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Diario de Pernambuco ( Friday, September 02, 1870 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12202

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, September 02, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12202

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/12202

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, September 02, 1870

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:12202

Full Text
!
UNO XLVI. NUMERO 198.
PA A CAPITAL LGABIS OHDE SAO-SE PACA POSTE.
Por tres mexes adaotad' ........ fifiOOO
i................... 1*^000
um ano dem.......i............. 240000
Cada mumero avulso................... 320
P
SEXTA FEIRA 2 -DE SETEMBRO DE 1870.
PARA DOTBO E FOHA'DA PBOVIKCU.
.............
.........
.............
rt.........r......
710
43*500
20*W
27(9000
J
I
\\
i
> '


i
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.


Aa AGEftTEft:
__
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filbos, no Para ; Gon?alves & Pinto, no Maranho ; Joaqnim^os de Oliveira, no Cear ; AfiUpdo de Lemoa Braga, no Aracaty ; Joao Hilaria Julio Chavea, no Ass ; Antonio MarqM da Silva, no Natal ;.Joa Junio*
Pereira d'Aimeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peona ; Belarmino dos Santos BnlcSo, em Santo AntSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Atas, na Babia ; e Jos Bibeiro (fasparinbo no Bio de Janeiro.
f>
zz

PARTE OFFICIAL.
Ministerio da guerra.
DECBETO X. 4300 DE 6 DE AOOSTO DR 1870.
Concede o uso de t/m < nedntha ao exercito em
operarte! na gueira contra o gobern do Pa-
raguay.
Attndendo aos relevantes serviros prestados
1H0 exercito em operares na guerra contra o
Sarao do Paraguay', liei por bem cune der aos
lia* enera*).*, offteaes superiores, eapities e
subalterno?, e s pracas de pret que forniaram o
mesmo exercito, o nso de om medalha segundo
o desenlio e instrucedes que com este baixam,
assignados pelo bario de Muritiha, conselbeiro de
alado, senador do imperio, ministro e secretario
ie estado do* nejocios da guerra, que assim a
leona entendido e Taca executar com os despachos
uecessario.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 do agosto de
1870,49 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Sarao de Muri-
libo.
tnstr verdes obre o uso da meialha aiue le refere
o decreto desta data.
Arf. I." A medalha ser confirme o desonhu
jonto, do brome dus canhVs tomado- na guerra
contra o governo do Paraguay ; e a respectiva
rita, representando as cores da allianca, ter cinco
11 tras iguaes no sentido vertical, disposlae na se-
* guite ordem: verde, branca, azul, branca e
amareWa.
Art i.' Os olHciaes generaes, os ofllciaes snpe-
ores, capitaes, subalternos e pronas de pret dos
differentes corpos do ex-rcito, da goarda nacional,
de voluntario da patria e de polica, bem romo
osempregados civi que serviram no exercito em
operarles na guerra contra governo do Para
guay, osario da medalha no lado esquerdo do pel-
lo,' pendente da mencionada lita, presa a om pas-
eador, do qual se in=crever o numero de annos
quc.estireram na campania.
Art 3. O passador ser deonro para os ollleiaet
generaes e superiores, de prata par os capite*
e subalternos e de brooze para as pracas de
'pret
Art. 4.* Ser contado por um anno para a ras
eripco ao passador o lempo do nove mezes, de-
presadas as fraccoes, sendo igualmente computado
para o mesmo fin o tempo que o agraciado tiver
deixado de servir em consequencia de ferimentos
recebido em combate.
Art 5 O agraciado usar em todo tempo da
medalha com o passador correspondente ao grao
qut tiver obtido, nao pudendo trocar o de um pelo
de outro grao.
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de agosto de
1870.Bario de Muritiba.
DRCMTO N. 4373 DE 20 DK ACOST DE 1870.
Faz extensivo armada o uso da medalha emeeii-
da ao exercito por decreto n. 4560 de 6 do mez
frrente. <
lei por bem fazer extensivo sos ofllciaes da ar-
mada, classes annexas e s pracas dos diferentes
Mrpos.de marinha e da nariuhagem, que Qzeram
a campanha contra o governo do Paraguay, o uso
da medalba concedida ao exercito por decreto
n. 4560 de 6 do corrente mez.
0 bario de Gotegipe, do meu eonselho. senador
do imperio, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da marinha, assim o teuha entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de agosto de
1870. 49 da independencia o do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Bardo de Cote-
<.lpe.
Cumpra-fe e registr.e-se. Palacio do Rio de
Janeiro, em 20 de agosto de 1870. Barao de
Gotegipe.
DECRBTO N. 4372 DK 12 DE AGOSTO DE 3870.
Approva o plano da organisacao dos ro pos das
armar de artilharia, cavallaria e infantaria.
Usando da- aulorisscio concedida pelo art. 3 da
le n. 1765 de 28 de jnbo do crreme anno : hei
lor bem approvar o plano de organisacao dos
corpos das armas de artilharia, cavallaria e infan-
taria, que com este baixa, assignado pelo bario
de Muriliba, eonselhoiro de estado, senador do im-
perio, ministro e secretaria de estado dos negocios
da guerra, que assim o tenba entendido e faca
execatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 12 de agosto de
1870, 49 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Barao de Muri-
liba.
Plano da organisacao dos corpos da! armas de
. artilharia, cavallaria e infantaria, em confor-
miade do art. 3 da lei n. 1766 de 28 de junko
do corrente anno, a que se refere o decreto
desta data.
Art 1. O -quadro dos corpos das armas de arti-
lharia, cavallaria e infantaria coropoe-se dos cor-
pos* movis, dos corpos, esquadrio e companhias
de guarnieao abaixo declarados.
Art." !. Dos eorbos movis :
s 1 Um batalhao de engeoheiros.
a"*.* Um regiment de artilharia a cavallo.
3. Cinco batalboes de artilharia a p de
ns. la 5.
4. Croco regiment de cavallaria ligeira de
na. I a 5.
5.* Ms batalhoes de infantaria pesada di
ns. i a67 '
S 6* Qntnze batalhoes de infantaria ligeira de
rf. 7 a W.
Art 3." Oos corpos de gtttrnieio :
g 1. Dous corpos de cavallaria das provincias
dr Motto-Grosso e Goyaz de ns. 1 e 2.
1* -m esquadrao de cavallaria da provincia
do PVatt.
5 3.* Qtatro companhias de cavallaria das de
l|inj>^HJBJ>.,Paulo, Rahfia c Pernambuco.
PPBhaiauliiiu de infantaria llgeira^as
do Piaahy' Rio-Grande do Norte, Parabyba do
Norte, Aislas, Sergjpe, Bspirilo-Santo, S. Paulo
e Sania Camarina.
Art. 4.,Da organsago dos corpos movis:
batalpao de engeoheiros compoe- se de um
Ao, maior e menor e de quatro compa-
nhias.
. Estado maior e menor
Tenente-coronel ou coronel
coramandante.
ajor.
judante.
QuarMI-mestre.
Secretario.
Sargento-ajudante........
Sarwflto-quartel-mestre...
EspTngardeiro.....>......
98
dw tenantes.
lima compa-
*
Foiriel.........v....... 1
Cabos de e.-quadra______ 6
Cabos conductores........ 1
Soldados artfices......... 2i
Saldados trabajadores___ 48
Soldados conductores...... 8
Cornetas................. 2
Recnpilnlacao.
Pracas de pret. do estado
menor................ 8
Pracas de pret das compa-
nhias................! 392
400
Cm regiment de artilharia a cavallo compoe-se
de um estado maior e menor e de seis bate-
ras.
Estado maior e menor
Coronel commandante..... 1
Tenen/e- coronel.......... 1
Major................... 1
Ajudante'................ i
Quartel-mestre........... 1
Secretario................ 1
Veurinario............. i
Pifaros.
Sargento-ajudante........
Sargentc-quartel-mestre...
Sefleiro..................
Espingardeiro............
Serralheiros..............
Carpinleiroj de sege.......
Coeheiro.................
Trombela-mr...........
Urna batera.
Capilio..................
Primeiro tenente___......
Segundos tenentes.........
Primeiro sargonto........,
Segundos sargentos.......
Forrief..................
Cabos de esquadra........
Anspecadas..............
Soldados artilheiros.......
Soldados conductores......
Trombetas................
Ferrador................
Becapitulaco.
Ofllciaes do estado-maior..
OfUciaes das companhias..
7
1
1
1
1
i
2
1
1
10
1
i
2 .
i
l
3
1
6
6
60
50
2
1
130
7
24
31
Urna companhia.
Caplo................. 1
Tenente................. i
Alfares..................
Primeiro sargento......... I
Segundos sargentos....... \i
Forriel..........:.......
Cabos de etquadra___....
Anspacadas..............
Seldados.................
Tambores................
24
Praca de
paahias
pret das com-
142
------148
1
8
8
80
I
102
Recapitulado.
Ofllciaes doestado-maior.
i fflciaes das companhias...
5
32
------37
Pracas de pret do estado
menor................' 24
Pracis de pret das compa-
nhias.................. 816
; __ 840
------877
Um batalhao de infantaria ligeira comp5e-se de
um estado-maior e menor e de oito companhias.
Estado-maior e menor.
Tenente-coronel ou coronel
commandante.......... i
Major................... 1
Ajudante................ 1
Quartel-mestre........... 1
Secretario................ i
o
Sargento ajudante......... 1
Sargento quartW-mestre... 1
Espingardeiro............ 1
Coronheiro............... 1
Cornela-mr. ^........... 1
Mestre de msica......... 1
Msicos................. 16
Ae quatro companhias de cavallaria de
Miejk) das provincias de Minas Geraes. S.
jlaha e Pernaatbuco,
(Upitio...........
lente...........
Wens...........
Pfimero sargento..
Sgnndog >argentos.
Ijsrriel....... ___
Qabos de esquadra.
Anspecadas.......
Soldado..........
GfrD.s...........,
Ferrador ..........
eompeH-8
..... 1
..... 1
160
(toar-
Paulo
cada,, urna da
4
1
|
1
6
6
52 *
i
1
- 71
75
As oito companhias de infantaria ligeira das
provincias do Piauhy, Rio Grande do Norte, Pa-
rbyba du Noite, Alagons, Sergipe, Espirito Santo,
S Paulo e Saeta enharina, compoe-se cada urna
da
Gapko................. 1
IWotc................. 1
AHjjes................
Primeiro* sargento..
S#gunflos sargentos.
Forriel............
Cabos de esquadra..
Anspecadas ........
Saldados...........
Camelas ..........
4
1
i
i
6
6
60
2
- 78
------22
Pracas de pret
menor........
Pracas da pret
nhias........
do estado
das com-
10
780
790
821
Um batalhao de artilharia a p compe-se de
um estado-maior 'e menor e de oito companhias.
Estado-maior e menor.
Tenente-coronel ou coronel
commandante.......... 1
Major.................. 1
Ajudante................ 1
Quartel-mestre.......____ 1
Secretario..........'. 1
Sargento ajudante........
Sargento quartel mestre ..
Espingardeiro...........
Coronheiro.......'.......
Tambormr............
Mestre de msica.........
Msicos..............
Pifaros .................
5
1
1
1
1
1
1
16
2
24
Capitio___
Primeiro tenente...
Segundos tenentes.
Urna companhia.
Primeiro sargento..
Segundos sargentos.
Furriel............
Cabos de esquadra..
Anspecadas.......
Soldados..........
Tambores..........
1
1
2
4
i
2
1
6
6
52
2
70
Rccapitalagao.
OlTiciaes do estado-maior.. 5
32
OlHciaes das companhias..
37
Pracas de pret do estado-
menor..............., 24
Pracas de pret das compa-
nhias ................ 560
584
Um regiment de cavallaria ligeira compoe-se
de um estado-maior e menor e de oito compa-
nhias.
Eitado-maior e menor.
Coronel commandante 1
Tenente-coronel......... 1
Major.................. 1
Ajudante................ 1
Quartel-mestre............ 1
Secretario ..............
Veterinario.............. 1
Picador.................'
8
Sargento ajudante........
Sargento quartel-mestre...
Espingardeiro...........
Caronbeiro..............
Clarim-mr.............".
Selleiro..................
tima compnnAt'a
Capitio......
Tenente
Alferes.....

1
1
1
1
1
1
1
i
2
Primeiro sargento..
Segundos sargentos
Furriel...........
Cabos de esquadra.,
Anspecadas........
Soldados...........
Clarins...........
Serrador .........
4
1
2
1
6
6
52
2
1
71
Recapitulacao.
Ofllciaes do estado-maior..
Ofliciaes das companhias..
Pracas de pret do estado-
menor.................
Pracas de prt das compa-
8
40
Capitio.
Tenente.
A teres.
Urna companhia.
.......... 1
.......... t
2
Primeiro sargento.........
Segundos sargentos.......
Forriel..................
Cabos de esquadra........
Anspecadas..............
Soldados.................
Cornetas.................
4
1
2
1
6
6
60
J
Recapitulac-o.
Ofllciaes do estado-maior..
Ofllciaes das companhias...
Pracas de pret do estado
menor......
Pravas de pret das
nhias.......
compa-
5
32
22
624
37
------6if.
.683
' 400
821
3.105
3.070
0.262
Recapitularao de,todos os corpos mote
Batalhao de engenheiros... 400
Regiment de artilharia a
cavallo................ 31 790
Cinco batalhoes de artilha-
ria a p............... 185 3.920
Cinco regimentos de caval-
laria ligeira............ 200 2.870
Seis batalhoes de infantaria
pesada................ 222 5.040
Quinze batalhoes de infan-
taria ligeira.....,...... 555 9.690 10.245
"l.193 21.710 22.903
Art. 3.* Da organisacao dos corpos de guarni-
cio.
Os dous corpos de cavallaria de guarnieao das
provincias de Goyaz e Matto-Grosso compoe-se ca-
da nm da eitado-maior e menor e de quatro com-
panhias.
Estado-maior e menor.
Tenente-coronel ou coronel
commandante.......... 1
Major................... 1
Ajudante................ I
Quartel-mestre.......... 1
Secretario............... 1
- 82
Becapitulacao de toios os corpos de guarnieao.
Dous corpos _de cavallaria
4a guarnieao dasp'rovin-
vincias de AfattoGrosso
e Goyaz___t..........
Um esjuadrao de cavalla-
ria do Paran.........
Qutro companhias de ca-
vallaria definas, S.
Paulo, Baha e Pernam-
buco .................
Oito cornpanhias d e in-
tentara lig"ira do Piau-
hy, Rio Grande do or-
te, Parahyba do Norte.
Espirito-Santo,
ulo e Santa Catha-
S
o
42
12
9
580 622
148 160
16 284 300
Alagoas,
. Paulo
rraa____
32
6*1
.** r
636
1.738
102 ir63
Resuma f/eral da forca
Dps corpos movis........ 1.903 21.710 22.903
Doseorpos de guarnieao.. 102 1.636 1.738
Sargento ajudante........
Sargento quartel-mestre...
Espingardeiro............
Coronheiro...............
Clarim-mr.............
Selleiro...........-......
S
1
1
1
1
l
1
- 6
Capitio. ...
Tenente............
Iferes............
Una companlua.

Primeiro sargento.........
Segundos sargentos.......
Forriel..................
Cabos de esquadra........
Anspecadas..............
Soldados...............
Clarins..................
Ferrador................
1
1
2
4
1
2
1
6
6
52
3
1
71
Becapitulacao.
Ofllciaes do estado-maior..
Ofllciaes das companhias...
Pracas de pret do estado
menor.................
Pracas de pret das compa-
nhias..................
5
16
284
m
i
------- 290
- 311
O esquadrao de cavallaria da guarnieao da pro
vincia do Paran compoe-se do estado-maior e>
menor e de duas companhias.
Estado-maior e menor.
Major commandante......
Ajudante................
Qnartel-mestre..........
Secretario...............
6
568
574
614
Um batalhao de infantaria pesada compoe-se de
um estado-maior e menor e de oito companhias.
Estado--maior e menor.
Tenente-coronel ou coronel
commandante.......... 1
Major................... 1
Ajudante................ i
Quartel mejtre........... 1
Secretario............... 1
Sargento ajudante.......
Sargento quartel-mestre..
Espingardeiro...........
Coronheiro..........
Clarim-mr.........
Selleiro......i*...........
Capitio..
Tenente-
Alferes .
Urna companhia.
1
1
1
t 4
1
1
1
1
l
1
6
1,195 23.346 24.641
Observacdo.
Os ofllciaes do batalhao de engeoheiros, na
forma do art. 2 do plano de sua organisacao
approvado pelo decreto n. 1533 de 23 de Janeiro
de 1853, servirao por commissao, e serio tirados
de qualquer das armas scienlificas, podendo ser
empregado em cada companhia um subalterno,
que nao pertenca aquella armas.
Palacio do Rio de Janeiro em 12 de agosto de
1870. -Bardo de Muritiba.
Governo da provincia.
OBSPACHOS DA PnKSIDENCU DA PROVINCIA DOS DAS 26
R 27 DE AGOSTO DB 1870.
Bemvinda Rosa Jorge de Azevedo. Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial em vista
do estado do cofre da provincia.
Companhia Drainage.Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial com brevidade.
Tenente Cbristovao Francisco de Paula Caval-
canti.D-se.
Claudana Nativa do O' SantosFica expedida
a convenieiife ordem.
Companhia Drainage. A cmara municipal
desta cidade para dar parecer ouvindo o seu en-
genbeiro.
Francisco Antonio de Si Brrelo.Junte a sua
fe de oflkio.
Tenente Flavio Jos dos Santos e Silva.Infor-
me o Sr. tenente-coronel commandante do corpo
de polica.
Jos Carlos Vital.Informe o Sr. tenente-coro-
nel commandante do corpo de polica.
J,oaquim Pedro Barreo de Mello Reg.O sup-
plicante sera ouvido sobre a questao que allu-
de. se-tiver de responder por ella civil ou crimi-
nalmente, podendo requerer as certides que
quizer dos oficios do provedor da Santa Casa, ou
do director interino do Aylo de Meadicidade.
Jos dos Paseos Queirz.Informe o Sr. tenente
coronel commandante do corpo de polica.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.Informe
o Sr. engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas.
Jos Ferraz Daltro.Seja posto em liberdade o
reeruta.1
Baeharel Manoel Barbosa de Aranjo.Encarai-
ahe-se.
- 27
Antonio Philadelpho Pereira Dutra.Passe por-
tarla na forma requerida.
Bento Jos da Costa Jnior.Dirija-se a thesou-
raria provincial a quem ae expediu ordem para
fazer o contrato.
Ceciliano Jos Ribeiro de Vasconcellos. Passe
portarla nomeando ao supplicanle para reger in-
terinamente a cadeira da freguesia de Tracunhaem
com gratificacio annual de 6004000.
Francisca Maria da Conceicio. Ccnceda-se o
praso da quinze das para provar isenco legal.
Martinho da Silva Costa.Conceda-se dous me-
tal smente.
Primeiro sargento...
Segundos sargentos.
Forriel............
Cabos de esquadra..
Anspeoadas........
Soldados...........
Clarins............
Ferrador..
Sargento ajudante........
Sargento quartel mestre...
Espintardeiro. ..
Corono
Tambo
Mestre de ooc
Music
1
1
1
1
1
16
1
1
2
4
1
i
1
6
6
!
2
1
INTERIOR.
ddido ao citado batalhao, e ser o seu verdadei-
o nome Francisco Alexandre Coimbra deM-cedo.
O Sr.' Gomes di Castro, dopois de alguraas oh-
sbrvaQfies, offereceu a seguinte entapia, que foi
pprov.tda, bem como os arn. 2* e 3 do prujecto,
cando prejudi<*ado o primeiro :
Fica aoprovada a peoso de 300 rs. diarios a
que foi elevada, par decreto de 10 de agosto de
1S70, a oensao de 400 r. concedida por decreto
de 27 de fevereiro de 1867. approvada por decre-
to legislativo n. 1,407 de 10 de agosto do mesmo
amo ao soldado Jo' 8 batalhao de infantaria
Francisco /llcxandre Coimbra, por ser elle cabo
desqnadra do voluntarlos da patria, addido ao
e tado batalhao, sendo o seu verdadeiro nome
FrancNco Al xandre Coimbra de Macedo.
Continnou anda a 3* discussao da*pnposta da
ptder executivo qtwautorisa n governo a ointrahir
um emprestimo de 33,000:0003, destinado acom-
p elar as linhas da estrada do ferro do I). Pedro II.
(otj o Sr. Fernandos d i Cunha, Mean lo a discus-
sio adJhda pela han.
' Continuou tambem, em ultimo lugar, a 3* dis-
c isso do projecto reformando diversas disp >si-
ciies da lei de 3 de dezembro de 1841. Oraram
oo Srs. Galvao, Moraes Silva e Casado.
Fui olTerecida por este ultimo senhor o seguinte
roquerimento, cuja discussao ncou encerrada :
Requeiro que seja enviado s commissoes de
jqstica civil e criminal o projecto substitutivo que
u> discate com todas as emendas offerecidas, para
qie sejam examinadas pelas mesmj* commi*soes,
lm de seren attendidas as'que parocerera con
venientes. johL
Pelo vapor inglez City of Brnssels. entrado hon-
t8m do Rio da Prata, recebemos folhas at 18 do
crente, que relatiainonte repnbja Argentina
nada referem a nao ser o boato de ter Lpez Jor-
din convocado un ooncntM peninsular de depu-
t.'dos de Entre-Rios e Comentos para proclamar
a independencia daquellas duas provincias. Que
o caudilho entreiano procura revolucionar as pro
v ncias visihhas para distrahir a attencio do go-
verno nacional, fura de duvida, nao assim, po-
rto], se efTeelivamente o conseguir. Entretanto
eontinuava a Ollar-so em prximos cmbalos.
jrrientes obedeca anda ao governo legal,
Pelo que toca ao Estado Oriental, conllrraa-se a
ica da Qi-asio de Medina e Bastardea, vindos
Entre-Rios com urna forca consideravel de
ojanco. A.passagem dorio Uruguay, em alguraas
nenas rebocadas por ura vapor pra isso expe-
dido de Buenos Ayres pela junta do partido blan-
ot, fez-se a luz do sol e vista do vapor de guer-
ra oriental Coquimbo, que, encalhado, nao pode
obstar-Ihe.
Os departamentos ao sul do P.io-Negro f :ram di-
v idos em dous distnctos militares, cujo comman-
do se conflou aos generaes Henrique Castro e Jo-
s G. Suarez. devendo este commanda-loi ambos
emquanto aquello nao tomasse conta do seu. Pa-
rece resultado da conferencia de Canelones, mas
nem por isso dexava do fallar-se em discordia
ulre o chafes do partido dominante,
mente tornava a dizer-se que o ministroBuMa
man te, nao podendo conseguir da commisio per-
manente do oorpo legislativo a d;claracio do es-
tado de sitio para a repblica, se demitlia e reti-
rivase para a Europa, o que acarretaria a disso-
lucio do gabinete.
0 general oriental Lucas Moreno, banido da seta
p Una, chegando a Montevideo no vapor brasileiro
Guapor, recebeu all por um ofllcial '.que foi
bordo ordem de prisio e intimaeo para ir Ierra
a iresentar-se autoridade. O commandante da
nissa estacio naval, informado do que occorria,
coa-egnio que aquello ofllcial se retirasse de bordo
dp paquete brasileiro, e mandou conlozir Lucas
Moreno para a Vital de (Hneira, roarcando-lhe
tira prazo para resolver sobre o destino que que-
ra tomar. O governo oriental riscou aquelle ge-
neral da sua lista militar.
O 3r. conselheiro Prannos tinha ttdo em Bue-
nos-Ayres urna conferencia com o presidente Sar-
tnieot e era agora esperado em Montevideo.
Lmos o seguinte relativamente ao Paraguay:
, t O governo do Paraguay levantou o embargo
posto sobre os bens da familia de Lpez.
( t Um incidente provocou a troca de algumis
Sotas entre o general Vedia e aquelle governo
rovisorio. Tendo esto lancado sobre os couros
para consumlo do exercito um impasto para ser
pago pelos fornecedores, oppoz-sc a isso o gene-
ral Vedia.
t O governo cnsultou o Sr. conselheiro Para-
dnos, que foi de opioio que o imposto devia pa-
(ar-se, masque por deferencia para com o gene-
tal Vedia convinha que a questao fosse decidida
(los governos alliados, pagando entretanto os
ijrnecedores, que se sujeitariam ao resultado da
Consulta. Neste sentido tornou o goveano provi-
sorio a dirigir-se ao general Vedia. >
Fllate e enterrou-ae hootem no cemiterio d.
ordem lerceira do Carmo o engenheiro arrtiittn
Job Justiae de Alcntara. Era protessor jntloo
da aula de arenitectura da academia das belfo- ;i>
tes e ex-director da mesma academia Exero-i
por muitos annos o lugar de engenheiro.da a
n mamhwl e inspector de marilhas; f> arcb>-
tecto das obras da igreja da Candelaria, e a eil<
devido o risco de tambor que deve recebor-* eu-
pela do zimborio da.mesma igreja. Era tamhe
orofessor honorario do lyco de arles e oflici--
Este estabelecimento, em signal de senlimenlo, (e.
chou as suas aulas hontem.
26
A cmara dos deputados approvou hontem, r<
ujna so discussio, o projecto que concede a nn-
siode 60 njensaes a que foi elevada a de 30*, a
D. Mana Francisca da Silva Gomo?, viuva do .-i-
piti) de 10" corpo de volnntarios da patria Irene -i
Gentil Gome?.
Approvuu depoi, em i' discussio, e tendo Mi
alguraas observantes os Srs. Cclho Rodrigu?-
Pereira da Silva, ministro da agricultura, Crm
Machado e Correa, o projecto do senado, mandaad..
fabricar raoedas de troco de metal comporto d-
nikel e cobre.
Occupou-sc en segida com a discussio do pa-
recer da commissao de polica sobre a indicara.
dos Srs. Pinheiro e outros, concluindo cora as se-
grales dlsposicSes:
t Art. 1. Nao pernittido em qualqaer dis-
cussio olFerecer emendas ou arligos additivos un -
nao tenham relaco com a m?teria de quo s
tratar.
f Art. 2 As emendas eartigo* additivos e qnal-
qii'T projecto, estendendo ou ampliando as dispo
sicoasdeste a out'os objectos ou individuos, sera-
redigidos, depois do adoptados pela cmara, w
proposinws separadas para torera o devino de*
tirr.
Oraram os Srs. Correa Alencar Araripe e 1* s--
cretario. Ilcando a discussio addiada pela hora.
Foi offerecida seguate emenda :
t Accrescenta-se ao art. 2.: Salvos os que tra-
larem de naturalisacao, 03 quaes podem eonMVS^
hender todas as emendas approvadas. JJ. F
Correa.
Coniiuuon em ultimo lugar a 3* discusso da.
propo>la do poderexeculivo que aulonsa > g>v,r-
.i" a contrabir um emprestimo de 33,000:OOOJO,V
destinado a completar as linhas da e>lrad V
ferro de D. Pedro II. Oraram os Srs. ministro rh.
agricultura, Anilrade Figueira e Ferreira Lage, li-
cando a discussio addiada pela hora.
fcapiiuiaco.
Ofllciaes do estado-ma: 4
Ofllciaes das campanhias..
Pracas d
menor..
pret do estado-
n
RIO DE JANEIRO
24 DB AGOSTO DR 1870.
A cmara dos deputados approvou hontem, em
urna nica discussio, a seguinte emenda do se-
nado proaosicio da mesma cmara concedendo
pensos ao soldado do 32 corpo de voluntarios da
patria Joaquim Francisco Ribeiro e outros.
t Em vez deao menor Joao, fllho legitimo,
etc., digvse ao menor Joao, fllho legitimado,
etc. >
Approvou depois, em urna s discussio, o pro-
jacio que concede a pensad de 30* mensaes, sem
prejuizo dp meio sold qme possa competir, a D.
Marinha Antonia de OUvaira e Soma, viuva *
pio do 6* batalhao de Infantaria Joaquim Rodri-
gan de Bauza, morto em comba
Oceupou-seem seguida com o projecto,ranma
s discussio, declarando que a pensad de 400 rs.
diarios concedida ao soldado do 8" batalbao de
infantaria Fraacisc
Por decretos de 10 do corrente:
Forara nomeados:
O baeharel Rozendo Cezar de Ges, coronel-
Camraandante superior da guarda nacional dos
municipios das Alagoas e S. Miguel, da provincia
das Alagoas.
Monoel Valente Flexa tenente-coroael com-
mandante do batalhao de infantaria n. 41 da guar-
ca nacional da provincia do Para.
Por carias imperiaes de 17 do corrente forara
naturalisados :
Os subditos portuguezes Luiz Jos Msrius Meif-
fredy, Jos Francisco de Oliveira, Joio Francisco
Coelho, Francisco da Silva Tavares, Constantino
os Santos Lomba, Antonio Guimaries da Silva
'airad, Alexandre Gardoso de Souza e Antonio
de Souza Severino de Avellar e o subdito prus-
siano Pedro Wiltig.
25
A cmara dos depulados approvou hontem o re-
queriraento de adamento ollerecido pelo Sr. Ca-
sado na sesso antecedente ao projecto reformando
diversas dispusieses da lei de 3 de dezembro de
1841.
Continuou depois a 3* discussio da proposta do
poder executivo que autorisa o governo a contra-
hir ura emprestimo de 35,000:0005, destinado a
completar as linhas da estrada de ferro de D. Pe-
dro II. Oraram ds Srs. Pereira da Silva, Leal de
Menezes, Dionysio Martins, Monteiro de Castro e
rnedo, (toando a discussio addiada pela hora.
As pessoas que a convite da Associacio Com-
mercial assignaram a subscripcio promovida para
o methoVanienlo da instroccio poblica, reunidas
hontem no sali da pra?a do commercio, sdopta-
ram a seguinte resolucio : que se applique o pro-
ducto da subscripcio a construccio de um edificio
apropriado para escolas de instruccis primaria, o
qual, logo que esteja prompto, ser ollerecido ao
governo. .
Nomeou-se em seguida urna commissao com-
posta dos Srs. veador Jos Joaquim de Lima e Sil-
va Sobrinho, Dr. Caetano Furquim de Almeida e
Luiz A. Pritz, que ficaram incumbidos de procurar
um local apropriado para o edificio projectado,
lembrando a conveniencia de preferirse a fregue-
zia de S. Caristovio como a mais carecedora deste
beneficio.
Hoje, s 6 horas da Urde, serio entregues ao Sr.
duque de Caxias, na easa. de sua residencia, as
veneras aa prdera de Pedro I, que varios amigos
Iheoflerecem em signal de apreooe retonheci-
Tambem diarios, em viriude de ser I ment pelos servicoa prestados, ao p'jiz.
riuadra dp volontariM da patri. ---------'
Por portara de 24 do corrente, e nos termos do
art. 4 di lei n. 1,763 de 28 de junho deste armo
permiltio-se que o 1 cirurgiao do corpo de sade.
de exercito, Dr. Joaquim de Mallos Telles de .uV
neze* continu a usar dos distraen vos do pisto ov
cirurgiio-inr de brigada em que foi coramtsio-
nado durante a guerra de Paraguay.
Por decreto de 19 do corrento mez foi iraosfr-
p, n.,7i," "*4*' P""1 *""* *'see-o- api*-tenaate- I^Iiiib- *T'
Firmino Rodrigues Chave?, na confdrmidade ^
art. T da le n. 1,204 de 13 de mai) de 1864.
QlaRIO DE PERNimBUCO
RECIFE, 2 DE SETEMBRO DE 1870.
Xoticias do sul do Imperio.
Chegou hontem pela m&nhia o vapor americano
Merrimack, trazendo joroaes do Rio de Janeiro at-
26 e da-Baha al 28 do passado.
Sob as rubricas Parte Offkial e Inferior deixa-
mos publicadas por extenso aa noticias mais im-
portantes, alm das quaes apenas encontramos um
jornaes as que seguem.
GOTAZ.
Alcancam a 13 de julho as ultimas datas da ca-
pital,
a Le-se na Provincia ie Gwjaz :
< Deu-se entre ns, em varios dias das ultimas
semanas, ura fado inteiramente novo, a geada.
Sobretudo para o lado de nnieuns e Allomao, tal
foi a abundancia que os corregos de pequea massa
d'agua gelaram.
Alguns sacerdotes, que tinham acompanhado
S. Exc. Rvma. em sua visita pastoral aquellas duas
freguezias, nos informara de que a porcao de gel-
que amanhecia na superficie de aguas tranquilla-
era de espessura superior a dous dedos. Para o
norte lambem houve geada ; no Ferreirinho (fj'
zenda perlencente aos herdeiros do Dr. Jardn i
perdeu-se ura extenso algodoal, plantado de pro-
posito para exportar o producto para Belm Para. Na Barra, dizem pessoas de l, morreram
tres pessoas de fri.
t Em uns logares mais, e em outros mwo,
forara ternveis os effeitos d'este faeto, que rxw
prenuncia a elevacio necesaria do preco de moi-
tos artigos de lavoura. Sobre todw, o caf e
assucar foram o que mais. se resenlirara do %
e fra de duvida que bio de ir a precos exorbi-
tantes.
t Aqni dentro da capital, que um verdadeir<
fornn, o fri chegounas uitimas noiles de juphv a
urna inlensidade de que nao havia exetnplo : f.>
fri como nos pontos mais frios da provincia e
S. Paulo.
< Na noite de 2 para 3 do corrente, appareeen
geada leve para o lado da Bagagem, em cuja pas-
te foi apanhada alguraa, por pessoa que mora a
margena do rio. Este phenojneno parece justifico
o que dizem certas pessoas de avaocada idaov.
que o clima de Goyaz vai lenta e gradualmente
moditicando para menos calmoso.
s. PAULO.
Temos folhas da capital e Santos at 23 do cr-
reme. ;< .
Goitinuava na provincia o generoso movi-
mento em favor da emancipacio. Entre nimio
casos de manumissip de que lailam os jotnaes, so-
bresahe um praticado pela Sra. D. Faustina Maria,
de Gouva, que fallecer na cidade de S. I.
deixando livres 22 eseravos, entre adultos e me-
nores.
O maestro Carlos Gomes foi recebido en
Campias, sua cidade natal, com as mais viv-
demonstraedes de apreeo.
< A esterespeito le-se em urna carta partcula;
datada de 18 de agosto :
i Foi um dia de festa popular para Campias o
da chegada de Antonio Carlos Gomes. Urna lego.i
distante da cidade nove carros e para mais de eem
pessoas a cavallo foram ao seo encontr. Vtem-
no grupo iudividuos de todas as classes, bacharti .
negociantes, artistas, homens de todas as catego-
ras e fortunas ; lodos almejavam demonstrar <<
seu apreeo ao moco campineiro laureado pela
ha Europa, e hoje una brflmmte gloria br
(gira
c No palacete dos Srs. Campos, foi servid i
copo d'agua chegada do maestr ie <
acompanhavam, tendo entrado na cidade com lo-
geles e gandes manifestacSaajde alegra por part
do povo.
ItIO DE IANEIBO.^
No senado prosegua a discussio dqs projt
sobre o abastecimento d'agua ao Rio de Janein .
e do orcamenu do imperio.
Por portara de 24 de agosto c
cenca Joio da Cunha Magalhies.
neraeaQio de commend idor da real
portugueza de Nosso Santiof Jess Chris
Eis as noticias t



