mats pequea : na ra da Cadeia do P.e-
cife n. 51, 1* andar.
Vende Joaquim Jos Ramos :
n. 8, andar.
na ra da Cruz
.000.
Lindos c rte* de percates a 2|000 r?.
do Crespo n. SS, loja da quina.
nid
Farisha
Vende-se farinha muito boa vind.
algodo: nos arma
Pernambucaoa e trapiche do Cuaba : a trata.
t msnns.
1
EB>


le Pernambuco Sabbado 10 de Se
ro

;
I
YARIEDADE
A Harselhesa.
Cmchao)
E'ror mais de om motivo, Str*sl>..'-
fo prepara-se para urna ceremonia psirio-
tica, e mister que de lisie beba na
timas golas una 'estes hymnox qoe a
de na alma do pavo a embn^uoz
A idea do medre foi aplaudida.
las fiMias trouxe a garrafa.
Os copos eocheram-st. ^ ^ ^


0 ennaprimento
bi diado, deve terar
U e lima
i Rer
Forera a (I
Bata meia noite: Ao *;13r .
bo. poror mpiWso espontaneo lodo^e
tevantaVam. Tarara se os copos c c-
ben-se.
"'omoa o'fri a de i Io, e este, cara-
aakando, reco!beu-se ao seu quarto solit
rio buscando lentamente a inspirarlo, ora
las* palpitare^ da sua alma de cidado, era
Kurvado sobre o teclado do seu qs umen-
Kde ai lista, compondo urnas vezes a mu-
sica, antes da letra, outras a letra antes da
amxeare arro:iandoas por tal modo no
se peosamenlo, que nem elle mesmo sa-
bia queP-das duas desabrochava primeiro.
'.antavf tfttf e nao escravia cousa a gu-
ana f
Ksmagado por esta inspirado soblisie,
caleta pendeu lhe sobre o teclado do
ptaao, e elle adorm-ceu,
imanhecera. e, aos priroeiros arrehoes
i luanh, a memoria aviventavalhe os
cantos da noite como as impressoes de um
Wato,
Escreveu-os, notou-os. e correo a esa
do BMurai. Acliava-se este nojardim re-
olVeodo- a trra das suas flores A rau-
iber e filhas do velho patriota descansavam
ainda. Dietrick corre a acorda-las, chama
aiguss amigos apa xunados pela msica,
rapazes de executarem a composico de
flato.
.t fiiha mais velba de Dietrick acompa-
nhava. Rauget cantava.
i primeira estrophe todos os roslos em-
prlidecem... segunda, as lagrimas re-
oeutam dos olhos... as ultimas, o de-
hn do enlhusiasmo rebentou enthusian-
co. A esposa de Dietrick, Boas filhas, el-
le proprio e o moco oflicial, abracarara-
se instmetivamente. chorando enlatados
oo bracos um. dos outros! Tinha-se
Abadoo hymno da patria... porm quem
dira que elle devia ser mais tarde o hym
ao do terror ?
E ef/ectivamente. D'ahi a mezes, o in-
feliz Dietrick sabia as esuadas do caJafal-
ao, ao som d'estas notas> nascidas no seu
lar, c!<> coraro do seu amigo e da voz de
su (Ibas!
Foi o novo hymno executado alguns
das depois em Swasburgo. Rpidamente
\iti\ de cidade em cidade. e fi executado
por todas as orebestras populares. Marse-
hiao adeptouo para ser cantado no prin-
cipio e fim das sessSes dos seus clubs.
Os roarselhfzes espalbaram-o por toda a
Franca, d'onde lite proveiu chamar-se a
marselfitza;
A este tempo ainda de l'Isle tinha m?.i,
que babitava Paris A pobre velha escre-
via om dia a seu filho. sorprebendida da
fama que o canto ha-a adquirido :
. Que hymno revoluci raario este, fi-
lho. cantado por ama horda de ladrees que
crasa a Franca, e ao qual se vincula o leu
nome ?
Mas tarde, de l'Isle proscripto como rea-
lisia, ouviu o, tremendo, retumbar como
tima ameara de morte aos >.seus omidos,
qoandn a travessava os trivios dos altos
Alpes.
Como se chama esle hymno pergon-
ton elle ao seu guia.
. a marselliezarespondeu-lhe o
ram;ionez
Soube a*a o nome da sua propna obra.
Perseguido pelo enlhusiasmo que havia se-
meado atraz de si. escapou morte com
ifiicoJdade. A alma voltava-se contra a
Kkque a havia forjado.
A revoiucao, na sua demencia e desatino,
aera ao menos conhecia a sua propria voz!
sempre assim!
( Da Naco)
[-Roberto deOrlean
! inieressante (i
lo pr ncipe de Jomville
j rgida a un amigo intimo :.
Uuxellas JO. Devoro os diarios e
nada me diz.ro de noto. Indnbit velmente
jbas "as partes para orna
Anda t mos grandes re-
cursos, poique no fim de contas so o cor-
e ex rcito de Mac-Mihon e que foi es-
ragado, o de Froatard soffreu pouco e os
nutres eslo intactos Todos tem coragem
para so baier cooa o inimigo, 'trias precisam
do ser bem commandados. Se-lo-hao ?