**> <& Petnambiico -- Sex^a feiri 2 de Setembro de 1870
T-


j pequeos sijiios SObr
baacarioe 21 u 21 1/4 -
I. Monlim A. Pogas, L. Sana,
altura mnvimeato. era soberanos que se
es a -O <1.
particular.
flonva _
iOO, candi entre
tanto a ul(. ,. hora mal* firmes.
A* apiea* g-raj de ti / contiouam a subir
<1e oreco; vndenle nm lote a 88 1/i; 260 ditas
89 c&ca de 300 dita* a 90 V* Veodeuae 40
ditas doemprostiiiio do 1888 a HI0J0OO.
Sego^aramsc 15 acgdes do Banoe do Brasil
a 167*. 100 ditas ilo Sanco Rural a 173*. 300 di-
us do Caneo Commercial a 6J, 10 dita do En-
riisk B.nk a ISOJ. 50 ditas dito a 12i, lo ditas
.ia corapanhia da Estrada de Cantasrallo a 1321, 5
lila- da c niip.inhia de seguras oratia a no* de
preatto.
B.MUA.
lira oonheeido o Rsnuado de 18 coltegios, nao
o.nlen-li os r\a-i faltara alterar a Rata triplica seua-
curial, '|Ue licou assiui orgainsada :
Or. Antonio Ladislao de F.guemdo Uocln 2139
Or. J '* iuiin Jeronvmo Feraaudes da Cuaba 21i
i)r. 3os Atigust. Chaves I79
O cambio renulava : sobre Londres 9 12
d., sobre Paria 500 r-s sobre Uamburgo 930 rs., e
itore Portugal 60./
PEPJAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
IHPOSTOS PROVINCIAE-As imposcoes que
'4intiitoirara a renda provincial no anuonndo de
185J-70, o que ein liqai laclo d/esle somente se re-
rehenj no maulado provincia! li o li n> do cor-
renta mea, aSa a* scuuintes;
C.iisumo .'agurdente.
Dcima urbana.
_') por eento sobre diverso estabelecitnenios
6 .nmereiaes.
8 por eento sebre eseriptorios, consultorios e
carinos.
i norcento sobre diverso- estabelecimentos com-
merciae* fra da i-idade, ndusirises.
T p r-eent sobre a renda dos beiis de raz per-
tencntes eorporac Vs de mao mora.
B por eento sobre' a v^ada de capim n'esta ci-
tse.
4W.I*. por casa de opcracoes, bancarias, cumpa-
uhfes annnyuus e agencias. *
2O0 pif casa de cambio e pcnhores.
10JJ por casa' que vender roupa, selins, ou
ubr^s ue inarcineria fabricadas era paz osiran-
Rqifa.
1005 por corredor commercial, agente de lei lito
e rasa do compra e venda ou qualquer transac-
ca' sobre esc ra vos.
:05 por corrector ou inculeador de escravos.
itt por carro Je aluguel.
't) por casa de modas.
30* por bilbar.
3t)a pur atento e:upregado no terrino das al-
vatnnfw a canoas.
" por ..niiibus e carro fnebre.
llii pur carro partanla r
KM por carro de aluguel.
*i por botes, etc. ompregados no servico di
puir
"S por escravj na cidade do Recifi*.
4 por tonelada das alvareagas e canoas aber-
lai ^mpregadas rio servico de carga e descarga
<1> porta.
lis contribnioies des Iwuvere n saii-iVito su.is cuitas devero faze-lo
n i pTaao marcado, sob pena de > poderem bo
Jeouis rom $ do juio, e multa de 9 por eento
e mais Motan.
INSTITUTO ARCHEOLOGICO E GEOGROHfCO.
Damos hoje espaco aoi nessa uitava pagina aa
re! ono ila commissao dos trabalhos hislcricos e
Kengranniros do Instituto Areheolngieo sobre as
<-acimba< do Ambrosio Machado e o campo do
Taborda, lugares celebres pela capitulado dos
MoiUntfnzes em lOoi. Cnamamos para esse traba-
Ibn a attso^io dos nosaos leitore?.
OL1NA Inf-rraam-nos que hontem nm ex-
v ilutano da patria den iv.m facada n'ura homenij
a otdado >! Olinda, lieaudo este gravemente fe-
rilo.
niXilIRO. O vipor americano Merrimuck
ii.i M para os Srs. \Vil>oa Hull 4 C. iOiO'.W, e
levan <|h n .si piaa para a do i'ara L40OJ.
SCB8CUIPC0 FUAXCEZA.No lugar compe-
lerte piit icao.i's bada a prueira lista de subs-
<-npt mt en htar lwi (ridos na guerra entre n
Tranca a Pmsito, qiial (i a verdadalra exprs-
sii 'i.i ia patria. Da i oividam suas dores h seus pzares,
e u.,.- am la o testeinaqhn do apreco cm que
i ida a cansa que a franca deba ir con todos os
nm si.irc's. Aquecs subditos france/es resi-
denle< em'Ptirnambuco, que ainda nao loram levar
seu li.ili) e csi.'ciiais estrangeiros jue elles se
quuereni reunir, defeiau qoantos antes procurar
o Sr. consol franca/., al'-n de ajmbrem a mitigar
as dores o os soffriraenlos daquelles que defendem
u patria nos campos da honra.
3USA l-L'NKBRE. Jos Fernandos Gomes'
: moa ,-elebrar urna missa, buje, trigessirao dia
! fdlecimento de sen pai Jia> Eernabiles Gomos,
ni conv-iito dos religiosos Franciscanos as 7 bo-
raa da manha ; para a qual convida seus amigos
* .issisirem >!sse acto de caridade e religiao.
ESTABELECIHBNTOS DE CARIDADE.Movi-
meato do hospital de Nona Senhora da Conceicao
dos Lazaros, do 1. ao ultimo de agosto de
?R70.
oatinm 18 homens e li mulheres, morreram
'2 iiiuieres. existem 15 homens e 12 mulhe-
.Total 27.
Foi visitado o estabelecimento pelo Illm. 5r. Dr.
Villas B'>as no impediinenio do respectivo medico
esla o Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier, nos dias
liman: >\ 9, 13. 17. 23 e 30.
as'^iu empregados neste estabelecimento 8,
'.ipello 1, medico 1, regente 1, dita 1, bar-
h iro 1, caEinheira 1, serventes |.
Advertencia.
Morreram :
Candida Maria da Coneaiean, preta, casada, ida-
<1 irt-ie hospital por orden do illm. e Exra. Sr. des
iibirgidur proedor da Santa Casa, cm \ de
aj$i de 1869, fallec-u a 18 de agosto do anno
corrntn.
Maria i-'elitmiaa Romana Pereira, parda, soltei
i a, idade (e 13 annos natural da fregueiia de
vito Antonio, recolheu-se a este hospital por or-
>lefli do >r. mordomo de mez padre Cunha Figuei
i !o, era 8 de julho de 1862, fallecen a 27 de
Oo desta anno.
O mordomo do mez,
Antonio Ramos.
O regente,
Diniz Ignacio P. dos Santos.
Mov nnto do hospicio de alienados na Mi-
ordia de Olinda, do 1 ao ultimo de agosto de
70.
E*Jsttam 29 homens e M mnlherea, morreu 1
iHiither, -xisteni 29 homens e 46 mulheres.To-
tal 75.
Exstein 10 embregados neste estabelecinv.ito, 7
iis e 3 mulheres, seii-Vo: 1 regente, 1 medico,
i, porteiro e sachrist interinoj; 2 en-
iros, 1 barbeiro, 2 entarmeiras e t oosi-
nlieira.
Pi visitado o mesmo estabelecimento pelo res-
Keetko medico o Sr. Dr. Joio Mana Seve, pelo
sr. r. Ignacio Firmo Xavier, que *a acha doonte.
lias: 1. 7, H, 17, 21, 25 e 31, as 4 1/2, 5 o .i
- horas da tarde.
Advertencia.
Fallecen:
Nn dia ', de lisien pulmonar ama mnlher de
ame Vieta Mana de SairtaRi a Dnarte, branea,
solteira, cera 44 annos de idade a natural do Keci
fe, a qual entrn para este aatabelecimaato no dia
Existen neste estahelociaieBto, 75 alienados, 71
3 vista da caridade e i que pagara a casa.
Mello, S. da R. Bezerra. J. J.
deiros, M. Harceiino, F. de P. Rodrigues,
do N. Jtibeiro, i. V. Franca, i. 1. Ribeiro, M.' I
das Nev, J. A. da S. Eranco e 4 criado.
Bou Fogo, bichare! Manotl T. B. Freir e 1 cr4
do, IVdio H*ei> de Oveira, J. P. de Souia, aD
dre A. \. Coriez, Angelo Martins.
Entrados do Parto na barca 'portnguea
A Un :
Manuel Antonio dos Santos, 1. da 0. Maa, Felt>-
pe Martins Torres J. Francisco, i. A. da Olveira,
M. I. de Almeida, JnaquimJtfse do Alineida, 'An
laio P. Padlha Jnior J. Mendes do Souza, Ma-
nuel Sauebaa de Figueiredo, Antonio Monteiro
Ferreira F. dos Santos, Antoaio Feroandes, fran-
cisca de Parias 1. L. Piuheiro, 0! G. Salgoelro,
Manoel Domingos Maia, Amaio . Ramos, J. d> S.
Magalhacs J. da S. Magaihaes.
Sabidos para Sew-York e portes intermedios
no no vapor wrrimock ;
J"> Antonio lt. Gondin Jnior, A. M. Monteiro,
M. Silberstein e 3 tilho*
Sabida para o Aracaly no hiate :V. S. dos
Xuregautis;
Vicente F. da Silva e Antonio da Silva Cava!
canti.
Viudos do Rio de Janeiro e Baha, no vapor
americano Menimack:
Albino Joaqun Lopes, Dr. Ainasio F. do Espi-
rito vauto, . J. Borges.
Anselmo Francisco
Pereira Rocha,
xerwr por raeio do provader e do mordomo non
leaigiiado. rector ouvir so-
da Diario
Sep tem-
de Pe>
(wnaalat
biel87a
A' M.n.-ieur le redacieur
amo -o.
Monsieur le rdacleur.Veuillez, eu infrant la
premire listo de la soufcripiion ouverte dans me?
bnreaux, en l'aveur des Lless'js de l.i querr entre
la Franco el la Prusse, me peruieltre.d'exprimer
na recoiiiiaissaaoe envers les souscripiuurs, pour
le patriotique ampressement avec leqnel ils out
aocueilli ilion appel. Qaelques elrangers se sont
j'-uits mes :jin:iatrio.us ; 4 leur dois une ura-
nio le particuliere pour leur hamanil et les syin
paihios (tie leur olIrandeaiaiiit.:sie.
Jo prealsta libert da rapaeler ceux des mem-
bras da la colonie francaise qui nont pas souscril,
contrae je U-. fais d'aillaurs 4 'outes les personue.-
qui sorawnt dsposes a .s'associer a enx, que >i la
sjuscriplion reste perraanenle pendant tonte ladare
d-1 la guerre, il est namuoins iuipuriant de se
hater, afin de faire parveuir lea seci-ours, le plus
prouiptement possible, aux sulfrauces qu'ils^out
destines soulager.
Agreez, ilonsiear le rdacteur, I .issuranc* di
raes seuiirasut- distingues et devous.
Li cnsul de Fraiice,
Oimm Lipirte.
Premire liste de souscription pour les bless
eleurs faiiiilles.
La cnsul de Franca .....
Le chancelier........
Le corarais du consulat ....
Madamc Falijue.......
M.i.laine llaynes Xe Girerd .
Madama Lecooite......
Madarae Sarment ......
Mr. J. d'Aqurao Fouceca ....
Aliain Pierre ,.....
Bridan Bgne. .\.....
Burle & C.........
Boulelreau .......
L'abb Calmout -......
Cretton..........
Caors...........
Gboloai fcanitaine aulong eoocsj
Co1leu!/.lieu;:i:nin......'.
Deioudie Jeune.......
Dabnurg Lois........
Gautier..........
Ilyvernal C.".......
Halbleib..........
l-a- Juies.........
Ivlein Nathaa........
Klein Charles 3enjainiu.....
Lebmana frres.......
Lab-juriaa.........
Levy Osear.........
Lhvv Tbcnpbile........
Leelrc Charles.......
G. de Lailhaear.......
H. Leger..........
L.sserre..........
Ma.sy...........
Morcan..........
Mauuol..........
Manrer.........
NiooJas Cap.' au loug cours .
();jigez
Puigenon. . .
Rouquairol frres,
Sucicl liraolile .
Saui'quet ...
Tnrpiu Edunard .
Tisret frres maott
Laob Wilieuia .
de Pernarabuco
1005000
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23000
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23*000
2:8SO000
PUBLiOACOES
A PEDIDO.
negocios, do
Asylo do
dade.
lleudlci
licio de alienados
de 1870.
em Olinda, 31 de agosto
O montano de iner.
J. J. Anturu,.
Oregeajte,
, Imz do Reg Barros.
IOTEP.IA.t-A que se acba a venda a 158 a
licio da Santa Casa de Misericordia, a qual
orre boje.
PASSAGEIRO.Entrados dos portos do sol no
> .:por americano ilerrimack :
Jo Espirito Santo, A. J. Lopes, Domingos
.lidos pata os partos Jo sul na vapor Ge-
Amberg, Joaquim Flix da Rosa, C. A.
Acacio, F. B. Bandeira.
lo, M.B. da Araujo Moraea, J.M.
i Mello, Dr. A. B. de Gosmo.
idos para os portos do norte no vapor
Santa Casa da Misericordia do Recife, 17 de
ag uto de 1870. N. 2938.-Illm. o Exm. Sr.
Tendo eu no relatorio de 1 de julio prximo pas-
eado, rulado como ssosivei a falta de una enfer-
mara no Asylo de Alendicidade, o ex-director em
o artigo q:ia publicou no Diario do20 do referido
raez n. ifil, reconlieceu que o Asylo resente-se da
falta dessa eai':rmeira, e aeerescentou que elle s
a poJer ter qaando se fizer a reconstruccao do
outro raio do edificio.
Nao pen>a des'.a maneira o actual director, que
est cuidando em fazer preparar urna enfermara
previsoria, como se v do trecho do seu reltorlo
de 27 de julho ultimo, que por copia n. 1 tenlio a
honra de enviar V. Exc.
Ainda lijando o Asylo fosse apenas urna casa
de oorreceao ou de trabalho para vadios robustos
e valides, aio se poda dispensar essa enfermara
provisoria, mvrito menos quandoomosmo Asylo
devia servi-.vpara lugar de recolhimento desses qu
andavam esmoiando de porta em porta, epylepti-
cos, aleijados, cegos, a paralylicos. achacados de to-
da a ;ualidade, qua o Dr chefe de polica para al
li con toda razo eaviou.
Se alguas dos individuos, que pela polica foram
remettldos para o Asylo uo estavan no caso de
terem entrada nelle, por forca do art! 2 do regula
manto de 21 de outubro de 1869, deviam ser sol-
ios, e elles, se precsavam de ser tratados no hos-
pital Pedro l, reccorroriam aos meios competen-
tes para ana admisso, sendo que a Santa s dis
trihue nesse hospital qoelles que a solicitara.
Tendo sido, entretanto, por parte da polica apre-
sealados ao Rvra. conego Rochael, mordonT do
hospital Pedro II, se me nao falha a memoria, al
guns individuos do Asylo, que padecan de epi-
lepsia, o mesmo tove duvida em recebe-I os c a
junta informada da oceurrencia julgpu (andada a
hesiacao do indicado mordomo, o qaal, se man-
dou recolher 'es individuos ao referido hospital,
fui por ter em vista que elles par do seu acha?
que ou enfermado incuravel podan ter alguma
outra molestia, de que f ssem tratados.no hospital
em questao.
Depois da apresepU?ao desses drntes, o Asylo
foi mandando o'itros, e a rmaa saperiora do hos-
pital na flm de cada mez ia-lhes tirando a conta na
razio da I 000 diarios, que pagan as pravas do
corno de polica, tratadas nesse hospital e nao na
razao de 1,3200 o 13:100, como pagam ontros di-
entes.
A junta approvoa o procedimento da 'rmaa su-
pora, por quanto nem os doentes enviados do
Asylo por nao haveralli urna enlermaria podan
ser comprehendidos na letra e espirito do contrato
celebrado em 1860 cora a dreccao da Asseciaeo
Commercial Beneficente, e nem a receita applca-
Vel a manutengo dos meudigos existentes na en-
fermara inaugurada, por S. M. o Imperador ne
hospital Pedro M em 1839, ebegaria tambera pa-
ra fazer lace a despesa de softent e tratamento
de 4 doentes, que tanto tem sido os que o Asylo
tem remettido para di\ hospital, dos qoaes neste
sempre tem esudo de 20. 28 enfermos da ambos
os >exo8.
Nao era justo que a junta deixasso onerar o co-
fre indwidado do patrimonio da caridade, cora des-
pezas perienceutes ao Asylo, que alsMem renda
propria e uao deliciente ; e tanto mais qua?(o,.as
diversas juntas, administrando dona pato:
o da candado e o dos orpuaaa, aempre tem
nnisaro cofre de ura degses patrimonio
desperas que occasionaUiente faz, e que deviam
correr por conta do.ouirq, segundo se v da eerti-
do o. 2 passada pelo escrivao da Santa Casa.
Dos guarde a V. ExcIHm. Exm. Sr. esea-
N. 1>
trella do relatorio d director inlart-
vio de Mendicdade que se refere o offl-
vel de pess,
pin certo naaro de i|tiVi tem re:olado urna e<
ao yeralaaaie tratados no h<
re 'l1
Ido nao esleja o caso
qae iver de tomar
previsto ao* regula-
teFna
di
I Peda I|, para
onde, quaodo nao po>iom Ir a p;- saa cjjnauidos
en uaia eattaca f xposloa ao abalo e ao t> mpe
< Teta Jajfvd ) uliin.aown'.R SKt'nte as\ lados eni
tratainaa* no lioluiial, de que rasulia ni.a daspe-
7.1, i|iii sua iaior nano se podara evitar, ge
nesse ustabelci-iinento Kouvc os asyiados de arabas os sexos. Julguei que de-
va q^aoto antes Uatar de sUieleae-la*<6 para
so lembrei-# do aprnvsitar nina parta iiy. raiu
arruinado. Mas, sendo calculada pelo engenbeiro
director das obras puhllcas era mais de 2:0005 a
despeza fazer-se com esse aproveitauonto a a
vista das poaderai;6*es do mesrao eO^irheiro re-
soivi-ine a prel/aru- uns aposentos^ qns lic.-m pr-
ximos a caa, e iue apenas precisara -er Xsseia-
ios e retelhadus, porrausa.da Itt telhs fr'apceza.s com q ie foram eomnas! Nao
i.a no Asylo camas desocaupadas e o numero sui-
li,:3Qte para as enermaris, onde dVem pxrstir pe-
lo meetMaccaraoiiJacoes para 24 d->Hte. ci-
iere.
O eSerivaf,
' Pedro Rodrigues de-Souza.
N. 2.
Copia.Certifico q"uc era virlule da ditpoti^ao
do art. 109 do oompromisso dnsta Santa Casa, o co-
fre do patfiMooto dos orphaos indemnisa fnensal-
raente a > da caridade pela importancia da mecada
das despezas folias coin a secretaria, e. que da
mcsuia fr na, Bdemnisa tambera pela importan-
cia dos medicamemos que o ho-pilal Pedro II for-
noce aos dous cllegios- de erphhies ; acantecen-
do o mesmo com o da caridade que pag ao dos
mflaos os foros do terreno em ue esiaedificada
unta casi pertencenlo ao primeiro deto> patri-
monios.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Becfe, l de agosto de agosto de 1870.
O ecriv
Pddro Rodrigues di Souza.
junto oaoait
regu nMamlnmute
Santa Casa de Misericordia do Becfe, 1& de
agosto de 1670.- W3).IlHn. e CiaS. Sr.Polo
art. 2 % 3* do comproraisso da S.ioU t-a>a de Mi-
sericordia a innaiidade desta tem i seu canope
aJuiinstracao do Asylo de eadiciude, e por tan-
to as disposicoes peculiares, porque este trabada
reger-se, nii > deviam aclur-se ei opposieao com
o sooredto compromiso, que lei geral para lo-
dos os estabelecinientos depen*entes da Santa
Casa.
Pareen que sto nao soffre coniestaco.'' .
A junta administrativa da Sna Casa, nao leo-
do >idd ouvida era -respeito do regulameulo e
21 de outuoro e nem acerca 4o regulameoto h>-
terno do asylo, aao devia cerunuute procurar iaa-
raiscuir-se era negocio, sobre o qual uao fora
consultada, em quauto o mesrao Asylo Ihe nao
toase entregue.
Depois que se effectuou eta entrega no dia 23
de marco uliima, cnteadeu a junta ter chegado a
occasiao de se oceupar com o Asylo, e logo no dia
2 de abril pedio presidenxia que se dignasse pr
aquel les regulamentos em harmona com o com-
proniisso da SinuCasa, e tendo V. Exc. exigido
que se apontasseui quaas as alteracpes que se de-
viam fazer nos sobreditoa ragnjamontos,.^a.a |e
M barmonisassem cora o coaipruipisso eifl qnps-
lao, a junta iudjcou as que constara da copia
n. I.
Assra proci-dendo a junta procurou gerir os ne-
gocios do asylo devidainonte, i>to . da ue wa r-
majporque administra os dos outros isuibeleci-
raentos coufiads ao seu governo, o nao dotW| "
A^ylo era cempleto abandono, como no Diano d
Pemambuco de 21 dejiiltio n. 162, asansorou
tx-director, o qua at disso que a Sania Casa s
oceupara-se cwm o Asvloem o de maio, secn leui-
brar-se elle do oflioio le 2 de abril, sobre que d:u
longa informaca.
Antes dse elfectaaret aos regulamentos do'Any-
!o asaiteracojs que foram indignadas, .i juauno
.poda ter, all a inoior inferencia nem se quer
para o recebiuieutJ de ura mendigo ijue ella en-
viasse. 1
C omito inems nodia eu nomear moriooi -. en-
tidades descontircides desconbecidas nos ai en cid- [aeSliao
nudos r-yularaeut.'S paria exercerera a neestaria trr.,
iscalisa^o ao Asylo. n,-us guarde V. Exc.-lHm. e
Alora disto o ex-diractor armado Com os apus erabargador Francisco de Asss
regulaiu.raios neiihum caso faza da junta, a nnm j c.presidente da proviut-i i
de suas determina coes. O provedor,
h comfcleiti, kndoeu, como orgao da :2'.\,'
em 28 de marco prximo passado, pedido, :no
V. Exc. vea do oliicio da copia n. 2, o inventario
dolle seas faltarraas a verdade em um s ponto,
esse homem recebe com o maior ndelTeren
lio ealejado est I A- corrupriio que -domina
nesse juiz, se nao Ihe innata > obafejou
quanuo elle ac onda em estado de era-
briao'no vedre inaV-rno, infiltru-se em seu e
rilo di^dfna mai> teora infancia, desde qne elle-
sena'ndo a "vida extrajSterina, sollou os seus pri
nfemiya ja ao xagilaraen, dJL reros vagido^^r;iiitaHL*Mua nji^lllllf. e
ioe9,jaao co9^>romissodaSaa3brotocom^v3^emsbjBjaorjeJK( K
seguio geia/po
Ser reformado o rcgulamenta intern fle accar-
do com o mordomo que estiver de mez no estabe-
nento, expargando-o das disposicoes que con
adininstraclo da Sania Casa tudo
ue o pairiraonio do Asyte, aendoen-
ao thesoureiro da meama
Santa Casa, indepeudente de anlorisacio da pre-
sidencia a qnantia que houver produzido o impos-
to no man anterior, afim do que a junta ten ha ba-
ses certa-para a orgaoisacao dos respectivos or-
gariieiioa.Conl'ere.
O eserlvao,
Pedro Rodrigues de Souza.
s7.
Copia n. 23V7.Sirva-se V. S. remetter, afim de
ser presente, junta administrativa desta Santa
Casa ra ua ses-ao do dia 31 do correte, um io-
ventarfo nb todes os movis, alfaias, utensilios,
longa e rouna, qner de cama, au de vestir, per.
tencente esse A-vio I
. Deus guarde a.V. S.Ilkn. Sr. Joaquim Padre
Barrera de Mello Bago, director do Asylo de Mea-
dicidade.
O provedor da Sania Casa.
Anselmo Francisco Peretti.
0 escrivo.
Contme.Pedro Rodrigues de Souza.
K 3.
Copia.Directora do Asvlo de Mendcidade, 30
de maio de 187.-rillm. e Exm. Sr..Besponden-
do ao olflc de V. Exc. de 28 do correte, hoje
recebido, lenho a diier que, por eraquanto,
nao posso remetter o inventar de todos os mo-
vis, utensilios, longa e roupa. quer de caraa, quer
de vesy'r? que V. Exc. pede para ser apresentado
a lllraa. jtnta dessa Santa Casa, pela razio de rito
estarera ainda reeolhidos este Asylo todos os ob-
jectos podidos.
Apenas isto aeonteca, e seja de ludo feto carga
a casa, e laucado en livro proprio, dar me-hei
pressa em ciunprir p que V. Exc. de raim exige.
Deus guarde a V. Exc Illm e Exm. Sr. des-
erabargador Anselmo Francisco Peretti, dguo pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.
O director,
Joaquim P, B. de Mello Reg.
CoofereO eserivo,
Pdro Rodrigues de Souza.
-xc. v.-ia do oliicio da
dos movis, utensilios, louga e rupa, Unto de
cama como de veslir, portoncentes ao Asyl i,o ex-
direcior era data de 30 do mesmo mez, isaflia.se
mostra do oliicio da copia n. 3, declarou >ue nao
poda remetter esse inventario pela razoss que ex
pendeu, mas nanea o enviou, como consta da y.T-
lidio n. 4, passada pelo eserlvao da Santa.Casa.
O ex-dircotor qinz arrendar o quartel daa<
vallara, a r.uuca leu lurte desta sua resolucao
juna, que veto a ter delia couheciraenio pelo of-
licio por copia n. 5, i que responden pelo Ja co-
pla ii. ti.
Di.-istio o ex-director de sua prelenoio i seme-
Ihante arrendament', e desta sua segunda deJilm-
racao lambn nao foi a junta sabedora.
Nome.iva eranregados, se:i consultar a jiinta, e
sen ao-meuos fazer-Ihe constar essaa. nomeajoes,
de qne ella s tinha scieacia pelas conta men-
saes.
A;mia declarei o rat-tvo, porque eu nao noraea-
ra mordomo para o Asylo ; mas tendo a pflopno
ex-director pedido no oilicio da copra n. 7, a ao
nieacao de um mordoito, dei-me pressa a nomear
o capitao Amaro de Barros Correa, pesta, bem
eonheci Ja pelas stias maneiras attencioaas o deli-
cadas, e que pelas suas opinioes pditicas nao po-
da ser suspeta ao ex-director.
Pcnsava eu que o ex-director com a nomeajao
requisitada, quera f;'cilitar a inspeceao, do A.syln, o
a fiscalisacao de suas despezas. Mas este uao era,
o lim que lie ti vera era vista.
E na verdade o ex-direcior nao tardou mnito
eui manifestar o que pretenda com a nomeacap
do mordomo, n raaadou para o Diario o anouncio
constante da copia o. 8, que santo -publicado no
dia 30 de maio. prximo passado, e pelo qual- cha-
ma va para o Asylo os- que quizessem contratar o
fornecment de genero* precisos para a aumen-
tadlo dos mendigos e erapregados.
Digne se V. Exc. aquilatar este proeedimeatar, e
'juigar se quom o leve, eslava disposto a ainitlir
nos negocios do Asylo qualqner ingerencia da jun-
ta, qae elle agora aecuaa de te-loa deixade em
abandono.
O capitao Amaro, a quera deviam ser aprasan-
tadas as propostas era virtude do aanuncio puWi-i
;ado, as nao quiz recebar, salvo se fosa para en-
va-las a junta, a quera compete pala art. 32 ?
do comproraisso fazer os contratos pasa. arne-
ueato dos gneros de qae precisara os estele
cimentas sen cargo, nm dos qnaea ara o Asylo,
sendo por conseguate tamben competente para
lavrar os termos desses contrato a svaretaria da
Santa Casa, e nao a do Asylo, a qual at, como
j a V. Exe. nz ver, apenas existe em noraa.
Con a resolucio do capilao Amaro da Baatos
Correa, nao se contratou o fornecimentt pretenda*
dpj>o-d,3Qdflit\aia.,ci .oem.deoojs, como o pro,
ano ox-director canessa n>. seo.^rtigo pabcad
no' Diario de 21 te jal** prusimo pwsado. t
Deus goarde|!WMWqli. e xm. Sr. des-
era bvgadnr Francisco -da AaaU Pareira Rocba,
vice presidanto dancowqcia,
apnrrednr da Santa Casa
Anselmo- Francisco Perellt.
N. t.
X. 4. '
Copia.Certrfbo qae o ex-direelor do Asylo de
alendicidade nunca remetleu o inventario dos ob-
jectos perteneenles ao mesmo Asylo, que Ihe fr?
pedido pelo Exm. Sr. provedor era officio datado
de 28 de marco passado, para ser prseme a junta
administrativa desta Sania Casa.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do He-
cife, 17 de agosto de 1870.
O escrivo,
ProVo Rodrignes de Souza.
N. 5.
Copia. Quarta seccao. Secretaria da presi-
dencia em 5 de abril de 1870.Illm. e Exm. Sr.
S. :;xc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. Exc. para seu conheeimento, qne
era vista do que expoz o director do Asylo de
Mendcidade em offlcio de 21 do margo prximo
lindo, expedio njesia data a necesaria orden
thesourara de faenda para alagar por prego ra
zoavel qnelle estabeleciinenlo o quartel flne -ser-
vio a cavallaria em Santo Amaro, devendo, po-
rra, ser entr'gae logo que ifsuu o determine t>
goveruo imperial
Deus guarde V. ExcIHm. e Exm. Sr. des-
embargador provedor da Santa Casa de Misericor-
dia do BeciU
G secretario interino,
Elitis Frederico de Almeida e Aibuyurque.
C'jutere.Pedro Rodrigues de Suuza.
N. 6.
Copia n. 2369.Conforme deliberou a junta em
sessiio de hontem, tenho a honra de participar a
V. Exc. que ficou ella inteirada de haver V. Exc.
annuido aaque fra expostotpeio director do Asy-
lo de Mendicidadepoi leando tliesouraria de fa-
zenda para alugar por preoo rasoavel itielle es-
Ulieleciraenio a-casa qiu servio da quartel ac
aflariaem Saa:o Amaro, convindo, porm, decla-
rar V. Exc. qae a moma junta ignora qaal o
que vai o director dar casa de que se
Exm. Sr. des-
Pereira Bocha
Anselmo Francisco Peretti.
Conforme.Pedro Rodrigues de Souza.
Je qaalqoer genero por raeio de-coa trato feilo pe'
rante a junta da Santa Cana, rewtiendVcjMnae
director mensalanm peqbenaa qnantiae para ama
outra despeza
Serem pagas'quaesqaw comas ooordenada
dos erapregados na secretaria da Santa Casa, sea
do tes por pontos orgaowadot pelo director a
N. 7.
Copra.Directora doA>ylodo Mendiedade 28
de abfi de M7(l Klm. e Exm. Sr. Tendo
nesta data recebido coraraunicacao de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, do haver mandado
por disposigao do thesonreirrC da San'a Casa
mais quaaro contos de ris para as despezas raen
saes deste Asylo, venho apresentar V. Exc. o pe
dido da quantia precisa para o mez de maio pr-
ximo vindrinro, da imporlancia de 3:900225, se-
gundo o ornamento junto, para que a llusirissima
junta se digne autonsar a entrega dessa quantia
nodia Io daquelje raez, em qoe apresentarei as
cuntas das despezas do corrate. Outro sim, rogo
a V. Exc. se digne nomear mordomo para este es-
tabelecimento, nao s para que teja elle examina-
do devidamenle, cmo tamben para orientar-me
sobre cousas era que nao quero obrar de arbitrio
proprio.
Deus guarde a V. Exe.-Illm. e Exm._Sr. Des-
embargador Anselmo Francisco Peretti.
O director
Joaquim P. B: de Mello Barris.
Confere.Pedro Rodrigues de Souza
N. 8.
Copia do annuncio pnblioado no Diario de Pemam-
buco de 30 de maio liado.
As pessas que quizereui contratar o fornec-
ment da carne, pao, effeitos de venda e de mo-
Ihados ao Asylo de Mendcidade, poderao apresen-
tar propostas em, caitas lechadas ao Sr. capitn
Amaro de Barros Correa, mordomo da Santa Ca-
sa, at o dia-HOdo correte, sondo taes carias en-
caminhadas para a all'ande, onde o referido mor-
domo ser da menlo encontrado. O contrato se-
r realisado'cora aquelle que olferecer menos pre-
go, e no dia 31 Ojevero os proponentes compare-
cer no mesrao Asylo, as 9 horas da manhi.
Est conforme. O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,^
(Contina).
i;n
lagriva a meato ra da Uxm.
Sra. D. .trgeuaJra de 3f cnexes
Ferreira, d lili* r Antonio da lira
Ferreira Juul. r.
Por ais respeitaveis e dignos do acatamenlo
de nm ehristio, qne sejan os immala veis e justos
decretos do Altissimo, coherente cora a nossa na-
tureta,_ sempre um lenitivo grato ao coracao, a
expaoso da dftr e do seatimenios do saudade,
quaado Daus servido de levar para si ama crea
tora quen&te muudo foi um. exemplo de boadade
e da toda* as virtudes cbristaas.
testa sitaacao nos achamos ao sabermos da
Estissima noticia de ter- fallecido em Paria, onda
achava ero tratamento, no dia 8 de agosto po-
ximo Ando, a Exma. Sra. D, Argemira de afne-
xes Ferreira, esposa do nos* amigo a Sr. Antoaio
da Silva Ferreira Jnior deixando em toara* or-
phandade dous innocentes filbiaboste seu estro-
mecido esposo inconsolavel por ura golpe lao
cruel I*
Copia.Ser o Asylo* de MeadJcidade' foraee Kendendo a alma ao Craador, a-virtuoso finada
o erre*
1w*
assignados pele respecrivn laoriOeao,
pregada a faculdade de jusli*'r
as afca aned,^ eor aKestdai' 4
Sera almaentacao diaria de ca
pregado racioaado, regulada por 'iimV'i'
anisada'pela Saota Casa, feado oooc
nerbs eltos deoito' em -..lio dias peto' i
rubricados pelo respecilvn morJoraw, em vnU *>
Prestar o inordomo a sua nanea permaf-a-jon
ra, para quem respjnsavel.
Competir tajpcco do Asylo i junta, f
reeommendava seus innocaotos filniahos sua
estreraoaa mae aauera inoambia.de sna crescao ;
mas oh I fatahdade I poneos das depois, a 23 do
mesmo ra, tambera esu ae. Cnaom ueata cidade.
Como amigo orna duas virtuosas^ diadas, aaaacia-
mo-nos em sua or ao nosso amigo o Sr, Farreira
ra Jnior, queaa enviamos.smala Maceras-ex-
presss de cooanleuca, o estamos convenodos
de qne nm corafio ebristio, como o dalla, aatar
curvar-se submiaao e "rrignir u. aos decretos di-
vinos, cortos de qae Dana, chamando si lio vir-
tuosas creaturas. Ibas tora rese/vado em seu seio
o lugar destinado as alnau paras. Assim seja.
t Recife 1 de setembnwia 187"
^amnanaM^L'2' *"" *mi{fB*-
Nao pretendiamaa oocanar-nos com o Sr. baoha-1
rcl Francisco de Araujo Barros, juiz do dimito
da comarca do Pilar, porque todo-o que disermoa
r a JBHlreza MOco
frtil em -flBccajon|estt gaaz. tinha ineaipdo
para a carMftm dos riafcs.
Entreiao esse beniea, mascaraanlo-ae. ooa-
seguio 11 ludir tomona aotaaeis, v.useguo ser ac
ceilo pelo partido conservador, e este o fea juiz
oiuuicipal da capital desia prov;n:ia a depntado a
asserabla lagiaialiva pr..vineial. Niouardoa, po-
rera muito qne essa-juiz codeado ana impulsos de
sou corago.deixa.-secair a mascara, com que en-
cobria sua, pstulas asquerosas. Apparecendo
em homo peiz ura novo partido que denominaram
progressisra, o Sr. Araujo Barros, qual vil trns-
fuga, passou-se para essa mon-truosidade po-
litic. ; alstou-se em snas lileiras e em breve lor-
nou-se om dos seus raaij zelosos incensadores ; c,
excejdeudo seus proprios mesures, assigaalou-se
de tad modo que rompeu eom todos os seu> bam-
feitores. aquem votou desde ento todo o.odio,
que Ibe, ins'pirava sua alma de ludo. Prestando
seus servigoa a nova causa, o Sr. Araujo Barros
ajorca de bajulages eonseguib, contra a expecta-
co le seus proprios correligionario-, ser deigna
do djepuudo aasamhla geral. Xesu posigo
adquiri urna i jjportaucia olllcial para algumas
pessoas que se dfcixam deslnmbrar pelas apparen-
ciasjdo momento, e que cnstaroam applaudlr e
saudar o vodeedur sem indagar que ttulos tem.
d'on le ve'io e pan onde vai. Essas pessoas as-
sm, esses apologisi s cegos, do vjvas, victon-
ara a propria ttornipcao, vendo-a roleada de
pompas, trajando vestidos de gala. A corrapgo
lera I lido em alguraas circurastancias suas
ovagOfs.
Varaos mais adiante, vejamos o que fez ainda
es-e homem depois que desapparecen sua phosj
phonescenca. Desmoronado o pariido progres-
sista, negada sna paternidade por seus progeni-
tores, engeltad.* por seus pas, e negaado-se-lhe
at urna sepultara, como dissn nm nosso orador
parlamentar, o Sr. Araujo Barros, renegando a
ldas,que propuguava erajque bragos vai langdo-se?
nos bracos nos llberaes. aqnem, prosternado,
como am horaeo capaz de adoptar todas as po-
litiea>, mas incapaz decrer em eousa alguraa que
nao seja o proprio inteTesse, implora p-rdo das
injurias, qae lao impudentemente ibes prodigali-
sara AcceiUrara-uo ; e o neaphylo-lberal
nesta nova s^ena nutica tem-se mostrado um
grande faraante, que a tulo se accmmoda :
seja qual for o papel que Ihe eaba, elle repre-
seuta-o de raelhor modo. O seuhor Araujo Bar-
ros, com saa miscellania poltica, tem dest'arto
servido a todos o* partidos, e neje rea com qual-
quer politica do modo mais abjecto.
Como liberal nao ha qaeni o exceda ; um
grande exaltado, sua divisa : hoje mar liberal
que hontem, amanhaa mais qae boje. A hypo-
cresia, encontrando um homem da tempera do Sr.
Araujo Barros, que toraou a mascara de liberal,
nao pode deixar de pogredir dispeiadanenle : e
de faetoo tem conluzido a tndo, a i;eua do des-
enfreiamenlo etc. Ba-ta um fado para" mostrar
a veracidade do que alnrmaroos.
Tendo esu via prenaradb urna demonsiracao
de regosijo pela termnaco da s".erra do Para-
guay, na qual nao d.miinava o espirito poltico, o
Sr. Araujo Barros mandn chamar aljuns desor-
deiros e depos de enibriaga-los em na proprio
casa, pedio-lhes que viesaem perturbar o regosijo
publico, dando morras e Ritas m partido cottser-
vailor, e ao IVique de Caxias.
Basta a narraaio Jaste' fado pura que so apre-
cie quera o Sr. Aran). Barros, ess* novo litoral.
O facto que narrara is < caja veracidade garant
moa aos leitores, despensa joalquer comnieutario.
Resta-nos f.iliar do Sr. Araajo Darro^ com
juiz.
Ser ptjssivel que esie hornera aeia era tudo
guiado pela enrrjipcao ? Ser possivel qae elle
tenha profanado o Sanctuario de Thems cora
mos palluUs, prostituindo impadeuteinente a
conseienciadejuiz ?
Perraitta-uos os leitores que digamos que pro-
curen) a resposta estas perguntas era diversos
nmeros desta cmireiuudo jornal.
Se a extrema vga.iiidade de um juiz accrescen
tarraos a ascendencia, que tem neHe as paixes
polticas, a bypocresa partidaria o qae veromoa t
Ura monstro com a toga de jai?, puraato quera
seus adversarios polticos uo ten garautias, por
que nao podera ;dosolutamenle accoinmpdaiwa no
leito desse novo salta de todos os ramio* as pessoas n.taataf. a de
quem parodiando o qae disse De >e na defeza de
Luiz XVI, podemos tamben dizer .
Nos procuramos no Sr. Araujo Barros um juiz,
um magistrado, que ixe sua visea s i na balanca
da justiei. e vemos uaicamente am hornera, que
dominado eegamfnle por paxoes polipa, presta-
se agestas de nm-modo servil como rntaeraval iaa-
trumeato de peraijuigao contra aeus adv rsarios,
que no lugar de juiz tem am aceusor ignoml.
Contnuar-si<-ba
IUmb 27 de julho de 1870.
liVv'.
>
bnte pi porfruguez
Ai dlctacional directora vacila e treme em res-
niier inlerpelago inserida nesta Mha de 30 de
!h; na verdade deve tremer I Oh 1-saoto Deus !
quaudo cessar essa dictadura o inditlereiitsmo
sobro cuja oppresso guineos mais viiaea interes-
la associaco I nao obstante directora in-
i lei e contra a geral espeotativa- dos assossia-
oermanece inscnsivelmento surda o rauda a
estado normal de coosas ; dpe-nos o oorago
e mmenos a peana om escrever ostai paran-as.
Parece incrivel que ser un rMevantc servioo
qne a directora prestar aos interesses saciae* i<>
inonlento que, se a par dessa illegal e estril ad-
rainitragao ; mas infelizmente urna para ver-
dade tal, a innptjlidade de sua pormanensia na
drecgao da sociedade.
Vlha-nos os santal de nossa dov:;ao, Joaquim
e Jos, eamoleis.
Um socio que detesta dictadura.
jul)
ses i
fiel
dos
este
ragao radas ao desempe-
nho e opere:. auto etlao
graduadas e l.armomsad;i qae, jun-
ts, pedem dfsempenhar satisfaetorimeriie qaal-
quer opera, urna vea nao nao exija aalorcos inau-
dito.-
Honve mnito quem julgasse, do acto da eatra,
do mrito deyss artistas, o que cutamente foi
trabaihando frente ansaaecidlNirdo pm povo es-
traahe, cajos insiitictaa a senarealdade ainda des-
oonheciam. Tettas ciream-taaelas fcil imagi-
nar qual senajB a Iota om qaa ae debaliaui e-sas
almas, c o acanbatnento que, naturalmente, domi-
ava as suas pxp;.nsdet. Xln obstante isto, al-
guns dos artistas foram sinceramente appland^H
aoaroceoaa.un deltos, Sr. liataa, a honra aW
chamado a acea, prova exuberante da aerado pu-
blico.
Conhecidas as inclinagoes do nosso publico, es
artistas j tiveraHi orcasio de patenler o seu me-
inciuwnio. O ultimo *peetaeulo eerret^de moda
o mais agrada vel possivel, retirndole a mor par-
te dos espectadores satisfeiiissima.
Nao podemos furiar-nos ao desejo de urna mea-
cao especial
O Sr. Careo ura artista completo, hbil cmico
e intereasanle 'caricato, mademoiselle Bresc re-
vela subida iatelligencia, gosio pela arte e conbe-
cmento particular do jogo sceoico. A' par desses
predicados, que muito recommepdam a axlisla.
sobram-lhe os dntes e gragas natnraes : de~snrte
qne dfltei e sutfocara urajhrado de -laiirago
aos momentos en qu seus ps resvahm as ta-
bn* do proseen;!', e de seus labios eseapam-se as
doces melodas de urna opera comisa.
Aquellos que a virim o ooviram no toteres^ace
e gracioso pajel de Jeancette que digam se menti-
mos.
Receba o Sr. Coimbra os noasoa emberaa pelo
feht xito qu<-deve ler a sua empreza, e pdafi-
ear certo de que os PrnambucanostabemTe-
compensar queiles que se esforgam pelo brilban-
llsmo de sua provincia.
Cato.
(Jota lagrima soore a campa da
Exma. ra. D. %rgimlra de
Jleaczes Ovarte Ferreira, of-
ferecida ao sen xtrcmaao ja-
poso e tneu esaer-lal amigo
*r. Antoiaio ila Silva Perveira
Jualor
0 jue pode Uver de mais doloroso, pungeer^,
mysterioso e horrivei para .a hnmanidade, sa>re-
sume nesta l.r.-.e palavra a moras I
Morie I tprrivsl e inuvuavel castigo por Daui
fulminado creaiura ; acio riu.il da vioa, qne abre
a eternidad.'. >
Que importam grandezas, fortuna, raoesdade,
vigr, alegra;, alTen-oes e esperaacas ? I Tudo..e
esvaece ao sopro glido do aojo da raorle. que de
vez em quar.u. toca ato jora o sdu dado lgido
alguw ente, que ans ero. o arranca dentro aa
vivos para lami-io nos hrridos ravsterioada
campa I
Quem sera raais felix, o que, eumprindo o sea
desuno, despe o inwolusni matenal para voar a
eternidade, ou Mpiaile que inda preso ao mundo
e as suas pequeniuas p-ixoo--. cheio de tristeza,
v escoareui-se os das entre prantos e amarga- -
ras, rocordages e saudades t
Deas assira fez a vida; saudamos a lax asm
uraa lagrima, e cada pasan que damos no existir,
sempre doloroso ; porque vnos deixando.'i.-.
continuo aiguma magua pelos espinos do cami-
n) i I
As campas a os marcos do existir, e feliz
aqaWle que menea os conla.eui seu river !
Habeas-corpu-
O tribunal da qelago'na sesslo de bonlem 30
de agosto deu raas uin prova de saa indepen-
dencia e illu>traoao.
Tratavase de tomar conhecoiento d.'um habea*
cwpus que solisijtava o raajor Francisco Xavier
Carneiro Lin-, pico pelo co^fede polica aulas d.v
cuipa formada polos sup istos enmes de '.ilsiadu
e reduzir a escravido pessoa livre.
A deseripcao f. plena, calma e luminosa, ram-
ios cidados de diversas caiti-jgoriuaK silenciosos e
alientos occu'pavam toda gajeria e gradeamenlo
do tribunal, e a quesiao versu sobre diversos e
importantes pontos de direito.
O fundamento do recurso consista em ser o,
chefe de polica incamnatoot raiione causa at-
ientas as circunstancias du direito en me ealao/a
o negocio sgelo-; e depois de tres horas de larga
discusso e minucioso exame das provas oflereci-
das pelo paciente e a polica, o tribunal concluio
pela incompetencia mandando logo, puf o paciento
e.n plena liberdaoe.
A deciso foi recebida e applaudida aeraknente
i por grrgos e t roannos, como tqo, ija*i)rado om
.dique de violencia a liberdade do cidado, e os
cos permutara que contrauem os egregios a pro-
fer rem dos tas decisoes contra as tirannias de
poder.
Agora nos compre felicitar ao Sr. raajor Lins
ipor tao feliz resaltado, e lambrar-lha ooa a vio
enca e a invengan de crimes nao maocna a saa,
bem firmadada rapuiacao.