O tumulto de Paris causa-m* horror,
Di) comprebendo a a'.titude da cmara. n5o
c -mprehendo que se pronuncie urna phrase
nem se execute um aclo que tenha outro
tim alm de auxiliar o exerc;to, nica espe-
ranza actualmente dj paiz.
Succeda. o que succeder, o governo
actual vale mais. em quanto houver possi-
bilidade de resistir, que o provisorio, e
islo pelo facto de estar organisado. E se a
resistencia pode prolongar-se elle quero
deve supportar a Iti do vencedor. Porm
antes ludo que esta alternativa.
Ainda nao recet reaposti ao meu pe-
dido de servir no exercito sob as ordens do
imperador e esp roa com urna anciedade
que c mprehendereis. Acabo de ler que
os habitantes de Wissemborgo atiraram du-
rante o combate contra os invasores. Va-
entes! todos os franezes os imilaram, e
se se conseguir por Paris em estado de
def-'za, se o nosso exerc'io encontrar um
general para di igi-lo, os esforcos dos al-
lemSes suecumbiro ne centro da Franfa.
Nao est tudo perdido e ainda entrevejo
um grande movimento nacional, e grabas a
e'Je a Franca expulsar o sen inimigo. As
horas e os m utos sao preciosos ; nao pos-
so viver assim. Francisco de Orleans.
pe oov >
da un
|) fez de
^ra nos
^rtur-
Es-
.iierra franco-prusslana.
Proclamaoo. S. M. o imperador Na
poleo dirigi a seguinte
a
antes
de
proclama^0 ao
partir para Ver-
povo de Metz,
dan :
t Habitantes de Metz. Deixando-vos
para ir combaler a invasSo, confio ao vosso
patriotismo a defeza d'esta grande cidade.
Nao permittireis que o etrangeiro se apo-
dere d'este boulevard da Franca e rivahsa-
reis em dedicaco e valor com o exercito.
t Conservare reconhecida lembranca do
acolhimento que encontrti dentro dos vos
sos muros, e espero que em lempos mais
felizes podere vir agradecer-vos o vosso
sobre procedimento.
Quartel imperial de Metz 14 de agosto
de 1870Nspole5o.
Familia ObueansO deputado Estance-
im, na cmara franceza, leu a seguinte car-
ta do principe de Joinville dirigida no dia 9
de Spa, na Blgica, ao ministro da m tri-
aba: .
Almirante : Hontem de manh5i dingi-
ios de Spa o seguinte telegramma :
Em presenca do perigo da patria, so-
licito do imperador qoe me empregue em
qoalq\ier posto no exercito activo, e do
meu antigo companheiro, que me ajude a
abter o que desejo.
^Crede, almirante, nos meus sentimen,
ios de affecloosa recordacSo. Francisco
de Orleans.
A emucto da cmara geral, acabada
esta leitara. Estaocelm pede qne se levan-
te a lei de desterro qoe impede o ministro
da marinha de deferir a estes desejos, e a
cmara resol ve qne urna commissao informe
com orgeocia sobre a peticSo do principe
e i invillo.
Ao mesmo tempo a imprensa de Pars
pobcav* est'outras cartas dos principes
de Orleans:
f Broxellas 9 Senhor ministro : Ac-
baes de chamar todos 08 francezes para
eombater pela defeza da patria. Son fran-
cez. soldado e apto para o servico. Tenho
patente de general de divisio. Peco ser
empregado no exercito activo. Recebei, etc.
Henripue de Orleans. .
Senhor ministro: Comoifrancez, como
antigo oflicial das guerras da Palia e de
America, Hubo a honra de pedir vos om
fBQrego no exercito activo. O mea mais
MEDIACVO Eis a carta de S. Sinti-
dade Pi IX ao rei da Prussia, offerecendo
a sua mediaco para o arranjo da paz, ea
resposta do rei Gulherme :
Magestade.as graves circurostanctas
que atravesamos ha de parecer-vos talvez
singular receber urna carta raioha ; mas,
vigario do Deus de paz na ierra, n5o posso
deixar de offerecer-vos a minha mediaco.
meu desejo que desapparecam os prepa-
rativos de guerra, ena. sobrevenham os
males que ella iraria comsigo. A minha
mediaco a de um soberano que, na sua
qu-didade de rei, n5o despertar zelos nem
temores, visto a exignidade do sea terriio-
rio ; porm que pede inspirar confianca
pela influencia moral e religiosa qoe repre-
senta. One Deus escute os meus votos e
os que fuco por V. M. a quem desejo estar
unido por ignaes lacos de caridade. Pi
P. P. IX Do Vaticano, a 2 de jnlho de
1870,P. S. Em idntico sentido escrevi a
S. M. o imperador dos francezes.
Mnito augusto pontfice. Nao me
causarara sorpreza, ms sim commocSo pro-
funda, as palavras que a vosso mo tragn
para me fazerouv'ir a palavri do Deus de
paz e de bondade. Como poderia o meu
coraco desattender aro chamamento t3o
sigrado ? Deus testemanha de que nem
eu nem o meu povo desejamos nem pro-
vocamos a guerra ; porm cumprindo os
santos deveres qoa elle impoe aos sobera-
ranos e s nigoes, tomo a espada para de-
fender a honra e a independencia da minha
patria, e estamos riispostos a erabainha-la
mal que urna e outra estejam assegoradas.