Theatro de Sent entorno.
A cidade do Hecjfe, gragas aos esforcos de ara
hornera ineangavel, j tem nm ponto de reunio,
onde pode de ora avante saciar completamente a
sede dedistraeco, que deado-o larawtawalincen-
dio do nosso Soiim IsaM tamo .m amarga-
rado.
Abertas as portas de theatro defiaom- Aoiouio,
obra prima de magoilicoaoia-a elwgoaaia, estreou
e j exhibiu segunda e lenoeira renrmeaucoes a
corapanhia franceza de boune parieiaases, coolra-
uda pelo Sr. Dnarte Coimbra.-
Assi? timos aos primaires e- -aoooassHua' traba-
lhos, e as impressots que nos produz.ram levai-
nos coaviccao-de qne o Sr. Gllmiia tei feliz na
escolha da aeus ontraudos.
A corapanhia peqoena, comsoo'Se aaaaas de
seis artistas, sel tres daraaa.a tras cavall.
desles artistas, porra,' cinco &*> para an-faier a>
exigencias de soaso publico, a sane raaatoaaoi-
selles Brescia o Choiberl a ea ^aa .Maria, Caaos
e Rayuaud. As suas vozes nao provocam admi-
N:in s o pareatesco, que uua pode obrigar a
ajoelbar junto a um tmulo ; a amisade, esta so-
bre affeigao, que prende a liuuianidade, pode igual-
mente trazer-nos junto de um sepulchro. B* pois,
como amigo sinaem d aquelle, qua.pardea o sa-
jo, quo Ihe araeoisava a vida, que derramo ama
lagrima sobre a cimpa de urna crealura, que sou-
Ue, eniquauto viva, por sua oadade i angota v> -i
e aingella acnabi.idade, por suas virtudes e bem
corago a todos capiivar e prender I
Depois de longos soffrimentos, que da.repente
se aggravaram. morreu a 8. de agosto prximo
lindo, em Pars, aondo tinha do procurar memo-
ra a sens maics, I). Argemira, extremosa esposa
do mea amigo Antonio da Silva Ferreira Jamor.
Creattira singella, amanto e dedicada, a fluaia
se desrmgnia por essas qualidadas que toman a
mulher o ajo uaa coosolacoes c a providenciado
lar.
Filh. obedieDt!, e amante D. Argemira, tora;.u-
do os exemplos maternes, sonbe sor esposa extre-
mosa e liel, mu carinhosa e previdente, senoora
humana, mulher cardosa e bene cenle, alma re-
ligiosa e temente a Deus.
Nunca deu o menor dosg03to a seus pais, nua-
ca a mais ligeira ouvem da de.siot,'..'ligenciapertz}r-
bou esse casal: os QJhos sempre tiverara onu
mi e os escravos o a pobreza de sua ralo recose-
r m soccorros e bens. Sua vij3 foi, como a da
llor, |ua onmur, hece exhalando pari'umea, qua se
traduzem por outros tantos beneficios, por dws
passados na paz e na felicidade domestiea.
E, entretanto, ni foram poneos otdlaa, qui
viverara unidos o fslizea esses consortes. Casan-
do-^ em 1856 s os males physicos perturbar :
a felicidade do seu existir, e to agora a morte
veio quebrar ea unao inalterave!, cojos beiis
dous esposos gosavam.
Foi em Berne, a o d'aquelle mez onde om datar
de amisade levou a finada e seu mcoBsolavel to-
poso, q:ie o mal, apresentando maior eravidade,
levou o sustt e a periorbacao ao selo de aus la-
milla, que, regressando precipitadamente a Pars
vio augmentar os symptomas fataas, fazendo sne-
eumbir a esposa fiel e extremosa nos bracos de
esposo, que exuemocia de angustia, dos filhinhos,
que a idolali avara, longo da patria e dos amigo,
une, como eu, boje, saudosos, chorara por nasa
vida t depressa exmela, e que ainda na torta
dos anuos poda, se Daus nao tivesse ootranoana
ordenado, continuar na t?rra a fazer a alionade
da sua familia, a ser apreciada por toaos, unan-
tos a conlieciam, sen Ju a Providencia dos pobaa*,
que chorara a perda d aquella, que tanto os ese-
corra I Hoje nao resta mais, do qua oa ateriam
despojos : a alma radiante vean a eternidade, a
receber o premio de suas virtudes.
Attenne essa esperaaea o pranto, que vrteme*,
as saudades que sentimos.
E tu, amigo, que vjuvo de ffeigoes dessa ainu
que viveu la unida durante lanos dias de taa.
vida conjugal, resigna-te com a vontade dp Ee-
oo, e, embora seia, legitima a toa dr, aSe ts en-
tregues a ella : mas como christo, saffrst resig-
nado o golpe qne to profndameos 1 ferio, e
nos penhores queridos de la unie, neipetba
aquella, que desta vida s levou aTeuoea-e au-
dos.
E tu, alma ebeia de amor, qua veae-to ao eaw
do Omnipoleate, s tamben tesierauuha doean-
do pranto jue aqu verlo pelo teu passamanaa
&
AO PUBLICO
No proposito em que eston da nao rnajmjir
aos offlcios do Exm. Sr. provedor da Ssata Caja
antes que todos estejara publicadas, srxo naga
prompta contestagao os que hoja publica o Diario
de Pemambuco; mas nao posso deixar de
ao publico que nao se empressione com a.
delles. Opportunamente bei de mostrar a mat
com que elles foram redigidos, sem outro 8m "ti*
nao seja o de afeiar factos que nada tem dsiejb.
Feuo esto pedido nada mais direi.
Becfe 1 de setembro de 1870.
J. P. Barren de MfHo Regq,
Lemos o artigo de CG^uboMQio b Ota-
rio de tiootem, acerca da que tio do ave-
nenameDio dos irroos Sa e rMrmqafinuae pedimos a seo autor, qoe. nao miljfciio
uota sofreguidia por ver discutida unua
qiesto de lamanba hr/porramia, oa ranal
estaraos certos, que as nao de eagmtaf
n3o s os meJicos assisteniss das am b>-
nados, como os que foram oovidos- eqpoos
ferencia. Nos por nossa parte |Jl qai^Up|U!i
tratar do objecto depois de cbegareoLOs
saltados das analysos chimicas da Babia y
i >


Diario de Perar.tiirj**> Saxl* eir t de
< /
forr
do Pars, e )go depois\da
pnmaira put a do asistentes,
cosr quero de cario ido estaremos de ac-
cordo era vista |4 Mas variados diagnosti
ra intil
ira as fiase, que tris devem
anaiysw himicas, e por Unto
t-aiia-'pacwacia por al(raut tonpo asis, o
calUboratr * wrw, deixe sospeosa a
pinio pirtrtUt'itt o.ttoawato ado para
receber os neeessarios esdaracimentos.
O artigo a qas nos referimos aos outros,
qo te (lo publicados seo assigaatara, e
que mais lem concorrWo para embarazar o
juio, que o publico ter de tomar depois
das cnveotenles xplicaeoes dadas por pes-
aa*i4 competentes.
Reate 2 de setembro de 1S70.
Jodo da Silca Ramos.
-------- .
Mote
Pucho tambem miaba caria,
Bancarta as vezes faijo.
GLOSA
tisio da pretmha Marthc,
Sustento certa lilauea,
Intimo de rocita audacia.
Pucho ta i bem mioha carta.
Quero ver se assim se aparta
- De auna o tremendo lafo
Que me poe era discompasso.
E quando me jolgo airoso
Veu de ventas ao cheiroso
Bancarta as vezes {ac.
O tkantasma.
COMMERCO.
tyfftn
Bipoeto di ?3tpor9*f*6 no di S d
nqoto
Na barca pateta Garette, par* Liverpool,
carrejaran : Jotmsfoo P. 1,190 sweas
com %,2o0 kilos de fgoda
No patacho beipaatHWMwBo, Wti Btfe
lona, carregou : Thome iflws, A" (arios coin 16
kilos de algodo.
tEGBBEDORlA
RRNDAS IrtTBRNAS ttt-
|B PKRNAMBBOk
i..... A*mim
CONSOLA BO
dendirnenlo do dia 1 .
PROvlNCAL
2:193^5
PfcA^A BO RECIPE 1* DE SETEMBRO
OB 1870.
. k$ 3 i/8 HORAS DA TA1DI.
fiamM sobre Londres 90 dVv 20 d. por 1*000
(hontam).
Mesquito Jnior.
Pelo presidente,
A. P. de Lanas.
Pelo secretario,
ALPANDEOa.
H-adiosr.310 do aia 1 44:078*235
MJVIMfiKTO DA ALFArTOEGA
fMiaaies entrado cut azenaas
uem ide:-i coa) gneros 8
8
v iiujces sahidos eom fazenda
dem i den) eom gneros
323
233
------558
D.?searregam boje 2 de setembro
ho portuguez Restauraeomereadorias,
Bngtte inglezD'utoedem.
;ie italianoScrpianrfarinha de trigo.
Importado
Batra porlugveza amelia, vindn do Porto con
x'ijnaia a Bailar, & Olneira manifeslou :
caixa' louca ; a Joaquina A. Pereira.
C00 liabas vime, 11 barris e 12 caixas vinho, 3
barricas sement* ; a Panto los Gomes 4 Costa.
4 eanastras alho ; a A. Guedes Vleme.
100 ditas ditos; a A. J. de Arantes.
1 caixa calcado ; a Antonio da Silva Campos.
1 dita carne salgad* 1 dita iraagens, 5 barns
v-nho ; a J. J. da Costa Maia.
1 dito carne salgada; a A. J. Antunes Guima-
raes.
fl ditos dita ; a J. M. Palmeira.
1 dito dita ; a Aodrade & Maia.
4 caixas cera ; a E. R. llabelln.
200 saceos farello; a David Ferreira P>altar.
1 caixa ferrageus: a M. N. da Fonceca.
3 ditas ditas; a B. J. de Araujo.
2 ditas imagens, 30 ditas vinho : a J. J. da Cos-
ta Pinheire.
10 volamos movis : a H. de Castro Soares.
12 ditos ditos ; a Rucha, Lima & Guimaraes.
2 ditos ditos; i F. de Paula Penna.
37 ditos ditos, lo barris pregas; a Jos Joaqim
d<* Lima Bairlo.
1 dito vinho ; a Audrade c Maia.
t2 ditos dito ; a Azevedo fe Irmi.
1 dito dito ; a A. de Paiva Ferreira.
18 ditos e 31 caixas dito ; a Manoel Alves Fer-
reira 4 C. .
5 ditas dito; a Joao F. Barges Ferreira.
20 .litas dit ; a A. V. da Silva Barroca.
100 dttas dito ; a A. L. de Oliveira Azevedo
AC
1 dita dito; a A. J. Ferreira da Canha.
1 dita ditr) ; a Lniz de Mora-s G. Ferreira.
:;o barris dito; a Flix Peroira da Silva.
13 ditos lito ; a Marcelino J. Gonralves da
Fonte.
7 ditos dito,' 1 caixa papel; a I. J. de Castro
Monrar
;) barris vinho ; a J. F. Paredes Porto.
1U0 ditos ditos ; a J. A. Fernandes Fradique.
10 ditos dito ; a Oliveira Filhos & C.
21 dito* dito ; a Seixii O Borges.
i dito dito; a Monael Jos de Souza.
2 ditos dito ; a F. J. Tinonco de Souza.
1 dito dito a F. F. Baltar.
1 caixa dito ; a A. Pires Ferreira.
1 dita dito, 2 ditas drogas ; a Barthblomeu & C.
1 dita ditas ; a A Caors.
300 Hacas vime; a Manoel Pereira Lemos.
66,165 litros de sal ; a Baltar, Oliveira & C
30 caixas vinho, 10 ditas ponada ; ra J. D.
d Alrneida Costa.
1 dita roiudezas-; a J. C. da Silva Pinto.
2 ditas ditas ; a Alves 4 C.
' 2 ditas ditas; a Guimaraes & Luz.
5 ditas louga; a Manoel Jos Dantas.
1 dita retroz; a Jos Lniz Goncalves Ferreira
23 barris pregos; a Angelino Jos dos Santos
Andrade. .
1 caixa obras de prata ; a Jos da C. Oliveira
Fpieiredo
1 dita pentes; a Manoel Joaquina Ribeiro
ti ditas ferragens ; a A. Jj? dos Santos An-
drade.
5 ditas miodezas ; a Jos de Azevedo alaia e
H Iva.'
34 fardos cordas ;a*Manoel Jos de Ajuiar 4 C.
116 barris e 120 caixas vinho, 2 ditas iraagens ;
a Cimba Irmao 4 C
12 ditas dito, 6 ditas e 3 barris carnes, 1 tardo
tiras ; a llenrique l. de Oliveira.
11 caixas miudezas; a l)-iiningos F. Bastes 4 C.
30 ditas pomada, 20 barris vinho, 20^ barricas
e 1 sacias arroz; a Carvalho, Zenha 4 C.
13 ditos folhas *e Innro. 7 barris e 4 caixas car-
salgadas, 69 ditas pomada ; a Francisco G.
de Araujo.
ditas ferragenj, 4 barris pregos; a Rodrigues
rreira4 C.
27 ditos ditos, 18 caixas azulejos, retroz e pen-
: a S Leito 4 Counbra.
200 rodas de arcos de pao, 27 fardos folhas d
,. 1 caixa inwgens, 110 dius e 22 barris vi-
a Soares Primos. t
: ditos, 8 raudos e 39 caisas ferrageus, drogas,
ras de louca ; a Carvalho 4 Nogueira.
oejo ; a J. M. da Rosa /4 Fi-
MOWMENTO DI PORTO.
-------------------------------------1--------------------------------------------1--------------------------
fiatioi enfraios no-Mu 1.
Rio de Janeiro e pahia5 das, vapor ame-
ricano Memmit, de 2,oOO t.eladas,
crfldrartjarrte W. Welr, ^pagm'$6,
carga eaf e outros gneros; a Henry
Foreler di C.
Porto40 das, barca portngueza Amelia.
de 388 toneladas, capito Domingos
Goufaivcs Maia, equipagem 17, carga vi-
nho e outros gneros ; a Hallar & Oli-
veira.
Nattos safados no mesmo din.
AracatyHiate brasHeiro fhssa Senhora
dos Navegantes, capit3o Antonio de Sou-
za Castro, carga varios gene^.
Ilha de S. Migirel-^-Patacho prtrtogue Jf
chaelensc, capito Francisco So'Jr de
Medeirns, carga mel.
New York e portos intermediosVapor
americano Merrimack, commandanle W.
Weir, eom a mesma carga que trduxe
dos portos do sul.
EHTES.
Secretaria do governoda Pernambuco 31 de
agosto de 1870.
EDITA!..
De ordem do Exm. Sr. vicepresiJente da pro-
vincia e de eonurioidade cora o djaposto nos arts.
41 e 48 da lei u. 963 de 25 de junho ultimo, se
convida as pevoa que qnraerem contratar a cons-
trueco do eafneio destinado para servir de pac*
da assembl legislativa provincial, orgado em...
205:41?99S a apresentarem snas proposias em
carta fechada ao niasmo Exm. Sr. no da 30 de se-
htembro prximo vindonro, sob as clausulas abixo
transcriptas, certas de que o pagameuto ser eilo
pela forma determinada no 2a dos arla, cima
mencionados que abaixo van copiados, devendo 06
propnenles declarar em ditas propostas os nomes
do engeuheiro e mestre de pedreiro que devem
dirigir a uf.ao da obra, assim como o do fia-
dor do eontrato.
clausulas Para o contrato.
Art. 1. A obra do edificio da assembla pro-
vincial de Pernambuco oreada em 205:4194993,
ser executada segundo a planta e aetalhes do or-
namento sob as vistas de um engenheiro fiscal.
Art. 2 A obra dever ter coraeco no praso de
um inez e coocluida dentro de tres annos a contar
da approv^qao do oontrato, sob pena de um'a mul-
ta de 5:000a para cada urna das crradiroes.
Art. 3. Todo-o material antes de ser emprega-
do ser examinado pelo engenheiro fiscal, e aquel-
lo que l'or regeitado ser immediatamente condu-
cido para for;> d 200^000.
Art i. A inspeccao da obra flcar Mrgo do
director das obras publicas, ou de um engenheiro
da mesma reparticao por elle nomeado, licanrto a
seu arbitrio demittir qualquer empregaio, pedrei-
ro, carpina i u servente?, se assim convier ao bora
andamento e execncaa da obra seu cargo."
Art. 3." Os pagamentos sero fetosem seis pres-
tacoes ipuaes saber: a primeara no cometo da
obra ; a segunda logo que tiver recolhido toda a
madeira para a mesma obra em armazens destina-
dos para igso, devendo ser esse recolbimeoto den-
tro je sei3 mezes contar do cometo da obra, sob
pena de urna multa de 5:000a ; a tercehra guando
as paredes estiverean na altura do pavimento supe-
rior; a quarta logo que estiverem om estado -de
receber a rnberta ; a quinta depois da coberia e
telhado concloido; a sexta na conclaso da obra.
Art. 6* Para o mais que nao vai especificado
seguir-ss-ha o que dispon o regulamento de 31 de
iulho de 1866.
LEI N. 963. '
Art. 41. As arremaiacoes de qualquer natureza
sero realisadas na thosouraria provincial, pre-
gao sendo os contratos de empreza feitos perante
a presidencia por meio de propostas discutidas e
informadas pelas repartieses competentes. 0 ter-
mo de contrato, porm, ser lavrado na thesoura-
ria provincial.
Art 18. 0 presidenle da provincia, dentro do
exercici i de 1870 r. 1871, abrir oro crdito exira-
ordinario de l,2O0:0O0000, em apelices emiltidas
ao par, vencendo o premio de 8 por ceo:o ao anno,
sot) as condiroes segainteg :
i. Teda"importancia deste crdito ter appli-
caao especial : 1* continuacao da estrada da
Victoria at a pooacao de Gravat, inclusive a
ponte ; 2" de Goyanna at Pedras de Fogo 3
de Trombetas al o povoado de Capoeiras ; 4"
conslmcij de urna ponte sobre o rio Una; 5
de ama dita sobre o rio Capibaribe em Pao d'Alho ;
6" substituirn da ponte de Allogados; 7o reedi-
ficarlo do theatro de Santa Isabel; 8 construc-
cao de urna paco para assembla provincial; 9
de um pssseio 'publico ; 10 coniinuaeo da es-
tradada Escada pela antiga direccao ; 11 dita
dita de Haribeca e urna tyinte no rio Ariquind e
outra na passsgem da estaca? de Agua Prela para
a villa do mesmo nome.
2.' A emissao de apolices ser feita a propor-
cio, qne fr necessario pagar trabalbos conclui-
dos, ou quando seja necessario troca las por nu-
merario.
3. As obras esp?ctfieadas no 1" sero ext-
ernadas por meio de compasbias, eraprezas ou pe-
queos contratos, confirme fr mais conveniente
aos interesses da fazeciia provincial.
1." A troca de apolices, por numerario s
ser realisada quando, para a exeeu$ao de alguraa
obra fr isto preciso.
% 5* O presa lente da provincia dar un regu-
lame.mo yara axecuco desta operreo de crdito.
Antonio Ana-^s Jacome Pires, official-maiof sor-
viodo de -"Metano.
i iiii. aj______[i_____..
BECIARACOES.
rente mi. pi
18 h
100 pos de laei
16 paos de ginipaao de 12 palmas de iviiprin
to, 400 libras de pregadora Je zlneo, 30 cadernos
da aapeliBattaborrao, 100 folhas de paprf PW-
do paf fiiaBJfts, TOO folhas de papel' Ho para
mappas, 60 grosaa de ponnas de ac, 6 verfonteas
de pioiispara pao oe cfttello, Ubdo.de ootnpn-
mento 35pea e |rbasu/a no neio 7-pdlBgadai de
dimetro, e 6 vergottteas do pln^o para tnsstro de
escalerea* lendo de cbmprimento 23 p* groisu-
ra lio ftief de 6 1|1 polgadas de dimetro.
Sala das sesadas do fonselho de compras navae.
! de seumbro de o70.
O secretarlo.
___________Aleandr Rridrtges dos Anjos.
Relaco das carttSTcgi$iralas, procedentes
do sul e norte * ii^rii, existentes na
repartico do c*)rreio~a 30 de agesto
de IWD.
Andr Alves Gama, Bernardo dn Costa-Vatente,
Bernardo Gomes de Abreu, Hemtero los Yfelk>
da Silveira, Hermenegildo Flrmino de Lemo, Je&o
Antonio Gomes GurhiSritos, Leh Jos Prag, Ma-
noel Gomes de Mello, Sancho de Barros Pimentel
ti), Tbfcias Bal-feto de Menezs.
. O enea rregado do" registro,
' Manoel os PassosMIratda
AMANHAA
til mam
DA
MUfrO APPLAUDIDA
i)iiciiiitnLiii\ ,
NO
GRANDE JARDIM
DA
IIPERIiL
FABRICA DE CERVEJJ
35Ruaalfiftnra1 Vidorino--5
SEXTA-FE1RA E SABBADO.
Principia as 7 1|2 horas da non te e Hadar
10 1)2 da nute.
Programmas n* entnda.
Preco de entrada liOOO por cada pussoa.
THEATR
MPREZA--COIIBIA
COMPARHIAFRANCEZA.
RECITA EXTRAORDINARIA
EM DESPEDIDA
DA JOVEN RABKQlilSTA ROMANA
Domingo \ de setembro.
Dedicada aoi distioctas corpns eommercial
aasta praca e acadmico da Faculdade
de Direito uo Recife.
Logo que a orohestra teoha execotado urna de
suas mais brilbantes OQvertnfaa dar principio
o espectculo que ser dividido em tres par-
tes, pela forma seguiste :
PRIMEIRA PARTE.
Mr Carn cantar a muito applaudida canean
cmica _j
LA MANDOLLxt A DOl'.LO.
Em segnida, a joven rabequista Egeria execu-
tar em seu instrumento variacoes
DO SOUVEXIR DE APLES.
Maderooisolle Marlette execular a chistosa
cansoueta
LA CA^OTIRE DE SAINT CLOUD
Finda esta o distinvto pi ofessoar do piano o Sr.
Casalbore, que generosamente s* presta a coed-
juar a menina Kgeria, exeentart o irecho cac-
teristico para piano intitulad >
LA NOCE D VILLAQE.
Mr. Maris cantar o bello r-maneo
\ \.\ HOTTE.
SECUNDA PARTE.
Represenlar-se-lia a muito applaudida opera
coniic.i em un acto
LA CAN.N'C DU.i GRAND HOMME.
no qua! tomara parto os diatinctos anisias Mr.
Carn, Raynaud, mademorselle Choiberl e Ma-
riette.
TERCEIRA PARTE.
Mr. Ravnaud cantar o lindo romance
LE TEMPS DES CERISV,
Em seguida a menina Egeria tocara urna phan-
tasia sobre os motivos da epera
l&DJilt'JjJ-
Mademeiselle fireccia, desempenhar a mu
linda cancao '
LK SABOTS DE LA MARQUIZE.
Em seguida o insigne maestro o Sr. AntonBi
tocar ua sua rabeca o andante da cas*adiva na
opera
NORMA.
finalisando por urna serenata de sua composicao.
Mr. Carn desempeBhar a cancao typo de sua
creaco, intitulada
AII i MALHLR.
Finda esta, os insignes maestres os Srs. Casal-
bore, Antonini e menina Egeria. tocaro o grande
trio da opera
TRAVIATA.
A menina Egeria resolveu dar mais este espec-
tculo, dedicando a presente recita s duas da-
tinctas corporaeoes cima mencionadas e a todos
os pernambueanos em geral de quem opera todo
o auxilio e pfoteccao.
O resto dos bilh'etes acham-se em rpSo da be-
neficiada no escriptorio do theatro na ra de
Joao do Rego,:(amiga--FlorefHa).
Principiar as 8 da noute.
as olla ; a Pareira Viannaji C.
198 ditas, 43 barricas e 1 fardo cordas, ferra:
s<-as, albos, cociionilbos, pomada e miudezas ;
luomaz Fernandes da Caoba A Filhos.
eanastras albos. 673 caixas vinho ; Thomaz
luino Filhu dfC:
1 ditas, 3 fardos e 18 barris ferrageus. capachos,
ivros e iniudetas ; a Tinoco & Vitalia.
caixa miudezas, livres e ferragens; Pa-
renu Vinna 4 C.
saccoa a iO barricas farello, fejo, grao.de
a tremoeos; Tasso irmos & C
60 eanastras alhos ; Manoel Duarte Rodrigues.
22 barris e 41 caixas palitos, pomada e pregos,
rodas arcos de pao; a Marques, Barros A C
30 eanastras, albos, 8 caixas ceblas; Amo-
barris vinho, 50 eanastras amo,
I Mendes 4 Coelbo.
rolbas, calcado;
a mu ralas a obra* de
Por ordem do Sr. Dr. Crandino de Araujo
Guimaraes. cnsul da nacao porlugoeza nesta pro-
vincia de Pernambuco, sao chamados os credores
dos espolios dos subditos portuguezes Antonio de
Azevedo Mai. Joaouim Antonio,, a de Manoel de
Azevedo Santos para apresentarem seus crdito
nesta chancellara do Consulado, dentro do praso
de oito dias da presente data, para depois de ve-
rificados serem pagos at.onde chejar o producto
dos mesmos espolios. Fiado o praso marcado nao
poderao >er mais droitudos.
Consulado de Portugal em Pernambuco Io de
setembro de 1870.
O chaneUer,
Arthur Aureliano Ferreira Braga.
arrobas de paso oa A palmos cola^^^^^^H
rudo qne pasear dastes limites devera sor^H
Previne-se aos senhores passageiros
passagens s se recebara na agencia, ral
n, 57 primeiro andar,'escriptorio de Ar"^
de Oliveira AxeVedo i O.
A barca Mara, cheftada do Rio dtW, se-
gu para o Maranbao am poucoi dias eom d'-*a>jra
que tiver, e por isso ^wm quizer aprovetUT^o'
boa oecasiio de cregar, dinja-sa ao consignaU-
rio Joaqnim Jo.- Goncalves Beltro ra do Com-
mercio n. 17.
COMLP
AJnbjnJa-9 dvcorirAto met e>pera-se Oa En-
ropao vapor francez Girmidr, oqual depois da
deinpra do eoardnre segnir para Bhenoa-Avros,
taiflo a Burrta; fllo de Janeiro e Montevideo.
Para coiuju^pes, frett pas-agens, trata-se
nafigeatii, rnl do Coana-rcto n. 9.
At o dia H do comente mez eapern-se dos por-
tos do sal o nnor ftfcncez Sindh,>exmmamlante
Massebet, o qual depois da demora do costume
seguir para Brdeos,tocando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condlcoe?, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
SEGUNDA PE1R A
do correnie, do papel as II horas da manha, e
re logo em segada, ao meio dia, nos luga-
res supra indicada*. 4
tita temso na estra-
da do ttangttinho
O agente Pottl, 'compeiememente autorisado,
vender em teila nm nrtgrJiHeo terreno (limitando
am* sitio do Sr. JardnyW'Joafltiim Fiuza de Oti-
^hi estrada da MakgsKmo com 337 e meio
pMMi de frente e 800* 'taftos de fondo atd o rio.
todonbrado de frente e de nm lado, tendo ] eh-
ranada agua da companhta de Beberibe (45ba!oes
diario) o pagando 301 lnuaes, sendo terreno
ajane
Terca-feira 6 de setembro
no armazem da roa do Imperador n. 16, s 11
hovas.
Ama de eit
Precisa-sede ama ama ce leite : na ra dalro
peratris n. 2, 2 andar, oa na thesouraria das k-
terias.______________________________________
Precisase de um menino para caixeir* a
taberna : ama da Senz.ila-vetha n. 80.
GOMPAIfHIA PERNAMBUCANA
VatVcgav^i* ewrtajlfi por Yjipor
PernarHlo de Noronlja.
O vapor M'iniahu eommand&nte
Julio seguir pana o porto aeima
no dia 5 do crrente a > meio dia
Recebe carga passaaeiros e encommendas, at
as 10 horas do" da da sabida 10 escriptorio
do KorU do Matl-s n. ._________
m\m 'mwm
DE
Paquetes a vapor.'
Dos portos do norte ospera-
d<> at o dia 8 do eorrente o va-
por Cruzeiro do Sul, comman-
danto capito tenente Pedro Hy-
polito marto, o qual depois da
demora do costume seguir para os portos do snl.
Desde ja recebem-se passageu os e engaja-se a
jarga que o vapor poder conduzir, a qual dever
wr embarcada no dia de sua chegnda. Encommen
las e dinheiro a frete al as duas horas do dia d;
*ua sahida.
Nao se recebem como enenmmendas senao ob
ictos de pequeo valor e que nao excedam a 5
irrobas ele peso ou 8 palmos cobiem de medi-
SiC.
Tudo que passar oestes lioiits ever se'
ambareado como carga.
Previne-so aos Srs. passagelros que suas pas
ens so se recebem na agencia roa ,da Cruz n. 57
l* andar, escripiorio de Antonio Liz de livein
Azevedo A C. .
Aracaty.
Se*rue para o indicado porto o palhabote So-
bralense, capito Pereira ; jinda r.'celn- alguma
carga a i rete : a tratar com S Leilao Irmao?, a
ra da M idre de Dens n. 1.
RIO DE JANEIRO
Para o porto acuna srgue com brevidade o bri-
gue nacional Isabel, lem parte d > seu carregamen-
to engajado : para o resta que Irte (alta trata-se
com o consignatarios Antonio L'iiz de Oliveira
Azevedo & C., ra da Cruz n. 57, lc andar.
Rt> de
Janeiro
Pretende seguir par* o referido porto com a
possivei brevidade o patacho Movli-iro por ter por-
cao da carga engajada ; pala a qne me falta e
escravos a f^eto, trata se aun n consignatario Joa
qnim'Jos Goncalves Beltrao a na do Commercio
n. 17
f
Preiendfi segnir para o referido perto em poucos
lias o pal ta bote Rositn pw ter a maior parte da
carga, a para a banca ajoe lh falta, trau-se com o
consignatario Joaquira Jos Goncalves Beltrao,
ra do Commercio n. 17.
LEiLOES.
jj barricas
ditos pomada.
i ditos e 45 bar
ateos re -egos, SOOOreSteas
s, JO barris azeite,
Coiiselho de compras navaes
O conselho no dia 5 do crreme met vista de
propostas recebidas at as 11 horas da manha,
contrata sob as condicoes do estylo o fornecimento
aos navios da armada e estabelecimentos de raari-
nha, no trimestre prximo vindonro de entnbro a
dezerabro, de vveres,dietas e outro3 objectds de
consumo seguales :
Arrea do Maranho, ataite doce de Lisboa, axei-
te doeelnetior, agaardeate delO graos, assoear
branco refinado, aletria, ararnta, assucar braoeo
grosso. bacalbo, batatas, bolachinha americana,
eangica ou milho pilado, caf em grao, caf mui
do, cha h\ ssoa, carne verde, cevadinha, carne sec-
ca do Rio Grande do Sal, carnauba em velas, fei-
jio, farioha da mandiaca da ierra, galinba, lenba,
malte, man'eiga ioglea, manteiga Iranceza, pi,
sabo massa. sal, toucinho de Lisb a, ti
1e alvenaria grossa, teiha, vinho de Lisboa,
velas stea om libra e vinagre de Lisboa.
rseiho no mencionado dia 5do cor-
Ao publico
LEILAO
Iftl. IIVROI '
Segunda-fera 5 de setembro, s 10 horas.
fi agente Pinto Jr leilio. requerimentodo
testaraenteiro do fallecido Carlas Steuber, e por
mandado do Illm. Sr. Dr. jaiz de orphos de dide-
reoles Ifvros, diccionarios, mn-iras pertencentes
ao espolio do mesmo Sleuber, e existentes no es-
criptorio do referido agente, ra da Cruz n. 38,
onde se efectuar o letBo s 10 Horas do dia
aeima dita.
I>IVIE.*$
O agente Pontual, competentemente antorisado,
vender em leilo as dividas constantes da relacao
em poder do dito agente, sendo etn vales, letras,
documentos e contas de livro, tudo na importancia
de 9:52368i, pertencentes aos herdeiros do casal
do fallecido Fortunato Cardozo de Gouva.
Terca-feira 6 de setembro
m armazem roa do Imperador n. 16, s 11
horas.
100 barricas com cimento
Romn marca M dia-
mante
Terca-felra
6 do eorrente, as ti hora? da manb.
i O agente Pestaa lar leilo por coala e risco de
qiuem pertencer. de 100 barricas marca cima
declarada cora cemento Romn viadas de Liver-
pool no navio Edith Mary, entrado nesle porto em
6 de agosto prximo passado, e sero vendidas no
armazem do baro do Livramcma, no caes do
Apollo junto fundico do Sr. Dutra, s 11 horas
da manha.
-.
DE
dd caixas com vinho Mira
Segnnda-feira 5 do crreme.
O agente Pestaa, por conta e risco d quem
prtencer, far leilo de 35 caixas com superior
viaho Madeira. o qual ser vendido em um ou
mais lotes, a vontade dos licitanles, sogunda-feira
5 do crreme, s 11 horas da manha.
*M^
4
AVISOS DIVERSOS.
A commisso, ene uregade
pelo Exm. Sr. presidejite d pro-
viincia de promover a libertaqao
de crianzas dos -xo feminino avi-
sa as pessoas que c incordaram
nos pr,ec,os offerecidospela c>m-
missao para ditas iibcrta<;oes,
due devero comparecer na
casa da cam. ra sabbado 3 do
correnfe de 10 horas por dian-
t, para ahi, assignsrem as car-
iis de alforria, e obterem ts
respectivas guia?, com que teem
deappresentarem-se na thsoj-
riria proviucial para receberem
a importancia das criancas al-
forriadas,
Livros
DE
novos
glez
em n-
Segunda-feira 5 de selenbro s 10 1/2 horas
por inMvjncJio_uYi ageute
em seu escriptorio ra da Cruz n. 38, em conti-
uacio ao leilo de Jivros do fallecido Carlos
Steuber. ." __________.
O etoprezario tem >a honra de partecipar ao
reapaitavel publico desta capital, que se 'achm
preparando para sabir :i scena em grande gala
na dia 7 de setembro, anniversano da indepen-
dencia do Brasil, as operetas de grande especia
lo
LA VAXGBUR, CHICARD E BEBE'
as' quaes btrao preparadas a capricho, quer pela
campanhia qaer pela enfpreza, a qual deixa de
dar espectaeule sabhado afim de que nao haja al-
guma falta para a boa exeenoio deste especuau-
lo : os vestuarios e mais accessorios sao eom-
pletara-nte noves. Oatro slm, a emprea previ-
ne que a epereta Chicard Bbete ornado com
um lindo CANCN.
As pessoas que atusorem bilhetes para esta es-
pectculo tenbam a bondade de dirigir-se ao es-
criptorio do theatro.
Os Srs. assigseotes tem a arlemela at ao
meio dia.
AVISOS MWITIMOS. '
AHA 1ASILBIM
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos flo suf esperado
vapor
ttal depois da demo-
seguir paraos
orte.
lamosa passafeiros e eng*
vapor poder condur-ir, a quil <
DIVIDAS
me fazem parte da massa fallida d Antonio Gau-
deipb'flo valor de 873520 ria
, m Segunda-eira 5 do correte s 12 beras
da manhls.
i agente Pestaa fva leilo pelp segunda Vti,
servindo de base a ollera da primeira e por des-
pacho do Illm. Sr. Dr. jniz e,special do commercio,
lvidas cima, i ida-fslra 5 do cor-
rele, s 12 bors da manta, no largo do Corpo
Santo n. 9. wm
Gabinete Portugus
de Leitura.
A directora do Gabinete Portnguez de Leitura
em nome da sociedadeque representa, cordialmen-
tti e com profuoda consideraco agradece aos no-
b'es cavalheiros que se dignaram com s*ia ele-
vada intelligencia xbrilhantar a fest do 19 anni-
vjrsano, que leve lugar a 21 do crreme ; e bem
aaioi a todos os Illms. Srs. que sa dignaram con-
ci rrer com objectos para ornamento dos saldes da
b bliotheja
A todos esses dignos cavalheiros a directora
pfatosta um voto de ret mhecimento, alta estima e
consideraco, por tao significativas prova.s de
atheso e amor a um estabelecimonto, que lo til
e proveitoso se tem tornado nesta heroica pro-
vincia.
Secretarla lio Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco aos 23 de agosto de 1870.
Antonio de Albuquerqaie Mello,
1* secretario.
Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco
A directora do Gabinete P< rtugnez de Leitura
sjimmamente penhorada pelos relevantes servicos
prestados por todo? es Illm*. Srs. membros qne
cpmpozeram as diversas commissoes nomeadas
pkra a festa do 19" aniversario, *iue teve tocar
aj21 do eorrente; vem agracecer a esses Illms.
Sjrs. ao significativos favores e dedicacao socie-
dtide e patriotismo, danao assim um novo lustre
ab bom nome Portugoez.
Secretaria- do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 23 de agosto de 1870.
Antonio de Albunuerque Mello,
1 Secretario.
HliHKs
E iseo Martins
Antonio deSijueira
MBAHAM-o sea escriptorio -
do Rosarlo a. 4.
para arna cstreita.
08ACHAREL
Elseo Martins
COM eierlptorio de advocada a ra estrettav'
wark n. 4, propde-se igualmente a SOLICITAR
iniOMflfir cansas perante os tribunaes desta eid-
s 3 a Urde.
Ama .
Praeisa-se de ama ama para comprar a ccai-
nhar em casa de pouca familia : na roa Imperial
n/lSO
Ami
Precisa-se de urna ama : na ra da Cadea dr
Recife n. 24, 2 andar.________________________
Consulado prt.viHC.al.
Pelo consalado provincial avisa se aos dmVr>ft-
tes contribuintes da renda provincial ao anno to-
do de 1869-70, que com < presento mez se eocfr-
ra o recebimento por esta repartico das re'per-
tivas i] un tas. passandn* dahi por diante a ser o
mesmo effacluado judicialmente.
Consulado provincia! 1* fle setembro de 1870.
O admimstradur,
_____________Antonio Carneiro Machado Baas.
O administrador oa recebedoria de rendas
internas geraes avisa aos contribuintes do imposto
sobre industria e profissoes do exercicio de ISTO-
71, que oeste mez e no ultimo de ontubro pr-
ximo tuturo que elles teem de pagar o ! semestre
uo referido i xercicio, livre de mnlta ; e que Ito*
o mencionado praso ser cobrado com a multa de-
6 0|0.
Itecebedoria de Pernambuco ! de setembfo de
1870. /
Manoel Carneiro de Souza Lacerdn.
Jos Fernandes Gomes, traspassado d.i imi-
acerba dr pela perda irreparavel de seu mnilb
charo e estremozo pai JoSo Ferreira Gomes falle.
cido em, Portugal Bu dia 2 d i mez pwxiino pas-
sado, pede a todos os seus amigos e pessoas ea-
ridosas u obsequio de ass-tirtioi a orna missa
que pela alma do mesmo finada manda celebrar
na igreja dos Heligiosos Franciscanos hoje 2 cto
crreme pelas 7 huras da manha, e desdo j;
agradece s pessoas que se dgiiarem assislir ^
esto acto de religio e candade. ___________
Na reOoafio da ra Direita n. 22, preris;i-
se de bathedores.
Alga se um molat:iib> de boa conduca
iiar;. c<>priro, do que tem ptatlca : no aun de
Ap'.llo n. 6\ armazem.
Pieci?a-se do'uui caxeirft com uiaiica.ie
taberna e tambem dnB oQiei e* de charuteiros: no
armazem do Pp.tejido do S. Pedro, largo de S.
Padre n. 1.
DE
200 barris com brea e 2,000
. resmas de papel de embrnlho
a 5 do eorrente.
Por mandado e carta precatoiia do Illm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio d'esla eidade, i reqae-
rimento de Tasso Irmios 4 C-. consignatarios do
patacho inglez BrHk, vmdo de Nr-York, o agen-
te Oliveira far leilo, precedida a competente li-
sisteocia de nm empregado flseal
da alfandega, de, sob atarea T. J, 200 barris com
eren existentes no largo da ponte nova, ao caes
do Apollo, e otis. L i (P por bateo) 400 paco
INTERESANTE C0MP0SMA0 LIITERJIUA.
CONTENDO ."
A noite do xtasis.
O sorriso.
A noite do assombro.
A lagrima
A noute do delirio.
fll Ortvsleno.
ora ama carta critica dirigida ao autor pelo
>r T. B. Rigueira Costa.
1 volume brochado 25000.
AS CENTELEAS
Poesas'patriticas sobre a guerra do Paraguay.
1 volume brochado 2*000
NA
LIVRARIA FRANCEZA
TNDISPENSaVEL PARA O COMMERCIO DE FA-
ZENDAS. i #
Tabella comparativa dos precos de qualjuer fa-
lto da.
Pelo metro nos precos pelo covdo desda- 50 rls
at 4*975.
Pelo eovado nos procos pelo metro desde 50 rote
at 3**75.
1 I folha ntidamente impress. 2*.
Livraria francez.
Chegando ao conheeimeirtn do ;>lia xo assign. do
que. oo obstante a publicaran feita pelo mesmo
no Diario de Pemambue'i de l't de abril do cor-
rele ano, alguem pretondeu comprar por vint
e seis cont? da ris o eng-nho Dous Bracos, si-
lo na villa de Serinhaem e mais seus perienc. s a
accessorios s acham em letieio com um creaur
uznrario desde 9 de julho de 1844, em que se pro-
i-ednu luinulluariaiimnlo a pilonara em tidos os
hens do seu finado avo Lniz Jos de Ara ojo, de
quem o abaixo assignado Ilegitimo berdeiro, co-
mo tambem legitimo berdeiro possuidor da pnt-
nnedade denominada S-..bradmliosito na villa Jo
Bonito, cojos bens imporlaiu em mLis de cinrut'a^
ta contos de ris, constantes do engenho DrfUs Ilia-
cos, moente e corrento, com vinte e seis esmww,
iiinta e seto bois mancos, muits i|iiartios,~i|oalr->
cavaltos de esli ibaria, uina i-apella com turtos o*
paramentos acesaarios, mais urna safra eolhMa a
outra creada, ludo descripto no inventario da fhto
sea av, de cuja heranca. deixada em leslanwwn,
foi o abaixo a.>simi ido i-?bulhado, como em h*tnp mostrar : por isso apre.?sa-?e em protestar en-
tra semelhanie esbulho, (|ue o reduzio a extivtua
pobreza.
Sendo certo, que para pagamento de gituit*-*
nao verdadeiras na importancia de trezeconii- 0*
ros, foram todos os bens do finado seu avd Lwa
Jora de Araujo penhorados, e como em breve, ie-
uha de Djustar contas eoaj esse credor inexoravel
e usurpador, qne para isso, se aproveilou da in-
fancia e orphandade do abaixo assignado, vem pe-
lo presente, declarar, que ningnem contrate, nem
compre o engento) DousBrac.is. nem os seus ac
ces?onos. nem bens alguns do lina o Lniz Jos de
Araujo, aliin de se nao chamarem a ignorancia.
O testamento existe, em breve ser ubUado.
afim de convencer ao publiclos juizes^e aos tri-
bunaes do paiz, de ijue parto est a razia e a jns-
lica, se do abaixo assignado, ou de um credur
usurpador, bem conhecido nesta eidade.
Recife, 31 de agosto de 1870.
Joaqnim Corren de. Araujo Jnior.
Engenho, engenho.
Aviso vantajoso para o serrhores de engenho.
N. B. Pratica,paciencia, e adiantamento em poi-
cos lempos. Um estrangeiro com pralica ba ibus
d dez anuo, de ter ja ensnado em alguns enge-
nhos desta provincia, se .ffereee a qualqu*r se-
nhor de engenho para e.nsinar oao s as primeiras
letras ant s de um anno, como o flanee; com per-
fecao e em poucos temos (m'anno) : qpem
pretender dirija carta fechada com a sua residen-
cia, na ra das Triuclieiras n. 50, loja, com a>
inicaes B. A- B., ou na na Diraiton. US. botica.
i luga se
nm grande sitio com urna grande casa con 6
qnartoe, despensa, 2 sala-, (Minha fra, om gran-
de terraco, boa cacimba com lamine, no Manteire.
na ladeira dos Mudos, estrada do Arraial^ distan-
cia da esiaco do Monteiro 12 minutos : a tratar
no mesmo._____________^^________
Ama
OlTerece-se urna boa ama e de boa conducta
para casa de hornera solleiro : a tratar na infama
de S. Jos n. 20. _______________________
Am i
Precisa-se de urna escrava ou f rra, que saib
cozinhar e favar, para urna pequea familia es-
iraogeira : na praca do Conde d'Eu n. 30, primei-
ro andar. ________________________
AMA
Preciaa-se de uoi ama que nao seja mnito nw>ca
para casa de pouca familia: na ra do Duqw e
Caxias n. 25 (antiga ra das Cruzes).____________
Ama
Narua velha de Santa Rila n. 66, precisa-se de
urna ama secca.______________
sL
Dom ngo 28 de agosto desappare-
eeu da ra do Coramerciq um fcur-
ro pequeo, cor rudado.caod com-
prida, dinas cortadas corta, cata
eaugalha, sendo a cangalha de ferro: quem o pe-
gou ou quem dalle der noticia, dirua-sa a raa aa.
Matriz da Boa-vista, sobrado n. 48, que se recom-
pensar. ________^________________
Leal 4 Irmao a roa do Mrquez
Olinda n. 56 precisam de um feitor para rf
eogenbo Booito commarca de Nazarea e o-
ferecem vantageos.

1


io de Pemamlraco Sexta feirs 2 tle Setetaibr
I
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rSSo
(Jnerino Candido de Vasconcellos.
juim Cavalcanti 4e Albaquerqne Mello Filho
Pombal).
Jewiao Augusto des Sanios Fragoso.
Virissimo Crrela de Lyra (Croangi oa Vfcencia.
Joquim Esteves de tjouvia (Una):
Jos Hermino Ponina! (engenho Preferenca).
Fernando Barata da Silva (engenho Morojo).
Manoel PoHcarpo de Azevetfo.
Antonio Gomes Coraeiro de Mello.
Eduardo de Paula Santos.
Francisco da Silva Porto.
Juvenal Torres.
Thoro Joaquiro do Reg Barrp%____________
A Teraueira an
&Bei
KsU taraba atada com vanttjotna rtaolia-
dos nos padeci orgos do pello,
cono asthma chamanto de eatharrot,
inBamacao de bofo, e na pthysiea; re-
corr mendan do-se com igual prove tu as pessoas
convaleoeptes.
Unico deposito na phirmacla e drogara.
DE
Bartholomen & C.
34Ba larga do Rosario34 ______
i S5
Este antigo estabelecimeno, acha-se hoje montado numa
escala de poder servir vantajesamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cajos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
3IORE.IRA RUARTE .
Acaba de sahir a luz
MOFINA

OM
BRAZILIAN STEET
RailMiiy Company(Limited)
AVISO
Ud domingo i de setembroem diante, os
trens nos iloiiingos e das santificados par-
lirlj pela tabella segtiinte :
MANHAA
no RecifeAs 6, 7. 8, 9 e 10 boras.
Do Apipiios As 7/5, 8/5, 9/5, 10/5 e
11/.'i minutos.
TARDE
Ua-Recife-i. 2,3,4, 5,6, 7, 8/15 e
i/15 utimos.
' Do ApipncosS, 3, I, 5, 6, 7, 8/20 e
9/20 minutos.
As i.ibtas novas podem ser procuradas
do lia 2 de Miembro em diante ua estaco
d Rwifr,
N. B.As partidas 'ios trens nos di as de
trabadlo ule Boffrem aiieracjo alguma.
'.s.-i-ipt -rio da campanilla, 31 de agosto
de t".
Wtilia m Rawlinson.
Gerente.
COMPMHIA
DOS
TEMOS MAJOS
ftEClFX A' OMSTDA.
Compra-s durraentes de toticica e secu-
. amarelio. sedro e aiueira, de 10 pal-
io s de compridoa e 8 polegadas de largu-
ra e 3 i 'i?- errossura na estaco da ra
da Auror? das 0 horas da manhaa s 6 da
tarde.
Uerjfe, 17 de agosto de 1870.
O supreintendente.
A. de Abrtu Por/o.
41] KOI
VETOT
RA ESTWTA DO ROSARIO N. 14.
.i,. qu; ; tod d nimereiofaltava nestapopu-
) a, eidade itin ertabeteelniento em que se compre
la toda a quahdade dn roupas feitas novas
veUuui, ubi basir pie se denomina em Paris
l'rir e Brar. E' arte u n-iabelecimento que se
; lina a i ialreila do Rosarios, 14. Asslm,
i.i^. ,,., i,.... v n i|uiaerem vender, ou com
pr*r repa i ivas oa velhas e todos os mais
domestico, inclusive trem de
rusinlia, peder i .(. qnlralar, e offerece-se para ir em
.:! i i!.i- preieimentos para elTeciuar as compras
i \ :>-.i-.
Monte i'io P. pernambucano
5.' i(",i ,|.i directora sao convidados todos
im Si-. khiVi para comparecerem no dia 2 de
Miembro do c-rr*>ntfl as 7 horas da noute afim de
it luyar a aS|ei rufmente das cunta.
>i .f-,..ii-i.i d i Monte Po P. Pernambucano, 31
de agosto da |870.
I' secretario.
Candido Jrn de Ges Telles.
\
m i oo
Ao< 5:fi00|000 e 20:000^000.
DA PROVINCIA E RIO DE JANEIRO.
Hillietes garantids da provincia, ra do
Baro da Victoria n. 63 (outr'ora Nova)
O nliaiKi a>sgoado participa ao respeitavel pu-
Mir> e com ';s|iecialid;ide aos amantes do ouro,
i|ue abri a vincia, a- va a venda os muito felizei
lnHieto> do Rio de Janeiro, pagando qulquer pre-
mio que s.'r u ir s.irte someote com o descont
da i .ga com a maior brevdade posslvel
Ri'betes da proviheia.
I'iieiros 65000.
Meios 3*000.
ijaartog ii-OO.
Ce 1905000 para cuna.
ioteiros :;i00,
2*700.
Quartos 1*3.10.
Bhit? do Rio de Janeiro.
Inteiros 24*000.
I?000.
i los 6*009.
icio Jiaquim da Costa Lita.