Se vussa saatidade podesse proaaetter-
me e assegurar-roe disposicoes sinceramente
pacificas da parte de quem lo inopimda-
mente declnron a guerra ; se voss sanli-
dade podesse garintir-me, que si nao re
prodioiria um novo e lo grande aitentado
cfictra a pa/. e tranqniltidade da Europ;,
na, seria en certamente qne me recusara
a recebe-las de mJos to venerandas como
as de vossa santidade, a quem estou es-
treiumente ligado pelos lacos de christSa
caridade e de amizade sincera. Bjrlin, 20
de junlio de 1870. Guherme.
DOCUMENTOS DIfDOMATICOS. A
Gazeta de Colonia publica, com o titulo :
Serie de revolares os seguintes_ documec-
tos que assegura terem ama origem digna
de f :
Est'-u habiiitdo a transmittir-lhe, ga-
ranlindo a sua aulhsnticidade, o texto de
dous documentos, que ainda n3o virara a
luz, e que o conde de Banedetti tinha pro-
vavelmeote esquecido quando redigio a
famosa scena que o representa escripturario
do que foi dicr.do pelo conde de Bismark
Transmitto-vos o texto original, em francez,
dos ditos documentos:
Do punho do conde Benedetti ao conde
de Bismark. I, copia 4867, particular
Meu charo p esidente. Ero resposta s
cnmnumcacoes que transmilti de Nichols
bourgo para Pars, em consequencia da
nossa conferencia di 2G do raez pascado
recebi de Vechy o project de convenci
secreta, que encontrareis inclusa por copia.
Apresso-me a dar-vos conhecimehto d'elle,
atim de que possa ser t or vos examinado
as horas d'ocio. Fico vossa disposico.
para conferen iar convosco, quando jn'gar-
des occasio o,>portuna.
* Sempre vosso. Domingo, 5 d'agosto
de i868 Benedetti.
Este bilhete acompanhava a .seguinte
proposta de um tratado scelo, igualmente
escripto por Mr. 3enedetti, e qne existe nos
archivos da confederaco do noTle.
t Sua Magestade etc. e Sua Magesta-
de etc.
Artigo Io O imperio francez entr
posse da parte dos territorios, qoe, per
tencendo boje Prussia. tenham sido com-
prehendidos ni limite da Franca em 1814.
t Art. 2o A Prussia obriga-se a obter do
rei da Baviera, e do gra-dnqne de Hesse,
salvo a obrigac5o de fornecer aquelles prin-
cipes indettraisaces, a cesso da parte do
territorio que possuem na margem esqner-
da do Itheoo, e a transferir a sua pos?e
para a Franca.
Art. 3o Ficam anoulladas todas as. dispo-
sicoes que ligam confederaco germnica
os territorios que existem debaixo da sobe-
rana do rei dos Paizes Baixos, assim cemo
as qne se referera ao direito de guarnico
na fortaleza do Lnxemhurgo.
Poderla dizer-se. agora confrontando
estes dous documentos com a nrraco in-
ventada pelos Srs. Benedetti e Olvier, qne
oram escriptos por pura bohomia, sob a
direceo do conde de Bismark ?
Outra pecgqnta. Este documento vindo
de Viohy, foi elle tambem escripto sem qoe
Q imperador soubesse
ooa i r*nau
_
bavel as su recusa. Eis
como as coasas se passaram.
Na vespera, ou antevespera de 5 de
agosto, o Sr. Benedetti exigi do conde de
Bismark a promessa formal das concess5es
cima mencionadas, accrescentando qne se
ellas fossem regeitadas, ento teria a guerra.
O coada de Bismark respondeu : Pois
bem, a guerra.
Accrescentou com tudo qoe nao poda
acreditar que a Franca totnasse aquella
medida ao serio e que tivesse realmente
tenco de realisar pela violencia exigencias
to impossiveis.
< A resposta do Sr. Benedetti foi que
esta va a ponto de partir para Paris, e qoe,
longe de dar ao imperador conselhos con-
trarios, animara a persistir nos seos pedidos
por isso qoe primeiro qoe todo, elle trata-
va de conservar a sua dya< alia. Ora, esta
dynastia estara perdida se nao obtivesse
as compensacoes pedidas.
t D'este modo, pok a goerra actual nao
mais do que o complemento final de orna
idaixa qne pertenc-* em parte ao imperio,
e em prte aos proprios francezes.