M DE OLIHDA.
Theatral Olindense,
do conreino aJmnis-
. na casa do theatro,
rana dos no-
icios,
inindo que a falla
iieadida por
de O:
lario.
o, qae-
RESTAURANT DE PARS i
4Ra das Larangeiras4
O proprietario deste e5tablecimento, avisa ao respeitavel publico desta
cidade, e as pessoas que o honrar com sua conflanfa, que acaba de estable-
cer a seyuinte tabella.
ALMOCO 3PS.aesM'ber-
Pao
Caf ou cha.
1^000
Sopa.
3 pratos a cscolber.
Vinho
Sobre mesa. ?
Caf ou cb.
10000
DAS 7 HORAS A MEIANOITE CE^S^GJJN^AJ^B^LLA
'"'W>'
JAOT1R
GRANDE
Roga-se ao Illa. Sr. Ignacio V.eira de Meno, es-
crivio na cidade de Naiareth desta provincia, o
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a i oncuir
aquelie negocio que V. S. se comprometleu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de detembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, e na la cumpriq,
e por este metivo de nove chamado para dito
fim ; poi* V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito anuos, e qaando o senhor son
fllfio se acbava no estndo nesta cidade.
Teoas ou pe-rpiutas
Vende-se a pfopriedade Gnarapes no Rio-
Grande do Norte, cora ierras casas e armaiens
de utn e ontro lado do lio, lugar beir. conhecido
pela sua importancia cmmercial, enjo porto offe-
rece muita fadlidaiJe para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se veade o engenho Jundihahy (na
mesma provincia) moente e correte, com cinco
leguas de ierras de maltas virgens, otto escravos,
bois, bestas e alambique ( ou sonjente o emgenho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos precos,
e umbeii se permutan) por engenhos nesta pro
vinca, Parahyba e Alagas, ou por casas as ca-
pitaes das mesmas: tratar com o proprietario
raajor Fabncio Gomes Pedrosa i roa da Cadeia
n. 25, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte._____________________________
D. A'! BOWIHAN
ENGFNHEIEO
Com fundiqo.
A RA DO BRUM N. 52.
Passando o thafariz ,
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fnndido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros moitos objectos proprios d'agri-
culiura.
Tudo por prero muito redazido.
E
Vende-se
NA
Livraria franceza.
IIVMOTA
ou
I
DE
NOSSO SENHOR JESS CHRISTO,
MARA SANTISSIMA
E
VARIOS SANTOS.
A saber:
Setenario do Senhor Bom Jess dos Passos.'
OfUcio do Senhor dns Passos.
Novena do Menino Deas.
Novena de N. Senbora da Concecao.
Setenario das Dores de Mara.
Offico das Sete Dores de Maria Santsima.
Novena de N. Senbora do Carmo.
Offlcio de N. Senhora do Carmo.
Novena de N. Senhora da Peona.
Cnticos de N. Senbora da Peoba.
Novena do B. S. Jlo Baptista.
Novena da Senhora Sant'Aona.
Trezena de Santo Antonio.
Novena do B. S. Jos.
Un bonito volme encaJernado.
2$000.
CENTRAL
37Ra 11 de Dezembro37
(Ou*r'ora Larg do Rosario)
No muito conhecido HOTEL CENTRAL encontraro sempre os nossos innmeros
freguezes notaveis raelboramentos, indispeneaveis para commodidade dos Ilustres lie-
quentadores.
No HOTEL CENTRAL encontra-se-ha constantemente tudo que de confortativo e
deleilavel se pode encontrar em um eskabelecimento desta ordem.
Assim acha-se all urna encllente casa para banhos, um salao todj aleando e
guarnecido de ditans, piano, j irnaes nacionaes e estrangeiras etc., ele.
dulce mmm
CHARUTOS
Imperiaes
Amadores
Londrinos >
Leaes
Y. de outros fabricantes, que seria ocioso innumerar.
As familias que nos quizerem obsequiar, tanto nacionaes como estrangeiros, en
contrarao os commodos necessanos.
A moralidade e boa ordem a-norma do
Hotel Central
Falla-se o hespanhn). francez, inglez e italiano.
Normas da Ilavana.
Suspiros.
Napolces
Havanas.
GUSTAVE
MELLEIREIR FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Eecife51
Chama a attenco dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico et
jeral, para a seguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por centi
iiais barato do que em outra qulquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25(5,
30, 35)J e......40O00
Ditas para homem a 35^, 40(J e 50)5000
Coques a 120, 155, 18& 20,?,
25^1, 305 e ...... 505000
Crescentes a 125,155,185,205,
255, 305 e.....325000
Cachos ou crespos a 35, 45> 55,
65, 75, 85, 95 e. 105000
Tranca de cabello para annel
500 e....... 15000
["ranea para braceletes a 105,
155, 205, 25 e .
Cadeias para relogio a 55, 65,
75,85, 95, 125 e. 1155001
Corte de cabello...... 501
Corte de cabello cora frieco. 501
Corte de cabello com lavagem a
champou...... 1500<
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. 15001
Frisado inglesa ou francez a. 50t
Barba........ 251
805000
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soires
O dono do esubelecimento previne- s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Sras. e aos cavalheires que ha umxmas. 1S PONEZA para enegrecer os cabellos e bu
talSo para tintura dos cabeUos e barba, as-j ** ^ >'^ na Exposicao Univen
v como n5o prejudicial saude, por sar vo
lim como um empregado somonte occnpa-jiati!, analysada e approvada pelas acad
o nesse servico. mas de sciencias de PARS E LONDRES
I
MOSttflM
*
i
Jm,
ADOPTADO
dS BOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
SOS HOSPiTAES MlLITAfES NA MARINHA IMPERIAL!
MANCEZA E NA MARJNHA BEL INGLE2A
de ir

por Mr Hkollot
. -sljrda toda* a* s

ADVOGAO
O DR. JOAQUIM CORREA DE AR-AUJO
tem. o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
0 Campos com armazeni
de milhados na na do Im-
pepador n. 28, vende come
no trapiche, caixss com ba-
tatas nvas de Lisboa a oito
mil reis cada urna.
A ellas que estilo se aca-
b ndo.__________________
The Liverpool & Lop-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1836.
Capital e fnmtos de reserva
Rs. 3S,80:10*.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e esiao igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamacoes.
Sannders Brothers & C,
Praca do Corpo Santo n. 11.
Grandes armazens!!!
Alngam-e.
Aiupam-seos grandes rmateos da rna da Praia
de Santa Rita Nova, onde Toi a fbrica de sabio do
Sr. coronel Franca, e ltimamente oecupadng pela
companhia de esgoto, os quaes tem porto de em-
barque e todas as proporedes para se montar urna
tabrca ou qulquer estabelecimento grande.
As canas de morada que fazem frente para a
ra tambem se alugam condicionslmeote, assim
como a casa grande, que foi morada do mesmo
senhor coronel, tem muito bous commodos e bom
quintal eparado, grande cystcrna que fornece
agua pofavel, melhor do que a do encanamento,
por ser fluvial e iivre de partculas ferruginosas,
como aquella : a tratar com o commendador J. J.
Tasso, em seu escriptorio roa do Amorim nu-
mero 37.
travessa da ra
das fauzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores i
de ouro, prata e brilhan- |
(es, seja qoal for a qnan- i
tia. Na mesma casa com- |
pram-se os mesmos me- I
taes e pedras.
Cnra rpida e infaltivel dos cut-
ios, pela pomada
Galopean*.
Deposito especial oa pharmacia de Barlholomeu
31Ra larga do Rosario34
Roti-f-nte-rheumjitico.
Remedio eBcacissime contra as dores rbeuma-
tii-as at hoje o mai. conhecido pelos seus mar-
vilhosos resoltados.
Ama
J Fe reir Tllela
lIIOTOCItAI>III 1 IMPERIAL
18RA DO CABUGAi8
A entrada pelo pateo da matriz.
Os trabathos da reedificaba desta photograplua,
e que te prolongaram por unto lempo, acham-s*
felizmente terminados e ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abril passado.
O predio em que est collocada esta photogra-
phiaacha-se mmtoaugmentado,tiparw desu-
ada ao esubelecimento conu inco salas, incJu-
sive as do laboratorio. Todos os concertos e ani-
memos lendo sido fetos expresamente para a*
montar convenientemente a photographia, e nao ae
podendo melhor modelo escoluer do qne a Pkw-
do Rio de
eumdoa
dos mais
abalisados mestrs, a nosga pbolographia acha-se
dlsposta e reedificada telo metino plano da do Sr
I. Pacheco, a qual foi modtada sob todas as regras
recommendadas pelos man destnelos professores-
de accordo com aa modifica(;des necessarias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudada pelo ha-
bilsimo e pralico Sr. 1. Pacheco.
Todo o interior do predio em qne est i nossa
photograplua foi modado deade a soleira da porta da
ra at a cubera, iendo-e demolido tedas as pa-
redes interiores para se fazerera as novas salas,
edificando-se cm novo terraco envidracado moi
espacoso e elegante.
Como sabido, fijemos orna vragem expressa-
menie corte para examioarroos as melhores pbo-
tugraphias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que-
melhor correspondeu aos nossos desejos e aspira-
coes, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo um inez esiudando e apro-
veitando as Iic5es de lao dlstincto mestre. Pen-
samos^ que Juntando os nossos estudos e longa
pralfc'a de 13 annos de photographia s ntilissiroas
licoes ultiman ente receidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos offerecer ao Ilustrado publico
d'esta cidade e aos nossos nnu.erosos freguezes
irabalhos de photographia to perfeitos, como se
poder desojar, e disto convencidos, esperamos
que conliuurm a dispensar-nos a mesma pito-
teccao com que ha 15 annos as tem honrado a
ajanado.
X O DR. JACINTHO SOARES REBELLO,
ANTIGO MEDICO HOMEOPA-
THA,
recentemente estabelecido nesta cidade,
mudou a sua re-idencia da praca do Con- ^
de 'Eu n. 32 para a ru do Imperador W
QL n. 25, e abri consultorio junto ao labora- K lorio homeopathco dos Srs. F. de P. Car- ^
@ doso Juni r & C na mesma ra n. 41, )/J
onde todos os das dar consullas do meio
Sor dia s 2 horas da tarde, reservando para
>*X as visitas domiciliares os mtervallos, que
S5 decorrem das 9 oras da manbaa ao meio
dia e das 2 s 4 horas da tarde. A qnal-
>H quer hora atteoder a ebemados, que Ihe
55 sejam dirigidos, quer casa, quer ao con-
j9^ sultorio.
CASA DA FORTUNA
AOS 20:0005000
RA ! DE MARCO N. 23.
O abaixo assignado avisa ao publico, qne com
quanto a nova lei do orcamento tivesse elevado
muito o imposto sobre os nilbeles de loteras do
Rio de Janeiro, continua a vende-los com as for-
malidades da lei, e pelos mesmos prerea abaixo
publicados, pagando todos os premios com o dis-
conto somenteda le, e com apromplidao do cos-
tume.
PRECOS. 1
Bilhete inteiro"... 24*000
Meios bilhetes... 124000
Quarlos........ 6*000
Em quanlidade maior de 100*000 na razo de
22*000.
Manoel Martins Fiuza.
AVISO
Anda est para alugar-se a padaria allema da
rna do Lima, e tambera a casa de junio : a tratar
com o Sr. Maternos Lenz, ra da Guia n. 56.
m PRIMERO E ANTIGO CON SULTORlfJ M
1 HOMEOPATHHO *
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
KesUbelecido de sua longa eufermidade
contina a ser encontrado todos os das
jipara consultas das 10 ao meio dia.
Chamados a qulquer bort.
Ao pobres gratis.
43Ra do Rar3o da Victoria43
{Amiga rna Nova).
Precisase de nma ama para o servico de
copeira : no hotel francez, ra das Larangeiras
i. 40.____________-______________
Escr va
Precisa-0'alogar urna preta escrava para o ser-
tico interno e externo de urna casa de pequea
familia : na ruado Qoeimado n. 12, 1andar.
MrW
U^s
Alngam-se duas catas cem grandes commo-
dos para familia, sendo urna na roa .Has Pernam-
bucaa, na Capunga, defronle d* chafar, perto
da eslacao ; e onua no Mangoinho, prinnpio da
estrada dos Aflictos, e esto pintadas : a tratar
com Jos Antonio Marqui ra meninos
na rna do Marque
Precia se de urna \,
de casa de pequea i ,e de
lia 14annos : na ruae
arhiazent
Na ra do Vigario n. S, 3 andar, precisa-se
de uina ama para cosinhar, cojo servico faga com
perforan e que seja de boa conducta.
ATTENCAO
.
Na ra estieita do Rosario n. 35, 1 andar, casa
particular de familia, conliaua-se a fornecer co-
mejoras para fura pela tabella abaixo :
ALMOCO.
1 prato de solido.
1 dito de farota.
i paes, cha ou caf.
Preco 20*000 mensaes
, JANTAR.
:t pratos com carne.
Prao.
Arroz.
Sopa.
Sobre-mesa.
Prera 30*000 mensaes.
I az-se algum abate, sendo para mais de urna
pe~na reuuida.
CASA DA F08T11NA
Aos 5:000l
Bilhetes garantidos.
A ra Primiro de Marco n. 23 e casas de
costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
tras sones. 1 inleiro n. 2453 com 5:000* da lo
lena qne se acabo a de extrahir a beneficio di.
Sania Casa de Misericordia (157*), convida aos
post-uidores virem receber na onformdade de
costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 5a parte da lotera, beneficio da Sanu
Casa de Misericordia (158*) que se extrahir sex
ta-feira, do me; vindouro.
PRESOS.
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quano 1*500
E.ii poreo de 100*000 para cima.
' Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Qaarto 1*350
Mannol Uartins Fiuia.
Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro
Ra do Trapiche n. 17, *1* andar.
Saeca por todos os paetes sobre o banco do
Minho, in Braga, e sobre os seguintes lugares em'
Portugal
Lisbaa.
Porto.
Valenca.
i3ni maraes.
Ooimbra.
Chaves. ,
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Real.'
villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilbaa. ,'t
Vascal (Valpasso).
Mirandeka.
Beja.
Barcellos.
m TISTBARIA RUPIA
55-Rua Tinge, (ava, limpa, lustra e achamalo-
tase, cora a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades ;
como sejam : seda, lia, algqdao, linho,
chapeos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se no loas e limpa-se a secco sem
tecidoe, conservando assim lo-
rilbo da (azmda. -
Tintura preta as tercas e sextas fei
0 CIRLRGIO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeiu-
vei publico eia geral, e aos seus oliente
em particular que elle mudou o seu gal i*
note de consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de soa
profiss5o, todos os dia< uteis das 9 hora
da manbaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes no s na cidade
como nos seus suburbios, para onde aja
Jdas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
Vante o bom desempenbo e a perfeicao de
aeus traba Ihos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos.
20;00000.
A ca^a feliz do arco da Conceicao vendeu nos
seus felizes bilhetes. os premios seguintes :
M. 4345 .000*000
N. 2966 100*000
0. 4436 100*000
Bilhete* a 23*000.
Precisa se de um caixeiro de 14 a 17 anuos
que tenha alguma praliea do taberna e qne uY-
fiador a sua conducta : no pateo do Terco nume-
ro 32.
Cozinheir;
Precisa-sede urna cozinheira forra on captiva,
para casa de familia : a tratar na rus da Cadeia
dojjecife n. 18,2o andar.
Precisa-se de urna ama que saiba bem coz-
nhar, preferindo se escrava : na ra do Sebo nu-
mero 29.
Agencia em Pernambuco
Do Dr..Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e tudas as molestias do peitu.
Salsa parrillta
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
iros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
-I'iliilas cat{lardean.
Aluca-se um andar de um sobrado ra de
Pedro Alfonso : a tratar na ra da Imperairiz a-
mero63__________________________
Alugase um sitio perto da cidade com com-
modos para familia : a tratar na rna da Impera-
trz n. 63._____________
Precisa-se de urna ama para casa de fami-
lia : no neceo do Lobato n. 0, sobrado.
8
jtt ras.
OTW11MHHMHW
Tendo-?e de celebrar na sexw-feira 2 de setem-
bro, as 7 horas da manhia, aa matriz do SS. Sa-
cramento da Boa-vista, missas e memento por al-
ma da fallecida sempre lembrada D. Argemira
Duarte de Menezes ferreira, mni digna consorte
do lllm. Sr. Antonio d Silva Ferr ira Jnior, qne
fslleceu na cidade de Paris no da 8 de agotlo ;
pede-te respeiiosainente aos amigos deste inconso-
lavel esposo e pai de familia, para se dignarem
comparecer na mesmi igreja,m tributo deami-
zade, e tornar-se mais solemne este acto observado
pela'nossa relgiao.
ou arrend^^^^^^^^B^BHB
ltimamente edificada, sita no do Mon-
.< tratar n'a roa da Madre de Dos n. 14,
Preeisa-se de urna ama-para casa
familia, para comprar e cos
iva : a tratar na ra do Crespo
quena


Diario de Peniambuco Sexta eirst 2 de Setenibro de 1870
I
A O ARMAZEM
VAPORFRANCEZ
-1.7
- _____._-/-
Este conhecido estabelecimento acha-se constaoiemenie bem sorlido, em virtude das
facturas que recebe por todo o vapores e navios trnceles, dos artigos abaixo menciona-
dos, a precos os cuais resumidos que possivel.
CALiiAIMI FR11CEZ
(Jolina* para aentaoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e d muitas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e' presos mais baratas do que em ontras partes.
Ilotfuas para hornea e meninos.
Botinas de bizerro, cordavlo, lastro e pellica, das nielhores fabricas e escelbidas.
Botas e perneiras russlanas.
Bolas e perneiras para mantona, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e biierro. .
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcio de sapatos de borracha vende-se pelo casto alim hae
desempatar o diaheiro nelles empregado, sao baratissimos.
Sapatos de lastro para horneas.
Sapat03 de entrada baixa de couro de lustru cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para uieuluos e meninas
Sapatos abotinados de dinerentes modelos, de muilo bas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muilo baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlle e de tranca fransezes e por-
tuguezes para homens, para senhoras e para meninos
PERFUMARAS
ExcaUeatea extracto?, banhas, leos, agua de cologne, Honda, divina, lavando, den-
uifice, de toilette, saboetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bipoaes, pos ae
arroz etc., ludo isto do primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Gondray, Piver e Lub.ti.
Quinquilharias
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhus para sallas, quartos e ga
billetes, toucadore- de diversos tamanhos, leques para senhoras e para Menina?, abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, corremos e chaves de relaglos e iranCelms, tuoj e
ouro de lei, torrentes e brincos de plaqu, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilhes dourados para retratos, caixinhas com vidro de- augmento para distinctameiite
ver-sea perfeicao dos retratos, objectos de pliantasia para toilettes, bolsinhas.e a-.-iranas
de seda, de velludo e de.vimes para braco de meninas e senhoras, ditos para coMurs, pe-
queos registros muito Anos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jan os proprios
para gabinetes e santuarios, quadros prompins para callocar-s vistas, molduias douradas
para quadros, estampas Bnas de paysagens, cidades, figuras e de sanios, vidros para .eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengslss, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravaUs pretas e de cores, abotoaduias de eollele e de punhos,
carieirinhas para notas, thtsourrahas e caivetes finos, pentes, eseovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joros de domin, rodetes, bagatelas e outros diflerentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para porls e janellas, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com interessaotes vistas do figuras e das mais bonitos ras, boulcvards,
pracas e passeios de Paris, photozraphias e caixinhas mgicas, reverbe ros para candieiros,
topetes de vidrilho e de la de cores para ps de lanternas, realejos gramks e pequeos.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitara da jnfiuidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
h
O dono dcste estabelecimento
a as qual
reituia e de conta propria
conlinue
de ao publico em geral que
aratos de ditos objectos por sercm vindos
a visita-lo H
era di- iw
2.
P
i
8-
o
5

I
ALUGASE
MBMfiRO
patente
americano, oa mais aeekos e econmicos que se
podera desejar, com l^oha ou carvao se fyi orna
economa superior a 80 0|O dos s'uaes : no arma-
zem de Tasso Irmaos k C, no cae do Apollo.
I
AVISO
Pede-se ao Sr. Jos Francisco Perrira a Silva
Jnior o favor de dirigirse ra da Cadeia, es-
criptorio n. 49, a negocio de sen particular inte-
resa. ____1
AMA
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para o
servico interno e externo de pequea familia : na
ra de Caes do Capibaribe, casa nova coro grade
e porio de' ferro ao lado ; e tambara se aluga
urna negrinha ou moleque e paga se bem._______
Fnrtaram da ra 'do Commereio. no dia 2S de
agosto pelas 2 horas da tarde, um barro peque-
o, de cor, rodado, com cangalha de ferro e capa
de couro ; qaem o apprehender leve-o a mesma
ra n. 36, i andar, oo atraz da matriz da Ba-
vista, sobrado n. 18, que ser recompensado.
A pessoa que annunciu querer comprar
nma casa em Olinda, dirija-se a roa da Aurora n.
Olinda
A viva de Maoiel Nunes.de Mello faz1 publico
jue^ontina a trsbilhar em doce, onde poderao
encontrar disposiclo grande quaotidade de doce
de todas as frnclas nacionaes, tecco e em calda,
gela de varias fructas, cstanhas confeitadas;
assim como se encarrega de apromplar com be-
vidade qnalquer eneommeoda tanto para fra co-
mo para dentro da provincia : ern Olinda roa do
Coxo n. 51.
Oflcial de barbeiro
Precisa-se d um bom ofScial de barbeiro : na
roa do ! de Marco n. 7 A. 1* andar. __________
Caixeiro
Precisase de um caixeiro com pratica e taber-
na : na ra do Brum n. 6o.
Precisase de um cozinheiro forro ou captivo
que cozinhe o diario de urna casa e faca as com-
pras e mais servicos de casa de homens solteiros :
a tratar na ra do Mrquez -de Olinda (antiga da
Cadeia) loja n. 44.________________________
O* advogados Antonio orges da Fonseca e
sen fWho Beato Borges d Fonseca, continuam em
seus escripionos a ra do Imperador n. 37, entra-
da a esuuerda. Podem ser procurados todos os
das oros de 9 horas da manhaa s 3 da tarde.
Acaltam causas para Santo AntSo e termos que
licam visinhos estrada, de ferro do Recifo a S
Francisco. .- ; .
So oceupam de quaesquer appellacoes, quer des-
ta provincia, quer das sujeitas ao venerando tri-
bunal da relacao.
Precisa-w de
m rnt
servias;
familia : na roa V|
zeres, fregueiia da I
dar do obrado n. 36 da ma
^fideBr
rflwe Blai
i^^HI^H i Bival sem segundo,
doQucinuido)
tfltilll3 i Vi i,l
na ]
y
^^^^^^^Baos mi
xa re
to? Cruzea.
FURTO
40, que >e dir quem vende.
Na praga da Independencia n. 33 se da di
heiro sobre penbores de ouro, prata e pedra<
jreciosas, seto qual for a quantia; e aa mesm
as se compra e veade objectos de ouro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
:ommanda, e todo e qualquer concert tendeni-
i raesraa arte.
Aluga-se os fundos de um sobrado da yoa
Velha n. 17 : j tratar a mesma ra, na casa n.
10.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinbar para casa de pouca familia : na ra do
Duque de Caxias n. 11.
Precisa-so do nma ama que saiba engommar
prefenndo-se escrava: na ra da Penha n. 23
1 andar. _____________. ,-_______
Aluga-se a casa de dous andares e sotao de
ra da Aurora : na mesma ma a. 38._________
Na ra de lionas n. 86 precisa-se de um
feitor portoguez para sitio.
COMPRAS.
O muzeo de joias
Na roa do Cabug a. 4 compra-se ouro, prata
pedras preciosas por precos mais vantajosos do
jue em outra oaalquer parte. ________
g MUDANCA. |
^ O Dr. Carolino Francisco de Lima San- |
Htos mudou soa residencia e consultorio
m para a ra do Imperador n. 57, 2 andar S
SJ do sobrado cujo armazem conserva ajn- 3
Sf da boje o norae de Alianca, tendo a 1
g entrada, que pelo lado da ponte Sete
S de Setembro, o mesmo numero 6'7, da |
M frente. Ahi continuando o dito Dr. no |
_, exercicio de sua profisso de medico e _
S i quer hora do dia e da noute-.
gasa HBssa m^mm%
Jos Gomes Villar retira-se para o Rio g
I de Janeiro, e precisa declarar que nada i
deve ni'sta'praca, nem to pouco fra M
della, porm se alguem se jalgar seu ere- S
iii dor poder nestes 8 das apresentar 81
suas contas, na ra Primeiro de Maree
_. n. 17, a Antunes Guimares & C, de ^
8b cuja Orina o 'memo faz parte como so- jfl
|H ci commanditario, e serio pagas as |
SE referidas conlas, caso apparecam.
3 Apreveita a occasio de pedir aos seu IB
is devedores desia praea mandar saldar fifi
^ suas contas antigs, pois muito justo 5
PS que retirando-se para o Rio de Janeiro 88
ggf os seus devedores saldem seas dbitos g|
S muito breve.
aaas-aHNa-anfiaag
A pessoa que quer comprar urna casa na
cidade de Olinda, dinja-se na ra da Aurora n.
10, - dir quem vende. __________^_^
tom muito maior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas en obras velhas: na
loja de joias do Co.-acao. de Ouro n. 2 V>, ra do
Cabug.______________________________
Casa em Olinda.
Compra-se urna que esteja bem conservada e
que tenba bom quintal, nao se fazendo queslaj da
ra : qaem tlver annancie. _____________
Compra-se uns arreios para cabriolet de um
s cavallo, embora cem algum uo : annuncie por
este Diario para ser procurado.
Ha^Hift i
HHicamenti
iloenc..!
bom e
120
mH de C
M^ncia mi,
espiratoria- :,j luis, t
ajdu-fjliao, na 1 lleta mi in :-
de menstruo, as diarrhas, doenca-. do i
e da estomago, tem sido e incontestavel, em
vist4 dos benficos resnludos das experimentaQSes
ou o que diversas pessoas delies teera feito, as-
aajcomi da pdulas desonunada- braviuas in-
eodiparaes em sua efficacia nf aeommettimen-
tosfebr^ ou aezoes ; exisBndo,iaml)n nafcoima
casa, alm de sufBeiente quamldad de drogas,
um uo pequeo sortimento de lintas, oTeo de li-
nba^a e pincis, que se veBdem por aietws d> que
em ibira parle. ^^____________
aba-
No\|i loja de azeodas finas, roupas /eilas
por medida, de Pinto & Martiniano,
ra do" BarSo da Victoria n. 9,
(antga roa Nova.)
s a novo estabelecimento acha-se prvido de
muito beas casemiras, pannos, bros, camisas bor-
dada!, novas chapelipas e chapeos para stetArt
e menina, luvas de jiellica, laus, pilherinasv or-
gandis, cretones, vestidos de .percale d'Et p, em
umai palavra,' toda fa7enda, qufr para senhora,
quer para homem.
Saias de laa.
Faienda que empre se vendeu por 10 12*",
loja da lurqueza vende a 5*000.
Grvalas- eseocezas.
area pi>
Tesouras finas pana^Vl
ia a.....
Ifdpe* de jgu'has franeexa
, 15o a....... .
Caixas com seis sabonetes de ruU
Libras de la para bordar de todas
as cores a.......
Carriteis de lioha Alexatidre . .
Francos com azeile para machinas
Grvalas-de cores muilo linas a .
Grozas de bol5es madepeisla fi^
nissimos a......
No vello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopcs muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tula prea aHOrs. e
Pe^as de Gla elstica muilo fina a
Lala com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Pbilocomo' muilo
flrjo a.........
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto moitonsitos a
Duzia de sabonetas muilo Cki a.
Saboneles mpjezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lampariuas a. . .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
V1NDAS.
Ama
Precisa-se da urna ama
.jii (iriiiieiro andar.
na ra de Hortas, n.
Senhores cocheiros.
carreiros etc.
Farcllo.
N v... d^sembareaiM no caes do Apolio e r^'o-
' Ihoiidose no armazem de farinha de trigo de Tas/
I so irmaos & C, a pre^o commodu : a tratar no
! mesrri, o.i na ra < o Ainorim n. 3".
CONVITE
0 Costa da raa Duque ae Caxias n. 42,
toma pelo presente a liDerdade de convidar
aos amigos e freguezes que sempre o bon-
raram e continuam a faze-locom n concur-
so de sua freguezia, virem visitar o seu
estabelecimento,certo de quemo deixaro
de agradar-se, nao s de s us genems,
como >i tratamento e limpeza que a todos
despensa.
GNEROS DE IMPORTACAO
Uvas ce Setumbal
Amtixas.
Peras.
.Macaas.
Vinh" do Porto de diversas qualidades
entre ellas a especial qualidadegloria do
Brasildito em pipas e barris, que re-
commendavel para mesa por ser o verda-
deirorinbo de pasto, dito verde da me-
lbor qualidade,
Qaeijos flamengos empeicado o melhor
que tm vindo a este mercado.
Ervilhas novas psra sopa.
Chocolate de especial qualidade.
Bol.chinbas de todas as marcas e qua-
lidades conbecidas.
Manteca ingleza e franceza de Ja sorte.
GNEROS DE EXPORTACAO
Doce degoiab em latas
Quijos de Minas meilo frescos.
Carne do serta superior.
Queijos do serto. _________________
Muito lindas a 1|000.
1 Chales.
Di merino estampado a 4#000; na loja da Ter-
quez, de Pinto & Martiniano, i raa do Bario da
Victoria a. 9, antiga ra Nov.
AGORA S1M.
No Bazar da Moda
RA DO BARO DA VICTORIA
lOatr'ora Nova;
VKNDESE
Lindas fazendat para vestidos.
Da alta moda de Paris !
De superior qualidade I
De belliseimos padrdes I
De delicadissimas cores!
A saber :
Gises florentinas, novidade !
Pe upelioas lavradas.
Gi osdenaples de cores e preto.
Si tim macan de cores.
O. rtes para vestidos de grande novidade !
Cissas do ultimo gosio.
Fi isIos dn cores.
Ptircaleas de inelhrr'qualidade.
B
I
A
500
eo
16000
60000
100
5oo
500
300
60
00
240
490
200
200
BOO
240
500
70
1,5200
500
500
40
Cailhas da doutrina fazenda nova a
i.Lbr nmeros a.....
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linha franceza superior
qualidade a. ..... .
Caixas de palito do caz a. .
400
IjjBOO
700
640
240
2400
20
EIHWE.
Jo Bazar da Moda
RIA
jel
Tejes rom listras.
iiazmhas de diversos prens.
i pacas de cores (aviadas e lisas.
Chitas escuras muito superiores.
Fil de sedabranco e preto, liso e coin salpico.?.
D to de algadao.
Giipuz de Imho e algodao preto e branco.
E muitas outras fazeudas, eMnn sejam :
_ oalhados para mesa e guardanapos.
'fulhas para rosto, culxas e cobertores para
cama.
B "etanhas, madapoloes francezes, etc. etc.
T ido se vendo muilo barato. _______
Pnvisa se alugar oni pelo para sarvic.i e
pada/ia : na ma Direito n. 139. ______
-~~~ 1'i.-i;is;i-m- d orna ama pai ousin:iar, na
ra d' Hortns n. O, sobrado.__________________
Na raa da Cadeia do Recifo n. 66, loja pre-
cisa-?" i' nina ama i|ue cosinhe bem, para i
pessoas._________________________________
= i'recit-rt-se conlralar um
Rvcl. sacerdote para urna ca-
pellana, n'uraa ciclarle populo-
sa e perto do Rcife : tratar
n sta tvpographia.___________
HOTEL CENTRAL
EU
Manto Amaro dejaboat&o
O dono deste estabeleeimento avisa aos senhores
viajantes, e assim aos senhores que all >irem a
pafseio, que nelle encontrarao as commodidades
e alimentos desejaveis e por precos modorados.
O b.ime'commodo banho all se encontr, pois
que o r'u passa a eurtissima distancia pelos ro-
aos da caa.
ir.
n verdadeiro pnrtland. S se vend" na ra d
Madre de Dos n. ii. armazem de Joao Martms d^
Marra*
A 6j0O0
..Fannba de mandioca
Vsnde-se farinha de mandioca, nova, de Sa/ita
Catl.anna, chegada no patacho jurtuguez_l.7iia,
funiedo defronte do trapiche d Sr. Bario do l.i-
vrainento : a tratar nn eseriptnrio de Joaqtrim
Jost ioncalves Beltro, roa do Commereio n. 17,
ou :i bordo do Deferido navio.
da*
Bia
Vende-se calcado francez tachiado, obra boa,
pelo diminuto preco de 6| 7 venham a ra da
Cadeia n.SO A. loja de miudezas, con fronte a ra
da Madre de Dos.___________________________
Pechinchas novas
NA
Lpj Flor da Boa vista
DE
Paulo F. de H. CUiimares
Laas para vestido, fazeudas todas novas, f ova-
do 200 a 500 rs.
Cambraias de cores francezas para acabar, eo-
vado 200 a 350 rs.
- Chitas escuras e claras cores Bxas, covado 2*0
Laa Amelia, fazenda nova, covado 600 a 600 rs.
Brim pardo trancado, boa fazenda, metro 500
a 500 rs. ..
Peca de algodao e inadapolao, cambraias trans-
parentes e victorias, precos moito baratos : na
ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria franceza.
Para cigarros
Exceliente papfl de linho moho proprio pan
cigarros : no armasen) de Tassc Irnius 4 C, ra
do imorim u. 37.
DO BARAO da victoria
(Oulr'ora N ita]
Arigos de alta moda rm Paris ehegados
ultimo paquete viudo da Europa.
Para senhoras.
Obspelinas de pallia deJtalia com ricos e ele-
gantes enfaitea a. ultima moda.
Veos de cores e pretos para montarlas e pas-
se'ms.
Grioaldas e capellas di ik-res de 6angeir*
para uuivis. '
Corpinho} de cambraia bllarneuto enfeitados.
Enfeites muito lindos para cal
Satos brancas bordadas e de cores.
acbins do lia do bonitos cores,
s.itus do diversas qualidades.
Saii das de baile o i|iit' ha de mell r.
Cnsaouiili-s de renda cfititol; piel
Chpeosiobos de Mtim nafa f Bales do cures e brancas para STOBOTal e lig-
ninas. ,
Lieos, grvatiuhas, efparliiboft i-ncos, meias,.
etc. etc.
Para i- mem. <
Mantas e grvalas do ultimo gs( i
r.olt-riiihi.s de liuhu burdadoi c.mi-,
Seroulas de linno.
Camisas de recia.
M ias de superior qualidade.
Lencos de linby c ik'-"1"' i
Chapos de sol rom caito d roa: ... ii:glczes.
Tara meain^.
Costurces orientaos e B.-to di cores njaho
b ni eneitadi s.
V.-iuaricr" de b&T, '. 1' I' -
Chap 'sinio,- de solim d bh"I '
S.'ip.'itinlms de >!! ai,
Tnuea de leas as >. ''ida V
Vamie-sa indo por baratos i i
AVISO
\1ende- ra da Glaril n. C7 : trstase na mnm.
A 2S000.
fjiale- d-, nwrtno li-n~ a 25: na loja de bwn
i ra df Duque de Caxias p. 6 junto da AfBta
na
i|C.
Doce fino.
De gniaba, laranja, liman e ban-uas. rend-s
eonstariicnunie roa do Marsilw Das, ouir'ora
DirPita. raherna <" itmc".
, -n'l- se um piano de masa, prjpri > para ensi-
no, prt baritissinio: ra da Imperatriz n. ^8
loja
,,> at f
UVA excelloi't de I
bem ensinados ;
do roimae'n
is -. p i.i .r i .'. jtar, tudos es
",i. -
TTENC;
.eude-se ama raberoa propria para principian-
ta, iiorter pooi fundos, na rna da Senzalla .No-
a tratar na mesuia ra n. 22.
i inoa-s-' o primeiro and*r do sobrado da ra da Cadeia do Recife n. 60,
muito fresco e com commorios para familra oa escripiofio. tornando^ recoaimeiK.avel
pla boa locaiidade, a tractarao armazem do mesmo.
_______
SITIOS PARA SE .iLOGJUt
Por ter . m luaar muito bem situado, casa com comuwdo para faaiJia, sio bstanle
om excellente baobo loco do fundo d sit.o:- tuiro na ra de S. Miguel nos
Affog ;.ert. da esUta da via-ferre casa com cornodo. para aiu.lia sito
morado I is lauques, um grande copiar ao lado da casa, estribara ai-
uclo e bem assin apim instantemente para sus-
a tratar com seu propietario, rna da Cade do Hecife a.
Londres.
CLUB POPULAR
De ordem do Illm. Sr. presidente, e -le aceodo
com o art. 23 dos es!atii'o, convido a todos os
socios do Club Popular para se reunirem em as-
seinbl"a geijal no dia 9 de setembro, as T horas
da nonte, na ra de Santa Rita Nova n. 1,1 au
dar, alim de tomar conhecimento dos trabalhos d
junia e do conselho deliberativo ; ludo da con-
tormidade com o disposto n. t do art. ii dos
estatuios.
S i' taria do Club Popular, 31 de ago-to de
1870.
O 1* secretorio,
Misael da Silveira Aimral.
Oficina de afaiate
LOJA
Paulo
Ais senhores proprieiarios
e raestres pedreros.
Paes Brrelo 4 Guimares, rendeiros do -io
denominado Birbalho, sito em Apipucos, offere-
cem vt-nda o multo acreditado tijolo de alvenaria
grssa fabricado nesia olaria, n s pela grande
marca, como mesmo pela qualidade do barro, que
conhecido como primario, alli encontraro sem-
pre grande deposito, e se manda botar nos porlos
por precos razoaviis.________ _________
H.iver todas as quintas i^iras um mnibus
para Santo Antao, devendo partir as 3 hora* em
poot. da roa da Praia n. 41, e voltond? para o Re
tife na S'Xta-felra aluga-se ootro qualquer da para alguna familia ;
levando dez pessoas. Tambera vendem-se cavaflos
para caftriolet : a tratar na ra de Pedro. Alfonso
(antiga ra d Praia^ eom o Sr. Jas PnflD Tava-
rps Jnior._______.______________.
Precisa-* de ura menino de ti a 16 anuos
para caixeiro de taberna ou mesmo de urna pes-
soa quo qneira lomar conta, entrando cora algum
captol i e tambera se venderse quizer c:.Tiprar :
na ra Imperial u-: 224 oa loO.
NA
FLOR DA BOA-VISTA
DE
F. de M. Mimaraes.
Nesto oflkina se maudam fazer roupas fei:as por
medida, tendo um completo sortimento de fazen-
das proprias mesma. assim como um perito mas-
tre. Garaotj-se ser prunos mais em contado que
em outra qualquer parte : na ra da Imperatriz
n 48 junto a padaria fcauceza.
mmtm ^&$$$$$0
Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello,
TEM PARA VENDER
em seu e>cripwrio, praca do Corpo Santo
n. 17 :
Fumo em folha
de Ia e 2* qualidade, e vende um ou mais i
fardos a rbntade dos compradores. 5?
Cal de Lisboa
ultima chegada. **
Potassa da Russia. S
Farinha de mandioca.
: Vinho Bordeaux.
>K de Ia*qualidade. Tudo de' vende maii &
If barato do qne em outra qnalquer parte. Vende se urna taberna, com niguas commo-
pdo e com poucos fundos, na travessa das Crnzes
o. 6 : a tratar na mesma.
_A-----------------------------------1-------------------------------------------------,-------------------------------------', ----------------------
Vende-se urna farda aova muito era conta
para qualquer official, no largo do Carmo, loja
de afaiate n. 18. *
FAZENDAS BARATAS PARA ACABAR
Ra do respo n. 25.
SEDAS DE CORES padrdes miudtnhos "
a 1 o covado. _
MUSSELI.NAS brancas superiores a 400 |
rs. o covado.
COLCHAS ADAMASCADAS superiores
de Mre- a 3.
COLCHAS BRANCAS superiores ia 10
por *>5.
LAA.-: iis.is de todas as oorel a 400
n. o covado..
MADAPOLAO FINO sapennr de 4 pal-
mos com toque de avaria a i^aOO e 65.
ALGODAOZI.NHO cmn 18 jardas a
5800 e 'U a pe?a.
MEIAS isr.pcriores de core* para lio-
mem a o a duzia.
CAMBRAIA3 DE COUES finas a 240,
280 e 320 o covado. ,.
:T\? ESi'.I'RA?, ciaras e miodinuas
a 20i), 20, 240 e 280 o ovado.
D.0 3E AMOSTRAS com penlior, na
| rna do Crespo n. 25, loja de Manoel Das
& Xavier.
mmmmmmtm_ mmw
Cal de Lisboa.
V.oOe-se cal de Lisboa, a ultima chegaJa so
mer.-ido, pir prego raioavel : no armazem de
Man^e. Tei.eira Bastos, ra do Commereio n. 1J>
degou ao ahiigodeposiU) de Uenry Forstw t
., ra do Iipcrador, um carregamento de ga:
de primeira analidade; o qual e vende em particsi
e a retalno por menos pre? do que em outr qua
quer pirte.
'Por 1^000
Lindos espanadores de palha, fortes e econoroi-
cos a l f> : na ra do Cre-po n. 2o. loja da es-
quina, i
"USOS:
de percales a 2*000 rs. a rna
dd Crespo a. o, loja da esquina.
salta m W.
[iiii .iies. de i. '" 6 palmos de largu-
ra ; vende se de urna to*Qs para rima, tendocada
urna40 jardas ; ni aii-iem Be Tasso Irmaos *c
C. no caes d i Aixdli1.________________________
Bichas kamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade snperin-
p. vendem se em caixa ou porcap mais pequea,
e mais barato do que em outra qnalquer parte :
na rna da Cadeia do Recife n. SI, 1' andar.
Cal nova de Lisboa.
Chegada rc-oatemente no vapor Gladiator, lera
para vender Joaquina Jom> Gonc^Wes Deltr", no
seu eseriptnrio, a ra do C iiniuercio n. 17.
m mwmmmmwm
baojj nj eiiae 'o" B|
a suoiaiA p oBJ'.fl op vnj : tuaqi aus ^
pue'amo.) sioqs (mu sioofl siazng jo juera aS
uosse aiaiduioa e paAisa.u isnf ^ddis SSt
saoqs PTO SS
opajam ou oasajj sicm
o jas jod |Mpaemuio)3j suo loissi
Oi-opuiu-'i 'pufo zal2u! J0^eA l,)d
'saipK o jazns saiueauq"! P inom|ed
]juud 'sop|eo ap oinauHJOs oia|dmoa
lim jaqooai ap eqeoc oub ooiiqnd oe o
soSiujb suas b Bduued M'S P o|ddaic
opugujaj otuaui|38|anl59 "lsP U0P O
eaojij nj JO.Jino
Oo ! viuom.v va ovaveoa yiw
upiMii'n
A loja de Antiines Guimares i C, octt ora
de Villar, na roa Primeiro da Mareo, antiga do
Crespo n. 17, acanatn de receber pelo ultimo
timo*apor de conta propria, reqoissimss chapei-
lioas de palha e. de bK.nde, e lindos gorros de
velludo h el pama ricamente enfr.tad-
da ultima n- vidade que se nsa em Pars; a enes
utes que se acabfro 1 '_________,___________
xguTde Vichy
Vendri-w fgua de Vicby das fcatea Bfli
,,ue em outra qual,:
rmat-m da ra do Vigario n. H.____
Canoas
Vendem-se canoas para carreira e p.
a tratar em Fra de Tortas na banaoa, Cnsur.
do Sul.
-**


Pemambuco Sexta
eira
2 le ro e 1870
GRANDE
BAZAR DO PAVAQ
60-RA:DA IMPER1TRIZ-60
DE
SILVA, FHUEIREDO&C
apurado os^oT TV^ZtZT^e S^l&T *"*" ?2* I""" *<*P*+
i socioi desta fin. adoptaVam o .,Kt da* ^StS^S>SS^ ^ *? "S*0*?" ""> vto * os De-
a gaubarem o descont ; peno*, l^Z^'S^l^^?!.^^.^^!^^ ^ *. jpeoas
s venderem DLNHEWO
polos meemos precos qoe compra i wtu^ SSlif^ JW,tl ^ e arn"!,poderto Jwer *"" wttasitH.
amostras de lod taodaHH^^ ffl>10r commod.dafe fts to. familia w dar,
PECH:NCHA EM CASEMIRAS A 4*000. CORTES DE UA ESCOCEZES A 6000; CAMISAS DE ERANELLAS A WOQ.
A 4W00.
No Bazar do Pav5o fes-se urna grande
compra em um leifo, das mais finas
casemiras inglezas que tem vindo a es-
te mercado, tendo cores claras e escora,
tedas com padroes serios, proprios para
calcas, palitos e colletes; veode-se a 40000
o covado, o qoe em ontra qoalqoer parte
nao se vende
vantagem.
BR1NS DE LINHO DE COR A 10200
No Bazar * PavSo, fez-se orna arande
compra de paros brins de linho, mqito en-
corpados, proprios para calcas, palitos, col-
letes e roupas para meninos, por serem de
padroes miudinhes ; garante-se qne n3o ba
barreda que lbe tire a cor, e vende-se a
15200 o metro desta excellente faaenda
Vende se bonitos cortes de 19a escocezas,
vindo cada om em eu papel, pelo barato
preco de 65000 cada um; no Bazar do Pa-
tio.
CASSAS FRANCEZAS 249 RS. O COV\-
DO.
No Bazar do Pavio Tendere om graide cima te7 om
No Bazar do Pavao vende-se i i t>onii<>
sortimeoto com todos m tamanna* da$ nw
lhores camisas, de flaneila da ta, crn
mangas, tanto proprias pera harneas como
para seoboras e vende-se a 35000 cada
ima, eqo-em comprar de meia dmria para
abatimeoto, Sao de maita
BRACO m OURO.
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nest
astabelecimepto diariamente um complete
sortimento $ paeuiaria.. Bollos inglezei
podin?, p3(H-dM), prgsenloe dos ultimo
ebegados aov rierrado, salarte de lion, bo
Imbos finos-de todas as qwfidades para cha
anrenloas crrtfvtarlas. contentos, bombte?
pastilhas, chocolate francez em libras, pas
timas do musmo xarnps e carteiras con
seis charutos de Atllate cada urna, est
sortimento de chHrfA,!fe do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melhor qae ati
bojft tem viudo ao- mercado.
Vinhos pwriHgaeiei, firjurtin moito sope
rior. Os mais geauinos e superiores vinhoi
do Porto, moscatel, a* 6Uiba I, o illustradt
publico encontrar neate estabelecimenti
por commodos precos, fazendo-soabatimeo
lo a quera comprar em porco.
Os dOBOs deste estabetecimecto nao
tem ponpado a despezar para melbor me-
racerem a acoadjuvacao do Ilustrado pu-
blico.
os nnmeros a
orna, ditas sem codariabos,
porm faze.ida tinisima a 4 309 J gran-
por menos de6& grande sortimento de cassas de cores, para acabar, tiiidade.
240 rs. o covado, ditas finissimasfrancem Granoe peebmchoin crnnisi ianlaas a Je I?SO0
padroes miudinhos e graados 560 a 640 NoBaw Pava fez-seurna grande com-
f8, n^w^i^rS?1*'- pra em leil3- de fin^imas camisas ingle-
ORGANDY BBANCO E DE COR zas com pettos o piamos de lin-o, sendo
r*o Bazar do Pavao veode-ae os aaai-com coHarinhojr e d* ttfes
bonitos e maito finos otgandys com listas 45000 Jida
largas e miudas *5O0O a vara, ditas lisas, ,
fazenda de moita phantasia 800 re. a vara, de pechincba.
ditos d cores, finissimos padrSes. ioteira- CAMISAS BARATAS a 2^800.350X0 6 25600
mente novos 860 rs. a vara: pechmcha. No Bazar do Pavo vende-se uma gran-
GROSDENAPLRS PltETOS de porcSo de casemiras mdscladas, niuito
Lbegon para o Bazar i Pavio um gran- encorpadas a 25800, ditas finissimas com
de sortimento des melhores grosdeoaples msela de seda a 35200, ditas modernas
pretos que t^m vindo ao mercado, qa- se de quadros, fay.pn^ii de muito
veodem de 15600 at 55000 o cavado
sao todoa muito em coma.
CAMBRAIAS TRANPARNTES
No Bazar do Pav5o vende-se um grande
MADAPOLO FINO A 65i00 A PEgA.
No Bazar do Pavao veodem-se pecas de
majdapolSo fino de muito boa qualidade,
tendo 22 metros ou 20 raras cada peca,
pelo barato preco de 65000, por ?e terem
comprado om pouco enxovalbadas; pe-
cbincba
CHITAS ADAMASCADAS A 240 RS. 0
COVADO
0 Bazar do Pavao vende muito boas cbi-; sortimento das melhojgs cambraias bracas
tas ioglezas incarnadas adamaccadas, pro- transparentes, tem de 355 )<> at 105000
prias para cobertas e cortinas, sendo fazen Peca> d'tas soissas finissimas com 8 pal-
da que em qoalqoer loja se vend a 320 rs. mos de larura a 25000, 25500 e 350U0
e liquida-se a 240 rs. o covado; so o Pa- vara d.itas victorias e tapadas da mais infe-
v5o. r'or a,e amis fina qne veai ao mercado;
;tudo isto se vende moitn em conin.
CRETONES PARA VESTIDOS A 640 RS.
Chegou para o Bazar do PavSo, um sor-
MANTELLETES DE FILO
Na Bazir do Pavo vendo-s modernissi-
timmio dos mais elegantes cretones fran- mos mantelletes ou basquinas de fil preto,
cezes de cores fixas, proprios para vestidos om laco, pelo barato prego de 105000 ca-
eroupas de meninos, e vende-se a 640 rs. da nm, barato.
o covado. PANNOS PARA SAIAS A
TOALHAS A 75500
No Bazar do Pavo fez se urna grznde
15000, 15280 E
15600 O METRO
No Bazar do Pavo vende-se bonita fazen-
compra de toalhas alcocboadas, proprias da branca fncorpada para saias, sendo com
para rosto, bastite encorpadas e grandes, |babados e pregas de um lado; dando a lar-
gura da fazenda o comprimeoto da saia, a
qual se pode fazer com 3 ou 3 1|2 metros.
que sempre se senderara ai!2500O. e li-
quidam-se a "500 a doziafjou a 640 rs.
cada urna, boa pechincba."*
CHAPEOS PARA MENINOS A 25000
O Pavo vende un grande porco dos
mais bonitos cbaposinhos de pal'ua da ila-
lia proprios para meninos de todas as Ida-
des, sendo chapeos qoe valem 55000 e ten-
dem-se a 25000 cada um, muito barato.
CHITAS E RISCADINHOS MIUDINHOS
200 RS.
O Pavo vende chitas ou riscadinhos miu-
dinhos cor de rosa rxinhos, proprios godaoho
e uende-se 15000 e 15^80 e 1600; assim
como tambero no mesmo estabeilecimeoto
se vende bonitas saias brancas bordadas ten-
do 4 palmos cada urna, ditas de 15a de
cores j promptas unas com barras difle-
rentes, da mesim fazenda 45OU e oulras
com barras bordadas 650O0 e 75000,
tudo isto moderno e Carato.
ALGODO ENFESTADO PARA LENCO ES.
No Bazar do Pavo vend-se o melhor al-
para vestidos e roupas de creaocas a 200
rs. o covado. Sao muito baratos.
LASINHAS COM PALMAS DE SEDA
Chegou para o P.>v5 i o mais bello sorti
m''nto tas mais bril^ntes lasinbas claras
com bonitas palminhas. de seda; tendo lar-
gura d chita france'.i e vende-se a 1500O
o covado grande pechincba.
ALPAGAS MATISADAS i 640 RS. 0 COVADO.
Yendem-se as mais moderna; e bonitas
alpacas mat sadas com palmiohss, muito
propras pan vestidos de senhora e di me-
ninas pelo barado preco de 640 rs. o cova-
do ; sao muito em conta.
PARA NOIVADOS CORTINADOS, COLCHAS.
Cbefjou para o Bazar do Povo um gran-
do sortimento dos mais bonitos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
qne se vendem de 105 00 al 205X0 o
par, assim como o melbor damasco cem 8
P'lrnos de largura a imitaco de damasco
de seda, proprias para colcha*, e propia-
mente colchas de damasco, send os melbo-
res e mais bonitas que tem vindo ao mer-
cado.
SEDAS DE LISTRAS.
No Bazar do Pavo vende-se urna grande
quantijade das mais elegantes sedas com
listrinhss, tendo de todas as cores e at
furta-cr ; fazenda que ninguem vende por
menos de 25400, e t-quida-se a 25000 cada
cova-io; sao moito baratas.
SET1NS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Baaar do Pavo vende-se um sortimen-
to completo dos melhores setins e prosda-
oapies de todas as cores, que se vendem
muito em canta.
LANSINHA A 320
No Bazar do Pavio veode-se um elegante
sortimento das mais bonitas lasinbas imi-
taco de ponpelioas, com listas de seda miu-
dinhas e de urna s cor 'id rs. cada cova-
do.
africano crestado
para len-
por preco
POPELNAS DE LA A 400 RS. O CO-
VADO
N> Bazar ip Pavo vende-se um elegan.
/e sortimento das mais bonitas poupelinas
de Isa com lista-- rniudiabas, sendo todas
qnasi de urna s c6r, 400 rs. o covado ;
9 baratissimo.
GRANDE PECHINCHA, GORGUROES
DELAA
Para vestidos a 400 rs.
No Bazar rk> Patao fez-se orna grande com-
pra de lazinhas muilo modernas de urna s
cor. que pela sna boa qualidade se lbe dea
o t tuo de gorguro de la, sendo fazenda
mu to larga e veode-se a 400 rs. o covado,
fazenda qoe s vends sempre a 15C0U, '
grande pechincba.
Liis fnrH cares a 400 rs.
No Bazar r'o Pavo vend se om elegente
sortimento de lasinbas de ferta cores que
brilham Igualmente as sedas e vendem-se
a 400 rsT o covado, fazenda qae vsle muito
mais dinheh*o\
ces, tendo liso e eutrancado
muito barato.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavo recebeo-se um elegan-
te sortimento dos mais modernos e memo-
res espartilbos, que se vendem por preco
muilo eoi conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pavo recebeu um grande
sortimento dos melbores paooos de croch,
proprios para cadeiras de balanco sofs,
pianos, t'mboretes e at proprios para cu-
brir aimrfadas e pratos; vendendo-se por
menos do que em qualquer parte.
MERINOS PARA VESTIDOS A 1000
Chegou para o Bazar do Pavo nm ele-
gante sortimento de merinos, muito leves
de uma's cor e com as hus lindas cores,
proprios para vestidos e roupas de meninos,
opinhas bonrns etc., e venderse pelo
barato prego de 15000o cevado; bonita
fazenda.
Laasinlias tranrparentes a 300 rs. o corado
O Javo recebeu nm bonito sortimeoto
das mais elegantes lasinbas transparentes
proprias para vestidos, que vende a500 rs.
o covado; moito barato.
- PARA LENgOES
No Bazar do Pavo veude-se su >eror
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 1580u o metro, dito de loho cora a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds linbodo pirtocom 3 1/2 palmos de largura
de 70at 15 a vara, assim como nmg ande
sortimeuto de H.mburgo ou creguella^ ie
todos os nmeros, precos ou qualidades,
que se vendem mais barato do qoe em oo-
tra qnalqner pirte ; aproveitem-
_ gosto a
35000 o covado ; aproveiteai.
TAPETES
Chegoa para o Bazar do Pavo o mais'
legante sortiment > de tapetes grandes, pa-
ra sefs, com 4 cadeiras. ditos maispeque-
nos. para duas cadeiras, ditos para
pianos, ramas, portas ; eto. vende-se por
meaos do que em entra qual-juer parte.
COLCHAS BRANCASA 352-<0,35500 E 75
Para o Bazar do Pavo chegou um gran-
de sortimeoto das melbores colchas do fus
to. s-ndo das melhores e mais o corpxdas
que tem vindo, a 7510 ditas nm pooco
mais abaixo a affa c ditas a 35000;
tambero no mesmo establecimento se ven-
de um grande sortiment. di cretmes e cbi-
t s. proprias para colctias, que se vendem
muit em 'onta.
GORGUHES O POPELNAS DE SEDA
A 5000 CADA COVADO.
Cheg u para o Bazar do Pavo um e'e-
gante sortimento das verdadeiras ponp8linas
de linho e seda, com os mais "modernos
gostos, que se vendem a 2500Ocarta ovado,
o que em outra q alqoer parte nao se ven-
de por menos de 25500, previne-e qne nao
sao algodo e seda, como ha muitos; mas
sim puro lioho e seda ; sao muito baratas.
ROUPAS PARA H0MEN3
No accrtditado Barar do Pavo encontra-
r o respeitavel publico um grande sorti-
mento de roupas para homens tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas con: peitos d'algodo e de linho,
para todos os precos e qualidades.
Centolas de lioho e algodo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco e-de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
om perito
ALFAIATE
Por quera se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pee* de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melhores brins,
qur brancos, qnr de cor; e qoando qual-
qner obra nao ficar inteirameote ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
mento.
CHALES DE MERINO
Chegou para o Bazar do Pavo am elegan-
te sottiment i de cba'es de merino de cores
muito bons com padroes moito decentes
para qualquer urna senhora usar, ditos de
crpon coro listas de seda o mais fino.*e
moderno que tem vindo ao mercado, e ven-
de-se por preco moito em conta.
BABAD1NH3S
ATOALHADOS
No Bazar do Pavo vende-se superior
atoalbada trancado, com 8 palmos de largu-
ra a, 15600 o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto moito barato.
Bales reguladores a 45000 45500 e 55000
Chegaram ao Bazar do Pavo o mais bem
teitos b3les reguladores, sendo de fusilo
a 45000, ditos de musselina a 45500, di-
tos de lasioba de todas as cores a 55000,
todos ejles sao moito baratos.
Panno preto muilo barato a 35600
O Bazar di Pavo recebeu urea grande
No Bazar do Pavo vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhps borda-
dos tapados e transparentes, a^sim como
urna grande porc5o de entremeios largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do qoe em ontra
qualquer parte.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo vende-se constante-
mente o melbor sortimento de fazendas
pretas para lato, como sejam :
Lasinbas pretas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas. lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todts as qualidades.
Alpacas pr?tas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, caotes, bombazinas, que se
vendem mais barati do qoe em ontra aual-
quer parte. H
CHITAS PRETAS A 200 RS. O COVADO
No Bazar do Pavo vende-se chitas pre-
Qoando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scieotificar ao res;
particular a sna boa fj s qoenlt^
le tem recebido, 6 jastamentePquando ella menos o pode fazer e potqne essa falta'
tratara ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attendero e rel<
jwrtioaando portante a dirigirem-se a bem conhecids lf ja da AGUJA BRANCA i
(Jueimado n. 8, onde sempre acharad abundancia em sortimento de superioridadej
Calidades, modicidade em precos e o sea nunca desmenttido AGRADO E SINCERID
L Do Jttpoi-, empregadu apezardeseos custos no desempeho de beta servir a aquellos q,
feonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennil_
*ar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidajMoie indi-
car aqullas cuja importancia, elegancia e novidade os tomara reccmoendfffl", como
bem seja

A Nova i2speranpa
*1 Run nuque de avias*1
Quandoa NOVA-ESPERANOA faz-oseos
anuncios expondo a/>s sens fregnezes e a
todos em ger.il o gVande sortimento esu-
periondade de seos objectos nao com vis-
tas de atrair a attenco de una grande fre-
goezia, como a de que attonlnvnte despeje,
e sim parascientificar (a intereso de todos)
a qualidade do sulis objectos os- quaes sao
sempre de apurado gosto e perfeico; tor-
nando-se qnasi iadisiK'nsawl para aquelles
spreciadores (do bor) freqoenlarem n No-
va Esperaoca, pois qoe ella capricha em re-
ceber coiislanternente. o que ha de melhor
relativamente a sua,r(>panicTio: oque se pe-
der verificar qoando em qualquer reonio
de pessoas (amantes dosiquej v-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de finas flores, ele, etc, todos olham-se
reciprocamente e dizem com sigo ( e as ve-
jes uns aos outros) este? sao objectos
comprados a NOVA-ESPKRANCA: realmen-
te !!!! procurar descrover em annuncios os
arlicros que contera dita loja, seria trabalho
insano e nunca o feriamos com aquella
graga e perfeico com que sao elles fabrica-
dos, assim pois aNOVA-ESPERANQA con^
lenta su em convidar a todos geralmentc,
visitarem-na para ento ficaram intei-
rados do que ha exposto na mesara loja.
11 Rna Pnqiae de Caxiasai
Laa para bordar a
5^500 a libra
O Cyane, ra da lmperairiz n. 64, acaba de
recebe' grande e varudo sortirnentu ile lia, a h>iI
vende pelo barassimo prec de S&ZOO a libra,
coras sortidas.
ESCOLA I-HARMACEUTICA DB PAR13
Medalha de Vrata 1860
tiOUEUR
IUDRon courcEB
GYOT
EXTRACTO DE ALCATRAO.
Dnlco medicamenlo approTado por todos os
Hojp.lDesdeFraDC, Bel(fica e Espanha como a
melhor prparacao instantnea e regulada em
dosesto AGUA DE ALCATRAO.
( Duas eolheradas grandes de liquido por cada
litro de agua, ou urna eolherada pequea por
cada copo grande.)
r.m,.'""ri"">r "," nwtlc* da* na.
b?I"..d e*,0,'. "> brovJilo id.
Exitir a firma do intenter /?
Scpobito Gehal c#'
ue de Frcs-B8rgtu, 17 e=^v ~
Dpposrro:
mm
MEMBROdaACADEHIAdk^IEDCINA
I Preparaoo por dcswuriers.ph
Suco* os BOUTIGNy-DUHAMEL
1 Ra de Clrv Papis
Gorpinho6 de cambraia, pr inoro smente
enfeitadoa coa fita de setim e otras esaas
coja novidade da molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para timos. '*
Loques nes8e objecto mnito se poderia
iier querendo descreve-los minnerosamente
por suas qualidades, coreee desenhos, tal
lo grande evariado sortiaento que acaba
de chegar, mas para no massar o'pretn-
dante se lhe apresentar o qne poder de
nelhor.
Entremeios em pecas de 12 tiraa.
Goipnre branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas a monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costomes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Capellas brancas pan Minas.
Grandes sortimento di lares finas.
Fil de seda, reto.
PERFTJMAA
Graade e constante sortimento de
samprf aathor quajide.
Lindos vasos com p da arroz e piaaal
Carimbas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrado*
para circolar o coque.
Bonitos brincos d plaquea.
Adereces e bftncos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para baleo.
Notos stereoseopos com 48 vistas, aa
qnaes sSo movidas por tm machinBo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoseopos.
Bonitas caiiinhas de vidro enfeitadoa eoaa
pedres.
Ditas de madeira envernisada com viapo-
ras e eom dminos,
Bollas de borracha para brinqnedo da
Tonqninhas de fil, sapatinhos bordados crlancas.
e meis para ditos. i Diversos objectos de porcelana, proprioa
Camisinhas bordadas para ditos. para eofeites de mesa e de lapinhfl.
7C3
te
53
s
s
CS
RL 5 A Bli MfiWfiAN.il
immi nm
p
co
t>-
Com este titnlo acha-se abrto e inteirameote transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraran tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qoe o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderocos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, prata de le faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilhantes e podras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
uiiDiur
Lourenco F. Mendes Guimares
RUADA IMPERATRIZN. 72
Tendo resolvido o seu proprietario liquidar todas as fazendas existentes as loja
G^ribaldi e Arara, convida ao respeitavel publico, amante da economa, visi'^rem a
|oja da ra da Imperatriz n. 72, pois s deseja apurar o dinheiro.
Arara vende madapoloenfestado a :$:5o00' Para liquidar vende bramante de 1-
8 peca, ditas de 24 jardas a 5;>000, 65'JOO,' nho e algodSo a 15800 o metro, dito de
6(5500, 7,5000, 8^000, 9,5000, e 10r5000. linho poro a 25*00, esta fazenda pro-
Vende-se cortes de casemiras de cores pria para lencoes e toalhas por ter 10 pal-
para calcas a 45000, 55000. mos largura.
Para liquidacio vende-se algodo de lis- Vende-se cortinados para cama fra,,cza
tras proprio para caigas, camisas e saias
para escravos a 160 rs, o cavado.
Na ra da Imperatriz vende se chailes de
merino estampados e de barra a 25000,
um e wm.
a l#i00 o cortinado para liquidar.
Arara vende cortes de cbilas para velli-
dos a 25500, 5800 e 35200 o corte pa-a
liqoMar.
Vendo se cortes de cassa a 25500 c
. Arara vende cortes de casemira preta corte s na fiquidacao a da imperatriz.
para calca a 35500, 45000. 55t 00, 65000, Vende-se cortinados para janellas a 65
75000, e 85000.
Para liquidacio vende-se brim pardo liso
bom a 500 rs, o metro, dito transado a
O Xarope depurativo iodurado do Dou-
tor Gibert offerece, no sen emprego, um
resultado bom, certo e constunte na cura
azsimnifjens, eswo/M/s, molettiaid&ptUe,
vkw dp snngue, obstr uccoes li/mpltatica.,
molestias contagiosas {s'ypliiitticas), leves
vu inveteradas, ede todos os accidentes que
d ellas dependen.
A receila deste Xarope foi approvada
pela Academia imperial de Medicina de
Pars.
Deposito as principaes pharmacias do
em Pernambuco: Mairer e C"; Joaocim
Martisbo da Cruz Corbeta; Joao da Con-
ceicao Bravo e Cu; Augusto Caors ;
Barthoi.omeo e C; Alexandre Ribkiro;
Abreu Ribeiro ; Joao da S Faru e lano.
porcao de pees de panno preto fino, com- tas inglezas com salpicos 200 rs. ocovado
pradas em leilao, qua sempre se vendeu a
55OC0 o covado e pode liquidar a 35600,
por ser urna excellente compra,
Lasiiihs eom msela a 500 rs. o orada .
No 8a2;r do Pav5o vende-se urna grande
porcao de finissimas lasinbas de urna s
cor com msela, qoe parece mescada de
seda, e ditas mnito bonitas com listr s', ten-
do qnasi a largura de chita franceza, e li-
qnidm-se a 500 rs. o covado, fazeoda que
sempre se vendeu a 15000 e 1520"
pechincba a 500 rs.
ditas todas pretas, por estarem um pone
rossas, 120 o covado ; pechincba.
Os proprietarios d'este importante esta-
bellecimento rogam ao respeitavel publico e
particularmente as Eixmas. familias o favor
de se darem sempre ao trabalho de lerem
os seus annuncios, pela raz5o de muitos
d'allesserem,mudad-8 amindadas vezes
CACHE-NEZ A 65000.
NqBaar do Pa5o
.r (Ven.de"9e uma bonit rasa nova a moderna,
com Mas, corredor ao lado, 5 qoartos, soto
mono fresco, despensa, coiinha com bom torno
grande copiar com pradeamento na frente, cali'
nrteiro tambera com eraaeamento de ferro para
erOTde portae de criacao privwda para despejos,
telheiro para lenha, carvo, ele., cacimba com
bomba de Japi, tanqne coberto que serve nara
banho, e sitio, tem 100 palmos de frente e 500 de
;ando, todo murado de novo com gradeamento na
e e portao de ferro, lindo jardim
7:20, 900, e 15000 o metro.
Para a cabar vende-se dnzias de lencos
brancos de cassa a 25000, e 35600, dilos
de linho a 55000, 65lHX>. 4
Na rna da Imperatriz vende-se cobertores
de algodo a 15400 e corberta? de chita a
15500.
Para liquidacio vende-se cortes de casto-
res para calcas de homem a 500 rs.
A Arara vende chitas largas para vestido
a 240, 280, 320, e 360, rs. o covado.
O barateiro vende percalas finas
vest'do a 440, rs, o covado.
Em liquidaco vende-se alpacas para ves-
tidos de Sras. a 500, rs, o covado.
A Arara vende lazinhas para vestidos de
Sras. a 320. 400 e 500. rs, o covado.
O Guimares vende mnrsulina de cor
para vestido de Sras. a 440 rs. o covado,
dita branca a 500 rs.
O Menles vende fusta) de core3 par-
vestidos de senhoras a 360, o covado.
O Lourenco vende cassas finas para ves-
tidos 240, 360, 400 e. 440 rs. o covado.
'Arara vende alpacas de lista para vesti-
dos de senhoras a 500 rs. o cvado, ditas
lisas a 500 e 640 rs. ocovado, ditas matisa-
das a 640 rs.
pa-
a peca para liquidar.
ECONOMA
Vende-se duzias de collarinhos de
pe a 240 rs. para acar>ar.
Arara vende lasinbas transparentes para
vestidos a 500 rs. o covado.
Liquidaco, vende-se parapeito liso a
25200, 25500, 35, 3500, 15, e 55, pro-
prio para calsas e paiits por ser bea fa-
zenda e barato.
Arara vende cortes de brim para cal-
sas de homem 15500.
Vende-se cortes de pcalas de duas saias
para senhoras pelo Darato preco de a 65.
para cadaum.
Grande liquidaco de roupa fdita.
Vende-se palitos de alparca e de cores
a 25.
Vende-se ditos de ganga para homem
a 25.
Vende-se ditos de brim de algodo bran-
cos a 25.
Vende-se ditos de meia casemira a 15.
Vende se coletos de brim de cores a 15-
Vende-se ditos de meia cisemira a 255q0
Vende-se calcas de algodo azul a 500 rs.
Vende-se dita ds algodo de listras a 800rs
Vende-se d;as da brim pardo 25,15t>00
e 25500.
Vende-se calcas da casemira de core
i 6585.
para re-
cre, plantacao de arveredos novo*, passa-lhf
rio Oapibanbe perto para os banhos, no Inear de-
nominado Chacao n. |, jnritj da eslacao da Casa
Forte : os pretendemos poder-se-hao dirieir nara.
tratar a ra de Thom de Sooza, outr'ora ra da
Linoela,n. 4. .
PAEA AGUA

vendem.se bonitos e
grande I grandes cacbi-De de pura la, pelo bara-
I to preco de 65000 caae am.
0 Bazar do Pavao sito arua da Imperatriz n. 60, esta', constantemente berto
das 6 horas da manhaa as 9 da noute.
Gride peciincJia
Na loja d- Pereira Irmos & C. a ra do Duqoe
de Caxias n. 9, vende-se algodo de listra pelo ba
ralo prego de 130 rs. o covado, e sendo peca ainda
se taz ditferenca. *
Formas de ferro
para porgar
lo 4.
assuear : na rna da Gadea nnme-
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farioha de mandioca, vinda
do serlao do Uara, em accas de 2 ir* e 3 al-
queires cada sacca. por preco mdico : i roa do
Zigano n. 14, escripiorio de Jos Lopes Davina.
Canos de ferro galvanisados por barato preco.
Torneiras, e curvas para os mesmos! No armazem da travessa do Corno
Santo n. 25.
Moinhos para caf e para tnilho
Os melhores moinhos para caf e para milho que tem vindo a este mercado
s encontram no armazem da travessa do Corpo Santo n 25.
XAROPE SEDATIVO
de cascas de Laranjas amarqas So
BROMURETE DE POTASSIDM
De J.-P. L1ROZE, , na dea Iiion-int-HuI, Piarla.
Todos oa Hedios concordSo 'em qae o Bromare-* de Poiassinm pn
sistema nervoso, uma accao ie<9ati*a lAm* i Reunido So Xaj
juro tem sobre o
arope Laroze de
Laranja amarga, coja accio regenera as ftiif8es do estomago e dos intestinos,
umversalmente appreciado. Sem receio 'uademe se pode dar as pessoas adultas,
quandO SOffrem de mole.tl de eoraoao, mn t di'gerti, oa narrots* cas gral,
assim que para as aaoleatiaa iianuiai /* praahaa. Pora a* creaacaa, f* aalaaar a
aapUeao, iHiaUi, toaaa dmraoU antjto.
Deposite tm Rio de Janeiro; . Charol)*; em Perpambuco, *. a
em Mactio, -loo !; em Palios, Aaiaro ewaa; em Baha, P Haaka;
Porte Alegre, ii Bailo; em Karanho, atrair* a ; em Ourt Preto,]