... Uma revista mensa! austraca O
Deutsche Untjarische Monatssdirip publi-
ca um documento, que completa as revela-
res da imprensa prussiana relativame
aos projectus do imperador Napoleo.
aqu as propostas que. o imperador
feito^m'Salzburgo era 1867,
Benst. O jorjal de que extrahimos o se-
guinte documento, declara que deixa a res-
ponsabilidade a folha austraca que o pu-
blicou :
i" O imperador Napoleo obnga se a
prestar auxilio activo Austria, n9 caso
d'esta potencia exigir da Prussia a stricta
execucSo do tratado de Praga, ou ter no
caso de necessidade, de forjar a Prussia.
com as armas na mo.
t Os tratados de allianca oflensiva e de
fensiva dos estados do Meio-di com a Prus-
sia, sero considerados como uma viulaco
do tratado de Praga, e os estados do Meio-
dia sero convidados, em virtude do tratado
de Praga, a formar uma confederaco da
Allemariha meridional sob a proteceo col-
leciiva da Austna e da Franca, com om
parlamento federal, qoe fonecionar em
Vieona. O imperador d'Aus'.ria gosar como
chefe da confederaco do sul, dos mesmos
poderes de que gosa o rei da fcmssia na
confederaco do norte.
A Prussia ser hUmada para evacuar
Moguncia, a qual receber uma guamico
dos estados do Meiodia. A parte do grao-
ducado de Hesse, que lica situada an norte
do Meno, ser desligada confederaco do
norte para ser englobada na do sol.
t 4o A Austria e os estados do Meio-di
formaro entre si un unio aduaneira, a
qual poder concluir tratados de eomroercio
de uma parte com a Franca, e da outra
com a confeder'.c3 da Allemanha do norte,
c 5. Por agora nD ser suscitada a ques-
to da restauraco dos principes depostos.
t 6. No caso que a Prussia se recose a
executar o tratado de Praga em todo n sen
theor ; e a annullar todas as convences e
todos os compromissos que esto em con-
tradieco com aquelle tratado, a Franca e a
Austria declararo guerra a Prussia. Depois
da derrota, esta potencia Ver de ceder a
Franca a baca minera de Sarrebruck, Sar-
relouis e Sarrebourg. A parte meridional
da Silesia seria cecida Austria. A popu-
laco dos territorios annexados pela Pruss'u
sero consultadas por raeio do snffragio
universal, o resultado do qual se tornara
obrigatorio para a Prussia, obrigando se a
Austria e a Franca a fize-o respetar. No
caso dos povos dos dilos territorios se pro
nunciarem em favor da restauraco de seus
antigos soberanos, ests ltimos teo o
direito de voltar ou nao a fazer parte da
confrderaco do norte.
t 7. A Prussia ser egaalmente intimada
para se entender com a Dinamarca, no praso
de tres mezes, para a execuco rio art. 5.
do tratado de Praga. Se este accordo se
nao realisar n'esse praso, a F anca e a Aus-
tria tomaro a s regular este negocio, e
sobmettero as saas decises a ama
rencia das grandes potencias
8. No caso, iouco provavel
dos do Meio-dia, ou de algnm, se recusar
a prestar-se creaco de uma confederaco
do sul, no sentido do tratado de Praga, as
duas potencias lhe derigiro am ultimtum,
cuja recusa ser seguida de uma declaraco
de guerra.
t A Franca e a Austria reservam enten-
derse pelo que respeita as sess5es de ter-
ritorio eventuaes da parte dos estados do
Meio-dia, a que tiverem de fazer a guerra.
... A Gazeta de.Vienna publica o texto
da nota do gabinete austraco sobre a abo-
liCo da concordata. E>te documento con-
cebido nos seguintes termos:
t Ao cavalbeiro de Palemba, em Roma.
* Vieoni, 30 dejulho de 1870.
t Os ltimos decretos do concilio, pro-
clamando o dogma da infallibilidade ponti-
ficia, nao poderam dexar de causar pro-
funda e muitojustificadasensaco; por isso
que resumem e consagran), de uma_manei-
ra solemne, principios cuja applicaQo alte-
rar fogosamente as bases em que assen-
tam as relaces da igreja e do estado.
Iavestido de uma autordade nova, que
envo'.ve certa classe de omnipotencia, 6 pon-
tfice declara-se juiz supremo em malinas
de f e de moral, ao mesmo tempo que
estas materias se definem de uma maneira
que as une absolutamente, e sem contro-
versia de nenbuma especie, dentro da com-
petencia nica e especial da igreja; este
accrascentameoto da influencia pontificare-
clania urna vigilancia constante e enrgica
da parte dos demais governos, para manter
inclumes os seus respectivos direitos, em
face destes que o papa reivindica sombra
desse poder novo.
e No despacho que, com data de 2 de
julbo de 1869, dirigi ao conde Trauttmans-
dorff, procurei expressar bem claramente
os limites que deviam pr-se acfo do es-
tado por uma parte, e p r outra da igreja,
fazendo notar, de passagem, qne o goveroo
imperial nao podia separar-se nanea do
principios expostos naquelle documento, os
quaes, baseados as instluicoes publicas do
paiz, eram realmente o fundamento da sua
constituico poltica. A sustentaco destes
principios e dos direitos qne envolvem, ,
pois, para o goverqo um dever de primeira
ordeto.
mas -rdir^
de outras contidas na lata de 1835;
mas para evitar om o desagradave
s, pediii! lentemente a
aonollaco de fados, qoe indubitavelmenle
lulavam com a sitnacSo creada na monar-
chia auslro-hongara. Tinhamos sustentado,
comtudo, a validez da concordata, apezar
dos ataques que se lhe drigiam. entre oa-
tras razftes hem fundadas, certamente, por
carecer da saneco legal que reclamara a
constituico da Hungra, e nstavamos com
o santo padre para que, juoto s condic&es
fundamentaes ou inseparave das socieda-
des modernas pozesse outra classe de con
sideracSes. indicando-lhe aleta disso quanto
era urgente snflocar iodo o pretexto de
conflicto!1, facilitando, sem menoscabo da
igreja, o exercicio dos direitos do estado.
Esta era a nossa attitude ha um anno.
i A reunan do concilio ecumvroico. e o
resultado das suas delitracoes, djeviam dar
ao mundo um testemnnho cloquele e pre-
ciso do espirito da igreja. Uma obra gran-
de de conciliaco podra ler sido o fructo
daqnella augosta assembla; mas tambem
era para temer que abrrsse um abysmo in-
sondavel emre doutrinas promulgadas pela
igreja, e as qne professam as s wtedades
modernas. Os goveraos, respeitando pro-
fundamente a liberdade do concilio, absti-
veram-se de intervir nelle. por mais qne
poli
dev
>)m os seus poaeres
forma coacordararo nos segrate* artife
A". 1. S.M. o rei da Prowi declare
que, nao obstante a goerra entre confe-
deraco da Allemanha do Norte e o rape-
rio francez, est firmemente decidido a res-
peilar a neutralidide da Blgica em qomito
for respeitada pela Franca. S. M. a raroha
da Griia-Bretanha declara, pela sua parte,
qae S3 os exercitos francezes violarem ess*
neutralidade, ella cooperara com S. .
pruss ana, para a defender da maneira con-
veniente, empregando para esse fim as for-
Cas nivaes e militares necessarias para as-
sega rlar a observancia do o/ie fica estipula-
do, ei para maeter, de accordo com S. M.
pruss ana. a independencia e neutradade
da Blgica.
< I2ntende-se qoe S. M. a rainha da Gra-
Brelaaha se nao compromette pelo presente
tratado a tomar parte as operacSes geraes
da guerra alm dos limites da Blgica, taes
como eslao demarcados no convenio de 19
de at-il de 1839 entre a Blgica e a Rot-
unda.
t Art. 2. S. M. e*re da Prussia obriga-
se, pela sua parte, no caso previsto no pre-
cedente artigo, a cooperar com S. M.- a rai-
nha da Gra Bretanha e da Irlanda, empre-
gando as suas fondas navaes e militares com
o fim indicado ; e chegado ocaso, seadop-
tard separadamente oo em commum as
< i 'Ttj 111*1
materias postas discussao inv-jlvessem in^ raed das necessarias para assegurar a inde-
teresses, que nao eram' exclusivamente re-
cad
ligiosos. O governo imperial pronunwou'-se
resolutamente em favor desta abstraeco,
teria por isso que desejava nao sabir do circulo
ao conde de de uma pobtica prudente.
Deniro em breve, porm, teve de co-
ohecer que as influencias preponderantes,
no concilio, o hvariam a m\ caso que tinha
querido sinceramente evitar, e que era con-
trario aos desejos de quanlos anhelavam
pela tranqnillidade d zar dos esforcos de urna iiwnoria impotente.
a maioria daqnella augusta assembla, ani-
mada pela atiilnde resoluta da san'a s in-
clirxm-se para loda classe de decisSes ex-
tremas.
O governo imperial, pr^vinindo as con-
sequencias indeelroaveis desta attitode.do
concilio, sahio da sua prudente e sincera
reserva, encarregando o erobaixador de S.
M. imperial, de chamar a attenco da crte
de Roma sobre os elleitos desagradaveis
qoe produziria a applicaco de certas dou-
trinas, que o concilio pensava converler em
dogrnis da igrejft. Ogoverne repelle mais
uma vez, t que nao pode retroceder anteo
cumprimento de um dever to imperioso
t e sagrado como o de assegurar s leis do
esUdo o respeito de todos os cidados,
t sem excepeao nenhuma especie.
M.iisde'um governo recebeu como nos
as disposicoes da corle de Roma: as recia-
macoes amontuaram-sealli, e a voz da Aus-
tria resa novamonte ao lado das observa-
C5es consignadas no memoramhim francez.
remetiido santa s pelo marquez de Ban-
nevlle.
Todas estas propostas e aopposicoda
minora do concilio foram infructuosas. A
corte romana, e a maioria daquella, nao
quizeram voltar ao bora caminioque tinham
tra?ado, e a sin ultima sesso publica sanc-
cionou solemnemente o doema qae assegu-
ra o triumpho da igreja.