^fojW
TTO^J wWffl'Hl HH*WW '
*<

1>'
Diario de Paruumbuoo
Sexta eira 2 de Svlembro de 1870.
\
i
Jos de Souza Soares & C.
llUA 35 B1RAO II1 ^ITOJMA
( UlITR'oRA NOVA )
Airesenta-s > n-.-tro r,)hoz-aii<> M .u,, |,j id Iwver aanas flaas para Senio.-a* a* ligua do alta moda em Pars tanto para senhoras como
para sonms e meninos.
Mioaezas afarumUs. petumarias aptuTi o*, varfedade de lindos objeclos pai a nw
niuus e hriaquedos para enancas.
i.HANDB gQMUmiTQ
Continuamente recebkio por todos os paquetes viudo da Europa aonde tera ha.
beis correspon lente?.
Vende-se muri ementa e n)SRda-se p>r em pregad, s do es labe I cimento fazendas
era casa das Ba.ms: familias lim do tnelnor escolberein o que desejarem.
DO
DE RZEI
Ra da Imperan-/
O PAPAGAII)
lovo estbeldcloieato
DAS E ROPftS FEITAS
40, esquina do be.-eo (ios Ferteiros.
esquiua
DE
Ra doQueimado 7
DE
A & ISiSTOvS
as.
de
v
lazendas
lilil TIISIM IMS.
O novo pr0|>r:et;:r<> desre est;i.Vlcrirnento, communka ao respciiavel publico
desta enfade, e especialmente s lxinas". familias., que esl liquidando por precos bara-
tissimos, s ontiras fazendas que existiam neste e>tbetciarent& alm das qne abaixo
vio rrtacionadas, cajos precos aer<*crti torio a^aretfao do respeitave! publico, qoo nao
delxar de coto pequ-ita quantia rofazei-se de qnalgoer qualidade- de fozenda que pre-
nse. Previii'-sii t;:mbem que a misma luja tem ffM sortlmentn de lazendas moder-
riaM. e co;:ti?ia a so;-iir-*c d-i< do mais inusado e escolhido gusto, qne vender mais
barato que qualqne. nulTa Ird.
A LOJV !>() IV.l'AJAlO alm nV tor un grr.nde deposito de roupas fetos, tem
ura barrito sorfime.010 rta ca>flihnH fr:ii-.-.. /.as. inglesas e altemaas dos p.idroes mais nco-
demo*, e assim cmd pannos prttos, casemiras e panas lino cor de pinliu. azul Claro
e mais escu/o, br.ns Inancos e de c:cs, fusles bran:os, e de edres, gangas de liubo
e biius pantos ile ludas as (pialiilades.
A LOJA DO i'.vt'AGMO t.-m contratado nm ptimo imslro dfaiate peiito no
sen olficio para ewtrtar qualqni'r nf.ra da arte com a irtaW perViCSp e esmero, e qual-
quer obra que nao tique a vontade dos livguezes, fiar para a foja, e manda-se
a 3/5 o metro, Esguio de liulio de 18006 a '.',$ a vara.
ilh.lts 'e meiin pretus muitn grandes
e toa- a '.'..
fazer ou ra.
Atialliado de fibo lino,
de atootu a id.
e
Algodosinbo laigd; p::ra lences
Ibas a !:>('()!).
Alpacas prata, de cores, lisas, de furia
cores, e de strns.
Barias com liMr'rahas e dilTerentes ce- sslpico.
Dito ditos, estampados de 4,500 para
cima,
ril ile linho blanco e pelo liso, e de
E" chegatK a este novo estabelecimeata o mais bello sorlimento
semlo sua especialidade enxnvafs para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorguro de seda blanco para vestido.
Colchas d seda para, para cama com ricos desenhos.
Ditas de la e seda, id m dem.
Ditas de crqx, idem idem.
Oiriijtdus licana-nie bordados para camae janellas.
Croxs p ir cadeiras e sofs.
Veslidos de cambraia branca bordados.
Popelines "le lindos gustos.
Laas de diversas qualid^des, lindos gogios e modernas.
, Ricos b urnus para passeio, com listras de selim.
Sabidas tle baiie que ba de mais rico.
Cretones para vestido com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito linas para homens.
D tas ingh'zas para borneas e menino?.
Seroulas de linho, e mn grande sortimeato de roupas futas e de lazendas que
Hufadonho mencionar.
Luv.s V^scas de Jomin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala, e o
erande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
ROB LAFFECTEUR
Apprpvado em franela. Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Liffectenr sa autho-
rzadOi he mai superior aos xaropes de cnisinicr, de Lavrey e de salseparrilha. De fcil
diaestao, adagraved ao paladar, e ao alalo, elle cura radicalmente em mercurio, as
afteedes dapelle, lm|iiicu. ulporrit*. tumores, ulcera, taras drge-
nerada. escorbuto, e os accidentes provendos dos partos, da dale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrub he especialmente recomraendada contra as doencas sypjiiliticas recentes, invete-
radas ou rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potassio.
Deposito geral do verdadeiro ROB LAFFECTEUR. em casa do doutor GIRAUDEAU DE
S.\lNT-t;ERVAIS, ra Richer, 12, Pars.
: W8
inglez a
resaco :s. uci.vado.
ttols sdo tapflte aveludadas. para \iagem,
oprecoe cnfore o tamaun').
Pombasinas pictas. usas, e trancadas.
Bfimadtes de linhol francez c
250O.
Moas 3e rftnsttuHaa, brancas com fifis,
o oirtros t"uus de panno cora o felio dos
de litas, para setiboias e meninas.
RUqoinas de jrrsdetta^es pnto trio-:
Jerna.s < de rocfi rnnito CKeladas.
Bfetanhas de liifio. e de dgdSA.
,B ins de fiitio iran<;ados brancos e del
crps.
(Jravatas de soda prctas e de cores, da.
mais medernas que tem vindo ao mercado.
G.uardahapns de i'mno brancos e pardos.
Grosdenaple preto de differeutes pr eos.
Lasinbas em cortes com palmas com 1 i
cevado por6;i.
Ditas ir/as q dewM tnii?parenies e la-
padas de differeleg presos.
.Madajiolo n?lez de *>.^ al i(W> a pcci.
Leaos de aigodao, brancos de -a3^
a duzia.
Ditos de ciiibraia ae Iin!i de 6,j'a Ii2?js
D.Vis de esgoiao de G(S a .S. -
de cores a ,*>00 rs.
lussolioas brancas e
Br.ns de aigodao trancados brancos e de o cavado,
cores. Corgntoes tW Ha <:. n lisiras. lazondn ln-
Combraias brancas tapadas o transpa-1 kirapieole nova no mercado a 80 rs. o
reates, sendo irU,2as e suissas de 8 pal- oovado.
mes de largara. I Mefas preto, trancado e de cordo.
Camisas de. ineia, de llane'la. branca, e I'itos bordados o liaos, lant de linho
de algodao. icomo de algidfio para camisas lie homem.
Cmisinhp.s brancas de cambraa cem di-] ^rincetas pretas de difCerenLes precos.
licadOs bordados, e enfeiradas de cor para i .Camb-ia branca tapada muito larga com
Sras. 1 pregas e bordado, ha de tres qualidades
Cambraias de cores a 400, rs. o muru e WW* MP taiilS ,ie Sras" WeC 1>a"
a 80U rs. a vara. <:l{'- ,
Camisas in-lezas, e francezas de linho. o! .^,,as Pr*! '2vrada5 V**- vestlJo a
de aigodao do pregas, isas o bordadas.:-^00 coyado.
Qmm d sol .de seda, merino oalpar- ^""gehp hancez e inglez de toda ao co-
ca, de ddferecles a>ux, e ton i tu baratos. re-*; .
Cintas para vestido* Irr.ncezas, de -iv T,slhss e Sodaoe de linho de d.f-
at 400 1 s lerentes quabddes e amanhos.
Cbaas para cuberas de UO at GiO rs.! l,tfH G liho Para hmeui muit0 "
Cortinidos de caiiibraia. e ile lilj borda-lnu!*;.
dos para amas e anelas de IOJ oar.i cima.;
Col. has de fuslao honras a :joO.
IiJA
DO
GALLO VIGILANTE
lina 4o Crespo n. 9
Os propietarios deata bm conhecido esubete-
caeolH, atan dos miitos objectos qae ffnham tx-
postos a aprecinao de respeiuvel publico, man-
daran tir e acabam da Europa un completo e vanado sortimento de
Onas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu costume,
por precoz muico baratinhes e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luyas de pellica, pretas, bran-
cas e de mu i lindas efires.
Mu boas o bonitas gollinhas e punhos para se-
niora, neste genero o que ha de mais moderna
Superiores penles de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enoites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidf i-
Ihos e sem elles; esta fazeuda o que pode haver
de nielkor e mais bonito.
Suporiores e bonitos ieques de madreperola,
marrtn,:alalo e ossO, sendo aquelles brancos
aim liados desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, a quaes sempre se venderam por 30*000
a duiia, entret;in!o que us as vendemos por 201,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outr,-.s qualiades, entre as quaes algumas muito
linas.
Boas aagal*t ue superior carnia da India e
castao >l laarm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor si
pode desajar ; alm destas temos tambem grandi
quantidaue de outras qualidades, como sajan, ma-
ueirir, baieia, oata, borracha, etc. etc. ate.
Finos, bouitos e urosos chicotinhos de cadeia e
tle outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
liara segurar as meias.
Roas meias de se.da para seniora e para meni-
nas de 1 a l annos de idade.
Nayailias abo do inarlim e tartaruga para fazer
barba ; ftip muito boas, e1 de mais a mais sao ga-
rantidas pelo lah ir ante, e nos por nossa vez tam-
bem ssegurainMi sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bollas capailas papa noiva.
Superiores aguluas para machina e para crox.
Linha muiK) boa de peso, frouxa, para encher
khyrhrtito.
Bons baralhof de cartas para voltarete, assim
como os leulas para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento da3 melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnetices contra as convnlsoes, e
felitam a dentro das innocentes criancas. So-
mos desde mult recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos o?
vapores, aiim de que nunca faltera no mercado,
tomo ja tem sconteeido, assim pois poderao aquel-
es qne delles iretisarem, vir ao deposito do gallo
vigi-lanto, aonde sempre encontrarao destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-e ao tim
para que ^b ajipll.'ados, se rendero com um mui
dirninnto lucro.
Rogamos, pois. avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
compear por precos muito razoaveis toja do gallo
viilantfl. na do Crespo n. 7.
Ditas de cores a ^8UOt
Colarinnos de linho, iumezes, e atenes,
lisos o bordados.
1 pello, e&comilba prata.
Lspanilhos do linho branca para Sras.,
de ailereuies precos.
3 portas n. 53, ria Direita, 3 p rtas n. 53, antigv,
foja do Braga
O abaixo assignado, dono desie anlifo -ubelecimcni), i^ndo em vista apreentar umj
completo sortimento de ferragens, miudezas e cotileria, tem resolvido mandar bascar em 1
diversos pcn;as da Europa os minares objectos de seu estabelecimento ios fabricantes :
mais conhecidos; pelo que convida ao respetavel pnblico e a seu3 numerosos freguezes,
virem se servir dos objectos de sua carencia, a-tnd" encontrarao por menos 10 0|0 do quo :
em outra qualquer paite, ura sortimento completo do machinas para descarocar aigodao. !
do bem conhecido lauricanla Cotturr Gia A C, ditas para custura, motores para auimaes'.
ditos para fago, moioaos para caf de rodos os Limanhos, Ja fabrica do Japi, espingardas de
doas canos c do ubi, tanto inglesas como francezas. louca de porcelana, facas e garfos :
de diversa? qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, breu, barbante, enxofre, papel e J
limalha do Ierro, ara, e agolba para fogneteiro ; assim como encontrarao constante-
mente grande poivio de fngo Jo ar, e recbese eucommeada de lagos de vista, alein de um |
cera numero de objectos, que se tornara enfadoaho numera-los : venham ra Direita n.
H3, loja de Lenidas Tito Loureiro, antiga loja do Braga.
Damasco te la. encarnado, a zule a ma-! diminuir o retalho.
e para borneas, de dderentes qualidades
e do todos os lamardioa.
Para quem comprar peca mi dnzia da
qnalqner lazenda seu preco u custo ; para
Darn-se as .anustros de -qiulquor fazemla.
A loja do Papagalo acha-se aberta todos
os dias, at s S> hnr?s da noute.
Frncisc Teixeira Mondes
CASA CAUVIN A- MAR1HER
Pharmaceutico privilegiado
1 Buccessor
Sebastopol,
Honlevard Sebastopol, 65 PAKIS.
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
A.resuUdas a Academia de Scicnriis 4 ao Instituto de Franca,
lUICPPn ^>b lorma do l'a-tiila. dfveiiid e doseada pan
InubUUnU f.>ser de momento urna miIu.-i.jo
PrtTentiva e curativa das KOUSTIAS CCNTAGIOSS.
ESTOJOS
servindo da
i-l os
frajilidait.
Com a forma, e ie volame de nm Portc-Moedt
COMSDQ IOJMJ 1R&TMENIO.
t'OLLYBIO Contra as affeccois das palpebras,
preparado sob a mesma forma.
BARTHOLOMEO i C
CASA CAUVIN A-iuma
Depostanos geral para e BRASIL, e IH)BTLtiL
34, ra larga do Rosario. PEKNAMBUCO.
Pbannacemtlco priTiletjiado
succesBor m
35. PAHIS.
i
extrac<;o dos clentes e operaqae3 lcntarias sem dores, torios os
dias uteis, das 10 horas at meio dia
PELO EMPREGO DO
PROTOXYDE D'AZOTE
no gabinete do cirorgio dentista FREDERICO GAUTIER
19Eua Nova19
O qoal, acbando-se relacionado com os mais celebres dentintas de Paris, adquiri
com eiles, na ultima viagem Franca, o modo de preparar e empregar este excellente
aaestbesico de que se pode sempre osar sem inconveniente algum, e produz insensibili-
dade completa.
O mesmo aproveita a|occasi3o para lembrar ao respeitavel pabhco que no
sea gabinete continua-se a azer todas as operacoes da soa arte e eollocar denles por
todos os systemas: com onro, platina oa valcanite, gegnndo os casos.
Especialidade de obturages com ouro puro.
BooleTard (Sebastopol
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apresutadas a Academia de Scieaeias e 10 bistitdto de Franca.
Sob i forma de Pastilla, degdida e dasetda para faser de
momento ama solucelo PBSTXTrfA X CD1AT1TA das
INJECCAO
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
1 xJECTOH-PIULTRO
Orares
do volunte de um relogio, servindo
de Philtbo e Skbinga sem os
iiicoaTeniantas da fragillqade.
Coa forma, e d* vaioa de oa Porte-Moeda coalead
TOBa TBATAMENTO.
r
> >
rame de ferro plvanisado ero rede para cercas, gaiolas, gallinheiro c
Uupas de Ierro galvanisado para cubrir casas.
Tacaos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Mlner e oatros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lenco!.
Hito ein barras.
Dito em enxadas.
Estanbo era barra e verguiaha. ,
Folba de Plandres.
Arados americaaos para iadaira e vanea.
Cairinbjos da roo.
Venezianas para jaoellas.
Machinas de descarocar algodio^de facJo.
Ditas de serra.
atas pana corlar fumo.
Brus a vapor de forca da 32ea>vaUos a mcusss puja icavallos. ura mova v>Q
Uainaa de aigodao.
eadeiras de ferro.
Ama d ferro.
ftaasa para copiar cartas.
julaocAs paia.p^eac.
so de Irnhaga em latas de ferro.
s de frro para etrenho?a
Bombas americanas,
acacos de itivar.
E!**8 de patente.
ttofre.
Salitre.
W larga1 e de boa quajklada
Picarlas para camuhos de ferro.
La grande sortimeoto da fsrragau a cotilari.


BARTHOLOMEO 4 C
ESTOJOS
Contra ae affeccois da palpebras, preparado sob a mesma forma.
Depositarios geral para o BRASIL e POBT16AL
34, roa larga do Rosario. PERMAMTtCO. ~
OAVi
EHOEEfflO
Com fundipao
RA DO BfiUM 52
Passando o chufa; t/.
Cliama a atteocSo dto Srs. de engentio para seus acreditados mathinismos- e
com espsciaiidade para setis vapores qoe anda urna vez tem meiorado.
Os vapores fornecidos-por elle ej funecionando' itie- bao de azer melhor apre
ciaco o que qualquer ditoprnprio.
Desr-ji MUibem mencionar que tem fia urna redcelo em seus precos; e qoe
tem protivpto toda a especie de iitaclimismo o outros objectos para a agricultura.
! *
A ra do Duque Je Ca.\ia n 21.
(ANTIGA *BBA DO dBEIMADO)
Recebeu h saguim :
B Cartciras, cbarutsiras e puit-.'igarros de mnita>
qualidades. ,
Manilas pastas para papei?. simple c mstisacas
Boas caixas vasi.is para costura cun sna cempe-
tente chave. ,
Delicadas caetas de uwrllin com o bocal d
prata.
Meemos pento de tartampa, scbrc-r.iiindo en-
tre elles os mimosos teregTafJWSIis.
Commodos toucadores eoni duas gavetas e bom
espelbo. ,,
Pon boojjuet, o que de melhor tero appare-
cido.
Port relogios de mitss (ualrdad^s.
Bonslalberes para ii i;.'
Vostoarios, chapoiinliu.-, louas, sapatos e meta
para baptisados.
Toalhns e frmjhas de laLyrinlho.
Cliap'is e chapelinas para senhora, moldes novos
e b'iiiitos.
Cliapoiiubos goiros o bonets pua meninos
merlinas.
Contra as coivulso^st Das
Vndese os Terilai'eirp.s collares na Nova Espe-
rauca, ma do Dnqne de Cairas n. 21.
PABA TINtiltt CAHI-.l.l.DS
para prei<>- M caNswiloS, m-tlBU a Nova Esps
ranea a vi'Vddeira tiltla iw lew.
' PAUA ACABaI; im.. A8v?ABDAS
on pannos, tem a Nova :-p leile de rosas bfaafs*.
AGUA DE .OH DEF.ABANU.
Vemli--sr na NoH Ksperanoa, ra da Duqce de
Caxi^s n. 21.
PAPEL PARA r.NFF!lTAR-?E BO.OS
reeeK-n-os milito nsVw a .Njva K<|ieran<;a, rna
do buque de tosas n. SI. _____
PAUA AMACIAP. E AFORMOSEAB A PELLE
tem a Nova Esperanca S sabomies de pos de
arroz.
3 cordeiro providente
Rna lo Qaetmado n. lO.
fovo e vaiiaJo sortimento de perftmiaria
unas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de pert
taarias, de qae effectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba 6
receber um outro sortimento que se torr
QOtavel pela v&riedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de pn
vos; assim, pis, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciar.
do respeiiavel publico em geral e de so
boa freguezia cm particular, nao se af?i
(ando eic de sua bem conhecida mansdl
a barateza. m dita loja encontrarn .
ipreoiadores do'bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita do Cologne ingleza, americana, rai
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeir?a.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
> Elixir odontalgico para conservacio
ssseio da bocea.
Cosme-ioues de superior qualidade e en*
ros agradaveis.
Copos e ate, maiores e menores, co>
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparenv
a outras qualidades.
Finos extractos ing'.czes, americanos
(rancezes em frascos simples e enfeitadoa.
Esscncia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidadi
com escolhidos cheiros, em frascos de diflf
rentes tamanhos.
Sabcnetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos o em figx
ras do meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
(metas.
Ditas de madeira invernisada contando i
as perfumaras, muito propriaa para pn
sen tes.
Ditas de papeiao igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, o 4
moldes novos e elegantes, com p de airo
e boneca.
Opiata ingleza e fraaceza para dentes.
Pos de camphora e outras differeuU
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
.titula mala coques.
Um outro sortimento de coquea de m
vos e bonitos moldes com filete de vidnlLt
e alguns d'elres ornados de flores e fita:
est o todos- eipostos apreciaco de qnti
os pretenda comprar.
G0LL1NHA5- E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicSe.
Flvelias e filas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objss
tos, ficando a boa escolha ao gosto db coi
prador-
Rival sem segundo
RA DO DL'QDE DE (1\XIAS N. 49
Estou disposto continuar a vender toda
as miudezas pelos baratissimos precos abai-
xo declarados, garanlindo tudo bom e pre-
cos admirados.
Duzias de pa'itos securaoca a
Duzia de palitos seguranza caixa
grande a...................
Frascos com oleo baboza muitliuo.
Pacotes com pos do arroz o me-
lhor que h a.'..............
Navalhas muito fiaos para lireer
barba a.....................
Caixas de linha branca do gaz a..
Vara de franja de linho para toa-
Ibas a .....................
Caixas com pennas d'aco de lerry
superiores a.............
Lencos de cassa brancos e piuli-
dos a......................
Caixas com 0 cadei nos papel pau-
tado a........
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a.....,
Duzias de meias cruas superioi
qualidade a.......
Pecas de babadinhos com 10 va-
rasa.........
Pecas le tiras boidadascom 12
metros cada p c-1 a l*00 e.
Pecas de (itat. para eos de q-al-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhasfazmda fiw ;;
Ditas para denles a i'iO, 320,
400 rs. e.....,
Pecas de tranca lisas, brancas *
de cores a.....
Duzia de linba fi.xa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias crua* para mo
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas muio
finas parasenbora a.
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de barnlhos para vultarele
Sylabarios porogoeces a. .
Csrtoes com colxeies carreras a
Abotoaduras para colltte diversas
qualidades......
Caixas com pinna de ago muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores brelas a.

Nova lega de joias
flA DO CABUGA' N.9 A.
Manoei da Canha Saltanba & .
Acaba1 de bnse este estabrlecmento dto w*s, o qual tom.grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, asqaaes veadei.omais baratoipos-



>ivel.

Todas as joias serio garantidas ouro delei, puis os seus dono* tendo em
vista so arqumr fr'eguezia n3oolvidaro. vender bom e por precios mais
razoavfis possiVfcis.
Convida-sa o publico a vir a esteiestabateciraaio^ceito fa,qp& ficar
satisitiU?.
V MU DE1 OUROBLA 00 CABCA N.g.\
Cabellos
120
320
\
320
15000
300
t
60
800
100
7051
"400
3I60A
506
oeo
500
KOr
:, h
Ib
500
320
M3CM
2,5000
1^300
3W0t-
400
20
400
Duzia e aguiha para machina
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
nos.........
Rema de papel pautado super or
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
30C
0
2(W0t
40
.s
401
.000
3<>0o
I -Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, qualidade superior, em eaixa oa
porfi mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
eire n. 31. 1* andar.______________________
LOLERIA DO RIO
RA DO CABOBA" IT. B.
I Al nova reoluoao, m vaadem biltaetea do rSo.
aas vendedores na razio de iiWM, seja qoal
,fOr a porQo ; dioneiro avisu e aos particulares a
20Ra da Imperatriz20
Faria & Lessa.
Acaba de chegar a esta nossa ora loja de fa-
zendas finas ura variadw sortihiento de lazenda? de
laa e seda, como sejam : granadines do ultim>
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e laan-
nhas de cores, o que ha de mais moderno, lado
por baratissimos precos, brilbanlraa* de core?, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitacao de p*r-
calia, balees de dina flagrado saia de cor com lin-
das barras, fustes proprios para vesliao e roupas
de meninos ; agora grandes- e admlraveis pechin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3a, n-
co corpinhos bordados muito unos a 6. balo.-
modernos de arcos a 2, ricas colchas para cama
alcochoadas, sendo; bramas e da cores, a :>, 64 s
7*, cambraa victoria tina a o, dilas transparen-
tes a54,64 e 7gnitas tinissimas eseurss e clara-
a 280, 300, 320 e 360 o aovado, cassa s de cores
240, lencos brancos de cassa a 2ib00, dito* ehi
nezes a 3*500 a duzia, madapolao fino a ,64 e
64500, e muta supencra T*.740 e 84, aljto-
daoznho largo proprio para lences a 64, panno
de al- odo braneo trancado proprio para toala>
de mesa a 14*00a vara, nramaite paia lenc^jes a
24000 e 34500, o qne ha de melhor, esgaiao n-
nissimo a 24200 e 24300 a vara. Mandamos na*
casas das Exmas. familias- para melbor poderem
escolher. Tambem temos completo sojtmento do
perfumaras dosiprimeiros (abricantes francetea e
inglezes; as pessoas que so dignarem vir a esta
loja terao occasiao de reconbecer a realidade do
que annnneamos para nos jostiflcsr.
Veade-se a casa terrea n. 11, sita em Olinda.
ra do largo de Amparo, cam exeeHenies com-
modos e grande quintal, sola proprio: a tratar n<
Recife, roa ds ladea 0*8,
Mauteiga a 1^.
Vende te manteiga Ingleza flor a 14 a libra :
|iy progrey so do pateo de Carmo n. 9.
V-;jo> Joaquim Jos Ramos : na ra da Cruz
fl. 8.1'anaar.
; 1 .-------- f
Vende-se urna rotula de amarello em bom
estado : na camb do Carmo n. 16.
Farinha de milbo.
Ha para vender farlnhaf da io moo aova e
souerisr em saceos, chegaa nltimanwntp u> Pnrit-
Aiegre. A lodo contento dos compradores p^j*
Tarinba coacta de tiae qualidades ; BRArCA.
AMARELtA B FlfflA1; son) esta ultima nsml"
ntil para alimento deansaaes, e.ao wn* .npu
de grande vautafm aiw onipra4.res em taceaor
precoz ncontestavelmento mnito mdicos : a tea,
tar na ra da Cruz n. 3, eseriptorio da Amorim,
Irmaos C. ___________^_
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernanibacj cce; da alian-
dega veiha n. i, ! anda.
V
I