As relaces leste e do estado collo-
cam-se n'uma base eompletamente nova,
suppondo que aquelle concentra e resume
na pessoa do papa faculdade* que nenhum
pontfice exerceu nunca, esta tuudanca to
radical nao pode deixar de sublevar e per-
turbar a harmona de ambos os poderes.
i A igreja tomando a iniciativa n'um ac-
to de tamanha transcendencia, colloca-se
n'um terreno aonde ninguem a pode segttir,
e pela nossa parte s nos resU declarar,
qne os accordos tomados sob a influencia
de taes circumstancias, n> podem conskie-
rar-se de maneira nenhuma validos. A
concordata de 1855, fica. pois, rtat t o
governo a considera annulUda.
c O conselho de ministros tomou ja uma
resoluco neste sentido, e ea vos encarrego
deis conhecimeoto oflicial della ao governo
pontificio.
a Nao se podem sustentar relaces com
urna potencia, qoe ella mesma se erige em
poder superior, sem limitaco de nenhum
genero. verdade que a infallibilidade
pontificia s deve estender-se aos assump-
tos de f e de moral; mas evidente tam-
bera que a que nao fallivel reivindica o
direito de jnlgar sobre tudo aquillo que se
deriva da f e da moral, o que fica portanto
sob a su i exclusiva competencia.
A inevelca de 8 de setembrode 1861.
e por outro lado o Syllabus demonstrara
bem graphicamente at aonde alcanca esta
competencia segundo a santa s, e ainda
antes da proclamaco da infallibilidade.
Ante um poder desta natoraza, o do estado,
se nao tiver de appel'ar para meios novos,
deve ao menos recobrar a sua ampia liaer-
dade de aeco para repelr qualquer ten-
dencia invasora.
Poderia multiplicar os meus exemplos
para demonstrar que a concordata de 18 de
agosto de 1855 se acha annullada de facto
e de direito pelos accordos do ultimo con-
cilio ; mas s nos limitamos a expor o es-
tado das cousas, absolutamente alheias
nossa situac\ porque Roma comprehende
a situaco qoe ella propria creou.
t Tal o ponto de vista era qoe o go-
verno imp-ral julgoo dever coliocar-a ques-
to, e de ludo isto informareis a corte de
Roma. Assegurai-lhe tambem qae de ma-
neira alguma desejamos produzir conflictos
entre os poderes ecclesiastico e civil- O
governo imperial, que defende os seus di-
reitos. sabe respeitar os dos demais, e a
liberdade de tolos; s quer, fina'mente,
viver em paz com a igreja, que respeita, e
cuja'alta misso reconhece.
Recebei, etc.Beust.
*? Eis aqai o texto do tratado, garanti-
do a independencia da Blgica, que acaba de
ser acceito pela Franca e Prussia, a pro-
posta da Inglaterra :
S. M. a rainha do reino unido da Gra-
Bratanha e Irlanda e S. M. o re da Prussia
pendencia e neutralidad- da Blgica,
t Art. 3. Este tratado obliga as duas
partes contratantes, durante a guerra entre U
a Franca e a confederaco da Allemanha do ^
Norte, e doze mezes depois da ratficac>>
do tratado de paz, que lhe pozr termo.
Ao expirar aquelle prazo a independencia
e a Ineutralidade da Belgisa continnaro ga-
rantidas, como at agora, pelo art. Io do
tratado de de abril de 1839 entre as-
emejo grandes potencias.
Art. 4. O presente tratado ser ratifi-
|), etc. s-
Lord Grandville, ministro dos neg-
6os esirangeiros da rainha de Inglaterra,
acalla de enviar urna circular aos seus agen-
tes
posicaw do governo de S. M.
JWnto 4 eiportac*^ de caballos e de
municea, averigooo-se pela eslatistica da
lfaodega qae o numero* de cavallos expor-
tados para a Allemanha e para a Blgica,
em jolbo e agosto, anrotrnadameele de
4l3e para a Franca de 5B8.
Da mesma eslatistica deprebende-se* que
durante o referido periodo nenhuma moni-
Co de guerra foi exportada pera Franca, e
que as exportacSes seguintes se fizeram
pjra os portos allemes, belgas e ho'lande-
zes: 399 libras esterillas para a Blgica
em mun'rcoes de artilheria, uro quintal de
projecM's, 5 qumtaes para Hamburgo e*32
para a Hollanda. Vem aqui a proposito re-
petir as reflexoes dirigidas ultimamen'e a
um ministro estrangeiro em Wasbiogtoo
petb secretario de estado da Unio america-
na, relativas aos deveres dos nentros no
corame-cio dos-arttges de contrabando de
gue.ra.
t Pretende-se que elle disse qu as ar-
mas e as muor.es fbram sempre canside-
radas como legtimos artigos de coramercio
pelos neutros, dorante a goerra que os
Estadas-Unidos reivindieam o direito de os
fornecer todos os belligerantes indestinc-
lamente, accrescentando que durante o aurso
da goerra civil n America grandes quanti*
dades destes artigos-foram recebidos da In-
glaterra, da Franca e da Blgica.
c E bora ainda observar qoe o governo
| be'ga (pasto que por um recente decreto
ronibio otransto e ex-portafao provisorias
armas e manices de guerra) excepta
desta prohibico os arlgos qoe sao clara-
mente destinados uma potencia nenlra, e
que se.reserva formalmente para o futuro
a livre exportaco.Soo etc.GrandvilleW
ESBOZOS BI0GRAPH1C0S. O general
Mo\tmawbv O general'de Montmarie um
antigo discpulo das escolas de La Fleche e
de Saint Cyr, promocSo de 1833. Tem 54^
annos e naeceu em Besancon e fez a sua
earreira na frica, na Crimea e na Italia.