Diario de Pernambuco Sexta eira 2 de &rtembrcr e 1810
UTtTJRATBA*
-i
~*-
-**-
Relator! Ilio pelo . anijon
Salrdor Ilearlqfte He Albn-
querqus, na aeaaato o Instl-
fn( rcheologleo, dadla **.
de agosto.
Senbores. 0 Instituto, em ses$3> nr li-
naria de If de iKiveiubru dv anno pa.-
8ub proposta do socio Que ora lera a
de dirig r-vos a pilara, delib ron q
omraisjo di; irabdhos histricos earc
: ;os, passasse a examinar, no pa-vjnijat i
terreo de um sobra lo era ret-diiicu- i ua
ru.i Mrquez de,(Miada, anulapili .pe
se havia l desenterrado pouco abaix:> rio
ladrilho, e qne pareca ser -inscripgai de
alguma sepultara, ou data de algum
outro antigo monumento ; e bem assim que
tratasse de verificar se as cacimbas, encontra-
da! pequea distancia da fortaleza das
Cinco Pomas, eram aquellas mesmas cucim-
bas era que e- Hollandezes em 1030 iam
tomar agua para beber, e se o terreno ad-
jaceote era o raesmo que varios historiado-
res denomnavamCampia do Tabordh,
onde foi assignada a capitalaco dos Hollan-
dezes em I6i.
Em virtode, pois, d'aquella deliberaco,
a vossa commis o actual d3 trabalhos nis
toncos e arcbeologicos, vem trazer illus-
trada considerarlo do Instituto, o re-u Udo
de suas investigacSes e a opiniio qoe, em
vista dellas, forma sobre seinelhante as-
sumpto.
Nao tendo a commisso de trabalhos his-
tricos e arcbeologicos. do anno passado,
aproveitado o ens? j) para u exame da reft-
rida lapida, durante o concerno no mencio-
nido sobrado, e nem sobre tal objecto pre-
sentado trabalho algum ; v-so a comm sso
actual na impossibilidade de formular uina
noticia qoalquer, por nao existir n'aquelle
logar pessoa que p"ssa dar as formacoas
necessarias. e mesmo subministrar a lapida
de que se trata, para venficar-se a inscrip
Cao nella cont da e por c nsegunte a sua
raaior ou menor importancia em relago ao
nosso lim.
Isto posto, a commisso passa a tratar da
segunda parte da proposta, sobre a qual vai
nicamente oceupar-se.
O marquez du Basto, conde e senhor de
Pernambuco, as suas Memoria-i Diarias,
assz importantes, por serem escripias por
testemunba ocular, relatando os factos oc-
oorridos de 4 de marco a 14 de agosto de
ItfSO, declara que os Hollandezes j d pos
se da villa de Ulinda e da povocjao do Re-
cife, vendo-se privados d'agua de beber,
nao s tratar*rn como tamben a Hha de Sanl i Amonio, cora
o im de si proverem d'aquella agu ern
urnas cacimbas appellidadas de Ambrosio
Machado, sennor do engenho da Torre e
de outras propriedades, entre as quaes eef
tamente a dp terreno em que se achavam
as referidas cacimbas que delle tomaram o
nome.
A liba dp Santo Antonio, assim primera-
mente denominada pelo convento de raligh -
sos descalcos dessa ordem que ao tempo
da iavasao Hohandeza j exista; na historia
de Barleo iom o nome deliba de Antonio
Yaz, e ua de outros com o nome dellha
de Marcos Andr; a parte desta cidade
boje oceupada pelas fregaezias de Santo
Antonio e de S. Jos, a qual oferecia aos
invasores, n5o s o importante recurso de
se abastecerem d'aquelle indispensavel ali-
mente, como de accommodar as suas nume-
rosas forcas. alargando se mais para o in
terior do paz, donde esperavam como certa,
a maior resistencia de seus habitantes.
Com effeito, principiaram a levantar o seu
quartel e a primeira fortificaco em roda do
abandonado convento, o qual ficou circula-
do por esses alojamentos.
A fortificaco de quatro baluartes que all
ergueram. denoniinaram os Hollandezes
Forte Ernesto, mas os nossos q chamaram
Forte de Santo Antonio.
Depois da perda de Olinda e do Recife,
c nosso general Mathias de Albuqaerque,
tratou de oniQcar-se, tomando posigoes
prximas aos lugares oceupados pelo ini-
migo.
C un as companhias de emboscadas, com-
mandadas por habis e valentes capites,
eram 03 Hollandezes assaltados diariament
de modo a nao poderem conhecer o interior
da provincia*, e menos gosar de sjus fructos,
que, pequea distancia dos alojamentos em
que estavam, ctistavam-lhes bem caros, se
aconteca procura-Ios.
Deste modo, am troco de Hollandezes
que no dia 18 de abril vinha s cacimbas
de Ambrozio Machado -prover-se de agaa
para saciar a sede, esta agua, na phrase do
FOLHETIM
UVA DEPOls ,DI MORA
POR
Xavier de Montpin.
i ortos
age,
i. em que dei-
)m quarenla e
n-se pira passo de
Afogados/^nxJo apenas qoatro feri
EUeeuulr s semejantes deram
logar que o inimigo se deliberasse a er-
411er m fortaleta em forma de pentgono
s, junto s mesmas cacim-
ba, q.iiiih,.;ios pwsos" do Forte Ernesto
j quasi conoiuido.
A esh fortaleza .hamaram elles deFre-
ibark Henr.ifne, e os nossos. hzeram-na $o-
ohecer porFortaleza das cacimbas e de-
[)' s das Cio Ponas.
Oo que acaba commisso de relatar vos
evidencia-se a importancia dos monumentos
qu;' procuramos investigar, como bnssola
que de ve guiar-noi ao conhecimento de lo-
ijare's confusa rayate mencionados of histo-
ria, e que mais tarde muito podero appro-
veitaraos trabalhos do curioso geograpbo,
na confecfSo di geograpbia antiga do paiz.
A vovsa commisso, dirigiodo-se ra
do Forte, na fretiezia de S. Jos, que corre
parallela de norte sul com a ra de Vidal
'/" Seyrciros, encoinrou a casa em enjo
uiiiniil, cercado de muro, anda exstem as
cacimbas di qne tratamos
Actiam-se n-ste terreno qaatro cacimba,
porten-eites urna casa de Jos Henrique
da Siheira, e actualmente habitada por Do-
mingos i.andido Xavier; urna meo-entulha-
da. outra inuiilisada completamente e duas
com agua que se pode beber, e em hom
estado de cooservaco.
As circomferencias de suas boceas po-
dero b-r de 4 a SO palmos, regalando os
seus dimetros de 8 a 10.
As paredes destas cacimbas, de certa al-
tura at superficie d'agua sao de pedra
solta e mostram ser obra antiqusima: mas
os parapeitos dessa altara at s bordas
i,bra mas moderna e feita de tijollo e cal.
A distancia da ultima dellas at o porto
da Fortaleza das Cinc Pontas nlo mais
de 40 a 50 passos; circumstancia qne reu-
nida outras mais, induz a cumrais>3o a
crer serem estas mesmas as cacimbas de
Ambrozio Machado, de que falla o marquez
de Basto as suas memorias diarias, e outros
historiadores.
Nao pode a commisso complelamente
precisar, como desejava, o logar da campi-
a do Jaborda; mas, em vista do que re-
latan as citadas memorias e mais outros
historiadores, 9 campo do Taborda, onde
foram assignados os artigos da capitulaco
bollandeza, no'memoravel dia 26 de Janeiro
de 1684, devia ser na peripheria que hoje
comprebende as ras Maicillo Dias, Largo
da Peoha, S. Jos, e outras ru;is que por
alh ficam, em frente e ao norte da Fortale-
za e das referidas cacimbas.
Eis o qu.i a vosa commisso, depois de
suas pesquizas eliabalhos, ten a honra de
trazer ao conhecimento do Instituto, de
queii espera toda a benevolencia e descepa
se por acaso nao preencheii as soas vistas ;
assegurando porm que, animada de bous
des Sala das sessoes do Instituto ajeheoiogico
e geographico pernambucano, 25 de agosto
de 1870
Salvador Henrique de Albuquerque.
Padre Lino do Monte Carmelo Luna.
todi a occasiJto de i
tempo que
Havia j
diamos por en
eslivesse absolutameit
socio, ao mesawHad p
ra toetitavel. \ nos n'oma situago qof nos deilasse por
escolha a guerra ou urna hurailhacSo qoe o
sentimento de bonra de nenhuma oaco po-
derla sopporttr. Se anda podessemos ter
duvidas, teriam desapparecido pelo reato-
rio do ministro real relativamente ua
primeira conversac3r> com o duque de
Grammont e Sr. Emilio Qilivier, depots I
da sua volta de Ems, coovarsacao durante
a qual o primeiro qaalificoo a desistencia
do principe hereditario como questJo secun-
daria, emqnanto que os dous ministros ex-
primirn! a esperanca de que S. M. o rei
escrevera ao imperador NapoleSo ama carta
de desculos, cuja publcaco deveria apazi-
guar os espiritos excitados era Franca.
c Junto piesente urna copia desse re-
latorio ; nao precisa de comentaros. O-
insultos da imprensa governamenal francez^
anteciparam D!> triumpho qoe se procorava
obter. Entretanto o goverao pareceu te-
mer que a guerra Ihe fugisse. Den-se, pois,
pressa em destocar a questao Dlas soas
declaraces de 15 do correte, pondo-a
n'um terreno onde nao ha intervenco pos-
sivel, e em provar-nos, assim como a todo
o mando, que nenhuma concessJo nos limi-
tes do sentimento de honra nacional basta-
ra para conservar a paz.
t Mas como ningoem duvidava, nem po-
da duvidar que nos queramos sinceramen-
I .* A retasa
ieu coosmm
Apre
fstr* por*motivos pessotes-, e
aegocios as mo* do
-_____ _____^B
eate, e que notflcou
didotSllo .' ;e pratca habitoalmeBte.
iHegaco d* que'S. M. o rei commoni-
j ao cbanceller ederal abaixo assigoado
a candidatora do prioeipe Leopoldo, igual- a tratar com elle,
mente inexacta; eu soubra do offereci-
noonto hespeabol, accidental e confiden
cialmente, por orna das pessoas privadas
que tnha parte as negocia?ees.
t Se, por .coosequencia, todos os moti-
vos invocados p>o ministros francezes,
para estabelecerem que a guerra era inevi-
tavel, se evaporan; se Mea assim conhci-
do que esses motivos sao completamente
destituidos de fundamento,s nos resta
infelizmente a triste necessidade de procu-
rar os verdadeiros motivos as peiores tra-J
di?Ses de Loiz XV e do primeiro imperio,
estygmatisadas ha rae i o scalo pelas popu-
Iac5es e pelos governos do monde civiiisa-
do, qne am certo partido em Franca anda
inscreve na soa bandeira. mas s quaes cui-
davamos que Napeleo If! tnha feliemente
resistido.
Como causas determioantes desta la-
mentavel phenomeno, nao podemos desco-
brir, infelizmente," seno os peiores inatioc-
tos do odtoe do cime a respeito da auto-
noma e ao bem-estar da AHemanba, jnntos
ao desejo de conservar alarracada a lber-
dade no interior precipitando o paia em
goerras com o estraogeiro.
triste o pensar que para urna In*a
acSo. que terial
sido feita aos atbnetes, dt recosa de reese-
ber o embaixador da Franca e de contino
Temos a responder siimaan'amente o
qoe segu :
S. M. o rei, cheio de respeito pela i-
dependencia e autor)omi,a da naci hespa-
nbela, e pela liberdade das resol ocoes dos
principes da casa de Hohenzolfn. nio pen-
soa nunca em elevar o principe hereditario
aotiirono deHespanh. As exigedeias fe-
tas a S. M.r para obter segurancas para o
futaro, eran njustificaveis e arroaaotes.
Attnbnir-lhe segando Densamente ou ama
rati-ncSo hostH Fraocar apenae urna in-
veDco arbitraria.
A pretendida notifica?.5o aos gabinetes
nunca se verifieou, como tambem a recusa
de tratar com otmbaixader do imperador
dos Francezes.
t Pelo contrario, o embaixador nunca
procarou entrar em negociatoes ofteiaes
com o gnverno de rei; s pessoalmente e
em coo*erac5es privadas com o rei^em
Ems, que elle tocoa as qeesloes do qoe
>e trata. '
A Baco allema, no interior e fr da
te a paz 4 que alguna dias antes considera- xollossal, como a sobre-exoitaeo nacional e
riamos a guerra como impossivel;. cmoda grandeza e o podero das da
faltava todo o pretexto para ama guerra, e
POUCO DE TTTDO.
Circular do cbanceller federal aos
alientes diplomticas prussianos.Berlim,
18 de julho. Aatttude dos ministros fran-
cezes as sessoes do senado e do corpo le-
gislativo, d 15 do mez corrente, e altera-
Coes da verdade que foram commettdas,
com o cararter solemne de declaraces offi
ciaes,fizeram cahir o oRimo veo que es-
conda mtences, a respeito das quaes nin-
guem, avahando com imparcialidade, podia
ter a mis pequeua duvida depois que a Eu-
ropa admirada tnha oovido dous das an-
tes, da bocea do ministro francez dos nego-
cios estrangeiros.que a Franca nao se con-
teutava com a renuncia voluntaria do prn-
cipe hereditario e que aindateria que nego-
ciar com a Prussia.
i Emquanto as outras potencias europeas
examnavam qual a attitude que deviam to-
mar em presenca desta pha*e nova e ines-
perada, e como exerceriam tal vez urna in-
fluencia conciliadora nessas pretendidas ne-
gociares, das quaes ninguem podia suppr
a natureza e o objecto. o gverno francez,
por urna declaraco publica e soiemne, a
qual, desnaturando os factos conhecidos.
ac rescentava novas offensas s araeagas de
t do mez corrente. levou as cousas a urna
tremidade que tornava qualquer combina-
Cao impossivel, tirando s potencias amigas
i
PARTE SEOUXDA.
0
I
como at mesmo o ultimo pretexto creado
artificialmente, vio!rtamente, desapparec
ra por si mesmo, assim como fra aventado
sem a nossa concHrreaeia ; como por con-
sequencia, nao havia aenhnm motivo para
guerra, nao ficou aos ministros francezes,
para se justificaren naapparencia parante o
seuproprio povo, cuja m^oria est disposta
pa? e que precisa d paz. nao Ihe rastou
mais que fazer acreditar s ,doas cmaras
representativas e por ellas ao povo, desna-
turando ou inventando factos coja falsidade
Ihe era officialmente coahecida, que a nac5o
fra offendida pela Prussia, aflm de esciUr
as paxoes e de provocar urna tal exploso
que podessem allegar o-terem sido arras-
tados.
E. dolorosa a missao de ter que des-
vendar essa continua serie de falsidades. Fe-
lizmente os ministros francezes abreviaram
essa tavefa recusando-se a concederem a
communicsco reclamada por urna parte de
assembtoa, da nota ou do despacho, prepa-
rando assim o publico a saber que tal offico
nao xistia.
Assim realmente. Nao existe nota
ou despacho pelo qual o^governo prussiano
annunciasse aos" gabinetes da Eoropa a re-
cusa de receber o ministro francez. Nada
existe dem do telegramma dos peridicos,
que toda a gente conbece e queja foi com-
monicado, segando o texto dos jornaes, aos
governos allemes e a alguns dos nossos
representantes junto de go vera os nao alle-
mes, afim de os informar da natureza das
pretenc8es francezas o da impossibilidade
de as admittir. Este telegramma nao-en-
cerra, por ouiro lado, nada qee podesse
ferir a Franca.
Vai junto o texto desse despacho tele-
graphico. Communicaces ulteriores acerca
deste incidente, rto as enviamos a nenhom
t Qaanto ao facto da recusa de recabero
ministro francez, afim de poder collocar
essa allegarlo no sea verdadeiro terreno,
fui autonsado por S.. M. a transmitlir-vos
os dous documentos juntos, com o pedido
de os comm un cardes, ao governo junto do
qual tendes a honra de eslardes acreditado;
o primeiro desses documentos ama expo-
sico rigorosamente exacta, redigida segun-
do as ordens e immediata approvaco de S.
M. o rei, dos aconteoimentos que se deram
m Ems; o segando um relatorio fficial
o ajad ante de campo de ser vico de S. M.
o rei, a respeito da execuco da missoque
Ihe fra dada.
Seria intil o fazer resaltar que a
meza com que a arrogancia
peluda, era rodeada, tanto no que diz res-
peito ao fundo cmo forma, da mais com-
pleta certezia, a qnal corresponde tanto aos
hbitos pessoaes de S. M. e rei, como aos
principios de poltica internacional para com
os representantes de soberanos de nacSes
estrangeiras.
Qaanto partida do nosso ministro,
fago nicamente observarcomo o gabinete
sabia officialmente.q nao se tratava de
urna demissao, mas de ama licenca soHici-
deixa antever, o desenvolvimenio pacifico
da civilisacSo e do bero-estar nacional, que
iam augmentando continuamente, ser in-
vado, mpedioo por milites annos. Mas^
perante Deus e perante os homens. devenios
r'epeMr essa responsabihdada sobre os que,,
pela sna attitude criminosa, nos obrigam a
aceeilar a lata pela honra- nacional e pela-
Ii5erdade da AT.emanha. Para urna causa
tai'justa pedemos esperar confianca no aui
xio da Provideiicia,assim como j esta-
mos certos, grabas s mosras sempre cresy
cenes, d'uma decidida assistenci de toda a
na$b allema, e podemos contar que para
esta guerra, provocada de proposito e sem
direi|o, a Franca nao achara alliado.De
Bismark.
Lord Le/flus ao conl de Bismark.
Berlim. 17 dejolho. Sr, chanceHer.
As raformaces recebidas pelo governo de
S. Mi fazem temer a ruptura imminente das
relacoes atmgaveis entre a eonfederaco da
AHemanba do Norte e a Fraaca, e prever |i
guerra.
* 0: governo de S. M. lastima profunda-
mente essa immensa desgrana para duas
potencias amigas como para toda a Eo-
ropa.
No interesse' dessas potencias e da hu-
manidade, estou de S M. de fazer ao goverae de S. M. )
rei, am appello nstante, fno*ado no 23o
protocollo do tralado de Pars de 48561.
pelo qual as potencias europeas concorda'-
ram em sabmeter quaesquer dissidenciafr
que podessem surgir entre si, a urna po-
tencia amiga antes de recorrer as armas.
Em conseqoencia deste accordo sabio
e humano, estou encarregado pelo govern *
de S. M., de propr ao governo do rei da
Prossiaassim como se fez ao governo db
imperdor dos Prancezesqne antes de re-
correr s extremidades, lan?assem mo dos
bons officios de-ama ou de militas poten-
cias amigas nointuto de aBastar, se pog-
sivel. as desgracas da guerra.
a Estou encavregado alm. disto de de-
clarar que o governo deS.MLest promplo
a fazer quaesqper deligencia de medi|p
que delle se possam reclamar.
Exprimmdo a V. Exc. da parte do gq
verne da rainba, a viva esperanca de rr
aeolher favoravelmente peto governo lop
da Prussia a proposta qoe tenbo a henra
de snbmetter a V. Exc. aproveito a oaca;-
sio, etc.Angostos Luffot.
confederacae do norte, reconbecem que as
exigencias do governo francez s tinham por
tim urna humilhaco que a naci nao sup-
porta; reconheceu que a guerra, qne nun-
ca poderi estar no pensaraenlo da Prossia,
Ihe imposta pela Fpancj.
c Todo o mundo jviiisado reconhecert*
que os motivos allegados pela Sfanca nao
exislem, mas queso s90'pretextes inventa-
dos de caso pensado.
t A eonfederaco allema e os governos
alliados da AHemanba do Sul protestam con-
tra urna aggresso de modo algum provoca-
da, e repelli-la-ho Cora lodos os meios que
Deus Ihes con -edeu.
t Peco-vos que deixeis copia da presen-
te nota ao governo jonto do qual eslaes
acreditado.De Bismark,
t Circular do conde de Grammont
aos representantes da Franca no estrangei-
ro Paris, 24 de jolnewSr. embaixador.
O gabinete de Berlim acaba de publicar
sobre as negociaces de ons diversos docu-
mentos, entre os quaes se encontra-um des-
pacho do baro de Wrther, dando conta
de urna coovarsacao qae tivemos ambos du-
dante a sua estada em Paris. Estes docu-
mentos nao representara sob o sea- verda-
dero aspecto almarcha seguida pelo gover-
ao do imperador em taes circumitancias, e
a relaco do Sr. de Werlher atlrieue-me
principalmente palavras qoe jalgo-o men
de ver rectificar.
0 embaijador da Prussia na nossa con-
(Continnaco do n. 497).
XX
a mdicos.
Annibal apeiou, entrou no vestibolo e vio
correr de am para outro lado os criados
espavoridos.
Que temos ? perguntoo o conde va-
gamente inquieto.
Temos, senbor conde, que a senhora
condessa est morte... que j morreu
talvez, respondeu urna criada solacando.
A' morte a condessa I... Talvez j
tenha morrido 1 respondeu o conde de Ra-
bn, cambaleando como horaem ebrio.
Mas... pssivel isto ? Pois Deas per-
mituria semelbante cousa ? Nao, nao,
esta mulber perdeu o juizo !
Assim dizia para se tranquillsar; op-
primia-lhe, porm, o coraco urna angustia
horrivel; pertarbou-se-lhe a vista, e todo
o sangae das veias Ihe afQuio ao cerebro.
Subi os degros da escada qaatro e
quatro, e precipitou-se com rapidez furiosa
nos aposentos da condessa.
Saint-Maixent e a> senhora de Cbav'gny
exhalaram urna exclamaco de assombro
ao verem-no entrar ; o conde nao os ouvio
e foi diceito ao leito onda estava o corpo
raanim/doda condessa.
Era entio verdade! balbuciou dei-
xando-se cahir de joelhos diante do leito qae
elle jolgou mortaario. J ni existe a
que era alma da minha vida morreu mi
nha esposa Ah Deus levon para o co
um anjo perfeito de mais para este mundo I
.Mas, ah porque me nao ferio mim tam-
bem ? Morreu Maria Nao Ihe quero
sobreviver!
E torrentes de lagrimas Ihe brotaram dos
olbcs e correram pelas faces da cor da
nev.
Saint-Maixent travou-lhe da mo : mas o
senhor de Bahon' vlton se para elle e com
entonaco rod e quasi ameacadora: per-
gunlou-lbe :
Que me qoer ? N3o podia deixar me
chorar em paz ?
Quero dizer-lhe, meu primo, que essas
lagrimas sao prematuras, redargoio o mar-
quez. Nada nos prova que a condossa dei
xasse de existir ; e pelo que me parece
afianco-lbe sob palavra de bonra que a
julgo apenas desmatada.
Annibal acolbeu aquellqraio de esperanca
como o naufrago a taboa salvadora.
verdade, talvez tenha razo bra-
doa com vehemencia. Deus justo e bom
e nao pode castigar t5o ernamente quem o
nao merecen. Mria ba de estar viva, de
certo.. o seu coraco tornar apnlsar...
os seus olhos abrir'-se ho e podero ver-
me... Mas, em nome do co qae dos
mdicos ? Porque motivo nao, esto j
aqui ? Dexando morrer a condessa sem
nenhnm auxilio ?
NSo culpe pinguen, mea primo, disse
Saiot-Matxenl. Fez-se tudo o que se poda
fazer. Mal soccedeu o terrivel caso, parti-
ramhonens cavallo em todas as^ airee
C5es. D'aqo poneos minutos estaro sem
duvida de volta com os mdicos.
Oh sim, elles que venham que se
apressem I marmurou o conde. Ao pri-
meiro qae me tirar do supplicio que estou
padecendo, dar-lhe-hia de boa voatade a
metade da minha riqueza. Mas o terrivel

Circuletr do chancetier federal om
agentes diplomticos prtwsano*.Berlinj,
fraoceza foi re-"* de julho.O governo imperial da Fran-
ca, mandn-enlregar aquiv pelo sen encar-
regado de negocios, o documento enja co-
pia esta e ebntndo a deca raoe
gnerra.
o primeiro, oeste negocio, queocci -
pa o mundo inteiro ha qoinze dias^ o pr -
meiro documento fficial que temos, receb -
do do* governo franceai
NeSse'documento governo francez a -
lega os segointes motivos da guerra que
nos, faz :
erencia estaaden-se pnaeipalmente sobre a
eonsideraco de qoe o rei o aatertsar a
candidatura do principe Hohenzoltern nao
liahatido a-mtencao de molestarlo impe-
rador e nao tnha supposto nunca que tal
eombinaco fosse prejpdwial Fraa^a. Fiz
observar ao meu interlocutor que, se assim
era com effeito, semelhante seguranza, urna
vez dada, facilitara o accordo qoe deseja-
vamos. Mas nao ped que o rei escrevesse
urna carta de descutoas como prateuderam
os dianas de Berlim.
To pouco podara accetar as aprecia
; attitude do gatrinet/ qae aHaettra aaa t*.
occapar de tal tu
como affingindo nicamente a faraia real.
qoe podamos fazer seno drigirme'oos ao
proprio ra ?
Assim a contra a nossa vontade tiremos
de convidar o nosso embaixador a por-se
en communKaco com o suberano, ea vez
de tratar com o seu mini-tro.
Resid sobrado tempo aas cortes earo-
peas, para saber o desvantajoaa que este
systema de negociacao, a lodo os gabioate*
prestaram f s minoas palavra qnando f-
firmo qae t segnimos esta va porque toda
as demais nos estavam fachadas.
t Sentimos qae o conde de Bismark, que
mal soube da gravidade de debate, nao ser
drigjsse a Ems, pera recobrar o sea posto
natural de intermediario entre o re a o
nosso embaixador; mas o afastamenlo am
que sua magestade sem duvidaqaix perma-
necer e que o chanciller havia- de conside-
rar favoravel aos seas designios, e colpa
nossa ? E se como faz notar o gabinete de
Berln, a dfedaraco da guerra que Mas foi
entregue pelo nosso encarregado de negoci-
os, constitae a nossa primeira conmanica-
Cib escripia'e fficial, de quem *a calpa ?
Dirigem-se notas aos soberanos "" Podia per-
raittir-se o nosso embaixador similhante ne-
gaco aos naos, quando tratava com o rei.
!a nlo petojcootrario a falta de todo o do-
cumento trocado entre os dous geveraos
.antes da deelaraco de gaerra, a ceoseqoen-
cia indeciinavel da obrigaoao em qae se aos
poz de seguir a discusso em Eme em vez
de a deixar am Berln, onde nos aaviamos
dirigido a principio ?
Antes d'terminar astas rectifleacoas.
oombaterei urna posterior observacao do ga-
binete prussiano. Segando um telegramma
de Berlin, o Sr; de Bismark-e o Sr. de Ttile.
negando a exaca'dao de m paragrapbo da
minba ultima aircular, declaren qoe *desd
o dia em qoe oaviram fallar da" petico di-
rigida ao principe da Hohenaollern, a>qaes-
te da candidatora do principe ao tbrono
de He?p>nha nao foi objecto entre eBes e o
Sr. Benedetti da menor conferencia oSeiai
e particular. A forma com qae se apr-
senla este affirmauva e ambigua, pois-pare-
ce referir-se aoicameote s rela?8es donosso
embaxador coa o ministro prussiano poste-
rior acceitaeo do principe Leopoldo.
Teste sentido nao seria contraria ao-qoe
nos roesmos desemos; mas se se pretende
estende-la s communicacea& anterioras,
deixa de ser verdade, a para O provar nada
mefior posso faaer que citar um desjaeho
datado de 31 de marco de *869. dirigido
pelo nosso embaixador, conde de Benedetti.
ao marquez de Lavalette, eatSo mimatto
dos negocios estrangeiros.
Diaia assim-r
caso de que falla, qual foi ? accresceatou ao
cabo de um mnalo. Que saccedea ?
Nao advinh ?
K como bei, de aavinbar-f Nao v
qae nao sei nada.
Um susto inesperado e o recato de ama
espantosa catastrophe 4 qae deram motivo
a cahir minha prima sem sentidos na va-
randa.
Mas d'onde proceda esse tal susto ?
Qaal era essa catastropoe ?
Kebir, que voltava sozinho depois de
ter certamente desmontado o primo, entrn
todo o galope na alameda e cabio diante
do castello. Sua esposa jolgou o conde
raorto, e confesso-lbe qae a marqnexa de
Cbavigny eeu.partecpamos da sua angustia
e dos seus temores.
Annibal escatava como se Ihe fallassem
n'uava lingua desconhecida. As palavras
que Ihe chegavam aos ouvidos nao tnbam
para elle nenhuma significaco.
Parece que estou sonbando 1 marmu-
rou elle. O Kebir nao me desmontou, e
at voltou comigo muito mais dcil que
ida
Saint-Maixent fez um gesto de assombro.
Eu que porgante mim mesmo se
estpu sonhaodo, exclamou elle. O cavalio
desenfreiado, terrivel, furioso, qae na sua
desordenada carrera cabio diante de nos,
o corcel rabe, mais alvo que a nev, ser
acaso nm phantasma ? Todos conhecemos
o Kebir.
la seguir-se urna, explicaco, quando che-
garam dous dos mdicos em basca dos
quaes tinham partido com tanta pressa ; o
conde ludo esqaecea, e s tratoa de saber
sentenca de vida ao morte qne Ihe iam
pronunciar.
As primeiras palavras foram tranjaillisa-
doras.
Um e outro declararam, depois do cor-
respondente exame, qae a senhora de Ra
boa n2o estava raorta, accrescentando qae
apezar do seo. desmaio nao presentar ca-
Ces qae o- baro de Werther me altribie
sobre a declaraco de 6 de julho. Nlo dis-
se que tal manifestaos obedecesse ne
cess'idades parlamentares. Expqoei a nos-
sa linguagem pelo vivo da ferida que ti-
nhamos rocebido, e nao pretend apresentar
a posico pessoal dos ministros como moti-
vo decisivo da sua oonducta. O que disse
qoe nenbnm ministro poderia conservar
em Franca a confianca das cmaras e da
opinio, consentinda orna eombinaco que
nao coiuivesse urna garanta formal para e-
futuro. Devo accrescentar contra o que diz
o Sr. de Werlher, que nao separei o impe-
rador da Franca. Nada as minhas pala-
vras pode ulorisar o representante da
Prussia para suppr que n3o reinasse a
mais completa sodariedade de impressoes
entro o soberano e a naco intera.
ieias estas reservas, ebegou a princi-
pal aecusaco que nos dirige o gabinete de
Berln. Diz-se qoe voluntariamente col lo-
camos a questo juato do rei da Prussia,
em vez de 1 encetr com* o sea governo.
Alas quando em 'i de julbo, segurado as
minhas instrueces, o nosso encarregado de
negocios se apresentou-a Mr. de Thile para
Ihe fallar das noticias qoe nos linham che-
gado da Hespanha, qual foi a lngnagem do
secretario d'estado ? Segundo as suas pro-
Senhor marquez: V. Exc.convidort^ne
hootera pelo telegrapbo a qne averigatase
se a candidatura do principe HehenzeHern
ao tbrono de Hespanha tiBa um caweter
termal. Tve occasHo da w esta maoha
o Sr. de Thile. e jogaei poder pargunUr-
Ibe se devia prestar algaroa importancia ao*
boatos que tinham circulado a respeito
dieste ponto. Nao Ihe oceultei que trnba
interesse em estar exactamente informado,
fazeado-lhe observar qae similhante evan-
Uialidade interossava demasiado drectamen-
* te ao governo do imperador para qae nio
" fosse deer me'u iadicar-lle os perigps, no
caso de que existissem rasoes para acredi-
tar que semelbante.combinaco podesse rea-
lisar-se. Accrescentei-lhe que teneionava
dar-vos parte da nossa conferencia.
O Sr. de Thile deu-me a mais forra,!
seguranca de qoe em nenbura tempo tete
conhecimento- de indicacao atguma que po-
desse autor9ar seraelhactes cinjectura9, e
que o ministro de Hespanha era VIonna
(Sr. Ranees), durante a estada que fez em
Berlim, nem seq'uer teri alludido a> ella.
O sub secretario d'estado ao expressar-e
assim, e sem que nada do qae eu Ihe dizia
podesse provocar semelbante manifestado,
jolgou elevar empenbar a saa palavra de
bonra.
racteres de todo assustadores, importava
ranito faze-lo cessar.
Infelizmente, os das Hypoccates ? esa-
veram de accordo n'estes dous pontos, poi:
que em tudo o mais entraran a discutir.
Um d'elles aulaacoo que para a condesa
tornar em si, era preciso saagra-la imme-
diatamente. O antro sustenten com igual
convieco que, na estado de adiantada gra-
videz em qne a dama se encontrava, urna
sangra motiava ofallivelmente a morte e a
condessa exhalava o ultimo suspiro sem
dar mais accerdo de si.
- A' este respeito susctoa-se entre os dous
do atores urna contend muito devras en-
gracada, caja descripeo renunciamos a fa-
zer, recommendando a leitura de Moliere.
Aquella scena, que tinha visos de se pro-
longar indefinidamente, e que o conde le
Rabn presenceiava encolerisado e cheio le
impaciencia, foi. interrompida pela chegada
de um terceiro medico, de mais dada e
importancia qae os dous primeiros. Este
conseguio por de accorao os seus ejos
collegas, zombaodo com ambos, e adoptou
um plano, que foi acertado, porque minutes
depois abri a condessa os olbos, soltando
um profundo suspiro.
so
l i
c Segundo elle, o Sr. Raneesterse-hia
limitado a conferenciar com o conde de
Bismark, que quera aproveitar a passagem
deste dplomata por Berlim, parase intei-
rar do-estado de cousas em Hespanha, so-
bre a situaco em qne se acbava a questo
da eleigSo do futuro soberano.
(Continuar-se-ha).

Annibal desprenden um grito immen
de jubilo, e agarrando entre as suas mDS
as da esposa, cobrio-as de rdanles beijos
mas, com bastante sorpreza, noten que
essas raaos adoradas anda estavam fras,
apezar das suas caricias, e a condessa nada
respondeu s soas ternas palavras.
Mea Deas, balbuciou o conde nor-
mante angustiado. Parece qne nao me v
nem me ouve I
Assim , senhor conde, redarguio o
terceiro medico. A vida physica a nica
recuperada pela senhora condessa ; falta-lhe
a vida moral, pela simples razo de nao
funecionar anda o cerebro.
E qnando funeciooar ?
Mal qae tomar um medicamento qae
restitua ao sangae o sea corso natural,
Ento avie-se, doutor, pego-la'o eu.
Comprehendo a impaciencia do senhor
conde e tomo parte n'ella ; nio perderei
nem um minuto.
O medicamento em qoeslo poderia ser
muito bom, mas nao produzk. o resultado
que se esperava.
Um quarto de hora depois de ter aberto
os olhos a senhora de Rahon, ruborisou-lhe
o sangue as pallidas faces e escorreu-lbe
pela testa om suW fri. Declarou-se urna
violenta febre, acorapanhada por constante
delirio.
A condessa padeca terriveis convuls&es.
Estorcia as mos, balbuciando lamentos af-
fligidores, e sahiam-lbe dos labios phrases
inconnexas, cem vezes repetidas, que se
reduziam quasi sempre estas palavras :
Oh o cavallo... o maldito cavallo!...
Annibal, meu amado esposo... morreu...
nao quero viver **
Solucavam todas as testemunbas de to
Jamentavel scena, e Saint-Maixent e a for-
mosa Olympa nao eram os ltimos em le-
var o lenco aos olbos.
Os tres mdicos, concordes esta vez (s;i>
gular cousa I) davam cabeca com certo
ar, que nao prophetisava nada bom.
Ha algum pergo, pergantoa o senhor
de Rahon, que senta renascerem os seas
receios ?
-= A miaba conscencia nao me permute
a induzr em erro o senhor conde, redar-
goio o medico mas importante, em pre-
senca d qaem se calavam maito modesta-
mente os ontros dous; ha-pergo e maito.
Que receia ?
Urna febre cerebral, doenc* muito
grave j de si, e mais grave anda no estado
em que se enconlaa a senhora condessa, e
na fraqaeza geral que d'elle'resulta.
Mas ha de comba ter esse mal, nao e
verdade ?
Fare o qae estiver ao meu alcance.
E trumphar 1 .
' S Deus. o sabe, a nao soa nenbum
oharlalio, nem tenho preteoces a fazer rai-
lagres. Repito, brei o que esiiver ao meu
alcance ; mas preciso qae a natureza me
ajude ; em todo o ca?o, senhor conde re-
ceto mo parto, e at o julgo ineviuve4.
O conde de Rahon sentio. a impressao
re sobre o paito Ihe poderia prodazir am
ro em brasa.
Impondo,. porm, silencio dr agudsi-
ma que Ibe causava a perda da sua espe-
ranca mas chara, bradou :
Cuide s da condessa I Paraca o
filho cem vezes, mas sal^e-se a m!
Assim seja disse o marquez de Saot-
Maixent entre si. Oxal que os mdicos
realisem os votos'do mea bom primo, li-
vrando-nos d'esse modesto berdeiro qae
arada nao nasceu, e salvando minba prima,
quem na verdade nao deseja mal algnm l
Durante tres dias e tres noutes consecu-
tivas, a senhora de Rahon, qaem nao dei-
xavam a febre e o delirio, esteva entre a
vida e a morte, maito mais parto da morte
que da vida. .. .___
Annibal, que os mdicos davam . bem
pouca esperanca. nao tnha valor para sup-
ortar aquella agonia continuada. Rasgava
o peito com as unhas, e apezar de ser
quasi desconhecido o suicidio no seclo
XIX chgou a pensar formalmente em se
mata'r p*ra b5o sobreviver soa esposa
Ao anoutecer 4)0 terceiro da, o medico
mais idoso, compadecendo-se d'aquelle fi-
dalro exmplar qae padeca os materas tor-
mentos que se poden padecer n'este mon-
do, chamou-o de parte e disse-lhe :
' Senhor conde, approxima-se o desen-'
lace. J nao possivel augmentar o mal.
AmanhJa estar salva a senhora condessa ..
ba ter saccombiflQ.
#
(C< -se-ha,)
TYP. tx) outuu kaT'^^^hcJxIaS