Filho de om general do- primeiro imperio
diplomticos. uma satisfaco dada era em 184-3, dez annos- depois da sua sai-
AHelmanha. A-tglaterra, protegendo o sea ^a fa ganl Cyr, capito ajudante-mr no 1.'
comraercio como potencia neutral, apoia-se
em qae a Prussia deu armas Russia du-
rante a guerra-da Crimea, e-qne os Esiados-
Unidos ua America as vendem a todas as
potencias belligerantes.
Eis a circular de lord Grandville:
\ Fereign Office, U de agosto re 1870.
O governo de S. M. soube com o maior
pear que em Allemanha existe a impresso
de que a Inglaterra sabio da attitude de
Beijitralidade {qne ella declaron querer con
seriar), dandjO Franca facilidades para
obter certo*. artigos de guerra, taes como
municSes, cavallos e car v5i. facilidades que
nfto teriam sido concedidas- no mesmo grao
aos estados sitiados allemes.
natural, no momento re orna excita
c rafe-
dos esta-
fo o S. M. o imperador dos Francezes) dese-
na:
jando ns circumstancias aclaaes consignar
em am documento oflicial a firme resolucio
em que esto de sustentar a independencia
e a neutradade da Blgica, taes como es-
to definidas no convenio d 1839, Ingla-
terra e Hollanda, cujo art. 5" se declarou
parte intgrame do tratado ass^goado no
mesmo anno petas cinco grandes potencias:
suas ditas magesUdes resolveram fazer nm
convenio especial, trae, sem destruir nem
enfraqaecer as condicoes do tratado, qointa-
cap tal como a qpe boje existe, qae a naco
allema se mostr mais susceptiva! do que
em tempo ordinario com relaeo s poten
eras qae ficaram fra da Iota; e nao pode
cajasar admirado ver os Allemes acceita-
frjol como faclos simples t>ak>s sem funda-
miento, e condemnarem sem exame previo,
como violaco da lei dos neutros, procedi-
mientos que. em lempo ordinario, e com a
imparcialidade do juramento qae os des
tingue, elles teriam reconhecido serem ab-
solutamente conformes aos costnraes e be-
nevolencia ioternacionaes.
I Sem demora, logo depois da troca das
declaracoes de guerra, o governo de S. M.
annonciou a determinaco tomada pela Gra-
Elretanha de manter a soa posco de neu-
tfalidade para com os belligerantes, posco
ait aqui fielmente conservada. Nao ver-
dade qne se tanham dado quaesquer facili-
dades ou imposto quaesquer restrieces que
rao tenham sido comrauns aos dous belli-
gerantes.
O procedimento do governo de S. M.
tem sido rigorosamente conforme aos prece-
dentes e aos principios de toda a na$o
itieulra, comprehendendo a Prussia, as
guerras recentes. Parece que se quereria
que a Gra-Bretanba fizesse m^is, e que nao
s impozesse a seus subditos as obrigaces
da lei dos neutros, mas qne estendesse
essas obrigaroes uV um modo que nao re-
gular.
t Sana necessario que ella se nao con-
tentasse em prohibir a exportaco dos rti-
cos de contrabando de guerra, mas que pre
venisse essa exportaco, decidindo o que
deve e o que nao deve ser considerado como
artigo de contrabando, e qne vigiasse os
8 ros pontos, de modo qne nao sabisse dal-
les nenhum desses object s.
i Basta reflectir para comprehender que
este dever nao pode competir a nenhum
dos poderes neutros. Cada n?co aprecia
differenl6mente e segundo as circumstancias
o qne deve ser obado como artigo de con-
trabando de guerra, e nenhum \ deciso ge-
ral foi estabelecida a tal respeito. Hoje
queixam-se altamente da exportaco de car-
vo para Franca; mas escriptores prussia
nos de grande repntaco teem declarado
que o carvao nao artigo de contrabando
e que nenhuma potencia neutra ou bellige-
rante pode pretender o contrario. Mas,
dado mesmo qne este ponto esteja clara-
mente resolvido. nao duvidoso que o ca-
rcter de contrabando depende do destino
do objecio exportado, e as potencias neu-
traes nc podem previr a exportaco de
taes artigos para um porto neutro ; como,
pois, saber, no momento da partida do na-
vio carregado, se a declaraco feita do des-
tino verdadeira 'n especiosa ? A questo
de destino deve ser resolvida pe!o tribunal
das presas de um dos belligerantes, e a
Prussia nao poderia tornar o governo bri-
tannico responsavel se um navio inglez car-
regido de artigos de contrabando de guerra
osse capturado no momento em que en
trasse em om porto francez.
iO governo de S. M. nao duvida que,
logo qne se restabeleca a tranquilidade dos
espiritos, a naco allema faca justica In
glaterra, reconhecendo que nada se despre-
zou para observar rigorosa e lealmento a
neutradade; e o que autorisa esta convccjr,
que ella se recorda de que aPrus-ia. acban-
do-se na posco em que hoje se ach a
Gram-Bretanha, teve o m?smo procedimen-
to-, e se vio tamoem impotente para manter
os seus subditos na rigorosa obrigaco de
nao exportar-em mnnices de guerra.
t Dorante a guerra da Crimea, armas e
manieses eram livreaaente exportadas da
Prussia para a RussU, e armas de manufac-
tura belga atravessavam o territorio prus-
siano, apezar do decreto do geverqo prqs,-
regiment da legio estrangeira e condeco-
rado por aeco em campanha. Chefe de
batalho do segundo da mesma legio em
1851 sempre em campanha, oo na provin-
cia d'Oran ou na de Constantna, fez a guer-
ra de Oriente, passou ao Io dos voltiguers
da guarda, foi ferd em 8 de setembro
frente do sea regiment no qual foi promo-
tido a lente coronel Coronel do 89. de
boba em jtbo de 1858, fez guerra de
1859 na divisio de Autemarre e foi promo
vido a general de brigada em 1869. Com-
mandava ltimamente o departamento de
Doubs, em qoe nascea. um soldado vi-
goroso, solido no physco como no moral e
levando fcilmente os seos 57 aanos feilos.
O Genera* Rell. Este dwtincto solda-
do tem mais um anno do qne o sen cama-
rada Montmarie oflicial general ba seis an-
nos ; comroandoo por moito tempo o bata-
Iftao de atiradores d'Oran, de Moslaganem,
de Mascara (de 1845 a 1854). Tenente co-
ronel do 29= de linha, depois coronel do 60*
na frica, moito lempo a; frente das repar-
tieses arabas, fez a caa^panha da grande
Kabylia e nao deixon a colonia seno quan-
do foi nomeado general de brigada para vir
commandar o departamento do Eure. O ge-
neral Pellk fez relevantes servicos durante
a sua estada na Alegora. ebeio de ardor.
O Gexshal Douay (Abel). Abel Douay
era em 184 chefe de batalho no 9. regi-
ment de linhi ; em 1848 commandante do
8 batalhSo de cacadores a p, tenente co-
ronel do 43 de linha em 7 de Janeiro de
1852 ; commandou o 65 de infantera at
1855 em. que recebeu o mando do 2. de
catadores da guarda, frente do qual fez o
sitio de Sebastopol. A volta do Oriente
elevado a general de brigada em 1855,
Carlos Abel Douay passou a commandaf
uma brigada no exercito de Lyon. Em 1859-
foi nomeado chefe da 2.* brigada da 1.*
diviso do quarto corpo. Na manha da
batalha de Solferino encarregado na -planicie
de Medole de operar sobre a esquerda e de
se apoderar da aldea-, passou valentemente
atravez de todos os obstculos apoderndo-
se de todas as casas e quintas, uma a uma,-
e lanzando o inimigo sobre Rebdcco, aldea
situada no caminho de Goidizzolo. Depois
da campanha deu se-lhe uma brigada do ex-
ercito de Pans e posteriormente o comman-
do de Lvon e da snbdiviso do Riiodano,
at 12 de agosto de 1865 ero qoe subi a
general de diviso. Na guerra actual era
chefe da segunda diviso do primeiro corpo
de exercito ao mando do marechal Mac-Ma-
bon.
O General Colson O genral Colsoo,
morto ltimamente no campo de batalha,
era um dos oflkaaes generaes mais novos
do exeacito frandez, nao centava ainda 49
annos.
Em 1844 completou os seus e>tudos na
escola d'estado maior, e dez anaos depois
era promovido a oflicial superior.
No exercito da Crimea pertenceu ao es-
tado maior da diviso Forey ; depois de
relevantes servicos, regressou Franca no
pasto de tenente coronel.
Na campanha da Italia foi nomeado che-
fe d'estado maior da diviso Renaul, do 3o
corpo e em seguida mandado em commis-
sao, como addido militar a S. Petersburgo,
d'onde trouxe importantes trabalhos aobre
o exercito russo,
Coronel, chefe d'estado maior, e che
do gab nete dos marechaes Rardon e Niel,
ministro da guerra, sahio do ministerio
pela morte d'este ultimo ; tomando o go-
verno de Lill da subdivisSo do Norte.
Foi nomeado general de brigada em
1869 .
Os serios e continuos estados, o cenne-
cimsnto pratico das coosas da gverra fa
ziam no considerar um dos nossos pnmei-
ros officiaes d'esUdo maior, goMdoda-
maxima enntanca do marechal Mac-Mahon,
a cujo lado morreu.
O general Jeannlngros. Uma carta
dirigida de Metz ao Echo do Dordogne d
as seguintes noticias a respeito do general
Jeanniogros, commandante d'ama brigada
da guarda.
E' um distincto militar, o general ; fet
todas as campanhas d'Africa, onde recebeu
sete feridas, e as campanhas d'ltalia e do
Mxico,
(Continuar-se-ha).
TW'OO DlAKi KUA DUf40 DB CAXUS
>
m


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